Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10220


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Full Text
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1
ANUO XHIX HDMERO 2t>
Por tres mezes ndiaitados SfiOOO
Pfr tres mezes vencidos 6{00
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TERCA FEIRA 20 DE 6UTUB1
Por anno adiaotado.....19&A0O
Porte para subscriptor: 3j$0U
DIARIO DE PERNAMBUCO.
. ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, O
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, -o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagse, o Sr. Claudino Falcad Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Sa 'i- A"l5o> Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru1,
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury o Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Prcta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTBRO.
4 Qnarto ming. as 3 h., 36 m. e 8s> da m.
12 La nova as 3 h., 17 m. e 2 s. da t
19 Quarto cresc. as 4 h., 40 m. e 31 s. da t.
26 La oficia as 2 h., 30 m. e 20 s. di t.
PREAMAR DE HOJE.
Primefra as 8 horas e 30 minutos da manha.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol Alagoas a 5 e 25; para o norte at
a Granja a 7 + 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezesde jan. marc., maio, juL set. enov.
PARTIDA DOS OMNIHrS,
Para o. Recife: do Apipucos s 6 '/.', 7 V, 8 e
8 /i da m.; de Oiinda s 8 da m. e 6 da Urde; de
Jaboatao as 6'/, dam.; do Caxange-Varzeas 7
da ra.; de Bemflca as 8. da m
K Dk, W T7 ApiP.ucos fa 3 %4-4 %4 %
s< 5 '*> B.k e.6 da terde; para Oiinda s 7 da
manhaa e 4 Va da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachanga e Vanea s 4'/da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tersas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segunda s 11 horas.
Dito deorphos: tercas e settas s 10 horas.
Prime vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartw e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
19;. Segunda. S. Pedro de Alcntara Tp. doimp.
20. Terca. S. JooCancio; S. Crapaxiom.
21. Quarta. S. rsula e suas comp. vv. mn.
22: Quinta. S. Ladislao f.; S. Heracla v, m.
23. Sexta. S. Joao Capisirano f. ;.S. Joao Bom.
24. Sabbado. S. Raphael arch.; S> Fortunato m.
25. Domingo. Ss. Crisjtim e Crispibiano irs mm.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da. Independencia
ns 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa di
Paria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
quartel de Santo ^maro, os quaes foram conclui-
dos de conformidade com o respectivo contrato,
segundo copela de outro ofllcio do mesmo director
n. 200, de 5 do corrente.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Annujndo ao que solicitou o director geral da ins-
truccao publica, em ofllcio de hontem sb n. 174,
recommendo V. S. que, se nao bou ver incon ve-
niente, mande entregar ao regedor interino do
Gymnasio Provincial a quantia de 6485, em que
importam as mensalidades relativas ao trimestre
de outubro dezembro deste anno, dos alumnos
nternos do mesmo
BIIXISTERIO lA JUSTINA.
21 seccio.Ministerio dos negocios da justica.-
Rio de Janeiro, 21 de setembro de 1863.Illm e
Exm. Sr.-Jai resposta ao aviso do.,~,v,Jrio
cargo de V. Exc, datado de 7 de abril do fti.Ten-
te anno, transmitlindo por copia ooDrio em que
o collector das rendas geraes do termo de Prahy
cofninunicou que o juiz municipal mandara arre-
matar os servidos de libertos para indemnisacao gratuitos e meio-pensionistas
de parte do valor dos mesmos, que entraram pela Gymnasio, os quaes constam da inclusa relaco.
legitima do herdeiros: tenbo a declarar V. Exc. Communicou-se ao director geral da instruccao
que foi jurdica a deciso do juiz, recorrendo ao publica.
que se pratica nos casos em que ha excesso no le- Dito ao director do arsenal de guerra.Para
gado denm bem indivisivol ou de difflcil diviso, cumprimento do disposto no aviso da repartco
c sujfit indo os cscravos libertados em testamento da guerra de 25 de setembro ultimo, constante da
restitucao do excesso por meio da arrematacao copia inclusa, haja V. S. de nomear pessoa habili-
dos seus servicos cm tanto temno quanto bastasse tada deste arsenal para examinar, com urgencia, as
para aquella restituido aos herdeiros, de cuja le- boceas de fogo que estiverem em bom estadojna for-
gitima fazia parte urna fracejio da liberdade dos taleza de Cabedello na provincia da Parahyba ;
mesmos escravos, sujeita ao captiveiro. ; enviando-me V. S. opportunamente o resultado do
c Assim foram garantidas, de um lado, a liberda- exame, aflm de providenciar sobre o fornecimento
Me que a Ici favorece, do outro o direito dos her- dos reparos, que pelo citado aviso se manda fazer
deiros que a le protege. I mesma fortaleza.
Reitero os meus protestos de perfeita estima e Dito ao inspector do arsenal de marinha.No
distinrla tonsideraeao a V. Exc, a quem Deus primeiro vapor, que passar do sul, remeta V. S.
guarde. Joio Uns Vieira Cansancao de Simmb. ao capitao do porto da Parahyba, para o que ficarn
expedidas as convenientes ordens o escler, que
por aviso de 29 de dezembro do anno prximo
passado se mandou construir nesse aresenal, e que
Sr. marquez de branles.
2* seccao.^-Ministerio dos negocios da Justina
Bio d Janefjo, 22 de setembro de 1863.Illm. e se acha prompto, como V. S. declarou em sua in
Exm. Sr.S. M. o Imperador, a quem foi presente formaco n. 390 de 15 do eorreute.Communi-
o offlrio de V. Exc- de 23 de abril do corrente an-
no, manda declarar, em solucao duvida offereci-
da pelo juiz de reto da comarca do Bananal so-
cou-se ao presidente da Parahyba.
Dito ao director das obras militares.Apresen-
te-me V. S. com urgencia o oreamento da despera
>
- ausentes do Cipcrio ou em lugar nao sabido, ac-
' tusados por tnnie de responsabilidade s deixar
de eirectuar-ie quando, na forma do art. 233 do
cdigo do prgeesso criminal, for o prime da natu-
reza daquel'es que nao adaiittem fiaoca.
Deus girde V. ExcJoo Lias Vieira Can-
sanrao df Smimb.Sr. presidente da provincia de
S. P;aVo.
2* serebo.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 6 de outubro de 1863.
Illm. c Exm. Sr. S. M. o Imperador foi pre-
sente o ofllcio de V. Exc de 17 de abril do corren-
te anno, consultando se assembla provincial
compete supprimir os lugares de juizes se direito
as comarcas em que houver mais de um.
O mesmo angusto senhor, tendo ouvido o conse-
Iheiro consultor dos negocios da justica, houve por
bem decidir que vista do art. 2 da lei n. 105 de
12 de maio de 1840, explicada pela consulta a que
se refere o aviso de 25 de Janeiro de 1856, nao se
pode contestar s assemblas provincias o direito
marcas em que houver mais de um, pois que essa
suppressao nmerica e nao essencial da organi-
nac.ru i judiriaria.
Deus guarde V. Exc.Joao Lint Vieira Can-
sancao de SinimA.Sr. presidente da provincia
GOYERM DA PROYOCIA.
Expediente do dia 16 de outubro de 1863.
Ofllcio ao presidente das Alagoas.m as in-
clusas copias das inrormacoes ministradas pelo ao conselho administrativo, que compre para for-
inspector da alfandega, e da ll.esou.ar.a de fazen- necimento do almoxarifado lio arsenal de guerra
os objertos mencionados no incluso pedido sob n.
Ihante respeito faz o delegado do cirurgio-mr do
exercito, no ofllcio constante da copia junta.
Dito ao mesmaRemelta-me V. S. cora brevi-
<}ade o oreamento das despezas a fazer-se com os
ooncertos, de que necessita o quartel do nono ba-
talho de infantaria, segundo declara o respectivo
commandante, no ofllcio que aqui junto por copia.
Dito ao commandante do corpo de polica.Res-
pondo ao ofllcio de V. S. n. 376 de 15 do mez pas-
sado, dizendo-lhe, que, se nao ha vaga para o de-
Mttr Francisco Jos de Santa Anna entrar para
o corpo sob seu commando, deve elle ser aggrega-
do para responder ao conselho pelo crime de de-
sercao, e applicar-se-lho as penas impostas pelo
regulamento de 2 de dezembro de 1853.
Dito cmara municipal da cidade de Oiinda.
Respondendo o ofllcio, que dirigiu-me a cmara
municipal da cidade de Oiinda em 14 do corrente
tenho a dizer, que approvo a arrematacao do ira-
posto de 500 reis por cabec de gado, de que tra-!
ta o termo de contrato annexo ao seu citado ofll-
cio, e que acerca dos demais, que por falta de li-
citantes dixaram de ser na segunda vez arrema-'
tados, cumpre, que cssa cmara informe, se ha
mais vantagHin em seren novamenle postos em
hasta publica com o abate da lei, ou cobrados por
administraran.
Dito a mesma.Respondendo ao ofllcio, que me |
dirigi a cmara municipal de Oiinda em 8 do
corrente, com referencia ao de 12 de marco ulti-
mo, tenho a declarar, que pode cssa cmara, em
vista do artigo 34 da lei do oreamento municipal
vigente pagar as despezas de que traUm os cita-
dos oflicios.
Dito ao conselho administrativo.Recommendo!
da em 8 e 12 do corrente, respondo ao ofllcio, que
V. Exc. me dirigi em 19 de setembro ultimo, so-
licitando providencias acerca dos despachos de ge-
t eros transportados cm barcadas desta capital para
O lilloral dessa provincia.
Dito ao commandante superior do Recife,Sir-
va-se V. Exc. de mandar postar em frente da igre-
ja de S.Jos de Riba-Mar no dia 18 do corrente s
10 horas da manha urna guarda de honra lirada
de um dos corpos da guarda nacional desta cidade,
para assistir a Testa de Nossa Senhora doBom-Parto,
que tom de celebrar-se na mesma igreja.
Dito ao commandante das armas.-Em solugo
ao ofllcio n. 916, que V. Exc me dirigi em 21 de
maio uliimo, remelto-lhe por copia o aviso da re-
partico da guerra de 30 de setembro prximo lin-
do, determinando que seja solt, e restituido ao go-
zo di sua liberdode Antonio Francisco das Chagas
que, seguod* Y. Exc declaruu-ine em dito ollicio,
fui remeltido i esse quartel general pela reparti-
. cao de polica, como desertor do segundo bata-
lhao de infantaria, e o nao como verilicou-se de-
pois com a reconduccao do desertor de igual no-
me, que foi reconhecido pelo commandante da
companhia, eoutras pravas.
Dito ao moarno.Queira V. Exc informar acer-
ca do que requisita o delegado do termo de Santo
Antao no ofllcio, qne aqui ajunlo por copia acom-
panbadode outro do Dr. chele de polica.
Dito ao chefe de polica.Remeta V. S. para a
provincia das Alagoas o preso Jos Pereira Cardo-
so, conheeido por Caj, que se acha recolhido
casa de detencao, e lera de responder ao jury na
comarca da Imperatriz da mesma provincia, segun-
do declarou o juiz municipal da primeira vara em
ofllcio de 15 do corrente. Communicou-se ao
juiz municipal da primeira vara.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
fNao havendo inconveniente, mande V. S. pagar cm
"vista dos inclusos documentos, que me foram re-
mettidos com ofllcio
100.Communicou-se thesouraria de fazenda.
Portara.-O presidente da provincia atlendendo
ao que requereu o jufz muniripal c de orphos do
termo de Cabrob, bacharel Agnello Jos Gonzaga,
resolve conceder-lhe 3 mezes de licenca com orde-
nado, na forma da lei, para tratar de sua sade.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear, para o lugar vago de rapello da colonia
militar de Pimenteiras, o padre Vicente Maria
Ferrer de AlbuquerqucCommunicou-se ao com-
mandante das armas, ao inspector da thesouraria
de fazenda e ao director da predita colonia.
Dita.O presidente da provincia tendo em vista
a proposta do director geral da instruccao publi-
ca, datada de 10 do corrente, sob n. 172, resolve
nomear delegados litterarios os hachareis Agnello
Jos Gonzaga e Vicente Jansen de Castro c Albu-
querque, este do districto de Ingazeira e aquelle
do de Cabrob, flcando exonerados desses cargos
os cidadaos Romarico Francisco dos Santos, e
Francisco Miguel do Siqueira.Communicou-se ao
director geral da instruccao publica.
Dita. -Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor fa^am transportar para a ca-
pital da Parahyna, por conta do ministerio da ma-1
nnha no vapor, que passar do sul um escaler, I
que se construio no arsenal de marinha com des-
tino a capitana do porto d'aquolla provincia.
Eipediente do secretario do governo.
Ofllcio ao Dr. Virginio Carneiro da Cunha e Al-
buquerqucS. Exc. o Sr. presidente da provincia
roncedendo nesta dala V. S. a remocao, que pe-
dio no cargo de promotor publico dessa comarca
para a de Limoeiro, assim lh'a manda communi-
car para seu conhecimento.
Dito ao Dr Rarlholomeu Torquato de Souza e
Silva.-Sua Exc. o Sr. presidente da provincia
concedendo nesta data V. S. a remocao, que. (te-
dio do cargo de promotor publico dessa comarca
para a de Pao d'Alho, assim Ih'o manda commu-
com ofllcio do commandante superior
deste municipio tado de hoje, nao s os venc-,
mentos relativos a primeira quinzena deste mez, mcar Para sea fonhewmento.
das | rucas da guarda nacional aquartrlladas nes-'
ta capital, mas tambem a quantia de 88^800rs. des-1 Despacho do dia 16 de onlnbro de 18S6.
pendida no mez de setembro ultimo como forneci
ment d'agua para aquello quartel.Communi-
cou-se ao commandante superior do Recife.
Dilo ao mesmo. Mande V. S. abonar ao com-
mandante e alferes do brigue-escuna Fidelidade,
ue tem de seguir brcvemenle para a provincia
Reqiterimenlos.
Aureliano de Pinho Borges.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marjnha.
Antonio Lopes Guimaraes.Revalide os cinco
connecimentos que juntou sem estarem sellados.
Dezembargador Antonio Baptista Gitlrana.
as Alagoas as comedonas relativas ao mez de no- Aprsente o menor ao Sr. inspector do arsenal de
vembro prximo vindouro. Communicou-se ao marinha.
I
commandante do brigue-barea Iinmarac.
Dilo ao mesmoEstando em termos a folha junta
em duplcala, e nao havendo inconveniente, man-
de V. S. pagar Joao Marrello Callado, conforme
solicilou o commandante su|ierior interino da co-
marca do Rio-Formoso, em ofllcio d 13 de setem-
bro ultimo, os vencimentos, a contar de 28 de ju-
iho ate 27 ds agosto deste anno, do tenente Joa-
Siiim Candido da Veiga Figueirdo, que comman-
ou o destacamento da villa de Scrinliem.Com-
inunicou-se ao commandante superior interino do
Rio-Formoso.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que em
vista da conta junta em duplcala, e nao havendo
inconveniente, mande pagar ao boticario Austn-
iliano Pergenlino de Almeida Andrade, conforme
solicitou o delegado do termo de Serinhaem em
ofllcio de 13 do corrente, a quantia de 325 prove-
niente; de medicamentos que, em virtude de auto-
risacio do subdelegado do districto Duas Barras,
forneceu para o tratamento dos desvalidos ata-
cadoi do cbolera-morbus naqucllc districtoCom-
municou-se ao delegado de Serinhaem.
Dito ao mesmo. m vista da conta e atiesta-
dos que devblvo, coberlos com o ofllcio do direc-
tor das obras militares de 11 de setembro uliimo,
sob n. 174, que se refere a sua informaco de 17
daquelle mez n. 711, mande V. S. pagar a Joa
Pereira de Alcntara do O' a quantia de 78880
Flavio Ferrera Cato.-Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha na parte relativa a sua re-
partico. .
Gregorio Tavares da Encarnacao.O supplican-
te ser atlendido se houver vaga.
Irmandade de N. S. do Bom Parto erecta na
igreja de S. Jos de Biba-anr nesta cidade.Diri-
ja-se ao Sr. commandante superior da guarda na-
cional do Recife.
Bacharel Joao Baptista do Amara! e Mello.
Passc portara prorogando o nraso por tres mezes.
Jos Augusto de Araujo.Informe o Sr. director
das obras publicas.
Luiz Pedro das Neves Informe o Sr. inspector
da sade publica.
INTERIOR."""*
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PIAUflV.
Therena, 26 de setembro de 1863.
Nao sem algum embaraoo que me incumbo do
cargo de seu correspondente' nesta localidade; por-
que, sobre nao me iulgar para isso conveniente-
rs., proveniente da caiadura e mais concertos, que ; mente habilitado, (S sabido que as verdades non
fez na enfermarla dos cholencos estabelecida no | sempre agradam. o nm correspondente deve ser,
primeiro que tudo, mui verdadeiro na oxposico
dos fados.
Entretanto para satisfaze-lo, mesmo para que
nao aconleca vr-se no seu jornal, como tem suc-
cedido, estas desanimadoras palavras: do Piauhy
nao temos noticias, vou, de vez em quando, alinha-
var algumas e transmittir-lh'as, pedindo-lhe des-
culpa e ao publico, que as Ifcr, das faltas que en-
contrar em materia de construeco e de diccao,
certos de que quanto dissr ser cora imparciali-
dade e verdade.
Creio que isto nao pouco. Feito assim o mcu
exordio vou entrar na narracao.
Como era mui natural o curso das novas ideas
foi por aqui bem acceito. Bem se sabe que tudo
quanto novo agrada e esta bandeira tem sempre
muitos seguidores uns por convicijao, outros por
interesses estes por curiosidade, aquelles por ex-
periencia.
O que certo que a liga adquiri muitos
proselytos.
Chegado a esta provincia o Exm. Sr. Dr. Pedro
Leao Velloso, no dia 28 de junho ultimo, e empos-
sado na adminislraco a 30, ordens foram logo ex-
pedidas para todos os pontos da provincia em addi-
tamento as que por seu Exm. antecessor o haviara
sido, para complemento da vontade do throno em
seu abpello naco, afim de que a liberdade do
voto fosse urna realidade.
E com cffeilo tivemos a felicidado de ver que a
eleicao primaria correu cora calma e ordem era to-
das as freguezias.
Em algumas destas houveram duplicatas, at na
mesma igreja, e a forea publica nao interveio de
maneira alguma.
O partidoProgressista s perdeu as fre-
guezias de Peracuruca, Batalha e S. Joao do Piau-
hy, todas com 23 eleifres, eS. Raymundo Nona-
to, que nao se pode dizer que seja deste ou daquelle
lado, e que s d 9 eleitores. Venceu, pois, as 18
freguezias restantes cora 314 eleitores. Os depu-
tados portanto desta provincia sao sem duvida al-
guma, os Srs.:
Conselheiro Joao Lustosa da Cunha Paranagu.
Dr. Polydoro Cesar Burlamaque.
Francisco Jos Fialh'o.
O primeiro destes cavalleiros ja bem conheeido
no paiz.
O segundo mogo novo pormcheio de llustra-
co e merecimento.
O terceiro revelou-se na legislatura passada.
Verdadeiros enthusiaslas da nova situacao, pro-
mettedora ao Brasil de felizes resultados, o Piauhy
est indubitavelmente bem representado.
As duplicatas dos verraelhos sao eivadas de tan-
tos vicios, e tao radicaes, que nao merecen) ser
mencionadas. Ellas nao podem absolutamente pre-
judicar as cleices dos progressislas.
Era Marve e Parnahyba (56 eleitores) houve du-
plicatas ; porm ambos os grupos sao progressistas,
havendo somente questo de localidade.
Alguera tarobem de opinio que a freguezia de
Batalha neutra.
No collegio da capital, que se corapoe de 40 elei-
tores, obtivcram aquelles cavalleiros 40 votos cada
um.
No dia 15 deste reunise anda o collegio para
a eleicao dos deputados provnciaes que devem
funecionar no biennio de 1864 i 1865. Trumphou
a chapa progressista, e de crer que o mesmo re-
sultado tenha nos demais collegios.
Quando se fizer a apuraco Ihe darei conla do re-
sultado Anal.
E de poltica basta.
O Exm. Sr. Dr. Pedro Leb Velloso tem mostra-
do muito tino administrativo, genio creador, e von-
tade forte. Sao sem duvida qualidades mui aprc-
ciaveis em um alto funecionario.
Fazendo, como faco, votos pela realisacao de sua
eleicao pelo Rio Grande do Norte, nao deixo de ir
j sentindo sua retirada desta provincia, que tanto
carece de sua illusiragao e patriotismo para conti-
nuar a auferir os bens que S. Exc. j Ihe va fa-
zendo.
Cheio de trabalho em quadra tao difflcil como a,
porque passamos, S. Exc. nosetem esquecido dos
melhoramentos materiaes da provincia.
Assim que S. Exc. ordenou, e se est j con-
cluindo a abertura de una estrada, que deve unir
a cidade da Parnahyba com o importante povoado
do Burity dos Lopes.
Era lima obra necessaria e ha muito recla-
mada.
Mandou por disposicao do capitao do porto a
quantia de 1:0005000 para a limpeza do rio Parna-
hyba. Servco indspensavel navegacao do mes-
mo rio.
Mandou levantar a planta, fazer o oreamento e
por em arrematacao a obra de um caes na margem
do Parnahiba em frente do largo da matriz desta
cidade. Obra utilissima ao commercio porque fa-
cilita os embarques e desembarques no porto ;
obsta que o rio as enchentes contine a fazer all
barrancos; e aformosa a cidade. Esta obra foi
oreada cm 11:8625150, e arrematada por 11:7705,
devendo estar concluida em 18 mezes.
Mandou por em arrematacao a obra de urna sc-
Cao da cadeia publica desta capital, a qual effec-
tuou-se por 9:0005000.
Mandou levantar a planta e fazer o oreamento
para a conclusao de urna parte indspensavel do
quartel do corpo de guarnico desta provincia, oc-
cupada pela respectiva enfermara, que reclaraava
mais accommodacoes, e mandou por a obra era ar-
rematacao, que ter lugar a 29 do corrente.
Mandou por em arrematacao a obra do coro da
igreja matriz desta capital e tem providenciado
acerca de obras de diversas matrizes, cujos paro-
chos ha muito as reclamavam.
Emlim S. Exc. nao se esquece das necessidades
mais vitaes da provincia.
Consla-me que S. Exc. tem lanzado j suas vis-
tas para as fazendas nacionaes, sitas nesta mesma
provincia.
E um grande elemento da riqueza nacional, que
s tem servido aos esperto*.
Sao 26 as fazendas de creaces e 2 de plantaco,
sendo estas estanelecidas ltimamente. Contm
mal de 800 escravos; cerca de 16,000 canecas de
gado vaceum senao mais ; 806 canecas de gado
(avallar com 70 80 garanhoes ; 450 cavallos de
fabrica; 300 bois de carro, 6 burros e 4 jumentos.
Estas fazendas comprehendem-se em urna rea
tal vez igual a 300 leguas quadradas de trras ubr-
rimas, tanto para creacao como para lavoura, nos
municipios de S. Goncalo, Valenca eOeiras.
Basta dizer que foram situadas pelo primeirodes-
cobridor do Piauhy, Domingos Alfonso Sertao, ede-
pois augmentadas e usufruidas pela extincta com-
panhia de Jess.
De outra occasio tratarei anda deste assumpto,
que bem mereca ser atlendido pelo governo; e
bem assim das fazendas do Canind, usufruidas por
SS. AA. conde e condessa d'Aquila.
O Dr. chefe de polica desta provincia, Gervasio
Campello Pires Ferrera, contina em sua nobre e
importante missao de reprimir o crime. Magistra-
do cujo norte a lei, vontade insuperavel, diligen-
cia, dedicacao, amor juitica e reprovacao ao cri-
me, sao os mis bellos predicados de sua vida pu-
blica.
S. S. tem prestado relevantes ser vicos a este Piau-
hy. O crime j nao levanta soberbo o col porque
esmagado.
Ainda bem I
Por estes remontados nao ha multas noticias a
dar, ou noticias que interessem, por isso contnte-
se Vmc cora as que poder transmittir-lhe.
Hei de fazer-lhe logo utna descripoao desta The-
Eporesta vez conclairei dizeno>fte que esta,-.
mos agora por aqui sob a pressSo de um calrico
que sobe a 31 graos de reaumur.
Agora mesmo sou informado que houve desagui-
sado pouco agradavel por occasio da reunio dos
collegios na cidade da Parnahyba. Alli tinha havi-
do duplcala Ba>elecao primaria, o-todo correu sera
barulho ; entretanto agora que s se reuniram os
eleitos do povo, houve pancadana. um facto no-
tavel sobre o qual nada digo por ora em conse-
queneia de so ter informaces viadas de urna das
parcialidades.
Parte para aW j um offlcial dislincto, no carc-
ter de commandante do destacamento e delegado
de polica, e etf pens que tud?e concluir da me-
lhor forma. Talvez na seguinte missiva j Ihe
possa adantar mais alguma cousa acerca deste
facto, que sem duvida importante, pelas posicoes
dos contendores.
RIO tHIMn; DO NORTE.
Natal, 17 dr outubro de 1863.
No dia 9 do corrente rennio-se a cmara muni-
cipal desta cidade para o lim de fazer a apuraco
geral das eleledes da provincia.
Depois de urna discusso sobre a admssao, ou
nao, de dous vereadores supplentes, que se eonvo-
caram para completar o numero de nove, quatro
vereadores, que se diz serem conservadores radi-
caes, levantarame retiraram-sed'alli, seguindo ca-
mnho direito para o paco da assembla provincial,
que vivendo feixado, achava-se aberto, e prompto
para os receber.
Dizera-me, que acompanhavam esses vereado-
res o Dr. Amaro e o juiz municipal do Cear-me-
rim, Dr. Cisnairo.
Conservando-se esses vereadores alli por urna
hora, ou pouco. mais retiraram-se, sem que a pre-
sidencia da provincia, ou alguem positivamente
soubesse de tai reunio em corpo de cmara, e me-
nos ainda do que nella se passara
Apenas a voi publica dizia, que esses vereado-
res convocando dous supplentes, um dos quaes mo-
ra d'aqui tres leguas, como diz o Dr. delegado em
sua lista de qualifleacao de jurados, o alli appare-
cera como que cabido do cu, e juramentando-os,
passaram, nao se sabe, com que aulbenticas, a fa-
zer a sua apuraco, em resultado da qual procla-
maran! deputados por esta provincia os Drs. Ama-
ro Carneiro o Leao Velloso.
No dia U porm o Correio Natalense com a da-
ta de 10 tirou toda a duvida este respeito, pu-
blicando ura edital de urna cmara, que nao diz,
qual era, se aeffectiva, se a provisoria, aprsenla o
seguinte resultado de sua apuraco :
Maria, um dos maiores fazendeiros de S. Joao do
uarin.
L-se no PtMicador :
O ncansa*el fre Alberto- acaba dechegar de
Pernambuco coaduzinde urna bella e respeilavel
imagen da Senhbra da Piedade, lahmada na Ita-
lia, o maior vulto que tem rindo- PernamlHico,
para a matriz de Alagoa Grande. Deve ser benta
boje :. noile no convento do Carme, onde se acia,
nendo assistentes esse acto os Srs. Drs. Felizardo
Toscabo de Brito, Joao Leu IVrreira, Antonio Al-
ves de Sou Gamillo e Jos' da Costa Machado ;
as pessoas que quizerem adorar a imatrem podem
comparecer
No dia seguinte (14), depois de urna missa
cantada, quo deve-ter lugar s 4 horas da madru-
gada, seguir a mesma iraagem, condnzida pelo
povo, seu destino, para o que sao convidados
os liis, principalmente do sexo feminno, para en-
toarem seos hymnos Mal de Deus.
265
16
256
11
16
2
125
5
18
Dr. Amaro Carneiro.
Em separado .....
Dr. Leao Vellozo.....
Em separado.......
Dr. Moreira Brando.
Em separado.......
Dr. Tarqunio.......
Em Reparado.......
DrT^abrte! Soares..
"es, dilal nao se declara qnaes foram con-
feridos os diplomas de deputados; o Correio Nata-
tense porrsdz ni seuNoticiario,queseexpedi-
ram aos Drs. Amaro e Leao Vellozo.
A cmara municipal effectiva (permitla-me esta
distinego, que faco, nicamente para Vmc. saber,
qual das daas foi, visto que a provisoria tambera
se appellida por tal) conservando-se em seu res-
pectivo pago, depois de urna consulta, que fez
presidencia, indo proceder apuraco, e nao en-
contrando a authentica do collegio da Imperatriz,
resolveu adiar esse servico para o dia 13, e assim
o partcipou S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia.
Nesse dia, pois, recebendo urna copia da aulhen-
ica, que fallava, enviada pela presidencia, enirou
em seu trabalho, e expedio em virtude dclle, di-
Elomas aos Drs. Jos Moreira Brando e Pedro
eo Vellozo, que dest'arle veio flear com dous
diplomas.
Note Vmc, que isto, que Ihe digo, o resumo
da historia, que ella c e muito comprida, e tem
episodios igualmente interessantes e escandalosos ;
por exemplo o do apparecimento do vereador sup-
plente de Guarapes, o tal que parece haver cahido
do cu; o dos lvros sybilinos, em que se lancaram
a acta, e mais trabalhos da apuraco ; a abertura
antecipada do pago da assembla provincial; o di-
vorcio da cmara respeito da presidencia da
provincia, com quem nao quiz abrir, nem entreter
relaeoes ; e tantas oulras phanlasmagorias, queja
nos trazem aqui os ouvidos atordoados.
O Exm. Sr. Dr. Meira porm, que filho do ser-
tao, de onde pouco chegou, e sabe por experien-
cia propria, que quando se diz allionca no pas-
to,o dono da fazenda nao socega, nem descanca,
em quanto Ihe nao apanha o rasto, e a nao escr-
menta fim de que nao faca mal aos seus gados,
como administrador prudente, c avisado, que ,
apenas teve noticia, qne havia una cmara muni-
cipaj nesta cidade, que depois de celebrar urna
sesso eletrica, desapparecera, como urna visao,
poz-se pista del la, e acompanhando-a cm todas
as suas voltas, sinuosidades e rodeios, encontrou-a
finalmente non. 135do Correio Natalense, deque
j fallei, e que agora Ihe declaro, j nao folha
official.
Feilo isto, munindo-se dos documentos necessa-
rios, por sua portara do da 14 suspenden os qua-
tro vereadores dissidentes, que sao Manoel Ferre-
ra Nobre Jnior, Joaquim Ferrera Nobre Pelinca,
Canuto Idelfonso Emerenrianno China e Dr. Fran-
cisco Xavier de Brito, e ordenou ao juiz de direito
da comarca, que os responsabilsasse.
Este incidente foi mais urna porcao de gaz, at-
rado sobre a fogueira das intriga, em que nos
adiamos aqu ardendo em vida por causa das elei-
Qes, que estando acabadas por toda parte, s nes-
ta cidade parece, que agora que esto princi-
piando, ouvo principiar.
Annuncia-sc grande opposico ao Exm. Sr. Dr.
Meira, logo qne no dia 26 se abrir a assembla
provincial, por parte dos deputados conservadores
radicaes, que suppem acharem-se alli em maioria.
Isto para mime para todos os que olham para
estas cousas com espirito de imparcialidade,
symptoma evidente, de que S. Exc. fiel ao seu
mandato, e poltica do governo, que representa
nesta provincia, j vai desmentindo as provises
daquelles, que argumentando com mal apreciados
factos da polica de S. Exc. no Para, deduziam
d'ahi, que elle viria aqui pdr-se testa da poltica
conservadora extrema, e a sustentara conira a
vontade do ministerio, de que delegado, e do
paiz, que em sua grande manifestado acaba de
mostrar, que quor urna outra.
Quanto mim porm Isto nao passa de annnn-
cios ad terrorem, que felizmente, ao que parece,
nao tem feito a menor impressao no animo do Sr.-
Dr. Meira, pois que o vejo marchar sereno e cal-
mo na estrada, que encetou, como se caminhasse
caminho semeado de rosas, quando eu alias pen-
sava, que elle eslava crivado de espinhos.
Igualmente se diz, que tem de comparecer, co-
mo reos barra da assembla provincial, conver-
tida em tribunal de justica, os juizes de direito
desta capital, do Mossor e do Ass : o primeiro
aecusado pelo juiz municipal do Cear-merim, Dr.
Csneiro; o segundo pelo ex-jniz municipal da-
qnella comarca, e hoje do Buique nesse Pernam-
buco, Dr. Loureiro; e o terceiro pelo respectivo
promotor publico, bacharel Montenegro.
i Estes tres magistrados tem tremendas culpas, e
conta* extensas prestar ao chefe do partido con-
servador desta provincia (que nao se sabe, por-
que fatajidade est mal com todos os juizes de di-
reito della) por nao terem pesto ao servido da can-
didatura de S. Exc. as respectivas varas*
Ora, quo se exija esta humilhacao, este capti-
yeiro; esta abjergao de quera recebe de um chefe
o seu mandato, como por exemplo alguns Jajaes
municipaes, os seus substituios, delegados e sub-
delegados de polica, collectores, recruladores, etc.,
vade in pace; mas querer-se o mesmo sacrificio de
juiws perpetuos, previlegiados e independentes,
urna velcidade, que ha de ser sempre, e infallivel-
mente repellda com todas as forcas de urna digni-
dad^ afrontada e revollada.
Nao ha holocausto, qim nma honra nao mececa
para sua sustentacao ; e-triste do homem, mal do
juiz que nao compreheade toda a extensao deste
aphorismo.
Terei de vollar ainda este episodio, que de cer-
to ha de ser ruidoso, e por demais intemssante.
J nao se falla em febres ; s quem nos est ma-
tando agora a familia cara.
Ahi esl o Apa pedindo a malla.
DIARIO DE PERNAMBUCOj PE^'S C '
Pelo vapor Apa, chegado hontem dos portos do Contina boje o concurso, a que se procede na
norte recebemos cartas e jornaes com datas : do thesouraria de fazenda, para preenehimento da
Amazonas at 6, de Para at 10, do. Maranhao at vagas de praticantcs da alfandega e da recebedocia
12, do Piauhy at 6, do Cear al 45, do Rio Gran- j desla cidade.
de at 17, e da Parahyba at 18 do corrente. Deram hontem as provas de grammatica, sendo
Sem^cartas de nossos correspondentes do Pare aellas argidos tres candidatos.
Examnala os Srs. padre Vicente Ferreira. de Si-
queira Varejao, tenente Antonio Egidio da Silva a
ir. Antonio Witruvio Pinto Bandeira e Aecioli de
Vasconcellos.
Na (esta do archanjo S. Miguel, que teve lu-
gar no domingo ultimo na matriz, tocou o-Sr. J. J.
de Paiva um bello slo no saxphono.e no Te-Deim
urna linda cavatina no mesmo insiramento, qne
elle houve do Sr. Croner, e no qual se ha ejerci-
tado nestes quatro ltimos dias, de modo a apre-
sentar urna execucao admiravel e reveladora do
seu talento musical, apezar de Ihe ser tal instru-
mento completamente desconhecido>
No Apa que honlem chegou do norte, parte
para o Rio de Janeiro o Rvm. Sr. Fr. Seraphim
de Catania, missionario capuebinho do hospicio
da l'enha, que ha pouco regressou da Italia,
onde fra restabelecer-se d incommodos que
so (fra.
A viagem do digno missionario tem o duplo fim de
visitar o Rvm. Sr. Fr. Caetano do Messina, com-
missario geral da ordem no Brasil,e de rogar-lhe.em
nome dos numerosos amigos do hospicio, que faca
urna digresso esta provincia para, rehaver a sua
preciosa sade abalada, segundo noticias vindas da
corte, por varias constipaees, urna vez que Ihe fo-
ram dados consclhos mdicos no sentido de mudar
de ares. Nesta situacao, pois, nenhuns outros Ihe
sero mais propicios por certo do que os de Per-
nambuco, onde o digno misscionarlo sempre fruio
de vigor ; mas, o afervorado ministro de Christo,
com a ahnegaeao que Hie propria, e com a rigidez
que sempre inanfitsta ao cumprimento de seus de-
veres, nao ha querido deixar o seu posto, sem dar
maior importancia sua sade.
Todava, contamos que vira melhor aviso, dan-
do mais atlcncao a esta, porquanto ella condico
para o bom cumprimento dos deveres que Ihe in-
cumbem ; c assim estamos que desta vez acqnies-
cer aos votos dos pernambucanos, manifestados
por coraces infanlis e enunciados pelos labios do
varao que lli'os tem de transmitlir, vindo esta
trra que o honra por suas virtudes apostlicas,
servicos reaes que Ihe ha feilo.
Appareccm ladres pelos lados do Caxanga.
os quaes levam o seu arrojo a atacar aos viandan-
tes, como deu-se na semana linda com mais de
urna pessoa na altura da entrada para a Vanea.
Isto posto, convm que a polica d'all se alerte
na preveneo de laes delitos, tratando de fazer com
que os ladres levantem de Icnda.
O Sr. Dr. Bartholomeu Torquato de Souza c
Silva foi removido da promoloria do Limoeiro para
a de Pao d'Alho, sendo tambem removido desla
para aquella o Sr. Dr. Virginio Carneiro da Cunha
Albuquerquc
Sendo exonorados os Srs. Romarico- Francis-
co dos Santos e Francisco Miguel de Siqueira do
cargo de delegados litterarios, foram nomeado.-
em subslituico para Ingazeira o Sr. Dr. Agnello
Jos Gonzaga, e para Cabrob o Sr. Dr. Vicente
Jansen de Castro e Albuquerquc
Por occasio de saber-se nesta cidade do
nascimento do principe real de Portugal, o Hospi-
tal Portuguez illumnou-se em signal de regosijo.
Falleceu hontem de um ataque apopltico o
Sr. Joaquim Manoel de Araujo Lima, caixeirodo
Sr. Joao Pinto de Lemos Jnior.
Remelte-nos o seguinte :
Srs. redactores da Rerista Diaria. Como sa-
bem, o asseio da cidade concerre para a salubri-
dade publica, e nao assim quando o contrario se
pratica. Atlendam-mc, e se podem faeam alguma
cousa em beneficio de quem sofh-e.
< O largo do Hospicio, ossa bella praca, se acha
convertido na mais immunda e asquerosa praia, e
em pouco tempo ser obstruido o transito, pelo
monto de cisco que das ras vizinhas voos es-
cravos alli despejar com o maior desfacameato pos-
sivel. J nao era isto tao pouco para os morado-
res do mesmo largo ; quando para contrapeso tam-
bem vo os serventes da Illma. cmara, com os
seus carrinhos cheios alli depositar lodo oNxo apa-
ndado cm oulras ras mandado do respectivo
fiscal, conforme dizem os mesmos srvenles.
Na verdade, cusa a crer que laes factos se
pratiquem em detrimento do publico, e com espe-
cialidade daquelles que por alli moram, e tanto
mais sendo isso autorisado.
< Nao ha muitos dias que nesse monto de cisco
municipal foi atacado fogo, resultando disso urna
densa nuvera de fumo, que penetrando s catas,
deixou aos seus moradores qnasi que asphixiados.
accrescendo a isto a exhalacao pestfera dos objee-
tos queimados.
Nao erara bastantes tantas moscas, mosquitos
e outros insectos que por alli apparecem produzi-
dos de tal immundicia, que tanto incommodam aos
moradores desse lado, ja to atormentados por to
elevados alngueis ? N), por certo, mrmente para
o Sr. fiscal, porque nao experimentou ainda nena o
fumo de algum vulco, nem a impertinencia das
moscas.
Nao tenho a precisa torca para remover seme-
Ihante inconveniente, e por isso"'espero qup o fa-
eam em favor desses moradores, cm cujo numero
entra o seu constante leitor.W.
Repartico da polica :
(Extracto das partes dos dias 18 o W de outu-
bro.)
Foram recolhidos casa de detencao no dia>t7
do corrente :
A' ordem do subelegado do Recife, Joao Evan-
Eelisia Pinto Leal, Manoel Rodrigues da Rocha,
raeos, este para averiguantes em crime de fur-
to,' e aquello por embriague e- insultos.
A' ordem do de Santa Antonio, Anna Mara do
Nascimento, branca, por offonsas moralidade pu-
blica e insultos.
A' ordem do da P,oa-Vista, Maria Minervina de
Jess, parda, para averigua?5es policiae.
A ordem do d^ Capunga, Augusto Wbeiro dos
Santos, branco, 'JS pardos Elpidio d Alcntara Lins,
Alguns vereadores dissidentes reuniram-.se no e Benedicto Jos <& Sanios lodos por embrtafon,
convento do Larmo e dah expediram diploma aos Francisco de 'aula Boa-Ventara or ioaos prohib-
Maranhao, recorremos aos jornaes dessas duas pro-
vincias, para o resumo de noticias que damos em
seguida.
Amazonas Foram eleitos deputados assem-
bla geral os Srs. Drs. Francisco Carlos de Arau-
jo Ilm.-que e Antonio Jos Moreira.
L-se na Estrella, acerca das febres que la-
vram na provincia;
t Urupady, 16 de agosto de 1863.Illm. e Exm.
SrVim encontrar aqui o alferes Neiva bastante
doente, e impossibilitado por isso de continuar na
commissao de que me acho encarregado. Hoje se-
gu elle para Manes, e dalli Villa Bella, onde to-
mar o paquete, que deve leva-lo Manos. Em
sua companhia vo Ires pracas, urna das quaes
tambem doente de intermitientes. Desertaram Ires
indios, e dous foram atacados de intermitientes.
c A molestia tem-se desenvolvido geralmente,
entre as pessoas que nao observam os preceitos
hygienicos. Os recursos faltam. e por isso o povo
morre ao desamparo. Tambem seria difflcil ob-
te-los aqui. OsMundurucs que me acompanham
sao excellenles. Os desertores pertencem a tribu
Maus. Segundo me informou o alferes Neiva, o
caminho para o Tapajz ainda est mo por causa
dos igaps. Em novembro e dezembro quando
a Iravessia nao oferece difflruldade, em consequen-
cia de achar-se o terreno secco.
No caminho enconlram-sc cinco pousos, isto ,
sitios habitados pelos Maus, onde descansam os
cuyabanos e as pessoas que por alli transitan!. Sao
quasi todos pagaos, mas apezar disso leen suas
imagens.
Como j informei a V. Exc a quoJfao da es-
trada depende s da fundaco de duas povoaces,
urna no Curauahy e oulra no Manduahy.
i Se encontrar canoas no Manduahy, descerei
at Ilailuba, passando as seis cachoeiras que ficam
de prximo, para cstudar a formaco de calcana e
informar-me do commercio de Malto-Grosso. No
caso contrario voltarei no Curauahy, seguindo de-
pois para Maus, Villa-Bella e Santarm, onde
V. Exc mandou preparar o meu transporte para o
alto Tapajoz.
Contino na viagem, apezar de um pouco in-
commodado, esperando melhorar breve. Deus
guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr. Sinval
Odorico de Moura, dguissimo presidente da pro-
vincia.Joao Martins da Silva Coutinho. t
Para. Falleceu, na villa de Soure, o Dr. Anto-
nio Jos Lopes Damasceno, juiz de direito da co-
marca de Gurupa.
O palhabote Lindo Paquete foi impedido de
entrar, por ter levado carta suja do nosso porto.
A cmara municipal da capital expedio di-
ploma de deputados geraes aos Srs. Drs. Tito
Franco de Almeida, Domingos Antonio Rayol e A.
L. da Cunha.
Achavam-se carga : barcas portuguezas
Amazonas, Linda e Flor do Vez: dita franceza
Ville de Bologne e brigue dito Amiral de Hamelin;
patachos nglezes Sol[erino e Mary Emily, e a es-
cuna dita Cupid.
Maranhfw.Havendo procedido apuraco geral
dos votos do primeiro districto, a cmara munici-
pal expedio diploma de deputados geraes aos Srs.
Drs. A. M. Nunes Goncalves, Fabio Alexandrino
de Carvalho Reis e Carlos F. Ribeiro.
Naufragaram, na barra da Parnahyba, os
hjates nglezes Monte Christo e Loyal, um 15 e
outre 27 do passado, em sua viagem Cayenna,
com carregamento de bois.
Na altura de um e meio graos ao sul da li-
nha naufragon, 14 do passado, o brigue inglez
Spirit of the Falmout, em viagem de Londres para
o Rio de Janeiro, com carregamento do fazendas,
perdendo-se tudo, menos 2 nomens e 1 menino,
que, aps 17 dias de viagem, chegaram S. Luiz
do Maranhao, em um escaler.
O cambio sobre Londres regulou a 28 d por
15000.
Achavam-se carga :
Brigue Joven Arthur, para a Parnahyba.
Barca Brtlhante, para o Porto.
Dita Cornelia, para Liverpool.
Palhabote Novaes, para a Parnahyba.
Dito Progresso, para o Para.
O algodo vendase a 215 a arroba.
Piauhy. Foram eleitos deputados geraes os
Srs. conselheiro Joao Lustosa da Cunha Parana-
gu, Dr. Polidoro Cesar Burlamaque e Francisco
Jos Fialho.
Cear. No da 8 do corrente teve lugar a aber-
tura da assembla provincial, cuja mesa ficou as-
sim composta :
Presidente, Hvd. padre Nogueira.
Vice-presideute, Dr. Esmerino Gomes Prente
Io secretario, Gustavo G. de Souza.
2* dito, Jos Maximiano Barroso.
Lc-se no Pedro II:
Teve ante-hontem (6) noite lugar em casa
do Dr. Carvalho urna reunio de seus amigos, a
seu convite; para o fim de deliberar-se sobre a
conveniencia da creagio de urna sociedade com
urna ca xa, para soccorrer aos amigos em suas
necessidades, e no mais que fosse do interesse da
mesma, e approvada a idea por grande maioria,
passou-sc a eleger urna mesa, composta do um pre-
sidente, um vice-presidente, dous secretarios e
um thesoureiro, e foram eleitos presidente Dr.
Carvalho, vire-presidente coronel Machado, secre-
tarios capiles Gustavo e Jos Nunes, e thesourei-
ro capitao Francisco Cocino.
Deliberou-se que a mesa organisasse os esta-
tutos porque a sociedade devia reger-se.
Ato Grande.Da carta do nosso correspondente
vero os leitores quanto occorreu na apuracio dos
votos para deputados geraes.
Parahyba.-rA cmara municipal renaindo-se,
em o lugar do lostume, expedio diploma aos Srs.
baro de Mamanguape, Drs. Anizo Salathiel Car-
neiro da Cunha c Diogo Velho Cavalcanli de Albu-
qnerque.
Srs. Drs. padre Lindolpho Jos Correia das Neves,
Felinto Henriques de Almeida e Jos da Costa Ma-
chado.
Pajtacera o capitao Ignacio da Costa Freir
dos, e Joaqu jm Alexaodre dos Santos Barros, por
insultos.
A' ord' m o da Magdalena, Ambrosio Francisco
Amorirrj^ pardo, porespancamento.


