Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10231


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Full Text
AMO XXXIX HUMERO 251.
ii
Por tre mezes tditnUdts 900
Por tres Mezes fencidos 6SO00
DIARIO DE
SEGUNDA FEIRA 2 DE WOVEMBRO DE 1863.
Por anno adiantado. .... 19$00O
Parte para o subscriptor. 3$000

ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeatv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falrao Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
i- ira Martins A Gasparino.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OLTUBRO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas el 3 Quarto ming. aos 8 m. e 26 s. da t.
San" Atfo^Gravat, Bezerros, Bonito, Cmara', *" nova as 4 h- me s" da m-
Altinho e Garanhuns as torgas feiras. *8 Quarto cresc. aos 12 s. da ni.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,] 25 La cheia as 5 h., 16 m. e 20 s. da m.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury'e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-| PREAMAR DE HOJE.
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezcs que para ali sahir
navio.
Todos os esta'fetas partem ao '/ dia.
Primera as 6 horas o 6 minutos da manha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nes
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio,jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apiparos s 6 '/i, 7, 7 '/2, 8 e
8 / da m. de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboato as 6'/? da m.; do Casanga e Vanea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apiparos s 3'/,. 4, 4 Vi, 4 /*,
5, 5 'A. 8 Vi e 6 da Urde; para Olinda s 7 da
manha e 4 Vi da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
2. Segunda. Ss. Tobas e Victorino rara.
3. Terca. S. Malaquias b.; S. Herbcrto ni.
i. Quarta. S. Carlos Borromeu are. de Milo.
5. Quinta. S. Fabricio b.; S. Leto presb.
6. Sexta. S. Severo b. m.; S. Leonardo eremita.
7. Sabbado. Ss. Florencio e Ernesto bb. \
8. Domingo. S. Nicostrato m.; S. Cartono ni.
ASSIGN'A-SE
no Recife, em a lvraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueira da
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAL.
(OYERM) DA PROVINCIA.
Expediente do dia 29 de oulubro de 1863.
Oflicio ao brigadeiro commandantc das armas.
Uommunco V. Exc. que em officio de 20 do cor-
rente, participou-me o Exm. presidente da Parahy-
ba haver providenciado para que regresasse ao
stimo batalho de infantera, o alferes Jos Ren-
to dos Passos Lima, que continuava a estar alli por
doente, o qual deu parte de prompto no dia 19
deste itez.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao Dr. Jos Leandro de Godoy Vasconcellos, man-
de V. S. abonar a ajuda de custo que Ihe compete
Quanto aos Polacos, opprimidos, reduzidos ao de fazer appello a todas as toreas vivas de qnalquer represalia a esta execucao contra o seu agente o O Jornal do Commercio fallou eom bom senso,
desespero, nao podemos dizer era que abysmo partido a que pertencerem. cardeal Antonelli tem revogado a autorisacao con- prestou importante servico, abrndo o debato so-
iro eahir. | O partido conservador que s at aqui diriga o cedida ao cnsul italiano residente em Roma, bre tao grave incidente.
_Eia em duas palavras, a physionomia actual da movimento parece nao mais gozar da conflanca in- transformando assim em questao de poltica geral, A opiniao daquelles redactores que o governo
grande questao que domina sempre os negocios j teira do paiz ; censuram sua prudencia a respeito urna diflerenca que dizia respeito a alguns actos do Brasil nao devra rejeitar o meio que Ihe foi
a Europa gcvernamental. A noroea- especiaes de um funecionario determinado.' Ore- offerecido para desatar o n-gordio do Albardo.
europeas : breve voltaremos elles.
da opiniao da
Corren em Paris que a scelo legislativa se-' cao do general Mieroslawki seria em consecuencia latorio tem expresso pesar que se quebr deste Nao devenios cerrar os ouvidos s palavras de
ra aberte na ultima quinzena do mez de outubro; um gosto dado ao partido da accao. Ella attesta- sortc urna troca de relacoes que rerlamam os in- paz, diz aquella gazeta, fraumexcelleote pretexto
devendo, segundo tocia a probabilidade, serem. ria tainbem que a Polonia nao conta mais com a teresses privados dos cidados, e o commercio in- para a boa vontade de lord Palmerston e de lord
muito trabalhosas e extremamente prolongadas, as Europa e conta concluir seus negocios por s mes- ternacienal. John Russell. O mediador offereceu-se ; se alguem
discusses pela verifleacao dos poderes. Mr. Thiers ma. Meroslawski representa na Polonia nao s-; Mas a dignidade do governo do re Vctor Em- o procurou, nao fomos nos. A sua qualidade de
oohjecto de numerosas visitas declarou elle mente a idea nacional, mais a idea da iniciativa manuel Ihe parece exigir que os processos do tri- prenle e amigo de ambas as cortes dissidentes,
3ue tomara urna parte mui activa nas_ discusses audaciosa, a idea de que os Polacos nao se devem bunal pontifical, sejam agora empregados contra siv a sua posicao modesta entre os dous desavindos,
a cmara, mas que nao fallara seno sobre as fiar seno em seu valor. E' verdade que o paiz | A razio qur, diz elle, que os agentes de ama tudo aconselhava que o nao recusassemos.
questes acerca das quaes elle se acha de accordo est hoje bem esgotado e que talvez os rasgos de potencia evidentemente animada de disposicoes Entretanto, accrescenta a mesma folha, o facto
com os deputados da opiniao democrtica. __ audacia tenham menos resultados que ha tres me- desfavoraveis para comnosco nao se achem mais de do offereeimento soubemo-lo pela imprensa curo-
AlTirma-se que aqucllcs que desejam, se nao a zes mas a Polonia tem feito desde quasi um anno ora em diante em seu carcter offlcial grande fac- pea, e que houve recusa e recusa redonda, diz-se
liberdade da imprensa, ao menos um molhoraraen- tantas cousas impossiveis, que talvez teremos nos lidade em fomentar intrigas funestas, a tranquil- por aqu bocea pequea, sem que at hoje o Dia-
pinMlTcralesi'slatlva'neio to sua sorte, sao bastante atlendldos. Pretende- prximamente grandes novas a annunciar. lidade publica.. rio Oficial julgasse conveniente dizer alguma cou-
flnart.. dkiricin elciiordestf nrov neia visto ter *e iue a autorisacao preliminar poderia deixar de Depois da questao polaca, a de Schleswig Holstein A deputecao mexicana foi recebida a 3 de outu- sa esse respeito I
auT deseiirn-raa cVtenn nrimeiro nuor aue ser necessaria mas flae as advertencias admims- talvez a mais grave presentemente pelas conse- bro no castello de Miramar perto de Trieste pelo O Diario do Rio de Janeiro, que passa por ser
ti- quencias immediatas que pode arrastar. Estas archiduque Maximiliano, ella trazia romsigo o voto o confidente directo 011 indirecto do ministro da
consequencias nao produzem nada menos que urna da asscmbla dos notaveis do Mxico transcripto justica, que o Cavour da situaco (seo Sr. Otto-
guerra no centro da Europa. Divididos sobre todo sobre urna folha de pergaminho. Este rolo eslava ni fr o Gribaldi), sanio logo campo na sua po-
Duas lindas do ministro poderiam extinguir os o resto, as potencias allemas parecem perfeita- encerrado na liaste de um sceptro de ouro macisso sico mais espectavel, e com elle alguns guerri-
jornaes, mas elles poderiam renascer seu grado, mente unidas para dar neste ponto satisfacao ao e que a deputaco tinha trazido do Mxico, onde lheiros que investiram loucamente contra os Por-
Dz-so que sero discutidos numerosos projectos sentimento nacional; a Dinamarca forte rom as elle tinha sido feito em 15 dias pelos artista mexi- tuguezes.
i de reforma. O ministro da instrueco desenvolve suas allancas se mostra resol vida a resistencia a canos. O Diario fez de governo, e os mascarados do
l- sua parte de activdade : depois da sua recente mais enrgica ; a Austria e a Prussia defendem Representa duas aguias unidas que sustentam a Correio Mercantil, e daquelle prmero general, fi-
| elevaco ao ministerio, tem ello tomado urna mu- aqui o principio de nacionalidado que a natureza cora imperial, tendo em seas bicos urna serpente, zeram de povilo, revivendo os morios preconceitos
tido de medidas que revelam a elevac-o de seu das cousas nao lhes permtte reconhecer nos seus e cercadas com ramos de louro e oliveira. contra os hospedes que maisntes sao esta trra.
para alli partir.
Dito ao mesmo.Participando Manoel Nicolao
Rigueira Pinto de Souza, ter na qualidade de ter-
ceiro supplente assumido em 24 do correnteo ex-
rcicio do cargo de juiz municipal e de orphaos do
termo de Serinhem : assim o communico V. S.
para seu conhecimento.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. os inclu-
sos documentos, afim de que nao havendo incon-
veniente mande pagar ao alferes Euzebio Gomes
ser necessaria, mas que as advertencias adminis-
trativas e as supprcssoes nao menos administrati-
vas lcariam suspensas sobre a caneca dos jema-
lisias. Seria anda um mclhoramento.
de Arglo Ferro, visto assim o haver sollicitado ao carcter e a conscencia que tem de sua alta mis-
... __ n fnn Cito nnnKn n n an .. iilt,..,.-, ,v.v.-, ,1. iIiiJal' nA
cliefede policiaem officio de hontem sb n. 1180 a
quantia de 405000, por elle despendida com o alu-
guel de quatro mezes vencidos em 20 do corrente
da casa, que serve de qnartel ao destacamento da
villa da Escada como se v dos mencionados docu-
mentos.
Dito ao mesmoAnnuindoaoquesolicitou o direc-
tor dasobras militaresem officio de hontem, sob n.
232, recommendo V. S. que em vista do incluso pa-
recer do delegado do cirurgiao mor do exercito,
mande pagar Jos Pereira de Alcntara do O',
a quantia de 3255000 rs. correspondente a pintura
que fez no qnartel do stimo batalho de infamara
em virtudo de autonsacao desta presidencia.
Dito ao mesmo. Tendo nesta data approvado os
contratos, que celebrou o conselho de compras na-
vaes com d< "rentes pessoas, como me communi- .
cou o mesn onselho, em officio de 27 do corren- ment dos franco-archeiros de Carlos VIL
sao. Elle acaba para o ultimo anno de estudos no
lyceu um curso de historia centemporanea. E' isto
germen de um real progresso. librio europeu. Foi a 1 de outubro que a dieta
O programma deste curso e o prembulo de que tem adoptado as proposicdes dos comitet reunidos.
elle precidido, se recentem em seu conteudo ge- Ella tinha pedido Dinamarca arevogacao da or-
ral e em quasi lodos os seus detalhes de intencoes denaea de 30 de marco, os laeos constitucionaes
liberaes e conciliadoras. Seu lim e seu alcance es- dos ducados e da Dinamarca e o governo de Copc-
e cercadas com ramos de louro e oliveira.
paizes. O presidente da deputacao Mr. Gutieres de Es- os Portuguezs I
A torga da Dinamarca est na posse e na solida-! trada, tomou a palavra em nome de seus collegas. O Diario comecou
riedade que existe entre seu estado actual e o equi-
te todos comidos nestas palavras :
t Nossos discpulos salando do lyceu nao fi-
nio mais no desconhecido. Nos Ihcs teremos mos-
trado o terreno onde at agora ellos marchavam
sem guia, e o teremos posto em estado de compre-
hender os acontecimentos no meio dos quaes a vi-
da seria vem sorprndelos. Laucar um joven na
cidade sem nada Ihe ter dito da organisacao e das
necessidades que elle ah encontra; como se lan-
nhague tem recusado.
A dieta tem, pois, decretado a exocuco federal,
isto a oceupaco do ducado de Holstein pelas tro-
pas federaes. A Dinamarca para resistir se tem
assegurado do apoio da Suecia.
Um despacho do condo Monderstroem ministro
dos negocios estrangeiros de Stokolmo aos seus de j da Russia.
Londres e Paris tem demonstrado a intencao bera! Se tratara declarar nesta ultima que a situaco
firme do governo sueco de ajudar a Dinamarca na se aggravando de um modo o mais doloroso e o
por nao goster do offereci-
0 archiduque'tem respondido. Sua aeeitacao ment de D. Luiz i, mostrou preferencia por el-
subordinada duas condicoes, a do consentimento rei Leopoldo da Blgica, e at por Napoleao III;
do povo mexicano, e a de garantas solidas para o mas, apertedo pelo Jornal do Commercio, tornou-se
futuro. mais rasoavel, e prometteu que o governo far a
Agora a quem incumbir fornec-las ? Compre- luz neste negocio,
henderao ellas um reconhecimento immediato do
novo imperio pelas potencias, urna prolongacao du-
rante um tempn determinado, um emprestimo, um
tratado de allianc-a com os estados confederados 1
Mysterio I
As ultimas noticias relativas a questao polaca1
sao urna resposta das tres potencias ultima nota
A luz anda nao appareceu. Espcremo-la.
PERKAMBCO
REVISTA DIARIA.
Hontem comecou o processo para a composico
da lista de eleitores que tem de votar para um se-
cassem na batalha um cacador a p com o arma- lula eventual contra a Allemanha. Este documen- mais deshumano, a Russia nao cumprindo as_obri- nador, (cando as mesas parochiaes assim organi-
te, para ac.iisicao dos objectos do material da ar-
mada, mencionados no termo junto por copia, as-
sim o communico V. S. para seu conhecimento.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. -
lepresentando-me a junta administrativa da Santa
< lasa de Misericordia desta cidade
urgentissima de se concluirem as obras
hospital de misericordia de Olinda, que a mesma
junta se vio toreada a mandar parar por falta dos
recursos necessarios, afim de serem para ali trans-
feridos os alienados que em numero cresrdo se
acham em um acanhado aposento, que por falta de
todos os commodos a mesma junte qualilica de
um immundo matadouro, o attendendo a que seria
barbaridade abandonar aquelles infelizes a esse
estado de miseria que mais se aggravar com a
admisso de outros, que nao podem continuar nos
se acham
Desgracadamente havia um entrave, era a trans-
formado de nosso historiador contemporneo era
dogma, era a creacao de um calhecismo de estado.
Ao ministro nao tem isto escapado. Nos oitenta
annos de provas que a Franca tem atravess;
tocontm em sua ultima parte este passagem bem gares que Ihe impunham os tratados de 1815 tem sadas
saliente : Parece ao governo sueco que em pre-
senta do estado actual das negociacoes relativas a
Polonia os gabinetes de Londres e de Pars nao
perdido os direitos
sobre a Polonia.
que delles decorrem para ella '
Simio Antonio.
.Presidente. Dr. Antonio EpaminondasdeMello.
Mas nos devemos dizer que a respeito dessas in-1 Secretarios. Dr. InnocencioSeraphicod'Assis C.
tente podem desejar que ama guerra rebente no norte e tencoes attribuidas Franca, Inglaterra e a Aus-1 Antonio Augusto da Fonseca.
sado, todava esta eventualidade se resolvera d'aqui a tria a confusao extrema dos differentes orgaos da
, a necessidade i tem dado um espaco mui exclusivamente largo do algumas semanas, ou a Dinamarca nao encontrar imprensa europea ; e anda que assim seja, urna
ibras do antgo teinpo de Napoleao I ao reinado de Napoleao III. no apoio das duas potencias occidentaes urna pro- cousa constante, a tendencia provocadora, e bel
Tem sacrificado as pocas anteriores e intermedia-
rias, e este erro roubar muito de sua importancia
urna innovaco, que devia ser sandada como um
grande beneficio para asjjnovas geraces.
duvidoso se oestes ltimos dias os jornaes da
Franca, de Inglaterra e d'Austria tenham encontra-
do um leilor mais satsfeito que o principe Gorts-
chakoff. Smente o grande inspirador da impren-
sa europea que nao o lem inspirado de outro modo.
O Tunes tem certificado que a Inglaterra tem re-
cebido em resposta Um enigma, e declarado que
estebelecimentos em que presentemente .
c por cuja remocao se tem reclamado por diversas ella se dava por satisfeite.
vezcs, tenho resolvido mandar adiantar Santa A Gazelta de l tenna, orgao ofhcial do governo
(.asa de Misericordia para a conclusao das obras austraco, nao lem expressado senao um pesar, o
do predilo hospital de Olinda a quantia de | dejer a Russia posto fim a discussao.
60005000 rs.. que V. S. mandar paitar em duas
teccao contra as medidas hoslis da Allemanha.
A resposta dos governos da Franca e da Ingla-
terra nao ainda conhecida.
Urna demora de tres semanas imposta a Dina-
marca a partir da notificacao da reselucao da
dieta.
Ha deste lado perigo para a paz europea, elle
nao ser inminente antes da primavera.
Todas as informa-oes virutas da Prussia f.ir.em
presentir que as eleicSes a que este paiz val pro-
ceder tero por effeito coustituir urna segunda c-
mara mais hostil ainda ao ministerio que aquella,
cuja dissolvicao acaba de ser pronunciada. Toda-
va urna circular inserida no Moniteur e emanada
licosa das folhas officiaes de Pars.
Morin.
prestacoes de 3:0005000cada urna, sendo a primei-
ra desde ja e a outra no prazo de dous mezes.
Esta despeza dever ser por V. S. levada con-
ta das sobras que devem haver as verbas do or-
camento provincial, que cnibora autorisadas nao
convem que tenham applcacao, tal como a desti-
nada a suhvenc,o de uina companhia lyrica.
Communicou-se ao provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia.
Dito ao mesmo. Restituindo V. S. os docu-
do ministro do interior tem convidado os prefeilos
Em Franca se tem continuado a celebrar a clfi- velar sobre a conducta dos funeconarios as
caria do trplice accordo, e se tem gritado nada elcicoes prximas,
de guerra, solada Urna attitude menos passiva ser considerada
A conclusao fcil de tirar. como urna falta de fidelidade. Pde-sc d'ahi julgar
A disposicao da Inglaterra e da Austria, sendo o grao de oppressao que o ministerio de Mr. de
condecidas t nada de guerra, solada significa Bismark pretende exercer sobre a liberdade dos
simplesmente nada de guerra. m suffiagios. Tudo isto nao far mais do que a vali-
do liberal,
mais insigne imprudencia, nao poda ter outro et- Os proprios orgaos do governo e do partido feu-
feilo que confirmar a Russia em sua obstnacao e dal tem Lio pouca illusao a este respeito. que pe-
em sua jactancia. Quando menos seria verdadei- dem j um golpe do estado, urna suspensao da
impiesmente nada de guerra. sulfiagios. Tudo isto nao fara ma
Este linguagem que quera ser prudente, era da car o triumpho renovado do partid
lais insigne imprudencia, nao poda ter outro ef- Os proprios orgaos do governo
tilo que confirmar a Russia em sua obstnacao e dal tem tao pouca illusao a este n
m sua jactancia. Quando menos seria verdadei- dem j um golpe de estado, ui
mentosque vieram annexos ao seu officio de 26 do ro, absolutamente verdadeiro que a Franca solada constituidlo, urna dictadura real.
corrente sob n. 533 relativos s despezas na im-naoquer, e nada deve fazer pela Polonia, o mais
portancia de 615480, feilas nos mezes de maio e
junho deste anno com o sustento das pessoas po-
bres da cadeia de Agua-Preta, com o fornecimento
de luz, etc., etc., tenho a dizer que mande proces-
sar essa divida integralmente para ser paga quan-
do non ver crdito, visto pertenec' ao exercicio l-
timamente encerrado de 1862 a 1863, e nao adiar-
se a cmara municipal daquella villa autorizada a
satisfazer a importancia de tal fornecimento.
Dito ao diredor do arsenal de guerra. Com-
munico V. S., ipie em officio de 26 do corrente
participou-me o Exm. presidente da Parahyba te-
rem conferido exactamente com a respectiva rela-
cao os objectos remedidos por esse arsenal no va-
por Jaquaribe com destino fortaleza de Cabe-
de! lo.
O que decidir o rei ainda muito controverti-
vulgar bom senso, a diplomacia a mais elementar do, todava as duvidas nao procedem senao da fr-
ordenam ainda de nao divulgar isso muito, e nem ma que revestir as suas resolucoes.
informar conscienciosamente os Russos, que sao Mr. de Bismark est em graca mais que nunca,
muito felites de sabe-los. e ninguem acredite que o rei cnsinte em se privar
Tomando o thema contrario os partidarios da de seus conselhos. Nestas condicoes nao ha senao
paz, os adversarios da guerra solada baseiam-se duas alternativas possiveis : ou a ronstituco ser
em duas In potlieses : Ia a de fazer reflectir a Bus- suspensa por um golpe de estado e como o exigem
Escrutadores.Joaquim da Silva Reg.
Marcolino dos Santos Pinheiro.
S. Fre Pedro Gonralves.
Presidente. Jos Pedro das Noves.
Secretarios. Joo Francisco Marques.
Andr Xavier Vianna.
Escrutadores.Octaviano de Souza Franca.
Innocencio Xavier Vianna.
S. Jos.
Presidente. Jos Antonio Pinto.
Secretarios. Julio da Silveira Lobo.
Emilio A. do Reg Cazumb.
Escrutadores. J. J. dos Santos Barraca.
Joo Pacheco Alves.
Boa-lisia.
Presidente. Gustavo Jos do Reg.
Secretarios. Francisco de Barros Correa.
Jos Cecilio Carneiro Monteiro.
Escrutadores. Decio d'Aquino Fonseca.
Joaquim A. Ferreira Jacobina.
Em todas estas freguezias comecou-se a primeira
chamada dos votantes.
O Club Commcrcial e a sociedade Nova l'iuo
deram sabbado suas partidas mensaes, que estive-
ram muito concorridas, havendo em ambas pro-
' fusao no servigo.
Commemora boje a nossa igreja os fiis defun-
tos, como ahi o annuncia ella pela linguagem
sia e de conduzi-la composico; 2" se a Russia os federaes, c as cmaras sero supprimidas, ou a Ah I quem sabe se deste confusao de homens,
nao cedesse, a de arrastar as outras potencias, e se le fundamental continuar a nao funecionar, isto. e vasio de idea, nao tem de surgir o verdadeiro
a guerra devesse ter lugar a de nao a fazer solada e, que as cmaras podero se reunir e deliberar, I progresso do paiz !
subordinar a poltica franceza, da Inglaterra e mas que o governo nao prestar alguma atten?o Confiemos em Dos, e trabalhemos com f, que
da Austria dar carta branca Russia. aos votos, toda vez que estes votos contrariaren! o seu eterno e santo preceito.
O boato da substituido do barao de Gros na em- sua poltica. A este situaco nao ha saluda pos- o Diario de Pernambuco. pharol da imprensa do
COtolHrSPOJJDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
BIO DE ji\i:iho.
23 de outubro de 1863.
Done Deus .'Dos de misericordia gritamos
todos as horas da tormente. O Brasil est em ho-
ras de tormente. O horisonte se cobre de nuvens
negras ao norte e ao sul.
Ha oito mezes nao se ouve por esta torra seno
o estrondo das locomotivas eleitoraes, e os gemi-
dos que a lei, a moralidade, a boa f, a verdade,
a dignidade humana, a civilisacao, os interesses
reaes do paiz soltam aqui e acola por toda a parte
onde o demonio eletoral correa desenfreiado.
Eleicoes livres as de 1863 Meu Dos de mise-
ricordia livrai-nos de semelhante liberdade !
A liga o progresso, se nos diz ao claro dos fachos
reactores. Mas qual a idea de progresso que j plangente dos sinos, com que chama os vtvosa
transluzio por entre os estandartes da liga ? I orarem petos almas daquelles que na trra j nao
Ha oito mezes nao se v seno a conquista do vivera seno pela recordaco.
vellocino. Estamos fartos de nome proprios ; E quem nao ter neste da um affecto perdido
dar-nos-hiamos por salisfeitos ainda quando as lastimar, uina dr a reviver na contemplaco sub-
jectiva do passado, urna lagrima sentida a derra-
; mar sobre um tmulo, que encerra impiedoso
parte de sua alma ? I
Vamos, nos os gjscolhidos da saudade, com a !
; oracao nos labios e as lagrimas nos olhos, borrifar
; os goivos, que vicejam na ultima habitaco dos
que nos forain tao queridos.
Oremos !
Curvados ao p do lenho redemptor, mande a
nossa alma urna prece fervorosa pelo reposo eter-
no d'aquelles que nos deixaram entre saudades e
No sabbado ultimo teve lugar o encerramenot
dos trabalhos do Curso Commercial Pernambucann
no corrente anno lectivo.
Foi una festa de regosijo, nao deixando os
actuaes alumnos nada a desejar na observancia
das tradicSes que se ligam essa festa, instituida
pelos primitivos e pelos actuaes seguida com a
mesma religiosidade escolstica.
Estavam presentes ao acto o Exm. Sr. director
geral da instrueco publica, que o presidio, o seu
secretario, o corpo cathedratico do mesmo Curso,
composto dos Srs. Drs. Figueira, Wtruvio Pinto
Bandeira o Pinto Pessoa, os oppositores Juviniano
Manta e Viriato de Mallos, alm de nolavel con-
curso de pessoas gradas, que oceupavam o salao
era que funecona o Curso, e que se achava de-
centemente decorado.
Os respectivos professores, os dous oppositores
referidos c os alumnos Jos Jeronymo Bustorff e
Adelo Publio de Moraes Carvalho recitaram va-
rios discursos anlogos ao acto e com referencia
mais ou menos directa instituicao do Curto, sen-
do os intervallos preenchidos por pecas de msica
tocadas pela banda marcial do arsenal de ma-
rrana.
A noite percorreram os alumnos varias ras da
cidade, ao som da mesma msica, e locando a por-
ta da residencia do Sr. director geral, e profes-
sores.
Fizeram acto na Faculdade deDireltonodia
31 de outubro, os seguintes esludantes:
1. anno.
Candido Alves Machado ; plenamente.
Joao Barbalho Ucha Cavaleante; dem.
Julio Cesar de Mendonca; idem.
Gonealo Vieira de Mello Prado; idem.
2. anno.
FranciscoDomingues Ribeiro Vianna; plenamente.
Segismundo Antonio Goncalves; idem.
Manoel Joaquim Ferreira Esleves Jnior; simples-
mente.
Antonio Martins da Cunha Seulo Maior; plena-
mente.
3. anno.
Theodurto Carlos de Farias Souto; plenamente.
Wenceslao Garca Chaves; idem.
Lzaro Jos Pires da Fonseca; simplesmente.
Tiburtiqp Barbosa Nogueira; plenamente.
Marcolino Ferreira Lima; idem.
Miguel Augusto do Nascimento Fetosa; dem.
4. anno.
Augusto Magno de Mello Mattos; simplesmente.
Pompilio (Cavaleante de Mello; idem.
Miguel de Figueira Faria; plenamente.
Guilherme Amazonas de S; idem.
5. anno.
Ernesto Julio Bandeira de Mello; plenamonte.
Jos Mariano Ribeiro; idem.
Jos Rodrigues Pereira Jnior ; idem.
Movimento clnico dos doentcs do hospital
portuguez de beneficencia no mez de oulnbro de
1863.
Ae* emtlados do Dr. Pilanga.
Ficarara em tratamento do mez de
setembro ioentes............. 28
Entraran! no mez de outubro..... 2t 4!
Salaram curados........
Firaram cm tratamento.
10
39 4!
lisias dos novos cirgonautas nao vesseni com du
plicatas.
Oj que prometiera os vencedores como remedio
aos graves males que infernam este paiz digno de
melhor sorte ?...
se resolvida pelo
elec,ocs, que manda convocar
baixada de Londres por Mr. Walenski, lem sido sivel. i norte, deve reflectir fielmente as scenas que se re- lagrimas.
acreditado. As opinies bem conhecidas de Mr. Guilherme I tem aflnal se decidido a responder presentaran nessa parte do imperio, c iransmittir-. Olvidando por um instante o mundo, lembre-
Walenski no que respeila questao polaca deram aos soberanos docongresso de Francfort, c aomes-; |ue as impressoes que receber do sul. mo-nos de urna mai ou pai querido, de um lilho
Dito ao juiz de paz mais votado da freguezia de I urna significaco bastante acentuada sua misso mo tempo o ministerio tem dirigido ao rei um re- Nunca mais do que hoje precisamos de apreciar dedicado, de um esposo ou esputa idolatrada, de um
Tracunhaem. A duvida proposta por Vine, em j Londres. latorio sobre a questao allema ; o documento se os svmptomas geraes do nosso estado poltico ; s irmo ou do ura amigo como parte de nossas mais
seu ofiicio de 29 de setembro prximo lindo, ada-1 milli,n,,, ,om olt,.An.. nnntn rt ^"P11 muil mais rto eq"ilib" dos poderes e dos, a un'io e o esforco commum dos bons cidados puras fruices ueste vida de degredo, cuja libcr-
ei regnlamentar das e qu^ privilegios entre a Prussia e a Austria que da un- n0s pode safar dos abrolhos a que os fracos dade este no se.o de Dos, para em espirito que-
soraente, como sup- : ^,"ar^'mf qU(-se tun renunciad0 nos um Ocarao alientas. Todava propoz a eleico directa ; pilotos c a desordera das guarnices nos condu-
incwea uc r.cuu.c, ^..m-ros immcdiatos em "!;(.';'":. -nln. nne _.,:. .P,vn, 5o parlamento nacional, e concilio com a abertura zrain. D-nos o DiViro de Pernambuco mensal-
votos aos mesmos eletos, nao se chamando os sup-1 g^"?^n*? "" L a msse de seu ^"^Cues cora os principes confederados. O mente, seno por cada paquete, um extracto subs-
plentes menos votados em lugar de alguns dos ^^ ^ros tnirou de novo na pose ae seu relatono do ministerio sobre a reforma allemaa; taticial dos pegamentos mais conceituosos e dos
mais votados, aje estejam mudados, morios ou i"J An-inl nZmntim .. n Cm-reh da Dina- le!n |rovo('adJ0 utna sorpreza pouco agradavel ao factos polticos e saetees mais notaveis desse lado
_.?I"" rf"! se' do Partld0 ft"(,al- Este partido tem adoptado do Rrasil.
'a Mr. de Bismark, ainda que nao seja verdadeira- Na rrte o Espectador da America do Sul ence-
mente o seu here (quereria antes ver a frente dos I tou hbilmente esse philosophco trabalho. Eslude-
rps. h-na-ii-HM negocios Mr. de Kleitz Relzon ou Mr.d'Arnin Bol- ,nos os factos, visto que nelles se revelam os lio-
giosos a que allade Vine.
Despachos do dia 29 de outubro de 1863.
Iieqncrimentos.
Francisco Botclho de Andrade. Informe o Sr.
director das obras publicas.
Bacharel Joaquim Eduardo Pina. Passc porta-
ra concedendo a licenca pedida.
Joo Francisco de Oliveira Filho. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Ignacio d'Avila.-RemettidoaoSr. inspector
da thesouraria de fazenda para mandar passar os
ttulos requeridos, depois que o suplicante houver
satisfeito a exigencia constante da ntormacao do
27 do correnle.
Joao Baptista, Africano livre. Informe o Sr.
inspector de arsenal de marinha.
Odlon Austriclano Brayner.Encaminhe-se.
posr
xaria obrar, esperando sua vez, e reservaodo para
si a plena liberdade de seus actos. era o Memo-
rial nem o Correio tem dito o que a Austria e a
Inglaterra responderam este declaraco.
lira discurso de lord J. Russsell em Blogwire,
que tem produzdo um effeito muito graode, dizia
EXTERIOR.
tisfacjio a seus votos em urna questao, isto a ques-
tao polaca. Mas a poltica seguida a respeito do
eleitor de Hesse, attitude hostil para com a Austria
o partido feudal nao sonha seno cora o reste-
belecimento das relaces ntimas que existiram
ffi-, u'a -m PCI .' 19cut,.tu,2 possi? entre a Austria e a Prussia desde o tempo de Met-
c.m c, deCl,ra5eS; AuS,ria ca,,h. sen- **jj ."pSSSSS.'SkiSK
tttssrtsSrsss. tat SsHES^
movski sobre a carruagem do general de Berg. ZSa!c'a de naocsquecer que um parlamento
As casas d'onde as bombas tinham partido, e urna S?9"w ^a s'8n,ficapao Pcrante osexerci-
' outra casa visinha pertencente igualmente ao con- l0S aa rruss,a e ua rustra.
i de Andr, tem sido postas a saque comoem urna A questao romana tem cessadoalgum tempo de
cidade entregue pilhagem, o confiscadas. Todas fazer ruido no mundo ; isto nao significa que elld
as pessoas que ahi se acharam toram feitas prisio- se tenha esgotado, ou que esteja perto de o ser. Em
neiras, o principe Labominsk e os dous filhos do consequencia do ura acto de violencia commettido
conde Andr Zamoyski toram postos em ferros. pelos gendarmes do Papa sobre as fronteiras ite-
No dia seguinte tarde, o coronel Sebouchine, lianas se originou um conllicto entre Mr. Montc-
Mr. Merode. Esto ultimo teve a vantegem.
mens e as cousas.
Do sul do imperio pouco temos que dzer-vos
nesta oceasio ; mas esse pouco dara materia para
brarmos os scellos com que a morte nos separa
d'elles.
Oremos pelos mortos !
A oracao dirigida ao reo pela alma que soffre e
recorda, o incens precioso, que chega at Dos
nesse solemne sacrificio em que o coraco o sa-
cerdote
Oremos pelos mortes, raeus irmaos, que talvez
carecamos araanha desse orvallio da vida sobre
a flor da morte.
Informam-nos que os moradores da Capunga
dirig ram ao Exm. Sr. presidente da provincia
Dos curados torna-se notevel a menor, Joanna
Mara Franquelina, de idade de 9 annos, natural
desta cidade, lha legitima do soldado Jos lio-
drigoee, morador no Caminho Novo, que sofreu a
operacao da reucgo do tibia, com urna coragem
admir'avel.
REPAIlTig\0 DA POLICA
(Extracto da parte do dia 31 de outubro.)
Pona recodados a casa de detcncao no dia 30
A' ordem do subdelegado do Recife, Quiteria.
africana, enerara de Mara de tal, por suspeita de
estar fugida.
A' onlem do de S. Jos, Antonio Loureiro de
Lemos, branco, para averiguaces polciaes.
O chefe da 2' seceo,
J. G. deMesquita.
Mevimcnlo da casa de detenco do dia 30 de
outubro de 1863 :
Existan. ... 335 presos
Entraram... 2
Sahiram.... 4
Existem. 333
A saber :
Nacionaes. 236
Estrangeiros 23
Mulheres ... 9
Estrangeiras 3
Escravos ... 56
Escravas ... 6
333
Alimentados custa dos cotres pblicos. 143
Movimento da enfermara do dia 31 de outubro
corrente :
Tiveram baixa:
Maximianc Gomes da Silva ; chagas.
Maria, escrava do padre Godoy ; odentalgia.
Tiveram alta :
Alexandre. escravo de St.
Jos, escravo de Francisco Ferreira de Mello.
ORRE8POI>XESCIA DO DIA
RIO DE PERNAMBUCO
Paris. 7 de outubro de 1863.
Por falta de communiracTics officiaes, as revela-
ces indirectas e a
tos exteriores teem
*ICH.cnando com razao de prolongar um debate Nao se trat aqui de dizer phrases banaes sobre! mado su desforra publicando i
intille or consequencia sem dignidade, mas nao o assasssinato |iolitico e sobre as sclvagens vingan-; mulo enrgica, na qual censura forlemente o acto
chaudo seno frieza entre seus afilados a respeito cas dos Russos ; trate-se de verificar e de apre- commettido pelos gendarmes e as medidas toraa-
A> ualauer medida Q0,e se aproximasse da aeco, ciar o fado. Nos perguntemos se um estado de das para segurar a mpunidade dos culpados,
a Franja enleniea pr-se de parte, esperando de rousas que se manifesta no_ meio do XIX secuto, e
phvsionomia smente dos fac- sub-intendente da policia, que tinha presidido a bello e
' esclarecido a situaco poli-: vinganga dos Russos, era apunhalado no meio da gracas ao emprego de urna velnacana imaginada
! -" l muito a proposito. Mas o general francez tem to-
ordem do dia
Um decreto do rei da Italia tem retirado o axe-
sices dii Inglaterra e da na Europa civilisada, por tao sinistros escndalos,' quatur a todos os conselhos fiscaes estebelecidos
* tria I so um estado de ceusas admssivel e possvel. i no reino. Este decreto precedido de um relalo-
A.'.iiria inclinava-se dizem ao papel conclia-1 Quando o odio reciproco tem chegado a este! rio em que esto expostos os motivos qito o tem di^
dor ism Vrepara urna deferoo. grao ; nao ha mais que urna solneao a separacao i lado.
Ouanlo Inglaterra apezar de um discurso de absoluto. O cnsul da Sante-S em aples convencido de
sir John Russell na Escossia conserva ella sempre j 0 governo nacional polaco, tem nomeado ao ge- ter parte as intrigas polticas e abuso de sua au-
f mesma resolaco imperturbavel de deixar Po-1 neral Mierosloswk organisador geral das tropas toridade, tinha sido denosto de seu titulo e expulso
Jonia o sea legtimo direito deflefeza. 1 polacas. Esto deciso parece indicar a resoluso por deoreto da junta instituida nesta cidade. Em
urna boa parle dos annaes de algum novo Tcito, urna representaco no sentido de ser aquelle po-
se houvesse entre nos quera tomasse si tao til voado Iluminado.
empreza. E elfectivamente esta una necessidade reconhe-
As repblicas do Prata esto agitadas ; a guerra cda, que suppomos ser atteodida pelo poder
civil lavra pelo estado oreotal do Uruguay, e competente ; e de presente deixamos de abundar
aineaca propogar-se por todas aquellas regioes. em argumentos em favor desta satisfacao, por que
S alii lemos graves perigos para o imperio, de outra vez ja o fizemos, nao devendo portan o
emergencias que devem ser previstas ou apro- repetir motivos que sao alem d isto do dominio do
veitadas. I publico.
Os nossos polticos dominadores dastuaco olha- O Brarn conduzio para a Europa 108 passa-
ro para essas cousas ? geiros, inclusive 4 que tomou nesta cidade.
Talvez riara-se de nossas preoecupacoes, e achem I Hoje comeca perante a thesouraria provra-
o Brasil forte de mais, depois dos novos reparos cial o concurso para o preenclnmento de vagas e
de fortalezas, e dispendiosas cncomniendas de ar-, quarto escripturario, all existentes,
tilharia, para luter cora a Inglaterra, e com as re-! 9 Sr. Rufino da Coste Pinto foi nomeado pelo
publicas do Prata. governo da provincia director da sociedade Monte
O commercio est paralysado, a lavoura arras- Pi Popular Pernambucano.
tra-se casto, o thesouro publico vive de empres- A relagao da districto, tomando connecimen-
tmos sobre emprstanos, breve vencem-se algumas todo processo da falencia da casa commercial
de nossasobrigaces contratadas em Londres. Viuva Amorim & Filho confirmou a sen enea
Nunca tanto carecemos de paz, e de perfeita in- do juizo du commercio, na parto era que julgara
telligenca com os nossos credores e freguezes da casual a quebra com relacao. a viuva Amonm,
Inglaterra, a trra do commercio e dos capitees deixando de entrar no merecimento dos autos
Mas justamente agora que estamos de relacoes quanto ao socio Antonio Maques de. Amonm, que
officiaes interrumpidas! Wa pronunciado por quebr*fraudulenta, por estar
Gracas Dos, a principal praca do Brasil, a do auzento.
Rio de Janeiro, vai levantando-se da prpstraco Sera com effeito doloroso que urna errnea n-
em que a laocou atobre bancaria ; grapas Dos, terpretago das leis reguladoras da tollencia po-
espera-se deste lado cm 1864 urna grande colheite desse nroduzir a prisao de uina sennora respei-
de caf 1 tevcl a muitos ttulos, e que teve a infelicidade de
Que de beneficios, em tees cireamstencias, nao aventurar a sua boa fortuna aos riscos de um ra-
derramariam por todo o Brasil bem combinadas mo de commercio, era que se perdurara lanos
operaces financeiras, que nos supprlssem com os. commerciautes de nossa praca,
cpitaes que abundara era Londres I A viuva Amonm eiubora Gzesse parte da so-
Mas a liga venceu sobre as costes de Mr. Chris- ciedado do estebeleeimento, era simplesmenit
tu, c allnal tornou-se Christie, e qur jogar as prestadora de capitees, e nunca so immiscuira na
cristas com o gotoso lord Palmerston. Resigne- gerencia e adiuinislracao dos e,*'Mn32,*Jn
mo-nos, que assim como o Inglez foi til aliga, a erara relativos. Dam, e evidente que nao poda
isa Pode sor til ao Brasil. sor evada a conta de sua responsabilidade seno.
O Jornal do Commercio levantou urna grave a solidanedade (las obngacoes soc'aes. .,
oueslo de poltica externa. O seu assumpto to a Por acto do governo imperial fo( privado o
SSKoCS n^rei de Portugal, { aceita Sr. coroael Franeisco Alves Cavaleante CamhtUQ
^ff^SXS^ko. para a%cenciliaCo do con,maJi|%aperior; ja_ guarda nacional dos
deste com o nosso.
conimanjp supe
Anicte|BBiei<
UM POUCO DE TUDO.
L-se no Independent; de aples, o seguinte :
Falla-se muito nesta cidade de um fado hornvel
e mvsteiioso acontecido na noute de II.
Na ra Foria. a pouca distancia das rasas velhas
que ainda nao'toram reedicadas, alugam-sc era
um quarto andar, alguns quarlos mobilados para
operarios; c ura pedreiro que habita um destes
quinos, ouvio na noute de sexte-feira baterem-lhe
porte, e chamarem-n'o pelo nome.
Abrindo descobrio dous homens que Ihe pediram
que os acompanhasse para um trabalho urgente
a principio o pobre honiem hesitava, mas vencido
pela promessa de uina boa recompensa annuio.
Quando chegou ra achou urna carruagem
para a qual subiram todos tres, norm mal entra-
ram nella, os dous desconhecidos ameacaram o
pedreiro cora um revolver, e vendaram-lhe os
olhos.
A carruagem andou muito, mudando requentes
vezes de direceo.
Parou por lira e os dous descoohecidps, Eazendo
descer o pedreiro, entraram com elle n,'uma casa,
onde depois de subidos muitos andares rhogaram
a um quarto, tirando-lhe enlo a, vQuda. Manda-
ram-lhe que fizesse na parede um buraco sufllci-
ente fundo e largo para conter um caixao di
funto. O pedreiro tentou recusar-se, mas ama
do com a morte fez o que Ihe ordenaram.
Concluida a obra, trou\eram de um quarto tfsl-
nho um caixo com lampa, c depois amarrada o
arrastda. petos dous miseraveis, appareceu urna
joven inulher, elegantemente*vestida, que se deba;
tia com a mais desesperada energa a qual foi
rollocada torca no caixo, que, depojs de (echa-
do, loijiieido no buraco.
O pedreiro sempre anwacado de morte to' cns"
trangido a tapar e rebocar o buraco, de modo que^
se nao conhecesse.
Feito isto vendaram-lhe novamente os olhos, o
na mesma carruagem foi conduzido Marinha,
onde Ihe tiraram enteo a venda e deram 10 pias-
tras, dizendo-lhe que podia retirar-se, t as Ihe nao
pedia segredo.
O pedreiro rorreu logo a contar q facto polica,
mas sem poder dar indicio algum que possa guiar
I a autoridade. Com tudo a polica, nao desanima
I e faz toda a dolligenca possvel para obuSui fio,




