Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10191


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Full Text


l"
AMO XXXIX HOMERO 211.
Por tres aezes aflautados 5^000
Ptr tres mezes vencidos .
OARTA FEIRA 16 DE SETEMBRO DE !8S3.
Por anno adantado..... 1^^009
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARBBGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima''
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeatv. o
Sr. A. de Lemos Brasa; Cear, o Sr. J. Jos de
Ovoira; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
maxonas, o Sr. Jeron\ nio da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Afogoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jas Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anlo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altinho e Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Lmoeiro, Brcjo, Pes(|ueira,
Ingazcira, Floros, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourieury e. Exu' as quartas feiras.
Scnnhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Bha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao t/2 da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
4 Quarto ming. as 9 h., 44 m. e 2 s. da t.
13 La nova as 1 h., 16 m. e 38 s. da m.
20 Quarto rese, as 10 h., 8 m. e 2 s. da m.
27 La cheia as 2 h., 37 m. e 2 s. da m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as o horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o salI at Alagas a S e 25; para o norte at
a brama a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, mare., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Rce,fe : aa Apipucos s 6 /?, 7, 7 / 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. c 6 da tardo; de
Jaboatao as 6 A dam.; do Caxang e Varzca s 7
da m.; de BemQca s 8 da m.
Do Reo.fe : para o Apipucos s 3 '/ 4, 4 U, 4 %,
' I/-4' t k e,6 da ,arde; Ira Oliida s 7 da
manhaa e 4 '/a da tarde; para Jalwatao s 4 da tar-
de ; gara Caehang e Varzea s 41/2 da tarde;
Bemflca as 4 da tarde.
para
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orplios: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao moio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
14. Segunda. Exaltaran iki Santa Cruz.
15. Terra. S. Domingos em Sanano.
16. Qtiarta. Ss. Cornelia e Ovni-fono mm.
17. Quinte. As Chagas de S. Francisco.
18. Sexta. S. Jos de Cujicrtino f.; S. Supina.
1!>. Sabbado. S. Januario b. ni.; S. Nilo b. IB.
20. Domingo. As Dores de N-. Senhora.
ASS1GNA-SE
no Recite, em a livraria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprielarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAL.
miMM I MI i<>* negocios
i:*thi\(;firos.
decreto n. 3,145 de 27 de agosto ne 1863.
Promulga a convenco relebrada em 4 de abril do
crvente anuo entre o Brasil e o reino de Portu-
gal para regular os direilos, privilegios e immu-;
nidades reciprocas dos cnsules, vice-consules t
chancelleres, bem como as funceoes e obrigacoes \
a fue ficam respectivamente sujeitos nos dous
paizes.
Havendo-sc concluido c assignado nesta corte,
no dia 4 de abril ultimo, urna convenco entre o
Brasil e o reino de Portugal, para regular os direi-
tos, privilegios e inmunidades reciprocas dos cn-
sules, vice-consules e chancelleres, bem como as
funceoes e obrigacoes a que ficam respectivamente
sujeitos nos dous paizes, e tendo sido esse acto ra-
tificado e trocadas as rali (cardes na mesma edrte
aos 20 dias do corrente mez, hei por bem mandar
que a dita convenco seja observada e cumplida
inteiramente como nella se contm.
O marquez de branles, senador do imperio, -
conselheiro de estado, ministro e secretario de es- contra qualquer infraccao commettida pelas anto
tado dos negocios estrangeiros, o tenha assim en-' ridades ou funecionarios do dito estado contra os
tendido e faca executar com os despachos necessa-! tratados ou convencoes existentes entre os dous
tos. paizes, ou contra qualquer outro abuso de que se
Fica porm entendido que os livros e papis per-
tenecntes a estes archivos deverao sempre estar
separados dos livros e papis relativos ao commer-
cio ou industria que possam exercer os respectivos
cnsules e agentes consulares.
Se fallecer algum funecionario consular sem
substituto designado, a autoridade local proceder
immediatamente apposigo dos sellos nos archi-
vos, sendo sempre acompanhada de dous subdi*
tos do paiz cujos interesses elle representava, e na
falta destes, de duas pessoas dasmais notaveis do
lugar, e tambem, se fr possivel, de um funeciona-
rio consular de outra naco residente no districto.
As pessoas chamadas a testemunhar o acto cru-
zaro os seus sellos com os da referida autoridade.
Destes actos lavrar-se-ha termo em duplcala, en-
tregando-se um dos exemplares ao cnsul a quem
estiver subordinada a agencia consular vaga.
Quando o novo funecionario nouver de tomar
posse dos archivos, o quebramento dos sellos veri-
ficar-sc-ha em presenca da autoridade local.
Art. 9. Os cnsules geraes, cnsules e vice-con-
sules, ou aquelles que suas vezes fizerem, podero
dirigir-se s autoridades do lugar de sua residen-
cia, e em caso de necessidade, na falta de agente
diplomtico da sua nacao, recorrer ao governo su-
perior do estado em que residam para reclamar
cendo aos cnsules do Brasil em Portugal, de ad-
ministrar e liquidar as successes dos seus nacio-
naes em casos idnticos.
Art. 14. Em tudo o que diz respeito polica dos
portos, carregamento e descarga dos navios, segu-
.ranca das mercadorias, bens e effeitos, os subditos
dos dous paizes sero respectivamente sujeitos s
leis e regulamentos do territorio. Todava, os cn-
sules geraes, cnsules e vice-consules respectivos
sero exclusivamente encarroados da ordem in-
Palacio do Ro de Janeiro, aos 27 dias do mez de
agosto de 1863.42 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Mrquez
de branles.
queixem os seus nacionaes, c tero direito de dar
todos os passos que julgarem necessarios para ob-
ter prompta justica. *
Art. 10. Os cnsules geraes e cnsules respec-
| tivos poderoestobelecer agentes, vice-consules, ou
Nos, D. Pedro II, Imperador constitucional e de- agentes consulares as differentes cdades, portos,
tensor perpetuo do Brasil, etc., fazemos saber a to- ou lugares do scu districto consular, onde o bem
dos os que a presente carta de confirmacao, appro- do servico que lhes est confiado o exigir, salvos
vaco e ratificaco virem, que aos 4 dias do mez be"1 entendido, a approvaco e o exequtur do go-
de abril do corrente anno, se concluio c assignou- [-vento territorial.
se nesta corte do Rio de Janeiro, entre nos e S. i Estes agentes podero ser igualmente escolhidos
M. o re de Portugal, pelos respectivos plenipoten-l d'entre os cidados dos dous paizes, bem como !
ciarlos, que se achavam munidos dos competentes i dentro os estrangeiros, e sero munidos de urna
plenos poderes, urna convenco consular do tlieor i patente passada pelo cnsul geral ou cnsul que os
seguinte: I tiver nomeado, e debaixo de cujas ordens elles :
S. M. el-rei de Portugal e Algarves e S. M. o Im-' deverao servir. Gozaro, alm disso, dos mesmos i
perador do Brasil, animados do reciproco desejo de' previlegios e immunidades estipuladas na presente
1;?^- i"". me diri&io procurador fiscal de
thesonrana de fazenda, rogo V. Exc. que se sirva
de rransmitn-la aos Rvds. capitulares do convento
ue fwwaaenboni do Carmo dessa provincia, afim
de que enes providenciem como entenderem con-
veniente sobre os interesses do patrimonio do con-
vento daquella ordem estabelecido na cidade de
Olinda.
Dito aobrigadeirocommandantedas armas.Sir-
va-se V. Exc. de informar sobre o que pede no in-
terior a bordo dos navios de commercio de sua na- clitso requenmento''soidadodo ^'nata'hSo de v
cao; e so elles tomarao conhecimento de todas as fontana Manoel Pereira de Lima
desavengas que sobrevierem entre o capito, os of- pito ao commandantc superior da guarda naco-
ficiaes e os individuos que esliverem comprehen- nal do Rccife. Srva-se V Exc de informar so
dldos, por qualquer titulo que seja, no rol da equi- esto aggregados a alguns dos'cornos da guarda na-
P*f?V..ili.iiii.i..iii..i ~a ional j-ob seu commando oalferessecretario do9
As autoridades locaes nao podero mtervir senao
no caso em
Despachos de dia 12 de setcmliro de 18G.1. El-rei eomeoou pronunciando nina allocucaocm
Requer mentes. (lue eloqucnteineutc exhoi lava os bros do exerci-
Padre Francisco Virssimo Bandcira. Nao tem to portuguez, apontando-lhc para esta nova fasti-
lugar em vista da inlormacao. | tuicao como fonte donde classe militar lem.de
Francisco Jos da Silva.Em vista da informa- resultar vantagens positivas.
5o nada ha que deferir. Seguio-se o nobre mutilado da liberdade, o vis-
Bacharel Francisco Xavier Pereira d* Brito. co"de de S da Banduira, ministro dos negocios
Concedo a licenca pedida, pagos os direitos naci- da guerra, que n'um substancioso discurso histo-
riou a fundarao do as\lo, primeira ment decreta-
do pela chorada mi dt. soberano, a Sra. D. Mara
II, c depois ampliado e linalmcule inslallauo pe
augusto herdeiro de suas virtudes.
| O digno director do novo instituto. oSr. Sal-
gado, rrcitou depois um discurso milito bem. elabo-
: rado, em que depois de recordar a dado urea da.-
glorias nacionaes, diva, summaria ida da indok-
u pensamenlo do collegio confiado 30 sen e zelo.es-
naes.
Francisco Antonio de Ahneida Informe o Sr.
director das obras publicas.
Mara Rosalina de Oliveira e Souza, I"de se-
guir viagem.
60 e tantos aJumnob.
e da Santa8 Apostlica, bispo de Pe'rnambuco, co"> s seus vistosos, uniformes, bem como da?
do conselho de S. M. o Imperador, etc. Pra.'.'a:i de I11 da guarniro da capital, urna de
A bencao do Eterno Pastor seja com todos os cad,u graduarao.
nossos diocesanos. I lonco depois do acto da nauguraco marcharan
Certificados pela propria evidencia na capella .s c0111'}!''-'* para o reeilorio, onde lhes. fo servi-
dessa nossa residencia que algumas das nossas dio- j? uma abundante refeiro, a que S. M. e A. se
cesauas tem introduzdo o inloleravol abuso de co- disnaraiii assistir eom Uido o cortejo.. A sala do
refe '
BISPADO l)E PERWMBICO.
ladea locaes nao podero intervir senao batalhao de infantaria do municinio de Olinda Joa-' i j r,
que as desordens que dalli resultarem quim Pedro Barreto de Mello Reo p tenento dn "' oao da Puri,'cacao Marques Perdigao, eonego -
forem de natureza a perturbar a tranquillidade pu- 10 da mesma arma do munirinio de I ..arass re?rante de Santo Agostinho, por grara de Deus for,-'os- ^ttvam ja presentes
bhca, ou quando uma ou mais pessoas do paiz, ou Luiz Ignacio Texe de aS5 o Pos%S
estranhas a equipagem, nellas se acharem impli- ram a sua residencia, segundo declaru o respec-
cadas. Em todos os demais casos as autoridades se tivo eommandante superior o Io para esta capital
limitaro a dar auxilio aos funecionarios consula- e o 2 para a frenen de S Lourenco da Matt
res quando estes o requisitarem para mandar pren- Dito ao presidente da caixa filial do banco do
der e conduzr a cadeaos individuos da equipagem Brasil.Remetto inclusa a conta da despeza feita
que elles julgarem conveniente all recolher em pela directora das obras militares com os conrer-
consequencia de taes desordens. tos de que necessitava a casa da guarda da caixa
Art. lo. Os cnsules geraes, cnsules c vice-con- filial, atim de que V Exc se sirva de providenciar
sules podero mandar prender e remetter, ou para no sentido de ser paga a Manoel Antonio Teixeira
bordo ou para o seu respectivo paiz, os marinhei- de Albuquerquc, a quantia de i 195790 rs. em que
ros e todas as outras pessoas que regularmente fa- importamos referidos concertos
zem parte das equipagens dos navios de guerra ou Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.-
mercantes de sua nacao que tiverem desertado dos Communicando-me o juiz municipal e de ornhos
d!.Ln?V10S', ??a e\lC hm diri'Kir-se-hao por es- do termo de Caruard Miguel Bernardo Vieira de
ffii; "T a-eS 'f368 ro.n,|'eI?"le5' ? Juslt Amonmter reassumido o exercicio do seu cargo
m [^1 ,exh,b,5ao *> re?lstro donav' oai no da 4 do corrente, assim o declaro V. S. pa?a
matricula da equipagem, ou. no caso do navio ter fins convenientes PF
tt.&ffi d do:umento respectivo, deyi- Dito ao mesmo.-A Rufino Manoel da Cruz Cous-
| damente legalisada por elles, que os homens recia- seiro mande V. S. pagar a nuantia de I8S1350 rs
mados faziam parle da dita equipagem. Em vista em que segundo aconta unta em dunuTata aue lgreJ:11c;i,hollca apostlica romana, nunca in-
[ desta reclamacao assim justificada nao lhes poder me foi remet.ida pele" rector das^bras mNUa?es termI,-
ser denegada a entrega. Ser-lhes-ha, alm disso, com offlcio de 10 do corrente sol n 171 mnnrta' ,.EsPeramos. portanto. que as nossas religiosas
dado todo o auxilio para a busca e prisao dos ditos ram as grades de ferro e varios concert* de aue' !l0Cesanas d.esistam do designio pmposto, e j.infe-
desertores, que podero ser guardados e mantidos precisava a enfermara estabelecida no'miartel de' a""T1c QriacifMo> exhortando-as obediencia
SnntA Imsrn i.n.n a i..ia__<- a ___' .. j_ ...devidal
brirem suas cabecas com chapos de palinha (ou
outra qualquer qualidade) dentro dos templos, o
sendo do nosso dever occorror a esto escndalo,
causado pela persuasao de que tal ornato lhes nao
Ilcito, j determinamos aos Rvms. parochos
desta capital que nao consintam na pratica deste
intento, por cuja permissao somos responsaveis,
quando condescendenles na profanacao do lugar,
santo, pois que estamos persuadidos que o dever .A 'nstruecto militar, ou professada no exercito.
de respeitar, c venerar o edificio dedicado Divi-' so" os auspicio do niinistei io da guerra, lira tendo
na Magestade, e seu culto, tanto obriga o sexo fe-: agora nuca gneros decnsino, aiaber :
minino como o masculino; sendo estes os sent-' "Ainstruccao tbeorieasnpeiiorepcopriamen-
mentos unnimes ntreos lllhos da santae univer- te ""'.''ar para as armas ospectaes na escola do
eitono eslava brillantemente decorada com
troplieos e var'.* attributos guerreinos, loeindo
durante a comida a banda marcial do regiment
de infantaria n. 10, a que pertencia a guarda de
honra. As 4 limas houvc jantar iio paco. Os jar-
dins reaes estiverain toda a larde adornados com
multas das SCnhoras que tinham presenciado aquel-
la festa. .
as cadas do paiz, pedido c custa dos agen- Santo Amaro para o tratamento das nracas de 1-
tes cima referidos, at que os mesmos agentes \ii^t'imnnuS^.^l^^^LI^T-.Jl\MiM*latas.
i pastor, nteressado na salvarao de
setembro de 1863.
estreitar cada vez mais os focos de amizade feliz-
mente existentes entre as duas nacoes, dando todo
o desenvolvimento possivel s relacoes commer-
ciaes dos seus respectivos subditos; e persuadidos
de que um dos meios mais convenientes de conse-
guir este fim lixar de uma maneira clara e posi-
tiva os recprocos direitos, privilegios e immunida-
convencao em favor dos cnsules, salvas as excep-
epes mencionadas no art. 3.
Art. 11. Os cnsules geraes, cnsules e vice-
consules respectivos tero o direito de receber na
sua chancellara, no domicilio das partes, ou a
bordo dos navios de seu paiz, as declaracoes e mais
actos que os capitcs, equipagens ou passagelros,
mham achado occasio de os remetter paTa seu ^S^SSt^SSS^^ 11 ^f 'JB^ lS dC
paJ?- I Dito ao mesma-Mande V. S pagar seestive-' Jo"Bupo Dl0c',san0-
nr^IT', "a SC 0,Terecer esta occasao dentro rem em termos, os inclusos prets em duplicata do
nrazo de tres mezes rnntadns n M des dos funecionarios consulares, bem como deter- negociantes ou subditos de sua nacao quizerem ali
minar as obrigacoes a que licaro adstrictos nos fazer, inclusivamente os testamentos oudisposicoes
dous paizes, resolveram celebrar uma convenco da ultima vontade, ou quaesquer outros actos de
consular em que fiquem bem definidos os mesmos tabelliao, ainda inesmo quando os ditos actos te-
dirflitos, privilegios, immunidades e obrigacoes ; e n,|am por fim conferir hvnotheca.
i^e^^rlsnras cont?dos ,do ,dia da p;t ^^A^y^^^^^^s^^
fvil t,rot"I Ps,os en, l,berdade. Precedcndo conal de Olinda, pertcncentes aos mezes de julho
aviso de tres das ao cnsul, e nao podero ser pre- e agosto ltimos
"tZLSSl? PcCJflmeSm? m?-,im Dit0 ao mesmo.-Constando de officio do respec-
Comtudo, se o desertor tiver commettido, alem tivo eommandante superior de 10 do corrente que
Sr^S!rLZT ,U delCt e" .S2i' SUa ?,S Pr,aas da ua,da acional destocadas mtvMl'do
n?. -mo h,f .IZtZ* dT'S Hue o tribunal com- Pap-d'Alho foram dispensadas deste. serviro no dia
ptente baja proferido sentenca sobre o enme ou ------ -
GOHANDO DAS ARMAS.
para este fim nomearam seus
saber
plenipotenciarios, a
r S. M. el-rei de Portugal, S. Exc. o Sr. Jos de
^ asconcellos o Souza, moco fidalgo da casa real, do
conselho de S. M. lidelissima, seu enviado extraor-
dinario e ministro plenipotenciario, gra-cruz da
ordem deChristo, da de Pi IX, da da Aguia Ver-
mema e arda Corta Real, e commendador da or-
dem da Conceieo de Nossa Senhora da Villa-
E S. M. o Imperador do Brasil, S. Exc. o Sr.
marquez de Abrantes, senador do imperio, conse-
lheiro de estado, veador de S. M. a Imperatriz, gra-
cruz da imperial ordem do Cruzeiro, graa-digna-
tario da ordem da Bosa, gra-cruz da ordem de
Nossa Senhora da Conreicao de Villa-Vicosa, gra-
cruz da ordem Constantinina dasDuas-Sicilias. mi-
nistro e secretario de estado dos negocios estran-
geiros.
Os quaes, tendo-se reciprocamente communicado
Entretanto, quando estes actos se referirem a
bens iininoveis situados no paiz onde reside o cn-
sul ou agente consular, um tabeltlo ou escrivo
publico competente do lugar ser chamado para
assistir sua celebraco, e assigna-los com o chan-
celler ou agente, sob pena de neutralidade.
Art. 12. Os cnsules geraes, cnsules e vice-con-
sules tero, alm disso, direito de lavrar em suas
chancellaras quaesquer actos convencionaes entre
os seus concidados, ou entre um ou mais destes
c outras pessoas do paiz em que residirem, assim i
como qualquer acto convencional que interesse1
nicamente a subditos deste ultimo paiz, comanlo
que os mesmos actos se refiram a bens situados ou
a negocios que tentiam de ser tratados no territorio
da nacao a que pertencer o cnsul ou agente pe-!
rante o qual forem passados.
Os traslados dos dites actos, devdamente legali-
zados pelos cnsules geraes, cnsules e vice-con-
sules, e sellados com o sello offlcial do seu cousu-'
delicio, e esta tenha tdo plena' execuco.
Fica igualmente entendido que os marinheiros c
os demais individuos
m ih-, i -que ZercmJpar,e-da ef|U,?a" Transmiti V.S. a conta e relacao juntas a
S?^^v~nlte^CmqVC^dc?e^,50,,ve^,!f" auen5 navend0 inconveniente, mande pa
gar, sao exceptuados das estipulares do presente stevo dos Anjos da Porciuncula a quantia
8 deste mez : assim o communico V. S.'para seu
conheciraento.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
adra de
pagar a
ar,,rn -- -......------ Anjos da Porciuncula a quantia de...
Art ir, omnr u ~ 33*400 rs. despendida com o sustento dos presos
rnnirJh oXl !", h2uver es"Pu,a,0oes Pobres dacadf.a da villa do Cabo no mez de agos-
XSS1S!Z2?2S1' irmadeS' carretradores touWmo, #. assim o haver solicitado o chefe de
e seguradores do> navios de um dos paizes que se polica .-Jffii.-io de hontem, sob n. t,:tl8.
dirigirem aos resistivos portos do outro, votonta- Dito aiTmesmo.Em vista de suas informacoes
mente ou |>or forra maior, as avenas serao re- de de agosto ultimo e 11 do corrente sob ns '118
gutodas pelos cnsules geraes, cnsules e vice-con- c 4*1, autoriso V. S. a mandar pagar ao pbarma-
! ceutico, Leocadio Jos de Figueiredo, ou a.o seu pro-
cxercito.
2 A iustrucco secundaria, quasi igual do>
lyceus civis, nocollegio multar.
3" A inslrucrao primaria e complementar no
collegio dos aprendizes do arsenal do exercila
4 A nstruccao elementar, civil e militar no
aljlo dos lilhos dos soldados.
b> A nstruccao primariativl as aulas regi-
meatoes.
ltimamente foi Horneada urna commisso para
estudar os aperferoameutos que devem introdu-
zir-se na organisacao do ensino militar c propor ao
governo a sua reforma.
Consta ser ja croscido o numero de subscrip-
tores para o seguro de vidas que o Banco Unio
(Porto; vai estabelecer. Ta til instituico, que
era para admirar se nao tivesse lia mais lempo
introduzido entre nos, liavendo aqu o exemplo
os seas plenos poderes, que acharan em boa c; lado ou vice-consulado, faro f em juzo e fra del-
devida forma, concordaram nos artigos seguntes :; 'e, qur em Portugal, qur no Brasil, c terao a
Art 1.* Os cnsules geraes. cnsules c vice-con-
sules nomeados pelos governos de Portugal e do
Brasil serio reciprocamente admittidos c reconhe-
cidos depois de apresentarem as suas patentes se-
gundo a forma estabelecida nos respectivos terri-
torios. O exequtur necessario para o livre exer-
cicio de suas funcroes lhes ser dado gratis : e as
mesma torea e validade como se fossem passados
perante tabelles, ou oulros offlciacs pblicos, I
qur de um qur de outro paiz, uma vez que estes
actos sejam lavrados conforme as leis do estado a
que o cnsul pertencer e tenham sido submettidos '
previamente a todas as formalidades do sello, re-!
gistro, insinuaco e quaesquer outras que regem
haver compromisso amigavel entre as partes. por elle" fornecidos para o tratamento dos presos
litoral di ona'Tim m vanC^la' U n,aufragar no P^res da cadeia de Goianna, durante os mezes de
litoral da ou la algum navio pertencente ao gover- Janeiro junho deste anno
Eme"a0aVS^ldAa7nnlaS 'i"35 pi:tCS CT?' m ao raesmo-Havendo urgente necessidade
m.>'n r in n locaesdcveraoimmed.at.i- como me declaru o director geral da nstruccao
mente prevenir do occorndo ao cnsul geral, con- publica em offlcio de 27 de julho ultimo sob n 23
ZrT'cnn^ 5, SSS i' Efalto' 3 ^ de um Umrio de made*"a S n Ihor a< ondico-
Vt5E vlce"consul ma.s prximo do menlo dos livros e papis daquella repartico, e
t\. tendo em vista a sua informaco de 11 do corren-
Todas as operaroes relativas ao salvamento da te SOb n 448 autoriso V S a mind-r f rnerer i
carga e outros objec.os dos navios brasilciros au- mesma reS^
S tURS f"es de Portugal serao a sua despeza pela verba eventua^da lefito orca-
igidas pelos cnsules geraes, cnsules ou rice- niento vigente como propoe V. S. na citada iufor-
Quarlcl general do commando das armas de Per-
nambuco, 13 de setembro de 1863.
Ordem do dia n. 2i>0.
O general eommandante das armas faz certo
para sciencia da guarnico e convenientes lins, '
que approvou o cngajnmcnto que a 11 do corrente 'das conipanliias hespaubofos, hade por certo altra-
contrahiram para servir por mais 6 annos, nos ,lir muila gente pelas vantagens que pruporciona.
termos do decreto e regulainento do 1 de maio de i Acrescendo utilidade real da instituico a ruspei-
1838, os soldados Lucas Evangelista Cardoso e Luso: tabilidade do estabelccimento de crdito onde ella
da Franca, este da 6a e aquello da 7* companhia do : vai StT posta em pratica, nao pode ser duvidoso
7o batalhao de infantaria. que os esforeps da direceo do Banco Uuio, a
Faz igualmente cprto que nesta data apresentou-1 (lueni primeiro cabe a gloria de tornar effectivo
se vmdo da provincia da Babia o Sr. alferes Fran-! cm Portugal o seguro de vidas em imitualidade.
cisco Ignacio Manoel de Lima, que por troca nYou bao de ser coreados dos mrlhoiy< rasnlnutna
isa minha de 14 Ihc noticiara que o governo
acabava de consultar o conselho geral do com-
mercio, agricultura e manufacturas sobre a con-
venca de conceder ou nao o exclusivo ou privile-
gios que a lei estabeleceu para os bancos hypo-
thecaros.
O negocio fra confiado pelo conselho a urna
commisso romposta dos Sis. marquez de Fi-
calho, marqnez do Nizae J Ahneida.
O conselho, vista do respectivo parecer da
commisso nomeada, propoz que os bancos hypo-
thecaros privilegiados sejam dous: un no Porto.
outro em Lisboa, ruin caxas filiaos em diversos
pontos.
A jurisdieco do Banco do Porto estender-
se-ha por toda a rea da relacao do Porto;
a do banco da capital pela das refoedes dos Aro-
res e Lisboa. Fica salvo o direito aos propriela-
rios de qualquer localidad^ de creareni Bfncos
rnraes.
\isia esta consulta, de
pretencendo ao sobre dllo batalhao ao qual se
reuni.
AssignadoSolidoio Jos Antonio Pereira do
Lugo.
ConformeJos Ignacio de Mediros Rrgo Mon-
teiro. rapto aldante de ordens enrarrepado do
detallie.
EXTERIOR.
L.IMBOA.
28 de agosto.
El-rei Vicctor Emmanuel noineou seu enviado
extraordinario e ministro plenipotenciario em Lis-
boa ao marquez de Bella. l)iz-se que o governo
italiano, tomando esta resoluro, leve em vista o
principio de recprocidade. visto que Portugal tem
autoridades administrativas e judiciaes dos portos, a materia no paiz em que o acto tiver de ser cum-.
cidades ou lugares de sua residencia lhes permitti- prido.
rao, vista do dito exequtur, o gozo immediato | Art. 13. No caso de morte de um subdito de uma
das prerogativas inherentes a suas funceoes no dis- das duas partes contrataptes no territorio da ou-
tricto consular respectivo.
Cada uma das alias parles contratantes reserva-
se o direito de exceptuar para o futuro as localida-
des onde nao julgue conveniente o estabelecimento
de vice-consules e agentes ou delegados consu-
lares.
Art 2. Os cnsules geraes, cnsules e seus
chancelleres, bem como os vice-consules, gozaro
em ambos os paizes dos privilegios geralmente con-
cedidos ao seu cargo, taes como a isenco de aloja-
mento militar e de todas as contribuicoes directas
tanto pessoaes como de bens movis bu sumptua-
rios, salvo todava se se tornarem proprietarios ou
possuidores tenqiorarios de bens immoveis, ou em-
fim se exercerem o commercio, porquanlo nesses
casos licaro sujeitos s mesmas taxas, encargos e
contribuiepes que os outros particulares.
Art. 3. Os cnsules geraes, cnsules e vice-con-
sules nos dous paizes gozaro, alm disso, da un-
tnunidade pessoal, excepto pelos fados e actos qua-
lificados e punidos como crimes inamancaveis,
ou seja pela legislacao portugueza ou pela'brasi-
leira.
Ira, as autoridades locaes competentes deverao im-1
mediatamente noticia-la aos cnsules geraes? cn-
sules ou vice-consules do districto, e estes por sua
parte deverao communica-la as autoridades locaes,
se antes tiverem disso conhecimento.
Quando fallecer um subdito de sua naco sem i
deixar herdeiros ou designar testamenteiros, ou1
cujos herdeiros nao sejam conhecidos, cstejam a'u- i
sentes, ou sejam incapazes, os cnsules geraes, cn-
sules c vice-consules deverao proceder aos actos
seguimos -.
1." Por os sellos, ex-ofllcio 'ou requerimento
das partes interessadas.cm toda a mobilia e papis i
do fallecido, prevenindo com anticipadlo deste ac-
to a autoridade local competente, que poder assis-
tir a elle, c mesmo, quando julgue conveniente,
cruzar os seus sellos com os que tiverem sido pos-1
tos pelo cnsul; depois do que, estes sellos dupli- j
cados nao podero *er tirados seno de enmmum
accordo.
2" Formar tambem em presenca da autoridade!
local competente, se esta julgar dever comparecer,
o inventario de todos os bens e effeitos que o fal
cnsules .do Brasil: e reciprocamente os cnsules'm^30''b""D ""'"" v"Jin}G a. "a cuaua imor-jcm Turin um ompregado diplomtico da mesma' \ ista esta consulta, de crr que o ministro
geraes, cnsules ou vice-consules de Portugal diri- Dito ao eommandante do corno do mlieii Pelo' eal,,t'8r,a- n'ai'|uez de Bella esperado breve-' das obras publicas resol va quanlo antes este ne-
giroas operaces relativas ao salvamento da car- ofno o %?v S fidHiTwrnS t mente nesta corte, devendp no entretanto conti- godo, detento interesse para o paiz.
ga e outros ob/ectos dos navios de sua naco au- ral Se icr o wS miar como encarregado de negocios o conde de
Fragados as aguas territor.aes dos dominios bra- Sfenaefo Jos de Limi Oueffin ronc ido o I la1,,nerva- u .
sileiros. kniwlnP i guLxanuia, concluido o o marquez de Bella o o mesmo que veio em
A iuterveuro das autoridades loraes so ter lu- Ditfll o me"mo -Ffoo iilSfolh'nPln sen nfflrin !1'?-^0 ex'rao''''naria, assistir, por parte do re da ; inventor de um novo processo ch.mico para pin i-
gar nos dous paizes para facilitar aos agentes con- deS^data de hverem os Toldados ffi "-"" ,talia-ao-s-lai,st- c?"s?rci da sua Wm ">% a flcai' o rluimbo e separa.-lhe a prata.
Por decreto de 28 de maio do corrente anuo,
agora publicado, foi concedido a Arlhur Wall,
subdito ingles, privilegio por cinco anuos: como
sulares os soccorros
i corpo sob seu
necessarios, mantera ordem, commando Cypriano Jos da Silva, EsteVo Bispo
eauinaJen, JffiS salvador,es C,strann0-S a da Silva e Jos Eleutcrio Marques Bispo, contra.a-
Ki!S, CXfUa0 das dlsPslVes do novo engajmento depois de convenientemente
das meridoriis%X "*** Sah'da : insPeeeonados c julgados aptos para o servico.
\ianspnPii ,..? ,i ^i "'to ao eommandante superior de Olinda elgua-
raes confie, n,^ ,ae ;Jce?ada d0S (COn^U^S f rass--Para que eu possa resolver acerca do alfe-
e2d2vStonfSS,, 3S aut0Hdades l0" res do batalhao n. 10 de infantaria da guarda na-
municipio
Dito ao director geral da inslrucco publica.
Tendo, em vista de sua informaco "de 21 de agos-
- to ultimo, sob n. 151, concedido a D. Julia Candida
Se forem negoriantes nao lhes poder tambem lerido possuia. Pelo que diz respeito ao processo
serapplicadaa pena de juiso seno pelos nicos tanto da apposioao dos sellos, que dever sempre
factos de commercio.
Art. 4. Os cnsules geraes, cnsules e vice-con-
sutos podero collorar |>or cima da porta exterior
das suas casas as armas da respectiva nacao, com
a seguinte legenda : Consulado de Portugal
ter lugar o mais brevemente possivel, como do in-
ventario, os cnsules e vice-consules fixaro, de
accordo com a autoridade local, o dia e a hora em
que estes dous actos deverao ter lugar, prevenin-
do-a por escripto de que ella passar reciba Se a
ou Consulado do Brasil, e nos dias de testas i autoridade local se nao prestar ao convite que Ihe
nacionaes podero tambem arvorar na casa consu- tiver sido feito, os cnsules procedero sem demo-
lar a bandeira de sua nacao. Estes siguaes exte-
riores nao podero comtudo ser em caso algum in-
terpretados como dando direito de asylo; serviro
principalmente para indicar aos marinheiros ou
aos nacionaes a habitacoconsular.
Art. 5." Os cnsules geraes, cnsules e seus chan-
celleres, bem como os vicecnsules, nao podero
ser intimados a comparecer perante os tribunaes
do paiz de sua residencia. Quando a justica local
tiver necessidade de receber delles alguina. infor-
maco jurdica, dever pedir-lh'a por escripto, ou
transportar-se ao seu domicilio para recebe-la de
viva voz. J
Art. 6." No caso de impedimento, ausencia ou
morte dos cnsules ou vice-consules, os chancelle-
ra e sem mais formalidades s duas operaepes j
citadas. |
3." Os cnsules geraes, cnsules e vice-consules
faro proceder, segundo o uso do paiz, venda de
todos bens movis ou fructos da heranca que se'
possam tortorar; podero administra-la e liquida-la |
| pessoalmente, ou nomear, sob sua responsabilidade
| um agente para administrar e liquidar, sem que a
autoridade local tenha de intervir nestes novos ac-,
, tos, salvo se um ou mais subditos do paiz, ou de!
uma terceira potencia, tiverem direitos a fazer va-,
ter a respeito dessa mesma successo. Porquanto
j nesse caso, nao lendo o cnsul direito de decidir a
questo, dever esta ser levada aos tribunaes do,
paiz, aos quaes pertence resolv-la, procedendo en-'
rao sujeitos a nenhum direilo de alfandega, salvo
se forem admittidos a consumo interno.
No caso do duvida sobre a nacionalidade dos na
KaeS=^
eha^s0^^
HSo'SSS^^am dC gUal "^^ dU 5*' SsKltimo'oTu'to^o0 Camcot ar"
Art t^A n,0 ^n,.onn-n ;Starr & C P6'0 P^o indicado no mesmo offlcio
n^ro lio 1, ,Pn= I ^n,nIeT^^,g0!ara ""* ,fa 6 caldeiras de ferro liatido estanhado para cem
paco de dez annos acontar do da da troca das nracas remiiitad-is nari n ram-hn ratificares, que ter lugar nesta cidade do Bio de fgde uKKl
f arnnos0s'iverlr0 d PraZ dC **** """^ a",eS S c. r.n,^ a~ _j- > j que Vmc. mandando proceder aos necessarios es-
,L i?.m 5 .i! ^^"i e dez 'udos 0TS^'^ com brevidado e me aprsente o
SSSaTI"!dan,^P,?^aS,^n,ra,an,e8 ,,verr P|ano e orcamento do caes que se deve construir a
?^ 3 oJ.ol Sn?,^ ^ K"S!iT Mus partir da ponte da ra da Aurora prxima a casa
fetos a convenco continuara a vigorar por mais 50 finado desembargador Martinwoo da -
Sra. D. Marta Pa de Saboia, com el-rei de Portu-
gal o Sr. 1). Luiz I.
Est muito prximo o parto da rainlia. Em ra-
zo desta proximidade, regressou S. M. de Mafra,
habitarlo que preferc a todas as outras reaes resi-
dencias.
No dia M d'este mez abrir-se-ha provisoria-
mente exploracio publica a linba de lette at
Elvas, segundo resam os annnncios da empreza
Salamanca.
Parece que dentro em lo dias os comboyos
chegaro a Badajoz. 0 transito nao pode aida
S^nm^lnn 3^K, mente ate a *xVinV tos em direceo at a frente da casa em que ac
tTtZ ^r ^tilb no, rqf-Uma daS partes I estabelecido o Gymnasio Provincial, devindo entre-
tiver fe o aoutra aquella no .cacap. ...... |imitai,Se'nicamente ao do lado esauerdo
No dia. 27 chegou o Oneida, dos porlos do chegar qaelb cfllade hespanhola. por nao eslarem
Brasil; traz 19 dias do Bio, 16 da Bahia, 14 de ainda terminadas as formalidades iodispensaveis
Pernambuco e 7 de S. Vicente, 14 malas, e 138 entre os dous governos e as duas companbfos. A
passageiros. distancia percorrida sao 26o kilmetros, ou 53
Contina apoltica interna em ferias. Pie- leguas de Lisboa a Elvas. Os comboyos ascen-
nics em Cintra, bailes no Ramallio, os banhos em denles partiro de Lisboa s 7 horas 30 minutos
Pedrocein, Cascaos e Erieiras, regalas em Paro da manhaa devendo chegar fronteira s a horas
d'arcos, tomadas,etc. etc., sao os assumptosqu- e 14 minutos da tarde. As estaes onde estrena
tidianos desta quadra d'ocios campestres. j param sao 28, a saber LisboaPoco do Bispo
Belem, Lumiar, Barreiro, Bemfica. Bellas, final- OlivaesIacavem PovaAlvcrraAlhandra
mente os encantadores arrabaldes de Lisboa esto Villa FrancaBarregado "Ayambuja Regucn-
povoadissimos este verlo. j goSant'Anna Santarm Valle de Figueira
Alguns jrnaes dizem que era voz constante Matto de Miranda Torres Novas Barquinlia
cm Paris, neslas ultimas semanas, que a rainha de Praia Tramagal Abrantes Bempcsta Ponte
Inglaterra estova para casar com S. M. el-rei o Sr.' de SorChancaGratoPorta-legreAssumar
D. Fernando, de Portugal. Uma correspondencia Santa EulaliaElvas.
escripia naquclla cidade diz que esta noticia care- Os comboyos descendentes nartirinde Elva> as
ce de confirmacao, tanto mais agora que a rainha 9 horas e 12 minutos da manhaa devendo chegar
vai passar urna temporada no casteltc de Bosenan, a Lisboa s 6 horas c 5' minutos,
onde scu fallecido esposo tinha vivido durante os E' um grande mellioramento osle-. A animaco
priineiros annos do sua menlnice. i que_ vai ter Lisboa depois de alerto a comroani-
0 certo o que el-rei demorou o seu regresso ] cacao rpida com a Europa por Uespanlia, incal-
Portugal; quanto ao projectado, ou apenas phanta-: culavel.
siado enlace, tudo sao por ora mysterios c suppo-1 Diz-se porm que o annuncio da empieza para
sicoes. j a abertura da linba amanh:'. at Elvas, foi feito
De um dos portos martimos de Franca, vai sem consultar o governo. Pelo ministerio das
ma a casa ser tongada ao mar urna fragata de guerra, encou- obras publicas foi-lhe expedida uma portara pro-
nfi1 Tf ragada, a qual, por obsequio S. M. a rainha de hibindo tal abertura, por, nao ter a eipreza ruui-
55 Portugal, ter o nome de Regina Mara Pa. En-! prido o seu dever.
res, ou pessoas previamente designadas pelo titular, to o cnsul como representante da successo.
para substitui-lo, sero admittidas a exercer interi- Proferido o julgamento, o cnsul dever executo-!
mente as funceoes consulares, com approvago | lo, so nao tiver por conveniente appellar, ou se as;
da autoridade local competente, e gozaro, durante partes nao se accommodarem, continuando depois
a sua gesto interina, de todos os direitos, privile- com pleno direito a liquidacao que hvia sido sus-
Em f do que, os respectivos plenipotenciarios
assignaram a presente convenco em duplicata e
Ihe pozeram o sello de suas armas.
Feita no Bio de Janeiro, aos 4 dias do mez de abril
do anno do nascimento de Nosso Senhor Jess
Christo de 1863.(L. S.) Marquez de branles.
(L. S.) / de Vasconcellos e Souza.
E sendo-nos presento a mesma convenco, cujo
theor fica cima inserido, e bem visto, considerado
e examinado por nos tudo quanto nella se contm,
a approvamos, ratificamos e confirmamos, assim
tanto limitar-se unicamento ao do lado esquerdo
nadita direceo. Convm igualmente que nesse
orcamento so observe a maior economa possivel.
Dito ao presidente da cmara municipal de Se-
rnnaem.Bemetto-me Vmc. com urgencia as e-
gina .varia l'ia. En-1 prido
tre os navios de guerra que da Italia foram man- Parece que os empcegados do
Sr. Salamanca
dados construir a America, ha um a que el-rei esto empentados eni, que esta portara nao
Vctor Emmanuel mandou por o nome de Re de i publicada no Diario, A ordem nao ser revog
Portugal, em obsequio seu augusto genro. je o documento deve apparecer na folha
No dia 24, de gloriosa e patritica recordarlo cal.
para a familia constitucional, inaugurou-sc em Ma- E' precisa esta energa; alias certas emprezas
ni-? anlhenlicas das artas A-\ oloip-m A* !:,. i""" ? '-""' tuusiuuiiuiiai, uuiuguiuu-M: <:iii ina- c piecisd esi^ curila ; .llla^ i t'iw cu
^T^^^m\JSflf^Zb .', J.l,nt0 ao K".real o -Asylodos lilhos dos] julgar-se-hiam.superiores ao estado. Esto
que SC proceutu nessa % Ill.l no Uia 9 de agosto Ultl- so (todos nsiitnio^n cnnlla.-to in henemeriln M. mnntA dn *Av..rnn ora it3n A mais n mo
agosto _
mo e que deixaram de acompanhar o seu offloio de
28 daquelle mez.
Dito ao secretorio da mesa parochial da fregue-
zia de S. Pedro Martyr de Olinda.-Beoeb as co-
no todo como em cada um dos seus artigos e esu" S^KSS8^ tJ^0 a T*J!!
pu lardes, e pela presente a damos por firme e va-
gios e immunidades inherentes ao cargo.
Art. 7. Fica especialmente entendido que, quan
do uma das duas alias partos contratantes escolher
pensa emquanto se guardava a deciso do tribunal.',
\? Os cnsules geraes, cnsules ou vice-consules
sero todava obrigados a annunciar a morte do in-
para seu cnsul ou agente consular, em um porto i dividuo de cuja successo se traiar, em um dos
ou cidade da outra parte contratante, um subdito jornaes do scu districto; e nao podero fazer entre-1
desta, o mesmo cnsul ou agente consular conti- ga da heranca ou do seu producto aos legtimos
nuara a ser considerado como subdito da na^ao a! herdeiros ou a seus precuradores, seno depois de
que pertencer; e flear por consegunte sujeito as. pagas todas as dividas que o defunto podesse ter I
leis e reglamentos que regem os nacionaes no' contrahido no paiz, ou de haver decorrido um an- !
lugar de sua residencia, sem que entretanto esta
obrigaco possa por forma alguma coa'rctar o exer-
cicio de suas funcroes respectivas.
Art. 8." Os archivos e em geral os papis de
chancellara dos consulados respectivos, sero in-
violaveis e nao podero ser, sob qualquer pretexto
e em caso algum, apprehendidos nem devassados \
pela autoridade local
no] depois do dia da morte sem que se tenha
apresentado reclamacao alguma contra a heranca.
5V> Fica alm disso entendido que o direito de
administrar c liquidar as successoes dos Portugue-
idos no Brajsil pertencer aos cnsules do
anda quando os herdeiros sejam meno-
de Portuguezes, nascidos no Brasil, em'
idade de igual aeuldade que fica perten-
liosa para produzir o seu devido effeito, promet-
iendo, em fe e palavra imperial, cumpri-Ia e obser-
var por qualquer modo que seja.
Em testemunho e firmeza do que, fizemos passar
a presente carta, por nos assignada, sellada com o
sello grande das armas do imperio, c referendada
pelo nosso ministro e secretario de estado abixo
assignado.
Dado no palacio do Bio de Janeiro, aos 18 das
do mez de agosto do anno do nascimento de Nosso
Senhor Jess Christo de 1863.(L S.) Pedro, im-
perador (com guarda).Marquez de Abrantes.
GOVERNO DTrOVINCIA.
Expediente de dia 13 de setembro de 1863.
Offlcio ao Exm. presidente da Bahfo.Passando
s raaos dp V- E*c por copia o offlcio que era 29
TB5a^f22SS*2^!5P2&2 S1?10"*' d exacto convento, com seu irmo, S. A. R. o
rLT 1 ? ?. am seu,?fflc, de 5 d0 cor- Sr. D. Augusto, o seguido pelos seus camaristas,
"Ufe. "P^101 fl.ca respondido. | nnnisterio, autoridades administrativas e judiciaes
isio militare das di-
soldados, instituico confiada ao benemrito ca- dimento do governo, quo ao mais do que a
pito Salgado. | tinuaco do programma enectado. tem-hc da
Era 1 hora da tarde quando S. M. el-rei o Sr. D.. crditos e assegura-lhe s\ mpalluas de- todos os
Luiz I, depois de ter ouvido missa no magestoso j partidas.
templo da Baslica, a que assistiram os asylos com Est nomeada uma commisso, dp funeciono-
a respectiva offlcialidade, cntrou na sala de actos rios dos ministerios da guerra c da. reino, para
apresentar uma proposto tendente a simplificar o
P,\ vil1 V ?on>panhia Pernambucana.- da locaiidado, genoraes da divis
iEULa m ,!, er.;egu,r para os Prtos d0 su at0 i versas armas, e mais offlciacs do exercito, conv-
dolS ^. m- -'""niwiap no da e hora indica- dados para aquella solemnidade. Achavam-se tam
ao no seu offlcio do hoje.
Portara. Os Srs. agentes da corapanhia Brasi-
leira de paquetes a vapor, mandem transportar
para Macei por conta do ministerio da guerra no
vapor Cruzeiro do Sul que se espera do norte, 4
caixdes contendo artigos de fardamentos destinados
s pracas do corpo de guarnico destacadas na
villa do Ouricury.
Dija.O presidente da provincia, resolve nomear
interinamente o padre Francisco Joo de Aievedo
actual processo do recrutamentu.
Acha-se formada em lsboa uma commisso
central de soccorros para as inielizes viuvas o.
orphaos dos polacos que denodamente combateram
pela, independencia e libeedade do seu paiz. A
bem presentes o reitor do Jyceu nacional de Lis-' commisso composU dos Srs. Joaquim BomoLo-
boa, Mananno Gtura, o director da escola normal, hato Pires, presidente Joo Cardoso de Figueire-
de Lisboa Luiz Felippe Leite, Francisco Julio Cal-1 do, thesoureiroHermenegildo Pedro de Aleante-
das Aulete, prpfessor da mesma escola, e grande ra, secretorio- e dos vogaes Francisco Xavier da
numero de cavalleiros o senhpras de Mafra e cir- Silva, Jos Mara da Silva e Albuquerquc, Francs-
CUraVc',Slhantas- a co Jos ^n'0 Coelho, Jas da Silva Fortes, Francis
A sala estova adornada com muitas das bandei- co Theodoro Cesar Infante da Cunha, Pedro An
ras rotos na carapauha peninsular, formando com gusto Pinto da Fonseca Botelho N'ovos. Comer
vanos potrenos militares irophos elegantes. As ram estes cidados por fazer uovjtMpriment a
concossao
bnisso
festivo dos mais a|: tem de ofoger soccorros dostnados aprc fe do-
I nativos em diversos pontos de Portaje
/
para loccionar geomelria mechanica e desenlio II- '^! L ^-i luz,do se^mt0 de eJre^ o va- cmara munic.nai de Lisbonfi|
near aos menores do arsenal de enerra riegado dos uniformes e condecoraos davam de um benoflcia no Passcio PJ|
apparato
piel lo recinto um
trncales,



