Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10228


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Full Text
AMO XXXII HUMERO 248.
Por (res mtzes adiantados
Por tres mezes vencido .
5S000
6SO00
^V
QUINTA FEIRA 29 DE OTERO DE 1863.
Por auno adiantado.....19^000
Porle para o subscriptor. 3$00U

t


DIARIO DE PERNAMBUGO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva: Araeaty, o
Sr.A. de Lemos Braga; Ccar, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro <& C; A-
inazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA StBSCRIPCAO NO SOL
Alagas. o Sr. Clandino Faloo Das; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS. EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
Olinda, Cabo e Eseada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e 4 Quarto ming. as 3 h.,-36 m. e 8s. da m.
SantoXa?Gravat, Berros, Bonito, Carura', q2 nova 3 \" ^ 2 s \ ,
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. i9 Quar, cresc- as 4 h-> 40 m. e 32 s. da t.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, 26 La cheia as t h., 30 ra. e 20 s. da t.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricurv e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei- PREAMAR DE HOJE.
ros, Agua Preta e Pimcnteiras as quintas feiras.l
"hnav!oFernand0,0daS 3S meS *" Para a" "n *imera as 3 horaa e 42 minutos da tarde.
Todos os estafetas partem ao 1/2 dia. I Segunda as 4 horas e minutos da manba.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
tara o sul at Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja i 7 e-22 de cada mez; para Fernando nes
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, iul, seL enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife : do Apipuros as 6 '/* 7, 7 >/2, 8 e
8 iff da ra.; de Olinda as 8 da ra. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6/j da m.; do Caxang e Varzea as 7
da m.; de Bemlica s 8 da m.
Do Reeife-: para o Apipuros s 3'/,, 4. 41/4,4 %,
5, 5 Vi, 5 */i e 6 da tarde; para Olinda &Tda
manhaa e 4 /* da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de; para Caohang e Varzea s 4 / da larde; para
Bemflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 hora*.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e- sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a I hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
26. Segunda. Ss. Evaristo e Florio ram.
27. Terca. S. Klcsbo imp. da Elhvopia.
28. Quarta. Ss. Simo e Judas Thadeo apps.
29. (Juint... S. Buzebia v. m.; a b. Bemvinda.
30. Sexta. S. Hbduviges doq. da Polonia viav.
31. Sabbado. S. Quintino ni.; S. Lurilla v. m.
L Domingo. S. Cosario diac.; S. Benigno presb.
ASSIGNA-SE
no Recife, emalivraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueirea da
Faria & FBho.
_ EXTERIOR.._
l>\i:\(IV IM nIA-
hio DE pi:b.\.%nm t o.
IMHIII'KtO.
o de ootubro de 1863.
As ultimas semanas trouxeram ao conhecimento
do publico o pleno texto das notas de resposta rus-
sas aos despachos de Agosta da Franca, Inglaterra
Austria, e esl-se espantado da acerbidade c as-
pereza do seu tom e contedo.
A Russia nellas declara, queem principioj
tinba dado a sua approvaco aos (conhecdos) seis
pontos das potencias, e que quanto execucao dos
mesmos e a poca propria, era isso cousa do impe-
rador Alexandre ; mas que em Petorsburgo nao se
achava motivo para continuar os debates com
Londres, Paris e Vienna, e que (esta ultima phra-
se idntica as tres notas, aliaz de estylo diffe-
rente) nao se hesitava de tomar sobre si premp-
tamente toda a responsabilidade do seu proced-!
ment.
A nota dirigida Franca distingese por sua
particular acerbidade. O principe Gortschakoff
desdiz ao imperador Napoleao, da maneira a mais
demonstraliva a antiga entente cordiale.
Todas as notas porm tornam-so singulares por
sua extraordinaria certeza, a qual faz apparecer
ainda mais a aspereza do sen contedo. Ao resto
sao ellas acompanhadas de um memorndum mui-
to extenso, no qual a Russia expe mais urna vez
M ideas de direito. Bem se comprehender o em-'
baraco dos gabinetes de Paris, Vienna e Londres.
As tres notas do principe de Gortschakoff sao tres
oofetes, to fortes que possivel, c afinal sempre
tima cousa muito penosa de se tragar urna bofeta-
da, e ainda mais dada vista de todo o mundo. A
mcllior cara ao mo jogo faz-se em Londres. E ao
fundo sente-se all urna satisfacao tranquilla do to-
da a mudanca do negocio.
Tratou-se all da questao poloneza, sobretudo c
nicamente, como flin de oxcitar a Franga ea
Russia urna contra a outra, e de por um termo ef-
feclivo intelligeneia franco-russa, encaminhada
desde a paz de Paris de 1856, da qual nao pouco se'
receiava para o oriente. Isso se conseguo pelo
momento, e faz suavisar bastante o sentiraento da
derrota diplomtica, que se solfrera ostensivcl- j
mente de eommum com a Franca. Tanto- mais
excitados e irritados se acham em Paris. Inimi-
sados com a Russia, nada nem a mnima cousa con-!
seguirao para a Polonia. Quem nao se lembra dos
-sarcasmos, com que em fevereiro ultimo, no corpo|
legislativo os estadistas napolconistas censuraram
a poltica poloneza de Luiz Fchppo, a qual s tivera
phrases hanaes pela Polonia, o Analmente nao Ihe
ajudara. E com que satisfacao elles declaram que
se o imperador Napoleao se empenhasse pela Po-'
lonia, elle tambem salvara a Polonia I
O resultado k vista de. urna campanha de setc
mezes pela Polonia desmente cssas asseveracoes
da maneira a mais vergonhosa. Phrases sobre pnra- \
ses se fizeram, notas sobre notas se escreveram, e
O resultado que o principe Gortschakoff nao toma'
a mnima nota disso. Por isso, para que a Fran- j
ca lalvasse o seu prestigio, s Ihe restara a guer-
ra, e nao fallando de outras cousas, vista a esta-
Sao avaneada urna guerra seria urna impossibili-
ade pelo momento, e tambera para a primavera j
ella encontrara a mais renhida repugnancia de'
parte da Inglaterra e Austria. E afinal muito!
duvidoso se a insurrcioao poloneza se poder sus-
tentar ainda durante o*invern, e se sso niio fr o
caso, a questao poloneza se achara resolvida, de
acto na primavera prxima, e ter desappajecido
o verdadeiro objecto para urna intervencao mi-
litar.
Nao obstante parece que a Franca trata de ex-
plorar a situacao para urna guerra, c de induzir a
Austria e a Inglaterra a novos passos communs
contra o gabinete russo, no intuito de effectuar
um rompimento entre este e aquelles.
Assim se falla do reconhccimento dos polonczes
como potencia belligerante, e do rompimento das'
relaces diplomticas com a Russia. Isso tem cau-
sado grandes embaraces sobretudo em Vienna.
To iwico como na Inglaterra, pensa-sc na Aus-
tria de deixar resolver-se em complicacoes bclli-
cosas, e ao mesmo lempo que a Inglaterra se acha
em posifo de declarar isso sera reserva alguma,
a poltica austraca, visto a sua atlitudc hostil para
com todos os mu vizinlios, a Russia, Italia e Prus-
sia, carece muito de mais do apoio da entente cor-
diale com a Franq-a, para poder sem mais nem me-
B08 desgostar a Franca.
V-se. pois, que a" situaeo diplomtica nao
digna de invejn, nem em V'nna, nem em Pars,
e a questao poloneza pode dispor novos grupos das
potencias.
Em mui intima connexiio com as conslderacoes
a que cm Vienna se veem obrigados para com a
Franca, acha-se o consentlmento do imperador
Francisco Jos na accilaco do throno mexicano
Kelo*archiduque Fernando Maximiliano.
O archiduque desde o principio moslrou grande
inclinaco por essa cora, tanto mais dcsagradavel
o negocio para o imperador e para o governo,
que fcem romprehendem, que o novo imperador do
Mxico nao ser senao um hornera de pallia as
mos da Franca, e por isso nao consideram como
nma honra para a Austria de ceder para isso um
mombro da sua casa imperial. Esse deseontenta-
mento e repugnancia, e com que se faz o sacrificio
Franca, mostram-se em cada occasio.
No dia 30 de setembro cliegou em Vienna, vin-
do do *aris, a deputarao mexicana, que traz ao ar-
chiduque Maximiliano oflicialmente a sua eleicao
para imperador, e nao Ihe fora preparada a mais
ligeira apparencia de urna recepeo offlcial ou se-
ini-offlcial. Nem um ministro, hem um merabro j
da autoridade municipal, nem um ajudantc impe-
rial foi recebe-la. Nraguem fez caso dclla, e no!
dia seguinte que ficou em Vienna, para depois se-
guir para Trieste, a residenciado archiduque, ella
nem teva urna audiencia do imperador, nem do
conde de Recliberg.
No dia 3 do corrente o archiduque Fernando
Maximiliano recebeu no seu palacio Mramare,
pertode Trieste a dita deputacao mexicana, decla-
rando mesma que aceitara o throno mexicano
debaixo da eondicao, que a sua eleicao para impe-
rador at agora somente pronunciada pela assem-
ida dos notaveis no Mxico, fosse confirmada por
una votacjio gcral de toda a nac;o mexicana.
No dia 1* de outubro teve lugar na dieta germ-
nica a volaco acerca das propostas das commis-
soes reunida da dieta relativamente questao de
Btetelo.
Alm da Dinamarca, a qual, como se entende de
mesmo. votara negativamente, Luxcmburgo e Ba-
de tambem recusaram, esta ultima porque as pro-
postas nao Ihe pareriarn assaz fortes para guardar
direitos da Allemanha em frente da poltica
provocadora da Dinamarca.
As ditas propostas exigem o cumprimento da
execucao federal contra a Dinamarca no Holstein,
e que para esse fim 6,000 homens de tropas da Sa-
corisa e do Hannover deviam entrar no Holstein,
sendo a reserva formada por tropas austracas e
prussian s.
Na mesma sessao da dieta germnica, em quo
essas proposlas foram aceitas, a presidencia apr-
senme urna nota que Ihe fora dirigida pela Ingla-
terra a respeito da questao holsteineza, desaconse-
lhando da execucao contra a Dinamarca. A dieta
resolven entregar essa nota as respectivas commis-
eoc?,
Ao resto difflcil de crr, que o conselho da In-
glaterra exercer a mnima influencia, tendo a Di-
namarca dado entre tanto um novo passo na va
da sua poltica violadora dos direitos da Allema-
nha.
No dia 27 de setembro foi aberto em Copenha-
gue o Rigsraad 1 parlamento Dano-Schleswiguez )
e em 29 apresentou-se-lhe um novo projecto de
constituico paraos negocios communs da Dina-
marca e do Schleswig, com exclusao do Holstein,
I pela qual Oca completamente annullada a unio
igual de todas as partes da monarchia dinamar-
queza para um estado central, e assim a unio
igual do Schleswig com o Holstein, de mesmo como
com a Dinamarca, como fra estipulado as con-
vencoes com a Allemanha dos annos de 1850 e
1851.
E issoum novo insulto para a Allemanha, e ao
menos neste momento, ninguem pensa que a aeco
da Allemanha contra a Dinamarca possa ser mais
urna vez adiada.
Na questao allema, levada ordem do dia offl-
cial pela conferencia dos principes de Francfort,
temos de referir como novidade, que Analmente
teve lugar a resposta de el-rei da Prnssia a carta \
cuileetiva dos principes allemaes de 1 de setembro.
Kssa resposta, dirigida a todos os assignantes da
dita carta, explica claramente a posico da Prussia
na questao da reforma federal. O seu contedo
o seguinte :
1 Pela carta que Vmc. me dirigi cm 1 doj cor-
rente, de accordo com outros principes allemaes ;
o os representantes das cidades livres, foram leva-
das ao meu conhecimento as propostas de reforma
federal, discutidas em Francfort.
t Submetti as mesmas aoexame attencioso, que
prometiera em minha carta a sua magestade o im-,
perador d'Austria, de 20 de agosto.
c Esse exame nao pode dar-me a conviccjio, que
a acta de reforma proposta em sua forma presen-
te, seja de natureza a tornar-se o termo dos nossos '
longos esforcos em favor do melhoramento da cons-
tituico federal. ^
t Nao pude reconhecer nesse projecto a exprs-
sao da situacao verdadeira e das verdaderas pre-!
eisoes, cuja considcraco pode smenle dar vida e
duracao urna obra dessa qualidade, nao devo pois;
hesitar de declarar a Vmc. bem que com pezar,:
que o meu dever, como rei da Prussia, e como
principe allemo nao me permute de aceitar o pro-
jecto mim communicado como base de urna nova
constituico federal.
Nao posso consentir n'uma extensao da com-
petencia da autoridade federal central, se nao se
ella tiver lugar com plena e justa consideraco do
pejo da Prussia na confederacao, e dos interesses
geraes da nacao allemaa.
Nesse sentido considero como eondiefies preli-
minares do meu consentimento n'uma reforma ra-
dical dos tratados existentes, o entendimento sobre
tres pontos, que encarreguei ao meu ministro dos
negocios estrangeiros de expor mais amplamente a
vosso governo.
Elles dizem respeito pnmeiroao voto da Prus-
sia e da Austria, ao menos contra toda guerra fe-.
deral, que nao fosse emprebendida para repellir
um ataque do territorio federal; segundo plena
igualdade de direito da Prussia com a Austria para
a presidencia e direccao dos negocios ; terceiro, a
urna representacao do novo, procedente, nao de de-.
Iegac5es das assemblas, mas sim de eleicoes d-
reitas, segundo a populago dos differentes estados
e cujas attribuicoes na cooperagao deliberativa nos
negocios federaos formariam e objecto de negoeia-
efles, devendo porm em todo o caso, serem mais
estendidas do que o projecto de reforma o propoe.:
Antes de um accordo sobre essa base, nao posso es-
perar um resultado feliz da discussao dos detalhes
do projecto mim submettido.
Encarreguei pois ao meu ministro dos negocios
estrangeiros de entrar em negocacoes em prirnei-
ro lugar com o governo imperial da Austria, na
esperanca que aprazer a Vmc., logo que se ache
encaminhada a via do entendimento necessario, de
convocar, de accordo comigo, conferencias minis-
teraes, que preparariam a resolucao definitiva dos
soberanos allemaes.
Receba etc.Guilherme.De Bismark.
As exigencias levantadas na caria cima foram
motivadas mui extensamente em um relatorio do
ministerio prussiano a el-rei, publicado na gazeta
oQlcial.
A communicacao desse documento, que enchc-
ria muitas columnas, nao seria de nenhum inte-
resse para os nossos leitores.
Temos de esperar os passos da Austria e dos seus
collegas de Francfort em frente da resposta prus-
siana.
Em um artigo offlcioso da Gazeta de Vienna
Wiener Abendpost as exigencias de el-rei da
Prussia foram designadas entre tanto como abso-
lutamente nao aceitaveis.
Isso, verdade, nao um horscopo favoravel
para as discussoes em vista, e cada vez parece
mais, que tinham razo aquelles, que desde o prin-
cipio pretendiam, que o novissimo impulso para a
solucao daqueslo allemaa, ficaria do mesmo modo
sem resultado algum, como os anteriores.
Hoje ser aberta em Munich urna conferencia da
Bariera, Wurtemberg, Hannover, Hesse-Darmstadt
e Nassau, na qual tambera lomar parte um dele-
gado austraco, para convencionar urna aeco eom-
mum desses estados na conferencia geral do Zoll-
verein convocada para principios de novembro,
n'essa ultima conferencia deve .ser resolvida a
questao respeito da renovado dos tratados do
Zollverein, juntamente com a questao do tratado
de commercio franco-prussiano, e o rcgulamcnto
da relaco politeo-commercial para com a Austria.
Os estados reunidos em Munich eslo todos resol-
vidos rejeitar o tratado franco-prussiano, e de
accordo com a Austria se oppoe idea da renova-
cae do Zollverein, sob base das disposiefes desse
tratado.
Concluiremos com algumas palavras respeito
dasleices prussianas.
Cada dia mostrase mais claramente a plena fal-'
ta de esperancas do ministerio, e a indubilave cer-
teza de urna nova victoria grandiosa do partido li-
beral.
O ministerio emprega todos os meios, para in-
fluir sobre as cleicoes ; mas nada consegue se nlo
novas amarguras da opinio publica.
Como cousa caracterstica temos de notar urna
circular do ministro do reino, o conde de Eu-
lemburgo aos governadores das provincias, orde-
nando-lne de exercer a flsealisacao a mais rigorosa
sobre os empregados pblicos durante as prmeiras
eleiees.
Essa circular diz, que espera dos funecionarios
o apoio absoluto do governo, e que mesmo una at-
Alude passiva devera ser considerada como falta do
lealdade, nem como cleitores, nem como eleitos, os
funecionarios sao desembarazados do juramento,
que prestaram a el-rei. A mesma circular causou
grande irritacao.
I.OMIRKS.
8 de outubro de 1863.
Chegou a Souihamptoo no dia 4 do corrente o
paquete do Brasil, com a mala do mez de setembro
prximo passado.
As noticias polticas do imperio por elle trasidas
referiram-se concluso das lutas eleitoraes noBr*-
sil, fleando no partido conservador-progressista os
louros da victoria.
Entretanto algumas folhas bem informadas tem
mencionado que o partido liberal conseguir fazer
entrar na nova cmara bm numero de depotados,
1 os qoaes eomquan.lo ao principio se achararq 6
accordo com os do partido da liga ho de todava
separar-se gradualmente, tendendo a fazer trium-
phar exclusivamente suas ideas.
Esta feigo que tomou a nova cmara deixa re-
cejar, segundo escrevem as mesmas folhas, pela
existencia do ministerio actual que rindo a ser
guerreado por urna importante parte daquella as-
sembla ter de retirar-se.
Que seguir-se-ha, porm, dessa eventualida-
def Recorrer S. Magestade de novo ao partido
da liga, ou aceitar a situacao que o partido liberal
taluver creado no seio da representacao nacio-
nal?
A mpressao geral em Inglaterra que o impera-
dor respeitar a maioria, chamando para seus con-
selhos o chefe e influentes desse partido, com
quanlo se julgue que da senaraco alludida resul-
tar renhida lula, sendo provavel que a fraeco
conservadora que se acha na cmara venha a reu-
nir-se ao partido da liga que ora govema.
Mas da realisacao de semelhante eventualidade
nao resultar, aqu se acredita, mudanca alguma
na poltica exterior do paiz qne continuar a ser
a mesma.
Conservadores, ditos progressistas, e liberaes,
sustentaro a dignidade do paz, e nao transigiro
por conseguinte com cousa alguma que possa com-
promette-la.
E' assim que mantero a poltica actual do mi-
nisterio em relacao Inglaterra, abstendo-se de
entrar em relacoes polticas com o gabinete brit-
nico at que este governo esteja resolvido a satis-
facer as justas reelamaooes do governo imperial:
outro qualquer expediente comproraolteria a popu-
laridadc de qualquer adinimstracao brasileira.
Debaixo desta ordem do ideas o publico inglez
conlina a esperar pelo resultado da mediaco pro-1
posia por el-rei de Portugal entre o Brasil o a Gra 1
Bretanha.
Fa-lo, porm, sem conAanca, porque receia que '
lord Palmerston e o conde de Russell rosistam de
novo s justas reclamacSes do Brasil, cuja satisfa-
cao poder nicamente trazer a mediaco portu-
guesa ao efleilo desojado.
Algumas folhas publiearam que a proposta de S.
M. Fidelissima fra mal recebida no Brasil, em
virtude darivalidado existente entre os Brasileos
o os Portuguezes; o que havia provavelmente do
motivar a sua rejeico por parte do imperador.
Mas hoje sabido que o governo imperial acei-
tou-a, sendo certo que se nao produzr o desejado
resultado apenas ser de vido a obstinacao deste:
governo em ceder s reelamaooes do governo im-
perial.
O ministro de Portugal nesta corte, que se acha
encarregado pelo Brasil de gerir ex-offlcio os inte-
resses brasileiros perante o governo brilannico,
est actualmente ausente com urna licenea.
Desle modo nao creio que haja progredido a
discussao dos termos daquella mediaco, o que em
todo caso ter lugar lentamente at pela razao da
distancia era que se acham os paizes nella inle-
ressados.
O conde de Russell tem estado igualmente ausen-
te, havendo regressado apenas ha dias a esta
capital. <
O publico inglez contina entretanto a fazer
votos pela reconeiliacao poltica do Brasil com a
Gra-Bretanha, e nodeixar por cerlo de insistir
com o gabinete Palmerston-Bussell para esse to
til quao desejado flm.
A opinio publica aqai acaba sempre por trium-
phar; e pois de es|terar que na questao brasilei-
ra obrigar cedo ou tarde o governo da rainha a
fazer-nos juslica.
No meio das difflculdades polticas em que se
tem achado os governos do Brasil e da Gra-Bre-
tanha, as sympalhias publicas desle novo pelo im-
perio tem sido inequvocas.
Espera-se mesmo para breve, e tal vez at eu
annuncie antes da concluso da presente missva,
a publicaco de um grande emprestimo brasileiro
que o governo imperial vai aqu contratar e que
ser receido sem duvida com muito favor.
Essa a prova da conAanca que aqu inspira-
mos ; e quatido as relacoes de um povo qualquer
se acham nessa posico m relaco a outro, a apro-
ximado de ambos certa e embora momentnea-
mente perturbada ha de voltar ao estado que Ihes
e natural pela communho de interesses.
A reunio do parlamento britnico no mez de
fevereiro prximo, ha de contribuir para a con- ]
cluso amigavel da discordia em que ha perro de '
um anno eslam lancados os gabinetes do Bioe de
Londres.
Os nossos fundos pblicos de 5 % estb a 101
ex-dividendo; e os de 4 '/j % 94 V
as circumstancias actuaes em que se espera
um avultado emprestimo brasileiro na somma de
mais de tres milhoes esterlinas, aquelle preco dos
nossos fundos um indicio seguro da confianza
que aqui merecemos.
Os nossos principaes gneros teem sido colados
pelos seguintes precos:
Cacao do Brasil 46 s. 59 s. per cvvt; caf primei-
ra qualidade 74 s. 84 s. per cvvt.; dito segunda
qualidade 69 s. 6 d. 73 s. 6 d.; e ordinario 62 s.
65 s. per cvvt.
Pao brasil 70 s. por tonelada.
Assucar branco de Pernambuco e da Parahyba
21 s. 6 d. 26 s. per cvvt.; e mascavado 16 s. 6 d.
21 s. 6 d. per cvvl.
Dito branco da Bahia 20 s. 25 s per cvvl.; e
mascavado 16 s. 6 d. 19 s. 6 d. per cvvt.
Couros salgados de 4 d. '/j % a6por libra; seceos
6 d. a 6 d. '/* por libra e seceos salgados 4 d. ,/i a
6 d. >/, por libra.
Couros seceos do Rio de 7 d. a 9 V2 d. libra.
As accoes do caminho .de ferro mantem-sc
19 por aeco; as da Bahia 20 V 20 '/; e
as de Sao Paulo 22, aquellas que se acham
totalmente pagas.
O publico aqui contina a esperar que o governo
imperial extenda a garanta companha do Re-
cife, e a isso pode attribuir-se a alca que houve
as aceta daquella empreza frrea.
Chegaram do Brasil diversos porros desto Rei-
no-Unido os seguintes navios : da Baha Agrippina
( 24 de setembro) Gravesend; da Parahyba The
Wrelha (t4) Falmouth; de Maeei Oder (J*J
Clydo; do Maranhao Suspicion (26) a Liverpool;
do Para Bem (26) Liverpool; da Baha Norte
Charlotte (26) Falmouth; e da Parahyba
Suiveen (27) Queenstown, cuja barra todavia
acaba de perder-se conforme annunciam alguns
jornaes desta capital.
Da Inglaterra seguinam para diversos porros do
imperio os seguintes navios : de Falmouth Mua
(26) para Pernambuco; de Cardiff Sara^ (27) para
a Bahia; de Clydc Faith (30) parajjanios; e de
Liverpool Zizine (1 do corrente) parjFernam-
buco. !!%'
S. M. a rainha contina a residir em Bal mora I,
na Eseossia, donde regressar no da JO .corren-
te para o castello de Windsor. r*
All se acham o principe e a prineeza real de
Prussia, acompanhados de seus augustos fllhos,
netos de S. M. britnica.
O principe e a prineeza de Galles regre*saram
'\ Londres da Eseossia no dia 5 do corrente, e esto
! aqui residindo em Mavelborough Palace.
Acha-se de hospede com SS. AA. RR-, S. M. el-rei
Jorge I da Grecia, que chegou a esta capital no dia
5 do corrente rindo de Bruxellas.
El-rei da Grecia estivera om S. Petersburgo,
onde fra cumprimentar o czar antes de fazer en-
trada solemne em Alhenas. E' sabido que a Rus-
sia ama d?.s potencias proteotoras do reino da
Grecia, e havendo consentido na annexaco das
'.'"?* Jnicas quelle reino, a assembla nacional
. de Alhenas signiflcou o desejo de que ahroi Jorge
fNe Potersbnrg avislar-se eow o imperador
da Russia, bem como que riesse Londres e Pa-
rs pelo mesmo motivo, visto como a Inglaterra c
a Franca sao igualmente protectoras econsentiram
naquelle expediente.
S. M. Hellenica partir brevemente para Es-
eossia, airn de encontrar-sc com a rainha a quem
desejara por certo apresenlar suas homenagens.
Desle reino seguir el-rei para Patis, onde ser re-
cebido pelo imperador Napoleao, devendo alinal
embarcarse em Toulon de vagem-para o Pireu.
Hoje acha-se j preenchida a fbrmalidade da an-
nexaco das ilhas Jnicas Grecia por um voto da
constHuinte daquellas sele ilhas, como para aqui
acata do annunciar de Corf, urna parte leecra-
phica. v '
Esse voto levo lugar na dia 3 do corrente, no
meio do maior enthusiasmo. que dominan aquella
assembla. Agora apenas restara pequeas forma- i
lidades diplomticas, para que a Inglaterra retire ,
d all as suas torcas e entregue totalmente a auto-
ridade protectora as mos de S. M. Hellenica.
Este successo tem causado na Inglaterra geral
satisfacao, porque elle contribue para a consolida-!
5o do pequeo remo da Grecia, onde o governo
inglez deseja manler sua influencia bem da po-
ltica que segu do lado do oriente.
Um acontecimento extraordinario acaba de ter
lugar neste reino.
?fo dia 6 do corrente pelas tres horas e meia da
maoha, sentio-sc em varios pontos da Inglaterra
um tremor de trra na direccao de norte sul, que
durou um minuto, repetindo-se depois com inter-
vallo de um quarto de hora. Em Liverpool, Derbv,
Manchester, Covenlry e outros pontos, foi o abaio
produzido pelo lerramoto mais forte do que em
outras localidades em que tambem foi elle obser-
vado e sentido.
Os jornaes inglezes esto cheios da narrativa
desse extraordinario successo, que aqui espantou
todos porque na Inglaterra isso rarissimo, como
lodos afflrmam. Ha nove ou dez annos dizem as
folhas mglezas sentio-se um pequeo abalo, que
nem todos foram concordes em denominar tremor!
de ierra; mas desla vez o successo produzio-se
com todos os caracteres, havendo um ruido sub-
terrneo como costume alm da serenidade at-
mospherica que precedeu esse tremor.
As casas e edificios pblicos dos lugares onde
foi mais sentido o terramoto oscillaram, sem que
todava nenhuma dolas cahisse nem houvesso ou-!
tros desastres
A poltica exterior da Inglaterra contina em '
apathia depois do cncerramento do parlamento bri-
tannico. A mesma questao polaca, que como disse '
na minha ultima masiva, recebeu ha pouco urna
nova feicao com a repetida recusa do principe Gor-
thschacoff em acceder s reclamacoes da Ingla-
terra, Franca e Austria, nao tem nestes ltimos
dias despertado o governo britannico do seu le-
thargo.
A imprensa ingleza reconbece que o gabinete da
Russia falla aos seus compromssos, e que conse-
guintemente o governo da rainha tem o direito de'
insistir; mas nao vai ao ponto de aconselhar a
guerra, que pelo contrario reprova como nociva
as interesses bt itanmeos, se bem que parte della :
tenha sido de parecer que lord Russell nao devena
reclamar como fez a menos que esilvesse de ac-
cordo com a Franca e Austria para obrigar a Rus-
sia, caso esta regeitasse de novo as reclamacoes
felas em nome dos tratados de Vienna. O conde
de Russell de opinio, por sua parle, que a Gra-
Bretanha deve manter a paz da Europa nestas cir-
cumstancias, salvo sempre o direito de revendicar
por outro expediente a dignidade da Inglaterra vi-
lipendiada pelo gabinete da Russia. E' assim que
esse ministro pronuncio em Blairgowrie recente-
mente um discurso poltico em que apresenlou co-
mo expediente para a resolucao da questao polaca,
por parte das potencias reclamantes, a annullaco
do tratado de Vienna que garanti a Polonia Rus-
sia sob cenas condices.
Desle modo os eompromissos dessas potencias
para com a Russia cessariam, e desdo logo a In-
glaterra Acara livre para reconhecer em favor dos
insurgentes o direito de belligerantes, caso assim
conviesse praticar.
O gabinete das Tulherias, bem como de Vienna,
ainda se nao pronunciou depois do recebimento da
ultima nota russa que mais urna vez rejeitou as
propostas das potencias reclamantes em favor:
da'Polonia livre ; e ninguem pode conjeclurar o
que faro alinal es-es dous gabinetes. Entretan-
to os jornaes franeczes annunciam que o impera-
dor Napoleao tem mandado comprar grande nu-;
mero de cavallos, alim de augmentar considera-
velmente a sua forca de cavallara ; e que breve-
mente far retirar de Petersburgo com urna licen-
ca o duque de Montebello, cmbaixador francez na-!
quella corte.
Os fundos francezes, ressenlindo-se desses indi- \
cios, tem baxado a 68 % ; emquanto quo os con-
solidados inglez-s se conservam a 93, o que indica
at certo ponto discordancia de vistas deste gover-1
no com o de Paris na famosa questao polaca
A Austria nada tem feito ; mas conservase, so-!
gundo crenca geral, de accordo com a Franca e
a Inglaterra qianto ao programma aprescnlado l-
timamente ao gabinete da Russia em notas quasi
idnticas.
. Querer, porm, seguir a Franca, se esta Azer a
guerra Russia ? A diversidade de interesses que
a certo respeito existe entre a Austria e a Franca
leva a crer que difflcilmente ter lugar un accor-
do para esse Am.
Acaba com cffeto de ser publicada pelos Srs.
Rolhschild & Filhos a circular relativa ao empres-
timo de MX 3,300,000:00', que o governo impe-
rial acaba de contratar nesta praca com aquella
Arma O fim desse emprestimo e resgatar o jia-
Im^o dos que aqui contraamos cm 1824 e 1825, e
efll 1843, bem como applicar o resto compra de
Barto dos bilheles do thesouro que constituem a
nossa divida interna fluctuante. O preco da emis-
so de 88 /->> sendo a laxa do juro de 4 f % i
a principal vantagem desta operaco consiste na
cbnverso d'aqucllcs ttulos que aqui tinhamos
com juros de 5 % em ttulos que vencero os ju-
ros de 4 }{ "/o- O emprestimo ser resgatado em
30, annos ao par, devendo o governo imperial!
constituir um fundo de amortisacao de 1:13 s. c. |
% annual. Um deposito de 5 /. ser feito na oc-
casio do pedido para ttulos desse emprestimo, e
as entradas successivas sero feitas na razo de '
15 ou 10 por /, sendo a ultima que dever ser |
realisada no dia 22 de marco prximo na rasao de
33 por / O crdito de que aqui gosa o governo
imperial bastante para fazer triumphar esta ope-
raco, alm de que a firma que se encarregou
d'aquelle emprestimo nao deixa duridar do bom
resultado.
O archiduque Maximiliano d'Austria acaba de
dar sua resposta deputacao Mexicana, que em
nome da assembla dos notarios do mexico Ihe foi
oflerecer a cora imperial. Sua alteza declarou
estar promjxo a acceitar aquelle alto posto, logo
que a naco mexicana houver confirmado pelo
suffragio universal o vol dessa assembla, e hou-
ver obtido garantas formaos que assogurem a in^
tegridade e a independencia do paiz. Ncssas cir-
cumstancias, e urna vez que sua magostado o im-
perador d'Austria consinla nessa aceitaco, sua ,
alteza imperial parlilhar os desejos da naco me-
xicana, promeitando desde j governa-!a constitu-
cionalmente, para o que Ihe ou torga r nina cons-
tituico. Eis ah o modo porque no dia 3 do cor-
rente respondeu em Miramar o principe Maximi-
liano 9. deputacao que o Mxico Ihe enviara lti-
mamente.
Alguns jornaes veem nlsso urna recusa delicada
da parte de sua alteza Imperial, porque jamis a
Inglaterra, Franca e Hespanba garantirao aquello
principe a cora, nem o imperador dfAustria se
prestar a dar a seu irmo o consentimento al lu-
lido. Sem ver nessa resposta a estrategia indica-
aquelle paiz urna poltica de absienco, como por-
Jnej>s Estados-Unidos nao de oppr-se consoli-
acao d'uma monarchia n'aquelbi parle do novo
mundo. Desla arte para se acreditar que a ac-
ceitaco do throno do Mxico-pelo archiduque Ma-
ximiliano ter anda de ser demorada, sem que
todavia me partea que esse principe tenha em
vista rejeitar absolutamente aquella offerta.
As ultimas noticias do Mexico nada adiantam.
A oceupacao franceza eontinuava ali, e o governo
provisorio fuoccionava sob a guarda das armas
No dia 2 tinha entrado barra de Lisboa e
fundeou no Tejo o vapor de guerra Mindello, eou-
duzmdo a seu bordo S. M. el-rei o Sr. D. Fernando.
vapor, sa-
infante D.
, e se dirigi-
ram ao eaes de Relen. onde embarcaran! para ir
ao encontr.do Sr. IX Fernando. No rosto dau-
gusto pai. de el-rei, Iranslua a mais viva alegra,
nao s por se ver d* novo na Ierra a que to iedi
cado i ment, do principe real.
As autoridades de Ierra e mar, os ministros e
muitas oulras pessoas de dislincco tinham ido a
bordo, para cumprinientar el-rei o Sr. D. Fernando.
Os augusto personagens desembarcaram no. meio
das mais significativas demonsiractes de sympa-
mpenaes da Franca. O |>rtSJdente Jurez perma-. thia do graude numero de povo que os espera va.
necia anda em Potos, disposto a fazer correras dijigindo-sc logo o Sr. D. Fernando ao paco da
sobre o exercito francez. O marochal Forey ha-! Ajjiida a dar os parabens a sua augusU ora."
Pela feliz chrgada do S. M. salvaram as forlale-
as e os navios de guerra surtos no Tejo. nokc
appareceraia illuminadas as frontarias de muita>
ca-ys parlicuJares e de diversos estabebjeimentos
pblicos.
Gorrero, aqui diversas verscs sobre o nome do
principe rei. J se disse que seria Vctor, e lani-
via deixado o Mxico confiando o commando das I
tropas ao general Basaine.
Oos Estados-Unidos as ultimas noticias chegam
a 26 do prximo passado por va de Nova-York, o
se referem a urna importante batalla que teve lu-
gar no Tennessee entre as torcas federaes sob o>
commando de Rosencranz c as confederadas sob.
as ordena do general Bragg.. No dia 19 d'aquete bem Carlos Fernando ; votam outre* que'se cha-
mez, as torcas confederadas attacaram a ala diiei- \ me Manoel, outros emfim, dizem bem informado-
la e o centro do corpo de exercito do general Ro- ] c affirmam que ser Pedro.
sencranz, e havendo conseguido penetrar ou am
bos os ponas poieram em derrota aquella parte
do exercilo inimigo. O general Thomaz defendeu
porm cora valor extraordinario a ala esperda, e
a isso apenas foi devido ter-sc salvad de urna
completa nerda o exercito federal do Tennessee.
D'aimi ha oilo dias acabara as duvidas, e salire-
mos como se ha de saudar o principe herdeiro.
Parece que no dia 19, e outros afflrmaai que no
da 20 deste mez se eflectuar o baplisado do prin-
cipe real, sendo a ceremonia na igreja de S. Do-
mingos, em Lisboa. Para tomar mais brillante a
Brwnside que corra a soccorrer Rosencranz ac-' ria 4, 5, 8 e lauceiros n. 1, que j se acham em
ba de ser derrotado por Bragg. Lisboa, o regiment de infamara n. 11, d'Abrau-
U general Meado atravessoa o Rapidan com o tos, o batalhao n. i de cacadores de Tavira, e parte
seu exercito, e se acha em t Orange Court Hou- de cacadores 6 e 8 de Leira e Elvas. No dia do
se. Espera-se que urna batalla lera lugar om baplisado haver espectculos gratuitos, tendo o
Gordonsville. Meade leva em vista attacar Rich- governo destinado subsidiar os theatros de segunda
ordem.
Est nomeado governador civil de Bragan o Sr. Claudio Mosquita da Rosa.
mond.
IMBOl.
13 de outubro de 1863.
Tive a satisfacao de annunciar aos seus numero-
Foram agracidos com o grao de cavalleiros
de Chrislo o Sr. Pedro Alfonso de Figueiredo em-
pregado no ministerio da fazenda, e os offlciaes da
] guarda do paco da Ajuda no dia do bom successo
sos leitores, na minha precedente, que aprouvera a ; 3e S. M. a rainha ; Manoel Ignacio de Brito, capi-
Providencia felicitar estes reinos, concedendo que fio de infamara n. le Joaquim Herculano Rodri
S. M a rainha desse a luz um princije 110 da 28 gUes Galhardo alferesdo mesmo con,
de setembro ultimo Est cavalleiro da ordem de Carlos IU de Hes-
Nao exaggere quando Ihe encarec o sincero ju- panha o cirurgo da real cmara Antonio Joaquim
bilo com que em toda a parte era festejado com ex-. je Souza Freilas
pontaneas demonstraces este fausto acontec-, Ao Sr. Magalh'es Coutinho, medico "de S. M. a
ment. .... rainha e lente de partos na escola medico-cirurgica
A rainha, tem-se achado no mais lisongeiro esta- de Lisboa, assistente de S. M. foi augmentado o
do de saude que pode esperar-se depois de um par-; ordenado em mais 1:000:5 annuaes ; foi-lhes lam-
i feliz. S. A. o principe real, continua sem nov-, iem dada a commenda da ordem da Conceico
dade. Toda a real familia goza de sade. Ao as-' de Villa Vicosa, alm de urna caixa de tbaco com
cimento do principe a que assist.oo Dr. Magalhes 0s retratos de el-rei c da rainha, e cravejada do
Coutinho, e a Sra. Narciza, parleira, seguio-se im-, brillantes,
mediatamente um solemne Te-Deum na capeda in-
terior do paco a que assisto el-rei e toda a corte.
As 8 horas foi baplisado o principo recem-nascido,
em presenca de todas as pessoas que tinham assis-
tido ao Te-Deum. Immediatamente ao nascimento
do principe, dignou-se el-rei condecorar, por sua
propria mo, o camarista de semana e seu primei-
ro ajudante de campo, o ajudante de ordens de ser-
vico, o veador que eslava de servico rainha, e o
governador civil de Lisboa.
As ceremonias usadas na corte portugueza em
occasioes semelbantes, sao dignas de meneo es-
pecial.
Quando o facultativo de servioo d parte de estar
prximo o parto da rainha, vai "o mordonio-mr de
el-rei, acompanhado do mordomo-mr da rainha e
do veador da casa real, do camarista e ajudanle de
ordens de el-rei, e do veador de servico rainha,
por sellos em todas as portas que communicam
para o quarto de S. M., Arando at occasio do
parto incommunraveis todas as pessoas que l se
acham, e tendo-se previamente verificado quaes
sejam.
Logo que nasce o principe ou prineeza, a cama-
reira-mr lavra um auto, declarando as horas e
mais circumstancias do nascinfento. Este auto
assignado pela camareira-inr, c pelas pessoas que
presenciaram o que elle refere.
Rompcm-se entao os sellos das portas, e o mi-
nistro do reino manda lavrarcinco termos authen-
ticos, nos quaes incorporada a declaradlo da ca-
marera-mr, e quaesqner outras que se julgnem de S. M. a iraperatriz, foi visitar S. M. a rainha, a
importantes. Assignam este auto todos os altos sen hora D. Mara Pia.
O Sr. Antonio Justino da Costa, do Alentejo. foi
agraciado com a commenda de Christo.
Pela urna hora da tarde do dia $ do corrento
apparecendo o yacht imperial Aigle vista de Lis-
boa, inmediatamente S. M. el-rei o senhor D. Luiz
teve noticia telegraphica da Alustre viajante que
elle conduzia a seu bordo, S. Magestade a Impera-
triz dos Francezes que se dirige aos Lugares San-
tos, e viaja debaixo do titulo de condessa de Pcr-
refonds. guardando rigoroso incgnito. Acompa-
nha S. M. a iraperatriz Eugenia as Sras. condes-
sa de Gowmel, de Boujeval e de Montebello, com
31 pessoas de comitiva.
Sua magestade o Sr. I). Luiz sabio logo do pago
da Ajuda, e em companha de seu augusto pai. el-
rei o Sr. D. Fernando, dirigio-se ao arsenal de ma-
rinha, e embarcou em una galeota real, acuando-
se junto do vapor francez quando elle dava fundo.
Subindo ao navio foram receidos por S. M. a
imperatriz dos Francezes, retirando-se pouco de-
pois de haverem cumprimentado a augusta via-
jante.
Desembarcaram, e a galeota lieou dlsposico
de S. M. imperial.
El-rei o Sr. D. Luiz, retirou-sc para o palacio da
Ajuda, e pouco depois sahia de novo, achando-se j
no caes de Belm, quando a Ilustre viajante des
embarca va trazendo em companha as pessoas de
sua comitiva.
D'alli dlrigiram-sc para o palacio da Ajuda, 011-
funecionarios prsenles, o por assim dlzer, o re-
gistro civil do nascimento do principe. Das copias,
urna guarda-se no archivo da casa real; as outras
vo para a Torre do Pombo, para a secretaria de
estado dos negocios do reino, para o archivo da c-
mara dos pares e para a cmara dos deputados.
Foi S. M. el-rei o Sr. D. Luiz quem prmeiro an-
nunciou corte reunida as salas contiguas ao
aposento de S. M. a rainha, que a mesma augusta
senhora dra luz um robusto principe.
O bcrco do principe real foi feito sob a direccao
do aflamado armador Gard, em cujo eslabcleci-
mento esleve exposto. E' dourado, tendo sbre-
nosla a cora real, obra de talla perfeitamente aca-
bada. Desta cora cahem as cortinas do horco,
que sao de magniflea seda verde, bordada a ou-
ro flnissimo. Todas as materias primas de que foi
feita o movel e seus cstofos, sao nacionaes. A seda,
foi tecida no Porto.
No dia 29 de setembro, de tarde, verifleon-se na
igreja do extincto convento de S. Domingos o Te-
Ueum solemne pelo feliz successo de S. M. a rai-
Proximo note cinco caleches conduziam a ira-
peratriz, el-rei o Sr. D. Luiz c mais comitiva, por
algumas ras da cidade. Eram sele horas da noi-
te quando S. M. imperial salda do arsenal para
bordo onde foi acompanhada por el-rei.
No dia seguinte, terca-feira, eram nove horas e
meia da manhaa, desembarcara a Alustre hospeda
no caes do Sodr, c entrando na carruagem do mi-
nistro francez, o marquez de Guitand, dirigio-se
cora as pessoas que a acompanhavam a S. Vicente
onde visitou os tmulos dos nossos res.
Ahi passou-seumascena tocante que comraovcu
todos que a presenciaram.
A iraperatriz Eugenia ajoelhou junto dos tuimi-
las do Sr. D. Pedro V eda Sra. D. Estephania, co-
Ibendo em cada um urna perpetua.
Dizem-nos que neste momento S. M. deixaraeor-
rer as lagrimas, que- de certo Ihe provocava a re-
cordaco dos augustos esposos que to ceda e lio
cobertos de adrairacao e saudades, havian cabido
do throno para o tmulo.
Portugal registrar esta nobre manitectafla da
nha. as 4 horas e meia S. M. el-rei, acompanhado ; iraperatriz da Franca, como um testeraunno. de
de S. A. o Sr. infante D. Augusto e do Sr. D. Fran-1 cordealidado entre as duas nacoes, e como, prova
cisco da Cunha, oficial s ordens, e marquez de' honrosa do.subido apreco em que as primeira>
Souza, camarista de semana, entrava no templo,' cortes da. Europa teem a amisade e as virtudes dos
onde foi recebido pelo cardeal patriarcha e por to-, nossos reis e do nosso povo.
do o cabido, ministerio, corte, e altos funccio-l Se aimperalrizEugenia se houvesso demorado
narios. I entre- nos levara com as gratas impressoes que
O templo estava cheio de Aeis. No cruzeiro ha-' recebeu a vista do nosso paiz, a certeza das sym-
via duas tribunas para o corpo diplomtico e para \ patinas quedespertou na poeulaco da capital d-
os membros das cmaras legislativas. Quando o ranle as poucas horas que aqui estove,
emincnlissimo cardeal patriarcha entoou o Te-1 De S. Vicente passou a visitar a canella de s.
Deum laudamus, houve urna salva real de 21 tiros Joo Bautista em S. Boque, c- dppois foi aos Lar-
no castello de S. Jos. deaes de Jess, demorando-se alguna lempo no
A porta do templo fazia a guarda de honra o re- asylo. de beneAconcia de S. Luiz, perlencente aos
gimento de infamara n. 7. O povo que enchia as Francezes. ..
ras do transito de S. M. era numeroso, principal- Depois visitou a igreja dos Jeronymos em iJeiem.
mente na praca de D. Pedro (Roco). O cortejo real e d'alli parliu para botdp.do Atgte, onde cnegou
era composto d'uma forca de cavallara, dos quairo por v0'11 do meio dia. ___
mocos de estribeiro servindo de batedores, da car- El-rei o senhor D. Iqu, acompanhado do rain*.
ruagem tirada por tres parelhas, conduzindo os lerio e parte do corpo diplomtico, liona.ido a uor
dous offlciaes^mres, da carruagem real puchada a do do vapor, onde aepcrou.qu* a imperatriz tne-
quatro tiros gallardamente ajaezados, e d'ura es- gasse. ^ ^^
quadra de lanceiros que echava o cortejo. I Entrando S Mi imperial rara bordo el-rei, age-
No dia 3 deste mez houve a recepeo no paco da' sentou-lhe todas as pessoas de quseihav fe lo
Ajuda ; foi urna das mais brilhantV c coijcorridas acompanhar, as nuaes a ^tru mrtncom
qiie ha muito se tem feito nospaQosdos nossos reis. a afabilidad* que Ihe 4 natural, e
novos liarisontoVdA^^ feTicdSSartm 1oS bov millares de pessoas.
A corte, o corpo diplomtico, os altos funeciona-
rios, os trihunaes suporiores, dlstinetos membros da
aristocraoia, difforenles corporagoes, deputaofcs
das esoolas superiores, da escola normal, de Lis-
boa, da iraprensa nacional, da academia real das
I sciencias, do observatorio meteoroJogiot, e de ou-
tros ostabelecimentos scientificos.
Finda a recepcJp das rclicitocta, cv castello de S.
I Jorge dou urna salva de 21 tiros*
Portugal.
Em todos estes actos de embarque e desembar
que as embarcaofles de guerra e as fortalezas da-
vam as salvas proprias.
Seriara doas horas; quando o vapor levantoa fer-
ro e parti com direccao a Cdiz.
Sua magestade imperial dejxpu, na familia real
e no povo as mais gratas recopfceoes, da curta vi-
sita com que honrou ama e outra.
I E muito natural qne os pohiieos attrlbuam a es-


