Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10223


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Full Text



\
AMO XXXIX HOMERO 243.
_
Pr tres mezes adiantados 5S000
Por tres mezes tflttcMos 6$O0O
.r.. s

TOA 23 BE QgTBRO
Pr asno adiantado...... 9$0OO
Pwte pare staeripton .
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRfPQO NO NORTE
Parahjtia'/o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, O
Sr. A. de Lamo* Braga; Ce; r, o Sr. J. Jos de
Olireira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
tnazons, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins A Gasparino.
EPHEMERJDES DO MEZ DE OUTUBRO.
4 Quarto ming. as 3 h., 36 m. e 8 s. da ni.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cai>o e Escoda todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
SantoAntrCravat, Bezerros, Bonito, Garuara',! J f ?Ta as 3 ^ m' e 2 s l
Altinho e Garanuuns as tercas feiras. 19 O"*"0 cresc- as 4 h., 40 m. eM s. da t.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquera, 26 La cheia as 2 h., 30 m. e 20 s. da t.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Eormbso, Tamandar, Una, Barra-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vj dia.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as i i horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja i 7 e 22 de cada mez.; para Fernando nos
dias 14 dos mezesde jan. maro., maio. jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 /* 7, 7 '/i, 8 e
8 '/i da m.; de Qfoida a* 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboato s >/, dara.; > Caxaug e Varzea s 7
da ni.; de Bemlras 8 da m.
Do Recfe: para, o Apipueos as3 /-, 4, Vi- 4 Vi.
5, 5 >/fc 8'/i da tarde-; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/i da tarde; para Jaboato s 4 da ur-
de ; para Cacaang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bemflca s 4 4a tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s. M) horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meto
dia.
Segunda vara do civel: Truartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
13. Segunda. S. Pedro de Alcntara-f.p. dota
20. Terca. S. Joao Cancio; S. Crapazio m.
21. Quarta. S. rsula e suas coinp. w. mm
22. Quint. S. Ladislao f.; S. Heraclia v. re.
23. Sexta. S. Joao Capistrane f.; S. Joao Boa. *
24. Sabbado. S. Raphael arch.; Si Fortunato m.
25. Domingo. Ss. Crispm eCnspiuiano irs mm.
ASSIGNA-SE
no Recia, em a livraria da prae da-Indepcaianria
ns. e 8, dos proprietarios Manuel Figuerroa d*
Faria & Filbo.
PARTE QFFICIAL.
Gmm DA PROYOCIA.
Expediente do dia 20 de oulubro de 1863.
Offlcte'ao presidente do Maranhiio.Accuso re-
bebidos com o officio de V. Exe. de 29 de setem-
bro ultimo, dous exemplares da collecco, das leis
promulgadas nessa provincia em sua" sesso do
corrente anno.
Dito ao commandante das armas.Participando
o Exm. presidente do Maranho em officio de 9 do
correnie, haver nessa data mandado dar passagem
para esta provincia, por conta do ministerio da
guerra, no vapor Apa, ao 2o cirurgiao-tenenlc do
orpo de sade do exercito Dr. Cicero Alvares dos
Santos, que fot transferido do Piauhy para aqui,
assim o communico V. Exc. para seu conheci-
niento.
Dito ao mesmo.Em vista do que ponderou o
inspector da thesouraria de fazenda na informacao
por copia inclusa, indefer nesta dala o requeri-
moulo sobre que V. Exc. informou em oflioio n.
1,911 de 14 do corrente, no qual o 2* cimrgiaodo
corpo de sade Francisco de Paula Soares, solici-
tou o adiantamento de 3 mezes de sold, o que de-
claro V. Exc. para seu conhecimento.
Dito ao chefe de policia.Com a informacao por
copia inclusa ministrada hontem pelo brigadeiro
commandante das armas, respondo ao officio n.
1,426 de 15 do corrente, com que V. S. trouxe ao
iiK-u eonhecimento, copia do que Ihe dirigi o de-
legado do termo de Santo Anlo, requisitando que
seja restituido ao destacamento da cidade da V ic-
oria, o corneta que alli esleve.
Dito ao Inspector da thesouraria de fazenda.
Expeea V. S. as suas ordens para que ao barao
-do Livramenlo jeja paga como pede no incluso re-
querimento a quantia de 10:0005 proveniente de
quatro preslacdes vencidas desd e 12 de junho at
12 do cerr nte mez, a que teni direito como em-
preiteiro da obra do caes por detraz do theatro de
Santa Isabel, como se v do attestado junto ao roes-
jno requerimento.
Dito ao mesmo.-Participando o bacharel Felis-
bino de Mendonca Vasconceltos, em 8 do corrente
que nessa mesma data reassumio o exercicio do
cargo de juiz municipal e de orphaos do termo de
JJarrciros, que por licenea deixra no dia Io deste
mez : assim o communico V. S. para seu eonhe-
cimento.
Dito ao mesmo.Concedendo nesta data ao ba-
charel Joao Baptista do Amaral e Mello 3 mezes de
prorogacao para apresentar a sua carta de juiz
municipal e de orphaos do terno de Flores : assim
-o communico a V. S. para seu eonhecimento.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Transmuto por copia V. S. o oreamento e clau-
sulas que me remetteu o director das obras publi-
cas, com officio de hontem, sob n. 206, aDm de que
mande por em hasta publica os reparos urgentes
de que necessta a pontezinha denominada de guer-
ra no 3 tonco da ramificaco da estrada 'do sul
para a villa do Cabo, os quaes foram avahados em
1:045, como se v do predito ornamento. Com-
municou-se ao director das obras publicas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. com urgencia por
em hasta publica o reparo geral de que necessta
a ponte do Bieopeba na estrada de Pao d'Alho, ser-
vinao de base a essa arrematacao o oreamento e
clausulas junlas por copia, que nesta data appro-
vei, e para esse fim me foram remettidos pelo di-
rector das obras publicas, com officio de hontem,
sob n. 207.Communicou-se ao director das obras
publicas.
Dito ao mesmo.Se nao houver inconveniente,
mande V. S. pagar Joaquim Milito do Amaral,
ou a pessoa por elle autorisada, a quantia de
367800, despendida com o sustento dos presos
pobres da cadeia do termo de Santo. Anto, duran-
te os mezes se v das quitro contas juntas que remetteu o che-
fe de policia. com officio de hontem, sob n. 1,441.
Commqnlcou-se ao cliefe de policia.
Dito ao mesmo.A Estevo dos Anjos da Por-
ciuncula mande V. S. pagar, nao havendo incon-
veniente, a quantia de .'10.5. que segundo a conta
inclusa, remedida pelo chefe de policia com officio
de hontem, sob n. 1,439, despendeu-se com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia do Cabo no mez
de setembro ultimo.Communicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao mesmo.Respondendo ao seu officio de
13 do corrente, sob n. 522, tenho adizer que em
vista do que a esse respeito informou o director
das obras publicas em data de hontem, e sob n.
iii!', pode V. S. aceitando a proposta que devolvo,
contratar com o arrematante dos concertos da pon-
te dos Carvalhos, sem abate algum no oreamento
3ue por copia acompanhou ao meu officio de 28
e setembro ultimo, substituido de outras esti-
vas, madres, esteios, etc., que depois do primitivo
oreamento reconheceu-se acharcm-se em ruina
naquella |>ontc.-Communicou-se ao director das
obras publicas.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
director das obras publicas, em officio de hontem,
sob n. 210, recommendo V. S. que, em vista do
competente certificado, mande pagar ao empreitei-
ro do cale amento desta capital a quantia de "017-5
a que tem direito por haver exerutado no mez de
setembro ultimo, o de conformidade com o seu
contrato, 38 brabas quadradas de calcamento, qua-
renta e oito ditas de pstelos de lage e 16 bracas
correles de cano de esgoto de 2" ordem.Com-
municou-se ao director das obras publicas.
uito ao mesmo. Declaro V. S. para seu eo-
nhecimento e direccao que acabo de conceder a
autorisacao qu6 pedio o director das obras publi-
cas em officio de hontem, sob n. 203, para mandar
fazer por administrarlo a pintura e alcatroamento
de que precisa a ponte do Caxang, despendendo
para esse fim at a quantia de 383J constante do
oreamento junto por copia.Communicou-se ao di-
rector das obras publicas.
Dito no director geral da lustruccao publica.
Fiquei inteirado pelo seu officio de 16 do corrente,
sb n. 178, de haver V. S. resolvido, de conformi
dade com o art. 94 da Ici n. 369 de 14 de maio de
1853, e em vista do parecer que por copia acom-
ianhou o sen citado officio approvado pelo conse-
no director, imposto a multa de 505 ao professor
publico de instruceao elementar de Taquaritinga
Manoel Joaquim Xavier Ribeiro, por nao ter re-
medido no prazo improrogavel de tres mezes, co-
mo se exigi, o attestado medico comprovando a
sua molestia. Communicou-se ao inspector da
thesouraria provincial.
Dito ao commandante superior merino da guar-
da nacional do Rio-Formoso.Ao officio de 29 de
setembr> prximo findfl, em que V. S. communi-
cou-me que por incommodo em sua sade dcixou
de insta lar-se o conselho de revista da guarda na-
cional no municipio do Rio-Formeso, e pede que
eu marque novo dia para reuniao do mesmo con-
sejho, respondo dizendo que V. S. compele dar
todas as providencias para que se cumpra esse
preceito da le, nos termos do 26 do art. i. do
decreto n. 1,354 de 6 de abril de 1854.
Dito ao juiz do commercio. Com o officio do
brigadeiro commandante das armas datado de 16
do cornmle, remello inolusa a conta da despeza
eita pelo hospital militar com o tratamento do
alienado Joaqnim Antonio Seve, capitao da guarda
nacional que aUi se acha recomido, afim de que
V. S. informe, se pode essa despeza ser paga pela
massa dos fallidos Seve, Filhos & C, da qual
era socio o mesmo capillo.
Dito ao juiz de direito da segunda vara.Com-
munico Vmc. para seu eonhecimento, que por
decreto de 30 de junho ultimo, S. M. o Imperador
houvc por bem fazer merc Guilherme Augusto
de Athayde da serventa vitalicia do officio de es-
criyo do civel e critne dos juizos de direito e mu-
nicipal da segunda vara desta cidade.Fizeram-se
as outras communcacoes.
Dito ao juiz de direito de Garanhuns. Para que
Vmc. proceda como fr de le, contra o juiz muni-
cipal supplente do termo de Garanhuus Antonio
Baptista de Mello Pcixdlo, remelto-lhe por copia
o officio n. 1,412 que em 1 do corrente dirigio-me
o Dr. chefe de policia com referencia outros do
delegado e subdelegado do distrcto daquelle 1er-
l mo, tambem por copia.Communieou-se ao chefe
de policia.
Dito ao promotor publico bacharel Bartholomu
Torquato de Souza e Silva.Determino Vmc,
2ue entre no exercicio do sen cargo na comarca
e Pao d'Alho, para onde foi removido, indepen-
dente da respectiva apostilla, que devora apresen-
lar no prazo de 15 dias contados desta data.Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito cmara do Cabo.Declaro cmara mu-
nicipal da villa do Cabo, em respostaao seu officio
de 8 do crreme, que approvo as arrematares dos
impostos do seu municipio mencionados no termo
que por copia acompanhou o seu citado officio.
Dito ao commissario vaccinador provincial.
I Remella Vmc, afim de serem transmitidos ae
' Exm. presidente do Rio Grande do Norte, que os
i solicitou em officio do 9 do corrente, alguns tubos
1 capi llares, e laminas de puz vaccinieo.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
ao que expoz o official de descarga da alfandega
desta capital Olympio Jos Pereira da Silva, no re-
i querl ment sobre que informaram as reparticoes
competentes, resolvc concoder-lhe dous mezes de
liecnea com vencimentos na forma da lei, para ir
corle tratar de sua sade.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que Ihe requereu Francisco da Silva Miranda, pro-
; fessor publico de instruceao elementar da villa de
Petrolina, resolve remov-lo daquella villa para a
' cadeira vaga da freguezia da Vanea.Communi-
cou-se ao director geral da instruceao publica, e
ao inspector da thesouraria provincial.
Expediente do sefretarit do gorerno.
! Officio ao commandante das armas.S. Exc. o
, Sr. presidente da provincia manda communicar
| V. Exc. que nesta data autorisou o director do ar-
seal de guerra a satisfazer o pedido que alinde
i o seu officio n. 1952 de 19 do corrente, do objectos
para eslabelecer urna linha de tiro na praia de
S. Francisco na cidade de Olinda.
Despachos do dia 20 de oulubro de 486o.
Requerimentos.
Aureliano de Pinho Borges.Nao havendo ne-
cessidade de collaborador de escripia no arsenal
de marinha, segundo informou o respectivo ins-
pector, nao pode ser attendido no que requer
BachareJ Uartholomeu Torquato de Souza e Sil-
va.Como requer.
Dr. Francisco de Paula Soares.m vista da
informacao do inspector da thesouraria de fazenda
de 19 do corrente, nao pode ser attendido.
Jos Augusto de Araujo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
Manoel Martins Pires.Aprsente o menor ao
Sr. inspector do arsenal de marinha.
N- 6435.Corte.Relaco do RiixEscrivao A-
Aranjo.Recrreme Vicente Ferreira da Silva Cou-
to, recorrido Joao Antonio Fernandes de Miran-
da.Ao Sr. Siqueira.
Dia.
Ficaram. com dia para julgamento.
As revistas cirs.
N. 5371, relator o Sr. Cbichorro.
N. 6365, relator o Sr. Ernesto Franja.
N. 6389, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 63 90, relator o Sr. Mariani.
N. 6392, relator o Sr. Almeida.
N. 6306, relator o Sr. barao de Pirapama.
X. 6400, relator o Sr, Ernesto Franca.
N. 6404, relator o Sr. Machado Nunes.
Levantou-se a sesslo as H y horas da manhaa
SKSSAO em 23
Presidencia do Sr.
INTERIOR
RIO DE JWt'IUO.
SUPREMO Tltllll Vil. DE
JUSTINA.
SKSSAO EM 19 DE SETKMBRO DE 1863.
Presidencia do Si: eonselheho barao de Moni-
seirate.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
A's 9 horas e meia abriu-se a sessao, achando-
: se presentes-os Srs. eonselheiros barao de Mont-
serrate (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga,
Cornelio Franca, barao de Pirapama, Pantoja, Bri-
to, Silva Tavares, Ernesto Franca, Chichorro, Ma-
riani, Simoes e Machado Nunes, faltando com cau-
sa os Srs. Nabnco, Azevedo e Messias de Leao.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Ofcios.
Da secretaria de estado dos negecios da juslira,
| de 16 do corrente, communicando que S. M. o Im-
perador houve per bem conceder (portara de 11
| do mesmo mez) Menea por tres mezes com ordena-
do ao Sr. juiz de direito Dr. Luiz Barbosa Accoli
de Brto, da comarca do Penedo.Registre-se e
averbe-se.
Dos Srs. juizes de direito:
Dr. Ludgero Conealves da Silva, de 12 do corren-
te enviando certido de ter a 11 do mesmo mez en-
I trado em exercicio na comarca de Itapeminm.
, Averbe-se.
Dr. Julio Cesar Berenguer de Bittaucourt, de 7
de agosto lindo, enviando certido de ter a 30 de
julho ultimo entrado em exercicio na comarca de
Porto Seguro.Averbe-se depois de sellada a cer-
tido.
Requerimentos.
Dos Srs. juizes de direito :
Dr. Jesuino de Souza Martins, pedindo averbamen-
to da certido de seu exercicio de chefe de policia
da provincia de Matto-Grosso desde 23 de agosto
de 1800 at 14 de julho ultimo, e do prazo marca-
do para ir entrar em exercicio na comarca da Maio-
ridade Deferio-se.
Dr. Carlos de Cerqueira Pinto, queixando-se de
nao se Ihe ter contado toda a sua antiguidade.
Distribua-so como reclama$5o.
Redaceao.
Foi approvada a redacca da sentenca na revista
n. 6398, relator o Sr. Brito.
Exposkao da revista.
-N. 1798, peloSr. Almeida.
JU'LGAMBNTOS.
Revistas civeis.
N. 6366. Recrreme o conselheiro Jos Felicia-
1 no de Castlho Barreto de Noronha, cessionano dos
henloiros do conselheiro Manoel de Macedo Ferrei-
ra Coutinho, recorrido o barao de S. Francisco.
Concedeu-se a revista, e designou-se a relaco do
Rio para julgar novamente a causa.
N. 6393. Recrreme Caetano Ferreira Bailar,
recorrido Joaquim Sertorio. Negou-se a revista.
I N. 6102.Recorrenles Antonio Joaquim Peixoto
de Brito e sua mulher, recorrida D. Guilhermina
Moreira de Carvalho.Negou-se a revista,
N. 6107.Recrreme Claudio da Rocha Brando,
recorrida D. Amia Marcellina de Olveira.Negou-
se a revista.
Passagem das revistas.
Ns. 1778 e 6419, aoSr. Siqueira.
N. 6406, ao Sr. Veiga.
N. 6428, ao Sr. Chichorro.
Conrlusao da redamarao.
N. 153, ao Sr. Siqueira.
DISTOBDICXO.
R eristts civeis.
N. 6433.Rio-Pardo.Relagao do Rio Escri-
vao Botelho. Recrreme Romualdo Serapiao Ribei-
ro, recorrido Vicente Teixeira Ribeiro.Ao Sr. Na-
buco.
N. 6434.ItaguahyRelagao do Rio.Escrivao
A. Araujo.Recorrentes Joaq_ Evangelista de S
Cherem e outros, recorrido Joo Peixoto da Costa
Braga. AoSr. Almeida.
DE SETKMBRO DE 1863.
conselheiro barao de Moni-
serratt.
(Secretario o Sr. Dr. Pedreira.)
A's 9 horas e meia abrio-se a sessao, achando-
se presentes os Srs. eonselheiros barao de Mont-
serrate (presidente), Almeida, Siqueira, Veiga,
Cornelio Franca, barao de Pirapama, Pantoja, Bri-
to, Silva Tavares, Ernesto Franca, Chichorro, Ma-
riani, Simoes e Machado Nunes, fallando com can-
sa os Srs. Nabuco. Azevdo e Messias de Leio.
Leu-se e approvou-se a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Certido de exercicio.
Do Sr. juiz de direito Dr. Hugolino Avres de
Freitas Albuquerque, na comarca da Parahvbuna.
desde o 1.* de Janeiro deste anno al 31 de agosto
findo.Averbe-se.
Requerimento.
Do mesmo juiz de direito, queixando-se de nao
se Ihe ter contado toda a sna antiguidade.Distri-
bua-se como reciamacao.
JILO AMENTOS.
Revistas civeis.
N. 6371.Recrreme D. Antonia Rodrigues Vil-
lares, com assistencia do sen curador, recorridos
0 desembargador Manoel Rodrigues Villares por si
e como administrador de sua filha menor Luiza,
sua mulher e outros.eaou-se a revista.
N. 6392.Recorrentes Carotina e Antonio, por
seu curador, recorrida D. Mara Rosa do Espirito-
Santo.Negou-se a revisto.
Passagem das revistas.
Ns. 6389 e 6404, ao Sr. Siqueira, no impedimen-
to do Sr. Nabuco.
N. 8427, ao Sr. Silva Tavares.
>'. 6414, ao Sr. Mariani.
Conctusao:s icistas.
N. 6434, ao Sr. Almeida
N. 6435, ao Sr. Siqueira.
DISTRIBUICAO.
Revistas citis.
N. 6405, ao Sr. Machado Nunes.
N. 6433, ao Sr. Siqueira.
Revista criminal.
N. 1777, ao Sr. Almeida, por substitu cao no
impedimento do Sr. Nabuco, relator em todas.
Dia.
Ficam com dia para julgamento :
A revistas civeis.
N. 6363, relator o Sr. Erqesto Franca.
N. 6389, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6390, relator o Sr. Mariani.
N. 6396, relator o Sr. barao de Pirapama.
N. 6399, relator o Sr. Silva Tavares.
N. 6400, relator o Sr. Ernesto Franca.
N. 6404," relator o Sr. Machado Nones.
N. 6408, relator o Sr. Veiga.
Levantou-se a sesso s 11 e meia horas da ma-
nhaa.
REVISTAS ENTRADAS E PARADAS POR FALTA DE PRE-
PARO.
Corte.Relacao do RioEscrivao A. Araujo.
Recrreme Antonio Pereira de Magalhaes, recor-
rido o prior do convento do Carmo desta corte.
Corle.Relacao do Rio.-Escrivao A. Araujo
Recrreme D. Maria Magdalena de Moraes Castro,
recorrido Joao Gomes de Souza Touguinho.
Tatuhy.Relaco do Rio.Escrivao A. Araujo.
Recorrentes Ignacio Xavier Cesar e outros, re-
i corridos Joo Jos Goncalves e sua mulher.
Cabo-Frio.Relacao do Rio.Escrivao Botllio.
-Recorrentes Jos Francisco Gomes e oulros, re-
corridos Joaquim Manoel Cardoso e Cltmentino Jo-
s Lobo.
| Serr.Relacao do Rio.-Escrivao A. Araujo
, Recrreme Antonio Jos Dias Colho, recorrida D.
i Jesuina Candida Duarte.
Taubat.Tribunal do commercio do Rio.Es-
crivao Bitiancourt.Recorrentes Vicente de Souza
Ferreira e outros, recorrido Joao Ricardo de Al-
meida.
O preparo para cada revista sao 65100.
* Sentenca na revista civel.
X 6381-Villa de Guimares, no Maranho.
Relacao da mesma provincia.Recorrentes, o ma-
jor Tnomaz Ferreira Guterres e sua mulher; re-
corridos, Jos Mariano Aluno de Araujo e sua mu-
lher.
1 c Vistos, expostos e relatados estes autos de re-
vista civel enlre parles, recorrentes o major Tno-
maz Ferreira Guterres e sua mulher, c recorri-
dos Jos Mariano Altino e sua mulher, concedem
a revista pedida por injustica notoria e consequen-
' te nullidade dos accordos fl. 379 v. e 410 v.
I pelos quaes a relacao do Maranho, reformando
accordo II. 358, que havia confirmado a sentenca
! de fl. 323 v., julgou procedente e provado o pedido
no lbello fl. 4, e improcedente a reconvengo de
| Pof quanto, pedindo os recorridos que fosse
julgada milla a escripiura fl. 28, celebrada em 25
i de setembro de 1843 entre os recorridos e Luiz
Manoel Guterres, lio do recrreme (e do qual
| elle representante na qualidade do seu herdeiro),
bem como a partilha a que em virtude da mesma
escripiura se proceden, ftmdando-se os mesmos
recorridos em que nao podia prevalecer, nem essa
escripiura fl 28, nem a anterior de II. 20 pela qual
Luiz Manoel Guterres e sua mulher D. Anna
Francisca Xavier de Araujo, mai do recorrido, ha-
viam destratado, em 20 de maio de 1822, a es-
criptura ante-nupcial fl. 17 pela qual os esposos,
em o 1." de dezembro de 1809, estipularam o re-
gimen da nao communho dos bens; escripiura
que tambem nao podia ser revogada, como foi, no
testamento fl. 22, de 18 de selembro de 1838, pelo
qual a testadora, mi e sogra dos recorridos e mu-
lher de Luiz Manoel Guterres, ao passo que re-
conhecia o recorrido como seu filho natural, sus-
tenlava aquella escriptura de fl. 20; e invocando
os recorridos para justificar o seu pedido : 1 que
as eseripturas ante-nupciaes sao Irrevogaveis se-
gundo o direito; 2., que, anda que nao o fossem,
nao poda prevalecer a escriptura fl. 28, de 23 de
setembro de 1843, pela lesao enorme a que deu
lagar na partilha a que se procedeu entre os mes-
mos recorridos e o dito seu padrasto Luiz Manoel
Guterres; nenhum dos dous fundamentos allega-
dos prevalecem.
t Nao o primeiro, da irrevocabilidade da escrip-
tura nupcial; por quanto nenhuma lei estabeleceu
a regra da sobredita irrevocabilidade de taes con-
tratos, mrmente quando nao existem filhos do
casal; e com quanto alguns jurisconsultos sigam
a opimao negativa, oulros opinm affirmativamen-
te: e conforme os principios do nosso direito, nao
se deve irrogar nullidades onde as leis as nao ir-
rogam. Assento de 23 de Julho de 1811, termos
era que se nao podem dizer nullos, nem a escrip-
tura de fl. 20, nem o testamento de fl. 22; sendo
para admirar que os recorridos proenrem annul-
lar o proprio acto (o testanvnto de fls. 22) de que
derjvam o direito de successo materna, e onde o
recorrido reeonhecido fllho natural.
Mas, quando fossem contestaveis os principios
cima expelos, nao podiam deixar de manlor-se
as disposiCoes anteriores accordadas pelos conju-
ges na escriptura fl. 20 e pela mi do recorrido no
testamento fl 22, i vista da escriptura de transar-
cao a fl. 2, d&48 de setembro de 1843, em que
as propnas paiesr ee reeorridos e Guterres lio,
estipularla voluntariamente ratificar as anteriores
disposicoas.
t Nao prevalece o segundo fundamento, a leso
enorme, qe se nao prova, porque nem se mostrou
concludentwnente quaes os bens com que entrou
para o casal Guterres to, nem quaes foram os
bens adquiridos na constancia do matrimonio (em
que ha communicaco), nem quaes os fructos e
rendimentosdo casal, entre os qoaes os filhos dos
escravos que tambem se communicam.
i Os recorridos flzeram de -ludo um monte,'a
que se julgam com direito, excluindo delle os re-
correntes ; e nao so comprehendem neste monte .
os sofawdftos bens," mas igualmente os herdados
por sua mi e sogra, como se fosse incontestavel
t scmelhante excloso, avista da elausula taxativa
(do contrato ante-nupcial fl. 17, as palavras e
j por norte de um oti de outro sahir (o ronjuge su-
perste) c*m que entrou, e julgando os mesmos
recorridos sen todo este acervo, conclucm que hou-
ve lesao enorme.
Os aecordos recorridos adoptaram todas as
razdes dos amores recorridos, sem attender a que
se tratava de urna escriptura de transaeco, em
| que ha, no s urna partilha de bens, porm anda
1 urna cessSo de diretos; porquanto delta se com-
prehende que as partes quizeram por termo s
questoes e demandas que podiam originar-e, tan-
to acerca da forca e extensao ou limitoeo da es-
criptura ante-nupcial, como da outra fl. que a
revogou, e do testamento que sustentou esta ulti-
ma, bem como das que podiam nascer relativa-
mente aos bens que em virlude dessa escriptura
ante-nupcial deviam julgar-se nella comprehendi-
dos ou excluidos, e anda acerca dos rendimen-
tos dos bens deados a fl. e fl, pela mi do recorri-
; do, sem ontorga de seu marido.
Nao pode deixar de merecer attencao que os
recorridos someate se lembrassem de por em du-
, vida os actos de sua mi, quer as eseripturas,
quer no testamento, e o seu proprio acto na es-
cripiura de 1843, depois da mor te de seu padrasto,
Luiz Guterres ; actos sustentados pela sentenca
que julgou a partilha feila entre os mesmos recor-
ridos e o dito sea padrasto, em virtude da qual
estove elle naposse dos bens por mais de 13 an-
nos ; e o mais que depois de outra sentenca,
qac julgou a partilha a que por morte delle pro-
cedeu o recrreme Tliomaz Guterres, e na qual
todava mostra o documento fl. 222 apenas Ihe cou-
bera o insignificante quioho de 466*1160.
* A ludo isto accresce a injustica com que fo-
ram os recorridos exonerados do pagamento de
2:0005, estipulados na escriptura fl. 28, contra
aquello dos contrahentes que contraviesse a mes-
roa escriptoirv-quer vendesse, quer perdesse a de-
manda. ; foto que. a clausula depositara nao re-
provaua, aM admtlida pela Ici de 31 de maio de
1774, nos termos em que foi estipulada e segundo
a rftureza da questo.
Concedida portento a revista, sejam os autos
remettidos relacao do Rio de Janeiro, que desig-
nara para reviso e novo julgamento.
Ro de Janeiro, 22 de agosto de 1863.Rarao
de Montsenate, presidente..4. Pantoja.Veiga. '
Siqueira.C. Franca.Silva Tavares.Almeida.
Machado Nunes.Brito.Pinto Chichorro.Si-
moes da Silva.Baro de Pirapama.
Foi de voto vencedor o Exm. Sr. conselheiro
Nabuco. Rio, 22 de agosto de 1863.O secreta-
rio, Joao Pedreira do Couto Ferraz.
I Foi impedido, e por isto nao votou, o Exm. Sr.
conselheiro Mariani, que jurou suspeieo.O se-
cretario, Joao Pedreira do Couto Ferraz.
Julgaram esta causa os Srs. capilo Francisco
Caetano Martins, como juiz municipal do termo de
Alcntara, e desembargadores Alcanforado, Tor-'
; reao Jnior, Graca, vencido, Xavier de Cerqueira,
Pontes Visguero, Souza, vencida e Ayres, subsji-,
tuindo estes dous aos Srs. Pontes Visguciro e Tor-
reo Jnior, no segundo accordo da relaco do
Maranho.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Concluio-se hontem o concurso a que se proce-
da na thesouraria de fazenda para pratieantes da
alfandega e da recebedoria desta cidade.
Foram concurrentes os Srs. Joaquim Antonio de
Mondonga Pereira, Jos Felippe de Moraes e Silva,
Francisco l'rcissino de Carvalho Paes de Andrade,
Jos Delphino da Costa Carvalho, Jos Mendes Pe-
reira de Vasconcelos e Sllvino Urbano de Albu-
querque Sobreira.
Hontem desaquartelou o contingente da guar-
da nacional que faza parte da guarnicao desta
praca, sendo substituido por um outro da mesma
guarda nacional, ao mando do major do 3. bala-
Iho Antonio Bernardo Quinteiro.
Em audiencia de hontem, presentes as par-
tes e o Dr. promotor publico, occujiou-se o Dr. juiz
de direito Freitas Henriques com o processo da fal-
lencia do commerciante nao matriculado Braz
Marcellino do Sacramento, que fura estabelecido no
largo do Carmo d'esta cidade cora casa de phar-
macia sob n. 1.
Oficiou como advogado o Dr. Jos da Cunha Tei-
xeira.
Agita-se n'esta causa a importante queslao, j
ventilada em nossas columnas, qual se o phar-
maceutice, transformando e manipulando as dro-'
gas primitivas que converte em substancias medi-
camentosas, deve ser reputado como commerciante,
o por tal sugeito s obrigaedes esta classe ira-;
postas.
Esperamos com anciosidade o caso julgado.
De prdem da presidencia da provincia, ins- j
teurou-se pela segunda vara de direito o respec-;
tivo processo de responsabilidade contra o juiz de
paz da freguezia do Poco da Panella Jos Theodoro
de Sena por omisso no cumprimento de deveres.
Remetleu-se copia ao aecusado para responder no
praztj legal, lindos os quaes com a resposlaou sem'
ella subro es autos a concluso para os lins de
direito.
O Dr. juiz municipal da primeira vara, Her-
mogenes de Vasconcellos, julgou improcedente de;
aecordo com a opiniio do Dr. promotor publico o
processo instaurado em um dos primeiros dias des-
te mez contra um italiano de nome Pietro, que em
um pagamento Vicente Villas-Boas dera urna
moeda portugueza de 165000, que se verificou ser
falsa.
O mesmo juiz julgou improcedente o processo
comecado em 1862 contra o preto Esequiel, escravo
de Jos Peres da Croa, quera se imputava haver
provocado por meio de violencias um parto pre-
maturo, do qual resultou a morte da parturiente.
No dia 29 segu, para os portes do norte de
sua escala, o vapor costeiro Jaguaribe.
Hontem chegou de Fernando de Noronha o
vapor Jaguaribe, sendo portador de noticias de qoe
tudo naquelle presidio corre bem e tranquillamen-
te, continuando o seu commandante, o digno Sr.
coronel Leal, as obras que emprehendeu, sendo
sempre estimado e louvado por todos que alli vo,
3ur pela sua aclividade, qur pela Ihaneza e bon-
ade com que se porta para com todos.
Depois de mil: eontratempos e de ter ido- parar
aos Mellos, praia-ao norte do Ass, chegra alli com
28 das de viaganiv o hiate Camaraoe, que sahira
do nosso porto- 7 de setembro prximo passado,
sem que soffresse aaior avaria do que a demora
da viagem.
Hoje comecam os actos na Faculdade de Di-
reito, sendo examinadores :
o 1. ann.Drs. Figueiredo, Cunha e Figuei-
redo e Pinto Jnior.
No 2. dtoxDrs. Loureiro, Aguiar eTarquinio..
No 3. de.Drs. Vilella Tavares, Jos Liberato
e Aprigo.
No 4." dito.Drs. Portella, Braz e Dnummond.
No 5. dko.Drs. Autran, Baptista. Reg e Ba*-
deira de Mello.
Pele delegado de Buique foram presos Tbee-
doro PiBlo de Olveira, por furto de mandioca, e
Joo Francisco da Silva, por fuga, de presos.
No lugar Boa-Vista, do termo de Buique, An-
touto Bernardo Vieira, africano liberto, castigou
. por tal forma um seu proprio. filho menor, qe fe-
l expirar urna hora depois.
Havendo sido encontrado, nos mangues da
Enseadinha, do segundo distrcto de Ipojuea, o ca-
dver de Joanna Francisca das Chagas, procedeu o
respectivo subdelegado vesloria, que deu em re-
sultado reconhecer-se tei side ella assassinada c
antes de lancada nagua, sendo preso como suspe-
tos no crime o marido, a sogra e duas cunhadas
della.
- Hoje se extrahir a stima parte da terceira
lotera do Gymnasio. Pernambucano terceira con-
cesso.
Rkiwrtiqao m polica :
(Extracto das paites do dia 22 de outubro.)
Foram recolhidos casa de deteneo no da 21
do corrente :
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe do polica, Vi-
cente Poncio Ferreira, napolitano, por se achar
condemnado o termo de Barreiros a um anno de
prisao e multa correspondente metade do tempo.
A ordem do subdelegado do Recife, Francelina
Maria Teixeira das Chagas, crioula, por insultos,
Jos, africano, escravo de Jos Antonio Pires, lo-
quen ment deste.
A ordem do de Sanio Antonio, Marcelino Fran-
cisco de Lima, pardo, por disturbios.
A ordem do de Sao Jos, Innocencio Alves da
Slveira, branco, como tambem por disturbios, Joa-
quim Jos Verga, portuguez, por crimo de resis-
tencia e armas defezas.
A ordem do do Peres, Raimundo Ferreira do
Brito, branco, por oflensas moralidade publica.
0 chefe da 2* seccao.
/. G. de Mesquita.
Mov ment da casa de detencao da dia 21
de outubro de 1863 :
Existala. ... 350 presos
Entraram ... 7
Sahiram.... 8
agora il-
rebeldj melle coraco sobertto e cgo, agot_
uminado e brando, contricto' e arrependld, aca-
nou a presente vida com todes-os-signaes de eterna
salvado.
Existem. . 349
A saber :
Nacionaes. . 246
Estrangeiros . 27
.Vulneres . 10
Estrangeiras . 3
Escravos . 60
Escravas . 3
349
Alimentados cusa dos colres pblicos. 137
Movimento da enfermara do da 22 de outubro
corrente :
Tiveram baxa :
Antonio Luiz da Silva, darrha.
Jos Antonio Correa de Mello, indigestao.
Mariano, escravo de Augusto de Olveira, diarrhea.
Tiveram alta :
Simo Ferreira Martvr.
Theodoro Gomes da Silva.
Sebastio, escravo de Ferreira Matheus.
Passagci ros do vapor nacional Jaguaribe, en-
trado de Fern ando de Noronha :
Jos da Silva Loyo Jnior, frei David da Nativi-
dade de Nossa Sen hora, Manoel Thomaz dos San-
tos, Dr. Theophilo Nunes Sarment, Claudio Mari-
nho de Olivcira Cruz, alferes Francisco do Paulo
Monteiro de Albuquerque, 22 pracas, 6 presos, 1
escrava rom 3 filhos pertcnecnte ao major Sebas-
tio Jos Basilio Pyrrho.
Passageiros do palhabotc nacional Santa Cruz
sahdo para o Penedo:
Joaquim Pedrada Costa Moreira, Joao Pereira
da Silva, Rufino Jos Correa dos Santos.
Obituario do da 21 de outubro, no cemite-
rio PUBLICO.
Francisco Dias de Paula Fernandes, Pernambueo,
22 annos, viuvo, l'oco da Panella, phtysica pul-
monar.
Joaquim, escravo, frica, 40 annos, solteiro, Santo
Antonio, phtysica pulmonar.
Mana Jos de Jess, Pernamhuco, 52 annos, viuva,
Sao Jos, phtysica pulmonar.
Severina Manoea do Livraraento, Pernambueo, 30
anuos, solteira, Boa-Vista, ulcera grangrenosa.
Domingos Jos das Neves, Pernambueo, 40 annos,
viuvo, Boa-Vista, intcrite chronica.
Joanna Maria de Olveira, frica, 53 annos, sol-
teira, Recife, ttano.
Antonio, Pernambueo, 8 annos, Sao Jos, convul
c5es.
Maria, Pernambueo, 3 mezes, Santo Antonio, tu-
mor.
Be alto da torre de Londres precipitow^e ha al-
guns dias um abastado capitalista, de Maneheater,
que, como de presumir, chegou moffc ao cabo
dadeseenco.
Entre os papis enconirados na earteira do sui-
cida appareeeu urna caito em que ie**e o moHro-
da sua resoluco; o qual era o deseto de expe-
rimentar una commoco. violenta que Ihe deste-
easse a tristeza que havia muitotvazia encasad
no espirito. >
. Ao mesmo lempo legava 20 mil mVas esteriises
a familia do primeiro sujeita q/nt imitasse o sen
proceder.
A heranca nao foi per eiu puto entregue.
Tambem ninguam se afteseetou a jecla-
ma-la.
A Inglaterra piepara^o para celebrar em Lon-
dres e era todas aa suas possesses eoloniaes, urna
grande fesla era honra de Stiakspeare.
O 300. anntversario do nascimento de Shaks-
peare ser celebrado por urna fesla nacional a %\
de abril do 1864,.c mu monumento conmemorativo
ser erigido, na cidade de Londres.
UM P0UC6 DE TUDO.
Sob titulo da Graca l)i>mu, traduzmos do barao
de Henrion:
Havia um fidalgo de mos costumes e muito li-
bertino; o qual quando menos pensava, adoeceu,
e desengaado dos mdicos, chegou ao ponto de
morte.
A esposa, prudente e ajuizada senhora, cansou-se
debalde em pedir-lhe que recebesse os Sacramen-
tos ; a nada o impo se mova, c a pobre senhora,
partida de dr via com lagrimas, sua constante re-
pulsa ; mas sabendo que havia nessa trra um
sacerdote, que costumava com caridoso espirito
acudir aos moribundos, mandou-o chamar : veio o
padre, e dirgio-se cmara do enfermo.
Meu amigo, Ihe disse o padre' com brandu-
ra, eu venho visita-lo, e prestar-me a seu ser-
vico.
Nao quero visita de padres, dsse o doente
com voz rauca, va-se embora, deixeme-me. .
O padre, pesaroso de um tal modo, ficou um
pouco em silencio, ponderando e pedindo ao Senhor
luz e remedio.
O doenle, vendo que elle se demorava, lornou a
dizer-lhe em voz alta e com raiva :
Retire-se, padre!
O bom sacerdote, por urna daquellas inspiracoes
felzes da divina bondade, levanta-se, e com sem-
blante severo diz ao enfermo:
Nao me retiro I Ha muitos annos que assisto
a moribundos, sempre Dos me fes a graca de os
ver morrer contriclos: vos sois o primeiro obsti-
nado que se me apresenta, e como nunca vi a mor-
te de um percador obstinado, querd v-lo agora.
E dizendo isto, cruzou os bracos, e pdz-se a pas-
sear de largo com ar triste e carregado, e passo
firme.
O enfermo de vez em quando abra os olhos, e
via o padre em sen teitnoso passeo, at que, lan-
ces preciosos da graca divina! at que com voz en-
ternecida dsse :
Venha c, Sr. padre, assente-Se aqui I
Tudo entao foi um paraizo. ^
Basta dizer que aquella alma tfefcrecida. e
MUT L ADOf