S
EEILADOi



Diarlo de Pernaiuhuco <|uarl i letra Itt de Setembro de isas.
=


Parece que a inspecco geral dos theatros nao
consentio une se represeutasse o drama Os Mar
tyres da Polonta, por conter gravissimas allusocs |
polticas.
AlQnna-se que o gowrno vai auxiliar a m-j
pressao da bella tradcelo do Jcrusalem libertada (
do Tasso, que o Sr. Ramos Coellio ha muito con-
eluu em oitava rima. E' um acto de justiea que .
merece louvor. J
O Sr. Antonio los Yiale, que fot mestredel-
rei, professor de litteratura grega e latina no curso ]
superior de lettras, e socio cffectivo da academia J
real das sciencias de Lisboa, acaba de prestar mais
um bom servido instruccao do palz, compilando
sob o titulo de Selecta Canonianaas excerptos do
principe dos nossos |>oetas, mais apropriados para
seren lidos nas aulas de instruccao primaria.
O Sr. Vale, no seu prologo, allude ao notavel
trecho do Sr. A. F. de Castilho na introdueco ao
D. .layine de Tliomaz Rilieiro cerca da inconve-
niencia de se entregar os Lvzmdas sem reserva
aos estiulantinbos que frequentam o cnsino prima-!
lio, e por um estoico de meditada paciencia cosse-
guio colleccionar o'que por cssa classe de alumnos
pode nas escolas ser lido sem perigo de antecipa-
das rcvclacocs, coni o flin de nao: as privar abso-
lutamente de formarem o gosto e moldarem a lin-
guagem no esljto do priineiro poeta da Penn-
sula.
Ha diai noticiava-sc com magoa cttrema, cm
lodos os circuios da eapitaf, o insulto nervoso_ de
que fora victima o estimavel poeta e distincto jor-
nalista o Sr. Joao de Lemos, um dos redactores do -
peridico migue-lista a Sarao. Hojeo Ilustre poe-
ta vai inuito inellior, achando-se bvre do perigo.
Acredttcm, amigos redactores, que a nova do res-
labelecimento de to suave cultor das musas
grata a todos os que temos apreciado o sympatliico
talento de Joao de Lemos.
Acaba de puhlicar-se na Regoa, nm jornal
eom o titulo de Domo. Occupa-se dos nteresses
niateriaes do dlstricto c parece que seu redactor
0 Sr. Mauoel Pinto de Araujo, deputado as cortes.
Foinomeado para a effcetivdadc do lugar
que oeciqiava interinamente, de enfermeiro mor
do hospital de S. Jos, o Sr. conselbeiro Antonio
Jos de Turres l'creira, chefe da reparticao de
eontabilidade do ministerio do reino. Foi esta no-
inearao um acto justissirao, porque o Sr. Torres
I', reir, a una probidade proverbial rene gran-
de energa, muitos e solaos conbccnientos de ad-
ministraco c um zelo inexcedivel.
Poneos das antes fora el-rci o Sr. D. Luiz I vi-
sitar o hospital s 7 horas da manha, adiando
aquelle vasto estabelecunento na melhor ordem,
dirigi ao Sr. Torres Pereira niui lisongeiro ap-
plauso; e como S. M. livesse tencao de ir d'alli
visitar o liospital de alienados em Hilhafolles, con-
vidou o Sr. Torres Pereira a entrar no mesmo
trein.
Os Srs. Tradesso da Silveira, inspector dos
pesos e medidas, e Sebastio Jos de S, redactor
do Jornal do Cnmmerrio, receberam convite da
Associarao internacional de Londres para assisti-
remcm'Rerlin aoeongresso de estatistica. O Sr.
Tradesso leve, alm do convite offieial, urna carta
cm que especialmente se reclamava sua presen-
ta : c nao Ibe sendo possvel ir, que remettesse,
para ser lido no congresso, mu rotatorio acerca
do servijo dos pesos e medidas que est a cargo
deste ravallciro. O convite ao Sr. Ribeiro de S,
bemmostra que o* distincto publicista deixou de si
momoria honrosa nos trabalhos do outro congres-
so de estatistica a que foi assistir com o Sr. Anto-
nio Jos de Avila.
Parti ha dias para a corte de Berln o Sr.
Antonio Jos de Avila, para a commissao interna-
cional de estatistica. Onobrc ministro de estado
honorario, por sua competencia e profundos co-
nhecimentos. representara honrosamente o paiz.
Por muitas veces o Sr. Avila tem sido encarrega-
do de commissoes da mais alta importancia, tanto
poltica, come seientilica.
O Dr. Mathias de Carvalho, lente da universi-
dade de Coinbra, e deputado s cortes, faz >m-
bem parte da commissao de estatistica, por parte
de Portugal.
AfBrmaram-me antc-hontem que niUnstrado
ministro do reino, o Dr. Anselmo Jos Brraueamp,
cuida seriamente cm organisar um corpo proviso-
rio de polica em Lisboa, visto que o projecto de
lei que ueste sentido fora apresentado tas cortes,
nSpchegara a ser discutido por falta de tempo.
Este corpo de polica ter nm inspector, o qual
ser nm iliis administradores de qualquer dos bair-
ros de Lisboa. Ter lamben) qnatrochotes de sc-
elo c cento e vinte guardas, sendo oitenta elfecti-
vi>s e quarenta suprannmerarios. Os guardas se-
rio divididos pelos quatro hairros da capital, na
primoread das necessidades da sua jiolicia.
-ls ;iin IInnViV> iliis tufadme Ja ranrafS muiiici-
pal c dos agentes da polica civil, licam pertencen-
do ao novo cor|o. Assim farad delle parte os re-
feridos zetadores e agentes, os cabos de polica que
se houveiem tornado distinctos no cumplimento
de suas obrigaoes, c os soldados da guarda mu-
nicipal eom hak.a.
No sabbado 22 houvc nas proximidades da
capital tres iucendios pavorosos : nm no Lumiar.
ontro em Ahorca e outro cm Alemquer. Na ci-
dade, quasi mema hora, houvc dous ou tres de
potica monta. Os soccorros para Alverca c Alem-
quer, pedidos pelotelegrapboelctrico, marcharam
pelo caiiiinho de loro.
Est novameiite em Lisboa o celebre presti-
giador Herrman. que por sua generosidade con-
quistou nesta corle o titulo do [eiticeno pkUautro-
po. Demora-se uns rite das, c ja deu a primeira
receita em S. Carlos.
Comccou a funecionar em Lisboa urna fabri-
ca de gelo, por haz da igreja de S. Paulo. Pertence
a nina sociedade em coinniandita, representada
pela firma de Mouziiiho. Vasconcellos C.
Emprcga para a produccao do gelo os appare-
Ihos refrigerantes, chamados industriaes, da inven-
cao de Mr. Cari, previlegiada em Portugal, c de
queamesma sociedade tem o uso para o sal do
reino O processo para a produccao do gelo con-
siste cm aproveitar o rio produzid'o pela gazefica-
co daammouia previamente liquileada pela pres-
sd, e quasi privada d'agua.
Tem a fabrica nm apparelbo j montado e a
funcrionar, o qual piule producir at 30 Kilogram-
mas por hora, estando em boas condices, e esta-
se montando outra da mesilla produccao que em
breve fiinecionara tanibem.
o gelo simples agua dos chafarizes de Lisboa,
filtrada, < depois congelada pelo contacto dos vasos,
que a contm eom corposestriados pelo trabalhodo
apparelho que disposto de modo a conservar a
agua toda a sua pureza, como o podem assegurarjas
pessoas que como nos viram o proeesso. O gelo
sabe do apparelho a urna temperatura de ilv centi-
grado abaixo de cero, c em bellos cyndros de um
decmetro de dimetro, e 7(1 a 7*> centmetros de
comprimento, que pesam de 4 a o kilogrammas
cada um. Tanto a sua forma, como a sua baixa
temperatura, pormitte o transporte de gelo a gran-
des distancias, sem pe* da sensivel, e a sua ronser-
vaeao. tomando-se para isso certas precaucOes. O
melhor modo de aeondieiona-lo para o transporte
dentro da cdade, e paraos arrebaldcs, at a dis-
tancia de algumas leguas, sendo urna porcioentre
3 e 20 kilogrammas. consiste em involve-Io'em urna
loalha de algodolimpa, e depois n urna cobertaou
panno de 15a, que se enrola jior fra bem aperla-
do e se ata com um lio. (nanto maior for este
panno, mais prolongada a e*nservacao do gelo.
1 m pequeo pedaro deste, lancad'o n'um copo
agua; ou de onda qualquer bebida, baixa rpi-
damente asna temperatura, toruando-a muito mais
agradavel c hygienica, Tambem empregado cora
muita vantagem, a vista do seu baixo preco c do
grao de fri que produz para'a confeicfio "de sor-
veles celados.
Foi dcmitlido o contador da aKandega grande
de Lisboa, o Sr. Antonio de Barros Vasconcellos,
genro do S. Santos Montero, ex-iUreclor daquella
casa fiscal. So decreto menciona-se o numero de
faltas que o referido funcionario teve c que fun-
damentara a sua etoneracao.
Estad muito adiantdas as obras do edificio
no arsenal da marinha, contigua ao torread da se-
cretaria da guerra. Espera-se que no principio
do anno prximo a secretaria dos negocios da ma-
rinha e ultramar seja para all transferida.
As obras da restauracid do sumptuoso templo
de S. Roque, em Lisboa, tamliem se acham quasi
concluidas.
A igreja poder abrr-se para outubro. Fea
muito aceiada e sao importantes os concertos que
se lhe fizeram.
As obras da s esto anda atrasadas, mas diz-so
(apezar disso) que all se ha de celebrar o naptismo
do futuro principe ou princeca que Deus conceder
a S. M. a rainba.
Outros aflirmam, porm, que o bajitisado se fari
na igreja de Santa .Maria de lleirr^k sendo antes
disso oaaiadado para o real jazigo dels-. Vicente de
Fra o nadaver do Sr. infante D. Joad.
O novo observatorio meteorolgico da escola
IHjlytechnk est quasi prompto e em breve come-
car a funWtonar. Fica um bello edificio no seu
genero e eom as condices precisas para todos os
trabalhos cientficos que lhe respeitam. Esta
quasi concWdo tambemo observatorio wtronoml-
pza diaria de 215302 com o pessoH empregado, Sra.%aro de S. Goncalo, presidente ; Dr. Augusto
te ser anpneotado quamto principiar oso de Castro e Silva Joao Carlos Pereira do La-
dos accionistas,
co mandado construir por S. M. el-rci na tapat
real da Ajada.
-* A enmara municipal do Porto reunidaWMBBHn um esforco heroico dos accionistas, go, secretarios; Dr. Jos Tito Nabuco de Araujo e
sessao no dia 13 do crrante rocebeu o pavillo ajudados pelo governo, cuja proteccao j invocam Brigadeiro Joao epomuceno Castrioto, escruta-
reat da corveta Amelia, que em 1832 conduzio s elles, peder salvap a companhia de urna prxima dores.
praias do Mindello o duque de Bragan^x A entre- liquidadlo e venda da fabrica e o mais com gran- 'Da commissao de poderes sao membros os
ga solemne foi feita pelo ajudante da intendencia de premiso. Srs. : Augusto Francisco Caldas, Dr. Jos Maran-
da marinha, o Sr. Jos Maria Soares, capitao de fra-
gata da armada, em enmprimento da ordem do Sr.
ministro da niariuha, o Sr. Mondes Leal.
vincia, onde o seu ministerio deu vicosos frnctos;
e a 23 de setembro de 18ti0 foi nomeado preteilo
do hospicio da Penha, sendo esta mais urna prova
da consideracao em que eram tidas as suas virtu-
des mesmo entre os seus irmaos.
A vida terrena de fr. Sebastio, que tao vigoro-
sa se mostrava quanto a producd de fructos para
as almas dos fiis, da va indicios no entretanto de'
pouca duraQo pela sua construetura dbil, que ''
Quem mais vive, mais v, e mais aprende, no de Amorim Canio e Carlos Bernardino de
Se nao fosse assim nao lhe pederamos contar Moura.
una historia curta e certa, sera fantasmas, sem A cmara municipal de Nilitheroy enria pelo era cm mais deprimida pelo excessivo trabaiho a
A esquadrilha commandada polo almirante deliquios, sem infantecidios, verdado, mas que paquete inglec Paran ao Sr. Joao Bramley Moore que se entregava sem cessar nos deveres do seu
Joao da Costa Carvalho, soffreu alguraa avaria pro- talvec acarretasse serias e fataes consequencias, a o fflcio seguinte : ministerio, comecando-os s 4 horas da maullad
xirao da barra do Porto. Parece que apanhou um nao ser a prudencia de alguns, ajudada por Nossa .No momento em que os Brasileiros viram seu seguidamente at a urna da tarde, sem tomar nesse
fortissimo noroeste, e querendo acolber-se terra, Senhora da Pac pavlhao desrespeilado por ordem do ministro da espaco alimento algum ; e anda tarde se nao re-
o vapor Mindello e a corveta God soTreram alguns | Nio nada menos do que urna questao familiar, Graa-Bretanlia, e que sua dignidade ofTendida pro-' cusava confissoes nesta cidade e nos arrabaldes I
estragos. O vapor entruu no dia 20 no Teio com a que se vai resol vendo pela separajo quoad piin- rompeu contra o insulto de que eram victimas, como o praticam os seus com panbeiros o que tor-
caixa das rodas de bombordo e a trinchetra espe-' cipiim mt communionem. I nem um so deixou de nutrir a esperanea de que o nava-se-lhe mu pesado pelo seu estado de ma-
dacada, c o trincauiz o o convez abertos. No da immedato ao da votacao do.colleglo da povo inglez, generoso e livre como f deixasse de rasino.
O Sr. Lobo d'Avila, ministro da facenda, re- capital, cuio resultado j lhe remellemos, appare- acompanha-los em sua affliccao, e estigmatisasse o | Nas quadra- epidmicas porque tem passado esta
solveu consultar a associacao commercial de Lisboa ceu nas columnas de annuncios do Jornal de Ma-, acto de prepotencia e abuso de forca de que usa va i cidade^ foi elle incansavcl em soccorrer aos ainic-
a respeilo do cstabelccimento de arraazens depen- cei urna convocace, ou convite, como qur o Sr. o seu governo ; mas anda assim o vosso proced- [ tos, nao s quanto s consolacdds da alma como
dentes da alfandega grande ao norte ou ao sul do Perdigad, do cellegio da capital, assgnada por tres ment, Sr. Bramley Moore, excedeu essa expecta- as do corno, dexando sempre sob o travesseiro do
Tejo; isto se para os nteresses do commercio membros do directorio, sendo dous delles baro tiva, apresentando-vos como advogado esforado, necessitado o que lhe permittiam os recursos do
mais conveniente estabelecer os armacens na mar- d'Atalaia e Dr. Carlos Lobo, para urna reunan s e elevando a evidencia a nossa justica. seu convenio. Alm deste lado, em que a benefl-
gera direita ou na margera esquerda do rio. dez horas da manhaa, na quid se exporto o motivo | Honra vos seja feita, senhor, c recebei os fra- cenca do seu coraco traduca o preceilo do Evan-
Ei-rei diguou-se roceber no da20 do corren- da convocacSo e fitn a que se propoe. eos agradecimentos da cmara municipal da iinpe- gelho, sempre elle corra em amparo e allivio do
te, no real paco d'Ajuda, com a sua habitual bene-' Diversos boatos circularam Jogo sobre o um la- rial cidade de Nithcrohy, capital da provincia do mal que chegava ao seu conhecimento mxime se
volencia uma'deputacao do conselbo administrativo tente da reunid, julgada pela maiora dos libe-, Rio de Janeiro, que gostosa acompanha neste pas- a affliccao desda casa de pessoa que 'froquenuva
da Associacao promotora da industria fabril, quo raes extempornea, cm virtude do que occorreu (so a cmara municipal da capital do imperio. o hospicio.
foi agradecer a expontanca merc que S. M. confe- com a candidatura do Perdigad, e da guerra cra,! A cmara, senhores, vos protesta que neste vo- Com urna vida tao afanosa, com tamanha abs-
rio a esta associacao, declarando-sc seu protector, que lhe fizeram seus allados. Fcaram, pois, de to de agradecimento ella interprete fiel do senti- traccao de si, adquiri em agosto de 18(52 urna at-
iendo em attencao os servicos que a mesma tem sobreaviso e alerta, para nao faltarem ao appello. ment de todos os seus mumcipes, que s sentem fec^:io pulmonar, que desprezada, tomou incremen-
prestado ao paz. Presida deputagao o Sr. Fra- Nao tendo por falta de numero lugar a reuno nd vos poderem dar um testemunho mais digno to em Janeiro prximo passado, estando elle era
dessoda Silveira. na hora mareada, foi transferida para asoitoho- dos servicos que haveis prestado nossa causa.. misso no Buiquc, e allnal roubou-lhc a existencia
No dia 22 deste mez estreiaram-se na extrac- ras da noite do mesmo da. Nitherohy, 3 de setembro de 1863.Ao Illm. aos 53 anuos de dade.
cao da lotera da Misericordia de Lisboa os globos j A' noite retrados alguns eleitores, o directorio e honrado Sr. Jod Bramley Moore, membro do Todava, bem que doente e prohibido de exercer
mchameos inventados pelo portuguez J. Pedro Ri-, estrangulado, e muitas pessoas, urnas inleressadas parlamento inglez pela cidade do Lincoln.Augus-: o seu ministerio, disse missa at o dia 12 do cor
beiro da Costa Holtrcman, sobrinno do distincto | no desfecho e outras curiosas^ fec-se a chamada to Francisco Caldas, presidente. Pedro Antonio rente, que foi tambem a ultima.
advogado que tem o mesmo appellido. Os cylin-1 dos eleitores, e venflcou-se nao haver numero le- Gomes. Jos Duarte Gatvao Jnior. Francisco O seu corpo foi exposto em urna ca no centro
dros sao fetos de rede metallica polida, e aproxi- gal para esta urgente delberacao. E quando ta-[ Xavier Baptista.Luiz Jos de Menezcs Fres.Jo- da igreja, e desde esse momento foi effectivamente
madamente de um metro de dimetro. Giram cm dos j se dispunnara a retirar-se o Dr. Carlos Lo-' s Francisco Pereira Tota. Antonio Vicente Go-
frma de esphera, e teem nos dous polos boccaes bo tomou a palavra para dicer, j que ettavam \ mes.
visitado, assistindo aos actos da missa, oBeio, etc.,
etc., grande numero de fiis, que pela tarde acom-
em frraa de funil, por onde sahem as bolas. Em reunidos, o motivo da cenvoeacao. Conticuere\ Baha.Fallecer a 7 a snperiora do convento panliaram-lbe os restos mortacs at o cemiterio pu
cada rotaco compleu sahem duas, urna porcada oii>*...mas por pouco tempo...O fim era substituir de Nossa Senhora das Mercs, com 9i annos de
bocal. Depois de sabir, a bola corre por urna cor- no directorio do partido ligueiro o Dr. Jos Angelo: idade.
nucopia de vidro em declinaco, e vai cahir n'uma sob o pretexto de ter elle do ir para a corte era
especie de prato de vidro prximo ao empregado qu Janeiro, quando anda nd se sabia do resultado
Janeiro, quando anda nd se sabia
em seguida annuncia o numero. de sua oleicao pelo 2. dstricto, ao passo que, d-
0 machinismo que fac gyrar estes globos est cem os liberaes, ausentando-se o Dr. Arstides Lo-
escondido dentro de columnas de metal poldo e bo nao se fallou na sua substituidlo. Quando foi
debaxo do sobrado, de maneira que no interior da sabido o motivo da reunid proromperam muitos
casa que est a manivela movida por um no- liberaes em apartes, que produziram urna geral
mem. No cylindro do bocal ha urnas pequeas' confusd, chegando a ponto de um eleitor chamar
alavancas que pegara na bola, e urna mola que a intruso no directorio ao Dr. Carlos Lobo! I En-
expellc. E' absolutamente impossivel sahir mais trctanlo derara-se bellos e jocosos incidentes. O
de urna de cada vez. O processo da extraccao cor-1 velho e enrgico Perdigo fallou como um lvro de
reu muito bem, e todos licaram maravlhados da boas doutrinas. Deraonstrou que nao poda haver
excellencia do invento que, segundo affirma um convocacao por aquelle annuncio do jornal, que
jornal de Lisboa ja foi apetecido pelo Brasil. O nao passava de um simples convite, e abundou em
Sr. Holtreman nao foi muito feliz porque tinba gas-, mais algumas consideracoes (fallava pela ordem)
to muito mais do que o prego ajustado. e poc para elle remate tal reunid no meio de
A secca prolongada que tem havido, reduzio applausos com a seguinte quadrinha:
seguinte quadrinha:
t Quera se retiron amando,
Conselho soube tomar;
Mas vale com pena sentir
Que sem remedio chorar.
O Dr. Carlos Lobo em todas estas scenas teve
muita prudencia, procurando justificar tambem o
seu procedimento na eleicao do Perdigo. Ao
transpr este o limiar da porta da reuniao, vcto-
riado pelo povo, que estava apinhado no corredor
o na parte exterior do edificio, voltou-se para a
salla da reunid e disse : que sacuda a sua casa-
ca, e nao deitava p, que nao tinha commendas
e talento no espe- %S$%S^tffS *** "?~
o ro Mondego a tal estado que tinha cessado com-
pletamente a navegacao. Ha tres dias, porm, al-
guns chuveiros prolongados tem cabido, alegrando
os lavradores que anda nao fizeram as suas ven-
d mas.
Logo que o Sr. Mondes Leal (ministro da ma-
rinha) volto da Ericeira, onde est a banhos, ir ao
Algarvc inaugurar a escola de pilotagem naquelle
dstricto martimo.
Os alumnos do cpllegio de Nossa Senhora da
Guia, no Porto, deram ha poucos dias urna repre-
sentacao theatral. As toldas daquella cdade trans-
ereveram a allocucao recitada no palco por um
alumno brasileiro, o Sr. Teixcira de Almeida. E'
de
"KjSSSfr cmn,, par ,e darc pu- IX^^ 7S!jSS
Diiciaaae que merece. fa ^ jrmaOS do povo.
- Receberam-se noticias de Timor, datadas de, 0s vivas ao Sr. Perdigo fendiam os ares e en-
.. de junho. Remava all socego, continuando a eham Qas ^Sl
promover-se o desenvolv.mento dos recursos indus-1 Fo accon7^ntiado m ^^^ ,cvado at a ca.
iriaes do paz. Constando ao governador daquella
ilha que alguns dos povos das circumvizinhancas
do nosso estabelccimento estavam cm mutua e ma-
nifesta opposicao, tomou as nccessarias camellas,
ordenando e providenciando de modo convenien-
te para obstar a qualquer rompimento ou con-
flicto.
As noticias da India portugueza alcancam a 16 Troc"aram.se ai,,nns aiMvtM jj i?~i^~ ,
i !LSrjLSarlrouxc notieia algu' tS^^JS^^ciX9^^^
'''^KSffttco^razendo noticias da- se entenda.
sa de seu hospede pela quasi totalidad*' das pes-
soas que ali estavam.
Neste interim continuando o Dr. Carlos Lobo o
seu discurso, leu urna carta do Dr. Ambrosio so-
bre motivo idntico; ao concluir a sua lei tura deu-
lhe o Dr. Jos'- Angelo um aparte, que foi traduzi-
do pelo orador como inlencionalmenle ridiculo.
3uelle importante estabeleeimento, datadas de 2o
e junho.
Chegra alli no da 20, o conselbeiro Jos Rodri-
gues Coclho do Amaral, a quem o conselho do go-
verno entiegou no dia 22, rom .as formalidades do
estylo, o governo daquella apartada c valiosa pos-
noenn
Informa o governador que liavia scelo no inte-
rior e que era muito satisfactorio o estado cm que
encontrara as relaces externas.
L.
INTERIOR.
CORHKSPODXEXCIA O W.l-
RIO l>-C II IS\ V Ultl t <.
Macci, 12 de setembro de I8C3.
E" sabido o resultado dos seguintes collegios do! eilieao
1." districto eleitoral :
Collegio de Santa Luzia do Harte.
Dr. Ambrosio............... 103
Dr. Bastos.................... 103
Dr. Speridio............... 99
Perdigo................ 6
Collegio do Pilar.
Dr. Bastos.................. 44
Dr. Ambrosio.............. 44
Dr. Speridio............_ 42
Perdigo,.................. 2
Collegio ile Camaragibe.
(Eleied liberal.)
Dr. Speridio*.............. 66
Dr. Bastos.................. 63
Dr. Ambrosio............ 63
Perdigad................... o
Collegio da bnperalrix.
Dr. Ambrosio....... ...... 120
Dr. Speridio............... 90
Dr. Bastos.................. 90
Perdigad.................... 60
Collegio de Atalaia.
(116 eleitores.)
Dr. Bastos.................. 111
Dr. Ambrosio............ 107
Dr. Speridio.........___,. 81
Perdigo................... 34
(Votacao era separado.)
Dr. Bastos............... 5
Perdigo................ 5
Dr. Ambrosio............ 4
Speridio................ 1
Sendo chamados 6 supplcntes compareceram 3,
cojos votos deram o seguinte resultado :
Dr. Bastos..*................ 3
Dr. Speridio............... 3
Dr. Ambrosio............. 3
Reunida a votacao destes collegios com o da ca-
pital, teremos o seguinte :
Dr. Ambrosio............ 580
Dr. Speridio............ 494
Dr. Rastos............... 490
Apenas se ouviam vivas
dados ao partido liberal, ao Dr. Jos Angelo, ao
Soares, ao Perdigad, que foram accompanhados
at suas casas pelas pessoas, que so acbavam na
reuniao. ,
Assim terminen este espectculo, em que have-
ria urna feia brrela, a nao ser a pTMencia e in-
tervenco de alguns.
Assim operou-se aqu o suicidio o o u.)<> da
liga E o que mais o trabaiho de muires aimos
dos b'beraes desta provincia. \
Nao se lembraram alguus de que a iinio c fton-
cordia d vulto e fac crescer as cousas pequeas,
e a desunio e desbarmonia dissolve as grandes.
O interesse e ciume de chefalura os desfez. Es-
queccram-se de que foi um triumpbo pap os seus
adversarios!!! Tornarain-se impossiveis, e nem
poda deixar de ser assim porque urna paciencia
extrema c atroemente oficndida, pode producir
vesperal sicilianas, como ia succedendo.
Ao ver estas judiaras que esto facendb com o
Dr. Jos Angelo lembramo-nos do que snccedeu
cm 1819 com o Castrlbo Antonio quando deu a 1.*
das1 cartas de Echo e Narciso. Aps de
mil obstculos da censura, nao obsiaute a protec-
code Jos Agostinho, demoraram os censores o
parecer, o que arrancou ao poeta aquelle epigrara-
ma :
Minlia Echo! amada filha !
Chorar me faces e rir !
Gerar-te eu com tanto gosto,
E nao te poder parir
Assim fizeram com o partido liberal !
Entra esta provincia em nova phase e situa-
cao. .
O presidente da provincia, que entende do ris-
cado, e sabe quantas arbitrariedades commettera
as autoridades policiaes, recoramendou ao Dr.
juic de dircito desta capital o cumprimento do dis-
posto no 6 do art. 31 das correiedes, e ao pro-
motor publico a visita mensal das cadeias.
Jaceu esquecido para mais de 4 meces um pobre
homem preso e principiado o processo pelo subde-
j legado do Bebedouro, morador nesta capital, e
que para tudo podo servir, menos para subdele-
gado, c outros cargos policiaes que demandam ac-
tividade, que se nao pode alliar com a idade octo-
genaria.
Recommcnda o presidente Dr. Souca Gonsaga
' aos jnzes das outras comarcas o cumprimento do
' art. 48 do cdigo criminal.
O cholera morbus tem accommettido algu-
mas pessoas desta cidade, e com esta noticia, co-
mo sempre, j vai apparcendo a caresta de g-
neros alimenticios.
Tem entrado algum algodo.
Nada mais ha digno de noticiar-lhe.
Huma.
Perdigo
229
Faltara smente os collegios de Porto de Pedras,
Porto Calvo e Assembla, que nd prejudicara
mais aos tres primeiros,' que sao os deputados pelo
|.* districto desta provincia.
E' tambera sabido o resultado dos seguintes col-
legios do 2. districto eleitoral.
Collegio das Alagos.
Dr. Jos Angelo.......... 38
Dr. Aristides Lobo........ 38
Collegio do Poxim.
Dr. Jos Angelo ,....... 32
Dr. Aristides Lobo......... 16
Dr. Serapid................ 16
Collegio de Anadia.
Dr. Jos Angelo.'......... 110
Dr. Aristides Lobo........ 110
Collegio do Pendo.
Dr. Jos Angelo.......... 67
Dr. Aristides,............ 53
Dr. Serapiao............. 47
Desembargado* F. Joaquim. 41
Em additamento noticia, que j lbe demos,
sobre a fabrica de tecidos de Ferno Velho varaos
adiantar mais algumas palatras baseadas em da-
dos seguros.
No Diario das Alagos de II do correte foi pu-
blicado o relatoro da directora da companhia
L'nio Mercantilonde se pode anaiysar descarna-
damente o seu estado. Tem-se despendido a quan-
tia de rs. 239:713^437, sendo a de rs....... ..
172:6705935 com a fabrica de tecidos inclusive a
compra do terreno, c o restante com a edlflcacSo
da fundico e materia prima para a mesma. O
capital foi de 170:0000000, incluido o emprestirao
de 20:0000000 do cofre provincial, ao qual j se
tem pago a do 6:0000000; est correndo juros a
quantia de rs. 7o:12o0W7, nao fallando na des-
O resultado conhecido da eleico para depu-
tados geraes, no 4* districto era o seguinte :
Collegios de Alagoinluis e Purificacao.
Dr. Manoel Pinto de Souza Dantas 132
Dr. Joao Ferreira de Moura ... 130
Conselheiro J. A. Saraiva .... 124
Dr. Luiz A. Pereira Franco ... 70
Dr. Cicero Dantas Martns.... 36
Vigario Rocha Vianna.....17
Teixeira Soares.......13
Os mesmos e as duplicadas do Pedrao.
Dr. Manoel Dantas......170
Conselheiro Saraiva......161
Dr. Moura.........154
Dr. Franco.........89
Dr. Cicero Dantas......40
Rocha Vianna........17
L-se no Diario :
No dia 13 de julho ultimo, no dstricto do
Riachd da Utnga do termo de Jacobina, deu-se o
deploravel facto que passamos a expr :
< Achando-se Manoel Domingues de Souza J-
