Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10166


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Full Text
.
1
AMO XXXIXJMERO 186.
Por tres mezes adiantados 58000
Por Ires mezos vencidos .
SEGUNDA FEIRA 17 DE AGOSTO DE 1863.
Por anno adianlado..... 49$00O
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUGO.
ENCARREGADOS DA SIBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lima;
Natal, Sr. Antonio Marques da Silva; Araran, o
Sr. A. de Leiugs Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhio. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronyino da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SCL
Alagas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Paralaba as segundas c
sextas-eiras.
Santo Antio, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
L 1 .4 llli-t X'r. n _-- 1- V*____ *___ I\ *. V
quartas ..
berinhaem, Rio Fornioso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sana-
na vio.
Todos os estafetas partem ao '/. da.
EPHEMERIDES DO" MEZ DE JULHO.
6 Quarto ming. as 6 h., 40 m. e 14 s. da ni.
14 La nova as 10 h., 37 m. e 44 s. da ni.
22 Quarto creso, as 2 h., 54 m. e 32 s. da m.
28 La chela as 5 h., 19 m. e 56. s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as & horas c 6 minutos da manhaa.
Segunda as*t> horas e 30 minutos da tarde.
PAHTIDA DOS VAPORES COSTEIBOS.
Para o sol at Alagas a 5 e 2o; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada me*; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, maro., maio. ral, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipueos s 6 '/* 7, 7 y*. 8 o
8 Vj da m.; de Olinda s 8' da m. e 6 da tarde ; de
Jaboatao s 6 y2 da m.; do Casanga c Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipueos s 3 /, 4. 4 'A, 4 5, %, 5 i/ e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
inanaa e 4 "/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 V* da larde; para
Bonifica as 4 da tarde.
AUDHENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaeo: trras e saboados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas,
Dito de orpaaos: tercas e-sextos s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas- ao racio
dia.
Segunda varado ivel: qsortas e sabbad3 a i hora
da tardo.
PARTE OFFICIAL.
DECRETO.
N. 3,136 BE 31 DK JtXHO DE 1863.
Promulga a convenrao consular celebrada em 9 de
fevereiro do corrinte anno entre o Brasil e o rei-
no de Hespanha, para regular os direitos, privi-
legios e inmunidades reciprocas dos cnsules, vi-
ce-consules e chancelleres, bem como as funecoes
e obrigaedes a que ficam respectivamente suje'itos
nos dous paizes.
Havendo-se concluido e assignado nesta corto,
no dia 9 de feverciro ultimo, urna convenci entre
o Brasil e o reino da Hespanha, para regular os
direitos, privilegios o inmunidades reciprocas dos
cnsules, viee-consules e chancelleres, bem como
as funecoes e obrigaedes a que ficam respectiva-
mente sujeitos nos dous paizes, e tendo sido esse
acto ratificado, c trocadas as ratificafes na mes-
roa corte aos 24 dias do corrente mez : hei por
bem mandar que a dita convenci seja observada
e cumprida inteiramente como nella se conlm.
O marquez de Abrantes, senador do imperio,
conselheiro de estado, ministro e secretario de es-
tado dos negocios estrangeiros, o tenlia assim en-
tendido c faca executar. com. os despachos neces-
sarios.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 31 do moz de ju-
llio de 1863, 42. da independencia e do imperio.
Com a rubrica de Sua Magostado o Imperador.
Mrquez de Abrantes.
Nos, D. Pedro II, imperador constitucional o de-
fensor perpetuo do Brasil, etc. Fazemos sabor a
todos os que a presente carta de confirmacio, ap-
provaco e ratificao.io viran, que aos nove dias do
mez de feveretro do corrente anno, se concluio e
assignou-se nesta corte do Rio de Janeiro, entre
nos e Sua Magestade a Rainha de Hespanha, pelos
respectivos plenipotenciarios, que se achavam mu-
nidos dos competentes plenos poderos, una con-
vengo consular do theor seguinte :
Conrencao consular entre o Brasil e a Hespanha.
Sua magestade o imperador do Brasil e sua ma-
gestade a rainha das Hespanhas, animados do re-
ciproco desejo de estreitar cada voz mais os lacos
de amizade, que to felizmente suhsistem entre as
duas naces, dando s relaroes commereiaes todo
o desenvolvimento possivel," e a mais ampia pro-
teccao aos interesses de seus respectivos subditos,
reeonheceram que, para conseguir este fin, um
dos meios mais officazes seria celebrar urna con-
venci especial com o objecto de tixar. do una
mancira clara e definitiva, os direitos, privilegios
c inmunidades dos funecionarios consulares, e de-
terminar as obrigaedes a que ficarao sujeitos nos
dous paizes.
E para esse fin nomearam sous plenipotencia-
rios, a saber:
Sua Magestade o Imperador do Brasil o Sr.
marquez de Abrantes. senador do imperio, conse-
lheiro de estado, veador de sua magestade a im-
peratriz. gria-cruz da ordem imperial do Cruzeiro,
grande dignitario da ordem da Rosa, gria-cruz da
real ordem Constantiniana das Duas Sicilias, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios estran-
geiros.
E sua magestade a rainha das Hespanhas o Sr.
Dom Juan Blanco del Valle, cavalleiro gria-cruz
da real ordem de Isabel a Catholica, commenda-
dor da real e distincta ordem de Carlos III, caval-
leiro da ordem imperial da Legiao de Honra de
Franca, deputado s cortes e seu ministro resi-'
dente no Rio do Janeiro.
Os quaes, depois de so terem eommunieado os
seus plenos poderes, que foram achados em boa e
devida forma, convieram nos artigos seguales :
Art. 1. Cada urna das altas partes contratantes
ter.i a faculdade de nomoar cnsules genes, cn-
sules e vicecnsules para os partos, ciclados ou
lagares do territorio da oulra. reservando-so o di-
roito de exceptuar qualquor localidade onde nao
julgue conveniente o estabelecimento de taes fune-
cionarios.
Art. 2. Os cnsules geraes, cnsules e vice-
cnsules, nomeados pelo Brasil e pela Hespanha,
nio podero entrar no oxorcicio de suas funecoes
sem que previamente submettam as respectivas
nomeagoes approvaco do governo territorial, e
obtenhaoi o competente exequtur, que lhes ser
expedido gratuitamente; e pola forma estabclocida
em cada paiz.
As autoridades administrativas o judicianas do
districto em que tiverom do residir estes funecio-1
narios. a vista do exequtur, os reconhecerao im-1
mediatamente no exercicio de suas attribucfcs, e
as fario gozar das prerogativas o privilegios inhe-
rentes ao seu cargo.
Cada urna das altas partes contratantes se reser-
va o direito de annullar o exequtur de qualquer
dos ditos funecionarios, quandn assim ojulgarcon-j
veniente, manifestando os motivos que a isso a iu-
duziram.
Art. 3. Os cnsules geraes. cnsules c vice-
cnsules respectivos gozafao. em ambos os paizes.
dos privilegios proprios de seu emprego, taos co-'
mo, isenco de alojamentos militaros c de todas as '
contribuicoes directas, tanto pessoaes como mobi-!
liaras e sumptuarias, salvo so, forem cidadios do I
paz em que residam, ou possuircm bens immoveis!
ou exercerem o commercio, porque nestes casos |
ficarao sujeitos aos mesmos serviros, encargos e
taxas que os nacionaes.
Gozarao, alm disto, estos funecionarios da im-
rnunidade pessoal, excepto pelos crinies que, se-
gundo as lcis do Brasil, nio admittem flanea, e
pelos delictos qualificados como graves pelo cdi-
go penal de Hespanha c, se forem eommerciantes,
podero ser presos em consequencia de suas ope-
racoes de commercio.
Podero collocar sobre a porta exterior da casa
do sua residencia, o escudo das armas de sua na-
c,io, com a seguinte legend*Consulado do Brasil
ou consulado da Hespanha; e, nos dias de so-
lemnidades publicas, nacionaes 00 religiosas, po-
dero arvorar a bandeira de sua nacao sobro a ca-
sa consular.
Estes signaos exteriores s servirao para indi-
car a habitacao consular, nio podendo jamis ser
interpretados como dando direito de asvlo. nem
como embaraco para as investigacoes e diligencias
que a justica territorial tiver de praticar 'lentro do
edificio.
Art. 4." Os cnsules geraes. cnsules e vire-cn-
sules, que nio forem subditos do paiz onde resi-
dam, nao podero ser obrigados a comparecer co-
mo testemunhas perante os tribunaes do mesmo
paiz. Quando a autoridade local necessitar obter
de toes funecionarios alguma declaraeio ou infor-
mado, dever requisita-la por escripto. ou diri-
gir-se seu domicilio para recebe-la pessoal-
mente.
Art 5." Em caso de impedimento, ausencia ou
morte dos cnsules e vice-consules, os chancelle-
res, ou pessoas previamente designadas pelo titu-
lar para substituido serio admittidos a exercer in-
terinamente as funccSes consulares, com approva-
co da autoridade local competente; e gozarao
durante a sua gestio interina, de todos os direitos,
privilegios e immunidades inherentes ao cargo.
Art. 6." Quando urna das altas partes contratan-
tes nomear para seu cnsul ou vice-consul, em ura
porto ou cidade da outra, a um subdito desta, con-
tinuar o dito funecionario a ser considerado co-
mo subdito da nacao a que pertence, c ficar por
consegrante sujeito s leis e regulamentos inhe-
rentes sua nacionalidade, sem que entretanto.
os cnsules e vice-consules do Brasil em Hespanha
de administrar e liquidar as herancas de seus na-
cionaes, em casos idnticos.
Art. 11. Tudo quanto diz respeito polica dos
portos, carregamento e descarga dos navios, segu
esta obrigac o possa, por forma alguma, coarctar ranea das mercadorias, bens e effeitos, ser regu-
\ AViifniAiii ild n*n fxr>XnM ln.lj~v nnniiiiinin i c iaih ik^lt I n 11\.* a n\mi I > mnnlne ilr>
o exercicio de suas funcc.es.
Art. 7." Os archivos consulares serio inviola-
vefe, e as autoridades locaes nao podero, sob
qualquer pretexto, devassar, nem embargar os pa-
pis pertencentes aos mesmos, que deverao estar
sempre separados dos livros e papis relativos ao
commercio ou industria que possam exercer os
respectivos cnsules c vice-consules.
Se fallecer algum funecionario consular sem
substituto designado, a autoridade" local proceder
immediatamente apposicio dos sellos nos ariii-
vos. devendo assistir a este acto, se fr possivel
lado conforme as leis, estatutos e regulamentos do
paiz.
Os respectivos cnsules c vice-consules, serio
exclusivamente encarregados da ordem interior a
bordo dos navios de commercio de sua nacao, e so
el les tai n ario cotillee i ne uto de todas as desavengas
que sobrevierem, entro o capitio, os officiaes, os,
marinheiros e outros individuos comprehendidos
por qualquer titulo, no rol da equipagem.
As autoridades locaes nio podero intervir senio
no caso em que as desordens que d'ahi resultarem
forem de tal natureza que perturbem a tranquil
mez de jullio do auno do-nasciinento de sso Se-
nhor Jess Christo de 1863.
iLS.) Pedro Imperador (com guarda.)
Mrquez de Abrantes.
DIAS DA SEMANA.
17. Segunda, fe Mamedee Kulirliia.v>mm.
18. Terca. S. Jnvinnio: S^. U.uro e Kom mni
19. Quarta. S. I.uiz f. b.: S. Tecla ni.
20. Quinta. S. Kemardoali. drmt S ;^mnH.
21. Sexta. Ss. Ceridio. fJMimrinoo Palcmn mm
22. Sabbado. Ss. labiM-iano Anfhuza rom.
23. DcHningo. O Sagrad Koraoo de Marta.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a Ihraria da prara da lnd.-p. nden, .
iis. 6 e8. dos projirictarHW Manoel Figuurua d.
Faria & Fillio.
60>1RN0 DA PROVINCIA.
CoDtuuaro do
aijosto
le, junto por copia, mande V. S. com urgencia fa-
zor a obra necessaria no muro da retaguarda do
quartel do nono batalhio de infantaria, sumiea
tando-me V. S. o orcamento da dospeza a fazer-se
para ser definitivamente approvado.
Dito ao agente fiscal da illuminacio gaz.Em
vista de sua infdrmaco de 11 do corrente, autori-
so V. S. mandar collocar nos lugares indicados
na tabella que veio annexa a sua citada informa-
cio os 21 lampeoes constantes da mesma tabella.
ED1TAL.
Pela secretaria do governo so convida aos se-
nhores abaixodeclarados que venham ou inandem
um funecionario consular de outra naci, residen- dade ou a ordem publica em trra ou no porto, ou
te no districto. o duas pessoas subditas do paiz quando urna ou mais pessoas do paiz ou estranhas
cujos interesses elle representava; e, na falta des-1 a equipagem nellas seacharem implicadas,
tas, outras duas das mais notaveis do lugar, as Em todos os demais casos as ditas autoridades se
quaes cruzario os seus sellos com as da referida' limitario a dar auxilio efllcaz aos funecionarios
autoridade. Destes actos lavrar-se-ha termo em
duplcala, entregando-se um dos cxemplares do
cnsul, a quem estiver subordinada a agencia con-
sular vaga.
Quando o novo funecionario houver de tomar
consulares, quando estes o requisitarera, para man-
dar prender e conduzir cada algum dos indi-
viduos da equipagem, contra o qual, por qualquer
motivo, olios julgarem conveniente assim proceder.
Art. 12. Os cnsules geraes, cnsules e vicc-con-
fxpedwnte do di 11 de
de 1863.
Offlcio ao inspector da thosouraria de fazenda.
Com a copia do offlcio do brigadeiro commandante
das armas de 7 do corrente sob n. 1437, transmiti
V. S. para os convenientes exames, as contas docu- satisfazer os despachos nesta data proferidos por
mentadas da recorta e despeza da enfermara mili- S. Exc. o Sr. presidente da provincia m requeri-
tar do presidio de Fernando nos mezes de maio e memos em que pedem a serventa vitalicia dos ofii-
junho do corrente anno. bem como o parecer que cos de tabelliao-e escrivao dogjuizos do termo de
sobre ollas deu a junta militar de sade na forma Barreiros.
da le.Communicou-se ao brigadeiro comman- i Manoel Cavalcanti Lins Valcaeer.
dante das armas. Flix da Cunta Macedo Franca.
Dito ao mesmo.Estando em termos os inclusos Baymundo Newton Leopoldo da Silva.
Sosse dos archivos o quebramento dos sollos veri- sules podero fazer prender e remetter, ou para
car-se-ha em presenea da autoridade local. j bordo ou para o seu paiz, os marinheiros e quaes-
Art. 8. Os cnsules geraes, cnsules e vice- quer outras pessoas que facam parte da equipagem
cnsules, ou aquelles que suas vezes fizercm, po- dos navios de guerra e de commercio de sua nafSo,
dero dirigir-se s autoridades de seu districto, e,' que tiverem desertado dos ditos navios,
em caso de necessjdade na falta de agente diplo- Para este fim dirigir-se-hao por cscripto s auto-
mtico de sua naci, recorrer ao governo do paiz, ridades locaes competentes, e justificario, mediante
em que exercerem suas funecoes, para reclamar
contra qualquer infraccao dos tratados ou conven-
caos existentes entre os dous paizes, que pelas res-
pectivas autoridades ou funecionarios do dito esta-
do tiver sido commettida, ou contra qualquer abu-
so de que se quexarem os seus nacionaes, e te-
rao a faculdade de proteger ofDcialnicntc os direi-
tos e interesses destes perante as autoridades lo-
caes. -\
Art. 9." Os cnsules geraes, cnsules c vice-
cnsules terio o direito de roceber em sua chan-
cellara, no domicilio das partes e bordo dos na
vios de sua naci, as declaracoes que os capitics, faz-los partir.
a apresenta^io do registro do navio ou da matri-
cula da equipagem, e, se o navio j tiver partido,
mediante copia authentica dos ditos documentos,
3ue as pessoas reclamadas faziam realmente parte
a equipagem. Em vista desta requisico, assim
justificada, nio lhes peder ser negada a entrega
de tacs individuos.
Ser-lhes-ha, alm disto, dada toda a assistencia
c auxilio para a busca e prisao dos desertores, os
quaes serio detidos e mantidns cas cadas do paiz,
a pedido c custa dos funecionarios cima referi-
I dos, at que estes funecionarios achem occasiao de
homens da equipagem. passageiros, negociantes
ou outros subditos de sua naci quizerem fazer;
podero igualmente, como notarios, autorisar os
testamentos ou disposicocs de ultima vontade de
seus nacionaes, e quaesquer outros actos proprios
da jurisdiccio voluntaria, ainda mesmo quando
taes actos tenham por fim conferir hypotheca.
Entretanto, quando esses actos se referirem a
bens immoveis situados no paiz. um notario ou
escrivao publico competente do lugar, ser chama-
do para assistir sua celebracio e assigna-los,
com o funecionario consular ou o seu chanceller,
sob pena de nullidade.
Os referidos funecionarios terio alm disso o di-
reito do lavrar em suas chancellaras quaesquer
unos coriYcnclonaes entre um ou mais dos seus
concidadios, e outras pessoas do paiz em que resi
K.-ta dte neio poder a durar mais de tres mezes
lindos os quaes, mediante previo aviso de tres dias
ao cnsul, ser o encarcerado posto em liberdade
e nio poder ser preso pelo mesmo motivo.
Comtudo, se o desertor tiver commettido delicto
em trra, a sua extradiccio s se verificar depois
que o tribunal naja proferido sentenca, e esta te-
nlia tido plena e inteira execucio.
As altas partes contratantes convm em que os
marinheiros e os demais individuos da equipagem,
subditos do paiz em que a deserc,io tiver lugar, se-
jam exceptuados das estipula^oes do presente ar-
tigo.
Art. 13. Todas as vezes que houver estipulacoes
em contrario entre os armadores, carregadores e
seguradores, as avarias serao reguladas pelos cn-
sules geraes, cnsules e vice-consules de sua naci,
documentos, e nio havendo inconveniente, mande
V. S. pagar Antonio Jos Arantes, conforme soli-
citou o commandante superior da comarca do Bo-
nito em offlcio de 4 do corrente a quanti de.....
26'i5120 rs., proveniente dos vencimentos relativos
ao mez de julho ultimo, do destacamento de guar-
das nacionaes da cidade de Caruar.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Simplicio Jos de Mello, mande V. S. pagar se nio
i houver inconveniente, a quantia de 295 despendi-
! da nos mezes de marco e junho deste anno, com o
i sustento dos presos pobres da cadeia do termo de
Cimbres, como se v da conta junta que me foi re-
mettida pelo Dr. chec de polica.
I Dito ao mesmo.Restituo V. S.. o pret junto em
duplicata dos vencimentos de guardas nacionaes
que vieran! da cidade de Nazareth escoltar presos
de justica que tem de responder all o jury, afim
de que, de conformidade com a sua informacao de
8 do corrente, sob n. 389, dada com roferenia
da contadoria dessa thesouraria, mande pagar se-
ment a quantia de 275060 rs., que dever ser en-
tregue ao negociante Jos Maria Ferrelra da Cu-
nta, segundo solicitou o commandante superior
I daquella comarca, em offlcio n. 159 de 18 de maio
ultimo.Communicou-se ao commandante superior
1 da guarda nacional de Nazareth.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
I V. S. recolher esse arsenal as boceas de fogo que
se acham inutilisadas na fortaleza do Brum e os
1 respectivos repraos, como solicitou o brigadeiro
] commandante das armas em offlcio de 10 do cor-
| rente.. Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das anuas.
Alexandrino Olimpio de Hollanda Chacee.
Jos Antonio Pereira Jnior.
Alvaro Paulo Noblato.
ZeferinoAdolpho Delgado de Borba.
Carolino dos Prazeres Reg.
variam com tanta rapidez ru-stas r.-gits lao a\
j reculas |-la naitiroza. |>nin onde as pus.'* d-
( hornera se coinprazeiu ou> goermr os grandr
i elemeiiit* de pi osperidade que a mi benfica 1
, Creador dei raniou profiisainonle |>r toda esta mac
oifieai hacia do Rio da Prala o seus affluonle*.
i Esta repblica corra a pa.*xis largiis na entrad..
do progresso: o simples farto de nuu xpurtar
no valor do ll.OOSSW peso no am de MU
(cerca de vuitc rail cornos uoeda MMktaaJ #
duelo-do trahalhode urna pwpularao qne nio ewc-
de a 220,00 habitantes MM l e>iranjrr-
falla mais alto do que qmattt r-(Vmt se pt*\i
riam fazer para demonstrar o estado foresrento .
que este paiz ha ia attingid. No entaatn ana m
tiiaco tao feliz, creada em p*coR aanos de mhn
lho (pois nao ha quem ignore o- estado 0> devasta
cao a que eslava reduzida a repnMea piando .-
Brasil anmquillou em Mot*-(oseros nd.-r ni;.
leOco de Rosas), esto tal vez a ponto de soffrer rran
de transtorno com a iavaso do PMfe.
Felizmente ainda o.speranKis que este caudMV
nao conseguir o sen intento : o governo de Berr-
tom elemento- de sobra para vencer a anarchia
A primeira vista parece singular ipio. dispondr
governo de foreas lio desproporcionadas ao poqne
no grupo que Flores eneabeea. nao tenha aiwl
conseguido urna victoria decisiva que exi.-rminr n
invasor e os seus bando*; quero, porm. coanoc.
( bem este paiz, nio tem muito que admirar oo w
cesso que se presencia.
Fossuindoat recente data oxeollonte cavarto-t
Carolino dos Prazeres Reg.-Junte certidio do f conhecendo o territorio a pali*, fcil f. a rti
idade. Tcs C01" os ^^ 600 a 700 homens. trazidos pr,tr,
Flix da Cunlia Macedo Franca.Junte certidio: P"?11" dt Corrientes, disparar a galope por va
nos departamento
Despachos do dia 12 de agosto de 1863.
Requerimentos.
Alexandrino Olimpio de Hollanda Chacn.Jun-
te certidio de idade.
de idade.
Francisca Maria do Espirito Santo. Estandoo
objecto do requerimento da supplicante dependan-
te de decisao do governo imperial, cumpre aguar-
da-la.
Jos Antonio Pereira Jnior.Junte certidio de
idade fi pague os direitos da folha corrida.
I Manoel Das da Silva Santos. Dirija-se o sap-
j plicante thesouraria de fazenda, a quem se ax|>e-
de ordem conveniente.
Manoel Cavalcanti Lins Valcaeer. Junte certi-
dao de idade.
Raymundo Newton Leopoldo da Silva. Pague
os direitos da folha corrida.
Thohiaz Jeffers. Em vista da informacao do
agente fiscal da illuminacio gaz o suppiicantc
ser attendido opportunaniente.
Vicente Alves Machado.As madeiras nio com-
prehendidas na relacao annexa ao aviso de ."i de
fevereiro de 1838 podeni ser cortadas sem licenca
do governo em matas particulares, uas esto su-
Dito ao commandante supenor da guarda na- geitas a liscalisacio das autoridades, a quem com-
conal da Boa-vista.Consta de parlicipacao da ,.te velar sobre "a conservacio das matas do esta-
directona gcral da secretaria de estado dos neg- do, alim de verificar se taes madeiras foram dellas.
direm : e bem assim aquellos que inteessarem salvo se individuos, subditos do paz em que resi
exclusivamente aos subditos do paiz em que se ce-*t direm os ditos funecionarios, ou de urna terceira
lobrem, com tanto que tacs actos se refiram a bens' potencia, se acharem interessados nestas avarias
situados ou a negocios que tenham de ser tratados por quanto neste caso, a nio haver compromissos
no territorio da naci a que pertencer o cnsul ou ou accordo entre todos os interessados, deverao el-
vice-consul, perante o qual forem clles passados. I las ser reguladas pela autoridade local competente.
Os traslados ou certidoes dos ditos actos, devi-' Art. 14. Quando naufragar ouder costa no lit-
damente legalisados pelos ditos funecionarios e sel-' toral da outra algum navio pertencente ao governo
lados com o sello offlcial do seu consulado ou vice-' ou aos subditos de urna das altas partes contratan-
consulado, fario f em juizo e fura dolle, qur no tes. as autoridades locaes doverao immediatamen-
Brasil. qur nos estados de Hespanha, e torio a te prevenir ao cnsul gcral, cnsul ou vice-consul
mesma (brea e validade, como se fossem passados; do districto, e, na sua falta, ao cnsul geral, cnsul
perante notarios ou officiaes pblicos de um ou de ou vice-consul mais prximo do lugar do sinistro.
outro paiz. urna vez que estes aotos sejam lavrados Todas as operac5es relativas ao salvamento dos
na conformidade das leis do estado a que pertence-' navios brasileros, naufragados ou dados costa
rom os cnsules ou vice-consules, o tenham sido as aguas territoriaes do reino de Hespanha, serio
depois submettidos ao sello, registro., ou quaesquer dirigidas |>elos cnsules geraes, cnsules e vico-
I cios da justica de 21 de julho ultimo, quo S. M. o
| imperador por decreto de 17 do mesmo mez, hou-
! ve por bem promover o capito do batalhio de
; infamarla n. 47, da guarda nacional do municipio
da Boa-vista Manoel Jacome Bezerra de Carvalho
' ao posto de tenente-coronel commandante do mes-
mo batalhio :*o que communico V. S. para seu
1 conhecimento. e afim de que faca constar ao agr-
' ciado para solicitar a respectiva patente.
12 -
Offlcio ao commandante superior da guarda na-
cional do Recife. Sirva-se V: Exc. de mandar
postar em frente da igreja de Nossa Senhora da
Penlia no dia 15 do corrente. una guarda de hon-
ra com bandeira c msica de um dos corpos da
guarda nacional desta cidade, afim de assistir ao
Zeferino Rodolpho Delgado de Borba.
os direitos da folha corrida.
Pague
EXTERIOR.
III K>OS l YIIKS.
28 de julho de 1863.
Doente de cama ha oito dias, mal posso laucar
sobre o papel algumas palavras, por rujo desli-
nho peen desculpa aos leitores.
Depois do ajuste da questio cora o governo orien-
tal e da derrota do general Penalusa.noiiliuiiiaeuii-
e
IKflMBm qoB a comal aVnmf* tm dj mjiyfrr tecimento poltico se /cuidado na repblica Ai-
l-.i-i.__ .-.____i____ ,i _.,. i____n_ ____ L'ontraa.
outras formalidades quo regerem a materia, no
paiz em que o aoto tiver de ser posto em execucio.
Art. 10. No caso do morte de um subdito de urna
das altas partes contratantes no territorio da outra,
as autoridades locaes competentes deverao inme-
diatamente noticia-las aos cnsules geraes, cnsu-
les ou vice-consules do disu-icto, e estes, por sua
parte, devoran fazer igual communicaoo s autori
cnsules do Brasil; e, reciprocamente, todas as
operaroes relativas ao salvamento dos navios hes-
panhoes, naufragados ou dados a costa as aguas
territoriaes do Brasil, serio dirigidas pelos cnsu-
les geraes, cnsules e vice-consules de Hespanha.
A.intervencao da autoridade local s ter lugar,
nos dous paizes para maiiter a ordem, garantir os
interesses dos salvadores, se forem estranhos a
dades Ipeaes, se primeiro tiverem conhecimento do equipagem do navio naufragado e assegurar a fis
bito.
Quando fallecer um subdito de sua naci sem
haver deixado herdeiros ou exocutores testamenta-
rios, ou quando os herdeiros ou executores testa-
mentarios forem desconhecidos. legalmente inca-
pazos ou estverem ausentes, deverao os cnsules
geraes, cnsules o vioe-eonsiiles proceder aos ac-
tos segnintes
calisaco do iuipostos respectivos.
Na ausencia e at chegada dos cnsules geraes,
cnsules c vice-consules, as autoridades locaes de-
verao tomar todas as medidas necessarias para a
proteccao dos individuos e conservacio dos effeitos
salvados do naufragio.
No caso de duvida sobre a nacionalidade dos na-
vios, as disposifes mencionadas no presente arti-
celebrar una hora da tardo naquella igreja.
' Communicou-se ao consnl de Franca.
Dito ao Dr. chefe de polica."Reeonnnende V.
: Si s autoridades polciaes, em cujos distrctos pas-
sar a estrada de ferro, que auxliem de sua parte
a companhia da mesma estrada no sentido em cpie
solicita o respectivo sugprlntendente no offlcio jun-
to por copia, datado de 28 de julho ultimo.Com-
municou-se ao superintendente da estrada de ferro.
Dito ao inspector da* thesouraria de fazenda.
Communico V. S. que. segundo partioipou-me o
brigadeiro commandante das armas, falleceu hon-
tem o tenente-coronel reformado do exercito Anto-
nio Germano Cavalcanti de Alhuquerque.
gentina.
A renuncia do governador Posse, que pelos ter-
mos em que foi apresentada legislatura de Cor-
dova deu aso a que a aprensa da opposicio. for-
mulasse aecusa^oes contra o governo nacional, nio
pode ter consequencias desagradavois, pois que
aquelle funecionario mostrou nio ter nem as con-
diooes precisas para um governo regular, nem o
prestigio necessario para presidir a um povo em
que fermentam todas as paixoes polticas. Visto sr-r"
agora que principia a manejar livreniente os sous
destinos.
Derrotado as Praias Brancas, dirigi o Chacho
as suas correras para a sua proprii provincia, on-
bito'a" mesni!" 'MandTvTpa^-Tr ao engo-' do.e,u v5 s nheiro Joaquim Pires Carneiro Monteiro ou ao seu ^^ES^^J^F^Jf^ .ea.udlJ,K> un..luimi-
procurador, os vencimentos que percebem at o
1. Por os sellos, ex-officio, ou a requerimento g0. serio da exclusiva competencia da autoridade
das partes interessadas. em todos os elfoitos, mo- local.
veis e papis do fallecido, prevenindo com anteci- As altas partes contratantes convm, alm disto,
paoao a autoridade local competente, que poder em que as mercadorias e elToitos salvados nao se-
assistir a este acto, e, se julgar conveniente, cruzar jam sujeitos a nenhum direito de alfandega, salvo
tambem os seus sellos, depois do que nio podero se forem destinados ao consumo interno,
ser tirados scuio de commum accordo. Art. lo. Os cnsules geraes, cnsules e vice-
2. Formar, em presenea da autoridade rompe- cnsules respectivos gozario, nos dous paizes, de
tente do paiz, se esta julgar dever comparecer, o todos os outros previlegios, isoneoes e immunida-
inventano de todos os bens o cfTeitos que o fallec- dades concedidas aos funecionarios da mesma ca-
ctoi possuia. togoria da naci a mais favorecida.
I'ara a apposicao dos sellos, que dever verificar- Art. 16. As disposicoes da presente convengao
se o mais promptamente possivel, assim como, pa-: nao sio applicaves aos dominios de ultramar que
ra se proceder ao inventario, os ditos funeciona- possue sua magestade catholica, em quanto nelles
nos tixarao, de accordo com a autoridade local, o vigorar a legislacio especial que restringe as facul-
dia e hora em que devera proceder-se a cada urna dades dos cnsules estrangeiros, todava, os do
destas operacoes. prevenindo-a com antecedenoia Brasil residentes as ditas possessoes obterio do
por escripto, e desta oommunieacao ella acensar o governo hespanhol todas as vantagens de que go-
recebimento. -am 0u possam gozar segundo a sua categora, os
3. Proceder, segundo os usos do paiz, venda funecionarios'da naci amis favorecida,
de todos os bens movis ou fructos da heranca Art. 17. A presente convenci vigorar por es-
quo poderem soffrer deterioracio ; administrar e paco de dez annos a contar do dia da troca das rac-
hquidar pcssoalmentc, ou nomear, sob sua respon- tfleacoes, mas, se um anno antes de expirar esse
sabilidade, um funecionario para a admimstragio prazo nenhuma das altas partes contratantes tiver
e liquidacao da heranca.. sem que a autoridade local notificado offlcialmente outra a intencio de fazer
tenha que ntervir-nestas operacoes, salvo se um cessar seus effeitos, continuar em vigor, para am-
ou mais subditos do paiz, ou de urna terceira poten- j bas as partes, at um anno depois de feita aquella
ca tiverem de fazer valer direitos a respeito da' declaraeio, qualquer que seja a poca em que esta
mesma heranca ; porque, neste caso, nao tendo o tenha lugar.
1 dia em que entrou no gozo da licenca que lhe foi
concedida pelo governo imperial, e que porventura
se esteja ainda a dever.
Dito ao mesmaVisto nio haver inconveniente
no pagamento da gratiticacio de 85000 que com-
pete ao soldado do stimo" batalhio de infamara
Joao Elculerio de Frailas, por haver apprehendido
o desertor do quarto batalhio de artilliaria a n
Wenceslao Francisco da Silva, autoriso V. S., de
conformidade com a sua informacao de hontom,
sob n. 602, dada com referencia a da contadoria
go temivel que tiara agitada toda a repblica Ar-
gentina emquanto nao lhe derem solidas garantas
para sua pessoa e interesses dos seus amigos.
Por este dia houve no eougresso urna interpel-
lacio ao ministerio, por causa do ajusto da ques-
tio oriental. O ministerio negoii ao congresso a
faculdade de pedir ao governo conta dos seus actos
administrativos fra do tempo marcado pela cons-
| tiluicio ; mas o congresso. insistindo no seu pro-
: psito, remetteu o assumplo commissio quo for-
| mulou urna minuta nodiodo ao peder execulivo os
| papis relativos a este negocio. A minuta nio foi
dessa' thesouraria a mandar elfectuar esse paga- ^* a*M,a' DUS (kkide P0650 assegurar que
ment, e para esse tira devolvo coberto rom o offl- callira- .._ .____ .
i ci do brigadeiro eommandante das armas, n. 1390 A Westoo das fronteiras cada da se torna mais
1 de 31 de julho ultimo; os papis que vieran anne-! '^Portante. As mvasoes dos indios nao s aera
cnsul direito de resolver a quostao, ser esta sub
mettida aos tribunaes para que a julguem segundo
as leis do paiz em que os bens hereditarios estve-
rem situados, procodendo entao o cnsul, quando
se susciten! questdes litigiosas como representante
A presente convenci ser approvada e ratifica-
da pelas duas altas partes contratantes, e as ratifi-
cos serio trocadas, no Rio de Janeiro, dentro do
prazo de seis mezes, ou antes se fr possivel.
Em f do que os respectivos plenipotenciarios
da heranca, sem que possa da-la por liquidada ate assignaram a presente convenci em duplcala, e
que, se nao houver accordo entre as partes, seja ihc puzeram o sello de suas armas,
proferida a senlenca corresiiondente, qual dever, Feita no Rio de Janeiro aos nove dias do mez de
dar cumprimento, se dola nao se inierpuzer re- fevereiro do anno do nasciraento de Nosso Senhor
curso. i Jess Christo de mil oitocentos scssenla e tres.
Os ditos cnsules geraes, cnsules e vce-consu- j E sendo-nos presente a mesma convenci, cuio
les, deverao annunciar o fallecimento dos subditos theor fica cima inserido, c bem visto, considerado
de sua naci, em um dos jornaes que se publique e examinado por nos tudo quanto nella se contm,
no sen districto consular, e nio podero fazer en- a approvamos, ratificamos c confirmamos, assim
trega da heranca, ou do seu producto, aos legtimos n0 todo como em cada um dos seus artigos e csti-
herdeiros, ou a seus procuradores, se nao depois pulac5es, c pela presente a damos por firme e va-
de satisfeitas todas as dividas que o defunto podes- [osa para produzir o seu devido effeito : promet-
se ter contrahido no paiz, ou de haver decorrido tendo em f e palavra imperial cumplido mviola-
um anno do da da morte do subdito de sua naci, velmcnte e faz-la cumprir e observar por qual-
sem que se tenha apresentado recia macio alguma quer'modo que seja.
contra a heranca." I
Fica, alm disso, entendido que o direito de ad-1 Em lestemunho e firmeza do que fizenios passar
ministrar e de liquidar as herancas dos Hesp.inhes a presente carta, por nos assignada, sellada com o
fallecidos no Brasil, pertencer aos cnsules e vi- sello grande das armas do imperio, e referendada
ce-consules de Hespanha, ainda quando os herdei- pelo nosso ministro e secretario de estado, abaixo
ros sejam menores, fllhos de Hespanhes nascidos assignado.
no Brasil, em reciprocidade da faculdade que tem i Dads no palacio do Rio de Janeiln aos 8 dias do
xos a sua citada informacio. Communicou-se ao
brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesmo.Declaro V. S., para seu co-
nhecimento, e afim de que faca constar a quem
competir, que fica approvada a demissio dada pelo
inspector da alfandega desta capital ao guarda da
mesma alfandega Pedro Antonio Argemiro da Sil-
va, segundo consta de offlcio que por copia acom-
panhou ao de V. S., datado do Io do corrente, e sob
n. 599, que fica assim respondido.
Dito ao inspector da thesouraria provincialEm
vista do competente certificado, mande V. S. pagar
ao arrematante do clcame nto da ra do Aragio a
quantia de 2:7805500", a que tem direito, por ha-
ver concluido as obras do seu contrato, devendo
V. S. em vista do que expe o director da repartl-
eo das obras publicas, no offlcio junto por copia,
datado de hontcm, e sob n. 137, considerar o men-
cionado arrematante sento da multa em que in-
correu por ter excedido a prorogaco do prazo que
obteve para a conclusio de taes obras.Comniuni-
con-se ao director das obras publicas.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Rc-
commendo V. S. que de conformidade com o avi-
so da reparlicio da marinha de 7 de julho ultimo
de que lhe dei sciencia em offlcio de 4 do corrente,
faga V. S. seguir para a corte -no primeiro vapor
que passar do norte o menor Manoel, tutelado do
vigario Gamillo de Mendonca Furtado, devendo
correr por conta deste as despezas de transporte.
Dito ao commandante do briguc barca Itamara-
c. Approvando a delibcracao que V. S. tomou,
petem com mais frequencia, mas tambora vio lo-
mando proporeoes collossacs pelo numero dos que
as fazem, e alhados christios com que contam.
Foi presente ao congresso um contrato celebra-
do entre o ministro do interior e una oooimiinin
cncarregada pela sociedade de emigracio de Galles
para importaeao animal de 300a 500 familias emi-
grantes por espaco de 10 annos para se estabele-
cerem no territorio da Patogonia na repblica Ar-
gentina ao sul do Rio-Negro. Tambem foi apre-
sentado ao mesmo congresso ura projecto de lei for-
mulado pela commissio de fazenda da cmara dos
demitados da provincia de Buenos-Asros para ra*
ditccao do papel-moeda.
Da repblica oriental do l'ruguay pouco aian-
tani as noticias. Desgracadamenle vio se realtsan-
doos meus prognosticos e a guerra civil tornase
chroniea. No meu entender a campan! s se
abrir quando acabar o invern : assim polo menos
o faz suppor a attitude assumida pel general Fi-
res, de quem ha um me? nao temos noticias d+
rectas.
O governo de Monte-vidrio, depoii de ter esgota-
do os thesouros nacionaes, chama agora propostas
para compra de litulos de divida interna.
Os ltimos navios entrados de Montevideo afflr-
mam que o governo mandara urna commissio com
propostas do paz ao general Flores e de indulto a
vanos chefes subalternos, mas nenhum dado posi-
tivo tenho que confirme tal noticia. Talvez soja
esta a soiucao provavel dos actuaos negocios da
repblica oriental, mas para se obter sementante
como meparticipou em seu offlcio n. 208 de 10 do | reiuJta*o indispensavel a interferencia de algum
crrante, de mandar forneccr s guarnices dos ^Je^i?!5^^^JL,!n^._5PS^*_IW.n,0
narios de guerra surtos no porto desta cidade epi
quanto aqui remar o cholera-morbus, uma racio
de caf com assucar, alm da que marca a tabella,
autorisei nesta data o inspector do arsenal de ma-
rinha mandar forneccr os gneros que para esse
fim forem necessarios.
O qne communico V. S. em resposta ao citado
offlcio. Offlciou-so neste sentido ao inspector do
arsenal de marinha.
Dito ao director das obras militares,De confor-
tem feito para mostrar a sua neutralidade, nao ins-
pira confianraao partido blanco.
Nada mais por nejo.
HOVTEVIBEO.
30 de julho de 1863.
Os successos polticos que se desenvolvem nestes
paizes aprsenlam-se ao espirito calmo, reflectiilo c
imparrial que dclles se oceupa. debaixo de cores
midade com o que solicita o brigadeiro comman- to variadas que difflcil se torna tirar a limpo il-
dante das armas no offlcio n. tVSs de 9 do corren- laces verdaderamente lgicas de occorrencias quo
s, sem jamis esperar as nrra-
do governo, excepto ao encontr rom rana parle
das foi ea- de Oliml. e agora, segundo as n-jfcria-
hontein receidas, em uma escaranioca marra .i
diiisao do general Lamas, oa que este fbr drrm
lado. |or ter disparado sem dar um tiro a ravalto
lia de Taquarembo, dei xando Lamas coro Hin
fantes o pouco mais de 300 horneo* de cavallana
que seguiam om reiirada pira o Salto.
Estes suceesso... porm, nao teem signirarao al
guma, porquanto sabido qne nesta reptiMica pon
ca gente m tem reunid torca de Flores leaV-
lhe rindo de Buenos-A.tes e Corriente?, em peinr
nas partidas, a maior parto dos reforros qoe II
alimentam a esperanea; e a existencia desie ean-
dlho na campanha com mi armada i om verda
deiro phenouioco, que na verdade s se pode ex
plicar pela grosseira incapacidade do ex-mmi-ir
da guerra, o desgracadamenle por inbigas rleii
raes, que, segundo corre, perturbara unidade V
accio gove-rnativa. tin necessaria em monteo*-
crilicos.
As tros divisos eom que atraves-a Ixij.- o Ri>-
Negro o neo-ral Medina, c que se eonipoem <\r
4.000 honieiis. dovum acabar com o improvisad
exeirito do Flores no primeiro eneeairo.
Um lado fovorskrei aprsenla a srtnarao que alr
vessa esta repblica : a genio da campanha ov.
quer mais brigar! est cansada do luas estreo
os aanos de paz que teem decorrido ja arraigaran!
nos hbitos da populacio o dosej,, de viver en. pa/
e do cada um cuidar Jo quo sen ; lodos pos-moni
alguma cousa, pouco ou muito; nelemento y
desappareceu inteiramente, ainda bem '
No dia 27 do corrente roali^ou o governo da re
publica uma operacio financ.it a. .-mitlindo .i m<
portancia de dous milhos e meio do pes.-s utiii-.-
de 6 |ioi cenlo ao preco corrente no mercado ao?-
de tentar-se a o|>eracao. nana oooi oaMlmMafr
demonstra a conlianca na e-Jalnlid.ide -I
legal da repulilica.
O preoo do 4o |ior cenv or ttulos l pr-r
lo parece na verdade iadiear negocio deinasia.1-
oneroso oesaa bvpattaMfl om -.- pana *Mi
porm, que BMte Mo da Prala a laxa d< -
los do mellior papal iv.Himerei d repia > Ka t-
por eeotoao anno. e ,.s vezes mu i lo mais -ni
Ior anuo 18 por eooJn o termo med- oooo-M affli
marque o crdito dogovernu osla a pai do
papel coraniercial : e ora se tire a ill.iet-- -rratl.
de ene este baromoa-o indica falt ? de garantia uu
transacer.es que aqui se elTectiiam. pajaaajaj
verdade que a -ontualidadc y pii a raara. r-
furnias de letras sao raras .onveaciena<-
(-o)ifuriiKs. que oorrospuiidoni .,- conta- .i-.-i......1
que ahi se paraw geralmonto de ti a n.....
|iis de veiiciilas. >o aqui pOfM eom I i-^otnali
dade da letras, no dia Mal (\a<- so vencem.
A alia dos juros, pois, indica anona
vaiilajoso do capital, oqe f.u cmi^m-li.iid-
para quera sabe que o p;>toreio do gado varruie
as campias desta repblica asaqpni m nrf
ura auginento de :u> o :!i- por cenlo m cad.i -m
e o do gado lanigero regula de M i "o |-i cen
em qtiaiorze mezes!
A natureza do terreno permiti .r.ipr- : l
do os iiisiiuinontos ai>orfeicoados de agrk-uli
e esta porlanto I1ort>oo notavemiente. i'jhii|-..i
se isio com a nece^idado ipie ahi la de eaapcegai
a fuica de bracos quasi que exclusiva
terrenos em que mellior pru>pora a planta qn-
Hra.-il mais ooncoiio para a croacio da riifiu
o cafe. e ter-se-ba uma e\plk'aeio do poripie a|o
80 pode pagar de 12 a 18 por Vento pelo capibl
tluctiiaiile. anhand-i. e ahi uma laxa snperiur a H
por conto nao podo ser supporlad sem absonn
todos os kicros da prodtieeao. serdo de .-!
culo ao augmento tos producid agrcola*,
quasi nica no Brasil que detefm>na o augn
riquaza publica.
Para a realisaeio da oporac.) linanceira de .
cima dei noticia, foi acceiki pela maior parte -
proposta do banco Mau & C, que goza qesan poi
IOS do crdito Ilimitado: sendo indubitavelineol
centro das operacoes monetarias da repnblira Orwn
tal e o principal dep^ilo do captol flurtinnt-
quer do commercio dsla cidade, quor dos hablan
tos de Knla a campanha. que comprchendom ja a
vantacem de ter a render na-piello banco as was
sobras, om vez do guarda-las improductivameofr
em suas casas: osle talvez- um dos maiores soni
eos que aquella importantissima in.-iiiuicao de en-
dito conseguio realisar para liom dosle pao.
A proposta do banco Mau foi acomnanhada ch-
uma carta do cidadio brasrleiro chefe da casa, car
ta que foi recebida eom om sen tmenlo unnime de
approvaco e recotihecimonto pelo governo e peh>
publico tiesta cidade. que nao cessa de elogiar r>
comportamento elevado e digno desee nomom. qn*-
tao lein sabe conciliar os seos inlereaam eom a mo
ralidade o conveniencia das proras ftmmwiiiu
onde o seu nome apparece, nico 'sogrodo da grao
de influencia de que merecidamente ama.
Bem que essa carta v publicada nos jornaes *
dia, aqu a transcrovo, porque e na verdadr oo
documento digno de ser apreciado por todo m ora
sileiros que se nao incomniodarn em ver rada ca
mais elevado o nome de um dos sens coon"
dadios:
Montevideo, 27 de julliode 1863 Eun, Sr.*-
No intuito de auxiliar o governo da repuMira na-
circumslancias melindrosas em qne se aeau. aak>
risei gerencia do banco Mau & C a faaar ama
proposta para a compra dos litulos da divida hoVr
na de 6 por cont que o mesmo governp pretrodo
emittir, a razio le 40 por rento, ororo rrcreoe
desses ttulos no mercado, o que eqaspra coareo
prego de capital taxa de descont^ cenlmemv
corrente no Rio da Prala.




