Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10193


This item is only available as the following downloads:


Full Text
aaannaanBaaj
aajanjaj

MHI^MBHI
.***
"'<'
AlfflO XXXIX HUMERO 213.
t*r tres ezes aantados
Nr Ir mezes xeicidos .
5f000
6|O00
ETE1
Per anee adiaalado..... i9$00O
Perte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
DA SUBSCRiTCO NO NORTE
Antonio Alejandrino de Lina i
*ifw daSilva; Araran, o
; Cenia, Sr. J. Jos de
Sr. Joaquim Marques Ro-
as Srs. Maanri Pinhriro 4 C: A-
> 4a Casta.
A STBSCRIPCAO NO SUL
Sr. Oaaiiao Falrao Dias; Baha, o
"^"* Alwps; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
A .. PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, N'azareth, Limoeiro, Brcjo, Pesqueira,
Inp.i7.cira, Flores, Villa Bella, Taearatu", Cabrob,
Boa Vista, Ourirury e Exu" as qnartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezcs que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao l/2 dia.
EPHEMERJDES DO MEZ DE SETEMBRO.
4 Quarto ming. as 9 h., 44 m. e 2 s. da t.
13 La nova as 1 h., 16 m. e 38 s. da m.
20 Quarto cresc. as 10 h., 8 ni. e 1 s. da m.
27 La cheia as 2 h., 37 m. e 2 s. da m.
' PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a urania a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife: do Apipucos s 6 / 7, 7 /*, 8 e
8 y, da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 da m.; de Bemfica s 8 da m.
k %u"*V; paJa.? AP'Pneo 3 '/4, 4 /?, 4/,
' & lV e 6 da torde Para 0,inda s 7 da
manhaa e 4 '/t da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 /a da tarde ; para
! Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintai s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s lOkoras.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meiol
dia.
Segunda vara do eivel: quartas e sabbados a 1 horaj
da tarde.
DAS DA SEMA.NA.
14. Segunda. Exaltacao da Santa Cruz.
15. Terca. S. Domingos em Soriano.
16. Quarta. Ss. Cornelio o Cypriano mm.
17. Quinta. As Chagas de S. Francisco.
18. Sexta. S. Jos de Cupertino f.; S. Sophia. *
19. Sabbado. S. Januario b. m.; S. Nilo b. m.
20. Domingo. As Dores de N. Senhora.
ASSIGNA-SE
no Recife,. em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietario3 Manoel Figueiroa d Faria & Filho-

PAITE QFFICIAL.
firamu nffincu.
a u ISde sefranSnV 1863.
da provincia da Ba-
aaprovado a debheraro
lie das armas,
de 14 do cor-
ata, de Bornear o rapi-
_ Befo, para rommandar
dab*batalo de artilhara a p
acia en sohstituiro ao ca-
da Silva Tavares. que se
capital, jnlgo ronveniente
V. Ese. para sea conheci-
da thesoora-
das armas.
de T. Exr. sob n. 1,866, e
Ma teatao a dizer-lbe que
da aaesauraria de ftiaadi
a despeza rom o or-
de aneara mencionados
la nliad mu do 7* ba-
carrer por ma dos
da raixa de eco-
Mfla de 8 de ja-
forneei-
provincal.
a V. &jpara sea eonbecimcnto e fim
ja* Exax. Sr. aaistro da fazenda
o avia de 29 de agosto nltimo. me
anc. { e 21 { do regulamen-
de IMO. estn sngeitos ao
nroyaiianl, antes delavra-
Niajintiiiui trinan, os eoatratos celebrados
(otras repar-
naqoelles em que
dr anantn a disnosieao do
decreto a. 3.139 de 13
nesle sentido
do arsenal de guerra.
de aviso do minisie-
de 31 de afano ultimo, que por do-
rarte de seerao da the-
das Alagis, oofloal da se-
. dnraranaa adddo a essa. Jos Qui-
taasJaiacaBaaaairo a V. S., para sen
de ajae. de conformidad.' eom
faca esse enatregado seguir
reno de aae nesta data
da eoaanahia Pernam-
d transpone para elle e sua
** *" jy*" destinados a passageiros de
a aaver viga, por ronta
das in>trorroes de 24
muilo se re-
ao gerente da rompa-
lar n referido trans-
para sen eo-
rom aviso do
i ultimo roe
i do iflirial da
de facnda doPianhy
para lerreiro esrriptura-
avio mande abonar a esse
1 esnhw ens exerririo. a ajn-
estabeleriment<). nos ter-
_dr ti de jnfao ultimo
i Tista de soa informarao de
Mb a.TMldada rom rf.-renria s
lanzadas as ver-
qoe de\-olvo,
I a nuaiir pagar aos emprezaries da
deaa eantal a qoanlia de 36V45U0,
de bmnze rom seis luzes
i a ataaaaaeao interna do palacio da
i beai anana do gax eonsamido rom
f os ntne< de abril a pinito
IVrlaTnaiu me o Exm. Sr. '
m aves* dr 2* de ag a soaatadn do ministeno
de snas ordens. alini de
*. i 3* do art. 3* da le
lindo. s,ja posta nes-
de 713^723. para orrornT
~*atos do< dv-iemlianra-
a V S. para sei conii'-
cartr de nolioa. Determinando o
al ea ansa de 3 do corrate, que
AHe* profe peranle V. S. o direiln
ki, qne se arha
atnaun 4e infartara cora o noroc
de Feraandes. remelto V. S.
aviso, e em original
V. S. iiroreder aos in-
jJk-iU o |iro-
em original
nv reoactlo, rom m
a aae ebe se refere, sol-re a menor
de Mello, c me envi o
arernjaaeOex
dncarpo de polica- Pelo
T. S. n. 379, de 1 do eorrcnlc, liquei
Bar saldad* do eorpo sob seo romman-
de Mradnnra. roarluido o sen
irahido aor>. V-poi> dejulgado
! do a idin de Fernando,
da .n II do enrrente, constante da
a cene e Htio dos botins e
l taln-xados na oflirina desse
ewrrito, sejam pagas
V. S. em sen otario de 13 de agosto
**!"**' ** 3BB o par dos prmeiros. e 4-Tf
arsenal n> marinha. De
i anfwi^iri do Exro presiden-
de a V. S. que rompre um
i ps de 5 a 7 quiotaes e um
nara o serrieo da eapia-
aranaria, a|iresentando-me
w> deaaaa para autorisar o pa-
w-se ao Eun. presidente das
da tkesonrara de fazenda.
antoaaanlrativaAutorso o
a comprar para forneci-
no arsenal de guerra os
i ao adoso pedido.Commu-
de hzeada.
interino da estrada de
i reaaetto ao Sr. superintendente in-
i de farro ama copia authentica da
__l frada, que a eompa-
coatra o fago, e qae o Sr.
sea ofncio dcstt daU
do Oarieary.Peloseu
fiqoei inteiradode
a calan a eleieao de elei-
aodia9 daquelle mez na
preciosos, c outras. e em geral de todos os pro-
ductos do reino mineral, recommendo Vmc. em
observancia do aviso do ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas de 24 de agosto ulti-
mo, que pelos impos ao-seu alcance procure obter
e enve esta presidencia informacoes acerca des-
te objecto.
Kstas informacoes deverao ser minuciosas 8 cir-
cumsianciadas, iormente se acompanharem amos-
tras de qualquer producto mineral, e versar par-
ticularmenfe sobre os seguintes pontos :
1.* Urna relaca das minas conhecidas, em ex-
plorarao e larra na provincia.
2. A nalureza do mineral, possanca e quantida-
de do inesmo mineral extrahido de cada urna
del las.
3. O uso on applicncao qnc se faz na provincia
dos differentes productos deltas extrahidos.
4.* A distancia de cada urna deltas aos pontos
mais populosos da provincia.
5. A natnreza geolgica dos terrenos onde a
mina se acha simada e a natnreza topographica
das mesmas.
> Os meios de transporte na provincia para
exportacao do producto.
7. Os instrumentos e machinas usadas.
8. Qnal o pessoal empregado nos diflerentes g-
neros de trahalho.
9.* Finalineato, se a minoracao c feita por par-
ticulares ou por companhias nacionaes ou estran-
geiras.Iguaes i Francisco de Paula Fernandes
Eiras e Joaqoim Francisco de Souza Navarro.
Portara.-Os Srs. agentes da companhia Brasi-
sileira de paquetes a vapor facam transportar para
a Baha, por conta do ministerio da guerra no va-
por que se espera do norte o soldado voluntario
Pedro Martins Francisco Borges, pertencente ao
hatalho de racadores daquella provincia.
Dcspatats d dia 15 de sflfmbro de 1863.
flc7Merrmfli/oj.
Frederico Skiner.Tendo sido realisado o pa-
gamento que pede o supplicante nada ha que de-
ferir.
Francisco Joao Baptista do Espirito Santo,In-
forme o Sr. inspector da tliesouraria provincial.
Fr. Manoel de Amor Divino.Informe o Sr.
thesoureiro das loteras.
Manoel Bezerra Cavalcante de Albuquerque
Dirija-se thesouraria provincial.
Thereza Alexandrna de Souza Bandeira.Pro-
ve a supplicante que dcixou de ensinar no lugar
para onde effectuou a sua mudanca.
Helar Accioli Wanderley.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
EXTERIOR.
nue se conservou fiel a m fortuna de Guilherme tado todos os meios de accao, mas pode tambera
l. u da 16 passou-se em actos de cortezia, e ter- significar o contrario, isto aue se a Russia t>er-
minou-se com um iantar em casa de Francisco siste em sua* mmu. mAmZ* ,: j..___G
minou-se com umjantar em casa de Francisco
Jos.
No dia 17 as dez horas da manhaa, abrio-se o
eongresso no palacio da dieta. O imperador Fran-
cisco Jos expoz a seus charos primos irmaos e il-
lustres confederados os motivo* que o decidiram a
tomar a iniciativa de urna reforma vista das cir-
cunstancias difflceis qutatravessa a Europa ; de
siste em suas recusas, smente a si deve conside-
rar como causa das medidas ulteriores que as tres
potencias reunidas, ou qualquer dellas separada-
mente, jutgarem conveniente tomar. Em outros
termos a redaccao adoptada pode annunciar a re-
tir?da on "nplicar urna ameaca.
Os tres gabinetes nao podiam explicar-se mais
claramente para com a Russia, us essa redaccao
. ------- -~^rzz. ^"'"Ff i uc uh,uw p*ra coma Hussia, mas essa redaccao
l2.,*?po,"lhes aS d'ffe"!wes disposictes do pro- de duas mterpretaeoes torna situacao mais inde-
jecto de que cada membro unha um exemplar, e cisa que nunca. ^^
terminou sua allocuco por um caloroso appelk) 0 Moming p0,t deu a entender que fama nova
rPriV^T da assemb,a; IU 1V recusa da us?a bem poderia ter por consequen-
0 re da Baviera respondeu-lhe : agradeco-lhe ca o reconhecimento dos Polacos como belligeran-
haver tomado a arriscada iniciativa da reumao do tes. Estes nio duvidam que tal reconhecunento
eongresso, e declarou em nome de seus collegas Ihes basta para dar bom xito a insurreicao nacio-
'i Pa,riol,smo dos Principes estara ao nivel nal, eao vermos o que elles tem feito perguntamos
as circumstancias. a no? "
e a resposta certo
as circumstancias.
Parece que o manifest imperial,
a nos mesmos se a sua esperanca tira sonho
---------------....ycudi, ca lesbia ceno que aquelles q
a publicadas em seu primitivo libe- dem viver, respondem peremptoramente que
ralismo, e passaram pelas mos de um comit de podem morrer.
censura. Como qur que seja a nova constituicao O Monitor, publicou 15 de agosto a confirma-
contcna as segrales disposi55es : fao das noticias do Mxico. 236 notaveis reunidos
1. O poder execulivo deve compor-se de cinco em assembla, qualificada nao sei porque de as-
membros, e nelle tomar parte por direito a Prus- sembla constituinte, adoptaram por unan'imidadc
sia, a Austria e a Baera, entretanto que os outros para forma de governo a monarchia moderada he-
dous membros serao nomeados pelos differentes reditaria com um principe catholico e Fernando
estados componentes da Confederacao Germnica. Maximiliano, archiduque d'Austria 'foi convidado
Nomear-se-ha o directorio. Os pnneipes directo- para receber a cora imperial do Mxico Este
res poderao cumpnr as suas uncedes em pressoa principe irmao do imperador d'Austria e eenro
ou por delegacoes. As decisoes serao dadas pela do rei dos Belgas ; foi governador do reino Lom-
maioria de votos. 0 directorio acreditar agentes bardo \enesiano ate 1859, e a nio ser a sua na-
dipiomaticos de quem receber embaixadores ou cionalidade teria obtido em Milao e Veneza todas
ministros plenipotenciarios. as sympathias por sua amenidade c distinecao de
2. A cmara dos principes compor-se-ha como carcter. *
t!rLtCiUa'^de m?mb.ros ^meados pelos gover- Urna deputa5ao de 5 membros deixou o Mxico
5Sri?fif,e.ra^ ,DlS,tinB,i,r;Se^a das outral ca" a il de lh Para ,evar-|he em Vienna o decreto
niaras altas pela continuidade de suas sessoes : da assembla dos notaveis que o nomeia impe-
excepto as ferias, estara aborta todo o anno. Af- rador. "u"'c,a ""
fastar-se-ha, pbis, da idea de urna cmara dos pa- At o presente os transportes de enthusiasmo da
res para mais se approximar da de um conselho populacao mexicana parece ter oceunado o lucar
de*C.Std0.?ITOU a, da ratiucacao indispensavel pelo suffragio univer-
3. A cmara dos delegados reunir-se-ha pelo sal. Houve razio em dizer-se que a falta dessa
meunn0?de re^em tres meze> formalidade nenhuma influencia exerecria sobre
Podera decidir com a maiona de votos, mas so- as resolucces do archiduque, que desde 1861 de-
mente nos estrenos limites tracados pela compe- clarou francamente que eslava prompto para paci-
tcncia actual do direito federal. Compr-se-ha de ficar e regenerar o amigo imperio de Montezuma,
300 membros que serao nomeados : 7o pelo re- de quem o arcebispo do Mxico obtivera urna pro-
clisrath, 7o pela cmara da Prussia e 150 pelas dif- messa formal. Mas a gazeta de Vienna assegnra
erentesrepresentacoes dos eutros estados da Con- que este nltimo faria seguir a sua aceitacao de con-
*effe' ^ *.., a ,lc?5es ^ mais de um genero, nem todas facis
n.iiinirl^ j- *.C/ear um in,8terro. ""? de cumPnr- e 1"^ em Vienna nao estariam dispos-
Dno commissoes financei- tos a considerar investida de mandato bastante a
cios no sentido de ser admittido o Sr. Dr. Jos Li-
berato Barrozo, cerno socio effectivo.
Approvado o parecer, e sendo votado, 6 declara-
do socio o referido Sr. Dr. Liberato Barrozo.
bao lidas as segrales propostas :
Urna do Sr. Dr. Soares d'Azevedo, propondo pa-
ra socio correspondente o Revm. Sr. Jos Rayraun-
do da Cunha, homens de lettras e domiciliado no
Maranhao.
Outra do Sr. Dr. Figueiroa, propondo o Sr. Dr.
Joao Chaves Lobato, advogado, homcm de lettras
domiciliado na mesma provincia.
Outra finalmente do Sr. major Salvador Henri-
que, propondo o Sr. Dr. Joaquim Saldanha Mari-
nho, advogado, homem de lettras e domiciliado na
corte.
Sao todas mandadas commissao respectiva.
. n Entra em diseussao o parecer da commissao de
nZ" u sua esPeranca e um sonno ; Revista sobre mudanza de doraieilio dos socios ef-
que aquellos que sustentam que elles nao po-! fectivos, a qual approvada em seus artigos.
n ver, respondem peremptoramente que nao O Sr. Salvador offerece o seguinte:
Additno para se eollocar onde convier.
Artigo. O socio correspondente que passar
ras, judiciaes, etc., toes como existem por toda par-
te, at mesmo nos estados despticos.
5> Em tempo de guerra o exercito federal adop-
tar urna bandeira e um tope das cores nacionaes:
preto, vermelho c amarello. Ser pois particula-
commissao que um tanto prematuramente se pfa a
caminho para depor a cora aos ps de Maximi-
liano.
So ha alguma cousa de certo em poltica que
a novo imperio do Mxico desde o seu berco
**deprticudo termo do Exd-
ipeB a ofaciode 14 de agosto ul
tana o processo eleitoral
I awaor alterarao da pax
lan.Tendo-se deliberado
aaorco e descnptii
foes de metaes
PABXIM.
. i 21 de agesto de 1863.
As eomplicacoes europeas multiplicam-se, c por
isso inesmo determinara um periodo de tregua na
poltica.
O eongresso de Francfort desviou-se da questao
da paz e guerra A phase puramente diplomti-
ca dos negocios da Polonia passou, e antes de tra-
tar de medidas de outra ordem, as potencias inte-
ressadas tem necessidade de se consultarem. So
em novembro ter lugar em Paris a primeira sesso
do novo corpo legislativo. Grandes questoes e ira-
portantes debates se levantarlo alli sem duvida.
A promessa de urna trplice reforma cahio dos la-
hnt do ministro, quando presidio a dislribuigao
dos premios do concurso geral: a exlcnsao tao ne-
eeaairia da instrucc,ao primaria, a organisafo da
instruccao secundaria professional, urna modifica-
^ao no ensino histrico, etc. etc. etc..
Mas. vamos Francfort :
O eongresso dos principes, qualquer que seja o
seu fim. deixar vestigios na historia. Elle teve
lodas as apparencias de urna accusaijao diploma-
cia, e foi sobreludo una honienagem rendida
obbbo publica.
Os soberanos allcmaes foram a isso levados pela
forra de um sentimento nacional, que ha 15 annos
se manifesta nos jornacs, pelas associa^oes, pela
voz dos homens mais influentes do paiz. Elles cora-
prehenderam que ha movi montos, cuja iniciativa
deve ser tomada quando nao queremos soffre-las.
Por consequencia nao preciso dizer que Mr. de
Schracrling, provocador deste eongresso, teve mais
em vistas os destinos da patria coinmum, do que a j
elevacao das ambicics austracas. Elle quiz jogar !
um lance decisivo luta que ha tanto tempo dura:
entre a Prussia e a Austria. Vio que a Prussia, i
gracas direccao de Mr. de Bismark, perder
esse prestigio de liberalismo que Ihe era necessa-!
rio para representar o primeiro papel na confe-
deracao ; assim, tornando-se vago esse lugar pela
falta da Prussia. Mr. Sclimerling resolveu reivindi-;
ca-lo para a Austria : baseando-se as reformas !
a que o imperio deve sua volta inesperada vida,
autorisando-se com a iniciativa ousada que o joven
soberano soubc tomar em suas proprias provincias
no dia subsequente Solferino, o hbil ministro
quiz que Francisco Jos se apresentasse como re-
formador da Allemanha, depois de se ter mostrado
o reformador dos estados hereditarios : apreciador
profundo do valor do suffragio publico, pedio
opinio publica que se pronunciasse entre os dous
pretendentes direccao da confederacao, que de-
clarase a decadencia da Prussia, e reconhecesse a
Austria como o representante do partido do futu-
ro. A opituao espera ainda, porque pouco impor-
ta Allemanha que o futuro venha do norte ou do
sul. Ella nao prussiana, nem austraca, al-
lema.
Ha mais de tres annos que a questao unitaria foi
dada cara ordem do dia pelo nacional Vereim. A
conducta do imperador Francisco Jos, sendo o
primeiro passo, sublevou muitos applausos, mas
nao provocou nem podia provocar seductoras il-
luscs. No Ilustre areopago o duque de Saxonia
Coburgo Gotha, o grao duque de Badn, e o duque
de Saxonia Weimar, passara por seros nicos dis-
poslos a fazer o sacrificio de urna parte seus clirei-
tos soberanos em favor da unidade nacional. O
discurso de Guillherme 1 em Konisberg poz em
relevo todo o seu liberalismo. O rei de Hanover
de todos o mais zeloso dos direitos de sua cora; o
elcitor de Hesse so cedeu s ameacas de seus sub-
ditos ; o re de Saxonia, o grao-duque de Hesse
Darmstadt sao dedicados a poltica de resistencia.
0 mesmo se d com o resto dos trinta e dous sobe-
ranos, em cujas maos se acha o slo germnico.
A' proposito desta convocac^o feita pela Austria,
a rainha augusta da Prussia, inquieta pola recusa
de Guilherme I, invocara seu titulo de me para ob-
! ter que seu filho, o principe real, fosse ao menos
consultado respeito de um negocio em que o
throno se acha tao gravemente empenhado. Em
' consequencia disso, Guilherme I mandou chamar
telegraphicamente o principe real Gastis. Nao
tendo faltado os comentarios sobre esta entrevista
do pai e do filho. Este se pronunciara mui caloro-
samente contra a abstencao da Prussia. Em sua
opinio o rei devia responder ao ataque da Aus-
tria, propondo mesmo no seio da conferencia dos
soberanos a organisacao de urna representac,ao na-
cional por meio de eleices directas.
O rei pouco convencido preferio a approvac,o
de Mr. de Bismark, a quem conra a redaccao
de um manifest.
Vollcmos Francfort :
No dia 15 de agosto i tarde, chegaram a antiga
! ciflade imperial todos os soberanos e seus ministros,
i excepto o rei da Prussia, obstinadamente surdo a
1 todos os convites, e o soberano de Leppe Dibmold
nstas eraquanto estirar fechado o templo de Ja- ameacado de certos perigos : no humor em que se
mes, e so se tornara nacional quando as suas por- achara os Americanos, com as ambicies e aspira-
x^huJ^V..- i a- D .... S5**' COIB os Principios ou prejuizos que reinam
ancisco Jos foi a nos Estados-Unidos impossivel que essa poderosa
- --o- *** '"m .-(IVIIUMI lj!l'- JM-~.ll A
eliectivo, alera do onus a que fica sujeito por este
tacto, sera obrigado a completar a importancia da
joia respectiva, sendo por isto averbado o seu di-
ploma : o effectivo porm que passar a correspon-
dente, nao tem direito de exigir o excesso da joia,
que como tal pagou..
Sala das sessoes do Instituto 17 de setembro de
1863.
. 0 2 secretario,
S. H. de Albuquerque.
E mandado a commissao de revista.
E nada havendo mais a tratar, encerra-sc a ses-
so.
Celebra-sc depois d'amanhaa no seminario de
Ohnda a festividade da Senhora das Dores, para
cuja pompa, e religiosidade condignas aquello es-
tabelecimento, consta-nos nao terem sido poupader
ex torcos conducentes.
Ora ao Evungelho o Sr. padre mestre frei Joa-
quim do Espirito Santo, um dos luzeiros do nosso
pulpito, pregador da capella imperial e ex-lente de
eloquencia sagrada do mesmo seminario; ao Te-
Deum, o Rcvd. Jos Estoves Vianna, cuja dedica-
cao oratoria j se acha bem firmada entre nos.
Temos as seguintes noticias eleitoracs do 5o
districto:
Collegio do Brejo.
Dr. Brando.......... 37
Dr. Seraphico........ 37
Recapitulacoes.
Dr. Brandao.......... 82
Dr. Seraphico........ 79
Damos abaixo o resultado da eleieao
chial de Villa Bella:
.Eleitores.
\ gario Manoel Lopes Rodrigues de Barros
Coronel Antonio Xavier de Moraes
Jos Epaminondas Nogueira de Barros
Antonio Alves da Fonceca Barros
Antonio Nunes de Barros
paro-
n --ov. u>. 1am.101.11 wn, m 4 uuS E.siaaos-1 niuos e impossivel que essa poderosa """-^uuesue narros
uarmstad solemnisar o anmversano de seu nasci- repblica tolere em sua visinhanca a presenca de Francisco de Souza Magalhaes
ment e nesse entretanto o re da Saxonia foi a Badn urna mejrchia que se, prenda a um throno do an-1 Padre Manoel de Souza Ferraz
irte dos soberanos allemaes um convite tieo m>a% o Mmttata ntra a-,c ,^mn..oc I Pedro Antonio de Andrade
O conflicto entre as duas potencias.
man nm negorio ti tonipo : arrebentar Jos Aires de Carvalho S
Joao Nones Nogueira de Barros
Manoel Liberalmo de Souza
Alexandrc Gomes de S Leal
Jos de Souza Magalhaes
Jos Alves de Barros
----------------------. -u. .. .'.*.....,( uma 11
fazer da parte dos soberanos allemaes nm convite tino m
instante a Guilherme I para que nao faltasse ao na
eongresso de Francfort; mas elle resisti. Esse noJdiaicguinte ao em que o norte "houver"trium-
isolamento s seria formidavel e magestoso se com- panno do sul.
binasse com a intencao de oppr aos projectos ,'A nica probabilidade, que tem o Mxico dees-
d'Austria alguma iniciativa mais liberal c democra- capar a uma luta em que os soccorros da Europa
tica; porm ha muito tempo que a Allemanha dei- eom bem diftlculdade poderiam assegurar-Ihe a i "" u nm
xou de confiar em Mr. de Bismark. superioridade, seria a separacao permanente entre Manoel Lopes de Carvalho
Emquauto a Prussia se conserva afastada, o grao- os estados que divide hoje a guerra civil
duque de Badn, os duques de Saxonia Coburgo e E porque a independencia dos separatistas a
Saxonia Weimar, que representam o elemento li- nica garanta de seguranca para o Mxico im-
beral no eongresso apresentaro um contra pro- possivel que o novo imperio nao procure juntar os
jecto. seus interesses aos do sul, fazer causa commum
fcsses tres principes propocm a directa pelo po- com elle, tomar parte na grande "tierra que dila-
vo, dos trezentos deputados que formariam o poder cera o novo mundo. Tudo isso se eneadea tudo
representativo junto do novo poder central ; porm isso fatal. A alliancado novo imperio mexicano
a maioria dos soberanos j acham bastante franco com os estados do sui muito exigida pelas cir-
0 projeejo austraco. Esse projecto ganhou grande cumstancias para que se demore muito. Deve-se es-
terreno pela adhesao unnime que lhes deram os perar que seja este um dos prmeiros actos do novo
tres delegados liberaes das cmaras allemaes, reu- eleto. Mas qual ser enlao o papel da Franca? Se-
nidos em eongresso nessa mesma cidade de Franc- r ainda nesta poca solidaria do imperio que tiver
fort. fundado sobre o Pacifico ? Se vera ella tambem
Esse successo da Austria e consideravel e seu arrastada a uma allianca com os estados confede-
governo tem bastante intelligencia para nao recuar rados ? Renunciar a poltica tradicional que a
ante a concessao que lhc pedida pela opinio li- liga aos Estados-Unidos ? Arriscar sua marinha
')eral- renasecnte contra tao poderosos adversarios ? Dar
E pois com1 justica que esse incidente de Franc- a Ing'aterra esse prazer, esse triumpho? Taes sao
fort, inesperado na vespera, tem oceupado um lu- os cuidados que perturbam mais de um pensador,
gar importante as preoecupacoes europeas. Elle pois entre as questoes que agitam neste momento a
niciou no mundo germnico a grande idea da Europa nenhuma mais grave que esta. A Aus-
uniticacao nacional, idea que ha tres annos fez tria por sua parte deve ainda ver se conveniente
grandes progressos, e que era um tempo deterrai- casa de Hapsbourg Loiraine, ao imperador Fran-
nado fa-lo-ha ainda. cisco Jos, ao conselho de ministros, entrar em uma
A questao polaca arada contina : se a solu$ao empreza de resultado tao incerto quanto o resla-
e necessariamente incerta, por que depende de um belecmento de um imperio no Mxico. Em pre-
pequeno numero de vontades poderosas, a verda- senca da instabilidade inherente a uma expedico
deira questao, a questao da guerra ou paz uma at aqu puramente militar, o governo austraco
das mais simples que se pode propr. deve procurar garantas de permanencia; espeeial-
De um lado tres potencias que baseando-se em mente em vista da hostildade incontestada dos
interesses e direitos, dirigiram a Russia exigencias Estados-Unidos contra as transformaces do Mc-
cathegoncas, declarando que se nao satisfaziam xico. O exeraplo do rei Othon da Grecia abi est
com menos. De outro lado a Russia, que, nao para provar a torca dos protocolos de garan-
menos cathegoncamente, declarou que nao poderia ta. D'ahi resulta que ver a questao resolvida
dar direito a essas exigencias sem reconhecer as antecipar singularmente os acontecmentos.
potencias um direito de gerencia em seus negocios O archiduque Maximiliano pretende ir a Bruxel-
nternos, e sem desconhecer assim sua dignidade las para junto de seu sogro, alim do saber se deve
de grande nacao.. 0u nao aceitar, e a sua conferencia com Napoleo
fcis-aqui de parte a parte a honra empenhada. III est subordinada a esta consulta.
Presentemente impossivel que qualquer dos dous Postcriplum. Ha alguma cousa a modificar na
partidos modifique as suas pretenves, sem dar a adhesao unnime dos deputados allemaes ao pro-
entender que cede ao temor, e por consequencia jecto de reforma federal apresentado pelo impera-
sen se acobardar. Em rigor pde-se imaginar al- dor d'Austria. As correspondencias de Francfort
guma transaccao, por meio da qual a Russia ou as dizem que essa adhesao condicional e cercada
tres potencias renunciassem as suas anteriores de grandes reservas. Entretanto ainda assim
pretencoes; mas difficil comprehender como uma gloria para a Austria,
uma paz assim obtida nao traz alguma humilhacao No eongresso dos principes assignala-se a oppo-
para qualquer dos signatarios do compromisso. As sicao dos reis de Saxonia, de Wurtemberg, e Ha-
potencias nada podem ceder de suas exigencias, e nover. Mas se a opinio publica se pronuncia
a Russia nao pode conceder cousa alguma do que claramente em favor de um projecto determinado,
se Ihe pede. Em duas palavras eis a situacao. Nao sua opposi^ao n3o significar grande cousa.
preciso muita perspicacia para reconhecer que Teve lugar um eongresso catholico em Mall-
essa situacao a guerra. Entretanto pondo de nos. A maior parto dos notabilidades francezas do
Sarte as solitcSes regulares, lgicas, ha outras so- partido estiveram presentes, e a senhor conde de
re que o espirito levado a meditar um momento. Montalentbert foi ahi o objecto de uma verdadeira
Assim que, a dissolucao da intelligencia que tem ovacao; elle pronunciou palavras de grande al-
renado entre a Franca, Inglaterra e Austria, arras- canee.
taria necessariamente uma nova maneira de pro- Uma das grandes preoecupacoes da assembla
por a questao. Assim que, o czar de seu lado po- foi a creacao deum jornal catholico internacio-
deria mudar singularmente a face das cousas se nal. a prxima correspondencia trataremos do
Ihe dsseaphantasa de reunir sob uma mesma eongresso que dever ter terminado assuasses
constituicao liberal o imperio da Russia e o reino ses.
da Polonia.*
Nao pretendemos dizer que semelhante medida'
fosse capaz de satisfazer os Polacos, nem por con-'
sequencia que semelhante soluco fosse soluco, i
mas nao podemos deixar de cror que as potencias
occidentaes seriam assim apanhauas de sorpreza. <
Acrescentemos que actualmente nao ha cousa
alguma que annuncie que semelhantes factos se
G. H,
PERNAMBUCO.
dem. As notas das tres potencias conservara-se
anlogas se nao idnticas: sustentam os seis pon-
REVISTA DIARIA.
Funccionou hontem o Instituto Archeoloqko Geo-
tos, manifestam a esperanca de ver a Russia che- graphico Pernambucano com assistencia do Exm.
gar a melhores disposices, declarara que os de- raonsenhor Muniz Tavares, e Drs. Joaquim Portel-
veres impostes pelos tratados e pela humanldade la, Nascimento Portella, Soares d'Azevedo, Rodri-
foram preenchidos, e que se deve esperar pelas gues Campcllo, Torres Bandeira, Figueiroa, Wi-
raedidas que ha de tomar a Russia, que se tornar truvio Pinto Bandeira, e major Salvador llenri-
responsavel pelas graves consequencias que pode que.
arrastar a detenga das perturbaces da Polonia. I Abena a sessao, o Sr. secretario perpetuo d
Esta conclusao parece por um termo accao di- conta do seguinte expediente :
plomatica : parece at que a Russia pode, se o qui- Um offlcio do Sr. Roque Carlos de Alencar Ara-
zer, dispensar-se de responder ; mas o que seria ripe agradecendo a sua eleieao de socio correspon-
interessante conhecer era o que qae as tres po- dente, a qual aceita com recoahecimento. Intei-
tencias entendem pelas consequencias porque de- rado.
claram a Russia responsavel. Tal como se acha Outro do acadmico Jos Fiel de Jess Leite, of-
redigda aconclusSo parece susceptivel de duas ferecendo o oitavo numero da Faruldade de Direito,
interpretaodes completamente differentes. Pode mandado archivar,
significar que as potencias acreditara, haver esgo-; Um parecer da commissao de admissao de tc-
Manoel Lopes da Silva Barro<
Candido Gomes Tavares
Braz Ferreira de Magalhaes
Francisco Nunes de Souza
Manoel Gomes Tavares
Norberto Gomes dos Santos
Andr Barboza da Cunha
Thom Nunes de Souza
Benedicto Gomes Lima
Benedioto Jos Ftirtado
Jacintho Gomes dos Santos Barros
Joao Pereira de Vasconcellos
Antonio Gomes Tavares
Agostinho Nunes de Souza
Leonel Cordeiro de Magalhaes
Antonio Damiao Nunes
Antonio Gomes de Carvalho
Professor Joaquim Goncalves Ayres
Supplentes.
Francisco Gomes de Andrade
Antonio Vieira dos Santos
Manoel Joaquim' Raminho
J06 Francisco de Sant'Anna
David de Souza Ferraz
Cornelio Cordeiro de Magalhaes
Jacintho Damiao Rocha
Jos Barboza Nogueira
Rufino Gomes Tavares
Joaquim Goncalves de Lavor Avrcs
Flix Correia'da Silva
Mathias Cezario Pereira de Mallos
Manoel Jos de Lima
Eleodoro Jacintho Ferreira Freir
Joao Alves de Barros.
Antonio de Souza Leite
Joao Nunes Barboza de Barros
Martinho Lopes Diniz
David Bernardino de Carvalho
Joaquim Alves de Barros
Francisco AJves da Fonceea
Joao Alves Frazao
Antonio Ignacio de Medeiros
Galdino de Souza Barros
Eustaquio Lopes de Barros
'Francisco Alves Nogueira
Manoel Nunes Barboza de Barros
Cyrilo Gomes Diniz
Antonio Joaquim de Medeiros
Izaac Barboza Nogueira
Seraphim Bezerra de Vasconcelos
Jos Antonio Pereira da Silva
Ao amigo que nos remctieu seu cscripto acer-
ca do escndalo, que na ra do Cotovello daadQaj
pessoas de sexo diverso, sendo uma d'ellas at li-
gada por lacos que Ihe impoe devores mui restric-
tos, devenios observar que a nos nao nos corre a
providencia reclamada, e que nao com a divul-
gaco tora do theatro do escndalo, que se poder
colhr o tim, que parece ter em vista o referido es-
cripto; o que jiortanto fica disposc_3o do respec-
tivo autor.
Cremos mui firmemente que a abstencao o a
cessaco da pratica de actos reprehensives nao se
obtem por tal meio : isto deve partir da somma de
pejo da pessa que se descarreia.
O nosso collaborador dirige-nos a sua carta
seguinte:
Compadre.Acabaram-se as eleices e princi-
piaran os eavallinhos- Assim devia ser, porque
da pragmtica vir entremez depois de drama.
Nao ser cscusado dizer-vos, que o drama cor-
reu bem para uns e nial para outros.
Os desmamados fazem agora cara de pacovos e
chamboeires, c os que vio mamar alegram-se
com a pilanca.
Assim o mundo I
As decepcoes e as alegras crearan prophetas
mas eu n5o acredito as prophecias, pela razo
simples e pura de que ninguem propheta na
sua torra.
Choromingara uns que o tclheiro da Santa Cruz
irremissivelraente desabar, e entao.... adeus
amores, nunca mais telheiro; promettera outros
que a casa agora ha de cheirar a hornera, o que
entre parenthesis seja dito n5o dos cheiros mais
agradaveis. #
Os apreciadores da situacao, fazendo echo dos
dizeres destes, assoalham de bochechas infunadas,
que vamos ter dioheiro bruta, e como com di-
nheiro tudo se consogue, claro que teremos tudo
mas tambem bruta.
Deus os ouca, porque s assim me curam da
terrivel enferraidade que me apouquenta,
Ai !.... compadre, quando me lembro desse fla-
gello, vera-me-tosse secca,.e-logo aps d-me von-
tade de fazor uma duzia daquelles sentiidssimos
sonetos publicados no Jornal do Recife, que me
fizeram a. mim derramar copiosas lagrimas pela
I sorte desastrada do seu actor, e qual como Pedro-
Sem fra gente, e o maldito do fiado depois o redu-
zio um punhado de cinza negra !
Vede como pia a pobreza neste secuto metli-
co : ou ouro ou cinza.
E eu que tenho tanto escrpulo de cinza !...
j nao, nao vou por ahi; e embora a rainha enfer-
j midade me faca agora gemer, passou-me a vonta-
de de fazer dos taes sonetos. Penalisa-me muito
quem chora, e eu nao. quero morrer penalsado.
Os pessimistas da situacao, linguas vivas dos
mamados, nao creen na conversibfldade do paiz
era nova California. Figuran tantos horrores e
miserias, que quast estou pondo miona individua -
lidade ao abrigo da primeira compaabia de segu-
ros, que encontrar.
Achais bom cto alvitre, ou me saonselhais que
espere pelas fcicoes dos horisonte t
ESperarei, at mesmo porque as taes companhias
de seguros nao almejam a sorte do hornera des
/latios.
Vamos agora ao entremez.
Spaldingc Rogers tiveram a.finura de conver-
ter o largo das Princezas, notai bem, olargo das
Prineezascm tjreat ocean, ou 3m grando ocano,
como dizem os entendidos daquella lingua horri-
pi liante.
Para oeeano s Ihe faltara o* mares, mas em
troca disto est o largo das. Prineezas cheio de
cavallos, muas o at de eavallinhos. CavaHinhos
Slictlands, muas Balaams- e cavallos Hirams.
Vede vos que epidemia r j nao bastava. o. sa-
rampo, as bexigas, o vomito apo c o desmorali-
sado cholera 1
Bem sei, que vos homem sizado c grave, haveis
ficar com ocoracao abalado, mas ainda mais aba-
lada ficar essa arca de bondade, quando sonber-
des que para se ter ante os olhos tantos cavallos e
muas necessario gastar-se nos de dinheiro, sem
ao menos ganhar-se um. vintem para o fumo dos
cigarros.
Comtudo os eavallinhos divertem, porque fazem
a gente andar de caboca em volta com. as impres-
soes extraordinarias, quo se experimentara.
Ha cavallos que morreo, e resuscitam ; e estes
sao os peiores, porque ninguem sabe quando elles
morrem de veras.
I la muas quo ninguem pode montar: e estas
sao as melhores, porque nao se experimentam as
dores de uma queda desastrada.
Ha homens borrachas, cousa tao extraordinaria
e risivel como a discordancia dos termos. Emflra
s nao ha homens borrachos, embora estejam em
ordem gramraatical.
Sao muito divertidos os Srs. (creio eu que sao
pessoas) Snalding & Rogers ; pena que se vendara
tao caros i _____
Se elles attendcssem que as selas ausnteseos"
espinhacos dos seus cavallos estao de assento vi-
talicio na barriga deste pobre doto, e fizessem a
cousa mais m conta, nao duvido garantir-vos que
aufeririam maiores lucras pela maior concurren-
cia. Mas, dar-se por ajgumas horas da noite 185,
33 e 15300 por um banco duro e teso como o cepo
do seu macaco maligno, cousa que faz arrefecer
muito desejo pronunciado.
Deus permuta que se compenetren disso, para
nao apetlarem tanto com os visinhos. A continua-
ren como vilo nao so pode achar graca as pi-
guices do Andrew Lchmann. Desoito mil ris por
uma s noite em tempo do guerra cora inglezcs :
pisadura em calo.
Na Revista Diaria de hontem (16), noque diz
respeito ordem da dia da sociedade Ensato Litte-
rario Pemamburano, c sobre a terceira these, era
vez de defendente Joo Jos Climaco do Espirito
Santo, e arguentc Jos Nicolao Tolentino, leia-se :
defendente Jos Nicolao Tolentino de Carvalho, e
arguente, Jos Jlo Climaco do Espirito Santo.
Em o numero dos socios, que toraaram assento.
nao deve ser contado o Sr. Antonio Estevao de Oli-
veira, como por engao foi, pois que este senhor 6
socio installador.
Acaba de chegar esta cidade, vindo do Ma-
ranhao, o Sr. Dr. W. H. Mac. Grath, distincto e
hbil cirurgio dentista, que pretende exercer sua
profissao entre nos. Recomniendamo-lo ao publi-
co, que, segundo nos informa pessa de conlianca
daquella capital, ficar inteiraraente satisfeilo com
seu trabalho.
Teve hontem lugar na ordem terceira de S.
Francisco, a festa do respectivo padroeiro, com a-
quella pompa e brilhantismo que se sempre essa
confraria empregar em as suas festividades. Orou
ao Evangclho o Rvd. Fr. Joaquim do Espirito Santo.
e ao Te-Dcum o Rovd. Antonio Manoel da As-
sumpejio.
noite foi a igreja e o hospital visitado por nm
grande concurso de pessoas que alli admirou a
bella e rica illuminacao gaz, ltimamente as-
senta.
REP.YirrigAO da polica :
Evtracto da parte do dia 17 de setembro de
1863.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 16
docorrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Dr-
sulino Francisco de Castro, branco, como crimi-
noso no termo de Caruar, vindo da Parahyba;
Manoel Joaquim Soares, pardo, Simao Ferreira
Martvr, Indio, ambos como suspeitos de seren
criminosos, vindos do Cear ; Virissimo, crioulo,
escravo de Brgida Mara Franco de S, como sen-
tenciado, vindo do Maranhao.
A, ordem do Dr. delegado da capital, Francisco,
crioulo, escravo do baro de Atalaia, por fgido.
A'ordem do Dr. juiz municipal da primeira
rara, Manoel Joaquim Duarte de Souza, branco,
por nao ter cumprido os deveres de fiel deposi-
tario.
A' ordem do subdelegado do Recife, os crioulos
Jos, Victoriano e Liberato, escravos, o primeiro
de Manoel Gomes da Cruz, o segundo de Jos Fer-
reira dos Santos Jnior, e o ultimo de Jos da
Silva de Oliveira, este requerimento de seu se-
nhor, e aquolle para averiguaces policiaes.
A' ordem do de Santo Antonio, Joao Duarte de
Oliveira, pardo, para averiguacoes ; Manoel Gau-
dencio Pereira, crioulo, por embriaguez.
A'ordem do de S. Jos, os Africanos Mana e
Adao Mathias Jos da Costa, Feliciana Mana da
Conceico, crioula, todos por disturbios.
A'orden do da Boa-Vista, Luij de Barros Bar-
reto semi-branco, por briga ; Joao dos Santos Bar-
ras/pardo, Vicente Alves Ferreira, crioulo, am-
bos para correceo.
A' ordem do da Capunga, Pedro, Africano, es-
cravo de Manoel Rosas de Oliveira, por suspeito de
estar fgido.
O chefe da 2" seccao.
J. G. de Mesquita.
Movimente da casa de detencao no dia 16 de
setembro de 1863.
Existiam........ 401 presos
Entraram....... 19
Sahiram....... 17
A saber :
Existem......... 403
Nacionaes.....-. 189
Estrangeirf..... t!
Mulheies...... 8
Estrangeiraa..... 4
LMUI!


