Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10169


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Full Text

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\


m
AMO XXXKHDMEBO 189.
Por tres mes adiantados 5J000
Per tres mezes vencidos G$O00
99*
QUINTA FEIBA 20 DE AGOSTO DE 1863.
Por aune admntao ..... i9$00O
Porte* franco para o snlseriplor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE f
a'
..caif.
Paran.yba, o Sr.. Antonio Ai
Nata!, o Sr. Antonio Man
ir. A. de lanos Braga; CftmT; w ar. J. Jos do
Oliveira; Marfcihao, o Sr. Joaquim Marque Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinlieiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronyme da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SIT
Alagas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins ft Gasparino.__________________
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos os dias,.
I$uaras8u\ Goyanna alinda
iMMn 1nr!^W*Ti-; Bezorros. Bonito, Caruaru\
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pi d'AIho, NazaretlL-Limoeiro, Brejo, Pesqucira,
Ingazcira, Flores,Vflla Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Bxu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
liha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parten) ao '/z da.
EPHEMERJDES DO MEZ DE JULHO.
G Quarto mttfc s i tu, 40 m. e 14 s. da m.
14 bq nova as 10 h., 37 m. e 44 s. da m.
22 Quarto cresc. as 2 h., 54 m. e 32 s. da m.
28 La eheia as 5 h., 19 m. e 56 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira ao 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para (^ul at Alagas a 5-e 25; para o norte at
a Granj^&Jj; 22 de cada mez; para Fernando nos
dias HdosTiezesdejan. marr., mato, iul, sel.enov.
PARTIDA DOS OMNIBUST
Para o-Recife : do Apipucos as 6 /* 7, 7 /* 8 e
8 Vi dam.; de Olinda s 8 da m.e 6 da tarde; de
Jaboato s 6V2.dam.; do Caxange Varzeas 7
da m.1 de Bemfica s 8 da ni.
Do Recite : para o Apipucos s 3 '/2,4, 4 >/4,4 >/
i>, 5 'A, 6 Vi c 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/ida tarde; para. Jaboato s 4 da tar-
de ; para Cacliang e Varzea s 4 >/i da tarde; para
Bemlicas4datarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quinta.
Relacao: tercas e sabbado* as horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 hora*.
Dko de orphaos: tercas o sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbads a 1 hora
da tare.
DIAS DA SEMANA.
17. Segunda. S* Maroedee Eotichiano moi
" X Terca. S. Jacinto; Ss. Lauro e Floro nvr
19. Quarla.- S.-Luiz f.b.; S. Teda ni.
20. Quinta. S. Bernardo ab. dottt.; S. Samoet.
21. Sexta. Ss. Ceridio, Camarinoe Paterno moi
22. Sabbado. Ss. Fabriciano e Antliuza mm
23. Domingo. O Ssgrado Corarlo de Mara
AS9IGNA-SE
no Recife. em a livmria da orara da Indvpende* 1.
'ns. 6 e 8. dos proprietarios Manoel JPigueiro de
FarraA-Fillio.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
6*secpo.Rio de Janeiro.Ministerio
dos negocios do imperio, em 21 de jolho de
18 3.
Declara, que nao ha incompatibilidade en-
tre os cargos de vigario capitular, cone-
go e lente do collegio de Pedro II, e que
o vigario capitular tem direito gratifi-
cao marcada na lei para vigario.
Illm. e Exm. Sr.Tenho presente o aviso
de 15 deste mez, no qual V. Exc expondo
a duvida em que o thesouro est sobre se
ha incompatibilidade ntreos cargos que ex-
erce o sacerdote Flix Mara de Freitas e
Albuquerque de virario capitular, conego e
lente do collegio de Pedro II, requisita des-
te ministerio a solugao da mesma duvida.
Em resposta, cabe-rae declarar V. Exc.
que aquelle sacerdote, antes de ser eleito
vigario capitular, jexercia asfunccoes.de
conego, e lente do collegio de Pedro II,
nao se dando entre ellas incompatibilidade,
por poderem ser satisfactoriamente desem-
penhadas em horas differentes, como a pra-
tica o tem demonstrado.
Entre as funcces de conego e as de vi-
gario capitular tambem nao se d incom-
patibilidade. A eleicao de vigario capitular
pode, segundo o direito, recahir validamen-
te era um membro do cabido; e a aceita-
rlo daquelle cargo nao importa a renuncia
do de conego.
As funcces do vigario capitular, como tal,
podem ser exercidas sem prejuizo de quaes-
quer outras que elle tenha tambem de des-
empenhar, visto que para o exercicio da-
quellas nao ha tempo flxado e obriga-
torio.
A incompatibilidade s se daria se o vi-
gario capitular exercesse outro cargo de
ordena tal que lhe absorvesse completa-
mente o tempo, caso em que nao se acha o
de lente do collegio de Pedro II.
E electivamente o vigario capitular d-
vidindo convenientemente o tempo, nao tem
faltado ao desempenho de suas funcces de
lente. ... .
Por esta occasio solicito a attencao de
V. Exc. para a declaraco feita no aviso a
que respondo, de que ao vigario capitular,
como tal, nada se abona pelos cofres pbli-
cos, pois que elle tem direito gratlcacao
marcada na lei para o vigario geral da dio-
cese do Rio de Janeiro, pelas razes
tan tes _
setembro de 851, cuja doulnna e conlir-
mada pelo aviso deste ministerio dirigido
ao presidente de Goyaz em 15 do mez pas-
sado. Deus guarde V. Ew.Mrquez de
Olinda.Sr. ministro e secretario de esta-
do dos negocios da fazenda.
MINISTERIO OS NEGOCIOS
ISTRWfl '.IROS.
Seccao central. Ministerio dos negocios
estrangeiros. Rio de Janeiro, em 22 de
julho de 1863.- Illm. e Eun. Sr.Da
correspondencia official que acompanhou
por copia o officio de V. Exc. n. 21 de 11
do corrcnte, cujo recebimenlo accuso, cons-
ta que tendo chegado ao porto de Santos o
vapor de guerra Mohican, dos Estados Un-
militar daquelle porto
da ordem do thesouro n, W3de 2_de */-#* iwo.
directora do banco do Brasil rejjresentou contra a
dotitrina do aviso deste ministerio de 5 de marco
ultimo, expedido de conformidadc com a imperial
resolucao de 4 do mesmo mez, sobre consulta da
seccao dos negocios do imperio do conselho de es-
tado.
Pelo referido aviso foi declarado que os estabe-
lecimentos bancarios, que possuem acedes de
companhias anonymas como caucao de crdito, em-
bora tacs acedes mes tenham sido transferidas, nao
podem tomar parte na eleico das respectivas com-
panhias, porquanto a transferencia, nesta hypothe-
se, nao importa um titulo verdadeiro de propric-
dade, mas apenas urna garanta de direito credito-
rio.
A isto oppoc a mencionada directora os seguin-
tes argumentos:
i Que o banco s reconhece como accionista
aquelle cujo nome se acha inscripto em seu regis-
tro ou como socio primitivo, ou por virtude de
transferencia.
2 Que nesse caso se acham os credores pigno-
raticios, embora sejam s apparentemente proprie-
tarios das acedes, e como taes teem sempre sido
admittidos a tomar parte era todas as deliberacoes
da assembla geral.
3* Que 1 pratiea do banco do Brasil parece,8er
a mais eonfome com a natureza especial do con-
trato do penhor mercantil, segundo se deprehende
do cap. 2 tt. 13 do cdigo commercial, c peculiar-
mente do art. 277.
4* Que a doutrina do aviso pode occasionar se-
nos embarazos marcha e administracao do ban-
co, porquanto nao poder elle reunir o numero
suficientc de accionistas, para, na forma dos seus
estatutos, formar-se a assembla geral, desde que
se achar em poder dos outros bancos um numero
de acfes que represente o terco das que foram
subscriptas no Rio de Janeiro.
Ouvida a este respeto a mesma seccao do con-
selho de estado, foi ella de parecer :
1 Que a doutrina do aviso deve ser mantida, por
ser fundada nos principios de direito que rcgulam
o penhor, sem embargo da transferencia com que
argumenta a directora, porquanto :
2o A referida doutrina funda-se na prohbicSo
imposta aos bancos em seus proprios estatutos, ou
actas da incorporacao, de nao poderem possuir ac-
coes de companhias anonymas ; d'onde se segu
que a transferencia de taes accoes s deve ser con-
siderada legal para o nico effeito de graduar seu
direito de credrcom preferencia a outros.
3* A transferencia assim entendida nao offende
os estatutos ou actas de incorporado de bancos,
pois que nao equivale senio a um meio de garantir
os emprestimos ou descontos, e de alargar a esphe-
ra de suas operacoes, effeito que desapparece des-
de que os bancos pretendam figurar como verda-
deros accionistas das referidas companhias.
4 Os actos eleitoraes ncm ao menos podem ser
considerados como actos conservadores do direito
ereditorio ; e. pelo contrario, poderiam mesmo ser
Ifrejudiciaes as companhias desde que grande nu'
mero do accoes se accumulassc mi posse dos ditto-
rentes bancos.
3o Embora, nesta hypothese, o nome de credor
pignoraticio esteja inscripto nos livros do banco do
Brasil, elle nao ligura como verdadeiro accionista
para gozar de todos os direitos respectivos, por-
quanto tambem l se acha o nome do devedor, que
e o verdadeiro accionista, aquem compete o direi-
to de votar, logo que exhiba o escripto que lhe
servir de titulo, na forma dos arts. 271 e 272 do co-
283 do regulamento n. 737 de
de tomar parte em todas as deliberares da as-
sembla geral, especialmente na eleicao de direc-
tores, supplentes e flseaes.
Accresce que esta pratiea exigida pelos esta-
tutos do banco, parece tambem sor a mais confor
Ditojj 1
sobre aflB ]
gusto nrrinc
mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
pede o padre Telesphoro de Paula Au-
gusto'nTTIncluso requerimento.
Dito ao mesmo, Em defirimento ao requeri-
mentodo furriel da qparta companhia do segundo
me com a natureza especial do contrato de penhor j batalhode infamara Januaro da Silva Assump-
mercantil, seguUdo se deprehende da analyse do cao, determina o Exm. Sr. ministro da guerra em
cap. 2 tit. 13 do cdigo commercial, e especial- aviso de 23 de julho ultimo, que se passe ao sup-
monte da doutrina do art 277 do mesmo cdigo,' plicante segunda via do titulo de voluntario, visto
que declara que o credor pignoraticio entende-se j ter perdido o que possuia : o que communico
subrogado pelo devedor para praticar todos os ac- V. Exc. para ter execuco.
tos que sejam necessarios para conservar a valida- Dito ao mesmo. Era aviso da reparticao da>
de dos ttulos dados era penhor, e os direitos do; guerra de 4 do corrente, me foi declarado que o
devedor, ao qual ficar responsavel por qualquer capellao alferes da, reparticao ecclesiastica padre-
omissao que possa ter nesta. Bento Pereira do Bego, vem para esta provinea-
Assim que pelo art. 30 dos estatutos do banco! alim de exercer as funcces de seu ministerio na
a assembla geral nao poder deliberar sem que' segundo batalho de infamara : o que commun-
esteja pelo menos reunido um numero de accionis-: co a V. Exc. para seu conhecimento.Communi-
tas representando um terco do valor nominal das | cou-se ao inspector da thesburaria de fazenda.
accoes subscriptas no Bio de Janeiro. Ora, se pe-1 Dito ao desembargador provedor da Santa Casa
los mesmos estatutos no podem ser considerados, de Misericordia do Recife.Em vista do officio de
accionistas para formarem easa e para tomarem V. S. datado de 14 de corrente, tenho a dizer-lhe
parte as deliberacoes aquellos que transferiram que pode a junta administrativa dessa santa casa
suas accoes, e cujos nomes nao figuram mais nos' entregar Marianna Francisca da Conceicao, viu-
registros do banco, c se pelo aviso de 5 de marco, va de Jos Bibeiro dos Passos, a sua filha de nome
do ministerio das obras publicas, tambem nao po- Mara Antonia, educanda do collegio das orphas.
dem tomar parte na eleicao os estabeteeinientos Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
bancarios que possuem accoes em mera caucao e Declaco k y. S. que foi approvada como constou
como garanta de direito ereditorio. poder dr-se de aviso da 'reparticao da guerra do primeiro do
o caso que por falta de numero sufflciente de ac- corrente a deiiberacao que tomei de mandar ac-
cionistas nao possa ter lugar a eleicao dos direitos. crescenlar com dez ris diarios a etape das pracas
A illustrada sabedoria do governo imperial nao de pret em quanto o estado sanitario desta capital
podero certamente escapar os embaracos, e mes- i nao fr satisfatorio. Officiou-se neste sentido ao
mo serios pergos que para a marcha c administra- brigadeiro eommandante das armas,
cao do banco do Brasil podem resultar da impos-1 Dito ao mesmo.Bestitiio V. S. o requerimen-
sibilidade de reunir-se em numero legal' a assem- to em que o engenheiro contratado Wilham James
bla dos accionistas do banco para eleger os man- Lindsey, pede o pagamento da gratifica^ao que por
datarios de sua confianea, e julgar os actos da ad- conta do ministerio da agricultura, commercio e
ministracio que acaba a sua gerencia. i obras publicas venceu no mez de junhp ultimo,
A directora do banco pede permissao para
termos do art. 43 do mesmo decreto.Ullicou-se
aorespeetivo eommandante superior.
Dito ajuiz municipal de Ipojuca.Pelo officio
de Vine, de 13 do corrente, fiquei inteindo de qne
naquella data terminaram os trabalhos eleitoraes,
ajque st proceda nesse dstricto, sem que du-
rante eltes houvesse um s attentado contra a or-
dem e seguranca publica.
Dito ao miz de paz. presidente da mesa paro-
cWal > S. Jos desta cidade.Bccebi o officio de
hontetn datado em que Vmc. coramunicande-me
acharem-se ultimados os trabalhos eleitoraes des-
sa freguezia, me envlciu a acta da apunagao geral
dos votos para eleitores que devem funecionar na
nova tegislatura.
Dito a< 1 juiz de paz presidente da mc.-n parochial
da freguezia do Cabo.Pelo officio de Vrnc. de 13
(MHAMH) IKS AMAS.
*?r
Qartl general dkcnmnmit das araatie
nambyr. 12 de agesto dr 1M3.
Ortem do dia n. 242.
O general eommandante das armas faz
certo para os ns convenientes, que nesta
da'a, nos termos da imperial provs3o de ti
de agosto de 1833, contratou para 3errir
por tres anuos na banda de msica do S
baUUio de artilharia a p, o msico pai-
sana Eduardo Joaqun Baptista, que eovtns-
peceo de samJe foi julgado robusto e sJo.
o qual- perceber alm dos vencimenlos que
do corrente, liquei mteirado de cstarem concluidos Dar ie ine f0mnf>irpm n nrpmin d* UA
ni frahalhns pl-ilnrios ,!<: fiomiPri smn iiiii> VM Kl "? ""Pe"*'" O premiO 06 IOW.
os trabalhos eleitoraes dessa freguezia, sem que
durante eiles houvesse occorrido inridciue Mgum Pegona forma do decreto e regulamento d<
ponderar que os embarazos e pericos a que allude
nao sao imaginarios, visto como achando-se caucio-
nado grande numero de accoes do banco do Bra-
sil ao Cnion Banck of London, e muito maior nu-
mero ainda ao banco Rural e Hypothecario desta
corte, basta que estes dous estabelecimentos, ou
nicamente o ultimo, nao seja admittdo a votar
como accionista para dar-sc s a impossibilidado
afim de que mande effectuar esse pagamento, de-
vendo dora em diante o exercicio do.supplicante
ser attestado pelo engenheiro encarregado das
obras do melhoramento do porto desta cidade, em
quanto estiver na Europa o engenheiro Joaquim
Pires Carneiro Monteiro.
Dito ao mesmo.Por decreto de 30 de junho ul-
timo, S. M. e Imperador houve por bem conceder
ao bafharel Balbino Cesar de Mello a exonerarao
que podesse alterar, a ordem publica.
Dito ao juiz de paz presidente da mesa paro-
chial de Mamanguape.Pelo officio de Vmc. de
12 do corrente, tquei inteirado de que. naquella
data terminaram os. trabalhos eleitoraes a que
se proceda nessa parochia, reinando, durante
elles a mais plena tranqnilidade, e sendo-respeita- carregado do detalhe.
da a lilierdade do voto.
Dito ao juiz de paz presidente da raesa paro-
chial da Varzea, Francisco Xavier Carneiro Lins.
Fico sciente-dp que Vmc, segundo me commi-
nicou em seu officio de hentem datado, assumindo
a presidencia da mesa dessa parochia na qualrdate
de quarto juiz de paz, e na ausencia do segundo .e
tereciro proseguir no processo eletoral, que foi
concluido com toda a regularklade, havendo da
parte dos etdados que ahi se achavam, toda a mo-
deracao, e obediencia a lei e s autoridades, sen-
forme declara em o citado offlco,
Dito ao delegado supplente em exercicio nc.ter-
de maiode 1858.
Assignado. Solidonio Jos* Antonio P
reir do Lago.
Conforme.Josfkfnacio de M^.ho lte$
IfMM'ro) capito ajudante de ordens- en-
Onarlf'l geaeral dn caminando des ammf f*r
-mnibiicit, ts de agosto de hU.
Ordem do dia n" 24. .
O i general eommandante das armas faz
certo para conhecimento da goamicaoe de-
vidos fns, que o governo impcial declarou
em avise expedido pelo ministerio da guer-
ra, na data de i deste mez. que o- Sr. ca-
pellao da reparticao ecclesiastica do exer-
cito-padre Bento Pereira do Reg, foi de-
mo de Serinhacm.Pelo officio de Vmc. de ludo signado paEa exercer as funcces de seu
corrente, fiquei inteirado de estrem concluidos os mnjsterio. no 2o batalho de nfanlaria ; e
trabalhos eleitoraes dessa freguezia os quaetoer- {0 crTtm/^ f,K
rerara sem a menor alteracao da ordem e tranquil- Vw ouir,u *11~u" ao cerreme, que m
lidade publica. approvada a deiiberacao mMM a pre-
Dito ao delegado de polica de S. Bento.Beee- sidencia desta provincia de mandar aag-
etape das pra
vapor
dos, o eommandante
julgou que nenhuma ntmaco devra diri-
gir ao dito vapor sobre sua estada no mes-
mo porto ; mas que, pensando de modo
diverso outras autoridades do lugar, ize-
ram sentir ao cnsul dos Estados-Unidos que
o referido navio nao devia demorar-se no
porto mais de 24 horas.
Inteirado V. Exc. do occorrido, declarou
s alludidas autoridades que aos navios de
guerra nao se deve marcar tempo de per-
manencia nos portos do imperio, nos quaes
podem conservar-se emquanto Ihes aprou-
ver ; e que a correspondencia e relaces
com' os navios de guerra que chegarem -
quelle porto sao da exclusiva competencia
do eommandante militar
Communicando V. Exc, em resposta ao
seu referido officio, que o governo imperial
approvou era geral a decisao por V. Exc.
proferida, julgo conveniente, era presenta
do occorrido, recoramendar a tnteira exe-
cuco da circular d 23 de junho ultimo,
desenvolvendo a de J de agosto de 861,
pela qual estabelcceil o governo imperial os
principios reguladores da neutralidade que
assumio na lula entre os Estados da Uni5o
Americana ; assim como declara que ne-
nhuma das clausuhs da citada circular de
23 de junho autorisava a intimacao lao irre-
cularmente feita ao cnsul dos Estados-
Unidos a respeito do Mohican
Reitero V. Exc. as segurancas de minha
perfeita estima e distincta consideraco.
A' S. Exc, o Sr. Vicente Pires da Motta.
Mrquez de branles.
MIXISTERIO DA ACBItULTr-
R\ (OJIMERIO
E OBRAS 1IBLIC \S.
Directora central.1 eccao Rio de Janeiro-
Ministerio dos negocios di agricultura, commercio
e
6o Nao procede, pois, o receio da imnossibilida-
de de se reunir a assembla geral em numero
legal.
E o mesmo augusto senhor, conformando-se, por
sua immediata resolucao de 23 do corrente, com o
parecer da mesma seccao, constante da consulta
de G do mesmo mez, ha"por bem mandar declarar:
l" Que a doutrina do aviso de que se trata nao
pode ser revogada, por ser a verdadeira e mais fa-
voravel as conveniencias das transac?es coinmer-
ciaes.
2o Que o accionista de qualquer companhia ano-
nyma que tiver suas accoes caucionadas_ em esta-
belecimentos bancarios, cujos estatutos nao jiermit-
tem-lhes adquirir taes accoes com propredade, tem
direito de votar as elei{-oes das mesmas compa-
nhias desde que exhibir documentos que provm
achar-sc as ditas accoes caucionadas em qualquer
dos ditos estabelecimentos.
O que communico V. Exc. para seu conheci-
mento e da referida directora.
Deus guarde V. Exc.Pedro de Alcntara Be-
legarde.Sr. presidente do banco do Brasil.
Senhor! Foi Vossa Magestade Imperial servido
ordenar, por aviso da secretaria de estado dos ne-
gocios da agricultura, commercio e obras publicas,
que a seccao dos negocios do imperio do conselho
de estado consultasse com seu parecer sobre o in-
cluso officio do presidente do banco do Brasil, cujo
teor o seguinte :
t Illm. e Exm. Sr.a directora do banco do
Brasil, tendo conhecimento do aviso do ministerio
da agricultura, commercio e obras publicas, de 5
de margo ultimo, dirigido ao presidente do conse-
lho director da companhia Brasleira de paquetes,
declarando que os bancos que tm accoes de com-
panhia em mera caucao nao podom votar as elei-
coes da mesma companhia, resolveu levar ao co-
nhecimento do governo imperial os embaracos e in-
convenientes orticos que para o banco do Brasil
resultam da doutrina constante do citado aviso, o
que agora cumpro, como orgao da mesma direc-
tora.
Os estatutos do banco do Brasil s reconhe-
cem como accionistas aquelles cujos nomes se
acham inscriptos nos respectivos registros, ou pela
concessao primitiva do accoes na poca da incorpo-
racao do banco, ou por effeito de transferencia ef-
fectuada pelo modo determinado no art. 4 dos mes-
mos estatutos e embora nos casos de caucilo ou
penhor nao seja a transferencia de accoes titulo de
da eleicao dos directores, como tambem a rounio que perno do cargo de juiz municipal e deorphao
legal d assembla geral ordinaria dos accionistas, do termo do Buique : o que communico a V. S.
Assim, pois, adirectoria do banco do Brasil para seffeonhecimento. _
nao podendo dexar de dar cumprimento aos esta- Dito ao mesmo.Constando de participacao da
tatutos do mesmo banco, os quaes na hypothese de directora geral da secretaria de estado dos nego-
que se trata estao de accordo e em harmona com o eios da jushea de 6 do corrente, que S. M. o lm-
que dispoS o cdigo commercial, vem rogar V. perador por decreto de 30 do mez prximo lindo,
Exc. que se digne dar a este assumpto a importan- houve por bem remover o bacharel Antonio Fer-
cia que merece, e urna solucao prompta, alim de nandes Trigo de Loureiro docargo de juiz munici-
que na prxima reuniao da assembla geral, que pal e de orphaos do termo do Mossor da provincia
deve ter lugar no mez de julho prximo futuro, do Bio Grande do Norte para igual cargo no ter-
nao se d a impossbilidade de haver numero le- mo do Buique desta provincia ; assim o commu-
gal de accionistas para constituir casa e eleger os meo a V. S. para seu conhecimento, declarando
noves directores, supplentes e flseaes, c julgar os que ao removido inandei entrar em exercicio inde-
actos 0-x actual administracao. pendente de ututo, marcando-lhc o-Brazo de J me-
. Deus guarde V. Exc. Casa do baw;o do xes pura api esenta-lo.Communicou-so ao respec-
Brasil no Klo de Jauchu, 0 de Juuliu de 1H03. tivo Dr. Juiz de dircltu c ao removido.
Illm. e Exm. Sr. conselheiro Pedro de Alcntara Dito ao director do arsenal de guerra. Com-
Bellegardc, ministro e secretario de estado dos ne- munico a V. S. que em aviso da reparticao da
gocios da agricultura, commercio e obras publicas, guerra de
^-Candido Baptista de 01iveira.>
A seccao entende que deve ser mantida a deci-
sao do aviso de 5 de marco, por ser fundada nos
principios do direito que regulara o penhor, sem
embargo da transferencia com que argumenta a
directora do banco do Brasil.
Permuta Vossa Magestade Imperial que a sccrao
passe para aqui afgumas das razes que a levaram
a opinar assim no parecer de 7 de junho de 1862,
5 do corrente, me foi declarado ter-se
expedido ordem ao arsenal de guerra da corte para
fornecer a esse 135 cavados de panno cor de rap
e 22 e 1/4 ditos de casimira amarellapara o farda-
mento da msica do stimo batalho de infama-
ra, ficando assim satisfeita a requisieao que neste
sentido fez o conselho administrativo era officio de
10 de julho ultimo, sob n. 71.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apromptar afim de
serem enviados companhia de cacadoi.es do Bio
com o qual"Vossa Magestade Imperial houve bem Grande do Norte, como se determinou em aviso da
conformar-se por immediata resolue-o de 4 de mar- repartc,ao_da guerra de 27 de julho ultimo, os
este anno, publicado no citado aviso d
mez.
Em verdade, dssea seccao, desde que
le incorporacao dos bancos nao lhes peri
co deste anno] publicado no citado aviso de o do
dito mez.
os ac-
tos de incorporacao dos bancos nao lhes permittem,
nem deverain permittir o direito de ser accionistas
de companhias anonymas, e mrmenle do numero
Ilimitado de acedes, resulta que o facto da trans-
ferencia de taes* accoes aos bancos nao deve se-r
considerado como legal seno para o nico effeito
utensilios mencionnados em a
crasa.
nota por copia in-
bi o officio de Vmc. de 11 do corrente, e ffcoscien-
te de que a eleicao nessa loealidade corre com toda
a regularidade e sem a menor alteracao da ordem,
publica.
Dito ao subdelegado dos Afogados.Pvlo officio.
de Vmc. de 14 docorrentCi fiquei inteirado de qua
o processo eletoral nesta freguezia corre sem. oc-
curreneia alguma desagradavel que perturbe-a
tranquillidade e seguranca publica.
Dito ao subdelegado supplente em exercicio na
freguezia da Luz. Accuso recebido o officio d* 12
do corrente, no qual Vmc. me participa ter-se on-
cludo nessa freguezia na mesma data o protesso
eletoral, o qual corre placido e regularmente.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de fesro.
Tendo o governo imperial approvado _coiu cons-
tou-rae de aviso da reparticao da agricultura, com-
mercio c obras publicas, de 31 de jullin utimo, a
deiiberacao que tome! de annuir a que as contas
semestraes da estrada de ferro sejam encerradas
nos das 30 de junho e 31 de dezembro de cada
anno, fleando alterado o systema de serem liquida-
das como at agora em 31 de julho e 31 de Janeiro:
assim o communico Vmc. para seu conhecimen-
to.-Communicou-se ao superintendente da estrada
de ferro. *
Portara.Os Srs. agentes da companhia bras-
leira de paquetes vapor, mandem dar transporte
para a corte por conta do ministerio da guerra no
vapor que se espera do norte, ao soldado volunta-
rio Jos Pereira de Mello e a desertor do segundo
batalho de artilharia a p Jos Caldeira Delgado.
Communicou-se ao brigadeiro eommandante das
armas.
Dita.O presidente da provincia, resol** nomcar
mentar com 10 rs. diarios a
gas de pret emquanto o estada sanitario des-
ta capital nao fr satisfactorio : o que todo
constou de officios da mesma presidencia
datados de non tem.
Assignado. Solidon-.-i Ja*: Antonio Pe-
roil a d> Lago.
Conforme. Jos Ignacio de Medeiro*.
Reg Monteiro, capitao ajudante de ordeo
encarregado do detalhe.
PERWAMBBGO
Dito ao mesmo.Forneca V. S. s companhias interinamente o capitao do corpo de engenheiro
de cavallaria e artfices os artigos de fardamento
mencionados era as notas por copia inclusas sob
ns. 1 e 2, por ajuste de contas do anno prximo
passado, como determinou o Exm. Si-, ministro da
guerra em aviso de 24 de julho Hltimo.
Dito ao mesmo.Ao quarto batalho de artlha-
decraduar seu direito de credores com preferen- ria a pe, forneca V. S., como so determinou em
cia a outros aviso tla reparticao da guerra de 31 de julho ulti-
Se por este lado esta transferencia nao offoodc mo, os artigos de fardamento mencionados em as
os estatutos ou autos de incorporacao, porque em notas por copia inclusas, para.pagamento dos ven-
summa ella nao equivale senao a um meio doga- cimcntos do corrente anno e ajuste de contas do
rantir os emprestimos ou descontos, e rana faci- prximo passado.-Commumcou-se ao brigadeiro
lidade de alargar suas operacoes, outro tanto se eommandante das armas.
nao pode dizer desde que os bancos pretendam li- Dito ao inspector do arsenal de mannha.De-
guraralra disto como verdadeiros accionistas das claro a V. S. para seu conhecimento, que em aviso
referidas companhias.
Esses actos eleitoraes
nem ao monos podem
ser considerados como actos conservadores do di-
reito ereditorio, e, pelo contrario, poderiam mesme
ser prejudiciaes s companhias desde que grande
numero do accoes se accumular na posse de diffe-
rentes bancos.
Assim como tacs transferencias nao sao leg-
timamente feitas seno para garanta do direito
de 27 de julho ultimo, communicou-me o Exm. Sr.
ministro da marinha ter expedido ordem para que
que o guardio da companhia de aprendizes da
Baha Jenuino Francisco da Silva, passe a servir
na desta provincia.Communicou-se ao inspector
da thessurara de fazenda.
Dito ao director das obras militares,Fica V. S.
autorisado nao s a mandar fazer com urgencia
as obras de alvenaria e forro de que necessita o
ereditorio, para que ellas nao devem producir cf- artt>1 da companhia de cavallaria, segundo o seu
fetos senao para esse fkn legal. > officio n_ 147 de t2 do corrcme a0 excedendo ellas
Pnriratn ra a .tttender a nainrnc unu trans- ._ ___.:. j. iiwtun_,1____,_______ve
Perianto, se se atteoder natureza destas trans
ferencias, embora osteja nos livros o banco do
Brasil o nome do eredor, esse nome nao figura co-
mo verdadeiro accionista para gozar de todos os
direitos respectivos. A par do nome do credor fi-
gura tambem o do devedor, que o verdadeiro ac-
cionista, a quom nao se deve negar o direito de vo-
Domingos Jos Rodrigues, para fiscalizar as obras
da iionte de ferro do Recife, a que so vai dar prin-
cipio com a gratiGcacao mensal de duzentos mil
ris. Communicou-se ao inspector da thesouraria
de fazenda, ao nomeado e ao bario do Livn-
mento.
Dita.O presidente da provincia, tomando em
consideraco o que expdz o inspector da thesoura-
ria provincial em sua informacac. de 14 do corren-
te sob n. 396, resolve abrir un crdito supplemen-
tar na importancia de 138560 rs. para pagamen-
to dos venciracntos do desenhista- aposentado da
reparticao das obras publicas, Manoel Antonio de
Souza, relativos ao exercicio prximo lindo, em li-
quidacao visto nao existir quota para esse fioi.
Reraetteu-se copia desta portara ao inspector da
thesouraria provincial.
Expediente do secretario do aovn-uo.
Officio ao inspector da arsenal de marinha.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar V. S. que em 31 de julho ultimo, lhe foi
declarado pela reparticao de marinha ler-se solici-
tado ordem do ministerio da fazenda no sentido de
abonar-se V. S. no corrente exercicio, a graUftj
cacao mensal de lOOi&OOO que j percebia pela su-
perintendencia das obras do melhoramento do por-
to, correndo ess despeza pelo quantitativo desti-
nado para as preditas obras.Cwnmunicou se
ao
da quantia de 18&&240 rs. em que foram por V. S.
oreadas, mas tambem a entender-se com os geren-
tes da companhia de illuminacao gaz sobre, a, .. .irria
eafi*nW2^525^^ SSada de erro.
O Exm. Sr. presidente na provincia manda decla-
rar V. S. que pela reparticao da agricultura, com-
mercio e obras publicas solicitou-se ordem do mi-
nisterio da fazenda. oonw constou de aviso de 30
de julho ultimo, para se abonar V. S. no exerci-
cio corrente a quantia de 120^000 para despezas.
dc expediente, devendo cssa quant'a ser paga em
prestacoes trioiensaes a vista das respectivas con-
tas.
DitoaoSr. Francisco Maria Duprat.O Exm.
c obras publicas, em 28 d-; julho de 1863.Illm.
Exm. Sr.Foi presente a S. Magestade
dor o officio de 8 do mez prximo fiudo, em que
a illuminacao do mesmo quartel.Communicou-se
ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras publicas.Concedo a
! tar, logo que so aprsente com os escriptos que lhe aulorsaCao, que Vmc. pedio em seu officio n. 162
, servirem de titulo, na forma dos arts. 2/1 c 272 d(J 14 do c<,rrente, para mandar receber definitiva-
do cdigo commercial, a 281 c28.1 da regulamento menteos reparos da ponte sobre o rio Una, e nes-
n. 7117 de 2o de novemhro de l : esses escrip- ta data cxpeco as convenientes ordens para que a
1 pague ao arrematante de
do competente certificado a
. quantia de 404,5500 rs. constante do seu citado offi-
xem ellas de pertencer-lhe.
Alm destas consideracoes, o receio
bilidade de reunir-se em numero legal
queaseccaote. SSfijft* ^SSSSSjSS
.Noco^ eia sua ^ona ofB io de 12 do corrente; c e^
do Brasil indagar os cubitos lgaos que resultam Cr.ahZ ccinferenc as da secco dos negocios do'ge ^ f^da DaC9n-a' PfffWPLSe*'
do um tal contrato, nem a extenso dos direitos que' Ml'
verdadeira propriedadej mas apenas urna garanta "*'"; d, subscriptas no Rio de
do direito ereditorio, naomenos certo que dos ffg ^g^fSSfSSL^ "S f,
registros do banco desapparece em taes hypothese
virtude da rar -, Srco^t^S?' ffijt K.
tttSX^SSil queaSse,erege | ^nco.-Manoel Fe*
este estabelecimento, nao pode considerar como
accionista senao aquelles cujos nomes se acham
laucados nos livros especiaos que para tal flra sao
destinados.
c E, tratando-sc especialmente do caso de clei-
ces da directora nao podem ser admittidos como
votantes aquelles accionistas que transferiram suas
accoes, embora fosse sement para garanta do di-
reito ereditorio, porque seus nomes nao constam
mais dos registres do banco, e, ou real ou apparen-
temente, deixaram de ser accionistas; e, pelo con-
trario, deve o banco admittir e tem sempre admit-
tdo como votantes aquelles a quem as acedes fo-
ram transferidas, porque constam os seus nomes
dos registros do banco e, embora sejam s apra-
Resolucao.Como parece. Paco, em 2o de ju-
lho de 1863.Com a rubrica de Sua Magestade o
Imperador.Pedro de Alcntara Bellegank.
de* ajuisar-se da
tocimento do aimoxarifado do asenal de marinha I ^K^ Snift' V
alm das 500 folhas de cobre de 28 onas e 500! Presiden teda_PSOuncia manda lommumcar a \.
libras de pregaduras^ contratadas com o bario do s- P
Exm. SnFoi presente a S. Magestade o Impera- rentemente proprietarios das acedes, para obwo de julho ultimo, o
Mimo fiado, em que a l esses que sao accionistas, e como taes tm alrtflQ sou conhecimento.
GOVERNO DA PROVINCIA.
' Expediente do dia 17 de agosto de 1863.
Officio ao brigadeiro eommandante das armas.
Ao director do arsenal de guerra officio nesta
data para fornecer s companhias de cavallaria e
artfices os artigos de fardamento mencionados
em as notas por copia inclusas sob ns. 1 e 2 por
ajuste de contas do anno prximo passado, como
determinou o ministerio da guerra em aviso de 24
que communico V. Exc. para
Livramenfo na sessao de 5 deste mez, mas igual
numero de folhas e de libras de pregadura do mes-
mo metal offerecdas pelos negociantes Samuel
Power Johnston a 557 j/s. a libra de qualquer des-
ses objectos; autoriso o predito conselho a effec-
tuar essas compras, remetiendo thesouraria de
fazenda copias dos termos que assignarem os ven-
dedores.Communicou-se ao inspector da thesou-
raria de fazenda.
Dito ao juiz municipal do termo de Cimbres.
Nao se tendo ahi reunido o conselho de revista da
guarda nacional, como Vmc. communicou-me em
data de 15 do mez passado, ao respectivo eom-
mandante superior recommendo nesta data que
expeca as conveuientes ordens para que se cunv
Despartios do dia 17 de agoste de 1863.
Reqxertment&s.
Joaquim Io africano livre.Nao pode ser alten
dido por nao ter completo 16 annos.
Maria Galdina da Conceicao.Informe o Sr. di-
rector do arsenal do guerra.
Manoel Antonio de Souza. -Dirija-se ao inspec-
tor da thesouraria provincial.
Parcina africana livre.-Indeferido por taita de
tempo.
Theodoro Bampkey.Passe portara prorogando
o prazo por 3 mezes.
Viriato Sergio de Houra Mattos.Aemettido ao
Sr. director geral da instruccao publica para at-
pr o disposto no art. 44 do decreto n. 7W de 25 tender aosupplicante nos termos de sua informa-
de outubro de 1850, e conseguintemente funecione! cao de 8 do corrente sofe n. i
o sobredito conselho, do qual Vmc. far parte nos |
REVISTA DIARIA.
Funccona boje o instituto Archeologt.
(jrnphku Pernambucano era sessao ordinai .*
Acaba de sabir dos nossos prelos u;.ia levki.i
acadmica, escripia por distinctos alumno da bos-
sa Faculdade; os quaes se acham reunios em a-
sociaco sob o nome de Ensato JhJi.h. que
igualmente o dessa revista.
Essa associacao tem por escupo a iWu>so de
questoes jurdicas pela tribuna e pe-* imprensa. e
mais parlieularmeate o exercicio da pr^tM-a do [ir--
cesso criminal ; e a revista que a represen!I
imprensa, que una das suas nuiaiiesta'MJes, Mi
de desenvolver esse fin, dando esi>aco aos fructi^
dos associado?.
E' um bello esforco que rccomieada e nobilii
a quem o pratiea. ao pa-so que d- rofa de
desmerecerem dos seus antecessores os actuao
alumnos da nossa Taculdade.
Acolham os collegas as nossa* sinceras saiularito.
de que sao credores.
Do Maranho escrevem-nos :
As eleices por aqui, na capital, tem ccjrid-
pacificamente. O partido d:i liga ai ha-se em hbmo-
ria, e se marebarem em oroeiu as cousas. !,ta el I
o vencedor.
t Nao houve movimento de tropa, nem mcm--
l>or occasio da forniacao das mesas, aimU ip -
tivessera tomadas as convenientes providencias par a
ga/antir a ordem pubU>.
Em sessao o Ukmen Mnrankenst (o prot>
to e approvado, em attencao as suas qualidad -
lettras, socio honorario o nosso amig >->r. AnHMi
Witruvio Pinto Baqdeira e Acciol de VascoocelL-
O Alheen Maranhenw urna assocjavo lillerari.i
de reconhecido crdito, e que no iberalisand-
sera criterio taes honras, miando m ellas eoafcii
das, urna prova de distincejio do escethid.
O nosso amigo certamenjf credor de" ma-
nifestaco de apreeo as suas quididades pessoaes
sua illustracap.
O nosso prelado tem sido uliimamen teemn-
do aqui pela imprensa
i Tem Itavido e(Teclivam*ne algn-. I-? sen-
de moralisa-las.
t A tranquillidade, bem como a :-aude paNk-.i
achara-se em boas rondiedes. >
A nova assembka provincial es convocaJ.i
para a prxima legislativa do biennio de I. >
1865, com designacuo do dia 15 de novembro yr>
ximo futuro para a respectiva elei-fo.
Depois d'amanlia se extraMra a 1' pawe ii
1* lotera da igrejade Nossa Senhora das Naves d
convento de S. Francisco de Ofenda.
Hoje haver-leilode carros, pianos. avallo-
movis, joas de curo, relogu, eseraTos, wna lin
da ealeja e outros multo objectos: no ariuaietii
do agente Olympio, rna do Imperador a Mi.
Sob proposta do director geral da instrucc* -
publica foi nomeado o bacharel Julia Barbosa *
Vasconcelloti delegado htterario do disnicto do Bo
nito, ficando exonerado desse cargo o bacharel
LourencaJos de Fgaeiredo. .
Tendo-se hontem reunido Quinero solBnen-
de juizes de facto, foi abena a sessao, aprewanii-
do o Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara varios
processos preparados para julgaroento.
Vltiraou-se o processo eleitoral das sgBiiic
paroehias, cujo resultado a que damos ahaiv>
Fieguezia ti Goiannn.
Eleiiores.
Commendador Antonio Francisco Pereira
Vigario Domingos Alves Vieira
Dr. Francisco Gonealves da Rocha
Dr. Henqno Pereira de Lncena
Dr. Jos* Antonio Correia da Silva.
Dr. toso Joaquim Firmino
Dr, Luii Concalves da Silva
Dr, Joo Floripes Dias Brrelo
>r. Viriato Aurelio da Cunba Gooj*
Dr. Francisco Tavares da Ctw My
Dr. Joaquim Tavares de Mello Brrelo
Dr. Arminio Coriolano Tavares dos SMkH
Coronel Bento Jos Ferreira Haberlo
Padre Francisco Gonalves Ferrer* Simoe-
Padre Manoel Marques Barbosa
Major Jos1! Joaquim Rocha rana
Major Joaquim Raphael de Melte JtmioT