Diarlo de Pernambuco Terea fclra tO le Ouliibro de IS3.

A' ordem
senhor ignora
A?ori81Z ^VeT Jos, as pardas
Maria Joaquina 6 Joanna Maris da Conceiao, ara-
bas or embriague* e insultos.
A" ordem do da Boa-Visia, os pardos Sabino Joao
Chinaco da Cruz, Miquelina Archangela Mannho
Santos, por briga, e Maria Joaquina da Uraceicao,
sera deelaracao do motivo.
Ochefe da 2" seccao.
J. G. de Mezquita
Passageiros da barca portuguea S. Manoel II,
rindos do Porto :
Frincisco Carnciro da Silva, Jos Gomes de
Frotes, Manoel Gomes de Freitos, Joaquim da
Silva Villa, Antonio Fernandes, Manoel Antonio
Fernandes, Goncallo Alves, Jos Bernardino Fer-
reira. I
Passageiros do vapor nacional Ah, entrado'
s portos do Norte:
Capito-tencnte D. Guilherrae Paraja, Luiz Fer-
ro, tenentc Joao Goncalves Bautista com 7 pracas
c 8 reos, Dr. Cicero Alves dos Santos, Horacio Leal
do Carralho Reis, Fabio Nunes Leal, Antonio Mar-
tas Macliado e 1 escravo, Sebastiao Jos da Silva
( l escravo, Salustiano Jos da Silva, Jos da Sil-
' va Fontes, Carlos Iscobar, Manoel Rodrigues, tc-
nente Leocadio da Costa Wacnne, Carlos Augusto
de Olivara, Antonio Amando Gomes, padre Anto-
nio Francisco A y res, padre Joao da Cunha, padre
Antonio Das da Cunha, Joao Antonio Ferreira No-
forc, Theopliilo Antonio do Amaral, Joao da Fonsc-
ca e Silva, Jos de Castro, Antonio Correia Cabral,
Manoel Marques, Dr. Flix Antonio Pereira, Dr.
Cypriano Fenelon AHcoforado, sua seuhora e sua
sogra, Manoel Gomes Moreira, Vicente Augusto de
agalhaes, Manoel da Costa, Jos Fortunato, Jos
Antonio Guimaraes, Joao Baplista Magalhes, Jos
Gomes de Araujo Quinlella, Rogerio Ferreira da
Silva, Manoel Firmino da Silva e sua senhora,
Adriano Jos Luccas, 3 pracas com 2 preso?, 1 es-
cravo a entregar Jos Cardoso Mangabeira, Luiz,
escravo a entregar Felipiie Duarto Pereira Filho.
Seguem para o sul :
Pedro de A. Marauho, Francisco Jos Ferreira
Nona, niajor Jos Martins, Augusto da Silva Fon-
tes, llaymundo Emilio Nina, H pracas e 13 escra-
vos entregar. .
Movimento da casa de detencao do da w
de outubro de 1863:
Existan). ... 341 presos
Entraran) ... 11 >
Sabiram.... 5
Existen. ... 347
A salw.r :
Nacionaes. 2U
Estra|eiros 28
Mulheres ... 12
Eslraiigeiras 3
Escrssvos ... 60
Escravas ... 3 >
347
Alimentados cusa dos cotres pblicos. 124
Movimento da enfermara do dia 17 de outubro
de 1863.
Teve alta :
Bernardino Domingues Moreira.
Tiveram baixa:
Ursulino Francisco de Castro, tumor.
Candido Jos de Abreu, uretrete.
Benedicto Jos Marrano da Silva, ebre biliosa.
Jeronymo Francisco de Veras, idem,
"Movimento da casa de detencao no dia 18 de
outubro de 1863.
Existiaui...... 347 presos
Enlraraiu..... o
A saber :
Existem...... 352
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Mulheres......
Estrangeiras...
Escravos......
Escravat......
242
18
16
3
60
3
352
121
Alimentados custa dos cofres pblicos.
Tiveram baixa:
Luciano, escravo de Manoel da Rocha ; cholerraa-
Francisco, escravo do Antonio de Souza Lea, bi-
ctieiro.
Obituario do da 17 de outubro no cemiterio
publico :
Antonio Joaquim do Araujo, Bahia, 25annos, sol-
leiro, IVa-Visla; tubrculos pulmonares.
Manoel Francisco Ferreira Militao, Pernambuco,
20 anuos, solteiro, Boa-Vista tubrculos pulmo-
nares.
Joao Pereira de Camino, Pernambuco, 30 annos,
casado, SantoAiitonio ; cholera.
Josepha, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista ; convul-
soes.
Juvenal, Pernambuco, i aunos, Boa-\ isla; con-
gesto.
Ludgera Maria Ramos, Pernambuco, 40 annos,
viuva. Santo Antonio; abeesso.
Francisco, Pernambuco, 2 airaos, Boa-Vista; repen-
tinamente.
Francisco, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos ; espas-
Maria Rosa Lima Carnciro, Pernambuco, 20 annos,
casada, S. Jos; peritonite puerpural.
Camarina de Sena Castra, Pernambuco, 40 annos,
solteira, Boa-Vista ; hepatite rhronira.
Maria Leocadia da AssumpQao, Pernambuco, 30
annos, solteira, Olnda; escrophulas.
Francisca Havmunda de Jess, Pernambuco, 9J
annos, viuva, Santo Antonio ; hepatite chronica.
Maria, Pernambuco, 3 das, Boa-Vista; espasmo.
Jos Dias Moreira, Portugal, 70 annos, viuvo, Boa-
Vista; apoplexia.
- 18 -
Jos Antonio Barbosa, Piauhy, 3o annos, soltare,
Boa-Vista; phtvsica pulmonar.
Lourenco Ferreira Cardoso, Pernambuco, 3o annos,
solteiro, S. Jos; estomatite mercurial.
Antonio, liberto, frica, 99 annos, casado, S. Anto-
nio ; um abeesso.
- 19-
Mntliilde, escrava, Pernambuco, 26 annos, solteira,
Boa-Vista : himmoplyses.
Margarida, escrava. Pernambuco,3 mezes, S. Jos;
ttano.
Ignacia, Pernambuco. 90 annos, viuva, Recife ; ve-
Ihice.
Theodoro Orago do Sacramento, Pernambuco, 36
annos, casado, S. Jos ; hydropesia no corado.
Eduardo, escravo, Pernambuco, 6 dias, Recife ; es-
pasmo.
Joaquim Manoel de Araujo Lima, Pernambuco, 24
annos. solteiro, Recife ; apoplexa.
Joiio de Franca Grandock. Rio de Janeiro, 28 an-
nos, solteiro, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Josepha Maria Simplicia do Carmo, Pernambuco,
31 annos, casada, S. Jos ; megelete.
Francisco, escravo, frica, 40 annos, solteiro, Boa-
Vista ; incepltalite.
Manoel Abreu do Assis, Pernambuco, 30 annos
S. Jos; cholera.
Mana Polycarpo das Neves, Pernambuco, 15 an-
nos, casada, Recife sc.yrro uterino.
^^HrtKTsarios lancaram mao das esp
Mr. Filinpi foi ferido no rosto, recebendo um golpe
que lit cortn a arteria temporal. Mr. Matchovich
rocebeu duas feridas no bra$o, ambas leves.
Os dous adversarios separaram-se reconciliados,
tendo Mr. Matchovich manifestado o seu pezar pela
publicaco do artigo e a sua estima pelo seu adver-
sario. Este foi ferido pela penna o pela espada i
A 15 de agosto dous membros do Club dos Alpes
treparam pela primeira vex a urna altura reputada
inaccessivelo Uri Rolhstock.
Um carador de camurras, de Enthal, que gosa
de certa reputayo de intrepidez, os acompanhou.
A 16, Tschudi, o sabio, cujos trabalhos sao co-
nhecidos, executava a ascensao do Alto-Mano, que
o tnais alto cume da cordilheira do Sents, perto
de Appenzell.
O bello sexo teve os seus triumphos tambem.
Urna joven, de Bale, foi a primeira do seu sexo
que psou o cmo do titlis, o urna miss ingleza le-1
vou de assallo o cume da Jungfrau.
Que milagres de gymnastica nao seria preciso
para que tudo isto se" fltesse sem perigo !
Urna correspondencia de Vienta de Austria, di-
rigida a um jornal francez, diz que o Dr. Sanolka
polaco de nascimento, que resida em Vicnna, ton-
tou suicidar-se, ferindo-sc por modo que a sua vida
licuii em perigo.
Julgou-se a principio, quo era a poltica que o
levara a um tal acto de desespero, porque um
homem de corarao verdaderamente polaco ; po-
rm parece que nao foi seno o desenvolvlmcnto
de um mal heriditario na sua familia, porque seu
pai, seu irmao e sua r-maa, n'um accesso de me-
lancola, pozeram flin aos seis dias.
Na Reoolurao de Setembro l-se o que segu, sob
o titulo dosIncuriosos :
Passou mal I
Cada vez peior.
Sinto. Para nao me transmitlr a doenea nao
me d noticia alguma.
Sou incurioso por natureza e pouco ral-
lador.
E' modestia. Tem muta graca, muito espiri-
to e sabe muito. Anda to bem informado do que
so passa como qualquer barbeiro da aldea.
Esto dialogo travou-se entre o Sr, Pascado e o
seu visinho Pantaleo.
Nao v os jornacs ?
Injoam-ine s vezes.
Entao nao sabe que alguns dos que os escre-
v.m tambem os nao leern.
Desconfo.
E que mentem, querendo descobrir mentiras
no prximo.
Ha disso.
E quo impingan camrds sem ps nem ca-
boca.
Tenho ouvido dizer.
E que se ufanam de impeccaveis.
Sim ? I
Presumpcao c agua lienta cada qual toma a
que quer.
Faz-me sonrao a sua palestra.
fcnto v-se deitar.
Adeos.
Boas noites, Sr. Pantleio, (???)

.nlguns inglezes- acabam de tomar em landres
urna resolu^ao digna de ser imitada em Portugal,
afim de que se evite esse lento envenenamento a
que a m qualidade do nosso tabaco nos est ex-
pondo, c que ameaca acabar para sempre com os
fumistas deste bemdito torraa
Fundaraiu em Londres urna companhia cora o
capital de 100,000 libras sterlinas. distribuidas em
20,000 accocs de 5 libras com o Um de explorar o
negocio dos cliai utos.
A companhia importar charutos do primeira,
segunda e tereeira classe, e os seus accionistas po-
derao olite-lo eom 5 % de abatimento sobre o
preco da venda geral.
Apezar disto espera-so poder ter um dividen-
do de 40 %, porque o consumo do tabaco de fumo
em Inglaterra vai hoje tomando notareis propor-
e,oes.
Da Rciirta extratamos as seguintcs poesas :
l M JOVEN POETA.
Eu sei que o bardo deve ser maluco.
Do banquete da vida desgostar-se;
Que deve andar despido de juizo,
E ao mundo inteiro de seu mal queixar-se.
Eu sei que triste, quando um moco ardento
forea de soffrer tica pateta ;
Mas tambera sei que s assim que pode
Aos astros elevar-so un boni noota.
Eu sei, e nao sei mal, que Ovidius Nasas
Viva no desterro suspirando ;
Que Lamartine pela Franca inteira
Mil prantos anda sempre derramando.
Eu sei que das areias africanas,
Aonde por desgrana foi mctlido.
Chorando com saudades de Marilia
Fonzaga se parti quasi varrido.
Eu sei que todos elles vivem sempre,
Como tristes espectros ambulantes;
Que os olhos tem no fundo de uns buracos,
Que sobre osossos andam vacilantes.
Nao assombra portanto que um menino,
Que quer os lomos conquistar de vate,
O banquete da vida achc indigesto,
E escreva tanto grosso disparate.
Que morra; mas que morra como um gato.
Que parece estar morto, estando vivo;
Que poe-se immovel sobre o chao deitado,
Mas pula de repente muito aclivo.

A D....
Perdi os sonhos da manhaa da vida,
Visao querida, a tua ausencia choro I
Foram-se os dias d'indisivel goso,
Hoje saudoso no soffrer descero I
Da primavera de mmb'alma as flores
Desoladores vendavaes prostrarara!
Hontem anda suspirar pendidas,
Como cstendidas sobre o chao ficaram !
Agora eu vejo.... desatou-se a venda:
Que triste senda m apontou a sorte!
Nauta infeliz, alm descubro as vagas,
Que vao as plagas desmaiar da morte I
Oh (mando a hora funeral soar-me,
Van encantar-me o derradeiro instante t
Deixando o mundo para o co voemos,
Juntos iremos, seductora amante I
dos timn j daewo-
sa do tterrir^^^' '
Ora o que nos diz a boa lgica ?
Deverao os sacerdotes de Dragos ernzados, sem
dizerem palavra, trahindo a sua posicao, como
mudos espectadores tudo preseneearem setu oppo-
rem forca alguma ?
A allirmativa seria um absurdo.
0 sacerdote o zelador das consciencias, o ata-
laia da casa do Senhor, e como tal obrigado a estar
sempre de viga, para espreitar o Jnmigo o defen-
de-la de seus embates.
E como, de que mcios elle usar para bem cum-
prir esta missao na trra?
A resposta fcil: por meio da intervenco na
politica, abrlndo os olhos aos incautos, mostrando- algum.
fwwinidw, e feralmente acceitos; hoje sao subs-
tituidos pelos oppostos-, e aquelles sao com justica
banidos, tao smente porque a clvilisac.o, que tem
o poder de tudo modihear, nao poda permittirque
elles, que sao a expressao das ideas o do carcter
da poca, se conservassem em sua primitiva.
Pensamos com o Ilustre levita,que devemoscon-
servar o que herdamos de- nossos os, mas, at
madut in rtbus: queremos guardar as virtudes,
que elles nos legaram, os costumes silos, que a
marcha progressiva das ideas cada vez raais justi-
fica e corrobora; mas guardar corno-dadiva sagra-
da o que nos dcixaram nossos antepagados, aiiida
mesmo apeaar da justa e geral reprovicjio; que-
rer ser teimoso, sem que d'ahi resulte beneficio
PUBLCALES A PEDIDO.
lhes que convra debellar os inmigos de Deus,
supplantar por meio da clec.o popular o mao par-
lamentar que, eom vistas smisiras contra a reli-
giao busca o parlamento para fazer leis injustas e
contrarias s doutrinas da groja.
Eu entendo que, em circumstancias como actual-
mente se acha o nosso imperio, o clero deve pro-
curar por moio da politica urna regeneraco reli-
giosa.
E" isto urna necessldade palpavol, mormente de-
pois que o actual Primaz se manifestou to contra-
rio ao proceder dos nossos governantes.
Nao sejamos polticos por principios estranhos
religiao, mas por ella urna obrigacao que pesa
sobre nossos hombros.
Se os bispos, se o cloro brasileiro de maos dadas
intervindo pacificamente na politica com intencoes
puramente santas, trabalhassem por lancar fra
das cmaras esses membros que trahindo o seu
juramento, teem cooperado para alrazar o Brasil no
progresso moral, fazendo leis sobre. caamentos
mixtos, prohibindo os noviciados e mil outras cou-
sas semelhantes, se o clero, outra vez o digo, hou-
vesse trabalhado por nroserevc-los da cmara por
meio da sua intervenco na politica, nao era um
servico que faza ao p'az 1
Compenctremo-nos pos destas verdades, e siga-
mos o exemplo do episcopado francez.
CHRONICA JUIH IAR1A.
TRIBIVAI, DO 4 (MI TI IU< M.
SESSAG ADMLN1STOAT1VA EM 19 DE OUTUBRO
DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXH. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. deputa-
dos Lemos, Malveira e Rosa, o Sr. presidente de-
clarou aberta a sesslo, sendo lida e approvada a
acta da ultima.
DESPACHOS.
Um requenmento de Felisberto Ignacio de Oli-
veira, visto pelo Sr. desembargador liscal, pedindo
carta de registro para a sua escuna Ernestina.--
Prestado o juramento passe-se carta de registro.
Outro de Antonio Joaquim de Vasconcellos & C,
\ tambem visto, pedindo registrar sea contrato social.
Declaran sua naturaliilade.
SESSAO JLD1CIARIA EM i% DE OUTUBRO DE
1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
Secretario, Julio QutmarSes.
A mcia hora da tarde, o Sr. presidente abri a
sessao, estando retiidos e Sr. desembargador
Silva Guimaraes, e os senhores deputados Lemos,
Malveira, e Rosa, e fallando por doente o Sr. des-
embargador Villares nao pode por isso haver jul-
gamento.
Lida, foi approvada a acta da sessao antec-
deme.
DISTHlBCtCOES.
Appellante, Jos Fortunato dos Santos Porto j
appeliado, Joao da Silva Faria.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.
agora vos.
Aggravantc, o hachare I Miguel Jos de Almeida
| Pernambuco e o sollicitador Miguel Jos de Almei-
da Pernambuco; aggravados, os administradores
1 da massa fallida de Joao Jos de Figueiredo.
Aggravaule, o Dr. Jos Liberato Barroso ; ag-
gravados, os administradores da massa fallida de
Antonio Joaquim Seve.
O Sr. presidente negou nrovimento.
Aggravantcs, Joao Luiz Vianna e Motta & Ir-
mos ; aggravado, Antonio Joaquim Vinhas, |>or
seu curador i n litem.
0 Sr. presidente deu provimento.
Nada mas houve.
Sabemos mu bem que o dever do bom catholico
receber as determina^oas e preceitos impostos
pelo pastor sagrado; e nao pensamos anda urna
vez se qur em transgrodi-los: mas julgainos nao
ser peccado o desejarmos descobrir a razao, em
que se funda qualquer pastor sagrado para emiltir
urna ordem, porque geralraente se procura saber
o motivo das cousas, e se tem praser, quando se
encontra.
Flix, qui potuit rerum cognosrere causas.
O segninte paragrapho do communicado do
Ilustre levita muito nos agradou, e mereceu nossa
approvacao :
Querer adoptar-se o costurae da Europa no
que concerne chapelinhos das senhoras, porque
entre ellas bonito e muito agrada a moda, adop-
te-se tambem o mui lonvavel uso quo se v as
mesmas senhoras da Europa, isto 6, a maneira
porque ellas se portam no templo de Deus; a mo-
destia, o respeito e a veneracao que ellas observam
durante os actos religiosos niio ousando all nn-
gue-m conversar, censurar ou praticar a mais leve
ac^So porque todos so dirigem casa do Dos s
para orar, possuidos de um espirito devoto, e chcios
de compuncao e de temor diante da Magestade
Divina.
Sm, mni respeitavel levita; para este tao gra-
ve objecto, que eu quizera ver convergir a attencao
S. Exc. Rvma., e de todos os Ilustres sacerdotes :
da educaciio religiosa, da qual nenhuma ha quasi
entre nos, que desejava ver midar-sc com todo o
zelo e empenho; empregando-se os variados meios,
i|hk em toda a parte se adopta para se instruir a
mocidade nos preceitos de nossa sublime religiao,
c para 9e Ineutir em seos nimos o respeito, que
nos deve mereeer os actos religiosos : acerca da
gravidade com que se devem celebrar estes actos
de modo a infundir respeito, e recolhimento de
animo, que era conveniente tomarem-se serias pro-
videncias : porque assim se trabalharia utilmente
em beneficio da rcligiSo, e um da veramos em
nossos templos esse respeito, que o Ilustre levita
admirou nos da Europa, e nao cuidndose do que
merece pouca ou nenhuma importancia, e despre-
sando-se o que deve ser o alvo de todos os esforjos
e disvellos des pastores sagrados.
O levita vio as igreias da Europa, as senhoras
com ebapelnhos, porem modestas, reverentes, e
possuidas de nm espirito devoto: e n5o seria me-
Ihor, que entre nos se cudasse de as imitar mais
nestas qnalidades espirituaes; (Jo que em quere-
rem manifestar a reverencia pela gravidade dos
vestuarios ?
Sem duvda; e se bem comprehendemos nossa
religiao, pensamos, que o estado do espirito, a de-
voeao, a dr, o arrependhncnto, a f com que ora-
mos, que d valor nossas orajoes, e nao a
maior ou menor simplicidade de nossas vestes.
A' vista pois das razSes expendidas, e das consi-
deraodes, que temos feito, julgamos dever conti-
nuar a pensar, que nenhum fundamente ou motivo
ha para que se ordene s senhoras de tirarem os
chapeos ao entrarem em nossos templos para assis-
tirem aos actos religiosos, e que este uso nao deve
ser considerado como nma falta de reverencia ou
decoro.
Desejamns ardentemente qne nossas ideas nao
sejam mal interpetradas; e desde j declaramos,
que em Indo, (pie deixamos dito, niio tivemos a
mais lgeira intenejio de irrogar cens ra alguma,
mas s o desejo do illucidar um ponto acerca do
qual em nosso espirito existia, e ainda subsiste
urna opinio contraria, a que se pretende sustentar
como verdadeira.
Recife, 13 de outubro de 1863.
O primeiro botn cathoNco.
batalho, devido tudo isto a circnmspereie, ham-
ldade e lhanesa do digno chefe que o dirige.
Causa por certo, na quadra presente, iBTeja o*
corpo rom esses elementos I
Lm chefe da ordem do distncto Sr. teneDle-e*>-
ronel Guimaraes. digno de todo* os respeitos, re-
neracao e adhesao ; e sua BMfarttde o Imperador
avahando os servicos rete* do Sr. tenente-rorawl
Guimaraes, por certo nao deixar de plinUa Im
com as dragonas de coronel.
Finaliso, des|iedindo-me de S. S.,de sua brioniiM-
cialdade rom particular meno do rirmnruertne
preslimoso Sr. tenente secretario do batalho Jos
Francisco de Moraes e VasconcHkw, e a todo af-
fianco que parlo saudoso para meu deslino. na
provincia da Bahia encontrario nn Bel e dedira-lo
servo.
Recife 19 deooliihro de 1863.
O capto Claudio Mari|M de!
Illm. Sr.Na occasiSo a mais solemne em
que esta heroica provincia vai exercer a mais
sublime e importante funcfSo da soberana
nacional, apresenlando sabia escolha do
poder moderador tres nomes distincios para
o preencliimento da vaga deixada no senado
pelo fallecimente do visconde de Albiiquer-
que e quando eu venho sollicitar a honra a
mais subida, que um cidadJo pode preten-
der de seos patricios, a de ser contemplado
em orna lista trplice para o lugar de senador
do meu vigoroso dever explicar-me, e ma-
nifestar com franqueza meus principios e
sentimentos para que os meus concidados
possam em sua consciencia jolgar-me.
Sinto-me acanhado em m>nlia pretenc3o, Qualquer urna pessoa que se sinu
quando considero a importancia do manda- bilis e que faca uso desias admiraveis p
t0, que a provincia vai conferir ; mandato este meio lera tomado a melhor das preranres
dn mak alln alcirti-p i i nnr sua nalnr-pvi dfi eon,ra ,odas as mo,es"as epideimras. I n s do-
li mais. ano aleante, ja por sua natureza ue ^ n(lllp ,,, lima l!a ffthril ^^n^ j,,
Pituls vegetar* ^sicara4as de Ke.
da
contra todas as molestias epidmicas.
se pode salvar urna pessoa da febre
irrevogavel, j pela gravidade de sen objec- cholera ou das febres intestinas biliosa* Vnmi m
tO, e influencia que deve exercer nos desti- um effeito verdadeiramente maravilhoso ea lodos
nos do imperio sendo por isso que com ra- os desarranjos do ligado e do ventre. ENas
zao exige a constiluicao o candidato seja pes-
soa de saber, capacidade e virtudes, com
preferencia os que tiverem feito servicos
patria.
pcm exclusivamente de substancias ve
urna medicina fortificante que nunca
ser