P


Mario le l^ernatlibneo HegiintU felfa t de *Xovembro de iSS.
c

-
que possa guia-la na busca dos autores do un cri-
me no atroz.
Comparando-se os nascimentos, v-se qu cada
20 habitantes de Inglaterra e Wurtemberg produ-
zem uns nove individuos cada anno.
Na Hussia a propoTao dos nascioientos e de 1
para 35.
Na Austria, Prussia e Saxonla, de 1 para .
Na Polonia de 1 para 23.
Eavia-nos o 9r. Y Jnior, a seguate poesa :
INDA TE AMO I
Amo-te, amei-te sempre,
Inda te amo, como outr'ora,
So nieu peito nula labora
O incendio que aleaste ;
K dojjosso amor a rosa.
Onda d'aroma e Ticosa,
"" i trmula na liaste.
H--------
Inda I
Foi laTga a ausenciaqu'importa :
Se foi longo o soffrimento
B quasi eterno o tormento,
Firme fui, sempre te amei,
E com o pranto da saudade,
Chorado na soledade,
Nosso amor alimentei.
Vi vi d'illusoes smente,
Na ausencia viv sondando
nosso amor recordando
E a nossa felicidade;
Mas esses sonhos ao menos
Abl tornavam mais amenos
Os espinhos da saudade.
A Naco, diz o segninle:
Segundo diz a Qazetla de Bretlau, quando o
general conde Burg, governador da Polonia, passa-
va em rarruagem descoberta no dia 19 s 6 horas
da tarde, com a sua escolta na ra do Novo-Mundo
em Varsovia, um homcm collocado no passeio, cm!
frente do palacio Zamoyski, lancou urna bomba na
carruagem do general e fugo n'uma carruagem
que o esperara.
O palacio c a grande casa situada ao lado delle,
o qo so conten alojamentos alugados e muits
lojas, foram cercadas pelas tropas. Comecoii a in-
vaso.Os bomens em numero de 180 foram pre-
sos e conduzidos cdadella e s ficaram cm liber-
dade as mulheres.
A mobilia foi entregue aos soldados : movis os
mais bellos e magnficos, grandes espelhos, relogios,
cinco panos, roupas etc. tudo foi laucado pelas
janellas. Fez-se depois um grande monte a que se
lancou fogo.
Os soldados s nnderam salvar algum fado e
roupas brancas. No dia seguinte foram tambem
saqueados os grandes ai inaz.it> de merceara e v-
nhos de M. Kuzecki, estabelecidos na mesma
casa.
Um cossaco que passava no campo de Marte do
Varsovia, comofflcios, cahio feridocom urna baila,
scndo-lhe logo tirados os officios.
A polica nao pode descobrir o autor deste
audacioso feito.
* *
Num banquete que o estado maior russo em Var-
sovia deu no aimiversario do czar, o brinde mais
entbusiasticamcnte victoriado foi ao general Mou-
rawieff io brbaro), propondo muitos dos convivas
que immedialamentese dirigisse urna felictaco ao
governador de Wilna (o indicado general.)
Nao foi effeito esta manifeslaco porque o ge-
neral Nabokolf. judante de campo do grao-duque
Constantino se oppoz, estranliando a frieza com que
fora recebido o brinde feito ao irmo do impe-
rador.
Lc-se na Recoluriio de Selembro :
Um relojoeiro allemo acaba de descobrir urna
especie de relogio que applicado a urna fechadura
.i mo mais dextra nao pode abr-la. O machinis-
mo como o de um relogio ordinario. Eis como
o inyentor procede. D corda a fechadura, segun-
do a luir a que deseja abrir a porta. A cssa hora
o movimento para. Por cxemplo, para abrir urna
(un la s 6 lmras da inanba tendo-a fechado na
vespera s 9 horas da noute, o inventor d ma-
china 36 voltas com urna chave de relogio, e hora
precisa, nem um minuto antes a porta abre-se por
si s.
E' engenboso o invento. Mas so o artista nao
pode vir hora marcada ? Fica-lhe a porta aborta,
e a loja exposta cobira dos ladros. E se precisa
vir mais cedo? Fteasordens do relogio.
*
Amor. Comedia em cinco actos, da quai o pri-
meiro o iiainoro, o segundo a conquista, o ter-
coiro o casamento, o quarto o enfado, o quinto a
traico ou o desquite.
Belleza. Fogo de vistas, que se deve qncimar,
licando depois tudocinzas.
Curiosidade. Divisa das damas, e origem de
srandes males.
Dorura. Qualidade sem a qual a mulher nada
val.
Esptranra. -Pharol da desgraca.
Felicidade. Sonbo do espirito.
UratUao. Doce desafogo das almas agrade-
cidas.
Homem Titulo honroso usurpado por muitos
bichos.
Jngt'atidao. -Epidemia que contamina a huma-
nidade.
Ijmrura. Rain ha da moda.
Lilx-rdade. Supremo bem que s existi nos
primeiros tempes do mundo.
Matrimonio. Especie de lotera cm que sae a
sorte grande muitos, c cm que muitos tambem
ticam a ver navios.
OcotUade. Recela para ser rico.
Prazer.Valo celeste que foge de nos quando a
ella corremos.
Realidade. A morte.
Sabedoria.Har avis.
Talismn.- Dinheiro.
Yirtude.Sonbo de poetas.
Sao de urna folba hespanbola.
*
Em Scherelbrum (canto de Saint-Gal I, na Suis-
sa), ha urna miii que todos os dias rene mesa,
na rasa paterna, 19 lilhos, dos quaes o mais velho
teni 24 aunos e o mais novo anno e meio.
Se fosse na antiga Roma docrctavam-lhc honras
cvicas, por dar 19 cidados patria.
Confii
Api
iu* ferajuMica.
os embargos.
libertos Florinda e Thereza ;
Manoei Salustiano de Medeiros.
. jsprezaram-se os embargos.
Appellante, Antonio Alves Vianna ; appellado,
Geo. Knowth & C
Julgou-se improcedente a habilitado.
Appellante, Luz Jos da Cost Amorim \ appel-
lada, a fazenda.
Reformada a sentenca.
Appellante, Joao Ignacio de Avila appellada, a
fazenda.
Improcedente.
Appellaroes crimes.
Appellante, o juizo j appellado, Joo Felippe da
Silva.
A- novo jury.
Appellante, o juizo
da l'aixo.
jntenn, sclhado (nao discutimos lse agora) hara antes
herdeiros 4a-lliguel Ferreira do dsso, com receio de violencia, e viagaocas. feito
deposito judicial dos escravos em poder do pro-
prietario do engenho, de que rendeira
Nao lhe valeu Isto Na poca actual, que o Sr.
Justino bem comprehendeu ser propicia seus in-
teresse^ o de que ninguem sabe por que se quei-
xa, tudo foi levado de vencida, os escravos, so-
bre os quaes em face do direito o Sr. Justino nao
tinha, nem iiosse nem dominio, forani-lne ontre-
;ues por meto da polica, deeejosa de vinaanca, e
acumen le i Iludida cora a historia do furto, da
qual, em tempo, se ajustar coatas, sendo pre-
ciso.
Estando as cousas neste estado, o Sr. Joo de
Barros requereu ao juiz do deposito dos seos es-
cravos, que os flzesse reeolher-oade cstavam.
A predatoria expedida para esse fim nao trouxe
designacao de juizo, nem aqu foi apreseotada pelo
i Sr. Joao de Barros Araujo. O seu procurador nao
appellado, Loureneo Jos f era obrigado a saber do parentesco do Sr. Joao de
Barros Araujo com o Dr. Araujo Barros, que alias
Confirmada a sentenca com declararlo. | imiuediatamente jurou suspeicao na causa, com
Appellante, o promotor ; appellado, Joaquim : declaraco do motivo por que o fazia.
Caetano de Oliveira. | allegacao de que o Sr. Dr. Manoei Gentil da (
Julgou-se procedente a appellacao para tornar Costa Alves amigo e collega do Dr. Araujo Bar-
perempta a aecusaco. ros frivola e pueril, o nem devia ser articulada
Appellante, Jos" Joao da Silva ; appellada, a pelo justo, que sabe muito bem ser o advogado,
justica. | que lem requerido em favor do Sr. Justino, nao
A' novo jury. | so mais amigo do Dr. Araujo Barros, que o Sr.,
Appellante, o juizo; appellado, Joao Soarcs de Dr. Manoei Gentil seno como collega e correl-'
Lima. gionario poltico do mesmo Sr. Dr. Araujo Barros. |
A' novo jury, Se estas consideragoes foram postas a margem'
Appellante,' Alexandrc de Costa Nunes ; appel- para nao se perder um cliente proveitoso, (no que
lada, a justica. nao ha censura) tambem as rolacSes de simples
Nao se toraou conhecimento da appellacao. amsade nunca poderiam servir de estorvo, para
Appellante, Joao Jos ; appellada, a justica. que o Sr. Dr. Muuoel Gentil, que smente pelo I
Annullou-sc o processo. justo e seu advogado poderia ser injustamente
llabeas-corpus considerado se sentase lvre em fazer ao Sr. Joao
Negou-se a soltura pedida em ordera de habeas- de Barros Araujo a justica, de que se julgasse ine-
corpus por Jesuno Lima dos Prazeres e Antonio recedor.
Carlos Pessoa. O Sr. Justino Pereira.de Farias, que muito eon-
DiLicKNCiAS. t com a poca actual, na qual o Sr. Dr. Manoei
Com vista ao Sr. desombargador promotor da Gentil pouco poderoso, como sabido, nao s
justica ,em deixado de entregar os escravos, seno como
As awpeUacSes crhnes. declarando alto o bom som que os tem em seu po-
Anpellante, Jos Francisco Xavier; appellada, a der, diz abertamente, calcando aos ps os manda-
justifa. dos da justica, que os nao entregar, tendo isso
designacao de da. succedido at boj-, apezar da decisao do superior
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes \ tribunal da rea? io que negou provmento ao ag-
foitos : l gravo interposto pelo Sr. Justino. Perdido o ag-
AppellarSei crimes. ; gravo, prevalece-se o Sr. Justino do innocente re-
Appellantc, Francisco Adolpho do Nascimento ;! curso de occullar os escravos 1
appellada, a justica. Qual o meio de obrigar o Sr. Justino a respeitar,'
Appellante, o juizo; appellado, Joo Moreira; nesta poca toda sua t dos seas amigos, antes os
dos Santos. (preceilos da le, que os seus nteresses T
Appellante, o juizo ; appellado, Loureneo Bezcr- Se nao fr a prisao, quai o meio de constran-
ra Carneiro da Cunha. ger o Sr. Justino a obedecer aos mandados da jus-
Appellaroes ciceis. tica ? Indique o-Justoesse meu.
Appellante, o Dr. Gervasio Goncalves da Silva ; | Ha muitos episodios ntereasantes em todo este i
appellada, a fazenda. \ negocio, militas instancias para que a causa aqu
Appellante, Andr Piros Visgueiro de Albuquer-, e em Ipojuca venha a ser decidida por certos jui-
que ; appellado, Jos Felippe Bezerra de Menezes. zes, que acabem pelos meios policiaes o que esta
Appellante, Jos Joaquim Fernandos Firmo; ap- na esphera do direito civil, dando-se deste modo
pellado, o coronel Manoei Dias Gonzaga. satisfacio aos desejos do Sr. Justino 1
Appellante, Antonio Semeao de Faria Mallos; i Tudo isso, as affrontas fritas ao Sr. Joo de
appellado, Bernardo Jos Gonealves de Lyra. Barros Araujo, na ra das Cruzes desta cidade :
Appellante, Manoei Paulino da Cunha Gouveia ; tudo ser em lempo, sendo necessario, trazido
appellado, Dr. Joaquim Jos Nunes da Cunha Ma- lu da publicdade, e temos f cm Dos que de
chailo. qualquer dscusso que baja, flearao patentes, de
Appellantes, os herdeiros de D. Mara Helena um lado talvez, as humilha?es de um devedor lu-
Pessa de Mello; appellada, D. Joaquina Benedicta tando com a adversidade, c do outro, diremos por ]
Viera da Silva. ora smente, todos os despotismos de um credor,
Appellante, Joaquim Ramos de Oliveira ; appel- perante quem o dinheiro o mais valioso titulo de
lado, Antonio Ferreira da Silva. benemerencia.
passagrns. O verdadeiro justo.
O Sr. desombargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador (itirana
A appellacao citet.
Appellante, Jos da Cost Dourado appellado,
Antonio Manoei de Campos.
O Sr. desembargador Loureneo Santiago passou
ao Sr. desembargador Reis e Silva
Ai appellarSes civtts.
Appellante, Francisco 'de Paula da Cunha Bas-
tos ; appellado, Antonio Soares de Oliveira Couto.
teraj|pa pedir os suffragios de raeus conci*
daMm, futidado gmente na pureza de mi-
nhas iotencSes, ne desejo de servir ao mea
paii, e na certesa, que tenho na propria
coosciencia, de empregar os esforcos, que
em mim couberem, pata omeibor cumpti-
mento de meus deveret, animado nica-
mente por tantas demonstrarles de eslima e
confanca. que liei recebido de tninia pro-
vincia natal, que penboram em extremo a
minha gratido, e me induzem crr que
algutoa cousa mereco no conceilo nobree
generoso de meus comprovincianos.
Meus principios sao bem conbecidos, e
desde o anno de 1836, em que entrei na
scena poltica, sempre os tenho sustentado
com sinecridade, dedicado e dignidade. En-
tendo que a liberdade o lim essencial das
sociedades civis, e felizmente a considero as-
saz garantida em nossas irisliluice.s funda-
mentaes, precisando apenas de algumas re-
formas as leis regulamentares, que a lor-
nem effectiva na pralica, e a assegurem
melhor contra os abusos e vexames da forca
e do arbitrio.
Applicarei os mais serios cuidados no in-
tuito de occorrer decadencia da agricultu-
ra, commercio e industria, que olhos vistos
definbam e demandan) urgente proteccao.
Com estes principios sollicito de V. S. o
seu voto e valiosa coadjuvac5o, c se lhe me
recer esta prova de sua honrosa confianca.
terei no maior apreco e agradecimenlo a
parte que V. S. se dignar de tomar em
minha eieicSo.
Com a maior considerado e eslima sou
de V. S., patricio e correligionario obri-
gado.
Urbano Sabino Pessa de Mello.
Recife, l9 de selembro de 1863-
- 0 abaixo assiguado declara nao
ser o ster das correspondencias da
iadas desta cidade, que ult'waiiientr
h;iosido publicadas na Actualidades,
folha da corte.
t'm taes correspondencias > de
preciados caracteres que aprecie e um
que altamente rrspeito; e os negocios
de PernaubbCO na presente quadra
nao sao eiposios en algnns pontos, ce-
n en es expuria : estas as razes
da presente declaraco.
Recife, 31 deout'ubrude 1863.
Dr. Aprime Gnimares.
PUBLICACOES 1 PEDIDO.
AOS
oerrell-
iionnon inigOM e
gionarios.
Peco aos meus amigos e sympathicos, em
"4SBS?irmMSSM^^T^S^ cujo numero devo abranger, alm dos mais,
los e filhos; appellado, o Dr. Antonio de Carvalho t0(jos os |eitores do Independcnte.
R ASiante, Pedro Jos da Cost; appellado, | sob pena de fazer pouco na sua intelligen-
Antono Joao Ferreira Damasceno. ^ia e amor do bem publico, que se dignem
Appellante, olu^'^elldo,' Antonio Fran-1 empregar o seu valimento a bem da minha
cisco de Carvalho. 'candidatura assembla legislativa provin-
o Sr. desembargador Reis e Silva passou ao Sr.
desembargador Motta |
A appellarao civel.
Appellante, Domingos Jos da Cost Guimaraes;
appellada, D. Isabel Mara das Chagas Guimaraes
e outros.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appellaroes ciceis.
Appellante, Pedro Cavalcanti de Albuquerquo
IVba : appellado, Joao do S Albuqucrque.
Appellante, Francisco Antonio Pereira da Silva ;
appellado, Francisco Tavares da Silva.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
A appellaces ciceis.
Appellante, a cmara municipal: appellada, Vi-
cente Ferreira do Reg.
Appellante, Antonio Lopes Braga ; appellado, o
menor Graciano, por seu curador.
bacharel Joaquim Francisco do
cial por este 3o districto eleiloral.
Meus principios polticos sao bastante co-
nhecidos, e ahi est para demonstrados as
paginas do Progresso, do Indep?la-
tiente c das mais folhas a cuja redan-So
tenho partecipado d^ 17 annos para ca.
Nao preciso, portante, apresentar novo
programma ; e os eleiteres que me honra-
ran com os seus votos sabem que esdarSo a
um defensor da liberdade do crdi-
to, da liberdade de consclencla.
da liberdade do voto, da descea-
trallsaco administrativa, pol-
tica c financelra, e de todas as refor-
a eondico moral e
Appellante, o
Miranda : appellado, Jos Rodrigues do Passo.
O Sr. desembargador Doria passou ao Sr. des- mas que poclem elevar
sembargador Caetano Santiago material dos nossos patricios.
Appellante. Joaqum Ignacio de Medeiros ; ap- Tamandar, 13 de outubro de 1863.
pellado Jos.-Francisco Ferreira llenrque Augusto Milet.
Appellante, Manoei Pereira Caldas appellado,
Francisco Jos Begalo Braga._________
Appellante, o Dr. Deodoro Ulpiano Coelbo Ca- ,..,, ,. n. ,.
tanlio ; appellado, Jos Paulo do Rogo Brrelo. Ao lllm. Sr. hjnario Luii de Vercosa Pimcnlel, dts-
A I hora da tarde encerrou-sc a sessao. tinelo acadmico do quinto anno da Farnldadc
* | de Medicina, autor do bello dramaLuiza,
representado pelos seus dignos eompanheiros de
academia, no theatro de S. Podro de Abantara.
cm i do rorrentc me/..
A SAI l)(IS\ MEMORIA
da Kvm, *r. D. Thereza de
fesus Penna em signal de
auiizade ao sea flllio o lllm.
Sr. eaplto foaqalm Pran-
cisco Larra.
Eis o dia em que a igreja commemora a
entrada dos tieis na infinit habitacao da eter-
nidade I
O lgubre soar do bronze dos campana-
ros, o luto que roveste a esposa de Jess
Christo, as preces de todos os christos na
rerdade devem cobrir de angustias o cora-
cao do lillio que a bem pouco perdeu aquel-
la que lhe den o ser, e que hoje a recont
apenas nesse funreo cortejo, que ardentc e
ancioso espera pelos sulTragios da chnstan-
dade !
Anda se nao completaran)seis inezes aps
o fatal passamento da Exm." Sr." D. Thereza
de Jess Penna, tambem curto espaco de
tempo para apagar no corago do filho ex-
tremado a chamma dcvorad&ra da saudade ;
bem curto espaco de tempo para poder su-
focar as suas lagrimas, boje de novo arran-
cadas pelas graves recordacoes do dia !
Levado apenas pelo sagrado devor da ami-
zade, nao possa prescindir de balbuciar a
minha sngela prece junto ao azile eterno
da bondado, nem do depor um goivo sobre a
campa da virtuosa finada, ultima recordaeao
de suas altas virtudes, nica prova da mais
elevada consideracao a pessoa de seu filbo
inconsolavul.
A fervorosa oraijae qae a religiao nos
ensina, prolira junto ao seu tmulo o pedo-
so visitante da morada dos morios.
Novembro i de 1863.
30 barris manteiga, 10 caitas fazenda de n.\f<
do, 1 volume amostras; a Saunders Brothers *u
1 caixa chapeos de Mi de seda ; a A. C. ae
Abreu.
1 caixa chapeos de sol; a T. Chrlstiansen.
1 embrulho amostras; a J. Christiansen. _
1 caixa chapeos de sol, :i ditas chales de laa; a
Carneiro 1 caixa roupa, 6 altados com 9 folhas de ferro ,
a Wilson & Hette.
1 caixa rendas, 1 embrulho amostras ; a Isaac
Esnaty.
1 caixa instrumentos, 1 dita papel nscado, i em-
brulho amostras; a Adamson Howic & C.
1 caixa sedas, 1 embrulho amostras ; a Phipps
Brothers & C.
22 caixas fazenda de algodlo, 6 fardos panno
de dito, 1 embrulho amostras ; a J. Ryder & C.
4 cartas cartas de jogar, 1 dita gales de laa, 1
dita pentes; a Vaz A Leal.
1 caixa fazendas, 1 embrulho amostras; a E.
A. Burle & C
2 caixas queijos, 2 barricas presamos a 1. J.
G. da. Ponte.
2 caixas chales de laa; a Dammayer & C
1 caixa camisas, I dita lencos : a Ilenriqne <&
Azcvedo.
4 voluntes amostras ; a L. Wild & C
1 dito ditas ; a R. Lightbourn.
1 dito ditas ; a O. A. Eastwood.
1 dito ditas -, a P. Sauvage C.
1 dito ditas; a Schafheitlim & C.
1 dito ditas: a I.. A. Siqueira.
I caixa e 1 embrulho ditas ; a Rabe Schmc-
tean & C.
1 caixa roupa a M. J. Carneiro.
1 volume amostras; a A. V. S. Barroca.
1 caixa fechaduras, 1 caixao objectos de escrip-
torio; ao Londoo Braslian Bank.
1 caixa pilulas; a R. Shalder k C.
1 embrulho amostras : a Johnston Pater.
1 encapado livros ; a A. M. C. Soares.
1 embrulho folguedos para creanca ; a Richard
England.
1 caixa diversas mcrcadorias; a J. B.
i dita ditos ; a J. S.
1 dita publeacoes; a P. A. de B. C. Lacerda.
1 dita livros ; ao Gabinete Portuguez.
1 embrulho publicacoes ; a A. M. Soares.
1 dita lampadas; a 'Luz de M. G. Ferreira.
2 caixas livros^ a Jos Antonio dos Santos
Iiessa.
8 caixas typos ; a M. F. de Faria h Filho.
1 eaixa calcado, 2 ditas fructes verdes a J. 1
Arantes.
8 caixas fructas verdes ; a Sebastiao Jos da
Silva.
81 harnlinhos c 6 caixas figos, 26 ditas ovas, 'iS
ditas fructas verdes, 30 canastras istanhas, 13
caixas ra|i, U ditas doces a Tbomaz de Aquino
Fonseca.
12 voluntes passas; a ChristovSo Guilhermo
Brekentield.
18 barrilinhos e 1 caixa figos; a Duarte &
Rocha.
1 caixa queijos ; a Duarte & C
8 caixas fructas verdes; a Joao Pereira Mou-
tinho.
20 caixas fructas verdes ; a Jos F. Pinto Maga-
lhaes.
7 caixas doces, 2 ditas massa de tomates e 23
canastras castnhas ; a Marques Barros & C
4 caixas macjias; a Manoei Carpintero da
Silva.
7 caixas maciias ; a Antonio de A. Gomes.
COMMUNICADOS.
CROMCA JlDICiARIA.
TRiHiA'ta. no (niiiiitiiii.
SESSAO ADMIXISTIIATIVA EM 2(1 DE OlTl'BRO
DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADO!!
SOIZA.
As 10 horas da manliaa, reunidos os Srs. depiita-
diis Leinos e Alcoforado, o Sr. presidente doclarou
abartl I sessao para moro expediente, designando
o Sr. deputdo Icemos para servir de sen -otario.
nitroti
Tin olhVio da conservatoria do commercio de
Macei, remetiendo copia da carta de registro do
litlo nacional Mana eolinda. Accusc-se a recep-
eao e registre-se a carta.
Outro do deputdo Jos. Marcelino da Rosa, par-
ticipando nao poder comparecer a sessao de hoje,
por incommodo.Inteirado.
Pal ament a aotaqio nfficial dos procos cr-
tente* da praea na si-iiina linda.Archive-se.
v DESPACHOS.
Coa requerimento de Manoei Luz da Costa, e
Joaquim da Cost Pinto, satisfazendo o despacho
deste tribunal ao 1 do corrente, aiim de ser regis-
trado o sen i-oiitrato social.Registro o contrato e
a doclaracao feila por este requerimento.
Soneto
DEDICADO E OFFERBCIDO Pon FRANCISCO
MINIZ BAHRETO.
Xo drama um novo genio hoje se ostent
Aos olhos da Babia cntliusiasmada....
A soberana fronte lareada
Por irmos da sciencia, ei-lo aprsenla.
Assim, aps a estrella, que se ausent
ilha
Xo throno da dramtica poesa
De Agrario successor soja Vercosa.
Babia, 5 de outubro de 1863.
(Transcripto do jornal Diario da Bah ia, de 1
TKIII Y 11. I A RELAfAO.
SESSAO EM 31 DE OUTUBRO DE 1863.
PRESIDENCIA BO EXM. SR. CONSELIIEIOO
SILVEIRA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Gitrana, Loureneo SantLigo, Reis e Silva, Motta,
Peretti, Accioli, L'cha Cavalcanti, Asss, Doria, c
Guerra, procurador da corda, abrio-se a sessao.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deratn-se os seguintes
JULCAMENTOS.
Aggraco de pelicao.
Aggravante, becharel Manoei Firmno de Mello ;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os senhoros desembargadores Assis,
e Doria.
Deraw provimento.
Appellaroes eeis.
Appellante, Domingos Francisco do Souza Leo;
appellado, Joaquim* Manoei do Rogo Barreto.
Receberant-sO oserrtbargos do appellante.
Appellante, Manoei Jos do Amorim ; appellada,
Marearida, por seu curador.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, o juizo do ausente*: apoellado, Ray-
inndo de Araujo Lima.
Consta-nos que o Sr. Joao de Barros Araujo, ci-
dadao laborioso, e apenas perseguido pela adver-
sidade, tem sido ltimamente c s in pocd actual
victima dos ntaiores desatinos praticados pela po-
lica do Sr. Theotonio da Silva Vieira, o qual por
indisposicoes pessoass se collocou merec do Sr.
Justino Pereira de Farias.
O Sr. Joao do Rarros Araujo tomn emprestado
ao Sr. Justino Pereira de Farias, a juro de um e
meio por rento, a quantia de tres contos de ris
pouco mais ou monos.
Em garanta offereceu-lhe quatro escravos de Outra no patrio co brilha estimada
sua propriedade com a eondico, que nao lhe pa- Assim, das lottras na inmortal estrada,
gando a divida a da corto, "os escravos ficassom Seu nome, intrpido, o Brasil augment,
vendidos, podondo o Sr. Justino Pereira de Farias ... r
l pagar as .izas dos mosmos. Mancebo nao desmaies na porlia ;
Xo dia do vencimento do empenho oSr. Justino A tarefa qoe encetas gloriosa
Pereira do Farias mandn pagar as cizas dos ditos Continua, incessante, noitc e da.
escravos, mas posteriormente lancou a quantia m cor(. assumistes, honrosa ;
dossas cizas a conta do dito Joao de Barros Arau-
jo, e recebeu por cont do- mesmos escravos a
quantia do oitocentos mil ris pouco mais ou me-
nos, operando assim com o seu devedor urna nova-
cao de contrato.
ltimamente nao querendo o Sr. Justino Pereira
de Farias esperar mais pelo seu pagamento, (lio "o corrento mez.)
Juc estava em seu direito), e sabondo que o Sr.
elogado Theotonio da Silva Vieira eslava irritado j||,n Sr._Na occasiao a mais solemne em
SX $SX? cZ J?>a& q esta heroica provincia val exercer a mais
lario doengenbo em que mora o Sr. Joao de Bar- sublime e importante funecao da soberana
ros Araujo, c este tambem. requereu polica di- nacional, apresentando sahia escolha do
zendo que o dito Joo de Barros Araujo tinha em p0(Jer mojerador tres nomes distinclOS para
ZBXfSn^SnSltt o Preenchimentodavaga deixada no sei-do
cdigo criminal. pelo fallecimenle do visconde de Albuquer-
Arranjado assim esse crime (milagres do genio) que e quando eu venho sollicitar a honra a
e combinada a disposicao do cdigo criminal com mais subida, que um cidadao pode preteu-
o art. 189 I. do cdigo do processo, pedio o Sr. rjatricios a de ser Vontemnla.lo
Justino Pereira de Farias polica, que mandasse aer e s^u= Pf['\]m- a ,,e sr contempiauo
arrancar os seus escravos da lavoura, em que es- em uma lista trplice para o lugar de senador
tavam empregados. do meu vigoroso dever explicar-me, e ma-
Na petico, em que se pedia esse disparate juri- nfestar Com franqueza meus principios e
dico oceultram-se de proposito as circumstncias, ,pnlimpn,ftl, nara (II1P 0c m(,.K rnnrirH.HrK!
que motivaram a novaco do contrato. bentimentos para qoe os meus concidadaos
Nao estando na repartilo o Dr. chefe de poli- possam em sua consciencta jlilgar-me.
eia, o debjgado que fazia as suasyezes remetteu o Sinlo-me acanhado em minha pretencSo,
re(|uerimento ao delegado de Ipojuca para proee- qy^Je considero a importancia do manda-
der, como entendesse de direito. nrnvincia vai conferir manriain
Este dssiacho foi certamente o resultado da *p T,e a. Pro, J^ }""Jn'eMr .manfla o
presea ainda que possa sor defendido com alguma o mais alto alcance, ja por sua nalureza de
stihtitwa, mas isto e o que o Sr. Justino qtieria era rrevogavel, j pela gravidade de seu objec-
uma e a mesmS cousa. to, e influencia que deve exercer nos desli-
fiw^iwuSntmandou o alferes Erasmo zo exige a constituir o cand.dalo seja Des-
de Carvalho Moura com trlnta pracas cercar o cn-'soa de saber, capactdade e virtudes, com
genho em que morava a Sr. Joio ce Barros Arau-1 preferencia OS que liverem feito servicos i
jo, e sem admittir razes algumas, tirou os cscra-' '
vos que ento estavam no engenho, e os eatregou j F ^ ^ mmiir M ;,.:.
ao Sr! Justino Pereira de Farias I! me oesvaneco ae possuir os requisi-
XottMB que essa diligencia foi acompanhada de | ios precisos para bem nesempenhar o man-
escrivo para lavrar auto de resistencia, e fazer-so ,jat0 e anle os Ilustres Pemambocanos,
o mais que lembrasso ao Sr. Theotonio e aos seus
agentes.
O Sr. Joo de Barros Araujo, berpj
0 que pode a salsa parrilha de Brslol
fazer ?
Fazei esta pTgunt esse ultimo fragmento da
bumanidade James Wickoff, o qual foi salvado em
vida ; que digo ? restituido sade quando j se
achava meio carcomido polas escrophulas ; Joo
West, de Rainsville, indiano, o qual se achava nior-
rendo aos poucos, provcnicn(c de uma phtysica cs-
1 crophulosa -, a Erutos Cross, de Darien Centre,
Nova-York, o qual sofreu por espaco de quatro
annos de um cancro nasal; a Sr.* D. Hannah Edy,
de East Hamburgh, Xova-York, desfigurada pelo
rhoumatismo chronico : Sr." D. Van Dooser, do
Gramby, Oswego Co, Nova-York, a qual tinha 13
chagas* abertas sobre o joclho direito ; Sr.*D.
Whithey, de Bfalo, cuja senhora chegou ser re-
duzida a um mero esqueleto vvente, proveniente
de molestia intrnseca.
Todas estas pessas esto promptas responder,
que depois de eminentes mdicos terem pronun-
ciado as suas respectivas sentencas de morte, a
salsapamlha de Bristol nao s Ihcs concedeu um
respiro de vida, mas tambem os restituio e os res-
tabolcccu sua primitiva inteireza, dando-lhes vida
e sade.
Em qualquer uma das cidades, villas ou aldoias
dos Estados-Unidos, poder-se-ha encontrar homens,
mulheres e enancas, os quaes promptos se acham
em dar esta mesma resposta.
A mesma acha-se venda as prncpacs lojas e
estbelecimentos de drogas.
COMMERCIO.
que e apresenlam, me reconheco e confesso
acon- o maisfraco e 9 menos digno, fieme de-
NOVO BANCO
DE
PERM9IBVCO
O Banco loma saques sobre as praras do Rio do
Janeiro e Babia.
Alfaadega
Rendimento do dia i a 30.......
dem do dia 31.................
386:972501:
19:331*566
406:303*589
MoTlmento 4 alfandega
Voluntes entrados com fazendas... 113
com gneros... 341
Voluntes sahidos com
com
fazendas
gneros.
182
ibi
334
436
Descarregam no dia 2 do novembro.
Barca ingleza Unionfamilia e bolachinlia.
Briguc nglez Daniel Dijercarvo.
Brigue i nglezh'ntty llenmercadorias.
Importar*.
Vapor inglez Oneida, entrado da Europa em 28
do corrente, manifestou o seguinte :
8t caixas queijos, 1 dita obras de ferro gaJvani-
sado; a Tasso frmaos.
II caixas queijos; a V. F. da Costa.
125 ditas dito; a Brander a Brandis.
1 dita presuntos ; a Jos F. Lima.
1 dita chapeos de sol de seda, 1 dita fazenda de
algodo; a J. Keller & C.
1 dita tecido elstico; a Manoei Ignacio de Oli-
veira & FiJho,
ItENDIMENTO Da RECF.BEDORIA DR RENDA3
INTERNAS GERAES DE 1'EnNAMBUCO DO
MEZ DE 01'TBRO, A SABER
Renda da typographia nacional. .
Renda dos proprios nacionaes. .
Poros de terrenos de marinha ..
Siza dos bens de raiz.............
Decima addioionsl das corpara-
coes de mo mora.............
Direito novo* e vemos a Je
chancellara......... ..*.
Ditos de patentes dos offlciaea da
guarda nacional................
Diurna de chancellara...........
Matrcula das Faculades de Di-
reito ...................."
Multa por infraces do regula-
monto.........................
Sello do papel flio................
Dito do proporcional.............
Premios dos depsitos pblicos.
Emolumentos.................
Imposto sobre lojas e casas de
desceios...........
Dito sobre casas de movis, rou-
pa, etc. fabricados em paiz es-
trangeiro............
Taza de escravos.........
Cobran; da divida activa .
intlemnisacocs.......... .
Deposito proveniente do laudemio.
M000
331*3(10
99*096
7:0634890
1:2104860
74S44N
3004000
420*671
19:0464400
3544818
3:418.7120
7:013*640
942:19
3044300
3:3204^30
100*000
172*000
2:4714216
:i2142:l
83:1*223
47:625*197
Recebedoria de Pernambuco, 31 de outubro
de 1863
O ecrivo,
lianoel Antonio Simite* do Ammrat.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 30........ 4:2364407
dem do dia 31................. 3*8*53*
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PACTA DOS PBF.gO DOS GNEROS SUIEITOS A DIREITO DE
EXPORTACO. SEMANA DE 2 A 7 DO MEZ DE NO-
VEMBRO DE 1863.
Mercadorias.
Unidades. Valores.
um
arroba
uma
libra
cento
um
cento
libra
um
cento
Abanos......... cento
Agurdente de cana..... caada
dem restilada ou do reino
Iduin caxaca........
dem genebra.......
dem alcool ou espirito de agua-
ardentc.....,
Algodo cm earoco arroba
dem em rama oi em laa.
Arroz rom casca......
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado.....
dem branco........
dem refinado........
Azeite de amendoim ou mendo-
bim......... caada
dem do coco.......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias..... arroba
itolaeha o? diara, propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom........
dem escolha ou restolho ...
dem torrado....... libra
Caibros......... um
Cal........... arroba
dem branca.......
(lamo socca (xarque) .
Carneiros.......
Carvo vegetal ......
Cavernas de sicupira .
Cera de carnauba em bruto.
Ideiit idom om volas .
Cha.........
Charutos.......
Cavados (iwrcos).....
Cocos (seceos)......
Colla. ......
Couros de boi, salgados .
Idom dem seceos espichados,
dem idom verdes ....
Idom idem cabra cortidos. .
dem idom de onca ....
Doces seceos '...... libra
dem em gela ou massa.
Idom om calda......
Espanadoros grandes .... um
dem pequeos.......
Esteiras para forro de estivas
de navio........ cento
Estopa nacional...... arroba
Farinha de de mandioca. alqueire
dem do aramia...... arroba
Feijae de qualquer quddade.
Frochaes .......
Fumo em folba, bom .
dem ordinario ou restolho .
Idm om rolo liom.....
Idom ordinario ou restolho .
Gallinhas.......
("minina........
Ipecaciianha (raiz).....
Leitlia ein adas...... cont
Toros.......... .
Linhas c ostoios....... um
Mol ou melaco....... caada
Milho.......... arroba
Papagaios......... um
I'o Brasil........ quintal
dem de jangada...... um
Pedras do amolar..... uma
dem do filtrar...... <
dem de rebolo......
l'iassava......... molho
Ponts, ou chifres do vaccas ou
novilhos........ cento
Pranchoes do amarollo de dous
costados........ um
dem de louro.......
Rap........" libra
Sabo...........
Sal.......... alqueire
Salsa parrilha....... arroba
Sebo em rama....... >
dem em velas........
Sola em vaqueta...... unta
Taimas do amarollo..... duzia
dem diversas....... >
Tapiocas......... arroba
Tatjuba......... quintal
Travos- "........ uma
Unhas do boi....... Cento
Vassouras de piassava. ...
dem do timb....... >
dem de carnauba..... >
Vinagre.......... ranada
14400
500
500
3*0
509
600
6*500
101000
1*000
2*000
42:564*939
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL EM O MEZ DE OUTUBRO DE 186*.
A SABER :
Direito de 90 r. por !t> do- as-
ucar exportado....... 6:8ttt*47&-
Dito de 20 rs. por caada d'aguar- *
dente, etc...................... 102*260
Dito 3 Oln dem do algodo expor-
tado .............. 5:114*206
Dito de 7 01o do el....... |08O
Dilo de 8 por cento de couros
eeccos, verde e espichados... 3:794*802
dem idem de 5 idem do mais
gneros exportado....... 1:0244418
Dcima dos predios urbanos 2:492*700
208 rs. por meia siza de es-
cravos ............. 3:811*525
30 g.tirii>rrii' 10 por cento de novse velhosd-
reitos dos empregados provin-
ctaes............... 558*321
Restituyeles e reposicSes...... 47*800
Emolun enlns di- Dullrl..... 6*000
Dito de 4 0|0 sobre os premio
nmieres da lotera .......... 520*00
Imposto sobre carro, mnibus,
currla e vehculos....... 212*0110
Impoiio de 4 por erntu sobre di-
versoii ejubelecn enios fr
d.ciade....... .............. 38*000
80|0iobre consultorios rnedieo
eescriptorio.............. 815600-
Imposto de 12 por c-iio ubre
diverso psiiiipleeimeni >s 308*400
Sello de beranense legados.. 14:096*658
20 0I() do consumo d'aciuardente 20*000
50* sobre correctores de escravos. 50*000
Dno de 2 010 sobre fiau; cu-
mes................ 88*950
10 por rento suba o planto do
rapim.............. ^ 20*tKH)
Multas por infraeces...... %*645
um
arroba
>
urna
arrolla
>
34100
4*160
2*000
1*440
800
1*200
3*300
8*000
8*500
7*500
440
360
280
500
2*500
3*000
1*600
8*000
200
360
1*400
2*500
13*000
3*500
300
160
220
090
350
104000
1*000
320
500
4*000
2*000
15*000
1*600
2*500
54000
15800
35
165000
10*000
7*000
5*000
600
25000
254000
2401X)
11*000
8*(XX)
200
1*280
2*500
.5*000
5*000
840
4*000
1*200
120
5*000
20*000
10*000
1*000
120
400
25*000
5*000
7*000
2A-00
110*000
73*000
3*000
2*000
6*000
2*01X1
104000
8*000
6*000
500
de Pernambuco, 17 de outubro de
Alfandega
1863.
(Assignados):
O 1. conferente,
Borges.
O 2. conferente,
reir.
Approvo. Alfandega de Pernambuco,
novembro de 1863. Carvalho Rea.
Conforme. O 4." escripturario, Joo dos San-
tos Parto.
ttrt-ehedorl le rend.is internas
geraea de Pernnmbneo.
Antonio Carlos de Pmko
Jos Thomaz de Aguiar Fir~
31 de
Rendimento do dia 1 a 30........
Iu\?mdo dia 31.................
43:840*231
1:784*906
47:620*197
42:564*93!)
Mesa do consulado provincial 31 de outubro
de 1863.
O escripturario,
Luz de Azevedo Souza.
PRAGA DO RECIFE
31 ItE OUTUBRO DE IM:t.
As 3 horas da tarde.
Revista semanal.
Cambios........Sobre Londres saccou-se a 28 >
e 28 X d. por 1*000, a 90 das.
Sobre Paris 340 rs. por fr., e
sobre Lisboa de 98 a 100 |-..i
cento de premio j regulando por
St 73,000 os saques da sema-
na.
Algodo........ O desta provincia vendeu-se de
26*000 a 27*000 por arroba: o
de Macei, posto a bordo, de ris
27*500 a 28*; e o da ParahMa
a 27*.
Assucar........O branco vendeu-se de 3*000 a
3*600 por arroba, o someuos do
2*400 a 2*600, o mascavado
purgado de 1*900 a 2*000 e o
bruto do 1*700 a 15800.
Agurdenle..,.. Vendeu-se a 605000 a pipa.
Arroz.
Baealho.
O pilado da India vendeu-se de
25050 a 24100 por arroba, e o
do Maranho de 3* a 3*200.
Azeite doce.....O do Lisboa vendeu-se de 2*600
a 2*700 por galo; nao ha de-
do Estreito.
Rotalliou-se a 15*000 por barr*
ca; licando em deposito 1,000
barricas.
Batatas.........Vendorani-se do 1*000 a 1*2-50
por arroba.
Bolachinlia...... dem a 4*000 a baiTiquitha.
Carne secca..... A do Rio-Grande do Sul (nica
que existe no mercado) vendeu-
se de 2*400 a 3*100 por arroba;
fieando om ser 110,000 arrobas.
Caf........... Vondcu-se de 8*000 a 8*300 por
arroba.
Cerveja......... Betlhou-se do 4*600 a 5*500 a
dnzia [do garrafas.
Farinha de trigo. A do Philadolpbia e New-York
vendeu-so de 16*000 a 18*(XXt
a barrica, a de Baltimore de
15*000 a 16*000, o a do Tries-
te de 22*000 a 24*000, tirando
em ser 6,000 barricas da pri-
meara {inclusive um carrol-a-
mento entrado* nesta semana,
2,500 da segunda, 1,200 da ter-
eeira e 4,000 da ultima.
Feijo.......... Vcndcu-so do .5*000 a 6*000 a
sacca.
Idem a 310 rs. a botija.
A ingleza ordinaria obleve 300
por cento de premio sobre a fac-
tura.
Manteiga....... A franceza vendeu-sc a 500 rs.
a libra, c a ingleza a 800 rs.; li-
cando cm ser 1,850 barris do
ambas.
Massas.........Venderam-se a 7*000 a caixa.
Oleo do Imitara.. Vendeu-se de 2*100 a 2*200 o
galio.
Idom a 7*000 a caixa.
dem a 14*000 a arroba.
Os flamengos venderam-sc de-
1*500 a 1*700 cada um.
O amarollo vendeu-se a 130 rs.
a libra, e o do Mediterrneo de
220 a 240 rs.
Toucinho.......O de Lisboa vendeu-se a 11*000
por arroba.
Vinagre........O de Portugal vndenle de 113*
a 120* a pipa.
Vinhos......... Os da Figueira venderam-sc a
250*000 a pipa, os de Lisboa de
200*000 a 230*000, e os de ou-
tros paizes de 190* a 200*.
Velas.......... As da composicao vcntoani-se
a 520 rs. o pacote.
Descontos....... 0 rebate de letras regulou de 8
a 10 por cento ao anno.
Fretes......... Do algodo para Liverpool a \
d. por libra.
Genebra...
Louea.
Passas..........
Presuntos.......
Queijos........
Sabo..........
MOVIMENTO DO PORTO.
ii
Afano entrado no dia M.
Terra Xova-38 dias, brigue inglet Runnymedes,
de 181 toneladas, capito Samad Prowse, coui-
pagem 11, carga 2475 barricas cora hacalho ;
a Saunders Brothers 4 C
Navio sonido no mesmo dio.
Portos do norte-Vapor nacional Tocantins, com-
mandante o pnmelro tenento Pedro Hvpolto
Duarte,
Nato eniradomo dia de novembro.
Terra Nova41 dias, brigue inglez Helena, de 11.1

.