nior era casa de seu visinho Joaquim Rodrigues,
tivera occasid de gracejar cora urna filha menor
deste, quem perguntra o que lhe havia guarda-
do.Respondendo, porm, a menor que lhe guar-
dara muita cousa, mas que tinha pregulga de le-
vantar-sc para ir buscar, o imprudente Souza J-
nior ento, com urna arma de fogo que trazia ( e
para que ? maldito uso do centro da provincia )
fingindo amedronta-la para que se pozesse a p,
disparara a espingarda de que resultara a morte
instantnea da infeliz menor.
O subdelagedo daquelle dstricto, nao accei-
tando os protestos de que a morte havia sido ca-
sual, instaurou inmediatamente o competente pro-
cesso, no qual depozeram oito tcstemunhas de mo-
do a innoecntar o aecusado, que, quando a infeliz
victima lhe cahio aos ps, banhado em lagrimas
extorcia-se sob o peso do remorso.
L-se no Jornal:
No dia 26 do passado tarde, o forte do mar
deu signal de navio em perigo. Era a galeota ham-
burgueza Emanuel, que, estando atracada ponte
da alfandega, a descarregar, quando a mar co-
mccou a vasarimpedida pela ventanaque tem tos por Justiniano,
reinado nestes ltimos dias c achando-se cora a tronalo ?
borda abaixo da superficie da ponte, batia nas co-
lumnas desta com tal violencia, que necessaria-
mente ficara feita em pedacos, se logo nao lhe
prestassem promptos soccorros.
O vapor Piroja foi mandado reboca-la, conse-
guindo-se assim livra-la de urna perda certa.
Nao obstante soffreu consideraveis estragos.
A ponte tambem ficou com alguma avaria.
Foi mais urna occasio era que se reconheccu
a vaniacem dos vapore^Je reboque.
O dono da galeota era o capitao, que morreu
na viagem para este porto. A esposa e lbinhos,
3ue o acompanhavam, assistiam cheios de dor
eslruc,o do seu navio.
No dia 23 chegou o novo vapor nacional .Mbii-
serrate, para o servieo de reboques no nosso porto.
Foi construido m Bristol, ddnde veio vela,
com cincoenta das de viagem, tendo tocado em S.
Vicente.
E' de tao pequeas dimensoes, que tem sido
geralmente considerado temerario o capitao Furny,
por ter-se arriscado vir apenas com quatro ho-
mens de tripolaco, em um pequeo baixel, que,
quando muito, ser igual ao pequeo Piroja, que
sabido ter vindo de Inglaterra como escaler de um
navio.
t O Montserrat, nao admitte mais do que sete
toneladas de carga.
i E' propriedade do Sr. Caetano Lourenco de
Seixas, dono do Piruja.'
Comraunicam-nos da villa da Barra do Bio de
Contas, em 19 do corrente :
No dia 12 do corrente foi achada por urna mu-
lher, na costa do sitio Prafnkas, ao sul desta villa,
urna legua mais ou menos, urna garrafa lacrada,
que continha um papel, cscripto em alleraao e em
inglez, c em outro idioma nao conhecido. A tra-
duco do inglez a seguinte :
Pede-se a quem achar esta garrafa, que mar-
que o da c o lugar, e d parte s autoridades, ou
ao chefe do porto, para que chegue ao secretario
da reparticao Hydrographica, na cdade de Bata-
va.
Tinha mais um manuscripto j muito apagado,
lendo-se apenas 1863 e por isso se supp
ser a data, latitute e longitude, etc. Creio que esse
papel j foi entregue ao capataz, para o rcmetter
capitana do porto.
.NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio, 8 de setembro de 1863.
Ultima hora.
Cambio. Saccaram-se hontem e boje 20.000
sobre Londres a 27 e 27 1/8 d. ficando o cambio
firme a estes algarismos.
Caf.Venderam-se hontem 1,800 saccas, sendo
800 lavado, para o Havre.
Mantera-se as cotaces que publicamos ante-
hontem no Boletiui da quincena.
Convenio. Como annunciainos, reuniram-se
hontem os principaes negociantes de moldados des-
ta praca aum de organisarem o convenio que im-
pedir os seus signatarios de comprar vinho e al-
guns outros gneros de estiva s casas importado-
ras que os venderem a'relalho.
As bases dessa convenco foram approvadas
unanimente.
O primeiro artigo tem por Um evitar que os im-
portadores conlinucm a vender directamente os
referidos gneros retallados aos pequeos vende-
dores para o consumo, outrdra freguezes das casas
retalhadoras, a quem esta concurrencia prejudica
e arreda do mercado.
O segundo artigo exclue das transaeces que ef-
fectuarem os rctalhadores, os agentes commerciaes
que interverem nas vendas a rctalbo fcitas. pelos
importadores'aos vendedores por miudo.
Os outros artigos contera disposicoes reglamen-
tares, a indicaco de meios praticos para fiel cum-
primento do convenio, flxacao de multas, etc.
Alm desta medida pela qual os negociantes em
buco, onde descanca o varo que llurainou a Penha
com os fulgores de suas virtudes.
E assim, se a torra perdeu um justo, ganhou a
manso celeste urna alma anglica, que entre nos
peregrinava.
Os Srs. Quinteiro 4 Agr em raanifestaco
de seus respeitos ao veneravel fr. Sebastio, fize-
ram cobrir-lhe o fretro com o sumptuoso panno
mortuario, que mandaram vir ha pouco.
E esta a primeira vec que o mesmo panno ser-
ve, e nao pedia por certo cobrir um corpo raais
venerado.
Finda-se no ultimo do corrente mez o prazo
j marcado para o pagamento das decimas c impostos
do anno financeiro de 1862 1863, tlcando sujei-
tos os que at aquella data nao pagarem, a serem
execulados.
Do-nos as seguintes nforaiacoes sobre a so-
I ciedade Ensaio Littcrario Pernttmbueano :
Hontem, 13 do corrente, s 10 horas da manha,
foi abena a sesso ordinaria, a qual constou do
segunte expediente:
Foi lida e approvada a proposta do Sr. Lino da
Silva Bastos, apresentada pelo Sr. Austerliano, para
socio effectvo.
Foram recebdos c tomarara assento os novos
socios Sis. Antonio Estevo de Oliveira, D. Carlos
Balthazar da Silveira, Ermiro Casado de Araujo
Lima, Julio Cesar de Mendonca Ucha e Arnobio
Jos Pereira de Albuquerquc.
Ordem do dia.Discusso da these se o direito
e a moral se harmonisain completamente ; oraram
os Srs. Samuel, Floriano e Arnobio.
Em razo da hora adiantada, encerrou-se a dis-
cusso, e marcaram-se para ordem do dia da ses-
so de 17 do corrente, as Ineses seguintes :
O escravo em face do direito romano cousa e
nd pessoa ?
Defendente, Sr. Jos Hygino Duarte Pereira.
Arguente, Sr. Joo Lopes Pessoa da Costa.
O principiopartus sequitur ventrem nd con-
tradictorio com os principios das Instituicbes liv.
Io tit. 4o ?
Defendente, Sr. Jos Elisio de Carvalho Couto.
Arguente, Sr. Francisco Jos Alves de Albuquer-
que Filho. __
A abolicao da differenca entre ingenuos e liber-
nd prejudicou o direito de pa
grosso trafego dos gneros denominadosde estiva w u Fernandos de Souca
-pretenden! readquirir a posifo que oceupavara l
DIARIO DE PERNaMBUCO
0 vapor inglec Paran, chegado hontem do Rio
e Babia, apenas adiantou dous dias daquelle, e um
desta, sendo as dalas 9 e 12 do corrente.
Rio de Janeiro. Pelo ministerio da marinha foi
publicado o aviso de 29 do passado, dando instruc-
coes para os concursos para o provimento dos lu-
gares de amanuense de sua secretaria
I /-se no Jornal do Commercio, de 9 :
Anle-hontem, dia de festa nacional, por ser o
anniversario da declaracd da independencia do
Brasil, estiveram erabandeiradas e deram as sal-
vas do estylo as fortalezas e vasos de guerra sur-
tos no porto.
A i hora da tarde houve beija-mo no paco da
cidade.
A noite illuminou-se a cidade, e SS. MM. Im-
firo i!rcoafiumnensea 'ZfSSL RS?IS5* W53"elles"dermaVs"tarde"concordar
UartodtRoVn ^ cantou-se a opera; em outras providencia; para a restriced dos pra-
t_Hontem, como costume, repetio-se a illumi-
naeao, quo attrahio grande concurrencia de povo
as principaes mas desta cidade.
Tiveram hontem lugar no paco da illustrissi-
ma cmara municipal os trabalhos preparatorios
do collegio da corte, para a eleico de tres deputa-
dos assembla geral.
Organisada a mesa provisoria, e tendo-se pro-
cedido eleico dos secretarios, escrutadores e
presidente, ficou a mesa do collegio eleitoral deu- Hontem, pelas 2 horas da manha, rendeu a alma
nitivamente installada da maneira seguinte : | ao Creador o veneravel fr. Sebastio, prefeito da
t Presidente, conselheiro Bernardo de Souza Penha, cujas virtudes christaas sao assas conheci-
Fraaco ; secretarios, Drs. Francisco Hibeiro da Sil- das entre nos, bem como os servicos relevantes
va Quejroz e Jos da Silva Costa ; e escrutadores, prestados causa da religd e moralsaco do povo
Drs. Joo Ricardo Norberto Ferreira e Antonio Pe- em suas proficuas misses.
reir Leitd. O veneravel finado nasceu em 1810 na Mellia,
i A commissao de poderes licou composta dos provincia de Messina ; entrn para a religid em
Srs. : uintino de Souza Bocavuva, Dr. Ludgero que professou em 1817; e recebeu ordens de pres-
da Rocha Ferreira Lapa e Francisco dos" Santos huero a 21 de setembro de 1833. A 2 de julho de
Rodrigues...... 1841 recebeu a obediencia para mssionar, vindo
Defendente, Antonio Goncalves Ferreira,
Arguente, Sr. Ernesto Vieira de Mello.
A extineco do pu vitie et necis ser devida
introduecd* do elemento christo ?
Defendente, Sr. Joao Jos Climaco do Espirito
Sanio.
Arguente, Sr. Jos Nicolao Tolentino de Car-
valho.
Pedem-nos a seguinte publicaco :
Rogamos&o Illm. Sr. engeiidciro director das
obras publicas, para que nd passe o respectivo
certificado, ao arrematante da obra do passadico,
mandado construir no canal entre a ra do Hospi-
cio e a liba dos Ratos, como o autorisa a presiden
cia no expediente do dia 10 do mez andante, sera
que S. S. examine com precisad dila obra, nao s
por nd se achar concluida, visto faltar o assoalho
ou estivas, como tambem por sua m construc o,
tornando-se por isto intransitavel.
Espera pelo resultado a
Senltnella da guarda..
Hontem foi prvido pelo tribunal da relaco
o recurso nterposto pelo promotor interino da co-
marca de Limoeiro, o Dr. Antonio Joaquim de Fi-
gueiredo Seabra da pronuncia que decretara o Dr.
Jos Quinlino de Castro Leo, ao iuiz municipal e
de orphos daquelle termo Dr. Marco Tulo dos
Res Lima, sendo reformadas as pronuncias de-
cretadas por nao se basearem em fundamentos ju-
rdicos. O Exm. desembargador Doria um dos jui-
zcsdofeito fez um requerimento em.sesso para
que fosse mandado responsabilisar o juiz de direi-
to ; porm nao passou.
Hoje se extrabir a 2* parte da 2J lotera da
Misericordia.
Damos o resultado do seguinte collegio :
Buique.
Dr. Jos Leandro Godoy de Vas-
concellos ................. 70
Dr. A. Epaminondas de Mello.. 70
Remettem-nos a seguinte lista dos eleitores
da parochia de 8. Caetano da Raposa :
Jos Franciscodo Reg Caj.
Manoel Gomes dos Santos.
Manoel Francisco dos Santos.
Pedro Paes de Souza.
Joao Leandro do Vasconcellos.
Joaquim Theotonio da Silva Lyra.
Francisco Xavier da Suva Lyra.
Jos Leopoldino de Pontes.
Alexandre de Brito Torres Gallindo.
Domingos Gomes de Andrade.
Joo Maria Umbelino de Miranda.
Jos Francisco Graciano.
Manoel Hemeterio de Mcndonca.
Luiz Francisco de Azevedo Brasil.
Antonio Lourenco da Silva.
gados, termo de Ingazeira, extrahmos as seguintes
noticias :
Acabam de chegar da villa de Flores, algumas
pessoas, que dicem horrores do modo porque vai
procedendo a polica alli.
t Dentro da propria villa foi brbaramente sur-
ruda urna pobre mulher, tendo sido tambem assas-
sinado por urna patrulha, titulo de resistencia
um individuo pai de familia, a qem se iraputav
um erime afflancavel I
f Tanto rigor com uns, e tanta condescendencia
com outros, qne pasieiam alli impunes, devendo
alias jazer a muito nas enxovjas 1 .
Kjepabtico sa poucia :
Extractos das partes dos dias 13 e 14 de setembro
de 1863.
Foram recolhidos casa de detentad no dia 12
do corrente :
A' ordem do subdelegado do' Recife, Joaquim,
crioulo, escravo de Marcolino Macier.porfttgido.
A' ordem do de S. Jos, Luiz Fonseca de Macdo,
branco, por desordem.
Dia 13.
A' ordem do subdelegado do Becife. Bernard
Boinestar, francez, por desordem: Andr Canossa,
hespanhol, Guilherme Francisco de Asss, crioulo,
os pardos Manoel Feliciano do Nascimento, todos
por disturbios, c Alexandre Lopes do Porto, por
embriaguez.
A' ordem do de Santo Antonio, Isabel Maria da
Conceico, semi-branca, por disturbios.
A' ordem do de Sao Jos, Domingos, crioulo
escravo do Antonio de tal por suspeito de andar
fgido; Daniel, africano, para averiguacoes poli-
ciaes.
A' ordem do do Peres, Antonio Pereira da Silva
crioulo, para correceo.
O chefe da 2' seecd.
/. G. de Mesquita,
Baptisados feitos nesta freguecia da Boa-Vis-
ta no mez de agosto :
Capitulino, pardo, com 9 mezes de nascido, filho
natural de Maria, escrava.
Amelia, branca, nascida a 14 de everofro do
corrente, filho de Joo Ln Vianna e Felismina
Maria da Conceico.
Emilia, branca, nascida a 8 de agosto do anno
prssado, Iba legitima de Emilio Paiva Monteiro e
Anna Francisca Saraiva.
Amaro, crioulo, com 6 mezes de nascido, ftHio
legitimo de Joaquim de Aquino Fonseea e Maria
Bernardina dos Frazeres.
Francisco, branco. com 6 mezes de nascido, filho
legitimo do Dr. Francisco Cordeiro da Rocha Cam-
pello, e D. Candida de Moraes Campello.
Manoel, pardo, com 7 meces de nascido, fimo na-
tural de Martha Deves.
Albertraaparda, com 18 mezes, filho natural
de Firmina, escrava.
Domingos, branco, nascido a 26 de ontubro do
anno passado, filho legitimo de Domingos da Silva
Guimares e Henriqneta Maria dos Passos.
Julia, parda, com 2 mezes de nascida, filha na-
tural de Luiza Maria Ferreira.
Maria, branca, com 7 annos de nascida, fima na-
tural de Jos Eustaquio Maciel Monteiro, e Antonia'
Maria da Conceico Vianna.
Joo, branco, com 8 mezes de nascido, filho le-
gitimo de Andr Joaquim de Azevedo e Defina Ma-
ra da Conceico.
Floripes, branco, com 3 mezes de nascido, filho
natural de Antonia Francisca.
Elvira, branca, nascida em 5 de julho do anno
passado, lilha legitima de Jos Augusto da Costa
Guimares e Urbina Alexandrina da Costa Guima-
res.
Arthur, branco, nascido a 26 de maio de 1861,
filho legitimo de Jos Augusto da Costa Guimares
e l'rbina Alexandrrai da Costa Guimares.
Christiano, pardo, com 8 mezes de nascido, filho
legitimo de Antonio Luic de Franca e Maria Eu-
genia da Conceico.
Manoel, branco, com 3 annos e 9 meces de nas-
cido, filho legitimo de Manoel Joaquim Castro Ma-
deira e Anna Tbeotonia de Moura Accioli.
Jos, branco, com 1 anno de nascido, filho legi-
timo de Pedro Raposo Amaral, e Maria Julia do
Amaral.
Alberto, branco, nascido a 40 de setembro do
anno passado, filho legitimo do Dr. Eduardo de
Barros Falco de Laccrda Cavalcante de Albuquer-
que e Joaquina Adelaide Mavgnier.
Joo, nranco, nascido^ 17 de julho do corrente,
filho legtimo do Dr. Cbristovao dos Santos Catal-
canti, e Maria Dorothea da Costa Reis.
Joaquima, branca, nascida a 15 de Janeiro do co-
rrente, filha legitima de Jos Luiz da Costa e
Anna do Reg .Barros.
Leopoldina, parda, nasciu> 2 annos, filha le-
gitima de Jos Francisco Guilherme e Leopoldina
Maria da Conceico.
Isael, branco, com 3 irezes de nasci: filho na-
tural de Maria de Mello.
Maria, branca, nascida a 3 de Janeiro do corren-
te, lilha legitima de Luiz Araavcl Duburq Jnior e
Mara Josepbna da Silva.
Trajano, branco, nascido a 10 de abril do cor-
rente, filho legitimo do capitao Trajano Alipio do
Carvalho Mendonca e Leopoldina de Carvalho
Mendonea.
Anna, brauca, com 5 mezes de nascida, filha le-
gitima de Francelino Eleuterio Ferreira Chaves e
Mana Prisilia de Carvalho Chaves.
Julio, branco, nascido a 12 de agosto do anno
passado, filho legitimo de Juviniano Chaves de Sou-
za c Nezidiana de Albuquerque Souza.
Casamentes :
Frederico Eduardo Mabupt, com Luiza Constan-
tina dos Passos, brancos.
Mariano Carneiro da Cunha, com Josepha do
Nascimento, pardos.
Estanislao Alvos de Assis Bulhes, com Clarn-
da Augusta de Albuquerque, brancos.
Antonio Francisco de Avellar, cora Jesuina S-
queira de Carvalho, brancos.
Mov ment da casa de detenco no dia 14 de
setembro de 1863.
Existiam........ 411
Kntrara in....... 6
Sahiram....... 11
A confraria seminarista das Dores, reunida
em mesa geral no dia 10 do corrente, procedeu a
eleico dos novos empregados mesa rogedra de
63 a 64, que ficou assim constituida :
Juiz.
O Sr. padre mestre Tranquillino Cabral Tavares
de Vasconcellos.
Procurador geral.
0 Sr. conego Joaquim Ferreira dos Santos.
1." Secretario.
O Sr. Izidoro Gomes de Souza.
2. dito.
O Sr. dicono Sebastio Fabio de Oliveira Lima.
Thesoureiro.
O Sr. dacouo Sesostres Abdon Freir de Carvalho.
Procuradores.
Os senhores:
Augusto Franklin Moreira da Silva.
Dicono Valeriano de .Ileluia Correa.
Jos Joaquim Fcrnandes.
Antonio Jos Colho.
Moidomos.
Os senhores:
zos das vendas, regulacd dos casos de fallencia,
desoneracao de sociedades*
PERHAMBOCO
REVISTA DIANA.
Anlzio de Torres Bandeira.
Cbristovao do Reg Barros.
Ivo Jos Pereira da Costa.
Vicente Ferreira Lustosa Lima.
Jos Joaquim de Moura e Silva.
Goncalo Lopes de Medeiros.
Joo Nunes Vieira.
Manoel Jos Gomes Mariz.
Sympbronio Cezar Paes Brrelo.
Francisco Gouva da Cunha Barreto.
Manoel Antonio Ferreira Braga.
Por officio de S. Exma. Rvma., datado de 12
do corrente, foi declarado que a prohibico dos
chapeos de palinha branca nos templos extensiva
a todo e qualquer chapeo, seja qual fr a materia
e forma delles.
> Sr. baro do Livramento' acaba de praticar
mais um acto de louvavel geferosidade, forneoen-
do gratuita e espontanearaentenoda a pedra neces-
saria para calcar o passeio lateral em frente da
igreja da Conceico dos MitlgM rn.ia.jru.anaa-
de, falleciam os meios de TSzo as pro ja
expensas.
A mesa do collegio de Nitheroy eompe-se do3 em seguida cumprh* esta ardua tarefa neste pro-1 De urna carta escripia da povoacSo doiAflb-
presos
A saber
Existem......... 3%
Nacionacs...... 281
Estrangeiros..... 31 >
Mulh'eres...... 11 >
Estrangeiras..... 3 >
Escravos....... 66
Escravas........ 4 >
396
Alimentados a costa dos eofrrs pblicos.. 172
Movimcnto da enfermara no dia 13 de setembro
de 1863.
Teve alta :
Joo Pereira Dutra.
Passageiros do vapor inglez Paran entrado-
do Rio de Janeiro e portos intermedios : Victo-
rino Jos de Souza Travasso, Vicente da Silva, e
Joaquim da Costa Maurio Jnior.
Passageiros do vapor nacional Mamanguape
sahido para Macei e portos intermedios : at-
mndo Jos dos Santos, Jos de Oliveira Barros
Joaquim E. Alves da Silva, Jos Ribero Bastos Xi-
cente Lopes Medeiros Chaves, Manoel Jos de Souza
Lima, Francisco de Araujo Lopes.
Passageiros do vapor inglez Pwati, sabido
para Southampton c portos intermedios : Johu
Ring, Francisco Maria Rodrigues, Eduardo Hcmi-
que Diogo Fox, Francisco Antonio Brandad Jnior
Lauriudo Olympio Feij de Mello, Manoel Nunes
da Silva, Miguel Marques de Lemos, Jos dos San-
tos Villana, Leonco Cals.
-OiHTIAHIODo'dIA 13 UE SETEMBRO "<0 CXMITEB10
ublico :
Damio Jos Gomes, Pernambuco, 30 annos, casa-
do, Boa-Vista, cholera.
Dia 14.
Pantaleao, escravo, 10 anuos, Boa-Vista, gasto in-
tente.
Benedicta Maria, Pernambuco, 19 annos, solteira
Santo Antonio, tubrculos pulmonar.
Agostinba, Pernambuco, 18 annos, solteira, Santo
Anotnio, tubrculos pulmonar.
Rufino, escravo, Pernambuco, 38 annos, solteiro,
Santo Antonio, tubrculos pulmonar.
Candido, escravo, Pernambuco, 40 solteiro S. Jos
cocite chronica.
01 POUCO DE TUDO.
Do Petit Journal traducimos o que segu :
O annuncio, que presentemente ocenpa notavel
espaco nos joroaes francezes, est kmge de ter at-
tingido anda a todo o desenvolv ment de que
susceptivel.
bastante abrir um jornal ingka para ver-se
a que gneros de applicacd esse modo de publi-
caco pode prestar-se : o Inglez sarve-se do jornal
para sua correspondencia, conuando-ihe os sagra-
dos de sua industria eu de seu coraco
Um jornal belga, o Office demuhtct, tem feito
de suas columnas um correo de cartas para uso
dos namorados.
Nada mais curioso do que o titulo Corresponden-
cias desse jornal, ddnde copiamos textualmente as
-A.


Mari* le remana
=
zz
- nafta lelra 16 de Setembro
1803.
Tu s o mea nico
bem o meu s pensa-
mento. Eu te adoro e
te abraca
A. 0.6308.
Recebi tu car.. c
peuso semp... em ti, e
te amo. Tu s inj... vcm
sen demora a B. Eu te
av... B. W. W.
Qncrida, eu pens era
ti. 10,000 b. Marinier
6312.
MM. Anda nada. Eu
est.. impac... Sou fe-
liz por ter convers... a
leu resp NSo irei
san... quando ra'u man-
#Kes~
629
Maria, pensamento de **
minha vida, dolo domeu O $v. tamillu boncetrAlroctor dos theatros de
coracao, d um pqueo de Pars, acaba de adoptar urna medida digna de ser
esperanca c de consola- imitada.
cao quelle que sofTre Tendo-se o theatro lyrico olTerecido a acolher
por estar longe de ti. Es- os jovens compositores que nao tenham malos pa-
creve post. rest. c ra fazer admittir as suas obras, resolveu abrir to
S. 11. 6266. dos os annos um concurso em que ser entregue
ao vencedor um libreto par a sobre elle escrever
Mademoiselle F. B. Tu nma partitura que ser posta em scena naquello
mereces ser anta... co- theatro.
mo eu te am... Prepa-
te para o baile do Par-
que, a 12 de* jul... Eu
te abra...
C... 6249.
Consta-se, como prava da intimidade qne exis-
te entre os ovemos da Suecia c Dinamarca, que
tendo ti lo lugar em Stokolmo um congresso de
naturalistas escandinavos, o rei Carlos XV convi-
dara os merabros nesse congresso a passarem o
Tu sobre tudo. Acom- di a no eastello Ulrikadal situado n'uma posicao
panho-te se queros em magnifica as mareras do Bltico, e quenogran-
teupass... Pobre rai- de jantar que Ihes den flzeraa seguinte sade.
ga, corr... e esper
Escreve-me.
6293
O
Dando publicidade a esta nova parte de servlco
prestado pela imprensa, nos o redactor de Um pou-
co ir tudo nao pretendemos fazer urna insinuaco
aos leitoresde ambos os sexos.
CoUcccionista do raro, nao podamos deixar este
ra do nosso lbum.
A. S. M. el-rei de Dinamarca, meu melhor ami-
go e mais fiel alliado.
Esta sade foi recebida com extraordinarios ap-
plausos.
A poesa seguinte do Sr. J. A. Kubitseheck, de
S. Paulo.
AGOBA.
Tal vez agora meditando triste
Ella sagra ao passado urna lembrauca,
E llie escorre dos cilios urna lagrima
Moldando o fresco rosto de crianca.
Talvez no pensamento ella debuxa,
Aquella noute, quando a vezprimeira
Yergonhoso anortei-llie a mo nevada,
E ella. sofro corando feiticeira I
Era. a conflsso muda c eloquentc
Do segredo dormido no meu peito,
Que a vos, meus sonhos, revelei smente
Ka solido nocturna de meu leito.
E nos amamos como duas rulas,
Que dormem juntas n'um s ramo e ninho,
Como dous lyrios, que se beijam trmulos,
Que o mesm vento vem beijar mansinho.
A vida evaporava-se suave
Bem como d'alegria o doce pranto,
Como um perfume de celeste essencia,
Como a harmona de um extranho canto.
Ella talvez agora,como a rola,
Que viuva deixra o companhero,
Como o lyrio acordando solitario
Seudo nutro espesinhado do panipeiro..
Chora por mim, que aos sons de urna cantiga
No eolio a adormeca como irmao,
E que por nao turbar-lhe o somno placido
Abafa va no peito o coracao...
Chora, donzclla, qu'eu tambem agora
Sinto dos olhos desfiar o pranto...
Sao a-= lembrancas das premcias doces
D'aqnelle affect pnro e sacrosanto.
as aguas turvas de corrente infausta
l'm vento mo Ievou nosso thesouro...
O genio] do iufortuno arrebatou-nos
Das venturas o talismn de ouro...
Da Revolurao de Setembro transcrevemos
Estava um da dcstes o nosso querido actor Ta-
COMMUNICADOS.
Ao publico.
Tendo dous carregadores extraviado nm caixao
com chitas, recebido no dia 10 desle mez no arma-
zem do fallecido Gybson, e destinado casa do Sr.
Jos de Azevedo Andrade, na ra do Crespo, tive-
ram a afoitesa de asseverar dtanto de pessoas res-
peitaveis, e do Sr. subdelegado da freguezia de S.
Antonio, que tinham entregado o dito caixao em
minha casa: e porque este Tacto seja desairoso a
minha reputado, apresso-me em declarar ao pu-
blico, que depois das pesquizas necessarias, verifi-
cou-se que o dito caixao de chitas foi por engao
levado a casa commercial dos Srs. Andrade & Be-
go, da mesma ra do Crespo, onde foi conservado
intacto, e ja foi restituido devidamente. No en-
tretanto, aos Srs. Andrade & Bego devo os dissa-
bores porque tenho passado desde sabbado 12 dcs-
te mez at hoje.
Fiquem, pois, descansados os meus affeicoados
que a minha reputacao est ao abrigo de toda e
qualqucr suspeita desfavoravcl.
Becife, lo de setembro de 1863.
Antonio Goncalves de Azevedo.
CORRESPONDENCIAS.
Veja ni e admiren!
Srs. reductores.O correspondente l'igueiro daqui
para o Jornal do Commercio da corte, diz em um
dos seus apontuados de grosseiras mentiras o se-
guinte :
A nica freguezia em que at aqui suppunha-
se que os vermelhos tinham vencido completamen-
te era a de S. Lourenco da Matta, em que mora o
Sr. visconde de Camaragibe, e onde ninguem do
partido progressista procurou disputar-llie o trium-
pho. Entretanto comer agora espalhar-sc o boato
de que mesmo^ em S. Lourenco o Sr. Camaragibe
tein soffrido nao pequeas contrariedades.
t Dizem que o tenente-coronel Luz Franciseo
de Barros Bego, que alias a verdadeira influencia
daquella freguezia, declarou formalmente ao Sr.
visconde que nao acceitava a chapa de eleitores
que S. Exc. quera impr-lhe, composta smente
oe creaturas suas. Esta resistencia irritou sobre-
Pastllhas vermfugas de Kemp.
Aprasiveis 4 vista e agradaveis ao pala-
dar, compostas de substancias do reino ve-
getal, produzindo seu effeito sem causar a
menor dr; estas pastilhas sao recommen-
dadas para a expulsao (fas lombrigas. Como
nico remedio que qualquer urna mSe pru-
dente e humana pode administrar a seus fi-
lbinhos: sao absolutamente fataes aos ver-
mes intestinaes que expulsam do corpo sem
que seja necessario o fazer uzo de catliarti-
cos, nao produzindo evacuarles violentas e
debilitantes. Acham-se conservadas em fras-
quinhos de crystal os quaes as preservam
da humidade.
A' venda em todas as boticas.
L-se na UluntracuQ de Londres:
ADAO BBUCE.
Este veneravel cavalheiro, membro da nobreza
sueca, era dos poucos veteranos existentes, que
em sua mocidade figuraram na corte de Gustavo III,
urna das mais brilbantes do seculo 18.
Ado Bruce falleceu em Stokcolmo a 12 de ju-
nbo de 1863, com 92 annos do idade. Descenda
de urna familia aparentada com a casa real da
Escocia. Seu avo foi membro da cmara dos
nobres da Suecia no seculo 17.
A familia Bruce por meio de alliancas raatrimo-
niaes com a mais antiga nobreza toruou-se depois
inteiramenle sueca.
Ado Bruce assistio como camarista de Gusta-
vo III ao fatal baile de mascaras, em que este
monarca foi assassinado por Ankerstrom. Desde
a elevacao da dynastia Bernardote ao throno da
Suecia, viveu retirado da corte, e alheio aos nego-
cios polticos.
Teve Adao Bhcck tres filhos. O mais velho,
Diogo Bruce succedeu-lhe as honras ; outro de
......, "" r
o Exm. barao de Brunnow. Embaixador da Bus-
sia em Inglaterra.
() E' o distincto e honrado commandante do
7. bataluao de infantaria, aquartellado na fortaleza
das Cinco Ponas.
10 barricas com 7 li2 atqaeircs de milho, 132
meios de sola ; a viuva Moreira & Filho.
2J saceos com 13 alqueires de gomma, 1 barrica
c.m ?nobas e 2* lihras de sebo, 2 caixoes com
10 arrobas de carne; a Joo Alves Quintal.
23 caixas com 24 arrobas e 5 libras de velas
a Jos Joaquim Alves da Silva.
50 meios de sola, 8 couros de garrote e 5 mo-
Ihos com 5 > polles de cabra a Domingos Rodri-
ques de Andrade. I
Alfandega
Bendimento do dia 1 a IV 169:*20*256
IdcradodialS......... 13:231*385
182:452*641
Hovlmeuto da alfandega.
Volumes entrados com fazendas
' com gneros
Volumes