X.
4M1ITM Ann
ft
fai mk.
,.<*


Diario de Pernamhueo Quinta fclra O de Ag*

Capitao~Franeisco Antonia de Sa Barrete
Joaquim Jos da Costa 1.
Miguel Joaquim do Faria Braga S.
Leocadio Jos de Figueircdo
Manoel Goncalves Nunes Machado
Antonio Francisco Percha Jnior
Manoel Dias da Costa
Francisco de Paula Rodrigues
.loao Alves Pragana
Jos Bcnto de Moura
Antonio Andr Cavalcanti
Joaquim Jos de Mello Snior
Ignacio Borgcs da Costa Riol
Manoel Paulino da Cunha Gouvea
Joao Paulino da Cunha Gouvea .
Luii de Albuquerque Litis dos Guimaraes Peixoto
Seram Alves da Rocha. Bastos
Francisco de Paula Pereira de Andrade
Francisco Feruandes da Ressurreijo
Francisco Tuvares Pessoa de Araujo Jnior
Major Simplicio Tarares de Mello
Miguel l'cssoa de Araujo Tavares
Joaquim Carneiro de Mesquita Mello
Joaquim Jos da Costa
f'-apitao Paulo Francisco do Reg
Suplientes.
Padre Manoel Ignacio de Loyolla 6 Soma
Manoel Diogo de Menezos
Manoel Barbosa Cordeiro
Jos Lins de Vasconcellos
l'idro Antonio da Silva Lins
Jos Goncalves Ferreira Simes
los.' Elias de Mello
Andr Pires Vergueiro
Mahoel Alexandrc Garcia
Diogo Jos do Reg
Jos Antonio do Espirito-Santo
Antonio Ferreira de Aguiar Snior
Joao Francisco Lins
Jos Joaquim Tavares
Estevio Alves Ferreira
Alexandrino Jos da Hora
Jos Xavier Monteiro da Costa
Pedro Alexandrino de Mello
Itufino Rodrigues Sanchos
los Olhon Freir
Francelino da Rocha Lima
Thom Rodrigues Chaves
Juvenal Antonio de Albuquerque
Antonio Guedes de Barros
Sebastiao Jos da Costa Trigueiro
Jos Nunes Monteiro
Severiano dos Rcis Curado
Joao Agripino da Cunha Cavalcanti
los Pires Vergueiro
Antonio Marinho da Silva
Ignacio Jos da Assumpco
Theodoro Alves de Vasconcellos
Manoel da Couccico Pereira de Albuquerque
Jos Bernardo de bliveira
Francisco Jos da Costa
Pedro Galdino Pinto
Francisco Bezerra de S. Pedro
Antonio de Arruda Cmara
Paulino Eremita Coelho
Auslriciliano Zeferino da Motta
Angelo Caetano de Medeiros
Antonio da Costa Ribeiro Mello
Freguezia de Cruanya.
Eleitores.
Antonio de Albuquerque Monte Negro
Jos Luir Pereira
Padre Joaquim Francisco de Araujo \ asconcellos
Pimenta
Francisco Xavier de Andrade
Lrbano Barbosa da Silva
Manoel do Reg Carvacanti de Albuquerque
Jos Ignacio Camello Pessoa
Joao Ferreira da Silva
Joao Alves Camello
Antonio Vicente Pereira Campello
Antonio Xavier de Andrade
Leonardo Coelho de Guimares Borba
Jos Ignacio de Andrade (de Coits)
Antonio Manoel da Silva
Manoel Xavier de Andrade
Manoel Pereira de Campos
Jos Gomes da Cunha
Felippe N'ei y da Vciga Pessoa
Domingos Lopes Barbalho
Vicente Joaquim Pereira Maior
Laurentino Antonio Gomes de Carvallio
Manoel Felippe do Monte
Dcllarmino Jos Feilosa
Trajano Dias Correia
Crbano Gomes de Araujo
Lourenco de Barros Bezena Cavalcanti
Supplentes.
Pedro da Cunha Cavalcanti de Albuquerque
Luiz da Silva Pereira
Manoel llennogcues da Costa Lira
Vicente de Araujo Pinheiro
Francisco Xavier de Andrade (de Macapa)
\ntonio ternes da Cunha Jnior.
\ndr Vieira Barbosa Cordeiro
Jos Porfirio Gomes
Francisco da Costa Lira.
Joaquim Aranha de Albuquerque Monte-Xegio
Francisco Gomes Camello
Christovo das Merce* Goncalves Guerra
Francisco Alves de Vasconcellos Jnior
Miguel Alves do Reg
Ikinaldo Gomes Pedrosa
Manoel Pedro Cordeiro
Infio Gualberto de Albuquerque
.loao Amonio da Silva
loaquim Jos Caeador
Joaquim Francisco da Costa Ciernen le
Antonio Francisco de Oliveira
Antonio Correia da Silva Maranhao
Alexandrino Jos de Andrade
lii.iventura Gomes da Paixo
Francisco Ignacio de Salles
Francisco Alves Pimentel
Freguezia de Nossa Seniora do O'.
Eleitores.
Vicente Coelho da Silva
Dr. Antonio Pereira Barroso de Moraes
Vigario Manoel l'aulino de Souza
Capitao Feliciano Cavalcanti da Cunha Reg
Capitao Joaquim Cavalcan da Cunha Vascon-
cellos
Major Benlo Bezerra Ferreira de Matas
Major Joao Domado Pereira de Azevedo
Capitao Jos Eleuterio Pereira Rabello
Alfercs Antonio Thomaz da Cunha
Alferes Joaquim de Majtos Bar tosa
Alfercs Henrique de Paula Ferreira Rabello
Francisco de Paula Ferreira Rabello
Manoel Domingues Bezerra
Jos Joaquim da Silva Barrcto
Alferes Francisco Muniz Pereira Motta
Luiz de Andrade de Albuquerque Maranhao
Silvino Moreira de Moraes
Francisco Bezerra de Menezcs
Feliciano Cavalcanti do Reg Vasconcellos. .
Luiz Ignacio de Andrade Lima
Antonio Tavares Gomes de Araujo
Alferes Vicente Ferreira de Mallos
Antonio Joao Rodrigues Moura
Antonio Jos da Luz
Capitao Andr Ferreira de Mattos
lose Gomes de Carvalho
Tenente Francisco Cesar de Albuquerque
Miguel Joaquim Cesar
Tenente Manoel Correia de Menezes
Francisco Camillo Pessoa de Araujo
Supplentes.
Joao Ribeiro Pessoa
Manoel Antonio de Araujo Lima
Antonio Manoel de Farias
Manoel Pessoa de Moiaes
Joaquim Vieira de Araujo Correia
Jos Rodriques Marques
loao Baptista de Jess
l.uiz Francisco de Albuquerque
Bellarmino Francisco de Salle-
Cosme de Salles Cavalcanti
Joao Baptista Chaves
Jos Pedro Rodrigues
.loao de Carvalho Freitas Barbosa
Francisco Gomes Pereira
Antonio Gomes Fernandes
tjhristovao de Aquino Dornellas
Jos Luiz Bibeiro
Reinaldo Gomes de Almeida
.Manoel Rodrigues da Silva
Christovo Vieira de Mello
Marcelino F.wcira fe Aniorim
Joao Francelino d Oliveira
Joao Facundo dos SanC
Manoel Alexandre Jos Marcelino da Costa
Francisco Vicente de Vasconcellos
Felippe Bezerra da Silva
Manoel Antonio Ribeiro
Jos Amando Pereira Matta
Antonio Carneiro Tavares de Mello
Freguezia do Bonito.
Eleitores.
Vigario Joaquim da Cunha Cavalcanti
Sezinando Sergio dos Santos
Jos JWfcfiiim Bezerra de Mello
Tbeotonk Jos de Freitas
Odilon Austricliano Brayner
Flix Fernaaes Porlella
Y.aihias Ferreira de Mello ,
Padre ManoelFranpiajj Pereira
Joaquim Antonio d*.pwa Barros
Manoel Gomes da Qmha Pedrosa
Vicente Ferreira PHlha Caluniby
Galdino Alves Barbosa
Jos Honorato Chaves
Jos dos Santos Souza
Joao Francisco da Fonseca Mello
Manoel Francisco de Amorim
Pedro Jos da Silva
Antonio da Costa Mello Lima
.\leixo Jos da Luz
Antonio "Jos Henriques
Eustaquio Jos Xunes Muniz
Sebastiao Ignacio AqciolLLins
Antonio Correia Pesso* de Mello
Francisco Quintino da Silva Vieira
Antonio Claudmo Monteiro
Cyriaco Jos Velloso Lyra
Antonio Correia Pessoa de Mello Jnior
Joaquim Miguel Gomes da Cunha
Felippe Antonio de Moraes
Manoel Thomaz de Villa-Nova
Francisco de Paula da Cunha Bastos
Antonio Gomes da Silva Magro
Sergio Clementino de Souto-Maior e Albuquerque.
Vulpiano Jos de Mello
Bernardino Lins de Albuquerque
Jos Bibeiro Ribas
Francisco Xavier de Azevedo
Joao Pinto de Carvalho
Jos Soares da Silva
Francisco Bezerra de Vasconcellos
Miguel Soares da Silva
Joao Gomes da Silva
Antonio Teixcira de Carvalho
Scrafim Pereira da Silva
Miguel Alves Lima
Justino Eugenio Lavcnere
Manoel Antonio de Vasconcellos
Joao Braulio Correia c Silva
Francisco Beuicio das Chagas
Joao Candido de Mello
Francisco Pereira da Costa
Rkparticao da polica :
Extracto das partes do da 19 do correute.
Foram recomidos casa de detencao no da i uo
correntc : .
A ordem do juiz especial do commercio, Joaquini
Francisco Ribeiro, branco, por nao ter cumpriuo
os deveres de fiel depositario.
A ordem do subdelegado de Santo Antoiuo, Joao
Francisco Duarte, crioulo, por disturbios, Luiz,
pardo, escravo de Manoel Alves Ferreira, a reque-
riiuento do procurador deste.
A ordem do de S. Jos, Eustaquio, crioulo, es-
cravo de Manoel Buarque. por disturbios.
A ordem do da Capunga, Nilo Eleuterio Alves
Ferreira, branco, Benedicto Jos dos Santos, pardo,
ambos para averiguacoes policiaes.
O ebefe da 2* seccao,
/. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detencao no dia 18 de
agosto de 1863.
Existiam........ 402 presos
Entraram....... 6
Sahiram........ 11
Existem......... 397 >
A saber
Nacionaes...... 281
Estrangciros-----
Mulheres.......
Estrangeiras.....
Escravos.......
Escravas........
28
8
3
72
5
397
Alimentados a custa dos cofres pblicos. 164
>
*L J, i ^ 1 Masculino. !.
3 a t 0.1 * s i Feminino. 11
i Masculino. i p -i a
* A Feminino. f V. Si 2
1 t i 1 1 - Masculino. i
Feminino.
Masculino.
H
i
Feminino.
5
?
es.
Masculino-
Feminino.
' -i
o
, OBSERVACOES