1
1
Diarlo de Pernautblico
Secunda felra t de \otembro de ISAS.
toMlaiIas, capitao E. Conmlly, equipagera 11,
carga 2030 barricas com bacalhu; a Jonnston
Paiw A C.
Mexiliones (na Bolivia) 62 dias, galera franceza
luukin, de 600 toualadas, eapilao Dupout, equi-
pagem 19, carga salitre; ao mesmo capito.
veio refrescar.
Navios sonidos no inesmo dia.
Cear-Escuna tianoveriana Luna, capito I. I.
Bantel, era lastro.
BahaPalhabote americano H. W. Troth, capitao
i. Hawlhora, em lastro.
EDITAES.
Manoel Joaqun) Batista, eacrivo vitalicio do ci-
vel nesla cidade do Recife de Peruarabuco por S.
M. I. e C. o Senhor D. Pedro II, que Deus guar-
de etc.
Certifico ser o theor da carta de editos abaixo
transcripta, da forma seguinte:
\ Carta de editos.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleire da
imperial onlem- da Rosa e da de Christo e juiz
municipal da segunda vara nesta cidade do Re-
Ho de Pernambuc o, por S. I. e C. o Senhor
D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
Faco saber ios que a presente carta de editos
vireui e delta noticia tiverem, que Jos Antonio da
Costa e S me dirigi por escripia a petico do
theor seguinte:
de koca larga de 8 libras, 24, vidros crvs- j |?f f f\
taes de boca larga de 6 libras, 24, lidias MsKILAaJ
crystnes deboca larga de 4 libras, 24, vidros iTm j .f :,*.. i.J^
cryslaes de boca larga de 2 libras, 24, vidros lma ,0Ja l^'ate Hl do fuperaiM*
de boca larga 2 libras, 24, vidros de boca 40 e mobila.
eslreita de meia onca 24, vidros de boca Twca-feira 3 de novealiro.
estrella de 2 oitavas 24, boioes de porceia- 0,a*tnte Pestaa legaluientc autorisado vender
na de i nneas 19 Hitos d& dita d9nnM< era Jeilao por conta de quem pertencer urna loja
na ae 4 oncas 12, ditos ae ana oe a oncas de MtMe m rua ^ Imperador H 4^ contando
Iz, tarjas sor 11 das para W ros JOO ; todos de paletots de panno, casemira, casacas, calcas de
estes vidros devem ter rolbas de vidro. casemira e brim, colleles de dito, pannos pretos,
Quem qaizer vender taes objectOS apre- j^ brlns, camiaas do meia, getgurdes pre-
utP.m ae cae nrnnnstas m rta fpirfa ^^S*res' sea? P" f>bot5es de todas as
cualidades, nm fheiro de amarelto, 1 cofre, mesas | j
sentem as suas propostas em carta feixada
na secretaria do conseibo s 10 horas da
manhaa do dia 4 de novembro prximo vin-
douro.
Sala das sesses do conseibo administra-
tivo, para fornecitnento do arsenal de guer-
ra, 28 de outabrode!863.
Antonio Pedro de S Barrito,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Togal secretario.
Rilarlo das cartas seguras rindas da sul palas
vapores Api e francei para os seafca-
res abata declaradas.
Antonio Alves de Miranda Guimaraes.
Antonio de Castro Alves.
Daniel Cesar Ramos.
D. Eufrazia Mana de Jess.
Du Jos Antonio da Costa e S que qner fazer
citar a Raziliano Francisco Paes Brrelo, para fal- Ignacio Gomes Porto.
lar primeira deste jaizo, aos termos de um libel- Jeroaymo Ribeiro de Souza.
lo, em que lhe quer pedir a quantia de 2584 com Padre Joaqun Mauricio Wanderley.
o premio vencido, proveniente de seis notas pro- Dr. Joaquim Jos de Campas,
nnssorias, cuno meiboratoole expressar em seu D. Joanna Francisca Paes Brrelo,
bello, e porque o supplicant ignora o lugar onde Manoel Ignacio Pras.
reside o supplicado, cuja ausencia e incerteza de Manoel Filmon Fernandos.
S?"/".'. S^S a?it. juif ?e p do Ld,s,ncto I Terca-feira 3 de norembre vw> praca de
a-
a es-
das, (tor todo o conumdo nesta e para os de mais
termos da causa at real embolso e final execu-.
cao: por tauto pede ao Illm. Sr. Dr. jniz munici-
pal da segunda vara assim o deflra. Espera re-
cober merc.Como procurador, Jos Theodoro
Gomes.
Destribuida como requer. Recife, 17 desetembro
4e 1863.Araujo Barros.A Baptista.Oliveira.
Nada mais se continua em dita policio, e justifi-
cando o autor a ausoncia do reo, produzmdo suas
lestomiinlias, subindo os autos minha conclusao
nelles dei a seutenca do theor seguinte :
Acluuuo-se provado pelos depoimentos de folhas
a folhas que o reo Baziliano Fraucisco Paes Barreto
acua-so ausente em |>arte nao sabida, hei por justi-
ficada a sna ausencia.
Passe-se por lauto, cartas de editos, com o prazo
de 30 das, na forma requerida. As cusas serao
attendidas a final. Recife, 16 de outubro de 1863.
Francisco de Araujo Barros.
Nada mais se continua em dita minha scutenca,
cm cumpriniento da qual o escrivo que esta sqbs-
crevou fez passar a presente carta de editos com o \
Arrcmatacao.
Na praca do juizo municipal da 1* vara, o dia 3
de novembro, tem de se arrematar um escravo sa-
dio, com a idade de 32 annos, canoeiro, avaliado
em 4505, por execucao de Joao Baptista Vieira Ri-
beiro contra Candido Thomaz Pe'reira Dutra, es-
crivo Saraiva.
A rre matagao
A arremihcao dos escravos perlei-
culos a he>-anca do finado Jos Fer-
nando da Cruz, anuii'ifiafl'is por este
Diario, para qnarta-feira ultima, licou
transfer a par i sabbado31 do corra-
te e ter lugar depois da audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da segun-
da vara.
Correio geni.
e carteiras e muitos outros objectos que scrao pa-
tentes.
Em seguida orna linda mobilia branca ameri-
cana, ricos quadros, relogios de parede, lindos en
feites para cima de mesa, cadeiras de balanco,
commoda, lavatorio, marquezas, guarda louea,
louca, espemos doarados e muitos outros objeotos
que seria enfadonho o enumera-los e que sent
patentes terga-feira 3 de novembro de 1863.
M
Um prlo, urna machina de aperlar pa-
pel e mais perlences da tvpo^raphia
da rua do Trapiche n. 7 c alguna
moris.
Trrra-frir 3 de novembro.
O agente Pino fara feilio a requerimento de D.
Emilia Vanna Andrens por sen bastante procu-
rador e por despacho do Illm. Sr. Dr. Juiz e of-
phaos da typographia com seus pertences e algnns
movis existentes no sobrado da rua do Trapiche
n. 7, pertencenle ao fallecido Joao Andreus, s 10
horas do dia cima dito no mesmo sobrado.
LEILAO
m
Cm fardo de tos para velas.
Terca-feira 3 de novembre i rua da Trapiche n. 7.
O agente Pinto far letlo por conta e risco de
quem pertencer de um fardo com tos para velas
s 11 horas do dia cima dito no referido sobrado
en connuacao ao leilao da tyiipgrapnia._______
prazo de 30 dias pelo thcsr da qual chamo, cito e ; p nKlrarin i i rnrrein ikaia rida-
bei por citado o reo ausente Baziliano Francisco Fela aam'mU.acaO 00 COrreiO aesta Ciaa-
Paes Barreto, para responder aos termos do huello de, se faz publico para lins Convenientes,
sua execucao constante da petico supra trans
cripta, sol pena de revelia.
Pelo que toda e qualquer pessoa, amigos e eo-
nhecidos do dito ro ausente lhe podero fazer
Miente do que cima au exposto ; para que por
que em virlude do disposto no art. 138 do
regulamento ge ral dos correios de 21 de
dezembro de 18ii, e art. 9. do decreto
n. 785 de 15 de maio de 1851, se proce-
si ou por seu procurador se aprsenle perante este der 0 consammo das cartas existentes nesta
juizoco.n a defina que tiver. E o porteiro do ;administrac5o perteocente ao mez de outu-
juio publicara e afnxara a presente no lu-! t j i a- o j i
pos de haver : bro do ann0 PaS8ado no dia 3 de novembro
gar do cdslume e mais publico, depo
transitado pela chancellara.
Dada e passada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 21 de outubro do 1863.Eu Manoel
Jojijuin Baptista, escrivo que o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
Vai pa?ar 2j0 rs. de direitos de chancellara.
Kecife, 21 de outubro de 1863.Baptista..\. 422.
Rs. 230.Pagou duzentos e cincoenta res de
direitos de chancellara. Recife, 23 de outubro de
1863.Chaves.Fouseca Vellozo. Armas im-
periaes. -N. 228. Quatrocentos rs.Pagou qua-
trocentos ris.Hecile, 23 de oulubro de 1863.-
Cliaves.Sena.Esta va o sello das armas impe-
ri.ies da chancellara.D Francisco Balthazar da
Siiveua. presidente. Transitou pela chancellara.
Recife, 2i de outubro de 1863.O escrivo Fran-
eisco dos Beis Nones Campello Jnior.Lancado
a folhas 17 do competente Maro n. 13. Recife, 24
de OUtubre de 1863.Campello Jnior.
Xada mais se collitinha em dito oJital, aqu fiel-
mente copiado do-original ao qual me reporto:
sta va conferida c concertada e por mim subs-
cripta e assgnada nesta cidade do Recife do Per-
nainhuco aos 24 de outubro de 1863. Fiz escre-
ver e assigne.Em f de verdade, Manoel Joa-
quim Baptista.
prximo s 11 doras da manba na porta do
mesmo correio, e a respectiva lista se acba
desde j vista dos interessados.
AdminislraSo do correio de Pernambuco,
24 de outubro de 186a.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
DEGLARACOES.
t'onscliio adiuinistratlvo.
O conselbo admiuistralivo, para forneci-
manio do arsenal de guerra, tem de com-
prar os objectos seguintes:
Tara a enfermara dos menores do arsenal
de guerra.
13 colxfes com os respectivos traves-
seiros.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
al o da 2 de novembro o vapor
Princesa de Joinville, comman-
dante o capito de fragata Santa
Barbara, o qual depois da demora
do costume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o da da sabida as 2 ho-
j ras, agencia rua das Cruz h. I, escriptorio de An-
i tonio Luiz de Oliveira Azevedo i C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Wavega^o eosteira a vapor.
Macci e escalas.
O vapor Camaragibe, commau-
danle Oliveira, seguir para os
portos cima indicados no dia o
de novembro prximo as 5 horas
da tarde. Recebe carga at e
dia 4. Encommendas, passageiros e dinheiro
i iii itio com
DE
casa de peilra c
cal.
Qninta-frlra 5 do eorrente.
O agente Pestaa com a competente autorisago
far leilao de um sitio no Arraial com casa de
vivenda de pedra e cal, agua de beber, tem 500
palmos de frente e mil e tantos de fundo, forem,
tem baixa de capim, fructeiras de diversas quali-
dades e tem mais 2 casas de taipa, no Arraial de-
froiitc do tinado padre Mauricio onde pode tudo
ser examinado e o leilao ter lugar minta-feira 5
do eorrente pelas 12 horas da manhaa no largo
do Corpo Santo defronte da associaco commer-
cial.
AVISOS DIVERSOS.
Na capella do cemitero publico hoje 2 de
novembro (finado), haver missas das 6^ ho-
ras da manhaa as 11 l|2. Administraco do
eemiterio publico 31 de novembro de 1863.
O administrador,
Manool Luiz Viraos.
_ ___! .i.__._ i:_ j. r>____j ; uia *. EiiicuiuiiiuuuaN passageiros e dinheiro a
P^ra a pbarmacia do presidio de Fernando. fri>((. al(-.odia da sa|lida'as 3-horas. e5cripiore
Agua ingleza 12 garrafas, borrachas de no Forte do Mattos n. 1.
8 oncas 12, ditas de 2 oncas 12, blsamos
de tolti 1 libra, calomelanos 8 oncas, cam-
plmra 2 libras, cantliaridas novas 2 libras,
-doroformio I libra, citrato de potassa 1
libra, crmor trtaro 4 libras, enxofar subli-
mado 4 libras, extracto de ratanhia 8 on^as,
lios de panno de linho meia arroba, gomma
Atabca 4 libras, iodorelo de ferro 4 oncas,
iudoreto de potasse 1 fibra, magnesia cal-
sinada 1 libra, mercurio metlico 4 libras,
musgo eslandicos 2 libras, oleo de ligado de
baesMo 2 libras, oxido rubro de mercurio
Songas, papel de filtrar 20 cadernos, pil-
las de Blancard 20 viJros, pedra ume 4 li-
bras, phorpbato de ferro de Leras 12 vidros,
salsa parrha de Bristol 12 vidros, seringas
de vidro 4, suhnitrato de virmulbo 1 libra.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DX
Vivc;n.-o eosteira a vapor.
I'arahtlia, Natal, Nacas, A rara h, e Cear.
O vapor Mamanguape, com-
mandante Monra, segu no dia
7 de novembro prximo para os
portos cima Indicados as 8 ho-
ras da tarde. Recebe carga at
o dia 6, encommendas, passageiros e dinheiro a
Iretc at o dia da saluda s 3 horas : escriptorio no
Forte do Mattos n. I.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
muita brevidade o brigue nacional Almirante :
tem parte de seu carregamento prompto, e para o
resto que lhe falta, trata-se cos os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de- Oliveira zevedo, no seu
escriptorio rua da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro
sulfato de quinino 4 oncas trtaro emtico 8 pretende seguir com moita brevidade o patache
oncas, trtaro de potassa de soda 2 libras, nacional Regulo, tem parte de seu carregamento
terebenlhina fina 4 libras, valerianato de prompto : para o resto que lhe falta e escravos a
quenino 2 oncas, xarope do bosque 12 vi- [releirata-se com os sens consignatarios Antonio
J*~n .o-,-, a* i\i.f i th. t,MM Lu,z de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio,
dros, xarope de ISare 12 vidros, sanguesu- rua da ^ruz n i
gas 200
Para a botica do hospital militar.
Assucar refinado 24 arrobas, salsa de Tau-
i o le ra extra ord na / ia
Aos O.OOOOO e 2:000;J000.
O abaixo assignado attendendo a boa acoi-
tacao que leve a lotera extraordinaria, ha
pouco extrahida, e tambem aos pedidos de
quasi lodosos compradores de bilhetes, de-
vido isso ao excellente plano das loteras ex-
traordinarias, approvado pelo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, tem exposto venda
os bilhetes da segunda lotera extraordina-
ria, que correr no dia 6 de eorrente mez,
sendo a terceira parte da segunda da San-
ta Casa da Misericordia, e espera do res-
peitavel publico a compra dos bilhetes, pois
assim contribuir para o beneficio da Santa
Casa da Misericordia, reunindo o Htil com o
agradavel.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria rua do Cresqo n. 11
e as casas commissionadas rua da Impera-
Iriz n. 44, loja do Sr. Pimentel; rua Diroitn
n. 3, botica do Sr. Chagas; rua estreita do
Rosario n. 12, typographia do Sr. Mira c rua
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 10:0005000 at 265000
serao pagos logo depois da extracc ao at as
4 horas da tarde e os outros no dia seguinte
depois da distribuido das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
SEGUROS DE VIDA EM MUTALIDADE.
so vez, debaixe das seguintes condfcdes : suDscnpcoes annuaes por
urna
O Sr. Jos Francisco Pmto (iuiuiares, cirur-
go pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio a sua residencia para a rua Nova, n. 60, pri-
meiro andar, onde pode ser consoltado todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manha, acerca de
enfermidades denominadas cirurgiras ou externas,
especialmente daquellas, em cujo tratamento mais
frecuentemente interven! a medicina operatoria.
Aracaty.
O hiate Dous frmAot, segu nestes das : a tra-
tar com o Sr. Joio Alies de Quintal no trapiche do
sende com 12 vidros cada caixa, de 28 on- algodo.
^as cada vidro, 2 caixas, capusulas de ligado---------->--------... .-----;--------------
^e bacallao 50 caixas, cevada 4 arrobas, I. u. Hia fle Jaeeiro
nM d lourocerejo 12 garrafas, acido c_ ^h,rfom brevidade a escuna nacional C-
. io ,i. i -i o iu I.____poneza quem nella quizer carregar ou embar-
trico 16 libras, caroba 16 libras, gomma car escravos, pode dirigir-se ao largo do Corpo
alcatera 4 libras, salsa parrilha 12 arrobas, Sanio n. t, segundo andar, a tratar com Marques
linhaca 4 arrobas, maim commum 1 arro- Barros & c.
i'ia.glycerina 4 libras,valerianato de afropina
2 oitavas, lindura de caferana 6 onfas, by-
jiusulfito de soda 4 oncas, extracto de quina
4 oncas, raz de altha 1 arroba, papel de
embni ho 2 resmas, salsa de Bristol conten-
go 24 ongas cada vidro 25 vidros, xarope de
.Naf com 8 oncas cada vidro, 25 vidros,
pilulas de Dehaut 20 caixas, xarope de -Pe-
nedo com 8 oncas cada vidro, 25 vidros,
xarope de Lamaroux com 10 oncas cada gar-
rafa, 12 garrafas, xarope de Labellone com
^araa Cear
O palhabote Garibaldi tem parte da carga
ra o resto, trata-se com Tasso Irmos.
pa-
ALL'GA-SE
o sobrado de um andar da rua de Aguas-Verdes
n. 55 : a tratar na rua do Queimado n. 46, das 10
da manhaa s 2 1|2 da tarde. ______^^
Jos Goncalves dos Santos, subdito portu-
guez, va Portugal.
Casas para slujar.
Aluga-se a casa terrea na rua da Glora n. 104,
reedificada de novo ; e o prmeiro and ir do sobra-
do da rua da Cruz n. 26, com bastantes commo-
dos para familia : a tratar na rua da Cruz, arma-
zem n. 26._________
- rVa padaria la Torre precisa-se de
om bom amassador que se sugeite
vender pin na praea.
LEILOES.
HOJK
Transferencia para segnada-feira 2 de
naverabra e1863.
O leilao de mobilia, escravos e miudezas annun-
uma libra cada garrafa,12 garrafas, phosphato ciado ara sexta-feira 30 docorrenle nao pode ter
vidros, extracto de irruda 40 oitavas, es- S.d:^Tn^f^.A^ ^!?bro de 1863'na rua
pfjnja fina I fibra, manleiga de porco 2 ar-
robas, canellaS libras, alecrim 4 libras, ex-
tracto de lapulo 4 oitavas, papel branco
paulado 1 resma, folhas de stramonio 1 li-
fcra, crmor trtaro 4 libras, xarope do bos-
que com f e meia libras cada garrafa, 12
garrafas, pastilhas de Kemp 12 vidros, pas-
LE 40
DE
TOIXTMHO
cheaS K30T0 'ffSff SpAcS
tilhag de ISafe 24 caixas, bagas de^mbro o aual sera vendido por conta e risco de quem
2 libras, agua de Colonia frascos de 1 libra pertencer e ser vendido em lotes vontade dos
Ta un, C frWW, CnnfeitOS de StriChina comprador! asseguraodo o afate Pestaa a qnem
A rutrn xarnna de Veame cora 18 OOCs e5t ticnn'tttro o leilio fa^rmnita cinta pols que
ij cidral, "ropa J ?eiame. whu.va wa^s mo|hor qualQa(te ^^m vinuo a este merca-
cada dro, 20 dros, vtdros crystans e|d0. serio eilaolanSamanoeorrtaaaprtaaiO
bocea larga de 10 libras, 24, vidros crystaes I horas na porta do Annes defronte da alfandega.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
nua a residir na roa da Cruz n. 83,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio vJe sua profis-
sSo medica, e cora especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olbos ;
2" de peito :
3* dos orgSos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordera de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de oihos.
Dar consultas todos os dias d
6 as 40 da manba, menos nos do-
mingos.
Praticara toda e qualquer opera- J
cao que julgar conveniente para o
prompto resabelecimento dos seus
doentes.
3--RUA ISTREITA DO R0SAKI0-3
Francisco Pinto Ozorio contina a coi-
locar dentes artifkiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoos as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Urna senhora que tem bom leite pede urna
cranca para criar em sua casa : quem pretender,
dirija-se rua da Roda n. 21. ______________
Mu hotel da Europa
precisa-se de urna ama branca para tratar de cri-
anras, preferindo-sc estrangeira.___________
Quem tiver precisSo de ama pessoa para ensinar
primeiras lettras, grammatica e latim, e querendo
servir-se do seu peqneno presuma, dirija-se ao pa-
leo do Collegio, loja de cncadernacao, a tratar com
Jos Ribeiro Simoes.
CASA DE SAUDE
Em Sanio Amara
l>o Dr. Mil va Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o couiiuodo e zek) tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
Ihido.
O edificio magestoao e eonser\a-se
em perfeto estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doeatcs sao separados, segundo os'
sexos, natureza das molestias e eondiedes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
[ xtos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
qner oporacao.
O estabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 350(X) diarios.
Segunda dita.... 25300
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
} bdo, basta que se mande onomedo doen-
te e da pessoa jue o remette, com a de-
clararn da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
litos sua disposao.
JM
Precisa-se de um menino de 14 16 annos,
que ttnha pratica de taberna, e que d conhecimen-
to sua conducto : na rua das Larangeiras n. 12.
Hospital l'nrliiiiiiez de Beneficencia em
Pernambuco.
De orteni da provedoria convido aos senhores
membres da junta administrativa e mais socios
comparecert'iii no Hospital, pelas 6 1|2 horas da
manhaa *in ponto, no dia 2 de novembro, para em
confonnitlade do S 7 do art. 5 do respectivo regula-
avntp^ssisUrem a missa e memento que se ha de
celebrar por alma dos doentes <|ue teem fallecido
as enfermaras dnilri antaluilnriinnalo ; e igual-
mente assistircm a bencao das novas enfermaras
que se o abrir.
Recife 29 de outubro de 1863.
Joaquim Ferrera Mendes Guimaraes.
1. secretario.
Precisa-se de urna ama portugueza que sai-
ba engummar : na ruado Queimado n. 18, segun-
do andar.________^________
Precisa-se de um moleque para o servico
interno de nma casa : na rua Direita n. 43, pr-
meiro andar.
O abaixo assignado roga a qualquer pessoa
que tenlia letras aceitas pelo mesmo abaixo aesg-'
nado, vencidas ou por vencer, queira mandar re-1
ceber o seu importe na rua Direita n. 3, pois se-
rao pagas sem abatimento de qualquer premio.
Jow da Fondera Silva.
OI.:rece-se urna ama livre para cozinhar o '
diario de urna casa, e engommar para casa de ho-
mem solteiro : quem precisar, dirija-se rua Ve-
llia, casa n. 47. |
Precisa-se de um moleque ou de um criado
para o servico de rapaz solteiro : em Santo Ama- ;
ro, na segunda casa do Sr. Antonio Jos Gomes do '
Correio._________
O abaixo assignado, negociante na villa do Boni-
to, precisa de um padeiro que entenda l>em de sua
profissao, c promelle bom ordenado.
Antonio Jos Botelho.
Cm perda de capital e raeros-
Dito capital sement \
L. '. ,. Dlt0 lucros sement:
devendo a primeira liquidacao ter lugar no 1 de Janeiro de 1859
.As ?antagens do errrprcgo de capitaes era mutualdad^ sao obvias, porque nao tAm^nap
lhe o juro de quantias d.mirratas, de que avulsas se nao poderk tirar Saaaa, resuItadT
d.sso este rend.mento augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as censas, coXn U^riffi!
da subscrrpcao, dos que fallecen. Tambero partido pelos socios sobreviven*-; tudo a iiito S! ^.n
cos morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, be como cadnrtSri^nn-
occorrerem pela falta de cumplimento do compromisso social.
. As liquidac5es sao pelo sysfema das companbias hespanholas-, Tutelar e entras e
fazer urna idea do que pode produzrr urna entrada annual de 10, pablica-se a seguinte
j da sobre a experiencia de muitos annss decompanhias desta natureza:
Ka asa Ea 10 annos Em i:> aunas Bai 20 annos En 23 anao
4:700^
3:7005
9:800j|
3:400*
3:3505-
3:3305-
3:4005-
3:7005-
fOOOf
se co-
para se poder
segrate tabeBa basea-
Por um menino de 1 dia a 1 anao 4*05
de 1 anno a 2 !05
de 1 a 3 865
> de 3 a i 8
> de 4 > a 15 .
Por urna pessoa de 15 20 865
de 20 a 30 . 865
de 30 a 40 . 65
de 40 a 50 90*
4005
3005
2965
3805
2705
2705
2705
tm
3005
As entradas por urna s vez do resultados muito wpertores s anauaerr.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Inio, Jote da Sitia Haehado.F. M van
der ntepoort.
Agentes em Pernamboeo : Antonio Luiz e Oliveira Azervedo 4 C, rua a Cruz n. 1.
W5
7305
7205
7105
700*
700*
7105
7205
760|
20005
:7005
1:6005
1:5605
1:5505
1:5405
1.5605
1:6000
1:8005
AURORA
i, SI
LARGO DA
RRILHAOTE.
I* u
SANTAGRUZ.
Francisco Jjs Fernanies Pires, dono do grande rstabelecimenlo cte rao-
lhados denominado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeilarel poWiciv tonto
da praca como de fra, e cora especialidade aoa seus freguezes, que o seu eaUbe-
leciraenio acha-se prvido de novo sortimento de bons gneros lano do pais co-
mo do estrangeiro e promette vender muito em conta tanto a retalho como em
grosso:
Biscoutos ingle/es em lalinhas
muilo enfeiladas de varias
qualidades de I 600 a___ 2,5000
Latas com inai melada nova a li-
garrafa a 560 e ....
Dito de Lisboa a :.->, :',-s:,oii ,
4^000, e a garrafa a 400,
480&...
bra 7*20 e............ 800. Genebra de laranja, o frasco a
640
560
Ditas com ameixas......... 10400
Ditas com ervillias francezas. .. 800
Ditas com fruclas em calda,
500 e............. 640
Ditas com gos de comadre a li-
bra 3 0 e............ 400
Caixas com passas novas de 8 li-
bras a 3#000, a libra 480 560
Ditas com figos com 8 e 16 li-
bras a 25000, 20500 e... 40500
Chocolate porluguez e hespa-
nhol e francez a libra..... 10000
Queijos do reino do vapor a
i/e............. 20240
Ditos de prato noves, a libra a
640 e........... 720
Ditos de manteiga muito fres-
caes a............... 560
Vinho do Porto muilo fino, ca-
ada a 50600 e 70, e a
garrafa a 640, 800 e ... 1000
Dilo da Figueira de marcas supe-
riores, caada a40e50, ea
Finalmente tudo que consta tendente a molhados encontrar sempre o res-
peitavel publico um grande sortimento de boa qualidade e por preces commodos.
900e................ 10000
Dita de Hollanda a 640 e...... 10000
Spermacete a libra a 640, 720 e 10000
Caixo de doce de goiaba, a
500, 640 e........... 800
Charutos finos, caixas e meias,
deSimas, regala, parisien-
ses, delicias, trwadres,
suspiros, aretas, flor de
S. Flix, Traviata, guana-
ba ra e muitu unirs qua-
lidades, a 24800, 30000.
30500, 40O"O, 40500 e. 50000
Vinhus finos engarrafados em
caixa a 130, 150 e 200 e
a garrafa a 1/e....... 10500
Copos lapidados para agua c vi-
nho, a duzia a 6051)0 e 40000
Caf lavado e de Moca, a 280,
320 c 36irs a libra, e a
arroba 80500, 90000 e 90500
Cha Iiison superior, a 20560,
20800, 30OOOe........ 30200
PMKEIKA E AW/fiA CASI FELIZ
PORTUGAL
PORTO.
Rua das 1 lores, 1 c 3 (junto a igreja da Misericordia )
GRANDE LOTERA DE HESPANHA.
Cu! "f +M$if ser fita a 83 de dezembro de IStts.
PREMIO.
de
de
de
Agencia de passaporte.
Claudino lo Reg Lima, despachante d passa-
raa, rana* para dentro e fara do imparto, per Bra$a e BarotlU, umbem eaaa w, aque
commodo pre?o e presteza
meiro andar n. 47.
na roa a mal, pt
Aluga-so una escrava que cozinha, lava e
engomma perfeitamente : na rua da Roda n. 17,
primeir andar.____________
Precita 00 do um caxero para taberna, de
12 a 16 aunos : na rua da Moeda defrente do nu-
mero 1._______________________
laa Caetano da Silva provincia. _____________^^
Temo a cautela de declarar que o Sr. FelisLino
Carvalho Raposo anda nao fez o traspasso que lhe
competa na letra que me deu cm pagamento, sa-
cada pelo mesmo Sr. Felisoino no dia 10 do setem-
bro, da quantia de 87 ges da Silwira Lobo, con o praso de cinco mezes.
Promeendo-me o Sr. Felisbino apparecer breve-
mente em meu armatem cara fazer dito traspasso,
consent que levasse os bilhetes de pedido para sua
conferencia, que existiam em meu |>oder, provan-
do o seu debito, e como at esta data nao se tenha
dignado o mesmo senhor vr concluir to ridiculo
negocio, julgo conveniente convida-lo por este
Diario. Antonio Jos Mauricio.______________
Precisa-se de una pessoa com as necessaras
habilitacSes para dar ccSes das linguas latina a
franceza a urna pessoa residente na praca da Boa-
Vista desta cidade : a qnem convier procare na
mesma praca n. ti, segundo andar.___________
Fugio no dia 84 de outubro do eorrente an-
no o escravo de nome Manoel, de nacao Congo,
idade 46' annos, rr preta, nm tanto baixo, pomas
Tinas, dentes perfeitos, nariz chato, olhos grandes ;
foi vestido com palitot de riseadinho j velno e des-
botndo, eamisa de algodao da Baha, ealca de ca-
semira ja velha. com bordado dos lados : Toi es-
craTO do Sr. do engenho Massangana, Joaquim
Buarque Sampaio ; quem e pegar e levar casa
do abaixo assgnudo, rua da Praia n. 1, ser bem
recompensado.Antonio Francisco Martns de Mi-
randa.
de 20,000 pesos fortes.......
10 de 10,000 ditos.........
15 de 5,000 ditos.........
30 de 2,000 ditos.........
100 de 1,000 ditos.........
2816 de 800 ditos.........
9 de 1,000 ditos cada um para os 9 nmeros
da dezena que obtiver o premio de 300,000
pesos....... ....
9 de 400 ditos para os 9 ditos dita do de 1,000
pesos............
2 approximacoes de 1,000 pesos cada urna para
os nmeros anteriores e posterior ao premiado
com 300,000 pesos........
2 ditas de 700 pesos para os ditos do de 1,000 ps.
2 ditas de500 pesos para os ditos do de 50,000 ps
3000 premios em 30,000 bilhetes.....
Pesos fortes. Moeda portugaeza.
300,000 ours. 270:0000000
100,000
50,000
40,000
100,000
. 75,000
60,000
100.0001
1,408,000
9,000
3,60
2,000
1,400
1,000
2,250,000
90:0000000
45:0000000
36:0000000
90:000000
67:5000000
54:0000000
9:OOO0OOO
1,267:2000000
8:1000000
3:2400000
1:8000000
1:260/000
9000000
2,025:0000000
Bilhetes inteiros a
Meios bilhetes a
Preeos em moeda forte.
, 1200000 | Quintos de bilhetes a
600000 Decimos a ,
245000
120000
Jos Ignacio Perrera Uoriz,
COM LOJA DE CAMBIO E MLIIKTES DE LOTERAS
Aflancado no governo civil do Porto, em coakormidade do edita I
de H de jnaaho de !**>.
Satisfaz com promptidao todas as encommendas que lhe sejam feitas, mesmo em
grande qnantidade e pelos precoi cima todioados. vktdo ompanuadas do seu importe ;
e no fim da extraccao remette as listas dos premios. N. B. Sendo a encommenm de
einco bilhetes para cima, faz-se o abatimento de 6 pOr cesto.
Para informacoes no escripterio da rua da Cruz n. i9.
----------
A o publico
Manoel Ignacio da Silva Teixeira, com nadara
no pateo da Santa Crun. 1, e na casa mmediata
da rua do Rosario n. 56, contina a mandar fabri-
car, atem do pao de diferentes denominacoes e ta-
inanhos, e da melhor farinha que vem ao mercado,
I antiga bolacha turada de differentes taannos,
bem con de 8, 10, 30 e 40, sem quo lhe ajunte a
menor partcula de oleoao, trabalhada a braco,
^
DE
DE
J. VIGNES.
N. 55. Hl*A DO lflPKn %DOR X. 55.
Oa pianos desta antiga fabrica sao hoje asaai conhecidos, para/ue seja Becessario insistir sobre a
ana superioridade, vantagens e garantas que oerecem aos cqtopradores, qualidades estas incontesta-
teis qu e ^elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
, snindo um teclado e machinismo que obedecen), a todas as vomades e caprichos das pianistas,sem
propria para saos c doentes, e igualmente a bola- nunca 'alhar, por seren fabricados de prepsito, 6 ter-so feito ultimamonte melhoramentos impertan-
cha qnadrada, maior o menor, trabalhada no ey- tissimos para o clima deste pas ; qnanlo s vozes sao melodiosa* e flautadas, e por isto muilo agrada-
Hwdre-, assim eoaao biscoitos, fattaa e bolaenhihas veis aos ouvidos dos apreciaaores. __,
doces e tambem com ovos; e breve mandar fa Fazem-se cenforie as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Mfl ^^de Pars, socio
lar as escollantes rosca qu sa usam no Parto, correspondente de J. vignes, em cuja eapm foram sempre
annun-
No mesmo estabek)oiment6 ae aeha
um etplendi
ciara o dia, todo fabricado com esmero e aceio. e melhores compositores da Europa^ assim coa harmnicos e pi
preeos razoavois, conforme a qualidade. I por preeos muito razoaveis.
tuoo vwwiao
\



bao___ganda feira t FAZENDAS DE BOM GOSTO.
PAS 7ESTXD0S-
Superiores cortes dttgorguro de seda com Dores matisadas os ma6 modernos que tem vindo a Peroaoibuco.
Ditos de moreantiquede cores, de listas, de flores, e achamalotados, cores, mui lindas.
Ditos de moreantique pretos de palmas com barra.
Lindos cortes de grenadine de seda com barra e chale igual. .
Ditos de la com barra matisada e damesma cor, a imperatriz pelo barato,preco de 105, 125, 15 e au caaa corre.
Ricos vestidos de bkmde para noiva com lindas mantas de lil de seda, de.blond e com capclla.
Ditos4e cambraia brancos bordados a 125, J55, 255 e 355 cada corte.
Lindas Has lisas finas a 300 rs. o covado.
Ditasdequadrinhos-ede flores a 400, 500 e 600 rs. o covado.
Suoeriores organdvscom listas de seda, os raaismodernos que tem vindoa VernamBuco.
Lindas-cassas de cores de superior qualidate a 400,500 e 640 rs. a rara; assim
Como!unfvariado softimento de percales, bitas francesas a 280,320,400, "500 e 640 rs. o covado, outras multas aaendas que
seria enfado_ho mencionar.
PARA IIOUIIUOS BE SBIMORAi.
Manteletes de seda pretos a 18.
Capas osetas de grsa 255, 305 e 355.
Ditas amito superiores a 405, 455 e 505-
Superiores santiembarques de casemira.
Ditos ditos de.lindas'laazinhas lisas e de quadros.
Ditos de seda pretos e de cores.
Ditos de tnusselina de seda chineza.
Superiores manteletes de torcal preto.
Lindos chalesde musselina e-de chally matisados com listas de seda.
Novos chales de torcal e outros muitos artig06 modernos.
PARA CABERA BE SEIHORA E HERIMOS.
Superiores enfeites de flores, gostos os mais modernos em Paris, chegados pelo ultimo vapor francez.
Lindos chapeos de pal ha da Italia enfeitados com omito goslo, a Imperatnz ea \ aleroy.
Ditos de pallia para menteos e meninas.
Eemeio^rSbrges e estreitos, tiras bordadas largas c estrella,, tiras de fustao bordadas para calcas demeninas salas
bordadas e outros muitos artigo! de gosto por precos mais commodos do que em outra qualquer parte : na na do Crespo n. 13, toja
das columnas de Antonio Correia de Vasconcellos 4 C.
NOVO ESTABELECISIEMO
DE
Antonio Ignacio llrlor
Na ra Nova n. 24
Se fazem eneanamentos de pennas d'agua da
companhia Beberibe muito bem feitos pelo preco
muito barato, assim como toda qualquer obra de
lalo, cobre, eslanho, chumbo, znco, folha c ferro,
tambera tem venda bombas do melhor systema,
pelo prego de 16500 cada urna, e vidro deespelhos
e de vidraca.
LOTERA.
CAS4 D4 FORTUNA
O abaixo assignado faz sciente ao respeitawl
[lubllco que vendeu nos seus muito afortunados bi-
lletes garantidos o bilhete inteiro de n. 235 cem a
sorte de 5:0005000 e outros muitos de 1005000,
405000 e 205000 da lotera que se acabou de ex-
trahir a beneficie do Gymnasio, e convida aos pos-
suidores de ditos bilhetes virem receber seus
Mi O QUEIM4D0 \. 3
-oja do belJa-Hor.
Facas para meninos.
Vendem-se faquinhas para meninos a 240 rs.,
ditas do balanco de ura boto 280 rs. o talher.
tira va tas para senhora.
Vendem-sc gravatas para senhora a 500 640
800 e 1520O.
Filas para debrum de vestid.
Vendem-se fitas para debrum, de linho, a 240 a
- Deseia-se saber nuera a no** nne tem n I re,sP*c.liv?s Premios sem descont algum em sen peca com 10 varas, dita de 15a a 800 e 15, dita do
ueseja se saner qutm t a pe*w4a que ton o. estabelecimenlo da Casa da Fortuna, ra do Cres- seda a 15200.
direito de receber os foros, com relacio ao sitio na ; p0 n. 53,
estrada do Luca, pertenecnte a Antonio de Souza'
Rangel; e roga-se a quem se julgar nessas cir-
[ cumstancias, e nesse direito, se aprsente em sen
proprio interesse na ra da Gloria n. 80, dentro do
' praso de 8 dias, a contar deste, mesmo a fim de
O mesmo tem exposto venda em sua dita casa
e as outras do costume, os novos e alortunados
bilhetes garantidos da segunda lotera extraordina-,
ria, cuja sorte maior de 10:0008000, a beneficio I
da Santa Casa da Misericordia, que se extrahir a'
t nao se clamar ignorancia nem poder allega-la, 6 de novembro prximo, e as sortes que obtiverem
a proposito de qualquer negociaco que por ventu- sero pela mesma forma pagas,
ra se naja de fazer sobre este sitio. Precos.
Bilhetes inteiros..... 125060
Meios bilhetes...... 65000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 115200
Meios......... 55600
Manoel Martins Fiuza.
Alleiico.
lina do Queimado n. IO lo-
ja de Ferro & .Hala
vende-se nova e linda fazenda pro-
pria para vestidos de senhora e roupa de
meninos pelo diminuto preco de 300 rs.
o covado.
Criado.
15200.
Pennas de ae ie linea.
Vendem-se caixinhas de pennas de ac de 200
rs. a 15.
Lia para bordar.
Vende-sc la para bordar, de cores claras, a
65800 a libra.
Bonecas de [choro.
Vendem-se bonecas de cera a 800 rs. e 19, ditas
com mascara de tirar e botar a 640 e 800 rs., ditas
sem mascara a 200, 400,500 e 800 rs.
Colheres de metal principe.
Vendem-se colhes de metal principe muito finas
l_> 2>K00 parach, ditas pari sopa a 25000 e
45800, concha para assucar a 65400-
Facas e garfos.
Precisa-se, para alugar, do um escravo que | Vendem-se facas e garfos a 25800 a duzia, ditas
faca o servico de casa e trabalbe de enxaia: quem cravadas a 35, ditas de cabos pretos a 25200-, ditas
o tiver, queira dirigir-se ra da Impe atriz nu- de cabos de balanco com 2 botoes a 65800, di'as
mero 62. para doce a 55600, ditas de um Uotiio a 6, ditas
- para doce a 55.
Aluga-se pelo tempo da festa urna casa sita
Habidos bordados.
Vendem-se babados bordados proprios para saa
^^^S^^n^rwT* *abinete "dependente'da casa: os prndenles ou calca de meninas a 400 rs. a"
eripSo dirijam-se ra Direita n. 10, primeiro andar. Chicote para caval
.^'^S^^S^^t?!t
Precisa-se de urna ama para continuar
e concluir a amamentaco de urna enanca :
na ra estreila do Rosario n. 31, terceiro
andar.
D-se dinheiro a juro
n. 12, taberna.
ailar.
no pateo do Terco
Aluga-se um sitio na ra de S. Miguel dos
Afogados, junto a fabrica de sabio, com boa casa,
estribara, qnartos para pretos, muitos arvoredos
de fructo e baixa de capim : a tratar na mesma
tira,
para ca alio.
Vende-se chicote para cavallo, para os amantes
que passam festa a 640 e 15.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora muito finas a
254OO a duzia, ditas para meninas a 25.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada a 15200, dito-
iP*
1 d^T^n 0|Q3gUonfo?nad?!'rrP0,S^rri0 E? *> **> ** <1<>us PrtfiM de ferro junto a igre-1
1 taWJu \^ftS5.A Ih, L ja de S. Miguel, com Manoel Jos da Silva Grillo. -
mim n. 10, cuja casa esta pintada e caiada de no- '------------5i----------------------------------,----------- adamascado a 900 r
! vo : a tratar na ra Direita, loja de ferragens n. | Desappareceu na noite do da !. do mez de .. --------
73, ou na Capunga, (porto do Lasserre), defronte outubro um cachorro mglez muito grande e longo, I .i*eiopcs ae anersas quai aaars.
1 da casa da Sra. viuva Carvalho. de cor amarellada : quem o recolheu, quira man-1 > endem-se a velones brancos a 800 rs., ditos de
da-lo entregar no Corredor do Bispo, por|ao de fer- coresa 640, ditos para carto de visita a .>O0 rs.,
ro que tem lampeao do gaz, que sera" bem recom-
pensado.
EXTIJVGUEiU-SE
AS FORMIGAS.
Com oempregodas velas mixtas compostas de
ESTRADA DE FERRO
DO
Itl < 11 i: A fk FRAMCISCO
Do dia 8 de novembro de 1S3, al segundo aviso, as horas das.
partidas dos trens sero reguladas pela tabella segiiinte:
3mp3j
Cinco Ponas
Afogados .
Boa Viagem
Prazeres .
Ilha. .
Cabo. .
Ipojuca .
Olinda .
Timb Ass
Becada .
Frexeiras .
Arpib .
Ribeiro. .
Gamclleira .
Cuyambuca.
Agua Preta.
I'na .
S'iiipJS.
I'na......
Agua Preta.
Cuyambuca.
Gameteira..
Riberao. ..
Arpib.. ..
Frexeiras ..
Escada ..
Timb Ass
Olinda ....
Ipojuca.. ..
Cabo.....
Ilha.....
Prazeres. ..
Boa Viagem
Afogados ..
Cinco Ponas
TROS PARA O INTEBIOB
Dias de trahalko
Passagi'iros
Ja 1.4. a
3.cl>e.
SASIIU
8
8
8
8
8
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9
9
9
10
10
10
11
II
II
12
12
U.
0
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18
33
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0
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33
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45
3
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40
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Mcrcadoha.s
t! parucgi-i
ros ilo 2. e
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TARDE
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30
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,|(. |. 9.*
3 thlIBi
TARDE
.
15
23
.M3
40