Da Remita- fwpnlar extrahimos o segrate :
AVE-MAMA.
Ave, rainha dos cds
Maria, cheia de graca,
Os teus labios nem tcaram
Do peccado a negra taca.
Nesse throno do universo
O Senhor comtigo est :
Es bemdita entre as mulheres,
O' casta flor de Judi!
Do vosso ventre sagrado
O Rei dos res dste luz
K bemdito o vosso frncto,
O' doce Mi de Jess !
Rogai, Vlrgem das Virgens,
Rogai por nos peceadores,
as phases da triste vida,
Na meta das nossas dores.

NOITES INTIMAS.
primeira noite.
Saudade.
Saudade, doce amargo de infeliz-.--.
Delicioso pungir de acerbo es pinho.
GabrettCamoes).
Quando a sos, longe do bulicio do mundo, ao
pallido claro de urna la trmula, que nos aclara
urna nalureza ttrica, contemplamos o azul do co,
todo recamado de nuvensrahas brancas;
Quando o nosso olharae perde pela vaga exten-
sao do mar era calma ;
Quando o gemido da vaga l na costa se quebra,
e o queixoso lamento da brisa em nossos ouvidos
raorre;
Enlo nosso corpo alquebra-sc, nosso olhar te
esmorece, nos sentimos una tristeza intima, mil-
turada de um intimo prazer.
Dr nao que como dr nao de : tem o balsa-
mo, sem os tormentos do martyrio : .' a saudade '.
E o cante do coraco e da reininiscencia, lem-
brando o passado, resuscitando os prazeres, os
anhelos, os soflrimentos de cnlo!...
s o melhor dos sentimentos do homem, sauda-
de, tu, que me lembras a mraha infancia, os meus
primeiros amores !
Tu, que me lembras um olhar que me fez poeta,
um sorriso que me fez feliz, um amor que me fez
lonco !
Tu, doce amiga, que me recordas os transportes,
as meigas confidencias dos meus primeiros, dos
meus puros amores!
Desses amores, que euinfante c feliztonto
amei, queadolescente e variodesprezei, e sjue
reflectido e calmolamento perdidos!
Saudade, melhor sentir do homem, nao me dei-
xes t saudade, reeorda-mc o passado, d-me em
sonhos a felieidade pretrita.
Lcmbra-me os meus amores da infancia, j que
me nao dado goza-Ios.
Saudade, consolaco do triste, abriga-te em meu
io ai! nao me deixes. saudade !
n
l'm tempo houve (bem longe vai !) em que tvo
um olhar que me olhava meigo, um sorriso que me
sorria terno, um coraco que amava-me sincera-
mente.
Ao ouvir as doces phrases que por uns labios de
puro coral me fallava um anjo, eu trema as gra-
tas convulsoes da felicidade I
Ao bcijar-lhe a pequenina mo que me aponta-
va, ao longe, um leito nupcial, cujas brancas cor-
tinas deviam-se entreabrir para a ventura, eu me
senta arroubado nos vaporosos delirios dos mais
frvidos anhelos.
Oh eu era um louco mas era um louco fe-
liz 1...
Saudade, doce saudade, lembra-me as miabas fe-
lzes loucuras I
III
Minha vida era lio feliz quando embalada pelas
illusoes da infancia '
Descuidosos escoavam-se meus dias nos temos
enlevos de uns amores to queridos na esttica
contemplaco de urna virgem to innocente nos
meigos sonhos de um futuro to risonho !
E como to sbitas se raudaram as scenas de
minha felicidade I...
Aquella chamma to ardente, que a rusto eu snp-
portava, aquella chamma, que me escaldava o ce-
rebro, como to depressa apagou-se I
Aquellos desejos to incessantes, aquella aneia
de amala, aquellos amores to cheios de crenca e
de veracidade tomo ludo isto findou-se I...
Conta-me, saudade, essas desventuras da vida,
o pungir desses espinhos por onde mnh'alma se
dilacerou.
Eu te amo, saudade, porque s o melhor, o mato
intimo senilmente do homem I
O amor urna loucura da infancia, que com ella
passa ; mas tu, saudade, tu permaneces, sempre
grata, sempre benfica ; nao s urna illosao, s o
melhor sentir do homem.
O amor um passaro queimplumeanimamos
ao calor do seio, creamos com os nossos carinos,
com os nossos desvelos;
Mas, quando desenvolve as azas, o cacador Bo-
lo rouba, ou ingrato o passaro ausenta-se de nos *
Porm tu, saudade, tu, doce amiga, tu nos veas
adormentar as dores, quando a felicidade nos.
deixa.
s o sol que brilha quando passada a borrasca.
Es o perfume que sobrevive ao eahir das flores.
Es o sabor de um beijo, cuja essencia se eutra-
nhou em nossa alma.
Es a ultima harmona de um lastimoso cntico
de amor, entoado por apaixonada virgem ; ultima
harmona que resa eternamente as corda* do co-
raco.
' O que mais s, saudade ?Es o rasto luminoso
que as aguas deixa a la, por urna deesas noto
como a de hoje___
IV
0 esqueeitnento o termo do amor, assim como
a njorto o icono da vida.
seio




__



talarlo de Pernanibnco Sexta felra 93 de Outubro de ISAS.
'-'