\

*
o


IHorto> Vermtamhnf Segunda felra 11 de Agosto de lftQ8.
0 paquete a vapor Gerente, entrado hontem dos
portosdo sul, trouxe-nos datas de Porto Alegre at
eticido de ribo iirosc anena Idas vicuas, tianoet ananaes, acotvpaon ucwm uuia cumia .1 n,.in,j.......i""' urna bella em-
m boni sorvico ueptiMiea porc5/pros|)eii(lail''Ifemilia ede outros muitos Hrasilciros. abandona- mera, tiravam-se collectas a favor do Mxico, para
faco constantemente sinceros votos, habilitando o ram interseos naqttelle Estado, e passaram- onde ja se enviara nina prmeira rcaessa de mil
se governo com os fundos necessarios paradomi- se para estelado com 16 carretas canteadas de libras esterlinas. Quando mais nao seja um no-
narosmos elementos que perturban a paz pu- trastes, viveros, etc., encavara j em 8BtaVic- bre protesto.
hlca loria. O Per fleava em paz,e aperar, da penuria do
O banco Mau A C. abri ao governo, em vir- Eis a parte principal da carta de Santa Victoria thesouro ia a nova administracao marchando desas-
tude de um contrato que j dura ha alguns aunos, a que se refero aquella folha relativamente ao Es-1 sombrada.
um crdito em conta corrente, que todava nao po- tado Oriental:
dia o banco fornecer senao temporariamente, por Por pessoa de inteiro crdito chegada a esta
ser mesmo esse o espirito do contrato, isto ter o no da 10 do corrente, viuda da villa de Rocha,
governo um recurso prometo a todo o momento, dava alli o coronel Beruardino Olid com duxontos
alira de fazer face a oceurrencias impreviss com e tantos honens; este, depois de estar em sua es-
essa anticinaoo de sua renda ordinaria; devendo, tancia na India Morta, se havia recolhido a villa
porm esse mprestimo ser satisfeito gradualmen- com sua familia, que vivia oa referida 6ua estan-
te mas sem demora, com os ingressos da receita cia, c constava que principiara novamente reu-
nblica nos mezes seguintes fuelle em que tives- niiesde tudo quanto podesse pegar em armas, para o
*e lugar Quc nav'a ordenado a retirada de todas as policas
Os laucos de emissao, depsitos o descontos, e guardas do departamento para Rocha, aonde pre-
bem dirigidos, teem altos e importantes devers a tende fazer o centro das forras do departamento
rumprir as pracas em que funecionatn. 0 seu pri- reunidas.
metro cuidado deve ser terem sempre prompto e Constava mais nue um navio de vela, que ap-
realsavel em prazos fixos e curtos o capital pro- pareceu na Ilha da Paloma, conduza para aquel le
prio e a alheio que lites confiado, afim do em tcm- chefe armamento c fardamento, mandado pelo go-
po algum se acliarem na triste posicao de deixa- verno de Montevideo.
rem de pagar pontualmente, no acto de Ihes serem As guardas de S. Miguel e Santa Thereza re-
apresentadas as notas do sua emissao, e poderem tiraram-se no da 13 para Rocha, licando unica-
attender com religiosa puntualidad*} as exigencias mente sobre a fronteira o receptor com alguns ho-
ll seus depsitos, e servirem ao commercio des- mens. ____ .
contando sem difticuldade ttulos de reconhecido Mores com sua divisao, depois depercorrero
sem duvtda alguma, incsutu com a despera do tran-
sito; convir mais serem levados a Montevideo.
A representaeao foi approvada c segu no
prximo vapor para o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia dar-lne o devido destino.
7
Principia boje oa capella imperial o funeral que
ao fallecido prelado desla diccese manda fazer |o
governo imperial a pedido do cabido. De tarde ha-
ver vesperas solemnes e amanhaa mssa ponti-
fical A eapella-mr, pulpitos, altares e tribunas
victima. Nesta capital com algum ntervallo mor-, '/tV,ao mez etn rnoedacorrente.
i de urna s familia, nao obstante a Frotes.Inglaterra dii
rcram 8pcssoas
mudanca de unta casa para outra.
Afcmrt.
forneca
a todos os seus compromiso,
sem
se
me
pieza publica, e
Medina, que lambem
ter soffrido
em sua
tara o desenvolvunonio ua n- marcua ueixuu nina rara* uu uamamnm horaens, ao
por conseguinte para o engran- mando do coronel Cataual lo, que operar nos dc-
nuial parlamentos de Minas e Maldnado, e soubemos,
por um proprio ha pouro chegado a esta, que essa
5- torea se achava no dia 7 do corrente acampada na
decinionto do paiz, como consequoncia
daquella.
- O banco Man & C, que funecona nesta re
publica dcbaixo da mnlia res|nsabilidade illim- Marscala.
tada, nao poda, ncni pode em caso algum affas-' A mesma folhadiz :
tar-se da marcha prudente e cautelosa que asscgu- A parte da barra do da 17 da conta da segum-
ra a taes estabelecimentos a posicao e influencia te oecorrencia:
que Ihes deve caber em partilha, segundo o grao do U capitao do patacho hambnrguez Coum logo
i-onlianca que o publico Ibes oulorga, baseada na que saltou o ajudante do Sr. guarda-mor a bordo,
completa seguranea e regularidade de sitas irn-'. lhe disse que trazia um niarinheiro preso em con-
saccoes sequencia de ter tentado contra a vida do mesmo
Emprestimos, qur aogoverno, qur a parlicu-' capitaocuassagciros,requisilandoa retirada em con-
lares, por longos prazos, nimoblsatido capitaes tinente do dito marinueiro, por estar ha 21 das
que devetn estar disponiveis, nocntram na rbita com sentnella a vista e recetar qualquer desgraea
das operacoes usuaes do banco Man & C, por a bordo. *
contrararein qb.saos principios em que aquellos se O Sr. Mtller, sem demora, deu disso conheetmen-
baseam. l0 ao Sr- inspector da barra, que indo ambos a bor-
Eni pocas dtfficcis como a que atravessamos, do, logo foi o niarinheiro recolhido ao vapor Jagua-
porm em que o W< v compromtalo o seu pie- rao, onde se achacm ferros, as ordensdo Sr. con-
sonte e o seu futuro com a perturbacao da paz pu- sul hamburguez..
blica dispondo ou e os meas amigos de outros re- O Commerciui de 21 transcreve doCominercio, de
cursos independentes do banco Maua & C, nao Pelotas, o seguinte:
duvido p-los desposicao do governo da republi-;
ca, por intermedio do uiesino banco. D'alti a pro-
As noticias de que foi portador o vapor Prnceza
ie Joimille, nada adiantam da corte, sendo as da
28 do passado, do Rio Grande at 1, e de SantaCa- estao coberto de luto, e entrada do arco cruieiro Bahia al He a de Alagoas at 13 do corrente.
thnrina at !1 itn corrente ertme-SC um Simules mas decente mausoleo, imito Fm cnmiiili ilomna nlirumi^ noticias nue. cun as
tharin at 3 do corrente. ergue-se um simples mas decent mausoleo, junto
Na ultima data haviam chegado capital da pro- do qual se vdm as insignias ecchuiasticas o civisdo
vincia de S. Pedro 150 pracas do 3." batalhao, 11- venerando diocesano.
cando no Ro Pardo o resto do corpo espera de
vapores para se transportar.
O general das armas estava em Santa Anna do
Livrameuto.
No Correio do Sul de 19 lm-se as seguintes no-
ticias do Algrete, com data de 87 de Junho, rela-
tivas s elcicoes naquelle lado da provincia :
> O partido do Sr. general <'.anavarro abandona-
va as eeicoes daquella cidade, o parece que tam-
bera as da nova parochia de S. Joao Baptista.
Constava que, consultado pelos seus amigos poli-
ticos, o Sr. general responder que s se envolve-
ra as de Santa Anna do Livramento, nica onde
o seu lado conserva anda talvez elementos de
triumpho. '
as outras estavam era decidida maioria seas
Em frente, olhando para o altar-mr, l-se este
distico :
Donus Emanuel a Monte Roiz Aratijo
EpLicopus Flummensis
obdemivit in domino
dia decima prima Junii
ASNO MDCCCLXIII
IFetus benigne suscine
Vuiu sereno Ilumina.
Do lado da ra, era allusao a haver o finado sa-
hido esmolando de porta em porta por occasio do
cholera, l-se:
Cintas quondam fletit
Alue rente dir;
Astuto exorarit fiiius
Vt agrotos sanet Utos.
adversarios os Srs. Ribeiros. Da parte da epstola, em referencia a ter o ftna-
Na Uruguayana trabalhavam de accordo os do erguido na cmara temporaria a sua voz em dc-
Srs. tenentes-coroneis Guedes e Feliciano Ribeiro, feza ao celibato clerical
posta que boje lhe apresentada.
Nada est, porm, mais alheio ao meu pensa-
tnento do que a idea de absolver as traasaccOes
monetarias, que o govertto se veja toreado a reali-
zar para fazer frente s exigencias da situacfo. Por
com mao trmula, com o coracao repassado
de pungentissima uor, que vamos tracar mais unta
vez estas tristes palavras :
< l'tn homem suicidou-se !
E porque ? !
Quem poder sondar segredos d'alma ? I
Hontem pela manhaa o Sr. Vicente Jos da
isso"notar V. Exc. que a uroposU apenas feita Mala, filho do Sr. Dr. Vicente Jos da Maia, havia
pela saldo dos ttulos que se teuliara de emittir almdgado na Costa em compannia de seu to o br.
e a que nao convenha subsirever pelo ntesiiio pie-! Domingos Pinto Franca Mascarenhas, c terminado
co a outros capitalistas desta (iraca. o almoco retirara-se o joven, sem que o seu jovial
" E para que nao reste dtivida" alguma de que semblante revelassc ou trahsse o pensamento hor-
.ntro nesta operacao linanceira movido mais pelo rivel que lhe escaldava a mente,
desejodeser til a este paiz,onde teuho tantos e tao Quem adevinhra?
valiosos interesses,ouude reside tao grande numero Anda talvez nao tivesse dado meiodiaeja
deBrasleiros,cujobemestarseachavinculado a pazv Vicente da Maia nao era mais me um cadver!
do que pela auibro de aproveitar-me das diicul- Ao echo de um tiro disparado em si por suas
ilades do governo, imiwiido-Ihe transac^oes que proprias mos, succedera um outro. porm surdo-
possan ser nal apreciadas, tenhoa honra de pie- e horrorosoo de um corpo que lomba! mas um
venir V. Exc, para que o faca constar ao Exm. corpo cuja vida se evaporara em desespero !
Sr. presidente da repblica, que, so for aceita a Esta tudo terminado \
proposta do lauco Mau & C, por ser considerada Resta apenas una familia inteira mergulhada
mais vantajosa, e satisfeitas por essa forma as oxi- em vehemente e pungenlissima dor; resta apenas
geodas pefoniarias da situaio, anda assin, como o pranto que resvala sentido e quente pelas faces
os estucos ilo governo, auxiliados pela Divina Pro- de seus numerosos amigos. ^ (
videncia, pdem conseguir em curto prazo restabe-: Eao depois nada mais !
Iccerapaz, lo necessaria ao bem estar desta re- ehro.
sem encontrar opposicao algumx.
Em S. Borja o lado vencedor em 1860 soffrra
gravissimos desfalques, em consequencta das des-
agradaveis dissensoes de que foi theatro a cmara;
ao passo que os vencidos de entlo parecem me-
Ihor organisados e dirigidos que naquella poca.
No Itaqui e S. Francisco de Assis nao pare-
ca duvidosa a victoria dos amigos do Sr. co-
ronel Fcrnandes; ao envez da freguesia de S.
Marlinho, onde era quasi segura a dos com-
panheiros do Sr. coronel Mello da Cruz Alta.
Nesta ultima villa a lula se annunciava por-
fiada, e de ambos os lados a iam disputando te-
Satis dedit eeclesio;
Etenim merint patria,
Casta eloquia dicendo
Arcint mali contagium.
Do lado do Evangelho, preconisando a sciencia
cannica do prelado :
Fulget in morum scientia,
fnrcethit in jure cannico,
Antistes et magister
Implevit lempira multa.
Em cima da eca v-se o busto de marmore do
prelado, coberto de um veo de crep.
S. M. o Imperador assistlra s exequias, acom-
ii.tu.t. i; uu aiui-nsa uo wu u.w|*ui.x*w v-i > ''i"' .. --j------,
nazmente ; mas, com quanto o resultado se mostr panhado da sua corte e do ministerio^ c o Sr. cone-
ainda duvidoso, levava o Sr. Mello maior numero go Manoel Joaquim da Silva Guimaraes recitara a
oraeao fnebre.
AIAOAN.
Maeei, 13 te fosls i* \m.
Tem corrido regularmente at esta data e sem o
menor alarido, que sempre scapparecer, aelei?o
desta capital.
Parece que o espirito publico, a cren?a as msti-
tudes, e a confianza na garanta do voto accom-
a parcialidade conservadora, a ponto,
1 que neuhum esforz fez; nem ao menos os intitu-
mais lados chefes desse partido deram um ar de sua
de probabilidades que seus antagonistas.
As combnacoes eleitoraes permaaeciam entre-
tanto na forma porque foram expostas na ultima
carta do nosso correspondente j publicada.
O Correio de 26 noticia nos seguintes termos
um crime perpetrado em Porto-Alegre na noite
de 25 :
A cidade accordou hontem sob a impressao de
um espantoso delicio.
Dous mocos portuguezes, dous irmos, padei-
ros, estabclccidos na ra de Braganca, foram vic-
timas dp cancro fatal da nossa sociedade, suecutn-, niel,eraul
bindo s raaos de seus escravos.
Manoel Caetano de Caldas Quinlella, o _
velho dos dous. e dono da casa, nao tuha mais de graca II
quatro annos de estabelecido, leudo couiecado s Alguns, porem, ru nao aspiram a honra de che-
eom o seu crdito, e j reunir um peculio de rs. fes, nem azem parte do directorio, compareceram
20.0005 a poder de contraccao e trabalho. reuno do collegio, ftzeram de entre os sup-
. Seu iruiao Antonio Joaquim de Caldas, muito P'entes dous merabros da mesa, e estao vigilantes
mais novo que o outro, e chegado de Portugal a a fin de que o partido progresista nao fa?a tambem
seu chamado ha pouco, era caixeiro daquelle. ad- os snpplentes.
ministrando a fabrica ambos alternadamente. ^o teto o que se eollige que o partido
Antes de hontem o misero Caetan estivera consen-ador precisa de nova direccao, c de dedica-
na sociedade l'nio Brasileira, de que fazia parte, Ces, mxime em oocasioos de provan*;a como esta,
tocando clarineta af as 10 horas da noite. Depois lanando para a retaguarda as mumias desse
se recolhera, fazendo o seu quarto at a meia noite, partido, que hoje so podem viver de suas traai-
bora muito depois da qual deve ter tido lugar o ?oes. -
erime. i Entretanto at agora nao excede o numero dos
Deste nao temos detalhes seno pelos indicios que tem depositado suas chapas na urna a 115!!!
ministrava o local esta madrugada. O que quer isto direr T
Pedro, um preto velho que nao entrou no as-! Ao passo que corre serena e placida a elcicao
sassinio, e que porm so acha preso para as ave- nesta capital, na villa de Santa Lunado Norte, e
riguases devidas, foi quem avisou do fatal acn- Atalaia tem havido alguns desaguisados, e ate
tecimento ao visiuho, que chamou a polica. Conta ferimentos.
que
a lousa de um sepul-
publica, nao duvidarci considerar a operacao li-
nauceira que lr cllcctuada com o banco Maa &
- 6
Entrou hontem do Rio da Prata o paquete inglez
C. como condicional, durante um prazo de tres Mersey com datas de Buenos-Ayres ate 30 cMonte-
meres, contados desta data, no qual fica o governo vidi'H) 31 do passado.
em seu pleno direito de procurar realizar-por ou- O tacto mais notavel occorrido as provincias do
tro meioque'julgue mais vantajosu ao paiz os fun- interior da Repblica Argentina era a renuncia do
dos de que carece liptidaiKlo-se a transaceao que cargo de governador de Cordova feita por Posse,
agora se altectuar com o pagamento ao banco do '. que Wo parece ter sido levado pela pressao so-
capital desembolsado e seus juros. bre elle exercida pelo general Pannero, comman-
Deus guarde V. ExcEmil Sr. ministro da fa- danto das forgas nacionaes naquella provincia,
yenda D Juan I. Blanca/** M*. >este facto achou nois a imprcnsa da opposicao
Os litlos da divida interna, que comprehende os materia para aecusar de inlluencia tndebita nas
que so vo einittr. aeham-se boje muito procura- provincias o governo geral
dos a U /. sendo provavol me se finnom om U Penaloza, ir alcunha o Chacho, depois da der-
i4o/ rota snffrida em Cordova lugira para as planicies
do oriental da Kioja, onde se diz agora haver sido outra vez
i-dondo n;ts Praias Blancas. Entre-
onseguio collier mo o astuto
is sobre o modo honroso porque o ante- cuidllio'que prepara talvez anda atribulados dias
cossor doSr. Loureiro havia dcseiuiienhado os de- ao actual governo da repblica. MBmWMI1
veres do sou cai"0 K,u Bueuos-Ayres foi approvado pelo congresso
0 Sr. Barbosa da Silva, eucarregado de neg- o projecto de lei que aiitonsa a erado de ban-
eios do Brasil nota repblica, foi chamado a outro eos de emissao em todas as n
destino i"..- s. \i. o Imperador. ** J- a.iopur novos meta
Ao deixar o cargo que tao honrosamente
aquello que as 10 horas fechara-se no seu quarto
situado entre a casa do forno e a da massa, sen-
t ndo pouco depois que o trancavam por fra com
urna trainel la, o que nao lhe deu cuidado.
t Alta noite accordou-se, sentindo que arrasta-
vam o quer que fosse pela frente do quarto; e dabi
a pouco um de seus parceiros abri a porta, e
Os orgaos dos dous partidos na imprensa diversi-
ficara na narracao destes acontecimentos.
O Diario das Alagas, refere, que a poHcia nas
ataos dos adversarios qur coagir a mesa, e para
isso provoca conflictos, como o do dia 10 de que
resultaram tres ferimentos nas pessoas de amigos
seus, sendo um delles grave; queixa-se da inter-
espreitou a ver se o vlho dorma. Depoisdeu vol-, vencao das autoridades, chamando a esta scena,
que se qur representar a de S. Jos dos
O governo imperial aeredito junto do oriental da Kioja, onde se ou
novo ministro queja tomou conta da respectiva le- vencido por Arrodo
eacao. Por esta occasio escreveu o Paiz as se- tatito nmguem conso
provincias, e tra
com que por un
pai adeiro depreciaco do papel-mooda. Pendiam
lo da Enseada tem a vantagom de dar abrigo a na-
vios de alto bordo, c una comninnicaco fcil e
bem dos lillios deste pan, que poderain apreciar o
espirito do justica cordial por elle manifestado no,
exercicto das suas funecoes como oncarregado do rpida entro elle e a capital sena de grandes \an-
lagens.
Outro projecto
negocios.
' pois dever nosso desojar ao Sr. Barbosa a
maior prosperidade no seu novo destino, lamentan-
do sinceramente a sua ausencia do nosso paiz, on-
dedeixara nm grande vacuo s suas umitas e boas
relafdes.
Ao mesmo tempo sentimos sausfacao em sao-
dar como bem viuda osen digno suceeasor o Sr.
Cmireini. que comamos seguir as pegadas do seu
honrado antecessor, concorrendo deste modo para
,-tieitar cada vez meia as boas relaces entre'o
governo imperial eo da repblica.
ijm un do Commerei do Ro.)
INTERIOR.
ia deixando-lhe a porta aberta, e elle se levantou e
sabio ao corredor, donde vio bocea do forno um
vulto branco. Foi examinar o que era, e conhoceu
ser o moco Antonio morto.
. Puou u'uoi ti;o aceso e foi com elle at a
sala da frente, adiando a porta da roa aiMH*.
Sabio, e foi taberna do Sr. Sebastiao de Oh ven a
Gomes, a quem chamou e rcfcrto o que vira c sea-
Pinhaes.
O Jornal de Maceta, diz o contrario inteiramen-
te; chama-os provocadores, e rremediavelmente
perdidos ; pelo que conscioe da infaHivel derrota,
procuram realisar plunot tenebroso.
Para a villa de Santa Luzia do Norte, marchou
no munu dia 10, trinla o tantas pracas do 10"
lllll l>i: JIM'.IIIH.
para introdiuir em toda a re-
publica o svstema mtrico decimal tnha j si-
do approvado pela cmara dos denotado* ge-
raes. >
No Estado Oriental pelejou-se linalmente entre
as forcas do governo e a do general Flores, nina
aceo" cujas venladeiras proporeocs o alcance
impossivel avahar exactamente, mas que p-;lo me-
nos foi a maior, para nao dizer a nica de algum
vulto que at boje se tem dado. O general D.
Diego Lamas persegua ao norte do Rio Negro as
forcas commandadas om pessoa por Flores, mas de
tal "modo se bou ve que a 23 se deixou nao s sor-
prender, msate batereinVera por aquello mesmo
em cuja persegncao suppunha ir. A derrota
consta das mseme partes ofnciaes publicadas nas
l'olh.is de31, e arespeito de perdas confessa-se a
de toda a cavallaria. retirndose a infantaria em
boa ordcui sobre a Constituicao. Segundo asmes-
1 mas parles, perseguio-a Flores por algum lempo
encarnicadaniente, mas nada poaendo contra ella
virn repentinamente de rumo, apresentando-se
Suppiinha-se que Flores, tendo dcsappareeido de
30 de julho de 1863:
l/-v.. no Cotmuni do Paran, de Paran; gu,' com 600 homens diante da cidade de Salto, que to-
,1,. i) do corrento : daa nao logrou render, apezar dos esforcos que
- De S. Francisco nos escrevom o seguinte : para 80 fez.
Com nina forte trovoada e vento sul que bou-' Entretanto chegavam as reliquias do exercilode
ve no dia 16. naufragou nos Tamboretet o hiato Lamas a povoacao de Conslituico, onde disprsa-
la procodenio d ltajali-, com mu oarregamen-'. ram urna pequea forra de gente do general Flores
lo deastucar e varios gneros. coramandada per Fructuoso Gomes, que cahio mor-
0 seu mostr e proprielario, o Allemao Carlos 1 lo na refrepa.
Leitener, approximando-so da praia em un batel,
fui vctima das ondas. Salvou-se apenas um preto
que fazia parte da companhia por sor um exceUen-
ie nadador. >
A mesma folla d em 18 do corrente s noticias
seguintes ;
Em a noite de 10 do corrente evadirain-se tres
presos dacada desta cidade que se achavam re-
eolbidos na correceao, brindo a porta que deita
para o corpo da guarda !
Como que so deixa sabir presos pela nica
porta que da prisao communica com ama, na qual
deve nremarirunente ter sempre urna sennefta ?
i Como se explica isto ? I...
i; urna vorgonha termos de noticiar factos des-
ta ordem porque faz cre que a pequea vigilancia
policial desta cidade se acha entregue mais es-
candalosa indolencia.
No dia 12 do corrente, no pontal da barra
do sul desla cidade, deu praia urna grande ba-
lea. Couiquanto estivesse em parte damniticada,
ainda se pode extrahir mais do HO medidas de
azoite.
O nosso informante diz que ella tinha segura-
mente 20 bracas de comprimen!*), o que suppoe ter
sido arpeada por algum navio baleeiro.
-31 -
Recebemos hontem folbas doRio-Cinndc que al-
rancam a 21 lo corrente !
Em artigo do Diariocomdata de 19 lc-e :
De Santa Victoria o fronteira de Chuy temos
data de 15 do corrente.
> Segundea inteiessanfe carta do nosso correspon-
dente, que daroo-lamais adiante, os guardas milita-
res do outro tado de S. Miguel e Santa Thereza re-
tiraram-se no dia 12 para a ppyoac.HO do Rocha, II-
. ando apenas na linha o rrcmpr com alguns ho-
mens para a cobranca dos impont
Os malreiros continuam ^Stjuear as casas
dos Brasilelros residente- notadoOricn.^. Urna
tira, pediudo-lbe que fosse casa. Gomos annuio commandadas pelo capitao Sabino.
e foi dar com o misero Quintella tamlieiD assassi- >ao se pode crer no suffragio popular, se a nica
nado ; de maneira que voltou logo a dar parte ao guarda da urna nao e o povo inerme, e no pleno
inspector do quarteiro, o Sr. Sebastiao do Can- gozo de sua hberdade. .
pos Porto. Este acudi logo ; e a seu turno foi dar Esta agora a guarda nacional mostrando que e
conhecimento do caso aoSr. Luiz Affonso de Azam- ferro de dous gumes.
hoja, delegado de polica, seriara tres para quatro Venha a eleicao directa para por termo aos ab.t-
horas da madrugada. s0*' "c ,0"os os tempos, e quica a multas aes-
0 Sr. Luiz Alfonso fez logo espaldar patrulhas a gracas. ... .
diversos rumos em perseguicio dos assassinos; Reforme-se neste sentido a leieleitoral.c esta-
indo logo proceder ao competente auto do corpo beleca-sc a mcompatibilidade absoluta; entao tere-
de delicio com os Srs. l)rs. Jacutinga e Fariuha, e mos a verdade do syslema representativo; aca-
presentes o Sr. vice-consul porluguez, e juiz mu- bando-se destarte com essas correras quatnen-
nifii'U do torni '^"^*
Ocxamedo'local veriicou que o Quintella1 A maior parte dos le (ores dos jornaes estavam
estava fra do leto, havendo em roda no quarto na incerteza de como se tinham passado as occui-
signacs de haver-se defendido contra os -assassi- [encas naeleicao de Santa Loria do Norte, qiwndo
nos ; e o do cadver mostrou que amorte tinha hoje foram publicados no jornal oficial, os ofcios
sido dada por estrangulaco, ceri-ando-lhe a gar- do_ 1 juiz de paz, e dous msanos do delegado e