COMMUNICADOS.
X
UM POUCO DE TUDO.
A populacao do Mxico de 7,839:514 habitan-
tes dessimuados n'uma superficie do 1,613:127 ki-
lmetros.
A divida publica mexicana, montava em 1898
14o iiilhoe.- de pesos. A receixa publica era de *i a
9 milhes de pesos.
O movimento animal do seu commercio de
.32,400;000, sendo duas quinLis partes para a ira-
portaco e tres quintas partes para exportago.
A produc^o annual das suas minas de ouro e
prata, de cerca de 113 milhes.
Os francezes procuraran! iiitroduzir naquelle paiz
lodos os modernos elementos da cvilsac,ao.
O camin de ferro de Vera-Cruz Puebla esla-
va j aberto at Pulgar. Para tudos os pontos prin-
cipaes se trata va de estabelecer eomuiunicuces
elctrico-telcgraphieas.
A Gaztta de Ktberfeld, de 6 de setembro, publi-
ca urna carta de Wiesbad que diz que na sexta-
eira ultima um mancebo que acabou de perder o
seu ultimo escudo na banca de jogo, suieidou-so
all lUMino com um tiro de pistola. A baaea sus-
pendea o jogo no momento, mas continuou cinco
minutos depois.
Na manhaa do dia 1 de setembro houve em Milao
um duello entre Mr. Filipuo Filippi e Mr. Matcho-
vich, redactor ja Cicala Politica.
O motivo foi u,m artigo que o dito jornal publi-
can no seu nomero de quarla-fera, errneo nos
factos e injurioso para Mr. Filippi, de sorte que
este pedio urna reir tacan ou upia reparaco de
honra. Mr. Matchovich, com (panto declarasse que
o artigo niio era delle, prestou-se'a dar a satsfacao
pedida.
Depois de nm tiro de pistola trocado a 13 paseos
O levita, que se dignou responder-nos, proenrou
fundar em melhores razoes, do que o oulro bom
catholico, a justica da ordem prohibita de S. Exc.
Rvma. concernene ao uso das senlioras assislrem
de chapeos aos actos da igreja: porm mesmo
assim nao consideramos, que S. Exc. Rvma., flr- gida'de, mais dentro destes o lutador arrojado
mado, qur na prescripcao de S. Paulo ao hispo de destemido, ja na tribuna e j na mprensa, o I
vegetad**
a Milita,
dem por isso ser admini-trdas com a mama
guranca tanto s enancas as mais tenras toa aos
homens mais robustos." S.". as unir* mmb*.\ -
N3o me desvanece de possuir os req.si- Jff- ^S^ *$ ?SS2&
los precisos pata bem desempenhar o man- v,,s como 0 melhor dos remedios para a* r-
dato, e ante os Ilustres Pernambucanos/ de ambos os sexos seja qual fin- a >oa idadV.
que seapresenlam, me reconheco c confesso
o mais fraco e o menos digno, e se me de-
lojasde drogas.
Volumes sabidos
termino a pedirossuffragiosde meus conci-
dados, 6 fundado smente na pureza de mi-
nhas ntencSes, no desejo de servir ao meu
paiz, e na cortesa, que tenho na propria
consciencia, de empregar os esforgos, que
em mim couberem, para o melhor cumpri-
mento de meus deveres, animado nica-
mente por tantas demonstrantes de eslima e |
ennfisnea. que hei recebido de minha pro- jai
vincia natal, que penhoram era extremo a
minha grado, e rae raduzem crr que
alguma cousa mei'eco no conceito nobre e
generoso de meus comprovincianos.
Meus principios s3o bem conhecidos, e
desde o anno de I83G, em que eulrei na
scena poltica, sempre os tenho sustentado I
com sinceridade. dedicarlo e dignidade. En-
tendo que a liberdade o lim essencial das
sociedades civis, e felizmente a considero as-
saz garantida em nossas insliluices funda-
mntaes, precisando apenas de algumas re-
formas as leis regulamentares, que a tor-
nero effectiva na pralica, e a assegurem
melhor contra os abusos e vexaraes da forca
e do arbitrio.
Applicaret os mais serios cuidados no in-
tuito de occorrer decadencia da agricultu-
ra, commercio e industria, que olhos vistos
definham e demandam urgente proteccSo.
Com estes principios sollicito de V. S. o
seu voto e valiosa coadjuvaejio, e se Ihe me-
recer esta prova de sua honrosa confianca,
terei no maior aprero e agradecimento a
parte que V. S. se dignar de tomar em
minha eleicao.
Com a maior consideraco e estima sou
de V. S., patricio e correligionario obri-
gado.
Urbano Sabino Pessoa de Mello.
Recife, Io de setembro de 1863.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PERNAMBITCO
O Banco toma saqnes sobre as pracas d Md
Alfandega
Rendimento do da 1 a 17. t5:*57'.'
(durado da 19........l3JN3tt
Ji9:46ii:4l
A candidatura senatorial do
Dr. Urbano Sabino Pessoa de
Mello.
3.* artigo.
L-se na Cruz, sob denominacao de Deve o sa-
cerdote intervir em politica f
Os revolucionarios gritara em altas vozes : O
sacerdote nao deve intervir em politica, elle deve
simplesmente oceupar-se das cousas sagradas, en-
tregar-se ao espiritual sem se importar com o tem-
poral, pregar a palavra de Deus, e deixar os leigos
governarem a trra a seu bel prazer, por quo est
escripto :O meu reino nao deste mundo.
E' esta a linguagem da poltica moderna, dos ex-
poliadores dos bens do chefe do catholicismo, que
s veem em nos uns norial da sociedade, uns lotes
da antigaSparia.
Para que este principio seja urna verdade, de
mister tirar aos sacerdotes as garantas de cidado.
Mas quo direiio teem os homens do seculo de
intervir as grandes questes do da, que tambem
nao tenham os ministros do Eterno r
A intervenco mais ou menos directa da religiao
na politica existe na natureza das cou^as.
As grandes questes contm sempre um elemen-
te religioso. Oo mesmo modo que a alma est uni-
da ao corpo, a religiao est unida ao corpo social
e por consequencia ella nao pode ser estranha
poltica, assim como a alma nao pode ser estranha
ao corpo.
E onde ? em que lei ? quando i em que paiz
deixarara os sacerdotes de intervir na alta politica
da trra s pelo simples fado de seren sacer-
dotes t
A adnut'rmos semelhaute principio seria o sa-
cerdocio urna perfeita condemoacao, um verdadei-
ra csbulho dos di re tos de homem.
Se facto liquido que urna uaco nao podo mar-
char na senda do progresso sem as bases da mais
solida moral, pois evidente que sendo os sacer-
dotes os mestres dessa religiao, que entina a ver-
dadeira moral, se acham obrigados por forca do
seu ministerio a iuiervirem na poltica de toda e
qualquer nacao.
E o cousa celebre I esses quo mal fallara em li-
berdade, que mais preconisam as garantios do po-
vo, sao os primeiros, e talvez os nicos a se levan-
taren! contra os ministro* do senhor c lhes grita-
rera era face : Vos nao deveis intervir em po-
litica
A razio, porm, diz o contrario. Una lei injus-
ta e costra a groja val atormentar as consciencias
Epheso, qur em suareeommendaeo aos corinthios,
ou na expressa prohibicao de S. Lino, devesse trans-
mitlr aos vigarios a supradita ordem.
Nos textos citados, vemos a recommendaco ex-
pressa, para que as senhoras nao estejam sein veo;
as igrejas; mas nao para que estejam sem cha-
peos : o se o uso dos veos era exigido, nao como
simples adorno, mas para preserrar suas madeixas
e rollo das vistas impuras conseguindo-se o mes-
mo com os chapeos nao devem ser estes prohi-
bidos.
Mas, diz-nos o Ilustre levita, una falta de re-
verencia assistirem as senhoras aos actos religiosos
com chapeos; c se na Europa, isto permittdo,
smente por causa do fro; porm entre nos, que
nao se deve permittir urna moda, que involve com
comsigo falta de decoro pelo objecto, a que deve-
mos maior acatamento e veneracao.
Nao |H>demos admitrir tal fundamento para per-
misso de um uso, que revela falta do respeito nos
templos; porque so se nao tivesse permittido s
senhoras o estarem cobertas com chapeos as fes-
tas religiosas; as que se sentissem incommodadas
pelo fri, teriam substituido os veos de seda ou al-
godo, lelos de la, os quaes, sem duvida, agasa-
lham mais, do que os cha|telinhos, que segundo a
moda, tem sido algumas vezes tao pequeos que
apenas guardara o terco posterior da cabera : ou
entao os propagadores das modas, teriam inventa-
do algum objecto elegante para as senhoras fre-
quentarem as igrejas no tempo de invern sem se
desviaren) do preceito dellas assistirem aos actos
religiosos com veos.
Continuamos pois a pensar, que oconsenlimento,
que geralraente tem recebido o costume das senho-
ras entraren) de chapeos as igrejas, nasceu de se
nao dar a isto a uiesma signilicacao, quo merece o
chapeo na cabeca do homem.
Qualquer senhora apresenta-se do chapeo diante
das pessoas de maior acatamento e considera-
I cao. Urna lilha coberta com seu chapeo dirigi-se
aos paes pedindo-lhes a hencao.
Ixtnge de nos o comnararmos as autoridades da
[ trra com a suprema e verdadeira autoridade; eo
respeito. que tributamos aquellas, coro oqoe nos
merece esta; mas se no uso dos chapeos das se-
nlioras, se vis.se urna falta de consideraco, elle
i nao seria permittido mesmo perante qualquer nes-
' soa, quem se devesse respeito e atteneoes.
A musira razan se d favor do uso das barreti-
nas nos militares. O soldado nao se descobre em
i pr.rte alguma, porque seu honet posto na caheca
nao significa falta de respeito, pois est admirado
'que elle d moslras de cortezia e saudaco com a
continencia e a apresentaciio das armas; e nin-
guem extranha quo um soldado entre coberto em
qualquer parte.
Esta deve ser, sem duvida. a razao justificativa
' do uso dos chapos as senhoras, e das barretinas
nos militares; |tois nao podemos crr, que sendo
por causa do fro, que tal eostume se tem permitti-
do, sejam s comprehendidos os militaros e as se-
nhoras, como se o fri deixasse de incommodar os
paisanos, aos quaes expressamente prohibido o
estarem cutenos diante de pessoas de respeito, por
que o consorvarem elles os chapeos as caltecas
signal da falta de consideraco e respeito.
Oemais sabemos que a verSo, em qaasi todos os
paizes da Europa, lotoleravel; e entao se a per-
missao dos cha|ios fosee por causa do fri, ella
devia restringir-se a eslaeao do invern i sondo de
I raais que em alguns o fri muito moderado.
A' vista do expendido, nao podemos, por mais
que queiramos, admitiir o fri como motivo expli-
cativo de tal permissao; e asam persistiremos em
nosso modo de pensar.
Em 11 uanto ao dieto de S. Paulo prohibindo s
senhoras de oraren) com cabellos frisados, e com
joias preciosas; nao ousamos pensar, que elle pro-
eedosse sem todo o fundamento; mas o respeita-
vel levita dve concordar eomnosco que, tmpora
mutantur, et nos tmtamur in tllis, e que assim a
ordem podia ser entao muito justa, e bem accefts,
mas hoje ser merecedora de spera censura, se a
quisssem sustentar, auosar da inodifieacao que a
civiliiaco tora imprimido ora nossos eos'tnmes.
Muitos hbitos, que em lempos paesade* eram I
Remontemo-nos aos gloriosos edifflceis tempos
do partido praieiro, e vejamos qual o papel do Dr.
Urbano Sabino.
Sempre reflectido e prudente, quando a just n-
dignacao popular tentava transpor os limites da le-
e
lio-
Ho vi ment da al tandera.
Volumes entrados com fazeadas 1JI) /
rom gneros MF
com fatendas
com gneros
1S1
M
i*
Illm. Sr.Tem Pernambuco de concorrer
agora com o seu voto para preencliimento
da vaga que no senado deixon o Sr. visconde
dt! Albuquerque. A lista trplice que para
islo, e segundo a consliluk'So poltica do im-
perio tem de ser apresentada escolha da
cora vai ser confeccionada.
Pernambuoano, seria para mim de allis-
sinia importancia merecer dessa dislincta e
heroica provincia a honra de ser contado en-
tre os seus escolhidos.
Assim, pois, apresento-me candidato lis-
ta trplice para senador, em cuja clei<;ao va
a minha provincia cmpenliar-se agora.
Meus principios polticos silo conhecidos.
Na mprensa, bem como na tribuna parla-
mentar, tenbo-me denido claramente.
Nao cedo desses principios, nao transijo,
nem transigirei jamis a custa delles. porque
os repulo os mais santos, visto envolveren)
seuranca de liberdade constitucional, e con-
du/.irem prosperidade e progresso do
paiz, moralisayao e legitimidade de sua ad-
ministrado.
Se tenho andado bom caminho diga-o ago-
ra a provincia onde nasci: respeitoso me
apresento a ella para ser julgado.
Entre tanlns, to Ilustrados e dignos fi-
Ihos de Pernambuco, ousada talvez minha
apresentaco. Sirva-me, porm, de des-
culpa o grande desejo que nutro de ser otil
essa provocia e ao paiz, e :i subida honra
de ser por ella distinguido com to alia pro-
va de confianca.
Se slo pode justificar minlia pretengao,
permuta V. S., que eu sollcite sua valiosa
coadjuvacao em prol da minha candidatura.
mem votado dia e noile ao isolamento do gabinete,
para servir com a sua palavra e a sua penna, qual
d'ellas mais poderosa, a causa da liberdade, eis o
fundo do carcter do Dr. Urbano Sabino.
Pergunta-o aos seus generosos adversarios,
aquelles que sabiam coinbate-lo, mas que tambem
sabiam respeitar-se respeitando-o; aos gigantes do
antigo partido guabir, e nao a esses pygmeus, que
nao tendo entao forca bastante para siquer encarar
de frente o Dr. Urbano, hoje pretendem-se legata-
rios universaes do partido praieiro.
Seria longo, e alias seria ocioso, entrar na expla-
nadlo do importante papel do Dr. Urbano em o an-
tigo partido praieiro : nao ha liberal dest trra,
nem do resto do imperio, que o nao saina.
0 nome doDr. Urbano foi sempre tido como um
dos primeiros do paiz ; os seus servicos, a sua po-
sicao preeminente no partido liberal de Pernambu-
co, os seus triumphos em a nossa assemhla pro-
cincial e na cmara do deputados, as provas le ir-
lustraeao c firmeza do carcter por elle oferecdas
ao paiz, a sua immaculada probidade, qur como
particular qur como homem publico, sao ttulos
que o onnobrecem, e eunobrecem a nossa pro-
vincia.
Como, pois, hoje, quo o partido liberal rehabilita-
se perante o paiz, nao ir procurar no seu passado
una das suas mais gloriosas recordares, para ser-
vir de garanta do seu futuro ?
Confessa por ventura o partido liberal de Per-
nambuco, que renegou todo o seu passado, que re-! E' poderoso o concurso de,'seus servicos, e
jeitaa sol.dariediule com elle f i por lant0 ,he rogo que acceite a minha apre.
Nao, tal nao fora possivel. Ha no passado i"" '" ., v
do partido liberal muta gloria, muito herois- :senlaciio e a tome sob seus cuidados,
mo, muita dedlcacao, a par de alguns erros, po- Dil'igindo a presente V. S. compra
rmerros generosos, erros que nao os commette quanto devo sua posi(;fiO, emerecitnentns ;
^^!^^Sm^SLt^\^ ^"C'lnndo o seuapoio, nao desejo o
to de justa indignacao. I menor sacrificio de consciencia.
E assim, que papel faro partido liberal de Per-1 A escolha que vai a provincia proceder
nambuco, senao procurar com todas as forcas rea- de summa imporUncia para o seu futuro;
tr o seu passado com o seu futuro t Contentan-! i _. __:, jpJl nrp.,ir a mais amnla li-
do-se com os Olhotes, os trnsfugas e os IWeraes da t ', P nsl vespera do triumplio, ter-se-haabatido exta-mamen- oerdade, rauda calma e rellexao, perleilo
te, epassar a vivera vida triste e ignominiosa do'desinteresso pessoal, e consciencia pura,
mendigo, ou a vida ainda mais triste e ignominio- Hecaia em quem recair a escolha de Per-
^QuewTra'baihar o edificio do futuro sem as De., nambuco> 8eJa Prem, digna dessa pro-
cas ja provadas e trabalhadas no passado, umavmcia dlustre por tantos ttulos, tal tO meu
insania. E se esta insania fosse commetiida pelo desejo.
partido liberal de Pernambuco, serla raais, seria j Acceite V. S. OS sentimentos de alta esti-
uma infamia, porque sena eobnr com lama o san- ma rnnif|pPi,(.grr,m nilP mpassiono Dp
gue generoso dos seus martyres, imprimir urna
nodoana lousa que encobre osrestosveneraveis de
Nunes Machado.
Manes de Nunes Machado I vinde desaffrontar
as glorias do vosso partido, vinde azorragar esses
publcanos do templo da liberdade, que s por es-
carneo ou espeeulacao, como est dizendo o seu pro-
cedimento de hoje, iam annualmonte junto a vosso
tmulo armar lagos popularidad....
V. S. patricio e creado respeilador.
Joaquim Saklanha Maiinhu.
Rio de Janeiro, 20de junbo de 1863.
Musir eleitor pernambucano. Se en-
tendis em vossa consciencia que mereco o
Mas, nao; nllo'se interrompa o somno glorioso! vosso vol Para senador do imperio, lancae 0
do grande patriota. O grosso do partido liberal, a \ meu nome na urna efitoral, que saberei
grande multidao dos verdadeiros adeptos da idea corresponder vossa confianca
Vosso compatriota.
bastar, nos o esperamos, paralmpir silencio c re-
serva aos publcanos.......
Cromos que o partido liberal niio pode, pelo que
hVa dito, deixar de inctor o nome do Dr. Urbano
em a prxima lista trplice.
preciso, porm, levar a discnsso a suas ulti-
mas terminaeoes, jiorque discutimos antes princ-
Felix PeiToto.de Brito e Mello.

m
Ao publico.
Sendo a gratidao um dos deveres mais sagrados
que pode ente humano cxercltar, e esse santo pre-
pios do que um nome, o qual entra n'este caso como coito nao sendo indiflerente ao abaixo asignado,
a ncarnacao d'ura principio. i teria por certo deixado de coraprir um. impulso de
Se |certo,qne at 18*9 naose animassem a inveja, sou coracao se por venftira nao manfh^stasse pu-
a calumnia e a m vontade a depreciar o nome do blica c solemnemente, ao Illm. Sr. tenente-coroncl
Dr Urbano, o seu procedimento de 1849 al hoje, commandante do 9.balalhio de infanlaria Jos da
ha sido explorado pelam f, e a respeito correm j Silva Guimaries, o quanto Ihe captivou suas ma-
malignas interpretaedes. neiras do perfeito cavalleiro para com o mesmo
Analysemos esse procedimento c veremos que abaixo assignado.
antes como depois da lula o Dr. Urbano foi o mes- i Durante -o curto aspaco de tres mezas e dias o
mo homem: prudente ecircumspecto, dedicado ao abaixo assignado semur devisouno 9 batalho
seu partido, sacerdote da sai dignldado pessoal de nfantara a que teve a honra do pertencer e do
quer como particular, qur como poltico. qual se separa por seus. ntTmim nirtJMlirl a
E a parte mais difflcil, e mais imprtame, deste chamaren a provincia da i""
"TUL ha .v lon* "na, disciplina, cflnake
flecife, 18 de outubro de 186J. i dos os ramos da marcha ad
..k*.1.
Descarregam no dia JO de ooWbro
Escuna hanoverianamm- raerradorias.
Barca inghsaVeno rarvo.
Patacho americano/?. W. Tratk/ahnka.
Barca ingleza flaoaearvao.
Brigue hollandez Zeeni/mpkarinha de Oigo-.
Barea |torluguezai. Manoel IIdi*Tso fenef**
Escuna ingleza Mnryaritkfarinfca.
Patacho inglez Ornear farnha de triftu
Barca francezaRaoulmerradorias.
Brigue hamburguez Mnrgaretk = hrWtt de
trigo. ____
Recehedorla de rendas lateraa*
geraes de Pernaubaeo.
Rendimento do dia 1 a 17. :041*l:O
tdm do dia 19......... 3:03057,0..
iMBpga
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 17. i."t:i:i:>y;i Idera do dia 19......... lioio.Mi
MOVIMENTO DO POBTO.
.Vafio entrado no dia 19.
Porto i7 dias.Barra porttigueza S. Manoel II. t\*
350 toneladas, capilo Pedro Jos da Rosa. >qui-
pagem 18, carga vinho ; Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva & Gcnro.
Portos do Norte 8 dias c 2 horas, e do ultimo
porto 8 horas.Vapor nacional Apii, de 917 to-
neladas, commandante Joaquim de Paulo 6ae-
des Aleoforado, cquioagem 5G.
Obtertacao.
Suspendeu do lamaro para a Bahia t brigue in-
glez Aralon, cap tao T. Brien, com a inesma carga
que trmixe de Terra Nova.
Nao houveram sahidas.
\
DECLARACOES.
Tribunal do commercie.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data tica re-
gistrado o contrato de sociedade de Joaquim Car-
doso de Almeida e Francisco Jos dos Passos Gui-
maraes, Portnguezcs, estabeleridos nesta cidade
sob a firma Cardoso de Almeida & Passos (Juina-
raes:' devendo dita sociedade durar desde o I. de
setembro ultimo at o ultimo de agosto de 186t,
com o capital de 6:0005 fornecido por ambos em
partes guaes.
Secretaria do tribunal do commercio de Pvr-
naiiibueo 16 de outubro de 1863.
Julio Guimaraes,
itlieial-inaior.
Pela mesma secretaria faz-se igualmente
publico, que na mesma data fica tambem registra-
do o contrato de sociedade de Jos Joaquim Gomes
de Abreu c Antonio Alves de Carvalbo Veras, Por-
tugnezes, establecidos nesta cidade sob a firma
Abreu & Veras, que dever durar por espaco de
quatro annos, contados do 1." de julbo deste anno.
com o capital de 33:495,5080, sendo torneados
48:4955080 pelo socio Abreu, e 5:0005 pelo so-
cio Veras.
Secretaria 16 de outubro de 1863.
Julio Guimaraes,
itfticial-niaii.
Pela mesma secretaria se faz publico que na
data infra foi inscripto no livro da matricula dos
commerciantes o Sr. Jos da Silva Loyo, cidadao-
portoguez, de 43 annos de idade, estabelecdo nes-
ta cidade com negocio de assucar em grosso.
Secretaria 19 de outubro de 1863.
Julio i'iiiimaraes.
OITlcialmaor.
Tribunal do coiunwcis.
Pela secretaria do tribunal dcmtmmercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data, e por
despacho do mesmo tribunal de 8 do corrente, f-
cam registradas a peticao de Antonio Luiz de Oli-
veira Aaevedo e Joao Jos Rodrigues Mendes em
que declarara ter sido dissolvida em 31 de dezem-
bro de 1861 a sociedade que linham sob a firma
de Azevedo & Mendes, e a cont corrente que
apresentaram como liquidaco da referida socie-
dade.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-
buco 10 de outubro de 1863.
Julio Guimaraes,
UlHcial-maior.
CORREO GKHAL
Relaco das rartas seguras viadas di orle pelo
vapor nacional Apa para os senhores abaixo
declarados.
Agezilo Pereira da Silva.
Dr. Antonio Herculanode Souza Bandeira.
Dr. Julio Cesar Guedcs de Castro.
Joao Pereira da Silva Leite.
Jos Baptista da Fonseca Jnior.
Capit3o Manoel Antonio de Jess Jnior.
Pedro Correia Camperlo.
Dr. Raymundo Martiniano de Moraes Reg
Antonio Leoncio de Santiago.
Antonio Raulino de Souza Uenda.
Firmino Licinio de Souza Soares.
Joao Maria Cordeiro Lima
Jos de Azevedo Andrade.
Jos dos Santos Neves.
Lima Jnior & C
Thcmoteo Epifanio Ferreira Lima.
Otrrcia geral.
Pola administracao do correto deste cidade se
taz publico que as malas quo tem de eonduzir o
vapor nacional /ic para os partos do sul, serio
techadas boje as 3 horas da tarde i os Jonues al
hora da larde, a as carias admsMidas seguro
at 2 horas.
^


Arrematara.
Nu da 21 do corrente mcz, Anda a audiencia do
Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara, escrivo
Baptista, ser vendida em hasta publica, a i.lis dr, una casa terrea meia-agua n. 33, com
soto, na nu de Hortas desla eidade, avaliada era
SOOjWOO, a qual casa fof penhorada Andr de
Al>reu Porto e sua mulher, na execucao que Ihe
HWve a Santa Casa de Misericordia desta eidade :
pede-se a qrom tivw dhrelo ao sol da mesma
casa quecompareca na ot-castio da pr*?a, > an"
nuurie dr este jornal.
Gafo* filial ca Pcuambura.
Por ordem da directora do banoo do Brasil sao
convidados ossenhores accionistas loealisados na
tixa filial de Pernambuco rerolherem ah ate o
da 23 de Janeiro de 186 a nona c ultima presta-
cito de 10 0/0, ou 205 por accao, de contormidade
con os rticos 8 e 9 dos estatutos do banco do Bra-
sil, e art. 4o dos estatutos da caixa filial.
Sala das sessoes da directora da caixa filial do
han do Brasil em Pernambuco 1." de outubrode
lH3.-0ser+elario,
Jos Mamede Alves Ferrara.
Do ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raf;fc fazenda desta protincia, se faz publico que
a liorna thesouraria era virtude da ordem do
thesouro de 5 do corrente n. 84, acba-se au-
torisada a mandar pagar com fundos do cor-
rate exercicio aos crudres da (azenda de dividas
do exercicio lindo de 1861 a 1862. As pessoas in-
teresadas devero requerer mesma thesouraria
a liquidaco c pagamento do que se Ihes de-ver at
30 Je juntio de J1864, at quando vigorar a sobre-
dra ordem.
KMara da tie nambuco, em 16de outubrode 1863.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
O procurador da cmara municipal desta ei-
dade manda publicar a relacao .* que Ihe fo
remettida pela mesma camarti*-w. senhoresque
trrdo deixadode comparecers sessoes do jury, fo-
ram multados pelo Sr. Dr. jare de direito da pri-
meira vara presidente do mesmo jury.e pede a ca-
da tm dos mesmos f eohres que se dignem reco-
Iher ao cofre municipal a importancia em que fo-
ran multados, evitando assim que se proceda exe-
utfvamente.
Cmara municipal do Hecife, 2 de oulubro de
1863.
O procurador.
,. Jorge Vctor Ftrreira topes.
6 de junho de 1863.
Jos Goncalves da Porcincla. .
Jos Lopes Guimares........
Jos Pires Campello de Almeida. .
Mariano de S AlbHquerque.....
Francisco Antonio de S Barrete. .
Jotquim Pedro Carneiro Campello. .
Dr. Manoel Figueiroa de Paria. .
Manoel da Vera Cruz. .......
Jos Ignacio de Lira........
.Manuel (Larnero Leao. _......
Antonio Francisco das Noves. .
Amonio de Albuquerque Mello. .
Francisco Pereira d'Arruda Cmara .
16 de julho.
.\:reu de S Albuquerque......
Jos Pedro Vellozo da Silveira Jnior.
Antonio de Alhuqucrquc Mello. .
Jos Joaqun de S [sitio......
Antonio Francisco Lisboa Esteves. .
Joaquim Lucio Montoiro da Franca ..
Joaquim Milelo Maris...............
Dr. Manoel Figueiroa deFaria.. ..
Ffancisco Lopes Guiraares...^......
Antonio Ferrara d'AnnunciaeJio .
Conselho administrativo.
O eonselbo administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de eoiuprar os objeclos se-
guidles :
Para a companhia de cavallara de linha.
Bonets 76. bolins pares 188, lavas paros 198,
DI
nur
II l|2,olanda de forro covados 301, brim branco
4=
Diario de Pernambuco Terca letra ftO de Oulubro de S4*.

LEILAO
De om sitio com rasa terrea no llan-
guinli'.
O agente Almeida competentemente autorisad
fr leilo de un sitia no Mangoin, esquina que
! volta para a ra da Amizade da Capunga Nova,
com casa terrea de tros jaaoHas envidraeadas na
frente, portao ao lado, duas salas, quatro quartos,
nrimeira v_ a vena-comica nroduceao '"' fora. C0Piar. coxcira,e estribara, em chaos
la primara vez a scena cmica qc sua proauccao, p^,.,^ com 180 pa|inos de |argura e 500 de fun-
do, murado na frente e o mais cercado a limo,
eom alguns arvoredos e cacimba.
<|uinlafeira 56 do corrcnlc.
O leilo ser effectuado a porta da AssociaeSo
Commercial as 11 horas do da cima.
SETK DE SETeStraO
Em seguida representar-se-lia a comedia cm um
acto,
QUERO E NaO QUERO.
Finda a comedia o Sr. Penante representar pe-
ESTUDANTE EM QEBRABEIR1
Dar flm ao espectculo a comedia cm dous ae-
tos, do Exm. Sr. Mendes Leal Jnior,
4FILHV04 DO IIVHO.
Eis o espectculo que a mesa regedora da ir-
mandade do Divino Espirito Santo offerece ao pu-
blico Pernambucano, esperando sua concurrencia
para um acto tao meritorio.
ma banda marcial achar-se-ha no salo para
mais abrilhantar o espectculo.
No intervallo do segundo acto do drama urna
AVISOS DIYEBSOS.
LOTERA.
Sexta feira, 23 do crreme niez, se ex-
ttahir a stima parte da terceira lotera do
Gymnasio Pernambucano teFceira conces-
sak>), no consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora do Rosario da regue'.ia de Santo An-
tonio. Osbilhetese meios bilhetes acham-
commissao ira pelos camarotes Teceber asesportti-M yenda na respetiva tbesouraria, ra
las (rae se dignaran offerecer para este beneficio. .
O resto dos bilhetes de terceira ordem e platea
estao desde j i disposicao do publico.
Coinccar as 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
do Crespo n. 15, e as casas commissiona-
da: ra da Imperalriz n. 44, loja do Sr.
Pimentel: ra Direita n. 3, botica do Sr.
CFLPA KAKIIFPeSvtoI'
Drama de com unios, orl-
[glual portiigueE em 4 aetof
pon
JOAQM GERARDO DE BASTOS.
Este drama, em um volume nilidamen-
t* impresso, >ehase i tenda em Santo
Antonio, na ra do Crespo n. 2, livrara
Econmica, e no Recife na ra da Cruz
n. 52, livrara do Sr. Jos Barbosa de
Mello, e na da Cadeia loja do Sr. Car-
noso Ayres; precoW.
Os Srs. assfgnantes, que anda nao ti-
vercm receido os seus exemptares, po-
dero procnra-los em qnalqaer das ia-
dicadas lojas.
\.^:
COMPTABILIOflOE COMIWERCIL
DR.
Prefrssor da
PECO
WITKUVIO PINTO BANDEIRA
ia cadeira do Cure* Connrrrial Pernambucant.