15
Ooiiitugiis e
tliilMHiluto*
Companhia fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antouio Luiz de Olivcira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
COMPRAS.
i ingredientes taes que, estes daninhos insectos aspi-
rando urna s vez a fumaca deste lethal mixto,
morrem inevitavelmente -,o'que nao acontece com
as velas mixtas comrauns, as quaes longe de mata
rem pela fumaca, obram pelo excessivo calor, o
que as torna canssimas, attento exigir duzias para
o effeito de urna s, das do systema do fallecido larf>ra do Rosario n. 34, botica,
pyrothechinico Rufino. Para amostras e cncommen-
.das no oitao da secretaria de polica, armazem da
bola amarclla.
Compra-se urna ou duas escravds que nao mr-
excedam a 30 annos, que saibam cezinhar e en- '
gommar, e que naolenham vicios: a fallar na ra
ditos pretos a 800 rs.
Tendo recebido ricos apparelhos para senhora,
de mousacos e camapheos verdadeiros, vendem-se,
de mousaco a 65300, dito de camapheo a 135-
Domius e visporas.
Vendem-se dminos muito linos a 15100 e 15400
e visporas a 800 e 15.
Compra-se um carro em bom estado, de 4
rodas e com 4 assentos : na ra da Cideia n. 33.
Passagriromle I.', 2.*
e 3." classe.
MANIIAA
II.
/
7
8
8
8
8
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9
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M.
45
53
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10
32
45
1
15
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4i>
6
23
41
1
18
38

30
38
48
55
17
30
Tni.XX DO INTERIOR
Rebate-se
notas das caixas filiaes do Banco do Brasil, bilhe-
tes premiados das loteras do imperio e estrangei-
ras, com tanto que nao tenham cahido em pres-
cripcao : no armazem da bola amarella, oitao da
secretaria da pol icia.
O abaixo assignado, tendo justo e contiatado
vender ao Sr. Antonio da Cruz Ribeiro a sua loja
decalcados sita na ruado Livramcntou. 35, faz
sciente pelo presente ao respeitavel corpe commer-
cal, afim de eyiiar duvdas futuras. 5o cntanto
se alguem julgar-sc credor da mencionada loja,
pode apresentar-se no praso de tres dias, a contar
da presente dala. Reciie 30 de outubro de 1863.
Francisco Xavier de Athayde.
- O Sr. Salus iano Cyriaco le Sou*
ta que mor. na Capunga, tem 11 ni 1 car-
ta nesa typographi.
BA1CO L \ I IO
ESTABELECIDO NACIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azcvedo & t'.
Saram por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimhra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Rcgoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves 'e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Um preto.
Compra-se um preto de 3o a 4o annos de idade-
na ra do Crespo n. 17, loja.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
a de bilhetes.
Compram-se barriquinhas quo serviram de
bolachinha americana a 300 rs. cad 1
travossa da ra das Cruzes taberna n.
6.
urna : na
Dias de trbalho
l' Mageirui
I- I ,8. e
3 clattt.
MAM1AA
I). M
40
54
17
25
36
45
Morcado! 1.1
e |i;is-.i. ti-
ra* ie -2. r
3. el.,-.-.
51 \MI % N
'auMftefro*
i 1.. >.
3 1 ...-
TARDE
H. 1 m. iTT-'MT
s
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Id
tu
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15
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46
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3
5
17
30
43
0
3.
42
52
(i
dia MaiiloN
Passageiros de 1*, 2."
e i' claese.
MANHAA
II. M
3(1
43
5
12
22
3(1
TARDE
II M
.N. B. as segundas-feiras e sabbados o trem mixto de earga c passageiros nao_ partir
Caraeleira, mas sim da Escada para Cinco Pontas s 10 horas e einco minutos da manhaa.
?. Auslin, superintendente interino.
PRESTEN TODA ATTENCAO
PROTEJAM TODOS
de
Francisco da Silva Car
dozo fnz sciente a todos os
seus dtvedores que nesta
d ta tem autorisudo ao
Sr Antonio Jos d* Si-
queira para liquidar to
do o activo da sua casa,
portanto seus devalares
?e queiram entender com
\ mesmo senhor respeit uo
! pagamento de seus debi
[tos no prazo de 8 dias, e
pode ser procurado na
ra do Imperador n 0
ttecife, 23 de outubro de
1863.
:3IImflJI3$fl3JBlJl
Contina a haver pao de senteio novo nos dias
quartas e sabbados de cada semana, na nadara Novo n. 12.
rz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas- ?-?,"*? "?"de,ra5 na rua do Apoll
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira sc0unoo aunar.___________________________
para o Remedio, e no armazem progresso, largo ... Coilllll'a-SC CObl'C lato V(\lllO
da Pcnha n. 10.
armazem de l'azendas bara-
tas de Sanios C'oelho
BA-DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GUINTE :
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 25000.
Lencos
de panno d< linho a 25000.
Lences
de bramante de linho fino pelo barato preco de
35000.
Lengos de eassa
brancos, finos proprios para algbeira pelo baralo
preco de 25000 e 25400 a duzia.
I Fil liso Gno
pelo baralissiino preco de 680 rs. a vara.
lladapolo uno
pecas de madapolao largo superior pelo barassi-
mo* preco de 85000.
Ricas saias
de fustao a 55300.
Pecas de brelanba
, de rolo com 10 varas propria para saa a 35200.
Peras do cambraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato precio de 105000.
Ilramantf de linho
fino com dez palmos de largura pelo barato proco
' de 25300 a vara.
Toalhas alrorhoadas
Anda est por alngar-se o segundo an
dar do sobrado n. 44, em a rua da Auro-
ra : quem o quzer dirja-se esta mes-
ma rua casa n. 10.
. na rua da C.adcia do Kecife n. 36,\ pri-
meiro andar.
Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da rua Im-
penal, e o armazem n. 4 da rua de Apollo : na rua
da Aurora n. 36.
YENDAS.
Padaria franceza.
Na rua da Imperatriz n. 50, padara franceza,
fazem-se todas as qualidades de bolos, sequilhos e
massas finas, preparam-se bandejas para bailes,
soirese casamentes, sendo enfeitadas pelo melhor
e mais moderno gosto, e recebem-secncommendas no becco do Ouvidor.
para tudo isso ; garante-sea pcrfeieao do trabalho,
boa qualidade das massas, e promptidao as en-
commendas, pois que para serem bem servidos os
freguezes, acha-se de taes oceupacoes cncarregado
um pastcleiro francez, asss perito em sua pro-
fissao
Aluga-se o primeiro andar da rua do Crespo
n. 23 ; a tratar na loja. __________________
Ra rua do Queimado n. 1
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano de Aguiar importante esiabelecmento um grande sortimentp
: Montarroyos e Joaquini
tarroyos.
Ribeiro de Aguiar Mon
saiUBOuq^j sojoqpiu sop sb5joj sb snpoi ap oiubd a oueid CJBd seaisnpj
jopeAoa o SJ008 b soaoa op sug sbssbo souwpuaA
OpBAOD 0 'SJ 00 B SBB/I S8JQD Op BJimSSBO 8p SBdBO
OpBAOO O -SJ O? B SBSSBQ
'SBJlUOq ii)in(ii si.i|i|;i
soui|Bd o ap ainBmeJH
oqni[ op BquBjajfl
'oquij op s.>>m,1\.|
i;.'in:.iq i:p,ts op
SOPBA03 0? 9 SB]UBm 'Biiod
sopepjoq
sojuuj[ sopiisaA ap saiJOQ
'S?0S c sojaid b3JO|oihb|v
Bjn8jB| Bmn op soepo8|v
sopBjsojnt soBpo8v*
B5od i'f$9fL
'8*9 'ffS '' aP saojodepenr
somis
soiioq ojmu sbb( op sajJOQ
sBp^pjoq sbibs
OB|Bq sbbs
-sonbJBquidiies
-seiajd sBdBg
m
-bji ap Bqied op sBni|9dBq3
oiso3 ojmai op soodBq3
sepa
'Bqneuiouv o
Bssms 'subj 'bjjoibi3ui op jniiajip uio sepaiA cnpaoznj op ojuarajuos opbijba o 0|joq mn
OBiBJjaooao soxa aa q 'ojuomiooioqBiso o[|oq ossa e sBJoqaos -SBtnxa uiBfojOJJ
-s{atj sazoonBJj saiodBpBj(-sa 'opuoiq op sopjjsoA sooa
socpoSiv i soi|U|| svv'i
UVlllA S3MI09 3S0r
aa
/('ii odso.13 op mi k sepuazBj ap oiD3mp9(9qe)S9 ajaeijodun o^
MMIDi 111 r:iLOH.I
17510953 II -011
OHHOMVHISa 3 SONVDHaWVNHadJ
Pede-sc aofir. Tobas de Souza Lima, acad-
mico, o favor de ir a gante Amaro a entender-se
co Jos Jacinino de Carvaltw sobre o negocio que
o mesmo sg.nnor nSo ignora.__________
~^PrR"ne-se 1Ufiro fonver. >W a missa <\?e
a rmandade a."den;ica da 9- S- do Bom Omsclho
na igreja do convento d?S. ^XSll t'
de, ter lugard'ora em diante, a.*4 ^f"Z Z?a
u>ras e meia
racao, naquelles mesmos dias s lo
da manhaa.
O Sr. Francisco Pereira Lebre queira vil .*
rua da Praia ns. 54 e >6 a negocio de seu interes-
se, e tambem o Sr. Francisco Jos Ferreira, o mais
breve quepoderem.______________________________
Pede-ss ao Sr. Jalio Pereira Maoso quando'
vier ao Recife o avM- de apparecer na rua larga (
do Rosario n. 34, botica.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
Sualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier: as ras do Crespo n.
8 OU do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Alagase urna c2* em Bebiribe ; a
traur com J. I. de M, o. na ruado
Trapiche, n, 34<
m-m
- O bacliarel Francisco Gomes Velloso de Al-
buquerque Lins tem o seu escriptorio de advoca-
da na rua do Queimado n. 41, primeiro andar,
frente para a praca do Pedro II.
Cozinheira.
Precisa-se alugar urna prctu escrava boa cozi-
nheira : na rua da Cruz n. 13, loja.
i___________________________________
A o n. 29.
Nova loja dos bartenos na rna do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o covado
35000, baldes de panno 35200, ditos de arcos
35000, 45OOO e 55000, las de duas larguras
para vestido o covado 500 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado 120 rs., tarlatanas de tedas as
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nora loja dos barateiros na rua do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 75500, cambraia
lisa muito fina a peca de 17 varas 105, cam-
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia adamas-
' cada para cortinado a peca de 22 varas 105000,
meias linas para senhoras a duzia 45000, chales
de laa ponta redonda 325500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Queimado.
Bicos pretos de linho a vara 120, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de algodao e de laa para enfetes de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas a 400, botoes de seda
de velludo e de fustao duzias 120.
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
em S. Jos do Mangunho, com boa casa de sobra-
do, esteirada, quartos para erados, esribaria,
fructeiras, baixa de capim : no mesmo sitio se di-
r quem trata do aluguel.
Furtaram na noite do dia 10 do corrente dous
cavallos pertencentes ao Dr. Francisco Caldas Lins,
do cercado de seu engenho Siqueira, na freguezia
! do Ro Formoso, com os signaes seguintes : um
mellado, cauda e dinas pretas, castrado, grande,
gordo, os quatro ps pretos at cima, sem anda-
res, porm de sella; outro rodado sujo, cauda e 1
dinas pretas, bom tamanho, grosso, castrado, rea-
i do pelos peitos por ter sido de roda, ama baixa :
em um dos lados das costellas, meio corcunda e de
carga : quem der notcisrdos mesmos cavallos ou
os entregar a seu dono no referido engenho, ser
recompensado com a quantia de 50 a 1005.
Na travessa dos Expostos, sobrado n. 16, pri-
meiro andar, apromptam-se bandejas de boljnhos
para bailes e casomentos, muito em conta, com
suas armacoes, e boqueis de era vos e rosas; na
mesma casa tem para vender floras para festas de
igrejas, ditas finas para senhoras e meninas; tam-
bem tem velas de carnauba muito boas de 6 e 14
em libras : quem quizer, dirja-se dita casa, que
tudo mais barato. d iue em outra qualquer
parte.
ALIGA-Sh A LOJA DE 3 POUTAS.
Aluga-se a loja de 3 portas, na rua do Cabugal
n. 20; a pessoa que precisar, pode procurar as
chaves no mesmo correr loja n. 4, o aluguel por as quaes se vendem barato, um bello sortimnto
mez 505000.
AnracM
Compra-se urna escrava jue saiba
perfeitamente engommar, csiiliar e
fazer todo o miis servico de ima casa
de familia, smdo moca c de boa con-
duela : quem tiver dirjase rua da
Imperatriz n. 4Q.__________J_______
Compra-se urna casa terrea do podra e cal
at 1:0005 : na rua da Praia, primeiro andar nu-
mero 47. _________^___________1_________
.No hotel da Europa
compra-se um escravo de 20 a 30 anhos para o
servico dos quartos do mesmo hotel : quem o tiver |
nestas circunstancias, trate na rua do \Trapiche para mao pelo baratissimo preco de .>0U0 a du-
zia.
Aloalliado de linho adamascado
proprio para toalha de mesa a 25500 vara.
.llflfldo monslro
' com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco
de 15000 avara. 1
Cortes de calca
de ganga amarclla de lista e de quadro fazenda >u-
' perior pelo baratissimo preco de 15200 o corle.
Lanzinlia de quadro
[ de gosto nteiramente novo pelo baratissimo preco
de 480 rs. o covado.
Peras de cambraia de salpicos
lina com 81/2 varas pelo baratissimo preco de -5.
Pecas de cambraia de forro
pelo baratissimo preco de 25200.
Esleir da India
para forro de sala de 4. 5 e 6 palmos de larcur.i.
I__________________________________________
l'.lii'iiilo pelo \apor:
So para o vigilante, rna do Cres-
po n. 3.
Al que chegarain as muito deeejadas cascarr-
Ihas de. (odas as cores com urna lilinlia de velludo
' no "entro, cousa muito elegante para enfeite, assim
1 como de outras qualidades, e procos muito razoa-
' veis : s no vigilante, rua do Crespo, 11. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas bonecas de todos os
tamannos, vestidiiihos ricainenti enfeitados, cada
um em sua caixinha, propriamente para 11111 deli-
cado mimo, por baratissimo preco : s no vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Para os senhores liarhareis.
Chcgou tempo a riquissma lita de chmalo!
para cartas dos senhores baehareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sintos : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Peutea de marrafa.
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
Ruado Trapiche n
Vendem-sc 2 billiar s.
2.
Vende-se una escrava crioula, sadia, boa fi-
gura, cosinha c engomma com pcrfeieao: a tratar
na rua das Cruzes n. 22, segundo andar, entrada
Vende-se um cavallo rozilho bastante gr;
de, bom andador de baixo a meio : a tratar
travessa da Trompe, sitio n. 2.
PAKt BAILES
Rua do Queimado numero \
Laja de Augusto Porto.
Chcgou pelo ultimo paquete da Europa est
de enfeites, o mais moderno que ha na Europa,
sendo muito proprios para baile, um lindo e varia
do sorlmento de chapeos do palha de Italia para
senhoras e meninas, luvas brancas de pellica, ca
pas de seda bordadas e enfeitadas com mangas el
sem ellas, muito boas esteiras para forro de salas,
, de camisas inglezas de linho a 40 e 425 a duzia,
colarinhos bordados para homem, camisinhas para
senhora, capas de casemira de cor escoceza, e ou-
tras muitas fazendas, que tudo se vende muito ba-1 marrafa com pedrinhas,os lindos pentes "de regado
rato, chapeos de sol inglezes a 85 10 e 155, cha-! para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios
peos pretos para homem e brancos de castor, ven-
Declara-se que ninguem faga negocio com The- dendo-se os brancos a 65: freguezes, venham, an-
reza de Jess sobre urna escrava de nome Eugenia, tes que se acabe._________
que sendo o bem nico deixado pela senhora dclla j "~"
Rita de Souza, est sujeitaao pagamento do dividas VTT E 1 %( )-
de tratamento e enterro da mesma senhora.
Aluga-se o secundo aml.ir do
sobrado da rua da Cruz n 40:
a tratar uo armazem do mesmo
sobrado.
Xa padara da rua da Senzalla Velha n. 84 ven-
de-se muito boas bolachas, proprias para escravos,
a 25800 a arroba.
( arrocas
para baptisados, meias de seda para senhora, fitas
de la para debrum, lita de linho, trancas de laa,
de linho e de seda, luvas de seda e pellica, e fio de
Escocia e camurca, alnetes de cabeca chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura, fivelas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, llores de todas as qualidades, caixinhas
com pastilhas de perfumara, abafadores de la
para senhora, toucas c sapatinhos de la, pulsciri-
nhas de borracha para segurar manguintos, fitas e
cordes de borracha, sabonetcs redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamados, clcheles
Vendem-se tres carracas novas para boi, muito
bem construidas, tanto de madeira como de ferra- pratiados muito finos, retroz de todas as qualidades
gem, e urna dita para cavado, com algum uso, retroz em carretel c em novello, e de meada, de'
tudo por prego commodo: a tratar na rua do Sebo todas as cores, cscovas para dentes, ditas para rou-
Aluga-se a casa terrea na rua de S. Miguel n. n. 54, taberna. / pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de todos
94, na povoago dos Afogados, com commodos para i ------------------------------------------------------------: 0s precos, e outros mais objectos, que se tornara
familia, em muito bom estado, pelo diminuto preco | ._ % enaem-se enfadonho annunciar, e vista dos freguezes pro-
' mette-se fazer todo o negocio: s no vigilante, rua
Vendem-se
de 85 mensaes: a fallar nest "cidade, rua da Pe- quejos de Minas, ditos de prato e flamengos, ma
Eas. peras, nvas, manteiga ingleza, cha e rap de j0 Crespo n. 7.
isboa, e muitos mais gneros os mais superiores'
possives : na rua do Imperador n. 28, taberna do
Campos.
Na rua da Alegra n. 7 alugam-se duas es-
cravas, urna sabe cozinhar, engommar, ensalmar e
comprar, e a outra sabe fazer o mesmo, menos en-
gommar_____________________________________
Venrate! orden terceira de S. Francisco
do Recife.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 36 da
rua eslreita do Kosario, pertenecnte ao patrimonio
da dita ordem : os pretendentes dirijam-se ao cha-
rissimo irmao ministro o Sr. Joaquim Mauricio
Goncalves Rosa.
Secretaria 29 de outubro de 1863.
Jos Goncalves Malveira,
\________________Secretario.__________
Aluga-se urna das casas terreas situadas na
estrada do Chora-menino ao entrar da ponte peque-
a, com os seguintes commodos: 2 salas, 4 quar-
tos, cozinha fora, quintal murado e cacimba: a
tratar na estrada do Hospital Portuguez, sitio n. 1,
ou no pateo do Carino, sobrado n. 2, primeiro
andar._____________________________________
Furto de relogio.
No dia domingo 23 do corrente mez de utu.bro
Uvros de moral.
Exame de confesaores.
Cunlite.
Larraga.
Obra do Monte.
Na rua do Imperador n. 15.___________________
Farclo e frrinha.
Vendem-se saceos grandes com farelo e farinha,
tudo da melhor qualidade, a 45, 45500 e 55, assim
como saceos com farinha para animaes a 35 : no
armazem da aurora brilhante tr. 84, largo da Santa
Cruz.___________________________________________
I O rs. a libra ou 40OOO
a arroba.
Vendem-se fatias de bolo sovado a 160 rs. a li-
bra, e sendo de 8 libras para cima a 45 a arroba :
na rua da Matriz da Boa-Vista, padara n. 26.
Para passar a festa.
Vende-se a casa denominada-casa amarella, si-
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na rua do Vigario n.
19, primeiro andar.______________
Vende-se tinta superior para ailar roupa, a
25000, cada garrafa e 15000 as meias garrafas;
na Rua-Velha n. 93. Com urna garrafa, nma
familia aila roupa um anno inteiro.
Kua da Senzalla Kova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Vende-se um preto com offlcio de pedreiro,
i de boa conducta : quera o pretender, dirja-se
! rua da Aurora, casa de quina onde tem o estabele-
; cimento de funileiro, terceiro andar.__________
roubaram da gaveta do balcao da taberna da rua mada em um dos melhoros lugares do Arraial,
da Concordia n. 34, as 3 horas da tnrde, um relo- com bastantes commodos para familia, quartos
gio de ouro patente suisso com corrente, dous si- pata escravos, estribara, etc. : a tratar na rua do
netes e duas chaves tambem de ouro : quem do Mondego n. 47, padara. _____________
mesmo der noticia ser gratificado por seu legitimo
dono, no becco da Car val ha n. 1, ou na rua da Pal-
ma n. 7, taberna.
ty padara do Poco da Panelia se alngam
carro para passeio e cavallos de 41a, tudo por
preco rommodo,
Vende-se ura boi manso para carroca ou car-
ro da alfandega, o qual est muito gordo: a tra-
tar na Capunga, rua das Crloolas n. 31.
Vacuas
25acaixa : na roa Nova n. 8.
S_M
Atlencao do respeitavel publica
Para a grande pe< hincha
Custodio, Carvalho d_ c, rna do
Queimado n. 19.
Offerecem ao respeitavel publico a mais fina de
tedas as cambraias tanto em desenhos como em
tintas sao as verdaderas organdys da India che-
gados a esta capital pelo ultimo vapor inglea. A
grande quantidade que recebemos faz com que a
vendemos pelo baratissimo preco de 300 rs. cada
um covado, venham ver para desenganarem-sese*
grande pechncha so na rua do Queimado n. 27
1
I
ILEGIVEL
J
s



Diarlo de Pernanifouco ftegunda letra 9 de Xovembro de 183.