Mas tu, sauflaflc; 5 a OeuiTveilWmca "#o amor
assim como o co a beniaventurancada vida.
Araa-se orna so vez na vida, ana-e*
ama-se como um lonco
Depois, o fogo apaga-se, g**4 .sensibilidad*,
foge o amor, por mais intenso que seja 1
ento que tu, saudade phenix dos amores, re-
nasces grata a suavisar-ncs a d4>screnca.
entao que tu vens calma, as horas mora, da
noite, abrandar-nos as dores com a lembranca do
PaCa!ies sobre a flor do petto, come os orvalhos do
co sobre as llores da tetra......
Saudade, consolacao do triste, ai 1 nao te apartes
de mim. ... -
Noite, confidente amiga do desgranado, nao me
deixes.
Amo o leu silencio, noite, porque me trazes o que
de mais caro 1 para mima saudade.
Noite, fosses eterna, noite,! e eu te amaria
tnuito I
Noite, ocia amiga da saudade, nao me deixes.
Saudade, melhor sentir do homem, balsamo das
dores do eoraco, en te amo, saudade 1
Abrifa-te cm meu peito, nao me deixes.
Saudade, eu te amo.
Esperei polfquc um da a elioo no RrasiTtl's-
se a expresso es|iontanea, e veriladeira do poder
em delirio, eleitoral, e vendo uas palavras de um governo, que
me parece honesto pelos honrados caracteres de
CHRONICA JtDICIABIA.
TRI Bl \ A I- DO < OH.flKKI I.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 22 DE OCTCBRO
DE 1863.
PRESIDENCIA DO KXM. SR. DESEMBARGADO*
Sfll'ZA.
que se comed, a proclamarlo de tio bens princi
pos, entend, qoe era chegada a occasiao de solli-
ciiar os sufragios dos meus compatriotas. Neste
sentido dirijo a ininha missiva ao corpo eleitoral, e
tenho a maior connanoa de que serei to bem aco-
lliido como sempre fui em outras pocas.
Tendo a penna sobre o papel nao quero delxar
sem resposta duas observaijoes que me lizeram un-
iros amigos.
A foi o nao me haver dirigido, e solicitado o
apoto, e cooperaeao desse novo partido politice de-
nominadoa liga.
A 2* o nao haver indicado na minha circular o
men programma poltico.
yuanto a 1* respondo, que vi de longe formar-se
essa liga, ou coaiisao de grandes vultos polticos,
de principios oppestos, e reunidos em um centro
commum.
Eu nio reprovo essas al I ancas, ao contrario
applaudo-as, porgue rejo n'ellas um grande nasso
avancado no caminho da tolerancia, nao se inque-
| rindo ao individuo onde esteve, e donde veio; vejo
3ue nao se doclinam nomes, cognomes, e appelli-
os, pelo que .parece que vai para sempre desapa-
recer essa guerra das racas, que tanto nos aproxl-
mava ao estado sevalgem.
Mas vendo nessa liga homens, que professavam
principios oppostos, espereique fossem reveladas as
modillcacdes mutuas, que faz'iam aproximar, ou
que se ditesse que urna das parcialidades havia
subjugado a oulra ; nada disto se disse, por tanto
llcou inteiramente obscuro o eamipho por onde po
qunnto devo sua psito, emerecwnertto ; I A Sra. D Joaquina Anglica de Sa Brrelo, mo- de necessidade que faeam constar nos reoarsas j **/> n tni*e\
nllicitaniln a wu annin nVi .lussiiin a,rador* ** rDa relia a. 100, tendo urna sua es-; appellacdes que tem de vir a instancia superior, /l / / Cr/KllULUU
0 crava Mtocido ha-poucos dis submettida ao tra- quaes os reos que sen*) pobres nao pdem pagar pf-.u a III-, e- n_r .j, M-,:
tamento da eu medico, resol vou procurar-me para sellos, custase mais prepares, o que fcilmente jioum>w inau.or. ur. JBIX in-
tratar de um outroescravo, que solTria da mesma consegue-se por meio de jnstirlcaco oa mesmo de pal da Segunda Vara, Saltada 24 4*
: as plalas attestados ou certidoes dos subdelegados, delega- rArrpntf dpnois ir- Bada ----
ment. dos, juizes de paz e vlganos. crreme, uepuis ar SMieiCIS
.-----. ..,.,, Muran., adiando-* E para consur, e para que chegne ao conheei- II ao 8 llMCa OS esCPtTW tenales Br-
berdade, multa caima e renexao, perreito gravemente accommettido dista molestia, proeu- ment de todos a quem interessar possa, far-se-ha laante* a torannaiaaiL I
desinters pessoal, e C0n9ciencin pora, rou-me ultlaiamente, dizendo-me, que tendo sido este publico pelos jornaea desu capital, depois do "
mas suiciianao o seu apoio, nao deseo o
menor sacrificio de cnsciencia.
A escolha que vai a provincia proeeder
de summa importancia para o sea futuro; enermldade, pre$crevi-ine o xarope e as
4 >lla nnii i ella pois, oeve presiuir a mais ampia ii 0 ^ Tmoliio Amancio Har, ac
Keca em qoem recair a eicolha de Per- desengaada pelos seus professores, deseja
vinca lllustre por tantos ttulos, tal e O mea preparaedes de veame, consegu restal'elacer-llw
desejo. um Pu<* torcas, e metigar a toaae a fcbre,
Acceite V. S. OS sentimentOS de tHa Sti- com oqM,a meu conselho, pode transportar-se
maeconsideracocomquemeassigno.-De S^se^mS!6'"' ^^ U>DboMoa-
V. S. patricio e creado respeitador.
Joaquim Soldn ha Marinho.
Rio de Janeiro. 20 de junbo de 1863.
Qoando algnem se v com tosso vai ao medico,
este o examina e declarao scnbor est affeclado
i dos pulmdeso docnte desanima, com esta senten-
ea entende estar sem mais cura, quando os fados
e a experiencia tem demonstrado que muiros, ten
competente registro na chancellara.
Recife, Io de jolho de 1863.
D. Frannsco Battkazar da Siiveira.
0 Dr. Tristao de Aleocar Araripe, oflicial
da imperial ordem da Rosa, e juiz de
direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de
Pernambuco, e sea termo, por S. M Im-
perial e constitucional, o Senhor D. Pe-
dro II, a quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edilal vi-
nande 4a Crw: ^elipfe, cabra, sia
nulher de ame Felippa, eriail, ctn
deus filbos de Mine flavina e Jevua,
lados por 1;800$; Jos Ferreiro e sao
alhec de ame Anteaia, por 1:000$;
Jos hortelao, de aaeo, por 70W; e
Jos Borracha par 240^.
Coaselho de compras aavara
Paco publico, de ordem do conseibo,
por
Illm. Sr.-Na occasiao a mais solemne em' f?^S^^Sl IFem ^.tolri.'tiforoi, que no da 3 de fS^^SSS %%Sff5F&
que esta heroica provincia vai exercer a mais Jicina. P m **" ,"11"1"11 de mt novembro do corrente anno, se ha de arre- [** tr/nsferida para o dia do eormue
sublime e importante funeco da soberana! Ora, nesta provincia temos facilidade hoje e! m^r por yenda a quem ma.s derosegu.n- mez rece^ndo-se as prepostas neste meaao da
nacional, apresentaado i sabia escolha do carao doar, porque a va frrea nosproporcio- te : um sitio comquatro casas, no lugar das|*SlA^l^.
poder moderador treenomesdistinctospara ^J^^1^^^!^ ^'^^^^ a Pri? daata palaioada ,
a,
Sala do conselho de compras navaes, ti de ou-
i largura e quarenta de fundo, de taipa, e
mu estado, avahada poi cincoenta mil
aue quando eu venho soliicitar a honra a derados sflr,ao. quanto mais que os mesmos luga- a segunda com vinte sete palmos de Trente
aia uhida. nne um cidadSo ndn nraten- "J ^o maos," segiindo, pens, prlncipalinen-, e quarenta de fundo, de taipa, em mu 68-1
O preencliimento da vaga deixada no senado as ultimas estacoes de Gameleira e Una, lugares ,
pelo fallecimente do visconde de Albuquer- peno do Bonitoe deoutros pontos que sao consi- rau estfd. aval!atJa P cincoenta mil res;
mais subida, que um cidad3o pode preteu- t
der de seus patricios, a de ser contemplado
dos Lemos, Malvoira e Rosa, o Sr. presidente de-
claroii abena a scssiio, sendo lida e approvada a
acta da ultima.
EXPRDIRNTK.
Foi presente a cotacao oflicial dos preces cor-
rentes da praca na semana liada.Archive-se.
despachos.
Um requerimenlo de Jos Francisdo Moreira,
pedindo o registro de sua nomeacao de caixeiro de
Jos Francisco Lavra Penna.Registre-se.
Outro de Anlonio Joaquim de Vaseoncelios A C,
pedindo o registro de seu contrato social. O
raes too.
Nada mais houve.
SESSAO JUDKIARIA EM MDE OITUBR DE
186.1.
PRBSIDSNCIA DO KXM. SU. DESEMBARGADOR
ua.
Secretario, Julio Gutmaraes.
A racia hora da tarde, o 8r. presidente abri a
sessao, estando reunidos os Srs. desembargadores
Silva Guimaraes e Assis Rocha, e os senhores de-
miados Lemos, Malveira, Rosa, e Casemiro Ateo-
orado ; faltando por doente o Sr. desembargador
Villares.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Lou-se e foi assignado o aceordao proferido na
sessao de 15 do corrente, na appcIlarTto entre par-
tes :
ApjK'llantes, o Dr. Joo da Silva Ramos e Louren-
^o Pereira da Silva Pimentel; appellado, Jos Mar-
ques dos Santos Aguiar.
njLCAMKKTOS.
Appellante, Gabriel ntonio ; appellado, o Dr. Ig-
nacio Nery da Ponceca.
Pendente de embargos
Sorteado o Sr. deputado Lemos no impedimen-
to do Sr. Reg, que era juiz certo ;
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimaraes.
Desprezaram-se os embargos.
AfiCRAVOS.
Aggravante, Antonio Ferreira Leal ; aggravado,
Jos de Paiva Ferreira Jnior, como curador de
Antonio Casemiro de Gouveia.
O Sr. presidente dcujirovi monto.
Aggravante, Jos Maria Goncalves Vieira Gui-
maraes ; aggravado, Antonio Nunes de Oliveira.
O Sr. presidente negou provimento.
Nada mais se pode tratar c encerrou-se a sessao
i' horas da tarde.
CQMMNICADQS.
AoSr. Dr. Jcronjmo Villela de Caslro Tavares.
O Sr. Dr. Jeronymo Villela de Castro Tavares,
admittindo com sua proverbial facilidade sor eu re-
dactor ou collaborador do Papaaaio, nao obstante
serem censurados nesse peridico varios caracte-
res, que cstou acostumado a respeitar, servindo-se
de allusoes para evitar, como todo o calumniador
covarde, a rcsponsabilidade de seus escriptos, attri-
bue-me, em o n. 6 da Dona Uqa, factos que pre-
judicariam a minha reputarao de cidadao e de ma-
gistrado, sej|ior mim fossem praticados.
Por bem do meu nomo, que ambiciono ver cer-
cado de estima publica, provoco formalmente o Sr.
Dr. Vilella Tavares para que, deixando a iniscra-
vel posi(ao decapoeira, que tomara, alim de ca-
lumniarme a seu sabor, venha, sob a garanta le-
gal de seu nome, assuinir perante o publico a rcs-
ponsabilidade de qualquer dos factos, que me at-
tribue.
Se susceplivel de brios, deixe o capote de pas-
quineiro, cm que embucou-se, comprebenda por
um momento o que de ve posieao social, em que
o collocaram, c aceite a luva, que Ihc atiro da tri-
buna decente e rcspeitavel de um jornal concei-
tuado, nico em que deve fallar o cidadao, que se
estima, nico, em que at boje, gracas a Dos, te-
nho bradado c bei de bradar contra todos os ad-
versarios, que injusta c livianamente me teem ag-
gredido.
Recife, 22 de outubro de 1863.
Francisco de Aravjo Barros.
Sao muito repetidas as vezes em que me dizem
alguns amigos, que a minha apresentacao aos elci-
tores de Pernambuco, como candidato o lugar de
senador, achando-me ausente, e separado a muitos
annos da poltica activa, poder correr o risco de
nao ser bem acolhida.
Embora semelliante idea nao passe de um frivo-
lo pretexto, de um sophisma, de um fraco argumen-
to, que nao pode abalar, e desvairar o animo dos
cleitores ; todava acudo ao reclamo.
A poltica nao urna propriedade, cuias norias
possam ser abertas, ou cerradas a vontade do seu
dono.
Os diretos polticos nao prescrevem pela au-
sencia do cidadao ; nenhum cdigo poltico co-
nhecido estabelece esta no nnmero de suas res-
triccoes ao exercicio dos direitos polticos, e a nos-
sa ebnstituicao declara apte para deputado, ou se- Illm. Sr.Tem Pernambuco do concorrer
nador o ciddo brasileiro, qualquer que seja o seu agora com O seu voto para preenchimenlo
^o^^r^^^S^^t. *P quenoaaaadodeixouo Sr. visconde
gumento da simples ausencia. de Albuquerque. A lista trplice que para
Resta o da abstencao da poltica activa por al- isto, e segundo a conslituico poltica do im-
gum lempo mas, ou menos prolongado. I perio tem de ser apresenlada escolha da
.Nao me reuiontarei a pocas antigs invocando o \ m^ va ser confeccionada,
nome de Liucinato. que pormais de urna vez, dei-,,.__!. _. j ,..
xou a direceao do arado, e da charra para gover- Pernambuoano, seria para mim de altis-
nara repblica. Xao tare o facto recente de' sima importancia merecer dessa distincla e
haverem os eleitores de Franca, nogosoda liberda- heroica provincia a Iwnra de ser contado en-
de do seu voto chamada para o parlamento a Mr. .- ng ,..,. PVflihj,tftS
Th.ers, e oulros personagens que se achavam in- Ire.0B. 8eUS ,'"~L' .... ...
teiramente separados da poiica activa. Assim, pois, apresento-me candidato a lis-
Temos exempios no paiz, que sao os meihores ti trplice para senador, em cuja eleico vai
para convencer. a minha provincia empenhar-se agora:
t% muTu, "Sn ^bSoITiuc .!B | m "f- W^f StS sao ahocidoa.
outro Uincmato andou pelo Mucury cavando a ter-1Na imprensa, bem como na tribuna parla-
ra, o encaando os rios; mas quaado voliou os!mentar, tenho-me definido claramente,
mineiros abriram-lhe os bracos e as urnas eleito- N3o cedo desses principios, nik) transijo
rttSJ?pditicaP m porsuaausenc,a'e abs" nemtransigirei jamis a cusa delles. parque
O nosso patricio o Sr. Urbano fez abstencao po- rePlUo mais sa,ltos' vsto envolverem
Jitica de i.si, conservou-se ausente da provincia seguranza de liberdade constitucional, e con-
15 annos em sua advogacia no Rio de Janeiro, e' duzirem prosperidade e progresso do
aem embala, neni a sua ausencia, nem a sua abs- pa/ moraligaclo e legilimidade de sua ad-
teneio poltica foram allegadas para nao ast aaa-1 *?,ryJT?T B w oua au
Ihido, como bem o merece, pelos eleitores de Per-1 ministraba. ....
nambueo. Portaato a minha ausencia, e absten-! Se tenho andado bom camioho diga-o ago-
SIo politiea silenciosa, e resignada, a que fui forca-' ra a provincia onde nasci : respeilOSO me
o a piioeipio por auoha emigracio, e depois eai- apresento a ella para ser julgado.
pregado no servico do estado ate boje, nao podem ^fo. ', ifcJtrSaa p rlianni fi.
ser allegadas contra a ininha candidatura, quando I hntre los> iao '.l,usl1 aaos U'gnos 11-
nao o foram contra outras em iguaes eimunstan. |bos de Pernambuco, e ousada talvez minha
*iaf- apresentacao. Sirva-me, porm, de des-
Ha.^^pol'lc* a m')em ,uma ^rande ar" culpa o grande desejo que nutro de ser til
ina de opposieao, e ma.s, um protsto solemne, que | V n" -.. eilhi<,. hnn
Se me dingise ao Sr. Paes Brrelo talvez encon-
trasse repulsa por desacord em nossas opiniSes,
se ao Sr. Urbano pedera succeder o mesmo.
Entretanto se as confidencias, e modillcaoes,
que devem ter havido entre cavalleiros to dstine-
tos para se poderem aproximar cora honra e dgni-
dade, tivessem sido publieades, se a nova poltica
adoptada pela liga tivesse sido definida, euteria adia-
do a ponta do lio que me guiassaaella. Confesso
que no meio de tanta obseuridadc nao me qaiz ar-
riscar a urna queda.
Segui pois o caminho legitimo, e mais curto,
aproxiinei-mo dos eleitores, na miaba candidatura
nao ha intermediarios; soa eu e o eleitor.
E a respeito da liga nao devo prudentemente con-
tinuar em minhas apreciaedes, fa^o pausa.......
Desejc-lhe dilauda existencia. Estimarei qneos
sons do seu clariin eleitoral triumphante nao si'jam
abafados pelo grito hostil de interesses offondidos,
de aspiracoes malogradas, de queixas, resenti-
mentos e de recrtmiiiaces ; e que o amigo dcil
e complceme de hoje, nio seja o inimigo implaca-
vel d'amaDha por um novo chassez-croisez.
Pelo que respeita a falt do programma na mi-
nha circular, direi.
Os prograramas eompoe-sc quasi sempre de duas
partes. Na priiueira apresenta-se o candidato fa-
zendo a sua propria biographia, o panegyrista de
seus scrTicos e sacrificios.
Na segunda- faz pomposas promessas, traca as
linhas do futuro, e mu tas vezes tisongeia, ou exci-
ta as naixdes.
Se o programma urna necessidade indeclina-
vel para o candidato, vou cumpri-la para que nao
|qqe a minha candidatura sem estas vestes cere-
moniaes.
Pernambuco, que me deu o berco, e onde viv
at aos 40 annos, viu a senda poltica, que percor-
ri desde que como soldado pelejei pela indepen-
dencia at o anno de 1849 em que emigrei.
Tenho a cnsciencia de que as difierentes po-
scdos em que mo achei, como soldado, como ma-
gistrado, coww poltico e eomo revolucionario sou-
be comprehender meus deveres, e cumpri-los de
maneira que ninguem se atrever a lanear-meem
rosto orna saccJo ignobil.
Em 1824 cortei a minha brilhante carreira mi-
litar por causa da liberdade ; em 1848 sacrhlquei
a minha elevada posiclo, meu passado e meu fu-
turo por causa da liberdade, e para nao abandonar
no momento do perigo o partido a que me havia
ligado.
Sao estes os ttulos com que me apresento aos
eleitores pernambucanos. Desde 1849 at hoje o
espaco foi intelramente vasio, nao fiz transicocs, e
nem transaccoes : a maledicencia poder inventar
as calumnias' que quizer.
A segunda parte do meu programma muito
simples.
Sou o que fui, e hei-de ser o que sousou libe-
ral -csa nica promessa que posso fazer.
Trajear as linhas do luluro, e indicar a marcha
aos acnlecimcntos querer chegar ao impossivel.
Quando Napoleo I atravessava toda a Europa e
chegava at a Asia a frente dos seusexercitos; quan-
do tracava no mappa 06 limites dos reinos que ha-
via creado, e para os quaes nomeava reh> a seu ta-
lante, nao pensava que a perda de urna s batalha
destruira a sua grande obra, a obra de tantas vic-
torias. Quando empunhava o sceptro, e cingia o
diadema, nao pensava que seria o prisioneiro de
Santa Helena.
A nossa vista muila curta para alcancar o ho-
risonte do futuro.
Se eu disser que hei-de defender a independen-
cia, a inlegridade, a Constituirn, a monarchia etc.
nao fare mais do que repetir banalidades.
Se eu disser que a poltica anda como anda todo
o universo, que o movimento a vida, que o pro-
gresso tem tanta forca, que, como disse Napoleo I
tajuda ao que o segu, arrastra o que pretende
faz-lo passar, esmaga o que pretende impdi-lo
terei dito tudo nanlo se pode dizer sobre o fu-
turo.
Promover a prosperidade futura do Brasileis
o meu programma.
Reconlu'co que a ininha linguagem to solt, e
Lo livre como o pensamento que a dicta, nao a
adoptada pelos candidatos as vesperas do prnnun-
ciamento das urnas; mas eu nao sacrifico a nen-
hum iniercsse c consideracao humana a minha li-
berdade de pensar e fallar, e esta a melhor e
maior garanta que posso offerecer aos eleitores
para me confiarem o seu mandato.
Eu nao amo a Pernambuco para que me faca de-
putado ou sonador, e nao desejo s-lo para minha
elevaco pessoal ou para satisfazer a minha vada-
de, desejo s-lo porque desejo servi-lo.
Seja ou nao seja hei-de sempre ama-lo por que o
amor da patria como disse Chateaubriand : o
insiincto exclusivo do Iwmem, o mais bello e o
mais moral dos instinctos... A Providencia collou
os ps de cada homem ao seu torro nula I como
nm imn invencivel. Eu nao tenho s os ps
collados cm Pernambuco, tenho todo o meu corpo
e toda a minha alma.
Flix Peixoto de Brito e Mello.
O secretario,
lexandre Rodrigues dos Amjos.
Pela subdelegada do Peres foi aprehendido
nm menino preto de idade 8 annos, que acompa-
J"' nhava nm com boy em seguimento do serte ; este
* menino diz chamar-so Cosme, e ser forro, toa
mi Marocas, e que mora no Mangoinho, e Siral-
S. Lourenco da Malta.
quem
sentimentos para que os meus concidad3os ^ ^JttSgSKS&t
possam em sua conciencia julgar-me. I Aqueiies, poP?J^Xem nes.as circums-, ^ 7 man esUdo, avahada por cuco- 1863. o uMejjgjK
Smto-me acanhado em m.Bha pretencao., **> <*'"<* '*&*> laucar osmeios pelos enta mil res; Um sitio junto as mesmas
quaes se devera reger, e Ibes fornecere os med- casas, com sessenta e quatro palmos de fren-
1 Mas d[r." .h i tado' avahada por setenta mil ris; a tercei-
as I horas da mai Tmuidos os Srs dcnuta-[ der-me-la dirigir a essa respeitvel congregado, em lima lisia' trplice para 0 lugar de senador <]e se transportar e daUi estar isso se respoo-! ra ^om quince palmos de frenle e miaren-
...... ...^ d vigoroso deverexphcar-rae.ema- ^"e'naquel,cs lugares jen casa, vasia. e ta de fundo, de ta.pa. em mu estajo, por $l^^r?0^f-
nifestar cooi franqueza meus principise !% EfJ^.25S^
quando considero a imporlancar do manda- camen[os gratuitamente.
to, que a provincia ra conferir; mandato Nao deixarei dn advert
. que a provincia
do mais alto alcance, j por sua natureza de' nhas preparaedes de veame sao reunidas eom oo-
te e sesceolos e dea palmos de fundo, com
aloe^'reunidasio^ou: <**!>* al^ns arvoredos, sendo a largura
soa de saber caD.icidade e virtudes com aPPlicados: ca(la um respoade por si, e eu afllrmo
Jm^H^Zl *. com v'erdade o que aqu tenho relatado,cujos me- duas portas e duas janellas na frente, parte
preferencia os que ttverera feito servicos dicamenios nesl provincia sd rendo
patria. botica na ra Dirett a. 88.
N50 me desvaneQO de possuir OS requisi-1 iu Rocha Prannos.
tos precisos para bem desempenhar o man-
dato, e ante os Ilustres Pernambucanos,
que senpresenlam, me reconheco e confesso! levo ao coabecaento de V. S. que o doente, iroe
1 de lijolto e parle de barro, com o reparti-
mento de barro, e um terreno ao lado, com
vinte e cinco palmos, em completa ruina,
Nazareth doCabo, 7 de setembro de 1863.-IHm.' cujos fundos deitam para o rio Capibaribe,
Sr. Jos da Rocha Paranh09.-Com o maior praier terra8 foreras a marinha, avahada por du-
B maisfhcoe o menos digno/ese me ^^XSSiSSSiffS^lm *?" ft a mf
terrainoa pedirossuffragiosde meus coaci-! acb"se. .! ^4 .wufcalaaaai por auanto nada penhoradas por execucao dos curadores us-
sonto, tendo desaparecidfl no todo a tossa, tem
dadaos. 6 fundado someoie na pureza de i-; muiu; disposicio i comida, aoha-se trido,
nhas intenedes, no desejo de servir ao meu Findeu de tomar os nltimof remedios, que V. s.
paiz, e na certesa, que tenho na propria receitou no dia 30 do paasada, resta agora V. S.
cnsciencia, de empregar os esforc*, que I andar-me dizer qual a dieta sua o
em mim couberero, para o melhor cutnpi>
ment de mees deveres, animado nica-
mente por tantas demonstraces de estima e
con lia nca. que hei recebido de miaba pro-
vincia nalaU que penhorara em extremo a
minha gratidao, e me indorem crr que
[ algurna cousa mereco no conceito nobre e
' generoso de meus comprovincianos.
1 Meus principios sao bem conheeidos, e
desde o armo de 1836, em que entrei na
1 scena poltica, sempre os tenho sustentado
com sinceridade, dedicaco e dignidade. En-
te mo que a liberdade o lim essencial das
sociedades civis, e felizmente a considero as-
saz garantida em nossas instituirSes funda-
mentaes, precisando apenas de algumas re-
formas as leis reglamentares, que a tor-
il em effectiva na pratica, e a assegurem
mefhor contra os abusos e vexames da forca
e do arbitrio.
Applicarei os mais serios cuidados o in-
tuito de occorrer decadencia da agricultu-
ra, commercio e industria, que olhos vistos
definham e demandam urgente prnteccno.
Com osles principios sollicito de V. S. o
seu voto e valiosa coadjuvacao, e se Ihe me-
recer esta prova de stra honrosa
terei no maior apreco e agradec'unento a
parle que V. S. se dignar de tomar em
minha ele i cao.
Com a maior considerado e estima sou
de V. S., patricio e correligionario obri-
gado.
Urbano Sabino Pessa de Mello.
Recife, 1* de setembro de 1863.
caes da massa fallida de Amorira, Fragoso,
Santas & C., contra Francisco de Barros
Reg.
E nao havendo lancador que cubra o pre-
conservar, e por qoantas lempos, mencionando as co da avaliaco, a arietnalaco ser feila
comidas que dever usar daqai emsaate. I pe|o,Talor da adjndicico com o abatimento
! da le.
Kesta-me agora agradeear V. S, o cuidado qae
tomou no tratamento do meu sobrinbo, abaixo de
Deus, devido o seu restabelecimtnto a pericia de E para que chegue ao conhecimento de
v. 81, e por isso pode V. s. sempre contar com todos mandei publicar o presente pelos jor-
os meas diminutos prestmos, e de^rei. ,'in naes com de lei.
todo tempo dar urna prova do meu reaoaheci-
mento.
Desejo V. S. tedas as venturas, par ser de V. S.
muito respeitador e obrigadissimo criado.
Francisco Bermgumr Cmr de MenKKS.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PERMHBU0
Alfaudega
ftcndimeiito do dia 1 a 21. .
dem do da 22.......
78:031*633
Recife 28 de setembro de 1^63, qoadra-
gesimo segundo da independencia c do im-
perio do Brasil.
Eu-, Manoel Maria Rodrigues do Nasci-
mene, escrivao o subscrevi.
Tristaoo de Xlencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da manda fazer publico a todos os habitantes desta
provincia que em virtude da ordem do Exm. Sr.
ministro da fazenda, presidente do tribunal do the-
sonro nacional se proceder do Io de dezembro pr-
ximo lnturo pela rhesournria a substituic.ao das
notas do mesmo thesouro de 200* da 2* e 3* es-
tampas, valor por valor at o fim de julho de 186V
comecando do de agosto subsequente a soffrer
as ditas notas o descont da lci na razao de 10
995 I por cento no lmez, de 20 por cento no 2, e assim
l por diatfe de modo aperderem todo valor no de-
293:i85'J8
Hov I ncalo ta alfandega.
Volumes entrados com fazendas
com genero
. nmea* Volumes sabidos com fazendas
com gneros
158
392
-----550
nuits vezes tem mais forea, e produz efteilos mais
fncazes, do que as lutas couuouas, infructferas
de todos os dias.
A abstencao una poltica usada pelos conselhos
da prudencia e do jwtriotismo, quando os partidos,
ou Os individuos nao se querem enraquecer em
derrotas eertas, e sem resultados; ou guando se
essa provincia e ao paiz, e a subida honra
de ser por ella distinguido com tio alta pro-
va de coi 1 llanca.
Se isto pode justificar minha pretencao,
permita V. S., que eu sollicite sua valiosa
coadjuvacSo em prnl da minha candidatura.
levaniam inacessiveis barreiras ao seu togresso E* poderoso o concurso de.'seus servicos, e
"ffifiSUSS nnd. recurs. p,r a +1 **> ,b'Z" "? aCCe"6 a,mnh" "^
da humana, e tao bem o para os partidos poli-i senlaa0 e a lome ** seus cuidados,
alco. 1 Pirigiado a presente V. S. rumpro
PBLICACQES A PEDIDO.
Phtysica.
O xarope ctherio de veame por mira preparado,
muito tem aproveitado aos que solircm desta mo-
lestia, e c de lamentar-se, que, no obtuario desto
cidade a maioria dos que sucumbem de tubrcu-
los pulmonares, sem procurarem o recurso do
pratico e do experiente, que Ihes podem encami-
nbar o meio de sua salvarao.
O Sr. Braga com loja de ferragens na ra Direita,
foi desengaado por dous habis mdicos, aeha-se
bom com o tratamento por mim proscripto.
A Sra. Jeronyma Maria da Coneeico, moradora
na travesea do Monteiro n. 10, achande-se desen-
gaada, tambem mim recorreu e acha-se resta-
belecida.
Um sohrinho do senhor professor de Nazareth
do Cabo, acha-se bom, como se v de sua carta abaixo
transcripta, alm de oulros factos, que pedera
aqu mencionar.
A phtysica a distruieo e a niagreira de todo
cm|m., em consequenca de chagas, tubrculos, e
concreccao dos bofes e de empyeina, atroimia ner-
vosa, e outras molestias que viciam os humores,
como escorbuto, alporeas, gallico, asihma. bexigas,
sarampo, etc.
Na phtysica, chegando ao estado de gravidade, o
3ue muito pode concorrer para a salvarn do
oei 1 te e ajudar os medicamentos 6, o ar do campo,
exercicio conveniente e dieta, a qual nao deve ser
de non huma cousa quente, ou de diflicil digesto;
e a Itebida cumpre que seja de natureza branda e
fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a moderar a
acrimonia dos humores, e a nutrir, e suster o
doente, para o que preciso reduzi-lo ao uso de
vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha de ser
em [ioucas pon-Oes, para evitar que o excesso do
chylo fresco opprima os bofes, e accelere muito a
circulaco do sangue.
; Muitos doentes desta molestia se teem entregue
ao uso do leo de ligado de bacalhao, e outras pre-
paraooes da resinas e blsamos, sem que dolas
tenham tirado proveito; e alguns expositores de
moilecina combatem com muiu razad esse trata-
ment.
I E' costume carregar o estomago do doente com
medicamentos oleosos e balsmicos; porm estes
em vez de tirar a causa augroentam-na, esquentn-
do o sangue, ao mesmo lempo que tiram o apetite,
relaxam os solidos, e sao de toda surte perniciosos.
Tudo que se fker para extinguir a tosse, alm
do exercicio e rgimen apropriado devem ser re-
medios de natureza acida, detergente e calmante.
O accidos possuem a virtude de produzirem
bons efleitos nesta enfermidade, porque, nao s
conlribuem a apagar a sede quando acommette a
febre educa, mas tambem a refrescar o sangne.
O Sr. Amaro Januario Francisco de Paula, mo-
rador no pateo do Terco n. 26, tendo sido desenga-
ado pelo ultimo medico que o assistia, e achan-
lo-se j era estado de nao poder andar com os pos
bastante enchados, com o tratamento de minhas
preparacoes de veame acha-se muito melhorado,
coni admiracao daquclles que o viam no estado
cm que se achava.
Quaadn a febre etlica o aeommettia, minha
prescrpeoera o seu alivio.
Mandava que dissotvesse o sueco de um limad
em urna chicara d'agua com bastante assucar, e
em um copo grande misturar com um papeiinho
dos pozes refrigerantes para tomar, cora que ali-
via va, e Dla manba o xarope eOierio de velante e
plalas alcoolicas do mesmo.
I'enho aconselhado que faca uso dos vegetaes de
natureza acida, como laranjas, lirodes, ptangas,
etc., eapplicacaode plantas amargosas, que fortifi-
cara o estomago, e sorvem ao mesmo lempo para
destruir e mitigar a sede.
cimo mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam.
buce 3de outubro de 1863.
Servindode official-maior.
Mmwe4Jos Pinto.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda de Pernambuco manda fazer publico que
fica marcado o dia 2 de novembro prximo vin-
douro para o concurso que em virtude da circular
n. 37 de 27 de agosto ultimo se tem de abrir nesta
mesma thesouraria para preenehimento das vagas
! de terceiro escripturario da thesouraria e quartos
da alfandega desta cidade. Os exames versarlo
sobre as seguintes materias : theoria da escriptu-
racu mercantil por partidas simples e dobradas
e suas applicayoes ao commercio e ao thesouro,
! tradurcao correcta das linguas inglcza e franreza,
ou pelo menos da ultima, principios geraes de
geographia e historia do Brasil, algebra at equa-
r,oes do 2o grao e pratica do servico da repartieao
m que o empregado estiver servindo; para o em
prego de 4 escripturario da alfandega o exame
versar tambem sobre estattstica commercial.
Os praticantes e quaesquer outros empregados
da mesma classe que se proponham acs lugares
Consulado provincial. | vagos devero ser examinados as materias em
Rendimento do dial a 21. 27:34345921 qe o nao foram antes da existencia do decreto n.
dem do dia 22......... 952*653'3114 de 27 de junho desteanno.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per
63
700
----- 763
Descarrcgam no dia 23 de outubro
Brigue hollandez Zeenymphfarioha de trigo.
Barca franceza-flrtoufmercadorias.
Barca ingleza Knvoycarvo.
Barea portuguezaS. Manoel //diversas merca
dorias.
Escuna hanoverianaLuna mereadorias.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 21. 34:8I2*739
Idm do dia 22......... 1:705*017
36:597*756 i
28:296*247
MOVIMENTO DO PORTO.
Naci entrado no dia 22.
Fernando de Noronha42 horas, vapor nacional
Jaguanbe, de 442 toneladas, commandante Ma-
noel Joaquim Lobato, e>|uipagem 31.
Liverpool30 dias, brigue ingles Hetty Ellen, de
189 toneladas, capito Daves, equipagem 9, car-
ga fazendas e oulros gneros; a Mills Lathan
& C.
Navios saltillos no mesmo dia.
nambueo 19 de setembro de 1863.
Servindo de oflicial maior,
Manoel Jos Pinto.
0 Dr. Trisito de Alcncar Araripe, oflicial
da imperial ordem da Rosa, juiz de direi-
to, especial do commercio da cidade do
Recife e seu termo, capital da provincia
de Pernambuco, por Sua Mageslade Im-
perial e Constitucional, o Sr. Pedro II,
a quem Deus guarde, etc.
Faro saber pelo presente, que no dia 16
de novembro do corrente anno se ha de ar-
New-York pelo Rio Grande do'Norte-"patachona-rematar por venda a quem mais dr, em
cional Palma, capito M. de A. Roque, carga as-1 praca deste juizo, depois da audiencia res-
sucar. Ipectiva, a casa terrea n. 27, sila na ra da
Maceiobngue-escuna de guerra nacional Fideli-1 n0.i-
dade, commandante Io lente Francisco Roma-'
no Stepple da Silva.
Penedopalhabote nacional Santa Cruz, capito
Jos Victorino das Noves, carga difierentes g-
neros.
EDIT1ES.
Pela inspectora da alfandega se fazjpublico,
que no dia 24 do corrente, depois do meio da, a
port da mesma, ser vendido em leilao 50 fardos na falta de
freguesa de Santo Antonio, a qual
tem vinte palmos de frente e cincoenta e
tres de fundo, com porta e janella na frente,
duas sallas, dous quartos, cozinha fra, quin-
tal murado, cacimba propria, e porio que
deita para o beco dos Palos, avahada em
dous contos de ris ; cuja casa pertencen-
te Francisco Jos da Costa e Silva, e vai
praca por execucSo, que contra o mesmo
encaminha Julio Cesar da Silva Ainaral. E
citantes ser a arrematac.no fei-
de ferro com o peso de 390 arrobas, a 400 rs. a ar-' ta pelo preco da adiudicacao com 0 abati-
roba, total I06*, viudo de New-York pelo brigue I mpnin rpcnpclivo da lei
hamburguez Margarete, consignado Henry Fors- '
ter & C, por se adiar comprehendido no rt. 301
i 4 do regulamcnto, sendo a arremataco livre de
direitos.
Alfandega de Pernambuco 22 de outubro do
1863.-0 2." escripturario,
J. A. da Silva Ribero.
Do ordem do Sr. Dr. chefe de polica, faco
E para que chegue ao conhecimento de
lodos, mandei fazer o presente edilal, que
ser nffixado nos lugares do costume, e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco aos 20 dias de outubro de
publico, que foi preso e se acia recomido cadea! I8G3, quadragesimo segundo da indepen-
da capital da provincia do Piauhy, o preto Manoel,! denca e do imperio do Brasil.
oflicial de pedreiro, que confessou ser escravo, e j ,, ,r r.___T. n, ij.
ter fgido do poder de sen senhor, o nortuguez i E eu Manoel de Carvulho Pae de Andra-
Francisco Borges, residente na freguezia da Boa-1 de, escrivao, O subscrevi.
Vista desla cidade, em dias de dezembro do anno
prximo passado.
Secretaria de polica de Pernambuco 22 de ou-
tubro de 1863.O secretario,
Eduardo de Barros Falcad de Lcenla.
Tribunal da relaeo.
Por ordem do Exm. Sr. cooselheiro presidente
da relacao se manda eramente publicar o edital
do 1* de julho do corrente anno, que mais urgente
se torna em consequenca da disposicao do novo
regulamento n. 3,139 de 13 de agosto prximo
findo, que no 3 do art. 31 e na parte 2" do art.
46, impe novos deveres.
Recife, 17 de outubro de 1863.O secretario.Do-
raingos Affonso Ferreira.
EDITAL.
O desembargador D. Francisco Balthasar da Sii-
veira, presidente da relacao de Pernambuco,
ele. etc.
Pelo presente edital faco saber a todos os juizes
de direito e municipaes das diversas comarcas su-
jeitas a aleada desta relacao, que para fiel cumpri-
mento dos artigos 99 e 100 da le de 3 de dezem-
bro de 1841, e dos artigo 487 e seguintes do re-
gulamento n. 720 de 31 de Janeiro de 1842; e para
o bom andamento e despacho dos autos crirnes.
Tristao de Alencar Araripe.
DECLARACOES.
No dia sexta-feira, 23 do corrente, depois da
audiencia do Sr. Dr. iuz municipal da 1.* vara,
teem de ser arrematados, por ser a ultima praca,
os objectos da taberna da ra da Senzala Velha 11.
50, constantes do escriplo que se ada na mo do
Kirteiro, por execucio de Domingos Fernandos
odrigues dos Passos contra Joaquim Goncalves
Beltro.
No da 23 do corrente, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da l. vara, se hao de ar-
rematar em hasta publica os trastes penhorados
por execugo de Joaquim Francisco Franco ao
padre Francisco Alves de Abrantes, por ser a ulti-
ma praca, escrivao Baptista.
No dia 23 do corrente, depois da audiencia
do Illm Sr. Dr. juiz municipal da 1.* vara, tem dp
ser arrematado o escravo Silvestre, idade 12 an-
nos, pela quantia de 400*, por execucSo de Jos
Fortunato dos Santos Porto, contra Candido Tho-
maz Pereira Dutra, escrivao Baptista.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico que
a mesma thesouraria em virtude da orden do
thesouro de 3 do corrente n. 184, acna-se au-
torisada a mandar pagar com fundos do cor-
rente exercicio aos (-redores da fazenda de dividas
do exercicio Ando de 1861 1861 As pessoas in-
teretsadas devero requerer mesma thesouraria
a llqnidaco e pagamento do qne se Ibes dever at
30 de jnnho de (1864, at quando vigorar a sobre-
dita ordem.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, em 16 de outubro de 1863.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Caixa filial en Pemanlw*.
Por ordem da directora do banco do Brasil sao
convidados os senhores accionistas locasadas na
caixa dual de Pernambuco recoUierem ah al o
dia 23 de Janeiro de 1864 a nona e ultima prest-
co de 10 0/0, ou 20* por aeco, de coatormMade
com os artigos 8 e 9 dos estatutos dn basteo do Bra-
sil, a art 4o dos estatutos da eaixa Mal.
Sata das seseoes da directora da caixa filial do
banco do Brasil era Pernambuco i.* de outubro de
1863.O secretario,
Josa Manead Alves Ferreira.
OHRklOGEHAL
Relacao das cartas segaras eiisteitrs
na* adtiiaistraco da correie deU
cidi.de par* as acallare abana de-
clarados
Antonio Jos Barbosa Vianna.
Itaro de Guararapes.
Teuente Ernesto Ignacio Cardim (i).
Francisco Moreira da Costa.
Joaquim Jos Martins.
Joanna Baptista dos Santos.
Joe de Azedias Machado.
Joo Militad Uenriques de Soaza.
Jos Joainiim Alves de Amorira (2).
Jos Mana da Cost Pinto.
Luiza Francisca dos Aojos.
Dr. Lom anco Jos de Figuciredo.
Miguel da Silva Pereira.
Tenentc Manoel Joaquim de Souza.
Pedro Correia de 1 '.ampollo.
Salustiano Jos de Lima.
Vuva de Ventura Pereira Peona.
No dia 23 do corrente, depois da audieacia
do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, vai praca por
venda a escrava Balbina, avahada em 750*. e seu
lilil 1 Francisco, de 4 annos, avahado era 300*: vai
praca requerimento do iovenlarante dos heos
de D. Anglica Mara da Veiga, o Dr. Angele llea-
riqnes da Silva.
linrreio feral. >
Pela administraco do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da convenco postal,
celebrada pelos governos brasileiro c francez, se-
ro expedidas malas para a Europa no dia 30 do-
corrente |elo vapor francez Bearn. As cartas se-
ro reeebidas ate 2 horas antes da que for marca-
da para a saludado vapor, eosjornaes al 4 horas
antes.
Administraco do correio de Pernambuco 21 de-
outubro de 1803.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Aviso.
Para conhecimento de todos a quem possa intc-
ressar as relaoties commerciaes, com a repblica
argentina, e com espeeialidade os Srs. capitles de
navios, romo para desempenho de iu-truccocs re-
eebidas, se manda transcrever em sua integra o
seguinte decreto de 24 de setembro ultimo.
El presidente de la repblica ha acordado y de-
cret :
Articulo 1." Los buques procedentes de puertos
donde haya agentes consulares de la repblica que
no haigan sus manifestos visados como correspon-
de por los cnsules respectivos, sern obligados a
pagar el duplo de los derechos consulares que de-
bieron satisfacer en el puerta de su procedencia,
cuyo importe ser percibido por la colectura,
aplicando la mitad al fisco y depositando la otra
mitad disposicin del cnsul a quien corres-
ponda.
Arl. 2. La multa del duplo que queda estbele-
cida por el artieulo anterior, empezara cobrarse
cuatro mezes depues de la publicacin de este de-
creto, cobrndose entretanto los direchos consula-
res solamante como lo dispona el articulo 8* del
decreto de 7 de noviembre de 1862,
Art. 3." Communiquese quienes correspondo,
publiqueses y dse al registro nacional.
(Assignado) Mitre.Rutino de Elizald.
Consulado da repblica argentina era Pernam-
buco, 15 de outubro de 1863.-Jse Joo de Aino-
rim, cnsul.
THEATRO
DE
EHPREZA *
A. J. DIARTE MIMBRA.
BENEFICIO DO ACTOR
t&otnap -xtiZonto ?Jt'nca
Sabhado, 24 de outubro.
Logo que a orchestra houvor acabado urna bri-
lhante e escolhida symphonia, subir scena o bel-
lo e applaudido drama em tres actos, do ador
autor portuguez Jos Carlos dos Saotoj,
LUZ OPIVTOII
ou
SEGREDO D'UMA FAMILIA
PEHSOKRfiENS. ACTOBK.
O coronel, visconde de S.
Pedro.............. OSr.Flavio.
Augusto da Silva, seu -
Iho................. OBeneflciado.
Luiz da Cunha, e pintor. O Sr. Coimbra.
Frederico, oflicial de esta-
do-maior............. O Sr. Penante.
Jos Denlo, aprendiz de
pintor............... O Sr. Lossa.
A baroneza............. A Sr." D. Jesuina.
Clara..........<....... D. Philomena.
Maria.................. > D. Leopoldina.
Dr. Tiburco.......... 0 Sr. Porta
Joo, carteiro.......... 0 Sr. Gil-Braz.
Um criado............. O Sr. Araujo.
Actualidade.

-
/



'