IMI1S I5KLL0S VOLIMES EM 8. tUHW
COMIMIERENDENOO
3005000
aoosooo
>)05000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
3005000
2805000
2805000
2605000
2605000
2005000
2005000
20050"0
2005000
2005000
1605009
COMPANHIA BRASELEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado,
at o dia 30 do corrente um dos de 18(53.
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume 3e-
segnir para os portos do norte.
Desdo j recebem-se passageiros e eng^ja-se a
carga que o vapor poder conduar, a qual devera
ser embarcada no da do sua cheaada: .encoai-, KllPODa a oeeaalio do fs lleel
menda B dinheiro a frete^ate o d 2a huU.I ^rj^ ^jdctj"^
ALMAJNAK
Estando a confeccie ar-se o a'manak
desla provincia, que coiituiia ser im-
presso aesta UpagrauJii, convida se a
todas as pessoas pue iielle fazem pa te,
para que renicliain livrara ns. (i e 8
da praca da Independencia, seus nofflfs
e qualidade de esl^be'ecinoBto, e aos I
Chagas; ra estreita do Rosario n. 12, ty- se-ihores de engenhos que se digneo
pographia do Sr. Mira; ra da Cadeia n. remelter alm dos nonios descuseo-j
8JSnH Sr-' f0^ 0s prTl0S de' '"j g^uhos, o da frerueta e comarca a que!
5:000,5000 ate |o000 rs., ser3o pagos tima >^^
hora depois da extraerlo al s 4 horas da I ll nttl UH-
tarde, e os Mitras no da seruinte depois da
deatribuicao das lisias.
Thesouraria das loteras, tO de oulubro
O prlmelroPrelec^de theorlco-pratieas de eserlpln-
raco mereaBtII.
O segnndoMoees de arithmetlca aerelal, adapiadas pratica daa operaeoes coai-
nerclaes e elementos do sysiema
mtrico eom snas applica^eH
ao eommercio.
PREQO DE CADA VOLUME 5^.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Estaobra, apezar de elementar, vero preenrher urna lacuna, que era sentida entre nos
onde fatlecem escrptos de certas especialidades com accesso a todas as intelligencas ; e S%
sua o editor pensa fazer um servico dando-Uie publicidade, tanto mais quanto boje, que as
transaccoes commercacs e industriaes vao entre nos tomando notavel desenvolvimento, devu
entrar na educagao daquelles que se (juerem apphcar a taes ramos da vida o rouhecimento
dos principios da comptabilidade administrativa e commcrcial.
Com este intuito, sob urna forma essencialmeute elassiea, reuniu o Sr. Dr. Witruvo os
principios da comptabilidade commercial no que tem elles de mais elementar, e coordeneo-
os de modo a facilitar o mais possivel o scu estudo s pessoas que se destina as profissoe'
commerciaes, sendo taes a concisao e a clareza postas no desenvolvimento respectivo, que po-
de-se aprender a materia, chegando-se a escripturar os livros por partidas dobradas e applt
car o calculo s operaeoes do commerek), sem carecer da intervenco de um mestre.
Fr. a>eraflm de Catanla, misio-
nario capuehinho, ^ aehando-se
Manoel Correia de Souza, subdito portuguez
vei a Macelo. _
Francisco Antonio das Chagas, Anselmo Jo-
sd Duarte Cedrim, veem pelo presente siceramen-1
te agradecer a todas as pessoas de Santo Amaro,
de Jaboato, que com zelo c cuidado se dignaram i
citadjuvar o trataraento de sua querida ftiha e es-:
posa Clara Francisca das Chagas Cedrim, at o dia 1
do seu fallecimento ; e compungidos da mais acer- i
bo dr, tambem cordcalineute agradecem a todos i
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevado & C. ____
peelal amigo Fr. Mebastio
Dos portos do norte esperado Helia, agradece cordealmente
at o dia 9 de novembro o vapor, godas as pessoas que (om ara ni
: que com verdadeira amizade acompanharam at o
I cemiterio publico os restos mortacs da dita sua fi-!
I I Ihae esposa, bem como aos ^ue tizeram ocaridoso |
a i obsequio de assislir a missa e memento no stimo
Princesa de Joinville, comman-:
danle o capitao de fragata Santa
Barbara, o qual depois da demora
dn costme seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada, cncomnien-
das e dinheiro a freto at o dia da sahida as 2 o-
ras, agencia ra das Cruz n. 1. escriptorio de An-
tonio Luiz do Oliveira Azevedo & C.
Araeaty.
O hiate Dohi Irmos, segu nestes das.: a tra-
tar com o Sr. Joao Alves de Quintal no trapiche do
algodo.
teara.
0 palhabote Garibaldi, segu por estes das a
tratar com Tasso Irmos.___________
O palhabote Garibaldi segu para
a Baha nestes das, tem a maior
parte do carregamento prompto, tra-
ta-se com Tasso Irmos ou cora o
capitao Custodio Jos Vianna.
_ para o Bio de Janeiro pretende seguir com
muita brevidade o brigue nacional Almirante :
antas de lia 66, panno azul eovattosoil, casi- tem i)arte de seu carregamento prompto, e para o
ira encarnada covados 9 1|2, dita verde covados resto que Ihe falta,
que inc taita, trata-se com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
varas 8<)l, algodaozinho varas 493, botoe grandes escriptorio ra da Cruz n. 1.
de metal amarello lisos 1,064 ditos, pequeos do
iiie-ino metal 608.
Para o arsenal de guerra.
80 varas de brim da Bussia.
."id resmas de papel almaco.
COMPANHIA PERNAMBIJCANA
DE
Kavegaco costclra a vapor.
Hacei t esealas.
O vapor Camaragibe, comman-
danle Moura, seguir para os
portos cima indicados no dia 24
de oulubro prximo. Beceber
carga al o dia 2:t ao meo dia.
parte no funeral e enterro do
fallecido, e em geral a todo o po-
to de Pernambuco, que tanto se
desl ingiiio ueste acto, e uo po-
dendo agradecer pessoalmente
por ter de partir para o Itl de
Janeiro no dia O do corrente,
pede o dispensem, e offerece seu
pequeo prestlmo onde quer que
se ache.
I'recisa-se alugar urna eserava que
vender na ra : no pateo do Terco n. 12.
saiba
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
PAQUETES A VAPOR-
Parahvba, Natal, Maco, tracal; c Ccara.
0 vapor Januaribe, commandan-
te Lobato, seguir para os portos
cima indicados logo que regres-
se de Fernando. O dia da parti-
da ser annunciado opportuna-
rnente.
LEILOES.
:I0 garrafas de tinta preta.
2U frascos de tinta iugleza.
;>0 brozas surtidas para pintores.
Tara a Colonia militar de Pimenteiras.
1 baadeira imperial de flele com 2o palmos de
com/ida e M ditos de largo IdHaNda dito dilo Encominenda. nassajH'iras e dinheiro a frote ateo
com 9 palmos de compnda e 5 ditos de largo. d d d ^ 3 ^ escriptrie no Forte do
Para o arsenal de guerra. SKum n 1
Ferro inglez em barra com 172 polegadasde lar- j'
guia c :) oittTOS de grossura 60 quintaos, gomma '
arbica libras 5, massosde obreias 50.
Para o presidio de Fernando
Um nincho segundo o inodello existente na se-1
cretaria do conselho.
Ouem quizer vender taes obteclos apresentem as ,
suas propostas em caria fechada na secretaria do
conselho as 10 horas dainanha do da 23 do cr-
lenle ...
Sala das cominissScs do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 16 de
oulubro de 18:t.
Antonio Pedro de Sa Brrelo,
Coronel presidente.
Sebasliao Antonio do Reg arros,
Vogal c secretario.
Corre o
A pessda que lancou na caixa da administraciio
do coi reio una caria para Julio Constancio Ville-
neuve, proprietario do Jornal do Commercio no Rio
de Janeiro, a qual est cun porle inferior ao devi-
(I i, nocir dirigr-se mesma reparlicao afim de
satisfacer a dimrenea e poder ella seguir seu des-
tino.
Aviso.
Para conhecimenlo de todos a quein possa inte-
masar as relaces commerciaes, com a repblica
argentina, c con especialidade os Srs. capites de
navios, como para desempenho de instruc^es re-
ceMdas, se manda transcrever em sua integra o
seguinle decreto de 24 do setembro ultimo.
El presidente de la repblica ha acordado y de-
creta : ...
Arlii-ulo 1." Los buques procedentes de puertos
donde hava agentes consulares de la repblica que
no haiga sus manifestos visados como correspon-
de por los consoles respectivos, sern obligados a
pagar el duplo de los derechos consulares que de-
bieron satisfacer en el puerta de su procedencia,
cayo importe ser percibido por la colectura,
apocando la mitad al fisco y depositando la otra
mitad disoosicion del cnsul a quien corres-
Precisa-se alugar urna sala iudependente
para moco sol(eiro : no pateo do Turco n. 12.
D-se dinheiro a juros: no pateo do Terco
n. 12 taberna.
BAUCO UMllO
ESTABELECIDO NACIAPE O PORTO
Agratrs tm Pernambneo
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o '
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa tilil cm Lisboa, e agencias em Fi-
gneira, Coimbra, Aveiro, Vizeu. Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, fiuiuia-
res, Barcellos, La mego, Covilha, Braga.
l'enaliel, Braganca, Amarante, Angn,
Lilia da Terceira, lina de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valonea. Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves c Fafe, a
oito das vista ou ao prazo que se conven-
conar,no seu escriptojio ra da Cruz
n. 1.
da i
maniai
as sociedades commerciaes em todos os seus movimentos, quer pelo lado da esrripturacao,
quer pelo da forniaco, existencia e extineco deltas em face da lei. Nesle appendice, dup- ,
cadamente reconuneudavol jior sua orignalidade e |>elo cunho de especialismo, tem o com-
mercianle urna guia ara sua direccae, qualquer que seja a forma da seciedade que contratad
Completa este volume o specimenouresumo de tuna escripturacao, ficticia verdad*', masen*""
ludo semelhante de urna casa de commercio ordinario, offerecondo urna serre de operacM
SBCcessivamente mais dfflcois, qne assim inicia gradualmente a nianeira de escriptura-lafl
nos diferentes livros de urna casa de commercio.
O segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottinger, oceupa-se particularmente
da arithmetica commercial com exerceios e proWemas pelo meio mais simples, fcil e breve
da regra conjuncta, acerca de todas as operaeoes praticas usuaes no eommerc'io, cnvolvendo
clculos de cambios de praca praca e por pracas intermedias, bem como negocios de bancos
com arbitragens de cambios, alm do desenvolvimento do systema mtrico em suas relaces
com o commercio. Ilustrado por meio de tabellas de eonversao.
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras, que asss demonstran! a im-
portancia real desta obra, devida a intelligeneia e a applicaeao aecurada do seu autor, senlo
que ella de utilidade geral, e que a nenhum commerciante e mesmo a hoinem algum de leu
tras lcito deixar de possui-la em sua estante ; pois o commercio em suas variadas evolu-
coes, entende actualmente com ludo que se liga a vida.
A assignatura toma-se as livrarias dos Srs. Gnimaraes A Oliveira, Xogurta deSoa-
za, Julio & Pereira e Geraldo H. de Mira, sendo realisada sua importancia pela quota de cada
volume ao sabir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
O EDITOR.

k\
spos
ponda.
Art. 2." La multa del duplo que queda estabcle-
el la por el articulo anterior, enjaezara cobrarse
cuatro mezes depues de la publicacin de este de
E&&
DE
l'raa loja de alfaiale c azendas.
Da rnaXova n. 40.
HOJE.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer, a loja de alfaiate da ra Nova n.
40, constando da armacao, obras feitas e diversas
fazendas ainda em peca, bem afreguezada e tem
poucos fundos, propria para qualquer estabeleci-
mento : o leilo ter lugar na mesma loja, terca-
feira 20 do corrente, pelas 10 horas da manha cm
ponto.______________________________
HOJE.
s lO horas, no armazem da ra
da Cadeia do Recife n. 99, oi-
to da igreja do Corpo Manto.
O agente Olwnpio vender em leilo ricas mo-
bilias de Jacaranda com tampos de pedra marmore,
ama burra de trro, ricos espelhos da altura de
um homem, garrafas de crystal, apparelho de gos-
to para sobremesa, carleiras para escriptorio, nm
AHeucao os amadores ta leiiui'i.
Antonio "Jos Fernandos Lopes, editor e proprie-
tario em Lisboa, tendo chegado ao Bio de Janeiro
no anno passado, com urna grandeporoao de livros
portaguezes, de suas eoutras edicocs, que all cx-
poz venda pelos piceos de Lisboa, na ra do Qui-
dia, pelo que eternamente se confessam gratos.
Anselmo Jos Duarte Cedrim.
Francisco Antonio das Chagas.
SOCIEDADE
I-nsaio LitlPi'-M-io iviiliimliii;ibo.
Lembro aos senhores socios que soxta-faira 23
do corrente encerra a sociedade os seus trabalhos
deste anno, nao deixando por isso de haver sesso
quinta-feira.
Secretara do Ensaio Litterario Pernambucano
19 de outubro de 1863.
A. t. Ferfeira,
1. secretario nlorino.
Precisa-se de um cateiro de 12 a 11 annos
de idade : na ra Direita dos Afogados n. 32: pre-
fere-sc Portuguez._______________
O secretario da rinandade de N. S_. do Terco
convida de novamente a todos os irmos para a
reuniaode mesa geral na quinta-feira 22, pelas 5
horas da tarde, visto qifb por motivos imprevistos
nao pode ter lugar no domingo 18 do corrente.
Becife 19 de oulubro do 18o3. Domingos Ri-
l beiro da Cunha Oliveira, secretario.____________
Pede-se |-ssoa que encommendou uns car-
toes para o Sr. Oeo: WhashingtoH, de Macei, o
' favor de os vir procurar,______________________
Aluga-se a casa terrea sita na ra da Palma
n. 50 : a tratar no largo do Carino n. 18, segundo
andar._______________________________^___
I Precisa-se de nm peqiieno de 12 a l annos
| para caixero de taberna, com pratica : na ra da
tua n. 9._______________________________
509 de gratillcaco.
Quem pegar a eserava Jacintba, croula, de da-; fa sua precedencia, salva a circumstancia d eminente perigo.
!de 30annos, receber a gralilicagao cima; cuja. \||\ i:f{ I i:\l H \.
\Sftt&'ZBte&XiZ\ 0 "vo consulloi-io est prvido dos mellto.es medicamentos, desde a primeira
na anda conslnleinente no engenlio I'aulistaaon- at a trigsima dynamilljsaco.
dewn uns flhosem Mara Farittha, na proorieda- E como os mdicos hespanhes e allemes nao cessam de cerltltcar a major etn-
iillir Serpa Brando. e no engenh i Japomim (|;|< uitssmas rh-naminisaccs do tratamenlo das molestias chronicas, o Dr. Sabino se
5232 oS::Sl oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200.'),
f roa Nova n. 44, terceiro andar, que muo se agr- am de verificar por si mesmo a torga dynamica, que se Ine attnuue.
Idece; e assun protesta-se sobre a pessoa que tiver Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces poder3o dirigir
NOVO ESTABELEGIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICi
HUA MOTA M. 43.
0 Dr. Sabino 0. L. Pinho mudou o seu CONSULTORIO para a loja de marmore
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desde o meio dia at
2 horas-.
Os enfermos, que o procurarem logo na invaso da molestia, sem que najam to-
mado qualquer remedio, nem allopalhico, nem homeoptico, pagarao metade dos preces
estipulados. Esta concessao tem por im facilitar a cura de molestias, qne podem tornar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resoi-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas da
,noite.
Os chamados para visites e conferencias devem ser dirigidos por escripto ao con-
' sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que serao attendidos na ordem
! a dita eserava oceulta.
ao
consultorio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro homeopathico
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da horneo-
mi lu
Joao Affonso Boteiho Tudo Q que diz respcit0 nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
do chegado Baha abriu casa e aiinuncion nos jor-
nacs, daqualla; eidade o cathalogo das mesma obras
igualmentejfoi Uil a concurrencia, que o edietnr de-
termmou segqir para esta eidade de l'ernambuco,
trazendo coimiigo urna porcao das mesaos obras,
para aqu estabelecer urna outra rasa do livros pe-
los mesmos preep de Lisboa, acontece que o edic-
tor cliegando esta nobre eidade no dia 15 do cor-
rente, e nao tendo adiado at pessoa edonea para
tomarcontadoestabelecimentn.apezardequeoedic-
tor nao ignora que aqu existan) pessoas capa
*JWI
se precisa na ra da Imperalriz.
n. 28.
fE
ioja de lateadas
S- S53S<
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
n. 23 a tratar na loja. _____________
Despedida.
O abaixo assgnado seguindo para a provincia da
Baha e nao tendo tido tempo para despedir-se de |
cada um de seus companheiros d'esta guarnico, o'
PRESTES! TODA ATTENCAO
PaOTEJAM TODOS
-soiuejuqej sajoqioiu sop sejjoj se sepoi ap oiubo 9 oueid tued skjisuk
| opeAoa o sjrjos sajoo op sbuij sesseo som^puoA
zesc habilitadas, 'como em outra qualquer parle,! faz por meio deste. offerecendo-lhes all seu pres-
porm como o edctor, as nao conhece, por isso lo- tmo : igual despedida faz todas aquellas pessoas
mou a deliberaeo de hnje expor a venda os ditos | f|t. 0 bonraram com sua amizade, e as quaes lam-
livros, pelos presos de Lisboa na ra do Trapiche uem offerece-lhes o esaso.
n. 44 2a andar ; porm adverte-sc que isto por'
dias, pela razo de que no primeiro paquete fran-
cez oedictor se retiraemprelerivelinente para Lis-
boa. O calholOgo dos ditos livros se acham na mes-
ma casa e as obras 6 escusado recommenda-las,
poaque ellas se recommendam por si mesmo urnas
pelos ttulos e nutras pelos seus autores.
c oto cobrando^ entretanto los direchos consula- silho, relogios de parede de muto gesto, immen-
cruu, luuiatiuus, """-'"'...... ,,. 0 ... 'j,jm ao nh.-etos anuais anurado sosto. os ouacs
es solamante como lo dispona el articulo 8 del
decreto de 7 de noviembro de 1862,
Ag, 3. Communquesc quienes corresponde,
pubttqbesesy dse al registro nacional.
(Assigndo) Mitre.Rutina de Elizald.
Consulado da repblica argentina em Pernam-
Iiueo, 15 de outubro de 1801 -Jos Joo de Amo-
nm, cnsul.
No dia 20 do corrente, depois da audiencia
lo Illin. Sr. Dr. juiz de orphos vai praca por
renda urna eserava de nome Balbina, de idade 2o
.annos, avaliada em 1:0005000, Francisco, cabri-
nha de 4 annos de idade, ftlho da mesma avahada
ni 400000, vai praca requermento do inven-
lariante dos bensque. flcarain por fallecimento de
Anglica Baria da Veiga,ao Dr. Angelo Hennques
da Silva. ... ,. ,
No da 20 do corrente, depois da audiencia
do Illm Sr. Dr. juiz municipal da 1" vara, tem de
ser arrematada a eserava do nome Silvana, com
hs annos nouco mais ou menos, bonita figura e
Si cozinheira, avaliada por 4005 va. a praca
con o abattmento da le, pela cuanta de .1005,
or execucao do Antonio Jos Vieira, contra Ma-
inel Joarroim da Silva Hibeiro, para pagamento da
liypotheca feta em dita eserava; escrivao Santos.
sidades de objectos do mais apurado gosto, os quaes
dcixa-se de mencionar por se tornar massante :
na vespera e da do leilo podero ser examinados
todos os artigos. ______^___________________
TRANSFEBIDO PARA BOJE
Na nu do Trapiebe n. 18 as 41 horas
DB
Fructas e d ees
Pelo agente Euzebio se vender em leio urna
porco de ananaes abacaxis e doces por mandado
do Illm. Sr. Dr. especial do commercio a requer-
mento de parte, afkn de evitar deteroracao nos
referidos gneros.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de Sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinle
Io molestias de olhos ;
2o de peito :
3 dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes n olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
00 que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doents.
O capitao Claudio Marques de Souza.__
Azevedo, retira-se
Joaquim Fernandos de
para o Bio de Janeiro.________________
-- Casimiro Luiz Pereira, relira-se para o
de Janeiro. ______
Rio
sopepaoq
souejq sopnsaa op sauon
'ff05 SOJ'*-"1 SdtD|.llHBK
BJn3jK| Biun op SOHpo8|V
sopBisajni soijpoiv
b51 b ffs tL
< soiuis
opuAoa o -sj oo b sein
opBAoa o sj o? sesse.)
SBtiuoq ojmm SBipr.)
soiU|cd 01 P aiUBiiiBJfl
oquq op BquBiajg
oquq ap saomdsy
BJUBjq BpOs Op
sopBAoa o? a sBjueiu 'B||od
-ciun sazaauejj saB|odBpBH,-J 'opuoiq op sopnsaA sooil
sopo3|V I soi|a|| sbs'I
THEATRO
LElLftO
Qnarta-feira 21 de corrente as 11 beras aa roa da
Cadfia n. 53
Mfl'KSl
Precisa-se de urna ama para cosinbar e com-.
prar, para urna casa de pouca familia : na ra da
Concordia n. 34, sobrado do armazem do Sol.
l'in sobrado de tres andares
alujar-se.
Quem o pretender com os bons commodos que
tem, vista para o mar, nerto da praca do commer-
cio, cmfim na ma da Cruz n. 9 : dirija-se a ra da!
I'.adi-ia do Recife n. 24._______________________ j
mulato corpulento, de 18 annos de idade,
J e capas de prestar-se todo c qualquer servico, I
tambem se alaga na mesma ra da Cadeia n. 24,
I, ou no pateo de Pedro'11 n. -H. ___________
Quem precisar de ama de leite mi lilho : di-
\ | rija-se ra da Assumpco n. 34,______________
"^Esl vender-se a casa terrea n. 24 da ra
da Palma, se alguem tem o que oppor annuncie
dentro de 4 dias, a contar de boje.
Becife 19 de outubro de 1863. _________
Precia-se de nm hom^m |>ara trabalhar com
carroca: a tratar na ra da Senzalla Nova n. 9. _
" Precis-se de urna ama para comprar e co-
sinbar : na ra Nova n. 38 loja.______________
"_ A pessoa que precisa de 2005000 dando urna
eserava por alngnel appareca na ra Augusta n.
110, das 4 1|2 horas em diante.________________
Ouem diz precisar de 2005000 sobre urna
eserava dinja-se a Olinda no lugar do Arromba-
dos taberna, on annuncic para ser procurado.
! o abaixo asignado tem resolvido fazer qual-
quer viagem nafa oin,erior da P'0V,,M"ia. e"JP"
Bssms 'suBd 'eajaiBiSui op ejniMJip ma sepui.v sepuazej op oinamiMOS opUB.\ a o||oq mn
oiMiMluouo -soxg aa !MC 'oiuuuporeqeisa onoq ossa b sejoquas sbiux_mBrdtoji
UV11IA S-UI09 3S0T
IV 1 Tffi Jo ParaiZO n "56 COlUpra-Se W DE
lu faqueira _e pala abra do forlo.
Pelo agente Euzebio se vender em leilo o se-
guate por conta e ordem de quem pertencer e de
urna familia que se retira para fora da provincia :
urna moblia de mogno, guarda roupa, mesa elsti-
ca, camas de amarello com balaustres para urna
pessoa, como para casal, e ditas de ferro, castices
de vdro, par de serpentinas, urna liltradcira, ca-
deiras de faia de balanco, cadeiras de amare.lo e
de Jacaranda, guarda louca, estante para livros de
amarello, quadros, toucadores de mogno, carteira
de viagem propnas para tirar copias, d_as cottec-
eocs de va-sacra.
nientos com a maior presteza possivel, e para este
urna eserava qne seja sama e ama ne- \\\a rt ^^r de ana conducta : trau-se rom o
i fttaixo assgnado n roa do Bangel n. 33, ou no
caVtorio do Sr. Ubellio Almeida, ra do Impe-
akade 12 a 14 aun
KHIPHKZA
0-
A. J.MaRTE COHIBA.
Keeita caaeediae lavar tas obras da
greja 4a Divisa Espirita Sanio.
QUARTA-rentA 21 DE OCTBRO.
Sabir scena'o multo lindo drama em dous [i
actos,
C'oiupauiia fldelidadc
segHros maritimos e ter-
restres estabeleeida no
Rio de Janeiro.
AGENTES KM I'El'NAMrcO
Aalonie Luiz de OGteira Aievede k f...
competentemente autorisados pola direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam soguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio roa da
Cruz o. 1.
rador.
Firmino Jos Martins.
S0JOJ ap B.HUIOSBJ op SBdB[)
soiioq ojmi stfj sp souo;)
SBpepJoq si;n;s
oij|uq.scBS
'sanbJq_Mteb
seiJjd ssej
-bu op Bi||6d op seunaduq;)
'OsoS ojuim apsoodeqj
KI|1IBUI.I||V 3
\

ao
Ll a odsai3 ap boj sepawaj ap oioaiapapfiei^ aianadmi o
mmMn is ton
soHiaoMvaxsa a soNVDianvNaad^

Roga-se ao Sr. Jos
IB1140
Ouinta-feira ** do correte.
Pelo a-ente Piulo na offlena de marmorisla, na de mandar bascar o trabalho qne maodou fazer na
lroaNova',n, 30, de diversas imagens de alabastro lythograplia da ra da Uaz do f*0/. "' !
artificial, das meihares que tem vindo esle mer- achando-se prompto ha tempo o dnotrabalbo, e {
I lgnorando-se a morada do mesmo teonor.
da Silva Alves o favor
fazer na
Arrenda-se por fusta, ou por anno o sitio Co-
queiros na estrada do Barro, com casa de vvenda,
mmfss ar)res frnctiferasi nwitos ps de rajuei-
ros lem boa agua do beber, rio perto para banho,
exc'elente baixa para capiro, terreno para planta-
res e nutras militas propwcdes vantkjosas que so
i^ vendo : os pretendentes dirijam-se ra de
> lortas n. 54 primeiro andar, ou ao engenho Ucha
que acharo com qocm tratar._________________
j ---------------~ AIXGA-SE
A casa da ra da Gloria n. 52 : a tratarse no
tKecife roa da Moeda n. 9 armazem.____________
" TINTURARA.
Tnge-ae com perfeic3o para qaaiqur
er, e o mais barato possivel: na ra do
IRangel n. 38, segundo andar.
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccio do BANCO UNIO tendo obtido do governo de S. M. F. a autoiisaco para estaM*-
cer o seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde j toma sUbscr.pcSes annuaes por ama
s vez, debaixo das seguiutes condieoes : .
' Coiaperda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros smenle;
deveudo a primeira liquidacao ter lugar no 1 de jane iro dejW59. sement se co-
As vantaKcns do emprego de cawtacs cm mutualidad, sao obvias, porque n.o smeme so co
Ibeo juro de quaotias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nenhum resultodo; ^
ri^sso este rendimento augmentado peto capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
!__Ste que fallecem. Tambem 6 partido petos socios sobrevmntes tudo pillo que os so-
?os moro'1^ w?U pagamenlos, sao por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades qoo
ocenrrerem nela falta de cussprirrtento de compromisso social-
ASinSacOes sao peto svstama das companhias hespanholas, Tutolar e outras; e para, se poier
fazer amaX do que pdVproduzir una entrada annual de 105, pabliea-se a segtnnte UbeUa basca-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhias desta naturraa : ...

PoruiB
menino de 1 dia a 1 anno 1105 4005
de 1 auno a . 905 3005
i de 2 > a 3 > 8o5 2905
> de 3 a 4 > 865 2805
de 4 a 15 865 2705
pessoa de a > 20 > 865 2705
de 20 > a 30 865 2705
> de 30 a 40 > 865 2705
> de 40 > a50 905 S005
9005 2:0005 4:7005
7505 1:7005 3:7005
7205 1:6005 3:5005
7105 1:5605 3:4005
7005 1:5505 3:3305
7005 1:5405 3:3305
7105 1.5605 3:4005
7205 1:0100 3.7005
7505 1:8005 5:0005
As entradas por urna s vez dito resultados muto superiores as aouuaes.
Porto, 10 de agosto de 18*3.Os directores do Basto Uniae Jtt *s SJ* Jfc-4_to-* a
Agentes em Pernamboeo: Antonio Luiz d Oliveira Azevedo & C, roa da Crui n. L
i MUTILADO!


r
-Diario de Pe
buce Terca tetra de Ontubro de ISttS.