sabidos
com fazendas
com gneros
88
268
-----336
Descarregam no dia 16 de setembro "
Barca portuguezaDespique II =mercadorias.
Hecebcdoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Bendimento do dia 1 a 14. 16:948*244
Idm do dia 15......... 1:116*975
18:065*219
Consulado provincial.
Rendimente do dia 1 a 12. .. 20:2984677
dem do dia 14......... 834*103
21:152*782
MOMENTO DO PORTO.
COMMERCIO.
Navios entrados no dia 15.
none Joo Guilhermc de Bruce (*} coronel do Bio de Janeiro e Bahia6 das, vapor inglez Pa-
excrcito brasileiro, c urna filha e casada com "0^,"?.17*0 toneladas, capitao commandante
I. H. Jellieoe, e Tneste-84 das, patacho hollandez Deni, de 161
toneladas, capito G. H. Kuiper, cqupagem 7,
carga 1812 barricas com farinha de trigo ; a N.
O. Beber & C.
Navios saludos no mesmo dia.
Mace e porios intermediosvapor nacional Mu-
manguape, commandante Manuel Rodrigues dos
Santos Moura.
Portos do nortevapor nacional Tocantins, com-
mandante o primero tonente Pedro H. Duarlc.
Southampton e portos intermediosvapor inglez
Paran, commandante L II. Jellieoe.
Observucdi'S.
Suspcndeu do lamaro para Bahia a polaca bes-
panhola Marroquina, capitao G. Pl, com a mesma
carga que tronxe de Barcelona.
dem para West Indees, barca ingleza Edilh Ja-
ne, capito \V. Hathawav, com o mesmo lastro que
trouxe do Ro Rento.
dem para Santa Helena, barca ingleza Entliu-
siast, capito I. Me. Kinley, com a mesma carga
que trouxe de Londres.
NOVO BANCO
DE
borda em casa quando foi procurado por um fre- modo o consellieii o Camaragibe. mas por flm vio-se
quentador do G\ranasio o qual ia vestido de casa-' obrijado a ceder, organisando-se a chapa de accor-
ca o luva liianca.
Foi a visita introducida na &ah, e all mandada
esperar. Pendurada n'uma cadeira estava urna
farda agaloadaem bom uso fiom que o Ilustre c-
mico derla entrar n'uma peca.
O hospede encarou a farda com ar satisfeilo e
do. dando-se-lhe metade dos eleitores, e o referido
tenente-coronel comoutra metade.
Ora, digam-me, senhores redactores, digam-me
pelo amor de Deus, quem mente com este desca-
ramento, quem oferte, e desfigura assim os he-
los, s com o lim de tasqhinhar no Sr. visconde de
disse a nieia voz o seguinte, que foi ouvido pela Camaragibe, que qualilieaco merece ? A de men-
criada : tiroso ?E' pouco. A de calumniador dormentc ?
Nao ha duvida. Eis a farda. Desta vez os jor- i Tambem pouco. Como merece entao ser qua-'
naes nao mentiram. Aiuda bem. lificado? O publico que o decida em sua nexora- i
Yeio Taborda. O espectador corre para elle e vel severidade !
lirada: t^om elfeto, que romance burlesco Quando foi
l'm abraco. Mil parabens. Foi um acto de : que se deu a menor, a mais pcquenila divergencia
justica. entre o Sr. visconde de Camaragibe, e o Sr. tenen-
Obrigado. meu amigo, obrigado, dsse Tabor- te-coronel Luiz Francisco? Quem ouvio ah fallar,
da, suppondo que o liomein llie dava os parabens nunca que houvesse em S. Lourenco diviso de j
pelo seu regresso a Lisboa; cheguei de sade c .eleitores? Qnem ignora que a eleieo all se fez no
niaks a familia. |mais iuaiteravet aecordo, ?em que entre aquelles
Ol! mas vista-a, vista-a, que lhe ha de flear (dous senhores se suscitasse a mais ligeira duvida
a matar.
O que a familia ?
Nao senhor.a farda, a farda; e apontava pa-
ra a farda sobredita.
Se me dispensa desse trbame .. Eu hei de
?estila no theatro. e ento...
l'ois siiii. ento eu admirare! a magnificen-
cia.
Taborda estava com receio do hospede, que lhe
pareca doudo.
Mas diga-me, proseguio este, quando foi que
-el-rei lhe fez a gisca?
Agraca? Isso graea !
Ah nao quer dizer.' a modestia que o im-
pede. Eu vejo a data do jornal.
E tirou da algibeira um jornal de Lisboa em que
< S. M. acaba de nomear moro fidalgo da casa
xeal o primero cmico portuguez Francisco Alves
4a Siiva Taborda.
O actor interrumpen a leitura com urna garga-
Ibada.
De que se ri?
Dessa cha laca.
Chalara '
Chalaba nao, mentira.
Mentira? Pois S. M. nao
S. M. sabe que eunfio morra por fardas. Tem-
ae honrado com umitas disliucroes, mas mogo fi-
dalgo nao me fez.
Mas ento o que dizem os joruaes ? J 1
isto em tres follias. E esta farda ?
Ignorava que houvesse corrido tal boato. Es-
sa farda para entrar n'uma comedia.
Oh exclamouo homem encolerisadn ; pois
.assim se brinca com um ti lulo de moco fidalgo e
om un artista da sua plana. Malditos jomaos.
Desculpt o incommodo, meu amigo. Eutrei aqu
chelo de alegra e sabio desesperado.
Hoje Taborda cncontrou-nos e disse-nos:
Amigo Coelho. peco-lhe o obsequio de agra-
decer em meu uome aos seus collegas a honra
casa real. O meu reconhecment ser eterno.
Como porm me lizeram a graca do titulo espero
me se dignem dar-me tambem o diploma e a
farda.
Explicamos ento a Taborda a origem daquel-!
le canuid escripto innocentemente por dous ou
tres dos nossos collegas :
Un jornal de Braga copiou a noticia que .
deraraos de ter el-rei noraeado moco fidalgo o
actor-auctur Cesar de Larerda, mas por equivoco
poz-lhe por titulo:O actor-anetor Taborda. Urna |
folha de Lisboa sem entrever o engao aproveitou ,
a indicaeo e despacliou moco fidalgo a Taborda.
Dous eoliegas mais repetram o engao, que tem
dado grande trabalho a criada do nosso actor, pois
a toda a hora lhe esto batendo porta varias
penoas a entregar bilhetes de parabens.
Segando h o Siecle, o jornal ultramontano Le
Monde d noticia do seguinte milagre :
O abbade de Monte Vergine, que as correspon-
dencias qualificam de postulante da causa da ve-
neravel serva de Deus Maria Christina, rainha de
aples, quera assistir procisso das primeiras
vesperas da festa de S. Pedro em Roma.
Nao ha caminho de ferro em Albano; porm,
peta Bterccsso de Maria Christina, o abbade
transpoz o espaco, e comquanto se provasse que
nao parti de Albano seno alta noute, confirma-
se a sua presenca na festa de S. Pedro entre o ab-
bade de S. Bernardo e o commendador do Espi-
rito Santo. ,
o milagre de Santo Antonio, voando em x-
tasis de Padua a Lisba para salvar o pai, segun-
4o a tradico popular, que o actor Braz Martms
aproveitou na sua peca O Thnnmaturgo I
A' vista disto, nao se pode dizer que ja la vai o
lempo dos milagros.
O principe de Galles, em conformidade com os
.antigs rostumes da Inglaterra, accitou o diploma
e membro do gremio dos droguistas.
Nesta occasio notou-se qne ao dito gremio nao
pertence nenhum droguista.
Todos os seus merabros sao to droguistas como
principe !
sobre este ou aquel le noine ? Se tivesse havido es-
sa divisio ua eleieao de eleitores, t-la-hla tambem
havido na eleieo secundaria, mas que, acontecen ?
Aconteceu i\ae, alm de dous eleitores, e estes mes-
raos conservadores, nem nm mais dos eleitores de
S. Lourenco veio ao- collegio eleitorall Como
se explica esta unanimidade de pensamento ?
Muito pode o despeito, a inveja, e o phrenesi de
um transfuga 1 De modo que honrando-se o part-
do conservador de toda a provincia de ter por um
de seus principacs ebefes o Sr. visconde de Cama-
ragibe, a influencia mais benigna, c dcsambiciosa
que pode haver, s a freguezia de S. Lourenco,
onde mora, e onde Uun seus amigos, que havia
de cstramalhar-sc! Acredito que o Sr. tenente-co-
ronel Luz Francisco de Barros Rogo, nao pode
deixar do romper na'mais solemne gargamada
quando lr otodcsageitado embuste do corres-
pondente ligeiro, que aos seus odios, e negros ci-
mes nao duvida sacrificar o pundonor de homem,
mentindo com a gairidice,e desfacatez do cigano!
Recife, 13 de setembro de 1863."
(I ekitor de S. Lour euro.
PUBLICARES A PEDIDO.
A fVnco publica o seguinte :
A rabina de Inglaterra recebeu na sua reiirtrtPr
cia de Osborne a risita de treze chefes ou magna-
tes da Nova Zelandia acompaabndos de tres fie,
suas muliieres.
Dirigio-lhes multas pergunus sobre assumptos,
relativos ao sen paz, e pedio-lhes que lhe oeixas-
sem os seus retratos em photographia.
%o anniversarlo do falleel-
mento da i;vm. sv.
% iseondessa de Camaragibe.
Qui manet in charitat. in
Deo manet, et Deus in eo.
S. Mathels.
Faz boje um anno que desappareccu de en-
tre os vivos, c foi gozar de perenne felicida-
de, na mansao dos justos, a Exm." Sr." D.
Auna Thereza Correa de Araujo, viscondes-
sade Camaragibe, to Ilustre pelo nascimen-
to, pois era descendente de urna das mais
antigs e nobres familias do imperio, como
tambem pelo raro conjuncto de todas as vir-
tudes.
Entre todas essas virtudes e a todas su-
perior sobresahia a da caridade do prximo.
Nenhum necessitado cstendeu a mo il-
lustre finada, que nao a recolhesse satisfeito.
O pobre nao s achava nella a proteccao e o
amparo, du que havia mister, se nao que en-
contrava tambem um acolhimcnto cheio de
benignidade, qne o animava a pedir sem re-
ceio, e a receber sem humilharo.
O pranto, que corra espontaneo de um
numeroso concurso de pessoas pobres, cu-
jas necessidades eram constantemente sats-
feitas poraquelle coracao evanglico, o tes-
temunno mais elocuente de quanto a Exm."
Sr." viscondessa de Camaragibe se compra-
zia em ser o anjo consolador da pobreza.
O apparato solemne das pompas fnebres,
o immenso prestito que conduza a Ilustre
fuuda ao seu ultimo jazigo podian ser urna
urna bomenagem de respeito e de considera-
cao devida hierarchia social da Sr." vis-
condessa, ou seu respeitavel e llustrc con-
sorte.
Nao se pode, porm, dizer o mesmo das
lagrimas dos pobres. Essas, que eram o
mais pomposo prestito, nada tinham que ver
com a posicao social da Ilustre finada e de
seu esposo : essas eram a manifestaco elo-
quente do verdadoiro sentimento de "dr de
umamultido de pessoas, para as quaes a
Exm." viscondessa era mais de urna pro-
tectora, para as quaes era ella urna can-
nhosa e desvelada mi.
ucmJeve a felicidade de conhecer aquel-
la senhora. poi to bons ttulos Ilustre, nao
pode deixar passar desapercebido o anni-
versario de sen pagamento.
A esses pedimef qne orem por sua alma.
Recife. 16 de setembro de 1863.
C. L. ~
0 novo banco paga o \\ dividendo
de dez mil ris (10000) por accat.
novo'banco
DE
IEKVlUKrCO
EM 15 DE SETEMBHO DE 1863. *>
0 Banco desconta na presente semana a nove por
cento ao anno at o praso de quatro niezes, e a
onze por cento at o de seis mena
Importaeo.
Barca portugueza Despique II, vinda do Porto,
man festn :
Moja pipa, 3 barris e 6 caixoes vinho ; Anto-
nio Teixera de Magalhes.
10 barris e 30 caixoes vinho, 10 barris pre-
suntos ; P. & Beltrao.
1 barril vinho, I caixao escovas: Domingos
Rodrigues de Andrade.
1 pipa vinho, 30 fexes vassouras ; Faustino
Jos de Carvalho.
5,410 resteas ceblas, 130 caixoes batatas, 139
canaslras albos. 23 temos barricas vasias, 300 lia-
cas de vime, 34 rodas de arcos de pao, 24 talhas
de barro, 17 niilheiros e 3|4 de sal; Ferreira &
Lourenco.,
6 barris vinho Gama & Silva.
1 dito dito ; a Antonio Joaquim Vaz de Mi-
randa.
3 ditos dito ; Henry Farster 4 C.
1 caixao dito ; a Manoel Jos da C. Porto.
60 ditos, 4 caixas peras e raacaas, 3 barril
pregos Manuel Joaquim Ramos e Silva A
Geuro.
210 caixoes vinho ; Cuuha Irmaos &-C. fl
25 ditos chumbo: A, V. da Silva Barroca.
28 barris pregos, 1 dito enxadas. 4 caixoes ma-
chados, ditos lechaduras, 2 ditos fouces, 1 dito
enxs ; Thomaz Fernandes da Cunba,
4 barris pregos, 1 caixa camisxs, coroulas, mcias,
etc.; Joaquim Ferreira de Araujo Guimares.
40 cunhetcs pomada Antonio Luiz de Olive-
ra Azevedo C.
3o saceos rolhas, 7 volumes obras de vime. 130
canastras albos; Antonio Lopes Braga.
2 caixoes batatas: Jos Baptista Braga.
8 barricas cevada, 2 caixoes flor de sabugo, 1
caija peales de chifre, 1 fardo capachos de espar-
to ; stevao da Cuuha Mcdciros
1 fardo capachos de esparto, 1 caixao sebo, 1
diio escovas, retroz e linha Guimares & Luz
1 caixa linhas e caixnhas de chifre, 2 caixas
tobas e palitos, 30 barris pregos ; a Carva-
lho Nogueira & C.
1 caixao toalhas, panno de linho e hvros : Do-
mingos da Costa Dias.
2 caixas linhas ; C. Guilherme Breckenficld.
1 caixao imagens ; a Manoel Jos de Aguiar.
3 caixoes liaba, retroz, pentes de chifre, galo.
palheta e cartilhas; Ferreira & Araujo.
28 barris pregos, 5 caixoes azeite; Thomaz
de A. Fonceca Jnior.
1 caixa urna Jligura de louca ; Joo Baptista
de Oliveira.
27 caixoes batatas ; 2 ditos linha. livros impres-
sos ; l'areute Vianna t C.
1 caixao macella; Mendes 4 Coelho.
2 fardos capachos ; Antonio da Silva Campos.
2 fardos capachos ; Custodio |Jos Alves Gui-
mares.
1 caixao vinho, 1 dito camisas e ceroulas, 1 bar-
ril salpices e presuntos ; Antonio Jos Ferreira
Alves.
1 caixe meias de linho ; Jos Mamede Alves
Ferreira.
8 caixoes miudezas; Albino Jos da Silva.
1 caixao chinellas de couro Manoel Jos da
Silva Filgueiras.
20 barris pregos, 100 cuuhetes pomada, 2 ditos
fechaduras e fexos, 6 ditos linha, panno de linho,
ecoxonilhos ; Marques Barros & C.
10 barris prego*. 1,080 resteas ceblas, 10 ca-
nastras macas, 1 sacco presuntosr, 1 dito moeda
de prata, 6 ditos folha de louro, 14 volumes ca-
narios, perdizes, melro, pega, pardas, etc.; or-
dem.
Vapor nacional Tocantins, vindo dos portos do
Sul, manfestou o seguinte :
92 rollos fumo; a ordem.
1 caixote impressos ; a Jos Barbosa de
Mello.
2 ditos ditos, 1 dito folhetos, 1 dito folhinhas; a
Jos Nogueira de Souza.
1 dito folhinhas; a Santos & C.
1 dito mercadorias; a Joaquim Bernardo d
Res.
4 caixoes rap ; a Jos Joaquim de Lima Bai-
ro. ,
2 ditos xarope: a Joaquim Ignacio Ribeiro J-
nior.
20 barris banha; a Francisco Alves Montoiro
Jnior.
Cidde do Recife de Pernambuco, 9 de setembro
de 1863.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Tristao de Alentar Araripe.
Arrematando
Hoje. 1G do corrente, (iepi* da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz ranofcipal
da segunda vara, ter lugar a conti-
nuarlo da arrematicao j anaanciada
por'este Diario de "diversos eseravos
anta casa da Hiserieordia do Pncenles a beranca do finado Jos
Keeife. remando da Cruz, os quaes vio a pra-
a uim.*junu administrativa da Santa Casada ea requer ment di lierdeira e in-
ventariante para pagamento dos ere-
dores da mesma heranea.
DECLARARES.
Misericordia do Recife.manda fazer publico que no
dia 17 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de suas sesses, contina a praca das rendas das
casas abaixo declaradas por lempo de um a tres
annos, c que nao convindo que ditas casas conti-
nuem a estar fechadas, os prctendentes compare-
^am com seus fiadores ou com cartas destes no
mencionado dia e hora e facara as suas propostas,
nao obstante a renda designada nesta pubbcaco.
Eslabrlcnmciitos de caridade.
Ba Direita.
N. 4 particular e 33 publico ura andar. 563^000
N. 82 particular c o publico tres an-
dares............... 900.000;
N. 83 particular e 7 publico tres an-
dares........ ...... 900000
Ba do Padre Floriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea. 186J000
N. 7 bartieular e 45 publico casa terrea. 126W0U
N. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea ......... .. 140*800
N. 90 particular e 13 publico casa ter-
rea. ............... 1685000
Becco da Carvalha.
N. 10 particular e 5 publico casa terrea. 149AOO0
Ba dos Pescadores.
N. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea................ 200,5000,
. Ba da Calcada.
N. 21 particular e 38 publico casa ter-
rea................. 136*000
Ba de Hortas.
Tribunal de commercio.
i Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz ublico que nesta data foi ins-
cripto no livro de matricula dos commerctantes o
Sr. Manoel Theotonio da Silva, Brasileiro, de 31
annos de idade, domiciliado e estahelecido na ci-
dade do Penedo, provincia das Alagoas, com ne-
gocio de fazendas era grosso c a retalho.
i Secretaria do tribunal do commercio de Pernem-
buco 12 de setembro de 1863
Julio Guimares,
Official-maier.
'ORKRIOGKHAL
ttelaco das cartas segaras viudas do sul pele
i vaper'tTwantias' para es senbtres abae de-
clarados.
| Augusto Cesar do Matos.
Padre Antonio Augusto de Andrade e Silva.
Bernardo Cerqueira de Castro Monteiro.
Francisco Rodrigues Soares.
Goncalo Jos Alfonso.
; Joanna Baptista dos Santos.
Jos Vicente de Mello (Goianua).
1 Miguel Jos Alves.
Zeferino Jos Teixera Campos.
Pela administrarn do correio' desta cidade,
se faz publico a quem interessar, que se achara
'
N. 29 particular e 41 publico dous anda- funecionando as agencias do Bom Conselho, Aguas
res................. 400*000 Bellas e Buique, ltimamente creadas, partindo os
108*000,
89*000
112*000;
120*000
EDITAES.
0 Iilin. Sr. inspector da thesonraria provin-
cial em cumprimento da resolucao da junta da fa-
zenda manda fazer publico que se contrata por
tempo de tres mezes, a contar do 1. de outubro ao
ultimo de dezerabro prximo futuro, o frnecimen-
to, alimenUico e dietas aos presos pobres da casa
de detengo, servindo de base a arremataco os
precos segumtes :
Alimenta^ao-
Domingo, almoco e amar 380 rs.
Segunda-feira clem dem 380 rs.
Terca-feira dem idem 380 rs.
Quarta-feira idsm dem 360 r*.
Quinta-feira idem idem 380 rs?
Sexla-feira idem idem 340 rs.
Sabbado idem idem 340 rs.
Dietas.
Numero 1 380 rs.
2 400 rs.
3 640 rs.
4 400 rs.
S 5 400 rs.
4Ppessoas qne quizerem contratar dito forneci-
mei|># apresentem suas propostas em cartas fecha-
das no dia 24 do corrente ao meio dia, na mesma
thesouraria, aonde cncontraro as tabellas dos or-
neciinentosc condigoes com que devem cffectuar
dito contrato, sendo habilitados previamente os
seus fiadores.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 10 de setembro de 1863.O secretario,
A. F. d'.nnunriaco.
O Dr. Tristode Alencar Araripe, oflicial da impe-
rial ordem da Rosa, e mil de direito especial do
commercio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernainliuco, por Sua Ma-
gestade Imperial e constitucional o Sr.. D. Pedro
II, que Dos guarde, etc.
Faro saber pelo presente, que no dia 3 de ou-
tubro do corronte anno, se ha de arrematar por
venda a quem mais dr. em praca publica deste
juizo, depois da audiencia respectiva, urna parte
do engenho Regaba sito na freguezia da Vanen,
com todas as trras c obras no estado em que se
acham. o qual moenle com agua, e se acha cor-
rente, cuja parte do dito engenho suas trras, e
obras, vio a praca pela avaliaco de seis contos c
quatro centos mil" res, e dito engenho pertencen-
te a Jos Duarte Rangel, e vai praca por execu-
go da viuva e herdeiros do finado Bernardo Anto-
nio de Miranda.
E na falta de licitante ser a arremaco feita
pelo proco da adjudienco com o abatimento res-
pectivo d lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar editaes que sero aflixados no lugar
do costume c publicados pela mprensa.
Dado e passado nesta cidade do Becife de Per-
nambuco aos 12 de setembro de 1863.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vo interino o subscrevi.
Ba da Viraeio.
N. 27 particular c 19 publico casa ter-
rea........v ........
Ba da Impcratriz.
N. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea................
Ra da Roda.
N. 33 particular e 3 publico casa terrea.
N. 36 particular e 3 publico casa terrea.
N. 37 particular c 7 publico casa terna.
N. 92 particular e 1 publico casa terrea.
Ba da Gloria.
N. 51 particular e 63 publico casa ter-
rea. ........ ......
Ba do Encantamento.
N. 52 particular e 3 publico 3 andares.
Ra do Azeite de Peixe.
N. 53 particular c 1 irablico 2 andares.
Ruada Lapa.
N. 56 particular e 8 publico um andar.
N. 73 particular e 5 publico um andar.
Ra do Pilar.
N. 59 particular c 73 publico casa ter-
rea.................
Ra de Sao Bom Jess das Crioulas.
N. 61 particular c 8 publico casa terrea.
Ba da Cruz.
N. 68 particular o 15 publico 3 arfflares.
Becco da Lama.
N. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea......... ......
Travessa do Carcereiro.
N. 85 particular e 11 publico casa ter-
rea.............
Patritnouio de orplios.
Becco das Boias.
N. 39 particular e 18 publico dous an-
dares ..... ........
Ba da Moeda.
N. 44 particular c 21 publico enaa ter-
rea ...............
Ba do Amorim.
t. 54 particular e 21 publico 3 andares.
N. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea ................
Ba do Burgos.
N. 69 particular e21 publico casa ter-
rea ....
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
cife 14 de setembro de 1863.
O secretario,
F. A. Cacalcanti Cousseiro.
.mizo los fritos d:i fazenda
elonal.
No dia 17 do correntejia sala das
audiencias pelas 10 horas da muuhaa.
] estafetas as teroas-feiras de todas as semanas a
; 5 horas da tard, sendo a correspondencia que
180*000 outr'ora era expedida de Villa Bella |>ara tacara-
ii d'ora em diante pela agencia de Buique.
Correio de Pernambuco, 15 de setembre de
,m*O00 1863.
O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.

THEATRO
144*000
480*000
600*000.
144*000'
360*000
183*000
as.
120*000
1:000*000
. 91*000
100*000
3005000
231*000
3005000
72*000
i:ni'Hi:z.i
DE
4. J. DIARTE C0D1BR4.
Recita Ilvre da assignatura.
QUABTA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO.
Reprcsentar-se-ha o mnito applaudido drama
em cinco actos, do Exm. Sr. Jos da Silva Mende*
Leal Jnior,
OS HOMENS

725000
do Re-
na-
Toma parte toda a companhia.
Dar (ira o espectculo a muito chistosa comedia
em dous actos, do mesmo Exm. Sr. Mendes Leal
Jnior.
4 AFILIIAIIA
DO

s
>*
M
M
PERSONAGENS.
O baro Amaro Mendes. O Sr. Thomaz.
Joo Antonio .... Penante.
Jos Maria..... Lessa.
1 caixao mercadorias; a Maia Irmaos.
1 caixote fazendas; a Gomes & Lima.
1 caixa quadros ; a Riehard Austin Esq.
1 volume ; a Daniel Cesar Ramos.
1 dito; a Antonio d'Al incida Gomes.
1 dito; a Manoel Coelho Cintra.
1 dito; a Palmeira & Beltrao.
1 dito; a Gomes & Lima.
1 dito: a Joaquim Boa-Vista.
1 dito ; a Vicente da Silva.
1 dito; a Guilherme Augusto Ricardo.
1 caixa ; a Amorim Irmaos.
1 bahu; ao abbade de Olinda.
Hlate nacional Nicolao 1.", vindo do Ass, con-
signado a Prente Vianna 4 C, manifestou o se-
guinte :
:t52 alqueires sal; a ordem.
Hiate nacional Invencivel, vindo do Aracaty
consignado ao capito do mesmo Jos Joaquim Al-
ves da Silva, manifestou o seguinte :
27 saceos com 108 arrobas de cera de carnauba,
68 caixas cora 105 arrobas de velas, 242 molhos
com 4,840 pelles de cabra; a Prente Vianna
&C.
5 barricas com 20 arrobas de sebo em rama, 42
em presenca do Illm Sr. Dr. juiz dos Domingos, criado. M-tat^
.. .,' i ." D. Mana......ASr."D. Philomena.
Tristn de Alencar Arari,
O Dr. Tristo de Alencar Araripe oflicial
-toe.
ila im-
perial ordem da Rosa e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Becife de Peruambuco
e seu termo por S M I. que Dos guarde etc.
Faro saber aos que o presente cdital viren que
se acia aborta a fallencia de Joaquim Jos Silvei-
ra, pela sentencia do tbeor seguinte :
Em vista da petico folhas 25, pela qual se apr-
senla o commercante Joaquim Jos Slveira, de-
clarando acliar-se em estado de insolvencia hei
por aborta a sua fallencia a datar do dia 26 do
corrente mez. Nomeio curadores fiscaes. os cre-
dores Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado, Mi-
guel Jos Alves e o novo tonco de Pernambuco,
e para que se nomei depositario sejam convocados
os credores para o dia 4 do mez prximo futuro
pelas 12 horas da manhaa na sala das audiencias.
Fonham-sc sellos nos bens, livros e papis do fal-
lido c pnblique-se a fallencia por editaes seguin-
do-se as demais providencias legaes. Recite 29
de agosto de 1863.Tristo de Alencar Araripe.
E mais se nao continha em dita sentenca_ aqui
transcripta, e nao tendo aceitado a nomeaco de
curador o credor Miguel Jos Alves, fra por este
juizo determinado que servissem dito cargo os de-
mais credores cima ditos e para nomeaco de
depositario foi designado o dia 16 do corrente s
12 horas da manhaa na sala dos auditorios.
E para que o presente chegue ao conhecimento
de todos ser publicado pela imprensa e afxado
na forma do estvlo.
Recite 14 de setembro de 1863. Eu Manoel
Maria Rodrigues do Nascimento, escrivio o subs-
crevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, oflicial da impe-
rial erdem da Rosa e.juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recife capital da pro-
vincia de Pernambuco o seu termo, por S. M. im-
perial e constitucional o Sr. D. Pedro II, quem
Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edita! virem e
oVIle noticia liverem que no dia 28 de setembro
do corronte anno se ha do arrematar por venda a
quem mais dr em praca publica deste juizo, o
seguinte : 2 buhares de madeira de Jacaranda com
todos os seus pertences tresentw mil ris cada
um, 1 dito da mesma madeira encaixotado com to-
dos os seus competentes aparelhos, por quatro ce-
ios mil ris.
Os quaes foram penhorados por execujo do
Joo Frederico Jorge Klaali, contra Polvcarpo Jos
Layae.
E nao bavendo lancador que cubra o preco da
fritos da fa/.enda, se vender os ob-
jettossenuimes, penhorados a Manoel
Amonio Percita, para parame to do
que Vve fazenda nacin 1:11 ca'lei-
t-as de palliinli i, 2 ditas de bataneo, 2
ditas de braco, 2 cousolos, 1 sof, 1
mesa redonda, 1 piano de Jacaranda,
1 earteira, 1 mes para janlar e 12 ca-
leiras de amarello; avali do tu o por
22OJJO00. Hecife 14 de selmlro de
1863 -0soli.itador,F.X. i'.deBrilo.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes:
Para o 7" batalho de infantaria.
Casticaes de lato 2, talha 1. copo 1, prato de
louca 1.
Para o corpo da guarnicao da Parahiha.
CaldeirSes de ferro para 50 pracas 2, copo de
vidro 1, colher de ferro 1, enchadas 2, escarradei-
ras 2, garios de ferro 2, paz de ferro 2. prato de
louca 1, talha para agua 1, corneta de toque 1.
Para o forte do Buraco.
Enchadas com cabos 3, p de ferro 1.
Companhia do Rio Grande do Norte.
Bonets 200, sapatos 600 pares, panno azul 700
covados, casemra verde 12 1/2 covados, hollanda
de forro 750 covados, brim branco 2.000 varas,
algodoznho 1,300 varas, algodo listrado 1,200
covados, botijos grandes de metal amarello 2,800,
botoes pequeos de dito dito 1,800, colchetes pre-
res 200 pares.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretara do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 18 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 12 de setembro
de 1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,.
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
iiiizo dos feito* da fazenda na
elonal.
Quinta-feira 17 do corrente, depois da audien-
cia do Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda, as 10 ho-
ras do dia, i rao praca por venda os eseravos se-
guintes, penhorados por execuco da fazenda pro-
vincial contra Filippe Benicio Cavalcanti de Albu-
querque.
Demetrio, crioulo, de 48 annos, pouco mais ou
menos, avahado |>or 400*.
Gregorio, de nacao, com 35 annos, pouco mais
ou menos, com principio de frialdade, avallado por
3005000.
Justina, criolita, com 30 annos de idade, atacada
de a-tluna, avahada por 3005.
E por arreadamente o seguinte :
A renda annual da casa terrea sita na ra do
Burgos n. 4, avallada em 96*, por execuco da
mesma fazenda contra Jos Joaquim Pereira.
A renda annual da casa terrea na ra de S. Mi-
guel n. 62. avahada por 72*, por execuco da mes-
ma fazenda contra Marcolino das Virgens Ramos.
Recife 14 de setembro de 1863. O solicitador
da fazenda provincial,
J. Firmino (iorreia de Araujo.
Correio.
Pela administraco do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da convenci postal ce-
lebrada pelos governos brasileiro e francez, sero
expedidas malas para a Europa no dia 15 do cor-
rente, de conformidade com o annuneio deste cor-
reio, publicado no Diario de 9 de fevereiro de 1861.
D. Jesulna.
Principiar s 8 horas

saceos com 21 alqueires de farinha, 4 saccas eom avaliaco a arremataco sera feita pelo pre^o da ad-
26 arrobas e S libras de algodle, 30 saceos eom judicaco na forma da lei.
17 alqueires de gomma, 84 caixas cora 101 arrobas E para que chegue ao conhecimento de todos
e 20 libras de vellas de cora de carnauba; a Jos mandei passar o presente qne ser publicado pela setembro de 19KJ.-0; administrador,
de S Leito Jnior.
imprensa e afxado nos lugares do costme.
^S^.SSha-
Administraeio do
correio
Domingos dos Passos Miranda.
CIRCO
GRANDE OCANO

SPALI)I\< k ROGERS
Director geralCaries J. Rogers.
Quinta-feira,
17 de setembro.
Urna magnifica combinaco de variedades oras
era
Equitacao
Gtjmnasticas
Acrobticas
Equilibrios
Aerosttica e
Pantomimas.
Para promenores mais minuciosos veja-se este
jornal amanha.
Representacoes todos os sabbados, domingos, ter-
cas e qintas-feras.
W. T. B. Van-Orden Jmior,
Secretario.
avisos mamtSos!
COMPANHIA PERNAMBCANA
M
.\avegaco eosteira Tapor.
Mace e escalas
O vapor Mamanguape comman-
-dante Moura. seguir para os
portos cima radicados no dia 15
do corrente as 5 horas da Urde. A
__________carga ser recebida at o dia 14
ao meio dia, encommendas, passageiros e dinheiro
afrete at o dia da saluda as 3 horas: escritorio
no Forte do Mattos n. 1. iagHj^
-----------------------------
Para Lft**a
^nJSJ^S^^^ffSSS.
de Pernarabaco 12 de qattttidade de carga e PWW, Pj
tem exceilentes commodos : a tratar como <
signatario E. R. Babeflo, roa da CaOatt n. B5.