Diarlo de Pernanibueo ... sexta felra i de etentbro de IMS.

w catrera*** ,7'
feaoda 17 de setembro
Hammam,
4 <*-al<-s esisteru 167, sendo,
<- 23 amaVivs.
, x afcaau'ia-- estes dos :
jt 1/t, 7 3, I 4, ,*, 8 i/t 3/i pilo Dr.
a M M, 7 i*. 7 1/t 7 i/i 7 1/4 pelo
c 4e laraY peto Bi Pereiia du Car-
mama.
Kfciiii de Saata Asna, diarrba.
Ganwa liara a Sita, uefialite.
da Sttra. choien-fDorijus.
4* (Mr nacional Crnzeuv
ara m aatlii as sal: Antn. Jos _
Dr. Lau Cartee Aupuslo da Silva, sua I feralmente
aat Aajos de Almeida j > horas.
porto, navegando com vento popa,
o navio que era de tres mastros com 25 horneas
do tripolacao e o capitao Ventre, procedendo de
Correngui, na costa do Caromandel, com carga de
algodao e outros gneros, destnando-se Marse-
lla, abalroou com o navio inglez Altee Howthorn,
capitao Hogh, que com il bomens mais e proce-
dente do Mar-Negro com carga, segua viagem para
Falmouth, navegava cruzando pela costa de Hes-
paaha. Rcsoltaram do choque taes a varias era am-
bos os navios que indo a pique tiveram as tripola-
ooes que os abandonar imnicdiatameute. Os seis
homens apparecidos salvararn-sc n'um bote e a
remo, sem que possam dar outra noticia sobre a
sorte oo paradeiro dos seas companheiros, senao
que estao persuadidos que todos se embarcaram
em botes, bem que alguns desses sem remos ncm
leme, havendo-os perdido logo de vista na obscuri-
dade da norte.
O navio francez era de 1,500 toneladas, e trazia
1W das de viagem, e o inglez era de 500 e trazia
seis semanas.
Xas mmcdiaooos da mesma cidade houve no dia
25 de julho um terrivel catastropbe:
Iam quatro carros carregados de plvora para
os trabamos do caminho de ferro de Malaga e Cor-
dova.
l'rrr dos carros ia separado adiaste e os outros
juntos, cada urn com mais de 50 qumtaes de pl-
vora.
Iam a quatro leguas de Malaga, quando nesta ci-
dade se ouvio urna ternvel detonarlo, a que segui-
rairr outras menores.
Julgaraiu uns que era urna trovoada ao longc
c outros que era um terramoto.
A verdade, c verdade borrivel, que tinhaui ido
pelos ares os carros que iam juntos, provavelmen-
te porque alguma faiscas, prduzida pelas ferra-
duras ou rodas, intlammou a plvora.
Pereceram i i pessoas c 22 muars.
Entre os morros conta-se um pastor que apas-
centava o scu rebanho prximo ao lugar da catas-
tropne, perecendo tambora o rebanlio.
S um dos carros se salvou, porque ia a grande
distancia.
Escreve a Sarao o seguinte :
Dizcm as correspondencias da Polonia que o ar-
chiduque Constantino recebe diariamente, no cor-
rcio ordinario, os jornaes e ordens do governo na-
cional polaco, sem que at agora se tenha podido
descobrir o meio de que esto se serve para este
Km.
Todos os actos do governo nacional tm um ca-
rcter mysterioso, que augmenta consideravelmen-
te, o scu prestigio.
Por exeniplo, se se quer urna autorsacao para
viajar, aquel le que a deseja escreve o scu nome,
o. inorada e a petico em papel, e deixa caliir este em
de | qaalquer das pracas de Varsovia.
a "resposta nao se demora mais de
Jnior, Joo,
de Alineida'
I). Facundo de
Brrelo e i es-
Antonio Peiro-
Saak. Kabelo fu Me-:
Petan. Setosliao Pedro
Barges. alleres Joio de Souza
*.l
-t
A polica trabalha debalde para descobrir os
membros do comit nacional, pois que o segredo
fanticamente guardado.
ltimamente um joven denunciou urna impren-
sa clandestina, recebendo por isso 3:000 rublos de
recom|tensa.
Xa madrugada do dia seguinte a polica cercou
_ a casa, e, penetrando dentro, encontrou os prlos
Kclippe Jos 'inda hmidos de tinta, porm os impressores e os
fiiTan Jo> Joaqoiiu impressos tinham dcsapparecido.
Hiera sainis Born do Corte, Jos! guando a polica, rebuscando a casa, abriu um
V (SVxora. H. W, Boennaun, Augelica armario, encontrou dentro o cadver do denun-
Csnwta, F. Lrcsnrk. CLP. Roeck, P. rante, marcado na testa com um sello do governo
Jos Feraaades lea<-nte Uu- nacional.
V mranari. Guastaulino Jos Outros casos parecidos a este se repetem com
efuara. capitn An- frequencia, e multiplicados e exagerados pela ima-
arrek Carmo Jos de n'nacao do publico, infundem um terror tal, que
Dasjasjos Jos da ^ ordens do mysterioso governo sao fielmente
Minada, Fraartsco Foataa, cumpridas.
asrv 4a Silva u~~**_ Lau-'
Jaaaaai Mata. Jo1 Sabino de | A imprensa de Barcellona faz grandes elogios a
de Jas V Azevedo Pe voto. Dr., daquelle ramo no caminho de ferro catalao arago-
j Je ductores cntender-se com todas as estac.5cs em
qualqucr ponto de via d'onde necessitera fazer
communicaeoes.
11 estojo -ra M) centimetros de alto, 39 de largo,
e BS (! romprido, dividido em dous repartimentos.
O* repartimento superior, quando se abre, fica
transformado em mesa telegrapiica, com seu ma-
nigiulador no meio, deixando de ambos os lados es-
jiaeo sulliciente para escrever.
Bem depois um avisador e receptor, os quaes, as-
ni como o manipulador, sao do tamanho dos que
H iisam i'm todas as esiacoos da lnha.
No centro est un pequeo rologio para marcar
j as horas, um ealvanmulro vertical, dous cornrnu-
' tssTo'i que firifem a rorrente a duas direegoes
! ilfferentes. e dous para-raios.
Para guardar os objextos de servico e de cscrp-
torio ha quatro gavetas proprias fechadas chave
Xa parle inferior ha oulra gaveta com urna plha
de doze" elementos e mais duas outras gavetas
| menores, urna para oio kilogrammas de sulfato de
' cobre, e outra para guardar os ps da mesa, que
serveni para a elevar do terreno, dando maior
' commodidade.
oiujiuu Todo este estojo de cobre com adornos de mar-
! i mi e lai h p.
.w escravo a entregar.
rwcaKTiM.
''^'^siiasnus o que segu, que!
as dt-n'iiiuuaeoes :
EfUIC MTTMVTtv
l ** ras tu da atan, aqnella velha ain-
aaueBe? ons fede-
avu!.