\


NOTICIA NOTIA KOWCIA.
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Carldes de visita
Cartocs de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartes de visita
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
82000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ruado Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Joao da Silva Ramos, medico pela Ini-
Arersidade de Caimbra, d consultas em
.-sua casa, na ra Nova n. 50, das 8 as 10
r horas da manhaa, e das 4 as 6 da tarde, e
{recebe egualmcnte convites para dentro
> ou fra da cidade, com o fim de se encar-
krepar de qulquer ser vico de sua profls-
:.k i.
Os chamados devero vir por escripto.
Ama.
QiMm precisar de tima miilher para ama de
urna casa de pouca familia, dirija-se travessa dos
Expoetosn. 14.
Ainda est por alugar-se o segundo an-
dar do sobrado n. 44, em a ra da Auro-
ra : quem o quizer dirija-se esta mes-
. ma ra casa n. 10.
Alu?a-se a loja do sobrado n. 193 da ra Im-
perial, e armazem n. 4 da ra de Apollo : na ra
da Aurorr n. 36.
Aluga-se una boa casa nova e pintada de
novo.com 3 quaiios, 2 salas, cozinha fra, quintal
e cacimba, na ra do Principe d. 4, freguezia da
Boa-Vista, o lugar muito sadio : a tratar na ra
Nova n. 3
Precisa-se fallar ao Sr. Leoncio Jos Thcofilo
que veto da-. '\ihia : dirija-se ao annazcm de Tasso
Irmos a fallar com Raymundo Correia de Men-
donca.
DENTISTA DE PARS I
19Rita Nova-19
Frcderico Gautier, cirurgiad dentista, fi!
faz todas as r loca denles artificiaos, tudo com superio- fcr
ridade e perfeicao, que as pessoas enton- 8
didas Ihe recoeliecem.
Tem 'iia c pos dentificio.
Ao n. 29.
Nova loja dos baraloiros na ra do Queimado.
Velludo de coros fazenda muito boa o covado
32000, bales do panno 32200, ditos de arcos
a 32000, 42000 e 32 para vestido o covado 300 rs., chitas francezas o
covado 360 rs., meiiin blanco para forro do
vestido o covado 120 r*., tarlatanas de todas as
creta vara 720 rs.
I* n. 29.
\ow. leja dos liaraleiros na rita do Quciniado.
Cassa lisa pellc do ovo a poca 72300, cambraia
li~a muito lina apoca do 17* varas 102, cam-
braieta paja de 12 jardas 72000, cambraia adamas-
cada para cortinado a poca de 22 varas i 102000,
nioias fines para senhoras' a diixia 42000, chales
de lita ponta redonda 322300.
Ao n. 29.
Viva loja dos Itarateiros na roa do Queimado.
Bicos pr;os de linho a vara lSO, 160, 240, 320
rs., franjas de seda a vara 80 e 160 rs., galoes
de seda de.algodo e de lita para enfeites de vesti-
do a peca de 10 o 13 varas 400, botos de seda
de velludo e oo fusto duzias 120.
Ao niillllleiril).
L'm rapaz brasiletro com 9 annos de pratica
ccmmercial, se oITcrecc para qulquer escriptorio
ou armazn), daudo fiador de sua reputacao : quem
.pretender, devora dirigir carta fechada .com as
'iniciaos ti- J., praca da Independencia ns. 6 e 8.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
160, cem bons eemmodos para familia, grande
quintal.com grande tolheiro o porto quedeita pa-
ra um terreno com eamba : a tratar ua padaria
da rua.Dtreita n. 84.
Saques sobre Portugal.
Oabajxo assignado, agente do banco
mercantil Portuonse nesta cidade, saca ef-
fectivamentc por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qulquer somma, vt6ta e a prazo, po-
deado logo os saques a prazo serem des-
contadas no mesmo banco, na razao de 4
por eentoao anno aos portadores que as-
sim ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Suva Castro.
FAZENDAS DE BOIKI GOSTO.
FAEA VESTIDOS-
Superiores cortes de gorgurao de-seda com flores matisadas os mais modernos que tem indo a Pernambuco.
Ditos de moreantique de cores, de listas, de flores, e achamalotados, cores mui lindas.
Ditos de moreantiqne pretos de palmas com barra.
Lindos cortes de grenadine de seda com barra e chale igual. ,
Ditos de laa com -barra matisada-e damesma cor, a imperatrizpelo barato preco de 10*, lz#, 182 e 20 cada corte.
Ricos vestidos deblonde paranoiva com lindas mantas de fil de seda, de blond e com capelia.
Ditos de cambraia brancos bordados a 122, 152,252 e 352 cada corte. ,
Lindas laas lisas tinas a 300 rs. e covado.
Ditas de quadrinhos e de flores a 400, 500 e 600 rs. o covado.
Superiores organdys com listas>de seda, os mais modernos que tem vindo'a Pernambuco.
Lindas cassas de cores de superior qualidade a 400,500 e .640 rs. a vara; assim
Como um variad* sortimento de percales, chitas franeezas a 280,320,400, 500 e 640 rs. o covado, e outras muitas fazendas que
-seria nfadonho mencionar.
PARA llOUKltOS DE NE^'HOIMN.
Manteletes de seda pretos a 18.
Capas pretas de grs a 252, 302 o 352-
Ditas muito superiores a 402, 452 e502-
Superiores santiembarques de casemira.
Ditos ditos de lindas laazinhas-lisas ede quadros.
Ditos de seda pretos e de cores.
Ditos de musselina de seda chinoza.
Superiores manteletes de torcal pretos.
Lindos chales de musscUna e de chally matisados com listas de seda.
Notos chales de toncal c.outres muitos artigos modernos.
PARA CABERA DE iEIHOUA E ME\1 \OS.
Superiores enfeites de flores, gestos os mais modernos em Pars, ehegados pelo ultimo vapor francez.
Lindos chapeos de palha da Italia enfeitados com muito gosto, a Imperatriz e a Valeroy.
Ditos de palha para meninos e -meninas.
Ditos de seda bordados.
Entremeios bordados largos e estreitos, tiras bordadas largas e estretos, tiras de fustao bordadas para calcas de meninas, saias
bordadas e outros muitos artigos de gosto por precos mais commodos do que em outra qulquer parte : na ra do Crespo n. 13, loja
das columnas de Antonio Correia de Vaseoncellos & C.
AOS 5,000:000
-CASA DA FORTUNA
Bilhctes garantidos,
A'ra do Crespo n. 93 e casas
do costurar.
No da 23 do crrente se extrahir a stima par-
to da terceira lotera do Gymnasio.
O abaixo assignado recommendando ao respei-
tavclpublico a compra dos seus mui afortunados
billa tes garantidos, lembra Ihe a vantagem que
ha em receber os premios por inteiro, por quanto
3110111 tirar a sorte de 5:0002 em bilhete garanti-
o nao receber somente 4:2002, em virtude dos
VENDAS.
Vendem-se 4 garrotea gordos e passados'no
carro: na ra larga do Rosario, loja n. 31
Vendem-se barra eom eal des-
da hoje, e nnlca nova, que ha no
mercado, na ra do Trapiche n.
13, armazem de llauoel Teiiei-
ra Basto.
disconlos de 16 por cento que se faz em vista Vendem-se dous terrenos, um com 683 palmos
das leis, mas sim os 5:0002 que vem a ser a dita d s>to na ra linoerial. frecueii Hi> s ImA
quantia e mais a de 8002 que pagar o abaixo as-
AURORA
1,94
LARGO DA
RRILHANTE.
L $4
SANTAGRZ.
Francisco Jos Fornandes Pires dono do grande estabelecimcnto de molhados denomi-
nado AURORA BRILHANTE, avisa ao respeitavel publico tanto da praca como de fra e com
especialidade aos seus freguezes que o seu estabelecimento acha-se prvido de novo sorti-
mento de bons gneros tanto do paiz como do estrangeiro e promette vender muito em conta
tanto a retalho como em grosso :
fino
Manteiga ingleza flor a libra 800 e .
Dita segunda sorte dita dita a 720 e .
Dita terceira sorte dita dita a 480 c .
Dita franceza da nova a 600 e em bar-
ris a..........
Dita hamburguoza em barris pequeos
a 600 rs. a libra e.....
Manila de porco lina a.....
Cli luixini miudinho muito superior
a libra........
SJgg Dito hysson miudinho o melhor possi-
vol a libra.......
960! Vinho do Porto em pipa muito tino a
6401 640, 720 e........800
400 Dito da Figucira puro a 360 e caada 42200
i Dito dito a 480 e caada. .... 32800
360 Dito de Lisboa branco proprio para
missa.........640
640 Dito de dito cracavelos, temo e outros
480) a 500.........600
Vinagre de Lisboa puro a 240 e 280 e
caada........12600
Serveja branca e preta a garrafa 300
32000 560 e
| Aluga-se uma casa na travessa da Trcmpe
para o Mondego, muito fresca, com grandes com -
modos para familia, assim como a loja na ra de
Hortas na esquina que bola para a ra do Aguas-
Verdes, comprehendendo uma boa armacao para
taberna ou nutro qulquer negocio, de maneira
que o pretndeme s tem de entrar com os gene-
ros, bera loealisada, e preco commodo: quem pre-
tender, dirija-se ao mesmo sobrado cima, terceiro
andar, ou na ra do Imperador n. 44, terceiro
andar.
^mmmzmmwm
Continua a haver pao de senteio novo nos dias
quarlas c sabbados de cada semana, na padaria
em Santo Amaro ao p da fundicao, na ra da Im-
peratriz n. 22, e ra do Rrum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira
para o Remedio, e no armazem progresso, largo
da Penha n. 10.
Dito hysson graudo a.....22720- Vinho Bordcaux em caixa a 82, 92 e
640
,4*1 Dito dito a........22360
'4& Dito preto o melhor a desejar a 22000
B Dito dito em massos a.....12600
jf^ Dito nacional om latas de uma e mais
i&| libras a 12600, 12800 c 22000
B Queijos do reino do vapor a 22400, 22,
W 12760 e........12500
i*! Dito de prato muito novo a libra 640 e 720
~ Dito de mantoiga muito frescaes do Se-
nd a libra.......640
m Ditos de qualha a libra.....480
^5 liolachinha ingleza de 240 c 320 e bar-
5|2 riquinha a arroba a 22 e 32000
i,J Latas com bolachinha de soda, cracre-
nell, mixide, viloria, pequinique e
outras qualidades superiores a 12600
Ditas com anteixa francoza nova a li-
bra 800 e ....... 12000
Ditas com figos de comadre no vos la-
tas de 4 libras a.....12400
Ditas ditas do dito com 8 libras 22o00
Ditas com inarniolada nova a libra
640 e.........720
Ditas com massa de tomates a libra
640 e.........700
Ditas com peixe de Portugal muito
bem conservado em molho sendo sa-
vel, salmonete, congro, goraz e ou-
tros a..........12000
Ditas com ostras americanas a 800
Ditas com sardinhas de Xantos a 360 e 300
Ditas com fructas em calda a 500
Massa pan sopa, macarrao, talharim,
aletria, estrellaba, pevide, rodinhas
e arroz a libra .... 480
Caixas com libras de massas sortidas a 22500
Batatas novas inglezas a libra 60 rs. e
arroba........12600
Restoas com grandes sebolas cento a 22000
Solas a.........800
Presunto de Lamcgo a libra 320
Dito inglez para fiambre a 750
Vinhos gonuinos engarrafados no Por-
to, chamico, duque do Porto, lagri-
mas do Douro e muitos outros finos
de 12280 a 22500 a garrafe, e duzia
de 142 a 202, dito engarrafado
....... 12000
400
240
400
240.
102 e garrafas a 800, 900 12000
Genebra de iaranja em frasco a 12 e 900
Dita verdadeira de Hollanda a 640 e 960
Frascos com conservas inglezas a 800
Dito com mustarda franceza a 480 e 640
Alpina arroba 32 e libra .... 180
Espcrmacete libra 640, 720 e 880
Velas de carnauba c de composicao do
I Aracatv arroba 102 e libra 360 e
Carne do Scrid a libra ....
Linguica do sertiio nova a .
Ervilhas novas a libra a .
Sevada nova em grao arroba 22500 e
| libra.........
Sabao hespanhol branco a .
Sabao massa a 160, 200, 240 c .
Vassouras de timb e grande quanti-
dade a......-. .
Saceos grandes com farinha de Goian-
na a 42800 e ..
Ditos com farello de Liaba de 100
bras a 42500 e .....
Ditas com arroz de casca novo a .
Azeite de coco c carrapalo a 480 e .
Dito doce de Lisboa a garrafa .. .
Amcndoas novas libra.......
Passas novas libra 480 c......
Gomma muito al va c nova arroba 22800
e libra..........
Dita mais trigueira arroba 22 e libra
60e.........
Linguioas do roino novas de 560 e ..
Sevadiha e sag novo libra .. .
Ancoretas com azeitonas novas a ..
Espirito de vinho a garrafa .
Ma^os com 20 macinhos de palitos li-
nos para denles a .. .
Tapioca nova libra.....
Toucinho de Lisboa novo arroba 102
e libra..........
Vinho xerez o melhor possivel a 82 a
caada e a garrafa a.....12000
Gigos com uma duzia de serveja fran-
ceza a 52, e a garrafa a 500
Grao de bicco novo a 42 a arroba, e a
libra..........160
Saceos grandes com farinha de Goianna
c Santa Catharina a 42500 e. 52000
Ka ra do Queimado n. 1
deseja-se fallar aosSrs. Gabriel Germano de Agotar
Montarroyos e Joaquim Ribeiro de Aguiar Mon-
tarroyos.
Precisa-sede uma ama escrava para tratar
de uma menina de um anno : no largo do Collegio
junto ao sobrado amarello, terceiro andar.
I Aluga-se uma boa casa terrea na estrada do
Pomhal, com commodos para regular familia, gran-
de quintal, metade murado c metade cercado, pe-
queo jardim na frente, cacimba com duas bom-
bas e boa agua e tanque, o lugar o mais sadio
possivel, c seu aluguel barato : a tratar na ra
das Trincheiras n. 1, loja de tarlarugueiro.
Aluga-se
o primeiro andar da roa da Imperatriz n. 34, com
muitos commodos e fresco : a tratar na taberna
do mesmo.
Mi
signado, importancia de dito disconto, acontecendo
o mesmo com as outras sortes.
Os bilhetes garantidos pelo abaixo assignado le-
varao a sua assignatura de chancella atravessado
na frente do bilhete.
Os premios maiores de 102 serao pagos uma
hora depois da extraccao.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 62000
Meios bilhetes...... 32000
Para as pessoas que comprarem
de 1002 para cima.
Bilhetes........ 52500
Meios......... 22750
__________________Manotl Martins Fiuza.
Aluga-se a casa terrea da ra da Alegra n.
42, com muitos commodos para familia; a chave
acha-se na taberna da ra Velha n. 33 : a tratar
na ra da Cadoia do Rccife n. 47, loja.
na ra Imperial, freguezia de S. Jos
n. 226, outro com 200 palmos de frente sito em
Santo Amaro peno do sitio do Sr. Calo : a tratar
na ra do Trapiche n. 9.
~CAL DH LISBOA
Vemle-se a 4^000 o barril na ra Apollo-
n. 20.
Aluga-se uma casa com sotan, no s deiro, margem dorio Capibaribe, com commo-
dos para grande familia, cozinha fra, quartopara nC'as caix
S2S E&SftER'S,issimo ba""'
com commodos para familia, e estribara para 4
cavallos : a tratar no pateo do Carmo n. 15.
Grande armazem da exposico de Lon-
dres, ra da Cadeia do llecife nu-
mero 60.
Para casamento.
Ricos vestidos de fil bordado por preco commo-
do, e grande sortimento de objectos de 1 xo para
ornar salas : na ruada Cadeia do Recfen. 60.
Cirande armazem da exposlco
de Londres, ra da Cadete do
Recite n. o
Perfumaras Gnas.
Explendido sortimento de perfumaras finas dos
principaes fabricantes de Londres e de Paris, em
vdros de crystal: vende-se mui-
Os abaixo assignados, herdeiros legitimo do
finado Jos Manoel da Costa, moradores, um na
liaixa-Verde, outros do districto de Panchas de
Miranda, termo da cidade de Caruar e comarca
do Bonito, antigamente pertencente a comarca de
Santo Antonio de Garanhuns, fazem saber ao Sr.
Antonio Joaquim Braganca, que nos fins de julho
de 1863 foi que tiveram noticia de ter vindo uma
carta precatona polojuizo municipal de orphaos, o
ausentes da villa de S. Fideles, comarca de Cam-
pos dos Gotacaes da provincia do Rio de Janeiro,
requorimento do Sr. Antonio Joaquim Braganca,
solicitando pelos herdeiros do mesmo finado Jos)
Manoel Costa, e estes por nao saberom nem mes-
rao os empregados da comarca de Garanhuns, tan-
to que foi devolvida dita procatoria pelo juizo de
Garanhuns, dizendo que nao existem taes herdei-
ros, cuja respostamal infundada, ou por negligen-
cia dos empregados, ou pela distancia, ou enlao
pelos empregados novos que ha naquella comarca,
pois os antigos empregados bem conhecimento ti-
nliam de Antonio Manoel da Silva e de D. Luiza
Mana de Jess, sogros do finado Jos Jfanoel da
Costa, casado que foi com D. Matia Joaquina da
Conceicao, os quaes tiveram 4 filhos, Francisco
Manoel dos Santos, Thereza Mana de Jess, Joan-
na Mara de Jess e Anna Mara de Jess, depois
de ausente o finado Jos Manoel da Costa, morreu i
sua mulher D. Mara Joaquina da Conceigao, (lea-1
ram os filhos desta em poder de seus avs, poucos
annos depois da morte de D. Maria Joaquina da
Conceicao morreu seu pai Antonio da Silva, conti-
nuarara a llcar os filhos do finado Jos Mauoel da
Costa em poder de sua av, e de cuja casa, depois'
de criados casaram todos, c a lilha Anna Mara de
Jess, do finado Jos Manoel da Costa, um anno
depois de casada morreu c nao doixou filhos, e
existem pois os herdeiros legtimos do finado Jos
Mauoel da Costa, Francisco Manoel dos Santos, ca- i
sado, Joanna Maria de Jess, casada com Marceli-
no Jos dos Santos, e herdeiros de Thereza Maria I
de Jess, casada com Francisco Pereira de Mello,
este morreu em 1856 do cholera, tendo morrido
sua mulher dous annos antes, de parto, deixando
os filhos seguintes, netos do finado Jos Manoel da i
Costa, Manuela Thereza de Souza, casada com Do-
mingos Lourenco Bozcrra, e Mara Thereza de Je-
ss, casada com Francisco Xavier do Omena e
I Joao Francisco Pereira de Mello; e para que che-
| gue ao conhecimento.do Sr. Antonio Joaquim Bra-
anca na villa de S. Fidelios, provincia do Rio de
aneiro, fazem o presente annuncio em quanto se
apresentam os sobreditos herdeiros ou pessoas que
facam suas vezes, afim de arrocadarem o que por
justo diroito Ihos assisto nos bons doixados polo fi-
nado Jos Manoel da Costa, cujo falleccu om 1837,
cujos herdeiros presentes ignoravam a residencia
de seu pai, sogro c av. Panchas 6 de outubro de
1HQ3._________________________________________
O abaixo assignado, possundo a alvarenga
denominada Alabama, donde lira os meios de sub- bra, na rna da Cadoia Velha n. I.
sstenca honesta para si c sua familia, vio com
sorpreza, que honiens ambiciosos, e a quem o abai-
xo assignado nunca Iw.-li-nu. ile proposito, appvo-
veitando-se da occasiao de se aehar dita alvarenga
' ancorada atraz da fundicao de Bowman no da 14
' do corrente a
com trados de
tiiisarom a mosnia
nao poder mais tomar carga. Sendo esse fado rancho e muito afroguozado; vende-se muito
uma verdadeira violacao do direito de proprieda- conta para tratar no mesmo
de e um crime punivel; nao sabondo o abaixo as-
signado quem fosso. com certeza o autor
Vende-se na ra de S. Francisco, casa n- 3,
um instrumento de nome Bora-bordao para algum
msico, principalmente para batalho, e muito ba-
rato^___________
Vende-se uma escrava recolhida, parida de
um mez, propria para ama de lete, sabe engom-
mar e coznhar : na ra larga do Rosario n. 32,
loja. __________
Farinha de mandioca
de Santa Catharina, da melhor e mais nova que
existo noste mercado ; vende-se em porrees gran-
des e pequeas e por preco muito favoravel, a bor-
do da barca Urna I, chegada em 11 do corrente e
ancorada defronte do trapiche Bario do Livra-
mento : a tratar no escriptorio de Miguel Jos Al-
ves, ra da Cruz n. 19.
Iftfolra
para salas.
Na ra do Queimado n. ti.
Chegaram casa de Augusto Porto muito supe-
riores esleirs de diversas larguras, para salas,
as quaes se vendem por commodos presos.
por prego commodo uma machina de cozer, em
bom estado : na ra do Imperador n. 16.
Vende-se
Superior gaz americano de su-
perior qualidade a 5GO rs. a gar-
rafa : no pateo do Carmo n. IO
na loja do Costiuha.__________
Gaz.
Contina-se a vender gaz da melhor qualidade :
na ra da Imperatriz, loja de funilciro n. 65.
PEtffllHDllila
fftrram de pressa.
Borsegnns para homem a 32, sapatos de couro
para senhora a 320 rs., sapatos de oleado com sal-
to para dita a 640 rs. : na ra dos Quarteis n. 22.
Pr./Sebastio da Virgen:,
Vendem-se livnnhos com versos dedicados' me-
moria do virtuoso Kr. Sebastio da Vrgom, a 160
rs. : na livraria dos Srs. Guimaraes & Olvera,
na esquina da ra do Imperador.
Oleo de ricino.
Vende-se oleo do ricino em latas a 400 rs. a l-
*3
m
t
Vende-se um pequeo sitio, no lutrar do Barro,
noite, foram fazer diversos furos !ao lado esquordo, segundo sitio, Baixa das.Areias,
meia pollogada, para dosl arte mu- junto a primeira bomba ao lado esquordo, boa
sma alvarenga, e p-la de modos a baixa de capim que d todo anno e muito bom
em
200
160
360
aqu a
Finalmente tudo que consta tendente molhados encontrar senipre o respeitavel publ
eo um grande sortimento, de boa qualidade o por precos commodos.
O abaixo assignado tem justo e contratado
comprar o deposito da ra da Lingueta n. 6, ao
Sr. Manoel Antonio Snjueira : se alguem ti ver di-
reito a alguma reclamaran contra o mesmo esta-
belecimento, apreseate-s no praso de tres das,
lindos os quaes o abaixo assignado nao se respon-
sabelisa por cousa alguma. Recife 16 de outubro
de 1863.Maternus Le.
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artifteiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
liquom a vontade de seus donos, tem ps
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservagao da bocea-
de seme-
lhante atlcntado, offerece a quantia de 2002000 a
quem Ihe der noticia exacta da pessoa que preti-
era semelhante acto; assim como pode as autori-
dades do paiz, por sua parte facam as pasquina no-
cessarias, visto como o abaixo" assignado paga di-
reilos nacionacs, pola posse de semelhante alvaren-
ga de seu dominio.
Manoel Espinla de Mendonea Jnior.
Antonio Jos Ferrcira Alves faz scente ao
respeitavel publico que desde o da 17 do andante
dexou de ser seu criado o subdito hespanhol Do-
mingos Garca Lns, c portanto seu cobrador.
abaixo assignado declara ao respeitavel
Jos Antunes Guimaraes vendo no Diario n.
239 de 19 do corrente um annuncio chamando-o a
ir hoje praca casa n. 58 da ra de Joao Fernan-
publico, e com especialidad.! ao corpo do commcr-, des ver p^r divida de An(]r de Abreu Pur,
co, que elle quando se reurou desta provincia pa- dtC|ara em lempo que est casa Ihe pertence, c
nao ao dito Porto; e para evitar duvidas no futuro
-V &A.
DE
J. VIGNES.
111 A l0 IMPERADOR
m. &&.
Furtaram na noite do da 10 do crtente dous
cavallos pertencentes ao Qr. Francisco Caldas Lins,
de cercado de seu engeoho Sifueira, na freguezia
do JVo Formoso, com o* sigoaes seguintes : um
nieado, cauda e dinas pretas, castrado, grande,
.gordo, osqoatro ps pretos at cima, sem anda-
res, porm de sella; outro rodado sujo, cauda e
Jias gretas, bom tamanho, grosso. eastrado, rela-
do pelos neitos por ter sido de roda, uma baixa
em um dos lados das costellas, meio corcunda e de
carga: quem der noticia dos mesmos cavallos ou
recompensado com a quantia de 50 a 1002-
ISseravos para alngar.
AJugam-se S.escravos robustos e proprios para
todo o servico : /ia ra dos Coelhos sobrado n. 8,
loja.
Prcisa-se de um caixeiro eom pratiea di
taberna, e ijue d etchorimente de sua pessoa
para tratar, ua ra .(a Pires n. 38, taberna^_____
I401IE fAKlBOUREtU
propondo-so a dar Jcoes de piano e canto, tem a
honra de offerecer o seu presumo aos pas de fa-
milia desta cidade, a quem assegura desdo j todo
o desveto no aproveitamento de tuas discipulas.
pa o respectivo trato, pode'e dirigir ra Nova
n. 9, loja do Sr. Dumont.
l:aixeiro.
Precisa-se de om eaxelro para deposito; a tratar
|W Becco-Lar|;o n. 14.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz couhecidos, para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
ves qu o .olios tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
sundo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca falbar. por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encemmendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em tedas as exposicoes.
No mesmo estabelecimcnto se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
inelhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por precos muito razoaveis.
Precisa-se alugar, para casa de pequea fa-
milia, uma criada que saiba coznhar e engom-
mar : na ra da Imperatriz n. 82, primeiro andar.
Precisa-se de uma ama para o servico imerno
e externo de uma casa de pouca familia; na ra
Bella n. 40.
4LVIC4RVS.
Perdeu-se uma pulceira de ouro esmaltado de
azul ferrete, desde a botica homeopathica do Sr.
Dr. Sabino, na ra Nova, at Sanio Amaro, por
detr z da fundicao do Sr. Star, via, ra Nova, na
do Imperador, pateo de Palacio, ponte nova e ra da
Aurora at Santo Amaro. D-se boa recompensa
a quem entrega-la na botica do Sr. Dr. Sabino.
ALUGUEL.
AJuga-se por auno ao pela Testa o sitio daPitom-
bera no lugar da Casa-Forle, com boa casa com
muito commodos, coxeira, estribara, e quartos
para fettor e criado.com mullas arvores de fructo e = Esta para alugar o sobrado da ra do Trapi-
llo murado, "cimba com muflo boa agua de be- $*t onde iveram escriptorio Brander a Brandes
ber? e tanque : a tratar na ra do Sebo n. 24. & C. : a tratar com Guimaraes & Alcoforado.
---------------------------------------------------- Precisa-se de um cont de res aos juros que
Na travessa do Costa em Santo Amaro, na se convencionar, dando-se hypotbeca em uma es-
algumas rasas pequeas para alugar, preco com- craVa moca, e obras de ouro : na loja de miudezas
modo; a tratar na mesma travessa n. 2 ou o. da Esperanca se dir quem quer.
Quem precisar de um menino de 16 annos
de idaqe para caieiro de armazem ou deposito, o
qual tem algum pratica dirjale roa
AssumpcTiQ. a. 31.
Offerece-se um homem com as nabilitacoes
para caixeirode qulquer negocio, como seja, taber-
na, loja, armazem de atacado, quer seja casa es-
trangeira ou nacional, do que dar conhecimento
de sua conducta : a fallar na ra larga do Rosa-
rio n. 23, ou annuncic quem precisar.__________
Aluga-se uma escrava que cozinha, engom*
ma, compra, muito fiel : na ra do Imperador
n. 50, 3 andar.
faz a presente declaraco.
ra a Europa no anno de 1839, ronsttuio por seus
bastantes procuradores nesla cidade aos Srs. An-
tonio Gomes de Miranda Leal, Adriano Augusto de
Almeida e Francisco Guedes de Araujo, os quaes
com sua chegada a esta mesma provincia, em fe-
vereiro de 1861, Ihe deram as melhores contas da
gestao do que por obsequio se haviam encarrega-
do, c pelo que o mesmo abaixo assignado Ihos
bastante grato;e que dessa poca em diante nonlui-
ma procuracao mais conferio pessoa alguma, e
nem tem assignado para qulquer negocio, salvo
to smente algumas procuracoes que como juz I-------------------------------------------------------------------
da irmandade das Almas do Becife, tem assignado COMPRA-DE
para tratar-se de questes judiciaes no foro desta Sendo por preco commodo e estando em bom es-
cidade, concernente mesma irmandado : por tan- tado, um braco grande de balanca e pesos de di-
to qulquer procuracao que haja em que figure ; versos tamaitos, que reunidos facam cinco arro-
meu nome, nao sendo das de que fallo cima as- bas : na ra Imperial n. 64.
signa como juiz da irmandade, falsa c de nen-
hum elicito se deve reputar.
Pernambuco, 13 de outubro de 1863.
Jos Joaquim de Faria Machado.
COMPRAS.
Compra sz
Trezentos -caibros de 23 palmos, sem casca : na
ra dos Pires n. 58.
Aluga-se a casa terrea n. 92 na ra Augusta,
com seis quartos, duas salas, cozinha, quintal, ca-
cimba e porto para ra do Alecrim, a tratar na
ra do Vigario n. 20.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a 12 annos:
na ra Direita dos Afogados n. 36, prefere-sc Por-
tuguez.______________________________^___
Advocada.
O bacharel Jeronymo Salgado de Castro Accioli, de idade: na ra Imperial n. 49.
contina no exercicio de sua profissd, ra do
Queimado n. 38 primeiro andar, onde pode ser pro-
curado. Aceita causas de partido.
Compra-se um mulato, bonita figura, proprio
Kn pagem de 16 20 annos, um moleque, tambem
nita figura, de 10 12 annos, uma preta que sai-
ba bem cosinhar e engommar, e uma dita com cria,
que saiba cosinhar; na ra da Cruz n. 1.
Compra-se um mulato, bonila figura, proprio
para pagem de 16 20annos, um moleque tambem
bonita figura, de 10 12 annos, uma preta que
saiba bem cosinhar c engommar, e uma dita com
uma cria, que saiba cosinhar; na ra da Cruz
n. 1._______________________________
Compra-se uma negrinha de 10 16 annos
Precisa-se de 2902, dando-se uma escrava
poca e servicaldor aluguel; quem quizer annunci.
Compra-se uma taixa em bom uso, de 4 a 6
palmos de dimetro : na praca da Independencia
numero 22.________________
A pessoa queachou um cmbrulho do diario, Compra-se cobre, lato e chumbo: no arma-
contendo dentro 61/2 varas de cassa de flores sol-1 Iem da boi-, amare|la no oitao da secretaria de po-
tas, que se perdeu no da 15 ao meio da, da ra ijea, ra do Imperador.
da Imperatriz at a ra do Sebo : tenha a bondade
de o levar ra da Cadoia do Recife n. 35 loja.
Justino da Silva Boa-vista, vem por este
meio agradecer cordialmente a todos os se-
nhores que se dlgnaram assistir as exequias
que hontem se fizeram por alma de seu mui-
to presado irmao Ventura da Silva Boa-vis-
| *ta, de novo o convida para a missa do sti-
mo dfct que ter lugar na terca-feira 20 do
corrente pelas 6 horas da manhaa na igreja
de Nossa Senhora do Terco.
Recife, 16 de outubro de 1863.________ j
Compra-se uma casa terrea de boa construc-
cao, situada em alguma das principaes ras desta
cidade: a tralar no escriptorio de Manoel Ignatlo
de Oliveira & Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
Compram-se barriquinhas que serviram de
bolachinha americana a 500 rs. cada uma : na
ravessa da ra das Cruzes taberna n. 6.
Compram-se duas negras perfeitas rozinhei-
ras e engommadeiras: na ra de Apollo n. 84,
segundo andar. ________________^___
Compra-sc robre lato velho
- A'u(*a-Se o armazem do sobrado n. 5, da ra
da Moeda no Forte do Mattos.
da
-Aluga-se un sobrado a mr$em na ra da Cadeia do Hecifen. 36, pi-
do Capibaribe, muito gran-ie e fresco, n-eiro andar.
sito na ponte de Och
>, por preco com-
uiodo: a nado crespo n. 19, loja.

Compra-se effectivamente ouro e prato em
obras velha ; na praca da Independencia n. 2S lo-
ja de bilhetes, *
Vendo-se uma carroea propria para padaria,
e juntamente um cavallo : na ra do Rangel n. 9
Vende-se um ptimo piano de armario, flj
W quecustou 7302000 por 3502000; ainda -j^
5 novo, o em bom estado : quem pretender C-
;H% dirija-se rua do Cabnga botica n. 11, v
8f& que se inculcar. j^j
\endem-sc canos de ferro de pollegadade
dimetro para encanamento d'agua : na ra Di-
reita, padaria n. 84.
0 GALLO CANTA
J sabido que, quando chega o vapor da Eu-
ropa, o gallo canta annunciando aos seus numero-
sos freguezes as galanteras de mais gosto e da ul-
tima moda que por elle recebe, como sojam :
Camsinlias para senhoras.
Riquissimas camisinhas com mauguitos e gra-
vatinhas para senhoras : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravatinhas, sendo
cousa de muito gosto, e a primeira voz que appa-
rece para as senhoras de bom gosto : s no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Penes de concha.
Ha para chegar riquissimas guarnicoes de nen-
ies de lindo gosto, tanto para atar, como para mar-
rafas, por presos razoaveis: s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Redes com lacinlios de fita. *
Lindas redes prelas e de cores com um lindo la-
craho de fita para conservar o cabello, pelo barato
preco de 12500; assim como os novos enfeites pa-
ra cabeca a 32000, 42 c 52000 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Ligas.
Biquissimas ligas de seda de bonitos cores a
12500; assim como fita propria para o mesmo ef-
feito a 500 rs. a vara : s no Vigilante, ra do"
Crespo n. 7.
Luras de Jourin.
Tambem chegou e chegam por todos os vapores
grande sortimento de luvas de Jouvin, oude os fre-
guezes podem escolher: s no Vigilante, ra do
Crespo n. 37.
Entremeios e babadinhos.
Tambem chegou grande sortimento de entre-
meios e babadinhos, que se vendem pelo baratis-
sima prego de 12300 a pecinha : s no Hglante,
ra da Crespo n. 7.
Fivelas para cinto.
Tambem chegou grande sortimento de lindas fi-
vellas de ac e de metal com pedrinhaae sem el-
las, pelo barato preco de 22 e 22500, dando-se a
fita para as mesmas : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
0 GALLO CANTA.
J sabido que o gallo nao poda dhar de can-
tar, annunciando a seus numeroso freguezes os
riquissimos pentes, que acaba de receber por este
ultimo vapor.
RELOGJOS,
Vende-se em casa de Jobnslon Paler 4
C, ra do Vigario, n. 3. ara bello sorti-
mento de relogios do oro patenU in-
glez, de_jBLjMM| afamados fabricantes
e tambem orna variedade de
de Liver
bonitos ir.
mesmos,
MUT


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Diarlo de Pernawbuco
------------------------------------1
Terca feira 90 de Outubrotle 1848.
A
GRANDE EXPOSIQ&O
de fazendas baratissimas qae se ven-
dem para liquidar; na loja do Pa-
vo, roa da Imperatriz, a. 60.
. Neste estabelecimento acha-se um grande
e variado sortimento de fazendas, tanto de
luxo, como de primeira necessidade, pro*
prias para a praca e para o mallo, que se
vendem por precos muilo resumidos, de to-
das as fazendas d5o-se amostras, deixando
penhor, ou mandam-se levar em casa das
familias para escolherem, pelos caixeiros da
toja do Pav5o.
Las com O palmos de largura
a loja do Pavo. I# too.
Vendem-se laazinhas transparentes de urna
s cor, de quadrinhos proprias para capas
e vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo
baratissirao preco de 10400 o covado; s
na ra da Imperatriz n. 60, lojado Pavao.
O Pavo vende las de 4 palmos
de largnra a ftOO rs.
Vendem-se laazinhas infestadas, sendo das
nicis modernas, de urna s cor e de qua-
drinhos, proprias para vestidos e capas, pelo
baratissimo preco de 500 rs, o covado ; di-
tas matisadas, fazenda muito fina a 500; di-
tas garibaldinas a 440 rs.; ditas de qua-
dros a 360 e 280 rs.: s na loja do Pavo,
o covado; fustao para vestidos e roupinhas
de meninos, a 320 rs. o covado; aipakin ou
gurgurao de linho, a 260 rs. ; ganguelin,
urna s cor, a 320 rs. o covado; toalhas de
linho adamascadas para rosto, a \&\ vestua-
rios para meninos e meninas, a i#600 c 20;
tiras bordadas e entremeios, mais barato que
em outra qualquer parte: tudo isto pe-
chincha e vende-se para liquidar: na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo
de Gama & Silva.
(rosJeuaples a 1:S00 rs., na loja do Pavio.
Vendem-se grosdenaples preto muito boa
fazenda, a 10500, 10600, 10800 e 20: s
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Para luto vende-se na loja do
Pavo.
Vendem-se finissimo selim da China, fa-
zenda sem lustro, proprio para vestidos de
senho.as, para capas e roupa para homem,
tendo esta fazenda 6 palmos de largura e
sendo muito leve, vende-se pelo baratissimo
preco de 20200 o covado, garantindo-se que
nao se torna ruca, e vendem-se nicamente na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60:
Corles de chitas a 2:000 e 2:500 rs.
Na loja do Pavo veude-se cortes de chitas
inglezas, tendo 10 covados, a 20, e com
12% covados, a 20500, sendo todas de pa-
dres escuros: na ra da Imperatriz n. 60,
de Gama A Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de carnauba em saccas, por
ra da Imperatriz, n. 60. de Guimaraes |Preco muito em. conta, ou mais barato do
que em outra qualquer parte : a tratar na
ra da Imperatriz n. 60, loja de Gama
Silva,
Laazinhas
a OO rs. o covado.
Ht Pavo.
Vendem-se las de cordozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
as cores seguintes: alvadia, cor de caf.rxo
Silva,
Os cortinados do Pavo.
Vendem-se os mais bonitos cortinados de eam-
braias adamascadas, tapadas e transparentes, pro-
prios para adornar janellas e para camas, tendo de
escuro, claro e pretas, proprias para luto ; varios gostos e porco de pares iguaes, conforme
ditas transparentes com palminhas, pelo ba- possam precisar, c vendem-se nicamente na loja
do Pavao, na roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Sedas de quadriuhos 800 rs. s o
Pavo.
Vcndem-se as mais delicadas sedinhas de qua-
drinhos, muito miudinhos, sendo propnos para
vestidos de senhora e roupinhas para meninos e
meninas, sendo fazenda que semprc se vendeu a
15500 e torra-se a 640 e 800 rs. o covado, e sedas
brancas lavradas, proprias para vestidos de noivas
a 800 rs. o corado : s na loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Kicos vestidos de Southaubac, vende
0 Pno.
Vendem-se os mais modernos vestidos a Sou-
thambac, rom barras de seda pelo diminuto preco
de 10000 cada um : s na loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
rato preco de 280 rs.; ditas infestadas de
quadros a 280 rs.: s na ra da Imperatriz,
n. 60, loja do Pavao.
GRANDE PECHINCHA
a 900 rs. na loja do Pavo.
Cassas a 210 rs.organdr a 2 iO rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
a 240 rs. o covado ; organdy matisado, pa-
drees muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a 10000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida.ou 360 rs. o covado, por haver grande
porco: na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavo, de Gama & Silva,
Hova peehlncha de cortes de
eambrala na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos
com babadosa 20500; dilosa 30000; ditos
a 40000 ; ditos chinezasa 4000c ; pecas de
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a
30000; ditas lisasbrancas e decores a 20500,
30000, 30500, 40OO e 50000 ; pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e meia
cada urna, sendo brancas e de cores, a 30500;
ditos a 20500 ; pecas de cambraia para cor-
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas cada peca a 00000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavo, ra da
Jraperalriz, n. 60, de Gama Silva.
O Pavo vende chales
A 20000, 20500, 30000, 50000, 60000.
70000, 8,000 e 100000.
Vendem-se chales de merino estampados,
claros e escuros a 20, 20500 e 30000; ditos
.'muilo fino6 do todos os pregse qualidades,
tanta de pona redonda como quadrados;
assim como finissimos chales de crepon com
cores inteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 100000; ditos de pello, bordados,
a 20 s na loja do Pavo, ra da Impera-
triz, n. 00.
Ascasemlras do Pavo Infesta-
das a lftOO.
Vendem-se casemiras francezas enfesta-
das, proprias para caigas, coletes, palitos,
e capa para senhoras, por ter de urna s
cor, sendo fazenda que sempre se venden
a 30000. liquida-se a J0600 o covado : s,
na loja do Pavo.
Arande peehlncha em chapeos
de sol na loja do Pavo.
Vendem-se chapos de sol, a ingleza, sen-
do cobertos de linho e forrado de verde, pro-
pi ios para senhoras que forem passar a fes-
ta, ou para meninas levarera para a escola,
pelo barato prego de 1000 ; ditos marque-
zinhas, de seda com franjas e cabo de do-
brara30OOO; ditos de seda para homens,
sendo com armaco de balea a 60 e 70, isto
para apurar dinheiro : s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz, n. 60.
C'avrmii-a.s " o corte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-
cia, para calcas, pelo barato preco de 20,
tendo da mesma fazenda para vender em
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui-
to encorpada a imitago de caxemira, e ga-
rante-se que nao desbota. Tambem se ven-
dem cortes de caxemira ingleza, d cores
escuras para caiga pelo barato preco de
1*800 cada corte, ou a 500 rs. o covado :
s na loja do Pavo, ra da Imperatriz,
n. 60.
Jtidapolo Infestado a 4#000
S o Pavio.
Vcndem-se pecas de madapolo infesta-
do com 12 jardas a 40000, ditas a 40500,
ditas com 24 jardas a 7050o e 80000 : s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz.
n. 60.
A GRANDE GURA
PARA TODAS AS .MOLESTIAS 1)0
BflUBL 11 IMS l ti EjUTRAHRAS.
SEJU SEGUNDO.
QUINQU1LHARIAS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, lojas de
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pegas de trancas de algodao de to-
das as cores a....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... 10100
Carritel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balo. 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de colla....... 80
1 libra de la sortida.....40000
1 libra de la muito superior em co-
res e qualidade......70000
Pares de botes de punho a 120
Pares de sapalos de tranca 10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de raeias muito finos para se-
nhora a........30500
Duzia de ditas cruas para homem a 2*400
Baralhos muilo finos para voltarete a 300
Carriteis de linha com 100 jardas a 30
Car loes de linha branca e de cores a 20
Novellos de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Cartoes de linba com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita prela com colxetes para
vestido, e lera um resto parda a 100
SEM SEGUNDO.
Objectos de tintura e msica.!
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est |
queimando tudo pelos pregos abalio decla-
rados, e prestem toda a attengo para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas egarfos muito finos a 20500
Dita dita dita de cabo preto muilo
finasa.........30200
Dita dita dita de balanro, melhor, a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .........400
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de allinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120