4k


- tatf


Diario de Pernambuca ... Quinta letra O de Outubro de ISAS.


la visita Imperfaruma signifieacao que traduz ca-
da Jim segundo as suas oualheias mspiracocs.
to melindroso porm fazer de urna caria no-
ticiosa ocho de boato sem fundamento positivo, que
julgo |K>r mais acertado aNter-me, por hoje, *
ihe referir as diversas inlerpellacoes W< se tem
ladoabreve estada da imperatriz Eugenia em Lis-
Alm das visitas que 9. M. imperial fex a alguns
dos monumentos nacionaes, conta-se que tivera
urna larga conferencia com el-re D. Lutz k Ar-
ma-sc igualmente que S. M. a rainba de Hcspanha
convidara a augusta viajante a dirgir-se a Madrid
antes de passar Palestina. Assevcram utros
me dentro em pouco, reitera S. M. a cato curte.
Desoja cada qual dar urna explkacao plausivo! a
ste viagem, sem peder decifrar completamente os
motivos que a determnaram. Os que desejam ar-
dentcmeute o engrandeeimcirto de Portogal, o am-
icionam que so alargue de um dia pira outro a
sphera de sua importancia poltica, esperando es-
te milagro da afta diplomacia, nao viram com in-
Oifferenca este acortecimento e contmentam, como
de presumir, ao sabor das suas predilcecoes, a
inesperada viuda da imperatriz de Franca.
de notar que a tdegraphia dava apenas como
-provavel esta visita, mo dia em a foz do Tejo.
Ou sejauma simples phantasia dictada pelos sen-
timentos de afleetc que ligam as familias imperan-
tes de Franca e Portugal, que motivasse esta viu-
da, ou lenha" ella tido por orjjocto a realisacao de
projectadas alterares nos-destinos da poltica pe-
ninsular, o tempo'se encarregar de por emloda a
sna k o que neste momento se encobre com o
vu do mysterio. provavel porm na opiniao
dos que menos se doixam sednzirpor certas ideas,
que nao Ja cousa algn de singular na sympa-
thica -presonoa da imperatriz dos Francezes entre
nos por algumas horas.
Querendo sua magestade el-rei D. Luir solem-
nisar a poca do naseimento do principo herdeiro
da cora, com que a Providencia Divina, apronve
felicitar a monarchia portugueza, praticaodo um
acto de clemencia tiw ampia, quanto seja compa-
tivel com a segranos, commum e com a disciplina
militar, houve por besn, exercjmdo urna das attri-
buiQoes do poder moderador, e tendo ouvido o oen-
selho de estado decretar a seguinte amnista para
os rimar:
De abuso de libordado do imprensa, em que s-
inentu seja parte o miiiisterio'publlco;
De contrabando icando perdidos a favor a fa-
xenda e das pessoas a quem pertencer, segundo as
Jis e objeetos respectivos ao mesmo contratando;
De sedicoouassuada,no tendo .havido offensa de
pessoas ou propiedades, embora se tenham solta-
do vozes sediciosas;
Be desercao-smples, do exercito ou armada, ou
de desercao .aggravada, se esta o tiver sido s-
mente pela subtraccao ou descaminho de objeetos
de facenda;
Os .processus instaurados pelos ditos crinies fi-
cando de .nenhun effeito, nelles se pora perpetuo
silencio ;
Os reos que estiverem presos, serao sollos, se
por outro motivo nao deverem ser retidos na pri-
sao ;
Aos desertores, smente aproveitar esta amnis-
ta, apresentaado-se elle dentro de dons mezes no
reino, de qnatro as illias adjacentes c de seis no
ultramar; contados quanto ao reino e i Ibas, desde
a data em que este decreto for publicado na capi-
tal da provincia ;
A praoasde pret que tiverem commettido trans-
gressde* de disciplina, licam perdoadas as penas
em que inoorreram e Ibes foram impostas ;
Aos reos oandemnados a pena de morte, por sen-
tenca passada em julgado, flca a mesma pena com-
muteda no degredo perpetuo, as possessoes d'A-
frica orientalj;
Aos reos condeinnados pena de morte, por
senteaca passada em julgado em algumas das pe-
nas perpetuas de trabalhos pblicos, prisao maior
ou degredo, fieam estas penas commutadas, na de
degredo temporario por quinze annos para a frica
occidental, a contar desde a promulgarlo do de-
creto;
Aos reos cendeinnados por senlonca passada em
julgado em penas maiores temporario de qual-
quer natureza que sejam, fica perdoada a quarta
parte do lempo da condemnacao;
As penas correccionaes do prisao ou desterro,
impostas [ior sentenca passada em julgado, senao
^xccdercnaumannb, licaruo perdoadas aos reos;
e quaudo uceedam, lica-lhes perdoado um anno das
sobreditas penas;
as disposices dos artigos antecedentes nao sao
comprehendidos os reos que, depois de condenina-
dos, por sentenca passado em julgado, tiverem ob-
tido comrauteco ou diminuico das penas que fo-
ram impostas, neni aqaelles que tendo sido aceu-
do, pela parte olfendida nao tiverem obtido o per-
dito d'el-rei.
lista amnista, anda que esperada, causn muita
satisfaoo e augmenten, se possivel, a populari-
dade do chefe do estado.
O serenissimo infante D. Augusto foi por el-
rei nomeado major de cavallaria, por carta regia
de 27 de setembro.
A folha ofDcial tem publicado felicitacoes de di-
versos corpos scieiitlicos,e cmaras muiripaes. A
do Porto mandou urna deputacao para felicitar
el-rei.
O syndico da municipalidade de Turin fc-
lieitou teegraphicamonte S. M. a rainba D. Harta
Pia, em neme do novo turinez pelo seu bom suc-
cesso.
S. M. o Sr. D. J,uiz respondeu pelo telcgrapho a
aquelle magistrado nos termos seguintes : Em
nome da rainba c em mcu nome, agmdeco-vos as
felicitacoes, que como representante do povo de
Turin nos enviis. E' una prora de affecto que
jamis esqueeeremos.
Antes de hontem corra, napraca que ogo-
verno resolver definitivamente acabar com o con-
trato de tabaco lugo que expire o praso da ultima
arremtenlo. Tambem se dizia que o governo con-
siderando lodosos inconvenientes da regie se deci-
dir contra este systeina, adoptando o da liberda-
de, isto sujeitando o tabaco a um direo como
oquepagam os artigos mais sobrecarregedos na
pauta. Se o boato tiver fundamento, como crcio,
deve ser um alegran para os fumantes.
A caixa de seguros mutuos sobre a vid*, ad-
ministrada pelo Moni -Pio-Ceral, tem oblido talap-
provajao, que mais de 300 subscriptores se teem
inscripto na lista patente no escriptorio do mesmo
.Monle-Plo, convidados pela reducao da poroen-
togem.
As.caixas hespanholes de fins idnticos a esta
exigem.8 % sobre a totelidade das s'ibscripeoes a
titulo de auxilio para a6.despezas de admniistra-
cao, etc.
A caixa portugueza pede smente utr.a porcenta-
gem de 3:0|0, e esta mesma reduzidaa 1 i\i 0\Q
para lodos.os subscriptores.qoe se insrr vercm at
ao dia Io do futuro Janeiro.
O prqjecto de rcgulamento desta nova instituicao
comecou j a ser disentido.
O governo deve auxiliar esta.instltuicao que vai
proporcionarme um constante.e opulento cempra-
dor para assu?s inscripce* fazeudo-as acreditar
e subir todas as vezes que coaverter emsemeilian-
tes papis de crdito os fundos da caixa, porque
o nico emprego^erniiitido, com exclusao de tojos
os outnos valores.
Criio que Ibe dizia (a 28 do passado) que es-
lava ja formado o oansclho director da eaixa filial
i'orto. Xa duvida da ter dito ou nSo, ah vao os
romes,dos membros.do consclho director: viscon-
de de Pereira Machado, barao de .Nova-Cintra,
Krancisco Bessa, K. K. .Xoke. este oansc-
lho incumbido de nonioar o futuro gerente daqucl-
le esfeibemcjuH'.'iio no Porto.
.Yo Oa 10 do rorrene, segundo noticias que
tenho do Porto, foram expedidos para o Rio de Ja-
neiro os fonvites c appello que a commissao cen-
tral dirige aos nossos compatriotas alli residentes,
or iiiferrencao dos respeitaveis e patriticosca-
vallieiros, com que de esperar se installe a com-
missao diligcnciadora da subsenpeao para se con-
seguir a constiruicao de urna companhia portugue-
za de caminos d ierro na proviAcia do Minho.
A projectada companhia dispoz-se, como Ihe no-
tieiei na minha precedente, a propor ao governo a
conslraccao do tracado a Foz, Mathosinhos, I^essa,
\illado_Conde, Povoa de Varzim, Villa .Nova de
Famalicao, Braga c Guimaraes, com o nico sacri-
ficio para o governo de garantir o juro do capital,
porque entendeu ser este o camnho que offerece
mais certo resoltado eiptora^ao, circunstancia
inilispensa*ei dos commettimentos fultiros dos ca-
niiaes portugnezes neste eniprego. E' de esperar
do patriotismo portucuez no Brasil, e com espeeia-
lidade dos filhos do Minho, um efflcaz apoio a tio
salntar progresso nesta parte do paiz a commissao
sera omposta dos enhores:
r^TA^ *"?. ,T,ra Pres'dente, e para vo-
gaes os Srs.Relnaldo Carlos Monteiro.Antonio Xavier
Hodrignc; Pinto Jos Luiz Pereira, Joaquim Jos
Duarte, Constantino Joaquim de Azcvedo Lemos,
Joao rernandes de Mallos, Julio Ernesto de Castr
Soma, Jos Dionisio de Mello e Faro, Leonardo
Uetnno do Aranjo, Dr. Adolpho Manoel Victorino
da Cosa, .Nuno Freir Das Salgueiro, JoSo Gon-'
calves Dfcs Camacho, Joaquim Jos
vsquotra, Joao Pereira Soarcs, Frai
da Cruz Tro-,
. rauciscoJos da
Costa Braga, Fraatmeo Lope Ferraz, Jos de Souza [
Luna, Antonio Francisco Guimaracs Pinheiro, Ma-,
noet Jos Milheiro, Francisco Alves da Costa Lima,
Manoel Ferreira de Azevedo Jnior, Antonio Fer-
relra de Souza Cruz.
As commisses liaes da provincia, trabalham
com os melhorcs auspicios, o enthusiasmo inani-!
festado em loda a parte.
Os nossos patricios qne seguem neste paquete,
os Srs. Joao Jos dos Reis para o Rio de Janeiro,!
e Manoel da Silva Sanios para Pernamboco, bem
como o Sr> Rodrigo Pereiw Felicia, que est pro-,
ximo tambem a ausentar-se, seguiado para a sua
casa no Ro de Janeiro, j subscreveram para esta [
patritica empresa.
J foi contratado com o Banco de Portugal,o',
cmpreslime de 90 contos, para a conrtuso das
obras da escola polytcchnica, sendo destinada a
somma de oito contos de ris annuacs para o jnga-
ntcnto da amertsa^ao e juros de aprcenlo de ca-,
piwl emprestado.
Aflirma-se que na quinta-Teira passada (8 foram!
ievados assignatura real os decretos preenchen-
do as yagaturas quo ha na atfandega do Porto.
i Diz-se tambem que o decreto nomeando o Sr.
Nazareth director da aifandega grande de Lisboa
Tora tambem assignado.
A jusaca desle despache reconhecida por quan-
tos sabem quanto vale e Sr. Nazareth para o ser vi-
co policial. A sua recadan, energa e probidade
incontestavcl sao predicados rolcvanlissimos para
as melindrosas funccSes do novo cargo para que
foi nomeado.
No arsenal da marinha est em grande adan-
ttaraento a construccio das corvetas Dwpte da Ter-
Mira e Dwpte de FimeUa. Ha dous mezes que fo-
ram batidas as cavilhas mestras dcsles vasos, c
esto j promptas a receber a mao d'obra, que se
ifez na corveta Infante D, Joo quando contava dez
mezes de constrnc^o.
As dez horas da manha de hontem entrn
no Tejo a esqnadra italiana composta de oito_fraga-
tas e dous vapores. Todas as einbarcayoes de
guerra porlugnezas e cstrangeiras salvaran, bem
como o caslelle de S. Jorge. A esqnadra salvou
na mesma occasioo. Os navios italianos sao as fra-
gatas Mariu delaide, Dttca di Genova, Carlos Al-
berto, Regina, Garibaldi, Italia, Vctor Emmawtel,
Frakeni, a corveta Etna, e o aviso Garijliano.
Os porsonagens que vicram na esquadra ita-
liana foram, o principe Araaden, duque de Aorta,
irmo de S. M. a rainha D. Mara Pia, c o principe
Eugenio de Carignan, seu tio.
Fazeni parte do sequito.de S. A. duque de Aorta,
o commendador Rossi, tencnte-general, preceptor
do principe, cavalheiro Moura, major de artllharia
e vice-preceplor de S. A.,cavalleiro de S. Masano,
capilao de carallaria, e cavalleiro Cottl, capitao de
infantaria, ambos oiBciacs as ordens.
Do squito de S. A. o principe de Carignan, fa-
zeni parte o marquez Itivero di Cortange, tenentc
coronel, ajudante de campo ; o cavalleiro Crespi,
e cavalleiro di Morozzo, capitao de cavallaria, mar-
quez de Cnamo, e principe Ruspoli, capitos de
artilhara. toilos ofllciaes s ordens. O cavalleiro
Luiz Doria, secretario da administrac,ao da casa
real; conselhero Alexandru Adami, medico de S.
M., e da familia real, e o cavalleiro Achule Reveda
O penltimo j se achara em Lisboa.
Alm da esquadra italiana viro dentro em pou-
cos das urna franceza e outra ingleza Tundear no
nosso porto.
.No da 28 de setembro ultimo fez-sc em Glas-
gow a primeira viagem de experiencia do novo va-
por Maria Pia pertencentc companhia Luzi-
tania.
O vapor Lnzttan:a, que sahiu antes de hontem
para Glasgow, conduzio a tripolacao para o novo
barco.
Gasta urna folha da Italia que no dia 29 do
mez passado devia ser lancada ao mar em New-
York a fragata encouracada italiana a que el-rei
Victor Emnianuel, para honrar seu augusto genro,
pos o nome de R don. Luigi di Porttujalto. Esta
fragata foi construida por Mr. Webb.
Parece que brevemente se formar no Porto
urna companhia para a construido de um bairro
de operarios naquella cidade. Para levar por dian-
te a rcalisacSo deste grandioso pensamento, a com-
panhia ter um fundo de mil contos de ris. Al-
guns capitalistas j abracaram to generosa idea, o
consta que a empreza teheiona pedir ao governo,
alm da sua protercao, a isempcao da decima in-
dustrial por cspaco'dc 50 anuos, c a lei de exapro-
priacoes.
Se" o bairro dos operarios se formar, como tanto
se deseja. baver nello escolas de instruccao para
os artistas que a precisarem.
A idea da formacao de um bairro anlogo em
Lisboa, para substituir a amiga difamia, lembrou
na poca das epidemias e nao leve por ora segui-
munto. Era um ptimo alvitre.
Aflirma-se que est realsado, por conta do
governo, o novo emprestimo de 9:0005000 e (fia-
se que a casa de Stern-Brothers, de Londres, que
o negociou.
S. M. el-rei D. Luiz I houve por bem declarar-
se protector da Associaco Promotra da Industria
Fabril.
J se acha em Lisboa o Sr. D. Facundo Goni,
nomeado pelo governo hespanhol para, junto com o
Sr. marquez de l Rivera, ministro de llespanlia
nesta corte, niarcarem por parle do governo de S.
M. Catholica a demarcaeo das suas fronteiras.
Por noticias rindas de Londres, sabe-se que
se egtava alli formando urna poderosa companhia
com o fin de abastecer d agua polavcl a cidade do
Porto. Rcm necessaria pois, a falla d'agna que
naquella cidade se tem sentido, (como em Lisboa)
justifica a urgencia de se introduzircm novos ma-
nanciaes.
Foi nomcada ha poneos das urna commissao
technica para apresentar ao governo um projeclo
de reforma sobre o servico de sade, lazaretos,
etc., etc. Bem precisa esta reforma, porque a
actual organisacao cstorva o commercio.
Publicarani-sc dous decretos com datas de 28
de setembro c 2 de outubro, creando a Mcdallia
do trabalho para recompensar os Barricas espe-
ciaes das classes laboriosas, c a Medalha mili-
tar com igual applicacao quanto s (breas mili-
tares da trra e mar.
A medalha do trabalho ser de figura circular,
com tres centmetros de dimetro, c ter de um
lado a eflgie de el-rc coma legenda D. Luiz I,
ni de Portugal e com o millessmo 1863 na
parte inferior. No inverso e em terno ter a le-
genda Honra do trabalho e no centro dentro
emuma cora decarvalho, a seguinte inscripcao,
A industria, moralidade, na parte inferior o
mesmo millessimo 18C:i. A medalha de ouro
compete aos servidos relevantes nraticados as
grandes industrias, ao mrito singular c excep-
cional em qualquer dellas a notaveisdescobrmen-
tos e melhoramentos nellas introducidos, e devida-
mente autenticados. A medalha de prata con-
cedida no fim de trinta annos, bom trabalho e ex-
emj'lar comportamento.
A medalha de cobre corresponde a dez annos
de provado desempenho das mesmas condices, e
pode -car repetida aos vinte annos por igual modo,
e em igual caso.
Toda a condemnaco correccional implica neces-
saria e ,mmediatainente a privacSo e distinctvo
em qualquer dos graos. O mximo numero das
medalhas.de prata flxadoem mil.
Cada uaja destas medalhas aeompanhadade
urna penso vitalicia de 2oi000 annuacs, iniraas-
snisslvel.
lina commissao nomeada pelo governo, de viifle
e sete membr:, industriaes das diversas classes.,
fustccionar coico jury permanente de admissiio,
sendo este juro wnovavel por um tereode 3 em 3
anno,-.
Este jury classifiear e designar ao governo os
respectivos candidates.
Um regulamento MDecIal, fixando as normas e
clausulas de admissibilidade a cada elasse. Fica
dependente da approvaeo das curtes relativamen-
te concessao das pensSes pecuniarias.
A medalha militar pode ser concedida a quaes-
quer individuos, que facam parte das forjas regu-
lares combatentes, qur sirvam na marinha, qur
no ejercito, e bem assim aos facultativos e capel-
les das mesmas forjas
a medalha militar comprebende tres classes,
valor militar, bons snicos e comportamento
exemplar. elasse de valor militar cor-
responde medalha de ouro c medalha de prata, a
de ouro para memorar actos brilhantes, de firme-
za, ded cacao ou arrojo em frente do immigo ; a de
prata, para premiar quaesquer dislnctos feitos de
esforz e disciplina
A' elasse de bons servcos toca tambem me-
dalha de ouro e medalha de" prata, a de ouro para
galardcar um servico dtinctisimo em notavel
desempenho de milito importante commissao ex-
traordinaria.
A medalha de prata desta elasse, peder ser con-
cedida tantas vezes, quantas os servcos quo Ihe
deem jus.
Em caso de repetico a medalha respectiva de-
ver ser usada com flvella, e nesta um escudete
que tenha gravado o nome do lugar, ou a data da
commissao commemorativa.
Sendo considerado rafre/mf&o sarrico cm taes qne o apnmrclmento daquellc manifest no jornal
, effiTluado, e tendo obtido o mesmo in- oIBcial. linha certa importancia, e devia ser consi-,
dividuo mus de urna destas medalhas de prata, po- derado como urna replica nota do principe Gor-1
der o governo trocar-lh'a em medalha deourocujo tsehakoff.
uso todava far cessar o daquellas. izia-se gcralmenle que a iniciativa desle acto
A elasse de comportamento exemplar compete provinba do proprio imperador,
medalha do ouro, medalha de prata, medalha de Aflirma-se que Mr. de Brudberg fura logo casa
cobre; medalha de ouro para todo o militar que de Mr. Drouyn, e isto prova que na embaixada
tiver cincoenta annos de servico, sem que as suas russ. produzio grande sensacao aquella publicaco.
infrmateos annuaes, baja nota de haver reeebido Deve notarse que o Moniteur no mesmo numero
castigos, medalha de prata para todo o militar que em que publicara o memorndum do governo na-'
tiver quinze annos de servico %as mesmas condi- cional, reproduzia tambem diversos artigos dos
cues, medalha de .'cobre para todas as pracas de jornaes austracos e polacos em quo aquelle docu-
prct que houveran reeebido e completado o lempo menlo era especialmente citado.
nunaV^ns'ffi tCmP* ^ .dil resuUado foi ^ a >6*>
minar em iins deti
O tratado de commercio- entre a PrusflRal
Italia cstj assignado.
As manobras do acampamento do Sena duraram
tres horas, no meio de grande concurso de povo.
O re Vctor Emmanuel com urna grande escolta
foi reeebido cora enthusiasmo.
5o encontnknsal
ter, as canhoneiras
para se dlrigirem aa
forte Wagner.
Os jornaes do sol cft consideram a nenia da
cidade consequeucia da do forte. Dizem qne oge-
i receuiuo cora en nusiaMiio. nera| ^auregard pode resistir a qnalquer atanno
Preparam-so na Pruss.a os cleitores com mnde Trtdavia ,oinamlo o ponto de defeeamas unDor?^:
enda e e i'nero-ia ni:is na rere, nin- n n;u -ii. a ,.,in. -_____________u'.i...... u|joi tan-
da lei sem culpa, nena castigo.
As medalhas desta elasse scrao pedidas pelos
interessados.
A Preue de Vienna publicou um artigo muito
enrgico em que trata do direito que as potencias
deve ingerir na questo polaca Este artigo ler-
A medalha de ouro da elasse do valor militar, mina nos seguintes termos :
quando acompanhada. de ralitacCos resullanles de | t A ingerencia das potencias constilue nestas
ferimeulo em combate e medalha de ouro da cas- circurastancias nao s um direito, mas principal-
se de comportamento exmplar, compete a pensao' mente um devero dever da propria conservado.!
annual de_23J000. Este artigo fica dependente da Por lesoes menores dos.seus interesses de simples
approvacao das curtes. | particulares, que tinhara a fortuna de ser inglc-
Um regulamenlo especial determinar o modo da
em quo
concessao da rocdalba militar c os casos
se perde o direito a usar della.
A creacao destas medalhas, na ausencia das cur-
tes tem motivado serios, reparos da imprensa nao
ministeral,principalmentepor se haver decretado a
pensao nicamente por um acto do poder executi-
vo, embora no decreto se diga que s cortes fica
sujeita a approvacao competente. O artigo quena
ausencia das cmaras legislativas se tem decreta-
do ltimamente mais algumas distinecoes honorfi-
cas c muito meluor (caria a um governo incontcs-
tavelmente democrtico e progresista, que se quer
manter no uso legi imo das praxes constitucioaaes,
esperar pelo concurso do poder legislativo para
promulgar incentivos honorificos, ou renovar pri-
vilegios sociaes.
Sao muito recommendaveis pela boa doutrina
dous arligos assigoados L, (que julgo serem da Sr.
zes, tem a Graa-Bretanha posto muitas vezes em
movmento as suas esquadras.
< Por quanto lempo continuaremos ns anda a
ter considerares por um eslado que s responde
aos nossos servicos amigaves calcando aos ps os
nossos interesses e os dos nossos nacionaes.
O Pays cm um dos seus ltimos arligos, que se
julga inspirado de origens semi-ofilciaes sustenta a
conservacao do accordo entre a Inglaterra, a Aus-
tria c a Franca,
Accresccnta que a Franca jamis quebrar esse
accordo para fazer prevalecer urna poltica que
Ihe diga especialmente respeito, ou que satisfaca
s suas ideas pessoaes, e que nao procurara mu-
dar o carcter essencial da questao polaca, para
fazer della urna questao franceza, tratando de rc-
solve-la sua vonlade,
Esta manera de expressao considerada da
maneira que parece excluir umaresolui;o isolada
Latino Coclho) e que o Jornal do Comtnercia nestes da parle da Franca a respeito do reconhecimento
ltimos das tem publicado sobre este assumpto. dos Polacos como belligerantes.
Estas demasas governantes para o bem, nao tem | Alguns correspondentes francezes, do a enten-
os mesmos inconvenientes que para o mal; entre- der que o reconhecimento dos Polacos como parte
tanto, com as pequeas nvases do poder parapo- belligcraote se verificara provavelmento por paate
der se podem alluir um pouco os fundamentos do da Franca e da Inglaterra, mas que a Austria con-
systema poltico, e bom conservar intacto este servara urna attude mais reservada e menos
palado das liberdades publicas.
Falleceram nesta quiuzena Antonio Porto e An-
bostll Russa.
Urna carta de Vennadiz
que a resposta russa
gelo Alba. O primero, antigo emprezario do thea- nao eausou ao conde de Rechberg nenhuma sor-
tro de S. Cirios em Lisba ; e o segundo, empre-' preza nom irritaco. Espera va esta excusa pe-
' zario do theatro lyrico do Porto. Ambos deixaram reniploria. Quanto s consequencias todas cstiio
este mundo em idade avancada. de accordo em que nao darao nenhum soccorro
O theatro de S. Carlos abri com o Trocador. 0 material ou moral da Austria aos Polacos. Ao
tenor Morcgini, contina excitar os applausos dos ponto em que as causos chegaram, comprehende-
dellanti; a dama nao agradou ; a opera correu se a<|ui muito bem queja so nao pode tratar de
mal. A Norma foi logo posla era scena, e tem tdo' simples reformas para o reino de 181o, mas de sa-
melhor sorte. i ber se convm ou nao roconstruir a grande Polo-
No theatro de D. Maria U contina em seo- nia de 1772.
1 na o applanido drama do Sr. Biester Fortuna t\ Ora, o gabinete de Vienna, directamente in-
Traballio que o fecundo escriptor havia olfereeido | teressado a nada obrar que possa conduzir a este
associaco typographica para o seu beneficio,! fim, e isto por duas razes : a primeira porque
como Ihe noticiei. seria obrigado a restituir Galilzia, provincia de
O Sr. E. Coelho, redactor da gasotilha da Revolar { mais de cinco milhoes de almas ; a segunda por-
rao e o Sr E. Tavaivs, redactor do Comineado de 'que isto fallara muito alto em favor do principio
Lisboa depois de se injuriarcm mutuamente naco- das nacionalidades, dando um peso enorme s re-
lumnas dos seus respectivos jornaes, concluiram clama^oes dos Italianos sobre o Vneto,
ambos por querellar um do outro. O negocio est Assm o Waaderez diz com razao, que ao pas-
affecto os tribunacs. so que os mais moderados eonhecera que os Pola-
E notavel a coincidencia de serem ambos Edu- eos tem direito a ser reconbeeidos como bcllige-
ardos I j rantes, os mais ousados, nao so airevem a esperar
i A dstincta actriz Emilia das Neves,chegou ao senao um novo protesto ollieial, por onde o amar-
Porto, viuda de Hespanha, onde obteve suscessivos rea Russia ao pelourinho da historia, fazendo rc-
