Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10172


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Full Text


AMO XXXIX NUMERO 192.
Por tres mezes adiantados 58000
Por tres mezes vencifcs 6SO00

W0*ts tt&A;
SEGUNDA FEIRA 24 DE AGOSTO DE 1863.
Por anuo adiantado..... i 08000
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMDUCO
ENCARREGADOS DA SCRSCRIPCO NO NORTE
Parahyba. o Sr. Antonio Alexandrino de Lima5
Natal, e Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv. o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos* de
Oliveira; Maranho. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Pai, os Sis. Manoel Pinheiro & C; A-
iiiazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
n Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia. o
Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins A? Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat,*ozerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho. Nazareth. Limoeiro". Hrejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Taearatu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao i/J dia.___________
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
6 Quarto ming. as 6 h., 40 m. e 14 s. da m.
14 La nova as 10 h., 37 m. e 44 s. da m.
22 Quarto creso, as 2 h., 54 m. e 32 s. da ni.
28 La cheia as 5 h., 19 m. e 56 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., niaio. jul, set. cnov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6'/?, 7, 7 / 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 '/j da m.; do Casanga e Varzea s 7
da m.; de Remlica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3'/,. 4, 4 '/i- 4 '/..
5, 5 'h, 8 Vi 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa c 4 '/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 Va da tarde; para
temtica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL..
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : teveas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
24. Segunda. S. Bartholomeoap.: S. Prototow.l,
25. Terca. S. Luiz rei de Franca; S. Patricia \.
26. Quarta. S. Zeferino p. m.;S. Constancia ni
27. Quinta. S. Jos do Calazans I. das escolas |*-
28. Sexta. S. Agostinho b. e Dr. da egreja.
29. Sabbada S. Adotpho b. S. Sabina v. m.
30. Domingo. S. Rosa de Lima v. americana.
ASSIGNA-SE
no Recife. em a livraria da orara da IndepcnoVa. .
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa 4-
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Evadiente do dia 20 de agesto de 1803.
Officio ao brigadeiro commandante. das anuas.
Sirva-se V. Exc. de expedir as suas ordens para
que se communique ao commandante do presidio
de Fernando os procos de cada um dos medicamen-
tos e mais objectos que pela pharmacia do hospital
militar forem enviados para fornecimento do mes-
ino presidio, devendo ter isto lugar na occasio em
que se fizorem as remessas.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
apresentar com urgencia ao juiz municipal da se-
gunda vara dosta cidade urna praca de cavallaria,
afim de levar aos seus destinos os officios relativos
a convocago do jury deste termo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Em vista da conta junta em duplicata, que me foi
lemettida pelo chefe de polica, com officio de 24
de julho ultimo, sob d. 1177, mande V. S. pagar a
Oh mpio Theodoro da Silva, ou ao seu procurador,
a quantia de 305000, des|iendida com o forneci-
mento de luz para o quartel do destacamento da
villa de Rarreiros e para a guarda da respectiva
cadeia, durante os mezes de abril junho deste
anno.
Dito ao mesmo. Restituindo V. S. os docu-
mentos que \ieram annexos ao seu oflicio de hon-
toiu, sol n. 627, relativos a fretes e passagens
dadas por conta do ministerio da guerra a bordo
do vapor Mamanguape. pertencente a companhia
l'ernambucana, tenho dizerque importando taes
documentos em 1:4365480, segundo consta do pa-
recer da contadoria dessa thesouraria, deve V. S.
niaudar pagar esta quantia e nao a de 1:1295320,
como se ordenou em oflicio de 29 de julho ultimo,
cm virtude de outro do gerente da mesma compa-
nhia. datado do^a antecedente.
Dito ao mesmo. Deferindo o requeriuiento do
operario do arsenal de inarinha Jeaquim Vital de
Moura Graga, solire que versa a informacao do
respectivo inspector de 8 do corrente, constante
da copia inclusa, autoriso V. S. a mandar entre-
gar ao commandante da companhia de aprendizes
do mesmo arsenal, nao havendo inconveniente, a
importancia do peculio que deixou aquelle opera-
rio nessa thesouraria quando pertencia a mencio-
nada companhia, aflu de ser restituida a este nos
tormos da citada informado.
Dito ao mesmo. Em" vista dos inclusos docu-
mentos, mande V. S. pagar ao tonente Licinio Nes-
tran e Andrade a quantia de 1205000 como remu-
neragao dos ser vicos que prestou no trat amento
dos indigentes atacados do cholera-morbus no ter-
mo de Flores.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. as duas in-
clusas folhas em duplicata, afim de que nao haven-
do inronvenionie, mande pagar os voncimentos a
contar de 19 de jullto ultimo al 8 do corrente juez,
du alferes commandante do destacamento de guar-
das nacionaes da villa de Iguarassu, Manoel Jordao
lloldaode Vasconcellos. que no citado dia 8 deixou
aquelle commando, segundo consta de offleio do
respectivo commandante superior, de 16 deste
mez.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao Dr. Sa-
bino Olegario Ludgero Pinho a quantia de 1265000
em que, segundo a conta junta em duplicata. im-
porta) urna ambulancia bomopathica. que forne-
cou para o tralamento dos indigentes acoommetti-
dos do cholera-morlrn.-.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tomando em consideraco o que V. S. expoz em
sua informacao de hontoin. sob n. 403. dada com
referencia a da contadoria dessa thesouraria acerca
do requerimento que devolvb, no qual Amonio dos
Santos Vital, professor jubilado na cadeira do ins-
tiucgo elementar da cidade do Rio Formoso pede
o pagamento da quantia a que teni direito, na tm-
poitaucia de 1:3J35888, proveniente da gratifica-
rlo que venceu a contarde 5 de; dezembro de 1856
da em que completou mais de 12 annos de magis-
terio, o autoriso mandar pagar dessa quantia so-
mente a de 2005000. devendo o restante ser inclui-
do no quadro da divida de exercicios lindos para
ser satisfeilo quando houver crdito, conforme in-,
dica a mesma contadoria.
Dito ao mesmo.Acenso a recepcao da copia
que V. S. me i emetteu com o son oflicio de hon-
tem, sob n. 409, do tormo do arrcmataeo do im-
posto de 25500 rs. sobre o gado vaeout consumi-
do na comarca do Cabo no triennio do 1863 a
1806.
Dito ao rnesmo.Inleirado de quanto V. S. ex-
poz em seu oflicio de 18 do corrente, sob n. 406,
tenho a dizer em resposta, que considerando sem
Irativo, para que d por sua parte as necessarias antes se como se disse na tribuna, elle uecessa-
providencias no sentido de ser satisfeita semelhan- rio conservado do governo ea sustentacao da
te requisicao.-Ofliciou-se nesto sentido ao director ; ordem.
do arsenal de guerra. | Urna tal questao multo consideravel, e sua so-
Dito ao Dr. juiz de direito de Flores. Tendo-me lugao capaz de exercer grande influencia sobre o
sido apresentado os documentos juntos em que o futuro poltico da Franca, para ceder o passo a ou-
tonente cirurgiao Joaquim Duarte Pinto e Silva o tra qualquer por mais urgente que seja, e nao se
Joaquim Duarte Rodrigues pretendem obter urna deve desprezar aquillo que pode assegurar a urna
gpatiiicaeo pelus servicos. medicas, ltimamente deliberagao tao importante toda a calma aeces-
pfestartos nesta comarca, haja Vine, de prestar saria.
com toda a brevidade sobre os mesmos a necessa- De mais o governo deve desejar que o exame
ria informarlo, ouvindo as pessoas que nessa loca- da verificago dos poderes seja serio e solemne.
lidade o i>ossam esclarecer a tal respeito, emittindo Numerosas queixas se fizeram depois das eleigocs; cam-se de canhoes, enlretanto- que se
seu parecer sobre as omitas que apresonta o pri- candidatos com minoras evidentes assignalaram toda pressa tropas para Finlandia e Coi
nutra iie m.iriii-amontrw nno Corara aMuuuri4M o manojos de que foram objecto; essas graves accu- fortiheares das costas n ilhas n Kairi
sagoes tem tido muito echo e fazem pesar sobre o
governo imperial urna consideravel
meiro de medicamentos que forem necessarios, e
acerca do quantum da gratificado que a cada um
deve ser dada em vista dos ditos seus servicos.
Dito ao Dr. juiz de direito de Palmares. Certo
pelo seu officio de 5 do corrente de achar-se quasi
extincta a epidemia do cholera-morbus no termo
de Agua-Preta, cabe-me agradecer Vine, o acto
de generosidade que acaba de praticar, renuncian-
do o pagamento dos remedios que por sua conta
mandou fornecer aos indigentes accommettidos
daquelle mal, em quanto ahi nao chegavam os soc-
corros ministrados pelo governo.
Dito ao Dr. juiz de direito de Flores. Pelo seu
oflicio de 7 deste mez, fiquei inteirado de ter Vmc.
adiado para 14 de setembro prximo vindouro, a
1* sessao do jury do termo de Ingaseira pelo moti-
vo constante do seu citado officio.
Dito ao juiz de direito de Palmares. Sciente fi-
quei pelo seu oflicio de 15 do corrente de se nave-
rem feilo as eleices primarias as freguezia des-
sa comarca com a mais plena liberdade de voto, c
sem a menor altcrago da ordem publica.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa parochial
da freguezia da Alaga de Baixo.Pelo officio de
Vmc, datado de 13 do corrente, fiquei inteirado de
terem-se concluido os trabalhos eleitoraes dessa
parochia com toda a regularidade e sem a menor
alteraco da tranquillidadc publica.
Dito ao presidente e.membros da mesa parochial
de Una.Pelo oflicio que Vnics. me dirigiram em
15 do corrente fiquei inteirado de ter-se concluido
nessa freguezia, no dia 14, a eleicao de eleitores
em paz, e com a mais plena liberda'de.
Dito ao presidente da cmara municipal de Bar-
reiros. Accusando recebido o oflicio que Vmc. me
dirigi cm 14 do corrente, acompanhado das actas
da eleicao de eleitores a que se procedeu na fre-
guezia desse municipio, recommendo-lhe que me
remettia com urgencia urna segunda via daquella
acta.
Dito o juiz de paz da freguezia do Limoeiro.
Pelo seu olicio de 15 do corrente fiquei sciente de
se ter concluido a eleicao de eleitores dessa fre-
guezia, correndo o seu'proccsso com toda a tran-
quilhdade da ordem publica.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa paro-
chial da freguezia de Bezerros. Acenso recebido
o oflicio de 12 do oorrente, em que Vmc. me com-
iiiiiiiic.'i ler-se concluido com toda a calma o pro-
cesso eleitoral dessa freguezia.
Dito ao delegado do Limoeiro. Pelo seu offleio
de 16 do corrente, fiquei;sciente de se haverem
concluido as eleicocs na freguezia desse termo com
a maior regularidade e calma.
Dito ao mesmo.Inteirado pelo seu officio de 16
do corrente, de nao se ter dado ahi mais caso algum
do cholera-morbus, e haver por isso Vmc. despen-
sado a Antonio Francisco da Cunlia da commissao
em que estava, tenho a dizer em resposta que, cm
vista do que pondera, conserve em seu poder at
ulterior doliberaco o resto dos remedios e baeta a
que allude.
Dito ao subdelegado da freguezia da Alaga-
de-Baixo. Informe Vine, acerca do que relata a
mesa eleitoral dessa freguezia no oflicio incluso por
copia datado de 13 do corrente.
Despachos do dia 20 de agosto de 1863.
RequerttuntM.
Dr. Alcibiados Jos d'Azcvedo Podra.Voltc ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda para expr
o mais que Ihc occorrer.
Os abaixo assignados moradores no termo de
Aguas-Pretas.-Informe, o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
EXTERIOR.
< KHISI'OVIH:\( I \ DO MA-
RIO lK lI.H> \ TIHI t O.
PAR*.
2i de jnlhu dr 1853.
foi franqueado, mas at foi alargado, se que
ainda pode se-lo. Nenhum dos adversarios aceita
os termos da tentativa de mediacao : os Polacos,
porque os acham insuficientes; os Russos, porque
os julgam excessivos.
Sea Russiapersistir, os gabinetes collocar-se-hao
na alternativa de, ou abandonar a causa polaca, ou
auxiliarem-na com meios mais efficazes.
Emquanto faiia que esperassem a sua resposta,
a Russia dobrava de actividade e precauco mili-
tar. Croastadt tornou-se una immensa fortaleza, a
defeza de S. Petersburgo, e a propria capital erri-
expedem a
Courlandia. As
fortiheacoes das costas e ilhas no Bltico sao por
toda parte levantadas e augmentadas. O general
Tolleben ajuda com o seu genio todos esses tra-
balhos.
Um decreto imperial motivado pelas circumstan-'
cias actuaes ordena um recrutamento de dez ho-
mens por mil para o mez de novembro, o que da-
r em resultado trezentos mil homens.
A imprensa russa provocadora, evoca as rc-
cordacSes da campanha de 1812, e parece pedir a
As apprelicnsdes que surgem da situaeo actual
< ITeito o dosta presidencia datado de 28 de jolln dos negocios da Polonia doniinam todas'as preoc-
ultimo, mande pagar a Olympio Theodoro da Sil- cupa^oes europeas.
va. ou ao seu procurador smente a quantia de
635800 rs., despendida nos mezes de abril a junho
deste anno com o sustento dos presos pobres da ca-
deia da villa de Barreiros.como se v da conta que
dovolvo.
Alm d'esta as questoes presentemente em or-
dem do dia na Franca sao :
Primeira a quest de desecntralisacTio ou da re-
forma de nosso systema administrativo.
Segunda a questao da restauraco da instruccao
responsabi li-
dade.
Se o governo reconhecer que as queixas dos
deputados vencidos sao verdaderamente fundadas,
declara-lo-ha francamente para tirar de sobre si a
responsabilidade, e se se julgar-se obrigado a de-
fender agentes muito zelosos a cmara pronun-
ciar. Finalmente se o governo e a cmara acha-
rem-se de accordo para regeitar as reclamacoes dos; proclamac,ao da guerra santa,
candidatos nao eleitos, a opinio publica apreciar,! Os actos de Mouranief estao de aecrdo com es-
mas ao menos apreciar sobre documentos, e ogo- sa linguagem: crea impostes sobre impostes, man-
verno nao ter outra responsabilidade alm do que da acontar as mulhercs que se visitam de luto e
tiver por si mesmo reivindicado. Se pelo contra- fuzillar os sacerdotes na praca publica. A cida-
rio a veriicacao dos poderes fr addiada para no- della de Wilna est cheia de prisioneiros, as igre-
vembro, mais graves aecusa^oes serao durante jas sao fechadas durante as ceremonias religiosas
cinco mezes repetidas e o governo parecer evi- pela polica c pela soldadesca, encarregadas de vi-
tar a discussao. I giar sobre os que d'alli sahirem. O menor signal
Folgamos esperar que elle nao hesitar em te- de luto ou qualquer outro pretexto basta para dar
mar um partido, que o mais conforme ao inte-, lugar a actos de violencia, e a novas profanacoes
resse do paiz, e em todo o caso o mais-franco, o na casa de Deus.
mais leal e digno; porm um jornal semi offieial A retirada do marquez Wielspolski um facto
acredita que a verificaQao ser fixada para no- consumado: Seu systema de administracao con-
vembro. i sistia em conferir a maior parte- dos lugares aos
A Franca recebeu a noticia de que entrega do Polacos, c so reservar para os Russos cinco ou seis
Mxico eltectuara-se no meio do enthusiasmo da lugares importantes. Isto deu lugar a que o go-
populacao. A resistencia de Puebla nao fizera verno nacional substituisse a sua autoridade pela
presentir essa recepcao. Fora preciso concluir dalii do grao duque Constantino, cm una grande parte
que tanto no novo mundo, como no antigo o fac- dos ramos administrativos. D'ora avante, semprc
to consumado tem seus adoradores. Anda nada que fr possivel, os empregados polacos serao subs-
se sabe minuciosamente a respeito da poltica que tituidos pelos russos.
tem de prevalecer nos conselhos mpenaes a res- As ultimas noticias aceusam a recrudescencia do
Scito desta questao mexicana. Iremos fazer no movimento insurreccional. O governo nacional oc-
iexico o que j fizemos em Roma ? Em breve te- culta, apezar de sua existencia secreta e subterra-
ro de partir novas tropas. Iremos mais longe e nea, toma cada vez mais a dianteira sobre a admi-
sahiremos da linha de conducta desenteressada nistracao russa; os impostes que cream sao arre-
que se havia tracado ? Os correspondentes da /- cadados sera difllculdade as decisoes que proferem
iepetidencia Belga assim o presumem. ; sao por teda parte obedecidas. Sua influencia es-
Questao mlaca. tende-se at aos proprios empregados russos ( o
Ha questoes que se rcsolvem. ha outras que se caixa de Varsovia entregou-lhe 45,000 rubblos e
rctalham : a questao polaca do numero destas. fugio.)
No dia em que a Franca Inglaterra e Austria re- Consta que em urna nota dirigida a Paris, Vien-
solveram intervir, manifestou-se a guerra na log- na e Londres, elle declarara que os Polacos s se
ca das consequencias desta resolucao. submetteriam s condifoes seguintes :
A obra diplomtica trazia comsigo, em verdade, O armisticio se estender a todo o reino da Po-
invenciveis difficuldades, que nao tardaram em re- lonja, tal qual exista antes da primeira partilha de
velar-se. A questao polaca urna questao de na- 1772. lrm plenipotenciario do governo nacional se-
cionalidadu : se o nao n3o sei entao o que ser, r admittido conferencia das oito potencias para
O sentitndnto de svmpathias da Europa ni foi I tl*ftidr o iateresse da Polonia, i'ma dieta com-
ludido, mas aconteceu que as tres potencias foram posta de delegados das provincias e do reino da Po-
levadas a fazer reclamacoes que correspondiam lonia ser reunida sob a garanta nao s da Euro-
imperfeilamente ao motivo soLcujo imperio se pa. mas ainda do exercito nacional que oceupa to-
apicsontaram taes reclamacoes. Em outros termos, das as fronteiras.
ellas reconheceram que a n'acionalidade polaca era A Polonia tendo resolvido reivindicar sua liber-
um nacionalidade opprimida, e que esse estado dade e independencia, e combater sem descanco
de cousas exiga urna intervengo da Europa. In- at que reconquiste suas fronteiras de 1772, repu-
tervieram, mas de maneira a nao alterar o essen- diara como um suicidio, como urna traigao qual-
cial da situaeo. que todava tratar-se-hia de modi quer transaccao differente que se lhc queira pro-
ficar. por.
De outro lado, se a Russia concedesse quasi tu- <)s insurgentes contam ter .*>0,000 homens promp-
do o que se Ihe pedir, nunca chegaria a reconhe- los para a guerra at o fim de julho. O clero d o
cer a legiliinidadeda insurreieao. Para ella a ques- exemplo de resistencia: o capitulo de Varsovia de-
tao polaca urna questao interna. D'ahi, a nao clarou que seriam fechadas todas as igrejas se por
concessao de armisticio, a nao suspenso de ar- ventura o coneg Runnski. administrador da dio-
mas. Esta medida necessariamente preliminar pa- cese na ausencia de monsenhor Relinski, viesse a
rece conduzir a urna soluco possivel. ser preso.
__,_,. .... Esta grave questao da Polonia agita prodgiosa-
0 despacho dirigido por Mr. Drouyn, do L huys mente a Inglaterra, onde provocou una especie de
ao duque de Montebello. embaixador da Franca em crise ministerial.
S. Petersburgo, foi escripto sob o imperio das' mes- verdade que se tem manifestado serias diver-
mas preoecupaces que a nota austraca, c ah en- gencias de opinio, e o gabinete se acha dividido
controu-se no fundo e na forma a moderacao de em tres partidos; um limita-se a desejar urna de-
que se servio o despacho de Mr. Rechberg. monstracao pacifica contra a Russia, outro nao
O segundo dos seis pontos recommendados a at- quer mais do que o que j se tem feito, o terceiro
tcncao do gabinete russo, aproximou-se mais das finalmente em continuar as conferencias sem se im-
proposiges mglczas do que o paragrapho corres- portar com os meios de faz-las conseguir em re-
pondenle das communcaeoes austracas. A Franca sultado :
pedio para os Polacos urna representaco nacional Os debates que sem dado na cmara dos lords
com poderes sementantes aos que sao determina- sobre os negocios da Polonia nao interessara s a
dos na carta constitucional de 15 e 27 de novcni- causa polaca; elles tem desenliado a poltica geral
bro de 1815, entretanto que a Austria limitou-se a da Inglaterra, a attitude que esse grande paiz de
propor urna representaco nacional que partici- certes annos para c procura tomar as questoes
passe da legislacao do paiz. Mr. Drouyn de L'huys de |litica estrangeira, isto o segredo de intejrvir
msistia tambera sobre a difllculdade de entrar em nas questoes, recusando-se de ante mao os meios
negociaces durante a luta, e era de opinio que de intervir efficazmente.
poderiain ser provisoriamente suspensas as hosti-
lidades, devendo os Polacos observar sob sua pro- Mas se incompativel com a grandeza c digni-
pria responsabilidade o statuo quo militar procla- dade de um paiz tal como a Inglaterra, abster-se
mado pelo czar. Quanto a forma das negociaces, de qualquer participagao na poltica geral da Ea-
o despacho francez dizia que o governo russo nao ropa, seria mais contrario ainda sua dignidade
contestava o direito, reclamado pelas oito potencias tomar nella parte, declarando de ante mao que j-
sgnatarias dos actos do eongresso de Vienna, de mais se deixar levar a sustentar s suas exigen-
Dito ao Dr. chefe de polica.Pelo officio do de- superior, secundaria e primaria.
Tcrceira a questao da reunio ; e mais breve
possivel, do corpo legislativo : esta ganha com as
circunstancias actuaes una enorme importancia.
Ser a veriicacao dos poderes dos novos depu-
tados addiada para o mez de novembro, como o
permute a constituicao, ou ter lugar brevemente?
Tudo milita era favor desta ultima medida.
perigoso no estado em que se acham os nego-
estender sua atteneao sobr as perturbacocs da
Polonia, e portante" o concurso dessas potencias
se achava assim naturalmente indicado.
A esta nota franceza o principe Gortschakoff
respondeu a 14 de julho. Nunca se vio recusa mais
franca a pedidos de una moderacao incontestavel.
O diplmala russo continuou o theraa de sua nota
cias cora as armas. Esta segunda maneira de obrar
seria urna abdicago nao menos decisiva do que a
outra.
i na naeu que qur ser respeilada nunca pedi-
r senao cousas possiveis, cousas justas, mas ter
tamliem o cuidado de fazer conhecer qual a medida
exacta de sua paciencia, de sua susceptibilidade. A
de 26 de abril sobre a revolugo : cosmopolita com discussao no seio da cmara dos communs fra
a differenca nica de regeitar hoje mais directa e adiada para quando chegasse a resposta russa; esta
formalmente que entao a persistencia da insurrei- nada trouxe que acclarasse a questao, com o que
cios europeos que nao haja m parlamento consti- j cao sobre a connivencia das potencias que entretem mui contrariado icou lord Palmerston.
tuido e prompte a deliberar de um dia para outro j fogo da agitaco polaca. Quanto aos seis pontos Prussia.
enumerados na" nota de Mr. Drouyn de L'huys, o Na Prussia publicou-se urna serie de cartas tro-
logado do termo de Goianna junto por copia ao de
V. S. n. 1.252 de 18 do corrente, fiquei sciente de
se terem concluido as eleices de eleitores das fre-
gnodM comprehendidas naquelle termo sema me-
or alteraco da ordem publica.
Dito ao commandante do presidio de Fernando. '
vista da informacao do brigadeiro comman-
dante das armas constante da copia inclusa appro-'
vo a deliberacao que V. S. tomn e de que deu-me
parte em seu' oflicio n. 68 do 1" do corrente, de
mandar fazer pelos officiaes destacados nesse prc- sobre as eventualidades graves que se possam apre- ei
sidio exercicios praticos de tiro ao alvo com a ar- sentar. Se a questao polaca ou a americana trou- vice-chanceller assegurou que estao no plano das cadas entre o rei Guilherme I e seu filho, o prin-
tilharia, afim dse adestrarem. ^xessea Franca difficuldades nsperadas, se um' intencoes do imperador Alexandre, mas acrescen- cipe real. Este ultimo mostra-se decidido a seguir
Dito ao director das obras militares.Mande V. facto qualquer carecesse da intervencjio immediata. tou que nao sao de natureza a fazer que os insur- seu pai no caminho em que marcha ha tantos
S. concertar os caixilhos da varanda do hospital do corito legislativo, o que tem acontecido muitas gentes deponham as armas, ainda mesmo que re- mezes.
militar e pr-lhe os vidrosde que necessita como vezes de dous annos para c, como se procedera ? cebessem toda a extensao indicada pelo ministro O cffeito dessas declaragoes foi tanto maior quan-
requisitou o brigadeiro commandante das armas reunir-se-hia o corpo legislativo incontinente, e francez. Quanto a pacificado provisoria s a sub- to a Gazzela da Cruz em vez de desmentir cathe-
cm officio de 19 do correnje, sob n. 1.534, apre- como nao se poderia tomar qualquer deliberaejio j missao dos insurgentes pode por um termo s gticamente a sua authenticidade entrou a dar ex-
sentando-me o oreamento da despez a fazer-sc antes da veriIkaeao dos poderes, dever-se-hia es- hostilidades. Quanto s conferencias, ellas exee- plieacoes obscurissimas.
com esse servico. # perar muitos dias, e quic muitas semanas, antes dera o direito de interpretado dos tratados, direi- Presentemente que os sentimentos liberaes do
Dito ao mesmo.Mando V. S. substituir por ou-! de se poder subinetter a assembla os projectos to que se nao poder recusar s potencias que os herdeiro presumptivo da cora tornaram-sc publi-
tra urna viga que est arruinada no tecto do quar- mais urgentes. Haveria n'essa maneira de proce- assignaram ; taes conferencias sao tanto menos eos, parece difficil que o reinad tire dahi algum
tel da companhia de cavallaria comosolicitou o bri- der um triplicc inconveniente. I necessarias quanto os principios geraes cstabeleci- proveito.
gadeiro commandante das armas cm oflicio n. | Primeiramente a veriicacao dos poderes prejudi-! dos nelles nao se acham em jogo. S pode haver Por que razao se obstinar elle em conservar no
1,533 de 18 do corrente, e bem assim outra qual-; caria pelo menos momentneamente interesses de conferencias entre as tres potencias copartilhantes, poder homens destinados a ser abatidos amanhaa
quer que se encontr em mo estado no mesmo primeira ordem. Depois, a veriicacao seria feita nicas que tem um interesse solidario em por a por seu successor. De que serve suspender a cons-
quarlel apresentando V. S. com antecedencia o or-: mui perfunctoriamente em vista de deliberacao em posigao de suas possessSes polacas era relacao com tituico, descontentar o povo, provocar urna crise,
ramento da despeza a fazer-se com esse servico.! apparencia mais importantes ; finalmente, poder-. os progressos do tempo. Alm desses elementos quando nao pode mesmo contar com a approvacao
* Dito ao director da colonia militar de Pimentei- sc-hia crer que o governo addira-a para frusta-la indispensaveis para urna solucao pratica, s podiam de sua familia ? De outro lado, se apesar da au-
ras Approvo a deliberacao que Vmc. tomou co-' de alguma sorte. | haver equvocos perigosos para o futuro do reino thenlicidade asseverada da correspondencia em
rao consta de seu officio de 13 do corrente a que Se perigoso retardar-se urna deliberacao im- da Polonia, e para a paz geral. questao, Guilherme I persevera em seguir M. de
respondo de nomear interinamente o 2o cadete 2* portante da assembla pela necessidade do verifi- j As respostas Inglaterra e Austria sao paragra- Bismarck, a conducta da opposicao se achara sin-
sargente do 9o batalho de infantaria Mmervino; car os poderes, nao o menos ser a verificaco tra- phos mais ou menos variados do mesmo theraa. gularmcnte simplificada. A opposicao na Prussia
. -, 11 k i;nn i uv iiiiw<>'"" --~ --------------------------- --------------- ------- i -------------------------------- ---- ^
Ciliano de Hollanda pira exercer as fnneces de : tada ligeramente em razao do desejo patritico de
escrivodessa colonia durante a ausencia*do res- passar a outras deliberaces.
Presentemente a questao versa sobre saber qual j deu prova de grande espirito do conducta e pa-
a situaeo das tres potencias em vista da recusa da ciencia ; essa paciencia foi at algumas vezes exa-
jiectivo proprietario Joao Antonio de Barros La-! Este anno realmente, a veriicacao, em vista das Russia de consentir nas conferencias, c no armis- gerada ; hoje tem o meio mais natural e seguro de
cerda, que foi chamado a esta capital pelo briga-1 circumstancias em que se fizeram as eleigoes, de ticio, e da declarago de que o czar j concedeu o triuraphar das theorias absolutistas sem recorrer ao
deiro commandante das armas em 2 deste mez. j urna importancia inteiramente excepcional, e p-' que praticamente aceitavel nos seis pontos for- fatal expediente das resoluces. O rei e seu mi-
(jommunieou-se ao inspector da thesouraria de fa-' de-se at dizer que o systema poltico, o svstema mulados pelos gabinetes de Paris e Londres. Essa nistro podein continuar a ararmar o direito divino :
zonda. | das candidaturas ofliciaes, que vai ser julgado pela recusa colloca a diplomacia entre a espada e a pa a naeo prussiana por sua parte sabe que os dias
Dito ao conselho administrativo. Requisitando assembla e pela opinio. E smente depois do rede. Para que tenham lugar quaesquer negocia- dessas phantasias absolutistas j l foram.
o commandante do presidio de Fernando, em offl- exame publico de todas as elcicSes, que acabam de goes convm que haja um terreno ou antes um Italia.
ci de 13 do corrente. que se ihe communique os ter lugar, que ser permittido julgar so o systema ponto de partida commum. Com a moderacao cal-! Teve lugar em Genova um incidente que bem
precos de cada um dos gneros, e mais objectos de candidaturas officiaes tao compromettedor culada de suas exigencias, a diplomacia julgara poderia ter sido muito grave. Cinco individuos,
que forem enviados para fornecimento do mesmo' para o governo quanto capaz de roubar ao sufragio poder lancar urna ponte sobre o abysmo que sepa- antigos chefes de bandos nas provincias napolita-
presidio, assm o communico ao conselho adminis-' universal a pureza de deciso que lhc convem, ou ra a Russia da Polonia; mas nao s o abysmo nao nas, foram indicados a poltica genoveza, como di-
rigindo-se ao abrigo de passaportes francezes e
pontificaes, de Civita Vecchia para Barcelona a bor-
do do vaiKir francez Aunis, c*om escala para Geno-
va e Marselha.
O prefeito de Genova M. Gualterio tomou medi-
das para operar a prisao dos 5 viajantes, e logo que
o Aunis entrou no porto de Genova, urna fragata
italiana cortou-lhe a retirada As autoridades sus-
tentadas por algumas torgas militares assestaram a
batera e pediram que Ibes fossem entregues os
cinco passageiros. A capitana recusou formal-
mente, exigi urna ordem do cnsul francez, ordem
que foi dada posteriormente. Os cinco passagei-
ros tirados do Aunis foram mettidos na prisao.
Foi una grave responsabilidade que M. Gualte-
rio assumio sobre si, intervindo a bordo de um na-
vio francez sem previa autorisaeao do cnsul. Foi
urna falta de consideraco- ao pavilhao francez que
bem podera custar caro a seu autor ; nao nada
menos que urna revogaoao que pode puni-lo de seu
zelo.
Um requerimento de interpellacao foi apresen-
tado no parlamento de Turin. M. Mi'nghetti addiou-o
indefinidamente.
De balde bao trabaHiado as folhas clericaes, ain-
da nao poderam encontrar um casus belli. O ga-
binete italiano tem pFovado muitas vezes o desejo
que tinha de nao descontentar o governo francez
para que elle se nao mostr tao conciliador quanto
fr possivel em um conflicto, em que realmente to-
das as faltas estao de lado. Reprovar o procedi-
mento de M. Gualterio, dar Franca todas as re-
paraedes a que ella tem direito. remeti i s auto-
ridades francezas os 5 prisioneiros.
Grecia.
Pat-ece que M. Baigaris foi o chefe do partido
franco-russo em Alhenas que preparou o ultimo
movimento daquella cidade, e que desejava mais
conquistar urna situaeo forte do que hostilisar o
rei Gcorge.
Se no fim de tantos mezes do espera deram aos
Gregos um rei, todava aindaonao tem. Parece que
a familia real de Dinamarca recusa mandar o jo-
ven principo para Atbenas, se o reiuo hcllcnico
nao fr primeiramente oceupado por tropas inglc-
zas. Ha suas duvdas de que a Inglaterra consulta
em einprehonder semelhante missao. Ella bem
sabe o que se segu dahi ordinariamente. Em todo
o caso o governo francez seria decidido a nao in-
volver-sc na questao heenica, e deixaria Ingla-
terra sahir-se dos embaracos que ella de alguma
forma creou.
Esta solugo no meio das preoccupac5es da ac-
tualidade ser favoravelmente acolhida pela Franca.
Como qur que seja, se urna guarnigo mixta ti-
vesse que oceupar Alhenas, conforme o desejo do
principe Christiano de Dinamarca, deve-sc cnvir
3uc os Gregos pagariara caro a phantasia obstina-
a de quererem um rei.
G. M.
PERWAMBCO
REVISTA DIARIA.
O reo Joao da Costa Cardoso, porluguez. na-
tural da villa do Sena, de 23 annos de idade, car-
roceiro. respondeu ante-honteni aojury por crime
de homicidio perpetrado na pessoa de seu compa-
triota Joao Paehe, facto este que teve lugar no dia
24 de abril prximo passado ra das Nymphas
era a freguezia da Boa-Vista.
Foi conderanado pena de 14 annos de prisao
simples, como incurso no grao medio do artigo
193 do cod. crim.
Teve por advogado o Dr. Heraclito Vespasiano
Fiock Romano ; e sem negar a autora do facto,
procurou demonstrar a ausencia de circumstancias
aggravantes, e a presenca de attenuantes.
Damos cm seguida a caria do nosso calla-
borador :
Compadre, a segunda cousa notavel desta Ier-
ra a Deten rao.
Foi mandada edificar em 1850 pelo hoje finado
marquez de Paran, quando na administracao
desta provincia ; sendo encarregado do plano o
mi amento o distincto engenheiro civil Sr. Dr. Jos
Ma'mede Alvos Ferreira.
A' margem do Capibaribe, do lado do bairro de
Santo Antonio, e ao sul da ponte da Boa-Vista, er-
gue-se orgulhosaraente aquelle edificio com toda a
elegancia, e condices de solidez.
Tem de frente 530 palmos, a qual dividida em
3 menibros : o centro commum, e os dous raios
que estao concluidos em direecao leste oeste. Dahi
parte um outro raio em direecao opposta de norte
sul, com iguacs dimensoes, mais ainda por con-
cluir.
A parte central excede em altura ao todo, e
eorada por um zimborio rotundo de lousa, e vi-
dros no remate com um paiol sbrenoslo, onde as-
senla urna bandeira de ferro.
Todo resto do edificio tambera coberlo de lou-
sa, e circumdado or linda cimalha.
Cada raio tem 40 clulas cm 3 andares ; as de-
baixo sao de 12 palmos de largura, e 20 de com-
pri mente para 2 presos ; as de cima tem dobrado
ospaco, mas para 5 pessoas.
Todas estas clulas se acham dispostas pelos la-
dos com varandas corridas para o centro do raio,
Picando este desembarazado do pavimente ao tecto.
O de leste reservado para os condemnados, e
o d'oeste para os detentes c pronunciados. A par-
le central superior destinada para residencia do
administrador ; e a inferior para secretaria, archi-
vo, locutorio, etc. O raio |>or concluir tem de ser-
vir para um ensaio peuteniciario, segundo rao n-
formam.
O edificio est collocado em um centro, defendi-
do por urna muralha de 2015 palmos, de 6 faces
ou de forma hexagona tendo em cada ngulo tuna
guarita de pedra e cal. Ha na frente um grande
porto de ferro com 2 torredes aos lados, que ser-
vem : para aposento do offieial da guarda, e cus-
todia ou detenco provisoria para os que sao re-
mettidos presos noite.
Todo o edificio Iluminado a gaz, e abastado de
excellentc agua canalisada com espagos os banhei-
ros de pedra e cimento, sendo que as aguas depois
de servidas vo ter aos cubos, e dahi precipitam-se
em ura grande cano de esgoto, que vai dar ao
rio.
Tem tido at hoje dous administradores o tcnen-
te-coronti Florencio Jos Carneiro Monteiro, j
fallecido, e o actual o Dr. Rufino Augusto de Al-
raeida.
O primeiro gozou. como empregado, de bons ere-
ditos ; mas o segundo tem grande reputagao, fir-
mada na robustez de sua intelligencia, na bondade
de seu coraeo, na probidade e na caridade para
com os infeizes, que se acham confiados sua
guarda.
Ha em frente do edificio um bello e espacoso jar-
dim do escolhidas flores, assim pela fragancia como
pela belleza'peregrina de algumas.
E' creagao deste activo c zeloso funecionario.
Presentemente sao racionados pelos cofres p-
blicos 165 presos de boa alimentario, e existen
ao todo 402 presos, qde sao vigiados no interior por
13 guardas rondantes internos, empregados da
casa, e no exterior por urna guarda de soldados de
1" linha sob o commando de um offieial.
Alem daquelles 13 guardas internos, tem mat-
os seguintes empregado
1 administrador.
1 ajudante.
1 cscrivao.
1 enlermeiro.
2 amanuenses.
1 encarregado do maehinisrao.
1 medico e 1 barbeiro.
Ha all asseio e orden, eos que por infelici.i.1
se tornara reos, encontram alivio nos commodo-
c reconhecimento nas atlencoes dos seos digno-
empregados.
Por esse lado se tem molhorado, e s a iembran
ga da antiga cadeia confrange o cora$ao. O fin,
da penalidade nao era entao punir para melhorai
mas desgragadamente punir por punir, e qa<-
sempre o culpado toraava-se peior do que era.
O poder publico para contera iramoralidade t >
crime no mesmo lugar da sua expiaco, era mortj
vezes levado |r urna fatal necessidade a tonar
se cruel.
Hontem a As*ociaefu> Tijpograyliira Ptrunm
bueanu fez celebrar, no hospicio dos missionaro -
capuchinhos, una missa solemne ao seu padnvir
S. Joao ante-portam latinam, qual assistirarn
socios effectivos o alguns dos honorarios. Ap-
esse acto houve a posse da nova directora, na
sa da sociedade.
Damos o segrate resultado da eleicao par.,
eleitores, realisada na parochia da cidade'da Vi-
toria :
Eleitores.
Dr. Jos Felippe de Souza Leo
Dr. Pedro Bezerra Pereira Beltro
Dr. Pedro Secundino Mendes ns
Alferes Gcraldo de Barros Colho
Dr. Manoel Innocencio P. de Figueircd t.-iwaf.
Dr. Joao Francisco Collio Bittencourt
Coronel Tibiirtiuo Pinto de Almeida
Dr. Carlos Justiniano Rodrigue>
Tenente-corosel Manoel Duarte da Co?ta
V i gario Francisco Xavier dos Santo-
Major Luiz Martins Pereira Monten..
Capito Aristteles C da Cunha
Major Jos Gomes da Silva
Capito Francisco Jos Alvares
Capito Paulo Bezerra Cavalcanlc
Capito Luiz Cesar Pinto de Faria-
Major Juo Francisco de Araujo
Capito i '.aciano Correa Queiroz Monteiro
Capito Miguel dos Aojos Alvares dos Prazere-
Alferes Joaquim Pessoa Cesar da Cunha
Manoel Severino de Albuquerque
Francisco Pedro Soares Brandao
Capito Jos Tliomaz Goagaives do Rosan.
Capito Joaquim Cordeiro Ribeiro Campo-
Tenentc Joo Vicente de B. Galvao
Traerte Guilhcrmino Paes Barrete
Alexandre Bezerra de Albuquerque Barro.
Alferes Antonio Teixeira Machado
Cirurgiao Simplicio Lias de Souza Fontes
Joan Carneiro Itodrigues Campello
Jos Es|>eridiao Xavier de Lima
Paulino Teixeira de Carvalho
Alferes Belarmino dos S. Bulco
Antonio Ludgerio da Silva Costa
Tenentc Jos Carneiro de Albuquerque Lacerd
Tenente Mauoel Carneiro Leo
Tenente Joo Antonio de Hollanda tavalcan"
Tonente Manoel Jos Pereira Borge>
Capito Antonio Rufino A. Correa
Tenente Joaquim Jos Alvos
Alferes Joo Francisco da Cunha
Joo Laurentino Cavalcante de Allaiquerqn
Alferes Antonio Goncalves da Silva
Alferes Tiburtino Pinto de Almeida
Professor Joo de Moura Florencio
Jos Gomes Silverio
Jos Marcelino de Mello
Jos Carneiro de Queiroz Montcir"
Jos -Marques Carneiro Leo
Jos Ignacio de Souza Albuquerqu
Joaquim Rodrigues Duro
Alferes Herculano de Barros Lima
Antonio Francisco Chaves
Joaquim Aureliano de Carvalho
Jos Ignacio de Mello
Jos Patricio de Moura Caz
Rufino Jos da Cmara Piment-I
Manoel Itodrigues dos Santo-
Jos Ignacio de Araujo
Jos 1 rancisco Estoves da Silva
Manoel Antonio dos Santos
Francisco Antonio da Silva Costa
Jos Francisco de Salles
Francisco Corroa de Amorim
Podro Nolasco Cavalcante de Albuqr
Jos Manoel de Meilo
Antonio Jos da Fonseca
Manoel Theodoro da Cunha
Francisco de morira Lima
Manoel Joaquim das Trovas Marinlw
Antonio do Monte Lima
Genuino de Oliveira Cavalcante
Jos Francisco Rodrigues Luna
Bernardo Jos Barbosa
Suplentes.
Joo Flix de Almeida
Francisco Xavier Bezerra Cavalcante
Urgulino Antonio de Lima
Manoel Lidio Alvares dos Prazero
Regeneral do Colho Cavalcante Cajaraoa
Jos Barbosa da Silva
Ignacio Jos Machado
Joaquim de Souza Galvao
Joaquim Mauricio WanderU>>
Christovo Jos Alvares
Elias Alvos do Monte
Jos Francisco de Mello .
rose Ciciliano Bessoni de Almeida
Francisco Jos da Costa Germano
Hermogenes Braulio Ferreira da Cunha
Joao Eugenio Simos
Jos Lopes Dias
Miguel Joaqun de Souza Pinto
Manoel Jeronymo de Mello
Francisco Xavier de Souza Leo
Joao Valeriano Ferreira de Mello
Antonio Borges Alves
Victorino Pacheco da Fonseca
Jos Pereira Borges
Francisco Antonio de Souza
Landelino Lopes de Senna
Francisco lapes Carneiro Mlico
Joaquim Monteiro de Barros AIlHtqueiqh
Severino Antonio dos Santos
Jos Roberto da Cunha
Joaquim Militao do Amara I
Antonio Marques Evangelista
Joaquim Francisco da Paz
Miguel de Albuquerque Mello
Joao Nepomuceno Xavier Jnior
Manoel Alfonso Cavalcante ^ra^^
Joao Antonio Miranda
Luiz de Andrade Lima
Jos Ignacio de Moira Ferrad
Francisco Antonio de Mello Luna
Manoel Antonio Vioira de Mello
Joaquim Poroira Bocfef
Aniceto Elias Soares de Mello
Jos Francisco Peiros>V Carvall
Francisco Jos Vasconcellos
Jos Alves Ferreira
I


