Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10184


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Full Text
AflflO XXXIX NUMERO 204.
Por tres mezes adiantados
ir tres mezes vencidos .
5S00O
6O00
SDA FE1RA 7 DE SETEMBRO DE 1863.
Por anuo adiantado..... 19$00O
Porte franco para o snbscriptor.
DE PERNAMBUGO.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPf AO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv, o
Sr.A. de Lemos Brasa; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho. o Sr. Joaqnim Marques Ro-
> drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
*~ mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA Sl/BSCRIPQAO NO SUL'
Alagas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia. o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martin & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos os das.
Iguarassu'. Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao. Gravat. Bezerros. Bonito, Caruaru,
Altinho e Garanluins as toreas leas.
Pao d'Alho, Nazaretli, Limoeiro, Brojo, Pesqueira,
IngaxeJra, Flores, Villa Bella. Taearatu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Prcta e Pimenteiras as quintas feiras.
Uha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/z da.
EPHEMERJDES DO MEZ DE SETEMBRO.
4 Quarto ming. as 9 h., 44 m. e 2-s. da t.
1.1 La nova as i h., 16 m. e 38 s. da ni.
20 Quarto cresc. as 10 h., 8 m. e 2 s. da m.
27 La cheia as 2 h., 37 m. e 2 s. da m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manha.
Segunda as 10 horas .30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o su I- Me Alagdas a 5 e 23; para o norte at
a Granja a. 7. r22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes de jan. marc, naie, jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBl S.
Para o Rwifc : do Apipuros s 6 %, 7, 7 >/2, 8 c
8 Jaboatao *6y da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemica s 8 da m.
Do Recife-: para o Apjpucos s 3 '/*, 1, 4 V, 4 '/*,
S, 51/4. &Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 /, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de 5 para Cachanga e Varzea s 4 >/i da tarde; para
Bemtiea asida tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Retecao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do conimercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DL\S DA SEMANA.
7. Segunda. S. Regina v. Hb; S. PampuUin !.
8. Terra. A Nalividade do N. Sentina,
i. Quarta. S. Sergio b.; S. Rufino m.
H). Quinta. S. Nicolao Totonrino: S. Salvio m.
ir. Sexta. S. Thi'iidora penitente; S. Frote ni.
12. Sabbado. S. Macrobio m.; S: Liborio m.
13. Domingo. S. Aula v.: S. ImmM ni.
ASSIGNA-SE
!\
no Becife, em a livraria da praca da !nd>-penden i
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueirea le
Faria 4 Filho.
que naja a maior flscalisaciio da parte dessa repar- As doutrioas expendidas pelo distincto huma-' que trata da mquisico ou polica poltica de Fran-
tcao, as obras e concertos que se houverem de nitario era seu discurso, sao de ordem to trans- ca, e diz o que incluso vero acerca do nosso co-
fazer a flm de que sejam executados com perfeicao. j cendente, que a eolonia portugueza no imperio, es- nhecido (ora finado) Joao Pedro-Aillaud; o qual
Dito ao thesoursiro das loteras. Em vista pceialmentc em Pernambuco, nao pido deixar de artigo Ins offereco traduzido para que o publique
do que Vine, expoz em sua informacao de 3 dirigir-lhe do intimo de seu coracao o mais aflec- se o julgar digno,
de julho ultimo acerca da pretengao da irman- tupso agradecimento Sou, el-,
dade do SS. Sacramento da matriz da Boa-Vis- Em nome, pois, da concordia, e da boa or- AILLAUD.
' ta, pode fazer extrahir em beneficio das obras' dem, do bom senso, e da boa critica, escrevemos div. 1' seeeao.19 de outut* 1824.
OfDcio ao brigadeiro commandanle das armas. da mesma matriz a i, parte da lotera que tem de estas linhas em honra do Illni. Sr. Dr. Sabino Ole-; O Sr. Aillaud (Joao Pedro), domiciliado em Por-
;Em vista da informacao ministrada pela directora correr extraordinariamente de conformidade com o '"
das obras militares em 29 de agosto ulti mo. com plano approvado em 17 de junta deste anno.
PARTE QFFICIAL.
GOYERM DA PROVINCIA.
Expediente 11 dia 3 de srtemaro de 18G3.
VH.W .**..... V>J V lln"-|'MIIIIII|-' .III
referencia ao oflicio do commandante da fortaleza Dito ao Dr. juz dedireito do Brejo.
do Brum, de 19 daquelle mez, cabe-me dizer V. ta ao seu ollieiode lo de a;
Exc, em resposta ao seu oflicio n. 1,532 de 21 do ronda aos casos de cholera
citado agosto, que obrou com acert aquello com- do no termo do Rrejo, tenho
mandante em uo demolir logo os muros e cosi-
nha existentes nos fossos da mesma fortaleza, o
que poder ter lugar quando circumstancias extra-
ordinarias o e xigirem, ou sejam necessarios os res-
pectivos mat eriaes para outras obras.
Dito ao mesmo.Communico a V. Exc. que em
aviso de 21 de agosto ultimo, declarou-me o Exm.
esias unnas em nonra ao mni. r. ur. sainno uie- u sr. Auiauu (joao rearo), oauciliauo em ror-
garioLudgero Pinho, aquem tributamos profundo tugal, receben a 7 de setembro ultimo, do encarre-
respeito e gratidao.Um portuguez. gado dos negocios de S. M. Firtelssima, residente
Pola commissao de peritos do arsenal de ma- em Paris, 11 m passaporte para Inclaterra. Este i
0 dw'xa filhos milito crianeas e seu velho pai, a Ladslu Jos Ferreira.
quem sustentara. I Jos Goncalves Torres.
Em consequenca de taes accidentes, em que Geiuiniano Joaqnim de Miranda.
muito soffre a humanidade. pelas frequentes vict- i Dr. Manoel Jos Oomingnes O di
mas del les resultantes, acaba de manifestar-se em Tenente-corouel Jos Antonio Pinto.
nglatcrra urna reaccao contra os exercicios peri- Thoiuaz de Aquino Fonseca.
Antonio Caldoso de Queiroz Punseea
Jos Elias de Oliveira.
gosos dos saltimbancos.
Os proprietarios de um circo cm Belston annun-
ciaram um espectculo, em que deviam figurar
duas mu Hieres iicrobatas, de vendo cada uina des-
tas partir de una extremidade da corda, levantada
.. -Em respos- Pola commissao de peritos do arsenal de ma-' em Pars, um passaporte para Inglaterra. Este in- na altura de 30 ps. e juntarem-se no mcio para la-
agosto ultimo, com refe- rinha foi julgado inhabilitado de navegar, o vapor dividuo chegou ha pouco de Calais c o maire da- zerem exercicios acrobticos,
a-morbus que se tem da- Persiuvnga da Companha Pernambucana. quella cidade poz o visto no seu passaporte para! Urna deputacao dos commissarios municipaes de
iho a dizer-lhe, que se o Hontemcelebraran) os ltvms. Missionarios Ca- Paris, onde moravn, no caes Voltairc n. 21. Belston dirigio-sc J^brojirieiario do circo, odecla-
mal desenvolver-secommunique-mc para mandar puchinhos a festa do sua padroeira a St'nhora da: Convido o Sr. chefe de poKeia central que man- rou-lhe qujy^BjeetaPulo najyera lusar.
ahi um medico. Penha, com o brilho e pompado costume. I do tomar informacoes acerca da posiQo eprinci-; Houv
Dito a cmara municipal da Granito.Com a in- A egreja achava-se elegantemente preparada.' pios polticos do Sr. Aillaud, assim como sobro os mindo
cluza copia da lei n. 114 de 6 de maio de 1843, res-1 sendo a sua illuminaeao interna feita por mals de motivos da viagem que elle acaba de fazer; e que ment dos1oTmissarios municinaes, manifestaran
pondo ao oflicio que me dirigi a cmara municipal mil luzes, que tornram-a um verdadeiro parai- me communique o resultado; desejo saber, igual-1 a esperanca de que as pessros ^kc tivessem de alu-
zo noute.
Orou ao Evangelho o Revd. fre Ludovico, que franceza, subdito do rei de Portugal ou se con-
n'uma bem elaborada oracao descreveu as gran-1 sorvou aqualidade deeidado francez.
(O prefeito de polica.)
! div. 1" secc8 de nov. 1824.
da villa do Granito em 5 de agosto ultimo.
Dito mesa parochial de Flores.Accuso reee-
Sr. ministro da guerra ter sido desligado da escola bida com o oflicio que me dirigi a mesa parochial
central, por ter perdido o anno, em consequenca de Flores, em 13 agosto ultimo, a copia authenti- dezas e milagros da excelsa Virgem Mae de Deus, I
de faltas de frequencia s aulas do 2 anno da ca da acta da apuracao dos votos para eleitores na e os fructos que colhem aquelles que se dedicam '
mesma escola, o 2 tenente do 4 batalhao de arti- eleicao ahi se procedeu c recommendo a referida com afinco s cousas de sua egreja. Resposta.O Sr. Aillaud (Joiio Pedro) de que se
lharia a p Alexandre Rodrigues de Souza, confor- mesa que me envi com urgencia duas segundas' Nos dias de novena houveram muitas confis- trata na nota rapra. mora realmente no caes Vol-
me sedeclarou a referida escola em outro aviso vas das copias de todo processo da predita ses, que elevaram mais de mil e duzentas as taire n. 21, ondotem urna consideravel loja d<; li-
de 13 daquelle mez. eleicao. i cominunhoes. j vros; tem urna casa do mesmo genoro de negocio
Dito ao inesmo.Sirva-se V. Exc. de ministrar Dito ao juiz de paz presidente da mesa parochial Acaba de chegar da Bahia, a companhia do em Lisboa. Dizeni que mui rico, pelo menos tudo
os esclarecimentos exigidos no aviso da reparticao da freguezia da S de Olinda. Accuso recebidas Circo Grande Ocano, sol a direccao do destincto em sua casa transpira opulencia ; oceupa comi-
da guerra de 19 de agosto ultimo, constante da c- com o seu oflicio de 29 de agosto ultimo as copias cavalleiro o Sr. Carlos Rogers, muito augmentada nuamente tres caixeiros na sua correspodencia
pa inclusa, acerca do msico do 9" batalhao de in- authenticas, das actas da elenco de eleitores a que cm seu pessoal, qur de artistas, qur de animaes, commercial com quasi todas as captaes da Euro-
fantaria Ludgero Jos Teixeira. se procedeu nessa frecuezia e recomninndo Vmc.'- sendo alguns d'elles naturaes do slo brasileiro. pa. D por motivo de suas viaeens o intoresse de
Dito ao mesmo. Em aviso de 18 de agosto ul- que me
timo, comraunicou-me o Exm. Sr. ministro da copias i
guerra, que o 2" cadete 2- sargento do 9 batalhao : Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
mente se o Sr. Aillaud, que parece ser de origem gar terrenos para divcrtiniontos pblicos estipnla
ei
Felippe ..ntonio Teixeira de AJJmqpetque
Antojiio Jos Leal Res.
Jos Jeronymo de Souza Umoeiro.
Rodolpho Joao Barata de Aimtida.
Eprestaram o juramento dos Santos Evangelltos.
Foram os reos interrogados e procedeii-se a lei-
tura do processo.
iberia lugar. _0 Sr. Dr. promotor publico pcilio a condeinna-
arag)onn.T|Tstrados, que, expri- Cao dos reo nos grao mximo do art. 2f>4 ; '1 u co-
o que lhes inspirava o proced-, digo criminal.
O Sr. Dr. advogailo deduzindo a defeza. [>cdo a
absolvicao dos reos.
Tem boje lugar, no Santa Isabel, o espetacu- nenhumas, segundo^geralmente se diz. Todava, co-
'"rmaijoes,
sitas de
de infantina Germano Antonio Machado, que tem bncana mande dar"duas passagens de proa para lo-gla, por occasio do anniversario da idepen- mo j dissemos ein"iiiuitas das nossas informaeoes,
de vir da corle na primeira opporlunidade. a reu- o presidio de Fernando.no vapor que tem de seguir dencia nacional, com o bello drama, de composi- este individuo recelie frequentemente visitas de
nir-se qoelle batalhao, se conceden 2 mezes de para aiti no dia 14 do corrente cm lugar destina- cao brasileira0$ lempos da independencia, no urna multidode estrangeiros suspeitos. (1)
licenca registrada para ir ao Rio-Grande do Norte do a passageiros de estado, ao sentenciado militar qual figuran) diversos martvres pernambueanos,' O Sr. Aillaud de origem franceza ; seu pai era
correndo por conta do agraciado as despezas de Francisco Pereira de Brito e a mai desto. presos na cada da Bahia, e que foi bem e delica- natural de Criancon e elle de Portugal; nao se na-
seu transporto desta provincia para aquella. O Dita.O presidente da provincia, tomando em damente delineado pela hbil penna do official de turalsou francez, c por consequenca ficou at hoje
que declaro a \. Exc. para seu conhecimento. consideracao o que expoz o inspector dr. thesoura- nossa armada o Sr. Constantino do Amaral Tava- subdito de S. M. Fidelssima.
Dito ao mesmo.Remetto a V. Exc. a copia do ra provincial, em oflicio de hontem. sob n. 433.; res. (Ch...)
exarne a iiue procedeu a directora geral lo conta- resolve abrir um crdito supplementar na impor- Alm d'isso ser representado um quadro histo-' Gabinete particular, n. 11,493.-23 nov. 1824.
lulidade do ministerio da guerra, as contas do tancia de 1:438646. para pagamento de aluguel rico sobre o irado do Ypiranga, escripto exprs- As reunioes que ha na casa do Sr. Joao P!dro
hospital militar desta provincia, relativas ao 1 e casas pie servem de cadeias e quartes em dif- smente pelo Sr. Tarara para o presente dia e que Aillaud, de que trata a informacao do Sr. oflicial da
trimestre do anno corrente, afim de que sejam ferentes pontos da mesma provincia, visto achar-se de bello effeito e de gosto apurado. paz *, datada de 8 do corrente mez, merecem a
corrigidos os erros que se notaran as mesmas quas extincta a consisnacao votada para
riain de ora arante riam dados.
L-se na Presse de Vienna.
Findos os debates e preenchidas as solemnida-
des da le, o Sr. Dr. juiz de lireit propoz :a> jorj
de seiiteuca os respectivos qoesitos.
Recolhido o jury de sentenca sala secreta da-
conferencias a 1 i/j hora da tarde voltou i *
Por um effeito singular da temperatura dcste an- com suas respostas, que foram lulas pelo Sr. Dr.
no, urna parte da monarchia austraca soffre com
a humidade, que faz grande mal agricultura,
ao paseo que em outras provincias se soffre pela
falta d agua.
Um resultado curioso d'esle estado de cousas foi
o encontr de dous peregrinos na eapella de Nossa
Sentara, perto de Hollemburgo, aldea das margens
do Danubio.
Um ia pedir sol e outro chuva !
Segundo a NajSo, bavia em 1833 cm Hespanlia
37 ordms religiosas de frades com 1834 conventos
e 31279 religiosos.
Em 1839 baria oito ordens religiosas com 41 ca-
sas de commnnidade c 719 individuos.
As religiosas que contara a Hespanha em I8C9
Manoel Jos Domingues Codiceira, presidente dn
conselho.
O Sr. Dr. juiz do direito publicou sua sentenca.
absolvendo oreo e comlemnando a municipalidad*
as eustas.
Achanilo-se lindos os dias marcados por l' para
funecionar o jury, o Sr. Dr. juz dedireito encei-
rou a 4" sesso.
COMMUNICADOS.
para esse fin
Comei-araiii hontem os festejos da indepen-' attencao da autoridade.
-contas como se determmou em aviso de 14 de no artigo 17 da lei do ornamento lo exercicio pro-: dencia nacional, percorrendo diversas bandas de
agosto ultimo tainbem por copia inclusa. xmo findo en liquidacao!Remetteu-se copia des- msica r"
Uito ao commandante superior da guarda na- |a portara ao inspector da thesouraria provincial, achava
conal do Recife.Ex|>eca \.E\c, suas ordens Dita.O presidente da provincia, attendendo a eos.
para que urna guarda de honra da torga destaca- ue a africana livre Rosa II provou perante o juz ; -
da uta cidade, e com bandeira e msica esteja dos feitos da fazenda. ter prestado serviros por Santo
!>!. ^e.rK-n.le. ,.Paiac,' do averno, pela 12 mas de 14annos, c tendoem vista o pie a respei- missao do partido progresis, em'aceao de gra-
to informaram o director do arsenal de guerra em cas ao Toiio Poderoso por haver poupado a vida
4|ne Impiedade !
Umdever imperioso, que me imp5e a conseien-
cia e a santa religio que professo, traz-ino im-
eram 12900, podendo, segundo a lei vigente, haver prensa para tainbein defender a um sao-nlMe iu
21862. I sultado e maltratado n'um jornal que se diz oJBeial
A docese em que havia maior numero de con-' e qne se apregoa de sustentador da publica opiniio ;
ventos era a de Toledo,que tinha 115 com 2387 re-'e esse direito tenho perante nm tribunal, onde
ligiosas. infelizmente nao raro tumultan as paixfis ms,
O total dos conventos em 1839 era de 866. transparccemlo em phraseologia de aprimorada Iu-
Havia nesse anno em Hespanha 38363 sacerdotes,' bricidade.
de modo que sendo a povoaeio de Hespanha de 1 A vertigen dos espiritos rehaixa-os eondie^ki
Convido por ronsequencia o Sr. Hnaux a fazer 13,464:340 habitantes, resultava haver um sacer- I de representantes inmediatos de ideas, que o bom
horas da manhaa do dia
(O
Gab. part. n. 11,493.-
prefeito da polica.)
-12 de jan. 1823.
277 beneficiados, 126 capelles, 16988 curas paro- nnovaces perigosas, d'essas mal entendidas tli
chos c ecnomos, 5133 coadjuctores, 10168 cleri-1 riasde philosophia grosseira e material, d'essas
~"'ares e seculares adscriptos s parochias! paratosas formas de umacivilisaco pie tende para
ses, e 3414 enclaustrados sem cargo al- o obscurantismo dos principios" saos, torca de
eses,
eclesistico na docese.

teria do incluso olcio, que com data de 31 de ju- \ 18g3 e os termos do avisa do ministerio da Justl-*~W grato ao'coracao do verdadeiro catholtooo'en relacrcs>cntinuas cora t
lho ultimo, receb do juiz municipal supplente do ea de 4 de fevereiro de 1862 a referida africana ver como os alumnos da Faculdade de Direito sa- mora no Havre,
termo de Tacarat, relativamente ao inventario, le passe carta de emanripacap, com ai
que se procedeu por fallecimento de Antonio Go- tomar oceupacao e residir nesta cidade.
mes de Jess.
Dito ao Dr. chefe de polica.-Pelo oflicio de V.
S, de 2 do corrente, fnpjei inteirodo de ter o com-
mandante do destacamento do Gravat Manoel Ger-
mano Guedes Alcoforado. capturado os desertores
do 4o batalhao de artilliaria a p Manoel Joaqnim
3r. Ferreira
tornar-se popular sem que instrt'ia e ediluiue o
novo, escriptores apparecam ainda, para os qttae*
Dr>{ollins. cirurgiao do hospital de Porsmu-1 aliberdade de pensar seja a mesma cousa pie a
que j tb. refere^-<^iodjj-uj iiiilividuo de 4 annos. j li>>ni-ir>siVI:iil." no di-irar e no ultrajar, e a pessoa
I que, ha vinte, ictnsido accommettldo, em dilferen-; de um jiobre religioso, um simples vulto que passii.
clausula de bem conciliar os deveres da intelligencia as locu-! HaveV 13 dias, o Sr. Aillaud annuncion que nes-1 tes pocas, de accessos de somno tao prolongado
bracoes de seus diversos estudos com os direitos tes dous mezes deixaria Pars por se mudar para qne ja chegou a dormir cinco das e cinco noites
da f que enchem em "rande parte as inspiraees Lisboa, mas actualmente diz elle ter recebido car-1 consecutivas, sem nada o poder despertar, c sem o
de seus coracijes ,as daquella ultima cidade, as quaes llic dizem somno lhc ser produzido por nenlnima causa co-
Despachos do to3 *>"***r* Af im- ~ j,;sVnaJ0 para oceupar a cadeira sagrada I que esta prximo a arrebenter all urna grande re-
Joaqnia Ribeiro de Vgulr Monlarroyos.-In- Por pceasiao do Efrngdkot TcDeam o Rvm. pre-1 S?&;J!" 5?ff^f 5_* m',I:da1nCa <\
e Jos Fortunato, bem como o soldado dol7" bata-
lhao de infantaria ManoelJAntonio do Nascimento.
criminoso de morte.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo o brigadeiro commandante das armas, co-
mo me participou em oflicio de 29 de agosto ulti-
mo, determinado em ordem do da pie cessasse do
L" do corrente em diante o abono da raco da
agurdente anisada, tropa de primeira linha.
visto tercm drsapparecido os receios lo desen-
volvimento do cholera-morbus nesta capital : as-
sim o comraunico a V. S. para que faca cessar a
contar do referido dia 1." o abono dos dez ris
diarios com que para aquelle im toi augmentada '
a
brigadeiro
forme o Sr. director das obras publicas.
Joao Antonio da Costa Mi'deiros.Deferido.
D. Thcreza Alexandrina de Souza Bandeira.
Informe o Sr. director geral da instruccao publica.
D. Maria Rila da Cruz Eleves. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
PERNAMBUGO.
REVISTA DIARIA.
gador da capeila imperial frei Joaqnim do Espirito elle projectava licou indefinidamente adiada.
Santo, um dos ornamentos da groja pernambu-
cana.
A msica de orchestra regida pelo professor
r (Ch...)
Gab. part., n. 11,493.-17 ag. 1823.
Infonnam-me que o Sr. Joao Podro Aillaud, nc-
Pedro Justino Barroso, ja bem ronhecido entre nos. gociante francez, de que trata a informacao do Sr.
A msica marcial lo 9 batalhao de infantaria des- oflicial de paz P., datada de 12 de Janeiro ultimo,
empenhar bellas e variadas pecas antes c depois acaba de obter, em S. Luiz. deparlamento do Alto
la tosta. Hheno. um passe provisorio para voltar Paris.
'_ Neste mesmo lia tem lugar a bendico da Este individuo qne tinta na minha preleitnra riso-
iniageni do Sentar Bom Jess dos Passos, da" igreja |'' o seu passaporte para Lyon. dingio-se a Basle,
do Corpo Santo. na Suissa.
Hontem deram suas partidas o Club Commer- Convido o Sr. Hnaux a mandar renovar a vigi-
cial e a Cori/bantina. fazendo-o ambos com ordem lancia que havia sobre elle antes da sua partida, e
e notavel as'seo. procurar informaciles a respeito do motivo de
Pedem-nos que reguemos ao Sr. fiscal da sua viagem Basle.
(O prefeito da polica.)
de 205, como se vedo recibo junto em duplcala, i'ia,nco- .
com o aluguel de carrocas para a comluccao de Este folhetin unpressiona tao scnsivelmente o
362 enebergoes do arsenal de guerra para o'piar-1 coracao. |ue nos apressamos a Iranscreve-lo para
le das Cinco Ponas, recommendo V. S. que nao I? nosso jornal, alnn le com a volgansaco de sua
liavendo inconveniente, mande indemnisar o seti-' tatura apreciarse o pianto vana a sorte do ho-
mo batalhao de infantaria dessa quantia, conforme nn>. e como tao rpidos passam os momentos da
sohcton o brigadeiro commandante das armas em telicidade, para, depois de una mocidade risonha .
otDcio de hontem, sob n. 1624. 1e <'S|ieraneosa, luannos muitas vezes com as vi-
Dito ao mesmo! Em vista dos inclusos docu- cisstudes e contrariedades no ultimo piartel da
raemos, estando ellos em termos, mande V. S pa- existencia .... '
Sobre o seu ment, pon, nada diremos, pois
elle resalta de si proprio : no entreunto do mesmo
jornal transputamos para as nossas columnas as
linhas que o seu llustrailochronista escreveu a seu
respeito:
O primeiro romancista portuguez. Gamillo
Gastello-Brauro. o mais feeunlo talento desta ter-
lippe.sem dedaraeio do motivo.
A" orden do de Santo Antonio, Joao Francisco
gar os vencimentos relativos ao mez de agosto ul-
timo, dos otHciaes le primeira linha. tambores,
cornetas e clarins, empregodos nos cornos da
guarda nacional desta capital.
Dito ao mesmo. Remeti V. S. por copia
para seu conhecimento o termo do contrato pie
assiguou o padre Jos; Lapos Dias de Carvalno,
alim de exer.;er o seu ministerio como capello d) ra, a-pielle cujos livros maravilhosos descortinam disturbios
presidio de Fernando. "lais recnditos segredos da existencia e do co- I l l
Dito ao inspector da thesouraria provincial.-E.n racao humano, rom boje honrar o nz de ctouss A md;n Jjs-j0^'aentonto Francisco
vista do que expe V. S. e o director geral da ins-, desta folha, con o sentid,, tolhetim que publicou &2*%jff Tra 0iTecc4 tr"nc,bC0
na Gazeta de Portugal acerca do honrado e liberal ll5 Santos, mmo, liara 01 rt .10.
proprietario do Kaaonat do Porto, carcter nobr u V^'1 r ,.;)
e elevado, partidista eximio eesforcado, a quema! J- '" "
mo do infortunio den a beber a ta;a las amargu-' Movimento da casa de deteneao no da 4
ras da vida em nome da abnegacao e da probidade. setembro de 1863.
Existiam........ 399
Entraram....... 6
Sahiram........ 3
Gab. part. n. 11,493.-7 set. 1823.
sssssasssrcs,am"mamc"- "^^~;^^
Rep.vii ri; \o d.v polica :
Extracto da parte do dia 3 de setembro de 1863.
Foram recomidos casa de deteneao no dia 4
do corrente :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Manoel An-
tonio Bastos da Silva, pardo, para averiguacOes
em crime de roubo.
nhecida.
Da primeira vez foi em 18V2. e duraram os ac-
cessos um anno. Voltaram depois em 1848, e du-
raram 18 mezes; Analmente, repetirara em I8wi.
e ainda nao terminaran.
Urna sensajo de estupidez o nico precursor
dcste somno profundo, mas natural, tendo. duran-
te elle, a cara c as orelhas pallidas. a pelle (pente.
os ps fros e lvidos, o pulso lente e dbil, as pu-
pilas dilatadas, a ri'spiraco vagarosa, nsensibili-
dade, decubito lateral, movimentos raros, sem tos-
se, nem ronipiido, nein sontas.
A duraco ordinaria deste soinno do dous, tres
dias, sem ser alterado por nenhuma evacuacao, e
com inlervallo le piatro a cinco horas de vigilia
de um somno a outro.
Comcca de relente e termina do mesmo modo
sem cepialalgia nem ddr nenhuma.
Quanto lempo dorm 1 pergunta elle quando a-
corda; e lembra-se e falla dos fados pie precede-
rn) o seu somno, como se fosse n'aquelle mo-
mento.
un fado que chamar naturalmente a atten-
cao dos homens da scienca.
crime de roiita ; Maria, Africana, escrava le Fe- l0'
Urna correspondencia do Londres com data do
lencia que bOUVC em Lyon. foi elle obrigado a ir mez de juiho, dizque a policacapturou um ladran
all; c aproveitou a opnbrtunidade para offerecer extravagante, que piebrou una janella e urna ca-
aos livreiros das cidades porque passou e aos de xa para roubar o testamento de M. Thomaz Pawel,
Lyon, o poema Cambes, em portuguez, de que o maior proprietario de minas de carvo na Ingla-
editor. tena.
DeLvonseguio para Genebra. Lausanna Fri-| M. Pawel possuia dezeseis minas, em que nao
liurg e Basle, onde se demorou poneos dias. e de-' einpregava menos do HKKK) operarios.
pois vollot Paris. D por motivo desta viagem roubo do testamento deixou os herdeiros em
attestam que o
truc^ao publica em suas informaeoes de 14 de
agosto e 24 de corrente acerca do professor publi-
co de instruccao elementar da freguezfa de S. Pe-
dro Martyr de Olinda Joao Antonio da Costa Me-
deiros, tenho resolvido que seja considerada com
vencim3nto8 a prorogacn de '3 mezes da licenca E' para Jos Joaqnim Goncalves Bas os, o es-
concedida ao mesmo professor. por portara do 11 toreado soldadora junta do Porto, que o grande
de setembro deste anno : o pie Ihe communico talento chama a attencao dos hberaes convictos,
para terexecucao. Commimicou-se ao director E' paradle que reclama proteccao o auxilio,
geral da instruccao publica. Ni'gar-lh'o-bao ?
Dito ao mesmo.Attendendo ao que no incluso Na madrugada do da 4 foi roubada a talier-
requerimento expoz o professor le geographia o na da travessa da na Bella n. 8, perteneente ao
histeria antiga do gymnasio provincial bacharel Sr. Joo Jos Ferreira. por mete de um arromrttr
Antonio Rangel de Torres Bandeira, declaro V. S. ment praticado no telhado, tendo os larapios con-:
que ficam abonadas as faltas que por doente leu o seguido porem-se salvo sem serem presentidos,
upplicante em todo o mez le agosto ultiim. c deixando aborta a porta da taberna, por onde
Dito ao commandante do corpo de polica.P- sahiram depois do apropriarem-se de vanos objec-
de V. S. mandar dar baixa praea do corpo sob tos della subtrahidos.
seu comraando Cenuino Alves Pereira de Souza. O roubo consta do seguinte: cinco e meia caixas
visto ter concluido o seu engajamento, como cons- de charutos; urna gaveta com algum cobre ; nina
ta de seu oflicio n. 352 do I lo corrente. outra contendo os hvros borrador, diario, razan,
presos
as intormaijiV's
pie^ltC verdade.
Nao obstante, nao o perdemos de vista. .
(Ch..., L...)
Gab. par., n. 11,493.-14 fev. 1827.
No meu oflicio do dia 13 deste mez, communi-
quei ao Sr. Hnaux que o Sr. Manoel oaquim Pi-
menta mantinha frequentes relacos com o Sr. Ar-
, tbaut, livreiro.
Desejo saber se este ultimo o mesmo Sr. Ail-
"e I lad, livreiro eslabelecido no caes Voltaire n. 21,
i acerca de quem por muitas vezes, en 1823, infor-
mou o Sr. Oflicial da paz.
(O prefeito do polica.)
A saber :
Existen)......
Naeionaes..
Estrangeiros.....
Multases......
Estrangeiras.___
K-cravos.......
Escravas........
402
281
26
15
3
70
7
402
Alimentados a custa dos cofres pblicos.. 173
Movimento da enfermara no dia 3 de sutombre
de 1863.
lix
esenvo, sotenciado, lefluxo.
MUODOOIA 5 DRSRTKMHRONOCEMITKniO
firdamento consfintos da noia por copia inclusa nhecimento da cmara municipal, quatro letras j JB,:|"'-0n: c,, ,, ..
SuTpaSnaenTS:rvencin"ntosdo anno lindo. | nagas, diversas contas de trapiche, e tun relogio l^JJ^a2?% '
fornecer, como ; honsontal de prata, cuja numeracao e ignorada g1
Carlos, Pernambuco, 16 mezes. Recife, convulsSes.
\ pubcaco do seguinte artigo : I Jos Victorino Travasso MederqsTPernambuco, 22
. -Mande V. S. .
icitou o brigadeiro commandante das armas en pelo roubado.
loio n. 1,604 de M'do agosto ultimo, os utenc- Pede-se-..u3.. |.u uu ^..c,* u.. ~^r^^l^y^-a
.__.!. A colonia portugueza no Brasil e o Illin. Sr. annos, soueiro, oa >isw, uuoieid.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho. -J pertence Joaquina Rosa Antunes, Pernambuco, 3 > annos,
ao dominio da publicdade o discurso do lllm. Sr. viuva, Hoa-\ isla, urna aneurisma.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho, recitado no Anna, Pernambuco, 9 annos. Sao Jos, verme m-
inemorando dia 13 de agosto do corrente anno, | testinaes.
para pa
Dito ao mesmo
soliciten
ofll
Uos mencionados no incluso pedido-em duplcate,
os quaes sao necessarios ao stimo batalhao de in-
fantaria, em substituido outros que foram dados
em consumo.
Dito ao director das obras militarcs.=Mande V.
S. fazer com
sita a grade
litar, segundo
dante das arma*, < icio u. n mo_nc n-i vtoi tnnimmi
te.-Conmunicou-se ao inspector da thesouraria de do brasileiro, convira comnosco que a aprec.acao Julia Pernambuco, J tnezes, Boa-\tsta, Inflamma
fazenda. j do carcter portuguez, por elle feita, nao poda ser ca
Dito ao mesmo.Avista do que ponderou o bri-1 neui mais imparcial, nem mais justa,
gadeiro commandante das armas em oflicio n. 106111 Tivemos occasio de encinMJ^~~ (jM POUCO DE Tlinn
de 29 de agoste nltimo recommendo a V. S. que' tort etfiU>r }&f[}tr^
mande temar os buracos existentes no reboco das Bi
paredes do compartimento do quartel de Jasmm
Amaro, destinado aos presos doentes, li^af como cava
Gab. part., n. 11,493.7 le marco 1827.
Resposta.O Sr. Aillaud. livreiro, nao mora mais
na casa n. 21 do*caes Voltaire, porm no 1 andar
da casa n. 11 da.mesma ra, no fundo do pateo:
contina com o seu negocio de livraria,
O Sr. Aillaud, consultado directainmte a respeta
do Sr. Manoel Joa|uin Pmenta. assevera ano nao
conhece absolutamente nem de nome nem do vista
osle sujeito. Mas um de seus caixeiros assogura
que o Sr. Pimenta cerrespondo-se de Ljsbila, onde
e domiciliario, com o Sr. Aillaud em Pafls ; o que
esta correspondencia concornente ao negocio dos
livros.
Em casa do Sr. Aillaud tudo transpira a maior
desconfianza da polica ; muitos estrangeiros, es-
pecialmente portuguezes, frequentam esta casa
sob o pretexto ou motivo de comprarem livros.
(Ch...)
(1) Nao na verdade, cousa tao estranha e sus-
peita vT os estrangeiros na toja de um livftiro
portugueat?
(Nota do eilitor.)
(2) Sem contestar inteirameate a npinio do Sr.
agento da polica citaramos diversas livrarias es-
trangeiras que poderiam ser equiparadas a do Sr.
Aillaud.
(Nota do editor.)
grande embarazo.
OITereceu-so p'rimoiro 60 libras e depois 100 pe-
la reslitiiii-o do testamento.
Parece que o ladrao quera 123 libras, e escre-
veu a viuva, prometiendo entregar-lhe o documen-
te roubado, se ella lhe viesse pessoa I mente entre-
gar porta lo seu parque o s 10 horas da noite,
as 123 libras.
Nao era um encontr agradavel para urna so-
nhora.
Oadvogado da familia vestio-se de mnlher e di-
rigiu-sc hora e ao lugar indicad, tendo. previa-
mente avisado a polica.
s 10 horas chegou um hontem mascarado-
Em quanto durara o dialogo com o advogado de
saias, os agentes da polica (.-negaran do mansinho
e sem dilliculdade se apoderaram do ladrao, que
tinha comsigo o testamento authentieo do carvoei-
ro millonario.
Una correspondencia do Frankfork conta o
seguinte:
Temos na Allemanha congrossos scientificos de
todas as classes.
Acaba de reuni-seaqui o dos dentistas.
Entre as quostoes <|uo esta rcunio deve resolvor,
offerecc geral Uiteresso a seguinte:
O tabaco eo.assucar sao nocivos aos denles?
Os dentistas sao do opinio que o tabaco niloex-
erce inllijencia desfavoravel nos dentes, mas que o
assucar, em excosso, contribuo muito para a sua
deterioracao'
nos em Por- \
af^vsw. Desde esse
'mtirvBBtr a nobreza de seus i Sr. Mi'iidonca Beln dirige-nos as linhas e o
, e a rectido com que analysava e erti-' artigo, que aqu consignamos a leitura publica,
havia de bom e de mo em Portugal, | Teudo hontem deparado casualmente n'uma ta-
ao mesmo brigade..^
enfermara estabelecida em dito quartel. ouraprimlc;! desafirradar.
i ainda salvar, achei o seguate artigo do Lirr< iVWre
O Express, de quem traduzimos, narra o seguin-
te facto sob a denominaeao de JHbrf* violenta da
acrbata appellidada Blondn :
Hontem, quando esta mulher desenvolva suas
evolueoes em una corda tesa, em Aston-Park-Bir-
ranafiam, teve lugar um horroroso accidente.
cJmJtecida sob o nome de Mad. Geneive, tinha
ella atravessado a primeira vex a corda, com pe-
sadas cadeias amarradas aos ps e s miios; mas
quando quiz voltar, a corda partio-se.
Houve ento um grito de horror e de susto I A
infeliz tinha calado e expirado logo I
Os mdicos veriOcaram a ruptura da espinha
dorsal.
Mad- Geneive esteva no sexto mez de gravidez
CHR0MC4 JtlIICIVKU.
TRIHIWI, DO JIRV.
QUARTA SESSAO.
DIA | R SKTKMBHO E 1863.
PmUlencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Silva Neiva,
juiz de direito da 2* vara crime.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leonoldino
de (insumo Lobo.
Escrivao Joaquim, Francisco de Paula Estoves
Clemente.
Advogado o Sr. Austregesilo Rodrigues Lima, es-
tudante da 9 anno' da faculdade de direito,
As 10 horas-da manha feita a chamada acha-
ram-se presentes 38 senhores jurados.
Foram multados en 205000. cada um dos Srs.
multados nos dias anteriores.
Entran em julgamento os reos Jos Lourenco do
nascimento Pavita e Clorindo Francisco de Souza
Magalhes, acensados por crime de eslellionato.
O Sr. Dr. iute de direito deferip ao Sr. Jos Aus-
tregesilo, Rodrigues Ljina. o juramento dos Santos
Evanflhos para servir de curador dos reos.
O jury le saitenea foi comnoslo dos senhores
segniBtes:
as ras, nierc das zombarias de cabcas Iret
1 meadas.
Admira, sin, que deste modo proceda quem o
inculca de mantenedor dos toros da moralidad*.
publica, de jornalista grave, fe inimign da hfPO-
crisa e dos aleives, de defensor strenno de pon-
cipio d'antoridade.
Nao pensavamos, nem jamis poderiamos ima-
ginar que as palavras do Rvd. padre-mestre Er.
Joo do Amor Divino em sua propria defeza, pro-
feridas do alto da imprcusa, sob a sua dfreetn
responsahilidade, houvessom deprovorar a-iras d-
un escriptor, ponto di> se lhe figurarem denun-
ciadoras do mais exlccmado cynismo e puntada*
pelo descaro c pela hypocrisia !....... 0>
lempos, de feilo, estn mudados !...... Deli'ii
dendo-se esse sacentote, porque nao quera, nem
devia, por sua dignidade, vergar sob o ^o de ac-
CUSacdes infundadas o injustas, expoz ao publico
toda essa maiavilliosa teia de intrigas adrede pre
paradas em deslavor de seu caraeter, -orno taniem
e como religioso : denunciou perante esse jui \
respeitabilis'simo.d opinio sensata do pai/. 0 pro
cedimente inoualilicavel. pie pan com elli-
acabava de platicar em nome da kvque se menos
cabava e que se torturara, a mero capricho '!> *''
agente da (proa publica menos pensador e come-
dido : e SGOqne fez, como o palera e o devora
fazer oiuro ualquer. em conainctiira idetica
abri margen < descompassr-uas e imprudentes
phrases de um saino e moralisodo escriptor, que
prodiga o rftn/smo 1
Qual dos ilous o cynieo o frade, quf>se de
fendeu com a linguagem da razao e la d'gpidade
pessoal, que nao salpicn as vestes, de qui usa, no
lodacal das recriminacSes odiosas e dos oanyicioji
Imitaos e insensatos, ou o DISCRETO- o. rpu.Mi
jornalista philnsopho (lo Iwmd do Recife pie des
pelo seu comporlaniento e pela sua;//. va na im
prensa, ao nivel pomo invejavel d> weicradpi
imprudente las pracas, epara queraos habite
sagrados do um rolHpteso ontadtdot.sao o alvo do
escrneos c le commi'iitarios descabidos ?
Qual d'entre os dous oquepriyia |h>Io
o padre, pie falla em seu nome, co.ra a ma^oa a
ralar-lhe o coracap, o cora a agradecimenfo mais
solemne em bomenagem dlfesa espontanea e ge-
nerosa, que um. povo eminestemente eivuisado,
|K)ipie sinceramente religioso, toma n'um ha
de atribulaeao para um ministro.do alta; em rela-
co esse iuomiio ministro, desrespeitado, ultraja-
do, exposto ao phreni'si do nessiraos interpretes, e
executores da lei social; ou,aquelle i\w duisinaii-
do-sc de ujmigo dos escndalos e las (inmorali-
dades do- todo genero, amonto* n'um apontoado
de phrases, cada qual mais perfumada de impro-
perios,, uina serie ininterrupta de escandalosas e
repulsivas indecencias, parlo da mais requintada
cnamo ?
Qual los dous vnajs celebre, qual maisjiotavot
l>elo seu proprio iwme, o sacerdote pie nao d*f
louassignar o seu, bou, que obscuro, em sua pro-
pria causa, e em pro! de um direito que rancien
seriamente lho ousara, contestar, ou este csrripiar
anon\mo, quonoassnme a responsahilidade tic
seu proceder, que bartela insultos aos cenlenare.-
quem nunca o offeudora, que serve sem a menor
hesitaco desenvoltura de atocias paixocs peque-
ninas, de mesquinjvts odios, descabidos, sem dun-
da, na linguagem, do quem se deve prezar : prezar
ao mesmo tempd o elevado sacerdocio da uu
prensa? .
Quem d'entre amtas cominetteu gravissimaa Bi-
tas, o religioso, cuja vida de ha visite annos nesta
provincia passra semprc incgnita, sem afrontai
a publica reprovaco, c que so.agora, apcis diligen-
cias empregadas para reivindicar legtimamente
varios lieos dissi|ados e extraviados ao patrimonio
de Nossa Sentara do Cariup de Olinda. atparece
em relevo con as mais carrejadas o desfavoraveis
cares, ou aquelle que, sem respeito moral, sem
considerado as ideas religiosas, e ainda decencia
publica, se arma doltego de escrevinhador des-
abusado para aaorraga-lo, o para4 em desaffronta
quem quer que seja, lanear sobre o habito, que o
cinge, todo o fel de sua descommunal hpie-
dade ? .. ,
Entende o lelicadissiino e morahsador jornali.-ta
que as vestes sacerdotaes merecem respeito nica-
mente quando oobrem caracteres distmctose puro-
Mas, alm de que nao esse escriptor o hbil -
para por sua vez, seu talante, c de propru
ridade, extremar e assignalar na sotodeQ ra
ractors puros e os impuros, para WJKffi
direito, atiente a desmedida, impureza e Inb leijaj
de seu particularissimo e epgmal estylo, reina ou
mtitii Annv
l ii rrjfx/Fi t



Blailo de Pernambuco segunda felra 9 de Weiembro de l ft3.
Por mais m^mtmmS^lSSS *m\qmlt0 annos de vencidas' c"> cndilo de
desvarios o m torpeas < se lhepresura, i' Pa8ar"rae u?>a e.m novembro d'aquelle anno
falta de raxo com que o esmaguem, por raais que; 6 Oiitra em janoiro deste anno : se, quando
a embriaguez, a devassidao ou a loucura que se Ibe aqui chegou de Macei, em fevereil'O deste
?lf?51rt;.C!ll"l*!lafnen?0-? ailtasse Pi*iico o i ann0jp depoisde tereu chamado concilia-
a lace da sociedado civilisada; o frade nunca at-i. *|i_ ,i;___ ,uu a _
ungira a esse grao derepugnantec lubrica incredu-; ?ao' nau me ,sse 1ue anda estava pelo
trato comanlo que amigavelmenle me pa-
gasse : e quem assim procede quer juros
de 2 e 3 por cento, Sr. Bariholomeu ? o
publico, o publico que nos julgue.
Nao pretenda encommodar ao Sr. Dr.
Antonio Herculano, mas como o Sr. Bar-
tholometynvoca o seu teslemunho pela re-
sistencia^qe iz em acceitar \ :OO0fl da mo
deste Sr. para pagamento de 3:60O que me
deve o Sr. Carneiro da Cunha,,j-ogo ao Sr.
d^a^^JS^^^'lK Dr. Aionio Herculano, que declare por esle
nos e improvisados, urna to miseravel e miseran- J01 nal. em 1e especeme oftereceu essa
da parodia, invertendo o sentido todo mysterioso e quantia, e se j eslava effectuada a compra
altamente pliilosophico do prantoe das lamentacoes dos escravos pelo Sr. Bartholomeu ao meu
da V irgem-Mai, para um sentido s abjecto, so de jevedor Ha tres nerinrlns na rr infiuita impiedade, s de descarado cynismo. 'ur\ i" X^hi correspon
Por sua vez poderia tambem o sacerdote insul- i enm do Sr- Baitholomeu que sao dignos
todo, vilipendiado por esMnwraffnuto orgaodaim- da sua pessa, e s3o : i. .Nao faco acom-
[iivnsa, dizer-ihe rom empiiase: O' vos tod -s que modacao com diabo nenhum sobre este ne-
lidade que dictaram to insensatas phrases, de que
so envergonhariam anda os raais descomedidos
sectarios de Tribonio, de Zwinglio ou de Lutliero.
Se o jornalista, moralisadorpor cxcellencia, pen-
sasse como deve pensar o bomem que se prza, o
escriptor de principios severos, e que tem dignida-
de. nao parodiara to escandalosa e vilmente o
bello pensamento do sublimissimo poeto deiao,
em suas consternadas e palheticas alegorias a pro-
posito das torpezas e da ingratidao da cidade mal-
dita, para eom o seu libertador, para com o Re-
demptor do genero humano.
passais, parai e dizei-me se j vistes um escriptor
igual ? !.......................................
Mas, o Sr. padre-mestre Amor Divino nao far o
que fez o escriptor : csse frade pi za-se, prza o seu
gocio, iremos s do cabo, e veremos quem
vence : este periodo s Satanaz pode-
ria dictar, e de fado o Sr. Bartholomeu re-
ministeno, a causa que defende, e o publico para correu elle eui primeiro lugar quem co-
VR3ELftf SSST I ^ ? S[- Bartholomeu poder>a!iar se
disposto a pcrdoar-lhcos desvarise tresloucamcn-;e.,le9uvin,Jo e mtm taes expressoes se re-
tos que tonto lhe perturbam o eoracao e o cerebro, j tirara de minha presenca como se relirou,
deixa-o em sua glora de proiestante e de philoso- ttodo maminlio*. principalmente depois que
pho epicuristo-, e vai por (liante na senda do seu i: a -..,- i~ niIP fn nri.,,|,,r a ,.nr nnp
dever, no caminbo de sua missao legitima. N5o" ,?'W ue que 101 poriauor e por que
oacobardamameacas,porquctcniaDusporsi,elseretiroti o Sr. Bartholomeu sem me dar
nao receia de documentos que o possam perder, urna s palavra ? por que o seu plano es-
illustrada opiniao do tava formado : a resposla a me allude o Sr.
U'irthnlrtiimn tnt r.?^_ --. !
O cathulko.
ante um novo christao e
paiz.
muso procedimentoda autoridade policial que taji-
to desrcspeiteu-O, que injurioa-0 desabridamente,
mo grado sua aculeada deltbedeza no grao su-
perlativo, que lhe empresta o delicado escriptor .'
porque procurou repelfir e defender-se de ociosos
mendigos que o ultrajaran), que at o apedrejaram
-ni una das nas da cidade porque nao ernzoa
os bracos, como victima impassivcl. ante os des-
eompassados gritos, as vozerias e brbaro trata-
UMOto de menos prudentes arbitros da polica do
paiz !
Entretanto, nem o nebiUssimo jornalista ome-
Ilior interprete do Evangelho, cuja doutrina repel-
le e condeinnao cinismo, nem o competente pa-
ra ordenar ao Sr. Fr. .loao. do Amor Divino, do
alto de sua cadena de Plalos, if um pretorio de no-
va especie, a norma pela qual deva elle pautar seu
proceder, quer como sacerdote, qucrcoinoliomem.
se aos seus olhos demasiado perspicazes, e siiui
mmente farejadores de moralidade oRvd. Amor
Divino um beleguim, um desreglado, um frade ar-
mad de um pao, em vez do Evangelho, e por isto
nao lhe resuelto 4s vestes sacerdotaes, que hade
elle lazer para mcrceer-lhe toda consdera<\o, para
tornarse c redor dos seus msuspetos elogios ? Dei-
sar-se abarrar dos verdadeiros belegumi, deixar
que fosse atassalhado felos orgaos d imprensa e
da autoridade, que nao sao desregrados, curvar o
dorso ao violento azorrague dos novos escribas e
pariseus, e trajar diante do publico e Ha impreu-
sa o habito esfarrapado e asqueroso dos mais in-
signes adeptos do cynismo ?!.....
Nao o far nunca.......
O Sr. padre mostr Fr. Joo do Amor Divino
muito i raro r muito pobre: nao se apavona de'scien-
cia que nao possue, nem de virtudes que nao tem ;
mas ninguem lhe tolber o caminho a seguir para
o fiel desempenbo de sua niissao : e a sua missto
mao grado a corjuracao acre e dos advs-rsa-
nos do Jaltar e das bellas tradieSes cathoeas
e nm dever sagrado que lhe im|(eiu a sua pres-
sao ile t religiosa, e.o seu carcter de sentinella
e de guarda do templo que conflaraia aos s.'us
--idados. aquelles que -o podiam fazer. Contra o
dteipadores de um patrimonio e de urna lieranea
legitima levantase elle, poslo seja o mais obscuro
combteme d'eutre os lilhos de Israel; mas a causa
de Dijos e de sua Alai Pursima, c o povo que er
em Deo^ e nas rousas sagradas, o povo que aao
impo, nem cynico, enem to pouco do bando dos
pbilosophaiitrs H la umile, faz justiea ao frade, eomo
ministro de Dos, c nao o deixa na hora acerba das
provalBes que lhe preparara detabusados espiritos,
desrarcados sob o inautrt de pensadores livres c
eonscienciosos.
Se o escriptor, que se finge to avesso hy-
jiocrisia e tao opposto ao cvnsmo, pensasse me-
tUor e reeciisse cora mais acert, sao escreve-
ru aquellas palavras de abominavel cyaiSmo,,que
se le erasu hnthante dissertaeao de requintada
impiedade. Nao dina que da bocea do pobre ha-
de sahiram as raais asquerosas expressSes, qae hor-
ronsariam aos que as onviram, ficando admranos
de como taes labios receben, o eorpo e o sangue ton-
sagradopel Eucharistia!'.! ...
Reproduzimos modo to extraordinario trecho.
Veja o publico, dessa simples tirada, qual dos dous
o immoral a o cynico, se o monge que pugna por
,iui di re lo, que se defende com a lei, ijque, mesmo
quando fosse um perverso, nao perfleria por isto
esse dreito nem Jfcava sequestrado lgica da lei e
da razio, ou aquello que para insultar a um pobre
frade, traz por diante ohjectos do profundissima ve-
nerado, alira-os sem f e sem escrapulo ao moio
dapraca, em phrasc de implo descaro, c sorve-se d
to sacrosantos, de to sublimas cousas para espe-
cular oro eftos, para mais a contento pretender
.Bartholomeu foi : t Eniao 'por este
meio que se pretende arredar o Sr Diogo
a vi Jm< iSoares ^e concluir o trato que tinha feito
roBirato FlaiWatao |Commigo? poisbem, eu nao tratarei com
caEd?,:nS ^S tfBgiiS; ;;;;sr?! C0VtlerT^
quando contratou com o Sr. Piav Fer.-efr., Cato *erbalmente.> t. bsiandoassim ter-
o imposto das aferi^s dos |iesos e medidas deste | rntnaaas as mtnnas dehgencias, (diz o Sr.
municipio em relapso aos anuos de 186i e 1863,, Bartholomeu), sobre a prelengao do Sr. Dr.
depois de ter annunciado, o convidado por editaos Carneiro da Cunta, como i lhe houvesse
a concurrentes, que fizeram grandes despezas para ,i.llln ,_, .H-fc-.j. J. ,-a
se habilitarem, pagando r-jr certidoes negativaVde da(1 a,ff,,m dmheuo e pago algomas dtwdas,
bypotheca milito mais de i&SOt) marcados na lei' ptocuret sem demora por-me salvo de
etc., etc. ; tendo o Illni. Sr. raajor Gustavo cxpli- alguma eventualidade que me impossbili-
cado seu procedimento individual como vereador, tasse de ser reembolsado : e Dor isSO ac-
repellradoe aiTedaauo de si qua quer idea de ar- :,: nffd_..;mno(ri ,, '!" n
rependimento em sua.s crencas polticas em refe- ile ofterectnienlo que me fez O Sr. Dr.
rencia a ter eu dito que se dzia geralmento sera ^unna, da venda de seus escravos, a qual
cmara composta de vermeihos, tendo om seu seio effecluou-se, enlregando-lhe eu o restante
apenas ilous arrepentidos : declaro que o arrepen- de sua importancia Enlo POnta OU
dimento, a que alindo, qnanto a crencas polticas clhpp. ., n -n nrn((l,,". .[ n'Plhn
e nao a factos especiaes. E como S. S. declara nao faDeca e 0U na0 Prolecloi O Sr. BarlllO-
ser dos arrependidos corra isto por sua conto; 'Omeu dos que se veem em apuros ? ah,
cora o que nada tenho nao pedi, nem poda ex- sim O Sr. Bartholomeu protege, mas nao
g'\inil1lc^,-\ i comdmhero seu, porque quando o ? em
Muilia questoo e pois relativa somenlc a ter a -c^r. ir*ta tfaM a.,* i i
cmara feito una negociacio mais coramoda do "^ lr^ sem rf"Mora de V'-* salv0
que poderia contratar o iuijwslo das allerices, se <*e Quntquer eventualidade ; nao dever, por
por ventura nao tivessem sido to renles os con- certo, causar asco um individuo que assim
crrenles, que acreditaram no edlal da cmara, nratica 9 m.n que iionhuma declaracu acerca do requer ment K?n'-iJ!'riS .Q ^'f-me, pa toe-
do Sr. Flavio Catao. qSe, conforme diz o lllm. Sr. m0S ao 3' Periodo : Este procedtmen-
major Gustavo, lida desde tins de marco, sto a' to por nenhuuia maneira comprometteu a
e,n,:o mezes e alguns das, nas pastas para ser. boa f e honestidade com que deligenciei O
tmbL seja a cmara competente para conhe- J?Ja^.ant S n,. tf'^^S'
cer dos seus interesses, nao todava para des- \e>' Porquanlo sabia que tendo O Sr. Dr.
pensar na sabia loi do |. de outubro de 1828 art. Cunha outros hens em nada prejudcaria o
servar, para que nao dagmafise fra dctpwposito, cnchuvalha-las e arrasta-las na poeira, por onde lodo o juro de suas letras, quarulo i,: nham
riva do individuo qae as traja, o sim de carador e
da idea religiosa que nelles se acha estampada. De
feito, o escriptor tem queda para o protestantismo;
o pena que a sua philosophia, que tanto parece
embicar com as formulas religiosas, nao seja mais
substancial c slida do que esse seuescripto, raro
padrio de faeccias de mo gosto e de calculada
impiedade.
Se oJk. padre-mestre Fr. Joao do Amor Divino,
tem faltos como homem e cerno religioso, outro
juiz que nao ao illuminado artiguista, curapre exa-
mina-las c juiga-las; e nae para que, titulo de
querer aggrava-las, se diga alto e bom son que as
pollas do convento do Carino nesto cidade se acha-
vain cerradas para elle, como desreglado filho do
lirmelo, c que na occasiao do conflicto, geralmenlc
sabido, nem um dos seus irmaos religiosos sahira
a delende-lo.
Tal argumentacao, que tonto desvanece o crite-
rio do desprevinido jornalista, s teria, quando
mesmo fosse aeeitavel, o triste mrito de lancar
ainda niaior e mais olfensiva injuria umacorpo-
raco alias respeimveL que se assignala pelo amor
ao prximo e pela caridadechrsta, que nunca ne-
cessitaria de albeios estmulos para acudir em de-
ttta de seus correligionarios, por mais criminosos
que parecessem; e que nao precisa aprender na es-
tragada philantvopia do seculo pervertido atheoria
' benfica de Evangelho.
Ao Revd. Amor Divino, pos, nao caberia por is-
to a menor censura, se censura podesse dalli de-
duzir-se; e o escriptor, que to civlisado, sabe
ou deve saber que a circumstancia de haverclle,
porventura, coiimieltido quaesquer faltas quando
por si mesmo provada, nao lhe aliena va nem des-
trua todo o direito a repellir insultos e a proceder
de conformidade comas leisc com a propriacons-
cicneia.
Quer o sabio escriptor atirar no Carmelita a
Erimeira pedra ? Itom que se lembre da po-
re adultera, de que reza o Evangelho, e da sa-
bia resposla que a projiosito dola fra dada pelo
Homem Dos aos falsos interpetres da lei.
Felizmente o detractor do Revd. padre medre
nao constite nem poder nunca por si constituir
o que se chama opiniao publica. Nao ser elle
que tenha forca para metamorpliosear o subdele-
gado de Santo" Antonio em dclicadissimo c muito
ensato, quando todos nesta cidade o conhecem e
sabemapreca-lo em suas maneiras humilissimas
para com seus superiores, e bruscas em sua dema-
siada arrogancia policial.
iio ser csse enc\ copledico jornalista quem na-
ja de imprimir ao inslito e nqualificavel proce-
dhacuto dessa mesma autoridade para com o Sr.
Fr. Joao do Amor Divino o carcter de legitimi-
dade, de conveniencia e polidez, que lhe niio as-
scata : nem poder elle, o admirarel inimigo da
hypociisia, dos escndalos e do cynismo, que en-
tretanto o mais cynico, o mais' escandaloso e
bypocrita dos modernos papaguladores das menti-
rs vltaiiianas accusa-lo, desfeitea-lo, ameaca-Io
com o seu rerho omnipotente, e promover contra o
prior do convento do Carino de Olinda o despre-
so dos homens de bem, ipiandoo alcunba de sacer-
dote craptitoso. Nao, mil vezes nao!
Ao escriptor que tem senso, que tem d'gndade e
moralidade e que diz fallar em nomo da razio c
da justiea. nao faltam recursos de lgica e de in-
telligeneia para emnbater urna causa ou urna idea
que se lhe augura m.
A theoria dos convicios desabona sempre aquel-
lo que a emprega : porque a desmoralisaco nao
c arma com que possa e deva jugar quem tem
senso.
0 iv iln e e moralisado escriptor chama urna e
oua vez, ao frade de crapuloso Que dos seus
desvarios ante a sociedado ? Onde esto os seus
praudes crimes ? Apresente-os, faca exhihieo
dos documentos comprobatorios dessas suas aecu-
saeSes : ambos esto no grande jury do paiz, dien-
te a opiniao publica ; esmague o frade com asna
manopla de ferro de abalisado e acrysolado mora-
lista, julgue amitos este mesmo povo que os co-
nliece. Se, em razo de faltas, o homem tem in-
corrido em penas, outros que nao ao doutrinador
o Jornal do Renfe cabe a missSo de corrgi-l
caso bouvesso o padre de ser punido, a pena,
Sr. jornalista, seria merecida, mas nuncamere-
ledura, como em altoeslijlo de gazeta nao duvidou
escrever : pena merecedora eousaque nao com-
prebendo, locuelo albea lingua que fallamos,
e ainda mais ao simples bom senso e lgica.
O jornalista tao abrazado no fugo da lber lade
pbilosophica, e no amor que professa pelos princi
pios saos da moralidade edareligiao, que j co-
nheee, em seus vos de aguia para as regioes de
incgnito iciiu i injuiiii, una pena ijiie nao t me-
veciaa, sim merece lora '.'.'.
Aprouvelbe encontrar no Sr. padre Amor Divi-
no coragem, no que nada mais que a exprselo do
seu dreito de defeza i e lca muito admirado, por
que elle realmente muito corajoso Ao contrario
a victima do escrevinhador nao tem essa qaalidade
no grao e no sentido que o seu gratuito adversario
zombteiraraeuto apona. Elle um fraco religio-
so, muito enrgico sim, para defender-se, defen-
dendo a boa causa do i|ue se v incumbido: mas
essa coiii'jcm, que joga com a petulancia c com o
descaro, que affronta a publica indignarlo, que con-
siste em dizer o que se nao deve, e em proferir
condemnaeiies acintosas. na falta de argumentos,
essa nao a tem elle, nao a quer possnir nunca, e
muito de bom grado dcixa-a para os fortes de es-
ptrito.
Procede a religioso carmelita em opposico ao
que manda a andado evanglica e o seu minis-
terio Porque ? porque nao se calou anteo insul-
uma
duzia
e justa a ipnjciacao do Ilustre membrodo Sal......... alqueire
directorio ; mas se o eleitor do lvre Per-, Salsa parrlha.......arroba
nambuco tem descrico, sem duvida impor-, Sebo em rama.......
lhe nomes degrada-lo da sua dignidade, dem em velas. .
reduzjr asystema representativo a urna far- Sola em vaqueta .
ca ridicula, na qual os carrascos de honlem i Tabeas de amarelio.
represenUm hoje o papel de pais da patria, dem diversas. .
eos martyres ficam sempre considerados Tapiocas...... ,1T0,)a
como urna especie de praga, que deve em Tatajuba........' miinul
todo o lempo ser condemnada. Traves
Oseteftoresprogressstas saoospsnes-unhasdeboi! '.'.'.'.'.. Cem
la orden de cousas, e o directorio a cabeca. vassouras depiassava. V 101ooo
de modo que um eleitor desta ierra nao idem de ,mb
conhece quem o tem servido, e quem o ifo' ,dem de carnauba
wo
-'.OIHUI
."i500
'5000
I.VNN)
110*100
7.%J000
.14000
SIMO
f5*W0
na -
tem servido ; o conhecimento s est no
directorio, aggregado informe de interesses
desparalados, e sempre contrarios as liber-
dades publicas.
Fico aqui.
Becife, 4 de setembro de 1863.
Dr. Antonio Borges da Fonceca.
Vinagre......... canada
8|000
6*300
PUBLICACOES i PEDIDO.
Atallia-*e o veneno.
Alfandcga de Pernambuco, .'j de setembro de
180,1.
(Assignados):
O 1. conferente, Pedro Alexandrino de Barros
Cavatcanti.
O 2." conferente, Jaquim Ignacio de Cartalho
I Mendonca.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, S de
setembro de 1863.CarcalMo Reis.
Conforme. O 4." escrpturaio, Joao dos Santos
I Porto.
Recebedorla de rendas internas
Se o virus das escrfulas se acha espa-
hWieSSl Vfne-0S' SaISapa'T.' i Sepaes de rernainbnco.
ma de Brtsto smente e quem nos pode Rendinfento do da l a 4 4:6785247
laciimente alalliar. Quando a molestia lem dem do da 5......... 4461394
sombadodos mdicos e de toda a materia ------------
medica^ certo que o grande desinfectante Ji^L'
a curar. O mesmo acontece com todas as r^zn......rt ilS
molestias ulcerosas e da pelle. O cancro L^nSTSTffTT'^^aa?
por raais profundo e inveterado, o tumor o idemdodiao......... l-JOBUiS
mais desfigurado e feio, a chaga mais viru-
lenta e roedora, a erupeo a mais rabiosa e
extensa, tudo suecumbe a sua admiravel e
balsmica aeco, e o remedio mais pode-
roso para as affeccoes do ligado, desordens
syphiliticas e todas as classes de affeccoes
das glndulas e dos msculos.
A' venda em todas as boticas do Brasil.
8:24r.3-J10
43 e 44. que consigna medidas preventivas contra Sr. Santos Neves. E que tal? explique-
qualquer idea de conluo. cima de tudo pens' se melhor o Sr Itoiilinlnmpn nar mut hnn.
eu. que deve estar a propria dignidade. principal-' *. ZTZ i! / Z!lUo,omeu P01 mi ^
mente quando se trato de tao Uustrc corporal, 'a e *"'. mesmo para que o pu-
como a cmara desta cidade, composta em sua to-
talidade de cavalleiros disnctos, e merecedores
de todas as attences.
blico fuja de mira
'em 6 de julho de 1863
para que o pu
pois o meu devedor
achava-se em taes
A cmara pois, se realisou com o Sr. Cato o
negocio do contrato das afericoes sem guardar as
apuros que comtnoveu a S. S. deligenciar a
compra de nina divida .le 3:G0OOO0 por Abanos.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PEIPAMBICO
0 novo banco paga o 11 dhidendo
de dez mil ris (10$000) poraeco.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 4 .
dem do da o.......
66:7971563
24:587|2:i2
9i:384|793
Agurdente..
Couros.......
Hovimento da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos
com fazendas
com gneros
134
161
162
304
------ 466
m
Descarregam no dia 9 de setembro
Barca franceza -Co/iVjny-mercadorias.
Patacho nacionalJutoaoofarinha de trigo.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAl TA DOS PREIJO DOS GNEROS gCIRTOS A DIREITO DE
EXPORTAC.io. SEMANA DE 6 A 11 DO MEZ DE
sktesibro de 1863. Caf.
Mercaduras. Unidades. Valores.
Bacallao.
Batatas.
lorinulas legaes, mandando levar a leilao e a quem /UU, 0 em 10 do mesmo mez fez-llie ven- Agurdenle de cana
maudur, houve-sejaL (da de 16 eslavos por 9:000.?. para S. S.' Id*in res,ila.hmi 1',,':. '
Se esumdo a peticao do Sr.Cataoj deferida pe-1 pagar.se do uue efe lhe dama i'.lhndo S !t rcs,,laila ou runo
la cmara por maioria. le S contra 1, nao obstante f^i ^ ........
cento
caada
a cmara mandou alixar editaes convidando con- dmlieiro, e ficando elle a.nd *>m outros idl.ln geucbra.
currentcs para urna airematarao ticticia, digo hens que garantan! a nnnha diviJh eur sua! llojll alcooI .nt(1.,., .uril "
mal, jafeita por convencao e n'ausencia de lici- tolalidade ? isto revoltanle, Sr. Bartho-|
1 "W2''s'' P'ior- lomeu! e nenhum homem
Anda mais, sendo os imiwstos mumopaos de-1
que
anlente.
1 Algofio em caroco
creados (ios' orcaraenms,7Sndo ~Z, i rW*P> ."* ao conhecimento do publico [ ^m ,m ,.ama ou m ,,ia
o dependentes da approvacao e deeretacSo da as-1taes miserias e ambicao de possuir fortunas; ini,
sembla provincial, nao cs'tando ainda leita a as- que se suiieiil COillO O fumo.
motea, que deve votar, e decretar o orcainento | Q Sr. Bat'lhokimeu esl i
arroba
Arroz com casca....
de 1863, seria licito acamara celebrar o contrato,' ,," 5 ,?-. f '- Assucar mascavado.
que f.'z ? Nao pode a assembla eotar o impost [alt0, t,e ********, e por ISSO nao se ., ,Mia
las aieri.;oes > .\ao pinie faze-io passar para a re-; leinbrou de urna ollera maior que, depois "\.,.....
ceita provincial ? E como pois a cmara Taz um da de 1:800d pelo Sr. Ur. Antonio Hercu-'
mica bypotuese de |ano, me foi fela pelo Sr. Diego Soares; i
submelloaojutzo do publico a sesuinle car-',, ,' ; "
la do Sr. Dr. Diogo Soares de Albuquerque : ,oco ;
e a resposla que dei. Idp|" de mamona .
Illm. amigo eSr. Santos Neves.0 .Ba,a,as alimenticias.
contrajo
una [wssibilidade: i
Mas a cmara, que mais luibilitwla do que
iiiii'i'iem inira roimecer dos interesses de sen cofre
esqueceu consultar o aluunak para conhecer, que
as afericoes devem produzir o melhor de 20:0005.
e que por sto mesmo era natural que em leilao
Aserie de amendoim ou mendo-
lsse mais de 13:2305 por que foi con tratado.
amigo
Loula (appel ido de familia
esl disposto iBotada 0luill;"-ia, propria para
caada
arroba
res, porem o
embari|ue
Nao fallo na revisto das mesmas aferiedes, que pagar-lhe os dous conlos de
deve produzir alguma cousa. Mas a cmara i Itortholomeu nao pode, di/, elle, dar j este
^e^TSJt^'V^tW'^mmri0t dinhciro> sein P""de 90 dias, ac-
Assim pois deve o publico convencer-se, de que ceitando elle uma letra saccada por V. S,
prudente acreditar sempre nos editaes da Agora vou saber de V. S, se pode conceder i
nao
dem lina
Caf bom........
dem esculla ou rcstolho ...
. libra
(libros......... um
municipalidade, ficando tambera convencido de este prazo. sem sacrilicio seu ou quantos La,Dros........."m
que o procedimento do Esm. Sr. presidente da pro- dias nde V S esnerar naca w minmninr {"A]...........arroba
SS^^^^ ,
S. Exc. usando de sua costuraada justiea pode espera mu pequea nao ser provavel ai
mda ivmediar o mal. ranjar-se referida quanlia. Eu no pee
Nao dezejq mais voltar ao pilo. an* hipii* nmiune MinL> mn,M X prlo.
Becife, a de setembro de 1863.
Joao Baptista (lomes Peana.
aosineus
amigos
cousas
um
arroba
uma
libra
eellto
um
,_ Carne secta (xarque)
Cawiiw ....
imposstveis, e y. I Carvao vegetal.....
S. far o que entender. Aproveilo a occa-'Uvernas de ennira .
sio, etc. Diogo Soares de Albuqaeriitie. ^'ra de carnauba em bruto.
Julho, 21 de 1803. (dem dem era velas .
5^"Sr. RaHhHlomeiiF.de Souza.j Resposta. c,a.........
Hrivos -sr RirtiininmPiiittannrnaim r Em resposta seu presado faver d.esla u,aiulos.......
uiasox m uaitiiolometilagoinsim fi- (]alac np. dj ,'v s mip---:(. Ccvados (porcos).....
quei esmagaao com a resposta oue deu no ll""iJ,c V u,\' '* *-.a\.(iue accenmi ,
jornal de hoje ...203 J,0Kfte" ^^^/^^ i' V. S. indicada unva^e- Cocos (sec).
ende vol
mente res
puz por este jornal n. 201 : e ouen lu-
vdnrlia um e outro para desengaara f,880 fcr.licio rfe icco-/n em respeilo V. dem,den, verdes
- i "' "c 1,iem sou' etCJos dos Santos Ne-, dem dem cabra cortidos. um
ves. Idein idem de onca.....cento
c Julho, 24 de 1803. Doces seceos *.....libra
Aqui termino, pedindo a Deus, que nin- dem em golea ou massa. >
guem se veja em apuros para satisfazer seus Mero em calda...... .
comproinissos, apesar daprotecco que lhe Kspanadores grandes.....um
K^^'jraSS ^"P--'So^da em'ua.qerdSs;CoU,\ .'...:.:: 5
pstp inrnnl n <*cu \ lA ae tJous conlos de res, (arel ainda mais dem dem seceos espichados.
mas. S. S. esqueceu-se, ou de proposito nao
qni: declarar quanlo sommavam as dividas
que pagou, e bem assim os nomes dos ere-
dores do Sr. Dr. Lourenco Bezerra que fo-
rra por S. S. embolsados, antes da compra i
dos escravos, cuja declaraco lhe pedi en-
carecidamente aim de que podesse ser a-
credladoo que allegou, e sem essa deca-
raconio pode o respeitavel publico julgar-
nos como S. S. exige em seu communicado
de l.o;e.
'-Agora ao publico
No ineu communicado por este jornal n
197 de 25) de agosto lindo nao Uve em vis-
las menoscabar a reputacao do Sr. Bariho-
lomeu, porque felizmente est bm co-
tieciila. O Sr. Bariholomeu, despeitado
por nao ler eu guardado silencio do seu re-
prorado procedimento para commigo, e bal-
do de meios para destruir a verdade, tra-
tou smente de insnltar-me nojornal n. 200
de 2 do corrente ; mas, foi infeliz,- porque
com esse insulto den mais forca para ser a-
credtada a minha exposicao, visto como S
S. confessou o faci e suas circumslancias.
Coramercio nesla praca 45 annos con-
seceutivos, sempre com actividade e zlo, e
so n8o estou rico porque tenho despresa-
do obter lucros por meios pouco decorosos,
e por nao tr prevenido eventualidades para
me pagar prolellando outros cora igual
direito. Provoco o Sr. Dr Lourenco Be-
zerra Carneiro da Cunha (de quem n3o sou
innimigo, mas nao sei se o Sr. Bartholo-
meu vira as-lo quandofr no ajuste decon-j
las) para que declare por este jornal, se nao
foi por mim atttndido envmaio de 1862 em
presenca dos Srs. Des. Antonio Herculano
de Souza Baodeira e Bernardo Antonio de
Mendonca Castello-Branco, perdoand-lhe
pode vir do Sr......j se sabe.
Pernambuco, 5 de setembro de 1863.
Jos dos Santos Neves.
CORRESPONDENCIAS.
dem pequeos...... >
Esleirs para forro ou estivas
de navio....... cento
Estopa nacional...... arroba
Parraba de mandioca..... "alqueire
dem de aramia...... arroba
Feijiio de qualquer qudlidade.
Frechaes........ um
Fiuuo em folha, bom .... arroba
dem ordinario ou restolho
dem em rolo bom.......
dem ordinario ou restolho
Gallinbas........ uma
Gomma......... arroba
l$WX)
300
300
320
500
860
55000
19500
IfMO
4800
15800
35000
55000
25OOO
15440
800
15600
45000
8.SOOO
85500
75500
BM
W
280
300
25500
35O0
15600
85OOO
200
360
15400
25300
135000
I5OOO
300
153
230
090
400
IO5OOO
15000
320
500
45000
25000
165000
15600
;)5000
35000
Cha....
^ Eleicfs de deputados jeraes.
Com este titulo publicou o Diario de hoje
um artigo assignado por um membro do di-
rectorio, afim de convencer, que o melhor
partido em poltica ser escravo.
Belirado dos negocios, j por meu pes-
simo estado de sade, j por que as lulas
polticas, e as ingralidoes me tem reduzido ipeeauanha (rai).......
a miseria, como que eu devia nao apparecer Lenna cm acnas......PeBto
agora, que acabo de ehegar do serlSo a esta T(,ros- .....
cidade; poriftn sendo o sofisma poltico mu- Liuhas e esleios-......um
lo fatal aos povos, seja-me permrltido diser M*' m inela...... caBda
a respeito poucas palavras, confiando eu Milli0..........arroba
era sua antiga benevolencia. Papagaos.........nm
Nao sei desde quando se acabaram os par- Pa0 Brasil........quintal
tidos no Brasil; sei que habito das faccSes dem de jangada......nm
o se imporem pelo despotismo. Pedras de-amolar.....uma
Se na aclualidade o crpo eleitoral da pro- dem de filtrar.......
vncia progressisla, e os vermeihos es- -dem doreboin ^ T_ ,
t5o fra de toda a possibilidade, se^p^m........"* ......
vida tyrannia o impr ao crpo eleitoral ; e Ponas, ou chifres de vaneas ou
se o pretendido partido progressisla, que I novilbos........
proscreveu o termoliberal, sabe que em Pranchdes de amareho de dous
lodo o caso o crpo eleitoral s aprsenla-1 costados .....>..
r progressislas, por que essa inposicSo dem de iouro. ...'...
impo ilica, e perigosa ? Rap..........
J'ra um novo que abdica o uso da razSo Sabao..........
momo
cento
um
libra
5500"
ir-3iK.i
105000
75OOO
350OO
600
25OOO
235000
25OOO
II5OOO
85000
200
15600
25500
35OOO
350OO
840
45OOO
152O0
190
35000
205OOO
IO500O
15000
1J0
PRAQA DO RECITE
5 VE SETEMBRO DE 1HU3.
As 3 horas da tarde.
Revista semanal.
(arabios........ Saccou-se sobre Londres a 27,
a 60 d. v., 27 '/27 '/i e 27 % a
90 d. Sobre Pars de 330 a :55
por fr. e sobre Lisboa de 96 a
98 por cento de premio ; regu-
lando por 60,000 os saques da
semana.
Algodao........O desla provincia vendeu-se a
195300 por arroba, e o de Ma-
celo, isto a bordo, a 215000. A
ultima venda do da Parabyba
foi de 225300 embarcado.
Assucar........O branco veudeu-su de 35000 a
35700 por arroba, o souienos de
25600 a 25700, o mascavado
purgado de 25000 a 25100, e o
bruto de 15700 a 15800 i>or ar-
roba.
Vendeu-se a 605OOO a pipa.
Os seceos salgados venderam-se
a 130 rs. a libra.
Arroz.......... O pilado da India rcgulou de
2:5200 a 25250 por arroba, e do
Maranhao a 35200.
Azeite doce.....O de Lisboa vendeu-se de 25300
a 25330 o galo e o do Estreito
a 25400.
Hetalbou-se de 105000 a 1-45000
por barrica, (cando em deposito
1,600 quintaes.
Venderam-se a 15400 por arro-
ba
Bolaetiinha......dem a 25700 a barrquiiha.
Carne secca.....A do lo-Grande do bul reta-
lliou-se de 25400 a 35200 por
arroba, ficando em deposito 170
mil arrobas. Nao ha da do llio
da Prala.
Wudeu-sc de 85000 a 85500 per
arroba.
idea de 15800 a 25100 por li-
bra
Ccrveja......... As vendas regularan! de 45300
a 05500 a duzia de garrafas,
conforme a qualidade.
Parraba de trigo. Retalhou-se de 165000 a 185
a-baiTica, da de Philadelphia e
New-York, de 145000 a 135000
a de Genova, e a 215000 a de
Trieste ; ficando em ser 6,000
barricas da nrimeira, 2,500 da
segunda, (ncusve um carrega-
raeiilo ebegado de New-York es-
ta semana) 200 da terceira o
2,000 da quarla, ao todo 10,700
barricas.
Dita de mandioca Vendeu-se de 45000 a 45300 a
secca, e alguma muito superior
a 350OO.
Vendeu-se a 300rs. a botija.
A inglesa vendeu-se com 300
por cento de premio, sobre a fac-
tura 35600.
A franceza vendou-se de 440 a
450 ris por libra, e a inglesa
de 680 a -700 rs.; ficando em
deposito 3,300 barris.
Venderam-se a 65000 a 1 aixa.
dem a 25200 a rabia.
Oleo de linbaca.. dem a 25200 o galla
Presuntos*... dem a 145000 por arroba,
Queijos........ Os flamengos venderam-se a rs.
15750.
Sabio.......,.. O amarello vendeu-se a 130 rs.
a libra, e o do Mediterrneo a
220 rs.
Toueinlio.......O de Lisboa vendeu-se de 85000
a 85030 por arroba.
0 de Portugal vendeu-se de 1005
a i [SjOOO a pipa.
Os de Lisboa venderam-se de
1905000 a 2405000 a pipa, e os
de outros pazes de 1605000 a
1805000.
As de coniposicao venderam-se
a 340 rs. por iasso.
Descontos....... O rebate de letras regalan de 8
a 10 |n>r cento ao anno.
Pretcs......... Para a Canal inglcz a 276 pro
tonelada.
Genebia.
Louca...
Mntem
Maesas...
Paseas....
i sabbatina justificadas na primeirafcadeira, e II
inclusive 1 sabbattea ditas na segunda.
Joaquim Patrie* de Paes Barreto, i e 3A justifi-
cada na segunda.
Jos Joaquim ISibeiro.Campos, 3 justificadas
primeira cadeira, e 4 ditas na segunda.
I.uiz da Silva Gusmao, JUgflusive 2 sabbatinas
justificadas na primen a cadeira, e8 inclusive I
sabbatina dilas na segunda.
Manoel de S e Souza, 3 justHendas na primeira
cadeira, e 3 e 'A na segunda.
Raimundo Cementino Valele,3 justificadas na
primeira cadeira, e 2 c '/4 ditaraa segunda.
Victorino Antonio do Sai lamento, 3 justificadas
na primeira cadeira, eA dilas na segunda.
Antonio Jos Lopes Filho, 3 justificadas na ori
meira cadeira, ec'/t ditas na segunda
Antonio da Silva Antunes, 1 justificada na or-
raeira cadeira. *"'
Manoe) Francisco do Naseimento Sobreira, 1 is-
tibcada na primeira cadeira, e 1 dita na segunda
Bruno Janeen Pereira, 14 inclusive 4 sabbatinas
na primeira cadeira,-e 15 e '/4 inclusive 3 sabbati-
nas ditas na segunda.
Carlos Francisco Soares de Brito Jnior,'/justi-
ficado na segunda. '
Ernesto Odilon Maciel Montetro, 4 justificadas
na primeira cadeira, e 3 inclusive 1 sabbatina ditas
na segunda.
Ildefonso de Andrade Mello, 2 justificadas na
primeira cadeira, c 3 e */i ditas na segunda.
Jefterson Mi rabean das Mercez Gordo, 2 justifi-
cadas na piimeira cadeira, e 2 ditas na segunda
Jos Alvesda Silva Pereira, 2 justificadas na pri-
mera cadeira, e 2 ditas na segunda.
Jos Joaquim Ramos Forreira, 3 justificadas na
primeira cadeira, e 4 ditos na segunda.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha Jnior, 2 justi-
ficadas na primeira cadeira, e Vi na segunda.
Francisco de Assis Correa Lima, 2 letificadas
na segunda cadeira.
Ilciiriijue Mainede Lins de Almeida, 1 sabbatina
justificada na primeira cadeira, c Vi ditos na se-
gunda.
Joao Baptista de Siqueira Cavalcanti, justifica-
das na primeira cadeira, c8 e '/4 ditas na segunda.
Jos Antonio Xnnes, 7 justificadas na pnmejra
cadeira, c 8 ditas na segunda.
Luiz Antonio Ferreira Sonto, 5 justificadas na
primeira cadeira, e 3 c V, na segunda.
Menclao dos Santos da Fonceca Lins, '/, jnstili-
cado na segunda cadeira.
Raimundo Olyinpio Goncalves de Freitos,'* jus-
tilicadas na primeira cadeira, e 2 e '/, inclusive 1
sabbatina ditas na segunda.
Tbeodorto Carlos de Faria Souto, 7 inclusive 1
sabbatina justificadas na primeira, e 6e'A inclu-
sive 1 sabbatina ditos na segunda.
Venceslao Garca Chaves, 1 justificada na pri-
meira cadeira, 1 e V4 ditas na segunda.
Lzaro Jos Pires da Fonceca, 6 justificadas na
primeira cfieira, e 6 e '/ ditas na segunda.
Tiburtino Barlioza Nogueira, 2 inclusive I sab-
batina justificadas na primeira cadeira, e 4-e Vi in-
clusive 1 sabbatina ditas na segunda.
Marrolino Ferreira Lima, 1 e Vi justificada na
segunda cadeira, sendo '/, de sabbatina.
Miguel Augusto do Naseimento Feitoza,^ inclu-
sive 1 sabbatina justificada na primeira cadeira, e-
o ditas na segunda.
Luiz Caetono Muniz Barreto, 6 inclusive 1 sab-
batina justificada na primeira cadeira, e 6 ditas na
segunda.
Joaquim Ribeiro de Souza Fres, 2 inclusive 1
sabbatina justificada na primeira cadeira, e 1 dita
ua segunda.
Rubro Tvares de Almeida, 3 justificadas na pri-
meira cadeira, c 3 e '/i ditas na segunda.
Candido Jospb de Mello e Silva, 8 justificadas na
primeira cadeira, e 7 e '/* ditas na segunda.
Lino da Silva Bastos, 4 na primeira cadeira, sen-
do 1 nao justificada, e 4 inclusive 1 sabbatina na
segunda, sendo a sabbatina nao justificada.
Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, 12 inclusive 2
sabbatinas justificadas na primeira cadeira, e 12 e
Vi inclusive 1 sabbatina dita na segunda
Fraucisco de Assis Pereira Rocha Jnior, 3 jus-
tificadas na primeira cadeira, c 4 e '/i inclusive i
sabbatina dita na segunda.
Manoel Jos Monleiro, 1 justificada na primeira
cadeira, e 3 e '/i ditas na segunda.
augusto de Aranjo Santos, 2 justificadas na pri-
meira cadeira, e 2 ditas na segunda.
Jos Antonio de Pinho Borges, 2 justificadas na
primeira cadeira, e 2 ditas na segunda.
Antonio Dias de Pinna Jnior, ,'t justificadas na
primeira cadeira, e 4 e f ditos na segunda.
Antonio Vieira Carneiro da Rocha, 1 justificada
na primeira cadeira, c 1 e Vi na segunda.
Manoel Barato de Oliveira Mello, 7 inclusive 2
sabbatinas justificadas na primeira cadeira, e 8 in-
clusive 2 sabbatinas ditas na segunda.
Altino Rodrigues Pmenta. 7 inclusive 1 sabba-
Vinagre........
Vinhos.........
Velas..........
M0YIMEWTO DO PORTO.
Naci saludo no dia 4.
Rio Grande do Sul patacho nacional Arroio Gran-
de, capitao Antonio Alves Dias, carga sal.
Navios entra/los no dia 5.
Parabyba2 dias, cter nacional Emma, de 57 to-
neladas, capitao Francisco Goncalves Torres.
eijuipagem 6, carga sola e lastro de areia.
Babia4 dias, patacho americano Hanuali, de 266
toneladas, capitao B. R. Grant, equipagem 20,
era lastro a ordem.
Obsercueo.
Suspcndeu do lamarao para New-York a galera
ingleza Tulge, capitao Shepparol, cora a mesma
carga que trouxe de Calcuta.
Navios saludos no dia 3.
Rio de Janeirovapor de guerra nacional Amuzo-
nas, commandante. capito-tenente Theotonio
Hay mundo de Brito.
Liverpool por Maceiescuna ingleza Queeu ofthe
Fleet, (Capitao H. Lourensen ; em lastro.
Observaooes.
Nao liouverara entradas
Jlordeja 110 lamarao um brigue portuguez, mais
nao leve commuiiicaeao com a trra.
EDITAES.
FACILDADE DE DIREITO.
De ordem do Exra. Sr. direilor se faz
publica a lista das fallas dos est-
ilantes desta Faculdade, rea i i vas
aomez de julho prximo nassado,
e juljaila cm congregaco de19vdo
corrente.
TERCEIRO ANNO.
Antonio Luiz Pecreira de Menezes Vasconcellos,
de Drummond, 1 justlTNfli4S~pf1trwto CS*R"',
3 e V ditas na segunda.
Ernesto Botelho O* Andrade, 10 rnclnsi* -safc.
batina justificadas na primeira cadeira. m***
stoe 1 jabanthm dftavaa segunda. \
*3o eferlw Pires *e Lyra, 3 kiMfJai M
prfMelra eaeira, e e % ditas aa eeganda.
Joaquim Constancio de Jfoara Costa, 10 Inohisive
tina justificadas na primeira cadeira, e 8 e V4 in-
clusive 1 sabbatina ditas na segunda.
Jos Alfredo de Oliveira, 2 justificadas na pri-
meira cadeira, e \ ditas na segunda.
Francisco Theotonio de Carvalho, 2 justificadas
na primeira cadeira, e 2 e /' ditas na segunda.
Jos Thoni da Silva, 3 justificadas na primeira
cadeira, c 3 c '/i 'lilas na segunda.
l.ivino Vieira de Macedo, 2 inclusive 1 sabbatina
justificadas na primeira cadeira. e 4 inclusive 1 sab-
batina ditas na segunda.
Esperidiao Zamiro de Souza Lopes, 5 justificadas
na primeira cadeira. e 6 e '/4 ditas na segunda.
Angelo Muniz de Oliveira Serpa, 2 justificadas na
pnmeira cadeira, 3e Vi ditas na segunda.
Joao Pedreira de Cerqueira, H inclusive 3 sab-
batinas justificadas na primeira cadeira, e 8 e Vi
inclusive 3 sabbatinas ditas na segunda.
Antonio Raimundo Tavarcs Belfort, 2 justificadas
na primeira cadeira, e 2 ditas na segunda.
Jos Augusto Galvao Pires. 2 justificadas na pri-
mera cadeira, e 2 ditas na segunda.
Jos Joaquim de Oliveira Fonceca, 7 inclusive 1
sabbatina justificadas na primeira cadeira, e 8 e ''
ditas na segunda.
Antonio Martiniano Lapemberg, 2 justificadas na
primeira cadeira, e 1 dita na segunda.
Manoel I.eite Cesar Loureiro, 2 justificadas na
pnmeira cadeira, e 3 e 3/4 inclusive 1 sabbatina na
segunda.
Joo Othon do Amaral Henrique, 1 justificada na
primeira cadeira, e 2 ditas na segunda.
Tobas de Souza Lima, 6 inclusive 1 sabbatina
justificadas na primeira cadeira, e 6 e 1/4 inclusive
1 sabbatina ditas na segunda.
Antonio Lourenco de Can-albo Serra, 2 justifi-
cadas na piimeira cadeira. e 1 sabbatina dita na
segunda.
Frcderico Marinho de Aranjo, 3 justificada
primeira cadeira, e 4 ditas na segunda.
Julio Cesar Gomes de Castro, 1 justilk
gunda.
flas na
justificada na se-
Joaqunn Pereira da Silva Guimaraes, 4 e 1/4 in-
clusive 1 sabbatina justificadas na primeira cadei-
ra, o 3 ditas na segunda.
Mathias Nues Uandeira de Mello, 1 e 1/4 justi-
ficada na segunda cadeira.
Pedro Ulyses Porto, 2 justificadas na primeira
cadeira, c 1 e 2/4 ditas na segunda.
Bolvar Teixeira Mendes, 1 justificada na pri-
meira cadeira, e 1 e 2/4 ditas na segunda.
Thomaz Lourenco da Silva Pinto, 10 inclusive 1
sabbatina justificada na primeira cadeira, e 11 in-
clusive 1 sabbatina ditas na segunda.
Jos dos Santos Pacheco Lima, 4 justificadas na
pnmeira cadeira, elle 1/4 inclusive 1 sabbatina
na segunda.
Joo da Cunha Pereira Beltrilo, 1 justificada na
pnmeira cadeira, e 4 e 3/4 ditas na segunda.
Jos Gomes Ferreira, 5 inclusive 1 sabbatina jus-
tificadas na primeira cadeira, e 2 e2/4 ditas na se-
gunda.
Mauoel Mendes da Cunha Aievcdo, 1/4 justifica-
das na segunda cadeira.
HermcsPlinio Borba Cavalcanti, 1 jostificada na
primeira cadeira, 2 ditas na segunda.
Luiz Ayres de Almeida Freitos, I sahbatma jus-
tificada na primeira cadeira, e 1 e !/i ditas na se-
gunda.
Raimundo Valentiniano de Maraes Hego, \ miti-
ficada na primeira cadeira, e 2 ditas na seguida
Joo Alvares Pereira de Lyra, 1 jaiiinaiai n
primeira cadeira. e 2 e 1/4 ditas na eepada.
liento Jos Alves Vianna, 1 e 2/i justificada na
segunda cadeira. e 2 ditos na primeira.
liento Borges da Fonceca, 6 indoaW 1 sabba-
tina justificada na primeira cadeira, e O Mas na se-
gunda.
Miguel Gomes de Figneirodo, 2 iaeejfioadas na
primeira cadeira, e 2 ditas aa segunda.
ho Magno Berges da Fonceca, 4 naarinaein ca-
deira, sendo 1 nao justificada, e 4 justificadas na
segunda.
Paulino N'ogueira Borges da Vanse*, .2 iusfift-
eiej/i^tonaaegttnaa.
Almeida, J justificadas na
ama Mgntida.oade*a.
pendas na ari-
1 c/4 jutti-
-1 MUTILADO r
1
s
'-
l ,
i
.''


Lino Maneto i.' -Jo, 2 justificadas na I iijfi po,
pn.ii ara ead.ilra, o i dita* a runda. **" ^JS
,e ^ ,Il>lla,d* Cavatcanti de Albuquerque, 3
juaneadas na primeira cadeira, c 3 e Di inelosive
1 sabbatina dilas na seguida.
Benedicto Marques dasifca, Acauiia, 6 inclusixe
1 sabbatina justificada na. prioteir* eaV- j
I[4 ditas na segunda.
Joaqnim. Praneiseo de Amida, 3 inclusive i sab-
1& jocheadas na segunda cadeira.
anaiiaau Josdelaojosa, S justificadas naprt-
meira cadeira c 7' inclusive 1 sabatina dilas na
segunda.
Joao Pereira da Si Ira Leito, 4 inclusivo 1 sabba-
wjusuioada na primeira cadeira, e 6 e >/i in-
clusive i sabbatina ditas na segunda.
Francisco Goncalves da Justa, 1 justificada na
primeira cadeira ele */4 ditas na segunda.
Lenidas Perreira Barbosa, 7 inclusive S sabba-
Jinas na primeira cadeira e 11 e */i inclusive 2 sab-
linas ditas, na segunda.
Antonio Jansen de Mattos Pereira, 6 justificadas
a primeira cadeira. e fi na segunda sendo 4 nao
jnadflvadas.
Antonio Borges da Fonsoca, 5 justificadas na
primeira cadeira e o -/ dilas na segunda.
Jos Pedreira.Franca, 3 justificadas na primeira
cadeira. e 5 '/, na segunda, sendo 2 nao justi-
ficadas.
Jos Vicente da Gesta Bastos, 3 justificadas na
primara cadeira e 4 na segunda, sendo 2 nao
justificadas.
Jos Francisco de Barros Rogo, 8 justificadas na
primen-a cadeira e 8 ditas na segunda.
tarto de Prrnambofo ... egMBrf Mta S le
*r E BIEIHCOHDIA DO marco de 1817. vcspera do dia da morte do padre
A Illma. junta administrativa da Santa Cas de' PERSONAGENS DO DRAMA.
bHttrihSSJ?. RKCe' tend0 de c""-atar a pu-, O general Madeira........ O Sr. Flavio.
'S* ba"S? Convida 1amwvlcr, O 'Tigadeiro Labatut...... Thomaz.
u uo crreme a quatro horas da tarde
liispeee-o do arsenal de
murinha.
Andr...................
Jeronymo...............
Um maior...............
Mara...............,
Soldados e marinheii
Gil-Braz
Santa-Rosa.
Harto.
A Sr." D, Camilla.
gulamento annexo\o\r !^'"*^ F" A scena [
voi
da eo PriMni7TT "*i"....."J" u "f',a"we
'""PP e navegaeao costei-
ao decreto 1324 del K fcvereiroV
Principiar s 8 horas.
Francisco Xavier du Mattos Tulles de Menoies,! ^,a1>lF'1'ancci1sca dos AnJs-
" inclusive ?guel da Silva Pereira.
voreiro de 1834 os vaoorw r>,r<'...,1 i 7* fevereiro & i** o Rundo era 21 de maio de
da eompanhia PeromEoadoZ2E! aVmr,,b.e, *823 ; o teijceiro era 2 JBulI de 1823.
ra, achou que oTTS^^*0 "S"' Foi es,e o espectaculo^ue a enipn-za achou mais
*m^Z*caSt e aneme,! ro a.Pr?P"^o parTsolenrai?ar o grande dia dos Bra-
0 inspector,
R.I..S. j A* Barbosa d8 Almeida.
itelarao las carias seguras existentes na administra-
ca do Crrete desia cidade, vara os sniores abai-
xo declarados:
D. Anna Francisca de Paula (Apipucos.)
Antonio Vieira Carneiro.
Baro de Guararapes.
Candido Vieira Chaves
(Vigario.) Joao Baptista Soares.
Joao Militao Henriques de Souza.
ru da Cruz d Corremc' cni >eo arn'aiem
3 justificadas na primeira cadeira
1 sabbatina ditas na segunda.
N.B. 8 faltas do estudante Joaquim Constancio
tificadas. '
(Continuarse-ka)
DECLAMCOES.
DlioAOoO
Maula Casa da lllserlcordla do
Ilecffe.
A Ulin.* unta administrativa da Santa Casada
Misericordia do Recife manda fazer publico que no
dia 10 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de suas sessoes, contina a praca das rendas das
casas abaixo declaradas por terapo de um a tres
annos.
Osiiri'ti'iidcntes Ama comparecer acompanba-
doa de seos fiadores 00 munidos de cartas oestes.
EstabeleciiaenUs de caridade.
Ra Direita.
N. 4 particular e 33 publico um andar.
N. 2 particular e 3 publico tres an-
dares ... ........
N. 83 particular e 7 publico tres an-
dares........ ......
Ra do Padre Floriano.
N. 6 particular c 47 publico casa terrea.
N. 7 particular e 43 publico casa terrea.
N. 06 particular e 63 publico casa ter-
rea .......
N. !H) particular e 13 publico casa tr-
ro..............
BeceodaCarvalha.
N.lOparli
N. 16 particul;
rea.
Calcad...
JV 19 particular e 34 publico casa ter-
rea....... ........
N.21 particulare 38 publico caa ter-
rea.................
Ituadellortas.
J%. 29 particular e 41 publico dotis anda-
res.................
Ra da Roda.
JV. 33 particular e 3 publico casa terrea.
N.36 particular 3 publico casa terrea.
V 37 particular.' 7 publico casa terrea.
N. 'Ji particular c 1 publico casa terrea.
Ruada Emperatriz.
Y 47 particular e 68 publico casa ter-
rea...............
Ra da Gloria.
N. 51 particular c 03 publirc casa (ar-
rea......... ......
Ra do Encantamento.
H.51 particular o 3 poblieo 3 andares.
Rua do Azcite de Poixe.
N. 53 particular e 1 poMico 2 andares.
Ruada Lapa.
Manoel Joaquim de Souza.
Ray mundo Remigio de Mello Jnior.
Mani Chrisma en Oliada.
Autonsado por S. Exc. Kvm.a tenho de
administrar por alguns dias o Sacramento
da Ct)firmac3o na capella dos Milagros da I
cidade de Olinda, principiando a 20 do'
corrate, pe as 4 horas e meia da tarde. Os j
clirismandos adultos devem confessar-se para
recebercm o Sacramento em estado de gra-!
xa. E serao as offertas beneficio da mes-
ma capella.
O conego
Joao Chrtsoslomo de Paiva Torres.
< oiiM-ii,,, adiuiulstrallTo.
O consellio administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
grales : '
Para o arsenal de guerra.
Quarta-feira 9 do owreulo.
stssss?u Fitiar1' ordt',n d0 Il"-
code quera nertmnor i "a ? P01* con,a -
da manira. ,e pelab 10 ""ras
COIWPTABILIDADE COMMEBCML
PELO
D1L WITRITVIO PINTO BAHDBIEA
tama* da M-gimila eadeira do Curso
Commercbl PernarabucaRo.
O |>i ImH. o
DOIS BELLOS I0LLHES EM 8." FIL4.NCBZ
COMPIIEHKXDENOO
CIRCO
GRii\DE OCANO
i-!:ii>io
DE
P2SJDIOS
QmMrin 9 do cor reate, s 10 ho-
ras lamanha
r3r"r s""0es.,e?-'lmente autorisado, vende-
"Jgfey "-ado de um andar en. solo pro-
pno, situado a praca de Pedro II n. 4 : utua casa
terrea tarabem era solo proprio, sitaiaa iTmfZ
2S5S2HFSaatsS5
Prelecccs Ihcorlco-p. alica de eerl|l,,.
racao mercantil. p,n
nacS-T8"!1 d< ^6cs df arllhniellca <,,,-
weielal adaoladas a prallta das operaeSes con-
aerelaes e elementos do .s.vslema
metrleo eom suas a>plicac5ei
ao eommerelo.
PRECX) DE CADA VOLUME 5,5.
lacuna, que era senu'da entre nos ,
o a todas as intelligencias : e a. 9
ic.ae tanto mais quanto hoje, quelis *
nos tomando notavel desenvolvim.-n o d.-ve
appbcar a la,;s ramos da vida ronl.ecra.en,,
&aSttSBuri
SPALDINfi k BOGEKS
. JtorWSf* 6 mmada ^ Wm' "> *"
W'i?.J* bom.ba de ^agar incendio me- .V,s artista)
tros 264; taboas de cedro com'lg a 24palm"os de
c9m|)nmento e 9 a 16 pollegadas de largura e 1
Aoros cuiallos.
I de largura e 3 quartos de dita de grossura 10 du-
iitadas pela segunda
pahioa de comprimento e 9 a 16 pollegadas
, ._.ura e 3 quartos de dita de m
33!^irm|n5trveKVr^
IW.AOOOieates -mdos 20 iogos, tornos de raiio sortidos K^^S^^^^**^ Bahia.
PM EBIOS
as ii iioras do dia quinta-feira iO do
9 corrale.
A porta da assoclac3o Com-
mereial.
cuLores'^T^;1 leilao "W,,leciraentodos
ciiraciores iscaes e depositarios da massa fallid
lluKaracC,nf^ald0/0m,,er,,0' nodia- hrae
StMf nerl,n^nadS' "S ',redos ali;"> OS-!
l D casa de sobrado na rua de S. liento em 01,,.-
=='s^EiS;^
scripmracao. licticia verdad*, mas em
;i'
a raaiieira de escriptura-las
0 director vem por este
annunciar
meio respeitosiiniente
srraasiaS5SS
mos _u, nisiorade Siraao de.\antua20, opuscu- toda a
ifihAihM I de.w.or,al ^''Kiosa 30, Economas da vida hu- do Sol
) | mana :!0. Resumos da doutrina christaa 30, cartas
nnfl'Ti? ai'"'""pi na rua do Apollo n. 20, na
OS AMIGOS FAVORITOS.
Una casa terrea na rua da doria n. 70.
l '","a,>l,k' '"' ^h'>a -ora grande
l""';; que e la de utilidade geral. e que C 1 '''' S?-*, do s,;" **. senao
tras e licito deixar de possJi-la em\ua esv t. l "" a l",,"e'" t9** '-
{Bes, entende actualmente con, tiulo ^e 'liW vbh ,0""nercl "'" "nadas .-volu-
volume ao sabir do prelo, para o^S^!T^^ ""lH-.anc,a pela qnota de cada
sobrado.
casa de

Q KDIToll.
casa di-
;fr0-,lSgiez em barra lle '1/ Pol'egada de largu-
20 ton lad- ?rossura J0 1ui"laos> carv3o de podra '
Para a capella do presidio de Fernando
vinh'hr,nnI!!L'll brfuc? eomP'<-'to. ^caadas de
\ nho branco, J arroba de cera branca en velas de
149J000
ISoJOOO
4005000
1085000
l^looo e.facas6diizias,' coiiier'eslie'meuVpVbicipe^du- Madama Lekman*
A', zias, iaa de Heda 30 arrobas. m-j
libra.
ovm Curios Fkk.
Ferdhuind Totmaire.
Tltmlore Tuurniaire.
William Dtuerna.
Jernj Worland.
H. W. Rvggles.
aftJkl3u. dominados a alcanckrem novas gloria
Para o hospital militar. I hrorav^^SLi d1,SliCla honra de *** ''"
ia\ora\eimente recebidos. cmquanto une
... uno uu mesmo lugar, cora casa terrea
l in sino na PWttge.oTS, .Vigdafi'Tm
udidapara dous inquilinos.
Os pretendentes podero desde i examinaran
-s referidos predios, pudendo obterdos curdre'
.n^if" 'tepps'terio da mesma massa ou do a-ente
STlfr'!',!^3 I^^'qBer informacao a res-
peno uo mesiuos predios.
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Palrimonio dr orpliaos.
Becco das Boias.
N. 31 particular e l8puUieo dous an-
dares ..... ........
Roa da Mocda.
l. 4i particular c I poblieo casa ter-
rea............... 251501)0
Rua do Amorim.
N. 54 |iarticular e 21 publico 3 andares. 3005000
N. 36 particular e 2(5 publico casa ter- _atA(>A
rea............... nOO0
Ra do Burgos.
N. 69 particular e21 publico casa ter-
rea .. .. ......... 725000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
tire 21 de agosto de 1863.
O secretario,
F. A. Gaialcanti Cousseiro.
anta Gasa da Misericordia do
Kecife.
A Illm.' junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
no dia 10 do correnle. pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas aesaSes, tem de ir praca os forneci-
menlos de gneros abaixo declarados, que houver
de consumir os d' "'irsos estabelecimenlos pios
cargo da mesma Santa Casa no trimestre de outu-
bro dc/.inbro prximo futuro. Os pagamentos
serao feitoa Dwasalmente. Os pretendentes devem
comparecer com suas propostas em carias fecha-
das, as quaps devem ser distinctas nao s paraos
cstabelecimentos de caridade, como tambera para
os collegios de arplos; e sao obrigados a aprc-
sentar fiadores que se responsabllisem pelo inteiro
rumprimento dos contratos.
Estalelecimentos de caridade.
Cha preto, libra.
Manteiga franceza dem.
daf em grao, arroba.
Tapioca, libra.
Assucar em torro, arroba.
Hito retinado, 1.* sorte idem.
Dito dito 2.* sorte idem.
Farinlia de mandioca da torra, alqtieire.
Arro pilado, arroba.
Bacalho idem.
Toucinho de Lisboa idem.
Agurdente, caada.
Vinho de Lisboa idem.
Dito branco idem.
Vinagre de Lisboa idem.
Sabao, arroba.
Velas de carnauba ideru.
Azeite doce, canuda.
Dito de carrapato idem.
Farele, sacca.
Colteoios de orphaot^.
Assucar refinado, libra.
Cha preto, idem.
Caf em grao, idem.
Manteiga franceza, idem.
Arroz pilado, idem
Bacalho, idem.
Batatas, idem.
Carne verde, idem
Peixe fresco, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Farinha de mandioca da torra, alqueire.
Feijo, idem.
Azeite doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal, cnia.
I.enha em acuas, cento'
Alet/ia, libra.
SeereUria da Sania Casa de Misericordia do Re-
rife, 4 de setembro de 1863.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
Para o 7 bataibao de infantaria.
Lasemira amarella 44 e meia covados.
Quera ipiizer vender taes olij,!ctos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretara do
conselho, as 10 horas da manhSa do dia 9 do
corrente mes.
Sala (las sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 3 de setembro
de 1863.
Antonio Pedro de S Barreto,
^oofi'do,%iroiM'm-neg aarrm,
AMlBPerniarfn
.va 1/0 ao leitos da fazeuda na-
cional.
No dia li do corrente, na sala das audiencias,
na presenca do Illm. Dr. miz dos fetos da fazenda,
pelas 10 horas da manhaa, se vender em praca dos k^^ os aas.
publica um sitio no lugar dos Butrins, em Olinda.
com casa de morada e olaria. avahado por 3:0005.
penhorado aCaetano Goncalves Pereira daCunha,
para pagamento do que o mesmo deve fazenda
nacional. Recife 2 de setembro de 1863.
O solicitador.
Francisco Xavier Pereira de Brito.
O inspector da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, para que o Diario O/firial tenha a devi-
da circulacao. mande fazer publico, em virlude do
ollicio do respectivo administrador, datado de 19
do corrente, mez. o preoo e as condieoes da assig-
lura do dito peridico, a saber :
Subscieve-se para a corte e cidade de Nicthe-
roy na typographia nacional rua da Guarda Ve-
llia. para as provincias as thesourarias do fa-
zenda 35000 por trimestre pagos adiantados e li-
vres de porte ; as assignaturas podem ser recebi
Mwlrmoixelle Annette
Antonio Carlos do Carino.
-*'"''- LeAsMmn.
Wit/i'im HoI/;de.
Bnrg Rnthme.
Menino Julio.
Est.ao pu.- ., **"5 jj'Mftow.
ambleo, aura ^U^Sa^BUnt.* u'^
sea CONSULTORIO para a leja de ma.more
consuaas todos os das olis desde o meio dia at
) da molestia, sem que liajam to-
lo metade dos precc*
que podem tomar-
mesmo tempo adquirir
grasas ao fodo Poderoso, por ter po'upado''
a preciosa vida do nosso Adorado Monrcha i
avei.no dasastroao acontecimeate au) leve l..o.-.rlf
'- .^.'.'..inhia compriliende actualmente algumail
-'lebridades de todas as principaes capitaes da Eu-
BAILE PARTICULAR
NOS
Sales do Caes de Apollo.
HOJE*
O director do mesmo baile, Antonio Teixeira dos
Santos, tendo deliberado dar neste dia um surap-
das no principio de qualquer mez, terminando sem-! lu0.0 |jajie debaixo de sua direccao, participa aos
pro no lim de marco, junho, setembro 011 dezcm-. asonantes que procuren! os cartoes na rua do
bro, c nunca por menos do tres mezes. : imperador n. 18. loja de marcineiro. Declara mais
Secretaria da thesouraria de fazenda de reman- a todos que devera ir decentemente vestidos, assim
buco 31 de agosto de 1863.Servindo de offlcial como ^ ^0,^ su IH,jerao entrar as que tiverom
Dr. Sahino resol-
........,. vo v oBunn ds uas seis as seto horas da
1 'a'" 'e como oTSeos0 StfS!!l &LS&. W**m*m AaP
cacia das ultissimas dyuamitiisaroes do tiatamento das molestias chruiduia,.. o- c.i.;,,
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200.a),
aim de verificar por si mesmo a forca dynamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimenlar taes d\ naminisacoes poderao dirigir ao
consultorio suas reeeitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
, No- mesmo consultorio se vende a novissi.na edicao do ^Zl^TS^
i e 7 do corrente um batali.o pnr]olkomVademctm do homeopalha. obra tud.spensavel a dos que querem nai da homeo-
percorrer as ras da cidade, assim como; Palma- 111 ,,,. ,..., nr.-^a que utm illuminaco te. lugar em frente' Tudo 'lue d,z '^P0'10 nova medlcma s0 abundautemente neste no\(Testabe-
da earoja de S. Jos de Hiba-mar. Pede! amiento.
'e'onwparaganhare novos laureis adquiridos pe.*, ^^
'""TTSfi mf--Tr s>*iirt^ieiguni4 experimg-^ t,e ama peca, e shwi ,. r r!(J
celebridades de todas as principaes eapltaos da Eof af-MS&o que esse arlo seja revestido de 1
laVttSsii.-oqmTl mos-tra:.od-.sas ^a^rZafs \* fJ* e ,,rilh(' uo c digno
de se distinguir tanto, como qualquer dos seus con- convida lodosos progressislas em geral,
temporneos de alem do Equador. ao clero, funecionarios pblicos, corpo con-
Os pormenores que se seguirem serao publica- su|ar> commcroial, militares de todos OS
Carias / Bamu corpos, e sociedades arlislicas, para que se
Director geraL tJignem de comparecer nesse dia e hora.
W. 7'. /;. Van-Orden Junio,. Outro sim faz scicnte que as noiles de
Secretario.
maior, Manoel los Pinto.
THEATRO
DE
cailoes c vestidos brancos.
Sao
ENPREZA
DR
A. J. DIARTE COIMERA.
IIecila livre da assignatura.
DIA DE GRANDE CALA
110.11:
Segaada-feira 7 de selciabro de i 863.
Anniversarifi da Independencia do Imperio
do Brasil.
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia
dignar-se comparecer na tribuna, snbira scena
o apparatoso quadro histrico brasileiro em verso
solt, coraposicao do Sr. acadmico Franklin Tavo-
ra, symbolisaido o grandioso facto da emancipa-
cao poltica do Brasil, intitulado
0 BRADO DO YPIRANGA
PERSO.NAGENS.
Antonio................. O Sr. Flavio.
l'm cavalleiio............ Thomaz.
Maria, filha de Antonio A Sr.* D. Philomena.
Terminar o quadro ouvindo-se os brados de
mDEPEITDEBrCIA OU MORTE
e sera cantado
0 HYMNO DA INDEPENDENCIA
AYISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco cosielra a rapor.
Parahilia, .Natal, Maco, Ararat, Ceari, Arararii
f Granja.
O vapor Jiiffiaribe, commandante
Lobato, segne para os portos re-
feridos no dia 7 de setembro pr-
ximo. A carga somente ser re-
cebida at o dia 1, encommen-
das passageiros e dinheiro a frote at o dia da sa-
luda as 2 horas : cscriptorio no Forte do Mattos
n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
VtveuH'i costelra a vapor.
II.HA F. FERNANDO DE NOKONHA.
No dia 14 do corrente mez s 11
horas da manhaa segu para a
Ilha de Fernando um dos vapo-
res da eompanhia que receber
carga at o dia 12. Encommen-
! das, passageiros e dinheiro a frete at o da da
I sabida s 10 horas da manhaa : esenptorio no
| Forte do Mattos n. 1._______ _____________
AO IMBI.
Vai seguir com brevidade o hiate Lindo Paque-
te, capitao Antonio Maria da Costa e Silva, e s lhe
resta lugar para um tenjo do seu carregamento;
tratar com o consignatario Antonio de Almeida Go-
mes, roa da Cruz n. 23, f. andar.________ _
rara Lisboa
vai sahir no dia 20 do correte o brigue portuguez
Bella Figueirense. capitao Jos Correa de Carva
por Maria fa Sra. D. Philomena) o respondido pela ,no ^"0; amda Pode "eber urna pequea
eompanhia, que representar o povo que acompa- qnantutade de carga e passageiros, paraosquac,
nhava D. Pedro I no Ypiranga. | em excellentes commodos : a tratar com o con-
o i. ......J^.~^__..-.-..- c. signatario t. R. Rabello. na da Cadeia n. 55.
Seguir-se-ha o apparatoso drama histrico do br.'
Constantino do Amaral Tavares, em um prologo c
tres actos, intitulado
OSTEMPOS
DA
INDEPENDENCIA.
PERSONAGE.VS DO PHOLOGO.
O padre Roma............ O Sr. Thomaz.
O conde de Arcos......... Flavio!
Fr. Luiz de Santa Maria... u Lcssa.
Luiz.................... Penante.
Um ajudantc de orden du
conde de Ano?........., Guimaraes. ,
O carcereiro............. Mizael.
A scena passa-se na cadeia na noite de 28 de
Para a Baha val sahir com mnita brevidade
o velciro patacho D. Luiz, capitao Jos Teixeira do
Azevedo, por ter a maior parte do carregamento
prompto : para o reslo trata-se com os consignata-
rios Palmeira A Beltro largo do Corpo Santo n.
4. primeiro andar.
LEILOES.
LEIliO
DK
Fazeadas fraacezas.
Quinta feira 10 do corrente.
Cals & Irmao far3o leifo, por intervencio do
agente Pestaa, nvn completo e vanado sorti-
egreja
eucarecidamenle Unios os moradores das
q na tro freguezias da cidade, que se dig-
neai de Iluminar as frentes de suas casas,
para que tenham lodo realce os festejos!
que se preparara em regosijo pelo mesmo
anniversario de uossi independencia polti-
ca, certos de que a commisso muito agra-
decer tal favor.
yuarta-feira 10 do corrente se oxtrahir
a segunda parte da segunda lotera da Santa
Casada Misericordia.
Os billietes e meios bilhetes aeham-se
venda na respet^tiva thesouraria, rua do
Crespo n. 15, e as casas commissionadas
rua da Imperafriz n. 44, loja do Sr. Pimen-
tel, rua Direita n. 3, botica do Sr. Chagas, I
e rua da Cadeia n. 15, toja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/ at I0 serao pa-
gos urna hora depois da extraerlo at as 4 j
horas da tarde, e os outros no dia segrate,
depois da destribuicao das listas.
JO thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Irmandad? acadmica de Xossa
Menhora do Bom-Coaselho.
A mesa administrativa da inuaiulMle acadmica
de N'ossa Senhora do Bom-Conselho tem a honra de H
annunciar aos fiis devotos desta cidade, que no ;
dia 8 do corrente tem de festejar com todo o es-1
plendor, como de costume. sua Divina Padroeira
a Immarnlada Virgem Senhoma eo Bom-Consei.ho
pela maneira seguinte. I
No dia 7 s 7 horas da noite dar-seha principio
a festividade com as vesperas solemnes; no dia
seguinte as 10 horas da manhaa, a banda de msi-
ca do 9 bataibao de infantaria dar cometo a res-
ta, tocando bellissimas e variadas pecas de msica,
e s 11 horas principiar a missa solemne, sendo
o habri professor Pedro Justino o regenle da msi-
ca de orchestra. que executar a importante missa
composta pelo maestro Giusppe Sivori. Pregar
ao Evangelho e Te-eum com o qual terminara a
festividade o distincto pregador da capella impe-
rial Fr. Joaquim do Espirito Santo.
A mesma mesa pede obsequiosamente aos mora-
dores da rua do Imperador, que tenhan a boudade
de illuminarem a frenle do suas casa^ na vespera ,
e diada festapara raaior brilhantismo da mosma. j
Consistorio da irmandade acadmica de Nossa |
Senhora do Bom-Conselho, 5 de setembro de 1863.
Manoel l S. Patury,
Secretario.
,:.f>- -vi iy
tJHL

S Vi


INTERNATO
j^M
5S>^'
DE
iffiB*
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECIFE
Director0 bacharel em niatliematicas
BERNARDO9 PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, accedendo aos pedidos de varios paes dos
res|x>ctivos collegiaes, e de outras pessoas desta capital, removeu o seu estabelecunenlo
da Canonga para esta cidade.
Nao tendo evitado esforeos nem sacrificios para proporcionar aos seus alumno
una perfeita educacao phvsica' moral, intellectual e religiosa, olTereccndo-lbes urna ha-
bitaeiio com bstanles coiidicoesde salubridade, habis professores que sao solcitos em
hieiara-los convenientemente ao fnn que se deslinain, medico pratico que Ibes bfa
ci.mprehender os preceitos da hvgiene e Ibes cure das doencas. e finalmente um sacer-
dote Ilustrado e honesto que Ibes explique os principios da regio Christaa, espera que
as-iin constituido nao deixar o seu estabelecimento de merecer dos Sis. paes de lami-
lias o auxilio e confianca com que j alguns o tem honrado; e Ibes roga, bem como a
todas as pessoas interessadas, que se dignera de visitar o mesmo seu estalielecimento.
onde sempre encontrarao franco inpxesso.
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 a rua da Aurora, contiguo ao
do collegio dos orphaos. .
Nos estatutos do collegio, que estao disposicao de quem os quizer ler. se acham
signadas as condieoes de entrada e matricula as diversas aulas do estai-eieci-
consignadas
mente.
PROTECCAO
Msicas para piano t canto.
de (odas as forcas e
vemle-se baralissima para
acabar.
O NOVO
PROTECCAO
-0 Sp. Ualiai, que ilea ara coaceito
ao salo do Santa Isabel, queira dirigir-
se esta typographia que se lhe precisa
fatar. _____________________
Nao tendo comparecido numero sufflcientc de
irmaos para a renniao da mesa conjuncta, liontem,
de novo sao convidados todos os irmaos da actual
mesa regedora e ex-mesarios da irmandade de N.
Senhora do Terco, para comparecerem amanha
(8) s 11 horas da manhaa no respectivo consis-1
torio, afirn de tratar-se de negocios urgentes e de '
grande rateresse. Espera-se a maior conrurren-
cia para o Um exposto.____________ I
Precisa-se de uraa ama para ca.sa de familia1
qne saiba cozinhar e engomraar : na rna do caes
M de Novembro n 3, segondo anxkrj entrada a
esquerda, 11
Musirs para piano f ranto,
de todas as forcas f
vendt-se baratissiroa para
acabar.
:' %ki:i.i:< 1111:1110
DE
Jos Gomes Villar na rua do Crespo a. 17, e>t*ulo o mais bem snrti-
d possivel espera merecer 1 proterco do publico cm geral.
Cortes de Ida muito bellos
delicadsimos torlrs df lia rom barras o aelfaor uae tea Tindo a esU proviacia
lrgandis de padres delicados e aile finos a 100, a 210 e a 2*0 rs. e covade.
Las de quadros muito chiques a 320 rs, o rovado.
Para nonas, temos. .... .. .
0 rico vestido de blondf com m manta buiiu e sua grinalda de ninito gosle, te-
mos a camhraia de Hnho para camisas, temosas saias bordadas, temos o sparliMw, te-
mos o balo muito redondo e ailo chique, temos os ricos cortes de taaran ricamente
bordados, temos o bramante belga para lencoes, temos a bretanha para tamisas, temes
a seletia ou o esgnlo para os labvrintbos, temos as capas pretas a Luu MV, tenes a cha-
eliu a Maria Pia con o sen veo nnito chique, tomos es entremeios largos ricamente bar-
dados tomo ninguem tem, proprios para enfeUes de roopas brancas Assin temo tenes as
fawndas cima mencionadas o muilas outras, qne seria eofadoobo mcnclaar.
\o se e*iuevaui f reglarse, at logo.

"1
1
k
(MUTILADO

J


?
Mario -Ue ."ernaiubuco Megunda lelra 3 ^te fteteammro


lotera
CASA 1)4
bi-
d
0 abaixo asignado vendcu emsous feto*
garaatidosa-sorte de aOO* e outras
100-3 Solo #) da lotera que se- acabou de ex-
trahir abenetlcio doGymna&0 e convida aos pos-
suidores de ditos bilhetes. a virem reccber seus
respectivos premios integralmente sem descont
algn en sea estebelecimento Casa da Fortuna
ra do Crespo n. i'.
O mesmo lem exposto a venda em sua dita casa
e as outras do ostumeos novos e felizes nillietcs
da segunda parte da segunda lotera a beneficio
da Santa Casa da Misericordia que se extrahir a
16 do corrente niez e as sones que elles obtiverem
serio
da extrae$ao
Precos.
Bilhetes inkros..... 6*000
Meios tlhetes...... 3*000
Pasa as pessoas que compraren
delOOJPparacima.
Ililhetes........ HS?
Meios......... 2*7o0
Manoel Martins Fiuza.
DE
DE
J. VIGNES.
HJ. RA DO IMPERADOR M. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hojo assaz conheoidos, para que seja necessario insistir sobre
su* superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas nconiesia-
pela mesma' forma pagas una hora depois veis qu e lies tem dciwtivamente conquistado sobre todos os que tem appareoido nesta praca ; pos-
traceao. suindo um teclado e machinisino que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'altar, por serem fabricados de proposito, e ter-se foito ltimamente melnoramentos importan-
tbsimos para o clima este paiz quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores. ,-_,,., > ; --.I,.
Fazem-sc conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr.Btondd, de Pars, socio
i por preces milito razoaveis.
Aluga-se, uuia sala com dous quartos muito
frescos propias para os sentares advocados ou
cartorio, no primeiro andar do sobrado da ra do
Queimado a. 41: a tratar na loja.
Aluga-se ai casa da estrada de Luiz do Reg
n. l. com bastante eouimodo e quintal murado,
tamben se aluga a casa da ra Augusta a 54 : a
ira lar na ra do Yigario taberna de Joao Sumo de
Umeida n. ii._______________________________
Aluga-se im:a cscrava que lava, costaba _e
engomma pereiiamcute : na ra da Roda n. 17,
primeiro audar. _______^_______ ,

eicau
Madame Middtudorp, modista franceza, recente-
mente chegada de Paris, participa aos seus fre-
guesa! e a todas a.-. |>essoas que se quizerem utili-
sar de seu prestiuw, que transferio a sua residen-
cia da rna do Crespo n. lo para a ra do Rangel.
casa n. 40, primeiro andar._________________
IPPROYA^iO 12 AtTOWSA^AO.1
DA
ACiDEMA IWPERiit M UMUU
JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
)
m%
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPAST1CAS
DE
RICARDO KIRK
\
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartdes de visita
Cartoes de visita
Cartdes de visita
Cartdes de visita
85000 a duzia
8000 a duzia
8&000 a duzia
8000 a duzia
8000 a duzia
8^000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imjierador
Ra do Imperador
Bivio r lio
ESTABELECIDO XA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambueo
atolo Luiz de Olivelra
Azevedo A C
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco praeo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizcu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Rarcellos, Lamego, Covlhaa, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Una da Terceira, Ilha de Faias, Ilha da,
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cional no seu esenptorio -
n. 1.
ra da Cruz
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial
66 : os prctendentes dirijam-se Caixa Filial.
n.
Para passar a festa.
Aluga-se um sitio com boa casa de morada
margem do rio Capibanbe, situado na Capunga,
pertcncente out'rora ao finado Joao Leitc de Aze-
vedo : quem o pretender, dirija-se ao armazeni de
assucar de Jos da Silva Loyo & C.
Aluga-se o segundo andar do sobrado na ra
da Senzala Nova n. 42, com bastantes commodos
para familia : a tratar na mesma.
Aluga-se um sitio na Capunga, com casa pa-
ra numerosa (amiba e com banho no rio : quem
pretender, dirija-se ao Manguinta, rasa que faz
esqui* para a na da Amizadc, que achara com >juto conhecidas nesta eortc e em todas as pro-
quem tratar. _______, viadas deste imperio, pelos seus infalliveis resul-
tados em todos os casos de inflammaco, sejam cx-
ici nas ou internas (com cansaco e falta de respi-
Para seren applicadas s partes affectadas, sena resguardo
Dcm inconimodo
Oflurece-se urna uiullier de idade para ama
de casa de familia, para engominar, e havendo pre-
cisSo tamben lava : na ra Direita n. 8T>._______
Manoel Xunes tia Silva e Miguel Marques de
abemos, subditos poi tuguezos, vao i Europa.
Preeisa-sc de um caixoiro para padaria que
abone sua eapacidade : na ra do Rosario da Boa-
Vista n. oo. ______________________
(asas para alagar.
Alagaat-se as casas ns. 6 e 8 da na da Conquis-
ta com commodos para familia : a tratar na ra
do Sebo n. 54, taberna._______________________ .
comprar e co- completas que j foram puulicados pelos jornaes.)
O uso deltas aconselhado c raeeitado por habis e
ramo) como do estomago, ligado, baeo, bofes, rins,
tero, peito, palpitacao de coracao, gargantas,
olbos, ervsipellas, rheuniatismos, [laralysia, e todas
as alnecoes nervosas, etc., etc..
Igualmente para quaesquer inchacoes, feridas,
tumores intewiues e venreos, scrophulas, lobi-
nlius, papos, etc., etc., sejam qual.for o seu tama-
lio e urofiindoza, por meto da t-upuraoo serlo ra-
dicalmente extirpados.
(Estas chupas nao podem fazer mal de forma al-
gUma, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
meltar ssecesso, vejam-se os attestados de curas
as innmeras curas completamente obtidas nas di-
versas molestias em que foram applicadas, e fazem
merecer e conservar a conianca do Ilustrado pu-
blico, que j tive a honra de merecer delle 25 an-
nos de existencia e de pratica.
Preeisa-se de mu ama para
zinhar ; na ra .Nova n. :tfc. loja.

^:>?^y"

>
-M
O baciiarel Heraclio Vcspasiano Fiock
Romano advoga nos auditorios desta ci-
daue c podo ser procurado.para os mis-
ten de sua protissao, das 11 horas da
inanhaa as :i da tarde, no escriptorio do s >
Sr. Dr. Moracs e Silva, na ra do Crespo /W
. i.. i:( entrada pela ra do imperador, e "^|
[A lora lessas horas em casa de sua residen- >g
"*\ eia na ra do Cabug n. 3, primeiro
- ai
distinclos facultativos, sua efflcacia ncontestavel, e
PODE-SE
\OV % UOPEUARIA
A IR4V1A
Ra larga do Rosario esquina para a do Quciinado
nomero 37.
O proprietaro do conhecido hotel Trovador, ac-
cedendo ao pedido de alguns seus amigos e fre-
gones, que, por suas posicoes e seriedade nao
queriam tomar parte na geral concurrencia de seu
hotel, resolveu aproveitar o excellente sobrado em
que funecionou a sociedade Conbantina c nelle
Precisa-se alugar annualmente ou por resta
um sitio desde a Ponte de b'cha at o Poco da
I'anella, com algumas accommoda^oes, c que seja
perto de rio corrente : a tratar rom Antonio Jos
Rodrigues de Souza, na ra do Crespo n. lo.
0 advogado Joo (ioncalvcs
l da Silva MontaiTojos toni o seu
ceriploiio na ru* eslreita do
Rosario n. 17, M> r,0,e scp
procurado das 9 horas da ma-
iiliia s 3 da tarde.
O gallo canta qnaatdo reeetee.
0 gallo canta, priocipalmeote qoando re-
cebe as suas novas eneoomendas para sa-
tisfazer aos seus boas fregoezes.
U Giaoatinhas.
ttbhcgao ara bonito sortimento desta*
..wtiDlias, tanto para liemern eo*o pan
senbora que se vende pelo bantiaiaw pre-
co de 500, 800 e 1,000 rs.; so do Vigilaote.
ra do Crespo, n. 7.
Pirolle,
Tambera chegou un grande sortiam
de pirotteiz on conservadores para ntuBn,
tanto preloscomo de lindas cores peiobt-
ralissimopreco de 4,000 rs. cada um.
Capella para nowa.
Tambera ebegou um rico sorlimento de
ca pellas brancas, cousa mu lo chique para
noivas, pelo baralissimo preco de 5,0U0 rs.,
0,000 rs., 7,000 rs. e 8,000 rs, ; s no
Vigilante, ra do Crespo, d. 7.
Fitas de velludo e de seda.
Tambem cr.egou um completo sorlii
de las de velludo de n. 6 a n. 200;
como um rico sortimento de fitas de seda,
lavradas e lisas de todas as largaras e qoa-
lidades por precos que admirara; so do
Vigilante, ra do Crespo, n. 7.
Bico de seda e Imko.
Tambem ebegou um bonito sortimento
de bicos, tanto de seda como de iinbo, as-
si tu como rendas finas e de labyrinto, ow
seus precos fariio admirar aos meas fre-
guezes ; s no Vigilante, roa do Crespo,
n. 7.
Franjas pretas e de ere*.
Tambem lia as riquissimas franjas pre-
tas largas, proprias para as liadas rapas oa
manteletes; assim como brancase le cores,
que seus precos tambem os pretndeles
\ se adrairaro, por que sempre nesta toja se
! vender por precos muito rasoaveis : s no
Vigilante, ra do Crespo, n. 7.____________
Alugam-se a loja do sobrado n. 19.1, c arma-
zem 171 da ra Imperial : o armazem n. i da ra
do Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos: na
ua da Aurora n. 36.
N. B. Nesta cortee de todos os pontos desta !cstabelcccr urna hospedara, com aeeiado s.'rviro. fiS^^ai} M|ti
imperio reeebem-se partieipaeoes satisfactorias e buhares para distraccao e lunch i precos razoa- ^r^ig'nnini
respeito das ditas chapas medicinaes. ves. a condicao da cscollia de freguezes para gs ^ *an<*

... ...
r^i.'1-!^
vj^ andar.
Procisa-se de um rapaz l'ortuguez ijue tenha
iratica de Hiberna : na ra do S'icepi n. 56.
- Aluga-*.; o segundo andar da ra do Crespo
15, por cima da thesouraria das loteras, decen-
para morad:: d: pequea familia, ou pa'ra qual-
tjuer advogado : a tratar con o thescureiro das
jOterias.______________________________________
Quem aiiuunciou querer 4005 a juros sobre
I otheca de un.a casa, qneira dirigir-se i ra da
'" r i:i dO Kecile II. i!>. sobrado.
13Kua \ - .f.., ,i, i.i. rirorgiao dentista,
[|i tdas as opta icdes de sos arte, e col-
loca denles artk iaes, ludo com superio-
i dad e perfeico, que as pessoas enten-
ijua Ibe reconheeem.
Tem agua pos deniilk-io.
-ilH3l-|^:
condic...
As encommendas das provincias deven ser di- (dita hospedara, a variedade de artigos de comida
rgidas por escrpto, con todo o cuidado de fazer | c bebida sempre nelle encontrados, a reserva em
as necessaras explicacoes, se as chapas sao para' que cstarao os concurrentes da freguezia de ou-
homem, senhora, menino ou crianca, declarando a tros de condigno, por ventura inferior.e a frescura
molestia e em que parto do corpo existe. j que em dita hospedara sempre se experimenta.
. .. ._.. ,_____. o sao seguras garantas que anmam e fazem espe-
Para inchacoes, fondas, lobinho>, papos, etc.; as honrosas visitas da classe mais acolada da
molde justo de seu lamanhoemum pedaco de pa ossa sociedade joven e alegre. Sob estes aus-
pel, a declaradlo onde existe, aflm deque a chapa jcios pjop^rj,, da hospedara Traviata es-
seja da forma da parte affectada, e para que possa ^era a co'ad[uva(.rio de sous amgos gonerosos para
ser bem appbcada em seu lugar. ^nm sah(]a) uie(liantc VTW0 modi(.o, chara-
,. .^^ ^ n tos de Havana, licores inglezcs c framezes,eerve-
MANDAR VIR DE QL'ALQUER PONTO DO IMPERIO ja branca cpreta,queijosdeprato, londrino c suis-
T\n iiDisii s0-doces estrangeiros e nacionaes. e, em urna pa-
uu nnASiii lavra a lodos os gneros de que est sortido, pro-
As chapas spio acompanhadas das suas com- Consulta s pessoas que se dignaren honradlo pri0s a um lunch variado, apetitoso e barato.
odteutes expeaeSes, e tambem de todos os acecs- com a sua conianca, todos os das, sem exccpgao,
derios necessarios para suas applicaeoes. das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
mili: fldlldade d
seguros uiaridiuos e ter-
restres estabelceida no
ltio de Janeiro.
AGESTES EM PEPNAMBl'CO i!Sl!
cgj Antonio Luiz de Oliveira Azevedo a C, O
ffi competentemente autorisados pela direc- 9
|i^ toria da companha de seguros Fdelida- Sal
=S de. tomam seguros de navios, mercado- fig!
S rias e predios no seu escriptorio ra da 8
Ainda est para alugar-se o sobrado na ra
dos Coelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas. _______
ESCRIPTORIO
M. 119 RA DO PARTO ] 119
E EM PERNAMBUCO
Para as eiuxiuiuendas ou nformacoes dirijam-se pharmacia de Jos Alexandre Bibeiro,
ra d Queimado n. 14.
CRIADO.
dasiOs 12 horas da manlia.

__:}lg{jjgl}
Preeisa-se de una ama para amamentar una
mea: na ra das Trinchoiras, sobrado de
porcinu da loja debarbeiro.
um
andar
Auga-se un priineuo aitdar com commodos
para grande familia, no ca'.s do Ramos : a tratar
enm Jos Hygino de Miranda.
- Alaga-seo segundo andar da casa da na do
Quetmado a U : a tratar na loja do mesmo. ,
M ALVI9ARAS A NOVIDADE.
C3 s3o fliogados loja das columnas
P. na ra do Crespo n. 13 de Antonio
j Correa de Vasconsellos & C. riquis-
simos cortes de laa muito fina com
barras eslampadas e malisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova c nunca vista em Pernam-
bueo.
-s
i^.
0 DR. \m\\\ BASTOS
Pode ser procurado das 7 s 10 horas da
manha 1 das ( da tarde en diante no
\. Iil Ruado Queimado IV. 10
Das 10 da maiiha z i da larde
M.I9 Ra da Cruz X. 18
Cura radical e empoucos dias as nio-
leslias svphilitieas e as
Precisa-se de 1:100^ a premio com hvpothc-
| ca de escravos : quemjivcr annuncie nesse mes-
mo jornal. _______^_____________________
u..u^ ---------
,i,> -i'i'tiemo ge-
Joota Silya liamos, mdico pela uni-
versidad* de Coimbra, di consultas en
sua casa, ia ra Toya n. .0, das 8 s 10
horas da uianhSa, das i a 6da tarde, e
reeetie Kualmeme. convites p..ra dentro
ou fora da eJdade>rom ofim d* se encar-
-Mngueiu contrate negocio algum cora
qualquor .ervico de ua profls-
regar d
sao.
Os ehamadoj deveigo vir por escrpto.
e.;;i>ju-.x Xova ii t3.
O r. Sabino Olcgaiio Luilgcro Pinho tem en-
arregado da sab-gereneja do seu estabelecimento
aosr.os Aives renorio, professorem homeopa-
ina, e >, mpeientonente babitftado para substitui-
lo em qualqucr ausencia.
O:
a pe-
quea parte no engenho do Collegio situado perto
da matriz da.Luz, pertencente ao fallecido Jos de
Espindola Bilancourt, pois que ella se acha legal-
mente penliorada pelo juizo do commercio desta
capital.
-- Precisa-se de 4003 a juros sobre hvpotheca '<
de urna casa terrea aesta cidade : quem qizer dar
annuncie.
Para oamanbecer de hontem furtaramdo
abaixo assignado dous cavallos com os signaes se-
guintes : un castaulio, om 2 ps brancos, tem
i urna estrella, castrado, j velho, que principia a
rosilfcar ('la cabeca, anda a dous tropeis, e bas-
tante ardigo ; o outro nove, nleiro, principia a
alvejar para rodado, ntas j tem pintas de pedrez
pela cabeca c algumas pelos lados do corpo,
{ e muito brando de redea, ardigo, e est bem prin-
cipiado ijuo ja anda mais que baxo, ambos sao
del-
fn Sanio Amaro
Do Dr. ailva Ramos.
l'nico estabelecimente desta nalureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode rom todo o conmiodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
lludo. '
O edificio magestoso e conserva-s
em jierfeito estado de limpeza e conve-
nienlcinente mobiliado.
Os doeutes siio separados, segundo os
sexos, nalureza das mWestas e condiedes
sociaes.
Ha (juartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara
lientas.
O proprietario
quer operaeao.
0 estabelecimenlo franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar
Primcira classe .'15000diarios
- Segunda dita 25500
Terceira dita.... 25000
Para que qualquer doente seja ali roce-
bido, basta que se mande onomedo doen-
te- e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos animaos
com qualquer que queira ler uin ou mis
leitos a sua disjosicao.
em
para as partu-
encarrega-se de qual-
Venda de loja de ouro.
m MTsfeo^VrariM%BS
jo n. t\, fazendo mu tas vantagens alera das que
eita ja por si tem, como bem seja, milita freguezia
ue que dispoe das provincias do norte. Cear, Rio
orande, Paraluba e Piauhv, excellente localiade
em una das ras mais proprias, e |>oucos fundos :
os prctendentes dirijam-se mencionada casa.
Xa ra do Qneaado n. 1 deseja-se fallar
com os senhores Gabriel Germano de Agoiar Mon-
tarroyos, Fernando Francisco de Agoiar Slontar-
royos e Joaquim Francisco de Agujar Montarroyos.
Os administradores da massa fallida de Joa-
[ | quim Jos da Costa Fajozes Jnior e Fajozes, J-
nior A Azevedo, ainda convidan os senhores crc-
dores a referida massa a aprescntarem-Ihes os seus
ttulos aira de poderem cumplir o disposto no ar-
tigo 8o9 do cdigo commercial : na ri
n. -Vi
ra da Cruz
Aluga-se um dos maores armazens da rua
de Apollo n. 10 : a tratar na rua da Senzala Ve-
lha n. %, padaria.
ESCRAVOS FUGIJS.
Fugiram do engenho Conceif,o de l'ene-
do, freguezia de S. Lourcnco da Malta, no
dia 31 de agosto prximo passado, os escra-
vos seguinte: Servilho creoulo, idade 23
a 30 annos. caneiro, meio fulo, tem o bei-
c de baixo raaior, pouca barba, umpouco
alto, regular emgrossura, quando anda ca-
be um pouco para frente, pos seceos c com-
[pridos, nariz chati i, e oaponta umpooco
'conpriila. Joo. 5SmU*'T?. S? I""""
nouco mais ou menos, bastante barbado, ca-
bellos bramos sobre atesta, baixo, grosso
do corpo, tem una das mos e um p !>?-
ros, muito regrsta e goata de beber, foj
este escravo do Sr. Jos- Rodrigues Coellio
morador nesta cidade, e o outro foi escrav
do Sr. Albino da Silva, que tem loja na rua
do Livramento: quem os apprettender e
troaxer a Francisco Joaquim da Rocha l'al-
Cao ser liem recompensado.
ATTENCAO
o
Aluga-se a casa n. .
Muniz propria para negocio e com commodos para
familia : a tratar na mesma rua n. 311 padaria.
A pessoa que annunciou querer com-
abaixo assgnado. residente en Campia
, Grande, da provincia da Paralaba, ha dous annos
73 defronte 4o viveiro do 1*2 nes,a.praca Ira liquidaco de seus nego-
> cos: quera ver de com elle tratar pde-o procu-
rar em Santo Amaro casa de seu filho. o terceiro
annista liento Florges da Fonseca.
1.,!?.',ac do Livramento, eurador fiscal da
massa fallida do tenente-coronel Joaquim Lucio
araueiro da Fraaea, convida aos eredores dare-
renfla massa para comparecercm no dia 7 do cor-
rente, as 12 hora.'; da manha, na rus de Apollo n
2, oa>a do depositario da mesma massa Jos Bap-
tista da Fonseca Jucior. afim de escolberem liui-
datano vie se encaivegue da liquidaco da mesma
: quem
ou quem
-ha com fran-
, armazem de
carne secca n. oo, ou no engcnlio Unio da fregue-
,zia de Santo Cbjsto de Ipojuca ao Sr. uiz Urbano
ua Cunha a Andrade.
-a, v.to taren cncedido
.- es concordata ao fallido.
os senhores cred-
Prectca-se de urna escrava para euzub.ar e
,.'>mprar : oa rua do Queimado n. .lo, loj.i.
"7 Vlujja-se tuna ca.-:a na rua da Poie-
\elha a. 33, por JOdOtO; e outra dita no
Pasamento de fesla ptr penco
dnlieiro.
AUiga-se o excellente sobrado da eutrada do
Montiro, com grandes eommodos para duas {ami-
bas, e aluga-se por pouco dinheiro : quem preci-
sar, approveite emquante^ tempo : a tratar na
rua do Vipno n. 8 cora Cosme Jos dos Santos
/-aliado.
0 abaixo assgnado declara ao Sr. Jos Boa-
res Pinto Corroa Jnior, sem a mnima intea. o
de orende-lo e somonte por forca de seus anm'in-
cio publicados no Liberal e Diario ie Pe-nambtuo
que S. S. nao deve ignorar qual o negocio de m-
teresse, para o qualp abaito assgnado lhe deseia-
va fallai: pois que nao desejaudo este ver augmen-
tado o debito em que se acua S. S. para com o
mesmo abaixo assgnado, desejava fallar-lhe afim
de saber se prefera vir terminar atransaccao aue
bavia ou prasegrasse contra S. S. fiecife .1 de se-
tembro de 1863.-Joaquim Luiz Vireg.
Os barbareis Joo Diniz itibeiro
da Couha e Francisco de Paila Penna
mudaram sea escriptorio deadvogaeia
para o primeiro andar do sobrado n.
Ha rua do Qumalo onde podem
NO
, prai urna taberna, dirija-se ao paleo do Ter-
go, n. 12,
XATIORi.
DRM4 HISTRICO PELO DR. THEBERGE
QUAL NAO INTERVEIW PERSONAGEM
FEMENINA.
Na rua Nova n. 11 vende-se a I#ooo
exemplar.
HUDA^As
O bacharel Amaro Joaquim Fonseca de
Albuquerque reside na freguezia da Boa-
Vista travessa do Veras n. 15, onde pode
COMPRAS.
- Compra-se um moleque de dade de 10 a 11
! annos : quem tiver para vender drija-se Soleda-
; de n. 8, taberna.
I Comprase una taberna que tenha poneos
fundos, c que seja em boa localidade : quem ti-
ver annuncie.
Compra-se eiTectivamente ouro e jirata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo- i
ja de bilhetes.
ser procurado para os misteres de s
protissao das 9 s 10 horas da manhaa e
i da tarde em diante.
VENDAS.
Mater aes
Bota-se rea a 1280, sondo em todas as mares
e sendo so em mares grandes, e para entrar em
camboas a iSfiOO, canoas de milheiro para cima e
vende-sc tijolo de alvenaria grossa a 18 o milhoi-
Vende-se o Collegio abreviado dos casos de '
consciencia. obra utilssima aos senhores padres
i: que aspiran o cargo pastoral : na rua Bella n. 40.;
% = Vendem-se tres vaccas de leile, tambem se I
tomajn conta um bom quarto : a tratar na rua '
de Hurtas n. ti, primeiro andar.
>ff
Vendem-se as casas ns. 28 e :W da rua do
Socego : a tratar na rua do Sebo n. bi.
j .Alu8a"S6 um Sl,l com terrea na cidade
- deslinda na rua de Baixo, com frente para a rua
segundo becco da Cambia do Carmo n Ca,ra,>e f,1Bdo Pwa a estrada do norte, o qual
por I2#0U0 : a iratar na rna pstmia'rtn n.nl da ra?a de orada, tem estribaria. casa para
sario n J IPrelosvfafum para2 cavallos. e "rvoresde fructo,
'. ,s' I muito fresco, sem casa na frente : na livraria ns.
a estrada do Manguinho, antes de chegar 1 pra-a da lnependencia.
n. 21 se dir quem vende urna hnniia
ponte, sitio n. si se Oir quem vende urna bonita
escrava de U anuos, que cose perfeitamente costu-
i cnaa, e tem bous principios de engommado.
-A-ha-sc ausente p mulato Anastaeio, altura
ar, cheio do eurjio, andar vagaroso, e tem au-
ra
bal ac mos foveiras, falla um tanto descau-ado
i ssoa queo pegar levfi-o rua da Imperatriz n. 21
raje se gratificar.
Precjsa-sc de una
familia : na rua
ama para
da Senzala Velha n.
casa de pouca
104.
Jos
ATTENfiO

AMA
Precisa-se de urna ama forra ou cativa
para o servigo interno de urna casa de pou-
*^r^av&f,^J^?0BO Frle d Mallos'
^JSS*1^ e co,m siwialidade ao corpo do com-' ^orauniz, n. y. .
ouu no cMalielecmiento ''> > ~
de emrafe da casa, se acharem ie^saTssiiafa!
nao nodemjQ W* nnguen desde
da
Soares, flean
'Cao de pagar aos 8rs.
que noslivros
saiisfei-
eomprar non. assgnardocumento afram confei
t-nna senfio o mesmo Jos Joaquim uc N,v? "a
Francisco Alaria
tos
da
aquim de Novaes.
-Ainda est por alagar* o sobradliho" U
i ua Direita n. SU ,> a foja do mesmo. com armaco
;iara taberna ou deposito, ou outra qualquer cou-
quem pretender, falle na rua da* Cruzes,
sa
so-
brado n, 9. lado direilo quem vai da roa do Quei-
mado para S Francisco. No mesmo sobrado ha
para vender
Lisboa,
Rodrigues, sobdilo
portuguez, retira-se para Portugal.
a preta muito fiel e boa
a fallar na rua
Aluga-se
vendedeira, por 0,000 rs.:
Augusta", n. 13.
- Aluga'm-se as casas terreas nas ras
seguinles : Af'gusta, n. 17; e nas Cinco
pontas, n. 57 ; i.-ata-se na rua de Santo,
Amaro, n. 28.
Ao n. 29.
Afora loja dos barateiros, rua do Queimado
,a d* it,rao,Sosto, covado a 40 rs.: organ-
dis de padroes lindissimos, varas a 800 rs ha-
loes de reos o melhor possivel, a 35300, ie 5
alpaca de Imito para vestidos, covado 240 rs
cambraas de coros para vestido, covado a *80 rs' '
cambraieta muito fina, peca de 12 jardas a 74 '
cassa lisa pelle de ovo, peca de 12 jardas a 7&5Q0
Ao n. 29.
aftaS^in hT"5 ftim'fazenda d usto de
205 por 10* | ditos de alpaca preto a 3*200; brim
braneo lona, vara a 640; brim de cores wra ca
a lAfiOO; ehapeos de sol de alpaca, a 3,8500
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros, rua do Queimado
Para acabar.
Bicos preto de linho, vara a 120, 160, 240 e 320
IW&^ifi8 e tra.n?as preUs ? de cre*. vara
para ca-
to todas as
com modo: a .
--------------...u,ouj ,,,. ,,a mesma casa i V------" ------!-...- rClIlilllUlS
Ie?^ele:-l!.ma.ran.03J?roPria Para carregar de 300 ordem para vende-la.
a 330 fexes de capm.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Flix Ri-
iro de Carvallio, que m<
Paraizo, nesta lypographia.
Col/ares deperolas.
A loja da Aurora da rua larga do Rosario a. 3
recebeu collares de |>erolas con cro^ -nufeafc*-
de |>edrasdedilfen'n(es modelos, obra a matsrra
que tem chegado, para qualqm-r senhora u ma-
na. assim como tamlx-m rm leu alftneb-s doora-
dos com podras, obra muito fina, bi un'* doorad-
com esmalte de podras de difireme* mMh, mais Ira que tem chegado em obra franceta.
Os Casos
OS MUS AGiRUWTES

Ir'iNit |Ni1U/ MNnirM
DK
ESCRFULAS,
OU ERIJPCOES ESGR0F108AI
rcelas ilc t|M'ri-.
FTPEILl 01 MAL VEXEBEO
liaUMHi
i:iiiiio<'H.
BERTOUAS,
". i'
HERPES,
KITSIPIIJM
B8 wRBMO.
Ttsshat,
mW ARTIGAS,
Rftetimatismo Chroairo,
MKMUiBI (KR.IL
fYenwisMb, .Xcvntisi--.
FlLTSI)ElPPfflTi;.FL\]W.
8PMIESS0 DAS REGR \^, on
AJUNUBUBA,
ni m wkjs
i:.macia(;ao,
/--'./y/,./,),.,/..,/,, rrimm dh
EFLAMMACOES CEB0WC1S,
AUec9es Chronicat do Figado,
A HM OOJM .,,, M M -r^ui: rx. ,-
i-asnaa, mncipxuaam ai ,sr>..
'" I OH-, i M ,,,, /, ,, ,.K10 vr^
'I I.MNO.
..lm MM innbrm yril frr,wM w Am.
atSMOai r rmra. pn-parari. Ilu. u___
Todas esta Eufermidade. trompe a efflcas-
inente cedem A benefic.-,. poderosa e
puricautes qnaiidade da mm
justamente afamada
yutpunwi be mam.
venda nas boticas de Caors d Barboza,
beiro de Carvallo que. mora no'pateo do ^Jt^^S^Si,e&^rS^,^ da Cruz, e Joao da C. BravoV^
Cadeia do Reeife n. 39, escriptorio da viuva de da Madre de Dos.
, escriptorio da viuva de
Manoel doea!ves da Silva.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assgnado, agente do banco
mercantil Portucnse nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por eento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : nas ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. SI.
Joaquim da Silva Castro,
ttaeftiatraaiass
----------: Vende-se um piano francez nrailo bonito ,
Vndese urna parte do sitio da Piedade jun- de cxccllentes vozes: quem o pretender diriia-**
--------------------.....' j""------------------------------ -- '|<'-iu i'i ( 1H1* I
to uo engenho Socorro, com casa, arvoredos de a agencia do leudes na rua do Imperador
I fructo, capella, trras para plantacao : quem o maIIiiHa.
[ i pretender, dirja-se ao escriptorio do Illm. Sr. Dr. i
Alcoforado,que achara com quem tratar.
* a preeo fahmlm%* t >-
(taqmalMadr.
I A- Vended manteiga in-leza lina a 800 e 500 ns ^'glSr^SMA1*^ **!
res, franceza a 360 rs., loucinho novo a 300 rs., quob.i no mercadea SSST
_. TINTURa RA.
jinge-se com perfeico ^ra qualquer
dua bon.las soleiras de paira de cor, e o mais barato possivel- / ruado
jRangel n. 38, segundo andar."
SSft E;l!= tlteLW-B STrnuroSS^ensalera deaguapara
ATTEWCAO.
Pede-se ao Sr. Bernardino de Sena Barros que
teve cochelra, que dlgne.se declarar por este jor-
nal, se e vordade ter propalado haver passado a
bol o ocochelrode Beckcr & Mulsoo. hem como
se se dora esse facto.
No principio da estrada de Joao de Barros
aluga-se um grande sitio com sobrado, e muitos
jaqueiras, mangueiras,
cajueiros, coqueiros, sapulizeiros, larangeiras, ca-
Eim. e multas nutras vantagens alem '
sber; o sobrado esta perfeitamente limpo e for-
rada as salas e quartos de papel, com banheiro
dentro de casa e canos que conduzem agua para o
banheiro, estribara e cozinha, tendo commodos
para carro, cavallos e criados, emflm urna perfeita
morada para quera quer tirar proveito, e tem tra-
tamento : a tratar con Guimares dj Alcoforado,
na rpa do Amorm n, 54, das 8 s .''
tarde,
i-TTij wc io. ^%?S3r Sfes
Vende-se m. ^^5fan..K'S^^'ESi^SSS;
dos ou so a arraafo a aliar no pateo do ^va a 32 rs- arrafa, azciie don- de Lmm a
Terco, n, 12. bOt>rs.a garrafa, dito de carrapalo a 3J0r.
Ligas O
A loja da Aurora, na roa larga do Roaarfo a. M.
Vinlio do porto.
Esta afamada pinga do superior qualdade, em'reo
do Corpo Santo n. 6, seguado andar.
Ii Collares.
& C, largo | ra ou de menina, ricos pentes de _
cabello com laco, os mais modernos
ede

I gado, assim como tambem recebea
j liquidar : no armazem n. 7, rua do Vigaria

par baratissmo preco para;tudo i? se vende barato,
i de ver.


HILADO I
IJLEGiVLi


-' I !'

. *
r
NOVA EXPOS1CAO
na loja do Pavo, de fazendas bara-
CASEMIRASINGLEZAS
tissimas.
Neste esUbelecimento acha-sfr-eBS^"-"
mete um grande sortimento de faz
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas do-se livros de
amostras, deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavo.
Lias rom 8 palmos de largura,
na loja do PavSo.
Vendem-se lazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda raais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 1#600 o
covado: so na ra da Imperatriz n. 60, loja
do PavSo.
Cassas a 900 rs. o covado.
Vendem-sc cassas francezas de padrees
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : so na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.
Organdy, a % lo rs. o covado,
/ na loja do Pava.
Vendem-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pav5o.
O Pavo vende os modernos ves-
Aldos balo,
com barras Mara Pia, sendo os mais
modernos que que tem viudo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 3300 rada um: esta pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja c Grande exposicito de fazendas de todas
as qualidades; sendo por barata-
o 1,700 rs, ocrte.
Vendem-se cortes de casemiras escuras para
calca, (Kilo barato preco de 15700, tambem se ven-
' dem das mesmas a 480 r*. o covado, proprias para
^-lalelots e colletes, etc.: s na loja do pavao, ra
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PECHINCHA
Vende o pavo, organdys a 360 rs.
Vende-se fmissimo organdys matizado com os
mais delicados padres miudinhos com assentos
brancos, sendo neste artigo o mais moderno que
existe no mercado, sendo fazenda que sempro se
vendeu a 15200 a vara, e presentemente vende-se
a 360 rs. o covado: s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavao, de Gama & Silva.
CIHTASESCLRAS
a 2,200 e 2,640 rs., s o pavo.
Vendem-se cortes de chitas com padroes oscu-
ros, tendo 10 1/2 covados a 25200, e com 12 1/2
covados a 25640, e pechincha e vende-sc por este
proco em razao dos cortes serera em mais do um
pedaco : s na loja do pavao, ra Ta Imperatriz
n. 60, de Gama & ilva.
Laazinhas a 900 rs. o covado.
\a loja do Pavao.
Vende-se laazinhas de cordozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro o escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-so pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Os
manguitos c golinhas do
Pavo.
Tarlatana da Arara a 400 rs.
Vendem-se tarlatana de cores para vesti-
dos a 460 rs. a vara, fil de linho de cores
para mosqueteiro a 160 rs. o covado, enfei-
tes para cabeca de senhora a 10, 3 os mais modernos que tem-chegado, tapetes
para salas por 5J cada um, toalhas de linho
para rosto a 640 rs., ditas pelucia a 1, o
melhor que ha em toalhas ; na loja da Ara-
ra, ra da Imperatriz n. 56, de Mendes Gui-
mares.
SEIff NKC. rAMO.
QUINQUILHAIUAS.
Ruado Queimado, ns. 49 e 55, lojas de
Jos Bigodinho.Jqueiram ver ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novaste baralissimas.
Pecas de trancas de aigodao de to-
dasascresa....... 80
Duzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... 1(5100
Carrilel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balao .... 80
Caixas cora superior obreias a .40
Ditas de colla '....... 40
Pares de boloesde punho a 120
Pares de sapatos de tranca 1^280
Ditos muito superiores, a 1)5600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. ....... 600
Duzia de me as muito finas para se-
nhora a........36500
Duzia de ditas cruas para hornera a 2*400
Baralhos muilo finos para voltrete a
pechincha, a 320 e a -100 rs.
Vendem-se golinhas de fil bordadas, a carrleis de lirdia cora 100"jardas
400 rs.; ditas de cambraw, a 320 rs.; cal- CarlDes de |inha br3nca e de cores a
cinhas para meninas, a oOO rs.; manguito^ NovelIos de |inha com m jardas a
a 500 rs.; mangudos com golinha, a 800 Dios mul0 gran(Ies com m :
das a .......
Cartoes de linha com 200 jardas (est
se acabando |a ...... .
Vara de fita prela com colxetes para
vestido, e lera um resto parda a
res; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
NA ARARA
\ova pechincha de las entesta-
das a a oo rs. o covado.
S o Pavao.
Vendem-sc laazinhas enfestadas transparentes
com delidados padroes sendo de urna s cor com
lislras e quadrinhos e vendem-se a 400 rs. o cova-
do : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de
Gama Se Silva.
simo preco, na loja c armazem da
Arara ra da Imperalriz i. 06 de
Lourenco Pereira. Hiendes (i u i ma-
rtes.
ite sisas.
300
30
20
60
120
00
100
Cortes de eamhrala. a 9500,
na loja do Pavo.
Vendem-se crtesde cambraia brancos com
babados, a 2(5500; ditos, a !$; ditos com
barras e babados de seda, a 3)5, 3#>00 e 45; n. 50, Arara,
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma- Arara vende as cassas a 200 rs. o covado.
zem do Pavo. Vendem-se cassas finas para vestidos a
NK.W EMDO.
Objectos de tintura e msica.
Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimando ludo pelos precos abaixo decla-
! rados, e prestem toda a atlenco para ver
Vendem-se chitas cores fixas, com peque- o que bom e barato.
no toque de mofo a 200 rs. o covado, len-
cos brancos e com barras 200 rs., meias
para homem 120 rs. o par, ditas para me-
nios, 100 rs. o par; na na da Imperatriz
Cortes de eambrala chioeza, a
4, na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
za. os mais modernos que tem chegado, sen-
ncas com lindissimos padres, pelo ba-
Duzia de facas e garfosmuito Pinosa 2*5500
Dita dita dita de cabo preto muito
finas a.........3,5200
Dita dita dita de balaneo, melhor, a 80500
Tesouras para costura, muito fi-
nas a .........
Dilasditas para unhas, muito finas a
Caitas de allinetes de ferro a .
Ditas ditos de lalo muito-finos a .
200 rs. o covado, organdys finos para ves-
tidos a 240, 280 e 320 rs.' o covado; s no
annazem da Arara, na da Imperatriz 11. 56.' Ditas de dito grandes .
Corles de chita da Arara a 2:000 rs. ?ixas d,e PhoPhoros <* pao
Vei^cortes. de chita com pequeo gS ** ^ .
Califas a 3OO, s o Pavo.
Vendem-se "balos americanos que sao os
memores, tendo 20 anos, a 35500; ditos
de 30, a 45500; ditos de 40, a 55 ; ditos
de bramante, a 33500e >: ditos para me-
ninas, a 2)5 e a 35: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Abotoaduras para coletes a
.
na
Cortes de chita, a 3500.
loja do Pavo.
Vendem-se corles de chita com 12 1|2 eo-
Imperalriz. loj
Arara ,cnde grosdenaples preto a 1:000 rs.
Vendem-se grosdenaples preto a 15,156001 500 e
a 25 o covado, dito de 4 palmos de largura
a 25000 o covado, cortes de casemira preta
para calca a 25000 e 45, ditas de cores a
3(5500e '!->: na loja da Arara, ra da Im-
peratriz n. 50 ile Mendes Guimares.
400
400
80
40
120
10
252OO
200
ICO
320
160
800
Cortes de lia da Arara a 3:600 rs.
Vendem-se cortes de laazinhas para ves-
tidos a 36000. oh! que pechincha, laazinhas
para vestidos, linas a 400 e 500 rs. o enva-
sad'js cada um, a25500; litos com 10 cova-j j0, ditas de quadrinhos a 320 rs. o covado:
dos, a 25 ; cortes de cassa miudinha de co-
res fixas com 10covados, a 25; ditos de
organdy mathisado com 10 covados, a
25400: snarua da Imperatriz n. 00, loja
do PavRo.
Wi
sem si:-i\iio.v
PECHINCHA.
Perfumara de superior qualidade.
O rival sera segundo, ra do Queimado, j
ns. 49 e 53, est disposto a vender mais ba- j
rato que nunca vendeu, para o que queiram
na ra da Imperatriz, loja da Arara n. 56, de vcr :
Duzia de saboncles finos a
Mendos Guiarles.
Oh! que pee-hincha a 3-ftO rs..
chitas largas.
Vendem-se chitas francezas com pequeo
toque de mofo a 20 rs. o covado. ditas
linpas, linas a 320, 300 e 400 rs. o covado.
riscado francez a 80 rs. o covado: na ra
V.3ndem-cc()rtes(l(;ca caica., fazeada muito Bna, padroes claros e marSes.
escuroe, a 55 o corte: s na loja do Pavo,
As casimiras do Pavo pechin-
cha a 5#.
ra da imperatriz n. 00.
Arara vende o maia|iulo a i:000 rs.
Sabonete inglese, o melhor, a .
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., .
Ditos de dita grande.a ....
Ditos de Lavande amurcado, o me-
lhor, a........ .
Ditos de macaca oleo muito bom a .
Ditosperola muilo superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........
Vendem-se pecas de madapoln francez fi- Ditos de nanita branca a
s na ra da Imperatriz: n. 00, loja do PavSo. I10. I.fflmd a \, e ^;0<>, ditas inglesas; Dito de ciieiro muito bonitos
l'uslo ilo Pavo.
com 24 jardas, linos a 75, "5500, 85. 95 ej Ditos de banha, pequeo, muito fina
Vendem-se fuslo com lavr miudinho '^ a PP*. i'reguezes a elles antes que se | ..........
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado *ehe : na loja e annazem da Arara, na da | Ditos de opiata a 200 rs., e boa a
brim de linho de
meninos, a 500 rs. o covado: ganguelim
de u/na s cr, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-L^ jg^"^ de'fagiio'de'c
quadrinhos para roupa de Imperatriz n. 56 de Alendes Gnimaraes.
Colxas da Arara avellaidadas a
Veudem-se ricas colxas aveludadas para
cores a 55,
Ditos de banha japoneza a .
Ditos de banha transparente a
Ditos de oleo filoconne a .
70
100
400|
500 ;
500!
1001
200 i
500
320
500
200
900
800
70
800
na na da Imperatriz
RIVAL
SEM SEGUNDO-
nos, a 15 o covado: s na na da Impera- (|il;is (ie chita a 25
triz n. 60, loja e armazem do Pavao. j '$ Arara.
Os paletots Jo Pavo, assobrecasacado a 12.000 rs. Arara vende os cortes de case-
Vendem-se paletots de panno sobrecasacas vendern-s^lcs enfestada! t
de panno preto mudo bom e muito bem ^ ^^ ,onjeems ^iia.xo declarados, pois eipwaac
fetas, a 125' sohrecasacos de dito, a 145;' r0vado< nira >Mci mlPint p enllPto a P ? i P .?
miPtnts vas ,1,. dito a 74 calcas de cache- .- m\* I)a,d .ca*v* paieiot e coiiete a mas as nesessidades assim o permute,
paleto^ >ao>fl..uiio,a /,>.^ alcas i ctaine |( Q d (> enfestada, coral /i faz-se Pares de luva de alsodo finas a
mira da Lscossa, a 35 ; ditas de casemira ',,_,. ini ,, J? .iU,e m;as "ea|gooao unas a .
nrPtn i sX dit'-K a kVu a5500' rok^de riSiiS?32 1?' -rua ** ""P6"" <>c Mendes ||,a a ........
una, a /,) c a o#.juu coieies m. idbeiniid ue Guimariics_ n ,.
cor e preta; paletot de casemira de cor, mu ue u w> d......
a 75; tudo isto para apurar dinheiro: s Arara vende as cainbraias.
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavao. Vendem-se cortes de cambraias de barras
Objectos diversos.
Rua do Queimado, ns 49 e 55, vende os
80
80
BAL

Attenco!
Po*to que domine no coia-
cao do BALIZA a mais bem en-
tendida ambico de tirar de
seu negocio as mclhores van-
tagens, cora tudo elle n5o pro-
cura fazer fortuna vendendo
gato por lebre;
Quando n5o se negocia aca-
nhadamento, est bem ao alcan-
ce de todos a facilidade de fa-
zer-se boas compras, para ven-
derle barato.
LEDE! LEDE
l.elai-. iodos.
Aoaiinaziin do BALIZA | -
dem Ser ilrvolvidus ijna 1 \w--x
gneros qne por ventara rti
sejam docontento dotseaho-
res eomprailuies. Wto 11
i. si iiiimento al^uin OH 96 ln -
car por outro, ou restitair-sf
0 dinheiro recebido,
Manter i todo o eaMo -i si-ii
crdito, e agrada1 ana m a-
inigos 8 DrefMMt, lodo o
desojo do proprletarn dnN
estabeleciraento,
LEDE!
Memprc a frente do progresso.
Constante marcha o IIAIA'IA.
Tem por norte o bem commniii.
A verdade por divisa.
u n \ \ 11 k
di:
PLLnUMkbLl iDVE^l.MiELL.l.lOk^
_pfc"
Largo do Uvrameuto ns. 3H c : s %
Defi'oulc da tirade da igreja
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Senhores e senhoras
>0 incansavcl proprietario do grande armazem do Kallza toma a liberdade il n
?\ .-declarar do alto da imprensa pernamhucana, que elle perfeitamente liberal pm oirerecer
" ienevolos freguezes as mclhores qnalidades dos mais bem escomidos gneros, Dio s do paiz como do
estrangeiro a precos de contentar e satisfazer a todos.
Fazendo to publico ecspoDtaneo manifest, o referido BALIZA taiga de seu n itoei
declarar mui seria e pusitivamente nesla oportunidad-, que tambem o mais firme e dedicado ci
vador de sua numerosa freguezia.
Da boa qualidade e barateza dos genero ofleraeidos aos seus (rogoezes, m la ao pequen
nho que tira para sL tem sabido fazer o BALIZA a mais perfeita liga de interesses reciprocos, que a to-
das as con&ciencias deve por torca e necessariamente agradar.
Tendo por conveniente lambem a publicarn do segrale aviso; o B\|.iz.\ faz saber umetantm
aquellas pessoas que ->empre e*!o prontptas a comprajvni Indo, com tanto que se Ihes permilla i
rera logo, que elle
NAO VENDE FIADO.
Os amigos da economa, aquelles que s comprara os objectos de qne carecem, i qo -. tan i- "
nalmente de empregar Imn o sen dinheiro venham a este estabelerimento.
LEIAM TO0^
Pn
preco de qualquer genero aBUunciado a venda em ostros estabelecimentos, podem >
res freguezes diminuir cinco por rento, e vir compra-lo ao Baliza, que sendo, como i m o k
mem do uionmento prefere ganhar muito pouco. rom tanto que seja por muitas vetes repel
,.*.r..
- )
W$M$M


XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CiBll! lXT e C, pharmaceutuios de S. A. I. o Principe Napoleio, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, rua de la Feuillade, 7.
Esta nova combinado rene debaixo de um pequeo volume urna forma agradavel e um gosto delicioso
Ha multo que os mdicos desejavo ardentcmcnle a reuniSo destes dous medicamentos, e todava, apezar
dos maiores estorcos, nem a ciencia medica, nem os qumicos os mais disiinctos o nodcro OMMareif
ale aqu; gra?as porcm porseveranca humana ach3o-se liojc associadas estas duas poderosas substan-
cias a quina ; tnico, resUurador por cellencla, o ferro, a baze de nosao sangue, e conseguinte-
mentej^reparadoi^dos forcas-c da^saudc alterada ou perdida.
tem mostrado muito efTicaz so ; as ame-
gestes penosas e tardas, flores brancas,
pelas molcslias svphiliticas. ~ SangUe> "8 eCrfuIai' e8trag08 Produzidos
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro foi applcado nos hospitaes de Paris, e elle
liojc o medicamento maism voga, substitnindo, por assim dizer, os medicamenlos ferruginosos conhecidos.
O pn|.ecto encerra numerosos certificados de muilos membros da Academia de Medicina e professores
la, e
presenativo das epidemias. "'" r-------*....."....." y~'~ lv""l" l0mo
Acha-se venda no deposito geral, em Paris, na pharmacia Grimanit e c,rua de la Feuillade Ti
&J0r^.?1 cfl* *? Sr ******* d* CoM-crvolho, Bnrm c- no Porto, na pharmacia d
45-STJA DIEEITA-45
TA3*33 HM3ii31
km.
ua raculdade que atteslfio que este precioso medicamento o conservador da saudc por excedencia
e o reconstiluinte da economa animal, indispensavel s pessoas que habitao us Daize auentes con-
preservativo das epidemias. ^^ '
Acha-se venda no deposito geral, em Paris, na pharmacia Grimaait e c, rua de la Feuillade "
em tuooa, em caza do SBc Rodrigo ; no Porto, na pharmacia d
Mir MiRuel Jos de Soasa Ferrelra; no /li'o-de-yanero,emcasa da Tima relalo r Dlnls, rua do
saao, ii; na Baftia.emcasadoRnr Jon-CnctaaoFerrelra-KupInhcIra; no/{o-6>ande,em casa do
, r/l"ln de Godoy; no Karanhao, em casa dos Srs Ferrclra e O; em Peruambuco, em caa
flA Sil I' ItimlLiiliiKi.i.i I'..n.l^.. J_ [ k_____- nm>------- .1 .. b*A_a ^a '
do Sfir iinriholomeii-Francisco de souca; em casi dos Sr
cipacs pharmacias do Brazil e de Portugal.
sbonni e c, c bem assim as prin-
Deposito geral em Pernamhuco rua da Cruz n. 22 em isa de Caros & Barbea.
Macaas.
Duzia de dito francez a
Baratsimas caixas com macaas de superior
,n flualidade : vende-se no armazem da rua do Viga-
40
360
rio n. 7.
a 25, vende-se cambraias lisas para vestidos iMassos com g^mpos lisos e de cara-
Corte, ie cachemira kk, a 2:000, na aW300> 3/> 3d3oO e 4/ a pefa, tinas, ven-1
loja do i avaa. ^c ci'irtes de cambraia bancas com palmas
Vendem-se esta nova fazenda muito ancor-' soltas, com 1 vara de largura por 2iSo00 o
pada mitac3o de casemira, tendo padroes corte; na rua da Imperatriz loja da Arara
escuros e alegres, afiancando-seque nao des-. n. 56 de Mendos Guimares.
bota, a 2.-J o corte para calca, oo580rs. oco-; Oh que graude pechincha.
vado para paletot, colete etc.: s na loja do! Vendem-se pecas de ricos riscados fran-
Pavo, rua da Imperatriz n. 60. | cezes com 14 covados para vestido a 200 rs.
___|A. a o covado, organdys para vestidos a 300 rs.
Fazendas brancas, na loja do Q C(md cha||m a ves(i(lo. Hq
Pavao.
40
col a
Duzia de dedaes de metal em caix-
nha de vidro.......320
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a........
Grosasde boles de louea prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a .........
Varas de labyrinlo de 3 dedos de
largura a........
Caixas de folha com phosphorosa .
Dilas de pos para deniesa
160
100
160;
20|
60;
100
40
100
30300
covado, la para vestidos a 200 rs. o covado,
Vendem-se pecas de madapolo enfestado, cobertas de damasco para cama a 4; na
francez, com 20 varas, a 80; ditas com 12 rua da Imperatriz o. ."0 Arara de Mendes
jardas, a 4 ; dito inglez muito fino, a 70, Guimares.
70500 e80; ditos muito superior, a 100;: Arara vende os baldes.
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a Vendem-se os mais bem feitos e moder- Penles ae tartaruga a 30000 e
50600; algodozinho muito encorpado, a nos bales americanos de 20, 25, 35 e 40
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal- arcos a 30500, 40, 40500 e 50, ninguem
mos de largura, muito fina, a 10 a vara;' dcixar de andar sem balo que o preco j
pecas de cassa de cordo para babados, com convida: na rua da Imperatriz loja da Arara
6 varas, a 30500 ; ditas com 12 varas, a 70: n. 56 de Mendes Guimares.
Ronpa fclta e chapeos.
Vendem-se uniformes completos de case-
mira inglezas de boas cores a 100, vende-se
Vendem-se as mais modernas laazinhas palitots de brim a 20500, ditos finos a 30,
enfestadas, transparente, tendo i palmos de de meia casemira a 30500, calcas de meia %? "*["* rlQ,"tTado'Kloj;!, d'aBai* bran 1.a
.\a mesma loja tanihem na de outras qnalidades,
hrani-o c azul, assim como anvelopes.
Pechincha, a 500 rs. o covado.
4 s o pavo.
PAPEL
de cores para listas de eleltores
A aguia branca suppoe que nao faz mal cm offe-
recer aos athletas uns pacotes com 254 folhas de
papel de cores, que pode servir ptimamente para
listas de eleitoies, c tanto melhor por custar cada
pocote o diminuto preco de 15500, e ser cada um
de urna s cor, o que ditlicil de encontrar a nao
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de casemira escura a 20, dilas mais finas a 30,
urna s cor, propria para vestidos e capas, seroulas de linho de bramante a 10600 e
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavao, 10800, camisas francezas a 10600 e 1/800,
rua da Imperatriz n. 60. de Gama A Silva, ditas finas a 20 e 20500, ditas de linho com
a nt. _._... *t i-.aa pregas largas muito modernas a 30, chapeos
O PavSo vende a3|e 305OO je massasbde ^ e preU)S a l&m l800>
cortes de la, a 30 e 30500; ditos com 22 2/^ 20500, isto mais que pechincha; na
covados, a 50: s na rua da Imperatriz n., loja e armazem da Arara, rua da Imperatriz
60, loja e armazem do Pavo.
n. 56 de Mendes Guimares.
II ua daSenzallan 42.
Vende-se, em casa de S. P. JohnstondC,
sellins e sillines inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
ESSENCIAS DEPURATIVAS.
Anti-sjpuililica e auti-rheumatira
Approvada pela imperial
academia de medicina.
COMPOSICO E PUKP.UUQ.VI) DO
Dp. ErnestoFrclcricosSantost|
Pharmacetitteo pela escola de medicina
do Rio de Janeiro.
Estas essencias cuja formula j foi ap-
provada pela academia imperial de medi-
cina do Rio de Janeiro, e pelas quaes sen
autor foi premiado na exposicao nacional
do 1861 ecom duas medalhas na expo-
sicao de Londres, sao sem conteslaco o
mais ellkaz de todos os modicamcnls at
hoje conhecidos para o curativo de todas
as molestias s\ph|cas ou que dcpendain
de urna altcra'cao do sangue.
Distinguem-se estas essencias pelos ns.
tez, cujas formulas variam considera-
velinente, a de n. 1 empregada com o
mais feliz resultado as molestias ven-
reas ou que dependam de alterarn do
sangue, como, cancros venreos, chag.is
syplnliticas, boubas, affecgoes herpeticas
e dartrozas, as hlennorrlrirs. eucor-
rheas, vegeta^oes sypliiliticas, escrophu-
las, escorbuto, erjiipelas etc. A de n. 2
tem sido empregad i exclusivamente pa-
ra debellar os rheumatismos syphillticos
e gotosos e as exostoses ou tumores
osseos.
Acha-se a venda este precioso medica-
mento na ruado Rangel n. 62, pharma-
cia de Medronho & Marlins.
Potassa da Russla.
FAZENDAS BARATAS
2--Rua do Queimado27
NA
\ *V Companhia.
Fuslo frailee/.
I para vestidos de senhora e meninas, fazeada mui-
to fina e pelo barato preco de 200 rs. o covado.
Finas cambraias organdys a 340 rs. o covado.
Baldes
do arcos, de todos os taannos, pelo preco df
3:5b00.
Calcinitas
bordadas para meninas, pelo barato preco de 2$20>
cada um par.
Laazinhas
matizadas finas para vestido a 440 rs. o covado.
Coherlas
de chita a 25000.
Lenccs
de panno de linho a 25.
Toalhas
de fustao, pelo barato preco de 400 rs. cada urna.
Camisinhas
de cambraia para senhora a 25-
Golinhas
de linho para senhora e meninas a iO, 800 e 1
Sorliiuenlo
de meias para meninos e meninas.
Lazinha
preta para vestido a 500 rs.
Giiardanapos
adamascados a 25 a duzia.
rapasiada, roragem! |
eotregastes m vossns eanel i ten '
ros ln pessimo ealcameDlo il 11
So s observa em vn -.m> ;>.'. i,ntiii.i~
imadas e gastas iM i :iii'n,.i i
rasgados equasi wnsaltos___val
a quebradetra ido den
to Vimli- ;'i na Dimla mimii-v..s nV .-v >-
lente calcado com 40 e al.- m pr rt ',-
menos do seo valor___atfeadri:
Borz-gnins, Xiiii.s. IwwTOev
quela 2 o meia soEu ....
Borzegums, Nantes, beaerro, N;>-
queta e lustre -2 salas. .
Borzeguins, francez e tariMvpM,
bezerro, lastre e coaro di- par-
eo 74 e........
Sapatoes, Nantes. bezerro e vana-
ta 2 e meia solas.....
Sapat5es, Mantea, \aqtn-t.i. Inst
bezerro 2 solas......
Sapatt-s. Nantes, sola e vira. .
Hitos para menina, com laco. .
Ditos de ditas, de cures. .
Sapatos para senhora e hoov-m.
tapete.........
Sapatos de borracha pan seahan.
dem den para mi-tiinas. .
Sapatos de lustre para Mm. ,
dem de lustre s avessas .
H-i'f.,'
'- k
i;. >.!
aun
IIM
m
iwo
IMOO
IO0-
.%0f.
L IIMjJI t
canoas de amarello de um ti nao, proprias para
pescara e para abrir : a tratar na rua da Cadeia
do Recite, armazem de louea n. 29.
% i nli puro.
gjN'o escriptorio de Euzebio Rapliael Rabello, na
Acaba de chegar no navio Queen of (he Fleet, a rua da Cadeia n. 33, vendem-se ancorctas com ex-
mais superior potassa da Russia. e vende-se a cellcnte e pqro vinho tinto de Lisboa, smente des-
preco commodo ; no largo do Corpo Santo, escrip-, tinado para gasto de casas particulares por ser re-
torta de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19 I metlido pelo proprio fazendeiro oa lavrador.
AOSSRS.CO.\SlMl!rORESnEfiU.
Nos armazens do Caes do R.inv.s n. 19 a
na rua do Trapiche Novo (no Recife) n. s. s*
vende gaz liquido americano prMM qtub-
dade a retalho a 10-5 a lata d.- .*i ules, as-
sim como latas de 10 e de % jiairafaa eteivn
em porcJo mais lualo que em outra fp*-
quer parte.
Cal de l.t-lMa
a mais nova do mercado : na rua do Vigraho %.
19. primeiro andar.________________________
I*.usa da Scnzalla >o^a n. 42
Neste eslabelecimento veinl-m-se: ticfuwric
ferro coado libra a 110 rs., idemrie b>w
Moor libra a 120 rs.
Vi-ml.'-si- a anaaeio da luja m. 4o danu 3b>
va. i'iivilracadae em limito Ihhii OtoI : a Iratar
na ama loja.
sisui'ims
Vcndem-so superiores rhnrutos suspiros i^lO
cada meia caixa. ditos ih- diversas marcas, caixas
de 100 cha rulos, a 15200, ditos fM, mrw-
xas, a 000 rs. : na rua .Nova .IB.
Qneui nao eomprarau
Ricas chapelinhas de seda moin I -m ealeita-
das bellosgoslo> para senhora, pela !.ira parit
do s.-u valor : na rna do Quetan. toj n. II.

vMUTILADO

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** V^rUMlll*
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O *e O 0 o *
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o "53 e
8 o
Vinhos em pipa: Porto Figueira e Lisboa, a
4oo, 44o, 5oo e 56o rs. a garrafa, e em
ranada a 2,56o, 2,8oo, 3,ooo, 3,5oo e
4,ooo rs. do melbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
. Porto mandado vir de conta propria a
lo.oeo rs. a duzia e l.ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado, das seguintes marcas: Duque do
Porto, Feitoria, Nctar, Velho Secco, Cha*
misso, Madeira superior a O.ooo rs. a ca-"
xa e I ,ooo a garrafa.
dem Bordeux das melhores marcas: St.
JuHen, Medoc, S. Esteph e outros a 7oo
re. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
dem muscatel de Setubal verdadeiro a 2,ooo
re. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Por-
to do Alto douro a 2,2oo rs. com o gar-
rafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira
muito proprio para a nossa estaco, por
ser mais fresco a 2,4oo re.
Vinlfos velho chamissoem barril muito pro-
prio para sobremesa por ser muito claro
emeto a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa al,2oo re.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
c l,4oo rs. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
masso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
54o rs. e em barril a 5oo rs.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado.
Banha de porco a 54o rs. a libra, e em bar-
ril se far abatimento.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,000 e 2,5oo rs. cada
um
dem londrino os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,ooo a
8,5oo rs. a arroba, e 28 a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz caroliuo e do Maranho a 3,ooo rs. a
arroba e loo re. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porejo ter abatimento.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,5oo, 2,ooo, e 3,ooo rs.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
ginja, pecego e alpech a 5oo rs. a lata.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, e em la-
tas de 1 Y e 2 libras-
Ameixas francezas libras de l,4oo a 3,ooo rs.; tambera ha em
latas de l.ooo e 3,ooo cada urna,
Cha huxira mrodinho mandado vir de en-
commenda especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-so a boa qualidade.
dem "hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser igual ao que regular-
mente se vende a 3,ooo e 3,2oo re.
dem pretomoito fino a l,9oo rs. a libra.
dem mais baixo, e miudo proprio para ne-
gocio a l,6oo re. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs., a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo a caixa.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de1 Bordeux, Plaisir des dames, e
outros a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo a
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libw, lia caixas, meias e quartos.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs.
a libra.
Azeite francez clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo re. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo re. o pote.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Milho alpisla a 160 rs. a libra.
Milho painco a 140 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 300 rs. a libra,
c em caixa ter abatemento.
Sabo massa de 180, 200, 220 240, rs. a
libra do melhor.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 re. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna.
Papel greve pautado eliso a 3,500 rs. a res-
ma.
Ft omito fino m barril a
eem portSo tora
Azeite doce'
640 rs.
ment.
Champagne das mais acreditadas mareas a
l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo re. o figo
com urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo, 6oo,
7oo, 8oo, e l.ooo rs., o caixo grande.
Chocolate portuguez, bespashol, francez, e
suisso, das melhores (jualidadcs a 9oo re.
a libra.-
Velap'de carnauba e composico a 32o, 36o.
e 4oors., a libra, ede lo.ooo a H,ooore.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa a 1 ,ooo
re. a ancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vem ao nosso mercado
pela sua boa quadade.
Massas para sopa macarro talharim e aletria
muita nova a 48o rs. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a i.ooo, 3,5oo, 3,ooo e 2,5oo re. a
caixa.
Serveja das melhores marcas a 5,ooo rs.
7,ooo rs. a duzia.
Biscoitos inglezes das seguinU-s marca
Crakncl, Soda, Ceede, Captain, Tnmtk*
Lunch, Cobin, contras a 1,209 rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
l,8oo rs. a lata.
IemCraknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5.5oo, e U,ooo re. a lata.
Massa de tomate em latas de 6oo a Too r.
cada urna.
Sardinha de Nantes a 30o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra
Tijollo de limpar facas a 16o rs. rada iran
Ceblas a 9oo rs., o molho.
Farinha de Maranho muilo alva AM
a 14o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cominho, cravo, erva doce, enxofre, palitos
dedentes em caixinlus que ludo \fndt-
mos por baratissimo Man.
RiQascaixinhas com confeili-s ffrmtas aja-
cas muito proprios tara mimos pe-k bara-
tissimo pivrn de l,ooo rs. cada urna.
Ilaratissimas bandeijas.
A aguia branca por muitas vezes tem da-
do a conhecer que quando acha alguma pe-
ehincha, nao quer somente com ella encher
0 papo, ao contrario desoja que toda sua boa
reguezia e o publico em geral provean da
mesma, o que agora mesmo acontece com
essas; baratissimas bandfiijas, cuja limitaco
de prefos admira, cm relac"io aostamanhosc
tnaidades: avista do que convm todos a-
proveitarem-sc dessa opportuna occasio e
proverem-se d'um traste sempre necessario,
e que les custar quasi metade do justo va-
lor. Assim, pois, 6 dirigirem-se com dinhei-
m alegre e espacosa loja d'aguia branca
na do Que i i nado n. 8.
afamados copos com banha. e
boles coii lascripces.
Cliegaram novamente para a aguia branca
- afama los e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boies de por-
celana dourada tambem com banha, e novas
HcriBcOes maviosas e jocoserias, mui ade-
tmmo para proemios r&sUl pornn rjuc n> apre-
cia* lores concorram. munidos de tlinhciro,
astogre e espacosa loja d'aguia branca roa do
(hwimado n. 8.
nicas guarnices de peales e
fivellas pai*a cintos.
A aguia branca rcccbcu novas c ricas
guarnicoes de pentes dourados, e com pe-
dras; assim como nutras bordadas froco e
com bolas [tendentes, novidade essa que so
ae acha em dita loja. e que na verdade se
tomam moi alegres e bonitas; e bem assim
receben lindas fivellas com pedras, e ditas
daco com novos e engrapados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e mnitos outros
()jeetos degosto para senhoras serio encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queiinado n. 8.
Cira xa eeonosulca.
\ aguia branca araba do receber essa acredita-
a graxaecononiica, coja supertoridade est ge-
ralmenlc recoohecida; essa boa graxa se torna
recomnicuilaJa, lano porque o calendo lustrado
rom ella deixa perfeitamente lustroso ao menos
tres das sein necessidade de novo unto, como
mesmo pori|iie sua prepara^ao appropriada paita
iiaeiar e conservar o couro ; ella vem em caixt-
tias e barrizinlms, e acba-se venda na ra do
Ctecimado n. s. loja d'aguia brajica, aos reznmtdos
oreos de 400, 300 e 6V0 cs^
Sijladiiilos vst rcios c bordados
Vondeiu-.M- na na il" Quciniado0.8,loja d'aguia
ranea.
: .ijmchos coiiipridos e redondos
'. i.d'Hii-se na ra d Queiinado, loja d'aguia
bi-jnca n. 8.
TERCOS
o
e cordas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente en
bem servir a toda a su freguexia, notou que ainda
(.'u> havia feito aigum agrado a aquellos que pru-
dente e acertadamente reaaada, rumprem dever de
1 om caristao, e quando reparou essa sua falta,
blandn vir c acaba do receber delicados torcos e
roras de cornalina com cruz de prata, os quaes
fleixa disposicrio dos fiis que estiverem dispostos
a gastar 1*300,4^e :5 para possuirem um tonito
terco ou cora, com os quaes podem mesmo pedir a
Beus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre n espa^oso ninlio da ra do Queimado n. 8.
Bahuzinhos com perfiimarias e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasquinbos decheiros por IfioOO e vasios por 800
rs., senrindo estes para meninas, e mesmo para
joias, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
k,inha maclas c lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
ftoilsslnios e bonitos cui'eites
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falla de bons
licites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe urna sua encommenda de bonitos c
delicados enfettes, e de modernissima moda,
muito servindo isso jiara sanar aquella falta,
e fazer com que as \mas. apreciadoras da
bella empieza Coimbra possam melhor real-
sar e mostratem o apurado gosto que-as
guli. Esses enfcites sao d'um tecido bas-
tante tino com coulinias daco, c mui bem
ufeitados com flores, litas, bicos. plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam H,: 6r> e 7-3 dinheiro vista;
na espacosa c aWWHtoja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
/
Xovas cintas elsticas pura senboias
casadas.
A reconhecida utilidade dessas necessarias cin-
tas elsticas fez com que cm breve se acabassem
as que vieram da primeira vez, deixando assim
descontentes muitas senhoras que se nao poderam
prover deltas, vista do que a aguia branca man-
dn buscar mais algunias, que acabam de chegar,
ainda mais perfeitas que as primeiras, isso por se-
ren menores; agora, pois, podem as senhoras ca-
sadas prevenirem-se, mandando-as comprar na
loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 8. Se a
aguia branca preeisasse de semethante obra de
corto dosta voz nao (icaria sem ella.
Eiicoinmcndas d'aguia branca recei-
das pelo ultimo vapor.
Ricos pentes de tartaruga com chapa de madre-
perola.
Bonitos loques de madreperola.
Delicadas calas de dita.
Lindos chapcozinhos de setim para baptisados.
Bicos de seda brancos e pretos.
I Bonitas cai&inhas com msicas e sem ellas para
costura.
Trancelinsde lia para enfeites.
Fitas de seda eslreilas para ditos.
Ditas de velludo com listras para barras do ves
ti dos.
A.|.:ii do lialiia para vestidos.
Ditas de ac para espartilhos.
Bandes d dina.
l'ulseiras de contas para meninas.
Paos para abrir luvas e port-charutos.
Essoncia de aail para engotninados.
Pos hygienicos de Lubin para denles.
Leite Virginal para tirar sardas.
Dito d'ires para extingnir as caspas.
Vinagre aromtico para vertigens, dores de ca-
beca, etc.
'.osmetique surfine para cabellos.
Pomada para bigode.
Benda do fil. lisa.
AI ii rus 6*B poruiuarias. .
Muitas vezes aconteca que se procuraudo urna
bolla galanlaiia para so oliertar a urna senhora ou
menina em scus anniversarios, ou mesmo na
auiariacao das mestias destas, se nao acha va cousa
que satstizesse, agora, porm, ja nao deve succe-
aer assim porque na loja d'aguia branca encontra-
r o pretndeme bellos objectos para esse fin, so-,
bie-saliindo entre ellos esses bonitos albuns com
IK'ifuuiaras, cujo gosto e novidade Ihes -da a pri-
inazia. A aguia liranca folgar de contente se
essasoflMai recahirem sempre em suas predilec-!
tas freguezas, e quando assim nao soja, nao faz
mal, porque a mimoseada reparando na singulari-'
dade do objocto, quorer desde logo alislar-se no
numero daquellas. Em todo o caso bavendo di-
nheiro, dirijam-se ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8, que tudo se arranjar.
Cbegaran luvas de pellica para a loja d'a-
yiia branca, ra do Queimado n. 8,
Delicadas tesonrlnhas daco para
bordados e labyrintbos.
A pedido de algumas senhoras suas predicletas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
licadas tesourinhas d'ac.o pontas agudas, proprias
para bordados c lalnrntlios, e urna vez chegadas
como de facto cliegaram. a aguja branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveitarcm-se da occasio c bem empregarem
seus 2 em cada urna dessas finissimas tesouri-
nhas, na certeza de que perder por chegartarJe;
quena se demorar em as mandar comprar" no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia%ranea, ra do Quei-
mado n. 8, onde tambem ha outras curvas e direi-
tas para unhas.
OKI
IMHPI FJElT.-t
NO
AIITIA/Kll
DE
RA DO QUEIMADO
H. 66
r
N

d-'illii Ii)J) yMJii\'J)J>- X.STREIKO VERDE.
vzi:\ii %n : koums feitas.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 23, 28. 30*5 e M&

Neste estabeleciment ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
*
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 30;$ e .
Paletos idem e de cores, 23-5,
305000
25000
Col leles de fustao e brim bran-
co, 30500, 341 e .
Soroulas de brim de linho.
20,5, 150 c......tO000 2,5400 e......
Ditos de casemira, 20:>. 150, ?Ditas de algodo, 40600 e. .
120, 105 o......aW*00 Camisas dc Paitos de linho,
Ditos de alpaca-50 e. W500 50, 40, 30 e.....
Ditos ditos pretos, 90, 70, Ditas de madapolo, 30,
20500
20000
10400
20500
muito bem feitas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto 250, ditos de casemira de cor.a i50, 480 e 200, paletots saceos de panno
. mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at C0, sobre de a
merino de 70 at 400, calcas pretas de casemira de 80 at 4 !#, ditas de cor de
50, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas di
como sejamcaifas, paletots e cohetes, sortimento de colletes pretos de roetin;
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e G0, paletots brancos oV bramante a
e 50, caigas brancas muito tinas a 50, e um grande sortimento de fazendas linas e
Jnas, completo sortimento de casemiras inglezas para homeni, menino e senhora. cerorf*
_, de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homeaa e se-
^ nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recelamos t m ..mn>-iHlas de grande
|E obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mesti > .! semelhanb> arte e aan
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto execulnmos qnakpm obra en*
promptido c mais barata do que cm ontra qualquer casa.
m
70000
70000
No a mazem de fazendas bara-
tas de Santos C Kna do Queimado numero 19.
Vende-sp o seguinte
(loberas de chita
da India pelo barato preeo de 25.
Lenres
de panno de tinbo a 25.
l.i'i.i-ii-.s do bramante
de linho fino de um s panno pelo baratissimo
proco de 3.
ioallias alcochoadas
para maos pelo barato preco de 55 a duzia.
Veslidinlios de seda
para menina pelo baratissimo preco de 45-
Lentos de seda
para algibeira pelo barato preco de 15-
Ricas saias de fustn
pelo barato preco de *>5.j00.
Loncos de cassa
linissimos proprios para algibeira pelo baratissimo
preeo de 25 e 25400 a duzia.
Cortes de calca
de ganga amarella de lista c quadros pelo bara-
tissimo preco de 15200 o corte.
Pecas de madapolo
fino largo pelo baratissimo preco de 85.
Peras de brelanha
de rolo com 10 varas pelo barato preco de 35200.
Pecas de cambraia
de^alpicos lina com 8 1|2 varas pelo barato preco
d 45.
Atoalhalho de tintn
rom 8 palmos de largura proprio para toalha de
mesa pelo barato prego de 25500 a vara.
Barege
de lindos gostospeto barato preco de 440 rs. o eo-
vado.
Esleir da tedia
propria para forro de salada 4. Si e 6 palmos de
largura.
50 c........ 3&500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4^500, 4& 30500 e. 3rS000
Ditos branco de linho, 60,50 e 4,5000
Ditos de merino preto de cor-
do, 400, 70 e..... 50000
Calcas de casemira prela, 420,
O0, 80e......
Ditas de aires, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....
Ditas de princeza e merino pe-
lo de cordao, 50, 405OO e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores.
30500, 30 e.....
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e* seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
20500, 20 e..... 40600
Chapos de massa, pretos fran-
cezes, 400, 90 e. 80500 K
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20OOO &
Ditos de sol, de seda, 420.
H0, 70 e......40500 >B
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 640 $
Sortimento completo de grava- |||
tas. 0 M
40000; Toalbas para rosto, dnzia, 110, -.*.
90 e ........ 60000 M
40000 AtoaHiado adamascado de li-
nho vara ... 10280 M
20500; Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000 p|
20500 Lences de linho..... 30000 ^
Coberlas de chita chineza.. 20000 m
70000 Pennasd'aco, as mais superio-
40000 res, a grosa...... 600 g
Relogios de ouro orizontaes,
30500 900,800 e......700000
50000 Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e 300000
50000 Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
40000 aneis e cruzes. #
^ W^&% m mV^&%
DE
TODAS AS QUALIDADES
DE ,
ANTONIO MAIi DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIL'VA
N. 21 Antiga ra dos Qtiarteis de polica- N. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m ',>.
o reda
>-ndn tanto
FVJVDICAO
LE '
DE
m fe. \ondo
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos scus andam VL>nlenAi
na pra^a como pelo mato, illudindo os meus freguezes. dizendo (|ii> sao meus : e roana >
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessoa alinna \*n\n
por minhaconta fra della, faco o presente annuncio para evitar quo .omprem gato por
lebre : e para seguranca dos senhores consumidores deste genero espedananli o* atnt
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem umuIMos na minha fiaWwa ala
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da na e o numero
mesma casa.
Aproveito a occasio para scientifiatr aos mesmos senhores, que constante!
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades. e do aaelhor i
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
POR MENOS DEZ POR CENTO
NOS
ARMAZEXS
CONSERVATIVO I CON SERVADO
3
DE
JDij'Til 2, IDD2
NS. 24 E 23InWM TERfO-XS.
lBf^t,
21 l 23.
Recebem por conta propria a maior parte dos gneros existentes noa aan am
FRANCISCO ANTONIO COBBEIA CARDOSO, ^'^S^Z^^^^t^^^ ,,-*>'-'
Acha-se novamente aberto este antigo c proveiloso eslabelecimento, promplo para Mmtci^ ngleza especialmente escolhida a 72.. e 8o,. rs. a libra,
executar quaesquer encommendas de ferro fundido, balido ou de bronze, moendas para ,dcm fr.mceza (,e prme1.a (lia|i(|ail(., 56o rs. a ]lhl:K e em ,,.,, ^ _.
engenhos, com vapores ou sem ellos, tudo com a maior promptido, perfeicao e co.n- Armz i|ado 0 me||l0r do mer,.,(1() a loo rs a |jf)ra e 3>ono ^ <1|Tn| m "
modo prego ; tem varias obras promptas da melhor e ma.s solida construccao que po- Cafe do Rio e do Coara 0 melhor npsf0 genpro a fH() 0 30 ^ a |bra
dem ser vendidas por metade de seu valor, como sejam : Batalas novas a 5o re a ibra em arroha a { ioo ^ e em caixas ^
Moendas inteiras e meias ditas de varios tamanhos, para engenhos.
Portas d'aguas guarnecida de bronze com parafuzo de rosca quadrada.
Rodas de espora, carretas e rodelas angulares.
Parafusos e cavilhocs de ferro ou de bronze, rosca quadrada ou singela.
Agulhoes fundidos de azas e batidos para rodas d'agua e chumaceiras com bronze,
Bronzes e torneiras de todos os tamanhos e qual idades.
Taxase fundos de alambique, de ferro fundido, de varios tamanhos.
Crivos e portas de fornalha de varios tamanhos e qualidades.
Urna machinado destillac3 continua do autor Collares.
Fogoes americanos econmicos para casa de pequea familia.
E urna grande portfo de pecas de obras tanto de ferro fundido como batido ou de u^ genmjs M ^^
b,F^rr^rp"etSrS eS.abe.ecimento que o pU>ico sempre benignol^^e, .nagt^cebo.^^amo, pimen^^ominhos erva^e.,
4,5oo rs,
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e 3.ooo rs.
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2,3oo rs. a groza.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Vinho do Porto em garrafa de superior qualidade a 9oo rs. a garrafa,
dem em pipa Figueira e Lislwa a 4oo rs. a garrafa, e a 3,ooo a caada.
Milho a I [lista o mais limpo que ha no mercado a 16o rs. a libra, e a arrrnba a 5.ooe> rs
Velas de spermacet, composico e Aracaty, a 4oo, 36o e 64o rs. a libra.
Toucinho de Lisboa novo e grosso de primeira qualidade a 32o rs. a libra, e IVonon. a
arroba.
Alm destes gneros ha outros muito baratsimos, assim como cha do

lne prestar toda sua confianca e attenco.
qualidades. chouricas, sabo verdadeiro de 16o a 24o rs. a libra, genebra de
qualidades, que tudo se vende barato e quem duvidar venha ver.
Potassa nacional.
Vondc-sc superior potassa do Rio de Janeiro, da
mai nova que ha no morcado, a preco muito com-
modo; no arpo do Corpo Santo, escriptorio de
Manoel Ignacio de Otiveira A Filho. n. 19.
Cal de Lisboa
Cal virgem eliegada hontem em ancoretas mui-
to bem acondicionadas e por preco commodo : no
iclie
antigo deposito da ra do Trap
zem de Manoel Teixeira Basto.
n. 13, arma-
iriMi
Clicgou da Babia urna poroso de fumo em folha,
que se vende mais em conta do que'em outra
qualquer parte : a tratar no trapiche do Bario do
Livraraento.
C4L III IISIMM
Vende-se cal nova de Lisboa : no largo do Cor
ix. Santo, escriptorio de Manoel Ignacio de, Olivei-
ra & Filho n. 19._________________________
luso-ltinHleini ,
PARA 1864
Por Castllho.
Acabam de chegar estes nnesaates almanaks.
e vendem-se na livraria econmica ao p .lo arco
de Santo Antonio.
Vende-se um lindo inoleque de 18 anuos,
bastante robusto e sem defeito algnm, proprio para
qualquer servido : a tratar no arraazcm da ra do
Imperador n. 16.
I r YIII VIO A AURORA*
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo. a mais antiga no
tinua-se a executar com a maior presteza e perfeico encommendas de toda
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalha.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes flxos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechas para barcos, etc. etc., tudo por preco que bem


Ig^jgjgg^ mm*>
1BUTILADQ]

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Diario de Peinaiubuflo c&iaala Icira 7 de Socnifo* de A.
.
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I
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I
GRANDE ARMAZEM
Al
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N. :6. IU t DAS CRKES N. S6
DO
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muilo acreditado armazem denominado Progressista lendo
seare em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abano mencionados, e affianca s pessoas que manclarem comprar por seus criados ou
escravos, serem t5o bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo conlendo objectos nSo proprios deste estabelecimento. 0
raesrao pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
;5o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendem os mehores gneros por mais barato preco, porque estes
multas vezes ohTdam-se e vio outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
i'siabelecimento. .
GRANDE ARMAZEM DE MOLDADOS
DE
tfMmimwfflX&&m!mm&te.
DE
Eduardo Marques de Oliveira C
de superior qualidade a cada
xinha-
Manteigai ngleza de 1.* qualidade, a 800 rs.
a libra,
dem de 2.' qualidade, a 700 rs. a libra.
Idem franceza. chcgada ltimamente, a 6oo | Uo^t Hf^J" em potes mu.to nova a
rs. a libra.
Batatas em gigo de arroba a l,5oo rs.
Maces chegadas no vapor lnglez,
Ervilhas muito novas a 2io rs. a libra,
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de U a 2,5500.
400 rs. cada um.
Milbo-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e tito a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o' Sabio verdadeiro bespanhol, que raras vezes
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a*JO0 rs. a libra.
Caf do Rio de 1. e 2.a qfiaidade a 80500
e 8?800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranho a 120 rs. a libra
e 3^200 a arroba.
Avellas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
l-c-gumes franeezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Cioux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porcao tpr abatimento.
iarrafocs com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2t>400 com o garrafao ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinhe Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
co por ser mais fresco a 25400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem liuxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso morcado a 20700 a libra.
dem prelo muito fino, a 20000 a libra.
Chocolate para 9oo, l.ooo e l.2oo rs. a li-
bra.
arrafoes com 8 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas re onagre de Lishoa
a 10100 com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinlios generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior c outros a 900 rs. a garrafa e 90
.i dii/.ia.
Vinho Bordeaux das mehores marcas: St
Julien, Medoc c S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas e paios. o mais novo que se pude
desojar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro ingles dos mehores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
da com urna duzia.
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades. pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinhaa 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das meho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porto ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
c 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em bail
a 640 rs. a garrafa, e em porciio ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 610,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba c composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 110500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rocTinha c pe-
vide a 500 rs. a libra e 40500 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 c 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das mehores qualidades a 900 rs.
a libra.
i
-
O
>
O
o
TODOS
os
VAPORDS
se recebem gneros de conta
propria e dos mehores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
EST.4JELEU.HE.M0,
COMPLETO
SOR 1IMEN10 DE MOLHDOS.
vende-se em porcao e a reta-
mo, aprompta-se com toda a
presteza e exactidlo qualquer
encommenda dirigida a este
EST4BELECNEPT0.
~5
N'estes novos e grandes estabelecimentos de moldados, encontrar o nomm
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, po>l unA
todas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesmior nitro rstabetreioMav
tos a esta ordem, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa odAhm-
cios para serem vindos de conta propria diversos gneros, e de>de j .ii.onirar o na>
peitavcl publico sempre os memores gneros do nosso mercado, e por presos barata**-,
mos como abaixo verlo, a saber :
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 5CO rs. a talan.
Massa estrellinha para sopa alaa rs. a lita.
Macarro, aletria e talharim a Wo n. a .
bra.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Averies a 2oo rs. a libra.
> Ameixas a 10 a libra.
I Ditas era frasco por 20800,
j Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo i
Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita-1 a arroba. I Marrasquino de Zara a 800 r*. o fra*v.
vel publico e com espeeialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os Di^ ^ Maranh3 i0 a libra e 30500 Passas a ioo rs. a libra.
a arroba,
precos dos seus acreditados gneros, como abaixa verlo nlo obstante os presos menciona- Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria- Agurdente de cannade cabera "a 240 e 320
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que serlo to' r?- a !?arrafa.
_____ t____ Azeitonas a 320 rs. a garrafa el, 3oo a an-
bem servklos como se viessem pessoalmente, isto so no Progresso. crela.
Batatas inglezas a 6o rs. a libra e i,8ooa
Manteiga ngleza perfeitamente flor chegada Farinlia de Maranho muito alva e cheiroza
no ultimo vapor a 8oo rs. a
libra.
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,' dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ba no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado aOoo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
1,000 a garrafa e a 10,000 a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venharaaoProgresso que a vis-
ta faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
a 16o rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Banha de porco a 55o rs. a libra.
, Bolachinba de soda a 10400 a lata.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a9,ooo Bolachinha ingleza a 200 rs. a fibra, e a bar-
ra, arreba. rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Azeite doce de Lishoa a 64o rs. agarrafa e a Dito miudinho a 20800 a libra.
4,8oo rs. a caada. Dito do Rio a 10800 a libra.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a Dito preto a 10900 a libra.
l,2oors. a caada. 'Charutos de diversas qualidades a 10200,
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-1 10500 e 30 a caixa.
boa a 1,100 rs. Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Champanhe das marcas mais acreditadas a Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a 800 rs. e a Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
l,ooo rs. a garrafa. Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e' .f9,J209a a"!*a- ,.u
7,000 rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa, Ditomoidoa JOOrs. alibra. _
tambem temos das mesmas marcas para I, Hoc? !r oiaDa a 60 rs. o caixao.
ci,5oors. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa. Espirito do vinho de 38 graos, a 280 rs. a
6 garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 rs, Farinha do Maranhlo a 160 rs. a libra,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha Dita flor de laranja a 10 o frasco.
para 4,000 rs. a duzia.
Graxa em latas grandes
e 12o rs. a lata.
a 1,3oo rs. a duzia
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de nmita duraco a 4oo rs. cada urna.
r*
alitos de denles inassos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
Feijlo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
Figos a 32o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas a 3oo rs.
Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija,.
Gomma dararuta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
40600.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas c especialmente escolhido por um
de nossos socios, comosejam:Cam<3es, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Fertonia a
9eo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixacora Paltos do gaz 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs. Licor fino a 800 rs. a garrafa.
12 garrafas. a groza. Dito em garrafas grandes de superior quali-
Gamfoes com especial vinho do Porto con- Gela dc A, ])e d da nQ ^ h d;deal05OO
latas de 2 libras a 800 rs. pechincha. } anU^a ngleza flor a 800,900 e 10 a libra.
r Manteiga franceza a 600 e 04o rs. a libra.
Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gar- Dita hollandeza a 72o 800 rs. a libra,
rafas por 6.5oo rs. Mostarda a 640 rs. o frasco.
vinho Fi-
tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
dem com 5 garrafas de superior
gueira a2,4oors.
dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
2, loo rs.
Palitos para denles a 180 rs. o mas.
Phosphoros do gaz a 20500 a gna.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a i%
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cenejas de marcas superiores a 54)0, jtffc.
600 e 640 rs. a garrafa, e 55JO. <*##
6800 a duzia.
Dita em barril por 4-5, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 300 e 4iO rv a J6-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabio massa a 200. 240 e 280 rs. a tan.
Sevadinha a 280 rs. 1 Ara.
Toucinho de LfaM 1 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de sj.ermaccle do gaz a l,2oo t*. a
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em ca.\a> le *' Iilna> \t **
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composio a 360 e .W> rs. a i-trx
Vinho do Porto, caada a 3)500. garnfe.
720 rs.
Dito Lisboa, caad a ifm turra a "<**
rs.
Dito Figueira, caada a 308 40 e a gnala.
480 n.
Dito diLi superior, caada a 40 e a ramfe
a 500 rs.
Dito Estrello, caada a 30200 e a garritoa
400 rs.
Dito Bordems 1 7tBi NO 1-. 1 .T;rrali.
Vinagre de Lisboa em garr
fas DOT 1-SiOO.
Ii!" em caada a >. e a 2 /
Vinho do Porto em pnrfbt I iiij
por 20900.
Dito dito engarrafado a \\ e IJO,
Dito lagrimas do Douro a I^MOapvnfe
Vinho bnmeo de Lntoa a 720 rs. agarran.
e 50 a caada.
Dito do eslreito a 600 rs. a garrafa, e a 4eM
a caada.
dem em frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,5oo rs. e a'
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
squ.no de Zara em frascos grandes a Cervjja das mehores marcas de 50500 a
\!... .i ,.r. 60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Marra:
800 rs. cada un.
Licores franeezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
clames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Hude de Venus etc. etc.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
catag, meias e quartos.
. Sardiahas de Nantes, do fabricante Basset, a
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
360 rs. a lata.
Ameixas francezas em frascos de 11|2 e 3 li-;
bras de 10400 a 20800. tambem ha latas i
de 6 libras. Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
... ... Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Marmelada imperial, dos mehores conser- Cebollas o molho a 900 rs.
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la- i
tas lacradas hermticamente. Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Frudas em caldas de todas as qualidades em Cominho idem idem a 640 rs. a libra,
latas muito bem enfeudas, a 500 rs ca-1 Garrafoes vasios a 300 rs. cada um.
da urna. 1
Bolachioha ingleza, a mais nova que se pode Ditos com 5 arrafe.s de enebra:.a 91400'
desojar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhlo muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
. e JWOOO a caixa com urna duzia.
garante-se ger verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280ts. a libra.
Phosphoros de segnranca individual a 20 rs.
Conservas inglezas dos.melhores fabricantes m
Mixed Pickles, cebobs simples, e/outros a cat^a.
a 760 rs. o frasco. *S '
/ Papel de embrlho muito superior a 10120
Farinha verdadeira de /ktta a 500 rs.A.1 resma.
libra, garante-se a superior qualidade/ VQho ^ Figu^ Q qm ^ ^ ^^ a
Palitos para denles em cadnhas dooradas | 40000 a caada.
Bm, a 320 a libra e 80 a arroba. Copos finos para agua a 60000 a duzia.
56o rs. o frosco afflanca-se ser verdadeira.
Vinho branco dc Lisboa proprio para missa ,., ... .
viudo j engarrafado dc Lisboa a 64o rs. Idomdo !),t,ja/m ,barKnc^s com 1uatr0 du"
a garrafa.
dem em barril muito superior a 5oo rs.
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
ziasa 44o rs. cada botija.
dem de laranja em frascos grandes verda-
deira italiana a 1,000 rs. o frasco.
Marrasquino de zara a 72o rs.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 lf, 2
e 3 libras elegantemente enfeitadas com ri-
eas estampas na caixa exterior a l,3oo
1,60o 2,000 e 2,5eo m.
Idem em latas de, 1 '/j e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos de comadre em bauzinhos de folha
muito proprios para mimo a l,6oo.
dem em caixinhas a l,4oo rs.
dem em caixinhas ermeticamente lacradas dade a 800 rs. o frasco.
Previnc-seao respcitavel publico que todos m gemios cima sao de bu
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que d.-ixam de st
FUiDI^AO O BOWIHAM-RtrA IK>
BROI ^'. 3.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimeaaa .
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas c mais acreditadas.
Bodas d'agua de ferro com seus pertences.
Licor francez de todas as qualidades
garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs. ,
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Vinho Bordeaux das rftelhores qualidades Bodas dentadas, angulares e de espora.
que tem vindo ao mercado a 72o c 800 Taixas de ferro batido e coado.
rs., eem caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs. Boceas de fornallia pelo novo systema Welson.
Azeite doce refinado do fabricante Pelano. e ^^^f^0-
outrosaSoors. agarrafa. |MoX%^SLa.
Conservas inglezas sortidas e de urna si qua-' Arados americanos, etc. etc.
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
Idem a 2oo rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
caixa.
Salmao em latas
800 rs.
. Gomma de engommar muito alva a 80 1 s. i
Passas de carnadas as mais novas que lia no a 'Dra e 2>o rs. a arroba.
a Sagfi muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libia.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba. ?
Macarro a 32o rs. a libra.
AGENCIA
M

ermeticamente lacradas a
Lagostim em latas grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peLxc espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a \
a l,3oo rs.
Queijos flamengos chegados no ultimo va;
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
I,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
600 e9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 800 rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
reis.
Idem-em latas grandes, proprias para lunche,
com 5 a 6 libras por 2,4oo re.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portuguezas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranho
3,000 a arroba.
FUNDICAO DE LOW-MOOR.
Ra da Srazalla uova 11. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor I chapeos depeflo a Pqbm pan
e tachas de ferro batido c coado, de todos os !
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em cat'a de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
ROUPA
12o rs. a libra e a ^ rm <* 0"*'"**^ 43, esquina que
volla para a Congregaco ; i pechincha.
Paletots dc casemira a 5, 6, 7, 8,12 e 145000,
Caf do Bio o mais superior que se pode de- ^i^ de Panno Pretoe ni a % 10, H, 16 c 185,
seiir a 32o rs a libra di,os st)re-t>asafos de panno multo flno por 24 o
dem a 28o 3oo rs a libra e a 8 2no 8 ioo 25* d^ de,a,Paca P.rc,a de C0T^ a 4, S, 6 c
iaem a zoo t oo rs. a nura e a o, zoo, ,oo 75, ^1^ je casemiras de cores a 6, 6, 7 e 85,
e 8,700 rs. ; ditas pretas a 65300, 8,9 c 105. paletots de fusta.)
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra, e ganga a 25, 25800, 3 c 45, cateas e colleies de
o a l a tu\n re a nrmhu ; todas as qualidades e t
dem de speimacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e 1,00o
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
qualidades e por preco muito barato, len-
ces de puro linho a prcoo de 25800 e 35, cober-
tas de chita a 25240, collarinhos de linho puro a
600 rs. rada um, o outros pinitos objectos qne s
vista ; e para isso se pede a attencao dos fre-
guezes.
A ssucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
Cha perola muito especial chegado neste ul- WJ2J rs' ?1bra' e de 8 libras Para cima
timo vapor de encommenda particular a 5*bU0 aarroba
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a2,7oo rs. a
libra,
dem hysson a 2,56o rs.. a libra,
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,000 rs. a Kbra.
dem nacional a l,6oo rs. a libra.
Batatas milito novas a 80 rs. a Hbra.
Charutos dos mehores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sus-
piros, havaneiros, messeeipes, regala im-
perial, flor das mattas, primores a 4>ooo,
3,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, /2,3oo,,
2,000 e l,6oo rs. a caixa.
fnrrrn ai v \ r*"-
Na ra do Queimado n. iOlojatde Fer-
ro & Maia, vendem-se:
Chapeos de castor branco para homem
a 95.
Ditos de pailia de seda para sennora a 55.
Lencos brancos de cassa duzia 15600.
Ditos de cassa pintada a 25.
Chales de la e *eda taaVa. m
.escuras o wnoMr. m
ola tai Babia
Tem para vender Antelo LbaIIii vedo, no seu escriptorio, ra da Croa n. 1
.
Cliapio< deso fanl>.ildin(.> I
ras v meMiMs, pela ilinnnu" prvea um, ricas rhapelma* 1! < ndi pnia sfhera prr 3+
blMKflB, .'-
aias a '.ai". .a
40arcos |ir .*>^-. >lit->s lo 20aro* a 4 UM
25o00 : na ra do Quemado n. U, ipil l
beci o da Cocprcfrarao.
Vrii.li-m-sy cliarulos a UoUO o iiMlinra,**
cento a o'OO rs. ; rende-se por esle prm par lar
porcao. (arelo a 35SN* a sacra : no anaaaai V
estrella, largo do Parai/o n. IV
Farinha de naadiaca
em saceos grandes, e de superior qua *
de ; no armazem de Tasso Irmos, ra
Amorim, n. 33.
Folassa da Hossia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber C,
successores, ra da Cruz n. 4.
Vinho do Porta
Vende-so em eai\.is d<> ama duzia : m> -**T:par
rio de Antonio l.uiz Oliveira Azevedo A I
Cal dc l^iaboa r oolaaoa aaa
RaMaJa.
Vende-se na ra da Cadeia do Btife n. M. pac
onde se mudoii o antieo c acreditado oVpuHta m
mesma na n. 12, ambos os jreneros o iww
legtimos, e so vendem a preco mais tralo do mm
outra qualquer parte.
- Vndese um negro de meiaidadr, tea iw-
busto, proprio para qualquer serriro. Wih r,
o diario d una casa, e tambem te botar 1
na travesa do Pocinho n. 26 sobrado.
ESGB1V0S FGIDOS.
Eaerav futido.
Fugio do "rnaa ifclaia freaaett de
nhat 111, no dia 10 1 HaafVI
ro, idade 40 amMfc
corpulento, cnmTBB arouee na rreste, vm pep-
eo oosbotado da cor, pial) 'paan mn mw m-
chados, dcsconfla-se qne teaa lomad
do Recife por estar vendida BesUantea a
Ignex, a qual era sua cotnoaateira, diu
mora para as partes da MmMtm : lupw a
autoridades polieiaes e capitaM de eamito
apprehendame leremao,dilo ungajO. < a O
da Praia ao Sr. Genuino Jee da Rosa, que O
reoompenrado.


I
8
Diario de Pernambiic -- Heftmm telrn 9 de efembro de b.
i
i
/
L1TTEBATRA.
ImpresseA de leHnra.
que os mais generosos sentimcntos os calcou aos por sso que a penade morte foi julgada como f-[ annos; trajava com apontado esmero; de\rava-
mg. Sa,a Panaega^u,,,,,, M! aguas M. e, correr, iogl.a^.e |. M* cootaada, catira al,,*, a J^TT^ cZTT^Z > -^S? SSTUST SEf5
concluiremos, quo a nena imposta ao crime de oue bocea un tanto grande, mas graciosa, olhar arden- mmniiMr ,i J.........' _. B- ceder.
concluiremos, que a pena imposta ao crime de que bocea um tonto grande, mas graciosa, olhar arden- cmplices de defeza ent'ram
Calmo um typo completo, a epopa grandio- se deu "reincidencia foi fraca, nao preencheu o' te, e airosa compostura de semblante. No braco
dere viver. e o elogio sobreMido S* e harmonica da lude em lula com a humani- fun da penaldade, por consequcncia, deve na se- do mancebo apeiou-se a leve mi de urna dama,'
alguns
na rclacao.
nunca dea vida ao eme deve dade- E a ,lor Que os ardores do scepticismo ti- (?unda condemnaeo ser aggravada.
'"0,rer' ciu.trn r;ili'>'oJo o aroma, e que procura reverdecer Com cffeito, oprimelro crime foi julgado; o ele-
umutoM coni o orvalho espai/Jdo pela pliilantropia e com mcnlo intencional constitutivo do mesmo verifl-
O fin da critica altingir o bello. 0 bello, diz as rimas enxugadas dos infelizes. Um homem cou-sc reunido do facto material, houve a crimi-
''o mi,,. a poesa do coraejoc 0111 um carcter lo nobre por ventura dcixar na|idadc completa, e a pena que o cdigo irape-
o pi sawnooppostodas relaeoes sociacs e do acaso avilta-lo com um acto de fraqueza ? lne f0 applicada.
SfaT^n^S descdill'S da nam^Ha en' l tt^ qUC l"" hmm qne ** tiah* t0r i CUmpriJa a ,nesma' c dclinquente rcad-
(antodore narrarlo 7T~ T ? nad ve,h0 D "*"*' 'm com rosl0 sereno'tinha 1uire a "berdadee de novo pratica o acto crimi-
^^^luL:Zn^^ TTf0^: ^ "'^o niuiu. grtaal- noso porque foi punido; nao houve esta reitera-
m no nevoe ni h T T ,: ^S ^ V,rg81^ SC re8enerMse P01' U1 ?'1 ha- funesto pertinacia, urna] excrescencia de culpa-
div1 clJ n 1 S n" 6m8gUa fr3- Se,ia ",ais na,Ural 1e a lei "P"" Prevenir ? naojl
diversos que com,.oe, o todo da obra. cnptor reservasse esta regeneraco para urna sce- ve um maior perigo para a sociedade, pclalrsTs-
Gorno critico apontaremos os lugares bellos e ua "iais "'timcntal. | tencia que d tantas vezes lugar a esses delicie*
defeitaosos do romanee intitulado Dalmo ou os' Estas mudancas nao seoperam com tanta fac-' enrmeos na phrase de Orfolan ? certamente ; ha
Mysterios da Xoste,|prucurando sempro confor- lidade, es caracteres corrompidos raras vezes se am" da Parte do criminoso ma demonstracopal-
os defeitos da obra do joven enripiar, serio olvi- trgica, e ensanguentada e outras vergonhosa e
dados. A nossa spigraphe um seguro asvlo que infame.
nos li vrar das pechas injustas. 0 autor seria mais feliz se fizesse nascer este lar-
0 Sr. bacharel Figueira foi feliz na eselha do dio remorso do conego Santa Pandega da resigna
titulo do seu romanee. O cunheciinento antecipa- ao anglica de Lucia que passou pelos maiores
do de ser Dalmo um estudanle, e figurando n'um tormentos, das lagrimas dolorosas de Bruno, da
dc.se.- intrincados dramas que constantemente se seena alllictiva de santos ; do exemplo- sublime de
representan! durante ys horas moras em S. Paulo, Calmo, que esquecido de si, procurava cicatrizar
sao cousas que sem duvida devem exeitar a curio- as dores de seus semellianles.
hidadu do leiior que vive no meio deste mundo E" ju'go que nao foi bem guardada a verosi-
Cbeio de animarlo e enthusiasmo. Demais, os Mys- milhanca, tao necessaria neste genero de composi-
lerios da Noute devenijinteressar inais do que a- Cues, quando o escriptor depois de ter pintado BrU-
gueUes que se realisam luz do sol, por exeitarem como um destes caracteres de que o tempo nao
n>es|!iriioo mais audaz, urna certa curiosidade 'sana os mais ligeiros soffrimcnlos, Bruno que 1b-
iopenffdon. ge espontneamente da sociedade para mitigaras
C romancista tendo "por alvo principal a morali- !suas dres n0 silenco do sen asylo, agora ao-en-
sacfc da socidade, o meio mais efflcaz que empre-'contrar ura homctn qu? con,iecia e que pela
gara para inspirar amor virtude e horror ao vi- Pr"nL'ira vez via narrar todos os transes de sua
eio q ao crime, brindo a sensibihdade humana '!da e Pndo ^e parl? a wiieracio que tinha a sua
poruas tocantes o suaves, ou peripecias tragi- ,,ha a de esqmvaMhe ao olhares propha-
' ; nos dos ouiros homens. ieiaa-a a sos com una
pessa, cuja moral desconhece.
Bruno que absorveu no- tumulto da vida um des-
('.' e tenebrosas.
C frontespicio da obra que anal) sanios, foi urna
: davel promesa, que irresistivehiR-nte arras- ses pezare's que imprime com as Ugrimas do eJ
os amantes la novidade, os espiritos descren- racao.com as agonas da dOr um sentimento im-
adas alegras mundanas, a cujos labios so asso- morredouro, urna eranga fcil de ser apagada cj
o nso ao ver as contrariedades e as desgracas um conheciment da realidade deste mundo. Brti-
',-i Tn rUe'V"a',Ue CSfefS,am daSSOn- no com todos estes predicado nao poderla vendo-
.a, MolentaN e que, caneados da monotona da pela primeira vezo conego-Santa Pandega nar-
v, m''Uea(|Ue,',aSSae,U l!8dord081' rar-lheasua vida e re.irar-se, proporcionando
>..agam-se com os males dos outros, trajando occasiao para este livremento- conversar com Lu-
* tos? '' d daS lagr'maS dS C'a' Um h0mem que emim no livro das des_
'"'" grabas e que como pac pelo futuro de sua filha nao
Palmo, que parece primeira vista representar se deixaria tao fcilmente arraslar pelas insinua-
iiiu papel menos importante do que o do co^go ,ivas palavras do supposto Pelicio e niio daria lo
Santo Pandega, i o ente sobrenatural que igui^ dopre.-sa esta grande prova deconfianca.
inysleriosanienle em todas estas scenas iutiinas li-^i O Sr. bacharel Figueira primou no genero des-
guradas ih;Io autor. E' elle o anjo da guarda da criptivo, que segundo Freir de Carvalho, a pe-
rirtnuc, que acompanba todos os passos do aman- (,'V de toque da imaginacao, e o que faz differen-
te sacrilego de Lucia, < que envolvido no negro caA fcilmente o engenho original do talento m"
mani da noute, frustra as suas perversas inten- ran^n,e copista.
, E" elle, que enxuga as lagrimas dolorosas' A delicadeza das descripcGcs ligada urna har-
doaeuinR'liz runo de lettras, reeebendo como moniosa e pittoresca edieao prova exuberantemen-
anico premia de sena trabalbos a conaolaeSo, por te que o escriptor muito penu antes de imprimir
nao ver as cans de um venerando velho deshonra- a sua obra. Feliz foi anda, Ba pintura dos carae-
das, e a virtude calcada ao* pea pelos satelh'tcs do teres dos personagens do seu romance pela conci-j
01 "il"- sao de ideas, pelos vivos traeos com que os de-
1-:' elle que. como verdadeiro defensor desta cas- scnnou- v'
i boje en i da iSo vilipendiada, clama por osles O-desfecho do romance- e o ultimo remate de
preconeeitoe tao mal fundados e lava onomede tantas bellezas 'a ultima flor que eu fecharei a
ni'iitos esludanies de nJoas fantsticas lanra.^-. 'iinalda que ha de cingr a fronte do autor do DaJ
petos verdadeiros causadores das. De quantos m0" os niyMerios da noute.
impntocdes falls, de qnantos arios rergonnsos
tamos ui)> sido victimas J Era preciso que se desee _____
um pleno deamentido ;i esto opiniio deshonrada e
que se remettesse estes (actos criminosos aos sr;;- Olreito penal.
terdadeiros amores.
UA(a<.\RF.I. MORAES COSTA.
A reincidencia ser, ponan-
te a sciencia, um motivo de
aggravaeao da penalidade ?
do pplicou-lhe a pena, como ainda que o flm da
penaa correccao moral foi frustrada, e^semeffei-
to. Fot leve, pois, quanlo su* natureza a pu-
nifao-
O qoe deve o eodifleador fazer na previsao de
bypothcse desta natureza ? qual a linha de con-
ducta que seguir na confeccao de om cdigo De-
nal ?
A scienc Iraca a marcha que compete-lhe tri-
Jhar, recorda-,he o principio da correlagao das pe-
nas e dos deudos, dos caracteres daquellas, como
no-Ios aprsenla Boeresco (4) sem as qaaes, ser
cruel ou impotente, extremos de que cuidadosa-
mente deveaffastar-se toda a legislarlo penal. As-
sim, diz Trebutien : (5) pela rnearna raza que o
legislador admiti as excusas legaes, deve um
c sentidocontrarioaoharnascircumstanciaedeier-
minadas com antecedencia, urna prova legal de
t perversidad tal,quedevanecessariamente>aear-
retar comsigo um augmento de severidade.--
E' o que se realiza nareineklenca, o facto ma-
terial nao se altera, nao aeha-se revestido de-cir-
cum8tanciaexcepeionaes, qn ou sejam elevadas
cathegoria-de factos constitutivos, segundo-Orto-
lan, ou sirvan para aggravac da pena; wa
intencao na reproduccao 'do-erime mais culposa,
porque a penatdade j urna vez foi applicada ao
criminoso; porque elle j sotfreu os effeitos ceerei^-
tivos da acfaa social, e de novo-efraudou a lei,
nao temeu o castigo, affrootoa mais ousadaoent
sociedade; ha mais perversidade> ou mais des-
leixo de sua parte; perversidde e dcsleixo qae
eonvm ao legislador repriaie con maior energa;
por sso a sceacia aconselha i aggravaeao da pena
na reincidencia.
E'. o que du-Rossi (6): a rrincidenceitraz
comsigo um caraeter mais grave que o primevo
delicio, annuncia o habito do crime e a hicorri-
gibilidade de-culpado.
Entretanto essa theora nao-deve ser levada a
excesso e pelo simples facto da reincidencia, nao
deve-se logo cominar urna pena exagerada^ sem-
pre a proporckonalidade deve existir e servir de
norma, e como-se pune a repeticao o o ime, e
aquella por si s .niio causa nra grande lwiL so-
eiedade, evidunie que a aggravaeao penal ser
morigerada e branda para o verdadeiro. fim da
cocro social.
Alm disso, o.juiztem obrigac5o de atender a
todas as outras circumstancias, que mais on me-
nos influem para o crime, situacao especial em
que o delinquonte issa acbar-se e sobretodo ac
motivo que levou-o j delinquir novrnoste. Assim
juvenil como elle, anciosa de voltar por sobre o es-' duque de Saldanha voltou victorioso de Lo-
pa?o interposto. Que formosa ella vinha com o seu lnos-
vertir de primavera I violetas na mao, violetas por Goncalvcs Basto saudou o homem que apregoa-
adorno do chapou de palha, ondulante faixa tira- va a Reijmevanw. Eu fui convidado a collaborar
col, calcada a perfeic-ao do botinhas mordorecs,' no Racimal, ecsle foi o peridico mais vehemente
vicosa c linda a mais nao ser A impaciencia tira- em apregoar as virtudes do velho general,
va por ella e elle caminhava pausado com aquello .,- ,- ., .
ar de homem que escuta em si a (Tula beuinna la "a CMa P'"' sa nde desaloJ;,,a
suprema fortuna. # i conde de CaMl duque atirou s rebatinhas cm-
1 pregos, retrfboifoes de servicos fabulosos, lagares
Exornavam o pe.to do cavalleiro as mais pe- diplomaficos, consolados, escrivaninhas.'Ahilos;
regrinas cores de pedrana das condecorac.jes- c dos mas, a esse tempo, Goncalves Basto, em vez de ir
orna,OS- | casa pr'a, eslava no cscriplorio do Nacional en-
Era baro em Franga, marquez em Uespanha, e carecendo as virtudes polticas do marechal, e
membro do club dos fldalgos em Florcnca. DI- exPl'cando a justica de suas Hberdades. Os amigos
zia-seo era verdadeque o mais somenos uten- diziam-lbe : Vae, nao percas occasiao;. e elle
cifio dos seus aposentos era de ouro. o seu lav3- resPndia : 'Se alguma cousa merejo, em vint
toi-tode ouro armoreado, cTotirada a sua cmara. annos de servio, a occasiao'me vr procurar.
Econiudo,crde^e,sevosapFaz,aSensacaoquel Ora, acontecen que a occasiao o nao procu-
ellecausou fui a da admiracao- sympatbica, a da ron. Todos os amigos da junta se levantaran.;
inveja, nao. t^jes os talentos e capacidades se identificaram
Nesta Franca apontada e embefecida as appa- com a regenerafo-: triumpharam em 1831 as
ricoes de cada dia, taes eomode manhaa. t As 'deas de 1846; mas Gongalves Basto, nomeado
orieniaes; depois, >A caraagem deMissolonghi, coflsul de Yigo pela junta, e condecorado na or-
de Eugenio de Lacroix; ac meio dia, os discursos ^^ Nossa Senhora de Villa-Vigosagrara nao
de Tliiers; noute,|a opera de Maycrbeer; no dia solicitada'nem rejeitadaesquece aos maiores da
seguinte, um romance de Balzac, iima canco de Jun,a 1ue ^ bandearam com Saldanha, e ewjueceu
Alfredo de Mueset.......entre-nos, aqitelle man- aquellas-maos-rotas do eebo linha de ponco revelado Hoffmann e os seus' gremente lia as apologa do -Nacional.
centos. Escrevla elle depressa, pouco e bem Sa-' y
b-inglez como um diplomata, eallemao como um rfte,'. i^M,im r i
miitosonho I Jcaqumi Goncalves- Basto envejecen, cur-
p p lid<> de lancinantes dores; lagrimas, porm, s
Pfcrtencia naquelte tempo, naseente redaccao duas vezes )he vi o rosto lavado dallas: fot ao fu-
do Ama dos IMatis c chamava-se Lhcre-Vb- girem-lhe dos bracos para Deas dous dos seas
filhos. A pofcreza cerra-o de perto ha quizo annos,
e elle como que se compraz de sua situar?: E'
sempre com um sorriso que tos elle diz : Nao
tenho nada. A desgrana ten estes sorriso?; Xos-arrebaldes d6 Londres, em orna qnlnla do- sao dentro do peto unhas de ferro.
delicias, Matos pod itnitar da natnreza o ar- E ella^ a formosa das vio|ela ^ im im5a
tificKvbruannico, viva, naquella poca um por- marquez em Heapanlia, do revelador de II of
tuguez, qu a mtotoranoia* poltica expatriara em- fjnannj do diplomata Ilustre, ha tantos annosmor-
to, na opulencia da vida, do nome c das espe-
A brtana dava-He formoeas mulheres para o- raneas ?
Snfi maTme' ""^ ^ ^"^ 1 asa *** > de a a a
lamneu para a mesa. Mwn|D da F3 ^e ^ umas.ltres p,anttdM
O noeso patricio, encarreirado prsperamente no poF sna mao sobro as cinzas de um filho. Ali de
comraereio, entendtu que ao emigrado pobre de- certo Ihc esquceem as glorias de Pars, e as glorias
via elle desvelos de-irmo \ e assim, quaotos por- de Londres. Aqnclle emoro de trra um pregao
taguezes^se soccorriam do seu valiment encontra- \ contra as vaidades da formosura ftor de um dia
van fseaeoeinexhaurivel aquellocoraciio-de ouro, requeimada pet->gear de urna noute, e contra as
oourodasgavetas,cujo quilate superiormente j vaidades do talento, Sarama brilhantissima nio
apreeifldfik-Os convivas habitnaes da sua mesa eram' mais escuras deixa as trevas em redor, quando se
um jurisconsulto inglez dosmats afamados de Lon- f extingue,
dres, e umportuguez de excedentes qaah'dades,
mam*
Aa-'aqoi Julio Jaiiin.
II
boje nossojministrona corte de Madrid.
Un dia, porm, oscomensaes sahiramdo aprazi-
0^ santa de Codas as dures de mulher. de esposa
e mae I quem saber contar as tuas horas excru-
ciaatcs? quaes almas desceram do seu Calvario
vel abrigo do emigrado, porque eram de mais ] com o segredo dos leus supplicios V
n'urnas alegras, cuja doce poesa est no resguardos ,
e solidao de dous.
Cportugucz fwra o preftmdo daqnella formosa
das violetas que Julio Jacin recorda no sen ful he
Um;.
Meu caro iato, revela ao teu amigo de deseseis
annos o vir elle fallar de leus infortunios em face
do mundo, que os ha de lr, por ser isto dito em
Mademoiselle Locre-Veimars, airma do bario, tolhetim, e ageitado em forma deromance. Qnan-
fometinista, do marquez em Hespanha, do lidalgo; do enentrei nesta via olorosa das lettras achei-tue.
fkseotino, casta com onosso patricio, que era, C0DliK0- Por- forca devia ser um desgracado quem
ento um mo^a alegre como a felicidade, descuida-'' me abrisse as portas deste inferno. Achci-te nesse
do do futuro como creanca, que brinca entre flores, tormento do-Sisipho e ahi te vejo agora. Rola o
^cxpansibilidade em olhos e palavra^do muito bem
wquerer que Ihe exuberava do coracao.
ocarao o nome saoainda os oesmos naqucllc
a sciencia na justifica a fulminacao das penas da "hornern vinte sete annos depois. Todava, quem imas- Se as vezes Paras umins
reiucidencia quelle individuo, que levado pela ba de noje reconhecer o festejado amado noiyo da jlho foroado, para contempla!
Ninguem mais do que ns. saliera respeitar a
virtude eapreciar os sentimentos generosos Xin-'
gnem malscorajuso do que nos, defender a honra L'B dos grandes progressos do Dlreito Penal no
ameacada de ser postergada I Mas assim como nao secuto desenove, um dos grandes triumpbos da
ipiercmosque o carro da prostituiclo e do crime. sciencia foi a solu^o do problema da proporciona-
s^pique lama as al vas vestes da innocencia, assim lidade da pona, da mutua equacao entre ella e o
tambem nao queremos qoe a mascara da hypocri- delicio.
.:.- francamente Iluda as pessoas incautas. Que Com clTeito se, no dizer da maioria dos crimina-
i ni porta que nos lancem epithetos insultuosos, c listas, a pena, elemento necessario e garantidora
que nos comparcm com creaturas despresiveis, so indispensavcl da harmona social, fundada na
nos amamos Virtude pela virtude, e desprezamos natureza humana c na ordem (I) e o meio ulti-
com escarnco estes entes abjectos, com os quaes mo, de que langa mao a sociedade, quando o pnn-
n.o hombreamos c nem honramos com urna res- cipio de sua organisacao esquecido e transposlo,
posto. tambem ella nao deve ser, nem a sociedade tcm o
O Si, Figueira escrevendo um romance pura- dirci, dc mpo-la, excessiva ou como vinganca
mente aiauemko ,uo quil deixar de fazer um! estado nao tem a faculdade de seu bello pra-
protesto solemne contra estas insinuacoes infa- zer cominar esta ou aquella jK-ia acompanhada de
mants, protesto a que Dalmo deu um carcter sa- ,nais ou menos ferocidade, a um crime, urna con-
grado, porque elle sanee ionou com actos de pura ...
V, ,, a travencao qualquer. Bem longe vae o tempo em
plnlanliopia. De ludo que acabamos de dizer con-
cluimos que o Sr. Figueira foi feliz na escoma do 1ue "m Nere azia ^Ofpareeer o cidadao, porque
titulo do seu romance. i nao sympathisara com a voz aflautada do cmico
imperial.
O romance, diz Hegel, snnpo una sociedade n
. "-1-",1,-u,u,- Os assassmatos legaes a sciencia os stigmatisou,
prosaicamente orgamsada, na qual deve-se procu- e graca as ejocubracoes dos criminalistas moder-
r,,r tanto quanlo 6 possivel resttoir poesa, vi- n0Sj a justa correla?o entre a infraeco e a puni-
talidade dosacontecimentos e a dos personagens os ca0 ft apreciada, e mesmo a tal ponto levou-se o
leus b. perdidos ; mas a accao-paVa completar-se, espirito de systema, que inuilos cahiram na exa-
contina o mesmo escriptor, deve ser individual- geracao dc mathematisar as penas em referencia
mente viva c determinada. ao delicio.
Vejamos se o autor do Dalmo conformou-se com Entretanto a doutrina anda agila questoes bem
esta negra do grande mostr. O assnmpto escolhido ateressantes respeito dos coronarios desta pro-
pn elle, natural e repleto de episodios ou inciden- p0rcioualidade, c entre ellas apresenta-sc a de
tesinteressantosda vida dos estudantes, arrasla saber-se se justa a disposicao dos cdigos das na-
..lavemenlc a attenco do leitor para as scenas ale- c3es modernas, que aggrava a penalldadc da rein
'; es mi para as |ierpecias trgicas. I cidencia.
P.runo, arahrunhado das mais penosas desven- O principio non bis in idem tem por uns sido
turas, com sua iilha, nico refugio de suaslagri- invocado, interpretado c a lgica systematica de-
mas e com o seu irmao, nico participante de suas duziu 1ue ora ab,1S0 social- 1uc ora Prcceito iniquo
,___ ____, o augmento da pena no caso de repeticao do crime.
magoas, ausenta-se de seu paz natal, theatro das I '
scenas mais pungentes para vver socegadamente Outros' pel eon,rari0- modernos Sloicos, consi-
iruin lugar ondejulgava ser nleiramentc deseo- de[ando"icamente o acto interno, o phenomeno
onecido. O conego Sania Pandega, que tinha che- $ub}ecttvo da 'nfraegao, tem cahido no extremo op-
elera mata a.oulrem, porque toda a.paixo offus-
ca a intelligencia, e n'aquclle mocaento inconv
mensuravel, em que repellindo-se o insulto, para
vlngar-se d3 urna affronta, o crime commettido,
a razao, nem sempre predomina, para recordar
ao individuo que elle j delinqui, que j foisiu-
nido, e que portanto reincidiu.
Quando o crime, porm, r commettido de
sangue fri, quando. der-se a circumstancta da
prcmeditaco ou de vonlade lirme e j anterior de
perpctea-lo; enlo perfeitamenie harmnica
sciencia a aggravaeao da peoalidade, e poderemos
com seguranca dizer; que a reincidencia, deno-
tando fraqueza da primeira pena c mais perversi-
dde no delinquonte, circunstancia, ag^ravanle
da penalidade.
A regra geral que, formularemos- a respeito ,
pois, a seguinte :
I. Se o crime commettido foi premeditado, ou
nao aprsenla a seu favor circurastancia alguma
que a sciencia reconhece attenuantes, ou absoluto-
rias, deve-se realizar a aggravaeao.
II. So houver circunstancia absolutoria, ou atte-
nuante do valor jurdico, a reincidencia nao deve
influir sobre o julgamcnto.
III. A reincidencia d-se em crimes da mesma
natureza como o qur o cdigo do Brasil (art 16
3.) e nao em crimos de urna analoga mais ou
menos apparente, como determinado pelo cdigo
penal de Franca (7).
Candido d'Oliveira.
(Da Revista Mensal, de S. Paulo.)
penedo ao pincaro da montanha, o penedo revol-
ve-se ao fundo da precipitosa ladeira, e tu l vaes
de novo cosa cima limpando o or e as lagri-
instaute nesse traba-
ares como aestupi-
irmria de Locre-Veimars naqiiolles cabellos bran- |dez e a infamia trazcm avassalbdos os fiscaes da
eos e fronte avincada do jornalista portuense? A- repblica, e como elles sobem arraiados de placas
qui vo-lo apresentoagora: estendei a mao aquella e fl,as' Cfl1 inanto to vaes descendo s margeos do
mao liberal que beijaram muitos infelizes. Abracae no da 0,!'',- olhando em ti, e pensando que vem
Jos Joaquim Goncalves Bastos, que sentiris ba-1 Per, dia cm 1,ie na0 possas repartir umpSo com
ter o lclhor c mais infeliz dos coracoes.
III
Ha Irnla annos que soflres-e trabalhas.poramr
da patria, meu pobre amiga. Dcves ter quebran-
InfeHz! Coniitao prospera monfo ao.entrar no
bonancoso mar da vida ? Amado por aquella pe- ,os ** an8usi06 deslenlo, quando em A reparas,
regrinadama,.cujos espiritos cultivados em Pars enaoachasum s homemqne te possa dizer: -Eu
e Londres competiam com a distinctao.de sna bel- fm C I,dei tant n.10.m' ,e recfbi dos 8overnos
jMa 9. do.meu paz a retribuicaj vilipendiosa de tamanho
idasprezo!
Infeliz sim, porque- nao ? A desgrana, quando '
assalta de impeto os seus predilectos, nao respeila
gado de Roma, sendo portador de cartas para Bra-
posto e concluido, que a reincidencia denotando
no. aprovetou-se do ensejo para introduzir-se em "-'nac"la casa Lie e seduzir sua f.lha. Dalmo, o mysterio- dfiV'a SCr afgravada a sua sanc?ao Pena'-
l i studanle, o participante de muitos segredos se- com)a,nda cons,,tU1^ um ***. es-
pultados ein seu peito, nao quiz que o desnaturado
sacerdote fizesse mais urna victima, e que ajuntasse Vejamos se a sciencia pode legitimar a aggra-
sua coia de depravares mais una flor mincha vaCao em semelhante bypothcse e qual a medida
jielo sopro da deshonra. | Para essa aggravaeao.
Tudo isto muito natural. O episodio do jantar! A palavrareincidencia, diz Ortolan, (2) a
dos estudantes e da viagem Santos a pintura consagrada para designar o facto do culpado,
fiel dos hbitos e costumes acadmicos. A pala- que depois de urna primeira condemna^ao pro-
vra liberdade a senha da mocidade, que inexpc- nunciada contra elle por infraccao le penal,
riente do presente ou imprevidente do futuro, fa- commette urna nova volacao.
cilmente se dcixa levar pelos impulsos dos seus n ... i
jovens coracoes. O amoreo sonho quTemba aa <*?!?* P.>ndapro o in.ercsse social
suas primViras aspiracoes e alimenia o estmuto e P"nc'P'o f W, fundamentos do d.re.to de
das empresas. A mocidade tem f, f, que segundo P^""' D m^ d.e Cnlender de 0^,olan exigCm
topes de MendonCa, nao morre, que sobrevive m a rePe,,Saof J Punida com UI"a penalmaior, e
ao desfolhar de tantas illusoes queridas, e que al- qBe ?% assim d,zer. a Primeira condemacao exer-
lumia os largos horlsontes do futuro. ,D,luenm sobre ligamento do segundo
i crime.
Por maior, porm, que seja a nossa admii'.ico e ,.. ...
, i e, como e hoie reconhecido, um dos flns trae
respeito pela primeira prodcelo do joven esenp- h**
. \. At-.-, K tom em vista a sociedade, quando pune a cor-
tor, nao d.ss.muiaremos os defe.tos que julgamos Tec^ ^ do indivldu0 ao |ado ^^ do
descubrir. < eS|ado de a|arma,^ue todo o delicio ou directa ou
Os personagens do romance devendo sempre indirectamente occastona ao corpo social, (3) se
representar o papel que se harmonise com os seus ... .,. r~rr,. :tt:-----------
< (1) Wicola Nicohm. Mcstdes de direito.
caracteres, eu julgo que o escriptor faltou este
preceito quando pintando Dalmo como um homem
2) Elemens de Droit Penal.
3) Bentham.Traite de Legislation.
A formosa das violetas.
I
Julio Janin, no folhetm do Jornal dos Debates
de 30 de marc.0 do corrente anno escreveu o se-
guinte :
No anno da graca de 1836, o mez de abril
correu aprasivel e delicioso: e no mez de mato re-
soaram cancoes que farte.
Ora, a ponto de expirar o mavioso abril e nascer
o maio, (apenas sao volvidos vinte e sete annos e
tres revolu^des I) s multiddes araadas e curiosas
premiam-se contra o vestbulo do fteatro da Por-
te-Saint-Martin.
O j popular e glorificado autor de Henrique
ni., de Antony., de Ricardo de Alngton., da
Torre de Nesle. e do Angelo., tinha naquella
noute em seena, um mysterio, em que flguravam
anjos e demonios.
Muitos mancebos daquelle tempo, agrupados no
prtico do theatro, cediam o passo s turbas asa-
famadas, recreavam-se de v-las assim entusias-
tas, e nolavara a meia voz os homens conlwcidos,
os homens celebres, uns quo coraecavam.. outros
quo lam no tormo da sua carrelra. Senao quando
todos os olhares confluiram sobre um magnifico
a virtude, nem os anjos, nem o.amor. Os mais
elevados.espiritos, as mais generosas almas que
ella.se eompraz dc- humilhar o cazoirar pelo nivel,
das baixas e estupidas condi^oes.
Goncalves Bastos,volvidos dous annos de felicida-
de santa na inttmidade do esposa e filhos, achou-se
poore e vencido na luta com iusuperaveis calami-
dades commerciaes.
Deixou a Inglaterra, e voltou a patria com sua
familia.
De repente, os amigos todos o desamparara, os
amigos que se desobrigaram do que deviam com a
infamia de esquecerem a divida.
Permanecen leal no infortunio o que se manti-
vera desprendida na prosperidade : era Jos Viei-
Lula, meu amigo; e, quando mais nao poderes,
pergunta Providencia divina que mal flzeste
patria para tamanha iagralido, ou que mal devias
fazer aos homens para, ellos te recompensarem com
beneeios.
CvMiLi.a Castillo Branca
(Da Revotucdo de Setentavo.)-
Os europeas no Japo Revolucao parilica .pie aca-
lla de flcctuarsc nesse imperioi
O Japao, semelhanea da Graa-Bretanha, com-
poe-se de varias ilhas, as quaes contera 40 milhoes
de habitantes.
O veneziano Marco-Polo foi o primeiro que, ao
regressar da China, revelou Europa a existencia
do Japao, debaixo do nome de Zipauku ou pak da
aurora.
Havia neste archipelago, desde tempo inmemo-
rial, varios reguos inde|iendeates. Pouco antes
__ i^ f--..,ll t i ..^- vfuiKj iiun. uiiiutriHV?. i vuiu aillo
ra de Carvalho, 111050 portuense, abastado, instru-1 do nasciraento do Salvador, ura. tal Sin-fu fundou
do e de nobilissima ndole. Deliberara este fundar urna religiao, c foi reconhecido por chefe supremo
um jornal de camaradagem cora o fallecido Auto- ' nio Bernardo Ferreira, de Regua, e o actual depu-; ,- **"*,seculos dcPis se inlrodaziu no JaPao bu"
..... .v ismo (sem comtudo se proscrever o sm-fuismo):
tado o insigne industrial, Faria Ribeiro buima-10 imperador do archijieJago Qcou somente chefe
espiritual, e o poder temporal passou inleiramente
as maos do Taicum. Era esto o titulo que se dava
ao general ou ministro do imperador, encarrogado
da administra^ao da confederacao.
Os principes qw a comp5e reconheciaro. pois.
desde entilo o Taicum como seu superior temporal,
e o Makado (antigo imperador) como seu chefe es-
piritual. Rosidia este (exezide) em Meakj, ajudado
de um conselho de sacerdotes de alta oathegoria,
chamado Dairi, podendo o Makado eomparar-se ao
nosso papa governando em Roma rodeado de seus
cardeaes.
Poto quo toca ao Taicum, estabeleceu ha j 230
annos a sua corte em Ydo. Tem seus ministros,
e alm delles um conselho de estado de immensa
raes.
Fundou-se a Coalisaoy jornal de que Goncalves
Basto acceitou a redaccao principal, e a responsa-
bilidade. Cada qual por sua vez, os proprietarios
retiraram-se, declinando sobre o redactor o encar-
go de sustentar o peridico. Goncalvcs Basto fun-
dn o Nacional ha dezoito annos, com os elemon-
tos da Coalisao- extincta.
Jos Vieira de Carvalho, solteiro, rico e doente,
antevendo o prximo termo da vida, annuncia que
a sorte dos filhos do sen amigo est segura nos
seus haveres. Morre em Franga, Vieira de Carva-
lho, o o testamento subtrahido.
fta contra-revoluco de 1846, Goncalves Basto
nomeado commandante de um batalhao de artis-
tas. Domina o descomedlmento dos seus subordi-
nados, e no campo d-lhes o exemplo da cora-
gem. Quando o exercito hespanhol transpz as
raas peto norte, as ultimas espingardas que obc-
deceram s ordens da junta foram as dos artistas
commandados por Goncalvcs Basto.
, noste entretanto, a familia do jornalista, espo-
sa o tres filhos, bellos como anjos, viviam da grati-
fleacao mensal do commandante : dez mil ris
Entrou, ao cabo de dez mezes, o jornalista em
trem, una berlinda de Erhler, arreiada Brue, e mais perigosa e sanguenta batalha. Os caecteiros
tirada por dous ur?os inglezes, saludos das caval- tordados exameavam as ras do Porto, os partida-
toncas de madma La Dauphinc. rios da junta, que nao emigravam, escondiam-se;
influencia nog^overno, composto de cinco principes lZ0 To lli^ TST' e ^
da confederacao, o qual nomeado por outro de 18 P oSgTrno d!este" onrtt a Tranossibi-
eleitores, e este a seu tumo por 62 principa se- ldadf dc soffoca, a S uo paudo a^-e-
n^.r^.s5.' U
Depois de haver dado urna idea da constitnico
pela qual se tem regido o Japo uestes dous lti-
mos seculos darei rpidamente noticia dos tratados
que acabara dc celebrar rom este imperio a Ingla
Ierra, Franca, Estados-Unidos, Hollanda, Prnssat e
Portugal, aliin de explicar a revolucao tem sangne
que naquella aristocrtica confederacao se est ar
tualmeute operando.
Comeearei por narrar suecintamente as primei-
ras rclacoes dos europeo conj aquella longinqna
regiao.
Cabe aos portuguezes a gloria dc haverem efce-
gado a olla primeiro que nenhum ontro povo chna-
tao, pelos arnios de loi3, e foram muito bem rett-
bidos pelos principes que governavam na ilha Kb>
Sin, ento chamada Bougo.
Mostraran estes grande desejo de fomentar o
commercio com a India, America e Europa. Algnns
aldoes japones* foram a Macan e Manilha. A
esta nossa cidade levavam os productos- de sua in-
dustria, os quaes eram togo conduzidos- a America
pelos galoes que das Philipinas se dirigiam todos
os annos a Acapirico. Muitos japonezes se domici-
liaram cm Mamita^ e chegaram (pelos- annos de
1600) a seren em tao grande numero qne infundi-
rn receios s autoridades hespanholas, e por pre-
raueo foram mandados sabir da cidade virer
nos arrabaldes. Offendidos por este prooedimento
sublevaram-se contra-o governo licspanhoi; e ba-
teram-se valorosamente antes que fossem ven-
cidbs.
Os imssionarios porraguezes t-bespanhes, fize
ram rpidos progressono Japao baptisaram mui-
tos ceios dc mil naturaes, e cnsre elles aos tres
mais principes da ilha do Bongo. Penelraram na
capital Miako. onde resida o Taicum e em um s
dia baptfsaram nessa ridade 7,000 pessoas. Por to-
das as partes levantaran egrejas e derribaram mui-
tos templos gentlicos, ou pelo menos destruiramos
dolos qne tnham. Urna einbaixada veiu Europa
para apresentar homenagem ao papa da parte dos
mencionados princiiies da ilba de Bongo; passou
por Hespanha, e Felippe II a recebeu e obsequiou
no Escurial no anno de 1579.
Ao mesmo tempo, porm, se oscureca a estrella
dos europous no Japao.
Os fradesno se contcniavam, comojdisse com
erigir egreias, senao que derribavara os limpios in-
dgenas. N'uma occasiao os- sacerdotes de um
destes templos linhain levado os dolos para o fun-
do d'um precipicio, e escondido em urna eova que
ali havia ; porm os religiososeatholicoscsndo dis-
to noticia dirigiram-se ao sitio e destruir os ido-
tos apezar des clamores e lagrimas dos saeerdotes
budistas.
O resultad de tal procedircento foi qne-oa ditos
sacerdotes qoeeram em grande numero ce* archi-
pelago se sublevaran) contra o-Taicum, animados
sem duvida pelo Makado (poEtiSee;, o qual como
chefe espiritual e primittivo imperador Id paiz
tinha conservado supremaca da classe sobre o
Taicum.
importa notar tambem qu* o- Taicum existente
naquella poca era de caractsrdebil, e na poda
snjeitar os principes da confederacao. meitos dos
(|uaesnenhum respeito Ihe tnham; donde nasce-
ram serios disturbios.
Os portugueses que acaba.-n de conq iwtar o
Brasil, os estreitos de Malalaca, as ilhas a\ Espe-
ciara, e varias provincias da tidti proced-ameom
insolencia.
O commeirio-estrangeire-no Japo ptoduzia
o resultado de 3aecar o dirfaoiro do paiz em tro-
ea de objecloa da Europa da India, po> pou-
cos eram os productos do archipelago fjne leva-
vam os portnfBaoaa..
Nao s os portugueze, seno tambem os
hespanhes, hollandezes c inglezes iara con-
quistando territorios na Indo China, comecando
por entabolar negociacoescomiaerciaes, e valendo-
se logo do auxilio dos misiionarios.
Todas estr.s causas doviam ter i-ifluido no
animo dos magnates de Japao, donde segura-
mente anda se nao tinha apagado a reeordaco
das invasocs eA.>ctuadas ura secuto an.es pelo im-
perador da China, emiwnbado cm se apoderar des
te archipelago-.
O Taicum confiou a& seu general em. ehcfe Tai-
c, isa 1 na o saffbear a retel I So dos sacerdotes. Es-
tes foram vencidos; porm no entr Jamo morreu
o Taicum, qne era grande amigo- dvs msio-
narios c^Jboticos. Rerdou Taicosana o poder
temporal, c elle qno tinba submettido os suble-
vados saoerdoles de Iluda, fez sabir do Japao os
missonarios europeas, e prohbiu a religiao enris
ta. Cerno havia, entre os naturaes muitos verda-
deiros convertidos, que proferir a morle ab-
jurarao, foi grande o derramaroento de sangue.
A um, dos erabaxadores que linham viudo a
Roma, coubc-lhc. no seu reyesso dar a vida
pela f.
Dasde essa tpoca se suspeaderara, as. retocos
da Europa cora, o Japo, e s aos liollandezes
foi permiltido conservar um pobre estabelecimen-
to em Dcima, perto dc Xagansaki, onde tem
estado sujeitos a mnitas humilhaces.; e apenas
lhcs permiuido mandar tados os annos de Java
um navio a este ponto.
Posteriormente os inglezes, norte-americanos
e rasgos inteularam repetidas vezes, mas sempre
intilmente, abrir relacr-es coinnuscioes com esta
regiao.
.Vestes ltimos tempes, por causa das gnernu
que os inglezes c francezes tem tuto com a China
se tem apresentado om Ydo, capital residencia
do Taicum, representantes das Eslados-l'nidos,
Franca, Ingleterra e Portugal os quaes tem
sido bem acolhidos, e tem feito tratados van-
tajosos e honrse*, estiputondo a residencia de
ministros europeas em Vedo, a abertura de al-
guns portos nos estados qe pertoncem ao Tai
cum. e a promessa de se- abrirem outros. em cur-
to e determinado praso.
Pouco lempo depois d'estes favoraveis sne-
cessos, varios reguos da confederacao comeca-
ram a mostrar-se en, hosl lidade cora os enro-
peus, dstinguindo-se entre outros o frincipe de
Mito.
Convm advertir que o ihrono do Taicnm es-
lava oceupado, ao tempo de se formaren) os
referidos tratados, por um joven, de 12 14
annos, e um lio deste, exerm a regencia, e
foi por consecuencia elle que mais influencia
leve no boro acolhimenlo que desta vez se ha-
via Eeito aos chrstaos. Mas este regente foi assas-
sutado e a voz publica apontou como perpetrado-
res do crime; gente da comitiva do princip<
de Mita
Importa saber que os senbores fendaes nao
voapartc alguma (inclusive s cortes de Tcdo
c Miatro), sem levar um grande squito do servi-
dores armados, promptos a executar qualquer
ordem do seu amo e a morrer por elle. A comi-
tiva s vezes lo numerosa que leva mai6 de urna
hora a passar.
Desdo que se abriram, como se acaba de refe-
rir, alguns portos ao commerco oxlertor, tem
sido assassinados, dous russos, um hollandea, um
norte-americano e tres inglezes ; e feridos algnns
outros. A casa da missao britannjea tom sido
atacada duas vezes, e em urna d'oltos fkou
mal fendo o secretario da lega?ao. Todos es-
tes attentados tem sido commetiidos por gen-
nao
impossibi-
cemose tantos reguos feudaes, que possuera te, fcTropa, supimea^"^gav.^ =r,otde
Destemodo limitado o poder do 10!,:;^^^^
porm este pela sua parte lera tomado precauoes ( promelSaPtUra ^ n0M)s P01108 qnc ,be> "**
contra os magnates. Estes residem melado do anno
em Ydo, e quando vao para os seus estodos, para Teni-se tratado de entorpecer o commerco
altenderem sua boa governaco, teem que deixar! nos portos actualmente abertos, proMbindo que
na capital as suas familias. os indgenas receban) moedas eslrangeiras ; e
Os principes sao em seus estados soberanos 11- quando os chrstaos vo alfandega para trocar
dependentes, e s pagam ao Taicum um tributo prata difllcilmcnte cncontram a somma qoe pre.
proporcional as suas riquezas, o em caso de guerra I cisam e tem que soffrer grandes quebras.
Ao mesmo lempo o governo do Taicum tem
declarado que nao far nenhum novo tratado
bem como tem disposto que nenhum estrangeiro
sao obrigados a ajuda-lo segundo suas forras. Fi-
nalmente, ha principes muito mais poderosos que
outros, como acontece em Allemanha.
O Taicum nao somente chefe da confederacao,
mas est na posse do dominio directo de ricos ter-
ritorios ; c o Makado ou pontfice goza da mesma
, vantagem.
Um corpolento cocheiro, e un espadado hunga- a cada passo, os mais audazes eram assaltados as i Parece que o archipelago est dividido em 68
ro de sete palmos do altura, afora o penacho, todo Praas e espancados. Jos Joapuim Goncalves Prov'neas, cinco das quaes pertencem ao Taicum
brosladodegaloesdourados,completovaraaequi- Basto est tranquillo sua banca de trabalho, on- SeSoretendae? oulras 63 ^ oveTnadas **
pagem que parou rpida porta do theatro. E ^'indo (temer os prlos, que affrontain a cobarda O cnsul inglez Hogson julga que o Taicum aju-
abrndologo o keiduque a portnhola, e bailando das autoridades eiviemilitares, de cujas mos os dado dos senhores feudaes, pode por em armas...
com estrondo os degraus da carruagem, viu-se siCaros recebem o ccete e o punhal. 22'/w nonicns>a saber: .
apear nm elegante moco, Xao tinha ainda trila escriptorario do Nacional assaiteado por urna VineSores'a7,m uns'pelos outros! lBaoo,
Des Delicts e des Peines. ~~-------, a sarKento8 e soldadesca ebria e furio- Vinte tos a 3,000................... i50,00(r
Coursde Droit Criminel. 1" parte. 88, Goncals-es Basto, Souza Reis, e os tvpographos Cem dfcos a 2,500.................... 250,000
1 defendem-se com os gateos, e os cobardes fogem a C
grandes brados invocando a guamicao.

Droit Penal.
(7) Art. 56.
possa desembarcar em territorio da coafeteracao
sem que lenha ahi cnsul da sua naci fMexer-
ca sobre elle jurisdiccao civil e criminal; donde
resulta que ha varias naques (entre ellas a Hes-
panha) a cujos navios vedado o acensan ao
Japao, de que desfructain os meto,
francezes, hollandezes, norte-americanoa e
guezes.
Nao se tem contentado porm os Damioa l.
estas roncesses do Taicum, e ltimamente te-
roT*n urna resolncao da maior traascendeada,
e \ destre completamente todos os calentes a
rojectos dos europeas.
t'Contmnar-se-ka.)
Sorama................. 820,000 PERNAMBUCO. TYP. DE M. F. F. A FUN
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MI IX11


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