Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10222


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Full Text

1
f
t
AMO XXXIX HOMERO 242.
Por tres mezes adiantados 58000
Por Ires mezes vencidos .
QUINTA FEIRA 22 DE OTBRO DE 1863.
Por anno adiantrnlo.....198005
Porte para o subscriptor. 3$00t)
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & d; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SIX
Alagas, o Sr. Claudino Falcad Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins a Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas
sextas-feiras".
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as trras Oirs.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sermhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parten) ao '/ dia.
EPHEMERDES DO MEZ DE OTBRO.
4 Qu.irto ming. as 3 h., 36 m. e 8 s. da ni.
12 La nova as 3 h., 17 m. e 2 s. da t.
19 Quarto rese, as 4 h., 40 m. e 32 s. da t.
26 La cbeia as 2 b., 30 m. e 20 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
i Prmeira as 10 horas e 6 minutos da manba.
I Segunda as 10 horas e 30 minutos da urde.
--------------------------------------------a
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipueos s 6 % 7, 7 8 /i da i.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de J
Jaboatao as 6 Vi da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipueos s 3 Vi. *, 4 % 4 Vi,
5, 5 'j, 5 V e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 de ; para Cachang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TBJBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommereio: segundas e quintas.
Relajad: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do comraercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio[
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
19. Segunda. S, Pedro de Alcntara f.p. doimp
20. Terca. S. Joo> Cancio -, S. Crapazk m.
21. Quarta. S. rsula e suas emnp. tv. mm.
22. QuinU S. Ladislao f.; S. Herariia v. m.
23. Sexta. S. Joo-Capistrane f.; S. Joo Bom
24. Satinado. S. Raphael arch.: S. Fortunato m.
25. Domingo. Ss. (Hspim e Crispiniano irs mm.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a turrara da praca d.v Independencia
ns. 6 e 8, dos propretarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE QUICIAL.
G0VER\0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 19 de ontnbro de 1863.
Offlcio ao eommandante das armas.Tendo rin-
do para esta provincia, como me partieipou o Exm.
presidente do Maranhao, o alferes Joo Goncalves
Baptista, e as seis pracas de pret indicadas na re-
lacao por copia inclusa, escollando 8 sentenciados
de justica da provincia do Piauhy ; assun o com-
munieo V. Exc. para que d as providencias nc-
cessarias no sentido de voltarem essas pracas para
aquella provincia na primeira opporlunidade.
Dito ao mesmo.Haja V. Exc. de informar, so-
bre o que pede Jos Leandro Martins Filgueiras
no incluso requerimento.
Dito ao mesmo.Transmuto V. Exc. para ter
o conveniente destino a guia de soccornmento de
tres pracas de pret do corpo de guarnido desta
provincia, que regressaram da Parahvba no vapor
Apa.
Dito ao chefe de policaMande V. S. desem-
barcar do vapor Apa, e por a disposiejio dojuiz
municipal da primeira vara, os 8 sentenciados in-
dicados na relacao infra, os quaes vieram da pro-
vincia do Piauhy com destino ao presidio de Fer-
nando.
Relacao des supradiados sentenciados.
V Antonio Ferreira das Neves.
2" Antonio Jos de Souza Jurity.
3o Marcos Antonio da Cruz Jacar.
4* Simo Bispo dos Reis.
S Thomaz, escravo.
45 Veridiano, dem.
7o Joao Barqueiro.
S Jos Soares das Chavas.
Communicou-se ao juiz municipal da primeira
vara.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
A Manoel Figueiroa de Faria &. Filho mande V. S.
pagar, nao havendo inconveniente, a quantia de
1035350, proveniente de annuncios, que o conse-
jares do Espirito Santo o Alexandre Jos Victo-
rino dos Santos, que se contrataram para servir
no 1 batalho de infantaria da guarda nacional
deste municipio.
Despacho do dia 19 de outnbro de 1856.
Requ erhn entos.
Jeronymo Thomaz Pereira DutraPasse porta-
ra concedendo a licenra pedida.
Manoel Valentina dos Santos.Em vista do que
informou a directora geral, e do disposto no aviso
expedido pela repartrao da agricultura, commer-
cio e obras publicas em 22 de Janeiro de 1862, nao
pode ter lugar o que requer o supplicante.
Nicacio Antonio Nunes. Passe portara conce-
dendo setenta dias de licenra com vencimentos do
resjiectivo sold.
Olympk Jos Pereira. Passe portara conce-
dendo ao supplicante a licenca requerida.
Porcina, Africana.livre.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal da marinha.
(OWHM)O DAS ARMAS.
Per-
Quartel general do eommando das armas de
Bambuco, 20 de ontubro de 1863.
Ordem do da n. 261.
O general eommandante das armas determina
que seja n'esta data desligado do 9." batalho de
infantaria, ao qual se acha addido o Sr. capitao
Claudio Marques de Souza, que sendo transferido
para o 10. batalho da mesma arma, segu boje
para a provincia da Baha.
AssignadoSolidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
ConformeJos Ignacio de Medeirns Reg Mon-
tetro, capitao ajudante de ordens encarregado do
edtalhe.
21
Ordem do dia n. 262.
O general eommandante das armas faz certo
para os fins convenientes, que hontem se apresen-
tou no quartel general vindo da provincia de
Piauhy, o Sr. 2. cirurgio do corpo de sade do
exercto Dr. Cicero Alvaro dos Santos, que pelo
berg, o que abala fortemente o castello de cartas, essa magistratura popular de juizes de facto com-
Deve considerar-se definitivamente em trra, se prehendem e sabem desempenhar risca os deve-
exacta a assercao de urna folha semi-offlcial de res^ de sua elevada misso.
Vienna, que manifestando o intenso jubilo do im-
perador com a visita do grao duque Constantino,
declara ao publico que S. A. nao traz instrnejoes
para qualquer negociaco, e que a sua apparicao
um acto de mera polidez, e cortezia.
Neste caso, cada potencia, cada governo achar-
se-hia reduzido aos proprios recursos, sem proba-
bilidade de auxilio externo.
A guerra impossivel em taes condices; e as
esperanzas de melhoramentos na sorte da Polonia,
inteiramente destituidas de fundamento, ao menos
pelo em quanto.
O Jornal de S. Petersburgo, de 9 do corrente, as-
saz o fazia presentir, no resumo incorrecto que os
despachos telegraphicos deramde seu contexto. A-
gora podemos submetter na integra aos eleitores
esse importante documento.
t Por mas de urna vez (diz o orgao semi-offlcial
russo) temos indicado os manejos de alguns pe-
ridicos para levar a opinio publica a urna vere-
da que s pode conduzir s decepcoes.
Assm, quando os segundos despachos das tres
cortes, sobre os assumptos da Polonia, foram trans-
mittidos S. Petersburgo, as folhas estrangeiras
emularam em propagar o boato de que o governo
moscovita acceitava as propostas que lhc faziam,
salvo algumas modificaos insignificantes.
uran.Ie a referida sessao judiciaria, julgaram-se
em dez das de trabalho 11 processos, quantos fo-
ram apresentados pelo juizo quem compete a
preparacao.
Dest'arle, encerrou-se o tribunal antes do praso
legal -cm falta de summarios que podessem ser
submettidos julgamentos.
As sentencas proferidas foram as seguintes :
Sete condemnatorias, saber :
i gales perpetuas. (Mximo do art. 193.)
Ia 14 annos de prisao. (Medio do art. 193.)
1 7 annos de prisao. (Mximo do art. 264.)
1 50 acontes. (Medio do art 194.)
ia 1 anno de prisao e multa. (Mximo do
art. 20 v
1 6 Vj mezes de prisao e multa. (Medio do
; art. 201.)
1 7 mezes de prisao e multa. (Mnimo do
art. 201.)
As sentencas absolutorias em numerle quatro,
I foram proferidas em favor dos seguintes reos :
Pedro Jos dos Santos, por crime de furto.
Quirino Francisce de Paiva, por ofTensa physca.
Francisco da Cruz, por erimentos.
Manoel Francisco da Rosa, por ferimento do qual
resultou a mortc do paciente.
dsposicoes sao para termos as soberbas disputas de
Zurich.
Alli como aqu, o seu programma todo reli-
gioso ; alli como aqui iro theologos disputar ; alli
como aqui haver bulla dos meus peccados, arru-
fo e epigrammas ; o por fin tambem como all,
talvez nao se saiba para que lado penda a vic-
toria !
Fa?o votos, compadrinho da minlia alma, para
3ue suas reverencias se convaslescam em breve
as assaduras e escoriacoes da viagem para toma
Benedicto, de Adriano Augusto > Ahncda, Cavia-
no, de Lniz Augusto Plalugo CoeflioCmtra, Mara,
de Manoel da Suva Santos, CaserotrOy Jos e The-
reza, de Custodie Jos Alves Guimaraes, Dbmingos
e Ludovina, de- Francisco dos Santos Maeedo, Dr.
Epiphanio N. Domingucs da Silva, sua mulher.
urna ama, dous criados e um lllho mrnor, <-!icra-
vos Bernardo Francisco, de Domingos Rodrigues
de Andrade, Josepha, de Jos Antonio Teixeira.
Zacaras, de Josepha Mara da Conceicao. Joaquim.
de Jos Pereira Vianna, Carlos, do Guimaraes &
Houve de parte dojuiz urna appcllacaoex-officio
t Dava-se, pois, vulto a esperancas que nao es- da sentenca de gales perpetuas, e duas por parte
ram em harmona com a sitnacao real das cou- dos reos Jos Francisco Lins e Bento Alves da
rectificacao, as inevita- Cruz.
Advogaram perante o tribunal os seguintes
senhores:
Dr. Francisco Leopoldino de Gusmao Lobo, (em
nome da justica.)
Dr. Jos Leandro de Godov e Vasconcellos.
Alvaro dos
Iho administrativo do arsenal de guerra fez publi- governo fo mandado servir nesta provincia,
car no Diario de Pernambuco, durante os mezes Assignado Solidonio Jos Antonio Pereira do
de julho setembro deste anno, como se v da con- Lago.
ConformoJos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capitao ajudante
detalhe.
de ordens encarregado do
4a em duplicata, que, para esse fim, me fo remet-
tida pelo presidente do mesmo conselho com offl-
cio de 17 do corrente, sob n. 86.Communicou-se
ao presidente do conselho administrativo.
Dito ao director do arsenal de guerra.^ppro-1
vo a deliberacao que V. S. tomou, como me part-,
cipou cm seu offlcio n. 126 desta data, de mandar
fazer urna guarita nova para a guarda da thesou-
raria, visto acbar-se cm pessimo estado a que alli
existia.
Dito ao mesmo.Declaro V. S. que nao se en- O imperador Napoleo, que se demorou em Pa-
contraram faltas nos artigos de fardamento enva- ris na idea de concluir satisfactoriamente as ne
dos por este arsenal ao corpo de guarnieao do Cea- gociacoes relativas ao novo accordo entre a Fran-
r, o que consta do termo lavrado pela commisso ca, a Prussa e a Russa, parti para Biarritz, dei-
incumbida de examina-los naquella R/ovinria. iano em perspectiva outra combinaco, to ex-
Dito ao, inspector do arsenal de< marinha.A cntrica e inesperada como a primeira, a saber,
tavam
sas ; e quando surgi a
veis desillusdes, que seguiram, foram exploradas
no sentido mais hostil pelos mesmos que as pre-
pararan!.
t Julgamos ento opportuno previnir os letores
contra semelhantes machinaces.
c Agora cumprimos igual dever, acautellando-
os contra versdes do mesmo genero. A imprensa
estrangeira lan^ou-se em conjuncturas a perder de
vista acerca das disposicoes do governo russo em
relacao Polonia, bem como a respeito da Alle-
manha.
t Falla-se em reformas radcaes que sero im-
mediatamente concedidas ao reino e ao imperio:
Dr. Jos" da Cunta Teixeira.
Dr. Deodoro Ulpiano Colho Catanho.
Dr. Jeronymo Salgado de Castro Accioli.
Dr. Amcrico Neto de Mendonca.
Dr. Jos Roberto da Cunha Salles.
Achando-nos confeccionando o kalendario
para o anno vindouro, rogamos, aos senhores en-
carregados de irmandades, o obsequio de trasercm
indigitam-se novas alliancas architectadas o ter- nossa livraria, na praca da Independencia n. 6 e
EXTERIOR.
As novas alliancas.
reno dos negocios allems As conclusoes que
tira sao to falsas como as premissas.
A posico tomada pelo gabinete de S. Peters-
burgo nos assumptos da Polonia, de accordo com
o sentimento unnime da Russia, perfeitamente
clara, e nada indica que seja alterada.
< Os sentimentos do soberano para com os seus
8, as notas dos dias em que festejam seus respecti-
vos patronos, com a igreja em que se acha si-
tuada.
A' quem possa competir, lembramos faca
cessar o abuso que ha na ribeira de S. Jos, se-
gundo nos informam, da parte de alguem que all
negocia, de incutir no animo dos almocreves pre-
rem o lugar, que de juro e herdade Ihes competo Rocha, Catharma e Marcelina, de Ferreira 4 Arau-
no circo da coulenda.
Mas o que pensaes que deu lugar esse grande
ritintin d'armas que se prepara f
Por mais que tractieis os milos jamis nunca ati-
nareis, anda quando mesmo tenhaes urna vida ma-
thusalemiea.
Vou dizer-vos, pois, para nao
milos em agua chilra.
jo, Severino, Severina, Domingos. Bonifaeia, Vi-
cente e Josephina, de Antonio de Souza Voderes.
Manoel e Joaquina, de Jos P. de Moura, Luiz.
Benedicto e Severina, de Abren 4 Veras, Vicente
e Gentil, de Joao de Castro Guimaraes, Rento, Jos
(e Andr, de Silvino Gulherme de Barros, alfere*
ficardes com os Constantino Martins Fernandes, cabo Joaquina An-
' tonio Teixeira, soldados Jos Antonio de Almeida
O que deu lugar a demanda ?... foram... cha- e Joao Antonio de Oliveira, escravos Ismael, An-
pos I... sim, chapeos na sua genuna e verda-1 gelica, Manoel, Paulo, Si mito c Guilherme, de Joa-
deira accepeo t chapeos de palinha tao lindos > quim Antonio Pinto Serodio, Mara, deDavilFer-
como as lindas que os trazem, e nao l essas mons- j reir Bailar, Barbara, Mara e Antonia, de Gnrgel
truosas./'iC, que carrega ahi qualquer machacaz & Irmo, Jacintho, de Joaquim Antonio Pinto Se-
contra o bom senso da poca e commodidade indi-! rodio, Luiza, de Jos Antonio de Brto Bastos, Tlw-
reza, de Jos Pereira da Costa Motta, Vicente, de
Jos de S Leilao, Zeferino, de Rocha Lima & Gui-
subditos polacos nao mudaram. Mas na solicitu- juizos sobre boa oumcolheila em suas plantaces,
de pelo seu bem-estar Sua Magestade declarou que pela posse de pequeos e toscos desenlies lapis,
considerava romo primeiro dever proceder ao res- que lhes vendem dizendo ser do fallecido frei Se
vista da sua informacao n. 393, databa de 17 do
crreme, com referencia ao requerimento de Ho-
norio Xavier da Costa, autoriso V. S. a mandar ad-
inittir na companhia de aprendizes artfices desse
arsenal o menor Manoel Martins Pires, afilhado do
supplicante, visto estar as condicoes do rcgula-
mento respectivo, como V. S. declarou na citada
informacao. j
Dito ao juiz de dreito da segunda vara.Em |
vista do offlcio, incluso por copia do juiz de paz
mais votado da freguezia do Poco da Panella, Jos
Theodoro de Lima e mais papis annexos, dos
quaes consta ter elle deixado de convocar cm tem-
po, como lhc cumpria, os eleitores e supplentes da
mesma freguezia para a eleicao que vai fazer-se
em novembro vindouro, baja Vmc. de o responsa-
bilisar por essa omissao de deveres.
Dito ao juiz municipal de Garanhuns.Avista
do que solicita no offlcio por copia incluso o bri-
uma allianca da Austria, da Russia e da Franca.
Ninguem se entende em meio de reviravollas de
semelliante ordem. Ninguem atina com o propo-
sito de mudar de amigos como de camisa, sem ou-
tro resultado alm de prorogar geral desconfianza,
solar as potencias mais do que nunca, produzindo
completa inhabililacao para influir de qualquer
modo as decisoes do czar em relacao Polonia.
O principe de Metternich, tao bem visto as Tui-
lherias, e que, por occasio da conferencia de
Francfort, sahio de Pars envergonhado, e perdido
no conceto, que contava at certo ponto com o
valor das suas promessas, regressou inesperada-
mente ao seu posto, a 8 do corrente.
Depois de conferenciar com o imperador e com
Mr. Drouyn de Lhuys, parti outra vez, segundo
uns, para Vienna, segundo outros, para Francfort,
ignorando-so com que proposito.
Explica-se a variante pelo theor seguinte: Oim-
tabelecimento da ordem material. A experiencia
dos ltimos dous annos, de sobejo demonstra que
nada solido pode fundar-se no terreno revolvido
pelas paixoes anarchicas. Quanto questao diplo-
mtica, o governo imperial est resolvido cum-
prir os seus deveres internacionaes, sem deixar de
manter os direitos da Russa nos limittes dos tra-
tados.
Quant* s questoes da Allemanha, o gabinete
de S. Petersburgo segue-as com todo o interesse[Iadr6es a 2 annos. 5 mezes e 5 dias de prisao sim-
que merecem; mas tambem com a benvola re-
serva prescripta pelas suas tradieces e os seus in-
teresses. i
A Russia nao deixa de fazer votos pela unio
e forca da Allemanha sobre a base dos direitos e
dos nteresses de todos os estados de que se com-
pe. Nao procura mais acautelar-se contra os pe-
rigos que d'ahi Ihe poderiam resultar, do que
Allemanha cumpre precaver-se contra quaesquer
contingencias provenientes da Russia.
c Os boatos postos na circulacao nao tem por
I conseguinte o menor fundamento. Manifestam in-
signe leviandade, se nao exprimem premeditada
malevolencia.
Em qualquer hypothesc s servem para des-
orientar a opinio ; e pelo que nos diz_respeito,
entendemos que a misso do publicista nao par
gadeiro eommandante das armas, d Vmc. as pro- perador Francisco Jos reconheceu que se Iludir tharo erro em vista decenos fins do habilidade recer approvado pelo
videncias neressanas, afim de que seja enviado ao dando preferencia aos conselhos do conde de Rech- po|ipa s,n procurar lealmente a verdade e de- de 505, por nao hav
mesmo brigadeiro para ser restituido ao coronel berg contra a opinio de Mr. Sckmerling. Aquelle fend-la a todo o transe.i mezes improrogavel,
Luiz Jos Ferreira ojogo de pistolas que est com- julgava que a casa de Hapsburgo estava em vespe-
prehendido no espolio do major Joo Francisco do ras de cingir o diadema de Carlos V, e que nao
Livramento, e existe em poder do vigario de Gara- careca de mendigar alliancas estrangeiras. O mi-
nhuns Antonio Alves de Carvalho, ionio consta
do inventario por Vmc. rcmettido esta presi-
dencia.
Dito cmara municipal do Recife.Remello
cmara municipal do Recife, como solicitou cm seu
offlcio de 20 de julho ultimo, sob n. 20, a planta
que fo organisada para o passeio publico que se
pretenda fazer junto ao edificio do Gymnasio.
Dito aos agentes da companhia Brsileira.Po-
dem Vmcs. fazer seguir para os porlos do sul o
vapor A, amanha, hora indicada em seu offl-
cio de hoje.
Portara.Os Srs. agentes da companhia Brasb
leira de paquetes a vapor mandem transportar at
o Rio de Janeiro, no primeiro vapor que yier do
norte, em lugar de r, destinado passageiros de
estado, e se houver vago, Josepha Francisca de
l'inio Rigueira.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brsileira
de paquetes a vapor mandem dar urna passagem
de r at o Rio de Janeiro no vapor Apa, aooffleial
de descarga da alfandega desta cidade, Olympio
Jos Pereira da Silva.
nistro do interior nao partilhava a coranca do
collega dos negocios estrangeros. Contieca que
era mais fcil edificar na area do que contar com
o accordo, as adhesoes e o apoio dos soberanos da
Allemanha. Pugnara para -que se mantvesse a
allianca com a Franca, tornando mas accentuada
a linguagem ao gabinete de S. Petersburgo acerca
da Polonia, concedendo ao embaixador austraco
em Franca poderes mais ampios e mais concilia-
torios.
O fiasco da dieta de monarclias abri os olhos do
imperador da Austria. Assustado com as demons-
trares da l'russia ; receioso de ser victima de al-
gum conluio que o privaste da Veneria sem com-
pensaco, depois de esfumada a idea de preponde-
rancia germnica, apressou-se em recambiar Met-
ternich para Paris. O filho do celebre diplmala
foi incumbido de pedir desculpa pelas veleidades
da autocrara tudesca, de offereeer margem para
novas combinaroes polticas, em que a Prussia e a
Gra-Bretanha deixassem de ser contempladas.
O ha rao Budberg, o conde de Goltz, o principe
de Metternich achavam-se juntos na secretaria de
Segundo as mais recentes participacoes telegra-
phicas, os despachos russos em resposta s com-
muncacoes da Graa-Bretanha, Franca e Austria,
recebidos a 13 e 14 do corrente, poem termo
controversia diplomtica, denunciando categri-
camente a sua inefflcacia. O governo de S. Pe-
tersburgo assume a responsabilidade dos seus
actos, reservando-se proceder em relacao Po-
lonia como e quando julgar opportuno e conve-
niente.
O czar Alexandre caminha para a Crimea, pro-
bastiao, roubando bons cobres por meros calun-
gas.
De Pao d'Alho nos escrevem :
t O jury est funecionando, tendo-lhe sido apre-
sentados 14 processos, dos quaes j foram absol-
vdos alguns e condemnados outros dos res, po-
dendo-se assegurar que em geral tem o tribunal
procedido em regra.
Wt Pele juiz de direito foram condemnados dous
Tad ri-
pies.
t A semana passada foi assassinado um ho-
mem no lugar Rosarinho, distante meia legua da
villa. O criminoso, que tambem foi ferido na br-
ga que deu lugar ao conflicto, est preso.
* Na mesma semana foi ferido gravemente, em
trras do engenho Eixo, um outro individuo, nao
sendo preso o autor desse delicio.
Alguns engenhos estao moendo ; porm a sa-
fra de quasi todos elles pequea ; isto desanima,
ainda mais quando se nao tem esperancas de bom
preco do assucar.
O director geral da instruccao publica resol-
veu impr Manoel Joaquim Xavier Ribeiro, pro-
fessor publico de instrueco elementar de Taqua-
ritinpa, de conformidade com o art. 94 da le
n. 369 de 14 de maio de 1865, e em vista do pa-
conselho director, a mulla
haver enviado no prazo de tres
re, como se exigi, o attestado
medico [trovando a sua molestia.
Conredeu-se ao bacharel Joo Baptista do
Amaral e Mello, urna prorogaejio de tres mezes
para apresentar a sua carta de juiz municipal do
termo de Flores.
Tambem se concedeu dous mezes de licenra
com vencimentos na forma da lei para ir corte
tratar de sua sade, ao offlcial de descarga da al-
fandega desta cidade, Olvmpio Jos Pereira da
Silva.
Contina na Bahia, onde actualmente se acha,
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brsileira Drotivn de Lhuvs ; mas desta vez o representante
de paquetes a vapor mandem dar transpone at o da Prussia senta a mvstificaco a que fra expos-
Rio de Janeiro no vapor Apa, em lugar de r, des- t0. Comerou a desconfiar do xito das suas excur-
tinado passageiros de estado, ao Dr. Carlos Au- S5CS a Badn e a Berlin.
gusto da Silveira Lobo. Lord Cowlev, embaixador britannico, po ml
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brsileira ne^o/i, viaja'fra da Franca sem probabilidade
de paquees a vapor mandem dar transporte at o de ter questoes a tratar com o governo imperial.
Rio de Janeiro, no vapor Apa, no lugar_ de proa 0s Inglezes, que pouco ou nada disseram sobre as
pondo-se visitar diflerentes prtos e cidades, cal- o Sr. tenente Collalino Marques de Souza, a pubhca-
culando-se que nao regressar S. Petersburgo cao da importante obra sobre as escobertas c aven-
antes de 15 de novembro. Tudo presagia que os furas dos mares e regtoes polares, que o mesmo se-
gabinetes de S. James, das Tuilherias e de Vienna nhor traduzio do inglez.
nao se combinarao mais por urna accao commum, Esta obra rujo interesse revela-se da propria de-
e que os Polacos sero entregues a sua sorle. nominacao, foi eomecada a publirar-se em nossa
as principaes praras da Europa sbem os fun- offleina, d'onde sahiram ainda o primeiro e segun-
dos lela convieco, dominante as bolsas, de que a do folhetos; e da Bahia arabam agora de chegar o
paz nao ser alterada no anno de 1863. De todos terceiro e quarto, nos quaes se encontra a mesma
os jornaes de Paris, apenas o Sicle se lemora de importancia histrica n'uina successao, que prende
dar estampa um artigo bellicoso, sustentando a attencao e convida leitura.
que a Russia zomba das principaes potencias, e n mmmmm ^..._>._..____.,___M __._.
que se falbar a Inglaterra, a Austria e outras po- ~ nosso colaborador reraette-nos a seguinte
tencias, marcharo ao lado da Franca para libertar r', t .*-._.. .________#n
Polonia Compadre.A historia nao lemhra urna confusao
asdoclarim marcial perdem-se ^l^^^3Z T
tendn fazer no culto calholico o celebre parocho
do cauto de Glaris, o muito reverendo Ulrich
vidual.
Nao vos assusteis com isso. Assim como as ve-
zes de um homemzinho se forma um homemzarro,
como j o mostrou a maior gloria das lettras por-
tuguezas no oblato do mosteiro de D. Mumas ; as-
sim tambem de chapeos de palhinha se podem for-
mar grandes questoes, como essa que vai oceupar
as attences do mundo calholico.
Vede como ella se estabeleceu :
Em que se funda a prohibicao episcopal de nao
poderem as senhoras entrar na igreja com seus
chapeos na cabera ?
Perguntou um bom catholicti no louvavel desejo
de salier a razo das cousas.
Responder m-I he :
Porque vealo capite nao chapeo de palha.
Bem, replicou aquelle, e como na Francachris-
lianissima, na Hespanha catholica, no Hdelissimo
Portugal, na Italia emfim, e na propria Roma, vo
as senhoras missa de chapeo na cabeca ?
Porque cada trra tem seu uso.
< Alto com a louca !... retorquio-lhe o outro ;
isso nao modo serio de responder.
Ento porque 1 >
Porque as prescripces dos SS. padres devem
ser observadas por todos quanlos professam a reli-
gio catholica.
Destingo... >
t Qual destingo. Se, como se v, aquella pres-
cripcao absoluta e nao relativa, que razo ha para
se consentir o uso do chapeo na Europa, e prohi-
bir-so aqui ?
Porque na Europa faz fri, e aqui calor.
Pelo amor de Deus, senhor... Vmc. parece
que deiira!
O respndeme esfregou as mos, e rio-se para o
seu interlocutor com ar mephistophelico.
< Nao ria-se, eu o desafio para discutirmos cm
publicas conclusoes. >
Ora eis aqui como ellas se travam !
O desafio foi acceito no meio da maior anciedade
publica.
As senhoras deitaram olhares supplicantes ao
seu esforcado cavalleiro, e os causdicos fizeram
vir do seu desterro os grossos alfarrabios da mais
pura latinidade, verdadeiros canhes raiados nes-
ses certamens de intclligenra. Correram depois
s livrarias dos conventos, mas infelizmente nellas
s acharam cascas, porque o milo, esse tinhain
comido as tracas I...
J se v que os adversarios do bem calholico pre-
meditam um golpe decisivo, e preciso que elle
tenha a facundia de Zwinglio para nao se espichar
como um jiuleu morto.
Aqui para nos, compadre, toda essa balburdia
provea de nao precisarem os termos da contro-
versia.
Velato capile nao qur dizer cabeca coherta deste
ou daquelle modo; velato capite qur dizer cabera
velada, segundo a opinio vulgar : opinio fundada
na irrecusavel autoridade dos benemritos barba-
dinhos, que sabem mais latim, que o vosso ca-
pello.
Mas se os chapeos nao sao permittidos senao na
Europa por causa do fri, e nem os veos para nao
ficarem os homens enredados como sardinhas,
claro que a verso popular do velato capite a
nica verdadeira.
O saber do |k>vo as vezes mais profundo do que
uina corporaco de doutores.
RKPAHTigAO DA POLICU :
(Extracto das parles do dia 21 de outubro.)
Foram recolhidos casa de detenrao no J
do corrente :
destinado passageiros de estado, a Euphrasia
Maria de Jess, que leva em sua companhia duas
filhas, urna de 4 mezes e outra de 2 annos, e cons-
ta serem desvalidas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brsileira
de paquetes a vapor mandem dar urna passagem
at o Rio de Janeiro, no vapor Apa, em lugar de
tentativas de accordo franco-russiano-prussiano,
guardam a mesma reserva acerca da combinaco
austro-franco-russa, em cuja effectividade nao acre-
ditam. ,
Entretanto, surge outro symptoma em apoio das
romnticas architecturas. 0 grao duque Constan-
tino e sua esposa, depois de sahirem de Varsovia,
r, destinado passageiros de eslado, ao Dr. Luiz 0 Q visitarem o rei da Prussia, apresentam-se em
de Cerqueira Lima, juiz de dreito de Batunt. Vienna d'Austria a caminho para a Crimea; tro-
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brsileira cam visitas com Francisco Jos e com a archidu-
de paquetes a vapor expeeam suas ordens para qUeji Sophia.
que no vapor Apa, sejam transportados para a ca- q acolhimento feito ao irmo do czar foi cordeal
pital das Alagas, por conta do ministerio da guer- e extremoso. Dispcnsaram-lhe as maiores atten-
ra, nao s o alferes do 2o batalho de infantaria, 5^5 e deferencias. Como era natural, nao falta-
Constantino MunizFernapdes, o cabo de esquadra ram-|he os commentarios acerca das insfruccoes de
Joaquim Antonio Teixeira, os soldados Jos Anio
nio de Almeida e Joao Antonio de Oliveira, que se-
guem para o centro desta provincia, mas tambem
a bagagem do predito alferes e 4 caixoes com ar-
tigos de fardamento.Communicou-se ao eomman-
dante dasarmas.
Dita O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar transporte at a Parahyha no va-
por Jaguaribe, em lugar de r, destinado passa-
geiro de estado ao bacharel Manoel Coelho Cintra.
Dita. O Sr. gerente da companhia l'ernamhu-
rana mande dar urna passagem at o Hio Grande
do Norte no vapor Jaguaribe, em lugar de r, des
tinado a passageiro de estado,
Chrysostomo de Paiva Torres.
3ue era portador o namiestnick da Polonia, para
iscutir as bases de um convenio poltico de vasto
alcance.
O duque- de Grammont, embaixador francez cm
Vienna, ausente em Franca com licenca, correu lo-
go ao seu posto, para tomar nota das plavra e ges-
perdem-se
do murmurio de incredulidade. Nao ha f algu-
ma em alliancas, depois do ckassez-croisez das ul-
timas semanas.
Receia-se que o amigo complceme de hoje seja
o adversario iinplacavel de amanha. O resultado
definiiivo desastroso para a infeliz Polonia, por
tao largo espaco seduzida pelas mais calorosas e
enthusiastcas excitaces.
(Jornal do Commercw, de Lisboa.)
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
Zwinglio.
Este homeni, nolavel pelos grandes serviros pres-
tados ao papa na guerra da Lombardia conlra os
Francezes, e mais ainda posteriormente pela sua
grande sciencia, erudico e estudos aprofundados
I da sagrada Escriptura, um dia escancarou a bocea
1 ao mundo, e com toda a forra de palmos, disse :
t Quem quizer entrar comigo na arena da contro-
versia sobre .-i reforma religiosa que inicio, appa-
reca que os nao engeito.
E um grande numero de theologos responden ao
repto, correndo ao seu encontr.
Foi cousa digna de se ver; nunca tinha appare-
cido disputa to forraidavel t
Zwinglio, dotado de vastissima intelligencia e
de grandes estudos, defendeu por minios dias oseu
Amanha se extrahir a 7* parte da 3* lotera
do Gymnasio Pernambuco (3* concessao.)
Proseguio hontem o concurso para pratican- symbolo de f com admiravel profuso, e os outros
tes da alfandega e recebedoria desta cidade, e boje nao ficaram na reputaco quem do que se espera-
deve ter fim com a prova oral da parte relativa va. Afinal separaram-se proclamando cada qual
descontos, juros e cambios. a victoria do seu lado no meio dos applausos dos
Do Rio Formoso nos informam o seguinte : i partidistas, e da mais infernal batera dos trunes e
Para salisfazer urna divida de gratido me- menestreis.
mora do missionario fre Sebastio, pelos benfi-! Correram os lempos sem que outra questao de
cios que olle prestou a esta freguezia do Rio For-1 tanta matinada houvesse oecupado os esprtos, se-
moso, quando em 1854 fez aqu misso, os seus nao agora no fim do corrente anno da graca de
maraes, Fausto, de Joaquim Antonio Pinto Serodio.
Joaquim, de Albino da Silva, Amaro, de Manoel
Francisco Marques, Auniu-iu e Sabino, de Manoel
Jos AfTonso, um criminoso o 4 pracas de primeira.
linha, o escravo Luiz em companhia' de seu senhor
Dr. Silveira Lobo.
UM P0UC6 DE TUOO.
Mr. de Perroqu acaba de fazer na ribeira e
Serid, segundo dizem d'alli, urna mportantissiou.
descoberta. -r .
Plantando eijoes debaixOQ^o>To('mosOTCoqai.'.j5
que alli j existen, obteve com prospero resultado
saboroso feijo de coco.
Explica-se este phenomeno pela gestaco zool-
gica.
Os nossos senhores de engenho devem agora
experimentar se podem obter do arroz plantado
junto das caimas, arroz doce.
Se a experiencia fr bem succedida, inquojfio-
navelmenle (iraro o p do lodo.
No dia 7 de setembro teve lugar era aples a
festa do anniversario da entrada de Garbaldi na-
quella cidade.
A festa foi simples, mas expressiva. Consisti
em se collocarem bandeiras s janellas, o> trazer-
sc em procissao o busto do ex-dictador, soltndo-
se enthusiasticos vivas Italia.
Naquelle dia c no anterior fizeram-se ntuUas pri-
ses de reaccionarios, sendo um delles o cnsul de
S. Santidade, aecusado de dar passaporte aos seus
atildados e aos bandos borbnicos.
Afiei-olucao deSetetnbro publica osegoinle :
Continuando o Sr. Houdelot, subdito, trancez em
Paris, as sua experiencias da applicaco da bals-
tica a salvacd dos naufragados, acaba de ter um
resultado dos mais satisfactorios.
Com a ajuda do seu canho raiado leva as amar-
ras, chegando a lancar ao mar a dblancia de 150
metros urna boia do peso de deus kiiogrammas.
Urna boia de um kilogramma basia fiara sustei
um homem sobre a agua.
Esla importante combinaco.do Sr. Hondetot vai
por certo assegurar a vida a* muilos ifc-sses desgra-
nados, a quem o mar escondera no seu ocio, a o
ser ella
Urna vez colhida a boia por um naufrago rertos
esli os dentis em se salvaren^ porque o cabo que
segura a boia est preso ao local donde fo lauca-
do o projectil.
Oxal que o invento se propague e chegoe a;i
nos.
A' ordem do subdelegado do Recife, William
Eduard, norueguense, por brga ;. Innocencio Jos
Francisco, pardo, por embriaguez e insultos ; Por-
firio, africano, escravo de Amorm i\ Filho, re-
querimento destes.
A' ordem do de S. Jos, os pardos Otaviano de
A Nardo publica:
A tomada d'Heral devia ser a ultima facanb
I ii t- Mola mineo', pois iloze dias de|iois de alrangai
esta victoria sentio approxiuiar-se a hora dMoa
morte, occasionada pela enfermidade que havia
muito o atormeulava.
Sentindo-se ferido de morte, mandou chamar seu
filhos, seus sobrinhos e os cheles principaes-do seu
exercto, e em presenea de todos elles coUofiou na
cabrea do seu filho uuiis velhoChir-Ali Kansen
proprio turbante. Kutregou-lhe egualmento-a sua
espada, a sua cota de malha, o seu capjiceie e o
seu Koran; di'u-lhe o seu cavallo de cmbale,
da 20 i ordenou a todos os presentes que o reeonhecessem
como soberano, o llie ohcdeeessem orno a elle
mesmo, amearando-os do contraro coeva, sna mal
dieao c com a cholera do co.
Pouco. depois de terminada esta t&rjraia, que
se verificou com toda a pompa oriental, exbalou o
ultimo suspiro.
Todos os principes que se achavam presente m-
Souza Monteiro, Ignacio Jos Gomes e Lourenc,o conformaran! com a ultima vontude-do monarrh.i.
excepto um de seus filhos, o qual rontava apoiar a
sua resistencia com o corpo de 3,000 cavaHos oju-
tinhaassuas ordens; porm Cliir-Al Kbainac.
Ihe deu lempo para rebellar-se, grangeando esde
logo o respeito dos offlciaes das tropas de seu
irmo.
Calsto de Souza, lodos para correceo.
A' ordem do da Varzea, os pardos Damio Gon-
calves Pacheco e Joo Wenceslao de Jess Vere-
das, ambos para avenguaces.
O chefe da 2" seclo.
J. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detengo do dia 20
de outubro de 1863 :
Existiara. . 356 presos
Enlraram . 8
Sahiram. . 14 >
Existem. . 350
A saber :
Nacionaes. . 247
Estrangeros . 26
Mulheres . ti
Estrangeiras . 3 >
Escravos . 60 >
Escravas . 3
to? do grao duque, para ingerir-se as conferencias habitantes fizeram no trigsimo dia de sua morte 1W
com Mr. de Schmerling, auxiliando a condimenta
cao do pastel diplomtico. Rechberg mal visto de-
jiois do mal logro das especulacoes germnicas, se-
ria posto de parte, para dar aecesso ao principe de
Metternich, que na quahdade de ministro dos ne-
gocios cstrangeiros confirmara Franca todas as
ao conego Joo esperancas de soluco favoravcl.
Ao mesmo lempo, o duque de Montebello, acre-
Dita.O presidente da provincia attendendo ao ditado em S. Petersburgo, rompromettido com o
que requereu o escrivo do orphos do termo de principe de Gortschakoff pela vivaridade do seu
Nazareth, Ignario Vieira de Mello, resolve proro- resentimento em presenra da primeira resposta s
gar-lhe |>or tres mezes a licenca de que goza. notas das tres potencias, recolhe Franca com li-
Eipedienle do seererio do goterao. cenca de dous mezes, a pretexto de ver sua mulher
Offlcio ao cqmmandante superior do Recife. enferma ; mas de facto com o firme proposito de
S Exc o Sr. presidente da provincia manda com- nao regressar Russia, afim de nao estorvar quaes-
municar a V. Exc, em resposta ao sen offlcio n. quer coneiliacoes eventuaes.
416 de 16 do corrente, que nesta data autorison o Porleriormente, soube-se que o principe de Met-
in"eetor da thesouraria de fazenda a mandar abrir ternich. peea importante de todo este jogo, Aira
simamentos de Dracaaos tambores Joaquim Ta- assisiir tranquillamente asvmdimas d Johannu-
um offlcio solemne, a qu"assstiram 9 sacerdotes, Sim, compadre, ventila9e neste momento urna
prestndose gratuitamente, assim como parte da imporlantissima questao religiosa de subido alcan-
musica e o armador da igreja. ce, e nao somenos em confusao e balburdia pelo
t E como nao poda todo o povo concorrer a ; genero quem toca,
esse acto, foi celebrada na madrugada do mesmo: Os contendores esto rollocados a pouca distan-
dia urna missa, a que assistirara os que nao pode-' cia de viseira derrabada, e pelos donaires e corle-
ram comparecer de dia zia* antecipo-me em dizer-vos, que so o defendente
< E tendo anda sobrado algum dnheiro da nao abrir o olho, o arguente o hade levar de venci-
subscricao que se havia promovido, foi destribui- do, porque por baixo da simplicidad do aprendiz
do'pelos sacerdotes, que assistiram ao offlcio, para se percebe de vez etn quando o dedo do mesire.
celebrarem missas pela alma do mesmo niissio- Felizmente se havia apparecer em outra occasio,
nario. > bom foi que se tratasse della agora, quando esla
Recopilando, as revistas parciaes que como capital um arremedo da capital do mundo chris-
sempre fizemos publicar sobre cada um dos julga- to em lempo de ranonisac", pelo commeroo do
nienios perante a 5* sesso judiciaria desta comar- padres que vem aprender caaos, dos pontos mais re
ca, offerecemos aos nossos leitores os seguintes motos da.s 4 provincias do Wspado, para serem viga
dados, que certamente fazera nascer a agradavcl ros das 50 froguezias vaeanles, que eslo em con
convieco de que a instituico do jury urna das curso.
Fallecen em Paris o grande poeta Alfredo oV Vig-
ny, cujo funeral fo feito no. dia SO do corrale no
cemiteno Montmartre.
Os conloes do caixo foram seguros pelo* Srs.
de Villemain, Patin e Genleur, pelo niarecfaal Mag
nan e por um criado da. imperial casa.
Entre as pessoas que formavam o prestito iam
os Srs. Emilio Girardin, Amede Thierry, Theodo-
re Barriere, A. Roger, Berlioz, Charles tandelaire.
Vctor Sjour, Gamillo Doucete Michel Lvy.
Por urna preorcupaco curiosa o Sr. de Vigm
havia, nos seus ltimos momentos, pedido que Ihe
fossem feias as honras militares pos em regimen-
t francez, |orque se lembrou que- antes de srr
poeta fra nuijtar.
A Presse enumera as pessoas que foram ao fane-
ral, e lastima que fossem to pouca. Ainda ha
pouco, em occasio idntica, eos livemos a magna
de fazer semelhante reparo. Ca e l mais fadas ka
350
Alimentados costa dos coiros pblicos. 137
Movimento da enfermara do da 20 de outubro
corrente :
Tiveram alta :
Bernardo, escravo de Henrique Adour.
Francisco, escravo de Antonio de Souza Leao.
Passageiros que seguiram no vapor nacional
Apa, sahido no dia 20 para os porlos do sul :
Fr. Serafim da Catania, missionario capuchinho,
Jos Joao de Amorim, Firmino da Cunha Pereira,
Urbano Jos Ferreira, Manoel Valentim dos Santos,
Jos Antonio Pinto Borges, Antonio Francisco da: da familia dos principes de Metterntol e
Silva Gaspar, Joo Jos do Monte, capitao Claudio magnifico dominio, de Johannsherg. ^^
Manaos de Souza, Gamillo Nicolao Guimaraes, Dr. | Johannsberg urna saliencia do J*"*8^*"
Luiz de Cerqueira Lima, Jos Flix da Cunha San- qual se cncadeia urna continuacao de- tenemm^
tos, Gerolomo Bremu, Elias Ignario dos Saotos Ma- desccm al. ao rio.
rinho, Jos Alves Brto, D. Anna Julia Alves de
Sampao, urna criada, urna escrava e dous meno-
res, Manoel Goncalves de Aguiar, Antonio Fernan-
des Pereira, Jos Ribeiro de Bastos, Manoel Fran-
cisco Botelho, Francisco Xavier da Silva, Hermo-
genes O. Alves de Figueiredo, Silvestre Jos Fer-
nandes, Eufrasia Maria de Jess e duas filhas me-
nores, Jos Lourenco, Jos M, dos Sanios Aguiar,
Dr. Carlos Augusto da Silveira Lobo, Manoel Joa-
quim de Carvalho, Olimpio Jos Pereira da Silva,
O imperador d'Austria autorisou definitivamen-
te oiestabekecimento de tuna exposicao universal
de industria, em Vienna em 1863.
O Internacional da, a segninle noticia da "f*,n
" 00 Sctl
A trra de Johannsbergprodu wm>*
garrafas, cada urna se vende a 15 ftonns (5.7W
rs. pouco mais ou menos.)......
>duque de Valmy, gratificado pe^imMndnr
Naiwleo I com esta heranca, foi desapoyado dewa
em 1816 em proveilo do principe de I* ermen.
que d ao imperador a dernmvdo rend^"J*
A arvore genealgica de Metternic eao
raiz como as sua vinhas.
No XV secuta um Imperador da
Dorotha, escrava de Manoel Marques de Oliveira, todo o seu exercto fugir dlantm *'**1
soldado Nemeriai Jos de Barros Jnior, recru- cepqio de nm s homem chamado m, ^_
tas de marinha Joo Francisco Barroso da Silva, coa junto do sen soberana, t I
" 1 imperador.
Marcelino Jos Tenorio, Lourer<) Justiniano Cor- porm Melter, nao, disse
rea de Barros, Laurentino Cher/bno Ferreira Paz, mao n*> nm*
EmaHe-
/