MPfm mLj
Attenco!
Posto que domine no cora-
c5o do BALIZA a mais bem en-
tendida ambicio de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando nao se negocia aca-
udadamente, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
l.eiai todos.
Ao armazem do BALIZA po-
dem ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura nao"
sejam do contento dos senho-
res compradores. Nao fica
resentimento algum em se tro-
car por oulro, ou restituir-se
o dinheiro recebido,
Manter a todo o custo o seu
crdito, e agradar aos seus a-
migos e freguezes, todo o
desejo do proprietario deste
estabelecimento,
LEDE! LEDE- LEDE!
Siempre a frente do progresso,
Constante marcha o K vi.ii A.
Tcm por norte o bem comniuui.
A verdade por divisa.
U IC A \B i b ;
DE 1H0LH
Caixas de phophoros de pao
Grosa de ditos do gaz a .
Duzia de dito dito a .
Massos de palitos para dentes a .
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500 e.........
10
20200
200
160
160
800
UvAIt
SEM SEC.UNDO.
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sem secundo, ra do Queimado,
I ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
i ver :
Duzia de sabonetes finos a 720
Sabonete inglez, o melhor, a 16u
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., 400
; Ditos de dita grande a 500
Ditos de Lavando ambreado, o me- A
I llior, a........A<
AS
Pitillas Vegetara Azucaradas
De Kemp
Compostas dos dois novos resinoides chama-
dos ronopiiw.iNA c Leptaxdrina, e inteira-
mente linea de Mercurio ou outros venenos
minoraos ou metallicos, Bao de grande uti'i-
dade nos pases clidos em cazos de
BYSPEPSIA, ENCMAC'ECA,
Constpalo ou Prizao do Venlre,
PADECMSTOS DO FIGADO,
Affeccoes Biliosas,
HEMORSHOIDAS, COUCA,
Ictericia,
FEBEE GASTEO-HEPATICA,
E oulras cnfrrmidndcs anloga.
Eilu vio rpidamente substituindo os ant'gos
purgantes drsticos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
S\ d? C?V Jo3 da C- BraV & C" raa brale '"vas de algodao finas a
da Madre de Dos.
i Dilos de macaca oleo muito bom a .
' Ditos perola muilo superior a .
Ditos'de oleo de babosa a 240, 320.
j 400 e.........
Ditos de banha branca a .
Dito de cheiro muilo bonitos a .
Ditos de banha, pequeo, muito fina
; ..........
Dilos de opiata a 2"0 rs., e boa a .
Ditos de banha japoneza a .
Dilos de banha transparente a .
Ditos de oleo filoconne a .
4
00
100
200
500
320
50
200
900
800
720
800
BE
Sil
JLargo do Uvrameiito ns. 38 e 3.i
Defronte da grade da reja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
<0 incansavel proprietario do grande armazem do Baliza toma a liberdade de mandar
declarar -do alto da imprensa pernambucana, que elle perfectamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem escolhidos gneros, nao s do paiz como do
strangeiro a precos de contentar e satisfacer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
declarar mui seria e pusitivamente nesla oportunidade, que tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ga-
nho que tira para si, em sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de inleresscs recprocos, que a to- '
das as consciencias deve por forca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicacao do seguinte aviso, o BALIZA faz saber tnicamente
aquellas pessoas que sempre esto promptas a comprarcm tudo, com tanto que se lhcs permitta paga-
rem logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquellos que s compram os objectos de que careccm, c que gostam fi- ^
nalmente de emprogar bem o seu dinheiro venham a este estabelecimento.
MSI IM TODOS.
Do preco de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimentos, podem os senho-
res freguezes diminuir cinco por cento, c vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho-
mem do movimento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por muitas veres repetido.
45--RUA
DIREITA--45

RIVAL
AGENCIA
Caivetes de aparar penas, del fo-
llia a ,........
Ditos de2 ditasa......
' Caixas de colxetes francezes a. .
Duzia de dito francez a .
I Massos com grampos lisos e de cara-
col a
FUNDICAO DE L0W-M00R.
Ra da Senzalla ora n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias ^ de dedaes de metal 'em ca'ix
moendas para engenho, machinas de vapor; nna e Vlr0
e tachas de ferro batido e coado, de todos os. Tinteiro de vidr com tinta superior
tamanhos para ditos.___________________ a .
Arados americanos e machinas para Ditos de barro que serve para tin-
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,! teiro a........
ra da Senzalla Nova n. 42. Crosasde botoes de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
FARINHA
Ricos vestidos brancos.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
Varas de bicos e rendas, para aca-
Vende-se saccas grandes com a melhor farinha, i bar a ........
tanto de Santa Catharina assim como de Porto Varas de labyrinto de 3 dedos de
Alegre pelo barato preco de 45000 a sacca ; na |nrmiI.,
ra do Amorim n. 43, ou na ra da Madre de _.ldrB|,rd .....
Dos n. 5. Ditas de pos para dentesa .
7" ----------------------j> t------- Pentes de tartaruga a 3i$000 e .
t'dra pascar a f eSta. Resmas de papel de cores a .
Vende-se a casa denominada isa amarella,!
situada em um dos melhores lugares do Arraial,
com bastantes commodos para familia, quartos pa-
ra escravos, estribara, etc.: a tratar na ra do
Mondego n. 47, padaria.
SEM SEGUNDO-
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permute.
80
80
160
40
360
40
32)
160
100
160
20
60
100
100
35500
25000
Cal de Lisboa
no armazem de (iu i manes k A Indura-
do na na do Amorim n. 54, no Recife,
vndese harria com cal nova em pedia tyUS-SjTl'UllMIIl
chegados hoje de Lisboa no patacho Eia, rapasiada, corageml parece queja
Variada 6lar, una nova que existe entregasles os vossos joanetcs aos duros sei-
no mercado.
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H a dinheiro a g o par.
Borzegnins de bezerro o outras qualidades, obra
muito bem acabada, iguaes asque se vendem por
104 e 124, liqaidacao, aproveitar que a porco
pequea : na ra do Imperador loja junto ao
mais modernos que tem vindo ao mercado, pago
tendo aS satas 4 pannos, e vendem-se pelos! Vendem-se madeiras de sicupira e deama-
baratos precos de lOtf, 120 6 16 : s na. relio para construccao e concertos de canoas aber-
loja do^rav5o, ruada Imperatriz, n. 60, de ts. inclusive cavernas, busjardas, gios, etc. ele
L,aas com S palmos de lar-
gara.
Cheguem a loja de Marcelino & C.,rua
do Crespo n. 5, para verem las muito
finas, lisas e de quadros, gostos inteira-
mente novos, proprias para vestidos e ca-
pas e precos muito commodos. Alera
disto existe um variavel sortimento de
fazendas finas e grossas precos razoa-
veis.
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xos do pessimo calgamento da nossa cidade
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos___nem tanto !
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to 1 Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor.... attendei :
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas.... 8)5500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 8#000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 7$ e........6^000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
ezerro 2 solas......5(5000
Sapates, Nantes, sola e vira. 4#0M
Ditos para menina, com laco. 3)5500
Ditos de ditas, de cores. 2)5800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 1)5400
dem idem para meninas. 1)5000
Sapatos de lustre para senhora. 1)5000
dem de lustre s avessas 500
Gama ADMIREM AS PECHINCHaS,
a loja do Pavao.
Ricos cortes de cambraia brancos com ba-
ados e das saias bordadas crox, tendo
bastante faaenda para vestido, pelo baratis-
simo preco de 30 cada um; ditos de cam-
braia de sflda com barras e babados, a
2(5600, para acabar; cortes de vestidos a
Mara Pa, sendo fazenda de bonito gosto, a
30500; cortes de cambraia brancos com ba-
badinhos, a 20; enfeites para cabeca, sendo
Garibaldi e a torca, a 40; ditos com fitas
e flores, a 20; camizinhas bordadas para'
Delleado mimo.
a tratar na ra do Queimado n. 10.___________ | Domingos da Silva Campos com taberna na ra
Cal de Lisboa ',0 Imperador, defronte da relaco, avisa aos seus
nova na na do Vic-aria n 19 urimeiro andar, freguezes e amigos que recebeu nma pequea por-
rao de caixinhas com ameixa rainha Claudia,
ricamente enfeitadas pelas freirs de Elvas, pro-
priamente para um delicado mimo, e seus precos
muito razoaveis conforme o tamanho.
\Hoido francez a i$tQu
meia libra
E' chegado pelo ultimo vapor de Bor-
deaux aquella excellente pitada a l00
a meia libra ou 2 hectogrammas: em ca-
sa de Manoel & C. ra Nova n. 23.
can
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida-
de; no armazem de Tasso Irm5os, ra do
Amorim, n. 35.
Viiilio puro.
No escriptorio de Enznbio Raphael tabello, na
ra da Cadeia n. 55, vendem-se ancoretas com ex-
cellente e puro vinho tinto de Lisboa, smente des
Hua da Senzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C. -
senborafAna l6Jur^& deJws model- se,linSKe silh5es g,ezes-candieiros e ? SSo ZBSS.'an'
los, a 400, 500 e 40 i ; calcinhas para caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, ^ p ______________________.
meninas, a 500 e 640 rs: goll bor- chicotes para carros e montana, arreios para VidniS de Cres.
dadas, a 320 e a 500 i qua- carros de ora e dous cavaJlos, e relogios de vendem-se caixas com vdros de cores e a re
drinhos, a 640 rs.; ditas de listas, a 400 rs. ouro patente inglez. taino: na roa da imperatriz n. 65,
VIDROS A 11,000.
Na ra da Imperatriz n. 65, loja de funi-
|Jeiro vendem-se caixas de vidrosem perfeito
estado de todos os tamanhos pelo barato
preco de 110 a caixa.
Farinha de mandioca
Vende-se farinha da mandioca da melhor e mais
nova que ha neste mercado, no escriptorio de Ma-
noel Ignacio de Oliveira A Filho largo do Corpo
Santo n. 19, ou abordo do palhabote Viamao, an-
corado no caes do bario do Livramento, junto ao
patacho Regulo. _______
Aos Sr de engenho
No caes d'Apollo armazem n. Si, de
Jos Duarlc das Neves, acha-se ven-
da mais superior farinha Fontana
sendo muito recommendada as casas 4e
familia,as barriquinhas de 3 arrobas
e de 48 libras cada nma.
Attenro do rrspeilavrl publico
Para granle iichincha
Custodio, Carvalhoii: C, rna do
Queimado d. J.
Offerecem ao respeitavel publico a mais fina de
todas as cambraias tanto ere desenhos como em
tintas sao as verdadeiras organdys da India che-
gados a esta capital pelo ultimo vapor inglez. A
grande quantidade que recebemos faz com que a
vendemos pelo baratissimo preco de 300 rs. cada
um covado, venham ver para desenganarem-se se
grande pechincha so na roa do Queimado n. 27.
O GALLO CANTA.
Nao possivel que o gallo, vendo entrar em seu
ninho objectos du elegante Rosto, deixe de v; v o
seu canto, annunciando aos seus regoeies, para
que mandem qu venham ver para querer, a saber:
Enfeites
Chegaram os riquissimos enfeites c griaiildas de
flores, cousa muito delicada e de muito gosto, 11 s
s as senhoras poderao apreciar : s no vi"i'.
ra do Crespo u. 7.
Florer.
Tambem chegaram os delicados ramos de Be ret
matizados de lindas cores, que servem para qu;!-
quer enfeile : s no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cintos
Tambem chegaram os novos e dentados cintos
com fivella, guarnecida de pedrinhas e duas borlo*
tinhas no centro, cousa de muito gosto : s no vi-
gilante, ruado Crespn. 7.
Bafdeijas
Riquissimas bandeijas de charao e outras quali-
dades de lindos desenhos, que se vendem por pre-
cos baratsimos para acabar : s no vigUatite,
ra do Crespo, n. 7.
Pomada real
Tambem chegaram os bonitos copos de porce-
lana fina com banha e com lindos retratos, sendo
privilegiada pela rainha de flespanha : s no vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Sbemeles de familia
Grande sortimento de sabonetes para lodos ns
precos, de superiores qualidades, a ICO, 200,210,
280, 320, 400 o 500 rs.; assim como estojos com
todos os prepares para limpar dentes pelo barato
preco do 3000 : s no vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Delicadas tpsouriulias
Grande sortimento do tesourinhas, tanto para
unhas, como para costura; assim como mnitos
outros objectos de gosto, que nao possivel annnn-
ciar pela grande variedade de sortimentos, r ujos
precos serao menos do qne em outra qualquer
parte : s no vigilante, roa do Crespo n. 7.
L
Cambraias muito finas a 220 rs. o covado, chi-
tas francezas matisadas a 320 rs. o covado : na
ra do Queimado n. 23.
A 2(|(I rs o rovad.
Cassas muito bonitas & finas : na ra do Crespo
D. 17, loja de Jos Gomes Villar.
Peehlncha.
Urna robusta escrava deidade30 annos, tem ha-
bilidades, por 5303: na travessa do Carmo n. 1
Boa escrava.
Urna escrava de idade 35 annos, cozinha, lava e
engomma, por 5005 : na travessa do Carmo n. 1.
Bom copelro. -
Um escravo pardo de idade 36 annos, cozinheiro
e para todo o seryieo : na travessa do Carmo n. 1.
Vende-se na praca da Independencia ns. 37 e
39, capellas de aljfar para se botar no cemiterio
publico no dia de finados com as inscripcoes se-
guintes :
Minha mai.
Mcu pai.
Meu esposo.
Minha esposa.
Meu filho.
Minha filha.
Urna lagrima.
Saudades, sempre vivas do apurado gosto desta
ainda nao vieram igual a este mercado.
Hua da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Assucar do Mon tetro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.______________________
Vende-se a armaco da loja da ra do Qdl-
mado n. 22 ; a tratar com Jezuino Barroso de Mal-
lo, na ma da Cruz n. 20, ou roa da Concordia
numero 40.
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- U Vinhos em pipa: Porto Figueira e Lisboa, a
4oo, 44o, 5oo e 56o re. a garrafa, e em
caada a 2,56o, 2,8oo, S.ooo, 3,5oo e
4,ooo rs. do melbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
Ponto mandado vir de conta propria a
!o,oeo rs. a duzia e i.ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto agar-
rando, das seguintes marcas: Duque do
Porto, Feitoria, Nctar, Velh Secco, Cha-
misso, Madeira superior a 9,ooo rs. a cai-
xa e l.ooo a garrafa.
dem Bordeaux das mclhores marcas: St.
Juben, Medoc, S. Esteph e outros a 7oo
rs. a garrala, e 8,ooo rs. a arca com urna
duzia.
dem muscatl de Setubal verdadeiro a 2,ooo
rs. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinbo do Por-
te do Alto douro a 2,2oo rs. com o gar-
rafio.
dem com 5 garrafas de Vmho Figueira
muito proprio para a nossa estaco, por
ser mais fresco a 2,4oo rs.
Vinhos velho chamisso em barril murto pro-
prio para sobremesa por ser muito claro
macio a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l,2oors.
Vinagre puro de Lisboa a D0 es. a garrafa
e i,4oo rs. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
raasso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir-de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
54o rs. e em barril a 5oo rs.
dem em potes de 4 16 libras muito na e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado.
Banha de perco a 54o rs. a libra, e em bar-
ril se far abatimento.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs. cada
um
dem londriaos os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a libra.
Caf do Rie de 1* e 2a qualidade de 8,ooo a
8,5oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz carolioo e do Maranhao a 3,ooo rs. a
arroba e loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Caixinhas de ameixas fraacezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, !,5oo, 2,ooo, e 3,oo rs.
Frnctas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
ginja, poeego e alpech a 5oo rs. a lata.
Marmelada imperial dos memores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, e em la-
tas de 1 V 2 fibras.
Ameixas francezas em frascos de I i/2 e 3
libras de i,4oo a 3,ooo rs.; tambem ha em
latas de l,ooo e 3,ooo eada urna,
Cha huxim miudinho mandado vir de en-
commenda' especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-se a boa qualidade.
dem hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, aianca-se ser igual ao que regular-
mente se vende a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem preto muito fino a l,9oors. a libra.
dem mais baixo, e miudo proprio para ne-
gocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto ingtez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs., a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo a caixa.
Ricas caixinhas com confeiles e frutas seccas
muito proprias para mimos pelo baratissi-
mo preco de i,ooo rs. cada urna,
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
outros a l.ooo rs. a garrafa e lo,ooo a
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libra, ha caixas, meias e quartos.
fiolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs.
a libra.
Azeite francez clarificado a 8oo rs. a garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. o pote.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Vasos inglezes vasios de 4 a i 6 libras, muito
preprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de 1 ,ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oors.
a grosa.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Milho painpo a 140 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e al va a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que rasas vezes
vem ao nosso mercado a 300 rs. a libra,
e em caixa ter abatemenlo.
Sabo massa de 180, 200, 220 240, rs. a
libra do melhor.
Graixas era latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna.
Papel greve pautado e liso a 3,500 rs. a res-
ma.
Azeite doce de Lisboa muito fino em barril a
640 rs. a garafa, e em porcio ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas a
l,ooors. agarrafa e lo.ooo rs. o gigo
com urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo, 6oo,
7oo, 8oo, s l.ooo rs., o caixo grande.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez, e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Velas de carnauba e composico a 32o, 36o,
e 4oo rs., a libra, e de 1 o.ooo a 11 ,ooo rs.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa a l.ooo
rs. a ancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vem ao nesso mercado
pela sua boa qualidade.
Massas para sopa macarr3o talharim e aletria
muita nova a 48o rs. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahiaa 4,ooo, 3,5oo, 3,ooo et,5oo rs. a
caixa.
Serveja das melhores marcas a 5,ooo rs. a
7,ooo rs. a duzia.
Biscoitos inglezes das' seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, TraveDies
Lunch, Cobin, eoutras a l,2eo rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
i,8oors. a tata.
Iem Craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5.5oo, e U,ooo ts. a tata.
Massa de tomate em latas de 6oo a 7o rs.
cada urna.
Sardinha de Nantes a 36o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo de Hmpar facas a 16o rs. cada um.
Ceblas a 9oo rs., o molho.
Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
a 14o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs, a fibra.
Cominho, cravo, erva doce, enxofre, palitos
de dentes em caixinhas que tudo vende-
mos por baratisshno prece.
Ricas caixinhas com confeites e fructas sec-
cas muito proprios para mimos pelo bara-
tissimo preco de l.oo rs. cada urna.
****-
Grava econmica. \"ov.s.sIiuos e bonitos entelte*
Jg?S.WSSSt S^! ?uando offljo^S^a'felia de bons I
esJmente reeonhecida ; essa boa graxa se torna enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
maeudyta, tanto porque o calgado lustrado recebe urna sua encommenda de bonitos e
compila deixa perfeitamente lustroso ao menos delicados enfeites, e de modernissima moda,'
'ros das sein necessidade de novo unto, .orno .......,- Jv'. __,, .,
raasmo porque sua pn-paraeao appropriada ,Mia m"ltl> senvindo sso para sanar aquella falt,
amwiar e conservar o couro ; ella vem em caixi- e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
nhas narrizinhos, e aclia-sc venda na ra do bella empreza Coimljra possam melhor real-
Oir-imarton 8.Joja.l^uia branca, aosrezuinidos e mostrarem O apurado gosto que as
Itettt de m, ooo e bi rs. gua Esseg enfejles m (,-um tecido bag.
Pcntes de concha. tantc fino com continhas d'a^o, e mui bem
Com ;is novas e diversas guarniroes de enfoitados com flores, fitas, bicos, plumas
peiUesqiie a Aguia Branca acaba de rece- etc., entretanto que sendo obra de muito
ier, veio tambem urna pequea qualidade gosto custam 5, 6^1 e 7o dinheiro vista;
de pentes de eanena que com grata e acer- na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
todamente Serven para o moderno atado dos do Queimado n. 8. I
Cabellos Ellesslo de bonitos e agradaveis ,, ,.
moldes, e Me tamaito pequenino como con- Eucominendas dagma branca recebi-
tlas pelo n timo v.tpe-.
Ricos pentes de tartaruga com chapa de madre-
vjm para o tiin que sao. E' esta a primei-
ra ve/ i]ie ii'elles aqui chegam. por isso
que a moda novissima pelo que Knha- Caitos Jeques de madropcrola.
rao a palma aquellas senliotas que pnmei- Delicadas caetas de dita.
ro se apnsentarem com elles, para o que: Lindos cliapeozinhos de setim para baptisados.
IMrUPl FEITA
"O .
ABHAZE1H
DE
; ^%^% fe WMAU
JLETKEIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre nm sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senlioras,
homens e-meninos.
RA DO QUEIMADO N. 46
mmmn
DE
os maiidarfu comprar na lo;a d'Aguia Drati-
ca. ra do Queimado, n. 8.
Pulseina de contas para meninas.
Paos |iara abrir lavas c port-cbarutos.
Essencia de ail para enyommados.
Pos bygienicos de Lubin para dentes.
Leiie virginal para tirar sardas.
Dito d'ires para extinguir as caspas.
Vinagre aromtico para vertigens, dores de ca-
Bioos de seda brancos e pretos.
Bonitas caixinhas com msicas c sem ellas para
costura.
C*pellaS .ore, e luva* enfclta- JSSftSSSSS'SL
las para uoatas. Ditas de velludo com listras para barras de ves
Pelo ultimo paquete a Agma-branca rece- tidos.
be i os aitigos cima sempre necessarios s Aspas de balea para vestidos.
aoivas, os quaes, segundo suas recommen- J>nasdeaco para espartiihos.
,, .' ., ... Banloesde cima.
mi s. vieran de mudo gosto, e perfeita-
msnle delicados.
As cap-lias sao de mui moderno e agr-;
davel molde.de linas flores, e acabadas com
toih o esmero: as flores solas sao ex tro-'
mmente delicadas e proprias para enfeites
do vestidos e raesmo ornatos de cabeca, sen- beca. etc.
do delgadas vergonleas de jasmin, cachos de <;"smetuiue surdne para cabellos.
, ,' n Pomada para bigode.
resedas, e ouiras estimadas flores. i Rendadefll Usa.
As Itivas, porm, apreciada obra de Jou-j
vio. parece ijii forana enfeitadas pelas mes-! AllDUis c^iit periuuiarias.
ni i; rahricanles das mimosas flores, pois que Muitas vezes aconteca que se procurando urna
cu ROSlo c perfeiCSo nada ileixam a desejar. bella plantara para se ofertar a urna senhora ou
SI i a* noi a< eanfllis flores p luvas '11(;nin:i ei" scus nnniversarms. ou mesmo na
.),io essa*. poiS, ascapui.1!., iimt> e litvas amarni?5odas mestrasdestas,sonaoachavacousa
| nresp m Iem a riqueza do vestido, for- ,roe salslzesse, agora, porm, j nao devo succe-
der assim porque na loja d'aguia branca encontra-
r o pretndeme bellos objectos para esse fim, so-
bre-sahindo entre elies esses bonitos albuns com
perfumaras, cujo gosto e noviilade Ihes d a pri-
mazia. A agua branca folgar de contente se
ssas offertas recahirem sempre em suas predilec-
tas freguezas, e qnando assim nao seja, nao faz
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
dade do objoctn, quercr desde logo alistar-sc no
idesoiiuna utidade esses kaendarios numero daquellas. Em todo ocaso havendodi-
.,,___ ....,. ... ...i__ nbeiro. diniam-se a ra do Queimado, loja daguia
- u-es puratiH mnrtna eeertodamente branca' ', tullft 8P arrantar.
i ti ila a das da semana, stsi o continua tra- Chegaran laas de pellica para a loja d'a-
i :. i!i b lir nuiles diariamente, pelo que pd branca, nu do Queimado n. 8.
ri.H B Pjeferiveiea todos B viagens.
uivm laiitn M.-i! i-Mia* iJe familias, co-
ui i n o coieplelo asseio e perfeico, e ele-
vi :i a galliardia da candida noiva. Resla
so:nanle que os prelendentes munidos de
diiiheiru dirijara-se alegre e espacosa lo-
\: il'Aguia-branca, ra do Queimado n. 8
aleudarlos semanaes : pelo
preco lodos eompraro.
"uros
la;.: i p.n i ia> uc ...,., u,- Vom,ia.se na ru do Queimado, loja d'Aguia
.ii mesmo para qualquer oulra parte, e |Branca n.8.
1 ollas pelas
MA1UA PA,
A Aguia Branca recebeu as desejadas voltas
pretas, mu compridas e gradas.
principalmente por 500 rs. cada um: na
ra do (Jifeimado, loja d'Aguia-branca, n. 8.
llcias cruas iuglezas.
A loja d'Aguia-branca, na ra do Queima-
do n. 8, est bem prvida de mui boas
meias cruas inglezas, tanto -para homens,
como para meninos, as quaes esl vendendo
biratamente em proporcao da supenoriila-
da d lias; assim, pois, os prelendentes di-
njam-se com dinheiro e sem susto dita !o-
ji, que serobem servidos. Tambem ha um
i.ttn sortimento de ditas brancas para se-
nhoras e meninas, e sao vendidas na mesma
cenformiiknle.
Phosphoros de cera.
Vendem-se a io rs. a duzia de caixinhas
de piosphoros de cera : na ra do Queima-
tio, loja d'Aguia-branca n 8.
Inglezas: Opiata e agna da
Colonia.
A A guia-branca da ra do Queimado n. 8
acaba de receber a apreciada opiata ingleza,
assim como mu boa agua da Colonia tam-
bem ingleza.
Carrafas com agua da Colonia.
Chegarain novas garrafas com agua da Co-
b-nia para a loja-d'Aguia-branca, ra do
Queimado n. 8.
IVovas cinlafc elsticas pura senhoras
casadas.
A reeonhecida utildadc dessas necessarias cin-
tas elsticas fez com qua era breve se acabassrm
as que vieran da primtra vez, deixando assim
descontantes muitas senhoras nue se na poderam
urover dellas, vsta""do que a aguia branca man-
ffu fciuwar mais algumas, ffue acabam de chegar,
atada mais perfeitas que as primeiras, tsao por se-
rem-aieaorcs; agora, pois, podem as senhoras ca-
sadi previnirenvse, mandando-as comprar na
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 8. Se a
atrita branca precisasse de semelhante obra de
certo desta vez nao (icaria sem ella.
.Hararilha das bellas, novos e
delicados enfeites para ves-
tidos.
aprasivcl a agua branca o ter de avisar a
sua lioa fregueza, que acaba de receber pelo pa-
quete francez um bello sortimento do enfeites de
sida denominado maravilla das bellas, os quaes
servem tanto para vestido de senhora como para
roupinhas de crianzas. Seus novissimo e delica-
dos desenhos, suas escolhidas e bem acertada co-
res fazem um todo agradavel aosolhos de qualquer
vvenle que saiba apreciar o bom. Assim, pois, a
duvida esl em haver dinheiro, havendo-o, diri-
jam-te sem susto ao espacoso e alegre ninho de
aguia branca, ra do Queimado n. 8, que acharao
as verdades cima ditas.
Cal de Usboa e potassa da
Rnssia.
Vndese na ra daCadeia do Recfe n. 26, para
onde se mudou o antigo c acreditado deposito da
mesma ra n. 12, amibos os gneros sao novos e
legtimos, e se venden a proco mais barato do que
outra qualquer parte.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na ra do Vigario n.
19, primeiro andar._________________
Casacas de patino preto, 35|J e 305000
Sobrecasacas idem, 30$ e 250000
Paletos idem e de cores, 255,
205, 155 e......10500Q
Ditos de casemira, 205, 155,
125, 105 e...... 75O00
Ditos de alpaca, 55 e. 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e........35500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000
Ditos branco de linho, 05, S5 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 105, 75 e..... 55000
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85e......75000
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 e.....45000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e 45000
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e 25500
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....25500
Cohetes de velludo preto e de
cores, 95 e......75000
Ditos de casemira preta, 55 e 45000
Ditos de ditas de cores 55
45 e........35500
Ditos de setim preto. 55000
Ditos de ditos e seda branco,
65 e.......55000
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e 45000
Cohetes de fustao e brim bran-
co, 35500, 35 e .
Scroulas de brim de linho,
'-25400 e......
Di^s de algodao, 15600 e. .
Camisas de pcitos de linho,
55745, 35 e.....
Ditas de madapolo, 35,
25500, 25 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e.
Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115,75 c......
Collarinhos de liidio fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas. .
Toalhas parroste, duzia, 115,
95 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....
Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
Pennasd'aco, as mais superio-
res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
905,805 e......
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 405 e
Obras de ouro, adergos, meios
aderecos, Rulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
25500
25000
15400
25500
15600
85500
25000
65000
15280 m
FCIDI^AO DO BOWHJJtf-RITA
SIRUUfltf. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber :
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taas de ferro batido e coado.
Roccas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fonws para cozer farinha.
Morahos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
Palitos do gaz.
Vendem-se continuadamenie no deposito geral,
travessa da Madre de Dos n. 10, armazem de Fer-
roira & Martins, em porcoes e a refalho, por m-
dico prego.
^ --------- -. ......... ... i i
.los eoehelros.
Vendem-se encerados preos de cores para
forrar carros : no armazem de Tasso Irnwios.
v'ude-s<
alcatrao ou verniz do gaz, pelo preco do gazome-
tro: no armazem da bola amarella no oitao da se-
cretaria da polica.
Vende-se
chumbo para cacaa 160rs. a libra, estopa de linho
a 80 rs. a libra: no armazem da bota amarclla no
ota da secretaria da polica.
CAPAS ESCOSSEZAS
Na ra do Queimado n. 11.
Chegaram loja de Augusto Porto, ricas capas
escossezas com as melhores franjas que Iem vindo
a esta praca, capas de casemira de una s cor
com franjas iguaes, capas com mangas db nelhor
grosdenaple, manteletes de seda preta muito su-
periores.
Luvas de pellica,
As mais novas vindas pelo ultimo paquete, as-
sim como as' mais finas chitas PercaHes, que tudo
se vende por comtnodos precos: na ra do Quei-
mado, n. 11. Na mesma loja se venden camisas
ioglezas, sendo os pcitos, punhos e colarinhos de
inho muito superior por 42,5000 a duzia.
No armasen do caes do Ramos, e na ra do
Trapiche n. 8, vende-se gaz de primeira quali-
dade.
Vendem-se tres boas casas torreas, na
ra dos Prazeres, (Boa-vista), novas, e ba- j
ratas; a tratar no buceo da Veras n. li>.
Taberna.
Vende-se por preco commodo, doza grades
circulares de marelto, faca portas de ams. da hi-
tla da carnada; na ra do Imperador n. 16.
Vende-se ou troca-se urna taberna em bom lu-
gar c muito afreguezada, por outra que tenha
commodos para familia : quem este negocio qui-
zer fazer, auunncie por este Diario ; adverle-se
que serve mesmo nos arrabaldes da cidade.
Toucinho do serio aZtOris
a libra
Vende-se toucinho do sertao a 340 ris a libra :
no largo do Carmo esquina da ra de Hurtas n. 2.
Vende-se um mulatinho de 12 13 annos,
muito proprio para pagem, ou uolieiro; na da Ca-
! deia do Rccife & i
- Vende-se urna casa com pequeo sitio na Ca"
panga, ra da Jacobina, junto a casa que foi do 8"
ado padre Capistrano, por prego commodo : a
tratar no pateo do Terco n. 31
Vende-se uuta boa casa terrea com grande
sotao, quintal murado com sabida para outra rna,
rila as Cinco Ponas n. 37 e outra ua travessa do
Porinho n. 5, sendo esta mais pequea : quem as
pretender dirija-se ra do Hospicio n. S8 que se
dir quem as vende. _
Na ra Imperial n> o, vende-se nm mulati-
nhopeCa,codou.a d idade, qua wfcao.
tnder pode dingir-se ao lujar indicado a qua).
quer hora do dia. '
FAZEMDAS E ROVPAS I i:iTAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255, 285, 305 e 355, casacas
muito bem feitas a 255, 285, 305 e 355, paletots acasacados de panno preto de 165 at
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205, paletots saceos de panno e casi-
mira de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino c la de 45 at 65, sobre de alpaca e
merino de 75 at 105, caifas pretas de casemira de 85 at 145, ditas de cor de 75 at
155, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim.
como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de cohetes pretos de metim, casemira
e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramante a 4
e 55, calcas brancas muito finas a 55, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, ceroulas
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto ejecutamos qualquer obra com\
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
|CALDERARIl E F!M)l(iO DE METAES,
Hito na na do Brunt n. to Junto
a iiiidiv'io do *r. Bowmaia. pertencenie a
villana Irmo Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de eaUereiro, fiuiileiro, latosiro, ferreiro e
;$k} f""(l'Sao> e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
habis officiaes, pode executar com toda a perfeico
obra tendente as artes cima mencionadas e aToitamente pdem o's abaixo as- /\
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento lhe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de. sua '
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Alambiques simples e continuos de to- Sinos de 16 libras 8 arrobas.
dos os tamanhos e dimencoes. Parafuzos de bronze e ferro para ro-
Machinas de cobre para destilar e res- das d'agua.
gR tilar espirito at 40 graos pelos sys- \ Torneiras de bronze e bronzes. para
Sfp temas de Logier e Derosne. engenho.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e Encanamentos de cobre e chumbo de
estanho, avulsas. I todas as grossuras.
Taixas e tachos de cobre para engenho Bombas para cacimbas, aspirantes e
, erelnaco. de repudio.
SEP Paroes de cobre e todos os cobres ne- Bombas para destilaces.
JL cssarios para o fabrico do assucar. Ditas para regar jardins, hortas c
$ Cobres para rodas de moer mandioca. capim.
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. I qualidades e dimencoes.
Cobre em lenco! e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Tillara Irmao c* C. (i
FUJVMCO
UE
DE
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CARDOSO,
lina do Kriim. M. 8*.
Acha-se novamente aberto este antigo e prove loso estabelecimento, prompto para
executar quaesquer encommendas de ferro fundido, batido ou de bronze, moendas para
engenhos, com vapores ou sem elles, tudo com a maior promptidSo, perfeico wm*
modo preco ; tem varias obras promptas da melhor e mais solida construeco que p-
dem ser vendidas por metade de seu valor, como sejam :
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhoc
Portas d'agnas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca qadrada.
Rodas de espora, carretas e rodelas angulares.
Parafusos e cavilhoes de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singela.
Agulhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e ebumaceiras com bromo,
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qualidades.
Taxase fundo*de alambique, de ferro fundido, do varios lmannos.
Crtvose portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Urna machina de destillacao continua do autorCollares.
Fogoes americanos econmicos para casa de pequea familia";
Fornos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de todas, as grosuras. ^
Cobre em arrobas e folbas. dito, dito.
Folha de Flandres em caixas, bom sortimento.
Chumbo em lencol e em rolos de diversas grossuras.
E urna grande porgao de pegas de obras tanto de ferro fundido como batido ou do
bronze quesera enfadonho, de^
Espera pois, o oroprietario dtste estabolecimento que o publico seapre benigno
prestara toda sua conflao?a e attencj
ILEGIVEU