GRANDE EXPOSIQaO
de fazendas baratissimas que se ven
dem para liqaiilar ; na loja do Pa-
vo, roa da Imperatriz, b. 60.
Neste estabelecimento acha-se um grande
e variada sor ti ment de fazendas, tanto de
luxo, como de primeira necessidade, pro-
prias para a praca e para o matto, que se
vendem por precos rauito resumidos, de to-
das as fazendas dlo-se amostras, deixando
ienhor, ou mandam-se levar em casa das
amiliaspara escolherem, pelos caixeiros da
loja do Pav3o.
Las com O palmos de largara
na loja do PavSo. l400.
Vendem-se laazinhas transparentes de urna
s cor, de quadrinhos proprias para capas
e vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo
baratissimo preco de 10400 o covado; s
na rna da Imperatriz n. 60, lojado Pavao.
O PavSo vende ISas de 4 palmos
de largnra a 500 rs.
Vendem-se laazinhas infestadas, sendo das
mais modernas, de urna s cor e de qua-
drinhos, proprias para vestidos e capas, pelo
baratissimo preco de 500 rs, o covado; di-
tas matisadas, fazenda muito fina a 500 ; di-
tas garibaldinas a 440rs.; ditas dequa-
dros a 360 e 280 rs.: s na loja do Pav5o,
ra da Imperatriz, n. 60. de GuimarSes &
Silva,
Laazinhas a COO rs. o covado.
S Patio.
Vendem-se laas de cordozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
ascresseguinles: alvadia.cr de caf.rxo
escuro, claro e pretas, proprias para luto ;
ditas transparentes com palminhas, pelo ba-
rato preco de 280 rs.; ditas infestadas de
quadros a 280 rs. : s na ra da Imperatriz,
n. 60, lojado Pav5o.
GRANDE PECHIRCHA
O rs. na loja do Pavo.
Cassas a 210 rs.organdv a 210 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
240 rs. o covado ; organdy matisado, pa-
dres muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a I#000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida.ou 360 rs. o covado, por haver grande
porco: na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do PavSo, de Gama de Silva,
\ova pecblncha de cortes de
cambrala na loja do PavSo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos
com babadosa 20500; ditosa 30000; ditos!
a 44(000 ; ditos chinezasa 4000o ; pecas de;
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a
33000; ditas lisasbrancas e decores a 20500,
3.5000, 30500, 45000 e 54000 pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e meia
cada urna, sendo brancase de cores, a 30500;
ditos a 2^500; pecas de cambraia para cor-
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas cada peca a 90000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavo, ra da
Imperatriz, n. 60, de Gama Silva.
O Pavo vende chales
A 20000, 23500, 33000, 53000, 63000.
73000, 8,000 e 103000.
Vendem-se chales de merino estampados,
claros e escuros a 23, 23500 e 33000; ditos
moilo finas de lodos os precos e qualidades, j
tanto de ponta redonda como quadrados ; i
assim como nissimos chales de crepon com
cores inteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo;
vapor a 103000 ; ditos de pello, bordados,
a 23 s na loja do Pavo, ra da Impera-1
trh, n. 60.
Ascaserairas do Pavo Infesta-
das a igttOO.
Vendem-se casemiras francezas enfesta-
das, proprias para calcas, coleles, palitos, j
e capa para senhoras, por ter de urna s [
cor, sendo fazenda que sempre se vendeu
a 33000. liquida-se a 13600 o covado : sj
na loja do Pavo,
4-randc pcliint-lia rm chapeos
de sol na loja do Pavo.
Vendem-se chapeos de sol, a ingleza, sen-
do cobertos de linho e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar a fes-
ta, ou para meninas levarem para a escola,
pelo barato preco de 1360 ; ditos marque-
zinhas, de seda com franjas e cabo de do-
brara 33000 ; ditos de seda para homens,
sendo com armaco de balea a 63 e 73, isto
para apurar dinheiro : s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz, n. 60.
Caxemiras da Escocia a gOO
o cOrte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-
cia, para calcas, pelo barato preco de 23,
tendo da mesma fazenda para vender em
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui-
to encorpada a imitaco de caxemira, e ga-
rante-se que nao desbota. Tambem se ven-
dem cortes de caxemira ingleza, d cores
escuras para calca pelo barato preco de
1*800 cada corte, ou a 500 rs. o covado :
s na loja do Pavo, ra da Imperatriz,
n. 60.
Madapolo Infestado a 4$000
Si 0 Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo infesta-
de com 12 jardas a 43000, ditas a 43500,
ditas com 24 jardas a 7350o e 83000 : s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz.
n. 60.
Ricos vestidos francos.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
mais modernos que lem vindo ao mercado,
tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
baratos precos de 103, 123 e 16 : s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz, n. 60, de
Gama & Silva,
| o covado ; fustao para vestidos e roupinhas
de meninos, a 320 rs. o covado; alpakin ou
gurguro de linho, a 26Q rs. ; ganguelin,
urna s cor, a 320 rs. o covado; toalhas do
linho adamascadas para rosto, a 13; vestua-
rios para meninos e meninas, a 13600 e 23;
tiras bordadas e entremeios, mais barato que
em outra qualquer parte: tudo isto p-
chincha e veode-se para liquidar: na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavao
de Gama & Silva. '
(rosdf naplfs a 1:500 rs., na loja to Pavo.
Vendem-se grosdenaples preto muito boa
fazenda, a 13500, 13600, 13800 e 23: s
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Para luto vende-se na loja do
Pavo.
Vendem-se finissimo selira da China, fa-
zenda sem lustro, proprio para vestidos t
senho:as, para capas e roupa para homem.
tendo esta fazenda 6 palmos de largura <
sendo muito leve, vende-se pelo baratissim
preco de 23200 o covado, garantindo-se qut
nao se torna ruca, e vendem-se nicamente n;
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60:
Cortes de chitas a 2:000 e 2:500 rs.
Na loja do Pavo veude-se crtqs de chitas
inglezas, tendo 10 covados, a 23. e com
12% covados, a 23500, sendo todas de pa-
droes escuros: na ra da Imperatriz n. 60,
de Gama 4 Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba em saccas, por
preco muito em corita, ou mais barato do
que em outra qualquer parte : a tratar na
ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama A
Silva,
"Sedas de quadrinhos a 800 rs. s o
Pavo.
Vendem-se as mais delicadas sedinhas de qua-
drinhos, muito miudinhos, sende proprios para
vestidos de senhora e roupinhas para meninos e
meninas, sendo fazenda que sempre se venden a
IfioOO e torra-se a 640 e 800 rs. o covado, e sedas
brancas lavradas, proprias para vestidos de noivas
a 800 rs. e covado : s na loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Kicos vestidos de Southambac, vende
o Pavo.
Vendem-se os mais modernos vestidos a Sou-
thmbac, com barras de seda pelo diminuto preco
de 10,5000 cada um : s na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grande pechlncha de las a
3SO rs.
Vendem-se as mais modernas laazinhas matisa-
das para vestidos de senhoras e meninas pelo ba-
ratissimo preco de 320 rs. o covado, por ter che-
gado urna grande porcao desta fazenda loja do
Pavao, assim como se vende outras mais finas com
desenhos miudinhos a 360 rs. o covado : s na
loja do pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.________________________________
Os Casos
OS MAIS A6GRAVAMI!
F.
D'imia pertinaz iiracao
DE
ESCRFULAS,
O ERPCOES ESCROFULOSAS,
Ulceras de teda i especie.
SYPHILIS. OU MAL VENREO,
TUMORES,
Bfenllieoes,
BERTOEJAS,
OPKTHALMIA,
Hydropisia,
Empigens,
HERPES,
Ifiartros,
ERISIPELAS
ESCORBUTO,
Ti ii ha,
OHAGS ANTIGS,
Rreumatsmo ChroaiCQ.,
DEBJLIDADE (ERAL,
Nervosidade, Nevraliias,
FALTA DE APPEWE, FJSIW,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
lilil i FIES I8MS,
Retenrao das trinas,
lvMACIAgAO,
Ou emmagrecimento (/eral do corpo, prove-
niente do estado vicioso do sangue,
EFLAKWCOES chronicas,
Affeces Chronicas do Figado,
ASSIJI COMO TODAS AS MAIS BIMILHAKTES MO-
LESTIAS, IMtlXCII'ALMK.VTE Qt'ANDO SAO
CAUSADAS, OU PKODU>.IDA8 PULO MU
i.ivkk uso do Mercurio ou
QbMiwo,
Vuim ramo tninbrm polo frrqiienK- aun da Ali-
SEMCO e entras prrpnraffea Mlseraea i
Todas estas Enfermidadoa prompta e efficai
mente cedem benfica, poderoza e
purificantes qualidades da mu
justamente afamada
SiLSiPSRRIIJH DE BRISTOL.
SEJM. SEGUIDO.
QUINQU1LHARIAS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, tojas de
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, poislodaseo garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodao de to-
das as cores a....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a.....- 1010*'
Carritel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balSo 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de colla....... 80
1 libra de 15a sortida.....4)5000
I libra de 15a muito superior em co-
res e qualidade......70000
'ares de botoes de punho a ... 120
'ares de sapatos de tranca .10280
)itos muito superiores, a 10600
iaixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ...,".... 600
Ouzia de meias muito finas para se-
nhora a........30500
Duzia de ditas cruas para homem a 2*" 400
Baralhos muito finos para voltarete a 300
Carrilera de linha com 100 jardas a 30
Cartoes de linha branca e de cores a 20
Novellos de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Cartoes de linha com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita prela com cohetes paraBj?*'
vestido, e tem um resto parda a 100
NEIH NEU l YIIO.
Objeetos de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
qneimando tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attencSo para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garios muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muito
finas a.........30200
Dita dita dita de balanco, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nas a .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Cartas de alfinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lal5o muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
BAL
Vi Posto que domine no cora-
Co do BALIZA a mais bem en-
tendida ambicio de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando nao se negocia aca-
madamente, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
Lelam todos.
Ao armazem do BALIZA po-
dan ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura n5o
sejam do contento dos senho-
res compradores. Nao fica
resentimento algum em se tro-
car por outre, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Manter a todo o custo o seu
rdito, e agradar aos seus a-
migos e freguezes, todo o
desejo do proprietario deste
estabelecimento,
LEDEi LEDE! LEDE!
siempre a frente do progresso,
Constante marcha o BALIZA,
Tem por norte o bem commum,
A verdade por divisa.
u it i \ i m :
DE MOLHIDO
DE
Caixas de phophoros de pao
Grosa de ditos do gaz a .
Duzia de dito dito a .
Massos de palitos para dentes a .
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa.muito finas a 400,
500 e.........
10
20200
200
160
160
800
ADMIREN AS PECHINCHAS,
na loja do Pavo.
Ricos cortes de cambraia brancos com ba-:
bados e duas saias bordadas crox, tendo
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Jo5o da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
Fai-hilia de S. Matheus
Vende-se a bordo do patacho Industria, defron-
te do trapiche Barao do Livramento, a bem conhe-
bastante fazenda para vestido, pelo baratis- c^e farinha de s. Matheus, a melhor que
, i ,1*1 j dalli temos no mercado,
simo preco de H cada um; ditos de cam-,-------------,______________________________
braia de seda com barras e babados, a Hua da Scnzalla n.42.
20500, para acabar; cortes de vestidos a! Vende-se, em casa de S. P.JohnstondtC,
Maria Pa, sendo fazenda de bonito gosto, a sellins e silh5es inglezes, candieiros e casti-
30500; cortes de cambraia brancos com ba- caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
badinhos, a 20; enfettes para cabeca, sendo chicotes para carros e montara, arreios para
Garibaldi e a turca, a 4J; ditos com fitas carros de um e dous cavallos, e relogios de
e flores, a 20; camizinhas bordadas para ouro patente inglez. ___________
senhoras, a 10; manguitos de varios model- ----------------------p ,t'---------------------
los, a 400, 500 e 640 rs; calcinkas parai Bu tatas.
meninas, a 500 e 640 rs: golltahas bor-! ?ixas com duas arrobas de bauus desembar-
A*Am 140 c a SOO r *A an m,. <*&** do patacho Marta da Gloria, hoie, pelo bara-
dadas, a Wt a 5UU rs., sedas dequa^ u> preco de S^WO a cala : na ra o Miorim n.
djinhos, a 640 rs.; ditas de Ustas, a 4O0i^i^,o^rardVMadre de Dos n.*.
NILU SVA1 \1IIK
PECH1NCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sem segundo, ra do Queimado,
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver :
Duzia de sabonetes finos a 720
Sabonete inglez, o melhor, a 160
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., 400
Ditos de dita grande a 500
Ditos de Lavando ambreado, o me-
lhor, a........'500
Ditos de macaca oleo muito bom a 100
Ditos perola muito superior a 200
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........500
Ditos de banha branca a 320
Dilo de cheiro muito bonitos a 500
' Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........200
Ditos de opiata a 2^0 rs., e boa a 900
Ditos de banha japoneza a 800
I Ditos de banha transparente a 720
Ditos de oleo filoconne a 800
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objeetos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permitte.
Pares de luvas de algodao finas a 80
Caivetes de aparar penas, de I fo-
Iha a ........
Ditos de 2 ditasa......
Caixas de eolxeles francezes a. .
Duzia de dito francez a .
Massos com grampos lisos e de cara-
col a .........
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........
Grosas de botoes de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a .........
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a.......
Ditas de pos para den lesa .
Pentes de tartaruga a 30000 e .
Resmas de papel de cores a .
Largo do Uvraniento ns. 38 e 39 A
Defroiilc da grade da groja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
O incansavel proprietario do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
declarar do alto da imprensa pernambucana, que elle perfeitamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem escomidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a precos de contentar e satisfazer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
dedarar mui seria e pusitivamente nesta oportunidade, que tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade -e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ta-
rdo que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de interesses reciprocos, que ago-
dasas consciencias deve por forca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicarlo do seguinte aviso, o BALIZA faz saber nicamente
aquellas pessoas que sempre est5o promptas a comprarem tudo, com tanto que se lhes permita paga-
rem logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s compram os objeetos de que carecem, e que gostam i-
nalmeale de empregar bem o seu dinheiro venham a este estabelecimento.
liEIAH TODOS.
Do preco de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimenlos, podem os senho-
res freguezes diminuir cinco por cento, e vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho-
mem do movimento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por muitas vezes repetido.
45-RUA DIRE1TA--45
80
160
40
360
0 GALLO CANTA
J sabido que, quandoebega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsialiat para senhoras.
Riquissimas camisinlias com manguitos e gra-
vatinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de rauito gosto, eca primeira yez que appa-
recc para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guamicoes de pen-
COM A VARIA
Antes que se arabem
Custodio, Carvalho Se C, na
do 4|ueimado numero 8 9
l'echincha.
Pe^as de fil de linho Uno proprio para vestido
tendo cada pega 8 1|2 varas e pelo baratissimo
prego de i&otiO cada peca, tendo un pequeo to-
que de avaria de agua doce.
40
320
160
100
160
60
100
100
30500
20000
t6 de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Redes com lacinhos de fila.
Lindas redes pretas c de cores com um lindo la*
cinho de fita para conservar o cabello, pelo barato
prego de ti5300; assim como os novos enfeites pa-
ra cabega a 3000, i<5 e o#000 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores a
15500; assim como Uta propra para o mesmo ef-
feito a 300 rs. a vara : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Luvas de Joutin.
Tambem chegou e chegam por todos os vapores
20 grande sortimcnlo de luvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
Entremeios e babadinhos.
Tambem chegou grande sortimento de entre-
meios e babadinhos, que se vendem pelo baratis-
sima prego de 1*500 a pecinha : s no Vigilante,
roa do Crespo n. 7.
Fcelas para cinto.
Tambem chegou grande sortimento de lindas fi-
Vendem-se 3 casas terreas, novas, fres-
cas e baratas, tambem aluga-se, na ra
dos Prazeres na Boa-Vista : a tratar no
becco do Veras n. lo.
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?ellas de ago e'de metal com pedrinhase sem el-
Farlnna de mandioca ^ pei0 barato prego de 2* e 2500, dando-se a
Vende-se farinha da mandioca da melhor e mais fita para as mesmas : s no Vigilante, ra do
nova que ha neste mercado, no escriptorio de_ Ma- Crespo n. 7.
noel Ignacio de Oliveira & Filho largo do Corpo
Santo n. 19, ou abordo do palhabote Viamao, an-
corado no caes do bario do Livramento, junto ao
patacho Regulo.
Vende-se na praga da Independencia ns. 37 e
39, capellas de aljfar para se botar no cemitero
publico no dia de finados com as inscripgdes se-
grales :
Minha mi.
Meu pai.
Meu esposo.
Minha esposa.
Meu filho.
Minha filha.
Una lagrima.
Saudades, sempre vivas do apurado gosto desta
ainda nao vieram igual a este mercado.
CAE. DE LISBOA
Vende-se a 40000 o barril na ra
D.20.
0 GALLO CANTA.
J sabido que o gallo nao podia deiiar de can-
tar, annunciando a seus numerosos freguezes os
riquissimos pentes, que acaba de receber por este
ultimo vapor.
Isto qn*. pechincha.
Borzeguins francezes para homem a 5, sapatoes
de couro de Instre com borracha na frente a 4,
sapatos com salto de marroquim dourado e pretos
a 15500, sapatos de couro a 320 rs., de oleado com
salto a 640, borzeguins para senhora a 35 : na
ra dos Quarteis n. 22 junto a loja de fnnileiro.
as 2 S
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?Amn (b3!
Eta, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros ^ei-
xos do pessimo caleamento da nossa cidade l
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos___em tanto !
a quebradeira nao deve ehegar at este pon-
to I Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor.... attendei:
Borzeguins, Nantcs, bezerro e va-
queta 2 e meia solas ....
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. .
Borzeguins, francez ehamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........
Sapatoes, Nantcs, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas. ....
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......
Sapatoes, Nantes, sola e vira. .
Ditos para menina, com laco. .
Ditos de ditas, de cores. *. .
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. ... 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas 500
80500
80000
60000
5r>50O
50000
40000
3*500
2800
11I M
Apollo
Sitio para vender.
Vende-se um excellente sitio muito perto da
praga, situado na estrada de Santo Amaro para
Belem, com boa casa de vivenda, muito fresca, ten-
do o sitio excellente baixa para capim e horta com
muitas e boas arvores de fructo
dos Guararapes n. 28.
Cal de Lisboa e potassa da
Rassia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legitimos, e se vendem a prego mais barate do que
outra qualquer parte.
Charutos.
Vendem-se superiores charutos suspiros a l2O0
a meia caixinha, e outros de diversas marcas em
meias caixas a 600frs.: no deposito da ra Nova
numero 58.
Cal nova de Lisboa:
piche n. 9.____________
vende-se na ra do Tra-
Vende-se urna bonita escrava, com as quali-
dades proprias para ser apreciada, sabendo en-
-. gommar, cosinhar, coser e bastante moga, bem
trata-se na ra parecida; a tratar U travessa do Paraso sobrade
n. 18.
Ricos vestidos de fil branco bordados com
veo, capel la e flores proprios para as se-
nhoras noivas, os quaes se vendem a preco
razoavel por serem em primeira mao e che-
gados ltimamente de Paris por encom-
menda'propria : ra da Cadeia escriptorio
e armazem de fazendas n. 47.
\A 200 rs o covadol
tassas milita bonitas e finas
na rna do Crespo n. 17, loja de i
Jos Gomes Villar.
Vendem-se
grades de amarello para portas e janellas confor-
me as posturas da camera, para ver e tratar na
travessa do Poeinho b. 49, com o Sr. enrique
Jorge.
Vinho de Gtllres e Carincho.
Vende-se em ancoretas pequeas o especial vi-
nho de Collares e de Cartacho : a tratar no arma-
zem da roa do Vigario n. 7.
Yinho do Porto e parti-atar.
Xo largo do Corpo Santo n. 6, segando andar,
se vende o especial e particular vinho do Porto en-
garrafado, caixas de 1 e 2 duzias : a tratar no ar-
mazem da ra do Vigario n. 7.
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de ; no armazem de Tasso Irmaos, ru do
Amorim, n. 35.
(UL HK HMIOt
Vendem-se barrls com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje, e unlea nova, que ha no
mercado, na rna do Trapichen.
13, armazem de Manoel Teixri-
ra Basto.
AMA
Prccisa-se de urna ama que saba cozinhar : na
ra Nova n. 69.
Arauwni para alagar.
Aluga-se o armarem a. 40 da ra de Apollo,
com mais de 300 palmos de i g.todl) ^
berto e proprio paraquak pento por
terexcelte*
dosk
CHr3M|
j-

kuJi
mm






Otarlo t ifVrambuco *tgnada felra t de Xovpnibro de tS.
A AGUI1BANCA.
Recebeu por esse ultimo pagete:
Novas carteiras com as excellentes agitas
inglezas. *
Agitas parisienses tambera de excellen-
te qtialidade.
Trancelins finos de borracha para en-
Oar.
Botes prelos de velludo, maiores e me-
nores para vestido.
Transinhas brancas estreitinhas d'algodao,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos demadeira, osso e madre-
perla para limpar pentes.
Pincs para p de arroz.
As lindas fivellas com pedras para cintos.
Oulras de fino dourado e esmaltadas.
Outiasde madreperela.
Bonitos leques de madreperola com bou-
quet.
utros leques d'osso com bouquet.
Outros de plumas, com cabos d'osso e
mtreperola, e outros finalmente de snda-
lo e prelos.
Pentas de borracha, recortados, dourados
c com pedras para meninas e outros de tar-
turuga.
Meias de seda para baplisados.
Lindas louquinhas de .fil do tinho. cam-
braia-aselim, mui bemenfeitadas para crian-
cas. ..
Ligas de seda para senhora, e ditas para
manguitos, 011 meninas.
Livrinlios para notas
Novos tergos de cornalina, e eoral lapida-
do com cruz de prala etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de cryslal o papo,
com lisias douradas.
Tudona loja d'Aguia Branca, ruado Quei-
mado n. 8.
Labyrinthos e bicos,
to baratos que o comprador admira.
Esses labyrinthos e bicos se applicam a
diversas obras e fins, e sempre com provei-
to por suas forlides e duraco, boje mais
do que nunca, con vem a todas as familias
compra-Ios para aproveilarem-se da occa-
sio em que elles sao vendidos to baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
se pode di/.er que por taes precos nunca
mais haver Os labyrinthos sao de novos
e bonitos desenhos das larguras de quatro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
pollegadas) e os limitados precos sao de 10
a 34 a peca de dez varas, variando estes em
relacao a largura. A ser em varas haver
ni.i pequeas differencas, os bicos porm
principian-, por mais estratos at a maior
largura dos labyrinthos, e os precos s5o
igualmente proporcionados. Isso pois, as-
sim simplesmente dito talvez pouca. conside-
raco mereja, porm para desengaar e fa-
7.cr o comprador reconhecer a verdade e a-
preeiar o extremo da barateza, necessario
que se dirijam com dinheiro; a ra do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
C>i\i\;i econmica.
A aguia branca acaba de ruceber essa acredita-
da grasa econmica, cuja superioridade est ge-
ral, nentc reconbecida ; essa boa graxa se torna
reconunendada, tanto porque o calcado lustrado
eom ella deixa perfeitaBMflte lustroso ao menos
tres das sem nei-essidade de novo unto, como
mesmo porque ana preparado appropriada para
amaciar e conservar ocouro ; ella vem em caixi-
?lia* a bacrizinhos, e acha-se venda na ra do
Queimado n. 8, loja d'affaia branca, aos rezumidos
preeps de 100, 500 e 640 rs.
Pentes de concha.
f.nm as novas e diversas gnarniciies de
pentesque aAguia Branca acaba de rece-
ber. veio tambem urna pequea qualidade
de pentes de concha que com graca e acer-
a lamente serven para o moderno atado dos
cabellos Elles sao de bonitos e agradaveis
moldes, edetainanlio pequenino como con-
vem para o lim que sao. E' esta a priraei-
ra vez que d'elles aqui chegara. pur isso
que a moda novissima, pelo que ganha-
ro a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apresentarem com elles, para o que
os mandarn tomprar na lo;a d'Aguia Bran-
ca, ra doQueimado, n. 8.
(apellas, flores e lavas enfelta-
dns para noivas.
Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece-
ben os arligos cima sempre necessarios s
noivas, os quaes, segundo suas recommen-
(fa;'s, vietam de muito gosto, e perfeita-
mente delicados.
As cajiellas sio de mui moderno e agra-
davel molde.de finas llores, e acabadas com
lodo o esmero : as flores solas sao extre-
mamente delicadas e proprias para enfeites
d'i vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen-
do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de
resed is, e oulras estimadas flores.
As I uvas, porm, apreciada obra de Jou-
:carece que foram eufeitadas pelas mes-
ii s fabricantes das mimosas Dores, pois que
oslo e |MJlfei.;uo nada dixau a desejar.
: \u esSH, pms, tt fttyieHas, llores e luvas
irresp mdein riqueza do vestido, for-
.i i ,i o cmplelo assiMo e perfeico, e ele-
j.ii a gaiuardia da candida noiva. Besla
s i Q me que os pretendentes munidos de
di dieiro dirijam-se alegre e espacosa lo-
ja d'Aguia-branca, ra do Queimado n. 8
alendarlos semanaes: pelo
preco todos comprarn. ,
S5o de summa utilidade esses kalendarios
semanaes. porque mostram acertadamente
a data e dias da semana, sem o continuo tra-
1/1 lio de bolir nelles diariamente, pelo que
se tornan! necessarios e preferiveis a todos
os outros ; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer oulra parte, e
prin'plmenle por 500 rs. cada um: na
ni i do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Phosphoros de cera.
Vender-se a 2io rs. a duzia de caixinhas
de pliosphoros de cera : na ra do Queima-
do, loja d'Aguia-branca o 8.
Inglezas : Opiata e agua da
Colonia.
A Aguia-branca da ra do Queimado n. 8
aciba de receber a apreciada opiata ingleza,
assilft como mui boa agua da Colonia tam-
bem ingle/.a.
(Jrrala* com agua da Colonia.
Chegaram novas garrafas cora agua da Co-
Iniia para a loja d'Aguia-branca, ra do
Q teimado n. 8.
Haratllha das bellas, novos o
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivel a agjiia branca o ter 4e avisar a
sua boa freguezia, que ataba de receber pelo pa-
quei' (rancez un bello sortimento de enfeites de
seda denominado maravilha das bellas, os gnaes
ervem tanto para vestido de senhora romo para
roupinhasde cranos,
dos des.'.nhoifcina.
res fazern
#
arma
as verdades acia ditas.
A AGUIA BRANCA.
Da ra do Queimado n. 8, receben.
Tnico oriental de Kemp.
Agua floridaMurray d Lanman.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rosasdito.
Bolsas para viageaa.
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
Voltas pretas
A MARA PA.
A Aguia Branca recebeu as desejadas voltas
pretas, mui compridas e gradas.___________(
OVA -EXmSICiO l>E FAZENBAS.
Baratissimas que se vendem para apurar di-
nheiro, na loja e armazem da Arara, ra
da Imperatriz n. 56, loja de LourenoO|
Pereira Mendes Guimares.
Neste grande estabelecimento acha-se um!
grande sortimento de fazendas, tanto para o ]
matto como para praca, advertindo aos
seus freguezes que as fazendas tem subido,
porm no seu estabelecimento cada vez ven-
de mais baratissimo, na loja cima da Arara,
ra da Imperatriz n. 56. ,
Principia Arara, cassas organdis a 200 rs.
Vende-se cassas organdis de quadros, cor
de caf para vestidos a 200 rs. o covado, cas-
sas francezas finas 240, 280 e 320 o cova-
do, pupelina de quadrinhos para vestidos de
senhora a 320 o covado: ra da Imperatriz
n. 56, Arara.
Sedinhas da Arara a >G0 rs.
Vende-se sedinhas de quadrinhos e e s-
| tinhas miudas para vestidos de senhora e
meninas a 560 o covado. ISazinhas de qua-
' drinhos a 320 o covado, ditas muito unas
transparentes, fazenda ebegada neste ultimo
vapor a 400, 500 e 560 rs. o covado, desla
qualidade s tem Arara : ra da Imperatriz
n. 56, de Mendes Guimar3es.
Oulra pichincha na Arara a 2-10 rs.
Vende-se chitas francezas cores fixas com
pequeo toque de mofo, porm afianca-se que
logo que se lave tica limpa, padres escuros
e claros a 240 e 280 rs. o covado, ditas lim-
pas, finas, a 320, 360 e 400 rs. o covado;
na loja da ra da Imperatriz da Arara n. 56,
de Mendes Guimares.
Arara vende as camisas para senhoras.
Vende-se camisas para senhoras com goli-
nlias e punhos, com botozinho e gravata,
fazenda vinda por este ultimo vapor a 40500
cada urna, golinhascom botozinho e pnnho
muito finas a 1000, gravatinha ou golinha
com botozinho para senhora a 320 rs.,
s na Arara vende-se capinhas bordadas
j para menino a 1)5000 cada urna, entre-meios
, e tiras bordadas para enf. ilar vestidos a
OOO e 16280 a peca; na loja da Arara,
ra da Imperatriz n. 56.
Itedinhas da Arara para senhoras.
Vende-se redhibas para segurar cabello a
1(5000 rs., enfeites para cabeca de senhora a
Ii50u0 rs., meias cruas para senhora a 320,
lencos de retroz para meninas a 320 rs, s
na Arara, ra da Imperatriz n. 56, de Men-
des Guimares.
Anda mais urna pichincha na Araia a 2A000 rs.
Vende-se corles de chitas inglezas a 25000,
1 ditas francezas com um pequeo toque de
1 mofo, porm aliango que logo que lave fica
[ limpa, vende-se a 20500, cortes de riscados
suissos, com 14 covados a 30000, cortes de
i cassa de baados e de barras a 20000, para
acabar, ditos de barras de seda a 30000 rs.,
ditos brancos bordados de groxe enfitados
com entre-meios a 40000: ra da Impera-
triz, loja da Arara n. 56 de Mendes Gui-
mares.
Arara vende roupa feila.
Vende-se calcas de meia casimira e de
jbrim a 20000 rs., palitos de brins de cores
a 20500, ditos brancos a 30000, ditos de ca-
si mira a 40000 e 60000, camisas francezas
a 10600, 20 e 20500, ditas de linho de pre-
' ga larga a 30000, seroulas de bramante de
algodo a 10600, ditas de linho a 20, gr-
valas a 400 e 500 rs., pares de meias a 120
e em duzia 10400, 20500 e 30: ra da
Imperatriz, lora da Arara n. 56.
Corles dela a 30600, 40 e 50 rs.
Vonde-se ricos cortes de la de quadri-
nhos a 30HOO, 40 e 50 cada corte, s na
Arara : ra da \ Imperatriz, loja da Arara
n. 56. \
Arara vende ricas has aveludadas a 80000 rs.
Vende-se ricas $olxas aveludadas para ca-
ma a 80, ditas de Uusto a 50, ditas de da-
masco a 4t5, eobertas de chita a 20000 ; ra
da Imperatriz, loja Ha Arara n. 56.
Lencos de sedal da Arara a 800 rs.
Vende-se lencos \de seda fino, um s a
800 e 10000, ditas com franxa a 10500,
chales de merino estampados a 30000, ditos
finos a 50, 60500 e 80, s na Arara; ra da
Imperatriz n. 56.
Italocs de anos americanos a 30000.
Veude-se bales de arcos americanos a 30
Hrv'ioi). i;> e 4:)."i0u.baloes de panno a30500,
Datos biilharitina a '0, s na Arara vnde-
se pecas de madauolao enfestado fino a W,
ditas de 14 jardas lino a 50500, 70 e 80,
algodo cncorpado a 40, 40500 e 50000 rs.,
; s na Arara; ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da Arara n. 56, de Lourenco Perei-
ra Mendes Guimares.
Casimiras da Arara.
Vende-se cortes de casimiras escuras a
10600 e 20000, tambem se vende em covado,
1 covado e tres quartas d urna calca a 10
o covado; na loja da Arara-
Arara vende as cambraias de crpannos a 20oO
Vende-se pecas de cambraias de caroci-
ntaos de cores brancas a 20500 a peca, cam-
braia liza fina a 30 e 30500, ditas para cor-
tinados de 20 varas a 80, ditas de 10 varas
a 40, e 30, cortes de cassa com palmas sol-
las, com 1 vara de largara a 20, na Arara ;
ra da Imperatriz n. 56.
f,otassa da tiussia
Vende-se em casadeN.O. Ilie-
ber & C, successo es, ra da
uuz n. 4.
mmmmm
ROUPA FEFTA
NO
ahazeh
DE
UBTBKKBO VEMOS.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feila de
! todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, k vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melbores prefessores, assim como tambem tem un
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras
horneas e meninos.
'i!
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas dem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 150,
200, 150 e.....
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 00 e......
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 91, 7/1,
0 e........
Ditos de brun e ganga de co-
res, 40500, 40, 3050* e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira deco-
res, 50500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 50, 40509 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e.
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50
300000 Colletes de fusto e brinvbran-
250000 co, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linho,
100000 20400 e ......
Ditas de algodo, 14600 e. .
70061 Camisas de peitos de linho,
30*00 50, U, 3e.....
Ditas de madspolo, 30,
30500 20500,206.....
{Chapos de massa, pretos fran-
30000 cezes, 100, 90 e. .
40000. Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
50000 110, 70 e......
| Coliarinbos de linho fino, ulti-
700001 ma moda.......
70000 Sortimento completo de grava-
tas.
40000 Toalhasparroste, duzia, 110,
90 e....... .
40000 Atoalbado adamascado de li-
nho vara .. .
20500 Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores.....
20500 Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
70000 Pennasd'aco, as mais superio-
40000 res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
30500 9O0>8Q0e......
50000!Ditos de Prata galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
50000 Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
40000, aneis e cruzes.
20500
20000
10400
20500
10000
80500
20000
40500
640
0
60000
10280
40000
30000
20000
600
700000
300000
FUtfDI^AO no BOUni\-IUI DO
mu U Xa 38o
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espera.
Taixas de ferro batido e coado.
Roccas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
de
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
;CUMR\HI\ E FM!I(!\I> DE HETAES,'
Sito na ra do Brnm n. 4 junto
a fnnifo do tr. owmam, perleneenie a
Villana Irmo & C .
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funikiro, laioeiro, ferreiro e
fundico, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis ofliciaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencioaadas e affoitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos deto- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimenedes. i Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res-! das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys- Torneiras de bronze e bronzes para
temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanho, avulsas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Rombas para cacimbas, aspirantes e
e refinaco. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Rombas para destilaces.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca, j capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o meljior possivel. I qualidades e dimeucos.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Vlam Irmao cv
C.

i*%
0 CONCERYADO
DE
K. 21LARGO 60 TERCO -N. 21
O proprietario deste bem sortido armazem de molhados vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, e por isso capricho* ie escolher, para bem servir
aos seus freguezes. mandando vir a maior parte do seu sortimento, para o que tem pessas
encarregadas para este fina, e os pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte. .^
Verdadeira genebra de Hollanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandesa 1,000 rs. e de Hollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de oassas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composic5o a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs. .
Palitos do gaz sem avaria a %3oo rs. a groia e 2oo rs. o maco.
Serveja das memores marcas a 500 rs. a gwxafa e a duzia a 5,5oo rs.
Viaho das melhores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrafa e a caada a 2,8oo e
4,ooo rs. k o
Dtalas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arropa a ,oo rs.
e 3,5oo rs. a barrica e 2oo rs. a libra.
detica-
las eo-
alquer
m, pois, a
iTcndo-o, drrl-
alefrre ninho do
l. 8, ijqc aeharao
A ssucar do Montelro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
(tu el josdoi'.tlrniejo das 11 ha.
Duarle & C. acabam de receber da Europa peto
?apor OnWdr en Irado lionlem, os muito desojadas Rolachinhas americanas a 2,000 TS. -
queijos do A lemejo e das Unas n 800 rs. a libra, *,;,- a.,, jp i jsooa a 3 000 rs. O galo, e a 6Vo rs. a garrafa.
tem queijos de 16 a 20 libras, sendo teiro se h- *ze, aofe ae "",,.*'"**'V, "J^ I 00 e 2 000 rs
rautimento: no paleo do anno n. armaiaa Queijos do reino os mais novos do mercado a l,w>ci e z.oor-
progresso. MiHio atesta o Ms linos qne ha a 5,000 rs., a arroba a lW n
---------------------=----------------------------- Manleiga ingleza perfeitamente flor a 800 e a 720 rs. a libra.
VE MU-S dem franca, nmito superior, a 560 rs. a libra e em barns a BWirs a bbra.
Dreno.nternaeionaiwivadoe aappraeaode seo caf do Rio da 1.* e 2.* sorte 280 e 320 rs. a libra, e a arrobai a 5.8UU e 9,000 rs.
principios com preferencia wlefs prmdpaet a^qa g nrimaira 6 segada SOrte 2,8oo 2L5QO e 2,000 rs. a libra.
BjSo' TSS^&MiflSl o! [Tijolo francez de grandetamanho a i 4o *adi m.^ o a lmjos geaer annunaiadoa
1 Azevedo & C., ra da Cruz n. 1.
100 rs. a libra.

ha outros amitos que enfadonho seria menciona-los: vende-se dinheiro vista.
MOLHADOS
Largo do (armo .
Grande serthnento para a festa por menos
10 a 20 por cenlo do que em outra qualquer
parte.
Duarte A C* scientificam aos seus freguezes e ao publico em geral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escomidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, pedem todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores, o favor de
mandarem suas encommendas ou relacoes ao armazem Progressivo, certos de nao terem
em tempo algum occasio de se arrependerem. ,
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm dadillerenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantem o bora
acondicionamento ainda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
Manleiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
dem fxanceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais propriopara ne-
gocio, a l,5oors. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, eoutras 11111 i las marcas a
l,4oo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 0,000 e 6,000 rs. e de l,2oo a
800 rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oo e2,ooo rs., os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 64o rs. a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs. a libra.
VInhos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/s arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,000 e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 4oo rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
54o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa cora urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras mui tas marcas a lo,000 rs. a
duzia, e a 1,000 rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,oo rs. a caixa e 800 rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
OBMaao
ti raCo.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
ts. o pote.
GrSo de bico a 16o rs. a libra, e em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 librmuitos, a
proprios para deposito de manleiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,00o a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha_
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por un
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
iba secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oo rs. a gar-
rafa e de 10,000a 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
Idemflordeaux dedifferentesraarps, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acapa com urna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafal 1.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que lia no
mercado a 600 e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs. a libra, e delo,ooors. a ll,5oors.
a arroba.
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 21oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo,ooo rs.a duzia
ou 8g0.
Alhos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhss francezas a portuguesas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, snisso, e portu-
girez a l,ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna \\.
Garrafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te eufeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a :t,ooo rs.
cada urna; tambeaa ha frascos t latas de
diferentes tamanhos que se vtndem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarrSo, talharim, e
aletria a 48o rs. a libra, e em caixa se
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o ctalo
grande.
dem a 2,000 o caixo grande.
Charutos de todas as marcas e dos melhores
fabricantes da Babia de 3,000 a 4,000 rs.
a caixa.
ATTENfiO!
AIem dos traeros cima anwiuciadot ha tan completo sartiataaln de amlohoa, r*
va doce, alfazema e outros muitos gneros, que tudo se vende por baratissaimo preco.
<*^.~
l