cunvic^'ao UO que a luaiituiyau u jurj c uhiu uns vuiw. iv w uariui, muiouimu urcuimiiu rerram r mais solidas garanta* contra o crime, desde que j Na verdad* vos digo, que as circunstancias e l eefavos Gilberto, de AraeHa Augusta Brandad,

MPTlLDOL


Diario de rernambnco Quinta tetra t de Outubro de i83.
______


Damos as fbulas seguntes, doSr. Dr. J- t Tel*
xcira :
q mono e o MICO.
Do Brasil as lindas matas,
Um mico alegre brincava ;
Ora cocava as perninhas.
Ora nos ramos pulava.
Chega um mono, o cumprimenta,
E diz que alm ha bananas,
Que mui fcil apanha-las,
Estando a gente as canoas.
O molecoto declara
Quetem medo de algum tiro;
Oual I responde logo o mono,
E o lugar que eu preflro.
^ \ vo elles, chegam, trepam .
Coitodinho do pequeo !
Um estouro que se ouvio,
O estendeu no terreno.
Nao vas com quem nao conhecas,
era Ihcs prestes alinelo,
Trocaras leu socego
Por cruel tribulaco.
(
A COHLJA SIESTRA DE CAJiTO.
A magostado Dona Aguia,
Quiz aprender a cantar,
E mandou porum seu bando,
Os bons mestres convidar.
Ha de ser o sabia,
Piaram as andoi inhas,
Ao canario s'inclnaram,
Oulras boas avezinhas.
Foi preferida a coruja,
Dando-se como razao,
Que tinha um ar mais sitado,
a vista certa expressao.
Mirai-vos bem neste esoelho.
Pretendemos a lugar,
O saber nao a cousa,
Esto ellacm agradar.
Traacrcvemos do ibum IJtterario o seguinte
OS DOLS DMINOS.
cor de
amos la,
Sntao vaes ao baile decididamente Haphael ?
J te nao disse que ia meu bem, para que bas
de estar apoquentar-me T
Mas, que necessidade tens tu de l ir hoje,
mando podamos ficar juntinhos conversando, len-
do,'... |
Ora, Hermelinda, deveras embirrastes com os:
masques, que nao te lizeraui mal nem um ; se eu
tivesse algum negocio a fazer, algum pergo a evi-;
tar, euto bem...
Escuta, meu Raphael, nao tens nem urna
urna eousa nem outra, mas cu quizera quo tu nao
fosse; fleo to agoniada quando me vejo so...
Mas veiii r mullas correntinhas, dize-me
quem t prohibe que vas tanibem ? Nao te podes
mascaran eerto; mas podes apreciar ludo de
um camarote, e muito a vontade.
>'Bem sei, mas...
Mas eu que te niio comprehendo I
Ouve, disse. Hermclnda sentando-sc no eolio
de Rapharl, o ciugindo-lbe o pescoco cora os bra-
os, nao vas cu te peco ; nao sei por que ailvinho
que se fores este baile, terei motivo para zangar-
me comtigo. Nao vaes nao assim ? E a suplica
vejo -^atr^^d*'umbeijo... .,-.
- $sto bem, esta bem ; dcixa-teuu branos, nao
me amarrles a camisa.s urna tolinha, muito j
ciumento.
E com razio Raphael, por que mais de urna;
vez, tenho vertido lagrimas em segredos. Queres:
ir ao baile, para rires, para folgares, fazendo ren-'
dt-rous outra que te merece mais considerado
do que eu I Pois bem Raphael, vai; e eu, licarei
triste, sozmha, cm quanto que tu...
Hermelinda nao poude continuar, os solucos Ihe',
eiubargavam a voz ; levaotou-se pois do eolio do
seu esposo, e foi senlar-se no divn cobriudo o
. rosto com as maos.
Hermclnda por alguns instantes flcou como que
alfuclnda diante daqucllaorjua infernal, e seuim
remorsos por ter-se avenanlo ama empresa,
para a qual nao havla bem medido as suas toreas.
Mas. de repente lembraTido-se de que urna' rival,
talvez nessa occasio, e debaixo do mesmo tecto, a
estivesse Insultando: cobrou animo, e atirou-sc
cora resolucao no mcio dos mascaras que cruza-
vam o salo por todos os lados.
Comecou a passear na diligencia de ver se des-
cobria os dminos azul e cor de rosa. Mas do
urna vez suas faces coi a rain ao ouvir os gracejos \
insolentes com que nestas occasioes,so divertem os
espirituosos sem espirito. Afinal depois de muilas
pesquisas .Hermelinda aristou os dous mascaras
sentados em um dos ngulos do salao a conversa-
rem com a maior sem ceremonia.Ei-los I disse
1 ella, orno que fallando comsigo mesmo envolveu-
i se na onda de novo que norria para aquelle Wo,
1 e foi collocar-se por detraz das cadeiras que ambos
ocupa vam.
Os dous -dminos conversavam j algum tem-
' po, por isso Hermelinda s poude ouvir o seguinte
i dialogo.
Deixa-te disso, meu amor; tu nao s mais
enanca, para seres governado desse modo.
Nao, meu anjo, nao posso ; bem vs que hoje
impossivel, j bastonte me custou vir at aqui
Entao por que ? perguntou o domin *
rosa, segurando na mao de Raphael.Vai
conte-me isso.
Minha senhora, oppoz-se forlemente que eu
: viesse ao baile.
E o motivo ?
Tem muito ciume de niiiii.
i Entao desconfa j t...
Oh e muito.
Nesso caso se ella soubesse que passamos jun-
tos altamas horas...
h I nem Immh fallar n'isso; desesperava.
Ah I ah I ah !
Do que ests rindo ?
Da tolinha. *
Coiada I por que me ama.
E por isso...
E por isso o que ?
Cliega a ser egosta teu respeito,
Do quo te admiras 1 o amor sempre o foi.
Isso hade passar com o lempo.
Quem sabe I
Nesse caso nao me acompanhas hoje t
Advinnastes.
E so eu te disser. que depende da minha von-
tade ?
Nao digas isso Luizinha 1
Ora, se digo I sers tao ingrato que me ne
gues osteprazer ?...
Mas, se eu j te disse...
Nao sei; tenho alii a seje que mandei vir,
entremos juntos como viemos.
Mas...
Espera disse Luizioha, e corren atraz de
um mascara, que lhe tocara na face ao passar por
ella.
Haphael seguio-a com os olhos, e depojs en-
costondo a face as maos, poz-sc a pensar.
Hermelinda que al entao se limitara ouvir o
que faliavam, sem dizer urna s palabra, nem fa-
zer o menor movimento, aproveitando-se do seu
disfarce e da ausencia de Luizinha,) chegou-se
Raphael e bateu-lhe levemente nos hombros. Ra
phael ergueu a cabera.
Que me queres ? perguntou elle.
D-me o teu braco.
Raphael ergueu-se e offereceu o braco.
Onde queres ir ?
Logo te direi.
Temos mysterio 1
Pois julgas ?
Disfarcas a voz.
Logo sabers porque.
Mas afinal aonde vamos '!
s muito curioso I
Agora que o sabes ?
Nao, de certo.
Ambos guardaram silencio, atravessando por
meio dos grupos, at que chegaram porta princi-
pal do edificio.
Anda nao me dirs onde vamos 1 de novo
praieiros recolncrnin-sc provincia as dtspssi-
CfiaMS U'ais pacificas, e MkjjpMBTa, cabera
onda quando j Ihes nao era possivel evita-la.
Nunes Machado anda estova na corto, quando l
chegaram as noticias dos primeiros movanentos.
Entende-se com o Dr. Urbano, e parte no tiriBe pro-
posito de suffocar a revolucao.
Nunes Machado era o vulto querido do pavo,
era o grande patriota do imperio, era a voz magne-
tisadora das multdes, o Dr. Urbano dando o ulti-
mo aaerto de mao ao seu Ilustre amigo (o ulti-
mo I...) aereditou que com ello parta a pacifica-
nao de Pernambuno. E quera nao o acreditar. O
Dr. Urbano flcou em seu gabinete na corle do im-
perio ltenlo e vigilante pela sorba de seu partido,
prompto e irme como sempre para combates pro-
prios do seu carcter e ndole, combates tambero
muito gloriosos da tribuna e da imprensa.
Nunes Machado, porm, ehegou tarde; ja a serte
dosaeus alliados se desenhava sombra e.terrivel.
Aquelle grande coracao palpitou violentamente,
aquella almagrando e generosa sentiuarrojos irre-
sistiveis para o sacrificio...
Nones Machado, nao podendo fazer parar o carro,
seguiu com elle.
Qual deveria ter sido entioo procedimento do Dr.
Urbano Sabino ? Partir tambem, quando o movi-
mento armado prenisava de ter livre e sem cora-
prometlmento urna palavra eloquente, e urna pen-
na poderosissima ? Partir tambem, quando os seus
amigos escreviam-lhc para dizer-lhe, que era elle
o penhor de que o movimento generoso de Peinara-
buco nao ftearia indefeso no grande tribunal da
opinio e da iniprensa 1 Partir tambem, entregar
ffICA50ES i PEDIDO.