triumphos.
Taborda, o popularissimo Taborda, vai brevemen-
te ao Brasil.
L
P. S.
i de outubro de 18G3.
O Diario de hoje publica a ratiticaejio do tratado
consular entre Portugal e o Brasil, assignado no Rio
de Janeiro a i de abril do crreme anno.
No mesmo Diario se publica urna portara circu-
cahir sobre ella todos os tormentos que soffrem os
Polacos. >
o Globedi que o reconhecimento da Polonia co-
mo belligerante ser feito, senao ollieial, pelo me-
nos ohTciosamente e do (auto ; isto que se favo-
recer a insurreico polaca por todos os meios pos-
si veis sem se ebegar anda a um rompimento di-
plomtico aberto e declarado com a Russiaeon-
sequencia nevitavel do reconherimenlo oflicial da
Polonia enmo parte belligerante. Tomar-se-hia
ar a todos os cnsules geracs e cnsules de Portu- com a Polonia a mesma allitude que para com os
gal era paizes estrangeiros, para se proceder ao re-
censeamento da popula^o referida ao ultimo dia
de dezembro.
O governo nomeou urna commissao composta dos
Srs. Frederico Guilherme da Silva Pereira, Dr.
Agoslinho Vicente Lourenco, capilao Carlos Ribei-
ro, e dos engenheiros eivis Joaquim Nunes de
Agujar, e Joaquim Julio Pereira de Carvalho, para
examinar :
1. Qual exactamente a qnanudade de agua que
a companhia possue, e com que possa abastecer
Lisba as pocas da cstivagem;
2. Que novas aguas se pdenlo e devero appro-
veitar sem prejuizo da agricultura e da industria,
para o abastecimento de Lisboa, nos termos do
contracto de 1858;
3. Qual o orgamento provavel das obras que
Estados do Sultratados como belligerantes sem
serem recoohecidos taes officialmente.
O Morning-Poit, orgo de lord Palmerston, de-
clara que pela sua parte, citando as opinioes de
Wheston, Wattel e Martens, declaranie o direito
sollicitado pelos Polacos, Ihes restrictamente
bem cabido. Contesta por contraposicao Russia
o direito do exterminio, e proclama cora una
franqueza completamente nova da sua parte
que um povo tem pelo menos tanto direito a re-
conquistar a sua independencia, como una poten-
cia eslrangeira pode ter de o subjugar.
Lord Palmerston que tem empenho emlisongear
Napoleo 111 lanca as culpas e re.-ponsabilidade das
hesitares inglezas sobre lord John Russcll, As
propostas da Franca, o ministro dos negocios es-
trangeiros responder que Ihe nao era possivel lo
devem conduzir capital essas novas aguas, c que mar om assumpto to grave, deterniinacao qual-
recursos fmanecros possue a companhia para ef- quer sem preliminarmente se ler consonado com
fectuar taes obras ; os seus collegas ; mas anda os notinha feitoreu-
i. No caso da companhia nao (icder cumprir o nir, e havia porto de um mez que em Inglatorra
seu contrato, quo providencias deve o gojnrno te- nao tinha havido um consclho de ministros,
mar, e que meios adoptar para elfecTivamente O representante, da Franca na Russia, duque de
abastecer Lisboa das aguas que esta necessila, al- Montebello devia ter sabido de S. Pelersburgo pa-
tendendo ao seu eslado actual, e ao futuro desen- ra gosar de urna licenca; e alrmava-se que o re-
volvimento das suas populacoes, commercio e in- presentante da Russia em Pars, barao de Budberg,
duslra, eas instantes exigencias da salubridad^ \ sahira tambem comhcenqa de Paris, para tratar
de sua sade.
Dzia-se porm que audiencia do imperador
da Russia com o duque de Montebello em Czars-
ko-Llo, seria provavelmente urna audiencia de
O principe Napoleo e a princeza Clotildes
devem sabir amanha de Paris e devem estar aqui
at o dia 20.
O* commandante da esquadra italiana surta uo
Tejo pedio autorisaejio ao governo portuguez, para | despedida definitiva. Est dependente do resulta
no da do baptisado do principe real, fazer desem
barcar 2,ol! boinens da sua guarnigo para for-
mar alas ao cortejo.
A fragata Garibaldi vapor, da esquadra ita-
liana ora surta no Tejo, aproximou-se da Guior e
deu 7 tiros. Mandaram-lhe pilotos de Cascores,
mas a fragata, quando ellos se aproximaran), fez-se
ao largo. Parece que a fragata traz a varia na ma-
china.
Dizem que de tarde sature o vapor Menes Leal
para levar piloto fragata.
J se est armando com toda a pompa a gro-
ja de Nossa Senhora do Loreto, para o solemne Te-
Deitm com que a colonia italiana festeja o nasci-
mento do principe real.
Diz-se que o Te-Deum se verificar na noite do
dia 17, ae igreja ser vistosamente (Iluminada.
O baptisado deve ter lugar na segunda-feira pr-
xima 19.
A esquadra italiana vai para Spezzia no dia
20 do corrente.
Ullimos despachos :
Paris 13. Foram convocados para o de novem-
bro. o senado e o corpo legislativo.
.XrwYork 3 setembro.Os inglczes apresaram a
cauhoneira federal Prow Steamer.
L.
DIARIO DE PEBNAMBUCO
Pelo vapor inglez Uneida, chegado hontem da
Europa, ti vemos cartas c jornaes, com dalas: de
Hambiirgo o, de Paris 7, de Londres 8, de Madrid
!>, do Porto U e de Lisba 13 do corrente.
Alm do que dizem as cartas dos nossos corres-
pondentes, colhemos mais o que segu.
A imprensa europea contina a discutir a
resposta da Russia Franca.
0 Times diz que n'aquelle documento se nao
encontra a menor concessao, nein a menor ten-
dencia para um accordo mutuo.
c urna bofetada, e s urna bofetada.' dia
elle.
Tratando de passagem do despacho do principa-
do Gortchakoir a Mr. Drouyn de Lhuys, era que so-
diz que o imperador deve exeluir peremptwia-
mente qualquer idea de aeeorde amigavel sobre
' as alluses feilas parte do imperio russo, que te
nao astenta em nenhuma convenci internacional,
o jornal de Londres, sustenta, que, logo que a m
admitstracao de urna provincia qualquer pode
provocar desordeos, que cheguem a comprometter
a paz da Europa, as grandes potencias tem tanto
direito de inlervir, como qualquer hornera tem de
enlrar na casa de um visinho que quizesse laucar
, fogo sua casa.
Em quanto o Times, que parece representar a
1 opiniao de um dos membros do gabinete britanni-
co, talla deste modo, lord Busseil n'um banquete
em que orou censurando enrgicamente o com-
portamento da Russia, declarou porm, que a sua
opiniao era que os interesses da Inglaterra exi-
gan que ufo batalhasse pela causa da Polonia.
A Nation diz que o governo apenas recobera a
resposta do principe de Gortschakor escreveu ao
representante de Franca em Vienna para que fl-
zesse constar ao gabinete austraco que a Austria
tinha tambem tomado a iniciativa nos seis pontos
| propostos adopcao da Russia pelas tres potencias.
Esta declarajao feila pelo duque de Grammont
produzio grave sensacao no animo de eondo de
Recliberg que desde logo a levou ao connecimento
do Imperador Francisco Jos.
Estes boatos tomaram certo incremento ; ma-
nada iia que urove a sua veracidade.
A publicagao do manifest polaco no Moniteur t
preocupou todos os nimos; todos consideravamj
do das negociacoes entaboladsem Londres eem
Vienna o fado do duque de Montebello virpura e
simplesmente passar em Franca o tHpo de sua
licenca, ou fazer sentir ao czar Alexandre os for-
tes motivos de queixa que tem a Franca, de tal
sorte que a sua linguagem equivaler a um com-
primento diplomaiico. 0 embaixador francez es-
pera va instruccoes positivas a este respeito.
l'm artigo da Prests assignado por Emilio de
Girardin. em que dizia que Mr. Drouyn de Lhuys
era responsavel pelo caminho que a poltica ex-
terna havia lomado, motivou a primeira adverten-
cia daquella folha.
O Moniteur diz : O peridico La Preste pu-
blicou muites arligos em que se faz recahr nica-
mente sobre o ministro dos negocios estrangeiros a
responsabilidade de nossa poltica externa.
Comprchcndcndo nessa publicaco urna cen-
sura direcco dos negocios e maneira por que
foram conduzdos, a fresas desconhece o espirito
das nossas nstituieoes. Sob o rgimen actual,
do monarcha que dimana o pensamento, por que
se dirigcm os negocios. O ministro s responsa-
vel pela sua execucao.
Diversos jornaes'reproduziram osla nota, e o
jornal La France faz a este respeito as seguintes
consideracoes:
Esta nota resol ve ao mesmo tempo um ponto
de facto, e urna questao de principios.
De facto resulta que effectivamente do im-
perador que dimana a direccao de toda a poltica
franceza na questao polaca, que a accao diplom-
tica, conduzida com tanta prudencia e firmeza, pe-
lo ministro dos negocios estrangeiros pertence di-
rectamente iniciativa do soberano.
c Em principio o monarcha quem dirige, c o
ministro quem executa. 0 ministro o responsa-
vel pela execucao.
Esta theoria parece-nos a. expressao exacta do
nosso direito constitucional.
Se se reconhecesse que era contraria ao intc-
resse publico, bastara para a modificar um sena-
tus consultut.
c Mas assim como est, julgamos que pode ser
entendida e praticada em sentido que allecta pru-
dentemente o imperio das condices de um gover-
no pessoal.
Eflectivamente com o governo pessoal estabe-
lece-se a grandeza de uin povo, mas nao se fun-
dara in.-tituicoes.
Reina grande agitacao em Varsovia. Foram
presos todos os habitantes do palacio do conde An-
dr Zamoyski, failando-se m que acontecera o
mesmo ao do principe Lubomski, conde Lubienski
e professor
Estas "
lia que
ral Be
evadir-:
O pal!
vera com
pelos Russos.
ionski.
foram tomadas por causa da bora-
debaivo da carroagem do gene-
era que atroii a bomba conseguio
carroagem que o esperara.
oos ski cuto proprictario, nada ti-
Eattentado, foi saqueado e incendiado
Todos os movis e mais objeetos
que alli foram encontrados tiearam destruidos.
Fizeram-se buscas na igreja prxima da Santa
Cruz.
Durante a noite um eomboio de prisionciros sa-
hio'da cidadeila com destino Siberia.
Por ama das ras de Varsovia passava um eos-
saco, que era portador de despachos ofllciaes. Fe-
rido por um tiro de bala, foram-lhe arrancados es
despachos por um desconhecido que dcsappareccu
instantneamente.
A polica empregou todos os meios, mas nao pu-
de conseguir descobrir quem fura o autor deste ac-
to to corajoso como arriscado.
Os Russos enviaram para a Polonia maisaO,O
iiomens. ,
0 ministro da guerra de Franca deu baixa a
-Mi, i
celen dade e energa, mas parece que o partido con-
servador tiberal tem poucas probabilidades a seu
favor, por isso que os homens mais importantes
sao excluidos de muilos circuios.
Na maior parte das listas figurara noracs do par-
tido avancado, e entre elles aponase o Dr. Tom-
me, chefe do movimento de 1849, que actualmen-
te reside em Zurich, e que ainda nao esta amnis-
tiado.
0> rendaos fizeram espalhar o seu manifest em
3uc se lem os nomes do alguns nobres c generaes
o partido opposicionisla.
Neste documento appella-se para a concordia e
uno entre os Prussianos, declarando-se que s
assim sor possivel resistir s prctenedes austra-
cas, consegundo-se eslabelecer a poltica interna
de maneira que se possa chegar a urna boa refor-
ma allema.
este o meio com que o partido feudal pretende
Iludir os povos que procura vara enlrar no cami-
nho liberal, dirigidos pela maioria da ultima c-
mara que enrgicamente soube resistir as tenden-
cias ultra reacionarias do governo.
O rei da Prussia respondeu s resolucoes toma-
das no congresso de Francfort. Regeitou as pro-
postas da Austria e dos Estados Confederados, e
reclamou para a Prussia igual posicao da Aus-
tria, o direito de veto para aquellas duas potencias
e urna organisacao dilTerente da representaco na-
cional confederada.
A dieta de Francfort votou a execucao federal
no Holstein.
A ola do lord John Russell dieta germnica
relativa aos negocios do Holstein, diz que as pre-
rogalivasda cunfederacao nao podem atacar a
coiistituco da monarchia dinamarqueza, e cello-
ca-la sob a dependencia da dieta de Francfort
Heconhece que o decreto de 30 de marco pro
te, nao se comprehende que os federaes deixern
de conquistar os muros.
t o bombardeainento de CharlesUjsjsj j comc-
qou ; tendo-se apenas concedido tempo i mullieres
e crcancas e subditos estrangeiros para sahirem da
cidade. A destrnieao desta ha de produrir grande
desanimacao nos confederados, ao passo que ha de
satisfazer a vinganca do norte.
t- Mas nao bastera essa destrnieao; a ra final
deve ser entre as tropas do general lieaurgard, e
as do general Gilmora, e se o ultimo poder ser au-
xiliado pelas canhoueiras, a luta ser muito des-
igual.
Se Charlestown cahir, ningucm duvlda quo
ser um terrivel desastre parados confederados
porque a sua posse corta a commnnicacao entre
Wilmiiigtone Sahanach, c permute aos federis
trataren) urna parte da Carolina do sul como tem
j tratado o Mississipi Luiziania. Encerrar ape-
nas Charlestown como porto de entrada, prchidi-
car em extremo os confederados. Os federaes
impediriam assim que chegassem s povoaces do
sul armas e vveres. De ha muito que este era o
maior perigo, c se em Washington tivesse havido
mais acert na direccao dos negocios nao se conta-
riara taas victorias nesta desastrosa guerra.
Aos confederados s flca o recurso de reforca-
rem o general Lee, de maneira que possa ameacar
Washington, c fazer com que os federaes dirijam a
atlencao para a sua propria defeza. A conducta
passira do general Lee um mysterio ; e se con-
tinuar assim a sna inactividade pode ser mu fatal
causa confederada. Ao presidente Davs, impor-
ta, ainda mesmo custa de qualquer sacrificio,
manter vivo o enthusiasmo do seu povo; ai do sul,
se a desanimacao se apoderar dos espiritos I
- As desercoes continan) nos exereitos confe-
mulgadoemnmede Frederico VII nao satisfaz as 2s ; ?*".*
reclaiiucoes da dla acerca de Schiswig, e admit-'
te, at certo ponto, a legitimidade da execucao.
mudado de modo de pensar, prova comtudc-
que as tropas se acham cansadas.
Entretanto sustenta que nao pode tolerar-se o voto I ^"'"^ '^TJ, pini5'? 1Qe "*
dos dous ducados alleu.es en, sentido diametral- 2. naon^dlrL^ZT* W?" l"rT
menleopposto inlegridade independ, ciada ^ao?^^^!fZ^^S^
oppo
Dinamarca.
rcconciliacao j
que a Gra-Brela.iha est ligada pelo protoclio de \$$*!SZuiS*.
Londres, as quaes tambem abrangem a Prussia e a SSi
Austria Declara que a Inglaterra nao vera com i ,, i,',i ,___,
indifferenca a oceupacao militar de Holstein por ,,." ?.\*ZJT, n'T* noP^nL'5SCO
tropas da confederaco. ; 52,, ZU i ? para u,a.MacKa- Eslc. no!
Observa quo semellunle oceupacao militar nao 2~F r J^nnfri"6 "f mUdU a.s',uaa,,
o exerccio legitimo das faeuldadS da dieta, oque, ^JZ^ P q 3S *
ft^SSl^^SS Z$S5* "fe?? I s'confederados tomaram 20 pe5as de artilhara
deria roalisar-se sem graves difiieuldades. Con vi-1.
daa dieta sujetar contestaco ao arbitrio He tS^lS5^,s?S2rfi2SL!1^ ^JSSfc^^^.ff
outras potencias, que nao se adiando directamente!
suas perdas nao foram inferiores a 5,000 homens,
indurado seis generaes, deixando no campo os fe-
deraes mais de 12,000 homens.
Espera-se urna batalha as immediacoes de Gor-
donsville onde se acham os confederados. As tro-
pas do general Meade passaram o Rapidan, e a sua
cavallaria tinha j chegado a Orange-Court-house,
sem encontrar os adversarios.
Dlz-se que os confederados contrahiram em
Franca um emprestimo de cem milhoes. A ga-
ranta deste emprestimo o aigodio que actual-
men-e existe no sol.
po*raco.testar-se, abre a porte a novas ncgoo.a- (l?(|o construJr cm Uv^oo|) pVSoz boXpwav
sao nao s no governo federal mas em todas as po-
voacoes do norte.
As demonstrares do publico regosijo pelo
nascimento do principe herdeiro da cora portu-
gueza foram to geraos como espontaneas em Por-
tugal.
O baptisado seria no dia 20 de outubro.
Entrou no Tejo urna esquadra italiana composta.
de oito fragatas e algtins outros vasos, trazendo a
seu bordo os principes Amadem, e de Carignan.
Erara esperados o principe Napoleo e prince-
za Clotilde.
Esperavam-se tambem urna esquadra ingleza e
outra franceza.
Chegou a Lisboa S. M. el-rei D. Fernando. A
bordo do iatck imperial francez Aigle tinha S. M_
a imperatriz Eugenia chegado a Lisboa no dia 5.
Viajoj com o ttulo de condessa de Pierrfondes,.
guardando rigoroso incgnito.
A augusta viajanie. demorou-sc apenas um dia,
O governo ottomano apenas teve noticia das des- tendo vfsi|ado aJ, monumcnIO? P gs^EJS
ordens evpedio.mmed.aUuiiei.te um navio de guer-1 TOras vors0es S0re 8ignflca)5a0 ^Ulica da,,ucl.
ra conduzmdo um pacha|>ara proceder a urna svn- |a visjta 6 v *^"uva u" iUL'
affecladas na quoslao, interessam muito na conser
vacao da paz na Europa, e na independencia da Di-
namarca.
O documento da secretaria britannica dos nego-
cios estrangeiros hbilmente redigido. Comeca
por censurar o decreto di na marquez de 30 de mar-
go, como infringido os corapromissos da Dinamar-
ca, e provocando a execucao federal ; mas, por
outro lado, combate o proposito definitivo da Alle-
inauba na oceupacao do Holstein. como incompali-
velcom a existencia poltica da Dinamarca.
isa dislinccao, cuja plausibilidade difflcilmente
ra coiitosiar-se, abro a porte a novas negooia-
coes ; torna exeqmvel um arranjo provisorio ; e
alfasta, ao menos por ora os riscos de um con-
flicto.
As duas potencias nao licam desvainada. ceden-
do ambas de pretencoes extensas. A Dinamarca
annullaro decreto; eaAllemaaha renunciara a
oceupacao do Holstein. Ao mesmo tempo as po-
tencias neutras tomaio coma da pendencia para
resol ve-la por Uieor satisfactorio.
O parlomento das libas Jouias votou a anne-
xaco deslas ilhas Grecia
O conflicto que se suscitou era Clid enlne as tro-
pas turcas da fortaleza e a povoacao grega, teve I
origcm na exigeucia que havia de urna e outra par-:
te deextrabirein agua de um poco prximo.
Da pendencia resultou haver dous morios c al-
giras feridos. A questao poda ter mais graves
consequencias se o coininandanto militar dapraca,
nao tivesse concentrado na fortaleza toda a torca
militar.
pedio tropas para guarnecer aquelle ponto.
A inpt'iatiiz Eugenia tendo sabido de Lis-
ba chegou Se vi I lia no dia 8. A rainha de Hes-
panha convidou a imperatriz para ir Madrid,
onde se Ihe prepara urna grande recepcao. Era
esperada no dia 14.
parto feliz.
Foi promulgada a amnista que se esperava por
occasiao do nsseimento do herdeiro da cora.
l'm decreto tornava mais ampia a amnista con-
cedida aos implicados na res'olla da Braga. J ha-
i sido implicados na resolta.
Foram creadas duas medalhas a do trabalho e a
militar, para recompensa a actividade, servicos e
hespanbola.
O partido da unan liberal est francamente em
opposicao ao ministerio.
, ._ .. viam sidocollocados no quadro do exerrito os ofU-
a fins'ohtico^f ** ""* c.iaeV|U^ seJachavam ^m "VHlade, por terein
Reunio-se um conselhode ministros para re-
solver sobre o modo de defeza das possessoes ultra-
marinas. O conselho de ministros decidi que tos-
sen. enviados para as Anlilhas 10 mil homens e 30, S^Hos operario, como
m'n ^lreales", .i I A urna das classes de cada urna das medalhas
O programma do partido democratice continua I tencia uma lcna sao viIa|ica
ht'n..ai"U",gl da d,scussao 0 ,oda a "nprensa, Fo negoeiado um einprestimo de 9,000 contos
de ris por conta do governo, com a casa Stern Bro-
thers de Londres.
Fallava-se no livre commercio do tabaco, ac-
Pelo correo das Anlilhas chegaram pormenores bam,0.sc com 0 ^^ abandonando-se a idea
da insurreicao de S. Domingos. Os comproinotli- j., rfqie
dos na primeira insurreco, tendo obtido armas e
muuices, penetraran! em Porto Prata, onde quei-
niarara algumas casas, matando homens, muflie-
res e chancas, e at os enfermos hespanhoes que
eslavam nos bospitaes.
Um navio de guerra hespanhol chegou ao porto
com tropas de desembarque, intimou aos rebeldes
que se rendessem, e tendo estes resistido, fez fogo
sobre a populadlo, desembarcou tropas, e estes j entre laringal ^^
n ncro a 4 de abril prximo passado.
O governo notncra uma commissao para eslu-
dar o estado da companhia das aguasver se est,
nos casos de cumprir com o seu contrato, e or-
ear no caso negativo a importancia das obras a
concluir para o abastecimento completo das aguas
cidade de Lisboa.
regte.
Eslava nomeado director da aifandega grande
de Lisboa, o ex-consul geral interino de Portugal
no Ro do Janeiro, o Sr. Nazareth.
O servico dos lazaretos quarentenas a ser re-
formado para o que se tinha nomeado uma com-
missao de homens competentes.
O Diario de Lisboa de 14, publica a caria real de
conlirmacao e ractificacao do convenio consular
tendo feito fgir os rebeldes, castigaran) os que de
Porto Prata tiiiham ajudado os crimes commet-
tidos.
Os rebeldes tinham-sc internado no paiz fgidos
das tropas hespanholas que os perseguiam.
Esperam-se grandes reforcos de Porto Rico e
Cuba
A discusso sobre a questao mexicana torna-
se mais enrgica nos peridicos austracos pro-
porcao quo se aproxima o momento em (pie o ar-
chiduque Maximiliano dever tomar uma resolu-
cao definitiva.
O Frawlettblatt prev e approva a aceitcao do
principe austraco ; julga-se mesmo habilitado
para poder assegurar que a curte do Franca se en-
tendeu com os Estados do Sul da America acerca
da queslo do Texas. Cnntam qitc a populadlo do
Texas, cuja grande maioria allcmaa, se submet-
ler de bom grado a um principe allemao.
Parece nao temerem que resulto desta cesssao
uma guerra entre a Franca e os Estados do Norte
da America.
Se com ludo estes estados qnizessem empenhar-
se ainda n'uma guerra semelhante a paz da que
sustentara contra os confederados, era eventuali-
dade, diante da qual a Franca nao rectiaria ; a
Franca deseja-o lalvez, diz o Franeubaltt, para
ter occasiao de inlervir a favor dos confederados.
Hontem fundearam tambem, em nosso porto, os
vapores costeiros Mamanguape e Camarai/ibe,
aquelle vindo dos portes de sua escala no norie, e
este dos do sul.
No Cear fallecer o vigano da Imperatriz, o
Res'd. Luiz Antonio da Rocha Lima.
No Rio-Grande do Norte nada occorreu quo
merega menco.
Na Parahvba teve lugar, no dia 20, a collo-
eago da primeira pedra do armazem naval.
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA.
Informara-nos que no arruado de Tgipi
v-se elfectivamente uma preta, escrava de pes-
---------------,sa d'alli, em completo eslado de nudez e toda
U archiduque Maximiliano recebendo a deputa-! cortada de relho.
cito iiieaicana. declarou quo aceitara a coroa do Este espectan
Mxico, sob condico de que o voto popular sane
cionaria o dos notaseis daquellc paiz.
Cartas do Mxico dizem que as povoacSes sao
favoraveis ao imperador Maximiliano.
O general Forcy, fez sahtr do Mxico o encarre-
gado dos negocios do Per, porque manlinha cor-
respondencias com Jurez.
Diz-se que a maior parte das potencias esto re-
solvidas a reconhecer o imperio mexicano.
O Times publicou os seguintes pormenores
do sino de Charlestown :
O desastre que por tanto tempo tem estado
affastado de Charlestown parece agora immnente,
e os federaes podero talvez saciar asna vinganca!
A destruidlo do forte Sumpternao elfectivamente
a tomada de Charlestown, mas o passo mais im-
portante para isso.
t A embocadura do porto de Charlestown for-
mada por duas hnguas de trra. A do norte cha-
ma-se iiha de Sallirau, defendido pelo forte Mous-
trie; a do sul denomina-so ilha de Monis e conclue
na ponta Cumming, sendo protegida pelo forte Wa-
gner. O forte Surajiier est pela parte de traz en-
tre os dous, e-dnma o canal que 09 divide.
Os federaes trabalharam as ultimas semanas
para reduzr o forte Wagner, com a inteneao de
disparar contra o forte Stimpter, da ponte Cum-
ming ; mas nao podando cnsegni-lo.bombardearam-
no da ilha Monis, em quanto que as lanchas ca-
nhoneiras dos Monitores ihes abriam a entrada do
porto.
O bombardeameMlSk
so um dia se dispararam 604 be e deltas 411
sa d'alli, em
i rclhi
pectaculo duplicadamenic repugnante,
nao deve ser produzido com o csuismo com que
o pois alera de offender aos principios de hu-
manidade, escandalisa aos domis, que por corle-
muito agradecen) a expsito gratuita de laes
scenas.
Importa, portanto, que o respectivo senhor se
abstenha de uma pratica to repulsiva, mesmo
para qne a polica nao intervena com 0 seu soto-
tuitivo.
Com o prazo de fiO das acha-se aberto o
concurso para o provimento dos oflM
sitarlo geral o de partidor e contad|
Ouricury. .
Com igual prazo esla igualmesl
o provimento de depositario gelH
Limoeiro. .
Ter principio sexta-teira
nario de Olinda a novena daJ
cuja festa, que de costme fetsj
gracas pelo termo dos trabalho*
pealisar-se-ha no dia 8 do proxints
orador do Evangelho o Rvd. diae ucs
de Freitas ; e do Te-Deum o Rvd.
Francisco de S.
Occuparao a tribuna sagrada, dorante a sema-
na, os seguintes seminaristas :
Jos Joaquim Fernandos.
Manoel Vieira da Costa.
Marcolino Pacheco do
Francisco ds Chagas i
Francisco Aniano de
Manoel Joao Gomes.
Francisco de Borja e OliveiraT
i sta.
' .>-'LLSfj)k^H