>
f

mm
GRANDE ARMAZEM
AB
EE
N. 36, Rl'A DAS CRIBES N. 36
DO
balrro de Santo Antonio.
I
0 propietario do muito acreditado armazem denominado Progrmista tendp
empre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seos j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas qne mandarem comprar por seus criados ou
eseravos, serem Uto bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos sniores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
c.5e com os seus portadores, fazendo-lhes ver qne s no armazem Progresista da ra das
Oruzes n. 36, que se vendem os melhores. gneros por mais barato preco, porque estes,
maitas vezes olvidam-se e vio ontra parte onde os servem de maneira a desagradar este1
estabelecimento.
^aa ^aaa
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
BE
Mwmm&mmmm&AiM.
%
-3
TODOS
os
VAPORDS
se recebem gneros de canta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMENTO,
I
ffl
COMPLETO
SORTIMENTO DE MOLHADOS.
vende-se em porco e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidao qualquer
encommenda dirigida a esto
ESTABELECIMENTO.
AOS SENHORES LOCISTAS
Desta capital, arrabal des e provincias
adj a cenes.
H A \ I' l JL N. 23 RA NOVA N. 23.
Tem a satisfcelo de participar particularmente aos seus amigos e freguezes, e em
geral a todos os senhores logistas desta e de outas provincias, que em consequenm dte
suas relacoes com as principaes pracas manufactureiras da Europa, tem conwgmi
montar a sua fabrica da chapos de sol sobre urna escala importante, a ponto de poder
oflerecer vantagensaos prelendentes, tanto na qualidade c bem acabado dos seus prodoe-
tos, como pela reduccao dos precos ; verdade incontestavel, de que se podero conven*
cer vista da fezenda e pelos precos que vao abaixo :
Chapos de sol de seda para hornera 28, a 720 a duzia.
Ditos 26, a 06*000.
Ditos 24, a 605.
Ditos para senhora 18 e 20, a 480.
A duzia tem descont de 12 por cento.
Ditos de panninho preto e de cor, armaco de baleia 20, 2 o 20 sortidos, liquido
a 260 a duzia.
Ditos de junco 20,24, 26 e 28, a 180 a duzia.
Venham ver para convencer-se da verdae.
Enearregam-se de encommendas para da Europa.
! Mustarda preparada, muito nova a 360 rs. o
pote.
Uvas muito novas a 1 ,ooo a libra.
Castanhas a 2oo rs. a libra,
Figos a 350 rs, a libra, PaKt0S do gaz a 200 rs a duzia de caixinhas
Vmho supenor da Figuerra e Lisboa, a 400, t0f .
440, 480 e 500 rs. a garrafa, e a 2,300,' e *>,0 re- a S83-
2,700, 3,000 e 3,400 rs. a caada. Ditas hygienicas e de seguranga a 240 rs. ai
dem iigarrafado, das seguintes marcas du-!
que do Porto, Feitoria, iNectar, velho secco, Alpista muito limpo a 160 rs. a libra,
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem scienle ao respeita
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, como abaixo vero n5o obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se pro va quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhesque mandem sens portadores, que serio Uto
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Chamisso, e Madeira superior a 8,300 rs. a >
du/Ha e 800 rs. a garrafa.
Idem.Bnrdeaux de diversas marcas a 640 rs.
a garrafa e 7,500 rs. a caixa com 12 garrafas.
Idom Moscatel deSetubala 1,700 rs. a gar-
rafa, e 18,000 rs. a duzia.
(arrafes com 5 garrafas de vinho do Porto, Peixeem latas, savel, pescada, e corvina a
Gomma de engotnmar a 80 rs. a. libra, e
2,200 rs. a arroba.
Sag muito novo e alvo a 240 rs. a libra.
SabSo hespanho*, a 280 rs. a libra.
tem massa a 180, 200 e 220 rs. a libra.
Lisboa eFigueira a 2,100, 2,200 e 2,300
rs. cora o garrafSo.
Idum hranco muito superior a 300 rs. a garra-
te e 3,300 rs. a caada.
1.000 rs. a lata.
Gnebra de Hollanda em butijasde contaa
400 rs.
Papel greve pautado e liso a 3,400 rs. a
resma.
Garrafoes com 5 garrafasde vinagre a 1,1 oo rs.
Vinagre superior de Lisboa a 1,400 rs. a ca- Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa.
nada e 200 rs. a garrafa. 'champanhe das mais a creditadas marcas
Velas de spermacete superiores a 380 e 640 a 10,000 rs. ogigo e 1,0'0 a garrafa.
rs. o maco. Doce de goiabade 400 a 800 rs. a caixa..
Manteigajngleza de 1.' qualidade, a 800 rs. Ghoco|ate portuguez> ^^ hespenhl e
suisso de 800 a 1,200 rs. a libra.
a libra.
dem de 2.1 dita, a 700 rs. a libra.
dem de 3*. dita a 600 rs. a libra.
dem franceza. amelhor do mercado a 540 rs.
e em barril a 500 rs. a libra.
Velas de carnauba e de composigao a 320 e
QO rs. a libra e 9,300 e 10,000 rs. a ar-
roba.
dem em latascom 2 '/* libras a 1,400 rs. a lata.
Banha de porco refinada a 500 rs. a libra.
4)ue.ijos flamengos chegados ltimamente a
2.000 re.
dem prato o melhor que ha neste genero a
700 rs. a libra.
Arroz Carolino e do Maranho a 2,800 rs. ar-
roba e 100 rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 280 rs. a libra.
Massas para sopa macarro etalharima
400 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Ba-
ha 3,800 3,400 3,000 e 2,400 rs. a
caixa.
Cerveja das melhores marcas de 5.000 a
6,000 rs. a duzia.
Biscoitos nglezes de todas as marcas a 1,200
rs. a lata.
Bolaixinhas de soda em latas grandes a 2,000
e 1,800 rs. cada lata.
Caixinhas comameixas francezas, de diversos
tamanhosal, 200,1,400,1,800e2,100rs.
cada urna.
Frutas em calda, ameixas, rainha Oladia, pc-
<\igos e alpech a 480 rs.
Marmolada dftodos os conserveiros de Lisboa |
a 600 rs. a libra.
Massa de tomates em latas de 1 libra a 560
e 640 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 340
rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo para areiar facas a 140 rs. cada um.
Ameixas em latas de 1 lJ% e 3 libras a 1,200 Farinha de Maranho a 140 rs. a libra.
Pimenta da India a 340 rs. a libra.
e 2,400 rs. a lata e 900 rs. a libra.
Cha huxim o melhor que possivel encontrar
neste genero a 2,700 rs. a libra,
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a
libra. \
dem niiudinho a 2,700 rs. a libra
dem preto de qualidade muito fina a 1,800 rs.
'dem mais inferiora4500 rs. a libra.
Prezuntos do Porto a 000 rs. a libra.
Genebra de larania a 900 rs. o frasco e 500 ,. u .
rs. os frascos pequeos. Batatas muito novas em gigos com 38 fibras
Chouricose paios os mais novos que ha no
Erva-doce a 320 rs. a libra.
Palitos para meza a 160 rs. o maco.
Verdadeira farinha de araruta a 500 rs. a
libra.
Frascos com ameixas francezas a 1,400 rs.
cada um.
mercado a 500 rs. a libra.
Cognac inglcz a 9oo rs. a garrafa.
Marrasquino de Zara a 7oo rs. o frasco e
8,000 rs. a duzia.
Licores francezes, annizete, plaisir des da-
mes, etc., etc. a 800 rs. a garrafa c8,5oo Estrelinha e rodinha para sopa a 600 rs. a
por l,5oo rs.
Canella da India a l,loo rs. a libra.
Cominho a 64o rs. a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas a 1,600 rs.
a ancoreta.
rs. a duzia.
libra.
Passas as melhores que se eneontram. a 360 Legumes seceos para sopa a 4oo rs. o mago.
Breu louro a 3oo rs. a libra e 8,000 rs. a
arroba.
Papel pautado e liso almaco e de peso de
3,ooo, a 4,000 rs. a resma. -
Ervilhas seccas chegadas no ultimo vapor a
2oo rs. a libra.
p*. a libra.
Bolachas inglezas muito 'novas a 24o rs.
a libra, e 3,5oo rs. a barrica.
Azeite refinado a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas de todas as. qualidades a,
750 rs. o frasco. 1
ojueunropqoso aisa jep
-Ejlsap e ejtdueui op tno.uos so apno 'ajjed bjwo b ora o as-raspi ato sozav sejnrai soiso
sabjod 'oJajd ojojeq mm jod S9jaua3 sajoqpm so apuOA as anb a og -u saznj^ sep
eu Bp bisisj3iuj raazBrajB ou os onb J8a soq|-opuazBj 'saaopBiJod suas so raoo ob5
-u.hib epo) J.>i sajoquas sorasara s opua\op 'jbpbjSb ora anb oaofqo janb|Bnb joa|oao"p
luoapuBra ap JOaej o HwzeuiJB aisau JBjdraoa majcpaeni anb sajoquos sob apad omsara o
'oiwaipaiaqRisa aisap soijdojd ora sojDafqo opuajuoa omsatn Bpuie 'spuatatnoaua jaan
-inu JeiAB ap as-B8ajJBaua ajuaraieossad opui.v omoa sopi.vias xasq ov\ majas 'so.vBJasa
no so^Bua snas jod JBJduioa majepuera aub sBssad sb oubijb a 'sopBuoiauam oxiBqB soj
-ajd sopd apBpuEub BJiouiiJd ap sojaua sopiaquoa aaq ?f snes so japnoA opBjaqjiap
maj 'sazanSajj snos sob jtajw uiaq BjBd |a.\issod joj anb o' opni jazBj bjsia raa aadraas
opua 'js^saaxSojd opcuiuiouap raazBuxn; opeiipam ojinu op oueiaudiud o
'98 3a
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 800 rs. a libra.,
dem de 2. qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3.a dita a 64o rs. a fibra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga francezaa mais nova que bao mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba*
timento.
Banha de porco refinada a 320 rs. a libra.
Vinbo em pipa Porto Figneira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 600 rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
*,ooo a garrafa e a lo.ooo a caixai o preco
nSo indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Farinha de MaranhSo muito alva echeiroza
a 10o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o re: a libra ea9,ooo
rs. arreba.
Sardinhas de .Nantes a 36o re. a lata,
Azeite doce de Lisboa a 64ors. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada..
Vinagre de Lisboa a 2oa rs. a garrafa e a
l,2ooxs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas, de. vinagre de Lis-
boa a l.loo rs.
Champanhe. das- marcas mais acreditadas a
1 8-e a, lo.ooo rs, o gigo, e aSoorSwea
1,000 rs. agarrafa.
Serveja pretamarca T e XXX a> 6,5oo e
7^000 rs. a'duzia, e a 600 rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
e 4,3oo rs. a duzia, e a 46o rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 re,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambera ha
para 4,000 rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
XAROPE DE RABAIVO IODADO
Segundo o UCrludiM dos metliew don fausplues de Panz, cusignudos no l'pn-ueeio. e n appri."i u
de varios Academicoi, esle Xarope emprega-se com omaior uccesso, em lugar di> OLEO DE riGAOO DE
BACALXAO, ao qual ellerealmente xuperlor. Cura as maleatiaa de peito, aa escrfula, o hmpbailsmo, a
pallidei e molleza das carnea, as perdas d' iippelite, e regenera a constituidlo puricanilo o sanjue Km
summa o mais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canea o estmago ou os Intestino*como o
'lodflro de potassium e o induro de ferro; e administra-fe com a maior efllcacidade aos meninos sujeitoj
ao* humoresou ao entopimentodasglanduas. O Douior Cutanr, do hospital deSaii'Loii de Pars,
o recommenda d'um modo inteiramente particular as molestias da pelle, conjunctamenle com as pitulas
'trae teem seu nome.
Depsito geral 1 em Parit, en casa de HM. Grimault C, pharmaceuticos, 7, na de la Feuillaue ;
i can Lisboa, en casa de Rodrigo da Cotfta-Can albo; no Porto, en casa de miuci jo. de smu-
rerrclra; em o Rio-de-Janeiro, luva Frsala e Dista, ra do SaliSo, 11 em Bakia, en aaea de
Jo-Crlno Ferrelra-EaBinhelra em kio-Grandt, en casa de Joaaaln de Goda; em JTaraw-
kdo, en casa de Ferrelra e c* em Pernambuco, sboum e C>, roa da Crui, 22; Sama, e as principaes
pharmacias do Braiil.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barboza
Vassouras do Porto arqueadas de > ferro obra
de muita duraco a 4oo re. cada urna.
Palitos de denles massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, comosejanrCamcs, Du*
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Gha-j
misso c Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com p.altos do 8az 20 re. a caixinha e 2,3oo re.
18 garrafas. /' |> a' S"523
Ga^Sf^T C^eC Vinh (,oPortofn- Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
tendo 3 garrafas a 2,5oo r& f latas de librasa 8oore. pechincha
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi- Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar-
gueira a2,4oore.
dem com I garrafas de vinho Lisboa a
2,loo re.
rafas por 6.3oo re.
dem em frasqueiras a6,3co rs. e 6,5oo rs. ea
56o rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa11 im j k,- u
vindo j engarrafado de LisboaP a 64o rs. lJ? & e ^"^ (luatr0 du"
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/, 2
ziasa 44o rs. cada botija.
dem de laranja era frascos grandes verda-
deira italiana a l,ooo rs. o fraseo.
Marrasquino de zara a 72o re.
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Licor francez de todas as qualidades em
cas estampas na caixa exterior a l,3ool garrafas de vidro brancos a 72o e 8oo re.
aa
H.1ZVI4HV KIV%H->
e
l,6oo 2,ooo e 2,5oors;
dem era latas de, l l% e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem era caixinhas a I,4oo rs.
dem em caixinhas ermeticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo re.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,oeo rs. a
caixa.
Salmo em latas ermeticamente lacradas a
8oore.
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oore.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
6oo e9oo re.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o re. a Hbra.
Chouricas momas encommenda especial nos-
sa a Soors. alibra,
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo re. a barriquinba com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em laas grandes, propinas para lunch*,
com 5 a 6 libras per 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6oo rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo re.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguesas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o re. a libra.
Amendods coofeitadas 7oo rs. alibra.
I dan da casca mole a 28o rs. a libra,
A*ahs i 2oo rs. a hbra.
I Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo
rs., eemcaixaa7,3oo, 8, e8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 8oo rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 8oo re. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a hbra.
Gomma de engommar muito alva a 8o re.
a libra e 2,2oo re. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Seradinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
s. a arroba.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o re. alibra,ea
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a 10,000 rs, a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l.eoo
rs. a libra.
Estrellinha e pe\ide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. alibra.
dem huxim muito superior a 2,7oo re. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo re. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo re. a libra.
dem nacional a l,6eo rs. a libra.
Batatas muito novas a8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messecipes, regala im-
erial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
,5oo, Lftpo. 3,ooo, e 2,8oo, 2,5oo,
2,oo P&> rs. a caixa. ,
Iberia!, flor das
3,5oo,. jjtao.
2,ooo eiaPQb;
BOU FAimiO HE F\ZE\AS.
Baratissimas que se vendera para apurar di-
nheiro, na loja e armazem da Arara, ra
d Imperatriz n. 56, loja de Lourenco
Pereira Mendes Guimares.
Nste grande estabelecimento acha-se um
grande sortimento. de fazendas, tanto para o!
raatto como para praca^ advertindo aos
seas freguezes que as fazendas tem subido,
porm no seu estabelecimento cada vez ven-
de, mais baratsimo, na loja cima da Arara,
ra da Imperatriz n. 56.
Principia Arara, astas orfindil a 200 rs.
Vende-se cassas organdis de quadros, cor
deicafc para vestidos a 200 re. o covado,cas-
sas francezas finas 240, 280 e 320 o.cova-
dn; pupelina de quadrinhos para vestidos de
senhora a 320 o covado: ra da Imperatriz
'n:56, Arara.
Scilinhas da Arara a 360 rs.
Vehde-se sedinhas de quadrinhos e de lis-
tinhas miudas para vestidos de senhora e
maninas a 560 o covado. 13azinhas de qua-
| drinhos a 320 o covado, ditas muito finas
transparentes, fazenda chegada neste ultimo
I vapora 400, 500 e 560 rs. o covado, desta
qualidade s tem Arara : ra da Imperatriz
n. 56",' de Mendes GuimarScs.
Outra pechiucha na Arara a 210 rs.
Vende-se chitas francezas cores fixas com
pnqueno toque de molo, porm aianca-se que
logo quo se lave fica limpa, padroes escoros
C claros a 240 e 280 rs. o covado, ditas lim-
Ipas, finas, a 320, 360 e 400 rs. o covado;
na loja da ra da Imperatriz da Arara n. 56,
de Mendes Guimares.
Arara vende as camisas para senhoras.
Vende-se camisas para senhoras com goli-
nhas e punlios, corabotaozinho e grvala,
fazenda vinda por este ultimo vapor a 44500
cada urna, golinhascom botaozinho e punho
muito finas a 14000, gravatinha ou golinha
com botaozinho para senhora a 320 rs.,
s na Arara vende-se capinhas bordadas
para menino a 14000 cada urna, entre-meios
e tiras bordadas para enf ilar vestidos a
14000 e i280apeca; na loja da Arara,
; ra da Imperatriz n. 56.
Rediobas da Arara para senhoras.
Vende-se redinhas para segurar cabello a
14000 rs., enfeites para cabeca de senhora a"
14000 rs.,- meias cenas para senhora a 320,
lencos de retroz para meninas a 320 rs s
na Arara, ra da Imperatriz n. 56, de Men-
Jes Guimares.
Ainda mais ama pechincha na Arara a 24000 rs.
Vende-se cortes de chitas inglezas a 24000,
ditas francezas com um pequeo toque de
mofo, porm alianco que logo que lave fica
limpa, vende-se a 24300, cortes de riscados
suissos, com 11 covados a 34000, cortes de
cassa de babados e de barras a 24000, para
acabar, ditos de barras de seda a 34000 rs.,
ditos brancos bordados de groxe enfeitados
com entre-meios a WOO: ra da Impera-
triz, loja da Arara n. 56 de Mendes Gui-
mares.
Arara vende roupa feila.
Vende-se calcas de ineia asimila c de
brn a 24000 rs palitos de brins de cores
a 24500, ditos brancos a 34000, ditos de ca-
simira a 44000 e 64000, camisas francezas
a 14600, 24 e 24500, ditas de linho de pre-
ga larga a 34000, seroulas de bramante de
algodo a 14600, ditas de linho a 24, gr-
valas a 400 e 500 rs., pares de meias a 120
e em duzia a 14400, 24300 e 34: ra da
Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Crtos de la a 34600, 14 e 4 rs.
Vende-se ricos cortes de 13a de quadri-
nhos a 34600, 44 e 34 cada corte, s na
Arara; ra da Imperatriz, loja da Arara
86.
Arara vende ricas eolias avelndadas a 84000 rs.
Vende-se ricas colxas aveludadas para ca-
ma a 84, ditas de fustao a 54, ditas de da-
masco a 44, cobertas de chita a 24000 ; roa
da Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Lencos de seda da Arara a 800 rs.
Vende-se lencos de seda fino, um s a
800 e 140O0, ditas com franxa a 14500,
chales de merino estampados a 34000, ditos
finos a 54, 64500 e 84, s.na Arara; ra da
Imperatriz n. 56.
Bal5es de arcos americanos a 34000.'
Vende-se balCes de arcos americanos a 34
34500, 44 e 4450O,bal5es de panno a 34500,
ditos brilhanlina a 44, s na Arara vende-
se pecas de madapolao enfeslado fino a 44,'
ditas de 14 jardas lino a 5300, 7e84,
algodSo cncorpado a 44, 44500 e 54000 rs.,
s na Arara; ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da Arara n. 56, de Lourenco Perei-
ra Mondes Guimares.
Casimiras, da Arara.
Vende>e cortes de casimiras escuras a
14600 e 24000, tambem se vende em covado,
1 covado e tres quartas da urna calca a 14
covado; na loja da Arara.
Arara vende as cambraias de earocinhos a 24300
Vende-se pecas de cambraias de earoci-
nhos de cores brancas a 24500a peca, cara-,
braia liza,fina a 34e 34300, ditas para cor-
tinados de 20 varas a 84, ditas de 10 varas
a 44, e 34, cortes de cassa com palmas sol-
tas, com 1 vara de largura a 24, na Arara ;
ra da Imperatriz n. 56.
\o armazem de fazendas bara-
tas de Mantos Coelho
RA DO QUEIMAD N. 19 VENDE-SE O SE-
GU1NTE :
Cobertas de chita da India
pelo barato preco de 25000.
Lencos
de panno de linho a 25000.
Lences
de bramante de Hnbo fino pelo barato preco ik
34000.
Lencos de cassa
brancos, finos proprios para altibeira pelo taran
prcoo de 20U0 o 2*40(1 a duzia.
Kilo liso fino
pelo baratissimo preco de 680 rs. a vara.
Madapolao tino
pecas de madapolao largo superior pelo baraut-
mo preco de 85000.
Iticas saias
de fustn a 55500.
Pecas de breUaba
de rolo com 10 varas propria para saia a 3520o.
Pecas do cambraia
adamascada para cortinado com 20 varas pelo Da-
nto preco de 105000.
Bramante de linho
fino com dez palmos de largura pelo barato pree>)
de 25300 a vara.
inalhas alcocboadas
para mao pelo baratissimo precede 55000 a di*
zia.
Atoalbado de liuho adamascado
proprio para toalha do mesa a 25500 vara.
Algodio ministro
com 8 palmos de largura pelo baratissimo pre$o
de 15000 a vara.
Corte* de calca
de ganga amarella de lista e de quadro fazenda su-
perior pelo baratissimo preco de 15200 o corte.
Laazinh;> de quadro
de gnsto inteiramente novo pelo barnlissimo prt$c
de 480 rs. o covado.
Peras de cambraia de salpiros
fina com 8t/2 varas pelo baratissimo proco de #8.
Pecas de cambraia de torro
pelo baratissimo preco de 25200.
Esleir da India
para forro du sala de 4. 5 e palnms de largura.
GRAGEAS
deCtELISeGONTE
Ao laetate de leo
Approvadas da academia imperial de nedl
de Paris.
Segundo o relatorio feilo na academia rm
4 de fevereiro de 1840 pelos Sis. [irofb-
sores BouiHaud, Fouquier c Ually, este fer-
ruginoso reconhecido superior a Itxlos os
outros para curar: a chlorosis- d''es cnu-
leurs), e leucorrha (perles Manche?), a
anemia (flaquezade temperamento nosdous
sexos), tlillicijidade de menstruacao sobre
tudo as mocas, incontinencia de uri-
nas, etc.
E' o mais agradavel de tomar por sna
forma de pilulas assucaradas, e Menei*$-
menle mais eflicaz do que as otitras prepa-
races etc., por ser muito so'mel no sueco
gstrico, como consta do relatorio ido re-
cntenteme na academia de medicina de
Paris pelo Sr. Flix Boudet, em nome de
urna commisso composla dos Sis. Vel|>eaij,
Depeau. Bouchardat, Trousstau, etc., to-
cando as experiencias feitas sobre os princi-
paes seres ferruginosos com um sueco gas-
trico fresco no laboratorio do jr. B*ntd un.
pelos Sis. Drs. Corvizart e Barread, qne
o lclalo de ferro o mais soluvel e por
consequencia o mais eflicaz.
Deposito geral: em Paris, ra Bourbon-
Villeneuve, 19
Em Pernambuco, na casa de Caors A Bar-
bosa, ra da Cruz n. 22._______________
Bu tatas
Ca xas eom dtias arrobas de bata*s d>semlaW-
cadas do patacho Mara da Otoa, hojo, pelo bara-
to preco de 35 a caixa : na ra du Amorin n. ki,
ou na ra da Madre de Dos a. 5.
_ esckatos mnos.
" Fvfio no da 4 do correikto nrz o esera*>
preto, Luiz, que representa 30 e lautos anuos da
idade, ei ioulo, bato e ebeo do corpo, ps laraos,
andar vagoroso, otkos Tesgoi e pe<|urnos, rah*fk
eftwta, boer* salieme, com taita de enh, rotnm
embriagarse : quem o pegar, twH) armaia
da caes do Ramos n. 6, que ser gaoerosameni
gratificado.