7


-
DfavU de Peraaaibiu vr Vfcuml* telva de Xotcmk** Ae 18 S >SM
GRANDE ARMAZEM
AE

GRANDE ARMAZEM DE MOLDADOS
!>
N. 36, RIA DAS CRIKS N. 36
DO
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
empre em vista fczer todo o que for possivel par bem servir aos seos fregueses, tem
deliberado vender os seus j bem conbecidos gneros de primeira qnalidade pelos presos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandarcm comprar por seus criados ou
escravos, serem t3o bem servidas como vmdopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objeetos nao proprios deste eetabelecimento. 0
mesme pedie aos senhores que mandaran comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
c3o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progresista da n das
Cruzos n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
jaitas vezes olvidam-se e tao a outra parte onde os servem demaneira a desagradar este
estabetecimento.
rtMmmmaixmmmmmK.
RUA DO QUEIMADO N. 46
DE
TODOS
o
VAPORDS
COMPLETO
SOK11M8NT0 DE M0LHA&O8.
se recebem gneros de conta ^ vende-se em porc5o e a reta-
propria e dos melhores esta- ^ Ino, aprompta-se com toda a
belecimentos da Europa, ga- ^ presteza e exactidao qualquer
rante-se todo e qualquer ge- t^ encommenda dirigida a este
ero comprado neste
FAZEYDAS E KOI FAS FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280, 300 e 350, casacas
milito bem fei tas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de h>0at
280, ditos de casemira de cor a i 50, 180 e 200, paletots saceos, de panno e case-
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de aJiiaca"^ a
merino de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cor de 74 at
150, roupas para menino de todos os tamanbos, grande sortimento de roupas de brim
como sejamcaTcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de mem, casemira
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brancos de bramante a 40
e 50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senliora, ceroulas
de linho e algodSo, chapeos de sel de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de ?ra*des
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelliante arte e un
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto ejecutamos qualquer obra com
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
ESTABELECIENTO,
ESTABELECIMENTO.
Mustarda preparada, muito nova a
pote.
Palitos do gaz a 200 rs. a duzia de caixinhas
e 2,100 rs. a grosa.
vas muHo novas a l.ooo a libra.
^stanhas a 2oo rs. a libra,
'igos- a 30 rs, a libra,
Viutio superior da Figueira e Lisboa a 400,
440, 480e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada. Ditas hygienicas e de seguEanca a 210 rs. a
dem engarrafa*, las segointes marcas do*- j
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco, Alpista muito limpo a 160 rs, a libra,
Chamisso, e Madeira superior a 8,508 rs. a an ...
Amrn vir, o*rJr* Gomma de engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a arroba.
Os proprietarios dq muito acreditado armazem Protesto fazem sciente ao rospeita-
vel publico e com especialdade aos seus amigos e fregueses que ten resolvido resumir a*
jen a precos dos seua acreditados gneros, como abao verti nSo obstante os preces menciona-
oou rs. o
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria'
mente aos nosaos fregwaes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que- sertto e
bem servidos como se viessem pessoahnente, isto s no Progresso.
dua e 800 rs. a garrafa*
dem Bordeaux de diversas marcas a 640 rs.
a garrafa e 7,SOOrs. a caixa com 12 garrafas.
Sag amito novo e alvo a 240 rs. a libra.
dem Muscatel de Setubal a 1,700 rs. a gar- Sab3 ^H^nol, a 280 rs. a libra.
rafa, c 18,000 rs. a duzia.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
Lisboa eFigueira a 2,100, 2,200 e 2,300
rs. com o garrafto.
dem branca muito superior a 500 rs. a garra-
fa e 3,500 rs. a caada.
G a rrafBes com 5 garrafas de vinagre a 1,1 oo rs.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1,000 rs. a lata.
Genebra de Hollando em botijas de conta a
400 rs.
Papel1 grwe pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca-
ada e 200 rs. a garrafa.
Champanhe das mais a crediladas marcas
Velas de spermacete superiores a 580 e 640 a 10,000 rs. egigo e l.OuO a garrafa,
rs o l'icfi
Doce de goiba de 400 a 800 rs. a caixa.
Manteiga ingieza de 1.* qualidade, a 800 rs.'. ,. .
a libra Chocolate portuguez, francez, hespenhol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Wem de 2.* dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3*. dita a 600 rs. a libra.
I Jera franceza, a meltaor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composig5o a 320 e
360 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
roba.
Massas para sopa macarrao e talharim a
400 rs. a libra.
lemem latas com 2 '/jlibraja l,400rs.alata.
ah* Aa Sm* i-nn o ik- Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
F anha de porro refinada a 500 rs. a hbra. hia 3(m 3>400 30QQ fl 2400 fS
ueijos Hmagos chegados ltimamente a ca".
-'000rs- Gerveja das melhores marcas de 5,000 a
Iflem prato o melhor que ha neste genero a 6,000 rs. a duzia.
700 rs. a libra. .
lem do Alantejo muito snpenor a 8oors. a Biscoitt mglezes de todas as marcas a 1,200
libra.
C
rs. a lata.
/ rroz Carolino e do Maranhao a 2,800 rs. ar- Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
roba e 100 rs. a libra. e 4 )8Q0 rs. cada lata.
A mendeas de casca mole a 280 rs. a libra. ^ de t0fflates era Iatas de j ,ibra a leo
lixinhas com ameixas francezas, de diversos
tamanhosal, 200,1,400, l,800e2,100rs.
cada urna.
F utas era calda, ameixas, rainha Oladia, pe-
igosealpech a 480rs.
c
M rmeiada de todos os conserveiros de Lisboa
a 600 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para arelar facas a 140 rs. cada um.
A neixas em latas de I Va e 3 libras a 1,200 Farinha de Maranhao a 140 rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
e 640 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
rs. a lata.
e 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra.
Imxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra.
M m hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra.
Id S miudinho a 2,700 rs. a libra
Id md preto de qualidade muito fina a 1,800rs.
'di-m mais inferiora 1,500 rs. a libra.
Ginebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os Irascos pequeos.
Chi)iiricose paios os mais botos que ha no
aereado a 500 rs. a libra.
Ce
Mat
jnac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de araruta a 500 rs. .a
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a 5oo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Canella da India a 1,10o rs. a libra.
Cominho a 64o rs. a libra.
rasquino, de Zara a 7oo rs. o frasco e Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
8,ooo rs. a duzia. a ancoreta.
Lie >res francezes, annizete, plaisir des da-1
r es, etc., etc. a 8oo rs. a garrafa e 8,5oo Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
i>. a duzia.
libra.
Pas at as melliores que se encontram a 360 Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco,
V: a libra.
Bol iclws inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Aze te refinado a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidadesa
70 rs. o frasco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs.
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
ojuouno9|aqBjso aiso jcp
-eaesap b BJtauBui ap ma.uas so opno 'ajjed ej^no b oe\ a as-mepi\{o sdidx seimu saiso
anb lud 4o3oad oto.ieq sreui jod sajoua8 swoqpui so apua.v as anb 9 gg -u saznjQ sep
tu 1 ep b}siss8j*)J4 uiazBuiJB oa os anb ja\ saq|-opuazej 'saiopenod snas so moa ogb
-ii,)l e Kpoi Jai saaquas souisam so opua.vap 'jbpbjb oru anb opafqo janbiBnb joa|oaop
uiai ipoeui ap joabj o uiazBUB ajsau jeadmoa raajepuBra anb sajoquas sob opad orasaui o
ijl' 'Uiijaia -|nul 1 J8IA* ^P 9s-R3aJJK)ua '. awamieossad opui.v omoa sopiAJ39 maq obj majas 'savejosa
no s jpea snas jod JBJdiuoa majepuem anb sessad sb boubob 9 'sopBuowuora oxisqB so
-a.id so|d apPHBub BJiaiuud ap soaauaa soppaquoo maq ef snas so japuaA opBjaqi}ap
oi;n sazau8aJj snas sob jiajbs uiaq BJBd iaAissod joj anb o opa; jazsj bjsia raa ajduias
opuaa 'Bj8issax8ojj opeuiuiouap uiazBuuB opejipajos oimra op orjejaudid o
BS ~ o|nopV Ofmm op oj4|:q op znj& ep uu.i 98 *X
aa
aa

Manteiga ingieza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 800 rs. a libra.
dem de 2.a qualidade a 76ors. a libra.
dem de 3. dita a 64o rs. a libra..
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timerrto.
Banba de poreo reinada a 526 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,80o 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
Farinha de MaranhSo muito alva e cheiroza
a!6ors. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a-9,ooo
rs. airaba.
Sardinhas de Nantes a 99o rs. tela.
Arte doce da Lisboa a 64o rs. agarrafa e a"
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
l,2oo rs. a caada.
Garrafoes cora 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa al,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a!
i a a lo,ooo rs, o -figo, e a 800 rs. e a.j
1,000 rs. a garrafa. (
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamaoProgresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso d Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com | Paltos-do gaz a 20 rs. a eaixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas. .
Garrafoes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
Serveja preto marca T e XXX a 6,5oo e.
7,000 rs. a duzia, e a'6oo rs. a .gacrafa,
tambera temos das mesmas marcas para 4,
4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinba a5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha
para 4,000 rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de rauita duraco a 4oo rs. cada urna.
Pautes de denles massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a 2,4oo rs.
dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
a roza.
Geia de Alpereho chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. peehmcba.
Genebra de HoManda garrafoes com 16 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,5oo rs. e a
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa t
vindo j engarrafado de LisboaP a 64o rs. | "S .^iSSf "** qUatr0 du'
a garrafa.
zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a l.ooo rs. o frasco.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 % 2 ^rasquino de zara a 72o rs.
e 3 libras elegantemente enfeitada6 com ri- Licor franeez de todas as qualidades em
cas estampas na caixa exterior a l,3ool garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs
l,6oo 2,ooo e 2,5oors. ^ ,
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
dem em latas de, 1 '/je3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 1,80o rs.
dem a oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
Salm5o em latas emticamente lacradas a
800 rs.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oors.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,000 e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixSes grandes a
600 e9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de laraego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingieza a mais novas que ha no
mercado a .ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas quadades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para loache,
com 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas era calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portugue/as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca raole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs/lftra. >
ll\I(O
DE f
DE
FBANCISCO ANTONIO COBREIA CARDOSO,
Ra do Briiui. Hl 8. '
Aclia-se novamente aberto este antigo e proveitoso eslabelecimento, prompto para
ejecutar quaesquer encommendas de ferro fundido, balido ou de bronze, moendas para
engenhos, cora vapores ou sera elles, tudo com a maior promptido, perfeigo e com-
modo preco ; tem varias obras promptas da melhor e mais solida cons trucho que p-
dem ser vendidas por raelade de sen valor, como sejam:
Moendas inteiras e meias ditas de varios lmannos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca quadrada.
Rodas de espora, carretas e rodelas angulares.
Parafusos e cavilhoes de ferro 00 de bronze, rosca quadrada ou singela.
Agnlhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras com bronze,
Bronzes e torneiras de todos os tamanbos* e qualidades.
Tasase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios tamanhos.
Crivos e portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Han machina de destillacjio continua do autorCollares.
Fog5es americanos econmicos para casa de pequea familia-
Fcaos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de todas as grossuras.
Cobre era arrobas e folhas. dito, dito.
Folha de Flandres em caixas, bom sortimento.
Chumbe em tacol e em rolos de diversas grossuras.
E urna grande porco de pecas de obras tanto de ferro fundido como balido ou de
bronze que seria enfadonho descrever.
Espera, pois. o proprietario deste eslabelecimento que o publico sempre benigno
prestar toda su conGanca e attencao.e
AOS SENHORES LOGISTAS
Desta capital, arrabaldes e provincias
adjacentes.
nwvKii Je i.
N. 23 B.UA NOVA N. 23.
Tem a sasfaccode participar particularmente aos seus amigos e freguezes, e em
geral a todos os senhores logistas desta e de outas provincias, que em consequencia de
suas relaces com as principaes pracas manufactureiras da Europa,. tem consegnido
montar a sua fabrica da chapeos de sol sobre urna escala importante, a ponto de poder
offerecer vantagens aos prelendentes, tanto na qualidade e bem acabado dos seus produc-
tos, como pela redueco dos precos; verdade incontestavel, de que se poderao conven-
cer vista da fezenda e pelos precos que vao abaixo :
Chapos de sol de seda para homem 28, a 720 a duzia.
Ditos 26, a 66000.
Ditos 24, a 600.
Ditos para senhora 18 e 20, a 480.
A duzia tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armaco de balia 20, 24 e 26 sortidos, liquido
a 260 a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 180 a duzia.
Venham ver para convencer-se da verdac.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
que tem vindo ao mercado a 72o e 800
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 800 rs. a garrafa."
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a hbra.
Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra. -
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
s. a arroba.
MacarrSo a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a hbra.
Aletria a 000 rs. a hbra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. alibra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,000 rs. a eaixinha com oito
libras.
Cha perola* muito especial chegado neste ul-
timo- vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a Libra.
dem huxim muito superior a 2,Toe rs. a
libra. ^ %
dem hysson a 2,56o rs, a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem prato hmeopathico e muito superior a
2,ooo rs.. a libra.
dem nacional a 1,6eo rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs.a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regaba im-
perial, flor das matta, primorea a 4,oo,
a,8oo, 3,2oo, 3,000, e l,8oo, Sr.tfoo-,1
l.ooo e l,6oo rs. a caixa.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por GBIMAII.T e C, pharmaceuticos de S. A. I. o Prncipe Napolcao, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, roa de la Feuillade, 7.
Etta nova combinacao rene debaixo de um pequeo volurae urna forma igradavel e um gosto delicioso.
Ha multo que os mdicos desejavao arde rite mente a reunISo destes dous medicamentos, e todava, apezar
dos maiores esforco?, nem a scienria medica, nem os qumicos os mais disiinciog o podero conseguir
al aqui; gracas porm perseveranc,a humana ackao-ge hoje associadas estas duas poderosas substan-
cias, a quina, o tnico, restaurador por excellencia, o ferro, a bate de nosao sangue, e conseguinte-
mente o reparador dos forceas e da raude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope tnico regenerador se tem mostrado muito efllcaz sao i as ame-
norrbcias, faltas de mcnstruac.o, dores d'estomago, fastio, dgestoes poras c tardas, llores brancas,
menstruaeftes difflceis, o lymphatismo, o empobredmento do sangue, as escrofnlas, os estragos produiidos
pdas mulo-lias syphditicas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro fo! applicado nos hospitaee de Pars, e elle
boje o medicamento mais em voga, substituindo, por assim diier, os medicamentos ferruginosos cunhecidos.
O pros, ecto encerra numerosos certificados de mullos membros da Academia de Medicina e profesores
da faculdadc que atlcstao que este, precioso medicamento o conservador da saudc por excellencia, e
o reeonstituinte da economia animal, Indispensavel s pessoas que babito os paites quentcs, como
preservativo das epidemias.
Acha-se venda no deposito geral, em Pars, na pharmacia Grlmault e o, ra de la Feuillade, 7;
em Lisbua, em caza do >r nodrigo da Coata-Cortalho, Barral eC>| no Porlo, na pharmacia do
-"-ni' .iikiicI-Juhi- de Sousa Ferrelra; no /Jto-de-JaniVo, em casa da tIutu Primlo r uinlK, rua do
Sabio, 11; na Baha, em casa du Sin Jor-Ca-tano Frrrrlru l>plntirlr no lio l.rumlf, em ca.-a ilu
Sfir Joaqun de Godoy; no JTaranfido, em casa dos Srs Ferrrlra O; em Pernambuco, em casa
do Si nurlhalanira-Franrlaro de souiai em casa do* Srs skoum e C", e bem assim nal rii.
cipaes pharmacias do Brazil e de Portugal.
Deposito geral em Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
O GALLO CANTA.
Nao possivel que o gallo, vendo entrar em seu
niaho objeetos du elegante gosto, deixe de dar o
seu canto, annunciando aos seus freguezes, para
que maudem ou venham ver para querer, a saber:
Eafeites
Chegaram os riquissimos enfeftes c grinaldas de
flores, cousa muito delicada e de muito gosto, pois
s as senboras poderao apreciar : s no vigilante,
rua do Crespo u. 7.
Plores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
matizados de lindas cores, que servem para qual-
quer enfeite : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ciatos
Tambem chegaram os novos e delicados cintos
com livella, guarnecida de pedriohas e duas borlo-
tinhas no centro, cousa de muito gosto : s no vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
Bandeijas
Riquissimas bandeijas de cbarao e outras quali-
dades de lindos desenhos, que se vendem por pre-
cos baratissimos para acabar : s no vigilante,
rua do Crespo, n. i.
Pomada real
Tambem chegaram os bonitos copos de porce-
lana lina com banha e com lindos retratos, sendo
Svilegiada pela rainha de Hespanha : s mo vigi-
le, na do Cfcspo 7.
Saberte tes de familia
Grande sortimento de sabonetes para todos os
precos, de superiores qualidades, a 160, 200,240,
MO; 320, 400 e 500 rs.: assim como estojos com
lodos os prepares para limpar dentes pelo barato
preco de 3*000 : s no vigilante, re do Crespo
0.7.
Delicadas tesourinhas
Grande sortimento de tesourinhas, tanto para
oahas, como para costura; assim como muitos
Mires objeetos de gosto, que nao possivel annun-
ciar pela grande variedade do sortimento, tojos
precos serao menos do que em outra qualquer
parte : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Vendem-se arreios inglezes para carroca de
ozo cavallo : a tratar no pateo do Terco n. 42, se-
A&KNCIA
DA
FNMCAO DE LOW-MOOR.
Rua da Senzalla nova n. i 2.
Neste estabelecimento contina a ha ver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas d#vapor
e tachas de ferro batido e coatlo, de todos os
tamanhos para ditos.
----------------------------- W .i--------
Arados americanos e madiinMfc.par
lavar roupa: em casa de S. P. JohnsttnfS C,
rua da Senzalla Nova n. 42.____________
RODPi
555
Na rua do Queimado 43, esquina que
volta para a Congregando ; t pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 o 14OO
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 o IHf
ditos sobrecasacos de panno muito fino por 24f e
28*, ditos de alpaca preta e derordao 7*, calchas de casemiras de cores a a, 6,7 o 8*000,
ditas pretas-a 6*500, 8, 9 e 10*, paloMs te fuslao
e ganga a 2*, 2*800 3 e 4*, eticas e ceUates de
todas as qualidades e por preco mnito barato, Itm-
ees de puro linho a preco de 2*800 e 34, roter-
as de chita a 2*240, collarinhos de linlm puro a
600 rs. cada um, e otros muitos objeetos que s
vista; o para isso se pede a allenco dos fre-
gueses.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugi no dia 27 do corrente o negro JoSo,
de nar;aa
dentes li
crioulo, julgaJ
cota, aonde rnci^H
dapolo, ralea de brim
qoemo pegar, te*e
ser bem recompeni
bem parenlo,
larere ser
Ve Mari-