J




Diario de Pernambuco 4*ulna felra t& 4c Outubro de 184*.
I T
\
~
PllJPPMIudlH TO rOl-u 'TJ il.l COIIIUIIS.''
pbare, o qual devi ser publicado no Cosmos
fcfrnopasfcido, choco Borges, Cactano do Reg Toscano, Caetano de 7 de agosto ultimo.
Vrelacao nominal de to- Pereira' de Oliveira, Nominando Moreira Caval- (ntovo apparelho sera disposto sobre o pnaroi oo
na provincia do Piauhy canti, Antonio Thomaz Carneito da Cunha e urna sul; espera-seque esteja concluido antes do corae-
chefe de polica actual Dr. lescrava, Antonio Joaquim Teixeira, Manoel de co da proilma estelo invernosa.
Pire* Ferreira, a contar de 4 Mattos Lima, lferes Jos Bento dos Passos Lima, "* *" .
e assumio o Luiza Marta Ferreira de Oliveira, Manoeltf rimas-; O Messager du Mtdi, da a segmnte noticia da per-
das Messagenes Imperiales,
., das Messageries Impe-
MoreVa M^ia, B^er'ria^ l,ria,es> capillofteboul,procedente deOrancom des-
tregar, Vicente Frederico, Francisco Fredcrico, tino a Marsclba, naufragou esta manhaa, ne
um escravo do Dr. Gervasio Gongalves da Silva, agosto, as 9 horas, na costa de Cerner, perto aa
Antonio Francisco Luis e Antonio Xavier Be-'.Banyuls.aunasiSmilhas de Port-Vendr*.
z Passaceiros do vapor nacional Camaragibe, contrariavam a marcha do paquete, que impcllido
vlndo de Macei :-Jos Januario Pereira de Car- para prximo da costa, arrunou o hlice no reci-
valho Jos Maroucs dos Santos Aguiar, Antonio fe do cabo Badanes. Assim foi obngado a correr
Jos Rodrigues e um escravo. Africano livre Se-, para a enseada de Cerbere, onde o navio abri.
basti.io da Costa Dr. Polycarpo Jos de Sonza, Dr., Tinha a bordo cem passageiros, homens, mtilhe-.
Manoel Antonio da Fonscca Mello, Antonio An- res criaugas, que se tratera de salvar, masa opc-
tero Uves Montoiro, Manoel Roberto Hermandes, ragao ofTerecia difflculdades, tanto por causa do
Manoel Jos Gomes de Pinho, Rosalino Jos Ser- mar, como por causa do pnico quereinava a bor-
ne, Jos L. de Albuquurque Barros, Domingos Ua do, sobre tudo nos passageiros. A desordem e
Silva Torres.
por -.
itccidlo, H por Tcrlmentos graves, 13
utos leve, 3 por crime de roubo, 3 por
tvallo, 1 por prevaricagao, 3 por crime
1 por crlroe de estupro com violencia,
Priores do exercito. Agora passamos a publi-
por estellioualo e f-alsidades, I por complicidado
cm erime de rapto, 1 por crime de injurias,
car os nomes dos diversos criminosos presos na
administragao do mesmo chefe de policia a contar
de 18 de junho at 12 de setemuro prximo pas-
udo.
Por crime de morte.
Francisco de Freitos, Francisco Jos da Silva,
Mauoel Jos da Silva, Flix (escravo), Jos Perei-
ra das Almas, Domingos de tal, Jos Gomes Tava-
res. Adelo Ribciro, Bernardino Gadelha, Fran-
celino Jos Cordeiro, Manoel Quirino de Souza,
Joao d'Azevedo Binga, Portunato Jos Moreno,
Pedro Pertimo de Andrade, Roque Bento da Silva,
alferes Florentino Gentes Porto, Joao Jos Garnei-
ro c Francisco Jos Pereira.
Tentativa de morte.
Jos Ferreira Cajaeiro, Jos Rodrigues Jnior.
Ferimentos graves.
Pedro Francisco dos Res.
Ferimentos leves.
Manoel Jos Benedicto, Francisco d-mes, Luiz
GoogaWes, Msthies Goneaives -Pereira, e "Hramam-
Maria da Concoigao
Roubo.
Francisco Pedro de Souza Cariri.
Furto de cavallo.
Francisco Rodrigues fle Miranda, Jos Domin
gues dos Santos e Francisco Rodrigues Noia.
Estupros com violencia.
Augusto Rayinuudo Cavalcanli d'Albuquerque
Therezina.
Armas defezas.
Joao Vicente Ferreira.
Perjurio.
Eugenio do Reg Monteiro e Jos Alvos de Vas-
concelos.
i Dos 33 criminosos descrilos todos estao_ pro-
cessados exccpgao de 8, cujos processos estao cm
.andamento. ., .
Em data de 26 o corrente, foi absolvido pelo
TJr. juiz de dircito da 1' vara o Sr. Braz Marcoh-
tio do Sacramento, que Tora estabeleeido no largo
do Carino n. 1 com casa de pharmacia.
Mostrando o fallido sor o activo de seu esta-
teleeimento igual senao superior ao passivo, e nao
te mhizndo de seus actos commerciaes dolo ou
fraude cm |>crda dos legtimos interesses de seus
redores, foi a absolvigao um acto de verdadeira
equidado. ,
O distincto julgador nao quiz tomar a si a tarefa
de resolver rom a autoridade de um caso jtilgado a
qneslao, tantas votes ventilada e ainda nao resolv-
da, de ser ou nao o pharmaceutico verdadeiro com-
niercianle. ......
Kizeram actos na.Faculdade de Direito, no da
28 do corrente, os seguintes estudantes:
Prinieiro anno.
Francisco Antonio de Oliveira Sobrinho, simples-
mente.
Jus Elisio de Carvalho Couto, plenamente.
Alaoslo Ernesto deCerqueira, idem.
Joao Fumino de Hollanda Cavalcante, idem.
Segundo anuo.
Floreano Jos de Miranda, plenamente.
Licinici Alfredo da Silva, idem.
Antonio Riboiro Pacheco d'Avila, dem.
Joaquim Maria Caniciro Vilella, idem.
fTerreiro anno.
Jefferson Mirabeao das Mercs Gordo, plenamente.
Jos Alves da Silva Pereira, idem.
Jos Joaquim Ramos Ferreira, idem.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha Jnior, dem.
Antonio de Mello Rogers, idem.
Francisco de Assis Correia Lima, idem.
Quarto anno.
Antonio Epaminondas de Barros Correia, plena-
mentc.
Antonio Pinto Xogueira Accioli, dem.
kngenio Gomes Beca, dem.
Priscihano Antonio da Silva Freir, dem.
Quinto auno.
Manoel Jos Goncalves Praga plenamente.
Clao Gnerreiro de Castro, idem.
Antonio de Souza Davina, idem.
O subdito porluguez Antonio Pinto Cardozo
da Gama, sendo presoaordem do chefe de po-
licia por infraccao do dcc. n. 100> de 18 de se-
emhro (I.; 1860, art. 1" prestou fianca no valor de
-.'i'w-ViiX perante o subdelegado de banto An-
\o vapor Oneiihi, chegado hontcm da Euro-
pa v.io de passagem para esta cidade, onde pre-
tendo estabelecer o seu consultorio medico, o Sr.
Dr Jos de Almeida Soares de Lima Bastos, queja
.entre nos residi, e que agora regressa dcpois de
una ausencia des tres anuos para aqu proseguir
na sna nobre missao.
O Sr. Dr. Almeida, tendo cursado c sido approva-
<]o e premiado cm todos os exames feitos na escola
nolvtechnica do Porto, veio para anui dcpois exer-
ccr'a humanitaria proOssao da medicina, merecen-
do entao ser elogiado pela sua pericia e habilida-
de as curas ; mas fazendo-se-lhc mister voltar a
Europa, em 1860, la dedicou-scexclusivamente ao
ostudo da medicina, pralicando-a em todos os hos-
pilaes de Paris c das mais cidades que percorreu,
oblendo o diploma de doutor na universidade de
Bolonha.
O Sr. Dr. Almeida fez um curso completo da sci-
encia que professa, -votando-se principalmonte ao
cstudo de algum'as especialidades medicas, como
doencas de peilo,deolhos, syphiliticase partos.
RtPAtfriOAO da polica :
(Extractoda parte do dia 28 de outubro.)
Foram recolhidos casa de detencao -
do corrente : ......
A' ordem do subdelegado do Recife, Alexandre
Lopes l'orto ou Couto, pardo, por embriaguez c in-
sultos. _.
A' ordem do de Santo Antonio, Antonio Olym-
pio de Macedo, pardo, por disturbios ; Joscpha,
parda, escrava, de Claudina Rodrigues Paes Barre
to, nor fgida; Francisco, africano, escravo de
Jos Thomaz de Campos Quaresma, por infraccao
de posturas.
O chefe da 2* seccao.
/. G. de Mestjiiita.
Movimento da casa de detencao do dia 27 de
oulubro de 18G3
Sntonio Florencio dalW>.
pefteda, a Justina.
O Sr. desembargador Doria passou a fc des-
sembargador Caetano Santiago
As appellares citis.
Appellanlc, Podro Alves dos Santos; appellado,
Jos de Sonza Marinho.
Appellante, Jos da Costa Donrado
Antonio Manoel de Campos.
A horas da larde encerron-se a sessao.
de toda* as affeccoes
conjuncluras.
Encotra-sc venda
mundo.
dos msculos, tendfle e
em todas as boticas do
COMMIMCABOS.
O ainho assignado, vendo no Diario de Per-
nambuco de boje um annuncio do Sr. Carlos Luo-
appellado, m do Regu Barros preveniodo ao publico para
| que nao faca negocio com o mesmo abaixo assig-
I nado, em rela$o urna letra de 125 existente
' em poder do abaixo assignado, por ser ella falsa,
julga conveniente bem de sua reputsco, decla-
; rar que cssa letra veio a seu poder por intermedio
do Sr. Hermillo Aureliano CliaTes de Souza, que,
tendo sido, seu pedido, encarregado de diversas
cobrancas, receben de um devedor do abaiso as-
signado dotis cavallos esa pagamento,asseverando
l-los deixado no lugar de Gameleira, em poder de
Sr. Carlos Lenidas do Reg Barros, e como m3i
tarde o abaixo assignado Ihe determinasse que
cffectuasse a venda dos referidos cavallos, o Sr.
Hermillo pooco dojiois apresonlou como producto
- OBITl'AIUO DO DIA 28 BE Ol'TUDRO NO OBMITE-
RKUTBLICO:
Paulina, Pernambuco, 2 mezes, S, Jos; gastro
interite.
Luiz Gonzaga do Espirito Santo, Pernambuco, 80
annos, solteiro, S Jos \ phtysica.
Ignez de Brito Mello, Pernambuco, 26 annos, sdl-
Iteira, Boa-Vista ; phtysira pulmonar.
Uibelino, Pernambuco, 2 mezes, Recife i dyar-
rha
(HR POOCfl DE TU08.
iLarcher nos Ingleses diz o seguinte:
A primeiravista lodososinglezesseassemelham,
sao uniformes, dir-se-hiam fundidos no mesmo
molde : nenbum excntrico, e quasi nenhum quer
s-lo.
IByron o disse, e foi abrigado a expatnar-se.
iPara ser considerado em Londres preciso en-
fellar-sc, andar, pensar, fallar, obrar como todo o
mundo: o prejuizo assim o quer; nao se e por
isso escravo, esl-se habituado, ninguem se queixa.
!E' o povo o mais moral, o mais decente, o mais
santo, o mais innocente, o mais leal,o maisgeneroso,
o mais virtuoso, etc., etc., da trra.
Examinem os nglezes um pouco mais atienta-
mente, aprendam a couhece-los, e cedo se conven-
cerao queteem sido notavclmente engaados pelas
apparencias, que elle nao sao de forma alguma o
que parecem ser. Com efleito, entre elles tudo
consiste na arte do salvar as apparencias, e, pre-
ciso ser justo, o povo inglez avantaja-se nesta arte;
c, sob esta relacao, o mais hbil do globo.
Em Franca se diz : peccado oceulto esta meio
perdoado. Na Ingaterra nao se conhece este meio
termo, e nao se diz, por que ninguem confessa os
seus peccados, nem diz os dos outros, porin se
pensa que um peccado oceulto est inteiramente
perdoado. Corainetteu as maiores loucuras, as
maiores asneiras, e leem a consciencia tranquilla
se soubcrom occultar, salvar as apparencias.
De todos os povos o que tem a consciencia mais
elstica, ou autes o que tem menos consciencia.
Pde-se daguerreotypar o povo inglez em urna so
palavrao isterksseCom effeito, empregam to-
da a sua sciencia para dissimula-lo e nisso sao
uniformes. .
E tambem o povo mais guloso, o mais pessoal, o
mais egosta da Europa: cada um trabalua para
si, nao v se nao a si, so vive para si. Pal, mai,
mulhercs, meninos, todos obram segundo as suas
proprias salisfacoes; um se embebeda todos os
dias e deixa sua mulhor e filhos jejuarem todos os
dias; um outro jogae perde enormes sommas, e
recusa um vestido til sua mulher; esto lan^a
loucamente cen mil francos aos ps de urna can-
tora, e torna-se furioso .por que os criados de sua
casa coinem algumas libras de batatas alm da ra-
cao que lhes foi proscripta; aquello, por osteiila-
cao inscreve a fabulosa somma de 200 mil francos
em urna lista de suhscripcao em favor dos pobres,
e Eflpelie impeluosainoute o desgrasado, que lhe
pede um pedaso de pao.
Outros. o em grande numero desgrafadamente,
gastam voluntariamente 100 francos para ter o ig-
nobii prazer de embriagar urna inulher, c negam
dez ris a um menino que Ibes grita : eu tenho To-
mo inulher que llie diz com voz enfraquecida :
eu nao como desde hontem... Mnha mai nao tem
pao... Eu nao tenho asylo... Morro de fome...
Dai-me um penny, meio penny, o que quizerdes;
mandai-ine alguma cousa, por que tenho fome...
Supplicas imitis; o inglez surdo, impassivcl.
Segui csse homem, cojo coracao tao duro, e o
veris gastar ouro e inuRo ouro para comprar urna
emocao; o veris langar ouro e muito ouro para
comprar urna emocao ; o veris lancar ouro e mui-
to euro para procurar urna pequea satisfagao.
no dia 27
Existan
Entraram
Sahiram.
Existem.
A saber :
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulhercs .
Esirangeiras
Escravos .
Escravas .
342 presos
4 >
338
242
23
9
3
57
I
338
Alimentados custa dos cotres pblicos. til
"Moviinento da enfevmaria do dia 28 de outubro
corrale :
Tawhaixa .
Jos Caetano dos Santos, sarnas.
Tiveram alta :
Joaquim TS'ogueira.
Jos Antonio Correia de Mello.
Manoel Francisco de Sant'Auna.
Serafim, escravo, de Manoel Pacheco do Couto.
Jgnacif, escravo, de Frederico Chaves.
PaMageiros do vapor inglez Oneida, vindo de
Soutbampton c portos intermedios : D. Ignacia
l'ereifa lirnego e 1 filho menor, Ambrosio P.
CarapbetU sua senhora, Jos do Amaral Valonte,
Joaquim Pires Carueiro Monteiro, sua senhora el
Tiadq, Conrado Brandor, Henry Peter, Manoel da
itoa. Jos de Almeida Soares de L. Bastos,
reth, Gabriel Santos, Manoel Fon-
Fernandes Dtiarle, Paulo Ferreira
Hanrucs de Oliveira, Bento Jos
Jseo Blanco Lages, Jos Maria Ri-
Manoel de Souza Lolwto, Joaquim
Antonio de Aosevedo Mala. Se1)as-
nta de Souza Peres. Seguem
Mara
!and,
i'HW
le vapor nacional Mamanguape,
e portos intermedios; -Dr. Jos
i, capitao du fragata Rodrigo Jos
VIGILIA
Un souvcnir heureux, est, peut-etre sur terre
Plus vral que le bonheur!
Alf.deWisset.
' Quando dormesno seio que palpita
Eu descanco em delirio a fronte ardente,
Minha alma se enebria no perfume
Que exhalas de teus labios docemente.
Eu velo, cmquanto lnguida reponsas
Os frouxos membros, no virgneo lelto,
Indolente Vestal adormeceste;
Mas a pyra sagrada arde em meu peito.
t E traduzo csse som que vago expira,
E dou corpo a esse sonho que te agita,
Como o sopro do ventoda palmeira
Reclina o eolio, que ao luar dormita.
De teu sonho de amor o fogo interno
Me aquece o coragao, j fri em vida,
Me acende no pensar risonhas scismas
E cora a face tua adormecida.
Em teus soltos cabellos denegridos
Encost os labios a tremer n'um beijo ;
Nao despenes agora... tenho medo
Nao me exprobres o furto ardendo em pejo.
Nao m'o quebres!... Um beijo rae amortece
O torvo siiluear de antiga dr..
E no almo suspirar que te enrubece
Eu leio urna esperanca em casto amor.
Ah! j bnlha nos cos a estrella d'alva,
Que guia no deserto o caminhante,
Toma ainda este beijo derradeiro
Na fronte angelical, paluda amante.
E' tarde! Vou deixar-tc minha noiva I
Ao menos no dormir sonha comigo,
Vivo agora no alent da lembranja
Dessa noite de amor a sos comtigo. >
Um dos mais ricos proprieta ros de Longu. Mai-
ne-et-Loire, Franga, que babitava no campo a sua
melhor propriedade, foi a semana passada assassi-
nado uo seu leito, durante a noite, por seu proprio
filho.
Este rapaz de 22 annos, eslava alienado.
Em a noite de quinta para sexla-feira entrou, s
duas horas, armado de urna espingarda, no quar-
to de sen pai e sua mai. A rogos da mi largou
aquella anna, mas cahio em seguida soj^e seu pai
immonsa.
Por urna fecidade providencial, um homem do
coracao o de resolucao, o general Pat, era do nu-
mero dos passageiros.
Gracas a este oficial general, e o auxilio efBcaz
e diligente dos empreados da alfandega e de al-
guns habitantes de Cerbere, a sal vacio effecluou-
se sem que ninjrnempeTecesse.
O Sahel tinha a seu aordo>o correie de frica,
que nao poude ser salvo, perdendo-se igualmente
as bagagonsdos passageiros.
Tinha tambem carga de mineral do cobre, a?a-
ffiVo, etc., e mais de um milbao de francos, de fun-
dos do estado.
Os. passageiros, pela dmor 'parte, esto agora
recolhidos na caserna da alfandega, e outros
acampam em derredor.
CIIRONia JIDICIARU.
TKIRIAAI, A BEL V\ 40.
SESSAO EM 27 DE OUTUBRO DE 1863.
PHKSIDKNOIA DO BXU. SR. CONSKI.IIEIno
SIL>-KIRA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Caetano Santiago,
Gi tirana, Reis e Silva, Motta, Peretti, Accioli,
Ucha Cavalcanti, Abss, e Doria, faltando com
partieipaeao o Sr. desembargador Lourcngo San-
tiago, abrio-se a sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
rda, compareceu. ^
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
JULG AMENTOS.
Recursos commerciaes.
Recrreme, o julzo ; recorrido, Guilherme Car-
valho & C.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os senhores desembargadores Ucha
Cavalcanli, Gltirana c Accioli.
Nao se tomou conhecimento.
Recrreme, o juizo ; recorridos, viuva Amorim
& Filhos.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os senlwres uesembargadores Caetano
Santiago, Motta c Gitirana.
Improcedente quanto a viuva, e quanto aos ou-
tros nao se tomou conhecimento.
llabens-corpus
Concedeu-se ordem de habeas-corpus, pedida por
Antonio de Barros Correia, para o dia 3 de novem-
bro futuro.
Igual concessao foi feita a Jesuino Lima dos Pra-
icres, para o dia 31 do corrente.
Aggravo de peticGo.
Aggravante, Jos Jacintho Pavao ; aggravado, o
juizo.
Relator o Sr. desembargador Accioli.
Sorteados os senhores desembargadores Gitirana,
e Assis.
Negaram provimento.
Negou-se prorogacao de inventario que pedio D.
Joscpha Francisca I'into Rigucira Ramos.
O conflicto de jurisdiccao entre o juiz municipal
e o subdelegado de Mossor, decidio-se pela mes-
mi maneira, porque o havia feito o presidente da
provincia do Rio Grande do Noite.
Appellaeoes crimes.
Appellante, o juizo appellado, Joaquim Alfonso
de Mello.
A" novo jury.
Appellacoes citis.
Appellante, a fazenda' appellado, Luiz Jos de
Souza.
Confirmada a sentenca.
Appellanles. a fazenda c Antonio da Silva Gus-
mao ; appellados, Antonio da Silva Gusmao e a
fazenda.
Desprezarara-sc os embargos.
Appellanlc, o solicitador de capellas; appella-
dos, os administradores dos recolhimentos de Olin-
da c Iguarass.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante', o juizo ; appellada, D. Luiza Maria
da Concoicao e outros.
Reformada a sentenca.
Appellante, Joao Camello de Araujo; appellado,
Jos Romao Rodrigues Alves Nilo.
Mandou-se proceder a vistoria e diligencia.
DESIGKAQAO DE DA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
Appellares crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Thomaz
da Rocha,
Appellante, Manoel Proessor Bispo appellada,
a justiga.
Appellante, Constantino Jos Barbalho ; appel-
lada, a justira.
Appellante, Manoel Antonio Ncpomuccno ; ap-
pellados, a justica c Joao Flix de Almeida.
DILIGENCIAS.
vista ao Sr. desembargador promotor da
Consta-nos que o Sr. tentente-coronol Justino
Pereira de Parias, ciddo bera conhecilo c digno
do toda a estima e consideracao, pelas bellas qua-
ldades que o recommendam, tem sido ultima-
meoto e s na poca actual, victima dos maiores
desalios pratcados por autorsacao do 9r. Dr.
Manoel Gentil da Costa Alves, na qunlidadi? e
j.'11 nwnicipal supplente da 8' vara, por "T^ l dul llMinnio, duas lttras, sendo urna de 400
sao do eleetivo. a vencer-se em 31 do corrente, e aceita peioSr.
O Sr. Joao de Barros Araujo, morador em lpo- Anlonio Jos de Oliveira Ramos, de Barretros, a
juca, tendo vendido ao dito tenente-coronel Jusii- essa ^^ de i85^ firmada pelo-Sr. tirios Leoni-
no quatro escravos, queria conserva-ios eterna- ja., a qua| ^ -ha vencida desde 4 do corrente.
mente eoi seu poder, sem ao menos matiMur ao Em amba8 es*s letras vralia an branco o lugar
comprador o dinheiro que por elles havia rece- to ^,^,.3 do saccador, para que o abaixo as-
z?' -a 'signado o preenchesse, como fez. Consequentr-
Depois de muitas condesconcias eattencues du- ^ sem poder confirmar, nem contestar as-
rante 5 annos (o maior mal) nao p5de o tcnente asstrc5es do Sr. r^r^ Lenidas do Reg Barros,
coronel Justino tolerar mais que seus escravos es- ^^{^ as raz5e9 (|Ue fieaH1 apontadae-, julga con-
ivessem cm iwder do dito Barros, o qua os nao wnienle como meuida de prudencia, retirar os po-
trata>-a bem, e por isso conseguio por intermedio; dereg conferio ao reerido Sr. Hermillo Aure-
da polica queviessemao seu poder, o que con-: liano aiavcs &l? ^ passando a providenciar
MriotiaMu a quem se incuh seu Fotector., conwneiltemente em relagao essa oecurrencia.
O Sr. Joao de Barn.s, irmao do Dr. Araujo Barro, ,Recire 28 de outubro de 1863.-JoaaH Rodri-
o que a todo o mundo propala, vendo-sc privado, jy,par dos ditos escravos obteve sobro o frivolo pretexto
de estarum ellos depjsitados, unn precatoria do
ca 1,300 saceos de eacedoPar; as outras
qualkladas heuve movimento para o coasumo,
ten mndanca nos procos.
Jacaranda.Em setembro a importacao fra do
136 libran, vendeodo-se 26 libraK. Em ter eerca 1
milbo delibras.
Cambios.
Sobre -Londres, 3 meies data, 13 arcos 3 1|4
sch. |or.
i)raxo !#,. 13 marcos 3 '/?
sch. por X
SobreParts, 3 mezes data, 19 1|2 francos por
100 marcos banco.
prazo curio, 18 9 3(4
ICO marcos bae.
SobreLisboa, 3 mezetfdata, 46 lt} schllings
por mil ris.
Descont 2 1/24 %.
juiz municipal de Ipojuoa para serem approhendi-
dos nesta cidade os mesmos escravos do poder do
tenente-coronel Justino.
Parece que o Dr. AYaujo "Barres como irmao de
fama das partes era snspeito na causa. E havendo fe -fo |ra|ados
dousjuizes municipaes nesta cidade, deviaobr. ?!-_.. A u.___1- 1__1 .
Joao de Barros procurar o Sr. Dr. Hermogenes
necoabeelmento.
Os abaixo assignados inspectores o ex-inspecto
res de policia da fregueza do Recife, em extremo
peohorados pela delicadeza o boas maneiras com
que sempre foram tratados pelo Illm. Sr. Antonio
Gomes de Miranda Leal^ no decurso de tres annos,
tempo este em que tao dignamente exerecu as
eomo juiz da primeira vara para cumpnr a preca-
toria, urna vez que o daegunda o Dr. Araujo Barro-
eslava impedido, como seu irmao.; mas era preciso ^li^me ob,Vera, a sua demissao do re
cuino JUI ua pr.me.ra vara para cumpnr a p.eta- fuD5es ^ subie|ega(i0 desta freguezia, sal
tona, urna vezqueodawgundao Dr. Araujo Barro | ^ mais vivo pezar, que S. S. ped
eslava muieiliiln ramn un irin:ir> mas i>r:i nrnciso 7. ..' .. r '_.' -. _' .
sabendo
ira, e
evitar o Dr. Hermogenes com quem nao se conta-
va porque como juiz independenle nao se presta a
transaegoes nem a ser instrumento de pessoa ol-
MOVIMENTO DO POMO.
Afanos entrados no din 28.
Soothampfon e portos intermedios19 dias, vapor
inftez Oneida, de 2,284 toneladas, commumlan-
te J. A, Bevis, equipagem- 130.
Acarar e portos intermedios Vapor nacional
AftirmrmfHape, de 338 toneladas, comataudante
Manoel Rodrigues dos Santos Moura, equipa
geni 121
MaccioI (fia e 22 horas, vapor nacional Camara-
ibe, do 200 toneladas, comtnandante Antonio-
!. de Oliveira, equipagem 8.
Lima (no Per>70 dias, barca franceza Murie,
de 44o tijnekwkis, capitao J. Vicente, equipagem;
IV, carga guano ; ao capitao. Veio refrescar.
ame sabidos no mesmo dia:
Rio de Jaueir Brigue dinamaaquez'CoMMKM-
dtnr, capitao Stehr, em lastro.
Rio de Janeiro- e Baha Vapor nigtez Oneida^
conunandante Bevis.
HavreLugre (rancez Rio Grande' capitaoE. Mi
cheL carga couro e algodao.
EDITAES.
guma Era mister que a precatoria rossepararem ^ |heg de;em u benev0|eacia
mao de algnm jmz dorll, entao o Sr. 'Joao Barbos fl de R,S s0llbc dsp0nsar, (
fiz nm riviup.riinAntn shii nraunn irmao tiiuc m-' *.-____;.:.._,__... _. j..r..... i-i
fez nm requeriinento a seu proprio irmao (que n
nocencia !) pedindo-llie o cumprimento precato-
ria ; o Dr. Araujo Barros, averbou-se de suspeito,
em consequencia do que leve de dar cumprimen-
to a precatoria o seu supplente Dr. Manoel Gentil
da Costa Alves. O publico que avalie este innocen-
te manejo.
E na verdade nao podia o Sr. Joao do Barros en-
contrar melhor juiz que alm de ser amigo tam-
bem collega de seu irmao. A nada toni hesitado o
Dr. Mauoel Gentil para desgostar sem motivos ao
tenente-coronel Justino, quem tudo tem negado.
Como o tenente-coronel Justino ainda nao entregou
voluntariamente os seus escravos que comprou
com dinheiro, dos quacs nao se quer separar por
serem sua propriedade e ter certeza de que nao
os ver, se sahlrem de sna companhia, muitas vio-
lencias tem sido contra elle decretadas pelos mui-
tos e promptos despachos assignados pelo mesmo
Dr. Manoel Gentil.
ltimamente esse juiz supplente teve a extrava-
gante lembranga de mandar notificar ao tenente-
coronel Justino para dentro de 24 horas entregar
os escravos em juizo com pena de prisao, quando
a precatoria nao lhe confere poderes para isso.
Porventura pode o juiz deprecado ir alm dos le -
mos da precatoria 1 Porventura o tenen-
te-coronel Justino depositario e executado para so
lhe poder comminar semelhante penna Nao bas-
tam as ascintosas buscase varejos de casas que se
tem dado ? pensam ainda que o podem atterrar
com a mearas de prisiio ?
Sao estas as informagoes que um seu amigo
podeobter.as quaes transmittoao publico para fazer
a devida apreciagao na poca presente e aquilatar
as injusligas que esta soffrendo um cidadao pacifi-
co c prestimoso.
Pretendemos oceupar-nos ainda da mesma ma-
teria a proporgao que novas peripecias orem oc-
correudo.
0 justo.
l'ianli).\ a lenca.
Na correspondencia que sabio hontem com este
titulo vem os seguintes erros :
Na segunda columna, linhas 81, em vez de ma-
jor Manoel Machado da Assiimpcao, loia-se -Major
ManoM Modesto d~Assumprao.
Linhas 162, em vez de -pelas notas do Sr. pre-
sidente Leo Velloso, leia-sepelas bayonetas, etc.
Segunda columna, linhas 16, cm \ez de caval-
gava, leia-secavalya.
Linhas 41, em lugar de padre Joao A. C. B.,
leia-seTenente Joao A. C. R.
Quarta columna, linhas 62, onde se achaadre-
de inclusive, le.a-seadrede derramados na mal-
tiddo pelo commandante superior, pelas autori-
dades, inclusire, etc.
Quinta columna, linhas 8, cm vez desubdele-
gado, leia-sedelegado.
Linhas '73, em vez detriumpharam, leia-se
triumpliou, mas triumpliou
Linha 72, leia-seimfuencia, em lugar de im-
prudencia.
cargo, julganam fallar a um dos mais sagrados de
veres, se nesta occasiao nao offerecessem ao lllm.
Sr. Miranda Leal, um publico tcstemunho da gra-
e affabili-
conciliando
assim tao perfeilamenle os deveres inherentes a
sua posigao de autoridade com a delicadeza e cor-
dialidadc de cavalleirodc lina educago.
Da bondade de que o Illm. Sr. Antonio Gomes de
Miranda Leal, tem exhibido tantas provas, espera-
mos a desculpa |iara esta manifestagao cm que
muito recejamos ouender a sua natural modestia ;
mas que o sentiinento de um grato dever nao nos
permittc que calemos no intimo do peito.
Recife, 28 de outubro de 1863.
Pedro Jos de Siqueira.
Francisco Gomes de Fiyueiredo.
Francisco Pedro de Alcntara.
Alexandre Americo do Caldas Padilha.
Jos Silvino da Costa.
Jos Pedro dos Santos Noves.
Jos Joaquim Alves de Miranda.
Anastacio Jos da Costa.
Traja no Carnciro Leal.
Jos Patricio de Carvalho Silveira.
Gabino Jos Baptista.
Antonio Ignacio Borges.
Francisco Xavier Moraes Jnior.
Joao Nepomoccno Coelho da Silva.
Jos Mana Reg Albuquerque.
Jos Marques da Costa Soares Jnior.
COMMERGIO.
Com
justiga
As appellacoes crimes.
o juizo appellado, Manoel Jos da
appellado, Jeronymo Jos
appellado, Antonio Claudi
Appellante.
Silva.
Appellante, o juizo
Barbosa.
Appellante, o juizo
no Pacifico.
PASSAGENS.
O Sr. desembargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador Gitirana
A appellarao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Lourenco Bezer-
ra Carneiro da Cunha.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr. des-
embargador Lourengo Santiago
Appellacao civel.
Appellante, Manoel Pereira Caldas ; appellados,
Francisco Jos Regalo Braga.
NOVO BANCO
DE
PERMAMBllO
O Banco toma saques sobre as pracas do Rio de
Janeiro e Babia.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 27........ 342:433*406
dem do dia 28................. 10:7393289
353:1723693
Movimento da alfandega
Voluntes entrados com fazendas.
t t com gneros.
desembargador Motta
As apptUaqoes citis.
Appellante, Jos Joaquim Fernandes Firmo ; ap-
pellado, o coronel Manoel Dias Gonzaga.
Appellante, Francisco Antonio Pereira da Silva ;
appellado, Francisco Tavares da Silva.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
As appellacSes citis.
Appellaate, o JJr. Gervasio Gongalves da Silva ;
appellada, a fazonda. .
Appellante, o baclmrel Joaquim Fraueteco ae
e ostrangulou-o, sem que ninguem Hbdisse ao Miranda ; appellado, Jos Rodrigues doPaaso.
desgragado, por que todos tiveram medo do louco.
Em seguida o ensanguentado parrecida foi es-
conder-s atraz de um monte de feno, e dahi, ten-
do vedado os olbos com um lenco, precipitou-se a
um poco que havia perto I
Voto de gralidao.
digna de sinceros elogios a irmandade de
Nossa Senhora do Terco pelo muito que par vezes
tem leito em prl de si e de sua igreja. Nao se
pode coBtestar que sendo esta irmandade pobrissi-
ma (por nao ter .patrimonio) e mesmo porque, em
seu seio nao conta abundancia de negociantes,
proprielarios, cm fim de homens poderosos, nao
deixa ella de fazer aunualmente pomposas func-
goes, obras, alfaias de valor, e pagar em dia aos
seus funecionarios. A obra da reedificacao de sua
igreja, admiravel, vista dos recursos de que
dispoe. E digno portanto de respeito, considera-
gao e amisade de todos, o digno irmao ex-juiz, ac-
tual thesoureiro c administrador de semolhante
obra Dionizio Hilario Lopes, a elle se deve cm
grande parto os bolos obtidos, e a maior econo-
ma e direegao.
Se o irmao Dionizio encontrasse na commissao
cncarregada de adquirir olilos, a mesma dedica-
cao, cortamente que cm pouco tempo teamos de
ver a igreja de Nossa Senhora do Tergo perfeita-
e ornada,
Voluntes sabidos
com
com
fazendas.
gneros..
Dcscarrcgam no dia 29 de outubro.
rigue portuguez -Mercurio diversos gneros.
Brigue inglezKatty Ellen niercadorias.
Barca ingleza Aunmercadorias.
Escuna ingleza Sarah Etica mercadorias.
Brigue ingles-Zatu -idem.
Brigue inglezDaniel Di/w-carvao.
Bleccbedoria de rendas Internas
geraes de Pernanabueo.
Rendimento do dia 1 a 27........ 43:153*174
dem do dia 28................. 96152.10
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 27........ 32:1804361
O IUm. Sr. inspetter da Ihesourariaproviii-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 5 de novembro prximo futuro, vio novatnente
praga liara ser arrematado a quem por menos fi-
zer as obras abaixo mencionadas, servindo de ba-
se arrematac' o offreeimento feito pelo lici-
tante Jos Augusto de Araujo, de 1 por cento de
abatin lento.
Reparos da ponte de Mamucabnha na estrada
provisoria de Tamandar Piabas, avahados em
43005 rs.
Reliaros da eadeia da villa de Serinhaem, avaha-
dos em 2:5965 rs.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 26 de outubro de 1863. -- O secretario, A. F.
d'Annunciagao.
0 Illm. Sr. ins|)ector da thesouraria provin-
cial, cm cumprimento da ordem do Eam. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no-
dia 12 de novembro prximo vindouro, v5o nova-
mente praga, para -serem arrematados a quem
mais der os mposlos abaixo mencionados, visto nao
ter Manoel Thomaz de Albuquerque Haranhao
apresenlado o fiador no prazo .pie lhe foi mar-
cado.
25*iO |>or calieca de gado vaceum na comarca
de Goianna, avahado anima luiente em rs.......
7:2895133.
20 por cento de agurdente na comarca de Pao
d'Alho, avahado animal monte em 2705293.
As arrematages sero feitas por tempo de 31
mezes, a contar do l"de dezembro do corrente an-
no a 30 de junho de 1866.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 26 de outubro de 1863. O secretario, A. F.
d'Annunciagao.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que os contratos das obras dos reparos de que pre-
cisam os 22" e 23 leos da estrada da Victoria,
foram transferidos para o dia 29 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de outubro de 1863. 0 secretario, A. F.
d'Annunciagao.
O Dr. Agostinho Ermelino de Leao, cavalleiro da
imperial ordem de Cbrist), juiz municipal e
commercio do lermo da cidade de Olinda, por
bua Magestade Imperial a Constitucional o Sr.
D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
fago saber pelo presente que, no dia 19 do mez
de novembro, do corrente anno, so lu de arrema-
tar por venda quem mais der pea praga deste
juizo, dc|>ois da audiencia respectiva, uro sitio de
coqueiros no Jang, com 360 palmos de frente
para o nascente, e de fundo meia legua, com 200
ps de coqueiros dando fructo, e 500 ponco mais
ou menos pequeos e grandes, estrema do lado
do norte com o sitio da Cruz de Jos Martina Lo-
pes, e para o sul com o sitio de Jacintho de Souza
Barros, avahado por 1:0005.
Outro sitio de coqueiros no mesmo lugar do
Jang, com 360 palmos de fronte para o nascente
e de fundo com meia legua, com coqueiros dando
' fructos, desmarca pelo norte coui o sitio de Jacin-
tho de Souza Barros, e i>elo sul rom o de Joaquim
' Gongalves Lima, avahado por 5005-
A ^propriedade de Mamanguape, frente para o
nascente, com tres quartos de legua, extrema para
1 o norte com a propriedade Camacuo, e do lado do
44-1145404 sul com o engenho Quimivou de Manoel de Jess
_,_ === I da Silva e seus manos e trras de Paulista, tendo
e um sobrado inhabitavel com 123 palmos de fronte,
50 de fundo, com 6 janellas e 2 portas de frente, a
304
343
-------647
79
82
161
Rendimento doma taz/........ M:ruL7 maior parte'da eobe'rta no chao,'e o que de pr-
Idera. do da 28................. ojj^o*/ ^ jane|)aSj e assoa||,0 nada presta, com urna casa
II a ni lu nj i.. 5 de ontnbro de 1S63.
Roletim commercial.
O mercado acha-se em posigao bastante calma,
e s em alguns gneros houve mais actividade.
Caf.Apezar de se haverem realisado algumas cueao que contra o mesroe encamiuha o hachare
vendas aos precos um pouco reduzidos, todas as Mrnoel Izidro de Niranda
mimos de frente e 1 janeHa, tam-
mo estado- quasi que inhabitavel.
32:8145008 t*-'rrea com :!
bem em muito
Tem mais urna igreja bastante arruinada, avalia-
ds por 7:0005, citas na freguezia de Maranguape
do termo desta cidade;
Cujos sitios sao pertencantes ao coronel Joaquinv
Cavalcanti de Albuquerqus, e vo praca por exe-
o SrrdesembarRador Rose Silva passou ao Sr. mente prompta eornada, porque estamos certos
que os irmaos da irmandade, e a familia catboli-
ca Pernambucana nao deixarilo de coadjuvar cada
um com o que puder para a reedificacao e ornato
da morada da Virgem das Virgens, a Rainha dos
cus, a Advogada dos Pecadores.
O admirado. i
Sobre mus auspicios comeea o club de Santo
Antonio fundar seas alicarces, a direegao dessa
sociedade composta de pesoas -nao criancas, aca-
ba de proceder de urna maneira pouco propna de
tomens nue sabem discornir o borne mal,irepro-
vando Socios que pessoas habilitadas soticitavam
suas assignaturas; factos desta ordem nao desa-
bonan! as victimas fmartyres da boa t) antes re-
voUa a ledos qne ti vero ni delte eonheciiaeoto ; ra-
zao porque levo apreciagao publica.
Quando n'iima soeiedade quer se beer escoiha
de socios nao se sollicito, nom so aatorisa assif-
se propo-
a aceita-
modelo approvado pelo imperador e pola impera-
triz, que o scolheram de entre diversos dese-
nhos.
Depois de feitas foram onviadas ao mareclial Fo-
rey, que as recobeu dos mexieanos, a quem para
este fim as entregara, e voltaram para aEranea,
onde foram apresentadas ao imperador em Vichy.
Agora estao expostas no musu militar ao lado
de dlfferentes pegas de artilharia tomadas aos me-
xicanos, vendo-se claramente que nao tem signal
algum de anUgmdade.
Urna portara do ministro das obras publicas,
commercio e agricultura em Franca, datada de 11
ira e 1 criado, Joan liapl.sta Alves Ferreira, dejalho ultimo, ordena, a titulo de obris_publicas,
inick, E. H. rid Ayner, Jos AWes da | a applicacao da luz elctrica illummagao de m
cn-___ *k ._.:.-. j. 0: I j^... .:l__: J- ..Im^nn Aiiaii) fin mlin iIa 9VO
Xearense, D
:n Mttpeira, Tranquillo B.
1 cuerno. Dr. manoel Januario
jVegra, nhml-Josi Pererra Mi
le e um molcque, Jos Fernandas
Ibermlna C. Quintlliana da Silva, Pedro Je
O Sr. desembargador -Peretti passon aofir. des-
embargador Accioli
ks appetlacoes dvtis.
Appellantes, os herdeiros de Manoel Luis da
Veiga ; appellada, a fazenda.
i Appellante, Jeronvrao Jos Figuoira de Mello ;
O correspondente do Morning Post, em Paris, diz appellado, Onofre Muniz Riboiro. : na'"ras espera-se que quera pretenda
que assu'mpto satvrieo parados parisienses a his- P0Sr desembargador lha Cavalcanti passou ^i^^^tme^Ok^r
loria das claves de prata da cidade do Mxico,' ao Sr. desembargador Ats ? ?'?aa n^^.^^,>iVVnS
que o imperador receben ltimamente do marquez As^ptllarves crime*. M*m a ealdade e acarretam emseu comeco
deGalhfet. Dizque esta averiguado que as cha- Appellante, Francisco Adelphotfcascimcnto ; responsab.hdade V* ^"^J" hJ ^
ves se fizeram em Paris haaimo e meio por um appellada, a justica. jt i f,*e1^t.nde ,^t, t ^^ ito
1 Appellante, o unzo; supcUad*,-Joao Moreira de tem 12 directores entre ps quacs se destiogoe
dos Santos caracteres, e sontimentos tao bem intencionados
O Sr. desembargador Assis pasado ao Sr. deseo- I nao deixam nada -a desejar; mas smt -eom
barBBdeT Doria ;ccp,os determinados de quo me ecenpare em |
^^ As appelhrSes citis. I tempo opportuno.
Appellante, Jos Francisco de Sanza Ltaia ; ap-
pellada, Maria Francisca Olimpia Baptista.
Appellante, o Dr. Joaquim Antonio Carneiro da
Cunha Miranda ; appellado, Francisco'Accioli de
Gouveia Lins.
Appellante, Joao Evangelista Cavalcante Passos ;
appellado, Luiz Guedes Alcoforado. '.
Appellante, Antonio Climaco Moreira Temporal; zido e accomulado polas ulceras, escroruias, aiis-
appellado, o Dr. Manoel Gentil da Costa Alves. I cessos e tomores, o escorbuto, assim como todas
Appellante, a prcta Hermogenes; appellado, Ma- 'as mais molestias das glndulas,,da carne e da
noel Martins de Araujo Castro. Lpete. A historia desta proparacao tem sido pelo
Anpellante, Aureliano ivalcanti da Rocha Wan- espaco de trinta arntos una sene nao interrompi-
derl'ey; apellado, Joao dos Santos Nunes de OU- da de curas as mais admiraveis
veira!
As QBpeOacdet vrimes.
Appellante, 'Jomo ; appellado, ManoelTnonax
de Oliveira.
ordens nao fraiii executadas, por causa da firme
posigao dos possuidores.
O ultimo despacho do Rio annuncia carrega-
mentos maiores para o Canal, e o Elba, o que tez
una impressao desfavoravel, e as estagoes actuaes
s pdera ser consideradas nominaes. Em setem-
bro veuderam-se 46 mil saceos de caf do Rio e de-
Santos a 7-8 scbillings; as entradas foram de
26,607 saceos.
Colamos o caf regular ordinario do Rio de Ja-
neiro a 7 1(4 7 7|16 scbillings e a mesma quali-
dade de S. Domingos : 7 I [8 7 3p3 sch.
Importacao geral do caf de 1." Janeiro atollas
de selembre : ______^ ,..
1869-62,600,60 libras.
1860-68,200,000 ditas.
186177,000,000 ditas.
1862-6G,O0Oi.OO ditas.
1863-71,400,000 ditas.
Em ser em flus de selembro :
18o910,500,000 libras.
1860- 8,000,000 ditas.
1861 18,000.000 diltas.
1862-12,300,000 ditas.
186318^00,000 ditas,
Assucar.Tambem as ultimas semanas o mer-
cado d'assucar se coosorvou tranquillo, mas sem
mudanga nos pregos.
Importacao do assucar do 1.' de Janeiro at
fias de selembro :
185943,000,000 libras.
1860-37,000,000 ditas.
1861-51,000,000 ditas.
1862-47^500,000 ditas.
188360,000,000 ditas.
Em ser em ios de selembro :
185911 libras.
186012 ditas.
186115 ditas.
1862 8 ditas.
6315 ditas.
Tabaco.Em eonsqoeoe4a de haverem os im-
\ portadores reduzido as suas pretengoes, reasar
E na falta de licitantes sera a arrematacao feita
pelo prego da adjudicagao rom o abatimento res-
pectivo da le.
E para que chegue-ao-conhecimento do todos,
mandei passar o presente edita!, que ser afflxado
uos lugares do costunw e publicado pela im-
nrpn^i
Dado e passado nesta cidade de Olinda, aos 26
dias do mez de outubKO-dti 1863, 42 da indepen-
dencia e do imperio do-Brasil.
Eu Felippe do Nascimento de Faria, esenvao,
o subscrevi, ,. -
Agettinho Ermelino 4e Lt*o.
ECLAACOES.
dosphares do priaieira ordem do cabo do Have
eitinio to Havre; deveodo fazer-se uso das ma-
mas na eompanhia IWIhmce, e do regulador elee^
lodeWr. Jwapparelhos J anterior
_ite appare dteeriptos no Cosmos.
Esta medida mi adoptada em consequencia dos
as
Recife,'28 de outubro de 1863. I ram-se transaegoes assaz consideraveis, e em se-
F. tembro venderam-s crea 4,000 bailas do tabaco.
-___ da Baha. Em leilao venderam-se 104 bailas do.
ia i ~ ml a.:..ni mesmo tabaco, opatentea6"li87'3|4schiBings) a
A Salsa "parrilla fle BriSIOl primeira uualidade a 4 3(8 4 9[16 e a segunda
Kxotee suas propeiedades purificantes por todo 3 5)8 3 3j4 sch.
1 o systema nervoso, noutralisando o virus produ-
e fcMzos. Todo o
mundo medico admilte que o melhor ANTISP-
TICO E aNTI-ESCORWJTICO at huje conbecido,
e pode-se com toda a certeza afianear que um
remedio especial para a cura do rheumatismo e
lgodao.O algodao tem sido muito. pMcurado,
com tendencia do subida, mas nao se, reahsarain
transaegoes, por falta completa de deposito. Em
setembro venderam-se 100 bailas- de algodao do
Maranhao a 24 1)1 scbillings, e 48 de dito do Cea-
r a 26 1|2 sch.
Couros.Procurados e transacedes satisfacto-
rias. As vendas em setemljro foram de cerca 38
mil coaros do Rio Grandu %M 9jl schlllings, e,
de 14,000 ditos do Rio rj* Janeiro a 4 3|8 sch.
Cacao.Para o Mediterrneo venderam-se cor-
Caiv filial em Fernanbirt.
Por orden da direetbria do banco de Brasil sao.
convidados os senhores accionistas ecalUados na
caixa llliaL de Pernambuco recolherem ahi ateo,
dia 23 de Janeiro d 1864 a nona a ultima presta-
gao de 10 0/0, ou 205 por arcao, de conrermidade-
com os artigos 8 e 9 dos estatutos do banco dra-
sil.c art. 4ados estatutos da caixaiflUaj
Sala das sessoes da directora, da caixa filial do.
banco du Brasil em Pernambucj L* de oummode-
1863.-0 secretario, ____
Jos MamedftAJMerFerwwa.
ArrenaatafSo.
Ouarta-eira 14 docorrent, depois da. audieocia
do lm.Sr. Dr. jmz municipal da 2.* vara, esemao
Atliayde sorao vendidas a quem mais. der as se-
Buintes-podras : sendo 5 hombreiras. com 30 pal-
mos, avahadas em 30*,; t dita cora T jalmas por
200; 1 dita de 9 palmos a 4#H, 5 ditas cora
50 palmos por 305; 16 eordoes cem'88-patato* por
245; 2 ditos com 14 palmos por 4J408; 39 rpos
com 88 palmos por 93W; 5 dites qom 10 palmes
por 25520; vao praga requerimentc, de Joao.
Rodrigues da Silva falte, na exeieSo que move
conlra Antonio Soares-d Carrallt: es pretenden-
tes podem examinar as referidas pedras na Passa-
gem da Magdalena, em poder do depositario **
ticular Manoel Ignacio Afilia.
FaenWaile *t -ftiwto.
De ordem do Exm. 9r. director te poWico,
que no dta 3 de nofemoro dario oamarar os
exames preparatorios, e que para ^nJB?
elles preciso requerorpreviameot*"nta1rnai '0'
tadodehabilltagao da maieTla n.00'^^
deeraminar, quando nae for o prewadene mair.
Jos Honorio Be**rr dt Menesti.
-
1
I