sania nas mos, e acabando-o depois polo esmiga- JUIZ municipal do termo, e do suhde egado cap.tao
Ihamento do crneo a Iwrdoadas com urna acha de polica e as respostas dadas a elles pelo Exm.
de lenha, que foi achada toda ensanguenlada, o que presidente. _
por torta e incommoda para semelliante elTeito, > cxposicao por eHes cita ha grande divergen-
Indicava nao ter sido escolhida proinediladamen- c'.a. qnc nenhuma lifflculdade trouxe ao governo,
te porm apanliada a esmo vlst0 como merecendo-lhe as autoridades policiaes
'< O Antonio fi adiado nfrente do forno tam- conQanca; como diz o mesmo Exm. presidente
bem estrangulado a pulso e com o crneo arre- em seu offlcio, so da inteiro crdito a estas, em
bentado, porm mostrando-lhe que o estrangula- quanto nao se provar o contrario,
monto fora-lhe feto na frente, e que depois arras- .Consta, porem, pelo jornal offlfialem noticia
tado para ao pe do forno, ahi fra acabado cerno aa hoF, que no districlo da villa de Santa Luzia
seu irmo do ^or,e, o Io juiz de paz eos dous secretarios nao
< E' de presumir que fosse esto a primeva vic- comparecendo no dia 12 foi substituido pelo 3juiz
lima, porque era elle quem devia estar de .piarlo; o?^ do 2 distncto da capital, por ser o niais
porm fra esta indueco, nada mais explica a vismho, porqno os outros juizes de paz dos dous
marcha e maneira desse crime horrendo. districtos do I rmo da mesma villa, nao se qu.zc-
. O espolio foi arrecadado pelos Srs. juiz moni- ram prestar; convite dos dous_escrutadores,
cpal e vice-consul porluguez, achando-se em di- Fo,' arromt la a urna, por nao ter a mesa nova
nheiro 1:115*640. as chaves, que estavam em poder dor-juizde
Hontem tarde foram dados sepultura os Paz; ..,.... .___
dous infortunados. A sociedade portugueza de Be. Na villa d Atalaia a maioria da mesa, jnlgan-
ncficencia,e a musical Unio Brasileira, de que lo-sc coacta, suspendeu os trabalhos. e officiou ao
ciam membros, assistiramao seu funeral, e com. S\CTn. nesse sentido. .
ellas um cousideravel numero de negociantes, for- A minor,a cnaraou 3 Jaiz de Paz- que annuin-
nando-11 es um salimiento brilliante.
O Sr. delegado Luiz Alfonso nao descuidou
Em seguida damos algumas noticias que, com as
publicadas em nosso numero de sexta-feira e as
que vo transcriptas sob as rubricasParte Ofi-
cial, Exterior e Interior, completam a serie das da
quinzena.
Rio de Janeiro.Fora assassinado, em Aguas-
Compridas, do termo de Nova-Frburgo, Antonio
Soares por Antonio Dias Bastos seu cunhado, com
onze facadas, sendo elle preso.
Foram nomeados :
Vigario da freguezia de Nossa Senhora da Con-
ceico de Angra dos Reis, o Rvm. monsenhor Dr.
Joao Onofre de Souza Breves ;
Presidente do conselho de compras navaes da
corte o capitao de fragata Joo Carlos Tavares, exo-
nerado do coinmando da corveta D. Januaria ; e
commandante desse vaso, o capitao de fragata Joo
Gomes do Aginar.
Por ordem superior datada de 31 de julho pr-
ximo pasado,os vapores da companhia brasileira, da
linha do sul, s poderlo sahir do nosso porto vinte
e quatro horas depois da chegada dos paqnetes in-
glez e francez do Rio da Prata ; nunca sanirao en-
tretanto antes dos dias 6 e 21 de cada mez at nova
ordem.
Por decretos de 30 do passado :
Foi uomeado oscrivao do hospital militar da Ba-
bia Joao Augusto Esteves da Silva ;
Foi commutada em carimbo perpetuo a pena de
morte a que foi condemnado por sentenca do con-
selho de guerra e coufirniacao do conselho su-
premo militar de justica o soldado-do 1 regiment
de cavallaria ligeira Antonio Ferreira da Cunha ;
Concedeu-sc reforma ao capitao do 2 batalhao
de infantera Francisco de Altneida Fuado, na
conformidade do 1 do ai t. 9 da lei n. 648 de 18
de agosto de 1852, visto soffrer de molesta incura-
vel que o torna incapaz de todo o servico.
0 Banco do Brasil estando resolvido a preeu-
cher o seu capital, dclibcrou lazer urna chamada de
20AW) por aceao at o dia 15 de setembro prximo
futuro, cando por se decidir depois o prazo em
que se deve fazer outra chamada da mesma impor-
tancia, para completar o das accfcs.
Entrara, no dia 29, a galera francera 3 cedente do Havre com destino a Valparaso. Ten-
do-sc levantado a tripolaeo contra o capitao, foi
este obrigado a arribar afn'u de reclamar providen-
cias do consulado francez nesta corte.
No dia 2 do corrente elegeram-os accionistas
da Bibliotheca Fluminense, a sua nova direccao,
que ticoii assira composta :
Visconde do Uruguay.
Concgo Dr. J. C. Fernandos Pinheiro.
Bernardo Joaquim de Oliveira.
Saturnino Ferrreira da Veiga.
Ignacio Teixeira Lopes G.
Antonio J. Dias de Abreu.
M. Jos Marques Sobrinho.
Pelo ministerio do imperio baixou a seguinte
decisao sobre a provincia do Maranho :
3* secc^. Bio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio em $ de julho de 1863.
Ao presidente da provincia do tiaianko. An-
nulla a eleiyio de vereadores a que se procedeu
novomente na villu da Passagem-Franca.
Illm. e Exm. Sr.Foi presente S. M. o Impe-
rador o ofco de 13 de junlvo do anno passado,
em que essa presidencia expoe as oceurrencias que
tiveram lugar na elei*}o de vereadores da cmara
municipal da villa d Passagem-Franca, a que se
piocedeu ltimamente nas duas narochias de S. Se-
bastiao da dita villa e de Nossa Senhora da Manga,
por ter sido annullada a que se fez em setembro
de 1860, como se communicou em aviso de 4 de
fevereiro do auno prximo lindo.
E o mesmo augusto senhor, conformando-se por
sua inmediata resoiucao de 26 de juuho prximo
passado com o parecer da sccqao dos negocios do
imperio do conselho de estado, exarado em consul-
ta de 9 do corrente mez, houve |>or bem annullar
a referida eloiyao.
Ve-se dos papis juntos ao citado oflicio, que a
eleieao da freguezia de S. Sebastiao, feita pelo 2"
juiz le paz, estando adiada pelo 1 com as forma-
lidades do art. 60 da lei de 19 de agosto de 1846,
nao podo subsistir, j por esse motivo o j pr
j porque no processo del la occorreu o no-
tavel deleito de nao se sabor que destino tiveram
912 votos, dille-renca entre a somnia dos que foram
dados aos cidadaos oletos o o producto que devia
resultar do numero das cdulas recobdas, multi-
plicadas pelo dos vereadores, que cumpria oleger,
revelando tamaita diTerenea deleito importante
nos actos essencaes da cleigo, como a chamada
dos votantes, contagem das listas e escripturaco
dos votos.
Nao pode tao pouco subsistir a eleieao da pa-
rochia de Nossa Senhora da Manga polo mesmo
vicio da diffcrenea de 200 votos, que nao foram
distribuidos, e por ter sido feita 15 dias depois da
de S. Sebastiao, quando era j condecida a volaco
desta.
* O que communico V. Exc, alim de que man-
de proceder a outra eleieao com as formalidades
da lei nas duas parochias.
i Deus guarde a V. Exc. Mrquez de Olimla.
Sr. presidente da provincia do Maranho.
O ministerio da fazenda publicou o seguinte
decreto n. 3129 de 29 do passado, conrmaudo a
concessao de 2 loteras em beneficio das obras da
matriz de Nossa Senhora do Livramento de Bana-
neras, da Parahyba .
Attendendo ao que me representou Pedro Ro-
drigues das Noves, na qualidade do procurador do
patrimonio da matriz de Nossa Senhora do Livt a-
nicnlo do Bananelras, na provincia da Parahsba.
sobre as duas loteras concedidas pelo decreto n.
1,028 de 22 do agosto de 1859, em beneficio das
obras da referida matriz, e conformando-me com
hontem todo odia esforcos e diligencias para a cap-
tura dos barbaros. Todos os cnicos da cidade fo-
ram varejados ; e diversas escoltas saliiram para
pontos que se suppoe a sua direccao provavel; po-
rm at hontem as 8 horas da uite nao havia no-
ticia no rumo que levassem.
do ao convite conlinuou o processo eleitoral,
officiou ao governo, dando parte do occorrido.
O procedimento do Io juiz de paz, foi julgado pelo
Soverno irregular, em face do art. 60 da lei de 19
e agosto, e mandou que elle assuraisse a presi-
dencia da mesa.
0 Diario das Alagas, d noticia de que a eleieao
da villa de Camaragibe, vai correndo tranquifla-
! mente, sob a presidencia do Dr. Bernardo de Men-
Desscs miseravois um mulato naiural do doea; consta-nos, porm, que houve duplicata.^
dante do Salto "ira aucar"se sobre Constituicao, Cear, que andou algum tempo de dispensero nos Das outras localidades da provincia anda nao
mas por outro lado marchava tambem o general vapores da companhia Jacuhy, e se chama Delino. temos noticias exactas.
Medina, que commanda ao sul do Ro Negro, em Ser honiom de 32 annos, bem fallante, largo do Queixam-se os conservadores, por seu orgao, de
soccorro de Lamas. peitos, altura regular, fino de corpo, magro, pouea que as eleices vao sendo fetas sob a pressao da
O governo de Montevideo, exhausto de meios. barba, olhos fundos, desdentado na frente, cabello forca, e intervencao indebita das autoridades,
annttncira que recebia propostas para compra de corrido e cortado rente. E, pardo escuro, e tem um Neste sentido tem apparecido muitas reclama-
dous milhoes e meio de pesos da divida interna, ferinicnto na coxa ; outro um crioulo Camillo, de ?oes no Diario das Alagas.
valor nominal A imprensa em geral censurou o 22 aunos, natural do Rio Pardo, preto retinto, sem E' esta a historia fiel do que alo aqui tem acon-
governo, que se arruinava avahando o seu proprio barba, cabellos carapinliados, cheio de corpo, boa tecido no pleito eleitoral
I crdito era 40 % que tanto representam aquellos! dentadura, fallando com desembaraco; e o tercei-1 A urna hora da madrugada de hoje fot esta ca-
titulos. mas a isto responderam as folhas offlciaes I ro, taraltein desla provincia, chama-se Silvestre, pital despertada pelo toque do rebate de cornetas
om o argumento sem replica, que sao remedio era I crioulo, cor fula, sem barba, cabellos carapinhos, e sinos. '
m. qualquer outro seria peior. I desdentado na frente, corpe, pernas e pes grossos,) A esta chamada compareceram as autoridades,
D Paraguay nada ha que possa nteressar-nos;' como inchados, de 24 annos de idade, e fallando militares, e muitas pessoas do povo cadeia, onde
Wos, porm, do Chile, noticias at 30 de junho, cora difllculdade. so tnha dado a fuga de 17 presos.
- Parece que todos, ou quasi todos elles tinham I Para realisar.esta fuga fireram um arrombamen-
mos antecedemos, e que o desditoso Quintella os to para a prisao n. 3, que se est concertando, c
comprara nesse convencimento, mas no interesse della saltaran) para o largo pelas janellas, de que
de comprar barato, com o pessimo calculo de os se tiraram as grades de ferro,
corrigir pelo rigor. De facto, na visita da casa fo-1 Nem a scntinella, que estava no corredor da ca-
ram adiados um tronco e ferros, o outros signaes dea, nem a que estava na esquina do edificio, bem
de excessivo e contraproducente rigor.
Deus queira agora que nao fique impune seme-
lhante crime, o que as diligencias do Sr. Luiz Af-
fonso sejam coreadas pelo xito.
Le-se no Diario do Rio Grande de 28 :
Reuniram-se hontem em assembla geral os
socios da'Associacao Commercial, afim de Ihes ser
lida urna representaeao que vai ser levada ao go-,
verno imperial, relativamente aos direitos de con-: tendo nm destes se apresentado voluntariamente,
sumo que pretendem cobrar pela mesa de rendas 0 arrombamento feito a mais de tres dias,
..^.,oJ-1dcJaguarao,nosartgpsdo gado yaceum e lani- podendo elles disfarca-lo, collando no lugar do
rulas de imano recontemente descobertas, e havia gero, o que se torna nao so prejudicial ao commer- arrombamento duas malas, e dcitando-se sobre
intnsao do applica-los colonisaijao do paiz. A, ci desta prac.a, pelas grandes transaccoes que tem ellas um dos presos,
noticia da auda de Puebla causara dolorosa sen- [ neste genero com o Estado Oriental, como ao mes- Nem poda ser d*
can nirmcliii rpnnhlica onde sao to vivas as' mo governo pela diminucao de direitos que ter-se-, sura das paredes.
svmmS^^ ha de cobrar na sua exprtaco, porque com se-1 O commercio contraa desanimado e assim, corrente ou raoeda dita al0 0/0
vcXSal? pois^ idea di? reunir todos os Es- melhnnte resoluco atastar do nosso mercado continuar em quanto durar o pleito eleitoral. | arabas a 15 0/0 ao anno.
fados bispano'-arnericanos n'uma attitude ameaca- squelles gneros em qite tatito se commercia, cque
das quaes se v que as sessdes das cmaras iam
tomando bellicosa attitude etn consequencia da
falla com que se abrir o congresso. Pela sua
parte pedir o presidente da Boliva ao respetivo
congresso autorsacao para declarar guerra ao
Chile por causadas questes de limites, e obtivera-a
uestes termos :
Arligo nico. Fica o poder execulivo autori-
sado a declarar a guerra ao governo da Repblica
do Chile, se espitados os moios conciliatorios da
diplomacia nao obtiver a reivindicacao do territorio
usurpado, ou urna aeluc/io pacifica compativel com
a dignidade nacional. Urna lei especial determi-
nara as faculdades de que deve ser investido o
poder execotivo para salvacao da integridade do
Estado. ,
O Chile esperava tirar grandes recursos das ja-
perto das janellas, por onde fugiram elles, deram
pelafugaf
Quem deu o signal de alarma foi a scntinella da
guarda, que estando alerta obstou a que os outros
mgissem.
O chefe de polica, deu as providencias, que o
caso urga
At esta data s foram agarrados dous presos,
as informacoes resultantes dooxamo a que se pro-
cedeu na forma da lei n. 1,099 do 18 de setembro
do 1860, e decreto n. 2,874 de 31 de dezembro de
1861, bel por bem confirma-las com a mesma clau-
sula expressa no referido decreto n. 1,028 de 22 de
agosto le 1859.
0 marquez de Abrautes, conselheiro de estado,
sonador do imperio, ministro e secretario de oslado
dos negocios estraugoiros e interino dos da fazenda,
e presidente do tribunal do thesouro nacional, as-
sim o tenha entendido e fae^a executar.
Palacio do Ro do Janeiro, em 23 de julho de
1863, 42 da independencia o do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Marquez de Abran-
tes. >
O ministerio da justica publicou a seguinte
decisao sobre a provincia do Piauhy :
2a seccao.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, em 15 de julho de 1863.Illm. e
Exm. Sr.Foi preseuto a S. M. o Imperador o offl-
cio dessa presidencia, datado de 11 de dezembro
ultimo, no qual V. Exc. expe que, tendo o juiz
municipal e de orphaos do termo de Oeiras con-
sultado ao juiz de direito da respectiva comarca-
se um livro necessario para a escripturaco da re-
ceita do cofre dos orphos devia ser fornecido pelo
escrivo ou pelo dinneiro dos orphos, respon-
der o juiz de direito que pelo escrivo o foi man-
dado cumprir, dando lugar a una reclamaco do
escrivo, que diz encontrara no seu cartorio o cos-
tume contrario. E o mesmo augusto senhor houve
Eor bem decidir que semclhante despeza deve sa-
r dos bens dos orphos, da mesma forma que se
pratica com a compra da arca de que trata a Ord.
liv. 1- tit. 88, como foi declarado no aviso n. 176 de
ildeoutubro de 1854. O que communico V.
Exc. para sua ntelligencia.
Deus guarde V. ExcJoo Lins Vieira Can-
sansao de Sinimb.Sr. presidente da provincia do
Piauhy. ?
As noticias commerciaes recebidas do sul, na
corte sao as seguintes :
Buenos-Agres, 30 de julho.
Cambio.Inglaterra 67 e 66 J.
Franca 84 e 83 "/r-
Rio de Janeiro 29,5200.
Montevideo '/*/o desc.
Orneas.Ultimo preco a dinneiro 4,36 W.
Descontos.0 banco da provincia recebe em me-
tal c moeda corrente a 9 O/o e empresta a 12 O/o
ao anno.
O banco de Londres recebe em metal por conta
corrente a 12, e em moeda corrente a 10 O/o e em
etrf podia'ser de outro modo vista da gros- presta a 18 e 16 O/o a*r anno.
O banco Mau 4 C. recebe em metal por conta
c empresta em
>! 0 cholera-morbos de vez em quando faz sua Na praca rcgolam de 1 'A, a '/* % em metal e
. j directamente couros salgado*
25 sh. e fardos 20 a 23 sh. com 5 O/a.
Havre, couros saltados 25 sh., ditos seceos 0
sh., e fardos 45 a 50 sh. com 10 O/a.
Jl?rsel,na', cou.ro?al8a 60 sh. c fardos 45 a 50 sh. com 10 O/a.
Estados-Unidos, couros seceos V, a V. et. e tor-
dos 6a 9 pats.com 50/0- *
Montevideo, 31 ejmlko.
Cambio.Inglaterra 513/4 d.
Franca82a-82l| frs.
Genova, nominal.
Rio do Janeiro 294300.
Buenoe-) res, ao par.
Sommam os saques:
Sobre Inglaterra, i 60,000 a 51 e 51 3f4 d.
Sobre Franca. 300,000 frs. as cotaces.
Sobre o Rio de Janeiro, 400 cucas."
Sobre Buenos-A>its, 4,000 oaeas.
Divida publica.Fundada 70 0|0, e interna a 42
Om do valor; anglo-franceza nominal, e consolida-
da 2,70 a 2,80.
Descontos.Os bancos Commercial e Mau em-
prestan! a 12 e recebem a 8 Ojoao anno.
Na praca regulara a I 1|4 0|o [ior nm.
Frotes.Inglaterra, 30 sh. couros salgados e 20
e 25 sh. os fardos com 5 Om.
Havre, 40 frs. couros salgados. 90 frs. ditos sec-
eos e 40 frs. os fardos com 10 0|o de capa.
Estados-Unidos, 1|4 cL couros salgado, 1 et. di-
tos seceos e 9 pas, os fardos com 5 0|o em navio
estrangero.
Brasil, carne secca 4 rls. para o Rio, 5 rls, para
,1 Baha e 6 rls. para Pcrnambuco com 5 Ojo-
Rio-Grande, .'ti de jittko.
O movimento commercial da praca no deearso
deste mez nao foi importante; todas as transaccoes
foram limitadas, tanto nos gneros de importaco
como de exportacio: nos de consumo, porque
se achara interceptadas a maior parte de oossas
commuiiicacocs com o interior, emronst-quencia da
cstaco invernosa e onde mesmo as ngociacoes
se resentem de grande desanimaco ; e na evpor-
jaeao por estar concluida a safra, e ser diminua a
existencia de seus productos.
Com as entradas que houve oeste mez fica o mer-
cado regularmente supprido de alcatro, banba,
breu, agua-raz, alvaiaoe, arroz, azeite, bacallao,
cerveja, cha, genebra, mantega, oleo de linhara,
presuntos, vinhos, tanto catales como de Lisboa.
De gneros nacionacs : de arroz regularmente.
supprido, de assucar e caxaca com importantes de-
psitos, e muito abundante de fumo e vinagre.
Havendo falta em primeiras mo*, de azeitouas,
bacalho que ainda obter fcil rcalisaco, figos,
passas, faltando tambem massas de ba qualidade,
e novas, queijos flainengos, tinta de oleo, vinagre
de Portugal superior, assim como cal, que fteam
as existencias de primoira mao concluidas.
O carvo leve alguma diminuicao no seu depo-
sito, rcalisando-se de de 22 a 2 W a tonelada.
A tari nha do trigo vai memorando, obleado me-
Ihores cotaedes, por estar muito n-duzida a exis-
tencia da velha, que preiudieava as vendas da ba
qualidade ; e estas recobrando urna posicao mais
favoravel para o importador. A que ha para dispr
nao excede a 4,300 barricas.
0 assucar fica em bastante apathia, em conse-
quencia dos armazenarios estarem sappridos, e
por nao ter havido pedidos do interior. Todava,
como este artigo de grande consumo e nao se
esperara maiores supprimenlos, breve se desenvol-
ver a sua procura.
A cavaba, que nao ser tao fcil inelborar
suas co'a-es, porque tica um deposito avuludo
e com pouca sahida para o interior, por estarem
os mercados sullicientemente abastecidos.
De varias miudezas que se recebem dos E.-U-
dosl'nidos, nao ha falta por ter viudo bom sorti-
iuento.
Nos productos das xarqueadas em pouco tempo
se concluiram todas as transaccoes.
J nao ha grande deposito de xarque para dis-
par, e este nao excede a 120,000 arrobas, sujeito a
exigencia elevada dos xarqueadores, que alguns
j pedem 25200 por arroba, dispondose a expor-
-lo por conta propria a nao conseguir suas pre-
ten<5es.
Durante o mez Uzerara-se varias compras de
15600 at 15800 por arroba, e falla-se que uestes
ltimos dias se comprou um carregamenlo a
por arroba, porm genero de superior qualidade,
e para o mercado da Bahia. Calculamos anda a
existencia de xarque na provincia para se expor-
tar cima de 400,000 arrobas.
As nulicias das.Mas retar* em que fleavam
novamente os governos de Montevideo e Buenus-
Ayres talvez possa influir, prejudicando as rota-
coes deste arligo no nosso mercado.
Nas gorduras conscguiraio alguns possuil
vender 100 pipas de graxa a 45 a arroba, e 120
barricas de sebo a 55 : como tambem se comprou
oulra partida do 60 pipas de graxa a 45 e too
barricas de sebo a 45800; foram estas as unirs
Uaiisaccocs ipie houve a e>te- piceos, |H.rqne aly-
mos teretn-so comprado uns peijuenos lotes a 3J8fW
a arrolla graxa, e 45800 o sebo. Este artigo lira
actualmente apalhico.
De couros rateaos seceos compraram
Estados-l'nidos cerca de 10.000 mu d.- 2l-' aU-.
220 rs. por libra, regulando 21 libras ; e pai
Porto varas fraetjocs do 220 at 10; actualmcate
nao sio ja iSo piocuiado-, o mesmo j nao ha na-
vios que os |Mjssam receboi por estarem roa seus carregaiiientos completos, por mijo motivo
varias partidas viudas de Porto-Ale.'re i. i
realisado de 210 a 220. segundo sua qualidade.
Os vaccons lalgados coinpraiam-se a 100 rs. t
de vocea e 123 os de novilho, pnros estes qo se
deram por uns 5,000 couros, mais ou menos,*
terse-team eltectoadooutra> tran :ugaM
xarqueadores, que ainda teui alguma- partidas,
nao oxigissem 13 rs. por libra |-l *!
comtudo consta-nos que se deu ja este preco poi
um pequeo lote, afim de concluir um rarrega-
mento.
No mercado de coreaos apoMOCeo um pouco de
animacao para o artigo farinba de i
rain alguns navio- para Portii-Ale^r- tifer-cu-
carregamentos, que soguiro pon ti p"rtosdo !-
te. 0 inilho. feijo o varios oulros pai ftean
sei 11 demanda.
Cambio.Sacram-se sobre Londres por este pa-
quete Gerente, 12.000 i a 24 l|4 24 d. Pars
62.000 francos a 395. Rio de Janeiro cerra de
105 ("005 a 6 0|o90dias. incluindo luou05a 70y
90 dias e 10 0|() vista. Baha ~ i-j ;, \ Oy, o,
dias. Pernambuco 17:iX)05 a 4 elfd 'JO das.
Sommam as operacoes do mez en i 19.00*
bre Londres, 1.19.000francos sobre Paris. IDUOtM
sobre o Rio de Janeiro, 12:0005 sobre a Baha e
25:0005 sobre Pcrnambuco.
Moeda nacional papel. Regnlou durante o mez
9 a 9 1|2 Om de premio.
Fretos. Fretaram-se durante o mez 5 navKj-
para COOros para o canal. 2 a 60 sh. e 5 0|o, I a
55 c 5 0|o ; 2 para craza, t por '*2 l|i "> H\,> pan
Liverpool c outro por 18 sk para o canaL Para o
imperio rcgularam 300 rs. por arroba para o Rio
de Janeiro. 400 rs. para a Babia, o 500 rs. para
Pernambuco.
1" de ngosto.
Cambio. Londres, 24 1|4 a 24 d. : Par, 3*5
rs. ; llamburgo, nominal ; Rio de Janeiro. 6 Ob)a
90 dias ; Haba, 4 0|o a 90 ata : Pcrnambuco.Te
5 Om a 90 dias.
Moeda nacional.-9 c9 l|2 Ofende premio.
Frotes. Inglaterra, cornos salgados 55 so. e 5
0(0 ; cinza 42 I|2 sh. c 5 Ojo Liverpool ; Rioa>
Janeiro 200 rs.; Babia. 400 rs.; Ptraiateiro,
500 rs.
Baliia.Falloceram o Ij^m visconde dos fias,
presidente da caixa filial do banco do Brasil; e o
Rvm. Jos Joaquim Teixeira dos Sanios, vigario da
cidade de Santo Amaro.
Havia corrido torease batido ao arfa s
vapores americanos: varifteeu-se. porm ao pas
terem sido os tiros, ouvidos pelos pescadores, dadas
pela carreta de guerra ingieza Sattelite, eso ejer-
cicio no alto mar.
Cbegaram, de diversos destinos, as eanva*
de guerra ingloza Sattelite, e americana Om"*,
c o vapor federal Mohican.
As elei?oes corriam calmas e ti
todas as freguezia- da capital e cire
CaS
O cambio regulara: sobre Londres a 2"/,;
sobre Paris a 355 rs.; sobre Hasateirgo a Hora.; e
sobre Lisboa de 97 a 190 %.
As oncas bespanholas venderam-se de 205
a 305000. _
Chogaratn, proce*lentes de Peroaaboes: a
28, o patacho hespanbol Ricardo, coa M) da* -
a 29, o hiate Dons trmaos, com 6; a 31, j
italiano .Wiirw, com 5; e a 4, os dita
Mercey, cora-5, e Jessie, com 4.
Sahlram para Pernamboeo : a |
bote Tino, e o brigue Imperad*, a % oj
panhol Ventura : e a 5, o brigue "
Palma.