m



BMBaaappaMI

M^I
Dial!* de Fefttfcifcnco freganda felra de Vovrmbro d i fS.
LITTER4TRA
0 que ve pelo mundo.
O 4 0i-nal de S. Petersburgo
cou ullira imenie um antgo sobre as rwor- Mas ajnda jslQ ^ (udo
quatorze rail vitivos nao acharara, o^nlnlmo incon- bande muilos outros de ajlumiados e famosos es- berdade djrjsbancos; e qur que o crdito predial,
veniente era submetler oulra Tez o col ao Jugo criplores era vez de ser centralisado, se localise tanto quanto
rraThor7oVqaSed0asWZlleUr;san,laSe haVam **~ Vendo na ^"ca^encla de governar, o Dic- r possivel.
Cento e doze mil novecentos" e tres casamentos donarlo comprehende a economa, o direito, as Mbido ^ 0 monopolio ainda ba poucofoilar-
era nm anno! emendes bem isto, meu amigo?... flaneas e tudo que contribue para esclarecers earaente elogiado em Portugal e o crdito foncier,
publ- o por cada cento e trinta e sete ha- complicadas e multplices questdes da governa- J, FraDCatido como exeellente instituico. O Sr.
Litantes
uu os nmeros fallam
isc m iifcu, mUi|0 claramente, e visto que entrei com os mme-
se tem feito -
cao.
Ilorn pensa de outro modo, e diz assim:
mas promettidas pela Russia. w. muito claramente, e visto que entrei com os nuroe-! Vm das partes mais importantes da obra cer-' Rarement la manie centralisatrice, laquclle
S retira0 .'Snfin IZnZ fVSSSS^^ que te fallo resaltaran,! "5^ ^ fTifT ^^ ** **"* "^
pata a H ida e para o(o -|Ma| de ,lilbllantesl(.omprenendidos enlre globo; e porque aexact.daodissesse com a altura ^p.,,..,,,, moins opportune.
ass*in: -j ^m ^;1 a edade de dezeseis eincoente annos, isto na e o valor do assunipto, nao s foram esenihidas .',.' j. j,'._i,..
Nao i em acontecido o mesmo no reino edade ja um ,, exag(,rada para contramr ma. g de sub(]0 merit0; mulas de|Ias pcrten(.en.' E depois mostra as rantagens da desentrama-
da Polonh. O proseguimento de chimeras trimonio ; por isso que nao ters cortamente co- ^ de e escrevi,ra mas tambem se in-' codessas sociedades de crdito.
"Tea"SaV ''a deCu!S SSSlm ^gt^^XSTSSJS^iJ**^ quem especial- a*, bancos commerciaes tambem o Sr. Horn
externos,.**. *<, u<, u. ......<. .... ordinrio da viuvei
no pai/. ti in produzdo as tnsles consequen- ora muito bem ; nesses oito milhdes escassos de
Cas que nposeram ao governo imperial O habitantes susceptiveis de casamento, estavam ca-
ligoroso reverde uma repressao, cuja res- sados sete milhe eduzentos mil; quero dizer,
nniK-ihil.fi1p rftiPila Imeu charo' mm casados lodos os(lue racional-
ponsiiHiiuiue rejeita. I msnte o podiam estar.
Mas! isla penosa necessidade nao tem perguntar-mc-has agora se o homem do seculo
affrouxaq(, nem suspendido 3 sua marcha. I XtX deve casar-se ? Nao sci se deve, o que posi-
epC 3 da abolicao da servidao e das re- tivamente sei, o que sei de raz, que se casa. -
formas financeiras e judiciaes, tem-se occu-l ^SJESSnaoT" feiicidade comomu.os
pado dp principio essencial e fundamental crem 0 d-an provum 0erro desses a perfeta to-
que deve servir de ponto de partida para o hcidade nao existe nosse mundo.
do?envo|\monto da vida civil e poltica em^ ^casamento
todo o imperio.
Esle principio
te gradualmente os
mente fosse lido e sabido nella.
Neste caso ostao os artigos Espagne e Gran-
de-lt retagne..
Da constitiuicao, organisacao administrativa, e
da
baso
caes.
t
soberano
o de tomarem par-
interessados, sob a
eleigo, ua accSo dos negocios lo-
lapplicaQo d'este principio que o
tem consagrado a sua solicitu-
Nos bancos commerciaes
qur a liberdade.
Faz luminosas consideracSes sobre a organisacao
delles e lembra a conveniencia de dilatar as ope-
rajocs de crdito pessoal, qne muilas vezes pode
instruejo daqu'elle paz escrveu o Sr. Cotmeiro; ser to real como o das mercaduras,
das flnancas e divida publica tratou o antgo mi-1 Recommenda elle a creacao de bancos populares
nlstro Barzanallana: Goaez de la Serna eipoz as como ha na Allemanha. E' de sentlrque nao ex-
relacoes do estado e da egreja; Lesage mostrou 'po" minuciosamente a organisacao delles; a
summariamente os recursos desse grande pas, b
Snchez avaliou as forcas de mar e trra.
Macleod escreve o artigo EconomU poliUqM; I A casa dos Militdes flcou, porm, solitaria, e
deflne-a : sciencia da troca e refuta a de J. B. j tontti_a si aihem dos pobres o grangdo da ter-
Say, como menos claro e pouco popular. Mas a ,
ra deixada a monte.
deflnicaode Macleod e de outros-ser mais clara ^^^^T^&ZTu^T^X
mais popular? E, demais, deve a sciencia impor- i Villa Cova.
tar-se tanto com a popularidade de uma definicao 1 O vestigio nico de vida naquelle fundi era o
A palavra-troca-poder comprehender todos os \ ^^XS^^J^L^T!^
phenomenos econmicos?
Seja-nos licito limitar-nos a essas perguntas e
seguir opiniao diversa a de Macleod.
Temos que lindar esta noticia; longa de mais
vae ella. Accressentaremos, porm, ainda que
muito conviria que obra importante viesse enri-
quecida de bibliograplua em maior numero de ar-
tigos.
E'-nos impossivel indicar aqui os variadsimos
assumptos de que se oceupa o diccionario. O que
fica dito e o simples compulsar da obra mostrarlo
o cuidado que houve em torna-la altamente pro-
veitosa.
Mr. Block, incumbindo-se da direccao d'ella fez
um grande servico. A collaboracao de muitos e
Lord Brougham,- sir Stafford Northcote, Fottard,
Pierson, Richard Sfmpson, Block, John Milton, e
Valpy, coaipozeram um extenso artigo acerca da
Inglaterra.
Quera souber as difflculdades cora que se luta
para saber o verdadeiro estado econmico das na-
mod eraos,
encontra-se em muitos livros; nao sttecede assim
com a dos bancos populares. Como poneos estava
o Sr. Horn muito habilitado para escre ver. Se nos
nae engaamos, foi elle que no Jornal dos Econo-
mistas primeiramente expoz, rpidamente tambem,
as vantagens delles. O diccionario teria feito
bom servico explanando o que accidentalmente in-
dicon. 0
No artigo Credit elle defende a opinio seguida
irportancia e extenso d'este pro-
ver no.
c A
jeclo nao os permitle ainda dar d'elle uma
analyse a0s nossos leitores.
i O que temos querido mostrar aqui, e
a faisidad das allegacoes da imprensa es-
trangeira fem presenca da marcha prudente,
mas conlipua e perseverante, do governo
imperial o caminho do progresso, aberto
pela iniciativa soberana.
Se etle progresso seno effectua sen5o
com caldillo e maduramente por nao ser
o resultado de uma combinagao poltica oc-
cidental, pas o fructo de um pensamento
qne procede da dedicafo absoluta pelo bem
eslar do paiz, de um pensamento bastante
serio para; se%deixar impellir por circuns-
tancias irreflectidas, e que attendendo ao
tempo, q(ie nao respeita menos o que ja es-
t creado t5o conforme com os verda-
deros principios de que depende a prospe-
ridade des Estados, como cora o genio par-
ticular da] nagao russa, pouco disposta a col-
locar os steus deslinos debaixo dos auspicios
de improviso, sujeitos a mobilidade, e s
agitacoessemprc perigosas.
A esta linguagem e a todas estas promes-
sas oppw|m-se os fados todos os dias produ-
zidns pela imprensa.
Deve qu nao deve casar-sp o homf m do seenlo XIX?
Fragmento de um livro D. Jos de Castro y Ser-
rinn
rano.
e legitimo
dos estados, o menos propenso ruina physica e
moral; o casamento o melhor dos males deste
mundo, o qual eu julgo ser tambem o melhor de
todos os mundos mus possiveis. alm disso o
casamento a nica formula pratica da tautonomia
do homem.
Nao te assustes de ouvr-me usar certas pala-
vras: quando no mundo do pensamento surgem
ideas novas, sao-nos precisas novas vozes para as coes;otedio que nasce de encontrar indicacoes
expressar ; e neste conceito uso eu da palavra au- inexactas sobre trras que se conhecem; a descon- i por muilos economistas de que o crdito nao cria
d'ahi vem, das descnpqoes de paizes capitaes.
rcimSSa^^'T^rqvir^s^\a desconhecidos, poder avahar esta importantssi- A longura do debate qne ahi trava com argu-
posto que nao tenhas a mesma facilidade em achar ma parte do t Diccionario do Sr.|Maurieio Block. mentes contrarios provm eertamente de haver ul-
a inao a idea qne ella representa. timamente Macleod tomado o crdito como credor
A autonoma do hemem pois, o sou eu-, o ver- Esclarecimentos disseminados por diversos art- caDt3|s
SZJ^t'ZHSS^'* pTia^T'qaelTTrT\ZTcJ^^ '*recentes i*.**.
O homem para ser livre, para ser independente, desen^oes fetas sob o nome de cada pa.z.
precisa do ligar-sc a uma familia e a uns filhos : Pelos prncpos que a)jvoga, pelas ideas que sus-
nunca sera re da sua pessoa em quanto se n5o Lnla o-Diccionario, lodo inspirado pela lber-
tornar escravo da sua familia.
Ah vers o erro em que geralmente incorrem
os solteiros, quando dizem que se conservara ce-
lihatarios para conservar a independencia'
de, orde jando que se ^borasseurn vasto do has de es_
projeclo de mslituicoes de distncto e de go- Ur caDcado d a ver escripia a proposito dotudo, flanea, que
Carta.
Chego, meu amigo, ao mais complicado ponto
da minlia correspondencia, aquello em que c pre-
ciso svntlnetisar; o que exige soluces praticas em
um assumpto ptiramente-theorico e que at o da
de hoje se tem resolvido sempre pelo efleito dos
ervos.
O seculo em :que vivemos nao consente que se
diga : tiz talcousa. sem saber porque : agora
preciso dizer-se: fiz um disparate, mas ti ve as
minhas razoes para isso..
As razoes, pois, em que os homens e as mulnc
re> deven apoiar os disparates ou acertos que fi-
terem rom respeito ao matrimonio, serao o objec-
to desta itinha carta.
Deve rasar-se o homem deste seculo r
Pergunta e esta a que estao respondendo por
mim os npivos e as noivas nos tribunaes ecclesias-
ticos.
Nunca se disse mais mal do casamente do que
na poca presente, e nao obstante, nunca em tem-
po algum se casou tanta gente como agora.
Temos que succede quando se falla do matrimo-
nio, o mqsmo que quando se falla dos ttempos._
Por toda parte se ouve dizer : Os tempos estao
muito roaos; e diz-se isto quando em vinte e cin-
co anuos tem triplicado a riqueza da nacao, ou,o
que vale o mesmo, quando o paiz disfructa o que
naodisfrtictou nunca; pois que, sem conquistas,
nem annexacoes, nem frotas americanas, cresce na
populacao e na riqueza ao par com os melhores
paizes da Europa.
Succede o mesmo com os casamentos : fcstao
acabado^ os casamentos! dizem as mulheres ; e
succede qne apenas se encontra com difflculdade
nesta poca mulher ou homem que possa dispor de
si, como eu vou provar-te com a inflexivel lgica
dos nmeros.
Saltes que em 1857 se fez em Hespanha a pn-
meira eslatistica da populacao, bem feita. O re-
censeamento desse anno apresenta-nos qunze mi-
IhSes e meio de peninsulares aproximadamente :
oestes, cerca de nove milhoes cram solteiros cin-
co milhoes e meio casados; e mais de milhao e
meio viovos, isto pessoas que j haviam investi-
do com a terrivel empreza. ^
Tinhamos pois quinze milhoes c meio de Hes-
panbes ; cerca de nove, solteiros; e mais de sete
casados e viuvos.
Dous annos. depois, em 1839, que numero de ca-
samentes imaginas tu que se reahsou ?
Calcilla por muito largo, e asseguro-te que anda
assim nao acertars, porque foram ndamenos
de c -nto e doze mil novecentos e tres nupcias as
que iecontrairam perantc a egreja!
Oienta o seis mil c tantos solteiros se casaram
naquelle anno : doze mil e tantas viuvas reincidi-
rn! naquelle prazo; e, singular cousa I cerca de
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
roR
MR. MARIO UCHARD.
Independente o homem solteiro I independen-
te o homem que faz depender teda a sua vida o in-
teresa' dos estranhos, em vez de a fazer depender
nicamente do amor dos seus 1 do interesse, que
constitue a mais servil c bastarda dependencia de
todas as dependencias que existem I
Independente o homem solteiro Independente
o homem que ha de depender por forca de toda a
gente I
O homen solteiro independente para viver sem
patria e sem casa; independente para soffrer os
proprios pezares sem que olhos amorosos o animem
e Ihe consolem o pranto ; independente para pa-
decer sosinho as suas enfermidades physcas, sem
que ninguem cuide nem tome interesse em cnra-lo;
independente para galantear itodas as mulheres,
sera a illusao de que alguma dellas se lbe conserve
fiel depois do galanteio; independente para arrui-
narse sem que um freio social contenha as suas
dissipacoes; erafim independente para morrer
sem recetes de que v alguem no outro dia depor
uma flor sobre o seu tmulo !Tal e nenhuma
outra, a decantada independencia do celibato I
O casamente, pelo contrario, estabelece em yol-
ta do homem uma pequea sociedade, provida
de cdigos sabios e imparciaes, que regulam e har-
monisam todas as suas accScs 1 e assim como nun-
ca o individuo tao livre como quando est dentro
das leis, nunca tambem, com acabo de dizer-te,
elle mais rei da sua pessoa do que quando se faz
ercravo da sua familia.
A familia, concretando os seus affectos, aparta:o
sem violencia dos affectos mercenarios ; a familia
exigindo coudicoes de estabilidade fa-lo esquecer
pouco a pouco a sna vida aventnrosa; a familia
reclamando recursos continuos obriga-o a pensar
no trabalho que ennobrece e que honra; a familia
oceupando-se com desinterossado disvelo de quanto
Ihe diz respeito na ordem domestica, proporciona
ao homem a independencia social, que de outra
forma Ihe cohibida pelas necessidades pessoaes :
com a familia o homem verdadeiraminte homem;
sem familia o homem apenas alguma cousa me-
nos do que uma mulher.
Deve, pois, casar-se o homem do seculo XfX,
ainda com mais razao do que se casava o homem
do seculo XVIII, e assim como se casar o do se-
cute XX com mais razao ainda que o do seculo
XIX; porque o casamente um progresso.
O que o homem deste seculo deve fazer para ca-
sar-se, pensar nisso muito maduramente,o que
tambem um progresso, e nao fiar nunca da im-
premeditacao um acontecimento que principia com
a juvontude e acaba no sepulchro.
Eis ludo o que tenho a dizer-te a respeito da
pergunta que estabeleci.
(Do Jornal do Porto.)
tenta o Diccionario
dade.
Obra destinada aos cultores de sciencias sociaes,
exercera proficua influencia em tantas discusses
que em toda a parte se levantara, seagitam e se
decidera ora de um ora de outro modo.
Obra em que as sciencias nao sao tratadas sepa-
radamente, mas sm com relacao poltica, nao
haver motivo de pOr-lhe pecha de exclusivista,
utopista e visionaria, como usa azer-se com os di-
versos ramos da socialogia, ora esquecendo que
nenhum trata as questdes fra do seu campo, ora
condemnando justamente as exageraedes dos que
avahando uma face do problema julgaram v-lo no
seu todo.
Fra impossivel discutir n'uma noticia, resumir
ain la, os artigos do diccionario. Por isso diremos
smente algumas palavras sobre diversos assump-
tos que ali se discutem, escolhendo de preferencia
os que sao fundamentaes.
O principio da soberana popular vigorosamen-
te e elegantemente defendido. Jules Simn tira
d'ahi a seguinte obrigaclo da autoridade : velar
pelos dircitos naturaes, pelos direitos de discussao
e pelos direitos de transformacao da materia em
minora, cada vez que a materia da opinio se des-
loca.
Estes principios fundamentaes a liberdade de
imprensa, de consciencia, de cultos, de ensino, de
Horn e Du Puynode, nao temos por cabalmente
demonstrada* a opinio que seguem. Suppondo
que quatro letra de 10,000 franeos foram passa-
das successivamente por quatro indi s'iduos, ven-
eendo-se todas em 30 de abril, o Sr. Korn, diz as-
sim :
( Cada-credor livremente dispoe do titulo que
possue, e que era suas transacees Ihe prestan) o
mesmo servico que se possuisse egnal valor em
mercaduras, ou em dinheiro. Ora, isfo autoriza-
r a dizer que se crearam quatro capitaes de...
de nevoeirnhos sobre a copa do arvoredo, o qual,
viste da cumiada da Castra, semelhava uma mon-
ta de arbustos.
Volviam mezes e mezes sem que pessoa cstra-
nha descesse serra, em demanda da casa de
Milites, excepto o viandante, que sorprehendido
pela noiif, se guiava pela neblina de fumo, vista
ao cntardecer, ou pelo convidativo cantar do gallo.
Em dias santificados, a familia flava dos caes de
gado a guarda da casa, e ia ouvir missa egreja
parochlal, um quarto de legua distante.
Desde tempos immemoriaes era a freguezia pas-
toreada por clrigo da casa de Villa Cova. Este
clrigo que, no decurso de tres secutes, pareca
sempre o mesmo, traba sempre comsigo uma ir-
mal que no traje, no dizer, e no sentir era sem-
pre a mesma irmaa do padre do secte XV.
Depois da missa, o pastor acompanhava os seos
a Villa Cova, passava o dia rom elles; e, noute,
entoadas as preces da Ave Maria, l transmontara
que diziam ter trezentos
o viver daquella pa-
bons escriptores por certo estimare! em alto pon- 0 ^no, que o separava da sua egreja, abordoan
" do-se a um cerquinho,
ou mais annos de oso.
Este era ainda em 1830
triarchat familia.
Ladiskfb Tiberio Militao estudava neste tempo a
grammatica de Aristteles.
FreiBraz, seu pae, morreu naquelle anne; e,
no seguinte, o to que paroeftiava. Ficou rettuzi-
Diccionario de poltica ge- da sua fam|ja ao p,,,^ qae 0 eMMVaf e tia Se-
to ; mas nao raro succede que neste genero de
trabalhos a desharmona de ideas torna como que
diccionarios de contradicSes, em que a orthodo-
xia e a heresia se dao as maos. Mr. Block parece,
porm, ter-se esforcado porque tal Tirio nao cer-
ceasse o merecimento da obra.
N'uma palana,
ral de muito rafr, e prestar grande auxilio j bastiana" que pormort do to, voltara' da egreja
aos que tiverem de estudar as diversas questdes casa, onde uma serie de onze antecessoras!
sociaes. Ser elle como vasto congresso de intelli-
gencias, collaborando' na civilisaco, evangesaB-
do o progresso, defendendo os direitos do homem,
e pregando a liberdade.
B. DE FllKITA> JlMOR.
fevolu 0 be t mal.
I
Aprsente o Sr. Ladislau Tiberio Militao de Villa
Cova.
Nasce no termo de Pinhel, em 1848. Seu pae,
viuro sem consolacao, vesta o habito -de frade
mendicante no convento de Vinhaes. Assim cui-
dou elle que dignamente honrara a memoria de sua
santa mulher. Escolhera convento pobre como peni-
tencia, e deixra sua casa e tilho nico sob a vigi-
lancia de um irmo clrigo, sugeto- de clara fama
e varo doutissimo.
N'aquella casa de Villa Cova, que dra o appel-
lido a dez geracoes de honrados lavradores, flore-
cern), na passagem de cinco secutes, padres de
10,000 francos ? Notae que chegado o renriment [ muito saber, tms famigerados na oratoria, outros
dez mil francos de especies tero ani*qniliados! grandes casuistas, e bastantes notaveis por sua
n"uma palavra, a liberdade omni-
IUBII.KM.il \l*lll A
O diccionario de poltica por Mr.
Man rielo Bock.
Concluu-sc a publica?ao do primeiro volume
do Dictionaire general de la politique por A/. M. Block
avtt la collaboralion d"homeietate,devublicistes, el
(ferivmns de tous les pays.
O segundo volume ficar completo em mate de
1864.
Este livro daquellcs cuo merecimento se pre-
v lendo a lista dos diversos escriptores quecolla-
boraram nelle e o nome do que tomou a seu cargo
a direccao da obra.
Encontra m-se ali os nomes de Baudrillarte, Bat-
bie, Brougham, Cauchy, A. Clement, D. Manuel
Comeiro, uval, Garnier, Hcuschling, Horn, Cle-
ment Juglar, E. Laboulaye, Leonce de Lauergne,
Macleod, Parien, Passy, Richelot, Augusto Rover,
Jules Simn, Guizot, Chevaler, Itescher, Girardin,
Dupont-White, Quatrefages, Renn, Neftzer, Rey-
mcetings
moda.
Estes sao incontestavelmente os germens de todo
o progresso; nellcs se conteem quaesquer refor-
mas que o futuro indique; seja qual for o fim da
humanidade, ella o attingir por meio delles, por-
que sao a sua vida, a sua essencia, a sua organisa-
cao moral mente definida.
Nao que todas as questdes estejara terminadas;
nao que o intelecto pronunciasse a ultima palavra
porm, assim como sabemos que a theoria nao po-
de encontrar com a experiencia, mas sim que am-
bas se harmonisam, tambem sabemos que ne-
nhumas conclusoes de systeraas |liticos e eco-
nmicos pdem ir darviolaco de um direito,
porque os direitos sao o plano da natureza na exe-
cucao das sociedades; tal plano obra de Deus;
e tudo quanto o contraria contra a verdade infi-
nita, csse direito divino, que nao se apagou da
sciencia como o das vclhas monarchias, mas que
vive e vivera sempre, patenteando-sc cada vez
mais no direito comprehendido pelo homem
Assim, as instituicoes polticas, o Diccionario
defende a liberdade tal qual tem sido advogada c
comprehendida pelo raaior numero de seus mxi-
mos defensores. (1)
O Sr. Hora escrveu os principaes artigos relati-
vos ao crdito publico e particular. Defende a 11-
.n'uma hora os quatro capitaes de 10,000francos,
creados pelas 4 letras!
Mas pode isto provar que o crdito nao aupraen-
tou a prodcelo ? E o augmento de produeco em
geral, nao equivale creacao de capitaes?' Antes,
pelo contrario, os que defendera a tjpinio de Horn
e elle mesmo reconhecem as vantagens do crdito
na produeco; e reconhece-las dizer tambem
que augmenta os capitaes.
Nao podemos ter a vaidade de decidir urna
qnestao que l fra trax muitos annos de ventilada
t sempre pendente. Mas cada qual pode ter sua
fnio.
Diremos pois,que para nos materia corrente que
crdito concorre para a creacao de caitaes como
outra qualquer terca productora, e neste sentido
se pode seguir a opinio de Macleod; mas de pee si s
os nao cria; mister que depois de alcanear cora
tile oamljo alheio, o homem o erapregue bem; e
(1) Ideas tal vez ainda mais liberaos, qur dizer
mais rasoaveis sobre as relaces dos governos e
dos povos, defende Mohnari em duas de suas
obras. para sentir que Batbie, no artigo Ad-