ao-
I
Yiewnno dsAnjos Lina
Antonio Aqnfh'tto Finio de Lima
Joaquini Carneiro I
Bernardina Pedrosa de Oliveira
liotliio Florentino Figueiredo de Lima
l .auroutino Alves Ferreira
Clementino Ferreira Cavalcanie
Francisco Serfico de Assis Farias
Joao Evangelista da Silva Taboca
Antonio Solano de Sant'Anaa
Jos Antonio Cabral
Pedro Guedes Moreno
Manoel Carneiro de Freitas
Jos Soares da Cruz
l.uiz Antonio Ferreira Caropello
Manoel Tavares da Silva Coatinho
Vleixo Goncalves Rayuundo
Francisco Xavier Carneiro da Cunha
Manoel de Moura Hezende
Jos Paz de Lira
Pedro Secundino Barbosa da Silva
Lourenc. Antonio de Oliveira
Jos Francisco da Cunha Pedroso
Adolpbo Kloy Pacheco
Ildefonso Ignacio do Amaral
Joaquim Gomes Pessoa
Antonio Kufino Alves Correa Jnior
Manoel Antonio Correa de Queiroz
Eis o resultado da eleico de Barreiros :
Coiumendador Paulo de Amorim Salgado.
Dr. Lourenco Avelino de Albuquerque Mello.
Vigaro Joo Bautista Soares.
Tcnente-coronel Thouiaz Alves Maciel.
Capito Antgui Proprictario Francisco Cavalcanti de Albuquerque
Mello.
Capilla Francisco do Bego Barros Goiabeira.
dem Manoel Honorato de Barros.
Proprietario Pedro Ignacio Wanderley.
< apitao Joao Guilherme de Mello.*
.Negociante Andr Francolino da Costa.
Padre Manoel Jos Pessoa de Mello.
Agricultor Joao C. A. Litis.
Negociante Joaquim dos Sautos Uiniz.
Agricultor Chrislovo de Hollanda Cavalcanti.
dem Joaquim de Albuquerque Cavalcanti.
Padre Antonio Santiago Ramos.
Alferes Jos .Nicolao Bezerra
dem Paulo Leitao de Vercosa.
Collector Manuel Leitao Figueira.
Proprietario Manoel da Bocha Barros Wanderley.
dem Joao da Cunba Wanderley.
Negociante Manoel Jos do Bogo Barros.
Agricultor Francisco Sebaslio de Bastos.
Padre Austricliano Sociales de M. Poggi.
Agricultor Antonio -Nogueira de Oliveira.
dem Francisco Pereira da Costa,
dem Francisco Antonio Pereira de Mello,
dem Manoel Florentino de Miranda Albuquerque.
dem Antonio Santiago Paos e Mello,
dem Theotouio Claudino da Silva Lima,
dem Joao Marinltode Barros.
(Seguem-se os suplientes em numero de 7.)
Rkruiticao da khjcia :
Extracto das partes do dia 22 do corrente.
Foram recolhidos casa de deteneo no dia 21
torrente:
ordem do Dr. delegado do primeiro districto,
os pardos Manoel Ferreira de Santa Anii3, vindo
de Goianna, como desertor do exercito, Manoel Nu-
iles da Silva, Manoel Francisco Pereira, Josa Fer-
reira da Silva Pinto, Jeronymo Ferreira de Albu-
querque, todos sem parte.
A ordem do Dr. juiz municipal da segunda vara,
Manoel Goncalves de Queiroz de Albuquerque,
liiauco, como pronunciado no artigo 207 do cdigo
criminal.
A ordem do subdelegado do Recite, Manoel
Poema de Queiroz, brauco, para correccao, os lar-
dos Boiuo Jos de Carvalhu. por embriaguez, Fe-
lip|tc Antonio Bittancourt, por suspeito de ser de-
sertor da armada.
A ordem do de Santo Antonio, os crionlos Victo-
rino Joaquim Jos Eustaquio, e Dionizio Benedito,
ambos por briga.
V ordem do de Sao Jos, Augusto Cesar da Vei-
ga, brauco, por desobediencia a patrulha.
A ordem do da Boa-Vista, Francisco (ornes da
Silva, pardo, por insultos.
O chefe da 2a secoo.
/. G. de MeiU[Ha.
Movimeuto da casa de detencao no dia 21 de
agoste de 1863.
Existiam........ 401 presos
En Ira ra n..... l-'t
Sahiratn....... 6
Kxisteui.......... 408 .
a saber:
Xaeionaes....... 395
Estrangeiros..... 28 t
Mofeares....... 10
Estrangeiias. ... 3
Esclavos........ 68 t
Escravas ....... 4
408
Alimentados a insta dos cofres pblicos.... 16o
Movimeuto da enfermara no dia 21 de agosto de
1863.
Tivcram baixa :
Manoel .Nunes da Silva, sarnas.
Antonio Pereira da Silva, ophialna.
Passageiros do vapor nacional Mamaujuape,
sabido para os portos do norte : Miguel F. do
Monte, Jos Gomes de Araujo Quintella, Antonio
Das Pinto, Francisco de Almeida Braga, Antonio
Ferrete* de Alcntara. Antonio M. de Farias J-
nior, Joao l.uiz Goncalves, Manoel Antonio Pires,
Anua Mara L. das Noves, Fausto Elio, Joaquina
Mara da Conceioo e 1 criada, Francisco Antonio
Falconi, Rocen Falconi, Joao B. Falconi, Vicente
Augusto de Magalhcs, Jos R. de Souza Rangel.
Vicente G"ines do N ase miento e 2 criados, Antonio
de Oliveira Ilorges.
OUTIAHIODO DIA 21 DE AGOSTO, SO CEMITKIO
l'l BUCO.
Joaquimda Costa llamos, Portugal, i8 aunos, ca-
sado. Santo Antonio, phchvsica pulmonar.
Jos, Pemambuco, 3 niezes, alo Jos, escravo, con-
vulsoes.
l.aui in.la Haria do Jess, Pernambuco, 26 annos,
solteira, Santo Antonio, aliono.
I'rsula Maria Barbosa, Pernambuco, 36 annos, ca-
sada, Sao Jos, phthysica.
I"ianeisca dos Reis Teixeira, Pernambuco, 55 au-
nos. casada, Santo Antonio, hepatite chronica.
Maria Benedila Wanderley, Pernambuco, 59 an-
uos, viuva, Boa-Vista, aneurisma.
Joao Rufino da Silva liamos, Pernambuco, 63 an-
nos, casado, Boa-Vista, hydropesia.
Carlota. Pernambuco, 25 annos, solteira, escrava,
I loa-Vista, cholera.
Joao Roberto, Pernambuco. 16 annos, solteiro, Re-
cita, phtlivsica.
- 29-
L-ojior Maria do Espirito Santo, 50 annos, viuva,
Roa-Vista, encophalite.
Francolina Maria dos Santos, Penedo, 4o annos,
solteira, Boa-Vista, ttano.
Antonio Herculanodc Figueiredo, Pernambuco,67
annos, Boa-Vista, obcecado.
.Manoel, Pernambuco, i mates, Sao Jos, congeslao
cerebral.
Silveria. escrava, 22 annos, solteira, Santo Antonio,
hepatite.
Jos, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Vista, con-
vulsOcs.
M POUCO DE TUOO.
A seguinte poesa do Sr. Joao N. Kubischcek,
de S.Paulo:
SI......
Oh quem podra sempre em leus amores
Sobre leu seio perfumar seus dias!
Bcijar a tua fronte e em ten.- cabellos
Respirar ebrioso
Azetetlo.
Feliz-i o bardo podra
Na tua azul primavera
i '.ollier as llores da aurora 1
Aos raios da flicidade
Be teu sol da mocidade
\ iver nos sonlios de uu'uia I
* Porque sempre fugitiva
Como a borbolta esquiva,
Que o menino qur prender ?
Como a andorintia ligeira,
Que vai da flexa corteira
Entre o colmo se esconder ?
Flor do valle melindrosa,
Do amor a brisa cheirosa
Se respirasses comigo !...
Si tu me desees a estrila
De beijar-tc essa corolla,
De a meus cultos dar abrigo'....
""""" SI quizesses... inda a modo 1
Onvir um un doce segredo,
A historia de meu sounr I
Saber que o mel da entura
De um riso est na docura,
E d'uns olhos no morrer !...
Ai 1 veras quanto bella
Quando a vida se revela
Dos amores ao luar I
Como a varzea toda dores,
Como o co lodo fulgores,
Como a vidaum delirar I
Verbas quanto eu soubra
Na tna azul primavera
Amar as flores "aurora I
Co'um raio de flicidade
De teu sol da mocidade
Revver crencas de oulr'ora!
O castello de Glandier tristemente celebre pelo
psocesso Lafarge, acaba de ser comprado pela or-
dem dos fracos Cartuchos, que nelle vilo fundar um
estabelecimento agrcola.
A Nacao publica os seguintes factos:
Vai construir-sc em Pars um monumento cm
memoria dos ofciaes, soldados e marinheiros que
morreram na campauha do Mxico.
Acha-se em Madrid a celebre aereonauta mada-
ma Poitcrin, premiada pelo imperador dos Fran-
cezes.
Propi5e-se a verificar naquclla capital difleron-
tes ascences, e cm urna dellas ir montada n'um
cavallo.
Esta raulher conta j verificadas 334 ascensoes
aereas.
Sempre andar muito com a caneca pelos ares!
No da 16 leve lugar em Pars a asscmbla ge-
ral da compauhia do sthmo de Suez, a que assis-
tirain mais de 600 accionistas.
O director geral, Mr. Fernando Lesseps, foi aco-
lhido com entuusiasmo.
Na Memoria (|uo elle leu asscmbla mostrou-se
muito enrgico contra a influencia anglo-turca re-
lativamente abertura do isthuio, attribuindo a
essa influencia a ultima nota diplomtica do gover-
no ottomano sobre o mesme assumpto.
Mr. Lesseps foi vivamente applaudido varias
vezes durante a leitura da dita Memoria, onde se
declara que as obras do canal conlinuam com re-
gularidadc, c que antes de terminar o anno de
1863 estar realisada a unio dos dous mares.
A assembla approvou por unanimidade os l-
timos convenios celebrados entre o vice-rei do
Egypto e a companhia
Foi submettido approvacao do governo hespa-
nhol um novo modello da estatua de Colombo,
que se hade collocar cm frente da nova casa da
moeda em Madrid.
E' obra do distincto esculptor Piquer.
Mr. Bulwer, representante da Inglaterra na Tur-
qua, adquiri utua ilha no mar de Marmora, mui-
to perto de Constantinopla, que lbe foi cedida por
aquelle governo.
Este successo, que parece agora sem importan-
cia, pode t-la multo grande no futuro.
IIIRUMCV JHHCURI4. f
Tltl Itl \ % I, DA Itr.L\\ lO.
SESSO EM 22 DE AGOSTO DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. CONSELHBIP.O SILVF.IRA.
As 10 horas da maiihaa, achando-se presen-
tes os Srs. desemliargadores Caetnno Santiago,
Ctirana, Ixwrenco Santiago, Motta, Peretti, Ac-
cioli, Ucha Cavalcanti, Assis, Doria, e Guerra,
procurador da corajabrio-sc a sessaa
Passados os (sitos e entregues os distribuidas,
deram-se os seguintes
JLXGAMKSTOS.
Denuncia.
A denuncia de Telcsphoro Marques da Silva con-
tra o juiz municipal de Sernhcm
Relator o Sr. desembargado!' Gitirana,
Sorteados os sBBheni ili'sembargadores Motta,
Assis e Lourenr Santiago,.
Julgou-se im'proceVnte.
Itrcurm crimen.
Recrreme, o bacharel Antonio Femantes Trigo
de Loureiro ; recorrido, Geraldo Joaquim Guilher-
me de Meti.
Relator o Sr. desenibargador Peretti.
Sorteados asseitores doembarsailnra i.ourro
Santiago < Gitirana.
eu-se provuuento.Foi absolvidoorecorreute.
Habtat-cormu
Concedeu-se ordem de habeas-corpus a Jos An-
tonio da Silva Vieira, para o dia 3 de -etembro fu-
turo, ouvida a autoridade competente.
Appeacdet crtma.
Appellanto, o juizo eManoeJ Antonio Gaio ; ap-
pellado, o juizo e Manoel Gomes de Moura
A' novo jury.
Amellantes, Manoel Jordo da Costa e outros ;
amellada, a justica.
Reformada a sentenca.
A appllarao eiiel.
Appellantes, a preta Hara e seus filhos; appel-
lado, Guilherme Augusto de Miranda.
Mandou-se ouvir o curador geral sobre a peUeSo
dos appellantes.
DESIONACAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamcnto dos seguintes
feitos :
Appellaeoes crimes.
Appellante, Luiz Jos de Moura; .ippellada, a
justica.
Appeliante, Francisco Joaquim Brcio dos San-
tos ; ap|M-llado, Francisco Elias Fontanelles.
Appellante, o juizo; appellado, Dionizio Barba-
lho Lima.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Serafim
Moreno.
Appellante, o juizo ; appellado, JoaoEuzebio da
Luz.
A|>|iellante, Joao Carlos Pessoa de Siqueira; ap-
pellado,o juizo.
Appellante, Manoel Heurique de Sandes; appel-
lada, a justica.
Appellante, Antonio Joaquim de AndradeLima ;
appellado, Manoel da Assumpeao Santiago.
Apiiellante, Manoel Teixeira de ..raujo ; appel-
ladu. o juizo.
Appellante, o juizo ; appel ado, Manoel Theodoro
do Nasciinenlo.
Appellante, Antonio Manoel de Santa Rosa ; ap-
pcllada, a justica.
Appellante, Pedro Alexandre Nunes appellada,
a justica.
Appemnte, Valerio Jos' da Costa ; appellado, o
juizo.
A|.pellante,opromotor; appellado, Francisco Bal-
bino de Mello.
Ampollante, Manoel Jos Fragoso; appellada, a
justica.
Appellante, o juizo ; appellado, Theotonio Jos
Soares.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Jos de
Santa Anna.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco da Cos-
ta oliveira.
Appellante, Jos Vicente Barbosa; appellado, o
juizo.
Appellante, Jos Vicente Ferreira ; appellado, o
juizo.
DILIGENCIAS.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica
As appellaeoes crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Jos de
Santa Auna.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Guilherinc
da Silva.
Appellante, Jos Correa de Mello: appellado, o
juizo.
Appellante, o juizo; appellado, David Pereira
de S e Silva.
MMUHK
O Sr. desembargador Caetano Santiago passou
ao Sr. desembargador Gitjrana
Ai appelkifoes crimes.
Appellante, Joao Bezerra da Pcnna ; appellada,
a justica.
Aptiellante, o juizo ; appellado, Manoel de Almei-
da e Sil va.
Appollante, o juizo ; sppellado, Manoel Francis-
co Trigueiro.
A appeUacSo cirel.
Appellante, Jos Velloso Soares; apellada, a
fazenda.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao S. des-
embargador Lourenco Santiago
A appellaeo cicel.
Appellante, Basilio Alva'n-s de Miranda Varejo-,
appelloiio, Joaquim > Almeida Pinto.
Piarlo e Pcrmnabuc# Secunda fe ira 14 de Ajto de 18
i ---------------------"------1 ------- ii __.________________________
O Sr. desi'inbargador l^oureneo Sautiagu passou
ao Sr. desembargador Motta
As appellaeoes crimes.
Appellante^o juizo ; appellado, Manoel da Silva
Auciao.
Appellante, o promotor; appellado, Jos Gomes
das Nevcs.
Appellante, o promotor; appellado, Luiz Antonio
Cabug.
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
A appllarao crime.
Appellante, Luiz Raposo de Oliveira; arpellado,
Carlos Augusto de Albuquerque.
Appellaeoes civeis.
Appellantes, os nerdeiros de Miguel Ferreira de
Mello; appellada, a fazenda.
Appollante, Jos Luiz do Andrade Lima ; appel-
lado, Luiz do Albuquerque Maranliao.
O Sr. desemliargador Peretti passou ao Sr. des-
embargador Accioli
As appellaeoes crimes.
Appellante, o promotor ; appellado, Jos- Pedro
de Arauio.
Appellante, Jos Thomaz de Miranda ; appella-
da, a justica.
Anpellate, Joao Dias de Vasconcellos; appella-
do, Manoel Thomaz de Villanova.
Appellaeo civel.
Appellante, Jos Velloso Soares; appellada, a
fazenda.
O Sr. desembargador Accioli passou ao Sr. des-
embargador l'cha Cavalcanti
.1 appellaeo cicel.
Appellante, a administr'acao da niassa de Seve &
Fillws ; apjiellado, David WillimBowiiiaii.
Ao Sr. desembargador Gitirana
As appellaeoes citis.
Appellante, o solicitador de residuos ; appcllados
os administradores dos conventos da Conceicao,
e Gloria, de Olinda e Iguarass.
Ao Sr. desembargador Doria :
Appllarao cirel.
Appellante, Gaspar t-ivalcanti de Albuquerque
l'cha : appcllados, Joao do S Albuquerque e ou-
tros.
O Sr. desembargador Ucha Cavalcanti passou
ao Sr. desembargador Assis mK_
As appellaeoes ciceit.
Appelamte, a fazenda ; appellado, Antonio de
Moura Rolin.
Appellante. a fazenda; appellado, Joaquim da
Rocha Guedes.
,. As appellafoes crimes.
Appellante, o promotor ; appellado, Antonio Fe-
lippe Moreau.
Appellante, o promotor ; appellado, Manoel Dio-
nizio de Salleg e ontros.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
Appellaeo crime.
Appellante, o juizo; appellado, Alexandre da
Costa Lima.
A appellaeo cirel.
Appellante, Christotao Jos do Reg Mello ; ap-
pellado, Fumino Francisco Flores.
O Sr. desembargador Doria passou ao Sr. de-
sembargador Caetano Santiago
As appellaeoes crimes.
Appellante, Joao Leandro de Barros ; appellada,
a justica.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Espi-
nla.
A appolla>;ao cicel.
Appellante, Joao Francisco Pontes ; appelladada,
a fazenda.
A 2 horas da tarde encerrou-se asessao.
Levaotou a sesso, addiando-a (para o dia se-
guinte s 10 horas da manha.
THIHl VAI- DO JURY.
QUABTASESSAO.
DIA 20 DE AGOSTO DB 1663.
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Jos da Silca.Xeha,
juiz de direito da 2* cara crime.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusnio Lobo.
E-erivo Joaquim Francisco de Paula Estoves
Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Americo Netto de Mendonca.
As 10 horas da manlia frita a chamada acha-
ram-se presentes 47 senbores jurados.
Foram dispeiisados-da sessao os seguintes se-
nhores :
Dr. Amaro Joaquim Fonseca AUiu los Marques de Amorim.
Foram multados em 2O000 cada um dos senho-
res multados nos dias anteriores e os que frtaram
hoje.
Entra em julgamcnto o reo Antomo'da Cunha Oli-
veira, acarado |or crime de r Tmenlos graves fei-
tos na pessoa de Frederico Carlos de Araujo.
O jury de sentenca foi composto dos senbores
seguiutes :
Jos Antonio Vieira de Souza.
Chistovao Santiago de Oliveira.
Francisco Jos Alves de Albuquerque.
Jo vi no Epiphanio da Cunha.
Antonio Rufino de Andrade Luna.
Antonio Cardoso de Queiroz Fonseca.
l.uiz Antonio Goncalves Penna.
la\ inundo da Silva Maia. .
Rodolphq Joo Barata de Almeida.
Felppe Antonio Teixeira de Albuquerque.
Jos Jerou\ mo de Seuza Limoeiro.
Dr. Galdinb Ferreira Gomes.
E prestaram ojuramontodos Santos Evangelhos.
Foi o reo interrogado e procedeu-se o leitura do
processo.
O Sr. Dr. promotor publico pedio a condemna-
co do reo no grao mximo do art. 205 do cdigo
criminal.
O Sr. advogado deduzindo a del'eza, pedio a ab-
solvcao do reo.
Fidos os debates e preenchidas as solemnida-
des da lei, o Sr. Dr. juiz de direito projioz ao jury
I de sentenca os res[iectivos quesitos.
Recolhido o jury de sentenca sala secreta das
1 conferencias 1 # hora, votou s 2 i/*, com suas
I respostas que foram lidas pelo Sr. Rodolpho Joao
Barata de Almeida, presidente do conselho, e o Sr.
Dr. juiz de direito publicou sua sentenca, condem-
nando o reo um auno de prisao c multa corres-
pondente a matado do tem e as cusas.
Lcvantou a sessao, addiando:a para o dia se-
guinte s 10 horas da manha.
QUARTA SESSAO.
DIA 21 OE AGOSTO DE 1863.
Presidencia do Sr. Manoel Jos da Silca Xeica.juiz
de direito da 2* rara crime.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusmao Lobo.
Escrivao Joaquim Francisco de Paula Estoves
Clemente.
Adyogado o Sr. Dr. Americo Netto de Mendonca.
s 10 horas da manha, feita a chamada acla-
ram-se presentes 46 senhores jurados.
Foram dispensados da sessao os seuhores:
Francisco Jos da Silva.
Francisco de Paula Rogo Barros.
Jos Camello do Reg Barros.
Foram multados em 2OJ0O cada um dos Srs.
multados nos dias anteriores, c os que faltaran!
hoje.
Entra em julgamcnto o reo Cypriano Gomes de
Oliveira, aecusado por crime de ferimentos graves
feitos na pessoa de Miguel Archanje de Sant'Anna
O jury de sentenca foi composto dos senhores
seguintes:
Jos Pedro das Noves.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Dr. Antonio Ferreira Martins Ribeiro.
Jos Marques da Fonseca Borges,
Francisco Marinho de Albuquerque Mello.
Raymundo da Sirva Maia.
Candido Emilio Pereira Lobo.
Miguel Affonso Ferreira.
Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas.
Manoel Jos de Azevedo Santos.
Jos Elias de Oliveira.
Luiz Antonio Goncalves Penna.
E prestaram o juramento dos Santos Evangelhos.
Foi o reo interrrogado e procedeu-se a leitura do
processo.
0 Sr. Dr. promotor pedio a condemna^ao do reo
no grao mximo do art. 204 do cod. crim.
O Sr. Dr. advogado deduzindo a defeza, pedjp a
absolvilo do reo.
Finds os debates e preenchidas as solemnidades
da lei o Sr. Dr. juiz de direito propoz ao jury os
respectivos quesitos.
Recolhido o jury de sentenca sala secreta das
conferencias, meia hora depois de meio-dia, voltou
a 1 hora da tarde, com- suas respostas que foram
lidos pelo Sr. Jos Pedro das Nevos, presidente do
' conselho, o Sr. Dr. juiz de direito publicou sua sen-
' tenca, condemnand o reo a quatro annos e meio
de prisao com trabalho e mulla correspondente a
. metade do tempo, e as cusas.
Balaecete da agencia da companhia de
segaros martimos e terrestres, Fi-
delidade, de Lisboa de 7 de agosto
de 1862 a 7 de agosto de i8C3.
Activo.
Companhia Fidelidade, de Lisboa... 10:510*679
Caia........................... 400057
Seguradoa. *..................... 220|000
Letras, e doenmentos receber..... 773*140
Ris.......... 11:961*876
Pais'ro.
Capital.......................... 10:000*000
Lucros, e perdas................. 1:911*876
Bis.......... 11:961*876
Observacoes.
Tomaram-se no dito tempo 2'2 seguros
na importancia de.............. 262:012*015
Premios provenientes dos ditos se-
guros ....................:...... 2:202*795
Pagamentos aos segurados.........
Betornos............................ 17*500
Despezas de cosleio............... 273*419
Becife de Pernambuco, 7 de agosto de 1863.
(Assignados.)
Os agentes,
Feliciano Jos Gomes.
Domingos Rodrigues de Atulrade.
PBLICAC9ES i PEDIDO.
As escrfulas privadas do sen
agu libio.
Fazem 30 annos que as escrfulas eram
urna eufermidade ineuravel, porra o aspec-
to das cousas desde entio para c, tem mu-
dado de face desde o momento em que a
salsa parrha de Bristol foi triumphante-
mente nlroduzida no publico. Desd en-
tilo esta parte nao tem occorrido um s
caso por mais virulento que seja, em que a
mesilla tenba sido infructuosamente admi-
nistraba. A simples imiumeracao das curas
que ella tem effectuado encheria volumes
inteiros. nicamente pois, necessilamosdi-
zer que o seu uso deve sor universal em
todos os desarranjos e affeccoes ulcerosas e
eruptiveis, para que as possa curar com
tanla facilidade como um arranhao ou um
simples golpe. E' o melhor de todos os re-
medios condecidos para o rheumatismo e
alTeccoes do figado, e quando a tsica se
complica com as escrfulas.
Achar-se-ha venda em todas as princi-
paes boticas e lejas de drogas do imperio do
Brasil.
Resposta,a nin voto impamaH!
Fazondo opposicao ao que magnifico,
Pretendendo ostentar saber genrico,
Sem que o possua,................
Novaf.s.
0 coinmiiuicante quer tal vez etilamiar, urna
instituico que a gloria da naco e de nos,
portuguezes, aqni residentes I
Gabinete portiiguez de leitura
Sua senhoria nao arbou outro meio, para fallar
no Illm. Sr. commendador, Mathias de Azevedo
Villarouco; seno com o alvo do Gabinete.
Sera melbor que sua senhoria, satislizesse a sua
oveja d'outra maneira .' mas nao, deu volta com
urna instituico que tem um numero de socios .' e
nao Ihe deram antorisaco nenhuma
E julga S. S. que far bem rom essa sua satyra ?
pelo contrario! e o adagio diz. aquelle que cospe
ao ar, cai-lhe a saliva no rosto '
O illm. Sr. Vi Haroneo, qmmlo em IK-'iO qffertou
o uftand.'irtn DorlUKQex, aos nossos coiupfttnoi#s,
da linda barca Bracarense; ne era esse que liojo
se Ihe est maltratando! c botando-sc em rosto o
que intil. I'ur Migcito nviscarado "
E ao amigo do Illm Sr. Villarouco, Ihe direi que
melltor seria, que eserevesse mais franco para ser
melhor conhecido e Ihe applico o seguinte:
A inveja matou Cain I
l'm socio do gabinete,
E o rerdadeiro amigo.
COMMERCIO.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 21.
dem do da 22.....
318:501*241
14:o94|028
333:008*M9
Uovimonlo da alfandega.
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volnmes sabidos
com fazendas
com gneros
133
107
------240
72
67
------ 139
Descarregam no dia 24 de agosto
Escuna inglezaQueen of the Fleeimercadorias.
Barca inglezaImogene-^Ulem.
l'olaea hes|KinholaVenturacharque.
Barca portuguezaLara=charque.
Barca hamburguezaPalma idem.
Lugre inglezEdith carvilo.
Cscuna dinamarqnezaSpicamercadorias.
i ni |io r i a io
Escuna ingleza Queen of the Fleet, viada de
Hamburgo, consignada a .Manoel Joaquim Ramos e
Silva & Gcnro, manifeslou o seguinte :
230 barricas, 1,100 garrames, e 720 frasqueiras
com genebra, 7 barricas cerveja, 20 moias pipas
vinagre, e 100 saceos farelo ; aos consignatarios.
50 barricas, 30 caixas, 100 frasqueiras e80gar-
rafoes com genebra, 3 caixas chales do crep, 3
ditas fazendas de algodo, 1 pacote amostras ;
ordem.
33 caixas fazendas de linho, 2 ditas dila de laa,
1 pacote livros, 1 caixa amostras ; a Scliafheitliu
lt C
2 caixas meias do algodo, 11 ditas cartas de
jogar, 3 ditas couros euvernisados, 1 dita espoletas,
20 ditas ferragens ; a Prente Vianna & C
20 barricas alvaiade de zinco, 20 ditas e 100
frasqueiras genebra, 1 caixa rtulos, c cartao de
papelo; a J. da Silva Faria
3 caixas couros envernizados, 1 dita elsticos ;
a Izidoro Netto & C.
1 caixa botocs ; a Vaz & Leal.
8 caixas fazendas de algodo, 2 pacotes amos-
tras ; a Danunayer 4 Carneiro.
1 caixa ferrageus; a Gurgel & Irmaos.
1 caixa cadinhos. I dita vidros; a J. Ferreira da
Silva
3 caixas couros; a Ferreira A Araujo.
4 caixas miudezas ; a Monteiro Lopes & G,
2 caixas chapeos, i dita fitas de seda e mixtos ;
a Chrisliani & Irmaos.
1 caixa perfumaras 1 dita retro-, 1 dita cartas
de jogar, 1 pacote amostras de cordas para violo
e botoes ; aHenrique'dc Azevedo.
2 fardos lonas, 1 dito fio, 5 caas couros enver-
nizados, 2 ditas chapeos de feltro, 3 ditas toalhas
de algodo, 2 ditas chales de laa, 5 ditas fazendas
de algodo, de seda e mixta ; a Rabe SchmeUau
& C.
3 caixas tecidos de laa, 1 pacote amostras ; a
Monhard A C.
i caixas brinquedos, retratos de lithograplda.
bordados, bonecas de porcelana ; a T. T. Bastos.
272 caixas velas stearinas, 3 ditas camisas de
algodo, 36 ditas e i fardo fazendas de laa, do seda
c mixta, 3 volumes cartSes de amostras; a Joao
Keller & C.
i caixas oouros envernizados, i ditas papelo,
1 dita gomma lacre, 2 ditas madeira, 13 ditas fa-
zendas de la, de algodo, de linho e mixta, 2 pa-
cotes amostras ; a Linden Wild 4 C.
3 caixas drogas e esponjas; a B. Francisco de
Souza.
8 caixas utensilios para lytbograpbia, 3 barricas
cadinhos : a N. O Bieber A C ,
50 barricas potassa ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira A Filho. i
16 caixas miudezas e vidros 2 ditas cartas, i
dita fazendas de la o algodo, 1 pacote amostras;
a Alves Hamburger & C.
1 caixa agua de Scltz ; a Rothe & Bidoulac.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAITA DOS PREC0 DOS CF.XWOS SIJBITOS A DIREITO DB
EXPORTACAO. SEMANA DE 24 A 29 DO MEZ DE'
ACOST DE 1863.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Alanos......... cento
Agurdente de cana .... caada
dem restilada ou do reino
Wem caxaca.......
dem genebra.......
dem alcool ou espirito de agua-.
ardente.....,
Algodo em caroco..... arroba
dem em rama ou em laa.
Arroz com casta.......
dem descascado ou pilado
Assncar mascavado.....
dem hranco........
dem retinado........
Azeitc de amendoim ou mendo-
bim......... caada
dem de coco.......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque....... >
dem lina.........
Caf bom........
dem escolha ou restolho ...
dem torrado....... libra
Caibros......... um
Cal........... arroba
dem branca.......
Carne secca (xarque) ....
Carneiros........ um
Carvo vegetal...... arroba
Cavernas de sicupita .... una
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas.....
Cha...........
Charutos........ cento
Cevados (porros)...... um
Cocos (seceos)....... cento
Colla.......... libra
Couros de bo, salgados ...
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes .....
dem dem cabra cortidos. um
dem idem de onca..... cento
Doces seceos....... libra
dem em gela ou massa.
dem cm calda......
Espauailores grandes..... um
dem pequeos.......
Esleirs para forro on estivas
de navio........ rento
Estopa nacional...... arroba
Farinha de mandioca..... alqueire
dem de araruta...... arroba
Feijo de qualquer qudlidade.
Frechaes ....... um
Fumo em folha, bom .... arroba
dem ordinario ou restolho
dem em rolo bom......
dem ordinario ou restolho
Galliulias........ urna
Gomma......... arroba
l(iecacuanha (raiz).......
Lenha em achas...... oento
Toros..........
Liniias e estelos. ....'.. un
Mel ou nielaco....... ranada
Milho.......... arroba
Papagaios.........
Pao Brasil........
dem de jangada......
Pedias de amolar.....
hli-in de filtrar ......
bleiu de cholo......
Piassava.........
Ponas, ou chifles de vaecas ou
novilhos........
Pranehoos de amarello de dous
costados........
dem de louro.......
Bail..........
Sabio..........
Sal..........
Salsa parrilha.......
Sebo em rama......' .
dem em velas.......
Sola em vaqueta.....
Taboas de amarello.....
dem diversas.......
Tapiocas.........
Tatajuba.........
Travs .........
Unhas de boi.......
Vassouras de piassava. .
Idem de timb.......
dem de. carnauba ......
Vinagre.........
um
quintal
um
urna
nii'lho
cento
1.5400
300
oOO!
3201
300
360
55000
215000
15200
25800
I5S00
:(5000
35000
25000
15440
15200
15600
45000
85000'
855001
75300 1
520'
:WO
280
300
25500
35000
15600
85000
200
360
15400
25500
155000
\5OOO
300
155
230
090
400
105000
15000
320
500
45000
25000
165000
I56O0
:5000
55000
15800
55000
165000
105000
5000
550OO
600
25000
235000
25000
II50OO
K50U0
200
15600
mu
55000
35000
840
45OOO
15200
120
550OO
mu
libra
205OOO
105000
15000
120
alqueire 400
arroba 255000
> 55000
75OOO
35000
IIO5OOO
7:15000
nina
duzia
arroba
quinta)
nina
Cento
caada
35000
25000
65000
25OOO
105000
85000
6J900
500
Alfandega de Pernambuco, 22 de agosto de 1863.
(Assignados):
O 1. coufcrente, Jos Affonso Ferreira.
O 2." conferente, Corte Augusto Lins de Soma,
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 22 de
agosto de 1863.Carculho Reis.
Conforme.O *." escripturario, Joo dos 8mm
Porto.
Recebedrla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia la 21. 24:424500*
dem do dia 22......... 8115065
23:2355073
Consulado provincial.
Rendimento do dia i a 21... 23:47
dem do dia 22.........
15832
7685123
23:2405137
PRAQA DO RECITE
99 II. AGOSTO DB IttOS.
As 3 horas da tarde.
Revista semanal.
Cambios........ Saccou-se sobre Londres a 27 e
27 '/i d. por 15000 sobre Parts
a 356 por fr. o sobre Lisboa de
96 a 98 por cento de premio;
regulando por 30,000 os sa-
ques da semana
Algodo........ 0 desta provincia vendeu-se a
215000 por arroba, o de Macei,
posto a bordo, a 205500, e a ul-
tima venda do da Paralaba foi
ffeotuada a 225300 por arroba
posto a bordo.
Assucar........ O brauco vendeu-se de 35000 a
35800 por arroba, o soiiienos de
25600 a 25700, o uscando
purgado de 15950 a 2520). e o
bruto de 15700 a 15800 |-or ar-
roba.
Agurdente..... Vendeu-se a 605000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados venderam-se
a 130 rs. a libra.
Anroe.......... Opilad da IimI tbu.____
25400 por arroba.
Azeite doce..... o de Lisboa Tendeo- o> iun.
a 25600 o galn.
Baealhao....... R*alhou-se de 11500 a 135.)
S>r barrica, hVando
600 barricas.
Batatas......... Venderam-se a IJgOO ra mi
arroba.
Bolachinha...... dem a SJOM a tarrmiala.
Carne secca.....A do Rm-Gratee do fladiH*-
Ihoo-se de SfMO a IMWpw
arroba, e a do lio da Pnm >
1*800 a t 2f; tira*, nm c
poito W500Q arMias da < j-
ra e 1.5,000 da segunda.
Caf........... Vendeu-se0> 85>.i >->
arroba.
Cha........... dem de 25000 a25*ark-
hra
Cerveja........ Variou de 4551)0 a 5jm a dn-
zia da garrafa'*, contorna a pw-
lidade.
Farinha de trigo. Rrtalhon-se *. fpm a I*
a barrica, da d*> Ptidadi Istia e
New.Y.jrk, dr ii|ma a i^am
a de Genova a iljmta *
Trieste ; tirando em vr JB
barricas da primeira. im 4a
segunda. 200 da terrHra 1 Vw
da (piarla ao lodo l!.l hsr
ricas.
Feijo.......... Vndense a .11000 a rea,
Genebra........ Idem de .120.1 3V r-. a ottja
Louca......... A ingleza ordinaria wadf a
300 por rento de premio. sete a
factura.
Manti-iga........\ franreza regnlon d.> v9 a V>
r*. |>r Mlira. e a ingbia >V V*
680 rs.; tirando em der
1.200 arria
M;,"'|-......... V.iid.Tain-m- a 6500 araru.
Q<","j"s........ Os llaiwngiis venderam-se de
I58"0 a 25000 rada ana
Tonemlio.......O de IJsbna vemton-*. a
por arroba
Vinagre........o de Portugal vmteae a INf
a pipa.
^"hos.........Os de Lisboa t amramt a
20O50On a pipa r m dr ****
paiz- a I605DUO.
" ,'^'<.......... As de ci>mposH-a> veaaVranv a 900 rs. por prme de C ivfew.
eseontos....... m rebates de letras regolrm *;
9 a 12 por rraioao anna
"Hm......... Para o Canal a 30, para Liver-
pool a 126 nula lastro a '
por libra de algodo
M0YIMENTO DO PORTO.
Mano entrado no da ti.
Montevideo24 dias sumaca N-spanh. Ja Tnitmt--
ria, de 173 toneladas, capitn Janr
quipagem 12, carga :{.3l)0 quiniats kei
de carne ; a Aranaga Hito C
Nucios sonidos no metmn dta.
Portos do norte vapor nacional
commandanto Moura.
Rio de Janeirobarca inglesa Ixjntou, eapio J.
Randle, em lastra
EDIT1ES..
O.Dr. Ti isio de Ahmn Araripe, oaVial da 1
rial ordem da Rosa e juiz de dir.-n..
do commercio desto ridade do Rerifr rapai
provincia de Pernambuco e sea fc-rm* pnr :
Magcsiadc Imperial e 1 :titiiminai Sr. I.
Pedro II a quem Deus guarde. tr.
Faco saber pelo presente que no dia 4 dr 1
to depois da audiencia respectiva tar por venda a quem mais der eto pra
deste juizo. a casa de sobrado de dous
no pateo do Paraizo da freguezia de Sanio Aafe-
nio com o n. M\. cuja casa faz quina para a ran da
Boda e com a entrada |la menesa rna avaliarfa
em 11:0005000 rs.. dita rasa e pertrnrrnle
ronel Jos Pedro Veltozo da Stlveira. e a Ir pi-
nliorada por OMeoeao do Dr. Angelo Hearpat da
Silva como tutor mi urpli.o tubos di bUtrs-
Francisco Carneiro da Silva e mais
mesan, iioliavendo lirilaales era a
cao feila pelo preco da adjudicarn, e
liinento resperv da lei.
E |iara que o presente ehegiie ao .
de Unios, inandei |as>ar rditaes. .pn- >er.
radas pela imprensa e aflludih, nm tapareada
rostnaap.
Dado epifalo ama ammdh Rerile de r*r-
nainhiieo, aos 19 dias do m.-z de agosto dnaaandn
nasciiiH'nlode Nos-o lmar Jr-stis Chrisfci de Wl,
i.' da indepeiid Eu Manoel de Carvallw raw ti Vinlrade e*.
crivo o subscrevi.
lMatta de .Uraror Arnrtfr.
O Dr. Tristo de Vk-ncar Araripe. omVul >ia isa>
Ii.-rial ordem da Bosa e juiz esperial do eaaa-
nieivid danta ridade da Recite de -ninitm
sen termo. |n S. M. Iriq-Tul e I" 11 imimanl.
11 Sr. 1). Pedro II. a quem Den- guarde, ele.
Faco athat aos que presente editol vire e
del le noticia tiv.reni que por este jobo, pm-
dem mis autos de anele 'le senieora mere
parles como exaajnaMee Jse da Silva Lojo A 1
e como rvrutailos Jos Pinto da Co>ta r isaejam
Rodrigues Maia de Oliveira E kndo 1 n ipnidn
seus di'vidos tarante, se fez peohnra em taarir
lierleneenie ao primeiro exerulado Jntr rala da
Costa.
K sendo 'ni publica aodi.-ii.-ia oWe
pelo procurail.ii dot eieamma) me tora
requerimento constann- do seguinte termo:
Aos dez de agosto de mil mi., renhise
ti.-, ne.-la cidadi- do I..1I0 em putara
que aos feitos e [artes lava o Dr. juiz raperan) do
commercio Monta d.- .Menear Araripe. pete soli-
citador Antonio Pinto de Barro*, por parte do
e\c(|uentes, tora acensada a peaiiora tona em dt-
nliriro iieilenci'iiie ,n, \ecuiado Jote Piado da
Cn-ia. .' requerido que liraseni a*sirnadM a des
dias da lei. e dez dos credores inferios, pasendo-
se os respectivos editae; o que onrido pete date
juiz assim Ihe deferio do que lavrei o prnaaate
e\lraliido do protocolo das audiencias, a que joenei
o mandado e termo de penbora que s>-guem: en
Manat Silvino de Barros Fali-o evrevrmv jnra-
iiienladoo escrevi; eu Adolpho Liberato Pereira
de Oliveira escrivao interino o subscrevi. E nana
seno coaitaes em dito termo aqu copiado.
Em virtude do meu deferimenl
crivo fez passar o pn,s>>nle. com o prasa dr aVx
dias pelo qual chamo, intimo, e nei por iaaamaaVr.
os credores incerlos do dito ejecutado, paran:
coin|iarecain nata juizo dentro do indirado ara*
atlm de allegar o que for de direito e taenra.
E para que .h.-gue ao conherimento de M~
mandei passar edilaes que erao aJbadan no tapar
do eostunie e pulilicados peta imprenta.
Dado e passado nesta ridade do Rerife de Pvr-
nambiieo aos i".le agosto de 1063.
Ibii Adolpho Liberato Pereira de Otireira. esm-
vio o suliscrevi.
Tristn de Alrnrmr Atnr+t.
O Dr. Tristo de .Menear Araripe. onfeiaJ na nane-
rial ordem da Rosa e jnh de dtaeite especinl *
commercio desta eidada do Meeafe, capeta! da
provincia de Pernambaco esea trrtaa, par 1 SL
imperial i'oistitucional#o Sr. D. Pedro BL a
quem Deus guarde, etc.
Faco saber aos que a prseme 1
virem e della noticia tiverem, ni
imiii alves me dirigi a peco da
Illm. Sr. Dr. juiz de direito espartal 1
ci.Diz Manoel Luiz GonraiTes. ajan t_
te juizo, escrivao Manoel Mara, carta da
por aeco decendial, contra Brita,
tem estes de serem intimado* para 1
tro horas pagarem 4:0665000,
cusas, contados no rosto da
tenca, ou nomearea anas para
acontece ler-se ausentado para parta i
sabida Francisco de Paula Queirae I
Caz paite da tirina executada, e tai paattfeaaao-
lado para a aeco. a para naie agora a teta para n
execucao, vam o nippllcaaer latjaater i l.la
digne adiuitiir a justificar a hllini aaaaeaa. jpa-
Sada se paste carta de adea por Irtato
e ser citado o ausente e dar-so per f
referida carta de sentenca e ver _
cuco, seus ulterioras temaos, pona de i
Pede V. S. se digne deferir-I
Procurador basunte Antonia I
E mais se nao contiant
transcripta e copiada, a qual 1
nella profer o despacho do theor