Advertencia.
Xa totalidade dos doentes existem 163, sendo
alienados 8 homens e 22 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias:
As 7 40-, 7 1/4, 7 1/4, 7 1/4, 7 20', 7 20\ 7 1/2,
pelo Dr. Villas-Boas no impedimento do Dr. Dor-
nellas ; as 7 50 7 60,7 25, 7 3/4, 7 20, 7 1/4
da manha pelo Dr. Sarment, e as 6, (i, 5 1/2,
a, o 1/4, da tarde pelo Dr. Villas Boas.
Falleceram :
Guilhermina Celestina do Amor Divino, phtysica
pulmonar.
Dionizio Francisco dos Santos, tubrculos pulmo-
nares
Conrado Jos Marlins, ascite.
Belarmino Tavares, beneplegia.
Rita Mara da Conccicao, alienacao mental.
\Maria da Natividade, spleinte.
Antonia Maria da Conceicao, phtysica 'pulmonar.
Jos Catraz Maduro, ascite.
Passageiros sabidos para o Sul no vapor na-
cional Apa :
Jos Martins Torres, Vicente de S Rocha, 2 es-
M IWdtt DYll.
Da Cruz extrahimos o seguinte :
Ha alguns annos em Paris o sacramento do matrimonio com dispo-
sicCes tao edificantes, que utilissimo publica-las.
m de seus amigos o indnzio n'uma casa recom-
mendavel, fazendo-he esperar a mao de urna filha
nica, to piedosa como o resto de sua familia; e
de Cacto foi ella logo promettida em casamento ao
joven doutor, cuja modestia era igual sua scien-
cia. Quasi dous dias antes da ceremonia nupcial,
foi o noivo procurar a mai de sua futura esposa, e
lhe pedio liccuca para fallar com ella em parti-
C!!2f.
"^ Nao possivel, men senhor, responden a mai
com modo atteneioso, minha filha ha dous dias que
nao passa bem e carece de descanco.
Mas, minha senhora, eu sinto multo nao po-
der conversar um instante com a menina, que ape-
nas tivea satisfacu de ver tres ou quatro vezes na
sociedade ; at aqu anda nao achei occastao de
lhe exprimir com franqueza os meus sentijBentos
e conhecer os seus. ^
Sinto-muito nao poder satisfazer os vossos
desejos.
Pois tinha urna cousa de muita importancia a
communicar-lhe.
Chama-la-hei se quizerdes, e lhe podereis
fallar em minha presenca.
Mas eu em breve serei seu esposo I
Quando o fordes, ja minha filha nao me per-
tencer, mas entretanto hei de enmprir para com
ella os deveres de urna mai christaa e prudente.
Oh minha senhora, exclama o medico, nes-
se caso cunipre-me confiar-vos as minhas nten-
(oes: eu fui educado por pas religiosos, e sempre
me conservei fiel a esta santa religiao rma.vos
inspira tao louvavel procedimento. A indifrerenya
que desgrafadamente ha entro os homens de mi-
nha faculdade talvez vos causou alguma suspeita;
mas dessa indfTerenya que cu estou tao longe de
participar, que pelo contrario faco timbre de seguir
em ludo as praticas da nossa f *; as quaes quanto
mais estudo, mais admiraveis me parecem. Se te-
nho insistido tanto em me concederdes urna con
ferencia com vossa filha, porque desejava sondar
as suas disposicoes a este rcspcito,_ e pedr-lhe se
dispozesse por ineio de urna confissao geral, para
receber com a benc,ao nupcial, todas as gracas que
lhe estao ligadas.
A estas palavras a mai se enterneceu tanto que
abrayou chorando o virtuoso medico, cdisse-lhe :
Est bem, meu filho, vinde a conversamos
todos: dizei a vossa esposa que vos chamci meu
filho. Piedoso joven, os vossos sentimentos atlian-
cam-me a vossa ventura e a de minha filha.
O medico*.nao se limiten a isto ; por espado de
oito dias celebrou-se o santo sacrificio para attrahir
as heneaos do co ; mas o que foi mais bello, temo
e edificante, foi vr no dia do casamento os dous
esposos ajoclhados sagrada mesa, um acomna-
nliadodo seu respeitavcl pai e de sua mai que cho-
rava de enternecida, e o outro de sua mai e de sua
av, que receberam juntamente com seus dignos
filhos a communhao das maos do celebrante.
Que bello cxemplo para a mocidade; que licu
para tantos pais indifferentes ou impos!
Se todos os casamentos se parecessem com este,
nao estara a sociedade mais feliz e tranquilla ?
Certamentc que sim : porni desgracadamentc
os pais s cuidam nos preparativos para'os convi-
vas, e nada mais.
O Sr. P. Jnior envia-nos a seguinte poesa :
O TABAQUISTA.
Reccbi hoje. compadre,
Bom fumo de Paje :
Fiz tabaco misturando-o
Com o de Tacarat,
Qoe tem cor mais aportada.
Aqu tem o currimboque,
Tome l urna pitada !
En to, que diz do tabaco?
Do paladar e do cheiro ?
J vio nada a comparar
Com o tabaco brasileiro ?
Quando fresco, dou risada,
So pensando no presente;
Tome la outra pitada!
Ora, bravos! j esprrou,
Men collega tabaquista 1
A pitada e sem igual;
Tenho dito, e baja vista: .
No osla. b.-ui qualificada ?
Aqui tem o curriuiboquc, .
Tomo mais ama pitada I
Vem c t, oh! meu rapaz,
Exp'ririienta este tabaco;
Cheira bem e o aprecia,
Por que t conheces Bacho,
Quando andas d'emboscada
Aqui tens o currimboque,
Tome l urna pitada !J
Nao ha maior refrigerio
Para o vvente infeliz
Do que seja urna pitada,
Bem sorvida no nariz.
Mesmo fidalga, ou criada.
Nao despreza o bom tabaco.
Tome l urna pitada I
Nem tabaco de Lisboa,
Nem Princcza ou Cordeiro,
Nao se compara de leve
Ao tabaco brasileiro.
Boa cousa idolatrada,
Quem nao ama o bom tabaco ?
Tome l urna pitada V
Quem nao aprecia o tabaco,
Em vida tao afanosa
At mesmo sinhazinhas
Tomam pitada cheirosa
Que medicina afamada.
Tendo caixa ou currimboque.
Tem-sc presente a pitada.
Inglaterra 8,782,330 francos. America do Norte i Illui. o Exm. Sr. Communlco a V. Exc. que
2,777,200 francos. Prussia 1,670,640 francos. No-, neste momento acaba-sc de' praticar o acto mais
ruega l;JCO,7J0 francos. Franca l,oi2,720 fran-1 inslito e inqualificavel que jamis se tem vist?
eos. Dinamarca 1,09^,800 francos. Mecklombur- ~
go 1,036,320 francos. Hanover 948,720 francos.
Hamburgo 67,680 francos. Austria 519,360 fran-
cos. Suecia 543.600 francos. Italia 487,200 fran-
cos. Hespanha 431,520 francos. Bussia 418,400
francos. Breme 190,320 francos. Oldemburgo
121,200 francos. Lubeck 25,680 francos. Portu-
gual 23,280 francos. Grecia %tfQ francos. Re-
pblica Argentina 19,680 francos. Chili 13,920
francos. Estados romanos 5,760 francos. Tur-
Suia 4,800 francos. Per 4,330francos. Brasil 1,680
ancos. Equador 1,440 francos.
nos annaes eleitoraes. Eraui 8 horas e 3|4 da ma-
nhaa, quando apresentei-me ixirta da igreja que
serve de matriz acompanhado de todos os eleito-
res e supplentes, que vao assignados na lista in-
clusa, e esta abrindo-se rpidamente offerece as
minhas vistas um grupo de cinco homens sentados
tem inemittuu-em at o furto n reme-
sentiu-ao allegada de karrr*e remJk no rmmeXl,
S.'-
tovet.
A vista do que, devo modificar a* trhm, me ex-
ped Vmc. e a aqneUas outrtu nifurirfiaV i|iiii
seqitencia da sobredita repretentrmo. Fimmt em
todo caso a dposictlo de } me. a forea pmmtm mi
existente, a qual ser for Vmc. motim ie mxmmt
I
em roda do urna mesa, os quaes logo que me vi-' coni 0 referuto commaHinte i imttemmemto
ram se declararan! constituidos em mesa paro
enial.
Pcdi e ordenci que se levantassero, afira de en-
celar os trabalhos da installacao da dita mesa pa-
rochial, ao que resistiram, accrcando-se da forca
capitao Duarte Sane, nao a wone
nenliuma das dame menciname metm te
to aouella ultima se reuni no prmUlo
acudindo apenas com
lio e, manutencao
m a metma fnre* em mtxi-
ia ordem pmnVn rmi* mm
A Conetpondencia de Hespam publica o que se-
gu :
8. M. a ralnha offereeeu Virgem do Mar que se
venera em Santander um riquissimo vestido bor-
dado ouro e outro igual ao menino Jess que
aquella imagem tem nos bracos.
Em Santander onde ha muta devocao com a Vir-
gen do Mar foi recebido eemagradeciuiento o real
presente.
No Jornal do Commercio de Lisboa l-se o se-
guinte :
Hoje de manha appareceu na praca da Figuei-
ra um homcm de 50 a 60 annos de idade, menos
mal trajado tendo na mao urna ponta de vcado.
Dirigio-sc a vendedeira de flores collocou a ponta
do veado sobre o taboleiro das flores e disse-llie :
Quer comprar ?
Para que serve isso ?
Para o quebranto.
A inulher rio-se, e outras que estavam j fazen-
do roda, disseram galhofando :
Qual quebranto I
Sim senhor, acudi o homem.- Isto lvra do
quebranto. Ora voces nao acreditara, aqui tem.
Dizendo isto, abri a camisa c mostaou una me-
dalla de cobre qne trazia pendente ao |ieito, tendo
gravado o busto de Pi IX, e mostrou mais um pe-
queo esgalho de ponta de veado, junio com a mc-
dalba.
Aqui tem, continuou o homem, o retrato de Sua
Santidade, ecom esta ponta to pequea, nao lhe
d quebranto, nem ao Sr. D. Miguel 1. Comprcm,
comprem isto, que livram de quebranto o Sr. D.
Miguell. .
0 homem, vendo quedas mulheres eram uuific-
rentes isca, que elle Ihes lancava, l foi a outro
lugar, tratar de vender a pona do veado, que era
o que elle desejava.
Quem isto nos referi, como sua extravagancia,
nao sabe se o homem tena alguma medalha com o
busto de D. Miguel.
A medalha do papa bem gravada.
Diz um jornal francez que M. Tkeodore Sortais,
relojoeiro macanico, fez funccionar diante de Na-
poleao, em Fontaineblau, um novo apparelho de
telegrapha elctrica de sua inveneao, que offerece
nmitas vantagens:
l. A transmissao dos despachos, mesmo na au-
sencia do empregado recebedor;
2. Os signaes tracados uo papel sao visiveis im-
mediatamente, e permittem ao empregado, quando
est presente, notaros erros sem perder tempo;
3. A transmissao se opera com a maior acili-
dade;
4." Todos os apparelhos Morse actualmente em
uso, podem ser transformados para este novo sys-
tema.
COMARCA DO CABO,
Fregnezia de ipojuca.
Acta da apuracao das cdulas recebidas para a
eleinlode eleitores da fregus* de S. Miguel de
Ipojuca. ,
Aos 15 dias do mez de agosto do anno do A as-
cimento de Nosso Senlior Jess Christo de 18b3,
42 da independencia e do imperio, na igreja do-
convento de Santo Antonio da freguezia de S. Mi-
guel de Ipojuca continuando funecionar mesa
parochial installada no dia 9 do correntc sob a
presidencia do priineiro juiz.de paz o ciiladao Joa-
quim Manoel da Costa, e tendo por membros os
cidadaos Antonio Juvencio Pires Falcao, Lourenco
Bezerra de Siqueira Cavalcan Jnior, Manoel
Matheus Cavalcanti e Mauoel Joaquim la Silva,
nao tendo porm sido esse acto praticado na igre-
ja do Livramento, que serve de matriz desta fre-
Suezia, a mesa parochial passa a declarar a razao
isso, o e : que no dia 5 do correntc tendo-se te-
chado a ifereja iuc serve de matriz dopois da mis-
- manliSa, foram
publica, que os sustentava, e por ordem de um dos intercencu0 ,]'neeeuaria e no memento, em j*t>
Inlrusos que o segundo juiz de paz do distncto, fr> de modo que nao autore de preferenem eom
foram retirados todos os eleitores e supplentes que ma assistencia permanente o protesto ekttorni**
rae acompanhavam em grande matarla. alguma deltas.
Este acto foi cumprdo e executado com o appa-1 Abstewio-se pois Vmc do empreo de <
rato aterrador de bayonetas caladas. tneios de impedir os trabalhos de teta
Fiel as ordons c sabias instruccoes desU adnu- xe-as ambas funecionarem. e o fizerem, pnrm nistracao, nao oppnz a menor resistencia a esse gm tempo opoorlum resolta sobre a kfmmme de
acto de violencia, e vi sahirem todos os eleitores uma oude aoJcr competente. Qmum* na
sobre quem se carregavam as pontas das bayon- tnais, reitero-be a,,: JUmenla,;,,, j feilm embem
las ; conservando-me dentro da igreja, anai me! olor)Vo publico e da segurnne dm i dm '
acho revestido das insignias de meu posto. localidade, assim como a maior prudencia e i
Inleirando V. Exc. to desagradavel oceurren- cialidade em todos os artos, que poumn ter
ca, aguardo suas ordens, tratando de tomar me-
didas pacificas e regulares, aflm de que nao possa
proceder um semelhante acto c oppondo-me com
todas as torcas que haja a menor resistencia a
porga publica.
V. Exc. resolver o que entender de justca, cer-
to de que marcharei sempre no terreno da Iei c sob
as uspracSes pacificas desta Ilustrada admnis-
tracao.
Deus guarde V. Exc. Igreja do Livramento,
que serve de matriz da freguezia de Ipojuca, nove
horas da manha de 9 de agosto de 1863.Illm. e ciondoj sendo este offlrio respoodklo pelo pre-i
Exm. Sr. Dr. Joao Silveira de Souza, dignissnno jante da cmara da forma e loar **nin* :
presidente da provincia-O prmeiro juizde paz, n|m. Senhor. Emresposia ao oikio le V s
Joaquim Manoel ila Costa. ag0ra recebido (seto c meia hera* da maala) t^-
Hclarao dos eleitores e supplentes me acompanhou nn0 a resnonder-llH.' qne o livro exri* amacha
i .ffcl erigido presidencia. ^ nuIrz ,|0sta povoai-o desd.' o dia 8 de umvm
Manoel Jos da Costa.
cao com o processo eleitoral.
Deus guarde Vine.Joao SilceiradeSoazii.
Sr. Dr.jniz municipal de pojuca.
Conforme. Firmino Herculano Baptista !<-
beho.
Em virtude dessa resposta da presidencia m
juiz municipal, o prmeiro juiz de paz entenm,
liara melhor r.'gularidadc dos trabalhos, dever re-
quisitar o livro competente das actas, ala fK
nellc se transcrevessem os trabalhos da primen T
acta j lancados neste livro, como toi atina bms-
Lourenco Bezerra de Siuueira Cavalcanti.
Isidoro Camello Pessoa ae Siqueira Cavalcanti.
Antonio Juvencio Pires Falcao.
Joao de Souza Leo.
Leonardo Bezerra de Siqueira Cavalcanti Jnior.
Antonio Jos Pires Jnior.
Francisco Jos da Costa e Silva.
Joao Manoel Pereira de Abreu.
Joao Carlos Bezerra Cavalcanti.
Gervasio Jos da Costa.
Jos Francisco Accioli Lins.
Paulo Fulippc do Salles Abreu.
Manoel Leonardo de Siqueira.
Joaquim Francisco de Souza Leo.
Bcnto Jos Ramos de Oliveira.
Vicente de Moraes Mello Junier.
Antonio Domingues da Costa Albuquerque.
Jos \ alentim Vieira de Mello.
Supplentes.
Francisco Jos de Salles Abreu.
Antonio Emilio de Salles Abreu.
Jos Sabino da Rocha Wanderley.
Felippe Nery da Silva.
Joao de Deus Alves de Souza.
Jos Bernardino Gomes de Souza.
Manoel Raymundo de Souza.
Jos Coelho Barbosa.
Antonio Francisco Xavier Xiinencs.
Manoel Matheus Cavalcanti.
Francisco de Paula c Silva.
Joao Carlos Pimentel.
Manoel Joaquim da Silva.
Manoel Francisco das Chagas.
Agostinho Correia de Castro.
Bento da Costa Martins.
Isidoro Camello Pessoa de Siqueira Cavalcanti J-
nior.
Manoel Barbosa de Mello.
Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes.
Esta relago eslava reconhecida pelo tabelliao
publico Miguel Joaquim do Espirito Sapto Moraes.
E considerando o Io juiz de paz Joaquim Manoel
da Costa, que nada mais podia fazer dentro da
oceupada pela forca
te. Deus guard a \ S. Ipojuca 10 le aculo *
1863. Illm. Sr. juiz de paz mais votado tes* tr-
ino. O pro-presiden!* da cmara iicipnl,
Francisco Bochad Plantea Brito de Medeiroe.
A vista disso continuou a mesa a Mrvir-w late
mesmo livro, para o que se acha aulorisado o pn-
meiro juiz de paz, presidente da mesa parottel,
em virtude do art. 16 das instrurees j citada.
Proscguindo regularmente a mesa parochial em
seus trabalhos do recebimento das listas, e <
tando-lhc qne as ordens da presidencia esa
na copia do officio cima transcripto, nao foi
cumplidas, visto como at aquella hora (M> i
nh) se acha va parte da forra paMk
com sentinellas as portas da matriz, rf
saque o primeiro juiz de paz offirinss<- ao .
te da provincia, communirando see mmit i
bediencia.
E nada mais tendo orcorrido nesw dia, conti-
nua ram os trabalhos do reccbinvnto das natas, o
(pie se concluio as 12 horas do dia II, depots do
que se lavrou a acta do recebimento las eelnJa,
cujo trabalho foi concluido s 6 ', ora* da tord--.
No dia 12 pelas 9 lloras da manhaa pnaciyiow '*
a apuracao das cdula.-, e depois de adiantaM tralialhos, resolveu a mesa offlciar ao jna A* di-
rcito da comarca, |>edindo qne cite rimwpmreanmut
no lugar em que se proceda eleijao, ana le tm-
t''tuiinhar a marcha regular de s*us trabalhos %-
to como as autoridades, que, por ordem nre-
sidencia da provincia, se acnavam no lugar. s
tornavam invisiveis as horas em que fbntrnav i
esta mesa ; ao que respondeo o juiz de direo mm
por incommodo de sade nao podia comnnrecer.
No dia 13 do coi rente continuou repuiamwnfc- a
apuracao das cdulas, desde as 9 horas da msnma*
at s'6 e meia da tarde.
No dia 14 seguio-se o mesmo trabalho. mte dn-
rou desde as 9 horas da manha al* as 6
da tarde.
igreja matriz, que se achava
publica commandada pelo alferes Manoel Erasmo
de Carvalho Moura, o qual insista era se negar a er 0 nrmoiro juiz de paz. afim de
todas as suas requisicoes, retirou-se deixando all | senr de documento a estes trabnlhw.
E no dia 15 continnaram anda os tratnlnu da
apuracao, que se concluiram s II horas da nv-
nha. Finda a apuracao, resol ven a mesa fne, *-
lii- ile lavrada a acta competente, se i ani -;
nina copia polo talielliao publico para ntar nm po-
no ca-
ite
sa, que tvelugar as 1 oras oa u|f ayK?fa I nao'fosic de novo a ordem perturbada,
as portas depois de fechadas, W^JSdS mpsa Pa'ochial as 11 horas ua manha,
aquelle gru d cinco homens, que linham per
turbado a ordem, os quaes continuaran! a repre-
sentar a farca ridicula de urna mesa constituida ;
e para logo drigiu-se ao convento de Santo Auto-
....lo - aos eleitores e supplentes, c ah tendo decorrido o _
tempo preciso para tomar medidas aftm de que i (.ue
installou a
nos termos
ii!.;
desapparecer este livro da < amara inun
quali|uer circuinstancia.
Finalmente.derlara a mesa parochial.
consta ter-se retirado a forca publica da ,
njreja horas do dia 13. e com a mesma forca a ae-mn.',
simularam uma mesa parochial na referida
igreja. E depois de preenehidas todas dentis
formalidades exigidas por le. deu-s* por lit>!
x;" 7"* ";.""" i A. .- i i.> nn. uii-.M iiaeAinai.e n uma.- ua in.iutiua. uuo h-mmuj loniiaiiiiaues eVIKia- OlT
fn,1'lS SSnfiTi' sendo 'nSSiSSto! da lei; e C01" J Cs,a rcfc,'id 5 "^ K5^5"EKl Z**3mtm a eteKin dr
frente da mesma greja, sendo porcm nermiitiao o ^ de do o|ncou Uimbein a presidencia, t. eitoiv- da freennia de S Mi-nei .te lpojur'a. r-
i"^Te^f?f\ZpT,r%PeSo Tluotonta da 'ue lo s M hava installada a mesa paroc,.,i,al- denada por Sn. :iU92 di 12 d* HJ? *
wZJvmS t fZ^^J^r^^^S-1como que ossa hora a,,lda nii0 cra-,n a.PParccld,0S mrflndo. rujo resultado como se segne :
Silva_\ eira, ao alferes Manoel pasmte tai va na |)OVOac5o 0 uiz municipal Dr. Joao Gonzaga Ba- *
Eleto
ManiH'l tai da OmM. eom IH'i
tarta Lourenco ltez*rra te Manara
ditii liento J"-
de veira, 1100 ; capitao Joao Carina Bserra Cavai-
Canwln Hnmm
teiienie-enroori An-
uimara nn.eniei, mi pun ww ^ive ^.-", se adiar por sua ordem presentes aoacto da elci
segundo juiz de paz Antonio pW'n0 <^a,"r, a'' de qu- por mutuo accordo delle 1 juiz
de A buquerque e ao esenvao de paz do pnmeirp com Q jujz ^ lomassem as incdi
districto Manoel Henriques de Miranda AttjoU. Iconcernentee ordem
que se deve guardar e ob-
das cante, 1160; proprktario Isidoro
facto este que foi presenciado por mnilas peawM | wmf m excrcic0 d'e ^ func<.oes, e s appare-
inclusive eleitores o supplentes e pelo primeiro
Os velhos tomam tabaco.
Os mocos tomam tambera ;
Toma fidalgo, e o plebo,
E o turco em seu Harem
Com sua amante adorada,
* E eu que mesmo morrendo
Nao me esqueco da pitada.
A Nacao d o seguinte :
Mr. Plon, impressor de Luiz Xapoleao, acha-se
em Vichy, dizendo-sc que Hic levara as ultimas pro-
vas do primeiro tomo da sua Historia de Julio
Cesar.
Em Vichy ha um livreiro ipie se chama Julio Ce-
sar, e conta-sc que um de seus prenles lhe per-
guntra outro da.
E' verdade que o imperador est fazendo a
historia da nossa familia t
No dia 12 do corrente celebrou-se em Roma a
juiz de paz, o qual tomando medidas para evitar
3ualqner sorpreza, apenas conseguio que sahisse
a igreja o delegado Theotonio da Silva Vieira e o
alferes Manoel Erasmo de Carvalho Moura, pela
mesma porta do oito, ficando ella fechada e a
sentinella ah postada.
Erara 8 horas e 8/4 quando entrou o guarda da
igreja Alexandrino Jos de Souza pela porta da
sacrista fechando-a por dentro e instantes depois
abrio-se rpidamente a porta principal da igreja
olTerecendo as vistas do primeiro juiz de paz, dos
eleitores e supplentes da freguezia que em mata-
ra o acompanhavam, um grupo de cinco homens
sentados em roda de uma mesa em que tinham
collocado uma urna e estes apenas foram avistando
o prmeiro juiz de paz. eleitores o supplentes se
declararan! constituidos em mesa paroclal convi-
dando ao mesmo priineiro juiz de paz que to-
inasse assento como presidente; este porm rc-
pellindo um tal convite e declarando que jamis
tomaria parte era uma semelhante farca, exigi
que se levantasse o primeiro protagonista da refe-
rida farca o segundo juiz de paz Antonio Peregri-
no Cavalcanti de Albuquerque, que oceupava a
cabeceira da mesa, afim de que elle primeiro juiz
de paz Joaquim Manoel da Costa cncetasse os tra-
balhos da installacao da mesa parochial, ao que
resisti o segundo juiz de paz e as quatro pessoas
que insistiam em figurar de mesarios. sendo es-
ses os Srs. barodos Guararapes, conego Francisco
Rochael Pereira Brito de Medeiros, Jos Flix da
cerain dentro da povoaco ao meto dia, fazeudo-sc
invisiveis at ao professor Vicente de Moiaes Mel
lo Jnior, que nessa occasio procurou o juiz mu-
nicipal para lhe entregar um ofllcio do presidente
da provincia vindo pelocorreo.
Assim installada a mesa parochial funecionou
como escrivo Jos Francisco da Costa Feij, es-1 prietario Joao de Souza Leo.
crivao de paz do segundo districto emexercicio do Reg Barros Araujo. II.TU
por isso que como est mencionado na acta da ins -, Jos da Costa. 1 Un; alteres
tallacio nao couipareceu o escrivo de paz do pri-
de Miranda Ac-
de Siqueira Cavakante, I1M
tonio Juvencio Pire Falcao, H">m ; tenente tan
Manoel Pereira de Abreu. i l-'*: agrkonor Jnv
quim MaiHM'l da Oi-la. II-) : pruprieUn I
Santiago Vieira da tamba. ImB; eapno Aano
Jos Pires Jnior. I l.'is tenente Loarana narr-
ra de Siqueira < ^valante Jnior. II ?
Pnrita Francisco de Paula Mesquita II
1156; lite Felicia!
meiro districto Manoel Henriques
cioli, nao obstante ter sido previamente requisita-
do, mandando o priineiro juiz de paz lavrar a acta
de nstallacao da mesa parochial neste livro em
branco por elle nessa occasio aberto, encerrado,
numerado c rubricado, como dispoe o art. 16 das
instruccoes queso refere o aviso n. 168 de 28 de
de junho de 1849, procedendo no mesmo dia 9, a
chamada dos votantes pela lista existente em seu
poder, visto ter-se cumprdo o disposto no art. 21
da lei do 19 de agosto de 184o. Assim se conclui-
ram os trabalhos do dia 9 : no dia 10 pelas 7 ho-
ras da manhaa, o primeiro juiz de paz olliciou ao
capitao Duarte Xunes comuiandante da forca rc-
quisitando 20 pracas alim de prevenir quaesquer
disturbios no proseguimento da eleico, sendo esta
requisicao por ello negada como se ve de seu ofllcio
recebido 10 minutos depois, o qual do theor se-
guinte :
Respondcndo ao senhor priineiro juiz de paz, te-
nho djzer-lhe, que alm de se adiar a forca sob o
meu n m ii i lando disposico do Sr. Dr. juiz muni-
gos dos Passos Miranda, Manoel Soares de Albu-
querque, Jos Corroa de Mattos, Manoel Pereira
de Araujo, 1 escrava de Joaquim Luiz Vieira, 2 es-
cravos a entregar, 1 escrava de Luiza Rosa de Je-
ss, 1 escravo de J. F. Pereira Magalhes, 5 escra-
oravos de Jos Joaquim Gomes de Abreu, Jos das; ^-{& dos pontfircc santos
Chagas Andrade e 1 escravo, 1 escrava de Domn- De 2g8 papas que tcm ocupado a cadeira iionti-
ficia, desde o apostlo S. Pedro at Pi IX, 83 fo-
ram canonisados.
Pi V foi o ultimo papa collocado entre os bem-
aventurados.
tos deTmonta^RicardoVoJeio'''los'"Antmlto~d> odlciaes dos foot guards (guarda real de in-
Sants ^S^^yTA^SZ!^ fantaria) offereceram uma festa ao principe e pnn-
EduSFo.cSs. lesSS &a ^r^r^^^^^^^ epara oqua. subs-
Amontada Costa Moreira, Elias Josidos Santos crer\e^,ne^s ,Tnha o d.reito de disnr de 4
Ferreira4 Araujo, 1 escravodeLuiz Jos^Estoves,|'
subscriptores, o que faz um total de 9,000
J&^^eV*?^?^ Sn^iSm
son, 1 escrava de Domingos Rodrigues de Andra-
de, 1 escravo de Prxedes da Rocha Lima & Gui-
maraes, 1 escrava de Vicente de S Rocha, 2 es-
cravos de Jos Lopes Machado, Francisco Jos de
Magalhes Bastos, Francisca de Paula Lobo Faria
e um filho menor e Dr. Luiz de Alfiuquerque Mar-
tins Pereira.
Obtiario do da 18 de agosto, no cemiterio
I'IBLICO.
Maria, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vista, espasmo.
Goncalo do Amarante Pinto, Pernambuco, 45 an-
nos, casado, Boa-Vista, tumores.
Norberto Jos de Araujo Lei te, Pernambuco, 11 an-
uos, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Joaquina Maria de Jess, Pernambuco, 6 annos,
viuva, Recito; congestao cerebral.
Boaventura, escravo, frica, 40 annos, solteiroy
Boa-Vista-, asdte. ,
Manoel, Pernambuco, 4 amos, p- jw > wnvul-
soes.
>Iaria? Pernambuco, 1 dia, Recie ; espasmo.
(40:5005.,
O aperto nos salSes em que a festa foi dada era
tal, que a nmitas senhoras desprenderam-e-lhes
dos eneites uma Certa quantidade de brilhantes.
Dizem alguns jornaes inglezes que s urna pes-
soa ajuntou no soalho uma quantidade de brilhan-
tes no valor de mais de 1,400 libras.
Em 12 de iullio devia ter-se reunido em Bruxel-
las ama conferencia dos representantes de todos s
estados marituos em relacao commercial com a
Blgica. 0 fim desta conferencia ser a raficacao
dos tratados feitos com o governo belga para o res-
gato da navegaco do Escalda.
Estes direito's eram de 1^0 florins por cada to-
nelada de navio nacional ou estrangeiro que nave-
gatee aquello rio. A indemnisacao por uma s
vez aceita pela Hollanda de 36 miDioes de fran-
cos. A Blgica paga um terco dessa somma ou 12
milhoes de francos.
As parteg qne locam aos outro$ estado* sao as
seguinles
('amara Pimentel e Joaquim JoseAlves Lima, que cjpaj accresce, que s pode ella ser requislada
todos juntos convidaram o escrivo depz do pn- qUanti0 |iaja alteracao na ordem publica.
Deus guarde V. S.Ipojuca 10 de agosto de
meiro districto Manoel Henriques de Miranda Ac-
cioli aescrever o que chamavam acta de nstal-
lacao.
Nesse momento o primeiro juiz de paz rcvestin-
do-se das insignias de seu cargo intunou enrgi-
camente aos j referidos cinco homens que se le-
vantassem e nao continuassem a perturbar a or-
dem, que se devia manter nos trabalhos da ins-
tallacao da mesa parocial, e abrindo o seu relogio
e vendo que eram 9 horas menos cinco minutos
convidou aos eleitores e supplentes a principiar
ditos trabalhos.
Ento rebellaram-se contra elle aquelles cinco
homens, e entre vozerias^ alaridos ordenaram ao
alteres Manoel Erasmo de Carvalho Moura, o qual
ja oceupava a igreja com soldados do seu comman-
do que flzesse evacua-la, c esse altores a despeito
das ordens terminantes que lhe dava o priineiro
juiz de paz para que se nao praticasse esse acto
de violencia, mandou de facto evacuar a igreja
pelos soldados, quo estavam de bayonetas caladas
e assim foram lanzados tora os eleitores e sup-
plentes que oceupavam o recinto da igreja, os
quaes toaos haviam sido escrupulosamente corri-
dos no acto de entrarem, sem que o primeiro juiz
de paz houvesse dao a menor ordem a respeito.
Foram pois carregados a ponta de bayonetas e
expulsos da igreja nao"s os eleitores e supplentes
como todos os espectadores, que haviam entrado :
nessa occasio protostou o primeiro juiz de paz
contra esse acto de violencia, declarando ao alfe-
res Manoel Erasmo de Carvalho Moura, que o fa-
zia re6ponsavel por cumprir ordens, que emana-
vam de um grupo de einco homem que se haviam
remudo clandestinamente na igreja com o propo-
sito de perturbar a ordem e erabaracar a marcha
regular dos trabalhos eleitoraes. Immediata-
mente depois o primeiro Juiz de paz pedindo que
lhe fornecessem de fra papel, penna e tinta, no
que nao houve opposico encostou-se em um dos
conflssionarios e sobre a perna officlou r presi-
dente da provincia nestes termos:
1863.
:ebeu tambem o primeiro ""\r;','r".";.: ; "
presidente da provincia, M"? 89: >X *' r,""^.,>
de outro, dirigido ao juiz Weutcrio de Mesquita 86
o ihPftr rninlA I : JoaG. ^''PO'""c,
Illm. Sr. Joaquim Manoel da Costa, primeiro juiz
de paz.Antonio Lins Duarte Nunes.
A essa mesma hora recebeu tambem o primeiro
juiz de paz um ofllcio do
acompanhado de copia
municipal, os quaes sao do theor seguinte
Quarta seafw.Palacio do governo de Pemam
buco, em 9 de agosto de 1863.=Ten ordens que para ahi ernedi em vista de suas repre-
sentaroes, que hoje me foram presentes, reccbi do
juiz municipal desse termo, do delegado de polica,
do capitao commandante do dettacanwnto e do pro-
motor publico da comarca, as communcacoes offi-
ciaes a-que merefiro na copia junta, tire em fon-
sequencia destas^de modificar as mesmas, pelo mo-
do que ahi consta, e neste sentido me dirijo tiesta
occasio a aquellas diversas autoridades, o que lhe
i-o i n muir o para seu conheci ment e governo.
Deus guarde Vmc.=Joao Silveira de Souza.
Sr. juiz de paz mais votado da freguezia de Ipo-
juca.
Quarta secco.Palacio do governo de Pernam-
buco, em 9 de agosto de I963.=0fficiei-lhe nesta da-
ta sobre as oceurmuias, que o juiz de paz mais
votado dessa paroctia, trouxe ao meu connecimento
em tima sua representacao, e fiz-lhe recommenda-
ces para o casto de strem exactos os casos ahi re-
feriaos.
* Agora (1 horas da notte) acabo de receber com-
muir arles officiaes suas, do promotor publico da
comarca, do official commandante do destacamento
c do delegado ie policia, das quaes infiro que naquel-
la representacao se desfigure* qu exageren os ditos
factos, pois que, nem Vmc., nem qualquer daquetles
funecionarios delles fallam ; e antes asseveram to-
dos, que ao chegarem anidas 9 para as 10 horas do
dia (pouco mais ou menos) j acharam organitaia
Manoel l^mard dn
Siqueira Cavalcanti, 1156 ; dito Panto Felippe de
Salles Abren, 1156 votos ; capitao Miguel Tetati-
no Piral Falcao, 1156: dito Joaquim Fraarro de
Souza Leo, 1156: agricultor Francisco tae da
Costa e Silva. 1150.
Proprielarto Francisco Lias Paes Brrelo II*;
agricultor Justiniaaodc MendoafaLta 1156: ean-
to Leonardo. Itezi'i i a de Siqueira Cavalcante Jnawr
1156; proprietano Jos Franciaco Accin Lins
1186; agricultor Jos.'- Valentim Vieira k
11-*>(>: proprietario Antonio Emilio de Salta i
1157; dito Jos Nazianzeno da Co>la Alb
1156; dito Joaquim da Sil
publico Vicente de Moi ae- Mello Juntar 1136
crivo Miguel Joaquim do Espirito Sanio Morae*
1156; proprietario Antonio iMmnpue- da C--
Albuquerque 1156; dito Herminio I .mrwli lo
Andrade 1136; agricultor Antoiuo Alve-da Si
Araujo 1156 ; dito Francisco de Paula e Silva I US;
proprietario Franci-ro Jos.' d
agricultor Joiiquiui Theotloi o do tu-.;
di lo Francisco Al ve, de S6: eatifVegado
publico Jos Joaqun des Stata 11
Sup|ilenle>.
Bento Martins da Costa com 119 voto>: Mano-I
Matheus Cavalcante 110: Joaquim Soriaa *;
Joo de Barros Araujo 98: Joo Emiliano da Can*)
Albuquerque 96 ; Manoel Hay mundo de Souza !*-'
Manoel Joaipiim da Silva H: Manoel Barkaaada
Mello 89; Jos Francisco da Costa Feijo W: tan
Francisco Anaan Qnv
laca Hti: Joo'Nepomuceno Xavier HV. Jaarde.
N)'uza (lonealves 82: Jos Sabino da Rocha
derley 79;*Antonio Francisco Xavier Ximeiv
Joo Martiniano Ximenes 75; Joo Carta Phniii
tel 70: Antonio Gomes de Oliveira M; Yiecnte
Ferreira des Santos 70; Jnafpiim Ignacio P>nnia
de iqueira 66; Salvador Santino de Laceran *,
Antonio i'jirneiro Falcao mes de Souza 61: lzidro Dimpim Valtrudes ;
Porfirio Alves da Silva, 59; Agostinho Correa le
Castro 53; Bento da Costa Manas 54; tan de
Deus Alves de Souza 34: Joo Francisco
54; Francisco Manod Felii da Silveira 31;
Ignacio Ribeiro Roma 50; Manoel Martins i
sa 49; Pedro Hugo Geminiano 48: Franea
noei de Siqtieira 35; Francisco Alberto de
da 30; Pedro Marinho de Alboqoerqoe : Ita-
no Jos <^destino 27; Alexandre Pereira fe Fin-
tas 27; Manoel Cantoso de Vara 19; Anfoan A
ves de Araujo 7 Estevo Jos Martins I
E nada mais occorrendo digno de bm
se a acta por encerrada.
En Lourenco Bezerra le Stqnona C
Juntar, secretario a escren.
A mesa declara emtempoquc
a leitura da presente acta, ohwjrjonnoe
no Mcreveu o leeretart o *
e ftmciomndo regular epe^eam^te a mesa pa- w.-A#J**'
rochial reunida no lugar n ntente, que assim \ tkeus Cavalcante,-,
no escreveu o
mes de Oliveira con nf
Vicente Ferreira lo Sanios com
Primeiro Wz l P*.10^** *
mesa paiocnial, JoafmmW
tarta, Xor*> Bexerrm m
nior -Antonio Juvencio Pire
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Piarte de Perimnheeo tilinta felra de Agobio de ****
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CORRSPOWDENCIAS.
S-*. redactores. .' forte teima a do
correspondente das aguas sujas!
Trocando a lingiwg.n bordnlenga doseu
primeiro ingrinvinco polo dialecto particu-
lar dos acougues coiq que hontem appare-
ceu de novo no Diario, conclue mui desto-
cadamente dizendo, que a ninguem qur de-
primir !
Ora d-se maior desproposito ?
Esse horaem ou est demente, ou fa-
tein. Os fateiros por mais limpos que quei-
ram parecer, trescalam sempre o insuppor-
lavel bafio do debullio ...
Mas, o que tem o djMBjf^flMl, que anda
ra tratando dos seus negocios, que dous
negros em sua auzencia, lavarem a sala,
saceodisseyn agua no correspondente, na
persuasao que o fariam em ura monturo,
para ser elle atassalhado pela imprensa ?
Um outro hornera, bu teria calado, ou se
apresentado as fiscal, mas o corresponden-
te quiz mostrar o que : corre a impren-
sa, e revela-se faleiro !..
Urna vez por todas.
Discuta com os negros, que o morador da
ra Nova nao duvidar mandar lavar-lhe,
e escovar-lhe a fatita, visto como os senso-
res sao responsaveis pelo damno que os es-
cravos fazem a terceiro, e fiquemos nislo.
A puMlw.
Sis. redactores. Vou pela segunda vez oceupar
a atiencao de tao Ilustrado publico desla cidade,
para miudamente apreciar o proceder deste
Sr. Joo Antonio Carpiuteiro da Silva, e as suas pro-
palacoes.
No anno de mil oito centos e quarenta e dous,
eu Bento Antonio Carpinteiro da Silva, j me acha-
va estabelecido com urna padaria, sitanarua da
Alegra, freguezia da Boa-Vista, sendo entao meu
protector o Sr. Manoel das crnicas, (por appellido)
acontecoodo ahi cair doente, os mdicos que me
assistiam aconselharam-me que eu nao trabalhas-
se em padaria, e fosse para o mano se quizesse ter
,-ade, achando-me eu j em urna cama sem me
poder levantar, eis que chega um navio da Euro-
Sa, em cujo navio, vinha meu (felizmente) irraao
nao Antonio Carpinteiro da Silva, servndo de co-
zinheiro abordo do mesmo, e que foi dar fundo na
casa do eslabelecimento desse sen (infelizmente)
irmio Bento Antonio Carpinteiro da Silva, e o aco-
ln em minha casa de residencia que era o mea
estabelecimento, e continuando a prolongar-se os
meus soffrimentos, retirci-mo para o matto, fcando
elle Joao Carpinteiro com o meu-estabelecimento,!
sendo protegido pelo mesmo protector meu, o Sr.'
Manoel das carracas, ( meu pedido) no fim de '
quatro mezes e dias me adiando j restabelecido
de meus solrimcntos, voltei a esta praca aonde fi-
quei arrumado como caixeiro e administrador na
padaria do Sr. Bento, (hoje fallecido) na ra Nova,
de onde alii dos meus ordenados lhe emprestei
cont e cincoenta rail ris, a meu (felizmente) ir-
mao Joao Carpiuteiro da Silva para fazer um pe-
queo fundo, para fazer sociodade cora o Sr. Sam-
paio, e depois fui recolhendo em suas raaos, todos
os meus ordenados vencidos, que de meu patrio
recebia, d'onde liz um capital de quinheatos a seis-
r-i nlos mil ris, com o qual, em outubro de mil
cito centos quarenta e quatro, entre para a socio-
dade da padaria da Passagem da Madalena. tendo
por socio o cidado brasileiro Manoel Duarte, mo-
rador na freguezia da Boa-Vista, homem esse muito
conbeeido e respeitado.
Pausados alguns tempos, Joao Carpinteiro cheio
de ambiguo ior ver que a nossa sociedade mulii-
j.lieava, emprehendeu logo a vil idea ambiciosa de
desmancha! esta sociedade, ficando elle adraittido
cuno socio em lugar do Sr. Manoel Duarte; final-
menM passados tres mezes, me apresentou o Sr.
Joao Carpinteiro ao Sr. Domingos da Silva Beiriz,
Sara que eu o acceitasse para entrar na parte que
le partencia, retirndose elle Joao Carpinteiro de
toda a gerencia em dita casa, o qual uu coa.se/Ki
por obdiencia que sempre lhe guardei como irm
mais velho do que eu.
Eis ahi senhores. portento as primeiras vezes
que meu (felizmente) irmao me estabelcceu, eis
senbores os eslabelecimentos que oceupei at mil
oito centos cincoenta e sete. D'ahi at o anno de
mil oilo centos a sessenta, oceupei a administrarlo
da desgranada rma de Carpinieiro & Prado, on-
de ahi persist pelo tempo de tres annos e dias su-
po, laudo, (digo) sendo minha moiadia detraz de |
urna porta, sendo cu um horaem malvado como me
qnalilkou meu (felizmente) irraao.
Joao Carpinteiro, durante este tempo foi-me pre-
ciso revistir de toda^i bondade, para todos os dias I
supportar o socio, do mesmo Sr. Joao Carpinteiro,!
porque com poucas excepeoes, todos os dias eslava
em grande embriaguez, como a polica est bem
apar desta verdade, e de melhor forma toda a vi-
sinliai jtiaiteiro, tudo stosupportei, por-
que destas fundos me pertcncem, eis aqu a
maivdan de que meu irmao me aecusa.
do cu tao malvado como elle diz, por certo
nao tolerara quanto Jolerei, pois meu (felizmente)
irmio saliendo que eu era tao malvado, nao sei
cern) me metteu com semelbante impada iva o pu-
blico apreciando niinhamalvadeza) ou entao elle
inandou para ahi de proposito (assim como se
manda o cordeiro ao lobo) para ver se ahi melhor
padaria conseguir os seus internes planos a muito
i ensaladas para com o sea (infelizmente) rmo
lento Carpinteiro, com estas ajudasde custo, o
meu (felizmente) irmao me ter estabelecido quatro
vezes !!!!!! Ou ser com os ordenados mesqui-
nhos que ganhava como cosinheiro abordo desla
navio vindo da Europa, e neste porto de Pernam-
buco fundkido !!! ou ser com a calca embreada
com carvio que deixou ficar no boceo dos Ferre-
ros !!!! porque se foi a este dala, tinha tanto como
leve Mathusalem. ao'passo que eu Bento Carpiniei-
ro ja me acbava estabelecido. e lhe dei mcios de
poder vivar tiesta provincia como cima se v de-
clarado ; quanto ao Sr. Joao Carpinteiro dizer que
nao segu para a Europa, cm quanto pelos tribu-
naes esta questao nao fr decidida, porque nao est
disposto mais dcixar-se roubar, precisa-se saber
se foi atacado ou se soffreu arromlio de porte, que
ueste fosse roubadu, pois nesta cidade nao consta
semelhante noticia, c se essa pilhena, a mim di-
rigida porque exijo do senhor o que me deve, des-
de j declaro por este jornal, porque Bento Carpin-
teiro da Silva nunca foi quadrilheiro, pois ve
muito pequeo para o Brasil, e tendo sempre es-
tado no Bio de Janeiro e nesta provincia de Per-
nambuco e sempre residindo na capital, aonde
son muito conhecido, esta mancha nao me pode no-
doar, e de mais se eu tivesse a ndole que em sua
correspondencia expressa, eu nesta provincia em
harmona com o senhor, eu o dcixara por porta
P<.ripie nao teria com que pagar, e por llm a cadeia
seria seu descanco.
Eis ahi mais urna prova de meu cavalhcris-
mo, quanto dizer o Sr. Joao Carpiuteiro que eu
dra na pessoa de meu socio, o Sr. Beiriz cinco
facadas, justamente Misara esta noticia porquan-
to ha vendo sempre certas divergencias entre mim
o eHe, ehega finalmente o da cm que tendo com
o meu socio Beiriz urna grande estudia, eu' suf-
focado pela paixo^ justamente porque pensava
ainda pouco em razao da tera idade que contava,
joguei-lhe com urna garrafa da qual resultaran!
, taes ferinientos, dizer o Sr. Joao Carpinteiro que
fui para a casa do distincto Sr. Joaquim Carneiro
Machado Rios, verdade porque o medo de que fi-
3ue possuido fez-uie levar ao lugar de sua resi-
encia, donde rcsultou que o Sr. Joao Carpinteiro
aproveitando-s da occasio tao oportuna para
ealisar seus tas secretos, degradoti-ine para Ame-
rica da Norte, icaudo de posse de meus bens per-
tencentes a padaria como se dalles fossem, junten-
do mais a esta sorama, a parte que me pertencia
pelo fallecimonto de meu presado pai, senhor, se-
ria muito melhor que no continente eu fosse para
Fernando scntenci.ido pela justga do paiz cumprir
os anuos que a Id determinssse, do que ser de-
gradado por essa froia, por um irmao feliz, que
alm de me trans|>ortar para paiz desconhcido,
negou-me e que nu pertencia legalmeute, e at
mesmo recomiuendaroee para este lugar, julgando
elle que por essa frmame acabara, para reunir
o que me pertencia a sua lurtnnn, para apresen-
tar-se talvez no meio da familia, foito telvez algum
bario, afnda mais na occasio deste embarque,
acompanhando-me oro bHUate da lotera da matriz
da Boa-Vista, cuja lotera fa de seis tomos d* re?;
eu lhe dei esle bilhete (digo meio bilhete). e tendo
sabido nelle lies rontos do ris, assim odeclarou o
seu socio Sampaio, e elle chamou a si esses tres
contos de ris, e licou com elles, e nunca foi capaz
de me dizer o que dito bilhete tinha produzido, j
iido disto sabedor pelo seu socio Sampaio e
mais alguem.
Portento, senhores, vejam como um feliz irmio
protege ao infeliz, dizendo que o estabeleceu qua-
tro vezes, e que nao quer mais completar as cin-
co ; c deste forma, senhores, que no dia 12 do
correte apresentou-se meu irmao (felizmente) nos
armazens dos Trapicheiros, meus credores, com-
prando-Rte as dividas pela metede de seu valor,
declarando-lhe que se nao lhes vendessem que as
tinhain de perder, porque eu nao tinha com que
as pagar ; verdade que eu tendo meu dinheiro a
ferros, e negndose de me pagar, e nunca cliegan-
do comigo a aecrdo algum, procurando o Sr. Joao
Matheus Austin &. C, sendo um dos seus maiores
amigos o Sr. Dr. Rufino de Almeida e Joo da Cu-
nha'eves, e o 8r. Rocha, parece-me que sao
quatro. e outros que eu aqni nie acenso, mas as-
sim mesmocom toda a exigencia por elle Jaio Car-
pinteiro empregada.
Os Srs. trapicheiros. foram tanto de honra, que
conhecendo nelle tne as quera comprar (telvez
para continuar a proteger-me), mas elles disseram
que nao as veiidiam, e osles ento quo eu conhecn
como meus protectores, sobre a heranga e compra
do trras, ambiciosamente elle chamou-as as garras,
isto pois, questao secundaria Quanto a dizer
Joao Carpinteiro que esse dinheiro da compra das
torras, que era de seu estabelecimento, e que eu
apresentei dita quantia cm suas despezas, falte a
verdade, porque eu tendo lucro de raeus trabalhos,
nao precisava de metter dita quantia era suas des-
pezas, porque ao seu estabelecimento denominado
Carpinteiro & Prado, eu sempre o forneci as faltes
de seu alcance, com o meu dinheiro; tanto mais
que isto questao secundaria.
Diz mais que nao podendo retirar quantia algu-
ma do estabelecimento que administrava, verda-
de que eu nao podo retirar capital, porque o dito
estabelecimento nao ajuntava monte, porque o Sr.
Joao Carpinteiro, depois que. tirei essa pequea
quantia de meus trabalhos, nunca mais deixou
ajuntarmaior capitel,^ porque recciava elle quo
eu me benellciasse, sem ser da forma que elle me
tem beneficiado ; o certo 6 que-sempre suppri di-
nheiro para tito miseravcl Arma, como no ultimo
balanco que Francisco do Prado assigncu, ainda fi-
cou a'iirma do posse de um cont c tanto perten-
cente a mim Bento Carpinteiro, cuja quantia em-
prestei a essa pessima tirina de Carpinteiro & Pra-
do, como se raostra do livro de balanco assignado
pelos balanceadores e pelas miseraveis firmas. E"
mais urna prova meu favor.
Aindamis, senhores, no dia 13 do corrento, de-
pois de Joao Carpinteiro ter sido citado, e tendo j
sido publicada urna correspondencia por mim as-
signada, aconteceu que ainda neste occasio deter-
rainou illudir-me, por maneiras sagaies. Tendo
meusobrinho, acompanhado do Sr. Rocha, vindo
era minha casa para tratarem de nma acommoda-
cao entre mim Bento Carpinteiro co meu irmao
Joao Carpinteiro, instando ellos parame accorarao-
dar, e vendo eu meu sobrinho metlido no negocio
com tanto empenho, e considerando ser elle urna
crianca, que dizia estar disposto a fazer essa ac-
commoda^ao, ainda com prejuizo de sua algibei ra;
eu ento a vista desta exigencia cedi ao que elle
me propoz, ahi me conduziram casa do Illm. Sr.
tabdliao Alraeida, e ahi flcou justo e contratado
para se celebrar a dita cscriptura de accommoda-
to, havendo neste tratado de accommodacao um
prejuizo para mim de mais de trrata contos de rs.,
porque na dita escriptnra involvia quatro liquida-
res, que Joao Carpinteiro obrigado a dar-me
conta do producto de todas quatro, sendo certo
que para a primeira j est citado.
A segunda a liquidad do meu estabeleci-
mento da Passagem da Magdalena; a terceira a
liquidad da compra que se fez na Europa, que
o Sr. Joao Carpinteiro chamou a si, e mais algu-
mas cousas que neste occasio se discutiram : a
quarta a liquidacao dos rendiraentos da heranca
por morte de mea prezado pai, e que elle chamou
a si; porm voltando accommodacao, completa-
mente fni mais esta vez Iludido, porque tratando
com esses dous senhores, e ficando justo de passar
dita escriptura, pois l tullamos deixado ficar a
copia (digo o esboco), tudo isto annui para evitar
de ir com o meu feliz irmao aos tnbunaes compe-
tentes.
i.r.nijr fui. -. nli..rv>. mjnli.i .i Ini'aca. iiuaudi.
soube no dia 17 do corrento que meu sobrinho
tinha retirado o esbozo cjae sp achn^a cm m5o do
Sr. Almeida. ja estando parte da escriptura lavra-
da no livro. .
Cumpre-mc dizer que at ahi mesmo fui illudi-
do, como se v, talvez para melhor se prevenir ou
melhor me beneficiar ; porm nao com estas es-
pertezas que ganharao terreno, porque pdem con-
tar comigo nos tribunaes competentes, para fazer
chegar a razao a quem direito tiver, pois eu confio
muito na benevolencia e illustracao dos magistrados
da justica, para dar o direito a quem direito tiver;
pelos mios judiciaes.
Tcnho a responder infame denuncia que deu
meu irmao ao Sr. Dr. chefe do polica, que eu nao
sabia de casa sem que nao fosse acompanhado de
um puuhal; tanto, porm. demonstra ser urna ca-
lumnia levantada por meu (infelizmente) irmao,
que se eu sahisse acompanhado do instrumento
que elle me aecusa, certamente j teria sido pu-
nido pelos indos da justica, porque eu nao preciso
de semelhante arma, pois que at o presente nao
buho iuimigos ; hoje o inhmgo que poderei ter e
o senhor, por nao me querer pagar o dinheiro que
me devedor.
Muito agradeco ao Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
a a todas as autoridades competentes, acerca das
providencias que reclamei de Vv. Ss., para nao
darem a Joao Carpinteiro o passaporte para se re-
tirar para fra do imperio.
O Sr. Joao Carpinteiro diz que quando eu recla-
mei das autoridades competentes para que nao se
lhe dsse passagem, queja era tarde, pois que dito
passaporte elle ja o tinha em seu poder, e que nao
ora eu Bento Carpinteiro, que poderia cmpate-lo
de fazer sua viagem para a Enropa. E verdade
que eu nao tenl poderes bastantes para empatar
o meu (infelizmente) irmao Joo Carpinteiro; por
isso que eu recorr s autoridades competentes
para o poder empatar ; porm, ainda mais feliz-
mente o Sr. Joo Carpiuteiro j esteva citado quan-
to recorr s autoridades competentes, e que por
isso me parece que transtornou-lbe a carreira.
Agora desejava qu o Sr. Joo Carpinteiro, como
homem que presa a verdade, que responda este
correspondencia, para mostralP8Plugares que me
estabeleceu, as ras, os proprietarios a quem o
senhor pagava os alugueis, os nmeros das casas,
c quaes os gneros de negocios ; ficando certo
que tcam dous gerimuns maduros na sua sarnelha,
(5 que estoura agora) porm licam esperando a sua
Ilustrada resposta, pois com este resposte cslou-
rarao esses dous pesti lentos males, e ficar o pu-
blico o conhecendo at o ultimo furo.
Senhor, nao |sso ser mais extenso, por me fal-
tar j o tempo para cumprimento de meus deve-
res, aguardando-me para outra, no caso que soja
preciso, agora o tempo nao me permitte dizer mais
nada, pois tenho sido muito extenso.
Recife 18 de agosto de 186;t.
Bento Antonio Carpinteiro da Suca.
mentos o mais notavel que jamis foi pa-' Despacho.Como requw.
blicado No enlamo nao mais do que*^- eoITOfe
urna entre Miliares de teslemunlios e pravas,! aiJU copiado.
em que claramente nio mostreo) qu9, ne- e para que chegue ao conhccimcnto do suppl-
nhutna molestia externa d'imw nalurezama- i"do Pranlheo de Pama Borges ehoa mandei
ligua qur seja que exista na pello, gtan- 5SSt^ntt^,S&
dulas, na carne ou nos msculos; possa ja- l0 ue M diaS) qu ^ afflsauo no luai. do costu-
mais risistir as propriedades e virtudes hy- me e publicado pela imprensa depois que tiver
gienicis desta preparac2o, a qual encerra em pagado pela chancellada.
si era alto grao a impagavel e napreciavel
qualidade de restaurar a saude e salvar a
vida. _
Achar-se-hr sempre venda as prin-
cipaes lojas 9 eslabelecimentos de drogas.
COMMERCIO.
Alfandega
Rendmento do dia 1 a 18. 242:310*782
dem do da i:i........29:046*851
271:3875641
Hovimento da alfandega.
Volums entrados com fazendas
com gneros
Voluraes sabidos
com fazendas
com gneros
93
68
-----161
174
17
-----345
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
naiiilmco, aos 11 da agosto de 1863.
Eu Galdino Themistocles Cabial de Vasconcellos
o subscrevi.Manoel Gentil da Costa Al vespaga
230 rs. de direito d chancellara por parte da San-
ta Casa de Misericordia.
Reeife, era supra.Vasconcellos.Esteva o seK
lo das armas imperiacs com a verba seguinte :
N". 22400 ris.-Pagou 400 ris. Recife,!
de njosto de 1863.Franca.Chaves.
N. 193.Pagou 250 ris de direltos de chancel-
larla Recebedora, 13 de agosto de 1863.Cal-
laca.-Chaves.
Esteva o sello da chancellara.D. Francisco
Balthazar da Silvera, presidente.
Transitou pela chancellara. Recife, 16 de agos-
to de 1863.-O esenvao Francisco dos Reis Nunes
Campe! Juiior.
Laucada a folhas 5 do competente livro n. 13.
Recife, 14 de agostado 1863.-Campella Jnior.
Este conforme com o original. Becife 18 de
agosto de 1863.-0 escrivao, Galdino Temistocles
Cabral de Vasconcellos.
^nlzo dos faltos da fnzeada na-
eioual.
Xa quinte-feira 20 do cm-rente, na sala da9H.li-
dicncias. perante o Illm. Dr. juiz dos feitos da fa-
zenda, s 10 horas da maubaa. m vender em pra-
ca publica, urna casa tecrea sito na ra de Joao
^ara o Naraahao e
pretende seguir neste* oito ds 0 w*-im
conbecido brigA escuna Jrfn Artkmr. tem
seu lordo parte de %m rarn-iramcnto ; pan rr-
to que lliefalta, tratase com os ten 1
teos Antonio Luiz de Oliwira Au.-ve4u k 1
1.
f'randsco da freguezia dnitoa-Viste a 15, avalia- wn escrptorie ra da Cruz n
da per 1:2005, penhorad a Casenairo dos Reis -------------------*
Gomes eSilva, para pagamento do que o mesmo1 Par Baha