ministration apenas escrevesse nove linhas acer-
ca do pensamento daquelle cscriptor. Parece-nos
que mais tarde ou mais cedo a sciencia o acolher
com muito prazer.
Referimo-nos liberdade dos governos, que,
para nos se fundamenta muito lgicamente no de Bastiat.
principio da concorrencia. I-------------------
Estes problemas nao se deciden) com uma ad- (2) A theoria
miraco d qualquer escriptor, por maior que sej
seu merecimento.
neste sentido se pode dizer que errada a opinio.
daquelle. escriptor.
Assim, as questoes a este respeito nasceram de se
encarar a discussao por um s de seus lados. Com
argumentos eguaes aos que se teem produzdo, se
pro varia que amoeda, as machinas, o o homem.
criam e nao criam capitaes. Tomae era separado
Irada.agente edemonstrareis o nao; encarae-os em
eorabinaco e tereis o sim.
O artigo Crises commerciales muito notavel,
embora nao seja seno um extracte da obra do
mesmo titulo, devida a penna do mesmo autor o
Sr. Clement Juglar. Na obra e no artigo a ques-
to tratada de um modo novo. A theoria de Co-
luelin destruida com factos. (2) A sua opinio
resume-a as seguntes palavras :
< Le developpement rgulier de la richesse des
nations n'a done lieu sans douleurs et sans rsis-
lances. Dans les crises teut s'arrte pour un
temps, le corps social parait paralys; mascen'cst
qu'une torpeur passagre, prelude des plus belles
destines.
O autor teria feito um grande servico demoran-
do-se era consideracoes theoricas, que at na pro-
pria obra sao mui poucas.
Em direito administrativo, os Srs. Batbie, Bau-
drillart, Garnier e outros seguem ideas liberaes.
Querem a descentralisacao e reconhecem jue os
povos tendem a dilatar os dominios do self-govern-
ment.
Com prazer notamos que neste diccionario estao
de accordo.em geral, a economa poltica e o direito
administrativo.
Baudrillart reconheco os erros de alguns econo-
mistas na applicaco da phrase do Gournay. O seu
artigo Etat differe muito de que se l do Diccio-
nario de Economa Poltica, extractado do opsculo
virtude sem lettras, e nenhum por lettras sem vir-
tudes.
O educador de Lasdilu, sobre sen virtuoso, era
grande lettrado; a sua sciencia, porm, atrazra-se
dous secutes n historia do espirito- humano.
, Padre Prxedes de Villa Cova sabia de cor Aris-
tteles e Plato. Philosophia, physica, historia na-
tural, grammatica, lgica, methapbysica, potica,
meteorologa, poltica, e mais um centenar de scien-
eias todas Ih'as ensinaram os dous sabios de Sta-
gira e Athenas. Na opinio d'elle-, a inteligencia
do homem, depois de Plato e Aristteles, envelhe-
eera, ou fingir remocar-se com atavos de ouro-
pel e pecchsbeques, sem peso na experimentada
mao de um sabio.
Era padre Prxedes copiosamente lido em livros
portuguezes anteniores ao seculo XVII, e possuia
os melhores as suas ponderosas estantes de casta-
nhos. Da poca dos senhores res D. Joo V e D.
Jos I, j pouquissimos volumes, e esses mesmos
estremados do ouro puro dos classicos, se houve-
ram de prende-lhe a atlencao.
Foi, desde menino, Ladislau encaminhado por
esta, em parte, eirada vereda da sabedoria til e
rerdadeira.
Comecpu a esmver como caligraphicamente se
escrevia ha dous secutes : lettra garrafal, com as
bastes a prumo, tengas e enfeitadas-com mu en-
f enhosos quadrados mrmente as maiusculas. Era
a escripta de padre Prxedes, tal qual a que seu
tio av, sabio fallecido em 17o7, transmiltira a
ura padre Heliodoro, seu fllho, e este ao avo de
Ladislau, e o ave" ao fllho, que vinha a ser o to pa-
terno deste padre Prxedes. D modo, que na-
quella familia, o tratado da eseripta em 1830
era fielmente copiado de de 1680. Em tudo mais
romo na escripta.
Est situada a casa dos Militoes de Villa Cova
as fraldas de uma serra chamada a Castra. Af-
flrma documenlalmente o padre que o chamar-se
Castra o sitio, vem de ter estado ali presidio ro-
mano, ha vinte secutes ; e qur elle que sobre as
ruinas daquella atalaia de senhores do mundo es-
teja cimentada a modesta habitaco dos Militoes
desde o seculo IX.
a casa grossa de cantara com dez janellas de
peitoril sem idracas, quasi a rocarem as proe-
minentes cornijas, assentadas em fortes cachorros
sem lavor.
largo e alto o portao de castanho, que abre
sobre um espacoso quinteiro, intransitavel na maior
parte do anno, por causa das gabellas do tojo e
urzo, que os ps do gado vo calcando e cur-
tindo.
Do fundo do quinteiro, sobe uma larga espada a
um pateo lageado com guardas de pedra tao em
bruto e sem visos de es |uadria que parecen) ter
ali Uradp casualmente postas urnas contra outras
pelorevolutear aquoso de algum diluvio.
V?slo OYtorinr ;i-siin P tristp. mais tr8
(Continuarse- do n. 249.)
XI
Estremad de terror, e voltei-mc paludo e per-
turbado. Uma grande figura immovel e muda,
que pareciAsahir da parde, encarava-nos fixa-
mente
Defenda-me Defenda-me I bradava o Dr.
Schulu no cumulo do espanto. Ei-la que vem
agarrar-me.
Vi-o perdido! Instinctivamente protegi-o com
meu corno, e ousei affrontar o terrivel espectro.
Apena.' afflrraei mais os olhos reconheci o nosso
erro.
C'ue mdo tolo! exclamei. E o retrato de
seu tio. o Dr. Wolfang Schultz.
Nao, ella que se disfarca para melhor snr-
prehender-nos.. .Veja, como se agita no seu qua-
dro I Toque-lhe com a mo.. ella, ella mes-
ma 1
O dootor talvez dicesse a verdade, pois esse re-
trato pareca tomar differentes formas: com tudo
era loicoso soccorrer aquelle espirito alucinado.
Fiz-me forte contra o mdo, e encaminhei-me
para o retrato. O coraco batia-mc apressado : ao
aproximar-me do quadro tive vontade de fugir.
Schultz observava-rae com anxiedade : estava a
ponto de suecumbir.
Por um supremo extorco de vontade dei mais
um p:sso, estendi a mo, toquei no retrato.
uma tela I exclamei triumphante. Che-
gue c, veja como resiste ao contacto dos meus
dedos!...
Estava orgulhoso pcJQjaeu herosmo.
Tem toda a cert^BMM^^^
Que dnvida, m
Esquirol elassiflea este phenomeno entre as affec-
ces passageiras. < As alucinacoes differera do
somnambulismo e da loucura neste ponte : quasi
sempre os alienados se lembram de todas as ideas
que perturbaram o seu espirito, o que nao se d
com os somnmbulos e os loucos, que de nada se
lembrara. >
O senhor inventen isto para me consolar,
disse o doutor abanando a caneca em ar de du-
vda.
ATlanco-lhe por minha honra qne faco uma
citacao textual. Ora, raciocinemos, meu amigo.
O senhor tem um espirito forte e justo. O facto
aqui positivo; temos diante dos olhos um retra-
to copiado n'uma tela : ei-lo por consegrante con-
vencido de que no um phantasma I.. .Bastou a
sua coragem em aproximar-se para que se desva-
necesse semelhante idea I.. .Pois o Sr. doutor, que
sabio, philosopho e pratico, tambem er em ap-
pari^es que deslruem as leis da natureza Ad-
mitte nao sei que corporeidade visivel n'uma en-
fermidade I Ora faca-me o favor de dizer se j viu
apparecer a tsica cabeceira dos enfermosa
quem tem assistdo ?
A tisica cousa differente.
Est engaado, a mesma cousa.. .Visto is-
to, devemos suppor um mundo eomposto de seres
disformes, hediondos, representando um a peste,
outro a febre amarella I.. .Aqui vemos o cholera
asitico, que uma imaginaco enferma reveste de
um turbante e de um kriss malaio : acola a figu-
ra torpe e burlesca do defluxo, toda enregelada,
penetrando nos saloes do go-duque turna noute
de baile para filar o innocente walsador que se
embica todo antes de sahir I...
Uma gargalhada do doutor deu-me a entender
que a sua demencia mudava de objecto. Cota tu-
do perguntou-me ainda bastante cuidadoso:
Entao pensa o senhor que a loucura como
as outras molestias, inmaterial, mpalpavel ? Acre-
dita que nao lenha corno ?
Eis o que justamente loucura acreditar-se
nisto I exclamei aleando os hombros.
Neste caso nao admitte um mundo sobrena-
tural?
Admitte, pois nao; porque a razo obriga
mas leis: assim como o reino mineral, tambem o
reino animal deve ter Huidos desconhecidos ainda
por nos, ou mal analysados como o magnetismo,
que at o dia de hoje se conserva no estado de
sciencia rudimentaria.. .D'ahi, doutor, a reconhe-
cer que existe uma terca sobrenatural que nao sa-
bemos evocar, e qual o nosso fraco enlendimen-
to d o nome de spiritismo, nao ha mais que um
passo I O que falta? A pilha de volta que nos po-
nha em communieacao com
phisica.
O doutor ouvia-rae com a caheca inclinada co-
mo para nao escapar-lhe uma s das minhas pala-
vras. Observei-o alternamente, e senti que a sua
alma se tranquillisava. Como me desse as costas,
pode ver por acaso o seu semblante reflectindo-se
no espelho : notei que j nao apresentava o menor
indicio de commoco ; de repente o seu olhar en-
xontrou o meu, fez um gesto de surpreza, mos-
trou-se perturbado; mas tudo isto passou-se n um
instante. Para dissimular o seu constrangra)ento
cobrin o rosto com as mos; porm nao tao de-
pressa que eu nao visse um sorriso desenhar-se
nes seus labios.
de Coquelin encontra-se no dic-
cionario de esonomia politiea e na obra Du crdil
el des banques.
Este exterior assim triste, mais triste que a
soledade las ruinas de outras casas, que era re-
dor existirn) at ao comeco deste secute, e s
quaes os Francezes acossados pegaran) fogo, na
sua ultima evaso de Portugal.
Do desastre da povoa de Villa Cova salvou-se a
casa dos Militdes, porque os incendiarios nao
acharara brecha por onde lanc&sem o lume; o
morro de pedra era incombustivel; as portadas
de castanho tao smente a bala raza poderiam sal-
tar dos seus enormes gonzos.
Os donos das ruinas nao quizeram reedificar no
sitio onde seus antepassados tinham construido os
pobres casalinhos. Ajuisadamente edificaran) em
terreno mais ao centro das suas leiras, visto que,
em cata de mais frtil torro, j os avs dos ac-
tuacs tinham levado longo o arroteamento e a cul-
tura.
nha voltado coro o luto no eoracao e a vida por
um fio.
Ajienas fallecioV o pastor, foi padre Prxedes
norneado interinamente para a vgararia de S. Ju-
liaoda Serra.
Nao havia outro clrigo na familia, nem outro
administrador para a lavoura. Qtr o padre de-
clinar a pesada heraaca ; mas, mal o souberam, os
parochianos, acudiram com rogos-e lagrimas a
Villa Cora, pedindo ao virtuoso irno do detento
vigario que os nao desamparasse. Prxedes ar-
rendou os bens, e transferiu-se residencia paro-
ehial com irma e sobrinho, esperando- ainda que
algum clrigo pobre das cercanas Ihe- tiraste dos
hombros o cargo, e Ihe libertaste o tempo- necessa-
rio ao ensino de Ladislau.
Malograda a esperanca, e nomeado peto gover-
no, o parocho- trasladou su livraria, como quem" j
ti nha ao cerro que seus derradeiros annos, muitos
eu poucos, alrseriam vivido-ao peda sepultura dos
seus onze ant&passados.
Na casa do presbyterio, eontinuou a educaco
luterana de Ladislau.
Viviao mociaho entre sen los ; nao eonhecia
rapaz de sua edade com quem entretivesse as- ho-
ras- feriadas, o* conversasse- em materia de cs-
tudo.
Mui naturalmente Ihe pendeu o animo a timas
tristezas que era vico e contentamentos de primei-
ros annos podiam desassombrar. Isto nao- faxia
especie ao vigario nem a Sr.* Sebastiana. Era
aquella soturna melancola a norma commonv do
viver d'esta familia. Muita quietaco, sileneo tu-
raular, um moverem-se de phantasmas, perpassan-
do uns por outro* com glacial taciturnidade.
Eslava ainda gravado no animo de todos o-lance
funreo da viuvez de Braz.
A me de Ladislau morreu como quem pasea de
um tmulo para outro.
Nem mesmo, depois que sahira o esquife, es ge:
mido se ouviram longo tempo. E o viuvo, quasi
sem declarar seus intentes, salu, ao terceire dia,
de casa, foi orar sobre a lagea de sua mulher, e
d'ali se parliu, a p, caminho de Vinhaes^ Aqui,
bateu port do raosteiro, que- se Ihe abnu oomo
casa de infelizes, e l flcou. Tudo assim, na vida
ordinaria, model adb por este extraordinario succe-
dimentol
Ladislau contou os dezoito annos de sua edade,
sem sentir abrr-se>lhe o. coraco a alguma poesa:
nem se qur a poesa da natureza I
A^gracas campestras das Gergicas de Virgilio
sabia traduz-las em termos frios, rigorosamente
gramraaticaes, irreprehensiveis em sia e fradesca
latinidade; porm no inlerno.de sua alma, nenhum
enlevo o transportava da euphonia do vet*o para
a formosura dos prados, das fontes, e do luar das
suas noutes solitarias. Dormia-lhe o eoracao; nin-
guem volta de si proferira aquella palavra, que
bastante despert-lo para as alegres alvoradas
do primeiro dia de amor, amor sem imSIher, sem
esperanca, sen emblema, amor em e-Jmpetenoa
com o ideal do amor dos serafins.
Como se padre Prxedes premeditasse amorta-
lhar este mancebo, j morto antes de haver experi-
mentado o palpitar estranho da vid, que estre-
mece em confusos desejos, uma vez, acabando do
traduzir com Ladislau alguns captulos da Cidade
do Deus de Santo Agoslinho, fallo assim ao moco
de dezoitoannos, sem uma s primavera.:
Ladislau, pensava eu esta noute, e multas
noutes hei vellado a pensar que, d'aqui a pouco,
voltars casa onde nasceste, dmando teu mestre
debaixo da pedra onde esperan o grande dia todos
os nossos.
Pensei com tristeza que nao vira tao cedo de
nossa casa o padre guardador d'este rebanho, que
os nossos antepassados aceitaram como de Deus, e
vieram no atravessar de tantos annos, passando. e
cajado uns a outros.
Agora que se acabou este legado de servieos,
des vellos, e caridades aos nossos irraes...
Quo grato seiraa Deus que o naoregeitassemos!
Nao ests t aqui tao ben inclinado virtade, e
aproveitado na sciencia das cousas santas? 1. Que-
ros t ser padre, Ladislau ?
Quero, meu tiodisse o moc,o com inaltera-
do semblante, como se fosse convidado a traduzir
a Carta aos Pisdes ou das Lamentacoes de
Jeremas.
Sentes em ti vocaco ao sacerdocio ? reper-
guntou o padre com alegre sombra.
Sinto, sm, senhor; por que nao hei de sen-
tir ? disse Ladislau.
Nao tens pensado em outro futuro, meu so-
brinho ?
Outro futuro ?perguntou o moro como
alheado na estranheza da insistencia.
Sim : outro futuro... Pensaste alguma vez
em te casares ?
Nao, senhor.
O que significara esse sorriso ? Realmente pare-
de uria illusio leiteptico...Veja, vea, da reconhecer na natureza forjas mysteriosas
Pode ser we seja orna illusao I replirou elle que nao pode definir. Na ordem phisica reconhe-
,, aamente cerno fluidos imponderaveis e invisiveis taes co-
F entio o aa'anF qae seja? Isto foi alga- mo a electrieldade e outros, cojo principio nos cs-
ma m digesta/nifpesadelo, um snho mu!... I capa. Ora, a natureza sbrela*) exeree as mos.
Ao cabo de meia hora Schultz levanlou-se sere-
no e tranquillo.
Obrigado, disse simplesraente apertando-me
a mo.
E accrescentou sorrindo:
Agora permitte-me sahir?
Deseamos ao jardn), se quizer.
Nao; vamos antes passoiar no campo.
Guardei-me bem de deixa-lo presentir o pasmo
essa potencia metha- que me causou esta sua proposta. O doutor fal-
lou-rae com tal accento de franqueza que nao po-
da duvidar da sua ntcnco : ontendiamo-nos pe-
lo coraco.
Vamos, respondi-Ihe.
E partimos.
Isto qur dizer, meu. caro Wilhelra, que nao
sou mais prisioneiro do Dr. Schultz. Franqueei
pela primeira vez essas grades, que o meu tutor
fez ha um anno fechar sobre mim I
Sou lirre t livre pela gratido, livre com a con-
sciencia de ter salvado uma alma que ia talvez
abysmar-se nastrevas eternas I
Que mais te dirci, meu amigo ? Experimento
um indisivel sentimento de orgulho, como se prati-
casse uma aeco brilhante. Creio que s uma me
pode comprenhender esta alegra, que de mim se
uniente,
quem para bem ffizer sou a norma e a razao.
Acho-me ligado a este pobre Schultz, a quem
alias detestava, por terca dessa grande lei, que liga
o creador creatura ; e elle parece sentir meu
respeito a mesma ternura, se bem que temperada
com urna aspecie de submisso. Talvez tenhare-
I ceio de que o abandone.
Eis a razo, amigo, porque, sendo livre, conti-
no a ficar em Carlsruhe. Sera cruel se abando-
Continuar-sc-hal
ca que o doutor nunca fra louco, e que a sua por ter a telicidade de proteger
loucura nao passava de um sonho da minha una- d^que'm para bem mZer sou a norma e
ginacao. j*.
Entretanto elle replicn : t{?
Contine, contine, raen amigo.; e piovc me
exhnberanlemente que nada tnh$ p,uaf sou %nn
tiateta : mostre-me que, se eu chegarx^ compre-,
tender a futilidade dos meus terrorts, devo con-
vencerme de qne nenhum desarratflo orgnico
soffre o meu cerebro: prtvetne ftaltnente que
me eutrego a> trasportes P^%* HP ''* nasse a minha obra. Schultz mostra-se ainda fio
minha vontade para diasipajos, c%ro-esta que es-, rae nunca ^ sem
^,a"^?e?f;AnfirmLr mih J elle. Sao precisas muitas semanas afira de que
feata linguagem scnsala conflriMV* a^ minha d ,J comp|e,amente curado da sua de-
vlctona: nada mais meirestty^ .d=jp,df nyj-, mencTa : sem mim julgar-se-hia perdido,
ver as proposicdesidc'*J****, .P"; i o que fazer pois ? Alm da tua amisade, ne-
tos me havia elto foraecidk> 9o g^! clare-1 hum' outro ^ ,enho no porquato o
sa. No enthusiasmo da nnpro^bacao ach i arm- unico amo ^e8rae faz ^ ,^3,, um
meulos, que a mim mesmo surprehendiam, de- ^^q j '
dnecoes irrefutaveis que nunca, o mi espirito 8abe agora 0 raotivo d a v .
formulara, mas que: a.piej adeJta [**toma ,errora \ minha Mrr^ Bn1 proseeuiret
eoracao em borbo'oes. Ju senta trasooraar a manhaa r ir
conviccQ do mais intimo do meu ser. e fazta-a xn
penetrar luminosa nesse cerebro oljswecido; por i
fataes vlses, Nao te lei dizer o que se seguiu depois daquelle
terrivel abalo que me fez cahir sobro o assoalho do
salo, aos ps de minha madrinha.
Quando tornei a mim. estava deitado na minha
cama, sem forcas c aturdido. Era noute. Bastio
velava minha cabeceira, e ouvindo-me murmu-
rar seu nome soltou um grito de alegra.
Oh I meu Deus, est salva! Sr. Andr, en-
tao conheceu-me ?
Conheco-te. Porque te admiras ?
Como vae a Sra. condessa flear contente I
Porm cale-se, Sr. Andr; o medico disse que em
Vmc. sahindo deste letbargo, era preciso impedi-lo
de fallar. Nao se fatigue, eu vou contar-lhe tudo
quanto se passou.
Foi enfio que Bastio me disse que eu eslava de
cama havia tres semanas, atacado de uma febre ce-
rebral, que nenhuma esperanca dava : finalmente
que s dous dias achava-rae fra de pengo.
E minha madrinha ? perguntei.
A Sra condessa nao o deixava nem de dia nem
de noute ; s ante-hontem j tarde que resolvcu-
se a repousar um pouco. Mas deixou-me aqui flear
em seu lugar, recommendando-me muito que, se
Vmc. perguntasse alguma cousa, Ihe pedisse de
sua parte que fleasse tranquillo, e pensasse nella.
J nos temos conversado de mais ; cumpre obede-
ce-la. D'aqui a duas horas ser dia ; ella ha de vir.
Durma um bocadinho para descancar.
Sentia tral fraqueza de espirite que impossivel
me foi formular outras perguntas. Bastio flten-
me della : era quanto bastva para me tranquilli-
sar. Fechei os olhos pensando na minha querida
madrinha, e embalado em t3o doce pensamento
adormec logo.
Quando despertei o sol penetrava pelas janellas
bertas: os perrames do jardim subiam al o apo-
sento tangidos pela brisa da manhaa. Pensei que
ressuscitava.
Ouvi um suspiro ao p de mim ; voltei-me, e es
meus olhos encontrar&m-se com os de Diana, que
chorando de alegra apertava entre as suas a mi-
nha mao.
Son en, sou eu, minha madrinha t exclamei
como se voltasse de nma longa jornada.
B "imitando-a, puz-me tambem a chorar. Fica-
Sios assim algum tempo sem faltar, sorrindo um
para o outro por entre as nossas lagrimas, e con.
servando as mios mutuamente prera.
Finalmente torno a v-la I disse eu eutre um
sorriso e um soluco.
Porm eu nunca o deixei, Andre respondeu
ella com um accento de voz profundo.
O' momento divino I Que dr ou que felicida-
de ser capaz de apagar a tua recordago no meu
espirito I J nem mesmo poda medir a terca coa)
que a ama va ; as nossas almas se fundiam nma na
outra, e voavam ambas as regios aerias I
Achava-me ainda bastante fraco para supportar
fio forte commoco; sentim-e quasi desfallecer.
Diana obrigou-rae a estar calado.
Conserve-se tranquillo, se qur sarar depres-
sa. Aqui estou a seu lado; descanco.
Ha tanto tempo que nao a va, repliquei procu-
rando resistir sua ordem. Tenho Unto que di-
zer-lhe I
Est bom, tica para depois... se me estima,
obedeca,
Se Ihe estimo I Oh I sim... obedeco...
Diana retirou os seus lindos dedos de entre as
minhas mos, e collocou-os na minha fronte, como
se costuma fazer para recommendar- aos meninos. Percebi que trema airo pouco,
Durma, durma, me disse ella.
Fechei os olhos, mas nao pode'dormir. A con-
dessa sentara-se no meu leito : atravs das minhas
pestaas semi-fechadas eu a contemplan extasiado.
O seu rosto eslava virado para mim ; um raio, do
sol, brincando por entre os seus cabellos, fazia o
effeito de uma aureola em torno da cabeca.
Achei-a um tanto paluda; um circulo ligera-
mente azulado rodeava-lhe os olhos ; as suas fi
ces fio puras estava alguma cousa emraagreciaas.
Lembrei-me das palavras de Bastio ; compre-
taendi lodas as angustias e vigilias, que Iho causel;
e nao pode conter as lagrimas.
Ah I Voc nao dorme I disse ella n om tom
de terna reprehenso. m.a.
Nesse momento enuon o medico
Enfio, meu amigo, resuscitou? Bravo I que
bonita apparencia I... Vejamos o pulso. Bom I
Ei-te finalmente livre de perigo : agora conrm
que se abstenha de imprudencias qne possam re-
W Deixei fallar o doutor : quanto a mira s linha
olhos para ver Diana, e ocontenumento que se ex-
panda no seu semblante.
Oh Era smente por ella quo me julgava felu
em reviTer I
Jontmvar-se-ha)
\

PERNAMBUCO.- TTp.^jjE M. F. F. 4 FlUQ
IIIIIIH-*


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