litarlo de Vtruumhvco ~ Mitt **** Ouofcr* de 8f
No intervallo do drama comedia, o distincto
pn>fe**oT o 9r.Isidro Baptista (naovehestra como
panno em cima), por especial furor ao beneficiado
locar no ophicleide ama aria de Lucia dkLameh-
*orm.
Terminar espectculo eam a primeira repre-
sentsco da espirituosa comedia hespanhola em
Atusados,
O EMR^IXADOR
PEUSONAGENS.
Conde de Aran, enviado
de Hespanha em ap-
les..................
Julieta, 9uafilha......
Frederice de Cernay (jo-
ven francez)......... !
Saini-Jean, criado francez
doconde............ 0 Sr. Gutroarae*.
i^ete, modisto .upolite- ASr.DCamiUa
Um criado............. O Sr. Araujo.
Criados e riadas.
A scena passa-se em aples.
Cotriecar s 8 horas.
SMo eJla a primeira vez que o beneficiado
iiestt capital d om espectculo em seu Tavor, es-
pera do ilustrado publico a valiosa proteccao, que
nao tem frailado aos artistts qne a ella tem recor-
X billetes podem desde" j ser procurados na
r a de Hortas n. 120.
LEILES.
DE Movis e eoeravos.
Alnga-so o pri meiht andar da rita 3o Crespo
n. 23 ; a tratar aloja.
O 9r. Flavio.
A Sr.' D. PtiHomena.
Penante.
O agente Ataielda far leilao requerimento dos
administradores da massa fallida de Seve Filhos &
C, e mandado do lm. Sr. Dr. julz especial do
commercio, dos movis e eseravos existentes na
ra da Aurora n. 46, segundo andar, pertenccntes
mcsma massa,
HOJE*
s 11 horas do dia. .
LEliAO
DE
Urna casa terrea
HOJE
O agente Pinto far leMao (precedida a compe-
tente autorisacao) de urna casa terrea sita na tra-
vessa da ra do Nogueira n. 24, com 16 palmos de
frente e 88 de fundo; o leilao ser effectuado s
11 horas do da cima dito, na roa da Cadeia n.
24, escriptorio d roesmo agente. ________
\mw ISXTRlOttMIttl
ROS
SAIO'ES 1)0 C.M DB APOLLO.
Sabbado 24 do crrenle.
Estes magestosos sal5es se acharo adornados
eow tuda a pompa c brilhantsmo, ardendo nesta
noite tu Jas as novas vistas ebegadas ltimamente
de Pars.
s 9 horas da noite banda de msica executa-
r, pela primeira vez uestes saloes, riquissmas
peras de msica, como sejam grandes e differentes
operas e cavatinas, obrigadas differen'.es instru-
mentos especiaes, nao deixando nadaa desojar a
um riquissinio concert para satisfacao do rcspci-
lavel publico.
Os cartazos desse dia serio entregues a pessoas
especiaes eescolhidas,nao havendo carmes pblicos
a venda, e sim o administrador farA distribuieao
del les a pessoas que Ihe convier, c se apresenlar
decentemente vestidas; paradesta forma regulan-
sar os bailes particulares qtie tero lugar nestes
Saldes urna vez por mez, sem se ter baile publico-
Espera o administrador destes saloes a benvola
concurrencia do publico, aflm de que possa dar
todos os mezes um baile com gente escolhida.
Tendo podido o mesmo administrador obter do
Illm. Sr. subdelegado licenca para o bailo acabar
s :i horas da manhaa, assim o faz scienle ao res-
peitavel publico, achando-se portanto a msica
contratada para a mesma hora, afim de satisfazer a
esnectativa publica.
Frevine-se a lodos os senhores que quizerem tor
ngresso neste baile, do mandar buscar oscartoes
ma do Imperador n. 52, sem o que nao teem
entrada.
Ser manlido o regulamento do Illm. br. ur.
chefe do polica.
Entrada para homens i->
B > senhoras Gratis.
AVISOS MARTIMOS.
DE
De um -avallo
Hll
O age*? Pinto far leilao requerimento dos
depositarios da massa fallida de Josouim Vieira
CoH & e por mandado do lln. Sr. Dr. espe-
cial do commercio, de om cavallo mellado penen-
cente mesma massa, isto s 11 horas cto dia ci-
ma dito, a porte do sobrado da ra da Cadeia n.
24, esquina do becco Largo._________________
CASA DE SAUDE
In Sute Atoan
Do Dr. Silva Ramo.
nico estebelecimento deste natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja rece-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condifoes
soClt'S
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes. .
O proprieterio encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estebelecimento franqueado a qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 41000 diarios.
Segunda dita... 2*500
Terceira dita... 25000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, baste que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprieterio aceite contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua dispnsc,ao.
ESSENCIAS DEPURATIVAS.
Anli-sjpliililica e anli-rboumalica
Approvada pela Imperial
academia de medielna.
COSU'OSICAll E PMMBACAO DO
Or. Krncst FrMerico*itsSanlos,
PharnuKeutico pela escola de medicina
do Rio di Janeiro.
Estes essencias cuja formula j foi ap- i
provada pela academia imperial de medi- ;
cia do Rio de Janeiro, e pelas quaes seu :
auiot foi premiado na exposicio nacional !
de 1861 e com duas medalhas na expo-
sicao de Londres, sao sem contestarlo o
mais efflcaz de todos es medicamentos ate
hoje conhecidos para o curativo de todas
as molestias syphilcas ou qne dependam
de urna alteracao do sangne.
Distingucm-se estes essencias pelos ns.
1 e 2, cujas formulas variam considera-
velmente, a de n. 1 crapregada com o
mais Mh resoltado as molestias vene-
reas on qne dependam de alterado do
sangue, como, cancros venreos, chagas
syphiliticas, boubas, affecefes herpeticas
e dartrozas, as blennorrhas, leucor-
rneas, vegetacoes syphihticas, cscrophn-
las, escorbuto, ery pelas etc. A de n. 2
tem sido empregad i exclusivamente pa-
ra debellar os rheumatismos syphiliticos
e gotosos e as exostoses ou tumores
osseos.
Acha-se a venda este precioso medica-
mento na ra do Rangel n. 62, pharma-
cia de Medronho & Martins.
COMPTABILfOADE COHMERCIAL
PELO
DB. WITRUVIO PINTO BANDEIEA
Professor da segunda odeira do -Curw Cmamh! Pinamboraao.
DOIS BELLOS VOLtMES M 8. FRlWCEZ
COMPltKHENDENDO
-Prelee^es theorlco-praticas de escrlpta-
raco mercaaCH.
O segundo Xoedes de arlthmetlca rom-
mcrclal. adaptadas pratlca da operacoes com-
merclaes e elementos do systema
letrleo eom siias appllcaf oes
ao conimerclo.
PREQO DE CADA V0LUME ty.
'MiA
DE
DIVIDAS
HOJE
0 agente Pinto far leilao
administrador da massa fallida
roira, e por despacho do Illm
do commercio, das dividas '
ALMANAR
A u. 29.
Nm kja das karatriros na roa de Quriaado.
Velludo de cotes fazenda multo bfta o covado
\-"~r ""'^"-^or a .fmina 35000, baloes de panno 3*200, ditos de arcos
Estando a confcccio -ar-se o a mana* a*^00 45^ si0t, isas de dias larguras
df-sla oroviflfia, que Contina ser ini- para vestido o covado 500 rs., cuitas fnneezas o
ucsirt pruTi.. H ,,.--- covado 360 rs., melim branco para forro de
presso nesta tjoogrttaM, coD>iaa se a vesd0 0 covado a 120 rs m]amts de todas as
todas as pessoas pne delle fazem pa le, cores a vara a 720 rs.
e remettam liyraiia s. 6 e 8; At n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Quemado.
Cassa lisa pelle de ovo a peca 7*500, cambraia
para qu(
da praca da Independencia, seus nonus
gaSSSi qualdade de .Metete, aos aiJR5^aH255
.1rVS^e^a. Rubores de engenhos qne sedignem ^^*^ff^^o^
activas da mesma mas-!___, .. ..Am FM AAHM df>. ftrns f.D- ^.^. 16:681*480, de conformida-
remettep alera dos noraes de seus en
de com urna note cxistenle'm poder do mesmo' ficnllOS, Oda fregOeia e Comarca a
acento : o leilao ser effectuado s i 1 horas do, a|llft(Mim
duzia 4*000, chales
agente
da cima dito,
torio.
na ra da Cadeia n. 24, escrip-
Sabbado94 do corente na rna
da Cadeia n. 53 armaiem
Pelo agente Euzebio se vender em leilao di-
versas obras de marcineiria sendo 2 estantes de
amarello para livros, 2 guarda roupa, 2 mesas els-
ticas, 2 pares de eadeira de balanco americanas,
camas de balaustres para seltoiro e casal, ditas de
ferro, urna mobilia de amarello vinhatico a Luiz
XV, consolos e jardineira de amarello raz com
lampo de superior marmore branco, mesa redon-
da marquezas, candelabro de vidro, jarros ricos
de porcelana dottrada, relogios, quadros com ricas
molduras, toucadores, lavatorios, berco, sotes,
perlenccrem.
ATTENCAO
Faco sciente ao publico que todas as pessoas
que se valorem de roeu crdito ficarao em desem-
bolso, seja que familia fr.Innooencio Alves '
Silveira._________
eu meias finas para senhoras a duz
QUe de la ponte redonda 32*500.
Ao i. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queiraado.
Bicos nretos de linho a vara 420, 160, 240, 320 ,
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoos
de soda de algodao o de laa para cnroitos de vesti-
do a peca de 10 e 15 varas k 400, botoes de seda
de velludo e de fuslao duzias 120.___________
da
1M.IM.R\1HI
da testa da Virgeni Senhora do
Ter^o
Contina a nvef pa'de sonteio novo nos das
quartas e sabbados de cada semana, na nadara
em Santo Amaro ao pe da fundicao, na ra da Im-
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 30 do corrente um dos
vapores da rompanhia o qual de-
pois da demora do costume se-
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
Carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no diado sua chocada: encom-
mendas o dinhoiio a frote at o dia da saluda as 2
lloras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo n C.
costume dos mais nnos pelo motivo da grande
obra que a mesa emprebendou fazer, que a ree-
diicaco de sua igreja, a qual j se acha em auda-
mento, por isso alguns devotos reunidos com a mo-
sa regedura, resolveram fazer a festa da manara
bids, mesa para advogado, porta licor, 2 guarda seguinte :
louca, cadeiras, lustre de S luzes caslieaes. '
para o Remedio,
da Penha n. 10.
ra-
pos, garrafas c outro:
"de 5
objectos.
co-
ito sabbado, 24, polas 8 horas da manhaa, tera
lugar com toda a solemnidade a beneo de dous
findo o qual ser tirada a bandeira ; em todos os
actos, nao s na bencao dos sinos como na fesla,
tocar a banda de msica do 2. batelho da guar-
niere 16.
AVISOS DIVERSOS.
DENTISTA DE PARS 1
19Roa Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentos artificiaos, ludo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reeonhocem.
Tem agua e pos dentifkio.
\ue C?H
Estaobra, apezar de elementar, vera preencher urna lacuna, qae era sentida entre nos
onde fanecem escriptos de certas especialidades rom accesso a todas as mlelhgencias ; e as-
sim o editor pensa fazer um servico dando-lho pubhcidade, tanto mais qnaato hoje, que as
transarrocs commerciaes c industriaes vao entre nos tomando notevel desenvolvimento, deve
entrar na educacao daquelles que se querem apphcar a tees ramos da vida conherimento
dos principios da comutebilidade adnwnislr;Uiva e coromercial.
Com este intuito, soh urna frn essenealmente classica, reumu o Sr. Dr. \> itrnvio os
principios da comptebilidado comiBoreial no que tem elles de mais elemenlar, e eoordeneu-
os de modo a facilitar o mais |>ossivei o seu estudo s pessoas que se desusan as profewoes
commerciaes, sendo tees a coneiso e a clareza postes no desonvolvimentu respectivo, que po-
de-se aprender a materia, chegando-se a escripttirar os livros por partidas dobradas e appli-
car o calculo s operacoes do commorc, som carerer da intorvenao de un neslre.
O primeiro volunte, formulado sobre a obra de Iiertrand, oceupa-se mai especialmente
da escripturaco mercantil por partidas dobradas, cujos principios sao desenvolvidos em.har-
monia com a legislacao brasileira. contendo alm disto um importentissinm appondiee sobre
as sociedades commerciaes em todos os seos movimentos, quer pelo lado da esrnpturaco,
quor pelo da formacao, existencia e extinego dellas em face da le. >este apprmlire, duph-
cadamentc recommendavel por sua originalidade e peto em*f de esiKH-ialtsino, tem o rom-
merciante urna guia para sua direceo, quaNjuer que seja a forma da seeiedade que contraa.
Completa este volme o specimenou resumo de urna escriptnrarao. ficticia e vorda.lo, masen
tudo emolhante de urna casa de commercio ordinario, oBereeendo urna serie de operacoes
successivamente mais difflceis, que assim inicia gradualmente a maneira de escnptnra-las
nos differentes livros de urna casa de commercio'.
O segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottingcr, oeenpa-se particu rmente
da arithmetica commercial com exercicios e problemas peto meio mais simples, tecil e breve
da regra conjuncte, acerca de todas as operarnos praticas usuaes no commercio, onvolvendo
clculos de cambios de praca praca e por praras intermedias, brm como negocios de bancos
com arbitragens de cambios, alm do dosonvolvnwnto do systema mtrico em suas relaeCes
com o commercio, Ilustrado por meio de taliellas de conversao.
O editor nada mais aoorosrentar estas breves palavras, que assas demonstram a Im-
portancia real desta obra, devida a intelligoncia e a applicacao aecurada do seu autor, senio
que ella de ulilidade goral, e que a nculium commorcianfe e mesmo a homcm algum delet-
tras licito deixar do |>ossui-la om sua estante pois o commercio em suas variadas evom-
coes, entende actualmente eoni tudo que so liga a vida.
A assicnatura toma-se as livrarias dos Srs. fimmaraos A Oliveira, Nogueira de Sou-
za, luliao & Pereira o Goraldo H. de Mira, sendo rcalisada sua importancia pola quota de cada
volunte ao sabir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
O F.DITOR.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
de marmore
meio dia at
RA MOTA M. 4.
O Dr Sabino 0. L. Pinito mudou o seu CONSULTORIO para a loja
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os das uteis desde o
2 hOs'enferraos, que o procurarem logo na invasSo da molestia, sem que hajam to-
mado^uueremedio, nem allopathico, nem homeopathico, f^a^^^
estipubdos. Esta concesso tem por f.m facihtar a cura de molesto q e podem tornar-
se complicadas polos emprego intempestivo da therapeut.caeao mesmo lempo adquirir
nara a homeopathia maior numero de rf^pi^Jy^ q Dr ^ ^
e sextas-feiras das seis as setc horas da
C.< IMPANHIA PEKNAMBCANA
DE
Navegafin costelra arapor.
Macei e esealas.
O vapor Camartigibe, comman-
dante Moura, seguir para os
portos cima indicados no dia 24
de outubro prximo. Rocebcr
carga al o dia 2: ao meio dia.
Encommcndas, passageiros e dinheiro a frote at o
dia da sabida as 3 horas : escriptoriu no Forte do
Mullos n. 1.
IiOTERIA*
hoje
Sexta feira, 23 do corrente mez, se ex-
traliir a stima parle da terceira lotera do
Gytnnasio Pernambucano terceira conces-
saol, no consistorio da igreja de Nossa Se-
nliora do Rosario da fregucia de Santo An-
tonio. Osbilhetese meios bilhetes acham-
da nacional, dirigida pelo hbil professor o Sr.
Hermogenes. mesa regedora se mostrara sum-, ... de,apparoceu da Boa-Vista um ca-
mamentc grata a todas as corporacoes qu na oc- AnU. JJJ^^^P JJJJ ,,astante ord0) d
casioda benCao dos sinos se apresenterom a choi lofl^V ^., LJm loio o cabellS, cauda
qual ser annunciada por g.randolas de fogo do pelo nomo maJ^ ^l manch^S dc
ar ; mandom repicar os sinos de suas igrejas, tor- a^"0 ou delle dor noticia certa do
nando-se dessa forma o acto mais solemne. jjrrto jgf^g^^ na larga do Rosario
'46, que ser generosamente recompensado.____
para a homeopatl
Em attencrio as pessoas pobres, que
veu dar duss consultas por semanas as tercas
oo'te- j
Os chamados para visitos e conferencias
Cosa grande. .
Aluga-se o tereciro andar c sotao da casa
n. o i
da"rua da Cadeia do Recife, com 5 jancllas de' fron-
te e muitos commodos para numerosa familia, tan-
to no andar como no sotao, que corrido em toda
a casa.onde tem quartos para dormida, e um mi-
COMPANH1A PERNAMBUCANA
DE
Xavcsa^o costelra a vapor.
i'aralitoa, Nalal, Uaco, Aracatj, Cetra e Acarac.
O vapor Jaguaribe, seguir aos
portos indicados no dia 26 do
corrento as o horas da larde. Re-
cebe carga at o dia 2i, eneom-
mendas, passageiros e dinheiro a
Jiote al S 2 Moras da larde do da da saluda : cs-
crptorio no Forte do Mallos n. I.
i rpmptva hesmiratia na rante em quinto andar, para recreio, frcco e bella
se a venda na respetiva lt,f0H"' '"d vist para verse, no mesmo andar, que se acha
do Crespo n. lo, e as casas coramissiona- ajnda occupad0t de manhaa ateas 9 horas, e do
das: rna da Imperatriz n. 44, loja do Sr. tarde das 3 horas om diaute : trala-se com Jos
Pimentel: ra Direita n. 3, botica do Sr. MariaScvc, na litados Ralos, ma do Seve n. 16,
Chagas; .roa estreita do Rosario n ,2 ty-; tt^OSSia? *** *
pographiado Sr Mira ; h ^JJ "' | Qncm preeisar comprar um bonito boi para .
4o, loja do Sr. Porto. Os premios de.... i w u Aurora 22 acha.
5:0005000 at l.tfOOO rs., sero pagos ama
lioro depois da extracto al s 4 horas da
-r .Na praca da Roa-Vista, loja n. 30, tem urna
ama para cozinhar e engommar.______________
O Sr. rapito Claudio Marques de Souza na-
da ficou devendendo a pessoa alguma ; porm se
nao obstante alguom se considerar seu credor,
mande sua conta ra do Destino n. 19, para ser
pago por seu amigo o lente Jos Francisco de
Moraes o Vasconcellos. _________
&'
r com qnom tratar.
Os abaixo assignados, como administradores de
suas mullieres, filhas do finado Jeronymo Luiz da
o como laes ronsenhores da propriedade
_ i denominada Borgennda, na lagedo Canhoto najiro-
dirjgidos por esenpto ao con-
sultorio dMeTlKddat 8 da noite. na certeza de que sero attendidos na ordem
de sua precedencia, salva a circunstancia de eminente pertgo.
AUYISRT12XCIA.
0 novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeira
^ ^^^Sor1Spanhes e aes nao cessam de certificar a^major eJG-
cacia das ultissimas dynaminisa^s do tratamento das mo est.as chromcas o Dr. Sbese
oceupa agora dc elevar os seus medicamentos as potencias maib altas ( por ora att w. ),
afim de verificar por si mesmo a forra dynamica, que se lhe attnbue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynamintsacoes poderao dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro **
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
I)alhTudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
aeci ment. _______________.----------------
tarde, e os outros no dia seguinte depois da |
destribuico das listas.
Thesouraria das loteras, 10 de outubro
de 1863.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
juros i no paleo do Terco
l)-se dinheiro a
n. 12 taberna.
- I'recisa-se fallar ao Sr. Jos Feliciano de A- vincia das Alagoas, prelendem mM "I
tiinPinheiro nesta tvnoTaphia. asparlas que teem na mesma propriedade, por
ajo_nniitiio,ni.siax>poprapina.------------------ .ntiro ou ipm lotes os pretendeiltcs dirijam-se
ATTJEM^O
nesta ridade do Recife ao largo do Corpo Santo n.
, 4, ou ruada Scnzala Volita n. 94, ou as Alagoas
Fornece-se comidas em casa e para fra com aSr 0i0 Cavalcanli de Albuquerque,
senhor do
Dos | torios do norte esperado
al o dia 2 do novembro o vapor
l'rinceza de Joinvillc, comman-
danteo capilao de fragata Santa
Barbara, o qual depois da demora
do costume seguir para os portos do sul.
Desde i recebem-se passageiros c engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada, cncomnicn-
das e dinheiro a freto al o dia da saluda as 2 ho-
ras, agencia ra das Cruz h. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz do Oliveira Azevedo & C. ________
Aracaty.
O hiato Dous muios, segu nestes dias : a tra-
bar com o Sr. Joao Alves de Quintal no trapiche do
algodao. ______^__
AOS 5,000:000
l)\
C'car.
O palhabote GarbaUi, segu
tratar com Tasso Irmos._____
por estes dias a
palhabote Garibaldi segu para
a Rabia nestes dias, tem a maior
parle do carregamento prompto, tra-
ta-se com Tasso Irmaoi ou com o
capto Custodio Jos Yianna.
Para o Rio do Janeiro pretende seguir com
muita b-eviJado o brigue nacional Almirante :
lem parte de seu carregamento prompto, e para o
resto que lhe falta, trate-se com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
COMPANIHA PERNAMBUCANA
DE
PAQUETES A VAPOR
Parabvba, Natal, Macio, Araeaty e Ceara.
O vapor Jaguaribe, commandan-
tc Lobato, seguir para os portos
cima indicados logo que regres-
se de Fernando. O dia da parti-
da ser aununciado opportuna-
rnente.
Ilillii'lrs garantidos,
A' ma do Crespo n. 3 e casas
do eostume.
M
No dia 23 do crreme se extrahir a stima par-
to da terceira lotera do Gymnasio. |
O abaixo assignado recommondando ao respe-.
tavel publico a compra dos seus mu afortunados
bilhetes garantidos, lombra lhe a vantegem que
ha em receber os premios por inteiro. por quanto
quem tirar a sorte de 5:0005 em bilhete garanti-
do nao receber-somonte 4:2003, em virtude dos
discontos de 16 por cento que so faz em vista
das leis, mas sim os 5:0005 que vem a ser a dita
quantia e mais a de 8005 que pagar o abaixo as-
signado, importancia de dilodiscouto, acontecendo
o mesmo com as ontras sortes.
Os bilhetes garantidos polo abaixo assignado le-
varo a sua assignatura de chancella atravessado
na frente do bilhete.
Os premios maiores do 105 serao pagos una
hora depois da extraccao.
Precos.
Rilhetes intoiros..... 65000
Meios bilhetes...... 5000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ **,,001
ManoH Martins Fiuza.
REVISTA
Para lli de Janeiro
A>ve satair com brevidade a escuna nacional Com-
tXzT iuem aella quizer cardar oueintar-
car eseravos, pode dirtgir-se
Santo n. 6, segando andar
1 tarros & C.
ao largo do Corpo
a tratar com Marques
no
instituto Archeologle Ceo-
graphiro Peroambiiean
publicou-se o 1 numero (o de outubro de 1863.)
Subscrevc-se na Ijvraria de Jos Nogueira de Sou-
za ao arco de Santo Antonio, por 55 annuaes, pa-
gos a entrega do 1" numero. Nmeros avulso
15500. -: ___________________
ai,
imperial Pedro para de
Vaaelro.
Segu precisamente no domingo 25 do corren e
otttr,br4Keacional/owffn'a Pedro, que jd
t nn o seu carregame-nio completo, so recoDe es-
eravos a frele, c osles a embarcar n" sabbado as
S horas da tarde a tratar no largo do Corpo San-
io n. 6, segundo andar, on com o eapao Victal
Jos da Mona. ________ |
Para o Rio de laneiro.
O brigue nacional Beliz-trio, prestes a seguir
jara alli, por J ter parle do seu earregamento,
tambera recebe eseravos a frele, e alguma carga
liuda: os pretendentes dirijam-se o largo de
Corpo Santo n. 6, segundo andar.
faci a 19 do corrente o mulatlnho Virginio,
com os seguintes signaes i cor fula, parece ser vi-
ciado por ter o rosto incliado, olhos boiecados, na.
riz chato, te 12 a IV aonos, mas baiao, foi bas-
tante suja a roupa, e rota, de algodao, foi escravo
do Sr. Joao da Silva Pessoa deSiqueira, lavrador
do engenho Jurnr, districto de Serinhem, para
onde se julga elle foi por j o ter fe.to de oulra
vez,eteraraiss Pgfn. ".bs^Dt ^"
eras qua pode llkidir, dizondo que torro e or-
Dhao desde o citolera ; portento, rogo as autorida-
des polieiaes, capites deeampo, otj (|uaesqnor se-
rSTs, que per hror o pegueni e levom,ou facain
setome a seu senhor para o mandar busear aonda
S que^recompensa como oue agrade a quera
?S e para isso podem-se irgir a ra nova
Secante RUa ns, 17 e 55 i Jos Ferretra Coelbo.
muito asseio : na casa de pasto da ra da Cruz do
Recife n. 1L________'_________________
Aluga-se o sobrado do largo do Paraizo n.
16 : tratar na ra da Florcutina casa da esqui-
na n. 2.
RUA D IMPERADOR
N. 22.
Grande armazcm de Unas.
Este armazom contm tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, do
qualuer genero que seja, dosemponho
son llm, isto embellezar, conservar c
reproducir.
Montado em grande escala e suppndo
directamente por grandes fabricas de Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode offorecer
productos dc confianca, o satisfazer qual-
quer encommenda grosso trato c a re-
talho. i
Os Srs. artistas |HiiUres, e os donos de
obras podero oscolhor vontede, pois
que tudo estar viste, as differentes co-
res dc que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vcl, e como as obras a envernizar_ s se
devo eraprogar tintas muidas, e nao me-
rocendo confiancaasquevem de forapara
commercio, por velhas, e talvoz falsiliea-
das, neste armazom se as mocra a vis-
te do consumidor, que s assim tera tin-
tes frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro vordadeiro, verde em
p eemfolha, prate em folha, p debron-
zenr de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superhna en-
carnada, amarella o verde, Untas vego-
Ues, azul, roxa, verde e amarella, inotien-
sivas, nicas que se devem empregar as
confesaras, collec^oes de pincel para
fingir madoira, rom propriedade, e outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou scuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas linas em lultos, em crayoes ou pastel,
tellas para quadros, caixas de tintes finas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras, tos-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
maitos, e mnitos outros objectos, cuja
utilidad e emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
JiTio Podro das Noves,
(jorunte.
engenho Camboim. Recife 23 de oulubro de 18b3.
Jos Antonio Fe.rnandes tradique.
Je5o Francisco dc Carvalho.
Joao Joaquim Rabollo Pessoa._____
Na roa dos Pires n. 50 se dir quem vendo
I um piano forte de mesa em perfeito estado, o da
I inellior construccao.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
a Penha com fundos para a ra Direita n. 9 : a
tralar no segundo andar. __________
- Precisa-se do 1:10005 a premio pelo tempo
de 4 mezes, dando-se por garanta alguns escra-
\ vos : quem livor, dirija-se ra oslroita do Rosa-
rio n. 2. ...______
I Faz-se sciente ao publico e a quem convier,
! que tendo fallecido o Sr. capilo Jos Albano \ an-
derlev, rendeiro do engenho Sapucaia, districto da
villa ilo Serinhem, e nao tendo deixado bons que
cheguem para as dividas, e sendo eu o maior cre-
. dor, portanto, qncm tiver letras logaes, dirija-se a
ntim, no praso do 30 dias, aliin de vr so concor-
damos algum negocio. Rio Formoso 20 de outu-
bro de 1863.Manoel Martins Fernandes._______
O abaixo assignado tem ju>to e contratado
com o Sr. Bento Jos Peroira de Macedo a compra
livre c desembarazada do seu deposito na ra no-
va n. 58 : se alguem se adiar com direito ao mes-
mo umita de fazer suas rcclamaces no praso de
tres dias, a contar da data deste : no mesmo depo-
sito, depois do que, nao sera admettida reclamacjo
aliruma. Recife 23 de outubro de 1863.
6 Jean ProspeL_______
Precisa-sede unta ama que cozinhe e faca as
compras para urna casa de pequea familia: a tra-
uir na ra dos Goararapes n. 18, sobrado de um
andar.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por BHMUM e C, pharmaceuticos de S A lo Principe Napoleao, laureados
i repai auu i ^ ^^ ^ pharmaca de PariSj rua de la Femllade, 7.
p5i nova romblnacao rene debalxo de um pequeo volunte urna forma agradavel c umgosto delicioso.
WMimmmmmm
e bem assim as prin-
Sftr J.aquln de Godoy; no Maranho, em casa dos Bflrl WaimHm> O
do Sur i".il.olomeu-FrncUc. de soor; em casa dos Sura tkmm e C
clpaos pliarntacias do Braril e de Portugal.
' -se a quantia do 205 pelo aluguel de urna
eserava para todo o servico interno e externo do
urna casa dc familia : a tratar na rua dos Guara-
rapes n. 18, sobrado de um andar.
Dasedinholro a prendo empeqneaa* e gran-
des quantia sob penhore* de ouro e prate : na
rua Augusta n. 45, se dir quem d- _____
Offerecem-se duas nutlheres com bastante
lote para criar : na rua da Glorian. 02.
LigOES
DE
PARTIDAS ^OBRADAS
ARITMTICA
TRES VEZES POR SEMANA
TERCAS, QUINTAS E SABBADOS
DAS 7 S 9 HOBAS DA NOITE
Prcco 10,000 rs. mensaes pagos adiauUdos.
JHannel Fonseca de Medelros,
contina a dar lices das referidas materias no
primeiro andar de sobrado da rua Nova, que faz
esquina para a Gamboa do Caemos, onde trabalha o
Sr E. Gadault. As pessoas. a quem o preslimo do.
annunciante puder aproveilardignem-sejirocura-le
ahi smenUi nos dias e horas acuna designaaas.
" AtagpdL
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
Velha n. 20: a tralar na rua do Selto n. Ji.
Faco ver ao respeitevel publico que tem de
faeer sociedade Manoel Jos Pereira de Carvalho
com Bernardino Monteiro Rodrigues; todo aquelle
aue se adiar credor M dito Hernardmo, apparega
lio praso de tres dias, alim do onlonder-se com to-
dos dous. Recife 2ido outubro de *_.,
Manoel Jos Pereira de Camino.
' Precisase alugar um sitio ou casa que tenha
quintal com alguns arvoredos e boa cacimba, seu-
do nos lugares seguintes : Capung.% l'assagem da
Magdalena, Soledado, on outro qualipier lugar pr-
ximo do Recife: quem tiver annuneie para ser
procurado, ou drija-se rua das Trineheiras, casa,
de cirgueiro, que dir quem precisa.
- Aluga-se urna oscrava para lodo o servico de
casa, cozinha, engomma, c muito fiel : na rua
do Imperador n. 90; ter ir andar_________
Precisa-sede umaao de leile que nao te-
nha filho: na rua Direto n. i, segundo andar.
(


Francisco Pase, subdito portuguez,
para o.Rio de Janeiro.
retira-so
Joaquim Vieira de Carvslho rotira-se para
Rio de Janeiro. ^^^^
Precisa-so de um homen que entenda perrei-
tantente de refioaco : a tratar na rua da Senzala
Nova n. 2-
44U-4
- 0 abaixo assignado declara aos seus jkve-
dores que dora en diante tica seiueffeilo algum
a procuraco que-autonsa aollfm. Sr. Andr Ave-
fino Sobreira (U feBo, para sor seu cobrador de
dividas. Rerile-2ideoulul^dol863
Joo Cwrea de Carvalho-
Na rua da Gloria a.
oxcellento ambique.
89, la para abigar unv
de
Botica e armazem
drogas
Rua lo C'abug n. H.
DE
aquin ladiabo da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilba de Bristol.
Pastilhas assoearadas de Ivemp.
Pastilhas vermifngas de Kemp..
Elixir de citro lclalo de ferrudo I>r. Twmes.
r
Aluga-se nm segundo andar e sotao e um ter-
eeiro e sotao ambos rom grandes commodo*: a
tratar com Jos H. de Miranda.
O Sr. Joa(|uim Gomes Teixeira tom duas car-
tas na botica de Joio da C. Bravo t C, Manre
de Oeos n. i.
\ pessoa quo annunciou traspassar urna hy-
potheca de um escravo por 6005, dtrija-se ao pateo
daTercoo.il
Precisa-se para casa da um omem solteiro de
nota ama que cozinhe, lave e engorante, nao se
cner oscrava : a tratar na rua da Cadeia do Reci-
to n. 28.______________________
raade peehlncha d laas a
r*.
Vendem-se as mais modernas lazinh;is matisa-
das oara vestidos de senhoras e moninas pelo ba-
ratissimo preco de 320 rs. o covado, por ter ene-
gado urna grande por^o doste faxonda a loja, do
Pavio, assim como se vende outras mais finas com
desenhos miudinhos a360 rs. o covado: s6 na
loja do pato rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Ordem tercelMt C?armo.
O secretario da adminisuaco inleriiia por or-
dem do nrosidonto da mesma a visto do urna par- Roba3 jj^tenr.
taria d Ulm. Sr. l>r. provedor de eapellas, convi- xarope depuralivo d'odores de ferro de 6oy.
do a iodos os seos irmaos profossos para domingo xane peitoral sedativo d* Guy.
25 (V> correte s9 horas da roanha* se aoharem pastilhas peiloracs balsajiiras dc 0y.
na igreja de nossa ordem aura de reunidos em na- Pllolas da yjj,.
mero legal e eom admimstracao de mesa regedora ^^ franciscano (meselado) para Bafea*.
formar a mesa goral para a eieteao do priorjqae ^$0 Brew. #S.J-,
tem de funecionar no anuo que docorro de *6J a Xaro|te de citrato to Ierro d* coa"-
1S8I. _________ Pilulas.cona seeaBS.
Aluga-se a casa terrea da roa da Gloria n. Salsa Prrittia de *"}ds. ^^ d M,
116, com bons commodos para grande familia, Extracto ^^*SJS^
pintada c ladrilltada de noivo, e o segando mtdar Xarope alca **** ^_------,.
da rua da Matriz o. 3S : tratar com o Sr. An- Alm 4***2*Z!L verniz, oro para don.
ionio Joaquim Ferreira Porto, na oopte Vaa, oa pelo sa Smoee pbarniawH qne se.
groa di Cadeia o, It som M** *qo1m da ^vr^fp^^^
/
F

MUTILADO Le


MM
mtm

I
Diarlo de Pernambiaeo ... sexta felra *3 " _____,_______________
V
FAZENOAS DE BOM GOSTO.
PASA 7BSTIDCS.