i-





T9ET------'*?"

s
penas flcava carga para Pprnambuco, a
Barrito, e o patacho D. Luiz.
L-se no Jornal da baha:
O capitao Ledun da barca franceza Santa
\u-tha, que, procedente do Havre, hontem (4)
amanlieccu neste porto declara, que na lat Me
I ong. 26* O. se apresentra a sen bordo o captlSO
A. Glendining do brigne inglez futtr, da prara de
Londres, em viagom de New-York para" o Cal da
Ba-Esperatuja, e pedio-lhe (parecendo, que tinha
o espirito bastante desarrapado) qne o acolhesse
como passageiro, fazendo-o substituir a bordo do
ltutte pelo piloto do Santa Marina, visto nao inspi-
rar conflanca o piloto daquelle; ao que acceder o
capitao Ledun, depois de se ter assegurado, que o
Rutte, nao havia tocado em porto algum suspeito,
e trazia limpa a sua carta de sado. 0 capitao
Glendining chegou pois a esle porto a bordo do
Santa Martha.
Sergipe.Tomara posse da presidencia o Exm.
Sr. Dr. Aloxandre Rodrigues da Silva Chaves.
Alagos.Em geral corra placido o processo
eleitoral, ha vendo os conservadores abandonado as
urnas as freguezias da capital, oom pequeas
excepeoes.
Em villa de Sania Luzia do Norte e Alalia, hou-
wraii alguns disturbios, sem graves consequen-
cias.
Os presos la cadeia realisaram uina fgida de
17, por ineio de um arrombamenln que praticaram
na parede de urna priso que se eslava concertan-
do. Apenas dous foram agarrados de novo.
Haviam fallecido victimas do cholera-inorbus,
oito pessoas de una familia, dentro em poneos
dias.
PERIUMBUCO
REVISTA MARA.
Informam-nos que andam pela estrada de Joao
de Barros uns desertores, que vo accommettendo
aquells sitios sem a menor satisfaco aos donos.
Ser conveniente que se trate da pe-Ios bom reca-
do, inesmo para desassombrar aos moradores dalli.
Sabbado solemnisou o Gabinete Portuguez de
Leitura o seu dcimo segundo anni versara
Iiistallado em 1831. este magnilico estabelcci-
mento Iliterario tcm floreacido por tal maneira,
que pode rivalisar em riqueza, aceio e brilhants-
mo com as melhores instituiooes d'este genero
existentes no imperio.
Sustentado e engrandecido por urna parccUa da
numerosa familia portugueza residente entre nos,
sao visives e palpaveis as vantagens que esta as-
sociaco tcm prodgalisado, nao so nossa moci-
dado estudiosa e acadmica, como principalmente
aos lilhos de Portugal, que alli passam as horas
minguadas do seu ocio instruiudo-se e recreian-
do-se.
Deze annos de existencia sao j bastantes para
attestar p solo, intelligencia, patriotismo e nobres
aspiracoes dos benemritos socios desse rico esta-
belecimento, os quaes I he tem prestado conslante-
mente o seu contingente de serviros e de dinheiro.
O estabelecimento osle ve inagnificamenle deco-
rado e exposto concurrencia publica, lia vendo
grande concurso de novo a visua-lo desde as 10
lioras da manha s 10 da noite, notando-sc a ale-
gra e o prazer em todos os semblantes, dando-sc
os Brasleiros e Portuguezes o aporto fraternal e
sympathico da amisade e cordeahdade i|ue os une
a estimula.
I.ouvores, pois. sejam dados civilisadora asso-
ciago do Gabinete Portuguez de Leitura, que as-
sim contribuc nobrementc para a diffuso das lu-
zes e eugrandecimento do edificio social.
As clecoes lem continuado a eoncr calmas
em toilas as freguezias da capilal o suas proximi-
dades. Concluo-se o proceoso eleitoral da apura-
cao na freguezia da Boa-Vista.
A irmandade da Misericordia festejou, no
sabbado, a sua padroeira, com a pompa condig-
na de urna tal soberana.
No hospicio da Penha realisou-se nesse da o
Te Deum. peluanniversario de S. M. o Imperador
dos Francezes, ao qttal, como sempre, assistiram o
Exm. Sr. presidente da provincia e autoridades da
capital, oflicialdades da marinha brasileira e in-
gleza, e do exercito, os diversos cnsules e vice-
cnsules, e pessoas gradas e um bom numero de
oidados francezes.
Tambem toi festejada, nesse (lia o no niosuio
hospicio, Nossa Senlfora Mae do Povo, comobri-
lhantismo do cosluroc, e com aquelle recolhimcnto
que soem ter as festas que alli se eclebram.
-- Anda nesse dia festejaram os religiosos Car-
nelilas, Nossa Senliora do Carino, do frontespicio,
sanio com o esplendor de outros lempos, com a
solemnidade o brilho que merece tal Senhora.
A" noite quemou-se um pequeo, mas bello fogo
de artificio.
Domingo os novicos da Ordem Terceira Fra-
ciscana solemnisaram, com esplendor, a festa da
sua padroeira Nossa Senliora da Ajuda.
Em virlude de deliberacao da direclori ado
Banco do Brasil, a sua Cala Filial nesta provin-
cia convida aos accionistas, aqu residentes, a en-
tra ivm com 205000 por accao, at ldomezde
setembro prximo.
Escrevem-nos do Bonito, a 11 do correle :
No dia 0 comecou aqui a elei*ao para cleto-
toivs; ainda se nao concluiram os trabalhos ; cor-
reni. porm, ellas pacificamente, graras interven-
cao do nosso juiz de direito, que procurou eone-
cliar os auimos (o que alcaneou), preparando tudo
para um resultado digno das' suas intenroes e da
ndole pacifica e boa dos Bonitenses. Tiido assim
di-posto, eajudado pelo delegado de polica, espe-
ramos que at o fin correrao os trabalhos com a
niesiiia calma coin que foram encelados.
O cholera-morbos parece querer domiciliar-se
no*Brasil (o que eus nos livre). Embora mal-
tratado por aqui com piraenta, camphora e strog-
noff e outros emolientes dcstacathegora, assim ines-
mo nao nos quer deixar, e nesta comarca que
niais longa assifltencia tem feito. Diversos pontos
acham-se affectados, e para ellas tem o Dr. juiz de
direito enviado pessoas encarregadas do trataraen-
to dos desvalidos. O capricho dessa terrvel mo-
lestia tem-se arredado da theoria das epidemias,
(ao menos aqni) porque, ataca com o mesmo furor
durante o invern, como nos melhores dias de ve-
rao. Emquanto nao se descobi ir um agente, que
tenha a virtudc de neutraljsar a causa miasmtica,
a os effeilos da intoxicacao teremos de nos su-
gcilar, iherapeulca adoptada, islo comba-
t t>se os elTeitos sem atacar e neutralisar a causa,
ou pelo menos ellimina-la.
Esqueca-me* fallar da correi*jao, encerrada em
audiencia solemne no da 8 do corrente.
t Embora atropellado, com reclamacoes dos di-
versos pontos affectados da epidemia, pode assim
mesmo o Dr. juiz de direito formular n seu provi-
mento geral, que fo jxjr elle lido no mencionado
dia 8.
Atranquilldade publica nao tem sido alte-
rada.
t As feiras tem sido pouco concorrdas em ra-
zo da epidemia.*
Carta, que vimos de receber de Fernando
de Noronha, pelo hiatc Camaragibe, diz-nos o se-
guinte :
Habituado a ver quasi sempre ter-se pouco
cuidado das fortifieacoes deste presidio, muito me
alegra o zelo e afinco com que no aceio e preparo
delas se tem empregado o Sr. coronel Leal.por-
quanlo isso provar as estrangeiros em prl do
uosso governo, e serum testemunho das vanta-
gens que colhem estabelecimentos desla ordem,
com a direccao de homens laes como o Sr. coronel
Leal.
As desmanteladas fortaleza c batera dos Re-
medios acham-se em estado de poder resistir
qualquer choque ; preparados os artilheiros conve-
nientemente, sob a direccao do hbil offlcial o Sr.
capitao Jos de Cerqueira Lima, nenhuma duvida
tenho de que poder ser mostrada aos offlciaes es-
trangeiros que aqu aportarem.
Em ludo aqui roina ordem, aceio e promptido
na execucao das ordens emanadas do commandante
do presidio, que sabe sempre alliar o rigor da dis-
ciplina com a bondade do homem de coracao, sem
quebra de sua dignidade e perda do servido pu-
blico.
t ltimamente honve aqui exercicio ao alvo
pelos artilheiros dos Remedios, sob a direccao do
Sr. capitao Cerqueira Lima, que correu sonrivel-
mente, publicando por essa oecasiao o Sr. coronel
Leal as duas seguiutes ordons do dia :
t Qoartel do oommando do presidio de Fernan-
do de Noronlia, 30 de Julho de 1863. Ordem do
dia n. 14.Sendo necessario adestrar nao so os
Srs. offieiaes, como as pracas de pret, qne se aeham
em guarncao neste presidio, nos exercicios d'ar-
tilbaria de alirar ao alvo ou de ponto em branco;
c bem aasim conviado preparar no tempo de paz
para cada um poder exercer suas funches em
casos extraordinarios; o coronel commandante or-
dena que, boje pelas 4 horas da tarde, tenba lugar
tal exercicio na fortaleza dos Remedios, que de-
vem comparecer todos os Srs. offlciaes, e mais pra-
cas de pret, de que se eompoe a reMWa gnarni-
SSo. O mesmo coronel commandante recommen-
a ao 8r. capitn Jos de Cerqueira Lima, com-
mandante do destacamento de artilhara, que te-
nha toda a palamenta e mais pertenecs em estado
de se poder unecionar.
" Quartcl do commando do presidio de Fernando
de Noronha, 31 do julho de 1863. Ordem do dia n.
15.O coronel commandante, tendo hontem assis-
tido ao exercicio de artilhara de atirar ao alvo ou
de ponto em branco, na fortaleza dos Remedios,
como havia determinado; tem a satisfcelo de de-
clarar piiarnicao que bem condecen nos Srs. of-
flciaes o desejo de prestar-se cada um aquelle
servico. Pela direccao dos tiros, que muito se
approxiniaram do alvo, demonstraram que houve
empenho em acertar, e o conseguirlo se continua-
iviu a praticar. O mesmo coronel commandante
declara* aos Srs. offlciaes que, quando o serviep
feito com vontade, n5o s satisfaz o mesmo- servi-
co, como tambem se torna credor da estima
daqueHe que os dirige. Finalmente louva ao Sr.
capitao Jos de Cerqueira Lima, commandante do
destacamento de artilhara e encarregado da di-
reccao da batera, pela dedicaran com que se hou-
ve no desompenho do servico a seu cargo, e aceio
em que se acha a referida fortaleza.A. G. Leal,
coronel commandante.
Um Sr. que nos honra com as suas lembran-
cas, enva-nos a quo damos em seguida, para a
qual solicitamos a devida atteucao de quem com-
petir.
Si: rtdaetor da Revista Diaria,Como Vmc. nao
ignora, as obras que modernamente se executam,
eoni jttueas-exueiicoei, ten) sempre em mira o com-
modo e a facitidade do publico. assim que na
Europa ao longo das estradas collocam-se pequeas
bancadas, onde o viandante opnresso pela tadiga
poda assentar-sa e rapusar; mesmo enlre nos
tem-se estabelecido a construegao de bancos de al-
ve naria em certas ponles do campo, de modo qne,
por cxemplo, vemos dous bancos de alvenaria na
ponte da estrada do eemiterio publico, na ponte
junto a fundicao da Aurora e em outras.
Por esta razio lerabramos a conveniencia de na
ponte de ferro Pedro H serem collocados em seu
centro dous bancos de ferro, guisa dos dous que
ha na ponte da Boa-Vista, sendo o assento de ma-
deirae todo perforado como os daquelles, devendo,
porm, estes dous bancos serem de urna elegancia
condigna belleza da ponte de ferro de Pedro U,
em que tem de ser collocados.
Esperamos que Vmc. em sua Revista Diaria
lembrar este objecto reparticao das obras pu-
blicas.
Consta-nos, por informacSes que nos dao,
que acha-sc em estado de ruina o passadico que ha
ao longo do sitio do finado Herculano Alves da Sil-
va. Convm, portanto, que seja desde j reparado
esse estado, aljjn de evitar algum desastre, que
possa acontecer.
Tendo-se concluido o processo eleitoral das
seguinles parochias, damos os respectivos resulta-
dos ao conheciraento dos leitores :
Freguezia de Iguarass.
Eleilores.
Barao do Bio Formoso.
Epaminondas Vieira da Cunha.
Dr. Joao Carlos Augusto Cavalcanti Velez.
Dr. Antonio Tristao de Serpa Brandao.
Manoel Francisco de Souza Leao.
Joao de Car val ho Baposo.
Padre Florencio Xavier Dias.
Jos Teixeira da Motta Cavalcanti.
Joaqoim dos Santos Teixeira da Motta Cavalcanti.
Manoel Joaquim da Fonseca Galvao.
Antonio Gomes Cordeiro de Mello.
Antonio Hodrigues Camjiello.
Joao Manoel Vieira.
Manoel Ignacio da Luz.
Joao Baptista Teixeira Cavalcanti.
Francisco Muniz das Chagas Pacheco.
Claudino de Menezes Vasconcellos de Drummond.
Manoel Jordao de Vasconcellos.
Antonio Martins do Couto Vianna.
Antonio Fernandes Velloso da Silveira.
Joaquim Candido Bezerra de Mello.
Carlos Augusto de Barros Lima.
Jos Matliias da Fonseca.
Basiliano Rodrigues Campello.
Francisco de Hollanda Cavalcanti.
Ismael Clemenlino liezerra.
Piarfo e PcmaMlweo *ftunda jrtwi 11 de Agttto de 1SW.
Jos de Mories Gomes Ferreira.
Vigario Jos Luiz Pereira de Queirw.
Commendador Manoel da Vera Cruz Lns e Mello.
Commendador. Domingos Francisco de Souza Leao.
Comiucndador Braz Carneiro Leai >.
Antonio Bandeira Carneiro Leio.
Visconde da Boa-Vista.
los Jo llego Barros Junar
Bernardo Ferreira de Barros Campello.
Candido Jos Lopes de Miranda.
Manoel Barbosa da Silva.
Dr. Joao Gonzagc, Bacallar.
Antonio Manoel do Reg Barro?.
Antero Vieira da Cunha.
Virginio Barbosa da Silva.
Joe Paulo Carneiro de. Souza Bandeira.
Joaquim Theodoro da Silva Cisneiro.
Jos de Albuquerque Mello hoyla.
Manoel Joaquim do Reg Barreto.
Leopoldo Augusto Cesar de Gusmao.
Thoniaz Jos da Silva Gusmao.
Commendador Joaquim Francisco Paes Barreto.
Antonio Baptista Teixeira.
Joao Luiz tioncalves Ferreira.
Dr. Jesuino Lopes de Miranda.
Manoel Felppe de Souza Leao.
Engenheiro Flix Ramos Leuthier.
Vicente de Moura Pessoa de Siqueira.
Antonio de Lima Maciel.
Paulino Pires Falcan.
Manoel Olympio Carneiro Leao.
Antonio Netto Carneiro Leao.
Dr. Joao Carneiro Lea.
Antonio Carneiro Lins e Mello.
Eduardo Carneiro Leao.
! Manoel Carneiro Leao Jnior.
Francisco Carneiro Rodrigues Campello.
i Dr. Manoel Nette Carneiro de S. Bandaidu
i Dr. Antonio Rogerio Freir de Carvalho.
Dr. Maximino Rbeiro de Aguar MOntarroyot.
Joao Cavalcanti de Souza Leao.
Manoel Jos de Sant'Anna Araujo.
i Julin Pereira Maltosa
Flix Rbeiro de Carvalho.
! Joao Eloy Cavalcanti.
Jos Eloy do Paira.
Antonio Pedro do Rogo Barreto.
Joao Barbosa da Silva.
Ignacio Ferreira Coimbra.
Francisco Delphino da Silva.
Francisco Xavier Mendes da Silva.
Francisco Beringuer Cesar de Menezes.
Ernesto Ferreira de Barros Campello.
Joao Xavier Mendes da Silva.
Joao Rufino Ferreira.
Claudino dos Santos Lopes Castello Branco.
Antonio Jos Vaz Salgado.
Rkparticao da polica :
Extracto das partes do dia 14 do corrente.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 13 do
corrento :
ordem do subdelegado do Reeife, Innocencio
Rodrigues, branco, por desordena e desobediencia.
ordem do de Santo Antonio Antonio de Sou-
za Lima, branco, por disturbios, Manoel, crioulo,
cscravo de Manoel Machado, por infracrao de pos-
turas.
Ochefe da 2seceao.
J. G. de Mesqmta.
Moviinento da casa de detencao no dia 13 de
agosto de 1863.
Existiam........ 409 preso
Entraram....... 3
Sauirain........ 6
Existen)......... 406
A saber
Manoel do Nascimento-Vieira da Cunha.
Antonio da Cunha Vieira de Moraes.
Pedro Clementino de Souza Pimentel.*
Francisco Xavier Das de Albuquerque Jnior
Antonio Joaquim da Fonseca Galvao.
Antonio Joaquim da Fonseca Galvao Jnior.
Mart niano Jos Rbeiro Pessoa.
Euproprio Rosalino do Espirito Santo.
Benedicto Manoel do Rosario.
Vicente Ferreira de Mello Jnior.
Joao Evangelista de Almeida.
Felppe Diniz Cavalcanti.
Jos Ignacio da Fonseca e Silva.
Joao Marques de Souza.
Antonio Gomes Ferreira de Abreu e Mello.
Francisco de Paula Cavalcanti.
Aureliano Cavalcanti de Albuquerque.
Francisco Vieira de, Araujo.
Scbastiao Duartc da Silva.
Antonio Gomes Ferreira.
Pantaleao Jo.- de Sant'Anna.
Antonio Gomes Ferreira.
Joao Monteiro da Silva.
Joao Vieira de Aluquerque.
Joao Evangelista de Almeida.
Jos Pedro de Souza.
Pedro Antonio de Mello.
Jo3o Rbeiro Pessoa.
Bernardino de Sena Salles. ^ .
Manoel Felppe da Assumpcao.
Luiz Ferreira Bandeira de Mello.
Supplentes.
Joao Luiz de Almeida Ribeiro.
Antonio Borges Galvao l'cha.
Hermano Jos da Silva.
Domingos Goncalves Pereira Bastos.
Joo Peixoto de Araujo.
Francisco Xavier Dias de Albuquerque
EstevSo Francisco Pessoa.
Jeronymo Leitao da Costa Machado.
Manoel Francisco de Olivera Machado.
Manoel Antonio Ferreira.
Manoel Filgueira Galvao.
Felppe Filgueira Galvao.
Pedro Correia de Amorim.
Joo Xavier Dias de Albuquerque.
Joo Victoriano de Fraga.
Luiz Francisco Muniz.
Cosme Damio'dos Santos.
Domingos Manoel de Abreu.
Manoel Ignacio de Albuquerque.
Cosme Damio de Albuquerque.
Jos Ignacio Ovidio.
Miguel da Cunha Ferreira.
Joo Vieira Magalhes.
Antonio Vieira Magalhes.
Trajano Duarte de Santiago.
Domingos Thootonio do Nascimento.
Pedro Duarte do Nascimento.
Tarquino Ferreira da Silva.
Manoel Joaquim Pereira.
Honorato Escorel de Mendonja.
Jos Vieira de Fraga.
Tarmcllao de Albuquerque Nascimento.
Euphrausino Lobo de Albertm.
Marcolino Gomes Coutinho.
Jos Ignacio da Costa Monteiro.
Antonio Escorel de Mendonca.
Antonio Joo de Oliveira Cabral.
Joaquim Mauricio Tavares.
Luiz Gonzaga Peixoto Miranda.
Joaquim Bernardo de Sant'Anna.
Tranquilino Marques de Souza.
Padre Jos Bezerra da Silva Villarim.
Jos Joaquim da Fonseca Galvao.
Olegario Collecto Pereira.
Joao Neporauceno Gomes Caite.
Trajano Monteiro de Mello.
Luiz Severiano Marques de Souza.
Francisco Martins da Costa.
Cosme Damio Pereira da Luz.
Emilio de Souza Costa.
Tertuliano Jos dos Santos.
Antonio Correia de Amorim.
Tnom Calistino da Costa.
Francisco Rodrigues Campello.
Antonio Elias de Moura.
Francisco Campello Pires Ferreira.
Pedro Francisco Peixoto.
Freguezia do Cabo.
Eleitores.
Dr. Jos Mendes Carneiro Leio.
Josa Joaquim do Reg Barros.
Joaquim da Souza Leio.
Jos da Silva Cisneiro Guimaraes.
Nacionaes......282 *
Estrangeiros..... 31
Mulheres....... 10
Estrangeiras..... 3 -
Escravos....... 74
Escravas........ 6
406
Alimentados acusta dos cofres pblicos.. 163
Pssageiros do vapor brasileiro Princeza de
Jointilte, vindo do Rio de Janeiro -.Coronel Fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo e um escravo, D. Ma-
ra Luiza do Reg Barros, Dr. Jos Nicolao Pereira
dos Santos, um fllho menor e um escravo, D. Mara
Juliana da Concnicao, Fr. Luiz Tiscorne, Manoel
da Costa, Antonio Teixeira, Serino Rodrigues da
Silva Campos, Tiburcio Valeriano Ferreira de Mel-
lo, Joo Dias de Oliveira santos, Theodoro Teixeira
Gomes, 1* cadete Julio Cezar do llego Barros, sol-
daju Laurindo Auuiuiu Raphaol Bertolui, Antonio l^onardo Palacchi. iier-
culano da Cosa Luvo, Miguel dos Aojos de Almei-
da Vilarouco, impcriafmarinhelro Antonio Esteves,
um escravo de Jos Justniano de Moura. ex-praca
Torquato Thomaz Lopes e sua senliora, Jos Joa-
quim Dias Ferreira, Jos Antonio dos Santos An-
drade, Jos Mara Baptista Carneiro. Pedro da Sil
va Reg, Jos Domingos Pereira, Candido Joao An-
tonio Lopes, Ismael (liberto). Mara Joaquina (li-
berta), Sadoce (liberta).
Seguem para o norte ;
Coronel Francisco Xavier Torres. Joaquim Fran-
cisco Gnilhenne, Xisto de Paula Baha, Antonio da
Motta e Silva, chefe de esquadra Joo Mara Wan-
dcnkolk c dous criados, lu tenente Francisco Jos
de Freitas e um criado, Guilherme Fox e sua se-
nliora, Tito Creian, Emilia Goldcgel e 3 filhos.
Pssageiros do hiate nacional Camaragibe, en-
trado da illia de Fernando : -#Joo Francisco de
Sohza, Manoel Thomaz dos Santos, Carlos Augusto
Carneiro Monteiro c Antonio Emido de Souza e um
escravo.
Pssageiros do vapor brasileiro Princeza
de JoinvilU; sabido para o Para e porlos interme-
dios :
Antonio Fernandos de Carvalho Lisboa e sua se-
nliora, Joaquim Infante da Cmara, D. Eugenia In-
fanta da Cmara, Luiz Candido Furtado Coelho,
Joanna Januara da Silva Bitencourt. Raymundo
A. Salazar, Joo S. Pereira Pacheco, 1 soldado, 1
escravo, Jos Rodrigues de Sampaio, Francisco Ro-
drigues de Sampaio, D. Adriana Mara da Concei-
cao, Joo Jos Henriques, e 1 escravo, Mara An-
tonia dos Prazeres, Dr. Gabriel Soares 11. C, su
senliora, 1 (Iba, 1 criado e 4 escravos, Antonio
Correa de Vasconcellos.
OBITI'AHIO DO DIA 14 DE AGOSTO, NO CEMITK-
1110 PUBLICO :
Francisca Joaquina das Chagas. Pcrnainbuco. 34
anuos, solteira, Santo Antonio; tubrculos pulmo-
nares.
Antonia Maria da Conceicao, Pernambuco, 40 an-
nos, uva, Boa-vista; phtysica pulmonar.
Jos da Rocha, Portugal, 23 annos. solteiro, Boa-
vista ; alnmia.
Maria da Natividade, Pernambuco, 20 annos, sol-
teira, Boa-vista ; splenito.
Benedicta, Pernambuco, 40 annos, solteira, escra-
va, Boa-vista; marasmo.
Torquato, Pernambuco, 18 mezes, Boa-vista -, hepa-
titc aguda.
Ns rogamos a Deus qwe te ajnde no leu re-
sultado, anm de ine avista da obra conchuda, fiea
calar as patarras a sen respeito.
5 do maio de 1863.
i O amigo sincero Abd-Kl-Kadrr Den Melnis--=
man.. J
A Revista Coimnereial em um fothetifn traz o se-
guintc :
ltimamente fez beneficio o distineto artista Joa-
quim Augusto, e por essa occasio alguns acad-
micos reciiaram bellas poesas, que foram geral-
inente applaudidas.
Entretanto, nem urna deu tanto no goto dos es-
pectadores con aqueNa, qne ora transcrevemos.
E' orna peoa original que faz honra ao seu autor,
c produzir.i sempre a mesma tempestade de riso
com que fo saudada nessa noite. Ei-to ipsis verbis:
i Nessas maltas seculares.
Naqueiit* verdes palmares.
Que se elevara at os ares
(Juerendo abarcar o ci;
Nessas verdentes estotras
Aos brindes das cacheteras,
Aos brindes das bananmras
Um vulto, um genio, nasceu !
Nasceu nesse vasto deserto....
Todo de mattos coberto,
Ouvindo os dulios concertos,
Das aves saudando o da;
Tendo por mm anatura,
Tendo por btreo afothura,
Tendo por gloria aventura,
De ter por patria a -poetia '.
Naseeu aos sons da harmona,
Onde a mao das ventanas,
Dedhando as melodas
Na lyra desses sertdes ;
Fadou-o genio,, qual Marte,
Dcu-lhe nm sceptroum baluarte,
F-lo soldado da arte....
F-lo rei dos coracOcs I
F-lo gigante fremente,
F-lo um poeta ardenle,
F-lo um astro resplandente,
Desse immorredouro de luz'.
Que digam as bananeiras,
Que fallen as cachoeiras.
Que repitan essas patmeiras,
Da trra de Santa Cruz I
Se estas arvores frondosas,
Se alteiam to virosas,
Com as liastes orgullwsas.
Nao o inspiraran talvezi
Elle est alli qual gigante,
Sempre em pe e ovante,
Sempre valenle e bellante.
Aquelle que em pf alli vs!
Eu te sado oh poeta I
Nesta festa to dilecta,
Era que as brisas qual prophela,
Te fann o seu cultor:
Eu te sado pois, Marte,
Beijando ten baluarte,
Que conquistastes na arte,
A' gloria do ten amor '
E nascestes h"mi ileserto,
Todo de mattos coberto,
Ouvindo os dulios concertos,
Das aves saudando o dia;
Tendo por tniii anatura.
Tendo por berro afolhura.
Tendo por gloria aventura.
De ter por patria apoesa!
A ser poeta, s assim! 0 cantor teve por fin
mostrar as virtudes da banana, e f-lo com talento
e inspiraco. E se nao verdade,
Que fallem as bananeiras,
Que digam as cachoeiras,
Que repilam as palmeiras,
A -uuna destas asneiras.
E' o caso de dzer-se,. quem nao |de nao se
ajusta. Desgracado daquelle que nao lem con-
scenca do papel quo representa no meo do pu-
blico.
O Correia Paukstano, acaba de publicar pedi-
do semelhante poca de architeetura, c por causa
das duvdas puz "baixo do nomo do autor a se-
guijg iinumU Tj/pograpkia Imperial.S. Paulo
dor da ra Nova, .de qoeu fie sotfrera nm
molho.
O que, porm, nao est na mente, mas no do-
minio do publico, : que pela sua Itnsoagem de
corticq leon condecido coma- digno fillio de' tal
lugar.
0 seu seu dono, fique-se com a lauta que dous
negros Iho arrumaram cara, e o morador da ra
Nova na altura em que est.
PBLICACOES A PEDIDO.
AO IMIII.IC O.
Srs. edictores.Smente por deferencia aores-
peitavel publico, inorraente dquella parle, que
me nao conhece. que venho pela primera e ulti-
ma vez responder duas palavras ao aranzel, que
no seu conceituado Diario de hoje fez publicar
meu (infelizmente) rmo Bento Antonio Carpin-
leiro da Silva, emprazando-me para que me nao
retire para Europa svm pagar-lhe o que lhe devo,
e alm dos insultos com que se dignou mimo-
sear-me, [tede ao lllm. Sr. Dr. chefe de polica me
nao d passaporte. visto que tendo procurado al-
guns amigos meus para me fallarem a respeito de
sua pretencao, no sentido de evitar pleitos judi-
ciaes, eu a nada quizera annur.
Em defeza de minha honra son forcado a fazer
publico algumas particularidades que 'desejava fi-
cassem sempre olvidadas; acompanharei por tanto
os tpicos desse aranzel em suas partes: diz o Sr.
Bento que procurara alguns amigos meus, appello
para os Srs. Joo Matheus, Dr. Rufino Augusto de mem do meu lado, escapou de ser victima, sendo
Almeida, e Rocha, que foram os nicos que a tal mnito feliz em rasenrem-lhe apenas a rasaea ; *
respeito nae fallaram para declararem se nao se que o Sr. Lopes Gnmiaraesiingindo ignorar a anar
convenceram de nao poder ter lugar a pretenco lllia- 'luc remava entre a populaca. afflanrava qih-
do Sr. Bento por desarasoada e extravagante, em tu,l ia cm \Ka, contra o testemunho da mesa e v
vista da propria coala fornecida pelo Sr. Bento. muitas outras pessoas. que viram o votante esnoa
Quanto ao passaporte, j o tenh em man poder CMo, e o examinaran, c vendo impones os antore-
nao seria o Sr. Bento. que me impedira de fazer gestes tentados, anmiando-se a>s,m ..- m.o-
nio podessenl transitar os votantes, que lh^ eran
-. pro[Mmilo-lhes ou aceurem M sow eto-
pas ou retrogradar
Tendo scienela d'estes factw. e ainda estando r
boa fe, dingi-me ao E\m. presidente, e dei-llie
parte do occorrido, pcdiano-lne que dea orina
para que se tomassem osCaeetes e facas, d" r\\
achavaui munidos grande pane de meus adver-
rios, visto que nao havia neeessidade, nao s or
estarem desarmados todo.- os ineus, como por w
d'este modo podiam dar.se seMas desatmnvoM.
Este disse-me que mandara o icnente-enruH Sc-
bastiao Lopes (juimares para desanna-kx > ga-
rantir a ordem, prohibindo a UMBiwnco iaoHmu
da polica na clecao. 1'ooftMlo em S. Exc.. ronn-
nuei com os trabalhos, mas alada concorren<
meus amigos eleico, a|K*zar das piiwwfcni u~-
tomadas pela policia'para prohibi-los de o fazrr. ap-
pareceu ento a persgnicao contra eltes, que in#r-
mes comeraram a ser spancados, pelo simpte-
fado de rae seren fiis ; e a prova do que oigo
leve-a o Sr. delegado, que vio os vestigios do es-
tancamente de um meu amigo, que reqoereu-lhe
vestoria: a poiicia contnnou a intervir. impondn as
etapas, que duia do tatema, reaovaado a Maca-
cas, de que cima fallei.
Indignado por semelhante procedimento, contra-
rio a todas as inslruccous do governo, e vendo que
o Dr. delegado, nao conservando mais a imparra-
lidade, que o distingui no primeiro dia, pois fin
gia nao ver o modo por que se portara a poiicia
local, e com este comporLimenlo animava os desar-
deiros a ronlmuarem com os sous escndalos, a
tal ponto, que chegando a porta da igreja na ho-
, que me imped
a minha viagem, mas como estou disposto a nao
me deixar mais roubar, deixo de seguir para ver
at onde chegar a ingratido e cynismo do Sr.
Bento, esperando pela final decisao dos trbunaes,
pan que o Sr. Bento nao supponha que retiro-me
para lhe nao pagart visto que estou no firme pro-'
psito de nao me prestar a eslabelecer o Sr. Bento
pela quinta vez.
Quanto a compra das trras na Europa, o Sr.!
Bento falta (como em tudo) a verdade. O Sr. Ben-
to com dinheiro tirado do estabelecimento de Car-
iralulhn-
fazerem o mesmo. resolv suspender
e participar a S. Exc. lodo o occorrido.
Tanto neste dia como no anterior, appnreceii
bom numero de invisiveis, que a mesa reprlli
com energa e dignidade, apanV de que os seu>
chefes os quizessem forra taier votar, e en prora
d'islo invoco o testemunho do detexailo. Qoeni
usa de taes meios, tem consciencia da derrota, em
quanto do meu lado nao appaivcen nm s >n>
sivel.
Para provar a exaltaco do povo, ripreans o
segunte Tacto : retirando--, para casa o eapito
Francisco (^rneiro Machado Ros Jnior, era
companhia do Sr. Lopes CuinMiaa, jadpndo qu--
sanha do fr-n
de ontrasfre
para a melade". e oSr. Bento"levou essa quanlia a gnezias, garantidos pela poli<-ia dirigio-se para Hte
minha despeza, e nao leudo podido retirar mais nal grande numero de turbulentos aos golas *
quantia.alguma do estabelecimento. que adniiiiis- morrn- e> armados de ccete, d^fecharain-le di
trava, nao tve eu remedio se nao licar com as ter- V,'J'S0? t^pes um dos quaes fo aparado con
ras compradas, visto que mesmo a primera quan- mi' ae um le entre elles. que correu em defrta
ta era minha propredade, como iwis diz o Sr. do mesmo senhor, de quem e alfeicoado. apaar de
Bento. que lhe nao paguei essa nica remessa ? a0 ser d;> s"a parciahdade. e que Im rom a m.n
Quanto ao facto occorrido na Passagem foi o seguinte: tendo-lhe estabelecido pela seguuda vez contra o mesmo, un assassino oV profts^ao *m
"agdalena vi que o uma 'aca em Punno- e vendo-se elle n e-4a eonjuan-
pinteiro 4 Prado comprou assucar e o remetteu
para a Europa a meu fllho Manoel, bem como uma
procuraco para a compra das taes trras na im-
portancia de tres cont* de res fortes; o assucar aSf;,m (,*lana garantid enntra asa
produzio 530 patacoes, pelo que nao chegou nem composta em grande parte de grate
uma padaria na Passagem da Magdalena vi que
Sr. Bento nao cuida va dos seus de veres c que se
lhe nao pozesse a testa uma pessoa de conlianca
ficaria em pouco reduzida a zero; pelo que cham'ei
ao Sr. Domingos da Silva Beirz ao qual fiz asso-
ciar com o Sr. Bento ; qual foi porm o resultado,
tura, estando inerme, ir i liado pelo m-tinet de fr<>
pria conservaco, innato ao homem, arrebata dru
pistola desarmada de um soldado s orden* doSr
IiOiio Guimaiaes para garantirle: e anatardtalnfc
ra certamenle sido ferid. >e nn inlerviesseaanfn
foi o Sr. Bento por causa dos seus gostos narticu- mas l,essoa^ W* rK)7'ram on,r,e,le e *aatmfn'
lares, faverpeer ao Sr. Beiriz com cinco facadas,! quanto aquello enlravaem uma casa pnwi
deixando-o por morlo. indo-se homisiar em casa Era tal a sanha da -ipulaca,.. qu,-. vindo aolai
do Sr. Joaquim Carneiro Machado Bios no lugar I ]n,'rm,% Antonio Jos Tav.-res. cbdao ^cii.a, tol-
de Manguinlm; fni nesta conjunctura que o Sr.! ""' f encontr um n.alv;.....,:oivne-n;i-ll,enna
Carneiro me veio fallar para supprr ao Sr. Bento ; imnlialada. que o tena tufmmimm > mMt
do necessario para poder evadir-se, recuse a prn-
cipio, mas a final tornelo qne foi preciso para o
1 nhor nao a aparas,-e con a mo que
gol|m terrvel. umita malvadeza
Hiffren aun
embarque do Sr. Bento para a America Ingleza, i
eu tratei de fazer curar o Sr. Beirz que felizmente
ainda existe nesta cidade perfeitamente curado ;
( isto agarrar, como mais velhe, no irmao c ar-
rumado a bordo de um barco sem proteccao) tem
razo o Sr. Rento, se eu tivesse o seu genio, de-
'; xa-Io-ia ir para a priso, c o menos que lhe suc-
| cedera seria ir visitar Fernando por alguns an-
| nos, talvez quede l voltasse mais morigerado.
Temos ainda a grande, heranca de meus pas.
E ainda licaram impunes os autores de taes al-
lentados, fechando a polica os o|ho* a tinto i-to.
vista |K>is de ludo quanlo lenho cxiioslo. ^esdo
que aos meus correligionarios nao era perimoMo
votar como Ibes approiives-e. e que as sua- vidas
nio -e aenavan garantidas, roaolvi al.anifcmar a
aleieao, sacrilica-los -eu ferze-
Eiitretanto fique sciente o ixiblico nao
ment em que pleiteei a oleicau, os meus amqro-
conservaram-se fiis, e contava com mantria na
Itocou aoSr. Rento urna parte era uma casa e ias urna.-Fiqu.;. |.ois. registrado nos annaaniMlii \*
um dos maiores escndalos, qne lera oreme.
UM POUCO DE TUDO.
Do Bresil traduzimos o que segu :
Um mercador de fitas cujas financas se achavam
to cmbrulhadas quauto a questo do Schleswig-
Holstein, liavia lancado suas vistas sobre o Sr.....
capitalista cm pequea escala, que elle encontrava
algumas vezes no Caf doy Malta; e dahi contava
tirar um emprestmo de dinheiro, jiara fazer face
grandes veucimentos.
Com o flm. pois, de encetar esse negocio delicado
com uma certa probabilidade, convdou para un
jamar ao Sr.....cora loda a sua familia, composta de
mulher e de um pequeo de 8 annos.
Os couvidados nao se flzeram esperar.
Antes de irem para a mesa, j tinha 'fitina, fima
do mercador, encelado a conversaco com o pe-
queo.
E' este, lhe diz ella, teu pa ? E' elle que vai
emprestar dinheiro meu pap, para o livrar de
uma quebra ?
Julgucm do embarao geral 1
E' intil dizer, que o jantar resentio-se delle, e
que o negocio naufragou completamente.
Da Union traduzimos a seguinte carta de Abd-
El-Kader dirigida a Mr. Lesseps sobre o canal de
Suez:
t Louvado seja Deus, etc.
t Recebi a tua estimada carta cm Meca, a vene-
rada, estando muito satisfeito de corpo e de espiri-
to. A tua carta augmentou a minha satisfago e
alegra.
t Antes de partir para ti ir ver, prevmir-te-hei
com dous mezes de antecedencia.
i Muita gente sensata do paiz de Hedjaz e do Je-
men me procuram quotidianamente, para se infor-
maren) a respeito do canal de Suez. Demonstro-
Ihe a urilidade e o flm desta obra. Entao partem
rogando a Deus que apresse a tritimaco, depois de
terem tido ideas ridiculas e falsas, cmo preprio
dos homens que igaoram a verdade das cousas.
Ainda bom que a imprensa livre.
Sandices que o homem pensa
Pode-as afoito dizer.
O Jornal to Porto escreve o segunte :
O Sr. Carlos Dubini descomi ultimaiuenie uma
nntavel curlosidade archeologica; um hjiiino
escripto pouco depois da jomada de frica em
1578.
A letra do h\mno conta derrota do exercito
i portuguez e o inariyrio dos que ficaram captivos
em Alcacer-Quivr.
Dizem-nos que bella c muito original a compo-
sico musical que o Sr. Dubini conseguu decfrar
e trasladar em escripia moderna.
A imprensa fo delicadamente convidada pelo
maestro para ouvir amanha esto hymno, que ser
cantado por um coro no armazem de pianos do Sr.
Meumaun.
A Correspondencia de Espaa oscrevo o que se-
gu:
Um archivista de Montpcllier acaba de fazer uma
dcscoberta inesperada. Em um livro intitulado
Jaime locvnquistador,reid Aragtio, etc., demons-
tra que a imperatriz Eugenia descend; |Xr linha
recta de Branca de Franca, ilha de D. Luiz.
O principe imperial, por conseguinte, vem a ser
fillio de S. Luiz.
Da Naro extrahimos o segunte :
No domingo, 12 do corrente, teve lugar em Jer-
sey a benco da nova igreia catholica, que alli se
edficou ; o Sr. hispo de Constances e de Avran-
ches assistio ceremonia, e igualmente o Sr. hispo
de Sauthwarck.
Tambem foi ha poucos dias inaugurada em Cha-
laui, porto da estacan da via frrea de Londres a
Dover, outra igreja catholica.
E' a terceira que, no espaco de um mez, se abre
em Inglaterra.
Entristece, quando se compara o que est suc-
cedendo entre catholicos com o que est succeden-
do entre protestantes.
L prospera o cathol cismo ; aqu temos o que
todos sabem ; temos a persegmcao ; temos o insul-
to publico religiao do estado; temos a proteccao
propaganda protestante; temos a guerra aos
missionarios e s irnias da caridade ; temos os
ultrages ao pontfice; e at temos o Commercial do
Lisboa a defender as obras de Jorge Sand.
O numero dos emigrados europus qne entraram
nos Estados-Unidos desde 1820 a 1860 foi de
5,062,414, sendo irlandezos e inglezes 2,750.874,
allemes 1,486.044, francezes 208,067 e o restante
de diversas nacionalidades.
O Sr. Comingo Cagliani acha-se em Lisboa fa-
zendo harmonisas maravilhas com o seu instru-
mento de vidro.
Sao 33 copos de que elle tira os mais afinados e
agradaveis sons.
So dia 9 do corrente s 6 lioras da tarde foi collo-
ada em Sevilha a primeira pedra do monumento
que alli se vai levantar memoria de Murillo, o
grande pintor hespanhol.
Segundo consta dos respectivos documentos a
despeza monta no orcamento inglez somma de
67,749,000 libras, ou 304,870:5004000 ; e a recei-
ta de 71,490,000 libras, ou 321,7O5:O00.
Ha portanto um accrescimo de receila na im-
portancia de 3,741,000 libras, ou 16,8345500.
Em Washington fet-e a experiencia de uma
peca de artilhara, inventada por Mr. Atwater, que
sendo de calibre 84, lanca uma bomba a 2,800 jar-
das ; diz-se que muito superior s de Anns-
trong.
Um jornal americano Inglez conta quo mais de
19,000 viuvas, que perdernm seus maridos na
guerra civil dos Eslados-Unidos, ceream actual-
mente a respectiva secretaria em Washington, pe-
dindo pensoes ao governo.
j parles de torras no valor de cem patacoes, heran-
ca de que estove de posse o nosso irmao Jeronuno
Carpintuiro at 1857 em que falleceu, e ainda ne-
nhiim dos herdeirosqui* tomar eontas, como pois
so B trevp o Sr. Benfoa dizer, qne en tenho estado
de posse desses bens, quando o Sr. Benlo sabe que
tem alli o seu curador que o Sr. Jos Moura. o
anal quem recebe as pensoes, que produzem os
bens que lhe pertcnceram.
Emlim nao acliou o Sr. Rento nada mais que me
tudo dirigido pela polica.
Julgatej'justificado o meu nrtadhntnlu. restaav
do-me a ronviccao de fer abandonado a lula co-
berto de gloria, e com ronoienna da victoria, e a
verdade da minha asserco prova-se com a prrtar-
haco. que os meus adversarios provoraram. coni i
fin nico de intimidar os meus amigos, e arrean-
CORRESPONDECIAS.
rsladactcres. Engana-se redondamente o
autor da correspondencia, que vem publicada no
Diario de 12, se teve em mente deprimir o mora-
podesse imputar, felizmente nao me acuna a con.*-!los das urnas, pois se trvresea eonariancBi fc - ciencia do ter cominoltido facto algum de que me!mai0ri:i. Para 1ue lancanam mao de m.-i
arrependa e anda que suporte a negra ingratido Iignos Ap|iello finahnenie para ;i cn-.ieneii m
do Sr. Bento. nem |ior isso lhe quero, mal.
Cumpro-me agora drigir-ine tambera ao lllm.
Sr. Dr. chefe de polica rogando-lhe de mandar ter
toda a vigilancia sobre o Sr. Bento, porque leni-
se-me dito que este senhor tem declarado que se
nao lhe pagar pelos meios judiciaes, se pagar por
suas proprias maos, e como elle nao sae de casa
sem ser acompanhdo de um punhal, talvez quei-
ra fazer-me o mesmo que fez ao Sr. Beirz, c j
que o art. 75 do Cod. do l'roc. Criin. nao admilte
queixa entre irmos. compote a polica evitar que V1S, uni S, individuo armado se platique qualquer attontado. Pens ter acora- JPlic'a 'ocal nao tinha inlervindn na el
panhado o aranzel do Sr. Rento, c respondido tra o testemunho imparcial de-nm.b- mno. i
suas cavilosas nsinuacoes, mas qur tenha, qnr habitantes da freguezia. que i
nao, nada mais responderei pelo jornal, e espora
re o termo da causa para com lcenca do Sr. Ren-
to poder tratar dos meus negocios fora desla pro-
vincia.
Reeife, 12 de agosto de 1863.
Juan Antonio Carpinteiro da SUCO.
Manifest ao publico.
Tendo resolvido de accordo com os meus ami-
gos, abandonar a eleico desta freguezia, julguei
Conveniente expor ao publico e principalmente aos
meus correligionarios, as motivos que rae delerrai-
naram a dar semelhante passo.
Logo que tve noticia da dssoluco da cmara
dos deputados, resolv abandonar o campo elei to-
toral, porque previa oque infelizmente agora suc-
cedeu. Mas depois, vendo que o governo geral re-
comraendava aos seus delegados as provincias
que se abstivessem completamente da lula eleito-
ral, e garantissem a plena liberdade do voto, para
quese podesse conhecer a legitima expresso do
voto do povo. para o qual se havia appellado, de-
sist do meu primitivo intento, e resolv pleiteara
eleico, confiado nos elementos que tinha, para
contar cora bom .xito.
Neste proposito, fui poucos dias antes da eleico
ao Exm. presidente da provincia, que afiancou-me
estar disposto a por cm pratica as recorainenda-
ces do governo, e a mmstrar-me todos os meios
3' ue cu julgasse convenientes para garantir a or-
em e Iranquillidado publicas. Acredtei de boa
f as palavras de S. Exc, c aceite! o ofierecimento
que rae fez de mandar para c algumas pracas de
linha. s ordens de um offlcial de conflanca.
No dia da eleico aqui aprcsentarain-sc 50
pracas, ao mando do capitao Moraes Reg, c al-
Siuii tempo depois tambem aqui chegou o Sr. Dr.
elegado do 1 dstricto.
Suppondo que a eleico havia de fazer-se com a
maior calma, a vista destas garantas, dirigi-me
igreja matriz, em companhia de meus amigos
c demos principio aos trabalhos.
Em verdade, no prime!ro dia a eleico correu
cora a maior placidez, pleiteando ambos os parti-
dos com honestidade; mas, ae concluirem-se os
trabalhos, reconhecendo os meus adversarios quo
eu achava-mc com uiaioria de cincuenta e tantos
votos, resolvern) laucar mo de todos os meios
para supplanta-la. Proseguiudo os trabalhos no
dia seguinte, e vendo ellos que os meus amigos
continuavam a conoorrur a eleico cm grande nu-
mero, postaram os sdeiagados desta freguezia
com os seus nuraeroso^inspectores do qnartoiro,
a porta da igreja, afira ne trocaren) torca as se-
dulas que levavam os meus mlges, ameaeando-os
com prses e recrutaroente. Tendo noticia de
um procedimento to escandaloso a renrovavel da
parte daquelles, que doviain ser os primeiros a ga-
rantir a paz de meus comparocliianos, e vendo um
flagrante abuso s ordens do governo, suspend os
trabalhos e ped providencias ao Sr. delegado con-
tra estes abusos, e este pareceu procurar evitar a
pratica d'estes c-oandaJos, e enlo conliuuei cora
os trabalhos. Ainda neste dia os meus adversarios
couhecoram que a eleico me era favoravel, e por
tanto lorgicarain novos pianos para impedir a con-
currencia dos meus amigos a eleico; e assim,
terca-feira pela manh, postarara os inspectores
de quarteirao com piquetes as estradas, para que
mesmos, que nao pedern deixar de conhMrr a
certeza do que allego, quando, despidos d.....
to de parcialidade, quzerem ser Mi a verdaaV. e
quando nao o laeam. ah esto o tactos, que (al-
lam mais alto qiie tudo quanto elle* |>.--ain dizer
Nio hei de adiiiirar-me se elle* absliverennn em
negar o que tenho exposto, quando |--.a- i
tantos, como o tenente-coronel l.op.^* riuim iri
o Dr. delegado, nao hesitaram era affancar ao Sr
presidente, em minha presenea :
escala, e que a
eleico. ro-
al
testar tudo quanto tenho dito, se preciso Kx.
Afogados, 12 de agosto de 1863.
MwnF.i. Joaoi'im do tan r \i.m o< Env i
Ao publico.
Mandamos tran-craver ne>te jornal e em i
os mais desta capital que o aceitem, o iros ajnje
abaixo se segu do lioletim EleilortU verme'
4 datado de boje, para qua^> aprecien) qualii
quem. os homens de bom senso. morahdaoV
bro de todos os lados polticos desla provn
O Sr. Silveira de Souza que foi sempre cobh'
cdo cerno um hornera de carcter brando e ino-
fensivo, e que lem empregado o* maiore* mnt-
eonslantes exforcos para qne a actual eieica
laca em loda a paz. -em o* atleiiiado-. ihM ir
ordinario se commtiltem en) laes acaaiaa, e qu-
mediante es-es exforcos o tora conseguido, ao Me-
nos pelo que at esta data consta, entretanto or-
cusado como um tigre feroz e aaaVnla de tanamr'
Quo audacia que imprudencia! laucada a fac
dasta capital inteira que Manan nrrccm un..
eleico to regular e lio livre. fett eacIntivanMn
te pelo immenso poder daopiniu publica que >
toda a provincia se levanta para eondemnar o km
lido dci ahido Perderam decidadainante a cawr
essos instrumentos subalternos da |>oiiuea ernt'
Iba encarregados da redactan daipielle
pois queremos ainda fazer jiistira aos
dislincios que esse partida conta em toas aVira*
Emlim provocamos o Sr. tenente-coronel Manoel
Joaquim do Rogo Albuquerque juiz de paz pr--->
dente da mesa eleitoral dos Afogados, anroposiii
de cuja eleico se dizem aquells limadores e m
tros que os precedem, a que como hornera dV non
ra e como cavalbciro declare se as provid"nrin-
por S. S. pedidas ao Sr. Silveira da Somt nao to
rain sempre dadas com toda a prtnaplidin r em
penbo ; se algunia lhe indicou S. S. ajna aViiaxe
de ser attendida immediatamente.
Recite 13 de agosto de 1*963.
TREXO DO BOLET1M.
K muita perversidade!
O Sr. Silveira de Souza digame-lo coa tranque
za. *' de uma ferocdade sem igual. Uma res con
vertido em instrumento dos odios alhciaa, ni ka
direito que respeite, porque devoroiou-se da h.
nestidade de homem, da dignidade de governo'
Como um tigre assanhado range a dentanr.*
cruel, pelo furor que a sede de sangue n carita
Da ura homem tal, de uma governo *nae aato-
Iheu, a nao serem os meios extremos, nao ka re-
curso se nao para a justica de Dos.
O capitao Francisco Carneiro escapan de ser as
sassinado. Um dos faquistas do Sr. Bru pene-
Sio comum punhal, e se nao se apodara n miiMo
raeiro da pistola de um soldado que pasar a>
carregada servio para intimadar o sicario, tena si-
do victima !
norte **".
Nao ha duiida, ue na massa do



as smenles de loda a casta de enlirmiiitn e
morte so criaa^nfceram. Applicai e attacai a*
mesmas i^iiiflUtWiiii com o mais padirnu Jr
todos os meiaa purificativos^A sama parriV Rristol -e a rema salrafo e certa. ... J,_
Nao importa qual seja a natureza da molestia

a.