do ser dada o ponto no da antecedente (i
as 8 horas da inanhaa.. Os actos do i., 3. e 4.
1 anuos devero comocar as 9 poras, e os do 2. o
5." as 8 horas.
Secretaria da Faculdade de Direilo 2t deoutu-
bro de 1863.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Secretario.
Tribunal da relami.
Por ordera do Exm. Sr. conselbeiro presidente
da relacao se manda novamente publicar o edilal
Que isto, senhora ? exclamou Raphael ven
doa-a chorar ; |>ois sentc-se por urna cousa tao,
simples ? 1 Faco-lhe todas asvontades, nao a cons-,
tranjo cm cousa alguraa, e agora s porque v-me i
nom disposigo de ir ao baile, nem me quer acom-
panhar, e nem tao pouco admitte que eu v sqzi-1
nho Isto l tem lugar! Niio pretendo fazer reiulc-
vous, nao lhe d isso cuidado ; quero apenas satis-1
fazer tima promessa que fiz a um amigo de ceiar-!
mos juntos ; doi-lhc minha palavra, forna cura-1
pri-la.
Em qnanlo Raphael assim fallava cncobrindo a
perguntou Raphael.
V l se advnbas.
Nao sou forte em advinhanoes.
Vamos ao hotel.
De que ra ?
Tambem preciso advinhar ra ?
Sem duvida.
Entao fago ponto, e cntrego-mc em tuas maos.
mesmo melhor.
A supposta Luizinha fez um sgnal com o seu le-
que de sndalo, e immediatamente um narro apro-
ximou-seda calnada. Ambos entraram.
Donde viemos? exclamou Raphael, um pou-
no desconfiado.
Sim, donde viemos ; nao te impacientes, j
vaes saber tudo.
Raphael reclinou-se na almofada e flcou pensa-
tivo ; o carro partir lodo o galope, e n'um mo-
mento ehegou ao lugar indicado.
I A moca foi a primeira apear-se, e offereceu a
mao Raphael, qne eslava um pouco aturdido com
1 semelhante aventura, e desejava ver o resultado.
Subamos ; disse ella conduzindo-o pela mao.
O abaixo assignado declara que tendo freqen-
tado o negocio de gados nos sertes, as fciras, e
em platneas de carnes verdes na praca desde
o anno de 1833 at 1863, sempre em todas as cri-
ses e lempos at 1860 fazendo prompto seus paga-
mentos, como publico ; porm que depois logo
do auno de 1861 at o corrente 1863 foram os ne-
gocios em conlinuacao o arruinando com enormes
prejuizos esi compras e venda* e perdas de iiume- do Io de julho do corrente anno, que mais urgenie
ros de gados, at que levou o amiunciame ao sc torua em consequeucia da disposigo do novo
estado de nao poder mais lutar com o negocio, regulamento n. 3,139 de 13 de agosto prximo
yisto as suas circunstancias de se aehar individa- Indo, que no 3o do art. 31 e na parte 1 do art.
do, e fue os fazendeiros jamis sc affoutariam W>i impde novos deveres,
a venderle gados por temerem que nao houvesse Recife, 17 de outubro de 1863.O secrelario,Do-
algum de seus credores que le fizesse trausior- mingos Alfonso Ferreira.
uar o perder o knporte de qnalqer numero de EDITAL.
gados que lhe vendessem; e avista disto sendo as O deserabargador D. Francisco Balthasar da Sil-
posses do annuncianle muito e muito diminutas veira, presideute da relacao de Pernambuco,
como um alguera em comparacao urna torre ; i *& le.
declara que sao seus credoVe os seguintes se Pe'o presente edital faco saber a todos os juizes Tencnte Ernesto Ignacio Ca'rdim (i),
nhores : Baro de Vera-Cruz, capito Manoel ae direito e muncipaes das diversas comarcas su- Francisco Moreira da Costa.
Joaquira Ferreira Estoves, Manoel de Souza Tava- ei'as a aleada desta relacao, que para fiel cumpn- Joaquim Jos Martins.
res, Moreira & C,Francisco Jos da Costa Germa-' ment dos artigos 99 e 100 da lei de 3 de dezem-1 Joanna Baptsta dos Santos,
no, Antonio Goncalves da Silva, Joao Manoel de bro de 1841, e dos arligos 467 e seguinles do re- JoSo de Azedas Machado.
Araujo Costo, Manoel Candido de Farias Leite, gulamento n. 720 de 31 de Janeiro de 1842 e para Joao Miltao Henriques de Souza.
Antonio Paes Barrlo, Paulo Cavalcanti da Rocha o bom andamento e despacho dos autos crimes.
Wanderley, commandante superior Joo Dantos de necessidade que facain constar nos recursos e
de Oliyeira, o Portuguez_Estrella, Adeo Clementi- appellacj5es que tem de vir instancia superior,
no Leite de Souza, Joao Jernimo da Silva. Aos ouaes os reos que sendo pobres nao pdem pagar
quaes roga, o delles devedor, a merc de lhe da- sellos, custas e mais preparo, o que fcilmente
i rem a fuga sem lhe cobrar qualuuer dinheiro des-
aos adversarios a ultima cabeca e a ultima penna tes deWto um anno. 0 dc ^ ^L "agTr Cada
quando alias ja entao lhe sena quasi impossivel auB & ^ coalo ;U ^^ de ^s os
Z^uV?^ZS'Z?, "ll^Z^Zl \ priucipaes, proiuettendo elle devedor, que se mais | E _paj;a consUr, e para que chegue ao c
(lai v filial em Pernashira.
Por ordem da directora do banco do Brasil s
convidados os sennores accionistas loralisados mi
caixa filial de Pernambuco recolherem ahi al*
da 23 de Janeiro de 1864 a nona e ultima presta-
nao de 10 0/0, ou 204 por anno, de eonforaidade
com os artigos 8 e 9 dos estatuto do banco do Bra-
sil, e art. 4o dos estatutos da caixa filial.
Sala das sessoes da directora da caixa filial do
banco do Brasil em Pernambuco 1.* de oalubrode
1863.-0 seerotorio,
Jo Mamede Aires Ferreira.
OHH lO.Et^Ai-
Kelacaa das carias segaras eiisleiles
n ad iiiaisirace corrcia desla
eid^de pur s sealtares abaiie de-
clarados
Antonio Jos Barbosa Vianna.
Baro de Guararapes.
Jos Joaquim Alves de Amorim
Jos Mana da Costa Pinto.
Luiza Francisca dos Anjos.
Dr. Louranijo Jos de Figueiredo.
Miguel da Silva Pereira.
2>.
consegue-se por meio de justifiraco ou mesmo de teneute Manoel Joaquim de Souza.
attestados ou certides dos subdelegados, delega- Pedro Correa de Camello,
dos, juizes de paz e vigarios. Salustiano Jos de Lima.
do c improficuo.
i trague
moeiro, ou era qualquer parte que se adiar,
isto 0
Nao cabe aqui historiar todos os servicos part-1 pra os emlow ^ p-raa e M fra 3te 0 Limoe
| ro, cantando com o Sr. Joao Manoel de Araujo Cov
culares que o Dr. Urbano prestou aos
zes amigos, mas ah corre pelas maos de todos a
historia da revolunio praieira, historia firmada
com o seu nome, brado ingente a favor da grande
causa pernaii diuca na. protesto eterno contra as vio-
lencias d'esse tempo, peca importante pela quaj o
futuro historiador se habilitar para fazer justica
revolunao pernambucana de 1848
ta, visto que os do serto esto conformes. Pede o
davedor esto merc o fuga, para poder fazer o een I
negocio, e pagar os seus dbitos, que ardeote dse-;
jo tem de pagar ; e do contrario nao pode mais
negociar, por succeder o que ha pouco succedeu,!
que teiulo ido ao serto tratar de um negodo,
visto que na toira ja nao poda mais continuar
Dr. Trislao de Alencar Araripe, official
da imperial ordem da Rosa, jui/. de direi-
tn, especial do commercio da cidade do i
Recife e seu termo, capital da provincia
No dia 23 do corrente, depois da audu-ncia
do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, vai praca por
venda a escrava Balbina, avahada em "*\f>. e seu
filho Francisco.de 4 annos, avahado em 300; tai
praea requenmenlo do invenlariante dos bcw
de D. Anglica Mara da Veiga, o Dr. Angela Hen-
nqnes da Silva.
Consclho de compra nava
Tendo o consclho de promover a compra, b
do na corte, o satisfacer algum senlimento r
melade de 200 a 300 bois, metode do valor por
laicr algum seuiiinenio menos tedfl paarnom a venda dos
digno,se tivesse em vistos evitor compromettiraenlos S! ^^ZmJBr^X^S^mAt
e salvar a sua pessoa, ter-se-biaarrojado publica- ^Amonio^e.aS^VffiKrnl WM
anear os J" ^^XEdo cahido com os '"em- *^* de ser Pa> r ">* (le desa"
scua.mos^'can3^ JZ ,Tltlf, SXS^SZt^ S
no campo da imprensa, e confessar-se reo com os I *?0' aviH
seus amigos, para compartilhar com elles, como
compartilhou, os rigores do ostracismo.
O quolianeste procedimento que nio seja muito
generoso c muito digno ?
E depois d'isto, qnal o procedimento do Dr. Ur-
bana, at hoje que de novo se apresento aos seus
amigos de Pernambuco ?
Ser assumpto do artigo seguinte.
Recife, 17 de outubro de 1863.
do que desanimou ao dono daquolles gados, que,
temendo nao succeder algum crednr fazer algiima
entrega que llie pnrmiMisse a perda de seu capi-
tal, Je6fez o negocio. visto de toes circums-
taucias, com muita razo vive assim em deses[iero
seca poder fazer nenhum negocio. E como pagar,
ou vivar sem o asylo que lhe posea dar de auxilio
seus mesmos credores ? Ou entao, do contrario, pn-
iIp Pprnamhiin.il ivvr Sua MhmxIiIp Im. ,kS cn,l'ces.do estylo, dos objerlos do material da
ue rernaraouco, |ior >usi .\wgeiae iva- armada abaixo denlarados, convida aos im im-
perial 6 Constitucional. O Sr. Pedro II,' tenderem vendlos apreseniarcm inijiipn
a quem Deus guarde, etc. | tos em cartas fechadas no dia 2 do corn-nle nm
Faco saber pelo presente, que no dia 16^jL|fs horas da lu*Bhia. tm queessater
Objectos.
,000 arruellas de cobre, i bataneas que pesrm
10 quintoes, 20 arrobas de cairo velho, 1 na-
pecliva, a casa terrea n. 27, sila na ra da: "^^ S|allD0S de comprimenio mais on menos
Roda, fregTia do Santo Antonio, a qual ^^ T^? ?&S*Z*
tem vinle palmos de frente e Cincoenta e de luz verde, 2 de luz encarnada e 2 de luz n. tres de fundo, com porta e janella na frente, I ral. 20 arrobas de graxa do Rio Gramte, 40 nt-nas
duas sallas, dous quartos, cozinha fra, qnin-1 de ]f haic baia' ff- ,ibra-s *iJ"ta "'roda
tal murado, cacimba oropria, e porto'queiffS*Yt^VSSLXSSSi
deita para o bero dos Patos, avaliada em; polingadas, 8 duzias de costados de pao carga de
dous contos de ris ; cuja casa perlencen-. 1 l|2 pollegada, 2 redes de pesnar, 6,ooo wua
te Francisco Jos da Costa e Silva, e vai d.e 1)a.IT0> >.*_jollo le alvenaria batida. 12 du-
praca por execu?So, que contra o mesmo
encaminlia Julio Cesar da Silva Amaral. E
na falta de licuantes ser a arremataco fei-
seus mesmos creuores 1 uueniao, uocontrario, |n- ,, _.!,, liro(,n ,1 o/liiulinacn i-nm ahili
blicas eslao as alalas que possueo mesmoannun- fj^i JHe!^,
ciante, as quaes prompto entregar, indo Andar
i o resto de sua vida em um deserto onde mesmo
Tem Pernambuco de concorrer Possa abreviar mais ligeiro a exisieneia, pois que
voto para preencliimento S?" raeios e "*" oniu>> ^ lH,mera e
Recife, 21 de outubro de 1863.
Luiz Jos Lucas de Mello.
Illm. Sr.
agora com o seu
da vaga que no senado deixou o Sr. visconde
de Albuquerque. A lista trplice que para
isto, e segundo a constituicao poltica do im-
perio tem de ser apresentada escolha da
cora vai ser confeccionada.
Pernambuoano, seria para mim de altis-
sima importancia merecer dessa dislincta e
A salsa patrulla de llristol.
Trinta annos de triumphantes resultados hao da-
do este antisptico vejeial urna repiitocao inco-
mensnravdmente superior todas quanlas se co-
liPron nrovinia a honra dp'ser ronUl pn- nherem Pnra a cura *s csnrofulas e de todas as
neroica provincia a nonra ae serconmuoen ^^ c|agst)S d(J onfermidajes uicer0sas e erupii-
tre os seus escomidos.
Assim, pois, apresento-me candidato lis-
ta trplice para senador, em cuja eleico vai
a minha provincia empenhar-se agora.
Meus principios polticos sao coahecidos.
Na imprensa, bem como na tribuna parla-
mentar, tenho-me definido claramente.
veis.
Os mdicos os mais eminentes, os periodistas e
os escriptores de medicina sao outras tantas tes-
temunhas da sua efflcacia quas maravilhosa, tem
salvado c contina salvar as vidas e os membros
de miniares de pessoas.
Nunca foi administrada em vo, ainda mesmo
nos casos os mais terrives e obstinados. E' o uni-
^^^^^Z!"^!^^11^'0' cha as pernas, abscessos, cancros, tumores,
verdadira causa que o levava ao baile, Hermelin- i T 1>ara onde minha scnnora ? perguntou c
da imaginava ummcio de verificar se defacto seu,' cheiro ..,,, 0
marido tinha culpa no nartorio. I Para a cas donde vieinos-
Pois bem Raphael, disse ella, se verdade
i|ue dstes palavra a teu amujo, forna desempe-
nha-la como dizes.
Se verdade ? !... dzes tu, entao anda nao
me acreditas ?
Acredito ; nao le zangues mais, faze o que
entender* que eu a tudo me resigno.
Raphael nao apreciou muito a resposla, mas pa-
ra que o negocio nao fosse alm, calou-se. A tcm-
pestade parcecu acalmar-se, e elle foi oceupar-se
cm fazer o son toilette.
Andr Andr 1 grilou elle chamando
cralo.
nmediatamenie o criado appareceu.
. ~ "ya esla handrija ai|uella casa que ta^\^r^g^^^ permita V. S., que eu SOllicite sua valiosa
lies, e Oizo ao meu nmmo que eu nao jcnjorarei I,, eMdUd'"uc csw -c u 1 L-j- ...-
muto. Anda Vai depressa. i "le 1ue esperasse, e correu aabrir a porto da sala! coadjuvacao
O criado pareca ter azas nos calcanhares, nao
andou, correu ; nao correu, voou.
co remedio para as escrfulas, erysipelas, herpes,
1 chagas as pernas,
nem transigire jamis a cusa delles. porque molestias sjfMUfeu e memuriaes, assim nomo
os reputo os mais santos, visto envolverem toda a casia de molestias da nelle.
A' venda em todos os armazens de drogas e as
seuranca de Jberdade constitucional, ^ con--
dizirem prosperidade e progresa) uofV0,ic*8 prinfipaes da America do Sul-
pata, im 11 alisaran e legilimidade de sua ad-
minislragao-
Se tenho andado bom caminho diga-o ago-
ra a provincia onde nasci: respeitoso me j
aprsenlo a ella para ser julgado.
Entre tantos, lo Ilustrados e dignos ft- : maza da Conneicao Cuhha em H de fevereiro do
ihos de Pernambuco, ousada talvez minha corrente anno, mosira-se que exista nessa dala o
anrpspntaro Sirva-mo noivm dp des- sa,d0 '"Ndo 5:8163774 rs. o qual foi entregue ao
aprtsentaijo. su va me, poiun, ue ues actuai curador que Joo da Cunha Soares Gui-
culpa o grande desejo que nutro de ser til mares.
essa provincia e ao paiz, e u subida honra i E porque a lei expressamente ordena e todas
qne os saldos li pu-
ntes ao cofre, onde nao
Atleiieo.
Illm. Sr. Dr. juiz dos orp'hos. Diz Antonio da
Cunha Soares Guimaraes que dos autos de contas
que prestou Ignacio Luiz de Brito Taborda como
' curador da mai do supplicante. D. Francisca Tho-
n-i-1 Luizinha nao me dirs que diabo de historia de ser por ella distinguido rom to alta pro-,as consideraeoes aconselhem
v esta t ya de confianca dos se recolliam 1"anto ante
- Tem paciencia, que eu j te explico. s -V l|Slififar min,, nrp,pn.3n 1 esXf ma'3 ^guros, seno 1
Nisio o domin cor de rosa deixou-o no patomar se .,s,U)P0,ue JU!>ll"car m!nlia preiencao, Juros (la |ei> 0 SUpp[,cante qw
Dah momentos antes de sabir, Raphael apro-
xiraou-se de Hermelinda, segurou-lhe na mao cora
bondade, e deu-lhe um beijo.
Hei de estimar que te divirtas muito, disse
ella.
Sem ti, meu bem, como possivel ?
Oh l se !
Maliciosa exclamou Raphael dando-lhe com
a mao ama pannadinha no rosto.
Ao descer a esnada, encontrou-sc com Andr.
J osles 1
J, sim, senhor.
Entregastes ?
Entregue i.
E o que disse .
Ou* espera meu senhor.
Bem.
O criado subi, e Raphael dirigise apressado
jrasa do tal seu umigo.
Em quanto elles caminham para o baile, vejamos
o que acontece.
Andr grilou Hermelinda logo que pensou
que Raphael. j estara bem longe.
Minha senhora respondeu este aproximn-
dole.
Estima-me, nao assim ?
Isso nem se pergunta !
Stmi exigisse de li um servino .
9 obedecera minha senhora.
Ento dize-me c urna cousa, de que cor o
lomillo, que teu senhor mandou alngar boje ?
Um azul e outro cor de rosa.
Ah sao dous !
Sim, senliora.
lien, e qual dos dous elle vai ocenpar t
Isso, nao sei.
Ee nao experimentou algum ?
tB eu visse, nao senhora.
Mas qual ser o do anugo de Raphael, oade
rostes levar a bandeija ?
O cor de rosa.
Ests certo disso *
Certissimo.
8 a mascara do que qualidade ?
D seda.
-Atfr?
0 rosa tambem.
Agradecida, e escuta : quero que ote vas alu-
gar um domin e urna mascara iguaes aos do
amigo de Raphael, e v tambem urna seje que ve-
nha quanlo antes. Mas, v l, nao dize urna s
palavra de tudo isto, quem quer que seja.
Nao, minha senliora.
Bem, eBtao espera.
Hermelinda levantou-se, abri um cofresinho de
madeira embutida, ondo guardava suas joias, e
ilelle tirou urna noto.
Tema, disse ella, corre fazer o que to dis-
se, e nao te demores ; paga o importe, c guarda o
resto para ti-
Andr correu cumprir as ordens que tinha.re-
cebdo, ed'ahi a pouco chegava repimpado na bo-
lea da seje trazendo comsigo um emhi ulbo.
em prol da minha candidatura,
na qual o introduzio, fazendo-o sentar._ Ao volver | E' poderoso O concurso de'seus servicos, e
os olhos pela sala allumiada com o clarao que des-: ., annpip 1 mnh. anro i ,,li"lu'," KiUK" uuu ^uiauor
pediam as vellas de um magnifico candelabro, Ra-; Pr la,_!10 Ine roS phael flcou pasmo de admiracao reconhecendo que sentacao e a tome sol) seus cuidados. P. V. S. deferimento.
ustava na sua propria rasa i Drigindo a presente V. S. cumpro
Isto um sonho, Luizinha I
apenas a realdade! disse Hermelinda na
sua voz natural, e arrancando a mascara.
Hermelinda I exclamou Raphael paludo como
um cadver.
Raphael murmurou ella, enxugando duas
lagrimas que lhe corriam dos olhos.
Alguns minutos conservaram-se os dous espo-
! sos em perfeito silencio Raphael estova confun-
! dido como um ru na presenca de seu juiz : Her-
melinda olhava-o com um sorriso de bondade, em
quanto que seu coracao se despedaeava de dr.
Afina I o culpado ergueu-se.
Peno-te perdao, meu anjo arrependo-me
do que flz. A linao que me dstes, bastante pa-
ra o meu nastigo."
Quem ama, como cu te amo Raphael, facl-
i mente perda ; porque um coracao aonde existe o
1 amor, o odio nao pode existir.
Oh I agradecido I agradecido !
Bem vs que eu tinha razo para nao tedei-
xar ir ao baile.
verdade 1
Mas como tnhas dado palavra ao teu amigo...
Hermelinda!
Est bem, est bem, esquejamos tudo que
so passou, c oxal nunca mais exponhas a digni-
dade da tua esposa aos insultos de amigos daquel-
la qualidade...
; quanto devo sua posieo, emerecmentos;
i mas soilicitando o seu apoio, nao desejo o
menor sacrificio de consciencia.
A escolha que vai a provincia proceder
de summa importancia para o seu futuro;
ella, pois, deve presidir a mais ampia li-
berdade, muita calma e rellexo, perfeito
desinteresse pessoal, e consciencia pura.
Kecaia em quem recair a escolha de Per-
nambuco, seja ella, porm, digna dessa pro-
vincia Ilustre por tantos ttulos, tal o meu
desejo.
Acceite V. S. os sentimentos de alta esti-
ma e consideragaocom que meassigno.De
V. S. patricio e creado respeitador.
Joaquim Sibianha Mariiio.
Rio de Janeiro, 20de junho de I8G3.
Para o Exm. Sr. presidente da provincia ver.
Sou adjunto das escolas publicas da provincia
ha 7 annos; acho-me as condines do art. 39 da
lei n. 369 de 14 de mao de 1855, por isso que ob
tive um titulo de capacidade professional em virtu-
... ,.,..- .. de de 3 exames porque passei; o art. 41 da mesma
o juro! disse Raphael beijando-lhe a, ie diz imperativamente, que os adjuntos que ti-
' o titulo de capacidade professional
mao; c depois accrescentou castigastes-me sem pie
' dade.
rso, meu Raphael, disse Hermelinda, para o
teu crime, isto foi apenas urna sorpreza.
No dia seguinte nao restava um s vestigio des-
la tempestado conjugal, ambos estovara tranquil-
los, tinham feto as pazes.
Oh 1 e tao liora fazer as pazes !
COMMNIGADOS.
verem obtido
na forma do art. 39, e provarem maioridade e mo-
ralidade, serio nomeados professores pblicos das
cadeiras (jue vagaren, sem dependencia das forma-
lidades de ex a 1 ne.
Ora, tendo eu provado estas dnas qualidades,
parece que nada devia receiar, porque a lei me
garante um provimento.
Mas assim nao qur e secretario da instrueno
publica, o Sr. Salvador Henrique de Albuquerque
que se tem constituido meu gratuito inimigo, sem
que eu o tivesse nem venialmenle offendido. '
E as razoes em que basea a negativa de meu
di reno diz elle, porque eu nao prestei os meus
exames em os tres primeiros annos consecutivos
como qur a lei, como se eu devesse carregar com
a respomabilidade de actos alheios. poig s ao
' ex-director geral cabe a culpa dessa falto por se
A candidatura senatorial dn
Dr. Irbano Sabino Pessoa de
Helio.
4. artigo.
A 9 de selembro de 1848 subiram ao poder os ter negado a designarme dia para exame como por
nosses adversarios. O Sr. Dr. Urbano, j residen- muilas vezes requer.
; te na corte deste 184fe\ l deixou-se ficar, e seos O que levo dito hei ouvido da propria bocea
compaoheiros de depulacao veram. do Sr. sccretari, e perante o director geral interi-
V-se, pois, que a sua residencia na corte nao no, o illm. Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo, a quem
foi eoBsequencia da queda da poltica, e sim conti- aquelle senhor affirmavaque eu nao poda ser pro-
nuaco de um tocto j de muito assentodo. vido seno indo a concurso, como qualquer outro
Com sus|ieiias de que contra a sua vida se in- aspirante.
lenta va em Pernambuco, e sendo certo que n cor- De rovo me consta, que o senhor secretario per-
te poda fazer iguaes ou melhores servicos ao seu servera e prometa levar a effeito saa opinio, pre-
parado, o Sr. Dr. Urbano, como j dissemos, bavia valeceodoso da ingerencia qne tem nds negocios
mudado a sua residencia, quando em selembro de da instruccan, a flm de que seja informada desfa-
llermottada recebeu o domin e a mascara, en- 1848 os bossos adversarios subiram ao poder,
trou no seu aposento para vestir-se, e logo depois Fechadas as cmaras o parlindo os seus collegas
desea ligeraoisatoas oseadas, e entrava na seje, I de depuiaco para Pernamboco, o Sr. Dr. Urbano
indicando ao coeneiro o lugar para onde devia I deixou-se licar, como bavia Hcado nos annos ante-
conduzi-ta. riores, porque na corte era a sua residencia, e nao
Ella ehegou justamente ao acabar-se ama qua- porque quizesse urtar-se aos azarse incommodos
drilha quando lodos passeiam pelo salao, uns cor- d'uui movimsnto armado, movimento que sempre
rendo, oulros saluimli, esto rindo-se, acuelle ri- j estove louge da vontade da deputoco praieira.
lando; n'am desses moTnentos em que todos Xal- i Como o Dr. VileUa acaba lam sem se efflbnderem, e frao votara e haru- raL como altos ja *Ar. I>r. Feitoaa luviademons-
iho, e movimenlo, e ftrir. voravelmente a netico que dirig ao Exm. Sr.
presidente da provincia no sentido de me- prover
na cadeira da Varzea, que ha pouco vagou.
Muito confio, tonto no honrado Sr. Dr. director
geral, como no digno administrador da provincia,
e esporo que meu direitonoha de ser assim sophis-
mado, por quem qur dispr das cadeiras a seu
talante com evidente olfensa de direftos adqui-
ridos,
|e outubro de 18G3. __. -
Smtrioit FmafJnkor.
tambem vencendo os
ue como filho inte-
ressado (e nao intruso) na boa adminstrano dos
bens de sua mai e no zeloso aproveilamento de
seus rendimenlos, vem requerer V. S. sirva-se
mandar que o dilo curador recolha ao cofre o men-
vinte c quatro horas.
E. R. M.Antonio da
Cunha Soares Guiniares.
Despacho.
Venha por linhas nos autos. Recife 22 de se-
setembro de 1863.Aquino Fonseca.
At boje estou por ver os autos Sr. Dr. com a
minha pelico despachada, V. S. dar as providen-
cias como fr de Justina.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBITCO
O Banco toma saques sobre as pravas do Rio de
Janeiro e Bahia.
Alfandega
Rendimento do da 1 a 20. .
ldemdodia2I.......
262:4615042
lo:o79(i'Jl
278:031*633
Movimento da alfandega.
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes saludos
com fazendas
cora gneros
80
625
-----705
48
356
----- 404
Descarregam no dia 22 de outubro
Barca franceza facmtmercadorias.
Barca inglezaVesion car vo.
Brigue hollandez Zecny>npkfariaha de trigo.
Barea portuguezaS. Manoel IIdiversos gneros
Escuna hanoveriana101a mercadorias.
Patacho americanot. W. Tratkferinha-fl
Reccbedoria de rendas internas
geraes de Pernantbnco.
Rendimento do dia 1 a 20. 31:3675930
Idffl do dia 21......... 3:52480<>
34:8924739
Consulado proTlnelal.
Rendimento do dia 1 a 20. 45:7783097
dem do dia 21......v 1:585*495
27:343*592
MOVIMENTO DO PORTO.
Natos sakidos no dia 21.
LiverpoolBrigue inglez James Steumrt, capillo
Daniel Roso*, carga algodSo e outros gneros.
Rio da PratoBrigue hespanhol Ventura, capito
Jaime Albina, carga assucar.
Nao houveram entradas.
EDITAES.
Faca'dade de Oir lo
De ordem do Exm. Sr. director faco publico qual
os actos comecarto no dto 3 (soxta-feira), dcveiv
ment rsped i vo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei fazer o presente edital, que
ser afiliado nos lugares do costme, e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife
de Pernambuco aos 0 das de outubro de
1863, quadragesimo segundo da indepen-
dencia e do imperio do Brasil.
E eu Manoel de Carvallio Paes de Andra-
de, escrivao, o subscrevi.
Trislao de Alencar Araripe.
DECLARACOES.
No dia sexta-feira, 23 do corrente, depois da
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da 1.* vara,
teem de ser arrematados, por ser a ultima praga,
os objectos da taberna da ra da Senzala Velha n.
50, constantes do escripto que se acha na mao do
porteiro, por execnno de Domingos Fernandes
Ilodrigues dos Passos eonlra Joaquim Gonealvcs
Beltro.
No da 23 do corrente, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz municipal da 1." vara, se hao de ar-
; rematar em hasta publica os trastes penhorados
por execueio de Joaquim Francisco Franco ao
' padre Francisco Alves de branles, por ser a ulti-
ma praca, escrivao Raptista.
No da 23 do corrente, depois da audiencia
do Illm Sr. Dr. juiz municipal da 1.a vara, tem de
ser arrematado o escravo Silvestre, idade 12 an-
nos, pela quantia de 400*, por execucao de Jos
Fortunato dos Sanios Porto, contra (bandido Tho-
maz Pereira Dutra, escrivao Baptsta.
Pela subdelegada do Peres foi apprehendido
um menino preto de idade 8 annos, que acompa-
nhava um comboy em seguimento do serto ; este
menino diz chamar-se Cosme, e ser forro, e sua
mai Marceas, e que mora no Manguinho, e ter al-
guns los para as partes de S. Lourenco da Malta,
d'omjc ha pouco vieran, para o Manguinho : quem
ao mesmo tiver dimito, comparena para ser-lhe en-
tregue. Subdelegara do Peres '21 de outubro de
1863. O subdelegado,
Alexandrino Martins Garrafal Barros.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico que
a mesma thesonraria em vrtude da ordem do
thesouro de 5 do corrente n. 184, acha-se au-
torisada a mandar pagar com fundos do cor-
rente exercicio aos credores da fazenda de dividas
do exercicio lindo de 1861 1862. As pessoas in-
teressadas devero requerer mesma thesouraria
a liquidanao e pagamento do que se Ibes dever at
30 de junho de |1864, at quando vigorar a sobre-
dita ordem.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, em 16 de outubro de 1863.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra lem de eomprar os objectos se-
guintes :
Para a companhia de cavallaria de linda.
Bonets 76, botins pares 188, luvas pares 198,
mantas de la 66, panno azul covados 512, casi-
mira encarnada covados 9 Ii2, dita verde covados
9 l|2,olanda de forro covados 301. briin branco
varas 891, algodozuho varas 495, botocs grandes
de metal amarello lisos 1,064 ditos, pequeos do
mesmo metal 608.
Para o arsenal de guerra.
80 varas de brim da Russia.
50 resmas de papel almaco.
30 garrafas de tinta preta.
20 frascos de tinta ingleza.
50 broxas sortdas para pintores.
Para a Colonia militar de Pimenteras.
1 bandeira imperial de filete com 25 palmos de
comprida e 16 ditos de largo. 1 dito de dito dito
com 9 palmos de comprida c 8 ditos de largo.
Para o arsenal de guerra.
Ferro inglez em barra com 1/2 polegadas de lar-
gura e 3 oitavos de grossura 50 quintoes, gomma
arbica libras 5, mas. os de brelas 50.
Para o presidio de Fernando
Um nincho segundo o modello existente na se-
cretaria do conselho.
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manliaa do dia 23 do cor-
rente.
Sala das commisses do conselho administrativo
para forneciraenio do arsenal de guerra, 16 de
outubro de 1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio da Reg arros,
Vogal e secretorio.
Arre mata cao
Peraiiieo Illm. Sr 9i\ juiz munici-
pal la segunda Vara, sabMo 24 do
correte,dejMiis > linda a audiencia
i> o urica os escravos seguiuies pe-
lene ntea a neanca do tinado.I nando da Cruz: Fclippe, cabra, sua
inalnerde nome Felippa, erionlrt, com
dons filhos de nome Flaviano e Jov no,
indos por 1;8i)0$; Jos Ferreiro e sna
mullie. de uomc AAtonh, porlfcOUO;
Jos ktrtelo, t nnto, por ffffl; i
Jns DfTratfa por #0.
zias de toboas de pinho da Suecia de 1 pollegada,
10 duzias de taboas de pinho da Soenia de I Ir*
pollegada, 10 duzias de toboas de looro on ama-
rello de 38 palmo de romprimento e 2 de largu-
ra, e 100 vertedores.
Sala do conselho de compras navaes, 17 de ou-
tubro de 1863.
O secretorio,
Alexanire Rodrigues dos Anjo*.
Aviso.
Para conhecimento de lodos a quem possa inte-
ressar as relanes commemiaes, com a rcpoblica
argentina, e com especialidade os Srs. capites de
navios, como para desempenho de inslrurces re-
cebidas, se manda transcrevnr em sna integra o
seguinte decreto de 24 de setembro ultimo.
El presidente de 1a repblica ha acordado \ de-
creta :
Articulo 1. Los buques procedentes de puerto
donde haya agentes consulares de la repblica que
no haigan sus manifestos visados como correspon-
de por los cnsules respectivos, sern obligados
eagar el duplo de los derechos consolares qne de-
ieron satisfacer en el puerta de su procedcnn:i,
cuyo importe ser percibido por la rolecliiria,
aplicando la mitad al llsco y depositando la otra
mitad disposicin del cnsul a qnien corres-
ponda.
Art. 2." La multa del duplo que queda estaMe-
cida por el articulo anterior, empezara cobrarse
cuatro mezes depues de la publicacin dn estn de-
creto, cobrndole entretanto los direchos consula-
res soiamante rimo lo dispona ni articulo o"!
decreto de 7 de noviembro de 1862. \
Art. 3. Communiquese quienes corresponde,
publiqueses y dse al registro nacional.
(Assignado) Mitre.Rutina de Elizaht.
Consulado da repblica argentina em Pernam-
buco, 15 de outubro de 1863.- Jos Juo de Amo-
rim, cnsul.
Correio geral.
Pela adminslraco do correio desla cidade se
faz publico que em vrtude da nonvenco postal.
nelebrada pelos governos brasileiro e francez. se-
nt expedidas malas para a Europa no dia 30 do
corrente |>elo vajior francez litan. As cartas se-
rn recebidas al 2 horas, antes da que for marca-
da para a saludado vapor, cosjornaes at 4 horas
antes.
Adminslraco do correio de Pernambuco 21 de
outubro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
SSWlfi EfcVNUO IHWIUO
18 ti |,K l'AItTIC t I.AK
NOS
saldes no i:\fcS l)K \pon0.
Su Miado 24 do corrente.
Estes magestosos saldes se achanto adornado
com toda a pompa c brilhanlismo, ardendo nesta
noite todas as novas vistos chegadas ltimamente
de. Pars.
s 9 horas da imite banda de msica execata-
ni, pela primeira vez nestes saldes, riquissima*
pecas de msica, como sejam grandes e dilTerei.les
operas e cavatinas, obrigadas a diflercntes instru-
mentos especiaos, nao deixando nada a desrjar a
um riquissimo concert para satisfa^-o do respei-
tavel publico.
Os cartazes desse dia serio entregues a peinas
especiaes e cscolhidas,no ha vendo carines pubh<<>s
a venda, e sim o adtuinislrador far dislribuic.'n)
delles a possoas que lhe convier, e se aprsenlar
decentemente vestidas : paia desla forma regulan-
sar os bailes particulares que tero lugar uestes
saines urna vez | Espera o administrador dstes saloes a kenevoto
concurrencia do publico, alim de que possa dar
todos os mezes um baile com gente escoihia.
Tendo podido o mesmo administrador ojbter do
Illm. Sr. subdelegado licenca para o bail meas
s 3 horas da inanha, assim o faz scienie ao res-
peitavel publico, achando-se |K>rianio 1 snmiri
contratada pa ra a mesMa hora, alim de ilisfiier
espectaliva publica.
Previne-se a todos os sennores que quiseretn ter
ingresso ueste baile, de mandar buscar os cartn
ra do Imperador n. 52, sem o que sao ten
enirada.
Ser mantido o regulamento do illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
Entrada para horneas 2
> seuhoras Gratis.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BBASILSIEA
PAQUETES A VAPOR.
IKw portos do Mi esperado
ate o dia 30 do corrale na dos
vapores da companha o qnal de-
pois da demora do eostnae se-
seguir para os portos do srte.
Desde j n>cebem-se paesafeiros e CMa-se a
carga que o vapor poder nonduzr, a qval erar
ser embarcada no da de sna ebeeada: ewom-
mendas e dinheiro a frote at o die, da sahMa as t
horas, agencia rna la Crns n. 1, escrtMorio de
Antomo Luis deOliveira Azyredo ft C.
"IWMPANHIA PERNAMBUCANA
M
>ave;afio eostclm a
*cei* efscalM.
O vapor Cnmaragibe, 1
danto Meara, seguir para os
partos cima iadicaaos m da 24
de outahro prximo, nceeber
carga ale o dia 23 ao meto dia.
meneas, passageltwedMwirea ftvte ate o
1 'na da sahida as 3 horas : mrlpMli ao Pevto *>
HBbsn. 1.
v_
MOTllLADO
/
1
f
a.


Diarlo de f*c raaiuhm-o
)