\
1
v i


NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
________Ra do Imperador_________
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44f em a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
ma ra casa n. 10.
Aluga-se a loj;i do sobrado n. 193 da ra Im-
Serial, c o armazcm n. 4 da ra de Apollo : na ra
a Aurora n. 'Mi._______________________________
- Aluga-se urna boa casa nova e pintada de
novo, com 3 quartos, 2 salas, cozinha fura, quintal
e cacimba, na ra do Principe n. 4, freguezia da
Roa-Vista, o lugar muito sadio : a tratar na ra
Nova n. 3
Superiores cortes de gorgurlo de seda com flne* matisadas os mais modernos que tem vindo a Pernambuco.
Ditos de moreantique de odres, de listas, de ilur.es, e acbamalotados, cores niui lindas.
Ditos de moreantique pFetos de palmas com barca.
Lindos cortes de grenadine de sedaxom barca e chale igual.
Ditos de laa com barra matisada e da mesma cor, a imperatrizpelo barato preco de 105, 125, 185 e 20 cada corte.
Ricos vestidos de blondo .para noiva com lindas mantas de fil de soda, de blona e com capella.
Ditos de cambraia branoos bordados a 125, 135, 255 e 355 cada corte.
-Lindas laa- lisas finas.a 300 rs. o covado.
Ditas de quadrinhos e de flores a 400, 500 e 00 rs. o covado.
Superiores organdys com listas de seda, os mais modernos que tem vindoa Pernambuco.
Lindas cassas de cores de superior qualidade a 4Q,500 e 640 rs. a vara; assim
Como um variado sortimento de percales, cuitas Iraacezas a 280,320,400, 500 e 640 rs. o covado, e oulras multas fazendas que
sena oafadonho mencionar.
PARA arouiuto DE i:\eiokAS.
Manteletes de seda pretos a 18.
Capas pretasde grs a 255,305 e 355.
Ditas muito superiores a 405, 455 e 505.
Superiores santiembarques de casemira.
Ditos ditos de lindas laaziahas lisas e de quadros.
Ditos de seda pretos e de cores.
Ditos de musselina de seda chineza.
Superiores manteletes de torzal pretos.
Lindos chales de musselina e de chally matisados com listas de seda.
Novos chales de torcal e outros muitos artigos modernos.
PARA AS El A DE 1IVIKIIIA E >1 CA AON.
Superiores enfeites de flores, gostos os mais modernos em Paris, chegados pelo ultimo vapor francez.
Lindos chapeos de palha da Italia enfeitados com muito gosto, a Imperatriz ea Valcroy.
Ditos de palha para meninos e meninas.
Ditos de seda bordados.
. ntremelos bordados largos e estreitos, tiras bordadas largas e estreitas, tiras de fustd bordadas para calcas de meninas, saias
nordadas e outros muitos artigos de gosto por procos mais commodos do que em outra qualquer parte : na ra do Crespo n. 13 loia
das columnas de Antonio Crrela de Vasconcellos 4 C.
Precisase fallar ao Sr. Leoncio JosTheofilo
que vcio da Babia : dirija-so ao armazcm de Tasso
Irmos a fallar com Raymundo Correia de Men-
donca.
HH HH HH
Saques sobre Portugal.
O abaixe assignado, agente do banco
mercantil Porlucnse nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
Sualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe eonvier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaqnjm da Silva Castro.
Furtaram na noite do dia 10 do corrente dous
cavallos pertenecntes ao Dr. Francisco Caldas Lins,
do cercado de seu engenho Squcira, na freguezia
do Rio Formoso, com os signaos seguimos : um
mellado, cauda c dinas pretas, castrado, grande,
gordo, os quatro pos pretos at cima, sem anda-
res, pormdesella; outro rodado sujo, cauda e
clinas pretas, bom tamauho, grosso, castrado, rela-
do pelos peitos por ter sido de roda, urna baixa
em un dos lados das costellas, meio corcunda e de
carga : quem der noticia dos mesmos cavallos ou
os .entregar a seu dono no referido engenho, ser
recompensado com a quantia de 50 a 1005.
Aluga-se o armazcm do sobrado n. 5, da ra
da Moeda no Forte do Mattos.
$3^
Ao publico
= Vende-se um escravo pardo de 2$
annos, e de bonita figura; na ra do Quei-
mado, n 13, primeiro andar.
Pilulas de Alison contra sezcs, plulas da
I vida, ditas assucaradas de Kemp, e todos os mais
preparados deste autor : granulos e xarope de Di-
gilalis de Labellonye, perolas de Ether, ditas de
chloroformio, ditas de assafetida,etc.rLft Roy fran-
cez, purgante e vomitivo, vernizes de todas as qua-
lidades, salitre refinado alvissimo e secco de Lon-
dres, etc. etc. : vendem-se na botica de Joao da C,
Bravo & C, na da Madre de Dos n. 1.
Jlanoel Ignacio da Silva Teixeira, com padaria
no pateo da Santa Cruz n. I, e na casa inmediata
da raa do Rosario n. 55, contina a mandar fabri-
car, alem do pao de di Arenles denominacoes e ta-
annos, c da mellior farinha que veni ao mercado,
aantiga bolacha furada de differentes tamanhos,
*em como de 5, 10, 20 e 40, sem que lhe ajunte a
menor partcula de oleoso, trabalhada a braco,
propria para saos e doentes, c igualmente a bola-
cha quadrada, maior e menor, trabalhada no cy-
lindro, assim como biscoitos, fallas e bolachinhas
doces e tambem com ovos ; e breve mandar fa
zer as excellentes roscas que se usam no Porto ,~ Pll"'as e ungento Holloway, ungento e p-
Braga e Barccllos, Umbem com ovos, e que annun- lulas do t>mem pobre, nwito utcis nos erysipelas,
ciar o dia, tudo fabricado com esmero e aceio, e assira Como recente e puro oleo de genvisoha
precos razoaveis, conforme a qualidade.
COMPRAS.
Quem tiver para vender urna casa terrea no
liairro da Boa-Vista, com bons commodos e bem
construida, dirija-se ra da Imperatriz n. 47, ter-
ceiro andar.
para a mesma enfermidade : na ra da Madre de
Dos n. I, botica de Joao da C. Bravo <& C_______
Vendem-se os utencilios de urna padaria conv
pouco uso, sendo tudo, ou peca por peca, confor-
me a vontade do comprador : na ra do Cordoniz'
n. 18, deposito.__________________________^^^
.'EWIR-SE
Dreilo internacional privado e a appUoaeao de seus-
principios com preferencia as leis principaes do
DE
J. VIGNES.
V. 55. III % DO IMPERADOR N. 55.
I .----- i ii i bi ii mw vi.ij^ivmuu ^'Ui'i'- twuuo VO ijlll t< III il|) | M i t > i >i'i m 'iu piula ^ j"'-- i
suinuo un teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem ,
nunca aihar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tsimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
melhores compositores da Europa, assim
por precos muito razoaveis.
sempre um explendido
como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
?s3-sa<
PRESTEM TODA ATTENCAO
PROTEJAM TODOS
Um mulato corpulento, de 18 anuos de idade,
e capaz de prestar-sc todo e qualquer ,servico,
lainliem se aluga na mesma ra da Cadeia n. i\,
ou no pateo de Pedro II n. 31.
Arrenda-so por festa, ou por anno o sitio Co-
quoiros na estrada do Barro, com casa de vivenda,
inuitas amores fructferas, muitos ps de cajuei-
ros, tem boa agua de beber, rio perto para bauho,
excedente baixa para capim, terreno para planla-
coes e outras militas proporces vantajosas que s
e vendo : os pretendentes dirijam-se roa de
aortas n. 2i primeiro andar, ouao engenho l'cha
Huc achara rom quem tratar.
l'm sobrado de tres andares
ahigar-se.
Quem o pretender com os bons commodos que
tem, vista para o mar, nerto da praca do commer-
cio, enifim na ra da Cruz n. 9 : dirija-se ra da
Cadeia do Recife n. 24.
ALUGA-SE
A casa da ra di Glorian. 52 : a tratar-se no
i' 'i!;- iiia.la Moeda n. ( armazcm.
Na padaria do abaixo assignado, ra
Larga do Rozarlo n. IG, precisa-se de um
amassador que lenlia pralica de vender pao
na ra.Sanoel Antonio soiueaijqcj sojoi||oiu sop sg3joj se snpoi op oiubj o oucid cjuJ sedishk
11ipi:.\(i.i o sjooj b sojoo ap sujj sesseasoutpua^
S9JOD 8p CJHU3SB0 Op SBdE^
so|"|aq ojmiu sgi ap sojjoj
sepBpjoq seis
'05[eq sbes
sanbjeqmancs
sejaja sedeo
SOpcpjOq
soauuq soptisaA ap sajjoo
S?0S sojajd sajajaiHBK
cjuSjei niun ap soepo3|v
sopcisojj soepo8|v
tSed e % a (f
'&3 % '? P sao|odepc|v
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OpBAOD O -SJ 00 V SB/I
OpBAOO O SJ O? B SBSSBO
'seiiuoq oipim bvhitj
soui|bi o ap aiuBmt'ja
oquij ap ci|UE|3ja
oqu ap saom3sa
Bauujq epos op
SOpEAOa 0? O SBIUEIU 'B||0d
-smu sazaauBJj_sao|odupBjv -ej 'apuo|q ap sopiisa.\ so3ia
SO!|!S|| MUj'l
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-bii ap Ei|[Ed op SBUijadeiif)
oso oimm ap sbadeq^
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OTSms t8VK 'Bjja|B|8ui fP Bjniiajip ia3 sepuu sfipuozBj 3p oiuamiuos opeuBA 3 o||oq mn
OBJBJjuoaua saxg \\ iqe '0iu3iui3a|3qE|s3 o|(aq oss3 b sB.ioqii3s -ssiuxa uiBfaiojj
soypoSiv
I
ALGEL.
Aluga-se por anno ou pela festa o sitio da Pitom-
beira no lugar da Casa-Forte, com boa casa com
muitos commodos, coxeira, estribara, e quartos
para fetor e criado.com muilas arvores de fructo e
todo murado, cacimba com muito boa agua de be-
bcr, e tanque : a tratar na ra do Sebo n. 24.
Precisa-sc de um caixeiro com pralica de ta-
berna : a tratar na ra do Amorim n. 36.
BAICO U VI i O
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio i.nz de Olivelra
AzeTedo k C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Barccllos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves "e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvalho,
em S. Jos do Manguinho, com boa casa de sobra-
do, esteirada, quartos para criados estribara,
fructeiras, baixa de capim : no mesmo sitio se dir
quem trata do aluguel.
. Quem precisar de urna ama de leltc sem li-
tiTT?*inda do malo, dirija-se ra das Flores nu-
IICBP 19.
Compra-se um cabrioiet americano, novo, ou Brasil, em 1 volume, por Dr. Jos Finieiia Bueno,
em bom estado, c.que tenha 4 assentos : trata-se 84000: no escriptorio de Antonio Luiz de Olivelra
na ra do Imperador, sobrado n. 55, segundo an- Azevedo & C, ra da Cruz n. i.
dar, ou no escriptorio do tabellio Aliucida. na ------TT~------....__ .----------- i,. .
mesma ra. ^ Vende-se a taberna da praca da Boa-Vista n.
21, com poucos fundos, propria "para qner quer
principiar por estar bem afreguezada jiara i 'rra:
a tratar na mesma._______________ _
- Vende-se um bom terreno na ra d on-
Suista no Caminbo Novo, com urna peqWna isa
e pedrae cal, construida ha seis mezelp, al \s
fructeiras queja se disfructam, larangeiiras,
boiras, jaqjiciras, fructa-pOp piUngneir-rfS,
ras.coracao da India,-oqiitbiaJro dito le
tem W palmos de frente e 260 e tantos de fui
os pretendentes podem dirigir-se ra do Hi
ci n. 37, ver, e tratar, na cocheira de carro.
g< Vendem-se tres boas casas terreas, na
_fe ra dos Prazores, (Boa-vista), novas, c ba-
H ralas i a tratar no becco do Veras n. 15.
M
Compra deescra>a.
Precisa-se comprar urna cscrava de bonita figu-
ra, e que seja moca : a tratar na ra do Hospicio
numero 61.
Compra-se I ou 2 escravas com algumas
habelidades, ainda que sejam de meia idade,
bem como um. preto da mesma idade.; na
Capunqa, ra dae Criiilas, n. u, uas casas
novas.
Compram-se Diarios : na ra estreita do Ro-
sario n. 1, taberna do Pocas.
Um preto
Compra-se um preto de 35 a 45 annos de idade-
na ra do Crespo n. 17, loja.
No hrgodo Paraizon 26cmpia-se
urna escrava que seja sadia e uiut
giiohade 12 a 14 aiiuus
-:-".-KlI
wmm&&*.
Palitos do gaz.
Vendem-se continuadamenie no deposito geral,.
travessa da Madre de Dos n. 16, armazem de Fcr-
ng. reir & Martins, em porcoes e a retalho, por m-
dico preco.
\
Compra-se um mulato, bonita figura, proprio
para pagem de 16 20anuos, um moleque tambem
bonita figura, de 10 12 annos, urna preta que
sai ha bem cosinhar c engommar, e urna dita com
una cria, que saiba cosinhar; na ra da Cruz
sn.l.
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 fr-
ja de bilhetes.
Compra-se um mulato, bonita figura, proprio
para pagem de 16 20 annos, um moleque, tambem
bonita figura, de 10 12 annos, urna preta que sai-
ba bem cosinhar e engommar, e una dita com cria,
que saiba cosinhar; na ra da Cruz n. 1.
f'otassa da Hussia
Vende-se em casadcN.O. Bie-
| ber 4 C, successores, ra da
H Cruz n. 4.
Compra-se urna negrinha de 10 16 an no
de idade : na ra Imperial n. 49.
Vendem-se canos de ferro de pollegada de
dimetro para cneananento d'agua : na ra Di-
reita, padaria n. 84.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26. para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
outra qualquer paria.
Wm armazem de fazendas bara-
tasde Sanios Coelho
RA DO QL'EIMADO X. 19 VENDE-SE O SE-
GINTE :
Cobcrtas de cliila da India
pelo barato proco de 25000.
Lentos
de panno de linho a 25000.
Lences
"- 35 Compra-se cobre, lato e chumbo: no arma-
zem da bola amarella no oilo da secretara de po-
lica, ra do Imperador.
Comprain-se barriqunhas que serviram de
, bolachinha americana a 500 rs. cada urna : na
| ravessa da ra das Cruzes taberna n. 6.
Compram-se duas negras perfeitas cozinhei-
ras e engommadeiras: na ra de Apollo n. 84'
segundo andar.
Compra-se cobre lalo vcllio
na ra da Cadeia do Kccifc n. 36, pri-
meiro andar.
cao, situada em alguma das principaes ras desta
cidade : a tratar no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira A Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
VENDAS.
mi* S3IAI09 asor
HO
Aluga-se una casa
tratar com J. I. de II.
Trapiche, n 34.
em Bebiribe ; a
Reg, na ra do
Precisa-se de um menino para cai-
xeiro de 14 IG annos ; na ra Nova, de-
posito, n. 38.
/1 u od-vir) op un.i u spii9zuj op oih,(uii.i,i|,i;|i!)-.i ;>im;|.io!iiii oy
soHiao.vvaisa a soMvaiaiwMnad^
Precisa-s de urna ama portugueza
que sirva para o servico interno de urna
casa de familia ; na ra do Queimado, n.
18, segundo andar._________
A pessoa que annunciou querer 200,->
sobre urna escrava, dirija-se a Capunga, ra
das Crioulas, n. 5.
Aluga-se urna das casas terreas situadas na
estrada do Chora-menino, ao entrar da ponte pe-
quena, teado os seguintes commodos: 2 salas, 4
quartos, cozinha fra, quintal murado e cacimba
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direeoao do BANCO UNrO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisaco para estable-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subscrpeoes annuaes por urna
s vez, debaixo das seguintes eondi^oes :
Com perda de capital e lucros;
Dito capital smente;-
Dito lucros smente;
devendo a primeira liquidacao ter lugar no Io de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se co-
Ihe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultado; mas alora
disso, este rendimento augmeutado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subsenpeo, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventcs tudo aquillo que os so-
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta de cumprimento do compromisso social.
As liquidajoes sao pelo systema dascompanhias hespanholas, Tutelar e outras ; e parase poder
Vende-se a taberna do pateo de S. Pedro n.
1 : quem pretender, dirija-se mesma.
Vinhodc OHres eCarlaclio.
Vende-se em anCoretas pequeas o especial v-
nho de Collares e de Cartacbo : a tratar no arma-
zem da ra do Vigario n. 7.
Yinlio do Porlo c part- uar.
garrafado, caixas de 1 e 2 duzias : a tratar no ar-
Lenoos de cassa
brancos, finos proprios para algibeira pelo barato
proco de 25000 e 25400 a duzia.
Fil liso lino .
polo baratsimo proco de 680 rs. a vara. '
Madapoln lino
pecas de madapoln largo superior pelo baratsi-
mo proco de 85000.
Iticas saias
de fuslo a 55500.
Peras de lirelanha
de rolo com 10 varas propria para saa a 35200.
Poras do cambraia
adamascada para cortinado com 20 varas polo ba-
rato proco de 105000.
(lmanlo de finito

mazem da ra do Vigario n. 7.
HOtPi
a tratar na estrada do Hospital Portuguez, sitio n. fazcr uma da do que pode produzir urna entrada annual de 105, p'ublica-se a segrate tabella basea-
l2" no paU5 d0 Urmo> sobrado n. 2, primeiro da gofo, a experiencia de muitos annos decompanhias desta natureza :
3-RA ESTREITA
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
liquom a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparaees as mais acreditadas
para conservac da bocea.
\a ra do Queimado n. i
i de 25300 a vara.
Toalhas alcorlioadas
para mo pelo baratissimo proco de 55000 a du-
zia.
Aliialliailo do linho adamascado
SKI %C Cf SJ JA proprio para toalha de mesa a 25500 vara.
^S t*? ^^X> Alqodo monslro
. ... com 8 palmos de largura polo baratissimo proco
M ra do Queimado n. 43, esquina que de 15000 a vara. '
volta para a Congregago ; i peehmcha. Corles de calca
Palctots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 145000, de ganga amarella de lista c de quadro fazenda su-
daos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 c 185, poiior pelo baratissimo preco de 15200 o corte
ditos sobrecasacos de panno muito fino por 245 e \ azinlia de uuadro
ditos _dc alpaca preta e decordo a 4, 5, 6 c dc ?os,o inteiramonte novo polo baratissimo proco
285,
75, calcas decasemiras de cores a 5, 6, 7 e 85000, do 480 rs o oovirln
ditas pretas a 65500, 8, 9 e 105, palctots de mstao iI 1
e ganga a 25, 25800, 3 e uTtS$S e colle.es de ,ina pnm R fj" 'm*' ,,a J sa,l,,r"s ,
lodas as qualidades e por preco muito barato, Ion- ,inacom 8,/ varas I"'10 baratissimo proco de 5-
ces de puro linho a preco de 25800 e 35. cober- |,,,fas tl,> ** tas de chita a 25240, coliarinhos de linho puro a Pc' baratissimo proco do 25200.
600 rs. cada um, e outros muitos objectos que s Estrila da ludia
e para isso se pede a attencao dos fre- para forro de sala de 4. 5 o 6 palmos de larcura.
Vende-se
j alcatro 011 vormz do gaz, pelo preco do gazome-
guezes.
Para dia de tinados
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano de Aguiar! J*2?"2*$ dSTJ m -'trer0S' aPrI>ra- tro: no armazem da bola 'amare la no oilio da sc-
Montarroyos e Joaquim Ribeiro de Aguiar Mon- a:> Para tmulos, sao ellas as nicas que tem nes-
andar.
O linda
Aluga-se uma pequea casa na ladeira do Va-
radouro para pequea familia que queira tomar
banhos salgados : a tratar-se na ra do Livramen-
V) n. 8, sobrado.
f ompanhla fldclldade dTm
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
JQlfo de Janeiro.
AGENTES EM PEl'NAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
ompoleptoiiionto autorisados pela direc-
tora da-ceeipanha de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ria e predjos no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
da sobre a experiencia de muit( s annos di com pan nas c esta natureza :
Em 0 annos Em 10 annos ni 15 annos Em 20 annos Em 2o annos
Por um menino de i dia a i anno 1105 4005 9005 2:0005 4:7005
> de 1 anno a 2 > Mf 3005 7505 1:7005 3:7005
> de 1 a 3 > 865 2905 7205 1:6005 3:5005
do 3 a 4 > 865 2805 7105 1:5605 3:4005
1 de 4 a 15 > 865 2705 7005 1:5505 3:3505
Por uma pessoa de 15 1 20 865 2705 7005 1:5405 3:3305
de 20 a 30 865 2705 7105 1.5605 3:4005
> de 30 > a 40 > 865 2705 7205 1:6000 3:7005
> de 40 > a 50 > 905 3005 7505 1:8005 5:0005
As entradas por uma s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Unio, Jos da Silva Machado.F. M. van
der Nupoort.
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C, ra da Cruz n. i.
tarrnvos.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias
2o
3o
ta praca : vendem-se na loja de madama viuva Le-
comte, ra da Imperatriz n. 7.
Abacaxis.
Cheguem antes que se acabe, por prego de 240 '
rs. cada um abacaxi : na ra do Trapiche nume-
ro 26 A.
crolaria da polica.
Vendem-se porabos grandes e de qualidades:
na ra da Gloria, casa n. 110.
Kua da Senzalla \ova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: Lichas de
| ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
;.\foor libra a 120 rs.
- Alaga-te a casa terrea da ra da Alegra n.
4*j com muitos commodos para familia; a chave
a*a-se na taberna da ra Velha n. 33 : a tratar
ft* ra da Cadeia do Recife n. 47, loja.
Aluga-se uma casa com uotao, no sitio do Cor-
dro, margem dorio Capibaribe, cora commo-
dos para grande familia, cozjnh fra, quarto para
criado? estribarla para seis cavallos, coeheira para
carro, etc.; uma dita, tambera margem do rio,
com commodos para familia, e estribara para 4
cavallos : a tratar no pateo do Carmo n. 13,
Precisase do um menino dos ltimos chega.
dos do Porto, sabondo Jer e escrever ; no pateo do
Terco n. 141._________________
Falleoci.
Os Srs. credores de Guilherme Luitde Almeida
f%o eonyjdados a trazerem seus titules aos admi-
nistradores na ra da Cadeia n. 07 pan) p dispos-
lo no art. 83Q do oodigo commercial.
.*
Fublicaro Iliteraria
CULPA EAKIiraillMENTOj
Drama de costil mes, ori-
ginal portuguez em 4 actosf
ron
JOAQUIM GERARDO DE BASTOS.
Este drama, em um volume ntidamen-
te impresso, acha-se venda em Santo
Antonio, na ra do Crespo n. 2, livraria
Econmica, e no Recife na ra da Cruz
n. 52, livraria do Sr. Jos Barbosa de
Mello, e ra da Cadeia loja do Sr. Car-
doso A y res; preco 25.
Os Srs. assignantcs, que aiuda nao ti-
verem recebido os seus exemplares, po-
dero procura-Ios em qualquer das in-
(jiadas lojas.
O bacharel Francisco' Gomes "V elloso de Al-
buquerque Uns tem o seu escr.,?10 de aav'ca-
ctanaraado Queimado n. 41, pniu.e,ro andar>
frente para a praca do Pedro II.
_1)
Precisa-se de uma ama forra para o servico de
' uma casa de pouea familia : na ra do Queimado
1 n. 39.______________________________________
Aluga-se ou traspassa-se o arrendamento da
padaria da ra dos Pescadores n. 1, tendo as me-
lhores commodidades possiveis, com 2 fornos gran-
j des, c mais alguns pertences, servindo igualmente
para grande retraacao ou saboara: a tratar na
ra do Ilangel n. 9, padaria.
A r i I lime tica, algebra e geo-
metra.
O professor de raathematicas no Gymnasio pro-
vincial ensina pelas lrias estas faculdades : os
pretendentes dirijam-se casa de sua residencia,
na ruaDireita n. 74. para matricularera-se.
de olhos;
de peito :
dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s|
6 as 10damanh5a, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Ciaz a AOO rs. a garrafa.
Na ra do Vigario deposito n. 6.
Vendem-se
grades de amarello para portas e janellas confor-
me as posturas da cmara, para ver e tratar na do Imperador n. 69 loia do
travessa do Pocinho n. 49, cora o Sr. Henrique
Jorge.
Papel de linho.
Superior em resmas para cigarros, nica casa
' onde se vende este verdadeiro papel em porco e
a retalho em casa do hcspanhol, ra dos Quar-
teis n. 8, avsa-se aos compradores o examinarem
bem este papel pois que tem apparecido falsi-
ficado.
O LIYRO DO POYO.
Segunda edico mais correcta, ornada com
Vende-se urna casa de pedra e cal, com du-
as salas e dous quartos. sita na ra do Socego ou
Campo Verde na Boa-Vista n. 21 : a tratar na ra*
bahus.
Cal de Lisboa
nova : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Cassas muito bonitas c finas f na ra do Cre*no
127 estampas, e augmentada com 48 paginas n. 17, loja de Jos Gomes Villar.
Cambraias muito finas a 220 rs. o covado, chi-
tas francezas matisadas a 320 rs. o covado na
ra do Queimado n. 23.
A 200 rs o covado.
Sitio em iaboato.
Aluga-se um sitio defronte da barreira com
grande casa mobiliada, c.aiada e pintada de novo.
para pequea familia : a tratar na ra
cheiras n. 1, loja de tarlaruguciro.
Para passar a festa.
Aluga-se nma casa terrea com muitos commo-
dos, quintal murado, concertada e pintada de no-
vo : na ilha do Retiro, na Passagem da Magdale-
a fallar na ra da Imperatriz n. 40, loja.
de texto, contendo: a -vida de Nosso Senhor
Jess Cbristo, fbulas, o vigario, o bom ho-
mem Ricardo, quadrupedes uteis, o profes-
_J sor primario, moral pratica, Simo de Nan-,
- Aiugam-se tres casas terreas ns. 23, 24 c 25 ua. mximas e sentencas, hygiene, receitas I, Cam,sas de laa (tlanola) de
na ra da Amzade, na Capunga, com commodos' necessarias, o Brasil: vende-se na livraria de barat0 Pro?0 "e 55* a d,,zia
das Trin- Manoel Figueira de Faria ct Filho, praca da I uma: na ra do Crespo n. 4._____________
Independencia ns. 6 e 8, a 000 rs. O exem- Vendem-se dous terrenos, um com 68S palmos
piar em brochura e a Icartnnarlo de fren,e sil na >"ua Imperial, freguezia de S. Jos
F------- ultA'"uld. icattonano._______ n i}6 mtn com 200 palmos de frente Slt0 em
RELOGIOS Santo Amaro perto do sitio do Sr. Calo : a tratar
Vende-se em casa de Johnslon Pater A 'na rua Trapiche n. s
C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente to-
na
BOM NEGOCIO
Traspassa-sc por 6005 uma hypotheca j venci-
da, no valor de 7005, vencendo os juros de 3 iO
ao mez, pagos adiantados e mensalmente, sendo
dita hypotheca sobre um escravo crioulo, honita
figura, idade 22 a 23 annos, official de alfaiate o
motivo se dir a pessoa que quizer fazer este ne-
gocio, annunciando por este Diario.
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem uma variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
CAL DE LISBOA
Vende-se a 4XK) o barril na rua
n. 20.
Apollo
Outro POS Remedios Quem quizer dar roupa a e
com grande casa etc., dpfronte da groja e ambos eom/updo pre^o, dirija-se rua do Hunda Novo
a tratar na rua da Cadeia do Recife r. f. > B. 40,
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, rua da Cruz n. 22, pre-
Batatas
Caixas com duas arrobas de btalas desembaf'
cadas do patacho Marta da Gloria, boje, pelo bara-
jo preco de 25500 a caixa : na rua do Amorim n.
43, ou na rua da Madre de Dos n. 5.
1ILEGVEL
Vende-se uma taberna na Capunga com com-
modos para familia, sendo a armaco por menos
de metade do seu valor : a tratar na rua das
Crioulas n. 31.
J
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Diario de Pernanibuco Sexta felra $8 de OutuPn-odc 863.
______________________---------------------------------------1_______________________

I
>
GRANDE EXPSITO
de fazendas baratsimas qne se ven-
dcm para liqoidar ; na laja do Pa-
Yo, ra da Imperatriz, b. 60.
Neste estabelecimento acha-se um grande
e variado sortimento de fazendas, tanto de
luxo, como de primeira necessidade, pro-
pinas para a praca- e para o matto, que se
vendem por precos muito resumidos, de lo-
das as fazendas dao-se amostras, deixando
pcnhor, ou mandam-se levar em casa das
familias para escolherem, pelos caixeiros da
loja do Pavao.
Las cora 9 palmos de largura
aa loja do PavSo. I $ loo
Vendem-se lazinhas transparentes de urna
s cor, de quadrinhos proprias para capas
e vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo
baratissimo preco de 10400 o covado; s
na ra da Imperatriz n. 60, lojado Pavo.
O Pavo vende las de 4 palmos
de largara a dOO rs.
Vendem-se lazinhas infestadas, sendo das
nv.is modernas, de urna s cor e de qua-
drinhos, proprias para vestidos e capas, pelo
baratissimo preco de 500 rs, o covado; di-
tas matisadas, fazenda muito fina a 500 ; di-
tas garibaldinas a 440 rs. ; ditas de qua-
dros a 3C0 e 280 rs.: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz, n. 60. de Guimares &
Silva,
Lazinhas a 900 rs. o eovado.
S o Pavo.
Vendem-se las de cordozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
as coresseguinles: alvadia, cor de caf.rxo
escuro, claro e pretas, proprias para luto ;
ditas transparentes com palminhas, pelo ba-
rato preco de 280 rs.; ditas infestadas de!
0 covado ; fusto para vestidos e roupinhas
de meninos, a 320 rs. o covado; alpakin oh
gurguro de linho, a 260 rs. ; ganguelin,
urna s cor, a 320 rs. o covado ; toalhas de
linho adamascadas para rosto, a l&; vestua-
rios para meninos e meninas, a i 600 e 25;
tiras bordadas e entremeios, mais barato que
em outra qualquer parte: tudo isto pe-
chincha e vende-se para liquidar: na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo
de Gama A Silva.
. Grosdcnaples a 1:500 rs., na loja do Parto.
Vendem-se grosdenaples preto muito boa
fazenda, a 1500, 1,5600, 1,5800 e2: s
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Para luto vende-se aa loja do
Pavo.
Vendem-se finissimo selira da China, fa-
zenda sem lustro, proprio para vestidos de
senho:as, para capas e roupa para homem,
tendo esta fazenda 6 palmos de largHra e
sendo muito leve, vende-se pelo baratissimo
preco de 20200 o covado, garantindo-se que
nao se torna ruca, e vendem-se nicamente na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60:
Cortos de chitas a 2:000 e 2:00 rs.
Na loja do Pavo veude-se cortes de chitas
inglezas, tendo 10 covados, a 20, e com
12% covados, a 20500, sendo todas de pa-
drOcs escuros: na ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba em saccas, por
preco muito em conta, ou mais barato do
que em outra qualquer parte : a tratar na
ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama A
Silva,
See>s de quadriuhos a 800 rs. s o
Pavo.
Vendem-se as mais delicadas sedinhas de qua-
drinhos, muito miudinhos, sendo proprios para
vestidos de senhora e roupinhas para meninos e
meninas, sondo fazenda que sempre' se vendeu a
1 JUMO e torra-se a 640 e 800 rs. o covado, c sedas
quadros a zh rs. : so na ra da Imperatriz, brancas lavradas, proprias para vestidos de noivas
n.60, lojado Pavo.
GRANDE PECHMA
1 a 800 rs. o covado : s na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama g Silva.
Ricos vestidos de Southambac, vende
o Pavo.
Vendem-se os mais modernos vestidos a Sou-
thambac, com barras de seda pelo diminuto preco
de 10000 cada um : s na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
i) Prrflinie da Moda.
AGUA FLORIDA
De Surray & Laiiinan.
a *0 rs. na loja do Pavo,
Cassas a 210 rs.organdy a 210 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
a 240 rs. o covado ; organdy matisado, pa-
droes muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a 1#000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida.ou 360 rs. o covado, por liaver grande
porco : na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavo, de Gama A Silva,
\ov;i pechincha de cortes de
cambraia na loja do Pavo.
Vendem-se corles de cambraia brancos
com babadosa 2<>500; dilosa 3000; ditos
a 44OOO ; ditos chinezasa 4; pecas de
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a
30000; ditas lisasbrancas e decores a 2i500,
30000, 3500, 4000 e 5.SO00 ; pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e w:
cada urna, sendo brancase de cores, a 355
ditos a 2^500; pecas de cambraia para coi-
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas cada peca a 9/5000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavo, ra da
Imperatriz, n. 60, de Gama A Silva.
O Pavo vende chales
A 2000, 24800, 35000, 5:5000, 60000.
7,5000, 8,000 e 100000-
Vendem-se chales de merino estampados,
claros e escuros a 20, 20500 e 30000; ditos
muito linos de todos os precos e qualidades,
tanta de ponta redonda como quadrados;
assim como inissimos chales de crepon com
cores inteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 100000 ; ditos de pello, bordados,
a 20 id M loja do Pavao, ra da Impera-
triz, n. 60.
As casecnlras do Pavo infesta-
das a lCiOO.
Vendem-se casemiras francezas cnfesla-
das, proprias para caifas, coletes, palitos,
e capa para senlioras, por ter de urna s
cor, sendo fazenda que sempre se vendeu
a 31000. liquida-se a 10600 o covado : s
na loja do Pavao.
.! ande el:india em chapeos
de sol na loja do Pavo.
Yendcm-sc chapeos de sol, a ingleza, sen-
do cobertos de linho e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar a fes-; ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, ra
ta.-ou para meninas levarem para a escola, da Madre de Dos,
pelo barato preco de 1060 ; ditos marque-
nabas, de seda com franjas e cabo de do-
brara30OOO; ditos de seda para homens,
sendo com armaco de balea a 60 e 70, isto
para apurar dinheiro : s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz, n. 60.
laxe miras da Escocia a 3#000
o corte.
SEJML SEGUNDO.
QUINQUILHARIAS.
Ruado Queimado, ns. 49 e 55, loja* de
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissmas.
Pegas de trancas de algodSo de to-
das as cores a....... SO
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a.....' 10100
Carritel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balSo ... 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de colla ..'..... 80
1 libra de la sortida ... 40000
1 libra de laa muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de botoes de punho a 120
Pares de sapatosde tranca 10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muito finas para se-
nhora a.......' 30500
Duzia de dilas cruas para homem a 2*400
Baralhos muilo finos para voltarete a 3O0
Carrileis de linha com 100 jardas a 30
Cartoes do linha branca e de cores a 20
Norellos de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Car loes de linha com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita preta com colxetes para
vestido, e tera um resto parda a 100

B A JL
Esto raro qnao delicado perfume
qnaai que inextinguivel c to ebeio de
mimosa fragrancia e frescura como o
delicado cheiro das proprias verdecen-
tes flores. Durante os inezes caloren-
tos do vcrSo o 6eu nzo torna-se iinmcn-
temedte apraziveJ e desejavel em con-
eequencia da influencia refrigirante c
suave eme ella prodnz sobre a pelle:
em quanto que uzada no bauho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
ama certa elasticidad^ de vigor e i'orca.
Ella imparte transparencia asfrigiks,
c remove pannos, sardas e Vertoejas di
sobre apelle.
SEM SEU l \JIO.
Objectos de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attenco para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garfos muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muilo
finasa.........30200
Dita dita dita de balanco, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito lu-
nas a .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Cartas de alfineles de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
Caixas de phophoros de pao 10
Grosa de ditos do gaz a 20200
Duzia de dito dito a 200
Massos de palitos para dentes a 160
Abotoaduras para coletes a ... 160
Escovas para roupa.muito finas a 400,
500 e.........800
Attenco ?
Posto que domine no cora-
eo do BALIZA a mais bem en-
tendida ambicio de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle no pro-
cura fazer fortuna vendendo
galo por lebre;
Quando nao se negocia aca-
nhadamente, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
Leiaui todos.
Ao armazem do BALIZA po-
dem ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura nao
sejam do contento dos senho-
res compradores. Nao fica
resentimento algum em se tro-
car por outre, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Manter a todo o custo o seu
crdito, e agradar aos seus a-
migos e freguezes, todo o
desejo do proprietario deste
estabelecimento,
i
i
LEDE! LEDE! LEDE!
Siempre a frente do progresso,
Constante marcha o BALIZA,
Tfm por norte o bem commum,
A verdade por divisa.
(; k i \ ii i:

9 TOffl ORIENTAL BE EHff
PE OS CABELLOS,
moa preparacSo admravel para lim-
par, aformosear, conservar e estabcle-
cer 09 cabellos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
SEM SEGUNDO.
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
0 rival sem secundo, ra do Queimado,
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver :
Duzia de sabonetes finos a .
Sabonele inglez, o melhor, a .
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., .
Ditos de dita grande a .
Ditos de Lavande ambreado, o me-
lhor, a ........
Ditos de macaca oleo muito bom a .
Ditospcrola muilo superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........
Ditos de banlia branca a .
Dito de cheiro muito bonitos a .
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a .
' Di los de banha japoneza a .
! Ditos de banha transparente a .
Ditos de oleo filoconne a .
f
720
160
400J
^Ofl|.
|
500
100
200
500
320
500
200
900
800
720
800
AGENCIA
DA
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permute.
Pares de I uvas de algodao finas a 80
Caivetes de aparar penas, de 1 fo-
iliaa ,........ 80
Dilosde2 ditasa......160
Caixas de colxetes fr3nce7.es a. 40
Duzia de dito francez a 360
Massos com grampos lisos e de cara-
col a .........
DE
Largo do Livramento ns. 38 e 38 A
Defronle da grade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
O incansavel proprietario do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
declarar do alto da imprensa pernambucana, que elle perfeitamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem escolhidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a precos de contentar c satisfazer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
dedlarar mui seria e pueitivamente nesta opGrtunidade, que tambem o mais firme c dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ga-
nho que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a maisperfeita liga de interesses recprocos, que a to-
das as consciencias deve por forra e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicaeo do sesruinte aviso, o BALIZA faz saber nicamente
aquellas pessoae que sempre estao promptas a comprarem tudo, com tanto que se Ibes permitta paga-
rem Jogo, que -elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s compram os objectos de que carecem, e que gostam i-
nalmetile de empregar bem o sen dinheiro venham a este estabelecimento.
IEIAM TODOS.
Do preco de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimentos, podem os senbo- ^>
res freguezes diminuir cinco por cento, e vir compra-io ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho- "
mem do movimento prefere ganbar muito pouco, com tanto que seja por mudas vezes repetido.
m^Mmm^M^M^m^m^M
FNDICAO DE L0W-M00L
Una da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias i Duzia de dedaes de metal em caixi-
vmulpm rrTewp'cixemira da Fsco- moendas Para engenho, machinas de vapor i nha de vidro.......
d t^^^^WtoU. nos'nan rditof d ^ ^ ^f*0 ^ "" "* -+*
tendo da mesma fazenda para vender em tamannos para ditos.------------------------------la.......
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui- ~ Arados americanos e machinas para; Di os de barro que serve para Un-
to encorpada a imitcito de caxemira, e.'ga- lavar roupa: em casa de S. P. Johnston iC.,1 leiro a
Tambem se ven- a a Senzalla Nova n. 42. Grosas de botoes de louca prateado a
_____________________________________ Pecas de tranca lisa encarnada a ,
PARINMA Varas de bicos e rendas, para aca-
..^^f^fSf^lElJS** 00^, a mS*?Tf*pi!^ Varas de labyrinto' de 3 dedos de"
l'avao, ra ua imperatriz, tanto de Santa Cathanna, assim como de Porto
rante-se que nHo desbola,
dem cortes de caxemira ingleza, d cores
escuras para calca pelo barato preco de
13800 cada corte, ou a 500 rs. o covado :
na loja do
ff. 60.
.Uadapolo infestado
S o Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo infesta-
do com 12 jardas a 4,)000, ditas a 45O0,
; Alegre pelo barato preeo'de 4000 a sacca ; na _.'ar8nra a ......
a liOAA nndo Amorim n. 13, ou na ra da Madre de Ditas de pos para dentesa .
Pentes de tartaruga a 3000 e
Besmas de papel de cores a
Dos n. 5.
80 a dinheiro a G o par.
Rorzeguins de bezerro e outras qualidades, obra
ditas com 24 jardas a 70500 e 8#000 : S muito bem acabada, iguaes aos q^uc" se vendem por
na loja do PavJo, na ra da Imperatriz. i lOfie 12i, liquidacao, aproveitar que a iwr<;ao
n. 00. pequea
I pago.
Rieos vestidos brancos.
40
320
160
100
160
20
60
100
100
30500
2,50001
Cal de Lisboa
no armazem de Guimaraes k Alcofora-
do na ra do \ 111011111 n. 54, no Recife,
vndese barris com cal nova em pedra
chegados hoje de Lisboa no patacho
Hara da (loria, urna nova qne existe
no mercado.
TO2-33 AMia
para satas.
Na ra do Queimado n 1 f.
j c c o o ,i s-:!as c
T1^ '~-~ OS /) !** ^^
BtHg
* ,-*, (^^ "^
Eia, rapasiada, coragem parece queja Chegaram casa de AugustoPorto mnito supe-
entregastes OS VOSSOS joanetes aos duros sei- 'ores esleirs *de diversas larguras, para salas,
a
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~i
o
o
as
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a
n

O tn
na ra do Imperador
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
mais modernos que tem vindoao mercado,
tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
baratos precos de i0#, 120'e 16 : s na
loja do PavSo, ra da Imperatriz, n. 60, de
Gama A Silva,
ADMIREM AS PECHINCHAS,
na loja do Pavao.
Ricos cortes de cambraia brancos com ba-
Hoio francez a l|4dt>ajjg
meia libra
E' chegado pelo ultimo vapor de Bor-
deaux aquella excellente pitada a 15200
^ a meia libra ou 2 hectogrammas: em ca-
li sa de Manoel & C. ra Nova n. 23.
. 'rf:| ,*' i V --^- -!
Delicado mimo.
Domingos da Silva Campos com taberna na ra
do Imperador, defronte da relacao, avisa aos seus
freguezes e amigos que recebeu urna pequea por-
gao de caixinhas com ameixa rainha Claudia,
ricamente enfeitadas pelas freirs de Elvas, pro-
priamente para um delicado mimo', e seus precos
muito razoaveis conforme o tamanho.
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de; no armazem de Tasso Irmos, ra do
Amorim, n. 35.
vinlio puro.
No escriptorio de Euzebio Raphaet Rabello, na
ra da Cadeia n. 55, vendem-se ancoretas com ex-
cellente e puro vinho tinto de Lisboa, smente des-
tinado para gasto de casas particulares por ser re-
mettido pelo proprio fazendeiro ou lavrador.
Vidros de cores.
Kna da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
bados e daT7asTEas atento se,linsK e siln;es ngle, ndiei e sti-
bastante fazenda para vestido, pelo baratis- ??es bromeados, lonas tnglezas, fio de vela,
simo preco de tf cada um; ditos de cam- chicotes para carros e montna, armos para se com vdros
braia de seda com barras e babados, a c de um e dous cavallos. erelog.osde u]ho. ia rna da imperatriz n. os.
24500, para acabar; cortes de vestidos a ouro Patente ,nglez<_____________________
Maria Pia, sendo fazenda de bonito gosto, a /-_ _
34500; cortes de cambraia brancos com ba-' *
badinhos, a 24 ; enfeites para cabeca. sendo Continua-se a vender gaz da melhor qualidade :
Garibaldi e a turca, a ; ditos SmfiTs "^ roa da Imperatnz loja de fun.le.ro n. 6o.
e flores, a 24; camizinhas bordadas para ^^KlfSSSSi'n.l'0 ^
senhoras, a 14; manguitos de varios mqdel-
los, a 400, 500 e 640 rs; calcinkas para
meninas, a 500 e 640 rs: gollinhas bor-
Faiinlia de S. Niheus
Vende-se a bordo do patacho Industria, defron-
te do trapiche Baro do Livramento, a bem conhe-
dadas, a 320 e a oOO rs. sedas dequa- cidaenovafariobadeS-Matlieus, a melbor que
drinhos, a 640 rs.; ditas de listas, a 400 rs. dalli temos no mercado.
Corram de pressa.
Borsegnins para homem a 34, sapatos de couro
para senhora a 320 rs., sapatos de oleado com sal-
to para dita a 640 rs. : na ra dos Quarteis n. 22.
Oleo de ricino.
Vende-se oleo de ricino em latas a 400 rs. a K-
: bra, na ra da Cadeia Ve I lia n. 1.
-
9
9
o
rarioha de mandloea
Vende-se farinha da mandioca da melhor e mais
nova que ha neste mercado, no eseripforio de Ma-
noel Ignacio de Oliveira 4 Filho largo do Corpo
Santo n. 19, ou abordo do palhabote Viamao, an-
corado no caes do barao do Livramento, junto ao
patacho ReaiUo._________________________
Vende-se na praca da Independencia ns. 37 e
39, capellas de aljfar para se botar no cemiterio
publico no dia de finados com as inscrp?des se-
guimos :
Minha mai.
Mcu pai.
Mea esposo.
Minha esposa.
Meu lilho.
Minha filha.
Urna lagrima.
Saudades, sempre vivas do apurado gosto desta
ajnda &o vieram igual a este mercad,.
xos do pessimo calfamento da nossa cidade
S se observa em vossos pos botinas acalca-
nhadas c gastas at ultima sola; sanatoes
rasgados e quasi sem saltos nem tanto!
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to Vinde ra Dircita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas.... 84500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 84000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 74 e........64000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....54500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......54000
Sapates, Nantes, sola e vira. 4000"
Ditos para menina, com laco. 34500
Ditos de ditas, de cores. 24800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 14400
dem idem para meninas. 14000
Sapatos de lustre para senhora. 14000
dem de lastre s avessas 500
Attenco do respeitavri pnbliro
Para a grande pe-hincha
Custodio, Carvalho A C, ra do
Queimado n. 3.
Offereccm ao respeitavel publico a mais fina de
todas as cambraias tanto em desenhos como em
tintas sao as verdadeiras organdys da India che-
gados a esta capital pelo ultimo vapor inglez. A
grande quantidade que recebemos faz com que a
vendemos pelo baratissimo preco do 300 rs. cada
um covado, venham ver para desenganarem-se se
grande pechincha s na ruado Queimado n. 27.
Aos Srs de engenho
No caes d'Apollo armazem n. 55, de
Jos Dnarle das \e,ves, acha-se ven-
da a mais superior farinha Fontana
sendo muilo coco minen dada as casas de
familia,as barriqninhas de 3 arrobas
e de 48 libras cada nma.
Assucar do Montura
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo 1
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
54600 aarroba.
as quacs se vemlem por commoilos precos.
O GALLO CANTA.
Xao possivel que o gallo, vendo entrar em wn
iiinho objectos de elegante gosto, deixe de dar o
seu canto, annunciaudo aos sena ficguezc-. para
que mandem ou venbain ver para querer, a saber :
Eufeilos
Chegaram os riquissimos enfeites e grinaldas de
flores, cousa muilo delicada e de muito gosto, pois
s as senhoras poderao apreciar : s no vigila i.;..
ra do Crespo u. 7.
Flores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
matizados de lindas core?, que servem paraquJ-
quer enfeite : s no vigilante, ra do Crespo u. 7.
Cintos
Tambem chegaram os novos c delicados cintos
com fivella, guarnecida de podrinhas e duas I
tinhas no centro, cousa de muilo gosto : s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Ilandcijas
Riqnissimas bandeijas de cliario e outras quali-
dades de lindos desenhos, que se vendem jior pre-
cos baralissimos para acabar : s no vigilante,
ra do Crespo, n. 7.
Pomada real
Tambem chegaram os bonitos copos de porcel-
lana lina com banha e com lindo* retratos, sendo
privilegiada pela rainha de Hespanha : s no vici-
ante, ra do Crespo n. 7.
Sabonetes de familia
Grande sortimento de sabonetes para todos os
precos, de superiores qualidades, a 160, ,200, 240,
280, 320, 40O_c 500 rs.; assim como estojos com
todos os prepares para impar dentes pelo barato
preco de 34000 : s no vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Dtliradas tesonrinlias
Grande sortimento de tesourinhas, tanto para
unhas, como para costura; assim como mu los
outros objectos de gosto, que nao possivel annun-
ciar pela grande variedade de sortlnentSj-lTjos ~-
precos serao menos do que em outra qualquer
parte : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Grande armazem da exposico de Lon-
dres, ra da Cadeia do Hecife nu-
mero 60.
Para casamento.
Ricos vestidos de fil bordado por proco eommo-
do, e grande sortimento de objectos de 1 xo para
ornar salas : na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Grande armazem da exposico
de Londres, ra da Cadeia do
Recife n. OO,
Perfumaras finas.
Explenddo sortimento de perfumaras finas dos
principaes fabricantes de Londres o de Paris, em
rica caixinhas.c vidros de cryrtal: vende-se muh
tissimo barato na ra da Cadeia do Recife n. 60.
t1
. f
Vende:
|Wro: na rop
mJpmScrotes gordosT pausados m
ualMfF
(.Rosario, loja n. 32.
AM eoehelro*.
Vendem-se encerados pretos e de cores para
forrar carros'?. T-maxem de Tasso Irmaos.
iM l *-"-**
MUTlLAOni-


^
,fc.
Alario de l'ernpiMeo cria fefra tS de nubr de i 83.





Cira xa econmica.
Albuns cora perfumaras.
* awiia hranra acaba de receber essa acredita- Muitas vezes aconteca que se procurando urna
da g^ cSl1Ca uja sup^Sade est, ge- bella plantarla para se ofertar a urna senhora ou |
rilflMBte roconhecida es^a boa graxa se torna menioa em seas anmversark, ou mesmo M:
recommendada, tanto porque o calcado lustrado amarrado das mestras destas, se nSo achava consa
com ella deixa perfeitamente lustroso ao menos, que satisfizesse, agora, porm, ia nlo deve succe-
tres dias sem necessidade de novo unto, (.orno der assim porque na loja d agua branca encontra-
ROVPA FEITA
r o pretenden te bellos objectos para esse flra, 80-
bre-sahindo entro elles esses bonitos albuns cora
perfumara, cujo gosto e novldade Ihee di a pri-
mazia. A aguia branca folgar de content se
essas offertas recahirera sempre era suas predilec-
tas freguezas, e quando assim nao seja, nao faz
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
dade do objecto, qoerer desde logo alistar-se no
numero daquellas. Em todo o caso Mavendo di-
nheiro, dirijam-se i roa do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8, quertodo se arranjar.
Chesaram luvas do pellica para a loja d a-
guia branca, na do Queimado n. 8.
mesmo porque sua preparaca* appropnada para
anjaciare conservar o couro; ella vem em caixi-
Dhas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do
Queimado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumidos
precos de 400, 500 e 640 rs.
Pentes de concha.
Com as novas e diversas guarnicoes de
pentes que a Aguia Branca acaba de rece-
bar, veio tambero, orna pequea qualidade
de pentes de concha que com grapa e acer-
tadamente servem para o moderno atado dos
cabellos. Elles sao de bonitos e agradaveis Bolsas para viagens.
moldes, edetamanho pequenino como con-j vendem-se na ra do Queimado, loja d'Agola
rom para o fim que sao. E' esta a primei-. Branca n. 8.
ra vez que d'elles aqui chegam, por isso I VoUas pretas
que a moda novissima V*VtVr | A Aguia Branci ^u^s desejadas voltas
rao a palma aquellas senhoras que primei- mu ndas 0 udas.
ro se apresenlarem com elles, para o que,K-----------------------------------------------
S.T,dS,SdoT^a'1'A8iaBr,'!N<>V'V EXP0SIC4 DE FAZENDAS.
' ''.. -,.. IBaratissimas que se vendem para apurar di-'
repellas, flores e luvas enfelta- nheir0> M ^ e armazem da ^3^ rua
M
ABJIAZKB
DE
%i
I
dD^mt ID ^nismUIDD^^D
UTREKKO VERDE
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambero, se manda faaer por medida/ vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos methores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
das para nolvas.
Pelo ultimo paquete a Agua-branca rece-
be os rticos cima sempre necessarios s
da Imperatriz n. 56, loja de Lourenco
Pereira Mendes Guimares.
Neste grande estabelecimento acha-se um
noivas, os quaes segundo suas recommen-, Q srtimiU) de fazendaS) nto para o!
da.;oes vieran de mudo goslo, e perfetta- matt0 ^^ para a praca> advertindo aos;
mente delicados.^ __ ^^ fregUexes qvtp as fazendas tem subido,
As cape las sao de mu moderno e agr- m Q0 ^ estabelecment0 cada vez ven-
dayel molde, de finas flores, e acabadas com {je mas ^^^^0 na loja acima da Arara, I
todo o esmero: as flores solas sao exire-, dJ Imperatriz n. B6.
mmente delicadas e proprras para enieites
de vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen-! Principia Arara, cseas rgandis a 200 rs.
do delgadas vergonteas de jasmin, cachos de' Vende-se cassas orgaadis de quadros, cor
resodas, e outras estimadas flores. | de caf para vestidos a 200 rs. o covado,cas-
As luvas, porm, apreciada obra de Jou-1 sas francezas Anas a 440, 280 e 320 o cova-
viii, parece que foram enfeitadas pelas mes-' do, pupelina de quadrinhos para vestidos de
mis fabricantes das mimosas flores, poisque'senhora a 320 o covado: rua da Imperatriz
em gosto e perfeico nada deixam a desejar.' n. 56, Arara.
bao essas. pois, as capellas flores e luvas' ^.^ da Ararj a 560 rs
que corresponden a riqueza do vesttdo for-1 ^^ mMm de drinhos e de hs.
mam o completo a^ioeperfeiw e ele- nhas*miudas para vest4dos de senhora e
Taro a galhanha da cJ ^ meninas a 560 o covado. lazinhas de qua-
sonienle que os pretendentes mmndas de JJJ^ 320 0 covado, ditas muito finas
d.nbe.ro dirijam-se alegre e espacosa lo- ente fazemla chegada neste ultim0
,a d-Agu.a-b.anca, rua do Que.mado n. 8 ^^ 4QOj >m Q 56Q ^ Q ^^ desta
alendarlos senaanaes : pelo I qualidade s tem Arara : rua da Imperatriz
preco todos comprara*. | n. 56, de Mendes Guimares.
Sao de summa ulilidade esses kalendarios, 0nlra ptMtoM na Arara a 240 rs.
somanaes, poique mostrara acertadamente ( Vende-se chitas francezas cores fixas com
a data e das da semana, sem o continuo tra- pequeno toque de mofo, porm afianca-se que
ba!ho de bolir nelles diariamente, pelo que j, se lave fica ^^ adr5es escuros
se lornam necessarios e prefer.ve.s a todos e daros a 24() e 280 ~ 0 cova(jo> ditas ,im.
;s outros; tanto para casas de familias, co- finas> a m 360 e 40 rs 0 C()vado;
mo mesmo para qualquer oulra parle, e na ,oja da rua da Imperatriz da Arara n. 5G,
principa mente por 500 rs. cada um: na de Mendes Guimares.
roa do Queimado, loja d Agma-branca, n. 8.
Ncias ernas Inglezas.
Arara vende as camisas para seahoras.
Vende-se camisas para senhoras com goli-
A loja d Agina-branca, na rua do Queima- nhas e pun|l0S) com botaozinlio e gravata,
do n. 8, esta bem prvida de mu boas fazenda vinda por este ullmo v^por a 4,5500
meias cruas malezas, tanto para homens, ^^ (imli go|in|,ascom botozinho e punho
como para meninos, as quaes est vendendo mt0 finas a 1,5000, gravatinha ou golmha
baratamente em proporcio da supenorida- com bolaozinho para sennora a 320 rs.,
do d lias; assim pois, os pretendentes di- s na Arara vende.se cainhas bordadas
niam-so com du.heiro e sem susto a dita lo-(para menino a y000 Cada urna, entre-meios
ja, que serao bem servidos Tambem ha um e tiras |,ordadas para enf ilar TCSlidos a
bo-n sortimento de ditas brancas para 86- uoOOe i6280apeca: na loja da Arara,
nhoras c meninas, c sao vendidas na mesma rua da imperatriz n. 56.
Casacas de panno preto, 35J e
Sobrecasacas idem, 303 e .
Paletos idem e de cores, 250,
203, 155 e......
Ditos de casemira, 200, 150,
m, o/ie......
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 9$, 70,
50 e.......'.
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 65,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 505OOe.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 50, 40800 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....
Colletes de velludo preto e de
c&res, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
300000
250000
100000
75000
30500
30500
30000
40000
50000
70000
70000
40000
40000
20500
20500
70000
40000
30500
50000
80000
40000
Colletes de fusto e brim bran-
co, 30500, 30 6 ... 20500
Seroulas de brim de linho,
20400 e......20000
Ditas de algodSo, 10600 e. 10400
Camisas de peitos de linho,
50,40,3/e.....20500
Ditas de madapol5o, 30,
20500,206.....10600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110,70 e. 40800
Collarinbos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas para rosto, duzia, 110,
90e........60000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores. : 40000
Lences de linho.....30000
Cobertas de chita cbineza.. 20000
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa...... 600
Relogios de ouro orizontaes,
9O0,8O0e. ..... 700000
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e 300000
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e crzes. 0
FUIDIAO DO BOWMAW-IIIJA DO
Bill TI \. :**.
ooiiformidade.
Phosphoros de cera.
Vendem-sc1 a 24" rs. a duzia de caixinhas
de phosphoros de cera : na rua do Quema-
do, loja d'A guia-branca n 8.
f ugfezas : Opiata e agua da
Colonia.
Redinhas da Arara para senhoras.
Vende-se redinhas para segurar cabello a
1000 rs.. enfeiles para cabeca de senhora a
10000 rs., meias cruas para senhora a 320,
lencos de retroz para meninas a 320 rs s
na Arara, rua da Imperatriz n. 56, de Men-
des Guimares.
A Aguia-branca da rua do Queimado n. 8]|Ma mais urna pechinclia na Araja a 2000 rs.
Vende-se cortes dechitasinglezasa20OOO,
ditas francezas com um pequeno toque de
mofo, porm afianzo que logo que lave .fica
limpa. vende-se a 205UO, cortes de riscados
suissos, com 14 covados a 3/5000, cortes de
cassa de babados e do barras a 20000, para
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
assim como mu boa agua da Colonia tam-j
bem iiK'ir/n.
Carrafas com agua da Colonia, i
Ghegaram novas garrafas com agua da Co- j
l'-nia para a loja 'Aguia-branca, rua do
Queimado 11. 8.
?..,.- I acabar, diios de barras de seda a 30000 rs.,
\ova8 cinlas clsticas pura senhoras |(ijts brancos bordados de gime enfeitados
casadas. com entre-meios a 40000: rua da Impera-
,\ reconhocida utilidaddessas npeessarias cin-' ti iz, loja da Arara n. 56 de Mendes Gui-
tas plsticas fi7. com (juc om breTe se aeabassem m:i!'''s.
as 1 ae vierain da primeira vez, deixando assim 1
i latentes omitas seahoras que so uu poderam
pr iver leltas, \ vista do (jue a aguia branca man-:
Arara vende roupa feila.
Ven.le-se calcas de meia casimira e de
;. iscar maja aljamas, quo acaliamdecliegar.lu 9nnn MIto ikt hrinn d rirw
pertettas nne as primeiras, isso por se-:Dr"? **"U fs Pd,,l0so1Je'*nn1! aejcoret'
a 20iiU, ditos brancos a 30000, ditos de ca-
simira a 40000 e G0OOO, camisas francezas
a 10000, 20 e 20500, ditas de linho de pre-
ga larga a 30000, seroulas de bramante de
algodao a 10600, ditas de linho a 20, gr-
valas a 400 e 500 rs., pares de meias a 120
e em duzia a 10400, 20500 e 30: rua da
Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Cortes de la a 30600, 10 e 50 rs.
Vende-so ricos cortes de la de quadri-
nhos a 30600, 40 e 50 cada corte, s na
ozereomq as xmas. apreciadoras da I Arara: roa da Imperatriz, loja da Arata
empresa Cnimbi'a possam melhor real- '''
tir e mostrarem n apurado gosto que as | Xnn ,rn(Ic rimtoh;iS 3P|udadas a 80000 rs.
Xiua.
r : meoorea; agora, pois, podem as senhoras ca-
sal;'.; prereorem-se, maudando-as comprar na
loj:i d'aguia hranra, rua do Queimado n. 8. Se a
aguia branca precisasse de semelhante obra de
ci no desta vu nao licaria sem ella.
'.\Tovissimos c bonitos en folies
para canecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeiles para cabeca, eis que a aguia branca
iba urna sua encommenda de bonitos e
idos enfeites, e de modernissima moda.
amito servindo isso para sanar aquella falta.
Bases enfeites se dum teeido bas-
tante lino com continhas d'a?o, e mui bem
i'ados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
goslo cuslam 50, 60 e 70dinheiro vista;
na espacosa c alegre loja d aguia branca rua
do Queimado.n. 8.
li'oiumeiidas u'aguia branca recebi-
das Mo ulimo vapor.
Ricos pentes de tartaruga com chapa de madre-
peroia.
Bonitos Icqucs de madreperola.
Delicadas caetas do dita.
Lindos chapcozinhos de setim para baptisados.
Ifeos le seda brancos e pretos.
lionitascai&inhas com msicas c sem ellas para
costura.
Trancelins de laa para enfeites.
Pitas de seda estreitas para ditos.
Ditas do velludo com listras para barras de ves
tidos.
Aspas de baha para vestidos.
Ditas de ac para espartilhos.
Bandcfes'dp enna.
Pulsuiras de contas para meninas.
Paos |iara abrir luvas c port-charutos.
Essencia de ail para engommados.
Pos hygfenieos de Lnbin para dentcs.
Leile Virginal para tirar sardas.
Dito d"ires para extinguir as-caspas.
Vinagre aromtico para vertigens, dores de ra-
bera, etc.
Cosmetique surline para cabellos.
Pomada para bigode.
Renda de tilo, lisa.
Mararllha das bellas,' hotos e
delicados enfeites para tcs-
tldos.
aprasivel a aguia branca o ter de avisar a
sua boa freguezia, que acaba de receber pelo pa-
tnelo tmncet um Mo sortimento de enfeites de
sieita denominado mararilha das bellas, os jjnacs
servem tanto para vestido de senhora como para
roupinias de enancas. Seus novsimos o delica-
dos dp.si-nbos, suas ascoibidas beta acertadas co-
Vende-se ricas colxas aveludadas para ca-
ma a 80, ditas de fusto a 50, ditas de da-
masco a 40, cobertas de chita a 20000 ; rua
da Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Lenfos de soda da Arara a 800 rs.
Vende-se lencos de seda fino, um s a
800 e 10000, ditas com franxa a 10500,
chales de merino estampados a 30000, ditos
finos a 50, 60500 e 80, s na Arara; rua da
Imperatriz n. 56.
Cales de arcos americanos a 30000.'
Vende-se baloes de arcos americanos a 30
30500, 40 e 405OO,bair>es de panno a 30500,
ditos brilhantina a 40, s na Arara vende-
se pecas de madapolo enfestado fino a 40,
ditas de 14 jardas fino a 50500, 70 e80,
algodao cncorpado a 40, 40500 e 50000 rs.,
s na Arara; rua da Imperatriz, toja e ar-
mazem da Arara n. 56, de Lourenco Perei-
ra Mendes Guimares.
Casimiras da Arara.
Vende-se cortes de casimiras escuras a
10600 e 20000, tambem se vende em covado,
1 covado e tres quartas d urna calca a 10
o covado; na loja da Arara.
Arara vende as cainbraias de rarociuhos a 20500
Vende-se pecas de cambraias de caroci-
nhos de cores brancas a 20500 a peca, cam-
braia liza fina a 30 e 30500, ditas para cor-
tinados de 20 varas a 80, ditas de 10 varas
a 40, e 30, cortes de cassa cota pahuas sol-
tas, com 1 vara de largura a 20, na Arara;
roa fia Imperatriz n. 56.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca. '
Arados americanos, etc. etc. /
de
ESTABELECIME
COMMERCIAL
DE
C4LIIEURH E Fillll(liO DE MET4ES,!
Mo na na do Brnni n. IO jnnlo
a fundico do Mr. Bowmam. pertenecate a
viilaca Irmo fc C.
Neste estabelecimento encontrario os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funeiro, laloeiro, ferreiro e
fundico, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com promptido, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis officiaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer
obra tendente as artes acima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos g dimencoes. j Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res-( das d'agua.
tilar espirito at 40 graos pelos sys- Torneiras de bronze e bronzes para
temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanho, avalas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
e refinaco. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilarles.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. I capim.
Machinas econmicas para lavar ronpa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. i qualidades e dimences.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho era barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Vlara Irmo & C.

re
ERVADO
HL iir: siirn
Veadem-se barris con cal de-
tes fazera um todo agradavel aosoihas de qualquer ftfH'OCCdencia. em podra, ohega-
^iventc que saibaapreciar o ben. Aasim, pois, a da noje. e nica nova, que ha no
aereado, na rna do Trapiche n
dbvida est em liaver dinheiro, liavejido-% diri-
kra-si: Mfii susto ao espacoso e \ ,:T ninho de
lia branca, rua do Queimado i. 8, que acharo
'rdades cima ditas.
18, armazem de Manoel TeKel-
ra Basto.
DE
# N. 21LARGO DO TERC,0 -N. 21
O propietario deste bem sortido armazem de molhados vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, e por isso caprichou de escolher, para bem servir
aos seus freguezes, mandando vir amaior parte do seu sortimento, para o que tem pessas
encarregadas para este fim, e os pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genebra de Hollanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandes a 1,000 rs. e te Hollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de passas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composicao a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo rs. o maco.
Serveja das melhores marcas a 800 rs. a garrafa e a duzia a 5,5oo rs.
Vinho das melhores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrafa e a caada a 2,800 e
4,000 rs.
Batatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a 2,hoo rs.
Bolachinhas americanas a 2,ooo rs. e 3,5oo re. a barrica e 2oo rs. a fibra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galo, e a 61o rs. a garrau.
4)ueiios do reino os mais novos do mercado a l,8oo o 2,ooo rs.
Bilbo alpisla o mais limpo que ha a 5,000 rs., a arroba a 160 rs. a fibra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e a 720 rs. a libra,
dem franceza, muito superior, a 560 w. a libra e em barr.s a 540 rs. a fibra.
Caf do Rio da 1. e 2/ sorte 280 e 320 rs. a, libra, e a arroba1 s.8,800 e 9,000 r.
Cb de arimeira e segunda sorte a 2,8oo 2,3oo e 2,ooo re. a libra.
Tijolo frainwde grande tamanboa 14o rs. cadaum. e almdos gneros anniinciados
ha outro muitos que enfadonho seria menciona-los: vende-se a dinheiro a vista.
PKOGKESSI \0
MOLHADOS
Largo do (armo .
Grande sortimento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que era outra qualquer 5S .
Duarte d C* scientifkam aos seus freguezes e ao publico emgeral, que acaba de che-
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ot-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendid
neste jNnuito acreditado armazem, e por isso, firmados em que cumprem fielmente 1
que promettem, pedem a todos os Sre. dapraca, de engenhos elavradores, o favor di
mandarem suas encommendas ou relaces ao armazem Progressivo, certos de nSf lercm
em tempo algttm occasio de se arrependerem. ,_jr
Aviso.
Todos os Srs., que comprarem para tornarem a vender, tero, alm da differenca
j publicada, mais 5 por % de abatimento. Os proprietarios tambem garantera o bom
acondicionamento dos mesmos para o mais alto serto.
Marmelada imperial dos melhores c&nservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a "00 rs. a libra.
Fructas em caldas das segnintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alperch a 5oo rs. a lata.
Figos em caixinhas de 1 /arroba e de 8 li-
bras a 8,000, 4,000 e 2,000 rs, e a 3oors.
a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a Iatinha.
Toucinho de Lisboa a 4oo rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomates a 64o re. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o mlho, e a l,ooo rs.
o cento.
Tijollo para limpar facas a 16o rs.
Cerveja das mais acreditadas marcas <|
5,ooo a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rl.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chouricas as mais frescas do mercado a
5io rs. a libra. ^
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna 4a-
Licores francezes das seguintes mams: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dafnes, e
de outras muitas marcas a lo.ooo rs. a
duzia, e a l.ooo rs. a garrafa.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras* seccas a 3,ooo rs. a caixa e 800 rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a 4oo rs. a libra.
Azeite francez eportuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Conservas inglesas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800 rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Grao de bico a 16o rs. a libra, c cm arroba
ter abatimento.
Vasos nglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l.oooa 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixa era latas muito nova a 120 rs. a Iati-
nha, e 1,300 re. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 800 rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,8oo rs. a libra
dem hysson, grande, muito bom a 2,600 r$,
a libra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libre.
Idem, verde, miudinho, mais propriopara ne-
gocio, a l,5oo rs. a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs. a libra, e era barril se far abatimen-
to.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captara, Travellies
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas a
l,4eo rs. a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda, a
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo c 6,000 rs. e de l,2oo a
800 rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oo e2,ooo rs., os do ultimo
vapor.
dem pi ato muito fresco a 64o rs. a libra.
dem londrino muito fresco a 800 rs. a libia.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs. a garafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs. a caada.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas: Duque, Genuino, Vc-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho, Nctar superior de 1833, Duque d'>
Porto de 1834, vinho do Porto wttw su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. l.uiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especialsyi-
nho do Porto, de l.ooo a 1.2oors. agar-
rafa e de lo,oooa 12,000 rs. a caixa com
umaduzia. ^
dem Bordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,000 rs. acaixa com tima
duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro-a 2,2oo rs. com o garrafal 1.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo rs.
o garralao.
Vinho branco o melhor neste genero a 600 rs.
a garrafa e 4,000 rs. a caada.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 600 e 64o rs. o masso, e em
caixa se far um grande abatimento.
dem de carnauba e composicao, de loo a
3o rs a libra, e de 10,000re. a ll,5oors.
a arroba.
Caf de Ia e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,000,
2,8oo e 24oo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,8oo rs.,, c a Bao
rs. o frasco.
Azeite doce em barril, muito fino a 64o rs.
a garrafa.
Papel grve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Champagne das mais a creditadas marcas a
1,000 rs. a garrafa, c a lo,ooo rs.a duzia
ou gigo.
Alhos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 64o rs.
a lata de urna libra.
Chocoate francez, hespanhol, suisso, e porlu-
guez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de urna '/.
Garrafes vasios de 5 garrafas at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
Ameixas francezas em caixinhas elegantemen-
te enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa, de l,5oo a 3,000is.
cada urna; taaibem ha fraicos e latas de
differentes tamanhos que se vendern por
mdico preco.
Massas para pa: roacarrlo, talharim, e
aletria a 48o re. a libra, e em caixa ao
far abatimento.
Doce de goiaba de 4oo a 800 rs. o eaixao
grande.
Charutos de todas as marcas e dos meUores
fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,ooo r*.
a caixa.
Alem dos gneros acima mmunciados ha um completo .sormento de commhos, te-
ta doce, alfazema e outros mullos gneros, que tudo se tende por barausssimo preco.
V
.<
I
, MIITII AHOi
IILEGVFir