Kia "
eas Tcubo ora sa|Oto.
casara que <4i anuva,
aan par de bous
b r redor '
i
vivo fl
Taivat na anudade
teaersajun
aqoon itif<-raaes'.
crnvmr* no mea peito '
aValaas' nao possaaaais !
-Taurad oraado de
a.1.1- as lados e de dian-
Vrarae..- oadcUdjs kvanta-
: iii-.^ i kit tre> cirafe? segu-
a* **r ana lar* ie ralriM caaa ana acate durada
' uar-s firau uno na art" mipitot c
os loados. Itc una Ud_ ralie um
a a asara ana lulo de Ii-tas.
Eaat lanljuaiiL li-tra aataa I nr ata as paaSrasnd a-aeridu na korda por um
de um entreitieio de
na asa a de tita de u-
pvfi em ntremelos
Mr. IFysti Baid acaba de inventar urnas corti-
nas prova de baila de rede, para proteccao dos
artillieiros.
B sabido que, em virtude da precisao das ac-
tu:u espingardas, os artilheiros, mesmo nos for-
tes acasamatados, estao expostos pontana dos ati-
radores oecultos, e o inventor rita como prova dis-
to o facto de que no sitio de Yorktow, nos Esta-
dos-Unidos, se viran obrigadas as forjas confede-
radas a <-vacuar as forliftcacoes, porque os seus
ajaaaaros artaaaanM eran morios instantneamen-
te pelos atiradores federaos no acto de carregar ou
aponrar a peca, tendo-sc dado o caso de um s do6
dito- aradores, oeculto, matar trinta ou quarenta
homens ao pe de urna excellente peca que tinham
M "nfederados com 10 pollcgadas.
O invento de Mr. Wijott Red unr tecido de
malha, de una forma particular, que detm urna
baila de relie a *0 varas de distancia, e podo col-
\ locarse de modo que n.o impeca o manejo das pe-
a seguiu cas. ncm a sua pontaria; resultando, alm disto,
que. se urna baila de peca d n'urea dessas corti-
bervas a as, nem por isso a desprende, porque tornam a
unirse naturalmente os dous pannos de que
com posta.
COMMNICADOS.
A Inglaterra inquestionavclmejite o paiz onde
se effectuam mais transaccoes pecuniarias, e de
maior importancia ; s na traga de Loadres hou-
ve em runa das ultimas semanas o seguinte movi-
mento :
A importaeao foi de 1.049,606, inclusive do
Brasil alm de I.2O0.000 em prata receidas do
continente.
I annrlaeio comprehendeu 1.019113 para as
Indias occidentes e 1.277,307 para as orientaes e
para a China, alm de 1.20,000 em ouro para a
Haaaaaaa c 100.000 para a Turqua, podendo-se
calcular as reinessas particulares para o continen-
Para os Srs. ps. l'rbano e Netla verem
e apreciarem o voto livre desta c^
marca.
Fetas as eleicoes primarias das tres freguezias
da comarca pela forma e manera que sincera e
fielmente ja expozeram ao publk no Diario n.
190, constou que ao fim de oho das aqu cnega-
ram da capital dous soldados de eavallaria com
cartas dentro de grandes involucros da secretaria
do governo coa subscriptos da presidencia aos
agentes policiaes e das urnas de arabas as fregue-
zias, em que se enviaya a chapa dos tres protegi-
dos conservadores (digo com os subscriptos da pre-
sidencia por que os vi e milita gente) recommen-
dando-lhe, que nao admittissoni o menor furo ou
desvio de votos, c nao satisfeitos anda assira os dous
homens da actualidade com semelhante imposicao,
encheram as moxTlas dos mesmos soldados de car-
tas para todos os eleitores om particular a quem
se fazia a mesma imposicao, ficando um d'estes sol-
dados com o cavallo cansado era distribu-las e
passados quatro das foi innundada toda a comar-
ca com cartas aos eleitores dos tres bemaventura-
dos, inclusive a do Catonh, em tao poucos das, l
da grande distancia da Baha, em que se acha, e
juntamente do grande e liberal Dr. {bello Correa
de Mello, agente policial do Brejo da Madre de
Deus, e prente mu chegado do Dr. Urbano, era
que recommendava a todos votacSo cerrada na' cha-
pa, e o que mais guerra de morte e de extermi-
nio ao Dr. Netto!!... seu amigo correligionario,
c que relevantes senicos polticos prestara a sua
familia! I em paga nao s delles cerno de ir para
o purio da cmbarcaeao preso, quando o Sr. Cato-
nh entra va no dia 2 de fevereiro nessa capital, ca-
pitaneando urna forca era busca dos pobres libe-
raes!!... por promessa, como se afflrraa, de um
despacho para juiz de direito!! tal a fraqueza e
miseria humana I! sendo logo aprisionadas todas as
cartas daquelle Dr. Netto, que apenas constou por
se lr em un dos Diarios passaaos.
Aproximado o da da eleico secundara tambem
constou que foram os eleitores convidados para
urna renniao na vespera, nesta villa, em casa do
bom e liberal delegado para se conseguir alguma
patota ou para sevencer alguma difflculdadc,
afim de nao haver o menor furo, e nao se distrahir
voto algum ao Dr. Netto, de accordo com o decidi-
do e liberal rigario desta villa e o nunca desmenti-
do patriota Ignacio Corra de Mello, que tanto bla-
zonava e reconhecia o seu liberalismo como honra
e padrio de gloria de seu passado, mas que nem
isto e nem as relacoes de parentesco cora o. Dr. Ur-
bano c amizade com o Dr. Netto lhe valeram para
tudo tisnar e vender os seus principios polticos
por urna, vara de direito promctlida a seu filho,
conform se diz, e que talvez assira nao aconteca,
quando sem este compromisso poderia oble-la com
mais honra e dignidade, e neste sentido consta que
aquelles tres dignos cavalleiros a pretexto de nao
haver mais liberaes e sim progressistas, como se
isto fosse programma algum, ou que traja algum
filho de Dos que seja immigo do progresso, em-
pregaram todos os meios vis e infames para se dar
a derrota completa naquelle doutor ; a ponto que
que ningnem apparceu e se atreveu a defender es-
sa causa, que estove no todo ao desamparo e sem
proteccao alguma, tal ora a guerra e a compressao,
como melhor se ver do que fielmente vou expr.
Dos poucos liberaes da froguezla de Bom Jardim,
que por dignidade e aferr aos seus principios po-
lticos dexaram de aceitar empregos pblicos do
eleicSo no tempo dos saquarmas, embora por es-
tes limitas vezes ofTerecidos sem compromisso al-,
gum, e s pelas suas boas qualidades fra o
honrado e probo liberal Manoel Joaquim de Castro,
o qual, conhecendo hoje bem os homens e o fim dos
ligueiros, abertamente declarou com antecedencia
que elles nao ponencia c menos quera ser del>
les elcitor, c com eiTeito mu de proposito se reti-
rou para o certoa, at que foram passadas as eloi-
Qoes primarias, mas os liguerros querendo se aco-
bertar com "o nome de um hornera de carcter fir-
me como elle oincluiram na lista de seus eleitores,
suppondo que com alguma docildade se prestara
a ser algum transfuga ou manivella, entretanto,
voltado que fosse do sertao resolveu nao vir ao eol-
legio, como antes affirnira, mas vendo que pode-
ria prestar algum servico ao seu amigo correligio-
nario Dr. Xetto, embora nao o conhecesso de porto
e menos recommendaeoes tivesse, Julgou que sua
viuda seria til c proveitosa, mas qual nao foi o seu
engao, e a decepcao que soffreu I logoque aqu
chegou e declarou a sua opinao leve de lutar com
mil embrreos c mil torturas, encontrando por toda
parte tantas ditllculdades e indisposigoes, o para
nao se intrigar sem proveto, forcado Uro j dizer
os sous sonUrnontos quauto tora Mslaate aj/* ko-
vernadores da urna, e voltar para sua casa na ff*a-
nhaa do dia da eleico sem prestar o seu voto, mas
coberto de louros de seus amigos e dos liomons jus-
tos e honestos que sabem apreciar o mrito! I o
(lio deve o Sr. Castro se consolar, e roconhocer que
homem do seu carcter nao serve nossa poca in-
feliz o desgranada, e que s sao proprios homens
como os dous almocreves galnheiros que foram
eleitores desta fregueza, c os dous pblicos ladres
de cavallos e um assassno, que foram da de Ta-
quaritnga, como notorio, vindo obter apenas o
referido doutor a miseravel esmola de dous vo-
tos !!! de quinze a vnte pelo menos que obtvora
dos poucos eleitores, que souboram sustentar sua
dignidade e que estao promptos a provar por se-
roiir engolidos vista e face de todos !!!, e o que
mais admira que sendo o Sr. vigario desta ro-
guezia grave e honesto, e que o seu estado e pos'r-
c.ao mais o poc nesta condrgao, fosse quem, como
presidente do collegio consentisse nessa farra e ini-
quidade !!1 improprios de seu carcter sacerdotal
esizudez que ostenta II
N fu i screi cu jamis que mancho a honra do Sr.
vigario o dos membros da mesa do collegio, ahi es-
tao os proprios eleitores que muitos delles o afllr-
inain o muitagente; mas fiqueui certos, o particu-
larmente aquelle, que tao codo sua roverendissima
no se podor lavar dessa nodoa prata em sua con-
ducta, a que o levaran amigos falsos, e que talvez
a esta hora j lhe esteja mordendo a consciencia,
como-devo crr.
Agora vejam os Srs. Drs. Urbano e Netto, vejam
os proprios liberaes, vejam os homens imparciaes
e veja o publico em geral e o Brasil todo, como a
liga fez as eleicoes desta comarca, e se ellas foram
livres desde o seu comeen at o fim, o ao depois
july uem se vamos ou nao para peior, e se o homem
honrado e honesto podo nunca pertencer a seme-
lhante grupo que s vive da ingratidao e da trai-
So sem prinerpio algum mais do que despeilo e
o intaresse pessoal.
Villa do Limoeiro, 12 de setembro de 1863.
0 Justas.
mesma.
Aos senhores eleitores do 3." circulo lembramos
para deputados provinciaes os senhores seguintes:
ade Dr. Ju> Evaristo .da Cruz Gouveia, attacado, em os nmeros 69, 71 e 73 Water-street.
peta perteia e soticitude com que tratou o meu -, E' o nico estabelecineato aondo se pode obter a
Iho Joao Antonio de Flgueiredo e Mello, que a nao verdadeira e genuiaa aota de FLoniDA, visto aqael-
ser, abaixo da bondade da Providencia, o zelo e les senhores serem os exclusivos proprietarios da
sciencia deste distincto medico, teria por certo suc- "
cumbido a grave molestia que soffreu, e de que
felizmente restaurou, a qual, comegando por urna
orohites as testculos, generalisou-sc em urna in-
flammac5o geral nos orgaos geaitaes, tondo gran- vr. Henrique do Rege Barros.
grenado en differentes partes. | Dr. Francisco de Carvalho Soares Brandao.
Releve-me o Sr. Dr. Evaristo se ofcndo a sua Dr. Joo Oaimbra,
bem conheeida modestia, com este publico teste-1 Dr. Mendo de Si Barrete Sampaio.
munho de minha gratidao pele inextiniavol bene- Dr. Francisco Angasto da Costa.
Ocio que acaba de fazer a mim e a minha familia, Dr. Ayres de Alboquorque Gama,
tirando, por asslm dizer, da sepultora o meo que-
rido filho, oem cuja compaouia ja nao oontavamos
mais.
Desculpe a satisfacao de um pai que ve restitui-
do aos seus bracos um filho que o julgava para
somprc separadodeste mundo, o aceite o reconhe-
cimento do urna familia inteira que sempre ter
na memoria o relevante servico ella prestado.
Que irn, senhores redactores, dar publicidade
a estas linnas.
Cidade de Arda, 8 de setembro de 1863.
Daniel Eduardo de Figueiredo e Mello.
Srs. redactores.A correspondencia' do Sr. Fr.
Joo do Amor Divino Mascarenhas inserta no seu
Diario de "hoje, me obriga racliucaeo de alguns
tactos no que me diz respeito, o quecertamente nao
faria, se nao fosse nella injustamente acoimado de
pouco zetoso no c.umprimento de meus deveres.
Diz o Sr. Fr. Joo, que eu nao poda ignorar, que
elle oceupra o lugar de prior do convento do
Carmo de Olinda em 1853, j pela carta patente
que publicou com o seu primeiro communicado
(de 27 de abril de 18oi) c j porque por minhas
maos tem passado requerimentos por S. Rvma.
a assignados como vigario-prior, desde que deman-
da petos bens do seu convento.
Confesso ao Sr. Fr. Joao, quanto ao primeiro
ponto, que ainda permanece nesta ignorancia, por
nao me parecer possivel.iue o titulo publicado com
o seu dito primeiro communicado, o qual datado
de 27 de abril de 1"84, o autorisasse a exercer o
Krorado en o nno anterior de 1853, comoS.
vma. mesmo o confessa; e quanto ao segundo
ponto, dire ao Sr. Fr. JoSo quo nao lhe ser talvez
possivel apresentar um s acto meu, que justifique
aquella sua assercio, e para cuja exhibigao desde
j o convido
Menos exacta a assercao do mesmo senbor
Pr. Joao, quando diz: que eu ficra descontente
com S. Rvma. por nao haver annuido a que fosse
substituida por outra a grande custodia do con-
vento do Carmo de Olinda, que se acha va vendi-
< da illegalmentc irmandade do Santissimo Sa-
cramento da matriz do Rio Forraoso, conforme
esta havia solicitado de mim, e eu de S. Rvma.;
assim como que nao lhe indigitei onde se achava
um thuribulo de prata pertencente ao mesmo
convento, quando com esse fim veio ter minha
casa em abril ou maio do corrente anno, e que
se dizia vendido a urna Sra. D. Mara Doro-
tha. >
Como resposta a estes tpicos devo declarar, que
o Sr. Fr. Joao velo ter minha casa por duas ve-
zes tao somonte, sendo urna em fins do anno de
1854, por occasiSo de apresentar-me a sua dita
carta patente de 27 de abril desse anno, para se
impossar dos bens do dito convento, de cuja arre-
cadaco me achava encarregado por ordem do go-
verno imperial, e cuja posso nao teve lugar sem
duvida por effeito do meu offlcio, a que allude, e a
outra vez foi na poca, e para o fim justamente por
S. Rvma. referido.
Ora, se o Sr. Fr. Joao desde o anno de 1834, po-
ca desde quando exerco nesta provincia o lugar de
procurador fiscal, ate abril ou maio do corrente,
em que ltimamente aqui me appareceu, nao exer-
ceu acto algum corn o carcter de prior do conven*,
to do Carmo de Olinda, que cu o soubesse, como"
sol citara eu de S. Rvma a substituido da grande
1 custodia do dito convento por parte da irmandade
do Santissimo Sacramento da matriz do Rio For-
moso 1 Nao era isso possivprj e ncm a irmandade
era nisso interessada; tanttrassin que a accaoque
| se propoz. nao foi contra ella, -mas sim contra o
' respectivo vigario, que quem dellaestava de pos-
| se, e obtendo sentenca favoravel em 12 de feverei-
ro de 1856, foi dita custodia, e bem assim urna na-
1 veta e um thuribnlo de prata, que tambem arreca-
dei do vigario de Goianna, entregues em marco de
1857 ao prior de entao, que supponho ter sido o
Rvd. Fr. Luiz da Pureza ; e teria fcito certamentc
arrecadar esse thuribulo, que diz ter sido vendido
a D. Dorotha, se tivesse obtido provas para o
fazer.
Concluindo direi ao Sr. Fr. Joao, que, se o meu
offlcio infelizmente, e bem meu pesar, servio de
base fogueira armada polo Jornal do fecife para
o incendiar, como diz, culpa nao foi minha, mas sim
de S. Rvma. cmtcr exhibido um titulo antigoe j
revogado, para autorisar o exorciclo do seu cargo,
em vez de um moderno, e em vigor, como agora
[ somente o fez.
Recite, 17 de setembro de 1863.
Finando Affonso de Mello.
."O e.-iitimeuv a te em 1.07, 526, o que prefaz um total de 1.4Gl,2C.
aa akvraau.antate ama folba d
i4e tures e un tu, d*
fias de laet-i brance
de pretu i. cuUucado na cintu-
aaaajr aaak t iimm Caapeu AUasn-
saBo. e Knaa aka c um taato pon-
do lado as-
na asaca revirada
Inac oaaoruaaa. Urna cabe para
para araz, a aa-a crasa por estas
n aifu de tafeti. 1 m n de
o tase 4a asa revirada.
sala ae fase kraaro asarado de an-
ta tsela arasea Oaraaneuto con-
t reata preta ewlloradas perpen-
Israsaat na bico da parte superior
tasafenar.
airean, a-atiaata en cima, e aberto
patuauaeale.
si ani Hsa*. ron costuras cva-
te
te aaaat, para saste.Pa-
e raratFajira venneau com ca-
I san rarae que forma ara tufo
' na tu te rHIudo preta acan-
ta nenaa sorte.
saanaastos por dous
I tea-se nos fins
aaalroamento entre
c anta taptet l'at peridico de
este anana :
to ta 19 apresentou-se
i aaaaeas, cinco dos
can latn. Oscin-
CIIROMCA JLDICIARIA.
ntf iti \ v i do < o vi vi i: itrio.
fcESSAQ ADMINISTRATIVA EM 17 DE SETEM-
DE 1863.
rnanaanu do exm.sb. besembargaboh
SOUZA.
As 10 lioras da manlia, reunidos os Srs. deputa-
dos Lemas, Malvcira,e suppleute Alcoforado, o Sr.
residente taencni alterta a sessio, sendo lida e
apuntada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
lu oficio do secretario do. tribunal do commer-
cio do Marauho, aecusando o recebnnento da lista
dos negociantes matriculados neste tribunal.Ar-
chive-se.
Foi presente a cotaeio offlcial dos procos cor-'
rentes da praea da semana (inda.Arclve-se.
Despacbos laneados nos requerimentos seguin-'
tes: *
No de Bernardo Jos da Silva Guimaraes, pe-
dindo o registro de urna procuracao.Registre-se.
No de Luiz Fonseca do Macedo, pedindo o re-
listro da cscriptura de arrendamento que junta.'
O mesmo.
No de P'elisberto Ignacio de Oliveira, visto pelo
Sr. dcseiubargador fiscal, pedindo inatricular-se.
Matricule-se. ,
No de Antonio Botelho Pinto de Mesquita Jnior,
corrector, tambem visto, pedindo a desoneracjfc) de
seu preposto Aureliano Augusto de Oliveira e a
substituidlo deste por Joao Dorsley Jnior.Passe
portara approvando a noraeacao do preposto, que
entrar em exorcicio, prestando juramento na for-
ma do estylo.
No de Antonio Pietro, procurador de Manoel
Luiz da Costa, pedindo o registro do scu contrato
social.Vista ao 8r. desembargador fiscal.
O apparocimento de novos lidadores na imprensa
jornalistica, nos paizos livres, signal nao equi-
voco de que a civilisa^o marcha. A misso da
imprensa cada dia se torna mais urgente. Seus
empenhos croscem na razo das necessidades so-
rbaos: Se o poder publico acera em sua marcha,
cumpre que a imprensa o ajude, e o robusioea na
consciencia de seus actos. Se ao contrario se des-
carreia do trilho da Ici, cumpre advirti-lo, admoes-
ta-Io, e at ceusura-Io, guardando sempre as devi-
das conveniencias.
Sob estas condie.es surjo na corto do imperio o
Expectador da America ao Sul, jornal que nos di-
ze.ru ser redigido por urna das mais habis pennas
do Rrasil. Bem o nutsira pela altura do pensa-
mento, pela polidez da phraso, e pela gravidade
com que vai discutindo as mais mornentosas ques-
toes da actualidade. Applaudindo sinceramente a
nobre independencia com que o novo campeo se
aprsente em frente da situacao, lhe desejamos
prsperos futuros, a par das heneaos de que se faz
creder Uto disncto, e luminoso pharol da opiniio.
Nao concluiremos esta breve noticia, sem sau-
darmos tambera o reapparecimento do Constitu-
cional, que tao conspicuo papel ten desempenhado
no paiz e principalmente nos nefastos dias em que
a nossa nacionalidade se vio assoberbada pela au-
dacia britannica. Foi sem duvida o Constitucio-
nal um dos orgaos de publicidade que com mais de-
nodo, e conveniencia ferro a questao internacional
defendendo nossos dreitos com a proicencia e
nobre altivez que todos testemunhamos.
E pois aceite o Ilustrado campeo os nossos em-
horas pela sua bem-vinda reapparico.
Srs. redactores.Xa sua Revista Diaria de hoje
apparece urna Seutinella da guarda, pedindo aoSr.
director das obras publicas, que nao passe o certi-
ficado dos reparos que liz no canal do Hospicio por
faltar o assoalho do passadico, e tambem por ser
m a sua construccao.
Diz o orcamento respectivo por cuja execucao
me obriguei:
> Art. 1/ :As obras a fazer-se constam dos
atorros e estacadas, que servem de muro de encos-
t do mesmo passadico.
Art. 2." ( descreve o modo por que deve ser
feita a estacada ).
Art. 3. Por detraz das estacadas fazer-sc-ha
os atorros de areia, at a altura natural do terreno.
Importancia das obras.
t 7 bragas do estacada a 605000. 420*000
. 4 bracas cubicas de aterro a lOflOOO. 40*000
10 por cento de administrago e des-
pezas diversas...........
460*000
46*000
506J000
Onde est a obrigago de fazer o assoalho ? Onde
foi a tal sentinella descobri-la, para querer-m'a
impor?
Aquillo a que me obriguei est feito, e feito se-
gundo maraja o orcamento, e exigi o engenheiro,
que inspeccionou a obra, cuja informaeao por cs-
criptotdada ao respectivo chefe, e archivada na re-
particao competente, deve merecer mais f do que
a palavra das sentinellas incgnitas, que nao dei
tam a cabeea fra da guanta para nao lomarem a
responsabilrdade do lirado que da intempestiva-
mente.
Quanto a m construego, eu desafio a Sentinella
para que desga da guarita, d alguns passos a fren-
te, e ven ha de cara descoberta, mostrar-me em
1 presenga de quem quizer os defeitos e faltas que
: commetti.
Marque dia e hora que eu l o esperarei, e pedi-
rei ao Sr. director das obras publicas, que tambem
v, para ver como a Sentinella ficar confundida.
Se falta o assoalho, a culpa nao minha. A
obra foi orgada om 26 de marco; andou em praea.
e ninguem a quiz, ate que finalmente eu a arrema-
te! em 24 de julho.
Se nesse intervallo arruinou-sc o assoalho, que
obrigago tinha eu de repara-lo, quando no orca-
mento nao se me dava dinheiro para isto ?
Se o servico devia ser feito de graga pelo arre-
matante, por que nao ha de s-Io por quem mostra
ter limito interesse em que o passadigo seja bom .'
, Faga-o a sentinella a sua cusa, e nao a minha.
o quanto tem a dizer o
Arrematante.
Francisco Botelho de Andrade.
Recite 16 de setembro de 1803.
Dr. Manoel Netto de Souza Bandeira.
Dr. Jos Mendes Carneiro Leo.
Dr. Jos Candido was.
Um eleitor.
Breve resposta, ao trecho da correspondencia envia-
da desta provincia para o Jornal do Commereio>
da corte en data de 19 de agosto de corrate
anno.
Nao me sinlo dominado do prurido de entreter
polmica com o digno correspondente do Jornal do
Commercio da corte; mas o amor verdade,
consideraco meus alijados polticos, e a lealdade
meus amigos particulares, me irapoe o dever de
contestar asseveracoes em que se procura, com
prejuizo de taes principios, elevar a minha posi-
gao, dando-se-me os foros de verdadeira influencia
eleitoral da fregueza de S. Lourenca da Matta.
Nao quero suppr calculo encuberto no digno
correspondente, quando me apona como verda-
deira influencia na localidade era que resido mas
o respeito verdade exige faga declaragao de que
nesta fregueza todos os groprictartos e cidadaos
dignos de ser attendidos, sao considerados as cou-
sas polticas.
Tambem o mesmo principio de respeito verda-
de dirige a confisso que fago, de que o Sr. viscon-
"inaragilie tido entre nos na mais alta
de de
estima, que lhe assegurada pela nobreza do seu
carcter.
Feito um semelhante reparo, ainda outro in-
disoonsavel, e acerca do boato nue se faz correr,
em o prejuizo dos meus sentimentos de amrsade
ao mesmo senhor visconde, quando se me suppe
com elle era dissidencia.
Nunca entre nos se deu dissidencia alguma, e
na eleigo ultima conservamos a mais perfeita har-
mona de pensamento.
Fica por este modo explicado o fado da phan-
tasia da imposigao de chapa, o dos desgostos que
d'ahi se derivaram; o que tudo tao inexacto,
quanto inexacta a temeraria arguigo de serem
aqui fetas as eleicoes bico de penna.
A explicago que llovera dar o digno correspon-
dente seria outra e bem diversa; porque a verda-
deira que as eleicoes aqui correm de modo de-
sembaragado, nao havendo facilidade em ser fun-
dada especulagao entre espiritos dssidentes; e
que sendo por tanto, como natural a harmona
dos sentimentos, segura por isso tem sido e ser
sempre a victoria do pensamento, que forte por
que de todos.
E se a eleigao aqui foi vencida pela opposigo
vermtUia, ou conservadora constitucional; se o
Soverno deixou de pretender influir ostensiva e
rectamente, como em outros pontos praticou; se
tudo isto constituio maravilhosa excepgao para o
digno correspondente; explique elle cssa anoma-
la por qualquer modo, que nao pela importancia
do meu nome, que se quer elevar com detrimento
da influencia real do mesmo visconde, e da consi-
deraco de outras pessoas importantes da referida
fregueza.
Concloo aqui o que tinha a dizer sobre o trecho
alludido, em cuja confecgo o digno corresponden-
te deixou que fosse illaqueada a sua boa f por in-
formagoes inexactas de individuos interessados,
talves, em enxergarem divisao as fileiras de seus
^adversarios, c desejoso9 de plantaren) desconflan-
gas na intimidade dos melhores amigos, e sobre
tudo de quebrantaren! a forca de adhesoes mu
sinceras- e disenteressadas que cercam o Sr. vis-
conde de Camaragibe, adhesoes hoje talvez mais
decididas do que em outros tempos.
Engenho Caiar da fregueza de S. Lourengo
da Matta, 16 de setembro de 1863.
Luiz Francisco de Barros Reg.
COMMERCIO.
MOVO If A \< O
DE
PERMBMO
0 novo banco paga o 11 dividendo
de dez mil ris (10$000) por aeco.
Alfandcga
Rendimento do da 1-a 16. 194:099*008
Idemdodial7........22:956*239
217:055*337
Hovimento da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos
com fazendas
com gneros
V
47
122
145
------ 267
Columnaws, Carolos 5 s. 4 d.
Crusados noros i s. 11 '/t d. a 5 s. 0 d. idem
Pegas deSffancos 4 s. U i/t d.
Gaaetos de importaeao
Algodao de Pernamtmco, 20 d. a 23 3/4 d. por Ib.
do Maranhao, roda, 21 d. a 24 por Ib
a n a. JmaHna22d.a23V2(Lll).
da Baha, 21 d. a 22 yt d. por Ib
Assucar do Brasil, branco, 20 s. 0 d a %' n por 112 Ib. "
Captivo de direitos, mascarada, M s, 0 d a 21 s O
d. por 12 Ib.
Arroz do Brasil, 10 s. o d. a 21 s. 0 d. por 112 ib
Nao ha.
Caf do Ro, 62 s. 0 d. a 72 s. 0 d. por 112 Ib.
lavado, 72 s. 6 d. a 85 s. 0 d. por 11
Ib. nominal.
Cacao do Para, 56 s. 0 d. a 58 s. 0 d. por 112 Ib.
nominal,
dem da Baha, 46 s. 0 d. a 48 s. 0 d. por 112 Ib.
nominal.
Tapioca do Rio, 1 >/4 d. a 5 d. por Ib.
do Para 1 /* d. a 1 ty, por Ib. idem.
Couros do Brasil :
Seceos salgados, de 24 a 36 lbs., 5 / d. a d. por
Ib. frouxo.
Seceos, de 8 a 22 lbs., 6 1/2 d. a 7 por ib. frouxo.
Verdes, de 38 a 54 lbs., 4 d. a 4 1/2 d. porlb. idem.
Do Rio do Janeiro :
Verdes, de 48 a 72 lbs., 3 3/4 d. a 4 d. por Ib. idem.
Do Rio Grande :
Verdes, de 65 a 70 lbs.. 5 i/4 d. por Ib. idem.
de 44 a 50 lbs., 4 '/, d. a 5 d. por Ib.
idem.
Seceos, de 28 a 34 lbs., 8 1/2 d. a9*d. por Ib.
de 20 a 24 lbs., 7 >/j d. a 8 i/j d. por Ib.
Chifrcs de 9 a 16 oncas, 10 s. 0 d. a 15 s. 0 d. por
123 firme.
de 22 a 24 oncas, 35 s. 0 d. a 42 s. 0 d. por
123
Ipecacuanha, 6 s. 4 d. a 6 s. 7 d. por Id.
Jacaranda do Rio, S6 10 a 16 por tonelada no-
minal.
> da Babia, < 9 a S# 13 por tonelada no-
minal.
Em continuago da nossa revista de 8 do corren-
te temos a notar o seguinte :
Morcado monetario.O descont do banco de In-
glatera continua a 4 p. c.; a laxa que regola na
praea de 3 7/8 p. c.
Algodao.No perodo desta revista houve mais
movimento, tendo-se quasi desvanecido os recetes
de urna guerra europea. Sobem as vendas a una
105,000 saccas.
Assucar.Houve mais algum movimento, senda
procuradas as partidas em ser para exportar, mos-
trando-so tambem os importadores menos ancioeos
por vend re 111.
As cargas no mar, especialmente do Brasil, sai,
pouco offerecidas, e apenas nos consta a venda da
pelo Mara Charlotte, vinda da Bahia e constando
300 caixas, 80 barricas e 450 saccas, a 18/6 par
o Continente, seguras livre de avara particular,
pesos da factura.
As nossas cotaces geracs fleam como segoe :
Para o Continente.
De Pernamboco, branco, 24/0 a 25/0.
Dito, mascavado, 47/0 a 18/6.
Da Bahia, branco, 23/5 a 25/0.
Da dita, mascavado, 16/6 a 19/6.
Para o Mediterrneo.
De Pernambuco, branco, 24/0 a 26/0.
De dito, mascavado, 17/0 a 19/0.
Da Baha, branco, 23/6 a 25/0.
Da dita, mascavado, 16/6 a 19/6.
Venderam-se em Liverpool:
1,015 caixas e 600 saceos da Bahia, a ru/6" m>
caes, e 19/ 7 1/2 no armazem.
6,100 saccas da Parahyba, de 18/9 a 19/0, prin-
cipalmente ao primeiro lgarsrao.
4,800 saccas de Pernambuco, a 18/3 no caes, a
18/9 no armazem.
Caf.O do Brasil em ser foi pouco procurado,
e s temos couhecimento de urna venda no mar, a
saber, 3,500 saccas pelo Osear, cuja qualidade mal
chegaa God First, a 71/0 para o Mediterrneo.
Actualmente apenas se estao offerecendo duas car-
gas no mar em primeiras maos.
Continuamos a colar as cargas do Rio Good Fbst
de 69/0 a 70,0 para o Continente.
Em Liverpool venderam-se 370 saccas do Rio e-
da Bahia de 70/0 a 710.
Cacao.Nao temos transaccoes a registrar, qu*
em Londres, qur em Liverpool.
Jacaranda.Outra quinzena de grande apathia.
Nao houve nem errtradas nem vendas.
Pac-Brasil.Apathia formal, nem vemos pers-
pectiva de inelhora emquanto durar a guerra na
America do Norte.
Couros. Ha alguma procura para as cargas no
mar dos salgados do Rio Grande a 5 1/4 d. para os
de boi; em sor ha pouco movimento.. Os couros
seceos de todas as procedencias estao em grande
apa ihia.
Cambios. Sobre o Rio de Janeiro apenas eflec-
tuou-sc urna pequea somma a 25 7/8 d., tanto so-
bre o Porto como sobre Lisboa.
Motaos preciosos.O mercado de prata est em
apathia, na falta de procura para a China, e o pre-
go nominal. As patacas mexicanas foram mais
procuradas
P. SAlgodao.No mercado de hoje osbpregos
em geral subram 1/4 d. em Ib. As vendas mon-
tara a 15,000 saccas, inoluindo 100 saccas de Per-
nambuco de 211/2 a 23 3/4 d., e 900 saccas de Ma-
coi e da Baha de 21 d. a 21 3/4 d.
Descarrcgam no dia 18 de setembro
Brigue inglezJashuas & Mor yniercadorias.
Escuna hollandezafenifarinha de trigo.
Recebcdoria de rendas internas
geracs de Pernambuco.
Rendimento- do dia I a 16.
Idm do dia 17......
19:324*044
928*302
20:232*340
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 16.
dem do dia 17......
22:213*161
2:160*785
CORRESPONDENCIAS.
Senhores redactores.Se a ingratidao o vicio
que mais desnatura o carcter humano, se a
maior injuria que pode soiTrer humanidade, e se
o peior homem no mundo o ingrato : a gratidao
ao contrario o mais bello florao. a mais bella vir-
tude do espirito humano.
Convencido destas verdades apresso-me con-
fessar publicamente, e a testemunhar, pelo seu
concetuado e assaz lldo Diario, o meu solemne
reconhocimento ao honrado e Alustrado medico
PRECOS CORRENTES.
mdret, 22 de agosto.
Fundos- inglozos.
Do banco, 238 a 240 por S 100
Consolidados 3 %, 93 1/8 a 93 1/4 por 100
Rcdirzidos 3 %, 93 1/ifa 93 1/2 por S 100
Novos 3 /, 93 1/4 a 93 1/2 por S 100
Exchcquorbills, marco, ls. dosc. ls. prru. por S 100
junho, ls. dosc. ls. prru. por S 100
Fundos estrangeiros.
Belgas 4 /, %, 98 a 100 por 100
Brasileiros 5 %, 102 a 104 pora? 100.
4 Va %, 93 1/4 a 93 1/2 por S 100
Confederados 2725 des.
Egypcios 7 o/o, 104 a 105 por 100
Grcgos 32 'A 33 1/2 a 33 por 100
llespanlics 3 %, 54 a 54 1/4 por S 100
difloridos 3 5,48 a 48 1/2 por S
divida interna 3 %. 51 a 52
100
Hollandezes 4 %, 102 1/2 a 103 1/2 por S 100
100
por*
2 Vs % 6* V, a 65 '//por S 100
Italianos 5 o/, 71 1/4 a 71 1/2 por S 100
Mexicanos 3 /o, 38 1/4 a 38 1/2 por S 100
Peruanos 4 '/? %,
Portuguezes, 1853, 3 /o, 48 '/* a 49 por S 100
Dos 1856 1862, 3 o/o, 48 3/8 a 48 5/8 por S 100
Russos 5 o/0, 94 1/2 a 95 por S 100
novos 5 o/,, 92 1/2 a 93 por S 100
4'/2/o. 88 a 90 por S 100
3 o/0. 58 a 59 por S 100
5 %, 89 V, a 90 /i por S 100
Turcos, 1854 6 % 92 1/2 a 93 1/2 por S
1858 6 o/0, 72 a 72 1/2 por S 100
1862 6 /o 68 1/2 a 69 por 100
Internos, 49 3/8 a 49 5/8 por S 100
a i "des.
Sai-dos 5 /o, 89 >/t
100
1863 cautellas, 31/2
Venezuela, 57 '/j a 58 por 100
Cambios.
Lisboa 3 m/d, 52 7/8 por S
Porto 3 m/d, 52 7/8 por S
Rio de Janeiro 60 d/v, 25 Vapor s
Amsterdam 3 m/d, 11 19 1/2 a 11 19 3/4 por S esf
Hamburgo 3 m/d. 13 8 A a 13 8 % por S
Pars 3 m/d. 2o 55a 25 60 por S
3 d/v, 25 27 1/2 a 25 35 por
PUBLICARES A PEDIDO.
(Eitrahido do jornal intitulado Le Phare, de 26
de fevereiro de 1853.)
A manufactura de perfumaras, e de mais rti-
cos designados para o immediato uso do toucador,
tem durante o espago de alguns annos multiplica-
do tao rpidamente, ponto tal, que urna pessoa
v-se realmente- preplexa e embaracada quanto a Marsollia 3 m/d, 25 55 a 25 60 por
sua compra, nao sabendo qual dellas deva dar a Genova 3 m/d, 25 65 a 25 70 por
preferencia; nao obstante toda a cautela torna-so Trieste 3 m/d, 11 40all50porS
por sem duvida, mui necnsarla a verdadeira es- Vieuna 3 m/d, 11 40 a 11 50 por S
collia das mesmas; do contrario fcilmente corre- Madrid 3 m/d; 49 a 48 3/4 peso
remos o risco, nao s em comprar gneros de urna Cdiz 3 m/d, 49 >/ a 49 peso
qualidade nfima c de nenbum valor, mas tambem Metaos preciosos,
podero ser d'urna natureza suramamente inju- Ouro, em barra, de le 77 s. 9 d. por onca de peso.
TU^L 1 ^ Moedas brasileiras novas 77 s. 7 d. idem.
tm virtude pois, julgamos prestar um servigo: Oncas hespanholas 76 s. 6 d. a 77 s. Od. idem
essoncial ao publico em recommendar com toda a patrias 73 s. 10 d. dem .
parucularidadeos Sra, Laman & Kwe; e o seu Prata em barra, de le 5 s. 1 d. a as. 1 /a. idem.tr^dominio directo de diverso*'terrenos sitos
vasto estabatecimento de drogas e perfumaras por Patacas mexicanas 5 s. 3 idem -fj-ua Imperial desta cidade.
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio saludo no dia 17.
Portes do sulVapor nacional Cruzeiro do Sul,
commandante o capitao de mar c guerra G.
Mancebo.
Nao houve entrada.
DECLARARES.
Conselho administrativo.
Cconselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o 7 batalhiio de infamara.
Castigaos de lato 2, talha 1, copo 1, prato de
louoa 1.
Para o corpo da guarnicao da Parahba.
Caldcirocs do forro para 50 pracas 2, copo de
vidro 1, colher do ferro 1, enchadas 2, escarradei-
ras 2, garfos do ferro 2, paz de ferro 2, prato de
iouga 1, talha para agua 1, corneta de toque 1.
Para o forte do Buraco.
Enchadas corn cabos 3, p de ferro 1.
Companhia do Rio Grande do Norte.
Bonets 200, sapatos 600 pares, panno azol 700
covados, casemra verde 12 1/2 covados, hollanda
de forro 750 covados, brira branco 2,000 varas
algodaozmho 1,500 varas, algodao listrado 1,200
covados, botdes grandes de metal amarello 2,800
botes pequeos de dito dito 1,800, clcheles nre
ros 200 pares. r
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas da manha do dia 18 do
corrente mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 12 de setembro
de 1863.
Antonio Pedro de S Brrelo
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do Reg Barros
Vogal secretario.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no ultimo do corrente mez finda-se o praso
marcado para a arrematado do anno financeiro
lindo de 1862 a 1863 dos impostos da decima ur-
bana de 20 0|0 do consumo de agurdente, de 4
0(0 sobre os estabelecimentos do commercio fra
da cidade, prensas de algodao, cocheiras, cavalla-
rices, botis, botequins. casas de pasto, typogra-
phias, e fabricas, de 8 OO sobre consultorios m-
dicos e cirurgicos, esrriptorios e eartorlos, de 1S
OjO sobre estabelecimentos de commercio em gros-
so e a retalho, armazens de recolher, de depsitos
e de trapiches, de 50* sobre casas de bilhar, mo-
das, chapeos e roupa feta cstrangeira, e de com-
misso de escravos, de 300* sobre companhias
anonvmas e agencias, de 100* sobre correctores
comrerciaos e agentes de leilao. de 30* por es-
cravo empregado no servico de alvarengas, de 500
rs. por tonelada do alvarengas e canoas abertas do
5 0|O sobre a renda dos bens de raiz pertencentes
corporaedes de mao-morta, e o de carros, carro-
cas, vehicolos e mnibus, ficando sujeitos a serem
executados os que nao pagarem at aquelle da.
Mesadoconsulado^irovincial de Pernamboeo 2
de setembro de 1863.O administrador.
Antonio Carneiro Machado Rtos.
Perante o Sr. Dr. joiz de orphos desta cida-
de se bao de arrematar por venda na audiencia de
. 18 de setembro, por ser a ultima praea e reqoeri-
lipenio da respectiva inventariante, ama casa ter-
s