MUTILADO h




--
m

fv

Diario de Fcrnambuco ~ marta Jelra ltt de Vetembro COMPANHIA BRARILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Bspera-sc dos,portos do norte at
o dia 16 do corrente o vapor Cru-
zeiro do Sul, -cenunandante o ca-
um-alicerce com 32 palmos de frente e 90 de fun-
do proprio para nelle se levantar sobrado, o refu-
ndo sitio alm de muito arvoredo tem um excel-
lente viveiro e tem saludas com portees para as
roas da Fundicao c estrada do cemiterio.
Urna grande casa terrea com cocheira, estriba-
ra, banheiro de pedra c cal, com niais oulracasa
a beira da estrada, parte murado, em chaos orei-
pilo de mar e guerra Gervasio ros no lugar Parname-im, o sitio todo plantado
Mancebo, o qnel depois da deme-
i costuane, seguir para osjportos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de soa chegada, encom-
mcndas e dinheiro fretc at o dia da saluda as J
horas: agencia ra da Cruzo. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oiiveira Azi-vedo & C
Rio de Janeiro.
O voleiro hiato Cursor, capkao Jos Ignacio da
Silva, segu sem demora; tem parte da carga
pronapta, para o resto trata-sc com Miguel Jos
Alvevrua da Cruz n. 19.
- Para a ltalna va i sabir com muita brevidade
o veleiro i>aUicho I), miz, capito Jos Teixeirade
Azevedo, por ter a maior parte do carregamento
prorapto : para o resto trata-se com os consignata-
rios Palmeira A Beltro largo do Corpo Santo n.
4, priineiro andar.
Rio de Janeiro.
O patacho Social, 1* classc e 1* ocdem, segu
breve, anda recebe alguma carga frete e escra-
vos : trata-se com Marques, Barros 4 C, largo de
Corpo Santo b. 6.
LEILOES.
iio.ii:.
(Juarta-feira -US do torrente s 10 tiaras.
Kem limite.
Ra do Imperador ir 2.
Antonio Jos Teixeira vender cm leilao por in-
terveneao do agente Simos, a armaeo de sua ta-
berna cm perfeito estado, situada ra aeima
mencionada, como tambera cadciras de amarcllo,
marquen, commoda, cabidos etc.
de^rvoredos e grande baixa de capim.
Um grande sobrado no principio da estrada de
Joao de Barros, com 400 palmos de frente* 2,100
no maior fundo, em chaos proprios, com cocheira,
estribara, quarto para banho, quartos para cria-
dos, agua encanada para a estribara, banheiro e
cosinha, o sobrado todo forrado de papal e pintado
a branco e o quintal murado,alm do sobrado que
tica descripto na raais terreno, a poder ser divi-
dido para differentcs edllicacoes podende ser ven-
dido era lotes de differentes palmos o que melhor
se peder veriGcar em vista da planta em mo do
referido agente que est prompto a dar explica-
cues necessanas bera como a mostrar os ttulos da
legitima posse e o leilao ser effectuado terca-fei-
ra 21 do corrente pelas 11 horas da manhaa no
largo do Corpo Santo ao p do armazcm dos Srs.
Palmeira & Beltrao, defronte da associacao com-
mercial.
AVISOS DIVERSOS.
c
SEGUROS DE VIDA EM MUTUALIDADE.
A direceo do BANCO UNIAO tendo obtdo do governo de S. M. F. a autorisaco para estabele-
ef 1ro- a em- niulual|dadcs, faz publico que desde j toma subscripedes annuaes por urna
lustUuto Archeologlco e Cieo-
graphieo Pernambneano.
llavera scssai ordinaria quinta-fci-
ra 17 de seierabro, s 11 horas da ma-
nba.
Secretariado Instituto 14 deselem-
biode 1863.
J. Soares d Azevedo,
Secretario perpetuo.
grande
sitio
LOTERA.
HOJE
yuarta-foira 16 do corrente seextrahir
a segunda parte da segunda lotera da Santa
Casa da Misericordia.
Os bilhetes e raeios bilhetes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Pimen-
tcl, ra ireita n. 3, botica do Sr. Chagas,
e ra da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/ at 100 sero pa-
gos uina hora depois da extracto at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
|0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA.
O thesoureiro das loteras desta provinl
ca, desejando extrahi-las em maior capita-
e com menor"es intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cont quem comprar
bilia de mogno, um rico piano de Jacaranda, ni | Par.a ncgco, na quantia de 100$ para cima;
sofde dito novo, dous consolos de dito, urna mesa assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
iii:i Bi vo
DE
l na easa de sobrado com
na ponte de Uelioa.
HOJE.
O agente Pint> levar novamente a leilao s 11
boras do dia cima dito, porta da associaeao
commercial, o sitio da ponte de Uuba, com casa
grande pertencente a massa fallida de viuva Amo-
rim & Killio, servimlo de base a maior offerta ob-
tida no leilao do dia l do corrente niez.
LE AO
DE
MOVIS
O agente Almeida far leilao por conta e risco de
quem pertencer dos seguintes movis : una mo-
JLOTERIV
CASA DA FORTUNA
O abaixo assignado vendu em seus felizes bi
Ihetes garantidos a sorte de 5004 e outras de'
1004, 405 e 204 8a lotera que se acabou de ex-
trahir a beneficio doGymnasio e convida aos pos-:
suidores de ditos bilhetes a virem receber seus
respectivos premios integralmente sem descont!
algum em seu estabelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23. i
O mesmo tem exposto a venda em sua dita asa
e as outras do oostumeos novos e fetizes billietes' devendo a prkneira lquidacao ter lugar no dc7ane7ro^' da segunda parte da segunda lotera a beneficio As vantagens do emprego de capitaes em mutualdade, sao obvias, porque nao smente se co-
da Santa Casa da Misericordia que se extrahir a o juro de quantias diminutas, de que avulsas se nao poderla tirar nenbum resultado mas alin
16 ? coreDt_mez.?.!S-S?rles oue elle obtiverem d.sso, este rendimento augmentado pelo capital ou lucro? ou ambas as cS, conforme as condes
aa suscripcao, dos que fallecem. Tambem partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os so-
22-2S" n occorrerem pela Taita de cumprimento do compromisso social.
As liquidacoes sao pelo systema dascompanhas hespanholas, Tutelar e outras ; c parase poder
razer urna idea do que pode produzir urna entrada annual de 104, publica-sc a seguinte tabella basca-
da sobre a experiencia de muitos annos de companhas desta natureza :
Em o anuos Em 10 annos Em lo annos Em 20 aunos.Em 23 annos
cero se;
s vez, debaixo das seguintes condijoes
Com perda de capital e lucros-,
Dito capital somonte;
Dito lucros smente;
serao pela^nesma forma pagas urna hora
da extrac$o.
Presos.
Bilhetes nteiros..... 64000
Meios bilhetes...... 34000
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilheles........ 55500
Meios......... 24750
Manoel Martins Fiuza.
depois
Por um menino
Precisa-se de um rapaz dos ltimos chegados
do Porto anda que nao saiba 1er, para caixeiro : por urna
na ra Imperial n. 43.______
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
66: os pretendentes dirijam-se a Caixa Filial.
- Quem deixou |>or esquecimento um chapeo
de sol n'um camarote do circo na noite de 13 do
corrente, queira procura-lo na subdelegacia de
Santo Aatonio.
de
de
de
de
de
pessoa de
de
de
de
1
i
i
I
I
18
n
M
10
dia
anno
1
i
I
I
10
M
90
40
50
anno
H04
904
864
864
864
904
4004 9004 2:0004
3004 7504 1:7004
2904 7205 1:6004
2804 7104 1:5604
2704 7004 1:5504
2704 7004 1:5404
2704 7104 1.5605
2704 7205 1:6000
3004 7505 1:8005
4:7005
3:7004
3:5004
3:4004
3:3601
3:3304
3:4005
3:7005
5:0005
der
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
necessaria de taberna : na ra do Catdeireiro nu-
mero 94.
Jos da Silva Loyo k c, sacain
sobre Lisboa c Porto.
A ca xa de chitas de casa de Henry Gibson,
que se havia desencaminhado na tarde de 10 do
corrente, appareceu hoje, nao em casa do Sr. An-
As entradas por urna s vez dao resultados muito superiores s annuaes.
Porto, 10 de agosto de 1863.-Os directores do Banco Uniao, Jos da Silva Machado.F. M. van
Agentes em Pernambuco : Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
ATTE]4o#
Os Srs. Joao Cavalcante de Albuquerque,
morador na campia cima de S. Lourenco e
Francisco de Miranda Cavalcante de Albu-
querque, queiram apparecer na ra da Con-
cordia n. 2, a negocio que Ihes diz respeito:
do contrario se declarar a natureza do ne-
gocio._____________________________
- D-se dinheiro juro sobre penho-
res: no pateo do Terco n. 12.
Offerece-se urna mulher de meia idade
para ama de urna casa de pouca familia: na
ra da Imperatriz n. 65.
= Precisa-se saber com certeza se exis-
tem ou s5o fallecidos, e ondeManoel de
Jess Ferreira, e o padre Jos de Jess
Ferreira, naturaes da Pvoa da Rainha San-
ta, bispado de Coimbra, e filhos de Manoel
de Jess Ferreira; o primeiro estabelecido
com casa de negocio no Brejo d'Ara, e o
segundo na Parahyba do Norte. Roga-se
quem d'elles tiver noticia, queira dirigir-se
ra da Gloria n. 94, ou annunciar para ser
procurado._____________
Precisa-se de 1:4005 a premio cora hypo-
theca de escravos: quem tiver annuncie oeste
mesmo jornal.
NOVA HOSPEDARA
A TUV1ATA
Ra larga do Rosario esquina para a do Qaeimado
numero 37.
O proprietario do conhecido hotel Trovador, ac-
cedendo ao pedido de alguns seus amigos e fre-
guezes, que, por suas poscocs e seriedade nao
! quenara tomar parte na geral concurrencia de seu
Mater aes
Bota-se ara a 15280, sendo em todas as mareis
e sendo s em mareis grandes, e para entrar em
cmbas a 15600, canoas de milheiro para cima, e
vende-sc tijolo de alvenaria grossa a 185 o milhei-
ro, posto no porto, e carrega-se tijolo dos Remedios
a ponte provisoria a 35 o milheiro, e do Giqui
35 at a ponte da Boa-Vista, Picando o dono su-
U
tonio Gonclves de Azevedo, onde mrirMm^hii! 9uer'am w,raar parte na geral concurrencia de seu a.,
te-la entregado, macerai c2 & SrKndrtK holel> resc!lveu aPeitar o excellente sobrado em J0 descarrego : quem prensar, d.nja-se a
RoOT.quepordeclaracMdeesaS^ Corybantina c nelle ruaD,re,la Q0S Afogados n. U. Na mesma1 casa
pondo ser urna outra caixade ciKTnham SgMMW UDla hospedaria, com aceiado servigo, ^f. "ma ca" P"* Para carre8ar de a0
comprado na mesma casa, e oue ordenaran" qS b,ll,are? para1*!"^ e lunch precos razoa-1a 3o fe,xes de caP,m-
ahi ficasse at sua segunda ordem.
1 veis. A condicao da escolha de freguezes para
. dita hospedara, a variedade de artisos de comida
Sabbatino Peline, Italiano, vai para a Baha, e bebida sempre nelle encontrados, a reserva em'
Raphael Just, Italiano, vai para a Bahia 19ue estaro os concurrentes da freguezia de ou-
A?SSSu ^^5SfflTd,'il5SLra,SL"
r sbr"" s a saswr em&?s,:
Arrenda-se o
rua do Livramento n
cado do mesmo.
primeiro andar do sobrado da lavra a lodosos gneros de que est sonido, pro-
n, 7 : a tratar na loja de cal- prios a um lunch variado, apetitoso e barato.
O abaixo assignado roga ao Sr Manoel Mar-
tins Fiuza o favor de nao pagar o mcio bilhete n,
apetitoso e barato.
de meio de sala de dito, urna cama franceza de di-
to, um consol de dito grande, sete cadeiras de di-
to, um divn, una estante para piano, um guarda
vestidos de amarello. um rico oratorio de Jacaran-
da, diversos quadros com molduras, urna cama de
ferro.jarros, fruteiras, bandeijas, um apparelho
vieta, remettendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
- listas e novos bilhetes remettidos. 0 the-
tt'ittjSCtBff AS "^frto ^ convenienciadessenegocio,
de pao d'olo, um piano de mesa e muitos outros convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
ubjectos que esto expostos aoexanic dos preten- Goianna, RioFormoso, Nazareth, Serinhaem
(lentes. n** mt< 'e DMS locali(la(les populosas da provincia, e
If I ; mesmo os desta capital, que o quizerem, a
n horas entenderem-se com elle, na thesouraria das
______!loteras, rua do Crespn. 15: advrtindo
! que receber em pagamento e sem descont,
; os bilhetes premiados de todas as loteras
,'la provincia recolhidos thesouraria da fa-
zonffa provincial.
Thesouraria das loteras, 20 de junho de
Augusto Carneiro
a Bahia.
prios
Na rua do Queimado n. 1 deseja-sc fallar
com os senhores Gabriel Germano de Aguiar Moa-
tarroyos, Fernando Francisco de Aguiar Montar-
los.
2322 caso saia alguma sorte, cujo bilhete foi per- royse Joaquim Francisco de Aguiar Montarrov
dido 110 dia lo do corrente e garantido.
____________Joaquim Lucio Rodrigues.
dos Santos retira-se para
Na rua da Sanzalla Nova n. 39, taberna da
esquina, precisa-se de urna ama secca: para tratar
na inesma taberna.
lili
No armazein da rua da Cruz n. 62, as
do dia.
LEILAO
H
i:j. ii.ahi v.os.
I'OJK
0 ageste Pestaa vender por conta c risco de
quem pertencer 24 caixas marca jfAB com quoijos
ilamengos o melhor que ha no mercado, desem-
barcado do vapor francez, cm lotes a vontade dos
compradores : hoje 16 do corrente pelas 10 horas
da manhaa no annazem do Annes.
18G3'.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Quem precisar de urna escrava para o servico
interno e externo de urna casa : dirja-se rua da
Uniao n. 39.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servico de casa
de pequea familia : quem precisar, dirija-se
rua do Queimado n. 28, primeiro andar das 9 ho-
ras da manhaa s 3 da tarde.
Precisa-se de um caixeiro de 12 i 15 annos,
que tenha pratica de taberna : na rua daVn'ro de
Ueos n. 18, armazem. .
Aluga-se o primeiro andar do sobrado aa rua
da Pcnha n. 29 : a fallar na mesma rua n. a.
Precisa-se de um menino com pratica de ta-
berna : na travessa do Campello. n. 4.
Mara
No principio da estrada de Joao de Barros
aluga-se um grande sitio com sobrado, e muitos
arvoredos de fructo, com jaqueiras, mangueiras,
cajueiros, coqueiros, saputzeiros, larangeiras, ca-
pim, e muitas outras vantagens alem de agua para
beber ; o sobrado est perfeitamente limpo e for-
radas as salas o quartos de papel, com banheiro
dentro de casa e canos que conduzem agua para o
banheiro, estribara e cozinha, tendo commodos
para carro, cavallos e criados, emm urna perfeita
morada para quem quer tirar proveito, e tem u"a-
tamento : a tratar com Guimares na rua do Amorim n. 54, das 8 s 3 horas da
tarde.
0 achocado Joao lioiirahcs
da Silva iMtarrtyts temo seu
e-criplorio ua rua estrella do
Rosario n. 17, onde p'lc ser:
procurado das 9 horas da ma-
nlia s 3 da tarde.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco-i
mercantil Portucnse nesta cjdade, saca ef-
fectvamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto c Lisboa, por
3ualquer somma, vista e a prazo, po-
endo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-,
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 31.
Joaquim da Silva Castro.
Ainda est por se alugar o
segundo andar do sobrado n.
ii em a rua da Aurora : quem a
quizer, dirija-se essa mesmo
rua, casa, n. 10.
Aluga-se urna casa terrea grande cora tres
janellas e urna porta na rua da Alegra : tratar
na rua do Imperador n. 67, segundo andar.
Convida-se au luqullloo de
una casa na eidade de Oliuda, que
ileii.m a chave xo da porta, licand a p r pasar o
aluesuel, que haja de o vir pagar,
alias se publicar seu nome e gen~
tileza, para que os proprietarias
de predios desta cidade do Reclfe
uo se illudam com to boin aloja-
dor que nao se envergonhou de
obrar semelhante acco,s proprla
de gente de pote e esleir.
LEILAO
DK
Os administradores da massa fallida de Fran-
cisco Moreira Das convidam aos credores da mes-
Periiaulnico.
Domingo 20 do corrente celebra o Hospital Por-
tuguez de Beneliceucia o 8o anni?ersario da sua
Folhasde metal, ntoitocs, velas, cabos, i ins.la!las5o.
A junta administrativa, a cujas expensas frita
.No dia 7 do corrente sahio a escrava -
do O", crioula, para vender, com um taooleiro de
ang de milho, e at hoje nao appareceu mais; h cr i { rjm** GnmSn na m I ",a """d d api esemarem seus muios, anm de se
Hopital Portuguez de Bcueliccncia em ZSSETSSiSS. S^^ c'^e de "cKSMB RBBH i Ktta dcvida vento00; na rua da Cru*nu"
Aluga-se o segundo andar da rua do Crespo
n. 13, por cima da thesouraria das loteras, decen-
te para morada de pequea familia, ou para qual-
quer advogado : a tratar com o thesoureiro das
loteras.
Joao da Silva BamosVmedico pela"Um-"
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na rua Nova n. 30, das 8 s 10
horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, com o fim de se encar-
regar de qualquer servico de sua profls-
sao.
Os chamados deverao vir por escripto.
Laboratorio honieopathieo. rua
\ova ii. 43.
O Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho tem en-
carregado da sub-gerencia do seu estabelecimento
I ao Sr. Jos Alvos Tenorio, professor cm homeopa-
ta, e competentemente habilitado para substitui-
lo em Qualquer ausencia
Aluga-se a loja da rua da ftnperatriz n. 13, con-
tendo grandes accommodacoes para familia como
tambem rene a grande vantagem de servir para
qualquer estabelecimento : a tratar no primeiro
andar da mesma.
Precisa-se de urna ama que cosinhe e engom-
me alguma cousa para casa de pouca familia
prefere-se de idade : na rua do Pires ns. 38 e 40
taberna. '
Attengdo.
Desencaminhou-se na manhaa do dia 13 do cor-
rente urna cadelinha galga de cor branca com ma-
Ihas pretas, a qual seguio atraz de urna praca ur-
bana ate a travessa do Camarao, no bairro da Boa-
\ ista, onde suppoe-se que foi agasalhada cm urna
casa na dita travessa. Pede-se, pois, a quem a ti-
ver em seu poder que a restitua as Cinco Pontas
casa n. /2, ou na repartico da polica, protestn-
dole contra quera a tiver oceulta, e recusar en-
trega-la.
COMPRAS.
Compram-se
gusta n. 94.
kois de carroca : na rua Au-
coirent'-s, ferros, ancoras e muitos
outros objectos salvados de um na-
vio nudez.
Quinta-feira 17 do corrente.
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
quem pertencer dos objectos supra mencionados
existentes m armazem do Sr. Avilla no Forte do
Matto, onde se ellectuar o leilao as 10 horas do
dia cima dito.
LEILAO
DE
o casas terreas edificadas em chaos
proprios.
. Sexta-feira 48 de setembro.
O agente Pinto legalraente autorisado, far lei-
lao de 5 casas terrea*, em um ou mais lotes a
vontade dos compradores; novas c edilicadas em
chaos proprios na rua dos Prazeres freguezia da
Boa-Vista do lado do nascente com duas salas,
quartos,cosinha fra,quintal c cacimba, dentro as
quaes duas tem no quintal um quarto para pretos
e tanque.
Os pretendentes poderao obter do mesmo agente
as chaves e qualquer informacao a respeito das
inesmas casas, em seu escriptorio rua da Cadeia
n. 24, onde se effectuar o leilao s 11 horas do
esta lestividade, nao tem poupado esforcos para
que este acto seja condigno do importante objecto
a que se destina; e para isto tem decorado o inte-
rior c exterior do edilico do hospital com a decen-
cia e brilbantismo possivel a satisfazer a curiosi-
dade dos fiis, que se dignarem visitar nesse dia o
estabelecimento, o qual ser franqueado concur-
rencia desde s 9 horas da manhiia s 9 da noite. ,
As 11 hora do diacelebrar-se-ha no respectivo
oratorio a festa do beinaventurado S. Joao de eus,;
patrono do hospital, com missa cantada, orando ao
Evangelbo, e pela primeira vez nesta cidade, o'
Rvm. padre-mestre Antonio Augusto de Andrade j
e Silva : e s 7 horas da noite, depois do sermao,
cantar-se-ba urna ladainha e antiphona em honra
c louvor do mesmo santo.
Alm da solenmidade, que deixamos descripta,'
muito ter que realcar este acto de piedade e devo-'
cao, se attcndei-sc que ua Urde deste dia ter lu- i
seguintes sao : altura regular, olhos grandes, den- c d, nraca (la (.lono, lT-nria
tes limados, tendo faltado um na frente,] ps pe- c8 aa PraC daIndcpejidcncia.
quenos, cabellos carapinhos, levou vestido de chi-'
ta preta com salpicos brancos e chales 1 preto :
quem a pegar, tenha a bondade de leva-la ru
do Corredor do Bispo n. 16, que ser recompen-
sado.
Jos Joaquim Gomes de Abreu vai ao Rio de
Janeiro.
Precisa-se alugar um moleque de l|2
annos para comprar na rua e arranjos de
na rua Direita n. 43, primeiro andar.
a 14
casa :
ALVipARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na rua do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos & C. ricruis-
simos cortes de la muito fina com
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova e nunca vista em Pernam-
buco.
Aluga-se a casa da rua ue S. Miguel dos
Afogados n. 28 : a tratar na rua Imperial n. 98.
Criado.
Quem precisar de um criado que entenda de co-
peiro, boleeiro e cozinheiro, dirija-se rua da Im-
peratnz, loja n. 28.______
Precisase de urna ama forra ou captiva que
saiba engomraar e cozinhar: a tratar na rua Nova
n. 67, segundo andar.___________
[ Aluga-se o segundo andar do sobrado na rua
da Senzala Nova n. "42, com bastantes commodos
para familia : a tratar na mesma.
Alugam-se tres mei-aguas na rua da Atrai-
cao ns. 1, 3 e 6 : a tratar na rua do Rangel, taber-
na n. 7.
Aluga-se um sitio com casa terrea na cidade
de Olinda, na rua de Baixo, com frente para a rua
do Cabral, e fundo para a estrada do norte, o (pial
alem da casa de morada, tem estribara, casa para
pretos, capim para 2 eavaltes, e arvores de fructo,
muito fresco, sem casa na frente : na livraria ns.
6 c 8 da praca da Independencia.
destinado patentear ao publico concurrente, expon-
do cm leilao ricas e primorosas prendas de varia-
dos objectos por ellas mesmas offerecidos, para que
o rendimento que produzir, seja levado ao regaco
da indigencia enferma e desvalida, mantida pelo
nosso hospital.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros, rua do Queimado.
Laas de ultimo gosto, covado a 440 rs.; organ-
dis de padroes lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
loes de arcos o melhor possivel, a 3^300, 4e 5 ;
alpaca de linho parax vestidos, covado a 240 rs.;
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;
carabraieta muito fina, peca de 12 jardas a 75 ;
cassa lisa pello de ovo, peca de 12 jardas a 7>3O0.
Ao n.' 29.
JVora loja dos barateiros, rua do Queimado.
Paletots de merino setim, fazenda de custo de
204 por 105; ditos de alpaca preto a 35200; brim
Na rua do Vigario n. 8 se dir quem d
2:0005 sobre hypotheca em um predio que esteja
desembaracado.
Compram-se saceos vasios queja forem ser-
vidos de farinha, milho e farello estando em bom
estado : na rua do Crespo n. 14.
Compra.-sc cobre latao velho :
na rua da Cadeia do Kccifc n. 36, pri-
meiro andar.
Compra-se
cobre, chumbo e latao velbo : no oitao da secre-
taria da polica no armazem da bola amarella da
rua do Imperador.
= Compram-se duas negras que sejam peritas
cosinheiras e engommadeiras para urna encom-
menda : na rua do Apollo n. 36, seguudo andar.
Compra-se eflectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
ExceUent morada.
Aluga-se una boa casa de pedra e cal com quin-
tal todo murado, tendo 2 salas, 4 quartos, cosinha
fra, estribara, casa para escravos, muito fresca
ix>r olhar para o nascente, sita na Estrada Nova
defronte da entrada para o engenho Cordeiro : os
pretendentes podera procurar na rua da Cadeia es-
criptorio n. 41.
Ao publico
Manoel Ignacio da Silva Teixeira, com padara
no pateo da Santa Cruz n. 1, e na casa immediata branco lona, vara a 640; brim de cores para cal-
aste acto edificante, que bem poder-se-ha deno- da rua do Rosario n. 53, contina a mandar fabri- $* covado a 480 rs.; camisas com peitos de fustao,
...mar rerdadeira festa de caridade, ser por certo car, alem do pao de diflerentes denominacoes e ta- i a 1*600 chapeos de sol de alpaca, a 35500.
urna parte bem interessante dejtoda a solemnidade, manhos, e da melhor farinha quevem ao mercado
para cujo maior explendor espera-se a concurren- a antiga bolacha furada de differentes tamanhos'
DE
40 dozias de un no quim manado.
S\ta-era 18 do rorrele k i hora en ponfo.
O agente Pinto far leilao requerimento de
Vaz A leal, por autorsaco do Sr. cnsul de
Franca, em presenca de um seu delegado e por
conta e risco de quem pertencer de urna caixa
marca VMJL n. 870, com 40 duzias de carneiras
Uijny, capitao Nicols, procedente do Havre.
O leilao ser efectuado no dia e hora cima dito
a porta da alfandega.
s
innata, mas anda para que por meo dos valores cha quadrada, maior e menor, trabaihada
com que pretenderem obter as prendas qne se lici- Hndro, assm como biscoitos, faltas
tarem, possam concorrer ao festim dos pobres com i doces o tambem com ovos ; c breve ..
o bolo da caridade, indo assim de harmona cora zer as excellentes roscas que se usam no Porto
os desejos, pureza e legitima intcncao das senhoras Braga e Barcellos, tambem com ovos, e que annun-
Ao d. 29.
Nova loja dos barateiros, rua do Queimado.
Para acabar.
Bicos preto de linho, vara a 120, 160, 240 e 320
rs.; ricas franjas e trancas pretas e de cores, vara
Precisase alegar um primei-
ro andar de um snbrado as seguin-
tosruas: Imperatriz, Aurora, ftova,
Crespo e Imperador para residencia de
unicstrangriroquc se veio estabelecer
nesta cidade; quem tiver annancie ou
dirija-se rua da Imperatriz n. 40, a
fallar com Leopoldo Ferreira Matius
Riheiro.
instituidoras desta festividade.
Becife, 15 de setembro de 1863.
Joaquim Ferreira Mendes Guimares,
1* secretario.
ciara o dia, tudo fabricado com esmero e aceo, e
precos razoaveis, conforme a qualidade.
e bobfehUu a 120' 16 e 00 rs.; trancas e galdes de la e de
mandari fo a'godo, pecas de 10 c 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e grosso, peca a IGO rs.; vestidnhos de
cambraia bordados, para baptismo, a 25.
MSIIjAO
DE
Escravos e movis
Seita-Mn 18 do rrente s 10 1|2 h*ras.
Sem limites.
O agente Simdes far leilao no dia c hora cima
dito em o armazem rua do Vigario n. U, de di-
versas obras de marcineiria, remgio de cima de
mesa, quadros etc., como tambem os seguales es-
cravos : um de idade 36 annos, nacao, um de ida-
de 60 annos crioulo. urna escrava crioula de 30
annos, perfeita quitndeira, urna dita crioula de 25
annos, cosinha, avae engomma per/eitamente, to-
os sadios e bonitas figura, os quaas vendem-se
para pagamento e por isso sem reserva de preco.
Criado
Precisa-se de um que entenda de servico
de sitio, dando-se 1200 por anno. na ra
Nova u. 23, primeiro andar,' das 10 s 12 admiraveis curas em todas a*s molestias pro-
PILULAS PAULISTANAS
a 1:000 rs. o maro de dnas ramullas ns. 1 e 2.
O primeiro purificador dosangue, sem
igual. Estas maravilhosas pilulas tem feito
horas I venientes ra mnnr-PTa rln anona n *,:" l veuyap oor. rearo weraeniim, propoe-se para ir
n-^_________________________________ SKSSJTErS gVu' aut0r ^ocar reuni5es Particulares daquellas familias
Fugio no dia 13 do corrente o escravo Za- 9est?s Pllulas tem feito maravilhosas curas "
charlas, enoulo, idade de 40 annos, pouco mais das bexigas, molestia epidmica e reinante,
ou menos, altura regular, cheio do corpo, barba com as pilulas ns. 1 e 2: comnromettpnrlo-
por fazer e quasi toda branca, calvo, levou calca n maamn a nroator ii.jn ..___
azul, camisa de chita preta, chapeo de bata cor ^ h^SI3 P .qU>e V0^ ao
de cinza j velha, tem a falla muito arrastada, foi P6 .? en,ermo visto na rua Nova as 9 boras da noite do dia em purificador. Somos hoje 0 apologista do me-
que ugio : roga-se a quem o vir o favor de o le- dico dos morpheticos Carlos Pedro Etche-
var rua estreita do Rosario n. 5, ou rua Im- coin pelas numerosas
AVISO.
Aos amadores de miisiea.
Depois de ter percorrido as primeiras capitaes
da Europa e da America do Sul e Rio de Janeiro,
aonde teve a subida honra de tocar em presenca
de SS. MM. II. por varias vezes e principaes fa-
milias, o distncto tocador de armonium de sua in-
veuco o Sr. Pedro Clementini, propoe-se para ir
Linden, Wild & C. raudaram o seu armazem
de fazendasda travessa do Corpo Santo para o lar-
go do mesmo n. 13.
Aluga-se
o bem conhecido sitio na estrada no Monteiro, o
qual foi oceupado algum tempo pelo Sr. cnsul
hespanhol, tem excellentes commodos para grande
familia, tem seu jardim bem tratado, tem bom poco
de agua de beber, cocheira, estribara, casa para
i criados, e todo fechado de muros, tem dous portoes,
I um na frente da estrada, outro no fundo que tem
sabida para a margem do rio para o bello banho :
quem o pretender, dirija-se ma larga do Rosario
n. 21, a fallar com o proprietario Henrique Jorge.
Ainda est para alugar-se o sobrado na rua
dos Coelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas.
um traje o. mpleto y ara nowaf
composto de vestido de fil d*
seda (blond), capella, ramo do
peito, voebor2eyuins por S^$,
alm do vestido ha ainda urna
poredo de fazenda para fazer-
se novo corpinhe : na rua do
Queimado n 10, l ja de Fer-
rao & Maia
rentes Hara Pa.
A loja da Aurora, na rua larga do Rosario n. 38,
recebeu riquissimas guarnicoes de pentes Mana
Pa, os de melhores gostos que tem chegado a este
mercado, assim como tambem tem de muitas ou-
tras qualidades, tanto de atar cabello como de
marrafa.
Redes com laeo de fila.
A loja da Aurora na rua larga do Rosario n. 38,
recebeu redes com lacinho de fita para conservar
o cabello, tanto pretas como de cores, ditas de
tranemha e sem Jaco, tudo isto vndese barato ;
avista faz f.
^ende-se urna escrava moca com habilidades
e um preto crioulo moco, e um moleque de 6 an-
nos de idade : na rua do Queimado n, 4, seirundo
andar.
per i al n. 179, casa de Dourdo & Irmao, que ser
recompensado.
PREDIOS
Terea-ffira H do corrale.
1 sitio na ma da Fundir I i
curas obtidas por
estas pilulas, tanto as molestias proveni-
entes da impureza do sangue, como as mo-
lestias venreas, como sejam gonorrhas,
Quem cstiver habilitado responda, se um capa- bouboes, cancros e empigens, das quaes ha
docio pode ter casa de commissoes de escravos diversas pessas que pdem attestar estas
ATTENfUO
sem pagar os direitos, e se pode tirar passaportes
e despachar escravos para o Rio de Janeiro sem
dar ca vaco algum ? deseja saber o
Gordura.
chaos proprios, muradlo? t^T. AmT T
dentro 4 asas'terrea!Ttodw "L '^S?*?
Miguel Marques de Lemos retirando-se para
Lisboa, deixa por seu procurador nesta praca para
tratar de todos seus negocios seu primo Manoel
Marques de Lemos, c pede desculpa a todos seus
amigos de nao se despedir pessoaimente.^
Aluga-se o segundo andar do pateo do fa-
raizo n. iS : a tratar na rua da Roda n. 17.
curas. Estou encarregado pelo autor de
que o queiram honrar com o seu convite. A cele-
brdade que tem adquirido sobre este instrumento
e a perfeicao da execucao das pecas musicaes to-
cadas por elle o torna digno de ser ouvido por to-
das as pessoas que sabem apreciar o verdadeiro
talento. Os pedidos podera ser dirigidos rua das
Cruzes n. 35, em frente typographia do Diario.
Vende-se a taberna do becco do Campello n
4, com poucos fundos.
Cambraia franceza de lindos padroes 40 rs o
covado, organdys de superior qualidade a 640 a
vara, lencinhos modernos a 360 o covado, ditos
Polaca cora duas larguras a 560 o covad r s na
rua do Queimado n. 43, esquina do becco da Con-
gregacao. '
BRUTOS
Para dentro e fra da cidade se manda conduzir
objectos por barato preco : a tratar no armazem
na bolaamarella da rua do Imperador no oito da
secretaria da polica.
Aluga-se a casa terrea da rua da Gloria n.
116, ladrilhada e pintada de novo o commodos pa-
ra grande familia, a loja do sobrado n. 35 da rua
dar an r iliroc hovimiontrie mij f *** Ma,ri e primeiro andar da casa n. 34 da rua
S.5!.?2."^^i^r^.. mac! de P.,_ I da Senzala Vetlia : a tratar na refinacao da rua da
lulas, sendo pedidas pelos delegados de cada
villa ou cidade.
AGENCIA PRINCIPAL
Rio de faoeiro. roa do Parto
n. IOO.
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
\a pharmaela do r. los Ale-
Ahiga-te a casa que tica ao p da do Sr. Jos
Gomes Ferreira, em Apipucos, com i salas e 6
com portao para f (joartos, por anno ou por festa : no escriptorio do
xandre Rlbelro, ana do
Queimado a. ia.
Senzala Nova n. 4.
Aluga-se um dos maiores armazens da rua
de Apollo n. 10 : a tratar na rua da Senzala Ve-
lha n. 96, padara._________________
TINTURARA. ~
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel o. 38, segundo andar.
Os administradores da massa fallida de Joa-
quim da Costa Maia, tendo entrado no exercicio de
seu cargo, convidam aos credores do mesmo fal-
lido para que dentro do praso de oito dias do pre-
sente annuncio lhe apresentem seus ttulos afim de
serem verificados e classticados, no pateo da ma-
triz de Santo Antonio n. 2, e no becco Largo nu-
merolA. Recife 9 do setembro de 1863.
Vendem-se duas casas pequeas na roa Im-
perial ns. 280 e 282 c 4 fiteiros para miudezas : ao
mesmo lugar n. 284.
Aluga-se a casa da rua
ruado Coto vello n. 12.
do Pilar n. 39 : na
Os Srs. Jos Junes de Paula, Antonio Ban-
deirade Mello, Minervno Augusto de Souza Leao,
e Joao Paulo de Carvalho apparecam rua de Hor-
tas n. 24, primeiro andar, a negocio de seus inte-
resses.
Jargoprojectado para a c*aCtt^*S i ffiSX

Antonio (te Cruz Peixoto retira-se
Bata.
Precisa-se de urna ama para casadle pouca
familia : na rua Nova n. 7, primeiro andar.
para
Aluga-se o segundo andar por cima do Flix
alfaiate.
Por 9Ag mensaes.
Aluga-se o 4. andar e sotao do Sobrado da rua
da Cruz n. 40: a tratar no armazem do mesn
sobrado. Z^
sobrado.
Precisa-se
annos : na PassagenTda Magdalena
- OSr.
alugar um moleque Atf 12
n. l^refinacao.
a 15
padre Francisco Virissimo Bandeira,
visto ter chegado de sua nova morada de Bonito,
digne-se dar cumprimento ao que promeueu em
sua carta, rua do Mondego piara n. 13.
Alufam-se a loja do sobrado n. 193, e arma-
zem 171 da roa Imperial; annazem n. 4 da rua
do Apollo, e a casa n. 17 da roa do Burgos: n*
iua da Auroran. 36.