r
quer sejaai escrophulas, erysipelas, cancros, te- Unlias de bol.. .
lao, febres e sezcs, molestias do gado, as fe- Vassouras de piassava.
hres biliosas intermitentes -, mas sira tao somen-
ie atravs e por meio da massa do sangue, que a
dispertante causa pode ser alcanzada e prompte-
mcuie removida.
Este grande antidoto ou contra veneno, neutra-1
lisa a materia infectada e acres, couda dentro
das veas, da qual resulta e provm quasi todas j
as molestias de um caraeter o mais terrtvel, me-
diante a qual, ellas sao nutridas e aggravadas.
Ella em parte descarrega um golpe fatal essa
hydra que se acha emmaranhada o enroscada por
toda a extencao e comprimento do systema vene-
noso e extermina tao segura e promptamentc as-
sim cerno Hercules destruio e anniquillou aquello
monstro d\em canecas, imitecao do que, as
aJBiccOes e enfermidades dos mortaes, formam o
mais perfeito e exacto anttypo.
Portanto, vos todos que vos acbais entregues
aos bracos dos soffrimentos, conservai e gravai
isto bera na vossa memoria, como urna das mais
puras e religiosas de todas as verdades.
Encontrar-se-ha venda em toda a parte e em
lodos os estabclecimentos de drogas.
Cento
"25330
104000
dem de timb. ...... 8,5000
dem de carnauba..... 65000
Vinagre.........caada 500
Alandega de Pernambuco, 14 de agosto de 1863.
(Assignados):
O i.' conferete, Florencio Domingues da Silva.
O 2." conferete, Francisco Alfonso Ferrara.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 14 de
agosto de 1863.CarvalJio fiis.
Conforme.O 4. escripturario, Joao dos Santos
Porto.
Keeebedorla de rendas internas
geraes de Pernambneo.
Rndimento do dia 1 a 13. 17:447*665
dem do dia 14........ 377*025
17:824*600
Piarlo COMMERCIO.
Alfaudega
Rndimento do dia 1 a 13. I8S:398*W
Idemdodial4........ I9$0'i3233
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da iinpe-
-rial ordem la Rosa e juiz dc-direito especial do
commerci' > desta eklade do Recife capital da pro-
vincia de Pernambuco e seu -termo, por S. M. im-
perial e c onstitucional o Sr.'l). Pedro H, quem
Deus gua ra, etc.
Fago sao- er que no dia 10>8e agosto do corrente
anno, se ha. de arrematar per venda a quem mais
dr, em pr ac publica deste juizo. na sala dos au-j
ditories, o segrate :
Um esc ravo de nomo Manoel, de mais de qua-
renta anr s, com o oflloio de carreiro, e cem agu-
ana cica trisesde ferida em urna perna,avaliado ;
por 450*' jGO, o qualfra penhorado por-execucao
de Guio lares c-Lima. contra Jos Antonio Pinto! ,
E naca havendo lancador, a arremataran ser fei-
ta pelo valor da adjudicaro com o abatimento da
li- ^^^^^^ Recebe carga at o dia 24 ao
O p rescate se publicar como de cestume. Re- meio dia, encommendas, passageiros e dinheiro a
cife, 7 de julho de 1863. frete at o dia da sabida as 3 horas da tarde: es-
Eu. Manoel de Carvalbo Paes de Andrade, escri- criptorio no Forte do Mattos n. 1.
vao, no impedimento do companbeiro o subs- ___-----------------------------------------
cre\ COMPANHIA PERNAMBUCANA
Consulado provincial.
Rndimento do dia 1 a 13. 15:965*317
dem do dia 14......... 1:035*025
17iOt*3M
AVISOS MARTIMOS.
to de Janeiro.
O patacho Capuam capitao Rosa, anda pode re-
ceber alguma carga: trata-so com Marques Bar-
ros A C, Largo do Corpo Santo n. 6.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
XavegacS eostelra vapor.
Maeei e escalas
O vapor Persmunga, comman-
dante Ralis, segu para os por-
tos cima indicados no dia 25 do
corrente s 5 horas da tarde.
205:203*172
Movinienio da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Voluntes sabidos
com fazendas
com gneros
164
213
97
220
-----317
377
Descarregam no dia 17 deagosto
Barca inglezaZW Barca ingleza /t/xrarfo)-=generos de estiva.
Barca ingleza/no/'H<=mercadras.
Escuna ingleza Sea Berd=idcxu.
Importado.
Vapor nacional Princeza de Joinville, vinos do
Rio de Janeiro, manifestou o seguinte:
Gneros estrangeiros.
1 carto fazendas ; a Luiz Antonio Squera.
1 caixote hvros impressos; a Jos Nogueira de
Souza.
1 caixa charutos ; a J. Bernardo dos Res.
200 barris banlia ; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C.
2 caixas papel, 1 cofre de ferro; a ordem.
Gneros nacionaes.
5 saceos colla; a Francisco J. da Costa Araujo.
I barriquinha feijo ; a L. Antonio Squeira.
I raizad mercadorias; a J. J. Ferreira de Aguiar. rjaiatas.........
3 caixocs cigarros, I caixote fumo, 319 rolos di-
to : a ordem.
. PRAGA DO RECITE
14 VE ACOST E1S3.
As 3 toras da larde.
Revista semanal.
Cambios........ O vapor Omda foi portador de
letras no valor de60s000 re-
galando selire Londres, 27 a 27
i/fc sobre Pars, 386 por fr. e so-
bre Lisboa de 96 98 por cento
de premie.
Algodao........ As ultimasvendas do dasta pro-
vincia eflectuaram-se a 20*000
por arroba, o de. Maeei posto
a bordo, a 19*400, antes da
aaegada do vapor da -Europa e
20*300 depois do vapor.
Assucar........ O branco vendeu-se de 3*000 a
3*800 por arroba, o-sontcnos de
25600 a -2*700, o -mascavado
purgado de -1*900 a 3*200, c o
bruto de 1^1700 a 14800 por ar-
riba.
Couros-------1
Azeite doce..
Baealho.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS FRECO DOS (.ENEROS RUBROS A DIBKITO DE
KXFORTACAO. SEMANA DE 17 A 22 DO MEZ DE
AGOSTO DE 1863.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos.........cento 1*400
Agurdente de cana.....ranada 300
dem restlada ou do reino 500
dem caxaca........ 320
dem genebra....... 300
dem al coolou espirito deagua-
ardente. ........ 560
Algodao em caroco.....arroba 5*000
dem em rama ou em lia. 21*000
Arroz com casca...... 1*200
dem escaseado ou pilado 2*800
tantear maseavado..... 1*800
dem branco......... 3*000
dem refinado....... 3*000
Azeite de amendoim ou mendo-
bim.........canada 2*000
[den de coco....... 14440
dem de mamona..... > 1*200
Batatas alimenticias.....arroba 14600
Knlaclia ordinaria, propria para
embarque....... 4*000
Mein lina......... 4000
Cal iioni....... 85500
dem esc.iiia mi restme ... 7*300
dem torrado.......libra 520
Caibros.........um 360
Cal...........arroba 280
dem branca...... 300
Carne secca (xarqoe)..... 2*300
Caroeiros........um 3*000
i'.arvau fefetal......arroba 1*600
Cavernas de COpira .... nina 8*000
Cera de carnauba em bruto. libra 200
dem dem em velas .... 360
ha.......... 1*400
Charutos........cento 2*800
idos (porcosj......nm 15*008
ladeos (seceos).......eento i*ono
Colla..........libra 300
Couros de lii. salgados i"-">
Ideni 'iciu seceos eepiebados. 230
dem i'i'in veriles..... > ooo
dem idem cabra cogidos. um 400
dem idem de onca.....cento 10-5000
Doces seect ........ libia 1*000
Idem em gela ou massa. 320
Idem em calda..... 500
espilladores grandA nm 1*000
dem pequeos...... 2*000
Estoiraa para fono ou estivas
Agurdente..... Vendeu-se de 60*000 a 65*000
apipa.
Os seceos .salgados venderam-se
a 150 rs. a libra.
O de Lisboa vendeu-se de 2*500
a 2*600 o clao e o do Estreito
2*400.
Retalhou-se de 11*500 a 14*000
por barrica, Ucando em deposito
3,600 quintaos.
Venderam-sede 800 a 900 rs. por
arroba.
dem a 2*000 a barriouinha.
A do Rio da Prata rctamou-se de
1*800 a 2 000 por arroba, e a do
Rio-Grande doSul de 2*200 a
2*800; ficando em deposito
20,300 arrobas da primeira e
115,000 da segunda.
Cerneja......... Vendeu-se de 4*300 a 5*500 a
duza ile garrafas.
Vendeu-se de 1*800 a 2*200
por libra
idem 8*000 a 8*500 por arroba.
Retalhou-se de 13*000 a 17*
a barrica, da de Philadelphia e
Bolachinha...
Carne secca..
Tr-isto de Alentar Araripe.
1 Velare que aarrematagao de que trata o edital
su'jira, ter lugar no dia 17 do corrate mez, dc-
pois da audiencia.
Recife, 13 de agosto de 1863.Adolpho Liberato
l'vjreira de Oliveira, escrvae uterino.
0|Dr. Tristo de Alencar Arafipe, ofQcal da ni- J
peral ordem da Rosa e juiz de direito especial
do conwnercio, nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, 'porS. M. Imperial, etc.
Faco saber aos que o presente edital vrcm e
delle noticia tiverem, que no dia 17 de agosto do
corrente se ha de arrematar por venda, a quem
mais der erfl praca publica deste juizo o seguinte :
1 armaeao de madeira de.amarello envidracada
com todos os seus pertences; sendo, as pecas per-
tencentes mesma as seguintes : 1 espelno com
moldura prcta, um rabide de amarello com urna
mesa de amarello com duas gavetas, 1 dita com o
lampo de pinho, um liteiro de amarello, avahado
tudo em .'100* rs. ; 18 colletes de casemisa, brm e
gorgmo de seda a 1*500; 7 colletes de diversas
fazendas 500 rs.; 15 jaquetas de riscadinho a
1* rs.: 70 calcas de brim, riscado, casemira e ga-
zineta a i* rs.; 21 ditas de casemira a 2* rs. ; 21
palctots de alpaca de cor a 1*500; i casacas de
panno a 1* rs., 25cortes de colletes de seda a 800
rs. ; 2 duas de carnizas de madapolao a 12* rs.; 1
chajio de massa por 1* rs. ; 11 chapeos defeltro
a i* rs.; 13 sias de cambraia bordadas a i* rs.;
70 varas de bins de cores e branco a 640 rs. ; 36
covados de gorgurao para collete a 500 rs.; i45 co-
DE
Xavegaeo coste! ra a vapor.
Parahjba, Natal, Maco, Aracaty, Cear e Aearac.
O vapor Mamangiiape comman-
dante Moura, seguir para os
portos cima indicados no dia 22
do corrente as 5 horas da tarde. A
carga ser recebida at o dia 21
ao meio da, encommendas, passageiros e dinheiro
a frete at o dia da saluda as 3 horas: escriptorio
no Forte do Mattos n. 1.
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o da 20 do eorrente o vapor
Apa, commandanie Alcanforado
o qual depois da demora do cos-
tume seguir para os portos do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom:
mendas e dinheiro frete at o dia da sahida s 2
horas: agencia ra da Cruz n. i, escriptorio de
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo & C.
Para o Porto
At o fim do mez pretende seguir o veleiro e
bem conhecido brigue porluguez Mello I; tem
vados de alpaca preta a 200 rs. 5 e meio covados; parte de seu carregamento prompto : para o resto
de merino reto a 1* rs. ; 21 covados de princeza que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
a 240 rs., 8 pecas de pcitos para camisas a 1* rs.; Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
1 sof de Jacaranda por 50* rs. ; 2 censlos com criptorio ra da Cruz n. 1.
lampo de podra por 40* rs.; 2 cadeiras de braco j
a 8* rs. ; 12 cadeiras a 5* rs.
Os quaes foram penhorados por execucao
Joaquim de Souza Miranda Couto, contra Franc. immos pa|.;i 1)assagciros queni mes.
^z^Ts^^skrtsisma quizer carrear apommodfrc,e- U ir de Pas"
3 sagem, trata-se com os consignatarios Palmeira &
W^M
DO
Para Lisboa sahe em poucos dias com a car-
. ga que tiver, a galera brasilera MindeUo, de mui-
ry_ i to boa construccao, e acabada de fabricar, tem
Cha............
Caf...........
F;uiulia de trigo.
da avalacao, a
ser feita pelo prc^'o da adjudicaao.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente, que ser publicado j
pela imprensa e affixados nos lugares do costume, o palhabote Ganbaldi tem parte da carga, para o
sendo que lera lugar a arrematacao no propro es-1 resto trata-se com Tasso Irmaos.
tabelecimento do executado, sito ra Aova n. 4.
Beltrao, largo do Corno n. 4, primeiro andar.
Para a Huira.
Granle sitio denominado Mangabeira, grande so-
brodo com tres salas, 7 quartos, cosinba fra, tres
lujas com repartimentos,em frente ao jardim botan-
nico, na ra do Rom Successo em Ohnda, com ca-
cimba, cocheira estribara, grande sitio com muitos
arvoredos, e grande baixa para capim.
Sexla-feira 20 do corrente. '
0 agente Pinto levar a leilao s 10 horas do da
cima dito todo sobrado e sitio jupra mencionado,
sendo tresnarles arequcrimenlodo depositario da
massa fallida de Jos Antonio Alves de Miranda e
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio e urna parte com autorisacao da pessoa a
quem de direito pertence.
Os pretendentes poderio desde ja examinar o
mesmo sobrado e sitio, e obtero do agente qual-
3uer informacao, em seu escriptorio na ra da Ca-
eia n. 24 onde se effecluar o leilao.
AVISOS DIVERSOS.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente se extrahir a
primeira parte da primeira lotera da igreja
de N. S. das Neves do convento de tS. Fran-
cisco de Olinda.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Pimen-
tel, praca da Independencia n. 22, loja do Sr.
Soares Pinheiro,ruaDireitan. 3,botica doSr.
Chagas, e ra da Cadeia n. 45, loja do Sr.
Porto.
Os premios de 5:000/ al 10 gos urna hora depois da extraeco ate as \
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Um amigo do Exm. Sr. J-rm>iniiiB 4a-
tonio Joaquim da Silva Uno**, p>>de .-*' &
mais amigos delle a fineza de ouvimn ato-
mas missas, que por alma da Exm.* Sr.' m
d'aqui'lle distiocto magistrado^ sf se crlrlr
rao na igreja de .Nossa Senfaiora do i^nrart,
19 do corrente mez, das 8 para as 9 har*
da iiianhaa em ponto, nonagsimo (Ka bt-
lecimento della. Recife, 16 de agosto e MM.
Recife 13 de agosto de 18K1.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, escri-
vao interino o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe. ?
DECLARACOES.
.New-York, de 15*000 a 17*000 v ...
a de Genova, de 16*000 a 17* a ~ ,-No d,a ,7 de losl0 dest. an". hao dc ar"
fraaceza, e a 21*000 a do Tries- rV'.mata,r Pr ^da a quem mais dr, ent praca pu-
le tic indo (iiideno barriS da Siri.neiS ?50 da do cqmmercio, os s_ seguintes : 1 sobrado i
segunda, 200 da terceira 200 da
de navio....... cont lt*000
felopa nacional......arroba l*(ioo
nrinaa de mandil i,.....alqueire :i*000
Idem de aranN......arroba 5*000
Feijio de qnalquei' qndHdade. 1*800
Frachaes........nm ."OOO
Fumo em folha. bom .... arroba 16*000
blem ordinario ou resb.lbo 10*000
Idem em rolo bom...... 7*000
Idem ordinario ou resiolho j'*000
Calimbas........urna 600
Comma ......... anoba 2*000
Ipecacuauha (raiz)...... 25*000
Lenta em achas......cealo 2*000
Toros.......... 11*000
I.iiibas e esteios.......nm 8*000
Mel ou melado.......caada 200
Milho..........arroba 1*600
Papagaios....... um 2*500
PoRrasil....... quintal 5*000
Idem do jangada......um 5*000
Pedias de amolar.....urna 840
dem de filtrar....... 4*000
Idem de rebolo...... 1*200
Piassava.........raolho 120
Pontas, ou chifres de vaecas ou
novilhos........cento
Pranches de amarello de dous
cotados........
Idem de louro......
Rap.........
Sabao.....
Sal ......'.'.[
Salsa parrilha......
Sebo em rama......
dem em velas. .....
Sola em vaqueta. ,
Tabeas de amarello. .
dem diversas......
Tapiocas........
Tatajuba. .......
TravV...... .
(juana e 2,600 da quinta ao todo
72,500 barricas, inclusive dous
carregamentos de Philadelphia e
New-York chegados nesta se-
mana.
Fdjo.......... Vendeu-se de 4*000 a 6*000 a
sacca.
Genebra........ dem a 300 rs. a botija.
Louca.......... A ingleza ordinaria obteve 300
por cento dc premio, sobre a fac-
tura.
Manleiga....... A franceza vendeu-se a 460 rs.
por libra, e a ingleza de 600 a
680 rs. ; licandn em deposito
J.800 barris.
Massas........, Venderam-se a 5*200 a caixa.
oleo de linhaca.. Idem a 2*200 o galn.
Passas.......'... dem dc 5*000 a 6*000 a caixa.
Presuntos....... dem a 14*000 por arroba.
Qneijos........ Os uamengos venderam-se a rs.
1*800 cada um.
Sabao.......... O amarello regulou a 150 rs. a
libra, e o do Mediterrneo de 200
a 240 rs.
Toucinho....... O de Lisboa vendeu-se a 8*000
por arroba.
Vinagre........ O de Portugal vendeu-se de 100*
a i 10*000 a pijia.
Vinlios......... Os de Lisboa venderam-se de
180* a 210* a pipa do tinto e
200* a 240* do branco, e os de
outros patees de J60*000al80*.
Velas...........\s de composicao venderam-se
a 360 rs. |wr pacote de 6 velas.
Desconlos....... O rebate de letras regulou de
0 a 10 por cento ao anno.
Para o Rio de Janeiro segu com mui-
ta brevidade o patacho nacional Cardia, o
qual recebe alguma carga miuda c escravos
a fete: a tratar com Amorim limaos, na
ra da Cruz, n. 3, ou com o capito na pra-
Ca do Commercio.
Para a Rabia vai sahir com milita brevidade
o veleiro hiate Tyno, tem parte da carga prompta :
para o resto que lhe falta, trata-se com os consig-
natarios Palmeira & Reltrao, largo do Corpo San-
to n. 4, primeiro andar.
ra das Trincheiras n. 16, 1 meia-agua na ra da
Gamboa do Carino n. 3, ambas avahadas por *,ra ^,!"0!
4:000* ; 1 casa terrea na ra de Hortas n. 96. ava- seSe em poucos das o luyre portuguez Julio por
liada em 2:000* ; melado da casa terrea na ra lcr a maior Parte da carga comprada: para o res-
de S. Josn. 31, avahada por 6005, 1 terreno ala-1t0 e passageiros, a q_uem offerece bons commodos,
gado, foreiro a marinha, na ra da Praia de Santa i ^^^ com o consignatario Thomaz de Aquino
Rita n., tendo 350 palmos de frente c 254 de fun- Fonscca, na ra do Vigario n. 19, primeiro andar,
do, avahado por 120* ; 1 terreno alagado, foreiro
marinha. na ra da Gloria n. 27, na freguezia da
Roa-Vista margem do rio Capibaribe, com 90
palmos de frente e 800 de fundo por 130* ; os
quaes sao pertencentes a Manoel Lobo de Miranda
Henriques, sua mulher e outros, e vao praca por
execu^io que contra os mesmos encaminba Jnanoel
Kibeiro Bastos, e na rana Oe llenantes sarao arre-
matados pelo nreco da adjudicacao, con o abati-
mento da le.
Conselho administrativo.
O consellio administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o presidio de Fernando.
15 arrobas de assucar refinado em barricas de
3 arrobas, 2 saceos de arroz pilado do Maranhao
em saceos de 4 a 5 arrobas. 1 arroba de aletria
(1 caixa), 20 iibras de cha hysson em latas de 4
libias, I arroba de doce de giaba em caixoes ou
latas de 4 a 8 libras, 5 barricas de farinba de trigo
marca SSS. 5 barricas de farinba gallega -marca
azul, 24 libras de manteiga ingleza em boioes
de 4 a 8 libra
ou com
relies.
o capitao o Sr. Francisco Antonio Mei-
Para o Maranhao e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido brigue escuna Joven Arthnr, tem a
seu bordo parte dc seu carregamento ; para o res-
lo qua Iho falta, trata PC CCUl US seus COnsipnafa-
taros Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
-i.H lorio ra da Cruz p. 1.
LOTERA
C4SA D4 FORTUNA
O abaixo assignado faz sciente ao respcitavel
Eublico que se acha estabelecido com sua loja de
ilhetes das loteras da provincia, na ra do Cres-
po n. 23, onde tem expostos venda os seus mui
fe I i/.es bilhetes e rucios bilhetes garantidos da 1.a
parte da 1.' lotera em beneficio da greja de N. S.
das Neves do convento de S. Francisco de Olinda,
cuja extraeco ser a 22 do crrente mez, obri-
gando-sc ao pagamento dc todas as surtes, que nel-
les sahirem, sem os desceios dos 12 por cento
do imposto geral c dos 4 por cento do provincial,
o qual ser promptamente effectuado una hora de-
pois da extrace/io e por liante.
Os bilhetes meios bilhetes de abaixo assignado
sao por elle assignados de chancella e acham-se
tambem venda as seguintes casas : Praca da In-
de|K>ndencia lejas n. 22 e 39; ra Direita botica,
n, 3, ra da Cadeia loja n. 45, ra da Imperante
n. 44 e ra estreita do Rosario n. 12.
Presos.
Oilhetes inteiros ...... 6*000
Meios bilhetes...... 3*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 5*500
Meios......... 2*750
Manoel Martins Fittza.
Cieographia e geometra.
Heraclio Vespasiano Fiocit Romano competen-
temente autorisado pela directora da nstruccau
publica, tem aberto um curso particular de gco-
graphia e geometra: os Srs. estudantes que se
quzereni matricular as referidas materias pode-
rao dirigir-sc ra do Cabug n. 3, primeiro an-
dar, das 9 as 11 horas da manha e das 3 as 6 da
tarde.
Na madrugada de 14 de agosto namte, fcr-
taram da estribara de um -m., -ni lit-lna. jrmto
ao sitio do Sr. Dr. Nabor, doos cavaos, joadi uiii
ruco castrado, andador baixo e ja' nHho, e ootro
alazao tostado, inteiro, novo.ospscaleaioa,
la na testa e mais abaixo una lista coai at
bellos brincos, tem um olbo mais sancak
o outro, o anda bem baixo a wpiipar.
prida e tem junto esta a marra O -
roga-se as pessoas a quem forera oafcweMK, m
aprehender e mandar levar no soarado da raa da
Imperador n. 44 3.* andar, r
Villaca, que recompensa com
Maiia Francisca de Mello iii ji tara o
Rio de Janeiro, levando em sua eoanaaaia sea* a-
lhos, Prudencio Alves de Brilo Dnaori Fraadata
de Mello e Eneriosa Francisca Melkk.
" ATTTEXVi.
O abaixo assignado, em re>posta ao aaamana in-
serto no Diario de 14 do corrale, sob a reaaaasa-
bilidade de sua filba Kvarinia RosaTerrcir i
que esta irevine ao publico, que Biatima roatra-
te com o abaixo assignado e sea ao Fraatiar
Ignacio Ferretea, acerca dos beas bk Ik locaran
por niorte de seu marido, e dos qaatro a^aagaes
que lhe pertencem, da ra do RaagH. deetara a
ara D. Evarinta, que os ejemplos mm
dado, o enaceito que dispen^im aoabaixa
do aquellos que o conhecem. repellem
lilicavel injuria com que a Sra. D. Evahata,
jando aos pes atlences e deveres mu sagraa*,
pretendeu enlodoar-lhe as caes, e assegura saes-
ma Sra.. |u; nem elle, nem sea innao Franris.- .
jamis tiyeram o reprovado inlealo V uiisare
de propriedade alheia ; bem como (pie roai to aggredido em >ua honra de am anda asir 4e-
mais aleivoso e desconimanal. supfdira a Ta*>
Poderoso que illumine o espirito da lilla ianu
e precipitada, que escarra na face de s^u pai ; es-
quece-sc da propria dignidade, para entregar -
aos caprichos de conselheiros penUos. qmt a av-
nos nue aspiram e\torquir-lacs o aammm ra-
beilal (|ue lhe deixou sen finado e digno marido.
Recife. 15 de aposto de IH63.
Simplicio Fortwnatt Fer r- i
ATTENC40.
Pede se a um corto altere'da guarda aarisaal
3ue haja de em quanlo antes dar um
aquellas duas cartas que receben, relalivanvnie
a exigencia de um selim que niuiojiisiameni
o seu dono, e enjo vergonhoso negocio ten,
compromelter um lereciro que ) afiani-ou persua-
dido de suas grandes bravatas de honradez He..
etc. Voltaremos a explicar ao publico
negocio tianscrevendo aesle jornal una
cebida da cidade de Goianna. onde M
mente se ver ipie o prejudicado iWixaadivse d
vai por diversos engaos pretextados prk>
Sr. alferes. nao esta mais para somv-lo e pro
dco chamar juizo para pagar-lite a impertaaru
do dito selim etc., etc. E esse mocoqne tem ar
costume ferir aos seus seiui.-lhan:es e bemMawes
com injuriosas palavras do une tamftem sepm-
melte responder peante os tribnnaes ronav-
tentes.

Aluga-se urna casa terrea na ra da I
com quintal e cacimba : a tratar na roa do Impe-
rador n. 67, segundo andar.
LEILOES.
Escravos, mr*, prata e fazendas.
Terra-ftira 18 do corrale as 12 horas
cm ponto.
O agente Pestaa legalmente autorisado vender
150 ceblas em resteas de 25 a 50,; em leilao por conta de quem pertcncer diversas.
PROTECCAO
.Musirs para piano e ranlo,
de todas as forras e
\cinle-se liaraiissiiua para
arahar.
Musios para liaaa e oat.
de Indas as l'nrras
tmile-sc baraMma para
3 garrames de vinagre de Lisboa em garrafoes de
2 caadas, 3 arrobas de toucinho de Lisboa em
barril, 48 garrafas de vnbo de Lisboa, ti libras de
velas de espermacete. 1 arroba de velas de car-
nauba, 2 resmas de papel almasso pautado, 20 li
fazendas em pequeos lotes para acabar, pentes
de atar cabello, leones, charutos de manilha, estei- i
raspara janella, ditas bordadas para cama, cha-'
pelinas de seda para senbora, muitos objectos de
necessidade para casa de familia e que tudo se
Fretes
bras de marmelada em latas de 1 e 2 libras, 24 li- i adiar patente ao exame dos licitantes, c assim
Para Liverpool earregando na bras de banha de porco em lata de 10 a 12 libras, mais bandeijas de prata para copos, relogios de al-
Parahvba a 15 pido lastro e 7 25 molhos de albos. 2 caixoes de sabao, 3 arrobas gibeira de ouro, e tambem o escravos a saber : i |
16 por libra de algodao, earre-
gando nesta provincia a 15 pelo
lastro c earregando em Maeei
a '/i d. por libra de algodao. Pa-
ra o Canal inglez, earregando
em Maeei a 30 por tonelada.
M0VIMENTO DO PORTO.
Rio
de bolachas grandes, 2 pecas de madapolao n. 3 negro dc 36 anuos pouco mais ou menos, 1 dito de
para morlalhas. 30 annos, lava, engomma alguma cousa o cosinha
Para a botica do hospital militar. p diario, 1 mulatinbo de idade 9 annos 1 negro dc
40 garrafas de agurdente, 60 garrafas de alcool' idade de 50 anuos pouco menos, ubalbadar de
de 36 graos, 8 libras de amdone, 16 libras de amo- campo, 1 pardo crioulo. idade 28 a 30 anuos, bo-
niaco liquido, 16 libras de camphora. 16 libras dc "ila figura para um excellente pagem, muito boas
carbonato de magnesia, 24 libras de cevada. 16 li- qualidades e fiel por isso pode tambem Servir pa-
bras de caroba, 16 libras de cera branca, 16 libras ra um confidente criado.
de cera amarela, 4 libras de cordao de cores para Tudo e todos se acbarao patentes ao exame dos
garrafas, 4 oncas de cblorato de potassa, 6 ancas compradores terca-feira 18 do corrente s 11 horas
de extracto de" salsa parrilha, 16 libras de essencia em ponto na rita da Cadeia n. 51, onde o agente
de terebentna, 16 libras de flores dc tilia, 16 li- conta com a assislencia de seus numerosos anu-
blas de flores de sabugo, 4 oncas de hyssulphato de gos e fregueses certos de que todos os que com-
sila, 8 libras de iodureto de potassio, 1 libra de prarem bao de fazer pecbincba.
jabarandi, 3 pecas de madapolao de P qualidade, I__________________________________
1 arroba de macolla de 1 qualidade, 1 arroba dc!
oleo de ricino, 1 arroba de oleo de amendoas, 30
garrafas de mel de abclhas, 2 resmas de papel
i
o \ovo s i \iti i i: itii vi i<>
DE
Jos Gomes Villar ua ra do Civspo a. 17, elmo o nU ktm*arii-
do possivel espera merecer a protei rao do pablica em gftal.
<$- Garantiwlo se
vender por preres rommudos a diulieiro a tistesvitena bj pouri 4e>r*aerl* ae>m
primaria.
cap* Ndo iluvidem!
Pilis vrndem-se cassas c organdys a 210 rs. cavad* .'
nao c.
parece Kaina. pwe
LEILAO
55000
um 20*000
> 104000
libra 1*000
120
alqueire 400
arroba 254000
> 54000
1 74000
urna 340OO
duzia 1104000
734OOO
arroba 34000
quintal 24000
urna 64000
Navios entrados no dia 14.
de Janeiro.6 dias c 18 horas, e, do ultimo
porto 12 horas o paquete nacional Princeza, de
917 toneladas, equipagem 56, commandante ca-
pitao de fragata Antonio Joaquim de Santa
Barbara,
lllia de Fernando. 12 dias. hiato nacional
Cataaragibe, do 38 toneladas, capifo Virginio branco pautado, 1 resma de rtulos para cirurgia, I
Jusliniano dos Santos, equipagem 6, carga mi- 16 libras de resina dc pinho, 3,000 rolbas de cor-' DF
Iho ; Maia A. Espirito-Santo. ,i,!a de 1" qualidade, 1 libra de trtaro emtico, saceos com caf do KO.
Baha3 dias vapor americano de guerra Mnhiran. w garrafas de vinho do Porto de Ia qualidade, i I Tfrca-feira 18 do frrenle.
commandante Glisson. bbra do subnetrato de bismuiio, 36 seringas de | por conta e risco de quem pertcncer o acente
ObsermcCw. \ rrocha para clyster, 8 duz.as de vidros vasios com Pestaa vender em leilao cerca dc 50 saceos com
.Nao houveram sabidas. rolna de 1,2 4 e 8 oncas, 2 arrobas de mostarda, caf do Rio de superior itialidade o qual ser ven-
Navios saludos no dia 1. ^ garrafas de vinho branco de 1- qualidade. dido em um ou mais lotes para proporcionar aos
Rio Grande do SulPatacho nacional Pestaa, ca-' Uucm (\aizcT vender taes objectos aprsente as! compradores que de pouco precisarem terca-feira
pitao Antonio Dias dos Santos, carga assucar, suas P"Psk. m r?i fechada, na secretaria do -18 do corrente jiclas 10 horas cm pontana inanbaa
vinho c 1 cscravo a entregar. ( conselho, as 10 horas da manhaa do da 17 do cor- no armazem do Annes.
LisboaBrigue portuguez Relmpago, capitao Joao ren,le.-
E. da Silvcira, carga assucar, couros e mel. I *** das sessoes do consellio administrativo, para
BarcelonaSumaca hespanhola Esmeralda, capitao' fornecimento do arsenal de guerra, 10 de agosto
Millet. carga algodao. '" de 1863.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
Caixa filial em Pernambueo
Por ordem da directora do banco do Brasil sao
convidados os senhores accionistas localisados na
caixa filial de Pernambuco, a recolherem ahi at
o dia 15 de setembro prximo, a importancia dc
10 0|0 ou 205 por accao na conformidade dos ar-
tigos 8 e 9 dos estatutos do banco do Brasil, e ar-
tigo 45 dos estatutos da caixa filial. .
Sala das sessdes da directora da caixa filial do
banco do Brasil em Pernambuco 14 de agosto de f
1863.O secretario,
l.aas dc qnadros niuiu chiques a 320 rs, 0 rutad*.
Para noivas, temas mis.
0 rico vestido de lilonde rom sua maula bonita e sua .p huida dr amitn 5^1... a>-
mus a cambraia de linlio para camisas, temos as sajas bordadas, irwts eaaartinB. le-
nes o balan muito redondo e niiiilo cliiqne, temos ts ricas rnrles de raatara rwna
bordados, tennis o bramante hchja para leucoes, temos a brelaiba para raau>a. masa
a seleria ou o esguio para os labvrinlhos, temos as rapas pretas a Laiz MI. leaa a raa-
peliua a Mara Pa com o sea vn omito chique, temes os ratremriw larijus rrammnr tar-
dados romo iiingiii 111 tem, proprios para cufeitrs de roupas braaras. ls>iai rea tmm a*
fazendas cima mencionadas e militas unirs, pruprias para tedas as ummiai anr ea
siio noivas.
Vio se esque^am fregnezes. at loco.
carga algodS
Para e portos intermediosVapor brasileiro Prin-
cesa de Joinrille, cammandante o capitao de fra-
gata Antonio Joaquim de Santa Barbara
Obscrvacao.
Nao houveram entradas.
Dia 16.
-Nao houveram entradas, nem .sabidas.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da desta provincia manda fazer publico que tem
marcado o dia 17 de agosto prximo vindouro para
o concurso que, viste da ordem do tribunal do
thesouro n. 113 de 6 do corrente mez, se tem de
abrir nesta thesouraria para preenchimento das
vagas de praticanies e omqiaes de descarga exis-
tentes na alfandega deste cidade, Os exames ver-
sarao as materias de qoa trate o $ 1." do art 1.
do decreto n. 3,114 de i7 de junho do correute
anno, a saber : leituraanalyse grammatiral e*
orthograbia arithmctica e suas applicaeoes ao
commercio, com espeoialidade a reduocao de moe-
das, pesos I medidas, calculo de descont, juros
simples e eompwtos, theoria dc cambios e suas ap-
plicacSes. Oe coneorrentes deverSo previamente
apresenfar seus requerimentos instruidos de do-
cumentos que provem idade completa de 18 an-
nos, isencao de pena e culpa, e bom comporta-
ment.
Secretaria da tnesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 21 de julho de 1863. Scrvindo de offl-
04000 cial-ntaior, Manoel Jos Pinto.
AURORA
\h M
LARGO DA
*********
RRILHAATE-
I, $4
SAMACRIZ.
Um terreno em chaos proprios,
Terca-feira 18 da corrente s 11 horas
da manha.
O agente Oiympio far leilao a mandado do
Ulm. Sr. Dr. juiz especial do commercio de um
terreno na ra Imperial com 90 palmos de frente
e 1160 de fundo cuo terreno pertence a massa
fallida de Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
Ter comeco as horas cima no armazem do re-
erido agente ra do Imperador n. 16.
Jos Mamede Alves Ferreira.
('ORKEIOGEHAL.
Helarn das cartas segaras viadas do sul pelo
vapor Princeza de Joinville para os senhores
abaixo declarados.
Anna Francisca de Paula Botelho.
Padre Antonio da Cunha Fgueiredo.
Ar tonio Goncalves de Almeida.
Dr. Francisco Aufusto da Coste.
Dr. Francisco Amintas de Camino Moura
Commendador Francisco Accioly de Gouvei \ Lins
Joaquim Mauricio Wauderley.
Dr. Joaquim Jos de Canrposl
Jos Moreira da Silva.
Miguel Jos Rodrigues Vieira.
Dr. Miguel Joaquim de Castro MasCWenhas.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Pedro Rodrigues de Oliveira.
Idilio
W
DE
Fazendas francezas de algodao e seda
Qiiarta-feira 19 do corrente.
Cals Irmaos farao leilao por inrervenco do agen-
te Pestaa de um completo e variado sortimentode
fazendas de la c seda, chanelarte etc., todas as
mais proprias deste mercado como sejam cassas,
organdys, sedas, luvas de pelica e dc seda, chapeos
de seda para homem e senbora, de castor e de la,
casemiras, pentes de tartaruga ede bfalo, marro-
quins, chapeos de sol de seda e de algodao para
homem e urna infinidade de arligos a sahir da al-
fandega e que sero expostos aos seus numerosos
freguezes e amigos : quarta-feira 19 do corrente
Sei 10 horas da manhaa em seu armazem ra
a Cruz n. 51, onde espera a concurrencia dos
mesmos.
Xo grande e abastado armazem denominado Al'RORA BRUJAME ha asna
grande sonimento de gneros scnipre novos e por precos os mais eoflinimk aostavefa.
abaixo expomos:
Queijos de manteiga muito frescaes a
. libra............................... 640
Dito do Reino novos a 24 e eobertos a 25O0
Dito de prato a libra...........'T..... 720
Saceos grandes com farinha com 24
cuias igual a de mandioca........ 64000
Djtas mais grossa a................ 54500
Ditas com 100 libras dc farello de Lis-
boa a 44500 e..................54000
Ditos com 25 cuias dc arroz dc casca
muito grado a................. 44000
Ditos com milho a 54500 e..........64000
Caixas com charutos finos com algum
furoaSOOe.................... 14000
Ditas com dito fino sera furo a 24 e.. 34500
Manteiga ingleza verdadeira flor a
720 e..........................
Dita mais abaixo a................
Dita franceza nova em barris se far
abatimento a...................
Dita hollandeza (o melhor neste gene-
ro a..........................
Cha perola o melhor que vem ao mer-
cado a libra......... ..........34200
Dito hysson miudinho que raras vezes
vem ao mercado a.............. 34200
Dito uxim muito superior a......... 24880
Os Srs. donos de taberna de fora acharad no armazem da Aurora
ment propno para seus estebelecimentos por precos commodos.
800
640
580
640
Dilo hysson verde a................
Dito grado mais amito bam a 24M* e
Dito preto em macos a.............
Dito do Rio em tetas a 1490.14600 e
Massas para sopa, aletria. talharua
macarro, estrelinha e pevide a___
Passas novas em quartos de caixas a
libra a.........................
Sag e sevadinba a libra
Caf do Rio muito bom arrota mu
64500 e libra 280 n..............
Dilo do Ccara saceos peq.ieno* arrota
94500elibra....................
Doces em caldas, seco, frurtas en o-
da e secas para diversos arerm___
Alpiste arrolla 44800 e libra........
Caixas com 2 arrobas de batane aavas
a24e libraa...................
Sabao massa a 120,160, 200 e.....
Farinha de tapioca a libra 140 e.
Gomma muito alva e aova aman
24500e libra....................
Dita propria para grades e bolos ana-
b 14800 e libra.................
Arroz da India muito grado arrota a i
Molhos de seb.las novas a...........
Carne do sol verdadeira do Seria a.

1.