Burlo de rerBambuco Quintaifelra 99 4c Outubro de cf88.
2E
da
1865000
126*000
140*800
168*000
ra, 28 de wulubro de 1863.
Antonio Pedro de S Barreta,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
Conselho administrativo.
0 conscHio administrativo para fornecimento do
Santa Casa da Misericordia
Rcclfc
A Illm.' junta administrativa da Santa Casa
Misericordia do Recife manda faior pablico que ^s e ^^ |arc,a de <
no da 29 do corrente me* pelas 4 horas da tarde
na sala de suas sessoes tem de ir praea as ren-
das das casas ab?ixo declaradas ponlempo deum Cfystaes
a tres anuos. Os pretendeates devera comparecer acompanhados de *eus fiadores ou munidos de car-
tas desles.
tstabeleeimeutos de cwidaae.
Kua Direita.
>'. i particular e 33 publico um andar.
. 82 particular e 5 publico 3 andares.
. 83 particular e 7 publico 3 andares.
Ra do Padre Floriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea.
N. 7 particular e 45 publico casa.terrea
N. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea..............
N. 90 particular e 13 publico casa tor-
re*..............
Beceo da Carvalha.
N. 10 particular e '> publico casa ter-
rea........ Ii9*000
Ra dos Pescadores.
N. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea............. 200*000
Ra da Calcada.
N. 21 particular c 38 publico casa .ter-
rea.. .............. 156*000
Ra de lionas.
N. 29 particular e 11 publico 2 an-
dares.............iOO*000
Ra da Roda.
N. 35 particular e 3 publico casa ter-
rea................ 08*000
N. 36 particular e 5 publico casa ter-
rea.....'......... 9*000
N. 37 particular e 7 publico casa ter-
rea............. 112*000
N. 92 particular e 1 publico casa ter-
rea.. .. ...... 120*000
Ra da Imperatriz.
N. 46 particular c 6H publico casa ter-
rea.. .............. 306*000
Ra da Gloria.
N. 51 particular e 65' publico casa ter-
rea .......... 114*000
Ra do Encantamento.
N. 52 particular e 3 publico 3 andares 180*000
Ra do Azeite do Peixe.
N. 53 particular e 1 publico 2 andares 600*000
Ra da Lapa.
N. 56 particular e 8 publico 1 andar. 144*000
Ruado Pilar.
N. 59 particular e 73 publico casa ter
rea..... ..........
Ra de S. Boin Jess das Crioulas.
N. 61 particular e 8 publico casa ter-
rea ..... ........
Ra da Cruz.
N. 68 particular e 15 publico 3 anda-
res .............
Beceo da Lama.
N. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea ...............
Travcssa do Carcereiro.
X. 85 particular c 11 publico casa ter-
rea............... 100*000
Palriiuouio eorplios.
Beceo das Boias.
N. 39 particular e 18 publico 2andares
Ra da Moeda.
X. 44 particular e 21 publico casa ter-
rea............... 251*000
Ra do Amorim.
X. "i parliculai e 21 publico 3 anda-
res............... 300*000
X. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea...............
Ra do Burgos.
X. 69 particular e 21 pablico casa ter-
rea...............
Ra do Sebo.
X. 12 particular e 3 publico casa ter-
vapor
Prtuoeza de Joimille, ownman-
dante o apitao de fragata Santa
Barbara, o qual depois da demora
deboca larca de 4 libras, 24,vidros do turne seguir paraos portos do sul.
dp hoca larua di- 2 libras 24 vidros Befide J:i reccbenvse P^sagciros e engaja-
ue ooca urga ue z ilutaba, viuiu claqueo vapor poderonduzir, a qual de
24, vidros de boca
do cada vidro, 20 vidros. \idros orystaes de
bocea laega de 10 libras, 24, vidros crystaes
jle boca larga de 8 libras, 24, ^vidros crys-
iibras, 24, vidros
cryslaes
se a
. dever
ser embarcada no dia de-sua chegada, encommen-
eslreita de meia tica 24, vidros de boca das e dinheiro a frete al o dia da sahida as 2 hc-
estretta de 2 Oilavas 24, boies de porcela- ras, agencia ra das Cri* n. i, escriptorio deAn-
na de 4 ecas !2, ditos de dita de 2 oncas
565*000 *2, tarjas sorlidas para vidros 3fl; todos
900*000 estes vidros devem ter rolliasde^klro.
900*000 Qaem (joizer vender laes objeeios apre-
sentem .as suas propostas om carta feixada
na secretoria do conseibo s 10 iioras da
manfa3a-do4ia 4 de noveafero prximo vin-
douro.
Sala das .aessoes do conselho administra-
tivo. para -fornecimento do arsenal de uer-1 ^"I^Sr'um va^em correspondencia
(rom Gorn.
Dos yertos do norte eeperado Transferencia tara setanda-feira 2 de
at o da 2 de novembro u..>enibro de 1S63.
O leilao de mobilia, escravos e miudezas annun-
ifcdo para seita-feira 30 do corrente nao pode ter
lu^ar no dia cima e por isso tica transfundo para
o dia segunda-feira i de novembro dei863, na ra
da Cadeia n. 6, segundo andar.
LEILAO
XSlTtADA DE FERRO
REC I*K A S. HU\(IMO
o da de novembro de i sea. at segundo aviso, aa horas da*
partidas dos tren* serao reguladas pela tabella segolnle:
COHP4\HIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
No dia 30 do corrente esperase
dos portos dij sul -o vapor francez
Bemn, comandanto Aubry de la
No, o qual depois da demora do
Pcostunie seguir para BordeauxJ,
A companhia encarrega-se de segurar as mer-
caduras embarcadas a borda dos vapores, assim
como tambera recebe dinheiro e objeeios de valor
com destino a Londres em transito por Bordea'.
e Boulogne.
Para as condicoes, fretes e passagens tratase na
arsenal de guerra tem de contratar o rancho da j agencia ra do Trapiche n. 9.
companhia de menores do arsenal de guerra as j para o Rio de Janeiro segu com brevidade
meces de novembro c dezembro prximos vm-1 a escuna :/, r aourus. ...... _. com Francisco Jos da Costa Araujo, ou com o
Pao de quatrooncas, bolacha, assuear refinado ^,,m-,5 hnrAn
de
DB
Urna luja de alfa-ate ra do Imperador
n. 40 mobilia.
Terea-feira 3 de novembro.
O agente Pestaa legal mente autorisade vender
em ludio por conta de quem pertencer urna toja
de altuate na ra do Imperador n. 40, constando
de paletots de panno, casemira, casacas, calcas de
casemira e brim, colletcs de dito, pannos pretos,
(asentirs, brins. camisas de meia, gerguroes pre-
tos e decores, sedas para forro, botos de todas as
qualidades, um fiteiro de amarello, 1 cofre, mesas I Y,f^(f0"'
e carteiras e muitos outros objectos que serlo pa-1 -
lentes.
Em seguida urna linda mobilia branca ameri-
cana, ricos quadros, relogios de parede, lindos en-
feites para cima de mesa, cadeiras de bataneo,
commoda, lavatorio, marquezas, guarda louca,
louca, espelhos douradose muitos outros objectos
que seria enfadonho o enumera-los e que serao
patentes terca-feira 3 de novembro de 1863.
sdVpjiSj
Cinco Pontas
Pao de quatroonas, bolacha, assuear refinado J -^
segunda sorte, eafe em grao, cha hysoR, man- _------------------
teigafrancoza,earne verde,carne secca, farinhada Para O Rio de Janeiro
trra, feijao preto ou mulatinho, arroz do Mar- pretende seguir rom milita brevidade o patacho
nhao, teucinno de Lisboa, azeite doce, vinagre, ba-1 nacional Regulo, tem parte de scu carregamento
calho. :- prompto : para o resto que Ihe falta e escravos a
Para o arsenal de guerra. frete, trata-se com os seus consignatarios Antonio
Pranchoesde sicujjjia com triuta c dous pal- Luiz deOliveira Azevedo & C, no seu escriptorio,
mos de comprimento, quatorze polegadas de largu- ra da Cruz n. 1.___________________________
! ra c nove ditas de grossura, tres frechacs de ma- j araeatv
! deira de qualidade cora quarenta e cinco palmos ,' oc, M
de comprimento, lenco! de zinco com 1,600 V*\-lJ}"*gJ^l^,^J\*,r*-
1 mos quidrados para robera um, taboas de louro lf com o Sr. JoZ 'ves de Qumul no trapiche do
' de refugo duzias dez, cabo de linho branco de i aigoaao._______________ ____________ ,
: 1/2 iiolegadas pecas duas, brochas batidas milhei- Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
'ros vinte, laxas de bombas pequenasmilheiros vin- muita brevidade o brigue nacional Almirante-.
te, ditas ditas grandes milheiros vinte, linha de tem parte de seu carregamento prompto, c para o
barea para caltas de guerra pecas vine, fio ama- resto que Ihe falta, trata-se com os seus consigna-
relio novellos cincoenla, flanella para suadores de tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
selins covados cincoenta. escriptorio ra da Cruz n. 1.
50 arrobas de oca, 20 alqueircs de cal branca, i---------
183*000
120*000
1:000*000
91*000
10 arrobas de rocho Ierra, 3 arrobas de alvaiade
de chumbo, 5 arrobas de alvaiade de ztnco, 5 ar-
robas de verde crome, 5 arrobas de seccante, 2
barris de verniz Blac.
Para o hospital militar desta provincia.
Copos de vidro para agua dozc, hacas de rosta
doze, pratos quarenta c oito, chinellas pares vinte
e sete, camisas de meia doze, colx5es de panno de
linho com nove palmos de compnmento c tres di-
tos e meio de largura cheios de laa sessenta, tra-
vesseiros de panno de linho com tres palmos e
meio de comprimento cheio de lia sessenta.
Quem quizer contratar os gneros alimenticios
da companhia dos menores do arsenal, e vender
| os objectos cima declarados apresentem as suas
| propostas em carta fechada na secretaria do con-
I selho as 10 horas da mauhaa do dia 30 do cor-
300*0001 rente.
Sala das eommissoes doconselho administrativo
[para fornecimento do arsenal de guerra, 23 de
outubro de 1863.
.Ih/oh/'o Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebasliae Antonio do Reg Rorros,
Vogal e secretario.
Corris gcral.
Pela administracao do correio desta cidade se
faz publico que em virlude da conveneao postal,
celebrada pelos governos brasileiro e francez. se-
rao expedidas malas para a Europa no dia 30 do
corrente pelo vapor francez Bearn. As cartas se-
for marca-
eosjornaes at i horas
Para o liio de Janeiro
deve sabir com brevidade a escuna nacional Catn-
poneza : quem nella quizer carregar ou embar-
car escravos, pode dirigir-se ao largo do Corpo
Santo n. 6, segundo andar, a tratar cotu Marques
Barros & C.___________________________________
ara o Cear
O palhabotc Garibaldi tem parte da carga : pa-
ra o resto, trata-se com Tasso Irmaos.
Para o Rio de laueiro.
O brigue nacioual Belizarw, prestes a seguir
para all, por ja ter parte do seu carregamento,
tambem recebe escravos a frete, e alguma carga
raiuda: os pretendemos dirijam-se ao largo do
Corpo Santo n. 6, segundo andar.
72*000
73-5000
LEILOES.
DE
rea. ............. 2io*000 rao rccebidas ate 2 horas ante da que
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do a ,)ara a salaicla do vapor.
Recife 24 de outubro de 1863. antes_
0 escrivao, F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Correio gT-l.
Pola admiriisitacao do correio desta cida-
de, ,se faz publico pata litis convenanles,
<|iie'etn virlude do disposto 3 arl. 138 do
rcgulamento ge ral dos correios de 2i de
dezembro de 1844, e art. 9." do decreto
n. 785 de lude maio de 1831, se proce-
der o consumiHO das cartas existentes nesta
administracao pi-i lotcenle ao mez de outu-
bro do atino passado, no dia 3 de novembro
prximo s II Iioras da manlia na porta do
mesmo correio, e a respectiva lista se acha
desdo j vista dos nleressndos.
Adminislracjio do correio de Pernambuco,
21 de outubro de 1863.
0 administrador,
Domingos dos Pnssos Miranda.
C'onselho administrativo.
0 conselho administrativo, para forneci-
mento do arsenal de guerra, tem de com-
prar os objectos seguintes:
Para a enfermara dos menores do arsenal
de guerra,
i3 colxoes com os respectivos traves-
soiros.
Para a pharmacia do presidio de Fernando.
Agua ingleza i2 garrafas, borradlas de
8 oneas 12, ditas de 2 oncas 12, blsamos
de tolu i libra, calomelanos 8 oncas, cam-
phora 2 libras, cantliaridas novas 2 libras,
loroformio 1 libra, cilralo de potassa i
libra, crmor trtaro 4 libras, enxofar subli-
mado 4 libras, extracto de ralanbia 8 oncas,
liosde panno de linho meia arroba, gomma
Axab.ca 4 libras, iodoroto de ferro 4 oncas,
iodorelo de potasse I libra, magnesia cal-
sinada l libra, mercurio metlico 4 libras,
musgo eslandicos2 libias, oleo de ligado de
bacalho 2 libras, oxido rubro de mercurio
8 oncas, papel de filtrar 20 cadernos, pun-
as de Blancard 20 vi Iros, pedra ume 4 li-
bras, pborplialo de ferro de Leras 12 vidros,
sahsa parrha de Hristol 12 vidros, seringas
le idro 4, subnitrato de virmutho i libra,
sulfato de quinino 4 oncas, lartaro emtico 8
oncas, trtaro de potassa de soda 2 libras,
'rebentliina fina 4 libras, valeria/iato de
quentno 2 oncas, xarope do bosque 12 vi-
dros, xarope de Naf i2 vidros, sanguisu-
gas 308
Para a botica do hospital militar.
Assuear renado 24 arrobas, salsa de.Tau-
sende om 12 vidros cada caixa. de 28 on-
caa cada vidro, 2 caixas, capusulas de ligado
de bacalho SO caixas, cevada 4 arrobas,
agua de louro-cerejo 12 garrafas, acido c-
trico 16 libras, caroba 16 libras, gomma
alcatera 4 libras, salsa parrilha 12 arrobas,
linbaca 4 arrobas, maim commum 1 arro-
ba, glycerina 4 libras,valerianato de atropina
2 oitavas. tinettira.de caferana 6 oncas,. liy-
ijosulfito de soda 4,oacas, extracto de quina
4 oncas, raz de altlia i arroba, papel de
ombru lio 2 resmas, salsa de Brislol conten-
do 24 oncas cada vidro 25 vidros, xarope de
Naf om 8 oncas cada #idro, 25 vidros,
pilulas de Dehaut 20 caixas. xarope de Pe-|
nedo com 8 oncas cada vidro, 25 vidros,
xarope de Lamaroux cota 10 onfas cada gar-
rafa, 12 garrafas, xarope de Labellone cora
urna libra cada garrafa, 12 garrafas, phosphato
de ferro de Urs com 12 eneas cada vidro, 20
vidros, extracto de arruda 40 oitavas, es-
ponja fina I libra, manteiga de poreo 2 ar-
robas, canella 2 Hbras, alecrira 4 libras, ex-
tracto de lpulo 4 oitavas, papel braneo
pautado 1 resma, foas de stramomo 1 li.
bra, cramor laruro 4 libras, xarope do bos*
que cora 2 e meia libras cada garrafa, 12
garrafas, pastilhat de Kemp 12 vidros, pas-
tillas de Naf 24 caixas, bagas de zimbro
2 libras, agua da Colonia frascos de 1 libra
cada un, 6 frascos, confeitos de strichina
Administracao do correio de Pernambuco 21 de
outubro de 168.1.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
AVISOS DIVERSOS.
Boa Viagem
i Prazeres
. Ilha. .'
Cabo. .
Ipojuca .
lOlinda .
Timb Ass
i Escada .
Frexeiras .
Aripib .
Ribirao.
Gamelleira .
Cuyambuca.
Agua Preta.
Una .
Una
Lotera extraord naria
Aos 10:000000 r 2:000.$000.
O abaixo assignado attendendo a boa acei-
tafo que leve a lotera extraordinaria, ba
pouco extrabida, e tambem aos pedidos de
qnasi lodosos compradores de bilhetes, de-
vido isso ao exceilente plano das loteras ex-
traordinarias, app/ovado pelo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, tem exposto venda
os bilhetes da seguuda lotera extraordina-
ria, que correr no dia 6 de novembro prxi-
mo, sendo a terceira parte da segunda da Agua Preta.
Santa Casa da Misericordia, e espera do res- Cuyambuca.
peitavel publico a compra dos bilhetes, pois efbefrlo"*'.'.
assim contribuir para o beneficio da Santa'Aripib.'. ..
Casd da Misericordia, reunindo o til com o Frexeiras..
agradavel. i aseada ..
Os bilhetes e meios aelwm-se venda na! md!! .SS
respectiva thesouraria ra do Urano n. 15 brinca" ..
e as casas commissionadas ra da Impera- Cabo.....
triz n. 44, lojadoSr. Pimentel; ra Direita {jna......
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do' bViagem
Rosario n. 12, typographia do Sr. Mira e ra' Afogados ..
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto. I Cinco Pomas
Os premios de 10:0000000 at 200000 i"
sero pagos logo depois da extracc. ao at as i
4 horas da tarde e os outros no dia seguinte
depois da distribuicao das listas.
Servndo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.:
TKE1XS lAHA <> IMKHIOK
Dias de Iritbnlhu
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36
48
0
15
28
50
57
7
15-
N. B. as segundas-feiras e sabbados o trem mixto de carga e passageiros nao partir
Oameleira, mas sim da Escada para Cinco Pontas s 10 horas c cinco minutos da manhaa.
R. Auslin, superintendente uterino.
de
ROVO EST.4BFU:(M.\T0
O abaixo assignado declara que tencionadei-
xar brevemente acaixaria do estabelecimento d
calcados do Sr. Luiz Antonio da Silva ; mas como
seja encarregado de comprar as mercaduras desse '
estabelecimento, por isso faz com antecedencia a
DE
de 8 mensaes
nha n. 5.
THEATRO
.DE
ENPREZA
DE
A.
J. DIARTE GOIIBRA.
GRANDE ESPECTCULO.
Sabbado, 31 de outubro de 1863.
bilias, crystites, obras de ouro e
brilli uto e outn s muitos arligos
de gosto.
noi: *
Quinta-feira 29 do corrente s 10 horas.
No armazem e primeiro andar do sobrado sito na
! travessa do Vigario n. 27 oitao do Corpo
Santo aondeestiveram ltimamente os Srs. Lin-
den Wild & C.
O agente Olympio ni dia, hora e lugar cima jw,
; vender em leilao os objectos seguintes: !o escravoJacintho, tem 2i a 2o anuos de idade,
, 1 mobilia de Jacaranda a Luiz XIV computa de rosto comprido, sem barba, estatura regular, ps
18 cadeiras de guarnicao, 4 de braco, 1 sof, 2 grandes roga.sc a mialaut.r au[0ridade policial
. consolos com ta nipos de pedra marmore
I de meio de sala com dito, urna
para forro de casa, diversos nuad
armacao de pinho para armazem de fazendas, du-----------------------------------------------------------;----------
ziasdecahx para vinho. mappas geographicos, Auga-seum sitio na travessa da Capunga
apparelhos de louca, 1 mobilia de Jacaranda com- Para Bai xa-Verde, defrontedo portao do sitio do
posta de 16 cadeiras de guarnieao, 2 de braco, 2 Arantes : trata-se no mesmo sitio, ou na ra da
, de balanco, 2 consolos com pedra marmore, 1 Cadeia do Recife n. 25, sobrado.__________________
mesa de meio de sala com dita e 1 sof, 1 grande Aluga-se um sitio na Torre, a beira do rio,
tapete para forro de sala, 1 guarda vestido, 1 mesa tendo boa casa, estribara, cacimba e sitio, com
clstica, 1 apparador, 1 lavatorio com pedra, una boa baixa de capim : a tratar na ra de Queima-
ALMANAE. ,
Estando a confeccio ar-se oa'manak Antonio Ignacio ileitor
desla provincia, que contina seriiu-i **a fn* ^ova n- *6
... K-nn.dai.lii .,. ,:,i ^ fazem cncanamentos de pennas dagua da
-------"~yp~ j~ .y "ww; prtSSO nestd IjpO^rdpilH, LOHMUd s( a companhia Beberibe muito bem feitos pelo preco-
presente dalara^ ^toyen de 1863 tildas as BeSSOaS OUe "rile fazem pa te, > ''f ato, assim como toda qualnuer obra de
_______________Antonio aa truz itibeira ____ nn- nmii m r latao,cobre, estanho, chumbo, zinco, follia e ferro,
D-se dinheiro a juro : no pateo do Terco Pa"a (lue rClUCUai a UMillia US. jo tambem tem venda bombas do melhor systema,
n. 12, taberna. | ,1 a nraca (la Independencia, Si'US nOUUS Pej P.re?ode lC^OOcada una, e vidro de espelhos
. __ i?j.j. j. '. r-. ___.cdevulraca.
- Aluga-se a casa terrea na ra deS. Miguel n.; c qualidade de est-be'ecUientO, e 30S n ',
9, na povoacao dos Afogados, com commodos para \. e>eja-.'
familia, em muito bom estado, pelo diminuto preco peilhores IC en^enllOS que Se lllgneiU direito de rer
a fallar nesta cidade, ra da Pe- j remelle I' alm dos HOIOes
-FugiodoBrejodaMadredcDeos, d lugar enl,0S da "'a Cmawa a que cunisuancas e nesse direito se aprsente era s
eginh? no dia 12 de outubro do corrente an'no, SCrle.eereB. Eff'flnS: ?,'^5 fe? ?t3X
Aluguel.
Aluga-se o segundo andar do
marmore e 1 mesa ou t.a|lil5o decampo que o appreliender, o faya con-: Vclha n. 20: a tratar na ra do Sebo n. 2t.
a porcao de papel auzr a seu aono joao erreja je Araujo, morador' Aluga-se a casa terrea da ra da Glora n.
ta H?.in-i?.,r.,ie na mt!nconada villa, ou a Francisco Coelho da Sil- 116, com bons commodos para grande familia,
se saber quem 6 a pessoa que tem o
cceber os foros, com rclaco ao sit^o na
de Sf US en- |,>"'ai';i d Luca, pertencente a Antonio de Souza
Rangel; e roga-se a quem se julgar nessascir-
seu
do
praso de 8 dias, a contar deste, mesmo a fim de
nao se chamar ignorancia nem poder allega-la,
a proposito de qulquer negocia^o que por ventu-
ra se baja de fazer sobre este sitio.
sobrado da ra
pintada e ladrilhada de novo, e o segundo andar
da ra da Matriz n. 35 : tratar com o Sr. An-
tonio Joaquim Ferreira Porto, na ponte Velha, ou
na ra da Cadeia n. 12 com
Costa.
ts
i@|jljj-}!tJ9
; cama franceza, pares de jarros para flores, cora-
I modas, 1 mobilia de Jacaranda composla de 12
i cadeiras de guarngao, 2 de braco, 2 consolos com
pedia marmore e 1 sof, 1 apparelbo de metal
o n. 13, primeiro andar.
liedla extraordinaria, ciu grande yala, para solera- prateado e outros muitos artigos que estaro pa-
nisar o feliz aniversario
natalicio de S. M. F. o Sr. D. Luiz I,
Id de Portugal.
Peante as cfflgies de SS. MM. o Sr. D. Pedro II,
D. Luiz I, e D. Maria Pa de Saboia, tocar-se-ho
OS IIV w\os
BRASILEIRO E PORTUGUEZ.
Sr. Jos Francisco Pinto Guimares, cirur-
giao pela escola real de cirurgia de Lisboa, trans-
ferio sua residencia para a ra Nova n. 00, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado todos os
dias uteis, das 7 s 10 horas da manhaa, acerca de
enfermidades em que especialmente intervem a
medicina operatoria.
Pede-se ao Sr. Tobas de Souza Lima, acad-
mico, o favor de ir a Santo Amaro a entender-se
Em
rao drama de grande'espectculo, em cinco actos,
Palhabotc aniei'icauo Robert X. com Jos,i Jacinlll de Carvalho sobre o negocio que
rolh I mcsmo sennor nao ignora.
i OJE*
Quinta-feira 29 de outubro ao meio dia era pouto a
Por impedimento do juizo licou transferida
para o dia 30 do corrente, s 12 horas, na sala dos
auditorios, a rcuniao dos credores da massa falli-
i da de Antonio Pereira da Silva, que deveria ter
lei- j hoje lugar, para nomearem administradores.
lao por conta c risco"do quem pertencer do casco,; Recife 28 de outubro de 1863. O escrivao do
maslros, vellas e mais pertences do palhabote ame- juizo especial do coinmercio,
porta da associaeo comuiercial.
seguida a companhia dramtica representa- O "gente Pinto legalmente autorisado far
ncano Robert W. Troth, de 151 toneladas, forrado
de cobre e propro para navegacao desta costa,
o qual ser vendido tal qual se acha fundiado ues-
te porto no dia c hora cima dito a porta da asso-
ciagao comraercial.
Manoel Maria R. do Nascimento.
jLEIIjAO
Quem precisar de una ama que saiba diri-
gir urna casa, dirija-se ra do Amorim n. 31, se-
gundo andar
-------nr3-----------r--------r---------------------1 Precisase de um
- rugi do engenhoNovo de Munbeca o escra- com pratPa de taberna
DE
PERSONAGENS.
Cajiito Jorge, depois co-
ronel ................. o Sr. Coimbra.
Sarvy, representante do po-
vo..................... Flavio.
Luiz, antigo criado do mar-
quez d'Estain.......... > Thomaz.
Dr. Bernard, medico do hos-
pital de Bictrc......... Porto.
Sebastiao................ > Lessa.
I^ord Harbour............ Guimares.
1(1 en ton. negociante inglez. Penante.
Jos, criado de Sarvy..... Gil-Braz.
Ignez de Dorcerf.......... A Sr.* D. Camilla.
Luiza Bertrand.......... > D. Jesuina.
Isabel, enfermeira do hos-
Pital do Bictre......... D. Leopoldina,
ovo, tropa, etc., ete.
A accao comeca em setembro de 1795 e acaba
em novembro de 1799.
O primeiro acto passa-se em casa de Luiza,
arrebalde de S. Germano os outros actos
Paris.
Tendo de ser cantada no fim do segundo acto a
Marselheza, o empreznrio obte-ve de um distincto
Francez este favor que desde j Jhe agradece.
No fim d drama a orchestra tocara o hvmno da
Marselha.
A empreza nao se tem poupado a-despezas e sa-
rificios para que o drama va com todo o gosto e
pericia que requer to digno acto.
Os senhores assignantes podm mandar buscar
seus camarotes e eadeiras (querendo), at sexta-
feira s 3 horas.
Comecar as 8 horas.
, vo Joao Magalhaes, de cor preta, secco do corpo,
: barbado, olhos enfumaeados, levou roupa azul de
algodao, consta que anda a ganhar na cidade do
Um cabriolee OC 4 rodas com ar- Recife : quem o pegar pode entrega-lo no referido
retos e cavallo. ; engenho, ou na ra Nova n. 4i, que ser gratit-
HOJE c,aan h.------. A ,------------^_
Quinta-feira 29 do corrente s 11 horas. aba,xo ass'gado declara ao respcitavel
Naportadoarmazjmda^avessa do Vigario n, Ka^SST1 SuStd^gK^
O agente O.ymg) JJndSrT? leilao um ca-.rardo "*" a *-* briolet de 4 rodas cora arreios e carallos. I_________ L,ias lo^mm C"'1'"1'0-
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta-
ransfere'tia doleilo dr.fa encas pa- Jfara eDaaJJd ra hoje 29 do i orrente.
O leilao de fazendas pertencentes a massa falli-
| da de Seve Filhos & C, annunciado para hoje nao
, tem lugar em consecuencia das mercadorias nao
se acharem anda em ordem e por isso lica trans-
ferido para araanha 29 do corrente pelas 10 ho-
ras da manhaa.
no
em
hAKALHAIlItlt.
Precisa-se de um trabalhador de padaria que
! saiba desempenhar o seu lugar : na padaria de A.
F. da Silva Beiris, ra dos Pires n. 42.
LEILAO
DE
Mobilia, escravos, miudezas e per fu-
marias.
Sexta-feira 30 do trrenle.
Una da Cadeia n. andar.
O agente Pestaa vender em leillo por conta
de quem pertencer urna elegante mobilia de jaca
randa de apurado gosto cem tarnpos de pedra, 1
cama de dito no mesmo sentido, 1 rico guarda-
AMA
Precisa- se de urna ama que saiba cozinhar : na
ra Nova n. 69.
Previne-se a quem convier, que a missa que
a irmandade acadmica de N. S. do Bom Conseibo
manda celebrar nos domingos e dias santificados
na igreja do convento de S. Francisco desta cida-
de, ter lugar dora em diante, at ulterior delibe-
radlo, naquelles mesmos dias s 10 horas c meia
da manhaa.
Aluga-se o setuimlo audar do
sobrado da ra da Cruz
a tratar no armazem do
sobrado.
5I3 tiSil?
SH
Ladrdes de ca val los.
Aoamanhecer do dia 22 do corrente furtaram
do cercado do engenho Camaragibe, da freguezia
de S. Lourenco da Matta, dous cavallos pertencen-
tes a Antonio Pereira da Silva, residente na fregue-
zia de Taquarclinga, que vindo para o Recife per-
noitou naquelle engenho, os quaes tem os seguin-
tes signaes : mellado, pernudo c clinas prelas, o
mitro rodado, baixo, bem feito de ancas, ambos
castrados c ferrados : roga-se s autoridades poli-
ciaes a apprehensao dos referidos cavallos, que
podeni ser entregues na ra do Crespo n. 20 A,
ou em Taqiiaretinga seu legitimo proprietario.
Precisa-se alagar una preta ou preto para
carregar fazendas: na ra do Hospicio n. 62.
Lava-se e engomma-se roupa de homem co-
mo de senhora, por procos commodos : na ra do
Caldeireiro n. 46.________________ _____________
menino de 12 a 14 annos
: quem pretender, dirja-
se, a ra do Palacio do Bispo n. 40.
Precisa-se de um homem para andar com
una rarroca de boi, ou aluga-se esta: na travessa
da Ponte de Ucha, sitio do Pombal.
Aluga-se una grande casa terrea para pas-
sar a festa, na povoacao do Monteiro, com grande*
Miguel Joaquim da j salas, 4 quarlos, coziiba fra, cacimba, com dous
, quintaes murados, com sahida para o rio. quart
para escravos : quem o pretender, dirija-se ra
i do Hospicio n. 58, casa terrea.
.Monte Pi Popular Per-
nambucano.
De ordem do Sr. director convido pela segunda
vez a todos os senhores socios em dia para se reu-
nirem na quarta-ftira 28 do corrente, s6 1|2 ho-
ras da noite para se effectuar a eleicao de alguns
membros do conselho e membros de eommissoes,
declarando que sempre se far a eleicao comqual-
quer numero de socio em virtude do artigo 20 dos
estatutos.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambucano
25 de outubro de 1863.
Jos Fernandes Morcira.
1.* secretario.
Aluga-se a casa terrea com gabinete na la-
deira do Varadouro, em Olinda, a ultima na subi-
da, lado esquerdo : a tratar na ra do Imperador
numero 4.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
' do Nogueira n. 19, e a casa terrea da ra do Jas-
mim n. 10, cuja casa est pintada e caiada de no-
vo : a tratar na ra Direita, loja de ferragens n.
73, ou na Capunga, i porto do Lasserre), defronte
da casa da Sra. viuva Carvalho.
Jos Joaquim Hamos Ferreira, Brasileiro, vai
Europa.
Ao coniinercio.
Um rapaz Brasileiro com 9 annos de pratica
commercial, se offerece para qualquer escriptorio
ou armazem, dando fiador de sua reputaco : quem
pretender, dever dirigir carta fechada com 18
iniciaos G. J., na praca da Independencia ns. 6 c 8.
O Dr. Francisco Raphael de Mello Reg mu-
dou-se. para a ra da Aurora n. 28. segundo andar
do sobrado em que mora o Exm. Sr. Bario de Ve-
ra-Cruz. _____________
i: vt \c ui. jti-si.
AS FORMIGAS.
Com o emprego das velas mixtas compostas de
ingredientes taes que. estes daninhos insectos aspi-
rando urna so vez a funiaca deste lethal mixto,
inorrem ineviiavelmente -.oque nao acontece com
as velas mixtas communs, as quaes longe de mata-
rem pela fumaca, obram pelo excessivo calor, o-
que as torna ca'nssimas, attento exigir duzias para
o eleito de urna s, das do systema do fallecido
pyrothechinico Rufino. Para amostras e encommen-
das no oitao da secretaria de polica, armazem da
bola amarella.
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
em S. Jos do Manguinho, com boa casa de sobra-
do, esteirada, quartos para criados, es ribaria,
fructeiras, baixa de capim : no mcsmo sitio se di-
r quem trata do aluguel.
Aluga-se em Beberibe, a casa de Francisca
Francelina de Mello, que fica defronte do sitio do
Sr. Joao Ignacio de Medeiros Reg; tratar com
Anna Maria da Luz, que mora ao p do mesmo
sitio, a qual tem a chave.
Aluga-se com alguma mobilia ou sem ella,
por cinco mezes, para passar a festa, urna boa ca-
sa no Jaboatao, pouco adiante da ponte, com 3
grandes quartos, 1 gabinete, sala da frente e de
Justina Maria Wanderley, moradora no en- ,
genho Sapucaia, na freguezia de Serinhem, faz jamar, coznha fora, com estribara e 1 quarto jun-
publico que tendo fallecido no dia 5 de outubro
corrente seu marido Jos Albano Wanderley de
A pessoa que annunckra precisar de um es-
cravo para sitio, pode procurar na ra da Cadeia
roupa, 1 guarda Toaca, lavatorio', bercos, cadeiral I raur^ "' SObrad0' qUe '^^ Cm qUe'n
quadros, mesas, louca de mesa para lantar e al-!-------t\-----------------------------------------______
moco, vidros, caslicaes, espelhos, quadros e outros' <*-,~ Aluga*ie > casa terrea da ra da Gloria n.
muitos objectos que serao patentes. z?, com commodos para grande familia : a tratar
AVISOS MARTIMOS.
li vidros, rope do Valme, Moii^lS^oTKffieS^^iG
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o da 30 do corrente um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume se-
eguir para os portos do norte.
Desde j receb^m-se passageiro e engaja-se a
carga que o vapor p^er conduzir, a qual dever
*er embarcada no dia' de sua chegada: enconv
raendas e dinheiro a fre.'-e at o dia da sabida as 2
Em contnuaco diversos escravos de ambos os
sexos.
Em seguida diversas miudezas e perfumaras
sem limites : sexta-feira 30 do corrente pelas 10
horas da manhaa na ra da Cadeia do Recife n.
, segundo andar.
" IEIIO
Mr\ta-feira SO do corrente.
DE
Diversos nio eis e de um mulatinho.
Oagcnte Almeida far leilao a requerimento dos
administradores da massa fallida de Seve. Filhos
Si C., de um piano" de Jacaranda, 2 mesinhas de
amarollo, 2 lavatorio de dito e urna mesa redon-
na ra da Cadeia do Recife n. 49, sobrado.
irmandade das almas do
Recife.
Por ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos para reunirem-se em mesa geral do-
mingo 1. de novembro, s 11 horas da manhaa,
alim de cumprir se o disposto no art. 30 do com-
promiso. Consistorio em mesa 26 de outubro de
1863.O eserivo,
Francisco Jos dos Passos Guimares
um ataque apopltico e nao tendo por isso feito de-
elaraeo alguniade seus negocios, e nao tendo ella
conheci ment ou certeza del les, faz o presente avi-
so para conhecimento de quem se julgar credor,
visto que se vai proceder o inventario pelo juizo
dos orphos.
to desta, portao de ferro com grande quintal cerca-
do at o rio Jaboatao : a tratar na ra Direita n. 3,
ou no mesmo lugar, na padaria Sebastopool.
Precisa-se de urna escrava que saiba engora-
ra ar para urna familia de duas pessoas, prefenn-
do-se que seja recolhida, pois se nao quer para
ra : na ra da Cadeia do Recife n. 52, tereciro
andar.
Precisa-se de urna pessoa que saiba tratar de
vaccas de leite : no sitio
Silva no Arraial.
AVISO.
horas, agencia ra da i "tu n. i, escri
Nmguein faca negocio com um terreno" na ra
do Jasmim, pertencente a Brizida Maria viuva de
da ; namesma occaso vender por conta e risco Francisco das Chagas Oliveira, cujo se acha era-
de quem pertencer um b70;to mulatinho muito bargado pela firma social de Guimares & Gon-
proprio para criado. I calves, por divida que o mesmo finado Chagas fi-
Era seu escriptorio roa da Cadeia do Recife n. | cou devendo aos mesmos, e para que pinguen) se
48, as m iionM, chame a ignorancia se faz o presente,
Fu/taram na noite do dia 10 do corrente dous
do Sr. Elias Bautista da cavallos pertencentes ao Dr. Francisco Caldas Los,
do cercado de seu engenho Siqueira, na freguezia
----------------------------------------------------------------. do Rio Formoso, com os signaes seguinte : un
A UI\IIKITV\FI IM III 11 (I mellado, cauda e dinas pretas, castrado, grande,
1W IIEOI LI I 1 lEli I lllLl'V ,gor(j0) osquatro ps pretos at cima, som anda-
Hua da Camoda (IO CarmO nti-I res, porm desella; outro rodado sujo, cauda e
^ a, clinas pretas, bom tamanho, grosso, castrado, reta-
mero 2 ; do pelos pcitos por ter sido de roda, urna baixa
Jos Anacleto, bem conhecido sangrador dentis-! em um dos lados das costcllas, meio corcunda e
ta, continua em sua profissao de tirar denles e rai- carga : quem der noticia dos mesmos cavallos i
zes sem o menor risco e dor, Unto nos meninos os entregar a seu dono no referido ''ngenbo, sera
como as pessoas adultas de ambos os sexos, sepa- recompensado cora a quantia de no a tuufl.
ra, limpa, e calca bem os dentes furados comas: jja travessa dos Expostos, sobrado n. 16, pri-
melhores massas brancas mineraes, sangra bem e meiro andar apromptam-se bandejas de bolinlws
applica ventosas, tudo com muita proin>>tido e para i\qs casomentos, muito em conta, com
precos cominodtfs : a qualquer hora do d. tanto suas armaedes, e boquels de cravos e rosa; na
em sua casa como fra, mandando-lho escripto, in- mesma casa tem para vender flores para feslas de
dicando o tugare numero da casa. igrejas, ditas finas para senhoras e meninas; tam-
bera tem velas de carnauba muito boas de 6 e 14
em libras .* quem quizer, dirija-se dita casa, que
tudo mais barato do que em outra qualquer
: parte. ^____________
Aluga-se o segundo andar* do sobrado da ra
do Livraraento n. 7 : a tratar na loja.
Precisase de urna preta de meia idade para
Vender na ra : quem tiver dirija-se ra da Ca-
deia Nova n. 40, que l achara com quem tratar.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar,
precisa-se fallar com o reverendo padre E. de Sou-
za Araujo; natural de S. Chris(ovao do Nogueira,
reino de Portugal,
ALIGA-Sh A LOJA DE 3 P0HT4S.
Aluga-se a loja de 3 portas, na ra do Cabugal
n. 20; a pessoa que precisar, pode procur.
chave* no mesmo correr loja n. i, o aluguel c por
niez 50*000.
IlLEGVELl
V
-