Har bouquets
Vendem-se cravos brancos grandes e cheirosos :
na rua larga da Rosario, casa n. 26, terceiro andar
Vendem-se ps de cravos brancos de todo o
tamanho : na rua larga do.Rosario, casa n. 26,
terceiro andar.
Vendem-se casaes de pombos bons baledores :
na rua larga do Rosario, casa n. 26, terceiro
andar.________^________________
Vendem-se casaes de porquinhos da India :
na rua larga do Rosario, casa n. 26, terceiro
andar._________________________
Le i le puro
Vende-se ao p da vacca: na rua do Sebo bu-
mcro 35.__________________^^^^
Sitio ova vroder.
Vende-se um excellente sitio muito perto da
praca na estrada de Santo Amaro n. 2 defronte do
sitio do Maduro, em chaos proprios, com casa de
vivenda de pedra e cal, com sotao, cosinha fra,
cacimba com boa agua de beber, boa borta e boa
"^jipara canira, tendo muitas e boas arvores de
frnatoV trata-se na rua dos Gnararapes n. 28.
"y" los Srs, veodelhSes.
Vende-se palha de carnauba e carne secca do
serlao por precos muito commodo : no armazem
raim Francisco de Alem, no Forte do Matto.
>


Diario de Pernamkuco Quarta feira le de NcicwJ>io le Sa.
GRANDE EXPOSIClO j nninf,io tt* 4000
de fazendas haratU >a, ra da Imperatpiz, a. 60.
Neste estabelecimento acha-se um grande
e variado sortimento de fazendas, tanto de
luso, como de priraeira necessidade, pro-
prias para ra praca e para o mallo, que se
ditas" com 24 jardas a 7030! e 8 na. loja kdo Pavao, na ra da Imperatriz.
n. 60.
Reos vestidos brancos.
Vendem-se os mais ricos vestidos de cam-
braia brancos, bordados a croch, sendo os
vendem por precos rauito resumidos, de lo- mais modernos que tem vindo ao mercado,
das as fazendas d5o-se amostras, deixando tendo as saias 4 pannos, e vendem-se pelos
penhor, ou mandara-se levar em casa das baratos precos de 10?, 120 e 16 : s na
familias para escollierem, pelos caixeiros da loja do Pavio, rua da Imperatriz, n. 60, de
toja do Pavo. Gama & Silva,
L&as com O palmos de largara Crande pechincha em baldes, na
na loja do Pavo. i loo loja do Pavo. *
Vendem-se laazinhas transparentes de urna' Vendem-se os melliores balos do arcos
scr, de quadrinhos proprias para capas americanos, que sao os melliores por se
c vestidos, tendo 9 palmos de largura, pelo nao quebrarem ; pelo baratissimo preco
baratissimo prego de It400 o covado; s de 3J e 30500 ; sendo de 30 arcos por 4$,
a ra da Imperatriz n. 60-, loja Jo Pavo.
e de 35 e 40 ditos, por 40500 : isto s na
loja do Pav5o, ra da Imperatriz, n. 60, de
Gama A Silva.
O Pavo vende ISas de 4 palmos
de largura a AOOrs.
Vendem-se laazinhas infestadas, sendo das Lencos de seda a 80# rs. so o
msis modernas, de orna s cor e de qua- j Pavo.
drinhos, proprias para vestidos e capas, pelo' Vendem-se lencos de seda de cores, lisos
baratissimo preco de 500 rs, o covado; di- e com listas em volta, garantindo-se esta-
las matisadas, fazenda muito Gna a 500; di- rem em perfeito estado, pelo barato preco
tas garibaldinas a 440 rs.; ditas de qua- de 800 rs,: s na ra da Imperatriz, n. GO,
dros a 360 e 280 rs.: s na loja do Pavo, loja do Pavao.
ra da Imperatriz, n. 60. de GuimarSes &
Silva,
L&azluhas a OO rs. o covado.
S o Pavio.
Vendem-se Ias de cordaozinho proprias
para vestido, sendo muito boa fazenaa, com
as coros segu ntes: alvadia, cor de eaf.Txo
escuro, claro e pretas, proprias para luto ;
ditas transparentes com palminhas, pelo ba-
rato prego de 280 rs.; ditas infestadas de
quadros a 280 jk. : s na ra da Imperatriz,
n. 60, loja do TOvao.
Cortes de 15% a 9&000 a na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de laa matirada, tendo
15 covados cada corle, pelo barato prego de
70300 e 60000, sendo claras e escuras; di-
tas infestadas tendo 12 covados a 30500; di-
tas de cordaozinho a 20500: na ra da Im-
peratriz, n. 60, loja do Pavo.
GRANDE PECHINCHA
a o rs. na loja do Pavo.
Cassas a 110 rs.organdv a 210 rs.
Vendem-se muito bonitas cassas francezas
a 246 rs. o covado ; rgano"y malisado, pa-
dres muito bonitos a 240 .rs. o covado;
ditos, fazenda finissima que sempre se ven-
deu a 10000 avara, liquida-se a 000 rs. a
dida, ou 300 rs. o covado, por haver grande
porgad : na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavo, de Gama A Silva,
PANNO PRETC A 20000 E A 20500 rs.
so o Pavo.
Vende-se panno fino preto muito -encor-
pado a 205 20000; corles de casemira prela infestada
d 4(3*000 O KfttOOO I c na loja t\r\ Divun Tlll
da Imperatriz, n. 60.
Cirande pechincha em roupa na
loja do Pavo.
Vendem-se-palits de cores claras e es-
curas a60OO, ditos todos debrunhados a
7JJ000, ditos de panno preto muito boa fa-
zenda a 7#000, ditos sobrecasacados a 120,
caigas de casemira a 40, 40500, 50, 60 e
70, ditos de caxemira da Escocia a 30; pali-
tos de dita de 40 e 40500 ; coletes de ca-
semira prota e de cores, camisas de todas as
qualidades, e ceroulas : tudo isto vende-se
para liquidar na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz, n. 60, de Gama A Silva.
As bareges do Pavo.
Vende-se modernissimas bareges malisa-
dos para vestidos, pelos baratissimos pre-
gos de 480 e 500 rs. o covado : na ra da
Imperatriz, n. 60, loja de Gama & Silva.
FAZENDAS
NA
\ova loja de Custodio, Carvalho
4t Companhia.
$7RA 1)0 Q KI.VJAUO 27
Cambraia
organdis para vestidos a 240 rs. o covado.
Madapoln
fino proprio para camisas a prego de 8 a peca.
Cobcrtas
de panno de Unta grandes a 2,5000.
Lenfes-
de panno de linho grandes a 2.
Para mesa
pannos adamascados para mesa a lo00.
Guardanapos
adamascados a 24 a duzia.
Toa! has
ESSENCIAS DEPURATIVAS.
Anli-svphililica e uli-rneumatica
Approvada pela imperial
academia de medicina.
COMPOSICAO E PREPAKACAO DO
Dr. Ernesto Frederico ios Sanlos,
Phaitnaceutico pela escola de medicina
do Rio de Janeiro.
Estas cssencias cuja formula j fui ap-
provadapela academia imperial de medi-
cina do Rio de Janeiro, e pelas quaes seu
autor foi premiado na exposico nacional
de 1861 c com duas medaltias na expo-
sicao de Londres, sao sem contesta^ao o
mais efflca i de todos os medicamentos at
hoje conhecidos para o curativo de todas
as molestias syphilicas ou que dependam
de urna altcrafao do sangue.
Distinguem-se estas essencias pelos ns.
1 e 2, cujas formulas variam considera-
velmente, a de n. 1 empregada com o
mais feliz resultado as molestias vene-
reas ou que dependam -de alteracao do
sangue, como, cancros venreos, chagas
syphiliticas, boubas, affecc5es herpeticas
e dartrozas, nas blennorrhas, leueor-
rheas, vegetatoes syphiliticas, escrophu-
las, escorbuto, ery pelas etc A de n. 2
tem sido eropregadi exclusivamente pa-
ra debellar os rheumatismes syphiliticos
o gotosos e as exostoses ou|" taraores
osseos.
Acha-se a venda este precioso medica-
mento na roa do Rangel n. 62, pibarma-
cia de Medronho & Martins.
1TTEYC \!o.
PABA OS FREGUEZES DO MATrO E
DA PRvQV.
Na Arara
Grande liqnidaco de fazendas sen re-
45--RUA DIBEITA-46
Eia,
rapasiada, corageml parece
jena oe preco, na ra da 'nipcra- entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
Iriz, loja e atmazcm da i rara, n. xos do pessimo calcamento da nossa cidade!
86, de Lourenco Pereira Alendes s.se observa em vossos ps botinas acalca-
Guimares.
Vende-se baratissimo para ver cortes de
cambraia com babados bordados com pe-
SSSStoqae de cuPim a ,500' 1G0e
pOO; pec^s de cambraia com salpicos
brancos e de cores com 8 varas a 2)5500 ;
camisas de meias de 13a para servico a 500
fn!as(capils de cr' de fantazia por
lU^uuo, fazenda de 20/ : s na loja da
Arara, ruada Imperatriz, 50.
A Arara vende os enffeites
a 10OOO.
Vende-se ricos enfeites para cabeca de
sennora a 1SOOO; meias cruas muito lar-
i gas para senhoras 320 o par ; lencos de
.retroz e vidrilhos para pescoco de senbora
? ""inas. a 50 rs.; ditos de seda, finos a
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos ncm tanto !
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to 1 Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor___attendei:
Borzeguins, Nantes, bozerro c va-
queta 2 e meia solas .... 8#300
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustro 2 solas. 8#000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerfo, lustre e couro de por-
co 7e........60000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta
%
Na ra do Queimado n. \', esquina que
tolla para a Cotigregaro ; pechincha.
Paletots de casemira a 5, 6, 7, 8, 12 e 14*000,
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 18
uitos sobre-casacos du panno muito fino por 24 e
28, ditos de alpaca prcla e de cordao a 4, 8, 6 c
/, caigas de easemiras de cores a 5, 6, 7 e 8,
ditas pretas a 6|X, 8,9 e 105, paletots de fustao
o ganga a 2*. 25800, 3 e 45, calcas e colletes de
tafias asquahdadese por pr.ro nmiio barat, len-
coes de puro 1, nho a preco de 2,i0o e 3, cobcr-
usdeclntaa2540,collarinhos de linho poro a
600 rs. cada um, e oulros muitos objectos aue s*
a vista ; e para isso se pede a attencao dos fre-
guezes.
linho puro.
No escriptorio do Euzcbio Rapbael RabHe, na
.rua da Cadeia n. 5o, wnd m-se ancoretas com cx-
cellente e puro vinlio tinto de Lisboa, rnentedes-
tinado para gasto de casas particulares per serre-
mettido pelo proprio fazendeiro ou lavrador.
Cola da Ifiahla
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
2 C meia solas.....50500 vc^o, no seu escriptorio, rua Ja Cruz n. 1_______
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......5)5000
Sapate, Nantes, sola e vira.
rX'C W0
1/000 ; ditos com Tranja a 10500 j'ditosde; SosParamenina, comlaco.
M,i, An-------i _, i Ditos de ditas, de cores.
SEM NEC.1 \UO.
QJINQUILHAfilAS.
Rua do Queimado, ns. 49 e 55, lojas de I sol d seda comfranja par '
Itabo, quoi. uu -er ver a fawndas nina? #*&<* q ffQo: n
80
1)5100
-Joa BigoJ
que dbalxo anuuicio, pofs todas eu gaionicr rainz,
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodo de to-
das ascresa...... .
Duzias de lidias com 200 jardas, A~
lexandre, a..... -.
Carrilel de qualquer numero ,
Varas de aspas para balo .. a
Caixas com superior obreias a .
Ditas de colla ....... 40
Pares de botes de punho a 120
Pares de sapatos de tranca 1#280
Ditos muilo superiores, a l^OOO
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de meias muilo finas para se-
nbora a........
seda de uma s cr para homens e meninos
a 800 rs.: na rua da Imperatriz, loja da
Arara, n. 56, de Mendes GuTmarSes.
Guillabas 4a Arara a 320 e a 1,000.
Vende-se goll'mhas com punhos e boto-
sinnos, muito ricas e bordadas a 1(5000 ; di-
tas so om botSosinho a 320; chapeos de
. na rua da tmpe-
loja da ai aro, n. 56, de Mendes
Gu roa raes.
Arara Teude os baldes, a ooo.
Vende-se bales de 20, 25, 30,35 e 40
" arcos pelcdiminuto preco de 3000, 30500,
1004,5 80 loes de madapolo por 35500 ; ditos de
40 brilhanlinas linas com listas a 4/000 e4,5500:
3)500
Duzia de ditas cruas para boraem a 2400
para m'ios pelo preco de 400 rs. cada uma.
lustan brnco
O Pavo vende chitas francezas
a NOr.s.
Vendem-se chitas rancezas a 280 rs.;
ditas escuras com muilo bom panno a 320;
ditasa 360; ditas muito finas e muiloen-
corpadas a 400 e 500 rs. o covado; sopa
loja do Pavo, rua da Imperatriz, n. 60.
Nova pechincha de cortes de
camhraia na loja do Pavo.
Vendem-se corles de cambraia brancos1
conr babadoi. 2,51500; ditos a 3000; ditos
a 4^000; ditos chinezas a 40001; pecas de' pr0priopara roupa"d7menino7"pdo barato pro$
cambraia transparentes, adamascadas, pro- i de 320 rs. cada covado.
prias para vestidos, tendo 8 varas e meia a I ntremelos
30000; ditas lisasbrancas e decores a 2^500, linos bordados pelo barato preco de 1360 a peca.
30000, 30500, 40OJO e 50000 ; pecas de' ,Babados _._
cambraia de carocinhos tendo 8 varas e meia bordados de ,odas "J?8 peea 2*s00'
cada uma. sendo brancase de cores, a 30500;' bordadas a 6W m e ,
ditos a 20500; pecas de cambraia para cor- Camisinhas
tinados, sendo tapadas e transparentes com de cambraia para senhon a 25.
20 varas cada peca a 90000, isto tudo para Baldes
apurar dinheiro: na loja do Pavao, rua da, de arcos para sennora a .'t600.
Imperatriz, n. bO, de Gama A- Silva. BaKaa do madaimlao
mM para meninas a 25500.
popelina a Ciarlbaldl.
Vendem-se as mais modernas popelinas!
de quadrinhos miudos e grandes, sendo fa-|
zenda imilaco de cassa, propria para ves-
tidos, tendo de todas as cores, a 320 rs o
covado; na rua da Imperatriz, n. 60, loja do
Pavio.
O Pavo vende chales
Baralhos muito finos para vollarete a
Carrileis de linha com 100 jardas a
Carios de linha branca e de cores a
Novellqs de linha com 400 jardas a
Ditos muito glandes com 800 jar-
das a .......
Cartes de linha com 200 jardas (est
se acabando a ......
Vara de Ota preta com colxetes para
vestido, e tem um resto parda a
300
30
20
60
;120
60
100
W^Aa
Um
confeito e especifico para
expellir os Vermes.
A* 20000, 20500, 30000, 50000, 60000.<
70000, 8,000 e 100000.
Vendem-se chales de merino estampados, i
claros e eseuros a 20, 20500 e 30000; ditos!
muito finos de todos os precos e qualidades, I
tanto de ponta redonda como quadrados;;
assim como lioissimos chales de crepon com
cores inteiramente novas e ricamente bor-
dados a matiz, sendo chegados pelo ultimo
vapor a 100000 ; ditos de pello, bordados,
a 20 : s na loja do Pavo, rua da Impera-
triz, n. 60.
As easemiras do Pavo infesta-
das a ieeo.
Vendem-se easemiras francezas entesta-
das, proprias para calcas, coletes, palitos,
e capa para senhoras, por ter de uma s
cr, sendo fazenda que sempre se vendeu
a30000. liquida-se a 10000 o covado: s
na loja do Pavo,
O Pavo vende
A 100000 ma4apolo Elefante.
Vendem-se pecas de finissimo madapolo
marca Elefante, sendo fazenda muito larga
com 24 jardas cada peca, pelo baratissimo
preco de 100000; garantindo-se quo val
muito mais dinheiro ; dito marca Aguia a
80000; dito marca Pavo a 70000 : na rua
da Imperatriz, n. 60, loja de Gama- Silva
Grande peehlncha em chapeos
de sol na loja do Pavo.
Vendem-se chapeos de sol, a ingleza, sen-
do cobertos de linho e forrado de verde, pro-
prios para senhoras que forem passar a fes-
ta, ou para meninas levarem para a escola.
sem SEttinroOo
Objectos de tintura e msica.
Na rua do Queimado, ns- 49 e 55, est
queimando ludo pelos precos abalxo decla-
rados, e prestem oda a attencao para ver
o que bom e barato.
Duzia de facas e garios muito finos a 20300
Dita dita dila de cabo preto muito
finas a.........302QV
Dita dita dita de balanco, raelhor, a 505OO
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .......406
Ditas ditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de alfinetes de ferro a 80
Bitas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes 120
Caixas de phophoros de pao .. 10
Grosa de ditos do gaz a 20200
Duzia de dito dito. a 200
Massos de palitos para dentes a 160
Livrospara meninos todos cheos de
calungas a.......320
Abotoaduras para coletes a 160
Escovas para roupa.muito Anas a 400,
500 e.........800
loja da rua da Imperatiz, da Arara, n. 56,
de Mendes Guimares,
Sapatos para senhora e homem,
tapete.........
Sapatos de borracha para senhora.
dem idem para meninas. .
Sapatos de lustre para senhora. .
dem de lustre as avessas .
40000
30500
20800
800
10400,
10000!
I0000'
500
Potassa da Russia.
Acaba de chocar no navio Queen of the Fleet, a
mais superior potassa da Russia, e vende-se a
preco commodo : no largo do Corpo Santo, escrip-
tono de Manocl Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19
hua da geizaUa iNova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.

o galio CANTA.
Vendem-se superiores charutos suspirosa 5200
J sabido nup m,,i i ca(1-i meia caixa, ditos de diversas marcas, caixa
Europa, e3|i ,i 1 d chega vapor da d(! 10rIia,tllos a ,-5200-d'"* de ditos, meias eai-
-- -o, ,n* w a 600 rs. : no deposito da rua Nova n. 58.
Ricas cobcrtas de veludo a 8,000 rs.
Vende-se ricas coberlas para cama gran-
de, aveludadas, a 8000 ; ditas de fusto
para cama a 50000 ; ditas de damasco de
lindos gostos a 4d000 ; ditas a 20000 : rua
da Imperatriz, loja da Arara, n. 56.
Arara vende chales a 300.
Vende-se chales brancos com pequeo to- 7
que de avaria a 500 rs.; ditos de tarlatana a
500, dilos ae merino limpos a 300 0; ditos
de laazinhas finas a 1600 ; ditos de ia e
seda a 20000 : na
numerosos freguezTa",' '.tontorias "de MY-
gosto o da ultima moda que por elle re-
cebe, como sejam:
Camisinhas para senhoras.
Requicimas camisinhas com manguitos c
gravatinhas para senhoras: s no Vigilante,
rua de Crespo, n. 7.
Cirigolinkas.
Riquissimas cirigolinbas ou gravatinhas,
sendo cousade muito gosto, e a primeira
vez que apparece para s senhoras de bom
gosto: s no Vigilante, rua do Crespo
o. 7.
Pentes de concha.
Tam bem chegaram riquissimas guarm-
es de pentes de Ddo gosto, tanto para
atar, como para marrafas, por precos ra-
s no Vigilante, rua do Crespo,
fedes com iacinhos de fila.
Lindas redes pretas e de cores com um
Pilulas inglezas de pobre-homem.
Pilulas doDr. Alian.
Salsa {farrilba do Bristol.
Remedios do r. Chaule.
Pilulas americanas.
Remedios do Dr. Kcmp.
Rob l'AOectenr.
Sortimento de papel para forro de salas o nutr-
Dicdes : vende-se na botica e drogara de B. F. de
Souza & C, rua larpa do Rosario n. :tV.
rua da Imperatriz, n. o6, | ^ pe,0 baral0 ^^J im,. assim como & niho n. 19.
Ciiro e l>ico.
Vende-se grao de bico a 45 a arroba, e 160 rs. a
libra : no armazem progressivo n. 9 no largo do
Carmo. _____________________
^1 ssucar do 1)1 ontei.ro
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 re. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.______________________
\cnde-sc cal nova de Lisboa : no largo do Cor-
escriptorio de Masoel Ignacio de lmi-
de Mendes Guimares.
J admira Arara romo vtac liaralo.
Vende-se ricos riscados com 14 covados
a 200 o covado ; cortes de chitas com pe-
queo toque de mofo a 2'000 ; ditos lim-
pos a 20000 e 20500; ditos de cambraia
branca com palmas solas com uma vara
de largura a 20000, pecas de cambraia
branca a 2/500, 30000 e 30500 : rua da
Imperatriz, n. 56.
Arava vende as laziiibas a 320 rs.
os novos-enfeites para cabeca a 30000, 40 e
50000: s no Vigilante, rua do Crespo,
n. 7.
Ligas.
Riquissimas ligas de seda de bonitas cores
a 10500; assim como fita propria para o
mesmo effeito a 500 a vara: s no Vigilante,
rua do Crespo, n. 7.
Lunas de Jorin.
Tambera chegou e chegam por todos os
vapores grande sortimento de luvasde Juvin.
aonde os freguezos podem escolher : s no
Vende-se laazinhas finas com quadrinhos.-- ... (,
de cores a 320 rs. o covado ; ditas a 400, "g,lanU- r
dilaVfhfestadas finas a 5'0, ditas de duas
la^Afas de uma s cr proprias para capas
de senhora a 500 o covado: rua da Impe-
ratriz, loja da Arara, n. 56 de Mendes Gui-
mares.
Oh, qiic pechincha a 210 rs., chitas largas.
Vende-se chitas francezas com pequeo
Eutrcmeios e babadinhos.
Tambera chegaram grande sortimento de
entremeios e babadinhos, que se vendem
por baratissimo preco de 10jOO a pecinha:
s no Vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Fivellas para cinto.
Tambem chegaram grande sortimento de
lindas fivellas de ac e de metal com pe-
A' U'iith ru Linaria Universal
roa tio Imperador n. M
0 utono coccrao de poesas por An-
tonio Felicia -o de rastille.
0> Amores de P. Ovidio Nasit. Para-
pht-asc por Antonio cutiano tle
(astilho ; seguida pelagrinalda ov-
an por .losreliciandeCasttlha.
Oilhographia Parta^Ria p i* Jos Fe-
liciano de ("aslillio.
Aimanak de Castilho paa 186i.
Vi nho do Porto superior.
Veade-se en caixas de una diizia : no eseripto-
rio de Antonio Luiz Oliveira Azvedo & C.
loque de mofo a 240 rs. o covado"; 'ditasdrinhas e sem ellas, pelo barato preco de
Kmpas muito finas a 320, 360, 400 e 500 o 120 e20500, dando-se a fila para as mes-
DE KBMP.
gas
Os meninos s pedan gritos, porque
ellig gfio de cheiro, sabor c cor agrada-
veis. A elegancia, a segnridade de ac-
jao, o inoft'eiiivo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A PAR tH SU A
Composiao exclusiraniente Vegetal,
6o estas pois as mas melliores e mais
completas de todas as recommendaces
que 6e possa fazer e com justa razo as
eolloco na categora d'um favorito uni-
versal.
A snperioridade das
Pastilhas de Eemp
sobre todas ns preparaces destinadas
para o mesmo tim 6 devido sua sim-
ples composico o seu aroma agrada-
vel e rapidez e infallibilidade com
que alcanca a destruico total das
LOMBRIGAS.
720
160
500
100
200
sem si:<-r\no.
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
0 rival sem secundo, rua do Queimado,
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
rato que nunca vendeu, para o que queiram
ver :
Duzia de sabonetes finos a .
Sabonete inglez, o melhor, a .
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., .
Ditos de dita grande a .
j Ditos de Lavande ambreado, o me-
lhor, a........
' Ditos de macaca oleo muito bom a .
Ditos perola muilo superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........500
Ditos de banha branca a 320
| Dito de cheiro muito bonitos a 500
Ditos de banha, pequeo, muito fina
..........200
Dilos de opiata a 200 rs., e boa a 900
Dilos de banha japoneza a 800
Ditos de banha transparente a 720
Ditos de oleo iloconne a 800
RIVAL
SEM SEGUNDO-
Objectos diversos.
Rua do Queimado, ns 49 e 55, vende os
objectos abaixo declarados, pois para aca-
bar; estes precos nao sao para continuar,
mas as nesessidades assim o permilte.
Pares de luvas .de algodo finas a 80
Caivetes de aparar penas, de 1 fo-
lln a ,........
Ditos de2 dilasa
covado, na loja da rua da Imperatriz, 56.
Arara vende roupa fel a para
lioiuesii.
Vende-se palitos de casimiras inglezas a
30500, 40000o 50000 ; calcas de ditas in-
glezas 20000 e 30000, coleles da mesraa
fazenda a 20000, carnizas francezas finas a
10600, 20000 e 28500, ditas inglezas com
abertura de linho e prega larga a 30000,
seroulas francezas de linho a 10600 e 10800,
chapeos de massa prelos e de cores a i 0600,
2*00e 20500, dilos de palha muilo no-
vo a 20500, grvalas de seda de cores a
320 e 500 rs., lene s brancos finos a 20,
meias cruas a 120, oh 1 que pechincha; na
rua da Imperatriz, loja e armazem da Ara-
ra, n. 56. de Mendes Guimares.
Madapolo da tiara a 1,000 rs.
Vende-se pecas de madapolo francez in-
festado a 4000 e 40500, dito inglez muito
fino a 60500, T, 80,9/ e 100, pecas de
algodozinhoa 40500, 50000 e 505<>O mui-
to encorpado, tambem se vende muito bara-
jo brelanha de linho, brim de linho fino a
10280 a vara, guardanapos para mesa a 200
rs. cada'um: rua da Impetatriz, Joja da
Arara, n, 56.
mas : s no Vigilante, rua do Crespo, n. 1.
AGENCIA
DA
FUNMCAO DE L0W-M00R.
Rua da Senzalla ova u. 52.
Neste estabelecimento contina a havor
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.___________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnstqn C,,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Cal de Usboa e potassa da
Rnssia.
"\ .'iide-se na rua da Cadeia do Recito n. 26, para
onde se mudou o antifro c acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos c
legtimos e se vendem a preeo mais barato do oue
outra quali|iier parle.
y
vende-se
um negro de meia idade. bem ro-
Misto, proprio para qualquer servico, sabe eozinhar
o diario d urna rasa, e tambem sabe botar cana
na travesea do Pdate n. 26 sobrado.
ATTENCAO.
\endem-se qaeijos do-sertao de eoalba e roan-
teign, muito novos a 480 e .O rs. a libra e eai-
\nrs de doce de goiaba muito superior com 3 li-
bras a 640 rs. : na rua Direita n. 14.
Moldados a preeo fabuloso ep-
tima qualidade.
Xa travessa das Cruzes n. 6, taberna, vendem-se
os seguiutes gneros: raanteiga franceza a melhor
que h.i no mercado a 560 rs. a libra, dita ingleza
a 720 e 640 rs., agurdente do canna engarrafada
ha 3 annos a 240 rs. a garrafa, que parece de
Franca, dita de pipa a 200 rs. a garrafa, e caada
a l-il o, espirito de vinho a 280 a garrafa, e ca-
llada a 1600, vinho o melhor que possivel da
Figueira a 480 a garrafa, e caada a 3500, dito
mais baixo a 400 rs. a garrafa, dito do Estreito a
320 a garrafa, vinagre branco proprio para con-
serva a 320 rs. a garrafa, azeite doce de Lisboa a
600 rs. a garrafa, dito de carrapato a 320 rs.
\ olas a Mara Pa.
A loja da aurora na rua larga do liosari n. 38
receben ricas vollas pretas a Mara Pa, assim co-
mo tambem recebeu rap rolao francez tanto em
libras como em meias libras, oqual se vende tanto
i em licracomo a retailio do mais fresco que tem
ehegado.
Vende-se uma casa na rua da Roda n. 2, fo-
: a tratar no pateo do Carmo n. 7, segundo
andar.
venda as boticas de Caors & Barboza,
.pelo "barato preco de 1060 ; ditos marque- rua da Cruz e Joo da C. Bravo C, rua ^XSSSm francotes a"
ziuhas, de seda com franjas e cabo de do- da Madre de Dos.
brara30OOO; ditos de seda para homens, |---------------------------------------------------
V sendo com armacao de balea a U e 70, isto j AOS SRS. CONSIMMIDORES DE GAZ.
para apurar dinheiro : s na loja do PavSo, j Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
rua da Imperatriz, n. 60. i na rua do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
Caxemiras da Escocia a 20OOO yende gaz liquido americano primeira quali-
80
160
40
360
o corte.
Vendem-se cortes de caxemira da Esco-
cia, para calcas, pelo barato preco de 20,
tendo da mesma fazenda para vender em '
covados a 580 rs., sendo esta fazenda mui-
dade a retalho a 100 a lata de 5 galbos, as-
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e sendo
em porc3o mais barato que em outra qual-
to encorpada a imitaco de caxemira, e ga- Kad da Senzalla n 42.
rante-se que n5o desbota. Tambem se ven- / Veode-se, em casa de S. P. Johnston 4 C,
dem cortes de caxemira ingleza, d credfsns e silhoes iriglezes, candieiros e casti-
escoras para calca pelo barato preco de caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
1800 cada corle, ou a 500 rs. o covado : i chicotes para carros e montara, arreios para Caixas de folha com phosphorosa
s na loja do Pavo, rua da Imperatriz A carros de om e dous cavallos, e relogios de Ditas de pos para den tesa .
d. 60. ooro patente inglez. I Pentes de tartaruga a 30000 e .
Duzia de dito francez a .
Massos com grampos lisos e de cara-
col a .........
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Dilos de barro que serve para tin-
teiro a........
Grosas de botoes de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a .........
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a........
40
160
100
160
20
60
100
ESTABELECIMENTO COMMERCIAL
DE
;CALDER4RI1 E FUMHCjAO DE .HETAES,.
Sito na rua do Brum u. 40 junto
a fundlco do Sr. Bowmani. perteneente a
Villaca iriuo dt C.
Neste estabelecimento encontrarlo os freguezes um completo sortimento
de tudo que diz respeito as artes de caldereiro, funileiro, latoeiro, ferreiro e
fundico, e os abaixo asssignados que o dirigem, promettem servir a todas as
pessas que se dignarem de os procurar, com promptid5o, sinceridade e pre-
cos muito rasoaveis. O dito estabelecimento estando montado em ponto
grande, tanto no que diz respeito a pessoal, como em materia prima, e tendo
habis offlciaes, pode executar com toda a perfeico e seguranca qualquer
obra tendente as artes cima mencionadas e affoitamente pdem os abaixo as-
signados assegurar ao publico que nenhum outro estabelecimento Ihe pode
fornecer mais barato e mais perfeito do que elles, visto que recebem de sua
propria encommenda todas as materias empregadas em ditas obras.
Sinos de 16 libras 8 arrobas.
Parafuzos de bronze e ferro para ro-
das dagua.
Torneiras de bronze e bronzes para
engenho.
Encanamentos de cobre e chumbo de
todas as grossuras.
Alambiques simples e continuos de to-
dos os tamanhos e dimencSes.
Machinas de cobre para destilar e res-
tilar espirito at 40 graos pelos sys-
temas de Logiere Derosne.
Carapucas e serpenfinas de cobre, e
estando, avulsas.
Taras e tachos de cobre para engenho' Bombas para' cacimbas, aspirantes e
erefinacao. de repucho.
Paroes de cobre e todos os cobres ne-1 Bombas para destilaces.
rXSa!;iOSpa-50abrCOdoassucar-iDitas Para regar jardins, borlase
Cobres para rodas de moer mandioca. capim
Machinas econmicas para lavar roupa Ditas para navios e barcacas de varias
o melhor possivel. | qualidades e dimencoes.
Cobre em lencol e arrodellas, estanho em barrinha, chumbo em barra,
lencol e canos de todas as grossuras.
Yillafa Jrmo & C.
A praso ou a dialielro.
Vende-se uma excellente barcaea de 28 a 30
caltas, muito bem construida, e apparelhada : a
tratar na rua de Apollo n. 4. primeiro andar.
Farinha de mandioca
em saceos grandes, e de superior qnalida*
de ; no armazem de Tasso Irmilos, roa do
Amorim, n. 35. _______^^
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na rua do Vigarfo n
19, primeiro andar.
Potassa da Kossia.
Vende-se em casa de N. 0. Bieber 4 C,
successores, rua da Cruz n. 4.
Auencao
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca a melhor que exis-
te no mercado |tor ser de Santa Catharina, a bor-
do do patacho Fris>a, entrado neste porto no dia
11 do crreme, por menos do que em outro qual-
quer barco : a tratar a bordo ou na rua do Amo-
rim n. 43.
L-tlrfin/iliP.i. ifffrn f'tfV Wfflfl JS?) "TiPii i/rtf^W
Vende-se
urna cscrava moca que cosinha bem, cose, lava e
engomma, sem vicios nem achaques, a qual de
uma senhora que por precisao a vende : a tratar
na thesouraria das loteras rua do Crespo n. 13.
Vende-se a Historia do Brasil de Sutthey :
na rua estreita do Rosario n. 19. sepundu andar.
Vendc-se barato..
Riscados escocezes para vestido cores lisas a
200 rs. o covado, organdys de gostos inteiramente
novos aGOrs. a vara ou a 340 rs. o covado, cha-
peos de sol de seda para senhora e meninas a
SflSOO : na rua do Queimado n. 42, loja.________
= A loja da aurora na rua larga do Rosario n
38, recebeu voltas pretas a Maria Fia e vende mui-
to em cont, recebeu rap rolo francez e vende a
2S00 a libra e meia libra a 15400; na mesma
loja.tem grande sortimento de miudezas Anas mui-
to ah conta a vista dos compradores se dir o pre-
cde tudo.
r BARATO.
Vendc-se por baratissimo preco um guarda r%n-
pa de senhora de gosto moderno e novo, e de
^amarello na rua do Cotovello n. 11__________.
Negocio de vantagesn.
Vtyde-se um grande sobradajDNn duas fren-
tes em lugar muito aprazivel eilfcco, na tr-
ruezi da Boa-Vista : a tratar no largo da Assem-
la n\
Taixas le ferri.
Vendem-se taixas de ferro do mais acreditado
fabricante e por proco mais razoavel: no arma-
ren! de assucar de Jos da Silva Lo) o & C
MOTILADO