/

\
a feftra S U Outubro de 1 OS.
.
-
Do.s portos do norto esperado
at o da 2 de novembro o vapor
Princeza de Jomville, comman-
dante o capitao de fragata Santa
Barbara.o qual depois da demora
do costme seguir para os portos do sul.
Desde j reccbem-se passageirds e engaja-se a
carga no o vapof poder conduzir, a qual dever
*er embarcada no da de sua chegada, encommen-
da e dinheiro a freto at o da da sahida as 2 ho-
ra*, agencia ra das Cruz n. 1, escriptorio do An-
tonio Luir de Oliveira Azevedo & C.___________
Aracaty.
O hiato Doui Irmaos, segu nestes dias : a tra- do Crespo n. 15, e na-
ta r eom o Sr. Joao Alves de Qtfmtol no trapiche do a. nja
algodo. _______^^
reara.
O palhabote Garibaldi, segu
tratar com Tasso Irmaos. ___
liOTERI A.
IHWHVl
Sexta feira, 23 do corrente mez, se ex-'
traitir a selima parte da terceira lotera do
Gymnasio Pernambucano i terceira conces-
s5o), no consistorio da igreja de Nossa Se-
nliora do Rosario da fregucia de Santo An-
tonio. Os bilhetes e meis biHietes achara-
se venda na respetiva thesouraria, ra
por estes dias a
da Imperatriz. n. 44, toja do Sr.
Pimentel: ra Direita n. 3, botica do Sr.
Chagas; roa estreila do Rosario n. 12, tv-
pographia do Sr. Mira; ra da Cadeia h.
45, loja do Sr. Porto. Os premios de... L
a BaPhttLCTa^^CgaU m^or f ^; .^fao pagos Bma \
parte do carregamento prompto, tra- nor,a POis da extraerlo ate s 4 horas da
ta-se com Tasso Irmaos ou com o tarde, e os outros no da seguinte depois da
capitao Custodio Jos Vianna. destribuicJo das listas.
Thesouraria das loteras, 40 de outubro
de 1863.
Servindo de thesoareiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
multa brevidade o brigue nacional Almirante :
tem parte de seu carregamento prompto, e para o
resto que Ihe falta, trata-se com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz do Oliveira Azevedo, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
PAQUETES A VAPOR
ParSybi, Natal, Mata, Araeaty e Cear.
O vapor Jaguaribe, commandan-
te Lobato, seguir para os portos
cima indicados logo que regres-
se de Fernando. O dia da parti-
da ser annunciado opportuna-
niente.________________^____________
Para o Kio de Janeiro
deve sabir com brevidade a escuna nacional Cam-
poneza : quem nella quizer carregar ou embar-
car cscravos, pode dirigir-se ao largo do Corpo
Santo n. 6, segundo andar, a tratar com Marques
Barros & C._____________________________
Imperial Pedro para o Rio de
laueiro.
Segu precisamente no domingo 25 do corrente
outubro, o brigue nacional Imperial Pedro, que j
tem o sea carregamento completo, s recebe es-
cravos a frete, e estes a embarcar no sabbado as
5 horas da tarde : a tratar no largo do Corpo San-
to n. fi. tanate andar, ou com o capitao Victal
Jos da Motta.____________________________
Para o Rio de Janeiro.
O hriguc nacional Belizano, prestes a seguir .
para alli, por j ter parte do seu carregamento,
umbom receba cscravos a IraM e alguma carga
miada: os pretendentes dirijam-sc ao largo do
Corpo Sanio n. 6, segundo andar.
D-se dinheiro
n. 12 taberna.
a juros: no paleo do Terco
O Dr. Cosme de S Pcreira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
' Io e 2o andar,tde pode ser procu-
' rado par* o exencicio delua prolis-
so medica, e com esperialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalbo pelos
doeijtes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as l O da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
S0CIED4DE
DOS
ARTISTAS HRCHAMGOS E LIRRR4 ES
DE
_ PERNAMBCO.
**-' 0eni do Illm. Sr. director da Sociedad dos
Artigas Mchameos c Liberaos, estabelecida no
consistorio da igreja de S. Jos, sao convidados
tdsos senhores socios para, hoje 21 do corrente,
asTstlrem a mJssa que se tem de celebrar na mes-
ma igreja, as 7 l^ horas da manhaa em honra da j
benliora do Amparo, ea noite, as 7 horas, compa-
recerem a sesso magna de anniversario.
Secretaria da Sociedad dos Artistas Mchameos
e Liberaes de Pernambnco 21 de mimbro de. 1863.
____________Silveira, 1. secretario.
COMPTABILIOADE COMMERCIAL
PELO
DK. WITK VIO PINTO BANDERA
Professor da srgnnda cadeira du Curso Commereial Prnumbutana.
AOS 5,000:000
CASA 114 FORTUNA.
LEILOES.
LEIIiAO
Qiiinta-fcira 99 do corrente.
HOJE.
Pilo agente Pinto na oficina de raarmorisla, na
ra Novan. 30, de diversas imagens de alabastro
artificial, das melhores que tem vindo este mer-
cado.
Itilhetrs garantidos,
W ra do Crespo n. 93
do costu 1110.
Amatiliaa.
No dia 93 do corrente se extrahir a stima par-
te da terceira lotera do Gymnasio.
O abaixo assignado rocommendando ao respei-
tavel publico a compra dos seus mui afortunados
bilhetes garantidos, lembra Ihe a vantageia que
ha em receber os premios por inteiro, por quanto
Suem tirar a orle de 5:000,5 em bilhete garanti-
0 nao receber somente 4:200*. em virtude dos
discontos de 16 por cento que se faz em vista
das leis, mas sim os 5:000* que vem a ser a dita
quantia e mais a de 8005 que pagar o abaixo as-
signado, importancia de dito disconto, acontecendo
o mesino com as otitras sortes.
Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado le-
vara. 1 a sua asslgnatura de chancella atravessado
na frente do bilhete.
Os premios maiores de 105 serao pagos urna
hora depois da extraccao.
irecos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Mcios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 55800
Meios......... 25750
Manoel Martins Fiuza.
Alugam-se tres casas terreas ns. 23, 24 c 2o
na ra da Amizade, na Capunga, com commodos
para pequea familia : a tratar na ra das Trin-
cheiras n. 1, loja de tartarugueiro.____________
Para passar a festa.
Aluga-se urna casa terrea com mullos commo-
dos, quintakinurado, concertada e pintada de no-
vo : na i Ma." do Retiro, na Passagem da Magdale-
na : a fallar na ra da Imperatriz n. 40, loja.
SOCIEDADE
Philosophica UUeraria.
Lonvida-se aos senhores socios reunirem-se
noje em sessao extraordinaria, alim de assistirem
a posse do presidente honorario desta socledade,
que 'era lugar pelas 10 horas da manhaa, no salo
do theatro de Santa Isabel.
Secretaria da Sociedade Philosophica Lttteraria
23 de outubro de 1863.
Joao Baptista Regueira Costa.
___________________1.* secretario.________
Sr. Joaquim Gomes Teixeira tem duas car-
tas na botica de Jooda C Bravo A C, na Madre
de Dos n. 1.
A pessoa que annunciou traspassar urna hv-
potheca de uin escravo por 6005, dirija-se ao palco
do Terco n. 12. '
~ Aluga-se o priraeiro andar do sobrado da ra
da Penha com fundos para a ra Direita n. 9 : a
tratar no segundo andar.
O abaixo assignado faz sciente que acabou
com a tatema si a no pateo do Terco n. 25, desde
o principio do corrente mez.
__________Manoel do Nascimento Pinheiro.
- Precisa-se de 1:40005 a premio pelo
rio n. 2.
i Os abaixo assignados, herdeiros legtimos do
19 finado Jos Manoel da Costa, moradores, um na
Baixa-Verde, outros do districlo de Panellas de
Miranda, termo da ridade de Caruar e comarca
do Bonito, amigamente pertencente a comarca de
I Santo Antonio de Garanhuns, fazem saber ao Sr. d -, ",.'.',:. ,1'._. ..--
'Antonio Joaquim Braganca,.que nos f.ns dejulho ^"^^^jPif^J^g'lK
de 1863 foi que tiveram noticia de ter vindouma ^ n '4UBU' uver' a,riJa be a rua estrena ao nosa
carta precatona pelo jnizo municipal de orphaos, e
ausentes da villa de S. Fideles, comarca de Cam-
pos dos Goitacaes da provincia do Rio de Janeiro,
i requerimento do Sr. Antonio Joaquim Braganca,
solicitando pelos herdeiros do mesmo finado Jos
Manoel Costa, e estes por nao saberem nem mes-
Ha os empregados da comarca de Garanhuns, tan-
to que foi devolvida dita procatoria pelojuizode
Garanhuns, dizendo que nao
ros, cuja resposta mal infundada, ou por negligcn-
DOIS BELLOS VOLIES Eil 8.FRANCKZ
COMi-REHENDENDO
O prlmelro Preleccfte theorlco-pratica de es raeio mercantil.
O segundo Yoco* de arKhmellea con-
mcrclal. adaptadas pratica das operaces coni-
ucrciac e elementos do s steuia
ttrico eom suas applicacdes
ao eommerelo.
PREQO Dfi CADA VOLUME 5*.
Estaobra, apezar de elementar, vera preencher urna lactina, que ei a sentida entre nos
onde fallecem escriptos de certas especialidades com accesso a todas as intelligencia ; e as-
sim o editor pensa fazer um servico daado-rte publicidade, Unto mais quanto hoje que a<
transaccoes commerciaes e induslriaes vao entre nos tomando notavei desenvolvimento deTe
entrama educacao daqueHes que se qnerem apphcar a ta dos principios da comptabilidade administrativa e commerrial.
Com este intuiU), sob urna forma esencialmente classica, r.uniu o Sr. Dr NVitrnTio os
principios da comptabilidade commercial no que tem elles de mais elementar e -'- rdtnon
os de modo a facilitar o mais possivel o seu estudo s pessoas que se dostinain as proOssoes
commerciaes, sendo taes a concisao e a clareza postas no desenvolvimento respectivo uue do-
de-sc aprender a materia, ehegando-se a escripturar os livros por partidas dobradas e awli-
car o calculo as opera^oes do commorcio, seni carecer da intervencao de un mestre
Casa grande.
Aluga-se o terceiro andar e sotaoda casa n. 51
da ruada Cadeia do Recite, com 5 jaellas de fren- 'a
te c muilos commodos para numerosa familia, tan-
lo no andar como no soto, que corrido em toda
a casa.ondc temquartos para dormida, e um mi-
ao existem taes herdei- r?nle era quinto audar, para recreio, fresco e bella
vista : para vr-se, no mesmo andar, que se acha i
de mannita al as 9 horas, e de
Completa
tudo seme
este volume o speeimenou resum 1 de urna eseripturacao.
jlhante de una casa de commercio ordinario, offererond
rni<'
Srfkia verdade.
ciados" empregados, ou pela distancia, ou entao fnia^ccu^0- Jo manhiu ateas 9 horas, e
pelos embregados novos que ha naquella comarca, J*? s 3 horas cm diantc : trata-se com Jos
pois os amigos empregados bem conhecimento tj- aria Seve, na 1 ha dos Ratos, rua do Seve n. 16,
nham de Antonio Manoel da Silva e de D. Luiza s'ha ponte de ferro, quo vw do theatro de
, Maria de Jess, sogros do finado Jos .Wanoel da j Sania Isabel para a mesma ilha.______________
Costa, casado que foi com D. Maria Joaquina da \ Quem precisar comprar um bonito boi para
Conceicao, os quaes tiveram 4 filhos, Francisco carroca, dirija-se rua da Aurora n. 22, que acha-
, Manoel dos Santos, Thereza Mana de Jess, Joan- r coin quem tratar,
na Maria de Jess e Anna Maria de Jess, depois
1 de ausente o finado Jos Manoel da Costa,
morreu
sua mulher D. Maria Joaquina da Conceicao, fica-
ram os filhos desta em poder de seus avs, poucos
annos depois da morte de D. Maria Joaquina da
\lllff;i-SP ltm sAhrnrln ;i mi|'_fni ConceifJo morreu'seu pai Antonio da Silva, conti-
. .* .S0i,rnun lu"tl11 nuaranTa ficar os filhos do finado Jos Manoel da
(10 lapibitriDP, mmt'l jr,ran'e e frfSCO, Costa em poder de sua av, e de cuja casa, depois
SilO Hit poiltft (le cll I. Puf OreCO COM- 6,e criadoscasaram todos, c a filha Anna M
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Feliciano de A-
raujo Pinheiro, nesta typographia.
modo: na rua do
por prect
>espon.19, loja.
IEILAO
DE|
I si-r yo-, moM's, c outros muilos
objedos.
OJ'.
s 12 horas.
O agente Olympio, em seu armazem. far leilo
^josolM.-clos cima : na ruado Imperador n. 16.
LEILAO
i^e nm sitio com asa l-rrea ni) 51an-
guiuh".
(I agente Almeida comjielentemcnte autorisado
far bflao de um sitio no Manguinho, esquina que
voltaipara a roa da Amizade da Capunga Nova;
coin casa terrea de lies jaellas envidra^adas na
frenie. portaoao lado, duas salas, quatro quartos,
cosinlta fora, copiar, coxeira,e estribara, em chaos
praprios, com 1H0 palmos de largura e 500 de fun- ||
do, murado na frente e o mais cercado a limao,
com alguna arvoredos c cacimba.
if oj i:
Oleil.lo ser effectuado a loria da Associacao
Commercial as 11 horas do dia cima.
Jess, do finado Jos Manoel da Costa, um anno
depois de casada morreu e nao deixou filhos, c
, existem pois os herdelro? legtimos do finado Jos
o portu0uez Manod da ^ Francisco baml dS Sanlos. ra.
-------- sado, Joanna Maria de Jess, casada com Mareeli-
s no Jos dos Santos, e herdeiros de Thereza Maria
de Jess, casada com Francisco Pereira de Mello,
este morreu em 1836 do cholera, tendo morrido
. mm _,? t ?*rW^MJ'1 sua mulher dous annos antes, de parto, deixando
'"]_! % P|j LIt 1 U os filhos seguintes,netos do finado Jos Manoel da
se precisa na rua da Imperatriz, loja de fazendas Costa, Manoela Thereza de Souza, casada com Do-
l. 28. mingos Lourenco Bezcrra, e Maria Thereza de Je-
------r--------------------j------------;,.. sus. casada com Francisco Xavier de inena e
Aluga-se o pr.nie.ro andar da rua do Crespo Mf) Francseo Pereira fc M(.,|0. c para mie che.
Manoel Correia de Souza,
vei a Macei.
Precisa-se de um caixeiro de 12
de idade : na rua Direita dos Afogados n. 32, pre-
fere-se Portuguez.
Jos Joaquim Das Fernandos, o Dr. Joao
Nenomnceno Dias Fernandos, Jos Joaquim
Dias Fernandes Jnior, Manoel Vicente Dias
Fernandes, Manoel Gomes Loureiro, Manoel
MunizTavares Cordeiro, T). Dellina Marinha
Dias Cordeiro.D. Anna Venancia Dias Lou-
reiro, pal, irmaos e aniados do fallecido
Francisco de Paula Dias Fernandes, cordial-
inenle agradecem a todas as pessoas, seus
amigos e do fallecido que se dignaram
aconipanhar ao cemiterio publico os restos
moriaes do seu prenle e amigo ; c convi-
dam para assistirem missa do stimo dia,
que tem de eclebrar-se segunda-feira 26 do
corrente, pelas 7 horas da manhaa, na igre-
ja ordem terceira de S. Francisco.
23 i a tratar na loja.
LEILIO
transferido para hoje.
\ i ni;> do Trapiche armazem u. 18 s 10 horas.
De neuig e doces.
Pelo afale BaieWo se vender em leilo a re-
querimento de parle interessada e mandado do
Ulna. Sr. \ niiz especial do commercio, urna
"io de anans abacaxis e d ices de calda e em
atas, alim r, evitar-se de'.erioraco.___________
^^^^
W.
Novis e cscravos.
O agente Almeida far leilo requerimento dos
administradores da massa fallida de Seve Filhos &
C, e mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, dos movis e cscravos existentes na
rua da Aurora n. 46, segundo andar, perlencentcs
i mesma massa,
Sevla-f ira 23 do comnfo
s 11 horas do dia.
M \0
DE
Urna casa terrea
Scxla-feira 23 de i'Ulu'tro.
O agente Pinto far leilo (precedida a comp-
leme autorisaco) de una casa terrea sita na tra-
1 da rua do Xogueira n. 24. com 16 palmos de
frente e 88 de fundo; o leilo ser elTectuado s
II horas do da cima dito, na rua da Cadeia n.
i. escriptorio do inesmo agente.
(EL
* DR
De nm cavallo
Sexta-feira 23 de ouhibro.
O agente Pinto far leilo a requerimento dos
depositarios da massa fallida de Joaquim Vieira
Co.'-lho & C. e por mandado do Illm. Sr. Dr. espe-
cial do commercio, de um cavallo mellado perten-
cenle mesma massa, isto s 11 horas do dia ci-
ma dito, a porta do sobrado da rua da Cadeia n.
24, esquina do becco Largo.
do
DIVIDAS
SeiUt-feira, 23 ^ outnHro
O agente Pinto far leilo requerimento
udmimslradorda massa fallida de Victorino Jos Fer-
ivira, c por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial
' 1 commercio, das dividas activas da mesma mas-
, na importancia de 16:6815480, de conformida-
com urna ola existente em poder do mesmo
tente: o leilo ser effectua lo s 11 horas do
cima dito, na rua da Cadeia n. 24, escrip-
LYISOS DIVERSOS.
D-se dinficiro a premio pequeas e grandes
ijuantias sob penwres de ouro e prala : na rua
Augusta n. 4-j, se Vfjt quem d. ______^___
Aluga-se uin seguNjlo andac e soto e um ter-
ro e soto ambos cour-grandes commodos: a
rratar am Jos H. de Miran
CASA DE SAUDE
Em Santo Amaro
Do I>r. Iva Ramos.
nico nstabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja rece-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-so
em perfeito estado de llmpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condi^Ses
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se de qual-
quer operaco.
O cstabele: i monto franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 3S000 diarios.
Segunda dita.... 2S3O0
Terceira dita.... 23000
Para que qualquer doente seja ali rece-
liido, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remelle, com a de-
elaraeo da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposigo.
Kstnido a confeccio ar-se o a manak
d(iia provincia, qne contina serim-
presso nesla l)poi;raphi<, convida se a
loilas as pessoas pue 'Hle fazem pa te,
para que remiiiam aliviara us. (| c S
da praca da ludependencia, seus 11 om< s
e qiMiiilade de est beierimento, e aos
senhores ic en^enhos que se dignem
rt'metter lm ds noraes de seos on-
g(;n>ios, oda fregueziae cwmarca a qne
perleneerrn.
Precisa-se fallar ao Sr. Pedro Paulo dos San-
tos, na rua da Praia, armazem de Amonio Pinto de
Azevedo, sobre a venda das casas da preta Bene-
dicta Maria da Conceicao, de que o mesmo senhor
nao ignora.
~~ ATTENCO
Faco sciente ao publico que todas as pessoas
que so valerem de mea crdito ticaro cm desem-
bolso, seja que familia fr.Innocencio Alves da
Silveira. 1
gue ao conhecimento do Sr. Antonio Joaquim Bra-1 Itlo em Iihoat.io.
ganga na villa de S. Fidelios, provincia do Kio de .Muga-so um sitio defronte da barreira com
Janeiro, fazem o presente annuncio em quanto se graude casa mobiliada, caiada c pintada de novo,
apresenlam ossobreditos herdeiros ou pessoasque|
facam suas vezes, aftm de arrecadarem o que por \ Ol tro UOS Remedios
justo direito Ihes assisle nos bens deixados |ielo fi-
nado Jos Manoel da Costa, cojo Mleeu cm 1837,
cujos herdeiros presentes ignoravam a residencia
de seu pai, sogro c av. Panellas 6 de outubro de
1863.
com grande casa etc., defronte da igreja
a tratar na rua da Cadeia do Recife n. 4.
e ambos
BOU *EGCI0
'<
II (Offl
masen
endo urna serie de operaeta
successivamenle mais difceis, (|ae assim inicia gradualmente a mam-ira de eseriptara-las
nos differentes livros de urna casa de commercio.
O segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottinger, oceupa-sc particularmeato
da arithmetica commercial com exercicios e problemas pelo meio mais simples, fcil e breve
da regra conjuncta, acerca de todas as operaces praticas usuaes no commercio. .nvolrendo
clculos de cambios de praga praca e por pravas intermedias, bem como ii.-go.ici- de loncos
com arbilragens de cambios, alm ao desenvolvimento do systema mtrico em sua> relaeSes
com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de convefso.
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras, que asss demonstram a im-
portancia real fasta obra, devida a intelligencia e a applicacao aecurada do sen autor, senie
que ella de utilidade geral, e que. a nenhum comnierciante e mesmo a homem alcum de let-
tras licitodeixar de possui-la cm sua estante ; pois o comnicnio cm suas variadas evotc-
goes, entende actnalmenlc com tudo que se liga a vida.
A assignatura tomase as livrarias dos Srs. (nimares \ Oliveira. Nogneira de Se.
za, Julio & Pereira e Gcraldo H. de Mira, sendo realisada sua importancia pela quota de cada,
volume ao sahir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
O EDITOR.
NOVO ESTABELSCMENTO DE MEDICINA H0ME0PATEIC1
RUA MOTA M 43.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho muriou o seu CONSULTOHIO para a loja de marmors
rua Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia at
2 lloras.
Os enfermos, que o procurarem logo na invaso da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopatliico, pagarao melade dos prect*
estipulados. Esta concessao tem por im facilitar a cura de molestias, que podem torrar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo trmpo adquirir
para a homeopatliia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attencao as pessoas pobres, que nao podem sabir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as BOU horas di
noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirjgidos por escripto ao con-
sultorio desde 8 botas do dia at 8 da noite, na certeza de que sero attendidos na ordena
1 de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVERTENCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeira
Traspassa-sc por 6005 urna hypothcea j venci-
da, no valor de 7005, vencendo os juros de H 0|0
ao mez, pagos adiantados e mensalmente, sendo
dita hypothcea sobre um escravo crionlo, bonita
figura, idade 22 a 23 annos, official de alfaiate : o
motivo se dir a pessoa qne quizer fazer este ne-
gocio, annunciando por este Diario.
%ik%
1
ssoa que quer traspassar una hypothc-,
ndo os 6)1)5 com a condiego dos juros at a trigsima dvnaminjsacao.
na rua ratfT&f &horis Z^X'' = J! os besp;tnl,es c allemes nao cessam de certiflcnr a maj.u- efB-
___________________________________i cacia das ullisstmas d.vnaminisacoes do tratamento das molestias chromcas, o Dr. Sabino se
rmrB ti w-^i i. i I o*611?3 agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora al 00.a),
M. M. M. Kd^M ^ \%Wm ': aftm de verificar por si mesmo a forra dynamica, que se Ihe attribue.
Fornece-sc comillas em casa e para fra com Os mdicos, que quizerem experimentar taes dvnaminisaces podero dirigir ao
Stt!:,,*^ ,,aS, rUa da d consn,torio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
....'._---------------^-^^----- No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thpsouro homeopathico
ou Vademcum dn liomenpatha, obra indispensavel a dos que quercm usar da homeo-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo
aecimento.

Precisa-se de urna ama forra para o servico de
nina casa de pouca familia : na rua do Queimado
H.-39.___________._______________________
Aluga-se ou lrapassa-se o arrendamento da
padaria da rua dos Pescadores n. 1, tendo as me-
lhores cominodidades possiveis, com 2 fornos gran- tono'art.' :!do codito com:
des, e mais alguns pertences, servindo igualmente
para grande relinago ou saboaria : a tratar na
rua do Rangel n. 9, padaria.
Aluga-se o sobrado do largo do Paraizo n.
16 : tratar na rua da Florentina casa da esqui-
na n. 2.
Precisa-sede uin menino do.s ltimos chega-
dos do Porto, saliendo ler e escrever : no pateo do
Terco n. 141. _______^^^
Falknci.
^Os Srs. credores de Guilherme Luiz de Almeida
sao convidados a trazerem seus ttulos aos admi-
nistradores na rua da Ca'deia n. 37 para o dispos-
i Precisa-sede um ealxeiro
14 16annos: na ruada Honda
para taberna de
defronte do n. l.
Arithmetica. algebra e geo-
metra.
O professor de mathematicas no Gymnasio pro-
vincial ensina pelas ferias estas facilidades : os
pretendentes dirijam-se casa de sua residencia, i
na rua Direita n. 74. para matric.ularem-se.
Quem quizer dar roupa engommar por
commodo preco, dirija-se rua do Mundo Novo,'
n. 48.
Precisa-sc de um caixeiro com pratica de ta-
berna : a tratar na rua do Amorim n. .16.
y, -;-': -;
PRESTE TODA ATTENCAO
PAOTEJAM TODOS
Publicara Iliteraria
UVI EA!.l.r.PnKHSMOp
W rama de costnmes, or- vM
fgioal portnguez em 4 actos^
! JOAQUIM GERARDO DE BASTOS.
Esto drama, em um volume nitidamen-
i b improsso, ?chase venda em Santo
Antonio, na rua do Crespo n. 2, livraria
Econmica, e no Recito na ma da Ohz
n. Si, livraria do Sr. Jos Barbosa de
Mello, e rua da Cadeia loja do Sr. Car-
doso Ayres; prego if,.
Os Srs. assignantes, que aiuda nao ti-
verem recebido os seus exemplares, po-
dero procralos em qualquer das in-
dicadas lajas.
!
B1\0 U\IAO
ESTABELEC1DO XA C1DADE DO PORTO
Aijentes cm Pcruamliuco
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caira filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gucira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castalio, Guima-
res, Barcellos, La mego, Covilhaa, Braga,
Penatiel, Braganca, Amarante, Angra,
llha da Terceira, filia de Faias, Illia da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves c Fafe, a
cito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no sou escriptorio rua da Cruz
n. 1.
sJiaeouqBj s9.iot||aiu sop sb5joj sb scpoi op oiuhj o oucsd ejed seoisnK
j opeAoa o sjcjoj b sojna op scuy tana somapu.t.v
*opc.\oo o si oo c sbiti sajoa op jiinasira np odaoj o sj o? twrj soiVi oimu scc| jp >ijo3
setmoq oiuim seiiq;) scpepioq -'ntg
soilip.'d 0| 3|) 0)(li:i(HMI
oipiq op BqilBlAig
oi|in| sp s.iomrisjj
eaBjq npaV op
SOpBAOO 05 O SBIUEUI 'B||ad
sopcpjoq
sosnBjq Boprisaa op ssijoq
'ffO ^m.ud s.)10|oihbiv;
eaiijB| Biun op sogpo3|v
sopeisaju soirpoSiv'
eSotl b fs <* L
'9 '!?S 'ff opsjoiodBpBK
somis
no omprezario do S.
rama. e n 5 actos do
Peumos ao muito d
Isibel que leve stvna o
!re dramaturgo Menezes, aj-Cruz ou Talis-
mn em que o 9r. flembra prima represoatao-
do o papel do coronel Jorge.
da festa da Vlrgem Senhora do
Terco.
A mesa regedora da iruiandade de*. S. do Ter-
co, nao podendo fazer a festa de sua excelsa pa-
d roe ira no domingo 25, com aquella pompa do
costume dos mais annos pelo motivo da grande
obra que a mesa emprehendeu fazer, que a ree-
dilicago de sua igreja, a qual j se acha em auda-
mento, por isso alguns devotos reunidos com a mo-
sa regedora, resolveram fazer a festa da maneira
seguinte:
No sabbado, 24, pelas 8 horas da manha, ter
lugar com toda a solemnidade a bengo de dous
sinos que a irmandade mandou vir de Braga em
Portugal. o domingo de madrugada ser hastea-
da a bandeira com a ell'gie da Virgem Senhora, as
11 horas ter lugar a festa, sendo orador o Rvm.
padre inestro Antonio de Moli e Albuquerque, e a
noite o Rvm. padre mestre Leonardo Joao Grego,
lindo o qual ser tirada a bandeira ; em todos os
actos, nao s na bengo dos sinos como na festa,
tocar a banda de msica do i.* batalho da guar-
da nacional, dirigida pelo hbil professor o Sr.
Hermogenes. n mesa regedora se mostrar sum-
maineutc grata a todas as corporagoes que na oc-
casio da bengo do sinos se apresentarem, a
qual ser annunciada por girndolas de fogo do
ar; mandem repicar os sinos de suas igrejas, tor-
nando-so dessa forma o acto mais solemne.
- QbactwteI.FraaUao.iiiBii%.iitli>ce deTTA-
Aluga-se o sitio da senhora viuva Carvatho,
em S. Jos do Manguinho, eom boa casa de sobra-
do, esteirada, quartos para criados estribara,
fructeiras, baixa decapim: no mesmo sitio se dir
quem trata du aluguel.
!!!:?i;"L,!:i''S!l&?lJiS^^SISI! Quem precisar de urna ama de leite com (1-
Aluga-se urna das catas terreas situadas na! Iho, vinda do mato, dirija-se rua das Flores nu-
estrada do Chora-menino, ao entrar da ponte pe- mero 19.
quena, tendo os segumios co modos: 2 salas, 4
quartos, cozinhafra, quialil murado e cacimba :
a tratar na estrada do Hospital Portuguez, sitio n.
1, ou no pateo do Carmo, sobrado n. 2, primeiro
andar._____________'
OlinUa
Aluga-se urna pequea easa na t&deira de- Va-
radouro para pequea familia quo queira tomar
banhos salgadas : a tratar-se na rua do Livramen-
to n. 8, sobrado.
m tsmwm wmwmssm
fcompanilla fldelidade de g|
segnros martimos e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBDCO
Antonia Lnii e> Qlhfira Aiewdo A C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n .1.
w
-smn sozoaucjj saeiodBpBi(:-BJ 'opuoiq op sopiis.iAsooi\i
soypoSiv i so|a|| skjjt
)l
nrp:q scieg
s.mlijiipii.img
sr].id sBihrj
op Bqied op si:iii|3 oso oiimu .ip "..iteto
sepa*
'BI|UIM1M1V
Bssms 'stJBd lBJjajB|8ai op cmiiaiip ma scpui.v SRpnazBj op oiuomilJOs opbijba .i "||a oiMBJiuoua sarg \\ iqc 'ojuoiuoioqejso 0||aq ossa e snjoqnos-sBiuxa lUBfqojj
Atuga-se a casa terrea da rua da Alegra n.
42, com amitos commodos para familia; a chave
acha-se na taberna da rea Vem n. 33 : a tratar
na rua da Cadeia do Recife n. 47, loja.
Aluga-se una casa con soto, no s'tfo do Cor-
deiro, margem dorio Capibaribe, com commo-
dos para grande familia, cotinba fora, quarto para
criados estribara paraseis cavallo*, eoeheira para
buquerque Lins tem o seu cseripjprjo de advoca- carro, etc.; urna dita, tambera margem do rio, deseja-se fallar aos Srs. Gabriel Germano d Aguiar
cianaruado Queimado n. 41, primeiro andar, com commodos para familia, e estribara para 4 Montarroyos e Joaquim Rlbelro rie Ag ffftn.
frente para a praga do Pedro II. cavallos: a tratar no pateo do Carmo n. IK. | tarroyos.
il-Rl A KSRE1TA 1)0 KOSARW-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artiflciaes tanto jtor meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquein a vontade de seus danos, tem ps
e outras preparagOes as mais acreditadas
para conservavio da bocea.
Na ma d Oiipimada 11
avniA S3W0D jsor
*
30
\ ii oilso v) op n.i i! si!|iu./K| ap oin,)nn.),)|a-jit)>.i Ji;ii|.iofIuii ay
OaOI If3AOHd
II5i(Dli M (011
S0HI39NVHIS3 3 SOMV3ieWVMHad

BI81H Irnr
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE-
Adirecgo do BANCO UNlAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisagAo para essalrte-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma subseripgdes annuaes por rana
s vez, debaixo das seguintes rondgoes : ,
Com perda de capital e lueros;
Dito capital smente;
Dito lucros sement;
de vendo a primeira liquidago ter lugar no 1 de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprogo de capitaos em mutualidade, sao obvias, porque nao smente se
Ihe o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia Urar nenhnm resoltado; aa
disso, este rendimeato augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as causas, coaforme as condicaes
da subscnpgo, das que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo q>
cios morosos nos seus pagamentos, sao por este motivo obrigados a i>agar, bem como caductdaoes qne
occorrerem peta faltado cumplimento d*compromisso social. ,
As liquidagdcs o pela systoTna das eompanhas hespanholas, Tutelar e outras;a parase moer
fazer orna dea do qur pdte produztr urna entrada annual de 10i, publicase a seguinte tabella nasea-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhlas desta natnreza :
Em 5 anaaa En 10 annos Em 15 annos Em 20 anas la SnH
Por um menino de 1 dia a 1 anno H04
de 1 anno a i > 90*
d i > a 3 mi
> de a i a 4 > 864
de 4 i a 15 86*
Por urna pessoa de 15 > 20 8fii
de 20 i a 30 864
de 30 a 40 > 86*
> de 40 a 50 > 904
409*
3004
9904
280|
2704
2704
2704
270*
3004
900*
750*
720*
710*
700*
700*
710*
7204
7504
2:0004 4:7004
1.700* 3:700*
1:600* 3:5004
1:560* 3:4004
1:550* 3:350*
1:540* 3:3304
1560* 1:6000 3:4004 3:7004
l:80Jafla1 0004
As entradas poruma s tez dfo. resultados mito superiores as annuaes. ^i
Porto, lfrtfe agosto de 1883Os directores do Banco Unilo, Jos da suvtt mm
*r Niepoert. < __. r_. ,
Agentes em Pernambuco : Antonio Luir de Oliveira Aievedo 4 u, ma aa utu a. i
>.-P. M. tm
r

