Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10179


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Full Text
AMO XXXIX HUMERO 199.
/
? *
Por tres mezes ndiantadds
Por tres mezes vencidos .
58000
6JO00
DIARIO DE
SETEMBRO
Por anno adantado..... 19$00O
Porte franco para o subscriptor.
NAMBUCO.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPgO NO NORTE
Parahvba. o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o'Sr. Antonio.Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Leaos Braga: Cear. o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho. o Sr. Joaqum Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro C; A-
nuzonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO BUL'
Alagas, o Sr. Ciaudino Faleao Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martina Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. IV-
Teira Martins & Gaspi\rino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda. Cabo e Eseada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahvba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao. Gravat, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho. Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesqueira.
Ingazoira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob.
Boa Vista, Ourieury e Exu as quartas feiras.
Sermhaem, Rio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pmenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/j da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE SETEMBRO.
4 Quarto ming. as 9 h., 44 m. e 2 s. da t.
13 La nova as i h., 16 m. e 38 s. da m.
20 Quarto cresc. as 10 h., 8 m. e 2 s. da m.
27 La eheia as 2 h., 37 m. e 2 s. da m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 5 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
%.Tr* a e ** d,! rada mez i Para Fernando nos
mas aos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
_ D PARTIDA DOS MNIBUS.
V /* .- m-: od0 01l,,da s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6i/ da m.; do Caxang e Varzea s 7
i ? / ti i; T, ^'is 3 '/*."*, a, 4 '/i,
mJnh&ft? k eS da ,arde; F* Olinda s 7 da
tn.innaar 4 '/j da tarde ; para Jaboatao s-4 da lar-
de; para Uchang e Varzea s 4 /, da larde; para
Bemficaas4datarde.
AUDIENCIA DOS TRIBINAES DA CAPITAL.
Xribunal docommerrio: segundas e quintas.
Belacao: tercas e saJjbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s K) horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tereas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do eivel : tercas e sextas ao meio
dia.
Seguida vara do-eivel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
30. Domingo. S. Guadenria v. m.; S. Fanbae-i.i
31. Segunda. S. Rayimiadt- Nonnalo card.
1. Tetra. S. Egydio ab.; Ss. (eoVio e Jotar.
2. Quarta. S. Estevao re de Hungra.
3. Quinta. S. Eufemia i. Sexta. S. Rosa de Vilerbo t. f.; S fc*olia v.
">- Sabbado. S. lien-ulano n>. : S. Ascenso.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praea da Independen. .
S 6 f ?:. dos proprielarios Manoel Figoeiroa V
tana & Filho.

PARTE OFFICIAL.
tiOVERIVO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 28 de agosto dr 1863.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Annuindo ao que ponderou V. Exc. em oftleio n.
1,573, e data de 25 do corrente, o autoriso a con-
tratar um capellio civil para exereer oseu minis-
terio no presidio de Fernando, o qual devc seguir ( na freguezia de S. Caetano da Rapoza.)As du-
para all na primeira opportunidade.Communi-1 vidas que Vmc. submette a minha dccisao emoffl-
nientes, que o respectivo collegio cleitoral deve i Esta nnvem, que ameacava borrasca grande nos
reunir-se no dia 8 de setembro prximo vin-' campos da liga, passou, vencendo o Dr. Carlos Lo-
douro para a eleicao de deputados assembla ge- bo, que faz cesso do lugar que Ihe competa par-
ral legislativa ; e "acerca da segunda que, em face droit de conquete. Est assentado, pois, de pedra
do que esclarece o aviso n. 206 de 8 de maio de e cal que serio eleitos deputados os seguintes se-
1861, explicando o artigo 5. do decreto n. 1812 de nhores :
23 de agosto de 1856. nao pode fazer parte da Pelo 1. circulo -Dr. Espiridio, Dr. Aureliano
mesa parochial o cidadao, que nao estiver quaiifl- Tavares Bastos c Dr. Ambrosio Machado; pelo 2."
cado e |>or conseguinte devem ser tomados em se- o Dr. Jos Angelo e o Dr. Aristides Lobo."
parado os Votos dos eleitores da freguezia cuja mesa' Este nltimo era candidato pelo 1. circulo, o nao
parochial fr assim irregularmente organisada. sei por que artes vae ser aprcsentado pelo 2.*.
Dito ao ciddao Jos Francisco de Azevedo Lyra Sao cousas de poltica, cuja decifracao corre por
'> conta e risco dos intoressados.
cou-se ao inspector da-thesouraria de fazenda.
Ditoao_ mesmo.-Respondo ao ofliciode V. Exc.
sob n. 1,589 e data de 27 do corrente, declarando-
lhe que licam approvados os contratos celebrados
com os negociantes Domingos Jos da Cunta La-
gos, Benlo dos santos Ramos e Thomaz Tarares de
Moraes, para o/ornecimento do hospital militar no
Antonio Carlos de Pinho Borges, no collegio dos
orphaos e casa de expostos.
rizemos hontein entregada quantia de 100,
que um anomynoda cidade do Aracaty enviou, por
nosso intermedio, aos desditosos orphaos do Sr.
V rancisco Xavier de Macedo, dos quaes tratamos
por inais de uma vez nesta Revista manifestando a
sua penuria pela falla de seus pais.
O acto da entrega por nos realisada acha-se tes-
temunnado pelos Srs. Francisco Joio de Barrse
Augusto remandes da Silva Manta, que o presen-
ciaran!.
Ao caridoso anonymo um voto de gratidio, por-
que beneliciando, esconde-sc expansoes do reco-
Movimenta da casa de Seteneao no dia
agosto de 1863.
Existiam........ 401
Entraram....... 12
Sahiram........ 8
Existem......... 405
presos
A saber
Nacionaes...... 281
Estrangeiros..... 33
Muflieres...... 9
Estrangeiras..... 3
Escravos....... 73
Escravas........ 6
30de Pbysico..................
Intelligenria.............
Observaran...............
Espirito.................
Estylo....................
Habilidad*-................
Organisaro...............
Poesia ..".................
Alegra..................
Felicidade................
Trabalho.................
Entretanto diz-se geralmente que o receio de
ci de 22 do corrente, cabe-me dizer-lhe que, em uma derrota, que poda trazer serias consequen-1 hecimento do beneficiado"a"uuem"aiKetra "r>e-
vista do que preceita o aviso n. 206 de 8 de maio cias, foi quera aconselhou esta alteracao, porque nuria.
de 1861, preciso que um cidadao se ache quaiifl- o Dr. Jos Angelo, que influencia real, e gosa de Damos o recibo que nos foi passado por occa-
cado votante para poder fazer parte da mesa paro- grande prestigio em seu partido, adquirido pelos siao da entrega: cRecebi dos Srs. Manoel Figue-
chial na hypothese prevista no artigo \ do decre- servicos e dedicacao de muitos annos, a hostili-! roa de Faria & Filho a quantia de 10OA que aos
ton. 1812 de 23 de agosto de 1856 ; que tambera sava. mesmos Srs. foi enviada por um anonym da cida- Anaceto Lories ervsi
nao pode ser eleilor o cidadao nao quahflcado em! E certo, porem, que serenou a tempestade que de do Aracaty rom destino a mim e a minhas ir-
trimestie viiutouro de setembro a novembro do face do artigo 53 da lei de 19 de agosto de 1846 e bramia ao longe I Muito concorreu para este des-
Communicou-se ao inspector da do aviso de 20 de abril de 1849 7. devendo nes- fecho a opiniao de alguem, e as palavras autorisa-
te raso o collegio eleitoral de conformidade com o das do barao de Jequi e do distincto e desinteres-
ronformidade com as ordens imperiaes.
Dito ao niesmo. Autoriso V. S. em vista de sua
informaeo de hontem. sob n. 651, dada com refe-
rencia a da rontadoria dessa thesouraria a mandar
jiagar a Quinleiro A Agr, smente a quantia de
315560. proveniente das despezas feitas com o fu-
neral do tenente-roronel reformado Antonio Ger-
mano Cavaleaati de Albuquerque, que falleceucm
estado de indigencia, e nao a di- 405 como se v
dos documentos annexos ao requerimento que de-
volvo, por se haver descontado a importancia do
niel de dous carros de passeio.
ilo ao mesmo.Transmiti V. S. para o fin
emente o incluso aviso de letra na importancia
4-5167 saccada pela thesouraria de rendas da
provincia do Rio Grande do Norte sobre essa, e a
thesouraria de fazedda
)ito ao inspector da Ihesouraria^de^fazcnda.j aviso deU de faino de 1854, dcixar de considera-lo sado alagoanoMguel Soares Pameira, que ltt-
ram o candidato repudiado no circulo do norte pa-
ra o do sul.
A reunio convocada para o dia 26 pedido do
..... Dr. Carlos Lobo para cscolha das candidaturas na-
Considere Vmc. sem effeito a portara de 18 do cor- da teve a fazer, porque o n gordio j tinha sido
rente, pela qual se mandou dar uma passagem at cortado. Nao posso furtar-me a mencionar dous
oCeara por conta da mesma provincia ao tachv- factos, que nella se deram, pela importancia, que
grapho Carlos Ernesto Mesqtiita Faleao. I a elles todos ligaram.
Portara.-Os Srs. agentes da companhia brasi-' Foram elles a retirada de sua candidatura pelo
leira de paquetes a vapor mandem dar-Jransporte Sr. Jos Francisco Soares, e apresentacao do Sr.
para a Rabia por conta do ministerio da guerra no Perdigo ao corno eleitoral. O primeiro compa-
vapor que se espera do norte, ao soldado desertor nheiro incessante do Dr. Jos Angelo ajudou-o
do 10. batalliao de infamara Manoel Goncalves da muto na obra de que o partido Iib< l aqui est
Silva. tirando resultados.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilcira Carregadode servicos relevantes, ningucm mas
de paquetes a vapor mandem dar transporte at o do que elle eslava no caso de representar a sua
Cear no primeiro vapor que para all seguir e provincia.
por conla d'aqueila provincia ao lachvgrapho Car- \ O accordo a que chegaram sobre a remocao da
los Ernesto esquita Faleao. candidatura do Dr. Aristides para o segundo cir-
Dita. Os Srs. agentes da companhia brasileira | culo obrigaram ao Sr. Soares a desistir de sua can-
didatura.
segundo partidario dedicado, e homem de
principios inabalaveis, profligou com todo o vigor
de sua autoridade esse modo pratco de fazer de-
que segu para o Piauhy. | putados, qualificando-o de miseria principalmente
Despachos do dia 28 de agosto de 1863. : Para partido liberal, abundou em muitas conside-
Requerimento's. \ raoes sobro cessao de candidaturas, apresentacao
Flix Perera Simas. Informe o Sr. director do de candidatos,- disse algumas palavras sobre a li-
arsenal de guerra. ; 8a> as quaes por algnns foram julgadas inconve-
Jos Antonio de Carvalho.-Satisfar as exigen-!n.ien,cs'e Analmente concluio lndo a seguinte
xarife do hospital militar nao havendo inconvenien-
te, a quantia de 1505 de. que trata o incluso pedi-
do para oecorrer as despezas miudas daquelle es-
tabelecimento no mez de setembro prximo vin-
douro.
Dito ao inspeetor da thesouraria provincial.
Resaoodendo ao oflicio de honlem. sob n. 484, em
que \.S. me partiripou haver Francisco Botelho
de Andrade arrematado com o abate de 1 / no ;
proeo do respectivo orramenlo. c sendo fiador Ma-
noel Flrmino Perreira, a obra dos reparos da ponte i
sobre o ro Jaboatao. na estrada da Eseada, tenho
a dizer que approvo essa nrremataeao.
Dito ao mesmo. Acenso receido o oflicio de
hontem, sob u. 423. em que V. S. me parlicipou
baver Vicente Ferreira da Costa Miranda dando por |
liador o barao do l.ivramento, arrematado a re-
construccao da bomba na estrada de Po-d'Alho. CORRi:HPO\DE\(l
40o
Alinientados a cnsta dos cofres pblicos. 164
,DMovimento da enfermara no dia :) de agosto de
186.1.
Teve baixa
Total..
ordinario
nutavel.
rala
merivd.
faril.
extrema.
inl.rniinvfc-
as saas hara-
constaMp.
ju>titirada
feliz.
perna?*e
-
T.
l
ras constante do parecer do procurador fiscal.
Jos Muniz Teixeira Guimares. Satisfaca
exigencia ronstante do parecer do
lisca
parecer
Maria Severina do Espirito Sanio.
procurador
Indeferdo.
prxima ao engenho Murainbu|ue. com o abale de
1 % no proco do respectivo orcamento e em res-
posta tenho a dizer que approvo esso arrematacao.
Dito ao mesmo.Ex pera V. S. suas ordens para
que romo ao respectivo commandante determino
nesta data, ao alferes e praras do corpo de jiolicia
destacadas na fregnecia da Alaga de Baixo, se
adianto o.-odo eorrespoodente aos dous mezes de
setembro e outubro prosimo vindouro.Commu-
nicou-se ao commandante do corpo de polica.
Hilo ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. torneen- com urgencia guarda do palacio
da presidencia um lampean para"o serviro da mes>
ma guarda Cummuiiicoii-se ao brigadeiro com-
mandante das anuas.
Dito ao mesmo.Coiiiiimnico V. S. para seu
conhecknento que segundo ooostou de oflicio do
Exm. presidente da Parahyba de 20 do corrente.
sob n. 3.529. foram alli recebidos e rerolhidos ao
respectivo deposito, os arligos de lardamenlo cons-
tantes da relacao ijue acompanboa o seu oflicio de
3 dcstemez. sob n. 13.
Dito ao director das obras militares.Mande V.
S. examinar com urgencia o encanamento feito
para provimento d'agua do chafara do hospital mi-
litar e me aprsente o orcamento da despexa a l'a-
o li-
mo DE PER VITHBIA O.
Marei. 29 de arjosl de 1863,
Conciuiram-8e as eteioSes em todas as parochias
da provincia, sem lamentar-so desgrara alguma,
e incidentes graves, a excepeo do* que oecorrau
na parochia de Sania Luzia do Norte, como ja
lhe noticiamos.
Foi mais uma vez provada e demonstrada a fal-
>i)lade do systhema eleitoral. qoe nos rege, em
que o povo. que dovia de ser o protozonista. faz
sempre o ultimo papel. Netn pode deixar de as-
sim sucreder em utn paiz, onde i|iialifica-se e des-
qnaliflca-se o cidadao vonlade e no interesse da
parcialidade. ijue faz a qiialilicacao, ime em i
grande parte viciada, trocados os' Domes, e alte- .'en,^ .c ,n:,ls toque muitos, o Dr. Jos
circular, que, por sem duvida, nao ter imitado-
res :
Illnis. e patriticos Srs. eleitores.Nao a pri-
meira vez que me aprsenlo ante o vosso reco-
nhecido patriotismo implorando os vossos suflra-
gos, e que tenho sido exaltado alta dignidade de
vosso representante : hoje de novo invoco essa pro-
tCCfiau: e tal a f robusta qne formo do vosso
amor pelo Brasil, que nem de leve me permet-
tido duvillar. Nao um baixo e mesquinho inte-
resse individual, que me impelle a apresentar-me
perante vos como candidato : nao, uma paixao
nobre : apresento-mc candidato na presente legis-
letura, e no altar da patria renuncio todas as dia-
rias, que me hajam de pertencer, a bem da subs-
rripgao que tem de se organisar para pagamento
da divida externa ingteza.
Cont com vosso coraran brasileiro.Dos
vos guarde etc.Floriann Vid ni da Costa Delgado
Pcrdijo.
Forra confessa-lo, a candidatura do Dr. Jos
Angelo a expressao do partido liberal desta pro-
vincia, porque elle geralmente bem quisto dos
de seu partido, e pela sua resignarao na adversi-
dade e esquerimento de amigos odios tem conquis-
tado a sympathia dos adversarios.
Deixam de ser candidatos, dispondo de valiosos
Ca sa-
fados os caractersticos, que podem miar a mesa d l'c,{?1' L,nia c S ,)r- Roberl t.alheiros de Mel-
eleitoral no eonhecimento e identidade do verda- .'.(|U? ea exPpssao da liga nestajprovincia emui-
deiro votante, de sorte qoe predomina no acto da .le,ul jntnbuido cora os seusrecursos para o
eleico e chamada o arbitrio da maioria da mesa I ,rium.l'no da y'0 da .Vllla *> -)rtc. So conve-
quando nao se di a compressao on do novo o niencias po'jucas podenam arreda-los Ta legitima
da forca publica, que as vezes o urotece representacao da provincia pelo partido liguciro.
anatbematsado o
maas e irmaos, lilhos orphaos de Francisco Xavier
de Macedo. Recife 31 de agosto de 1863.Fran- S
celina Xavier de MacedoComo testemunhaFran- 3
cisco Joao de Barros,Augusto Fernandcs da Silva
Manta. _
Dio-nos a seguinte inforraacao :
A barca nacional Mindello, sahida do porto i
des,a'dade no dia 27 de agosto prximo lindo,vol-1
ton a 29 fazendo grande quantidade d'agua, e vai |
entrar era concert.
Esta barca era americana, e nao ha muto aqu
chegara arribada, e fazendo agua; pelo que foi con-
deranada. Mas foi comprada em seguid apara to-
mar a bandeira nacional.
t Urna vistoria ficticia ou pouco minuciosa foi-
lhe feita por uma repartigao incompetente, c nao
pela capitana do porto, sendo em vista del la passa-
da a carta do tribunal do commercio que a consi-
derava nacional.
A capitana do porto, que naodevera ignorar o
pessinw estado que em esse navio entrara em nosso
porto nao examinou, por si, como cumpria, ltenlas
as suas atribuicoes policiaes, e garantidora das vi-'
das dos tripulantes; e assim se ia perdendo o mesmo!
nayjo com a sua tripularlo se Deus nao se amer-
ciasse delta t
t Mencionamos este facto, para que a boa f dos
funcionarios pblicos nao continu a ser elaqua- j
da deixando-se entrar em navegaro vasos em mu
estado, e carecidos de concertos importantes.
Mandam-nos a seguinte informaeo :
A cmara municipal em sessao de hontem.infor-
mou favoravelmente a peticao do cidadao Fia vio Fer-
reira Catao em que pede a'prorogacao por dous an-
nos do contrato das aferiedes ; e no entretanto va-
rias pessoas, entre asquaes o propretario Joao Bap-
tsta Gomes Penna pretendendo contratar as mes-
mas aferiedes c offerecendo maores vantagens fo-
ram postas a margem.>
< l'endedo Exm. Sr. presidente da provincia a
final soJueiu do negocio.
dW* d'amanbaa se extrahir a 6a parte da
3a lotqfRtdo Gymnasio (3a concesso).
^ la reparticao das obras publicas nos foi
comffiunicado, para que annunciemos ao publico,
qne tendo-sc de executar o ralcamcnto da ra da
Aurora, fu-a prohibido o transito de carros e caval-
los, na ponte da mesma ra, compreheudida cnlr^
a ponte da Boa-Vista e a esquina da igreja dos in-
glezes, emquanto abi durarem os trabalhos.
E preciso? pois, que seja permitlida a entrada Basilio Fernandes Bandeira^ tDbercalo puraoiiar.
dos mesmos carros pela ponte da Boa-\ ista, duran- Francisco Ciaudino de Almeida, paralvsia.
le a ewcucao daquelle servieo, |r nao ser pos- Manoel Perera Catando, pulmonar. "
sivel aos que desce pela ra da Imperalnze caes, Passageiroe do patacho nacional BOm Jess,
do Lapibaribe, buscarem a ijonte de Sania Isabel, entrado do Rio Grande do Sul:Antonio da Silva
Entrou sabbado arribada, com agua aberta, Carvalho
a galera brasileira Mindello. que sahira 27 para
Lisboa.
C". li 1 J aa- l < 1 Masculino. I ** 1 z > s 3 S
1 1 Slkfel M OS 1 1 1 Fnninino. Oe i Q 1 S I s
- '.1.1. 1 Masculino. i! es 9 2.
' Feminino. a 1 e
L - 1 N 1 Masrulino. I ! } > < o
i i i M Fiiiiinino. s 5'
OS .|. 1 Masculino. ~ i X m Rl 11
14 m 1 | i Feminino. i i* i j
A N m o Masculino 4 9 o
3 * C9 i: Feminino. je
o> t * m 3 OBSERVA(;rn.S.
Advertencia.
Na tobUdade dos doentes existem 162, sendo,
alienados hotmn't't 22 miilheTes.
Foram visitada as enfermaras estes dias :
i As 8, 8 25, 8, 8 1/2, 8 3/4, 7 3/4, 8, horas da
manliaa i>elo Dr. Dornellas ; s 7 35, 7 1/2, 7 1/2, '
7 1/2, 7 1/2, 7 1/2, 7 40 ; pelo Dr. Sarment, e
as 5 3/4, 5 1/2, 5 1/2, 5 1/2. 5 1/2. 7.
Falleceram :
Januario das Dores, phtysica pulmonar.
Maria loanna da Annunciacio phtysica pulmonar.
l'assageiros do vapor nacional
sabido para os portos do norli
- >o domingo pela madrugada foi gravemente de Mesquila Faleao, 1 criado. Lucio F.
rendo com diias i^stocadas, na travessa da Loncor- Conrad Gersberger, Luz da Silva Baptisl
da, Rufino Soares da Costa, por Vicente ^ io- j0s Bernardo Melqudes.aC. Grebo, Chris
Veremos se as reformas radicaos, de que care-
ce a le eleitoral para garantir a legitimidade dos
eleitos do povo, e ser a representacao nacional
una verdade, ser levada a efleito pelos homens
constantes dos actos
O Diario das lagoas tem
Iriiimpho dos liguciros por ser devido
governo.
Cremos que trabalho que nao aproveila. atien-
ta a situai o.
A presidencia lem todava sido respeilada nesta
dscussao. (lircumspecco e illustraeao nao se
lhe pode negar.
Por actos de 25 e 26 do corrente mandou dis-
pensar parte do destacamento da guarda nacio-
nal desta capital, e os destacamentos da Impera-
triz, Assembla, Atalaia, Pilar, S. Miguel. Pamei-
ra, Malta Grande, Pao de Assacar e cidadesdo Pe-
nedo e Alagoas.
pessoas indigentes accbmraettidas do cholcra-mor- Nslrfeto desta capltai, nado Pilar," onde 'no'hou-' ^ S,un' s,ervi? refal que fez i ?" pobre g,iDte-
bus no termo de Flores, indique a gratificarlo qne TO, ll"'1- ;,s i'Atalaia, Assembla. QuebrangoJo, a^^^^cell,2!a508-.
lhe parecer razoavel para remoneracio de Ues e Imperatru lizeram eleitores o supplentes, na de JSLKj^EJSLE'EK! '?- n0
servicos. Murici os eleitores. e os conservadores os Sup-' r'rripl0110 (iosfn,L'gocian,es Barbosa & ^ asconcc|-
Dito ao Dr. juiz de dreilo ilo Limoeiro. -Peloof- l,lei",'- "M de Ipica e de Porto de Podras, ha- T' qi,e "/clmenle presentido a tempo po-
licio de Vmc. datado de 13 do corrate, iquei in- [ vendo "esta ultima um protesto perante tabelliao : "e,er f-ul!Cad0 scni grandes preiuizos.
teirado de ter corrido sem alteracao da ordem pu- "a Jo Passo de Camaragibe liouve duplcala, as ., nnV'P|0U no dia a restividade do Senhor dos
de Porto Calvo e S. Bento venceram os conserva- Marl>TI0S- qal se gasta todos os annos grande
dores, conseguindo os liberaos parte dos suonlen- Porca de dinheiro. ao passo que a igreja nao est
tes na primeira. i acabada por falla de um auxilio pecuniario I !
No 2." crculo venceram os lilieraes na nnmcina i As noutes de novena teem sido muito concorri-
zer-se com os concertos necessanos.
Dito ao eonselbo administrativo.Antoriso o con-1do l'rogiesso prolligadores
selho administrativo a comprar para o servios do i dos^governos transactos.
hospital militar os objectos mencionados no pedido Venceu o partido liberal, ou por outra o da tta
incluso.Communicou-se ao brigadeiro roiimiau-".nos.doasdislnc,os oleitoraes de danto das armas e a thesouraria de fazenda. f ->o *-" circulo venceu na parochia da capital, i
Dito ao Dr. juiz de dreto de Flores.Remeti elegendo eleitores c supplentes, na de Santa Luzia
Vine, as inclusas peticdes documentadas de Tertu-1do erte, a eojo respeito corre impresso o mani-
liano Jos Eliseu Canuto e Raymondo Florentino fcslo da maioria da mesa, o qual foi publicado no
dos Santos para que nfonnando-se)ohrc os serv- '>"'" das Alaga* n. 186 de 17 do corrente. sen-1
ros prestados pelos supplicantes no fratamento das d?,a.eJe,^ eonlinnada por um juiz de paz do 2.",
di
loiro.
Quinta-fera deve haver sessao do Instituto
Archi'oloijiro Pmuimbucano.
Movimento clnico dos doentes, ao cuidado
do Dr. Pitonga, no Hospital Portuguez de Beuefl-
cencia em Pernarabuco, no mez de agosto de 1863 :
Ficaram em tratamento do mez de julbo 30 do-
entes, entraram no mez de agosto 21 total 51, sa-
forea do liiram curados 13, fallesceram 5. ticaram em tra-
trataniento 33.
Dos fallecidos farcni 1 de cholera, 1 de hepato-
colite, 1 de tubrculos pulmonares, 1 de asthmael
de anemia.
(Accoutant.)T. J. Tennent.
RKI'AnTICAO DA I-oI.icia
Cruzeiro do Sul.
:Carlos Ernesto
'. da Silva,
ista Jnior.
tiano Car-
Tlucleque, C. Gatzc-1
E assim por dianli- para com os dentis;
prc notar que o meu amigo nao lio I.....imjafci
I>ara todo o mundo, havendo algumas rujo alai m
somma de espantar.
Ao distincto redactor do Pouco de t*> pede-se a
pnblicacao da seguinte pMBk
COMEDIA MI
Risum teneatis, im-r, *
Que prodigio! alerta, gente
Que palavras qu>- expres^ !
Da chusma dos poetastros
Surde um dos taes magano? -'.
Km defeza dos collegas
1- ergue a voz de esteMor;
Treraem mulheres e homen~
Ninguem escapa ao tremor
Eu poeta, das lagoas.
De sandice pescador,
t Prodigio informe, que sapr.
Sou a um tem|)o e rimador:
Cout a ininli.i catana em puah'.
Vou cumprir alia missao;
Venha-roe o autor do rnntafi-
Pagar-me a desatlenro.
Man : e Ic^io. de momento.
Destampa um tonel de asneira-
Pasmara tabernas loja-.
Tarimbas, caes e rocheira^
As gias pulam de alegre>.
Grita o sapocurur ;
Grasna o corvo, a ria roacha.
as aguas salta o pet.
E o meu marreco prosegu
Faltando em voz culinaria:
K a Kjdos o meJo enfia
Com os t rege i ti da al i mar j
Poeta, genio rontagm.
Zoilo, flor d> mamv '...
Mas parou. que la rebenta
De risadas um trova.-.
Eram pessoas de seoso
Que vi ram da farra o cabo i
Por le.io passar tentara,
Sabio-lhe a pona do rabo.
Foi assim que deu-se o lart--,
Nao houve n'i-Hi invenci-;
Regalaram-sc os mnlequr-
Acusta do tal Imfao
E romo toda comedia
Tem sempre seu liui moral.
Chegue o px'ta das duza-
Tome um conselho anual
Foja, pois, de fazer Wjnai
Otta pra a casa daa luucu?;
A |KM-sia scent.llia.
Que Di-us eoiueile a U-m pouco.
Continuamos as mxima.- de conducta. fu- Um
a menina- bra-itn
alteracao da ordem pu
Mica o processo eleitoral em todas as tres fregue-
zias dessa comarca.
Dito ao director das obras publicas.Remlla-
me Vmc. com toda a urgencia uma planta do edi-
ficio do Gymnasio em constraccao, representando
ja a fachada o ja as divisos internas do mesmo
edificio, fazendo-a acompanhar nao s de uma des- j
cripcao das obras i feitas e das que restara a fa-
zer, mas tambera de uma declarac.o do que com
ellas se tem de-pendido, e de uii orcamento do
que se deve despender, para sua eonclso.
Diloao jui de paz. presidente da mesa parochial
da freguezia de s. Lourenro da Malla.Pelo seu
oflicio de 20 do corrente, fiquei inteirado de se ler
ultimado com toda a calma e regulariiladc aeleico
de eleitores dessa freguezia. e reconimendo-he
cas das actas da referida cleicao.
Dito mesa parochial da fregnezia de Taquari-
tinga.Acenso recebido com o ofllrio que me diri-
gi a mesa parochial da freguezia de Taquaritinga
em data de 12 do corrente. as copias das actas da
eleirao de eleitores, que ah se procedeu no dia 9
deste mez,,c recommendo-lhe que me enve nina
segunda va das referidas arlas.Igual mesa pa-
rochial da freguezia do Brejo.
Dito ao presidente da mesa parochial da fregue-
zia de S. Caetano da Rapoza. Remetta-rae Vmc.
com toda a urgencia duas copias authenticas das
actas de todo o processo cleitoral dessa freguezia.
Iguaes aos juizes de paz presidentes das mesas
parochiaes das freguezias |de Tracuuhaem, Qui-
pap, Cabrob, Agua-Prela e Caruar.
Dito a mesa parochial da freguezia de Papacara.
Pelo offlno que me dirigi a mesa parochial da
freguezia de Papacara em 14 do corrente, fiquei
inteirado de se ter Ultimado nessa data, com toda a
regularidadc que exige a loi o processo da elcirao
de eleitores, a qne se se procedeu no dia 9 do cor-
rente, e recommendo-lhe que me remeta com ur-
gencia duas copias authenticas das actas da referi-
da eleicao.
Dito,ao juiz de paz mais volado da freguezia de
Caruar. Tenho presente o oflicio de 22 do cor-
rente, em que Vmc. communica-me ter sido con-
cluida a eleicao dessa fregnezia no dia 12 sem a
menor alteracao do socego publico.
Quanto as duas consultas que no mesmo offieio
faz Vmr., tenho a dizer-lhe sobre a primeira que
por oflicio circular de 19 do corrente. prereni a
cmara municipal dessa ridade para os lins ronve-
primeira grande fogo de artificio,
segundo esse modo de proceder
Bo e devorao.
O nosso merrado vai mais animado : o algodao
teve a alta de mais 200 rs. em arroba. Ha pouco
nos de|Kisitos pblicos.
Nada ha mais digno de es|>ecial menco.
Kstendeu-se mais a nossa correspondencia em
vrlude da aftluencia de noticias.
Xiima.
PERNAMBUCQ
REVISTA DIARIA.
da
dore?
II
la Anua do Panema, nao temi'hv'do pleito nes-
les ltimos lugares; as de Penado e Piassabuss I
dividiram a eleicao; na dir Pao de Assucar (bit
adiada a eleicao no dia 9 por ter recejado a maio-1
na da mesa liberal alguma desordem em face das
occurrencias e desharmonia entre o juiz de direito ,
i ,-(oaorFl'ancisco Paes Brrelo e o juiz munici-
pal Dr. Torquato Barros, aquelle ior parle da frac-
rao ronservadora, e esto pelos liberaos -. mas ao
depois leve lugar a eleicao sera o menor incidente, i
fazendo os liberaos os eleitores, e os conservado-
res os supplentes; na de Traip nao sei quera
venceu. visto como no seu eleitorado ha pessoas
das Ires parcialidades, em que est dividida a lo-
calidad('- O Exm. inensenhor Pinto de Campos acaba de
Cumpre dar graras a Deus, porque nao vale a olfertar a bibliotheca publica da Faculdade de Di-
pena o trumpho salpicado e tinto do sangue de reito 58 volumes de diversas obras Iliterarias; o
nossos concidados. que vai ser levado pela respectiva directora ao co-
Foi neste ponto esta provincia mais reliz do que hecimento do governo imperial, que por cerlo te-
a de Sergipe, onde a eleicao, pelas noticias aqui r um voto de agradeciuiento para to importante
trazidas pelo ultimo vapor da companhia bahiana. otferta.
j foi enlutada com duas mortes e um ferimento Pedem-nos que lembreraos a quem possa
grave. competir, que se proceda ao decote dos arvores da
Tiveram lugar no dia 9 estas orcurrencias na ra da Aurora ; visto que os respectivos galhos in-
narochia de (Sural de Podras margem do Rio S. commodam j soffrivelmente ao transito e mesmo a
Francisco, e distante duas leguas da villa de Trai-. vista,
pi desta provincia. Pessoa do commercio queixa-se do retarda-
l'ra dos morios dexou oito lilhos na orphanda- ment da entrega de uma sua carta, procedente da
de _! Europa, a qual tendo vindo pelo anterior paquete,
Nao preciso dizer que as victimas sao filhos s agora lhe tora entregue com outras viudas pelo
do inexpericnte povo, porque sempre quem se Paran.
anima de patritico enthnsiasmo. e marcha na Sem que facamos carga a competente reparticao.
vanguarda. no entanto solicitamos do digno Sr. administrador
Na noite do 23 percorreu as ras desta capital- as suas providentes vistas para isto, uma vez que
soltando (bguetes c dando vivas um grupo do par- sendo a celeridade das communicacoes cousa es-
tido liberal pelo trumpho obtido nos dous crculos sencialissma ao commercio, podejsemelhante retar-
elettoraes; consta-nos que reinou sempre ordem, damento dar occasiio a eventos desastrosos.
e n*fc houve ndiscripco alguma. i Entram hoje de mez os seguintes Srs. mor-
"viso do pao-de lo houveram serias diver- doraos da Sania Casa nos estalK-lecimentos seu
obre a acceitacao de um candidato o Dr. cargo _
s Lobo, apresentado em seu lugar por seu Barao do Livramento, no collegio dos erphos e
Dr. Carlos Lobo, que geralmente acce- hospital dos lasaros ;
t grande parle dos Iiberaes do 1." circulo*, ao Dr. Manoel ftrreira da Silva, no hospital Pe-
so que se oppde do Dr. Aristides. dro H
sel, Henry Carsel, Gulherme .
mover, Christiano Frederick, Thomaz M. Donald. i tm comevamos em obsequio
William Long Pelen, Guilhermino Julio, Antonio''
Jos Duarte, Luiz Antonio Miranda. Victorino
Jos de C, Jos Firmo Marques, Jos Jacintho de
Carvalho, Scrafim Borges de Oliveira, Augusto Mar-
tins Veira, Idclfonso Magno di' Andrade Mello,
Melquades Antonio de Almeida Vicente F. de Mel-
lo, 1 preso e 3 pracas.
Obitiauio do da .30 de acost .no cemiterio
publico :
Jos Martins, 45 annos, Pernambuco, solteiro. Boa-
Vista, tubrculos pulmonares,
Theodora Maria de Jess. Pernambuco, 65 annos.
casada, Poqo da Panella, gastro cephalite aguda.
0 imprudente cime de nmila> uiullirro m..
nena a doce unio conjugal, e pt-nIuz a dror.ti-
lias familias.
A raulber rixosa i o maior loruw-nio da vi.fc.
la se faz pi-sada a todos que a cercara de perm
O amor das mies para com m-u.- lilbus deve sr.
regulado pela prudencia, alim de que nao i
que a sua boa educaeo.

(>> inelliores dole> de uma senhora -* a
Extracto das partes dos dias 30 e 31 do corrente. Goncalo, Anc, 76 annos, solteiro, Boa-Vista, diar-',idade; a virlude, a doi-ilidad.-. i m
Foram recolhidos casa de delenc.o no dia 29 ra 'ao trabalho.
>-ii>miar k>:
rna.
do corrente: ... ... Amia taria da Conceicao, Pernambuco. 24 annos.
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica. Ro- casada, S. Jos parto
mao da Costa, Portuguez por insultos scntinella \ianoci p'eroira, Sergipe, 76 annos. solteiro, Boa-
Vista, catarro pulmonar.
Francisco Ciaudino de Almeida, Pernambuco. 40
anuos, viuvo, Boa-Vista, paralysia.
Iguaria, Pernambuco, 15 mezes. Boa-Vista, hepa-
tite.
do caes do Collegio.
ordem do subdelegado do Recife, J. G. Wibcr,
Hollandez, requisi^ao do respectivo cnsul.
.i ordem do de Santo Antonio. Francisco Valen-
tina de Lima e Silva, pardo, Jesuina Maria da As-
sompcao, semi-branca, por briga.
a ordem do de S. Jos, Flix Jos Goncalves, sc-
mi-branco, por desordem, Manoel Valentim dos
Santos, ou Manoel Vicente dos Santos, Indio, por
suspeita, Manoel Luiz Cavalcant, tarabem serai-
branco, os pardos, Joaqum Ferreira Pinto, ambos
para averiguaeoes era crime de tarto, Manoel Ar- oivmpia. Pernambuco, 8 mezes.
senio Perera dos Santos e Leocadio da Silva de denticao.
Sania Clara, ambos por jogos prohibidos: Adi Jo- Francisco Benedicto, frica, 40 annos. solteiro,
s Rodrigues, Africano por ebrio c insultos. Roa-Vista, congestao cerebral.
A ordem do da Boa-Vista, Joao Gnilherme. criou- Joa, Pernambuco, 8 annos, escravo, Boa-Vista, hv-
lo, para correccao. dropesa.
30 Honorio, Pernambuco, I mez, Boa-Vista, entorile.
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Au- Gulhermina, Pernambuco, 6 mezes, escrava, Boa-
gusto Marcal Vaz Cerquinho. Portuguez, vindo da Vista, convulsoes.
corte como sentenciado; os pardos, Joaqum Luiz joanna Maria dos Prazeres, Pernambuco. 70 annos.
A boa lilac de familia deve mt o nwdeb. ocx- n
piar das virtudes, para as inspirar com brandara
atfahilidadc a seos lilhos e dome-ti-
Nao a formosura. nem os loncos enfeiie
modas, e menos a dissipai o do esparta, i
couslitue amavel uma senhora. >im ua l
A.-
1
Pedro Ferreira das ('.hagas. Pernambuco; 56 annos.
viuvo, S. Jos, hydropesia.
31
Maria Francisca das Chagas, Pernambuco. 40 an-
nos, solteira, Santo Antonio, tubrculos pulmo-
nares.
Poco da Panella,
Perera. vindo das Alagas, como criminoso no ter-
mo de Garanhuns; Pedro, oscravo de Felippe Jo-
s Cardozo, como criminoso, vindo do termo do
Cabo.
a ordem do subdelegado de Santo Antonio, os
pardos, Adriano Pacheco de Mello, Alejandrina
diaria Maurica do Espirito Santo, Cecyliano Jero-
nymo Goncalves da Silva, crioulo, todos por em-
briaguez insultos.
ordem do de S. Jos, Maria Ritta Perera de
Lima, crioula, para averiguaeoes em crime de fo-
rimenlos graves.
ordem do da Boa-Vista, osPortuguezes Manoel
da Silva Res, Jacintho da Silva Res, Antonio de
Azevedo Julio, todos por briga c espancamento.
Antonia, Maria, crioula, escrava, de Feliciano
Monteiro do Reg Costa, por averiguaroes poli-
ciaes.'
viuva, Boa-Vista, sepota spleenle.
UM POUCO OE TUDO.
Do Charivari traduzimos o seguinte !
Ainda e sempre Calino.
Esta ingenua personagem uma mina inexgota-
vcl.
l'ltimamente iiergunta a um moco de recados.
Quanto queres para me levar uma carta a
Magdalena ?
Trinta sidos, responde-lhe o Mercurio das
ras.
Trinla sidos !... E muito caro.
Mas, sonhor, d'aqui a Magdalena muito lon-
ge... e ha tempo bastante para una pessoa se abor-
a,;xdp S srars^ "-"* "S? sl%
O chefe da 2" seccao.
J. G. de Mesquila.
Movimento da casa de detengao no dia 29 de
agosto de 1863.
Existiam........ 400 presos
Entraram...... 12
Sahiram....... 11
Existem.......... 404-
vinte sidos e vou comtigo!
Dou-te
A saber
Nacionaes ....... 283
Estrangeiros..... 30
Mulheres....... 8
Estrangeiras. 3
Escravos......... 72
Escravas........ 5
Alimentados casta dos cofres pblicos..
Do mesmo jornal traduzimos igualmente o que
segu i
Tenbo um amigo, collecconador extremado, que
oestes ltimos lempos, desejoso de introduzir al-
guma innovaco na arte de colleccionista, tem-se
entrelido em orgamsar uma sorte de btographia
cartonada das celebridades contemporneas. Abai-
xodas photographias deslas, colloca elle urna sim-
ples addicio que, em poucas liabas d urna idea
completa do collecciouado.
Eis aqui una amostra.
O carto-retrato representa o Sr. Victorino Sar-
dou.pholographado por... Chase (evitemos reela-
macSes I) abaixo esl escripia
(1 SU. V1CTORINQ SARDOC,
autor dramtico.
Temperamento....... A < Nervoso-
linipeza e seu modesto comporUmenln
%
A mulheralissipada, que ronsom- grarntr pai -
do tempo em divertimentos e visita? ocio*a. twn.
se pesada e aborrecida para toilos.

Grande numero de casamento-, no mnni r
i origem da desgrara ile muitas familia.. pHa lew >
com que se trata este negocio de tanta impartan
ca.

O rerolhimento. orcu|tacio. o maiiejo de a*f >
cios domsticos deve ser o habitual emprep *
uma senhora virtuosa.
A prudencia, a modera-o a docilida.1.' de
nio em uma senhora bone>u sao >|tialidale> prrte
riveis a todas as riquezas da trra
O que segu traduzido do alterna. Ir krm .
inacher, sob o titulo da macu.
Hara um homem rico na corte do rei
de quem era ministro; veslia-se
de purpura e estofos preciosos, e viv i
prazeres c delicias.
Chegou de longe um seu amigo intimo, o pial H
le ha muito lempo nao via.
O ministro den um banquete em honra dr sra
amigo.
Serviram-se manjares delicados, e viabe* pre-
ciosos.
Entio o estrangeiro disse ao ministro.
Tanto luxo e magnificencia como en ton casa
nao se v era meu paiz tnm consio>rar-le ro-
mo uma das creaturas mais felizes do moa*.
O ministro tomou urna macia. que otova rolfc.
|cada em um vaso douro-. edeu-a ao seaaai
, O estrangeiro admirou-se de ver uma 6o
maca, parlio-a, e encontrn no centro
Kiito elle olhou attenlauente para
o ministm porem abaixou a vista e <
mido.
CHR01KA JlINAM.
TKIBIVIL MA WtMLA\m+.
SESSAO EM 29 DE ACORTO DE i
PRESI9E.NC4A DO EXM. *> W
As W horas da mankia, anknaiMt pr-
tes 'os Srs. desembarjaAoifs Caetana tannatr-
Gitirana. Motla, Peretti, AerJob, cala CavateaMi
Assis. Ooiia, e Guerra, proenrador da carta, fal-
tando com participaco o Sr. Vseabarpdar Lou-
renco Santiago, abrio-se a sessao,


4*

Diarlo de Pernanibuco
- Terca felra 1 de Seteiubro de l HH3.
---------------
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguir
JLLGA.MENTOS.
Appellacoet civeis.
Appellantc, D. Maria do Carino Nunes Ferreira ;
ap|iellado, Antonio Jos Pinto.
Confirmada a sentenca em parte.
Appellante. Domingos Jos da Lunha Lagcs; ap-
ellada, D. Maria Francisca da Conceirao c Silva.
Confirmada a sellenca.
Appelluces atines.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Ignacio
ile Moura. os curadores
A' novo jury. Rooker & C.
Appellante, o juizo ; appellado, Joao Francisco
da Cunta Linhai es.
A' novo jury.
Appellante, o juizo: appellado, Manoel Antonio
da Silva.
. A' novo jurv.
Appdiante, o juizo : appellado, Manoel Jos do
RftWMOv,
Nnllo opTOCesO.
Appellante. o juizo
da Silva.
Annullou-se o proeesso.
Appellante, o juizo ; appellado,
1 I, ,i I pAiJ
Nao se tomn eonhn imento por ja ter sido jul-
cada na appellacao original.
Anpellante, o juizo appellado,
Carioca.
Appellante,' Joao Soares da Silva ; appellada, a
justica. ,
" Reformada a sentenca para o mnimo da pena.
Appellante, o juizo; appclladn, Jos Pereira Ave-
lino.
A' novo jury.
BF.SIfi.W.AO DE DA.
Assgnou-sc dia para julgamenlo dos segrales
feitos :
Apiiellacoes-crines.
Appellante, o juizo; appellad*, Jos Guimaraes
de Araujo. .
Apiieltante, o jnizo; appellado, Bernardo Noguei-
ra da Silva. ^ ,
Appellanlo. o juizo : appellado, Pedro Lhrysolo-
ao da Silva. ,
" Appellante. ojuizo ; appellado, Manoel Antonio
Espinla.
Appellante. Manoel Romao dos santos -, appel-
lada. a justica.
Appcllaives cirets.
, derramado, o primerfo jniz
Conlrmou-se a sentenca appellada.
designado dh di \. tallar a mesa parochial e proc
Appellante, Gaspar Cavalcant de Albuquerque vento de Santo Antonio, tendo, antes de retu
Ucha ; appellado, Joao Pinto de Lemos Jnior.
Appellante, Francisco Pedro
appellado, Antonio Jos Conrado
Designado o primeiro dia til
PA8SAGENS.
Appellantes, Guimaraes & Oliveira : appellados,
o presidente e directores da caixa lilial do banco
do Hrasil nesta cidade
Appellantes, Ferreira & Matheus : appellad
liscaes da massa fallida de Rostron
appella
de Jor
le paz resolven ir ins- irregular, J de Inslito e de immoral se passou na- to poltico dominante, nem, liuahnente, por inte-
eder eleicao no con- <|uel!a l'reguezia, foi obra de S. Exc. ressado na eleieo de Ipojuca, pois freguoz do
Nem se rae migue temerario, avancando seme- Cabo e foi ah efeitor. Portanto, seja qual foro lado
a n*A nilAnlail. \ n_ii^Ui>it. Jn ,___*____' j-. nn.ln i. AIMMIIIA ti l> l'llll 1 \l 1 t '1 il I < .. I > 1 L I L (lili
Ipcjnca 10 de agosto de 18*1.
lllm. Sr.Faz-se preciso que V. S.
ao pe desta, se, coro os seus moradores,'
eonimunicado o occorrdo ao presidente da pronn- lhantc proposicao. O presidente da provincia, s por onde so encare a conducta do presidente, ella } nhou-uic as eleirilM p> se proeederam aa d 9
referir eu os exporei em poucas palavras. que vieram emcommisso pedir-lhe providencias : Ipojuca, nao parou no que tenho referido; ella cs-
0 vi'gario da freguezia, Firmmo Jos de F- S. Exc. assim inteirado e nao ignorando que o Sr. gotou-se em quantas concessoes foram precisas
euerdo que costuma celebrar a missa conventual, Joaquim Manoel da Costa era o juiz de paz mais vo- para assegurarem o resultado verificado no dia 9
m
inlia
roa V. .,
frente da tava-se na matriz de Ipojuca-, porm, depois dessa
appellado, Pedro Pereira
Jos do Valle
Pedro Manoel
Appellante, Gonealo Francisco Xavier Cavalcan- j contrario
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr. depois
desembargador Villares. Isso feto, postado o destacamento em
Appellante, Antonio Jos de Siqueira ;
dos, os administradores da massa fallida
Jos de Figueiredo.
DoSr. desembargador Villares ao Sr. desembar
eidor Silva Gniniaracs randa Accioli, e entrando por urna porta lateral, attencioso e indulgente para com o primeiro juiz
OSr desembargador Silva Guimaraes, pela sus- tratavam de arranjar clandestinamente a mesa de paz, dando-lhe couimimicaeiio dessa sua impar-
ncicao 'do Sr dcsembar"adoi" Villares, apresento seu modo e, collocados em suas cadeiras, na- aalc sama decisao (3).
em mesa solicitaido o "andamento legal para jul- neira do senado romano reeebendo a invasao dos Se bem attender-se a maneira de proceder de S.
"imento da -iniiellaco entre partes : barbaros, mandavam correr o panno para assim Exc. e adecisao por elle dada nessa occasiao, for-
Anncllante Don'iiiios Francisco de Souza Lcao; exbibirem-se as vistas dos espectadores. cosamentc se conhecera que seu fim nao foi outro
iiik'l ido liento Jos da Costa. I At boje, ninguem tinha occorrido a possibili- senao manter, a todo o transe o statu quo c autori-
15 Sr residente olnciou ao Sr. conselheiro dade d'um tal mcio para conquistar-se urna mesa sar aquella mascarada embora houvcssc de passar
esidentcdreiaco requisando juiz. i*i4jn-f JS***5 ^JinoTa egTsfaclo SSifto'pir ^"^
igno-
mesa
aleante de
icipal
)arador Silva Guimaraes. cular do Sr. barao de uuararapes, e a louea pre- que em mnm uesue que o sr. Dr.
"acor vvos tencao de aniquilar-me na freguezia de Ipojuca em Costa lindou o seu quatriennio, e que por esse sim-
A"ravante Jos Dias da Silva Guimaraes ; ag- prove to da influencia de sua familia, forcassem pies tacto havia perdido o cargo de juiz de iz de
gravado, Jos Pinto da Costa. .todas as nocDes do just e do honesto, pra que que dI antes eslava investido.
O Sr residente deu provimento. scmelhante espectculo se desse, protegido e apa-1 S. Exc anda nao poda ignorar, quer como pre-
Nadamaisiuiuweenrerrou-seasessaoa^ho- drinhado por aquelles niesmos quera a le tem sidente de provincia, quer como lente de una ca-
ras da tarde incumbido a sua guarda c execucao I | deira de direito, que. por for^a dos avisos de 21 de
_________ _______: Em todas as eleieoes anteriores e, anda ha bem dezembro de 1846 8 de-8 de marco de 1847, % 1
m^a^^^f : pouco tempo, na hita que deu-se entre os Srs. Joa- de 6 de outubro do mesmo anno, $% i, 2 o 3" do
PftUUFIPMVnFlVnTAIl qu'' Fires Machado Portella e Antonio Coelho de 29 dejaneiro de IHV.I, s I", esses dous lugares fo-
LUililiiUi UilUIilUlUU. i S o Albuquerque, irmao do Sr. bario de Guara- rain declarados incoinpativeis e que o exerwciede
---------------------------------------------------------------' i rapes, este senhor oonhoceu praticamente que, juiz- municipal supplente implica, renuncia, tacita
Seuhores redactores.O Sr. acadmico Lopes de correndo as cousas regularmente, nunca ser-lhe-ha do cargo de juiz de paz; e como, apezar disso, con
Danos apparcceu nol'rogresststa a cantar victoria possiveljnfluir nos negocios daquella freguezia, senteautonsa, por umacto publico, urna mesa
pelo que elle chama trumvho do seu partido em e tao compenetrados cstavam S. S. e os protecto- presidida por eutidade que a le desconuece ? (.orno
Cabrob. Excesso de vaidadee foficc este a que : res do Sr. S e Albuquerque d'esta verdade que, permute que um homem, sem titulo ou carcter of-
o Sr. Lopes de Barros se devia furlar I apesar de contarem com todos os recursos gover- ciaJ, polla urna das funecoes mais nobres, mais
uem vencen a eleicao em Cabrob, como em nativos c com todas as facilidades que propor- importantes e mais solemnes que se possa excr-
qnasi todas as freguezlas da rovincia, forain os ciona a oosse do poder, julgaram mais seguro cer sob a forma do governo representativo ? Lomo
agentes
lllm. Sr. Manoel Jos da C
me pergunta V. S., pnsso a
pessoa aqoi ve volar
os moradores 4o el
entendo, pois. assim
de V. S. amigo e obriga ,
sijunia Caraicamlt.
ordenassem, resolveram realisar a sua sabv I lllm. Sr. Faz-se preoso que V. S.
um instrumento mais dcil, e neste | ao p desta, se, com os seos aioraorrs, a
s antes da eleicao, pediram I nliou-me no dia 9 do rorreiuv, na eteiraoqae e
rincia a retirada" daquelle o-' procedeu ola fivguexia.
lo pelo Sr. conego Bochacl o. Son de V. S. amigo, obligadoe criad Mmmt
alferes Manoel rasmo de Carvalho Moura, do 9 Jos du Costil.
ti Uchoa; appellados. os religiosos doCarmo.
Appellante. a administrncao da msn de Seve &
Filhos : appellado, David William Bowman.
DILlfiF.NCIAS.
Com vista ao Dr. curador geral:
A appellacao cicel.
todas as freguezas da provincia, forain os ciona a posse do poder, julgaram mais seguro cer sob a forma do governo representativo ? Lomo
es do poder. S um tacto me convencer do transferir a candidatura do Sr. S e Albuquerque consente que o delegado mantenha, com a sua au-
ario, e vem a ser : se o Sr. Brando nao ti- para o segundo districto eleitoral, do que mante-la tondade, essa aftroiita feta a le e em nome da
batllio de cacadores para incumbir-se de susten-
tar as violencias que se pretenda fazer. A verda-
dade que, de tal maneira correram as cousas pe-1
Ipojoea 10 de agosto de 1863.
lllm. Sr. comiiH-ndador Manoel Jos da C
Em resposla a carta de V. S., pa.-oa
rante a adniinistracao, que ordens da presidencia llie, que unto cu contos ineus moradores. >
foram expedidas com urgencia, para uomeacao quelle alferes. que, cum a mesma urgencia foi ello
nomeado e que, no mesmo da, parti para o seu
destino acompanhado do mesmo conego pela estra-
da de ferro. Hoje todos sabem que o novo com-
mandantc, com todo o denodo, toinou s o exacto
cumplimento das ordens dadas pela mesa do Sr.
Guararapes.
Anda um ulliino faci, verdadeiro e expresivo,
mostrar que, em todos esses desvarios, acolhidos
e approvados por S. Exc, nem ao menos honre
urna conveniencia de partido que possa justifca-
los e pens poder demonstrar toda luz que o pre-
sidente de Pernambuco, sanecionando o desprezo
da le e prestando auxilio tantas violencias, leve!
smente por fim servir e apoiar as vingancas e cal-1
cutos dos que, sombra da nova ordem de cousas, {
pretendem firmar na freguezia de Ipojuca um po- >
der e urna influencia que nunca Ibes foi pnuirel
conquistar. Eu desafio a S. Exc. |iara que me con-
teste, se poder.
Oito das antes da eleicao parochial, sabendo o
presidente da provincia que em Ipojuca, o Sr. ba-
rao de Guararapes, assistido do delegado, preten-
da, embora sem elementos, disputar a eleicao, e
pandamos na eleicao de qjue trata.
Son de V. S. amigo, obligado e criad
NINO de Mi loluiini IJH*.
Eligen lio Berliga 10 de agosto de I8l.
lllm. Sr.Faz-se precise que V S rt-
no pd desta, se, com os seus moradon>. roa ac
panhou na eleicao que se procedan ao fo 91
correnle nesta freguezia.
Sou de V. S. amigo, ubrigado e mado J
Jos da Costiu
lllm. Sr. Manoel Jos daO>-l-L Eiai r>-sMM> a
sua carta cima, me cumfire dizer-lhr. que i
eu como todos os moradores oVle
mos com V. S. na eleicao qu-- > esfa
do. Engenho Saa-o 10 de agosto de lttfer-
miiiin 'iiinrisai di- Paita M-siHit'i.
lllm. Sr.Faz-se preciso que V. s.
ainda em sua simplicidade, persuadido de que s- Ihe na afirmativa.
ao p desta. se, com os seas moradores, arw
iihoii-ine as eleieoes que se prorederaro a9
doeorrentc nesta fr-guezia.
Son de V. S. amigo, olirigailo e criad H Jone da Costa.
Ipojuca 10 de agosto de 1863.
lllm. Sr. coininendador Manoel Jo* da Costa,
Satisfazendo ao que de miui exige V. S.. r--^"m**-
ver naqiielle collegio votaco alguma. Todos sa- no terceiro, onde j havia soffrido duas derrotas mesma le? Como, finalmente, dcixa assim prosti
bem que os lberaes daquella freguezia diziam de successivas. tuir o importante munus dessa magistratura popu-
que o dito Sr. Brando nunca mais seria
Anpellante, Jacintha Maria de Abren
do, Jos Peres da Cruz.
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
corda
.1 apinilacao cicel.
Appellante, o juizo appellado, o procurador
fiscal.
PASSAC.F.NS.
O Sr. desembargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador Gitirana
AppellafiSo crime.
Appellante, Dernardi'ne Dommgues Moreira ;
appellada, a justica.
publico o
all por cites votado. Sao hoifiens de bem, e que
do certo nao faltarao sua palana.
Esperemos, eento conversaremos, Sr. Lopes
appella- de Barros !
p^fasa
O Sr. desembargador
embargador Peretti
As nppeilaces crimes.
Appellante, ojuizo: appeitadn, Jacinthode Arau-
jo Lima.
Appellantes, Manoel Jos da Silva e outros ; ap-
pellada. a justica.
As njprllaraes citis. 'icias* departido,'envidara os possiveis esforcos pa-
AppeUante, o jn; appellado, Lmz Jos de esgUireui 0 ultimo tomo de veneno de que se
Souza.
Entretanto, pernianec'endo ainda em Ipojuca os lar, quem, em provcito das liberdadcs publicas,
mesmos elementos; achando-se de meu lado e dos o legislador conliou a presidencia das mesas paro-
meus amigos o primeiro juiz de paz, ampia maiora chiacs ? ....
nos eletores e supplentes e urna qnalificacao que Tao preoecupado e, dire mesmo, impensante
nos assegurava, pelo menos, dous tercos 'dos vo- achava-se S. Exc. quando expedio o offlcio que le-
tames, o Sr. baro de Guararapes nao trepiden em gitimou a mesa presidida pelo segundo juiz de paz
arremetter contra todas essas barreiras legitimas que, nem ao menos Ihe oecorreu que as comnium-
que se Ihe oppunham, para ter o prazer do dizer, cales do juiz municipal e promotor em que se
a final, que, tambem fez urna cousa chamada tirmou, nao podiam conter referencia presencial
eleicao sua! dos factos, visto como aquelles funeciouaros so
S tudo quanto lia de inslito e revoltante n'essa apresentaram-sc em Ipojuca s 11 horas e meia do
mascarada eleitoral deve ncrcssariamcntc mover a da 9, quando tudo j eslava consumado, nao i-
admiracao dos que nao conheccm a sua origein. e, dendo por isso terem conhecimento do occorrido
ainda renos, o poder dos recursos que Ihe deram seno pelo suspeito orgo dos interessados no feliz
existencia, nao pode succeder outro unto aquel- resultado da fraude. Se alguem pretendesse con-
les que sabem que o Sr. baro de Guararapes nao testar esta verdade, eu llie opporia a carta (4) do
se abalancaria a emprehender tao assgnalado des-! Sr. Paulino Pires Falcao, cujo testemunho nem
auigy. i cr ... > 37" ?-- 1^^ a nj0 sor COadjuvado e, provavelmente,' pode ser posto em dunda pelo seu carcter e sizu-
011 raa accao deletcna daspaixws po .cas, ltad ^ oin.iipotente cunbado, o Sr. dez, era ainda por suspeito d'avesso ao pensamen
f\\^!SSSSTSSS& ,,el05"' ** arrW? estar prevu.nente seguro das boas
gracas e cega annuencia do presidente da provin-
cia, como demonstram os factos que passo a re-
ferir.
Anda est na lembranea de todos
Eleir da.frrgiitzia de Ipejuca.
Recorrcmlo ao nico meio de defesaque, em
nosso paz, anda nao pode ser completamente avas-
salado pelo governo, hnprensa, meu proposito
revelar e sustentar a verdade, a todo o transe, em-
ita de ter necessidade de lu
tao h
forros da adniinistracao e do paz oflicial.
Estou |iersuadido de que, em quadras semdhan-
tcs, nem a razo, nem a justica, iwdem ter um eco
tao forte que sobrepuje o lirado atroador das vin-
gancas pessoaes, que, desfareadae em convenien-
(2) Quarta seccao.Palacio do governo de Per
nambuco, em 9 de agosto de 1863.Oflicio-lhe nes-
ta data sobre as oceurencias, que o juiz de paz mais
AppeUante, a fazemla appellado. Joa<|uim I-o-
pes de Almeida.
Appellante, Joaquim Jos de Mello ; appellado,
Flix Pereira de Souza.
Appellantc, Manoel Elias de Moura ; appellado,
hachare! Manoel Firmino de Mello.
O Sr. desembargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Acciol
As appellacues ricis.
Appellantes. os lu nleiros de Miguel Ferreira de
Mello ; appellada. a fazenda. ,_______ ^
Appellante. 1). AngpJflS|u?a deTAraojo; appel-
lado. MajjoeJLFranciscfl Touriuho.
vppllante, D. Antonia Lralielina Cordeirode
Carvalho ; appellado, e pardo Victorino, |r sea
wmiaur. ., .
Appellante. Manoel Ribeiro da Lunha Oliveira ;
apiiellado. Joao Evangelista Bello.
Appellante. Manoel Albino da (.osla (..iilellia
appellado. Manoel Victorino de Louto.
O Sr. dcseinbargailor Accioli passou ao Sr. des-
embargador 1'ehoa Cavakant
Ai ap]>ellaroes criairs.
Appellante, Francisco O'-lho Galuxo
lada. a justica.
Appellante. Francisco de Paula da Lunha Mas-
>aiiduba ; appellado, Francisco de Paula Chavos.
As aiiprtliicoes cireis.
Appellante, o Dr. Deodoro Ulpiano Coelho Cata-
nlio : appellado, Jos do Reg Brrelo.
Ap|iellaiite. Mano.-I Pereira Caldas: appellado.
Francisco Jos Regalo Braga.
Ao Sr. desembargador Gitirana
nutren). Apezar disso. forcado por urna necessida-
de imperiosa, e desojando *) a0 elarle da verda-
de, sejam bemcoinpreliendido.s,factos ainda nao ex-
plicados e que, milito de proposito,tein-se procurado
desvirtuar ; na hesito em emprehender a sua re-
ferencia, firmada, nao na simples autoridade de
niinha palavra. mas em docimentos a que ser di-
ftcil recusar f.
Quem assim falla nao & um dcsa>s ambiciosos
que, com tanto que galguo una posieao vantajosa.
nao duvida assistr aos funeraes de seu paz e as
sentar a sua cadeira eurul sobre cadveres, ou no
meio de lagos de sanguc ; e, anda menos, algiiin
desees renegados que, conservadores de hontein,
lberaes
aqneceram
Judas ofierecido arrhas de sincera auiizade aque
lodos
renegados que, conservadores de hontem, .;: :''
de hoje. picando o seio daquelles. que os MSua,
;un quando enregelados, baja, com o beijo de r1'
lereido arrhas de sincera amizade aquelles 1 -; 'i'l
estrondosa votado dessa parocliia, trouxe ao meu conhecimento
oceurrenca que se deu entre o delegado delpo- er)1 uaia sua representaeo, e llz-lhe recommem la-
juca e o escrivo Jos Francisco da Costa Feij. e8ee para o raso de seren exactos os casos ahi re-
No empenho de preparar-se alguma trica, som- j fyidos.
bra da qual fosse possvel por em duvida a legiti-; Agora (7 horas da noite) acabo de rece be r com-
midade da qualficagao, que nao poda servir aos municaces oticiaes suas, do promotor publico da
seus fins, mandou o delegado Theotonio da Silva comarca, do oflicial commandante do destacamento
Nieir.i, requerimento do Sr. Joao de S e Albu- e do delegado de polica, das quaes inliro que na-
querque, irmo do Sr. Guararapes, chamar sua qUe|ia representaeo se desfigurou ou exagerou os
presenca aquelle cscrivao, e o quiz forrar a depor jtos factos, pois que, nem Vmc, nem qualquer da-
que a referida qualificacao fra feta em lugar dif- qUe|ies funeconarios delle fallara; c antes asseve-
fereate d'aquelle em i|uc na realdade se fizera ram (Odos, que ao chegarem ahi das 9 para as 10
e porque o conscienrioso funecionario nao qnizos- |,0ras do dia (pouco mais ou menos) ja acharara
l se concorrer para tal infamia, o raesmo delegado organisada e runecionando regular e |iacilicainen-
prendeu-o por desoln-dente, remetteu-o a pe, para te a mesa parochial reunida no lugar competente,
esta cidade, e aqui foi recolhido a casa de deten- e (U1e a4SHn contina, sem mencionarcm al o fac-
cao, com ordem de neominunicabildade. tendo t0 ^ representaeo allegada de haver-sc reunido
scenca d'cse desatino os Srs. chefe de polica e no convento de Sanio Antonio o primeiro juiz de
paz o alguus eleitores.
ra possvel que urna atrocidadc u_e. a or- A visU uo (me) ,ievo modificar as ordens, que
dem ficass dcsconhecida e sera remedio no 'i-ifip exped Vu.c. e a aquellas outras autoridades em
lueuJ'i"siin"ex- l,l,,na capital : o paciente requeren ordem d? cousequencia da soliredita representaeo. Pique
lm hannonia %S*;r
nunca prorurou
principio liberal
e que,
contra quem, ha algum tenqm lenl.a;MjJ0.'0Us M'nma capital: o paciente requero,, ordem
%-^f^^Z^LJSlS toSSou ^'^-rorpas, n< hnm im'es ,s 'de dos ni S "-'h1 *&>, com oshomeiis honestos de loto Lg^ dado por em liberdade, decretando o mesmo tn- cordo con. o referido commandante do destaca.neii-
mesmo na tra^ormacSo !mnal a res|wnsabilidade do arrojado delegado que t0 0 capitr.o Duarte Nunes, nao a pondo disposi-
euoctuara a prsao. cao de nenhunia das duas mencionadas mesas se
Esse facto, que d a medida do que fazia a po- com ,,|Te[0 aquella ultima se reuni no predito con-
licia em I|iojuca, para aplainar o caminho e que- vento, eacudindo apenas coma mesma torea em
brar os obstculos lgaos que se oppunham as auxilio e inanutenoao da ordem publica onde sua
preteneoes eleitoraes do Sr. baro de Guararapes intervengan seja neessaria e no momento, em que
c de seus adherentes, leve um immenso echo, por- 0 f,jr) de modo que noautorise de preferencia com
que, alm de prender todas as attences, em razao sua assistencia permanente o processo eleitoral de
da escandalosa e criminosa prepotencia, exercida a|gUma deltas.
tao Mmente sobre a liberdade d'iiui cidado. foi Abstendo-se iwis Vmc. do etnprego dequaesquer
publicado c coranientado pelos jornaes, e foi adini-' mcios de impedir os traballios de laes mesas, dei-
rado pelos (|ue assistiram conferencia do Irib- xe.as ambas funecionarem, se o fizerera, para que |
... 1. actual dos partidos em que se divide a provincia,
" a correreiN regularmente os negocios, nao hesita-
ra em olerecer o seu Iraco contingente ao pensa-
inenio do governo. na persuaso de que este qui-
zesse franca e lealmente o triumplio da verdade
e justica.
Iiitelzineate Sssim nao succedeu : essa regula-
': ridade tao apregoacla O tao promeltida em nome da
'\ justica e da verdade, nao passou d'um laeo grossei-
ro armado boa f dos hoinens honestos e o roto
Itere, sentare repetido nas circulares dos rainis-
\ appi-llnrua cre. I ,ros nos Juicios do presidente da provincia, e nas
Appclbnte. Rufo (..rea l.m.a ; appellada. The-1 ^ ^ ^ ^.^ # ^ ^ ^
nojento escaruco [aneado face da populaco, e '
mente tratava-sc de assegurai' cliapa do governo
os votos dos eleitores daquella freguezia, proenroa
entender-se com um meu amigo, cuja palavra sa-
bia ter sobre inim decidido imperio e inquerindo
o meu pensamento esse resiieito, Ihe fui asseve-
rado que eu eslava na firme iutenco de aceitar os
candidatos recommendados pela adniinistracao:
sendo essa assevcraro leita por tal pessoa c |ior tal
forma, ([ue teinerdade bavera da parte de S. Exc.
se a pozesse em duvida. Apezar disso, quiz o presi-
dente entender-sc comgo pessoalmentc, e obteve
que eu fosse convidado a vir esta capital, onde,
em casa e empreseuca daquelle amigo conferencia-
mos jior duas vezes, sendo o resultado dessas con-
ferencias o retirar-se S. Exc. bem certo de que eu
aceitara os candidatos indtgitados para o terceiro
districto eleitoral, e que nao era posarrel exigir que
eu e os meus amigos, dispondo dos recursos que
tinhainos, cruzassemos os bracos era presenca de
nossos poucose impertinentesadversarios.
Entretanto, se este era o |iensar do presidente, e
se nessa occasiao, abrigo de obstculos ao livre
raciocinio, S. Exc. achou razoavel c aceitou o que
Ihe ponderci, outro tanto nao succedeu com os su-
premos directores dos negocios eleitoraes de Ipo-
juca, cujo fim latente era, nao assegurar votos
candidatos, nao prover ao bem de um partido e
realisar urna conveniencia poltica, mas smente
derrocar a influencia que exista para enthronisar
urna outra c inaugurar o novo poder d'uma fami-
lia. O resultado dessa desharmonia foi, que S. Exc.
vio-se forcado a esqnecer ludo quanto d'antes tinha
convencionado e, renunciando s vistas pacificas
que havia ostentado, sujeitou-se a subscrever a ne-
cessidade da lula eleitoral em I|wjuca, embora,
cora esse procediniento, sentsse que 1a servir
odios e vingancas pessoaes, e prejudicar o pensa-
mento poltico-que cnnipria-lhe dirigir.
rtssim, j se v que a conducta ulterior do pre-
sidente da provincia nao foi dictada pelas urgen-
cias de urna grande vantagem, que suppozesse n-
cerla ou duvidosa, e smente pelas imperiosas re-
claraaees Je um poder oceulto que, scmelhanca
da caneca de Meduza, teve a forra de paralysar o
pensamento do administrador, de transformaras
suas ideas pacificas e de inulilisar-llic a vontade
fazendo-o encarar as cousas |ior diverso prisma.
Com taeS meios e com taos recursos, nao admi-
ra que o Sr. baro de Guararapes e seu poderoso
cunliado conseguissem fazer um simulacro de
eleicao, para poderem ostentar ao longe urna in-
fluencia que nao teem. e lancarem por esta for-
ma, os fundamentos do um irrisorio poder de
familia ; mas, toda a vez que se souber que
a l'reguezia de Ipojuca, cootando cincoenla e
seis grandes proprietaros, Irinta e cinco des-
tes conibateni a louca pretenco de qualquer
par cena, scr-se-ba forcado a reconliecer que
aquellos senhores, embora lancasseni sobre a mesa
a ultima carta do jogador poltico, nao foram toda-
va, bastante felizes para dominaren! aquella impor-
tante fraccao da provincia, e, anda menos, para
desmoronaren! a influencia de seus adversario-.
Praza Deus que os ltimos aconteciinciitos
eleitoraes de Ipojuca, apreciados hoje pela razio
calma e desapaixonada, tenham a forca de ensi-
llar ao actual presidente de Pernainbnc'n, que
veza Maiia de Jess.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A appeihuao cin-l.
Appellante. a fazemla -. appellados, Luiza Mana
da Conceirao e outros.
O Sr. desembargador l'ctia l'.avalcanti passou
ao Sr. desembargador Assis
A Hpprllitriio ini'l.
Appellante, bncbarel Felippe Carneiro de Olinda
Camiiello; appellados. Jos Duarto Itang.l e ou-
tros.
.1 appellacues emites.
Appellante, RomuaMa Mara do Espirito Santo
apiiellada. a justica.
AppeUante, ojuizo ; appellado, Servido Placido
Barbosa.
Appellante, Sebastio Kibeiro de Mello ; appel-
, da, a justica.
Appellante. ojuizo ; appHIado, Joaquim lioberto
de Araujo.
A I hora da larde encenou-se a sessao.
THIIH \AL 0 OHBHKMk
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 31 DE AGOSTO
d'uma dessas mentiras ofllciaes que, embora pro-
duzam o epheniero resultado que se tem em vistas,
reliixain, infamara, e aniquilara o poder que tem
o cynismo de emprega-las.
Se a liberdade em um pleito eleitoral pode dar
a medida da raoralidade, rectldo c justica do go-
verno que a preside ; nao hesito por um s mo-
mento em asseverar que a administraco desta
provincia foi a mais immoral, a mais injusta, e a
mais iniqua de que se possa ter noticia ; c se a
maior parte; das freguezias nao lornecesse prova
sufllcienle desta verdade, bastarla a eleicao de
Ipojuca para, por si s, allestar que, DO diccionario
da administraco e de seus directores, as duas
palavrasliberdade eleitoral sao verdaderas sy-
noniniias de dulcila e frnmle.
Anda quando as portas de palacio estvessem (.a e niparcialidade em lodos os actos, que pos- .
cerradas de maneira a nao darera ingressn a qual- sam ler relarao com o processo eleitoral.
quer verdade, eu posso afllrmar que S. Exc. teye
pleno conliecininto desse facto por pessoa nao
suspeita e altamente collocada, e que nessa occa-
siao, ex abnmUintia cordis, depois de estigmatisar
O proced ment do delegado de Ipojuca, levou a sua
indignadlo a ponto de dr-lhc una dessas aviltan-
tes qualificacoes que s assentara nos pobres irra-
cionaes. Ms, apezar disso, o que fez o Sr. presi-
dente da provincia ?
Conservo., esse delegado que assim havia depri-
mido, perraitlio que continuasse a governar ciua-
dos, apezar da [lercmptoria incapacidade que Ihe
Dos guarde Vmc. -Joao Silveira de Souza.
recursos legtimos e abandonados
da opinio publica, tcom a cobarda de recorrer a
proteceo das bayonetas, que, multas vezes. su-
Sr. Dr.juiz municipal de I|Kjuca. ... 'mente,"concedida em troca de una esperaucosa
Conforme. Pirmuio Herculano Baptista Rt- "^^ que pi>dc nfl0 realisar-se.
acompanliailo da quasi
e supplentes. em frente da respectiva matriz, para
tratar de oompr a mesa parochial, e nao foi pe-
quea a sorpreza de todos, vendo a porta fechada.
' e, ao mesmo tetnpo, guardada por seniinellas e
I por toda a forca, que compunha o destacamento
! de Irinta pracas que antecedentemente havia para
all mandado o presidente da provincia, afini de
proteger a liberdade do roto.
Passado algum tempo em indagar o motivo da
DE tH3.
CilESlDK.NCIA lio F.X.M. Sil. lK.MHAlir.ADOR
BOMA.
As lo horas da manhaa, reunidos os Srs. depula-
los Lemos. Rosa e suppientfl Ucoforado, oSr.
tuesidente declarou abcrl.i a se sao, sendo lidae
approvada a acta da ultima.
IIKSI'ACIIOS.
I 1.1 requerimento de Sacavem, Barbosa & Com-
pikBbia, de Macei, dizendo ter salisfeito, com um maneira de Ihealro, cujo panno se levanta para a ;
documento que apreseutam, o despacho deste tri- representaeo d'alguuia farra, abre-se a porta da 1
buual de 23 de julho ulliino. Seja ouvido o Sr. matriz, c penetrando nela o juiz de paz, eleitores e
1 supplentes, depois de corridos por ordem de dele-
j gado encontrara urna mesa oecupada pelo segundo
SESSAO JliDlCIARlA EM 31 DE AGOSTO DE 1863 juiz de paz, Antonio Peregrino Cavalcante d'AI-
FBEsiDKNCiA do Exj*. sr. uEscMiiiBGADOB j buquerque, o pelos Sis. Jos Flix da Cmara Pi-
soiza. meutel, conego, Francisco Rochad Pereira Rrito
Secretaria. Julio Guiiwoaes. de Mederos, barao de Guaiarapes e Joaquim Jos."
A meia hora da larde, o Sr. presidente abri a Alves Luna, os quaes declacavani-so constituidos
sessiok estando Reunidos os Srs. di^emliaFgadores era masa parochial,eralwra aquelle juiz de paz nao
Villares, e Silva Guknares, e os ^t. deputa- '"-sse o eompetente
o que tudo, ostentou o mais completo despreso
pelo voto unnime do primeiro tribunal judiciario
da provincia, que decretou a merecida responsabi-
lidade do delegado Ora, procedendo o presidente
desta maneira, ou nao teve a precisacoragempara
resistir pressao que sobre elle exerciam os pro-
tectores daquelle delegado, e, neste caso cumpra-
beiro.
(3) Quarta scecao.Palacio do governo de Per-
nambuco, era de agosto de 18(i3.
Tendo depois das ordens que para ahi exped em
vista de suas representaedes que *oje me foram
presentes, receb do juiz municipal desse termo,
do delegado de polica, do capito coininandaiile
do destacamento e do promotor publico da comar-
ca, as cominunicares ofllciaes a que me reliro na
copia junta, uve em consequenca destas, de mo-
dificar as niesmas, pelo modo que. ahi consta, c
ueste sentido me dirijo nesta occasiao a aquellas
diversas autoridades, o que Ihe coinmunico
seu conhecimento o governo.
Recife, W de agosto de 1863.
Manoei. Jos da Costa.
DOCUMENTOS.
lllm. Sr. Faz-se preciso que V. S. responden-
do-me ao p desta, se, com os seus moradores,
acompanhoo-me nas eleieoes que se proeederam no
ilia ) do correnle nesta l'reguezia.
Sou de V. S. amigo, obrgado e criado Mwonl
Jos ila Costa.
Ipojuca 10 de agosto de 1863.
lllm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa.
para Respondendo ao que V. S. de mira exige, respondo
pie, nao s eu como os meus moradores do enge-
eus guarde Vine Joao Silveira de Souza. nho S. Paulo, votamos com V. S. no dia 10 do cor-
Sr. juiz de paz mais volado da freguezia de Ipo- rente mez.
juca. Ipojuca 10 de agosto de 1863.
(4) lllm. Sr. Paulino Pires Falcao.Achando-se Sou de V. S. amigo, obrgado e criado Isidoro
V. S. casualmente em Ipojuca no da em que se Camello Pessoa de StfMAra Caculcantt.
procedeu a eleicao, e sendo testemunha ocular das Htm. Sr.Faz-se preciso que V. S. responda-rae
occurrcncias que all se deram, raelhor que nin- op desta, se, com os seus moradores, acompa-
; abandonar ura cargo, cujos deveres nao tinha: guem pode esclarecer ao publico, porque sendo da nhou-me nas eleieoes que se proeederam no da .
torcas jiara desempenhar, ou muito de proposito freguezia do Cali inteiramente estranho aos in-' do corrente nesta freguezia.
- teresses pessoaes quo all se debaleram pero-lhe Sou de V. S. amigo, obrgado
que se digne declarar ao p desta : Io se eslava Jos da Costa.
junto a mira quando chegou na povoacao o Dr. juiz SW? I? de a.80.*to de 1863.
c criado Manuel
desembargado! fiscal.
lo- Ix-iim.-, liosa Laseiiiiro Alcoloiado.
Lida, o approvada a arta da sessao antece-
dente. #
Foi lido o ofiicio de 29 do corrente do Sr. uouse-
llieiro presidente da relaco, communicando liaver
designado o &r. desembargador Anselmo Francisco
Peretti para rever una a ppfellago que pende de
decsao deste tribunal.
Foram assignado* os accordaos proferidos na
fcdlima sesso, en-e jartes :
AppeUante, Eustaquio Antonio Gomes ; appella^
do, Manoel de Barros Cavalcante.
11 L&UIENTOS.
Appellante, Jos Uapticta da Kos.-cca Jnior ;
appellado, Jos Duarte Nunes.
Sorteados os Srs. deputados Lemos e Laseiniro
Alcofonulo.
Relabido o feilo |ielo Sr. desembargador Vil-
tares.
Reformou-se a sentenca appellada
Appellantes, Sanuder; Brothers A C.; apneHa-
dos, Johnston Pater A C.
Sorteados os Sraideputados I^mns o Rosa. r
Relatado o feito pelo Sr. desembargador bil-
lares. ,
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellantes, os curadores liscaes deAmorlm,
Fragoso,Santos&C\ Iwellado, Jos Franctsco
Ban'ote. ^F
Sorteados os Srs. deputados Rosa e Lemos.
Relatado o felto pelo Sr. desembargador Vil-
lares.
(1) lllm. c Exm. Sr. Commtiniro V. Exc.
que ueste momento acaba-se de praticar o acto
mais inslito e inqualilcavel, que jamis se tem
visto nos annaes eleitoraes. Eram 8 horas c 3/i
da manha, quando aprescnteMiie porta da igre-
ja que serve de malriz, acompanhado de todos os
eleitores e supplentes que vio assignados na lista
inclusa, e esta, abrindo-se rpidamente, oflerece s
inhibas vistas um grupo de cincohomens sentados
era roda de urna mesa, os quaes, logo que me vi-
embora paraessa frmaeo! rara, se declararan) constituidos em mesa paro-
nao howvessein intervindo eleitores nem supplen-
tes.
Nao desvendo o primeiro juiz de paz admiti" una
semelhante fraude, nem sendo-He possvel reconhe-
cer como legitimo um tal ajuntame/o sem qualifica-
cao na le, ejjgio, como para isso tinha direito, que
rae cedessemjugar alim de, com os eleitores e sup-
plentes presentes, comerar os trabamos da eleicao;
mas, os j instafiados a|isso se recusaram. sentin-
do-se apoiados pelo delegado que, de parceria, en-
irava nesse arranjo e |iela forra presente posta
sua dsposco
FS verdade que, no intuito talvez, de legitimar-se
esse conventculo, otferecerara ao primeiro juiz de
paz um lugar n mesa assim organisada, mas
aquee, nao qnerendo sanecionar com a sua pre-
senca semelhante monstrnosidade, recusou oofferc
cimento e dispoz-se a iniciar os trabalhos eleito-
raes, mesmo dentro da matriz em dhTerente lugar.
Os partidarios do poto Itere senlram que liare-
ra perigo em que um raesmo mundo fosse aramia-
do por mais de um sol, c, em eonsequencia, deram
suas ordens para que a forra jienetrasse no templo
e o fizesse despejar hospedes tao importunos, o que
sendo ininediatamente executado pelo comman-
dante do destacamento, foram eleitores, supplentes
c votantes arremessados na, consummando-se,
por esta forma, a obra da fraude e da violencia.
ImpossJbililado de poder realisar o preceit da le,
e preferndo deixar que contfnuasse a representa-
chial.
Ped e ordene que se levantassem, afim de en-
celar os trabalhos da intallaco da dita mesa paro-
chial; aoque resistiram, accrcando-se da forra pu-
rifica, que os sustentara, e por ordem de um dos
intrusos que o segundo juiz de paz do districto,
foram retirados todos os eleitores e supplentes
que me acompanhavan em grande maioria.
Este arto foi cumprido e executado com appa-
rato aterrador de bayonetas caladas.
Fiel s ordens e sabias instrucooes desta admi-
nistraco, nao oppuz a menor resistencia a esse
acto sobre quem se carregavam as pontas das bayne-
tas ; conservando-me dentro da igreja, ainda me
acho revestido das insignias de meu posto.
Inteirando V. Exc. tao desagradavel ocenrren-
ria, aguardo suas ordens, tratando de tomar me-
didas acifleas c regulares, afim deque nao possa
proceder um semelhante acto e oppondo-mc com
todas as forca que baja a menor resistenda a
forca publica
V. Exc. resolver o que entender de justica,
eerto de que marcharei semprc no terreno da le e
sob a inspiraroes pacificas desta illustrada admi-
nistraco.
Deus guarde V. Exc. Igreja do Livramento,
que serve de matriz da freguezia de Ipojuc.a, nove
lioras da manhaa de 9 de afosto de 1M3.lllm. e
Exc. Sr. Dr. Joao Silveira de Souza, dignissimo
rao da farca comerada um conflicto em quejo [ presidente da provincia.O primeiro juiz de paz, Pire Faiteo.
Mingue d,crtmas expiator seria iorm Manoei da Costa. Massangana, 18 de agosto de 1863.
municipal, Jo Gonzaga Bacllar, "c que horas Mm. Sr. Manoel Jos da Losta. Respondo-lhe
erara ; 2o quaes as scenas que presenciou dentro que foi verdade que votei cora os meus moradores
da igreja matriz -, perraitlindo-me, emfim, fazer na elcirao do da 9 de agosto no convento de I|k>-
o uso de sua resposla que rae convier. juca.
De V. S. amigo c obrgado criadoIfimoat Jos Sou de V. S. amigo, obrgado e criado Joao
da Costa e Souza Leo.
Mercs, 17 de agosto de 1863. I Engenho Maranho 16 de agosto de 1863.
lllm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa. i Htm. Sr. Joao Baptista das Noves. Faca-mc fa-
Tendo chogado ivoac5o do Ipojuca no dia 9 do vor responder-me ao p desta, com quemvotaram
panhado da mairia dos eleitores e supplentes, fo- noel Jos da Costa.
rara estes expellidos da groja pela forca publica, Merces de agosto de 186.1.
que cumpria nesto acto ordens dadas por cinco Iln. Sr. Manoel Jos da Losla.-Respondendo a
iiessoas que so achavain sentadas em urna mesa no carta de V. S., tenho a dizer-lhe que os moradores
momento em que se abriram as portas. deste engenho votaram todos cora V. S. na eleicao
Segurado para a igreja onde nao se permittia en- que se procedeu no da 9 do corrente nesta fre-
>r ninm.om no nSn fnsu n idn do delegado, guezia, pois para isto tinha ordem do lllm. Sr. cora-
roda da raendador Jos Pires, proprietario do raesmo en-
genho. que na sua ausencia fique tudo debaixo das
ordens de V. S.
Sou de V. S. obrgado e criado .lorio Baptista
das Neves.
Penderama 15 de agosto de 1863.
lllm. Sr.Faz-se preciso que V. S. responda-me
trar ninguem que o fosse do lado do delegado,
e os cinco que se acharam sentados roda da
mesa, os quaes eram os Srs. bario dos Guararapes.
Antonio Peregrino Cavalcanti de Albuquerque, Jos
Flix da Cmara Piraentel, conego Francisco Ro-
chael Pereira de Brito Mederos e Joaquim Jos
Alves de Urna ; da porta da igreja onde estar,
tambem observei que o Io juiz de paz, o nico do
lado opposto que se achava dentro da igreja, en- ao pe desta, se, com os seus moradores, acorapa-
costado a um confissionario, onde escrevia sobre a nhou-me no da 9 do corrente, nas cleicdcs que se
perna, e soube poueo depois que offlciava ao presi-, proeederam nesta freguezia.
dente da provincia, $\i de V. S. amigo, obrgado e criado Manoel
Sahrado para a ra depois de algum tempo e es- \Jot da Costa.
tando prximo ao eruzeiro conversando com V. S., Ipojuca 10 de agosto de 1863.
vi subir dous cavalldros, os quaes observando co-! lllm. Sr. Manoel Jos da Costa.Respondendo a
nhec que eram, o juiz municipal Joao Gonzaga V. S., tenho a dizer, que naoso aminha nessoa,
Bacllar e o promotor do Cabo, puchi pelo retogio como os moradores do engenho Diamante, ueonue
e vi queja exceda onze horas e meia, e comgo sou rendeiro, vieram e acompanharam a
outros inuitos viram em seus retogios o mesmo.
o que tenho de responder vTs. aaseverando-
Ihe que, o que retiro a pura verdade, podendo fa-
zer o uso de mlnlia resposta (|ue Ihe convier.
Sou de V. S. amigo e obrigado criado.Paulino
eleicao, e eomo tambem todos T^^engenho San-
ta Clara, de onde sou tambem rendcmJ, *"
smente de volar comgo deste engenho tre. A
dores, iodos,os ais votaram com V. 8. Achaum
tenho respondido ao que pede. \
Seuie v. S. amigo, ohrigadissimo e criado -V
Leonardo Bezerra de siqueira Cavakentti.
Sou de V. S. amigo, venerador e criado
eiano do Rryo Barro* Aranjo.
lllm. Sr.Faz-se preciso que V. S. n jpnada >
;io p desta, se, com os seus moradores, acaropa-
nbou-ine nas eleieoes que se proeederam ro> dro *
do conente nesta freguezia.
Sou de V. S. amigo, obrgado e rriatro
Josi da Costa.
Ipojuca 10 de agosto de IM3.
tiln. Sr. commendador Manoel Jos da
Respondo o que V. S. me pede, que ro
o acompanhado com meus moradores nas
que M procedeu no dia 9 do corrale, poderot V.
S. fazer o uso desta como Ihe appronver.
Macaco 10 de agosto de l*t>3. -t-lifft **/-
go Vieira da Cimba.
tiln. Sr.Bogo a V. S. me queira responder ao
p desta. se V. S. me aromionlioii na eUtriu a roe
so procedeu no dia i* do rorrele nota fregueam m
se sabe so os habitantes dessa villa me prestara o
seu auxilio, acompanhamlo-ine tambem na refrrroa
eleicao, permiltm-lo V. S. ip*: en possa fazer de
suaresposta o uso que me convier.
Sou de V. S. atiento, venerador e criado JK-
MM Jos da Costa.
Mercs 13 de agosto de 1863
lllm. Sr. coimiiendadoi Manoel Jo da Cosa.
Tenho a declarar V. S. que acoaroaahri a \
na eleicao do dia 9. sem que a isso rase roartraa-
gido, e que o raesmo lizeram indos m halifaia> i
desta villa, como foi visto na povoarao J. Ipnjura.
Pode V. S. fazer desta resposla o u*o -pv ir ra
ver.
le V. S. atiento, venerador, ottrigailo e rna Manoel do Rosario Brito. atieres ila guarda na-
cional.
Villa de Nossa S<:nhora do O' 16 de agosto de
1863.
lllm. Sr.Mere- 1.a! de agosto >le \k:.Haa
a V. S, me queira responder, ao j- ileta, e \
me acompanhou na eleicao a que se prorasa a
dia t'do corrente nesta "fregnezia. e e sabe w
habitantes dessa villa me prestaran) o sea aaaiaa.
icompanliando-m.- Matero na referida eteiea.
[lermittindo V. S. que cu possa fazer de -ua rupw
la o uso que roa cbnvier.
Sonde V. S, amigo, obligado criado Maro i
Jasi ila l'.'ista.
lllm. Sr. contiiieniktdor Manoel Jo- da Costa.
Era resposla a V. S. como cxpre nao s declaro cpie acoinpanlx'i e vntei rom V -
como que sabido e ini'onlestavel terem arnawa-
nliado a V. S. na referida eleicao todos o* hatotoa-
les desta villa.
Pode V. S, fazer desta resposla o a qne \h*
convier.
Sou de V. S. amigo c ohrigailo e menor criad
Joao Iijiiiiiii llihriro Homa.
Villa de Nossa fsaattara da 9 i ipojuca l ae
agosto de 1863.
lllm. Sr,Meivs H da agosto de 1*6.7. -IU a V. S. me queira responder aj pe deta. se V. Si
me acompanhou na eleicao a aro Droreaea na
da 9 do corrente nesta fregnezia, e s,- stbe se a>
labilantes dessa villa nie pre-iaram o aaj auxilio;
acompanhaado-rou taroaron na referida ^teiee:
perraltndo V. S. que eu |io*sa fazer de siu'm-
posta o UO que rae convier.
Sou de V. S. muito ltenlo venerador criado
Mantu'i Jasi da Canta
lllm. Sr. commendador Manuel Jo-.- da Cesta.
Nossa Senbora do O' 16de aguMo de IMvl.p>*>
responder a V. S. dizendo que ia miuha livre
vontade aeeaaaaalwl a v. s. na eMria ik dia *
de agosto, assim como s,\j. por me dizer.'in o* haai-
tantes desta villa, que acom|>nharam a V a\ ero
dita eleicao. e com V. S. votaram. sem .nie a aro
fosse algm deile etaatraanjl la
Pode V. S. fazer desta resposla o ir*) aac tac
convier,
De V.'S. atiente i venerador otirigado e criado -
Manoel Cordeiro De Varan*, t.'n.-nte da guanta aa-
cional.
film. Sr.Mercs l.'i de agosto de imx Kaana
V. S. rae queira responder ao pd oWa se v. 3. roe
acompanhou na elriraoaojWM sancaAn a dia
9 do corrente nesta freguezia. e se sane se ro ta-
imantes dessa villa me pnananan o roa aaniae
acompanhandiMiie tambem na referida eleir';
perniillindo V. S. que cu |c>ssa fazer ile roa roa-
posta o uso ana ata njrratr.
Siu ile V. S. amigo, venerador e criadoJtt>W
Jot ila Costa.
lllm. Sr. commendador Manoel Jos da Cesta.
l'a.-so a responder a carta de V. S. : I, aae
acompanhei a V. S. na eleicao do dia 9,
votei; t; que tciilio ouvido iluer dos
desta villa, que lies acouqanluraiu a T. &,
qnem voiaram.
Pode V. S. fazer desta resposla o nao convier.
Sou de V. S. atiento venerador e criado
dissinoIsidro Diaphno Valtrmle.
Villa de Nossa Senhora do O' de Ipojaca tn r
agosto de 1863.
lllm. Sr.Mercs 17 de agosto de ltt&tra-
me o favor de declarar ao p desta coro asna vo-
taram os moradores do engenho de V. S. aa afev
cao que se procedeu no dia 9 do crranle: per-
mtta-mc fazer o uso de sua resarota ana roe
convier.
Sou cora respeito de V. S. aliento veneraate e
criado -Manoel Jos da Costa.
lllm. Sr. Manoel Jos da Costa.Teata a
nonder-lfie aaj aj moradores do
taram com V. S. Pode fazer o uso
rao Ihe aprouver.
Gamilcira 17 de agosto de 18*3.A rogo de i
pai rYrtncco Fernamles Ignacio ti,
nandes.
lllm. Sr.Faz-se preciso qne T. &
ao p desta se com os seus laoradarasi
me na eleicao do dia 9 do correte, ate w pre-
ceden nesta freguezia
Sou de V. S. amigo, obrgado e
Jos da Cesta.
Ipojuca 10 de agosto de 1863.
lllm. Sr. commendador Manoel
Em resposta a carta snpra que V. S.
deressar-me. tenho a dizer qne fui
eu, cora os meus moradores,
nas clcicSes do dia 9 do i
Sou de V. S. amigo e |
ci*co de Souza Ledo.
Ipojuca 10 de agosto de 1863.
lllm. Sr.Faz-se preciso ata T.
ao p desta, se com os
nhou-me nas eleieoes que se
do corrente, nesta fregnexia.
Sou de V. S. atiento eran e i
Jote da Costa.
Ipojuca 10 de anata de
lllm Sr.
dendo o que V. S. l
s cu, como todos os moradores aa
ipo, votamos com V. !$. no da W a<


mea]
1
)

Diarlo dr Pernanibiico Ter*? felra 1 e Sotemhro de i HS3.
______________________
Sou de V. S. i'iiado Affbnto
de AUiuqnerque thramk
Ipojuca 10 de agosto do 1863.
Illin. Sr.Faz-se precisa que V. S. responda-me
ao p desta, se com os seus moradores acompa-
nheu-mo ,ua eleicao que se proceden no da 9 do
corrale, nesta freguezia.
Soo de V. S. amigo, obligado e criadoManoel
Jote da Caita.
Ipojuca 10 de agosto do 1863.
Wm. Sr. Manoel Jos da Cosa.Ti vea distincta
honra de acompanhar a V. S. com os moradores
esto engeuho, na eleic-o que se procedeu no dia
^ do correntc. na povoacao de Ipojuca.
Jos VaJentim Vieira do Helio.
jenho Para II de acost de 1863.
p. Sr.Mercs 14 de agosto de 1833.Faca-
Engenho Trapiche. 11 de agosto de 1883.
Illm. Sr.Roso V. S. me queira responder ao
p desta, se V. 5. me acompanhou na el/icao a que
se procedeu no dia 9 do correnta nosta fregui*,e
se sabe se os habitantes dessa villa me prestaram
o scu auxilio, acompanhando-me tambera na refe-
rida eleicao, pennitndo V. S. que cu posea fazer
de sua resposta o uso que me convler.
Sou de Y. S. altento venerador e eriado-He'anoW
Jos da Costa.
Mercs. 13 de agosto de 18G3.
Illm. Sr. Manoel Jos da Costa.Respondeudo a
carta de V. S., tenho a dizer-lhe que nao so votei
com V. S. na eleicao do dia $ de agosto, como que
me consta que os habitantes desta villa acompa-
nharam V. S. na referida eleicao, com quem vota-
; pode V. S. fazer de minia resposta o uso
Ule o favor de responder-me ao pe desta, com quem que llie convier.
votaram os moradores do engenho do Meio, na} De V. S. venerador e criado^-A/eirtdre Pereira
eleicao que se procedeu no dia 9 do correntc, nesta' de Freitas, tenente da guarda nacional.
freguetia- I vi,la de Nossa Senhora do 0', 16 de agosto de
Sou de V. S. aiteuto venerador e criado -Manoel 1863.
Jos da Costa. Illm. Sr.Faz-se preciso que V. S. respenda-me
illm. Sr.Respondeudo a carta de V. S., tenho a ao pe desta, se, com os seus moradores, acorapa-
dizer-ihc que os moradores deste engenho votaram nhou-me as eleiedes, que se. procederam no dia 9
com V. S.
Jos i Araujo da Costa Caralcunti.
Engenho do Meio 15 de agosto de 1863.
Illins. Srs.Faz-ine preciso que VV. SS. respon-
dam-uie ao p desta, se nie acompanharam com os
.seus moradores na eleicao que se procedeu no dia
9 do correte, nesta freguezia.
do correntc, nesta freguezia.
Sou de V. S. amigo obrigado criado Manoel Joti
da Costa.
Ipojuca, 10 de agosto de 1863.
Illm. Sr. Manoel Jos da Costa.Em resposta a
carta de V. S., tenho a dizer que o acompanhei as
eleicoes que se procederam no dia 9 de correntc,
Sou de VV. SS.Ipojuca 10 de agosto de 1863. com todos os meus moradores.
Illm. Sr. commendador.Em resposta a prezada | Sou de V. S. amigo obrgadssimo venerador e
carta supra, de V. S.. a nos dirigida, temos a di-. criadoJoao Carlos Bezeira Ca'alcanti.
rer que nao s nos, como todos os nossos morado- Tapera, 11 de agosto do 1863.
res, acompanhamos a V. S. as eleicoes que se Illm. Sr.Rogo V. S. me queira responder ao
procedern no dia 9 do correntc mez. | p desta, se V. S. me acompanhou na cleicSo a que
Somos de V. S. amigos e oforigadissimosAnto- se procedeu no dia 9 do corrento nesta freguezia,
mo Domingos da Cesta de Albttquerque.=Jos Na- e se sabe se os habitantes dessa villa me presta-
zianzeno da Cosa Albuquerque.=Joaquim Soriano rain o seu auxilio, acompanhando-me tambem na
da Costa Albuquerque.=Jvao Emiliano da Costa referida eleicao, permittindo V. S. que eu possa fa-
Alliummqu,' zer de sua resposta o uso que me convier.
Ipojuca 10 de agosto de 186;. | Sou de V. S. amigo, venerador c criadoManoel
Illm. Sr.Faz-se preciso que |V. S. responda-me Jos da Costa.
ao p desta, se com os seus moradores acompa-1 Mercz, 15 de agosto de 1863.
buou-iiki as eleicoes, que se procederam no dia 9 Illm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa.
do corrate, nesta freguezia. Res|>ondo a carta de V. S., e em abono da verdade
Sou de V. S. amigo, obrigado e criado Manoel declaro que nao so o acompanhei na eleicao do dia
Jos da Costa. I 9 de agosto, como que assim o lizeram todos os
Ipojuca 10 de agosto de 1863. habianies desta villa, votando com V. S., pois sc-
tllm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa. gundo me consta apenas um official de justica o
Em resposta a prezada carta cima, que de V. S. deixou de assim fazer. Devo observar anda que
receb, tenho a dizer que foi certo, que nao so eu, a isso nao fomos constrangidos, para melhor dizer
como os meus moradores e niuilos visinlios, que a expressao da gratido dos habitantes desta villa
proctnwiiustcar-sMK'ranteaeriniaf. publica das Consulado provincia!. i R> Alagos, serviudo-se da Imguafew que le e fami- JJendiento do dia 1 a 29. 31:7334389 Amsterdam 3 m/d. H 18 V* a H 19 por S est
liar, confirmando oconceito afesempre mere- Mein do dia 31.....# 3:1654629 Hainburgo 3 m/d. 13 8 >/ a 13 8 3/4 |r S
eeu-nie.
;-0 ridiculo foi a sua arma Cdo-lho a palma,
ednsiderando-me vencido em scmelhante campo de
batalha: mais ama folhft.de louro que conquista
para ornar a sua cora de gloria.
Todo homem que escreve para o publico deve oireitos de 90 rs. por fj) do as-
attender aos brados de sua consciencia e aos sent- nucar exportado .
meatos que, naturalmente, se germinam em seu Dito deSHr*. por caada d'amiar-
coragao, respeitando consideracoes legitimas e
tendo por guia a verdade.
3EWIMENTO DA MESA DO CONSULADO l'RO
>I*CIAI. EM O MEZ DE AGOSTO DE 186).
A .WBER
Paris 3 m/d, 25 53 /, a 25 57 i/2 por a?
34:899,5018 3 d/v, 25 M a 23 32 Marsclha 3 m/d, 23 52 '/, a 23 37
y,
por 5*
.. ve_ _
Assim, quando em publico, somos desmentidos,
do nosso dever provar o que aUssenibs' para que
se possa fazer-nos justica.
MasS.S. prefere ferir e oceultar-se T Faz bem
por ser indigno de abandonar o charco imtnuodo,
o pal medonho onde habita.
Sinto, porm, que tarde fosse conhecodor de que
os lobos, militas vezes, delaceram os cordeiros na
escuridao de seus escondrijos -, mas, preciso que
note, nao desejo conhec-lo, e mosmo com pezar
declaro, eslou arrependido de ler dado importancia
a quem rivalisa com esses vis e infames assassinos
da paz que deve reinar no seio das familias I
Entretanto, nao duvido que seja um A sua
imaginacao fecunda e a sua propria consciem ia
far-lhe-bao justica, dando-llie conhecer o cpHheto
que merece.
Quanto ao trecho que se refere a meu cunbado.
o tenente-coronel Imbuzeiro, cabe-me dizer-lhe:
s o silencio pode raanifestar-lhe o desprezo que
Ihe consagra, portanto a miaba resposta o mais
profundo silencio.
Em discussao leal saberei pezar as suas palavras
c repelli-las com energa-, mas, em quanto, con-
servndole as t re vas, disser asneiras, como cos-
tuma, responder-lhe-nei com as palavras do Martyr
do Calvario :Dos pobres de espirito o reino do
ccu.
Recife, 31 de agosto.
Floriano Jos de Miranda.
dent, e Dito 3 ton idem do algodo expor-
tenlioeni suas pequeuos proprodades, acompanha
nios a V. S. as eleicoes de dia 9 do correntc.
Sou de V. S. aniiC'O. obrigado e criadoAntonio
JniTiiriu Pires Falco.
Inojuca lo de agosto de 1863.
Illm. Sr.Faz-se preciso que V. S. responda-me
a V. S. Pode V. S. fazer desta resposta o uso que
Ihe convier.
Sou de V. S. amigo, obrigado c criadoManoel
Thi-ntonio Altes da Silru.
Villa de Nossa Senhora do O', 16 de agosto de
1863.
ao pe desta, se, com os sevs moradores, acompa- j Illm. Sr.Faz-se preciso que V. S. responda-me
Obou-me as eleicoes. que se procederam no dia 9 ao p desla, se com os seus moradores, acompa-
do corrate nesta freguezia. nhou-me as eleicoes, que se procederam no da 9
S ni de V. S. amigo, obrigado e criadoManotl do correntc. nesta' freguezia.
Sou de V. S. amigo, obrigado c criadoManad
los da Coala.
Ipojuca, 10 de agosto de 1863.
Illm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa.
Respondeudo a presente caria, direi que eu e os
moradores do nieti engenho S. Carlos acompanha-
mos c votamos de accordo coui V. S. na eleicao que
se procedeu no dia 9 de agosto.
De V. S. ainisro obligadoe criadoAntonio Emi-
Uo-Salles Abren.
S. Pedro, 17 de. agosto de 1863.
Illm. Sr. Joaquimda Silva Costa.-Faz-se preciso
Jos da Costa.
!H>jnca. 10 de agosto de 1863.
Illm. Sr. Manoel Jos da Costa.Respondo que
verdade o ter acompanhado (rom os moradores para
ditas eleicoes.
Sou de V. S. aMUiado muito obrigado e amigo
Mi'inri Tnicntiiio Pires F.
Agua-Fria, 11 de agosto de 1863.
Illm. Sr.Faz-se preciso que V. S. responda-me \
aoii desta. se.coin seus moradores, acompanhou-1
RM nas eleicoes. que se procederam no dia 9 do
eorrenle nesta freguezia.
Son ile V. S. amigo, obrigado e criadoManoel que V. S. me responda aop desta, se,com os seus
Jui'1 da Costa. moradores, me acompanhou nas eleicoes que se
Illm. Sr. coronel Manoel Jos da Costa. Res- procedern) no dia 9 do corrate.
poadendo o presado f.ivor de Y. S., lanho a dizer- Permitta-me fazer o uso de sua resposta que
Ihe que nao s o acompauliei na presente aljelo me convier.
como? meus moradore doeageoho Kernandes.; Sou com amizade de Y. S. amigo, obrigado e
como tambeio loiain comigo os moradores dos en- criadoManoel Jos'- da Cosa.
grullos dos meus amigos, cujos engentaos sao, S-1 Mercs 16 de agosto de 18G3.
Lir. (inaoe Jusaral; c como assim se passou fago Illm. Sr. Manoel Jos do Cosa.Em resposta ao
a prsenla declaracao. | que V' S. exige ein sua presada carta, tenho a
Lomrnio Hierra de Siqaeira Cawlcanti. responder-llie que os moradores dos meus enge-1
loojuca. 10 de agosto de 1863. nlios acouipanliaram V. S. na eleicao do dia 9 I
llitii. Sr.faz-se preciso que V. S. responda-me do correntc, e que eu tambem nao comparec por I
ao p desta. se, com os seus moradores, acompa- achar-me. incooimodado : o que se me olTerece a
hou-mc nas eleicoes que se procederam tno dia dizar a V. S., poudendo fazer o uso que Ihe con-
S> do correte nest freguezia. vier de miaba resposta. Estimo que gozo saiide e
Sou de V. S. amigo, obrigado c criado Manoel ludo que Ihe diz respeito.
Jos da Costa. Sou com amizade de Y. S. amigo, venerador e
Ipojuca. 10de agosto de 1853. obrigado loaqnint da Sdia Costa.
Wm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa. Em 16 de agosto de 1863.
Setiflfazeade a respeate da carta de Y. S. raspn-1 Illm. Sr.Faz-se preciso que Y. S. responda-me
do-llie que o acompanhei tanto cu como os meus mo- ao p desta, se com os seus moradores acompa-
rodares do eagenbo Caet da ininlia propiiodade nhou-me na eleicao que se procedeu no dia 9 do
correnle
Permitta-me fazer o uso da sua caria que me
convier.
Sou com amisade.
De V. S. amigo e obrigado
Sou de Y. S. amigo, obrigado e criadollernn-
mu Lamentlo de Canalho.
Sua Casa. 10 de agosto de 1863.
Illm. Sr.I'az-me preciso que V. S. responda-me criado.Manoel Jos da Costa.
ao p desta, se com os seus moradores me acompa- Mercs, 16 de agosto de 1863.
ton na eleicAo.que se procedeu no dia 9 do cor-: Illm. Sr. Manoel Jos da Costa.RcspouuVndo
rente nesta freguezia. I ao seu presado favor, tenho a dizer-lhe que nao so
Sou de V. S. amigo obrigado criado Manoel Jos acompanhei na eleicao que se proceder no da J
,t Qotta. do correntc, como tambem todos os meus inorado-
Ipojuca. 10 de agosto de 1863. I res.
Illm. Sr. Manoel Jos da Costa.Em resposta a E o que mecunipre dizer-lhe. podendo iazer Ue
arla que V. S. me dirigi com dala de honteui, minha resposta o uso que Ihe aprouver. j
digo que e ni.ijto ceno ler os meus moradores Com respeito assigno-me. De \. S. amigo mu-1
acompanhado V. S. na eleicao que no dia 9 do to obrigado criado.Fraivisco hns Paes Barreta.
correte mez se proceden nesta freguezia. Arendepe. 16 de agosto de 1863. ;
Sou de Y. S. amigo obrigado criado--Manoel da Illm. Sr.Faz-se preciso que \. S. responda-me j
osta Albuquerque/ ao p desta, se, com os seus moradores acompa-'
l-indobiiiha. 11 de agosto de 1863. nliou-me nas eleicoes que se procederam no da 9
lilm. Sr. -Faz-se preciso que V. S. responda-me do correntc nesta freguezia.
ao p desla.si' com os seus nioradores,acompaiihou-' Sou de Y. S. amigo obrigado criado. Manoel
me nas eleicoes que se procede-rain no da 9 do Jos da Costa.
correnle nesta freguezia. Ipojuca, 10 de agosto de 1803. .
Sou de Y S. amigo obrigado ccriadoAfanorf/o,; Illm Sr. Manoel Jos d:i Costa.Em resposta a
Cuixa FU al insta cidade do Londou k
Brazilian Bauk (Lioiiled.)
Inslruccoes regulamentares que o conselho di-
rector do London & Brasilian Bank (Limited), cs-
tabelecido em Londres e approvado pelo governo
brasileiro |K>r decreto n. 2,979 de 2 de outubro de
1862, transmittio aos agentes do mesmo Bank no
imperio do Brasil; as quaes tambem devem vigo-
rar para a dita caixa lilial, estabelecida nesta cida-
de cm virtude da autorisacao do governo imperial
por decreto n. 3,102 de 28 de maiodo correntc an-
no, e foi mandada declarar constituida pelo Exm.
Sr. presidente da provincia por oUlcio de 23 de ju-
lho prximo passado, enderezado ao Exm. Sr. pre-
sidente do merctissimo tribunal do coramcrcio, tu
do como se evide
sendo que, depois de p
lidades da le foram publicados os respectivos es
tatutos, carta da sua approvacao e a prcdila au-
torisacao c o mencionado ofllcio no Otoo de Per-
nambuco de 16 de junbo n. 13G, no n. 472 do Jor-
nal do Recife de 30 do passado, e em ultima data
nos ns. 175 e 176 de 3 e 4 do correntc, no mesmo
Jornal; bem como se effectuou o registro de taes
documentos no meritissim > tribunal do commercio
folhas 11 do 7o tomo do livro 3"de registros pbli-
cos, em data de 9 de julho.
A dita caixa lilial se acha estabelecida nesta ci-
dade, no largo do Corpo Santo n. 13. e dever co-
mecar as suas operaces boje primeiro de setem-
bro.
A gerencia das operaces est conliada aos abai-
xo assigiiado. ou a seus substitutos, obrando na
conformidade de mandatarios da directora do re-
ferido Bank em Londres, por esla devidamente au-
torisados.
Todos os actos, documentos e titules emanados
da gerencia serao sempre authenticados com as as-
signaturas dos abaixo assignados. ou dos seus subs-
titutos.
As operacies da caixa filial do London & Uia-i-
lian Bank (Limited) consisten) :
1." Moviniento de fundos com as precas estras-
geiras.
2." Descontos de letras de cambio e da Ierra, cu-
jo prazo nao exceda de 4 meses.
3." Reccbimento de dinheiro a prazo liso e em
conta correnle, mediante o juro que fr couvencio-
nado.
4. Emprstanos e crditos especiaes em Per-
nambuco e em Londres sobre caucio Idnea.
3." Emissao de crditos circuales sobre as pria-
ciuacs pracas da Europa.
6. Compra c venda de especies metlicas.
7." Compra c venda por conta allieia de toados
pblicos e outros ttulos do valores ; aceite e co-
branca de letras, recebimento e pagamento de ju-
ros e dividendos, o remossa das sommas realjsadas^J
a condicocs razoaveis.
Pernambueo, 4 de agosto de 18b3. P. C. Van
Misten (manager). =Por WUliam J. Hhjnw llar-
nes.
Diio de 7 01o do mel.......
Dito de 8 por erlo de couros
seceos, verdea e espichadas...
dem idera de 5 dem dos mais
gneros exportados.......
3Jfl ubr--,r4ionaxnoiad.> .
2J lo 0) c.Misum., d'agiiardenle .
Dcima dos predios urbanos .
*0J rs. por meia siza de es-
cravos.............
Sello de berancase legados.! .' '.
Olio Jt 4 0t sobre os premio.
tnaioroa da loteras ..........
10 por cento de novos e velhos di-
retos dos empregados provin-
ciaes...............
lujoso, de4 por emola sobre di-
eriu8 P9ibe|ciiLeios fra
ci lade......................
8 0,0 *nt>r ciinsultonm mdicos
e esr.ri(ito>rio4..............
Imposto da 12 pr c-nio obre
dierana paiaM>UKmeot0S .
Dtio de 2 010 sobre nsn.ss cii-
mes.........
Emolumeuios de poliria.....
5 0,0 sobre ,- reffltai dos beoa de
r>iz das corporii.oes de mao
mor a............
laiputto sobre ramee, omuibus,
rarra;a< e vehculo*........
10 tor rento so'j e o planto do
rlHTi.
dem sobre chapeos estrangeiros .
dem sobre compaahias e agencias.
Mullas por uiiraceies.....
Cusas.............
Genova 3 m/d, 25 60 a 2o 63 por
Trieste 3 m/d, 11 50 a 11 60 por S
Yinna 3 m/d, 11 50 a 11 60 por Sf
9 608*033 Madrid 3 m/d: 49 a 48 V peso
J.OWMW..J Ctk 3 ^ w a w/p^>
127*840 Metaes preeioses.
Ouro, em barra, de lei 77 s. d. ,por onca de peso.
2:8144274 Moedas brasileiras novas 77 s. 7 d. idem.
' 1945810 Oncas hcspanholas 76 s. 6 d. a 77 s. Od. idem
> patrias 73 s. 10 d. dem
1 139-5212 I>rata em barra, de lei 5 s. I d. a 5 s. 1 '/ d. idem.
Patacas mexicanas 5 s. 2 3/ d. idem
6795138 Columnares, (trolas 5 s. 4 d. a 5 s. 5 d.
1:890000 Crusados novos 4 s. 11 '/zd. idem
1:3465080 ''vas ^e^ francos 4 s. 11'/ d. a 4_s. 11 '/id-
7 3165938 Gneros de importaco.
Algodao de Pernambueo, 19 d. a 22 'A d. por Ib.
29335433 ^ Maranhiio. roda, 20 d. a 24 */2 por Ib.
1-3865090 maquina, 21 d. a 23 d. Ib.
da Babia, 20 /, d. a 22 d. por Ib.
7805000 Assucar do Brasil, brauco, 20 s. 0 d. a 26 s. 0 d.
I por 112 Ib.
' Captivo de direilos. maseavado, 16 s, 0 d. a 21 s. 0
3435805 d- Por "2 Ib.
i Arroz do Brasil, 10 s. 0 d. a 21 s. 0 d. por 112 Ib
Nao ha.
4765000 da India, 7 s. 0 d. a 15 s. 6 d. por 112 Ib.
de Java, 10 s. 0 d. a 21 s. 0 d. por 112 Ib.
2045009 Cafe 'o Rio, 62 s. Od. a 72 s. 6 d. por 112 Ib.
lavado. 72 s. 0 d. a 83 s. 0 d. por 112
1:9285592 "' nominal.
Cacao do Para, 56 s. 0 d. a 58 s. 0 d. por 112 Ib.
95300 nominal.
65600 1(,l'ni da Babia, 46 s. 0 d. a 48 s. 0 d. por 112 Ib.
nominal.
; Tapioca do Rio. 1 */ 'I. a 5 d. por Ib.
3045200 d Pa,a I '/i d. a 1'/ por Ib. idem.
i Couros do Brasil :
1605000 Seceos salgados, de 24 a 36 lbs., 3 '/j d. a 6 d. por
Ib. frouxo.
Seceos, de 8 a 22 lbs., 5 l/, d. a 6 por Ib. frouxo.
Verdes, de 38 a 54 lbs., 4 d. a 4 d. por Ib. idem.
Do Rio de Janeiro :
Cambios. -
consta ter-se
V* d. Os cambios sobre f*iiiipf
Sobre o Rio e
n
ii*
frouxos. especialmente sobre o
de Lisboa a 51'/,d. a 52 V*4e o Pers',!
Metaos preciosas.Na prau ni barra kwn* senas
algum movimentn, devido mainr trocara pan
Oriente. Em patacas mexicanas kestve
gocio.
P. S. -Algodao.O mercado i
Je mais firme, mas no do Brasil sao
cao. As vendas inonlain a 70001
bO saccas de Pernambueo de 19 /i i. a d, W
ceas de Macci de X d. iM d, e l~~
do Maranhao a 21 '/ d.
M8VIMENT0 DO POBTO.
Marios entrado m> im 31
Rio-Grande do Sui20 dia> pauebo
Jess, de 170 toneladas, capito Joan i___
Res, equipagem II, carga 8,100 arroba r
ne; Ikirtholomeu lurenru.
Rio de Janeiro19 das brigu nacioeal i
NI. de 230 loiii-lada-j.eapilio Jos.'- Wianl >
na. equipagem II, carga 8,000 arrobas A
e outros gneros; Palmeira t IHira.
Rio-Grande do Sn\ -20 dias palai-hu miinaal kVr
sitense, de 193 lonekis, capi.o Anlotao *~-
Marques, de Mello, e arrobas de carne: a Amoriin Irntos.
Nuci saltillo no mesmo din.
Portos do norteYapur nacional fjuznro m> Sal.
comniaudante o capitao de mar e guerra G. Man
cebo.
EDITAES.
1805000
I005000
6005000
112-5379
144587 i
O Illm. Sr. inspector da tln-xMraria provn
cial, cm cumprimento da resoiurau da jasa a
fazenda. manda fazer publico, qu a am saatsc*"
doM-oiicertos da cadeia da villa de Sertbaaas fct
transferida para odia 10de seteiubro|
douro.
va
Mesa do
de 1863.
34:8995618
consulado provincial 31 de agosto
O escriptnrario,
Luiz de Azcvedo Sou/.a.
E para constar se mandn publicar o
\ erdes, de 48 a /2 lbs.. J */ d. a 4 d. por Ib. dem. j,e|0 jornal.
Do Rio Grande : SeeraUria da thesouraria provincial de bJHMsa
\ erdes, de 6o a /O lbs.. S d. por Ib. dem. boeo, 29 de agosto de M6&O secretan.i
Hatuburjp), S de agosto de 1863.
Bolelim commerciul.
slMaeaa^JTSS^ Hambur8 l,o fir,eu
se evidencia do edital abaixo transcripto; SSSL2m!5 darantc (,umzena l)ass*da ; as
e,dej s de preenchidas todas as forma- lsra^oes lunitaram-se ao suppnmento do con-
Caf.Em fins de julho houve maior animacao
no mercado de caf, vendendo-sc cerca 40 mil sac-
ees, e.subindoos procos das nualidades ordinarias '
Vs-Vs schillings.
As ultimas noticias do Rio at 8 de julho vieiam
confirmar obom elTeitodas novidades do paquete
de Bordeaux, mas apezar disso a animacao j di-
minuto um pouco uestes ltimos dias.
Parece que o interior nao quur consentir na pe- ;
quena elevacao dos precos ao mesmo lempo que
os mercados da Ilolland coutinuain desanimados.
Colamos o caf regular ordinario do Rio : 7 '/'
3/ schillings.
Importaco do caf de Janeiro at fins de julho :
186:1 50 milhSesde libras
18I2 75 /io
'
caria de V. S. cima, eumpre-me responder-lhe
que nao s eu como os moradores dos meus nge-
nhos Sibir e Algrele, vola ni os com Y. S. na elei-
da Gotta.
Ipojuca. 10 de agosto de 1863.
Illm. Sr. commendador Manoel Jos da Cosa. ,
Hespoiulendo a carta cima de V. S., tenho a dizer cao que se procedeu no da 9 do correntc nesta
<|iie en e lodos os moradores de nosso engenho S. freguezia ; podendo Y. S. fazer o uso que Ihe ron-
Lourcnco aeompanheinos V. S. nas eleicoes que se ver desla minha resposta.
procederam no dia 9 do crrente. Sou de Y. S. patricio amigo obrigado. Jos
Oe V. S. amigo obrigadissiino criado. JMo Ma- Francisco Alces Lins.
noel Pereira de Abren. Ipojuca. 14 de agosto de 1863. .....
Ipojuca, 10 de agosto de 1863. Illm. e Rvm. Fr. Jos de Santa Leocadia da Motta.
lilm. Sr.Faz-se preciso que Y. S. responda-me A bem da verdade rogo V. Rvtna.. me declare
ao p desla, se com os seus moradores, acompanhou- abaixo desta se o primeiro juiz de paz Joaquim Ma-
me nas eleicoes. que se procederam no dia 9 do noel da Costa, foi visto por V. Rvma. nessa povoa-
eorrente nesta freguezia. cao no da 9 do corrente, a que horas, e em que
Sou de V. S. amigo obrigado criadoManoel Jos lugar, e em que lugar Ihe consta ter elle procei-
d,, cosa. d> a eleicao de eleitores que teve lugar no da 9
Ipojuca. 10 de agosto de 1863. do coireile, perniittiudo-me Y. Rvma.quceu possa
, m, fazer de sua resposta o uso que me convier.
Illm. Sr. commenJador Manoel Jos da Costa. U(, v |{v||ia am Vneiador criado.Manoel
Respondeudo a presente caria de \ S., direi que Jo$ da Co$ta
eu e meus morador.- aoorapanhemos al. 8. nas Me|.c.t:; n ,ie agosl0 dL. 1863.
eleicoes que se procedern, na povoacao de l|iojuca: I|lm Sr comu,nt|ajor Manoel Jos da Costa.
no dia 9 de agosto, e votemos com V. 8. Eui resp0l;i a sua ca,|a tenho a alrinar-lhc (|ue
Sou de Y. S. amigo obrigadoe criado/ufo te- dia do coiri.mc aprcseiitou-se o Sr. Joaquim
linpe de Salles Alireu.
S. Pedro, II de agosto de 1863.
Illm. Sr.Venbo rogar a V. S. o favor de
res
Manoel da Costa, primeiro juiz de paz, em o nosso
convento, onde peruoitou. e no dia 9 pela manhaa,
as 6 horas, vi-o passar para a matriz com os cle-
do corrente mez; outrosim. perinittindo-nie que ia- precejemin licenca do respectivo prelado, proce-
ca o uso que me convier de sua resposta. deu a eicca0 na jgreja do referido convento. Y. S.
De V. S. amigo, obrigado e criadoManoel Jos ^^ fazcr us0 ,i,;Suicomo bem Ihe aprouver.
da Costa. Sou com respeito de V. S. capellao e obrigadis-
Mercz, 17 de agosto do 1863. simo servo.Fr. Jos de Santa Leocadia da Molla.
Illm. Sr. commendador Manoel Jos da Costa, pojm-a 13 de agosto de 1863.
Respondendo a carta cima, que V. S. mo dirige, ] j||m e j{vin Fr Antonio dd Santa Rosa.A
digo que lodos os moradores deste engenho, per- faem da verdade rogo a y. Rvm. me declare abaixo
tencente a freguezia de Ipojuca, em numero de 95 desta. M 0 prmero uz dc .)az Joaquim Manoel
votantes, foram no dia 9 do corrente a povoacao de ^ Co.U) m,,^ ic,tores e supplentes, chegarain
Ipojuca votarem, de sua hvre e expontanea yonta- nessa povoacao uo ,ia g 0 corrente urde ; se
de, em V. S., e nos deinais a quem V. b. quizesse, pernoilaram n0 convento de que V. Rvma. digno
sendo isso por aneicao que \. S. a elles merece. ardiao ;so as 6 horas da manhia seguiram elles
Podendo fazer o uso de minha resposta que Ihe con- j^ a ^^ mMa se depois de i0 |,oras vo|,a.
vier. ... ..i- ram elles para o convento ; e se procedeu o pri-
Sou de V.S. aoilgo. obrigrdo cnado-JW//io |neiro ^^ paz a ^^ nesse convento, per-
Pires Ficao. miujnuo.me V. Rvma. que eu faca de sua resposta
Massaagana, 18 de agosto de 1863. o uso que me convier.
Illm. Sr. -aca-me favor de declarar ao pe destt, De A Rvma amig0 obrigi,do criado.-lfem/
com quem votaram os moradores dos engentaos de ^ ^t *
V. S., Trapiche e Californu^ perm. tmdo-me fazer 1*^^ 14 de agoslo de 1863.
o uso de sua resposta que me convier. f Co^.-Paiso a respon-
Sou c, estima e ade deJV; S. amigo, obn-, ^. y g u, no m do corrente as 6 lloras
gadoe criadoManoel Jos daLosiu. | a tarde, aqu chegaram o primeiro iuiz de paz
Scjuca, 10 dc agosto de b. n ^ ^ o Illm. Sr. Joaquim Manoel da Costa, diversos elei-
lm. Sr. Manoel Jos da.GU.-Respon*dOft ^ u |cDteei (1S (,uaes pernoilaram .nesto
presento cima, digo iiue nao sendo freguez esta
freguezia, porm aqui eslando, mandei reunir os
iBiadores deslas duas minhas propriedados, ira- ^
piche e California, este com o consent ulmo uo ^^ presjdida ^[o prn,r0 juu de paz o Illm.
rendeiro o Si-. Gervasio-Jos da Costa, e uaqui sa- gf joa,jUnn Manoel da Costa, na qual houve toda
biram munidos com suas competentes listas, e sen- ca|ma e prudencia; isso afflmo em f de sacerdote.
para este obstar que os ditos votantes avistabas )}W (/(. ((n^rt flMn ^/,0,w gUardio.
Jjayonelas nao se atcuiorisassem e cedessom as /Kstavain rcconUecidos.)
suas lisias por nutras, e numdassem entregar em j _________
outra mesa e nao a que fosse presidida pelo Sr. j "
juiz (le |iaz Joaquim jlanoel da Costa, podendo V. I c01'ro>jMllldClltP UO JOi'JUtl L' IiaceO.
S. fatur o uso.desta miuha resposta como bem II)
convier, opportunidade para reiterar V. S. a minua e
alu consideracao.
Sou de V. S. amigo, obrigado o criado SMftlM
Manoel do Reg Brrelo.
., convento, e justamente as 6 horas da manhaa se
porm aqu eslando, nB2.ro"nL?s guiram para a matriz, voltando elles as 10 horas,
Oidores deslas duas minhas proprn.aau u5, i ia- I(,so|vidos., fawrem a oleicao na igreja deste con-
IjMIsnanv pbrases.
u-sc o qaeeu esperava..... A entidade
rreve paro celebrrimo Jmmai de Mae$U,
ndo dignidade, propfia nem mrito pessoal,
A sade depende principa'uientA d< es-
luio do e loiii-ju.o, do iiguiio e d -sin-
testinos.
Yigorise-se.o orgaos digestivos, regularise-sc a
accao do ligado, restabeleca-se a actividade natu-
ral* dos orgaos sccretlvos medante o uso das PI-
LULAS VEGETAES ASSUCARADAS de Keuip, e a
dyspepsia, a conslipacao, a fiaclulencia e as caim-
bras doventre desapiaiecerao como por um en-
canto.
Nao podem existir estas enl'ermidades sem que
este saudavel aperitivo conserve o vigor c regulan-
dade das func<;oes iutestinaes
As pilulas de Kemp sao suininaniente agradaveis
c absolutamente isentas de toda a especie de subs-
tancias inineraes e adequadamente reguladas, es-
pecialmente para as molestias peculiares do bello
sexo.
Achar-se-hao venda em todas as boticas e lojas
de drogas do imperio do Brasil.
COMMERCIO.
AI laudes;i
Rendimcnto do da 1 a 29. 419:2615602
dem do da 31........ 5:7495470
423:0115072
Hovimento da alfandega.
Volumes entrados com fazendas
com gneros 467
-----467
Volumes sabidos com fazendas 68
com genero:- 405
-----473
Descarregam no dia 1 de setembro
Patacho dinamarquez Johnnnnmercadorias.
Barca iwrtuguezaBella Fiijiieirense=iA6m.
ItecebcdorJa de rendas internas
geraes de Pernambueo.
Rendimenlo do dia la 29. > 34:0305839
dem do dia 31......... 4:517*945
38:5685784
RENOIMENTO I)A RECEBEDORIA DK RENDAS
INTERNAS GKRAES OE PEnNAMBUCO DO
MEZ DE AGOSTO, A SABER :
Premio de depsitos pblicos.... 1055700
Poros de terrenos de mancha .. 245443
Laudemios....................... 805825
Siza dos bens de ra/.............. 13:8665747
Decima addirional das corpora-
ces de maooiorta............. 825710
Direilos novos e veihoe e de
himcellarn.................... 8145646
Ditos de patentes dosemeiaes da
Kua rda nacional................ 1085000
Quima de chancellara........... 4335093
Molla por infraeces do regula-
mento......................... 2895838
Sello do papel lixo........,....... 3:7005460
t)il<> lo |oo|)orcu>nal............. 5:0285882
Premios dos depsitos pblicos.. 735118
E-i.olumento8................ 2935700
Imposto sobre lojas e casas de
descontos........... 10:5#*10
ito sobre cnsasde movis, tu-
pas, etc. fabricados em paiz es-
trangeiro............ 8805000
Taxa de escravos......... 2125000
Cobranca da divida activa .... 2:3575390
tiidomnisaccs.......... 4845920
38:5685784
Reeebedoria oe Pernambueo 31 de agosto
de 1883
O escrivao,
onol Antonio Simes do imarel.
de 44 a 30 Ib.-., 4 >/i I- a 5 d. por Ib.
idein.
Seceos, de 28 a 34 lbs.. 8 '/, d. a 9 d. por Ib.
I de 20 a 24 lbs.. 7 '/2 d. a 8 '/2 d. i>or Ib.
i Chifles de 9 a 16 oncas. 10 s. 0 d. a 15 s. 0 d. por
123 firme."
. de 22 a 24 oncas. 38 s. 0 d. a 42 s. O d. por
123
l'rzclla Angola, siqieror e limpa. SB 37 s. 0 d. a
38 s. 0 d. tonelada nominal.
Inferior, tf 23 s. 0 d. a 28 s. 0 d.
poc tonelada nominal.
. Azeite de Portugal, doce, X 54 s. 0 d. a 0 H s.
/ 0 (1. por 252 i;>. frouxo
de Palma, superior, S 36 s. 0 d. |ior tonela-
da frouxo.
de Coco, Cocbin, S? 48 s. 0 d. por tonelada
frouxo.
- dc Coco. Celao. S 46 s. 10 d. 47. s. 0 d. jior
tonelada frouxo.
Ipecacuanba. lis. Id. a fi #. 8 d. por ID.
Jacaranda do Rio. ,' 10 a 16 por tonelada no-
minal,
da Babia. S 9 a S 13 por tonelada no-
minal. I Impost d
Mai lint de Angelado 70 lbs. para cima, 32 s. 0 I |,|,,lllde
1831 57 i'/z
1860 53 '/,
1859 46 '/:
Em ser ('in fins de julho :
1863 15 mMioes de libras
1862 17
1861 22
1860 13
1859 13
Assucar.At las de julho o mercado conser-
vou-se muito frouxo ; iil'iinanienle houve alguma
procara em oonsetpaneJa de avisos mvoreveti da
Inglaterra ; os preces entretanto nao sollreram al-
leraeio. De assucar brasileiro venderam-se 1,800
saceos e 140 caixas da Babia, da qualidade mas-
ca vo.
Importaco do assucar de Janeiro at lins dc
julho :
inilboes de libras
>
1063 47
1862 38
1K1 411
1860 24
1859 26
V*
Km ser em flus de julho :
1863 15 mimos de
1862 u
1861 13 /
l/.
libras
"se SKmK S "os precos. a,,ual desde e,.tao se tem sustenta- deslc municipio, que o E
) st rcaiisaiam z.ju nanas ue do com solfnvel lunieza, bem que as partidas em i ,.._:_:, J Aa
de segunda qualidade a 5 / ser sejam por enguanto pouco procuradas, nao Pim,nC,a' P'!r "*" de
1860 9
1859 7
Tabaco.O tabaco brasileiro nao foi muito pro-
curado, c alem da carga muito mal assortida do
navio Renowa. de 1.230 bailas que se venderam
precos reduzidos, so
tabaco nagarello de
schillings.
O deposito de tabaco da vcllia e da nova rol licita
do Brasil de cerca 6,700 bailas.
Km leilio venderam-se 12 bailas da Babia, ave-
riadas 2 'i/u 5 V schillings.
Conros.Sem alteracao at lins de julho, achan-
do-se de entao esta parte em melhor aceitacao.
Venderam-se 1,700 couros do Rio Grande, 2,500
ditos da Babia, 2,100 do Cear, 1,009 de Macei. e
885 de Maroini.
d. a37s. Od. por 112 Ib.
de 40 a 63 lbs.. 30 s. 0 d. a Si 36 s. 0 d.
por 112 Ib.
- de 20 a 33 lbs., 25 s.' 0 d. a 33 s. 0 d.
por 112 Ib.
Es.ravelho, S 14 s. 0 d.a 32 s. O d. por
1121b.
da Costa Occidental de 70 lbs. para cima.
S 30 s. 0 d. a 35 s. 0 d. por 112 Ib.
de 40 a 61 lbs.. 29 s. O d. a 83 s. 0 d.
por 1121b.
de 20 i 38 lbs., S 25 s. 0 d. a 32 s. 0 d.
por 112 1b.
Eseravelbo. 12 s. 0 d. a C 31 s. 0 d. por
112 1b.
Cera amarella. Cambia, S 8 s. 0 d. a 8 s. 15 d.
por 112 Ib.
Em conlnuacao da nossa revista de 23 do passa-
do temos i notar o seguate :
Mercado monetario. Nao houve mudanca no
descont do banco de Inglaterra, que contina a 4
tior cento : a taxa que regula fra daquelle estabe-
L'ciinento de 3 "/s por Cento.
Algodao.Conlinuou por alguns dias a maior
firmeza mencionada na nossa ultima revista, mas
depois o mercado tornou a afrouxar cm vista do
aspecto ameaeador da poltica Europea e da incer-
teza quanto ao" resultado da guerra na America do
Norte. As entradas avultadas tambem contribui-
r m para enfreiar a procara. As vendas no decur-
=o desta revista soben) a ninas 76,000 saccas.
Assucar. Pouco depois da nossa ultima revista
os compradores apresentarani-sc novamonte no
mercado, e operaran) com alguma' franqueza, tor-
nando-se o morcado mais firme, com ligeira melho-
Ferreira d'Annunciacao.
A cmara municipal dota rkladV tac fea*
co para conbecimeiiio de seus inunicip-. e**er
(alenle docori* eleitoral, liaver o Exea, peaei
denle d;i prormci.i Ihe rommnnirado por aaaa
de 18 do correnle. que em virtud*- do \ \.' art 24
da b'i de 12 de aiasto de 18;i4, ronvurra
taria de igual dala a nova assembla
provincial para a prxima legislatura qoe tsaiV
funcrionar nos anuos g> inr>'* |si-,:. drsipatea
o dia 15 de novt'inbio viiiilouro para n*-lfc- m eeii
ceder a eleicao dos meinbro-- d.i nx'Miia aawm
bla ; ib-vendo o I.' ilistricto dar aaaa iiii'*abn>>
da assembla legislativa previadal. conforntr el
poe o arl. 2.* do decreto n. 20-33 do !. eV atina
bro de 1860.
Paco da cmara municipal do Recife cm se*
de 24 de agosto de 1803.Ib^Joltilio Ji.> lana
de Almeida, pro-presidente. Kranrisco Cea*i*
da Boaviagein. seeietario.
Perante a cmara uuiiiicip;rl di'-ta catatV e.>.
tarao em praea nos das :il do < om-nte, 3 e S &>
setembro prximo vindonni alui (!> seiva
matadas as sepuioli's rendas inino-ipaM
alrieoes................ laV
8lt rs. por carga di- fariulw... zt>t5
constando-nos transaccao alguma no do Brasil.
As cargas do maseavado de Havana e Cuba fo-
ram bastante procuradas, c fez-se muito negocio,
principalmente para o Reino Unido, por precos
mais favoraveis, ellectuando-se com ludo algunas
: vendas para o Continente. Para as cargas do Bra-
sil houve alguma procura, mas apenas nos consta
a venda pelo Seth. constando de 4.750 saceos do
man) avado da Baiiia a 18/3 para o Reino Unido, pe-
Os couros do Rio Grande valem sos da descarga, e nao podemos alterar as nossas
4 '/,-8 schillings, c os de dilTereiin-s oulras pro-. colaces. que Ocam como segu:
eedencias brasileras 5 >/-.-G % schillings. ,.ara 0 Continente.
Algodao. -Apezar das noticias mais favoraveis De Pernambueo, branco, 24/0 a 25/0.
de Liverpool o negocio loi tranquillo, sendo a esco
Iba limitada, c faltando ordens do ulterior. Ven-
deram-se apenas 16 fardes de algodao de Pernam-
bueo a 22 schillings, c 8 ditos do Cear a 24 schil-
lings.
Importaco at t em 1863 48,:;o,t fardos
lim de julho ( 1862 25,200
Km ser em lim de I 1863 2.300
jUlb.0 ( 1862
Dito, maseavado, 17/0 a 18/6.
Da Baha, branco, 23/5a 25/0.
Da dita, maseavado, 16/6 a 19/6.
Para o Mediterrneo.
De Pernambueo, branco, 2i/0 a 26/0.
De dito, maseavado, 17/0 a 19/0.
Da Babia, branco, 23/6 a 25/0.
Da dita, maseavado, 16/6 a 19/6.
Venderam-se cm Liverpool cm deposito 7,100
Cacao.Muito frouxo, com supprmcntos consi- saceos do Brasil, incluindo Pernambueo, mediano
deraveis. a 18/4,4', Bahia mediano a 18/6 o Maranhao bom
Jacaranda. Venderam-se ltimamente cerca 400 de 19'6 a 20/0. Venderam-se tambem cinco cargas
mil libras ; o deposito de cerca 1 milho de li-, como segu :
bras ; a falla de Jacaranda de qualidade fina faz-se
ainda sentir.
Cambios.
Sobre Londres, 3 meces data, 13 mareos 3 Vi
sen. banco por.
prazo certo, 13 marcos 5 sen. ban-
co por S.
SobreParis, 3 inezes dala, 191 '/j francos por
100 marcos banco.
prazo cerlo. 189 '/ .
SobreLisboa, 3 mezes data, 46 '/* schillings
por un mil ris.
Descont 3,3 */* %.
PRECOS CORRENTKS.
Lomlres, 8 de agosto.
Fundos inglezes.
Do banco, 237 a 239 por S 100
Consolidados 3 >/, 92 Vi a 98 V. por S 100
Reduzidos 3 %, 93 a 93 /* por S 100
Novos 3 /o-93 V a 93'/* por 5 100 1
Exchequer bilis, narco, 2s. prm. por S luo
junbo. 2s. prm. por S 160
Fundos estraugeirus.
Belgas 4 /z %. ^ 10Q por a* 100
Brasiieiros 5 /o, 101 a03 por S 100.
4 /z /o, '/i 93 Vi por S 100
Confederados 24 22 des.
Egypcios 7 o/o, 103 a 104.por fi 100
Grgos 3* V 33 Vj por 100
Hespaalwes 3 / 53 Vi a 54 V* Ir &
dlfcridos 3 f, 47 /* a 48 /, por S 100
divida interna 3 /, 51 Vz a 52 por fi
100
Hollandczes 4 o/o- 102 a 103 ]>or S 100
2Vz%,6iV a 65 V, por S 100
Italianos 5 /o- 70 V* a W V* P>r S 100
Mexicanos 3 /o- 38 '/ a 38 '/a por S 100
Peruanos 4 l/2 %,
Porluguezes, 1833. 3 o/o, 48 a 48 '/j |r S 100
Luhi Sale, de Pcrnamlmco, a 18/3.
Nancu Rila/, da Baliia, a 18/9.
Nneid, da Babia, a 19/0.
IajoIc Oul, da Babia, a 19/6.
Donna Amelia, da Bahia, a 18/0.
Caf.-Nas qualidades das possessoes inglezas,
; houve algum movimento, com alguma subida nos
oreos : houve tambem melhor procura para as do
Brasil em ser, vendendo-se uns 800 saceos por pre-
cos mais firmes, regulando 68/6 a 73/6 por bom or-
dinario at o ordinario superfino. Houve procura
mais geral para as cargas no mar por presos pro-
gressivos, e em presnos das ultimas noticias do
Rio, que dao a existencia diminuta o poucos em-
barques, estabelecem as ultimas transaccoes urna
subida de 2/0 a 3/0 por 112 Ib. sobre as vendas
mais baixas feitas cm principio do mez. As car-
gas cuja venda constou desde a nossa ultima sao de frente. 17112 palmos de vao e 5t
como segu: I ment, sendo o soto lavado, rozinba
Neckrosen 2,650 saceos do Rio, Good First a 68/6' quintal, em eaao proprio, avahado em *5fffaV e
para o Continente. vai praca a requerimento de Cialherme Aupau
Emma 3,589 saceos do Rio, Good Channel a 67/0 Rodrigues Selle, como administrador dos kca *>
Alimuel il.i casa da rnf. da Florentina.
Os preicndenles a taes arrematanM^ nao eedr-
ro nellas licitar-sem que api"nteui fiadores ha-
bilitados na forma da lei.
Paco da cmara municipal do Rerife ma 'ii-^sie
de 24 de agosto de 1863. Ro>lolpho Joo Barati
de Almeida, pro-presidente. Francisco Canuto ia
l'eiaviagein. secretario.
Por ordem do Dr. juiz especial do pimimy
e a requerimento dos curadores li-caesnVou Irn
ferida para o dia 1- de setembro prximo futura,
a rennio dos rredores da massa fallida de Anw-
rim Fragoso Santos Ir C, afim de se proredi-r a
verilleaco de crditos, raasrato de oaiao o
me.aco de administradores a dita massa, perlsaa
sao pelo presente convocados ditos rredores asea
comparecerem no indicado dia as II kara daa*a-
DJiaa, na sala dos auditorios como ja W nVrhraaa
aoVerederes-i'Q'sentes na rennio de boj-.
Ib'cifc 29 de agosto i t4MtV 0 esrrivaV. inte
rno do commircio. A lolplm Liberato VWetra de
Oliveira.
Pela inspectora di alfandega se bz pafchca
que no dia 31 do correntc depois dn meio dia a
imrla da mesnia.seio vendidas em leilo 10rai\a>
da marca JAC. com relilas vindas de l.ijfraw pela
lirigiie portugiiez Delta Figueimte, a*a**a*B) ea
800 rs. cada caivi. abamlon das m paramen*) e>
direilos por Estevo da Cimba Medeiro>.
Alfandega de Pein.uubiico 29 de agoslo de 18 l
O 4" cscriplurario. Joao Antonio da Silva r>-
reira.
A omn nsonicipil deala cidade. faz pu-
"ico para conliciiineiild-du corpo ele;
F.xm. prr-sidesile da
18 ilo correal*.
Ilie communicara liaver designado a ig:
matriz da freguezia de Sanio Antonio. [n >
nella se reimitem no dia 8 de seteni!.
prximo rindouro, o oollegio eleitoral, a im
(le proceder eleicao dM taafMsnteflBIoa.
que tem de dar o dis'.ricto. a que elle per-
lence.
Paco da cmara municipal do Hecife em
scssde 24 de agosta de MH,
Rodolpho Jik'ik Barata de Muh-I-i
Pr-presidenle.
Francisco ('.anulo iln toa-tii
Secretario.
DECLAR1C0ES.
Manta Casa de Miscricorelia tt
Ilcclfc.
A illustrissima junta aJininistraliva da Seau
Casa de Misericordia do Recife maiula taajl
blico que no l."deseenibro prximo futuro ea
tram de nicz os MDOores mordoiuoi : Bario 4o
Livramcnto uo collegio de orpliaas e katftUl ck -
lasaros, e tonenle-corouel Antonio Carlos aVFi*aV>
Borges no collegio dos arpeaos e casa dos tip*
tos, continuando no hospiUl Podre II o Sr. murd,
mo Dr. Manee! Fe reir da Silva.
Secretaria da Santo Casa de MiserWoraeaV-
cife 29 de agosto de 1863.
O escrivao,
A F. Caadccnle Unjan*
Arrematar*.
No dia 2 de setembro linda a audiencia a tr
Dr. juiz municipal da 2* vara, escrivae Alba y d-
ser vendido em hasta publica, a queta seis *W.
um sobrado de um andar e sotao na ron Kreitv
freguezia de Santo Antonio n. 13, mil jaaell.
para o Continente.
Annie Scott 3,420 saceos do Rio, Good First e
Superior a 70/3 para Stockolmo.
seu casal.
Pela provedoria de capellas e matees se bz
f ubi ico que tendo sido apprehendido ees asa sido
Teutoniu 2,800 saceos do Rio, Good Fust a 69/6 no lugar do Arraial um cavado de cor
Dos 18tW 1862, 3 %, 47 /) a 48 '/4 por S
Russos 5 %, 94 a 9fi por K 100
novos 5 /, 92 Vi a 93 por ai 100
Vi %- 8 a 90 por S 100
3 e/ 57 yt a 58 '/a lr S 100
Sardos 6 >/, 89 "/* a 90 '/i Pr S 100
Turcos, 1854 6 / 92 a 93 por St 460
. 1858 6 o/o, 70 'A a 71/ por S 100
. 162 6 o/0 67 'A a 67 / por 100
. Internos, 48 a 48 '/i por S6 100
. 1863 cautellas, 5 Vz a 4 Vides, exdiv.
Venezuelanps, 55 /, a 56 Vi por 10
Canibios.
Lisboa 3 m/d, 521/4 a 52 'Apor
Pono 3 m/d, 51V por*
para o Continente.
Monitor 2,500 saceos no Rio, Good Channel a 68/6
pouco mais ou menos, para o Continente, todas se-
guras livre de avaria particular.
Em vista deslas vendas as cargas do Rio. Good
First, podem agora cotar-se de 69/0 a 70/0.
A coinpanhia hollanduza tem anuunciado 413,000
saceos para serem vendidos em leilo em 9 de se-
tembro.
Em Liverpool venderam-se em deposito 150 sac-
eos do Ro e da Bahia de 69/0 a 72/0.
Cacao.(kmtinuou a memora nas qualidades das
possessoes inglezas, se bem que o mercado uestes
dias passados tem estado menos animado ; o do
e oulro.como furtado. de cor meo sajo,
prebndalos pelo suboN-legado-da fregaassadorare
da Panella, cujos cavados tem de seren arretaa-
tados cont bens da evento.lindos os tres dhe, casa
nao appareea quem justifique serem as ravalV>-
seus.O solicitador do juiao,
Domiagt Jas
OKHKHH.KRAI.
Relaca das carias sejprae
vapor Tocanlins., t das e
nistraco do rorrrie. desta
res abaixo declarados.
nasal bH
10O Brasil porm foi desattoudtdo c nao nos constam ..nna Francisca de Paula Itotetaa.
vendas ; as cotacues por tanto sao em parte no-1 Dr. Ayres de Aibaquerque tieaaa.
mnaes. Em Liverpool nao constara vendas. Baro de Gurannos.
Jacaranda. Nao houve entradas nem vendas. O Cantillo Pinto de Liemos,
mercado contina frouxo. Existencia 3,4Di cou- Juamum Antonio de Faria Barbeta.
cociras do Rio e 4,902 couepeiras da Baliia. I JaTarhini Gilscno de Mesquita.
Pao-Brasil. Empalado.. j Vigario Joao. Baptista Soares.
Couros.-No decursodo mez passado fez-se bastan- Jos Pereira, ea Cunta A F
te negocio em couros salgados, mas principalmente Joao M. Isenriques de Si
em couros de Austria. A pparecou alguma procura Luisa Francisca doei ^
para cargas no mar, para exportar, a qual de es- Dr. Uuz Avres do
perar continu., para assim ebsur baixa que de Histuel da Silvsl %-
outro modo tem de haver, se a satid4 a aat-aos Harcolino de Mor-
frandes supprimentos em viagemaeaeador eeon- llaaoel Jjin*^,
umodeslepaiz. | Manoel Francisco 1
Moara Jmniiiirsai
xa*
/
i

---------------


OttMrio de PernamhuM Terca felra 1 de untaaifero4b isas.
f
I
f1

.
I
t'oaselho administrativo.
0 cooselho administrativo, para forneciment do
arsenal de guerra, tera de comprar os objectos se-
guintes:
Para o quarto batalhao de artilharia.
lio boncts pan inferiores e soldados.
27 ditos para Msicos.
313 enchergoes.
450 mantas.
31 pares de palatinas para msicos.
2 pares de ditas para sargentos ajudante e quar-
tel-raestre.
374 pares de ditas para interiores e soldados.
16 pares de ditas para tambores.
30 bandas de lia.
1,285 pares de sapa tos.
1,850 covados de panno azul. \
150 ditos de dilo lino.
1.500 covados de hollanda do forro.
4,615 varas de brim branco.
3,910 ditas algodaozinho.
200 varas de amagein.
40 1/2 varas de galao de prata de meia pollega-
da de largura.
5,236 botes grandes de metal com bomba.
~2#18-ditos pequeos de metal com bomba.
378 ditos grandes do metal pratiados.
162 ditos pequeos de n>etal pratiados.
401 pares de eolxetcs.
Para a companhia de artifiees.
105 bonets para inferiores e soldados.
105 palatinas para ditos.
105 mantas de 15a.
70 enchergoes.
525 covados de panno azul.
21 ditos de casimira encarnada.
393 covados de hollanda de forro.
52 1/2 varas de aniagem.
662 1/2 varas do brim branco.
377 ditas de algodaozinho.
1,470 botoes grandes de metal om bomba.
735 ditos pequeos com dita.
105 pares de colxctes pretos.
Companhia de cavallaria.
48 pares de botins.
202 encherges.
125 pares de luvas.
60 mantas de la.
122 covados do panno azul.
13 covados de hollanda de forro.
725 1/2 varas de brim branco.
355 ditas de algodaozinho.
Presidio de Fernando.
100 pares de formas chapiadas.
2 arrobas do tatas de oncoslar.
1 dita de ditas compridas de levantar.
1 dita de proguinhos francezes para levantar
20 colchos e travesseiros de linho eotn i pal-
mos de largo e 20 de comprido cheios de laa.
40 camisollas de brim de linho.
20 cobertores de 15a.
60 lences de linho com 2 pannos de largo e
de comprimento.
25 pares de chinellas razas de couro.
40 guardanapos de linho.
24 talhores de facas, garfos e eolheres.
20 canecos de folha de 8 a 12 oncas de liquido e
com azas do lado.
20 pratos de folha dobrada.
24 ditos razos c 24 ditos fundos.
20 tijellas de louca azul de 8 12 oncas.
10 escarradeiras de metal.
12 loalhas de linho para rosto com vara e meia
de comprimento.
Para o arsenal de guerra.
20 livros de talao impressos segundo o modello
que existe em poder do escrivao das oficinas do
mesnio arsenal, tendo cada un 100 folhas.
Quem qnizer vender laos objectos aprsente as
sota propostas em carta fechada na secretaria do
eonselho, as 10 horas da manhaa do dia 2 do
oorrente mez. -
Sala das sesses do eonselho administrativo, para
tornee monto do arsenal de guerra, 27 de agosto de
1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastian Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
Arremataeo.
No dia 5 do prximo mez de setembro iro
novamenle praea, depois de finda a audiencia do
Illni. Sr. I)r. jniz municipal da 2.a vara, o engenho
Pintos, com todas as suas tenas c bemfeitorias,
avahado por 52:0005, o engenho Quiaombo, conti-
guo aquel le, avahado por 22:000eis_cscfavosque
ja foram levados A-praf-,'iiioo agora com o abat-
mento a 3.5 parte no preco da respectiva avalia-
''aoe^stiiido entre os mesmos escravos o crioulo
de nomo Trajano. hom nieslre de assucar, avahado
|K>r 4005: os referidos bens pertencem heranca
do tinado Jos Fernando da Cruz, c sao vendidos
requerimento da herdera e inventariantc, para
pagamento dos rospeclivos credores.
Pela secretaria da cmara municipal
desla cidade se faz publico que a terceira
sessSo ordinaria da mesma cmara no pre-
sente anno principia no dia 31 do correle.
e nos que se seguem.
Secretaria da cmara municipal do Reci-
te, 24 de agoslo d i 863.
0 secretario
Francisco Canuto da Boa-viagem.
Perantc o Sr. Dr. juiz de orphos desta cida-
de se hao de arrematar por venda, no da 4 de se-
n-moro, por ser a ultima praca, a requerimento do
respectivo inventariantc, urna casa terrea e o do-
minio directo de diversos terrenos sitos na ra
Imperial dcsta cidade.
o dia 1" do setembro prximo futuro finda
a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos desta
cidade tem de ser arrematado por renda o sitio
denominado Aroia Branca, as Curcuranas perto
da povoaco da Venda frande, com boa_ casa de
vivenda, estribarla de podra e cal, poreao de co-
qneiros, dando tracto o grande terreno de planta-
rio principalmente para melancias, os pretenden-
tos comparecam no referido dia para dito fim.
Pela subdelegada do Peres se faz publico
iue foram approliondidos dous cavallos, sendo um
rastanho e outro rosilho. os quacs se acham de|K>-
sitodos : quem for seo dono, compareca, que pro-
vando lhe sero entregues. Subdelegacia do Pe-
res, 3." districto dos Afogados, 28 de agosto de
1863.O subdelegado,
Alexandrino Martins Correia Barros.
Pela subdelegacia do Teres se faz publico
que foi preso por fgido o pardo escravo Joaquim,
ile dade de tnnta e tantos annos, que diz perten-
cer a tinada D. Joaquina Cavalcanti de Albuquer-
que c boje a seus herdeiros Luiz Jcronymo de Al
buquerque c outros : quem ao mesmo tiver direi-
to, compareca. que provando, lhe ser entregue.
Subdelegacia do Peres 28 de agosto de 1863.
O subdelegado,
Alexandrino Martins Correia Barros.
Subscreve-se paraaodrte 'Oidade de Niethe-
royna {ypegraphia nacional- ra da Guarda Ve-
Iha, e (ara as provincias as' tbesourarias do fa-
zeada 3*000 por trimestre, pagas adiantados e li-
; vres de-parte ; as assignataras podem ser recebi-
1 das 10 principio de qualquer mez, terminando sem-
pre Tio-fim de marco, junho, setembro ou dezem-
bro, e nunca por menos de tres mezes.
Secretaria da thesourariade fazenda de Pernam-
buco 31 de agosto de 18G3.Servindo de oficial
maior, Manoel Jos Pinto.
THEATRO
# DK
Urna cusa terrea em chaos pro -
prios sita na ra rangeiras n 9
.flnarla-fflra 2 de setembro onearo ao meio dia.
O agente Olympio acha-se autorisado a vender
mu leilao a casa terrea em chaos proprios sita na
ra das Larangeiras n. 9, tendo a mesma 2 salas,
-3 guarios c quintal e rende mensalmente 165,
BE
A.
EHPREZA
DE
J.DliSTECOINBRi.
QUARTA-FEIRA, 2 DE SETEMBRO.
cita IIvrc da asslgnatnra.
Primeira representoco da magnifica comedia .em
tre6.actos,
A II R O R A
(LSI
IAHG0 ti A
BRILHANTE.
1, ti
SANTA CRUZ.
LE 10
No grande armazem' denominado AURORA I til 11.11 ANTE o respeitavel publico encon-
trar sempre variacao de gneros por precos e sempre das melhores e mais novas qualda-
des que venham ao mercado e por rec,o o mais barato que em outra parte :
PORTA FALSA.
PERSONAGENS.
Sr. Thomaz.
Porto.
Lessa.
Penante.
> Gui maraes.
Flavio.
Sra. D. Jesuina.
D. Leopoldina.
D. Camilla.
Antonio, marido de Brgida.
Dlogo, marido de Candida..
Alexandre, sobrinhodeCan-
dida..................
Roque, militar............
Ventura, criado de Antonio.
Um porteiro.............
Brgida..................
Candida.................
Ignez, criada de Candida..
Serenos e mocos de frete.
A scena passa-sc em Madrid.
Actual idade.
Seguir-se-ha a representacao da applaudida co-
media em dous actos,
0 DOUTOR MUIR
Dar fim ao espectculo com a muito espirituo-
sa scena cmica,
UM BARBEIRO POLTICO.
Original do Sr. Antonio de Souza Pinto.
Representada pelo actor Guimares.
Principiar s 8 horas.
Quarta-feira 2 de setembro as n horas.
O agente Simoes far Icilao no armazem ra'
do Vigario n. 11, a requerimento do curador fiscal i
da massa fallida de Diogo Filho A C, e mandado!
Illm. Sr. Dr. juiz de dircito especial do commercio, I
das dividas da mesma massa, na importancia de
17:8535677 rs., cuja relaco e ttulos acha-se em
poder do mesmo agente para e exame de quem as
pretender.
LEIG
DE
Escavos, cabriolis, carros, cavallos,
hunos para carrinhos,movis, pia-
nos, relogios de ouro e prata e ou-
tros nimios objectos.
Quinta-feira 3 do correte s H horas.
O agente Olympio far leilao dos objectos cima,
no seu armazem ra do Imperador n. 16.
LEILAO
DE
Urna taberna
Xa ra do Imperador n. 'i.
Antono Jos Teixera vender em leilao por in-
tervencao do agente Smeos, gneros, artnaco e
mais utencilios da referida taberna, em om ou
mais lotes a vontade dos pretendentes : qninta-fei-
ra 3 do correntes 10 hora* > manhaa.
Carne do sel verdadeira de Serid a." 280
Toucinho de Lisboa arroba 95 e libra. 320
Linguicaso presuntos novos libra. 500
Presuntos inglezes para fiambre a. 800
Quejos do sertao libra a 600
Ditos do Reino a 15800,25 -e cobertos 25400
Cha hysson a 25400 e 25600
Dito mrudinho muito superior a 25800
Dtoprcto a.....25000
Dito preto em macos a. 15800
Dito do Rio em latas a 15600,15800 e 25000
Ancorctas com azeitonas novas a 15200
agarrafa c libra. 320
Gomma do Aracaty mnito alva a libra 100
Tapioca ou farinha do Maranhao a I i bra 140
Gomma mais hahea arroba 15000 e
libra......60
Saceos com farinha igual a da trra. 65000
Ditos com milho 24 cuias a 55500
Ditos com farello a 45500
Ditos com arroz de casca. 45000
Amendoas novas de casca mole a libra 280
agua duzia a
Dita franceza em barris a 540 e.
Marmelada nova a libra.
Latas com peixe de escabeche .
Ditas com savel, salmao, salmonete
outros. ....
Ditas de urna e meia de ameixas fran-
cezas.......
Ditas com massa de tomates a libra. .
Ditas com figos de comadre 4 libras a
Ditas com ostras para frigideiras
Ditas com fruclas portuguezas em calda
Duzia de latas de graxa .
Frascos com mustarda franceza.
Ditas com genebra aromtica. .
Ditas com genebra verdadeira de Hol-
landa a 640 e
Charutos anda ha pechincha a caixa
de 500 a .
Ditos finos sem furo de 35500, 25500 e 25000
Vinhos do Porto caada 55 e 65 e gar-
rafa 640 c .
Dito da Figueira fino caada 45800 e
garrafa.....
Dito mais abaixo a 45 c .
Dito de Lisboa a 35800 e
Dito branco de Lisboa carcavelos
e outros
560
640
150OO
15000
152OO
640
15500
800
500
15200
480
15000
880
15'00
KOO
Copos lapidados para
65500 c para vinho. 35800
Ditos lisos duzia 15800 e 15200
Manteiga ingleza flor a 800 e 900
Dita mais abaixo a 720 e 640
Alm dos gneros annunciados ha muitos que deixam de se annunciar tudo
qualidade.
- Aluga-se a casa n. /a defronte do viveiro do Ofterece-se urna ama de leite e sem filho : na
Mumz propria para negocio e com commodos para ra do Mondego, casa n. 9. das 6 horas da ma-
a tratar na mesma ra n. 33 padaria. nhaa s 3 da tarde.
A luyase ,
una casa terrea sita u na 4a Pal
n. o, com 2 salas, 2 martas, _
fra c quintal graaa> : Ir-lar at \m-
go do Carato a 18, sepida
Est para alogar-se o _
sobrado n. 44. em a roa a
o pretender dirija-se a
casa n. 10 que achara
Um homem portugus, casado ron
otila, offerece-s- para ser caixeiro on
dor de alguin engenho, sendo porto da
pesy que annunria sabe nem lr e
muito cuntiendo nosta cidade, onde
annos: quem precisar annunrie.
r.
araaaea
Pasrameiito de Testa
diaheira.
Aluga-se o excedente sobrado da entrada A)
Monteiro, com grandes rominodos para daas bat
lias, e aluga-se por pouro dimViro : sar, approveile em quanio lempo ., tratar aa
na do Vigario n. 8 com O^me Jo*- dos
Callado.
familia
Precisa-se de um homem para trabalhar com
carrosa : a tratar na ra da Sanzalla Nova 11. 9.
Quem precisar de um moleque de 16 annos,
fiel e robusto para todo o servico interno e externo
de urna casa ; dirija-se ra dos Pires na Boa-
Vista n. 54. 1
- Aluga-se o sitio da ra da Esperancan. 74,: S3S'
r>m hna aaaa finas eapimhac ilminc ipimVa/lnc .!.. i "" Vc beu '"uo pal,
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^lavegaco costeira a vapor.
I'araliilia. Natal, Maro, Aracatv, Cear, Acaran!
e Granja.
O vapor Jagmaribe, commandante
Lobato, segu para os portes re-
feridos no dia 7 de setembro pr-
ximo. A carga somente ser re-
cebida at o dia 4, encommen-i
das passageiros e dinheiro a frete at o dia da sa-,
hida as 2 horas : escriptorio no Forte do Maltes
n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portes do sul esperado at
o dia 30 do corrente o vapor 7o-
rmitins, commandante o primeiro
tenentc Pedro Hypolito Duartc, o
qual depois da demora do costu-
me seguir para os por tos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
sor embarcada no dia de sua chegada, cneom-
mendas e dinheiro frote at o dia da sahida s 2
horas: agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz do Oliveira Azevedo Si C.
DE
Urna loja de ferragens.
O agente Almeida levar novamenle leilao por
, despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
l mercio a loja de ferragens da ra do Queimado
I perlencente a massa fallida de Antonio Francisco
de Souza Magalhes Jnior.
Salihailo $ de setembro.
0 leilao ser efl'ecluado na mesma loja s 11 ho-
ras do dia.
AVISOS DIVERSOS.
Instituto Archeologico e Cieo-
graphico Pernambueano.
llavera sess ordinaria quinta-fei-
ra 3 de setembro, s II horas da ma-
ullan.
Secretaria do Instituto 31 de agosto
de 1863.
J. Soares de Azevedo,
_________Secretario perpetuo.
LOTERT."
DEPOIS D'AMAMi.
Quinta-foira 3 do corrente se oxtrahir
a sexta parte da terceira lotera do Gymnasio
Pernambueano (3.a concesaao).
Os bilhetes emeios bilhetes acbam-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, c as casas commiss" nadas
ra da Impcralriz n. 14, loja do Sr. en-
tcl, ra Direita n. 3, botica do Sr. CragM
e ra da Cadeia n. 4o, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/ at 10(5 sero pa-
PAQUETES A VAPOR. gs uma h01'a JePis da extraeco at as 4
Dos portes do norte esperado horas da l*re, e OS OUtfOS no dia SCguinte,
depois da destribuic5o das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
at o dia 4 de setembro o vapor
Priiiceza de Joinville, comman-
dante o capito tenentc Santa
Barbara, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os portes do sul.
Desde j recebem-se passageiros c engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para a Baha vai sabir com muita brevidade
o veleiro patacho D. Luiz, capitao Jos Teixeira de
Azevedo, por ter a maior parte do -carregamento
prompto : para o resto trata-se com os consignata-
rios Palmeira & Beltro largo do Corpo Santo n.
4, primeiro andar.
?ara Lisboa
vai sabir brevemente o brigue portuguez Bella Fi-
gueirense por ter a maior parte da carga engajada:
para o reste que lhe falta e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, trata-se com o
consignatario E. R. Rabello, ra da Cadeia n. 00.
LEILOES.
LEILV E GNEROS
DE
nillio. arroz do HaranhO e se-
vada em saceos.
t'OJK
O agente Pestaa vender em leilao por conta c
risco de quem pertencer 100 saceos do mais su-
perior milho que exisle neste mercado, cerca de
30 saceos de bom arroz do Maranhao e 20 saceos
com superior cevada, tudo em um ou pequeos
< onselho de compras navaes. lotes para ehegar a todos os compradores : hoje
Tendo o consemo de contratar o fornecimento' pelas 11 horas da manhaa no armazem do Annes
no trimestre de otitubro a dezembro do corrente defronte da alfandcga.
auno, sob as condiodes do estylo, dos objectos
abaixo declaradas rara os navios da armada e e-
labelccimentes de maninha, convida aos pretenden-
tes a apresentarem suas propostas em cartas fe-
chadas no dia 3 de setembro prximo at as 11
horas da manhaa, em que sso ter lugar.
Vveres, dietas e outros objectos de
eonsumo.
Arroz do Maranhao, agurdente de 20 graos,
azeite doce de Lisboa, azeite inferior, assucar
braoeo refinado, bolachinha, bacalho, bolacha,
carne secca do Itio Grande, caf em grao, carne
verde, carnauba em velas, cangica ou milho pila-
do, eevadinh*, cha, cal preta o. branca, farinha de
mandioca do paiz, feijo, galianas, leuha, mantei-
SareS
toa. tapioca, tijolo de alvenaria grossa, vioho do g'inn^acaT'^ **** Pa"
iii:n,Ao
DE
UM PKEDIO.
Quarta-feira 2 <'e setembro s 11 horas
O agente Simoes logalmente autorisado far lei-
lao no dia cima indicado, no armazem ra do
Vigario n. 11, de um sobrado de 2 andares e so-
tao. em solo proprio situado ra dos Burgos n.
11, tendo o primeiro andar 2 salas, 4 quartos e
cosinha, o 2.' e sotao 2 salas, 3 quartos e cosinha.
Os pretendentes queiram examina-lo ou infor-
Lisboa, vejas stearinas, e vinagrado Lisboa.
Tambern eonselho promove no referido da,
sob as coadjVwos do estylo, e vista igualmente de
propostas em cartas fechadas, que receba, a com-
pra de 12 Larris de breu, 100 baldes forrados, 20
arrobas de cairo velho, 20 caibros de lotiro de 50
palmos para cima. 14.00U espoletas de espingardas
a Meni, 50 flmulas do caler. 2 foles de 4 1|2 i
ps de comprimento 2 <|2 de largura, 6 duzlas i
le limas triangulares de 10 polegadas, 50 lanter-'
iias de vistas, 50 duzias de iap, 120 pecas de lo-
na incteza, estrella, 12 pedras Ae. amolar, 30 res-1
mas de papel almaco pautado, 1,000 pedras de'
espingardas, a 400 saceos de condugao ; todos es-
tes objectos pertencentes ao material da armada.
Sala do eonselho de compras navaes da Per?, -
buco, 29 de agoste da 1863.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
0 inspector da thesouraria de fazendi de Per-
nambuoo, para que o Diario Oficial tenha a devi-
da circulacao, mande fazer publico, em virtude do
oflicio do respectivo administrador, datado de 19
do corrente, mez, o preco e as exmdicoes da assig
jura do ditp peridico, a saber;
vttato
Bircavos,
DE
m>vei8
e joias de
ouro.
Uiiarl-feira 2 it setembro s 10 Iteras
da manlia.
0 agente Simoes vender em leilao no arma-
zem da ra do Vigario n. i 1, cadefras de amarel-
lo, consolos, mesas, lavatorios, camas, banheiros
de folha para meninos, prensa de copiar cartas,
caixa de msica, aderemos de ouro, puteoiras e ou-
tros muitos objectos qu seria enfadonho men-
ciona-los; assim como os escravos seguimos
1 de nome Honorato, crioulo, 8 nnos. -
1 dito crioulo de 12 annos-.
1 mulatinho de 10 annos.
1 escrava crioula de 30 annos.
1 dita oriohla de 13 annos.
Todos sadios e bonitas figuras.
IiOTERIA.
0 thesoureiro das loterias desla provinl
cia, desejando extrabi-las em maior capita-
e com menores intcrvallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantiade i 00 para cima;
assim como se prope a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob ftanfa idnea; devendo o pagamento
delles ser eito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se com elle, na thesouraria das
loterias, ra do Crespo n. i 5: advertindo
que receber em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loterias
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loterias, 20 de junho de
1863.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA
CASA DA FORTUNA
0 abaixo assignado vendeu em seus felizes bi-
lhetes garantidos as duas sortes de 5:000,5 e de
1:0OG\5 em meios bilhetes, e outras umitas de 1005,
405 e 20 da lotera qne se acabou de extrahir a
beneficio da igreja de Nossa Senhora das Neves
de Olinda, e convida aos possuidores de ditos bi-
lhetes a virem receber seus respectivos premios
por inteiro sem descont algum em seu estabcle-
cimento Casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Assim como tem exposto a venda os novos e fe-
lizes bilhetes da sexta parte da terceira lotera do
Gymnasio Pernambueano que se extrahir a 3 de
setembro prximo em sua dita Casa da Fortuna
ra do Crespo n. 23, c as outras do costume, cu-
jas sortes que ellos obtiverem sero pela forma pa-
gos uma hora depois da extrac?ao.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 6J000
Meios bilhetes...... 3*000
Para as pessoas que compraren
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 5*500
Meios......... 2*750
ManoH Martins Fiuza.
rom boa casa, duas cacimbas, alguns arvoredos de
fructos: a tratar no sitio que faz outra esquina.
Francisco Gomes de Mattos Jnior, tendo em
, fevereiro dcste anno deixado na gerencia de sua
! casa commercial a seu filho como seu procurador,
! e entrando de novo na posse della, fulga nada de-
! ver; entretanto roga encarecidamente a quem
quer que se julgue seu credor tanto por negocios
anteriores como posteriores sua sahida desta pro-
. vinca, que compareoa immediatamente em seu
I estabelecimento na ra larga do Rosario n. 24, pa-
ra ser pago.
Cuidados grandes.
O Sr. Manoel Jos Joaquim Saldanha, subdito
portuguez, queira ter a bondade de comparecer na
ra Direita n. 43, a negocio de muito seu interesse,
e igualmente roga-e as pessoas que o conhecem,
e scndo-lhes possivel, dar parte na referida casa,
por o dito ser novato nesta provincia, e ler desap-
parecdo desde o dia 7 de junho deste anno da casa
do seu recommendado Duarte Antonio Serva.
OH AIVAJBA UAS
EM
PERNAMBUCO
Jornal philosophico, descriptivo e noticioso, pres
tes sahir do prlo, contendo os seguintes interes-
santes artigos:
1." A brilhante historia de todos os corsos que
se armaram e que se esto armando em Pernam-
buco.
2. Reflexoes de um Alabama, provando a ulili-
dade do revolver como o melhor meio para a so-
lucao de contas.
3." Em como republicano rouge, communista e
pirata formam tres pessoas dislinclas e um s Ala-
bama vordadeiro.
4. Infundada admiracfio de nossa parte pelo
que acontece nesta trra, lembrando-nos nos que
Pernambucopela sua posicao geographica devia
nocessariamente ser um dos centros das opera-
ooes alabamicas.
3.0 Os Alabamas tem excellencia; sao condeco-
rados ; dirigen) associac,oes importantes. O sonho
dourado de um Alabama alguma empreza publi-
ca monstruosa, ou a direccao de uma casa lauca-
ra (oh! que minas!!)
6. Alabama c pobre sao nomos que se repellem;
todo o Alabama tem posicao social ; seus traeos
mais caracteristicos sao lima audacia inqualifica-
vel, um inabalavel cynismo : quem diz Alabama
diz homem de revolver!
7. e final artigo. Desembarcados os chefes Ala-
bamas de volta de suas excursoes martimas nos
tres mares foi-lhes feta doacao desta nobre torra
de Sania Cruz com todas as suas vantagens e p-
pineiras : quanto irpolaoao porm acha-se ac-
commodada no lindo palacete de tres raios bor-
da do Cap ha ribo. ______________
Precis.i-se de um Portuguez de 12 a 16 an-
nos de idade, c que tenha alguma pratica de ta-
berna : a tratar na travessa das Cruzes n. 6.
O proprielaro da muito acreditada refinacao da
ra Direita n. 10 faz publico aos seus numerosos
freguozes que modifica os precos dos seus assuca-
res pela maneira seguinte : assucar refinado fino
primeira qualidade a i*160, dito segunda dita a
3*528.__________________________________
Para passar a festa.
Aluga-se um sitio com boa casa de morada
margem do rio Capibaribe, situado na Capunga,
pertencente out'rora ao finado Joao Leite de Aze-
vedo: quem o pretender, dirija-se ao armazem de
assucar de Jos da Silva Loyo & C.______^__ i
No principio da estrada de Joo de Barros
aluga-se um grande sitio com sobrado, e muitos i
arvoredos de fructo, com jaqueiras, inangueiras, |
cajuciros, coqueiros, saputzeros, larangeiras, ca-
pim, e militas outras vantagens alem de agua para
beber ; osobrado est perfeitamente limpo e for-',
radas as salas e quartos de papel, com banheiro I
dentro de casa e canos que conduzem agua para o
banheiro, estribara c cozinha, tendo commodos
^ O abaixo assignado, lendo em o Diario de
23 do corrente um edtal do Dr. juiz do commer-
cio para a arremataeo da casa n. 27 da ra da
Gloria e do sitio no fugar Baixa-Verde da Capun-
ga, como pertencentes Joao Duarte Maginario,
vem declarar ao publico que nestes bens ha partes
que pertencem Antonio Borges L'cha, como her-
deiro de seu finado pai, e que se acham livres e
desembarazados de qualquer onus, como os ttulos
que existem em seu poder, e que foram passados
pelo Sr. Dr. juiz de orphos. Recite 29 de agosto
de 1863.Antonio Pedro Martins.
Aluga-se uma casa terrea na ra da Soleda-
de n. 32, com 2 salas, 4 quartos, cosinha fora e
quarto para escravos e estribara, com grande
quintal todo murado, boa cacimba e com difieren-
tes arvoredos : quem a pretender cntenda-se com
Jos Antunes Guimares a procurar as chaves na
rua do Crespo n. 25, loja do Sr. Ramos.
Precisa-se de um caixeiro que tenha bastante
pratica de taberna e de fiador de sua conduta : na
travessa do Queimado n. 1.
Campos credores que anda nao apresentaram suas letras
para rcccbercm a importancia devida, que se dig-
nem de o fazer at o da 3 de setembro, sendo que
no dia seguinle recolhero ao deposito o que dei-
xarem de satisfazer por falta daquella apresen-
tacao.
Aluga-se uma preta fiel, perfeita eozinheira
c engommadera, e tambem um negro : quem qui-
zer dirija-se ao torreo da alfaudega, das 3 s 6 da
tarde, que achara com quem tratar.
GAZ.
Na Boa-Vista rua da Impcratriz n. 63, loja de
urna porta, vende-se gaz liquido de primeira qua-
lidade a i60 rs. a garrafa, levando o comprador a
garrafa.
Aluga-se a casa terrea da rua Imperial
66 : os pretendentes dirijam-se Caixa Filial.
n.
Joao da Silva llamos, medico pela l'm-
versidade de Coimbra, d consullas em
sua casa, na rua Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe cguahnente convitos para dentro
ou fra da cidade, com o fim de se encar-
regar de qualquer servico de sua profis-
so.
Os chamados deverao vir por oserpto.
Aluga-se a loja do sobrado n. 19 da rua No-
va, propria para qualquer estabelecimento : a tra-
tar na rua da Cadeia n. 62, segundo andar.
Alugam-sc 3 quartos e uma saleta no burro
da Boa-Vista, com commodos para pessoas soltei-
ras, tem agua e quintal,tudo por muito commodo
proco : a tratar na rua dos Pires n. 5i.
Alugam-se o segundo e
casa sita na rua Nova 11. 21 :
andar da casa n. 19,de junto,
terceiro andares da
a tratar no segundo
Precisa-se alugar annualmente ou por festa
um sitio desde a Ponte de l'choa at o Meo da
Panella, com algumas aeconuDOdacfies, e que' seja
perto de rio corrente : a tratar com Antonio Jos
Rodrigues de Souza, na rua do Crespo n. 15.
No dia 26 do corrente o abaixo assignado
perdeu um recibo de quatro mil lijlos de alvena-
ria firmado pelo Sr. Vicente Jos de Brito, desde a
rua larga do Rosario at o fim da rua da Concor
dia, e nao obstante ter sido pago na aeco de se
avisar ao mesmo Sr. Brito. eomludo avisa-se a
quem o tiver achado o dito recibo o mande entre-
gar na padaria da rua larga do Rosario n. 18, que
so gratificar com generosidade a quem o aprc
sentar.
Manoel Antonio de Jess. -
Naques sobre Porta^gal
" abaixo assignado, agrace do toar
antil Portii<-nse nosta cidado, wa et-
ferinamente por lodos os paqortvs obre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer soturna, vista e a prazu, ao-
dondo logo os saques a prazo swm >Vs.
oonlados no mesmo baen, na razan de I
por cento ao anno aos portadores, que as-
sim lhe eonver : as mas do Cmp n.
8 ou do Im|ierador n. BL
w ...'I.'!'.'!!11'"1 ''' s''va '^*s,ro-
Qtaeljos
Chegou ao grande armazem da aurora briiaa-
to. grande quantidadedo quejos de anateiaa wr-
dadeiros do Serid muito propno para mmt> a
libra 600 rs._________________________________
Aluga-se a casa da rua de S. Miguel da ti"
guoziados Afogados n. 28 : a tratar na roa tape-
rial n. 98.
No pateo do Terco n. 12. taberna ; precisa
alugar urna preta para vender trocla___________
ATTE^iO.
Em resposta ao annnncio do Sr. Maimd lavar-
de Aquino declaro que anda pendo de b'iiiel*-*.
e de appellaco que interpuz causa qne roaf
litiga ; que para pagamento desta execnro, qaw
nao chogar a 2:000*, feta li<|uidaeao dao pe-
nhorados bens, cujo valor muito exreikn a mam-
tia demandada, como sojam os roR^taates m do-
cumento abaixo.
E como estoja siihlciontomente garantida a ew-
cuco (quando mesmo soja vencedor dito Taran
de Aquino) evidente que nao poso sor inhibido
de dispr de outros bens que estin livres e dt^rni-
bargados, e acerca dos quacs nada tem a nm-
cao, assim como que o annuncio alen de amatar
em base falsa, tem por lim privar-me do direiio
que incontestavelmente tenho e de aaote^iar-me.
emljora por modo que si merece despreso.
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 1' vara. Diz
Jos Jacintho Pavo que por bem de sea direiio
precisa que o escrivao Athayde lhe rertifii(ne pul
o valor da execuco movida por MaaoH Tavares
de Aquino contra' o supplicante. quaes os bens pe-
nhorados, e se foi mandada liquidar parle da wts-
ma pela ultima sentenca. E pelo V poiaaeMn re-
ceber merc.
Como requer. Recite 29 de agosto de IH&t.
\rnnjo Barro.
Guilhcrme Augusto de Athayde. esrnvo vitaheio
do juizo municipal do civel e crime da i* vara
nesta cidade do Recite do Pcrnamboeo por S. M.
I. e C. o Senhor I). Pedro III quem Dos goar-
de etc.
Certifico a vista dos autos de que trata a pe-
tieao retro : primeiro :Terse penliorado ao san-
plicante Jos Jacintho Pav.lo. > a reqoerincM >
Manoel Tavares do Aquino os liens s.-giiimes: nm
escravo do nomo DeMnan, em nma rasa ile podra
e cal na cidade de Huida, sita na rua do Jogoda
lila em uma outra dita tambem de podra o ral
sita na rua do Cabral: om um sobrado simna'l-
lo mesmo lugar, de um andar, de podra e ral, da
rua dos Quatro Cantos ; om una rasa t.-rn-a sita
na rua do 1 '.anuo daquollo mesmo lugar, tambem
de pedra e cal, tendo um grande .puntal om abor-
to. Certifico mais, que a ultima senlenra prolVri-
da pelo Dr. juiz municipal da 2.' vara desu cidade
do lleeife. nao manda proceder a ImiunL.:*'. e >ii
manda que vo os autos ao ennlad-ir para -'
descreminar as quantias errespond-ntos anpreeo
do escravo. as visitas de mediros que o trataran)
medicamentos que lhe deram e enterro pe lhe
lizeram, o Ih'iii assim das rusias, i) referid Ter-
dade e aos proprios autos me reporto. Cidmfc do
Recife do l'eniainbiico 29 de agosto le ffltvi. -
Subscrevo o assigno. Em f<; de verdade.
O eserivao,
iiMilhrrnts Augurio de Atkmpl.
Aloga-seopraulru andar do mnmm rua
estretado Rosario n.22 : a fallar ivi nuda Pe-
Iiha II. 5.
Aluga-se a casa terrea n. 161 da rua Impe-
rial, com commodos para familia, cozinha fra,
quintal e cacimba: a tratar na rua estreita do Ro-
sario n. 16.
Ha para alugar-se dous escravos mocos para
todo servico : no Arraial passando a casa ama-
relia segundo sitio que foi do Falco.
Xi>\ \ HOSPEDARA
A IRAV1AIA
Rua larga do Rosario esquina para a do Queimado
numero 37.
O proprictario do conhecido hotel Trovador, ac-
cedendo ao pedido de alguns seus amigos e fre-
guezes, que, por suas poscoes e senedade nao
aTa^la^a^^ *" ,omar ,ar,e n.f BeralTOPU7c"^.,dHense"
morada para quem quer tirar proveito, e tem tra- hotel, resolveu aprove.tar o excellente sobrado em
tomento : a tratar com Guimares na rua do Amorim n. 54, das 8 s 5 horas da
tarde.
morada para quem quer tirar proveito, e tem tra-1' V',cu aproveilar
1 que funccionou a sociedade Lorybantina c nelle
estabelecer urna hospedara, com aceiado servico,
buhares para distraccao c lunch precos razoa-
veis. A condicao da escolha de freguezes para
dita hospedara, a variedade de artigos de comida
e bebida sempre nelle encontrados, a reserva em
que estaro os concurrentes da freguezia de ou-
tros de condicao, por ventura inferior,c a frescura
que em dita nos|>edaria sempre se experimenta,
sao seguras garantas que animam c fazem espe-
rar as honrosas visitas da classe mais aceada da
nossa sociedade jovem e alegre. Sob estes aus-
picios o proprietario da hospedarla Traviata es-
pera a coadiuvacao de seus amigos generosos para
darem sahida, medante preco mdico, charu-
tos de Ha vana, licores nglezcs e francezes, eerve-
1 ja branca e preto, quejos de prato, londrno e suis-
so, doces estrangeiros c nacionaes, e, em uma pa-
lavra a todos os gneros de que est sonido, pro-
prios a um lunch variado, apetitosa e barato.
Arrenda-se o engenho Meio, na freguezia de
Ipojuca, distante dessa estoco 2 1|2 legoas, e do
porto 1|2 legoa : a tratar na rua da Imperatnz nu-
mero 32.____________________________________
Aluga-se a casa da estrada de Luiz do Rogo
n. 12, com bastantes commodos, quintal murado ;
tambem se aluga a casa da rua Augusto n. 54 : a
tratar na rna do Vigario, taberna de Joao Simo
de Almeida n. 14.
Oadvogarfo Joo Goncalves
da Silva Monlarrovos temo sea
e Rosario n. \7, onie pode ser
procurado das 9 horas da ma-
nhaa s 3 da tarde.
Eseravo fgido.
Fugio do ongenho Atolaia, freguezia de Seri-
nhem, no dia 10 do corrente, o escravo Pulque-
rio, idade 40 anuos, crioulo, cor fula, bastante alto,
corpulento, com falta de denles na frente, um pou-
co desbotado da cor, ps e peinas um pouco in-
cluidos, desconfia-se que tenha tomado a direccao
do Recife por estar vendida nesta praca a escrava
Ignez, a qual era sua companheira, dita escrava
mora para as partes da Magdalena : rogase s
autoridades pohciaes capitaes de campo que o
apprehendam e levem ao dito engenho, ou na rua
da Praia ao 8r. Genuino Jos da Rosa, que ser
recompenrado. _________
Achando-se o club commercial rehabilitado a
dar as suas partidas mensaes. a do corrente mez
tera lugar na noite do da 6.
Offerece-se para ama de leite, tendo-o muito,
uma parda : na rua da Caixa d'Agua casa nu-
mero 47.__________________________^___
n abaixo assignado faz saber ao respeitavel
corpo do commercio que tem juste c contratado a
compra da taberna da rua larga do Rosario n. 31,
pertencente ao Sr. Joaquim Macieira de Oliveira,
e portante p*Je aos credores que anda se julga-
rem com direito a mesma apresentarem suas con-
tas no prazo de 3 das a contar da publicaso des-
te. Recife 31 de agosto de 1863.
Joo Manoel da Cunha Araujo.
De ordem de Paulo Jos Gomes previno que
desta dato em diante fica sem effeito as cartas de
flanea passadas pelo mesmo, mandando nesta dato
receberem os alugueis que estojan) devendo os seus
afianzados, e para que ninanem se chame a igno-
rancia, mandou fazer o presente. Recife 3} de
agosjo de 1863,Francisco Jos da Silva Mayer.
Matenaes
Bota-so ara a 1*280, sendo em todas as mareis
e sendo s em mareis grandes, e para entrar em
cambijas a 1*600, canoas de milheiro para cima, e
vende-se tijolo de alvenaria grossa a 18* o milhei-
ro, posto no porto, e carrega-se tijolo dos Remedios
at a ponte provisoria a 3* o milheiro, e do Giqui
a 3* at a ponte da Boa-Visto, ficando o dono su-
jeito ao descarrego : quem precisar, dirija-se
rua Direita dos Afogados n. 13. Na mesma casa
vende-se uma canoa propria para carregar de 300
a 350 feixes de capm. _____
Casas vasias.
Alugam-se quatro moradas de caam agora ;
badas, promptas, piuladas, no melhor lugar da Ca-
punga, na primeira entrada antes de ehegar a S.
Jos,' rJo Manguinho. proprtos para pa* com varios commodos. tpiinla>*s murados. pjT>fe
agua de beber : a tratar no mesmo rogar rom
Beraardino Jos Leito n. I!. Bem em.....im so-
brado de um amlar e sotao na travessa d** Quar-
teisn. 35. cun outro na travessa da Bomba, o urna
casa terrea na rua Direita dos Afogailos a. 35.
propria para padaria par ja ter servtlo daae
anda se achar com o forno. quintal mu nulo, ca-
rimba s. porlo para a osiaoo. o nma mei-agan
na rua dos Afogados n. 22 : 'a tratar rom o mesa
cima.__________________________________
Precisase de boas pelas oa pretos eseravn*.
3ueos seus senhores se respnnsabilisem para vea-
or bolQs, olfereccnd.)-so vantagem na roa do
Arago n. 21.
Contina a estar para aburar a ras a 72ita
rua Imperial : a fallar eom Jos'- Das .la Silva na
rua do imperador, sobrado n. 2. entrada pela ras
de S. Francisco,tendo a casa muitos .ommodos.
Os abaixo assignados dissolveram anagavel-
mente a sociedade que gv ra va nesta pntea eam a
firma de U'andro VV Miramt. fu-ando a cara
socio Augusto Hygino de Miramla bulo o acara e
passivo de dita Arma. Recife 29 de
1863.Ix'andro Lopes Da*.Augusto
Miranda.__________________________
Precisa-se de nm homem qne
fritamente de trabalho fe retinar : aa raa" da
Concordia n. 8.
C'oaweaa I*r7~
O abaixo assignado, morador ao Araeaty. aada
ao Sr. 1. H. do R., residente nesta cidade. pagar na rua do Vigario a quantia aae Bm om
devendo, e que Ikou le pagar al a
abril, ao contrario publicar seu aoaas
so, e as circumstancias aggravaates aat
gar a tal debito, e a conducta
senhor.
AMA _
.' urna ama de leite aat aan taaaa
Precisa-se de um pequeo que tenha pratica
de taberna : na rua da Senzala Nova n. 1 .
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Flix Ri-
beiro de Carvalho, que mora no pateo do
Paraizo, nesta lypograpliia.
Aluga-se o segundo andar e sotao n. 37 da
rua do Imperador, e o primeiro e egundo andares
do sobrado n. 39 na mesma rua ; quahroer delles
tem commodos para familia : a tralar na tu:
Imperador, armazem n. 41.
Pivcisa-se de uma ama fe leite aa? ai
lilhos : na rua Nova n. 47. ja.___________
Aluga-se a loja de tres porta
bug n. 2 A : os pretendentes .
chaves na mesma roa. loia *>
quem tratar.
O abaixo assignado declara"
ser caixeiro de Custodio, Carraa *
dia 27 do corrente mez.
Hearianc Cecilio Barreta aa
Aluga-se nma casa na rua da
mnho Noto) n. i com l purtoa, t
separado, cozinha fra, ros
cimba, pintada e caiada : a
bug n. II.
Precisa-se alugar um
meia idade: na Capnnga,
dara
taberna a
SHf
0 toa Jo grande
minado aurora bnlhante mmm l
nfe de sol e lngufeas do Serian e
arato.
-** ^.
{MJTJLAK)
m


Diario Peruambuco Terca letra de Seobie de i MA.
I
I
i
9
i
ZAMORA.
DURA HISTRICO PUO DR. THEBERGC, NO
QUL 10 IHTERVE1 PERS0NI6EM
FEIENIM.
Na ra Nova n. 11 vende-se a 10ooo o
exemplar.
AIVIQARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos 4 C. riquis-
simos corles de 15a muito fina com
barras estampadas ematisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como scjam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova e nunca vista em Pernam-
buco.
Alugam-sc a loja do sobrado n. 193, c arma-
zn 171 da ra Imperial \ o armazem n. 4 da ra
do Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos: na
ra da Aurora n. 96.
NOVA EXPOSIQiO
na loja 4o Pavo, de fazendas bara-
tissimas.
Neste estabelecimento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas dao-se livros de
amostras, deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos
xeiros da loja do Pavo.
Lias com 8 palmos de largura,
na loja do Pavo.
CASEMIRASINGLEZAS
at700 rs, o corte.
Vendera-se eoW* de casemiras escuras para
calca, pelo barato preco de 15700, tambem se ven-
dem das mesmas a 480 rs. o covado, proprias para
paletots e colletes, etc.: s na loja do pavao, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PECHIRGHA
QUINQUILIIARIAS.
Ruado Queimado, ns. 49 e~55, lojas de
Jos Bigodinuo/.queiram-vr ver as fazendas
que abaixo annuncio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pe gas de trancas de aigodSo de to-
das as cores a.......
Duzias de linhas com 200 jardas, A.-
lexandre, a..... .
Carritel de qualquer numero ,
80
ISIPd^S
Companhia fidelldade
tesoros -aarltlmos e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGKiVTCS EM PEPNUMBl'CO
Antonio Luiz de Oliveira Azof do h C,
competentemente autorsados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercade-
rlas e predios no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Vendem-se laazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo prego de 15600 o
covado: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Cassas a O rs. o covado.
Anda est para&lugar-se o sobrado na ra
os Golhos n. 10, onlie moraram os padres lasa-
ritas.
!Precisa-se de ama ama forraoucaptivaque faca
todo servico interno e externo de urna casa : a
.pessoa que quiror, dirija-se raatlo Vigario n. 27,
topando andar.
Criado
Anda precisa-se de um criado, na ra estrena
do Rosario n. 80, casado tabelliao S.
11 \ \ c o 1 \ 1 lo
ESTA8ELEC1DO NACIDADE DO PORTO
Agentes tIVrnanibiico
Antonio i,hz le Oliveira
Azevedo & C.
Saeasn por todos s paquetes sobre o
niesmo banco praz eu vista, sobre a
eaisaal em Lisboa, e agencias mi Fi-
guera, Combra, Avoiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianaade Castello, Guima-
raes, fiarcellos, Lamego, Covilha, Braga,
PenatieL Braganca, Amarante, Angra,
lina da Terecira, Una de Faias, Una da
Madeirs, Villa do Centie, Valonea, Bastos,
Olrveir?. de Azemeis, Chaves "e Fafe, a
oito das vista ou ao prazo que se orven-
nonari, no seu eseriptorio ra da Cruz
n. 1.
Aluga-se a loja n. i de. na Nova, muito pro-
Sria para qualquer estabelecimento, tambem ven-
a-se a anuncio a moderna, com vid raras, un es-
pelho, te.: f tratar no Mondego, na casa do fina-
do commondador Luiz Gomes Ferrara, cu ra
do Imperador grmazem de tonca n. 41.__________
Aliiga-se
para casa deboca familia urna escrava, sabendo
cozinhar, nsaboar bem e engommar : quem qu-
zer dirija-so ra da Gloria, casa n. 26.
Alusja-sc o segundo andar do sob rado na ra
da Senzata Nova n. 42, com bastantes commodes
para familia : a tratar na inesma.
Alaga-se urna, boa casa-terrea com bons^om-
modos para grande familia, sita na ra do Poco da
Panella, pealo do banlio : a tratar com Frederico
Chaves, na raa da taiperatriz n. 9.
Veodem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixaspelo barato preco de
400 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy. a SAO rs. o covado,
na toja do Pavo.
Vendera-se organdy de cores malisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 210 rs. o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da ImperatriE n. 60, toja
do Pavao.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos balao,
com barras Mara Pia, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
oom a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda par-a o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 30500 cada m: esta pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
Nova pechincha de las enfesta
das a IOO rs. o covado.
S -<> Pavo.
Vendem-se laazinhas enfestadas transparentes
'"Mi ilfilados padroes sendo de urna s cor com
listras e quadrinhos e vendeni-se-a 400 rs. o cova-
do : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Cortes de -eambraia, a '#00.
na -loja do Pavo.
Vendem-se cortes de eambraia brancoscom
babados, a 2#S00; ditos, a 40; ditos com
barras e babades de seda, a 30, 3500 s na ra da fanperatrizn. 60, loja e arma-
zem do Pavo.
Corles de eambraia ehineza. a
4, -na loja do Pavo.
Vendem-sericos cortes de eambraia ehine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 40 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra da
Imperatriz n. ^0, loja e armazem do Pavo.!
Baldes a 3#500, sO o Pavo.
Vendem-se Cales americanos que-so os,
memores, tendo 20 arcos, a 30500; ditos
de 30, a 40500; ditos de 40, a 5#; ditos;
de bramante, a 30500 e 40; ditos para me- j
ninas, a 20.e a 30: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja armazem do Pavo.
Cortes de chita, a '#500. *na
loja do Pavo.
Vendem-se cortes deshila com 12 1(2 co-
vados cada um, a 2#500; ditos com 10 cova-
dos, a 20; cortes de cassa miudinha de co-
res fisas com 1 covados, a 20; ditos de
Vende o pavo, organdys a 360 rs.
Vende-se linissimo organdys matizado com os
ca- \ mais delicados padroes miudinhos com assentos
brancos, sendo neste artigo o mais moderno que
existe no mercado, sendo fazenda que sempre se
vendeu a 1,5200 a vara, e presentemente vende-se yaras ^ ag "a |jajg0 <
a 360 rs. o covado: s na ra da Imperatriz n. W, p cnnTrnr nhreia< a
loja do pavao, de Gama & Silva. ^,XJ;>,coin superior oDreas a .
Ditas de colla.......
* A.WiOr"^ol- ^^f'Patos de1 tranca .
Vendem-se cortes de chitas com padr5es escu- mullo superiores, I .
ros, tendo 10 i/% covados a 4&200, c com 12 t/2 catxas e pacotes de papel amisade de
covados a 25640, e pechincha e vende-se por este cores a. ...,....,
pre?oem razao dos cortes seren em mais de um^rjuza a& mpia mnilo finas nara u*.
pedago : s na loja do pavao, ra da Imperatriz *h "? P
n. 60, de Gama & ilva. I n DPori *.....*
uza de ditas cruas para homem a 2400
* Baralhos muito finos para voltrete a 300
I0IO1
100
80
40
40
120
1:5280
U600
600
30500
Laazinhas a tOO
Na loja d Pavio. Carrileis de linha com 100 jardas a
Vende-se laazinhas de cordaozinho de urna s Cartes de linha branca e de cores a
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de Novellos de linha coui 400 jardas a
caf claro e escuro, alvadio, roxinbas proprias pa- d'1os muto Rran(]es com 800 jar-
ra luto, sendo fazenda que val mulo mais dinhei- '
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : sna *
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & tarloes de linha com 200 jardas (est
Silva. I se acabando |a......
! Vara de fita prela com colxetes para
vestido, e tem um resto parda a
es
manguitos e gollnhas do
Pavo
30
20
60
120
60
100

na ra da Imperatriz n. 60, loj* do Pavao.
GRANDE mU
PAKA TODAS AS MOLESTIAS IK
eii o n e m mm.
i pechincha, a 320 t a 100 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de eambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com gonha, a 8001 Objectos de tintura e msica.
reis; manguitos de eambraia, a 320 rs.: s, Na ra do Queimado, ns. 49 e 55, est
queimaodo tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attenco para ver
o que bom e barao.
Duzia de facas e garios muito finos a 20500
Dita dita dita do cabo preto muito
finasa.........30200
Dita dita dita de halando, melhor,a 50500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa .........
Ditas ditas para unhas, muito finas a
hartas de alfinetes de ferro a .
3)itas ditos de lalo muito finos a .
Ditas de dito .grandes.....
Oaixasde phophoros de pao .
Duzia de dito dito a .
Massos de palitos para denles a
Livros para meninos todos cheios de
calungas a.......
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa,muito finas a 400,
500e.........
AS
Puntas fmam Imww Hn
*&
De Kcmp
Oompostas dos dsis novos resmoides chama-
dos :Podoph;j,k;a. e Lkptasdwna, c intein-
mente livres de Mercurio ou outros venenes
niKxaes ou metallicos, sao de grande utili-
dade nos paizes clidos em cazos de
DISPEPSIA, ESCHAQECA,
Constipaco ou Prizaodo Ventre,
PA?ECIMINTOS DO FIGAIrO,
Aftj3e.s Bilio.sas,
rlEMORRSOlDAS, COUCA,
Ictericia,
FEBHE GASTHO^EPATICA,
400
400
80
40
120
10
20200
200
160
320
160
NA ARARA
Grande exposicio de fazendas de lodas
as qualidadcs; sendo pop baratis
simo preco, na loja e armazem da
Arara ra da Imperatriz n. 56 de
Loarenco Pereira lleudes Guima-
res.
Vcndem-se chitas cores fixas, com peque-
no toque de mofo a 200 rs. o covado, len-
cos brancos e com barras 200 rs., meias
para homem 120 rs. o par, ditas para me-
nios, 100 rs. o par; na ra da Imperatriz
n. 56, Arara.
Arara vende as cassas a 200 rs. o covado.
Vendem-se cassas finas para vestidos a
200 rs. o covado, organdys finos para ves-
tidos a 240, 280 e 320 rs." o covado; s no
armazem da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Cortes de chita da Arara a 2:000 rs.
Vendem-se cortes de chita com pequeo
toque de mofo a 20, ditas limpas a 20, se
vende por este preco por ter grande porfi,
ditas francezas a 20500 o corte; na ra da
Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Arara vende grosdenaplcs preto a 1:000 rs.
Vendem-se grosdenaples preto a 10,10600
a 20 o covado, dito de 4 palmos de largura
a 20000 o covado, cortes de casemira preta
para caifa a 20600 c 40, ditas de cores a
30500 e 40; na loja da Arara, ra da Im-
peratriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
Cortes de lia da Arara a 3:600 rs.
Vendem-se cortes de laazinhas para \ os-
udos a 30600, oh! que pechincha, laazinhas
para vestidos, finas a 400 e 500 rs. o cova-
do, ditas de quadrinhos a 320 rs. o covado;
na ra da Imperatriz, loja da Arara n. 56, de
Mendes Guimaraes.
Oh! que pechincha a 'IO rs.,
chitas largas.
Vendem-se chitas francezas com pequeo
toque de mofo a 240 rs. o covado, ditas
linpas, finas a 320, 360 e 400 rs. o covado,
riscado francez a 280 rs. o covado; na ra
da Imperatriz n. 56 Arara de Mendes Gui-
maraes.
afc
,i
800
IwJ
0 li- OIlll L BASTOS
Pode ser procurado das 7 s 10 horas da
manha e tas da sarde em diante no
AMO Ruado Queimado X. 10
m 10 da aulla. ki i da tarar
\S.\s Rna da Cruz K.I9!
Cara radieal e em pouces
lestia.- syphilitcas e as
no urinario.
(lias as f.\\n-
doapparelho^e-
Ao n. 29.
i\bt loja os barateirof, ra do Queimado.
La ultimo gosto, covado a 440 rs.; orgaa-
dis de jjadroe-s lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
ldes de araos o melhor possivel, a .3300, 1,3 *>:
alpaca de linlio para vestidos, eovado a 240 rs.;
cambraias de cures para vestido, eovado a 280 rs.;
cirabraeU omito fina, peea de 12 jardas a 75 ;
-,i--:i lisa pelle de ovo, peca de 12 jardas a 75500.
An.'29.
Nova loja das bartenos, rita do Queimado,
Paletots de merino setim, fazenda de custo de
80$ por 10$ ; ditos de alpaca preto a 35200; brm
branoo lona, vara a 40; brim de cores para eal-
f2. eovado a i80 rs.; camisas com peitos de fustao,
J5tHW: ehapos de ol de alpaca, a 35500.
Ao n. 29.
Not* loja dos baratiros, ra do Queimado.
Para acabar.
Bcos prto de iinho, vara a 20, 160, 240 e 320
rs.; ricas franjas c trancas prctas e de cores, vara
a 120,160 e 800 rs.; tranca* e galfies de lia e de
aigodo, peeac de 10 e 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e'gro**". peca a 160 rs.; vesidinhos de
eambraia bordado*, para baptismo, a 25-
organdy mathisado com JO covados, a 2(?400: s na ra da Imperatriz n. 60, loja __________________
do Pavgo. Cal de
_ __ __ .amis nova do mercado
As caaeiniras o Pava e pechan- ij, primeiro aad;ir.
cha a &.
Xa ra do Sebo n. 52 lia
Vendem-se cortes de casimirafranceza para 'cravos para servico de campo ou engt
toa, padroes claros o. i Pssoa f'e "u,zer pode apparercr cm ^
aja do Pavo,
PECHIWCHA.
Perfumara e superior qualiade.
0 rival sem segundo, ra do Queimado,
! ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba-
I rato que nunca vendeu, para o que queiram
! ver :
' Duzia de sabonetes finos a 720
' Sabonete inglez, o melhor, a 160
Frascos com agua de Colonia muito
fina a......., 400
pitos de dita grande a 509
is de Lavande ambreado, o me-
......500
MO
200
500
320
500
200
900
800
720
800
.^Wtos
E mm rnffrmkadts nloff.t W1*01.- a........
^Hwtos de macaca oleo muito bom a .
Ellat rpidamente substuindo os aniego* Ditos perilla muito superior a .
purgantes drsticoc Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
. L 400-e.........
A venda as boticas de Caors & Barbeza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo de C, ra
Ditos de banha branca a .
Dito de cheiro muito benitos a .
Ditos de banha, pequeeo, muito fina
..........
Arara vende o madapoln a 1:000 rs.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no, enfiestado a 4/ e 4#50O, ditas nglea
com 24 jardas, finos a 70, 70500, 80, 90 e
100 a pera, freguezes a elles antes que se
acabe ; na loja e armazem da Arara, ra da
Imperatriz n. 56 de Mendes Gnimaraes.
Arara vende os cortes de case-
mira a OOO.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
de cores para caifa a 20, tambem se vende
em covados para calca, paletot e collete a
10 o covado e enfestada, com 3U faz-se
urna calca e sae muito barato; na loja da
Arara, ra da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimaraes.
Col xa* da Arara avellndadas a
8000.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 80, ditas de ftisto de cores a ."i.
ditas de chita a 2$ ; na ra da Imperatriz
n. 56, Arara.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se cortes de cambraias de barras
a 20, vende-se cambraias lisas para vestidos
a 2.0500, 3/, 30500 e 4/ a pera, linas, von-
de-se cortes de eambraia bancas com palmas Ide ?anSa amareiia di-
soltas, com 1 vara de largura por 20500 o "ss"" ''rc,.' *L '**
Mua atenfo
Aos senhore? mari'imos e agrrohort*.
vez passan por nossa dea dtnpvr
dios excelleuU's e le imjdfciiitaii pm^ em
ernpregodos qnaes se evinna pnu4e* fr.nim
>'. nao pequeos danii
'rao ou verniz do gaz, o qual alm da i om
Hplica(;oes que tem na uiariaha, e nf
para matar as onuiga*. csie lerrivel
gricultura, destruir radicataele capia e nw-
st rvar as madeiras is>;ntas daqoelle lerrtwl -
me, e dar urna dnracao domU a* ferrages em
que for convenientemente appcadc : fia Mas *
mais de tres ranadas a 15900 rada uma, c em Mr-
ris com certa le sei- eanadas a 25500 rada wn
no armazem da bola amarella, no oitio a nv-
tarta de polica. ______
Cola da Baha
Tem para vender Antonio Loiz de Oum/a Aje-
vedo, no seu esrriptorio, ra da Cruz n. i
MOTO RIV Afc -.
Leja e> eee>zas
16 Ra doQHfi-at's lo
Tesouras diversas a 20, 40, 80 e 120 rs.
Massinlios com 27 grampos sonidos a 30 r>.
Fitas e cordoes para enfiar espartilho a rs
Pecas de tranca preta lisa e de caraen* a M) e
m res.
Ditas de tranea branea e de caracol a 80 ? 100 rs
Ditas de tranca meselada de rararol a 10 e NO n
Ditas eom 15 varas dr franja para cortiiuin a 3A.
Ditas rom 23 varas de babadus largoi a 355GU
Ditas com varas de labyrintho fino a t|0fO
Ditas com 20 varas de bieo adannscado a 2#VD30l
Ditas com 10 varas de bcos e renda* a 800 e
15200.
Ditas com 10 varas de bcos preto-. a 15 15*80
Ditas com 10 varas de lita de veodb c*r de rae
a 15200.
Ditas com lo varas de lila de relr Ditas de tita de seda d-: e4~M a Mi r-
Ltivas de seda bordadas a 600 15-
Ditas de montara a 600 e 15-
Cande* > eobMes a W. fio. m \
Caixinhas de dito a 20, 40, 60 su
ivnles de atar cabello a U), 160 2M> rs.
Atacadores de cornalina para pal.-iot a 24-
Oitavas de retroz preto > de erae a liW r>.
Paneis de agulha de fundo dourado Tictoria e
ns. O, 7, 8,9,10, ||, 12, l). lie 0 a fia) r
Grozas de botoes de porcelana pintados a Kj r-
Grozas de botoes de duraqm- pn-t" a 400 r<.
Sinturocs elsticos para honviii a WO rs.
Suspensorios eom c sem elstico a 120 c MO rs.
Calcadeiras de rbifre a 120 r-.
Gaixiulias do laniparin.is para ti mvjv- i *)
Duzias de caixinbas de plwsirfioro* a ly> :
Duzias de facas e prfba a :5.
Hesmas de papel almaco a 25O,.'/ <. j^
l^ixinhas com 100 enveliv^s a hu,. 14
(_ixinnas com penna- ..priores a 80 ^Ofy.
l-imnhas de obre;;HS ^ roiia a HO e 120 r.
Frasqmnhos eom (jnla ni e encarnad, a I
Lipis a7_v,'i e encarnado a 120 i>.
Duias de lapis de pao aJ0 e 120 n.
Duzias de canudos de pomada d<> nw a MO r.
Macos com 20 papis de palitos lidos MO r*.
Escovas para denles a 160 e Vio r-
.r*tissaar
""tlfc Vigario n.11
Ditos de banha
Ditos de banha
japonesa a .
transparente a
.calca, -fazenda muito fin
para vender tros ,
engenho; a Ditos de oleo flloconne a
casa.
escuros, a 50 o corte: so na
ra da 'Imperatriz n. 60.
s na ra da .Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fuslao do Pavo.
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Onjeetos diversos.
Ra
LftaZ S;fhoSrMmecolmotlraaS ^^^l^^^lcZ
CO de 500,600 e 1,000 n,; s no jilante. Z^ZTT.L, 80
80
160
40
360
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
Iva conli-
Advoeacla.
O bacharel Jos Ladislao Pereira da Sil
n a a advogar nos auditorios desta cdade, e pode
ser procurado na ra do Queimado n. 10, primei-
ro andar, das 9 horas da manhaa s 3 da Urde; e
desta bora em diante cm casa de sua residencia na
rna do Imperador n. 46.
cachemira da Escocia,
leja do Pavo.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada imilaco de easemira, tendo padroes
escuros e alegres, afiancando-se que nao des-
bota, a 20 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colote etc.: s na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo enfestado,
franeez, com 20 varas, a 80; ditas com 12
jardas, a 40 ; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito Ano, a 40800 e a
50600; algodSozinho muito encorpado, a
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 avara;
pecas de cassa de cordSo para babados, com
6 varas, a 30500; ditas com 12-varas, a 70:
Pechincha, a 500 rs. o covado,
so o PavSo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
uma s edr^propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covdo: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60. de Gama 4 Silva.
O Pavo vende it|e 305OO
afreueMdanafregiieziftde i ^IfiFeS de la, a U e 30500; ditos com 22
venda se dir ao comprador tambem se d meta-. ;iv3 de a praso: qoera pretender dirija- ao pateo |v**.s w a 3* ""perainz n-
do Terco n. l que se dir. [60? loja e armazem do PavSo.
COMPRAS.
Compra-se para uma cncommenda uma casa
terrea nos bairros de Santo Antonio ou S. Jos :
quera tiver dirija-se rna do Queimado n. 13, pri-
meiro andar, que achara com quem tratar
Compra-se efectivamente ouro e praU
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Bom negocio.
Vedde-se uma taberna com poucos fondos e bem
O gallo canta quando recebe.
O gallo canta, principalmente quando re-
cebe as suas novas encommendas para sa-
lisfazer aos seus bons freguezs.
Gravalinhas.
Veadcm-se fuslao com lavr aiiudinho
para roupa de weninos, a 320 rs. ovado ;
brim de Iinho de quadrinhos para roapa de a
meninos, a 566 rs. o covado; gangulim co de 500,800 e 1,000 rS,:s no Vigilante. 5"?*, S a,Md3o finas?
deumascr, a 320 rs. o covado; popelina; ra do Crespo, n. 7. E2_l_nf^l_t dTl
de la, de quadrinhos encarnados e pretos, Pirotleiz, h_ a
para vestidos de senhoras e roupa.d meni- Tambem ebegou um grande sortimento nirf naditas a
nos, a 10 o eovado : s na ra da Impera- de pirotleiz on conservadores para cabellos, riiaK/1 rn.sptp, ~JA1 a' '
triz n. 60, loja e armazem do Pavao. tanto pretos cqqw de lindas cores peto ba- jj^ uo francez a '. '.
6* paletots de Parto, asgobrecasacado a 12:000. jralissimo Pre^ '^J?/^^3 um' -Massos com grampo lisos e de cara-
Vendem-sepaletots de panno, sobrecasacas, Tambem ebegou um rico sortimento de n ? J I-*--V.' ,'
de panno preto muito bom e muito bem capellas brancas, ousa muito ehiquepara
feitac, a 120: sobrecasacos de dito, a 140; noivas, pelo baratissimo preco de 5.000 rs..
paletots sacos de dito, a 70; calcas de cache- 6.000 rs., 7,000 rs. e 8,000 rs. ; s no
mira da Escossia, a 30 ; ditas de casemira Vjgilanle, ra do Crespo, n. 7.
preta, a 50; ditas de easemira de cor, muito, Fitas de velludo e de seda.
fina, a 70 e a 50500; coletes de casemira de, Tawbem cnegou um completo sortimento
cor e preta; paletot d easemira de cor,! de fitas de velludo de a. 6 a n. 200; assim
a 70; todo isto para apurar dinheiro: s como um rico sortimento de fitas de seda,, Varag ^ b d
e lisas de todas as larguras e qua- jjar
lidadespor precos que admirara; s no Vaf3S d Ja :n d 3 dedos de
Vigilante, ra do Crespo, n. 7. ( % 3
Wtco de seda eliho. \ d f phospljor06a-
Tambem cliegou um bonito sortimento
de bicos, tanto de seda como de Iinho, as-
sim como rendas finas e de labyrinto, que
eus precos faro admirar aos meus fre-
guezes ; s no Vigilante, ra do Crespo,
n. 7.
Franjas pretas e de cores.
Tambem ha as riquissimas franjas pre-
ts larga?, proprias
em caixi-
nha de vidro.......
Tinteiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a.........
Grasas de botoes de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
corte; na ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56 de Mendes Guimaraes.
Ol! qne grande pechincha.
Vcndem-se pecas de ricos riscados Gran-
een com 1 i covados para vestido a 200 rs.
o covado, organdys para vestidos a :J00 rs.
o covado, chalim para vestidos a 4io rs. o
covado, la para vestidos a 200 rs... covado,
cobertas de damasco para cama a 40: na
ra da Emperatriz n. 56 Arara de Mondes
Guimaraes.
Arara vende os baldes.
Vendem-se os mais bem feitos e moder-
nos balos americanos de 20, 25, 35 e 40
arcos a 30500, 40, 40500 e 50, ninguem
deixar de andar sem bal3o que o preco j
convida; na ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56 de Mendes Guimaraes.
Roupa feita e chapeos.
Vendem-se uniformes completos de case-
mira inglezas de boas cores a 100, vende-se
palitots de brim a 20500, ditos finos a 30,
de meia casemira a 30500, calcas de meia
casemira escura a 20, ditas mais finas a 30,
seroulas de Iinho de bramante a 10600 e
10800, camisas francezas a 10600 e 1/800,
ditas finas a 20 e 20500, ditas de Iinho com
pregas largas muito modernas a 30, chapos
demassas de crese pretos a 10600,10800,
20 e 20500, isto mais que pechincha; na
loja g armazem da Arara, ra da Imperatriz
n. 56 de Mendes Guimaraes.
Tarlatana da 1 rara a 400 rs.
Vendem-se tarlatana de cores pata vesti-
dos a 400 rs. a vara, fil de Iinho de cores
o armazem de, fazendas baru
tas de Santos CrIho
lina do liieiniado
Vende-se o seaiiint*
Cetaria* dr rbila
da India pelo barato preco do 24.
Lenrrs
de panno de Iinho a 24.
Lrncrs Ja bramante
de Iinho fino de um -o panno pi'lo
preco de 'Si.
Toalha* akerbeada
para maos pelo barato preco ib' 31 a '
Veslidinkes de seda
para menina pelo baratissimo preco '.
Leuces de sda
para algibeira peln Un.iii M ;>> l I*
Itk-as saias de wt
pelo barato preco de ^Ml
l-Mres de casita
linissimos propros para algilicira |*
preco de 2 e 24UM> a duzia.
f.iirlrs de ralra
lista .- juadr. -*-
14200 o ci.i .
IVcasdc uadafUm
fino lar-o |M'lo li.naliv-iiiio preco >I
Peras de hrrtaaaa
dv. rolo com 10 varas polo barato pro.;. Jr JJtmx
Peras dr eambraia
de salpicos lina com8 lii varas nb >rar ~
de tf.
Alnalbalhe de liabo
com 8 palmos de largura pnarfi pm Xm'ta <*
mesa pelo barato prero de 24500 a v
llarrgr
de lindos gostos peto barato mm d. i ca-
vado.
Lsleira ila ludia
propria para forro de sala .1 V
largura.
"> e 1 iiilmt : de.
na ra da imperatriz n. 60, loja do Pavo. la viadas
Cortea de cachemira da Escocia, a 2:000, na
Ditas de pos para dentesa .... 100
Pentes de tartaruga a 30000 e 30500
40
320
160
IOO
160para mosqueteiro a 160 rs. o covado, enfei-
20 tes para cabera de senhora a 10, 30 e 40,
os mais modernos que tem chegado, tapetes
60 para salas por 50 cada um, toalhas de Iinho
para rosto a 640 rs., ditas pelucia a 10, o
100, melhor que ha em toalhas ; na loja da Ar-
40 ra, ra da Imperatriz n. 56, de Mendes Gui-
VeH'iade loja de or.
Francisco Gomes de Mallos Junim
em conta a sua loja de ouro ai ra torga do ftoaa-
rio n. 21, fazendo nimias vaMagraa almmdtoi p*
ella j par si tem, como li,i nto, nimia freguera
de que dispue da* provincia do mirle
Grande, I'arahiba ePiauhv. e\.-, : 'xaU4mle
cm uma das ras mais proprias.
os pretendemos dirija
>IA< ES MAC4E9
Cliegou no grande armazem da aororr bnitowt-
te no largo da Santa Cruz n. M. nova i-mena *
boas maraes, em caitas e a rolallio
VIHOKl BKI-
I IIWII
Este novo armazem molliado-. .u s. m\
vido dos melhoies o mais 11..\ ,__^-..
cado, por menos proco do |ue um outro .atafa^
cimenU) : no largo da Santa Cruz n. M
maraes.
PAPEL
de cores para listas de eleltores Hova loja de Custodio, c arvalho
FAZENDAS BARATAS
27Ra do Queimado27
NA
A agua branca suppoe que nao faz mal em ofle- j
para as lindas capas ou, recer aos athletas uns pacotes com 234 folhas de)
& Companhia.
Fustn francez
VEMIKM sE
canoas de amarcllo de um s pao. ftmtmt par
pescara e para abrir : a tratar na roa da 'atVa
do Hecife, armazem de hmea n. 2ft.
Qnem uo eoa_prara.
Ricas chapclinhas de seda mnilo bewi catata-
das o bellos gostos para senhora. pola terca parir
do seu valor : na ra do Oueimado. loja a. 11
vender por precos muilo rasoaveis ; 10 no ser na ra do Queimado. loja d'aguia branea n. a .
Vigilante ruado Crespo, n. 7. Na mesma loja tambem ha de eutras qualidades, d%*.os' dc todos os amanhos, pelo preco de
branco e azul, assim como anvelopes. ] d*,K'u- ,
Calcinlias
<5S
Rna do Queimado 11 11.
Chcgaram loja de Augusto Porto r <*a< anaa
pretas de seda bordadas e enfeiudas para wiiliiij
santc-embanpies dos Ih'rngwaii. e MuMrfr*'
dc seda pretos, ptimamente enfeltodos qw
se vende por preco que asrrada
AOS SRS. GONSUMHIDORES DE GAZ.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quali-
dade a Tetalho a !Cs9 a lata de 5 galOes, as-
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e sendo
bordadas para meninas, pelo barato preco de 200
cada um par.
Laazinhas
Par.i o bom m
Chcgaram loja das rjaumnas da ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos & C, matizadas finas para vestido a 440 rs. o covado.
novos cortes de vestidos dc laa a polaca com bar- roberas
ra estampada de matiz, Matos nteiramente mo- de, chita a 2i000.
demos e cores as mais lindas que se pode desejar Lenriies
em porcao mais barato que em OUtra qual- \ bem como ; cor de laranja, ganga, violeta, solferi-1 de panm de |inh0 a 2 l
~ Vende-se urna Iwnita escrava. pertoMaei-
gommadeira. eozinheira, lava roupa dc brrela,
nao tem vicios nem achaques, vendo por -
cisao : na rna do Queimado 11. \. ^^^^^^E
Ite tratos,
Na loja da Aurora n. .18. na larga dv Rosario,
vendem se riquissimos retralos ao natural dc S
M. L o Senhor D. Pedro II e de S. M. I. a Seoteta
D. Thereza, c do aivebispo o Sr. D. RoiauaMu, por
preco commodo.
Vende-se urna casa ilr jiedra o ai, sita m
Cabanga: quem quzer comprar, dirijn-w a
Imperial n. 110.
quer parte.
1
m
no, cinza, magenta etc., etc.; para designar o mo-
delo do vestido a cada corte aeompanha seu figu-
rina. Na mesma loja acaba de chegar pelo ultimo
paquete francez riquissimos cortes de vestido de
seda de cores com ramas matisadas solfas e ou-
O.
i'endpm.sesnneriores charutos susDiros a 14200 tros de moreantique adamascado, fazendas muito
^^S^TS!^!5^ eorp^ do nltuno gosto para bailes, casa-
V
cada meia caixa,
de 100 charutos, a 1200, ditos de ditas, meias ca-
xas, a 600 rs. : na ra Nova n. 58.
- Vende-se um escravo crioulo, de 28 a 30
annos de idade, bom offlcial de serrador, sem vi-
cios : a v*r e ratar. na ra da Matriz da Boa-Vis-
tan. 7.
mentos etc.
Na loja d funileiro da esquina da ra da
Aurora n. 1, vendera-se candieiros de gaz de to-
das as qualidades, os mais lindos que tem vindo
ao mercado, por preco commodo : tambem se vea-
dem latas rom yaz, c as garrafas a 400 rs.
Toalhas
de fustao' pelo barato preco de 400 rs. cada uma
Camisinlias
de eambraia para senhora a 24.
Goliuhas
de Iinho para seuliora e meninas a 640, 800 e 14.
Sortimento
dc meias para menino meninas.
Liazinha
preta para vestido a 300 rs.
Guardanapos
damascado* a 24 a duzia.
Vende-se urna exrellenle vacca parida, epnr
preeo razoavcl: na taberna do Aadrr. na 111
/.filiada de Bellem.______________________________
Frascos (Mm depfciar r >f.
Vendem-se na ra da Cadeia, na loja do Sr. Mm
da Cunha Macalhes n. 51, e na loja do
Fernandos da Cuoha n. 44, porpco
Vende-se nina e-crava de lion p-
feita engommadoira e cosinheira e lava pbum de
varela, nao lem vicios nem acnaqnes, 11 ndh il
por precisa): na rna do Qaa'madO a 4, seg-aOo
andar._______________________^^_
\ende-se a armarSo da loja a. 40 da roa m-
va, envldracada e em muito lora c-tadu : a!
na mesma loja.
ILEGrVED


Mario de Pernoonlme Terea felra 1 de Nelemhro d* t#8.
v -
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l.



GRANDE E COMPLETO SORTIMENIO DE MOLHADOS
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> a s: o Si. c a.
es o o "t so O -<
c SO
o **& "t t
O
-s O so
U t
Vinhos em pipa: Porto Figueira e Lisboa, a
4oo, 44o, 5oo e 86o rs. a garrafa, e em
caada a 2,56o, 2,8oo, 3,eoo, 3,5oo e
4,ooo rs. do melbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
Porto mandado vir de conta propria a
lo,ooo rs. a duzia e l.ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado, das seguintes marcas: Duque do
Porto, Feitoria, Nctar, Yelho 8ecco, Cha-
misso, Madeira superior a 9,ooo rs. a cai-
xa e l,ooo a garrafa.
dem Bordeaux das memores marcas: St.
Julien, Modoc, S. Esteph e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caoa com urna
duiia.
dem muscatel de Setubal verdadeiro a 2,ooo
rs. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Por-
to do Alto douro a 2,2oo rs. com o gar-
raftio.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira
muito proprio para a nossa estaco, por
ser mais fresco a 2,4oo rs.
Vinhos velho chami&so em barril muito pro-
prio para sobremesa por ser muite claro
e macio a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa al,2oo rs.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
c l,4oo rs. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
masso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
5 lo rs. e em barril a 5oo rs.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado.
Banha de porco a 54o rs. a libra, e em bar-
ril se far batimento.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e,5oo rs. cada
um
dem loudrinos os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a libra.
Caf do Rio de ia e 21 qualidade de 8,ooo a
8,5oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz caroliuo e do Maranho a 3,ooo rs. a
arroba e loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcSo ter abatimento.
Caixinhas de ameixas francezas de i 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfehadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,5oo, 2,000, e 3,ooo rs.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
ginja, pecego e alpech a 5oo rs. a lata.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6od rs. a libra, e em la-
tas de 1 Vs e 2 fibras.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 3,ooo rs.; tambem ha em
latas de l.ooo e 3,ooo cada urna,
Cha huxim miudinho mandado vir de en-
commenda especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-se a boa qualidade.
dem hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser igual ao que regular-
mente se vende a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem preto muito fino a l,9oo rs. a libra.
dem mais baixo, e miudo proprio para ne-
gocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Genebra de laranja a 9oo rs., a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5ooa caixa.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete de Bordeaux, Plaisir des dames, e
outros a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo a
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libra, ha caixas, meias e quartos.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o. rs.
a libra.
Azeite francez clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o fiasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. o pote.
M&lhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de 1 ,ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oors.
a grosa. *
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Milito painco a 140 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 300 rs. a libra,
e em caixa ter abatemento.
Sabo raassa de 180, 200, 220 240, rs. a
libra do melhor.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmao e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Genebra dellollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna*.
Papel grave paulado e liso a 3,500 rs. a res-
ma.
Azeite doce de Lisboa muito fino em barril a
610 rs. a garafa, e em porcao lera abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas a
l.ooors. agarrafa e lo.ooo rs. o gigo
cora urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo, 6oo,
7oo, 8oo, e l.ooo rs., o caixo grande.
Chocolate portuguez, hespanhol, franca, e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Velas de carnauba e composicao a 32o, 36o.
e 4oo rs., a libra, e de lo.ooo a 11 ,ooo rs.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto c Lisboa a l,ooo
rs. a ancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vem ao nosso mercado
pela sua boa qualidade.
Massas para sopa macarrio talharim e aletrn
muita nova a 48o rs. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 4,ooo, 3,5oo, 3,ooo e 2,5oo rs. a
caixa.
Servej das melhores marcas a 5,ooo rs. a
7,ooo rs. a duzia.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas:
Craknel, Soda, Cecde, Capiain, Traveliies
Lunch, Cobin, e outras a l,2oo rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
l,8oo rs. a lata.
Iem Craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,000, 5.5oo, e-11 ,ooo rs. a lata.
Massa de tomate em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinha de Nantes a 36o rs. a lata.
Toucinho de Lislx>a a 320 rs. a libra.
Tijollo de limpar facas a 16o rs. cada um.
Ceblas a 9oo rs., o molho.
Farinha de Maranho muito alva e cheiroza
a 1 lo rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cominho, cravo, erva doce, enxofre. palitos
de dentes em caixinhas que tudo vende-
mos por baratissimo preco.
Ricas caixinhas com confeits I fructas ser-
cas muito proprios para mimos |elo bara-
tissimo preco de l,oo rs. cada urna.

A AGUI^L BRANCA
Receben pelo ultimo vapor o
TERCOS
seguate:
e coras de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
Bonitas pulseiras de cabello, coral, e cora- bm SCTVir a toda a sua freguezia, notou que anda
Jipa nao havia feito algum agrado a aquelles que pru-
c>i,," i,;i, i:. ^ a___j i dente eacertadamente resando, cumnremuever de
Fortes c bonitas ligas de seda para senhoras. iwm chrisfio> e qUando reparou cssa sua falta,
Outras estreikis para meninas, ou manguitos, mandou vir e acaba de receber delicados tercos e
Carteiras com agulhas. coras de cornalina com crui de prata, os quaes
Agulhetas para enfiar, e agulhas cantfas. i deisa, dS,Iedo5 "eis tuc e*t'yerem dispostas
Trancelins e fitas de borracha. l para 1,0-ssu,re,n um ^n"
Carriteis com torcal de todas as cores.
Massos e fios de coral.
Esponjas linas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com la?o e
bai.io.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Arpase coz para balao.
Fitas com colxetes para vestidos.
Trancelins chatos ilJ^aparaenfeitar vestidos.
Panel e (binas para rosas.
iptrmas francezas.
i:ancelin3 grossos \m& relogios.
Escovas cabo dosso, marlim e madreperola Mnlias
para deates, onhas. \'wm>_\- pejtfig g lajas.
Oulras finas para roupa, chapeo, cabello etc.
Ootras de velludo para chapeos.
Pastas para papis.
Baspadeiras e nicas de marfim para ditas.
Visporas e dminos.
ti'ico ou coroa, com os quaos podein mesmo pedir a
Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seuale-
j gre e espacoso ninbo da ra do Queimado n. 8.
Rovos e bonitos
pentinhos travessos dourados e com podras para
, meninas : vendem-se na ra do Queimado. loia
d'aguia branca n. 8.
Bahiizinhos com perfumarlas e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasijuinhos decheiros por 15300 e vasios por 800
rs.. servindo estes para meninas, e mesmo para
joias etc.. etc.
branca n. 8.
na ra do Queimado, leja d'aguia
ROHM FJEITA
NO
A1IMAZKJ1
M
%^%^W ll ^%^^
I
X.ETHESKO VERDE.
Nesle eslabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de f[
todas as quahdades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- Wi
rentes, para o que tem um dos melliores professores, assim como Uunbem tem um W
grande e variado sortimento de fazendus de todas as qualidades, para senlioras,
homens e meninos.
RA DO QUEIMADO N. 46
i
DE
BSaratissimas bandeijas.
maclas e lustrosas para!
bordar
vecTenS-se na toja d'aguia btVMA rua~3o}
Queimado n. 8.
Xov'isslino* c bonitos enfeites
para eabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
A aguia branca por muitas vezes tem da- recebe urna su> encommenda de bonitos e
do a conhecer que quando acha -algtima pe- delicados enfeites, e de modernissima moda,
nao qner somente com ella encher muito servindo isso para sanar aquella falla,
o papo, ao contraro deseja que toda sua boa e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
froguezia c o publico em peral prvem da bella empreza Coimbra possam melhor real-
mesma, o que agora mesmo acontece com sar e mostrarem o apurado gosto que as
essas; baratissimas bandeijas. cuja limitaco guia. Esses enfeiles sao dum tecido bas-
de procos admira, em relacioaos lmannos e tanto fino com continuas d'arn, e mu bem
qualidades: avista do que convm todos a- enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
proveitarem-sc dessa opportuna occasiao c etc., entretanto que sendo obra de muito
proverem-se dum traste sempre necessario, gosto custam 5i, 6$ e 7$dinheiro vista;
e que Ibes custar quasi metade do justo va- na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
lor. Assim, pois, dirigirem-se cora dinhei- do Queimado n. 8.
re alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 8.
M
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrecasacas idem, 30$ e .
Paletos idem e de cores, 2.'i>.
20f>, m e......
Ditos de casemira, 20;>. lfi,
12-5.10^0......
Ditus de alpaca, iie. .
Ditos ditos pretos, i)&, 1&.
id e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 400, 4^, 3500 e. .
Ditos branco de linho, 65,55 e
Ditos de merino preto de cor-
dao. 10v 7-s
% Calcas de casemira prela,-12A.
1U.000
:6oo
">00.
3,5000
4^000
5;5OO0
10^. 8f5e......7-5000
Cs afamados copos com banha, c
boes com Inscrlpces.
Chegaram novamente para a aguia branca
e.~;cs, afamados e estimados copos com banha
tina; assim como os bonitos boies de por-
Luvas de eamn rea.
Vendem-se mu finas lavas de carmuca
branca e amarella; na ra do Queimado n.8
loja d'aguia branca.
Delicadas tesoiirinhas d'aco para
bordados e labyi'int los.
- A pedido de algumas senlioras suas predicletas
allana dourada tambem com banha, e novas Bgneas, a aguia branca mandn vir dessas de-
inscrip^es maviosas e jocoserias, mui ade- licaJ!s "'suurinlias d'ac" Pta agudas, proprias
mad para presentes resta poremquepsapre- JlttS -SS^JffiSSS I
oadores concorram, munidos de dinheiro, a as de mais horas shas boas freguezas para i
alegre o espacosa loja d aguia branca ra do aprowitarera-so da occasiao e bem empregarem '
jUeimadO n. 8. seusSfi emenda una dessas (inissimas tesouri-'
nhas. na certeza de que perder por chegar tarde ;!
Ricas snarnicCS de pentes C qupm sc demora.r em as mandar comprar no ale-1
flvellas para cintos. r-c.e e!paoso.mnh .d'*gl!ia **. do Qut
A aguia branca recebeu
guarnicoes de
Ditas de cores. ). 85 e.
Ditas de meia casemira de c-
M res, 5^300'e.....
B Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 5^, 4^500 e
n Ditas de brim branco e de c-
res, W, 4$500. 4^ e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 3^ e.....
E|| Colletes de velludo preto e de
^ cores, 95 e......
Ditos de casemira preta, .fi e
Ditos de ditas de cores B
45 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco.
65 e.......
Ditos de gorgurao de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
305000 Colletes de fustao e brim brau-
255000 co, 35500, 35 e .
Seroulas de brim de linho.
25400 e ......
Ditas de algodao, 15600 e. .
Camisas de peitos de linho.
.55, 45, 35 e.....
35300\ 25500, 25e.....
Chapeos de massa. prelosfran-
cezes, 105. 95 e. .
Ditos defltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda. 125.
115, 75 e. '. .\. .
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas parroslo, duzia. 115-
95 e......* 65000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de uires.....
25500 Lences de linho. .
i Cobertas de chita chineza.. .
75000 Pennasd'aco, as mais superio-
45000 res, a grosa......
Relogios de ouro orizonlaes.
35500 905,805 e......
55000 Ditos de prata, galvanizado.
patentes c orisontaes, 405 e
55000 Obras de ouro, adei ecos, meios
1 aderecos, pulceiras. rozetas,
45000 aneis c cruzes.
FAZEMDAS E KOI SMS FEITA.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255. 285. 3o5 e 35* caiac^
muito bem feitas a 255, 285, 305 e 355, paletots ai-asacados de panno preto de M
2o5 ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205. paletots saceos de panno f case
mira de 85 ate 145, ditos saceos de alpaca, merino e laa de 45 at 65, sobre t\r alna
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85at 145. ditas oVcor de 7?*
105, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roanas de Ira
como sejamcalcas, paletots e colletes. sortimento de colletes pr.b.s dr metim rwan
g e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots hraneos uV bramante a 4
R e 55, calcas branas muito linas a 55, e um grande sortimento de fazendas linas e
t&a m as, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino e sennora i
f de buho e algodo, chapeos de sol de seda, lavas de seda e de Jouvin para Wmm
25000 m n i0ra- Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas oV
15i00 kg obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mostr ik- .M-melliam' arte
I* pessoal de mais de cincoenta obreiros cscolbidos, por tanto tatamm nnalqwr obra 1
promptidao e mais barata do que era outra qualquer casa.
75000
45000
450OO
255O0
25500
15000
85300
25000
45500
640
5
15280
45000
POR MENOS DEZ POR CENTO
NOS
AICM.IXEVS
I CONSERVADOR
M
M, 21 E H IWflI ip I 2i e 23
Recebem por conta propria a maior parle dos gneros e\islen!.-> i, ^.
zens e por isso dehberou-se seu proprietario a vende-los por meno. Ifl
i outra qualquer parte, garantiddo a superior qualidade.
I.eiiim todos.
d'> pg
35000 yg i-nam toaos,
s*tno c^ Mante,8a mgkxa especialmente escomida a 72o e 800
25000
000
705000
305000 s
rs. a libra.
e em barril a Ma 1 >. a 1^4
a libra e 3,ooo rs. a am*tia ou
sacro.

; mado n. 8, on.lc tamlicm ha outras curvas e dirci-
rjcas tas para unhas. _______
GRIIDE
Koa do Queimado n. 23, loja de Anto-
nio rerreii'f da Silva Maia
Vt'udcm-sc cambraias de cores a 200 rs. o co-
vado para acabar, e laazinhas finas a 500 rs. o
corado.
i:s]iii(o de vinho.
-Na ra do Cotovello n. t vende-se espirito de
vinho de 38 graos a 240 rs. a garrafa, e em cana-
da a 1^600.
chegados
Cruz n. 2.
Si'I lilis inglews
casa de Izidoro, NeUo & C, ra
da
novas e
pentes dourados, e com pe-
d as; assim como outras bordadas froco e
com bolas pendentes, novidade essa que sq
se acha em dila loja, e que na verdade se
tornara rnui alegres e bonitas; e bem assim
recebeu lindas livellas com pedras, e ditas
d'aco com novos e eogracados moldes, cintos
dourados e de marroguim; e muitos outros
objtctos de gosto par senlioras serao encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queimado n. 8.
Ciraxa eeonomlca.
A aguia branca acaba de receber essa acredita-
da grana econmica, cuja superioridade est gc-
ralmente reconhecida ; essa boa graxa se torna
recommendada, tanto porque o calcado lustrado
eom da deixa perfeitamente lustroso ao menos
tres dias sem necessidade de novo unto, comol Farinha de mandioca
mesmo porque sua prepararao appropriaila para ; em Mccos craiK|es e de snPrnr .,;,),
amaciar e cons-rvar ocouro ; ella vem em caixi- ^ fc',,"ut7 ae sllPenor qualtda-
nhas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do! t n? armazem de Tasso Irmaos, ra do
Queimado n. 8, loja d'aiuia branca, aos rezunndos Amorim, n. 35.
piceos de 400, 500 e M0 rs.
Pennas de aeo Inglezas ealygea-
phiea, a balo e outras.
A aguia branca recebeu nm Iwllo sortimento de
superiorvs peonas de ac inglezas, catyttfpricas,
t balao e outras diversas ipiliiladcs, c'ujos pnces
variam em pro|vr5ao da bondade os iretendn-
tes que se rigirem eom dinheiro loja d'aguia
branca, ra do Queimado n. 8, nao licarao descon-
tentes. Na mesma loja acha-se tambera um varia-
do sortimento de caneta, sobivsaliindo i-ntre ellas
a mas de nova avenga, qne i>or si mesmo dotan
apenna fra quando assim se queira.
lanadlnhos estreitos e bordados
Vcndem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
fcranca.
Capachos compridos e redondos
#Vendem-ie na roa do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por tRiuiii.T e C, pharmacenticos deS. A. I, o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Etta nova combinacSo rene dcbalxo de um pequeo volme urna forma aaradavel e um gosto delicioso
Ha multo que os mdicos desejavao ardenttmente a reunio destes dous medicamentos, e todava, apeiar
dos malorcs esforcos, nem a sciencia medica, ncm os qumicos os mais dlstlncios o podcrfio conseguir
aie aqu; gracas porem a perseveranca humana achao-se hoje assoriadas estas duas poderosas sutsian-
cias, a nina, o tnico, restaurador por excellencia, o ferro, a baaj de nosso sangue, e conseguinte-
mente o reparador dos torcas e da saude alterada ou perdida.
As moleslias conlra as quais o Xarope tnico regenerador se tem mostrado muito effkai feto i as ame-
norrlieas, faltas de menstruacao, dores d'estomago, fastio, digestes penosas e tardas, flores brancas,
mtnstruacoes ditliceis, o lymphalismo, oempobreeimento do sangue, as escrfulas, os estragos produiido
pelas molestias sypliiliticas. '
Ha apenas um annn que o Xarope de quina e de ferro foi appllcado nos hospltaes de Paris, e elle
hoje o medicamento oais em voga, subsitluindo, por assim dixer, os medicamentos ferruginosos conhecidos.
O prosi ecto Bicerra numerosos certifleados de muitos membros da Academia de Medicina e professores
da faculdade que aUesto qut este, precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
o reconstituiute da eenaomla animal, indispensavei s pessoas que hbitdo os paites mientes, como
preservativo das epidemias.
Acha-sc venda no deposito geral, em Pars, na pharmacia Grlmanti e o, ra de la Feuillade, 7;
ern Lisboa, em caza do Sur Rodrigo *m Ciul (rmllia, Borral eO; no Pono, na pharmacia do
>nr Miarurl-Jour de soaoa Perrelro; no Rio-de-Janeiro, em casa da iluio Pelsoto e Dlnls, ra do
Sabfto, 11; na Bahia, em caja do Sr Joe-Cartano Ferretra-Eiialnhelra; no Bo-Crande, era casa do
Siu.1 saqun de !. do Sur nurthalonicn-FranclMro de Sodiui em casa dos Srs skoum e C, e bem assim as prii-
clpaes pharmaclas do Brazil e de Portugal.
h1 dem franceza de primeira qualidade a 5Go rs. a libr;
Arroz pilado o melhor do mercado a loo rs. a libra ~
Caf do Rio e do Cear o mellior neste genero a 28o e 32o"rs % libra
Batatas novas a fio rs. a libra, em arroba a Lino rs. e fin caixas de u.n
4,5oo rs, ^ pn
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, i 2oo rs. i lih-a e 3 oon r< a ***
Palitos do gaz. vindos por conta particular, a 2,3oo rs. a groza. '' """*
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a i,8oo e 2,ooo rs.
Vinho do Porto em garrafa de superior (|ualidade a 9oo rs. a garrafa
dem em pipa Figueira e Lisboa a 4oo rs. a garrafa, e a 3,ooo a caada
Milho alpista o mais limpo que ha no mercado iMo rs. i libra, e a arrrol a I oo ia"
Velas de spermacet, composicao e Aracatv, a 4oo, 36o e 04o rs. a libra
Toucinho de Lisboa novo e grosso de primeira qualidade a 3o rs. a libra eOoosn
arroba. '"w"- *
Alm destes gneros ha outros muito baratsimos, assim como cha iiu *-
azeite doce, vinagre, cebollas, albos, pimenta, cominhos, erva-doce. charola de
quahdades. chouricas, sabo verdadeiro de 16o a 24o rs. a libra, genebra de
quahdades, que tudo se vende barato e quera duvidar venha ir.
>
9
Yendcra-se superiores cadeiras
iimrric5uia< de bataneo, c m ausente e
encost de palhinha :" no nrniazem de
llalheus Aiisiin k i)., ra da Senzala
Vflha n. 106._____________________
Potasa nacional.
Vende-se superior potassa do II io de Janeiro, da
mais nova aue ha no mercado, a preco uiuito rom-
modo : no largo do Corpo Santo, escriplorio de
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19.
PechiflcJia.
Na loja du Arantes vendem-se horjeguins de
couro, de lustre rara homein i&i
vinho do Porto superior.
\>nde-so em caixas de urna duzia : no escriplo-
rio ae Antonio Luiz Oliveira Aievedo &
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A- Barboza.
Potassa da Russia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez'
Olio, muito nova e superior; vende-se so-
mente no ango e acreditado deposito na ra f
daCadeia do Becife, n. 12; onde tembem ^ -^pm^S na ma Direita n. i 7.
vende cal de Lisboa muito nova e Drecos' Np~ste es,a^!mcnto, sortido de todos os espi-
rnmmnrln* prev" ritos que a ella dizcm respeito, far lembrar aos
i^imiiiiuua._________________^___________S),l(S nunierosos fregnezes que continua a vende-
Cal de Lisboa e potassa da ,os ,l0r mem* i'ref 'i"e''"' ll",;i 'iaiquer parte,
nnssl como sejam, licores de todas a-^ qnilidtdeo, de or-
-. "_. _. T; p.1*."* .. dinarios afluos. genebra wiperior, tanto em cana-
\ende-.M- na ra daCadeia do Recite n. 26, para da como embotija, agurdente do reino, aniz, dita
ondesemudouoantico e acreditado deposito da de caima, alcool de gao o mais subido, e sem
mesma ran. ti. ambos os gneros sao novse 0heiro, proprio para com|sico, o que tudo se
legtimos, e se vendem a preco mais barato do mitra qualquer parte._________________ | o que tor exportado.
PRELO i
Ra do morim n. 43.
Vande-se^islo de Lisboa em saceos grandes, i po Santo, escriplorio de Manoel Ignacio'de Olivei
con 90 libras, peto iwrato preoo de 4|. ra & Filho n. 19.
y
^^
N.
1)K
TODAS AS Ol llll)ii)|>
DE
ANTONIO MAIA DE BBITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIUVA.
N. 21Antiga ra dos Quarteis de polica-N. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f \
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seiis andam r
na praca como pelo mato, lludindo os meus freguezes. dizendo trae sao meas
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando ne^soa aknan
por mmha conta fra della, fafo o presente annuncio para evitar que compra
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste eenero e i liiuciiIiI
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos m minba
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da ra e
mesma casa.
Aproveitoa occasillo para scientiflear aos mesmos senhores, qoe c_
encontrarao um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades. e do
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecid*
OS!
< ti 1U IJMI4M
Vende-se cal nova de Lisboa : no largo do Cor- j
" ivci-|
-f \ende-se ou permuta-se por predio aqu no
Recite un grande sitio de trra em Beberibc, no
lugar do Cnrnbe ou Coniga, todo fechado de mato,
com muita porcao de lenlia para ndanos, e cai-
Dros, e varias sicupiras, um grande cercado para no escrrptorio de E. R. Rabelto,
vaccas com beirada de rio. teudoproporces para mero 55.
eililicar, a vista do bom Unho : quem pretender,
dinja-se a ra doMoapio n. 68.
Vende-se urna porcao de Imeju de Ij
gado hontem no lirige BeUn Fijmmnm
raaa
I*tU8sa da Rnssia.
Venfle-se m casa de N. 0. Bieber & Cj
ccessores, ra da Cruz n. 4.
Ruado
BiriLACXU


litarle de reraamlMM l>v feir* ttmtmaOmo e 1W*3.
/
i
:
! <
I /
s
GRANDE ARMAZEM
AE
EE
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
N. 36, W\ DAS (MI N 36
no
balrro de *anto luloulo.
0 proprielario do muito acreditado armazcm denominado Progressista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seos freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos preces
abaixo mencionados, e aflSanca s pessoas que mandarera comprar por seus criados ou
escravos, serem Ufo bem servidas como vindopessoalmentc; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
<;o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
Orates n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
I n
i
DE
I
Edtmrdo Marques de Oliveira C.

si f\
TODOS s rnMm n
I COMPLETO
V1PORIIN 2 SOHTIMENTO DE M0UUD6S.

se recebem gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
estabelecihewo,
vende-se em porcSo e a rete-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidao qualquer
encommenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.

C/3
O
>
g
o
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as

13
a

~*5
2
O
O
Amendoas a 320 rs. a libra.
Avelcs a 2oo rs. a libra.
Ameixas ;i 1 > a libra.
Ditas em frasee por 20800.
I Arroz pilado da India loo rs. a libra e 3&>oo i
Os proprieterios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeite-: a arroba.
N'estes novos e grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o re^peitav*!
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, exposlos \tdn
todas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesquer outro esUibefccwn-
i tos d'esta ordem, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa um oVw
; cios para serqm vindos de conta propria diversos gneros, e desde ja encontrara o r-
m peitavel publico sempre os melhores gneros do nosso mercado, e por preeos baralfc*-
mos como abaixo verao, a saber :
Massa de tomates a OiO rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a i>U) rs. a libra.
Massa estrellinha para sopa a Uno rs. a libra.
Macarrao, aletria e telharim a 48o i*, a li-
bra.
de superior qualidade a cada
xinha.
Manteigai ngleza de 1.a qualidade, a 800 rs.
a libra.
KSSar'SS SSK"; *.;-5* 52=? ^s*nwa a
rs. a libra.
400 rs. cada um.
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Batatas em gigo de arroba a l,ooo rs.
Mages chegadas 110 vapor lnglez,
Krvilhas muito novas a 24o rs. a libra,
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 20 20500.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
mais fresco que se pode desejar a 700 rs. vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
a libra. em caixa ter abatimento.
Memlondr.no, mandados vir de encommen-; |dem massa de SUperoT qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
da especial, a 900 rs. a libra.
-u suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
do Rio de 1. e 2.a qualidade a 80500
5800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
\rroz da India e Maranh5o a 120 rs. a libra
e 30200 a arroba.
neste genero a 240
Avelaas as mais novas
rs. a libra.
Presuntos do Porte muito novos a 560 rs. a
libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmeo e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
'lE.S^S^^*-*^1**'*
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, c
em porcao ter abatimento:
Carrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garralao ;
afianca-se que nesse genero o mcllior
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinhe Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa este-
cao por ser mais fresco a 20400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 20000 a libra.
Chocolate para Ooo, l,ooo e l,2oo rs. a li-
bra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas Qu v .nagre de Lisboa
a 10100 com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintcs marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Bordeaos das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
tiiO rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores froncez.es, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Hude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, metas e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 11|2 e 3 li-
bras de 10400 a 20800, tambem ha latas
de 6 libras.
vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os ^^oMaranhao,2 a ,ibra e3^
preeos dos* seus-acreditados gneros, como abaixo verao nao obstante os preces menciona- Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
'. *. ,- Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa,
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatona- Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que serao Ufo r?' a garrafa.
Azeitonas a 320 rs. a garrafa e 1,3oo a an-
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto so no Progresso. cereta.
Batatas inglezas a 60 rs. a libra e 1,80o a
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada Farinha de Maranho muito aba e cheiroza Oo^['' __ KK ...
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a9,ooo Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a Dito miudinho a 20800 a libra.
4,8oo rs. a caada. *>to do Rio a 10800 a libra.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a Dito preto a 10900 a libra.
l,2oo rs. a caada. ; Charutos de diversas qualidades a 10200,
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-1 10500 e 30 a caixa.
boa a l.loo rs. Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Champanhe das marcas mais acreditadas a Chouricas a 560 e 600 rs. a libra,
i e a lo.ooo rs, o gigo, e a 8oo rs. e a Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcSo ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que 6 possivi 1
neste genero a 300 rs. a garrafa e a 40000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a. 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermaecte superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra c de 100 a 110500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto c Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodlnha e pe-
vide a 500 rs. a libra e 40500 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carrao e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de ames, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
dem de 3,a dita a 64o rs. a libra.
dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
timento.
Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,.loo e 4,ooo rs.
dem em barril o mais superior que tem vin-
ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l,ooo agarrafa e a lo.ooo a caixa, o preco
nao indica a qualidade d'este precioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
ta-faz f, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente cscolhido por um
de nossos socios, como sejamrCames, Du-
que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
misso & Filho, Madeira secco, e Feitoria a
9oo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
12 garrafas, j
Garrafoes com esi
tendo 5 garrafaf a 2,5oo rs.
a 16o rs. a libra.
ucinho de L
rs. arreba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
l.ooo rs. agarrafa.
' Caf em gro a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
1 90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixo.
" "i rs. a
Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa,
tambem,temos das raesmas marcas para 4, 2 T T-' lV r oo 2; en
e 4,5oo rs. a duzia, c a 4oo rs. a garrafa.. EsP^fade vmho t,e 38 gra0S' a 2h0
dem branca Te cobrinhaa5,5oo e6,ooo rs, Farinha do MaranhSo a 160 rs. a libra,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha Dita flor de laranja a 10 o frasco,
para 4,ooo rs. a duzia. FeijSo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
. ., Figos a 32o rs. a libra.
UNO rs. a uuza G(,ne|,ra dc nollanda em botijas a 5oo rs.
! Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
de muita duracao a 4oo rs. cada urna. a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
40600.
Patelo gaz 20 rs. a caixinha e 2.3oo rs. Licor fino a 800 rs. a garrafa.
a_fl)za. j Dito em garrafas grandes de superior quali-
Graxa ein latas grandes
e 12o rs. a lata.
Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
e 28o rs.
) Marrasquino de Zara a 800 rs. o fra*rn.
Passas a 4oo rs. a libra.
Palitos para dentes a 180 rs. o masse.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 10
20500.
Dito dc prato a 720 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a "100, 5C0.
600 e 640 rs. a garrafa, e 50500, U
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafal
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a bt-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sab5o massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
] Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
lijlo para 1 impar facas a 160 rs.
Wllas de spermaecte do gaz a 1,2eo rv a
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras p.-r 40000.
Ditas dc carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360 e 3M rs. I 'ihra.
Vinho do Porto, caada a 550D, garrafi
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a 501
rs.
Dito Figueira, ranada a 30840 e a gnrrata
480 rs.
Dito dita superior, caada a lf e a garra
a 500 rs.
Dito Estreito, ranada a 30200 e a garrafa.!
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a gnrrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafiVs !> '> garra-
fas por 10400.
Dito em caada a 20, e a 260 rs. a garrafi
JiWdc
ecial vibo do Porto con- ^f( A]pc[d)C chegada ^ u|mo ^1^ M a
tas de 21 hras t 8n rs .'> rwhinrhT mmaug ingleza flor a 800, 900 e 10 a libra.
\f latas e 2 libias a Soo rs. i pcchincha. Manteiga franceza a Goo e 64o rs. a libra.
B superior vinlio Fi- Genebra de Hollanda garrafoes com 16 gai- Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
gueira a 2, ioo rs.
dem com 5 garrafas de vinho
2,loo rs.
rafas por 6.5oo rs.
.isboa 3 j(|em em fraSqueras a (j300 rs e g jqq rs e a
56o rs. o frosco aflianca-se ser verdadeira.
Vinho branco de Lisboa proprio para missa ,,,, K~-- ^ i j
vindo j engarrafado de Lisboa a Gio S "2* &0" "35 'luatro **
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Vinho do Porto em garrafoes de 5 garra!
por 20500.
Dito dito engarrafado a 10 e l->200.
Dito lagrimas do Douro a MM0a U
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a ^Tfift.
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. I garrafa, e a 40909
a caada.
a garrafa.
zias a 44o rs. cada botija.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa qpafr
dade, c para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annui
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Marmelada imperial, dos melhores conser- Cebollas o mlho a 900 rs.
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la-'
tas lacradas hermticamente. Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Frnctas em caldas de todas as qualidades em | Cominhos idem idem a 640 rs. a libra,
lates muito bem eofeiladas, a 500 rs ca- Garrafoes vasios a 500 rs. cada um.
da urna.
dem em barril muito superior a 5oo rs. a| *. 7 frascos gf'andcs vecda"
garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
Ameixas francezas em caixinha de 1
%
deira italiana a l.ooo rs. o frasco.
2 Marrasquiuo de zara a 72o rs.
libras elegantemente enfeitedas com ri- Licor francez de todas as qualidades em JSSt^ZS^fSSiTS^
garrafas de vidro broncos a 72o e 8oo rs. m^^ ^u- ..i, a, JL n tnr.
FIAIIICAO DO BOWMAN-RUA DO
BRlJlfl \. 3*.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sorhmentr. ?*
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
cas estampas na caixa exterior a l,3oo
1.6oo 2,ooo e 2,5oors.
Idem em latas de, 1 '/ e 3 libras a 1, 4oo e
2,6oo rs, cada urna.
Figos dc comadre em
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
das melhores qualidades Rodas dentadas, angulares e de espora.
Vinho Bordeaux
que tem vindo ao mercado a 72o e 8oo Taixas de ferro batido e coado.
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, o 8,2oo rs. j Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
i Alambiques de ferro fundido.
bauzinhos de folha \Zeite doce refinado do fabricante Pelanol o' ^,muuulutb ,l KU' lum"
nmniiu. .ara mimn t I C ,unw,lu uu "auilldlIU, TOianOI O F0rnos para cozer fonnha.
outros a 800 rs. a gnala. minhJpara moer mSoca
dem em eaixinhas a l,4oo rs.
dem em eaixinhas ermeticamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
dem a 2oo rs. a libra. | Gomma de engon
Passas de carnadas as mais novas que ha no i
mercado a 4oo rs. a libra e a 6,ooo rs. a
caixa.
Consenas inglezas sortidas c de urna s qua-
lidade a 8oo rs. o frasco.
! Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
muito alva a 8o rs.
Arados americanos, ec. etc.
Salmo em latas
8oo rs.
ermeticamente lacradas a
Lagostim em lates grandes a l,4oo.
Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
ibra'e 3,2oo
Sevada muito nova a 12o rs. a
ss?a arroba.
Macarrao a 32o rs. a libra,
preparados pela primeira arte' de cozinha a |dem e ^^ 0 mas n0VQ ha m mer.
al,,ioors- cadoa48ors.alibra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
Bolachinha ingleza. a mais nova que se pode
desejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
<:onservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco. _
Farinha verdadeira de ararnt 60 rs.
libra, garante-se a superior qaflHWT
Palitos para dentes em eaixinhas douradas
Bren, a 320 a fibra e 80 a arroba.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pide haver de melhor neste
artigo a 280 ri. a libra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
g'
pt.l de embrulho moito superior 10420
a resma.
.Jio da Figueira, 6 que ha de melhor a
40000 a caada.
Copos finos para agua a 60000 a duzia.
Queijos flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,ioo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
l,8oo, rs.
dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
6oo c9oo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 48o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 5oo rs. a libra.
Prezunto verdadeiro de lamego em calda
de azeite 5oo rs. a libra
Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
1 arroba, e a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1,400
re6.
dem em lates grandes, proprias para lunche,
com5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abroa e
outros conserveiros de Lisboa a 6oo rs. a
libra.
Frutes em calda de todas as qualidades a
5oo rs.
Ervilbas francezas a 5oo rs. a lata.
dem portuguezas a 64o re. a late.
Massa de tomate a 64o rs. a libro.
Amendoas confeitedas a 7oo rs. a libra,
dem de. casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans 2oo rs. a libra.
dem do Maranho a 12o rs. alibra, e a
3,ooo a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. alibra.
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7.oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a 1 o,ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e 1 ,ooo
rs. a libra.
Estrellinha e pevide muito nova a 4oo rs. a
libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
libras.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda particular
nossa a 2,8oo rs. a libra.
dem huxim muito superior a 2,7oo rs.
libra.
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
dem preto homeopathico e muito superior a
2,ooo rs. a libra.
Wemnacional a l,6oo rs. alibra.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e de todas as marcas, como sejam: sos-
piros, havaneiros, messecipes, rephadHfe
perial, flor das mattes, primores a 4,ooo;
3,800, 3,2oo, 3,ooo, e 2?5oo, *;&oo,
2,000 e !,6oors. a caixa.
AGENCIA
FUNBICAO DE LOW-MOOR.
Itua da Senzalla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e techas do ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Una da Senzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston d- C.,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inas, fio de vela,
chicotes para carros e montera, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
ROUPA
Na ra do Quemado n. 43, esquina que
volta para a Congregando ; pechincha.
Paletots dc casemira a 5, 6, 7, 8,12 e 140000,
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12, 16 e 180,
ditos sobre-casacos de panno muito fino por 24 e
284, ditos de alpaca preta c de cordao a 4, 5, 6 e
70, calcas de casemiras de cores a 5, 6, 7 e 80,
dfias pretas a 60300 8,9 e 100, paletots de fustao
e ranga a 20, 20800, 3 e 40, calcas e colletes de
todas asqualidaxles epor preco muito barat, len-
ces de puro linho a preco de 20800 e 30, cober-
tas de chita a 20240, collarinhos de linho puro a
600 rs. cada uto, e outros muitas objectos qtie s
vista ; e nara isso se pede a atten^ao dos '
guezes.
fre-
Vp ndc-KC
no armazem de Manoel Marques de Oliveira na
roa da Moeda n. 9, agurdente de canna em bar-
ris e meias pipas e pipas, cal de Lisboa a 2# en
p, azeite de carrapato em barris ou caadas, mel
em barris em pequeas ou grandes porce*
Assucar do Monteiro
Ra dfrJMBeradOr n. 28 e caes de Apollo m
67; rtPwTa Ura, e de 8 libras para cuna
a 50600 aarrba.
Cal de Lisboa
Cal virgem chegada hontem em am-
to bem acondicionadas e por preco onMwfr
antigo deposito da roa do Trapiche n. I"*
un ile Manoel Teixeira Basto.
(alele Mn
chegada ha pouco. c de boa ipialiilade : <
nos armazens da roa de Apollo ns. 2x.-:; '
theatro.
Acaba dc chegar no navio Ohm f Ik* Fl-r', a-
mais superior potassa da Ruaua, e remie-*t *
pre?o commodo : no largo do Con SobU^ esrrj
torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho. a. lf
Ku da Seiialla Hva 41
Neste estabelecimento tendern-se: terba4a
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 re.
Vinho
No escriptorio de Enzebio Raphael RaUelt-
ru da Cadeia n. vendem-se ancoretis rtm
cellente e puro vinho tinto de Lisboa, dmente rh*
tinado para gasto de casas partinilarfs mr mn-
mettido pelo proprio faiendeiro o lavmdf._____
Ceblas superiores em reste, a circe
mil ris o milheiro no Caes da attadega a.
I, armazem de Tasso & Irmos.
ESCRAVOS FGIDOS.
KNC IIA vo vxGmo
1008 dr patifro.
Contina fngido desde Janeiro o i
Ravmundo, natural do leo, estatura
de 18 annos, cabera chata, caWtee
testa grande, rosto oval, com
esquerda, maeaas salientes, denles I
dos, bocea refalar e principio de buco, nteei
pequeos, costnmava andar calcado.
se ilvre : quem o apprekender
Cadeia do Recite n. 21, a La
que entregar a referida gratMyiu.
radonds I
- Fug nanoite de 17 do -
UU da noine Raymuada, alta, cara
la com o cabnllo cortado rMe, "
dciiBa.com urna cicatriz na
com falla de dente na trente,
no p ettnia-farfriMnnoFMmVVJ*
tem o costme de tat
a pegar leve-a a seo
Barros FaJco -
sado.
Jone dnl
iMUTll_ADO>


Mario de Peraainntie* ... tferea Mr i le etembro le ifri.
;
!
LITTERATDRA.
O crime.
Vinal Polonia !
tContinuagao.)
XII '
Ora, ainda mesmo i
mados isoladamente.

Thdividuos, to- J 'Quando os diplmalas perdem a cabe?, os sol- sia que os atiron : todo o singue que temos per- com as armas na mao: raro o que
rOItlDidOS atl> .1 dadOS COrri/em OS SPIlS crriK fl mianrin nc tnliti. AlAn nnom nn_ln inirnn fni !_ -- _.,. limar ronnmn --- *
Qucm poderla ter lanzado ali o fogo ? per-
guntava-se general nrarrcgatn da policia. | mados Isoladamente. esiejam corrompidos at dados corrigem os seus erras ; e quando "os sida-' dido^ quem no-Io aparou foi a Nfc lugar, reprimo a
Algum revolucionario, responden o gene- medulla, os lagos que os prendem sao forgosaraen-, dos acabam a sua tarefa, os diplmalas reparam j da Crimea : custou-nos, entretanto duzentos' Ha na polonia anaren*
raL e da ordem moral, pela razao evidente de que os o damno. Mas, se os exerciloe, nestes ltimos mil homens e dous milhares de francos.' Se a Po-' d?zTlp'f,r !!raC? S
Oh! senhor! pols nao claro que o fogo ca-' homens nao procuraran! associar-se para o mal e ">mnrt <1or5m *- ~ ^------- .-- u---------:-.-----..-------
nri
intento I mas smplesmeute para ter um penhor en-'
tre niaos. E jara mais segurar o seu penhor .\'i-
colau obriga o clero de Valaquia a rezar pela sao-
de do ciar c a administracao a encher os cofres
imperiaes cum os rditos dos impostos. A Rus-
lia, romo 6e v. sabe, fallar a lingua de Carlhagoe
corrigir a brtitalidadc do facto pela graca da ex-
-presslo.
Certo, tinha ella preparado o bote de ha muito e
accuuiulado forgas na fronteira da Turqua, com
a intima convieco de que no primeiro choque es
magaa com o seu peso o exercito do sulto.
A victoria todava se demorava ; a Russia tira
de seu relicario a vclha gloria septuagenaria do ma
recial Paskovilch. Mas, com todas essas massas
impellidas urna sobre as outras, com todas as suas
. marchas, jactancias e Te-Demos por antecipacao,
sabis o que a Russia fez afinal do comas t
Depois de haver solemnemente jurado face do
cn nao tomar a iniciativa de acto algum de ag-
grcsso, ella ah vae furtivamente, sombra da
noute, incendiar a esquadra turca, que adormece
na angra de Sinope, liada na palavra russa; e nao
rente incendiar a esquadra, seno tambem a ci-
dade, tendo porm a cautela de preservar o quar-
terro grego, insinuando una perfidia em un acto
de barbaria!
Depois do incendio de Sinope, teve o animo de
invocar o testcmnnho de Deus. Deus lhe respon-
deu em Sebastopol. Nicolu, apanhado no lago de
tua ambicio, sola um grito de desespero e cae
no chao da morte.
A Russia, batida em Alma, batida em Inker-
. inaan, batida em Traktir, soffrra a humilhago de
arrasar o arsenal de Sebastopol c de escrever na
entrada do ancoradouro : Porto mercante.
Que era feito do soldado de Souwarow ? Sncce-
dra-lbe o que succcdc com o tempo ao soldado do
absolutismo. Mata e morre mechanicamente, por-
que traz urna espingarda para matar ou ser morto;
mas nlo tem calor, nem iniciativa.
Souwarow baria explorado um resto de energa
turbara, que ainda podra encontrar. Accresce
que elle sabia embriagar o soldado, tanto por meio
da victoria, como da agurdente, phanatisa-lo com
beazeduras e reliquias. Mas a administracao venal
da autocracia de S. Petersburgo sugra em pouco
tempo toda a seiva da Russia.
Coragao, patriotismo, respeito de si mesmo, sen-
timcnto do dever, ludo o que constitue o homem e
que o torna invencivel, ludo falta va ao russo, ao
trtaro, ao cosaco.
0 soldado de urna naci livre tem dentro de si
militas almas : a alma da liberdade, da instruegao,
lo brio. Quanto mais elevado o espirito, tanto
mais vale o homem ; d'ahi vem que ha um homem
de mais em cada soldado, proporcao que a sua al'
ma se educa e moralisa.
Eis ah porque a repblica francesa pode vencer
a Europa. Em rigor possivel fazer do servo ar-
rancado da gleba um granadeiro ou carador ; bas-
ta para isso um abate e um tope; nunca, porm,
se far delle um Latour d'Auvergne, nem mesmo
um zuavo.
Demais probidade e fiscalisaco parecem des-
conhecidas na Russia militar. O coronel rouba
descaradamente, comprometiendo a vida e a sade
do soldado. A quinina comprada pan o hospital
evapora-se as rendas e fitas de sua mulher ou de
sua manceba. Precisam ellas de tantos e quantos
calavj^prTara se frajarem segundo os ltimos fl-
gurinos de Pars I
Depois da campanha da Crimea, a Russia come.
co'J a perceber esta verdade libertou os servos
para renovara materia prima de seu exercito. Mas,
que vaha cssa independencia sem a liberdade pre-
via da inlelligencia dos homens do campo? K o
que se tem feilo desde o coineco do seculo para a
instrueco de taes homens?
A poltica da forca ensina o culto da forga ; de-
prava o espirito, deposila nelle um levdo de bar-
fcaridade. O imperador assigna o ukase de eman-
cipadlo e para logo a Russia se incendea desde o
Bltico at ,o Deuieper. Nao j smente o incen-
die de Moscow; um Moscow universal. Seria
hin do cu ? disse um velho desconhecido, que sim para o bem commum. FOra inconcebi vel ab-
j sumiu-se por entre o povo como um phantasma. surdo que elles se reunissem para se damnificaren)
Alexandre II expia aclualmenle as culpas do Un- recprocamente. Em urna sociedade fundada no
os outros, todos
de marlello
O novo imperador, nao o duvido, quera recon-' mas quem aceitara o de bigorna ?
i 'C'plena paz, sem declaraco previa,.
Jtnssia invade a Moldavia de sbito, nao para fa- prfl(lor -Nlcolau : es,:i colhendo o que seu pae se- principio da exploracao de uns pelos
r guerra ao sultao (diz ella,) Deus a livre de al mcara- |es,ariam Prom.n,? a ace,'ar Paf
vinganga? Mas de qucm e contra quem? Seria
conspiracao ? Mas cnto parto da propria Russia
entrara no conidia
Fosse, ponm, o servo russo que, meio emanci-
. nado, brandisse o archote da guerra social, ou fos-
se o partido da velha Russia que semeasse o terror
para impedir o curso da emancipado, o certo
que os escravos respondiam oppressao. c os ar-
diles t melralha.
Contamquc no incendio de S. Petersburgo, a cha-
ina manifestou-se a principio na cupola de um dos
edificios.
ciliar a Moscovia com a cvilisacao o domesticar o! Por consegunte a moral a condicao primeira,, madureza
seu pove com a liberdade. A Europa applaudia a [ a natureza intima da sociedade. Mesmo em um
tentativa : acredilava ingenuamente na utopia de covil de salteadores, o chefe da quadrilha tem de
um despotismo liberal. O proprio despota confia-' estabelecer urna tal ou qual Justira distributiva en-
va de boa f no seu liberalismo. Mas quando elle tre os consocios para manter a associago.
eslava a saborear a voluptuosa meloda da popula- Por egual motivo, em toda a nagao civiiisada a
ridade, o seu lugar-tenente na Polonia sentiu o chao legislagao que nao mais do que o reconhecimen-
mover-se e ouviu, na brisa que passava, o murmu-' to scripto do laco social, representa sempre, de
rinho de um suspiro. j poca em poca, se nao a nor^ao ideal, ao menos a
Era a Polonia, cssa incorrigivel defunta que nao. nocSt) media de justira. J houvequem dissesse :
admitte ler morrido e que pela terceira vez despe- Dm-mc o povo o mais corrompido e tragam-me
o seu cdigo para o lr : aposto de antemao que
esse cdigo ha de encerrar um cathecismo com-
pleto de moral.
Venha agora a escola de Machiavel tomar de
einprazamento todos os vicios dos homens e entrar
em conchavo com elles para estabelecer o seu rei-
nado : o que ter feito em resultado ? Urna allian-
dacava o tmulo.
Nao se tinha, pois, dado cabo da victima! Era
realmente cousa para excitar o mu humor do au-
tcrata !
A Polonia, entretanto, nao combata : orava. A
Russia proclamou a lci marcial contra a reza. E
houve um general russo, com o peito alastrado de
condecoracoes, que teve a coragem de mandar fazer! ca com individuos, por outra, com elementos es-
fogo queima roupa e fuzilar mulheres c enancas
postas de joelhos I
Depois condnzu-se em treneis a carne fresca e
deu-se urna vassourada as lages do matadouro.
Em seguida teve um renegado a engenhosa idea
de deportar em massa toda a mocidade polaca a
pretexto de recrutamento. A isto se chamou a bran-
ca. A branca consiste em abrir as portas com ga
za, como o fazem os ladros nocturnos: agarra-se
depois nos mancebos que despertam sobresaltados,
e vao servir por trinta annos em um regiment,
com esta cautela, a saber, que se o regiment po-
laco ha de ir logo para algum pantano pestilente
da Mingrelia.
Hesta vez era de mais : rebentou urna nsurrei-
cao. A Polonia ergueu-se de novo.
XIII
Mentiste, Machiavel; nao ha crime feliz, nao ha
crime !>em parado; nao ha crime de bom xito, o
crime sempre crime; eis a verdade : parece feliz
s vezes para qucm o fita s por um quarto de ho-
ra ; filac-o d'aqui a pouco e veris que o seu bom
xito dependa do movimento da agulha no mostra-
dor do relogio.
Crime feliz Pesae bem esta phrase. Se o cri-
me, isto o que ha de mais contradictorio com a
lei da humanidade, podesse vingar, podesse ir por
diante, restara aos homens um s recurso, vol-
tar para as selvas.
O raciocinio que fazia Machiavel para demons-
trar a excedencia, da sua theoria era este :
Estudei bem (dizia elle) a natureza humana
em mim proprio, e fra de mim, no que se chama
o meu semelhante. Ora, depois de consciencioso
estudo, devo confessar. como acto de justica prati-
cado contigo e com o meu semelhante, que todos
nos, ou quasi todos, somos refinados velhacos. E,
parsos ; se abrir a mao, ver-se-ha que apenas che-
gou a apanhar um outra grao de ara.
E no entanto, violentando os principios de jus-
tica, isto os lagos sociaes, as relagoes indestrnc-
tiveis dos homens entre si, seus direitos e interes-
ses communs, a escola de Machiavel provocou cen-
tra si as propinas forras da natureza, as leis divi-
nas da sociedade. Vem a renovar a guerra dos
Titans aos deuses ; e deve suecumbir nesta revol-
ta contra cus e trra.
A lgica o demonstra por anticipacao e a histo-
ria o conflrmou com o seu tcstemunho.
s vezes triumphou por alguns minutos, mas
esse triumpho nao pode ser duradouro. Para rei-
nar com seguranza, o machiavelismo. destruindo a
sociedade, reinara como o leb no deserto. Ahi
estao os factos, nico argumento que essa escola
reconheee ; e com os factos lhe podemos atirar em
rosto a injuria que mais lhe de : Nao fostes por
diante.
Esta a verdade. No tempo de Machiavel e at
o seculo lindo o poder apregoava altamente a theo-
ria do crime feliz; vangloriava-secom elle ; quan-
do muito davam-lhe por cortezia o nome de razao
de estado : mas dahi em diante a opiniao cami-
nhou; o mundo abriu os olhos, o machiavelismo
posthumo deve hoje invocar a moral, com o inten-J
to embora de viola-la e violando-A effectivamente.
Mas se a invoca, porque a reconheee : sua hy-
pocrisia urna eonftssaode fraqueza. Mcntiu, por-
tempos, deram testemunho completo de sua effl- lonia houvesse interposto urna barreira entre nos
cacia, pde-se acaso dizer o mesmo da diploma-', e a Russia, o czarismo recalcado e concentrando-
ca ? | se teria por ventura cuidado de civilisar o sen po-
Como'l suscita-se dispula em Jerusalem entre vo, em vez de turvr a cvilisacao da Europa,
frade grego e frade latino por urna porta de ca-: Que esperar da Russia, se nao a guerra ou o
pella, e um exercito russo invade a Turqua com cholera que nos enva de quando em quando. como
o engenhoso pretexto de examinar o debate com o seu aller ego ? Esta narao de errante nlo per-
tenee ao systcma planetario da Europa. Nos, os
Divulgada a invasao, allia-se a Franca com a fimos da historia, Francezes, Ingleses. Allemaes c
Inglaterra. Mandam as duas naeoes suas esqua- Italianos, com as nossas dissemelhancas ou distan-
dras para o Bosphoro. Comecam de parte par- cas de rara ou de progresso, gravitamos na mes-
te as eiplicacSes. ma orden de destino, vivemos a vida do pensamen-
a Russia d palavra de honra que sempre leve to, da industria c do commercio : a guerra para
a intenrao de respeitar o territorio da Turqua. A nos urna anomala e sempre urna tristeza. Faze-
Franea, pelo seu lado, faz cora a Inglaterra egual mo-la gemendo e por derradeiro extremo.
declaracao. Mas a Russia viveu jamis a vida do pensamen-
Nao havia, pois, entre o oriente e o occidente ,0 ? Qual o quinho com que entrou no patri-
mais do que urna questao de frades, a resolver em' monio da sciencia ? Com que descobnmento -
menos de vinlc minutos. i gou a sua divida civilisacao ? Est agora es-
Os diplmalas aguram toda a sua sabenga, es-1 -indo na vida do commercio, c da industria ;
crevem, mandam, refutam, notas, contra-notas, me- carece ainda, qur do instrumento, qur do agente
morandus, ultimtums, ultimatissimun, e com os do trabalho; niio tem capital, nem industriaes.
seus ofllcios, discussoes, distinegoes, refutagoes, A historia dcslisou-se por aquella regio sem Irans-
replicas, duplicas e trplicas embaragam a meada' forma-la. Nao urna nagao propriamente dita;
de tal sorte, que a Russia declara afinal que a Eu- museu vivo das civillsagoes que a humanidade
ropa deve recorrer a urna grande degolla por cau-
sa de pontos e virgulas, bem ou mal postos as
convencoes de Kainaroji ou de Unkar-Skelessi.
Dous exercitos de 100,000 homens batalham em
derredor de Sebastopol um anno inteiro, dia e nou-
te, por cima e por baixo da trra, no meio dos la-
magaes, dos gelos, das chuvas e das epidemias, e
matam e morrem a merc da colera do cu e da
perfeicao da estrategia.
Os diplmalas da Europa tomam-se de escrpu-
los e pedem que se abra um parenthess entre
atravessou successivamente, desde a patrialchal
at a feudal: um misto, em sumraa,' a edade
media com urna ligeira carnada de decimo-nono
seculo. Urna dama cossaca, depois de haver galo-
pado o dia Inteiro, l os versos de Lamartine em
urna barraca de pelles de camello. Um general
trtaro convida o viajante europeu a jantar no step-
pe, e assenta mesa entre suas duas mulheres le-
gitimas. Um nogai compra a sua noiva 40 vac-
cas, e s lhe tira o vu e divisa o rosto depois do
casamento.
duas descargas de artilharia para se reatarem as! _E*'a n*?ao asitica, escrava forga na civilisa-
viares : -ao mo"erna> nao Pde ter poltica interna, com-
nCFazemumcongressoemVenna,discutem sobre !mercial 0U ,ndus,rial: s 'r urna poltica
novas bases, e depois de terem desafinado cada Iex,erna- gl,erra ou con.fuista. Por isso insina
qual para seu lado, commettem ainda ao acaso a' sempre urna questao de guerra em qualquer trata-
solugao da paz c levanta a sessao. do. como mergulhava o Raltico a machina de Ja-
Jorra de novo o sangue. Sebastopol desappare- cobi para estourar com o primeiro choque,
ce da carta como por urna erupgao volcnica. A! Victoriosa ou vencida prosegue indefesa na
Russia, desengaada de suas illusoes, concorda por mesma poltica. A derrota s a faz parar por mo-
hn em negociar.
Mas nao foi a diplomacia, foi a victoria quem
poz remate discordia.
E o congresso de Zurich ? Desta feita vao os di-
plmalas tomar a sua desforra. Aparara a penna,
cotisam o seu talento e inventara por commum es-
forgo a creagao original de urna monarchia fede-
rativa de seis cabegas, presidida pelo papado. As-
sociam gravemente principes que nao se quercm
assocar, nonieam um presidente que os nao qur
presidir, e ludo isto para governar povos que nao
tanto : mentiu est perdido, porque o obrigamos a queram ser governados, nem presididos daquelle
mentir.
Assim,
Polonia.
XIV
modo I Garibaldi cortou a dfliculdade. desembar-
I cando em Marsla.
O que resta hoje do tratado de Zurich ? Um pa-
pois, urna nova insurreigio rebentou na
Nao tem armas, nem cartuxos : arre-1 pe scripto, respeitavel em theoria para os seus
mentos. Hoje, como hontem. a Russia est amea-
gando ConstantinopJa.
Cumpre portanto. reprimir essa naro refracta-
ria e dar cabo dessa potencia sinslra. Entoser
necessario enlrarmos em guerra; o que nos di-
zem. Pois sim; e onde est a Hondada f Fizemos
a guerra da Crimea por urna chave de capeila: fi-
zemos a da Italia por urna- dea : a da Syria por
urna crenea; a da China por humanidad: a da
Cochinchina pela civiilsago ; a do Mxico por cu-
riosidade, para sabermos qual a melhor forma de
governo Temos sempre feito tima abundante coiheita d e
louros, sem contar com a safra que est ainda em
rebentes no Mxico. ;
E quando a Franca encontra todas estas cousas
quando digo quasi todos, pura condescendencia ; lonia as compra razao da vida deum homem por
de mnha parte, com o preconceilo da honradez ] eada espingarda que arranca. Nao muito caro,
porque a honradez effectivamente o vicio era aira.'' Rapazes de 16 annos
mette contra o inimigo com fouces e cadetes. a! aut0res e encerrado cuidadosamente as caixas de reunidas na qnestio polaca, deve hesitar ? Quem
Russia quem lhe fornece espingardas ; mas a Po-' papellao das secretarias. a retrahe ? O perigo? Nao argumento franrez.
Pois ainda semelhante diplomacia que pre-
tendis recorrer ? Mas, emqnanto ella cscrevinhar
marcham com peito deseo- repotreada nos seus gabinetes, oque ser feito da' to ou i lito ioueo.
zo, que deixou passar a occasiao favoravel para sa-; berto contra a artilharia e morrem entoando can-; p ,
ticos na bocea das pecas. jPoloma xy
O exercito russo, desmoralisado, estafado mi mu
territorio que o devora a cada passo, rapia, es-' A,nda Da0 bas,a,n ,an,as descar8a?- Iantos rou-
mgalha, estripa, degolla a tudo o que encorara ua i boe' ,antos estuPros'tan,as maw9 decepadas para
XVI
l'nia intervenrao puramente diplomtica mui"
tisfazer a sua vocaco.
i Ha seguramente nesta harmona geral de cor-
rupgao urna agradavel diversidade. Fuo malva-
do, bcltro fingido, este covarde, aijuelie estu. I
pido, est'outro hypocrita, aquell'outro invejoso.
Somma total, um vicio por cada homem e as ve-
zes um homem para todos os vicios: tal a huma-
nidade. Em circunstancias assim. querer reina,
por meio da virtude construir com alicorees de
vento. Fra o mesmo que mandar um rebanho de
carnciros governar urna vara de lobos.
Tendo de reinar em urna sociedade viciosa por
essencia devo conformar o meu governo com a na-
tureza da sociedade, ou por outra, colher todo o
partido de seus vicios, pegar dos homens, a um c
um, pela asa que d geilo rao : corromper a es-
tes, intimidar quelles, divertir os patos, engaar
os pascacios, e a todos fazer pagar as despezas da
comedia.
Podia-se responder escola de Machi vel deste
modo. Os homens sao velhacos ? Pois bem; que
o srjam; lio-me na vossa palavra e aceito o facto.
Quero mesmo exaggerar a dada do problema. Te-
nho tambem os meus accessos de misantropa. Sup-
pouho que os homens sejam incorrgiveis e admiti
que, em vez de tentar melhora-los, tendes razao em
explorar a sua perversidade.
Batata satiaMto ? Calumniei bem a humanidade,
nao vos parece ?
Pois nem assim tereis caminhado para a soluco,
porque exactamente esqueceu-vos a principal dada
do problema.
Nao ha somente individuos na sociedade; ha
tambem os lagos sociaes, e chamo lagos sociaes os
\ se levarem de urna feita dedos e anneis ? Pare-
1 ce-vos que esta pyramide de troncos de canecas,
de mulheres esquarlejadas nao se eleva bastante
no horisOnte ? O que esperis ? Que a Polonia
se converla em um eombro de ossadas, e que nes-
tes vate annos mais chegados, era se ouea ali o
tanger de um sino, nem veja sahir a mais liicira
passagem. Edade, sexo, nada o detm: tudo isso
d sangue, e a Russia qur sangue. Nao mais
urna guerra, urna matanga : o fogo poe remate
obra de carnigaria. Por onde passou a *>ia
s deixou cadveres ou tgoes.
O que fez neste meio tempo o rei da PrufB9
Est como cao de cara que impelle a victima para Ifumaga da lareira de urna Tanja ?
o lugar de espera. Das costas a seu povo por f Acaso a Franca nao sabe mais guerrear por
urna questao de escolstica constitucional, mas! ^a ida quc dig0 pc)a humai>idade c ^ n5o
aperta afectuosamente a mao do marquez Wielo- J ^ humailidade> pe)o seu preprio inleresse so
polsk.! Nao a aperteis muito, senhor,porque sua- Sim,-quena questao polaca o patriotismo marcha'*
ra sangue por todos os poros.
E a Polonia, entre dous fogos, entre a Russia e
a Prussia, nao recua; combate sempre. A Euro-
pa contempla c cruza os bracos : admira segura-
mente a heroica guerrilha de Langiewicz ; mas,
de par com a dedicarao : pelo sen proprio interes-
se. sim.
O que diz a historia de oilenta annos para c ?
Diz que a Russia sempre volou Franca intranha-
Praz-rae a franqueza. Nao digo que muito,
l pela razao de que, apiedando-nos da I'okmia, a
impellimos resistencia c tomamos assimares-
ponsablidade do sangue venido. A ninguem
dado hoje estender ou contrahir o movimento da
Polonia : a insurreieao do desespero. A Polo-
nia tem de lutar ou de morrer; e, morte por mor-
te, em vez de ir expirar miseravelmente debaixo
do azorrague ou pestiada em algum canto [>erdido
da Asia, ella prefere cahir diante de urna batera
russa e beijar. pelo menos urna derradoira vez. a
trra sagrada do herosmo.
Digo que uiukos porque, desde que a Russia
se convencer de que nao se traa seno de pala vras
solas ao vento, responder, como Nicolao respon-
da a lord Patmerston : J fallastes muito acer-
ca da Polonia; espero que seresla a ultima vez.i
O velho inglez abadou a cabeca e fez-se dt> surdo.
As repulsas devera ser feitas cora tino e geito :
um povo, que sempre foi tratado com repulsa,
perdeu um tanto de sua forga; se nada se pode
..o mesrao modo com que se app.aude urna bc | SS^U SE Trata *" ^ **"* ""' em"Uan, +*"
la tirada de algnma tragedia, assim se falla dos po- l t. I virar a caro para otUro lado e ignorar m a esta,
tacos em Inglaterra ; em Franca fazem-se subs-
crpees e lios para as ambulancias.
At certo tempo S. Exc. o Sr. Billault aconse-
lhava que se recorresse clemencia do governo de
Varsovia ; mas quantos cadveres serio neo*sa- .
riosparasoattingir a altura da mansuetudedo *ran?a- ^ ella qoo inspiran a santa allianca, de
marquez Wielopolski ? Hoje j se muda de lin- parccna com a madama Krudtner ; fi el,a ^c
don Souwarow a Italia. De pouco dependeu que, \a j
. '.degollando.
depois do desastre de Nov, Souwarow nao viesse
dar em Marsella urna segunda edcao do argabal-' ,)6 1l,e muito pouco, porque, se o sangue vos-
de de Praga. j ferve vista das atrocidades da Russia. acredi-
t aes porventura que o paradeiro dessa carnificina
ser urna nota miras! erial, elegantemente redgi-
da ? Gortschacoff has de ler seguramente a vossa
direowwi
raandasse esmolar fra da r
vagao publica; e, pelo eolias to. i
humanidade, incorponM>s
su-tento-os miiilia cusa; e ais
de que? de descrabararar o solo |
rusguentos, afim de assegiirar
tro milrs de subditos Im-iii
as parea comer e morrer IrampBse *
Eis-ahi o que a Russia vos res|Midtr i
mais ou menos escolliidos. O que larri e
car cntao Ornareis transitar a stnlarf
do a opiniao unaniue da Europa, a lora i
Prussia e a sua sombra Kismark, cnaenaa
mente a poltica cossaca e a esty^matisa de i
mana, consentiris em aceitar essas ifif iii
sutcas de malvadez governat\j e uaivada ptff-
cular ?
Ha bem pouco tempo fui o prrvrrsA
condemnado. por havur. ao rahir da mole,
ladp urna pobre camponeza para o amo.
viu-se del la forcosamenie e depon a
Dumolard expion taes crines, por que es
teu de (amneos c camisola : mas
agora um saerpante, nao cootra esta
camponeza, mas contra milhares de potaras,
das e esquarlejadas entre galhoas e
de soldados ebrios, o sarripante nao leas contas justica, por que se almaba de avaanf
lera tima farda agabnda, por que haft
nha ao jantar c por que assa-siaa roa a
I uvada I
Certainente esta distiun-jo sao eta bo
prico Nao vos queremos ramnaanr : a
rao, que vos ferve na alma,
roraeo. Alent, por tanto, a i
em apoio da nota poiida qne rsrrKvenlrs pan I
Petersburgo, mandareis a nota a mais raact
eir diplomara, urna nota armada, ou. por
un corpo de observaro para a Alsaria.
XVII
Mas qual a base para tralar-se rom a
Sera a base de 1815, isto .-.nina Polonia
vel, dependente e ao mesmo tempo nh
da Rnssta, urna Polonia ronstitnrioBaJ
por um despota I Para que I Ja ca. Alexandre I dra urna ronstitmVao i
mas a liberdade da Poloma era a HbrrilanV da m
tenso da gargalheira do prrso. a
Sua magesiade dignon-se por aajan trmpn
vertir-se rom a virtima, al que lie JBTwnesw w-
trangula-la. Alexandre hara as*ia> i iiibb*
seu pae : poda tambem a>sas-o.tr sua Mta.
Nada de reboco : alias a----mi ira i
sempre o mesmo effeito. A Russia im i
vencer, nem desamar a Poioasa : bo p
la, nem governa-la. A Polonia i
gao reintegrada na familia d
causa perpetua de desorden. A i*nrarn
um seculo o tliz ; e, se nao ba*a esta prwra.
remos ainda. deixemos esquartriar. bbm ipm
lizemos lioje o tempo nos obligara a fawr.
A Polonia nao ha de perecer | nao paule |
haja o <|uc houver. O que estamos preseBri
nao urna insurreiro. ama res^Mirriro.
Che-rue a Russia rerharar I Bgifwirz
territorio austriaro : disperse
todos os batalhes de reifeiros;
solo rom radareres, ramada sobre
pes de altura, nem assim a Pofoau
quislar a sua independenria ron o
desta uljima revolnrao. |r que o^nrta a
proferir o sen nome. e o nome da Rn-?ia
vaiaria trajada moda europea.
Creio que. ahi alnires. nm dns nos-o<
Ion em abutres. Mas onde estao koje <* aimnj *
Esto acaso, dizei-me, Sr. >ispo. ratre nmi ho-
mens dedicados que. para seiiiiew ran*a
da da liberdade no mnndo. marrftam rr-n
mostra e do sua rabera en> penhor m r
Ao menos Ikvvps de conrir que rssr taes
rom a sua pessoa. do vida por rhn
sem armas e sem oriranisaro roatra
organisado e abasteride do. quando
tima prava de bravura. Esses (aes.
cem. estendem a mao a siis airer-ano> e a
ciam victoria.
Pederis acaso, senhor hispo, eitar-mr
crueza de I-iraaitine depoi- di i. volmi. de
reiro. ou de Garibaldi CCndi di rana
o|rilia A quem prosrrerenon A -yn-m
Era todos os lempos a Russia consprou contra a
interesses
a viverem
n3ho.
geraes que
em familia
ja
guagem ; j nao se appella mais para a grandeza
da alma do carrasco : hoje diz-se :
A questao grave, merece exame detido.
Commetta-sediplomacia.
Certo, deve haver diplmalas pela mesma razao
provocaran os individuos porque deve haver soldados : diplmalas para im-
c os mantm em cpmmu- j pedirem a guerra e soldados para faze-la, caso nao
possa ser evitada.
poz de quarentena a revolugao de julho; foi ella
que, sabendo que a Franga tem a liberdade por sua
alliada no mundo, impelliu os monarchas consti-
tucionaes a apunhalarem as conslituices e os pu-
chou pelo hombro, como Clytemnestra, para gol-
pearem o seu povo adormecido.
Examinac os mais rndes botes (|oe a Franca ha-
ja receido nestes otenta annos: foi sempre a Rus-
i -=a
FOLHETM.
CAILiIRHO
POR
AHUCIO SWD.
Terceira parte.
(Conlinuago don." 198J
Joven klun-kinnidh (chefe de tribu), me dis-
o morcador carthaginez, atravessac as montanhas
de alvos cuines (Aopen). Alera existe um paz, on-
de o trigo" e a vinha crescem sem cultivo, onde as
menores habitages sao ricos palacios de raarmore
o de porphyro, cheos de tanto ouro e riquezas co-
mo nao podis fazer urna idea na vossa selvtica
imaginaban. Ali, no meio de sombros bosques,
debaixo de arvores carregadas de fructos exquisi-
tos, ao suave murmurio das aguas que se precipi-
tam em bacas de pedras preciosas, e s doces mo-
dulages de lydas flautas, adormecem semi-nuas
entre purpuras e sedas as mais bellas raparigas do
mundo. Ali, passa-se a vida cm esplendidos fes-
tn-, banquetes sumptuosos, e noutes de voluptuo-
sas delicias. Ha tambem glorias a conquistar, ini-
r.igos a vencer; porque os guerreiros de armas
coruscantes, que combatem pela honra da sua na-
co, sao bravos c terriveis. Esse paiz a Etruria:
quelles de vossos antepassados, que l foram, vol-
taram ricos e gloriosos.
Tons alguma vinganra a exercer contra vos-
s> irmos para que assim nos excites a guerrea-
los ? pergnntei eu.
Nao sao nossos irmos, so inimigos nossos.
Em toda parte nos fazem frente com suas armadas
numerosas : nao entramos em relago com povo
abjura sem que sejamos lesados por elles nos nos-
sos intrresses, e no nosso commercio. tempo
que desapparceam, c cedam-nos lugar : disto de-
pende m os futuros destinos de Carthago t Homens
jwderosos, guerreiros valentes, seja a Etruria o
theatro de vossas proesas!
O pequeo mercador de Tyro levantou-se, e tre-
pando no seu escabello, hradou gesticulando :
Nao passo de um pobre commerciante : mas
tomara as armas com todo o prazer, se tivesse a
certeza de que com o meu braco abateria at oder-
rtdeiro dos Osques I Gaulezes! sus! sos aos ti
Ros dos Pelagios I sus aos Etrnscost
E todos nos, j meio ebrios, repetimos como se
tlvessemos o inimigo vista :
* Sus I sos aos Etruscos I
O son das {rombetas de cobre, que annunciavam
Ento os sacerdotes vollam-se para os amigos do collocam sob a minha bandeira, proclamando-me
morto, e dzera : Waltt-ltigh (grande cabo de guerra).
Teudes um dia para chora-lo (juanto con- As tribus contrarias minha eleicao reunem-se
cedemos a vossa fraqueza, e quanto basta huma- a Dhu-Lug. O combate a eomecar : mas os bar-
nidade. | dos collocam-se entre as linhas inimigas. o com
Os pedes e cavalleiros da tribu levaram o oorpo seus accentos melodiosos nos chamam a sntimen-
dc seu chefe para sepulta-lo junto ao de Stor-Can, tos mais brandos.
como elle havia pedido. | Restabelece-se a ordom. A virgein de cbel-
os druidas chaniaram frente os vergobreiths, los louros, bella como o dia, cu jo nome era Mar-
nierabros do conselho permanente, escomidos de gareth. a mesma que poucos momentos antes sus-
entre os notaveis eos mais sabios de todas as tribus, pender a rai nha vinganga, fez com que jurasse-
alim de proceder-se eleico do novo breen. mos, eu e Dhu-Lug, que seramos amigos,
a'm guerreiro de cabellos arruivascados cora o ^es,a a vontado Je Deus. iccrescentoa ella,
corpo cheio de pinturaa, o peito, os bracos c os c con,rario ser,a desobedecer-lhe! TuLMarkek,
truirem as tendas, e cavar fossos ao redor do nosso
acampamento, situado na confluencia de Arno e de
Amrha (a valente, l'mbro)
Em memoria da nossa patria demos ao acampa-
mento o nome de Bihirtgia (hoje Rorgo-de-San
Sepolcro).
Passados alguns das, veram as sentineUas pos-
tadas entrada de um bosque advertir-nos de que
urna longa fila do carretas e cavalleiros sahira da
cidade, e se diriga para o nosso lado.
o comego das ceremonias cvis e religiosas, abafou
os nossos bachichos clamores.
Cada qual correu s suas armas, e os chefes po-
zerara-se frente de suas tribus, marchando para
o lugar designado.
No cimo da colina achavam-se em torno de um
altar de podra as virgens da floresta, vestidas de
al vas tunieas presas cintura por urna chapa de
cobre. Tinham ellas abandonado os seus mystc-
riosos escondrijos no centro das matas para p'resi-
direm a essa assembla annual.
Os druidas de vestimentas brancas, com as ca-
becas envolvidas em longas faixas, os bardos e os
vergobreiths (juizes e notaveis), vestidos tambem _
de branco com ramos de carvalho as mos, acha-! nunhos ornados do collares e braceletes de ouro a conduzirs os guerreiros victoria; e tu,Dhu-Lug,
vain-se dispostosao redor das sacerdotisas. llanca em panno avanga at junto dos druidas c cmmandars quelles que ficam, e protejers
Os homens, mulheres e meninos de cada tribu,! Juizes: Dhu-Lug (o corvo preto). 10Scn'h"s^I1s.be(ns da(iuelles que vao partir. Deus
com as respectivas insignias, formavamutn terceira Os m^us am.gos Had-Ane.th, Dun-Glan, Wir-: asR'"i >*' ir,.,,,,,,,!, n ,o
circulo que se estendia pela planicie. Dhu-Mar o grande homem preto), Or-Mael (o sol-1 Recebcndo das raaos de Margarelh o ramo de
UKtfefllniSevarl! os chefes, os caval-' dado de.valle), Luern (a raposa,, cerrera ^[^ff^ffS^^^^^^-
leros com os seus collares de ouro, alguns despi-. bradando :, | mas beijet, a limb,na da sua turnea em signal de
dos at a cintura e ornados de pinturas de guerra, Avante, Markek, cumpre apresentar-te :, "T volta vencedor ou morre die ella
outros vestidos de custosos cstofos, cobertos de ca- avante J>,a ^S^ (,
pceles ou cabegas de lobo, cujo focinho forma a Impellido por elles precpto-rae a glope para o' v,,wnf narf ^ suas S i.s
viseira,e todos a cavallo, armados para o combate, conselho reunido : os meus companheiros m I nKenffiiXnftBmSraa or toda a narte e
e seguidos dos seus eseudeiros edos seus escravos. acompanham, os do Dhu-Lug seguem-no tambem.' ** ea noutt^emlestin? dancas e nroiectos de
Entre profundo silencio, ao som dos seus instru-1 Dous concurrentes se apresentam : um Sf^e de MmhaiM P'ojeaos ue
mentos, os bardos entoam cnticos em louvor de Dhu-Lug, chefe da tnbu na planicie; outro Mar-,g T n Z.."'..,' dnn hi,nrin oa marcha nnr
deus Relenas, o guerreiro de ureos cabeUos, o kek, chefe da tribu na floresta-ambos jovens e *^ "os rivo celt K
rei-sol que trinrapha do invern, faz crescer o trigo valentes. Escolhe.. ^ ZZl^Z!^i^i^al^^
e a vinha e d forca aos guerreiros. Era o arauto que assim bradava. ue no,axei "e'ecein a minna memoria, a nao ser
i a Mima, i. un loi^a aus gueiicui. nhn-I n* lanrndn sr.hre mim m iha a que o nosso exercito engrossava todos os das, o
Em seguida o So-tojf (chefe dos druidas) ^^\Z\^^SS S&Tt^S^ ^^^ dous ntezes depois atravessava eu as pequeas
o elogio de Stor-Can (o abutre branco|, que era na ni.oso d.sse para os arumas e nou\eu | monlanhas de cumes nevosos (Apeninos) frente
vespera ainda breen (chefe) da nagao bitunma.' <*, avos dt sua,mac vieran as nossas trras de quarenta mil guerreiros, tanto Senonios e Roi-
Rolg-Righ, o seu assasslno, apresenta-se, c pede a de caca com Hu-Gadarn (Hu o poderoso), c os Hi- Cnes como Biturigios
n.orle, dizendo : ^^JS^fS^t acei,arao ,Pr ^ um Os nossos ps tora rara n'uma immensa plan-
Jurei quelle, a quem raatei por um acca- Ceta em cujas \eias corre o sangue kimn. I ce grandes ros serpejavam por entre vigosas
so, que nao o deixaria na vida e na morte, Sena Corr sobre o meu adversario; a minha espada pastagens, e ricos campos de espigas douradas' luz
perjuro se faltasse promessa que fiz. Devo pois ia prestes vmgar-me de suas rasultuosas palavras : do sol Hcrdadcs, casas do campo, villas situadas
rennir-meao meuirmao de armas debaixo da ver- eis que urna jo\en sacerdotisa detem-mc fazendo as fraldas de outeiros cobertos de vinhas ede
dejante alionada das grandes florestas, que circu- signal para que a ouvisse. I bosques de oliveira, caminhos sinuosos no meio de
lara o palacio de Rtenos, fio sol. | Markek, disse ella, nao provoques a Dhu- toda essa verdura, carretas rodando no p, traba-
As sacerdotisas o desligam do seu juramento; Lug; nao viestes aqu para responder-lhe, c sim Ihadores correndo dos seus trabalhos cam|>estres, .
mas elle insiste. Os seus amigos c a gente da sua' para obedecer a decisao dos nossos sacerdotes e um estrepito de vida, um perfume de civilisacao : conduzindo vasos preciosos,'ricos cstofos enesados
tribu dizcm-lhe o ultimo adeus : uns O encarre- dos nossos juizes. Depois que o pae de tua mae e que bello espectculo era esse aos nossos olhos! tapetes, ou guiando cavallos ricamente aiesados
gam de commisses para o outro mondo, outros sua tribu vieram installar-se era nossas florestas Markek Wald-Righ exclamam os meus e bois de cornos praleados.
querem partilhar da sua sortee com elle morrer, I com permissao nossa, as tuas armas tem militas guerreiros. Eis a Etruria! Avante! I Apenas chegado. o cortejo nra e o velho tra-
ao que se oppde o grande-sacerdote, ameacando-os. vezes favorecido s de Dhu-Lug, que hoje te langa E do alto das monlanhas nos precipitamos qual zendo na mao um ramo de Rveira svmlml da
com a colera de Herzus ; c demonstra a Bolg-Righ em rosto a tua origem de estrangoiros. Se os vor- torrente humana, sobre os fertillissmos valles que paz, desee do cavallo dirige-se a mim' o diz
que sena mais utiI aos seus compatriotas fleando gobreiths allenderera ao meu conselho, dar-te-bao lambem o Arno e o Clans (Chiana), e marchamos Chamo-me Kilnias eson o ultimo d<'vendn
entre elles, e se apresentando para preencher o lu-! preferencia, nomeando-le breen. direilo contra urna grande cidade, cujas muralhas te de urna das mais 'antieas familias de Arr.
gar do chefe, a quem matara sem querer. V irgem sagrada, respond en, a vossa decisao espessas formara um longo quadrado: era Arre- tium. Vs em mim o Dae desta nvem o 17 no
A nica resposta que lhe d Bolg-ftigh foi correr sera minha le: mas eu s pego o commando dos tium (Aryys), urna das doze cidades da confedera- me Caliirho. ObedecendoTrontade dnsXt
alegremente e deitar-se aos ps do alfar entoando guerreiros, que comigo quizerem transpr as alvas gaoetrusca. O trigo nos campos foi calcado aos venho entrega-la ao teu noder Os hahitant^
o seu cntico de morte; c com o serriso nos la-. mnatanhas. ps dos nossos cavallos, as povoaces saqueadas, Arretium ouviram retombar nos ares, debaixo
bios que elle encara o algoz, qoa no pello lhe cm-! Os guerreiros se agitara soam as armaduras: as as arvores derribadas, e os camponezes, lvres e um cu sereno e sem nuvens. nma^heta rnio'
' Heiras se rarefezem, e os chefes de vinle tribus se cravns, snbjugados s nossas ordens para con?- som en to agudo e to Ingnhro, que elles treme-
reclamagao com toda a deferencia conquistada por
um governo, a quem elle estima de modo particu-
lar desde a campanha da Crimea.
Porm vos responder pulidamente : A Polo
nia pertence Russia ; bem ou mal, nao disso
que se trata, porque um facto consagrado pe-
los tratados de 18i'i. A repblica de I8W os
aliolira ; mas vos os reslaurastes no congresso de
Paris. Assim, pois, a Polonia me pertence : tenho
o laram t
Nao confiindaraos ir papis O. aUitm, at-
nhor, maxos ou femrus. sio>s Xk.-lans. a fache
rias. i|ue do centro ih- sen> |ialario. iraiMmn r
voluptuosamente entie dores, ral
quadrns vivos de mulheres. no is .11 x-mi-nn
na ni a um povo que morra, e depois esperan i
amorte tenia enrabia a na cjb para
sobre a presa e a devoraren! -eni periuu I rir
toria nao Ibes extingue o furor qnand>- iemnik<
res, mataraeprosrrevera anda. nVn m peta-
da Sitiera pudessem fallar ?.
Mas enlre a rerohirao e o le-postin* imt a
mais une discutir. O derimo nono ernt. #ww> i-
quidador univers.ddopassad<>. aib unta nctanll
acaba de convenrer o rrime de src. impoiearja ?
crime nao pode reinar.
E. Pr.i-F.Tw
( Gorrrf Mrrrnt*. do Ka>

rara. Outros prognosliros assn4aaW>->
os Arrecia no a consullareni o uraruto* ea aV
vinos artispier E>te pi.-direnw a nana da
civilisacao elrnsra. e a siirressao de oito rara na
tena dos lVlagios. Virara na tua rhegada aate a
muros da cidade um sirnal inanitsn>aaiahraaV
Mamers, deus de vida e de morte e <
sigilar essa colera, lhe volaran i
que nascer durante o ano, e.
ainda niaior! uraadesnasirgeB><
manter o fogo sagrada A ierra ratr a
Sam as
Irombetas de guerra, uivam os caes de cmbale, c
os cavalleiros rae seguem fra do acampamento, aara amar"Tim7or'ro"de sanri
impacientes por se medtrem com o inkiiigo, que! avaa em que eu lianqua-ava Takn
ate entao pareca oecultar-se alen de suas mura-
lhas.
Porn a,raullidao que nos busca nada tem de
bcllicosa. Afrente de un grupo de jovens vesti-
das de branco, coreadas de flores, eojn -oscabellos
sollos sobre os hombros, caminha um velho ca*
vallo, dirigindo a marcha. Seguem-se tocadores
de fllaula e de harpa, de tnicas encarnadas, pre-
sas por um cinto de cobre, e un choro de mance-
bos queimando perfumes ao som de cnticos tristes
c saudosos.
A estes acompanha urna carreta srinlillanle de
ouro e de prata, puchada por cavallos brancos de
cascos dourados : nella vera sentada urna joven
mais bella que todas as outras. Dir-se-hia que era
urna dvindade! Um vu preto comprido envol-
ve-a inteiramente, mas to transparente que deixa
ver-se os seus hombros, e os bracos ornados de
collares e braceletes, A sua loga vestimenja
branca ajusta-se em cima do seio, de onde penden
largos ornatos de purpura, cujas extremidades
cahem ale os pes. Prendera os bastos cabellos, e
pulverisados do ouro, flleiras de riquissimas no.
rolas. *^
Urna oscrava moga, de tez bronzeada e cabellos
crespos, se acha tambem sentada da parte de traz,
conservando na mao um grande guardasol de
panno vennelho, atreves do qual os raios do sol
tinten de cor de rosa a linda Etrusca.
Fecham a marcha centenas de escravos de diffe-
rentes naeoes, Pelagios, Libyos, e at mesmo Celtas,
bebe s sua faca terrivel.
motislrou claramente pie o arases otaran irri-
tados contra a minha rasa. Minha lilla por rna*
guite votada aos uViisrs Libires, para *ahat a,
patria e a mim mesmo, ik Arrecian, cavia
do-nie aqu |>ara le entregar o que anum ant*
mundo de mais caro, rsperaui i finan m <
accetes estes cscravon e riquezas, pie a"ara i
te perteneem; e que deixes .. nosso paiz nm
vasla-lo. Apta, j um pae. (idJrho>. a flor das virgens ti
esta condemnada a morrer. bem o sei:
rm sem kersos, den grande e poderoso, i
armas triumphaiite-1
j'^llirno deseen do rarra: sen |~-e
mo, c (-la ajolluir-se meus ps. <
rosto as pregas do seu mamo para nia ver, fe-
rou a minha decisao.
A bella virgein alastou as roupa aneraartacaa
seu eolio, e apresenton-me o seia.
Fere! exrlamon ella. A na eserara nV.
recua peraute a morte.
Os seus grandes olbos nepius. a sua peaV aaanaV
nada. os labios encarnado romo o roral, ea tana
graciosos, em summa. as mhs maaeir
nobreza e altivez, fazianeiu a mulher
tora qne eu tinha visa em inda nia
arfar do sen seio, e o sen ornar, b
urna corea acuada. commoveranH
d'alma.
Lcvantci-a dizendo:
Teria grande orgnlho en anas
va como tu. Mil gracas rendo aos
paiz; mas nao quero que morras,
con teu pae para junto das sena. De
que me offereces so fuero paren a
te ter visto, e a esperanca de ver-a
dial
Nao esta a vontade
i, se nao for hoje, ser
como tudo que aqui
(CtmKmm m bag
SAJIBUCO.-
-Vnan da na
aivre.wcn


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