Descarregam no dia 20 de agosto
Lugre inglezEdith-c&rvlo.
Escuna iuglezaQueen of the fteel mercadorias.
Polaca hespanholaFenfKrocharque.
Barca portuguezaLai*ra=charque.
Barca hamburguezaPalma -idem.
Barca inglezaJwpcrarfor=dversos gneros.
Barca ingleza/mofft=ferro.
Imporlavo.
Vapor nacional Apa, procedente dos por-
tos do norte, manifestouo seguinte :
1 volume vermfugo em vidros ; a An-
tonio de Almeida Gomes.
1 caixa rendas de algodao, pecas de fil e
sedas, 3 caixas e ^ encapado chapeo do Chi- santa
li; a ordem de diversos.
1 caixote; a Jos Antonio Ernesto.
caixo e 1 saquinho; a Tisset frres.
* volume ; a Jos de Vasconcellos.
I caixa; ao Dr. Tristo de Alencar Ara-
ripe.
r caixSo e l sacco ; a Antonio de Moura
Rolim.
i barrica ; a Feltppe M. C. Fonceca,
I,caixo; ao Dr. B. Florentino deSouza
4 caixotinho ; a Marcolino Jos Gomes da
Silva.
1 caixote ; a Arthur Dolle.
Hiate nacional Sergipano. vindo da ilha
de Fernando, consignado a Hcnrique Jos
Viera da Silva, manifeslou o seguinte :
244 saceos milho; ao consignatario.
140 saceos milho ; a Fernandes ct Ir-
mos.
a Sebastiao A. R. B.
a Andrade & Reg,
a Jo5oF. de Souza.
; a ordem.
DECURACOES.
Caixa flllal em Pernambuco
Por ordem da directora do banco do Brasil sao
convidados os senhores accionistas localisados na
caixa filial de Ternambuco, a recolherera ahi at
o dia 15 de setembro prximo, a importancia de
10 0[0 ou 205 por aegao na conformidadc'dos ar-
tigos 8 e 9 dos estatutos do banco do Brasil, e ar-
tigo 45 dos estatutos da caixa filial.
Sala das sessoes da directora da caixa filial do
banco do Brasil em Pernambuco 14 de agosto de
1863.O secretario,
Jos Mamede Alves Ferreira.
Casa
deve a fazenda nacional.
Recife 17 de agosto de 1863.O solicitador,
F. X. P. de Brito.
O hospital militar deste guarnilo contrata
por um trimestre, o fornecimento dos gneros de-
clarados na relacao que a este se segu ; os pre-
tendentes compareeam no dia 24 do eorrente.
pelas 11 horas da manha, com suas propostes ein
tarta fechada, na qual se declare o menor preco,'
e a qualidade da medida ou pesos de cada genero. 1
Hospital militar de Pernambuco 17 de agosto de
1863.O escrivao,
Jos Marcelino Alves da Fonseca. j
Reanlo a que se refere Ofpresente annuncto,
Para as dietas e racoes,
Assucar refinado Uno, aletrla, arroz pilado.'
azeite doce, bolacha, bolachinha ingleza, dita de
aramia, biscoito, bananas, carne varde. dita de
porco, dita salgada, chocolate, cafe moido e em
caroco, cha hysson, cognac inglez, carvao, doce de
goaba, dito de banana, farinha de mandioca, dita
de trigo, dita de aramia, feijo preto, frango, ga-
linhas, leite, laranjas, lenlia em achas, macarrao,
manteiga ingleza, dita de porco, marmelada, ovos,
paes de 2, 4 e 6 on^as, rap, sabao branco e ama-
rello, sag, sal, toucinho, tapioca do Maranhae.
vassoura depiassaba, vinagre de Lisboa, vinho de
Lisboa, dito branco, dito do Porto, dito de dito ge-
neroso, vela de spermacete, dita de carnauba, dita
de-cera branca de mea libra
Para o expediente.
-apis em duzia, pennas de ac em caixinha, pa-
pel almaco pautado em resmas,"dito de Hollanda,
marca grande, em folhas, obreias, paes.
Por alugucl.
Sangucxugas.
O palhabote GanhaUi tem parte da carga,
resto trate-se com Taaso Irmaos.
LEILOES.
LEILVO
n
Milho e farinha.
O agente Pestaa vender por roma e twm *-
quem jiertenrer 120 saceos com milho e -lt *>-
com farinha todo de superior qualidade em m
011 mais lotes a vontede dos cumpradorrs. cm>
foram recentemente ehegadot e agria immm*
quinta-fdra 20 do crreme s 10 horas da ania
no trapicho do harn do I.ivrain.nio no Fjrte *
Mattos.
I aealeea
DE
arreiM.
IIOJF.
O agente Olympionaporta do seu
ra do Imperador n. 16. vender em le la imm ra
le^a em |K?rfeito estado com
referido agente.
da lllsericordia do
Reeife.
A Illm.' junte administrativa da *ania 1 !a-a da
Misericordia do Recife manda fazer publico que no
dia 20 do eorrente pelas 4 horas da tarde na sala Anna Francisca de Paula (Afogadosl.
de suas sessoes contina a praca das rendas das Augusto Jos Ferreira & C.
casas abaixo declaradas por tempo de um a tres Antonio Jos de Castro (2).
annos. I Antonio Luiz Vieira (2).
Os pretendentes devem comparecer acompanha- Bar de Guararapes.
4 assealos deaam e t
na' bolea os competentes arrcios. os pretendan**
ilospTtaTmilitar de Pernambuco 17 de agosto desde j -oderao examina-la entcnVndo-s*
de 1863.O escrivao,
Jos- Marcelino Alves da Fonseca.
'OKKEIOGEKAL
Relanio das cartas segaras existentes
na" aduinistraco do correio desta
cidade paraos senhores abaixo de-
clarados.
LEILAO
35 saceos milho;
45 saceos milho ;
*ii saceos milho:
260 saceos milho
Reeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambneo.
Rendimento do
dem do dia 19,
dial a 18.
dos de seus fiadores ou munidos de cartas destes.
Eslabelecimentos de caridade.
Ra Direita.
X. 4 particular e 33 publico um andar. MflfOM
N. 82 particular e o publico tres an-
dares...............1:0105000
N. 83 particular e 7 publico tres an-
dares........ ......
Ra do Padre Floriano.
N. 0 particular e 47 publico casa terrea.
X. 7 particular o 4o publico casa terrea.
X. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea ................
X. 90 particular c 13 publico casa ter-
rea. .. ........
Becco da Carvalha.
X. 10 particular e a publico casa terrea.
Ra dos Pescadores.
X. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea................. 2535000
Ra da Calcada.
X 17 particular e 30 publico'casa ter-
rea................. 1745000
21:2545076 X. 19 particular e 34 publico casa ter-
1:4315969 rea................. 1495000
X. 21 particular e 38 publico casa ter
rea.................
Ra de llortas.
Custodio Jos Alves & C.
Dr. Domingos de Souza Leo.
Dr. Francisco Amintas de Carvalho Moura.
Commcndador Francisco Accioly de Gouvcia Lins.
Francisco Moreira da Cosa.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque (Jaboatao).
Dr. Joaquim Jos de Campos.
o,*n.xnnn Padre Joaquim Mauricio Wandcrlev.
jzujww padre Joo jfcp,ista Soarcs
1865000 ^* Militao Henriques de Souza.
mSm ,'0 Jos de Carvalho Moraes.
iao>uuo Jos Joaquim Alvcs de Aimcida ri).
Jos Mara da Costa Pinto.
D. Marcolina Andrea de Jess (Muribec^-
Dr Miguel Joaquim de Castro Mascarenlias.
Miguel da Silva Peroira.
Mauoel Joaquim Seve & Filho.
Jlanoel da Silva Mendonca Vianna.
Viuva de Ventura Pereira Peana.
1405800
I8I5OOO
1495000
22:6865545
1861060
Consulado po vieta!. ', X. 29 particular e 41 publico dousanda-
Rendmento do dia 1 a 18. 20:1915043 1 res. .. .. .. .. .. .. .. ..
dem do dia 19......... 8785282 Ra de Santa Thereza.
_________j N 31 particular e 7 publico casa terrea.
91-069532.) 1 Ruada Boda.
* >. 30 particular e 3 publico casa terrea.
5535000
1965000
MeVIMENTO DO PORTO.
10K5000
1205000
.Y'.ii''.j sabido no dia 19.
Potlos do sulvapor nacional Apa, commaudantc
o tenentc Joaquim Josi'- Paula Guedes Aleo-
forado.
Nao houveram entradas.
EDITAES.
Perante a cmara municipal desta cidade
estarao cm praca uos dias 20, 27 do eorrente mez,
e 3 de setembro prximo vindouro. para serem ar-
rematados por quera mais der. por tempo de um
anno, os impostos seguintes, eme fazem parteado ,
patrimonio e rendas l mesma cmara : NJ $ ',ai'" "V" V"' C l
- n/*^. 73 particular c 5 publico 1
0 arrendamento da casa no pateo do Corno San-
N. 'M particular e 5 publico casa terrea
X. ;i" particular e 7 publico casa terrea.
N. O particular o 1 pwW'co ca.a terrea.
Ra da X'iraco.
N. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea................. 1805000
Ra da Imperatriz.
X. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea.......... ...... 3065000
Ra da Glora.
X. 51 particular e 65 publico casa ter-
rea......... ......
Ra do Encantamento.
X.52 particular e 3 publico 3 andares.
Ra do Azeite de Pei v.
X. 53 particular e 1 publico 2 andares.
Ra do Amorim.
X. 54 particular e 31 publico um andar.
Ruada Lapa.
um andar,
um andar.
DE
Movis, erj-sfae. piaa**^ enrol-
lo, earrns. cabriole** e en*
eraros.
HOJE
Quinta-fdra 20 de frrenle a 11 harn.
O agente Otympio em seu armazem a ma 4
Imperador n. 16. vender era leilo os fK*"
cima os quaes se toma enfadonho nten
^^^^
THEATRO
DE
E3IPREZA
DF.
A. J. DI-ARTE COIIBRA.
Recita li vio da asslgnatnra.
>a lili a iln. 22 de ayusto de IS63.
Primeira represonuicao lo sublime drama em o
original porluguez
EM continnaco de
> OJE
Cals Irmaos continuara o seu k-iuiode ha"*-
francezas pelos maiores prerus oder-.-^^"*'
zo de 12 mezes, em -.o ,.-;-- "i ,lMije 4 rr
rente as 10 horo- j<< inanhaa, ra da l.riiz a. W
Sexta-feira 21 do cor-
rente s 11 horas
\a rna da Cadeia nnmrr
DE 14 ESCRAVOS.
actos,
nior.
OS IOMENS
Por conta e ordem de quem pertencer e \*w m
tervengo do agente Euzcbio se vender eu M6
diversos eseravos e sexos prepros do sTrie> ?
campo c outros mvsi.re- a saber :
Juliana, idade 22 annos.
Ignacia, idade 26 annos.
Mara, idade 30 anno-.
Feliciana, cosinheira, 34 annos.
Rufina, eigomma a cosiaha. 40 anno-.
Sebastiao, 18 annos.
Ra\ mundo. 22 anno>.
Francisco, 28 anBMW.
Rernardo. 30 annos.
Pedro. 38 annos.
do Sr. Mondes Leal Ju- Qu,-ntno e Roberto, 7 annos.
lidefonso, 6 annos.
Manoel. mulato. 36annos.
1445000
4805000
6005000
Rua do Pilar.
X. 59 particular e 73 publico casa ter
rea.................
Rua de Sao Bora Jess das Crioulas.
X. 61 particular e 8 publico casa terrea.
Rua da Cruz.
to na cidade do Recife, onde se acha a Assoeiacjio
Coramercial, por 8055000; dizimo do capim de
planta, 5055000 ; coqueiros, 6005000 ; afericao.
5615000, sendo o arrematante obrigado a aferi os
pesos e medidas pertencentes iiiuna cmara :
500 rs. iKr cabeca de gado vaceum, >t765500 ; ca-.,
i sinhas da rbeira, 1665500 gado vaccuuvrecolhi-! 'N- 68 ^,C^ea?rSSSM nrffa
'donocurraieOSSOO: reiieso do acougue 1255O0 ;! v -,rn,. Rua (f..Ud.c a u?, R^'
asales e boceteiras 305000 : cargas de fariuha .Y /2 Pelicular e;10 publico 3andares
c legumes. 185432 ; gado suuo, 65900 ; di ove-
llmm, 25560.
Os pretendentes podem comparecer no paco das
sessoes da cmara nos referidos dias munidos de
fiadores habilitados na forma da le para pederem
lancar, sem o que nao podero ser admitlidos a fa-
z-Io.
Paco da cmara municipal da cidade de Olinda,
PERSOXAGEXS.
D. Luiz Coutiuho......... O Sr. Flavio.
D. Beatriz...............
D. gnea.................
1505000 Estevao de Moura........
; Diogo Travassos...(......
1445000 Simplicio Lobo...........
&2QJQ00 Fernando de Lima........
; D. Leonor Martins........
! Manoel Maria............
Doutor..................
Criado..................
Actnalidade.
Terminar o espectculo com a representacao
da engranada comedia cm um acto,
PUBLICARES A PEDIDO.
\ove annos de agnnla.
Charles Montague, ftlho do senhor Joao
Montague, do Nova-York, depois de ter sof-
frido pelo espago de nove annos consecuti-
vos, tormentos e dores sem Dm de escrfu-
las malignas, foi radicalmente curado dentro
de poucos mezes com aquello elixir da vida
e irresistivel antidoto contra veneno na mas-
sadosangue, a salsaparrilba de tistol. A
molestia tendo comecado as juntas dos tor-
Qozelos, ebegoo i snttr at aos olhos. Os
mdicos diziarnanieMa ridiculo a idea de
quererem se .tr^ue qualquer urna
medicina, t9m Olla qual fosse, jamis po-
deria servir do mais leve beneficio em sal-
var o doente. NSo obstante tudo, osle Iwr-
rendo etorrivet caso de escrfulas heredita-
rias, fui completamente subjugado mediante
a applicarao deste grande especifico ve-
getal.
A carta do pai deste joven senhor diri-
gida ao doutor Brisfol, om dos docu-
Reccoda Lama.
X. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea. ...............
Travessa do Carcereiro.
X. 85 particular cll publico casa ter-
rea.................
Patrimonio de erphans.
Rua da Madre de Dos
1835000
1315000
1:2005000
7005000 i
A Sra. O. Camilla.
D. Philomena.
O Sr. Penante.
Porto.
> Thomaz
Lessa.
A Sra. D. Leopoldina
O Sr. Gil-Braz.
Guimaraes.
Araujo.
915000
100*000
13 de agosto de 1863.
Chiistucao Pereira Pinto,
. Presidente.
Munohno Dias de Aran]".
Secretario.
N. 2 particular e 26 publico dous an- _^_
daros.......... ...... OTpwO
Becco das Boias.
X. .19 particular e 18 publico dous an-
dars........ ........ 3005000
Rua da Moeda.
O Dr. Manoel Gentil da Costa Alves supplente do X. particular e 21 publico casa ter-
juiz municipal da segunda vara c provedor de rea................ 2515000
capellas e residuos, nesta cidade do Recife e seu Rua do Amorim. ^
termo, por S. M. I. c Constitucional que eus N. 54 particular e 21 publico 3 andares. 5005000
guarde, etc. N. 56 particular e 26 publico casa ter- a./uw,
racosaber aos que o presente edital virem que rea................ /25000
por parte da junta administrativa da Santa Casa. Ruado Burgos,
de Misericordia, foi dirigida a este juizo a peti- N. 69 particular e 21 publico casa ter-
cao segrate: roa............... 725000
Diz a junta administrativa da irmandade da San- Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
ta Casa de Misericordia do Recife, que quer fazer | cife 17 de agosto de 1863.
citar a Fraucisco de Paula Borges choa, morador
na Piranjja freguezia dos Afosados, para avaliacao.
aterapacao, c seguimento da appllacao por elle
interposta da senten^a proferida por este juizo, es-
crivao Vasconcellos, nos autos para tontas da tes-
tamentaria do fallecido Sebastiao Mauricio W'an-
derley entre partes como autora a supplicante por
tanto pede ao Illm. Sr. Dr. juiz provedor dos resi-
duos assim o delira.Espera receber raerc.
Como procurador, Jos Thedoro Gomes.
Ka a qual petgao foi proferido o despacho se-
guinte :.
Despacho.Como requer. Reeife 4 de agosto
de 1863.Araujo_ Barros.
O secretar,
F. A. Cavakanti Cousseiro.
No dia 22 do eorrente, depois da
audiencia do juiz municipal da 2" vara tem
de ser arrematada a casa terrea n. 36 da
ruado Arago, a qual foi penhorada ao pa-
dre Francisco Alves de branles, porexe-
cuc5o que contra o mesmo encaminha a ir-
mandade deS. Pedro.
Conselho administrativo.
Certifico que nao citei ao mencionado Francisco O conselho adunnistrativo, para fornecimento do
do Paula Borges choa, porque tendo-me dirigido arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
ao sitio denominado Bebedouro na freguezia dos guate-:
Alocados, lugar da residencia do mesmo, e procu Para o 4" batalbao de artilharia.
raudo pesaoa aue sobre, o dito Uchoa dsse informa'
{des encontre o dito sitio como deserto e voltando
a esta cidade fui rua da Praia onde o dito Uchoa
tem annazem de carne secca ahi encontre ura ti-
II do mesmo administrando o dito armazem o
qiud declarou-me que seu pai andava por fra em
cobraneas e que nao sabia do lugar.
O referido, verdade sitio, do Rebodouro, 8 de
agosto de 1883. 0 oficial do juizo Joao da Costa
Braga.
K pela supplicante igualmente me foi dirigida a
replica segnimnx
IHm. Sr. Dr. ffc'provedor dos residuos.Diz a
supplicante que da cettidao supra, v-se que o sup-
plicado, ou se oceulta para nao ser citado, ou est
fra desta coinarca'em lugar que sua familia igno-
ra, e assim requer a supfilfcantr V. S., que se
sirva mandar pasar carta de editos, com o praso
de 30 dias, pan ser o sunphcado citado por todo
eanteudo na peticao retro, pelo que espera rece-
ker mere.Can procurador, Jos Theodoro Go-
mes.
30 bonets de recrutas, 50 mantas de la. 50 pa-
ros de sapatoa, 250 varas de brim branco, 125 va-
ras de algodaozinho.
Para a eompanhia de artfices.
12 bonets para remitas. 12 mantas, 12 pares de
sapatos, 60 varas de brim branco, 30 varas de al-
godaozinho.
Para a eompanhia de ca .aliara
10 bonets sem palla, 10 manta de laa, 10 es-
leirs, 10 nares de luvas, 10 pares de sapatos, 85
varas de brim branco, 23 varas de algodaocinha
Quem quizer vender taos objectos apresante as 8'
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 26 do
eorrente mez. '
Sata das sessCes do conselho administrativo, para
lOrnecimento do arsenal de guerra. 19 de agosto de
183.
Antonio Pedro de S Bxvreto,
Coronel presidonto.
Sebastio Antonio do Bego Barros,
Vogal secretario.
0 INGLEZ MACHINISTA.
Principiara s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro.
O patacho Capuam capitao Rosa, ainda pode re-
ceber alguma carga : trata-se com Marques Bar-
ros & C. Largo do Corpo Santo n. 6.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\a cjjai'fio costeira vapor.
Macci t escalas
O vapor Persinunga, comman-
dante Ralis, segu para os por
tos cima indicados no dia 25 do
eorrente s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 24 ao
meio dia, encommendas, passageiros e dinheiro a
frete at o dia da sabida s 3 horas da tarde: es-
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco costelra a vapor.
Parahjlia, Natal, lacio, Araeaty, Cear e Acarara.
O vapor Mamanauape coraman-
dante Moura, seguir para os
purios cima indicados no dia 22
do corrento as 5 horas da tarde. A
carga ser recebida at o dia 21
ao meio da, ncommendas, passageiros e dinheiro
a frete at o dia da sabida as 3 horas: escriptorio
no Forte do Mattos n. 1.
Para o Rio de Janeiro val carregar, sem
grande demora, o brigue brasileiro Imperador, ca-
pitao Jos Rodrigues Pratis, recebe carga a frete,
para o que trata-se no escriptorio de Amorim Ir-
maos. rua da Crua n, 3.
Grande sitio denominado .'/'/ rumie jo-
[brodocom Iras -ala-. 7 quartos. cusinlia fura, Ira
lojas com repartimentos.em frente ao jardn kotaa-
nico, na rua do Rom Successo em HihIj. rom ca-
cimba, cocheira estriharia. gnode sitio con nmitr.
arvoredos, e grande baixa para capim.
Sexta-feira 21 i earrantr.
O agente Pinto levar a leilo s 10 horas do tkt
cima dito todo sobrado e riato supra mencioaata.
sendo tresnarles arequerimenlodo depjtMtar 4a
massa fallida de Jos Antonio Alves de Miranda a
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do (Ma-
niere c urna |>arte com autorisaro da pesan a
quem de direito pertence.
Os pretendentes poden desde j exatnar
mesmo sobrado e sitio, e obtero do afate ul-
3uer informacao, em sen escriptorio na rna da Ca-
eia n. 24 onde se etTectuar o lean.
AVISOS DIVERSOS.
Instituto Areheotogiro e
graphico Pernaanhnrann.
llavera sesso ordinaria qnini.i-l'.'iia. JWd<' i
rente, s U luna- da manhaa.
Secretariado Instituto. 17 de agosto de 18*1
J. Soare* He Azereo. '
Secretar perpetno
[OTERil
IpEPOIS D'\V>HV\.
Sabbado 2 do cf:rente 9e ^xtrabir a
primeira parte da primeira lotera da igivj.i
de N. S. das Neves do convento de S. Fran-
cisco de Olinda.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-s
venda na respectiva thesouraria, nu !
Crespo n. 15, e as casas commtsskinada
rua da Imperatriz n. 44, toja do Sr. ,Pinvii-
tel, praca da Independencia n. k>ja doSr.
Soares Pinheiro,ruaDireita n. 3.botica do Sr.
hagas, e rua da Cadeia n. 43, loja do Sr.
Porto.
Os premios de 5:000/ at I0d serio pa-
gos urna hora depois da exlraccao at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguale.
depois da .iestribuic.lo das listas.
O Ihesooreiro,
Antonio JonRodrigaes de Son.
M
Para Portn
At o Qm do mex pretende seguir o veleiro e
bem conhecido hrigue porluguez Mello 1; tem
parte de seu carregamonto prompto: para o resto
que lhe falla, traja-se com os seus consifinatartos
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
criptorio i~ua da Cruz n. 1.
-J Para Lisboa sahe cm poucos dias com a car-
^ 'ga que tiver, a galera brasiielra MmMlo, de mui-
to boa eonitrueeSo, e acabada de fabricar, tem
bons eominodos para passageiros : quem na mes-
ma fuaer carregar a commodo frete, ou ir de pas-
m, tratase com os consignatarios Palmeira &
"lo, largo do Corpo n. %, primeiro andar.
com muila brevidade
Para a Baha v,
o veleiro hiate Tyno,
para o resto que Ibe
natarios Palmeira & B
to n. 4, primeiro andar.
da carga prompta:
tratase com os consig-
i, largo do Corpo 9an-
mmMi
DRIMI HISTRICO PELO DR. THEIER6E.
QUAL RIO INTERVEI PEISIMCEI
FEIEHIM.
Na rua Nova n. 11 vende-se a IJooo o
exemplar.
Precisa-se de nm homem para
de engenho; quem pretender, dirija-se i
praca da Boa-Vista, sobrado n, 5.
andar, das 0 as 10 horas da
3 s 6 da Urde, prefere-se
sado, de pouca familia e com
tica.
ea-
alguoa pra-
AVISO.
O-abaixo asignado encarrega-se de bar-
rer as roas desta cidade por preco coanao-
do; as pegaseas que cjonenMi cootratar.
podem-se dirigir-se roa Noti, n 15.
Miguel Antonio Roberto*

nna
,11
.j_
)