MUTILAD


I
I
41
Diarto de P
.
tftnlnta feir
.
Ontubro de 18SS.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Candes de visita
Cartoes de visita
Candes de visita
Cartdes de visita
Candes de visita
Cartoes de visita
Candes de visita
Cartdes de visita
Candes de visit
Cartdes de visit
85000
8*000
duzia
duiia
85000 a duzia
8*000
8*000
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
8*000
8*000
8*080
8*600
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra Ruado Imperador
Rua do Imperador
Ra do Imperador
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, em a ra da Auro-
ra : quera o quizer dirija-se a esta mes-
ma ra casa n. 10.
_ Aluga-se a loja do sobrado n. 193 da ra im-
perial, e o armazem n. i da ra de Apollo : na ra
da Aurora n. 36._____________._____________
-x- Aluga-se urna bm casa nova e pintada de
novo.com 3 ouartos, salas, cozinha fora, quintal
e cacimba, na ra do Principe n. 4, freguezia da
: Boa-Visla, o lugar muito sadio : a tratar na ra
Novan. 3_______________________________
__Precisase fallar .ao Sr. Leoncio Jos Theofilo
que veio da Halda : dirija-se ao armazem de Tasso
Irmaos a fallar eoia Raymundo Correa de Men-
donca.
FAZENDAS DE BOIKI GOSTO.
PASA 7BSTIDCS.
SuDMiores cortes de gorgurlo de seda eom flores matisadas os mais modernos que tena vindo a Pernambuco.
Ditosde moreantique de cores, de listes, de Adres, e acnamalotdos, cores mu lindas.
Ditos de moreantique pretos de palmas com barra.
Lindos cortes de grenadine de seda com torra e chale igual. _.__. -a-
Ditos de laa com barra matisada c damesma cor, a imperatnz pelo barato preco de W*, 125, 18* e 20 cada corte.
Ricos vestidos de.blonde para noiva com lindas mantas de filo de seda,4e blond e com capella.
Ditos de cambraia brancos bordados a 12*, 15*, 25* e 35* cada corte
Lindas laas lisas finas a 500 rs. o covado.
Ditas de quadrinhos e de flores a 400, 500 e 600 rs. o covado. __..-
Superiores orcandyseom listas de seda, os mais modernos que tem vindoa Pernambuco.
Lindas cassas de cores de superior qualidade a 400,500 e 640 rs. a vara; assim
Como um variado sormento de percales, chitas franelas a 280,320, 400, 500 e 640 rs. o covado, e oulras muitas fazendas que
seria enfadonho mencionar.
PARA HOMBROS RE NK*MORAN.
Manteletes de seda pretos a 18.
Capas prets de grs a 355, 30* e 35*.
Ditas muito superiores a 40*, 45* e 50*.
Superiores santiembarques de casemira.
Ditos ditos de lindas laazinhas lisas e de quadros.
Ditos de 6eda pretos e de cores.
Ditos de musselina de seda chineza.
Superiores manteletes de torcal pretos.
Lindos chalesde musselina e de chally matisados com listas de seda.
Novos chales de torcal e .outros muitos artigos modernos.
IMKI < i ItIX Y DE SEWHOBA E MEUTIWOS.
Superiores enfeites de flores, gostos os mais modernos em Paris, chegados pelo ultimo vapor francez.
Lindos chapeos de palha da Italia enfeitados com muito gosto, a Imperatnzea Valeroy.
Ditos de palha para meninos e meninas.
^Stoid!X|o. e estreitos, tiras bordadas largas e eslreito,, tiras de ^^^5
bordadas e outros muitos artigos de gosto por precos mais commodos do que em outra qualquer parte na ra oo crespo n. m wja
das columnas de Antonio Corrcia de Vasconcellos & C.
PR06RESSIV0
AOJi _Mi_2SU!
DE
MOLHADO
9 Largo do C'arnio 9.'
Grande sormento para a festa por menos
10 a 20 por cento do que em outra qualquer
parte.
Duarte & C.a scientificam aos seus freguezeseao publico emgeral, que acaba de che
gar da Europa um socio que faz parte da firma, com um grande e bello sortimento de
molhados por elle escolhidos, os quaes se vendem por menos de lo a 2o por o/0 do que ou-
tro qualquer annunciante, garantindo a boa qualidade e peso de qualquer genero vendido
neste j muito acreditado armazem, e por isso, firdados em que cumprimos fielmente o
que promettemos, pedimos a todos os Srs. da praca, de engenhos e lavradores o favor de
mandar suas encommendas ou relaces ao armazem Progressivo, sertos de nao terem em
tempo algum occasio de se arrependerem.
Aviso.
todos os Srs. que comprarem para tomarem a vender terao, alm da differenca j
publicada mais 5 por /o de abatimento. Os proprietarios tambem garantem Jo bom acn
dicionamento dos mesmo para o mais alto serto.
aques sobre Portugal.
Oatoix assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
Btivaniente |tor todos os paquetes sobre
i .o-sesmo banco para o. Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
demdo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por c?nto ao anno aos portadores que as-
sim Me convier: as ras do Crespo n.
8 ouo Imperador n. 54.
Joaqun da SiWa Castro.
Furto ram na noite do dia.tO do correte dous
cavallos perlencentcs aoDr. Francisco Caldas Lins,
do cercado e seu engenho Siqueira, na freguezia
do Rio Formoso, com os signaos seguintes : um
mellado, cauda e dinas pretas, eastrado, grande,
gordo, osquairo ps pretos at cima, sem anda-
res, porm de sella; outro rodado sujo, cauda e
dinas pretas, bom lamanho, grossp, castrado, rela-
do pelos pcitOK por ter sido de roda, urna baixa
em um dos lados das costcllas, moio-carcunda e de
carga : quera d*r noticia dos mesmos cavallos ou
os entregar a sen dono no referido etipenho, ser
recompensado em a quantia de SO a 1005-
Escravos para alngar.
Atugam-se 5 esclavos robustos c uroprios para
todo o.servico : na.ra dos Coelhos sobrado n. 8,
loja.___________________________________
Aiuga-se o armazem do sobrado n. 5,.da ra
da Monda no Forte do Mallos._______________
l'ra mulato corpulento, de 18 annos de idade,
.capaz de piestar-se -i todo e qualquer sorviwo,
tamban u alaga na mosma ra da Cadeia n: si,
.ou no palto de Pedro II,n. 31._______________ ;
Est a vender-se a casa terrea n. 2i da ra
da Palma. se alguem lera o que oppor annuncie
dentro de i das, a contar de hoje.
:RecifelO de outubro d* 188*
Precisa-se de um homem para trabalhar com
earroca: a tratar na na da-Scnzalla Nova n 9.
TJabaixo assignado tem resolvido fazer qual-
quer viagem para o interior da provincia, empre-
sande-se em levar cartas e todcs quaesquer docu-
mentos com a maior presteza possivel, e para este
fim d fiador de sua conducta : trata-so com o
abaiso assignado na ra do Rangel n. 33, ou no
cartorio do Sr. tabelliao Almeida, ra do Impe-
rador.
Firmino Jos Martins.
Arrenda-se por -festa, ou por anno o sitio Co-
queiroc na estrada do Barro, com casa de vivenda,
militas arvores fructferas, muitos ps de cajuei-
ros, tem boa agua de, beber, rio perto para banho,
encllente baixa para capim, terreno para plant;
eoes e outias multas proporcoes vanlajosas que s
se. vendo : os pretendentes dirijam-se roa de
Hortas n. 2i priweiro andar, ouao engenho i'choa
que acharan rom qnem ira lar.______________
- Joaqun) Fernandes de Azevedo, retira-sc
ara o Rio de Janeiro._____________________
- Casimiro Luiz Pereira, retra-se para o Rio
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
orar, para nma casa de pouca familia : na ra da
^".oocordia n. 34, sobrado do armazem do Sol.
i w sobrado de tres andares
alugar>se.
Que/n o pretender com o bons commodos que
4.-m, vista para o mar, nerto da praca do commer-
- io, emim na ma da Cruz n. 9 : dirija-se ra da
< adaia.do Recife n. 24.
AURORA
LARGO DA
BRILHANTE.
s; u
SANTA CRUZ.
Contina a naver pao de senleio novo nos das
quartas e sabbados de cada semana, na nadara
em Santo Amaro ao p da fnndicao, na ra da Im-
perairiz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.
MU,
Joao Alfonso Botelho segu para a feira de Pe-
dras de Fogo ;i comprar gado de minha conta, e
todo o negocio aue elle flzer o dou por bem feito.
Beberibe 19,de outubro de 1863.
Manoel da Silva Sampaio.
ALUGA-SE
A casa da ra da (Gloria n. 52 : a tratarse no
Recife roa da Moeda 9 armazem.____________
Antonio Jos iFerreira Alves faz sciente ao
respeitvel publico que desde (lia 17 do andante
deixou de ser seu iriadoo subdito hespanhol Do-
jninfos Garda Lias, e portanto seu cobrador.
"" Jos Antunes GuimaratM vendo no Diario n.
;(9 le 19 do crrente um anauncio chamando-o
ir iioje praca casa n. 58 da roa de Joao Fernan-
des Vjeit a, por divida de Andr de Abreu Porto,
declara em tempo que et casa Ihe pertence, e
nao ao #to Porto; e para evitar dundas no futuro
faz a presante de claraco.
Na padaria do abaixo. assignado, ra
.Larga do .B^zario n. 16, precisa-se de um
amassador que tenha pratica de vender pao
na ra.Mafl&l Antonio de Jess.
Francisco Jos Fernandes Pires dono do grande estbelecimento de molhados denomi-
nado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeitvel publico tanto da praca como de fra e com
especialidade aos seus freguezes que o seu estbelecimento acha-se prvido de novo sorti-
mento de bons gneros tanto do paiz como do estrangeiro e promette vender muito em conta
tauto a retalho como cm grosso :
960 Yinho do Porto em pipa muito lino a
640 640, 720 e........800
400 Dito da Figueira puro a 560 e caada 45200
Dito dito a 480 e caada .... 3^800
560 Dito de Lisboa branco proprio para
missa.........640
Dito de dito cracavelos, temo e outros
Banba de porco Una a.....480, a 500...... ? 600
Coi liuxiin miudinho muito superior Vinagre de Lisboa puro a 240 e 280 e
a libra........25880 caada....... ^{M>
Dito hysson miudinho o melhor nossi- Serveja branca e pret a garrafa 500
vela libra.......35000 560 e.....
Dito hvsson graudo a.....25720 Vinho Bordeaux em caixa a 85, 5 e
Dito dito a........25360 105 e garrafas a 800, 900 e
Diio preto o melhor a desejar a 25000 Genebra de laranja em frasco a 15
Manteiga ingleza flor a libra 800 e
Dita segunda sort dita dita a 720
Dita terceira sortc dita dita a 480 e .
Dita franceza da nova a 600 e em bar-
ris a..........
Dita hamburgueza em barris pequeos
a 600 rs. a libra e.....640
... 480,
muito superior
DENTISTA DE PARS
49Ra Nova -49
Frcderico Gautier, cirargiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos denuncio.
rs. a libra, e em barril se far abatimen-
to.
Marmelada imperial dos melhores conservei-1
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs. a libra,.
Fructas em caldas das seguintes qualidades: i
ameixa, rainha Claudia, peras, cerejas,
ginja, pecegos e alpecb a 5oo rs. a lata, i
Figos em caixinhas de i '/j arroba e de 8 Bolachinha de soda, especial encommenda, a
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cabin, eoutras muitas marcas a
i,4oo rs. a lata.
640
S Dito dito em massos a.....15600 Dita verdadeira de Hollanda a 640 e .
Dito nacional em latas de urna e mais Frascos com conservas inglezas a .
libras a 15600, 15800 c 25000 Dito com mustrda franceza a480e .
Queiios do reino do vapor a 25400, 25, Alpista arroba 55 c libra ....
15760 e........15500 Espermacete libra 640, 720 e ._. .
Dito de prato muito novo a libra 640 e 720 Velas de carnauba e de composicao do
Dito de manteiga muito frescaes do'Se- Aracaty arroba 105 e libra 360 e
rut a libra........640 Carne do Serid a libra ....
Dilos de quallia a libra.....480 Linguica do sertao nova a .
Bolachinha ingleza de 240 e 320 e bar- Emilias novas a libra a
riquinha a arroba a 25 e 35000 Sevada nova em grao arroba 25oOO e
Latas com bolacliia de soda, cracrc- | libra ........
nell, mixide, viloria, pequinique e Sabao hespanhol branco a .
outras qualidades superiores a 15600
Ditas com ameixa franceza nova a li-
bra 800 e .......15000
Ditas com ligos de comadre novos la-
tas de 4 libras a.....15*00
Dilas ditas de dito com 8 libras 25500
Ditas com marmelada nova a libra
720
15000
900
960
800
640
180
880
400
240
")0
,-*0
100
280
Sabao masen a 160, 200, 240 e 280
Vascouras de timb e grande quanti-
dade a....... *20
Saceos arailes com farinha de Goian-
naa4500 c .. 55300
Ditos com farello de Lisba de 100 li-
COMPRAS.
Compra deescrava.
Precisa-se comprar urna escrava de bonita figu-
ra, e que seja moca : a tratar na ra do Hospicio
numero 62. _______
Compra-se 1 ou 2 escravas com algumas
liabelidades, ainda que sejam de meia idade,
bem como um prelo da mesma idade; na
Capunga, ra das Crioulas, n. 5, nas casas
novas.
Compram-se Diarios : na ra eslreita do Ro-
i sario n. 1. taberna do Pocas.________________
Um preto
Compra-se um preto de 35 a 45 annos de idade'
na ra do Crespo n. 17, loja.
bras a 8,ooo, 4,ooo e 2,ooo rs, e a 3oors.
a libra.
Amendoas de casa mole a 28o rs. a libra, e.
em arroba ter abatimento.
Sardinha de Nantes a 32o rs. a latinha.
Toucinho de Lisboa a ioo rs. a libra eem ar-
roba ter abatimento.
Massa de tomate a 64o rs. a libras.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Ceblas a l,2oo rs. o molho, e a l.ooo rs.
o cento.
Tijoo para limpar facas a 46o rs.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,ooo a 7,3oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs.
a garrafa.
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs. a frasco.
Chourichas as mais frescas do mercado a
54o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
de outras muitas marcas a lo.ooo rs. a
duzia, e a i,ooo rs. a garrafa.
640 e.........
Ditas com massa de tomates a libra
640 e...... .
Ditas com peixe de Portugal muito
bem conservado em molho sendo sa-
vel, salmonete, congro, goraz e ou-
tros a .......
Ditas com ostras americanas a .
Dilas com sardinhas de Nantes a 360 c
Ditas eom fructas em calda a ..
Massa para sopa, macarrao, talharim,
alotria, eslreiinha, pevide, rodinhas
e arroz a libra
bras a 45500 e .....
Ditas com arroz de casca novo a .
Azeite de co e carrapato a 480 e .
700 Dito doce .de Lisboa a garrafa .. .
Amendoas novas libra .....
Passas novas libra 480 e......
Gomma muito al va e nova arroba 25&00
15000 e libra..........
800 Dita mais trigueira arroba 25 e libra
500 60e....... .
300 Lnguidas do reino novas de 560 c
Sevadinha c sagii novo libra
Ancorlas com azeitonas novas a ..
480 Espirito de vinho a garrafa
55D00
450OO
320
640
320
640
100
80
640
320
15280
280
f ompra s*
Trezentos caibros de 25 palmos, sera casca
ra dos Pires n. 58.
na
Vo l'igodo l'araizon z6cumpi-a-se
una escrava que seja sadia e unii nc-
griubde 12 a 14 *.
Caixas cora libras de massas sortidas a 25500 Macos com 20 manimos de palitos fi-
nos para denles a
Tapioca nova libra......
Toucinho de Lisboa novo arroba 105
e libra..........
Vinho xerez o melhor possivel a 85 a
caada e a garrafa a
200
160
Batatas novas inglezas a libra 60 rs. e
arroba........15600
Resteas com grandes sebolas cento a 25000
Solas a.........800
Presunto de Lamego a libra ... .120
Dito inglez para fiambre a 730
Vinhos gemimos engarrafados no Por-
to, chamico, duque do Porto, lagri-
mas do Douro e muitos outros finos
de 15280 a 25300 a garrafa, e duzia
S{| de 145 a 205, .dito engarrafado
vjjg aqui a........15000
'* Finalmente tudo que const tendente molhados encontrar sempre o respeitvel publi-
5S co um grande sorti ment, de boa qualidade e por precos commodos.
IgM^MunuivaiiiMnMi
Compra-se um mulato, bonita figura, proprio
para pagem de 16 20annos, um molcque tambem
bonita figura, de 10 12 annos, urna pret que
saiba bem cosinhar e engommar, e urna dita com
urna cria, que saiba cosinhar; na ra da Cruz
n.l.
Gigos com urna duzia de serveja fran-
ceza a 55, e a garrafa a
Grao de bicco novo a 45 a arroba, e a
libra.........
Saceos grandes com farinha de Goianna <|
e Santa Catharina a 45500 e. 55000 U
360
15000
500
160
Compra-se effectivamente ouro e prat em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 1<
ja de bilhetes.______________________
Compra-se um mulato, bonita figura, proprio
para pagem de 16 20 annos, um moleque, tambem
bonita figura, de 10 12 annos, urna preta que sai-
i ba bem cosinhar e engommar, e urna dita com cria,
que saiba cosinhar; na ra da Cruz n. 1.
DE
DE
J. VIGNES.
M. 55. ^'A DO IMPERADOR
-V. 55.
necessario insistir sobre a
Os pianos dest antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos, para que se,a necessario m u."
sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estos J**
veis querelles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparec do nesta^praca pos-
suinl um teclado e machinismo que obedecom itodnsna "S^t^&S.^SS.
nunca tlhar, por serem fabricados de proposito, eter-se feito ltimamente melhoramentos 'mportan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por. isto muito agrada-
ve6 aos ouvidos dos apreciadores. _______. n.- e~.in
Fazenvse conforme as encommendas, tanto nest fabrica como nado Sr. Blondel, de Pars, socio
espondente de J. Vigoes, em cuja capital forara sempre premiados em todas as exposicoes.
corres]
No mesmo estbelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas aos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por pretjos muito razoaveis.
Aluga-se a casa terrea sit na ra da Palma
n. 50 : a tratar no largo do Carmo n. 18, segundo
andar.
Precisa-se de um pequeo de 12 a 16 annos
Aluga-se wna casa em Bebiribe ; a
tratar com J. I. 4e M. Reg, na ra do
Trapiche, n 34.
Precjae de m menino para cai-
xeiro de 14 <6 annos ; ra Nova, de-
posito, n. 58__________________
Precisa-se da urna ama portugueza
que sirva para o servico interno de urna
casa de familia ; na ra do Queimatlo, n.
18, segundo andar._______
aue annuncio quellr 400#
ra
f~ A petsoa
f-wwwvw Vj^#^ -.------------------ ,
Obi? urna escraw, diriia*e a Caponga,
das Crioulas, d, 5^'
ALVHMK
Perdeu-se urna puleeira de ouro esmaltado de
azul ferrete, desde "^J0^ para caixeiro de taberna, com pratica: na ruada
Dr. Sabino, na ra Nova, at Santo Amaro, por K *
detr z da fundico do Sr. gtr, va, ra Nova, ra ouia "' *-.---------------------------------------------
do Imperador pateo de Palacio, ponte nova e roa da! Precisa-se de urna ama para comprar e co-
Auror at Santo Amaro. D-se boa recompensa sinhar : na ma Nova n, 38 loja.______________
a quem entrega-la na botica do 6r. Dr. Sabino. g capjto de campo da freguezia de Munbe-
___________------------------- ca declara que tem em seu poder um preto por
norae Theodoro, de nacao Camund: quem for seu
' dono pode vir procura-lo no lugar de sua residen-
cia (Pontezinha) que depois de dar os sgnaes com-
' ~y^ "~^" a. ~"-~ petentes ser entregue.
Aluga-se por anno ou pela festa o sitio da Pitom- rm----------------------------------------------(--------
boira *"> logar da Casa-Forte, com boa casa com
mullos commodos, coxeira, estribara, e quartos -\l C' para fetor criado.com muitas arvores de fructo e
todo murado cacimba com muito boa agua de be-1 Anle-hontem desappareceu da Boa-Vista um ca-
hnr e tanau : a tratar na ra do Sebo n. 24. chorro d'agua, de bom tamanho, bastante gordo, d
Z_L____"-------------------T-r-J-v~ O secretario da rroandade de h. oo ier;o cQt^ c0_ am 0|ho e uma ore|ha manchados de
convida de novamente a todos os irmaos para a Q m 0 r ou de||e der nolcja wr{3 do
reuniode mesa geral na qninto.if.ira pe* o ugar de ^ dirija.ge a rua larga do Rosario
horas da larde, visto que por motivos ..mpievisKia n ^ que $er eeuer,)iaroenie recp'J'Pensado.
nio pode ter lugar no domingo 18 do corre.. "
Recife 19 de outubro de 1863. ^Pmptasx8 P
beirq da Cunha Oliveira, secretorio.
ALLGUEL.
Compra-se uma negrinha de 10 16 annos
de idade : na rua Imperial n. 49.
Conum-M cobre, lato e chumbo: no arma-
zem da bola amarella no oitao da secretaria de po-
lica, rua do Imperador. _______
Compram-se barriquinhas que serviram de
bolachinha americana a 500 rs. cada uma : na
ravessa da rua das Cruzes taberna n. 6.
- Compram-se duas negras perfeitas cozinhei-
ras e engommadeiras: na rua de Apollo n. 84'
segundo andar.________________________
Compra-se cobre lato velho *
na rua da Cadeia do Hecife n. 36, pri-
men o andar.
Compra-se uma casa terrea de boa construc-
cao, situada em alguma das principaes ras dest
cidade: a tratar no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
YENDAS.
Vende-se a taberna do pateo de S. Pedro n.
1 : quera pretender, dirija-se mesma._______
Vende-se a casa terrea n. 9 da rua do Jas-
mim : a tratar na rua dos Pires n. 64.________
FariulM de S. Nal heos
Vende-se a bordo do patacho Industria,
te do trapiche Bario do Livramento
cida e nova farinha de S. Matbens,
dalli temos no mercado. ___
defron-
a bem conhe-
a melhor que
Vi uno de Coi U res e Cariacuo.
Vende-se em ancoretes pequeas o especial vi-
nho de Collares e de Cartocho : a tratar no arma-
zem da rua do Vigaro n. 7.
Vinho do Porto e uarli ular.
No largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar,
se vende o especial e particular vinho do Porto en-
garrafado, caixas de 1 e 2 duzias : a tratar no ar-
mazem da rua do Vigaro n. T.______________
tea la Boa-Visto, loja n 30, ^m urna
ama para cozinhar e engommar,
Vende-se uma taberna na Capunga com com-
modos para familia, sendo a armacao por menos
de metode do seu valor ; a tratar na rua das
Crioulas n. 31.
Camisas de lia (flanela) de
barato preco de 55 a duzia
uma: na rua do Crespo n. 4.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a
8,5oo rs. a caixa. Ha caixas, meias e
quartos.
Peras seccas a 3,ooo rs. a caixa e 8oo rs.
a libra.
Bolachinha ingleza a ioo rs. a libra.
Azeite francez' eportuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma
duzia.
Conservas inglezas das seguintes marcas :
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo rs.
o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a ioo
rs. o pote.
Grao de bico a 16o rs. a libra, e ein arroba
ter abatimento.
Vasos inglezes vasios de i a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga doce,
e outro qualquer liquido, de l.oooa 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Painco a 2oo rs. a libra.
Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
a libra, e em arroba se far abatimento.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
Sabo massa de superior qualidade a 180,
200, e 220 rs. a libra do melhor que ha.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lati-
nha, e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
2,2oo rs. a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7, e 15
libras a 5,000 e 6,ooo rs. e de l,2oo a?
8oo rs. a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oo, e2,ooo rs., os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 6io rs. a libra.
dem londrino muito fresco a 8oo rs. a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
i8o, 56o, e 6io rs. a garafa, e de 3,ooo
i,5oo rs. a caada.
dem do Alto Douro vindo do Por I o engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal das se-
guintes marcas: Duque, Genuino, Velho
secco especial, Lagrimas Doces de 181),
vinho especial D. Pedro V, vinho velho.
Nctar superior de 1833, Duque do Porto
de 813i, vinho do Porto velho superior,
Madeira Secca de superior qualidade, vi-
nho do Porto superior D. Luiz I de 1847,
Lagrimas do Douro, especial vinho Porto,
de l.ooo a 1.2oo rs. a garrafa e de lo.ooo
rs. a 12,ooo rs. a caixa com uma "duzia.
IdemBordeaux de differentes marcas, garnte-
se a qualidade, a 8,ooo rs. acaixa com uma
duzia, e a 7oo rs. a garrafa. \
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ust mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a I,2oo rs.
o garrafao.
Vinho branco o melhor neste genero a 6oo rs.
a garrafa e i.ooo rs. a caada.
Velas de spermacele as melhores que ha no
mercado a 6oo, e 6io rs. o masso, c em
caixa se far um grande abalimento.
dem de carnauba e composicao de ioo a
32o rs a libra, e de lo,ooo rs. a 1 l,5oo rs.
a arroba.
Caf de Ia e 21 sorte de 8,3oo a 8.600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India, Maranho e Carolino a 3,000,
2,8oo e2ioo rs. a arroba e de loo rs. a
80 rs. a libra.
Frasqueiras de genebra a 5,800 rs., e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino a 6io rs.
a garrafa.
Papel greve
resma.
pautado e liso a 3,000 rs. a
Genebra de Hollanda em botija de conta a
iio rs. a botija.
Champanha das mais a creditadasmarcas a
1,000 rs. a garrafa, e a 10,000 rs.a duzia
ou gigo.
Alhos a 80 rs. o masso.
Sal refinado a 7o rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a'
a lata de uma libra.
h
io rs.
Chocolate francez, hespanhol, suisso, e portu-
guez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. cada
pao de uma /.
Garrafoes vasios de 5 garrafa at 3 caadas
de 5oo at l,3oo rs. cada um.
vir de conta propria, a 800 rs. a libra. ] Ameixas francezas em caixinhaseleganteiuen-
Idem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Cha huxim o melhor. neste genero, mandado
vir de conta propria, a 2,800 rs. a libra.
dem hysson, grande, muito bom. a 2,6oo rs.
alibra.
dem preto, muito fino, a 2,6oo rs. a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs. a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para ne-
gocio, a l,5oors. alibra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
te enfeitadas com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,5oo' 3,ooo rs.
cada uma, tambem ha fra*cos e latas de
defferente tamanhosque se vendem por m-
dico preco.
Massas para sopa, macarrao, talherim, ale-
tria a 48o rs. a libra c em caixa se far
abatimento.
Doce de goiaba de ioo a 8oo rs. o caixo
grande.
Charutos de todas as marcas e dos melhpres
fabricantes da Bahia de 3,ooo a i.ooo rs.
a caixa.
ATTEIVCAO!
Alem dos gneros cima annonctados ba um completo sortimento de cominho er-
va doce, alfazema. e outros muitos gneros que tudo se vende por barasmo preco.



)
l__


Diarlo de Pcrnambuco Quinta felra it de Outubrode 183.
h
l

X
, o covado; fustSo para vestidos e roupinhas
| de meninos, a 320 rs. o covado; alpakin ou
gurgurao de linho, a 260 rs.; ganguelin,
de fazendas baratissimas qne se ven- umaso COfj a 320 re 0 ^^Q. toainas e
GRANDE EXPOSiQAO
dem para liquidar; na oja do Pa-
vio, roa da Imperairiz, b. 60.
linho adamascadas para rosto, a 1)9; vestua-
rios para meninos e meninas, a 1(5600 e 24;
tiras bordadas e entremeios, mais barato que
Neste estabelecimento acha-se um grande em outra q0a|qUer parte: tudo isto pe-
e variado sortimento de fazendas, tanto de
luxo, como de primeira necessidade, pro-
prias para a praca e para o matto, que se
vendem por precos muito resumidos, de to-
das as fazendas d5o-se amostra, deixando
penhor, ou mandam-se levar em casa das
familias para escolherem, pelos caixeiros da
toja do Pavao.
Lias com e palmos de largara
na loja do Pavio. i400
Vendem-se lazinhas transparentes de urna
s cor, de quadrinbos proprias para capas
e vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo
baralissimo preco de 1(5400 o covado; s
na ra da Imperatriz n. 60, lojado Pavao.
O Pavo Ten de lias de 41 palmos
de largara a ftOO rs.
>feodem-se lazinhas infestadas, sendo das
mcis modernas, de urna s cor e de qua-
drinbos, proprias para vestidos e capas, pelo
baralissimo preco de 500 rs. o covado; di-
tas matisadas, fazenda muito lina a 500; di-
tas garibaldinas a 440 rs. ; ditas, de qua-
dros a 360 e 280 rs.: s na loja do Pavao,
ra da Imperatriz, n. 60. de Guimaraes &
Silva,
Lazinhas a OO rs. o covado.
S Pavio.
Vendem-se ISas de cordaozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
as cores seguintes: alvadia, cor de caf.rxo
escuro, claro e pretas, proprias para luto ;
ditas transparentes com palminhas, pelo ba-
rato preco de 280 rs.; ditas infestadas de
quadros a 280 rs.: s na ra da Imperatriz, (
n. 60, loja do Pavio.
GRANDE PECHINCHA
a O rs. na loja do Pavio.
Cassas a 210 rs.or|andj a 2-10 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
a 240 rs. o covado ; organdy matisado,\pa-
droes muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a 10000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida.ou 360 rs. o covado, por haver grande
porco : na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavio, de Gama A Silva,
Nova peehlncha de cortes de
canilrala na loja do Pavio.
Vendem-se corles de cambraia brancos
com baados a 20500; ditosa 30000; ditos
a 40000 ; ditos chinezasa 4000" ; pecas de
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a
30000; ditas lisasbrancas e decores a 20500,
30000. 30500, 40000 e 50000 ; pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e meia
cada urna, sendo brancas e de cores, a 30500;
ditos a 20500 ; pecas de cambraia para cor-
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas cada peca a 90000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavao, ra da
emperatriz', n. 0, de Gama & Silva.
O Pavio vende chales
A 2>000, 20500, 30000, 50000, 60000.
7.HO0O, 8,000 e 100000
Vendem-se chales de merino estampados,
claree escuras a 20, 20500 e 30000; ditos
m;T tinos de todos os precos e qualidades,
tanto de pona redonda como quadrados;
assim como finissimos chales de crepon com
cores nteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 100000 ; ditos de pello, bordados,
a 20 s na loja do Pavo, ra da lmpera-
trii, n. 00. .
.tscasemlras do Pavio infesta-
das a i#400.
Vendem-se casemiras francezas enfesta-
das, proprias para calcas, coleles, palitos,
e capa para senhoras, por ter de tuna s
cor, sendo fazenda que sempre se venden
a 30000. liquida-se a 10600 o covado : s
na loja do Pavo,
Cirande peehincha em chapeos
de sol na loja do Pavio.
Vendem-se chapeos de sol. a iogleza, sen-
do cobertos de linho e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar afes-
ta, ou para meninas levarem para a escola,
pelo barato preco de 1060 ; ditos marque-
zinhas, de seda com franjas e cabo de do-.
brara 30000 ; ditos de seda para homens,
sendo com armaco de balea a 60 e 70, isto
para apurar dinheiro : s na loja do Pavo,
roa da Imperatriz, n. 60.
C axcuiiras da Kscocla a 9000
o corte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-
cia, para calcas, pelo barato prego de 20,
tendo da mesma fazenda para vender em
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui-
to encorpada a imitago de caxemira, e ga-
ranle-se que nao desbota. Tambem se ven-
dem cortes de caxemira ingleza, d cores
escuras para calca pelo barato prego de
1*800 cada corte, ou a 500 rs. o covado :
s na loja do Pavio, ra da Imperatriz,
n. 60r
MaVapolio infestado a MOOO
S o Pave.
Vendem-se pecas de madapolio infesta-
do com 12 jardas a 40000, ditas a 40500,
ditas com 24 jardas a 7050" e 80000 : s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz.
n. 60.
Ricos vestidos brancos.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
mais modernos que lem vindo ao mercado,
tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
baratos pregos de 100, 120 e 16 : s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz, n. 60, de
Gama A Silva.
ADMIREN! AS PECHINCH&S,
na loja do Pavao.
Ricos cortes de cambraia brancos com ba-
bados e duas saias bordadas crox, tendo
bastante fazenda para vestido, pelo baralis-
simo prego de 30 cada um; ditos de cam-
braia de seda com barras e babados, a
20500, para acabar; cortes de vestidos a
Mara Pia, sendo fazenda de bonito gosto, a
30500; cortes de cambraia brancos com ba-
badinhos, a 20 ; enfeites para cabeca, sendo
Garibaldi e a turca, a 40; ditos com lilas
e flores, a 20; camizinbas bordadas para
senhoras, a 10; manguitos de varios model-
los, a 400, 500 e 640 rs; calcinkas para
meninas, a 500 e 640 rs: gollinhas bor-
dadas, a 320 e a 500 rs.; sodas de qua-
drioho, a 40 rs-; ditas de listas, a 400 rs,
4-
chincha e vende-se para liquidar: na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo
de Gama A Silva.
Grosdenaples a 1:900 rs., na loja do Pavio.
Vendem-se grosdenaples preto muito boa
fazenda, a 10500, 10600, 10800 e20: s
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Para luto vende-se na loja do
Pavio.
Vendem-se finissimo selim da China, fa-
zenda sem lustro, proprio para vestidos de
senho. as, para capas e roupa para homem,
tendo esta fazenda 6 palmos de largura e
sendo muito leve, vende-se pelo baratissimo
preco de 20200 o covado, garantindo-se que
nao se torna ruca, e vendem-se nicamente na
loja do Pavo, ma da Imperatriz n. 60:
Cortes de cuitas a 2:000 e 2:500 rs.
Na loja do Pavo veude-se cortes de chitas
inglezas, tendo 10 covados, a 20, e com
12% covados, a 20500, sendo todas de pa-
drees escuras: na ra da Imperatriz n. 60,
de Gama 4 Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba em saccas, por
prego muito em conta, ou mais barato do
que em outra qualquer parte: a tratar na
ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama &
Silva,
Os cortinados do Pvo.
Vendem-se os mais bonitos cortinados de cam-
braias adamascadas, tapadas e transparentes, pro-
prios para adornar janellas e para camas, tendo de
varios gostos e porco de pares iguaes, conforme
possam precisar, e vendem-se nicamente na loja
do Pavao, na raa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Sedas de quadrionos a 800 rs. so o
Pavao.
Vendem-se as mais delicadas sedinhas de qua-
drinbos, muito miudinhos, sendo propnos para
vestidos de senhora e roupinhas para meninos e
meninas, sendo fazenda que sempre se vendeu a
15500 e torra-se a 640 e 800 rs. o covado, e sedas
brancas lavradas, proprias para vestidos de noivas
a 800 rs. o covado : s na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
lteos vestidos *e Soulhambac, vende
o Pao.
Vendem-se os mais modernos vestidos a Sou-
80
10100
100
80
40
80
40000
thamhac, com barras de seda pelo diminuto preco
de 10,5000 cada um : s na loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
SALSAPARRILHA
SEJtl SEGUNDO.
QUUNQUILHAH1AS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, tojas de
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas
que abaixo aununcio, pois todas eu garanto
que sao amito novas e baratissimas.
Pegas de trangas de algodo de to-
das as cores a.......
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a.....
Carritel de qualquer numero ,
Varas de aspas para balo
Caixas com superior obreias a .
Ditas de colla ........
1 libra de la sortida.....
1 libra de la muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de boioes de punho a ... 120
Pares de sapa tos de tranca 10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muito finas para se-
nhora a........30500
Duzia de ditas cruas para homem a 2*400
Baralhos muito finos para voltarete a
Carriteis de linha cora 100 jardas a
Cartees de linha branca e de cores a
Novellos de linha com 400 jardas a
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......
Caribes de linha com 200 jardas (esl
se acabando a ......
Vara de fita preta com colxetes para
vestido, e tera um resto parda a
NEUI MSUl \IJO.
ojelos de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
qneimando ludo pelos pregos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attengo para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas egarfos muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muito
finasa.........3020"
Dita dita dita de balango, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de allinetes de ferro a 80
Ditas ditos de latao muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
Caixas de phophoros de pao ... 10
Grasa de ditos do gaz a 20200
Duzia de dito dito a 200
Massos de palitos para denles a .
Abotoaduras para coleles a .
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500 e.........
30
20
60
120
60
100
160
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
ur.cEnA.s,
CHACtAS AMIBAS,
ESTERfflDAflES SYPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Es2orbuto,
ele, etc., etc.,
lado alto re-
que em
n orne i
rrangeado
Salsaparrilha de Bristol
por todas | partes i" universo,
smente devidas ;i
sao to
800
m
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
0 rival sera sepundo, ra do Queimado.
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver :
Duzia de saboncles finos a .
Sabonete inglez, o melhor, a .
Frascos com agua de Colonia muito
fina a.......,
' Dilos de dita grande a .
! Ditos de Lavande ambreado, o me-
Ihor, a........
Ditos de macaca oleo muito bom a .
Dilosperola muito superior a .
! Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e .....
Ditos de banha branca a .
Dito de ebeiro muito bonitos a .
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........
Dosde opiata a 2"0 rs., e boa a .
Ditos de banha japoneza a .
Ditos de banha transparente a .
Ditos de oleo filoconne a 800
720
*6 >
400
nica Legtima c Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PHEl'AHADA EXCLUSIVAMENTE l'OR
LAMHil & KEHP DE HOf YORK,
Mediante a receita do Dr. C. ('. Bilatol.
venda as boticas de Caors Barboza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo A C, ra
da Madre de Dos.
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE L0W-M00R.
Ra da Sentada nova n. hl.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
RIVAL
FARhHA
Vende-se saccas grandes com a melhor farinha,
ttttto de Santa Catharina, assim como de Porto
Alegre pelo barato prego de 40000 a sacia ; na
ra do Amorim n. 43, ou na ra da Madre do I
Dos n. 5.
t'ara pasar afesla.
Vende-se a casa denominada Casa amarejla,
situada em um dos melhores lugares do Arraial,
com bastantes commodos para familia, quartos pa-
ra escravos, estribara, etc. : a tratar na ra do
Mondego n. 47, padaria._______________
H a dinheiro a o par.
Borzeguins de bezerroe outras qualidades, obra
muito bem acabada, iguaes a-sque se vendem por
105 e 2, liquidacao, aproveitar que a porgao
pequea : na ra do Imperador loja junto ao
paco.
maoL
Hoido francez a i#20ta
meia libra
E' chegado pelo ultimo vapor de Bor-
deaux aquella encllente pitada a 15200
a meia libra ou 4 hectograramas: em ca-
sa de Manoel & C ra Nova n. 23.
SEM SEGUNDO.
Objeclos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes pregos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permitte.
Pares de luvas de algod3o finas a 80
Caivetes de aparar penas, de I fo-
Ihaa ,........ 80
! Ditos de2 ditasa......160
j Caixas de colxetes francezes a. 40
I Duzia de dito francez a 360
! Massos com grampos lisos e de cara-
col a ......... 40
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a .....
Grasas de boioes de louca praleado a
Pecas de tranga lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a ........
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a.......
Ditas de pos para dentesa .
i Pentes de tartaruga a 3(5000 e .
Resmas de papel de cores a .
BALIZA
AUencao t
Posto que domine nocora-
go do BALIZA a mais bem en-
tendida ambico de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando n5o se negocia aca-
nhadamente, est bem ao alcan-
ce de todos a facidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
leialft todos.
Ao'armazem io BALIZA po-
detti ser devolvidos quaesquer
gneros qoe por ventura n5o
sejam do contento dos senho-
res compradores. N50 fica
resentimento algum em se tro-
car por outre, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Manter a todo o custo o seu
rdito, e agradar aos seusa-
migos e freguezes, todo o
desejo do proprietario deste
estabelecimento,
LEDE* LEDE! LEDE>
ftempre a frente do progresso,
consttate marcha o it %li/. %.
Ten por norte o bem commnm,
A Ycrcitadc por divisa.
Gil .IX I H
MAZEJl DE MOLHIDOS
DK
m
I>arg;o doXivramento ns. 38 e 38 A
Defronle da grade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
O incansavel proprietario, do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
dedarar do alto da imprensa piernambucana, que elle perfeitamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as memores qualidades dos mais bem escomidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a procos de contentar e satisfazer a todos
Fazendo t3o publico e esipontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
declarar mui seria e pusittvamente nesta oportunidade, que tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ga- Sbj>X
nho que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de interesses reciprocos, que a to- ^j
das as consciencias deve por forca e Decessarhimente agradar.
Tendo por conveniente tambem a -publicacao do seguinte aviso, o BALIZA faz saber nicamente
quellae pessoas qne sempre estao promptas a comprarem tudo, com tanto que se lhes permita paga-
rem logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquellos que s comprara os objectos de que carecem, e que gostam fi-
nalmente de empregar bem o seu dinheiro '.venham a este estabelecimento.
Lll 1 ?B TODOS.
Do preco de qualquer genero annuncia-io a venda em outros estabelecimentos, podem os senho-
res freguezes diminuir cinco por-cento, e vir-eompra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho-
nwm do motdmento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por muitas vezes repetido.
Cal de Lisboa
no atmazcoi de (uimares & Alrofora-
de na ra do Amorim n. o4,no Rerife,
vndese larris rom cal nova mi pedia
cltcgados hoje de Lisboa n patacho
liara da ''loria, urna nova que existe
no me cado. ___________________
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S. g. 3 g =: 5
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r
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l.fias com H palmos de lar-
gura.
Cheguem a loja de Marcelino & C, ra
do Crespo n. 5, para verem lias mnito
linas, Usase de quadros, gostos nteira-
mente novos, proprias para vestidos e ca-
pas e precos muito commodos. Alm
disto existe um variavel sortimento de
fazendas finas e grossas precos razoa-
veis.
liua daSenzailan 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreos para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez. __________
Gaz.
Conttna-se a vender gaz da melhor qualidade :
pa ra da Imperatri, loja de funileiro n. 66.
Delicado mimo.
Domingos da Silva Campos com taberna na ra
do Imperador, defronte da relacao, avisa aos seus
freguezes e amigos que reeebeu urna pequea por-
cao de caixinhas com ameixa rainha Claudia,
ricamente enfeitadas pelas freirs de Elvas, pro-
priamente para um delicado mimo, e seus precos
muito ^zoaveis conforme o tamanho._________
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de ; no armazem de Tasso lrm3os, ra do
Amorim, n. 35._______________
Vlnho paro. ~~
No escriptorio de Euzebio Raphael Rabello, na
ra da Cadeia n. 55, vendem-se ancoretas com ex-
cellente e puro vinho tinto de Lisboa, smente des-
tinado para gasto de casas particulares por serre-
mettido pelo proprio fazendeiro ou lavrador.
Vidms de cores
Vendem-se caixas com vidros de cores e a re-
talho: na roa da Imperatrii n. 05.
45-RUA- DIKEITA-45
m
Eia, rapasiada, coragenjt parece queja
entrega6tes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calamento da nossa citlade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos nem tanto l
a quebradeira nao deve diegar at este pon-
to Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor attcndei:
Borzeguins, Nantes, bezerro va-
queta 2 e meia solas .... 8fji00
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. WKX)
Borzeguins, francez e haraburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 75 e........6dl000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....5)$I500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......55000
Sapates, Nantes, sola e vira. 4#)00
Ditos para menina, com laco. 3^500
Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 80
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. i 0000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas ... 500
Farinha de mandioca
Vende-se farinha d.> mandioca da melhor e mais
nova qne ha neste mercado, no escriptorio de Ma-
noel Ignacio de Oliveira 4 Filho largo do Corpo
Santo n. 19, ou abordo do palhabote ViamOo, an-
corado no caes do bario do Livramento, junto ao
patacho Regulo.
LADQl
Vende-se na praca da Independencia ns. 37 e
39, capellas de aljfar para se botar no cemiterio
publico no dia de finados com as inscripcoes se-
guintes :
Hinha mi.
Meu pai.
Meu esposo.
Minha esposa.
Meu filho.
Minha Alna.
Urna lagrima.
Saudades, sempre vivas do apurado gosto desta
ainda nao vieran igual a este mercado.
Attcnfio do respeitayel publico
Para graii'le pe- hincha
Custodio, ca rva 1 lio A C, rna do
Queimado n. 99.
Offerecem ao respeilavel publico a mais fina de
todas as rambraias tanto em desenhos como em
tintas sao as verdadeiras organdys da India che-
gados a esta capital pelo ultimo vapor inglez. A
grande qoantidade que recebemos faz com que a
vendemos pelo baratissimo preco de 300 rs. cada
um covado, venham ver para desenganarem-se se
grande peehincha s na ruado Queimado n. 27.
Aos Sr5 de engenho
Xo caes d'Apollo ai marem n. 55, de
Jos Duarle das Neves, acha-se ven-
da 3 mais superior faiinrn Fontana
sendo muilo recan mondada as casaste
familia,as bariiquinhas de 3 arrobas
e de 48 libras cada nma.
Assucardo Man tetro
Roa do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
0:
para salas.
A7a ra do Queimado n 11.
Cliegaram casa de Augusto Porto muito supe-
riores esleirs de diversas larguras, para su!.v,
as qnaes se vendem por commodos precos.
4o n. 25).
Nova loja dos liarateiros na rita do Qucimarir.
Velludo de cores fazenda muito ba o covado .i
.15000, baldes de panno .15200, ditos de ai coi
35000, 45000 e ,5000. laas de duas hrgiirns
para vestido o covado 500 rs., chas francezas o
covado 360 rs., metim branco para forro de
vestido o covado i 120 rs., tarlalanas de todas "s
cores a vara 720 rs.
Ao n. 29.
Nova loja dos bartenos na ra do Queimado.
Cassa lisa pelle de ovo apera 75500, cambr.i a
lisa muito lina a peca de 17' varas 104. can-
braieta peca de 12 jardas 75000, cambraia adn as
cada para cortinado a poca de 22 varas 105'- meias finas para senhoras a duzia 45000, chales
de la a pona redonda 35>00.
Ao n. 2.
Nova loja dos barateiros na rna do Qneinae'o
Bicos pretos de linho avara 120, 160, 240,
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., pafr s
de da de algodo e de laa para enfeites de vesii
do a peca de 10 e 13 varas a 400, botes de slcV>
de velludoe de fustao duzias 120.___________
n Vende-se um escravo pardo de 2f>
annos, e de bonita figura ; na ra do Quei-
mado, n 13, primeiro andar.
Pilulas de Alison contra sezes, pillas da
vida, ditas assuraradas de Kemp, e todos os mais
preparados deste autor : granulos c xarope de Di-
gilalis de Labellonye, perolas de Ether, ditas de
chloroformio, ditas de assafetida, etc., I,e Roy frau-
cez, purgante e vomitivo, vernizosde todas as qua-
lidades, salitre refinado alvissimo e secco de Lon-
dres, etc. etc. : vendem-se na botica de Joao da C,
Bravo & C, ra da MMre de Dos n. 1.
Pilulas e ungento Holloway, ungento e pi-
lulas do homem pobre, muito uleis as erysipelas,
assim como o recente e puro oleo de genvisoba
para a mesma enfermidade : na ra da Madre de
Dos n. 1, botica de Joao da C. Pravo & C._____
__Vendem-se os utencilios de una padaria com
pouco uso, sendo tudo, ou peca por peca, confor-
me a vontade do comprador : na ra do Cordohx
n. 18, deposito._____^________________
Direito internacional privado e a applicacao do seus
principios com preferencia as leis pnncipaes do
Bral em 1 volume,por Dr. Jos Punenta Bueno,
84000 : no escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevcdo & C, na da_Crnz n. 1.
Vende-se a taberna da praca da Boa-Vista n.
21, com poucos fundos, propria para quem quer
principiar par estar bem afreguetada para a trra:
a tratar na mesma. ______
_ Vende-se um bom terreno na ra da Con-
SuisU no Caminho Novo, com urna pequea casa
e pedrae cal, construida ha seis mezes, alguinas
rructi-irasqueja se disfructam, larangeiras, goa-
beiras, jaqueiras, (rncta-pao, pitangueiras, sidrei-
ras, coracao da ludia, e 1 coqneiro; o dito terreno
tem30 nalnne de frente e 20e tantos de fundo :
os preUptentes podem dirigir-se a ra do Hospi-
cio^ %, \m*r. na cochelra de carre*
c