.


li*rro e rVrnampweo aegnada fetra *1 de X^mio de f SS.
\
Kun da Imperatriz.
N'. 47 particular e 68 publico casa Ier-
re. ...............
Ra da Gloria.
\S. 81 particulare 6o publico casi ter-
rea......... ......
Ra do Encantamento.
N..">2 particular c :t publico 3 andares.
Ra do Azoite de Peixo.
N. oil particular e 1 publico 2 andares.
Ra do Amorini.
particular e opubl
Ra do Pilar.
N. 59 particular e 73 publico casa ter-
rea................ 1835000
Ra de Sao Bom Jess das Croulas,
N. 61 particular e 8 publico casa terrea. 1313000
llua da Cruz.
1:2003000
7003000
Ote-so, sendo mrcalo o da 27 do crreme mez
pelas dote lloras da manhaa, para a justitieaeao de
ausencia.
Recife, 2o dejando d; 1883.Alencar Araripe.
E mais so nao continln em mon despacho aqu
tnui bom transcripto e copiado. E lendo o suppli-
ranie produzido suas pro vas, que iustiticarain a au-
sencia do supplicado em luya* Bao sabido, e ~subin-
do os autos a minia eonolmio, uelles profer a
sonteuca, d tUoor seguinte :
Jalga procedente a justifteacao, pela qual se r
mostra achar-sc ausente em lugar incerto o reo N. 54 particular e 31 publico um andar,
justificado Francisco de Paula de Queiroz Fonceca, Ra da Lapa.
S|ue roaudo seja citado por editos du trinta dias, na N. 56 particular e 8 publico um andar,
arma requerida. IN. 73 particular e 5 publico um andar.
Recife, 27 de junno de 1863.Tristao de Alencar
Araripe.
E mais se nao continua e uetn alguma outra
cousa se deelarava e inostrava cm dita minlia sen-
' tenca aqu mui bein e lielmente transcripta e co-
piada, em cumpriniento da qual o respectivo es-,
crivo fez passar a presente carta de editos. com o N. 68 particular o 13 publico 3 andares,
prazo de trinta das, pelo qual chamo, cito e kei i Rna da Cadeia do Recife.
por citado ao supplicado, para que dentro do refe-! N. 72 particular e 30 publico 3 andares
rido prazo comprela ueste juizo para allegar sua' Boceo da Lama,
defeza, por todo o contedo na petirao cima trans- N. 75 particular e 30 publico casa ter-
ripu, sol) pena de revelia. Portanto toda e qual-
ferido supplicado poder fazer sciente do que ci-
ma Oca dito.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar a presente que ser alixado nos
lugares do costume e publicado pela imprensa.
Dado c passado nesta cidade do Recife capital da
frovineia do Pernanibueo, aos 6 de multo de 1863,
2* da iiiil tendencia e do imperio do Brasil.
En Adol,iho Liberato Preira de Oliveira, escri-
vao interino o subscrev.
Tristao de Alencar Araripe.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cumpriinento da ordem do Exui. Sr. pre-
sinente da provincia, manda fazer publico, |que no
dia 10 de setembro prximo futuro, poraule a junta
la fazenda da mesma thesouraria. se ha de arre-
matar, quem por menos lizer, a obra dos reparos
4a ponte de Mamueabinba, na estrada de Taman-
dare a Piabas, avahada oin 2:2003000.
A arremataco ser l'eita na forma da lei provin-
cial n. 343, e sob as clausulas especiaes abaixo de-
claradas.
As jiessoas que se proposerem a essa arremata-
cao coinparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
Para O l*Of*to So otn d a Sfc, toJoe os mais esclare-
At o flu do moz pretende seguir o veleiroe -enlos ia.do agento ; os
bem contiendo brigue pnrhipuez Mello I; tem.; PWuos podom desdeja a-mirexaminados a qual-
parie de seu carregamento promplo para o resto 'I'"'1'Ill,r;i re!" Sl*r; '>* qmnla-feira 2/ do
que lho falta, trata-so com os s :is consignatarios
Antonio bota de oliveira Azevedo& I'... no seu os-
criplorio ra da Cruz n. 1.
MWO0O
114*000
44000
Para Lisboa sali em poneos das ooni a ear-
6003009 :il 'l"e t,ver' a Mera brasileira MiwirUo, de inui-
to boa construcoo, e acabada de fabricar, tem
1503000 ',ons commodos para passageiros : quem na mes-
ma quizer carregar a commodo frote, ou ir de pas*
sagem, trata-se com os consignatarios Palmeira 4
Beltrao. largo do Corpo n. 4, primeiro andar.
1443000
4203000
rea................ 913000
Travessa do Carcereiro.
N. 83 particular e 11 publico casa ter-
rea.............
l'alriuionio dr orphus.
Becco das Boias.
N. 39 particular e 18 publico dous an-
dares ...............
Ra da Moeda.
N. 44 particular c 21 publico casa ter-
rea................ 2313000
Ra do Ainorim.
N. 54 particular e 21 publico 3 andares.
N. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea ................
Ruado Burgos.
N. 69 particular e 21 publico casa ter-
rea ..............
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife 21 de agosto de 1863.
O secretario,
F. A. Qatalcanti Consseiro.
Inspeccao do arsenal de uia-
rinha.
Faz-se publico que a commissao de peritos exa-
minando na forma determinada no regularaento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1003000
3003000
3003000
723006
723000
E para constar se mandou publicar o presente! *8S*- o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-
pelo Diario. I treacao, amarras e ancoras do vapor Camaragibe
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-' Ja companliia Vigilante do servieo de reboque,
buco, 21 de agosto de 1863.
i) secretario, A. F. da Annmuiaco.
Clausulas especiaes para a arremataco.
I". Executar-se-ha toda de conformidade com o
ornamento approvado pelo cousalho da diretoria,
importando em 2:2003000.
2*. O arrematante dar principio a obra no pra-
zo de um mez, contado da data da arremataco a
concluir no de i mezes.
3*. pagamento effecfuar-se-ha em suas presta-
da metade da obra e a segunda quando esliver con-
cluida.
4*. Para ludo o mais que nao estiver especificado
as presentes clausulas, ou no oroamento. seguir-sc-
ha o que disputo a lei provincial n. 280.
Conforme, A. F. da Anninuiarau.
O Dr. Tristao de Atacar Araripe, official
di imitprial ordem da Rosa, e juiz de
direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de
Pernambuco, e sea termo por S. M. I.
eC, o Seuhor Pedro II, a
eus guarde, etc.
Faro saber aos que o presente edital vi-
reme delle noticia tiverem, que no dia 14
ha de
achou tudo em regular estado.
lns|>ecoao do araenal de marinha do Pernambu-
co 21 de agosto de 1863.
H. A. Barbosa do Almcida
Inspector.
De ordem do lllm. Sr. juiz de paz do 1.* dis-
tricto da freguezia de Santo Antonio, o capillo Jos
Luiz Pereira, faco saber a quem convier, que, pe-
cante este juizo s se de vera comparecer aos meios
conciliatorios, por outrem, com procuracao bastan-
te passada por tabellio, e quando frjela propria
parle seja reconhecida a sua firma, nao se admiti
apudactas.O escrivao, Silva Reg,
Crrelo geral
Pela administracao do correio desla cidade se
faz publico para fis convenientes, que em virtude
do disposto do artigo 138 do regulamento geral
dos correios de 21 de dozembro de 1844 e artigo
9 do decreto n. 783 de 13 de maio de 1831, se pro-
ceder o consumo das carias existentes nesta ad-
ministracao, perteneentes ao mez de agosto de
1862, no dia 3 de selenibro, as 11 horas da ma-
nliaa. na porla do mesmo correio. e a respectiva
que 111 uS,a S(! aclia desde j exposta aos interessados.
Administracao do correio de Pernambuco 21 de
agosto de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Correio.
Pela administracao do correio desta cidade
de setembro do correte anno, se na ue Pela administracao do correio desta cidade se
arrematar por venda a quem mais dr em faz publico que em virtude da conveneao postal,
nr-iei nnMioi .IpsIp iiii/n w praca putiltca (leste jui/.o na sala U0s auui-, r5o expeduas malas para a Europa no dia 31 do
tonos o segutnle : i crreme mez. de conformidade com os anuuncios
Urna casa terrea na ra do Jardim, n. 10, deste correio. As cartas serao recebidas at duas
tend duasjauellas e nina porta nfrente, horas antes da que for marcada para a sahiaa do
duas salas, tresquarlos, cosinha fura e um *qSSSiEg*!flSSta^*
sokto com a frente para o fundo da mesma,
lendo urna sala, qualro quartinhos, cosinlia
fura, quintal murado e cacimba meieira en-.
tulltada, avallada por 2:0004, a qual fura
penliorada por execuco do presidente e
directores da caixa liiial do banco do Brasil,
contra Jos Joaquina, de Sou/a.
E nao liavendo lanzador que cubra o pre-
co da avaliaco, a arremataco ser feita
pelo valor da adjudicaro com o abatimento
da lei.
E para que cliegue ao conliecimento de
lodos, mandei passar edilaes que serao pu-
blicados pea imprensa, e afxados nos lu-
gares do costume.
Recife. II de agosto de 1803.
Eu, Adolplio Liberato Pereira de Olivei-
ra, escrivao interino, o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
agosto de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
C'onselho admlnlstrailrp.
O eonsolho administrativo, para fornecimento do
arsenal dCLgOBm, tem do comprar os objeetos se-
guimos :
Para o 4" batallan de artilharia.
50 bonets de recrutas, 50 mantas de laa, 50 pa-
res de sapatos, 230 varas de brim branco, 123 va-
ras de algodozinho.
Para a companliia de artfices.
12 bonets para recrutas. 12 inanuis, 12 pares de
sapatos, 60 varas do brim branco, 30 varas de al-
godaoziuho.
Para a companhia de cavallaria.
10 bonets seni palla, 10 mantas de laa, 10 es-
leirs, 10 pares de lavas, 10 pares de sapatos, 83
v
Para a Baha vai sahlr com multa brovidade
o veleiio hiatc Tyno, tem parte da carga prompta :
para o resto que lhe falta, trata-se com os consig-
natarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo San-
to n. 4, primeiro andar. ____
Para o Marannao e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido brigue escuna Joven Arthur, tem a
seu bordo parte de seu carregamento ; para o res-
to que lhe falta, trata-se com os seus consipnata-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C., no
seu escritorio ra da Cruz n. 1.
LEILOES.
DE
Movis e dividas
O agente Simoesfar leilo no armaaera ra
do Vigarion, 11, a requerimento do curador da
massa fallida de Manocl Jos de Faria, e mandado
do lllm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, de
una mobiiia de Jacaranda completa em perfeito
estado constando de 16 cadeicas com assenios de
palhinha, 2 ditas de braco, 2 ditas de balando, 1
par de eonsoles com lampo de marmere, una
mesa de meio de sala tambera com tampo de mar-
more, 1 sof, 1 seraphina, lanternas. candelabros,
pratos, chicaras, copos, clices para vinho e cham-
panke e diversas pe^as de louca que seria cnftdo-
nlio enumerar; terca-feira 23 do corrente s 10
horas da manhaa. mesmo agente nesse mesmo
dia o hora far leilao das dividas da referida mas-
sa, montando ellas a cifra de 26:1383760, cuja re-
laco j se acha cm poder 'do dito agente, para
exame de quem pretende-la
Terca-feira 2o do correte s 10 boras
" Ma ra do Vigario n. 11.
O agente Simos vender em leilo por conta
de quem pertencer cadeiras de amarello, mesas.,
cabidos, lavatorios, cama para casal, quadros e
diversas joias de ouro, 1 arreio para eabriolot o
cerca de 500 resmas de papel azul pautado, cujo
ser vendido em um ou mais lotes.
LjEILAO
Urna loja le ferragens.
O agento, Almeida levar novamente a leilo |r
despacho do lllm, Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio a loja de ferragens da ra do Queimado n. 69.
pertencenle a masa fallida de Antonio Francisco
de Soma Magalhes Jnior em um ou mais lotes
a volitado dos jiretendentes.
Terca-feira 2i to correule.
leilao ter lugar na mesina loja s 10 horas
do dia.
i'e lilas 10 horas da urmiicv na mesma loja
de cera ra da Cruz n. 60.
YISOS DIVERSOS.
lotera.
Quinta-feira 3 do setembro prximo se
exlrahir a sexta parte da tercena lotera do
Gvmnasio Pernambucano (3.* concesao).
Os bilhetes e meios billietes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. lo, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr; Pimen-
tel, ra Direita n. 3, botica doSr.'Chagas,
e ra da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:000/ at 10$ serao pa-
gos urna hora depois da extraern at as 4
horas da tarde, e os.outros no dia seguinte,
depois da destribuicao das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Ftirro
Ai'.iriianiecer daqii.irta-eira. ti de jolffur-
ia ram entre IgnarasseTUiatinga um ravallo rom
os signaos scgnmies : qiiaflao. caslanl. grande,
novo, o iuleiro. lem tanibem nina tnalha limiiea na
testa, tres pos calcados do branco, e na pema di-
reita as letras A, J. F. formando um s ferro: por
isso pede-*e a qnem for offerecido de* o tomar e
mandar levar no engenho Mussumbr om Goianna.
ou no Becife a Leal & irmo. que pagara.) todas as
despezas com generosidade e Igual favor pedimos
s autoridades policiaes.
Joo Francisco de Souza e sua mullior, agra-
decom cordialmente todas as pessoas que so
dignaram aeompanhar sua finada sogra e mil
ao cemiterio publico, e rogam lodos os scus
amigos o obsequio de assistirem a urna missa
s cinco horas da manhaa do dia 25, no con-
vento de S. Francisco.
A
LEI,40
25 do crvente
Linden. Wild & C lendo de mudar o seu arma-
zem de fazendas para o largo do Corno Santo,
apresentarao em leilo no dia 23 do crrante jx>r
inlervencao do agente Pinto, un completo e varia-
do sortimento de fazendas suissas, francezas, al-
lemes e inglezas, existentes em seu arinazem da
travoisa do Corpo Santo n. 27, onde es|>eram a
c-oiuiirieucia de scus freguezas.
l'ifncipiar s 10 horas.
LELO
DECLARACOES.
Col lectora provincial de
Ollnda.
i) eolloctor das rendas proviiicia.'s da cidade de
dunda faz constar pelo presente que lem designa-
do os dias de segunda, quarta, e sexta-feira das
semanas para preceder o lancamento da dcima
urbana, e mais imposicoos p'ara o exercicio de
1863 a 1864, designando os outros dias da semana
para eobratiea dos inpostos a seu cargo.
O corpo do polica compra 400 covados de
panno azul para fardamenlo, quem liver e quizer
foraacer presente sua proposta acompanhada da
aoMStra na secrelaria do mesmo corpo ao meio
dia de 24 do corrente.
O tenenle secretario.
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santo ?
Mana Casa da .Misericordia do
Recife.
A lllm.1 huta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manila fazer publico que no
dia 27 do coi rente palas 4 horas da tarde na sala
de suas sessoes contina a praea das rondas das
cas as abaixo declaradas por tempo de una tres
anuos.
Os pretendemos dovem comparecer acompanha-
dos de seos fiadores ou munidos do cartas dostes.
Eslabclcrimentos de caridade.
Ra Direita.
X. i particular e 33 publico um andar.
X. 82 particular e 3 publico tres an-
dares...... ........
X. H3 particular e 7 publico tres an-
dares.. ...... ......
Ra do Padre Floriano.
V. 6 particular o 47 publico casa terrea.
. 7 particular e 43 publico rasa terrea.
N. 6 particular e 63apubliro casa ter-
rea ...... .......
X. SO particular e 17 publico casa ter-
rea. ............
Boceo da Carvalha.
X. 10 particular e 5 publico casa terrea.
Ra dos Pescadores.
X. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea. ...............
Ruada Calcada.
X. 17 particular e 30 publico casa ter-
rea..............
X.|l 9 particular e 34 publico casa ter-
reo. ........ ......
N. 21 particular o 38 publico casa ter-
rea. ..........,."-
Ra da \ iracao.
X. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea.................
Ra de Hortas.
X. 29 particular e 41 publico dous anda-
res. ................
Roa de Santa Thereza.
X 31|articular e 7 publico casa terrea.
Ra da Roda.
X. 35 particular e 3 publico rasa terrea. 108*000
X. 36 particular e 5 publico casa terrea. 894000
X. 37 particular e 7 publico casa terrea. 1124000
X. 92 particular e 1 publico casa terrea. 120000
Kttt:it.%YOK.
Terca-feira 95 do corrente.
O agente Simos legalmenle autorisado far
leilo no dia cima indicado s 11 horas, ra do
Vigario armazem n. 11. de cinco esrravos a sa-
ber : un de nome Domingos, naeo, idade de 38
annos, com officio de preparador'de fumo para ci-
garro ; um de nome Quirino. crioulo, idade de 13
annos, cigarreiro: um de nome Celestino, crioulo
aras de brim branco, 23 varas de algodozinho. de 11 annos, tambeni cigarreiro: um de nome
Quem quizer vender taes objeetos aprsente as Thomaz. crioulo, idade de 6 anuos, sem officio;
soas propostas om carta fechada na secretaria do 1 um de nomo Manocl. idade do 10 annos, mulato,
eonsellio. s 10 horas da manhaa do dia 26 do tambem sem officio : todos sadios e bonitas flgn-
corrente mez. ras, cujos escravos vendem-so para liquMacao
Sala das sessoes do eonsolho administrativo, para de cuntas nesta praea.
fornocinionlo do arsenal de guerra, 19 de agosto de j Assim como una mulata do 22 annos de idade
Mri:m %
CAS4 U FORTUNA.
O abaixo assignado veudeu em seus felizes bi-
lhetes garantidos as duas sortes do 5:0005 e de
1:000|J om meios Jrhetes. e mitras muitas de 1006,
405 o 20 da letoria qne so aoabou de extrahir a
benelieio da igreja de Xossa Senhora das Nevos
do Olinda, e convida aos possuidores de ditos bi-
lhetes a viren receber seus respectivos premias
por inloiro seni descont algum em seu estabele-
ciinonto Casa da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Aiin como tem exposto a venda os novos e fe-
tizos billietes da sexta parte da terceira lotera do
G\mnasio Pernambucano que se exlrahir a 3 do
setembro prximo em sua dita Casa da Fortuna
ruado Crespn. 23, e as outras do costume, cu-
jas sortes que ellos obtiverem serao pela forma pa-
gos una hora depois da extraccm
Precos.
Bilhetes inleiros..... 65000
Meios bilhetes...... 35000
Para as pessoas que compraron i
de 1005 para cima.
runeles........ 55500
Meios......... 25730
_______Mnnoel Mnrtins Fiuza.
.Nofundo secutopassadoou principie- deste, pro-
vavelmcnte no tempo das guerras da repblica ou
do imperio francez. Antonio Pereira, fllho de Fran-
cisco Pereira, natural da ilha da Madeira, que di-
zeni ler sido negociante em Lislioa, de sociedade
com VS'anzcler, mandn construir em Bayonne de
Franca um barco, no qual ouibaroou na primeira
riagem para os Acores com seus dous irmaos Joa-
quim Pereira c Jos Pereira; mas na chegada a
ilha de S. Miguel, querendo salvar o porto pegou-
lhe fogo no paiol da plvora e voou tudo pelos >
aros, morreiido nmita genio, e entre piles o dono
do mesmo barco Antonio Pereira. salvando-sc po- \
rom os dous irmaos Joaquim e los : passados an-'
nos. Joaquim Pereira foi ilha da Madeira, onde .
jeontava esta calaslroplio, e dizia que tanto elle |
I como o irmo andava viajando por diversos pairea
i Depois distopara ca nunca mais se sonbe dos dous.
I o nunca mais escreverain. mas dizia-sc que um ti-
nha casado na ilha de S. Miguel, e que o outro ro-
; zidia na provincia de Pernambuco, onde sesuppoe
| que morreo. Ha grande interesse em se saber no-
ticia destes dous irmaos. e qual delles morreu em
Pernambuco. e onde morreu. e quem, vista das
inforraaedes supr que supponho exactas, poder e
quizer communicar. anniincio por esta foiha para
ser procurado, e retribuido, no caso de completa
satisfieo do peilido._____|__________________
Aluga-se por 205 a casa da ra do Corredor
do Bispon. 18 C. com 2 sala-. 3 (piarlos, quintal
munido : a tratar na ra larga do Rosario, taber-
na deCronto da botica do Sr. Barlliolumen.
"Precisa-se de um nioleque para vender na
i na : quem tivor dirija-so a ra de Hortas n. 10o.
que so dir quem quer.____________________
Appareoeii cm 4 do corrente mez. no sitio
junto ao cemiterio publico, um cavallo comcanj:.i-
llia : qnem for o dono, dando os signaos do mesmo
lhe ser entregue, pagando as despezas.________
Roga-seao Sr. Joaquim l.uiz dos Santos nuci-
r ir a ra do Vigario n. 21 a negocio que nao ig-
nora.
. ZAMORA.
DRAMA HISTRICO PELO DR. THEBERGE, NO
QUAL NlO INTERVEN PEHSONAGEM
FEMENINA.
Na ra Nova n. 11 vende-se a l^ooo o
exemplar.
Aluga-se
o segundo andar da casa n. 51 da ra da Cadeia
do Recife. contendo 5 portas de frente, 2 salas, t
{abinetes, 6 quartos e eosinha fra : a fallar com
us alaria Seve, na ilha dos Ratos, ra do Seve
casa n. 16.
itti:\(o.
No dia 15 do corrente, fugio a escrava de
nome Jacintha, idade 36 annos, pouco mais
ou menos, estatura regular, tem urna mar-
ca na testa sobre oolho direilo, quando anda
pucha por urna perna; esta escrava foi do
Sr. Jos Pedro Carneiro da Cunha, mora-
dor no engenho Paulista, aonde existem
alguns filhos da mesma escrava, assim como
em Goianna, Ponta de Pedra e Macarandu-
ba, a onde mora a primeira senhora que
foi da dita escrava ; quem a pegar leve-a
ra Nova, n. 44, terceiro andar quesera
generosamente gratificado, assim como pro-
testa-se contra a pessoa que a tiver em seu
poder.
Alugam-se 3 quartos c urna saleta no bairro
da Boa-Vista, com commodos para pessoas soltei-
ras. tem agua e quintal, tudo por milito commodo
preco : a tratar na ra dos Pires n. 54.
IOTRIH i. ~
O lliesonraira tas barias drMu prmiti
iii. (li'scjatHlo exlrntii-lns em mah-rrnrMti
e com menorei itervattus, ofirae a vanU-
m de dous por cento quera roraprar
para negocio, na quantn de I (i para rim
assim como se prope a pstabHerrr ronw
pondi'iH i.is para qualqui'r liH'aliilalc da pro-
vincia. remetiendo hilln-b-s. mei. e ina-.
sob nanea idnea; deviiirio o pigmi..
delles ser feilo logo que sejam rereUrin .
listas e novos bilhetes iviiutlidos. O th*-
soureirocerto da convenierwia oVsse forin.
convida aos Sis. t'oinmerrianti's da Virtti.
Goianna, Rio Fonnoso, Nazareth, Stiilhlrm
c mais localidades populosas da provincia, r
mesmo os desta capital, que o quizema.
entenderem-secom ellr, na th.s.orara das
loteras, ra do Crespn. 15: advertir*l>>
que receber em pagamento o semilesconlx.
os bilhetes premiados de todas as lotera
da provincia recolhidos .i thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras. 20 dejando t>*
18G3.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souzi
Xa ra do Vigario n. 21. primein an>1 >
deseja-sc fallar ao Sr. Andr Alvos da Foarera Jo
nior a negocio aue nao ignora.