^
----------------

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e
ie*- eidMn 99 t (abro r ISl.
I pitara
GRANDE ARMAZEM
AE
StTO^Sa
EB

N. 34, RW DAS CRQI6 BL 36
DO
balrro de Santo As toa lo.
0 proprietario do rauito acreditado armazem denominado Prograsista tendo
8empre em vista fazer todo o que for possivel para bcm servir aos seos fregrotes, tem
deliberado vender os seos j bem conbecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandaren! comprar por seus criados on
escravos, serem to bem servidas como viadopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contepdo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos seahores que mankarem comprar neste armazera o favor de mandarera
devolver qualquer objecto que n3o gradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
co com os seus portadores, fjente-ibes ver que so no armazem Progresista da na das
Cruzes n. 36. que se vendem os melbores gneros por mais barito proco, porque estes
murtas mas oMdam-se e vio I ontra parte onde os serven, de maneira a desagradar este
estabelecimento.
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DB
3&mmmxmwm*m&te.
TODOS
os
Musanla preparada, milito nova a 360 rs. o
pote.
Uvas muito novas a l,ooo a libra.
Castanhas a 20o rs. a libra,
Figos a 3id w, a libra,
Vinho superior da Ftgueirt e Lisboa, a 400, M'** Jo gaz a 200 rs. a duza de caixmhas
* 40, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,900, 2'100 rs'a erosi-
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada. Ditas hygienicas e de eguranca a 240 rs. a
dem engarrafado, das segantes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, veilio secco,
VAPORIIN
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores este-
belecimentos da Europa, ga-
rantc-se todo e quakjuer ge-
nero comprado neste
ESTaBELECIMEMO.
COMPLETO
sofrrmNTO be mlbams.
vende-se em porcjto e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidSo qualquer
encommenda dirigida a este
EST.4BELECIMEM0.
AOS SENHORES LOCISTAS
Desta capital, arrabaldes eprovincias
adjacentes.
MAMUEIj H. 23 BA NOVA N. 28.
Tem a satisfcelo de participar particularmente, aos seus amigos e frcnezes e em
geral a todos os senhore* logistas delta e de outas provincias, qoe em SZJJZ
suas relacoes com as prrac.paes pracas manufactureiras da F?uropa SdoSSmo
montar a suafabnca da chapeos de sol sobre urna escala importante, apontodeSer
tffl TS^ a0S5Prlelendenles' ^na qualidade e bem acabado doPs s us prtt-
tos, como pela reduccao dos precos ; verdade mcootesUvel, de que se noderSo conven-
cer vista da fezenda e.pelos preces que vao abaixo : 4 Iwlerao u" u
Chapeos de sol de seda para homem 28, a 72,5 a duzia.
v Ditos 26, a 66000.
Ditos 24, a 600.
Ditos para senhora 18 e 20, a 48#.
A duzia tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninbo preto e de cor, armacao de balia 20, 24 e 26 sortidos liquido
a 26)5 a duzia.
Ditos de junco 20,24, 26 e 28, a 18 a dHzia.
Venham ver para convencer-seda verdac.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
GR A1VGEI AS antiblennorrhagicas de DUNAND
e. INT. do HOSP. dos VENREOS dl PARS -1? PREMIO 1854
ducia.
Alpista muito timpo a 160 rs. a libra,
Qiamisso, c Madeira superior a 8,50.rs.a
duzia e 800 rs. a garrafa.
dem Bordean* de diversas marcas a 640 rs.
* garrafa e 7,500rs. a caixa com 12 garrafas.
dem Muscatel de Sotbala 1,700rs. a gar-
rafa, e 18,000 rs. a dwia.
Garrafes com 5 garrafas de vinbo do Porto,
Lisboa eFiguetra a 2,108, 2,200 e 2,300
rs. com o garrafao.
dem branco aurto superior a 500 rs. a garra-
fa e 3,530 rs. a caada.
Garrafes cora 5 garrafas de vinagrera I, loo rs.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca-
ada e 200 rs. a garrafa.
Velas de spermacete superiores a 580 e 640
rs. o nuco.
Manteiga ingleza de I.* qualidade, a 800 rs.
a libra.
dem de 2.a dita, a 70 rs. a tora.
dem de 3. dita a 600 rs. a libra.
Idera francera, a memor da mercado a 510 rs.
e em barril a SOO rs. a libra.
dem em latos com 2 */slibras a 1,400 rs, late.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra.
Queijos gamengos negados ltimamente a
2,000 rs.
de engommar a 80 rs. a libra, e
2,200 rs. a arroba.
Sag muito novo e alvo a 240 rs.a libra.
Sabao bespanhol, a 280 rs. a libra.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Peixe em latas, savel, pescada, e corvina a
1.000 rs. alata.
Genebra de Jkillanda era bu tijas de conta a
400 rs.
Papel greve pautado
resma.
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem cente ao respeha-
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os,
precos dos seus acreditados gneros, ceno abaixo verla nao obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que manden, seus portadores, que sero to
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
rierts t todajau preparaba conhtcidaallt hoja contra aa Oonorrhaaa e aianaorrku aa mais nlnaas nfclHaa
fnT0 eprompto, aem nauseaa.nem clicas, nem tremor. Facis lomar em sagrado sm tiaaoa.
Injecgo curativa e preservativa
MMIlial, cor com rapidez ara darn os escorrimentos eonugioaoa da ambos seaos. mora* Tirimi Aaatriataaa m
Municiaaa camftdaMa, lorllllta oa tefuaenU oa pmarra do <]iulqur allcruo. PARS, i, naa a> H.rch-Shm^.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza
e liso a 3,400 rs. a
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a .garrafa.
Champanhe das mais a creditadas marcas
a 10,000 rs. ogigo e I,0u0 a garrafa.
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portuguez, francez, nespeobol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicao a 320 e
360 rs. a libra e 9,508 e 10,000 rs. a ar-
MXt.
Massas para sepa
400 rs. a libra.
macarrao e talliarim a
Charutos dos melbores fabricantes da 8a-J
hia 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a;
caixa.
Cerveja das elhores arcas de 5,088*
dem prato o memor que ha neste genero a 6,000 rs. a duzia.
700 rs. a libra. L. :
Biscoitos nglezes de todas as marcas a i,300
Arroz Carolino e de Maranho a 2,800 rs. ar- rs. a lata,
roba e 100 rs. a libra. ,
Bolaixmhas e soda em latas grandes a 2,000
Amendoas de casca mole a 2 rs. a libra. e 1,800 rs. cada lata.
Caixinhas com ameixas francezas, de diversos
tamanhos al, 200,1,400,1,800e2,100rs.
cada Hma.
Frutas em calda, -ameixas, rainha Oladia, pe-
c.igosealpetha 480 rs.
Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
e 640 rs.
Marmelada de todos os conserveiros de Lisbea
a 600 rs. a libra.
Ameixas era latas de 1 Va e 3 libras a 4,280
,400 rs. .a_l;'3HHaO0 rs, a [&: ^
Cbi huxim omelhor que possivel encentar
neste genero a 2,700 rs.a libra.
dem bysson muito superior a 2,5oo rs. .a
libra.
dem miudinho a 2,700 rs. a libra
dem preto de qualidade muito fina a I ;800fs.
' Genebra de laranja a 900 rs. o frasco e 508
rs. os frascos pequeos.
'Chouricose paios os mais novos que ha no
mercado a 588 rs. a libra.
Sardinhas de
rs. late.
Nantes muito novas a 340
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2. qualidade a fors. a libra.
dem de 3. dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e *oo re, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e era barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem embarrilo mais superior que tem vin-
ao mercado a oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo agarrafa e a lo,ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
aho, porm venhantae Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante,
Vinho do Arto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especidtaiente escolhido por um
de nossos socios, oomo sejam: Camoes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a'caixa com
12 garrafas.
Garrafes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
Farinha de MaranhJo moito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
ToHcinho de Lisboa a 3o rs. a libra ea.ooo
re-arreba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64 re. agarrafa e a
4,8oore. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo re. a garrafa e a
l,2oo rs.a caada.
Garraoes -com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
RA DO QUEIMADO N. 46
inriisiaTa
DE
FAZE\IIAS E KOII'AS FKITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 25f$, 28, 305 e 3S|, casafas-
muito bem feites a 25#, 28f5, 30l e 350, paletots acasacados de panno preto de 1*36 at
255*5 ditos de casemira de eor a 150, 183 e 200, paletots saceos de pao e caatv
mira de 8| at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de alpaca e
merm de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cor de 70 at
450, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim,
como sejamcaifas, paletots e colletes, sortimento de collctes pretos de metim, casemira
C velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brancos de bramante a 40
e 50, calcas brancas multo finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
8 e a ln nnn rs n nian a Un ^"vs mainxio muiiu unas a up, c mu gidiiue sunimt'uuj uc ideiKias unas e mofler-
I OMKr f e 8,nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, ccroulas
' garraia. j ge |mno e aigo^io, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
Servea preta marca T e XXX a 6*5oo e nbora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa, | (^)ns' QJ,e Para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhantc arte e um
tambera temos das raesmas marcas para 4, possoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos quahjuer obra com
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa, promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
garrafa
dem branca Te eobrmha a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a !,3oo rs. a duzia
e 42o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita durac5o a 4oo rs. cada urna.
Pautes de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
-------,
FIJMIII^AO
DE
Paltos do gaz
a_
dem com 5 garrafas de superior
gueira a2,4oors.
dem com 5 garrafas-
2, loo rs.
de vinho Lisboa a
a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a croza.
GelaNie Akperche chegada no ^ultimo vapor
telas de 2 libras a 8oe rs. Ipecbincha.
Genebra de HoDanda garraM cora 16 gar
rafas por 6.5oo rs.
Toucinho de Lisboa a 820 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Farinha.de MaranhSo a 140 rs. a libra.
Ementa da' 401. 8 ppK
Erva-dooe a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de aramia a 500 rs. a
libra.
Frascos cora ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos de Porto a Soo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por 1,5o rs.
Cagriac inglez a Soo rs. a garrafa.
a 7oo rs. o frasco
Marrasquino de Zara
8,000 rs. a doria.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
me', etc., etc.a 800 rs. a garrafa e8,5oo
rs.a duzia.
Canella da India a 1,100 rs. a libra.
-Cominho a 64 rs. a bra.
! Azeitonas de Lisboa muito novas a l,6oo rs.
a ancoreta.
Passas as melhores
re. a libra.
que se encontram a 360
Estrelinlia e riiulia para sopa a 600 rs.
libra.
a
Vinho branco de Lisboa proprio para missa
vrado j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em l>arril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,000 e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 % 2
-e 3 libras elegantemente enfeitedas comri-
Idememfrasqueiras a6,3oors.e6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dem de laranja era i frascos grandes verda-
deira italiana a l^oo rs. o frasco.
Marrasquino de zar* a 72o rs.
/
Vinho Bordeaux] das melhores qualidades
dem em.Jates de, 1}]% e 3 libras a l,4oo
^v6od rs, -cada &na. **^
Figos-de comadre em bauzinhos de folha
mnito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas ermeticmente lacradas
e muito bem enfeitedas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
emticamente lacradas a
Bolachas .-inglezas muito oras a 24o rs.
a libra, e 3,5oo re. a barrica.
AttMe reinado a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidades a
7;>0 rs. frasco.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Bren Iouro a 3o rs. a4ibra 1 8,000 rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,000 rti. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no utmo vapor a
2oo rs. a libra.
'GB3uiiDa|9qejsG 9)sa jcd
-eaScsop e BJWUBm ap WAjas so apno 'eued npaa oba a as-raep*4|o'89Z9A setinu sajsa
onbaod 'oad otojeq sieo jod sajauad sajoqpw so apaa.v as anb a 95 -u soznJ3 sep
ca t[i eisissajgojd raazemjc ou os anb ja.v saqj-opiiazBj 'sajopeuod snas so raoo op
-uajje epoi jj sojoqaas sorasaia so opua.\ap 'aepejge obii anb ojoafqo janbjBnb ja.\jo.\ap
rajjepueui ap joabj o toazeuua ajsau jeadmoD uwjepueuj anb sajoquos oe apad orneara o
'oiuauttwiaqeisa ajsap soudojd ogu sojwfqo opuaiuoa oiaeara apuie 'epuounnooua jaub
-jBnb jbvbp as-e8ajJB3ua aiuamjeosod opau ootw soptuas raaq og majas 'soiejosa
no sopetJJ suas iod jejduioa uiajepueo anb sessad se eiuwje o 'sopeuojaaaui oxjeqe so3
-ajd sojad apapijeab BJiaraud ap soaauaa soppaquoD maq b snos so japuoA opBjaqqap
raai 'sazanajj sna oe jiAjas raaq eaed jaAissod joj anb o pnj jazej bicta raa aadoias
opuai 'bis8j8oj4 opBuiraouap raazeuue bpejrpojoe otra op oJBjaiadbjd o
F |apuv lavA p ojj|k<| op zihj rp viu jg V
M
30
Jwazviviiv :iav%si^
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e>
mu

Salmo emilatas
800 rs.
Lagosthn emiatas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinba a
a l,3oo rs.
Queijos flameagos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
1,80o, rs.
dem prato do ultimo vapor a 84o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Cbouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunio verdadeirp. de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras par 2,4oo re.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades
Soo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
Idea portuguesas a 64o re. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
AveJans a 2oo rs. a libra.
_que tem vind " rs., e em cixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo re.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
alva a
DE
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CARDOSO,
Raa de Brnm, HJ. 8*.
Acha-se novamente aberto este antigo e proveitoso estabelecimento, morapto jar
eiecutr quaesquer encommendas de ferro fundido, balido ou de bronze, moendas jara
eagenhos, com vapores ou sem elles, tudo cora a majar prouplido, peifeico e cw-
modo preco ; tem varias obras proraptas da raelhor e mais solida construeco que p-
dem ser vendidas por metade de seu valor, como sejam :
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca quadrada.
Rodas de espora, carretas e rodetas angulares.
Parafusos e cavilhes de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singla.
Agulhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras cora bronze,
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qualidades.
Taxase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios tamangos.
Cnvos e portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Urna machina de destillac5o continua do autorCol lares.
Foges americanos econmicos para casa de pequea familia.
Fornos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de todas as grossuras.
Cobre em arrobas e folhas. dito, dito.
Folha de Flandres em caixas, bom sortimento.
Chumbo em lencol e era rolos de diversas grossuras.
E urna grande porco de pecas de obras tanto de ferro fundido como balido ou de
bronze que seria enfadonho descrever.
Espera, pois, o proprielario deste estabelecimento que o publico sempre benigno
prestar toda sua confianca e attenco.e
80 rs.
Gomma de engommar muito
a libra e 2,2o rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
rs. a arroba.
xMacarro a 32o rs. a bra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
O GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos fregueies as galanteras de maisgosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Camsinhas para senhoras.
Riquissimas camisinhas com manguitos e gra
ESCRAVOS FGIDOS.
5JS de gratlficaco.
Qnem pegar a esorava Jacintha, erioula, ieMat-
de 30 annos, recebera a gratiUcaca cima roja
escrava tem urna marca de um lalho na
UUUIO0IIIIC13 .uui-milii:- ruin MldUKUim?- B ll- i a.-, IL a- -. .
vatinlias para senhoras: s no Vigilante, ra do re o olhodire.to quandoanda puvn
Cresp n. 7. na, anda constantemente no engenho
a 12o rs. a libra, c a
I
dem do Maranho
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oo rs. a bra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pe\ide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,000 rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a 1,600 rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das maltas, primores a 4,000,
3,5oo, 3,2oo, 3,ooo, e 2,8oo, 2,5oo,
2,000 e l,6oo rs.a caixa.
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas. sendo
coasa de muilogosto, e a primeira vez que appa-
rece para as senhwas de bom goslo : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por precos razoaveis : s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Redes com lacinlios de fita.
Lindas redes pretas e de cores com um lindo la-
cinho de fita para conservar o cabello, pelo barato
preco de 15500; assim como os novos eoleites pa-
ra cabeea a 3*000, i e S000 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ugat.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores a
aUtOO; acaim como fita propria para o mesmo ef-
feito a 600 rs. a vara : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Luvas de Jouvin.
Tambem ehegou e chegam por todos os vapores
grande sortimento de luvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
ntremelos e babadtnhos.
Tambem ehegou grande sortimento de ntre-
melos e babadinhos, que se vendem polo baratis-
sima preco de i300 a pecinha : s no Vigilante,
ra da Crespo n. 7.
Ptelas para cinto.
Tambem ehegou grande sortimento de lindas (i-
vellas de ac e de metal com pedrinhas e sem el-
las, pelo barato preco de i e 25500, dando-se a
fita para as mesmas : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
O GALLO CANTA.
J sabido qne o gallo nao podia deiiar de can-
tar, annunciando a sens numerosos freguezes os
riquissimos pentes, qne acaba de receber por este
ultimo rapor. _____________^^^^
l "r urna pw
PaBllala amv
de tem nnsfilhos em Maria Farinha. na propina-
do do Dr. Serpa Brandao, e no en.vnli.i Japamia
do Dr. Honorio : por isso aede-sc enearerMami nta
is autoridades o favor de a pegar < rein ite-i:. a
ra Nova n. 44, terceiro andar, que muito se acra-
dece; e assim protesta-sc sobre a pessoa que ti ver
a dita escrava oceulta.
Cal de
a mais nova do mercado
1, primeiro andar.
Lisboa
na ra do Vigarlo n.
Farinha de mandioca
de Santa Catharina, da mcllior e mais nova que
existe neste mercado ; vende-se em porches gran-
des e nequenas epor prego muito favoravel, a bor-
do da barca lima I, chegada em II do corrente e
ancorada defronte do trapiche Barao do Livra-
mento : a tratar no escrlptorio de Miguel Jos Al- bem recompenaidos."
ves, ra da Crux n. 19. I ^ Domi
100$ de gratificaran.
Fugionodia 6 do corrente un mulatinho de
nome Joao, de l.'i 14 annos de idade. rom os sijz-
naes seguintes : corpolento, cor alatoada, cabelle
amarellado. olhos pequeos, bem feito de ps c
maos, tem lima cicatriz de um rom-e de carallo
em urna das peritas, bcm ladino, p passa por
forro; levou camisas e ccroulas de algrnlanzialio
azul e chapeo de bata : quem o pegar, levando a
seu senhor Antonio Francisco de Abren, na villa
de Pao d'Alho, receber 1005 de gratificacao.
Continan, andar fugidon
desde o dia 8 de outubro deste correte anuo oa
dous escravos saludos do sitio da Torre, do ala i vi
assignado, sendo um de nome Hodeilon, panto cla-
ro, de idade de 18 para 20 annos, boa estatura e
bem augurado, e civilisado, ebeio do corpo, cabel-
los sollos e annelados, costuma traer sempre
aberto na frente moda nazarena, fui escravo de
Antonio Goncalves Ferrara, proprietario do enge-
nho Mangueira, na Kscada rosto redondo, vtulo
agora o buco de barba, olhos, nariz e borra regu-
lares, dentes limados um pouco na frente, pernos
finas e pes grandes, tem na canella e mi tnrnozeto
do p marca de cicatriz pequea e marra de caus-
tico de urna banda em cima das etwleaaa, levoa
chapeo de feltro cor de cinza cm meio uso ; o ou-
tro que desencaminbou chama-se Thomaz, ara-
boclado, de 50 annos de idade, natural de Atalaia
ou Taquara, peno da Parahiba do Norte, alio e
bastante grosso do corpo, muito civilisado e canta-
dor, vistas baixas, e falla am pouco descancaile,
cabellos soltos e grandes, rosto redondo e rom al-
gunas marcas de bechigas antigs, tem nma prr-
na mais grossa do que a outra, e est com urna at-
catriz alm de outras muitas j saas, bom trabalha-
dor de enxada, machado e fouce, ha muito estera
fgido quatro annos, trabalhando como forro, da
nome mudado, na estrada de ferro; arabos lera-
ram enxada, fouce de rocar, e um facao de rocar
capim e roupa de sobrecalent : roga-ses autori-
dades policiaes, capitaes de campo ou alguma ym-
soa do povo se o virem, o mandarem pegar, le*a-
do no Raeife, ra do Imperador u. 44, que seria


Domingos Antunes Villaca.
fMOTlLADOL
-





t
turto dePeril
Vclia felra tS ate Oainbro etr tiM.
LITTERATMA
ciaes, qi'e esta solucSo era a que ella pre-
ferira como a mais conforme com os princi-
pios de justica, e cora os interesses geraes
da Europa. As potencias, dando-se as mos
v que ep* em urna combinacao que responda perfei-
Continuamos a memoria que awmpai^a lameme aos ^,,^5. de ,^0,^^
a nota do gabinete franrer, para ser pi esen que ellas pspfeaavam pela Polonia; que-
te ao gnverno russo. ,irm;*i nM rim a0 raenos a applicarao sincera daquel-
a vossa resijurac^Mt*Jf^^J les memos principios. Ae express5es do
- solemnes tratados, o m^da^la^r- trala(]o ljn|wm para eJ|M Q ^.^ Q maig
lato e o mais favoravel aos Polacos.
icao est definida por
sai
inconstitucional.. A invioiabiliilade Oeste
acrrdo com as potencias, e d* le funda-
mental, assefwrari Polonia um lugar de
honra entre as nacoes da Europa.
Como consequencia natural do rgimen
poltico concedido Polonia, o imperador
Alexandre concedia-lhe um exercito nacio-
nal. Se a propria forma da carta, se a ins-
tiluicao de um exercito nacional nao estilo
expressamente estipulados no tratado de
Vienna; se sobre este objeclo, a Russia nao
contrabiu obligares positivas com a Euro-
pa; tomou, pelo menos compromissos mo-
racs, que nSo lem menos valor peanle a
opiniao publica.
c As nic-iimes claramente manifestadas
pelo imperador Alexandre, as segurancas da-
das tanto aos" Polacos como aos plenipoten-
ciarios das potencias, nao deixaram de in-
fluir na conclus3o das negociaces, em vir-
lude das quaes a soberana da Polonia foi
concedida Russia. Os gabinetes teriam
talvtz lido mais dificuldade em sanecionar
esse ponto, e os proprios Polacos ter-lhe-
iam feito mais upposico, se nao estivessem
seguros de que o imperador Alexandre da-
ra urna interpretaciio larga e lilteral s dis-
posices do tratado, quando postas em pra-
lica.
Esse soberano linha insinuado Euro-
pa que a creado de um reino da Polonia
nao era, a respeito dos Polacos, a sua ultima
patarra: que (pieria urna restauracao mais
completa da sua parte: que o estado forma-
do de destroces pelos tratados nao era mais
do que o centro de urna agglomeracSo mais
vadla, a que urna porco de provincia* po-
lacas podena anda vir a reunir-se. Este
pensamento est consignado no paragrapho
primeiro do artigo primeiro. a nica in-
terpretado que podem Ver estas expressbes:
extensSo interior. A corte da Russia,
verdade, ficava sendo ojuiz da extensoque
consiria dar ao augmento de territorio que
para o novo reino da Polonia fazia antever;
mas o principio esl consignado, e os signa-
tarios das actas de Vienna tambem o rejei-
t O mesmo artigo, que, no seu primeiro
paragrapho faz do reino da Polonia um es-
tado-constitucional com a sua administracao
nacional, e destinado a vir a ter urna certa
extdnsao de leriiiorio, estabeleceu n'umse-
,-un lo paragrapho que os Polacos, vassallos
das tres supracitadas naces, obteriam urna
representado c instituices nacionaes.
Os gabinetes entenderam sempre que
Polacos eram os habitantes do antigo territo-
rio da Polonia, que tinha ficado fra dos li-
mites do novo reino. Foi nesta conformida-
ile quo a Gallicu obleve do governo austra-
co urna dieta investida com altribuices que
perlencem a esta especie de assemblas.
Esla provincia ao mesmo lempo repre-
sentada no conselho do imperio por deputa-
dos chamados a participar o voto das leis e
de orgamento para toda a monarchia aus-
traca.
c O tratado de Vienna continha egual-
nenle instituicocs anlogas para as provin-
cias polacas da Russia nao pertencentes ao
reino. A este respeito, como no tocante
extensie territorial, o art. 1., nos o reco-
nheeemos, deixa urna grande latitude de
apreciacn. A Russia reservou-se decidir o
modo de existencia das suas provincias po-
lacas, e de regular, segundo esse modo de
existir, a forma das suas instituicoes, mas
ellas dovem ter um carcter representativo
o nacional.
c Tal em resumo, a significaco do ar-
tigo que se discute, que nada tem de obscu-
ro, sobreludo se se compararen! as suas dis-
posices com a linguagem do imperador
\ exandre e das suas intences na poca da
concluso do tratado. As vistas elevadas que
dirigiam a accJo daquelle monarcha em 1815,
so^um testemnnho rrecusavel em favor da
mais lata interpretacao. Qualquer que tves-
se sido o seu pensamento, o dos plenipoten-
ciarios nao ailmille a menor duvida. Os re-
presentantes da Franca e da Inglaterra pro-
ntincaram-se abertamente desde o princi-
pio das negociaces pela reconstruccao de
urna Polonia independente como em 1772.
A Austria, pela sua parte, tinha decla-
rado por duas vezes, em documentos ofli-
Quanlo ao mais, se havia realmente
ambiguidade ou equivoco, no seria conve-
niente recorrer ao principio tutellar admit-
tido pelos publicistas modernos, e pelos ju-
risconsultos romanos em materia de inter-
pretacao ? Quando ha duvdas interpreta-
do, diz Wattel, faz-se contra o que deu a
lei no tratado, porque, ajunla o mesmo au-
tor, elle que poralguma forma a diclou, e
sua culpa se nao diclou de urna maneira
clara ; e interpretando os termos no sentido
menos favoravel, causasse um prejuizo de
qtie elle s leve culpa : mas, por urna inter-
prelaco contraria, nao cural arriscar, em
virtude de termos vagos ou ambiguos que
por ventura possam existir, os legtimos n-
teresses da parte mais fraca, que foi obriga-
do a acceitar o que o mais forte llie diclou.
Ainda que os Polacos nao fossem parte
contratante no congresso de Vienna, estas
consideraces applicam-se lgicamente a si-
tuacao em que elles se achavam, quando a
sorte do seu paiz era discutida no congres-
so : e se se quer.pr a questo no terreno
dos tratados, os gabinetes, que se tinbam
empenhado pelos interesses da Polonia, teem
o direilo de reclamar para ella o beneficio
de urna mxima, que deriva das regras so-
beranas da equidade, e consagrada pela ju-
risprudencia de todos os lempos e de todos
os paizes. >
Drouyn de Lhuys.
O romance inste/ eontempo-
rneo.
MISS. M. B. BRADDON E O ROMANCE DE SENS&COES.
sorte nesse An,t
sabido da lam;
verniz de eleg
equivoca em que at
de cavellarica, que,; instante inquietar, assustar o melindroso or-
onres, iomou certo gulho de oivo. A irresistivel magia
xterior na sociedade de Anro ilma ou antes o comprime
ontao vivera. Arcki- por algum tempo ; mas a inesperada chega-
bldoFloy, cu jos olbos tarde se descerram, daem Bulstrode-Castle de urna das suas an-
surprehede uiaa correspondencia da qoal tigas companheiraa no collegio de Paris,
resulta que com a cumplcidade de sua go- fdeslre de repente a ega confianza de'que
verness Aurora prometten sua raSo ao/oc-: ella abusa va. Depols de haver lido urna car-
key, Com rozao reputando nullo esse com-! la em que sua mae, inquieta pelas revela-
promisso irrefleclido, o banqueiro expulsa' C^es da sua joven parenta, o previne contra
inmediatamente de sua caga o villaosedue-! as precedentes suspeitas de sua futura espo-
tor, elogo no dia immediato, obriga a par- sa, e adiando em suas proprias desconfi-
ar para Paris a impetuosa menina, que se' ancas mil vezes reprimidas a confirmacSo
mostrava rebelde s suas ordens; mas Jo3o desse* receios Bulsirode fica afflicto e
Conyers parte tambem, arrastado pelos seos desesperado; reage depois contra essa con-
sordidos soobos, e consegue, no cabo de viceo nascente, e esforca-se por combate-
quinze das, tirar Aurora do collegio onde la e por considerar o que se passara no
a haviam mettido. collegio de Paris,- como cousa sem impor-
EUe a leva a Douvres, onde os une um
tancia. Toda essa historia to obscura vae
casamento regular, e vendo-se como por 9elarece,'-s.e com a'gi'mas palavras. E'com
milagregenro de um millionario, prelen- essas disposicoes que elle se dirige casa de
de especular em larga escala com essa ines- sua noiva. Aurora o espera, vestida de ne-
perada siluag9o. Mas confiou de mais na "O- no fundo de um retirado aposento,
indulgencia paterna, e nao mediu o abysmo Desde o momento em que pronunciaran!
moral que o separa de sua joven esposa, em sua presenca o nome da sua antiga com-
Oito dias bastaram para dissipar a illuso panheira, foi-lbe impossivel deixar de pre-
fatal que cegava a Aurora. S porlealda-
de conservava-se anda junto aoente immun-
ver o que ia acontecer: sabe, pois, que Tai-
bol deve vir e sabe o que Ibe vae elle dizer.
do a quem entregou-se ; n5o se julga livre Ao enlrar este, n3o se move ella, n5o se ar-
senio alguns mezes depois, quando a infi- reda da janella junto da qual se acha assen-
delidade desse miseravel vem desliga-la de lada. Elle ave de perfil, allomiada pelos
seus juramentos, permiltindo-lhe at, em ltimos raios de um sol de invern. Depois
rigor, romper legalmente os lacos qoeos'delhe haver filiado com urnanaluralidade
(CofUinuaco.)
Alguns crilicos preferem Aurora Floyd
ao Segredo de lady Audley ; mas tal prefe-
rencia nao nos parece justa qtir em rola-
gao ao merecimento litlerario, qur ao mo-
ral. A idea primaria desse romance ,
como se ver, ura escndalo e nenhuma de-
licadeza de execucao attena o que ha nella
brutal, humilhaote, para melhor dizer-
mos.
Lady Audley em summa una typo ex-
cepcional. Sua natural perversidade, ag-
gravada pela enfermidade mental, colloca-a
fra das condices ordinarias da humanida-
de. Seus crimes nos sao eslranhos; os mo-
vis que os explicam nao sao os que nos
dirigera, nao vemos nella pervertido ne-
nhum dos nossos instinctos superiores. O
mesmo nao acontece com a outra herona
de miss Braddon. E' ella urna menina des-
perdigada de mimos, como as ha muitas, de
corago naturalmente bom, de ndole natu-
ralmente generosa.
Essa bondade mesraa e essa generosida-
de a p9rdem ; mas como sobrevivem ao
seu erro temos vista o triste e repugnante
espectculochimerico, devemos cr-lo
de urna alma nobr aceitando a ignominia,
de urna crealura sincera fazendo da mentira
um habito, de urna bella altivez dobrando-
se at o extremo envlecimento; espectculo
que repugna, mesmo n'um romance e sobre
o qual seria bom lancar um vu, caso se o
encontrasse entre as realidades da vida.
Um rico banqueiro desposa urna actriz de
provincia que por acaso encontra e pela qual
concebe sbita paixo. Morre ella alguns
mezes depois, deixando-lhe urna filha, so-
bre quem recahe essa affeicao excessiva que
a mae Ihe havia inspirado. Aurora vae cres-
cendo aos olhos de seu pae, animada, obe-
decida por todos, e entregando-se livre-
mente ao fervor dos transportes juvenis.
Gosta de caes, de cavallos, de sport; o idio-
ma do turf Ihe familiar ; a Bell'i-Ufe
sua leitura predilecta ; urna aia parva, ro-
manesca, e negligente completa essa defei-
tuosa educacSo. Entre os grooms do rico
banqueiro ha um que pela sua bella presen-
ca e sua destresa equestre foi escolhido para
escoltar a berdeira nos seus longos passeios.
Entro os dous estabelece-se certa familia-
ridade e Joo Conyers o no.ne do bir-
banteaproveita-se disso para solicitar pri-
meiro a compaixo, e depois a affeicao da
pobre menina, que elle illudc com falsas
confidencias. V ella um desfavorecido da
unem. Recua, porm, ante o ecandalo de
semelbante passo, e volta simplesmente
casa de seu pae, que ella engaa e tran-
quiliisa, convencendo-o de que morlo Joo
Conyers.
Como esse prologo do drama s foi co-
ndecido por um peqtieno numero de pes-
sas, Aurora toma de novo pacificamente
na sociedade aristocrtica o lugar que Ihe
dado pela riqueza de seu pae, Pouco e
poucoprivilegio da mocidadepaga-se-
Ihe da memoria a lembranca desse amargo
desgosto, {desse funesto enlace. Nos bai-
les do condado, onde resplende sua soberba
formosura, na corridas qie figura, intr-
pida amazona, ostenta um porte altivo e se-
reno, ama fronte soberba, um olhar que
a todos desafia. Numerosos pretenderles
a requestam, e todos sao recusados com a
mesma sobranceria. Ha uro sobretudo qjue
deve estranhar lal acolhimentor o orgulho'-
so representante de urna das primeiras fa-
milias do paiz de Galles, Tal bol Bulstrode,
um dos hroes da Crimea, escapo sao e sal-
vo do famoso conflicto de Balaclava. Re*
beld at ento a qualquer sedueco feme-
nina, sofire a imperiosa influencia dessa
belleza real, dessa altivez d'almav dessa ou-
sada originalidade, qjue tornam Aurora Floyd
urna creatura excepcional. Essaperigosafada
deslumbroo-o,fascinou-o, como a lanos ou-
tros,epararender-lhe cnlto.esqueceu elle ou
despresoua affeicoprofundaerespeitosa que
Ihe consagra Lucia Floyd, a loura e tmida
prima de Aurora. Ao mesmo lempo que
Talbot Bulstrode, oui.ro amoroso egual-
mente repelliJo JoSo Mellisbv opulento
proprielario, corago leal, fiel e dedicado
como nunca o Motee Os dous- r'tvaes des-
peitados, Ikamuito tempo unidos por estrei-
la amisade, concordam em ausentarem-se
juntos; mas, Bulstrode, por urna especie
de presentimenlo, volta afira de ter com o
banqueiro urna ultima explicacao. Volta,
e ao passar em fenle de urna porta entrea-
berla, v, estendida sem sentidos n'uma
poltrona, com um jornal cabido aos ps4 a
menina cujos rigores o desesperam.
Quando gracas aos cuidados delle, Au.ora
Floyd recobra os sentidos, desdizendo-so d
sua recusa, confessa ella a Bulstrode q*ie
senlia por elle secreta sympathia, e inopi-
nadamente Ihe prometie sua mo.
O jornal que causara to viva emoco a
miss Aurora, enviado filha do banqueiro
por um dos numerosos confidentes cujo si-
lencio via-se ella obrigada a pagar, nolicia-
va-lhej o letor perspicaz o ter adiv-
nhadoque Jo3o Conyers tinha morrido no
centro da Allemanha, n'uma corrida. E, con-
fiada nessa noticiainfelizmente inexacta
que ella concede sna m5o a Bulstrode, sem
grande cuidado do passado, do qual deixa
seu noivo ignorante, o que conslitue, ao
nosso ver ao menos, urna verdadeira perfi-
dia que de nenhum modo pode ser descul-
pada-pelo amor filial, e que 'reputamos ab-_J
solutamente incompativel com as virtudes
heroicas com que a autora de Aurora Floyd
quiz ornar esse typo de mulher superior.
A noivan3o tardar a soffrer, cpmo jus-
to, a pena dessa culpada dissimulago.
Mais de um fugitivo indicio vem a cada
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
POR
desmentida pela angustia intima, da carta
que acabou de receber e que, diz elle, pre-
cisa de algumas explicaces:
Leis a carta Aurora?
Se quizerdes.
Tirou do seio a carta toda machucada,
e inclinando-se do lado da luz, leo em
< voz alta, parando a cada phrase e espe-
rando urna interrupgao repentina, um
commentario apaixonado; ella, port,
t sem dizer palavra, deixcu-o acabar, e mes-
t mo depois de haver elle acabado, continuo
moda.
c Aurora!.. Aurora 1.. pois ver-
dade?
Pura verdade.
c Porqoe motivo sahistes deste con-
t vento?
NSo vo-lo.posso dizer.
Domez de junhode ?856alo mez
de setembro ultimo, qual foi a vossa resi-
c dencia?
__ pisry posso diz-lo, Talbot Bnlstro-
c de.... E' um segred que n5o dero re-
t velar.
Como I ba na vossa vida urna lacuna
de cerca de um anno, e no podis dzer-
c me a mim vosso fuloro marido,oque foi
feito de vs-durante esse intervalfo?'
Ne o posso.
Entao, Anrora Floyd, tambem nao
' podis ser minha muther'.
Elle esperavaque i sel la vol ve r-se-subli-
me de indignado e de furor, e que a
explicagao t5o ardenlemente desejada ia
proromper de seus labios n'uma torrente
de palavras amargas; mas levantou-se el-
la e dirigindo-se para elle com passos va-
cilantes, veiu ajoelbaf-se ante o mancebo
estupefacto.Nada poderia t-lo aterrado
com esse simples raovimento: haveria
nelle urna confisso completa, um reco-
nhecimenlo formal de culpa ; mas qual
era essa culpa? Era-que podericonsistir
o sombro mysterio dessa existencia que
contava tito poucos aunost ...
< Talbot Bulstrode, disse-lhe ella com
urna voz trmula que o feriu no amago
do coracao, seja Deus testemunha de
quantas vezes previ, de quanto tem este
momento. Cora mais alguma coragem,
teria eu antecipado a explicac3o que re-
claraaes.... Mas cuidava.. esperava
que nunca teria necessidade de vo-la dar...
e que se algum dia visse-me a isso forga-
da____ seriis generoso, terieis confianca
em mim.... se podesseis, Talbot I se po-
desseis crr que esse segredo nio urna
vergonha absoluta !
Urna vergonha absolula!.... ex.-
clamou elle. E' possivel, Aurora.^,
meu Deus I possivel que eu vos euca
fallar assim? J chegastes ao ponto de
crr que a vergonha tem grus e que a
honra se mede ?------ Um segredo entre
nos.... que digo? a sombra de um se-
gre^o deve separar-oob para sempre. Le-
t vantae-vos, Aurora, vossa humilhagSo me
mata.... Erguei-vos, e se est decidido
que devemos separar-nos desde este ins-
t tante, dizei-me, dizei-me por piedade
que nao tenho que envergonhar-me por
haver-vos amado.... a ponto de esque-
cer-me, amando-vos assim, oque o hornera
e deve a si mesmo.
Aurora Ihe h5o obedeceu, e curvndo-
se ainda mais; antes esmagada que joe-
lhada, com o rosto escondido as m5os, s
deixa aos olhos de Bulstrode as vastas
trangas de seus negros cabellos.
Talbot, dizra elle com voz suffocada,
lembrae-vosque nao Uve me.... pieda-
de, Talbot!....
Piedade? repetiu o capilo, pedis
piedade ?.... porque nao jttstica ?.
Urnapergunta,Aurora Floyd, umas ... |
talvez a ultima que vos farei. Sonbe
vosso pae como bavieis deixado secreta-
mente esse collegio ? Sabe elle onde pas-
sastes este anno ?....
Sabe-o,
t Obrigado, ao menos por essa res-
posta. Pois bem, Aurora, dizei-me que
assim e acreditarei vossa simples pala-
vra como o mais solemne juramento de
outra mulher.... Dizei-me se ellecon-
sentu em vossa fuga.... se consenlio
nesse anno de ausencia.... Praza a Deus
digaes que assim foi, Aurora, porque en-
tao esl ludo acabado Dar-vos-hei
sem receio a ternura e o respeito quo um
< marido deve a sua mulher.
Nao o posso____ diz ella. Tenho
apenas dezenove annos; mas nesterdous
ltimos annos tenho quebrado o coraco
< de meu pae.... do pae o mais terno que
jamis existiu neste mundo miseravel.
o NSo ha mais esperanga.... Deus
vo-lo perde, Aurora Floyd! Nao sois
urna mulher digna de um homem honra-
do. .. vos mesmo o confessaes.... Re-
movo do pensamento qualquer suspeita
infamante ; mas o pascado de minha mu-
lher deve ser urna pagina branca e sem
mancha sobre que todos possam lancar os
olhos....
Dirigiu-se para a porta; depois vol-
poda fallar. O vestbulo encla-se de vi-
< sitas e meninos que vinham pdr-se i e-
. sa. A porta da sala de jantar estar a-
* berta: na extremidade de urna longa ave-
nida dejeaslicaes e de pecas de prata, Tal-
bot entreviu vagamente o veneravel rosto
de Archibaldo Floyd.
lando-se, ajudou a pobre menino a levan-
f tar-se e levou-a para sua cadeira jwAo da
janella com a mesma cortezia de que uea-
ria n'um baile reconduzndo-a aoseu lu-
gar. As maos dos dous encontraram-se,
geladas como de dous cadveres. Quan-
ta morte nesse fri contacto I Quantas
* cousas haviam perecido entre essas duas
creaturas dentro de algumas horas r es-
felici-
c
c