V
l
I
(
I
T
(MUT1LAI


Mirto de rrrtinurbiiro sext* Mra fS de eternizo de 1863.
Sr. jak 4e paz ao I .* distreto dos
la t inMrM Jjaai18 e 15 4
aaro, anr 1laania 4* Antonio
na Jaajui-
arnaaeoe

caa f ana caian Mr *M.
_ nanaaratt, temos de medi-
an* anaata 1*. na ato e pno M, garrafas
nnrk 1 aaml pon aile 500 rs, aafc 3
i*wSivll*nipor8*. Irnixao com libra
U2 4r ann a la* rs
rremotofao
4a arreUcao o>
tarravas perteteMrtw ke-
aaaJasr rVraaia't 4a Crw,
twr *> Marit para qaar-
ler lajpr aauaaaa
I9a*r*ireale,4eftis ia an-
ta Illa. Sr. Dr. jau kiial
-depois da andincia do
. jca 4e naos. Tai praea por venda, o
n">.rer* ir nm terreno em Sanio Amari-
i hv-xanaia 4a Boa Vista, coa 70 palmos de
i faato. avahado em 390S, M 11
do Dr. juiz
o dominio directo
_ ena 30 palmos d<>
atecen*, avahado por
THEATRO
DE
I. JKimcmit
tf rre la assigaataira.
19 4r srtcaara > 19S3.
aTJsnao DO ACTOR
% pk\i\tk.
oav.-rtora. subir
ttr-s arlos, de Antonio
Wiwira
rERSON \,E\:
. O Sr. Flavio.
Lessa.
'mmnem- tyygra-
.....O Sr. Guioraes
.... ASr.-D. Philoniena.
* P Camilla.
femn 4a Pariera
D. Jesuina
mataaaaea-
D. Leopoldina,
icaaanm
i e tema* neto* nassam-se em Bem-
aa : lian lili ea Lna.
ata cantona* a drama o Sr. Pietro Clementi-
a,pai laraar 4e araaro. condecorado por
Jan anananie Impendur da Austria, c ana
anata par Saa Mneestade o Imperad. r do Brasil c
e* aatararsas pitaes em que se tcm
-raar as **nintr< peras :
.* (nanea 4a peraI Purani.
i- XaaaiV*<*ni *Mire> Vibre anotivo de Ma-
nencaU atara atois a jocosa aria do
lff ITALIANO.
anda far onvir o se-
Grati/tctces
Aftm 4% qne o pARco toBo pssa participar dos
I arlos edmfeos qoe serlo produridos nesta occasio,
i o Palharo offerece o seguinte induzimento, a saber:
I Hecompensa 1$
a lodns as pessoas qne pagaran 253 por nm ca-
imarole.
Recompensa 2$
a todas as pessoas que pagaran M por nma ea-
dera.
Iteeompensa SO rs.
a todas as pessoas que pagaren 2 por tuna entra-
da de platea geral.
Outro atrito especial.
Sendo informado o Palhaco depois do que ci-
ma Ac dito, por um afamado medico seu amigo,
3ue nao liavia perigo aUum em comprazer n'um
esatinado e longo riso; pelo contraro, cenlribne
para o bom estado de sande e obesrtade.
Ler f RcBeellr! Preparar f
Nesta occasio se produzir a cmica mysterio-
sa, irrisoria, sentimental, metaphorica, incompre-
hrsivel c romntica pantomiaa, intitulada
Mil GANSA
ou
O OVO DE Ol HO.
Com maravilhosas metamorphoses, transforma-
co*s mgicas e resultados inexplicaveis, compre-
hendendo nisto mais de 30 artistas, segundo foi
produxido na curto pelo Circo Grande Ocano, e
as principacs cidades da America do Norte e Sul,
aonile foram semprc recebidos com frenticos ap-
plausos.
M Cansa (fada)...... Mr.U.W. Rumies.
Carlos (moco pobre)... Mr. Henry RoUande.
Armand (pai de Mara). Mr. W. Duverna.
Squire Bugleiricaco ve-
Iho gaiteiro)........
Mara (filba de Armand)
l'ma gansa (qne pe
ovos de ouro)....... Joven Carlos Fish.
Vrsamrnlos e Incidentes.
Os amantes Carlos e Mara nao podeni casar por
ser o primeiro pobre. 0 rcaco velho gaiteiro,
Squire Bugle, pede a mo de Mara e esta lhe
dada. Mai Gansa d a Carlos urna gansa que poe
um ovo de ouro todos os dias. Carlos faz presente
da gansa a Armand para sua filha, porm, o velho
avareuto e ambicioso, ancioso de obter dg urna so
vez lodos os ovos, quer matar a gansa, ef impedi-
do pela Mi Gansa que retribue a todos, transfor-
mando-os. por mgica, nos seguintes caracteres,
i como, segundo se suppoe, fazem as fadas a todos
os pais ambiciosos que intervem nos virtuosos amo-
res de seus filnos):
Carlos (Mr. Henry Mlande) em Arlequim.
Mara (Miss OrmondJ em........ Columbina.
Armand (Mr. W. Ducerna) em... Pantaloon.
Squire Buple (Mr. Andrew [finumn Pallinro.
Os outros japeis sao desempenhados pela com-
panbix
AGORA COIECA A FOLIA.
2v
Sabhado 19 do torrente s 11 horas a rita da Ca-
4eia Minero 53.
DE
Um-guarda loara, carteiras, eadeiras, consolos, me-
sas, quadros,* mappa, secretaria, rosfriadeira,
rclogio suisso, tinteiro de prata, estante grande
para guardar livros, camas de ferro, patteiro
de prata, bandeijas, missangas 280 massos e ou-
tros objectos miudos que
Pelo agente Euzebio se vender em leilo na-
qnclle da e hora.
IEIJLAO
DE
Escravos e movis
Sfxla-feira 18 do frrente s 10 1(2 horas.
Sem Imites.
O agente Simoes far leilo no dia e hora cima
dito em o armazem ra do Vigario n. 11, de di-
versas obras de marcineira, relogio de rima de
mesa, quadros etc., como tambem os seguintes es-
cravos : um de idade 36 annos, nacb, um de ida-
de 60 annos crioulo, urna escrava crioula de 30
annos, perfeita nuitandeira, urna dita crioula de 25
annos. cosinha, lava e engomma perfeitamente, to-
dos sadios e bonitas figuras, os quaes vendora-se
para pagamento e por isso sem reserva de preco.
LOTERI1
CASA DA FOIITUNA
O ababeo assignado faz scientc ao respeitavel
publico que vendeu em seus muito felizes bilhetes
r?,'>tas sortesde 1:000*, de 500* e outras
1(X, 40* e 204 da lotera que se acabou de
exlralur a beneficio da Santa Casa da Misericordia
e convida aos possuidores de ditos bilhetes a vi-
rem reeeber seus respectivos premios intecral-
mente sem descont algum em seu estabeiecimen-
to Gasa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda em sua dita casa
e as outras do costume os noves e felizes bilhetes
da segunda parte da primeira lotera a beneficio
da igreja das Neves de Olinda, qne se extrahir a
2ti do crreme mez e as sors que elles obtiverem
serao pela mesma forma pagas urna hora depois
da extraecaa
n*reeos.
BUbetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 3*000
Para as pessoas que comprarem
__ de 100*'para cima.
Bilhetes........ 5,5500
Mes._........ 2*750
.______" ianoel Martin* Fiuza.
LEIbAO
Mr. Andrew Lehmann.
Miss Kate Ormond.
prraGrana.
5 Aaarrc em Solferino.
n eacctacnl ra a linda a jocosa
meraada p*-lo benefi-
\Lsll CASO ri N\0 1E TASO
C ran ae eawrtncaM qne o beneficiado aaa-
n atw*r a pmv '_* do pnbiiro pernamburano
i a sna gratidio pelos subidas
1 qne ja narreriiliarnle lhe tem
na 4a> arlborrs prodorroes do
Sr. Amonio Mendes Leal,
adro 4e nohres < genero-
4r iarcr- urtiiaa> e de rararii-ros
pnaheo algara depois does-
huefiri" com d(Ves
mrindioso. > beneficiado
Sr. Pnarn Oearatai para rvrutar
anan tnabem para tor
nf alli 1
rrncipiar s 8 horas.
I ULTIMA SEMINA
DO
CIHCO
CBlMIt OCANO
STALDIXG k ROGERS
anlCkmritt J. Boyen.
%\>%\\&to
194.1
omon
aa
VNDREW LEHMANN
r ll %, -- %RTIHT \
B
mm trocoada de novidades!
fUaTITI- ILartTA CALHOFA !
Aviso
11- padeiros em anerto.Quem roubou os pas-
t'-i~ 1l'm espeto manobrado com vantagom.
O carador e os salteadores de estrada.A bolsa
011 vida!l'ma pequea partida de dados.De-
golajio sem guilhotiua.O palhaco feito um gran-
de doutor em medicina.
Protnenade fashinnable.Senlio com os ladroes!
A vendedoura de peixe e urna senhora do tom.
^-0 pedreiro com o nariz cscangalhado.
O pobre emigrado e sua familia.A crianca en-
tregue a nova ama.
Ji'i t-miitam- major e prisao do desertor.A sen-
tones e a eiecueao! N'em sempre se pode confiar
em ai mas de fogo.R' mais agradavel o som de
guitarras do que o de urna descarga de fuzilaria.
As mercaduras parisienses do negociante vo ter
a outras ata.A cominoda ratoeira e o gato fra
da caixa. Vire l'Emiereur Fi'ie Napolen le
tirano!
Uia do compras na praea do mercado. Quem
roubou os ovos ?Um frango e um marreco cho-
rados com a maior brevidade.Cahem as figuras.
A loura quebrada, os ovos estragados e a horta-
lica. carne a peixe atirados pelo chao. -A praea do
mercado eia barulho.
TolKO BBAV0!
IOI IIO BRAVO!!
TORO BRAVO!!
W. T. B. Van-Orden Jnior,
Secretario.
AVISOS MARTIMOS.
Para a Baha vai sabir com muita brevidade
o veleiro patacho D. Luiz, capitao Jos Teixeira de
Azevedo. por ter a maior parte do carregamento
prompto : para o resto Irata-se com os consignata-
rios Palmeira & Beltrao largo d(J Corpo Santn.
i. primeiro andar._________________|________
Rio de lanelro.
O patacho Social. 1" elasse e Ia ordem, segu
l.reve. ainda recebe algnma carga frete e escra-
vos : trata-se com Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6.
DE
168 tonelladas de carvo.de pedia.
310 caixas com latas de gat.
2 lanchas novas.
2 balieiras novas.
50 pecas'de cabos de nianilha.
44 ditas de dito alcatroado.
8 barrs com carne de vacca.
3 latas com verniz.
Sabbado 19 de seleuibro.
Henry Manter capitao da galera americana Sa-
muel Rbertson, arribada neste porto por forra
maior onde foi legalmentc condemnada, far leilo
por conta e risco de quem pertencer precedida a
autorisacao do Illm. Sr. inspector da alfandega
com assistencia de um empregado da mesma re-
partifao para o effeito nomeado, em presenca do
cnsul dos Estados-Unidos c por intervenco do
agente Pinto, dos objectos cima descriptos, parte
do carregamento da referida galera, cujo producto
servir para occorrer as despezas que o mesmo
navio tem feito neste porto.
O leilo ter principio s 10 horas do dia cima
dito no armazem do baro do Livramento caes
d'Apollo.
PR EDIOS
Tcrra-faira 21 do corrente.
0 agente Pestaa legalmentc autorisado vende-
r em leilo os predios seguintes :
1 sitio na ra da Fundicao em Santo Amaro em
| chaos propros, murado por tres lados, contendo
| dentro 4 casas terreas todas com irtao para o
largo projectado para a capella, dnas metas aguas,
um alicerec com 32 palmos de frente e 90 de fun-
do proprio para nelle so levantar sobrado, o refe-
rido sitio alin de muito arvoredo tem um excel-
, lente viveiro B tem saludas com portOes para as
i ras daFundic.o e estrada do cemilerio.
Umagrande casa terrea com cocheira, estriba-
ra, banheiro de pedia c cal, com mais oulracasa
a beira da estrada, parle murado, em chaos forei-
ros no lugar Parnameirim, o sitio todo plantado
de arvoredos e grande baixa de capim.
Um grande sobrado no principio da estrada de
Ju de Barros, cun 400 palmos de frente o 2,100
1 no maior fundo, em chaos propriosj com cocheira,
estribara, quarto para bnnho. ouartos para cria-
dos, agua encanada para a estribara, banheiro e
cosinha, o sobrado todo forrado de papel e pintado
a luanco e o quintal murado,alin do sobrado que
Oca descrpto na mais terreno, a poder ser divi-
dido para dilTerontos edifiearoes podendo ser ven-
dido em lotes de dilTercntes' palmos o que melhor
se poder verificar WU vista da planta em maodo
referido agente qoe est promato a dar axplwa-
c5es necesarias bem como a mostrar os ttulos da
legitima posse e o leilo ser effectuado terca-fei-
ra 21 do cmate pelas 11 horas da manhaa no
largo do Corpo Santo ao p do armazem dos Srs.
Palmeira & Beltrao, defronte da assoclacio com-
i mercial.
-1
Prccisa-se de urna ama de leite para acabar de
criar um menino : a tratar na ra do Imperador
n. 54, livraria.
Alugamse o 1. 2.e 3."andares do sobrado
da rna da Lapa n. 13 por barato preco : a tratar
na praea da Boa-Vista n. 9.
Ajoga-se urna preta ptima engommadeira c
cozmheira, e faz todo o raais* servico interno de
urna casa de familia : na praea da lioa-Vista nu-
mero 9.
Companhla lid. lid..!. 1
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBl'CO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorizados pela direc-
tora da companhia. de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptoro ra da
Cruz n. 1.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERA.
LEILOES.
LEIO
DE
5 casas terreas edificadas em chaos
proprios.
Se\la-feira 18 de setemhro.
io.ii:.
O agente Pinto legalmente autorisado, fara lei-
lo de 5 casas terreas, icm um oumais lotes a
vontade dos compradores) novas c edificadas em
chaos propros na ra dos Prazeres freguezia da
Boa-Vista do lado do nasecnte com duas salas,
(natos, cnsmha fra. quintal e cacimba, d'entre as
quaes duas tem no quintal um quarto para pretos
e tanque.
O pretendentes poderlo obter do mesmo agente
as chaves e qualquer informacao a respeito das
mesmas casas, em seu escriptorio rna da Cadeia
n. 24. onde se effectuar o leilo s 11 horas do
da cima dito.
Sabbado 20 do correte mes se extrahir
a segunda Darte da primeira lotera' a bene-
ficio da igreja de Nossa Senhora das Neves
de Olinda.
Os bilhetes e meios billieles acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas commissionnd.is
ra da Imperatriz n. 4i, loja do Sr. Pimen-
tel, ra Direita n. 3, botica do Sr. Cliagas,
e ra da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/ at 105 serao pa-
gos urna liora depois da exlracco at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuicio das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O Sr. Jos Francisco das Neves tem urna
carta vinda da Europa na ra do Queimado n. 37,
que pode mandar receber, pagando o porte deste
annuncio.
Aluga-se tima boa escrava robusta e de boa
conducta para fazer o servieo de urna casa inter-
no e externo : quero precisar, dirija-se ra dos
Pires n. ".
No dia 16 do crreme voou da ruada Gloria
para a banda da Ponte Vellia un papagaio com
um pedaco de correte no p ; se a pessa que o
pegou, tiver consciencia e o queira restituir
sen dono, podo mandar ra da Gloria n. 3, que
receber recompensa se o exigir._____________
Ataga-se urna preta escrava para uina.de
leite, e nao obstante ter um filho de i mezes tem
abundancia de leite e muito bom, cozinha e en-
gomma bem. por preco commodo : quem quizer
aiinuncic para ser procurado,
lm resposta se ser verdade.
lu neutro me, em una das columnas do jor-
nal do Red fe de hontein, leu um annuncio assig-
nado pelo Sr. G. S., e ao mesmo respondo para '
que nao passe desapeacebido. Tenciono lancar j
mo da penna para esclarecer ao dito spnhor, por j
primeira e nica vez que (neste assento) em quan-
to ao i|uc dizein alguns rapases da tal sociedade,
SeraNao. verdade que, nao s eslava, como
esto por mudar-se para o dito lugar onde func-
ciona 0 Club Commercial. Porm creio que per-
deiii as esjierancas de conseguir esta casa, porque
as despezas ltimamente feitas nao convida os
sck-os da mesma por esta mudanea. A respeito
de mobilia, creio nao se mandar fa'zcr jior'bora.
.\>im conlaram-me. porm esto em projeclos com
brevidade. Aos espelhoc disse-rae um socio da
mesma sociedade, deverao estar por todo mez vn-
douro i0 Pernambnco. E em mralo ao sen con-
selho jS ''.. S. os terpsichorenses, creio recusar,
iliy.en^Plic, antigoditado. nao desprezasse, conse-
lios o. rap d-se a quem pede ; se aponto tal con-
sfclbo t porque vejo ser necessario. Em quanto a
loucura como V. S. diz. ab! ah! ah! s riso
DO caso. Em quanto a dinheiro, s V. S. que
lein f nao. Peco-lbe senhor que se informe melhor,
assim como est informado de espelhos, mobilia,
pretences de casa, etc. etc. .
Um neutro.
C'alieiro de escripia.
Quem precisar de nm caixeiro para escripia, di-
rija-se ra das Larangciras n..", primeiro andar,
das 8 da manilla s 9 da noite em dias atis, e das
7 da nianha s 8 da noite nos domingos.
Aluga-se a casa terrea n. uno principio da
ra Imperial, coma quartos, 2 salas, cozinha fura,
quintal a cacimba : a tratar na ra do Queimado
numero 71.
0 Sr. Sesostris Silvio Sarment tem urna
carta nesta typograplua para ser entregue em
mo.
Precisa-se de urna ama para o servieo diario
de nina casa de homem solteiro : na ra da Boda
numero 54.
CURATIVO
PELAS
DF.
40 dozias (lennrroqiiim avariado.
i'OJ
Srila-fcira 18 corren te 1 hora eui ponto.
O agente Pinto far leilo requerimento de
Vaz & Leal, por amorisacao do Sr. cnsul de
Franca, em presenca de um seu delegado e por
conta'e risco de quem pertencer de urna caixa
marca VAI.I. n. 870, com 40 duzias de carneiras
de cores, avariada a bordo do navio francez Co-
Hgny, capitao Nicols, procedente do Havre.
O leilfto ser effectuado no dia e hora cima dito
a porta da alfandega. _e______________
para coser os botoes
durante o
arrebentan-
rafracada> !
Awito particular.
araatase nao pro-
LEILflO
DI
100 saceos com milho
IIOJI.
O agente Pestaa far leilo por conta e risco de
quem pertencer de cerca de 100 saceos com mi-
lho muito novo em nm on mais lotes a vontade dos
compradores : sexta-Mira 18 do crrante pelas 10
horas da manha no armazem do Anuos defronte
da alfandega.
PILULAS PAULISTANAS.
Eu abaixu assignado, liento Ferreira de Moraes,
soll elido a molestia do desmancho de sanguc, pro-
cure! no principio della o tratamento por meio de
um dos abaixo assignados, mandando-me immo-
dialamente o autor Carlos Pedro Ktchecoin entre-
gar : em menos de quatro mezes tudo se extin-
gui ; porm ainda mandou-me seguir o tratamento
para bem purificar a massa do singue.
Sana-Branca, 13 de marco de 1839.A rogo
do Sr. Dent Ferreira de Moraes, Salvador Jote de
Araujo Como testemunhas, Joamihn Elevlerin
de Soxiza.Joaqiiini Rodriunes do Prado.
AGENCIA PRINCIPAL
Rio de Janeiro, ra do Parto, n. 119.
DEPOSITO EM PERNAMItCCO
Na pharmacia do Sr. Jos Alexandrc Ribeiro ra do
_____________Queimado n. 15._______^^_
Precisa-se alugar urna escrava que cosinhe e
engomme; na ra do Imperador n. 71, segundo
andar.
DE
Correntes de ferro, cadtrnaes,
ensarnas, moites etc.
IIO JE
i agente Pestaa legalmentc autorisado vende-
r em leilo diversos Jotes de correntes, 1 ancora.
moa porco de cabo alcatroado inclusive ensar-
nas, brandis, oitoes, candelicias e mais outros, \
cadernaes grandes de 2 pannos, 6 moites gran-
des. 4 ditos pcqueuos, 3 paos de pinhu sendo ca-
oajueijo, mastareo e pao de ctelo e mais outros
Ibjectos qne serio patentes no acto do leilo:
sexu-feira 18 do correte pela 12 horas da ma-
nhaa no largo da escadinha da alfandega.
Anda resta para se alugar t casas novas
agora acabadas, ptimas para passameoto de festa,
por ser muito porto da praea, no lugar da Capun-
ga, na primeira entrada antes de chegar S. Jos
do Manguinho, com varios commodos, quintaos
amurados; a tratar no mesmo lugar n. 19.
Precisa-se de urna amanara casa de homem
solteiro : na ra Direita n. 20.
Aluga-se a nova casa terrea n. 1 B da ra
dos Prazeres da Boa-Vista : a tratar na ra estrei-
,a do Rosario n. 28._______________________
Felicia, crioula. preta fula, baixa e grossa do
corpo, rosto carnudo c redondo, bons dentes, olhos
amortecidos, bracos grossos, tendo no direto urna
cicatriz de um golpe cima do sangradora, mos
curtas e grossas tendo um pequeqo defeito no d-
do grande da mao esquerda, ps curtos, laraos e
chatos, representa ter 24 26 annos de idade ;
quem a aprehender leve-a ra da l'nio n. .'18,
ou na cidade do Rio Formoso na casa do col lector
das rendas geraes, que ser gratificado.
Domingos Jos Peroira Rocha, subdito bra-
sileiro, relira-se para Portugal._______________
Precisa-se tomar a premio a quantia de
10:000000 rs. dando-se hypotheca em predios de
valor inui superior. A pessoa a quem convenha
dirija seu nome em caria fechada, livraria da
Praea da Independencia n. 8 e 8, com as iniciaos
P. M. para ser procurado.___________________
Attencdo
0 Sr. Jos Paulo do Reg* Brrelo, advogado na
vlha do Cabo, tenha a bondade de dirifir-se lo-
ja de Jos Gomes Villar na ra do Crespo n. 17, a
negocio.
Precisa-se alugar urna escrava para ama de
casa : na na da Gloria n. 44. ___________
pessoa i quem pertencer urnas madeiras
que existem na estacan das Cinco Poutas. vindas
no trem da semana passada, querend vende-las.
dirija-se ra da Moeda. taberna n.. 29, que ahi
achara com quem tratar.___________________
Precisa-se de um eaixeiro que eutenda de
pharmacia : na botica da ra doCabug n. 11.
de una pessoa que se encarregue de engommar
para pequea familia : a mandar sua morada e
procos em carta fechada loja ns. 6 c 8 da praea
da'Independencia, com a inicial Z.___________
sounmn
lWlIO BK\EFICE^TK 1WS CO-
CHEIROH Kn PKKWllI-
BICO
O Sr. presidente da sociedade l'niao Beneficen-
te dos Cocheiros convida aos senhores socios que
tenham a bondade de comparecer no dia 21 do
crrante mez, s 8 horas da noite, na sala das
nossas sesses, para tratarmos de negocios tenden-
tes mesma; e Picando todos prevenidos para o
23 do mesmo mez, acharem-se as 2 horas da tar-
de na mesma casa para fazermos a nossa cleico.
Sala de nossas sessoes 17 de setembro de 1864.
Balbino Jos dos Santos,
2." secretario interino.
- O Sr. Luiz Jos Marques queira
apparecernes*;i typographia._______
Precisa-se arrendar um sitio perto desta pra-
ea com commodos para ter vaccas de leite, baixa
Sara capim e olaria : trata-se na rna do Impera-
or. livraria universal de Guimares & Oliveira.
fi tica e armazem de
. drogas
Una do Cantiga n. TI.
DE
Jtaqairo Martiaho da Crm Cnrreiar
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferrado Dr. Thermes.
Rob do Lafecteur.
Xarope depurativo d'odoreto de ferro de Gu>.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peitoraes balsmicas de Guy.
I'ilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) paraimagens.
Injeceao Brow.
Xarope de curato de ferro de Chable.
I'ilulas contra sesSes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Railys.
Xarope alcoolieo de vellamo.
Alm destas drogas ha constantemente nm com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos o pharmacwlicos que se
vendem por commodos presos.
COMPTABILIDADE CGUniOCIAL
PELO
dr. wrraTjvio pinto bandela
Profesar da sffuaa cadeira do Curso Conimprcial Pcrnaabucaao.
DOL'S BELLOS V8L11IES m 8. FRANCP./
COMrnEHKNDENDO
O primeiro Prelec^e theorlco-pratlcas de eserlptu-
liivo mereantll.
O segundo Xo^oes de arfthmctflca com
mrelaI. adaptadas a pratlra das opera^es roiu-
anerclaes e elementos do systema
metrieo rom sitas applf eaee*
ao eoinnicrcio.
PREgO DE CADA VOLUME Hfi.
Esta obra, apezar de elementar, vem preencher urna laruna, qne- era sentida entre nos
onde fallecem escriplos de certas especialidades com accesso a todas as intelligencias ; e as-
sim o editor pensa fazer um sen-ico dando-lbe publh-idade, tanto mais quanto hoje, que as
transaccoes commercaes e industriaos vo entre nos lomando nolavel desenvolvimento, devo
entrai- na educaco daquelles que se querem appbcar a taes ramos da.vitla o conhccimento
dos principios da compfabilidade administrativa e commercial.
Com este intuito, sob urna forma essencialniente classica, reuniu o Sr. Dr. Witruvio os
principios d;i comptabilidade commercial no que tem elles de mais elementar, e eoordenou-
os de modo a facilitar o mais possivel o sen estado as pessoas que se destktam s piussoes
commerciaes, sendo taes a conciso e a clareza postas nodesenvolvimento respectivo, qua po-
de-se aprender a materia, chegando-se a escripturar os livros por partidas deliradas e appli-
ear o calculo s operacoes do commercio, sem carecer da intervenco de um fnestre.
O primeiro volume, formulado sobre a obra de Bertrand. occipa-se mais especialmente
da escripturaco mercantil por partidas Miradas, cojos principios sao desenvolvidos em har-
mona com a legislaco brasileira, contendo alm disto nm mportaatissimo appendice sobre
as sociedades commiciaes em todos os seus morimentos, qner pelo lado da escripturaco,
quer pelo da formacao, existencia e exlincco deilas em face da lei. Neste appendice, dupli-
cadamente recommendavel por sua originldade e pelo runlto de especialsmo, tem o eonv
merciante urna guia para sua direceo. qiialqinT que seja a forma da sociedade que contraa.
Completa este volume o sperimeno resumo de urna escripturaco. ficticia verdade, mas em
tudo semelhante de urna casa de commercio ordinario, offerecendo una serie de operaoos
successi va mente mais dilliceis, que assim inicia gradualmente a maneira de escripmra-Us
nos differentes livros de urna casa de commercio.
O segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottinger. oceupa-se particularmente
da arithmetica conimercial com ejercicios e problemas palo meio mais simples, fcil e breve
da regra conjuncta, acerca de todas as operacoes platicas usuaes no commercio. envolvendo
clculos de cambios de praea praea e |>or placas intermedias.bem como negocios de bancos
com arbitragens de cambios, alm do desenvolvimento do systema mtrico em suas relacoes
com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de ronverso.
O editor nada mais arcreseentar estas breves palavras, que asss demonstram a im-
portancia real desta obra, devida a intelligencia c a applicaco aecurada do seu autor, senao
que ella de utilidade geral, e qu a nenhum comnierciant a mesmo a homem algum de le^
tras 6 licito deixar de possui-la em stia estante pota o commercio em suas variadas evoio-
coes, entende actualmente com tudo 'que se liga a \1rta.
A assignntura toma-se as liVranaa dos Srs. Gnimaraes ,\ Oliveira. Xogneira de Sou-
za, Julio & Pereira e Geraldo H. de Mira, sendo realisada sua importancia pela (nota de cada
volume ao sahir do prelo, para o qua I ora entra o primeiro.
O EDITon.
m
PHOSPHATO de FE
DE LERAS, DODTOR EM SCIENCIAS, INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARIZ, etc., etc.
Este novo ferruginoso, approvado por todas as Academias da Medicina do mundo inleiro, rene a
compostrSo dos owos e to sangiie, e conten o ferro em estado liquido. Segundo asubscrvaq&es feitas dm
hospltaes dePari* e consignadas no Prospecto i elle superior s muan fnTu;iiioa, ao lartat*
de forro, o ferro rcduzldo pelo lii rirogenro. a* rllrato de ferro, PlIulnH e Xarope de
iodui-n de ferro : elle cura rpidamente a ictericia branca, <$r paluda, dores d'cstoniago. digestes peno-
sas, nfleccoes nervosas, escropliulas, miogoa de sangue, perda de frca e appelite, irregularidades,
faltas menstruaes, e flores brancas. F. o melhor adjuvante do Oleo de ligado de bacalho.
Depsito geral i em Paris, en casa do MM. Grlmanlt e C, pharmaceuticos, 7, ra de la Fcuiltede;
em Lisboa, en casa de iiodrlgo da Coala-Carvalhof no Porto, en casa de Miguel Jos de Sonaa-
Ferreira; era o Rio-de-Janrt're, iiun relilo e Dala, ra do Sabio, ti; em Baha, en casa de
JoH-Caetnno Ferrelro-Eaplnhelra em Rio-Grande, en casa de Joaqun de Godoy; em Jfaran-
ho, en rasa de Ferreira e C" em Pernambuco, shoam e C, ra da Cruz, 22 sonsa, e as principa*
pharmacias do Brazil.
Deposito geni em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros d- Barboza.
' K-
i
TB'i^M
Ao importante estnbelecimento de fazend s
ra do Grespo n 17, de Jos Gomes Villar
t^* l*roiejai i: vinas, senliora a este bello estabeieei-
mento de fazendas.
Abi Vv. Excellencias encontraro as melhores fazendas as mais modernas viudas
em direitura de Pars e Inglaterra.
Chegaram de Pars, os mais bellos cortes de la com barras delicadissimas, a elles
antes que se acabeni.
Pecas de madapolo de li jardas a 4t, V55O0 e 35, ditas de algodbzinho de 10
jardas a "45 e 4'0O, ditas de bretanhade rolo a 35, bramante de linlio de 10 palmos de
largura a tfi a vara, eamliraia lisa fina de 10 jardas a 45 a peca, chita francesa fina es-
cura a 320 re. o covado, laas de cores muito delicadas a 320 e 300 rs. o covado. vestidos
de blond com capella e manta proprios para ooivas, manteletes, cipas pretas de muito
gosto a Luiz XIV, solferinos pretos bordados, chapelinas de muito gosto, veos para cha-
[ii ns pretos e brancos, vestidos brancos bordados, cassas de cores lihdissiinas a 240 e
280 rs. o covado, organdys de muito gosto a 400 rs. o covado, chapeos de sol de panno
para meninos a 1*600 cada um.
Msicas importantssimas para piano e canto de todas as forcas e se vendem por
baratissimo preco para acabar.
Admirareis laas cscossezas de muito apurado gosto proprias para vestidos no vero
fazenda ptima de 3 e 4 palmos de largura a 400 e '00 rs. o covado.
APPROVADO E AUTORITARIO.
DA
E
JUKTA CENTBAL DE HYGIENE PUBLICA
^S^3 4& 3Sn1
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPAST1CAS
DE
RICARDO KIRK
Para seren applleadas s partes affeelada*. sem resgisardo
em ineoiuniodo
Muito conbecklas nesta corte e em todas as pro-
vincias deste imperio, pelos seus n&illveis resul-
tados em lodosos casos de innaiiiinaeo. sajan ex-
ternas ou internas (com cansaro e falta de respi-
racao) como do estomago, flgado, baco, bofes, rins.
utro, peito, palpilaco de coraco, gargantas,
olhos. erysipellas, rhematismos, pralysia, e todas
as aeccSes nervosas, etc., etc.
Igualmente para quaesquer incliai.-oes, ferdas,
tumores mtesunae c veneraos, serophulas, lobi-
nhos, papos, etc., etc., sejam qual for o seu tama-
nho e profundeza, |>ormcio da snpuracao serao ra-
dicalmente extirpados,
(Estas etapas naopodem fazer mal de forma al-
gn, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
melhor successo, vejam-se os attestados de curas
completas que j foram iibcados pelos jornaes.)
O uso deltas aeonsolliado e receitado por habis e
iMstinctos facultativos, sua efneacia incontestavel, e
as innmeras curas completamente cbtidas as di"
versas molestias em que foram applicadas, e fazein
merecer conservar a confianca do illustradopu-
blico, que- j tivo a honra de mereoer delie 23 an-
nos de existencia 0 de pratira.
N. B. Xesta corte e de todos o pontos desti'i
imperi* jiecebem-se participaos satisfactorias e
res[>eito. das ditas chapas medicinnes.
As. encommendas das provincias devem ser di-
rigidas por cscripto. com todo o cuidado de fazer
as necessarias explicages, se as chapas sao para
tvomein, senhora, menino ou crianca. declarando a
molestia e em que parte do eorpo existe.
Para inchacoes, ferdas, bbinhos, papos, etc. o
moldo justo de seu tamanho em um pedacn de pa-
pel, a declaraco onde existe, atiin deqna a chapa
seja da forma' da parte aftetada, e para que possa
ser l>m applicada em sea lugar.
PODE-SE MAJNDAR VR DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapas serao acompanhadas das suas com- Consulta s pessoas que se digna rem hnralo
odtentes bxplicaeoes, e tambem de todos os acces- com a sua contlanca, todos os dias. sem exeepean,
denos necessarios para suas applieacoes. das 9 horas da manha s 2 da larde.
ESCRIPTORIO
\. .119 RIJA BO PARTO Y. IIO
E EM PERNAMBUCO
Para as encommendas ou inlormaeaea dirijara-se pharmacia de Jos Alexandrc Ribeiro,
ra do Queimado n. 15.