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tetarlo de Perntmhneo JWg-jJJtofclM. t9 de Agosto fr S4KT
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Anda se acha, por alagar as duas lojas da
tua de Hortas, eontcndo a da esquina urna boa ar-
macio para taberna, bcra collocada, que o pretn-
deme s tem de entrar com o genero, urna casa
na ra do Fagundes n. 11, e mais outra na traves-
ea da Trempe para o Slondego n. 9, eoui bastantes
commodos e muito fresca : os pretendeutes dirija-
se a ra do Imperador n. 44, terceiro andar.____
A ttengdo.
D-se bolos aovados de vendagem, e paga-se 120
rs em pataca: a tratar na podara das Cinco Pon-
las n. 146, defrontc da estafoo._______________
O abaixo assignado faz publico que vendeu a
seu irmao s> Sr. Manoel Alvos da Costa a sua taber-
na sita na ra da Aurora n. 31 com todos os fun-
dos nella existentes, comprchendidas as dividas ac-
tivas, e por isso o mesmo senhor o nico compe-
tente para gerir dito cstabelecimento dc'hoje em
diante como seu proprio. Recife 12 de agosto de
1863.Custodio Alves Rodrigues Costa.
0.
O abaixo assignado julga conveniente fazer
publico que nada deve a pessoa alguna, tanto nes-
ta provincia como fra della, quer seja por letra ou
conta de livro, vencida ou por vencer, ou por ti-
tulo de qualqucr natureza, e se por ventura al-
guera se julgar seu orador, apresente-se em seu
armazem na travessa do Carioca n. 2, que ser
inmediatamente pago : outro sim declara desde
j ser falso todo e qualquer titulo ou letra que por
ventura appareca com sua Arma, visto que se
acha quites, tanto nesta praca como fra della. Re-
cife 12 de agosto de 1863.
Jos Augusto de Araujo.______
Jos Antonio Braga da Silva retira-se para a
Raha._______________________________.__
O abaixo assignado declara para conheci-
mento de todos que deixa de ser o editor respon-
savel da Guarda Avanzada desde o dia 28 de jullm
prximo passado, e Picando sem effeito o termo que
assignou na cmara municipal desta cidado.
Antonio Miguel FeliOio da Silva.
O abaixo assignado tendo-se rehabilitado,
aehando-sc de posse de sua massa faz disto scienle
a seus devedores, tanto desta praca como do mato,
alim de que qnanto antes lhe mandem pagar o me
Me devem afim de evitar desperas judiciaes. Re-
cife 10 de agosto de 1863.
Lnix Antonio de Sonza Ribeiro.
A abaixo assignada, casada com o Sr. Manoel
Romao de Carvalho, tendo fcito publicar nos iins
de marco, e principios de abril, deste anno um
annuncio em que prevena o publico a respeito do
modo porque o dito seu marido pretenda espolia-la
de todos os bens do casal, para reduzi-la a mendi-
gar, fingindo dividas, e provocando execugoes, para
chegar ao flm a que se propoe, acaba do ver no
Jornal do Recife, de 8 do corrente um edital do juizo
do commercio, pondo em praca a casa de sobrado
de um andar n. 131, sita na ra Direita fuico
bem que resta ao mesmo seu casal) por execueo
de Mello & Irmos, e porque tem justos motivos
para contostar a divida, que serve do motivo a. essa
execucSo, appressa-se a protestar,, como protesta,
contra ella o contra a mesma execueo, para re-
salvar o seu diroito contra os exequirntes, e qual
quer licitante, que por ventura haja de arrematar
aquello sobrado.
E faz publicar o presente, para que em nenlium
tempp alleguera ignorancia.
Recito-, 11 de agosto de 1863.
Bernardina Rosa de Olivcim Urna.
AMA DE LEITE.
Aluga-se urna preta escrava com abundancia de
leite e com bastante pratica de tratamento de cri-
ancas : na ra do Crespo, loja n. 20 A. _____
\ quem convler
Mudei-me da ra da Imperatriz n. 42 para a do
Apollo *. 34, primeiro andar, aonde posso sor .pro-
curadaLadislao de Scnna Santiago.
Ao commercio.
Manee! Francisco Pocas comprou os utensrsl e
armario da loja de calcado sita na ra do Livra-
menlon. 11, portcncente ao Sr. Julio Cesar Perei-
i a da Rocha, livre de qualqucr compromisso con-
ti'anido pelo mesmo t>r. Julio, no-curto periodo de
seu negocio naquella casa._________________
Precisa-se alugar um escravo para o servico
de casa e de ra, ou de um criado para o mosnio
lim : a tratar na ra do Queimado n. 29.
Aluga-se um moleque de 14 annos, mnito es-
perto e proprio para servico de casa interno o ex-
terno : quem quior .dirija-se ama dos Pires, casa
terrea n. 34.
Joaquim Manoel Pereira, tendo deixado de
ser caixeiro do Sr. Antonio Martins Lisboa, vem
Sor meio deste agradccer-lhe as urbanas maneiras
e que- o mesmo senhor se servio trata-lo desde a
estalla em sua casa ; outro sim, offereee-se para
caixeiro do qualquer ramo de negocio : para in-
formacoes a sua conduela, trata-se no becco Largo
numero 1. deposito.__________
Ao publico.
Em urna das paginas do Diario de hontem
encontramos urna juslificaciio do Sr. Fuado Coc-
Iho, e justifica-se muito mal ; declara em sua
correspondencia que ha de soltar a esta provincia
para entrar no palco pernambucano, o o Sr. Coim-
iir.i iho deciaioii que guando voltease r o encon-
trara para o receber, mas nao no tlieatro, se elle
Mr empWiario, e se naoor estarn as chavos em
..uderdeqaeei competir, para as oar a quem s
merecer, se e Sr. Furtado estiver nesse caso, jm>is
. desnecessan. o Sr. Furtado uietter as justinca
do Sr. Conbra a ridiculo, porque entre os
'.rnambucanos S. S. nao o ridicularisa porque
nos bem o conlieeemes, e elle incapaz de men-
tir.Un Pernambucano.__________________
Aluga-se o primciro andar do sobrado da roa
eatreRadc Rosario c. 22 a fallar na ra da Pe-
nhan. >.
Joao Caetano de Abren, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, com
espeetalidade sos seus clientes e amigos que mu-
don sua residencia para a ra da Praia de Santa
futa Novan. 49, onde morn o Sr. Dr. Buarque.
ngenheiro da estrada de ferro, onde sempre acha-
rio, das as 9 da manhaa, c das 4 da tarde em
dttte.
~^ Terrenos para edillcar, entre a ponte pequea
e a grande da Magdalena, urna frente de quinhen-
tos palmos, olhando para o Mcente, o outra
frente de duzentos de nascente a poento na estra-
da gcral, e tainbein se arrenda esse mesmo sitio :
ra do Imperador n. 14. ______________
VENDAS.
Velas de carnauba
Veudem-se velas de carnauba sem composicao,
todo o preco : na ra do Trapiche n. 40.______
Vende-se urna raulatnha de bonita figura, de
12 para 13" annos de idade, a qual tem muitas ha-
bilidades : para ver e tratar, na ra Imperial n.
87, sobrado.______
Cal de Lisboa a 1,3000 : na ra do Trapiche
numero 9.
O abaixo assignado pede o Sr. tcnente Braz
Jos dos Reis tenha a bondade de ir ra do Se-
nhor Bom Jess n. 37, a negocio de sen nteresse,
isto no prazo de tres dias, do contrario ser pu-
blicado por esta folha qual o negocio pelo qual
foi chamado.
Justino Gomes Villar.
COM URGENCIA.
Precisa-se alugar urna greta para casa de pouca
familia, pagando-se bem : no becco da Boia n. 2,
primeiro andar^
A pessoa que precisar de madeiras paracons-
truc^o ou eoncertos de canoas abertas, constando
de flhas, cavernas, bussardas, costados de 40 pal-
mes de comprido etc., etc. annuncic ou deixe o
Rgar da morada na ra do Crespo loja do Sr.
Santos Nevos.____________________________
AVISO.
Urna pessoa que pretende estabelecer-sc no ma-
to com refinacao precisa comprar alguns tachos
de cobre, assitn como urna balanca grande em-
bora soja tuto, usado: quem tiver annuncie para
ser procurado.____________________.______
Quem precisar de una ama secca, appareca
no becco do Sarapatel n. 10, que achara com quera
tratar, para casa de homcm soltciro,__________
O Sr. Manoel Homcm do Carvalho caixeiro que
foi dos Srs. A mi nuil Irmos, queira vr conclair o
negocio que tem com o abaixo assignado, pois alem
de sor o tempo mais que safllciente nao e:t o
abaixo assignado disposto a:sustcntar-lhe vicios.
J. C. de Almeida.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Canutes de visita
Cartoes de visita
Cartdes de visita
CartSes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartdes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
80000 a dnzia
8*000 a duzia
85000 a duzia
8*000 a duzia
8,5000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
Casa americana
Casa americana
(2asa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Rita do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Calcado feuc, na loja 4o vapor, ra
Nova b. 7.
digno de attenqo os novos sorli-
mentos de calcado" francs, chegado
dita loja, c mili especialmente as mo-
dornas bolinas com differentes c novos
erifeiles para senhoras e meninas.
~ Ainda est para a1ugar-se o sobrado na ra
i'os Coelhes n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas.
2-,
i
3
> i
5 >
3
Roga-se encarecidamente ao Sr. estndante que
hontem levon um concliz muito manso que pou-
^ou ni varanda do Sr. Osborns, retratista, o obse-
quio de rcsttui-lo ra do Imperador, sobrado,
que faz esquina para a ra do Crespo, ou na li-
vraria popular, pelo que se lhe flear muito agra-
decido.
Aluga-se a casa terrea da Tua Imperial n
66 : -os pretendentes dirijam-se Caxa Filial.
Procisa-se de urna ama de leite,
mas que tenha, quando muito at 1
meres decorridos na maco de que
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n.3i, 3o andar, por cima
do armazem ran.
Aluga-se a loja do sobrado n. 1 do pateo do
Terco : a fallar na ra Direita, caa n. 6.
Os administradores das obras da Companhia do
Beribe, tanto de dentro da cidade como de fra.
autorisados pela Hhn.* direocae da mesma, oflen-
cem-se a contratar a factura de cncanamentos par
ciaes para anneis c penas d'agua a casas o estabe-
lecmentos particiares, mediante um ajaste ra-
zoavel, pos que j se achara habilitados, ^mh) de
grande vantageni o ter agua em casa, principal-
mente as (logrando aluna.
AO C0.HHERCI0.T
lis aliaixo asignados fazem sciente ao publico
que desde odia 31 de julho prximo passado, se
acha dissolvida aniigavelmente a sociedad,) nuegi-'
rava sob a razao de Villaea Inno iSi Andrale;
(cando a cargo dos socios, Manoel dos Sanios Vil-
laca e Jos dos Sardos Villaea, pie continuara no
mesmo genero de negocio, sobre a firma social de
Villaea Irmao & ("... o activo e passivo da mesma
sociodade, e completamente exonerado o socio Joa-
quim Jos dos Sanios Andrade. de qualqucr r
ponsabilidade pelas transaeedes ata aquella data
effecluadas.
Recife 7 de agosto de 1863.
Manoel dos Sanios Villaea.
Jos dos Santos Villaea.
Joaqttim Jos dos Santos Andrade
Joao da Silva Ramos, medico pela Um-
versidade de Coimbra, da. consultas ent
su;i casa, na ra Nova n. 50, das 8 as 10
loras da mankia, e das'4 s 6 da tarde, o
ne< he egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, con o fim de se encar-
rogar de qualquer seryiep de sua profis-
sao.
Os chamados deverao yir por escri
Farinha
de superior qualidade, a melhor do mercado, a bor-
do do brijue Imperador : a tratar com Manoel
M_ bus.l llirlio, ru
  • i:'. j:J,i?iit i^i(iiimi
    . Nit me sendo possivel permaue-
    cer em rasa todo o dia para salisfazer
    s consullas medicas daquellesqae me
    procurara, por quanlo tenho doentes!
    le Biaba clnica, a qnem devo meus
    cuidados, sou foi cada a declarar nova-
    mentequeso me, permiUid'i dar con-
    sultas das G s 9 horas da mnnha, e, em!
    casos urgen tes, das 3 s oda tarde.
    Ur. Janqnim dAquino Fondea. toifiS^Jg*
    Alugam-se a loja do sobrado n. 193 e armazem
    n. 171 da ra Imperial, o armazem n. 4 da ra do
    Apollo, c a casa n. 27 da ra do Burgos : na ra
    da Aurora n. 36. I m0(los para fai!li|ia
    Maques solno l>or(nga
    O abaixo assignado, agente do banco
    mercantil Portuensc nesta cidade, saca ef-
    fectvamente [wr todos os paquetes sobre
    o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
    qualqucr somma, vista e a prazo, po-
    dendo logo os saques a prazo seren des-
    contados no mesmo banco, na razao do 4
    por centoao anno aos portadores que as-
    sim lhe convier : as ras to Crespo n.
    8 ou do Imperador n. al.
    Joaquim da Silva Castro.
    0 Dr. VeUozo, medico, conunn a resi-
    dir na ra Bella n. V, primeiro andar,
    aonde poder ser procurado para objecto
    de sua prolissao.
    Trata especialmente das molestias dos
    orgaos respiratorios e das vas genito ou-
    rinarias.
    D consultas em sua ca-a. gratis aos
    1 ir. 5.
    Aliig'a-Ee o terceiro andar da ra da Impe-
    ratriz n. 34, com commodos para numerosa fami-
    lia : a tratar na taberna do mesmo.
    ATTEl^AO.
    Pede-se ao Sr. Jos.Gomes Pessoa de Al-
    liuquerque, dono do engerido Tabalinga, o
    foyer de vir ou mandar ra Nova, n. 32,
    tratar de negocio que nao ignora._________
    Aluga-se o primeiro andar da ra estrella
    do Rosario n. 22: qnem pretender dirija-so ra
    daPenlii n. '.
    Ao n. 29.
    Atora lojii dos harateiros, rua do Quemado.
    Lias de. ultimo gusto, eovado a 440 rs.; organ-
    , dis de padres lindsimos, varas a 800 rs.; ba-
    lois de ai eos o melhor possivel, a 35300, 45 o .'i;
    , alpaca de iinlio para vestidos, eovado a 240 rs.;
    cambraias dfl edf_ pava vestido, eovado a 280 rs.:
    Aliiguei ae casa. oambraieta mntto fina, peca de 12 jardas a 7,3 :
    Aluga-se o segundo andar e sotao do sobrado rassa isa pe||c de ovo, peca de 12 jardas a 75300.
    n. 23 da rua estreita do Bosario, com grandes cora-, q
    tratar no caes do Bamos flo n. _w,
    Precisa-se de utn cosiuheo ou cosinlieira n. 2. _________________ Aora loja dos barateiros, rua do Queimado.
    forra ou captiva para cosinliar era casa de fami- ( __ inlin1K aivm ciMlito heale,ols d(' merino >etim, fazenda de custo de
    li, : quem qnixer dirija-se rua Direita n. ^LoZ^S^mm^X^mhS^ ;20|X)r i0*' ditos de alpaca pretoa 35200; brim
    .secundo andar 'opa ----- branco lona. A-ara a 640 brim de cores para cal-
    hypotjiecando-se nina cj\. eovado a 480 rs.; camisas com pellos de fusta",
    15600; chapos de sol de alpaca, a -T530O.
    Ao n. 29.
    Atona loja dos barateiros, rua do Queimado.
    Para acabar.
    FAZENDAS BARATAS
    27Rua do Queimado---27
    NA
    \ova loja de Custodio, Carvalho
    4_ Companhia.
    lustio franco/.
    para vestidos de senhora e meninas, fazenda mui-
    to lina e pelo barato preco de 260 rs. o eovado.
    Finas cambraias orgaridys a 340 rs. o eovado.
    Bales
    de arcos, de todos os lmannos, pelo preco de
    35600.
    Calcinitas
    bordadas para meninas, pelo barato preco de 25200
    cada um par.
    Lazinhas
    matizadas finas para vestido a 440 rs. o eovado.
    Cobertas
    de chita a 25000.
    Lencocs
    de panno de linho a 25.
    Toalhas
    de fuslo, pelo barato preco de 400 rs. cada urna.
    Cainisiolias
    de cajnbraia para senhora a 25-
    (iolinhas
    de linho para senhora e meninas a 640, 800 c 1.
    Sedimento
    de raeias para meninos c meninas.
    Lazinua
    preta para vestido a 500 rs.
    Guardanapos
    adamascados a 95 a duzia.
    I
    Taboas de amarello.
    Veadcm-se m ARMAZEM DE FAZENDAS BARATAS
    DE
    SANTOS C Ol IIO
    Roa do Queimado n. 49.
    Vende-se t segninte:
    Cobertas
    de chita da India, a2:ooo rs.
    Lences de panno
    de tfiho, a 2:ooo rs.
    Lences de bramante
    de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
    Toalbas alcoclioadas
    paramo, pelo baratissimo preco de5:ooo
    rs, a duzia.
    Ricss vcstiilinlios
    ile seda para meninas, pelo baratissimo pre-
    go de 4:ooo rs.
    Lencos de seda
    pelo barato preco de l:ooo rs.
    Saias de fustn
    pelo baratissimo .preco de 5:Soo rs.
    Lencos de cambraia
    brancos finos, proprios para algibeira, -duzia
    a l:8oo e 2:ooo rs.
    Lencos de cassa
    finissimos, proprios para algibeira, pelo ba-
    ratissimo preco de 2:400 rs. a duzia.
    Cortes de calca
    de ganga amarella, de listas e de quadros,
    fazenda superior, pek baratissimo preco de
    i:2oo rs. o corte.
    Pecas de iadaa*lS<
    largo superior, pelo baratissimo preco de
    Pecas de hretanha
    de rolo com lo varas, pelo barato preco de
    3:2oo rs.
    Pecas de cambraia
    de saipicos, fina, com 8 12 varas, pelo ba-
    rato preco tic i:ooo rs.
    Alo&lhados de liulio
    com 8 palmos de largura proprio para toa-
    lha do meza, a 2:5oo rs. a vara. .
    Toalhas
    de linho para meza, a 3:ooo rs.
    Harege
    *le lindos gostos, pelo barato preco de 18o
    rs. o eovado.
    Esleir da India
    propria para forro de sala, le \, 'i 06 pal-
    mos de largura.
    C.VL DE LISBOA
    Vende-sc cal noWde Lislwa : no largo do Cor-
    no Santo, escriptorio de Manoel Ignacio do Olivt-i-
    a & Filho u. n. _______________
    l'olassa da itussia.
    Aaba de chegar pelo brigue htttibui'guez
    Olio, muito nova e superior; vende-se so-
    mente no antigo e acreditado deposito na rua
    da Cadeia do Recife, n. 12: onde tambem se
    vende cal de Lisboa muito nova c precos
    commodos.
    Farinha de mandioca
    em saccas grandes, e de superior qualida-
    de : no armazem de Tasso Irmos, rua do
    Amorim n. 35.
    45-RUA D_REITA--45
    7_3-ai _tA___
    Eia, rapasiada, coragem! pai
    entregastes os vossos joanobs nos duna m
    xos do pessimo calc;unento .la i
    S se observa em vojso [> loti_w a. i
    nhadas e gastas at ultima
    rasgados e quasi sem lt.
    a qoebradeira nao d*
    to I Vinde rua Direita manir-"* lente calcado com W) c ab- m ;
    menos do seu valor.... atlcnd.i:
    Borzeguins, Nantes, bezern c va-
    queta 2 e meia solas....
    Borzogtiins. Nantes, bwrro, \ -
    (neta c luslri! t solas. .
    Borzeguins, francez e haj_bargn bezeiro, lustre e couro e por-
    co 741 e........
    Sapates, Nantes, bezerro e vaqae-
    ta 2 e meia solas.....
    Ml8es, Nantes, vaqueta, lusl- :
    bezerro 2 solas......
    epatos, Nantes, sola e vira. .
    omlacn. .
    tapete.
    Sapatos deJ)orracha para senhora.
    dem idem para meninas.
    Sapatos de lastre fiara M_l
    Idem de lustre as avessas .
    MUDANCA.
    1G annos: na rua
    Precisa-se alugar urna preta escrava pie co-
    zinbe, engomme e compre para urna familia, com
    insta de duas pessoas : a tratar no
    rua do Imperador n. io\________
    armazem da
    Acha-se tratada a compra da taberna sita nos
    Satro cantos da cidade de Olinda n. 2 com o Sr.
    ancsco Jos-de Amorim: qnen/Je aehar cora
    direito a mesma. dirija-se ao Recife na rua da Sen-
    zala Nova n. 26, ou em Olinda na mesma taberna
    nestes oito dias.
    - No largo do Carmo n.
    mulher para cozinnar.
    1 precisa-se da urna
    A abaixo assignada previne ao publico que
    ningiicm contrato com o seu pai Simplicio Fortu-
    nato Ferreira, e o seu irmao Francisco Ignacio
    Fcrreira a respeito dos bens que lhe tocaran por
    morte de seu marido, nem f_ja com os ditos e-
    nhores transaccao algictna acercados quatro ta-
    inos que lhe pertencem, na rua do Kangef.
    _______________Evarintha Rosa Ferreira.
    - A pessoa que annunciou para comprar urna
    balanca grande e alguns laxos para reflnacao, di-,
    rija-se a rua da Guia n. 42.
    ALViqABAS A NOVTDADE.
    Sao chegados loja das columnas
    na rua do Crespo n. 13 de Antonio
    Correa de Vasconsellos & C. riquis-
    simos cortes de la muito fina com
    barras estampadas e matisadas Im-
    peratriz Eugenia, cores as mais deli-
    cadas como sejam: cor de ganga, de
    lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
    te nova e nunca vista em Pernam-
    buco.
    Domingos Alvos snbdilo hespanliol, vai a Eu-
    ropa a tratar de sua saude e leva sua senhora.
    Precisa-se de 2:oOO\3 hypoiliccando-se 11111,1
    propriedade livre e desembarcada que val preco
    baixo 8:0005, a pessoa quo queira dirija-se a ser-
    rara do Sr. Jos Ignacio Avila, que l se dir o
    pretndeme.
    .tttenco!... attenco!
    Na villa do Paco.
    Na villa do Paco.
    De Camaragibe !...
    De Camaragibe !....
    O abaixo assignado, morador na villa do Paco de
    Camaragibe, vende as suas tres barcacas a saber : cambraia bordados, para baptismo, a U-
    Abysrno do Paco, de lote de 550 saceos de assucar, i -__-_____---
    fYor do Paco, de 450, e Paquete do Paco de 380,1
    prompias o navegando ; sao as que carrgam toda
    a safra desta ribeira, e muilo acreditadas. Assim
    como vende o sau trapiche, o mais bem montado
    nesta provincial na de Pernambuco, de pedra,
    ral c lijlo, tem capacidade para mais de dez mil
    saceos, guindaste de ferro, collocado no primeiro
    BicOs preto de linho, vara a 120, 160, 240 e .120
    rs.; ricas franjas e trancas pretas e de cores, vara
    a 120,160 e 200 rs. ; trancas c galoes de laa c de
    algodao, pecas de 10 e 15 Varas, a 200 e 400 rs.;
    froco fino e grosso, peca a 160 rs.; vostidinhos de
    COMPRAS.
    Escravos.
    6, loja.
    ompram-se dous moleques, sendo estes bonitos
    a^desttTtiiiT que "rccbe'todo o scar que de 13 a 16 annos: na praca do Corpo Santo n.
    transoorta esta ribeira, tem casa de vivenda na
    frente da rua do Commercio com os fundos para
    o trapiche, tudo murado, e obras principiadas de
    tijolo, dentro muitas Iructeirase terreno para plan-
    tacao de-hortalicas. O abaixo est resolvido a fa-
    zer todo negocio a praso ou a dinheiro, como con-
    vier ao pretndeme, est bom para quem est abor-
    recido de viver na praca : para informacoes sobre
    o trapiche, queiram dirigir-se ao Sr. Antonio Lou-
    renco Teixeira Marques, ou com os Srs. Marques
    t Silva, rua da Cadeia n. 1, e com o Sr. Manoel
    Tavares Cordeiro, travessa da Madre de Dos n.
    18 A. E respeito s barcadas com Thom'az Fer-
    nandes da Cunha, na rua da Cadeia n. 44. Para
    tratar da conclusao da venda com o ^toprielario
    na referida villa.
    Joaquim de Souza Silva Cunha
    V_&.

    Precisa-se de urna ama para urna casa de pouca
    familia: na praca do Corpo Santo n. 17.
    Precisa-se comprar quatro ou seis vaccas de
    leite de boa qualidade e paridas de prximo : no
    Arraial sitio de Elias Baptista.____________
    Compra-se um mulato de idade de 16 20
    annos, proprio para pagem, e urna negra que cosi-
    nhe e engomme bem, na rua da Cruz n. 1.
    Cobre, latao
    bola amarella,
    rador.
    Conipra-se
    e chumbo velho, no armazem da
    no oitao da gaz da rua do Impe-
    Compra-se electvamente ouro e prata em
    obras velhas : na pra?a da Independencia n. 22 lo-
    ja de bilhetes.
    - Precisa-se de um amassador na padaria era I "T CoW-se PaPf' Santo Amaro atraz da fundico do 9r. Star. 1n0 dePslt0 da r"* da Senzalla-Velha n. 48.
    Alnga-se o armazem do sobrado n. 47 na rua!
    de Apollo, aluga-se mais a casa terrea da rua da
    Senzala Velha n. 74, com 3 quartos, cozinha fra e
    pequeo quintal: quem quizer alugar, entenda-se
    com Jos Antunes Guimares, on falle no deposito
    doSr. Cascao, na rua da Senzala Velha n. 48, que
    alli estao as chaves.
    Para unta encontmenda.
    Comprase orna escrava moca de boa
    figura e conducta, e que saib bem de
    costura e eigommado, a Ira lar ni caes
    do Apollo o. S5.
    O rival sem segundo mudou 0 seu estabe-
    lecimento do n. oli para o n. 49 da mesma
    rua e contina a vender em todas duas lojas
    as miudezas abaixo declaradas e tfOMram
    prestar toda attenco:
    Saboneles inglezes muilo finos a
    100 e......... 400
    Frasco d'agua de colonia peque-
    no muito fino...... 400
    Dito dito grande muito superior. .*00
    Frascos de macassar perola a. 200
    Ditos de macar oleo a. 100
    Frascos de oleo Barbosa a 240,
    320 e......... 420
    Dito dito muito superior a 500 < 640
    Dito de banha muito fino a 400 e MO
    Frascos de Lavando muito superior. .'00
    Garrafas d'agua celeste muito su-
    perior a........ 1.(5000
    Frascos de cheiro muito finos
    500 e......... 800
    Ditos debanhapequenosniuilolina. 200
    Dito de opiata pequeos. 200
    Thesouras muito finas para unhas. 400
    Gravitas de seda de cores... oOO
    Luvas brancas de algodao ... 100
    Caivetes de 2 folbas muilo linos 320
    Caixas de colxetes franceses e car-
    toes ......... 40
    Grampos de caracol e lisos. 40
    Caixas de vidro com 12 dedaesde
    metal........-. 320
    Massode palitos lixadospara dentes. 160
    Grosas de botOes de ac para caifa. 320
    Caixas com 6 frascos de cheiro. IrjOOO
    Escovas para cabello muito finas 640
    Carteirasdemarroquimmuitofinas. 640
    Pecas de tranca lisa encarnada. 20
    Tinteiros com tinta mnito superior. 160
    Ditos de vidro com tinta mais in-
    ferior......... 100
    Cartas de alfinetes franeezes 40
    Cornetas de cintre para meninos 80
    Vcndem-se tres venezianas em bom estado :
    a tratar na rua do Imperador n. 67. segundo andar.
    O Opi scn.o be moiial nFxir,ios\, por A. Ren-
    do, para leitura as escolas primarias folheto de
    71 paginas, encadernado a 500 rs. e em broehura
    a 400 rsf: na livraria de Guimares A OMreira,
    esquina da rua do Imperador,
    ENFEITES PARA SENHORAS
    CHEGIDOS PELO VAPOR
    $6 para o Vigilante roa do Crespo n. 7.
    SSo chegados os novissimos c riquissimos eiwjjito* para menina,
    feites para abeca, pois com a vista nao ha-|Di_te de ditas, de core*.
    ver senhora que deixc de comprar um bo-1 Zapatos para senhora e lioman,
    nito enfefte: so no Vigilante rua do Crespo
    n. 7.
    Luvas de peliea.
    Tambem chegaratt neste mesmo vapor um
    completo sortfljanto de luvas dejomin
    brancas e de toaas as cores; tanto para ho-
    mens como para senhoras: s no Vigilante
    rua do Crespo n. 7.
    Perfumes.
    Tambem chegou um cowpleto sortimento de I
    perfumarjas dos fabricantes mais afamados
    sendo *4e Luvin, Cudr e fiver; sendn
    extractos essencios.de todas as qualidades,
    pomadas, banhas, sahonotes, agua de Co-
    lonia, vinagre virginal da sociedade hygieni-
    ca, agtei florida, agua balsmica para den-
    tes, frasquinhos com superiores pos para
    dentes, caixinhas com um frasco d'agua,
    pos e todos ospreparos para limpar den-
    tes, olos de todas as qualidades para ca-
    bellos, e outras murtas cousas mais: s no
    Vigilante rua do Crespo n. 7.
    Tesovas t, caivetes.
    UTambem chegaram um completo sortimento
    de tesouras dos mais afamados fabricantes,
    tanto para unhas como para costuras, ras-
    paldeiras para papel, caivetes de maqui-
    na,- facas de um e dous botos, tudo do
    mais superior que se pode encontrar: s
    no Vigilante rua do Crespo n. 7.
    Paprl de fantasa.
    Tambem chegou um grande sortimento de
    papel de fantasa branco, bordado e lios
    douradinho, de lindas cores, assim como
    de peso e almaco, assim como muilos ou-
    tros objeetos de muilo gosto que se torna-
    riam enfadonho annunciar, que seus pro-
    cos sero por menos do que em outra
    qualquer parte: s no Vigilante rua do
    Crespo n. 7.
    Volantes e terinas.
    Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
    nas, rendas dounadas e plateadas, bicos es-
    peguelba e galSes de todas as larguras,
    Tendcnfio-sc tudo por precos baratissimos
    lirincipalmenfe sendo em peras: s no Vi-
    gilante rua do Crespo n. 7,
    Relroz e linlia.
    Tambem chegou um grande sortimento dfl
    retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
    do* preto, azul ferrete e cores sortidas, a
    14,000 rs. a libra, linlia de miada de Roriz
    ecabeca encarnada, que seus precos serao
    baratissimos: s no Vigilante roa do'Cres-
    po n. 7.
    MOVO IllVAL
    LOJA DE MTCDEZAS
    Hua do Quemq(o n 16
    Ma>sinhos com 7 grampas sortidas a :)0 rs.
    Caixinlias com ditas a 60 e 80 rs.
    Pecas de tranca de lia lisa encarnada a 90rs.
    Ditas de dita de caracol de lia de cores i 60 rs
    Dilas de dita de caracol branca a 80 rs.
    Ditas de dita de caracol mesclada a KKl rs.
    Ditas de fita trancada para debrum a 8o. lOe
    160 rs.
    Fitas eeorddes iara cufiar
    lo rs.
    Caixmhas com 18 pares de
    Wrs.
    Cartoes com 11 pares de ditos a 10 rs.
    Ditos com i: pares de ditos a 60, 80 c loo rs.
    Pares de luvas de montara para bomema600
    c U000.
    Ditos de ditas de seda para senhora a 600 e 1.
    Ditos de ditas de Escocia para senhora a OO e
    400 rs.
    p

    :jjwo
    Os Casos
    os mais mmwm

    urna |Mrtittaz turara
    DK
    ESCRFULAS,
    00 ERPCOES SWROnilOSi?
    Ulceras dV iwa a r>pffi>. -'
    SYPHILIS. 01 MAL VOEB
    TUMORES,
    f-ibiilli^o<**.
    BERTOEJAS,
    OPHTHALMIA,
    ifyiiiopisi.
    Empigen?,
    11ERPKS.
    apwui
    KSiORBITO.
    Tiiiha.
    CHAGAS m\Ul
    R h e u t, 3 i fsm o C r c n"
    VOBMm GERAL,
    Xt'rvvsi<|iti(. X ;:.
    FILT1 %
    SUPPRESSG SAg BIfi___|
    AIrIElORilH_A.
    -
    esparlilho a 00, 80 e
    pares de clcheles a Me
    ItfaMat te Irm
    EMAl : i \
    w*v>v*}c:.
    **G**cam l.'i varas de franja para cortinado a
    .^Yaronf!, franJa de seda Drela e de cores a 100.
    600 e 800 rs.
    Dita de tsanca grega de seda em caracol a 200
    400 c 600 rs.
    Dita de beos e rendas brancos c pretos a 100.
    140 e 200 rs.
    Dita de galoes brancos lavrados a 120 c 160 rs.
    Oilava de relroz preto c de cores a 160 rs.
    Escovas para dentes a 160 e 400 rs.
    Grvalas de seda modernas a 240 e 600 rs.
    Lindas capellas para meninas e noivas a 1.'00
    e -15000.
    Duzia de cairas de phosphoros a 160 rs.
    Pentes de atar cabello a 40, 16) e 240 rs.
    Caixinhas de lamparines para st-Ss mezes a 80 rs.
    Resma de papel almaco liso a 2o00 e 3.
    Dita de papel de peso" pautado a 3,3400.
    Caixinhaeom 10 anvclopes a 800 rs. c 13.
    Dita de lacre a 200 e 400 rs.
    Dita de obreas de massa e de cola a 80 e
    120 rs.
    Dita de pennas de lanca e ralvgraphicas a 800 e
    MMO.
    Frasquinhos com tinta azul e encarnada a 24U Lapis azues e encarnados a 120 rs.
    Duzia de lapis de pao a 80 e 120 rs.
    Dita de facas e garfos brancos e pretos a 3.
    Massos de palitos lixados superiores a 280.
    Tesouras diversas a 80, 16Q, 24h e 320.
    Ditas grandes de Guimares para alfaiate a 600
    Arrecpoc-, -a3dcFig-adc
    \ -. i i :,, .
    UVRE I
    lMt__M IWrtilll f,. I,
    BBMfCA .
    Todas estos B_n_ e ac^^.
    mente ccde::i A b:..;::..,. p .
    purificante? qvr.hdadet da :
    ftataMta km
    SlLyPttIIIJll bg __
    A venda as boticas de Caors i '
    rua da Cruz, e Jalo da C. Wmc
    ila Madre de Dos.

    Cal de Lisboa
    Cal virgem chegada homcm em .m .,p
    t" bem acondicionadas e por pi ,>
    antigo deposito da rua do Trapiche n. t
    zem de Manoel Teixeira Basto.
    Sfllins inglezes
    chegados casa de Izidoro. >'>n.
    Cruz n. 2.
    i;
    i
    Vende-se a melhor taberna da rua de S.
    Jos n. 2, bem afreguezada tanto para a trra
    como para o mato, para quem quizer negociar,
    por seu dono estar muito doente, e precisar tra-
    tar de.sua sade : a tratar na mesma.
    ._____________________:___________________>,. __
    Ao botel de Pars.,'
    Continuar a vender mao de vaces, todos os do-
    mingos das 5 horas da manhaa em vante, feita com
    todo o aceto e limpeza : na rua da Cruz n. 24 por
    cima da botica.
    Atacadores de cornalina para paletot a 320.
    Duzia de canudos de pomada do Porto a 280.
    Frasco de macassar perola a 160 e S40.
    Dito de Patcholy a 300 rs.
    Ditos grandes com agua de colonia a 500 c 800
    ris.
    Ditos com estrados finos a 13.
    Ditos com banha franceza a- 300 e 13-
    Calcadciras de chifre a 120 rs. _^
    E muitos outros objeetos, tudo barUS.
    CEBLAS
    Rua do Amorim n. 43.
    Vendem-so ceblas novas e grandes,desembarca-
    das hontem, pelo barato preco de 800 rs. o cen-
    to; a ellas, que estao se queimando, mesmo a tro-
    co de cobre.
    Espirito de vi_h.
    Na na do Oitovello n. 1 vende-se ts>rii t
    vinho de :W graos a 240 rs. a garrafa, e en <-a_v
    da a 13600.
    POTAOS A-
    Vende-se poUssa de mni HMar ualidau
    preco enmmodo : no largo do Corpo Sant
    torio de Manoel Ignacio de Oliveira & Flh-
    - II1 \ DK
    Na roa do Crespo 8, |ja > i ftrit dr \a4rtie k C. saecesseres de Jeaqwa *M-
    a Castro.
    Vendem-se cassas de cores Isas lia* -
    droes a 200 rs. o eovado, e ditaUsada-
    de 700 rs.a vara a 240 rs. por corado, da
    Para engenho
    Vende-se nma meia moenda de ferro nova e
    rodetes de ferro, parafusos. bronzes ,
    pertences para moagem de canna, assim como 4
    taixas de ferro coado de o. 6 e 7 palmos de t.xra
    por menos proco que em primeira mi : a tratar
    com Antonio Gomes la Cunha e Silva na roa a
    Cadeia do Recife n. 30.
    i!
    d li rr:f\/ri