Diario de Pernambiico Quinta felra de ftl libro de I Sea.
i
'
Albitas c'Uipi'ifimi;
nrorurando urna
bella galautaria para se offertar a una senhora ou
menina em seus aniversarios, ou mesmo na
amarragao das mestras destas. se nao aehava cousa'
Graxa econmica.
A aguia branca acaba de recebar essa acredita-
la graxa couomica, cuja superioridade est go-
ralmaote reconhecida ; essa boa grasa se torna
recorameodada, tanto porque o calcado lustrado
camella deca perfeitamente lustroso ao menos que satislizesse, agora, porm, j nao devesnece-|
tros das sem necessidade do novo unto, .orno der assim porque na loja daguia branca encontra-
mesmo porque sua preparaco appropriada para r o pretndeme bellos objectos para essc fim, so-
amaciar e conservar o couro ; ella vem em caixi- bre-sahindo entre elles esses bonitos albuns com
nhas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do perfumaras, cajo gosto e novidade lhes d a pri-
Queimado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumados mazia. A aguia branca folgar de contente se
pregos de 400, 500 e 640 rs. essas offertas recahirem sempre em suas predilec-
#>ntfp il i>Aiu>h -cutes c """"J' I mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
Lom as novas e diversas guarnQes de dade do objeeto, querer desde logo alistar-se no
pentttque a Aguia Branca acaba de rece- aumerodaqueiias. Em todo ocaso havendodi-
fer, veto tambero una peque. qualid.de 't ^iF^JS^1^ ^^
de patitos de concha que com graca e acer- Chegaram luvas de pellica para a loja d'a-
la lacente servem para o moderno alado dos guia branca, ra do Qucimado n. 8.
cabellos Kilos sao de bonilos e agradaveis: Boinas nara liorna
moldes, e -letamanhopequenino como con- Vcndem.se Jo Qucimado "j dAguia
vem para o lim que sao. E esta, a prunei- Branca n.8.
ni vez que d'elles aqui ebegam. por isso Volcas pretas
que a moda novissima, pelo que ganha-. makia pa.
ro a palma aquellas senhoras que primei- A. ABU'? Branca recebcu as desejadas voltas
ro se apresentarem com elles, para o que P"tas, mu, compr.das o gradas.____________
os mandaro comprar na loja d'Aguia Bran- j
ca, ra doQueimado, n. 8.
ttOITPA FEITA
NO .
ARHAKEH
DE
%Vlft%% % ^%Wfc
*fc
LXTBEXRO VERBE.
l)
Neste estabelecimehto ha sempre ata sortimento completo de roupa felta de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras
homens e meninos.
XAROPE
deLABELONYE
lMiaruiacenlico 4a primeira classe
Pars.
Este medicamento empregado ha mais de\ i
(apellas, flores e lavas enfelta-
das para noivas.
Pelo ultimo paquete a Aguia-branca rece-
ben os artigos cima sempre necessarios s'
noivas, os quaes, segundo suas recommen-;
da<;des, vieran de muito gosto, e perfeita-
ment delicados.
As apellas sao de mui moderno e agr- 20 annos, com successos constantes, pelos
davel molde, de finas flores, e acabadas com melhores mdicos em lodos os paizes, cora-
todo o esmero : as flores solas s3o exlre- Ira as molestias do coraco, as hydropisku
mmenle delicadas e proprias para enfeites e as affeerdes do peito, aeaba de recber
de vestidos e mesmo ornatos de cabeca, sen- um novo sulTragio por nao ter por ora ap-
Uo delgadas vergonteas de jasmin, cachos de parecido outro igual para curar iofallivel-
resedas, e ouiras estimadas flores. mente todas as doencas do corago organi-
As lavas, porm, apreciada obra de Jou- cas ou inorgnicas, palpitacoes, -byaJcopisias
vin, parece que foram enfeitadas pelas mes- geraes ou parciaes. bydrothorax, aslhmas,
mas fabricantes das mimosas llores, pois que ebronicas, bronchiles nervosas, e fluxos
en geste c perfeico nada deixam a desejar. chronicos, aphonia (exlincgao da voz), etc.
S3a-easas. pois, as capelln flores e luvas As gazetas medicas fallara calorosamente
que corresponden! riqueza do vestido, for- sobre os effeuos preciosos do Xarope de
mam o completo asseio e perfeico, e ele- Labelonye, que tem hoje adquirido um do
vaui a galliardia da candida noiva. Resta; primeiros lugares no quadro dos medica-
semante que os pretendenles munidos de mentos os mais afamados e da therapeulica
dinbeiro dirijam-se alegre e espagosa lo- universal, como o declaram os celebres me-
30500
30500
ja d'Aguia-branca, ra do Queimado n. 8
aleudarlos semanaes: pelo
prceo todos comprarn.
Sao de siunina ulilidade esses kalendarios
s';iianaes, poique mostram acertadamente
a data das da semana, sem o continuo tra-
balo de b.ilir nelles diariamente, pelo que
se tornara necessarios e preferiveis a lodos
os eetroa ; tanto para casas de familias, co-
mo mesmo para qualquer oulra parte, e
principalmente por 500 rs. cada um : na
ra doQueimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
MeSas cruas inglczas.
A loja d'Aguia-branca, na raa do Queima-
do n., est bem provida de mui bas
meias cruas ingle/as, tanto para homens,
como para meninos, as quaes est remiendo
baratamente em proporc3o da superiorida-
de d -Has; assim, pois, os pretendenles di-
rijam-se com dinheiro c sem susto dita lo-
: pie sar|o bem servidos. Tambera ha um
bora sortimento de ditas brancas para se-
nhoras e meninas, e sao vendidas na mesma
conformidade.
B'hosphoros de cera.
Vendera-se a 24o re. a duzia de caixinhas
de phnsphoroa de cera": na ruado Queima-
do, loja d'Aguia-branea n 8.
BzsgEezas :
- Opiata
Colonia.
agua
da
que seja, desempehhe
cinbullezar, conservar e
A Aguia-branca da ra do Queimado n. 8
a mj;i de rebeber a apreciada opiata ingleza,
m como mu boa agua da Colonia lam-
L m ingleza.
arralas com agua da Colonia.
Chegarata novas garra&s com agua da Co-
nia pare a loja d'Aguia-branca, ra do
f ueimade n. 8.
as ditas clsticas pura senhoras
casadas.
V re 'i ulilidade dessas necessarias cin-
! istii is tez com que em breve se acabassem
a< |un vioram da primeira vez, deixando assim
d ootanles umitas senhoras que so nao poderam
pr.iver dellas, vista do que a aguia branca man-
i > i buscar mais algumas, que acabam de chegar,
' i la mais i)er( -itas que as primeiras, isso por se-
r.' menores ; acora, pois, podem as senhoras ca-
.s pcwenieui-se, mandando-as comprar na
I aguia branca, ra do Queimado n. 8. Se a
. branca p veisasse de semelh.mte obra de
t: idesta vez nao ficaria sem ella.
X'oviHlnios e bonitos enfeites
para canecas.
ouando o bello sexo senta a falta de bons
tes para cabeca, eis que a aguia branca
recebe nina sua encommenda de bonitos e
iles. i' d," moderniisiau moda.
- i sanar aquella falta,
r com que a- lua*< apreciadoras da
pnssam mellior re;t|-
e inostrarem o apurado gosto que as
Esses enfeites su dura tecido bas-
iino com continhas i'aeo, e mui bem
los com flores, fitas, bicos, plumas
ele, entretanto que sendo obra de muito
o custaiu ?;& 6-5 e 7$ dinheiro vista;
na espagosa e alegre loja d'aguia branca ra
oo Queimado n. 8.
dicos francezes: Andral pai e filho, Bouil-
laud, Cottereau, Desruelles, Fouquier, Le-
maire, Marjolin. Pasquier, Rostan, Rous-
sea-u, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-
rim, Vidal (de Poiliers), etc.,e opfros fa-
cultaticos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazemlo um rolulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresali o nome
Lnbelouye, o gargalo da garrafa traz urna
lira azul jaspeada, om a lirma de labe-
lonyc, a a rolha coberta cora urna capsula
de metal branco com a inscripeo $rop
de Digilttale de Labelonye, pliarmacien,
Pars.
Deposito geral: em Pars, ra Bourbon-
Villenenve, 19.
Km Pernambuco, na casa de Caors A- Bar-
bosa na ra da Cruz n. 22.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande aruiazciii de lalas.
Este annazem contm tudo quanlo
^preciso |iara ijiio a industria de pinlura.de
qualaer genero
seu lim, isto
reproduzir.
Honlado em grande escala e supprido
\rm directainente por irrandes fabricas lie l'a-
<& ri>. Londres e Hamburgo, pode oflereeer
M prodnetos de eonfluea, mthat nual-
qni'i- encoiimiumla ,'iosso Hato e a re-
lalho.
Os 8rs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolfcer vontade, pois
que tudo estar vista, as diferentes co-
& res de que veretn necessidade.
Ha untas em massa e em \i impalpa-
^ \e|. o como as obras a envernizar s se
l;i dte emprenr tintas muidas, e nao nie-
W recendo conliancaaspievein de frapara
; ; i oinniercio, por velhas, e lalvez falsilica-
. das, neste armazem se as moer vis-
la do consiiiiiidor. que s assim ter tin-
tas frescas e vcnladi-iras.
Ha tambem ouru verdadeiro. verde em
p eomolha, piala euLfolba, p debron-
zear d varias cores, diamantes para cor-
tar ridros, buniidores, ncarsupurlinaen-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
laes. azul, roxa, verde c amarella, inoffen-
i sivas, nicas que se devein empregar as
* eonl'eiiarias. colleceoes de |)inceis para
j fingir madeira, com propriedade, e outros
{ffij de varias qualidades, vernizes, copal,
gratxa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para eliquetas e qtiadros, tin-
la> linas em tubos, em cra\oes ou |iastel.
tollas para qnadros. eaixas do tintas tinas
o papel para desenlio.
Ksseneias aromalicas verdadeiras. fras-
cos o vidros para vidraea de todos os ta-
inanlms, e muitos ouiro's objectos, cuja
ntilidade e emprego sn rom a vista pode-
rao ser mostrados.
Joto Pedro das Noves,
(erente.
Casacas de panno preto, 3S(5 e
Sobrecasacas idem, 30 e .
Paletos idem e de cores, 25,
20. 15iJ e......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e. 70000
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
S*e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e.....50000
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e
Ditas de brim branco e de cfr-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e .
Colletes de velludo preto e de
300000 Colletes de fusto e brim bran-
250000, 00,30500,30 6 .... 20500
Seroulas de brim de linho,
20400 e......20000
Ditas de algodao, 10600 e. 10400
Camisas de peitos de linho,
50>W, 30Te.....20500
Ditas de madapolao, 30,
20500,206.....10600
Chapeos de massa, pretos fran-
30000; cezes, 100, 90 e. 80500
400001 Ditos defltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
H& 70 e......4#0O
Collarinbos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas para rosto, duzia, U0,
9e........60000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara ...... 10280
Chapeos de sol, de alpaca, pre- -
tos e de cores.....40000
Lences de linho..... 30000
Cobertas de chita chineza.. 20000
70000
70000
40000
40000
20500
20500
cores, 90 e...... 70000 Pennasd'aco, as mais superio-
Ditos de casemira preta, 50 e 40000' res, a grosa...... 600
Ditos de ditas de cores 50 Relogios de ouro orizontaes,
40 e........ 30500! 900,800 e......700000
Ditos de setim preto. 50000 Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 400 e 300000
60 e....... 50000 Obras de uro, adercos, meios
Ditos de gorgurao de seda adercos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 60, 50 e 40000, aneis e cruzes. 0
FITffDI^JLO DO B0WUM-H11 DO
BKni\. :ih.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhes.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
0 GALLO CANTA
Lac 'lumciidas d'aguia branca recela-
da* pelo iilimo vapor.
R o> pautes de tartaruga com chapa de niadre-
; i ola.
!! ntoa leijues de madrepcrola.
Delicadas canelas de dita.
Liados chaeeozinhos de selim para baptisados.
Bicos de seda brancos c pretos.
DoQtlasuaiuas com msicas e sem ellas para
costura.
Trancclinsde laa para enfeites.
Fitas de seda eslreitas para ditos.
Ditas de velludo com listras^iara barras de ves
ti Jos.
Aspas de balea para vestidos
Ditas de ac para espartilhos.
Daudes de dina.
'diseas de conlas para meninas.
Paos para abrir luvas e port-charutos.
Bssencia de ail para engommados.
l's hy^ienicos de Lubin para denles.
l/*ite virginal para tirar sardas.
Dito d'ires para exllnguir as caspas.
Vinagre aromtico para vertigens, dores de ca-
beca, etc.
Casmetique surflne para cabellos,
la para bigodo.
Randa 0> Uo, tin.
luravilha das bellas, no vos e
tclictdos enfeites para ves-
tido.
i: aprasivel a aguia bhmea o ter de avisar a
saa boa freguezia, que acaba de recetor pelo pa-
wielu fraucez unt bolle sortimeDto do efeitesde,-
seda ilenoiiiinado maravilla das bellas, os quaej.Crospo n. 7.
servem laote cara vestid de senlwa cemu iiaxai
roupinbas de enancas. Seos novissinux e delica-
dos desi-nlios, su.is escolhidas e bem acertadas co-
les fazem um todo agradavel aos olhos de qualquer
tire:i!.: .ni' saiba apreciar o bow. Assim, pois, a
tfuvhia est em haver diotoiro, havendo^), diri-
Bw-se sem tasto ao espacoso e alegre niaho de
^'uia branca, ra do Queimado n. 8, qdb acharao j a mais nova do mercado
M verdades cima ditas. 119, primeiro andar.
J sabido que. quandochega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annuneiando aos seos numero-
sos froguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sejam :
Cainsinltis para se>thwas.
Riqnissimas camisinhas com manguitos e gra-
vatiulias para senhoras : so no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Cirigolinhas.
Riqusimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muitogosto, e a primeira vez qne appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante na do Crespo n. 7.
Pentes de concha.
Ha para chegar riquissimas goarnices de pen-
tes de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por preeos razoaveis : s no Vigilante, na
do Crespo n. 7.
Redes com lacinhos de fita.
Lindas redes pretas e de cores com um lindo la-
cinbo de fita para conservar o cabello, pelo barato
preco de tjtOO assim con os novos enfeites pa-
ra cabeca a 33000, 4 e 6000 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda do bonitas cores a
l-SoflO assim como fita propria para o mesmo ef-
feito a 300 rs. a vara : M no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Lavas de Jourin.
Tambem chegou e chegam por todos os vapores
grande sorlimenlo de luvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
Entreodos e babudinhos.
Tambem chegou grande sortimento do ntre-
melos e babadinhos, que se vendera pelo baratis-
sima preco de 13500 a peclnha : s no Vigilante,
na ilo Crespo n. 7.
Filelas para cinto.
Tambem chegou grande sortimento de lindas fi-
vollas do ac o de metal com podrinlusc sem el-
las, pelo baxato- preco de 25 c 2&>00, dando-se a
fita para as mesmas : s no Vigilante, na do
DE
R. 21 LARC0 DO TERCO N. 21
O proprietario deste bem sortido armazem de molhatlos vende os seus gneros j
bem conhecidos de primeira qualidade, o por isso caprichou de escolher, para bem. servir
aos seus froguezes, mandando vir amaior parte do seu sortimento, para o que tem pessas
encarregadas para este fim, e os pode vender por menos de 10 a 20 % do que em outra
qualquer parte.
Verdadeira genebra de llollanda em botijas de conta certa a 400 rs.
dem de laranja em frascos grandes a 1,000 rs. e de llollanda a 500 rs.
Caixinhas com 8 libras de oassas de carnada a 2,400 rs. e a libra a 480 rs.
Velas de espermacete, carnauba e composicao a 63o, 44o e 36o rs. a libra e a arroba a
10,000 rs.
Palitos do gaz sem avaria a 2,3oo rs. a groza e 2oo rs. o maco.
Serveja das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e a duzia a 5,5oo rs.
Vinho das melhores marcas F. L. P. a 4oo, 5oo e 56o rs. a garrafa e a caada a 2,8oo e
4,ooo rs.
Ratatas desembarcadas ltimamente a 5o rs. a libra, e a arroba a 2,8oo rs.
Bolachinhas americanas a 2,ooo rs. e 3,5oo rs. a barrica e 2oo rs. a libra.
Azeite doce de Lisboa a 3,ooo rs. o galo, e a 6lo rs. a garrafa.
Queijos do reino os mais novos do mercado a 1,8oo e 2,ooo rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 5,000 rs., a arroba a 160 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e a 720 rs. a libra,
dem franceza, o muito superior, a 560 rs. a libra e em barrs a 540 rs. a libra.
RA DO QUEIMADO N. 46
m mwam
DE
FAZEADAS E KOI PAN FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250 280, 300 e 350, casacas
muito bem feitas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de 160 al
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e case-
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de alpaca e
merm de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 14, ditas de cor de 70 at
150, roupas para menino de todos os tamaitos, grande sortimento de roupas de brim
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim, casemira
e velludo de 40 a 90, ditos .para casamento a 50 e 60, paletots brancos de bramante a 40
e 50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, cerclas
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de graades
obras, que para oso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhaqte arte e um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra com
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
tsser
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
;C4L0ERiftl\ E Mmh) DE METAES,
* SJ0_na rua do Briim n. 40 jnnto
a rnadl?:m Villana Irma o k. V.
Neste estabelecimento encontraro os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funikiro, latoeiro feneiro e
fundifo, e os abano asssignados que o dirigem, prometiera servir a todas as
pessoas que s% dignarem de os procurar, com promptidao, sinceridade e pre- W
eos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeto a pessoal, como em materia prima, e tendo 8$>
habis oliciaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer Sa*
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as- A
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento loe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles. visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dfts os tamanhos e dimences. i Parafuzos de bronze e ferro para ro-
dachinas de cobre para destilar e res-' das d'agua.
ti lar espirito at 40 graos pelos sys-' Tornciras de bronze e bronzes para
temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estando, avulsas. todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Rombas para cacimbas, aspirantes e
e refinacao. | de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne- Rombas para destilacocs.
cessarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas e
Cobres para rodas de moer mandioca. capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. | qualidades e dimences.
Cobre em lencol e arrodellas, estando em barrinba, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Villara Jrmo & C.

Wtr

FUMDI^AO
Caf do Rio da 1.a e 2.a sorte 280 e 320 rs. a libra, e a arroba a 8,800 e 9,000 rs.
Cha de primeira e segunda sorle a 2,8oo 2,300 e 2,ooo rs. a libra,
'fijlo francez de grande tamanho a 14o rs. cada um. e a lm dos gneros annunciados
ha outros muitos que enfadonho seria menciona-los : vende-se dinheiro vista.
CAPAS ESCOSSEZAS
l\arua doQueimado n. 11.
Chegaram loja de Augusto Porto, ricas capas
escossezas com as melhores franjas quo tem vindo
a esta praea, capas de casemira de urna s cor
com franjas iguaes, capas com mangas do mellior
grosdenaple, manteletes de seda preta muito su-
periores.
Lunas de pellica,
As mais novas vindas pelo ultimo paquete, as-
sim orno as mais finas chitas Percalles, que tudo
se vende por commodos precos : na roa do Quei-
mado, n. 11. Na mesma loja se vendem camisas
inglezas, sendo os peitos, punhos e colarinhos de
inho muito superior por 42,8000 a duzia.
O GALLO CANTA.
Nao possivel que o gallo, vendo entrar em seu
ninlio objectos de elegante gosto, deixe de dar o
seu canto, annuneiando aos seus freguezes, para
que mandem ou venham ver para querer,-a saber:
Enfeites
Chegaram os riquissimos enfeites o grinaldas de
flores, cousa muito delicada e de muitogosto, pois
s as senhoras poderao apreciar : s no vigilante,
na do Crespo n. 7.
Flores
Tambem chegaram os delicados ramos de flores
matizados de lindas cores, que servem para qual-
quer enfeite : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ciatos
Tambem chegaram os novos e delicados cintos
com fivella, guarnecida de pedrinhas e duas borlo-
tinhas no centro, cousa de muito gosto : s no vi-
DE
DE
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CARDOS,
Rua do IIFim W. 8*.
Acba-se novamente aberto este antigo e proveitoso estabelecimento, promnlo oara
executar quaesquer encommendas de ferro fundido, batido ou de bronze moendas tara
engenhos, com vapores ou sem elles, tudo com a maior promplidao, perfeico e com-
modo preco ; tem vanas obras promptas da melhor e mais solida construeco que d-
dem ser vendidas por metade de seu valor, como sejam :
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca quadrada
Rodas de espora, carretas e rodelas angulares.
Parafusos e cavilhoes de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singela
Agulhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras c
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qualidades.
Taxase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios laman tos
Crivose portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Urna machina de destillaco continua do autorCollares.
Fogoes americanos econmicos para casa de pequea familia.
Fornos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de todas as grossuras.
Cobre em arrobas e folhas. dito, dito.
Folha de Flandres em eaixas, bom sortimento.
Chumbo em lencol e em rolos de diversas grossuras.
E urna grande porc3o de pecas de obras tanto de ferro fundido como batido on d
bronze que seria enfadonho descrever.
Espera pois, o proprietario deste estabelecimento que o publico sempre benigno
prestar toda sua confianca e altenco.e
com bronze.
Vendem-se tres boas casas terreas, na
r< rua dos Prazeres, (Boa-vista), novas, e ba-
ratas ; a tratar no becco do Veras n. 18.
Oftft_
O GALLO CANTA.
J o sabido que o gallo nao poda ar de can-
tar, annuneiando a seus numeroso freguezes os
riqoissiraos pentes, que acata de receber por esto
nltiino vapor. ________^^_
de litafcpai
Cal
na rua do Vigario n.
No armazem do caes do Ramos, e na rua do
Trapichen. 8, vende-se gaz do primeira quali- guante, ruado Crespo n. 7.
dade. Bandnjas
Riquissimas bandcijas.de charao o outras quali-
dades de lindos deserihos, qne se vendem por pre-
cos haratissimos para acabar : s no vigilante,
fu do Crespo, n. 7.
Pernada real
Tambem chegaram os bonitos copos de poreel-
lana fina com lanha e com lindos retratos, sendo
[irivilegiada pela rainha de Hespanha : s no vigi-
, ante, rua do Crespo n. 7.
-am* ao gaz. SaltonHes de ramilla
Vendem-se continuadamenie no deposito geral, Grando 60rtimento de sabonctes para todos os
travessa da Madre de Dos n. 16, armazem de Fer- pregos? de superiores qualidades, a 160, 200, 210,
Pr mo" 280, 320, 400 e. 500 rs.; assim como cstojos com
: lodos os preparos para limpar denles pelo barato
preco de 3*900 : s no vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Delicadas tesoorinlias
Grande sortimento de tesourinhas, tanto para
unhas, como para costura; assim como muitos
outros objectos de goslo, que nao possivel annua-
ciar pela grande variedade de sorliuicntos, enjos
precos serio menos do que em outra qualquer
parte : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Vendem-se pombos grandes e de qualidades:
na rua da Gloria, casa n. 110.
reir & Martins, em porces a a retalho,
dieo preco.
f'otassa da Hussia
Vende-se em casadero. Bie-
ber k (]., successores, rua da
Cruz n. 4.
Aos coeheiros.
Vendem-se encerados pretos e de cores para
ferrar carros : no armazem de Tasso Irmos. [j. J GAnvalI j\ava R 42
a^SSiSmSu ruVdoa,ScSot ^'T^^*?&^**
Campo Verde na Boa-Vsun. 21 : a tratar na rua &m> ^do libra a 440 rs., dem de Low
do Imperador n. 69, loja de bahus. I MOOr libra a 120 F8.
.\o aruiazem de fazendas bara-
tas de Santos Coelho
RUA DO QUEIMADO N. 19 VENDE-SE O SE-
GUISTE :
Coberlas de chita da India
pelo barato prego de 25000.
Lencos
de panno de linho a 25000.
Lences
de bramaute de linho fino pelo barato prego de
35000.
Lencos de rassa
brancos, finos proprios para algibeira pelo barato
prego de 25000 o 24O0 a draia.
Fil liso fiao
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
Madapolao fino
pegas de madapolao largo superior pelo baratissi-
mo prego de 85000.
Ricas saias
de fustao a 55500.
Prcas de bretanha
de rolo com 10 varas propria para saia a 35200.
Peras do canbraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo ba-
rato prego de 105000.
Rramantr de linio
fino com dez palmos de largura pelo barato preco
de 2530 a vara.
Toalhas aleochoadas
para mo pelo baratissimo preco de 55000 a du-
zia.
Atoalhado de linho adamascado
proprio para toa I ha de mesa a 25500 vara.
Alfliul moiislro
com 8 mimos do largura pele baratissimo oreco
de 15000 a vara.
Cwles de caifa
de ganga amarella de lista e do quadro farenda su-
perior pelo baratissimo prego de 15200 o corte.
Lazialia de quadro
de gosto inteiramente novo pelo baratissimo prece
de480rs. ocovado. ^
Pegas de cambraia de salpicas
fina com 81/2 varas pelo baratissimo prego de 45.
Pecas de cambraia de forra
pelo baratissimo prego de 25200.
Esleir da India
para rorro de sala de 4. 3 e palmos de lareura.
Farinha de mandioca
de Santa Catharina, da melhor e mais nova que
existe neste mercado vende-se em poreSes gran-
des o pequeas e por preco muito favoravcl, a Iwr-
do da barca Lima I, chepada em 11 do crreme o
ancorada defronte do trapiche Bario do I.ivra-
mento : a tralar no escriptorio de Miguel Jos Al-
ves, rua da Cruz n. 19.
Vendem-se dous terrenos, um com 685 palmos
de Trente sito na rua Imperial, freguezia de S. Jos
n. 226, outro com 200 palmos de frente sito cm
banto Amaro nerto do sitio do Sr. Calo : a tratar
na rua do Trapiche n. 9.
CAL li: LISBOA
Vende-se a 45000 o barril na roa
n. 20.
Apollo
IDO
Grande armazem da evpasica do Lon-
dres, roa da Caricia do 'itecifc nu-
mera lili.
rara easautento.
Ricos vestidos de fil bordado por prego commo-
do, e grande sortimento de objectos de I xo para
ornar salas : na rua da Cadeia do Recife n. 60.
Grande armazem da exposleo
de Londres, rua da Cadeia do
Recife n. O,
Pe fumarias finas.
Explendido sortimento de perfumaras finas dos
principaes fabricantes de Londres e de Pars, em
ricas caixinhas, o vidros de crystal: vndese mni-
tissmo barato na rua da Cadeia do Hcrife n. 60.
Vende-se na rua de S. Francisco, casa n. 3,
um instrumento de nome Bom-tordio para alfU|
msico, principalmente para hatalliao. e nmito ba-
rato_____________. _____
Vende-se urna esrravs recomida, parida de
um mez, propria para ama de leite, sabe engom-
mar e cozinliar : na rua larga do Rosario n. 30,
teja.
Veadem-se 4 garroes gordos e passados
carro: na n larga do Rosario, loja a. 33.
Vende-se
alcatrao on vermz do gaz, pelo prego do ganme-
tro: no armazem da bola amarella no oitao da se-
cretaria da polica.
vende-se
chumbo para caga a 160rs. a libra, estopa de linho
a 80 rs. a Mbra: na armaaem da bola amarella no-
oitao da secretaria da polica.
Cal de Lisboa
nova : na rua do Vlparie n. 19, primeiro
andar.
>lgrliM&
Cambrains mrnto finas a 220 rs. o cenado
tas fraoeozas roatisadas a 329 rs. o eovado
rua doQueimado n. 23;
chi-
.
A-foOra (arjvi
Cadas muito bomtas f fms^" na rna io Crespt
1.17, loja de Jos Gomes Villar.
ILEGIVEL