m&mrl* de Jernurtw %ext* letra 18 de e ttanbro 4e 18aS.
At
Desearaminhool

na
shas presas, a ^.
ten al a traTNaHPBMMno, no bairrr> da Roa-
Vwta. onde ippdc-ar me foi gosallKiila em urna
casa na dita iravessa. Pedc-se, pois. a quem a ti-
wanseu poder une a rcstitaa as Cmco Pontas,
osa n. 7t, ou na reparticae da polica protestan-
do- contra quem a u ver oculta, c recusar en-
irega-to.____________________________________
- I>-sc riinheiro juro sobre penho-
res: no palco do Terco n. *iT2.
- Precisase de 1:1001 a premio com hypo-
hee* de rscraves quem tivor annuncie este
mojomal.
JMuga-se o segundo andar por cima do Fefix!
alfai**'
llWfi hijn dos baratriros, fia do Quemado.
de ultimo posto, curado a 'iW rs. ; "i
padrfics lindissimos, varas a 800 rs.; 4-
arco- e nwfnor possivcl. a 3,5500, W c 5;
de lh*o para vestidos, cvado a STOts. ;
dr core- para vestido, corado a 280 rs.;
amhraicta niniin fina, poca de 12 jardas i7B ;
ssa li prtlc do ovo. porra d.' 12 jardas a 75500.
Hl> %. zfl.
\|>,-< "" rfo Qllfiftttl/h.
^Hkjlr sftim, fazenda de nsto fle
05 pni 1*5 : dito- de alpaca proto a 3SSr*> hrim
hrancfi Van, van sw>: hrim fle coros para csl-
;isns com {vitos r fu-'lao.
afc.--
VfSi
alpnca.
fSknV.
1*0
a/tencao
l'maipcssoa branca >om algutna edu-
cariio e so teudo em cempanhia a viuva
materna, se offerece nos misteres seguin-
tos, a quem se quizer atufar.
Tem conhecimealos jurdicos com que
se pode haver muflo bem em quaesquer
aerees civis ou orimes de que as veaes
urge tratar-se quando menos se espera.
Trata mdicamente e com proveito a mul-
tas molestias.
Tem o neeessario saber para guiar.
novieos offlciaes de carpina no fabrico de j
varias ,.bras montos de machinas de engenho, quando
exijam taes servioos. E' igualmente pra- :\
tico nos traballios'agrcolas em adminis-*
trar engenho, acrescendo por si, saber j
Tazer assucar c o purgar, com o gue -ti
mais prova-vol prevenir prejnizos nao pe-
queos que as vezes se dao com os as-
sueares raras, s connecido quando sel
os tiram e que s alii que amitos se-
nhoresprocuram remediar o mal despe-1
dindo os operarios c cahindo todos na |
mesma r.vontuVacao. Quem pois preci-1
sardo anmraciante para este ultimo ca-
so, ist". para aflministraco do enge-1
nho, peder ah se aproveitar das mais
habilidades de annunciante e que para
hgocio deverao annunctar pola fo-
Iha 0,-fto,ounoi caria fechada com asi
iniciaos TU. L. o. V dirigida ao Sr. redac-
tor de dita Toma Ignacio liento <1< Loyola.
fcYkHViHT*.
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direccao de BANCO UNlAO tendo obtido do governo de S. M. F. a autorisacao para estabele-
eero seguro de vidas em mutualidades, faz publico que desde ja toma subscripedes annuaes por urna
sv*ez, uebaixodas seguintescondicoes :
Comperda de capital e lucros;
Dito capital smente;
Dito lucros sement;
iflevendo a primeira liquidaclo ter lugar no l* de Janeiro de 1859.
As vantagens do emprego de capitaes em mutualidade, sao obvias, porque nao somonte se co-
hc o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar nonhum resultado; mas alm
disso, este rendimentoe augmentado pelo capital ou lucros, ou ambas as cousas, conforme as condicoes
da subscripcao, dos queTallecem. Tmbeme partido pelos socios sobreviventcs tudo aquillo que os' so-
, cos morosos nos seupagamentos, sio por este motivo obrigados a pagar, bem como caducidades que
occorrerem pela falta >de cumplimento do compromisso social.
I As liquidacoes sao pelo systema dascompanhias hespanholas, Tutelar e outras: e parase poder
fazer urna idea do que pode produzir urna entrada animal de 10*, publica-so, a seguinte tabella basca-
da sobre a experiencia de muitos annos decompanhias dcsta natureza :
Em S annos Em 10 annss Em 1,'i annos Em 20 annns Em 23 anos
Por um menino de 1 dia
-de 1 anno
*ic 2 >
de 3
de 4 >
Por urna pessoa de 15 >
de *
de 90
de 10 .
a
a 2
a 3
a 4
a lo

a
a
a SO
1 anno 110*
904
86*
Contina a ha ver pao r
quartas e sabbados de anBn^HsTpBspi
em Santo Amaro ao p da fundido, na ra da Im
peratriz n. 22, e ra do Brum, confronte o chafa-
riz n. 47, ra das Cruzes, deposito n. 39, na Pas-
sagem, taberna da esquina do Sr. Bento, que vira ^ ^ patacno tYis para o Bemedio, e no
da Penha n. 10.
armazem progresso, largo
tunda
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha deijandiocaamelbar que exis-
te no mercado por sor de Santa CathaSa, a bor-
do do patacho Fru>a, entrado neste porto no dia
11 do crreme, por menos do que emVntro aual-
quer barco : a tratar a bordo ou na roa
rim n. 43.
COMPRAS.
bois de carraca : na ra Au-
gusta
(Compra
n. 94.
Compra-se cobre lato velho
na roa da Cadca do Kecife n. 36, pri-
meiro andar.
900*
780*
720*
710*
700*
700*
7105
720
730*
2:000* 4
1 700* 3
l:600| 3
1 560* 3
1:350* 3
1 340* 3
l sTtal 3
1:6000 3
IR003 1
Compra-se
cobre, chumbo e lati velho : no oitio da secre-
70011laria da P0^1* no armazem da b0,a amarella da
.?>004 rua do M1Pcra,,r-
100*
:i50*
330*
400*
700*
0005
dfr
As entradas iwruma s vez dio resuludos muito superiores ;is annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.Os directores do Banco Uniao, Jos da Silva Machado.F. M van
r\ lepoort. ^^^^^^^ *^^^
Agentes em Pernamlmro : Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n 1.



P^ ^W \^

WBWW'^^ T^^^BPW^ Vf^rW^Wv^ W* ^(
"** XI'R*,^' <%^^ ^W* w^ s^ |^x 4m^ ^ Ifwr
'W'Wl^ ^PWTf%^ ^r* \f^%r**v f^fv^ w lilil^ r*


i%.
- ps
r % va K'w^fm
^^ ?WH'ltS.- #WWI-
tratar t'^ai < Ta^warrtif a^s
l>t>
afaj I ^B vni* 1W" fRlMw^ HPWr> l^^r%a
1%^''' >

flkfacnami) o .vWI I m sa|MI M



imsta''
tjNj masan
RsajSfl ^
n^sjn
k I
t ;t*.


a> -^ai'
_- ST*WWS_;
*?5Sa?aKsWii
: njs tsnaaatVMk
fia
1
%Jr*avCnV^I
! V^fr W" \v%")aN et*n <1NMi. 1a^*
INrU.
t^- u ^ ^ twrdw. *^
^'wiW aWsasaW*
Compra-se tffectivamente ouro
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo
ja de bilhetos. __
TUDAS
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recite n 37 vende-se mui-
to superior cora d carnanha.
C'oa a 4 rs. a llnra.
Vendem na rua do Queimado Azevedo & Irmo
Vende-se urna escrava prota. lionit:i liirura
Cola da Baha '
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, rua da Cruz n. 1
Potassa da Rsala.
Acaba de ebegar no navio Quem of tke FUet a
mais superior potassa da Russia, e vende-se' a-
preco commodo : no largo do Corpo Santo, escriD-
torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19-
Koa da Senzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C.r
selhns e silhoes inglezes, candieiros e casti-
aes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
_______ chicotes para carros e montara, arreiot para
e pra em carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglcz.
Pentes Mara Pa.
A loja da Aurora, na rua larga do Rosario n. 38,
recebeu riquissimas guarni?des de pentea Mara
- de melhores goslos que tem chegai a este
im rcado, as.-iin como tambora tem di' umitas ou-
tras qualidade-. tanto de atar cabello como l
marrafa.^^^^ ^^^^^^^^^
Redes ron laco de Uta.
a loja da Aurora na rua larg
ni lacinho de fita para
lio, tanto pretas como de con
som taco, tud" '-.. harta?;
avista faz f. ____________
Vende se uma e-ora\ i iiKtca comhahid.~
>ilo i; sa-
na rua do Queimado n, \ seMsV
FilfflUH
...







-4*4** Vf j


I M.*'
t (fita


^* ^^ka^^sw ^saw^^^^iW^^^^^^saa^s^^^^ ^^N ^^la^la* ^^v ^r" ^aa^
^^^* ^H^^^^^^.^^Tav^^^^ i? '^^ ^^ ^1 ^^
?aa^Hf^a^^^ ^^ ^^sP^^^a^. ^^^^^ ^** ^^r^^r*^ ^a^^laa^w
k ^aafttfH''^aS^s9W^^ wr\ % TTW^IptPW ^l^
^aaVaajwiaa* a>yaa>yay- aaaa*.
Vaa ^PP,*s|aail ?WWL ^^saa^ ^^T^^aa^saaaa^aaa ^Waa*
. aW*"^ '^l'a^sW'aa ^^W^a%.
ul.x.l.'. L .^Jug .._ie--. V
^^ ^r^^i^aa^sT*" ^s^^^p^^^^V ^a^^^*^ '^"*% P'WIBaaa^' a^a
PPaw ^BHvWaWla ^^ ^a^sarV ^%- ^f. Jr*^" ^^ ^^^aa^PTv'
^^P^^^ ^^S^^^'i^^a'^'lV.
'^^?W^^^P-s^iTP^^Pa' "^^W^P^a ^s^^P ^Ssaa^^^l^^P ^*"^ ^W^Paa ^W
^^Bt'^Ba^aTWsa^ ^H^ vHP ^^ar ^^Hf^^
^?^Bi*P?sWbT ? flpaa\W^W 'Pa^slaTPW ^
? VraMNHNsrV
%aya*nv ftl> *. >*aV
"^^aiTa^W^^'^P^a^a" ^
1 ^1iWa
-aaa^sMI^^^Sli
'^ai'^a^.W^P^^aT^^^a'al aa^^PP^V^Pa^P^s^^
-MaaHPt^^^ *lk^^sT*aa0aa!^i*aa^^^P^ ^^*^a^P-a\*srl ^rVI *^P^R
XnataV lin^sa^*3aan*,a
Nptari||a1aTafr V^'pll.'lt '^ *WI
^^P^Pa^a^anaaW ^^^s^P^P^^P P^PA ^^
a <*!**
(k. ^MuyaMBat
^p^^pwr^P'
^sP VVarV "^^^
i
Tjaiisj. "^ tapia awwaa^ ? wNMt*> w}l^^^aa^'**, im
lNw3s>*e
1%:
JMtfcTaV aaV
4* sM^tef^n^av aa. aaaA^ajaatkaTaBsTaJa> Bs^Skaana> ^ ^ A------ >>. ^a^
ataiPt1 isasMfaaaaasr pn 'i1.aaaaaa* aa>
BfstatnasMf; aaen >!
ra~^ra >|naera
aullar caaa U^M* fWrtara
aaV
l*pHse
sus aa estmla a
airona n.-ssfo peloSr.
, leat eicellenies coasakoaos pan
. (sai sea jardsn asm oratado, leas noai puco
e aran beker, corheira, estribria, cas pan
criaste, e ledo tecnado de maros, tem dous portos,
nm na frente da estrada, outro no fundo une lew
aluda para a margeia do rio pan o bello Imano :
quem o pretender, dirja-se rua larga do Rosario
w. 21, a Piar eos o proprieuro Henrique Jorge.
Atad est para alugar-se o sobrado na rua
dos Coelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas._______ __________^^^
Precisa-se de um caineiro para um deposito"
de 14 a 16 annos, que de fiador a sua conducta :
na rua Imperial n. 179. *
Precisa-se de nm calvero para um deposito,
de I i a 16 annos, que d fiador fl sua conducta :
na roa Imperial n. 124.______________________
Precisa-se de uma ama, preferindo-se cscra*
va : pa rua de Aguas-Verdes n, 86, primeiro
"afiar.
*^^^^s^^^ps*^^^r ^i T^s^^^^n ataT^a ^s^^ T^^saa ^r^aajy^^^^^s^^ ^s^%
*^* ^^Wa^raUan^^aUrTP* alJaTa^^aaaaa^^ *! ^tajM^Pal af*a^aaaaV
~Mafe$a*a,M94 C* MmM
Sabrr Usaaa ? NHax
Ttavavviav.
Tiaaja-se c s^mm
ksTanss% LnaMkaV kaaMAa
ItKa WJsniM al
ana ***
aja* ga Jtaa taVt aYMk I
aW>Ja% #
ai |isv
sTrnsTaaV \UsbA ssn. ICi. issaTMaTar iXl^sTanMaVan s% 4anTant i.'aaTanTaaU|
a|a|^pi Pa*sav ap>> 4^k apaa^^pp >ar^aan^B^anaan aa aanaw a>a^^^aa^t^aaa~
0^aaaVaa9aVM MIKanalaantef a a>Vaaa axasv aysiaiJsW wajwifcM, airan lMt^tHm>K tena swan^rraa^ r^P*' **kk; *** **
r oi-aaaani>>ii. a^ ^>^ lia pxa ar IbvisW
Oir 7Vaaa7s%7Sxr a ta aV 8WW#fcaifcbS yaW *a>IYfr> iaataafWlivO it lanaa^MaTaVa *0 abwaa iMf
-1^ y*. ranaaJta ijjdj t>an a k>saw>yaaaia asauc aaamv t *k\>kxs peto >av ta cura-
^^ Ka attwscao a* paguas aaVraa, aa aiu p^oitesm ate ih iiia, o Ur
u> i.ibaiawrsristeas da ensata aJn da **- vea lar \kss cvmsute aor apaaMnt aa totea wla-Jlira (las stis a> sea? aona
yaata^^Mn^havaaaraaaa^aaaajsaai^ ^^
38 dbaaatdos para vinatoa a coaJNraacia devomser dir>gkWis p*n vscnpu au coa-
a aanaiai da
saa cargo, caanaana aas endures do nansa tal-
lido para uue deulro do praso de oito das k> pre-,
seute annuno. iWe apn>senietn seas ututos aamde sulktno desde 8 horas A da aAe 8 da aoite, na cerlea (le que serio alKiaudus ita orde
canai verincados e classificados, no paleo da ma- de sua precedencia, salva a cuxumslancia de eiuinettte perigo.
triz de Santo Antonio a I, a neceo Largo na- IDVEHTE'CI I
mero i A. itecife 9do sobrede ISO.--------- Q ^ jo^^^ ^ ^^.^ tk)S ^j,^ .^aicMBenU*. desde a primein
Aiugam-se a toja do sobrado n. 193, e arana- al |pbn|aj|M dynamiujsacio.
TiStrtSmSV VtS*Z*ZI E *> ~ meik50S hespanltes e aleosles nao cessam de cerficar a major eft-
ma da Aurora n 36 cawia das ultissunas dynaminisacoes do Iralamento das moleslias chronicas, o Dr. Sabino M
~- Precisa-se de.epxtodelns.de bolos de venda-1 W a0^ ?? 2.~ ^^nlo* *s Juncias mais altas ( por ora at *X).').
gem, e paga-se bem: na botica do pateo do Carmo.
I. AHORA.
DRAMA HISTRICO PELO DI. THEBER6E, NO
OUL MO INTERVEI PEBS0RI6EI
FEMENINA.
Na rua Nova n. II vende-se a lijlooo o
exemplar,
afim de verificar por si mesmo a ferca dynamica, que se Ihe atlribue.
O mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisacoes podero dirigir ao
consultorio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edicto do Thetomo homeopathicc
ou Vademcum do hemeopatha, obra indispensavel a dos que querem usar da homeo-
paiia.
Tudo 0 que diz respeito va medicina se acna abundantemente neste novo estabe-
aecimento.
aw *WMtW aMsi vk
MsaaPan H M la i 4 Wx v**lM*r
MlaUaK4Miaa>0^
inasamsii, ate aamsu w
mk aijlBaqNaJMfftx paca;' -aJo ia> c pa-
cam'taanPasi m* nH" ua ruada
laafirateaa aa\ toja o uawaou do tova
di'taaw SaKa
*, aapa I >aHw. aa te* a ate,
VeaaNaViL' |vk'tup.e pfea> uuuto boa
faieada. a *3LaX km* IMN e M so
aa toia do ravi. rua da bjaperaara a. (NA.
\Wa> Im4a> ftaaaW-U m taja a>
Yeadeavsi laaisaiaso setiaa da China, fa-
ajajAl saa atsko, propri rv*la v*-'u\ki6 da
s^altovat, para capas 0 Mupa para noaseo,
leudo esta saleada i pateos de largura e
atado asuito kwe, veadte pek baratissiuio
invco de *W00 o covado. garaulinoV-se que
nao se torna rufa, e veadeia-se uoH-aoseale na
loia do Patito, rua da laaperairiz n. O:
Corte traite a tmttmt*.
Na toja do Patito veude-se cortes de chitas
inglezas, tendo 10 covados, a 21, e com
12 oovadon, a 1*800, sendo todas de pa-
driles escuros: na rua da Impentriz n. 60,
de Gama & Sirva.
(arnaba.
Vende-se cera de carnauba em saccas, por
prco muito em conta, ou mais barato do
que em outra qualquer parte : a
ta\X*M
j ni
no ualnauUi' ouujutu^ cnaa
kHM.^k, Im) alta, ludv
a>i riu to ijuiuudu, kan. da^uia !mauca % ^
K aptaatvet a aguia hnaca o ler de notar a
san boa ti egucau, nue acaba de recebe* neto pa-
ipmto aancea una bello sorutento de ensutss de
>edn itonosiimito inaravilba das baila*, o ipiaes
Mirvem lauto para vellido de senhsn cosna pan
rvMipinlus de crianzas. Seus noviaainKH o delica-
do* asanaboa, suas oacotoa i c beui acertada co-
t baesniun lodo agndnvel aososbos dn ipiasajnnr
vvenle que saina apreciar o booa, Assiaa, pois, a
duvida est eui baver diabeiro, bavendn-o, diri-
pavae sem iusto m espafoso e alegre ainho de
aguia branca, rua doQumadn. 8, (pac aenarao
as verdades a.-una ditas.

Vende-se na praca da Independencia as. 37 a
39, capellas de aljfar pan se botar ao eeaaterio
publico no dia de finados com aa inscripcoas ae-
ruintes :
Miaba mai.
Meu pai.
Meu esposo.
Minha esposa.
.,,.. ^.---------,-,-- ''fia lagrima.
ruada Imperatriz n. 60, toja de dama Silva, > aiod* nao vieran) igual a este mere


1

Diario de Fernanifouco Sexta letra i 8 de Setembro de 183.


GRANDE EXPOLIO i Jflfc
f., ini.it .lo liamatiaomao na __- tlOS OSf OS, P
de fazendas baratissimas qu s Vcn"
dem para limidar; na loja do*>v
vo, ra da Imperatriz, "60. '
Noste estabelecimento acha-se um grande
e variado sortimento de fazendas, tanto de
luso, como de primeira necessidade, pro-
prias para a praca e para o matto, que se
vendem porprecos muito resumidos, de to-
das as fazeMas da"o-se amostra, deixando
penhor, ou mandam-se levar em casa das
familias para escolherem, pelos caixeiros da
loja do Pav3o.
Lias con O palmos de largura
na loja lo Pavo. i#4UO.
Vendem-se lazinhas transparentes de urna
scor, de quadrinhos proprias para capas
e vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo
baratissimo preco de 15400 o covado; s
na ra da Imperatriz n. 60, fojado Pav5o.
O Pavo vende las de 4 palmos
de largara a 500 rs.
Vendem-se Uaz'mhas infestadas, sendo das
mais modernas, de urna s cor e de qua-
drinhos, proprias para vestidos e capas, pelo
baratissimo preco de 500 rs, o covado; di-
tas matisadas, fazenda muito fina a 500; di-
tas garibaldinas a 440 rs.; ditas de qua-
dros a 360 e 280 rs.: s na loja do Pavao.
ra da Imperatriz, n. 60. de Guimarites &
Silva,
Laazinhas a O rs. o covado.
Si o Pavo.
Vendem-se laas de cordozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenda, com
as cores seguintes: alvadia, cor de caf.rxo
escuro, claro e pretas, proprias para luto ;
ditas transparentes com palminhas, pelo ba-
rato preco de 280 rs.; ditas infestadas de
quadros a 280 rs.: s na ra da Imperatriz,
n. 60, loja do Pav5o.
ja do PavSo.
jissimas bareges malisa-
dos S, pelos barattssimos pre-
sos de 480 e 500 rs. o covado: na ra da
Imperatriz, n. 60, loja de Gama & Silva.
0 Perfume da Moda.
AG-TJA FLORIDA
De Murray & Lanman.
GRANDE
a SO rs. na loja do Pavo.
Cassas a 210 rs.organdy a 210 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
a 240 rs. o covado ; organdV matisado, pa-
droes muito bonitos a 240 rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a 10000 a vara, liquida-se a 600 rs. a
dida.ou 360 rs. o covado, por lia ver grande:
porcSo : na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavo, de Gama A Silva,
O Pavo vende chitas francezas
a NOrs.
Vendem-se chitas francezas a 280 rs.;
ditas escuras com muito bom panno a 320;
ditasa 360; ditas muito finas e muitoen-
corpadas a 400 e 500 rs. o covado ; s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz, n. 60.
Nova pechlncha de cortes de
cambraia na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos
com babadosa 20500; (Jilos a 30000; ditos
a 40000 ; ditos chinezasa 4000o j pecas de
cambraia transparentes, adamascadas, pro-
prias para vestidos, tendo 8 varas e raeia a
30000; ditas lisasbrancas e decores a 20500,
30000, 30500, 40000 e 50000 5 pecas de
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e meia
cada urna, sendo brancase de cores, a 30500; |
ditos a 20500; pecas de cambraia para cor- '
tinados, sendo tapadas e transparentes com
20 varas caria peca a 95000, isto tudo para
apurar dinheiro: na loja do Pavo, ra da
Imperatriz, n. fiO, de Gama* Silva.
O Pavo vende chales
A" 25000, 20500, 30000, 50000, 60000.
70000, 8,000 e 100000.
Vendem-se chales de merino estampados,
claros e escuros a 20, 20500 e 30000; ditos
muito linos de todos os precos e qualidades,
tanto de pona redonda como quadrados;
assim como nissimos chales de crepon com
cores inteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 100000 ; ditos de pello, bordados,
a 20 s na loja do Pavo, ra da Impera-
triz, n. 60.
Ascasemlras do lavo Infesta-
das a10BOO.
Vendem-se casemiras francezas enfesta-
das, proprias para calcas, coletes, palitos,
e capa para senhoras, por ter de urna s
cor, sendo fazenda que sempre se vendeu
a 30000. liquida-se a 10000 o covado : s
na loja do Pavo.
O Pavo vende
A 100000 madapolo Elefante.
Vendem-se pecas de finissimo madapolo
marca Elefante, sendo fazenda muito larga
com 24 jardas cada pera, pelo baratissimo
preco de 100000; garantindo-se que val
muito mais dinheiro ; dito marca Aguia a
80000; dito marca Pavo a 70000: na ra
da Imperatriz, n. 60, loja de Gamar Silva.
Grande peehlncha em chapeos
de sol na loja do Pavo.
Vendem-se chapeos de sol. a ingleza, sen-
do cobcrtos de linho e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar a fes-
ta. ou para meninas levarem para a escola,
pelo barato preco de 1060 ; ditos marque-
zinhas, de seda com franjas e cabo de do-
brara30OOO ; ditos de seda para homens,
sendo com armaco de balea a 60 e 70, isto
para apurar dinheiro : s na loja do Pavo,
ruada Imperatriz, n. 60.
Caxemira* da Escocia a '#000
o corte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-
cia, para calcas, pelo barato preco de 20,
tendo da mestna fazenda para vender em
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui-
to encorpada a imitaco de caxemira, e ga-
rante-se que nao desbola. Tambem se ven-
dem cortes de caxemira ingleza, d cores
escuras para calca pelo barato preco de
19800 cada corte, ou a 500 rs. o covado :
s na loja do Pavo, ra da "Imperatriz,
n. 60.
Madapolo Infestado a 4tfOO
Si Pato.
Vendem-se pecas de madapolo infesta-
do com 12 jardas a40000, ditasa1 40oOO,
ditas com 24 jardas a 7050o e 80000 : s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz.
n. 60.
Reos vestidos braneos.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
mais modernos que tem vindo ao mercado,
tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
' baratos precos de 100, 120 e 16 : s-na
loja doPa?8o, ruada Imperatriz, n. 60, de
Gama A Silva,
Este raro quilo delicado perfume
quasi que iuextinguivel o to ebeio de
mimosa fragrancia e frescura como o
delicado cheiro das proprias verdecen-
tes flores. Durante os mezes caloren-
tos do vero o seu uzo torna-se iiuinen-
temento aprazivel e desejavel em con-
sequeucia da influencia refrigiraute e
suave que ella produz sobro a pelle:
em quanto que tizada no banho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
urna certa elasticidade de vigor e forca.
Ella imparte transparencia as feigoes,
e remove pannos, sardas e bertoejas d
sobre a pelle.
0 TOMCO RIEOT1L DE KEMP
PARA OS CABELLOS,
urna preparaco admiravel para lim-
par, aformosear, conservar e restabele-
cer os cabellos.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo A C., ra
da Madre de Dos.
ENCAS DEPURATIVAS.
An-svphilitica e M-rheumatiea
Approvada pela Imperial
academia de medicina.
COMPOSICAO E PREPARACO DO
0r. Ernesto Frederico dos Sanlos,
Pharmaceutico pela escola de medicina
do Rio de Janeiro.
Estas essencias cuja formula j foi ap-
provada pela academia imperial de medi-
cina do Rio de Janeiro, e pelas quaes seu
autor foi premiado na exposico nacional
de 1861 e com duas medallas na expo-
si^io de Londres, sao sem conleslaco o
mais efficaz de todos os medicamentos at
hoje conhecWos para o curativo de todas
as molestias syghilicas ou que dependam
de urna alteraeao do sangue.
Distinguem-se estas essencias pelos ns.
1 e 2, cujas formulas variam considera-
velmente, a de n. 1 empregada com o
mais feliz resultado as molestias vene-
reas ou que dependam de alteraeao do
sangue, como, cancros venreos, chagas
syphiliticas, boubas, affeceSes herpeticas
e dartrozas, as blennorrhas, leucor-
rheas, vegetales syphihticas, escrophu-
las, escorbuto, cry pelas etc. A de n. 2
tem sido empregadi exclusivamente pa-
ra debellar os rheumatismos syphiliticos
e gotosos e as exostoses ou tumores
osseos.
Acha-se a venda este precioso medica-
mento na ra do Rangel n. 62, pbarma-
cia de Medronho & Martins.
CMfe^MTj Cftafl
BALI
O GALLO CANTA.
J sabido que quando chega o vapor da
Europa, o gallo canta aDnunciando aos seus
numerosos freguezes as galanteras de mais
gosto e da ultima moda que por elle re-
cebe, como sejam:
Camisinhas para senhoras.
Requicimas camisinhas com manguitos e
gravalinhas para senhoras: s no Vigilante,
ra de Crespo, n. 7.
Cirigolinhas.
Riquissimas cirigolinhas ou gravalinhas,
sendo cousa de muito gosto, e a primeira
vez que apparece para js senhoras de bom
gosto: s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Pentes de concha.
Tam bem chegarain riquissimas guarni-
ces de pentes de lindo gosto, tanto para
alar, como para marrafas, por precos ra-
soaveis: s no Vigilante, ra do Crespo,
n.7.
Redes com lacinhos de fita.
Lindas redes pretas e de cores com um
lindo lacinho de fita para conservar o cabel-
lo, pelo barato preco de 105O; assim como
os novos enfeites para cabeca a 3.5000, 40 e
50000: s no Vigilante, ra do Crespo,
n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores
a 1(5500 ; assim como fita propria para o
mesmo effeito a bOO a vara: s no Vigilante,
ra do Crespo, n.7.
Lucas de Jovin.
Tambem diego u e chegam por todos os
vapores grande sortimento de luvas de Jovin,
aonde os freguezes podem escolher; s no
Vigilante, ra do Crespo, n. 7.
i ntremelos e babadinhos.
Tambem chegaram grande sortimento de
ntremelos e babadinhos, que se vendem
por baratissimo preco de 10500 a pecinha:
s no Vigilante, ra do Crespo, d. 7.
Fiedlas para cinto.
Tambem chegaram grande sortimento de
: lindas livellas de ac e de metal com pe-
i drinhas e sem ellas, pelo barato preco de
20 2I500, dando-se a fila para as mes-
mas : s no Vigilante, ra do Crespo, n. 7.
SEJff SKU i vno.
QUINQUILHARIAS.
Ra do Queimado, ns. 49 e 55, lojas de
Jos Bigodinho, queiram ver ver as fazendas |
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto'
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodo de to-
das as cores a....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas. A-
lexandre, a..... -10100
Carritel de qualqaer numero 100
Varas de aspas para balo. 80
Caixas com superior obreias a 401
Ditas de colla ;....... 40
Pares de botos de punho a 120
Pares de sapatos de tranca 10280
Ditos muito superiores, a 10600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muito finas para se-
nhora a........30500-
Duzia de ditas cruas para horaem a 2400
Baralhos muito finos para voltarete a 300
Carriteis de linha com 100 jardas a 30
Cartes de linha branca e de cores a 20
Noveltos de linha com 400 jardas a 60
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......120
Cartes de linha com 200 jardas (est
se acabando a...... 60
Vara de fita prela com colxetes para
vestido, e tem um resto parda a 100
Atteneo!
Posto que domine nocora-
Co do BALIZA a mais bem en-
tendida ambico de tirar de
seu negocio as melhores van-
tagens, com tudo elle nao pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando nao se negocia aca-
nhadamentc, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
der-se barato.
I.olam todos.
A o armazcm do BALIZA po-
dem ser devolvidos quaesquer
gneros qne por ventura nao
sejam do contento dos senho-
res compradores. Nao fica
resentimento algum em se tro-
car por otrtro, ou reslituir-se
o dinheiro receido,
ftfonter a lodo o cusi o seo
crdito, c agradar aos seus a-
migos c freguezes, todo o
desojo do proprietario deste
estabelecimento,