    Hita e ^rauMstnneo Htgmm* tetra ti *# Agoste *> !.
    GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
    DE
    o
    TODOS
    os
    VAPORDS
    se reccbem gneros de conta
    propria e dos melhores esta-
    belecimentos da Europa, a-
    rante-se todo e qualquer ge-
    nero comprado neste
    ESTABELECIMENTO,
    COMPLETO
    S0RHMENT0 DE MOLHADOS..
    vende-se em porco e a reta-
    Iho, aprompla-se com toda a
    presteza e exactidao qualquer
    encommenda dirigida a este
    ESTABELECIMENTO.
    TODA AnENC&O
    NOS
    Os proprietarios doliuito acreditado armazein Progresso fazem sciente ao respeita-
    -ve' publico e com especialidade aos seus amigos e freguezes que tem resolvido resumir os
    precos dos seus acreditados gneros, como abaixo verao n5o obstante os preces menciona-
    dos a vista da qualidade dos gneros que se prova quanto se deseja servir satisfatoria-
    onente aos nossos freguezes, advertindo-lhes que raandem seus portadores, que serao t3o
    'b&m servidos como se viessem pessoalmente, isto s no Progresso.
    Jbnteiga inglcza perfeitamente flor ebegada Farinha de Maranbo muito alva e ebeiroza
    no ultimo vapor a 9oo re. a libra.
    jdem de 2.a qualidade a 800 re. a libra.
    dem de 3.a dita a io rs. a libra.
    ARAIAZEffS
    mmwmu i mmmmm
    DE
    NS. 21 E 23-LARfiO DO TERC.0-NS. 21 E 23.
    O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende os seus g-
    neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bua-
    lidade de qualquer genero sabido dos seas armazens ; pode vender por menos por com-
    prar dinheiro, e por isso fas vantagem a os compradores.
    Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l.Coo rs. aarroab ou caixa.
    Toncinho de Lisboa da 1.* qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
    [Caf do Rio da i. e 2.* sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
    Queijos do reino, ebegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
    Velas de spermacei,.carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4oo rs. a libra.
    Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e 4oo rs., em caada se faz aba-
    timento, ha porfo para escolher.
    Boiachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3,ooo rs. a barrica.
    Palitos do gaz, -vhiflos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
    Manteiga ingleza da 1 .* e 2.* qualidade, a 800 e 76o rs. a libra,
    dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 600 rs. a libra.
    Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
    Mho alista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
    Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceneja das me-
    mores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite doce, vi-
    nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas, banha de porco e
    kratros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
    dem para tempero a 32o e 4oo rs, a libra.
    Manteiga franceza a mais nova que ha no mer-
    cado a 600 rs. a libra, e em barril ter aba-
    timento.
    Banha de porco refinada a 540 rs. a libra.
    Vinho em pipa Porto Figueira e Lisboa a 4oo,
    480, 5oo, 060 rs. a garrafa, em caada
    2,800 3,ooo 3,8oo e 4,ooo rs.
    dem em barril o mais superior que tem vin-
    ao morcado a 600 rs. a garrafa.
    Lagrimas do Douro especial vinho do Porto a
    i.ooo agrrala e a 10,000 a caixa, o preco
    nao indica a qualidade deste precioso vi-
    nho, porm venhamao Progresso que a vis-
    ta faz f, a este genero constantemente man-
    damos vir de conta propria e por isso po-
    demos vender por menos que outro qual-
    quer annunciante.
    Vinho do Alto Douro das marcas mais acre-
    ditadas e especialmente escomido por um
    de nossos socios, comosejam:Cam5es, Du-
    que, do Porto, D.Luiz, Carcavellos, Clia-
    misso Filho, Madeira secco, e Feitoria a
    9oo re. a garrafa e !),ooo rs. a caixa com
    12 garrafas.
    Garrafes com especial vinho do Porto con-
    tando 5 garrafas a 2,800 re.
    dem com ?? garrafas de
    gueira a.ioors.
    dem com 8 garrafas de
    a.loo rs.
    superior vinho Fi-
    vinho Lisboa 1
    Farinha de Maranbo muito alva
    a 16o rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa a 32o rs. a libra e a 9,ooo
    rs. arroba.
    Sardinhas de Nantes a 36o rs. a tata.
    Azeite doce de Lisboa a 64o rs. agrralae a
    4,8oo rs. a caada.
    Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa ea
    l,2oo rs. a caada.
    Garrames com 5 garrafas de vinagre de Lis-
    boa a l.loo rs.
    Champanhe.das marcas mais acreditadas a
    8 e a lo,ooo rs, o gigo, e a800 rs. e a
    1,000 rs. agarrafa.
    Serveja preta marca T e XXX a 6,5oo e
    7,ooo rs. a duzia, e a 600 rs. a garrafa,
    tambem temos das mesmas marcas para 4,
    e 4,5oo rs. a duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
    dem branca Te cobrinhaa5,5oo e 6,ooo rs,
    a duzia e 5oo rs. a garrafa, tambem ha
    para 4,000 rs. a duzia.
    Graxa en latas grandes a l,3oo rs. a duzia
    e 12o rs. a lata.
    TERCOS
    o
    e corda* de cornalina.
    -----------w---------------. A aguia branca pensando constantemente em
    . Ceblas superiores em resteas, a Cinco bem servir a toda a sua reguezia, notou que ainda
    mil ris o milheiro no Caes da alfandega n. nao navia feito algum agrado a aquellos
    Polassa da Russia.
    Vende-se em casa de N. 0. Bieber &C.,\
    successores, ra da Cruz n. 4.
    I, armazem de Tasso A Irmos.
    A AGUIA BRAUCA
    RecebeH pelo ultimo vapor o
    egutnte:
    Bonitas pulseiras de cabello, coral, e cora-
    lina.
    3ue prt-
    ever de
    bom chrisfio, e quando reparn "essa soa falta,
    mandou vir e acaba de receber delicados tercos e
    1 coreas de cornalina com cruz de prata, os quaes
    I deixa i disposicao dos neis que estiverem dispostos
    a gastar 14300,25 e 34 para possuirem um bonito
    terco ou coroa, com os quaes podom mesmo pedir a
    Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
    gre e espa^oso ninho da rna do Queimado n. 8.
    Notos e bonitos -
    Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras. pemiiilios travessos dourados e com pedras para
    Outrao esfreitas para meninas, ou manguitos, meninas : vendem-se na ra do Queimado, loja
    d'aguia branca n. 8.
    Bahuzinhos com perfumarlas e
    sera ellas.
    A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
    frasquinhos de cheiros por 14500 o vasios por 800
    rs., servindo estes para meninas, e mesmo para
    joias, etc., ele. : na ra do Queimado, loja d'aguia
    branca n. 8.
    Linhas aaaelas e lustrosas para
    bordar
    vendem-se na loja d'aguia branca ra do
    Vinho branco de Lisboa proprio para missa
    viudo j;i engarrafado de Lisboa a 64o rs.
    a garrafa.
    dem em barril muito superior a 5oo rs. a
    garrafa e a 4,ooo e 3,8oo a caada.
    '. xas francezas em caixinhas de 1 >, 2
    e 3 libras eleratemeote entortadas com ri- Licor francez de todas as qualidades
    cns estompa* na caixa exterior a l,3oo I garrafas de vidro brancos a 72o e 8o
    1 ,boo 2,ooo e 2,ooo rs.
    dem em latas de, 1 e 3 libras a l,4oo e
    2,6oo re, cada urna..
    Figos de comadre em bauzinhos de folha
    muito proprios para mimo a l,6oo.
    dem em caixinhas a l,4oo rs.
    dem em caixinhas ermeticamente lacradas
    e amito bem eofeitadas a l,8oo rs.
    Mema 2oors. a libra.
    Pa as de carnadas as mais novas que ha no
    mercado a loo rs. a libra e a 6,ooo rs. a
    caixa.
    Sabnio em latas
    8oo rs.
    ermeticamente lacradas a
    Lagosm em latas grandes a l,4oo.
    Savel, corvina, chernc, vezugo, peixe espada,
    preparados pela primeira arte de cozinha a
    a l,3oo rs.
    Qoeijos flamengos chegados no ultimo va-
    por a 2,4oo rs.
    dem do vapor [)assailo a 2,2oo 2,ooo e
    ,8oo, re.
    dem prato do ultimo vapor a 64o rs. alibra.
    Doce da casca da goiaba caixoes grandes a
    Goo e 9oo rs.
    Chcnricas as mais novas que ha no mercado
    a 56o rs. a libra.
    Chouricas mouras encommenda especial nos-
    sa a 6oo rs. a libra.
    Presunto verdadeiro de lamego em calda
    de azeite 56o rs. a libra
    Bolaxinha ingleza a mais novas que ha no
    mercado a 2,5oo rs. a barriquinlut com
    4 arroba, e a 24o rs. a libra.
    dem de soda de diversas qualidades a 1,400
    reis.
    dem em latas grandes, proprias para lunclie,
    com 5 a ( libras, por 2,4oo rs
    Marmelada imperial do fabricante bren
    outros conserveiros de Lisboa a6oors'.
    iibra.
    Frutas em calda de todas as quabdades a
    5oo rs.
    Krvilhas francezas a 5oo rs. a lata.
    dem portugue/.as a 64o rs. a lata.
    Massa de tomate a 64o rs. a libra.
    Amendoas coneitadas a 7oo rs. a libra,
    dem de casca mole a 28o rs. a libra,
    Avelans a 2oo rs. a libra.
    Carteiras com agulhas.
    Agulhetas para enfiar, e agulhas cantfas.
    Trancelins e fitas de borracha.
    Carriteis com torcal de todas as cores.
    Massos e fios de coral.
    Esponjas finas para rosto.
    Pentes de tartaruga virados, com laco e
    balo.
    Enfeites de rede para conservar os cabellos
    bem atados.
    Aspas e coz para balo.
    Fitas com colxetes para vestidos.
    Trancelins chatos de 15a para enfeitar vestidos. Queimado n. 8.
    ^ ^^S^l.-^^J^ISP. ^"^P?"^* do_ferroola Eapel e folha pau-aa rosas. XOTisslmos e bonitos enfeites
    Lamparmas francezas. para abecas.
    Trancelins grossos para relogios. Onando o helio sexo nrta a f-iin de hons
    Escovas cabodosso, marfimemadreperola ^^S^ei^l^tZ
    para dentes, unhas, limpar pentes e joias. recebe urna sua encommenda de bonitos e
    Outras finas para roupa, chapeo, cabello etc. delicados enfeites, e de modernissima moda,
    Outras de velludo para chapos. muito servindo isso para sanar aquella falta,
    Pastas para trepis. e fazer com aue as Exmas apiwiadoras a
    bella empreza Coimljra possam melhor real-
    sor o moolrnrem o npurado gOStO que 3S
    guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
    tante fino com continhas d'afo, e mui bem
    A aguia branca por mudas vezes tem da- jenfeitados con flores, fitas, bicos plumas
    do aconhecer que quando acha alguma pe- etc-' entretanto que sendo obra demudo
    chincha, nao quer somente com ella encher ^osto custam ?*' M e/fdinbeiro visU;
    o papo, ao contrario deseja que toda sua boa na slsa e alegre loja d aguia branca ra
    freguezia e o publico em geral prvem da iuo yi'eim:,Uo n-
    mesma, o que agora mesmo acontece com Delicadas tesonrlnhas d'a^o para
    essas; baratissimas bandeijas, cuja limitacoj bordados e labyrinlhos.
    de precos admira, em relaco aostamanhose1 ^... .___ ....
    quabdades: avista do que convm todos a-1 freAguSfa JSSSa'Sffi: ^"S^t
    proveitarem-SC dessa opportuna OCCaSlJO e licadas tesourinhas dVo ponas agudas, proprias
    proverem-SC d'um traste sempre necessario, para lardados c labyrithos, p una vez chegadas
    e que lhes custar quasi metade do justo va-' in? de f?ct0 ebegaram, a aguia branca convida
    \inlio Boideaux das melhores qualidades ^ dirWrem-sp rom dinhei-'as ais senhf*s su*5 boa? fregezas para
    .me lem *in ro a alegre e espacosa loja d aguia branca seus i& em cada urna desdas fmissimas tesouri-
    rua do Queimado n. 8. j nnas> na certeza de que perder por rhegar larde ;
    ; quem se demorar em as mandar comprar no ale-
    Os afamados copos com banha. e gre c espacoso ninlio d'aguia branca, ra do Quei-
    boloes com inscrinces. mado 8-onde tambem ha oulras cun-as e direi-
    rr tas para unhas.
    Chegaram novamente para a aguia branca (
    esses afamados e estimados copos com banha' olivas de camnrea.
    lina; assim como os bonitos boioes de por-' Vendem-se mui finas luvas de
    de muita duraco 4oo rs. cada urna.
    Palitos de dentes massos grandes a 2oo rs.
    e 28o rs.
    Paltos do gaz a 20 rs. a caixinha e 2,3oo rs.
    a groza.
    Gela de Alperclie chegada no ultimo vapor
    latas do libras a 800 ro. pechincha.
    Genebra de Hollanda garrames cora 16 gar-
    rafas por 6.5oo rs.
    dem em frasqueiras a6,3oo rs. e 6,5oo rs. ea
    060 rs. o frosco affianca-se ser verdadeira.
    dem de botija em barricas cora quatro du-
    zias a 44o rs. cada botija.
    'dem de laranja em frascos grandes verda-
    deira italiana a i ,00o rs. o frasco.
    i
    .Marrasquino de zara a 72o rs.
    Pastas para nwpeis.
    Kaspadeiras e facas de marfim para difas.
    Visporas e dominOs.
    Baratissimas bandeijas.
    em
    800 rs.
    > qua
    |ue tem *indo ao mercado a 72o e 800
    rs.. e em caixa a 7,5oo, 8, e 8,2oo rs.
    Azeite doce refinado do fabricante Pelanol e
    outros a 800 rs. a garrafa.
    Conservas inglezas sortidas e de urna s qua-
    lidade a 800 rs. o frasco.
    Acanita verdadeira a 32o rs. a libra.
    Gomma de engommar muito alva a 800 rs.
    a libra e 2,2oo rs. a arroba.
    Sag muito novo a 24o rs. a libra.
    Sevadinha de Franca a 16o rs. a libra.
    Sevada muito nova a 12o rs. a libra e 3,2oo
    ss. a arroba.
    Estrellinha e pevide muito nova a 56o rs. a
    libra.
    MacarrSo a 32o rs. a libra.
    dem e talharim o mais novo quo ha no mer-
    cado a 48o rs. a libra.
    Aletria a 5oo rs. a libra.
    Arroz carolino a loo rs. a libra e a 2,8oo rs.
    a arroba.
    dem do Maranho
    3.000 a arroba.
    a 12o rs. a libra, e a
    Caf do Rio o mais superior que se pode de-
    sejar a 32o rs. a libra,
    dem a 28o e 3oo rs. a libra e a 8,2oo, 8,4oo
    e 8.7oo rs.
    Velas de carnauba refinada a 32o rs. a libra,
    e a lo.ooo rs. a arroba.
    dem de spermacete a 64o rs, a libra.
    Chocolate bespanhol e francez a 9oo e l,ooo
    rs. a libra.
    Cha perola muito especial chegado neste ul-
    timo vapor de encommenda propria muito
    novo a 3,000 e 2,8oo rs. a libra.
    dem huxim muito superior a 2,7oo rs. a
    libra,
    dem hysson a 2,56o rs. a libra.
    Mdem hysson a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
    Wem preto homeopathico e muito superior a
    SPbo rs. a libra.
    dem natsp a 1,60o rs. a libra.
    Batatas mano novas a 80 rs. a libra.
    Charutos dos melhores ftbricsntes da Bahia
    e de todas as marcas, como sujam? sus-
    piros, havaneiros, messecipes, regaba im-
    perial, flor das mattas, primores a 4,ooo,
    3,800, 3,2oo, 3,ooo, e 2,8oo, 2,5oo,
    2,000 e l,6oo rs. a caixa.
    carranca
    cellana dourada tambem com banha, e novas branca e amarella; na ra do Queimado n. 8
    inscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade- loja d'aguia branca.
    SEM SEGUNDO-
    Ra do Queimado n. 53, loja de miudezas de!
    Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo todas
    as suas miudezas \m presos que todos admiran),
    quado para presentes resta porem que os apre-
    ciadores concorram, munidos de dinheiro,
    alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do
    Queimado n. 8.
    Ricas guarnieres de pentes e
    llvellas para cintos.
    A aguia branca recebeu novas e ricas
    guarnicoes de pentes dourados, e com pe-1 como sejam
    dras; assim como outras bordadas froco e Varas de asnas para fazer balOes. .
    com bolas pendentes, novidade essa que s ^SSS^^S \ \ \ \
    se acha em dita loja, e que na verdade se Parcs de sapatos de .an?a muil0 m.
    tornam mui alegres e bonitas; e bem assim a i4o o..........
    recebeu lindas livellas com pedras, e ditas | p<^as de Otas de velludo recortadas com
    d'aco com novos eengracadosmoldes, cintos'^JJL?!?^.*;.,; ..- ; :
    . v -. taitas com muito superior papel anuza-
    dourados e de marroquim; e muitos outros, ^ e ontros a ...
    objeclos de gosto para senhoras sero encon- Mnssos com superiores grampos a. .
    trados na alegre e espacosa loja d'aguia! Caivetes de aparar penas a.
    branca ra do Queimado n. 8.
    RA DO QUEIMADO N. 46
    DE
    FAZENDAS E ROiPAS FEITJJU
    Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 28/1, 2W, 90$ t 35, casacas
    muito bem feitas a 283, 28, 30,5 e 354, paietote acasacados de panno preto de 16 at
    25^, ditos de casemira de cor a 15<>, 184 e 204, paletots saceos de paano e case-
    mira de 85 at 144, ditos saceos de alpaca, merino e 15a de 44 at 64, sobre de lpica e
    merino de 74 at 104, calcas pretas de casemira de 84 at 144, ditas scAr de 74 at
    154, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roupas de Iraa,
    como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de coUetes pretos de meis, eatsaara
    e velludo de 4# a 94, ditos para casamento a 54 e 64, paletots brancos de bramante a 44
    e 54, calcas brancas muito finas a 54, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
    nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, cnsalas
    de linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para bomem se-
    nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grandes
    obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e ma
    pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra com
    promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
    FUIIDI^AO 0 IMhVniVRlA INI
    BKHI Ma 39a
    Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento da
    machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
    Mari linas de vapores as asis modernas e mais acreditadas.
    Rodas d'agua de ferro com seus pertetces.
    Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
    Rodas dentadas, angulares e de espora.
    Taixas de ferro batido e coado.
    Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
    Alambiques de ferro fundido.
    Fornos para cozer farinha.
    Moinhos para moer mandioca.
    Arados americanos, etc. etc.
    DE
    TODAS AS i}l A LIADE8
    DE
    ANTONIO MAI1 DE BRITO
    CONHECIDA POR FABRICADA \1UVA.
    N. 21Antiga ra dos Quarteis de policaN. 21.
    Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f. vendo o credit*
    que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendendo tanto
    na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sio meas ; e como to-
    dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessoa alguma vender
    por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que comprem gato por
    lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmente >* sb
    freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha fabrica sao
    marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o numero da
    mesma casa.
    Aproveito a occasio para scientificar aos mesmos senhores. que w nstantesaente
    encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do melhor fon
    escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
    ROUPA IEIT1
    NO
    A R TI A X E 91
    DE
    IrWWI %i ^^^\^*
    -db-iTA Di) i9imAD\)-\)
    3LETREIRO VERDE.
    Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa frita de
    todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos coneor-
    rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
    grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhonfc
    homens e meninos.
    120
    40
    160
    1,5800
    1300
    700
    4
    80
    80
    Babadlnhos c*4 relio.se bordado*
    Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
    branca.
    C'apaehos contprldos e redondos
    Vendem-se na ra do Queimado, [loja d'aguia
    branca n. 8.
    <;ra\a reonosnlca.
    A aguia branca acaba de receber essa acredita-
    da ^raxa econmica, cuja superioridade est ge-
    ralmenle receahecida; essa boa graxa se torna
    recommendada, tanto porque o cajeado lustrado
    com ella deixa perfeitamente lustroso ao menos
    tres das sem necessidade de novo unto, como
    mesmo porque sua prepara^ao appropriada para
    amaciar e conservar o cauro ; ella vem em caixi-
    nhas e barrizinhos, e acha-se venda na ra do
    Agulheiros com agulhas a
    Duzia de meias brancas para homem,
    muito finas a......... 15600
    Duzia de meias para senliora, fazenda
    fina a............ 30800
    Cornetas de chifre para meninos a 80
    Escovas para limpar denles muilo finas 200
    Barathos de carias para vollarele muito
    finas a.......... 320
    Ditas pertuguezas a 160 e..... 300
    Frascos de agua de Colonia muilo boa a
    400 e............ 500
    Ditos de oleo babosa a 240 e..... 500
    Ditos com superior oleo de macar a 100
    Ditos com superior macaca perola a 900
    Ditos com superior banha transparente a 800
    Ditos com superior cheiro a..... 500
    Ditos com superior agua celeste para
    cheiro........... IfioOO
    80
    80
    Queimado n. 8, loja d'aguia branca, aos rezumados
    precos de 400, 500 e 640 rs.
    Trancas de algodao brancas e de cores a
    Caixas com superiores obreias de colla.
    Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
    nheiro a...........
    Grvalas da seda de diversos gostos a .
    Tinteiros de vidro com superior tinta a .
    Peana de aeo Inglezas cal jara-1 **** ** ""T 1lnM "J*?*0 ?
    phleaa, a balo a outras. Camteis de l.nha com 100 jardas, bran-
    A aguia branca receben um bello sortimento de; Fitas e oorddcs para enfiar espartillios a
    supenoros pennas de ac inglezas, caljwrSphicas, Caixas com clcheles francezes superio-
    a balao e outras diversas qualidades, cajos precos res a. ..........
    variam em proporgao da boudade os pretenden- Cartees de clcheles francezes a 40,60 e
    tes que se dirigirem eom dinheiro loja d'aguia Facas e garios cabo branco rravado a .
    branca, ra do Queimado n. 8, nao ficarao descon- Ditas de cabo branco crarado a. .
    lentes. Na mesma loja acha-se tambem um varia- Ditas de balaneo muito fina a. .
    do sortimento de caetas, sobresabindo entre ellas t Tesouras para cortar, pequeas e linas
    urnas de nova invencao, que por $1 mesmo deitam a OO e............
    a penna fra quando assim se queira. I Tesouras para cortar unhas muito final a
    500
    500
    160
    100
    30
    80
    306000
    25^000
    Casacas de panno preto, 3541 e
    Sobrecasacas idem, 30)5 e .
    Paletos idem e de cores, 255,
    20$, 15$ e......10*000
    Ditos de casemira, 20$, 15$,
    m, me...... 7,5000
    Ditos de alpaca, 55 e. .
    Ditos ditos pretos, 9$, 7$,
    5,5 e........
    Ditos de brim e ganga de co-
    res, 4,5500, 4$, 3,5500 e. .
    Ditos branco de linho, 6$, 5$ e
    Ditos de merino preto de cor-
    dio, 10$, 7$ e..... 5,->000
    Calcas de casemira preta, 12$,
    10$, 8$e......
    Ditas de cores, 9$, 8$ e. .
    Ditas de meia casemira de co-
    res, 5$500 e.....
    Ditas de princeza e merino pre-
    to de cordo, 5$, 4$500 e
    Ditas de brim branco e de co-
    res, 5$, 4$500, 4$ e .
    Ditas de ganga de cores,
    3$500, 3$ e.....2$500
    Cohetes de velludo preto e de
    cores, 9$ e......7$0<)0
    Ditos de casemira preta, 5$ e
    Ditos de ditas de cores 5$
    c........
    Ditos de setim preto. .
    Ditos de ditos e seda branco,
    3|800
    3$500
    3$000
    4$000
    7$O00
    7$000
    4 $000
    4$000
    2$500
    2-tfOO
    |VINI -f
    2*500 '?*
    6$ e .
    Ditos de gorgurik) de seda
    pretos e de cores, 6$. 5,5 e
    Vendem-se em caixas de 800 a 155, e tambem
    tem a retalho : na ra da Cadeia do Recite n. S5.
    Cohetes de fusto e brim bran-
    co, 3$500, 3$ e .
    Seroulas de brim de linho,
    24400 e ......
    Ditas de algodao, l$600e. .
    Camisas de peitos de linho,
    5$, 4$, 3$ e.....
    Ditas de madapoln, 3-s.
    2,5500, 2e ...... I*i*>
    Chapeos de raassa, pretos fran-
    cezes, 10$, 9$ e. 8*500
    Ditos de fllro, 5$, 4$, 3$500 e 2-JOSO
    Ditos de sol, de seda, 124,
    11$, 7$ e......4$5#0
    Collarinhos de linho fino, ulti-
    ma moda....... t>40
    Sortimento completo de grava-
    tas, fi
    Toalhas parroslo, duzia, lid,
    9$ e........6^000
    Aloalhado adamascado de li- _
    nho vara......1$280 I
    Chapeos deso, de alpaca, pre-
    tos e de cores.....i$000
    Lences de linho.....34000
    Cobertas de chita chineza.. AlQsn
    Pennas d'aco, as mais superio-
    4$000! res, a grosa...... (500
    ; Relogios de ouro orizontaes,
    3$500 90$,80$e......7050iO
    5$000 Ditos de prata, galvanizado,
    jiatentes e onsontaes. 404 e 30*#0t 1
    54000 Obras de ouro, adercos, meios
    aderecos, pulceiras,Tozetas,
    4$000 aneis e cruzes. 4
    PINTURA.
    Tinta branca de massa muito nova, em to-
    tas de 28 libras para casas, para navios, para
    a companhia do gaz, a 2oo rs. a libra: ras
    NOVA :< um 11 %
    Na travessa da ra das Cruzes, na taberna pinta-
    da de amarello n. 6. vendem-se barriqninhas com
    Sotaxhiha americana a 14*00, delxando a barri-
    quinha o comprador; s levar a bolaxinha es-
    400 t*ndo era bon lado; de graca por omms de
    Vende-se pedra propria para soleiras, hom-
    breiras e cachorros de portas por comniodo preco, larga do Rosario n. 34.
    bem como chumbo em barra a 80 rs. a libra : no
    armazem da bola amarella, no oitao do armazem
    do gaz. da ra do Imperador.
    Vende-se
    Piche no armazem da bola amarella
    Imperador. ____ .
    *raa*>


    80
    35200
    34500
    64000
    3*0
    500
    metade do preco que se vonde a da trra.
    Opsculo de moiial kkugiosa, por A Hendu,
    para leitura as escolas primarias: folheto de 71
    paginas, a 320 em brechare, e a 400 encadenado,
    as livrarias da praca da Independencia n. S e 8, e
    esquina da ra do Imperador.
    rariiha t Jisca
    en saceos grandes a preco "*
    trapiche do Cunha no Forte MaOos._________
    Vende-se a armario da taberna a rs
    Mandcgo n. 97 : a tratar na ra do Sebo a. M
    tahea.
    Roa da SeKalli Rtva a. 42.
    Neate estabelecimento
    ferro eoado fibra i (10 rs.,
    Moor libra a 120 rs.




    -------"*r
    T^r
    nr
    -'
    Mario de Pernambuco segunda felra 1* de Agosto de 18S.
    GRANDE ARMAZEM
    I
    AS
    EE
    N. M, ROA MS CRDHS H. 36
    fe>MSE^
    PROfiRESSIVIL
    DO
    balrro de *anto Antonio.
    0 propietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
    sempreem vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
    deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos preco:
    abaixo mencionados, e affianca as pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
    escravos, serem Ufo bem servidas como vindopessoalmentc; encarrega-se de aviar qualquer
    encommenda, ainda mesmo contendo objectos nad proprios deste estabelecimento.
    SO NO
    DE
    LARGO DO CARMO-9,
    DE
    Wfeftflfc. fc ^*
    Eduardo Marques de Oliveira C.
    9*

    M m

    1
    Q
    3
    =8
    a
    3
    I

    sr
    C
    B
    c
    *
    '
    Westes novos e grandes estabeleciraentos de molhailos, encontrar o respeitaxel
    publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, expostos \enda
    R~f^ *-*. MMPncft P h^m sortido armazemMc ornados partid- todas as qualidadcs de gneros por menos preco que em quaesquer outro esUibele. im-i -
    Os propietarios deste^oso e> bcV "^3^5^^^. te d'esta ordem, pois para bem servir os seus freguezes exist; m Europa umdu as-
    f^U^.r a^lJ*, Sn ^SSJK^ SStSSfiSS MT os para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde ja enriar* o r*.
    mesmopede chores ,ue mandarem eomp^r nos* ,- ofcvorde -**- f^^~"S\^d-a. 70.re. g^fe^^
    e 9,5oo rs. a caixa com i duzia. | Ameixas -a U a libra.
    Conservas inglezas dos melhores fabricantes fl^ em frasco ^ <^soo.
    . .ko- or tnd* ntt-n-'Manteigainglezaperfeitamente flor, mandada
    devolver qualquer objecto que nad agradar, devondo os mesmos senhores ter toda alten-( vr 6 e5coramenda especial a 800 rs.
    vir
    cao com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progresista da ra das I a libra.
    v*" *- dem franceza cnegada pelo, ultimo navio a
    Cruzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato pre?e, porque estes 62o w< a libra
    dem em potes de 4 16 libras muito fina e
    muitas vezes olvidam-se e vio outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
    estabelecimento.
    Manteigai ngleza de i.* qualidade, a 900 rs.!
    a libra,
    dem de 2.* qualidade, a 800 rs. a libra,
    dem franceza, chegada ltimamente, a 640
    rs. a libra.
    Batatas muito novas, a 24 o gigo de arroba
    e 80 rs. a libra.
    Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
    de U 20500.
    dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
    mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
    a libra.
    dem londrino, mandados vir de encommen-
    da especial, a 900 rs. a libra.
    dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
    Caf do Rio de 1. e 2. qualidade a 8^500
    e 84800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
    Arroz da India e Maranho a 120 rs. a libra
    e 3(5200 a arroba.
    Avelas as mais novas neste genero a 240
    rs. a libra.
    Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
    libra.
    Legumes francezes para sopa, como seja,
    Julienne, mlange d'quipage, Choux e
    outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
    Amcndoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
    em porcSo ter abatimento.
    Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
    do Alto Douro a 2#4O0 com o garrafao ;
    afianca-se que nesse genero o melhor
    que yeio ao mercado.
    dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
    superior e mais proprio para a nossa esta-
    cao por ser mais fresco a 2400.
    Cha hysson o mais superior a 2#600 a libra,
    afianca-se ser egual ao quo regularmente
    vendemos a 30200.
    dem huxim miudinho, o mais superior que
    vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
    dem prcto muito fino, a 20000 a libra.
    Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
    de Lisboa a 20100 cada um.
    de Lisboa
    de superior qualidade a
    xinha.
    3S0 1?. ra'ac
    Mostarda preparada em potes muito nova a
    400 rs. cada um.
    Milho-alpista a 180 rs. a libra.
    Gomma para engommar muito fina e alva a
    80 rs. a libra c 20300 a arroba.
    Sag muito novo a 240 rs. a libra.
    Sabad verdadeiro hespanhol, que raras vezes
    vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
    em caixa ter abatimento.'
    dem massa de superior qualidade de i 60,
    180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
    Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
    e 10300 a duzia.
    Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
    curvina, salmao e outras qualidades, pre-
    parado de escabexe segundo a arte de
    cozinha a 10400.
    Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
    Genebra de Hollanda em botijas de conta a
    460 rs. cada urna.
    Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
    res marcas a 30200 e 40000 a caada do
    melhor e 500 rs. a garrafa, em porco ter
    % abatimento.
    Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
    para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
    50000 a caada.
    Vinho branco o mais superior que possivel
    neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
    a caada.
    Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
    a l.ViOO u canuda.
    Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
    a 640 rs. a garrafa, e em porgad ter
    abatimento.
    propria para doente a 800 rs. a libra e o
    pote separado,
    dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
    rs. a libra, em barril ter abatimento.
    dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
    cada urna, garante-se a boa qualidade.
    Queijos do remo chegados pelo ultimo vapor
    de l,6oo, 1,800, 2,ooo e 2,5oo rs.
    dem prito .chegados neste ultimo vapor, o
    mais fres* que se pode desejar a 660 rs.
    a libra.
    dem londrino mandados vir de encommen-
    da especial a 56o rs. a libra.
    Caf do Rio de Ia e 2* qualidade de 8,5oo e
    8,800 rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
    bra.
    Arroz da india e Maranhd a loo rs. a libra
    e 3,000 rs. a arroba.
    Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2,2
    e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
    diversas estampas no exterior da caixa a
    l,3oo, l,6oo, 2,000, 2,5oo e 3,ooo rs.
    Banha de porco S 64o"rs. a libra.
    Amendoas confeitadas a 5oo rs. a libra.
    Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
    muito proprios para mimos, de l,ooo a
    2,5oo rs. cada um.
    Batatas a 206oo a caixa com 2 arrobas e a
    60 rs. a libra.
    Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
    em porco ter abatimento.
    Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
    do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafao,
    afianga-se que neste genero o melhor
    que veio ao mercado.
    dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
    to superior e mais proprio para a nossa
    esteeo por ser mais fresco a 2,4oo rs.
    Cha liysson o mais superior a a.Goo r a
    libra, afianca-sc ser egual ao que regular-
    mente vendemos a 3,ooo e "3,200 rs.
    dem huxim miudinho o mais superior que
    vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
    .Mixed e Pickles, ceblas simples, e ou*rasAwz pad<) ^ ^ {(M r. a ,ibra e 3^
    a 000 rs. o frasco. arrohi
    Mostarda ingleza preparada em potes muito Dto dho do Maranho 120 rs. a libra e 30500
    nova a 4oors. cada um.
    a-arroba.
    Mlhos inglezes de todas as qualidades e das AjBeite doce*francez goo rs. a garrafa,
    melhores marcas a 5oo rs. eada r- Du> de LJ8boa m ^ a gaprafa
    Agurdente de canna de caneca a 240 e 320
    rs. a garrafa.
    ramha.
    Azeitonas a 320 rs. a garrafa e 1,3oo a an-
    coreta.
    Batatas inglezas a 60 rs. a libra e 1,80o a
    arroba.
    Sal refinado em frascos de vidro de diversos
    modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
    vale o dinheiro, tambem ha solt para 80
    rs. a libra.
    Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
    proprios para deposito de doce, manteiga Banha de porco a 55o rs. a-libra.
    ou outro qualquer liquido de 1,00o a 3,ooo Bolachinha de soda a 10400 a lata.
    cada um.
    Painco a 14o rs. a libra.
    Milho alpiste a 16o rs. a libra.
    Gomma para engommar muito fina e alva a
    80 rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
    Sag muito novo a 24o rs. a libra.
    Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
    Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
    rica a 30000.
    Gh hysson a 20200 a libra.
    Bato dito fino a 20600 a libra.
    Dito miudinho a 20800 a libra.
    Dito do Rio a 10800 a libra.
    Dito preto a 10900 a libra,
    vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e 0^0,^ de diversas qualidades a 10200,
    em caixa ter abatimento. 108OO 30 a caixa.
    dem massa de superior qualidade dd 800, -champagne a 10 e 10500 a garrafa.
    22o e 24o rs. a libra. Ghouricas a 560 e 600 rs. a libra.
    Graixa em latas muito nova a 12o rs. **! Conservas inglexasa 800 rs. o frasco.
    e l,3oor6. a duzia. [cafem grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90e
    Peixe em latas muito novo: svel, pescada,! 9^200 a arroba,
    curvina, salma e otlras qualidades, pre-. Dit0 mo(lo a 360 rs a i>ra.
    parados de escabexe, segundo a arte de Doce Je g^aba a 56O rs. o caixo.
    cosinha de l,*0o e 2,000 rs. a lata.
    Amendoas confitadas de diversas cores, a
    600 rs. a libra.
    Papel grve pautado e Uso a 3,8oo rs. a
    resma.
    Genebra de Hollanda em botijas de conta a
    46o rs. cada urna.
    dem com 5 garrafas e >uagrc
    a 10100 com o garrafao.
    dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
    guez a 800 rs. cada um.
    Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
    fados das seguintes marcas: Genuino,
    Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
    toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
    perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
    a duzia.
    Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
    Julien, Medoc e S. Estephe e oufros a
    640 rs. a garrafa e 70300 a caixa com
    urna duzia.
    1 douriras e paios, o mais novo que se pode
    desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
    Cognac verdadeiro inglez dos molhores fa-
    bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
    caixa cora urna duzia.
    Marrasquino de Zara em frascos grandes a
    800 rs. cada um.
    Licores francezes, muito finos, das seguintes
    marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
    damos, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
    Crme de Mentbe, Ilude de Venus etc. etc.
    passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
    libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
    caixas, meias e quartos.
    Vmeixas francezas em frascos de 1 lr2 e 3 li-
    bias de 10400 a 20800, tambem ha latas
    de 6 libras.
    Marmelada imperial, dos melhores conser-
    veiros de Lisboa, a %00rs. a libra, em la-
    las lacradas hermticamente.
    Fructas em caldas de todas as qualidades em
    lata3 muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
    da urna.
    Bolachinha ingleza. a mais nova que se pode
    desejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
    libra.
    Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
    a 160 rs. a libra.
    Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
    e 9#000 a caixa com urna duzia.
    Conservas inglezas dos melhores fabricantes
    Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
    a 760 rs. o frasco.
    Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
    libra, garante-se a superior qualidade.
    Palitos para dentcs em caixinhas douradas
    Breo, a 380 a Hbra e 84 a arroba.
    Champagne das mais acreditadas marcas, a
    10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
    urna duzia.
    Charutos dos mais acreditados fabricantes da
    Bahia a 30300 a caixa, tambem tomos
    ^para 20000, 20500, 30000 c 30200 a
    caixa.
    Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
    e 680 rs. o massor
    dem de carnauba e composico a 320, 360,
    e 400 rs. a hbra e de 100 a 110500 a
    arroba.
    Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
    a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
    Massas para sopa: estrellinha, rodinha epe-
    vide a 400 rs. a hbra e 20000 a caixa com
    8 libras liquido.
    Massas para s6pa muito novas: talharim, ma-
    earrd e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
    Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
    suisso das melhores qualidades a 900 rs.
    a libra.
    dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
    dem muito mais baixo, muito proprio para
    negocio a l,6oo rs. a libra.
    Presunto inglez para fiambre o mais fresco
    que se pode desejar a 800 rs. a libra.
    Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
    de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
    dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
    a l,2oo rs. com o garrafao.
    dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
    a 9oo rs. cada um.
    Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
    se pode desejar.
    Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
    rs. a libra.
    Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
    fados das seguintes marcas: Genuino,
    Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
    toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
    perior e outros a 1,00o rs. a garrafa, e
    9,000 rs. a dnzia.
    Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
    a l,2oo rs. a garrafa, e Io,ooo rs. a caixa.
    Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
    garrafa.
    Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
    Dita flor de laranja a 10 o frasco.
    Feijo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
    Figos a 32o rs. a libra.
    Genebra de Hollanda em botijas a 5oo rs.
    Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
    Vinhos em pipa: Lisboa, Porto eFigueira das Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
    melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo ei a arroba.
    4,000 rs. a caada do mais superior e de Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
    32o e 36o rs. a garrafa. Genebra em garrafes de 14 garrafas por
    4HHKK
    Licor fino a 800 rs. a garrafa.
    Dito em garrafas grandes de superior quali-
    dade a 10500.
    Manteiga ingleza flor a 800,900 e 10 a libra.
    Manteiga franceza a 600 e 64o rs. a libra.
    1 garrafa e a! Dita.hollandeza a 72o 800 rs. a libra.
    Mostarda a 640 rs. o frasco.
    dem vuiiio ciiamlro em barril, muito proprio
    pr isobrauwfia, por o muito lar e
    macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
    caada.
    Vinho branco o mais superior que possivel
    neste genero, a 56o rs.
    3,8oo rs. a caada.
    Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
    e l,4oo rs. a caada.
    Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
    a 64o rs. a garrafa em porco ter abati-
    mento.
    Champagne das mais acreditadas marcas, a
    l,2oo rs. a garrafa, e 12,ooors. o gigo,
    com 1 duzia.
    Charutos dos mais acreditados fabricantes da
    Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
    para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
    caixa.
    Velas de spermacet superiores, a 600 64o,
    680 e 7oo rs. o masso.
    dem de carnauba e composigo, a 32o, 36o
    e 4oo rs. a libra, e de lo,ooo a lI,5oors.
    a arroba.
    Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l.ooo
    rs. a ancoreta do Porto, e l,5oo rs. a de
    Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
    nosso mercado, pela sua boa qualidade.
    Massa de tomates a 640 rs. a libra.
    Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a hbra.
    Massa estrellinha para sopa a Soo rs. a libra.
    Macarro, aletria e talharim a 48o rs. a li-
    bra.
    Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
    Passas a 4oo rs. a libra.
    Palitos para denles a 180 rs. o masso.
    Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
    Paios novos a 640 rs. a libra.
    Queijos do reino do ultimo vapor a i
    20500.
    Dito de prato a 720 rs. 1 libra.
    Cenejas de marcas superiores a 500, 560.
    600 e 640 rs. a garrafa, e 54500, M e
    60500 a duzia.
    Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
    Cevada a 240 rs. a libra.
    Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a lati-
    nha.
    Sag a 240 rs. a libra.
    Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
    iSevadinha a 280 rs. a libra.
    Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
    Tijolo para lim|>ar facas a 160 rs.
    Vellas de spermacete do gaz a 1,2oo m I
    libra.
    Ditas do gaz muito boas.
    Ditas dito em caixas de 6 libras por 4#00.
    Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
    Bitas de composigo a 360 e 380 rs. a libra.
    Vinho do Porto, caada a 50500, garrafa
    720 rs.
    Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a 500
    rs.
    Dito Figueira, ranada a 30840 e a garrafa
    480 rs.
    Dito dita superior, caada a 43 e a garrafc
    a 500 rs.
    Dito Estreito, ranada a 30OO e a garrafa a
    400 rs.
    Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
    Vinagre de Lisboa em garralos de B parra-
    fas por 10400.
    Dito em caada a 20, c a 260 rs. a garrafa.
    Vinho do Porto em garraVs de o garrafas
    por 20500.
    Dito dito engarrafado a l| e 14100.
    Dito lagrimas do Douro a I 400 a garrsfa.
    Vinho branco de Lisboa a 7O rs. a garra.
    c 30 a caada.
    Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 405Ot>
    a caada.
    Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quali-
    dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciad
    Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
    Cerveja das melhores marcas de 30500 a
    60000 a duzia c 540 rs. a garrafa
    Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
    10300 a lata.
    Bolachinha de soda, especial encommenda,
    muito nova em latas grandes a 20000 cada
    urna.
    Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
    cada urna.
    Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
    360 rs. a lata.
    Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
    Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
    Cebollas o momo a 900 rs.
    Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
    Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
    Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
    Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
    garante-se ser verdadeira de Hollanda.
    Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
    Canella a mais nova do nosso mercado a
    10000 a libra.
    Alfazema o que pode haver de melhor neste
    artigo a 280 rs. a libra.
    Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
    a ca i xinha.
    FUMDI^AO DA AURORA.
    Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, ""-
    tinua-sea executar coma maior presteza e perfeigo cncommendas de toi l 'iu.ili*fle
    de machinas usadas no pata, tendo sempre prompto o seguinle :
    Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e tamanhos
    Machinas de vapor de diversas qualidades.
    Taixas fundidas e batidas.
    Crivos e boceas para fornalhas.
    Bronzes e aguilhes.
    Bodas, rodetes e rodas d"agua.
    Guindastes fixos e portateis.
    Machinas de cylindros para padaria.'
    Serras de ago para serrara.
    Fatechaspara barcos, etc., etc., tudo por prego que bem convida.
    Vinho Bordeaux das melhores marcas: SL
    Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
    rs. a garrafa, e 8,000 rs. a caixa com urna
    duzia.
    Chouricas e paios, o mais novo que se pode
    desejar, a 56o rs. a libra.
    Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
    bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
    a caixa com urna duzia.
    Marrasquino de Zara em frascos grandes a
    800 rs. cada um.
    Licores francezes muito finos das seguintes
    marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisir des
    Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
    dant-- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
    nus, Parfait amour, Eau d'ora l,ooo rs.
    a garrafa e 10,000 a caixa com 1 duzia
    Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
    a libra e 6,000 rs. a caixa com 1 arroba,
    ha caixas, meias e quartos.
    Ameixas francezas em'frascos de 1 1/2 e 3
    libras de 1,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
    latas de differentes precos.
    Marmelada imperial dos melhores conservei"
    ros de Lisboa a 600 rs. a libra, em latas
    de differentes tamanhos e lacradas* herm-
    ticamente.
    Fructas em caldas de todas as qualidades em
    latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
    urna.
    Papel de embrulho muito superior a 10120
    a resma.
    Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
    40000 a caada.
    Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
    desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
    libra.
    Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
    vide a 32o rs. a Jibra, e 1,60o rs. a caixa
    com 8 libras liquino; s no Progressioo.
    Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
    carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
    Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
    suisso, das melhores quadades a 9oo rs.
    a libra.
    Doce da casca da goiaba a 4oo, Soo, 600, 800
    e l.ooo rs. o caixo.
    Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
    7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
    Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
    l,2oors. late.
    Bolachinha de soda .especial, encommenda
    muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
    cada urna.
    dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
    4,000, 5,5oo e ll,ooo rs. a lata.
    prios do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oors.
    a grosa.
    Massa de tomates em latas de 600 a 7oo rs.
    cada urna.
    Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
    38ors. alafa.
    Toucinho- de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
    Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
    Cebollas, o mlho a 9oo rs.
    Farinh do Maranho muito alva e cheirosa,
    a 14o rs. a hbra.
    AGENCIA -
    FUNDICAO BE LOW-MOOR.
    Kua da Si'ii/alla nova n. 12.
    Neste estabelecimento contina a haver
    um completo sortimento de moendas e meias
    moendas para engenho, machinas de vapor
    e tachas de ferro batido e coado, de todos os
    tamanhos para djtos. ^^_____
    Arados americanos e machinas para
    lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
    ra da Senzalla Nova n. 4i. _________
    Kua da Senzalla n 42.
    Vcnde-se, em casa de S. P. Johnston d-C,
    sellins e silhoes Inglezes, candieirose casti-
    caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
    chicotes para carros c montara, arreios para
    carros de um e dous cavallos, e relogios de
    ouro patente inglez. ________
    AOS SUS. CONSUMIDORES l* M.
    Nos armazens do Caes do Bhbm n. 18 1
    na ra do Trapiche Novo (no tktk) n. 8, 9*
    vende gaz liquido americano primeira pw!i-
    dade a retamo a 12:> a lata de S frite, a-
    sim como latas de 10 e de "> garrafas
    em porgao mais fe* ato OJM em outrn f
    quer parte.