!
Diarlo de Pemanabueo Quinta felra 8 de Ouitibio de 1803.
Fugio a 19 do corrente o mulatinho Vir-
>TEIUA.
CASi D4 FORTUNA.
:~j~~ i 0 abaixo assignado faz sciente ao respcitavel
gmiQ UOS Seguintes signaes: cor fula, pare- publico que vendeu nos seus multo afortunados bt-
ce Ser Viciado por ter o roslo enxado, olhOS lhetes garantidos o bilhute intelro de n. 235 com a
botecados, nariz chato tem 12 14 annos, sor'e deo:000*ooo eoutros muitosde 1005000,
baixo, levou roupa de algodao bstanle su- *M ,c 205000 da lotera que so acaban de ex-
.. trahir a beneficie do Gymnasio, c convida aos pos-
da
I suidores de ditos bilhetes virem recebereus
!LeIdt^ f'.escravo JSr; Jol
ressoa ae Siqueira, lavrador do engenno' respectivos premios sem descont algum em seu
Jussara districto de Serinliaem, para onde \ estabelecimento da Gasa da Fortuna, ra do Cres-
se jutga elle ter do, assim como foi de urna
outra vez, por ter me n'essa paragem, tem
bastante rogras que pode Iludir, dizendo
po n. 1).
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 ; a tratar na loja.
Precisa-sede urna ama para cozinhar c com
prar para urna casa de pouca familia : na i ua
Concordia n. 34, sobrado do armazem do sol.
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea situada na cida-
de nova de Santo Amaro : a tratar na ra Augus-
ta n. lo.
O GALLO CANTA.
>ao e possivel que o gallo, vendo entrar em seo
da ninho objectos de elegante gosto, deixe de dar o
seu canto, annanciando aos seos freguezes, para
que manden) ou venham ver para querer, a saber:
Matea
Chegaram os riquissimos enfeltes p grinaldas de
flores, cousa muito delicada e de muito gosto, pois
s as senhoras poderao apreciar : s no vigilante,
ra do Crespo 11. 7.
Flores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
GRANDE EXPOSIQAO
Compra-sc cm segunda uifio o vadremecum matizados de lindas core?, que servem para qual-
homebpathico do Dr. Sabino, ou tratado homeopa- quer enfeite : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
mesmo leo exposto a venda em sua dita casa co de Jaar|e a fa||ar na rua iarga d# Rosario cul08
c as outras do eostume, os novos calorlunados numero U Tamhom i.iu>n.mn, ____ a i-.j i-*~
bilhetes garantidos da segunda lotera extrao. dina- ""T ^------------------------------,---------A 5 5f "?,08, nov. e, *>bcados c.ntos
mu i'i ffirm o nmhSn ".loeil n chnl>n nnr ria, cuia sorto nminr k ili> M-nm-onn a l..nciicin Compra-so urna eserava moca de quasiate co'" eiij, guarnecida de peuiinna; e duas borlo-
lonto rogo as autoridades policiaes, capules K2J2E *5E!* que se cxtraiiira a J2WfcS
An _. i___', ue novembro prximo, e as sortes que obliverem *"<* veiuts n. zi
de campo ou a quaesquer senhoresque por ser5o ^ ^^ rrm pngas.
guante, rua do Crespo n. 7.
favor o peguero, o levem ou facam sciente j
ao seu senhor para o mandar buscar aonde;
estiver, que recompensa com o que agrade
a quero -o pegar, epara sso podem se di-j
rigir na nova de Santa Rita ns. 17 e 55,
a Jos J-'cireira olho.
rovos.
Bilhetes nteiros..... i25090
Meros bilhetes...... 65000
Para as pessoas que compraren
de 1005 para cima.
niliietes........ 11,5200
Meios......... .%5600
MttKoel Martins Fiuza.
Aliencao.
(Rua do Queimado n. IO lo-
ja de Ferro V Mala
Vende-se nova e linda fazenda pro-
pria para vestidos de senhora roupa de
meninos pelo diminuto preco de 300 rs.
o covado.
REVISTA
DO
Compra-sc urna negra de meia idade, que se- ltB,.:, Baf Ja* ,
ja sadia, fietle diligente : quem ti ver, dirija-se ""1" ss .n,a,s oandeiJas dc cnarao c outras I"81'"
rua dos Guararapes n. 18, sobrado de um andar. dade? Ue "ndos desenhos, que se vendeui por pre-
-----?-----------.-------------------------r^Tn. ?os baratissimos para acabar : so no vigilante,
Compra-se um carro em bom esUdo, de i rua do Crespo, n. 7.
rodas e com 4 assentos : na rua da Cadeia n. 3o. Pomada real
Compra-se urna negra nerfeila cozinheira e Tambem chegaram os boniUis copos de porcel-
engommadeira : na rua da Praia n. 26.________ lana fina com banha e cojn lindos relratos, sendo
Compra-se um bilhar com todos os seus per- privilegiada pela rainha de Hespanha : s no vigi-
tences, em bom estado : na rua do Imperador n. >*ale> rua do Crespo n. 7.
4i, terceto andar. Sabonetes de familia
Grande sortimento de sabonetes para todos os
precos, de superiores qualidades, a 1(0, 200, 240,
280, 320, 400 e 500 rs.: assim como cstojos com
QMffl tiver para vender una casa terrea no todos os preparos para limpar denles pelo barato
Compra-se urna mulatinha de 10 a 14 annos:
na rua da Santa Thereza n. 58.
Instituto Archeologleo e c-oo-
grapblco Pernambucano
imblicon-se o 1 numero (o de oulubro de 1863.) Dairro a 15oa-\ista, com boas commodos e Iwm preo de 3*000 : s no vigilante rua do Crespo
Subscreve-se na livraria de Jos Nogueira de Sou- construida, dirja-sc rua da Imjieratriz n. 47, ter- n. 7.
za ao arco de Sanio Antonio, por 53 annuaes, pa-
5os a entrega do 1 numero. Nmeros avulso
1800.
Criado. ,
Precisare de urna boa engemmadeira que en-'
tenda de cosinha e de um prelo forro ou captivo
para servico de rua : a tratar na rua da Cruz n. 5,
escriptorio._________________________
Lui:; Margo! vai para a Bahia.
Attenoio! I ?
Pergunta-se a qualquer principiante de'
pratica do foro desta cidade o seguinle :
Seo jaiz deprecado pode exceder alm,
do que se llie depreca ?
v Se assim procede, que conceHo se deve
fazer'de sua inlelligencia ?
Goki a resposta se indicar o nome desse
juiz.portento de sabedoria, para o publico
connece-lo, para defender o sea direito, as-
sim o espera
^_______ 0 ex-subdelegado.______ i
Precisa-se tic una aiu para cuuliimar
e concluir amamentaco de urna enanca:
na rua estreita do Rosario n. 31, terceiro
andar.
Aluni-se a casa terrea sita na rua do palacio
v doUispo n. 14, com commodos para familia; a
tratar ua praca da Boa-Vista n. 20.
Iriuaudado das Almas da matriz
da Boa-Vista.
Porarditm da mesa regedora,em observancia do
art. 2^1 o nosso compromissj, tenho a honra de
convidar a todos nosso irmios para yue no dia 1"
Je novauhro prximo vindouro, pelas 8 1|2 horas
da mauht em ponto, se achem no consistorio da
1 mesiiia rmandade, afim de em mesa 'geral se pro-
eder aleicao da nova mesa que tena de reger o
futaroaaao de 18ti3 a l8(ii.
Consistorio da irmandade das almas da matriz
-.i Boa-Tin 28 de outuluo de 18f>l.
O escrivo,
_________-Manoel Domingues da Silva Jnior.
- Ha (tara alugar uiq mulato para todo o ser-
ico,e o jal condecido: na ruado Crespo loja
n. 20 n.
Offereee-se urna :1:11a para serriee d
nio engmala *'. nem lava : a tratar na rua
Tiincheiras n. :i(.
Francisco '(a Silva Car
dozt faz sciente a todos os
seas devedores que nesta
dea tem autorisudo ao
Sr Antonio Jos d?. Si-
queira para liquidar to
do o i>divo da sua casa,i
\;portanto seus devedures
ye queiram entender com
mesmo senhor respeit uo
pagamento de seus deH
los no prazo de 8 dias, e
pode ser procurado na
rua do Imperador n 40
Hecife, 23 de outubro de
gl80.-
O bacharel Francisco Gomes Velloso de Al-
buquerque Lins tem o seu escriptorio de advoca-
da na rua do Queimado n. 41, primeiro andar,
frente para a piafa do Pedro JJ.
INa rua do Queimado n. 1
deseja-se fallar aos Sis. Gabriel Germano de Aguiar
Montarroyos e Joaquim Ribeiro de Aguiar Mon-
tarrnyos._______
Clul commereial
A reuniao familiar do corrente mez de outubro
lera lugar na noite do dia 31 do mesmo,
Ao n. 29.
\u\;i loja dos barateiros na rua do Queimado.
Velludo de cores fazenda muito boa o .covado
~!5000. bales de panno 35200, ditos de arcos
Delicada trsourinbas
Grande sortimento de tesourinhas, tanto para
unhas, como para costura assim como muilos
outros objectos de gosto, que nao possivel annun-
ciar pela grande variedade de sortimentos, cuios
Cotnpra-se effectfvamente ouro e prata em procos serao menos do que em outra qualquer
obras yelhas : na praoa da IndcpendoBcia n. 22 le- parte : s no vigilante, rua do Cr
Um preto.
Oempra-se um preto de 3o a 45 annos de idade
na rua do Crespo n. 17, foja.
o covado; fasto para veslidos e roupinhas
de meninos, a 320 rs. o covado; ulpkin ou
de fazeudas bapatissimas que se ven- &urSurr,. (,e ^0- a m rf-: angueln,
j... ....., inilllia. i a n uma so cor, a 320 rs. o covdo ; toalhas de
dem para hqndar na loja do Pa- Hnho adamascadas para rosto, a i*; vestua-
vao, rua da Imneratriz, n. 60. ros para meninos e meninas, a 1,5600 c U;
Neste estabelecimento acha-se um grande ^^s bordadas e entremeios, inais barato que
e variado sortimento de fazendas, Unto de em tri> qualquer parte: tildo isto pe-
luxo. como de nrimeira neressi.lade. nrn- V,uncha.e. vetdc-se_ para liquidar: na rua da
Impcratriz n. 60, loja e armazem do PavTio
de Gama & Silva.
Grosdenaples a 1:500 rs., na loja do Pivie.
Vendem-se grosdenaples preto muito-boa
fazenda, a i500, 14000, 15800 e 2iJ: s
na loja do Pavao, rua da Impcratriz n. CO.
Para luto vende-sc ua loja do
Pavo.
Vendem-se finissimo selim da China, fa-
luxo, como de primeira necessidade, pro-
prias para a praca e para o matlo, que se
vendem por precos muito resumidos, de to-
das as fazendas do-se amostras, deixan.lo
penhor, ou mandam-se levar em casa das
familias para escolherem, pelos caixeiros da
loja do Pav3o.
i.as com 9 palmos de largura
na loja do Pavo. i^ too
Vendem-se lazinlias Iransparentesde urna 'zenda sem lustro, proprio para vestidos de
scr, de quadrinhos proprias para capas senho.as, para capas e roupa para homcm,
e veslidos, tendo 9 palmos de largura, pelo tendo esta fazenda 6 palmos de largura e
baratissimo preco de 10400 o covado; s sendo muito leve, vende-se pelo baratissimo
na rua da Imperatriz n. 60, lojado Pav5o. preco de 2^200 o covado, garantindo-se (fue
_ x i- j n5o se torna rura, c vendem-se tnicamente na
O Pavao vendo laa de 4 palmos loja do Pav5 rua (la Impoi;iiz n. 00:
de largura a 5tMrs. i Cortes de chitas a 2:000 e 2:300 rs.
Vendem-se I5az.nl.as infestadas, sendo das Na ,oja do Pav5o vcuj0.?e tlS (Ie chifas
mats modernas, de urna so cor e de qua- ,en(,0 |0 cova(,0 a u e com
di inhos, proprias para vestidos e. capas, pelo ,|/coTa|lo8 a 25500, sendo todas de pa-
ESI??o; ,rSV CV;''* M& oscuros: na rua da Imperatriz n. 00,
tas matisadas, fazenda muito fina a 500; di- jn r,, ca
tas garibaldinas a 440 rs.; ditas de qua-. C ama rnaba
? 2HJS? PS': ra "a, lt d P-av5;' Vende-se cera de carnauba em saocas, por
rua da Imperatriz, n. 00. de Guimaraes A .
a de bilhetes.
Compra-sc cobre, latae e chunfco: no arma
zem da bola amarella no oito da secretaria de po-
licia, nado Imperador.___________________
Coiupram-se harriquinhas qae serviram de
bolachinlia americana a 500 rs. cada urna : na
ravessada rua das Cruzes taberna n. 6.
- Gempram-se duas negras perfeitas cozinhei-
ras e engomniadeiras : na rua de Apollo b.*4'
segunao andar.
Comppa-se cobre lalo velb
Crespo n. 7.
MffilTJI
Atmiro do respdtavel pabliee
Para a grande pe-hincha
Custodio, Carvalho A C, rua do
Queimado n. 99.
Offerecem ao respeitavel publico a mais fina de
todas as cambraias tanto era desenhos como em
tintas sao as verdadeiras organdys da India che-
| gados a esta capital pelo ultimo vapor inslez. A
na na da (.adCia UO HCtlfe n. OO, pn- grande quantidade que recebemos faz com que a
mCll'O andar vendemos pelo baratissimo preco de 300 rs. cada
um cavado, venham ver para desenganarem-se se
_ Compra-se urna casa terrea de boa conaruc-
ao, situada em alguma das erincipaes ras desta
cidade: a traurr no escriptorio de Manoellgnacio
de Oliveira &"Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
VENDAS.
Rua do Trapiche n 2.
Yrndp.m-sp 2 bilharrs.
grande pechincha s na ruado Queimado n. 27.
\inho de oils-rcs e C.arlacho.
Vende-se em ancoretas peqnenas o especial v-
nho de Collares e de Cartacho : a tratar no arma-
zem -da rua do Vigario n. 7.
Viiiho do Porlo e particular.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar,
se vende o especial e particular vinho do Porto en-
garrafado, caixasde 1 e2 duzias : a tratar no ar-
mazem da rua do Vigario n. 7.
inr
cores
e 34
. v
Camisas 4e laa (flanela) de
barato pretxt de 550 a duzia
urna: na rua do Crespo a 4.
$*&&& &A&&&&..
:- \os proprietarlos de enge-^
.j." nhoi e apreeladores de &g
M sado*
Vende se um i-oi e urna novilha ^
as-S
Farnha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de; no armazem de Tasso Irmaosj rua do
Amorim, n. 35.
Ciaz a .>oo rs. a garrafa.
Na rua do Vigario deposito n. .
preco muito em conta, ou mais barato do
que em outra qualquer parte : a tratar na
a 900 rs. o covado. rua da Imperatriz n. 00, loja de Cama &
S o Pavo. Silva,
Vendem-se I3as de cordaozinho proprias' Sed^s de quadriuhos aSOOrs. SO
Silva,
Lazlnhag
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
as coresseguintes: alvadia, cor de caf.rxo
Pa\.
Vendem-se as mais delicadas
sedinhas dequa-
escuro, claro e prelas, proprias para luto ; drinhos, muito miudinhos, senda proprioa para
ditas transparentes com palminlias, pelo ba- vestidos de senhora e roopjnbas para meninos c
dK;?^280 r-; di,as 1inestadas de zsn&ttsirrs?!&
quadios a 280 rs. : SO na rua da Imperatriz, brancas lavradas, proprias para vestidos de noivas
n. 60, loja do Pavo. a 800 rs. e covado : s na loja do Pavao, rua da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Ricos veslidos de Stiteanbac, vende
o Pnao.
Vendem-se os mais modernos veslidos a Son-
thambar, com barras de seda pelo diminuto proco
de 105000 cada um : s na loja do Pavao, rua da
Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Orando pechincha de las a
320 rs.
Vendem-se as mais modernas liazinhas matea-
das para vestidos de senhoras e meninas pelo ba-
ratissimo preco de oOrs. o covado, por ter che-
gado urna grande poreao desta fazenda loja do
i Pavao, assim como se vende outras mais finas rom
desenhos miudinhos a360 rs. o covado: s na
loja do pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama.
& Silva.
GRANDE PECHINCHA
OO rs. na loja do Pavo.
Cassas a 210 rs.organdv a 210 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
240 rs. o covado*; organdy matisado, pa-
drees muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda inissima que sempre se ven-
deu a 10000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida,ou 360 rs. o covado, por lia ver grande
porco : na rua da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavao, de Gama A Silva,
\ova pechincha de cortes de
cambrata na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia hrancos
com babadosa 2*500; dilosa 3000; ditos
a 40000 ; ditos cliinezasa 4#00<': pecas de
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a
30000; dilas lisasbrancas e decores a 20500,
30000, 3,>50O, 40OUO c 50000 ; pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas c meia
WJti. tialoes (le panno a 35200, ditos de arcos g*S ,.,;* .., ..., ;!
-- 3*000. 43000 eoAOOOJaas d duas larguras W, H mis P0,a ra5 Pi 8
a das P,ve*iilo o covado ^fiOOrs., chitas francezas o fc> S 111 COniO IIIII caVilllllO para W
covado a 360 rs., nienm hranco para forro de I mi ,; ,; ,;, j *fe
--------------------__-------------------- vestido o covado 120 rs., tarlatanL de todas as :3? menillO, Ulllllo I onilO, gordo, :2
Aloga-se um moleque de Ib anuos de idade cores a vara 720 rs.
panUlodo o servico interno e externo de alguma
c*l m umv ,,
Vendem-se barris com cal des-! c,ada um,a:.??,ido brancas e de cres/a 305CO;
ta procedencia, eni podra, chega-
da hoje, e nica nova, qur ha no
mercado, na rua do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Telxei-
ra Hasto.
casa na rua dos Pires n. 34.
1
Ao n. 29.
Nava luja dos bai-almas su uta do Queimado.
Cassa lisa pello de ovo a peca i 7*500, cambraia
lisa muito Cna apera de 17 varas 103, cain
de laa pona redonda 32*300.
Ao n. 2!).
WVCisa-ae le flu trabajhador para sitio de
captan : na loja do Passeio l'utilico n. 7.
Sitio para alugar.
Alada att por a
il.i Cruz dt Alma
tra para a estrada di Parnameirim (o ijua
fronte do sitio do Sr. .cirurpiao Leal) com un gran-
ule sobrado de um andar, cocheira para carros, ca-
sa para aeraros e feuor, estribara para cavallos, .. i i i ,
e outra paiada para vareas, casa para fazor ari^ ,ova lJa dasiiarateiras ua rua do flueimado.
nha com ionio, e todosos perlences, cacimla om 'cos Prct^ de hnho a vara a 120, 160, 240, 320
bomba, iiorta para planta de hortalicas, sitio muito "a 0'"'-'as f1' S" a, vaP a 80 e 160 rs., galoes
grande cos nmkos arvqredos de frurtos, terreno e se e alSodao ';.dl! l;ia P* enfeltes de vesti-
para plantar mandioca para familia, e para todos 'J0 a peca de 10 e lo varas a 400, botes de seda
.is mais legones, terreno separado para ter 6 vac- de velludoe de fusiao duzias a 120.
de leite, e pasta para estas ; alm de ludo isto ~-----------------------
:ei:i mais duas grandes baixas com capim, queso /I /l /< f)^
esjas dao para jiapar o aluguei do mesmo sitio, ten- J
do o devido trato-, cojo sitio foi do fallecido cirur-; Candido Pereira Monteiro nao podeude despe-
giu) Manoel Joaquim Pereira. e s se arrenda por dir-se de seus amigos pelas preocupacoes de sua
annos: quem pretender, all se .pode dirigir para partida com a familia, pode desculpa aos miamos
> r pis a chave e*\* em mao d pessoa (|ue l offereeendo seu diminuto prest
. ata a tomar conta ; e para tratar, na rua do pai te que habitar, assim como
(^espo .n. 2o A, na loja du Sr. .Ramc-s._______
,Alu/a-se una excelleate casa na Capunga a
margein do Capibaribe : a tratar no caes daalfan-
dega, armazem n. '>______________________
Carlos Lenidas do Pego Barros faz sciente qnarlas e sabbados "de cada semana,
ao res]kilavelpublico que ninguem faca negocio em Santo Amaro ao p da fundicao, na rua"da lin-
n trancaecao iom Joaquim Rodrigues Tavares de peratriz n. 22, e rua do llrum, confronte o chafa-
Mello como urna letra de 12."3 que apparoee com riz n. 47, rua das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
a soa ; asignatura, por ^or ella falsa, por quanlo sagena, taberna da esquina do Sr. Rento, que vira
com este senhor nunca leve transaceOes algumas, para o Remedio, e no armazem progresso, largo
e nem o conbece, e acha-sc promptopara isto n.?s- da Penlia n. 10.
uio provar.
h|manso ejentinado: na esta-| R B
.5 cao das finco Ponas escriotti- & vendem

rio ila supeiinlcodencia se dir
I ue ni vende.
m
las
VINHOS
Lasserre & C, rua da Cruz n. 5,
por precos commodos :
Poritf, Sordeaux e Collares em ancore-
Figueira fino em barris;
Mdoe e S. Julien lino )
) em caixas
Vcude-se a cavaliarice n. 114 da rua da Sen-1 Santenies
zal Vellia com pequeo numero de cavallos, sea- Cognae lino e inferior )
%3S2^l2?& "********* P01' t0,,a a semana n"e entra,
i avallo ou semelles : a tratar no lar iin nre. '--------------------------J-------------
nal de manidia n. 4.
a tratar no largo do arse-
Cal de Mshoa
- Venden umanioWlia Luiz XV, propiTa' no 9TWHUM de (UtliaraeS k Alffgn-
L?S^SS^J^i^BII??lEf,ae0"ojompoB- ,do na ruado amorim i. 54.it Recifc,
ta de 18 caduiras, 4 ditas d<; bracos, 1 sof. 1 mesa ... a. i i j
de mcio de sala e 1 par de consJlos com lampo de ^Hde-SC UJiriii 0111 CI HOVa Clll pedia
ditos a 25500; peras de cambraia para cor-
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas cada peca a 9;>000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavo, rua *da
Imperatriz, n. rO, de Gama6 Silva.
O Pavo vende chales
dra, 1 candelabro
i
na
mero 26.
eda, Icandelabio e 2 serpentinas no gosto rao- chcaidOS 10JC de LlSoM na If 10
croo, e 2 espeliios grandes com moldura dourada: : .i r r i V Y
a rua das Laraigeiras, sobrado de um andar nu- aiia (Uf l-IOria, UlUl I0VI IjUe e\ISle
( ha*utos.
Vendem-se superares charutos suspiros a 15200
U0 MCI (ido.
1 Sr. Claudio Dubcui para pagar qualquer debito
- que por esquecimenfo nao o satisfez.
Continua a liaverpaode senteio novo nos dia
As&ucar do Monteiro
no em qualquiu- a meia caixinha', e oiUros de diversas marcas en Rua do imoerador n ^8 e caes ,\c Annlln n
deixa ordens ao meias raiaaea 600 rs. : no deposito da rua .Nova <;? D ^uj 'l ,:,L P n'
tas
na nadara
numero 58.
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 41, em a rua da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
ma rua casa n. 10.
StXlEDADE
UNIAO BENEFICENTE MA- ____________________
BITIM Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da rua Im-
Por rdem do Sr. presidente scientiflco pela se-; S?ri4a,'.c ari"aZtni n. 4 da rua de Apollo : na rua
anda .iez aos senhores socios effectivos que lia-. AU''Qra n. .ib. ___________
ara sessao daassembla geral no dia sexta-feira | Precisase fallar ao Sr. Leoncio Jos Theofilo
que veio da Rabia : dirija-se ao armazem de Tasso
30 do comente, afim de tratar-se do art. 33 S i.' e
'!." e art. 11 3. dos estatutos.
Secretaria da Sociedad! nisto Beneficentc Ma-
rtima 26 detiitubrode 1863.
Balthazar Jos dos Res.
1. secretario.
Batatas
Caixas com duas arrobus de batatas desembar-
cadas do patacho Mara da Gloria, hoje, pelo bara-
to preco de 2,3oOO a ca xa : na rua do Amorim n.
48, ou na rua da Madre de lieos n. '.
Vendem-se dous terrenos, um com 683 palmos
de frente sito na rua Imperial, freguezia de S. Jos
n. 226, outro com 200 palmos de frente sito em
Santo Amaro perto do sitio do Sr. Calo : a tratar
na rua do Trapiche n. 9.
A GUIA BRANCA.
Da rua do Queimado n. 8, reeebeu.
Tnico oriental de Kemp.
Agua florida Murray & Lanman.
Dita de flor de laranja Condray.
Dita de rosasdito.
07, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5.-5600 aarroba.
%1'oiassa da tiussia
Vende-se em casadeX.O. Bie
M fcer & C.f successo es, rua da
M 11 uz n. 4.
A 2,?000, 21800, 35000, 55000, ;>000.
75000, 8,000 e 105000
Vendem-se chales de merino estampados,
claros e oscuros a 25, 25500 e 35000; ditos
muito finos de lodos os precos e qualidades,
tanto de ponta redonda como quadrados;
assim como finissimos chales de crepon com
cores inleiratnente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 105000 ; ditos de pello, bordados,
a 25 .' s na loja do PavSo. rua da Impera-
triz, n. 60.
tscaseiniras do Pavo infesta-
das a lttOO.
Vendem-se casemiras francezas entesta-
das, proprias para calcas, coletes, palitos,
e capa para senhoras, por ter de tima s
cor, sendo fazenda que sempre se vendeu
a 35000. liquida-se a 15<>00 o covado : s
na loja do Pavo.
C rande pohlntha om oha|io
de sol na loja do Pavo.
SALSAPAEEILIIA
J
BRISTOL
As curas milagrosas de
TJ1L.OSII ^.S,
CU ACIAS A .V!11 AS,
ENFEEtflMDEiJ SYPHnjICl},
Erysipelaa, SheumaIsn.a
Nevralgias. Esiorbuto,
OSO., {;.,
que i":i rjra
nome i
: .
II
i '
pi iah
Irmaos a fallar com Ra\ mundo Correia de Meo-
doea.
Aluga-se urna casa em Bebiribe ; a
tratar com J. I. de M. Reg, na rua do
Trapiche, n 3 i.
Para passar a festa.
Vende-se sal do Assi, a
fous Amigos : a tratar no caes
COM A VARIA
Autcs que se arauem
Custodio, Carvalho A C. na
do luelmado numero 7
Pechincha.
Vendem-se chapeos de sol, a ingle/a, sen-
do cobertos de lindo e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar a fes-
la, ou para meninas levarem para a escola,
pelo barato preco de 1560 ; ditos marque-
! liabas, de seda com franjas e cabo de do-
orara 33000; ditos de seda para homens, _
ftfi8lB8EHSa.sendocom armaco de balea a (55 e 75, isto3,. Ly\hi0
bordo da barcaca para apurar dinheiro : s na loja do Pavo laare e Ueos-
do Ramos n. 6. rua da imperatriz, n. CO.
Salsapanilaa de i-istol
por todas pai-1 do nniversA sm ;..
somonte ilevi;.
nica Legitima c Qrigiasl
DE BBHL,
i
LMAH & mr m :W\ FORK,
Mediante a no, Ua do Dr.''. :'. /i, U i
venda as boticas de Caors A- Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo A C, rua

ti
Vendc-scacasa denominada-casa amarella, si- JffltS^tS^i^^T^ pa,'a ,VeS-,,d
toada em um dos melhores lugares do Arraial, f"? S?ffi H""! e, pel ^'^"ssuno
com bastantes commodos para* familia, quartos g^hvSde1J1& ^ ""' PeqUe"0 *
para, escravos, estribara, etc. a frai-r A, r, '
Mondego n. 47, padaria.
a tratar na rua do
AGENCIA
FNDICIO DE L0W-M00R.
Rua da Srnzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
Vendem-se compendios de grammatica por-
tugueza de Salvador Henrique de Alboquerque,
decima edi^o deste anno, seguida de um pequeo
tratado de proposites, de urna analvse 'ogica e
grammatical para exercicio dos estdantes, e de
\ Padaria franceza.
Na rua da Imperatriz n. 50, padaria franceza,
fazem-se todas as qualidades de bolos, sequilhos e
Precisa-se de urna muiher forra ou escrava que niassas finas, preparam-se bandejas para bailes,
-alba cosmhar bem, para se empregar smente sorcse casamentes, sendo enfeitadas pelo melbor Sin anendfc n^lr^nm^^T^r'J^
mssoemeasa de familia, na rua do Queimado e mais moderno gosto, e recebem-se encommendas os mJihodos l muo nriK! 1,"".^,
n. 39, loja.____________________________ para tudo isso ; garante-sea perfeicao do trabalbo,
PrMM-M de nm raiveira qualidade das massas, e promptido as en-
- UIB (dl\eirO que commendas, pois que para serem bem servidos os
taes occupaes encarregado
asss perito em sua pro-
Vendem-se 3 casas terreas, novas, fres-
cas e baratas, tambem aluga-se, na rua
dos Prazeres na Boa-Vta : a tratar no
becco do Veras n. 15.
eotenda de contabilid de para servir fru2cs, acha-se de t
om una padaria: a tratar ua rua da Z^tlt0 ranccz'
mperalriz n 50. ------
- U Sr. Salusiian Cynaco de Sou-
que ilion ua Capun
(a nesta typojKniphia.
Casa para a festa.
Aluga-se urna casa no Monteiro e outra na Tor-
... ,.., ./i... nn f..nun,i i..,.. .. rc. defronte da Ponte de Ucha, onde seencontra
Za que mOM na tdpunga, tem UIIIh ca'- condumio no mnibus para o Rcife; ambas as ea-
. sas tem accommodaces para familia, estao pinta-
i das de novo, e se dao por precos commodos: a
- Precisa-se alugar duas pretas para o servico tratar na rua estreita do Rosario n. 28.
interno de urna casa de pouca familia; sendo urna
os methodos de ensino primario, e urna disserta-
cao sobre as vantagens do ensino una s vez ao
dia. Este compendio est approvado peloconse-
Iho director e pelo governo da provincia para uso
das escolas primarias : vendem-se na loja da Boa
Fama, rua do Queimado n. 3o, a 1 cada exemplar
encadernado.
D-se dinheiro a premio em pequeas c gran-
que saiba lavar eengommar. a outra que seja cui- A ~ ua"c a,neiro a premioem pequeas c gi
dadosa para criancas: para tratar rua do Viga- ?es Tantias' ? Penlwres de ouro e prata :
rio n. 9 primeiro andar.
rua Augusta n. 45 se dir quem di
na
- Precisi le urna criada para comprar,, en-! umlaco'TpInno telS? to* terT o^a?
gommar e cozinhar, para casa de poaca familia : gumas Deris K '"* a*2?" ."a J6"* JL
gundo andar,
nesta typographia.
Attenco ^ Manoel Pereira Lopes Rl-
Da-se comida para fra com muito aceio por beiro barbeiro e amolador j bem conleeido nao
commodo preco : na rua da Cruz n. 11, casa de. s nesta capital como no Rio Grande do Sul Mou-
B:_______________ i tevHp,_PcIotas e Jaguaro, amla todo ferro cor-
; tante (nao sendo muito pesado), declara que apren-
Islo i|ii pechincha.
Borzeguins francezes parahomem a 5, sapati5es
de couro de lustre com borracha na frente a 45,
sapatos com salto de marroouim dourado e pretos
a 15500, sapatos do couro a30 rs., de oleado com
salto a 640, borzeguins para senhora a 35 : na
rua dos Quarteis n. 22 junto a loja de funileiro.
Uvros de moral.
Exame de confessores.
Cunlite.
Larraga.
Obra do Monte.
Xa rua do Imperador n. lo.
SM MU
Ricos vestidos de fil branco bordados com
veo, capella e llores proprios para as se-
nhoras noivas, os quaes se vendem a preco
razoavel por serem em primeira mao e che-
gados ltimamente de Pars por encom-
menda propria : rua da Cadeia escriptorio
e armazem de fazendas n. 47.
4 200 rs o covado*
Cassas muilo honits e finas:
na rua do Crespo n. \ 7, loja de
Jos Gomes Villar.
.Hacaas
a 25 a eaixa : na rua Nova n. 8.
Caxeralras da Escocia a 30OOO
o corte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-'
cia, para calcas, pelo barato preco de 2#,;
tendo da mesma fazenda para vender em um completo sortimento de moendas e meias
covadosa .8U rs., sendo esta fazenda mu- moendas para engenbo, machinas de vapor
to encorpada a imitaco de caxemira, e ga- e tachas de ferro batido e coado. de todos os
rante-se que nao desbola. Tambem se ven-. tamaitos para ditos. i
dem cortes de caxemira ingleza, d cores i Arados americanos e muhinas mra
s8Sa Toja3 dor'epav"o.arn^S-il 1M-1"" da Senzalla *" *
n. 60. j ^T i\ } (Ti "------
Madapolo Infestado a I.Kooo \ 7/A\ ?J
S o Pavo. f\ ^LjlU
Vendem-se pecas de madapolSo infesta-' i
do com 12 jardas a i!000, ditas a 45500,! O COVNO;
ditas com 24 jardas a 750o e8000 : s1 Grande sortimento de cambraia de cor fixa' a
na loja do Pavo, na rua da Imperatriz. 249rs covado : na rua do Queimado n. 43, es-
n. 60. [quina que volta para a Congrcgac-m.
Farinlia de S. Mmlieiis
Vende-se a bordo do patacho Industria, drfron-
Vendera-se os mais ricos vestidos de cam-' ,?Jdo trai)iehe Bar;0 ll0 i-ivramento. a bem conhe-
siabrancos. bordados a croch, sendo os ^^"-rlri"h----S-Matl,eus' a molhor ,,ue
mais modernos que tem vindo ao mercado.
Reos vestidos hrancos.
Vende-se na praca da Independencia as. 37 e
Precisa-se do urna
urna casa de pouca familia
n. 39.
<2>
deu na lina des. Miguel de Ponta Delgada com 39, capellas de aljfar para se botar no cemiterio
um hbil amolador hespanhol cm 1829; assim co- publico no da de Uados com as nscripces se-
ama forra para o servico de 'mo "raf denles sangrar eapplicar ventosas, apren- guintes :
imilia : na rua do Queimado deu no ^0SPltil da misericordia da mesma ilha e Minha mi.
exercendo nesta capital essa oecupaco no hospi- Men pai.
tal de caridade durante 2 asnos que trabalhou co- Meu esposo
mo offlcial do Sr.Joao Antonio Coclho, cuio hos- Minha esnosa
Arauzen para alagar. sr. Joao Amono tkwlho. i 10s- '
Aluga-se o armaiaai n. 40 da rua de Apollo, I pital ainda exista no Carmo: quem se quizer Meuifllho
cora mais de 300 palmos de compnmento, todo co- aproveitar deste servico procure-o na rua do Ran- Minha fliha
berto e proprio para qnalqaer estabelecimento por gel n. 18, tem auadores de cortica sem composieao Urna lacrima
^rnJ5L^?Cmtan,Bfl: ,rat"S6 rua alguma, declara que trabalha nos ditos anadores Saudades, sempre vivas do apurado gosto desta
dos Guararapes n. 78. | desde 1842, ens.ua como se assenta as navalhas, I ainda nao vieram igual a este SnX
l0 rs. a libra ou lajooo
a arroba.
Vendem-se fatias de bolo sovado a 160 rs a li-
bra, e sendo de 8 libras para cima a 45 a arroba '
na rua da Matriz da Boa-Vista, padaria a 26.
Vende-se um lindo cabrinha com 4 para f"
: na rua Augusta n. 45.
%os eoehelros.
Vendem-se encerados pretos c de cores para
forrar carros : no armazem de Tasso limaos.
tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
baratos precos de iO,?, 120 e 16 : s na
loja do PavJo, rua da Imperatriz, n. 60, de
Gama A Silva, Una da Senzalla n 42.
AnMIRPM AC Dcruiyruic Jende-se emeasa deS. P.JohnstonAC,
AUmintm AdrtlHINlrlAd, sellujs e silhoes mglezes, candieiros e casti-
na loja do Pavao. caes bronzeados, lonas inglezas, fio devela.
Ricos cortes de cambraia brancos com ba- chicotes para carros e montara arreios Dar
bados e duas saias bordadas crox, tendo carros de um e dous cavallos. e reloeios d
bastante fazenda para vestido, pelo baratis- ouro patente inglez.
simo preco de 35 cada um; ditos de cam- ------kt---------------------------------______
braia de seda com barras e babados, a. Inapeos de pai ha ricamente
20500, para acabar; cortes de vestidos a' enfeitad>s
Cal nova de Lisboa: vende-se na rua do Tra
piche n. 9.
Macaas a # a calxa,
e bolachinha ingleza a 15800 a barrica, a ellas -an-
tes que seacabem ; no armazem da estrella, artro
do Paraizo n. 14. 6
Maria Pia, sendo fazenda de bonito gosto, a' Chegou pelo ultimo paquete loja da rua de
30500; cortes de cambraia brancos com ba- Que"r"J
badinhos, a 20 ; enfeltes para cabeca, sendo
305QO; cortes de cambraia brancos com ba- 9ueirn,ad ",{ um Kl'ande sortimento de chapeos
20; enfeitespara cabeca sendo *c Jma d Ita, pa senhoras e meninas, o mais
JlLEGVFLlr
e flores, a 20; camizinhas bordadas para
senhoras, a 10; maniruitos de varios mndPi v a ," u ? de *>
ln a *An KrinTiSn model* Vende-so farinha da mandioca da melhor e mais
kj&, 4 *uu, ouv e^U rs ; calcinhas para nova que ha neste mercado, no escriptorio de Ma-
meninas, a 500 e 40 rs: gollinhas bor- DOel 'guaci de Oliveira 4 Filho largo do Corpo
dadas, a 320 e a MO rs.: sedas de oua- Sam2n> 19,ou ?*F*1 d0J Pa'!*u>,e ?iama:aD"
di-inhAc m k,., a iL? corado no CPS do baro do Livramento, junto ao
di nbos, a 640 rs.; Atas de listas, a 400 rs. patacho Regulo.