LEDEi LEDEi LEDE!
Sempre a frente do progresso.
Constante marcha o BALIZA.
Tem por norte o bem commtiiu.
A verdade por divisa.
U It % \ I K
DE
No armazem de fazendas bara-
tas de Santos Coelho
itiiii do Queimado numero 19.
Vende-se o seguinte
Cobortas de chita
da India pelo barato preco de 2.
Lenfes
de panno de linho a 2.
Lences do bramante
de linho lino de um s panno pelo baratissimo
preco de ''&.
Toalbas alcochoailas
para mos pelo barato preco do '<>& a duzia.
Vestidinhos de seda
para menina pelo baratissimo preco de 4,3.
Uufos de seda
para algibeira pelo barato preco de 1J.
Ricas saias de fusto
pelo barato preco de 5^500.
Loncos de cassa
flnissimos proprios para algibeira pelo baratissimo
preco de 2 e 2,8400 a duzia.
Cortes de cal(a
dfganga amarella de lista e quadros pelo bara-
tissimo preco de 1 #200 o corte.
Pecas de madapolo
fino largo pelo baratissimo preco de 8.
Petas de brelanha
de rolo cora 10 varas pelo barato preco de 3,8200.
Prcas de cambraia
de salpicos fina com 8 1|2 varas pelo barato preco
del*
Atoalbalbo de linho
com 8 palmos de largura proprio para toalha de
mesa pelo barato preco de 24o00 a vara.
Barege
de lindos gostos pelo barato preco de 440 rs. o co-
vado.
Esteira da India
[iropriapara forro de sala de 4, 3 e 6 palmos de
argura
AOS SRS. CONSUMIDORES DE GAZ.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quali-
dade a*retalho a 100 a lata de 5 galoes, as-
sim como latas de 10 e de S garrafas e sendo
em porco mais barato que em outra qual-
quer parte,
EM suur\no.
Objectos. de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attenco para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas egarfos muito finos a 20300
Dita dita dita de cabo preto muito
finasa .........3,5200
Dita dita dita de balanco, melhor,a 5^50p
Tesouras para costura, muito fi- f
nasa.........40
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de alfineles de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes ..... 120
Caixas de phophoros de pao 10
O rosa de ditos do gaz a 2$200
Duzia de dito dito a 200
Massos de palitos para dentes a 160
Abotoaduras para coletes a ... 160
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500 e.......' 800
IwJk
SEM SEGUNDO*
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sem segundo, ra do Queimado,
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver:
Duzia de Jabneles finos a 720
.Sabonete inglez, o melhor, l 160
Frascos com agua de Colonia muito
fina a...... 400
Ditos de dita grande a 5O0
Ditos de Lavande ambreado, o me-
lhor, a......... 500
Ditos de macaca oleo muito bom a 100
Ditos perola muito superior a 200
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e......... 500
Ditos de bnnha branca a 320
Dito de cheiro muito bonitos a 500
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........200
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a 900
Ditos de banha japoneza a 800
Ditos de banha transparente a 720
Ditos de oleo filoconne a 800
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permitte.
Pares de luvas de algodo finas a 80
Caivetes de aparar penas, de 1 ra-
lba a ......... 80
Ditos de 2 ditas a...... 160
Caixas de colxetes francezes a. 40
Duzia de dito francez a 360
Massos com grampos lisos e de cara-
col a........ 40
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro ....... 320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a........... 160
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........ 100
Grosas de botoes de louca prateado a 160
Pecas de tranca lisa encarnada a 20
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a ....... 60
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura ti........ 100
Ditas de pos para dentesa ... 100
Pentes de tartaruga a 30000 e W500
|P\ELDlRLOj
Itrgo do Uvraniento ns. 38 e 38 A
Defroulc da grade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO >
Scnhores e senhoras
0 incansavel proprietario do grande armazem o Baliza loma a liberdade de mandar
declarar do alto da imprensa pernambucana, que elle perfeitamente liberal em offerecer aos seus
benvolos freguezes as melhores qualidades dos mais bem escomidos gneros, nao s do paiz como do
estrangeiro a precos de contentar e satisfazer a todos.
Fazendo to publico e espontaneo manifest, o referido BALIZA julga de seu rigoroso dever
declarar mui seria e pusitivamente nesta oportunidade, que 6 tambem o mais firme e dedicado conser-
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos gneros offerecidos aos seus freguezes, junta ao pequeo ga-
nho que tira para si, tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de nteresses recprocos, que a to-
das as consciencias deve por forca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente tambem a publicaro do seguinte aviso, o BALIZA faz saber nicamente
aquellas pessoas que sempre csto promptas a comprarem tudo,. com tanto (pie se lhes permita paga-
rem logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s compran os objectos de que carecen, e que gostam fi-
nalmente de empregar bem o seu dinheiro venham a este estabelecimento.
IEIAM TODONe
Do preco de qualquer genero annunciado a venda em outros estabelecimentos, podem os senho-
res freguezes diminuir cinco por cento, e vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como todos sabem, o ho-
mem do movimento prefere ganhar muito pouco, com tanto que seja por mudas vezes repetido.
ATTEM^iO.
PABA OS FREGUEZES DO MATTO E
DA PRAg\.
Na Arara
Grande liquidaco de fazendas sem re-
lerva de preco, na roa da impera-
triz, loja e armazem da Arara, n.
56, de Lourenco Percira Hiendes
Guimares.
Vende-se baratissimo para ver cortes de
cambraia com babados bordados com pe-
queo toque de cupim a l#0O0, 1*600 e
2000; pecas de cambraia com salpicos
brancos e de cores com 8 varas a 2550O
camisas de meias de la para servico a 500
rs. ; ricas capas de cor, de fantazia por
iOflOOO, fazenda de 20/ : s na loja da
Arara, ra da Imperatriz, 56.
A Arara vende os enfeites
a 10OOO.
Vende-se ricos enfeites para cabeca de
senhora a 10000; meias cruas muito lar-
gas para senhoras 320 o par ; lencos de
retroz e vidrilhos para pescoco de senhora
e meninas a500 rs.; ditos de seda, tinosa
i/000 ; ditos com franja a li500 ; ditos de
seda de urna s cor para homens e meninos
a 800 rs.: na ra da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56, de Mendes Guimares.
tiollinhas da Araras 320 e a 1,000.
Vende-se golnhas com punhos e boto-
sinhos, muito ricas e bordadas a lOOO; di-
tas s com botosinho a 320 ; chapeos de
sol de seda com franja para senhora e me-
ninas a 2050o e 30000: na ra da Impe-
ratriz, loja da Arara, n. 56, de Mendes
Guimares.
Arara vende os baldes, a 30OOO.
Vende-se baioes de 20, 25, 30," 35 e 40
arcos pelo diminuto preco de 30000, 30500,
40000 e 40500, s na Arara vende-se ba-
ioes de madapolo por 30500 ; ditos de
brigantinas finas com lisias a 4/000 e 40500:
loja da ra da Imperaliz, da Arara, n. 56,
de Mendes Guimares,
Ricas cobertas de vellido a 8,000 rs.
Vende-se ricas cobertas para cama gran-
de, aveludadas, a 8000 ; ditas de fusto
para cama a 50000; ditas de damasco de
lindos gostos a 40000 ; ditas a 20000 : ra
da Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
Arara vende chales a 500.
Vende-se chales brancos com pequeo to-
que de avaria a 500 rs.; ditos de tarlatana a
500, ditos de merino limpos a 300 0; ditos
de laziohas finas a IWJOO ; ditos de la e
seda a 20000 : na ra da Imperatriz, n. 56,
de Mendes Guimares,
J admira Arara como vende barato.
Vende-se ricos riscados com 14 covados
a 200 o covado ; cortes de chitas com pe-
queo toque de mofo a 2?0OO ; ditos lim-
pos a 20000 e 2->500; ditos de cambraia
branca com palmas solas com urna vara
de largura a 20000, pecas de cambraia
branca a 2/500, 30000 e 30500 : ra da
Imperatriz, n. 56.
Arava vende as laazinhas a 320 rs.
Vende-se laazinhas finas com quadrinhos
de cores a 320 rs.- o covado ; di las a 400,
ditas infestadas finas a 500, ditas de duas
larguras de urna s cor proprias para capas
de senhora a 500 o covado : ra da Impe-
ratriz, loja da Arara, n. 56 de Mendes Gui-
mares.
Oh, que pechiuclia a 210 rs., chitas largas.
Vende-se chitas francezas com pequeo
toque de mofo a 240 rs. o covado ; ditas
limpas muito finas a 320, 360, 400 e 500 o
covado, na loja da ra da Imperatriz, 5G.
Arara vende ronpa feita para
homem.
Vende-se palitos de casimiras inglezas a
30500, 40000 e 50000 ; calcas de ditas in-
glezas 25000 e 30000, coletes da mesma
fazenda a 20000, carnizas francezas finas a
10600, 20000 e 29500, ditas inglezas com
abertura de linho e prega larga a 30000,
seroulas francezas de linho a 10600 e 10800,
chapeos de massa pretos e de cores a 10600,
20000 e 20500, ditos de palha muito no-
vo a 20500, grvalas de seda de cores a
320 e500 rs., lencrs brancos finos a 20,
meias cruas a 120, oh 1 que pechincha; na
ra da Imperatriz, loja e armazem da Ara-
ra, n. 56. de Mendes Guimares.
Madapolo da Arara a 1,000 rs.
Vende-se pecas de madapolo francez in-
festado a 4000 e 40500, dito inglez muito
fino a 60500,19, 80,9/ e 100, pecas de
algodozinhoa 40500, 50000 e 50500 mui-
to encorpado, tambem se vende muito bara-
to brelanha de linho, brim de linho fino a
10280 a vara, guardanapos para mesa -a 200
rs. cada'um : ra da Impeatriz, loja da
Arara, n, 56.
45--RUA DIREITA--45
A' venda na Livraria Universal
ra do Imperador n. 54
0 Outono. colleccodepoesias por An-
tonio Felicia i de Castilho.
Os Amores de P. Ovidio Naso. Para-
plirase por Antonio Feliciano de
Castilho; seguida pclagrinalda o vi-
diana por Jos Feliciano de Castilho.
Orthographia Portngueza un- Jos Fe-
liciano de Castilho.
Almanak de Castilho para 1864.
Vinho do Porto superior.
Vende-se em caixas de urna duzia : no escripto-
rio de Antonio J,uiz Oliveira Aevedo & C
Eia, rapasiada, coragem! parece que j
entivgastes os vossos joanctes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa cm vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos___nem tanto I
a quobradeira nao deve chegar at este pon-
to Yinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 c meia solas -. 80500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre c couro de por-
co 70e........60000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
Sapates, Nantes, sola e vira. 40000
Ditos para menina, comlaoo. 30500
Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas ... 500
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 16, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se venden a preco mais barato do que
outra qualquer parte.
Vendc-se um negro de meia idade, bem' ro-
busto, proprio para qualquer servico, sabe cozinhar
o diario d'uma casa, e tambem sabe botar canoa :
na travessa do Pocinlio n. 26 sobrado.
volt as a .aria Pa.
A loja da aurora na ra larga do Rosario u. 38,
recebeu ricas voltas pretas a Maria Pa, assim co-
mo tambem recebeu rap rolao francez tanto em
libras como em meias libras, oqual se vende tanto
em licra como a retalho do mais fresco que tem
chegado.
A praso ou a dinheiro.
Yede-se urna excellcnte barcaca de S8 a JO
caixas, muito bem construida, e apparelhada : a
tratar na ra de Apollo n. 4, prmeiro andar.
Familia de mandioca
em saceos grandes, e de superior qualida'
de ; no armazem de Tasso Irmaos, ra do
Amorim, n. 35.
iLDELIBO%
Vende-se cal nova de Lisboa : no largo do Lor-
po Santo, escriptorio do Manoel Ignacio de Olivei-
ra & Filho n. 19.
[ LEGVEL



Piarlo de PernainbNco sexta fefra 1H de Hr+mbr de 183.


GRIHeiTPTmPLETO sortimeiito de olmoos
&t) %
(* O
fUUl |
=s? O
(?5
'!=>
/ja
I.-.S9 O w
rs*-,

^
fLU) I
^ I
^3 Cs
(ssi

Q
3 * O S
s 93
o 93 93 93 I
O V. O o
u w. t
93 _
V- ec k
o o
3 -tt 04
a
g
CS g <5 93
93 t
o 03 93 PS O - 93 t
O * 93 t
5~
-o o t 93
0 ^^ t
s 93 c*-
w- O t *^<
**^ B
-A *^ ^
93 93 93 ^
-O 95 t-
C5 tai 0 O - t O
93 5- 9 t
93 o 0 o 93 t
O O t-
c a. *9 O
93 O V "t
* 5^ O 0
S 93 f*3 "t o
93 t "t 3 93
? '* ***
93 o O
fe, o O Sito o 6u I
o t 93
93 O "t t
.=* 5 93
^s j t
Vinhos em pipa: Porto Figueira e Lisboa, a
400, 44o, 5oo e 56o rs. a garrafa, e em
cunada a 2,56o, 2,8oo, 3,ooo, 3,5oo e
4,ooo rs. do melbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
Porte mandado vir de conta propVia a
lo.oeo rs. a duzia e l,ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado, das segundes marcas: Duque do
Porto, Feitoria, Nctar, Velho Secco, Cba-
misso, Madeira superior a 9,ooo rs. a cai-
xa e i,ooo a garrafa.
dem Bprdeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Esteph e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
dem muscatel de Setubal verdadeiro a 2,ooo
rs. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Por-
to do Alto douro a 2.2oo rs. com o gar-
rafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira
muito proprio para a nossa estaco, por
ser mais fresco a.2,4oors.
Vinhos velho chamisso em barril muito pro-
prio para sobremesa por ser muito claro
e macio a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
. neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa al,2oo rs.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
raasso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
54o rs. e em barril a 5oo rs.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado.
Banha de porco a 54o rs. a libra, e em bar-
ril se fara abatunnto.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs. cada
um
dem londrinos os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 21 qualidade de 8,ooo a
8,5oo rs. .a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz caroliuo e do Maranho a 3,ooo rs. a
arroba e loo rs. a libra.
Araendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas' com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,5oo, 2,000, e 3,ooo rs.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
gmja, peeego e alpech a 5oo rs. a lata.
Marmetada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, e em la-
tas de 1 */a e 2 libras.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 3,ooo rs.; tambem ha em
latas de l,ooo e 3,ooo cada urna,
Cha huxim miHdinho mandado vir de en-
commenda especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-se a boa qnalidade.
dem hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser igual ao que regular-
mente se vende a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem pretomuito fino a l,9oors. a libra.
dem mais baixo, e miudo proprio para ne-
gocio a l,8oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs., a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo a caixa.
Ricas caixinhastcom confeites e frutas seccas
muito proprias para mimos pelo baratissi-
mo preco de l.ooo rs. cada urna,
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
mzete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
outros a l.ooo rs. a garrafa e lo.aoo 3
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libra, ha caixas, meias e quartos.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 54o rs.
a libra.
Azeite francez clarificado a 8oo rs. garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores faBricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. o pote.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos- do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Milho painco a 140 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 300 rs. a libra,
e em caixa ter abatemento.
Sabo massa de 180, 200, 220 240, rs. a
libra do melhor.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 rs. a duzia.
Peixe era latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a2,ooors. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna.
Papel greve pautado eliso a 3,500 rs. a res-
ma.
Azeite doc>ae Lisboa muito fino em barril a
64o a garafa, e em porcio ter abati-
t~onto.
' Champagne das mais acreditadas marcas a
i.ooors. agarrafa e lo.ooo rs. o gigo
com urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo, 6oo,
7oo, 8oo, e l.ooo rs., o caixSo grande.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez, e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra:
Velas de carnauba e composicao a 32o, 36o,
e 4oo rs., a libra, e de lo.ooo a ll,ooo rs.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa a l,ooo
rs. a ancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vem ao nosso mercado
pela sua boa qualidade.
Massas para sopa raacarrao talharim e aletria
muita nova a 48o rs. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 4,ooo, 3,5oo, 3,ooo e 2,5oo rs. a
caixa.
Serveja das melhores marcas a 5,ooo rs. a
7,ooo rs. a duzia.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cobin, eoutras a l,2oo rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
l,8oors. a lata.
Iem Craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,000, 5.5oo, e i l.ooo rs. a lata.
Massa de tomate em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinha de Nantes a 36o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo de limpar facas a 16o rs. cada um.
Ceblas a 9oo rs., o molho.
Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
a 14o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cominho, cravo, erva doce, enxofre, palitos
de dentes em caixinhas que tudo vende-
mos por baratissimo preco.
Ricas caixinhas com confeites e fructas sec-
cas muito proprios para mimos pelo bara-
tissimo preco de l,oo rs. cada urna.
t
<
Baraiissimas bnndeljas. Encommendas d'aguia branca recebi-
A aguiabranca por muitas vezes tem da-' das pelo ultimo vapor.
do a onhecor que quando acha alguma pe- Ricos pentos de tartaruga com ctiapa'de madre-
chincha, nao quor .omento com ella cncher pcrola.
o apo, ao cqatrario desoja que toda sua boa S!li,os, Nes de madreperola.
n^zia e l tUko era geral prtvcra d. BKSfflSRto para baptMo,
mesma, o (jii'_ agoramesmo acontece com Bicos de soda brancos c pretos.
essas; toratissimas bandeijas, cuja limitaelO Bonitas caixinhas com msicas c sem ellas para
de ancos admira, era relaejo aostamanhose c0^!Lm ,-
qualidailes: avista do que convm todos a- !an^1,n's \* onfe.tes.
Filas de soda eslreitas para dilos.
Ditas de velludo com lislras para barras de ves
ti dos.
Aspas de balea para vestidos.
Ditas de neo para espartillios.
Bandes de dina.
Palseiras de coma para meninas.
Paos para abrir lavas e port-charutos.
Kssencia de ail para engommados.
Pos hygienicos de Labin para dentes.
l.'-iio virginal para tirar sardas.
Hilo d*ires para extinguir as caspas.
ViiiagR> aromtico pan rertigens, dores de ca-
lmea, etc.
Cosmetique sorflnepara cabellos.
Pomada para bigode.
Honda de fil, lisa.
Pcntes de concha.
Com as novas e diversas guarnicOes de
fenles que a A bcr, veio tambem urna pequea qualidade
re penles de concha que com graca e acer-'
A aguia branca acaba de reo b r essa acredita- tiilamcnle servem para o moderno atado dos
da gnu econmica, cuja superioridad,' est ge- cabellos. Ellessao de bonitos e asradaveis
SSUB^S.: S 3. :; molde8' c t lamanho peqaenino S con-
comella d,-i\a perfeitamente lustroso ao menos!vem Para ,im (l,ie S;,- K esta a prnnei-
tres dias sem necessidade do novo unto, como ra ve/ que d'elles aqu chegam, por isso
mesmo porque sua pn,,u.i-v, appropriada pan que a moda novissimn. pelo que canha-'
WnaOareOOOServaroCOUrO : ella Wlll eni caixi-, rr.n .. m|m- ,niW>ll!Ki SPnhni-ns min nrimni
nhas e barririnhos. e acha-se renda na ra do lau d Palln:, afluellas seniiows que pnmei-
Queimadon. 8, loja d'aituia bratjea, aos rezomidos ro se apresentarem com elles. para o que
precos de 400, 500 e 6M rs. os mandaro comprar na lo;a d'Aguia Ufan-
ea, ra doQueimado, n. 8.
proveitarem-se dessa opportuna occasiio e
proverem-si- d'um traste sempre necessario,
e que lhes custai quasi melado do justo va-
lor. Assim, pois, e dirigirem-se com dinhei-
ro alegre c espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimailo n. 8.
Os afamado* copos com banhn. e
Dolos com Inscrlpces.
Chegaram novamente para a aguia branca
esserafemados e estimados copos com banha
fina; -assim como os bonitos b 5es de por-
cellana dourada tambem com banha, c novas
inscripces maviosas c jocoserias, mui ade-
quado para presentes resta porem que os apre-
ciadores concorram, munidos de dinheiro.
alegre e aspacosa loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
4i*a\a econmica.
TERCOS
e coroas 2c cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
b'-in servir a toda a sua freguezia, notoo que ainda
nao havia feito algnm agrado a aquellos que pru-
*i"iit; e acertadainenir rosando, enmprem aever de
btiin ebristao, e quando reprou essa sua falta,
mandou wr e aealta de receber delicados tercos e
cartas de cornalina com craz de prata, os quaes organdis para vestidos a
o dos liis que estivcrem dis|iostos -a1.
a gastar l500.e 3J> nara uossutrem nm bonito' ^-.__ .mapoiao
terco oucora. com Mqoaes podem mesrao pedir a piopno para camiss a proco de 85 a peca.
Deas pela prosperidade d'aguia branca, em seale-
FAZENDAS
NA
\ova loja de Custodio, C'acralho
A Com panhia.
V7-HUA i) i O KlMAhO27
tnbia
gre e espacoso ninho da ra do Queimado n. 8.
IBahiizinhos com perfumarlas e
sema ellas.
A aguia brani-a vende bonil is bahuzinhos com 6
[Uiahos decneiro 1300 e vatios por 800'
rr.. s.-rvindo estes para meninas, e mesmo para
jotas, ele, etc. : na ra de Queimado, loja d'agta ]
brinca n. 8.
Culteras
de panno do Unnograndes a 2^000.
Latau
de panno de linho grandes a 25.
Para mesa
pannos adamascados para mesa a I5-*>00.
(iuardaiiapos
adamascados a 25 a duzia.
Toallas
ROCPA FEITA
NO
ARHAZEI
DE
LETKEIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que*tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 35(51 e 30.-5000 Cohetes de fusto e brim bran-
Sobrecasacas idem, 305 e 2500001 co, 30500, 30 e 20500
Paletos idem e de cores, 250, Seroulas de brim de linho,
200,150 o......100000 204OO e......20000
150, S Ditas de algodSo, 10600 e. 10400
. 70^00 Camisas de peitos de linho,
. 30500 A 50, 40, 30 e. '. 20500
70, Ditas de madapol5o, 30,
305001 20500, 20 e.....10600
Chapeos de massa, pretos fran-
30000 cezes, 100, 90. e. 80500
40000 Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
dao, 100, 70 e..... 50000' 110, 70 e......40500
Calas de casemira preta, 120, I Collarinhos de linho fino, ulti-
100, 80 e......70000 mamoda....... GiO
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 (Sortimento completo de grava-
Ditas de meia casemira de c- | tas.
res, 50500 e.....40000 Toalhas para rosto, duzia, 110,
RA DO QUEIMADO N. 46

Ditos de casemira, 200,
120, 106 e .
Ditos de alpaca, 50 e. .
Ditos ditos pretos, 90,
Ditos de brim c ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Dilos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-.
DE
II/IVIIS E ROITPAS FEITAS.
sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280, 300 e 350, casacas
' SlVi10 b.em fe,tas a 25<*' 28' 30 e Z*&> paletots acasacados de panno preto de 160 at
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e case-
mira de 80 ate 110, ditos saceos de alpaca, merino e laa de 40 at 60, sobre de alpaca e
merino de 70 ate 100, calcas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cor de 70 at
lo0, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim, casemira
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brancos de bramante a 40
e o0, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, ceroulas
: de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homem e se-
j nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
; obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra com
i promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa. '
DE
-
TODAS AS QUALIDADES
DE
ANTONIO MAIA DE BRITO
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 50, 40500 e
Ditas de brim bramo e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 c.....
Culletes de velludo preto e de
90 e
.Niovi.tsii
>ttn2os cilcitos 1,aia """* l">' P^0 tip 400 rs- ca(la uma*
Knslau liranco
ios e
para rabecas.
(Juando o bello sen Mta a falta de bons
enfeites para caneca, eis que a aguia branca
recebe urna sua eoeonmeada de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissiraa moda, ,
muito aerando isso para sanar aquella falta, bordados dp ,odas as 'ar>'"ras Pe proprio jiara roupa de meninos pelo baralo proco
de 320 rs. tadacovado.
Enlrcmeios
finos bordados pelo barato preco de 15300 a pega.
Halados
e fazer com qoe as Exnas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possam melhor rc.il-
sar e mostrarem o apurado gosto que os
guia. Esses enfeib-s sao duro brido bas-
,tarde fino com continhas d'aco, e mui lx-m
iiif-itados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 50, 60 e 70 dinheiro vista;
na espacoea e alegre loja d'aguia branca ra
do Quemado n. 8.
fiolinhas
bprdadas a 640, 800 e t.
Camisinlias
de oambraia para senhora a 20.
Ilalocs
de arco.- para senhora a 3600.
Italocs de madapolo
para meninas a 2,5500.
40000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
20500 Chapos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000
20500, Lences de linho.....30000
: Cobertas de chita chineza.. 20000
cores, 90 e......70OOO .Pennas d'aco, as mais superio-
Ditos de casemira preta, 50 e 40000; res, a grosa......
Ditos de ditas de cores 50 i Relogios de ouro orizontaes,
*0e........30500, 9O0,8O0e......700000
Ditos de setim preto. 50000.Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 400 e 300000
.60 e.......50OOO;Obrasdeoufo,adercos, meios
Ditos de gorguro. de seda aderecos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 60, 50 e 400001 aneis e cruzes.
600
CONHEC1DA POR FABRICADA V1UVA.
N. 21Antiga ra dos Quarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo o crdito
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendendo tanto
na praca como pelo mato, dludindo os meus freguezes, dizendo que sao meus ; e como to-
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessoa alguma vender
por minha conta fora della, faco o presente annuncio para evitar que comprem gato por
lebre ; e para segu-anca dos senhores consumidores deste genero e especialmente os seus
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha fabrica sao
marcados com uin distmctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o numero da
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientificar aos mesmos senhores, que constantemente
encontrarao um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do melhor fumo
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.


POR MENOS DEZ POR CENTO
NOS
]
ia
FUJVDCO
DE 1
3 QB()S33
DE
11
&rotos
AIbbus cora perfil mar i is
Muitas vezes aconlecia que se procurando una
bella galaataria para se olTertar a urna senhora ou
menina em seus anniversarios, on mesmo na
amarra^io das mestras destis, se nao acha va cousa
Sue aatisfcesse, agora, porm, j nao deve succo-
er assim porque na loja d'aguia branca encontra-
ra o pretendento bollos objeetos pan essa fim, so-
l>re-sahido enlre lies !'>>> bonitos albuns rom
perfumaras, eujo gosto e novidado lhes d a pri-
A aguia branca Colgar de conteniese da Santa Cruz n.84.
->sa oSertas raeahirem sempre em suas piediloc-;
ta> fregnetas, e quando assim nao soja, nao faz i ^V'IllTQ
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
dade do anjaef. querer desde logo alistar-seno
numero daaaimn. Em todo o caso havendo di-
Vendem-se superiores charutos suspiros a 13200
cada meia caixa. ditos de diversas marcas, caixa
de 100 charutos a 1&200, ditos de ditos, meias cai-
xas, a COO rs. : no deposito da ra Nova n. 58.
Presuntos novas de Lamego por preco que ad-
mira, inteiros a .'120 rs. a libra, e a reta'lho a 400
rs. : si'i no armrzem da aurora bri I liante, no pateo
nhPiro. dirijain^e na do Oueimado. loja d'aguia s *' a.rm"em ** anrra *2 no 'arf?? da
tiranca n. que ludo se arranjara. San,:i ,*ruz "" 84- ^om-se (fueijos do
Cbegaraai lavas de pellica para a loja da
fina linta, roa do Queimado n. 8.
Nevis cintas elsticas para senhoras
cnsadais.
A nconh^dtr^Mae essa* necessaria cin-
laatieas ta eana-oiie breve se acabaanm
i- que trieram da arimeira vez, dcixando assim
.: .scontent militas senhoras qne se nao poderam
pnwer dellas. vista do que a aguia branca inan-
dou bascar mais ahjnans, que acabamderhegar.
ainda mais |nifaHaii que as primeira- isso por se-
icn menpres; agora, pois. podem as senhoras ca-
nudas prevenirem-se. mandando-as comprar na
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 8. Se a
A 21) rs.
rtftes de clcheles e cartas de aMnetes a tO,
aguia branca precisasse de "semelhante obra def^oaors na roa do Queimado n. *7. loja de
eenodeeu vez nao ficaria sem ella.
n. 84. vemiem-so queijos ao reino o
mais novo possivel a 1#MK), 15700, 2J e 5*00,
queijo novo do pralo a 800 rs. a libra, dito mantei-
ga a 640 rs., e de qnalha a 400 rs.
A*a*rs. vesdelhen.
\ ende se pallia c carnauba o carne secca do
surti por prcos muito rommodo : no armazem
de laaquimFrancisco de Alm, no Forte do Matlo.
Vi ndem-se dnas casas (equenas na rus Im
penal ns. 280 e 282 o 4 fltetTOs para mindezas : no
uiesmo I ligar n. 194.
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CARDOSO,
Una do IIruin. V S'i.
Acha-se novamente aberto este antigo e proveitoso estabelecimento, prompto para
executar quaesquer encommendas de ferro fundido, batido ou de bronze, moendas para
engenhos, com vapores ou sem elles, tudo com a maior promplido, perfeicao e com-
modo preco ; tem varias obras promptas da melhor e mais solida construefo que p-
dem ser vendidas por melade de seu valor, como sejam:
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca quadrada.
Rodas de espora, carretas e rodetas angulares.
Farafusos e cavilhQes de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singela.
Agulhes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras com bronze,
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qualidades.
laxase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios tamanhos.
Crivos e portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Urna machina de destillacao continua do autorCollares.
Fogoes americanos econmicos para casa de pequea familia.
Fornos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de todas as grossuras.
Cobre era arrobas e folhas. dito, dito.
Fulha de Flandres em caixas, bora sortimento.
Chumbo em lencol e em rolos de diversas grossuras.
E urna grande porc5o de pecas de obras tanto de ferro fundido como balido ou de
bronze que seria enfadonho descrever.
Espera, pois, o proprietario deste estabelecimento que o publico sempre benigno
e prestar toda sua confianca e attenfo.
tmi AZIvYS
CONSlRVlfIVO I CONSERVADOR
DE
W&QIQI 8, !D(D3 SARROS,
NS. 21 t 23-LARG0fD0 TERCO-NS. 21 E 23.
Recebem por conta propria a maior parte dos gneros existentes nos seus arma-
zens e por isso dehberou-se seu proprietario a vende-los por menos 10 % do aue em
i outra qualquer parte, garantiddo a superior qualidade.
l.H-iiii todos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida a 72o e-8oo rs. a libra,
dem franceza de primeira qualidade a 56o rs. a libra, e em barril a 54o rs. a libra *
Arroz pilado o melhor do mercado a loo rs. a libra e 3,ooo rs. a arroba ou sacco
Caf do Rio e do Cear o melhor neste genero a 28o e 32o rs. a libra.
Batatas novas a 5o rs. a libra, em arroba a l,4oo rs. e em caixas de quatro arrobas Dor
4,5oo rs, *^
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e 3,ooo rs a barrica
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2,3oo rs. a groza.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Vinho do Porto em garrafa de superior qualidade a 9oo rs. a garrafa,
dem em pipa Figueira e Lisboa a 4oo rs. agarrafa, e a 3,ooo a caada.
Milho alpista o mais limpo que ha no mercado a 16o rs. a libra, e a arrroba a 5 ooo rs
Velas de spermacet, composicao e Aracaty, a 4oo, 36o e 64o rs. a libra
Toucinho de Lisboa novo e grosso de primeira qnalidade a 32o rs. a libra e9ooors a
arroba.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como cha do melbor,
azeite doce, vinagre, cebollas, alhos, pimenta, cominhos, erva-doce, charutos de todas as
qualidades. chouricas, sabo verdadeiro de 16o a 84o re? a libra, genebra da todas as
qualidades, que tudo se vende barato e quem duvidar venha ver.
Pedro Tinoco.
Taixas de ferro.
Vendeni-se taixas de ferro do mais acreditado
fabricante c por preco mais razoavol: ao arma-
zem de assucar de Jos da Silva Loyo & C.
violto puro.
No escriptorio de Euzobio Raphaol Rabollo, na
runda Cadeia n. 55, vendem-se ancoretas com ex-
cellente e puro Tlnho tinto de Lisboa, smente dea-
rmado para pasto de casas particulares por sor re-
metttdo pelo proprio fazendeiro ou lavrador.
Potaasa nacional.
Vende-se snperior poussa do Rio de Janeiro, da
mais nova que ha no mercado, a preco muito com-
modo; no largo do Corno Santo, escriptorio de
Manoel Ignacio de Oliveira & Fimo, n. t9._______
Cal de Lisboa
Caf virgem chegada hontem em ancorttas nwi-
to tan acondicionadas e por proco eonnnodo: no
antigo deposito da rna do Trapiche n. 13, arma-
tem de Manoel Telxeira Basto.
FUJVIII41 A OIIA AURORA.
i
Nesta grande e bem montada fabrica de machifrismo, a mais antiga no imperio,
tinua-se a executar com a maior presteza e perfeicao encommendas de toda a "
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e tamanhos
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas rundidas e batidas.
Crh'os e boceas para fonJhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cyiindros para
Serras de ac para serrad^
Fatechas para barcos, ffc. V^ por preco que bem convida.
M
MJEQrVELt-