Diarlo de P.c*ajtyfte*.<- fllMi**fel4'a ** de Outuluo de ISAS.
GRANDE ARMAZEM
AE
itr
EB
^mzmimxmnmmmmmMmmjto:

N. 36, ROA DAS CROES N. 36
00
balrro de Santo Antonio.
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DI
.^^(y*mi3ia^^
y
O proprietario do maito acreditado armazem denominado Progressista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
baixo mencionados, e alfianca as pessoas que mandarera comprar por seus criados ou
yos, serem Uto bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandaran comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os msmos senhores ter toda atten-
,-ao cora os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
.;ruzos n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
mottas vezes olvidam-se e vo outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
l.'vw muito novas a l.ooo a libra. Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
Castanhas a 2oo rs. a libra, pote.
Figos a 310 rs, a libra, Mitos do ?32 a 20 rs- a duzia de caixinhas
Vinho superior da Figueira e Lisboa, a 400, "" S rT amw
440, 480e 500 rs. a garrafa, e a 2,500,' e *'IU0 rs" a grosa'
2,700, 3,000 e 3,40* rs. a caada. Ditas hygienicas e de seguranca a 240 rs. a
dem engarrafado, das seguintes marcas du-
que do Porto, Feitoria, Nctar, velho seoco,'1 Alpista muito lirapo a 160 rs. a libra,
Se1,^rtoa8Wn,'a Gomma de engommar a 80 rs. a libra.
uuaa t sou rs. a garrata. 2;2O0 f$ arroba
dem Bordeaux de diversas marcas a 640 rs. < c _;.- nl atA ,, itkmm
r ,,,, ia r Sag mu lo novo e aIvo a z*o rs. a ora.
a garrafa e7,;>00rs. a caixa com 12 garrafas., 8
11 u ,.ii i o, i i i ,n Sabo hespanhol, a 280 rs. a libra.
Mera Muscatel deSetubala 1,700 rs. a gar- v
rafa, e 18,000 rs. a duzia. tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
iarrafoes com 5 garrafas do vinho do Porto, Peixe era latas, savel, pescada, e corvina a
Lisboa e Figueira a 2,100, 2,200 e 2,3001 1.000 rs. a lata.
rs. com o garrafao. Lv.ji.hj u j
, Genebra de Ilollanoa em butijas de conta a
ld*m branco muitosuperior a 500 rs. a garra-) 400 rs.
fo e 3,500 rs. a caada. L ,. ,nn
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs.a
< arrafoes com 5 garrafas do vinagre a 1,1 oo rs. resma.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
nada e 200 rs. a garrafa. I~__ ....
Champanlie das mais a creditadas marcas
TODOS
os
VA1HIR11N
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMENTO.
O
-s
m
COMPLETO
SORTIKKTO BE MOLHADOS.
vende-se em porc3o e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactido qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
Velas de spermacete superiores a 580 e 640
rs. o maco.
Manteiga ingleza de 1.a qualidade, a 800 rs.
a libra.
dem de 2.1 dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3a. dita a 600 rs. a libra.
a 10,000 rs. ogigo e 1,0 >0 a garrafa.
Doce de goiaba de 400 a 800 rs. a caixa.
Chocolate portugnez, francez, hespenhol e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composicao a 320 e
3C0 rs. a libra e 9,500 e 10,000 rs. a ar-
Idera franccza, a melhordo mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra. '' Massas para sopa macarrao e talbarim a
i i. *j, I 400 rs. a libra.
dem em Litas com 2 '/a libras a i ,400 rs. a lata. I
_ rt .... Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
Banha de porro refinada a oOO rs. alibra. j hia 3800 3m ggg e 2400 rs
Mneijos4lamongrts rhegados ltimamente a caixa.
2,000 rs. Cerveja das melhores marcas de 5,000 a
dem prato o raelhor que ha neste genero a 6,000 rs. a duzia.
700 rs. a libra. ., __A
Biscoitos mglezes de todas as marcas a 1,200
\rroz Carolino c do Maranhao a 2,800 rs. ar- rs. a lata.
robae 100 rs. a libra. n a nnn
Bolaixinhas de soda em talas grandes a 2,000
Amendnas de easca mole a 280 rs. a libra. e 1,800 rs. cada lata.
I fchrinh com ameixas francezas, de diversos "*J toraates em lalas de ,ibra a 36
tamanhosal, 200,1,400, l,800e2,100rs. e ,s-
rada urna.
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia, pe-
cagos e alpech a 480 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
Marmelada de, todos os conserveiros de Lisboa
a 600 rs. a libra.
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
I Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
i
Ameixas em latas de I '/ e 3 libras a 1,200 Farinlia de Maranhao a 140 rs. a libra.
e 2,400 rs. a lata e900 rs. a libra. L,._____*. 0,n ,. .
I Pimenta da India a 340 rs. a libra.
Cha huxim o melhor que possivel encontrar | Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de araruta a 500 rs. a
neste genero a 2,700 rs. a libra.
Mem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra,
fdeni miudinbo a 2,700 rs. a libra
Meno preto de qualidade muito fina a 1,800rs.
dem mais inferiora 1,500 rs. a libra.
Genebra de laranja a 900 rs. o frasco e 500
rs. os frascos pequeos.
Chourirose paios os mais novos que ha no
mercado a 500 rs. a libra.
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
Prezuntos do Porto a 5oo rs. a libra.
Batatas muito novas em gigos com 38 libras
por l,5oo rs.
Cognac inglez a 9oo rs. a garrafa.
Canella da India a l,loo rs. a libra.
! Cominho a 64o rs. a libra.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e;Az(,itonas u Lisboarauito novas a l6oo rs
8,ooo rs. a duzia. a ancoreta
Licores franoezes, annizete, plaisir des da-'
mes, etc., etc. a8oo rs.a garrafa e8,5oo Estrelinha e rodinha para sopa a 6oo rs. a
rs. a duzia.
Passas as menores que se encontram a 360
rs. a lib*T
Bolachas inglezas muito novas a 24o rs.
a libra, c 3,5oo rs. a barrica.
Azeite refinado a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as qualidadesa
750 rs. o frasco.
libra.
Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o maco.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,ooo rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,ooo rs. a resma.
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
OiuoniioaiaqBjso 8js8 jp
-g.i8bsp b JKMiem ap ma.uas so apno 'ajjcd wjno b w.v o as-uiepiAio sezav sejinu soisa
..ubjod 'oaojd ooieq sieui jod sajaugg sajoi||aui so apuo.v as ana ? oe -u sqzujo sep
t:iu ep cjsissajSojj uiazBujje ou os anb ja.\ saqj-opuazBj 'sajope^jod snas so raoo oga
-iioiiB epoj jaj sa.ioquas souisara so opua.vap 'jbpbjSb oku anb ojaaf^o janbiGnb jaAio.\ap
uiajBpueui ap joabj o mazBuuB ejsau aBaduioa raajBpuem anb sajoquas soe apad ouisaw o
ojiwuipajaqsisa aisap soiodod oru sopafqo opuajuoa ouisaui BpuB 'Bpuaiuiuooua jaub
-jRiib jbiab ap os-BSajJcoua ; ajuauieossod opuiA oiuoa sopi.uas uraq oi majas 'soACjasa
no sopeua snas jod jcadoioj majBpuera anb sessad sb bSubijb a 'sopcoiauara oxiBqc so5
-ajd sopd apBpqcnb ejiomud ap soaauaa sopiaaquoo raaq Bf snas so japua.v opBJaqqap
iuq 'sazangajj eoas soe J|Aias maq Bjed ia\issod joj anb o'opm Jaaej bsia na aadas
opuat 'BisissajSoJd opBuiwouap uiazwnjB opBHpajoe ox\rm op ouejaudcud o
'98 u ojuoHiV Ofuvm p oj.i|C(| op zn.i) p Kim 9B'K
A<1
li iyVI4H%
i
naiivu
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vel publico e com especiahdade aos seus amigos e freguezes que tem resorvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, como abaixo vere nao obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seas portadores, qse seraote
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceja a mais nova que bao mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
tnento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garran, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
tdem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo agarrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam:Cames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso A Filho, Madeira secco, e Feitoria a I
Farinha de MaranMo muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
rs. arraba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a
4,2oo rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a I,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a8oo rs. ea
l.ooo rs. a garrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraco a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
AOS SENHORES LOGISTAS
Desta capital, arrahaldes eprovincias
adjacenes.
MWLEL fe
N. 23 B.TJA NOVA N. 23.
Tem a satisfaeco de participar particularmente aos seus amigos e freguezes, e em
geral a todos os senhores logistas desta e de outas provincias, que em consequencia de
sua relacoes com as principaes pracas manufactureras da Europa, tem consegi
montar a sua fabrica da chapeos de sol sobre urna escala importante, a (ionio de piular
offerecer vantagensaos prelendentes, tanto na qualidade e bem acabado dos seus aeflthn-
tos, como pela reduccao dos precos; verdade incontestavel, de que se poderao C^Seft-
cer vista da fezenda e pelos presos que vo abaixo :
Chapeos de sol de seda para homem 28, a 720 a duzia.
Ditos 26, a 66*000.
Ditos 24, a 605.
Ditos para senhora 18 e 20, a 48)5.
A duzia tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armac3o de balia 20, 24 e 26 sortidos, liquido
a 265 a duzia.
Ditos de junco 20, 24, 26 e 28, a 180 a duzia.
Venham ver para convencerse da verdae.
Encarregam-se de encommendas para da Europa.
INJECCAO E CAPSULA
VEGETAES ao MATlCO.j
GRIMAULT E CLA PHARMAGEUTICOS EM PA
Novo tratanieniu preparado com as folhaa de Mtlco,rre dorern, para a cura n.pi'iai' inla'.livl
da Gonorrhca sem recelo algum da contrtelo do canal nu da inflammacSo dos Intestino*. O clebre
doiUor Rirord, de Pars, ter renonciado, desde sua apparieo, ao emprgo de qualquer outro tramenio.
Emprega-se a lujcrr* no comoco do lluxo, as capsulas em lodos os casos chronlcos e iuvcter.idos, que
resistirn s preparac&es do copahu, cubeba-e s njcer;6es com base metallira.
Depsito geral i em Par, em casa de MM. Gi luanu e C, pharmarciitieos, 7, ra de la Feuillade;
em Lisboa, Joa-Ago*Unbo da Coala-Carvalho juntar; no Porto, Mlgarl t%m de Sour.ii Fcr-
relra; em o Mo-de-Janeiro, Geataa, inl, ra S. Pedro: ero Baha, Joa-Catano Ferrrlru-Euin-
helra; em Rio-Grande, Joa^aln de Godoy, em Maranhao, Ferrelra e C; em l'ernanibneo,
sbouiu e C, ra da Cruz, 22; souu, e as principaes pbarmacias do Brazil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza
9oo rs. a garrafa e ),ooo rs. a caixa com Paltas dogaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas. grim.
GAZSVaSvStTZhr\ d P0rt0C0n-Y^a de Alpercbe chegada no ultimo vapor
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs. | ^ ,atas de 2 ,ibras a ^ m pechincha|'
Ide^e^ma32KS S"Perr vinho Fi*' Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
gueira a z,4oo rs. rafas por 6 5oo ^
dem com 3 garrafas de vinho Lisboa a 1Anm _,__ 0
2,loo rs. Idememfrasqueirasa6,3oors.e6,5oors. ea
56o rs. o frosco afflanca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa',jftm Jn Unli- .
vindo ja engarrafado de Lisboa a 64o rs. Wem de f"t,ja em ,bar/icas mm W^o du-
a garrafa. | zias a 4io rs- cada ^U3-
dem em barril muito superior a 5oo rs. a! dem- de.'arama em frascos grandes ^da-
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada. deira lta,iana a l^0ft rs- frasco-
Ameixas francezas em caixinhas de 1 */., 2 Marrasquino de zara a 72o rs.
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Licor francez de todas aS qualidades em
- cas estampas na caixa extenor a l,3oo garrafas de vidro brancos a 72o e8oors
l,6oo 2,ooo e 2,5oors.
ROVAEXroSIClOEFAKm\S.|
Baratissimas que se vendem para apurar di-1
nheiro, na loja c armazem da Arara, ra'
da Imperatriz n. 56, loja de Lourenco
Pereira Mondes GuimarSes.
Neste grande estabelecimento acha-se um
grande sortimento de fazendas, tanto para o
matto como para praca, advert ndo aos
seus freguezes que as fazendas tem subido,
Sorm no seu estabelecimento cada vez ven-
e mais baratissimo, na loja cima da Arara,
rea da Imperatriz n. 56.
Principia Arara, cassas oryandis a 200 rs.
Vende-se cassas organdis de quadros, cor
de cafe para vestidos a 200 rs. o covado, cas-
sas francezas finas 240, 280 e 320 o cova-1
do, popelina de quadrinhos para vestidos de
senbora a 320 o covado: ra da Imperatriz.
n. 56, Arara.
Sediobas da Arara a 560 rs.
Vende-se sedinhas de quadrinhos e de lis-
tinhas miudas para vestidos de senhora e
meninas a 560 o covado. lazinhas de qua-
drinhos a 320 o covado, ditas muito finas'
transparentes, fazenda chegada neste ultimo
vapor a 400, 500 e 560 rs. o covado, desta
qualidade s tem Arara : ra da Imperatriz'
n. 56, de Mendos Guimares.
Outra pecnincha na Arara a 210 rs.
Vende-se chitas francezas cores fixas com
pequeo toque de mofo, porm alianca-se que I
logo que se lave tica limpa, padres escuros
e claros a 240 e 280 rs. o covado, ditas lim-
pas, finas, a 320, 360 e 400 rs. o covado;'
na loja da ra da Imperatriz da Arara n. 56,
de Mendes Guimares.
Arara vende as camisas para senhoras.
Vende-se camisas para senhoras com goli-
nhas e punhos, com botaozinho e gravata,
fazenda vinda por este ultimo vapor a 4300
cada urna, goluihascom botaozinho e punho
muito finas a I 000, gravatinha ou golinha
com botaozinho para senhora a 320 rs., 1
s na Arara vende-se capinbas bordadas!
para menino a 1#000 cada urna, entre-meios'
e tiras bordadas para enf ilar vestidos a
1(5000 e id280apeca; na loja da Arara,;
ra da Imperatriz n. 56.
Casimiras da Arara.
Vende-se cortes de casimiras escuras a
I1J6OO e 2#000, tambem se vende em covado,
i covado e tres quartas da urna calca a 15
o covado; na loja da Arara-
Arara vende as cambraias de carocinhos a 2f5Sfl(
Vende-se pecas de cambraias de caroci-
nbos de cores brancas a 2)5500 a peca, cam-
braia liza fina a 3$ e 3#50O, ditas para cor-
tinados de 20 varas a 8$, ditas de 10 varas
a 4)5, e 35, cortes de cassa com palmas sol-
tas, com 1 vara de largura a 2$, na Arara ;
ra da Imperatriz n. 56.
Batojas
Calzas com duas arrobas Je liatafs desembar-
cadas do patacho Mara da Glano, boje, pelo bara-
to preco de 2,5500 a caixa : na ra do Ainorim u.
43, ou na ra da Madre de Dos n. .
dem em latas de, 1 '/a e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oors. a libra ca6,ooors. a
caixa.
Salmo em latas emticamente lacradas a
8oors..
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. ab'bra.
Doce da casca da goiaba caixfles grandes a
6oo e9oo rs.
Cbouricas as mais novas que ba ao mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos<
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
res.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras por .ioo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abren e
outros conserveiros de Lisboa a 6o rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qrjadades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portugue/as a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Ameudoas coufeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a S8o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Vinho Bordeaax das melhores qualidades
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs.,' e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 8oo rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 8o rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarrao a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carono a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. a libra, e a
3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejara32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oors. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
s 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o re. a libra,
e a lo.eoo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.oeo
rs. a libra.
Estrellinha e pe\de muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo re. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2o rs. a libra.
dem preto homeopaiioo e muito superior
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a I,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4, ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,ooo, O jfifoo, 2,5oe,
2,000e l,6oo rs. a caixa.
Redinhas da Arara para senhoras.
Vende-se redinhas para segurar cabello a
1!000 rs., enfeites para cabeca de senhora a
11000 rs., meias cruas para senhora a 320,
lencos de retroz para meninas a 320 rs s
na Arara, ra da Imperatriz n. 56, de Men-
,es Guimares.
o
Ainda mais urna pechiiuba na Araia a 2S00 rs.
Vende-se cortes de chitas inglezas a 2#0GO,
ditas france/.as com um pequeo toque de
mofo, porm afiango que logo que lave fica
limpa, vende-se a 20500, cortes de riscados
suissos, com 14 covados a 30000, cortes de
cassa de babados e de barras a 2GO0, para
acabar, ditos de barras de seda a 3/500 rs.,
ditos brancos bordados de groxe enfeitados
com entre-meios a 40000: ra da Impera-
triz, loja da Arara n. 56 de Mendes Gui-
mares.
Arara vende ronpa fcila.
Vende-se calcas de moia casimira e de
brim a 2i5O0O rs., palitos de brins de cores
a 90300, ditos brancos a 30000, ditos do ca-
simira a 40000 e 60000, camisas francezas
a 10600, 20 e 20500, ditas de linho de pre-
ga larga a 35000, seroulas de bramante de
algodao a 10600, ditas de linho a 20, gra-
vatas a 400 e 500 rs., pares de meias a 120
e em duzia a 10400, 20500 e 30: ra da
Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Cortes dela-a 30600, 40 e 50 r.
Vende-se ricos cortes de laa de quadri-
nhos a 30600, 40 e 50 cada corte, s na
Arara; ra da Imperatriz, loja da Arara
n. 56.
Arara vende ricas eolias avelndadas a 80000 rs.
Vende-se ricas colxas aveludadas para ca-
ma a 80, ditas de ftistao a 50, ditas de da-
masco a 40, cobertas de chita a 20000 ; roa
da Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Lencas de seda da Arara a 800 rs.
Vende-se lencos de seda fino, um s a
800 e 10000, ditas com franxa a 40500,
chales de merino estampados a 30000, ditos
finos a 50, 60500 e 80, s na Arara; ra da
Imperatriz n. 56.
Biles de arcos americanos a 30000.
Vende-se baloes de arcos americanos a 30
30500,40 e 405OO,bales de panno a 30500,
ditos brilhantina a 40, s na Arara vende-
se pecas de madapolio enfestado fino a 40,
| ditas de 14 jardas fino a 50500, 70 e 80,
: algodo cncorpado a 40, 40500 e jIOOO rs.,
's na Arara; ra da Imperatriz, loja. ?ar-
mazem da Arara n. 86, de Uurenco Perei-
I ra Menes Guimares.
Corram de prensa.
Borseguins para homem a 35, sapatos de couro
para senhora a 320 rs., sapatos de oleado com mi-
topara dita a 640 rs.: na ra dos Quarteis n. i2.
IV. Wehastfo da Virgcm.
Vendem-se livrinhos com versos dedicados a me-
moria do virtuoso Fr. Sebastiao daVirgetn, a 100
rs. : na livraria dos Srs. Guimares 4 Oliveira,
na esquina da ra do Imperador._____________
Oleo de ricino.
Vende-se oleo de ricino em latas a 400 rs. a li-
bra, na ra da Cadeia Velha n. 1.
Vendem-se canos de ferro de pul lega da de
dimetro para ennanaiuento d'agua : na ra Di-
reita, padaria n. 84._______________________
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
onde se mudou o antieo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos c
legtimos, e se vendem a preco mais barato do qua
outra quaUpier parle.
CLIIEMIOV
Vendem-se barris com cal des-
ta procedencia, eni pedra. chega-
da boje, e nica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapiche n.
13, armazem de .Hanocl Tclxel-
ra Basto.
ESCRAYOS FGIDGS.
Fugio no dia 4 do corrente niez o escravo
preto, Lab, que representa 30 e tantos atinos de
dade, crioulo, baixo e cheio do rorpo, ps largos,
andar vagoroso, olhos vesgos e pendraos, MMga
chata, bocea saliente, com falla da aentirs,cos]uiM
embriagar-se : quem o pegar, Irre-o ao armuen
do caes do Ramos n. 6, que ser generosamente
gratificado.
50 dcgrafiiienc'io.
Quem pegar a escrava Jacinlha. crioula, do Ida-
de30anuos, reeeber a gratifiwfto cima; ruja
csciava tem urna marca de um lalho na trst.i -u.
bre o olho ilireilo, quandoauda puxa por urna ;< i
na. anda constantemente noengciiho Paulina ma-
ne tem unsfilhose.m Maria Farinha, na proprieda-
de du Dr. Serpa Brandan, e no engenho Januuiitu
doDr. Honorio: por isso pede-se encarecidaawnCa
s autoridades o favor de a pegar e remette-la 1l
ra .\ova n. 44, terceiro andar, que muo se a-rra-
dece; e asm protesla-se sobre a pessoa que tivir
a dita escrava orcutta.
iOU$ de gtaiilicita.
Fugio no dia 6 do corrente um mulalinho d
nome Joao, de 13 14 annos de idade, com os sig-
naes seguintes : corpolento, cor alatoada, cabrito
amarellado, olhos pequeos, bem feilo de ps e
mos, tem urna cicatriz de um couce de ravalla
era urna das peroas, bem ladino, e passa |ior
ferro; levou camisas e ceroulas de algodaozinho
azul e chapeo de bata : quem o pegar, levando a
seu senhor Antonio Francisco de Abreu, na villa
de Pao d'Alho, recelar 100 de gratilicaco.
Continuam andar fgidos-
desde o dia 8 de outubro deste corrente auno os
dous escravos sahrdos do sitio da Torre, .lo abaixo
assignado, sendo um de nome Hod.llon, pardo cla-
ro, de idade de 18 para 20 annos, boa estatura e
bem augurado, e civilisado, cheio do corpo, cabcl^
los sollos e annelados, costuma traier sempre
aberto na frente moda nazarena, t'oi escravo d*
Antonio Goncalves Ferreira, proprietario do enge-
nho Mangueira, naEscada. rosto redondo, vindo
agora o buco de barba, olhos, nariz e bocea regu-
lares, dentes limados um pouco na frente, pumas
tinas e ps grandes, tem na canella o no tornozelo
dop marca de cicatriz pequea e mana de caus-
tico de urna banda em cima das costillas, tero*
chapeo de feltro cor de cinza em meio uso : o ou-
tro que desencaminhou chama-se fhomax, acv
boclado, de 50 anuos de idade, natural de Atalaja
ou Taquara, perto da Parahiba do Norte, alto
bastante grosso do corpo, muito civilisado e canta-
dor, vistas batas, e falla um pouco descaneado,
cabellas soliose grandes.rosto redondo e com a-
gumas marcas de bechigas amigas, tem una per-
na mais grossa do que a oulra, e est com urna ci-
catriz aim de outras muitas j saas, bom traballia-
dor de enxada, machado e fouce, ha muito esteva
fgido rraatro annos, trabalhando como forro, da
orne mudado, na estrada de ferro; atabal h?w-
rain enxada, fouce de rocar, e um faco de rocar
canim e rouoa daaobracelentu : n capnn e rou,
dades poltcl,
soadouovo
do noBeclfe,
bew recQinp<
de cani|Mj ou argnma |h>-
.ndarein pegar, leva*
,,. 44, que sera>
Antn** fHIaca.