\




.. --

Diario de Pernambuco ... infoia fcira 9 de Oniuliro i*fts.
JL AGUIA BBANCA.
Receben por esse uliimo paquete:
Novas carteiras cora as excellentes agulhas
iaglezas.
Agulhas parisienses tambem de excelten-
te qualidade.
Trancelins finos de borracha para en-
fiar.
Botes prelos de velludo, maiores e me-
nores para vestido.
Transmitas brancas estrelladlas d'algodo,
para enfeites de vestido.
Escovas cabos demadeira, osso e madre-
porola para limpar pentes.
Piacs para p de arroz.
As lindas fivcllas cun podras para cintos.
Outras de fino dourado e esmaltadas.
Ouliasde madreperola.
Bonitos leques de madreperola com bou-
quet.
Oulros leques d'osso com bouquet.
Outros de plumas, com cabos d'osso e
madreperola, e oulros finalmente de snda-
lo e prelos.
Pentes de borracha, recortados, dourados
e com pedias para meninas e outros de lar-
tur uga.
Meias de seda para baptisados.
Lindas louquinhas de fil de linbo. cam-
braia esetim, mui bemenfeitadas para crian-
cas.
Ligas de seda para senhora, e ditas para
manguitos, ou meninas.
Livrinhos para notas
Novos tercos de cornalina, e coral lapida-
do com cruz de prala etc.
Bonitas pulseiras brancas de perolas fal-
sas, e outros de chapa de crystal o pago,
com lisias douradas.
Tudo na loja d'Aguia Branca, ra do Quei-
mado n. 8.
Labyrinthos e lucos,
tito baratos que o comprador admira.
Esses labyrinthos e bicos se applicam a
diversas obras e fins, e sempre com provei-
to por suas fortidoes e duracao, boje mais
flj que nunca, convem a todas as familias
compra-Ios para aproveilarem-se da occa-
siio ein qae elles srio vendidos to baratos
que na verdade o comprador admira, e bem
s podo di/.er que por taes presos nunca
mais haver. Os labyrinthos sao de novos
e bonitos deseulios das larguras de quatro
dedos at mais de um palmo (ou tres a dez
poflegadas) e os limitados precos sao de 1$
a 3# a peca de dez varas, variando estes em
retorno a largura. A ser em varas haver
mui pequeas differencas, os bicos porm
principiara por mais estreitos at a maior
largura dos inbyrintlios, e os precos sao
igualmente proporcionados. Isso pois, as-
sim simplcsmente dito talvezpouca conside-
rac'io mereca, porm para desengaar c fa-
zor o comprador reeoiihecer a verdade e a-
preciar o extremo da barateza, necessario
que se dirijam com dinheiro; ama do
Queimado loja d'Aguia Branca n. 8.
Ciraxa econmica.
Cucummeudus d'agoi branea recei-
das pelo ultimo vapor.
Ricos peales de tartaruga com chapa de madre-
perola.
Bonitos leques de madreperola.
Delicadas canelas de dita.
Lindos chapeozinhos de setim para baptisados.
Bqos de seda brancos e prelos.
Bonitas caixinhas com msicas e sem. ellas para
costura.
Trancelins de laa para enfeites.
Fitas de seda eslreitas para ditos.
Bitas de velludo com listras para barras de vos
tidos.
Aspas de balea para vestidos.
Ditas de ac para espartilhos.
Bandes de clina.
Pulseiras de contas para meninas.
Paos para abrir luvas e port-charutos.
Essencia do ail para engommados.
Pos hygenicos de Lubin para deates.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito d'ires para extinguir as caspas.
Vinagre aromtico para vertigns, dores w et- j
beca, ele.
Cosmetique sarfine para cabellos.
Pomada para bigode.
Bcnda de fil, lisa.
Haravllha das bellas, hotos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
sua boa frogneiia, que acaba de receber peto pa-
quete francez um bello sorlimento de enfeites de
seda denominado maravilha das bellas, os quaes
seera tanto para vestido de senhora como para
roupinhas de enancas. Seus novissimos e delica-
dos desnhos, suas escolhidas e bem acertadas co-
res fazem um todo agradavel aos olhos de qualquer
vvente que saiba apreciar o bom. Assim, pois, a
duvida est em haver dinheiro, havendo-o, diri-
jam-se sem susto ao espaooso e alegre nmho de
aguia branca, ra do Queimado n. 8, que acharao
as verdades cima ditas.
Albuns com perfumaras.
Muitas veres aconteca que se procurando unta
bella galantaria para se offertar a urna senhora ou
menina em seus annversarios, ou mesrao na
amarraeao'das mestras destas, se nao achara cousaj
3uo satisflzesse, agora, porm, j nao deve succe-
er asim porque na loja d'aguia branca encontra-
r o pretendente bellos objectos para esse fin, so-
bre-sahindo entre elles esses bonitos albuns com
perfumaras, cujo gosto e novidade Ihes d a pri-
maria. A aguia branca folgar de contente se
essas offertas rceahircm sempre em suas predilec-
tas freguezas, e qaando assim nao seja, nao faz
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
dad do objecto, querer desde logo alistar-se no
numero daqucllas. Em todo o caso havendo di-
nheiro, diri/am-se ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8, que tudo se arranjar.
Cliearam luvas de pellica para a loja d'a-
guia branca, ra do Queimado n. 8.
Bolsas para vlagens.
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
voltas pretas
MARA PA.
A Aguia Branca recebcu as desejadas voltas
pretas, mui rompndas e graiidas.
ROUPA FJEITA
NO
ABAZEM
DE
^wm %i ^ ^Vk
I
IETREI80 VEROE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as quadades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dosmelhores professores,. assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meainos.
Casacas de panno preto, 350 e 30(5000 Cohetes de fustao e brim bran-
Sobrecasacas idem, 30* e 25)5000! co, 3,5500, U e 2500
Paletos idem e de cores, 35)5, : Seroulas de brim de linho,
200, 150 e......400000, 20400 e......2*000
Ditos decasemira, 20)5, 45*, I Ditas de algodao, 10600 e. ii5400
12(5, 10)5 e..... 7)5000 Camisas de peitos de linho,
GKESSIVO
9MBIDa AlSIASfMI
BE
. grax
raimante reconhecida; essa boa graxa
reeommendada, tanto porque o calcado lustrado
uomella deixa perfeitamonte lustroso ao menos
tres dias o necessidad de novo unto, tomo
m m sua preparadlo appropriada para
iciar e conservar o eooro; ella vem em caixi-
ohas e bai ri :inh is, e acha-se venda na ra do
Qai ma 11 n. 8, luja d'aguia branca, aos rezumidos
preci I 500 e 640 ra.
Sientes de concha.
Com as novas e diversas guarnices de
nenies que a Aguia branca acaba de rece-
ber, veio tambem urna pequea qualidade
de pe concha que com grafla e acer-
t imente nrera para o moderno atado dos
cabellos Elles sao de bonitos e agradaveis
ni .les, e de tamaito pequenino como con-
v. m para o lim que sao. E' esta a primei-
ra vez i. d'elies aqui chegam. por isso
que a moda novissima. pelo que ganha-
ii ra palma aquellas senhoras que -primei-
ro se aprcsenUren com elles, para o que
03 raandaro comprar na lo;a d'Aguia Bran-
ca, ra d i Queimado, n. 8
Ditos de alpaca, 50 e.
Ditos ditos pretos, 9i5, 70,
5)5 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 43500, 4)5, 3,5500 e. .
Ditos branco de hnho, 60, 5)5 e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 10,5, U e.....5)5000
Calcas de casemira preta, i 2)5,
m, 8)5e......7(ooe
Ditas de cores, 93, 8)5 e. 7/1000
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e. ..... 4^000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 50, 40500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, U, 40600, U e .
Ditas de ganga de cores,
33500, 33 e.....
Cohetes de velludo preto e de
cores, 93 e......
Ditos de casemira preta, 53 e
Ditos de ditas de cores 53
43 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
640
33500 53, 40, 33 e..... 20500
[ Ditas de madapolo, 30,
30500: 20500,206..... 10600
Chapeos demassa, pretos fran-
33000 cezes, !03, 93 e. 83500
43000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, i20,
110, 70 e......43500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas parroslo, duzia, 110,
90 e........60000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores. .... 40000
Lences de linho.....30000
Cobertas de chita chineza.. 20000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa. '. 600
Relogios de ouro orizontaes,
903,800 e......703000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 403 e
40000
20500
23500
70000
40000
33500
5f>0OO
9 Largo do (armo O.
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarte & C* scientficam aos sens freguezes e ao publico em geral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bebo sortimento de
molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo aJto por o/0 do quo ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste ja multo acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente o
que promettem, petlem todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores, o favor de
raandarem suas encommendas ou relacSes ao armazem Progressivo, certos de nao terem
em tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, terao, alm dadifferenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantan o bom
acondicionamento ainda mesmo dos mesmos para o mais alto serto.
Xo armazem le fazendas bara-
tas de Santos Coelho
BA DO QUEIMADO N. 19 VNDESE O SE-
GUISTE :
Cobertas de chita da india
pelo barato preco de 25000.
Lencos
de panno do linbo a 25000.
Leures
A aguia branca acaba de receber essa acredita- !maule dc linho fin0 pe, barat0 prec de
la graxa econmica, cuja.superioridade esta ge- iw>w-
Gapelias. Dores e Invas enfeita-
daa para noivas.
Pe i ultimo paquete a Aguia-hranca rece-
beu os artigos cima sempre necessarios s
is, os naes, segundo suas recommen-
daoes, viet un de muito goslo, e perfeila-
menle deli -..los.
As capellas so de mui moderno e agra-
il nnldo.de finas flores, e acabadas com
iodo >i esmero: as flores solas sao exire-
mara delicadas e proprias para enfeites
de vesii los e mesmo ornatos de cabeca, sen-
do delg > vergonteas de jasmin, cachos de
las, 0 outras eslimadas flores.
\- luvas, porm, apreciada obra de Jou-
n, : furam enfeitadaa pelas mes-
:; tabricantes das iiiiiinsas flores, pois que
;ia Bto e parfeicS nada deixam a desojar.
sj pois. as '-apellas, flores e luvas
pie coi res| i i 'u i riqueza do vestido, for-
m na o completo asseio e perTeicao, e ele-
vam a gabarda da candida noiva. Resta
somonte que os pretendemos munidos de
dinheiro dirijam-se alegre e espacosa lo-
ja i'Aguia-branea, ra do Queimado n. 8
alendarlos semanaes : pelo
pree todos compraro.
S3o de summa utilidade esses kalendarios
semanaes. porque raostram acertadamenle
a d lia e dias da semana, sem o continuo tra-
I)albo de bolir nelles diariamente, pelo que
se tornam necessarios e preferiris a todos
os oulros ; lauto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer outra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um: na
ra do Queimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
Meias ernas Inglczas.
A loja d'Acruia-branca, na ra do Queima-
do n. 8, est bem provida de mui boas
meias cruas inglezas, tanto para homens,
i: iido para meninos, as quaes est vendendo
baratamente em proporco da guporiorida-
de d.-llas: assim, pois, os pretendentes di-
Lcdcos de cassa
brancos. finos proprios para alpibeira pelo barato
proco de 2^000 e 2W0 a duria.
Fil liso lino
pelo baratsimo proco de 680 rs. a vara.
Uadapolo fino .
pecas de madapolo largo superior pelo baratissi-
mo' proco de 85000.
Ricas saias
de fustao a o300.
Pecas de bretanlia
de rolo com 10 varas propria para saia a 35200.
Peras do ranihraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato proco dc 105000.
Ilramaiilc dc linlio
fino com dez palmos dc largura pelo barato prefo
de 23300 a vara.
Toallias aliT.dioadas
para mi pelo baratissimo prego de 55000 a du-
zia.
Atoalhado de linho adamascado
proprio para toalha de mesa a 25300 vara.
Altjcdao monslro
com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco
do 15000 a vara.
Corles de calca
dc panga amarclla do lista e dc ipiadro fazenda su-
perior polo baratissimo proco de 15200 o corte.
Laazinlia dr quadro
de gosto intoiramentc novo pola baratissimo prefo
de 480 rs. o covado.
l'cras de camhraia dc salpicos
fina com 81/2 varas polo baratissimo prego de 45-
Prcas dc camhraia dc forro
polo baratissimo preco dc 25200.
Esteira da India
para forro do sala dc 4. 5 e 6 palmes de largura.
q e.......53000 Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorguro de seda adereces, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 63, 53 e 400001
303000
aneis e cruzes.
Ghegado pelo vapor:
fi paraoTigilante, na do Cres-
po n. 9.
At que chegaram as muito desojadas cascarri-
nas ilo todas as cores com nina litintia de velludo
no centro, musa muito elegante para enfeite, assim
como do outras qualidades, e precos muito razoa-
veis : s no vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Para dar de mimo.
Chegaram as riquissimas Iwnecas de todos os
taannos, vestidmhos ricamenU enfeitados, cada
um em sua caixinlia, propriamonte para um deli-
cado mimo, por baratissimo proco: s no vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Para os senhores hachareis.
Chcgou tempo a riquissima fita de chamalole
para cartas dos senhores hachareis, assim como
branca, lisa, propria para abrir letras, ou para
sinlos : s no vigilante, rua do Cresiio n. 7.
Pellica de marrafa.
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
marrafa com pedrinhas.os lindos pentes de regaco
para meninas, meias de seda e sapatinhos proprios
para baptisados, meias de seda |ra senhora, fitas
de laa para debrum, lila de linho, trancas de laa,
de linho e dc seda, luvas de seda o pellica, e fio de
Escocia e amurca, allinetes dc cabeca chata, car-
teirinhas com todas as agulhas precisas para cos-
tura. Ovlas de madreperola esmaltadas de ac
para sintos, flores de todas as qualidades, caixinhas
com paslilhas de perfumara, abafadores de laa
para senhora, loucas e sapnlnhos de laa, pateeiri-
nhas de borracha para segurar manguintos, fits e
cordes de borracha, sabonete redondos, ditos
chamados de familia, pomadas de todas as quali-
dades e dos fabricantes mais afamados, clcheles
pratiados mnito finos, retroz de todasas qualidades,
11 Iroz em carretel c em novello, e dc meada, de
toJas as cores, escovas para dentos, ditas para rou-
pa, ditas para cha|>o c ditas para unha, de todos
os precos, e outros mais objectos, que se tornara
FlTCMAO 1M> BOWJftfJtf-RlTA o
KKOI V. 38o
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wctson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
orS DE
Icalderark e rmmu m metaes,;
Nito na rua do Bruna n. 10 junto
a fundico do Sv. lio mam. pertencente a
Tillara Irmo A C.
Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e
fundico, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as ^
pessas que se dignaron de os procurar, com promptido, sinceridade e pre- $g
eos muito rascareis. O dito estabelecimento estando montado em ponto -gg,
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo uK
habis officiaes, pode executar eom toda a perfeico e seguranca qualquer ^
obra tendente as artes cima mencionadas e afloitamente pdem os abaixo as- r^
fFS signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode ^B
Jk fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimencoes. j Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res- das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys-, Torneiras de bronze c bronzes para
temas de Logier e Derosne. |- engenho.
Carapuc-as e serpentinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanbo, avulsas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e reQnafo. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilacoes.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca.! capim.
Machinas econmicas para lavar ropa Ditas para navios e barcacas de vanas
o melbor possivel. I qualidades e dimencoes.
Cobre em lencd e arrodellas, estanto em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villara Irmo & C.
Manteiga ingleza perfeitamente flr, mandada
vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a
800 rs. a libra e o pote separado.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha^
1 iian-se com dinheiro e sem susto dita lo- eufadonho annunciar.e vista dos freguezes pro-
j,! que seo bem servidos. Tambem ha um | metiere fazer tdo o negocio; so no vigilante, rua
bom sortimento de ditas brancas para se- I
nhoras c meninas, e s3o vendidas na mesma
cunformidade.
Ehosphoros de cera.
Vendem-se a 24' rs. a duzia de caixinhas
de phosphoros de cera: na rua do Queima-
do. loja d'Aguia-branca n 8.
Inglezas : Opiata r agua da
Colonia.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra. | Gna em ^ muiU) wm m fS a ,aU.
Idem, verde, miudinho, mais proprio para ne-1 nha, e 1,300 rs. a duzia.
gocio, a l,5oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, TraveUies
Lunch, Cabin, eoutras umitas marcas a
l,4eo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoitoinglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e
800 rs. a libra.
6,000 rs. e de l,2oo a
Cofre iuglez
Vende-se por commodo preco um cofre ingle*
prova do fogo, em perfeito estado por ter poico
riso : na rua Direita n. 84, padaria.___________
Hna da Senzalla INeva n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas-de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeJiOW
Joor Vibra a 120 rs.
A Aguia-branca da rua do Queimado n. 8 VENlMXXJ
acaba de receber a apreciada opiala ingleza, djrelio mtcniacMBal privado e a appiieacao de seus
assim como mui boa agua da Colenia tam- principios compreferon.u as leis principaes 6
bem ingle/.a.
Carrafas com agua da Colonia.
Q CONCERVADO
DE
bAYQimm 8, Q)(D3 35DS.
N. 21LMMO DO TERCO-N. 21
O proprietario deste bem sortido armazem dc molhados vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, c por isso capriehou de cscolher, para bem servir
aos seus freguezes. mandando vir a maior parte do seu sortimento, para o que tem pessoas
encarregadas para este fim, eos pode vender por senos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genefera de Hollanda em botijas de eonta certa a. 400 rs.
dem de laranja em frascos graades a t,(WOfs.'e de Hollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de pacsas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composicao a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroDaa
10,000 re.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo rs. .maC-
Serveia dasmelboresmarcas a500re.aarrafa e a duzia a 5,5aors.
Viahe dasmelhores marcas F. L. P. a 4oe, 5oo e 56o rs. a garrtfa* a caada a 2,8oo e
4,ooo rs. _
Batatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a *,8oors.
Bolachinbas americanas a 2vooo rs. e 3,5oo rs. a barrica e 2oors. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo re. glao.-e a 64o rs. a garrara.
Queiios do reino os mais novos do mercado a l;8oo e 2,ooo re.
Milho alpista o mais limpo que ha a 5,000 rs., a arroba a 160 rs. a libra.
Manteiga ingleza pumente Hor .O ^.JM re. a hbra^ ^ ^ ^ ^ ^
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l.Ooo, l,8oo e2,ooo rs., os do ultimo
vapor,
dem prato muito fresco a 6iors. a libra,
dem londrino muito fresco a 8oo re. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, c 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs. a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, peeegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 '/arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Naates a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a 4oo rs. a libra cem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o re. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o molho, e a l,ooo re.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouriras as mais frescas do mercado a
54o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo re. a caixa com urna direi*.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo.ooo rs. a
duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo re. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,ooo ts. a caixa e 8oo rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a8oo re.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa cora urna
duzia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixcd, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
re. o pote.
Gr3o de bico a 46o rs. a libra, em arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de 4 a IClibrmuitos, a
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de i ,ooo a 3,ooo
rs. cada um.
om preierencia as teis pnncipaes ao awiiiwgo iu^w- -;---------. c lihra p em barris a
Brasil, em t volme, por Dr. Jos menta Bueno,' dem franceza, e muito superior, a 560 rs. a libra e em wi m d
Cafe do Bio da t e 2/ sorte 280 e 3 rs. a libra, e a arroba i 8,8t 9,01 rs.
ajobt) : no ewftjiw io de Antonio LuizoOUvelra
I Aievedo 4 ., raa da Cmr. n.t
Sda primeira e*egunda sorte a S^do ,'5oo e 2,ooo rs ,.libra.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velbo su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1 ,ooo a 1,2oo re. a gar-
rafa e de lo,oooa 12,ooo rs. a caixa com
umaduzia.
dem Bordeaux de di fferente* marcas, garnte-
se a qualidade, a8,ooo rs. acaixa com urna
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafio.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaro por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafo.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e 4,ooo rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 6oo e 64o rs. o masso. e om
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo,ooo rs. a H ,5oo rs.
a arroba.
Caf de 1* e 2a sorte de 8,3oo a 8,6oo rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a bbra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
8o rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e bso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
l,ooo rs. a garrafa, e a lo,ooo rs.a duzia
ou gigo.
Alhos a 8o re. o masso.
Sal refinado a 7o re. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna bbra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, o portu-
guez a 1 ,ooo rs. a libra, e a 28o re. cada
pao de urna */
Garrames vasios de 5 garrafas at 3 ranadas
de 5oo at l,3oors. cadaam.
Ameixas francezas em caixinhas legantemea-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,ooors.
cada una; tambem ha fratcos tatas de
differentes tamanhos que ae vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarrao, taibarim, e
aletria a 48o rs. a libra, e em caixa se
far abatimento.
Doce de goiaba do loo a Sao rs. o caixTo
grande.
dem a 2,ooo o caixao grande.
Charutos de todas as marcas e dos memores
fabricantes da Babia de l,ooo 4,ooo re.
a caixa.

Chegaram novas garrafas eom agua da Co- Vende-se ama carroca para vM., *m b< Tr.rirfKz'fl erSe "tamahoa Uo~rs7ca^um. e a lm dos gneros annimciad
|. na para a loja d'Aguia-branca, rua do cstado : quem pretender drija-se xxxheirada
Queimado n. 8. a da florenna n. 5.
ios I Alem 4os gneros cima anarmciadoiha nm completo sortimento de cominbos, er-
%**&SSi*.' ve^e' tohe*4vte -\n toe, alftema c M muitop qu.tudo s yie por b*imo ^
* \
ILEGVEL


a
-Harto de Pcroawbuoo uinta fetra de OiMubro de t83.

N

\.
V
v
GRANDE ARMAZEM
AB
EE
X. 36. IIl'A DAS CRBK8 N. 36
DO.
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
"empre em vista fazer tudo o que for possvel para bem servir aos seos freguezes, tem
deliberado vender os seas ja bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem tao bem servidas como vmdopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devaudo os mesmos senhores ter toda atten-
cao com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progresista da ra das
Crnzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e vao outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
Uvas muito novas a l.ooo a libra.
Castanhas a 2oo rs. a libra,
Figos a 3.0 rs, a libra, p ,t d 200 rs a duza de caj^has
Vmho superior da Figueira e Lisboa, a 400, Q nAb PAan
410, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,' e z,luo rS- a grosa'
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada. Ditas hygienicas e de seguranza a 240 rs. a
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho secco, AlpisU muito limpo a.160 rs. a libra,
Chamisso^Madeira superior a 8,500 rs. a Gomma de engommar a 80 rs. a libra, e
duzia e 800 rs. a garrafa.
2,200 rs. a arroba.
Mcm Bordeara de diversas marcas a 640 rs. fc ft muio novo e alvo a 240 rs.a libra,
a garrafa e 7,u00 rs. a caixa com 12 garrafas, i
dem Muscatel de Setubal a 1,700 rs. a gar- ab5 heSPanho1' libra'
rafa, e 18,000 rs. a duzia.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto,
Lisboa eFiguoira a 2,100, 2,200 e 2,300
. rs. com o garrafio.
dem branco muito superior a ."300 rs. a garra-
fa e 3,500 rs. a caada.
Garrafn com 5 garrafas de vinagre a 1, loo rs.
Vinagre superior de Lisboa a 1,100 rs. a ca-
riada e 200 rs. a garrafa.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1.000 rs. a lata.
Genebra de Hollanda em bu tijas de conta a
400 rs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs* a
resma.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
Champanhe das mais a creditadas marcas
Velas de spermaecte superiores a 580 e 640. a 10,000 rs. ogigo e 1,0 O a garrafa.
*" raac" Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Mantua ingleza de i.' qualidade, a 800 rs. chocolate portuguez, francez, hespenhol e
a" I suisso de 800 a 1,200 rs. a libra,
dem de 2. dita-, a 700^. a libra. Ve|as de carnauba e de composg5o a 320 e
dem de 3a. dita a 600 rs. a libra. 3e0 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
., ... i'oba.
dem franceza, a melhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
dem em latas com 2 '/ libras a 1,400 rs.a lata.
Banha de porro refirmada a 500 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados ltimamente a
2,000 rs.
dem prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra.
Massas para sopa macarro* e talharira a
400 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
bia 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Ceneja das melhores marcas de 5,000 a
6,000 rs. a duzia.
Biscoitos inglezes de todas as marcas a 1,200
rs. a lata.
Arroz Carolino e do Maranho a 2,800 rs. ar-
roba e 100 rs. a libra. A-_N
Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
Amcndoas de casca mole a 280 rs. a libra. t e 1,800 rs. cada lata.
Caixinhascomameixasfrancezas.de^iversos Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
tamanhosal, 200,1,400,1,800 e 2,100 rs.
cada urna.
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia, pe-
c.igos e alpech a 480 rs.
Marmelada de todos os conserveiros de Lisboa
a 600 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Ameixas em latas de 1 \'i e 3 libras a 1,200 Farinha de Maranho a 140 rs. a libra.
c 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra. L. .. ,A ...
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Cha huxim omolhor que possivel encontrar Erva-doce a 320 re. a libra.
ne.ste genero a 2,700 rs. a libra,
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra.
tam miudinho a 2,700 rs. a libra
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de ararula a 500 rs. a
libra.
dem oreto de qualidade muito fina a 1,800rs.!Frascos com atneixas francezas a 1,400 rs.
. cada um.
'dem mais inferior a 1,500 rs. a libra. _
Prezuntos do Porto a aoo rs. a libra.
Genebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os frascos pequeos. Batatas muito novas em gigos com 38 libras
Cbnirieose paios os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac ingtez a Ooo rs. a garrafa.
por l.ooo rs.
Canella da India a I,loo rs. a libra.
Cominho a 64o rs. a libra.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e Azeitonas (le Lisboa muit0 novas a 1)6oo rs.
8,ouors._ duzia. a ancoreta.
Lworea nanawag, anmzcte, plaistr des da-i
mes, etc., etc. a 8oo rs. a garrafa e8,5oo Estrelinha c rodinha para sopa a 6oo rs. a
rs. a duzia.
libra.
Ranal as melhores que se eneantram a 360 Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco,
rs. a libra.
Bolachas inglezas muito novas a 24o rs.
;i libra, e 3,5oo rs. a barrica.
| tffta refinado a 8eo rs. a garrafa.
'Conervas inglezas de todas as quididades a
750 rs, o frasco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2o/) rs. a libra.
oiuouipaiaqBisa 9\s& jep
-bi3ki*h> bwubui ap umajos so apno 'ajjed cuno e obs. os-mepiAto sz.a sejinuisaisa
anb.iod 'oa.d ojojeq sieui jod sojeuaS sajoipui so ap_a.i as onb a gg -u sazn.ia ssp
en i ep ejsjssaJ-OJrl uiazeaiJi* ou os anb ja.\ saqi-opuazej 'sajopejjod 6nas o mx ogo
-u.iub epoi Jai saioquas sorasaui so opua.vap 'aspejae oru aob oioafqo jaobjeab jaA|o.p
w.uepuKai ap JO.it/ o taazBuiJB ajsau jcidraoa majfpueio anb sajoquas sob apad oujsaai q
ojuouii.iaiaqBisa aisap soudojd ogu sopafqo opoeiuoa otosaui epuiB 'BpoamuioMa jaub
-i: ib .iriab ap as-BaJJBOua ajuauqBOssad opw.\ oraoo sopiuas maq ogt majas 'soabjo
no monUB snas jod jBjdmoa raajBpuBm anb SB6ad se euep a 'sopeuoiouoin oxieqe so
-aj(l sujad apBpqBnb bj.hui id ap sojauaS sopiaaquoa maq ef snoe so JSfPM opBjaqqap
ut 'S8zan8ajj snas sob jf.wos maq bjbI fOAissoa joj onb o opnj jozbj bjsa toa ajdiaas
op 98 -a o|ao)uv o|ai: J|> oj.ijim| op zn.i> ep ciu fn v
GRANDE ABMAZEM BE MOLHADOS
DI
VIIVA
TO?S I COMPLETO
VAPORDS S SORTIMRSTO DE M0LB.AIM)3.
t
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMEMO.
vende-se em porco e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidSo qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
RIJA IIlI^Ii;iUTIU/ W. 7.
Tem a honra de participar ao respeitavel publico e aos seus freguezes que acaba de recebor
um lindo e variado sortimento de objectos de phantasia para presentes, assim como ventarolas do di-
versas cores e fetio modero, rieas capellas para noivas as melhores que tem vindo ate boje em Per-
nambuco, grande quantidade de agua de colonia, estrados para lenco, banha e oleo para cabellos
tudo em vidros grandes e pequeos muito lindse variados e por precos diminutos.
Continua a receber por todos os paquetes da Europa luvas de Jouvin brancas pretas c de todas
as cores. '
Agua de tingir cabellos de Marquis, ingleza, melanogene, berger etc., etc.
Na raesma casa continua a receber encommendas de cabeleiras para hornera e senhora cbial
trancas, crescente, nsete, etc.
Correntes para relogios trancelins e tudo quanto diz respeito a arte de cabeleireiro. e
friza-se caljellw pelo preco de 500 rs.
Kspartllhos espartllhos.
EspartilROs regencia privilegiados da fabrica mais afamada de Pars, esses espartilhoi sao fu-
tes de tal modo que urna senhora com um delles ha de ser semprc bem vestida.
Ricas e lindas capellas para noivas de urna fabrica especial : ra da Impcratriz n. 7.
INJECCAO E CAPSUL
GRIMAULT E C'f PHARMACEUTICOS EMPA,
Novo tratamenlopreparado enm xt fnlhna de Matleo.Arvore < Prru,para a cura r pMa e nfahil
da Gonorrhea sem reccio algum da nmtraciyo du ranal ou da liillammacno dos Intestinos, o ('din;
doutor nieord, de Part>, ter renoneiado. desde sua appar(;io. noemprdgn de qualquer o iru tr.il
Kmprea-se injrrrfis no comc/> do linio, as capsulas em lodos os rasos elimneos c inv< U r.idos, que
, reslslirSo s preparacoes do copaliu, cubeba e it injecr,6es com hace metallira.
Deposito geral cm Varis, em casa de MM. Grlmanlt c Ca, phurinarcutiros, 7, ra de la leu.l'a.l
em Lisboa, Jon-\io(lnh(> da l.nl>-lnn>lhii jiinlnr; no Porto, Migad Jax de 9ini7.it Fri-
I reir; em o /tio-de-Janeiro, Gi-nla, 102, ra S. Pedro: em llnhia, J>r-r,ariimo Feir<-lrn-tiln.
helra; em /to- brande, Joaqun de Godoy; em Maranho, Forre Ira e 0a; em /'irnuuiluc,
Shaam e O, rus da Cruz. 22; Saina, e as princ.ipaca pharmaeias do Brazil.
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respta-
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
procos dos seos acreditados gneros, como abaixo vero nao obstante os precos mencin,
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir saisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertndo-lhes que mandem seus portadores, que serao tao
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barbosa
Manteiga ingleza perfectamente flor chegada
no ultimo vapor a 800 rs, a- libra.
dem de 2.* qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de ponto refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oe, .%o rs. a garrafa, em caada
2,800.3,000 3,5oo e 4j000 rs.
dem em barril o mais superior que lera vm-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
4,ooo agarrafa e a io.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam:Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso A Filho, Madeira secco, e Feitoria a
MI EXNlSICt, HE IMZEMIAS.
I
Baratissimas que se vendem para apurar di-!
nheiro, na luja e armazem da Arara, ra
da Imperalriz n. 56, loja de Lourenco
Pereira Mendes Guimares.
Neste grande estabelecimento acha-se um
grande sortimento de fazendas, tanto para o
, matto como para praca, advertindo aos
Farinha de MaranhSo muito alva e cheiroza seus freguezes que as fazendas tem subido,
a 46o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra ea9,ooo
rsi arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs; agarrafa ea
4,800 rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a
4,2oe rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a 4-, 4 00 rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a 4o,ooo rs, o gigo, e a800 rs. ea
4,000re. agarrafa.
O GALLO CANTA
J sabido que, (piando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus nnmero-
sos freguezes as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como < j ui :
Camsinhas pura Mnkonu.
Riquissimas camisinbas com mauguilos c gra-
valinuas para senhoras : s no Vigilante, ra do.
Crespo n. 7.
Ciriqolinhas.
Riquissimas eirigolinhas ou gravaiiebns. icttilo
porm no seu estabelecimento cada vez ven- (eousa de rau'togosK'. e a primeira tei que appa-
* __: Lnn,;,-__ i; :__i ___ rece para as senhoras de bom gosto : >o 110 \ii-r-
de mais barassimo, na loja cima da Arara, iamePrua do Crespo n. 7.
Ify
ruada Imperan i/, n. 56.
Principia Arara, cassas organdis a 200 rs.
Vende-se cassas orgaBdis de quadros, cor
de caf para vestidos a 200rs. o covado, cas-
sas francezas finas 240, 280 e 320 o cova-
do, pupelina de quadrinhos para vestidos de
senhora a 320 o covado: ra da Imperatriz
a. 56, -Arara.
Sedinhas da Arara a SCO rs.
Vende-se sedinhas de quadrinhos e de lis-
tinhas miudas para vestidos de senhora e
' meninas a 560 o covado, laazinhas de qua-
' drinhos a 320 o covado, ditas muito finas
Serveia preta marca T e XXX a. 6,5oo e .
7,000 rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa, transparentes, tadachegada neste ultimo
tambera temos das mesmas marcas para 4 P?;*00' ?00 56G rs- *? de,st
e4.5oorS. a ,lnzia p" inn S a ^afaV quahdade so tem Arara : ra da Imperatnz
n. 56, de Mendes Guimaracs.
Oatra pechincha na Arara a 240- rs.
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca T e cobrinha a 5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para *,ooo rs. a duzia.
Vende-se chitas francezas cores fixas com
pequeo toque de mofo, porm afianca-sc que
logo que se lave fica limpa, padres escuros
e claros a 240 e 280 rs. o covado, ditas lim-
pas, finas, a 320, 360 e 400 rs. o covado;
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra na loja da ra da Imperatriz da Arara n. 56,
de muita duraco a 4oo rs. cada urna. de Mendes Guimares.
Arara vende as camisas para srnboras.
Graxa em latas grandes a 4,3oo rs. a duzia
e 42o rs. a lata.
Palitos do dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
Vende-se camisas para senhoras com goli-
nlias e punhos, com botaozinbo e grvala.
Ooo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com Palts do gaz a 20 rs. a caixinba e 2,3oo rs. fazenda viuda por este ultimo vapor a #500
42 garrafas. a gre/za:
^ft^fffSl! doPortocon- Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a2,4oors.
dem com 5
2,4oo rs.
garrafas de vinho Lisboa
M
li lelil! IUVVtlw>
mm& 9)
Genebra de Hollanda garrafoes com 46 gar"
rafas por 6.5oo rs.
a. dem cm frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa nm 1 K k
,aingarr^ngarraM d' ^ ^ m ^ &Z*I*Z "^ """
dem em'barril muito superior a 5oo rs. a dera- de.la,ranJa era frascos 8Tandes vcrda-
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada. de,ra ltal,ana a l>000 rs- frasco-
Ameixas francezas em caixinhas de 4 % 2 Marrasquino de zara a 72o re.
e 3 libras elegantemente enfeitadas com r- Licor francez de todas as qualidades em
cas estampas na caixa exterior a 4,3oo garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs
4,60o 2,ooo e 2,5oo re.
dem em latas de, 4 '/s e 3 libras a 4,4oo e
2,6oo re, cada urna. *
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a 4,6oo.
dem em caixinhas a 4,4oo re.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 4,80o rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
Vinho Bordeaux
que tem
re., eem
cada urna, golinhaseom botozinho e punho
muito finas a 4 OOO, gravatinha ou golinha
com botozinho para senhora a 320 rs.,
s na Arara vende-se capinhas bordadas
para menino a l#0OO cada urna, entre-meios
e tiras bordadas para enf. lar vestidos a
46000 e i280apeca; na loja da Arara,
ra da Imperatriz n. 56.
lie(liiilms da Arara para senhoras.
Vende-se redinhas para segurar cabello a
40000 rs., enfeites para cabeca de senhora a
4 #000 rs., meias cruas para senhora a 320,
lencos de retroz para meninas a 320 rs, s
na Arara, ra da Imperatriz n. 56, de Men-
des Guimares.
Aiuda mais tima perhinrna na Arat a a 2000 rs.
Vende-se cortes de chitas inglezas a 25000,
ditas francezas com um pequeo toque de
logo que lave fica
cortes de riscados
3,5000, cortes de
Pentes de concha.
Ha para chpgar riquissimas guarnieres df> pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis: sa m Vigilaatt, lita-
do Crespo n. 7.
Redes enm Incinlios de pa.
Lindas redes prelas c de cores com ii,i lindo la-
cinho de lita para conservar o cabello, peto barato
prego de 15300; assim como os novo.- enfeltw pa-
ra cabeca a 35000, 4$ e 35000 : > no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores a
15300; assim como fita propria para o luesou ef-
feito a 500 rs. a vara : s no Vigilante, r;u o
Crespo n. 7.
Lucas de Joutin.
Tambem chegou e chegam por Mus os vapores
grande sortimento de luvas de Jouvin, onde os Iro-
guezes podem cscolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
Entremeios e babadinhos.
Tambem chegou grande sortimento de entre-
meios e babadinhos, que se vendem peto bufatis-
sima prego de 1(5300 a pecinha : so no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Fivelas para cinto.
Tambera chegou grande sortimento de Unto u-
vellas de ac e de metal com pcdrinhsse sem el-
las, pelo barato prego de 23 e H500, dandi e
fita para as mesmas : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
O GALLO CANTA.
J sabido que o gallo nao poda dei ar de can-
tar, annunciando a seus numerosos freguezes os
riquissimos pentes, que acaba de receber >or cate
ultimo vapor._________________________>
Sacos vasios.
Vendem-se saceos vastas de esl| a a 320 1-., di-
tos de algodaoziuho a 320 : quem precisar des mes-
mos, queiraannunciar por este jornal para ser po-
curado. _________
Anda estao |ior vender a grande casa terrea
com grande sotao e bom quintal minado rom por-
tao com sabida para outra ra, as Cinco Ponas
n. 37, e a casa terrea natravessa do Poeinho n. ':
quem pretender, dirija-se ra do Hospicio n. 158,
que se dir quem as vende.
Sitio para vender.
Vende-se um excedente sitio muito porto da
praca, situado na estrada de Sanio Amaro para
Belm, com boa casa de vivenda, muito fi esca, leu-
doositioexcellente baixa para capim e huta com
muitas e boas arvores de fructo : trata-se na ra
dos Guararapes n. 28.
Cal de Lisboa e pofnssa da
Itn&sia.
Vende-se na ra daCadeia do Recito n. 2(, para
onde se mudou o antigo c acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os-gneros sao novse
cassa de babados e de barras a 25C00, para j legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e' acabar, ditos de barras de seda a 35000 rs., "tra n"l|i'"'r parte.____________________
outros a 800 rs. agarrafa. ditos brancos bordados de groxe enfeitados | Cal de Lisboa
maraes.
na ra do Vigario n.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. Arara vende roupa feila.
_ Vende-se calcas de meta casimira e de
Gomma de engommar muito alva a 80 rs. brim a 25000 rs., palitos de brins de cores
Salmao em latas
800 rs.
ermeticamente lacradas a
Lagosttm em latas grandeva 4,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a 4,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
4,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Ghouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommeoda especial nos-
sa a rioo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro da lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mai& novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 4,400
res.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com a 6 libras per 2,4oo re.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiro6 de Lisboa a 600 rs. a
libra.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 160 rs. a libra.
Sevada muito nova a 42o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
MacarrSo a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a 4 00 rs. a libra e a 2,800 rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. alibra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sojar a 32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. alibra,
o a 4o,ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez *9oo e 4,000
rs. a libra.
Estrellinha epevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,000 rs. a caixinha com oito
libras.
CbA perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hyssoo a 2,56q rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
CA, lI LlMI.tA
Vende-se a 4^K>00 o barril n;i ra
n. 20.
Apollo
Vendem-se duas casinhas pequeas na roa
Imperial ns. 280 e 282 : a fallar junto du me
mas n. 284.
Sapntiulios para meninos de
annos
la
a 2|?500, ditos brancos a 3-5000, ditos de ca-
simira a 4$000 e 65000, camisas francezas
a 4)51600, 25 e 25500, ditas.de linho de pre-
ga larga a 35000, seroulas de bramante de
algodao a 45600, dilas de linho a 25, gra- i ctiegaram no ultimo navio francez, os oais tu l
vatas a 400 e 500 rs., pares de meias a 420 ios sapatinhos abotinados, enfeitados de
6 em duzia a 45400, 25500 e 35 : ra da qmm, lustro c cordavao a 25 : na loja do vapor,
Imperatriz, loja da Arara n. 56. ra Nova n. 7._________________________
Corles de lia a 35600, 45 e 55 rs. ,Terre'MI ,
VnHp-sp ric/v crlA*; le Ha dt diiadri-> Vende-se um no lugar de Mana Simplicia era
venae-sc ricos, cortes Ui, aa ae quaut na ra da Cruz armaiein n. 26.
nhos a 3k)0O 44 o 55 cada corle so na ^eude^ urna o, tenea. no pateo de S. P '
Arara ; ra da Imperalriz, loja da Arara < dro.Sovo m 01jnda> aonue 0 comendador Joa
n. 56. ^ Piuto de Lemos, tem passado a testa, tendo 4 qnar-
Arara vendo ricas olxas aveludadas a 85000 rs. tos, 2 salas, 1 gabinete em separado, chaos
:IO-
Vende-se ricas colxas aveludailas para ca-1 pri'os e per'to dobanho salgado-, i tratar rom Joo
ma a 85, ditas de fustao a 55, dilas \le da- Simpes P.mentel, na ra do Amonm n dt.--------
nhpria* rlp chita a 9^000 ma Vende-se tinta superior para ailar roupa, a
1' 23000, cala garrafa o 1000 as meias garra ras;
na Roa-Velha n. 93. Com una garrafa, urna
familia aila roupa um anno inteiro.
1 ,______________________^--------------
Vende-se urna bonita escrava, com as q
dades proprias para ser apreciada, sabendn eu-
Ihiii
I masco a *q, o
da Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Lencos de seda da Arara a 800 rs.
Vende-se lencos de seda fino, um s a
800 e 45000, ditas com franxa a 45500,
chales de merino estampados a 35000, ditos
finos a 55, 65500 e 85, s na Arara; ra da
Imperatriz n. 56.
Baldes de arco americanos a 35fK>.
Vende-se bales de arcos americanos a 34
proprias
gommar, cosinhr, coser e bstanle moca)
parecida-, tratar na travessa do Paraso sobrado
n. 48.
____________________-------------------
Ve-dem-se
grades de amarello para portas e janellas confort
, .c r,nctnra ra enmara. Dar ver e tratar na
Henripie

Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguezas a 64o rs. a lata.
_e tomate a 64o rs. a libra,
confeitada* a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a 28o rs,, a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra. 1
1 me as posturas da cmara, para
35500, 45 e45500,balSes de panno a 35500, itravegsa do Poeinho n. 49, com o Sr
ditos briJbantina a 45, s na Arara vende- Jorge,
se pecas de madapolSo entestado fino a 45,
ditas de-44 jardas fino a 54500, 74e84,
algodao cncorpado a 45, 45500 e 55000 rs.,
s na Arara; ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da Arara 56, de Lourenco Perei-
ra Mendes Guimares.
Casimiras da Arara.
Vende-se cortes de casimiras escuras a
non.
T,
Na ra do Qwimado n. 43, esquina que
mita para a Congregagm; pechincha.
Paleto de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14,3000
.ditos de panno prcto e azul a 9, 10, 12. 16 e 18$
44600 e 25000, tambem se vende em covado, I ditos sobreeasaeos de panno muito fino por 24* e
dem preto homeopathico e muito superior a '# covado e tres quartas d* urna calca a 44! 28*, ditos de alpaca preta e docordo a 4,5
2,000 rs. a libra. 0 covado; na loja da Arara. 7* c-'a8 ^ casemiras de cores a 5,6, 7 e H
Idemnacional a 4,6oo rs. atbra. *r re.de M __!. de earee^ a 248001 J|%^^%>:$?>X?^
Batatas muito novas a 80 rs. a libra. Vende-se pecas de cambraias de caroct- todas as qualidades e por preco muito barato, \cb-
Charutos dos melhores fabricantes da Baha nhos de cores brancas a 24500 a peca, cam- ces de puro linho a preco de 9,8800 e 35. e>
tas de chita a 24140, collarinbos de luilio puro a
600 rs. cada um, e outros inhitos objectos que so
e de todas as marcas, como sejam: sus- braia liza fina a 34 e 34500, dita para cor-
btos, havaneiros, messecijes, regala im- tinados de 20 varas a 84, dita* 8 40 varas
periai, flor da&mattas, primores a 4,000, a 44, e 34, cortes de cassa co_| pateas sol-
3,5oo, 3,2oo, 3,000, 6,2,800, 2,5oo,ta8-, com 4 vara de largura a t#, no Arara;
2,000 e 4,600 rs. a cala. 'roa da Imperatriz n. 56.
.
vista ; e para isso se pede a attenco dos frt-
|Ue_e8._________________________
- Vehdem-se dous moteaDes : no largo da Hi-
beiradeS. Jra m. W.