Diario de Peratciubuco milaia fajra
PROTECCie
Msicas para piano cinto.
de todas as forras e
vende-se baratissiaia.aara
acabar.
O XOV
PROTECCAO
Msicas para piano e eanlo,
de todas as forras e
vende-se baralissima para
acabar.
ESTABELECinEMTO
DE
Jos Gomes YiU*r a roa 4o Cmpo n. 17, estando o oais beot sorti-
do possivel espera merecer apratecce dopoblieo em geral.
Corle* de Im muito bellos
.lelicadissimos arlesdela oni barras.o.melhor uoe tem vindoaesta provincia
lorgandis de padrees delicados e rauito -finos a 400, a 210 e a 280 rs. o corado.
lias de quadros maito caiques a 320rs, exovado.
* Para noivas, temos. *
0 rico vestido4e blonde aun na manta benita e sua grinalda de limito gosto, te-
mos a cambraia de linho para camisas, temosas saias bordadas, temos o espartilho, te-
mos o balo muilo redondo.milito chique, temos os ricos cortes de cambraia ricamente
J. bordados, temos o bramante belga para kneoes, leuios a hretanha para camisas, temes
a seleria on o esguio para eslalmwllios. temos as capas pretas a Luiz XIV, temes a cba-
pelina a Maria Pia eoni o sen veo milito chique, temos os entremeios largos ricamente hor-
adados come ninguem tem,prepriospara eufeitesde roupas brancas. Assim como temosjis
' catendas cima mencionadas e muiUs outras, que seria enfadoubo mencionar.
\iio se esqueram fves.irer.cn. at logo.
AURORA
N, 84
LARGO DA
BRILHANTE.
N. 84
SHTMIUZ.
Ao n. 29.
JVrft-a loja dos baraleirosrrua do Quehnado.
Las de ultimo gosto, covado a 440 rs.; organ-
1 dis de padrees lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
loes de arcos o melhor possivel, a 35500, 4,1 e 5 ;
alpaca de linho para vestidos, covado a 140 rs.;
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;
cambraieta muito fina, peca de J2 jardas a.7*; 10 ^^. quein quizer, dirija-se' ao Roza-
75U0. rinlin nn itA fia vinva 1
Am< do le t.
Precisa-sede una ama de leite que nao
tenha Qlho : no Forte do Matto, bec o ds
Boias, n. 1 i.
cassa lisa pelle de ovo, peca de 12 jardas a
Ao n. 29.
Nora tbja dos baraleiros, rua do Quemado.
Paletots de merino setim, fazenda de custo de
Aluga-se um preto disposto para Indo |
servico; quera quizer, dirij;
rinlio, no sitio da viuva Falco-
COBRANZA.
Offerece-se para caixeiro nesta praca ou j^
novo consclho deliberativo, e da
GAK8ETE PORTUGUEZ
DE
L.E1TURA
De ordem do Illm. Sr. presidente
deliberativo convocada a reoniao da
sao ordinaria da asscmbla geni do corra
pata domingo 23 do corrate, as i ntmt
nhaa, na sala das respectivas sr*v* e ^
se execuejo ao disposto no f mata 4o arta
20* por 105 i ditos de alpaca' preto a 35200; brint '.no matto, um rapaz brasileiro cora habili-
branco lona, vara a 640; brim de cores para cal- taces necessarias para essa proissao ; na
ca, covado a 480 rs.; camisas com peitos de fustao, _... ,in Oiipimarlo n 47 a i600: r.hanpns s estatutos, procodendo-se a Hei
44
romnW;*) >
3So grande e abastado armazem denominado AURORA BRILHANTE lia sempre um
gnmde sortimento de gneros sempre novos e por preeos os mais commodos possiveis, como
abaixo exponas:
Qufljos. de inauteiga muito frescaes
libra.............................. a40
Dito do Reino novos a 25 e cobertos a 25300
Dito d prato a libra ................. 720
Sacos i indes com farinha com 24
cuias igual a de mandioca........65000
Ditas mais grossa a................ 55500
Ditas com 00 libras de farello de Lis-
boa a 45300 e.................. 55000
Ditos coinjft cuias de arroz de casca
muito grado a................. -45000
Ditos commillio a 55500 o.......... 65000
Caixas cora charutos finos com alguin
furoaSVPe.................... 1*000
Ditas com dito Uno sem furo a 25 e.. 35500
ManteJga inglesa verdadeira flor a
720e.......................... 800
irn* ..os abaixo a................ 640
Dita (raneesa ...-n nxn barris se far
abatunento a.......... ...... ggo
Dita holiandeza (o melhor neste' gouJ
ro a.......................... Co
Cha perola o melhor que vem ao mer
cado a libra.................... 35200
Dito bysson miudinbo que raras vezes
vem ao mercado a.............. 35200
Dito hysson verde a................ 25800
Dito grado mais nmito bom a 25400 c 25560
Dito preto cm macos a.............. 15600
Dito do Riocm latas a 15530,15600 e 15800
Massas para sopa, alelria, talharim,
macarrao, estrelinha e pevide a.... 480
Passas novas em quartos de caixas a
libra a......................... 320
Sag e sevadinha a libra............ 320
Caf do Rio muito bom arroba 85800
65500 e librado e.............. 300
Dito do Cear saceos pequeos arroba
05500 c libra.................... 320
Doces em caldas, seco, fructas ein cal-
da e secas para diversos procos.... 5
Aloisia arroba 45800 e libra........ 160
Caixas com 2 arrobas de batatas novas
a 25 e libra a................... 60
Sabio massa a 120, WO, 200 e....... 240
Farinha de tapioca a libra 140 c..... 160
Gomma muito al va e nova arroba
*-S500 e libra.................... 100
Dita pr-upiia paragrudes e bolos arro-
ba 15800 e libra... ............ 60
Arroz da India muito grado arroba a 35200
Molhos de soblas novas a........... 600
Carne do sol verdadeira do Serid a. 320
Brilhantc um sorti-
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartoes de visita /
Cartoes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Rua do Imperador
l Calcado france?, na leja do vapor, rua
% Nora n. 7.
o
g 2 digno de attencao os novos sorti-
| a mentos de calcado francez, chegado
e> dita loja, e mui especialmente as mo-
j dernO botinas com diferentes e novos
s eneites para senhoras e meninas.
Ainda est para alugar-se o sobrado a rua
dos Coelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas.
3
4
5 >
3
2
a 15600; chapeos de sol do alpaca, a 35500.
Ao n. 29.
Noca loja dos barateiros,.rua do Queimado.
Para acabar.
Bicos preto de linho, vara a J20, 160, 240 e 320
rs.; ricas franjas e trancas pretas e de cores, vara
a 120,160 e 200 rs.; trancas e galoes de 13a ede
algodao, pecas de 10 e 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e grosso, peca a 160 rs.; vestidinhos de
cambraia bordados, para baptismo, a 25.
ALVICARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das coffimnas
na rua do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos & C. riquis-
simos cortes de 15a muito fina cora
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
\yfio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
-te nova e nunca vista em Pernam-
buco.
Cieograplila e geoipetrla.
Heraclio Vespasiano Fiock Romano competen-
; temente autorisado pela directora da instruccao
publica, tem aherto um curso particular de go-
graphia e geometra: os Srs. estudantes que se
quizerem matricular as referidas materias pode-
rao dirigir-se rua do Cabug n. 3, primeiro an-
dar, das 9 as 11 horas da manhfa c das 3 as 6 da
tarde.
No dia 15 do eorrente a tarde, ao sahir da
igreja da Gloria, perdeu-se um leneo de cambraia
de linho todo de labyrintho com bico estreito:
quem o achou, querendo restitui-lo, o poder fa-
zcr ao sacliristao da mesma, em sua casa n. 3, no
pateo da Santa Cruz, que se lhe gratificara.
Precisa-se de um pequeo para cai-
xeiro de venda; na rua da Sarzalla-Vellia,
n. 104._____________________________
-HPrecisa-se alugar urna nogrinha ou cabrinha
de idade de 10 l annos, com principio de cos-
tura e deengommado: na rua de SantaThereza
n.58.__________________________
Aluga-se o primeiro andar da rua estreita
do Rosario n. 22: quem pretender dirija-se rua
da Penha n. 5.
Aluga-se um moleque de 14 annos, muito es-
perto e proprio para servico de casa interno e ex-
terno : quem quizer dirija-se a rua dos Pires, casa
terrea n. 54._______
Joao Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, rom
cspccialidade aos scus clientes e amigos que mu-
dou sua residencia para a rua da Praia de Santa
Rita Nova n. 40, onde morou o Sr. Dr. Buarque.
engenheiro da estrada de ferro, onde sempre arha-
rao, das 6 s 9 da manhaa, e das 4 da tarde em
1 diante.
Aluga-se no Monte iro a nwr^in iV> rio Ca-
piharibe. 5 casas com bastantes rtmmmt ipa-
quer deltas, proprias para se pawar a Int*, as
(juaes pertenct-ram a Xiati Vi. ira <>wihr> m
pretendentes se entenderao rom Andrade A Rrg-\
rila do Crespo n. 8, loja de fazendas.
Antonio de Carvalho, subdito |n ugoez. v
'para o Rio de Janeiro._________
AH4
Precisa-se de urna ama para coziuha : na rua
da Imperatriz, sobrado n. 47, segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leite,
mas que tenba, quando muito al 6
mezes decorridos na criaco de que
se ache encarregada: na rua estreita
do Rosario n. 31,3o andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
reira.
- Aluga-se a casa terrea da rua Imperial
os pretendentes dirijam-se Caixa Filial.
AMA.
Urna moca chegada ha pouco das libas, offere-
ce-sc para todo o servico interno de casa de fami-
lia, sabe costurar, engommar, tratar de criancas,
etc., menos cozinhar c lavar: para informacoes,
na loja da rua do Queimado n. 16.
AMA
Precisa-se de urna ama para todo o servico in-
terno de pouca familia : na rua da Conceicab nu-
; mero 42.
Dito uxim muito superior a.....
Os Srs. donos de taberna de fora aciarao no armazem da Aurora
ment proprio aaraseus estabelccimentos por precos commodos.
* PPKO V % %< E UlOItlMftO.
DA
Academia Imperial le medicina
Juula central de hvgiene publica
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPAST1CAS
DE
RICAEDO KIRK
Para er em applieada partes affeetadas. sem resguardo
nem incommodo
Muito conlieeidas nesta corte e em todas as pro-
wncias diste iwperic, pelos seus inl'aUiveis resul-
lados em lodosos caaos de inlhunmatfiftj sejam e\-
teroas ou internas (coo cansaro e faita de respi-
rafo). como do estomago, figad, baco, bofes, rins,
ulero, >'ito, palpitacij de eoracio, garganUis.
"Ihos, eiysipellas, rheunjatismes, paralysia, e todas
as afleefigee nervosae, etc., etc.
Igualmente para tumores intestinaes e, venreo?, scropintlaiS, lobi-
nhos, papos, etc., etc^ sejam qual for o sen lama-
uno e pronmdeta, normeio da supuraran gerio ra-
dicafaaeate extirpados.
(Estas chapia niiopodem iwr mal de forma al-
guiBa, ellas teic sido appiicadas aos olhos coni o
meliior successo, vejam-seos attestados de curas
completas que j oram publicados pelos jornaes.)
O uso dellas aconsclhado e receiiado por habis e
disMtos facnlutivpe- pna eflead incontesiavel, c
as innmeras curas completamente obtidas as di-
versas molestias em que oram appiicadas, o fazein
merecer conservar a.eonlianca do Ilustrado pu-
blico, que j tive a honra de merecer delle 25 an-
nos de existencia e de pratica.
N. B. Nesta corte e de todos os pontos dista
imperio recebem-se participaciies satisfactorias e
respailo das ditas chapas medicinaes.
As encommendas das proviacias devem ser di-
rigidas por escripto, com todo o cuidado de fazer
as necessarias expiicafSos, se as chapas sao para
homen:, seuhora, menino ou crianca, declarando a
molestia e em que parte do corpo existe.
Para ioebaeoes, feridas, lobinhos, pajios, etc.; o
molde justo de seu tamanlio em um pedaco de pa-
pel, a cieelaraeao onde existe, afim deque a chapa
Joao da Silva fiamos, medico pela l'm-
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na rua Nova n. 50, das 8 as 10
horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, com o lm de se encar-
regar de qnalquer servico de sua prolls-
sao. -
Os chamados deyerjo vir por escripto.
ATTE^^O.
A abaixo assignada, casada com o Sr. Manoel
Romao de Carvalho, tendo feito publicar nos lins
de mar<;o, c principios de abril, deste auno um
annuncio cm que prevena o publico a respeito do
modo porque o dito seu marido pretenda espolla-la
de todos os be*s do casal, para reduzi-la a mendi-
gar, fingindo dividas, e provocando execucOcs. para
(hogar ao fim a t|iio no prop<~<>, acaba lo ver no
Jrnal do Recifej de 8 do eorrente um edita! do juizo
do commercio, pondo em praca a casa de sobrado
de um andar n. 131, sita a rua Direita (unco
bcni que resta ao niesmo seu casal) por execucao
Arnold Mcyer, SuissoT retira-se para Europa.
Aluga-se urna casa terrea na rua do Forte,
com 3 quartos, coziuha fra, e com quintal: na
rua de Hortas, sobrado n. 48.
D-se 3005 a premio
mero 27.
na rua da Matriz nu-
Precisa-se de nm homem para feitor de um
pequeo sitio nos Arrombados : a tratar em Fra
de Portas, rua do Pilar n. 13.
Ainda est por alugar-se o sobradinho da
rua Direita n. 85 com a loja que tem armacao,
ou sem ella : quem pretender, falle na rua das
Cruzes n. 9, penltimo sobrado do lado dircito,
quem vai da rua do Queimado para S. Francisco.
BAXCO 1MAO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernanibuco
Antonio i.ulz tleOllreira
Azcvcdo i C
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
Sucira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
cal, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Laniego, Covilhaa, Braga,
Penaliel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira,*Ilha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemcis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu escriptorio rua da Cruz
n. 1.
TINTURARA.
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel n. 38, segundo andar.
exanie de coalas.
Secretaria do conselho deliberatiro do GaMane
Portuguez de Lcitura em Pernaiutwco 1* e
toelM3.
A. A. dos Santo* Porto,
i. secretario.
Aluga-se um escravo mofo para todo o
servico; a tratV na rua dos Pires, n. 5V.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Flix R-
beiro de Carvalho, que mora io pateo |do
Paraizo, nesta typograpliia.
Precisase de urna ama de leite, mmik-
nha fiiho : na rna Dii-eiia n. 4, segumfe m*r
l'riK'isa-se fallar ao Sr. Jos- Kirardo Gon^j
de Carvalho. na livraria ns. 6 e 8 da prara da In-
dependencia._____________________________
Aluga-se urna casa terrea na rna dos Guara-
rapes n. 66, que lem commodos para ama fnmk
familia : a tratar na rua da Cruz n. 42, segvaj
andar.
Joaipiim Jos de Aguiar vai a Europa.
Xa rua da Matriz n. 38, primeiro aadar,
compram-sc duas escravas sendo nma de int de
16 a 20 annos, tendo l>oa lisura, e oulra Mais Tu-
lla, tendo boa figura, c sabendo algnma cousado
servico de casa.
O solicitador Joaquini lunocenrio (ornes mu-
dou a sua residencia para a rua do Imperador n.
46, segundo andar.
Fugiram no dia 15 do eorrente do
Gurjah de cima, a preta Juliana, de idade I
nos, secca. feieoes grosseiras, olhus grandes, e soa
lilbaLuiza, cabra, ie idade de 18 annos, ebeia do
corpo, olhos grandes, cabello carapinbo e gaga :
roga-se s autoridades a apprehensao deslas escra-
vas, e gratifica-se a quem as pegar, ntn yindn aa
rua do Imperador n. 73. pnim-iro andar, oa ao
referido engento em Jaboald.
Com permissao do Sr. Dr. commissario va>-
eiaador, quajquer pessoa que quizer ser varcnna,
pode dirigir-sc no dia 21 do eorrente. pelas 9 hu-
ras da manhaa, no largo do Hospicio n. W, jas
gratuitamente se prestara a este
= Aluga-se o segundo andar da casa n. 51 da
rua da Cadeia do Recife, contendo 5 portas de
frente, 2 salas, 2 gabinetes, 6 quartos e cozinha
fra : a fal|ar com Jos Maria Seve, ha ilha dos
Ratos, ru.T do Seve, casa n. 16._______________
Alnga-se urna pequea mei-agua por detraz
da PonCe-Velha da freauezia da Boa-Vista. : quem
a pretender dirija-se ao niesmo lugar, ou a rua da
Gloria n. 106, que achara com quem tratar.
Quem quizer dar a juros por seis mezes a
quantia de 3505 com seguranca em urna mulata
de Mello & limaos, e porque tem justos motiros que cose c engomma soffrivelmente, e tambem co-
para contestar a divida, que serve de motivo essa "
execucao, appressa-sc a protestar, como protesta,
contra ella e contra a mesma execucao, para re-
salvar o seu direito contra os exequntes, e qual
quer licitante, que por ventura baja de arrematar
aquclle sobrado.
E faz publicar o presente, para que em nenlium
lempo allcgucm ignorancia.
Recife, 11 de agosto de 1863.
________liirnardina Rosa de Olicrira Lima. Precisase de um caixeiro para taberna : na
Terrenos para edificar, entre a ponte pequea r l n- 25.
zinha alguma cousa, muito moca de bom com-
portanvnto : annuncie para ser procurado.
Precisa-se de urna ama para o servico de
pouca familia : a tratar na rua da Cadeia do Reci-
fe n. 45, segundo andar.
Precisa-se de pretas ou moloques, para, as
tardes, vender azeite, paga-se bem : para tratar,
na rua das Trinchciras n. 48, primeiro andar.
e a grande da Magdalena, urna frente de quinlien-
tos palmos, olhando para o nasecnte, e outra
frente de duzentos de nascentc a poente na estra-
da geral, e tambem se arrenda esse mesmo sitio :
rua do Imperador n. 1 i.
40 COHHEKGip.
Os abaixo assignados fazem sciente ao publico
Olerece-se urna ama para cozinhar em casa
de pouca familia ou de homem solteiro, pois j
de mcia idade : a tratar na padaria do Chora-me-
ninos^^
Aluga-se na entrada da Casa Forte tres casas,
sendo duas de morada e urna com armacao de ta-
berna, propria para um principiante, na melhor
localidade para negocio, aonde estove Manoel Ca-
bocolo, por preco commodo, e aluga-se urna boa
casa com muitos commodos, no principio daestra-
applicada em seu lugar.
P.O.DE-SE MANDAR VR DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapa rito acompanhadas das suas com-1 Consulta s pessoas que se dignarcm honra-lo
potentes expaeaeSes, e tambem de todos os actos- com a sua confianca,-todos os dias, sem excepeao,
,! -i loa Maesaartos para suasapplicacoes. Idas 9 hora* da maiiliaa s 2 da tarde.
ESCRIPTORIO
16. 1IO 11 DO PARTO \. lfO
E EM PERNAMBCO
Para as encommendas ou informacoes dirijam-sc pharmacia de Jos Alexaadre Ribeiro,
rua do Queimado n. 15.
*ja da forma' da parte affectada, e pa que m* ^ ^ ,dia 3.1 9l]ho Proxim ****> ?: da dosAfflte por reTco medo '"tratar na
Bar bem appUeada em seu lugar. acha dissolvida amigavelmente a sociedade que gi- SaSLfS fKLSSSS. cmmoao lralar na
jravasob a razo de Villaca Irmo & Andrade;
i Meando a cargo dos socios, Manoel dos Santos Vil-
j laja e Jos dos Santos Villaca, que continuam no
padaria do Chora-menino.
Aos senhores pas de familia
O padre Flix Barreto de Vasconcellos achan-
menino irenpro de neoncin hre a firm- vial de "lu, rcu* D<"--iu ue vaseoueenos acnati-
SSK Cao" ti Ta2tivo%assivoda melma a^'T^V%&CK^ 'SLtLH
aociebado, e completamente exonerado o socio Joa- J^^^M"'^ SjSFSSJSSttJ
quim Jos dos Sautos Andrade, de qualquer res- r T: ?tt,Da.,rro de -an.^ Antonio desta capital.
Recife 7 de agosto de 1863.
Manad dos Sanios Vi'lara.
Ne me sendo possivel permane-'
cer em casa todo o dia para salisfazer
PROTESTO*
caltas das6 s 9 tioras da maolia, e, em
casos argentes, das 3 s 5 da tarde:
Dr. Joaqun d'Aqnino Foaseca.
s COnSHilas medicas daquelles qoe me' Aiibaixo assignada, protesta, como dcdiwito
..._ ,;._!. 7" ,, protestado tem, contra os depostUrios da massa fal-
pPOCaraiD, per quanto tenho doentfS bda de meu marido Jos Antonio Alves de Miranda
de minha ctDca, a qaem devo meas i GuiinarSes'7<,s srs. Feippe & irmaos,pelo an-
,,t^^0 ... c..j. i i I nunC10 Ia* teem no Diario de Pernambuco, de 14
CUldadOS, SflH Toreado a declarar nova- do correte, da venda em leilao para o di 20 do
mente que so me permittido dar con- i K!mo' *JE2 ^"?rias pa/t,s d sitJ.da Manga-
I bera, em Ohnda, defronte do Jardim Rotannico :
Tenho a declarar qw o dito sitio da Mangabcira,
propriedade minlia. comprada por mim, e nada tem
nelle meu marido, e menos os seus credores, pelo
meu contracto de casamento em 1883- por escrip-
tura de arrliasfeita as notas do tabetliao Salles,
cuja escriptura me autorsa a possuirbens de raiz
sem que estes communiguem com os bens de meu
marido; assim como nao se podem vender, neg
,_, ** hypothecar, apenasteremosuso-frnctoe mesmo
!'*^s assignado tendo-se rehabilitado, e nada tenho com os negocios de mpn marin ia
achando-se de possede sua massa faz disto sciente minha escriotura SS;frila^SEr
nfel0dcagostodei8M ^ J ser aquelle sitio propriedade minha-deelarando
da orma exarada ?-Protesto contra osmesmos
Srs. Felippe & Irmaos, e mais contra quem direito
tiver por percas e damnos gue me possan causar
e assim ractifico o protesto feito j perante o digno
iuiz de direito especial do commercio no acto de
leilao de meus escravos, de cujo foi inlimado o
leiloeiro e carador fiscal Jos Duarte da Noves,
pelo competente official de deligencias, cujo protes-
to se acha em juizo.Declarando mais, que qual-
quer bem a num pertencente o reiviadicarei logo
qne nao estiver coacta.
Recife, 17 de agosto de 1863.
tienyutta EUziaJkmks d< Miranda,
Jos dos Santos Vtiara.
Joaquim Jos dos Santos Andrad
SaquesMftbre Perdiga
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuease nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 81.
Joaquim da Silva Castro.
com o annunciante estudarem o latim.
Tambem d li5oes por casas de familias, assim
; daquellas duas linguas como de grammatica por-
; tugueza e arithmetica ; e igualmente se contrata
para ensinar somente a lingua latina em algum
collegio particular.
i O annunciante, em virtude da pratica que tem
de mais de vinte annos de ensino das menciona-
das materias, espera corresponder cabalmente aos
scus compromissos com o respeitavcl publico :
quem pois dos seus prestimos quizer utilisar-se,
procure-o no convento de 8. Francisco, onde tem
sua residencia actual.
Aluga-se urna escrava perita engommadeira,
cozinheira, ensaboadeira, e outros servicos de ves-
tir e pregar urna senhora : na rua do Hospicio n.
40, das 7 s 10 horas da manhaa.
LOTERA.
0 thesoureiro das loteras desta proviol
cia, desojando extrahi-las em maior eapita-
e com menores intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantia de 100S para cima;
assim como se prope a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remettendo bilhetes, meios e listas,
sob nanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
(,: >i.mn.i. Rio FormoBO, Nazareth, Serinhem
e mais Localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se com elle, na thesouraria das
loteras, rua do Crespo n. 15: advertindo
que receber em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loteras
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 dejunho de
1863.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA
C4SA D4 FORTUNA.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico que se acha estabelecido com sua loja de
bilhetes das loteras da provincia, na rua do Cres-
po n. 23, onde tem expostos venda os scus inui
felizes bilhetes e meios bilhetes garantidos da 1.*
parte da l.1 lotera em beneficio da igreja de N. S.
das Neves do convento de S. Francisco de Olinda,
cuja exlracgo ser a ii do eorrente mez, obli-
gndose ao pagamento de todas as sortes, que nel-
Tes sahirem, sem os descontos dos 12 por cento
do imposto geral e dos 4 por cento do provincial,
o qual ser promptamentc effectuado urna hora de-
pois da extracto e por diantc.
Os bilhetes e meios bilhetes do abaixo assignado
sao por elle assignados de chancella e acham-se
tambem venda as seguintes casas : Praca da In-
dependencia tojas n. 22 e 39; rua Direito botica,
n, 3, rua da Cadeia toja n. 4o, rua da Imperatriz
n. 44 e rua estreita do Rosario n. 12.
Presos.
Rilhetes inteiros..... 65000
Meios bilhetes...... 3,5000
Para as pessoas que compraran
de 1003 para cima.
Rilhetes........ 8J30
Meios......... 241730
Manoel Martins Fiuza.
3--RIA ESTREITA DO ROS.UW-3
Francisco Pinto Oawio contina a col-
locar denles ai tiliciaes lano por meto e
molas como |>ela pressio do ar. nao re-
cebe paga alguma sem i|ue a. obra-
fiquem a vontade de seus don e outras preparacoes as niai> ;u r IitaaB
para conservacao da liocca.
sil io para alagar.
.Mugase um grande sitio em Pe amen un joato
ao do Sr. cirurgio Leal, em frente daeanH OH
vai da Ponte de L'cha para o Peo; cujo m
tem casa para grande familia, um iobradinh >
lado com cocheira pir baixo. e quartos para Hkr
c escravos, estribarla para i cavailos, rarimt i
com boa agua, e bastantes an-oredos fructif..
a tratar na Roa-Vista, rua do Sebo n. 47.
COMPRAS.
Compra-se
e chumbo wlho, no armazem da
no oito da gaz da rna do Impe-
Cobre, lalo
bola amarella,
rador.
Comprase effeclivamente ouro i pratt nn
obras velbas : na praca da Independencia n. 2S lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Aluga-se um moleque
das Aguas Verde o. 92.
^m*
Aluguel de casa.
Aluga-se o seguudo andar e sotad do sobrado
n. 2o da rua estreita do Rosario, com grandes com-
modos para familia; a tratar no caes do Ramos
de 16 annos: na rua Precisa-se de urna ama para urna casa de pouca
familia: na praca do Corpo Santo n. 17.
I Ha urna ama de leite com muito bom leite,
chegada do mato : quem precisar annuncie.
Aluga-se muito emeonta ou tambem
se vende um bom sitio em Tigipi com boa
casa beira da estrada, proprio para nego-
cio ; assim como se alugam mais 5 casas
independentes do dito sitio: aluga-se tudo
junto ou cada predio em separado, confor-
me convier aos pretendentes. Para tratar,
em Tigipi com a viuva do fallecido Feitoza,
ou no Recife, escriptorio de ClaudioDubeux-
Vende-se urna hacia de rame bastante gran-
de: na rua Nova, segundo andar, n. 18
ATKMiA).
\ ende-se um bom sitio no lugar da Capoaja,
com boa casa de pedra e cal para familia, tendo 1
salas e 8 quartos, cozinha tora, casa para escrava,
dita para feitor, tanque para lanho. dito para lavar
roupa, terreno proprio, viveiro e rio. e nulas
fructeiras, com MO psde larangeiras de diversas
quahdades. sapotis, goiabeiras. abarate, maatpiei-
ras, parreira, emlim que se acha livre e ilmraab
raeado, convida-se aos pretendentes queiran diri-
gir-se aquello lugar examinar o niesmo, s so
com a vista serio satisfeitos. o qual divide casa o
do Sr. Antonio Roberto Jacobino: a tratar sana a
viuva do Sr. Joao Evangelista da Costa e Silra, no
Manguind, casa qne faz esqoiaa para a roa da
Amizade.
Joao Rabeli, Portuguez, retira-se para
o Rio de Janeiro.
Lina partida de 45 saccas de mili, chegada.
hontem de Fernando no hiato Strgipaw, vunaVs;
por preco commodo na roa do Crespo, esajuma da
do Imperador u. 8.
Permuta-se por casas nesta pra^a e.tambem
, se vende um sitio no Caldeireiro em chaos pro-
Srios, com grande baixa com capim a margem
o rio, olana, barro, com boa casa de vivencia e
j7JYi ^'f armazepi do sobrado n. 47 na roa altos para plantacSes : a tratar na rua da Imne-
de Apollo aluga-so mais a casa terrea da rua da ratriz n. 0- ^
Senzala Velha n. 74, com 3 quartos, cozinha frac ------rrzz------:------------;?---------5---------
pequeo quintal: quem quizer alugar, entenda-se .~ MaffrSe terceiro andar da rua da Impe-
com Jos Antones GuimarSes. ou fall no deoosito 1? 1Z D- 34' com i?1111110110 PH" numerosa fami-
doSr. Cascao, na rua da Senzala Velha n 480 "*: a ,r*lar M toberna do mesma
ailj estao as chaves. 'H "-----------------------------------------------
Aluga-se o prjnieiro andar do sobrado da rua
sirena do Rosario n. |* : a fallar na rua da Pe-
nha n. 5.
O abaixo assignado faz vr M Pessoas que
leem penhores em seu poder, de os vi."em tirar no
prazo de 30 dias, a contarda presente 2*. do
contrario serao vendidos para seu pagamento n"
daentstoCdei1Sab,A -5fl!wS'8j
Manoel Jos Lopes GnimarSeg.
|AUea Arrenda-se um sitio na povoacSo do Monteiro
Joao Manoel Mendes da Cunha Aaevedo de-
clara pelo preseute que por existirem outros de
igual nome, d'ora em diante se assignar Jcao Car-
los Mendes da Cunha Azevedo.
Jos Antonio Braga da Silva, retira-se para a
Bahia.
Hoje guinta-feira 20 do corrate pelas 9
da manhaa diz-se na matriz da Boa-Vista
urna raissa pela alma da mai do Exm. Sr.
desembargador Antonio J. da Silva Gomes,
espera-se que os seas amigos e conhecidos
concorram a este acto religioso.
O abaixo assignado julga conveniente fazer
estrada que vai ter ao Arraial, denominada Becco P"*1'00.9He nada deve a pessoa alguma, tanto nes-
dos Qoiabos, que lica em frente da casa do Sr t Provinca corao fra della, quer seja por letra ou
major Baixa, com bastantes arvoredos, casa com ^^ de ,ivro> vencida ou P">r vencer, ou por ti-
commodos sufflcientes para urna familia moito e mia,(iuor natureza, e se por ventura al-
fresco e sadio, etc,: a tratar na rua do Pilar nu- gaem M Jul8,ar Mn credor, apresente-se em seu
mero 17. armazem na travessa do Carioca n. 2, que ser
- imaiediatamente pago : outro sim declara desde
A ttpYtrn M ser fa,s0 lodo e tu. v t. i-nmyu-i/. yeptura appareca com sua firma, visto que so
los sovados de vendagem, e paga-se 120 acha quites, tanto nesta praca como tora della. Re-
.; tmiK*; atra!ar Dft Pf^'9 das CiDC<> Pon- clfe li de agosto de im.
8, defroade da estaco, Jos Augusto de Araojo.
Aluga-se urna casa terrea que teaha quin-
tal, cacimba e 2 quartos, e cujo aluguel uo exce-
da de 12 a 14 : a tratar na rua de Santa Cecilia
numero 2.
Vende-se urna casa terrea Ha 1
n, 88, e urna mei-agua no fondo n. 42. sjw bata
para o Forte, com proporrao para fazer man casa,
em chaos propros : quenr*precisar dbijn-se a roa
do Hospicio n. 58.________ ___________
\
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua da Cruz n. 21, primeiro andar, so-
brado amarella
Precisa-se alugar annualmente um sitio per-
to da praca, cora boas accommodaedes, e que te-
nha bastantes arvores de fructo, e baixa de capim
para 3 oa 4 cavados, preferindo-se com banho de
agna eorrente : trata-so em Cro? de .41mas, sitio
de portao de ferro encarnado.
Espiritos na rua Direita n. 17.
Neste estabelecimento. sonido de "das m api-
ritos qoe a ella dizem respailo, te
seus numerosos fregueses qoe emakam
los por menos preco qne em
como sejam, licores de todas as i
dinarios a finos, genebra snaa
da como em botija, agurdeme o i
de canna^aJcool de grao o aaaia saaN
cheiro, proprio para cosamieia.
promette e afianea o fe
o que for exportado.

Pregas
para caixa de charutos a 640 rs. a
do Queimado n. 47. Jop de Pedro
Macas

Vendem-se na roa da Cadma 4a
caixas de 180 a 200 a 13*, e
iWa7*300,euinbeailiBia
"
t
m

l
i l rfx/n


^


M~ n~ na
---- _.-----,^y^!-
Diario de PernmhiM *** Mr* e Agosto de i8iJ.