    Cola da Babia
    Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze>
    vedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
    Vinho do Porto superior.
    Veade-se em caixas de urna duzi : no escripto-
    rio de Antonio Luiz Oliveira Azevede C
    PAPEL
    d> cores para lisias de eleltores
    A aguia hranra Mippoe tfae no faz n:al mffr-
    recer aos athletas iros paroles com .V foth?5 papel de cores, que pode servir ptimamente para
    lisias de eleitores, e tanto melhor | r cns'ar 1
    parte o diminuto preco de I#500 r rada i>m
    de una s cor, o que dittril de earuntrar a o
    ser na ra do Queimado. loja d*tfsU bnmn n S.
    Na niesnia loja taiiiliem I1.1 de outras mialidtfes.
    branco e azul, assim como anvelop.-


    Cal de
    a mais nova do mercado
    19, primeiro andar.
    Mloa
    na ra do Vi
    Al dos gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-
    fazemas, cominhos, pimenta, erva*-doce, palitos de dente em magos e caixinhas, enxo-
    Copos finos para agua a 60000 a duzia. fre e nitros muito gneros, os qaaes vendemofr petos precos mais baratos passiveis.
    Cal de Lisboa e potassa da
    Rnssla.
    Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. J6, para
    onde se mudou o antico e acreditado dapffito da
    raesma ra n. 12, ambos os genero* sao novos e
    legtimos, e se vendem a pre$o mais barato do que
    outra qualquer parte.
    Vende-se um grande terreno com cercado, e
    ptimo para fazer-se um excellente sitio em Jaboa-
    tao a margem da estrada da Victoria e contiguo l
    povoacao de Saa*> Amaro, contendo iguala H* **
    terreno para plantario : quem a pretender para
    tratar, dirija-se nesta cidade ao teropo andar da
    cata n. 46 da rna do Imperador.______________
    A ssucar do Mon teiro
    Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
    67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
    a jJICOO aarroba.
    ESCRAVOS F&TOOS.
    Fugio no amanhecer dodia i:i do rorrean,
    do cngenbo Pereira, freguezia de Jabonea, mu-
    lato Manoel, claro, cabello carapinbo. alto, Caite
    descansada, da idade de viete e Unto ni, rato
    descarnado, levou chapeo de feltro. caifa e cantuta,
    consta ter vindo para esto cidade : quen o aaare-
    heuder levar ao mesmo engenho arito*, os cav-
    ia 1 iraca ao Sr. Joao l'ereira Mootinho sera
    recompensado.
    Attet'Cao
    orrente desappareeen aa rasa r
    rara de nome Reaedirta. de **$*,
    idade de trintt a tantos anuos, estatura kaa, cor-
    no regular, falta de dentes na frenie. tem m per-
    na mais grasa proveniente de erysipella. Jnstaato
    regrista, e anda apressada, bastante esperta, fn
    do Sr. Sebastao Lniz Perreira, leToo vestido
    roapao de riseadinbo escamado di mitoaj aaasr
    a apprchender e levar a ra estreito do Rosana.
    lora de marcinelro n. M ser generosamerte re-
    11111111 latrin aasiai romo se proeeaVra trmtr qaa*-
    quer pessoa qae a leona ocentudo.


    I
    '


    8
    Piarlo de Pernambnco Segunda felra t* de Agos LITTERATRA.

    O que ae pelo miiudo.
    Nao dexaremos tambem a menor som-
    bra sobre os diretos da naco, porque em
    nada reconliecemos o estado das cousas exis-
    tente em Roma; nao fazemos s^no entrar
    em accordos, nao diplomticos, mas milita-|to liberal.
    res, e taes como os que foram j contra-
    dos no ministerio Ricasol. Nao se ouviu de
    urna ou de outra parte suscitar a menor
    questo poltica; deixar que o mal ebegue
    no seu extremo, para que produza o bem,
    seria um mu calculo. Os maleficios dos
    guerrhas devem cessar; a prosperidade
    das provincias meiidionaes lia de colocar-
    nos em melhores condicoes para resolver
    as qaestes que ainda nos restara.
    O honrado Ricciardi disse que a oceu-
    pa?ao fran^eza em Roma um fado hostil
    que nao merece protestos; acceito esta in-
    terpretarlo. O termo da cecuparao france-
    sa deve ser objecto de todos os nossos es-
    tica estrangeira como expediente para go-
    vernar no interior; pelo contrario, qur
    que urna boa poltica interna nos torne
    fortes fra do paiz.
    O honrado Ricciardi quera vr-nos
    sem outro alliado que nao fosse a revoluco.
    Mas nos nao somos um paiz de revoluco.
    A Italia a creacSo de um vasto monumen-
    a testa d'aqual tera sempre estado
    Este foi o mcrectoento do Pie-
    monte fazendo-nos entrar no accordo das
    potencias como um governo regular, to
    amigo da ordem como fiel aos seus princi-
    pios. Repudiamos tambem os systeraas de
    solamente e d'agtacao.
    O antigo Piemonte nao suspendeu na
    sua empreza, nao se quiz limitar a reformas
    internas; marchou sera cessar.
    Nos tambem nao suspenderemos como
    elle fez. Marcharemos com prudencia, mas
    constantemente. Por outro lado, o Pie-
    monte podia tentar-se em se fazer revolu-
    cionario, preferiu ser um poder regular na
    podem affeelar a tranquillidade dos estados
    limitrophes, entre os quaes foram conclui-
    dos, em 3 de maio de 1815, tratados dis-
    tinctos destinados a regular a sorte do du-
    cado de Varsovia, e que pdem inleressar
    ; mas est figada a grandes questes^r1^ ,S!,mesmo ,ffmos.nos como
    mau geraes que deemos resolver de accor-! !?' hAa ""' ^7' """^
    do com a Franca: nao queremos ter pres-i '' h .de Conc,a,rfe ,Dfa'"velmente-
    na*nn nn>v>ni.nMin ,i* ,2\IT desenvolvimento continuo dos recursos que
    w no proaeguimento de urna soluco ; esta- nUn ,
    mos dispostos a examinar todas as propostas Z? T M^!aH8 sem'
    que tenbam por objecto a applicU do P'e ma,s a'flu^ qe deve pertencer a
    pnnepio da nao aterrero no territorio um *rande pa'Z COm e D0SS0- '
    romano: mas reconliecemos as difficulda- LSL? Sif d* Fran.Ca' Inglaterra e
    n, a ,-. ir. Austria, sobre a questao polaca :
    des dd situacao da Franca em Roma, e pre- Franca.- De Mr. Drouvn de Lhuvs ao
    cisamente porque attendemos aellas, temos duque deMonlebello :
    p direito de reclamar com mais inergia con-
    tra os fados que prejudicam o fim da con-
    ciliaco que a Franca e nos temos em vista.
    As divergencias que nos separam da Franca
    nao devera ser motivo de um rompimento.
    A Franca tem como nos nteresse em que
    tactos odiosos nao empecam por mais tem-
    po qualquer accordo possivel, exasperando
    a opinio.
    Quando Polonia, as dificuldades que
    deteera a Franca e a Inglaterra, nao desap-
    pareceram e a nossa situacao ressente-se
    naturalmente. A Italia devia conformar a
    sua linguagem aeco que ella podia estar
    no caso de exercer. A Italia nao devia des-
    iigar-se de seus deveres inlernacionaes;
    tambem nao devia permanecer indifferente
    a urna questo que lera um carcter euro-
    peu; n'uma questo em que se jogam prin-
    cipios que sao caros Italia.
    r Como disse outro dia n'esta cmara,
    o governo devia apoiar-se n'oulros princi-
    pios que nao-fossem os dos tratados de 1815,
    invocados principalmente pela Inglaterra.
    Quando as tres notas simultaneas das po-
    Paris, 17 de junho.
    Senhor duque.A resposta do gabine-
    te de S. Petersburgo s communicaooes si-
    multaneas que as tres cortes de Franca, In-
    glaterra e Austria Ihe dirigiram a respeito
    dos aconlecimentos da Polonia, nao enga-
    nou a nossa especlativa. Fazendo plena
    justica aos sentimentos que nos guiaram, e
    que, segundo as suas proprias expresses,
    nao podem ser estranhos a nenhum gover-
    no amigo da humanidade, nao hesitou em
    nosassegurar a profunda afflicoo que sen-
    te era presenca do actual estado das cousas,
    assim comooardentedesejo que tem de Ihe
    por termo o mais breve possivel. Appel-
    amos para a inteligencia e para as ideas
    iberaes do imperador Alexandre, indicando
    a opportunidade de indagar quaes eram as
    condicoes porque se poder a dar a tranquil-
    lidade e a paz a paizes to experimentados
    pelo forte, e to dignos de interesse. A
    corte da Russia declarou que nada havia que
    melhor podesse corresponder aos seus de-
    sejos, e de accordo com as potencias sobre
    a profundidade do mal, admiltiu que seria
    para desejar combinar nos meios de obter
    remedio. O gabinete de S. Petersburgo
    tambem nos convida a explicar-lhe os meios.
    Chegou pois o momento do governo do
    imperador e os gabinetes de Londres e de
    Vienna, apresentarem as suas ideas sobre o
    caminho que se deve seguir para se alcan-
    tencias foram expedidas para a Russia, a car o fim a que se propoem os seus esfor-
    Franra convidou-nos a tomar parle na aeco! eos communs, e animados do espirito de
    diplomtica combinada. Representamos conciliaco que presidia aos seus primefros
    Russia os nossos proprios sentimentos na
    questo, fallamos debaixo do nosso ponto (as negociares :
    passos, convieram emapresentar ao gover-
    no russo os seis seguintes pontos, como base
    de vista especial, o que nos exige as nossas
    sympathias e as bases em que a Italia est
    fundada. O deputado Ri:ciardi censurou-
    nos a linguagem moderada de que nos ser-
    vimos; essa linguagem era dictada pela si-
    tuacao. Por isso raesmo que appellavamos
    pura ideas mais ampias e mais fundamentaes,
    que a nossa linguagem devia ser mais
    cor tez.
    < Pcrguntam-nos porque maneira pro-
    cederamos n'm congresso, e com que al-
    liados fariamos a guerra. Seria muito im-
    portuno descorrer sobre eventualidades que
    1. Amnista completa e geral;
    2. Representaco nacional com pode-
    res eguaes aos que foram determinados
    pela corte de 15r27 de novembro de
    1815 ;
    3. Nomeaco dos Polacos para os car-
    gos pblicos, de maneira que se forme
    urna administraco distinda e nacional, e
    que inspire a confianca do paiz ;
    4. Plena e completa liberdade de con-
    sciencia, e suppresso das restriegues feitas
    noexercicio do culto catholico ;
    5. Uso exclusivo da lngua polaca,
    como lingua olficial de administraco, de
    justica e de ensino;
    6..Estabclecimento de um systema de
    se nao apresentam actualmente as nossas' recrutamento regular e legal.
    deliberantes; posso dizer, que, pelo que Muilas das disposices que contera este
    9 de junbo, em que se inseriram as princi-
    paes estipulares d'aquelles tratados dstinc-
    tos.
    t Desta maneira o governo de S. Peters-
    burgo d a entender antecipada e espont-
    neamente, que acceitaria o concurso das
    oilo potencias, que toraaram parte no acto
    final do congresso do Vienna.
    Querendo corresponder a disposices,
    cujo carcter conciliador aprecia, o governo
    de S. M. "est prorapto, no que Ihe diz res-
    peito, a associar-se as suas deliberaces, e a
    fazer-se representar na conferencia que ser
    opporluno reunir, se, como esperamos, a
    Russia adherir s bases que as tres potencias
    propoem sua acceitacao.
    Estimamos que a resoluco que o im-
    perador Alexandre houver do tomar, este-
    ja em harmona com os' grandes interesses,
    que temos recemmendado a sua sollicitude
    por considerado to legitima como podero-
    sas ; porque esta questo subtrahindo o
    julgamento da forca que a cortara talvez
    mais urna vez sem a resolver, entrara des-
    de j no caminho de urna discusso amiga-
    re!, nica que proprio para preparar a
    verdadeira soluco, que at hoje se tem
    procurado, e que seria digno da illostraco
    deste seculo, como dos sentimentos gene-
    rosos, de que esto animados todos os ga-
    binetes.
    Dignae-vos fazer leitura deste despa-
    cho a S. Exc. o principe Gortschakoff, e
    deixai-ihe urna copia. Drouj/n Inglaterra. De lord Russell lord
    Napier.
    Ministerio dos negocios estrangeiros, 17
    de junho de 1863.
    Mylord: O governo de sua magestade
    considerou com a mais profunda attenco-
    sobre o despacho do principe Gortschakoff,
    datado de 26 de abril, que o Sr. baro de
    Brunnow me remetteu em 2 & maio.
    O governo de sua magestade nao de-
    seja continuar urna discusso estril. Pas-
    sarei portanto adiante, sem tratar da con-
    troversia relativa ao meu precedente despa-
    cho ; nao pretendere n'esta communicaco
    fixar precisamente o sentido do artigo do
    tratado de Vienna a respeito da Polonia; e,
    do raesmo modo que o principe Gortschakoff
    parece esperar de mim, nao pretenderes
    que baja urna s forma sob a qual se possa
    estabelecer um bom governo r Tambem nao
    3ueslionarei sobre as intencoes benvolas
    o Ilustrado imperador, que em to curto
    espaco de tempo operou j tao maravilhosas
    transformaces na cbndic3o legal dos seus
    subditos russos.
    t O governo de sua magestade, assim
    cmodo imperador da Russia, qur encontrar
    a soluco pratica de um problema difticil e
    muito importante.
    Ao apresentar-me o despacho do prin-
    cipe Gortschakoff disse-me o baro de Brun-
    3." Nomeagao dos Polacos para os era-
    pregos pblicos, formando assim urna admi-
    nistraco nacional distinda, que tenha a
    confianca do paiz.
    4.a Completa e absoluta liberdade de
    as potencias signatarias do accordo geral de consciencia, derogaco das dificuldades oo-
    postas ao coito catholico ;
    5.*Adopco da lingua polaca para as
    relacoes officiaes, para o foro e para as es-
    colas.
    6. Eslabelecimento de um systema de
    recrutamenlo regular e legal.
    Estes pontos poderiara servir de indi-
    cadores das medidas que se tratara de adop-
    tar depois de deliberaco refledida.
    Mas difficil, e quasi impossirel, al-
    cancar a confianca e tranquillidade necessa-
    rias, quando as paixoes de dia para dia vo
    tomando maior incremento, quando os odios
    se vo tornando mortaes, e quando a firme
    resoluco de vencer ou morrer se robustece
    cada vez mais, c com maior e mais grave
    obstinaco.
    i Mylord, V. Exc. enviou-me um extracto
    da Gazelte de Saint-Petersbourg com data
    de 19 de maio Tambem eu Ihe poderia
    mandar extractos dos ornaes de Londres,
    relatando atrocidades da mesma forma hor-
    riveie commettidas pelos agentes da Russia.
    Nao pertence ao governo de sua ma-
    gestade distinguir o que real ou exagera-
    do as narrativas das partes bostis.
    Mutas aliegacoes de parte a parte nao
    tera provavelmente fundamento, mas algu-
    mas devem ser verdadeiras. Como se hade
    pois conduzir a bom resultado urna negocia-
    Cao entre- inimigos to exasperados ?
    Era ama guerra ordinaria, os aconte-
    cimentos produzidos pelas esquadras e pe-
    los exercitos que combatem con coragem,
    mas sem odio, pdem ser pesados em urna
    negociaco que prosegue no meio das hos-
    tilidades. Urna illia de mais ou de menos a
    ceder, urna- fronteira a dilatar mais- ou me-
    nos, eis o que serve para exprimir o valor
    da ultima victoria ou da ultima conquista-
    Mas quando- se trata de conseguir a- paz ci-
    vil, de induzir os povos a vverem sob o
    poder de outros, que elles esto combaten-
    do com resentimento e desespero, difi-
    reme o caso.
    A primeira cousa, (wrlanto, que se de-
    ve- fazer na opinio do governo de sua
    magestade, estabelecer a suspenso de hos-
    tilidades. Esta suspenso poderia realzar-
    se em no me dos principios humanitarios, por
    urna proclamaco do imperador da Russia
    sem derogar a sua dignidade. Os Polacos,
    mui naturalmente, nao teram direito ao be-
    neficio d'esse ado, seno abstendo-se abso-
    lutamente de hostilidades, durante a sus-
    penso.
    Alcaneada que fosse a tranquillidade,
    ainda que momentneamente, dever-se-hiam
    consultar para logo as potencias, que assig-
    naram o tratado de Vienna. A' Prussia,
    Hespanha, Suecia e Portugal dever-se-hia
    pedir o seu parecer acerca do modo porque
    now ; O gabinete imperial est disposto a se devia executar 0 tratado cm es'tas
    entrar em algum accordo a respeito do I potencias eram partes contratantes.
    terreno e limites dos tratados de 1815.
    O governo de sua magestade est por-
    tanto convidado a entrar em negociaces
    sobre a base do tratado de 1815, tendo-se
    em vista a pacificaco e a tranquilidade per-
    manente da Polonia.
    " Antes de fazar propostas definitivas .'
    essencial notar que ha dous principios di-
    rectores, em que deve basear-se o governo
    da Polonia, como de opinio o governo de
    sua magestade.
    O primeiro principio consiste em esta-
    belecerera os governados confianca no go-
    verno.
    As primitivas intencoes do imperador
    Alexandre I sabem-se por lord Castlereagh
    que em longa conversaco, ouviu ao proprio
    imperador o plano que formava.
    i O plano do imperador resume-o lord
    Castlereagh nos seguintes termos:
    Conservar todo o ducado de Varsovia,
    toca aos principios que nos hode dirigir
    sempre, sao conhecidos, e os documentos
    apresentados cmara servem tambem para
    os fazer conhecer, Qualquer que seja o
    progamma, senhor duque, fazem j parle
    da conducta que o gabinete de S. Petcrs-
    | bugo tracou ; as outras apenas excedem as
    vanlagens que elle proraetteu, ou deixava
    esperar; s sao a mais simples expresso
    desfecho das aduaes negociares, devenios! das leis elementares de justica e da equi-
    ,** T m. de -* i* ataaaifts.?:
    nahdades incitar um tao grande movmento | [gam 0 governo russo a respeito da Po-
    de opinio no mundo. I lonia.
    Existem outras oousas de conflicto na' K Eflimamos P* Poder-nos persuadir de
    . .... .... que estas propostas nao suscitavam, da par-
    Europa, ha milhoes de italianos que queremte do gabinete de S. Petersburgo, a menor
    sei reunidos Italia; quanlo mais se attra- objeceo, e de que elle nao ha de hesitar
    bem a ella, tanto mais sao opprimidos pelos em toma-las por base das deliberaces.
    seus senhores de hoje. Ora, na conscien-
    As propostas do governo de sua mages-
    tade reduzem-se pois s tres seguintes:
    1.a Adopco dos seis pontos enumera-
    dos como base de negociaco ;
    . a. Suspcns5o de hostilidades proviso-
    ria, proclamada pelo imperador da Russia :
    3.a Urna conferencia das oito potencias
    que assignaram o tratado de Vienna.
    Digne-se V. Exc. lr este despacho ao
    principe Gortschakoff e deixe-lhe copia.
    Sou, etc.
    Russell.
    Austria.Do conde de Recbberg aocon.
    de'G. Thun.
    Vienna, 18 de junho.
    Senhor conde.O mu despacho de 12
    de abril ultimo, n. 1, encarregava-o de cha-
    mar, da maneira mais amigavel, a attenco
    do gabinete de S. Petersburgo, para os pe-
    cia da Europa esto a amadurecer rpida-
    mente solueoes que a diplomacia ha de ser
    mais tarde chamada a sanecionar.
    " A resposta do governo russo nossa
    nota, invoca a experiencia que temos das
    revolucoes. Foi essa experiencia que nos
    cnsinou que era preciso respeitar as neces-
    idades, e escutar as opinies dos povos.
    Foi obedecendo a essas necessidades, a es-
    sas aspiracoes que o reino da Italia se fun-
    dou,- obra immorredoura, como o nome do
    soberano que ella consagrou a sua vida.
    Quanlo mais se attender personalidade
    moral, do proprio carcter da Polonia, mais
    perlo se estar da boa soluco.
    Mas as sympathias, as opinies nao bas-
    tara. E' preciso encarar os caminhos e os
    meios. Os embaracos aduaes em Franca
    deixam tambem muita obscuridade sobre a
    maneira porque se ha de pronunciar a-acco
    das potencias; mas se vastas e_ decisivas
    complicares sobre.ierem, a Italia est de
    futuro bastante forte para que a sua corpo-
    raco seja apreciada no seu devido valor.
    A parte que ella ha de tomar nos aconteci-
    mentos, ha de estar em relaco com a nos-
    sa situacao interna, com a forca que nos d
    a liberdade e a ordem, que continuaro a
    reinar no reino as nossas proprias refor-
    mas nanceiras e administrativas sero para
    nos indirectamente elementos de poder.
    O governo nao qur servr-se da poli
    Por outro lado, sabis senhor duque,
    que, se os gabinetes, dirigindo-se Russia,
    obedecem a motivos de interesse geral, as
    considerares de humanidade tema sua de-
    vida parte nos sentimentos que os guiam. A
    Polonia apresenta actualmente um espect-
    culo doloroso.
    A medida que a lula se prolonga, a
    aniraosidade e os resentimentos recprocos
    fazem com que ella seja cada vez mais san-
    guinolenta. O desejo da corte da Russia e
    certamente ver cessar hostilidades que le-
    vam a desolaco e o luto tanto s antigs pro-
    vincias polacas como ao seu reino. Acon-
    tinuaco dessas calamidades durante as ne-
    gociaces poderia irritar um debate que
    deve ser tranquillo, se se quizer que seja
    til.
    i oxeepeo da pequea parte ao oeste de | rigos das convulses peridicas que agitam
    t Jvalisch que Alexandre tencionava dar a Polonia, e para a assustadora influencia
    a Prussia, erigindo o resto juntamente com i que as desordens d'aquelle paiz exercem as
    c as provincias polacas outr'ora dosmem-| provincias limitrophes do imperio d'Aus-
    bradasera um reino sob a dominado tria. Dissemosqueo proprio governo rus-
    so reconheceria a opportunidade de estudar
    os meios para por termo a um to lamen-
    tavel estado de cousas, restabelecendo o rei-
    no da Polonia era condicoes de urna paz du-
    radoura.
    Respondendo a essa communicaco, em
    um despacho dirigido a Mr. de Balabine,
    com data de 14/26 de abril, o principe
    Gostschakoff, fez-nos saber que S. M. o im-
    perador Alexandre comprehendia as preo-
    cupaces que ao gabidete de Vienna inspi-
    rara os deploraveis acontecimentos que se
    passam as proximidades das suas fronteiras,
    e o empenho que tem de os ver cessar. As-
    bilidade deve ser a supremaca da lei sobre severando-nos que, a este respeito, nada po-
    a arbilrariedade. Era toda a parte onde deria exceder a sollicitude de seu augusto
    existe essa supremaca, p subdito ou o d-
    da Russia, com urna administraco nacio-
    nal conforme com os sentimentos do
    povo.
    a O imperador Alexandre II, fallando das
    insiiluicoes, que deu, exprime-se por esta
    forma :
    O futuro depende necesariamente da
    confianca com que forem recebidas pelo
    paiz certas instituices.
    Esta administraco, tal como Alexan-
    dre I a projectava, e esta confianca tal como
    Alexandre II a esperava, nao existem infe-
    lizmente na Polonia.
    a O segundo principio de ordem e esta-
    dado pode usufruir a sua propriedade, ou
    amo, o vice-chanceller dava-nosconhecimento
    dos despachos que ao raesmo tempo dirigiu
    t Haveria portanto motivo para tratar
    de urna pacificaco provisoria fundada na
    conservaco do statu quo militar, e que se-
    ria promulgada pelo imperador da Russia,
    devendo pela sua parte os Polacos obsrva-
    lo debaixo da sua propria responsabili-
    dade.
    Pelo que toca forma que deveriam
    exercer a sua industria durante a paz, e a'ao baro Budberg. eaobaro Brunnow, em
    seguranc-a em que elle est como individuo! resposta s communicaces francezas e in-
    deye tambem experimentada o governo sob glezas, entregues simultneamente com as
    cujo dominio viver. I nossas, e contendo condicoes anlogas. O
    Tumultos parciaes, conspiraces secre-! principe de Gortschakoff indicava aquelles
    tas, intervenco de estrangeiros cosmopo- dous documentos, e principalmente o segn-
    litas nao acabariam o solido edificio que se do, por conterera ampios detalhes sobre as
    constituisse com tal governo. ideas da sua corle, que n'elles se encontra-
    Na Polonia falta o elemento da estabili- vam consignadas com todo o desenvolvi-
    dade. A liberdade religiosa garantida pelas ment que a questo comporta,
    solemnes declaraces da imperatiz Catharioa, I ._, ... _
    e a liberdade poltica concedida por urna Animados do espirito de conciliaco
    carta do imperador Alexandre I, foram de- ?ue. Pres,dm nossa pnmeira tentativa, nao
    rogadas pelos governos que Ihes sucederam, ludamos em seguir o caminho que se nos
    e pelo actual imperador apenas ama parte mdicava. Tratamos por consequencia de
    d'ellas foi restituida.
    Nao fcil restablecer a confianca que
    se perdeu, e a paz, que em toda a parte
    est hoje alterada.
    O governo de sua magestade conside-
    rar-se-hia culpado de grande vaidade se
    tomar as negoeiaces, foi o governo russo exprimisse a certeza de que, para produzir
    que deixou presentir o seu pensamento as no espirito dos Polacos o sufficiente resul-
    communicaces que fez s tres potencias.' tado de os restituir paz e obediencia.
    No seu despacho ao baro de Budberg, re- \ bastara urna declarago vaga de intencoes
    conheceu plenamente o direito que tem as benignas, ou mesmo a execuco de algumas
    potencias, que outr'ora foram chamadas a leis prudentes.
    regular o systema poltico da Europa, de se' f as aduaes circunstancias, julga o go-
    oceupar das complicares que possam al-' verno de sua magestade que nao se pode
    terar esse systema, I deixar de adoptar o seguinte projecto, como
    i Foi mais explcito ainda quando se di- base para a pacificaco:
    rgiu ao baro de Bruunow:" S. M., diz o
    principe Gortschakoff ao embaixador da Rus-
    sia em Londres, admitte que na posico par-
    1. Amnista absoluta e geral:
    2.a Representaco nacional com pode-
    res eguaes aos que foram determinados pela
    ticulardo reino, as desordens que o agitam carta de 15 de novembro de 1815;
    procurar quaes eram as condicoes porque,
    na nossa opinio, o reino da Polonia podia
    gosar da tranquillidade e da paz, e conse-
    guimos resumir essas condicoes nos seis
    pontos seguintes, que recommendamos o
    considerarlo do gabinete de S. Petersburg.
    1..Amnista completa e geral;
    " 2." Representaco nacional, que tome
    parte na legislarlo do paiz, e que possa
    eflicazes meios de exame ;
    3. Os Polacos podero ser nomeados
    para as funeces publicas, de maneira que
    se forme urna administraco distinda, nacio-
    nal, e que inspire confianca ao paiz;
    4." Liberdade de consciencia plena e
    completa, e supresso das reslricces impos-
    tas no exerciciodo culto catholico;
    < 5. Uso exclusivo da lingua polaca,
    como lingua official da administraco, da
    justica e do ensino;
    cede as disposices que se estipularara nos
    tratados a favor dos Polacos.
    Estimamos pois poder persuadir-nos de
    que estas disposices sero recebidas pela
    corte da Russia wmo bases, que possam ser-
    vir de ponto dg^P^to para urna combina-
    Co de ideas, a que a se mostrou disposta.
    Ava!iaruloj(pe!a*pas3agera do despacho
    do principe Gortschakoff ao baro Brunnow,
    o gabinete de S. Petersburgo parece reco-
    nhecer o interesse que teriam todas as po-
    tencias signatarias do acto geral do congres-
    so de Vienna, om tomar parte as delibera-
    ces relativamente ao paiz indicado n'aquel-
    le acto, com o nome de ducado de Varsovia,
    Pela nossa parte, nao teriamos a menor
    objeceo a que se adoptasse essa forma de
    negociaces, e estaramos promptos a ad-
    mittir reunioes ou conferencias entre as
    oilo potencias signatarias do acto geral do
    congresso de Vienna, se a Russia reconhe-
    cesse a opportunidade, afim de discutir o
    desenvolvimento e applicac-o do program-
    ma que cima formulamos.
    Quando dirigimos, senhor conde, o
    nosso despacho de 12 de abril, sentiamo-
    nos magoados dos efieitos de urna luta san-
    guinolenta, cujos golpes se faziam sentir no
    territorio austraco, e se tornava tambem
    orlgem de calamidades para os subdito do
    imperador nosso augusto amo.
    Sentimos viva dr da prolongac* de
    semelhantes conflictos. Guiados por consi-
    derares de humanidade, nao menos que
    por interesses especiaes da Austria, forma-
    mos votos sinceros para que a inteliigencia
    do governo russo, e os esforcos conciliado-
    res das potencias, que Ihe offerecem o seu
    concurso, conseguissem suspender urna de-
    ploravel effuso de sanguo. Acreditamos
    que os sentimentos generosos do imperador
    Alexandre ho de concorrer poderosamente
    para chegar a:este resultado, que se sepdes-
    se qbter, facilitara muito a- tarefa dos ga-
    binetes as conferencias.
    Teremos pois muita satisfaco se vr-
    mos qtie as relacoes da corte da Russia-es-
    to em harmona com os grandes interesses,
    que motivos poderosos nos tem levado a
    recommendar sua esclarecida sollicitude.
    Fazendo entrar urna questo to espi-
    nhosa, como a que nos oceupa hoje, no ca-
    minho de urna discusso- amigavel, prepa-
    rar-se-lhe-ha urna soluco ao mesmo- tempo
    pacifica e digna dos sentimentos que inspi-
    rara os gabinetes.
    Dignae-vos, senhor conde, lr este des-
    pacho ao principe Gortschakoff, e auloriso-
    o a deixar-Ihes copia d'elle.
    i Recebei, etc.Rcchberg
    G. Estabelecimcnto de um systema de
    recrutamento regular e legal.
    Muitas das disposires d'este program-
    raa j fizeram parte do plano de conducta
    que o gabinete de S. Petersburgo tracou ;
    outras contm vantagens que elle promelteu
    ou deixou esperar; nenhuma finalmente ex-
    Tendo nos publicado tudo quanto se
    refere nova constituico do reino da
    Grecia, reproduzimos hoje, para comple-
    mento, o que se passou no recebimento da
    depotacSoda Grecia, mandada a Copenhague
    e as aUococes que nessa occasiao se pro-
    nunciaran!.
    Temos em primeiro lugar a allocucao do
    almirante Canaris, a S. M. el-rei de Dina-
    marca:
    Senhor.
    ' A assembla nacional da Grecia, na sua
    sesso de 18 de marco, elegeu e proclamou
    re dos hellenicos, com o nome de Jorge I,
    a S. A. R. o prindpe Guilherme Jorge de
    Dinamarca, e confiou-nos a honrosa missao
    de offerecer a cora a S. A. R. em nome do
    povo hellenico.
    Depositando, senhor, as mos de V.
    M. o decreto da eleico de S. A. R., espera-
    mos que a resposta de V. M. satisfar os
    votos e a espedativa do povo hellenico.
    Esta eleico, senhor, urna homena-
    gem prestada pessa do Ilustre soberano,
    a quem a Divina Providencia confiou os des-
    tinos da Dinamarca, assim como urna prova
    de confianca no talento do joven principe.
    Servir, senhor, como um laco entre as duas
    nacoes que em todas as pocas se teem dis-
    tinguido pelas suas virtudes e pelo seu pa-
    triotismo.
    A Grecia, senhor, fundando todas as
    suas esperancas no seu joven rei, e confian-
    do no apoio das tres grandes potencias pro-
    tectoras, tem a firme conviccao de que um
    dia conseguir satisfazer os votos nacio-
    naes.
    El-rei de Dinamarca respondeu :
    Aceitamos para o joven principe Gui-
    lherme Jorge a cora que o povd grego Ihe
    offerece.
    as negociaces seguidas em Londres,
    com as tres grandes potencias que to enr-
    gicamente contribuiram para a creaco do
    reino grego, e que conservaram todo o seu
    interesse pela sua prosperidade, subordina-
    mos a acceitacao da cora ao cumprimento
    da annexaco das ilhas jonias ao reino helle-
    nico, Foi com viva satisfac-o que podemos
    exprimir a confianca que temos de que essa
    annexaco se ha de effectuar n'um praso bre-
    ve. Desejamos tambem que o joven rei,
    quando se apresentasse pela primeira tez ,
    seu povo, podesse j saudado peb realisa-
    Co, desse to legitimo desejo. e .p* eiist.-
    ha tanto tempo.
    Temos a esperanca de que com o au-
    xilio dedicado do povo hellenico se poder*
    desenvolver os ricos recuraos do par. ,
    conduzi-lo a um excellente e Miz futuro.
    Este ensejo partilbado por toili
    que conservara a iveordaco do grande pau-
    sado da Greria, das latas heroicas que etli
    sustentou para a sua independencia. E quan-
    do o joven rei, deixar o sea paiz natal, tm*
    mesmo desojo, saludo do coraro do iri .
    do |wv(i de Dinamarca, lia de arompanha-b-
    na sua nova patria.
    Voltando-se depois para prinrtfw Gut-
    llierme, o rei accrescentou ;
    Antes da vossa partida, quero dar-v.v
    um tonselho cordeal e sincero : sejam *m.
    pre os vossos esforcos empregados >ara con-
    seguir gante e conservar o amor do p-

    Fallo coin experiencia n'i-ss* amo*
    que consiste a verdadeira felridiHle de om
    rei, Aceilae firmemente a constituico *
    paiz ; deligendae sempre faze-lo respeitar ;
    procurae que ella seja mantida intacta. S.-
    tizerdes consistir os vossos dereres n'esta
    linlia de conducta, o vosso povo ha de pros-
    perar.
    O rei toraou em seguida as insignias da or-
    dem do> Elephante. e dirigindo-se para o prin-
    cipe Ihe disse :
    Antes de vos ides oceupar, e em pianto sois principe d-
    namarquez, vou conferir-vos ao p do ihro-
    no, um testemunlio visivel do favor de re.
    nomeando-vos cavalleiio da ordem do Ele-
    phante.
    El-rei conduziu depois o principe ao de-
    gru raaisjelevado- dt> throno, abraeou-o tre-i
    vezcv e disse-lhe com profunda cnmraor~>
    e cordeal benevolencia :
    ecebei a ben-Tiodo vosso-f, el>eu-
    seja convosco.
    El-rei deu depois audiencia a depnUr*
    no palacio do principe Christiano. O pre-
    sidente, almirante Canaris, dirigiu-lhe na
    discurso de felicitaco do qual traduamos
    tredio principal:
    Pelo decreto da eleico de f. M. a Gre-
    cia depositou as mos do seu soera!*,
    todo o seu futuro, e todas as suas esperan-
    cas. convencido de que possuido, dos mpo
    tantes deveres que tem a cumprir. se Mi-
    caria a promover a prosperidade do paiz
    desenvolver as instituices livres da nar>.
    Quanto a mim, senhor, tenln i\i.t..
    bstanle puro, tendo rhegaoo at hr^e a no-
    der dizer as palavras de Semio : Smr, !*-
    mine dimitas semtm tuina '. *
    A resposta do rei Jorge I. m ronrefci**,
    n'estes termos:
    Sinto-me cheio do alegra. re.-enend.-
    hoje as primeiras saudares oVs NpM
    tantes do povo grego, e experimento profun
    da emoco, ouvindoas sabir los labiw &>
    um hornera cujo nome glorio--. Rea ink+'-
    velmente ligado regenera<.t da Greria
    Comprehendo desde j IimLi a responsabili
    dade da tarefa que me confiada : promet-
    i cousagrar-lhe todas as |.>n;as da niirWt.-
    vida, e cont com o concurso leal e tamtm.
    te do povo grego para conseguir > nosso Imi
    como a felicidade da Grecia. Nasrido
    educado em um paiz em que a nrtlem Wat
    marcha C4im a venladeira liberiUule consii
    tucional, e que deste modo lew cnagadu a
    um desenvolvimento fecundo e henefit-o. >.
    varei para a ininha patria urna iM-o pf ja
    mais sahir da m'mha memoria, e qoe ron
    servarei gravada no meu coracSo com Ira**-
    indeleveis, a divisa do rei da Dinamarca
    O amor do povo 6 a minha forca.
    O novo rei dos Gregos R> mnito a.iiama-
    do pelo povo quando sahiu li palacio W
    Chri stiansborg.
    N'esse mesmo da houve um jantar n>.
    paco de Copenhague, dado pelo rei de Dina-
    marca. Um eorrespondenle expressa-*
    uestes termos:
    - O banquete dado hontem por S. M. el-
    rei da Dinamarca foi extremamente brilhan-
    te. Assistiram duzentos e cinroenta convi-
    dados.

    El-rei de Dinamarca levantou um brind-
    sade do rei Jorge da Grecia, e disse qn'
    tinba sempre procurado encontrar a sua Vw-
    tuna no amor do seu povo, e que dara ao
    joven rei conselhos para que procediaw b
    mesma maneira.
    O rei Jorge respondeu que segueria fiH-
    mente o consellio d el-rei de Dinamarca. .
    que os seus maiores esforcos teriam por fin
    fazer honra ao paiz em que nasceu.
    A deputacao grega foi receida era au-
    diencia de despedida pelo rei de Diiiraram.
    que nessa occasiSo confera aos sem raera-
    bros, condecoraces das mais ekwMrai er-
    densda Dinamarcaca.
    PERN'AMBUCO.-TYP. DE M. F. F. fc JFILff


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