__l


MHMMMi
I I .
Diario te Pernanbtito Quinta felra f de Ouhibro de tl.
L

LITTERATRA.
Os resolta ao Brasil.
OONSIDEBACdES M F. M. BAPOZO DE ALMEIDA.
111
(Concliiso )
Noges ha d'eslas, que, cm colliendo s
mos o inimigo, o alam a un pu pendu-
rado, como se pendra arara urna fera; e
d'ellc, a postas, vao tirando, e cometido pou-
c a pouco, al deixai-lhe os ossos esbru-
gados; ou cosen do-as, ou assando-as; ou
i canibalismo, contra este banquete de Atrus,
lorraiido-as ao sol sobre podras; ou, quan-j 0 remedio a lomar? ii&uns julgarara
as' Pilque se Ihesdevia dar caca ; e extermina-los
como a tigres indmitos; mas o misiona-
rio jesuta pensou de outra maneira; e por
isso usou de outras trabas.
Desde que a agua do baptismo se derra-
pilando .-linda entre os (entes, e correndo-
liie As beicos o sangue do miseravel pa-
decijK quacs tigres deshumanos. "
0#s llie abretn as enlranhas, e llie be-
bem o sangue em salsfaco doaggravo; e,
antes que expire, chega a elle o aggravado
ou algum son carente, e, dando-llie com
una ma<;a ra cabeca, acaba de mata-lo ; e
fica deste fe i lo afamado, e com nome de
grande e valente entre os outros.
Usam tambem partir o padecente em
quartos, qual caca do mallo; e. assados es
tes, ou cozidos, os vio comendo em seus
banquetes com grandes bailes e bebidas de
vinhos ; e para mais cevarera o odio, con-
servara parte destas carnes ao fumo, para
dar sabor s mais carnes das feras, quando
as cozem, como costumamos fazer com o
toucinho.
Dos que lomam na guerra, os velhos co-
meen logo (carne do maior sabor para elles) :
os mancebos levam captivos, amarrados com
cordas, com grandes aigazarras, maneira
do triumpho.
modo, com que ao depois os matara e
comem, forra que ponhamosaqui, porque
urna das mais refinadas de suas cobardas.
Logo que o contrario tomado vivo em
guerra, e aquelle que o captivou tem in-
tentos de mostrar a elle a Ilustre fganlo de
guerreiro valente, remette-o povoago do
maior principal, e aqu, em lugar de gri-
ihes, se faz entrega delle solemne a urna
carcereira fiel, que o ce ve e engorde por
tempo. Para isto se llie do cacadores, pes-
cadores, e todo o mais necessario para que.
seja bem apascenlado ; e com advertencia
que llie nao d pena em nada, antes allivio
e -leseango em ludo, porque assim se v en-
gordando, qual bruto animal, para os inten-
tos da gula e odio, como logo ouviremos.
Quando j, parecer da carcereira, est
grosso em carnes, despedem mensageiros
por todas as povoages circumvsinhas, fa-
zendo-as saber o dia da festa, para que todos
sejam presentes solemndade festival, sob
tem pelo maior bras3o, e mor nobreza de gens, guerreiros at ferocidade, e selff^^^rena 6*e certo suppor que um attentado
toda a gerago, o haver morto, comido, oa ducac5o moral, poltica e religiosa, em sub- ta0 odioso ti .esse tSo grande numero de
bebido de alguma parlo cozida de seu con- missos vassalos. cidados prestrnosos, e lio- vctimas.
trario em lerreiro. I mens exemplares. l M '. .____ ... ... ntnn ,
Ero vista desto quadro bem poderamos1 A m moria humana esl anda enlutada Mas <'> que tmha fe.lo urna ad-
apostrophar com o iramortal Carnees, quan-'com os horrores, que produzu entre os po- vortencia,
do falla dos matadores da infeliz D. Ignez'vos essa hcresa.que subverleua ordem pu- Na vespera notou-se que um grande
' blica: vamos nos llagar o quadro da trans- numero de mancebos se tnlia confessado e
figurado milagrosa, que nos selvagens do commungado as egrejas. E' provavel que
Brasil produzu a sublime doulrina do insti- a commiss5o nac tenha (,ado ordem n
a o da companhia de Jess, que Dos sus- m^,.a
citou para apoo da suaegrejae para deses-;urnlevanlament0 *eral no caso de morte
pero do protestantismo. do conde Berg.
A impiedade e a heresia citaram o catho-| A pontualidade cora que fui seguida a
licismo para o tribunal da historia, que jul- ordem revolucionaria atiesta o rgimen de
1;. lerror que pesa na cdade de Varsovia.
Na proximldade das eleices na Prus-
sia, nao deixa de ler algum interesse o co-
nheciraento dos termos de urna communica-
go que o ministro do interior expedir aos
de Castro.
Bem podras, sol da vista destes
Teus raios apartar n'aquelle da.
Como da seva mesa de Thiestes,
Quando os filhos por mo d'Airu coma.
Ora contra esta ferocidade, contra este
mou sobre essas cabecas de sanhudas fras,
a carne humana, que era seu manjar predi-
lecto, tornou-se ensonsa e enfastenla : abor-
receram-a, e tomaram-lhe asco; e, para far-
lar essa voracidade feroz, foi remedio infal-
lvel a eucba istia.
Nao a eucharista o corpo e sangue pe-
renne da victima do Calvario ?
E pois, para curar a antropophagia ani-
mal, o missionario jesuta applicou a antro-
pophagia espiritual.
O selvagem pago deleitava-se na embria-
guez feroz do canibalismo ; mas gracas ao
missionario jesuta, o neophito chrislo vae
arroubar e fartar a sua alma as delicias da
encbarislia.
Esta transformago do selvagem feroz e ca-
nbal em pacifico cidado e fiel vassalo, um
fado incontestavel da historia : como po-
der explicalo a razo humana sem a n-
tervengo da razo divina ?
Essas feslas canibaes foram convertidas
pelo missionario em procisses de devoco :
os gritos da orgia antropophaga foram tro-
cados em hymnr.s religiosos.
Essas procisses lo desnaturadas,' to
ruidosas, to profanas e 15o pagas, como ge-
ralmente as vemos hoje, tiverara pororigem
entre nos fazer esquecer aos remidos do pa-
ganismo os seus deleites brutaes do caniba-
lismo.
N'aquelle tempo eram meos de explicar,
em figurado, os mysteros sublimes da f :
hoje tem-se tornado em geral espectculos,,
mais profanos do que edificantes-
Os hymnos anda se repetem n'algumas
egrejas ruraes, e n'alguns engenbos e-jazen-
das, segundo os ensinavam e entoavam os
missionarios jesutas.
as nossas egrejas das cidades acbam-se
muito apropriadamente substituidos pelas
contradanzas dos sales, e pelas cavatinas e
pena de ncorrerem em not de avaros os ouverturas dos iheatros I...
que nao convidaren), ede malcralos os que Mas deixemos 0 quadro & presente, e
nao acodirem,
Congregada na forma requerida esla bar-
bara gente, vae sahindo aquelle valente sol-
dado, que ha de matar o contraro, a um
tereiro, como a um palanque, pisando gra-
vamos aos quadros do passado.
No quadro do selvagem feroz, que ha
pouco tragamos, temos o hornera derranca-
do e abandonado a suas ruins paixes; no
quadro desse mesmo selvagem, convertido
ve, cercado de prenles e amigos, como se em neopht0 chrislo, temos o homem an-
fora a armar-se cavalieiro, ou a passar parado pe|ns bracos da cruz, nutrido pela
catholicisrno compareceu; e a verdade da
historia lera triumphado da impiedade, da
heresia e do erro.
A sciencia e a historia foram os dous es-
letos, em que os impos e os heieges se qui-
zeramapoiar, mas essas duas columnas da|^erdoresdas provincias,eque fra pu-
verdade tornaram-se como as cobras deLao- e
cont, que tem comprimido e espedacado a
impiedade e a heresia.
Se o protestantismo tem clamado no ar-
blicada pelo Moniteur prussien :
c As prximas eleiges, obrigara-me a
communcar urna ordem real, que em 7 de
quejar da sua agona historia, philoso- ,, |t f expedida a0 ministerio de
phia.- nos tambem a nosso turno clamamos
historia e philosophia.
O catholicisrno, em toda a parte triumpha
da impiedade pela historia e pela philoso-
phia : na Ierra veneranda da Santa Cruz ha-
de infallvelmento triumphar pela historia e
pela philosophia.
estado.
N'aquelle documento diz S M. que nao
pode dssimular, que mutos funecona-
rios directos e indirectos, se tem juntado
t a opposigo contra o governo de S. M
A historia' e a philosophia sao as duas len-1 e que em vez de appwar enrgicamente
tes da razSo humara, atravez das quaes po-' este ullimo, lhe oppem om obstculo,
demos enchergar a razo divina do catboli- ^ prosperidade da patria, acrescenla
cismo no Brasil. g ^ imperiosamente que seme-
E o calholicismo no Brasil est persontfi- 8, ... _
cado por excellenc.a no instillo da corapa- ""antes tendencias, incomprtweis com a
nhia de Jess. miss5o de funecionario do ret, sejara com-
Uma trra ignorada apparece ao claro batidos por todos os meos, que nio fu-
um|)ho no mesmo Capitolio de Boma.
Vera vestido de mil maravilhas, de pen-
as sentadas em balsamo, todo em contor-
no, desde a cabeca at os ps. Vero, a cabe-
ca coroada com uro diadema vermelho ac-
ceso, cor de guerra. Do pescoco pendera
dous collares da raesraa cor, a tiraclo en-
contrados, que vem a morrer na cintura.
Os bracos, pelos hombros, cotovellos e pul-
sos, vao enfeitados com suas plumagens,
feicSo de encorecados grandes. Pela cintura
aperlam urna larga zona : desla pende at
os joelhos ura largo fraldo, a moiio trgico
e de lo grande reda, como a de um ordi-
nario cbapu de sol. E finalmente, n'esta
conformidade, nos jolbos, peinas, ps, vae
continuando a libr, toda da mesma peca,
de pennas de aves as mais formosas e lus-
trosas em cores, que para este effeito guar-
dara de seus antepassados.
Assim se veste e se arreia o feroz comb-
teme, sahindo a lerreiro. Leva as mos
urna massa, maneira daquellas, com que
se combatiam os cavalleiros da antiga edade,
a qual, desde a empunhadura al aquella
parte mais ?rossa com que fere, vae toda
guarnecida das mais lindas pennas, e es-
ta feila de pu mu pesado e forte como o
mesmo ferro. Assim se apresenta o comb-
teme ao lerreiro, soberbo, jactancioso e bi-
zarro.
Entretanto vem sahindo o triste preso,
que ha de ser sacrificado, atado com duas
cordas pela cintura, e por estas liram dous
mancebos robustos, porque nao possa diver-
tir-se para urna ou outra parte ; os bracos
sollos para com elle tomar os golpes, que
lite comeca a atirar o contrario ; o qual Sb
vao detendo n'estes, de proposito, para mais
festa dos circumstantes, at que, com a ulti-
ma pancada, lhe faz em pedacos a cabeca, e
o derriba morto com taes applausos, gritos,
asswios, bater de arcos, e de pes dos que
slao vista, que fazcm atroar os ares.
Mas. voltando atraz, muito de advertir
outra notavel ceremonia ; porque, logo que
o triste preso ia sahindo do carcere para a
morte costme irem receb-lo porta
seis ou sete velhas, mais feras que tigres,
e mais inmundas que harpas, de ordinario
tao envejecidas no officio, como na edade,
passante de cem annos, que assim as es-
colbem.
Vo cobertas com as roupas de nossos
pr'uneiros paes; mas pintadas lodas de um
verniz vermelho e amarello ; cora que se
fio por muito engraradas. Vo cingidas pe-
lo pescoco e cintura com muilos e compri-
- dos collares de dentes enriados, que tem ti-
palavra evanglica, e fortificado com a unc-
go dos sacramentos.
Pela f sbe-se at Deus : pela razo
desce-se at duvida ; e a duvida a ri-
banceira que nos precipita no abysmo da he-
resia.
O selvagem a ultima degradaco da he;
resa personificada ; porque a heresia
lambem a me fecunda da impiedade ; a
impiedade a morte da alma.
E nao s as florestas virgens da Ame-
rica, que se deram destes fados, que com-
provam o que o homem sem Deus. A his-
toria nos apresenta a Inglaterra e a Allerna-
nba, to ferozes 'era suas guerras de religio,
como eram as hordas selvagens entre si ; e
quando a Franca se tornou impia, nao falta-
ram os Dantons, os Mans e Bobespieres,
que egualaram, se que nao excederam o!
requinte da crueldade selvagem. Agora
mesmo a Bussia scsmatica arranca os olhos
e queima a fogo lento os indefesos captivos
da Polonia catholca.
Que a Providencia livre o Brasil de chegar
a duvidar ; porque a duvida a vertigera,
que nos pode fazer tombar no abysmo: e o
abysmo a degradaco.
Os nossos prmitivos selvagens, nao obs-
tanle estarem no mais fundo abysmo da de-
gradaco, tiveram f no missionario, e rege-
nerara-se e nobililaram-se na preeminencia
de c'-ristos: nao queiramos nos descr da
nossa preeminencia de catholicos para ir dar
na degradaco do selvagem.
Desenganemo-nos.
O Brasil nao pode prosperar seno som-
bra dos bracos da cruz: os Brasileiros nao
podem ser grandes e Ilustres seno retera-
perando o seu espirito no espirito da f, e
paulando suas accoes publicas e domesticas
segundo a influencia providencial do chris-
tian'ismo.
O christianismo puro e sem msela esl no
dogma catholico, como a luz est no raio, e
nao no espelho*jue a reflecte.
Em concluso:
A heresia de Lulhero foi urna especie de
mina incendiaba, que conflagrou a Europa,
revoltando familia contra familia, o pae con-
tra o lilho, e o filho contra o pae: O sub-
dito contra o soberano, e o soberano contra
o subdito, at produzr a terrivel exploso.
que tornou a Franca o escndalo vivo da
historia, porque se proclamou regicida e a-
theista.
O instituto de Santo Ignacio de Loyola nao
s conjurou na Europa as consequencas
d'essa suprema loucura da revolucomons-
deslumbranle da razo divina, quando urna
grande parte da Europa se envolva as tro-
vas espessas da razo humana.
O homem civilsado foge da cruz, e torna-
se brbaro na embriaguez da sua razo ; o
selvagem foge do terreno da antropophagia,
e vem repousar sereno sombra oV lenho
sacrosanto.
Na Allemanha e na Inglaterra protestante
despreza-se os sacramentos-, e a gula disfor-
me da embriaguez quasi barbarisa esse po-
ro, embora eoberto com o manto de urna ei-
vilisaco do ouropel: na Ameriea regenera-
da pelo eathocismo, os gulosos da carne Ira-
niana transformam-se em horaens abstinen-
tes, sofTredres as privacSes-, embora a
sua civilisaeo progrida lenla mas substan-
cialmente.
Ecomo se opera este milagreT
O quadro simples. O missionario je-
suta levanta o-laboro da cruz; e milha-
res de selvagens, anda embriagados do ca-
nibalismo, vem cahir na raz dessa cruz
O missionario langa-Ibes na cabega a agua
lustral do baptismo: o espirito maligno- dei-
xa desde logo esses coros; e para nutrir
essas almas enfraquecidas os miss^narios
do-lhe os sacramentos cm banqutef
Eis toda a verdade histrica da ciplisago
ne Brasil. *
Nega-la importaria a loucura do ego, que
negasse a existencia da luz, por issoanesmo
que a nao pode encliergar atravez* das ne-
voa&, que lhe-cobrem-1olhos.
(Do Brasit)
rado das caveiras dos morios, que em seme- tro; mas ate mu-aculosaraentepropagou nos
hante solemnidades teem ajuda.lo a comer; pa.tes idolatras da Asia, da frica e da Ame-
. m imec. eaco vo ellas cantando e rica a rel.g.o, que se chegra a proscrevr
e para maior recreagao
dansando ao som de certos alguidares que
levara as mos para effeito de receber o
sangue, e jumamente as entranhas do pad-
ceme.
em acto legislativo.
A heresia protestante produziu os mons-
tros, que se chamam Marat, Danton. Bobes-
pere, Vollare e oulros semelhantes. o ins-
tituto de Loyola produziu santos como S.
Becebidas estas e o sangue, entra^n- --.^ x;ver;e ^m cmo tw^OKi
. oulros que a memoria quasi
pode alcancar, retr e reproduzir
nao
cpal, feito almotacel a repartir a
defundo. A esta manda dividir em to Vie
miudas parles, que possam alcancar urna
pequea felpa della. E tanto assim que
aflirmam Indios antiquissimos, que como
commummente impossivel chegarem a
provar lanas mil almas da carne de um nrimPrn ran
corpo, se coze multas vezes um s dedo da que linha poi P"nw'ro 'canon
mo bu do P em urna grande panella, at\ca, proclamou noj^o^o^nojuip^ tugar.
O queme peto mundo.
O jornal de S. Petecsburgo sobre a.ten-
tativa contra o general Berg, diz o se-
grate :
o Os promenores addicionaes qpe temos
a respeito do attentado de que foi. vctima
o general conde Berg em Varsovia> permil-
tem apreciar o carcter d'aquella< nova ma-
nifstaco do partido revolucionario.
Nao era un tentativa solada feila por
algum criminoso obscuro, como desgraca-
daraente acontece quando existe a revolta
contra as leis seciaes. Era o resultado de
um plano hbilmente concebido, de ha mui-
to preparado, cuja nspiraco remonta de
posico muito elevada, e sujps ramificacoes.
sao mu vastas.
Saba-se qual era a. hora a que dewa
passar o general Berg.
Cinco minutos antes, na frente da casa
do conde Zamosyki, passou ura individuo a
galope que fez o signa! convencionado. Pre-
so pouco depois, esse individuo eslwa em
tal estado de susto e de agitago, que che-
gou a perder o uso da palavra. Nolava-se*
lhe urna tremura geral, e era tai1 a palidez
que os beicos tiuliara perdido o. rubor ha-
bitual.
No momento em que o catoche ebegou
em frente da casa Zamoysk'v, urna roo des-
conhecida agtou, na terceua ou quarta ja-
nella, uro tongo branco, e este signal foi
immediatamente seguido da exploso das
bombas Orsini.
c O aposento em que se linha dado este
signal, era oceupado por um cavalheiro po-
laco, ha pouco chegado da provincia, apesar
das suas obrigaces de servico. Foi elle,
seu filho ou sua (liba que agitaram o tongo.
Do inquerilo a que se procedeu. resul-
ta que existia urna coramuncago subter-
rnea para ligar as duas casas do conde Za-
moyski.
< 400 cartuchos, urna quantidade consi-
deravel de plvora, alguns frascos de um
liquido inflamavel. urna espingarda de caga
de dous tiros, algumas capsulas, etc., foram
encontradas. O flagrante delicio era pois
inconleslavel.
t Do 600 pessoas que habtavam a casa,
apenas se enconlraram 110 homens e algu-
rem contrarios a lei, e que se' promova
eom toda a energa possivel, a nnidade
necessara entre todos os orgos- d go-
verno.
< O ministro de estado reconheceu qne,
infelizmente, as otoervages de S. M. nao
deixam de ser fundadas ; a vossa experien-
cia, Sr, governador, deve t-las tambem
confirmado de differentes raaneiras. Mas
nao basta mostrar o mal, preciso combata
lo radicalmente.
* Se urna parte dos funecionario se cem-
penetrou de que a indulgencia real cubr4*j
ri3.os seus-deveres, tempo de Ibes fazer-
jomprehendfer, da maneira^ mais enrgica;
4nal a signifiaafo do seu juramento.
E se alguns funecionariostovarem a vi
raco das suas obrigaces ao ponto de se op-|
porera> francamente ao governo que repre*
serrta-a vonlado real, necessario. para dis-j
trair a sua oppoMCo, recorrer a todos os-
meios cuja appltoagao a le concede a res-H
peito dos funeciouarios que pek> seu proce-
dimento se mostrara indignos- do respeito-,
do prestigio ou da confianca que reclama asj
suas-funeces.
Como funocionario administrativo sen
perior do distiieto que vos est confiadoj
tendes occasio, Sr. governadw, de conhe-
cer s- actos dos-fonecionarios-d'esse distrie>-
to, ede vigia-bs.
A. vossa responsabildade peto seusetv
vico-irreprehensivel augmenta quanto roas
prximo esto doque eu d'essesfuncciona-
rios. Por este-motivo, devo esperar, por
umtado, que nao escapar vossa attenao
faci algum d'rgno de ser observado sobre o
que-sepassa no-sentido que acabo de indi-
can, e por nutro-lado, que tanto vos como
o governo provincial, tomareis immediata-
raente medidas, enrgicas at onde ebegue
a. vossa competencia, ou, que me avisara
rogo, no caso-de entenderdes que r> remedio
Ispde vis d'aqui.
* Vigiareis com espesialidade s.funccio-
narios que devem exercer naturalmente
grande influencia nos seus subordinados,
ou sobre o. publico, com o quaUstejam em
relac'MX. Bm sabis, Sr. goveenador, qual
a significaco publica da vossa posigo.
Nao possivel a actividade fecunda de am
coilegio-provincial, seo seu presidente ger-
tencer a urna opinio poltica que se aflasta
da do governo do estado, que se oppSe acti-
va ou passivamente s medidas deste ultimo,
em vez de cooperar para ellas, afira de Ihes
assegurar umaexecuco enrgica, e de tra-
balhar espontneamente, por lodosos meos
obedecer-lhe ; mag aquelles que a graca a France procura atlenuar do seguinte
real charoou, por tima conflanga especial, modo o alcance da insergo do manifest po-
para funeces polticas importantes, sao o- n,ico'D0 M'eur:
brigados tambem a apoiar activamente o
governo real.
Espero que vos dignareis trabalhar nes-
le sentido. Nodeixares a menor duvida
entre os funecionaros administrativos do
vosso districto, de que o governo real es-
pera e deseja egualmente que elles obser-
vem as prximas eleices urna allilude
como convem a funecionaros liis ao rei.
Trata-sc agora de questes da mais alta
imporlanca ; as divergencias que se susci-
taram sao bastante consideraveis, para qu
o governo renuncie aos dretos que tem
sobre aquelles funeciouarios, e para que
mostr a mesma clemencia a que poderia
estar dsposto n'oulras circumstancias. Dei-
xando obrar o inimigo no seu proprio cam-
po, o governo lornar-se-hia traidor a causa
que se encarregou de defender com convie-
go e conscieneia.
t Berln, ai desetembro de 1863.
O ministro do interior
Ctmde D'Enlenbnury.
O.Moniteur Universel publicou o dis-
curso pronunciado no dia2!>de setembro
pelo presidente JelTrard, quando abriu a
sesso parlamentar da repblica do Hait:
# Senboressenadores.
Senhores representantes.
t Sem um accordo completo entre e> po-
der excutrvo e os representantes lega* da
naco, o desenvolvimento das nossas insli-
tuices urna obra impossivel Infelizmen-
te, nen* todos os representantes do povo da
dcima legislatura souberam compenetrar-
de todos os1
t A opinio publica e a imprensa em ge-
ral deram grande importancia publicago
feila pelo Moniteur do manifest que a com-
misso nacional da Polonia dirgiu ao prin-
cipe Czartoryski. Sem dsconhecer o ca-'
racter particular que a coincidencia dosacon-
tecimentos imprime naquella publicago,
parece-nos que tem sido exagerado o alcan-
ce e as consequencas.
c Se um paz como a Franca se resol-
vesse a raconhecer o governo nacional da
Polonia, bstanle forte e grande para o
fazer por meios indireitos; imporia a sua po-
ltica por um d'esses actos qoe nao do lugar
a menor duvida.
t O manifest era de ha murtos dias co-
nliecido pela pnblcidade dos jornaes. O
governo, reprodozindo-o tamben na parte
nao official do Moniteur, pensou provavel-
menle que a notoriedade daquelle afmen-
lo lhe nao permilu dissimular o texto aos
seus leitores. Alm d'isso merecera egual-
mente que fosse eonhecido e mostrado
o senlimenlo dos Polacos a respeifo das
notas trocadas entre a Bussia e as Dres
e*rtes.
* Nao inserra- o jornal offieal muilas vezas
as raensagens de Mr. Dav, sem que aquel-
la publicago iroplcasse eeosa alguma pe-
rante a opinio, nem- as relaces interna-
conaes, o reconheeimento H oofederago
do sol.
c PaFece-nos pois que a insergo da carta
dirigida ao principe Czartoryski nao pode
ler consequencas diplomticas, nem modi-
ficar a sitaaco respectiva das potencias que
trata va.
se deste pensamento; apesar de todos os' Smente tem um alcance natural in-
esforcos que emppeguei para manter essejconlestavel. Em face das prelences ab-
accordo, apesar da multiplicadas-provas de .solutas da Russia, eslabelece as prelen-
moderagoede paciencia que tire occasio
de dar durante o (fletaran das duas sesses
d'aquella legislatura, collocaram-e por
urna opposigo cga e syslematica, na peno-
sa necesstode de dissolver a cmara.
Sao bem conhecidas as causas* d'essa
dissolugo -r nao me oecuparei do passado;
prefiro enlretr-vos cora os importantes in-
teresses quo- nos esto- confiados. Tem-se
consumido um lempo precioso em discos-
ses sem resoltado til. O paiz espera com
legitima paeiencia as reffirmas e melhora-
mentos que lhe esloprtnuettidos. fia vos
novos mandatarios do poro; a vos, seobo-
res senadoras, que compete prest r-me um
leal e sincero concurso pera justificar acon-
Banga da naco; este coneorso, indispensa-
vel felicidade- do paiz, veho eu pedi-lo a
lodos, em nome da patria As lulas polili-
cas de pessase de amw proprio, creando
um antagonisra estril, nao podem deixarj
de embaragar:a marcha des negocios puWi-
pos, tornando-se fataes > liberdade e wssa
iadependencia.
t Saamowl camin'Ponesto das agila-
eoes e dos convictos, alias-as outras na?es.
Cuja attengao e sympatbi temos catwado,
nao de acensar-nos de impotentes.
. Senhores. eonsidero-me feliz de vos-an- j cipes allemaes, e com os W^B*"
nonciar a c*ntinuago das- boas relagespo-1 edades- l.vres, chegaram ao meo conliec.-
lilicas entre, a repblica e as polencias es-
trangeiras.
O govetno adheriu
ges polacas, de maneira e com rana for-
C3 tal que produziram a mais viva seu-
sago.
Notou-se que os gabinetes de Londres,
Paris, e Vienna, se lives>em abstido da pu-
blear os seus proprios despachos, emquanlo
a resposta do principe Gortsbakolfn3o-tor:
nou superfla qualquer nova diseuss-.-
natural, que nao tendo de futuro mais
neabnma razo para seguir esla reserta,
cada urna, debaheo do seu ponto de vista
e segundo as suas-convenienciae-particulare:*,
julgue poder fazer conhecer ao publicos
diversos elementos do debate que se agita
peraote a Europa.
f Na nossa opinio, ha perianto no wet.i
que tanto tem preocupado a opniao publi-
Jca, um novo teslemunho de- justica s- de
impancialidade para com a Polonia ; mas nao
podemos ver ali umactode natureza tal qpe
possa obrigar a poltica de Fraaga. *'
Bm seguida- publicamos hoje a earfi
que o re da Prussia dirigiu aos prineipes
allemaes acerca da- reforma federal:
f Pola carta qiieV... me dirigiu nf> *-
d'este mez, de aocordo com ce-outros prin*
a urna ec*vencio
raento as propostas de reforma federah dis-
cutidas-em Francfort. Sujeitei-as a um- at-
tento exame, como promelti na caria: '411c
internaciofial, que tinb* por fim proteger escre* ao imperador d^Austria em 2fl- de
estabelecimento de um linha tdegraphica agosto-
transatlntica entre o continente europeu e
a America.
Esla>convenco, com os documentos que
a acompanbam. ser submettida approva-
go do corpo legislativo
t Emquanto a administrago das fabricas
nao estdelnitivamente regulada por urna
lei, o governo entrn de noro-cm- relago
com a-santa separa a execugo da coacorda-
ta. Assim podero os povos gozar dentro
em pouco dos beneficios da religio.
Por urna conwnco pastal addtoional
de 1658, assgnada entre a govorno do Hai-
l e o de S. M. Britannca, o governo deu a
sua.adhesoa elvaco do.porte das cartas
transportadas por navios irajlezes ou navios
que recebam subvengan do governo in-
glez.
Deixo s-secretarias de estado o cuidar
do de vos fazerem urna exposigo completa
das reformare melbwamentos que j se tem
realisado..
O cumpri meato d'esta tarefa ha de en-
contrar naturalmente veriflear-se por occa-
sio do exame do- orgamento. Direi apenas:
j se tem feito muito, mas ha muito. mais
anda para fazer.
* mformo-vos, com a mais viva sat-isfaco,
que a tranquilldade publica, por um mo-
mento alterada em consequencia de urna len-
e em todas as occasies que se apresentera,, (aljva t5o odosa como temeraria, hoje
A neresia de Lulhero tornou os subditos mas muflieres. Todos os outros locatarios
em revolta contra a le, os vassallos em lu-1 eslavam ausentes. Em mullos aposentos en-
a tas com os soberanos, e 8^JU ,5J5?' contraram-se pacotes contendo differentes
mil almas da carne de.om s! contrai^^i^^^ ,0bedton' objeetos preparados para deixar aquelle
11 deudo, e depois se reparte o caldo I to, que a obediencia le e liberdade era t A rua do NV0 Mundo> ama das pnn.
em lo pequea quanlidade a cada um.que o nico segrdo de manter o ^"'"J cpaes arterias de Varsovia, qoe de ordina-
possa dizer-se com verdade, que bebeu pe-harmona da paz domestica e da oraera Pu- ^ ^ ^^ chea ^ carru;ig[ens e
^ardittnrioef6ra^
E quando algum dos principas, ou por' sados, pacificos.e christamente educados em mea nora antes de passar o conde
enfermo ou por muilo distante, nao pode homens leras, qoe commettram essas pas- f EsUs crcuraStncias failam s por si.
achar-se presente, l sa lhe manda seu qui-, mosas atrocidades de que nos fall' ahisto- etistoneia de urna palavra do or-
lo menos, um dedo do defunclo.

no senlido das ideas do governo. O mes-
mo acontece a respeito dos commissarios de
disl rielo.
c O governo nao pode tolerar que um
commissario de districto faga valer a sua in-
fluencia contra elle desvairando, pela sua
allilude, os habitantes do districto oa inter-
pretaco do que pretende o re o o governo
real. To bem nao pode tolerar o secreta-
ro de'districto que, esquecendo-se do seu
dever como funecionario do rei, manifest
as suas relages quotidianas com a popu-
lago, sentimentos hostis ao governo, procu-
rando propaga-los.
Sao isto s exemplos que eu cito. Dei-
xo vossa intelligencia avahar quanto im-
porta restabelecer entre os funecionaros a
conscieneia da amplitude das obrigaces que
contrahiram quando entraram ao servigo do
rei mas pela vossa parle trabalhareis sem
cessar para que nao haja a menor duvida
da parle do governo real sobre a fidelidade
dos funecionaros de qualquer cathegora.
E essa duvida existira, se esses funeciona-
ros, nos casos em que o governo real conta
e deva contar com a dedicago e corpora-
go absoluta dos seus orgos, presstirem na
sua allilude passiva, querendo procurar as-
sim a victoria dos adversarios do governo.
t Aquelle que jurou respeito, fidelida-
de e obediencia ao rei, seu muito poderoso
senhor, nao esl desligado do juramento
como eleitor, nem como eleto, e quandoS.
M, indica, positivamente o caminho cons-
titucional emqoe esses funecionaros o de-
Yero, acompanhar, lodos $0 obrgsdos a
perfeita em todo o paz.
Julguei que em presenga d*esla situa-
go, era chegado o momento fevoravel de
vos convocar para urna sesso extraordina-
ria, afim de submeltr sanego das vossas
deliberaces as conts de receila e despeza
dos annos anteriores, o orgamento do anno
de I86i, e mutos projectos de le apresen-
lados pelo governo no principio da ultima
sesso legislativa, e que nao chegaram a ser
votados.
Recommendo esses projeclos do le
vossa seria attengao; tem por fim satisfazer
as necessidades urgentes, honrar compro-
missos d'outr'ora legalmente conlrahidos, ou
finalmente permitlr ao governo que prosi-
ga a sua marcha no caminho do progresso
e dos melhoramentos.
1 Podis entregar-vos pois a esses traba-
Ihos'de utilidade sem a menor preoecupa-
go poltica, e com plena confianga na esta-
bildade do governo, cuja enrgica vontade
ha de fazer executar as leis que houverdes
de fazer para beneficio publico.
Lsongeo-roe de me ter osado do drei-
to de dissolugo, porque estou convencido de
que afastei o paiz, com aquella medida pen-
dente, 'dos mais terriveis acontecimientos.
Felicito-me, senhores representantes, prin-
cipalmente agora que me acho entre vos, e
3ue vejo a escolha feliz que o povo. chama-
0 a pronunciar-se lvremente nos seus comi-
cios, fez de vos para o representar na mar-
cha dos seus negocios.
c Senhores, esl aberla a sesslo; qoe a
divina Providencia inspire o vosso patrio-
tismo.
f Viva a repblica I
Viva a constituigo!
tira a representaclo nacional I
Esse exame nao me provou a eonvic-
go de que o acto da reforma propona, no
seu actual coatheudo, fosse de' natureza a
por termo aos nossos constantes esforros
pelet melhoramentos da sonstituigio fede-
ral.. Nao pude reconhecer n'esse projecto
a espressodaverdadeiraisituago e-das ver-
daderas necessidades, a que s pdedar vi-
da o respeito e a duraio de un obra des-
la-genero.
Nao devo, pois, hesitar em declarar
V... anda qne com sentimeato, qne o raeii
dever, como rei da russia e come principo-
alterna, nao me pe#mitte aeceitaro projecto
que rae foi communicado como base de rana
nova- constituigo federal.
Nao posso consentir em urna extenso
da competencia da autoridade federal ceatral.
seno quando ella tenha lugar, attendefldo-
se importaacia que a Prussia tem oa con-
federago, o aos interesses geraes da naco
allema.
c N'este caso, considero como condi-
ges previas do meu assentmento a urna
reforma radical dos tratados existentes o
accordo sobre tres pontos, os quaes anear*
regnei o meu ministro dos negocios eslran^
geiros de expr mais ampbmente ao vosso
governo. Rcferera-se: l.'aovetoda Pvus^
sia e da Austria pelo menos, contra qualquer
guerra federal que nao seja emprebendida
para repellir um ataque contra o territorin
federal; 2. a plena egualdade de direitos
da Prussia com a Austria para a presidencia
/
.y
o direcgo dos negocios ; 3.a urna repre-
sentarlo do povo sahida nao das delegages
das asserablas, mais de eleices directas
segundo a populago dos diversos estados,
e cujas deliberages no seu concurso deli-
berativo sobre os negocios federaes, bao de
ser objecto de negocios, mas deverao em
todo o caso ser mais ampias do que o pro-
pe o projeclo de reforma.
Emqnanlo um accordo seno verificar
debaixo d'esla base, eu nao posso esperar
do resultado feliz da dscusso dos porme-
nores do projecto que me foi submettido.
Encarreguei, pois, o meu ministro dos ne-
gocios estrangeiros de entrar em negocia-
ges primeramente com o governo impe-
rial austraco, na esperanga de que" ha de
V... logo que se hajajenlrado na necessara
intelligencia, de convocar de accordo com-
migo, conferencias ministeriaes que possam
preparar a resolugo definitiva dos soberanos
allemaes.
Recebei, ele.
tGuilherme de Bismarck.
PBRNAMBUCO.- TYP. US M- F. P- & RLHO-
(
-
****>


Full Text
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