NOVA EXPSITO
na loja de Pavo, de fazendas baia-
tissimas.
CASEIYIInAb INLElAo Vendem-se pc^sdeentremeiostransparen-
a 1,700 rs, o corte. tes a 1(3, tiras bordadas de largura de 3 a i
Veadem-se cortes de easeniiras escuras para edosalfJ280 e I^GOO a peca, cortes de lila
45--EUA DIHEITA--45
Neste estabelecimento acha-se .constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e Se primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas do-se livros de
amostras, deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar,em casa das familias pelos ca-
xeiros da" loja do Pav3o.
LSas com H palmos de largura,
na loja do Pavo.
Vendem-so I3azinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largara, sendo
faaenda mais moderna que tem vindo ao
mercado peto baratissimo preco de 15G0G o
ixmdo s na ra da Imperatriz n. 60, loja
doPavIo.
Cassas a oo rs. o ovado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas unas a 340 e 320
rs. o covado : s na ruada Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.
Organd a 40 rs. o covado,
na loja do PavSo.
Vendem-.se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o ovado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
O Pavao vende os modernos ves-
tidos balo,
com fcarras Mara -Pia, sendo os mais
modernos qae que tem vindo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
precede 80500 cada um: esta pechincha
s -existe a ra da Imperatriz'*. 60, lojae
armazem flo Pavo.
*ova peehlncka de los enfesta-
das a 400 rs. o eovado.
S d Pawo.
Vendem-se lazinhas enfe&tadas transparentes
com deliciados padroes sendo de tuna s cor cem
listras e quadrinhos e vendem-se-a 400 rs. o cova-
do : na loja do Pavao ra da Impertriz n. 60-de
Gama .&-Silva.
Cortes de cambraia, a 9500.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancoseom
babados, a 2050; ditos, a 4$; ditos com
barrase babados-de seda, a 24,3#500 e 4$;
s na roa da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem doPavo.
Cortes de eambrala -chineza, a
iff. na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de eambraia chine-
2a, os mais modernos que tem ehegado, sen-
do brancas twmlindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 40 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra d
bnperatriz a. 60, loja e armazem do Pavo.
Baloes a 350O, s o Pavo.
Vendem-sejiales americanos que sao os
melhores, IfeBdo 20 ancos, a 30500; ditos
de 30, a %ffb%0; ditos de bramante, a 3?5500 e 40; ditos para me-
ninas, a 24 e .a 30: s aa ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Cortes Jfle hita, a 2#500, n:
loja do Pavo.
calca, pelo barato preco de 15700, tambera se ven-
\ der das raesmas a 180 rs. o covado, propris para
a p
is de
palelots e colletes, etc.: s na loja do pavao, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
GRANDE PECHIKCHA
Vende opaooo, organdys a 360 rs.
Venderse flnissimo organdys matizado com os
mais delicados padroes miucnnhos com assenlos
brancos, sendo neste artigo o mais moderno que
existe no mercado, sendo fazenda que sempre se
vendeu a 15200 a vara, e presentemente vende-se
a 360 rs. o covado: s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pavao, de Gama & Silva.
CHITAESCURA
2,20 2,640 rs., s o pav&o.
Veadem-so cortes do chitas com padroes escu-
ras, tendo 10 12 covados a 2,3200, e com 12 1/2
covados a 2,8640, pecltincha e vende-se por este
preco en razio dos cortes serem em mais de um
pedaco; s na loja do pavao, ra da Imperatriz
n. 60, d Gama & Uva.
Lazinhas a rs. o covado.
Na loja d Pavo.
Vende-se lazinhas de eordaozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
cafe claro e scuro, alvadio, roxinbas proprias pa-
ra lulo, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro venderse pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavao ra da imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Marta Pia a 4#, ditas de 15a chineza com
22 covados a 80, ditos de organdys com 15
varas a 80, ditos com 9 varas a 60500; na ra
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
7M-32 KftIB&KL
Baldes da arara de O 40
arcos.
Eia, rapasiada, corageml parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo caleamento da nossa cidade !
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapates
rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto I
Vendem-se os minores bales que tem'a f ebradeira nao deve chegar at este pon-
de 20' 25 30 35 e to Vinde ra Direita mumr-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
vindo americanos
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 30500 e 40, ditos de
brilbantina a 40500, baloes saias de cordo
que faz a vez de balo a 20; na ra da Impera-
triz arara n. 56.
Os manguitos e gollnhas do
Pavo.
peenischa, a 320 e a 00 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bonladas,
400rs.; ditas de cambraia, a320 rs.; cal-
etnhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com goinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
O Pavo vende a :tS e 3?500
cortes de la, a 30 e 30500; ditos com 22
covados, a 50: s na ra da Imperatriz n.
60, Jeja e armazem do Pavo.
GRANDE LIQUIDACAO
de fazendas para apurar dinheiro, por
baratissimo preco na loja c arma-
zem da Arara ra da Imperatriz n.
56 de Lourenro Pereira Vendes
dai manes.
ALERTA FREGEZES, i 200 RES.
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos braneos finos a 200
rs. cada um ; na loja da arara ra da Impe-
ratriz il 56.
Arara vende vestido de chita a
3^000.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 2*000, ditas lmpas sem
mofo a 20500 e 30000, cortes de rassa de
cores de barras a 20000, ditas de cassa pin-
ladas a 20000; na ra da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimare-
s.
Vendem-se erles de chita com 12 I [2 co-
vados cada um, a 20500; ditos om 10 cova-
dos, a 20; cortes de cassa miudinha de co-
res fixas com 10 covados, a 20; ditos de
organdy mathisado com 10 covados, a
20400: s na ra da Impera'triz n- #0, loja
do Parto.
Ascasemiras do Pavo pechin-
cha a ~*#.
Vendem-se cortes de casimira franceza para
calca, Cazenda muito fina, padroes claros e
escuros, a 50.o corte: sna loja do Pavao,
ra da Imperatriz n. iiO.
sa ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fusto do Patio,.
Vendem-se fusto eom lavr miudinbo
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado ;
brim de Hnho de quadrinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 10 o covado: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do PavSo.
Os palelots do Pavo, assobreeasacado a 12:000 rs.
Vendem-se palelots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito om e muito bem j
feitas, a 120: sobrecasacos de dito, a i 40;
paletots sacos de dito, a 70; calcas de-cache-
mra da Escossia, a 30 ; ditas de casemira
preta, a 50; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 70 e a 50500; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de^cr,
a 70; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Corte de cachemira da Escocia, a 2:000, na
loja do Pavo.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada imitacao de casemira, tendo padroes
escuras e alegres, afiancando-seque nao des-
bota, a 20 0 corte para caica, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz* n. 60.
Fazendas brancas, na loja do
Organdys da Arara a 24o.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
2*0 rs. o covado, cassas tinas a 240 rsT~0)
covado, popelma de quadrinhos para "vesti-
dos a 280 rs. o covado; na ra da Imperatriz
arara n. 56 dependes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas e lindos
dezenhos a 400, 440, 500 c 640 rs. o cova- 8:000 rs.
FAZENDAS BARATAS
27Ra do Queiniado27
NA
Nova loja de Custodio, Carvalho
Se t o 111 pauliia.
Fusto rancez
para vestidos de senhora e meninas, fasenda mui-
to lina c polo barato preco de 260 rs. o covado.
Finas cambraias organdys a 310 rs. o covado.
Raides
de arcos, do todos os tamauhos, pelo preco de
30600.
Calcinitas
bordadas para meninas, pelo barato preco de 2{00
cada um par.
.azinhas
m? tizadas Anas para vestido a 440 rs. o covado.
Cobertas
e chita a 2000.
Leaces
de panno de linho a 23.
Toalhas
de fusto, pelo barato preco de 400 rs. cada urna.
Camisinhas
de cambraia para senhora a 2.
Golinhas
de linho para senhora e meninas a 640, 800 c 10.
Sortimento
de meias para meninos e meninas.
liaziuua
preta para vestido a jOO rs.
Guai'danapos
adamascados a 20 a duzia.
NO ARMAZEM DE FAZENDAS BARATAS
DE
SANTOS C Oi:i.IIO
Rna do Queimado n. 19.
Vende-se o seguinte:
Cobertas
de chHa da India, a 2:ooo rs.
Lenfes de panno
de linho, a 2:ooo rs.
Lences de bramante
de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
Toalhas alcorhoadas
para mo, pelo baratissimo preco de 5:ooo
rs. a duzia.
Ricos veslidinhos
de seda para meninas, pelo baratissimo pre-
co de 4:ooo rs.
Len?os de seda
pelo barato preco de 1:00o rs.
Saias de fusto
pelo baratissimo preco de 5:5oo re.
Leos de cambraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a 1:80o e 2:ooo rs.
Lencos de cassa
finissimo?, proprios para algibeira, pelo ba-
ratissimo preco de 2:4oo rs. a duzia.
Corles de calca
de ganga amarella, de listas e de quadros,
fazenda superior, pelo baratissimo preco de
I;2oo rs. o corte.
Pecas de madapolo
largo superior, pelo baratissimo preco de
menos do seu valor___attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 8;>500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 8#000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e......., "65000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas. .... 5#500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas. ..... 5&000
Sapates,-Nantes, sola e vira. . 4,5000
Ditos para menina, comlacp. . 3,5500
Ditos de ditas, de cores. . 2(800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 16*00
dem idem para meninas. . lf5000
Sapatos dem de lustre savessas . 500
HOVO ni VAL
LOJA DE M1CDEZAS
Ruado Queimwio n 16
Massinhos com 27 grampas sortijas a 30 rs.
Fitas c cordoes para csparlbo a tiu
Pecas de tranca lisa encarnada c preta a 20
e40 rs.
Ditas de trancada branca lisa para debrura a
80, 120 e 160 rs.
Ditas de tranca branca de caracol a 80 e 100 r*.
Ditas de tranca de caracol preta c de cort a
60 rs.
Ditas do tranca de caracol mcscladas a 60 e
400 rs.
Ditas com tO varas de tranca de laa para de-
brum a 1 j>400 rs.
Pegas com 13 varas de franja de borlla para
cortinado a 2^880.
Pegas com *0 varas de labyrintho fino a IOO.
Pecas do 10 e 20 varas *e bico branco e preto
a Um c 25400. maM
P:eas de 10 e 20 varas de rendas finas a l$2O0
e 2W0. .
Pecas do 10 varas de franja fie laa de cores
a 15*000.
Pecas de 10 varas de franja de seda de cores
a 25400]
Pecas de 20 varas de galao branco larvado a
15600.
Pecas de 10 varas de fitajle velludo preto la-
vrado a 600 rs.
Pecas de 13 varas de fita de retroz preta c de
cores'a 200 rs.
Pecas de fita de seda de eores a 320 c 400 rs.
Caixiuhas com 18 pares de clcheles a 20 e
40 rs.
Cartoes com 14 pares de ditos a 40 rs.
Ditos com 23 pares de ditos a 60, 80 c 100 rs.
Pentes de atar cabello a 40, 160 c 240 rs.
Ditos finos em caixinhas a 640 e 800 rs.
Ditos dourados a Maria Pia a 35-
l6t
AOS srs. mu
Nos arma/*
r,a ra do Tr*^H
vende gaz liqawr mmk i> prmnn
dade a retalho a 104 a Uu d.-." gafit*. as-
sim como latas de 10 e de 5 garraifcw e:
em porc3o mais barato que em
quer parte.
PAPEL
de cores para lisias de eleltore
A agida branca sapp^ rm# nao hx mai e flo-
recer aos atliictas uns parle* ca 254 I
SALS-APARBILHA
DE BRISTOL.
As CHAGAS \\ VUi VS.
NFERKIDADES SYPHILITICAS,
Erysipelas, RheumatUmo,
Nevralgias, Essorbuto,
etc., ec.
que lem grangeado
iKne
ele,
dado o alto re-
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do
rmente devidas
universo, sito to
(4o, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na
ra da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Ronpa fela da arara.
Vende-se costumescompletosd'umafazenda
chineza por I2# o eostume, paletots de brim
Pecas de bretanlia
d rolo com lo varas, pelo barato preco de
3:2oo rs.
Pe;as de cambraia
de sajpicos, fina, com 8 i i varas, pelo ba-
rato preco de 4:ooo rs.
Atealhados de linho
a 2500 e 3000, ditos de meia casemira com 8 palmos de largura proprio para toa-
escura a W e 4I500, paletots linos a 60500 m e meza, a 2:5oo rs. a vara,
e 8#000, calcas de meia casemira a H000, Toalhas
ditas finas 5#500 e 6,5000, ditas de brim a de linho para meza, a 3:ooo rs,
2?>5O0 e 3^000, ditas de brim branco a i#,! Barege
casemiras francezas a 10600 e 2^000, ditas de lindos gosto*, pelo barato preco de 48o
finas a 20500, ditas de linho a 30000, ce- rs. o covado.
roulas francezas a 10600, camisas de meia a; Esteira da India
800 e 10000; na loja da arara ra da Impc- pr0pria para forro de sala, de 4, 5 e 6 pal-
ratriz n. 5b defiendes Guimares. ra0s de lar^ira.
Oh! que pechlncha a 840 rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de m6fo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo
a 200 rs. o covado, pe^as de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 80000, pe-
cas de ditas inglezas escuras cores fixas com
pequeo toque de mofo com 38 covados a
70500, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n.
56 de Mendes Guimares.
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PREPARADA EXCLUSIVAMENTE POR
LAKMAJf & EEHP DE XOVA YORK,
Medante a receaddDi: C. C. Bristol.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo C, ra
da Madre de Dos.
papel de coros, que pode servir f>tiiBM
listas de ele torea, e tanto m.-liior for rwtatrafe
pacotc o diminuto prern de I4.VW). e h r .i*wm
de urna s cor, o que diflicil M xwk>
<> na rna do Queimado. loj.i d'afnia Itj
Na mesan lojatanibem lia de mitra ^
branco e azul, assim como mveloBcs.
Cal de Llshoa
a mais nova do mercado : na rna do V^
l1'. |irimeiro andar.
a.
Scilii> wfkm
chegados can de lzidoro, Ma
Cruz n. i.
IC roa
Vendem-se ou arri-ndain-.-e por pniwijw^
to mdicas os engenhos Bra.-o Caara, per*-}
cidad-' da Victoria, ambos de graada mi
atqaelle quasi piompto a moer r<>ui a
lem-se moradores para o engei
a mesma cidade, dando-sc-lhe* toda
-taljilidado. Trata-se no enjeolio Col
se precisa de un honwm qne se incui
1 brancas dos foros do Conceapa*
arara' i v
OaGTaii
rajaba
rtr.
Atacadores pretos e de cornalina para paletot I-ara morar c trras para
a 320 rs. ,
Crozas de bQtocs de porcelana pintados a 120 r?.
Crozas de botoes pretos de duraque a 120 rs.
tr.ba..r de jrr>.
Vende-se urna escrava robusto e
deleito alcum, com d*le de quarentt e taatata
nos,Dor preco de W0#, por.-m -
Duzias de botoes plateados e dourados para col- I ou engenbo': quem a pretender dinn -
lete a 320 rs. Cruz n. i7, tereeiro aaidar.
Grvalas de seda modernas a 240 e 500 r,.
Sinturoes elsticos para homem a 320 ys.
Suspensorios sem e com elstico a 20 e 480 rs.
Joguinhos de porcelana para almoco de erianca
a i oo.
Trcns de cosinlia para erianca a l -3.
Calcadeiras de chifre a 120 rs.
Caixinhas de lamparinas para seis mana a 80 rs.
Duzia de'caitas de phosphoros a HiO rs.
Pares de luvas de montara a 600 e 1000.
Ditos de ditas de seda para senhora a 600 e 15.
Ditos de ditas de Escocia para senhora a 200 e
400 rs.
Oitava de retroz preto e de cores a 160 rs.
Duzias de facas e garios brancos e pretos a 3,3.
Kesma de papel alinaco liso a 2;5300 c 35-
Dita de papel de peso pautado a 3400.
Caixinhacom 10 anvelopes a 800 rs. c 15-
Ditalde pennas de lanca e calvgraphicas a 800 e
1^200.
Dita de obreias de massa c de cola a 80 c
120 rs.
Boioes com tinta ingleza a 120 rs.
Frasquinhos com tinta azul e encarnada a 240 rs.
Lapis azues e encarnados a 120 rs.
Duzia de lapis de pao a 80 e 120 rs.
Lapis e caetas linas a 20,40,60, 80 e 120 rs.
Fscovas para dentes a 160 e 400 rs.
Ditas para cabello a 700 rs.
Duzia di' canudtnhos de pomada do Reino a
280 rs.
Massos de palitos lixados superiores a 280.
Frasco de macassar perola a 160 e 240.
Dito de superior Patcholy a 500 c 800 rs.
Dito com legitimo oleo de Babosa a 640 rs.
Ditos com superior banha franceza a 300 e 15.
Ditos com superior agua de colonia a 500 e
800 rs.
Ditos com superiores extractos a 500 c 800 rs.
E muitissimos outros objectos tudo baratissimo
na ra do Queimado n. 16.
IAIUI.O
fua do morn 41
Vende-se farelo de Lisboa ei
c.ji '.HJ libras, pelo bar.-ilo |uv. >l<


a
Miuita attenmo
Aos soabOTW niaritimos e agricultores. "
vez passam por nossa d;a d<* dios excellentes e de moiliciinKi i r
emprego dos quaes se eviuria %i iaaV i
a nao pequeos dainos; nesfc; taja esta
tro ou verniz do gaz, o qual alm ib-
appleac(3es que i.-m na marinlu. (
para malar as loriuigas, eaae terriwi
agricultura, destruir radicalmm.- .
scrv.tr as madeiras sentas dai|u>ll t-T'iv., .-.
me, e dar urna doraco infinita ., haajjjjaj *m
que fr convenientemetite appliradv: cm baaaaa
mais de tres caadas a 15500 rad i nina. > om lar-
ris com cerca de seis ranada- a 53W rada aaj
no armazem da bola amarella. ii" ..
taria de polica.
Vaccas de leite
Vendem-se vaccas de leite, untos parida i
tras em vesperas disto : quem preteader en-v
da-se na roa do Livramento n. 31. s, u'iir
HUDANCA.
j
0 rival sem segundo mudou o seu estabe-
lecimento do n. 55 para o n. 49 da mesma
ra e contina a vender etfi todas duas lojas
as miudezas abaixo declart?das e queiram
prestar toda attenco:
Sabonetes inglezes muito finos a
160 e......... 400
Frasco d'agua de colonia peque-
no muito fino...... 400
enf estado a Dito dito grande muito superior. 500
Frascos de macassar perola a. 200
Ditos de macaca oleo a. 100
Frascos de oleo Barbosa a 240,
320 e.
I
brancas,
Pavio.
Vendem-se pecas de madapolSo entestado,
francez, com 20 varas, a 8#; ditas com 12
ardas, a 40; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e 80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
50600 r algodaozinho muito encorpado, a
40800, 60500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 a vara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 30500; ditas com 12 varas, a 70:
ehlaeha, &# rs, o covado,
t* Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas edequadijnhos, da
lima s cor, propria para vertidos e capas,
Hadapolo francez
40OOO.
Vendem-se' pecas de madapolo francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 40 e 40500,
dito inglezes fino de 24 jardas a 70, 80,90,
e 100000, pecas de algodao encorpado a 40 i Dito dito muito superior a 500 e .
40500, 50 e 60; na ra da Imperatriz n. 56. Dito de banlia muito fino a 400 e .
Frascos de Lavande muito superior.
Garrafas d'agua celeste muito su-
perior a........
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320', 300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280 Frascos de cheiro muito finos
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a400rs.avara; na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 20, cortes de brim para talcas a
10 e 10220; na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as eolias.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
500 e.
Ditos de banha pequeos muito fina.
Dito de opiata pequeos. .
Thesouras muito finas para urinas.
Gravatas de seda de cores. .
Luvas brancas de algodao .
Caivetes de 2 folhas muito finos .
Caixas de colxetes francezes e car-
toes. ........
Grampos de caracol e lisos. .
Caixas de vidro com 12 dedaesde
metal..........
Masso de palitos lixados para dentes.
cama a 80000, ditas de fusto a 50000, ditas Grosas de botoes de ac para calca.
Caixas com 6 frascos de cheiro.
Escovas para cabello muito finas
de chita a 20000, brim de linho e algodao
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a 10,10120,10280 e 10600 a vara; na loja^rt^asdemarro da arara ra da Imperatriz n. 56 de Mendes Pe&s de tranca lisa encarnada.
Guimares.
Arara vende manguitos a
Vendem-se manguitos e golinhas de hnho a
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo, ditas para 8enhoras a 400 rs.; ama da Impe-
rta da Imperatriz n. 6, do Gama & Silva, Iratrii o. 56.
Tinteiros com tinta nitrito superior..
Ditos de vidro com tinta mais in-
ferior..........
Cartas de alfinetes francezes .
Cornetas de chifre para meninos.
420
640
500
500
10000
800
200
200
4O0
500
100
320
40
40
320
160
320
10000
640
640
20
160
100
40
80
ENFEITES PARA SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante ra do Crespo n. 7.
Sao chegados os novisstmos e riquissimos en-
dites para cabera, pois com a vista nao lla-
vera senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: so no Vigilante ra do Crespo
n. 7. r
Luvas de peliea.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para ho-
mens como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Perfumes.
Tambem ctiegou um completo sortimento do
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Loria, Cudr e Piver; sendo
extractos essencios de todas as qualidades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-
lonia, vinagre virginal dasociedadehygieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
dentes, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para limpar den-
tes, olos^xle todas as qualidades para ca-
bellos, eoulras muitas cousas mais: s no
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Ternuras e caivetes.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
padeiras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botoes, tudo do
mais superior que se pode encontrar: s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel le fantasa.
Tambem chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e lios
louradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito go6to que se torna-
riam enfadonho annunciar, que seus pre-
cos sero por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Vende-sc manteiga ingleza fina a 900 e 300
rs., franceza a 560, toucinho a 300 rs., arroz a 100
rs., chouricas novas a 300 rs., queijos novos a
13H00, velas de spermacete a 600 rs., ditas de
carnauba a 100 rs., vlnho da Figueira e Lisboa a
loo o 500 re., azeilc doco a 6iO, boiactiinha de so-
da a 1300 : na ra das Cruzo- n. 24, esquina da
travessa do Ouvidor.
Na taberna da ra do Padre Florianno n. i I,
vende-se gomma a 80 rs. a libra, e outros gneros
mais baratos do que em outra parte.
Vendem-se queijos bons a 1,3600, farelo a
35300 a sacra : no armazem da estrella, largo do
Paraizo n. I .
CAL DE LISBOA
Vende-se cal nova de Lisboa : no largo do Cor-
po Santo, escriptorio de Manoel Ignacio de Olivei-
ra & Filbo n. 19. _____________
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qualida-
de: no armazem
Amorim n. 35.
de Tasso Irmaos. ra do
Leite purissimi.
Todos os das das 6 horas e mi nhiniaai a
:'ts 8, acharas os Fregueses kH> mi.......
no largo do Carmo, na cal.aila jimi ai-.
Para o bom t*m.
Chegaram loja das columnas da na la i
po n. 13, de Antonio Cans la 1 -ooeellrw *
novos cortes de vestidos de Ba a |*4aea tnm aar-
ra estampada de matiz, gostos nt
demos e cores as mais limla> aa.....tala **seaar
bem como : cor de laranja. ganga, vio
no, cinza, magenta etc., etc.; para designar o n-
delo do vestido a cada corte acouip
rio. Na mesma loja acaba d..- cli.'jrar r-fir alTann
paquete francez rquissimos mn.- i.
seda de cores com ramas matiadas va < ....
tros de moreantique adamascad", t
encorpadas e do ultimo go-^to para
mentos ele.
C ovado a tgAQo.
(^seuiira ingleza de core. inuii -upirior,
pria para forrar carro de paswio, pata aaaaa
preco de l^oOO o covado. pecas *! i:. Ir.i
25, ditas de cassa lisa a 3 : na na do Qaaaeaaa
numero 40.
Vendem-sc em caixas de 200 a 133, e tambem
tem a retalho : na ra da Cadeia do Recfc n. 23.
Vende-se pedra propria para soleiras, lioin-
breiras e cachorros de portas i>or commodo preco,
bem como chumbo em barra a 80 rs. a libra : ho
armazem da bola amarella, no oitao do armazem
do gaz da ra do Imperador.
Vende-sc urna taberna das melf
zia de S. Jos, com poneos fuados,
para familia, que vende di' 20 a tt
ilc-se a dinheiro oh com indemni-ara
Halar na ra de Santa Rita n.6l. o i
outra nos arra baldes da cidade,
nexo meihor.
Vende-se .una preta que faz fo-lo o r-
menos engommar e cozinhar : na traves-a
Jos n. 22.
Cal de Lisboa
Cal virgem chegada hontem em ancoretas mui-
to bem acondicionadas c por preco commodo: no
antgo deposito da ra do Trapiche n. 13, arma-
zem de Manoel Teixeira Basto.
CEBLAS
Rna do Amorim u. \:\.
Vendem-se ceblas novas e grandes,desembarca-
das hontem, pelo barato proco de 500 rs. o cen-
to ; a ellas, que estao se queimando, mesmo a tro-
co de cobre.
Vendc-sc um sobrado de rea andan*. aem
construido, silo na na d" Pilar n 7
tender dirija-so a ra da Cruz n.:. qne a.
com quem traiar.
Vende-se a amafio e gaz da lahnaa d.
da Lingoeta n. 3 : a traiar na rna da Crin i'
FARINHA SUPERIOR.
Vende-se abordo do patacho s.trni e do I: '
Cursor, ancorados no trapiche do II
ment, farinha de mandioca, i.ini
ria como de Porto Alegre, a meilwf Jo aMajeada,
por preco conunodo
Vrlas de raraiaaaa>7~
Yendem-sc velas de carnauba sem aa po*n--o,
todo o prego : na rna do Trapictu' n. M>
Para engenho.
Volantes e terinas.
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e prateadas, bicos es-
peguelha e gales de todas as larguras,
vendende-se tudo por precos baratsimos
Vende-se urna meia moenda de ferro nova com
rodetes de ferro, parafusos, bronzes e todos os
Lpertencfis para moagem de canna, assim como 4
taixag de ferro coado de 8, 6 e 7 palmos de bocea
por menos preco que em primeira mao : a tratar
com Antonio Gomes da Cunha e Silva na ra da
Cadeia do Recife n. 50.
Opsculo de moral religiosa, por A Rendu,
para lcitura as escolas primarias; folheto de "1
paginas, a 320 em brochura, e a 400 encadenado,
as li vrarias da praca da Independencia n. 6 e 8, e
<;squina da ra do Imperador. ______
PINTURA.
Tinta branca de massa muito nova, em la-
tas de 28 libras para casas, para navios, para
a companhia do gaz, a 2oo rs. a libra: ra
larga do Rosario n. 31.
Vende-se nina mulatinha de Imoita agora,.
12 para 13 annos de idade, a qual tem muia- r
bihdades: para ver e tratar, na ra Imperiai o.
87, sobrado.
Cal de Lisboa a IjWOO
numero 9.
na ra do Trapiche
XOVA lI.C IIK ||A.
Na travessa da ra dasCruzes, na taberna
da de amarello n. 6, vendem-se barriqniaaaa eti
bolaxinha americana a 13200, deixaado a aarn-
quinha o comprador; so le?ar a bolaxinha *-
tando em bom estado; de graca por menos da
metade do preco que se vende a da ierra.
Farinha de mandioca
principalmente sendo em pecas: s no Vi- era saccos fiTandes a preco muito em conta: no
mlante na rln rw n i trapiche do Cunha no Forte do Mattos.
guante ra do Crespo n. 7,
Tabeas de aaarello.
Vendem-se na ruaDireiu u. 91.
Retroz e linha.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do meihor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sortidas, a
14,ooo rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabera encarnada, que seus precos sero
baratissimos: s no Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Espirito de vlubo.
Na rna do Cotovello n. i vena-epir1to de
vinho de 38 graos a J40 rs. a garrafa, I cna-
daa 1*600. B
Ra da Seizalla Nova i. 42.
Ueste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferft coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra 120 rs.
ROUPA
Na ra do Queimado n. Mi, esquita qm
rolla para a Congregaco; i peckmha.
Paletots de casemira a 3, 6,7,8,12 e IIJOOO,
ditos de panno preto e azul a 9, 10, 12. 16 e 184,
ditos sobre-casacos de panno muito lino por 2* e
28, ditos de alpaca preta e de rordao a i, 3, 6
7*, calcas de casemiras de cores a 5. 7 e 84,
ditas pretas a 300, 8,9 e 104* paletots de fasta*
e ganga a 24, 2*800, 3 e 44, calcas e colines
todas as qualidades e por preco nraito barato.
coes de puro linho a preco de 24800 e 34.
tas de chita a 242M), collarinhos de liaan po
600 rs. cada um, e outros muioa objerM aaa s
vista ; e para isso se pede a alteara dos fre-
guezes.
Potassa da Bossia.
de chegar pelo brigue hamburguez
muito nova e superior; vende-se so-
o antigo e acreditado deposito na ra
da Cadeia do ecife, n. 12; onde tambem se
tanda cal de Lisboa muito nova e precos
co;
Ra da Qoeiajid 23, Uji t Aaia-
nia Ferreira da Silva laia
Veudem-se cambraias de cores a tOO r*. o ca-
vado para acabar, e lazinhas finas a 500 rs. a
icorada






Diario de PertaMiJtaeo
letra de Agosto e tS.
1
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
V BE
23
ce
-9!
-
TODOS
os
TAPORDS
se recebera gneros de conta
propria e dos melhores esta-
belecimentos da Europa, ga-
rante-se todo e qualquer ge-
nero comprado neste
ESTABELECIMENTO,
COMPLETO
SORTEXTO DE MOLHADOS.
vende-se em porcao e a reta-
lho, aprompta-se com toda a
presteza e exactidSo qualquer
encoramenda dirigida a este
ESTABELECIMENTO.
's
3
Os proprietarios do muito acreditado arniazem Progresso fazera sciente ao respeita-
vel publico e cora especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
8 dos seus acreditados gneros, como abaixo verao nao obstante os preces menciona-
dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se desoja servir satisfatoria-
mante aos nossos freguezes, advertindo-lhes que mandem seus portadores, que serao to
bem servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
Manteiga ingleza perfectamente flor chegada
no ultimo vapor a 9oo rs. a libra.
dem de 2.1 qualidade a 8oo rs. a libra.
ld:>m de 3,a dita a C4o rs. a libra.
dem para tempero a 32o c 4oo rs, a libra.
Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
cado a Goo rs. a libra, c em barril ter aba-
timento.
Banha de porto refinada a 5iO rs. a libra.
Vfflho em pipa Porto Figueira c Lisboa a 4oo,
48o, 5oo, 56o rs. a garrafa, em caada
2,8oo 3,ooo 3,5oo e 4,ooo rs.
i i n em barr! o mais superior que tem vin-
ao mercado a Cou rs. a garrafa.
Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
l.ooo agarrafa e a 10,000 a cajxa, o prego
nao indica a qualidade desteprecioso vi-
nho, porm venhamao Progresso que a vis-
la faz fe, a este genero constantemente man-
damos vir de conta propria e por isso po-
demos vender por menos que outro qual-
quer annunciante.
Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
ditadas e especialmente escolhido por um
Farinha de Maranhao muito alva e cheiroza
a lo rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a9,ooo
rs. arroba.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agarrafa e a
4,8oo rs. a caada.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e a
l,2oo rs. a caada.
GarrafOes com 5 garrafas de vinagre de Lis-
boa al,loo rs.
Champanhe das marcas mais acreditadas a
8 e a lo.ooo rs, o gigo, e a 800 rs. e a
1,000 rs. agarrafa.
Serveja pi-eta marca T e XXX a 6,5oo e
7,ouo rs. a duzia, e.a 600 rs. a garrafa,
tambera temos das resmas marcas para 4,
e 4,oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
dem branca Te cobrinha a5,5oo e 6,000 rs,
a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
para 4,ooo rs. a duzia.
Grasa em latas grandes a 1,3oo rs. a duzia
e 12o rs. a lata.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro obra
de rauita duracao a 4oo rs..cada urna.
.!. nossos so,-ios como sajara: CamoesDu- p^ de dentfiS massos d 2
que, doPorto, D.Luiz, Carcavellos, Cha- e 28o rs.
niisso & Fillio, Madeira secco, e Feitoria al
Ooo rs. a garrafa e 9,ooo rs. a caixa com \ I'allos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
12 garrafas.
Garraoes com especial vinho do Porto con-
tento B tramitas a -.\(\(\ rs.
dem com ."> garata de .superior vinho Fi-
gaeira a2,4oo rs.
dem cora 5 garrafas de vinho Lisboa a
.loo rs.
a groza.
Gela de Alperche chegada no ultimo vapor
latas de 2 libras a 800 rs. pc-chincha.
Genebra de Hollanda garrafOes com 10 gar-
rafas por 6.5oo rs.
dem em frasqueiras a 6,3oo rs. e 6,5oo rs. e a
*>6o rs. o frosco alfianga-se ser verdadeira.
hranco de Lisboa proprio para missa ,^, ... ,
arralado de Lisboa a 64o rs. Uhm ,l ^tlja eni barncas com quatro du-
zias a 44o rs. cada botija.
1 ja ....
rala.
em buril muito superior a 5oo rs. a Wera- e.}^ em frascos Sranuos verua"
rala e a i.ooo c 3,8oo a caada. de,ra lta,,ana a *> frasco-
Ameixas francezas um caixinbas de 1 % 2 Marrasquino de zara a 72o rs.
c 3 libras elegantemente enfeitadas com ri-* Licor francez de todas as qualidades em
1 as estampas na cana exterior a l;3oo i garrafas de vidro brancos a 72o e 800 rs.
1.600 2,000 e 2,5oo rs.
! d em latas de, 1 '/ e 3 libras a l,4oo e
2,6oo rs, cada una.
de comadre em bauzinhos de folha
mnito proprios para mimo a l,6oo.
1 lem em eaixinbas a l,4oo rs.
dem em caixinhas crnieiicamente lacradas
e muito bem enfeitadas a l,8oo rs.
'I na 2oors. a libra.
Passas de carnadas as mais novas que ha no
mercado a loo rs. a libra e a 6,000 rs. a
caixa.
SalmSo em latas ermeticamente lacradas a
1 rs.
Lagostim era latas grandes a l,4oo.
S ivel, corvina, cherne, vezugo, peixe espada,
preparados pela primeira arte de cozinha a
a l,3no rs.
os flamengos chegados no ultimo va-
por a 2,4oo rs.
dem do vapor passado a 2,2oo 2,ooo e
1.800, rs.
1 M11 prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
Doce da casca da goiaba caixes grandes a
600 e Ooo rs.
Chouricas as mais novas que ha no mercado
a 56o rs. a libra.
Chouricas mouras encommenda especial nos-
sa a 600 rs. a libra.
Prezanto verdadeiro de lamego era calda
de azeite 56o rs.alibra
Bolaxfnha ingleza a mais novas que ha no
mercado a 2,5oo rs. a barriquinha com
' 1 arroba, e~a 24o rs. a libra.
dem de soda de diversas qualidades a 1.400
reis.
dem em latas grandes, proprias para lunche,
rom 5 a 6 libras por 2,4oo rs.
Marmelada imperial do fabricante Abreu e
outros coaserveiros de Lisboa a 6uo rs. a
libra.
Frutas em calda de todas as-quadades a
.*oo rs.
Ervilhas francezas a 5oo rs. a lata,
dem portuguesas a 64o rs. a lata.
Massa de tomate a 64o rs. a libra.
Amendoas coufeitadas a 7oo rs. a libra,
dem de casca mole a 28o rs. a libra,
Avelans a 2oo rs. a libra.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que tem vindo ao mercado a 72o e 800
rs., e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
outros a 800 rs. a garrafa.
Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
lidade a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Gomma de engoramar muito alva a 800 rs.
a libra e 2,2oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
ss. a arroba.
Lslrellinha e pevide muito nova a 56o rs. a
libra.
Macarrao a 32o rs. a libra.
dem e talharim o mais novo que ha no mer-
cado a 48o rs. a libra.
Aletria a 5oo rs. a libra.
Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
a arroba.
dem do Maranhao a 12o rs. a libra, e a
3,000 a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode de-
sejar a 32o rs. a libra,
dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
e 8,7oo rs.
Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
e a lo,ooo rs. a arroba.
dem de spermacete a 64o rs, a libra.
Chocolate hespanhol e francez a 9oo e 1,00o
rs. a libra.
Cha perola muito especial chegado neste ul-
timo vapor de encommenda propria muito
novo a 3,ooo e 2,8oo rs. a libra.
dem fiuxim muito superior a 2,7oo rs. a
libra,
dem hysson a 2,56o rs. a libra.
dem hysson a 2,000 e 2,2oo rs. a Kbra.
dem preto homeopatliico e muito superior a
2,000 rs. a libra.
dem nacional a l,6oo rs. a libra. '
Batatas muito novas a 80 rs. a fibra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e de todas as marcas, como sejam: 9b-
piros, havaneiros, msse 'alia im-
perial, or das mattas, printtres a 4,ooo,
3,906, 3,200, wbo, 2,foO, 2,500,
.ooe4,6oo W. caixa. 1
TOJA ATTENC&O
NOS
ARUEAZEUS
mmmmww i misiivid11
DE
dOAtyVUSI 8 IDO 8 3I!!(D3
KS. 21 E 23LARGO DO TERCO -NS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende os seus g-
neros por menos do que em outra qualquer paite, por isso garante a superior bua-
lidade de qualquer genero sahido dos seus armazens; pode vender por menos por com-
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a-libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 0,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo'ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4oo rs. a libra.
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e 4oo rs., em caada se faz aba-
timento, ha porcao para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novasneste genero, a 2oo rs. a libra e 3,ooo rs. a barrica.
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.a e 2.a qualidade, a 800 e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 600 rs. a libra.
Cha, o melbor neste genero, a 2;88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 46o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceneja das me-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite doce, vi-
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas, banha de porco e
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; J
dinheiro contado.
RA DO QUEIMADO N. 46
mmm sdbteioto \
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. 0. Bieber 4 C,
successores, ra da Cruz n. 4.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil ris o milheiro no Caes da alfandega n.
1, armazem de Tasso & Irmos.
A AOUIA BRA\(l
Receben pelo ultimo vapor o
segninte:
Bonitas p.ulseiras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Outras estreitas para meninas, ou manguitos.
Carteiras com agulhas.
Agulhtas para enfiar, e agulhas cantfas.
Trancelins e fitas de borracha.
Carriteis com torgal de todas as cores.
Massos e fios de coral.
Esponj'as finas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco e
balao.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Aspas e coz para balo.
Fitas com colxetes para vestidos.
Trancelins chatos de la para enfeitar vestidos.
Papel e folhas para rosas.
Lamparinas francezas.
Trancelins grossos para relogios.
Escovas cabo d'osso, marfim e madreperola
para dentes, unhas, limpar pentes ejoias.
Outras finas para roupa, chapeo, cabeHo etc.
Outras de velludo para chapeos.
Pastas para papis.
Raspadeiras e facas de marfim para ditas.
Visporaso dminos.
Baratissiiuas bandeijas.
A aguia branca por militas vezes tem da-
do a conhecer que quando acha alguma pe-
chincha, nao quer somente com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral provena da
mesma, o que agora mesmo acontece com
essas; baratissimas bandeijas, cuja limitaco
de preces admira, em relaco aostamanhose
qualidades: avista do que convm todos a-
proveitarem-se dessa opportuna occasio e
proverem-se d"um traste sempre necessario,
e que lhes custar quasi metade do justo va-
lor. Assim, pois, dirigirem-se com dinhei-
ro alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha. e
hoioc* com inscrip^es.
Chegaram novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boioes de por-
cellana dourada tambem com banha, e novas
inscripeoes maviosas e jocoserias, mui ade-
quado para presentes resta porem que os apre-
ciadores concorram, munidos de dinheiro.
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Ricas guarni^es de, pentes e
flvellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
guamices de pentes dourados, e com pe-
dras; assim como outras bordadas i'roco e
com bolas pendentes, novidade essa que s
se acha em dita loja, e que na verdade se
tornam mui alegres c bonitas; e bem assim
recebeu lindas ivellas cora pedras, e ditas
d'aco cora novos e engracados moldes, cintos
dourados e de marroqum; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras sero encon-
trados na alegre, e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queimado n. 8.
Babadinhos estreitos e bordados
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.
Capachos comprldos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, {toja d'aguia
branca n. 8.
raxa econmica.
" A aguia branca acaba de receber essa acredita-
da grasa econmica, cuja sunerioridade est ge-
ralmonle reconhecida ; essa boa graxa se torna
recommendada, tanto porque o ealcado lustrado
com ella deixa perfeitamente lustroso ao menos
tres dias sem neoessidade de novo unto, como
mesmo porque sua preparacTw appropriada para
amaciar e conservar o couro ; ella vem em caixi-
nhas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do
Queimado n. 8. loja d'aguia branca, aos rezumidos
precos de 400, 500 e 640 rs.
TERCOS
e cordas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que anda
nao havia feito algum agrado a aquelles aue pru-
dente e acertadamente resando, cumprem dever de
bom christao, e quando reparou essa sua falta,
mandou vir acaba de receber delicados tercos e
cordas de cornalina com cruz de prata, os quaes
deixa disposiejio dos fiis que estiverem dispostos
a gastar io00,2e 3$ para possuirem um bonito
terco ou coroa, com os quaes podem niesmo pedir a
Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espacoso ninho da ra do Queimado n. 8.
Motos e bonitos
pentinhos travessos dourados e com pedras para
meninas : vendem-se na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
Balmzinhos com perfumarlas e
sem ellas.
A* aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasquinhos de cheiros por 1,5500 e vasios por 800
rs., servindo estes para meninas, e mesmo para
joias, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Linhas maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Vovisslmos e bonitos enfeites
para eabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe urna, sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servindo isso para sanar aquella falta,
e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possam melhor cli-
sar e mostraren! o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
tante fino com continhas d'aco, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc.. entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 5$, 05 e 75 dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Delicadas tesonrlnhas d'aco para
bordados c labyrlnt nos.
A pedido de algumas senhoras suas predicletas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
licadas tosourinhas d'aco ponas agudas, proprias
para bordados e labyritlios, e nma vez chegadas
como de fado chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveilarem-se da occasio e bem emnregarem
seus 23 em cada urna dessas finissimas tesouri-
nhas. na certeza de que perder por ctiegar tarde;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 8, onde tambem ha outras curvas e direi-
tas para unhas.
Lnvas de camnrea.
Vendem-se mui finas luvas de carmuca
branca e amarella; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
DE
FAZEMDAS E ROUPAS FFITAK.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 28*, 30# e 350, casaras
muito bem feitas a 25?, 28^, 30$ e 350, paletots acasacados de panno preto dt ISA al
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e am-
mira de 80 at 110, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de atoara e
merino de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cAr de 70 a.-
150, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de ronpm de khan.
como sejamcalcas, paletots e coUetes, sortimento de colletes pretos de mena, mr 1
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paletots brancos fa bramarte a 44
c 50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas Anas e eder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e sentara, uiowhi
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para bonea e a*-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de 1
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte ? 1
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos; por tanto executamos qualquer obro 1
promptido e mais barata de que em outra qualquer casa.
FITUTDI^AO DO IIO%% n V Pf-B 1 % DO
DRUH1X. 39o
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimeH d*
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.