8
Diarlo de Peranibiic f^ elra de Onfnbro de frS.

LITTERATORA.
As distraccdes de minha
prtoa.
Minha prima tem urna imaginado muito
c'isirahida ; ella esquece-se dos iresquartos
co lempo em que est, e do que se passaao
redor da sua pessda. E' a primeira a rir de
si piop ia, quando o seu pensamento erran-
te medita em tudoquanto disse efez na sua
vida.
Sua me linha grande receio de v-la fi-
car para lia; pouca genie gosta de urna
nullier cujo espirito nao tem noile certo.
cojntudo nao lliefallaram pretendentes, por-
que era rica, e o dinheiro o rei do mundo I
Minha prima resida nos arrebaldes de
ftuo ; ella se chamara Laura de Champany ;
nSo sendo bonita, era engracada. Possuia
certo atiraclivos que substiluem a bellesa ;
ora peque-nina, mimosa, esperta e diligente ;
seinpre risonha, nao dava cavaco com os des-
seus bellos denles n'om bolo preto; o cho-ldo araarel
colate Ihe merecen sempre a preferencia aos casa.
e alegres enancas aniraassem a
seus rivaes: depois tomou relmpagos,
sendo que durante esse tempo madamoiselle
de Champany fazia urna encommenda ao pas-
telero.
Laura nao conhecia, ainda mesmo pelo
uome, a Mr. de Saubreuil, viu poucomais
ou menos um senhor, mas fez tanto caso del-
le como de um movel.
Ella teve o desazo de deixar caliir um pou-
co de creme nos seus pequeos dedos ; os
relmpagos sao prfidos Nao sabia o que
fizesse, porque o seu lenco eslava na algi-
beira, e para tira-lo era preciso tocar no seu
vestido de seda azul, e lalvez nodoa-lo.
Procurou com os olhos urna loalha de mo,
e nao viu-a; nesse momento Mr. de Sau-
breuil Ihe dava as costas; por descripeo
nao quera mira-la constantemente. Ella
descobriu urna ponta do lenco muito alva
que sabia do bolso de Mr. de Saubreuil; pa-
receu-lhe urna loalha muito propria, enviada
pela Providencia; puxou pelo lenco, enxu-
racao* Presentemente, ir de Silla Marse-
lha um passeio, e os viajantes t3o tratados
Dir-me-hes a isto que os maridos nSo sao como meninos malcriados ; elles acham,
muito amareis, e que os meninos sao quasi viajando, tudoquanto podem desejar.
sempre aborrecidos e bulicosos, mas pro- O companlieiro de viagem de Laura dis-
prio da especie humana desejar o que nao tribua corlezias portinhola, e quando o
tem,e madama de Champany pegava-se com. wagn poz-se em morimento, Laura ouriu
quanto santo ha para ler um genro e netos, i vozes que repetiam : i At vista, mon-
Uma de suas amigas que morara em CaenJsieur d'Ermont; boa ragem, monsieur
escrereu-lhe um da: d'Ermont!
Conclu o teu negocio Um braro gen- Madamoisele de Champany olhou machi-
lil-homem, rico e bom que far a felicidade Plmente para monsieur d'Ermont; era um
de Laura e a luaporpreco commodo. senhor gordo muito bem vestido, que podia
cuidos em que cahia todos os das-
Guando chegou edade de 18 annos, foi 80u nee os dedos, e tornou a colloca-lo onde
pedida pelo marquez de Brav ; esle casamen-, P .. ,
to completara os votos de madama de Cham-' ,P Mr\,de Saubrcu'1 ,u-a faze/ ,s *>m"m
pany ; dispoz-se de combinado com amigos i T't0 en*rarad' e quando ella acabou,
de ambas as partes urna entrevista solera- fez""!e uma Profunda ven,a- !* cahio
ne. Que recommendaces nao fez a me emJ\l m? >TC0 ver8onhosa desta Tez>
lH,a | Jpediu-lhe descnlpas.
Madama de Champany julgoo que tamben
Em todo caso, podendo a proporcao de
representantes, assignada aos diversos inte-
resses, variar em cada eleico conforme as
mudancas sobrevindas no estado e situac3o
dos eleilores (10), uma simples questo
de algarismos t5o fcil de penetrar e resol-
ver pelos gorernados, como pelo governo.
Alm disso, esta combinaco eleitoral fun-
dar-se-bia nos principios da mais estricta
egualdade, pos que seriam collocados na
mesma linha os operarios mediocres que
gocios que se fazem melhor sem elle ; mas,
para que a representado offereca uma fiel
imagem do paiz tal qual a influencia do
poder central, qual estamos habituados,
nao poderia absolutamente ser excluida das
assemblas
Nao seria permittido, como na Inglaterra,
por qualquer bypolhese admitala e regula-
da, confiar nomeacao do gorerno um cer-
to numero de cadeiras na cmara legislati-
va ? Algumas pessoas acharSo indubitavel-
o Nada facas e sobretudo nao falles sem
pensar. >
. deria intervir; Mr. de Saubreoil mostr*
Na "mes* deram Laura um lugar junto ? a8radavel;.algre e pojj" elle consi-
do marquei; ambos communicaram-se ; M. Jlava1f {fzJe ,er Pod,do **$
de Bray estara encantado da chistosa e ale- damo1I8e'? de Champany, e pedieren conti-
gre loquacidade de mademoisella de Cham-! tmf ^ V? para ^esentar-sesa w/to.
pany Elle a interrogara acerca dos seus'H*'"J?.0,,fe'f''ar. aP0,ta ^selheiro
gustos, ella respondia'com franqueza e a- derP/*fS22 CIyoll'en,??.acataL1"*?
banduno; perguntou-lhe finalmente qual era ff,*'S ou chocla* convmta abn-
a existencia que Ihe agradara mais Que- rf^ qae
ria, deste modo, saber se ella amara a ridaI u aJo k i j- j .
de familia os seus gozos tranquillos, ou o1,,*"' de Saubreml pediu a mo de Laara,e
mundo os seus prazeres e perigos. Neste !?u 9"? na0 Pre'endia esposa-lo, diese
momento o espirito de Laura eslava no mun- i dianleT delle a m* Sua amiga :
Tens muito desejo de casar-te, portanto
recebe por marido a Mr. de Saubreuil, e Ir-
E madama de Bourgneuf, a amiga em
questo, expediu com muita presteza o ob-
jeclo annunciado.
Me d'Etangs embarcou-se n'um barca a
vapor chamado a Netistria, que faz o traje-
lo entre Caen e o Havre, e rice-verm. Elle
enjoou porque o balanco muito forte na
fnz do Sena; mas, cheio de enlhusiasmo,
n3o parou no Harre, e da coberta da Neus-
tria passou para um wagn que se diriga a
Ruao.
.Madama e madamoiselle de Champany so
o esperaran) no dia seguinte.
Ai de mm I pensara a pobre m5e, pe-
gar fogo desta rez 7
Madama de Champany mandara buscar
em RuSo um relojoeiro para concertar o re-
logio do salao. Laura estara so; estendida
indolentemente sobre uma poltrona, tinha
contar quarenta e cinco primaveras, oculos
de ouro ornavam o seu nariz, um diamante
brilhava no seu dedo mnimo Laura recor-
dou-se de uma opera cmica que tinha vis-
to representar na sua infancia, na qual baria
este recitativo:
Trop malJieureux d'Ermont
Toujours couoant aprs a belle.
Recordou-se da aria, e, com os olhos filos
no seu tis--vis, poz-se a cantar esta co-
pla.
* Madama, Ihe disse M. d'Ermont, eu
me chamo d'Ermont, rerdade, mas nejn
sou infeliz, nem corro airas de ninguem.
Laura descolpou-se, e comecaram a con-
rersar; ella esqueceu-se de dscer em Tours,
e ja estar em Saumur, quando riu que li-
nha do alm do termo da sua rragem. M.
d'Ermont conridoo-a para que fosse at
os olhos filos norelogio parado. Ella n3o!Nantes ; expediu um ariso telegraphico pa-
do da la.
t A mais feliz posico, disse ella resolu-
tamente filando os seus grandes olhos pre-
tosjio marquez, aquella que eu maisinreja-
ria, a de uma vibra
Madama de Champany ficou fra como um
Ciado, os convidados se aterraran).
t Madamoiselle, replicou Mr. de Rray, 'lgj1"'
uma posicSo que poucas pessas vos deseja-
rajn procurar,
E uo mesmo dia relirou-se.
Algum tempo depois, um prente de Lau-
ra, que resida em Pars, lembrou -se de '
mandar a Ruao um bello rapaz que deseja-
va
vrar-me-has delle.
O conselheiro de prefeitura fe-lhe avon-|
tade.
Laura chegou a edade de vinte e cincoH
annos sem ter adiado um marido do seu
goslo; afugentando uns por suas excentrici-
e recusando outros porque era real-
mente muito difficil de contentar.
As suas disiraccoes passaram por prorer-
bio em Ruao.
Um dia, uma dama que tinba fiJhos de
mrito muito mediocre, gabava-os com en-
lhusiasmo. Madamoiselle de Champany dis-
se-lhecom umar muito prasenteiro:.-
casar-se.
Mr. de Gardain quiz ver primeiro ma- g h ,
damoiselle de ^ampany antes deserapre- filhos encanlador^s,!,
Outra vez.madama de Champany conrida-
sentado a sua mae. Soube que estas senho-
ras viatam todos os domingos ouvir si missa ra a janla um d odacJ ..
do da na calhcdral; indagouqual oseu ban- ,..;, .., ,;k. .. ,...,
co e assenlou-se alguma distancia n'outro
de detraz.
tavel, o qual linha um bello talento para a
i pintura. Laura imaginou que em vez de
'm?e,r?f* i- i 'ser pintor, elle era msico, e com a sua es-
Mr de Crdame era artista echnslao; ^ ordinaria, pedu-lbe para cantaralgu-
elle admirou essa magnifica calhedral, obra ma cousa Q ci)I!one| esca^ elb inis.
puma dos lempos passados que nenhum edi- tj e e||e ^^^ fur] persuadido de
BciO moderno jifia podera egualar. Aira- ea ln,ja do mvslifi^.|o
vessaiidu o portal golh.co, pondo o pe so-^ Duranle umHinverno em que madamoi.
hre-alagea carcomida pelo lempo elevando Sel|edeCbampanvfrequentava assiduamenle
"fSEllS^SSKS^ as ^edades e apelar das suas distrae-
nos remontamos aos primeiros annos
clnislianismo.
d as sociedades, e, apezar
icoes, era muito requestada, uma lardees-
___, ,. .____perou e seu cabelleireiro, pelo menos duas
Cre-se ver a sombra deslc altar, a formo-1 JK)ras> *
sa rainfaa Brunehautt esposando a seu sobri-
nho Meroven ; o bispo Prelextato cahindo
assassnado sobre os santos degrus; Rolan-
do torn.indo-se chrslo, o vencedor curvan-
do a cabera sobre a pia baplismal; Guilher-
me o conquistador invocando o Deus dos ex-
Emfim appareceu urna*figura desconheci-
da; era um rapaz ruivo, de cabello frisado,
que trazia um pente na mao, e que explicou
Laura que elle era ajudante de campo do
cabelleireiro ordinario, Mr. Prerost, e que o
calos; Joo sem Terra, pronunciando, no palo no poda rir em pessoa por fercor-
ntimodocoraco, a sentenca de morte de tado a mo. Laura conliou-lhe os seus ca-
Anhur; Joanna d'Arc murmurando asna bellos com uma certa desconfianca, maslo-
ultima oracao, os seus adeuses seu re e go nu que elle era um perito oficial; tinha
sua mae! Sentmo-nos absorridos primeiro nicamente uma queixa delle, de ter rindo
por laes lemhrancas histricas, depois o co- nuU> la'de- Ella anda precisara do seu
racao vulla-se para Deus! Que geragoes nao servigo no da immedialo ao seguinte, e Ih*-
se succederam para rir adora-lo sob esta an- recommendou muito que viesse cedo
liga abobada I Tudo mudou; as naces e os1 Nesse da, Laura tinha algumas compras
seculos passaram, so a Divindade ali ficou, a fazer ; dingiu-se a Ruao- edesceu docar-
e ainda se oflerece a nos sobre esse altar co- ro na ra do Crosne; era acompanhada por
mo se oflerecia aos nossos paes, ha mais de um criado ve'ho com quem eslava acostu-
mil annos! imada a sa'nr desde a sua infancia ; tenciona-
l'orianio Mr. de Gardain, no silencio do! va passar pela loja do cabelleireiro para cer-
recr Ihimenlo de espirito, medilava quando: tficar-se da sua exaclklo, quando um ra-
a gentil Laura appareceu a seus olhos. Ella' paz pouco ruivo e muito bem frisado Ihe ap-
tomou lugar junto de sua me, e abriu o' pareceu a alguns passos; ella nao duvidou
livjosavessas; assentou-se ao Erangelbo e! de reconhecer o primeiro mtmstove Mr
saberia dizer se pensara no relogio ou se no
seu futuro. Era lusco e fusco, e baria pou-
ca claridade no salo da tilla Champany.
O criado-gravo abriu a porta, e iotrodu-
ziu um estrangeiro sem annuncia-lo.
Laura apenas olhou pava elle dis?e com-
sigo; o retojoeiro.
c Minha roaesahiu, accrescentou ella-al-
to e sem moTer-se, senhor, examinae este
relogio que est parado desde hontem a nou-
te, e vede se o podis fazer trabalhar sem
que seja preciso earia-lo a RuSo?
O descenhecidoobserrou a Laura comad-
miraco e pelo menos achou Bem estranhc
este modo de fazer conliecimenlo, depois'
disse comsigo:
c Esta amarel joven me considera desde
ja-como fazendo parto da familia., ella qur
experimentar a minha babilidade e hons of-
ficios, vou tratar de tornar-me utrl e agra-
darel ao mesmo tempow
Elle fez laura uma graciosa rama, poz
o seuxhapu sobre ammorel, tirso as lu-
ra, e approximando-se do relogio, ome-
C0~ a examinar o moviaaenlo. Todos os
homens, sobretudo os que hahitam o cam-
po, sabem mais ou menos concertar am re-
logio quando o mechanismo nao est:que-
brado. O estrangeiro notoo que a pndula
ni-eslava a pronto ; elle tirou de sua car-
teirauma cartav. dobrou-* em duas, e res-
labekceu o equilibrio ; foz andar os sinos,
as agulhas, e eodireitou inmediatamente o
relogio ; de vez em quando elle lanzara ora
olbar torno pasa o lado de Laura, que nao
o Linha na. lembranca. Emliin eschM>u
com um ar triuropnante :
F.i-lo quetrabalha, ebem I
Est bom, disse Laura, minha-me.
nSo se demora, ella tem dilerentes eousas
a dizer-vos, qr comprar um despertador
para os seos criados.
M. d'Etangs, porque era elle, assentou-
se perto de Laura, e fez comsigo esra re-
flcxao, que era singular que madamoiselle
de Champan;, s Ihe fallasse acerca dos re-
logjos da casa. Elle ainda nao linha.desco-
berto a verdade que Ihe era muito mortifi-
cante.
De sua parte, madamoiselle de-Champa-
ny levou muito a mal que um relojoeiro ti-
vesse a ousadia de assentar-se no salao de
sua me sem que para isso fosse convi-
dado.
* Senhor, disse Da. certamente estaes
muito caneado ?
-- Pelo contrario, muito pouco, mada-
moiselle, o desejo. de rer-vos me faria atra-
ressar um deserto.
ranrem as bagagens de Laura, e procu-
roo-lhe todos os commodos possiveis. Ella
pensou comsigo;
Cm marido deve ser boa cousa, minha
me tinha razo *
Da sua parte, M d'Ermont lambero dizia
comsigo-que madamoiselle de Champany era
uma mo^a amarel, bem conservada, e que
seria fel de possuHa por mulher.
Laura tinha uma amiga em Nantes ; eMa
tomou a sua casa. M. d'Ermont conhecia
essa amiga e seu marido;' elle foi, no din-
seguidle, saber noticias da sita bella vioH
jante, assim que elle- chama madamoi-
selle de Champany.
Minha chara Laura, disse madama de
lonnefond, sebes-que deverias fazer ? Casar
rom M. d'Ermont, encllente homem,
riquissimo, e muito considerado.
Nao quero melhor, responden inge-
nuamente Laura, arranja isto, porque se eu
me metter, tudse perder*IV
Aio mesmo tempo d'Ermont dizia M. de
Bonnefond :
Meu charo amigo, serebo mais infeliz
dos bomens se nao esposo a minha encanta-
dora' viajante B Encarregae-vos da minha
cause.
Acausa estava ganha d'anteroo, o adro-
gadO'fez bom jogo.
Laura hoje madama d'Ermont, M. d'Er-
mont freqnentemente obrigado a correr,
nao atraz de sua bella, como na canco,
mas atraz da im?ginacao de sua-mulher que
contina a divagar pelos espatos imagina-
rios:
CONDEpA DE MlKABEAI".
(Jornal des Demoiseiles. Trai.por A. de
Afendonca+J
ficou em p ao levantar Deus; depois em-
ha'angou-se sobre o seu genuflexorio quees-
COrrcgou, cahindo ella no ladrilho.
Madama de Champany levara todo o%tem-
po do oficio divino a despertar sua "Blha.
Todava Laura era piedosa : na egreja, pen-
sava em Deus, mas em vez de applicar-lhe o [t0 admirado.
Prevost o cabelleireiro, e indo em direilura
a elle, deteve-o e disse-lhe :
la vossa casa, senhor, para recom-
mendar-vos que nao vos esquecaes de mm
esta noule.
O joven encarou-a com um ar algum tan-
produzem pouco, e os operarios habis que mente que ha "um pouco de smplcidade
produzern muito ; egualmente seriam pos--em tomar no nosso paiz tanto cuidado pelo
los no mesmo p proprielarios e cnmmer- governo: com ludo, quando se traa de
ciantes quepagassem muitos imposto, e os tornar duravel a liberdade, o exemplo da
O sufragio universal.
(Contmuacdo. )
Segundo o calculo cima, a batanea dy-
namioa do poder electivo dea o resultado
seguinte: a propriedude e a agricultura
^possuem uma foflca legislativa de 151 depu-j
?adb% (); esta forca para a commerco e
indasria de 43 depulados (7):e-de 13 pata
as profissoes liberaes (8) ; para trabajado-
res simples proletarios (9), a forca legisla-
tira, de 78 deputados. Qa&r estas forjas
sejam postas em separado, qur sejam con-
fuudidas, nodeixam de existir na propor-
cao. dos algarismos que asabam de sen ex>
pastos. Com o actual systema de rotos
mpossivel cenhecer como taes forcas se ap-
piieam ou se desenvolrem as eleicSes:
um bem ? Por meio do voto dividido ellas se
tmoslrariam clara e publkiamente: seria um
Senhor, replicou Laura, podis ret-1 ma| f A|ra diss0j nao iwvera umf grane
rar-vos, se minha me tiver algumas ordens|vanlageni em saber >m& vem cada depu.
tado, no-s de que lugar, como tambero de
que regio social ?
seu pensamento ao culto que Ihe era devdo
na tena, deixava-o pergrinar no cu.
Quando madamoiselle de Champany ret-
rou-se, desceu a nave leda com o seu cha-
pu de sol aborto. Sua me, que ia adan-
te, nao va isto, e lodos riam-se della em sua
paasagem.
f E' douda e malcreada! disse comsi-
t Viris as oito horas em ponto a minha
casa
De muito boa vontade, madamoiselle.
Previno-vos que se faltardes. nao me
dirigirei mais a vos de outra occasio.
O joven inclinou-se segunda vez e respon-
deu:
Madamoiselle, tende a bondade de me
S1
o Mr. de Gardain que foi enmprar um bi- indicar a vossa|habitac3o.
fliete de espada de ferro em lugar de diri-
gir-se f/7/fl Champany.
Um ou dous annos passaram;
pedida em casamento por pessas que dese-
javam fazer uma boa esj>eculac;io esposando-
a, mas aquelles que teriam sido para ella
um bom partido, procuraran) oulras. Lau-
ra era semelhanle uma barca sem piloto,
c as suas continuas distraccSes que enlreti-
nliam os indilTercntes, amedrontavam os bo-
mens razoaveis e as mies de familia.
Comludo um recem-vndo a Ruo, um e-
leganle parisiense, Mr. de Saubreuil. repa-
rn em Laura n'um baile, tomou informa-
ces, e surriu desdenhosamente quando Ihe
failaram da especie de enfermidade de ma-
damoiselle de Champany.
disse elle,
A minha habilaco 1 mas ros a sabis,
riestes ante-hontem casa de minha me,
a ? na villa Champany, estrada de Paris.
O joven fez um gesto de admiraco e pa-
receu protestar mentalmente contra esta as-
serco.
Laura impacientada replicou :
c Emljm, senhor, podis, sim ou nao,
vir penlear-me esta noute s oito horas ?
Certamente, madamoiselle, irei a ros-
sa casa, e empregarei todos os meus exfor-
cos para penteiar-vos, j que o desejaes.
< Como lodos os vossos exforcos I que
queris dizer ?
Quero dizer, madamoiselle, que pro-
curarei penlear-vos, por rer esle o vosso
goslo, mas nao respondo pelo resultado por
a dar-ros, mandar dizer>vos.
Mas, madamoiselle, objeclou M d'Br
tangs, nao rWn aqui para tornar a partir
cinco minutos depois; esperara um melhor
acolhimento da rossa parte, nada fiz que
possa olfender-vos, e permitlir-me-heis- es-
perar neste lugar a rolla de madama de
Champany.
t Pois bem, senhor, se queris esperar,
esperae na ante-camara.
M. d'Etangs levntou-se, mas uo quiz
retirar-se sem protestar contra esla eslra-
nha recepeo.
Madamoiselle, disse elle, b3o sei qual
o fim desta extraragante chocarrice. A' mi-
nha chegada em vossa casa, sem dirigir-me
uma xpresso de boa rinda, me fizestes
endireitar o rosso relogio, depois do que,
me botastes pela portaa lora. Por quem
me tomaes ?
t Mas, senhor, eu vos tomo por um re-
lojoeiro
M. d'Etangs vortou a Ruo, e immedia-
tamente parliu para Caen.
Madama de Champany arrancou os cabel-
los, e Laura disse philosophicamente que
jamis lamentara a peda de um marido
que podia confundir-se com um relojoeiro.
Que ros direi ? Laura contihuou a enve-
Ihecer, e o seu carcter ficou um tanto des-
abrido. Sua me mor ret, tal vea de pesar?
Quem sabe ? As decepces sao tao do-
lorosas a um coraco maternal! A trinla
annos, Laura eslava s, sem poder tomar
uma resoluco, e perdendo por sua culpa
todas as occasies de crear um futuro pa-
ra si.
Um bello dia, para dstrahr-se, pensou
em viajar. Foi primeiro a Paris, depois
tomou a estrada de ferro Tours; uma das
suas tias habitara esla cidade, dirgiu-se
para sua casa. Ella estara installada n'um
wagn onde tinha a boa fortuna de se a-
char s com a sua criada grare, quando, na
estago de Orleans, a portinhola abriu-se e
um viajante assentou-se defronte della. Elle
respondia a amigos que o tinham acompa-
so) A agricultura 3,8*6,000 individuos
em 1831 (adoptamos aqui os algarismos de
Mauricio Block, Estatistica comparada}, po-
dendo dividir-se assim:
Caseiros.................. &70,oC0
Reodeiros, colonos, e oulros cul-
tivadores, dando aos proprie-
larios uma parle das euas co-
lheitas................. 380,000
Jornaleiros propietarios parcelarios em
1851 : 3 milhes destes nao pagavam con-
tribuico pessoal; isenco motirada por sua
extrema pobreza,-que aautoridado munici-
pal tinha attestado. Estes tres milhoes de
proprielarios indigentes, supprimindo um
terco para mulheres, menores e inhabeis,
daran) 2 milhes de eleilores pequeos pro-
prielarios e ao mesmo tempo jornaleiros.
Os rende'iros sendo muitas vezas proprie-
larios e reciprocamente, o numero de pro-
prielarios destnelos difficil de eslabele-
cer ; mas a proporcao entre a grande, a
media e a pequea propredade esta:
Grande propriedade 6,469,0<*0 hectares.
Media propredade 25,4:19,000
Pequea propriedade 9,901,000
E' preste ser provinciano, u.5>c c..e, nunca enleei a nmguem.
para fa/.er Aro em semelhantes bagatellas. n
Esta esiramBoticas esturdas sero um en- Nunca penteastes ninguem I Pois nao
canto de maisn'uma mulher bonita I | sois vos o primeiro oficial cabelleireiro de
E elle cudou no meio de ser admillido Mr. Prevost?
Da intmdade de madama de Champany, Nao madamoiselle, sou primeiro pra-
para conquistar a herdeira que tanto Ihe, ficante de Mr. Berbm, tabellio.
convinha. Senhor, eu ros peco mil perdes! ex- nhado Adcus I al rista, darei cumpri-
Mr. de Saubreuil tinha o coslume de cer- clamou Laura, desculpe-me, sou extrema- ment s vossas commisses, etc.; isto
tos rapazes, de ir comer devagar e roendo,' menle dstrahida. i foi dito em despedida,
blps as pasteleras. E' um passatempo Sou eu, senhora, que lamento nao sa-! A ninguem sao estranhas estas scenas de
quando nao ha o que fazer, uma golodice ber pentear, porque tera sido feliz de pres- caminhos de ferro, menos ridiculas todava
que pode fazer concurrencia com essa outra lar-ros este pequeo serrico. do que as da-1 diligencias. No bom lempo
suprema que consiste em regalar-se coma' Laura eslava lo acostumada com estas antigo, quando alguem viajara, era escol-
fumaca de um charuto. Mr.de Saubreuil cousas, que nao tere o menor constrangi- tado de cestos de prorises, ouriam-se en-
eslava, um dia, oceupado em saborear bo- ment e conlenlou-se com pensar que tinha tao estas recommendages intimas: t O fran-
linhos, quando a sge de madama de Cham- encontralo umescrevenle de labellio muito go est no fundo do cabaz; tende cuidado
pany parou defronte do armazem do confei- espirituoso. para nao quebrar a garrafa, ha sal em um
teiro. Elle pediu depressaphtm-puddings, \ Madama de Champany desesperara de rer papelico, etc., etc. ...
41,809,000
Conforme a ultima estatistica da secreta-
ria do commercio e agricultura, o numero
dos proprielarios ruraes se elera a......
6.200,000 pouco mais ou menos, algarismo
muito inferior a 7,846,000; mas, diminuin-
do desle algarismo um numero presumido
de 2 milhoes para menores, mulheres, in-
habeis e fallidos, pde-se admitlir o alga-
rismo approximatiro de 5,285,000 eleilores
proprielarios e agricultores, o qual, dividido
por 35,00 cultura, etc.
(7) Accionistas e cesionarios, capitalistas
nao proprielarios, commercianles
triaes e mestres de fabricas, 1,672,467;
grande industria, 124,133; pequea indus-
tria e commercio, 1,548,334. Numero de
patentes em 18571,712,433. Reduccoa
1,505,000 eleilores : 43 depulados.
(8) Profissoes liberaes, 495,978, s quaes
se pode ajuniar alguns milhares de eleitores
offlciaes de trra e mar, nao alistados as
precedentes categoiias. Reducco approxi-
matira ao algarismo de 455,000 eleitores:
d para as profissoes liberaes 13 depulados.
(9 Trabalhadores agrcolas nao proprie-
que pagassem poucos; e os deputados, qur
de uns, qur de oulros, teriam uma parte
egualde influencia poltica no gorerno. Sem
precisar ser rico, bastara ser possuidor de
uma fraeco da riqueza nacional para ser
chamado a representar esta no escrutinio,
do mesmo modo que nao hatera necessda-
de de ser um trabalhador intelligenle ou
esforcado para representar o interesse que
corresponde sua situaco, porque ha ocio-
sos roluntaros as classes laboriosas, e os
seus dreitos, eguaes aos nossos, sao sa-
grados.
Para que a representacao dstncla dos in-
teresses fosse completa, conriria primeiro
que cada categora votaste separadamente,
e entao os jornaleiros e o pauperismo, sem-
pre promptos a reclamar contra a ordem es-
tabetecida, reram com evidencia que leem
por este meio uma ria franca s reclama-
coes- fegaes, e julgar-se-hiam muito melhor
defendidos e protegidos pelos representan-
tes especiaes. Neste caso, se conseguir'
talrez que o jornalero feroz e illuddo no>
fosse conspirar occuUamenle, o que nao
nem de confiar, nem digno de om eleitor e
cdado de- um grande paiz.
De mais o roto separado poderia lerar
renoraco annual das assemblas. Esta theo-
ria j foi oBjeeto de uma brilhanie discus-
so em 18*7^; est ella absolutamente con-
demnada ? Da eleicao por escala resoltara
cada anno ama nova infusa o ao espirito do
paiz no poder representativo; seria uma
cmara que nlo' enrelheoeria : qrasfque
alo nos parmttido enrelhecer emx pol-
tica.
Conforme esta bypolhese, os nlerasses
separadamente-gropados serviran) para di-
vidir e fortificar o roto universal, mas nao
pira gorernar directamente. Em seu acoor-
do-o em sua confrontacao se encontraran)
uteis elementos- para gorernar, e a camera
electiva resultante de um tal systema aio
sena nicamente nem uma cmara de com-
mercio, nem umeomicio agrcola, nem uma
reuniao de syndkaturas oo de accionistas;
maso rerdadeiro taco e a grande unidade
do paiz, representado todo ioteiro por cada
deputado segund o principio admittido al
hoje na Franca e na Inglaterra; apezar das
dvisoes locaes ercumscripeoesgeograpbU
cas adoptadas em ambas as aaees. Quanto
ao espirito de uma cmara assim constituida.;
ii7 causa receio. As intelhgencias elevam-
se e animam-se depressa as grandes as-
soffiblas polticas. Os Francezes, quando
reunidos, tomaran sempre as questoes de
.uuitb alto, e, logo que coraecarem, nao se
demoraro em acertar com- a arte de bem
discorter no palaeio Rourbo, este paraizo
perdido das commocoes parlamentares. Sera
nada abandonar nem sacrificar na defesa da
nossa causa, pojemos tomai* a do mendigo e
ado jornaleiro,. para prevenir que ehes nao
venham a cahir sob o dominio dos visiona-
rios funestos ouamolinadores interessados.
Se nao se deve-deixar gerernar pelos jor-
naleiros e pelos mendigos^ conrem nao tra-
ta-Ios como cr'ancas, porque em todo o caso
sao crancas terrireis. Alm disso, com o
suffrago uni'Aersal dividido, cada minora
vencida sobre o terreno eleitoral s" quere-
rla os seus eguaes. Quando ella se achasse
embarazada na sua escolha, queixar-se-hia
tao somenta dos seus companlteiros que
teem o mesmo interesse ; nao passaria de
urna queslo.de familia que sera envenenar-
se. E intil accrescentar que os represen-
tantes dos- diversos- interesses poderam ser
escolhidos-, em. todas as posices "e que oa<|
ele?o de depulados as regras seriam as
mesmas que presentemente existem. Os
proprielarios adoptaran) a seu. bel-prazer
como seu representante um. astrnomo ou
um general, e da mesma surte os jornalei-
ros, os commercianles ou os homens de le-
tras escolheriam indistinctamente por depu-
tado um publicista, um proprietaio, um
gemetra, um medico, um advogado ou ou-
tro qualquer. Se os ai'lisias quizossem fa-
zer-se representar por um delles, nao convi-
ria impedi-los; mas, se o fizessem privati-
vamente, por amor proprio de cLasse, nao
ganhariam em ver a sua causa defendida e
P'eileada, assim como as grandes questoes
polticas decididas pela ignorancia presump-
cosa de um dos seas, e, no caso de que este
fosse lo instruido que correspondesse al-
tura do seu mandato legislativo, nao sera
mais permittido considera-lo como um sim-
ples artista. E' prorarel que, na hypothese
do roto dividido, as eleices fossem quasi
semelhantes ao que tivessem silo as ootras
pochas ; somente a sgnificaco seria difi-
reme. lAlm disto, para por em pratica es-
ta combinaco eleitoral, tornar-se-hia indis-
pe nsa ve I nao cahir em uma reaeco exage-
rada contra a administrado e o poder go-
vernativo, que tem como o ultimo de nos
seu direi lo de legitima defesa. A titulo de
desforra nao se deve dar-lhe oque os Ingle-
zes chamara fair play ?
Segundo o principio desenvolvido por M.
Sluart Mili, ha certas cousas que o gorerno,
exectuivo, o nico que pode fazer bem :
pelo contrario, ha uma outra ordm de ne-
nos 2,100,000. Se apartam-se os jornaleiros
nao proprielarios dos que o sao, segundo a
proporcao indicada de 760 sobre 1000, sao
oblidos aproximativamente 1,600,000tra-
balhadores agrcolas e eleitores.
Jornaleiros industriaes e de
commercio, criados etc.... 2.109,894
e indus- Jornaleiros agrcolas........ 1,60 ',000
3,709,804
Admittndo uma reduccao de 979,894
para aprendizes, menores, inhabeis, vaga-
bundos, acha-se como algarismo approxlma-
tivo dos eleitores jornaleiros2,730,000.
Deputados, 78.-
(10) Para reunir os rotos de 35,000 elei-
tores, exclusiramente tomados em uma ca-
tegora especial, ha uma grare difflculda-
de; nao saria preciso sahir muitas rezes
dos limites
das circumstancias actuaos 1 O
Aquelles a quem'tarios, 3,480,218 homens e mulheres; se- interesse agrcola, e o interesse dos joma-
Inglaterra nos anima, e parece-oos que nao
deve ser despiezada nenhuma das precau-
ces, que ella tem sido a primeira a lomar.
Nao seria dar muita importancia a este
esludo o oceuparmo-nos com objecces qae
seapresentaro lalvez ao espirito daque les
que confunden) certas lemhrancas de 1848,
quando se falla da representacao especial e
dstncla dos jornaleiros ? Apenas estamos
aqui no dominio da Iheoria, e uma tal ds-
cusso seria cer lamenta prematuro. Nao ha
mais necessidade de responder aquelles que
temiam de rr na diviso do carpo eleitoral
uma volta disfarcada para as antigs separa-
ces da sociedade em classes. Em todo caso
competira a oulros mais autorsados do que
as resolver estas graves questoes. Somente
se tem visto, ha oitenla annos, surgiris e
desapparecerero lanas cousas, que nospare^
ce difficil decidir o que mpossivel e o que
nlo .
OuIms objecces de uma ordem dif&rente
nos tocam de mai6 perto. Ha uma por
exemplo que prevemos e qual nos propo-
kmos a responder, porque ella tendera a por
systema que pattnteamos em lula com
am dos principios mais charos sociedade
franceza desde 89 Nruma classificaco elei-
toral concebida, segundo as bases que aca-
ban) de ser desenvolvidas-, haveria um peri-
go real para a eguldade dos cidadaos ? Nc
podemos or-l. E' incoatestarel que para a
escofia de um superior, operante a lei, co-
mo parante a proteceo os represso da jus-
tica, todos somes eguaes; mas a egualdade
acha-se em m posico e levada para fra do
seu dominio, quando se pretende fazer del-
la um argumento estricto contra toda a dis-
lincce entre as S>rcas eleitoraes o fim da
eleigo dar, peto exercicio de am direito
e de um de ver communs a lodos, a repre-
senlagao e a imagem fiel do parz resumido
n'uma Ksembla. As cmaras-representati-
vas sao um espelt til por causa da exac-
tido da imagem que reproduzera N'isso
nao ha nenhum -pretexto para que o poder e
a administracao, erobellezados da sua mutua
semelha?ica, se limiten sempre a offerecer-
se recprocamente o seu retrato lirado a
muitos exemplares pelo processe da Cma-
ra obscura da candidatura oficial-. K* o nos-
so retrato,- de nos- outros peqaenos admi-
nistrados, que estimaramos rr repreduzir
e pedir : nao o recusaramos, se se desco-
brisse atguma uliltade em se achar um
meio de representar fielmente nao s as
nossas opinoes e si*juacues respectras, mas
ainda as-suas desegnaidades que subsistem.
apezar de ludo em-proveito des interesses
contemporneos.
Emfim. o tempo presente por. si aesmo
nao protesta contra^corlas ideas- exageradas
de egualdade absoluta, e nao est sutwneiti-
do a urna corrente dupla e inwersa? Peder-
se-hiaibjoje recon|ecer duas sortes de egual- v
dade, uma negativa e outra positiva, cuja i
attrac?ao e repulso se fazem seMir como
dous polos contrarios.
A primeira consiste em abalr tado quan-
to se elera, em por obstculos a tado quan-
to se distingue e em emi>obrecer tudo quin-
to se enriquece; a segunda, isto, a egual--
dada positiva, coasiste ero ajudar e animar o
vicio a transformar-se era rirtude, a fran-
queza em forcaa uteis, a indigencia em ri-
quezas, e em tornar a trazer tudo queuto
est abatido a um nirer superior. Esta-ul-
ma maneira de entender a egualdade rao
aquella que querem firmemente adoptar a
.sociedade e o estado, cujos incitamentos e
recompensasen como uma profbcac uni-
versal a desigualdade e a emulaco, nicos-
penhores seguros de progresso e de liber-
dade ? O ideal da lei- humana proclamar
eguaes e tratar como taes todos aquelles quo
nao o sao; esperar ou promettr outra co-
sa, nao seria approx,imnr-se muito da injts-
tica?
Seja aomo for, era quanto a nos que, li-
vres de nascimento desde 1789, somos re-
putados possuidoros do duplo e precioso
prevegio de tiherdade e egualdade. 3o nos
deixamos fazer mssa sobre esle bom terre-
no de combate onde nao preciso nem des-
cair nem se deixar rollar. Que se tenha
somonte om memoria que egualdade e iden-
tidade nao sao uma mesma cousa, e que
eguaes, porm differentes, servimos todos
no mesmo exercito, masao no mesmo u-
gimento.
Definilivamente. a pratica do voto uni-
versal nos impoe urna tarefa das mais aw~
duas, porque, adormentado, elle pode rir a
ser uma fieco intil, em quanto que, des-
pertado, pode lornar-se uma forraidavel rea-
lidade.
E' um motivo de desanimo? Em nossa
sociedade poderosa e mixta, onde muita g\-
le se compra/, era xa luminar, a vida circula
activa e abundante, e acaba-se ue ver que a
sua sei va entorpecida nao poderia ser abso-
lutamente refreiada.
O bem nunca reina sem partilha; mas
devemos julgar-nos felizes de achar occasio
de lutar por elle de caheca levantada. Cer-
tas forcas se arredaram para dar lugar a no-
vas forjas, que algum d'n entraro era sce-
na. Deste modo a cul'ura do slo chegon
al aonde nunca se pensou que chegaria;
uma geracSo nova, rica e distineta por seus
conhecimentos prefera a arrota em grande
escala a outras car rei ras, e, tomando de as-
sallo a agricultura, collocou-a na primeira
ordem entre as posicoes honrosas da socie
dade.
Este movimento das classes esclarecidas
para as oceupaces agrcolas animal las pela
sciencia e industria nSo ser passage'iro, por-
que as mulheres pelas quaes se interessa
tao justo titulo Mr. Mili se Ibe teem asso-
cado; apezar das rantagens adquiridas de
abastanca e educaco, ellas poasuem a judi-
ciosa e sa ambic3o de Cesar, que quera an-
tes ser o primeiro na aldeia do que o segun-
do em Roma,
magdalenas e marquezas, para ter o direi- a juventude de Laura voar com toda ali- a natureza nao linha concedido fornecedo- parando um terco para mulheres, lem-se leiros mais numerosos poderiam volar em
to de ficar ali e de contemplar o objeclo dos geiresa, como, ah 1 voam todas as juventu- res de vveres acolhiam com um sorriso zom- o algarismo approximaliyo de 2,300,218; commum; os oulros grupos dejleitores,
seus sonhos dourados.
Laura entrou aos saltinhos; enlerrou os
des. A existencia destas duas mulheres beteiro essas ailengoes que Ihes faziam vir separando ainda um dcimo para individuos mas espalludos, poderiam votar no lugar
soladasmuito mais feliz seria, so um mari- agua bocea, e algumas vezes Inveja aoco-!de <5 a 21 annos, ficam pouco mais oq me-jprincipal do canto ou do districto,
(ContiniitM+ha)
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I
i
PERNAMBCO. TtT
FILHO-


Full Text
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