<
c
c

C

c
I
(
f
c
peranca, socego; confianea, amor,
dade, tudo quanto d valor vida l
Talbot paro ainda urna vez no limiar
da porta, e rorapendo o silencio:
Dentro de meia hora, terei sabida
de Felden, disee elle ; nao seria melhor,
miss Floyd, deixar vosso pae na persua-
so de que algum ligeiro dssent-imente
separou-nos o que reliro-me por vossa
ordem ? Chegando a Londres Ihe escre-
verei e se o approvaes, redigirei minha
carta de modo que' o confirme nessa idea.
E' urna boa lembranca responden
ella. Sim, eu quizera deixa-lo nesse en-
gao. ... Adir Ihe ser menos amar-
ga .. S Deus sabe quanto devo ser gra-
ta por ludo que possa attenuar-lhe o sof-
frimento.
Talbot nclinoa*se e fechou: a porta ; o
t Em torno do ancfJo agrupavam-se seos
sobrinhos esobrnhas, mas sua mo di-
reita o lugar que Aurora devia vir oceu-
par, ainda estava vasio. O capilo, arre-
dando-se dessa alegre acea, galgou n'i
momento a escada, e achoo seo
boqui-abertn defronte da roupa que V
havia preparado. Esse servo Del nio
comprehendia como seu amo ainda nao ti-
nha vindo vestir-se.
< O banqueiro estava em p na porta da
sala de jantar, quando Talbot atravesaw o
vestbulo.
Elle ordenava a um criado que fosee
previnir sua filha .Estamos espera de
miss Floyd, repeta o ancio com impa-
ciencia... O jantar n5opde comegar sem
ella.
c A prove lando a con fu sao, Talbot abriu
de vagar a grande porta e entranhou-se
as fras trevas em que o invern envol-
va o castello. As alias e estrellas janel-
fas inundavam de luz o terraco qoe Ihe fi-
cava ao p; mas em frente de Talbot es-
temfia-se o parqoe, onde as arvores mos-
Iravam tristemente seus ramos nos e se-
cos ; urna ligeira carnada de nev enbran-
queea o slo. No cu pardacento, nem
urna s estrelfa O fro, a desotacSo a
perda de vista, formavam om doloroso
contraste com a tepida e brlhante aUoos-
phera de que acalma de sabir. Ah es-
tava um'symbolo perfeilo desse momento
crtico de sua vida. O infeliz havia tro-
cado os ardores do amor, a radiosa clari-
ridade da esperanga, pela tremola resig-
naco, pelo desanimo sombro e geia-
do...
Teria cansado grande pasmo a Talbot
Bulstrode, quem Ihe houvesse predi!, nessa
memoravel noute de ti de dezembro de
1858, que no mez de novembro de f889
Aurora FloyJ seria esposa de Joao MaHisk,
e Aurora Floyd nao soffreria menor sorpre-
za ao ouvir dizer que ella propria, pouco
mezes depois desse casamento, empenhar'ia
;seus disvelos pela unio de seu antigo noivo,
qjie resigna-se- emfim a recompensar o amor
silencioso de Lucia. Esse resultado singular
que nao tem nenhuma outra qnalidade ro-
manesca, explr8a-se pela confianca absoluta
que Joo Mellisck consagra aquella que ama,
pela delicadeza' sem limites-, os devotaea
cuidados de que cerca durante urna longa
molestia, consequencia natural' do rude aba-
lo que soffreu.
UU. MARIO IICHAHD.
(Continuaraodo n. 242.)
IV
Wilhelm, convoco o cu, o sol e a la, as estrel-
las e os cometas de cauda, a natureza e todos os
liomens reunidos, e peraule todos declaro solemne-
mente, que o De. Schultz, tirando-se-lhe os oculos,
um asno perfeilo !
4jBhava-mu hontein no fin do capitulo, que to
oscrevia, quando o velho Fritz appareceu annun-
ciando :
O Sr. doutor !
Escond o papel, c fingi que estava lendo um al-
farrabio antigo.
O Dr. Schultz homem de media estatura,
cheio do corpo, c maneiras um pouco affecladas.
Ullerece ao observador essa physionomia placida c
franca particular ao teutonismouniversitario. Tem
o olhar afavel c discreto, um riso benvolo, e par-
dos cabellos. Porm o seu nariz nao foi feito para
supportar os finos oculos de ouro, de que usa, e
que andam sempre a escorregar para baixo, de
sorte que o doutor olha por cima delles signal
revelador de um espirito cheio de astucia c velha-
caria.
Eis a razao porque eu desconfi desse dootor.
O' l meu joven amigo, disse elle estenden-
do-mc a mao. Ei-lo j tito cedo abysmado na sua
traduccao do Pindaro I
. Nao so trata agora de Pindaro, respond eu
ex abrupto. Quero sahir daqui... para ir patinar
na Hollamla I
Muito bem As mil maravilhas Vinha jus-
tamente propor-lhe urna viagem a esse paiz...
Entao j tem os patins 7
Mo, mas heide compra-Ios.
Nao precisa ; tenho eu um par delles mag-
nifico, e tomo a liberdade de Ih'os offererer. Vou
dar ordem a Hermann para que os limpe, pois es-
tojum pouco enferrujados. Daqui a dous dias fi-
carao promptos... Demais, estamos em setembro,
e os canaes nao se acham ainda bom gelados I...
Pois bem, mande-me trazer os patins; repli-
que! eu levantndome.
E quer partir hoje mesmo... com esta cha-
va, com semelhante borrasca I ?
Quero partir no mesmo instante... Ha mui-
to tempo que me acho encerrado nesta casa I...
Inralo exclamou o doutor. E' esto o apre-
so que d minha hospitalidade ?
Ora, Sr. doutor, deixe de me estar engaan-
do 1 o se d hospitalidade n'uma casa de
doudos.
Nao urna casa do doudos, meu amigo, e
urna casa de sade.
Nao me logra mais, Sr. Dr. Schultz, bem o
conheco : sei que qualidaile de gente o senhor se
gaba de curar. E eis o que teuho decidido : o se-
nhor vae mandar chamar j e j o burgomestre, o
conselheiro Schreiber com um dos seus collegas, o
director da academia, c dous professores da acul-
dade. Peranle todos estes pretendo confundi-lo,
provando a rectido do meu espirito.
Que cstravagancia, meu charo I Ainda nin-
guem aqui duvidou do seu bom sen.
Ninguem ? pergnntei eu cravando nelle um
olhar prescrutador. O senhor capaz de jurar
sto mesmo ?
O doutor perturbou-se, hesitou um momento ;
aflnal replicou :
Nao ha outro remedio; jaque me obriga por
contradiccSes e os erros do espirito, o sonho, a
loucura parcial e inconsciente.
E proseguiu :
E entao, ainda ousa o Sr. afflrmar que ne-
nhum lbulo do seu cerebro se acha em mu esta-
do, s pelo facto de raciocinar com muito bom sen-
so? Nunca encontrei um homem que nao tives-
se o seu dada, como Mr. Shandy snior ; eu te-
nho o meu dada, o senhor tem o seu, que se ha
manifestado n'uma avidez de Indagacoes sobre as
causas daalicnacao mental; o senhor tem lido com
paxo tudo oque se ha publicado a esle respeito.
Oki, de onde provm esse desejo ardente de inves-
tijaco ? Do urna preoecupacao natural prove-
niente do medo ; pois sabe que a loucura here-
ditaria... Ahlahl meu rapaz, acrescentou elle
com um riso aggressivo, sentido com o seu Rem-
brandt I
Espere, ainda eu nao replique!.
E en tambem ainda nao conclu. Se ba um es-
pirito sao e recto o seu : portento, meu sabio
pliilosopho, nao um verme roedor essa tmida e
aqui, que Ihe faz essa injuria. E' um inimigo que
ruido desla pareceu-llie sinistro ; lem-
brou-lhe essas jovens e frageis creaturas
que as religiosas de outr'ora abandonavam
para ahi morrerem, no fundo de algum
ii>face. Melhor fra, diaia comsigo,
deixar Aurora estendida no tmulo, bella,
revestida dessa serenidade que orna as
victimas da morte, do que aitrancar-se de e"e' Joao Mduisc*-
junto della, como acabava de faze-Io.
O som agudo e penetrante do sino cha-
mando pela segunda vez ao jantar, retU
niu no momento em que salrindo da pe-
numbra do corredor entrava elle na sala
de bilhar, innundada de brilhanle luz de
gaz. Ahi encontrou Lucia Floyd, magn-
ficamente vestida; em torno della rugia
a seda, a cada movimento seu franjas. Ti-
tas, rendas ejoias tremamescinlilavam;
Talbot sentiu-se quasi indignado com esse
brillio radioso, comparando-o com o pal-
udo rosto da creatura semi-morta que
dexava nesse momento------Lucia recuou
assustada ante o transtornado semblante
do mancebo.
t O que ha de novo ? ... perguntou
ella; o que aconteceu senhor Bulstrode ?
Nada urna carta de Cornualhes
que me obriga.... \
. Faitou-lke. a m,oara -detar essa
frivola descupa.
Lady Bulstrode------ vosso pae tal-
vez____urna molestia? aventurou Lucia.
Talbot poz o dedo sobre seus labios des-
corados e meneou a cabeca com gesto que
se prestava a qualquer nterpret?cjo ; nao
Esse bom g/mlletnan, como se v, na-
desses que poi estulta altivez, por excessives
escrpulos, recusara a felicidade. Sente-se
eontente por se ter seu rival mostrado 13
melindroso, e em suas ideas voluntariamen-
te um pouco confusas a esse respeito, chega
a convencr-se que na desaveoca de Talbot
com Aurora, acbar-se-bia indagando ben,
alguma occoita preferencia desta ultima par
Sabe que sua mulher tem um sagrado,
um segredo que recusa revelar a quemMjar
que seja, mas promelteu sempre respea-
lo. Nessa ausencia completa ou nesse he-
roico sacrificio da curiosidade a mais legiti-
ma n'um marido poderamos notar de paasa-
gem um leve toque de ridiculo; mas esse
ridiculo se o ha, em nada desagrada a Auro-
ra ; nao a impedepelo contrariode af-
fucoar-se cada vez mais ao candido, ao leal
esposo que ella governa a seu bel prazr, e
cuja dcil bondade Ibe prende o coraco.
Talbot Bulstrode, que por occasio do roaa-
pimento foi dos dous o menos fraco, conser-
va-sc um pouco mais Bel triste lembianca
do amor para sempre apagado; mas alinal,
seu orgulho acha urna compensarlo na es-
pecie de idolatra que Ihe vola sua mulher,
no respeloso culto que esta Ihe consagra :
,vae po pouco > ytr*** ov^asolMito, e-v
felicidade dessas diversas persoiagens j pa-
rece segura, quando assoma no horisonle
urna nuvem que vae perturbar essa sereni-
dade, comprometter esse futuro cor de rosa..
o senhor tem.
Ah Est vendo T
zada.
Nao pdc conservar o
da sua hilaridade.
Que paradoxo I
que o seu essa preoecupacao degenerara em ma-
na : mas o senhor tem urna dessas nalurezas, em
que a sensibilidade, a ternura, e finalmente o
a vialidade... Ah J se
si ut&BsauccsauO I Pois aqui que o meu
8 "yiaradoxo resplandece, c fulmina o seu dada! O
. Iqne ha de mais raro no homem o equilibrio do
serio, parlilnei tambem corac5o e 0 espirito. O seu coracao tem vinle
annos ; sabe o que saber-se pode nessa edade: vi-
' ve, palpita e ama. O seu espirito pelo contrario
Esse^migoo senhor mesmo, acrescentou S^Sceldo'
elle coroando a sua zombaria com urna grande n- i m.ll5?5LsX^!!:
Paradoxo? Aposto o meu Erasmo elzevir discute, raciocina, o que vera a ser o mesmo que
contra as suas aguas fortes de Remhrandt como o CKpor.se ao erro, vertigem. Veja bem a que
senhor nao capaz de destruir a minha assercao. ponlo sou observador. Quando entro aqui, logo i
Aceito a aposta. prmeira vista adevinho o objeclo que o preocen-*
Tome sentido I Olhe quo vou conundi-lo pa. Ha dias que o senhor vive pelo sentimento:
com Locke, LeibniU,Kant, Spinoza... jhoje, porm, vista dessa pontinha de sceplcis-
Bravo t E eu refutarei com Schelling c He-; mo quo deixou apparecer, comprehendi que o
gcl, e o systema de identidade absoluta do subjec- curso dos seus pensamentos revoltou-se para cer-
tivo e do objeclivo arrastar o seu principio de li- tas inquietacoes relativas ao seu cerebro. Sondo
mitacao do eu assim, existe falte de equilibrio entre o coracao
E'assim? Pois bem, aceito o idealismo Irans- joven e o.espirito envelhecido : ergo pertur
cendentel de Schelling. Sustento que para o ho-
mem sabio e pensador nada ha ahi de certo senao
o real philosophico I... Concerda ?
Por minha vida 1 Ei-lo j chegado escore
pyrrhonica... renovada dos Gregosl
Escola pyrrhonica, v que seja I... Que mo-
ral pode afflrmar a sua sabedoria t Pyihagoras,
Scrates, Platao ensinaram leis universaes, que to-
rain lidas e demonstradas como insensatas pela
algebra dos Galile, dos Newton, e dos Kepler...
E o doutor desenrolou urna ladainha de argu-
mentos das doutrinas scepticas desde as hypoty-
posis de Sextus Empiricus at os dilogos de Be'r-
keley, inclusive os ensaios de Hume, oppondo ao
conhecimento lgico as illusoes dos sentidos, as
ba^ao, desaccordo, dada, excentricidade, mu hu-
mor I Eis aqui como tomo conta do seu Rem-
brandt !
Ainda nao! exelamei eu. Vou confundi-lo.
Trateva-se de mostrar a minha sabedoria. Para
abalar a imaginacao do meu adversario, domina-la
de um s golpe, trepei sobre urna mesa. A minha
cabeca tocava quasi no teclo, e dessas alturas dei-
xei cahir as palavras seguintes:
Emphalico orador, pedagogo, e pedante, olha
bem para mim : conheces as leis de Manou o o
Zend-Aveste? -Manou estava sentedo.com o pen-
samento Gxo n'um objeclo nico......Eu estou
em p, abraca o universo, e trago neste cerebro
que columnias seis rail annos de conquistas do es-
pirito humano I Ainda menino descrevia com o
dedo na areia esse movimento dos mundos que
ignoravam o teu Pyihagoras e o leu Platao de bar-
bas brancas; c agucei a minha lgica na univer-
sidade de Heidelberg!___ Queres convencer-me
de fraglidade e discutir sobre as causas da de-
mencia ?........ Verme, quo bebeste toda a tua
sciencia nos teus autores gothcos I O leu syste-
ma fundado em disparates scientiOcos. A loucu-
ra hereditaria, dizes tu; um facto reconheci-
do I A' torio o direito vas impingindo isto aos
tolos com o mesmo ar dou toral e reftectido de Sga-
narello engaando a Geronte. O que acontece na
Odyssa quando a invencivcl Minerva pergunta a
Telemaco, se Olho de Ullysses ?tlgnoro se esse
hroe meu pae, responde o joven principe; s
sei que minha mae assim m'o disse._ Ha! Ha! De
que vale o teu svstema do successao par desta
prudenle replica, medico ignorante que te agarras
abertamente ao axioma : tu pater est quem nuptice
demonstrant ?___ Es assim tao fraco em direito
romano ?
E fui por diante desenvolvendo todas as theorias
dos Broussas, dos Dupuylren, dos Magendic. Se-
guro physiologia e a psychologia analisei minu-
ciosamente o apparelho do sensorium, os diversos
phenomenos da sensacao, e demolindo peca por
peca Os andaimes nhilosophicos do meu adversario,
fulminei-o por ultimo com urna ternvel pero-
racao.
O meu discurso foi muito longo: o doutor ouviu
sorrindo-se a principio; mas a sua incredulidade
bem depressa degenerou enUsurpreza, depois em
confusao, perturbacao. Ficou mudo.
Desci do rneu throno; tinha pena de ver o seu
embaraco. Estendi-lhe a mo que elle agarrn. De
repente porm, cedendo a nao sei que especie de
delirio, precipitou-se nos meos bracos, exclaman-
do com voz supplicante :
Meu amigo, meu irmao, meu mestre, salve-mo,
salve, porque s o senhor me pode curar !
O que tem ? perguntei espantado cora seme-
lhante transporte.
Oh! sou o mais infeliz dos homens 1 Guardo
comigo um pesar que me acabrunha, e tortura o
meu espirito com horriveis transes..... Eu sou
lonco 1
O senhor, louco 1 Meu Deu I O que diz ?
E' um segredo que ainda ninguem penetren:
vou conlia-lo ao senhor..... Saiba que minha mae
morreu louca como a sua! Estudei medicina,espe-
rando poder curar-me; a sciencia porm -impoten-
te. O menor abalo moral torna-rae presa de alluci-
nacoes insensatas, e ento preciso que Hermann,
o meu fiel Hermann, me feche durante oaccesso. Eis
arazao porque elle vive sempre velando sobre mim;
tambem o nico que sabe o segredo, pois minha
esposa ignora a espantosa verdade I Se a oonhe-
cesse, morrena de pesares, recelando por nossos
(Cotinmr-se-ka.j
pobres filhinhos...... Amigo, nao me abandone,
as suas palavras foram um balsamo para as mi-
nhas crueis angustias, ellas dissiparam j urna
parte dos meus terrores. Oh! Faca cora que pe-
netre no meu espirito essa luz brilhanle que acaba
de passar pelos meus olhos I Fique junto a mim
para convencer-me, nao me deixe suecumbir ao
erro, porque, bem o sinto, tudo quanto Ihe ouvi
dizer urna pura verdade. Nao me abandone
pois; reccorro a sua humanidade, bondade do
seu coracao. Salve um pae e urna me do deses-
pero, salve meus dous fiihinhos !
E na sua exaltago o infeliz se lancra a meus
ps, e abracava os meus jolhos. Fiquei enterne-
cido ; nao sabia o que Ihe dieesse : elle viu lagri-
mas nos meus olhos.
Andre I Oh! O senhor chora Logo posso
esperar, pois a minha salvacao est em suas
maos. O senhor, tem urna alma generosa e
dedicada. Um mea, pe0-lhe gmenle que fique
aqui mais um mez........
Bastante commovido para resistir prometti que
flearia para dedicar-me sua cura.
A tempeslade cessra, j nao choeia. Le-
vei-o ao jardim; o seu olhar febril e seu ges-
to animado denunciavam extrema agiteco, so-
breexcitada ainda mais pela electricidade espa-
Ihada no ar. Sem que elle o percebesse mudei o
assumpto da conversado, e puz-rae a fallar-lhe de
suas flores, pois as possue muito exquisitas. Assim
consegu arredar o seu pensamento da triste preoe-
cupacao que o opprime. Deixei-o bastante tran-
quillo, e recolhi-me ao meu aposento asss fati-
Pobre homem Como ha de soffrer! Wilhelm,
j me nao admiro mais da incoherencia que nota-
va algumas vezes as suas ideas. Esta manhaa
dizia elle que o meu coraco estava sao, e o meu
espirito enfermo. Ai de mim! Que engao I.... E'
no coracao me este a feridal..... E' ahi o meu
delirio!.... E'ah o meu tormento!....
Hoje que estou com a razao mais tranquilla, que
ro ser feliz e rir-me todo o dia. Amanhaa quando
volter-me a loucura, proseguirel na narraran dos
meus tristes amores, e dessa poca abeneoada e
dolorosa, em que a minha pobre madrinha arreba-
tou-me a alma para sempre.
V
Apenas me levantei o doutor veiu vr-me : nen-
hum indicio aprsente do abalo que hontem sof-
freu. Esteve algum tempo comigo, e deixou-me
tranquillo.
Um vento forte soprou toda a noute, tangendo
para o norte as carregadas nuvens : o ar da ma-
nhaa est puro. Canta um passarinho trepado nos
altos ramos de um salgueiro, e sua amorosa com-
panheira Ihe responde do seu ninho. Ambos me
conhecem porque Ihes dou migalhas de pao, que
elles vera comer em minhas maos.
Ghamo-os Roraen e Julieta. Alegres e iniocen*
tes fruefos da creacaocomocantara *..... E* o
dia...... o dia f...... E o dia nao os s>>paxu
como os amantes de Verana. Vejo-ot
alegremente debaixo do cu de Deus...
Como doce o amor, ainda mesmo na ausen-
cia O retrato de Diana me sorri.....e- eu viro
s pela recordacao dos felizes dias, q*e ta se
foram I
Tristes e sentidos amoresnica co&soiarao das
minhas horas presentes<|uero consagrar-vi loo
o diado hoje I
No dia que se segua a esse funesto acci
acontecido minha madrinha, sabendo eu qoe
nao sahiria do seu quarto. e que ao a vera
dia, dirigi-me para o bosque. Oueria no sita
ssinho embaiar-mo nos mto> doces sonhos, djMa
propria Diana perturbara, eumpre roofesnr:
pas achava-me ainda tao commovido prta deo-
berta do meu amor, quo mal o usara inppmm u
seu olhar suave.
Tinha necessidade da solidao para eampar-M
sem obstculo aos meus transportes. Dmm a
sua imagem me nao dexava. e em todas at wre-
das descobria vestigios dos seos passos. FaHara-
Ihe assim mesmo ausente; pareria-m* paanar
com ella as sombras aleas, e o mvslaho pairar
sobre nos.
Caminhara assim entregue aos meas peasamea-
tos. o ao acaso, quando por volta da mu india ra-
contrei um dos meus guardas, o vtlao Stno, aac
me guirana minha prmeira cacada. O sen cao
Faraud quasi que me deite por trra com as
fostas por tornarme a ver.
Oh I Sr. Andr! exclamen Simio,
d um bom dia, e seja bem vindo entre i
fa, Faraud !... Vmc. aaduu a p, ba de
gado; venha descancar em nossa cata, e
copo de vinhor Tcnho-o ainda daqaile o"
deu o senhor baro sou pae... Oh I E coa Va.
parece-se com elle I A Joanna vae flear ksta coa-
tente...
Todos na casa de Siroo se alegraram como te
eu levasse a felicidade essa boa reate.^Joaaam
tinha passado a sua mocidade ao sernca de aaata
mo, me fizera muites vezes saltar sobra os ao
joelhos : eu respira va entre estes dous bravas ser-
vidores como que um perfume da minha tateaeia'
A sua familaridade despertava em mea espi-
rito as fugitivas impressoes de oulr'ora: lona-
va a ver as torrinhas do meu velho emetlo,
nha me e Diana, minha
ambas na re va comigo. As doces
do passado se misturavam com os encantos da pr-
senle, e confundiam-se n'uma nica nota qao di-
ziaAmor I
(Continuar-te**).
PERNAMBUCO TYP. DE M. P. P- P1UIO
Deas Ka
et Sa-
t *
.
^-,



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