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de eriut>m o QnH* fe Ir IO de eteaabro de 1 Mis.
GRANEO E COMPLETO SORTIMENTO DE MOLHADOS
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Vlnhos em pipa: Porto Fgueira e Lisboa, a
4oo, 44o, 5oo e 56o rs. a garrafa, e em
caada a 2,56o, 2,8oo, 3,ooo, 3,5oo e
4,000 rs. do melbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
Porto mandado vir de conta propria a
lo.oeo rs. a duzia e l.ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado, das seguintes marcas : Duque do
Porto, Feitoria, Nctar, Vemo Secco, Cba-
misso, Madeira superior a9,ooo rs. a cai-
xa e l.ooo a garrafa.
dem Bordeaux das memores marcas: St.
Julien, Medoc. S. Esteph e otros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duxia.
dem muscatel de Setubal verdadeiro a 2, ooo
rs. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Por-
to do Alto douro a 2,2oo rs. com o gar-
. rafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira
muito proprio parar a nossa estaco, por
ser mais fresco a 2,4oo rs.
Vinhos velho chamisso em barril muito pro-
prio para sobremesa por ser muito claro
e macio a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a.i,-- '
Vinasre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
v4 i,-iis. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
masso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra.
Mem franceza chegada pelo ultimo navio a
54o rs. e em barril a 5oo rs.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra c o
pote separado.
Banha de porco a 54o rs. a libra, e em bar-
ril se far abatimento.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs. cada
um
dem lndrinos os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,ooo a
8,5oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz carouo e do MaranhSo a 3,ooo rs. a
arroba e loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porgao ter abatimento.
Caixinhas de ameixas franceza de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,5oo, 2,ooo, e 3,ooo rs.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
ginja, pecego c alpech a 5oo rs. a lata.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, e em la-
tas de 1 /> e 2 libras.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 3,ooo rs.; tambem ha em
latas de l.ooo e 3,ooo cada urna,
Cha huxim miudinho mandado vir de en-
commenda especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-se a boa qualidade.
dem hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianea-se ser igual ao que regular-
meuw ac cuc a 3 ooo e 3 9nt\ rs.
Mein pretomuito buo a .swo rs. a libra.
dem mais baixo, e miudo proprio para ne-
gocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre 'o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs., a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a Ooo rs. a garrafa
e lo,5ooa caixa.
Ricas caixinhas com confeiles e frutas seccas
muito proprias para mimos pelo baratissi-
mo prego de l.ooo rs. cada urna,
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
outros a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo a
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libra, ha caixas, meias e quartos.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs.
a libra.
Azeite francez clarificado a^8oo rs. a garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. o pote.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Mdho painco a 140 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vom oo noaao morondo ooo 10. a libia,
e em caixa tera anatemento.
Sabo massa de 180, 200, 220 240, rs. a
libra do melhor.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna.
Papel greve pautado e liso a 3,500 rs. a res-
ma.
Azeite doce de Lisboa muito fino em barril a
640 rs. a garafa, e em porcSo ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas a
l,ooors. agarrafa e lo.ooo rs. o gigo
com urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo, 6oo,
7oo, 8oo, e l.ooo rs., o caix5o grande.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez, e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Velas de carnauba e composicao a 32o, 36o,
e 4oo rs., a libra, e de lo.ooo a H,ooo rs.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa a l.ooo
rs. aancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vem ao nosso mercado
pela sua boa qualidade.
Massas para sopa macarrao talharim e aletria
milita nova a 48o rs. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 4,ooo, 3,5oo, 3,ooo e 2,5oo rs. a
caixa.
Scrveja das melhores marcas a 5,ooo rs. a
7,000 rs. a duzia.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies
Lunch, Cobin, eoutras a l,2oo rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
1,8oo rs. a lata.
Iem Craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5.5oo, e 11,ooo rs. a lata.
Massa de tomate pm latas da Gw 7oo rs.
cada urna.
Sardinha de Nantes a 36o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijollo de limpar facas a 16o rs. cada um.
Ceblas a 9oo rs., o molho.
Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
a 14o rS. a libra.
Pimenta a*6o rs. a libra. &
Cominho, cravo, erva doce, enxofre, palitos
de dentes em caixinhas que tudo vende-
mos por baratissimo preco.
Ricas caixinhas com confeites e fructas sec-
cas muito proprios para mimos pelo bara-
tissimo preco de l,oo rs. cada urna.
i
-
BaratUsiinas bandeijas. Novas cintas elsticas pura scnlioras
A aguia branca por muitas vezes tem da- casadas,
do a COnhecer que quando acha alguma pe- A rcconhccida utilidade desas necessarias cin-
ebincha, nao quer somente com ella encher ,as "asiicas fez com que em breve se acabassem
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa 1s 9ue,vie.rain d.a primeira vez, deixando assim
freguezia e o publico em geral prvem da S^Wa^^.^ b^nffS
aesma, o que agora mesmo acontece com dou buscar mais algunas, que acaham de chear.
ssae; baratissimas bandeijas, cuja limitarlo aindil ais perfeitas que as primeiras, ssopor se-
e precos admira, em relaco aostamanhose re2 menores; agora, pois, podem as senhoras ca-
qnalida.l'S' avista do eme convm todos a- f8."", Pr!venirem-se, mandando-as comprar na
^fol^ 1 h q V luja.d aguia branca> rua do Queimado n. 8. Se a
proveitarem-i>e dessa opportuna occasiao e agina branca precisasse de scme'.hante obra de
proverem-se d'um traste sempre necessario, cfrtodesia vez nao (icaria sem ella,
que^^custar quaSi metade do justo va- Encoaimeodas d'aguia branca recebi-
das pelo ultimo vapor.
Ricos pentes de tartaruga com chapa de madre-
pcrola.
Bonitos loques de madreperola.
Delicadas canelas de dila.
Lindos chapeozinlios de setim para baptisados.
Bicos de seda brancos c pretos.
Bonitas caixinhas com msicas e sem ellas para
costura.
Trancelinsde Iaa para enfeites.
lor. Assim, pois, dirigirem-se com dinhei-
ro ale-jre e espncosa loja d'aguia branca
rua do Queimado n. 8. i
Os afamados copos rom hanlia. o
boles cotn losciipces.
Chegaram novamentc para a aguia branca'
esses afamados e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boies de por-
cellann dourada tambem com banha, e novas Fi'as de seda estritas para ditos,
mscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade- u^las de velludo com listras para barras de ves
Aspas de balda para vestidos.
ROUPA FEITA
NO
ARJIAZE.U
DE
RUA DO QUEIMADO N. 46
DE BTM?
I
DE
3LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer-por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tera um dos melhores professores, assim como tambem tera um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
30000
250000
maviosas e jocoserias, mui ade-
cuado para presentes resta porem qeos apre-
ciadores concorram, munidos de dinheiro, :
alegre e espacosa loja d'aguia branca rua do
Queimado n. 8.
4-raxa econmica.
A aguia branca acaba do receber assa acredita-'
da graxa econmica, cuja superioridade est ge-1
ralmont'' reconhecida ; essa boa graxa so torna
Meommendada, tanto porque o calcado lustrado
com olla (! \ i [lorfcitamente lustroso ao menos
tres dias sem necessidado de novo unto, como
mesmo porque sua proparaoao appropriada para
amainare conservar o couro"; ella vem em caixi-
jjli.is o barrizinhos, o acha-se venda na rua do
Queimado n. 8. loja d'aguia branca, aos rozumidos
precos de 400, 300 e GiO rs.
Ditas de ac para espartilhos.
Bandes de dina.
Pulseiras de comas para meninas.
Paos para abrir lavas e port-charutos.
Essoncia de ail para engommados.
Pos hygienicos de Lubin para dentes.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito d'ires para extinguir as caspas.
Vinagre aromtico para vertigens, d(
beca, etc. .
Cosmeticrae surflflepara cabellos.
Pomada para bigode.
ltcnda de fil, lisa.
Delicadas i esou rinhas d'aeo para
bordados e labyrint bos.
i para vertigens, dores de ca-
BabadlnhoscKl relise bordados r A pedido de a,?umas nhoras suas prodicletas
tESrnaruad0Qaeiaa0"8'*di,g^ S?^Ks^,S^uts,dessasde-
. proprias
para bordados e labyrinthos, e urna vez chegadas
como de facto chegaram. a aguia branca convida
Vodem-se na rua do Queimado. loja d'aguia LLfitS'l?! SUa? ^f frenezas Para
trancan 8 "J1* "b"' aproveitarem-se da occasiao e bem empregarem
i seus 25 em cada urna dessas finissimas tesouri-
, nhas. na certeza de que perder por chegar tarde;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-'
gre e espaeoso ninho d'aguia branca, rua do Quci-
nado n. 8, onde tambem ha outras curvas e direi-
tas para unhas.
Capachos camprdos c redondos
TERCOS
e roroas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
Bam Servir a tmla a sua freguezia, notou que ainda
nao havia feito algum agrado a aquellos que pru-
dente e acertadamente rosando, oumprem dever de
Itom ahrstao, e quando reparou essa sua falta,
mandn vir e acaba de receber delicados tercos e
cortas de cornalina com cruz do prata, os qoaea
neixa a disposi^ao dos Deis que esuverem dispostos
a gastar 1*500,25e :i5 para possuirem um bonito
terco ou coroa, com os quaes podem mesmo pedir a
Deoj pela prosporidade d'aguia branca, em seuale-
gra e espaeoso ninlm da rua do Quoimadu n. 8.
iSahuzinhos com perfumarlas e
sem ella.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasquinhos de rheiros por 15300 c vasios por 800
rs., servindo estes para meninas, e mesmo iara
ias.etc, etc. : na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
f Jubas maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca rua do
Queimado n. 8.
Novisslinos e boultos enfeites
para eabecas.
Quando o bello sexo sentia a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recabe urna sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servindo isso para sanar aquella falta,
e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Conora possam melhor real-
sar e mostrarom o apurado gosto que as
Ruia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
tante fino com continhas d'aco, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 5,5,
Pentes de concha.
Com as novas o diversas guamices de
pentes que a Aguia Branca acaba de rece-1
ber, veio tambem urna pequea qualidade j
de pentes de concha que com graga e acer-
tadamente servem para o moderno atado dos
cabellos. Elles sao de bonitos e agradaveis
moldes, edelamanho pequeino como con-
vem para o fim que sao. E' esta a primei-
ra vez que d'elles aqu chegam, por isso
que a moda 6 novissima. pelo que ganha-
rao a palma aquellas senhoras que primei-
ro se apresentVem cora elles, para o que
os mandarlo comprar na lo;a d'Aguia Bran-
ca, rua do Queimado, n. 8.
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrecasacas idem, 30J e .
Ealetos idem e de cores, 259,
20^1, 15 e......
Ditos de casemira, 20^, lo9,
12^, *04t e......
Ditos de alpaca, 55 e. .
Ditos ditos pretos, 9#, 70,
50 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60, 50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100. 80e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 50, 40500 e 40000
Ditas de brim branco c de co-
res, 50, 40500, 40 e 20500
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....20500
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 c......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
Ue........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
05OO
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30500,30 e .
Seroulas de brim de linho,
0400 e......20000
Ditas de algodo, 10600 e. 10400
Camisas de peilos de linho,
50, 40, 30 e.....20500
Ditas de madapolo, 30,
20500,20 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. .
Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda,- 120,
110, 70 e......40500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas. |
Toalhas para rosto, duzia, 110,
90 e........60000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....
Lenges de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
70000 Peonas d'aco, as mais superio-
40000 res, a grosa......
! Relogios de ouro orizontaes,
30500 900, 800 e......700000
50000 Ditos de prata, galvanizado,
*O0OOO
70000
.30500
30500
30000
40000
50000
70000
70000
10600
80500
20000
040
FAZEMDAS ROITPAS 1'EITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280, 300 e 350. casacas
muitobem fetas a 250, 280 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de 160 at
250, ditos de'.casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e case-
mira de 80 ate 140 ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de alpaca e
mermo de 70 ate 100, caigas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cor de 70 at
oj, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de brim
... ,, ,.~ ,--------7" "." t>'""uc wmuciiiu ue Kutrijuas unas e mooer-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino e senhora, ceroulas
de unno e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para hornera e se-
nh^f' niie^tUma g7fnde ?bri,ra d? alfai,ate' onde recebemos encommeudas de grandes
n5Siq,H ? sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um
SSmi i- dC KnC0.en a breiros escolhiJos> Por tanto executamos qualquer obra com
promptidao e mais barata do que em outra oualauer casa 4
Wi ^ W^$
DE
TOBAS AS QUALIDADES
DE
ANTONIO MAIA DE BBITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIL1 VA.
N. 21Antiga rua dos Quarteis de polica -N. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f,
que gosam os meus cigarros e para poderem dar consumo aos seus andam?endendSte o
na.praga como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus*fS t
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando ne'soa al'nmi7S
4*000 i Por minha conta fra della, fago o presente annuncio para 2^ que^^era gato Sor
3;>0 SffL;lpara segun?? dos senhores consumidores deste genero e esSlmcntfos L
20000 SS 'S0 qUC, dS 0S massos de ci-arros meSad?asaCOmUmdlSt'nCt,VO qU0 dedara mU n0me' "orne da rua ^o nuS la
1 Aproveitoa occasiaopara scientificar aos mesmos senhores, que constantemente
encontrarao um completo sortimento de cigarros de diversas qualidade!, e d?Sh0So
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida. nuD0
600
No a' mazem de fazendas bara-
tas de Santos Celho
Rua do Queimado numere 19.
Vende-se o seguinte
Coborlas de chita
da India pelo barato prego de 2&.
lonjees
de panno de linho a i&.
Lente do bramante
de linho fino de um s panno pelo baratissimo
preco de 3,J.
Toalhas aleeeboadas
para maos pelo barato prego de 53 a duzia.
t esiiilinhos de seda
para menina pelo baratissimo prego de 4J.
LencM de seda
para algibeira pelo barato preco de 1.
i patentes e orisontaes, 400 e
.6f> e.......50000 Obras de ouro, adergos, meios
Ditos de gorguro de seda adergos. pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 60, 50 e 40000 aneis c cruzes.
300000
i i viuu %o
DE '
DE
FRANCISCO ANTONIO CORREIA CARDOSO,
tu > Ja > v & y
Rua do IIruin. V. Si.
POR MENOS DEZ POR CENTO
NOS
Ainiizi:\s
mwmmw i muwmm
DE
4(DA(5iriim 8, OXDQ 8B!(DS,
tB. 21 E 23-LARGOrno TERfO-NS. 21 23.
Recebem por conta propria a maior parte dos gneros existentes nos seus arma
! zcn5 e por isso dehberou-se seu propnetario a vende-los por menos 10 > Z do
nutra nnaniinr nnrlu ,r-,r.i,,i;.l.l.. .,..........:_______i_-j_,_ r *v /O UU
| outra qualquer parte, garantiddo a superior qualidade.
Lelam lodos.
que em
Actia-se novamente aberto este anligo e proveitoso estabelecimento, nromnto Dar L .. I^elam lodos.
executar quaesquer encommendas de ferro fundido, batido ou de bronze moendas para ante'?a ing|oza especialmente escomida a 72o e 8oo rs. a libra.
eDgenhos, com vapores ou sem elles, tudo com a maior promplid5o, perfeigao e com- i franc.eza de Pnmena qualidade a 56o rs. a libra, e em barril a 54o rs a a
modo prego ; tem varia3 obras promptas da melhor e mais solida coostruccao aue n-' rT? ^ p 0"r. do mercado a loo rs. a libra e 3,ooo rs. a arroba ou s*wn'
dem ser vendidas por metade de seu valor, como sejam : Cafe d0 Rl e do Ceara o melhor neste genero a 28o e 32o rs. a libra
Ricas saias de fustao
60 e 70 dinheiro vista; pelo barato prego de 50300.
na espagosa e alegre loja d'aguia branca rua
do Queimado n. 8.
Alhtins o>m perfumaras.
Muitas vezes aconteca que se procurando urna
r>el!a galantina para se offcriar a urna senhora ou
menina em seus aniversarios, ou mesmo na
amarracan das mestras destas, se nao acliava cousa
3ne satisfizesse, agora, porin, i nao deve succ'e-
w asiim porque na loja d'afrma branca encontra-
ira o pretendente bellos objecios para esse lim so-
fcrc-sahindo enlre elles esses bonitos Albuns'com
perfumaras, cujo (rosto c novMade Ihes d pri-
maiia. A aguia branca foliar de conten.' se
cssas offertas recatrem sempre em suas predilec-
tos freguezas, e yuando assim nao seja, nao faz
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-
ade do objecto, querer desde logo alistar-te no
numero daquellas. Em todo o caso havendo di-
meiro, dirijam-se rua do Queimado, loja d'aguia
tranca n. 8, que tudo se arranjar.
Chegaram luvas de pellica para a loja d'a-
guia branca, rua do Queimado n. 8.
tapi de f assa
fim'ssimos proprios nara algibeira pelo baratissimo
prego de 2 e 20400 a duzia.
Cortes de caifa
de (ranga amarella de lista e quadros pelo bara-!
tissimo prego de 10200 o corte.
Pefasdf madapoln
fino largo pelo baratissimo prego de 80.
P*f8 de hreuha
de rolo com 10 varas pelo barato prego de 30200.
Pecas de embraia
de sajpieos flna com 8 1|2 varas pelo barato preco
Atoalhalho de linho
com 8 palmos de largura proprio para toatha de
mesa pelo barato prego de 20300 a vara.
Barege
de lindos gostos pelo barato prego de 440 rs. o co-
vado.
Esleir da hdia
nropriapara forro de sala de 4, 6 e 6 palmos de
largura.
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecidas de bronze com parafuzo de rosca quadrada.
Rodas de espora, carretas e rodetas angulares.
Parafusos e cavilhoes de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singela.
Agulhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras cora bronze,
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qualidades.
Tasase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios tamanhos.
Cnvos e portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Una machina de destillagSo continua do autorCollares.
FogSes americanos econmicos para casa de pequea familia.
Fornos de fazer farinha.
Tubos de chumbo de, todas as grossuras.
Cobre em arrobas e folhas. dito, dito.
Folha de Flandres em caixas, bom sortimento.
Chumba em lencol e em rolos de diversas grossuras.
E urna grande porgo de pegas de obras tanto de ferro fundido como balido ou de
bronze que seria enfadouho descrever.
Espera, pois, o propietario deste estabelecimento que o publico sempre benigno
e prestar toda sua confianga e allengao.
Batatas novsaife rs. a libra, em arroba a l,4oo re. e em caixas de quatro arrobas por
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e 3,ooo rs a harria
Palitos do gaz. vindos por conta particular, a 2,3oo rs. a groza. ^ca#
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs
Vinho do Porto em garrafa de superior qualidade a9oo rs. a garrafa
dem em pipa Figueira e Lisboa a 4oo rs. a garrafa, e a 3,ooo a caada
Mi lio alpista o mais limpo que ha no mercado a i6o rs. a libra, e a arrroba a 5 non r*
Velas de spermacet, composicao e Aracaty, a 4oo, 36o e 64o rs. a libra
Toucinho de Lisboa novo e grosso de primeira qualidade a 32o rs. a libra, e 9,ooors. a
a7P,P d!lm,deSteS gT,f ha,utros.muit0 baratsimos, assim como cb do mefcor
SL7a?' lina8TC' Ceb,as' alhos> VmeUl> nimbos, erva-doce, charutos de tod^ *
qualidades. chouricas, sabo verdadeiro de 16o a 24o rs. a libra, genebra de ? I?
qualidades, que tudo se vende barato e quem duvidar venta ver. ^m M
Polasaa nacional.
Vende-se superior potassa do Rio de Janeiro, da
mais nova que ha no mercado, a prego muito com-
modo; no largo do Corpo Santo, escriptorio de
Manoel Ignacio de OHveira Filho, n. 19.
Cal de Lisboa
Cal virgem chegada hontem em ancoretas mui-
to bem acondicionadas e por preco commodo: no
anh|odepo^tonA) Trapiche n. iVarma-
zem de Manoel TeiaM Basto.
PAPEL
de cores para lisias de elellores
A aguia branca suppde que nao faz mal em oue-
recer aos athletas uns nacotes com 23i folhas de
papel de cores, que pae servir ptimamente para
lisias de eleitores, e tanto melhor por custar cada
pacote o diminuto prego de 05OO, e ser cada um
de urna s cor, o que dilHeil de encontrar a nao
ser na rua do Queimado, loja d'aguia branca o. 8
Na mesma loja tambem ha de ontras qualidades
branco e azul, assim como anvelq>e?.
I 1 MI < VO DA AURORA.
f
MUTILADO L
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo. a mais antiga no imnerio. enn
Unua-sea executar com a maior presteza e perfeigao encommendas de toda aSaudade
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte : m"-"**'
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e tamanhos
Machinas de vapor de di vafeas qualidades.
Taixas fundidas e batidas. V
Crivos e boceas para forradlas.
Bronzes e agnilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua. / *
Guindastes fixos e portateis. *
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de $jo para serrana.
Fatechas para barcos, etc., etc., todo por preco que bem coavida.
J ILEGfVEL
^



Diario de Pernaaibuee Qiiarta felra ltt de eteaibro de 1 .
s)
.
i?
fmm
GRANDE ARMAZEM
AB
ES
ymwmeommmmmjmcim&mttK
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
BE
-2?mmm$wEsmmxte
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
N 36, RA DAS CRV2SS N. 36
DO
balrro de santo Antonio.
0 propietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para benx servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus ja bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos presos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
eternos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, anda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmopede aos senhores que mandarem comprar, neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
cio com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das.
Crazas n. 36, que se vendem os melbores gneros por mais barato preco, porque estes
murtas vezes olvidam-se e v3o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
.fc
TODOS
06
VAPOBDS
se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECI1KM0,
COMPLETO
SOUTIMEXTO DE MOLHADOS.
vende-se em porco e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidSo qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
O
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O
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2 yi 3
a. * 8
2 i
2
C
Manteigai ngleza de i.* qualidade, a 800 rs.
a libra.
dem de 2.a qualidade, a 700 rs. a libra,
dem franceea, chegada ltimamente, a 6oo
rs. a libra.
Batatas em gigo de arroba a l,5oo rs.
Mages chegadas ne vapor mglez,
Ervilhas muito novas a 24o rs. a libra,
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 2 2,3500.
de superior qualidade a cada
xinha.
Mostarda preparada em potes muito nova a
400 rs. cada ura.
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
Drecos dos seus acreditados gneros, como abaixo vera nao obstante os precos menciona- (nito doce francez 800 rs. a garrafa
>*" Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatona- Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que serao to
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Prestes novos e grandes cstabelecimentos de molhadns, encontrar o respeitavel
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, expostos yerdt
todas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesquer outro estabelecimen-
tos d'esta ordem, pois para b cios para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde j encontrar o res-
peitavel publico sempre os melhores gneros do nosso mercado, e por precos bmatiss-
mos como abaixo verao, a saber :
Massa de tomates a G40 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a iO rs. a libra.
Massa estrellinha para sopa a 5oo rs. a libra.
Macarro, aletria e talharim a 48o rs. a li-
bra.
I Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Amendoas a 320 rs. a libra.
AvelSes a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 1 a libra.
Ditas em frasco por 2800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 35ooo j
a arroba.
Dito dito do Maranho 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
mais fresco que se pode desejar a 700 rs. vem ao nosso mercado, a 300 rs. a h
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1. e 2. qualidade a 85500
e 8dfc00 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranho a 120 rs. a libra
e 34200 a arroba.
neste genero a 240
Avelaas as mais novas
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Juenne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
-superior e mais propino para a nossa esta-
co por ser mais fresco a 20400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30260.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 20000 a libra.
Chocolate para 9oo, l,ooo e i,2oo rs. a li-
bra. .
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas de v'.nagre de Lisboa
a 10100 com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
gus a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguimos marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Mcdoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
houricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta deBordeaux, Plaiser des
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Hude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias c quartos.
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa; Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porco ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
a canmla.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.1 qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,* dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem embarrilo mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1,000 a garrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
de nossos socios, como sejam: Camoes, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Gha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas.
Garrafes com especial v
tendo 5 garrafas a ,5oo rs.
Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
a 16o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
rs. a garrafa.
Azeitonas a 320 rs. a garrafa e I,3oo a an-
coreta.
Batatas inglezas a 6o rs. a libra e 1,8oo a
arroba.
Banha de porco a 55o rs. a libra.
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Dito miudinho a 20800 a libra.
Dito do Bio a 10800 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e-a,Dito preto a 10900a libra.
l,2oo rs. a caada. 'Charutos de diversas qualidades a 10200,
Garrafes com 5 garrafas de vinagre de Lis- 10500 e 30 a caixa.
boa a l,loo rs. Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Champanhe das marcas mais acreditadas a Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a 8oo rs. e a Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
l,ooo rs. a garrafa. | Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,
tambem temos das mesmas marcas para 4,
e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,ooo rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem
para 4,ooo rs. a duzia.
Graxa em latas grandes a l,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de muita duraro a 4oo rs. cada urna.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e28ors.
; Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a groza.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixao.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Farinha do Maranho a 160 rs. a libra,
ha Dita flor de laranja a 10 o frasco.
; Feijo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
Figos a 32o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas a 5oo rs.
Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafes de 14 garrafas por
40600.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Passas a 4oo rs. a libra.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 24
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cenejas de marcas superiores a 500, 560,
600 e 640 rs. a garrafa, e 50500, 60
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra. -
Sardinha de Nantes a 360 c 400 rs. a biv
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a ICO rs.
Vellas de spermacele do gaz a l,2oo ts. -
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 40000.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360 c 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 50500, garrafa >
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a 500
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a garrafa
480 rs.
Dito dita superior, caada a 40 e a garrafa
a 500 rs.
Dito Estreito, caada a 30200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafes de 5 garra-
fas por 10400.
Dito em caada a 20, e a 260 rs. 5 garrafa.
inho do Porto con- j GeJ^ de aperche chegada no ultimovapor Mantejga in0glezior a 800,900 e 10 a libra.
a 640 rs.
abatimento.
a garrafa, e em porco ter
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 110500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodlnha e pe-
vide a 500 rs. a libra e 40500 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
-ffltas de 2 libras a 8oo rs. pechincha.
Genebra de Hollanda garrafes com 16 gar"
rafas por 6.5oo rs.
de vinho Lisboa a idememfrasquerasa6,3oors.e6,5oors.ea
56o rs. o frosco aflianga-se ser verdadeira.
V?.!^T^lS^7filPlrafi"Sa! Wcm de botija em barricas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
dem com 5 garrafis de superior vinho Fjh
gueira a 2,4oo rs.
dem com 5 garrafas
2,loo rs.
Manteiga franceza a 6oo e 64o rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Vinho do Porto em garrafes de 5 garrafa
por 20500.
Dito dito engarrafado a 10 e 10200.
Dito lagrimas do Douro a 10400 a garrala.
Vinho branco^ffeTisb a 720 rs,.-HLgarra&-"
e 50 a caada.
^Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 40500
a caada.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1 ,ooo rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
vindo j engarrafado de Lisboa a 64o rs.
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 '/* 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri- Licor francez de todas as qualidsdes em
cas estampas na caixa exterior a l,3ooi garrafas de vidro brancosa 72o e8oors.
l,6oo 2,ooo e 2,5oors.
dem em latas de, 1 4/j e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
mnito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quali-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciados.
dem em caixinhas emticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que lia no
mercado a 4oo rs. a libra ea6,ooors. a
caixa.
ermeticamente lacradas a
FUJIAO ttO BOWMAff-llUA DO
BRITUI 3S*
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber: '
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Bodas dentadas, angulares e de espora.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades' Taixas de ferro batido e coado.
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo.Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs. | Alambiques de ferro fundido.
.,.,,. Fornos para cozer farinha.
refinado do fabricante Pelanol e Moinhos para moer mandioca.
Azeite doce
outros a 8oo rs.
a garrafa.
Arados americanos, etc. etc.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
Ameixas francezas em frascos de i l e 3 h- 360 rs a |ata
bras de 10400 a 20808, tambem ha latas .
!, 08 U Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada om.
Marmelada imperial, dos melhores conser- Cebollas o mlho a 900 rs.
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Fructasem caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Rolacbinha ingleza, a mais nova que se pode
Abejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranho muito arva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarinado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Uae Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Breo, a 320 a libra e 80 a arroba.
Erra-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do no9so mercadea
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 10120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
Palitos para dentes em caixinhas doujgdasi*-40GOQ a casada.
Coposflnos para agua a 60000 a duzia.
Salmo em latas
8oo rs.
Lagostim cm latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
6oo e9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48ors. alibra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de bmego m calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
res.
dem em latas grandes, proprias para hinche,
com 5 a 6 fibras por 2,*oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 6oo rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs. ,
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguezas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casa mole 4 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 8oo rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32) rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva a 8o rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Macarro a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a ooo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Bio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. a libra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo.ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pe\ide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem hyason a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior
2,ooo rs. a libra.
dem nacional a i,6oo rs. a libra.
Batatas muito novas a8o rs. alibra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiroi, messecipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a *,ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, 2,5oo,
2,000 e !,6oo rs. a aixa.
NADAm J 10 m TU, Ah-).,. Ii \C\1JI \0
XAROPE DE RBANO IODADO
provaQo
ADO DE
Segundo os atteslados do medico doa hospaee de Paru, omnignados no 1 r*MC. ira_:l
de tartos Acadmicos, este Xarope emprega-secom omaior succwao, em lugardu OLt Ufc tifa.
BACALHAO, ao qual ellerealmente superior. Cura as molestias de pello, as escrfulas, o NmpbaUwio. a
palllde* e molleta das carnes, as perdas d' appetite, e regenera a constituic.ao purificando o sangue. fcm
summa o mais poderoso depuratWo conhecldo. Elle nunca canea o estmago o ioduro de potassium e o ioduro de ferro; e administra-se com a maior emcacidade aos m,'"nus.f^
aos humores ou ao entupimento das glndulas. O Bontor Cacenave, do hospital de San Luir I a,
o recommenda d'um modo inteiramente particular as molestias da pelle, conjuntamente eom as pimas
pharmaclas do Braill.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza.
VNDESE
caixas com velas de cera de i a 16 em libra, assim
como em grume vindo de Lisboa, superior fazen-
da ; vende-so por preco commodo para fechar con-
fas, e em porcSes de urna barrica ou urna caixa
na ra da Cruz n. 23, cscriptorio '
mes.
de Almeida Go-
ESCRAVOS FGIDOS.
No dia 3 do corrente fugio a escrava de nome
Anna, bastante baixa, magra, nariz chato, bocea
grande e com urna grande cicatriz as costas, re-
presenta trinta e tantos annos, desconfla-se andar
em Santo Amaro de Jaboatao, por ter pertencido a
fabrica do engenho Contra Acude c ter sido com-
prada no dia 2o de agosto do corrente: roga-se a
quem a pegar leva-la ra da matriz da Boa-Vis-
ta sobrado n. 33, que ser recompensado.
No dia 20 de junho do corrente anno
fugio do engenho Trombeta um escravo de
nome Gon^allo, costumado a mudar o nome
para o de Joao Jos; este escravo foi creado
em casa do finado Martins Cordeiro, mora-
dor na Fazenda do Mimoso, freguezia de
S. Aguida, e desde a idade de 12 annos quo
fugio da asa do seu senhor e mudou o lo-
me, e durante 7 annos esteve sempre em
poder do finado Cordeiro. Signaes : idade
28 annos pouco mais ou menos, muito retbo-
rico, alto, cheio do corpo, o regeito do pn
esquerdo bveiro e ps mal feitospor ter tido
bixos, as costas com marcas de chicote, tem
2 dentes da frente tirados porem desemeon-
.trados, no p do queixo urna mar ou
- Fugio no di 9 do mezpfoximo passado um'fistu|a MTzm foi chicote, nao te barba,
mulato de nome Ignacio, cora os segmntes signaes: **. esauerdo um talho de
.estatura regular, tem una taino no aaro, levou ves- tem no iaao uo pe tsqueruu uui wuw *
tido camisa de madapolao e calca de brim pardo, machado, nos peitos urna marca de rogo tt-
foi encontrada na Estrada Nova montado n'um ea- manho de 20 rs. e na perna um geito no an-
vallo de carga e foi poneos das visto no bairro af. (m^ta o trouxer a Joaquina Justino de A.
da Boa-Vista : quem o apprchendcr pode eva-k enenho Catuana, freguezia do Bonito,
pateo do Carmo taberna n. 1, que ser bem M-1 u cu^um "u ~e
compensada 1 ser pago o seu trabalho.
100,000 de.graficac.
Contina fgido desde Janeiro o mulato de nome
Raymundo, natural do Ico, estatura regular, idade
de 18 annos, cabera chata, cabellos carapinhos,
testa grande, rosto oval com urna fstula na face
esquerda, maces salientes, dentes timados pontu-
dos, bocea regular e principio de buco, ps e maos
pequeos; estumava andar calcado, e intitula-
va-se livre : quem o apprehender dirija-se ra
da Cadeia doRecifen. 2!, Luiz Antonio Sequel-
ra que entregar a referida gratificac,ao.
Fugio de bordo do palhabote Arroio Malo,
um escravo por nome Amaro, com os seguintes
signaes: balxo e grosso, representa ter menos
idade da que tem (15 annos), edr cabra, cabellos
carapinhados, nanz chato; pede-se a qualquer
Sessoa que o agarrar levar ra do Trapiche n.
, que se gratificar generosamente.