^5
15800
lo00
700
40
80
80
3600
80
200
de ac Inglezas calygra-
phfcas, a balo fe oatras.
A aguia branca receben nm bello sortimento de
superiores pennas de ac ingieras, calygraphicas,
a balo e outras diversas qualidades, cujes precos
variam em nropor$ao da bondado os pretenden-
tes que se airigirem com dinheiro i loja d'aguia
branca, ra do Queimado n. 8, nao ficarao dse"
lentes. Na mesma loja aeha-se tambem ubi va!
do sortimento de caneta>, sobresahindo entre ella
urnas de jfra Invencao, que por si mesmo deitam
a peWm Wftljuando assim se quelra
SEM SEGUNDO.
Ra do Queimado n. 68, loja de rniudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo todas
as suas rniudezas por precos que i todos admiram,
tomo sejam :
Varas de aspas para fazer baloes. 120
Caixas com superiores obreias .... 40
, Pares de botoes de punhos a .... ifift
Pares de sapatos de tranca muito unos
a l&m e..........
i Pecas de lilas de velludo recortadas com
lo varas a..........
Caixas com muito superior papel amiza-
de e outros a.........
Massos com superiores grampos a. .
Caivetes de aparar penas a.....
Agulhciros com agulhas a.....
Duzia de meias brancas para homeni,
muito finas a......... 1,5600
Duzia de meias para seuliora, fazenda
fina a............
Cornetas de chifre para meninos a .
Escovas para limpar dentes muito finas .
Baralhos de cartas para voltarete muito
finas a...........
Ditas portuguesas a 160 e.....
Frascos de agua de Colonia muito boa a
400 e............
Ditos de oleo babosa a 240 e.....
Ditos com superior oleo de macaca a .
Ditos com superior macaca perola. a .
Ditos om superior banha transparente a
Ditos com superior cheiro a.....
Ditos com superior agua celeste para
cheiro ........
Trancas de algodao brancas < do cores a
Caixas com superiores brelas c colla.
Bolsluhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a...........
Grvalas de seda do diversos goslos a .
TinteirQS de vidro eom superior tinta a.
Pares de luvas brancas de algodSo a .
('irritis de linha com 100 jardas, bran-
ca a............
Fitas e corddes para enfiar espartilbos a
Carias com colchetes francezes superio-
1 res a............
Carita de colchetes fcancezes a 40, 60 o
Facas e safios abo bronco cravado a .
oMbobVancocravadoa. .
de balanco mult finas a 6J000
Te8oowrTra' cortar, -pequeas e finas,
a 200 e........... 320
Tesouras para cortar as muito final a 500
l*o00
80
80
300
500
160
100
30
80
400
86
3A2O0
3J500

^%*m ^ ^ft&TO
DE
TODAS AS Ql ALIDADES
DE
ANTONIO MAIA SE BBITO
CONHECIDA POR FARRICA DA VUIVA.
N. 21 Antiga ra dosQuarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo o rmbt>
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendendo tanv
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meas ; e como lia-
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessna algnma veiwifi
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que compran gato pM
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmente os sh
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha tabrva si
marcados com um dfstinctivo que declara o meu nome, o nomc da ra e o ranero >l
mesma casa.
Aproveitoa occasio para scientificar aos mesmos senhores, que roostannvnt-
encontrarSo um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do melhor fum
escolhido, por sua boa qualidade ja bem conhecida.
ROUPA PKITI
9 NO
ARMAZE9I
DE
trWt I l^lMk
Casacas de panno preto, 35)5 e 306000
Sobrecasacas idem, 30;5 e. . 256000
Paletos idem e de cores, 25$,
20fl, i5;? c...... 106000
Ditos de casemira, 20;S, L5|,
m,ma...... 7,5000
Ditos de alpaca, 5/5 e. . 3*500
Ditos ditos pretos, 9#, 7#,
U e........ 36500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4/9500, 4, 3>500 e. . 36000
Ditos branco de linho, 60,5$ e 46000
Ditos de merino preto de cor-
do, 10#, 7$ e..... 56000
Caigas de casemira preta, 12$,
m, 8,$e...... 76000
Ditas de cores, 9f), 84 e. . 76000
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 c..... 16000
Ditas de princeza c merino pre-
to de cordao, 5$, i#500 c -5000
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 4#5O0, 4# e . 26500
Ditas de ganga de cores,
36500, 3$ e . 26300
Colletes de velludo prelo e de
"cores, 9)5 e...... 76000'
Ditos de casemira preta, 56 e 46000|
Kilos de ditas de cores 55
3*500!
Ditos de setim preto. . 56000
Ditos de ditos e seda branco,
56000
Ditos de qorgurao de seda |
pretos e de cores, 66, 5& e 46000,
24*00
I6K1
snol
16600
84500 3
24010
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos oivor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Colletes de fustSo e brim bran-
co, 35500, 36 e .
Seroulas de .brim de linho.
25'OO c......
Ditas de algodo, 14600 e. .
Camisas de peitus de nli".
55, 45, 35 e.....
Ditas de madapoln, 9,
25500, 25 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 106, 9,4 e.
Ditos de fltro,54. -S.3S50O.-
Ditos de sol, de seda, 124.
114, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grata-
tas.
Toalhas parroslo, duzia. 115,
95 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre*
tos e de cores.....
Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
Pennas d'aco, as mais superio-
res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
906,805e......
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisonraes. 405 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras. rozetas,
aneis e cruzes.
44000
340JN)
24010
PHOSPHATO de FERRO
DI LERAS, DODTOR EM SCIENCIAS, INSPECTOR DA ACADEMIA DE PAJUS,
Ette novo ferruginoso, approvado por todis as Academias da Medicina do mtmio UttU*,
composlcio dos oaaos e do sangue, e contem o ferro em estado liquido. Segundo mum"[""
hospltaes deParii e consignadas no Prospecto : elle superite At Ptalas fcun!> "
* ferr*, ferr* r*dl mU hyilr*aBr, a* eitral* de ferr*, a
lodaro dr ierro : elle cura rpidamente a Ictericia ranea, cor peluda, duros d'i
sas, affecc^et nerrosas, escrophulas, mingo* de tugue, perda de torca as-
faltas menstruaes, e flores brancas. E o melhor adjurante do ole* de **
Depsito geral: em Part, en casa do Mil. Oriaaawlt e C, p>arm*ie)teo, 7, roa 4* la fi
i liafcoa, m emd*.odrta* d. eMta-cwtaib*,ao Hf, mam mgmm_M d
em luooa, m cata m nodo* da eta Carraiaot ao Fu*. mmmmjm m iw
rerrelra; em o R* > MMiro, Tiara Pelmata e Mato, W *',, lfa,J5 2
Joa-Caetaao Ferrelra-Kaalaaelra; em RioGrawtt, en O fi**-al* *
Wo, en casado ForrclMe C; em Ptmmttmc, Saoaaa O, ratd*Crat, J; iihh, tMtpiad|
pharmaclai do Braatl.
mm
Deposito geral em Pernambuoo roa da Cruz n, 2 em casa de Caros A

L


DhUtoAP JfrlMttHH f i**M**m^&
M
m GRANDE ARMAZEM

AE
$M,
EE
N. 36, m BAS CUTOS N. M
bairro de Santo Autoiiio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
vmpre em vista fazer ludo o que for possivel para bem servir aos seus fregaezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seos criados ou
cscravos, seremto bem servidas como viidopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo conterfdo objectos nao proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os meamos senhores ter toda atten-
13o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da roa das
C.ruzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barat^preco, porque estes
rauitas vezes olvidam-se e vJo outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
stabelecimento.
1.* qualidade, a 800 rs.! de superior qualidade a 320 rs. i;i' c
ARMAZEM DE MOLHADOS
DB
a
de superior qualidade a
xinha.
Manteigai ngleza de
a libra.
4i/ r*. Cada uin.
rs. a libra.
Batatas em gigo de arroba a 1 ,ooo rs.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 2# 20500.
Iilem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem snisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1.a e 2.1 qualidade a 8/5500
. e 85800 a arroba, e 280 c 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranh3o a 120 rs. a libra
e 3,5200 a arroba.
A vellas as mais novas
rs. a libra.
neste genero a 240
Presuntos do Porto muito no vos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
Garrafes com 9 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2^400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa este-
cao por ser mais lescu a 2)9400.
Cha hysson o mais superior a 2?5600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 3#2O0.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao osso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 25000 a libra.
Chocolate para 9oo, l,ooo e l,2oo rs. a li-
bra.
'.urafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas Ufijloagre de Lisboa
a 10100 com o garrarar
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada lun.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marras: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velh secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Bon]eaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a calxa com
urna duzia.
i :hourioas e paios, o mais novo (pie se pode
desejar, a 250 c 000 rs. a libra.
cognac
verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100300 a
caixa fiimma duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
stM) re. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
nurcas: Anizetta deBordeaux, Plaiserdes
lames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
(:i eme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
i'assas abito novas o de carnada a 400 rs. a
libra e 603OO a cafan com urna arroba, ha
caoas, meias e quartos.
Vas francezas em frascos de 1 i|2 e 3 li-
hrnlule. 1-5400 a 2^800, tambem ha latas
de m libras.
ida imperial, dos melhores conser-
de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
radas hermticamente.
caldas de todas as qualidades em
lito bem enfeitedas, a 500 rs ca-
inha flkigleza, a mais nova que se pode
t30000 a barrio a e 240 rs, a
Fa^nha do Mafcanhlo muito alva e cheirosa
1160 rs. aflibra.''
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomina para engommar muito fina e alva a
^rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sab3o verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porc5o ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
5^000 a casada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
a caada
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Baha a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 3)5000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. masso.
dem de carnauba e eomposico a 320, 360,
e 400 rs. a libra c de 100 a 110500 a
arroba.
Azeitonas novas do PL.to e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: cstrellinba, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra c 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: ta'harim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Ccrveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a late.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.

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Eduardo Marques de Oliveira & C.
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lestes novos e grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o rem i.tvel
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, expostos venda
todas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesquer outro estabelecimen-
tos d'esta ordem, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa um n Li-
cios para serem vindos. de conta propra diversos gneros, e desde j encontrara o res-
peitavel publico sempre os melhores gneros do nosso mercado, e por precos barn1
^mos como abaixo vero, a saber :
Amendoas a 320 rs. a libra.

4|l II II Alt LI5K-
Tendo o BALIZA dadooseu balanco no ultimo dejunhopassado, e desejando re-
novar o magnifico sormento de seu GRANDE ARMAZEM, chama pelo presente a
attenco do respeitavel publico para os presos dos gneros abaixo mencionados, que em
ventado sao os mais razoaveis que se pdem achar, ltente a sua boa qualidade.
Soldado voluntario do batalho progressista, o BALIZA o homem do movi-
ment. EUe pede, pois, aos seus bons camaradas, que sao todos os mimigos do fiado, o
favor de nao lhe darem um minuto de descanco obrigando-o a vender todo o dia.
Desta sorte o BALIZA vivir contente e contentar tambem aos seus fregnezes, venden-
do-lhes sempre generosamente, e talvez que ainda porprecos mais razoaveis.
Ameixas em frascos de vidro, a 10500.
Ditas om caixinhas com lindas figuras, a
1/200 e 20400.
Ditas em latinhas, a 10400.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120
rs. a libra.
Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a 10 e
1/200 a ancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 360 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 30 a saca, com 20 cuias
o a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 6 e 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a 10 cada urna.
Araruta muito fiua, a 480 rs. a libra.
Batatas emgigos a 10380 e de 30 a 40 rs. a
libra.
Bolachinhas americanas, a 30 a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a 10300.
Biscouto lunch e'sda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 20 a lata.
Banba de porco, a 560 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, de di-
versas tamanhos c por preco razoavel.
Caf do Rio, a. 280 c 300 rs. a libra, em
arroba, a 80200, 80500 e 9/.
Ceblas, a 800 rs. o cento e 10 o mlho.
Cha perola, a 30 a bra.
dem hisson, superior, a 20800 a libra,
dem chumbo, a 20600 a libra.
dem hysson, soffrivel, a 20400 a libra,
dem hysson, menos soffrivel, a 20 a libra,
dem preto, magnifico, a 20 a libra,
dem preto, menos superior, a 10800 rs. a
libra,
dem preto, soffrivel, a 10600 rs. a libra,
dem nacional, a 1/800 a libra (em latas).
500, 800 e 10 o frasco.
Marmelada excellente a 640 rs. a libra.
Ostras americanas (excellente petisco), a 80
re. a late.
Passas a 400 rs. a libra, e em caixas a 80.
Presuntos de Lamego, a 560 rs. a bra.
dem inglez para fiambre vindo de encommen-
da, a 800 rs. a libra.
dem americano, a 500 rs. a libra.
Peixe de Lisboa Inglaterra e America, pre-
parado conforme a arte de cosinba, em la-
tas de 2 a 3 libras, de 10300 10400.
Phosphoros do gaz, a 20300 a grosa*
Queijq londrinos chegados no ultimo vapor
a 800 rs. a libra.
dem dem chegados no penltimo vapor, a
640 rs. a libra.
dem flamengos chegados no ultimo vapor a
20400.
dem dem chegados no penltimo vapor, a
20000.
Sal refinado em vazos de vidro, a 600 rs.
dem idem em vazos de louca, a 500 rs.
Ceneja das melhores marcas que vem^o
mercado, a 4/, 40500, 50, 50500, 60
6/500 a duzia.
Sardinhas de Lisboa preparadas de escabexe,
a 640 rs. a late de grande tamanho.
dem de Nantes, a 380 rs. a latinha.
Sabo m:i:i .lo 120, i 40, 160, 180, 200 e
240 rs. a libra.
Tinta poeta nacional e ingleza, a 640 rs. a
garraf e 240 rs. o boiao.
Toucinhqjde Lisboa, de mais de meio palme
por 3p) rs. a libra.
dem (Santos, a 280 rs. a libra.
dem "Tericano, a 200 rs. a libra.
Idi-u. ..glez secco no fumeiro, melhor do que
todos os presuntos, a 640 rs. a libra.
Vassouras americanas muito lindas e fortes,
a 640 rs. cada urna.
Vellas de Benos-Ayrcs em cxas com 16
libras, por 6/.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a libra.
Ditas em frasee por 20800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra c 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranho 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 320 rs. a garrafa e l,3oo a an-
coreta.
Batatas inglezas a 6o rs. a libra c l,8ooa
arroba.
Banha de porco a 55o rs. a libra.
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito lino a 20600 a libra.
Dito miudinho a 2f>800 a libra.
Dito do Rio a 10800 a libra.
Dito preto a 10900 a libra.
Charutos de diversas qualidades a 10200,
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixo.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Fcijo branco mito novo a 440 rs. a cuia.
Figos a 32o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas a 5oo rs.
Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra'em garrafes. de 14 garrafas por
40600.
Licor fino a 800 rs. a garrafal V---------^-
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Manteiga ingleza flor a 800,900 e 10 a libra.
Manteiga franceza a 6oo e 64o rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Mosterda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrelhnha para sopa a 560 rs. a u|a.
Massa estrelhnha para sopa a5oo rs. .i 'i-ia.
Macarrao, aletria e talharim a i8ois. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo rs. a libra.
Palitos para denles a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a -0 a
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cenejas de marcas superiores a 500. :j60.
600 e 640 rs. a garrafa, c 50500, 60 e
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafe.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a lati-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para Jimpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete do gaz a 1,2oo is. a
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito era caixas de 6 libras por 008.
Ditas de carnaaba a 400 rs. a libra.
Ditas de eomposico a 360 e 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 50500, gai i ufa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a 500
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a gamita
480 rs.
Dito dita superior, caada a U c a jrrate
a 500 rs.
Dito Estreito, cariada a 30200 e a garufa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafTies de : garra-
fal por 10400.
Dito em caada a 2>, e a 260 rs. a gni da.
yfflhO^dONgoXo^w^garn-^- de 5 pan alas
por 20500. ^
Dito dito engarrafado a 10 e 1-S200.
Dito lagrimas do Douro a 10400 a garrafc.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. i ( .. i...
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e i fcJMI
a caada.
V
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao le boa <;uai-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunead"s.
dem nacional, a 10600, a libra. idem d,. carnauba e eomposico, a 360 e 400
dem nacional, ordinario, a 10 a libra. rg a ibra.
Champagne, marca aguia, de superior qua- ijem do Aracaty, a 400 rs. a libra.
lidade, a 640 rs. a garrafa c 70 o gigo, I(iem stearinas, a 600 e 640 rs. o masso.
com 12 garrafas. Quem deixar de be- wem spermacete, a 10 a libra.
ber champagne por tal preco? I vfoho Lagrimas do Douro, neste genero a
Charutos de muitas marcas e a precos bara-'
tissimos, sendo que ha de 800 rs. at
vindos do Rio, Babia e de.
Azeite
e9
;onser
Mixfi
a 7i
franja clarificado a 800 rs. a garrafa
caixa com urna duzia.
inglezas dos melhores .fabricantes
Pickles, cebte* simples^ e outros
rs. o frasco.
verdadeira de araruta a 500 rs. a
3ra, garante-se a superior quaUdade.
Palitos para dentes em caixinhas domadas
^a320a)ibwi^aiarrebf>
Massa de tomates em latas de*600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. 'Va-jim.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafes-vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
14000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 290 rs. a libra.
Phosphoros de seguranea individual a 20 rs.
a caixinlia.
Papel de embrulho muito superior a 10120
a re^ia; "^
VinJi da Figueira, o que ha do melhor a
0OOO a caada.
opoainc* para agua a WOOO a duzia.
40 o cento,
Hespanha.
Chocolate-suisso de Lisboa c francez, a 800
rs. e 10.
Chouricas c salpicoe, a 640 rs. a libra.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco.
Ditas fracezas, a 500 rs. o frasco.
Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
caada, a 40.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos vazos de vidro, das fruc-
tas mais esquisitas da Europa, a 10 o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a late.
Dito degoiaba, a 640 e 800 rs. o caixo.
Dito em latas muito proprio para presente,
garante-se sua duracSo innalteravel por
mais de anno.
Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra.
Dito de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em alcool,
proprio para podim etc., a 10. o frasco.
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Dito do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa em latos, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a 10.
Genebra ingleza, marca gato, a 10200 o
frasco.ou garrafa com rolha de vidro.
Garrafes vazios, de 640 a 10200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
timavel, era vasos esquisitos, a 10500. -
Licores inglezes e francezes dos melhores ^PsKlaPdatds P3 agua L ?!i.
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa ^f^0 do todas as grossuraS a 6* a WT<>
Ut>S) TfJT" ^ 8raDde lamaDh(Cm Cafmuido de superior qualidade a 400 rs.
Ditos para sopa, estrenaba e pevide, a 560 fM ^ m barricas e meiaSj de t0.
rs. 3 Hora.
Dito de tomate, a 640rs. a libra. I
Manteiga ingleza em potes de 10 a 16 libras
a 800 rs. a libra.
dem dita flor a 10 a libra.
dem de 2a qualidade a 800 rs. a libra.
dem de 3a qualidade a 640 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra, m
dem franceza a 640 rs. a fibra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortesda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza enf frascos grandes a 500rs.,
Multaos inglezes dos melhores fabricantes a
melhor qualidade que boje vem ao nosso
mercado em garrafas brancas com o nome
do autor em alto revelo no proprio vidro,
previne-se aos apreciadores que neste ge-
nero ha hoje grande falsificado.
dem engarrafados, vindo parte dellesde pro-
pria conta de diversas marcas c das me-
lhores adegas do Porto e Lisboa, das mar-
cas: Madeira, Camoes, Chamisso, Malva-
ste, Carcavellos, Duque do Porto e ou-
tros, c espera-se todos os dias novas lidades, a 800, 10 e 10280 a garrafa.
dem do Porto Bausa, a 640rs. a garrafa.
dem de Lisboa-e Figueira vindo em ancoras,
a 26/ de 8 a 9 caadas.
dem do Porto em garrafes de 4 1/2 a 5
garrafas, por 20500.
dem da Figueira em garrafes de 4 1/2 a 5
garrafas, por 20400.
dem de Lisboa e Figueira de 320, 400, 500
e 560 rs. a garrafa, e em caada se far
abatimento.
dem Bordeaux engarrafado, a 640 rs. a
garrafa, em duzia a 70500.
Vinho do Porto muito fino em caixas com 12
garrafas, a 80, 100, 120 c 150 das me-
lhores marcas que vem ao nosso mercado.
Vinagre de Lisboa em garrafes de 4 1/2 a
5 garrafas, a 10200 com o garrafo.
Avelas a 200 rs. a libra.
Arroz da Indiana 160 rs. a libra.
Biscoutos de Lisboa em lates, proprios para
dono tes. a 10300 e 30 a tata.
Batatos a 80 rs. a libra.
FIJOTU^AO DA AURORA.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, cotv
tinua-sea executor coma maior prestezae perfeico encommendas de toda a qtnfidade
de macliinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sormento de moendas de canna de todos os sysleinas e taMBbM.
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos c boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhes.
Rodas, rodetos e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portoteis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechas para barcos, etc., etc., ludo por proco que bem convida.


das as marcas e qualidades.
Genebra de Hollanda em garrafes com 2
caadas, por 60500 com o garrafo.
dem idem em frasqueiras com 12 frascos,
por 6/500.
Manteiga finissima em tatas contendo 2 li-
bras liquido, por 10800 a tata.
Queijos flamengos a 10600.
Rap princeza do Rio: grosso, meio, grosso
e.fino.
Tainhas das Alagas a 120 o cenlo, e 1W
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Sauterns) a 80
e 100 a duzia, e 800 a 10 a garrafa,
AGENCIA
DA
FUNDICO DE L0W-M00R.
liiin da Senzalla nova a. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um' completo sormento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.____________
Ra da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
setlins e silbes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de veta,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros' de um e dous cavallos, e relogios de
ooro patente inglez. _____________
'=i~ rola da Baha
POTASSA.
Vpnde-so poiassa Je mu superior qoalid: J
preco cummodo: no larw do Corpo s mo.
torio de Manoel Ignacio >- Oliveira & Flhi

Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira
vedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n, 1.
Aze-
vinho do Porto superior.
Vende-se em caixas de urna duzia : no eseripto-
rlo de Antonio Luiz OHveira Azevedo & C
Cal de Lisboa e potassa da
Riwsia.
Vende-se na ra daCadeia do Reeifc n. 26, para
onde se mudou o antieo c acreditado deposito da
mesma rea n. 12, ambos os gneros sio notos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
outra qualquer parte.
t Veiulc-se um grande termio com cercado, e
ptimo para fazer-se um excelllnte sitio em Jaboa-
tao a margem da estrada da Victoria e contiguo a
povoac.ao' de Santo Amaro, contendo igualmente
terreno para plantacao : quem a pretender para
tratar, diriia-se nesta oidado ao terceiro andar da
casa n. 46 da ra do Imperador. ____
ESCBAVOS TMIDOS.
No da 7 do agosto corrente fugi"
de nome Lino, crioulo, de idade que wpi
annqs, poucomais ou m-nos. barbado. <\
e feo, pusa um pouco pelo qnai lo din il
anda, levou caujisa de algodao liso, pon-ni
cempunho imitando o de jaqueta. caira de
dao de lista, chapeo de palia prela, tem
serrador : quem o pegar ou livor noticia d
leve ra da Praia de Santa Rita Nova n. W
onde mora o Sr. Joao Cae lao de Abreu, qu< r
gratificado.
FUgio no dia 16 do correnle, a.s 7 hora* da.
noite, do casa de sua seuora D. Joaquina Mai
da Ounla, as barreiras do Cachaufia, a escrav.
Rosara, idade 30annos, cor parda, alta, relwcauX
bracos grossos, maos grandes, falta de dou a un
denles na frente, cabellos pelos carapinlios. ,
um vestido novo de riscadinho, um chal-, ,iml>
panno da Costa c um vestido de chita ja disbota-
do, e alguma roupa de uso da mesma. e um par da.
rosetas encarnadas; esta mulata fui escrava na.
Sr. Antonio (encalves da Silva, morador em Santu
Anta, e por elle vendida ao Sr. Jos (".arios Mana
da Cosa Reis, desta cidade, e por esle a abaixo s*
signada: pede-se, ikis, as autoridades policiaes a
capilaes decampo sua apprebensao, ou noticia*
em sua casa, as barreiras do Cachaaj. ou na ru
do Qaeimado n. 34, lqja de Lavra d Irineo.
Joaquina Marques da Cunba.

Assucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
aS/Waarroba.
rao FGIDO
Fugio no dia 10 do corrente o escravo por noen*
Basilio, de idade 25 annos, pouco mais <*> iwnc;.
altura regular, cor fula, um pouco amarella por
ter soflrido de frialdade. os pes apa'Aetado?, nao o*
assenta bem no chao i>or causa d calos que tea
nos calcanhares, falla de dentes^na frente, se
barba, camisa de algodao de lis! V ral^a do aca-
mo de quadros claros, chapeo pi deraaMa, ua-
ram noticia dee ter pasado em TytJ*
suppr que fosse com destino ao enJr"? *,!
tena ou engenho de Camb, qne *0"*f_
foi escravo : roga-se s autoridades o" *S"*i5r
pessoa, de o pegar e traze-lo roaPir* a- j,
qae sera generosamente recoBjea**-