MUT
< -- r -
ilLEGVEL,



*r

Diario de Pertambnco Quinta fera II de Oht ubi o d 16AS.
t fimnnn i mrrn 1 voltosos o auxilio que recebera de fra do Iregue ao imperador Alejandre. N(
1 11 I rR A I I KA P*iz- v verdade 1"e a'csa dns Polacos lanto, depois de promulgada, deve-el
J411 lUlin*"'____------. provocou grandes svinoathias na Europa, 'reputada a constituico a que se refers
No en- t 0 vice clianceller parece crr que a
'ella ser discussao de taes bases seria nm obstculo
riam os para serem postas em vigor as providencias
manifestando-se este senlimento em todos os redactores do tratado de Vienna Eis o ino- adoptadas para se restabelecer a autondade
0 que vae pelo munao grandes estados onde existe urna represen-i tivo pelo qual o gobern da rainha propoz do governo na Polonia.
Damos em seguida as notas enviadas pe- lafg0 naciona| na Inglaterra, na Franca, na em segundo lugar, nos seis pontos que sub- A cooperado das potencias dara tra-
los ministros da Inglaterra e da Austria ao Austria, na Prussia, na Italia, na llespanlia,' metteu ao governo da Russia, a represen- bem s resoluges que fossem adoptadas o
i mi russo, sobre a questo polaca : em Portugal, n3 Sucia e na Dinamarca. Emtagao nacional cora poderes semelhantes aos carcter de urna ingerencia nos negocios in-
i |,' Do conde Russell a lord Npier,; l0(ja a parte onde Da'representac5o nacional a que sao fixados pela carta de (15)27 de no- ternos da Russia, fado este que o gabinete
r britannico em S. Petersburgo, administrago parlilha, anda que com pru-
l" dencia e reserva na sua linguagem, os senti-
meiilos do poder legislativo e da nagao.
para apraseul
ros da Huan.
> Foreign Office, II de agosto. Mi- Rusa|a ,jevera iomar em considerado estas
I i. -No da IS do passado, 0 bario Brun- sympathias e aproveilar a licSo que ellas Ibe
iiow communicou-rae urna nota que recebe- $0
ra. na vesoera noute, do principe de 'O principe GortscliakolT insiste muito
Gorlscbakoli. no facto, que nao pode ser posto era duvi-
*ss ola, de que vae junta ama c- 9) ae queos revoltosos nao pedem amnis-
pia. est Ion-e de ser urna resposta satisfa-1ta nem autonoma, nem representaco mais
to-.ia representaco que o governo de suaf ou men03 comp|ela> seria porm um erro
magestade, de accordo com a Franca ea|SUppor qUe em caos jesle gei>ero nlo ha
Austria, dirigiu ao gabinete de S-Peters- seno dous partidos, o governo oceupado a
burgo. reprimir a revolta, e os cliefes dos revolto-
r Effectivamente, a ola comega por de- SS uabalhando para a propagar e desen-
rlarar que o gabinete imperial admiti queivo|ver< Alm desles partidos, ha sempre
cada potencia que assigna um tratado temo em casos taes urna grande massa fluctuante,
direito de inteipretaro sentido delle como|(,e desejaria ver as pessoas e a proprieda-
ememler, urna vez que a interpretado se\Q protegidas por urna administracao justa
naoafaste d>% limites da significago que se e bemfazeia.
lile dar ao tratado de accordo com o texto.
Accrescenla. o principe Gortschakofl que,
em \irtude deste principio, o gabinete im-
pela! nao contesta este direilo da parte de
neiihuina dasoito potencias que tiveram par-
te na acta ge ral de Vienna de 18 5.
No enlanto, o principe Gortschakoff,
A confianca desta grande massa nao foi
ainda obtida, e nao pode ella conservar-se
sempre na inaego.
O governo de su mageslade deve re-
presentar novamente cftie cumpre com
raaior urgencia emprehender a obra de con-
.ciliago, de tanta ulilidade para os interes-
desviando-se muito da questo da interpre-: ses geraes. AproveitanoVse do auxilio leal
tagao do tratado de Vienna, altrbue sem-
ine a continuago da revolta na Polonia ao
auxilio inoml e material que recebe de fra;
admilte-vagamente os seus pontos, rejeita a
suspeoaBe das hostilidades como foi propos-
ita, nao qur acceilar urna conferencia das
orto potencias, e declara emlim que o resla-
belecimento da ordem devem preceder a
applicaflSo seria de qualquer providencia
que tenda a pacificar a Polonia.
' i O governo de sua mageslade exar
e desinteressado que Ihe- offerecew a Aus-
tria, a Franga e a Gra-Bretanha, a erte
da Russia obtem meios poderosos para fa-
zer prevalecer na Polonia as ideas de mode-
rado, e estabelecer assim as bases de ama
paz duradoura.
Quamo ao tratado de Vienna, dir o
principe Gortschakoff ; Nao iramos Ion-
ge da verdade, affirmando quo o primeiro
artigo do tratado de Vienna foi preparado
pelo imperador Alexandre, e que emano
l entretanto os principaes argumentos daLreClaniente de sua mageslade imperial
resposta do principe Gortschakoff s consi-
deracSe (ue lhe sao expostas na minha
110,3 r. 1
Ad-niitinJ que a confianca da parle
dos governados e autejidade da le, supe-
rior ao poder arbitrario, devem ser o fun-
damento da ordem e da estabilidade, o prin-
cipe Gortschakoff accrescenla que o corona-
rio inevitavel destes principios o respeito
devido autoridade. O gabinete russo, po-
rm, nao pode ignorar que a clemencia e a
conciliafao sao muilas vezes mais efficazes
l>ara se restabelecer o respeito da autorida-
de do'que a torca material.
< Seria erro deploravel pretender domar
as patxes pela forca das armas, sem o au-
xiliode alguma garanta sufficiente em fa-
vor os direitos polticos e religiosos dos
subditos do rei da Polonia. Esta garanta
era offerecida lanto Russia como Po-
lonia pelas propostas das tres potencias.
gabinete de S. Petersburgo, porm,
nao quiz empregar este meio para restabe-
lecer o respeito da autoridade.
O principe Gortschakoff affirma, e e
por ah que comega e termina a sua nota,
que o reslabeleeimento da ordem na Polo-
nia depende de umi coodicio. sobre a qual
cha.aira a attengo do governo e sua ma-
geslade biilannica, condigo que nem se
realisou, nem mesmo se acha consignada
na nota de lord Russell E' esta condigo o
auxilio mora! e material que os revoltosos
leer oblido externamente.
o governo de sua mageslade procede-
ra bem nao tratando deste assumpto, e, em
vez de fallar de novo no passado. tratando
nicamente das providencias reparadoras
para o futuro Levado por.n pelo prin-
cipe Gortshakoff o tocar este ponto, o go-
verno de sua mageslade nao hesita em de-
clarar que est convencido de que o prin-
cipal obstculo para o restabelecimenlo da
ordem na Polonia, est, nao no auxilio pres-
tado aos revoltosos, mas no modo de pro-
ceder do proprio governo russo.
A imper.itriz Calharina, em 1772, pro-
melteu aos Polacos que seria mantida a sua
lelgio. O imperador Alexandre I, 1815,
proinelteu aos Polacos urna representaco
e urna administrago nacionaes. Estas pro-
messta nao se realisaram. Durante
tos anuos, a religio dos polacos foi ataca-
da, eagnra nao gosam elles dos direitos po-
lticos do tratado de 1815 e da constiluigo
do mesmo anuo,
A violceo desles compromisos solem-
nes da parte, do governo russo tem produ-
cid > a desalTeigo, e a repentina invasodas
casis de V rsovia em urna noute do me/ de
Janeiro ultimo foi a causa directa da actual
revolta.
t Se a Russia nao tivesse excitado os a-
n'umsna Polonia, de pouco servira aos re-
vembro de 1815.
c Passando s proposlas especaes do go-
verno da rainha, o prncipe Gortschakofl
diz, relativamente aos seis pontos, que a
maor parle das providencias mencionadas
pelas tres potencias foram j decretadas ou
se acham j preparadas por iniciativa do nos-
so augusto soberano.
No fim da ola ha urna alluso s pro-
videncias a que sua mageslade o impera-
dor da Russia adhere segando os principios
exposlos na mesma nota, devendo elles
obter de futuro o desenvolvimenlo- de que
carecem
Esle ponto, longe de ser urna assergo
O governo de sua mageslade nao tem du-
vida em admitlir a probabilidade desta sup-
posigo
Em 1815, a Gra-Bretanha, a Austria,
a Franga e a Prussia prefeririam, combi- !
nago que se fez definilivamen'e, urna res-
laurago doantigo reino da Polonia, tal qual
exista antes da primeira partilha de 1772,
ou mesmo o estabelecimento de um novo
reino da Polonia independenle, com os mes-
mos limites do reino actual.
O grande exercito que o imperador A-
lexandre tinha ento na Polonia, os servicos
importantes que a Russia prestara allianca,
e sobreludo o receio de que se repelisse a
guerra na Europa, contrburam para que
a Gra-Bretanha, Prussia e Austria accei-
tassem a combinago proposta pelo impera-
dor Alexandre, anda que no seu entender
fosse essa combinago a que menos poda dar
em resultado urna paz duradoura e urna
seguranca permanente na Europa.
Quanto mais o governo de sua mages-
lade v na deciso adoptada a influencia do-
minante da Russia, tanto mais se convence
de que, de todos os soberanos, o imperador
da Russia devena ser aquelle que mais res-
peilasse ascondigoes dessa combinago.
Nao seria justo que a Russia gosasse de
todas as vantagens de um grande augmento
nos seus estados, e que rejeitasse as condi-
ges do documento, em virtude da qual se
ella se apossou desses mesmos estados.
t Ex pondo essas condigoes, diz o princi-
pe Gonschakoff que a nica estipulago que
pode por ern duvda que o imperador da
Russia possue o reino da Polonia cora o
mesmo direito que tem posse da suas mi-
tras provincias, a nica que pode fazer de-
pender os seus direitos de urna condigo
qualquer, se acha comida nos dous pontos
que cita.
t Ha, porm, outro ponto que elle nao
cita. E" o comego do artigo quando di/.: A
excepgo das provincias e districtos, com
relago aos quaes as disposicesso outras,
como se v dos arligosseguintes, o ducado
de Varsovia fica unido ao imperio russo.
ao qual estar irrevogavelmente ligado pela
sua constiluigo e possuido por sua mages-
m"u"J tade o imperador de todas as Russias e seus
herderos.
Se este artigo nao envolvesse urna re-
presentago nacional, bastara dzer : ao
qual estar irrevogavelmente ligada. sem
se fazer mengo alguma de urna constilui-
go.
E', pois, evidente que a constiluigo
o elo que une a Polonia Russia. Importa
conhecer essa conslituigo que ligava a Polonia
definida como a de urna represeniago nacio-
nal com meios efficazes de censura, ou de
urna administracao nacional, d alguma es-
peranga do que, em ultima analyse, o impe-
rador Alexandre seguir as inspirages de
sua natural benevolencia e dos conselhos da
Europa.
A proposta de urna sopefiso de hos-
tilidades rejeitada por jiustiea, pelo fiel
exercito do imperador, pela maioria pacfica
dos Polacos e pela Russia, ijoal estas agi-
tacees impoem penosos sacrificios'
e A ptoposia de orna conferencia das- po-
tencias que assignaram o tratado de Vienna
rejeitada, e com ella a probabilidade de
se chegar a um accordo immeifiato e ami-
gavel.
c Em vez desta proposta justa e leal o
gabinete russo lernbra que as tres potencias
que propoeeram os tratados distincles entre
a Austria-,, a Russia e a-Prussia, anterior-
mente ao tratado geral de Vienna, se re--
nam, eque a Franca e a Inglaterra sejem
depois informadas dos resultados das- suas
deliberaces.
Ha duae razos (e una deltas seriaisuf-
ficiente) pana se nao admittir isto :.
1 .* Os- tratados em questo, considera-
dos isoladamente das disposices insertas no
fratadO'geral de Vienna, 30 teem relago com-
assumptos puramente materiaes, servige
as margens- dos rios, regulamentos relati-
vos aos reboques dos navios, livre transita
de fazendas de urna provincia para outra, e
outras quesloes de conveniencia e de com>-
merco. Nao ha nelles pormenores alguns-
sobre apoltica.
c 2.1 E' evidente que urna tal conferen-
cia collocaria a Austria em urna falsa posigo
e que sera mcompativei com suas relages
eom a Franca e kiglalerra.
Portanto sua magestade o imperador da
Austria, com um justo senlimento da sua
dignidade pessoal, rejeitou a proposla russa.
Informando o principe Gortschakoff de
quaes sao as suas ideas, resta anda ao go-
de S. Petersburgo nao qur admitlir. A
corte da Russia recusa-se pois a acceitaruma
conferencia das oilo potencias que assigna-
ram a acta geral do congresso de Vienna.
i Considerando como fra da questo os
principios geraes mencionados nessa acta, o
governo russo consente nicamente n'urn
accordo directo com as cortes da Austria e
da Prussic para que a posco respectiva das
suas possessOes polacas, a que se estendem
as estipulages de 1815, fiquem em harmo-
na com as necessidades presentes e os pro-
gresos do lempo. Alm d'isto o principe
Gortschakoff observa que esta maneira de
proceder esl em perfeita harmona com a
marcha adoptada em 1815.
t O governo imperial deve responder que
nao concorda com o governo russo na maor
parte destes pontos.
t Pensamos que, antes pelo contrario, se-
ria urgente leBtar desde j urna obra de
eonciliaco to necessar'w para interesse gs-
rat. Aproveitaado o auxilio leal e desinte-
j-essado que lhe offcrecem a Austria, a Fran-
ca e a Gra-Bretanha, a corte da Russia ob-
tem o mais poderoso meio de bom xito pa-
ra faver prevalecer na Polonia as ideas de
moderaco, e estabelecer assim .as bases de
urna paz duradoura.
F/possivel que os orgos dos partidos
mais extremos regeitam como insufficienle o
programma recommendado pelas tres poten-
cias.
t Seria- porm um erro crr-se que nao
ba em tal caso seno dous partidos em pre-
senga uro do outro. De orna parte o-gover-
no oceupado em reprimir a revolta e de ou-
tra os ebefes dos revoltosos fomentando as
desordens> e com exigencias as mais exage-
radas.
t Alm destes dous eampos ha urna'nu-
merosa massa fluctuante que desejaria ver a
seguranca das pessoas e-da propriedade vi-
giada por urna administracao justa e bemfa-
zeja Obtendo a confiaora desta parle da
populago, a Russia dara- um grande passo
para a pacikago do paiz>:
t O principe Gortschakoff menciona oomo
um dos principaes-obstculos para qualquer
tentativa de -eonciliaco o-auxilio moraKque
as aspiraces mais insensatas de revolta'en-
contram na. esperanga de orna interveafr.
aetva por parte das potencias estranhas-.. E'
verdade que os acontecimentos da Polonia
provocaran- grande sympalhia da Europa:
tom-se manifestado esta sjmpathia em quas
lodosos estados onde existe urna represen-
taco nacional.
t Taes manifestagoes, reunidas ao auxilio
moral que-os revoltosos, apezar da rigorosa
vigilancia dos governos, teem conseguido
receber dos paizes lmitrophes, nocoasti-
vernoda rainha cumpnr um dever imperio- tuem C(m verdade, o-unico obstaculo-para
so. Deve elle chamar seriamente a alten-
fo de S. Exc. para a-gravidade- da situaro
e para a responsabilidade que ella mpe
Russia.
t A Inglaterra, a Austria e- a Franga fi-
zeram ver a urgente necessidade de se pftr
termo ao triste estado de cousas que cons-
lilue um perigo para a Europa. Ao mesmo
tempo indicaram estas potencias oslmfti^f
no seu entender, deveriam ser empre--.
o restabelecimenlo da ordem na Polonia. Se
a revolta como diz o principe Gortschakoff,
tem coneentrado todos- os seus estarces no
to encarado pelo principe Gortschakoff, o
que que torne inaceitarel para a Russia "
reunio de urna conferencia das oito poten-
cias. Protestamos j contra a interprelaco
que o gabinete deS. Petersburgo pareca dar
a este respeito a urna parte da nossanota de
18dejunho.
t Ento o gabinete imperial nao fez mais
do que constatar urna verdade elementar.
Effectivamente.. claro est que a reunio de
urna conferencia, com o fim de se negociar
com a fiussia, se torna impossivel se a par-
te mais directamente nleressada, aquella
justamente com quem devem ser felas as
negociacoes, nao quizer ter parte na reu-
nio. Nao tivemos porm em vista indicar
por esta reserva que approvariamos a recu-
sa da Russia em tomar parte n'uma confe-
rencia.
Quanto proposta de um accordo di-
recto entre a Austria, a Prussia e a Russia,
o governo imperial no pode, no que lhe
diz especialmente respeito, considerar esta
combinago como admissivel. Nao podemos
deixar de repetir nesla occasio que o ac-
cordo que subsiste entre os gabinetes- de
Vienna, Londres e Pars, aura de se prepa-
rar urna solugao pacifica da questo polaca,
forma entre estes tres gabinetes um lo, de
que a Austria boje nao pode separar-se pa-
ra ir negociar com a Russia e a Prussia.
* Entendemos tambera dever repellir a
,assmlhaco, que esta proposta pareceu es-
tabelecer entre territorios- pura e simples-
mente incorporados ao imperio da Austria
eporco da anliga Polonia, constituida
era'1615 n'um 8Stado unido ao'imperio da
Russia, porm gozando de urna administra-
gaodistincta. O imperador,, nosso augusto
soberano, nao hesitou em dotar espontnea-
mente as suas provincias polacas com insti-
tuiccesque esto em harmoniacom as ne-
cessidades presentes e o progresso da poca
c Pela sua parte o governo imperial nao
tinha a fazer combioacao alguma'a este res-
peito com os governos limiirophes; e as
providencias que elle recommendra Rus-
sia nao estavam em- contradigo com os
exemplos que dra as provincias- cojos in-
teresse*-'he foram confiados. Por outra par-
te apressamo-nos a pegstrar comsatislago
a declarneo comida na nota de (-15) 27 de
julho, que me foi lida-pelo Sr. Itnowing, e
na qual o principe Gortschakoff; protesta
contra a.interpretacSe que podessemos dar
sua proposta.
c Finalmente, o precedente de f8t5no
pode, a nosso ver, ser applicacto-com bom
xito s-circunstancias actuaes, porque as
potencias-qu') assignaram as actas de Vienna,
nao tinrlam n'essa poca, para intervirem na
deciso da questo polaca, o titul-que ago-
ra invocara e que deriva precisamente des-
sas mesroas actas.
Communicando assim as nsssas ideas
ao principe Gortschakoff, resta-nos um de-
ver imperioso a curaprrr. E' dtamar seria-
mente a sua attencao sobre a gravidade da
situacao e a responsabilidade que ella faz
pesar sobre a Russia.
A Austria, a Franca e a Gr-Bretanha
Oxeara ver a urgencia de se-por termo a
um estado de coasas deploravel e reeheiado
de perigos para a Europa. Ao mesmo tem-
ral de Vienna, ou mesmo com a Europa
deira, e fosse possivel.
< O gabinete de S. Petersburgo tendo,
todava, nos seus ltimos despachos, atlri-
buido s disposiges que constituem a legi-
tmidade do seu titulo sobre a Polonia, urna
interpretaco que nos nao parece exacta,
julgamos necessario explicar em poucas pa-
lavras como as entende o governo do impe-
rador,
Sabe-se que os plenipotenciarios, para
quem a sorle dos Polacos parece ter sido
considerada como o prmeiro e o mais im-
portante dos interesses, collocaram era fren-
te da acia, onde esto reunidas as differenles
resolucoes do congresso, as clausulas relati-
vas Polonia.
Ellas tinham sido provavelmenle disca-
tidas da mesma forma que as diversas
questes submeltidas ao congresso. Os do-
cumentos troeados n'essa poca dc disto tes-
temunho. Nenhuraa deliberago apresentou
uro carcter mais inconlestavelmerife euro-
peu.
c Da mesma forma, que em todas as do-
mis quesloes, depois de lomada urna reso-
lugo no seio do congresso sobre os princi-
pios geraes, actas particulares foram assigna-
das entre as cortes naisdirectamente iate-
ressadas.
Mas as disposices fundamentaes des-
tratados especaes, concluidos entre a Rus-
sia, a Austria e a Prussia foram deproduzi-
das no tratado de 9 dejunho de 1815, e,
alm d'sso, as que Acarara de fra por se-
rem de interesse secundario; foram inclui-
das no artigo II8 da acta final, na delibera-
ces do congresso.
> Estabeiece-se que ellas tenar a mesma
forca e valor, como se tivessem sido-inseridas
palarra porpahivra.
< Debaixo d'este ponto de vista pouco im-
porta1 o gru de influencia que acorte da
Russia podesse ter exercido na adopeo des-
sas clausulas: pouco mesmo que i.edac-
eao d ellas fosse dvida iniciativa do- impe-
rador Alexandre oomo o diz e-principe Gor-
ischakoff na sua oommunicaeo ao governo
inglez.
t Estas estipufages fazem parte intefran-
c te da:acta geral de Vienna: as potencias
c signatarias tcenv o direito positivo- de vi-
* giar pela sua exeeucao.
< Nao se disputa o direiti que para tal
Ihesassiste.
t Eis-aqui, pois. o que rasulta uV arti-
go primeiro d'este tratador o assinv eon-
< cebidO:
c D ducado de Varsovia, iexoepcSo das
provincias e districtos, acerca:dos quaes
< se dtspe por outra forma nos artigos se-
guintes, fica retrado ao imperio russo, ao
quafeficar irrevogavelmente ligado pela
sua constituico como per'enca perpetua
t de sia magestade o imperador de todas
c as Russias, seus herderos e seus succes-
sores,
< Sua magestade imperial reservarse dar
c a este estado, que gozar urna adminis-
trago distincta, a extenso nteriur que
t jtulgar conveniente, e tomar al dos seus
c finios j existentes, o de czar, rei da Po-
c lonia, conforme o protocolo usado e con-
< sagrado pelos ttulos qae lhe derivamdas
um temeno proprio onde, lhe faeil fa/er
sentir as suas queixas, e onde exislera cau-
sas de descontentamento que aconsejamos
se facara desapparecer.
t So a corte da Russia tivesse tido maior
que. no seu .f"!^^' ^IX'ronclu^'^^derago pelos- compromissos qpe con-
Bd0!^JLC!^I^L;l^ior trah era 1772 e 1845 a favor da eonserva-
go da liberdade religiosa e das iustituicoes
reino da Polonia, porque achou ali tarobem po designaram ellas os meios. que Ihes pa-
reciarn dever ser empregados.para se obter
sua coadjuvaco
offereceram a sua cooperag para cora maior
certesa, se conseguir o fim desejado. Se a
Russia nao faz o que est ao seu alcance, para
se realisarem as ideas de moderago e de
conciliago das Ires potencias, se ne entra
no caminho que lhe apontam conselhos ami-
gaves, torna-se responsavel pelas serias con-
sequencias que pode ter a prolongago da re-
volta na Polonia.Son, etc.AusaeH'.
t 2.a Do conde de Rechberg ae conde de
Thun. embaixador d'Austria, em S. Peters-
burgo,* para o mesmo lim.
Vienna, 12 de agosto,
c Senhor conde.Conheceis j o texto
da nota do principe Gortschakoff, que me
foi lida pelo Sr. de Balab'rae, que tambem
me entregou copia delta em 1? dejunho ul-
timo.
Como vos Cz constar, o governo impe-
rial lamenta vivamente que a Russia nao res-
pondesse de urna maneira mais satisfatona
s propostas da Ausb'a, feitas de accordo
com a Franga e a Gra-Bretanha.
< O principe Gortschakoff effectivamente
s de urna maneira vaga adhere aos seis pon-
tos propostos como base de negociacoes.
Contesta elle a opportunidade de se prose-
antes de se
Franoa/No foela proscripta no tratado j'der a sua applicacSo immediata
euro-! restabelecer completamente a ordem raaie-
no foi promulgada pelas
peas ; a sua redaceo foi
potencias
inteiramente en.
rial.
nacionaes, as excitages estranhas nao le lam
fcilmente provocado taes desordens, que
peta sua reincidencia inquietara, nao sem
razo, os paizes visinhos e toda a Europa.
Tambero nao comprehendemos muito
bem asobjeeges apresenladas pelo princi-
pe Gortschakoff contra a reunio de urna
conferencia formal, convocada para discutir
a questo da Polonia
O gabinete de S. Petersburgo,. admit-
tindo que as outras potencias teem o direito
le interpretar o sentido de certas estipula-
ges relativas ao reino da Polonia,, cecooheoe
por este fado implcitamente que essas
mesmas potencias teem o direito de exame,
levando-as assim a emittirem a sua opinio
sobre a execugo de providencias que nao
sao seno a consequencia directa dessas esti-
pulages.
c Nao encaramos a participaco das oito
potencias que assignaram as actas de Vien-
na era deliberaces sobre a sitnacao do rei-
no da Polonia como urna gerencia nos nego-
cios internos da Russia, porque evidente
que o tratado de Vienna colloca esle reino
em urna poricoespecipl, muito diffecente da
das provincias do imperio russo
t Nao sabemos, pois, mesmo sob o aspec-
esse fim, e offereceram a
como meio de se facilitar tal,empreza. Se a
Russia nao faz o que est-, na sua rao para
qpe se realisem as intences moderadas^
e conciliadoras das ires- potencias, se nao
adopta a poltica que lhe indieada por con-
selhos amigareis, expe-se s graves conse-
qnencias que pode envolver a prolongagtto
FOLHETIM.
A CONDESSA DIANA
POR
MR. MARIO UCH1RD.
(Conlinuaqao do n. 121.)
II
da revolta da Polonia.
Convido-vos, Sr. conde, a lerdes e en-
tregardes urna copia desta aota ao principe
Gortschakoff. Acceitae-
Eis a raemocia que acompanhaw a
nota ilo governo francez, para ser presente
ao gabinete russo, que demos em um dos
passados nmeros:.
t Na discusse a que deu lugar a ques-
to polaca, o governo do imperador abste-
ve-se at aqu do insistir sobre asestiputor-
Ces de 1815.
Desde principio nos persuadimos que
as negociacoes, de que elles erara origem,
era de natureza tal que mal podiam assegu-
rar Polonia a tranquillidade, que Ibe nao
deram no passado. Por outra parte julga-
mos sempre prematuro empenhar-nos n'uma
controversia sobre a verdadeira slgnificaco
d'essas clausulas.
Caba, segundo a nossa opinio, s po-
tencias signatarias interpreta-las: e qur se
julgue que se deve por em pratica o trata-
do, qur se reconheca a necessidade de o
substituir por outras combinaces, deseja-
mos obrar de accordo com as corles que,
em 1815 participarara da redaego da acta
suas outras possessoes.
Os Polacos, vassallos das tres cortes,
'- Russia, Austria e Prussia, obtero urna
representego e instituiges-naconaes, re-
guiadas-segundo o modo.de existencia po-
litica que cada um dos governos, aos quaes
c ficam nertencendo, julgar til e contenien-
f te conceder-lhes.
Pos outros termos, o congresso de Vi-
enna decdiu que a maior parte do antigo
ducado de Varsovia formasse um estado li-
gado-por constituigo ao imperio russo, que
este mesmo estado- possuira urna adminis-
trago distincta e neceberia a extenso rate-
rioc que o soberano julgasse conveniente.
Estas expresses, que se deduzem claramen-
te do paragrapho. primeiro do artigo que a-
Gabamos de citar, significam, para as.nego-
xiaces de 1815, que o reino da Polania se*
ria annexado Russia por um lago pessoai.
que estas ligages. seriam sanecionadas por
urna constituico, que a administrago d*es-
te reino nada teria de commum com a atan i-
nistraco; n'uma palavra, que o novo esta-
do, cujos limileso congresso tinha traeado.
disfrutarki urna existencia verdaderamente
nacional sob a salvaguarda das potencias, e
sob a garanta da carta que Ibe era promet-
tida.
Se estas disposiges tinham necessida-
de de ser esclarecidas, as proprias palavras
do imperador Alexandre, ao abrir a primei-
ra dieta de Varsovia a $7 de margo de 181&
Ibes servem de esclareciraento. Elle diwa
aos Polacos:
a planicie, e do horisonte espalharem-se por todos
os lados como para envolver-nos n'ma denso e e-
ros da lerrivel Gorgona... E o clamor a crescer
enchia as profndelas do bosque...
Um lobo aterrado com essa tempestado satnica
atravessou o caminho, e oceultou-se no mais denso
das iimuias.
E minha madrinlia gritava sempre:
Andr I Andr!
Ella eslava s, os grooms vinham longe, e cada
vez que me chamava a sua doce vo?., via o phan-
tasma parar, erguer-se logo depois com raiva to-
mando o seu vo sinistro. O cavallo de Diana to-
rava-o i com suas ventas inflammadas, e a cacada nnando.
eSSiSn espantosa, implacavel I Soueu I sou eu mesmo 'exclame..
Os rochedos estre.enam, a trra escapava dos Respondeu-me com nm aperto de raao.
Mal o ronde acabava d pronunciar estas pala- ps dos cavallos, a poeira se elevara em turbilhoes.
vj-a^s senti-me apoderado da vertigem. A voz, a Veio-me aoj>ensamento ablala de Lenore; mas
tcrri'vel voz desse espectro, que perturba os meus os mortos nao andam tao depressa !...
sonhos, sollou o seu brado. Horrivel clamor er- N'uma moa hora tinhamos ja feto quatro le:
gneu-se em tomo de mim, envolveu-me de repen-
te O espectro surgiu I
Felizmente Ral|>h era um animal de raga : cra-
vei-lc as esporas, e fugi espavorido.
p^-iX^rB^Sf^ aseu
Entramos na clareira dos Javalis.
entao um plano maravilhoso.
Formei
gro veu.
Suas maos estavam frias e inertes: para aquece-
las apertel-as ao meu coraeao, Jevei-as aos meus
labios. Quereria poder dar-lhe todo o meu sangue,
toda a minha respiraco, toda a minha vida.
Kinfim um fraco suspiro desprendeu-se do seu
peito; urna leve cor de rosa espalhou-se por suas
faces ; e das palpebras cahiram duas lagrimas.
Vendo-me a seus ps, suppoz que eslava so-
1H 3|IUIIUVU-mv .v.- ... aipi ii-----------------
Entretanto me fui pouco a pouco tranquilisando.
A condessa cahira por cima de urna pequea mol-
la, e nao se molestara muito. Com ludo sentia um
abat ment incommodo, e nao tinha torcas para
mover-se. ,
Na entrada da clareira dos Javalis exista urna
nessa earreira dosenfreada, devida smenta aos
meus receios pueris.
E nao devia anles deixar-me esmagar mil vezes
pelo phantasma, do que expr assim tao preciosos
das f
Inclinado para minha madrinha suppuaha que
aquelle somno pesado poderia tornar-se eterno -,
estremeca idea de nao v-la mais, de nao ouvir
mais a sua voz en cantadora I
Oh Entao, eu ficaria s no mundo I
(Coniimtar-se-hnJ
Engolphado nos meus pensamentos, voltei tam-
bem acompanhado de Tony.
Em caminho encontramos o medico, que tinha
sido chamado. Approximci-me, e lhe ouvi dizer:
urna forte commoco, mas felizmente sem
consequencias. Basta un dia de repouso, e nada
mats. Todava, Sr. conde, acompanho-o at o cas-
tello para fazer um exame mais minucioso.
Venha comnosco aqui na calega, respondeu
o conilo. O' Tonv, tome o cavallo do doutor.
Entregue a tao tristes pensamentos, interroguci E partiram : minlu madrinha sorriu-se entre-
o mea corafio: o que el.e.me responderilancou- ufando aocas.ello demorei-me no parquea
espera que o doutor volUsse. Ao cabo de meia
hora vi-o sahir. Corr ao seu encontr, interro-
No cume da collina que eu esoalava, existe um cabana de lenheiro ja abandonada. Quebramos
abysmo capaz de dar vertigens, urna fenda de vin- alguns ramos de que flzemos urna especie de litei-
te ps de largura : l em haixo mugiam as aguas ra, e deseemos o declive, conduzmdo para la mi-
ao"mesmo lempo siblar o seu chico- que um salto para galgar o precipicio, onde a me-
tlnhoo'ar.e aTerraresoaaos ps dos cavallos donha apparicao quebrara provavelmente opes-
CiS^.\iaWSKa ^cipitei-mea^aa brida, cheguei naaltura
rrSSf^MSSSSSS!^ P ~] H-P > Hup. a* ro^rou, k*er bradei eu
r^i^^ Crave-lheasesporascomtodaa, ,. ( _.
3x.rroSei.or4 as-sss. <^ Pe,a ^*^^^m*^.^\tsx^^
enormes azas acoutavam os ares, e sacudiam de
Tony e Paddy caminhavam a passos vagarosos :
eu ia a seu lado, tendo sempre a sua mao entre as
minhas.
Improvisei immediatamente um leito de folhas
seccas, onde a deposemos. Depois ordenei a Pad-
dy que corresse a toda a brida at o castello, e
trouxesse um carro.
Mas, senhor, me observou elle, se o senhor
conde me vir chegar com Agazico coberto de suor
e do espuma, desped r-me-ha de certo.
Pois monte no meu cavallo Ralph I bradei
mo em estranha perturbagao.
cu vivido ao lado de Diana, absolutamente exta-
siado com essa doce proleceJo que ella me conce-
da. Amava-a, porque ella sorrira minha ju-
ventude, s minhas esperancas: invocava-a nos
meus sonhos, como a fada bemfaseja que consola-
va os meus pesares, e ao meu affecto accrescia
urna tal ou qual venorago.
Mas n'aquella hora, em que eu receava perde-
la para sempre. surpcehendeu-me descobrir den-
tro em mim mesmo um tumulto deseonheodo I
Contemplei extasiado essa linda e tocante compa-
nheira do meu isolamento. Lastima va-a por nao
poder ella amar o homem brutal, a quem o destino
a ligara : ao mesmo tempo me regosijava com a
idea de que esse homem era indigno della 1
O ciume e a pedade, a alegra e a trstesa, se
dsputavam a posse da minha alma t
Extasiava-me ronlemplando-a: admirava a sua
bellesa, e pela primeira vez onsei lr no meu co-
racao...Fiquei como allucinado descobrindo nelle o
amor...
guei-o.
O doutor dissipou os meus reeos. Dsse-me
que a condessa Diana ficaria de cama dous das,
smente por prudencia. Respirei. Sub ao mea
aposento.
Proenre nao encontrar-me com o meu tutor :
previa j urna scena desagradavel. e quera pre-
paradme para ella, bem decidido a rebellar-me
contra essa tyrannia muilo pesada minha edade
de vinto annos, qual me dobrra durante seis
mezes para nao desgostar minha madrinha.
A noute surprehendeu-me no meio dos
pensamentos. Tinha pretextado um
para nao ir mesa do jantar
no meu aposento. .___..
Recostado s ameias do meu torreao contempla-
va as fugitivas coros do sol no seu occaso, e as
sombras que desciam dos montes. Do lado da Al-
1 emanhaos cimos purpreos das alcantladas ro-
incommodo
e o mandara servir
Passadas duas horas chegou o meu tutor : ven-' ctas'que so elevam para o cu. A meus ps-o
- '------=----- Felizmente elle valle cheo de mystenos, as
fra.
rArri em auxilio da condessa : iulguei-a morta; tida !.. Era a sua vida que me fazia tremer!
s um p immundo. Via o seu rosto descarnado, _rri em anwno oacflna^^^ ^ pa]pj(av^ ^ a|pima consa ? ,he pergonte eu C(
um po immunuo. va o seu riwu hcmhi, s ~i n rnncao-
lvido e chelo de erra, seus olbos de um ne^ro in- ajy J^"^^ |&
fernal...
Era como urna cagada furibunda!
comprehendia; tinha mdo tambem I Eu havia
saltado as redeas... Ralph voava sempre I
Para I Paral bradavao phantasma. Tua mae
morreu loucal... Ten av morreu loucol... Tu me
-a nos bragos, e a-
erlences.
Ah
Maldita Pega-me se podes I respond
Ralph me perte a'saa cabega de encontr ao meu seio. Nen-
hum soccorro poda esperar: eslavaraos num de-
" Entretanto os dous grooms haviam seguido os
nossos pasws. Ouvi o seu galope precipitado, e
vi-os logo apparecer na encostada eminencia.
Aiudado por Tony levei a moribunda para junto
' '__- .* i\tra is horvflc Kn.
en attinghido a um desmate altos bosques. Men- de umTe^ito"qnVcrria por ,^ ^*8- 5?"
frs : a loucura nao herediUria.- Corre maldita, nhei as suas fontes, desprjei-lhe'^""K0*" *_
gua nos
pondra.
amei-a chorando'. nao me res-
corre, que hei de escapar-te I...
E as netula brancas fagiam em desordem a ca ^
daladodofaminho.bem^eamo os velhos carva- Parecet mOc queio mnndtow>w"J-
Ihos... E todos spantadopareciam repetir os ur- pessas nnvens flgarava-se-ma estenqerem se wore
lagrimas nos olhos, apenas (leamos sos.
Nao ; foi urna bagatella. Tive muito medo,
e nada nuis... Sinto apenas muito torpr, e os
meus olhos se fecham a meu pezar.
Pois durma, durma, minha madrinha. Eu
vela rei no seu somno.
Obrigada, disse ella.
E adormeceu como urna crianga!
m
sinuosidades do Se-
moy, que murmurava por entre os negros seixos.
A sua voz minha madrinha despertou. Devo L, bem longe, a perder de vistaa floresta de
fazer justica ao conde de Maufert: mostrou-se Ardennes, onde o astro do da acabava de sumir-
muito commovdo, e a sua primeira palavra foi di- se clareando ainda com os seus luminosos raios a
rgida rondessa, que o tranquillisou dzendo-lhe sombra folhagem dos carvalhos gigantes.
com o sorriso nos labios: De repente urna voz bem conhecida fez desva-
Nada snto. Nick depositou-me no chio com necerem-se as minhas mgicas vsoes. Volte-me,
toda a gentileza. .. e me achei face a face com o meu tutor.
"i* ^iimii i,(i. # j a
com effeito verdade que nao esto renda T
perguntou o conde coma voz quasi terna.
Se duvda, vou j caminhar...como Lzaro,
de vontode a condessa
Por um grande exforco
levanton-se, mas cambaleou.
Temos muito que conversar, disse elle.
Sem responder apresentei-lhe urna cadeira.
Por sua culpa, proseguiu elle, quasi quo mi-
nha mulher ia sendo victima de urna catastrophe;
marido tomou- e o senhor deve muito bem suapr que cu nao es-
Nao seria aates mais justo, setJior, que se
aecusasse a si mesmo de um accidente, que deplo-
ro? Nao sei que na minha condiccao um homem
de viole annos possa supimrtar a eseravidao, que
o senhor me tem redusido I
Na sua condiccao exclamou elle com iro-
na. B quem lhe disse que a sua condiccao.
egual de um outro 1
Repito anda urna vez : se o senhor neu
tutor, tambem eu cont vinto annos VTenho j vi-
vido bastante como homem, e creio >*e se ne nio
deve tratar como um menino de escola.
Q conde encarou-me eom ar de piedade,
Ora, deixe-se disto; nada de palavros, meu
caro. Acho-o doente, e por isto sen-i de minha
parte indulgente...
Doente I E qual a minha doenga ? tenha a
bondade de dizer.
Roa pergnnta Isto la compete ao medico.
Entretanto, senhor...
Faz o favor de escutar-me? nterrompeu el-
lo em tom de autoridade. Nao vim aqui para dis-
cutir, mas sini para dictar-lhe as minhas ordeno...
escusado; nao contine. De hoje em iau-
te quero viver minlu vontode. A le contede-
Ihe a administrago dos meus bens; mas ea domo
dispor da pensao quo o senhor tem obrgagio de
dar-me todos os mezes; posso escolber os cavallos
que quizer, e montar n'aquelles que forem do
meu agrado. Se o senhor conhece o seos direi-
tos de tutor, tambem eu conheco os meas direitos
de pupillo.
Com grande pasmo meu o conde mostrou-se m-
passivel.
Nao se irrite, meu amigo, disse elle. Pode
voltar-lhc o transporte, e eu prometti iranquillisa-
lo. E preciso quo empregue todos os meas exor
eos para chama-lo outra vez ao oso da rasao...
Smente a estos palavras eomprebeadi o senti-
do da sua irona.
Qur o senhor dizer com isto que estou
louco I
Nao tonto assim...Sempre ha remedio, ha re-
medio...
Semelhante resposta era de notovei perfidia;
mas j estova preparado para ella. Alm de que
o fantasma da Loucura se evaporara na chaneca,
c eu nada mais receiava.
(Contituur-te-ka).
PERNAMBCO.- TYP. Di M. F. F. FILHO-
*


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