I#**
8
Diario > Fernftmbnco uarte tetra lo e rtembro de t *s.
k

LITTERATURA.
Carta pastoral de ana eminencia o cartal
?rrebi.sp > Beiras, rondemnande e livr
ladaVida de Jesns, por E. Renn.
iConoluso.)
Os homens oslando convencidos separadamente "a.V0*' cus,aria ull"M>*> a vos que sois christaos,
'lo que devem ao innnilo se rcunirao para dar- Ir.,odas as ""Piedades que enchem o seu livro.
sao ministros de Deus servindo-o nisto mesmo. Pa-
gae, pois, a todos o que lho devido : tributo a
deveis tributo, impelo a quem daVei
temor aqtwmlMMrf taora a
Wu honra, (t) .
Aqui Acarnos, porque se custa ao coracao de
um bispo trabar-vos os principacs erros de "Renn,
m-
quem
Ibe signaos pblicos de seus sentimentos. Reuni-
dos todos como urna grande familia amarlo o pae
'oinmum. cantarlo suas raaravlhas, abongoarara
o seus beneficios, publicaran! seus louvores, os
.innunciaraij a todos os povos, e desejai o arden-
fementc da-I'>s a conhecer s naooes transviadas
Ficaries indignados, como nos propnos estamos,
pelas blasphemias deste escriptor que nega a di-
vindade de Jess Christo, que nada reconhece de
sagrado uos litros santos, e que em diversos luga-
res de seu livro se exprime de modo a nos fazer
duvidar se elle ere* em um Deus creador do cu e
da trra.
"lia recusou seus offerecimentos por interesse
oobre instincto de reserva, c de
i elevou a altara de sua des-
grana.
Fraca menina de quinze annosera sobre ella de
que anda nao eonheeem, ou esqueceram suas mi- i
tricordias e grandezas. (8) Entretanto, como o simples titulo do livroVida
l'ara nada deixar em pe do editicio religioso que jde Jesusunido aoalvoroco que causou em todos,
elle combate, abusando da maneira a mais extra- Pude engaar aos mocos, e as muitas pessoas que
nlia de alguus textos sagrados que elle pretende su niperfeitemente eonheeem as verdades da re-
entender melhor que toda a antiguidade christa, "K'30- tomamos como um dever condemnar esta
llenan ousa escrever que Jess Christo despresa to-
da intervcneo da parte do homem para com Deus,
e que elle nao instituiu nem sacramentos, nem sa-
i-iifirio, nem sacerdocio, nem ministerio algum en-
carregdo de ensnar as verdades da religiao, de
obra, e prohibir a sua leitura aos fiis confiados a
vossa solicitude pastoral.
Por estas causas : I
Depois de bavermos nos proprios examinado o
livro intitulado : Viede Jess, par Ernest Renn,
explicar a moral evanglica, de administrar as membre de Instituir : Paris 1863.
-ousas santas e de celebrar o culto divino. (9) Invocando o santo nome de Deus : Rcprovamos
e condemnamos a sobredita obra por conter un
siduidade de urna enfermeira. Se este amor fu-
nesto fosse pouco a pouco, toaa-lo ingrato Nao,
nio, nunca, esclamoa elle, alies raorrer t antes
nao ver mais nem a raeu irmao, nem aquella que
nos tem de repente captivado a ambos I Pedin
pois ao cu frgas para pagar a divida fraternal, hora em diante que cahia o encargo de dirigir
Deixou Harry ser feliz; nunca sen aegredo sahiu condazir v*lho.
de seus labios, abandonou seu paiz para ir deflnhar Tratava-se primeramente de o arrancar de Lon-
em urna regio longiqua. i dres, onde nao tinha mais que amigos esquecidos,
Harry desposou aquella a quem amava ; mas, e credores do,ados de muita memoria.
ah I a sua felicidade foi curta, no fim de um anno,! Nelly resolTCu lr vi ver no fundo de alguma pro-
sua mulher morreu, depois de o ter feito pae de vmc'a remta. Nao a seguiremos nos mil nc-
uma filha. | entes, as mil difflculdades que a Providencia lan-
Quandovisitestes a galera de retratos de urna ??" ^eosfs Pass?s ;el'ano faltou a sua mis-
antlga casanotes.es sera durida urna fglZ ^^dos JST 52^
tas vezes a mais bella e a mais graciosa, melga e' veliio e ella foram reenihi.ir.7 7 lD#ateara>
joven cuja fdgoes so represora noquadro gL ^^Z^C^tZ
as desgragas, e compensando toda, as fatas i""? ^^ *** *" aCOStUn,OU bem dePressa
, a ,. | este novo genero de vida; partilhou todos os tra-
Este mulher que Harry e William tinham ado-' balhos do bom pedagogo, Mr. S.mpson, o ajudava
rado, reviva em sua filha. '-------------------
Ule nao menos impo em suas apreciaees e
p:izos considerando sol outras relacoes a pessoa
grande numero de assercoes respectivamente te-
-. doutrina do Salvador do mundo. Em sua opi-1 n'erar,as'. ,ra')ias> escandalosas, sacrilegas, blas-
man Jess u.n n.nigo dricos e do poder ci- Ph*',na'or,a:''.eas) herticas e excommonga-
vil, um protector da anarcha ; sendo assim que I 3S' !.
rohibimos aos ecclesiasticos e aos Deis de
... liianto por um lado Jess abola toda autorida-! "0!;Sa dl0cese de Ir ou COI'orrer para que se lea
de religiosa, e toda especie de lago exterior de J su?ra mencionadaobra, sobas penas cannicas
ok-diencia, ou de communl.ao entre os discpulos r"lminadas con,ra s que scientemente lemas
de seu Evangelho, por outro quiz fazer desappare- f dos herejes e dos apostatas, hwresim conti-
cor das sociedades humanas toda especie dego- n">[rs'"''plantes, etc., etc.
v.rno. Dada om ReiIUS> e,c->a de julho de 1863.
Canfeal Gousset.
Arcebispo de Reims.
A affeicao de Harry por ella nao era mais s-
mente a affeigo de um pae, era um culto urna
adoracao......Para lhe poupar um soffrimento,
um desgosto, um enfado, elle teria tudo desafiado,
tudo, excepto o espectculo de suas lagrimas ; as-
a governar a multdo turbulenta de seus discpu-
los, o substitua quando eslava doente, o era um
espectculo tocante ver este joven menina arro-
deada de meninos quasi da sua mesma edade, e
todos doceis a sua voz.
Quando o discpulo favorito db mestre de escola
O quo listinguc a Jess dos agitadores de seu
tem] e de todos os scculos, diz Renn, o seu per-
frito idealismo. A certos respeitos elle um anar-
chista porque nao lem nenhuma idea do governo
civil; governo este que lhe parece pura e simples-
mente um abuso. Falla delle em termos vagos, c
como urna pessoa do posto que nao tem idea algu-
ma de poltica. Todo magistrado lhe parece um
\mm190 natural dos homens de Deus ; annuncia
noa discpulos as suas desavengas com a polica,
sem nunca pensar que nisto houvesse motivo de
1,rgonha. Nunca mostra querer-se substituir aos
poderosos c aos ricos. Quer anniquillar a riqueza
e c poder porm nao apoderar-sc deies. Prediz
aos seos dueipalos jiersegmcoes e supplicios, mas
nem urna s vez deixa jiresintir o pensamento de
1 asistencia armada. Que se omnipotente pe o
...Tiimento e resignaiHo que se triumpha da for-
1' I pela pureza do cor.nao. urna idea prepra de
Jv.-US.
c Jess, cominea Renn, nao espiritualista,
poique tudo para elle se termina na realisaeaa pal-
I ral nao tem a menor nonio de urna alma sepa-
rada do corpo : porm um idealista consumma-
do. a materia sendo paradle o signal da idea e a
.\iivssio real c viva do que nao apparece.
A quem se dirigir, com quem contar para fun-
dar o reino de Deus ? Nesto ponto o pensamento
ile Jess nao hesita. O que r el erado para os ho-
1 nado aos "!lin> de Deus. Os fundado-
1 es do reino de Deus serio os simples : nada de
1 i>os, de doutores. nem de padres : mulheres, lio-
uens do povo, humildes e pequeos. O grande
signal do Messias n ba nota annunciada nospo-
>*. Anatureza eihlliea edoce de Jess torna-
va-se aqu superior, lina inmensa revoluclio so-
cial, onde as posieoes sent invertidas, onde tudo
que offlei al neste mundo ser humilhado, eis o
-,cii sonho. (Id; ?
Esta nassasem enntm mais de nm erro, de tima
1 hsphemia, e de urna heresa; qualquer christao.
I ff wuccjoae conheea o Evan":ell>f>. potar isto.
1.0 fillio de Deus nao veio anniquiSar n riijne-
- / o poder dos grandes da torra ; quer pelo con-
trario que se d a Cesar o que de Cesar, reddite
qiur sunt Ca'saris Cursar i, et quo-sunt Dei
Dto. (11)
: eoBoriM a sua doutrina que o apostlo dos
sentios escrevia aos HnmifW :
Todo iioiuem estoja sujeito s protestados su-
I riores : porque nao ha poder que naovenha de
Deas, e os que lia, foram ordenados por Deus :
i palle |"s que resiste ao poder, resiste a ordem
Je Deus ; e os que llie resir-lireo a si mesmos
daan a eoftdemnacao. E pois nocossaro que
Catejaes sujeito las potestades) nao s pelo temor
do castigo, mas lambein por dever de eonscieiicia.
Por esta causa lambern lhe pagaos tributos, pois
C8) Encyelop. ou Diccin, das riendas etc. edi-
de Neofcnatel 176o, art. Religin
!'i \'i !:i de lesas p. 124. 223. el pa^sim.
i ini Vida de Jesns p. 12". 128. 120.
Uli Mai. c. ti v. 21. ^"~
iVKLLY.
Em urna fra tarde do mez de ttezembro; urna
carruagem de posta, partida de Londres, rodava
rpidamente sobre a estrada de Bri6tol.
O viajante que ella conduzia, tinha passado a
edade media da vida mas a sua cabeca calva as
rugas profundas de sua fronte fazlam adivinhar
qoe os soffrimentos anda mais que os-annost-
nhara apressado para elle a edade da velhice. Sem
parecer se aperceber de urna temperatura de quin-
ze graus, quando levantava a cabeca era para me-
dir estrada com um gesto tfc impaciencia,
Sotoreoassento traseiro da carruagem, estara
uro rapaz, sem libr, de deseses- a desesete an-
nos, que pareca evidentemente um groom impro-
visado, ou um pequeo lacaio de circumstancia ;
pertenda a classe pobre de Londres, e osen casa-
cao den nno interamente usado nao o teria qua-
si garantido do ar exterior, sem urna especie de
capote-espesso, cora o qual elle eslava embroma-
do, seodiapu, enterrado retto para diante, nao
deixara apparecer, senaoa suas faces rolirase car-
nudas, Pequeos olhos cheios de vi vacidade e de
intelligencia animavam este porte do rosto, mas
este rapaz, elle tambera, apesar de sua mocidade
c da alegre expressao de suas feices, pareca a-
tormentado por urna nqufctacao secreta, que as
ili>traccoes da vagem apartavam por momentos, e
quevoltara sempre. Tinlia sobre osjoelhoscom
preeaucao, urna pequea gaiola, que elle envolva
era um lado do capote, provavelmont
jada e entregue a indigencia, passando urna vida
precaria, cheia devicssitudes, e de combates, a
joven mulher, vergonhosa do excesso de seu in-
fortunio, nao ousava mais recorrer seu pae,
que duas vezes tinlvv eompromettido sua fortuna
para arrancar seu marido a infamia ; sempre pa-
ciente, sempre corajosa, sempre dcil contra a
sorte, da morreu, e deixou ao cuidado de velbo
dous orphozinhos, um menino de dez a doze an-
nos e urna-menina aindabem pequea chamada
Nelly, cuja edade e feicoes, recordavam-lheo que
era ella mesma quando a' morte lhe levou- sua
me.
G-av destes dous orphaozlnhos.forcado envnma
edade avanzada a procurar ama industria para
viver^ tinha conservado desde a sua mocidade, um
gosto muito pronunciado para os velhos quadros,
antigs curiosidades ; imaginouutilisar seusoo-
nhecimentos oeste genero para^crear um commer-
cw de troca e commissao.
Todava, o nnao, de Nellyr ttaha os traeos c 38
inolinacoesde san pae ; mas Nelly pareca-se etn
tudo cora sua me. Quando- Harry a tinha as-
senada sobre os- seus joelhos, oqne encontrava o
doce olhar de seus olhos azue, toe pareca qu
despertava de um sonho peni vel/ e que sua filha,
se liaba tornado-em urna crianea. Bem depressa,
o joven arrastado-pelo fogo de suas paixoes dei-
xou o tecto paterno : o velhoe Ndly Acarara
sos.
Foi entao que Harry dedicou esta anglica
creatura todo o amor que seu coracao tinha es.
perimenlado por sua mulher, e por sua filha. A
meiga figura de Ndly lhe recerdava duas outras
figuras nao menos bellas, nao. menos charas, e
sempre presentes a seu f'nsnmonto; duas mu-
lheres que o tinham amado como ella, e comedia i
o tinham tratado. com cuidado. A realidade- se
sim, quando ella conc edeu seu coracao a um ho-: idoecea> Ne,,y emo um anjo da guarda, veln s
mem indigno de um tal thesouro, Harrv, que teria |bre ,fe kM,gB noute8> e foi ella quem lhe fechou
devido ter a frca de resistir a suas supplicas,!030'1108' Fo* clla torobem quem encontrou pala-
consenta em um funesto casamenro; Despresada1 vras que P*"4"""3" at ao corado do desgraca-
por seu marido, depois arruinada, por elle ultra- do SimPS0- Hle chorou com a joven menina e
sua dr foi mitigada.
Assim vivia entre antigs meninas, ao lado- de
um cemiteno, oceupada uestes tristes cuidados a
pobre Nelly, mas-j suas forcas se tinham esgota-
doem consolar dous velhos. Ah I aquelle qoe lhe
devia particularmente a proloogacao de sou das
nao adevlnhava a expressao melanclica de seu
sorriso'effectuoso, nao va que as macas de suas
faces se coloriam de um vermelho escuro, tornado
mais visivel pela palidez do resto-de seu rosto. A
razao enfraquecida do desgranado o preservaya
dos tormentos desta ul'ima inquetfao.
Durante este terapo William, o mais moco dos-l
dous irraaos tinha viajado por paizesestrangeiros,
o proseguido s sua peregrinagera atravez da'
vida.
O exilio TBluntario a qae se tinha imposto nao
havia sido interpretado favoravelmente. Seu do-
loroso sacrificio tornava-se mais penivel anda pe-
las exprobacoes que lhe aitrahia. Esta circums
tanda e as que resultara da distancia torna vara as
communicaces entre elle e seu irmao mais velho,
difficeis, incertas, muitas vezes mesmo impossi-
vers. Todavia,dlasnaotinlsidodetal maneira
interrompidas, que nao soubesse, depois de lacu-
nas consideraveis entre cada informacao, urna par-
to do que precede. Entao a imagem dos cuidados
affectuoses de que tinha sido objecto, as- recorda-
Ces de sua infancia, os souhos de sua mocidade,
vieram mais que nunca se reuroduzir na sua ima-
gina^o. Cada noute lhe pareda que elle se tor-
nava cranla, via seu irmao a seu lado : apres-
sou-se em por em ordem es seas negocos.realisou
tudo quanto possuia e levando-urna fortuna suffl-
cienlc para dous com o coracao to aberto como a
mao, trmulo deeraocao, o peito anhelante chegou
urna tarde a porta de seu irmao.
Mas esta casa nao pertenciamais a Harry, cre-
misturava com a illusao. O irmao de Nelly, este i d!rt's desaP'edados o tinham expcllido. O que era
jpven desbocado, nao vinha, tal como outr'ora seu
pae, implorar delle sommas de dinheiro, e por, suas
e afira de que desordens reduzi-lo a urna rexacao serapro cres-
opassaio que ah eslava preso (era um bonito-
cente ? as mesaas inquietarles que o tinham ator-
mentado em urna outra pefia, nao o atormon-
tariam ellas de novo ? Mas que nunca a perspec-
tiva da miseria lhe fazia medo. Nao. cuidava
mais emsi, nao cuidava senaoem sua nata : est
pensamento nao lhe ddxava repouso alsi j
como um espectro, elle o atormenlava .. cada ins-
tante da note e do da.
Suas faeuldades inldlectuaes so iisaram coro
esta preoecupacao inccssanle ; gracas a seu gen-
Larbiruiva) nao solTresse muito com a vagem. En-
tr abrindo de vez em quando esta cobertura, diri-
ga ao prsonero algumas palavras de boa ami.
sade e de anunacao.
Este velho, este moco, quem eram clles ? Seria-
um romance, a sua historia.
Havia em Londres, em una tenesta familia da
burguezia, dous irmaos que -,e amavam terna-
raente; a dilTorenca da edade que evistia entre el-,
les um intervallo de doze anuos) long de os des-1r0 e depc a SCU ne ^ casaS de J'* lhe "nham
unir, tinha talvez ostretado mais o laco que os devoradoLcm grandes sommas; sua cabeca enfra-
ligava um ao outro. Semprs juntos, co os mes-'qUWldlV ,raag,nou ^ uma Justa providencia lhe
uios gostos, as mesmas svmpathas. uta da a mes 'faria eCon,rar la ('ue ahi tinha Perdid. ^ jo-
ma mulheiJ fallou a seus coraees e clles torna- eU ,3m,,em- e Nell>' cuJa ntellgenca precoce
ram-se rivae?. adivmhou logo a spantosa verdade, foi forcada a
| reconhecer que nao lhe restava seno un amigo
O mais joven, charoava-se William Humphrey, na sua desventura, tao indigente e tao abandonado,
foi o prmeiro, que disto se apercebcu, e tremeu como o era ella mesma. Era elle um moco cha-
sentindo que sua mao nao apertava mais coma'mado Christovo, que tinha crescido no -servico
mesma amisade a mao de seu irmao. de seu av. Christovo olfereceu a Nelly e ao ve-
Sua infancia tinha sido doervlia ; seu irmao lno um as*' M casa de 3Ua mae Quera susten-
Uarry, dotado de uma robusla sade, tinha renun- ta"los com producto do ^^ trabalho ; solicitava
ciado sem pena a todas as distraccSes da mocda- como uma 8Taa P^^-''6?'0 de gastar sua moci-
de para flear a cabeceira do triste William para dade' suas foras' todo seu san2l,e Para prover
lhe consagrar seus dias, e suas noutes cora a as- isuas necesstedes. Soffria sem o saber a influen-
cia que Nelly exerca sobro todos aqudlcs que a
viam.
(12) Rom. c. 13 v. 1.2,5,6.
FOLHETIM.
CAIililltlIO
pon
MURCIOSWD.
Tcrceira parte.
(Contiminro do 209J
-Margareth se tornara de uma belleza arrebata-
dora. A alvura da sua tez e os seus cabellos cor
de otilo tlavain-llie a appareneia de um raio de luz
matutina, OU antes de uma divindade de ordem su-
perior, que nao pode deseer aos cuidados e traba-
ios da vida terrestre.
Se CaJJirho resuma em s todos os dons da c-
llsacao, todas as gracas da sensualidad.-, e todo o
ardor la juventude, a druidissa com as suas vestes
immacularias, e lindos cabellos sollos e ornados de
folhas, reuresenUva o genio das nossas florestas
virgen*, aabelleza sempre nova ilanatureza cons-
tantememe renovada.
l'iiiha pouco mais ou menos a mesma belleza que
a minlia ese ava. Privada do prestigio, que dao a
arte e a industria, era como um perfume da trra,
urna emanaeao dessa vida primitiva, que o hornera
p^e modificar, porm nao tornar mais bella e mais
pura.
Eu senta confusamente todas estas cousas sem
poder explica-las : porque se possuia muitas ideas
novas e fallava linguas estrangeiras, se havia tra-
zido para onosso paiz anda barbar" elementos do
progresso material, nada porm havia adquirido
de venladeiraineiite religioso nos paizos por onde
andar. Margareth, guarda das nossas santas tra-
dieces, e da nossa sciencia intellectual, me inspi
rava um reapeilo acompaiihado de temor.
Assim IMiis lhe ros[>ond:
Virgem augusta, v em mim outro homem,
que honrou sempre a tua memoria, mas que j nao
pertence ao passado. O Grande-Espirito dispz de
mim; e se me nao adas indigno de ser leu irmao,
conrede-me esle titulo, e trata egualmento como
irniaa a companheira que eu trouxe do paiz do
sciencia manda seguir a Id das mudancas, porque
esta le, suave ou cruel, nos conduz a melhores
existencias. Eu que te amei, e que nao posso mais
comprohender-te, nem communioar-ie o roen espi-
rito, vulto para a sombra dos nossos verdejantes
iaiictuanos. Itespeta-os pelo menos at o da em
3ue devero cahir aos golpes do machado civilsa-
or; pois o sonso prophelieo me ha muitas vezes
advertido dessa ameaea ineviiavel. Nao est Ion-
ge esse dia em que a trra parecer muito estreita
feito delle ? o que era feito de Nelly ? O acaso fez
que William descabrisse em Londres, Chnstovao
sea joven creado, e ambos comeearam activas in-
dagacoes. Vinte vezes perdern, vlnte vezes acha-
ram indicios de Nelly e de seu av. S depois de
muitas pesquizas infructuosas foi qne vieram a des-
cubrir que aqudles que pnocuravam se tinham
refugiado perto de N... na oasa do mestre dees-
cola.
A esta nolioia William e Christovo se pozeram
o em caminho. Este ultimo teve o cuidado de
ar o passaro favorito que Nelly lhe tinha dvi-
xado, quando partir, e que elle conservara como
uma preciosa heran^a.
O sombro aspecto de um dia de invern se urna
anda aos presentimenlos de que estavam um e
outro agitados, e cada um delles interiormente per-
guntavam. a si mesmo; se nao chegariara muito
tarde.
O leilor conhece agora quem eram. os dous va-
jantes da carruagem de posta.
Continuaran! sua carreira durante toda a nou-
te. A necessidadede mudar de cavallos eas som-
bras espessas que envolvam a estrada eausavam
demoras consideraveis. O tempo eslava tempes-
tuoso ; os caminhos escavados era alguns lugares
lelas chuvas, nao formavara snao uma serie de
carris profundos.
O dia seguinte se passou da mesma maneira, c
nao era provavel que os viajantes attragissem o lu-
gar de seu destino antes do meio desta segunda
noute.
para conter os innumeraveis descendentes do tua
tribu, em que as arvores seculares hoje protecto
chegada dos estrangeiros
Tudo entre nos mudou de aspecto depois da J festm, cujas paredes achavam-se decoradas de
os fetos e tojos foram pinturas representando em cada compartimento
dilTerente sobre um fundo avermclha-
Isis com a cabeca de vacca tocando
ali um lobo preto lambendo uma
mn e.xislencia- Entao, Markek, os encontrare- gente de Kiinias edillcou casasle"pc"dra e de'ma"! maTs'alrum'galo combico d'aguia1 ealzasaenor-
! \t^It\^'se .a,,u.a alnia fr l,vre i c amr ideira- As "restas circumvisnhas foram transfor- mes, finalmente um cao azul com cabeca e peito de
ntn.lf ., ,J6'te Scra fecund0 c vivif|-,madas cm ricos parques e jardins. As aguas das' mulher. O tecto era dividido era grandes caixes
i!m fin0 0rva''.l0.d.e Vma nora aurora- laoas movcra"i Pasados moinhos. Exploraram-se' pintados de azul com um animal desconhecido no
Assim laiiou, e dingindo-me por despedida um as minas de ferro, que cobrem o solo das charne-1 centro,
meigo olhar, e um candido sorriso, a(Tastou-se de cas, e os chos de Brigg (Brives) relumbaram com I A grande mesa do banquete estava coberta de
nos. egui-a com a vista ate que ella se encobriu o som dos marlcllos dos escravos, novos cyclopes flores, bem como todo o pavimento de mosaico ver-
P.I!, i Z pandos rochas alcatifadas de her-' que forjavam e battiam o ferro noute e dia No-' mclho, preto e branco. Nos quatro cantos haviam
\ as eue musgo. Duas vezes a vi desapparecer no vos caminhos sulcaram a planicie em todos os' vasos de bronze dourado que exlialavam o= mais
tamiinmo uessas massas de granito, duas vezes sentidos; os viandantes c mercadores, mais nu- delicados perfumes.
reapparoceu galgando-os seus cmos; c a final morosos que outr'ora, vinham trocar comnosco os i Seis porteiros achavam-se encarregados de col-
liassou como uma sombra por entre os troncos an- seus productos. locar cada qual no lugar, que lhe competa, segun-
nosos aos carvalhos sagrados, e sumu-se por Kiinias e Callirho haviam transportado dvjl- do o seu ment e posicao. As senhoras accommo-
aetraz aa espessura dos seus ramos pendentes. sacao para o meio de nos". No comeco tiveram daram-se direita de Callirho, interamente oc-
:>unca havia experimentado por Margareth mais muito que lutar com a m vontade, inveja, e des- culta n'um comprido vu encarnado; a sua esquer-
ito que um vago sontimento de amr, como se conflanea de alguns que Irataram todos esses me- da achava-se vasio o lugar de honra que devera oc-
inspirar a qualquer mancebo a apparifao de uma! Ihoramentos de magia, e encantamento : porm os cupar o esposo escolhido.
joven bonita. Amava a Callirho com todas as (nossos druidas, mais justos e melhor esclarecidos,' Kiinias, Dhu-Lug, eu c os outros chefes sentamo-
torcas a minha alma, e nao ambiciona va oulra protegeram os estrangeiros, e toleraram at mesmo nos em bancos estufados, e guarnecidos de veludo.
muiner. Este amor nao me dava lugar para ter o culto dos deuses Cabires, que tinha muitas rea- O banquete foi magnifico, e dividido em tres ser-
pesares: entretanto o adeus e a prediecao de Mar- ?6es com algumas das nossas antigs ceremonias vicos : no prmeiro vieram os vinhos e adubos, no
gareth despertaram cm mim uma tristeza indefini- religiosas. ^^ | segundo ligeiras iguarias mais aptas para desner-
A minha tribu tornou-se uma colonia etrusco-' tar o apetite, no terceiro, que considerado o jan-
gauloza, c mais de uma joven Biturigia dignou-se tar principal, cada conviva teve diante de si uma
vel, e nao sei que remorso, como se a divindade
da Galia, me houvesse censurado o ter consagrado
por um juramento impo o futuio da minlia alma attendcf aos amores dos estrangeiros", entreoatras*ga"lhrnna gorda, carne de javai, deTe"b"re, peixes"fri"
nm", t -se es eae,erna allianea a altiva Henora, viuva de Dun-Glan, que acceitou tos, bolos de frumento, e mais outras gulodices, que
m,"r,' iion?* m|>0 ai?da, essas florestas mim vencido na noute da nossa fuga e derrota os servicos, porm, circulavam os vinhos sera ces-
rnif hrrWoi^ H.fr.S" ^ desapparecido, e ante os muros de Arretium. Os nossos guerreiros sar, e as caberas come?avam-se a esquentar-se.
me Sn K.W T maos COm0 ?ram PU? ..* ^^ deixa"do lesprezo em Oue tempo j de oceupar-se esse assento, di_
nesse sSdn tttnJST, i.-0 **a!?T t as ^elfZf a 8*"? do sul'' e Bao ^a Dhu-Lu8 aPntando para o lugar de honra Cum-
i temeroso ao ultimo ponto, muito que Callirho nao fosse a mais galanteada pre que a bella Italiana tome a taca em suas mos,
. jcipitar-mc nessas. de todas as mulheres do paiz, tanto pelos seus en- e esc-,u- r-,!------
depositaras dos segredos do cantos, pelo seu saber, o pelo boato de suas aven- lado.
turas como pelas inmensas riquezas que ella e seu Porque nao vas collocar-te ali ? lhe pergun-
k i j ,""la ^-oapprtlCCIUU, e ame ua mu u
C^ ^"^y}..esS}^i P.r m.innas maos como foram pouco a pouco deixando o desprezoerriqe tempo* ja de oceupar-s esse'assento,"disse
leas da gente do sul; e nao Jardou '
_.. w. uiwuiv |iumu, i mmu i^uc v.adirho nao fosse a mais galanteada
LKrraSratn,a^l,d^
passado......
Callirho, porm, veiu arrancar-me a esse som-
bro pensamento. A sua radiante belleza dssipou
as minhas angustias. Kiinias mandava-me cha-
mar para me consultar spbre o seu estabelecimen-
to no paiz.
Chegando ao moo das carretas que continham
pao, haviam trazido para as Gallas. ton com ar de zombaria Muig-Can (a nuvera oran
Os seus adoradores nao me consideraram com ca), mancebo de cabellos louros.
melhores direitos do que elles tinham. Callirho Dhu-Lug ia responder; porm Callirho levan-
era livre perante os homens; assim pois, Kiinias, tou-se, e dsse em alias vozes :
vivamente instigado reumu todos os aspirantes Nem um s dos chefes, que pretendem a m-
i ma, ,de sua "'na' 'endo-os com antecedencia con- nba mao, ignora que se me acho entro si neste mo-
tanlas riquezas, e dos escravos que conduzam os vidado para um banquete em que esta devia, ment o devo a Markek-Wald-Righ. Duas vezes
cavallos, o barulho, o movimento, os cuidados, os conforme o uso gaulez, escolher um esposo. me salvou elle a vida, e quando mesmo nao o amas-
deveres, e os interesses da vida activa me Ierabra- Dhu-Lug so divorciara de sua mulher aOm de se ba muito tempo, deveria mostrar-lhe agora a
rama minha missao de iniciador. poder aspirar s riquezas da linda Etrusca, eolio- minha gratidao escolhendo-o para meu esposo.
Kiinias na sua qualidade de altudd (estrangeiro) cando-se no numero dos seos prelendentes. Wald-Righ recebe, pois, a taca das minhas maos e
nao poda possuir trras na Galia por sua propria Foi aqui mesmo, na cidade edificada por Kiinias, vem sentar-te ao lado de tua noiva, tua esposa
coma. Para racihtar-lhe os meios de estele- cujas construeces, vinte veses cobertas por outras, hoje perante os homens, como j o era perante os
eer-se, foi preciso toma-lo sob a minha dependen- edificafoes jazem talvez anda debaixo do solo que Deuses.
na e deste modo jurou-mc fiddidade e homena- pisamos, foi aqui que osnotaveis, os chefes das' Callirho segura na taca, leva-a aos labios, m'a
gem na presenw dos vergobrciths. Nao era escra- tribus, e os principaes colonos com suas mulheres entrega depois. As suas escravas tiram-lhe o vn
,.'nSn que a "l*"1^6 de deixar o paiz e filhas, se reuniram para os esponsaes, e da apparece a todos os olhos vestida de bran-
pp PsnX1ZS m?*r^? gosava d0 direit0 *tra- Em quanto esperava pelos convidados puz-me a co, coberta de collares e braceletes, cingida de uma
fin v2 iS ,osrCeltas, proprietarios de bens passeiar nos jardins ornados de estatuas e de altos cora de ouro, e de ricas pedras.
ramo" n V?m S. i0^ ^ ^ *I5,to' esKaichos "8 aleas eram guarnecidas de arvores Em seguida uma trpode conduzda para o
^m?._.e.r.am_wdas as estrangeiras que punham aparadas a maneira de pyramides. Chegados que meio da sala : dous cordeiros brancos sao deKola
foram os convivas passamos todos para a sa|a do dos ao wm das flautas tme acompanhavam p a-
As rodas da carruagem voltavam sem barulho
sobre este tapete montono, e o passo dos cavallos
tornava-sc a cada momento mais lento e mais pe-
sado.
Em uma rauda de posta solada inteiramente de
outra habitacao Christovo desceu com muito tra-
balho de seu assento, porque o fro o tinha quasi
entorpecido, e se nformou se o termo de sua va-
gem estava ainda bem distante. Ainda que nao
fosse larde, era urna hora muito avanzada para o
campo, e todos estavam deitados ; todava uma voz
respondeu por uma estreita trapeira: Dez milhas t
Alguns instantes se passaram sem que alguem se
mostitaese, afinal um camponez tremendo de fri
trouxe os cavallos que se esperava e a carruagem
partiu.
A estrada atravessava urna rego desegual e
montanhosa : os cavallos tropecavam frequente-
mente o que os obrigava a ir a passo. William e
Christovo, cuja anciedade augmentava a medida
que diminua a distancia, nao podam supportar
uma marcha tao lenta ; descerara da carruagem c
caminharam a- p.
O caminho lhes pareca ntermnavcl. Emfim
um sino retniu a seus ouvidos no meio do grande
silencio da natureza, e soou nafta noute; ao mes-
mo tempo distnguiram diantc ddles algumas ca-
sas, e a carruagem parou.
aqui gritou o postilhao descendo do ca-
vallo, e batendo aportado uma modesta estalagem;
eis-nos chegados... Ola lio !... dormem l den-
tro como ratazanas :
Bateu muito e por muito tempo, mas sem des-
pertar o estalajadeiro. A casa ficava sepultada,
como antes no silencio e na obscuridade. Os via-
jantes olhavam para as janellas, nenhnma luz ahi
brilbava.
William Humphrey, e Christovo eonsultaram-se
em voz baixa como se temessem perturbar o soce-
go que rcinava ao redor delles.
Vamos dsse William, deixaraos este bra-
vo despertar as pessoas deste casa-, nos encontra-
remos sem duvida na aldea, quem nos indicar a
morada do mestre do escola. Cada minuto de de-
mora irreparavel. Marchamos em nome do
cu l
Partiu pois seguido de Christovo, que leva va na
mi a gaiola de que nao se tinha descuidado. O
postilhao, ficando s tornou a bater com todas as
suas forjas.
A estrada volteva ao longo de um declivio bas-
tante suave; William e Christovo, continuara a
avanoar pela prindpal ra da aldea, perderam de
vista a egreja cujo sino tinha retiido a seus ou-
idos.
Quizeram voltar^'mas se perderam i no meio de
B labyrintho de casas espalhadas irrcgalamente
urnas dando sobre a ra outras voltadas em um
sentido opposto, ohstruindo mesmo avia publica, a
janclla de urnas destes casas, ddxava escapar uma
fraca luz : Christovo correu nesta direccao afim
de obter as informaces de que tinha neeessidade.
A primeira pancada que elle bateu ; uma voz
respondeu do interior ; logo um velho aldo ap-
pareceu a uma especie de postigo, apenando ao re-
dor de si as vcsUmenias que tintia tomado as pres-
sas, e perguntendo quem vicha o encommodar a
semelhante hora.
Estou constrangido por vos ter feito sabir da
vossa cama respondeu Christovo, em quanto o
velho era accommettdo de um novo accesso de
tosse. O gentil homem que vedes ali em baxo
estrangeiro, chega de uma longa vagem. Procu-
ramos a casa do mestre-escola, podis nos indi-
ca-la ?
Se o posso replcou o velho ; certemente eu
o posso. Pelo esto prximo, um I um far dn-
coonte. annos que habito esle lugar.... Tomae o.ca-
minbo a direita, amigo, elle vos conduzir a frente
da egreja. Veris a esquerda ruinas, pardieiras;
t, um um quo mora o bravo Smpson; e di-
zei-me.... um 1 um !... maldita tosse !... faz- muito
fri para conversar. Boa noute, amigo!
Christovo se apressou cm ir ter com Wil'iam
Ambos seguiram o caminho que lhes tinha sido in-
dicado, o que os conduziu depois de muitas voltes,
a frente da egreja da aldea. Era um antigo ed-
A carruagem rodava sompre. O sol se elevou ficio cuja massa ombra se destecava das casas vi-
nohonsonte sem ter penetrado o vu de nevoeiro' sinhas, e que repousava em um soceeo solemne ;
que esteva ostendido sobre a .erra. A fraca luz ao lado esteva o cemiterio, limitedoTesque da po
do crespusculo nao tordou a extinguir-se; a noute panos de mufalhas, torrebes, antigs construccSes
vem de novo, e restara ainda percorrer uma dis- amontoadas urnas sdbre a oatras A mkl
Unca de mmtas milhas. as envolvia com ~ treTa8 ^^1^1
U)m a obscuridade o vento augmentou; seas asuaextenco e proporcoes. Em quanto os dous
bramidos lonsiquos retiniram maisllugubres, var- viajantes iaziam uma volta ao rawr dellas nrocu
ra a estrada com violentas rajadas, ou zunia tris- rando um meio de ah penetrar, descobriram
tmeme atravez dos ramos dessecados das arvores raodeluz solitario que parta de urna vema T
que bordavam a estrada de um lado c outro, nao nella de forma ogival. Como este luz brilhava "o
obstante elle acalmou pouco a pouco ; masa nev I raeio da sombra que projectevam as oatras cons-
comecou a cah.r era grossos flikos, que cobriram! truesdes, e como ella era fixa e immovel, parecia-
logo o solo de uma carnada espessa, espalhando nos se uma estrella,
campos um silencio momo e solemne.
- Que luz este? perguntou; William Humphrey
parando de repente.
Sao elles, senhor, respondeu Christovo. SSo
ejles. Eis exactamente as ruinas que nos descre-
veram. l que mora miss Nelly, e M. Harry ;
que Deus os proteja I
Nao, nao.repleou vivamente William; isto
nao pode ser, elles nao velariam a uma hora tao
avaneada.
Aqu Christovo, que nunca se admirava de cousa
alguma, propoz ir examinar que luz era este, em
quanto William acabara de fazer avolta ao redor
dos edificio. Esta permissao lhe tendo sido con-
cedida, partiu resolutamente, e comecou a escalar
o muro de- recinto, sem deixar a gaiola que-trazia
na mao.
Era muito difflcil abrir caminho por entre as-pe-
drase ruinas de toda a sorte que juncavam a-tr-
ra. Todava Christovo vencendo todos os obsta-
culos chega ao p da janella em questo; aproxi-
mou-se da muralha com precauco, o retendo sea
hlito, escutou. Nem ura ruido no interior, a
egreja mesmo nao era mais silenciosa. Entao Chris-
tovo apoiou sua faee contra o vidro da janella,
escutou d novo, porm sem mais successo. E no-
entente, tal era o silencio da noute; que se deveria'
dktmguir mesmo a respiracao de um homem ador-
mecido,- se um homem estvesse deitado nestes
ruinas.
Era certemente uma circumstancia estranhaa
de urna luz, que brilhava a uma tal ora, e em se-
melhante lugar, e sem que houvesse ao lado uma
pessoa.
Uma pequea cortina' estendida abaixo da ja-
nella impedia de ver ne-imenor da cmara. Que
fazer t sabir por fora com o soccorro das as-
perezas era um partido perigoso; as pedras se des-
apegaran! do muro, e rolriam sobre o solo ; o ba-
rulho desua queda espantara Nelly e seo av ; se
este lugar de desolacao lhe servia de morada.
Depois-de ter hesitado um momento Christovo
se retirou, afim de consultar com William; mas
este se tinha j afastado* Christovo curda va em
segui-Io, quando descubrir uma veHu porta quasi
interamente oceulta na sombra de um prtico.
Ah bateu, ninguem respondeu. Entao o joven
aventurero, prestando de novo o ouvido, distin-
guiu um ruido extraordinario, do qua nao pode
determinar nem a causa, nem a natureza. Imagi-
nan reconhecer ora as lamentaees de ora ente que
sofiria, mas o som era muito regular e muito pro-
longado, ora um canto montono. A Christovo
pareca que isto em nada semelhava. ao qpe elle
nunca tinha ouvido. Havia neste ruido alguma
cousa de horrvel, alguma cousa que faza tremer
e que nio pareca pertencer a este mundo.
Christovo senta seus cabellos- arripiar-se sobre
sua cabeca ; porm resoluto como era deu ainda
uma pancada : da mesma maneira que a primeira
vez nao recebeu resposta alguma. O ruido estra-
nho continuava sempre sem a menor alteracao.
Emflm a curiosidade foi mais forte que o medo :
Christovo levantou de vagar a tranqueta, e apoiou
umjoelho contra a porta, que, estando aborta, cede
impulsao gritando sobre os seus gonzos enferrth
jados, inmediatamente a la* de um fogo que ar-
da cm uma cmara feria seus olhos, e elle entrou.
Este claridade, por que ahi nao havia nem,vela
nem lampada acesa, lhe deixou ver urna frroa
humana agachada sobre a trra, e que lhe volteva
as costas. Ella estava inclinada sobre a areira,
naatitude de quera procura aquecer seos mem-
hros tolhidos pelo fro. Todava a posicao das
maos nao corresponda a do resto do corpo*. Ellas
nao se estendiam para o fogo rogando as chammas;
ticavam cruzadas sobre o peito c os ddos se entre-
laca vam fortemente. Este ente singular tinha. a
cabeca baixa, balancava-se incessantemente da di-
reita para esquerda c acompanhava este movimen-
to com um uma especie de murmurio guttucal
ojo effeito nao se pode descreer.
ps no nosso paiz.
crfieio religioso. A cada pretndeme seofferece ura
pedaco de carne das victimas: todos elles se resig-
nara a comer e beber, e afinal se preparam para
conduzr-nos ao domicilio conjugal, isto a minha
habitacao.
Kiinias com um archote acceso na mo rompe a
marcha; precedem-nos choros de msicos e de vir-
gens com fachos de abeto. As outras,Sras. os prelen-
dentes logrados, em summa todos os convivas fe-
cham o cortejo.
porta da casa pararam, c um corypheu can-
tou acompanhado pelos msicos alguns'versos em
honra do hymineu, ao passo que eu dava Calli-
rho, sentada sobre uma pelle de carneiro, um an-
nel nupcial de ferro, uma roea, urna chave, e um
prato, no qual ou e Kiinias lancmos algumas raoe-
das de ouro ; era isto o simulacro do dote de mi-
nha esposa, e dos nossos bens postos em cora-
mum.
Kiinias beijou a filha, o os fachos e archotes se
apagaram no momento em que Callirho transpoz o
liraiar da minha porta. Desped as damas etrus-
cas que diziam ter algumas instrueces a dar
desposada : excepcao da ceremonia da taca, nao
quiz sugeitar-me mais a outras, que nao oram usa-
das na Gaita.
A minha pobre habitacao nao sendo digna de to
nobre companheira, fomos no dia seguinte residir
no palacio de meu sogro. Callirho quiz consa-
grar a nossa unio perante seus deuses mysterio-
sos renovando a ceremonia, que fzcra em Arre-
tium no dia memora vel em que os nossos jura-
mentos foram tragados de uma maneira indelevel
no sea bracelete de escrava, que ella trazia ainda
o que nunca quiz deixar: dessa vez porm, os ca-
racteres osquios appareceram sobre urna lamina de
bronze que da pregou na parede por detraz do nos-
so leito.
Nenhuma resistencia oppuz ao desejo de Calli-
rho, que dispunha da minha vontade com forca
soberana; o se bem quo os sens deuses Cabires
me inspirassem mais repugnancia do que crenca,
nao me veiu ao pensamento fazer-lhe nem mesmo
a mais ligeira reflexo. Desde esse dia, porm,
senti apoderar-sc da minha alma a mesma tristeza,
que me acahrunhou quando recebi o ultimo adeus
de Margareth : era uma tristeza vaga, como que
um cansago mysterioso da vida. Parecia-me j
consumado o raeu destino, e que nao seria fiel
minha missao prolongando-o por mais tempo. Es-
tava satisfeito, verdade, com o resultado das nos-
sas conquistes, o augmento das nossas riquezas, e
com a nossa actividades comtudo isto nao deixava
de sentir uma dr surda e pretenda quando va o
machado abater as arvores annosas dos bosques, e
o arado diminuir sulco por sulco, hora por hora,
as nossas trras de caga, outrora seimfiraites, e
designages particulares. Lembro-me blm de que
lutei bastante entre o amor do slo virgeB e o ar-
dor febril do engrandec ment. M
Um dia penetrei ssinho na floresta qtreTfa rAt.
pela ultima vez essas arvores antigs, que eu pro-
(Coninutasen-rha.)
prio condemnaraa desapparecer para, satisfazer o
desojo dos colonos. Depois que nlernei-me bem
nos mattos, onde os meas olhos nao viam estradas
nem plantacocs, a minha tristeza tornou-se feroz a
ponto de aborreccr-me a mim mesmo.
Em luta cora dous instractos oppostos vacillava
entre o desejo de mandar quebrar as charras e o
derribar as arvores: mas logo depois envergo-
nhci-me dos meus barbaros prejuizos, c querendo
altrontar a mysteriosa influencia dos mgicos car-
valhos, agarrei na minha machadinha e descarre-
guei furioso golpe no tronco de umdesses collosos
de verdura.
Um gemido sentido, que pareca sahir do te-
nor da arvore, attrahiu minha pelle um suorfrio
e a machadinha cahiu-rae das mos. Prostrei-me
por trra, oceultendo o rosto entre as mos para
subtrahir-me a alguma horrvel apparigo : eis so
nao quando ougo uma voz suave chamar pelo meu
nomo; ergu a cabega, e vejo diante de mira a bel-
la e santa Margareth, pallida como as brancas vio-
letas que adoruavam os seus cabellos.
Amigo, me disse ella, sao chegados os lem-
pos t O espirito de advinha, que nunca me illudiu
envia-me para salvar-te. Procurava neste floresta
condemnada a inspirarlo que bastoua tua presen-
ga para despertar. Markek, foi o cu que aqui te
enviou foi o ceu que aqai me trouxe tambera.
Nao choremos sobre o que este feito. A alma do
grande carvalho recebe do homem o seu liberta-
monto, pois que toda a vida se renova e se comple-
ta pela morte. Cuida em ti, meu caro Markek
cuida la tua propria salvago, t que julgaste
possivel prender-to ao jugo das cousas fataes. A-
bandona o culto da morte, e nao penses que te
dado dtspor da tua alma como de ura presente que
se loga a urna esposa ou a um amigo. O Grande-
Espirito faz marchar todas as cousas com uma for-
ga invenavel e o hornera nao pode fixar o seu pro-
pno futuro. E uma torrente qne o airaste muito
alem das suas previsoes, ou que zomba dos seus
desejos culpaveis...... As minhas palavras te pa-
recem obscuras...... Bem depressa as comprehen-
ders, Markek bem depressa o teu espirito, liber-
tado das trovas do presente, entrar na vida conti-
nua e ascendente dos entes immnrtaes : mas podes
ficar na esphera de Abrid mais tempo do qne Den-
sas Rompe o impo juramento, se queres aspi-
rar esphera de Gtrinfyd, ondo te vou preceder na
esperanga de attrahir-te a mim.
u que significara estes tuas palavras, excla-
mei eu, o como sabes que um juramento me liga
aos deuses estrangeiros I ? Falla, oh t diz-me por
piedade, joven advinha, se me reste de vida pou-
cosdiast.... E t, porque queros preoeder-me
n'uma outra existencia ?
CConinuor-tt-ka)
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