Aluga-se urna rasa terrea no Furto da M
deira, em Itobcrilio. rom 2 quartos inaits, eri
nha fra, quintal, na boira do rio. opima par
quem precisar de ir tomar kinlnK aluga-se fao>
bem um pequeo sitio no mesmo lnirnr an eatrail
que segu para Olinda adianto Ai riacl I jva-tr
pas : a tratar na ra Direita n. 6'.', padaria.
Ka Ponte Velha n. 10 es
hque om outra qualquer parlo.
mais tora'
Precisa-se de 2.2005 a premio tire avp
theca em urna casa na ra Direita a qnrsn en
vier este negocio annunrie por esta folh.
Venham resgatar seus
pmhtres.
Quinteiro d- Agr fa/em ver a todas as
pessoas que lem penhores em seu poder
que os venham tirar at o m do corrente
mez, e nao o fazendo, os vender para seu
embolco : e para que nao se chamem a
ignorancia, fazem o presente aviso, a!m dos
que leem feito particularmente.
Precisa-se de urna ama para comprar
e cosinbar ; na ra Nova, n. 38, loja.
Aluna-se o terceiro andar da ra da Impe-
ratriz n. 34, com commodos para numerosa fami-
lia : a tratar na taberna do mesmo.
Maznes sobre Portugal.
abaixo assignado, agente do banco
intil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamentepor lodosos paquetes sobre
o mesmo banco para oPortoe Lisboa, |ior
qualquer somina, vista e a prazo, po-
dendo logos saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por rento ao anuo aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
_ J.....|\.;. 1.. 6alv* Cut*o
Permnta-se por casas nesta pnea e tambem
se vendo um sitio no Caldeireiro em' chaos pro-
| prios. com grande balsa com capim a manen
dorio.olaria.barro.com boa casa de vis-onda o
i altos para plantacocs : a tratar na ra da Impe-
ratriz n. 20-
Aluga-se una mulata escrava que
lava o engomma : os prolendrnt^s nripa n *
ra da Madre de Dos n. 5. primeiro andar.
Aluga-se a loja do SaS n. I* da rea 5o
ya, propria para qualquer e>tal'leeimriito : aira
tar na ra da Cadeia u. 62. so^undo andar.
O abaixo assignado lendo-se rehabiU4a4u.
ar hando-se de posse de sua massa faz disto scsmi
a seus devedores, tanto desta praea romo de mo
alim de que quanto antes lhe mamlem pairarem\
lhe devem alim de evitar despeza> judiei.ie>. R
cife 10 do agosto do 1813.
Luiz Antonio de Souza Rilieiro.
Lenidas Tito Louri'iro.
para fra da provincia.
Brasileiro, retira-se
1863.
Antonio Pedro de St Brrelo,
Coronel presidente.
SehatiSo Antonio do Raso Barros,
Vogal secretario.
com duas crias, sendo urna de auno e meio e ou-
Nra de oito mezes. cuja mulata serve para ama
I por dispor do bastante leite._________________
LEILAO
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do snl esperado ate
o dia 30 do corrente o vaper To-
canliiit. commandante o primeiro
tonentc Pedro H\ potito Duarte. o
qual depois da demora do costu-
me seguir para os portos do norte.
Desdo j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia do sua chegada. cncom-
mendas e dinheiro frete at o dia da sahida s 2
horas: agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo d; C.
DE
Vaeca* de leite coni erlas.
Quarla-ffira 25 d corrente.
O agente Almeida vender em leilao por eonla
de quem pertencer cinco vaccas milito boas lei-
teiras e lilhas do pasto, assim como un cavallo
carregador baixo.
O leilo ter lugar na ra da Imperatriz ao vol-
lar para ra da Aurora s 11 horas.___________
No dia 21 do corrente, tendo apparecido
Emilio de tal. na loja do ferragens do Sr. Manoel
Rento ilo Oliveira Braga, sita na ra Direita n. 53.
donde caixeiroo abaixo assignado, passra a
noite na mesma loja, alim do olfeclnar a compra
que pretenda fazer no dia seguinte, porm ao
amanheeer sahira com o pretexto de comprar al-
guns charutos e nao voltra. Desconliando a aba i -
xo assignado da boa f do dito Emilio, fra vero
seu relogio que eslava sobre una mesa e o niio
aeliou. O reragio de ouro. patente .-uisso. e co-
berto. e o correnlao com o peso de 13oitavas e 3/4
do ouro de lei, c o sinote de ouro-falso com duas
ladras enearnadas, contendo em cada podra urna
carranca ja sem massa : a quem for offerecido ou
delle tiver noticia, communique ao abaixo assigna-
do pie ser recompensado.
Lenidas Tito Loureiro.
Precisa-se de um menino de 10 a 12 anuos
para Catastro, no deposito da padaria da ra do
Cotovellrtn. 31. anda que nao tenlia pratica : a
tratar na mesma.
Atlencao.
I'ni moco com pratica sulllciente se offerece |>a-
a lomar wr balaneo alguma taberna do que lem
lastante pratica : tratar na travessa da Madre
lo II,-,,- n 4K
Na padaria da ra Heal se precisa de um
caixeiro de menor idade, e que d fiador a sua
conducta.
Deseja-sc fallar com o Sr. Bento Jos Ramos
de Oliveira a negocio que nao ignora : na ra o-
va n. 47.
Aluga-se urna prota para todo o servir/) de '
urna casa : a tratar na ra do Mondego n. 5,' pas-!
sando o boceo das Barreiras. (
Aluga'sc um nioleque de idade 16 a 18 an-
nos, fiel e diligente : no largo do Carmo 1.
Desappareceu da ra do Arago, casa n. I i.
urna cacliorrinha branca do reino : quem a pegar
ou der noticia certa se recompensar com gene-
rosldade.
Jos Francisco de Carvalho. subdito portu-
guoz, vai a Europa tratar de sua saude.
565AOO0
i-.oioaooo
920*000
1865000
126*000
140*800
181*000
149*000
255*000
174*000
149*000
156*000
180*000
553*000
196*000
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR,
Dos portos do norte esperado
at o dia 4 de setembro o vapor
Princeza de Joinville, comman-
dante o capito tenente Santa
Barbara, o qual depois da demo-
ra do costume seguir taraos portas do sul.
Desde j recel>em-se passageiros c engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete ate o dia da sahida as 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C.
COMPANHIA PERNAMBUCAXA
DE
Javegaeiio ensteira vapor.
Maeei e escalas
O vapor Persinunga, comman-
dante Ralis, seguc para os por-
tos cima indicados no dia 25 do
frrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 24 ao
meio dia. eneommendas, passageiros e dinheiro a
frete at o dia da sahida s 3 horas da tarde: es-
criptorio no Forte do Maltes n. 1.
LEIIAO
90# de gratfiflcaeao.
l'ordeu-se una chavo de burra no eaininho da
i ra da Cruz, pela rna do Trapicho. (k>rpo Santo,
de I ra da Cadeia Velha. passadico at a cocheira do
vrmf n |^ B ll 4 ti I Sr. Paulino, e de l, passando 'a ponte da Boa-Vista
MJ1XM- MrmMM2M9m.%W9 at a ponte de Coha : quem a tiver adiado e qui-
4|narta-feira 2U do corrente'
O agente Simes legalmentc autorisado far
leilo no dia cima indicado s 11 horas, na porta
da associaco commercial, de um sobrado de dous
andares c soto em solo proprio, situado rna do
Burgos n. 11: os pretendentes queiram examna-
lo ou informarem-se do referido agente ra do
Vigario n. 17. primeiro rndar, cujo predio vend-
se para liquidacao de conlas nesta praea.
Rio de Janeiro.
O patacho Capuam capito Rosa, anda pode re-
ceber alguma carga: trata-se com Marques Bar-
res A C, Largo do Corpo Santo n. 6.
Para o Rio de Janeiro vai carregar, sem
grande demora, o brigue Brasileiro Imperador, ca-
pito Jos Rodrigues Pratis, recebe carga a frele,
para o que trata-se no escriptorio de Amorim ir-
maos. ra da Cruz n. 3.
Para a Babia.
0 palhabote Ganbaldi tem parto da carga, para o
resto trata-se com Tasso Irmaos.
PR DIOS
Loja de eera e objeetos de
prata e ouro.
Quinta-feir 27 do corrente.
0 agente Pestaa far ltilo a requerimento do
testamenteiro e inventarame do fallecido Fortuna-
to Cardoso de Copvea e por despacho do lllm. Sr.
juiz municipal da segunda vara, da armaco da
loja de cera e a cera em velas e grumo, fio de al-
godo e mais pertenees da fabrica e pertences da
loja do mesmo finado da ra da Cruz do bairro do
Recife n. 60. assim como casticaes de prata. sal-
vas, palhitoiri), colheres para sopa e cha, relogios
de ouro com corrente, oratorio, brincos, abotua-
dura.-. fivelas e mais
1 sobrado mei-agua de 3 andares na ra da Cruz
n. 59;
1 dito mei-agua de 3 andares contigo a aquello
no becco do Abren n. 6;
4* parte do sobrado de 3 andares na ra da
Seniala Velha n. 70:
Metade do valor do sobrado de 2 andares na
ruada Cruz n. 60;
I oasa terrea na ra Nova de Santa Rita n. 50;
i casa terrea tn Olinda na ladeira na mea de
S. Pedro a primeira em cima da nica n. 1.
1 casa junto aquella n. 1:
1 casa terrea na roa-de Homlica em (Mirtda nw
moro 24;
2 ter?as partes na casa terrea na ladeira do Va-
radouro n. 30.
fodoi em chaos propros.
. ponte
7or traze-laa esta tvpographia. ser recompensado
com 20*000. ________________________
Hoga-se a pessoa qne toe a bon-
datle nn mi liria r no Diario de 7 de jnlho {
Si-.ixuio passado o leite la more de
turar f outra as laolcslias de pelles,
leuba a bondade de declarar o Insu-
de sua morada e onde se pode cncon-j
Uardila aore.
Alocase o prineiro andar e ar-
mazem do sobrado de tres andares da
ra do Vigario ii. o, ou toda a casi in-
clusive mu armazem no fundo, que
deita para o caes, a pessoa que a quizer
alagar dirija-se a ra da Senzala le I ha
n. IO0, no primeirj a dar, das 10 uo-
ras da manhaa as 3 da tarde._______
Fugio no dia 27 de jnlho prximo passado o
eseravo Manoel Pinto, crioulo, estatura regular,
cheio do corpo. cabellos carapinhos e alguns bran-
cos, um tonco calvo, rapa a barba ; este eseravo
representa ler 50 annos de idade, puco mais oa
menos, levou vestido camisa e ceroula de algodo,
chapeo de couro. e em um saeco levou urna cami-
sa usada, do raadaimlao, e califa de brim, natu-
ral dos sertSes da Parahiba. e provavel que para
l tenha seguido; |>or isso pede-se s autoridades
toliciaes e capites de campo a prisao do dito es-
eravo e mandar levar ao ensenho Mussumb, na
comarca de Goianinha, ou no Recife, a Leal & Ir-
mo, que serilo bem recompensados : outro sim o
t*frtvo tevou us rtulos de um ravallo ^ue fttr-
taram. concedidos nestes termos:
A agencia da Comjnnhin de Segt o* F'deiidn-
de, nesta cidade. fez. durante o anno social fiado
em"22 de agosto. 22 seguros no valor de.................
V<2:0W{0i'*>.
Manoel de Souza. subdito portuguez. refira- para a Rahia.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Flix Ri-
beiro de Carvalho, que mora no pateo do
Paraizo, nesta typogrnphia.
ALVI^ARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos simos corles de 13a muito fina com
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
Ivrio. cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova e nunca vista em Pernam-
buco.
O abaixo assignado julga i-onvreienlr fez.-
pulilieo ipn-nada deve a penen a 11; nina. Mt*t -
ta provincia como fura ira. quer ..ja pf>r l^tra
conta de livro. vencida ou mr venrer. u per ti
lulo de qualquer uature/.,i 1 se \*iiten ai
guom so julgar seu crodor. api>sfia>-se emw-
nnazoni na ti ave--1 de Baen n. 2. que ena
immodatamonto pago : outro >\\\\ lertora e>*4
j ser falso todo e qualquer titnl" ou kira fae pe
ventura apfiarei-a com sua firma, vi-to qae -
acha quilos, tanto unta praea eoun. ora MU. R
cife 12 de agosto de iw.
Jost'- Amru.-to ile Aran>>
Joo Octano do Abren, tefietoder m au
ditorios desta cidade. faz. -eunt.- ao jHibliei.. rom
especialidad* aos seus clienh-s r smipis qoe roe
don sua residencia para a rna di l'raii S..n'
Itita Nova n. V.f. oml*' MM Sr. lr. Buai
ongonheiro da estrada de ferro, onde -empr,' mk
rao. das 6 s 9 da manhaa. das 4 da tarde UM
diante.__________________________
Aluga-se moilo emotnla M laml^Tu
se vende um bom sitio em Tigipi*' com Iwa
casa beira da estrail.i nropno pam_ roj-
eto : assim oomo se alugam mais 5 ras
iodependentes do dito sitio: aloga-te lud-
jttnto ou cada predio em separado, ennf r
me convier aos pretendentes. Para tratar.
em Tigipi com a viuva do fallecido rV
ou no Recife, escriptorio de ClaodiolhitVux
A* 29.
Sota loja do* bnrntrirox, rita o Omoa*
Las de ultimo goslo. ntvado a W> r- : *>r.
dis de padrees lindissimos. varas a 80) r-.: ktr
loes de arcos o melhor nossivet. .-1 :i?*> \;
alpaca de linho para vestidos, ntvado a i\"
cambraias de con- para ve-tid.i, corado a 2W> r- .
cambraieta muito fina, peca de 12 jar
eam lisa pelle de ovo. pera de 12 jarda- 7->>
A* a. 29.
.Vori loja do baralriro*. rm do Qnrimni.
Paletots de merino setim. fazoiKla d
SOI por 104 ; ditos de al>aca prelo a :t|2>
branco lona, vara a 6VO: brim do ror*-- par 1
ca. covadoa 480 rs.: camisas rom 1
14000: chapos de -ol do alpaca a 14.T)
Ao a. 29.
NeM loja dos hiiratem*. rna du Qx"ma'l<
Para acabar.
Bcos preto de linho. vara a 120. 160. i'#t
rs.; ricas franjas o trancas tretas
a 120. ICO o 200 rs.: trama- a pttm de lia e d.
algodo. pecas de 10 o 13 varas, a 2MO 1 V) 1 -
froeo lino e grosso. jn-ra a 160 rs. v. -ii.l.l
cambraia Itordailo-. para bapti-mo. a 24-
Precisa-so alugar um mole*pio de 12 a I'.
annos. quom o tiver dirija--.- a ra do Qwi ni
n. la. loja de ferragens.____________________
r Precisa-se alugar annualii*nle um -Uh> prt
lo da prac,a. com boas aceomnxlacre.. ,. .ju.- r
nha ba.-tatc- arvores de frwto. i>ai\a dr rapim
para 3 ou 4 cavallo*, preferindo-:' c*>m lanh *
agua corivute : trata-' om tlruz \
de porlao de lem encarn;ido.
Aluga-se a casa torrea da ra lim-ii >l
60 : os pretendenles dirijam-se a Caixa Filial
Alugam-se a loja do sobrado n. 193. e arma-
zem 171 da ra Imperial ; o armazem n. 4 da rna
do Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos: na
ra da Aurora n. 36.
Companhia lllrll<
seguros martimos e ter-
restres estabeleelda no
Rio de Janeiro.
AOEXTES EM l'EPXAMBUCO
AhIiiiih Luiz de Oliveira Atevede k ('...
competentemente autorsados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de. tomam seguros do navios, mercado-
rias c predios no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Auencao
Os administradores da massa fallida de Basto &
Lemos convidam aos respectivos credores a apre-
sentarem seus ttulos at 25 do corrente tnez, na
casa da ra do Trapiche n. 34, para se proceder a
devida verificaao.c
Arrenda-se um sirio com muitos arvoredos
de fructo e lugar para pastagem de vaccas. sem
casa, porto do llecife, ou se d para tratar medan-
le algum interesse que se ajustar; para ver e fal-
lar em S. Jos do Mangtunnb Jrinfo a capella do
mosmo.aome. _________________________
Prerisa-se de urna escrava para comprar e
rozinhar : na ra do Queimado n. 42, loja.
A abaixo assignada. ca.-ada coa o Ir.
Romo de Carvalho. tendo feito publicar Bus te-
de marco, e principios dr abril. dr*te anno m>i
annuncio em qiR' prevena o pabiiro a respete -
modo porque o dito seu marido pretenda rspotte-r>
de todos os bens do casal, para miuzi-la a w ~a4i
gar, fingndo dividas, e provocando rxrrejeSr. per
chegar ao flm a que sr prope. acaba dr vrr >
Jornal do Recife, de (I do corrento um i-dual 4. pin-
d commercio, pondo em praea a rasa le s*r>-
de um andar n. 131. sita na roa Direita rete-'
bem que resta ao mesmo sen casal; por e\erar
de Mello & Irmaos, r porque tem tetes tero-
pare eonteeter a divida, ojnr serve deaeualre e^
execuco, appressa-se a protestar, cueeo prosna*
contra' ella o contra a nw>ma ernrao. pera-rr-
salvar o seu direito contra os exequiales, f ejeat
quer licitante, que por ventara baja dr arnaater
aquclle sobrado.
E faz publicar o presente, para qne era arte
lempo alleguem ignorancia.
Recife. 11 de agosto do 1863.
Bernardina Bem > Oticeira Ismm.
.No anuafr-m do sal rna da CnnreirSn a i. te 12
escravos para alugar. as-im romo v eaVra se al-
gnn-.

H 11 rrif\/cri r


------.V," .T-::-,
1-----


'
Piarlo de PcrnanmlH Segunda felra A de Agosto de lfttt3.
1
Msicas para piano e cante,
de todas as torcas e
vende-se baralissima para
acabar.
O HOTO
Msicas para pian* e canto,
de todas as torcas e
vendt-se baratsima para
acabar.
ESTABKLECIHEMTO
* DE
Jos Gomes Villar ua ra do Cmpo n. 17, e^aado o mais b*m sorti-
do possivel espera merecer a proteccao do publico em feral.
Cortes de Ida muito bellos
deUradisMiiMis cortes-de lia com barras o melhor nue ten vindo a esta provincia
jorgandis de padres delicados e milito linos a iOO, a 2i e a 280 rs. o covado.
lias de qoadros milito chiques a 320 rs, cavado.
Paraaoivas, temos.
0 rio vestido de brande com sua manta benita e sua y riualda de .muito gosto, te-
mos a cambraia de linho para camisas, temos as saias bordadas, temos o espartillio, te-
mos o bala* muito redondo e muito chique, temos os ricos cortes de cambraia ricamente
bordados, temos o bramante belga para lencoes, temos a bretanha para camisas, temos
a selecia on o esguiao para os lalivriuthos, temos as capas pretas a Luiz XIV, temos a cha-
pelina a Mara Pia com o seu veo muito chique, temos os ntremelos largos ricamente bor-
dados como ninguem tem, proprios para enfeitesde roupas brancas. Assimcomo temos as
faieadas cima mencionadas e mullas ostras, qne seria enfadonho mencionar.
Jr se esquecam fregnezes, at logo.
A II O I A ^X& BRILHANTE.
LARGO DA ^gaT SAXTACRIZ.
>'o grande ariuazcm denominado Al'RORA BRILHANTE o respeilavel publico encon-
trar sempre variacao de gneros por presos e sempre das melhores e mate novas qualida-
dtt que vciihaiii ao mercado ? por preco o mais barato que em outra parte :
Carne do sol verdadeira do -fierido a.* 280 Dita franceza embarrs a 540 c. 360
ManiK'lada nova a libra. 640
Latas com peixe de escabeche 1000
Ditas com savel, salmo, salmonete e
outros......JJ0O0
Ditas de urna e nicia de ameixas fran-
cezas.......1,5200
Ditas com massa de tmales a libra 640
Ditas com figos de comadre 4 libras a i300
Ditas com ostras para frigideiras 800
Ditas com frtictas portuguezas em calda 500
Duzia de latas de graxa i200
Frascos eom mustarda franceza. 480
Ditas com genebra aromtica. 1W00
Ditas com genebra verdadeira de Hol-
landa a 640 e .880
Charutos anda ha pechincha a caixa
de 500 a.....WOO
Ditos finos sem furo de .15500, 23500 e 25000
Yinhos do Porto caada 55 e 65 e gar-
rafa 640 e .....800
Dito da Figueira fino caada 45800 e
garrafa.....640
:5800 Dito mais abaixo a 45 e .560
15200! Dito de Lisboa a 35800 o .480
Toucinho de Lisboa arroba 95 e libra. 320
Li ngu iras e presuntos no vos libra. 500
Presunos inglezes para fiambre a. 800
Queijos do serto libra a 600
Ditos do Reino a 15800, i& e coberlos 2540ir
Cha hysson a 25400 e 25000
Dito miudinho muito superior a 25800
Ditopreto a.....25000
Dito preto em macos a. 15800
Dito do Rio em latas a 15600,15800 e 25000
Ancorelas com azeitonas novas a 15200
a garrafa c libra. 320
Gonima do Aracaty muito alva a libra 1001
Tapioca ou farinha do Maranhao a libra 140
Gonima mais baixa arroba 15800 e
libra......60
Saceos com farinha igual a da trra. 65000
Ditos com niilho 24 cuias a 55500
Ditos com farelloa .... 45500
Ditos com arroz de casca. 45000
Amendoas novas de casca mole a libia 280
Copos lapidados para agua duzia a
65500 e para vinho. .
Ditos lisos duzia 15800 e .
Manteiga inglesa flor a 800 e 900j Dito branco de Lisboa
Dita mais abaixo ^a 720 e. 640 e outros .
Alm dos gneros anuunciados ha muitosque deixam de se annuneiar tudo
qualidade.
earcavelos
. 640
da melhor
AO CIMLJIEKCIO.
Os abaixo assignados fazem sciente ao publico
que desde odia 31 de julho prximo passado, se
aeha dissolvida aniigavelmente a sociedade que gi-
i iva sob a razio de Yillaca Irmao licando a cargo dos socios, Manoel dos Santos Vil-
laca e Jos dos Santos Yillaca, que continuam no
mi sino genero de negocio, sobre a firma social de
\ iliaca Irmao & C, o acl. o e passivo da mesma
-tu mude, e <"iiipKc.Miiciiio exonerado quim Jos dos Santos Anuraue, ue qualqucr res-
uonaaUtidade pelas transacWics at aquella data
- li'ctuadas.
Recife 7 de agosto de 1863.
Manoel dos Sanios Villana.
Jos dos Sanios Villaca.'
Joaquim Jos dos Santos Amlrad
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Sellins iuglezcs
chegados casa de Izidoro, Netto & C, ra da
Cruz n. 2.
i ahm:lo
Ra do morim n. 43.
Vndese farolo de Lisboa em saceos grandes,
com 'JO libras, pelo barato preco de 45.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Candes de visita
i artifes de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Candes de visita
CartBee de visita
Cartifes de visita
Cartoes de visita
Ca toes de visita
Cartifes de visita
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
5000 a duzia
5000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Anda est para alugar-se o sobrado na ra
dosCoelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
citas.
C*L DE LISBOA
Vende-se cal nova de Lisboa : no largo do Cor-
po Santo, escriptorio dff Manoel Ignacio de Oiivei-
ra & Filho n. 19.
Cal de Lisboa
Cal virgem rhegada hontem em ancoretas mui-
to bein acondicionadas c por preco coinmodo: no
antigo deposito da ra do Trapiche n. 13, arnia-
zem de Manoel Teixeira Rasto.
tara engenh
\
Vende-se urna meia moenda de ferro nova com
rodetes de ferro, parafusos, bromes e todos os
pertences para moagem de canna, assni como 4
taixas de ferro coado de 5, 6 e 7 palmos de bocea
por menos preco que em primeira niao : a tratar
com Antonio Gomes da Cunha e Silva na ra da
Cadeia do Recife n. 50.
POTASSA-
A ende-se potassa de mui superior qualidade c a
preco commodo : no largo do Corpo Santo, escrip-
torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho u. 19.
Vaccas de leite.
Yendem-sc vaccas de leite, urnas paridas e ou-
tras em vesperas disto : quem pretender entcn-
da-se na ra doLivramento n. 31, segundo andar.
Leite purissimo.
Todos os dias das 6 horas e meia da manha at
s 8, achanto os freguezes leite iuteiramente puro,
no largo do Carmo, na calcada junto a botica.
Potassa da Kussia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C,
successores, ra da Cruz n. 4.
Cola da Baha
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n. i.
,Jiecisa-se de urna ama deleite,
mas que tenha, quando muito at 6
mezes decorridos na criacSo de que
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31, 3o andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
reira.

TINTURARA.
Tinge-se com pereicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
COMPRAS.
Vlnho do Porto superior.
Vende-se em caixas de urna duzia : no escripto-
rio de Antonio Luiz Oliveira Azevedo & C.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se nuidou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
outra qualquer parte.______
Vende-se um grande terreno com cercado, e
ptimo para fazer-se um encllente sitio em Jaboa-
tao a margem da estrada da Victoria e contiguo a
povoaeSo de Santo Amaro, eontendo igualmente
terreno para plantaeao : quem a pretender para
tratar, dirja-se nes'ta eidade ao terceiro andar da
casa n. 46 da ra do Imperador.
NBJfl NEGODO.
QULNQUILHARIAS.
Ruaw Queimado, ns. 49 e 55, tojas de
Jos Bigodintao.tqueiram ver yer as fazendas
que abaixo annunoio, pois todas eu garanto
que sao muito novas e baratissimas.
Pecas de trancas de algodo de to-
das as cores a........ 80
Ouzias de linhas com 200 jardas, A-
lexandre, a..... llO1)
Carrilel de qualquer numero 100
Varas de aspas para balao .... 80
Caixas com superior obreias a 40
Ditas de colla ...... 40
Pares de botoes de punho a 120
Pare6 de sapatos de tranca .10280
Ditos muito superiores, a 15600
Caixas e pacotes de papel amisade de
cores a. .,.,... 600
Duzia de metas muito nas para e-
nhora a........20600
Duzia de ditas cruas para homem a 2*400
Baralhos muito Gnos para voltarete a
Carriteis de linda com 100 jardas a
Cartoes de linba branca e de cores a
Novellos de linha com 400 jardas a
Ditos muito grandes com 800 jar-
das a .......
Cartoes de linha com 200 jardas (est
| se aeabando |a......
I Vara de fita prela com eolxetes para
vestido, e tem um resto parda a
300
30
20
60
120
60
100
W^A*
SEti SEGUNDO.
Objeetos de tintura e rauslea. *
Na ra do Queimado,*!. 49 e 55, est
1 queimando tudo pelos precos abaixo decla-
rados, e prestem toda a attencjlo para ver
o que bom e barato.
1 Duzia de facas e garfos muito finos a 25500
Dita dita dita de cabo preto muito
finas a.........3(203 \
Dita dita dita de balanco, melhor, a 5500
Tesouras para costura, muito fi-
nasa ....;... 400
Ditasditas para unhas, muito finas a 400
Carlas de alfinetes de ferro a 80
Ditas ditos de lalo muito finos a 40
Ditas de dito grandes.....120
ENFEITES Bill SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante roa do Crespo n. 7.
Sao chegados os novissimos e riquissimos en-
feites para cabeca, pois com a vista n5o ha-
ver senhora que deixe de comprar .um bo-
nito enfeite: s no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Linas de pelica.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
braeas e de todas as cores; tanto para ho-
rnera como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Perfumes.
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de LuVin, Cudr e Piver; sendo
extractos essencios de todas as qualklades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua 4e Co-
lonia, vinagre virginal da sociedade hygieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
dentes, caixinhas cora um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para lirapar den-
es, olos de todas as qualidades para ca-
bellos, e outras muitas cousas mais: s no
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tesouras e caivetes.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
paduras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botoes, tudo do
mais superior que se pode encontrar: s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel de fantasa.
Tambem chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e los
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objeetos de muito gosto que se torna-
riam enfadonho annunciar, que seus pre-
fos serao por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
CEBLAS
II ua do \ uto r i ni n. -13.
Vendein-se ceblas novas e grandes,desenil)arca-
das hontem, pelo barato pretjo de 500 rs. o cen-
to; a ellas, que estao se queimando, mesmo a tro-
co de cobre. ___________
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil ris o milheiro no Caes da alfandega n.
I, armazem de Tasso A Irmos.
ROUPA
um
Ka rita do Queimado n. 13. emtmm
tolla porp a Cotujrtgaran ;
Paletots de easemira a 5 (i,j.ft,'
ditos de panno preto e azul a 9, m, '"
ditos sobre-cateeM de panno mui fl
tH, ditos de alpaca prcu e de rono ili f r
'SflfS
7, calcas de caseniras de rores
FARINHA SUPERIOR. SgTU ^V.'iTJS-?:
Vende-se a bordo do patacho Social e do hiate todas as qualidades e por preco mito
tit
4b
Volantes e terinas.
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas dounadas e prateadas, bicos es-
peguelha e gales de todas as larguras,
vendendo-se tudo por precos baratissimos
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Retroz e linba.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sortidas,"a!
14,ooo rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus precos sero
baratissimos: s no Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Muia atten$o
Aos senhores martimos e agricultores. Muita
vez passam por nossa idea desapercebidos, reme-,
dios excellenles e de modicissimo prec.o, com o
t^l^^l ^tj l^tf J 3 % I bife emprego dos quacs se evitara grandes prejuizos
RTm4-L*-"- '^M^^mmjxm mw^W e nao pequeos damnos; neste caso est o alca-,
PECHINCHA. 'rao ou verniz do gaz, o qual alm das multplices
_^____.._ ,.___,. ... applicacoes que tem na marnha, efllcascissimo
Pe fumaria de superior qualidade n,'alar 'as forrnigaSj essc trrivel flagello da
U rival sem segundo, ra do Queimado, agricultura, destruir radicalmente o cupim c con-
ns. 49 e 55, est disposto a vender mais ba- i servar as madeiras sentas daquelle terrivel ver-
rato que nunca vendeu, para 0 que queiram me, e dar urna duracao infinita s ferragens em
ver :
Cursor, ancorados no trapiche do Barao do Livra- [ ces de puro linho a prm) de i|MM) e .t^,
ment, farinha de mandioca, tanto de Santa Catha- *
ria como de Porto Alegre, a melhor do mercado,
por preco commodo
NOVA PE( IIJC II\.
Na travessa da ra dasCruzes, na taberna pinta-
da de amarcllo n. 6, vendem-se barriquinhas com
bolaxinha americana a l<)0, doixando a barri-
quinha o comprador; s levar a bolaxinha es-
tando em bom estado; de graca por menos de
metade do preco que se vende a da trra.
Para o bom Um.
Chegaram loja das columnas da ra do Cres-
po n. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos & C,
novos cortes de vestidos de la a polaca com bar-
ra estampada de matiz, gostos inleiramentc mo-
dernos e cores as mais lindas que se ndc desejar
bem como : cor de laranja, ganga, violeta, solferi-
no, cinza, magenta etc., etc.; para designar o mo-
delo do vestido a cada corte acompanha seu igu-
rino. Na mesma loja acaba de chegar pelo ultimo
paquete francez riquissimos cortes de vestido de
seda- de cores com ramas matisadas soltas e ou-
tros de moreantique adamascado, fazendas muito
encorpadas e do ultimo gosto para bailes, caa-
mentos etc._________________________________
Vendem-se ou a; rendam-se |>or peaiSo mui-
to mdicas os engenhos Braco e Cmara, perto da
eidade da Victoria, ambos de grande produefao, e I
aquelle quasi prompto a moer com agua. Admit-
tetn-se moradores para o engenho Coneeicao junto
a mesma eidade, dando-se-lhes toda a garanta de
estabilidade. Trata-se no engenho (>>llegio, onde
se precisa de um homem que se incumba das co-
branzas dos foros do Coneeicao, etc., dando-se
casa para morar e trras para trabalhar de graca.
Vende-se urna escrava robusta e sadia, sem
defeito algum, com idade de quarenta e tantos an-
nos, Dor preco de 400A, porm s serve para sitio
ou engenho ': quem a pretender dirija-se a ra da
Cruz n. 47, terceiro andar.
tas de chita a iO, collarinhos de li
M muii
se pede a atlen. .m
600 rs. cada um, e outros minios ntiji m ^ -
rao m Jrr
a vista ; e para isso
guezes.
a
s.
AOS SIS. C03SIIIIMUS K CAL
Nos armazens do Caes do Raaos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Hedfe). 8,
vende gaz liquido americano primeira qaali-
dade a retalho a 10,} a lata de gaKes, as-
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e Nado
em porcSo mais barato que em outra qual-
quer parte.
HT
Espiritos na ra Direitn n. 17.
Neste estalielerimento, surtido de todos m taft-
ritos que a ella dizem rpspeHo. faz Inafenr a*s
seus numerosos freguezes que continua a fcar
los por menos preco que em outra qnaiqarr par*,
como sejam, licores de todas as qualidadn, m r-
dinarios a luios, geoebra superior, tanto a
da como em botija, agurdente do reino, ana
de canna, alcool de grao o mais subido, e
cheiro, proprio para composro. o que
prometi e afianca o bom acondirionaaMMi
o que tor exportado. ______________
Vende-se urna taberna das mvlhnr- na Mretup-
zia de S. Jos, rom pout'os fundos. roanan^t-
para familia, que vende de JO a diahM: vea-
de-se a dinheiro ou com intlemnisarao prara : a
tratar na ra de Santa Rila n. 6*. a trora-*R par
outra nos arrabaldes da eidade, e se lirer an
nexo melhor.
Caixas de phophoros de pao
Grosa de ditos do gaz a .
Duzia de dito dito a .
Massosde palitos para dentes a
Livros para meninos todos cheios de
calungas a.......
Abotoaduras para coletes a .
Escovas para roupa.muito linas a 400,
500 e.........
0
2^200
200
160
320
160
800
25152
:>o
em latas de
Duzia de sabonetes Gnos a .
Sabonete inglez, o melhor, a .
Frascos com agua de Colonia muito
fina a .....t
Ditos de dita grande a .
Ditos de Lavande arabreado, o me-
lhor, a........
Ditos de macar oleo muito bom a .
Ditosperola-muilo superior a .
Ditos de oleo de babosa a 240, 320.
400 e.........
Ditos de banlia branca a .
Dito de cheiro muito bonitos a .
Ditos de banha, pequeo, muito fina
que fr convenientemente applicado :
1 mais de tres caadas a 1&W0 cada urna, e em bar-
720 ris com cerca de seis caadas a 25500 cada um :
J69 no armazem da bola amarella, no oitao da secre-
taria de polica.
500
ROITPA FEIT%
NO
AIIAIII
DE
X.ETBEXRO VERDE.
Neste estabeleciment ha sempre um Mrtimento completo ile roupa frita todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos coinvir-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim emo tambem tero um
grande e vanado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhora*,
homens e meninos.
Kiia da SeiiziiIIa u 42.
Veii.li'->('. em casa de S. P. Johnston A C,!
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela, \
^VV chicotes para carros e montara, arreios para \
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
500
100
300
320 Potassa da liussia.
500 Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
Olio, muito nova e superior; vende-se so-1
..........200 mente no antigo e acreditado deposito na ra j
M
Ditos de opiata a 200 rs., e boa a
Ditos de banha japoneza a .
Ditos de banha transparente a
Ditos de oleo filoconne a .
900 da Cadeia do Recife, n. 12; onde tambem se
800 vende cal de Lisboa muito nova e precos |
commodos.
720
800
RIVAL
SEM SEGUNDO.
Objeetos diversos.
Ra do Queimado, ns 49 e 55, vende os
Vende-se um dcjiosito proprio para quem li-
ver poueo dinheiro por ter poucos fundos, muilo
afreguezado para a trra, c o motivo da venda
por o douo retirar-so para a Europa a tratar de sua
saude : a tratar no mesmo, ra dos Guararapes
n. 69. em Fra de Portas.
pecliincha.
Na loja de Arantes vendem-se borzeguins de
. courode lustre para homem a 5
objeetos abaixo declarados, pois para ac-i Vende-se na eidade de Olinda ra de
Pares de luvas de algodo finas a .
Caivetes de aparar penas, de l fa-
lla a ,....... .
Ditos de2 ditasa......
Caixas de eolxetes francezes a. .
Duzia de dito francez a .
Massos com grampos lisos e de cara-
com grande quintal murado e porlo ; tam-
8U bem troca-se por casa no Recife, ou em
outra qualquer parte; quem o pretender,
dirija-se ao convento de S. Francisco na
,0" eidade de Olinda, a tratar com o reverendo
360 gUard3a
Vende-so una casa terrea com t salas e i
rj,"1"" 8" "'"^ "oua uc u<"a* '{nartos, cozinha fra e quinta), nos Afogados, na
t ,' \ .' 0, do Mocotolomb n. 69 : a tratar na ra Direita
Duzia de dedaes de metal em caixi-
nha de vidro.......
Tinleiro de vidro com tinta superior
a..........
Ditos de barro que serve para tin-
teiro a ........
Grosas de boles de louca prateado a
Pecas de tranca lisa encarnada a ,
Varas de bicos e rendas, para aca-
bar a .........
Varas de labyrinto de 3 dedos de
largura a........
Caixas de folha com phosphorosa .
Ditas de pos para denlesa .
Pentes de tartaruga a 3)9000 e
n. 4, segundo andar.
320
160
100
160
20
oo;
chegada ha pouco, e de boa qualidade : vende-sc
100 nos armazens da ra de Apollo ns. 28 e 30 junto ao
40 theatro._____________________
100
Vende-se farinha de mandioca em sacca,
vinda do Penedo, a 4300 a sacca, muito boa para
escravos por ser de muito crescimento : na ra
Direita, padaria n. 69.
Vende-se urna porcao de forquilhas de ferro
chumbadas em pedra para latadas : para vt?r e
tratar, no sitio junto a capella de S. Jos do Man-
guinho.
Cal de i isboa
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrecasacas idem, 30$ e .
Paletos idem e de cores, 25$,
20$, 15$ e......
Ditos de casemira, 20$, 164,
m, 10$ e......
Ditos de alpaca, 5$ e. .
.Ditos ditos pretos, 9$, 7$,
5$ e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 4$, 3$5O0e. .
Ditos branco de linho, 6$, 5$ e
Ditos de merino preto de cor-
dao, 10$, 7$ e.....
Caigas de casemira preta, 12$,
10$, 8$ e. .
Ditas de cores, 9$, 8$ e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 5$500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 5$, 4$5O0 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 5$, 4$500, 4$ e .
Ditas de ganga de cores,
3$500, 3$ e .....
Colletes de velludo preto e de
cores, 9$ e......
Ditos de casemira preta, 5$ e
Ditos de ditas de cores *S
i$ e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
6$ e.......
Ditos de gorgurao de se4a
pretos e de cores, 6$, 5$ e
306000
$000
Colletes de fusto e briin bran-
co, 3$500, 3$ e .
Seroulas de brim de 1iik>,
IO$O0O 2$40O e ......
Ditas de algodo. Ir>600e. .
7$000 Camisas de peitos de linho.
3$500 5$, 4$, 3$ e.....
i Ditas de madapoln. M,
3^300| 2$500, 2$ c.....
i Chapeos de massa, pretos fran-
3$OO0| cezes, 10$, 9$ e. .
4$000 Ditos defeltro, 5$, 4$, 3$00 e
Ditos de sol, de seda. 12-v
11$, 7$ e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento cnmplrlo dr grava-
tas.
Toalhas parroslo, duzia, 11 ,
9$ e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, dealpa.a. piv-
tos e de cores.....
Lencoes de linho. ... .
Caberlas de chita chineza.. .
7>000 Pennasdaco. as maissuperio-
4 $000 res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes.
33300 90$,80$e......
5$000 Ditos de prala, galvanizado.
patentes e orisontaes, 405 e
.*$000 Obras de ouro, adi reos, mitt
aderecos, priceiras, rantoSj
i$ooo aneis e eran.
2->5O0
IS40O
:i>txx
7$000
7$000
4$000
4$000
2->5O0
2$.-iOO
8*500
2*000
4 vlOO!
40 i
jOOO
l>280
4*000
f SOOO
soto
:o#m>
:uum
^%&%\%\ ^^ ^%%^%%W
DE
Potassa nacional.
TOBAS AS Ol VIIIMHIS
DE
ANTONIO MAIA DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIL'VA.
N. 21Antiga ra dosQuarteis de policaN. 21.
ConsUmdo ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo o crdito
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendeodo tasto
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meas ; e con ln-
3$500 j Vende-se superior potassa do Rio de Janeiro, da dos os meus cigarros sao vendidos na minlia fabrica, e n5o mando pessoa alguma venisr
Vende-se urna optima"vacca parida : na en- mai*nova par
cnuilhada de Bellem, taberna do Andr.
modo; no largo do Corpo Santo, escriptorio
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19.
Vende-sc ou permuta-se algum escravo de ------------
meia idade para servico de campo, um cabriole!; Potassa da liussia.
com coberta e jougo, de patente, muito seguro e [ Acaba de chegar no navio (tunen of tlw Fleet, a
macio, arreiado, com cavallo ou sem elle : o pre-! ma's superior potassa da Russia, e vende-se a
tendente dirija-se a praca do capim, atraz da ra' pre?o commodo : no largo do Corpo Santo, escrip-
Nova, cocheira doThomaz, onde se acha. torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, n. 19.

- Compra-se urna tipoia nova ou usada : quem
11 ver, dirija-se e ra do Queimado, loja n. J, que
achara com qncm tratar.
Compra-se
Cobre, latao e chumbo velho, no armazem da
l^a ^marella, no oitao da ?az da ra do Impe-
rador.
Assucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libia, e de 8 libras para cima
a 5$600 aarroba.
Vinho puro.
.No escriptorio de Euzebio Raphael Rabello, na
ra da Cadeia n. 33, vendem-se ancoretas com es-
colente e puro vinho tinto de Lisboa, smente des-
tinado para gasto de casas particulares por ser re-
mettido pelo proprio fazendeiro ou lavrador.
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra; ra Cruz n. 22, pre-|
Carnee lingistas do serado.
Vende se carne e linguicas verdadeiras do Seri-
d a 320 rs. a libra: no paleo do Carmo, esquina
da ra de Hortas n. i.________________________
UM CAVALLO.
Vende-se um cavallo bonito, gordo e bom : a
Vendem-se duas casas terreas e um sobrado, tratar na ra da Imperatriz n. 47, segundo andar,
sitos na roa de Santa Thereza defronte do collegio das 7 s 9 da raanhaa e das 3 s 6 da tarde.
do mesmo nome, na eidade de Olinda : a tratar-se "~-----------------'-------------------------------"------------
no Recife na ra da Cadeia n. 57, segundo andar.' Vende-se urna casa terrea com sotao na fren-
--------- te de detraz, sita no Varadouro da eidade de Olin-
| da, chaos proprios, quintal murado e cacimba, e
urna dita nos Quatro Cantos, em chaos propries :
chOS quem as pretender, dirija-se a roa larga do Rosa-
rio n. 44, taberna, que acharo com qnem tratar.
Bom negocio.
Vende-se urna taberna cora poucos fundos em
um bom toeal da freguezia de S. Jos, o motivo da
venda se dir ao comprador : quem a pratender
dirija-se ao largo da Penha, loja de louca defronte
da Penha, ou annuncie. \
de lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmenL
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que 1'orein vendidos* na minha fabrica sin
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome dafnia c o numero da
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientiflear aos mesmos senhores, que rnmlinlrinHi
encontrado um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do menor mmo
escolhido, por sua boa qualidade j'bem conhecida.
'


VENDE-SE
una casa terrea, edificada em
proprios, oa roa do Jogo da Bola n.
25, com 2 salas, 2 quartos, cosiiha tora
e quintal grande, canteado as frentes
de pedra e cal eos oites de taipa : a
(fratar na travessa do Veras a. 10,
BRIM M. 38o
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de nm completo sorlinwtffr *i
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais moderaas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
1
taMnMnk

ni i i m



i
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)
i
!
1
Diario e Fernaiulnieo Seidi aarajfcffat de Agosto Je 8tt3.
NOVA EXP$ltfb l CASEMRASINGLEZAS
les
Entremeto da arara.
Vendem-sc i vmeiostransparcn- (
a 10, tiras"bor;ni.is de largura de 3 a 4
na loja do ?"> *e fazeudas bata-| yen*- cortes de wtfn oscuras i dedosal028Oc I 0 a pega," cortes de 15a
llSMBas. caJ polo barato preco de 10700 tambein se ven- *,. -" ,.
i dem das raesmas a 480 rs. o covado, propnas para \ a Mana Pa a *t>, anas ao laa unni a toiu
,'esle estabelecimento ach*-se constante-! Paletolsc colietw. etc.: s na ioja do pavao, rua 22 coyados a 80, ditos de organdys com 15
Ia. rran/ip ca,-u ftnaiwfa* da imperatriz a. 00, de Gama & Silva. varas a 80, ditos com 9 varas a 60500; na na
da Imperatriz n. 50, arara de Mendes Gui-
mente um grande sortimento de fazendas
gosto e de primeira aecessidade, sendo
t Ko proprias para a praca, como para
mato ; de todas as fazendas do-sc livros de
imostras, deixando ficar penhor, ou man-
dan>se levar em casa das familias pelos ca-
senas da loja do Pavo.
Uaas com 8 palmos de largura,
na loja do Pavo.
Vendem-sc laazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largara, sendo
fazenda mais meerna eme tem vindo ao
mercado pele baratissimo preco de 1)51600 o
GRANDE PECHINCHA
Vende o pavao, organdys a 300 rs.
Vende-sc finissimo organdys matizado com os
mais delicados padrocs miudinlios com assenlos
blancos, sendo neste artigo o mais moderno que
existo o mercado, sendo fazenda que sempre se
vendeu a l20 a vara, e presentemente vende-so
a 360 rs. o covado: so na ra da Imperatriz n. 60,
loja do paviio, de Gama & Silva.
CHITAS ESCURA
a 2,^00 e 2,f540 rs., s o pavo.
Vendem-so cortes de chitas com padres cscu-
covado* so na ni da Imnoratriz n "(RO lia 'ros'tendo ,0 ^4 povados a 2**00, e com l 1/4
lo Pav3n imperan n. w, toja. covaUos a ^^ peclliucha c veodw por ^
rdvao. j preco em razo dos cortes serem em mais de um
i pedazo : s Ha loja do pavao, ra da Imperatriz
; n. 60, de Gama & lva.
Laazinhas a O rs. o covado.
Xa hija do Pavio.
Vende-se laazinhas de -oordaozinho de urna s
! cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
I caf claro e escuro, atvad;o, roxinlras proprias pa-
1 ra luto, sendo fazenda que val milito mais dinlici-
ro vende-sc pelo dinmuto preco de 200 rs. : sna
loja do Pavao rna da imperatriz n. 60 de Gama &
Cassas a OO rs. o covado.
Vendem-sc cassas francezas de padrees'
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
00 rs. o vado; ditas finas a 340 e320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 00,!
loja do Paveo.
Organdy, a 2 40rs. o corado,
na loja do Pavao. *
Vendcm-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs.-o covado ou'400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
O Pavao vende-es modernos ves-
tidos balo,
com barras Mara Pia, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
com a aia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 30500 cada um: e&a pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
\ova nechlncha de ISas entesta-
das a -too rs. o covado.
S o Pavo.
Vendom-se laazinhas enfestadas transparentes
com delidados padroes sondo de una s cor com
listras e quadrinhos c vendem-sea 400 rs. o cova-
do : na leja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de
Gama A-Silva.
Cortos de eambrala, a 950O,
na loja do Pavo.
Vendeci-secrtesdecambraia brancoscom
babados, a 25500; ditos, a 4$; ditos com
barras ebabados de seda, a 35,30500 e 4$;
so na ra .da Imperatriz n. 00, loja e arma-
zem do Pavo.
Silva.
manguitos e gollnhas do
Pavo.
pechincha, a 320 e a 100 rs.
Vcndem-se golinlias de fil, bordadas, a
4-00 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; eal-
cinhas para meninas, a 300 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 326 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
O Pavo vende a 9$ e 3#500
cortes de la, a 3$ e 3*500; ditos com 22
covados, ao: s na ra da Imperatriz n.
00, loja e armazem do Pavao.
Cortes de cambraia chlneza, a
4tf. na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
la, os mais modernos que tem cliegado, sen-
do: brancas com lindissiraos padres, pelo ba-
rato preco de '40 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra da
imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Baldes a 3.oo. sO o Pavo.
Vendem-se bales americanos que sao os
meUwres, tendo 20 arcos, a3$0; ditos
de 30, a 4500: ditos de 40, a :5 ; ditos
de bramante, a 3$500 e i9*TtK\s paia me-
ninas, a 25 e a 3: 6 na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo..
Cortes de chita, a 9*vOO.. na
Joja do Pavo.
GRANDE LIQUIDAQAO
de fazendas papa apupar dinheiro, por
baratissimo preco na loja e arina-
zem 4a arara ra da Imperatriz n,
56 de Lourenco Pereira Mendes
Guimarcs.
ALERTA FRECl'EZES, 200 RES.
Vendcm-se lazinlias com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. Cada um ; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 50.
Arara rende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 2,5000, ditas limpas sem
mofo a 2$500 e 3*000, cortes de cassa de
I maraes.
Bales da arara de SO 4 o
arcos.
Vendem-se os memores bales que tom
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e
40 arcos, a 4,, 45500 e 5;>, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 3#500 e 40, ditos de
brilhantina a 40500, bales saias de cordo
que faz a vez de balao a 20; na ra da Impera-
triz arara n. 50.
FAZENDAS BARATAS
27Rua do Queimao27
NA
\o va loja de Custodio, Carvalho
A Companhia.
Fustn francex
para vestidos de sonora c meninas, faeenda mui-
to lina e pelo barato preco de 260 rs. o covado.
Finas oambraias organdys a 340 rs. o covado.
Baldes
de arcos, de todos os tamanhos, pelo preco de
35600.
Caldudas
bordadas para meninas, pelo barato preco de 2200
cada uro par.
Laazinhas
matizadas finas para vestido a 140 rs. o covado.
Coberlas
de chita a 2000.
Lciifcs
de panno de linlio a -lo.
Toalhas
de fustao, pelo barato preco de 400 rs. cada urna.
Camama
de cambraia para senhora a .
Golinbas
de linho para senhora e meninas a 640, 00 e 15.
SortimenU)
de meias para meninos c meninas.
Laazinba
preta para vestido a 500 rs.
Guardanapos
adamascados a 25 a duzia.
NO ARMAZEM DE FAZENDAS MUTAS
DE
*A\ I OS < Ol IIO
Rua do Queimado n. 19.
Vende-se o seguate :
Cobertas
de chita da India, a 2:ooo rs.
Lenfes de panno
de linho, a 2:ooo rs.
Lenccs de bramante
de linho, de um panno s,.a 2:8oo rs.
Toalhas akorhoadas
para mao, pelo baratissimo preco de 5:ooo
rs. a duzia.
Ricos vcstidiiihos
de seda para meninas, pelo baratissimo pre-
co de 4:ooe rs.
Leos de seda
45-RTJ A DIEEITA--45
Eia, rapasiada, coragem V parece queja
entrevistes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nnadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem salts nem tanto I
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to I Vinde rua Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 00 por cento
menos do seu valor.... attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 80500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburgus,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e....... 00000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
ARAI.4ZE.lf- DE MOLHADOS
DE
a^no\
. pelo barato preco de l:ooo rs.
cores de barras a 20000, ditas de cassa pin- j Saias de fuslao
Jadas a 20000; na rua da Imperatriz n. 56 de pelo
Sapates, Nantes, sola e vira. 40000
j Ditos para menina, comlaro. 30500
I Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustm para senhora. 10000
dem de lustre as avessas 500
Os Canos
OS MAJ& AfiGtUVANTIffi
E
D'iiHia pertinaz (menea
ESCRFULAS,
OU EBUPGGES ESCROFULOSAS,
Ulceras 4e toda a especie.
SYftILIS, MAL VENREO,
TI MORES.
Elmllicc*.
BERTOEJAS,
OPHTHALMIA,
Hydropisa,
Empige-rts,
HERPES,
Ifarli-os.
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Vendem-se sirtes de chita com 12 112 co-
vados cada una, a 20500; ditos com 10 cova-
dos. a 20; curtes de cassa miudinJia de co-
res fixas com 10 covados, a 20; ditos de
organdy malliisado com JO covados, a
0400: s na rua da Imperariz n. 00, loja
do,Pavo.
%s < sem lias do Pavo pechin-
cha a .,*f.
Vcndem-se cortes de casimira fraoceza para
calca, fazenda muito fina, ndrSes claros c
escuros, a 50 o curte: s na loja do Pavao.
rua da Jmpi?ratriz n. 00.
s na rua da Imperatriz n. 00, luja do Pa*3o.
Fuslo do Pavio.
Vendem-se fuslao com lavr miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brim de linlio de quadrinhos para roupa de
meninos, a 5G0 rs, o covado; ganguelim
Je urna s cor, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados c pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 10 o covado: s na rua da Impera-
triz n. 50, loja c armazem do Pavo.
Os palelols do Pavao, assobrceasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
Alendes Guimarcs.
Organdys da Arara a 40.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
2*0 ra. o corado, cassas linas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o covado; na rua da Imperatriz
arara n. 50 de Mendes Guimares.
baratissimo preco de 5:5oo rs.
Lencos de cambraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a J :8oo e 2:ooo rs. +
Leucos il.' rassa
iiiisfiim..s. proprios para algibeira, pelo ba-
ratisfiirao preco de 2:4oo rs. a duzw.
Cortes de caifa
de ganga amarella, de listas e de quadros,
fazenda superior, pelo baratissimo preco de
I:2oo rs. o corte.
Pecas de inadapolo
largo superior, pelo baratissimo preco de
rs.
Pecas de bretanha
de rolo com i o varas, pelo barato preco de
3:2oo rs. '
Pecas de rtnbraia
Arara vende as laxlnhas dos
' vestidos.
Vendem-se laazinhas muito finas e lindos
dezenhosa 00, 40, 5OOe04Ors. o cova-jo"8.!'
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na'
rua da Imperatriz a 50 arara de Mendes
tuimares..
Roupa fcifada arara.
Vnde-secostumescomn^tosd-umafazenda;(le salPicos>fi>)a. cora 8 1,2 varas, pelo ba-
ebiaeza por 120 o costme, paletots de brim rat0 l)rec ^e 4:ooo rs.
a Um c 3>000, dilos de meia casemira! a fM" de Knho
escura a 40 e 40500, paletots linos a 00500 f'8 Pa,mftS ^Jai'gura proprio para loa-
e 80000, calcas de meia casemira a 30000, ma de meza a 2:'jno S; a vara-
ditas linas 50500 e OaOOO. ditas do brim a ,. Toalhas
20500 c 30000, dita* de brim frasco a 40, ,le l"1,,0wra moza- 3:oon rs.
casemiras francezasa 10000 e 20000, ditas', ,- Barege
finas a 20500, ditas de linho a 3*000, ce-'le ,imIosfostos' pelo barato preco de 48o
roulas francezas a 10000, camisas de meia a 's' cova"- .
800 e 10000; na loja da arara rua da Impe- .ftWr" da **
ratriz n. 50 de Mendes Guimares. P/0Pr,,a .Para f,tn' dc sala- dc 4 Pa'-
>c.
ti Cllttll LER.
TentVo o BALIZA -dad-so seu bataneo no ultimo dejvnbopaMtdo i Jcmmm*> re-
novare iTiagnifico sortimertu de seu GJANDE ARMAZKM, rhama peto prneMe a
attengo do respeitavel publico para os preew dos genere* ^mowKmtminn '
verdades5o os mais razonis que se pdemachar, atienta a sua ba qu.i
Soklado voluntario do batalhao progressista, o BALIZA o liom.-m A
ment. Elle pede, pote, aosseus bous camaradas, favor de n5o JIw darem um minuto de deseanco obrigamlo-o a v.iMlerlnd'
Desta sorte o BALIZA vivir contente e contentar' tambera aos >.-u>
do-lhes sempre generosamente, e talvez que anda por pr.-cos m.ii> i
Ameixas em frascos de vidro, a 10500. | 500, 800 e 10 o fraa
itas em caixinhas com lindas figuras, a Marmelada excellcntc ;> t'iO r- a libra
1/200 e 20400. j Ostras americanas c-v, i, |. t,
Ditas em latinhas, a 10400. rs. a lata. *
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.! Passas a 400 rs. i |ii- Arroz {Carolina), primeira qualidade, a 10 Presuntos de Umego, a .io i