^pftRwHi^ w^fc1

ftMSSSMri
r
fe

'
*mgimmjmmMmmm*Mmm)K
*
m
Cft&NM ANftMKI BK KQUttK*
W, M.I DAS CRCMS H. M
balrro de Sarif atate.
0 proprielario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
serapreem vista fozer todo o que for possivel para bem servir aos seas freguezes, tem
deliberado vender os seos j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e afflanca s pessoas qne mandarem comprar por sens criados ou
eravos, serem Ufo bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qnalqner
encoramenda, ainda mesmo contendo objectos no proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores qne mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
C3o com os sens portadores, fazendo-lhes Ver que s no armazem Progressista da ra das
Crozes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
nanitas vezes olvidam-se e vSo outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
TODOS
os
33
VAPORDN
se recebejn gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMEWO,
COMPLETO
SOItTIMENTO DE MUIDOS.
vende-se em porc3o e i reta-
mo, aprompta-se com to* a
presteza e exactidao qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
Manteigai ngleza de 1.a qualidade, a 800 rs.
a libra.
dem de 2.* qualidade, a 700 rs. a libra.
dem franceza, chegada ltimamente, a 6oo
rs. a libra.
Batatas em gigo de arroba a 1,5oo rs.
Maccs chegadas no vapor Inglez,
Ervilhas muito novas a 24o rs. a libra,
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 20 24500.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 4.a e 2.a qualidade a 85500
e 8800 a^arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e MaranhSo a* 120 rs. a libra
e 30200 a arroba. /
AvelSas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra. S
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porfo ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garrafao ;
afianga-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a ossa esta-
c5o por ser mais fresco a 25400.
de superior qualidade a cada
xinha.
Mostarda preparada em potes muito nova a
400 rs. cada um.
Os propietarios do muite acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vel publico e com especialidade aos sous amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
precos dos seus acreditados gneros, como abaixo vera nao obstante os precos menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que sero to
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Bfilho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Saga muito novo a 240 rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 208, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1^300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 15400.
Papel grve pautado e liso a 35800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs..cada urna.
Vinhos era pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 35200 e 45000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porotera
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
55000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 45000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
Cha hysson o mais superior a 25600 a libra, e 15400 a caada.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3.a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
; timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, ."oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
"ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo a garrafa e a 10,000 a caixa, o prego
nSo indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a ste genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
rs. arroba.*
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,800 rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,2oo rs. a cacada.
Garrafes cora 5 garrafas de vinagre de Lis
boa a l.loo rs.
2
i-
<
c
c
.Vestes novos e grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o rcspeiuvci
dista cidade, bem como eos numerosos freguezes do centro, expostos venda
todas as qualidades de gneros por menos prego que em quaesquer outro estabelecnaeo.
tos d'esta ordem, pois para bem servil* os seus freguezes existe na Europa -um dos so-
cios para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde j encontrar o res-
peitavel publico sempre os melhores gneros do nosso* mercado, e por precos baratisw-
mos como abaixo verao, a saber : -
Champanhe das marcas mais acreditadas a Chourigas a 560 e 600 rs. a libra.
8 o a lo.ooo rs, o gigo, e a 800 rs. e a
l,ooo rs. a garrafa.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa,
Amendoas a 320 rs. a libra.
Avelles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 15 a libra.
Ditas em frasee por 25800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 35ooo
a arroba.
Dito dito do Maranho 120 rs. a libra e 35500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de caneca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 320 rs. a garrafa e I',3oo a an-
coreta.
Batatas inglezas a 60 rs. a libra e i ,80o a
arroba.
Banha de porco a 55o rs. a libra.
Bolachinha de soda a 15400 a lata.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 35000.
Cha hysson a 25200 a libra.
Dito dito fino a 25600 a libra.
Dito miudinho a 25800 a fibra.
Dito do Rio a 15800 a libra.
Dito preto a 15900 a libra.
Charutos de diversas qualidades a
15500 e 35 a caixa.
Champagne a 15 e 15500 a garrafa.
15200,
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 95 e
95200 a arroba.
hDito moido a 360 rs. a libra.
a lao-

tambera temos das mesmasmarapa 4, {* J4* f % caix"a0-
pxmn a,, ,^ rUft Espirito de vinho
e 4,5oo rs. a duzia, e aioo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes
e I2ors. a lata. a"
l,3oo rs. a "duzia
Vassouras do Porto arqueadas, de ferro obra
de umita durarn a 4oo rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejamrCames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
afianca-se ser egual ao
vendemos a 35200.
que regularmente
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 25700 a libra.
dem preto muito fino, a 25000 a libra.
Chocolate para 9oo, l.ooo e l,2oo rs. a li-
bra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 25100 cada um..
dem com 5 garrafas ele vinagre de Lisboa
a 15100 com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 95
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 75500 a caixa com
urna duzia.
Chourigas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 105500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 65500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porgo ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
15000 a garrafa, e 105000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 35500 a caixa, tambem.temos
para 25000, 25500, 35000 e 35200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 105 a 115500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 15000
a ancoreta do Porto e 15500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodnha e pe-
vide a 500 rs. a libra e 45500 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carrSo e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas de 55500 a
.65000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezcs de diversas qualidades a
15300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 25000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
, .. Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
Ameixas francezas em frascos de 11 fz e 3 li-! ooq a iata
bras de 15400 a 25800, tambem ha latas
de 6 libras.
'Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Eructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da orna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 35000 a barnc a e 240 rs. a
libra.
Farinha de Maranho muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 95COO a caixa com urna duzia.
Toucinho de Lisboa novo a-020 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
CeBollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs.' a libra.
Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 25400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. e cento.'
Canella a mais nova do nosso mercado a
15000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
12 garrafas.
Garrafes com especial vinho do Porto con-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs."
dem com 5 garrafas de superior vinho Fi-
gueira a2,4oors.
dem cora 5 garrafas de vinho Lisboa a
2,loo rs.
Vinho branco de Lisboa propriTpara missa
vindo j engarrafado de Li6boa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8o a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/ 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri-
cas estampas na caixa exterior a l,3oo
l,6oo 2,000 e 2,5oors.
dem em latas de, 1 '/* e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem era caixinhas ermeticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a 1,80o rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
rSalmo em latas ermeticamente lacradas a
800 rs.
Lagostim era latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a i,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e9oo rs.
Chourigas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chourigas mouras encommenda especial nos-
Conservas inglezas dos melhores fabricantes phosphoros de seguranga individual a 20 rs.
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
fibra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas dourad^s
Breo, a 320 a fibra e 8j a arroba.
a caixinha.
Papel de embrulbo muito superior a 15120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
45000 a caada.
Otpotitoos parir agua a 65000 a duzia.
sa a 5oo rs. a libra,
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a lfbra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
com5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outres conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
. libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguezas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
a aroza.
Gelade Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha.
Genebra de Hollanda garrafes com 16 gar"
rafas por6.5oo rs.
dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,5oo rs. e a
060 rs. o frosce affianca-se ser verdadeira.
dem de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dera de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1,000 rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Licor francez de todas as qualidades em
! garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que tem vindo ao mercado a 72o e 800
rs., e era caixa a 7,5oo, 8', e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanole
outros a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 80 rs.
a libra e 2,2po rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franga a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48ors. alibra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pod de-
sejar a 32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a 4n,ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs.* a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,800 rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,000 rs. a libra.
dem nacional a l,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, mes6ecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
3,floo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, 2,ttoo,
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
de 38 graos, a 280 rs.. a
garrafa.
Farinha do Maranho a 160 rs. a fibra.
Dita flor de laranja a 15 o frasco.
Feijo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
Figos a 32o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas a 5oo rs.
Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, c 25600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 15300 a duzia.
Genebra em garrafes de 14 garrafas por
45600.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 15500.
Manteiga ingleza flor a 800,900 e 15 a libra.
Manteiga franceza a 600 e 64o rs. a libra.
Dita hollandeza.a 72o 800 rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra:
Dita es-ellinha para sopa a 5C0 rs. a libra.
Massa estrellinha para sopa a5oo rs. a libia.
Macarro, aletria e talharim a 48o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo rs. alibra.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 25500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 25
25500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a 500, 560,
600 e 640 rs. a garrafa, e 55500, 65 6
65500 a duzia.
Dita em barril por 45, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs.
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a 1
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a \ibr?j
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete do gaz a l,2oo rs. a
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras ?or 45000.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composigo a 360 e 380 rs. a fibra.
Vinho do Porto, caada a 55500, garrafa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 45 e a garrafa a 500
rs.
Dito Figueira, caada a 35840 e a garrafa
480 rs.
Dito dita superior, caada a 45 e a garrafa
a 500 rs.
Dito Estreito, caada a 3200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 c 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafes de 5 garra-
fas por 15400.
Dito em caada a 25, e a 260 rs. a garrafa.
Vinho do Porto em garrafes de 5 garrafas
por 25500.
Dito dito engarrafado a 15 e 15200.
Dito lagrimas do Douro a 15400 a^garrafa.
Vinho branco do Lisboa a 720 rs,,^garrafa.
e 55 a caada. *
Dito do estreito a 600 rs. a g^f rafa, c a 4550C
a caada.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quali-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciados.
Fl \ IIl AO DO BOWUIAtf-RlTA no
II MI \. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
AGENCIA
DA
FUNDIGO DE LOW-MOOR.
Ra da Senzalla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimentode moendas e meias
moendas para engenho," machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamaitos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
ROPA
T
Na ra do Queimado n. 43, esquina que
volta para a Congregaco ; pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14*000,
Ra da Sen/a I la Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem^se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lew
Moor libra a 120 rs.
ESCRAYOS FGIDOS.
No da 3 do corrente fugio a estucara de nomo
Anna, bastante baixa, magra, nariz chato, bocea
' grande c com urna grande cicatriz as costas, re-
| presenta trinta c tantos annos, desconfia-se andar
I em Santo Amaro de Jaboatao, por ter pertencido a
! fabrica do engenhQiContra Acude e ter sido com-
prada no dia 25 de agosto do corrente: roga-se a
quem a pegar leva-la ra da matriz da Boa-Vis-
ta sobrado n. 33, que ser recompensado._______
100,000 de gralicatao.
Contina fgido desde Janeiro o mulato de nome
Raymundo, natural do Ico, estatura regulas, idadu
ditas pr'etas a 6*500, 8,9 e 105, paletots de fnstao
e ganga a 2, 2#800, 3
todas as qualidades o por _
ees de puro linlio a prego de' 2800 e 3, cober
tas de chita a 25240, collarnhos de linho puro a
600 rs. cada um, e outros muitos objectos qne s
vista ; e para isso se pede a attenjao dos fre-
guezes.
e 45, calcas e colletes de; pequeos j cestumava andar calcado, e intitula-
preco multo barato, len-1 va-se Uvrc : quemo apprehcnder dinja-se a. ru.i
m do Siano n IX roher- da Cadea do Hecife n. 21, a Luiz Antonio Sequei-
ra_qne entregar ajeferida graMkac.ao^
Fugio no dia 13 do corrente o escrro Za-
charias, cnoulo, idade de 40 annos, ponco mais
ou menos, altura regular, chelo do corpo, barba
por fazer e quasi toda branca, calvo, levou calca
azul, camisa de chita preta, chapeo debatacor
de cinza j velha, tem a falla muito arrestada, foi
visto na ra Nova as 9 horas da noite do dia em
que fugio : roga-se a quetn o vir o favor de o le-
var ra estreito do Kosano n. 5, oh roa Im-
perial n. 179, casa de Dourdo & Irmao, que sera
recompensado.
Botica.
Pilulas inglezas de pobre-homem.
Pihuas do Dr. Alian.
Salsa pardilla de Bristol.
Remedios do Dr. Chable.
Pilulas americanas.
Remedios do Dr. Kemp.
Rob l'Affecteur.
Sortimento de papel para forro de salas e guar-
nieres : vende-se na botica e drogara de B. F. de
Souza 4 C, ra larga do Rosario n. 34.

Lencos de labyrintho.
"Na ra do Crespo n. 14, vendem-se ricos lenc,os
de labyrintho feitos no Cear, pelo barato pre^o de
Capas e chapeos para senhoras.
Ra do Queimado n. 41.
Chegaram loja de Augusto Porto ricas capas
pretos para senhora, chapeos perfeitamente ejifei-
tados, santimbarques pretos de seda, manteletes
retos de seda, laazinbis, e outras moitts fazen-
ao, tndo por commodos preces.
No dia 7 do corrente sanio a escrava Mara
do O', crioula, para vender, com um taboleiro te
ang de milho, e at hoje nao appareceu mais;
esta escrava represento ter 35 annos, e os signaos
seguintes sao : altura regular, olbos grandes, den-
tes limados, tendo falto de um na frente, ps pe-
queos, cabellos carapinhos, levou veslido de chi-
to preto com salpicos brancos e chales preto :
Suem a pegar, tenha a bondade de leva-la ra
o Corredor do Bispo n. 16, que ser recompen-
sado. _____
Esto fgida a preto Perpetua, de nacao, de
idade 35 annos, pouco nls ou menos, estatura
alto, secca, e muito falladeira, foi escrava do Dr.
Nabor, emprega-se n lavar roupa no Monteiro :
quem a pegar e levar ra Imperial a 164 sera
bem recompensado.






f
V

.