MULTJLADQJ


8
<

LITTERATR.
O ritalismo jolgado pela phileseabia cbrisUa, ou
refutaro 4a dmilrin Medica de Mnnfpellier,
pelo P. J. Ventara de Rifflica. Traaaudo eem
aia inlredtiffio e olas pelo Dr. Jos Soriano
de Souza.
Corpus nostrum ririi por nnimam.
(S. Thomaz.)
sensivel, visto que a ae^ao da mesjna
alma se fde exercerno smente sobre o sen pro-
prio corpo. senao tambem sobre todos os sejes cor-
poraes; o poder d'ahna sensitiva 'poisniais es-
tenio que o d'alma vegetativa, porque aquella
abraca toda a natareza physira.
Finalmente, o objecto da operaejto d'alma mtel-
I lectiva sao todos os seres de qualquer natureza ;
visto que ella pode se por em relajo immediata
e directa com todos os seres physicos e cora os
a*hm<* ... ajfart J^ra r Atoni* de l**
i#i
VIH.
puramente intellectuaes, com os corpos e com os
fefutacSode quatro objecces das S2? m "*? S COmPSlOS iffl"d08 "*"
'gas esrolas contra a unicidade n,mados> com os homens e com os anjos, com o fl-
on. a.Essas objecedes que pare- nito e com o infinito, com tudo o que Deus fez
< <' siias, na realidade assen- e com o proprio Deus. O poder da mesma alma
mm ^',wi^r;r^>!ei,ec,iva r ^^> *****
.ludo conten, ,ias e impas.Certot isa'' e comprehende a qualquer ser.
(/ueiinas ridic, 0 ^e flS mg^^g Mas, pela razao da potencia d'alma sensitiva
ser bem grossei- abracar nao s o seu proprio corpo, mas tambem
todos os corpos, ella deve gozar nao s da virtude
sensitiva propriamente dita para sentir todos os
corjios, mas tambem da virtude vegetativa para
obrar sobre o seu proprio corpo. Pela mesma ra-
*os' z5o, estendendo-se a potencia d'alma intetlectira a
tudo o que ou pode ser, ao sea proprio corpo, k
como a mesma alma intelectiva do hornero possa tou os 0SA corP^ e "&***> ella deve Pssu,r nao *
exercer as funecoes da vida sensitiva do bruto e as a vin. ',dc '""'t'"' Propria dos anjos para cora-
da vida nutritiva ou vegetativa da planta, e entre-' prehendt>r ,odoS fres ntellectuaes, mas (am-
ianto nao ha nada mais fcil de comprehender, des-: bem a virtu.',1e '" d'alma dos brutos para
de que se atiende as diflerencas proprias dos seres' sentir e conhecv'"" ,Ch0S os corPs; e a virtude ve-
getativa d'alma oV placas para estar em relaco
real com o seu pt.-oprio ^orpo; era urna palavra
a alma deve ser ao mesimo teiTipo inlellectaa, sen-
sitiva e vegetativa.
yfojecroa mostrath ihilosophia.
ros e ignorantes em,
r> rito ama-
Porqu razao pois, nao poden o espi. ,rporaes
no exercer no homem os movimentos Ot,
ou os pkenomenos da vida, animal ? ,
Nio podis comprehender, dizia S. Thomaz
sao da competencia da virtude vegetativa, pos por
esta virtude que o ser animado se nutre, creset, t
se reproduz, eninguem dir certamenle que elle
melbor dotado que o homem. A ser verdade pols,
que as funcedes corporaes se executam no homem
sem consencia e vontade d'alma intelectiva de-
ver-se-hia commaior razao admittir, que no bruto
ellas se operam sem a consciencia e espontaneidade
d'alma sensitiva ; e se no homem tivessem as men-
cionadas funecSes por cama um principio vital, urna
alma distincta d'alma pensante, com maior razo
ainda deviatn ler no bruto por causa m principio
vital di/ferente d'alma sensitiva; e neste caso de-
veriam admitlir no bruto ditas almas, quando a
escola cartesiana de Montpellier nem se qur urna
Ihe concedeu. (1)
Sendo pois o hornera ludo que o bruto, e sendo
demaisum ser intellectivo, se deveria admittir
cher com os materiaes haridos da Escriptura e de
8. Thomai : Assim o exige a importancia da ob-
jeccio.
O que se ios oppe nio urna objeccao se nao
admittindo-se a hypothese dePiatao : Que a alma
intellectiva nao est unid ao corpo senao eomo o
motor ao mobil, e o bateleiro ao batel; mas deixa
de se-to perantc a theoria christaa : Que a alma
intellectiva forma substancial do corpo.
indubitavel que se a alma nao fosse senao sim-
ples motor do corpo no exterior, devra-se attri-
buiraum outro agente distincto della] todos os
phenomenos que se produzem no interior do mes-
mo corpo, fra do conhecimento e da vontade da
alma ; mas desde que se reconhecer que a alma
nao sement motor, mas forma substancial do cor-
po, torna-se pelo contrario evidente que a el, com
exclusaode qualquer outro principio, se deve atlr-
nelle nao dos, senao tres almas, as duas do bru- buir, nao s tudo quanto se opera no corpo, porm
to, e mais a que Hie propria e entao os vitalis- ate o ser do proprio corpo; visto que pela forma
as nin ilovnriam mi f-il 1-s. ,1,, ,l /______a ^ r~ uta
e das formas.
As especies dos seres e das formas difieren, en-
tre si como o mais perfeito difiere do menos im-
perfeito.
Assim, na ordem da natureza os seres ani-
mados sao mais perfeitos que os inanimados,
os animaes mais que a planta, tendo a forma fcJw*IW no composto ""M^J? _^
Por consequencia, assim como para explicar-se
a ordem dos phenomenos vegetativos e' sensitivos
cada urna dessas especies de seres differentes
grus de perfeicao. Por isso com razao compa-
rava Aristteles as formas das cousas com os nu-
n:,ios, porque assim como addicionando-se ou sub-
traindo-se urna unidade a un numero este se tor-
na de especie differente, assim tambem quando
urna forma tem um gru maior ou menor de per-
eifao pertence a urna especie differente de
forma.
Comparara tambem o mesmo philosopho as di-
versas especies d'alma com as especies de figu-
ra~ geomtricas, comparacao esta que serve ad-
ravelmente para fazer comprehender o mys-
terio d'alma intellectiva exercendo por si s,
alm dos factos que lhe sao proprios, os da vida
animal.
Toda figura geomtrica, dizia elle, conten em si
ovtra menor, e excede a esta em estensao, como,
por exemplo, o pentgono contem em si o tetrgo-
no, e o excede. O mesmo d-se com qualquer
forma substancial do composto vivo, a qual con-
loado virtualmente em si a forma inferior, excede
a esta na grandeza da potencia. Assim que a al-
ma intellectiva possue cm si toda a virtude d'alma
sensitiva do bruto, c da vegetativa da planta, exer-
cendo alm disso as suas funecoes intellectivas;
e assim como urna superficie de cinco lados ao
mesmo tempo, e pela mesma figura, um tetrgono
I un pentgono, assim tambem a alma intellectiva
ao mesmo tempo, e pela mesma virtude, intellec-
tt"a, sensitiva c vegetativa.
Se pois superfino tracar em um pentgono um
toiragono distincto, visto que este se acha contido
n'aquelle, tambem 6 vao suppor no homem urna
aima sensitiva e vegetativa distincta d'alma intel-
lectiva, visto que em virtude de sua perfeicao a
n. aa alma intellectiva contm em sua natureza
as virtudes sensitiva e vegetativa. Por consc-
qoencia o homem nao racional por urna alma,
I asir! por urna segutul e vegetativo por outra
ta ara mj>.< /.nr .. 5U c mesma alma elo ao
nenio leoap) ser racional, sensitivo c vegetativo,
: b raem.
nao precisamos accrescentar nada esta
magnifica explicacao do doutor anglico ; ella a
Hngnagaai simples e clara da verdade justificada em
a ona ejior si mesma.
Finalraent'! cis aqui urna outra billa explicacao
igualmente dedntda dos principios de S. Thomaz.
acerca da trplice ordem dos phenomenos execu-
tados (tela nica alma do homem-, explicacao esta
que- corta pola raz o sopliisma com que nos oceu-
pamos.
O objecto da operario d'alma tri|ilice podendo
1." o corpo s ao qual ella est unida; 2." to-
dos os ser; corporaes; 3." os seres corporaes e
asplritoaea sem excepcao.
O object da ojieracao d'alma vegetativa s o
corpo a que ella est unida, visto que as operago'
da mesma alma s se referem a este corpo,' *
neste ella exerce a sua potencia, nao tendo re' e S
aci.iras com os ontros corpos. iacoes
O objecro da openeio d'alma sensitiv
____ u qual-
: sario suppr que o bruto tem duas almas, bastando
reconhecer que a sua alma ao mesmo fempo
sensitiva e vegetativa, assim tambem para expli-
car-se os phenomenos, vegetativos sensitivos e in-
tellectivos que se dao no composto humano nao
preciso imaginar que o homem tem tres almas,
bastando admittir, que a sua alma ao mesmo tem-
po vegetativa, sensitiva e intellectiva.
Pode desejar-se nada de mais claro?
CAPITULO IX.
Exorne da principal objeccao dos
analistas a saber: Qw as fune-
coes da vida animal operam-se no
homem sem participacao d'alma
intellectiva.A resposta da fe.
vista Medica de Parts a esta ob-
jeccao posto que tnni concluiente,
todava insuficiente-Comple-
tase a mesma resposta com a aou-
trina de S. Pauto acerba do mo-
do por que o homem ?', movt-se e
vive em Deus.
A ultima objeccao que os dualistas modernos
repetem a cada passo contra a these da unicidade
d'alma humana, concebida nos seguintes termos:
Todo agente livre opera livremente, e tem
consciencia de suas operacoes ; se nao houvesse
pois no homem outro principio agente se nao a
auna, esta deveria dispr livremente do corpo, co-
nheccr todos os movimentos, como tambem dar a
razao de tudo que se possa no mesmo corpo; acon-
tece porm o contrario. >
Quasi que a excepcao de cortos movimentos
exteriores que se chamam voluntarios, de tudo
mais que se opera no interior do corpo nao tem a
alma sciencia, c as vezes at fazem-se cousas con-
tra a vontade della. Otrabalhoda digesto, c da
nutricao, todos os actos da vida animal operam-se
sem participacao d'alma, nao tendo esta o menor
conhecimento delles, nem iwde mesmo irnpedi-los.a
LEai vista disso pois evidente, que no sendo a
alma quem faz todas cssas cousas, elija se hao de
tas nao deveriam mais fallar do duplo mas do tr-
plice dynamiimo. Eis por consequencia os nossos
philosophos boticarios sendo obligados a subscre-
verareceita de Plato, que prescreveu, que o ani-
mal bpede e sem plumas fem nem mais, nem me-
nos do qne tres almas bem caraeterisadas e dis-
tuctas, a primeira no figado, a segunda no coraao
e a terceira no cerebro.
A Revista Medica continuando a aeoutar o duplc
dynamismo de Monpellier, e aos seus cmplices de
Paris*acrescenta o seguirte :
t Por ventura urna boametade dos actos d'alma
nteligente nao se opera sem sciencia delfa 1 Nao
tem a alma humana urna respiraran continua, urna
perpetua acti vida de e urna vida permanente' das
quaes ella nao tem eonscencw ? Os actos senti-
dos, queridos e pensados sao ta yferios ou inter-
mitientes, e comparativamente nao tomam se nao
uma pequea porcao da existencia do hornera. Eis
o facto. E diremos que a alma nao obra se nao
quando pensa e qur, e baVemos de crear am prin-
cipio vital para as acees do resto da vida intel-
lectual ?... Jotae pelo contrario se ella nao tem
um dominio de accao latente, quasi impessoai, on-
de a mesma opera de continuo tanto no mundo
superior do entendimento, como no inferior do-or-
ganismo.... Isto posto, nao verdade que a alma
s faca o que ella qur e sabe, peh contrario fez
muitas cousas sem saber, nen> querer.
E cora efeito, por que razo ha tanto tempo 03
philosophos disputara obre a c-rigem das ideas e
das sensacoes ? Por qne motivo1 segundo a escola
cartesiana Deus, que por occasnro da modifieaeao
de nosso corpo pelos objectos exteriores, modifica o
nosso espirito, sendo elle a unic&euusa rfficiente das
nossas sensacoes e ideas ? E por que segundo a
philosophia christaa a alma mesma que, pro-
porcao que o corpo affectado pe* causa sensivel,
ella espiritualisa o material, e sent ; o medida
que a imaginario lhe aprsenla o phantasma de
um objecto a mesma alma universatisa o particu-
lar, e entende ?
Qual a razo por que ainda at he-je s est por
saber qual dessas duas hypotheses a. verdadeira.
se nao por que a alma sent, e entende sem saber
como, e sem o concurso da vontade. Qur a alma
veja Deus, e delle tire a ideas e as* sensacoes, qur
ella propria as forme, em todo c* caso um facto,
que mesmo na ordem puramente inteileciual a
alma faz o que nao sabe; c at multas vezes o que
nao qur. Se assim > por que rautive nao hade
ella operar tambem na ordem puramente corporal
sera o saber, e sem o querer ?
Posto que a observaciio feita pela Revista nu-
ca seja a expresso da verdade, todava ella nao
diz toda a verdade.. Com esse excellente jtvnal
saceetla o pa se da. com as pcasoas rostas, ma
pouco instruidas na verdadeira philosophia > e as-
fazer por meio de outro principio agente, pelo prin-
cipio ettol differente c independerse 'alma; pelo
queexistem no homem pelomerjOS dems principios
agentes, duas almas.
Esta objeccao o ponto '-Je partida dos doutores
vitalistas de Montpellier, < 0 Mn| )o de batalha
que o antigo chefe delles p0e constantemente por
diante. M. Lordat, <' l a Rel.ista jeika, vendo
que no homem as accT ^ orgnicas se executam sem
consciencia e sum ,ontade d'alma. induzio por sua
autoridad* privad a quc cl|as aevem ter lwr causa
um principo v' kli uina aw> diversa d'alma pen-
sante, s- ,j, o pretexto de que esta sabe e fdr sem-
Preo que iaz; induegao esta bem leviana para
^w ir \iomens graves, (13 marco 1858.) i
A Revista tem razo ; aquella indcelo nao l-
gica, se nao grosseira, rude, absurda, ridicula, e s
propria de homens incapazes de comprehender as
operantes do espirito; e dcste modo uma induc-
cao indigna de homens, que mostnm ler a gravi-
dade da sciencia e a sciencia da gravidade.
As funecoes da vida orgnica do composto vivo
. | sim no que acaba de dizer o mesmo jornal Merca
do vitalismo mais advinhoa o presentio a vetdade
do que demonstrou-a : mostrou o erro, mas nao o
refutou. essa lacuna que nos nos propomtsv en-
FOLHETI^
(i) Sabe-se que Desearles, contra a opiniaom,
philosophos, christaos e pagaos, contra a" PEficJ
universal da humanidade, c mesmo contra a ex-
pressa doutrina dos livros sanios, sustentara que os
animaes cram puras machinas de carne, verdadei-
ros autmatas. Essa doutrina carlesiana, sendo
absurda e formalmente hertica, tambem a porta
aberta para os materialistas negarem- a alma hu-
mana, isto diz a Philosophia de Um, que entre
tanto fillia querida do cartesianismo. A doutrina
de Descartes, diz a citada philosophia,negando que
asbestas tenham alma ajuda aos materialistas a con-
cluirem ; que o homein tambem nao se nao uma
machina, privada de todo c qualquer espirito sim-
ples e intelhgente, sendo superior s machinas
animaes pela maior perfeicao- dos seus orgos; e a
prova de que os materialistas raciorinam assim se
acha em todos os seus lirros, c particularmente no
execrarel livro intitulado O homem planta. (Y.
a Pliilosoph, chriladcv P. Ventura t. 2o 77.)
actuando a materia, substanciando, especificando e
individuando a mesma materia que todo composto
vivo i o que e opera como opera.
O motor obra sobre o mobil por sua virfade mo-
triz, porm a forma obra sobre a materia por seu
proprio ser, que ella eemmunica mesma materia
por sua eseencia, sendo que por esta, a materia
eonsHaida em acto, em tat acto e torna-se capaz* de
taes operaicoes. Deslemoo, a alma intellectiva
sendo vertadiro motor do corpo, por sua virtude
motriz dirigid* pela vontade sustenta e more exte-
rionnente o mesmo corpo f mas sendo Hmbem
verddeira forma substancial do corpo, por sua
essenete, por sen ser, a alma vivifica todas as par-
tes do eorpo, conservando-Ibes sua virtude e fcrcas
elementares, afim de que ellas possam executar as
funecoes que Ihes sao proprias.
Assim pos, o estomago, por exemplo, e nao a
alma que diger, maseifenao diger senao pela
presenca da alma, que conserva ao mesmo estoma-
go a virtude de digerir ; o por isso qne quando a
alma se separado corpo cessam inmediatamente
totfes as funecoes da vida animal; d mesmo mo-
do que cessa o-movimento d um relogio no mes-
mo instante em que se qnebra a mola. Ora, o que
prova> isto, senao que a alma intellectiva o nico
principio de todte6 os actos, movimentos e pheno-
menos da vida animal ?
Tornemos porm. ainda maio explcita esta im-
portante doutrina por meio de- eomparacOes- tira-
das da rheologia. E se o homem'foi creado ima-
gem esemelhanca de--Deus, cerno se lhe contesta-
ra o direito de procurar melhor se coaheeer ob-
servand o seu augusto originad ?
S. Paule diz : Que era Deas qpe nos temosa
vida, o movimento e o ser : Iu ipso enim vkiius.
movemir,' etumus (Act XVII 28): Evidentemente
-eom esta grande sentonea nao quiz-o apostel dos
gentos dizer, que nos vivemos a vida de Deas,- qtto
nos nove em todos os sentidos, nem que nos
temos o ser do ser de Deus, porque isto seria sus-
tentar o pantheismor tornando tambem a Deus res-
ponsareli por todos os actos humanos.
Deste modo pois e verdadeiro- sentido desta
bella sentenca : Que posto que rioamos, mora-
mo-nos e existamos em nos mesmos e por nos racs-
mos, todava nao vivemos, nao nos movemos e nao
existimos.seo pe* vida, movimentoc m que
Deus nos deu e no& conserva.
Deus obra pois emns de duas maneiras. ; ou
immediata, directae parlicularment*, como quan-
do diffunde a sua luz em nosso espirito, e a sua
graca em nosso coracao, ou mediata indirecta c de
um modo geral conservando-nos o ser, e as facul-
dades que nos dea pelas quaes nos somos e ope-
nHE. Desieiuwlo suin \t->Qiul(.'Iiaiucuic uo,
e-mo dle, quem fazeuios tudo que fazemos.
Por meio desta distineco comprehonde-se como
que nada podemos fazer: e nem so quer somos
senao em Deus, e entretanto podemos obrar con-
tra a vontade de Deus v em urna palavra como so-
mos perfeitamente senhores de nossos actos, e os
nicos rosponsaveis por nossas ms obras.
Salva a differenca de que Deus nao est unido
aos seres creado de uma m&neira substancial, o
mesmo que acallamos de dizer d-se com rel&f ao
aeco da alma intellcciiva sobre o corpo.
A alma obra sobre o corpo como motor de um
modo inmediato, directo.e particular determinan-
do por um. acto da vontade os movimentos exte-
riores da sua ametade-; c como forma substancial
de um modo mediato, indirecto e geral conservan-
do ao corpo o seu ser, c a todas as partes do mes-
mo corpo as torcas, propriedades o aptido pelas
quaes ellas, e nao a alma, exerceni as suas fune-
coes especiaes.
P6r meio desta distiuceSo tambem fcilmente se
explica, como que o corpo nada pode azer, c
CAULF
imoi:
pan
MAURICIO SAND.
ftegiinda parte.
(Contittitarao do n. I88J
Juiei a minha prima obedecer-lhe em ludo. Fal-
lamos depois de madamoiselle d'Aslafort, cujoca-
ractei me causava desconfianca, e inquietajao-,
Margrida explica-o deste modo:
Fanny muito mystcriosa, nao ha duvida,
ras eu bem a conheco. O seu maior desgoslo con-
siste em ser pobre, o despreso que affecta pelas
riquezas nao emais do que a consso involunta-
ria de um secreto despeito. Sua uiae concorre
para augmentar-I he esse desgosto : na sua bonho-
niia natural mal pensa que s faz irritar e humi-
llar a lillia com a sua falta de tino. Entretanto
P.inny |iossue mais mrito e virtude do que pare-
ce : tem vontade de ser franca, e algumas vezes
mesmo no meio dos seus motejos, e criticas desco-
fcre-se um tanto ou quanto de generosidade. Com
tudo melhor valora paradla epara nos, o nao ter
entrado na nossa confidencia : porm eu era muito
inexper.ente quando comecei a amar-te: por isso
dei-lhe logo a conhecer tudo, se bem que tivesse
depois momentos de arrependimento. ISo obstan-
te nao nos trahio ainda, e espero que nos nao tra-
hir. Mostra-te amavel e sisudo para com ell?,
trala-a como a uma amiga fiel, dedicada, que a ve-
r emf regar todo o seu orgulho em s-lo. Quan-
,r^ aopeisameto de illudi-la, era penses nisto :
i .'.nn i muito astuta, e intelligcnte.
Separnmo-nos para que nao fossemos surprehen-
didos pelo Si> Desormes : e eu tratei logo de ac-
commotiar-mcgio meu antigo quarlo forrado de ta-
pessart,. Atra^essando a bibhotheca veio-me a
/Ctemora o da e)n que meu tio fez-me ali mesmo
oncelwr tao hriagadras esporanfas para se-
-tem araquilV* > logo depois; e esse dia repre-
sentou-se-mf na mente por tal forma e com tanta
clareza, m* tra julgado um sonho a minha ida
frica, se a presenca de Kadour nao despertasse
em ni.ni a realidade.
Sacud os meus trajos, pois que a minha baga
pem i devfa chegar no dia seguinte, e fui reunir-
ir.e a Margarida M saino.
Meu tio chegou alguns inslanles depois.
Oh! J voltaste I exclamou elle ao vr-me,
e n'um tom que pareca antes dizer : o diabo te
leve I
Era seguida accresccntou:
Nao te esperava to depressa !
Fiz que nao reparava nessa recepcao lisongeira,
e abracei-o. Meu tio ficou admirado de \6r tanta
franqueza, voltou lqgo s boas, e reparando na mi-
nha condcoraco e no meu uniforme, estendendo-
me a mo:
Dou-te os meus parabens! Agora sim, s um
homem perfeito. Que bonita apparencia! Por-mi-
nha f, nasceste para militar I Ora bem, esqueja-
mos o passado, elembremo-nossmente do futuro.
Ainda nao fallei de ti certa pessoa.......sabes
que......
Intcrrompi-o immediatamente respondendo:
Sira, sim, meu tio teremos munto tempo pa-
ra isso. Minha prima nao est agora para aborre-
cer-se com os meus negocios.
Dolin veio a proposito advertir-nos de que o jan-
tar eslava prompto. Offereci o braco a Margarida
com desembarace, e passamos para a sala de jan-
tar. Confesso que nao corai como um naraorado.
comi como um verdadeiro spahi em carnpanha.
Devorei at dous pratos de um acipipe proprio do
paiz, que consiste em graos de trigo postos nagua
com antecedencia, e cosidos depois em leite. N'ou-
nem se quer senao pela alma a, con* alna in-
tellectiva, e entretanto opera sem participaba, e
at contra a vontade da mesma alma ; em urna
palavra como que o corpo de aguma sorte in-
dependente da alma no exerccio dos actos da vida
animal.
Pelo que fica dito v-se que, suppr mais de
uma alma no homem, para explicar-se a puralida-
de de suas vidas, uma opiniao quasi tao gros-
seira e estupida, quanto era a dos amigos mani-
cheus, que suppunham a existencia de dons prin-
cipios um mu e outro bonj. para poderem conci-
liar a coexistencia do bem e do mal no universo.
CAPITULO X.
Continuacao da mesma mate-
ria.Exposicao da doutrina da
theologia e philosophia catholica
acerca dos diversos modos por-
que Deus, o anjo e a alma huma-
na estao no lugar.=Deus tendo
creado o homem sua semelkatt-
ca confenu alma humana o
preeilegio de estar toda no corpo
e em cada uma das partes do
mesmo corpo, assim como Elle
est todo no universo e em cada
um dos teres do mesmo univerto.
Consequencias peremptorias
desta magnifica doutrina contra
a objeccao capital 'dos dualistas.
A deplorare! ignorancia dos
suppostos sabios a respeito dessa
grande philosophia a causa da
, erro delles.
Para tornar ainda mais clara a presente respos-
ta, precisamos lemtrar ueste mgar aquella profun-
da doutrina de S. Thomaz, seguida por todas as es-
colas catholicas, a respeito dos diversos modos por
que os corpos e os espiritos fecupam um lugar, e
as formas substanciaes os seus corpos. Consagra-
remos quanto sabemos que ella da maior utilida-
de para- comprehenso- de outras dbutrinas impor-
tantes da philosophia christaa.
Tudo o'Ojoe existe pode, seja quar fr a sua na-
tureza, dirS. Thomaz estar em um lugar, mas o*
corpos no-esto no logar do mesmo nwdo que
Deuse o; anjos : Em mlocodiversmodeconvenit
cerfori et Angelo et Dea (Ipv, q. 32, art. 2 e 3). Os
corpos se acham no lugar circumscnpticamente,
por qne estao circurascriptos pelo mesmo lugar
que oceupam, segundo as suas dimensoes: corpus
est m loco eircumscriptire, guia cornnensuratur'
loco:
O anjo nem contido pelo logar em que est,
neme por elle limitado, mas deterramadey per que
estando em um lugar nao pode estar ae- mesmo
tempe era outro -.. e assim s esta definitivamente,
mas nao circumscrptivamente: ngelus autem non
circumeriptive, enm non cormaensuratur loco, sed
definitive, quiaitaest in uno loco, quodnon inulio.
Dcns porm, sendo infinito, e nao podendo ser
nem otrcumscripto, nem definido por lugar alguin.
e estando em toda aparte, nao o est nem cir-
cumscripttvamente nem definitivamente : Deus au-
tem nee circumseriptire. nem definitive, qut est
ubique.
Diz-se que o anjo (e com maior razao Deus) est
em um lugar em quanto nelle exerce a sua virtude.
de modo que o lugar seja inmediatamente affecta-
do por elle ; e asskn e mesmo anjo est no lngar
em qualidade d* continente, e -nao de oonteo :
ngelus dioitur me in loco, per hoc quod rirtus
cjhs immedate contingit locum, per nmdmm conti-
neutts perfecti. A tudo aqu I lo que o anjo applica
i inmediatamente a sua virtudv. repartido um lu-
gar cm relaclio a elle, posto quonao baja roniinui-
dade. (espaeo continuo) : lbtam illud oh immedia-
te applicatur vi'Jus Angel, reputatm- est unus lo-
cas ejus ; licet non sit con tutuma.
deste modo que o alijo est na alma csclare-
cenub-a, guardndola e aingiuao-a, e c tambem
deste modo que Deus, porm de um modo mais
completo e perfeito, habita na ahna, possumdo-a
pelo amor, e sanctificando-a pela, sua graca, posto
qne tambem a almano-seja uta cotinnuo.
D'aqui so infere que o anjo nao esl em um lu-
gar como em um ponto do espaeo, visto qne este
ainda que indirisivel, entretanto sempro nm si-
tio, o o anjo sendo tambem um ser tndivisivcl i
todava eslranho a todo genero de quantidade e de
sitio : Mam punetmn est Indivisible habens stvm ;
sed Aagelus est indivixibiles extra genus qiiantitatis
et sitvs. Ko. p9s necessario- que se Hie deter-
mine um lugar indivisivel segundo o sitio; mas
quer seja divisivel, quer indivisivel, maior ou me-
nor, applicando elle voluntariamente a sua virtude
a um corpo, ou seja grande ou pequeo, logo todo
esle corpo le corresponde como seu lugar : lude,
non est necesse, quod determinetur e unus locus,
indiribils secundum situm ; sed vil divisibes tel
imlivisibilis, re major nal minor, secundum quod
voluntarle applicat suam virtutem ad corpus viajus
vel minus ; et sic totum corpus ad quod per suam
virtutem ajmlicatur, correspondet ei sicut locus.
Quanto a Dcns-, ensiaa a i
Elle existe de tres maneiras i
cadasi por premea, por potnem f par-
Existir as cousas creadas per armar, t,
cer actualmente a todas ; aehar-se per i
operar com reheSe a ellas, rninaiaa e
vando-as; ser por essencia, tat <
do segundo sua propria substancia t
Esta terceira raaneira de ser de Deas na
as criaturas c alen dlas
o grande attributo de sna imiilii
de do qual Dos est infinitamente "c >..i
no mundo elle est em si me jaso e
creadas, fra do mondo est smete em si
eslava antes da creaco do mesmo mnaiB. e ateas
disso esta fra do mundo por todo m U fwm
dequoque) pela dilhisao infinita de san nriMe. a
nao pela presenca toral, ou coa en aan layar
real, visto que todas as crea turas ok/tatt
mondo, nao ha verdadeiro logar tora doaaiaioL
Mas a dilhisao infinita da eottdade de Baan tm,
a extensao formal, visto qne ser
extenso ter partes tora das qne estao i
com o lugar, o que nao pode eonnr
da natureza divina; por isso falla-se da
virtual, infinita, eniquanto por sa*
Elle co-existe, conforme a sua simples
com todo o lugar e cora toda a creatura i
sendo ao mesmo lempo apto para raehrr.
menor mudanca ou circnmscripro 4 saa i
dos os lugares- e asparos possivr i
infinito.
Finalmente, a natureza divina sendo aan e in-
divisivel. nao s Deas-existe 1*4 fra 4 i
lugar, perto de si, e em si proprio.
em todos os lugares e em qualquer Rajar ea ca-
da orna das partes de qualquer lagar : JSafa r-
truomnem locum, el quidem apm se tpmmm, et
se ipso, et totus in tolo loro, et totx in i
Ib Ion.
Deas, diz S. Thomaz. est lodo i
ao mesmo tempo, e ca cada una
como a alma est ne corpo, e ea eaak
partes do mesmo corpo: S*raf mnmm
m, quafbet parte corporal sk Umm est i
tmn&KS et singulis (I p., q. 8. art. t e 3).
maior razao pde-se dizer que a ak
no corpo, como o anjo est em seu lagar, tsto ,
contnutu' corpol nao sendo couda Mella.; geaaar,
segunde- o mesmo doutor. toage do eorpo aaanar a
alma, esta peto contrario i que coate* aajaaaV a
faz nne as suas differentes partes sejaai aa eorpo.
c este corpo: Magis anima co*t>**impm, et fmru
ipmtm exseunum,quamrcomee**
Kom maior razio anda se pode *aer. ate a aaau
est no eorpo nao circwmscriptcmm*m>r aaat if
nititaimentc. em quanto o eorpo a dcst
raaMM ao sujeito de sua virtude. ao I
a alma nem limitada, nem rireuamrajas
pe-; c assim este nao lhe corresnoiMi
lugar ondV ella est, senao em'piiaai r*1r enop-
ao i|ual ella estomidx enaf lunonlr. re I
(W- suas operacoes.
Dus creando a ahna human.-, d urna i
nao egunl, mas "ememante a **a inM $imilit\*mttm
Dei factu* e*t hm<. simpas c-pirimal. uaat ri ?
mesma alma, dentro de eer* Kaaiaes. tom a-
nxnle o ser, a intelHgencia, a safe liara, o-peder <
| hondade. mas tambem. siapre deatro de erra-
limites a immensidade; de sorte ene eaa eam aa
si, fra do-mundo e no mesa mundo Est a h
porque ella subsiste em si e por si.
opera em si, por si s exevee os arto& >aN
vida intellectiva. a g<*raeao das idra> da.
verbo interior, a proonceiu dos
tade.
melhor entre clles sao dous vasos etruscos, dosco-
hertti mui curiosa em Berry.
A bibliotheca est feita um verdadeiro museu.
Terei muito tempo de examinar essas preciosida-
des, j que o Sr. Desormes nao deixa mais sua fi-
lha Mear s comgo: vigia-a de perto, e arranja o
seu trabalho de maneira que fica logo desoecupado
pela manha : quando v-se toreado a sahir, re-
commenda a Nanniche que acompanhe sempre a
sua ama. Bem vejo, meu amigo, que a minha es-
tada aqui nao lhe agrada muito : se por um lado
perdoou, por outro tornou-se desconfiado como o
diabo.
Hoje viram a S. Joao a Sra. d'Astafort e sua fi-
Iha. A matrona a mesma anda : a mesma gor-
dura, a mesma loquandade, e os mesmos modos
arrebatados. Madamoiselle Fanny melhorou mui-
to ; o seu rosto est mais cheio; o seu olhar menos
impertinente, e as formas mais desenvolvidas :
un linda moca. Apertou-me a mao sem afeclacao
e com uma franqueza que me agradou.
Meu tio j lhes communicaria os seus novos pro-
jectos de uniao a meu respeito? Pareceu-me que
a Sra. d'Astafort fazia alluses futura felcidade
conjugal de sua filha. O Sr. Desormes affectando
na presenca da dama mais resoluco, do que real-
mente tnna, lhe disse em voz um pouco baixa :
Fiz o que a senhora desejava : o resto flea
ma *-ii ir" cor|x> -fiu aenoe 4ar in
couda, pois que pelo |M>nsam4nt" |W-1
do corpo, passeiar pelo universa, e as
desle. Est no corp* por prrttwm.
ce uma parte dos ph*-nomeno* oe
sam: por potencia porque s-.-odo motar da carpe
niove- como benv IIh- parece, e o transporta y>%*
ond<' qur; e sendo tambem a mesan alraa fea.-
substancial do corpo ella da o ser a ***?.
va-o. assim como a toda as
virtude d'alma conservaai as Lienaamas e i
Mentarlas pira a exfcoro d>* aco^. am
destinados i> mesma> part.- Finalnv-nte a alrjc
est no corno por manaran, ponTu -raaa
e indivisivel nao si- eslemle pelo rorpo.
deste formalmente. rua> tirtmototerntr.
vm a sua natureza espiritual.
A alma "lamlvm esui toda em iodo t.-no, en-
cada urna das nartaa do cr>r|>o. romr.Daati est a*i
em qualquer luyar. t oni raala ana dan partes -
mesm.-i lugar, lia aqui por.ni a iifrreaea. de jnv
essa maneira de ser Deus ea ama me per.
aasamV-
tro tempo nem cu olhava para aquillo : mas quem | agora por nossa conta.
nao costa desse acipipe nao Berrichon, sfigundo Seria do mira que tralavam ? E mmto provavel.
O Sr. Desormes hade exforcar-se por compromet-
ter-me com a joven Fanuy. Quanto a esta, saben-
do de Margarida tudo quanto me diz respeito, pa-
rece ajudar-nos generosamento a entreter as illu-
ses de meu tio. Seria asneira minha suppr que
esse papel a constrange porquanto roconneco que
nunca gostou mais de mim do que eu della.
Como qur que seja, acho-a disposta a conduzir-
se bem as circumstancias actuaes, a guardar o
nosso segredo.
0 Sr. Desormes fez a Sr. d'Astafort proriettor
que viria passar comnosco uns quinze dias : o seu
lito rodear Margarida de guaraa, e faterpor Fan-
ny entre mim e ella. Esle procedimento contrara-
me tanto quanto minha prima Mas, paciencia;!
veremos o que ser.
Passamos o teir,po a inventar, en e a minha
nao gosla desse acipipe
diz o proverbio.
Meu tio mostrava-se satisfeito com a justica que
eu fazia ao seu pratinho provinciano, e estasiava-
se com o meu appetite.
Disse tantas cousas respeito da frica que
Dolin, que eslava a servir a mesa, ficou boqui-aber-
to, ouvindo a narracao dos combates em que me
achei. Se elle nada dizia, em compensaeoontre-
gava-se a uma pantomima extravagante; finga
subir comgo ao assalto, abaixava a cabeca s ba-
las, e quando ebeguei ao ponto em que levoi a cu-
idada na cabeca, soltou uma exclamaco Go c-
mica que Margarida, estando quasi a chorar, nao
pode conter uma gargalhada. Ess.c pateta em re-
sumo o bobo da casa : sobre ello que o Sr. De-
sormes descarrega o seu humor jovial ou a sua rai-
*-a; e tambem por isso que Dolin, suppondo-se
necessario para prcencher o vitalismo de seu amo,
assume a uma importancia que o torna ainda mais
ridiculo.
Eu, e minha prima temos usado de tal reserva
um para com o outro, que fleo s vezes surprehen-
dido! J se v que nao ser tao difflcil represen-
tamos a ccinedia da indifferenca.
Hontfcm mostrei os meus cavallos ao Sr. Desor-
rofc*,, e fiz nelles um pequeo exercicio no parque
para que Margarida visse. Do seu la4o tambem
ella mostrou-me numerosos objectos da ahtiguidade
eccontt ados depois da minha partida. O que ha de
Joraal de Marees Valen.
8 de setembro.
Durante o almoco Dolin veio avisar-nos de que
Fraudy (o homem que Uvera a disputa cora meu
tio), passando hontem noute pelo campo da Morte,
notou que havia uma escavacao por baixo da pe-
quena montanha, produzda talvez por ter desaba-
do grande parte da areia com as ultimas churas,
Bem que fosse curta a distancia, tomos todava
no carro por causa do calor. O que mais me le-
vava era a curiosidade, c uma desconfianca deque
descubrira ali alguin mystorio. A minha paixao
archeologca se renovara como nos antgos dias.
Isto nao admira : o amor do cstudo, as curiosi-
dades ardentes da sciencia, se amortecem n'um co-
racao alquebrado. e revivem depois com a felci-
dade !
Quando chegamos no lugar, vimos uma abertu
ra de tres ps de largura sobre dous de altura por
baixo do declivio arenoso, e claramente desligaba
do que tinha sido a base de um tmulo. As prin-
cipaes curiosidades, que figuram na bibliotheca de
S.Joo, foram encontradas naquelles arredores. >j.
guns trabajadores nos acorapanharam para o caso
em que fosse preciso arredar uma pedra, ou fe.
bastar uma porao. de trra. Meu to n>\indou-os
penetrar na oxcavacao, mas nenhum se, auz arris-
car a isto. '
O pae Carnat que vgava as Coas ovclhas, ap-
proximou-se, descancou o quoixo em ambas s
raaos aproadas no seu borJao, e sem dizer palavra,
fita va os olhos naquee. buraco aserto como uma
bocea escancarada.
Rapazes, dis;oe um dos trabajadores, nou-
te passada ouy, 0 duende gritar do lado das pe-
dreiras. T
Se os espiritos mns comecam a apparecer,
observou um outro, entao fiquem certos de que
sahecn d'aqui. Seria melhor tapamos isto.
O' meu velho! bradou o guarda campestre
dirigindo-se ao pae Carnal. Voc, que conhece
todaeas historias e legendas do paiz, nao nos sa-
ben dizer o que significa esta abertura, que sos-
ci tantas duvidas e relexdes da parte dos cida-
dios aqui presentes ?
? Ouvi contar em oulro tempo, respondeu o
I *elho pastor, qm viles tinham ontorrado neste paiz
Bir-
pria. peta diduso de sna entidad*'
immensidade; ao passo qne a alma
est desse mesmo modo no rrcrpo.
ella > forma, nao nrridentnl. ata
Mama corpo.
rsaa
*<
ima mulher viva. Pode muito bem ser que seja
amante, mil astucias para ter occasiao de apenar- lqui o lugar...
nos as maos oceultamente, c dirigir-nos algumas* A cousa fcil de saber-se, venoravel pastor,
palavrasem segredo. Apezar de todos os obsta-'replicn o guarda. E uma vez que nao seja con-
culos, que vejo erguerem-se diante mim, nao des-1 trano^ le, e o illustre Sr. Desormes consinta.
aniroei ainda, e contino a ter esperanca e co- mullo possivel penetrar-se nesta perfuracio.
ragem !
Talvez acns esta carta um pouco tonga, mas a
culpa tua ; (Ueste-me prometter que te poria a
par de tudo que me interessa ; obedeci-te. Espe-
ro que do tou lado dar-me-has noticias tuas e dos
nossos amigos. Son, etc.
Maroot,
Por todos os santos do paraso, tornou o pri-
meiro interlocutor, eu nao entrara ahi, nem que
me dssera cem francos I
Nao sei se toda aquella gente eslava de boa f,
ou se desejavam ser subornados. Perdi a pacien-
cia e mes disse :
Todos voces sao uns poltroes; pois entrare!
s. Abram mais este buraco parata passar von-
tade ; venha, Fraudy, traga a sua enchada; tenho
vinte francos para dar-lhe.
Aanibicaodo ganho fez calar a superstico.
Fraudy avangon resolutamente, murmurando :
Diabo Um lurde ouro muita cousa !
Deraais, devo-lhe a obrigacao de me ter livrado de
ser preso em certa occasio...
Mandei Kadour buscar uma porcao de velas c
cordas, cmquaoto Fraudv arredava a torra que
obstrua a entrada. Nesse interim propuz a meu
to que penetrasso comigo na cva subterrnea.
(Jungado Kan tenho desejos de ir pilhar
una boa doso de rheuraatismo. me respondeu
Noste-caso irei s, repliquei eu gracejando, e
conformo de lei partilharei dos thesouros que en-
contrar, cora Vmc. que o proprletaro do ter-
rena.
> Consinlo, tornou elle no mesmo tom, e ain-
d a mais : faco-te presente de tudo que encon-
1 trares. *
E se fr a fada, Sr. Juliano ? perguntou o
pae Carnat sorrindo-se maliciosamente.
Dar-lh'a-hci por mulher, respondeu meu o
que gosta de parecer espirituoso na presenta de
seus operarios.
O pae Carnat puchou-me para junto de si, e me
disse : ,
V um presente terrvel, meu moco Melhor
ser que nao se arrisque a descer. Nao afflrmo
que Agrande fada esteja ahi dentro, mas pode es-
tar. Ha historias que a gente conta por gracejo,
e que entretanto sahem verdadeiras. Em outros
tempos era muito diversa a religiao destes lugar ;
e quem sabe se a fada com os seus demonios de
cabellos de fogo, vendo-se perseguidos pelos chris-
tos nao se occullaram ahi ? Se o men cao po-
desse fallar, dir-nos-hia o que ha; porque, v Vmc.
quando as crenchas se tornan muito antigs, eos
homens perdem a nocao dellas, os animaes to-
mam-n as por sua conta, e s por isso que se
diz de urna cousa que para nada serve : Est
bom para os ces! Tenho como que lembranca
de ter visto ah um cabeoo alto, que, nao obstantV
se havia deseito ha muito tempo quando var, ao
As palavras mysteriosas do remo fei'iceiro nao
fizeram mais do que excitar a minha "curios d-ide
e logo me Kadour voltou com os ^ensXces^
nos, colloquei-o entrada da tf,-!!I-iT
a corda que amarrei rain?, Z> "S delle
dando-lhe que a afrouvZ Ti a' Eecommen-
fosse descendo mas o" ^ a ProPrvao de amm sentid Ta-e a P> bem no caso
na X?o fmt Cah,r' N. moffiento en,rar
orl na f no,' como cha>avam os trabalha-
nninn? grande cobraesverdinhada, qn*.nas-
as h^ *?* cima dos ps, e desappareceu por
tr' >as' scr"u de objecto para novos rommenfc-
r .os da parte dos assistentes. Mas nao lhes
MUTILADO I
tei attencao : a empresa in qne me arriVvra =
nha para mira um inlerefeso bem diversa
l'm corredor muito harmmma da largara de ac-
metros, e formado por doa> paredes laan aa i. at>-
conduziu a uma escadaria. qne rntPran artr
melros ahaixo da ierra, e estrada oV jm pajar
no pateo orbicular, cujo tecio de erft|a." I*avi
porto me j nao existe, mas cojos estre si
ainda de p. presos ralira, coaduz a a
de seis metros quadrados. O* ralor jihi _
dor ; nao obstante prosegu na minha expaaraiia.
As paredes sao tambera de estuque, em am
tam relevos representando os ornamenta
cornija. Oa retabulos e caixilhos sa i"
de personagens de um vermclho escara i
fundo claro : o desenho grosseiro e a fe'
definidas fazem-me lembrar os vaso rt|
origem phenieia.
Esse hypogeti acha-se coheno de gnaades pedrx-
que formam ura tecto chato dividido dm mmrr
caixes esculpidos. Do centro pende ana pfedaraaV
crreme, que sustenta va ootr'ora ama amanmam
a qual jaz por baixo de um montao dr parara. Jaa
to porta v-se um assento de pedra. e am arl
contendo um vaso de barro vi-rmelho.
louca de Arez\o. cora relevos lino e u,
tambem pedacos" de melal, vestigios de paaaor
ciosos, etc.
O terreno forma uma elevar*. Batatal ak i_
do hypogeu : ahi deveram ter^ido as nrarnaatr
reas ou o sarcophago. Esbarrei n'uma iiiitr r-
cahiu com um nudo surdo: esse rjia kmt r-
tremecer, la talvez despertar q aaaaaam amata m>
rada silenciosa. --.- ~-
No sendo sufficienle vela une ea mvava at
cendi mais outras, sieiMei 4* -, mb
cintura. Exr>,orei minha vontaaV aaae itaV
singular c ireressanle : a.-hei duas Jiaar^ es
Ta Ue ^""0 COli,lo' uma chimeravriBaajIaar
alado duas aniphoras com ps de ama
cura, ornadas de objectos em rele
de ac com a lamina reetelinea. f*
ral; nm cofre elliptico de bronze
co;n as superflcies interiores
gravados agolha : sospi
amiga cestinha de nupcias. _
de ouro e de esmeralda, una
amarello. um espelho e uma
taca de malaehites rieamearte
leles, collar e uma cora nupcial, *>aVde aro.
anneis, brincos, flvelas, e alnaetes 4e paap-akie
tos estes proprios de am tostador.
Ao lado dessas riquezas axir*~
taboas carcomidas, embutidas
fim, os quaes me pareceram ser os
phago. de que nenhum oulro'

fCnUmm-te-U.)
os raatos da aarr
PERN.VMBl'CO.-TTP. DE M. P. F. tm
.t -
"ar


Full Text
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