m
rs. a libra.
Dito do Maranho, a I20rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a 10 e
l/200aancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a G-40 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 300 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 30 a saca, com 20 euias
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 0
Id. m inglezpara fiambre vindo ) mrr.aMB*-r.-
da, a 800 rs. a libra.
dem americano, a 500 rs. a libra.
Pei\e de Lisboa hrfMam .- .tai rio, pre-
parado conforme a art.- tas ib'i .i .3 fibras, re 14300 .i Iftftfi
Phosphoros do gaz. a 2:;ih ,
Queijos londrinos cbegatlos no riUiass *mm
a 800 rs. a libra.
EiVSlfELAS
ESCORBUTO,
Tinha,
CEAGAS MTIfiAS,
Rheu/watsmo Cbronfco,
l^EBJLIDADE GtUAL,
Nervosidado, Ncvniliiiis.
Fllll DE IPPETITi;, PISTO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
Batatas em gigos a 10380 e de 30 a \0 rs.
libra.
10300.
a 5 li-
Oh! que pechincha aflO rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas itiglezas cora pequeo toque de mofo
a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas
cora pequeo toque dc mofo a 80000, pe-
tas de ditas inglezas escuras cores fixas com
mos de largura,
70500, ellas freguezes antes que se a ca-
de panno preto muito bom e muito bem bem; na loja da arara rua da Imperatriz n.
feitas, a 120: sobrecasacos de dito, a 140; 56 de Mendes Guimares.
E' chegado um bonito sortimento deslas
pequeo toque de mofo com 38 covados a gravatinhas, tanto para homem como para
O gallo canta quando recebe.
O gallo canta, principalmente quando re-
cebe as suas novas encommeodas para sa-
tisfazer aos seus bons freguezes.
Gravatinhas.
paletots sacos de dito, a 70; calcas de cache-
mira da Escossia, a 30 ; ditas de casemira
preta, a 50; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 70 e a 50500; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a 70; tudo isto para apurar dinheiro: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
i ni les de cachemira da Escocia, a 2:000, na
loja do Pavo.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada imitac3o de casemira, tendo padres
escuros e alegres, aftancando-seque nao des-
bota, -a 20 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, rua da Imperatriz n. 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavio.
Vendem-se pecas de madapolo enfestado,
francez, com 20 varas, a 80; ditas com 12
jardas, a 40; dito ingle/, muito fino, a 70,
70500 e 80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
30600; algodozinho muito encorpado, a
1#00, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 avara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 3*>600; ditas com 12 varas, a 70:
Pechincha, a 500 rs. o covado,
s o Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva,
senhora que se vende pelo baratissimo pre-
co de 500, 800 e 1,000 rs.: s no Vigilante,
rua do Crespo, n. 7.
Piroiteiz, .
Tarabem chegou um grande sortimento
de pirotteiz on conservadores para cabellos,
tanto pretos como de lindas cores pelo ba-
ratissimo preco de < ,000 rs. cada um.
Capellapara noiva.
Tambem chegou um rico sortimento de
capellas brancas, cousa muito chique para
noivas, pelo baratissimo preco de 5,000 rs.,
6,000 rs 7,000 rs. e 8,000 rs. ; s no
Madapolo franeez enfestado a
i|MI.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 40 e 40500,
dito inglezes fino de 24 jardas a 70, 80, 90,
e 100000, pecas de algodo encorpado a 40
40500, 50 e 60; na rua da Imperatriz n. 56.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320 300 Vigilante, rua do Crespo, n. 7.
e 400 rs. o covado, riscado francez a'280 de telllul0 e de seda-
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara; na rua
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 20, cortes de brim para calcas a
Refcjittio das Trinas,
K.MA( AAo.
QH*m$nagrt ;,./,, ,t, ,-, ,i corpa, prtm -
"' ute do estado vicioso do saiigiu,
IKFLAMMAGOES CKEONICAS,
Afifec9oes Croticas do Figado,
Aaeni como todas is Ais'snuuuwmg mo-
LESTIAS, HB1SCJHAI.MKXTK <;IAND0 SAO
CAUSABAS, di i RODCZIDAg PELO Mil
i.ivi-: i-o do Mercchio o:
Ql'IXIXO,
Amiii rom imi.bcii prl tkt^mmjmm no .lo AR-
SNICO oiium |irrpiiii>s atiiicram
Todas estas Euferniidadcs prompta e efficaz-
meate cedem A bsnefica, poderoza e
pnrieantes qitalidades da m\
justamente afamada
vmwm m bristol
venda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
Tambem cnegou um completo sortimento
de fitas de velludo de n. 6 a n. 200; assim
como um rico sortimento de fitas de seda,
lavradas e lisas de todas as larguras e qua-
lidades por precos que admiram; s no
Vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Bico de seda e linho.
Tambem chegou um bonito sortimento
de bicos, tanto de seda como
bem na mesma casa existe
propria para qualquer
Taimas de aniarello.
Vendem-se na rua Direita u. 91.
c 12 garrafas, dem id.-ra ekaoM no penNin m
muito bem fabricadas, a 10 cada una. 640 rs. a libra
Aramia muito fina, a 480 rs. a libra. dem llamengos rhivadtis m riban vitwa
a! iSm-
' dem idem ebegados no iWn'onv <. a
2)000.
a 30 a barrica el Sal refinada em vara da i >)r<.
Idem id.-m em vara i|.- !.-u. ; IH rs.
Cerveja das ni. if(..i. m.i
meivado. a i/, i-v.io. :;.-,. ;,-:.. ,
ti/500 a .luzia.
Sardinhas de Lisboa pivparada- df
a 040 rs. a lata da prora hranh.
I.h-m de Nantes, a :w<> rs. ;i latiidn.
Sabio BMMaaatM i'.. Mr>. lira, nn
210 rs. a Iil>i ;i.
Tinta preta nadonal gim, i ;, ,-. a
garrafa, e 240 rs. o Ira.
Toucinhode Lisboa, de mais ,|. .
por 320 rs. a libra,
dem de Santos, a 280 rs. a libra.
dem aiii.'iir.in... i 00 rs. i ti-
dem iiiKle/. secco nofameim. m.-i.,
lodosos presuntos, a tO k. a bl.ra.
Vassottras americanas milito Mu
a 040 rs. cada urna.
Vellas de Buenos-Avres em .-.n
libras, por 0/.
dem de carnauba e caaaaaaiaMs
rs. a libra.
Idem do Aracaty, a bOOr*. .i mam.
dem stearaaas, i 600 e MO i-, o nw
dem snnnaarala, a ir> a || .
Vinho Lagrimas do Douro, r-h .
nu-'hur iju.ili.lail.- pi ,,(. \,ln *
mercado em gara braam roa :-*
do autor em ;i!t<> raaal.....ptopri ti
previne-se aos apre. iadnr. s qu.- n.-r- p?-
nei-o ha buje grande fd.-ni...
Idem_ engarrafados, vindo parte teft *
pria conta de diversas n
Ihores adagasdo Portoe Uah -.
cas: Madeira. tlaimVs. Chain;--.. v
a, Caicavellus, DaajM tros, e espera-s' todos -
iidades, a 800, 10 e IJral a jarrat.*
dem do Porto Bausa, a i;
dem de Lisboa e Figodra vimb em anc
a 20/ de 8 a 9 ranadas,
dem do Porto em gamrai da 11 f 8
garrafas, por 20500.
dem ila Figueira em graaftea de lj 3
garrafas, por 20400.
dem- de Lisboa e Fijmeira l ::2. ioa. :*m
e 500 rs. a garrafa, e em emmm\ m Ua
abatimento.
Bordeara engarrafailo. a MU rs.
garrafa, em duzia a 705OQ.
Vinho do Porto muito fino em caira .-m 11
garrafas, a 80, 100, 120 $ |8J daams>
Ihores marcas que vemao nossom*T.*k
iste urna armaoao de loja, Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300 i Vinagre de Lisboa em garramas la i I 2 a
estabelec.mento._________Genebra laranja, era grandes frascos, a||' 8 sarrafas, a 10200 era o gsa *
GUARDA A-
CWINAMj
Na roa Direita n. 53, lia nm uniforme completo
para guarda nacional de cavallaria, composto dc
fardao rico, calca, barritina, etc., e pequeo uni- / invito
forme com espada, etc., sellini inglez, etc., tudo i ^.mma AracatJ> a '00 rs. a libra,
novo, e que se cede por commodo pre?o. Tam-1 ^lta. d0 Aracaty, a 40 rs. a libra.
Bolachinhas americanas,
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a
Biscouto lunch e soda, em latas dc
bras, a 20 a lata.
Banha de porco, a 500 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, dc di-
versos tamanhos e por preco razoavel.
Cafe do I\io, a 280 e 300 ra. a libra, oaa
arroba, a 80200, 8,0300 e 9/.
Ceblas, a 800 rs. o cento e 10 o miho.
Cha perola, a 30 a libra,
dem hisson, superior, a 20800 a libra.
dem chumbo, a 20000 a libra,
dem hysson, soffrivel, a 20400 a libra,
dem hysson, menos soffrivel, a 20 a libra
dem preto, magnifico, a 20 a libra.
dem preto, menos superior, a 10800 rs. a
libra,
dem preto, soffrivel, a 10000 rs. a libra.
dem nacional, a 1/800 a libra (em latas)
dem nacional, a 10000, a libra,
dem nacional, ordinario, a 10 a bra.
Champagne, marca aguia, de superior qua-
lidade, a 040 re. a garrafa e 70 o gigo
com 12 garrafas. Quem detara de be-
ber champagne por tal preco?
Charutos de militas marcas e a pren.s bara-
tissimos, sendo que ha de 800 re. al
10 o cento, viudos do Bio, Babia e de
Hespanha.
Chocolate suisso de Lisboa e francez, a K(H)
rs. e 10.
Chouricas e salpice, a 040 rs. a libia.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco.
Ditas fracezas, a 300 rs. o frasco.
Cognac inglez, a 000, rs. a garrafa e
caada, a 40.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos rasos de vidro, das fruc-
tas mais esquisitas da Europa, a 10 o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
Dito de goiaba, a 640 e 800 rs. o caixao
Dito em latas muito proprio para presente,
garante-se sua duraco innalteravel por
mais de anno.
Farinha de Maranho, a ICO rs. a libra
Dita de trigo, a 140 e 100 rs. a libra.
Fructas francezas de diversas qualidades, em '''em
frascos de vidro, preparadas em alcooi,
proprio para podim etc., a 10. o frasco. I
em
10 e 10220; na rua da Imperatriz loja da arara !.e DC0S'tant0 de ^^ corno de ,inho as-
n. 56 de Mendes Guimares. Isun como rendas finas e de 'abyrinto, que
seus precos faro admirar aos meus fre-
vende as colxas. guezes ; s no Vigilante, rua do Crespo,
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fusto a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
n. 7.
Franjas pretas e de cores.
Tambem ha as riquissimas franjas pre-
Us largas, proprias para as lindas capas ou
a 10,10120, 10280 e 10000 a vara; naI loja! raff.f^.Como brancase de,cres'
da arara rua da Imperatriz n. 56 de Mendes que ,se-s p/ecos tambem os Pretendentes
j se admiraro, por que sempre nesta loja se
vender por precos muito rasoaveis ; s no
Vigilante, rua do Crespo, n. 7.
Guimares.
Ararat vende manguitos a
f0OOO.
Vendem-se manguitos egolinhasdelinhoa
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senhoras a 400 rs.; na rua da Impe-
ratriz n. 56.
Roa da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
AGENCIA
_______ DA
FNDICAO DE L0W-M00R.
Rua da Senzalla aova 1.12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
Genebra ingleza, marca gato, a 10OO o
irasco ou garrafa com rolha de vidro,
Garrafes vazios, de 640 a 10200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
timavel, em vasos esquisitos, a 10300.
Licores inglezes e francezes dos melhores
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
LHiguas americanas de grande tamanho (em
calda), a 1/.
Massas para sopa, em taixinhas com 8 libras,
contendo 5 quahdades, por 30300 a caixa.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide,
ara
garrama.
Avelaas a 200 rs. a libra.
Arroz da India a 100 rs. a libra.
Btscontos de Lisboa em latas, proprios p
doentes, a 10500 e 30 a lata.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a 60 a duzia.
!Chumbo de todas as grossuras a 00 a arri-
ba.
Caf muido de superior qualidade. a 40 rj.
a libra.
Fio de linho muito proprio para
480 rs. a libra.
PAPEL
de cores para listas de eleitores
A aguia branca suppoe que nao faz mal em offe-
recer aos athletas uns pcotes com 23i folhas de
papel de cores, que pode servir ptimamente para
listas de eleitores, e tanto melhor por custar cada
nte o diminuto preco de iioOO, e ser cadaum
ma s cor, o que ilifflcil de encontrar a nao
ser na rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Xa mesma loja tambem ha do outras qualidades,
branco e azul, assim como anvelopes.
amarrar, a
rs. a libra. | Farinha de trigo em barricas e meias, de la-
Dita de tomate, a 640 rs. a libra. I das as marcas e qualidades.
Manteiga ingleza em potes de 10 a IG Hbra< Genehra de Hollanda em garrames com t
a 800 rs. a libra.
dem dita flora 10 a libra.
dem de 2a qualidade a 800 rs. a libra,
dem de 3a qualidade a 040 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra.
dem franceza a 040 rs. a libra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes a 500 rs..
Mlhos inglezes dos melhores fabricantes
caadas, por 60300 com o garrafo.
dem idem em frasqneiras com 12 fras-<.
por 6/500.
Manteiga flnissima em latas rolo i ii-
bras liquido, por IJBff a lata.
Queijos flamengos a ldX).
Rap princezadoRio: grosso. roev grosta
e fino.
Taindas das Alagas a 124 o rento, e laf
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (SaoVrti> a A#
e 100 a duzia, e 800 a 10 a garrafa


A-


Diario de
*amia felra llie Agto e tS9.

GRANDE E COMPLETO SORTI
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Viiihos em pipa: Porto Figueira e Lisboa, a
loo, lo, 5o e 56o rs. a garrafa, e cm
caada a 2,56o, 2,8oo, 3,ooo, 3,5oo e
4,ooo rs. do me-lbor.
dem lagrimas do Douro, especial vinho do
Porto mandado vir de conta propria a
lo.ooo rs. a duzia e l.ooo rs. a garrafa.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado, das seguintes marcas: Daque do
Porto, Feitoria, Nctar, Velho Secco, Cha-
misso, Madeira superior a 9,ooo rs. a cai-
xa e l.ooo agarrafa.
dem Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Esteph e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
dem muscatel de Setubal verdadeiro a 2,ooo
rs. a garrafa e 22,ooo rs. a caixa.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Por-
to do Alto douro a 2,2oo rs. com o gar-
raao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira
muito proprio para a nossa estacao, por
ser mais fresco a 2,4oo rs.
Vinhos velho chamisso em barril muito pro-
prio para sobremesa por ser muite claro
e macio a 6oo rs. a garrafa e 4,5oo re. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 5oo rs. a garrafa e 3,8oo
rs. a caada.
Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa a l,2oo rs.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Velas de spermacet a 6oo, 64o e 68o rs. o
masso.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
6oo rs. a libra.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado.
Ranha de porco a 54o re. a libra, e cm bar-
ril se far abatimento.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs. cada
um
dem londrinos os mais frescos que se po-
dem desejar a 8oo rs. a fibra.
Caf do Rio de Ia e 2a quafidade de 8,ooo a
8,5oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz caroliuo e do Maranho a 3,ooo rs. a
arroba e loo rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a fibra e
em porco ter abatimento.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1 '2, 2
e 3 fibras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l.Soo, l,5oo, 2,ooo, e 3,ooo rs.
Fructas em caldas das seguintes qualidades:
ameixa, rainha Claudia, cerejas, pero,
ginja, pecego c alpech a 5oo rs. a lata.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, e em la-
tas de 1 '/i e 2 libras.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
fibras de l,4oo a 3,ooo rs.; tambera ha cm
latas de l.ooo e 3,ooo cada urna,
Cha huxim miudinho mandado vir de en-
commenda especial a 2,8oo rs. a libra,
garante-se a boa quafidade.
dem hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser igual ao que regular-
mente se vende a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem pretomuito fino a I,9oo rs. a libra.
dem mais baixe, e miudo proprio para ne-
gocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a fibra.
Genebra de laranja a 9oors.. a frasco.
Chouricas e paios, os mais frescos que se
pode desejar, a 5oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5ooa caixa.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. o frasco.
Licores francezes das seguintes marcas: A-
nizete fie Bordeara, Plaisir des dames, e
outros a l.ooo rs. agarrafa e lo.ooo a
caixa.
Passas muito novas a 6,ooo rs. a caixa e
36o rs. a libra, ha caixas, meias e quartos.
Itolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 2io rs.
a libra.
Azeite tanca clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,ooo a duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Moslarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. o pote.
Mullios ingleses de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
r afiHha.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 fibras, muito
* proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de 1 ,ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha c 2,3oo rs.
a grosa.
Milho alpista a 160 rs. a libra.
Mdho painco a 140 rs. a libia.
Gommapara engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra a 2,300 rs. a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vera ao nosso mercado a 300 rs. a libra,
e em caixa ter abatemento.
Sabio massa de 180. 200, 220 240, rs. a
fibra do melhor.
Graixas em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,300 rs. a duzia.
Peixo em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, sahnao e outras qualidades prepa-
rados de escabexe, segundo a arte de cozi-
nha de 1,400 a 2,ooo rs. a lata.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. cada urna.
Papel greve pautado e liso a 3,500 rs. a res-
ma.
MOLHADOS
Azeite doce de Lisboa muito fino em lorril a
640 rs. agarafa, eem porfi teri alati-
meuto.
Champagne das mais acreditadas marcas a
l.ooo re. agarrafa e lo.ooo rs. o gijto
com urna duzia.
Doce da casca da goiaba a 4oo, 5oo. 6oo,
7oo. 8oo, e l,ooo re., o caixo grande.
Chocolate portuguez. hespanhol, francez. e
suisso, das melhores qualidades a too rs.
a libra.
Velas de carnauba e cornposico a 32o, 36o.
# e 4oo rs., a libra, e de lo.ooo a 11 jm \>. ,
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisloa a I .ooo
re. a ancoreta, e l,5oo a de Lisboa, estas
ultimas raras vezes vera ao nosso mercado
pela sua boa qualidade.
Massas para sopa macarrao lalharim e aletria
muita^nova a 48o re. a libra.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a 4.ooo, 3,5oo, 3,ooo e 2,5oo rs. a
caixa.
Serveja das melhores marcas a 7.4oo rs. I
duzia e 5oo re. a garrafa.
Biscoitos inglezes das seguintes marca.:
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travelli.^
Lunch, Cobin, eoutras a l,2oo rs. a lata.
Bolachinha de soda especial encommenda a
l,8oo rs. a lata,
lera Craknel em latas de 5, 7 c 15 libras a
4,ooo, 5.5oo, c M,ooo rs. a lata.
Massa de tomate em latas de Ooo a Too rs.
cada una.
Sardinha de Nantes a 36o rs. a lata.
Toucinho de Lislioa a 320 rs. a libra.
Tijollo de limpar facas a 16o rs. rada um.
Ceblas a 9oo rs., o mollm.
Farinha de Maranho muilo alva rheiroza
a 14o rs. a libra.
Pntenla a 36o rs. a libra.
Cominho, cravo, ena doce, enxofre. palitn>
de denles em caixinhas que linio vende-
mos por baratissimo prero.
A AGUIA BRA1CA
Ikeeebeu pelo ultimo vapor o
segnlnte:
Bonitas pulseiras de cabello, coral, e cora-
tina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Outras estreitas para meninas, ou manguitos.
Carteiras com agulhas.
Agulhetas para enliar. e agulhas cantfas.
Trancelins e fitas de borraona.
Carriteis cora lorcal de todas as cores.
Massose los de coral.
Esp Jijas finas para rosto.
Pentes le tartaruga virados, com laco e
balso.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Aspas e coz para balao.
Fitas com coaetes para vestidos.
Ti incelins dalos de laa para enfeitar vestidos.
I A e folhas para rosas.
Lamparines francezas.
Trancelins grossos para retogios.
I nas cabo d'osso, maefa e m.-nli-eperola,:
para denles, unhas, limpar pentes ejoias.
Outras linas para roupa. chapeo, cabello etc.
is de velludo para chapeos.
Pastas para papis.
Raspadeiras e facas de raarfim para ditas.
Visporas e dminos.
Baratissimas bandeljas.
A agraa branca por muitas vezes tem da-
d i i cunhecer que quando acha alguma pe-'
chincha, nao quer somente com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguesa e o publico em geral prvem da
mesma, o que agora mesmo acontece com
essas; baratissimas baodeijas, cuja limilaco
d' precos admira, em relatjo aostamanhose
qo didades: avista do que convm todos a-
pi >eitarem-se dessa opportnna occasio e
pr>\ ii'in-s.' il um traste sempre necessario,
e que Ibes costar quasi metade do justo va-
toi Assim, ]iois. dirigirem-se com dinhoi-
r alegre e espaoosa loja d'agoia branca I
ra doQaenado n. 8.
O* :tf:iinaslo.s ropos roiu bauha. e
boicK com inscrlpcdes.
Chegaram novaraente para aaguia branca
ess s afamados e estimados copos com banha
ii issim como os bonitos boioes depor-
cel tna ourada tambem cora banha, e novas
inscripcSes maosas e jocoserias, mui ade-
qu ido para presentes restaporemqe os apre- j
cni.loies coricorram, munidos de dinheiro, !
alegre e espaoosa loja d'agoia branca ra do
Queimado n. 8.
lliras s'iai'iiirr.s ilc penle e
fivella* para rintos.
\ agffla branca receben novas e ricas
.. nifoes de pentes domados, e com pe-
.li .-: assira como outras bordadas a froco e
com bolas pendentes, novidade essa que s
ha era dita loja, e que na verdade se
tornara mui alegres e bonitas; e bem assim
receben lindas livellas com podras, e ditas
(i'.ico com novos e engranados moldes, cintos
dourados e de marroquim: e muitos outros
objectos de gosto para senhoras serao encon-
trad"
branca ra do (Jueimado n. 8.
Ciraxa econmica.
A apuia hranr.i acaba do receber cssa acredila-
da graia econmica, cuja suierioridade csi po-
ralmonle reconhedda essa boa praxa se turna
reconimaadada, tanto porque o calcado lustrado
com ella deixa perfeitamente lustroso ao menos
'i' lias sem necessidade de novo unto, como
mesmo porque sua preparacao appropriada para
amaciar c conservar o couro ; ella vem cm caixi-
nhas e banizinhos, c acha-se a venda na ra do
tueimado n. 8, loja d'apuia branca, aos rezunudos
presos de 400, 500 o 640 rs.
Peonas de ac inglezas calygra-
phlra.s. a balio e unirs.
A apuia branca recebeu um 1m?11o sortimento de
superaras nanas de ac tngtaas, caiygraphicas,
.i bailo e outras diversas qualidades, cujos precos
variam em proporrao da bondade os pretenden-
V". que se diripire'm com dinheiro loja d'agoia
branca, ra do Queimado n. 8, nao licarao descon-
tent.-.-. Na ino-ina loja acna-se tambem um varia-
do -ortirm-nto de caetas, sobresahindo entre ellas
u mas de nova Invencao, que por si mesmo deitam
a pnna fraqtando assim se queira.
TERCOS
o
e coreas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que ainda
nao havia feito algum agrado a aqHelles que pru-
dente e acertadamente resando, cuinprcm dever de
bom christao. e quando reparcu essa sua falta,
mandou vir e acaba de receber delicados tercos e
cortes de cornajma com cruz de prata, os quaes:
deixa disposicao dos liis que estiverem dispostos i
a pastar 15500,25 e 35 para jio.ssuirera um bonito
teroo ou coroa, cornos quaes podein mesmo pedir a
IVu- pela prosperidade d'aguia branca, em seuale-
iv e espacoso Dinhe da ra do Queimado n. 8.
Vn os e bonitos
pentinfaos travessos dourados e com podras para
minina-: vendem-sc na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
Bnliiiziuhos com perfumarlas e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos baliuzinbos com 6
frasquinlios de cheiros por 15500 c vasios por 800
i -. sentido estes para meninas, e mesmo para
iotas, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
i.loliis maclas e Insirosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Movlssimos e bonitos eafeites
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de hons
enfeites para cabera, eis que a aguia hranca
recebe urna sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servindo isso pata sanar aquella falta,
e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Goimbra possam melhor real-
sar e moslrarem o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao d*um tecido bas-
tante fino com continhas d'aco, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 5)5, 6$ e 7$ dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja daguia hranca ra
do Queimado n. 8.
Babadinhos estrelos e bordados
Vendem-se na ra do Queimado n. 8. loja d'aguia
branca.
Capachos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado. (luja d'aguia
branca n. 8.
Linas le :hmii-v--
Vendem-se mui finas luvas de carrauca
branca e amarella; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
Delicadas < eson rinlias d'aco para
bordados e labyrinthos.
A pedido de algumas senhoras suas predicletas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
licadas tesourinhas d'aco puntas agudas, proprias
para bordados e lab\rithos, e nina vez chegadas
como de acto chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveitarem-se da occasio e Ijem empregarem
seus25 cmcajda urna dessas finissimas tesouri-
nhas, na certeza de que lerdera por chegar tarde ;
jiieni se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 8, onde tamliein lia outras curvas e direi-
tas para unhas. *
<-ic v\ih:
Kua do Queimado n. 23, loja de Anto-
nio Ferreira da Silva Waia
Veudem-se cambraias de cores a 200 rs. o co-
vado para acabar, e laazinhas finas a 500 rs. o
covada_______.^^^_______________________
JMacaa*
*
Vendem-se na na da Cadeia do Hecife n. 25.
caixas de 180 a 200 a 135. c meias caixas de93 a
100 a 75300, e tambem tem a retalho.
Vende-se manteiga ingleza fina a 000 o ROO
rs., franceza a 500. toucinho a 300 rs., arroz a 100
rs.. chouricas novas a 500 rs., queijos novos a
15800. velas de spermacele a 600 rs.. ditas de
carnauba a 400 rs., vinho da Figueira c Lisboa a
400 c 500 rs., azeite doce a 640, bolachinha de so-
da a 15300 : na ra das Cruzes n. 24. esquina da
travessa do Ouvidor.
lsplrlto de vinho.
Xa ra do (lotovello n. 1 vende-se espirito de
vinho de 38 graos a 240 rs. a garrafa, e em cana-
da a 15600.
Fligio
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio no dia 16 do corrente, as 7 horas da
; noile. de casa de sua senhora I). Joaquina Marques
i da Cimba, as barreiras do Cachang, a eserava
Rosara, idade 30 anuos, cor parda, alta, reforcada,
" bracos grossos. (daos grandes, falta de dous a* tres
i denles na frente, cabellos pretos carapinhos, levou
! um vestido novo de riscadinho, um chales, um
panno da Costa e um vestido de chita j desbota-
| do. e alguma roupa do uso da mesma. e um par de
! rosetas encarnadas : esta mulata foi eserava do
Sr. Antonio (oncalvcs da Silva, morador em Santo
Anio, e |>or elle"vendida ao Sr. Jos Carlon Manco
da Costa Reis, desta cidadA,* por este a abaixo as-
signada : pode-se, pois, is autoridades poUctaes e
capitaes de campo a sua apprehenso, ou noticias
em sua casa, as barreiras do Cachang, ou na ra
do Queimado n. 34. loja de Lavra & trineo.
I Joaquina Marques da Ctinha.
no dia 17 do corrente a eserava Dominga-.
cana, de idade de 25 anim*. bstanle magra, alint
baila, cor fula, tendo o|rolovello do boro dmi-
aleijado. tendo por ro a popar leve-a ra nova de Santa Hita, m i
de Paulo Jos Gomes de Medeiro- qn -r
com|M'nsado.
Ilesappareceu bonlem ,i noile, um moleta
cor parda, secco do rorpu. estatura mediaia. 4
nomo Athanasio. de 12 a 13 annos d> idadr. %
ha pouco delaixa-Vtid''. ^ruode FajeiMi. Inw
vestido camisa de chita eom listas de cir r tatr
de riscado de quadros : de presumir i
acouladoem alguma parte, pois nao t-mroeaVr,
ment algum da cidade ; ipiem ette*mt#r Mili
ver noticia, leve-o roa do Queiina
  • n. I. ^
    de Jos Antonio dos Sanios Coelhu. que ser i
    penndo.
    No dia 7 de ago-to n.rrenl
    (le nomo Lino, rrioulo.de idadi inmi V.
    aune. |m>uco mais ou menos, barbado, dudtti'l
    , e feio, pasa um imuco pelo <|uorto Jirtiai ^i
    anda, levou eMM de afoafa \\^<. |->t.-ih Un-
    ' rom iiunlio imitando o d.- jai|
    ; dan de lisia. eba|Ht> de pallia pc.-ta. t.-m oOv
    | serrador : quem o peiar ou liv.-r aoom *-ll
    i leve a ra da Praia de S.inta Mira Umi n. 1 ca-
    onde mora o Si lean Cwfaao di Abr.'M m
    i grattfiradn.
    5
    DOS PREMIOS DA
    l
    I'ARTE DA
    i
    LOTERA. CONCEDIDA P01\ LE PROVINCIAL N. 557 DE 4 DE MAIO DK \M:i. A BENEFICIO DA IGRKJA DE NOSSA SENHORA DAS \KVE> NOCeNVEfffl
    SAO FRANCISCO DE OLLNDA, EXTRAniDA EM 2 DE AGOSTO DE 1863.
    NS. l'REatS.
    ;
    i alegre e espacosa loja d'aguia
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    48 7
    49 10
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    54 55 21
    62 25
    67 27
    H8 28
    70 30
    71 31
    74 36
    76 39
    85 43
    88 49
    89 50
    92 56
    93 87
    96 59
    97 60
    302 61
    3 65
    / 69
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    19 79
    20 81
    22 86
    26 105 87
    29 55 90
    30 97
    31 98
    33 801
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    35 8
    37 _ 11
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    44 18
    46 23
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    86
    87
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    91
    92
    93
    94
    96
    97
    98
    900
    1
    4
    8
    9
    12
    13
    21
    33
    36
    38
    43
    46
    47
    57
    58
    105
    NS. PKEMS.
    105
    55
    105
    85
    959
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    70
    72
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    96
    98
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    33
    36
    37
    >r>
    53
    50
    88
    59
    60
    61
    66
    68
    71
    72
    77
    82
    86
    87
    90
    95
    U09
    14
    16
    20
    22
    23
    25
    26
    28
    33
    37
    44
    45
    46
    47
    50
    51
    5 o
    NS. PHEMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. N'S. PHEMS.
    405
    105
    55
    1153
    58
    66
    69
    70
    73
    81
    90
    94
    OS
    96
    98
    1200
    5
    10
    14
    24
    28
    09
    36
    39
    42
    18
    59
    54
    60
    63
    64
    66
    72
    73
    74
    75
    78
    79
    81
    83
    84
    89
    92
    95
    96
    1300
    1
    3
    10
    12
    14
    18
    19
    20
    23
    29
    205
    55
    405
    51
    1005
    51
    105
    55
    205
    55
    1334
    35
    36
    37
    40
    13
    54
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    66
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    74
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    89
    90
    92
    93
    1605
    7
    8
    9
    14
    16
    28
    32
    33
    34
    39
    41
    42
    44
    54
    66
    72
    71
    93
    1505
    8
    11
    14
    15
    19
    24
    26
    27
    28
    29
    33
    39
    55
    105
    35
    103
    55
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    55
    100
    50
    105
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    65
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    7
    9
    16
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    2003
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    II
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    0 escrivSo, Sevtriano Jse' de Moura.
    Pertt.Typ. de M. F. de Faria & F<7Ao.-!863.

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    ~arr
    itiarln le remmbiwo segunda felf 9 de Amonio de !.

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    GRANDE ARMAZEM
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    I
    EE
    DE
    0
    N. 36, Rl'A HAS f R17KS N. 36
    i
    bain-Q de santo Antonio.
    0 pt oprietario do muito acreditado armazem denominado Piogressista tendo
    sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
    deliberado vender os seus j bem eonhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
    abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
    escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
    encommenda, anda mesmo contendo objectos nao proprios deste cstabelecimento. 0
    mosmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
    devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda alten-
    cao com os seus portadores, fazendo-lhes ver que so no armazem Progressista da ra das
    i :ruaes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
    muitas vezes olvidam-se e vio outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
    estabelecimento.
    Manteigai ngleza de i.1 qualidade, a 800 rs.
    a libra.
    dem de 2.a qualidade, a 700 rs. a libra,
    dem franceza, chegada ltimamente, a Goo
    rs. a libra.
    Batatas em gigo de arroba a i,5oo rs.
    Oueijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
    * de 2* 2*500.
    GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
    TODOS
    I
    -
    o*
    -
    os
    YAPOBIKi g
    O
    OS
    3

    COMPLETO
    SORTIMENTO DE MOLHADOS.
    50
    Eduardo Marques de Oliveira C.
    se" recebem gneros de conla ^ vende-se em porco e a reta-
    propria e dos memores- esta
    belecimentos da Europa, ga-
    rante-se todo e qualquer ge-
    nero comprado neste
    ESTABELECIMEXTO.
    O
    Iho, aprompta-se com toda a
    presteza e exactiito qualquer
    encommenda dirigida a este
    ESTiBEtEtfflENTO.

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    3

    N'estes novos e grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o respertaul
    publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, e\p<
    fg> I todas as qualidades de gneros por menos preco que era quaesquer outro estar
    S tos d'esta ordena, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa un
    cios para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde ja encontrara
    B peitavel publico sempre os melhores gneros do nosso mercado, e por precos baann
    ^ mos como abaixo vario, a saber :
    ' Amendoas a 320 rs. a libra.
    dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
    mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
    a libra.
    dem londrino, mandados vir-dB encommen-
    darfspecial, a 900 rs. a libra.
    dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
    Caf do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 06001
    e 8*800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
    Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
    e 35200 a arroba.
    \\.las asmis novas neste genero a 240
    rs. a libra.
    Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
    libra.
    LeRumes francezes para sopa, como seja,
    Julienne, mlange d'quipage, Choux e
    nutras qualidades, a 400 e 500 o masso.
    Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
    em porco ter abatimento.
    r.arrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
    do Alto Douro a 2H00 com o garrafo ;
    afianca-se que nesse genero o melhor
    que win M mercado.
    Idea com 5 garrafas de vinho Figueira muito
    superior e mais propria para a nossa csta-
    cao por ser mais fresco a 2*400.
    l .ha hvsson o mais superior a 25600 a libra,
    alianra-se ser egual ao que regularmente
    vendemos a 3*200.
    dem huxim miudinho, o mais superior que
    vem ao nosso mercado a 25700 a libra.
    dem preto muito fino, a 2*000 a libra.
    Chocolate para Ooo. I,ooo e l,2oo rs. a li-
    bra. .
    darraloes com 5 garrafas de superior vinho
    de Lisboa a 26100 cada um.
    dem com 5 garrafas de s.nagre de Lisboa
    a L? 100 com o garrafo.
    dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
    -ii.z a 800 rs. cada um.
    Vinhos generosos v'yidos do Porto engarra-
    lados das seguinles marcas: Genuino,
    PWlO fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
    t'Ma. Velho secco, Chamico, Madeira su-
    perior e outros a 000 rs. a garrafa e 0*
    a duzia.
    Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
    Julien, Modo, e S. Estephe e outros a
    610 rs. a garrafa e 7*500 a caixa &m
    nina duzia.
    Chourieas e p'aios, o mais novo que se pode
    desejar, a 250 e 000 rs. a libra.
    dignao verdadeiro inglez Aos melhores fa-
    bricantes a 900 re. a garrafa e 10*500 a
    caa com urna duzia.
    Marrasquino de Zara em frascos grandes a
    noo rs. cada um.
    Licores francezes, muito finos, das seguinles
    marcas: Anizella de Bordeaux, l'laiserdes
    dames, Crme de Noyau, Kau anl/ic.
    Crema de Mcnthe, Ilude de Venus etc. etc.
    de superior qualidade a cada
    xinha.
    Mostarda preparada em potes muito nova a
    400 rs. cada um.
    MiIhu-alpista a 180 rs. a libra.
    Gomma para engommar muito fina e alva a
    80 rs. a libra e 2*300 a arroba.
    Sag muito novo a 240 rs. a libra.
    Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
    vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
    em caixa ter abatimento.
    dem massa de superior qualidade de 160,
    480, 200 220 e 240 rs. a libra.
    Graixa em latas limito nova a 120 rs. a lata
    e 1*300 a duzia.'
    Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
    cm vina, salmao e outras qualidades, pre-
    parado de escabexe segundo a arte de
    cozinha a i*4O0.
    Papel grve pautado e liso a 3*800 a resma.
    Genebra de Hollanda em botijas de conta a
    460 rs. cada urna.
    Os proprietarios do muito acreditado armazem Progresso fazem sciente ao respeita- ^J^Jsaa2J5 ^ibra!1'
    vel publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resoJvido resumir os Ditas em frasco por 2*800.
    precos dos seus acreditados gneros, como abaixo vero nao obstante os precos menciona- A^PJjJ da India lo rs" a libra c U0
    dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto sedeseja servir satisfatoria- Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra e 3*500
    mente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que sero tSo Andn0bfrancez goo r^. garrafa.
    bem servidos como se viessem pessoalmente, isto so no Progresso. I Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
    .,_...., .. ., Agurdente de canna de cabera a 240 e 320
    Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza. er a garrafa
    a 10o i-s. a libra. Azeitonas a 320 rs. a garrafa e l,3oo a an-
    Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo | coreta.
    rs. arroba. Batatas inglezas a 6o rs. a libra e 1,8oo a
    Sardiuhas de N'antes a 36o rs. a lata.
    Vinhos em pipa: Lisboa eFigueira das melho-
    res marcas a 3*200 e 4*000 a caada do
    melhor e 500 rs. a garrafa, em porco ter [ Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
    no ultimo vapor a 8oo rs. a libra.
    dem de 2.a qualidade a 76o rs. a libra.
    dem de 3,a dita a 6io rs. a libra.
    dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
    Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
    cado a 58o rs. a libra, e em barril ter aba-
    timento.
    Banha de porco refinada a 520 rs. a libra.
    Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
    18o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
    2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
    dem em barril o mais superior que tem vin-
    ao mercado a 6oo rs. a garrafa.
    Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
    I ,ooo a garrafa e a Io,ooo a caixa, o prete-
    nso indica a qualidade d'este precioso vi-
    nho, porm venhamao Progresso que a vis-
    ta faz f, a este genero constantemente man-
    damos vir de conta propria e por isso po-
    demos vender por menos que outro qual-
    quer annunciante.
    abatimento.
    Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
    para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
    5*000 a canaila.
    Vinho branco o mais superior que possivel
    neste genero a 560 rs. a garrafa e a 4*000
    a caada.
    Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
    e 1*400 a caada.
    Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
    a 640 rs. a garrafa, e em porco ter
    abatimento.
    Champagne das mais arrediladas marcas, a
    1*000 a garrafa, e 10*000 < gigo com
    urna duzia.
    Charutos dos mais acreditados fabricantes da
    Babia a 3*500 a caixa, tambem temos
    para 2*000, 2*500, 3*000 e 3*200 a
    caixa.
    arroba.
    Banha de porco a 55o rs. a libra.
    Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a Bolachinha de soda a 1*400 a lata.
    4,8oo rs. a caada. Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
    Vinagre de Lisboa a 2oo es. a garrafa e a I rica a 3*000.
    l,2oo rs. a caada. ; Cha hysson a 2*200 a libra.
    Garrafoes com 5 garrafas de vinagre de Lis- Dito dito fino a 2*600 a libra.
    boa a l.loo rs. Dito miudinho a 2*800 a libra.
    Champanhe das marcas mais acreditadas a Dito do Rio a 1*800 a libra.
    8 e a I o,ooo rs, o gigo, e a8oo rs. e a Dito preto a 1*900 a libra.
    I,ooo rs. a garrafa. Charutos de diversas qualidades a 1*200,
    Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e' _. '*"**e ^fJ^fmmn. ^smM.
    7,ooo rs. a duzia, e a 6oo rs. a garrafa, Champagne Ue J^'ff-
    tambem temos das mesmas marcas para E g?g a f,e ?j?La EL,
    e i,5rs. a duzia, e a 4 rs. a garrafa. *SS*ttTmX!StH
    dem branca Te cobrinha ao,5oo o 6,ooo rs, 9*200 a arroba.
    a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha Dito moido a 360 rs. a libra.
    para 4,ooo rs. a duzia. Doce de goiaba a 560 rs. o caixo.
    _ -. Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
    Graxa em latas grandes a 1,3oo rs. a duzia. '^.j
    e 12o rs. a lata. j Farnha (lo Maranhao a 160 rs. a libra.
    Vassoura do Porto arqueadas de ferro obra Dita flor de laranja a 1* o frasco.
    de muita duraco a 4oo rs. cada urna. Feijo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
    _ m. Figos a 32o rs. a libra.
    Pablos de dentes massos grandes a 2oo rs. Genebra f Hollanda em botijas a 5oo rs.
    ft 28o rs- Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
    Paltos do gaz a 20 rs. a caixinba e 2,3oo rs. Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 2*600
    a groa. a arroba.
    o i- i i i i,- ,.. Graixa em latas a 120, e 1*300 a duzia.
    Gelea de Alpercbe chegada no ultimo vapoi GenoDra em ;arrafocs de 14 garrafas por
    latas de 2 libras a 8oo rs. e pechmcha. j 4r?fi00.
    Genebra de Hollanda garraBes com 16 gar- Licor fino a 800 rs. a garrafa.
    Vellas de spermacete superiores a 600, 610,
    e 680 rs. <* masso.
    dem de carnauba e composico a 320, 360,
    e 100 rs. a libra e de 10* a II 500 a
    arroba.
    Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1 >000
    a ancoreta do Porto e 1*500 a de Lisboa
    Mussas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
    vide a 100 rs. a libra e 2*000 a caixa com
    8 libras liquido.
    Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
    carro c aletria a 100 e 180 rs. a libra.
    Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
    suisso das melhores qualidades a 900 rs.
    a libra.
    Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
    Cerveja das melhores marcas de 5*500 a
    6*000 a duzia e 540 rs. a garrafa
    Biscootos inglezes de diversas qualidades a
    11300 a lata.
    Bolachinha de soda, especial encommenda,
    muito nova em latas glandes a 2*000 cada
    urna.
    Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
    cada urna.
    Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
    360 rs. a lata.
    ditadas e especialmente escolhido por um
    de nossos socios, como sejam: Crabes, Du-
    que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Cha-
    misso c Filho, Madeira secco, e Feitoria a
    Ooo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com
    12 garrafas.
    Garrafoes com especial vinho do Porto con-
    tendo 5 garrafas a 2,5oo rs.
    fdem com 3 garrafas de superior vinho Fi-
    gueira a 2,4oo rs.
    dem com 5 garrafas de vinho Lisboa a
    2. loo rs.
    Vinho branco de Lisboa proprio para missa
    viudo j engarrafado de Lisboa a 61o rs.
    a garrafa. '
    dem em barril muito superior a 5oo rs. a
    garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
    Ameixas francezas em caixinl.as.de I '*, 2' MarraS(Iuin0 *> a 72 rs-
    e 3 libras elegantemente enfeitdas com ri- i,i,.or ji-ancoz de todas as quididades em
    cas estampas na caixa exterior a l,3oo\ gftomfa de vidro brancos a 72o e 8oors.
    1,6oo 2,ooo 2,5oo rs.
    Massa de tomates a 640 rs. a libra.
    Dita estrellinha para Apa a 560 rs ti
    Massa estrellinha para sopa a5oo n. a Um.
    Macarro, aletria e talharim a V8o rs. i >
    bra.
    Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
    Passas a loo rs. a libra.
    Palitos para dentes a 180 rs. o matan.
    Phosphoros do gaz a 2*500 a grosa.
    Paios novos a 640 rs. a libra.
    Queijos do reino do ultimo vapor a e
    2*500.
    Dito de prato a 720 rs. a libra.
    Cenejas de marcas superiores a IM, 540.
    600 e 610 rs. a garrafa, e 5*500. r
    6*500 a duzia.
    Dita em barril por 1*, e 210 rs. a garrafa.
    Cevada a 210 rs. a libea.
    Sardinha de Nantes a 360 c 400 rs. a b*>
    nha.
    Sag a 210 rs. a libra.
    Sab5o massa a 200, 210 e 280 rs. a libra.
    Sevadinha a 280 rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a lil>i;i.
    Tijolo para limpar facas a 100 r.
    Vellas de spermacete do gaz a l,2o i-
    libra.
    Ditas do gaz muito boas.
    Ditas dito em aas de 6 libras por t*OM>.
    Ditas de carnauba a 100 rs. a lihni.
    Ditas de compone*) a 360 e :mo rs. a Hre.
    Vinho do Porto, caada a 5*500. g.m
    720 rs.
    Dito Lisboa, caada a '* e a garrafa i M
    rs.
    Dito Figueira, caada a 3*810 e a garra!*
    180 rs.
    Dito dita superior, caada a 1> i a garran
    aSOOrs.
    Dito Estreito. caada a 3*200 e a gai i
    100 rs.
    Dito Bordeaux a 720 c 800 rs. a gnu
    Vinagre de Lisboa em gamnVa e g.'.i ra-
    fas por 15100.
    Dito em caada a 2*. e a 260 rs. a pt
    ralas pHHflMMto r^-'
    Idemcmfrasqueiras a6,3oors.e6,5oo rs. ea
    Dito em garrafas grandes de superior quali-
    dade a 1*500.
    Manteiga ingleza flor a 800,900 e 1* a libra.
    56o rs. o fosco affianca-se ser verdadeira. i Manteiga franceza a 6oo e 6io rs. a libra,
    dem de botija em barricas com quatro du- Dto> hollandeza a 72o 8oo rs. a libra,
    /asa 41o rs. cada botija.
    dem de laranja em frascos grandes verda-
    deira italiana a l.ooo rs. o frasco.
    Mostarda a 610 rs. o frasco.
    Vinho do Porto em garrafoes de :>
    por 2*500.
    Dito dito engarrafado a l# e 14800.
    Dito lagrimas do Douro a 14400 a p
    Vinho branco de Lisboa a 720 n. Ifam
    e 5* a caada.
    Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a i -''H
    a caada.
    Previnc-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de l>*>a qua:
    dade. e para desengao venham ver; assim como outros que deixara de ser annnnciail'-<
    dem em latas de, 1 "2 e 3 libras a l.loo e
    2,6oo rs, cada urna.
    Figos de comadre em bauzinhos de, folha
    muito proprios para mimo a 1,600.
    dem em caixinhas a I,loo rs.
    dem em caixinhas ermeticamente laeradas
    e muito bem enfeitdas a 1.800 rs.
    Vinho Bordeaux das melhores qualidades
    que tem vindo ao mercado a 72o e 800
    rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
    A/.eite doce refinado do fabricante Pelanol e
    outros a 800 rs. a garrafa.
    Conservas inglezas sortidas e de urna so qua-
    lidade a 800 rs. o frasco.
    &STOE
    RA DO QUEIMADO N. 46
    Pasaos muito novas e de carnada a 100 rs. a
    ' libra e 6*500 a caixa com urna arroba, ha
    cabs, amias e quartos.
    \mcixas francezas em frascos de 1 1|2 e 3 li-
    hraa de 1*100 a 2*800, tambem ha latas
    L h iKp-. Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
    "e m Tijolo de limpar lacas a *80 rs. cada um.
    Marmelada imperial, dos melhores conser-1 CeD0||as 0 ^[^ a 900 rs.
    veiroa de Lisboa, a 600rs. a libra, em Ia-
    las lacradas hermctfcamente.
    Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
    caldas desdas as qualidades em Cominhos dem idem a 610 rs. a libra.
    liuctas em
    latas muito bem enfeitdas, a aOO rs ca-
    .la urna.
    Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
    desejar, a 3*000 a barric a e 210 rs. a
    libra.
    Garrafoes vasios a 500 rs. cada um.
    Ditos com 5 garrafas de genebra a 2*400,
    garante-se ser verdadeira de Hollanda.
    Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
    Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa Canda a mais nova do nosso mercado a
    a 160 rs. a libra. 1*000 a libra.
    Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa Alfazema o que pode haver de melhor neste
    e QtJOOO a caixa com urna dnzia. artigo a 280 rs. a libra.
    Conservas inglezas dos melhores fabricantes phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
    Mixed Pkkles, ceblas simples, e outros a caixinha.
    a 760 rs. o frasco. I -
    Papel de embrulho muito superior a 1*120
    Farinha verdadeia de araruta a 500 rs. a | a resma.
    libra, garante-sea superior qualidade. iyinho fc rtgwint 0 que ha de melhor a
    l*alitos para dentes em caixinhas douradas 4000 a caada.
    Idnii a 2oo rs. a libra.
    Passas de carnadas as mais novas que ha no
    mercado a loo rs. a libra ea 6,no-w. a
    caixa.
    Salmo em latas ermeticamente lacradas a
    800 rs. f
    Lagostim em latas grandes a I,loo.
    Savel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
    preparados pela primeira arte de cozinha a
    a l,3oo rs.
    Queijos fiamengos chegados no ultimo va-
    por a 2,4oo rs.
    dem do vapor passado a 2,2oo 2,000 e
    1,80o, rs.
    dem prato do ultimo vapor a 61o rs. alibra.
    Doce da casca da goiaba caixes grandes a
    600 e9oo rs.
    Chourieas as mais novas que h no mercado
    a 48o rs. a libra.
    Chourieas mouras encommenda especial nos-
    sa a 5oo rs. a libra.
    Prezunto verdadeiro de lamego em calda
    de azeite 5oo rs. a libra
    Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
    mercado a 2,ooo rs. a barriquinha com
    I arroba, e a 24o rs. a libra.
    dem de soda de diversas qualidades a 1,400
    reis.
    dem em latas grandes, propinas para lunche,
    com 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
    Marmelada imperial do fabricante Abren e
    outros conserveiros de Lisboa a 600 rs. a
    libra.
    Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
    Sag muito novo a 24o rs. a libra.
    Sevadinha de Franca a I60 rs. a libra.
    s. a arroba.
    Macarro a 32o rs. a libra.
    I)E
    F.IXE*I? tS E ROUPAS FEITAS.
    Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 25*, 28*, 30* e 3.V>. ..-
    muito bem fritas a 25*, 28*, 30* e 35*, palutots acasacados de panno preto d I
    Gomma de engommar muito alva. a Sois. 5*, ditos de casemira de cor a 15*, 18* e 20*, paletots saceos de nmni
    a libra e 2,2oo w. a arroba. mira de 8* at 14*, ditos saceos de alpaca, merino e la de l* at 6y Hn de m
    merino de 7* at 10*, calcas pretas de casemira de 8* al 11*, ditas de Sj
    15*, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de nmpa m,
    ! como sejamcairas, paletots e colletes, sortimento de cohetes pretos de raetnn. .
    . ... o Q e velludo de 4* a 9*, ditos para casamento a 5* e 6*. paletots brancos de bramaidi
    3'2,>0 e 5*, calcas brancas muito finas a 5*, e um grande sortimento de fazendas ti
    as, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senh. 1.1.
    de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Juuvm para hmiiem
    nhora. Temos urna grande fabrica de all'aiate, onde recebemos eiicommeiMla> de gi
    obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semclhant ai 1
    pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualqoer
    promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.______________________
    Breo, a 320 a libra e 85 a arroba.
    Copos finos para agua a 6*000 a duzia.
    dem e talharim o mais novo que lia no mer-
    cado a 48o rs. a libra. \
    Aletria a 5oo rs. a libra.
    Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
    a arroba.
    dem do Maranhao a 12o rs. alibra, e a
    3,000 a arroba.
    Caf do Rio o mais superior que se pode de-
    sejar a 32o rs. a libra.
    dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8, loo
    e 8,7oo rs.
    Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
    e a lo.ooo rs. a arroba.
    POR MENOS DEZ POR CENTO
    NOS
    AR3IAZEXS
    co n sf rv at i ve i e-memo GR
    DE
    2,000 rs. a libra,
    rrutas era calda de todas as qualidades a IdemnaciODal a 1,600rs. alibra.
    000 rs.
    Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata.
    dem portuguezas a 61o rs. a lata.
    Massa de tomate a 64o rs. a libra.
    Amendoas confeitadas a 7oo rs. a libra,
    dem de casca mole a 28o rs. a libra,
    Avelans a 2oo rs. a libra.
    ^(DiDliim 3 U)8 3&99Q3
    RS. 21 B 23LARGOfDO TERC,0-NS. 21 E 23.
    Recebem por conta propria a maior parte dos gneros existentes nos seu> ai
    zens e por isso deliberou-se seu proprietario a vende-los por menos 10 ".. do que m
    outra qualquer parte, garantiddo a superior qualidade.
    I.elitm (oIoh.
    Manteiga ngleza especialmente escolhid a 72o e 800 rs. a libra,
    dem franceza de primeira qualidade a 56o rs. a libra, e em barril a 54o rs. a libra.
    Arroz pilado o melhor do mercado a loo rs. a libra o 3,ooo rs. a arroba on sacro.
    Caf do Rio e do Cear o melhor neste genero a 28o e 32o rs. a libra.
    Batatas novas a 5o rs. a libra, em arroba a I,loo rs. e emcaixas de quatro arroba.-
    4,5oo rs,
    Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. alibra e3,ooors. aborrica.
    Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2.3oo rs. a groza.
    Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,000 rs.
    Vinho do Porto em garrafa de superior qualidade a Ooo rs. a garrafa.
    dem em pipa Figueira e Lisboa a loo rs. a garrafa, e a 3,ooo a caada.
    Milho alpista o mais limpo que ha no mercado a 16o rs. a libra, e a arrrota a 5,ooo rs.
    Velas de spermacet, composico e Aracaty, a loo, 36o e 64o rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa novo e grosso de primeira qualidade a 32o rs. a libra, e 9,ooo rs. a
    arroba.
    Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como cha do memt>r.
    erial, flor das mattas, primores a 4,ooo, azeite doce, vinagre, cebollas, alhos, pimenta, cominhos, erva-doce, charutos de toda a
    ,5oo, 3,2oo, 3,000, e 2,8oo, 2,5oo, qualidades. chourieas, sabao verdadeiro de 16o a 24o rs. a libra, genebra de totm m
    2,oooe l,6oo rs. a caixa. qualidades, que tudo se vende barato e quem duvidar venha ver.
    dem de spermacete a 64o rs, a libra.
    Chocolate hespanhol e francez a 9oo e l,ooo
    rs. a libra.
    Estrellinha epevide muito nova a 4oo rs. a
    libra, e a 2,ooo rs. a caixinha com oito
    libras.
    Cha perola muito especial chegado neste ul-
    timo vapor de encommenda particular
    nossa a 2,8oo rs. a libra.
    dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
    libra.
    dem hysson a 2,56o rs. a libra.
    dem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra,
    dem preto homeopathico e muito superior a
    Batatas muito novas a80 rs. alibra.
    Charutos dos melhores fabricantes da Babia
    e de todas as marcas, como sejam: sus-
    piros, havaneiros, messecipes, regala im-



    LITTERATURA
    Fragmento.
    Candado, ai ja caneado quando a vida
    Boa flor nascente desabrocha ao mundo !
    Quando a esperanza, d'illusoes vestida,
    Sorri a todos u'iiii sornr juanillo.
    Soaues dr Passos.
    Alliprazer, aleyria,
    Aijnis nielaneoa.
    Aquis de dia. a dia
    Angustiado snffror !
    Alllia na vida galas,
    Banalidadesas (alias
    Euvoltas no p das salas,
    Aqui tristonho viver !
    Alli-no fervor da llanca.
    No nieio da contradanza
    .Nunca o espirito canea,
    Sempre ha sorrisos que dar
    Aqni reina abatimenlo,
    D'alma cruel soifrimeuto,
    Como o nauta sen alent
    Perdido no alto mar !
    Alliperfume de llenes.
    Encantos, sonhos. amores,
    E da festa os explendores
    Formam a vida un edn !
    Aquilamina seni brilho,
    Viajor que perde o trino,
    Da desgraca mais om lilho,
    Do mundo exposto ao desdem !
    Allnao ha desgranados,
    'Sto ventura irmanados.
    E seus dias sao passados
    Da riieidade ao claro ;
    Aquismente amargura
    E o negro vn da tristura,
    Sendo a vida aonte escura.
    Noute escura o coracao !
    Allinao chega o oancaco;
    Da fortuna no regaco,
    Bentem odores no espaco
    -llies o mundo un jardim :
    Aquium cea carregado,
    Sempre de luto najado,
    E um viajante caneado
    Da estrada ehegando ao lim !
    Recite, 23 de julho de 1863.
    .4. de Souza Pinto.
    Apolinario aprendeua distinccao d'abtia e espirito,
    o que contrario a santa Escriptura que cnsina.
    qne o homem composto de um a alma e deumeor-
    po (Epist. 153.)
    Em outro fugar o mesnio Theodorito falla do
    mencionado erro de Apolinario nos niesmos termos
    1 em que elle hoje professado em Montpellier. A-
    polinario, accrescenta o mesmo escriptor ecclesias-
    I tico, pretende que o homem ,' composto de tres
    substancias: corpo. nlmn vital e alma racional
    que se chama inlelligencia. (Dialog. 2. advera. Eu-
    I >>*)
    Anastario o bibliothceario, diz-nos, que Phocio
    cahira lambem no mesnio erro, ensillando que o
    homem composto de duas almas, pelo que foi ac-
    ensado, por ter ensinado mu erro mu pernicioso.
    pelo philoso|.ho Constantino pessoa de grande san-
    tidade. (Pref. ao 8o conc. ger.)
    Fica, pois, bem evidente, que a doutrina dosdous
    principios dyiwmicos no homem. um intellertivo e
    oulro nial, nao 6 nem mais. nem menos do que
    i un;a heresia que dala de dezesete seculos, bcresia
    j que tendo reapparecido em tocas diversas nunca
    I foi ensinada senao por herticos, c como tal sem-
    pre foi combatida, pelos sabios catholicos, e con-
    demnada pela egreja.
    Em vista do que acabamos de dizer. mister ser
    milito ignorante c cgo para poder apresentar no
    seculo XIX a mesnia eoutrina, como urna conquis-
    ta nova do genio progressivo da medicina, e como
    nina tbeoria innocente no ponto de vista do ensino
    catliolico. Supposto, porm, que semelliante igno-
    rancia geja bem digna de eompaixao, todava ella
    nao tem nada de estranhavel em una poca em
    que os homens que pretenden! saber tudo acham-
    PUro de Per.ambiieo ... Seganda Mr* t4 de Agosto de tftftS.
    ticas rendas de Franca, e um coral de perolas na
    garganta de cysne, e urna flor de diamaates na ca-
    beca. seduzia, fascinara, arrebatava !
    Horacio gostava das mulhores collocadas na alta
    esphera social. Rousseau diz aas Confisses :
    'Cest un teint minar conserve", de plus betlet
    mains, une parare plus gtacieuse, un air de deli-
    catesse e de propriet. sur Imite la personne. pas'mens auctorisados. Foi urna philosophia que prc-
    e et de s'exnri- lutoes llbcraes ul's,c secvAo i e, como bem disse
    ciencia e do pensamento. Nao era isso para admi-
    rar n'uma mancebo enthusiasta, em cujas veas
    corra sangne generoso e ardente. Apesar de no-
    bre, trabalhava pelas instituicoes livres. Crcr que
    o amor a ellas s existe as classes inferiores 6
    nm erro, nao s na nossa opmiao, como na de ho-
    parou a revolucao franeexa, e dispoz as revo
    Lamartine, urna philosophia s pude formar-se as
    classes elevadas pela cultura do espirito.
    Paulo vivia altribulado. Pois como nao seria as-
    sim ? Era pobre, e desligado do ser vico mais pobre
    cra. Para subsistir exercia o professoradomas
    d gout (liins la maniere de se mettrt
    mer,une robe plus fine, el micux faite,une chassure
    plus mijnone, des rubans. de la dentelle, de che-
    DetU mieit.r ajustes, toujuurs lamoins jolie ayunt plus de tout cela.
    E eu acho a ambos muita razao.
    Digam o que disserem. a elegancia e o luxo na' MPesquinha oceupacaoera esta nimia .poca de
    mulher sao atlraccoes pederosissimas. O rojar "ans,ccao. cm que grandes convulsoes polticas
    das sedas, os perfumes subtis, tem provada in- af* nossa sociedade na expectativa do urna
    fluencia sobre o coracao e os sentidos. Prero a -MluaCa0 uxa-
    mulher que nao faz nada; que sabe apreciar o Paul ,illha ambieoesambicoes de gloria c
    dolce far ment dos Italianos ; que oceupa o tem- condeza. A guerra, que entao eslava horrivelmen-
    po nos cuidados da toilette, deixando correr sola t accsa' era ura 8rande caminho para a realsaeo
    a imaginacao pelos campos de um ideal-marav- dellas masnem elle quera atraicoar a conscien-
    Ihoso, alimentando a enamorada phantasia com eia'ind coraba,CT no camP conservador, nem ser
    sonhos de amor, preiro-a.... ba dona de casa. in?rat a D' Luiz' n,ililaildu ws tileiras dos seus
    que, de manga arregazada, ajuda a criada a moi- i ,D,UU8S-
    rejar, e passa o seu melhor tempo aafaixando os Como nao seria, pois, tormentosa e attribulada a
    Hhos. 'k existencia do joven official, condenmado ao repou.
    gente
    Nao pense todava a gente sensata, q> prc- so, aoassassinio das soas esperanoas, por ventura
    tendo tirar ultima o seu valor, alus importan- jierda da sita futura carreira ?
    tissimo. Aim Martn coraria at esta, e codem- Faulo reso|veraj ^ ^ ^ os obs.
    nana speramente aquella. Sao op.rtoes I Os mo- facu, c dcvar.se aura da a consciencia.
    i^.^asSriancuT Era homem. era militar, tinha urna opmo poli.i-
    mientan enanca, des,,, anuos a rspede do Dara as hdes lome,^ Talv^ tenham hzo- ca(JoviaJI. susten(a.la 0 fal|(0 0 J g ^ m/mm m c;|(j(,ra ^ com a
    cabeca encostada mo. Meditava. i.uiza ama-
    va ai>uelle homem: e deixra-o sabir ?em urna cs-
    peranra. sem urna palavra de amor f E' i|ue ella
    diga-lhe algumas palavras boas, que ella ha de
    ouvi-la.
    E por quo n*io ha de cscrever-nos ?!redar-
    guiu Luiza tristemente.Por que nao ha de dri-
    gir-se a nos as horas angustiadas da vida ? Lem-
    bre-se que tem aqui duas mulheres, que lhe que-
    rem como suas irmiias. Conflc-llies os seus pesa-
    res, la de longe; ellas lhc mandarfio consolacoes.
    c orarao aui a Deus puja, su a felicidad,1. Parta,
    sea liMiira ln'o exige. se*seu futuro depende dis-
    so ; mas nao se esquiva de nos...
    Por piedade, deixe-me agrailecer-lhe de iue-
    llni- esse extremo de bondade com que me falla...
    Paulo ajoclhou diante de Luiza.
    Que faz ?!exclamou ella levantando-so o
    daiido-lhe as miios para o- levantar.I'm homem
    s ajoclha dianle de Deus... .
    u da mulher que ama redargid Paulo.
    Mas nao liante de urna inniiatrnou Luiza
    com toreada indifferenca.
    Tem rasao. I'erdoe-rne o que flz: foi um
    impulso de veneracao...e mais nada.
    Quando parte facudiu Mara.
    Amanlwaresponden Paulo.Esta nouf? vi-
    rel aqui despedir-me do Sr. D. Luiz, e das ininhas
    irm;ias...se me permittem este nome...
    E' o titulo que nos eabc-atalliou Luiza.
    E acceito-o contente. Itabo COOSM a dispr
    para a minha partida ; sio.
    Curvando-se danie de Luiza. munnurou :
    Adeus...minha irmaa.
    V. sabia
    grandes lma>, das organisap.Vs Ma, ,-,,. ^
    em si mesmas a superioridade. sem Ite ITr nrf
    ciso ir busca-la a aristocracia de sanjrne on rio *
    nheiro. Era esse o orgiilbo de Paulo, e por k.
    aquella carta o fez tanto soYer.
    Negava-se-lhe ali urna palavra dt-amor
    n c(,nilii"jf t ora mnnn ^i ^
    (Continuar-se-ha.)
    PULO.
    I
    >ilalisiiio jiil|ilo pela philosophia curista, ou
    rcfulaciiii da doutrina medica dr Montpellier,
    pelo P. J. Ventura de llanura. Traduzido rom
    urna utriMluerao e nulas pelo Dr. Jos Soriano
    de Souza.
    Corpus Mstrum viril per animam.
    (S. Thomaz.)
    APTULO XI.
    Refutase o sophima da tela
    dualista : Que a doutrina do du-
    plo dynamitmo timpUtmentt
    iiwdira.Deaionstra-se rom mili-
    tas niiras. ipie esta doutrina
    simplemente urna relha heresia
    noisiantrnienle coiidrinnada pela
    egreja.
    (Coutimacfio)
    Principiaran) em 1829 os acontecimentos desta
    liistoria.
    Feios dias eram esses, dias de luto o sangue, e
    queira Deus nao lhe seja isto de mauagouro; mas
    eu, como simples narrador, escrupuliso cm cair
    n'um anachronismo para salvar-me de eras cala-
    mitosas.
    Se, porm, o facho incendiario das contendas
    civiscorria pelos campos do nosso'velho Portugal,
    nao ao es|x-ctaculo doloroso da devastacao que
    ron dirigir os olhos seductores da leitora. Nao
    que os olhos das mulheres' criou-os Deus para a
    languidez do amor, para as lagrimas do scnt'men-
    lo, e nao para chorarem as miserias da bumanida-
    de. de que nos, sexo de ruins paixdes, somos os
    nicos culpados. Vou, pois, conduz-la, amabilis-
    sima leitora, ao interior de um bello palacio, si-
    tuado ...
    Podra. servindo-me de una impertinente des-
    cripcio, mear aqui a lopograprna do lugar, e os
    primores architectonicos do edificiomas nao que-
    que essa influe mellior nos costumes, j-hoje tito 5tre pop ga
    degenerados. Nao serei e quem venha aqui esfo-:
    Ihar-lhe as rosas todas mysticas da sua cora. Oufamo^lo contar a Luiza a sua resolucao.
    Maria pertence a este genero de mulheres. Se Nao sabe,Sra. D. Luiza ? Venho communicar- iria s mposslbilidadi
    casar, toda a viveza e espirito que aaformoseam lhe um segredo.
    hoje, voltario em favor dos trabamos domsticos. Um segredo, 0 Snhor r^uio sempre mvs-
    porem, se for. esposa; flcara a mesma ; terioso... Tevc algum mausonlio ? Vio alma pe-
    nada ?
    Zomba, D. Luiza ? Nao dev.
    Pois er que possa zombar f
    Luiza era sempre assim. Ora s*iria, ora sarca-
    mas em compenacao aquella existencia, nao dis-
    trahida por outras impresses, entregar-se-ha in-
    teiramente, exclusivamente, mais apreciavcl in-
    clinaeao da mulhera ternura, o amor, que na-
    quellas organisacoes nao morre, nao esfria, vive
    semjire, porque a imaginacao se preenche teda n(.a
    delle naquellas deliciosas phantasias, que i>ao o seu Vou. ^f de jj^ m 0 ^ viaha dk,
    primeiro alimento. ihe-tornou o mncelo.
    Nao admira, pois, que o leitor v encontrar um Luiza nao pude dentar de estremecer. Paulo
    rapaz que pense como-ou, c que enoontrando Ma- percebeu-a '
    ria e Luiza, amasse eslf com o amor vehemente Sair de Lisboa !exclamou da com a voz
    que aos Tinte annos votamos as mulheres fascinan- um pouco trmula.
    tes, sem nos importar se sabem ou nao governar a- verdade. la fra briga-se, oombate-s
    casa Tcnho um posto, tenho-um lugar de-lionra e estou
    Luiza. que eslava recostada n'umagrande ea- *|u< repousando emquanlo outros nis valorosos.
    ^ rtii io'ii.' 1,1'innu- i'\ ii.iirii'iiii
    deira de bracos, dirigu a palavra companheira :
    Paulo de Mendonea tarda hoje.
    Que inquietacao, Lizinha! Sabef. Dame
    vontade de rir ver como a minha flor morre de im-
    paciencia cm quanto Paulo nao vem, e qnando elle
    ro ; e a prova e que ja estamos amlws, eu e a Iei- choga... meu Deus tetramente ontra: sena,
    tura, n'uma sala regularmente mobiliada em rela-
    cao i poca.
    Eis aqni outro argumento mais directo. Ja sal>e-
    i. que proprio da furnia substancial tubftan-
    . especificar mdiciiuar a materia (1), assim
    como tanibeui sabemos que toda alma forma
    substancial, o por conseqnencia principio unico de
    s os movimentos, e da vida do corpo a que es-
    unida. Ora. o concilio de Vienna tendo decla-
    rado dogma de t a seguinte proposieao : i A alma
    intellectual furnia substancial do cor|w pelo
    i: ismo faci dechron dogma de f. que a alma in-
    Uva exercendo todas as juneces da intelli-
    gencia, tambem o nico principio dyumuco do
    i rpo, e de tudas as funecoes da vida animal.
    Dizer portante, que o homem tem duas almas.
    ;;; .1 ;ue execr.ia os actos da ordem intellectual, e
    outra que produz todos os phenomenos da ordem
    1 .-ic;i dizer que a alma intellectiva inteira-
    esiranha ao que se passa no corpo, ao mo-
    vi uto. villa e ao ser do corpo \ auimar que
    tila nao est unida substancialmete ao corpo;,'-
    D ir que a referida alma intellectiva seja a forma
    al da corpo, por consequencia professar
    ama dontrina formalmente contraria a mn dogma
    d Unido; finalmente sustentar em todo o rigor da
    palavra orna heresia. > portento, incorrer na ex-
    imnnhao que mencionado concilio de Vienna
    pronunciou, coutra quemousassediier, que a alma
    intellectiva nao furnia nica do corpo : v quii di-
    . it anmuim inteliectitam non e$u formam subs-
    . frtCTH corporis kumam, Anathematft.
    No livru intituladoDM Dogma Eccletiasttcos, at-
    , : ddoaS. Agostinbo, e tenias vena citado por
    .-i Thomaz, como um compendio de profissao de f
    d lodo sabio verdadeiramente ebristio, encontra-
    a seguinte passagem Tambemnao admiltimos
    que ii" homem um baja dual almas como sustente*
    vam Jacob < os Cyriacos seus sectarios auna ani-
    ti qne anima o eorpo, o outra espiritual que exe-
    i uta as funceoes da razao ; mas alirmamos que o
    homem s tem urna alma, e que esta vivificando o
    corno a que est intimamente unida, governa-.-e ao
    mesmo lempo pela luz da razao : Ne'/,' dtuat ani-
    iiemvu nihiuni.ie uno. snut Jacobus el alii
    i um ribunl MOM aiiimahin. qua uiuine-
    i r rorput ; rt alteram im'rttuakm qmi' ratkmem
    7 ituttrtt. Seddkimugunam eteaemette animam
    i mine, ipae et eorput toa Modlate vifieat,
    e' semetptam sua ratiotu disponit. (Lib. Eccles.
    Ii am. cap. 15, in princip ; lit. 3o, Opp. D. Agus-
    t ,;,
    Eis aqu, pois. a exposicSo amis precisa e exac-
    ta que pode-se faser da questao que nos oceupa,
    p.!a qual sev,quea doutrinado duodynamsmo, ou
    Ha alli duas mulheres mocas e bonitas. Chama-
    se nina Luiza, c est sentada ao p de um btete,
    merhendo n'alguns desenhos. A outra. de p no
    vao de urna janella, olha de quando em quando
    para a ra. Esta, hemos de trata-la por Maria.
    Luiza fillia i.niea de D. Luiz de** e por con-
    segunte, se o leilor adevinhou o nome que os tres
    asteriscos significam e que eu nao revelo por con-
    sideraeoes particulares, pertence a Sra. D. Luiza
    urna das mais nobres familias portuguezas. No
    brazao de pedra que sobrepe o portal dos seus pa-
    cos ha diversos emblemas estrangeirosas lizes
    trncelas.... o leopardo ini.-W..... os lebas de
    Castalia, e .. creio que mais nada. A cnlleccao
    botnica e zoolgica parava aqui.
    As alliancas matrimoniaes contrahidas entre os
    seus ascendentes e as mais distinctas familias dos
    tres paizes trouxeram ao seu escudo aquelles dis-
    tintivos da nohreza mais pura o elevada l de fura,
    que at so entroncava em arvorc real. E bem se
    ufanava D. Luiz de tudo isso, porque repeta Bre-
    quales vezes, que o seu vigsimo avd, era paren-
    te prximo do Sr. rei D. Alfonso III, por sua mu-
    lher. a condessa Mathilde.
    ou mais briosos mo usurpam...
    Pois qjier ir para a guerra ? !tornou Luir
    visivelmente inquieta.
    Para a guerra, sim. Tenho soflrido aqui
    muito.
    Depois, ctimo que excitado por irJimo enthusias-
    mo, continuo :
    tao seria, que ehegou a te? d do pobre rapaz
    Luiza surriu. Olhe, D. Luiza... osusurrar dos cabos e o bra-
    Teas muito d, Mara? mir das ondas, o tinir das armas e o troar do ca-
    Se tenho I Parecc-me un bello meco, tao de- nho, formam um concert infernal que aturda e
    Meado .. tao amavel! faz esqueccr. Quando as vergas se tocam.os navios
    Luiza desta vez riu mais, riu multo. se juntam, c borda a Larda principian! cutellos,cspa-
    Ests namorada do Sr. Paulo de Mendonea, das e punhaes o terrivel mister... e se sent o re-
    adevinhei? talhar das carnes, o triturar dos ossos.... a propria
    vida deslembra I Todas as commocoes ternas aca-
    - Principie a brincar. cuida que nao per-, limM. subst,Ue-a*-a sede do Herminio. O es"
    cebo-? i pinto morre, suecumbe debaixo. do peso da maie-
    - Tal vez cUc tambera te ame. jra Tuik). machina, en,a0. Morre-sede umgol-
    - A mim?..... Nao me faca fallar. Luizinha... 1^ ^ ^ ,he ^^ a d6r
    Luiza corou levemente; e o rubor sbito que lhe; E(pir abraear c,sa Uoptivd vida ?_eXCia.
    incendiou as faces, deu maior intensidade ao Lri- raoa Luiza
    lho dos seus grandes olhos. Mas com egual faci-
    lidadc rcadqui'iii a liubitnal palliilus.
    m criado aununciou no fundo *. i d-, a guerra offereco-os, a guerra no mar anda mais.
    Paulo de Mendonea. Ki a mo,.t(! no ar; a morte aos pS; a morte em re.
    Luiza voltou vagarosamente os Ihos i^ara o man- ^ ,ior_o furacaoe o raio,as ondas c o abysmo,a bala
    cebo que entrava. e 0 ferro. Tres vezes o aniquilamento \. tres vezes
    O leitor dispensa-me de lhe contar aqui os cum- a miagem da morte; tn* vezes a eternidade !
    primentOS que fizeram. Foram fros e indifleren-
    tes do que costume entre pessoas de aatigo co-
    Da melhor vontade. XS& lhe disse j.% D. Lui-
    za ? Preciso couiuiogiM.-s fortes, laiicc^ --. i
    Luiza, ao que parece, contava vinte annos. E
    um perfeito typo da nossa pura aristocracia, anda
    nao degenerada com as unios contrahidas no gre-
    mio da aristocracia monetaria. Paluda, delicada,
    com tima pelle finissima o transparente. Luiza
    possuia um rosto sympathico o sereno como o seu
    espirito, onde ainda nao passra obramr das tor-
    mentas, nem o vulcao das paix&es. Ha docura c
    melancola nos seus grandes olhos negros, franja-
    dos de largas pestaas ; ha ternura e simplcidade
    nos nicgos sorrisos da sua bocea rubra o peque-
    a : ha magostado, no sen andar firme c vagaro-
    so: pureza de sangue as veas azuladas, leve-
    mente visiveis ; superioridad,; de nascimento na
    mo delgada c comprida. no p alto e pequeo'
    naquelle todo, que respira distinccao, naquellcs
    indicios que nao pdein qasi exprimir-se, mas
    que sao indubtavelmente propriedade. das racas
    superiores, ou das organisaaSes privilegiadas. Cer-
    to ar certas maneiras. corlo nao sei que deslindo
    e desaffectado, formam essa superioridade, porque
    a ha effectivamente. erabora muitos pretendan ne-
    ga-la. E ha a nao s no reino humanopara se-
    guir o novo e judicioso systema de Mr. de Saint-
    Hilairemas al no reino animal !
    Pelo que respetta Maria, era urna rapariga in-
    teressante, esvelta, cheia de vivacidado, com o fogo
    a chammejar-lhe nos olhos. a alegra a pular-lhe
    em sorrisos, Ha nella vida o animaqSo, e nao a
    voluptuosa indolencia de Luiza, mulher criada en-
    tro custosos estofos, pisando tapetes, rodeiada de
    aias, habituada a sor obedecida, c educada as
    etiquetas da curte,
    do berco de Luiza. Filha de um mordomo da
    nbecimento.
    que Luiza conbecera que a sua formosura fi-
    zora impressSo na alma de Paulo ; mas nao que-
    ra de modo permttir-lhe que a amasse-, elle que-
    no era naquelle caso seuao um mestre de dese-
    Parece que deseja morrer !tornou Lurza
    uais inqueta.
    I'm triste e acerljosorriso eucrospouos labios-de
    i Paulo. Olhando firme para Luiza, proseguiu pau-
    sadamente : t '
    Sabe o que viver solado, sem affeicoes, sem
    nho. Para amar Luiza era preciso sertaonobre esperancas ? Sal^e o que ,' ter sonhado maito. e
    ou mais nobre do que ella ,''1' encontrado na vida real sempre a mao da fatal
    E todava Luiza senta urna nclmacao particular bdade a assassinar-lhe todas as illuses ? O estado
    para Paulo. Nao quera ella convencer-se disso de IW*> moral a que so fica reduzido conduzido
    porque o orgulbopodia mais que o amor no seu ao desespero, o desespero ao duvidar, oduvidarao
    coracao; mas a realdade existia visivel, nao s pa- scepticismo, o scepticismo mais dolorosa situaco
    ra ela. mas lambem para Mara. Nao quero dizer de espiritoa indiflerenea, com os seus gelos e os
    que sentisse urna dessas affeicoes profundas que, seus tormentos. E vivec-se assim, amarrado a um
    para servir-me de urna linda imagem de Cami'Jo equleo de agonas, sem adiar brilho as estrellas.
    CasteUo-Branco, desatara o homem das correntes
    da vida. Essa, experiraentava-a Paulo. Mas Lui-
    za sentase alegre e feliz ao p do mancebo.
    Paulo tinha vinte e um annos. Era um typo de
    homem, quo devia forzosamente agradar a Luiza.
    Extremamente delicado tratava-a seuipro com res-
    peitos. Intelligencia superior, e alma de poeta^
    fallava-llie com aquella elevacao e enthusiasmo que
    o talento imprime linguagem quando generosos
    sentimentos existem no coracao.
    Tinha olhos lindos o nosso hero, negros, ramo
    inspiracSo na lna. fragrancia as flores, creucasno
    coracao Nem a precc suavisa a dr. Invoca-sc
    Deus, e o inferno contina na alma. Depois a ora"
    cao esquece, porque j nao tem refrigerio para os
    labios sceos pela febre do soffrimento,..
    Que diz ? '. atalhou Luiza neia aterrori-
    sada.
    verdade continuou Paulo cora amargura.
    Outr'ora as oracoes que minha mi me ensilla-
    ra, e me fez repetir sobre o tmulo de meu pe,
    eram doces e suaves para a minha alma, como um
    perfume celeste. Hoje... nem dellas me record.
    sos e expressivos, e. melhor anda que isso,
    i u An t -or ___ Z.__ u Outr ora tinha fe e cria, boje sinto a duvida lacerar-
    aquelle olhar cheio de fascinacao quo poucosho-, .
    _________.. i me as entranhas. Olhe, Luiza, Rcmbrandt era poc
    mens possuem, e parece deseer ate ao coracao das
    *^ .. I. i ta e artista, e morreu avarento e usurario. A so-
    mulheres, meio poderoso de as attrahir e subjugar. ... ,___. .
    1 ciedade matou tudo o que havia de grande e gene-
    Os cabellos eram fartos e anellados, e um pe- roso naquella alma, arrancando-lhe as suas mais
    quono o macio bigode lhe sobrepunha os labios; j,ei|as ilusoes. Tamhem eu cri as affeicoes su-
    vermelhos, fazendo destacar a alvura dos dentes. bLmes que arrastam gostosamento aos sacrificios-
    infinita da sua ralao com
    Paulo. Sulfocava o sentimento dentro- da alma,
    que assim lho pedia urna cousa quo ella chamava
    a sua lioura, a sua dignidade, e que en clianiaro
    o seu excessvo orgulho.
    Que podia Paulo esperar to Luiza ? Separava-os
    enorme distancia. Naquelle- tem|>o tinht a hitar
    com a importancia exaggerada dos pergaminhos.
    Se vivesse nesta poca encontrara os Bagajes des-
    denhosos dos enthronisados as suas burras.
    Nao sei.o que peior.
    Eu tal vez mo quizera antes ooni oorguiliodos
    outros.
    Nos mares dos Acores, singrava em noute Je la
    cheia um fatigue d esquadra liberal.
    A aragem enfunava as velas e sacuda os abos,
    fazendo "inger os nioitoes. As ondas estiravan-
    se pelo costado do navio scintillando com os refl-
    xos da la, como se fossem de si phosforeecntes.
    Osinodera signal das dez horas. O viga sol-
    tara o grito de alerta. A noute-ia tao clan.* que
    se aleaneavarn os horisontcs. A inarnico tionnia
    em baixo na coberta. prompla todava a correr s
    vergas, aos machados e artilhira, se algum ir>u
    encontr lhe snrgisae ali em meio dos mares.
    A' r. sentado junio amurada, esteva o oflicial
    de quai to. Tinha a cabeca encostada mao, e o
    cotovelk) apoiado na borda. Era segundo tmente.
    e a leitora sjnppe j que so chamava Paulo de
    Mendonea.
    o mancebo in eom os olhe s titos na snptritofe
    das ondas, ou nai-estrellas que recamavam o cu.
    Entre ellas, no meio de todaS- as brilhanic-s ns-
    tellaiesque povoavam o azul do espaco. urna es-
    trelb. mais viva, mais radiosa, do mata- intenso
    explendor. attrafia o olhar de Paulo. Todas as
    noutes vinha elle v-la, e punba-se ali ao p da
    borda do navio, contemplando-a cm respekosa mu-
    dei l'ma estrella limitas vezes a amante do
    na ata ; v-a todas as noutes. apparece-llie no mes-
    mo lugar, com o mesmo brilho, irradindoos mes-
    mas reflexos. Se por nm catar.lysmo.qualqner es-
    sa estrella nanainareceas do seu lugar, falhando
    assim urna.nota na harmona dos mundos, na al-
    ma do marinhero que izera da estrella o seu mi-
    me, entraran! as trovas, O fanal desaparecer,
    e o fanal represenlava mentalmente, por effeilo da
    namorada phantasia. a imagem da mulher que Pi-
    cara en ierra chorando sobre um retrato, e con-
    templando tamben noute o Gu L, naquella
    estreUa, eneonlravani-se os oliares. Hecurso pio-
    dgioso de ideal ltmlo, aproveitando a permissio
    de Luiza. escrevera-lho pouco lempo depois de so
    ausentar de Lisboa, Conlava-lhe tudo o quo lhe
    acontecer depois que a deixara, e oxpunha-lhe
    com tormos dolorosos a situaco horrivol da alma
    em que se ach.tva. Dizia-lhe que soffria. quo lho
    ora a vida nsupportavel longe della. Se nao fura
    urna declai\vao positiva e clara, fura todava urna
    confisso sufficiente para que Luiza percebsssa que
    ^era amada profundamente.
    Nao se fez tardar a rcsposta. Ei a curta, mas
    dizia muita Poda telvez lisonjear outro bomen,
    que fosse menos amante do que Paolo, on que ti-
    vesse mais amosquinhado coracaopara elle, po-
    rm, que tinha urna alma grande o generosa, a
    respeito do Luiza s podia exaierhar-lhe os soffri-
    montos.
    A carta rasara assim :
    Sr. Paulo.Recebi a sua carta, o mostrei-a a
    Maria. Os seus soflrimentos fizeram-nos chorar.
    Mana ,' sua amiga devoras. Pens que acredita
    que o sou tambera. Resignaoao o quo podemos
    ambas aconsolhar-lhe.
    t Acceto o titulo de Irmaa que me d na sua
    caria. E' o que melhor qnadra entre nos. A ver-
    sua condieao era menos el-vada, quando pete i
    telhgencia e pola alma elle andar as alta
    onde sobem a virtudo e o uieaio, e abano d.,-
    iuaes rastejam todas as outras soperiorida*^ mun
    daas.
    Luiza nascra nobre, tinha um l^rn, maj, Ik-
    ii e de pvrgaminlios; a sua nobre/.,. |-,r..m *..
    ram-lh a os homens, a de Paulo. |ae .-lava aa m-
    I-'lligenca. fura prsenle de fVti- !'.-oH7
    aventureiro faz-so um Cesar nws nao s> fas n
    Sehiller ou um Vctor Hugo. Com um esrorit
    urna espada forniaram alguns hem.iu mf.narrh..
    mas o que nenlinm cons gn t r -
    tres versos de Hoii*to.
    Paulo trazia sempre rumsigo a carta de Loira e9
    lia- frequentes veses. Agora, que eslava ata si-
    nti sobre a tolda, ninlitando e recordando*, veki
    lhe idea ler anda ontra v,i aquella- hr-tn- p
    una mao adorada liaran.
    A la ia clara no c'u, alumiandoi orno na gran
    de pharoi Paulo tirn a carta do l-,ia> c p^r-sr a
    l-la.
    No enlanto surgiu da efTMnte da r a fqrara-aV
    iiiii homem corpulento. ouiMk ado n'um braja ea
    eia Den a- andar at ao pY- de Paulo e tom>
    lho no hombro. (J mancebo -.oltou-se cosa s*Wv
    salto.
    Que foi tan Paulo ? Tiveste a*-
    mim f
    O' Frederico. nao te esperm to cedo
    A ampiilheta csti a tindai. Acias o quart
    pequeo '
    A noute va? tao linda, que per vonta !
    aqui na tolda. A aragen inorm. mar vae *
    leite. o cu est Pinpo. os horisonfr* dar
    urna noute linda. Frederico '
    Ante- a-im K melhordoque virparaaqm
    aflsrar um agnaeeiro a p,; firme. Aetu- muito pra-
    zer em contar as estrella-;, nao > iv*> Poi> orna
    un n amigo, eu dou-mc pouco a o--e trat>albo. T-
    libe- mdo que me >. volt a a<> jiuzo Tn. i|a^ *-
    poeta, podes goater muito do olhar para a loa eti
    que e nao son, eonfcsso que sffcni star l-
    baixo no beliehe s esenrasw
    Dormindo, nao assim ?...
    Pois quo outra ronsa hei de eu fcrfazer *
    O pagem veiu pedir para tocar a lK>ra Arabav
    o quaro de Paulo.
    Principio eu o Mrvii-o. disse Fnrirtt.
    E en acompanh, -le um baten
    Frederico era f lente do krignr amar par
    licular de Paulo. No genio i na ligur formava a
    anthitese perfeha do nomo tatito Tana> annnn
    idealista, quanto o ontra pasattvtate. W^ordta*'
    assim,eram todava intimo- amigo. \v, mr-
    encontrar dcstas Igac,V. Tenl -to aa* -
    amor, o qne um pouco prior
    Que e.-tava> lu hfido qu.....I<>
    perguatoa Prednieo.
    O que havia de s r '...
    A .-arta de Luiza. tasn? Logo vi. Abo**
    que a aohaste mais d,',p. hd.i miz a toa
    batendo a vaga no rmtadn
    Nao zomN>s. Fred-rie. Muero matto a
    carta. Ten.-me feito solTrer mas Hm-m*>
    gozar.
    Nocomprehenik I i V
    plica.--...
    Teny-me feito Boftar, pf>rque turrataim
    bem para rappores o ajas hvtai da nrstar-r- -
    desprozail>porque ella nv- nao julgava m\m *
    seu amor TMHBM l--it->L"7.ar. p-.rqa* st. pafi|B>'
    vejo, porque adevinho que" sou amado. D-.'esta
    carta, dlz-m'u o tOMfau
    Olha nao te eiigne o roraci Paulo. F
    creio qr.e elle tem esse nun co-tum
    Da onjianar ?
    Do engaar, sin., de mentir. d illudir: jk*-
    O maldito di verte->e nessas brincad- ra- mn > ;
    quer rapai undiataiadl tetanoi
    Cono tu es feliz. Iredenco '
    Feliz ? E quem te dteM sjne -u han
    Pois com e.-.-.\ trampiillidad- com essetaoni
    humor constante...
    Mais feliz do (f\i>- tu afli.ine .-lo qu- BM 1-
    anda que ajnteasM dar-me a jmarar. e a att a
    bellas que vivo desgranado, o moarrr> n-uhia-a-
    Com .icreditariam ella- que mn kanan ram
    roturididade solfria penas nenmvcw da
    Creio que san estaaoaleraaa, ritesia !aatetni-
    ietk-ricoa..
    Houvesse entre Paulo e Luiza a primeira com-
    municaco intima, e a affecao concentrada no co-
    racao da donzclla expandir-se-ha, e a paixao subs-
    m o eleva- titiria. porventura a forcada indifferenca.
    Paulo nao ousava, porm, declarar-se. Ama-
    casa, fura chamada aos dez annos para fazer com
    panhia herdeira de D.Luizde **
    Quem nega, porm, a formosura de Mara ?
    .! va-a com a extrema dedicacao de um coracao af-
    mentiu-me o coracao, bem v. Ncsse tempo de
    doces engaos a cu por noutos de esto contemplar
    a la e fallar as estrellas. Entao mirava as flres
    com intimo regosijo. aspirava as brisas, e levanta-
    va para Deus um hymno silencioso de amor e res-
    peito. E hoje ?... quero ainda a solidao, mas a sol-
    Mas eu preferira a seria Luiza, com a sua nobre
    elegancia, recoslando-se voluptuosamente n'uma
    cadeira de bracos, estendendo a mo de rainha
    adornada de preciosos brilhantes. V-la com um
    rico vestido de velludo preto, enfeitado com magni-
    das duas alma no homem, qne ousam apresentar ,
    . ', i ambem be a, e os enfei es vao- he a seduzr
    como una descoberte moderna, o evidentemente ,,__ .,.__,_ __.....__u.
    uina doutrina profsatela por amigos sectarios oa
    la -omtes, e estigmatisada nos termos os masfor-
    i es, ha mil annos pelo menos, como una heresia
    i :n earacterisada, o repellida por tfidos os catho-
    licos sabios. Nao ha nada mais claro.
    Nem este o unieo testemunho da tradieao ca-
    tholica quo se pudo citar contra a doutrina das aVM
    aliaUS.
    Tertuliano cm seu tratado De Anima combate a
    . .... ... j 11 u__ a^ eoniiietente me demonstrasse. que qualqnor propo-
    i et-. -.da doutrina, como urna das blasphcm.as dos s(J |]o ,,,-,,,-,,,, m0(,}no ^ n '
    niameheos e dos gnsticos.
    Theodorito aprc-enta-nos a mesma doutrina como
    urna das heresias dos Apoimaristas, porquanto, diz
    o citado Theodorito, foi dos philosophos pagaos que
    (i) I'm vulto importante do hippocratsmo mo-
    derno, ou do vitalismo hippocratico, o professor
    Cayol, cujos sentimentos catholicos muito o honrara,
    dizia com sincera convoeao : Se una autoridade
    posico com o dogma catholico, en a supprimiria
    scm'hesitacocomo falsae errnea, ainda que a sua
    snppresso causasse a ruina de toda a dontrina.
    (Faget, Science medcale p. VU.) Ora, ohippocri-
    tismo moderno do professor Cayol o vitalismo,
    isto a doutrina do duodynamismo, ou "]dos
    (1) O que seja forma no sentido metaphysico j! dous principios no homem, e sendo demonstrado,
    o dissemos era urna das[notas precedentes; achando- como acaba de fazer o P. Ventura, que o funda-
    nos, porm, na impossibihdade, de em urna nota ment do vitalismo urna heresia formal, rauitas
    dar explicacao conveniente das tres funceoes pro- vezes rondeinnada pela Mestra infattirel dos ca-
    prias da forma, las quaes falla o autor no texto,' tholicos. de crr, pois, que os qne pensara com
    remettemos o leitor curioso de saber como a fr-! o citado professor abandonem a referida doutrina,
    ma obstancia especifica c individua a materia, ao' abracando o animismo ou vitalismo anmico, dou-
    63 do L. 2* da Philosophia do P. Ventura. trina tradiccional c sanecionada pelaegroja.
    s. s. s. s.
    feetuoso. Era a imagem de Luiza que vira ccr- d5o d.(im miart0 fechado onde n5o ha cu nem
    cada de mgicos explendores nos seus primeiros flores, nem la ; onde em vez da suave e potica
    sonhos de poeta. A sublime viso tinha a mesma solidao da natureza, ha o isolamento sombro das
    doce pallidez, o mesmo lnguido olhar, a mesma masmorras; onde em vez das aspiraooes ethoreas
    luz superior que pareca brilhar no rosto de Luiza. do solitario, ha o desespero dos oncarcerados....
    O que esta nao tinha era o sorrise namorado, que o' Mas que tenho eu estado a dizer-lhe, Sra. D. Lui-
    enlouquecera, devorando-o do andas nos poticos za ? Perdoe estes desafogos a um pobre louco,
    dias da adolescencia. que nem pode s vezes conter o coracao, can gado
    Paulo pertencia marinha real, mas nesta poca de lutar tanto tempo com elle. Esqueoa tudo que
    eslava desligado do servico, e proteccao de D. lhe disse. Vira importuna-la com as minhas lamen-
    qu
    -1- peco venia ao raen naipe
    Paulo de Mi-cdonradesaiM a rir.
    se pode conler e rio lamben .
    Ora vou < tallar -m i di-
    ta ido-se aatan um roateio i
    riis bem deixarhlo Luiza.
    Heixanuo-a I na te pe. ebo. Frederico.
    Diseste-me que re-,>on,leria- a cartaqae aak,
    te escreveu. e eu onteni'ia ,| ie i Bv -.- Tan
    dar nem urna laura.
    Ja naawnlL man naj*.
    Sem no diaeres, hete 11
    la ia cheia de lamen!.-..-.. \ i -
    traste.
    vo. Nem urna palavra d
    lhe nimba irma. mmha antea MNsnndn,
    L--o < u mesmo. Miaste im a. n, nh,
    ga... e o s\ tena ;., d.' v... -
    una mulher me ,-haiiia--. inn
    crer que a eousidi-rava minlta anwi'i.
    Tu. que lUioCOmprtbeiide- r un
    amigo de nina mulhei ana he M
    (>>mo tu. < o qne ueros dizei
    Cono en. nao., e o n. deixa-me diaer...
    Pois sata asi *
    Prederica tirn a rartaintae
    baco.
    - A f.hcidaiV e i-lodi-- -icOrtdo r.
    cimbo.Cora rao livre. boa mude e nata Max
    maca.... Salla o niorrounten elk para a pi-j
    Invejo o leu MCCgO de opirilo^tiae Pai.
    E deves urvetev reaaedee nal em uaa-
    maOS. Dexa la .--.i Lu/ e vh cnv.
    Nao poseo, Frederico. Sa amanan
    manar, havia de continuai a ama-la. ou
    ria outra. Siato que o uaeu curarur
    paranio existir sen aaaor. E*m> e aia> ajnm
    nao esteria |*>i isso mais tranquillo. \
    de tmbela um sotTiimento. A alma
    o inferno da vida. Antes o amor com es srn-
    tormentos e a sata tanan teni m nutaia.
    de e a sua psnte. Cada um ten sea amata *
    ver as cousa> Tu ,-- feliz cm
    eu morreria de tii?ieza se nao i:\ e .mu i
    a quem amar. Preriao iapdi m p ata
    Iher os enthusiasmos do cora.
    dadeira amisade que nos liga da-nos dreito a quo ^AspRu^coneia. rtaaaaa^
    nos tratemos assim. Nem ontro tratamento podia
    ou devia existir entre mim e si. Menos sincero,
    nao cabia aos nossos caracteres; mais intimo ora
    impossvel que entre ambos existsse. Tem bas-
    tante jniao prudencial para ver que tenho rasao no
    que digo, nao assim?
    Soffre muitofaca diligencia para conformar-
    se. A ausencia de Lisboa, e a vida avenlurosa do
    mar, bao de concorrer para lhe asseronar o ani-
    ' verdade 4
    Tu ris. Frederico um- olha m
    verdade. Cada un v a> rou.-a
    do. Ali vae a la no cu. com tk> o ><
    dor. O que repre-entu ella para ti E u
    que brilha de luz emprestada e desrrevr i
    co o seu movimento de translarao em redar da na
    rbita. O que sao aquellos pon. himino..o) tku-
    que em noutes escuras divi-ann- na abobada aV-
    ei'us Outros -'..-> que alhimiam OOtns *\r<>ma-
    plauelarios. Bn que o anota, .mi a m mar-
    mfnalm v-
    mo. Tenho f quo o hei de ver ainda em Lisboa Wte e pnaUcn anwnana, atanaa
    alegro e satisfeto. Se assim ac
    feliz em ter concorrido para isso.
    alegre e satisfeto. Se assim acontecer sera! bem Ul l,lam'fav. ou,lu> "*" eom -
    feliz em tor onnoorridn n,r, i,c U" ,l,s peridicos, regula.-
    Luiz devia talvez nao ser olhado como suspeito pe-
    lo governo de ento.
    taces..-.
    Importunar, naoatalhou Luiza.Bem sa be
    Effectivamente Paulo segua principios oppostos,a rc>5o que nesta casa lhe tem. Meu pae quer-
    aos de D. Luiz. Este, voltio aristcrata, quena lltc Maria quer-lhc tamliem; eu sou egualmente
    a realeza cm toda a integrdade, pura como nos sua _amga. Tomos, pois, quasi o dreito de lhe
    principios da monarchia. Nao se lhes leve isso a.exiS'r *lue seJa frailC0 eomnosco. E no soio da
    mal-nem outra cousa podia esperar-se de um re- am,sadp< Pcnso eu, que melhor se podeni chorar
    presentante das velhas aristocracias europeas, do,os desgostos da vida. Nao despresc as consolacoes
    homem cm cujas veas circulara o sangue dos gran- (
    Mana manda-lhemutas saudadese um abraco
    De-mim acceite os protestos de amizade, que'j
    por vezes lhe tenho repetido. Nmhura outro ge-
    nero de affeic.!opossoofrerecer-lhe.Se sent, pois
    por esta infeliz mulhor algum sentimento que nao
    seja o affecto fraternal, aconselho-lhe, peeo-lhe que
    faca por extmgui-lo. Era urna loucura 'alimnta-
    lo Fana a sua desgraca, e dar-me-hia muitos
    sollnmentos. Nem meu pae, nem a minha posico
    no mundo me permittem ser senao sua amina '
    Luiza. B
    Paulo quando receben esta carta sentiu desne-
    dagar-se-lhe o corado. Sempre o orgulho. sem-
    pre a razao fra o impassivel respondendo aos ar-
    demos cnlhusiasmos do seu amor. Adevinhava
    elle que na alma de Luiza havia alguina affoco.
    quanto elle acceitana contente se ella Iba otfere-
    cosse mas as expanses desse affecto esmaca-
    h3??T1 lpi:ejs d ^-to. Paulo
    des de Hespanha, dos lords britannicos e dos senho-
    res feudaes da Franca mrovingana.
    Mas Paulo, sendo alias de familia distincta, pre-
    Obrgado minha senhora. Mal sabe o bem
    que me fez. Eu precisava ouvir assim algumas
    palavras boas da sua bocca...da bocea de alguem.
    sava a liberdade. Fra tamhem um dos seus so- Quando estivor longe d'aqui hei de lembrar-me
    nhos de ouro. Imaginacao livre de poeta, ambi- das suas consoladoras expressoes, e hei de sentir
    cionava a transformacao poltica que quebrasse to-' nao poder te-las. Vou partir, mas deixo-lhe a mi-
    das as restrieces obrigadas no dominio da cons-' nha alma aqu. Quando estiver s falle com ella,
    ganiinlios do berco, mas que o estimulo de um
    coracao onde ha sentimentos elevados, mas quea
    revefacao de um carcter brioso. Orgulho esse
    que nao anda a par das altas collocaces socaes.
    mas que arpmpanha o homem em todas as posices
    que o ennobrece nos dias de prosperidade, como
    nos das de desgraca.
    Orgulho sublime, que repilo, a paixao das
    eajnaaadosE am-a
    iniiu parece-me tudo outra cousa.
    A scieneia manda-me que eu ronsiVre emt*
    cousas como tue a minha alnu in.-lua-se pera
    ignorancia singla dos que se mi dobram atare
    as espheras. ou applicama vi-ia.ilr.,v.-z Jos j^i,.,
    copios. Tu. o bomem |>staivo. marrha> arme a>>
    caminho da scieneiaeu. o homem do ideal as*
    para a poesa, ajar v na lu., a mnanauri J
    urna noute de amor, as estrellas as ''Memamte-
    ,1o rail promessas. no era a abobada ,lt nm kn> d-
    nupcias. V tu como diversos somos.
    Frederico nao respomk'u : roeliaoo-xe para tas -
    e poz-se a olhar as espiraos dV fumo que mesti
    biain da bocea at alfrouxan.l.. -e na altura, mm-
    parecerem no ar.
    Nao rae rusta esta vidaroniinuou raah
    Vini para o mar. |iorque a minha imaeteare awa-
    1 uro-a surriam os perigos da vnla miimme >:
    quero ao mar, e hei de querer-lhe sempv*. Ta-
    lem muito para mim estas noutes do imam, se-
    ntaos e claras. Costo lambem do temporal e a,
    se me dobra o animo diante do combate. As srr
    as do mar tem todas grandeza, toda* poeste marr
    naveguemos pelo occidente, qu.r la no rtame>
    transatlnticos. E bella a tempestad- na- euste
    da Europao magnifica tuna nonio dieonn *.
    cu dos trpicos. Quero muito ao mar. eman-aVr
    com todo o poder da minha alma. J ni matea aV
    s. Embarras porque a la vida ; anata ne aaar
    porque cumpres um dever.
    _______^_______(Contumar-te^mj
    PEKN'AMBICO.- TYP. DE al F F A rTU7
    *


    -?


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