-


8
Diarlo de Pernambuco *u He\ta felra 18 de Setembro d i MIS.
...--------------------------------______.__ __________
LITTERATRA
Hornillas sobre os prlnelpaes mi
lagres de Jess Christo. pelo
R. P. Ventura.
mem. Tal o mysterio, que aprouve ao Senhor, diz
S. ^faximo, manifestar em nossa carne mortal:
petos prodigios, que operara, raostravaque era
Deus emquanto que, soffrendo enfermidades hu-
manas, annunciava qne era hornera. Assim como
homem sentiu a fadiga, e Dens fez andar os c-
xos, assim homem derramou lagrimas, e Deus
deu a vista aos cegos; homem temeu a morte, e
Deus resuscitou os morios; egualmente experi-
RttBti a fome, elle que como Deus tantas vezes sa-
ciou com urna nutricio miraculosa a turba esfai-
mada.
QUARTA.
A lentafo em geral.
Mal- I i' Mure. I ; Lucas IV.
Tentado em todas as cousas
nossa senielhanca, excepto o
peccado.
Nao nos maravilhcmos, pois, de haver Jess
Que admiiavel designio de sua sabedoria! An- Quisto depois do jejum sentido urna fome, que
tes de combater as paixes do cora?ao do homem \cnvs,-.s nrl spn,., jnnni. ......,
peloensrao de sua doutrina ceoste, quer por sua M0JS IS nae sen,lu depo,s d0 seu'
virtnde divina, enflaquecer o poder do demonio;: O conductor do povo judeu nao soffreu fome
QUa Z^O?. M man,fm" .< aflm de que se soubesse, o que o poder divino p
Antes de dar-se a conhocer a trra or seus mi- j ., *^ .
lagres, opera, diz S. Cypriauo, o paudemilagre de de fanrr eai um "omemfrag.1 o contrario acn-
humlhar o demonio e fazer-se temer do inferno, teceu a Nosso Senhor para provar-nos, que elle
Nao podendo o homem elevar-se at Deus, o.Filho realmente havia assumido a nossa carne mortal
iss ^sartas t t* ""?prava 'j Dci? *
nem o demonio de Jess Christo; ora, o Salvador b,e ll0mem> Que elle quer glorificar, e a fome
vac boje em busca do demonio para apanha-lo, diz do Salvadora o sacramenta da bondade de Deus
S. Pedro Chrvsologo. em suas proprias redes; aQm sobre o homem, que intenta resgatar.
de que, vergonliosamente vencido pelo Christo,!
comece a temer os christaos. E eis o designio de Mas, independentemente desias razSes, todas
misericordia com que Jess Christo vae ao deserto, Mas e importantes, o Christo jejuou e te ve fomo
^ntH^J S? *> diab?- o I P^a cumprir o mysterio da derrota do tentador.
Kazao porque S. Matheus nos diz, que Nosso Se- i. / .
Por esta fome, que experlmentou em sua carne,
depois de um jejum tan longo e tao> austero, qniz
por urna parte expiar o neceado- da gula, quw
Adao commettera, todos os seus pencados de sen
,ln**w pulque o. .uilieu> UU5U
nhor foi conduzido pelo Espirito a esta tentarlo;
isto como diz claramente S. Lucas, pelo Espirito-
santo, que a elle liavia visivelmente devido em for-
ma de pomba, e de que eslava pleno ao sabir do
Jordao. lsto se fez, como observa S. Pedro Chry-
na, oppondo a seduejao, ao artificio- e a mentira, nio mais pode ser-nos denegada para vencemos xlo por qne, apezar de sen carcter de pfophet,
de que o demon.o se havla servido contra o prl- as nossas. | da torca de sen espirito, de sua qualidade de Job
meiro homem, a prudencia, a sabedoria, a verda | Forca maravilhosa, diz S. Leao, em comparacao a0 povo de Deus, de sua sabedoria, de seos eepes-
de", o humilde respeito e a religiosa obediencia a com a qnal fraco todo quanto o demonio pode cabellos, suecumbem. Pelo contrario os fllhos
Deus, como se nio fra mals do qne um simples por em jogo contra nos, como os estimulantes da de Deas>-tentados pela permlssd de sen pae celes-
homem. Assim honrou o homem, confundm e carne, os attractivos da cobica, os engodos da am- ite Para salva-Ios do orgulho, deslig-los do mun-
puniu oseu soberbo adversario, dando a conhecer bicao; porque, essa forca nada menos do que do< obriga-Ios desconfiaran de si mesmos, exci-
ao mundo,_que o inimigo do genero humano foi a propria virlado de Jess Christo, que reside em sua vigilancia, torna-Ios ferventes em suas
vencido, nao por Deus, mas pelo homem. j ns por nossa confianza nelle, de sorte que somos oracoes, augmentar seu merecimento, provar sua
Hoje, pois, cumpre-se a magnifica prophecia de fortes com a sua forca, como amamos a Deus com flde"'dade c aperfeicoar suas virtudes, sao fortes
Job, a saber: que o dragao infernal seria apanha-' o seu amor,
do no anzol: porque assim como o peixe atira-se
a isca sem ver o anzol por ella encoblo, o demo-
nio, considerando somonte em'Jess Christo oseu sujeilou-se I Della vem-nos a forca, que faz com
corpo humano e nao vendo a divindade encoberta que o christao jamis seja vencido. Aquello que
com o vu da humanidade, impenetravel para o foi resgatado, triumpha na victoria e pela victoria
seu orgulho infernal, lanca-se como a urna presado Christo Redemptor.
conhecida, como a urna dessas almas to facis de; Gracas, benditos e louvores para sempre, diz S.
serem devoradas ; mas quando intenta atirar-se! Paulo, ao Senhor nosso Deus, que neste dia propor-
sobre a victima para iraroola-la ao seu furor e re-1 cionou-nos urna to grande victoria I Ha todava
tamaa com os ssus denles homicidas, o dragao 'condteoes indispensaves para podermos obter o
hediondo sorpreso, detido, abatido aos ps de Jess!fruct0 ae8la victoria: o qne vamos examinar na
sologo, para (|ue ninguem podsse c'rr effeito do suaWade e os de seus descendentes, e por outra,
acaso osla tentado, como acontece no curso ordi- diz S. Chrysostomo, vencer, privado de- nutricio,
nano da vida humana, sendo alias meio para um o demonio que vencer Adao'saciado : aprouve-
^Demaff Sn00,?!?8;-,. c a- Ihetriumphar pete mesmos caninhos qBeha-
"emais, sendo o Espirito-Santo o amor divino' i:
como a caridade infinita, esta cspresslo/b/ con-'Vi!im servido para a derrota do pnmeiro Hornera.
(tendo nao significa, que o Salvador fosse arras- De feito tratava-se, diz S. Hilario; de .
i?,"1 vontade on i forca,-mas que foi l demonio, nao pelo poder de Deus, mas na carne-do
levado por amor denos, peo desejo de combater e A n k.
vencer por ns. ^ i homem, de qse era elle vencedor. Como se hoe*
O evangelista nao- se contenta com indicar o ve Salvador ? Pac reconhecer por signaos exte-
lempo deste combate mvsterioso, mas apona ram- riores, que lera tome ; offerece ao demonio occa-
Mt^!^ri^'ea^^eo^}^^/mA-rm^^^^^Pnt'^r-se ede entrar em tata com
aoaeseito. Ora. esta ercumstancia, diz S. Joao i f v. ., 1U .
Chrysostomo, nos faz perfeilamente comprehender j e,le> anm de P0itvr confnndMo-, e de commonicar-
o motivo, pelo qual vae elle ao deserto: para ti-' nos a gloria e o mrito de tal triumpho.
zs^x&,Tt^Ar^\ -sr "**?" nisa
gencio accrescenta, que era preciso um lugar deso- rael e da hmnanidade palpitante (porque do xito
lado e rido para o triumpho de Adao, que havia, desia tata dependa-soa llberdade ou eterna e:*ra-
ido vencido em um lugar de prazer e delicias., Tdao), eis o verdadteiro David, que desee Mea
Esto deserto achava-se, contina o mesmonter-; -.t_~.-----. e^L,! s _-. _*.
prete, entre Jerusalem e Jerich, e ehamava-se Ido-': verdadeiro Gokatn, nao tendo por
mrhi, isto lugar do sangue, pelas matancas que j *rma senao urna pequea pedra, aquella precisa-
ahi ftiam os ladroes sobre os viandantes. E' esie j mente que sem o concurso de Dingnem, desligo- -bre O'l031 nenhtun direito ial. mereceu perder
mesmo deserto, no qual Jess Christo, pela parabo- se fo montanha, e veiu abater a estatua do sober*
de Nazaretli; e havendo tentado um pobre mortal,
cahe sob o poder do Deus Salvador.
Em terceiro lugar, este mysterio d misericordia
de Deus nao poda ser mais restricto, qae o da sua
jnstica. Ora, estando as vontades de todos os ho-
raens encerradas na de Ado, as de todos- os chris-
taos deviam com razao mais forte estar inetusas na
do Salvador. Se todos peccaram em Adao, todos
tambem merecer m no- Christo. Assim como-o-de-
' monto; por sua victoria sobre Adao, adquiriu am
funesto direito de padroado sobre toda a sua raca
terrestre, que provm do sangue infecto da vonfe-
de culpada do- homem, pela victoria de Jess Chris-
to perdem o direito de tyrannisar os fllhos da ce-
leste descendencia, formada do espirito e da vonta-
de de Deus.
Ceg por seu orgulho nao viu elle a-santidade do
Salvador, e nao conheceu a liberdade; a- que tinha
direito, por causa de saa Innocencia f nao- eompre-
hendeu, que Jess Christo, tendo umameama carne
com Ado, nao tinha a eferas, nem bavia contra-
alo sua culpa; a despeite'de haver tomado- a sua
natnreza.
Teve, pois, o demonio a temeridade sacrilega de
querer, pela tentacao, dominat tambem sobre a
pessea do nico-ftlho de Adao, no qual nao havia
podido descobrir sombra seqner do peccado ; epor
este acto de injuatca manifiesta; qoerendo sujeitar a
si aqaelle que nada absolutamente lh devia; eso-
la do Sai intaho (Le. X), pintou o triste estado'
gem terrestre foi .~.
despojado\ Sata^iaz. pois, com razio, que o ruto oceultou suamagestade,e naooppoz :
de Adao, 'e om sua riagem
terrestre foiVrido o ^ ^bucodonosor ; to segundb S. Lelo, Jesu
Chi ist'o, para. vencer o demonio, escomeu csse gulhosa insolencia do demomo senao a fraqueza de
mesmo deserto, que figura va a paragem-, ondeo nossa humanidade que elle havia temad de Maria.
mesmo demonio liavia sido vencedor e assassino
do infeliz Adao.
O evangelista, depois de haver descripto as cir-
curaslancias de tempo e de lugares, faz-nos conhe-
cer tambem as mas empregadns nest batalha : foi depois do je-
jum de qua^ .a dias, quando o Salvador scutiu o
estimulo dfcirae.
S esta circunstancia d'um jejum de quarenta
O tentador comeca o combate contra o segundo
Adao pela gula ; porque como observa S. Ambro-
sio, havia vencido o primeiro por esta paixao. E
depois, como veremos mais extensamenle ama-
nilla, elle volta carga para tentar o Salvador pe-
la avareza, e finalmente pela va gteria. Ora., foi
| assim, segundo S. Gregorio, que o- primeiro ho-
primeiro pela gula, quando o
dias faz-nos comprehender, que se trata d urna era
nova para o mundo. De feito, assim como Noe, mem l01 lemad0
iejuando qoarenla dias na arca, cometa a era da! demonio suggenu-lhecomer do frueto prohibidlo ;
tradiflo, Moyss com egual jejum no Sna come- jdepois pelo orgulho, quando ihe insinuou cri-se
Cou a era da IpL como Elias a era- dos prophetas, ,umorUti e ndependente do Deus nalmente ne-
corao Jess Christo a era do Evangclho. ISotae, i nnando 1Im> irninmiijii mi hl
meus irmos, que o Christo jejuot precisamente ,a avaieza, quando llicprometteu, quesera Deus,
: possuindo a sciencia & o segredo de Deus para ob-
ter todas as cousas; porquanto a avareza o
.n ?-! amor desordenado de toda a distiaccao e de toda
que ficasse lm claro, que a era evanglica nao '
contradiza ora legal e aera prophetica, que a a grandeza, e nao somente do onro e da prata.
Cuarenta dias antes de comecar a pregacao da le
e amor, como Moyss jejuou quarenta dias antes
de vir annunciar ao povo a le de temor, afim de
piecederam, mas contiu-n'as ambas, aperfeicoou-
as e cumpriu-as..
S. Mximo declara, que o jejum de quarenta
dias, pelo qual Moyss preparou os preceitos tem-
porarios para o povo, foi figura prophetica do je-
jum, pelo qual Jess Christo consagrou o Evangc-
lho, que veiu publicar para todos os secutas e pa-
ra todo mundo.
Como o numero quarenta-e dez por quatro ve-
zes, os santos padres ensinam,- que os quarenta
Mas, qulo diverso foi o resultado dostas duas ta-
tas ? As mesraas armas de que se havia servido o-
demonio para alcancar a victoria cobre o primeire
Adao, s lhe valeram vergonhosa derrota, quando
empregou-as contra o segundo.
Em segundo lugar, S. Joao nos ensina que as
tres grandes concupiscencias, pelas quaes o ho-
mem pecca, saoo amor da carne, o amor dos
bens terrestres, e o amor da gloria.
por isto, diz S. Chysostomo, que o Senhor, ten-
dias do jejum de Nosso Senhor significan., que de-, do iudo ser tentado ^ tfcs incH)acs
u mos sacrificar-nos a observancia dos A* manda- cia compretendem todas as ou-
,,enlosde Deus, e das dou.r.nas ce leshcon.,-; ^ & ^ ^ ^^ ^
das e amp'amente explicadas quatro Evange- os ^ ^ g
PdC"SC, 7, 2S^ZTo ZJ Z Lneas escreveu, que nestasTres tentaces Lhor
jcjuou quarenta da, para ex,.^^i^^e* softreu todas; eS. Pautaacrescehta, que elle pas-
quarenta reculos, que precederam sua i inda a esle ^ ^^ ^ ^ ^Si 3 Salvador
todos ee funestos direitos de padroado, que al en-
tilo tinta sobre os homens.
Agora, meus irnvlos, conheeeraee o grande-mys-
terio, que Nosso Senhor hoje cumpria no deseno.
Venceu o demonio por ns, come dgnou-se de
soffrer a fome por ne^ e, come a ultimo dos ho-
mens, tentado petodiabo, sustento esta tata humi-
tkante para commuatcar-nos- o- mrito e a gloria d
seu triumpho.
Entretanto, aim de que paaa sempre nos lera-
Segunda parle.
Todas as operagoes e todos os soffriinentos do
Salvador foram nao s mysterios, mas tamljem li-
nes. Sabis, meus irmaos, qual a razio tropol-
glca ou moral, pela qual o Senhor qnfz ser tentado
inmediatamente depois do seu baplismo ? Fi para
ensinar-nos, que depois de havermos sido santifica-
dos peo baptismo-ou pela penitencia, devenios mais
do que nunca esperar do demonio, o por todas as
maneirasy a tentacao; porquanto nada lisongeia
tanto o orgulho do inimigo infernal como o trium-
pho que algumas veze alcanza sobre as pessoas
consagradas- a Deus, e que passam- por santas e per-
fcitas.
Em parte alguma se l, que Jess- baja jama
sido tentado pelo demonio nos trinta primeirosan-
uos de sua vida mortal. S'depois do seu baptis-
mo'chegou-lhe a- tentacao. Isto faz-nos saber, que
o demonio persegac com furor maior os que sao
bapsados, mostrando assim, que sentmento de
cime e pesar ell* experimenta, vendo pelo baptis
mo serem arrancadas as almas de suas macs. Ra-
zio perqu o sabio diz-nos:
t Mea filho, desde o momento em que te propo-
zeres a-servir verdaderraraente a Reus, prepera-te
para grandes tentacoee. > (Eccli. ii.i
Com efleito o demonio nao se aprsenla aos pec-
cadores senao como um. amigo ou um prente, que
vae ao seio de sua familia. Um autor accrescenta,
qne um tyranno cruel opprimc seus subditos eseus
proprios fllhos, mas nao-os combate, reservando a
guerra para os seus inimigos; assim c demonio ty-
rannisa e enebe de angustias e de pesares os vis
escravosseus filhos, isto;os peccadores, mas sao
os tenia.
E para que, sej sao suas victimas esoa presa?
Setenta os-filhos de Deas,- os fiis adoradores de
Jess Christo, que o cu, desde o comecodo mun.
do, declarouiseparados dfcHe por urna eterna inimH
zade. LogOj pois que peto peccado nos tomames
oremos de nosso aatigo estado de morte eterna, filhos do dmf?0> tambemPl0 ^P1'5"115 torna-
da-escravidao a que o peccado nos havia reduzido | "^ filhos Deas; e Salvador oaiz cnsinar-nos,
tendo hoje triumphado do tentador no deserto, es,e sacramenl0> lonSe d& "vrar-nos-das tent>
mundo.
B repelle estas tres tentacoes de um modo to mag-
Nio menos mysteriosa a fome.. que o &aivauor, sublnie demoaio engana-
Esta fome, diz S. Hi- '.... .^Til i.....-..._.- ,.
sentiu depois do seu jojum. p-^ i d humiihad0, aviltado, foge incontinente,
lario, nao provm da necessidade de um alimento
corporal, mas exprime um desejo excessivodc nos-
fomc. da qual dir elle mais lar-
Bella
sa salvacio ; a
de aos seus apostlos :
v A minha nutrijo fazer a vontade de meu
Pae, que me enviou, afira de cumprir sua obra,
que a redempeao dos homens. E precisamen-
te porque o principio da salvado dos homens a
f no mysterio da incarnaeao. o Salvador quiz ex-
perimentar esta fome em seu corpo, para manifes-
tar-nos a verdade, e dar-nos a prova desto mys-
terio. Assim como vivendo quarenta dias sem ali-
mento algum, provou que era Deus, sentmdo a fo-
me depois de um tal jejum, provou que era ho-
e sorprendente victoria, meus irmaos
O Filho de Deus. nao venceu o demonio emsua
qualidade de Deus, o que nada teria de extraordi-
nario, mas em sua qualidade do homem, no ho-
mem e pelo homem.
Nao s neste combate o homem vencen o diabo,
mas venceu-a diz S. Lelo, por um direito admira-
vel de equidade. Com eeito o Christo, posto que
omnipotsate, pois que Filho de Deus, nao oppoz
ao furor deste inimigo o esplendor de sua mages-
tade, mas a humildade de nossa natureza. Com-
batou-o e venceu-o com armas eguaes; pelo teste-
munho da lei, nao pela forca do sua virtude divi
rOLffiTIM.
CAIililRHOf:
poa
MAURICIO S.VXD.
Tercelra parte.
(Conimuacao don." 212.)
Salvador nao quiz todava subtrakir-nos poesibir
Mdade de sermoe-tentados, como triumphaado da
morte do Calvario, nao quiz, que-Gcassemos isenios
da fatal necessidade de mocrer.
A victoria, pocm, que eile-aleaneou para ns sor
bre a morte, consiste em podermos, ajudados de
urna torga superior, triunaphar deila por nossa vez,
depois de havermos soffrido 06 seus ataques.
Hoje, pois^de misera veis captivos de Lucifer, que
eramos, tornamo-nos seus poderosos nvoes. Elte
nio tem mais direito de tyrannisar-nos como seos
escravos; ficou-lhe somente o poder que tinha so-
bre o primeiro homem no estado de innocencia
conibater-nos e armar -asa lacos como a inimigos.
Razao porque S. Paulo nes adverte, que na lutJ..em
que nos adiamos empenhados durante esu ^da,
nao temos somente de combater contra a.carne o o
sangue, mas tambem centra os principes e poten-
cias das trevas.
Mas, se nos revestirmosda armadura espiritual,
que nos deixou o nosso libertador, se por meio de
uma-f viva, de urna esperanca firmo, o de una
caridade sincera, vivemos unidos, a. etie como do
numero de seus filhos, esses inimigos terriveis tor-
nar-se-hlo fraquissimos no projudicar-nos, e muito
mais no cscraviear-nos.
O dragao infernal, to temlveV para os homen e
por el les to temido, nao ser mais perante ns,
segundo urna outra prophecia do Job, senlo um
fraco cordotro, um pequenino pardal, que as crian,
cas impunemente insnltam.
Mas, a proporcao que por esta victoria o demo-
nio torna-se mais fraco, ne tornamo-nos mais for-
tes. Porquanto, saa so. o segundo Ado apagou a
culpa e expiou a pena do primeiro, peto- mrito e
humildade com que supportou todas as tentac&s,
mas, como diz S. Pauto, adquiriu um direito e um
poder particular de soccorrer-nos, fortificar-nos e
sustentar-nos em nossas tentados, e perigos. De
sorte que ha urna connexao, urna relacao necessa-
ria entre a tentaeao de Jess Christo, e a forca que
Joss, que cheios de mocidade e de fogo, resistem
Santo Agostinho emum transporte de alegra ex- cm face sedcelo poderosa de cortezlas im-
clama : Oh preciosa tentacao a que Jess Christo [ Pudieas, fazem corar a desfacada libertnagom, e
della trumpham. Porque, accrescenta S. Lelo, s
os que esto cheios do Espirito-Santo, e por elle
slo levados ao combale, sao fortes para sustnta-
lo ; em quanto os que, sem este soccorro ce-
leste, descem arena, ah ficara vencidos.
Em terceiro lugar, se o demonio, diz S. Hila-
rio, nio tivesse reconhecido Jess Christo como
homem, pela fome que sentia, se houvera podido
persuadir-se ser elle o Filho de Deus, nem mesmo
teria pensado em tenta-lo. Ora, da mesma sorte,
os homens dssolutos, as mulheres perdidas de
costumes, nem mesmo procurara seduzir os verda-
deiros christaos, para os qnaes olham como para
filhos de Deus. Assim, o ecclesiastico exemplar,
o honesto homem casado, a mulher pudica,e man-
cebo virtuoso, a virgem tmida, que na modestia
do olhar, na simplicidade dos vestidos, na re?erva
das palavras, na gravdade do porte|e nos exterio-
res d'uma piedade sincera, dlo-se a conhecer co-
mo almas fortes na santa religil de viVer chrts-
Harnate, sao respeitados por todo o mundo e
ninguesi olha-os ou fita-os insolentemente a mata
audaciosajibertinagem- poupa-os e respeita-os. O
demonio, esse matreiro observador, que com tanto
cuidado examina quaes poderia perder, nao
foi tentar a Jess Christo, diz S. Pudro Chry-
sologo, senao porque, vendo-o soffrer a fome, jul-
gou, que era um homem fraco, enfermo, mortal, c
qne fcilmente poderia ser vencido. S6approx-
mou-se delle, quando o viu esfomeado ; porque a
fome um signal certo d'uma humanidad*-enfer-
ma. Da mesma serte os sectarios e os ministros do
diabo, os escandalosos, geralmentc fallando, nio
proenram seduzir, senlo os que julgam muito fa-
cis de sedcelo. E, pois; aquelles que, sem serem
grandes peccadores, tomam a mscara dos pecoa-
dos, segundo a linguagem da Escriptura, e que
licenca das palavras, leveza do espirito, liber-
dade d* obrar, impudencia das maneiras, in-
differeara pelas oonsas santa, se dio a conhecer
como almas esfomeadas do mundo.econseguintemen-
te fracas e enferma, esses attrahem a si, como o
imn attrahe o ferro,- os tentadores e as tentacoes.
O inimigo nao atasa urna praca, se a nio jnlga
fraca para resistir; o negociante nao emprehende
urna e3peeulacao, se receia nada ganhar neta.
Assim, os seductores nio se approximam senao
daquclles, que dcixam entrever de tonge um cora-
dlo fraco, um caminho aberto- sedcelo, e-dao
esperncasd'uma facH victoria- As aves carnvo-
ras, diz Jess Christo, nio se juntam senao em
torno di cadveres (MatheusXXIV.) Assim os
corvos das almas, niepairam senao em torno da-
quelles, que transpirara o maeheiro d'uma alma
corrupia ou prestes a corromper-se, e chamam
para sn& eompanhia a turba das concupiscencias.
Sem cluvila as tentaces e os perigos slo grandes e
numerosos, epor toda parte se encontrar; mas, a
maioria delles procurada pelo homem, que os
sema sob seus passos. e aos quaes loucamente se
expoe.
ama hostia Uva, senlo conservando a vida espiri-
tual, e imraplandoas paixes carnae. Ah lem-
bremo-flog, meas irmaos, que estacante saciad-
esaflsfeita arrastrou-nos ao mal em nosso pria
meiro pae. Fagamos com que, aflicta e mortifica-
da pela penitencia, nos recondma ella ao perdi;
afim de que, depois de havermos mseravelmente
perdido a fefiridade do paraizo, pela abundancia
d'um alimento prohibido, recobremos um dia essa
felicidade pela abstinencia. Amen.
coes diablicas, pelo contrario nos expSe a ellas?
desde o momento em que o recebemos.
Porquanto, contina o mesmo padre, nao deven-
aos espantar-nos nem escandalisar-nos, quando
vemos os mana chnstlos, isentos da tristeza e dos
soffrimentos, passarem sua vida na segurdade c
alegra mundana ; quando vemos os hereges in-
sensatos, isentos de perseguieocs, cantarera trium-
pho, em quanto que as almas piedosas-e fiis, pu-
ras e innocentes, os verdadeiros catholicos, esto
expostos todas as tentacoes do demonio o dos
homens ppssessos de -su espirito. Dovemos. pelo
contrario Jembrar-nos dcsta palavra.do apostlo :
Todos os que se dio pratica de urna piedade
sincera, imitando Jess- Christo, serlo o joguete de
todas as especies de tentarlo. Isto equivale a di-
jer, que a tentacao o signal da. graca, o titulo da
flliacSo., divina, a marca do verdadeiro servo de
Jess Christo, o penoor da predestinacao, e a can-
didatura do cu ; como pela Liversa a alegra ton-
ca, a paz apparene, a seguridade mentirosa das
filhos do secuto, o caraeter dos peccadores a
deeora?ao dos filhos de Saianaz, a marcados re-
probos. Longe de excitar a nossa cobica, isso- de-
vo excitar a nossa corapaixlo, pois que dentro
em pouco converter-se-ha em remorso eterno e dr
sem fim.
Recordemornos anda que Jess Chris levado
pelo Espirito Santo, apresontou-se tentaclo do
demonio. Quiz com isto, diz S. Chrysostomo, ensi-
nar-nos que nio devenios expor-nos por ns mes-
mos ao perigo, alirando-nos s redes da tentacao ;
mas, esperar que a ellas sejamos impellidos, re-
sistindo entao virilmente. D'onde vm, que gran-
de numero vencido pela tentacao e morre mi-
seravelmente ?
De naoesperarom, mas de procurarcm & tentaclo,
qual nao sao expostos pelo espirito de Deus, quo
qur exercita-los e prova-los, mas por suas pro-
prias paixes, que querem satisfazor. Sao Davids
imprudentes, que se comprazem na contemplacao
de Berzabeis encantadoras. Samsoes temerarios,
que se atiram aos bracos de Dah'las insidiosas. Ra-
Pareceu-me que madamoisel^ d'Astafort fallava
do raarquez de Mauvesin com bastante orgulho'
para intiraidar-me talvez, e irapedir-me de provo-
ca-lo.
O Sr. est sorrindo, tornou ella. Em que
pensa ?
Pens na senhora.
m?
E pens tambem no Sr. de Mauvesin.
O que qur dizer com isto ?
Que nao comprehendo a raslo porque o mar-
quez deixou de fazer-lhc a corte.
Fanny tornou-se pallida, olhou-rae fixamente, e
disse com voz secca :
O marquez nunca me fez a corte, Sr. Marcos.
Foi tambem a minha vez de embirrar com o seu
olhar, como ella o havia feito com o meu sorriso.
Porque me est olhando deste modo ? Faz-
me medo L.Seria melhor que montassemos a ca-
vallo, e nos fossemos reunir aos outros.
.\jud'-i-a montar c partimos.
Depois de galoparmos alguns minutos, raada-
moiselle d'Astafort rompeu o silencio, e pergun-
tou-mc se eu acreditava realmepte em que o O. de
Mauvesin se tivesse oceupado della
(lonfessei-lho que o Sr. de Vinceux me dera a
entender isto em algum lempo, e que Margarida o
desconfiara tambera. Fanny negou o facto, e che-
gou mesmo a ridicularsar o marquez : nunca a
vi to mordaz, e gracejadora; poda muito bem
ser antes despeito do que despreso.
Rennimo-nos aos corapanheiros que nos espera-
vam j para o almeno sentados sobre a herva.
Fanny tornou-se muito espirituosa; fez-mo notar
anda una vez os modos ridiculos do Sr. de Mau-
vesin que, na-sua qualidade de raonteiro, regalou-
nos com urna toquentc narraco das suas proe-
sas, redigida em termos do vocabulario da monta-
ra
Acabado o al moco, vieram-nos avisar de que ti-
n'ia sido desencovado um javali. Todos os homens
pularam sobre os seus cavallos, e a cacada chegou
*) sea auge. Margarida e Fanny preferiram des-
cancar : eu e Ral Acarnos para fazer-lbes eompa-
nhia. O carro do Sr. Desormes seguiu taaifcem o
movimento da cacada.
A occasilo era propicia de conversar um pouco
com Margarida : Ral, que pareca comprehender
pouco mais ou menos q que entre ns se passava,
dexava-nos nossa vontade; porm raadaraosollo
Fanny conduzu-se como se tivesse jurado ao Sr.
Desormes vigiar os passos de sua ulna. Nem mes-
mo dava-nos tempo de trocar um olhar, e no seu
rosto divsava-se claramente urna expressao de ex-
tranha malicia.
Margarida, perguntou ella de repente, em
que pensas ?
Achas-me com ar pensativo 1
Ainda mais : acho-te to absorta como o Sr.
Marcos l.ontem noute quando acabou de contar a
sua famosa historia de Cllirho.
Oh I minha prima, disse eu, pois nio esque-
ceu ainda essa historia absurda ?
Lembro-me della perfeitamente, respondeu
Margarida com vivacidade.
Est vendo! tornou Fanny gracejando. Creio
que pensar longo terapo ainda"em Cllirho..
Gostei muito de Cllirho, replicou Margari-
da Interessou-rae bastante, e desejaria saber o
que foi feito della depois da morte de Markek.
Declarei que de minha parte o ignorava comple-
tamente.
Entao o Sr. nunca foi Markek, observou
Fanny; porque elle a amava tanto que nio pode-
rla voltar a este mundo senlo para oceupar-se
della. Estou bem certa de que so o nosso here
n'iima outra existencia se encontrn de novo cora
a gauleza Margareth, esta procedeu ainda por sua
propria cunta.
Finalmente Jess Christo, que nio qur ser ten-
tado senlo depois d'um jejum rigorosissirao, do
[qual nenhuma necessidade tinha, noa ensina, diz
S. Chrysostomo, que o jejum um escodo impene-
travel aos dardos do demonio : tal a importante
lieao que nos da. Se acontece ao christlo, contina
aste padre* vr-se tentado, mesmo depois de seu
jejum, que uao diga :
Ah perdi o frueto de meu jejum.
Nao; porque se o jejum nao. lhe serviu para
garanti-lo dos assaltos do tentador, scrvir-lhe-ha
certamente para sahir delles victorioso. S. Pedro
Chrysologo diz, que deremos- aprender, no facto
que nos oceupa, que o jejum a cidadella
de Deus, o campo do Christo, a trincheira do es-
pirito, o estandarte da f, o signo da caridade e o
trophuda santidad..
Nestes dias mystcriosos, como chama-os S. Lelo,
destinados por urna santa nstituicjto. purificagao
das nossas almas e tambem dos nessos corpos, ob-
servemos escrupulosa e santamente o jejum da
quaresma, instituido pelos apostlos ; c que, sanc-
cionado pelos exemplos de Moyss, d'Elias e-do
Salvador, nos recorda os matares mysterios e se
funda sobre a autoridade da loi, dos prophetas e
do vangelho.
Para este fim devemos, em to santo tempo, p
plicar-nos sriamenjo, como nos exhorta o papa
S. Gregorio, a mortificar nossa carne, a combater
seus desejos perversos, a reprimir suas vergonho-
sas e rebeldes concupiscencias, para que possa-
mos tornar-nos, segundo a expresslo de S. Paulo,
victimas vivas. E o homem nao pode tornar-se
Vlagem ao redor do Tapio.
Nagasacki, os bahros francos e a cidade
japoneza.
O verlo de 1861 tinha atormentado cruelmente
aos Europeus que residiam na China. Calor suf-
focantc e insalubre fez sentir os seus efteitos du-
rante tongas semanas; elle causou a un febre,
a outros cholera, e fatigou a todo o mundo. Atra-
vessando o Bund, passeo de Shang-ha onde os
estrangeiros reunem-se ao anoutecer, apenas eram
encontrados rostos paludos e abatidos. Shang-ha
urna cidade extraordinariamente feia ; todos
aquelles que teem-na visto, sao desta opiio.
Situada junto s margens do Whampoa, um des-
ses grandes ros chinezes cujas aguas pesadas e
amarcllentas correm atravs de inmensas plani-
cies de maravilhosa fertilid ade, mas de desespe-
rante monotona; ella nada tem que ronvide ou
prenda o viajante. Assim Shang-ha abandona-
da, logo que nao ha mais necessidade de viver
ahi; e cu mesmo, concluidos os negocio que me
levaram a seu territorio, dei-me pressa em pdr-me
a caminho.
Nenhum dos amigos, cuja hospitalidade enge-
nbosa soubera tornar a minha- estada entre el les
lab agradavel quanto era possivel, tentou dfemo-
rar-me.
Sois feliz de deixar este paiz, diziam; quo
nab-possamos fazer ontro tanto! Boa vagem,- e
nao esquecaes os vossos amigos da'-Qiina.
Nao esqueci-os nem esquecerei, porque em ne-
nhuma parte achei tanto agrado, tanta confianca e
franqueza as retacees cmo nesse pequeo canto
da trra chamadoSAan^-Aa' Settlement.
Tinha feito as minhas visitas de despedida, e
eslava no meu quarto vendo o boy (criado chi-
nez) oceupado em arrumar as minhas malas,
quando cntrou M. W..., meu antigo eompanheiro
de viagem ao meio-dia da China e Coehinchina.
Elle aoahava de fazer urna tonga excursao, duran-
te a qual visitara as principacs cidades de com-
mercie banhadas pel Yang-tse-liang, e eu ainda
nao tinba tido occasiae de commaiiear-lhe o mea
disigni de regressar para a Europa Apenas di-
rigi-lhe algumas palavras a tal respeito, desappro-
vou a idea desta partida precipitada. Declarou-
me que enviara de Hng-kong para- Nagasacki um
barco a vapor, e qne antes de vend-to ao governo
300062- rencionava servif-se delle para fazer urna
viageut ao redor do Japio.
Persuadiu-me muito a acompaaha-lo, prometien-
do deserobarcar-me em Nikolajefsk, se eu preten-
desse voltar para a Europa pela Sibera, ou dei-
xaiMne em Yokohama onde devia achar um bom
navio de sahida para S. Francisco. Ambas as
derrotas eram novas para mira, porque eH tinha
viudo da Franca a China pela mala ingleza, com
escala pelo Egypto. Alm do attractivo da nov-
dade, ellas me onreciam o ensejo de ver certas
amigos que moravam no Japo, onde ou assistira
algum tempo. O essencial era deixar Shang-
hai.
Perianto aeeeitel sem me fazer regar muito
a offerecimento de M. W... Convenconamo.
reunir-nos nos primeiros dias de setembro em.Nas.
gasack, em cujo porto nos embarcaramos no S.
Lu/;, navio de sua propriedade, para fazer urna
viagem de- recreio e exploracao era roda do mys-
terioso imperio governado pelo ffikodo c Jai-
koun (1).
Esta viagem emprehendida qnasi por acaso,
demorou-me inesperadamente treze mezes, e per-
raittiu-me recolher-me sobre urna sociedade- ata-
da muito pouco. conhecida, e cada vez- mais
ligada com os nossos interesses, numerosissiBBOs
apontamentos que procurarei aqui resumir.
D
Tinhamos sabido de Shang-ha a 23 de agosto de
1861, e a 2" de setembro, depois de dez dias de
cuslosa viagem, chegmos Nagasacki.
O unieo incidente notavel desta viagem foi urna
curta visita ilha de Quelpart, de, que poucos via-
jantes toem fallado Esta ilha, situada entre 33
e 34 grus de latitade norte o 126 e 127 grus
de tongitude ste, extende-se na direcelo de nor-
deste a sudoeste, lendo quarenta milhas de com-
primento, c pouco mais ou menos desesete mUhas
em sua maot largura. Ella bem cultivada e
produz arroz, trigo, batatas doces, milho e alguns
legumes.
_______^^_ (Contimar-se-ka.)
(1) Sabe-se que o Mikado o chefe legitimo do
Japao, e que o Takoun, seu servo, est encarre-
ado do poder execntivo. Vede acerca disto a
Rnisla do L de maio de 1863.
eteroidade; mas o Sr. Desormes pouco se embara-
za com ellas!
Fanny, tornou Margarida com ardor, receto
que na cternidade te aehes sosnha e a culpa se-
r tua, minha querida, pois tanto gostas do fazer
soffrer os outros I
Ral chegou nesse interim, e disse ;
Pelo que pode collgir do quo ha pouco di-
ziam, Marcos contou-lhes hontem urna historia, de
que se intilutou here.
Confessei-lhe que me havia dado a esta phanta-
sia, e que madamoiselle d'Astafort enchergava
nessa historia allusoes realidade.
Mas o senhor nao disse isto : ftagiu at re-
cordarle de cousas que lhe tinham succedido.
- E a senhora acreditou realmente nesse era-
cejo ? *
Pelo menos minha me acreditou. Qaanto a
mim, vi logo que era invencao, e sustento ainda
que Cllirho o seu ideal querido...
Marcos, desejo fallar-lhe, disse Margarida
arrebatadamente.
E iravando-me do braco conduziu-me pequea
distancia, respondendo sempre os epigrammas de
Fanny.
Marcos, nao sei se ideiaste, ou se contaste
simplesraente urna historia. Diz-me a verdade, a
mim somente.
Marganda, cu mesmo a ignoro. "Eslava de
ba f, e era impcllido como que a mea pezar a
urna regiao que me pareca ser da reminiscencia.
Entretanto depois de haver descansado, e dormido
profundamente, porque eslava fatigado, juro que
perdi a oclo verdadeira de tudo isso, Supponho
Fanny accrescentou mais outros gracejos oue' 9nede1l.f,rdem. a ?ma W,e de recordacoes do que
tinham por fim excitar o ciume de Margarida, 'h,avJa l'do' P',s S?*0 a Pre.'encao de ser dota-
dando-lhe a entender que euguardava naimagi^ do dc alguma facilldade excepcional.
nacio o typo de urna bellesa muito mais seducto-
ra que a sua.
Marcos I exclamou a minha querida Marga-
da cora vivacidade. Nao me tires a illusao I Dei-
Raul, que nio eslava par da historia por mim xa-me acreditar que gosas dessa facudade!
contada, affastou-se para ver os cavallos que eram i me agrada, porque eu tambem sou romntica
vigiados pelo seu lacaio. quando quero t Agora me persuado de que fui
Ora vamos, Sr. Marcos, prosegua Fanny,, druidissa em outros lempos: eis como so explica a
tranquillise a minha araiguinha, que j est ver- i paixao que tenho polas arvores, eis a definicao das
inelha de raiva, e quasi a chorar Diga-lhe que o delicias que experimento quando sesmo sombra
senhor ventou aquclle romance de proposito pa-, dolas I
ra acabar com os sustos de seu to, o para que elle | Senlido, Margarida; ha perigo em entregar-
vsse no seu despreso pela druidissa um protesto mo-nos assim s phantasias da imaginarlo I
contra os sentimentos, que tanto o mortificaram i Tranquillisa-te; nao irei muito tonge. Dei-
ha dous annos. Se o senhor nao estivesse tao ab- xarei urna porta da minha floresta primitiva aber-
sorvido no goso da sua improvisaclo, veria o Sr. ta para o paiz da realidade; com os outros rirei de
Desormes regosijar-se n aquella passagom em que tudo isto; mas comtigo, nao.... perguotar-te-hei:
o senhor pareca declarar a sua fllha que a renun- Quera sou 1 verdade que sofTri muito com a
ca va para sempre. narraco do teu amor pela bella Etrusc: Fanny
- Foi o con rano de lado isto I exclamou Mar- bemo comprehendea: porm meu pae, este nem
ganda. A gauleza e elle se aprazaram para en- descobriu que Margareth prevaleca do f^ndo do
contrarem.se n'ama outra phase... teu coraclo/o que 4ora periencemos J ao outro
Sim, sim, tu podes confiar nessas phases da e para sempre ^ w omn'
Oh I sim, a ti s, a ti s portenco para sem-
pre.
Um dos picadores nos veiu advertir por parte do
senhor de Mauvesin de que a cacada se diriga pa-
ra o lado d Alloigny, na floresta de Cheurs, e se-
quizesseraos assistir ao hailali, deveriamos apres-
sar-nos.
Partimos inmediatamente, e aproveitei um galo-
pe, que nos affastou um pouco dos outros, paraper-
guntar minha prima se seu pae a avisara do dia
do casamento. Margarida de nada sabia : e esta
noticia em vez do abate-la, como eu recoiava, pelo
contrario irritou-a vivamente.
Ah t Escolheram entao o dia lo de outubro :
o dia de Santa Thereza, que tanto festeja va minha
pobre me I Que irrisio! Querem assim mostrar
o modo porque se conformam com os seusjdesejos,
casado-sc-me com outro que nio t t Meu pe con-
fia no seu projecto, e nao me consulta: tem-rae na
conta de urna menina, que nio deve ter vontade
propria.... Pois bem, veremos I
E Margarida, enrubecendo de clera, bateu com
o chicotinho as orelhas do cavado, que poz-se a
galopa* com mais turia.
Chegmos justamente tempo de assistir a urna
proeza do marquez. O javali acocado voltou-se
Sara Os ces, e depois de ter dado cabo de alguns,
lauvesin apeou-se, e encaminhou-se ssinho para
o animal furioso, que correu sobre elle. Mas o
marquez evitou-o eom destreza, e o feriucomasna
faca de mato. O ferro desappareceu no corpo do
iavali, que deu mais tres passos cambaleando, e ca-
niu morto.
Os vivas, os gritos, o som agudo das trombetas,
o latido dos ces, toda esta algazarra era como que
urna ovacao por um verdadeiro triumpho. Com
effeito o marquez a mereca; e confesso que tor-
nei-me zeloso, vendo sobretodo Margarida admirar
a sua coragera e destreza. Fanny o encarava ran-
gendo os denles, e parece-me que ella tinha tam-
bem seus zelos desse matador de animaes fe-
rozes.
Pesadas nuvens toldavam o cu; alguns pingos
de chuva nos advertiram de que mister seria pro-
curar quanto antes um abrigo contra a tempestado
que se prepara va. u Sr. de Mauvezin com o sem-
blante radioso de gloria offereceu Sra d'Astafort
e a meu tioo seu castello, que nao ficava distante,
aflm de nelle recolhermo-nos, asseverando que a
marqueza, sua me, teria grande prazer em rece-
ber-nos. Percebi am olbar de inlelligencia entre
o marquez e meu tio, qae apressou-se logo em ac-
ceitar o convite, fazendo Margarida subir para o
carro. Fanny hesito, mas o Sr. Desormes a deci-
diu, e o carro partiu na direccao de Chiz.
Tive vontade de voltar para S. Joao: porm es-
te convite repentino deu-me apparencias de urna
emboscada; e comecei a fatapar atraz do carro.
Era preciso andar mais de urna legua para che-'
gar ao castello do Chiz, de sorte que paramos
porta j noute. Meu tio e as senhoras entraram
para o salao. Eu e os outros companheiros, que
estovamos bem raolhados, tomos cnchugar os ves-
tidos cosinha, onde com o auxilio de alguns fei-
xes de lenha, activamos o fogo por tal modo capaz
de incendiar o castello.
A chamin por si s um monumento capaz de
receber um boi inteiro. Os caes de ferro da mes-
ma chamin lustrosos e usados pelo contacto diario,
representara dous guerreiros da edade media, com
capacetes na cabeca, e espadas em punho.
A cosinha grande. Das paredes enfumacadas
pendem cacarolas, c caldeiras de cobre, que reflec-
tem em mil pontos luminosos ou chamraas do fogao.
As panellas se alinham em ordem de batalha as
suas prateleiras. Sobre nma mosa de carvalho se
acham dispostos todos os vveres, o o cosinheire,
gordo e nedio, com urna colber de pu na mo,
transmiti suas ordens imperiosas com a magesta-
de de um Cesar duas raparigas de avental.
A nossa installacao ao redor do fogo embaracou
um ponco esse Witellius dos foges ; ao mesmo
1 tempo que pareca satisfeilo por ter apreciadores
do seu talento como o Sr. de La Chapelaude, que
| exclamou:
O' l, mestre Luiz, sao oito horas; e trago um
apetite de todos os diabos I
Perde V. S., mas a culpa nio minha: es-
teva espera que chegassem as senhoras para cui-
dar do assado. V. S. bem sabe que mais vale es-
praet pelo jamar do que deixa-lo esfriar a es-
pera!
Entlo eramos esperados ? perguntei eu ao
doutor que se achava meu lado.
Parece-me que urna sorpreza preparada de
; antemlo : cheir i-me isto a peixe frito.
i O quo I Temos peixe frito ? tornou o Sr. de
La Chapelaude, qae era um tanto surdo. Bravo !
Hei de satisfacer bem o meu apetlite.
Excellento pansa, mas pessimas orelhas! ob-
servou Ral por sua vez.
. Abriu-se a porta da cozinha, eappareceu urna
i mulher alta e magra, que encarainhou-se para o
I nosso lado com urna luz na mao. Era um perso-
nagem de cincoenta annos pouco mais ou menos,
de perfil severo, com pequeos olhos pardos e la-
| bios finos. Tem a phisionomia grave e fastidiosa
como toda a sua pessa. Com um vestido preto
muito estreito, cabeca pequea ornada de ama ca-
belleira ruiva, rosto enfeltado com uro nariz de
bico de aguia, dava a apparencia de um guarda-
chuva.
Eis a marqueza I me disse Ral.
Meus senhores, desculpem-me nao poder dar
a cada um dos senhores um facto para mudar ; e
tambem a sem-ceremowa ea que os recebo.
Quando tiverem enchugado as suas roupas tor-
rae-hao o obsequio de passar ao sallo, onde os es-
peran as senhoras.
As nossas roupas estavam j um pouco enchu-
tas ; edingimo-noslogo ao sallo, grande peca ar-
rumada de paredes nas e tristes, janellas mal uni-
das, cujos velhos caixilhos tremiam aos roncos da
tompestade, de alta chamin, por onde o vento se
mtroduza gemendo, e repela a furaaca para o
aposento. Tudo isso indicava a apathia provincia-
na, ou o respeito vaidoso pelos amigos coslumes.
-\a minha opiniao prefera a cozinha por todas as
razoes.
Muitas pessoas que me eram desconhecidas, aeha-
vam-se ao redor da chamin, entre ellas um padre
cura da parochia, e talvez confessor da marqueza
que gozava da reputado de muito devota
A senhora d'Astafort remexia-se no sen assen-
to; tanny, calada e sizuda, pareca vivamente con-
trariada ; Margarida tinha vontado de rir, pois
trocando-se urna vez os nossos olhares vi-a morder
os beiQos para conter-se.
Pessimo tempo I arriscon-se o cura dzer
depois de algum silencio.
Rendo mil gracas Deus, disse a marqueza,
por me ter proporcionado a honra de conhecer o
br. Desormes e a senhora sua filha.
Margarida flngiu nio prestar attencao ao com-
pnmento, e nem mesmo se inclnou em signal de
agradecimento. Meu tio lancou-lhe ara olhar co-
lrico, e apressou-se em responder ; mas no fim
de tres palavras estacou.
A conversacao caliiu por si mesma.
O senhor seusobrinho ? tornou a marque-
za d ahi pouco dirgindo-se meu tio, e designan-
do-me com o dedo. E' ofBcial ?
Sim, senhora; respondeu Margarida com
vehemencia atalhando o que ia dizer ao pae. E'
meu primo Marcos Valery, tenente de spahis, e
condecorado por occasilo da tomada do desfiladei-
ro Mta-el-Missia, onde foi ferido arrancando um
estandarte das mos do inimigo 1
A marqueza encarou-a com admiracio, e vol-
tendo-se para mira comprimenton-me seccamente.
listn gelada I disse de sbito minha prima
levantando-se de onde esteva, e accentuando bem
estas palavras.
Depois acrescentou:
Faz aqui tanto fri I
O senhor de Mauvesin correu para ella afim de
aproximar ao fogao a sua cadeira.
Oh I E' escusado, senhor marquez, nao tenha
este incommodo, replicn Margarida. Aqui esta-
rei sempre gelada I
\

\
\
V
<*J
(Continuarte-ha.)
-s
PBRNAJUJl'U).- TYP. DE M. F. F. FILHO
M
MLLTILADm
n i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMGL3SJQ3_YESYYI INGEST_TIME 2013-08-27T21:45:50Z PACKAGE AA00011611_10193
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES