Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10164


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Full Text
*
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AMO XXXIX KMEKO 184.
Par tres mezes adiantados .
Por tres mezes vencidos .
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6SO00
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QUINTA FEIRA 13 DE AGOSTO DE 1863.
Por anno adiantado..... 19$00O
Porte franco para o subscriptor.
-------*Sc
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SIBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lima'
Natal, o Sr. ARtonio Marques da Silva; Araran,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maraflhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SlDSCRffCAO NO SIL
Alagas, o Sr. Claudino Faloao Dias; Bahia. o
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pc-
reira Martins PABTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Eseada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextos-feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruarn',
Altiuho c Garanhuns as torras feiras.
Pao d'AIho, Nazarcth, Limoeiro" Brojo, Pesqueira.
Ingazcira, Flores, Villa Bella, Taearatu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barra-
ros, Agua Preta c Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partcm ao Vz dia.___________.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JITJIO.
C Quarto ming. as G li.. 40 m. c 14 s. da ni.
14 La nova as 10 h., 37 m. e 44 s. da m.
22 Quarto cresc. as 2 h., 54 m. e 32 s. da m.
28 La cheia as o h., 19 ni. e 36 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
I
Primeira as 2 hora-e S't minutos da tarde.
Segunda as.3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para osnl at Alagos a 5 e 23; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mozos dejan, maro., maio.jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para Recito : do Apipueos as 6 >/i, 7, 7 /, 8 e
8'/ da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tardo; de
Jaboatao as li '/, da m.; do Caxang c Varzea as 7
da ni.; de Bemlica s 8 da m.
Do Beoife : para o Apipueos s 3 '/,, 4. 4 'A, 4 '/*,
5. 3 'A, 8 1/2 o 6 da tarde; para Olinda s 7 da
* >y, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
tf nanga e Varzea s 4 i2 da tarde; para
4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TKIBUNAES 8A CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Rrlarao: teroas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas as 10 horas.
Juizo do coniniereio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: torcas e sextas s 10 lloras.
Primeira "Vara do jvel : tercas c sextas ao meio
dia.
Segunda vara degrvel: quartas e sabbados a 1 hora
da
PARTE OFFICIAL.
GOVflftO DA PROVINCIA.
Continnaco do expediente do dia 7 de agosto
de 1863.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazeuda.
Remetto V. S., para o fim conveniente, a inclusa
nota do thesouro, no valor de 100*000, que o padre
Jos Modesto Pereira de Brilo, oflerece ao governo
para a acquisicao dos rocos de defezo nacional.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
Conselho pura seren aproveitados ein outra occa-
siao, se forem necessarios o resto dos medicamen-
tos e vveres, que tem cm seu poder para soccorro
dos indigentes accommettidos do cholera-morbus.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu Miguel Archanjo de Mendonca,
prolessor publico de instruceao primara da villa
de Garanhuns, e tendo em vista a informaeao do
director geral da instruceao publica, n. 132, de 4 do
corrente, resolve coneeder-lhe 40 dias de licenca
sem vencimeutos.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao director geral da instruceao publica.
S~. Exc. o Sr. presidente da provincia licando intei-
ao que requereu o professor publico de instruceao ra(]o ,0 on^io dc y s 6 docorrentc sob n.
133, de ter sidoapprovada siroplesmente, no exame
de halii (itaca 1, a que se submetteu, D. Maria do Ro-
sario Pinheiro, manda dcvolver-lhe as provas es-
elementar dc Tamandar, Virgilio Vieira da Costa
Pinto, resolve conceder-lhe dos mezes de licenca
cora vencimentos para tratar de sua sade nesta
capital.
8
Offlcio ao commandante superior do Beeife.Ao |
conhecimento do governo imperial subnietto nesta
data o requerimento, que acompanhou o offlcio de
V. Exc. n. 92, de 28 de julho prximo findo, c em
que o capitao secretario geral do commando su-
perior da guarda nacional, a cargo de V. Exc, pede
a continuaco do pagamento da gratificarlo men-
sal, que Ihe foi concedida por aviso do Io de feve-
ruiro de 1855.
Dito ao presidente da provincia do Cear Com
a inclusa copia da informaeao do director da repar-
Maria Francisca da Luz.A vista da informaeao
nao tem lugar. '
RISPADO DE PEESAMBICO.
Com a p- ssivcl breviiturtc serio
postas concurso s rejas vaga*.
Faz-se o prsenle a vi.o p r ordem
de S. Ee Rvma.
Plaelo episcopal da SiJeiiade,
O de.atrof)tn de m3.pailre Jos
\ntonto dos Santos I. essa. secreta-
rlo .a tieul r de *. Exc- B vina
DIAS DA SEMANA.
10. Segunda. S. I^ourenro diac. m.
11. Terca. Ss. Tburcio ~e Suzana uui.
12. Quarto. S. Clara v. f.. s. Aniceto m.
13. Quinta. Ss. Ihpolitoe Cas>ianomni.
14. Sexta. S. Euzebio presb.; S. Demetrii
15 Sabbado. c$a Assiimprao do N. Seakora.
1C. Domingo. S. Joaquim pae do N. S-nhoaa.
ASSIGNA-SE
no Beeife, cm a livraria da praca da IndVpmiemn
ns. 6 e 8. dos proprietorios Manoel .Figurina *
Faria 4 Fillio.
criptas, que aeompanharam o citado offlcio.
Dito irmandade de Nossa Senhora do Amparo.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda
agradecer irmandade de Nossa Senhora do Am-
paro de Olinda, a boa vontade, com que se prestou
a exigencia do governo, para ser feita na sua igreja
a eleicao, a que se tem de proceder no dia 9 do cor-
rente.
10
Offlcio ao Exm. Sr. r. Alexandre Rodrigues da
Silva Chaves, presidente da provincia de Sergipe.
Arrasando a recepcao do offlcio de 31 de julho
ultimo, em que V. Exc. me participa haver nessa
i
cao das obras publicas desta provincia, datada de dato prestado juramento e tomado posse da admi-
do corrente, sob n. 154, respondo ao offlcio, que
V. Exc. dirigio-me em 2 de julho ultimo, acerca dos
port5es de ferro, que para a cmara municipal dessa
capital, foram aqu mandados fabricar. Chamando
a attenoao de V. Exc. para o que pondera aquelle
faccionario, em relaco ao pagamento dos mesinos
pertes; rogo V. Exc. se digne providenciar no
sentido de ser nao s satisfeito esse pagamento,
nistracao dessa provincia, cabo-me assegurar V.
Exc. que me encontrar sempre prompto a cuni-
prir as suas ordens qur sejam relativas ao servico
publico qur ao particular de V. Exc.
Dito ao inspector da thesouraria dc fazenda.
Para os fins convenientes, transmiti V. S. em
1* e 2* vias, as contas legalisadas da receita e des-
pez do hospital militar pertencentes ao moz de ju
raastambem lndemnisada aquella repartido, da nlio ultimo acompanbadas do respectivo parecer da
despeza de transporte dos mencionados portes Jun,a de saude que procedeu ao exame das mesmas
para bordo do vapor Mamanguape. contas, ponderando o respectivo director, que aob-
Dito ao Exm. presidente da ParahvbaVai ser servaro.feita pela mencionada junta provmda
importunamente transmitiido ao Exm". Sr. ministro nv forma da escripturarao que foi alterada com
do imperio o offlcio, que para ter esse destino V. a providencia de ser o tornecimento frito por con-
Exc. me remetteu com o seu de 3 do corrente. tra,. e nao Pl0 altnoxarifado.
Dito ao Dr. chefe de polica.Ordene V. S. que D'10 a uiesmo.A vista da eonta junta em du-
loudaHjpsta cada vez inasli seu descontenta-
monto Jdp fraqueaa do ministerio, que nao Ihe
'' ;iindfifce activo n suas medidas contra a im-
prensa^JpwaL e finalmonte. que o ministro das
linancaiusrriaco apresentou ao Reichsrath de
Viennaorramonto para o periodo inanceiro de
novemhro de 1860 at flus de dezembro de 1884., ,
mostrando por esses quatorze metes nm defleit d ""r fr*
quarenta e nove millios de florins. isso tudo
quanto de interesse polilioo oceupou mais ou me-
nos, a attenoao publica durante os ltimos quinze
dia.-.
porm de chamar a attenoao de nosso6
obre urna oecorrencia nao poltica, que re-
aior interesse em rospeito cultura-hsto-
a primeira exposicao agrcola internacio-
: aqu se acha abrta dosde o dia 14 do
CORRESPONDENCIA IDO DIA-
RIO DE PER\AJIBl i O.
II \>lltl H<.0.
20 de julho de 1863.
As notas das tres potencias, a Franca, a Ingla-
terra e a Austria, ao gabinete de S. Petersburgo,
relativamente Polonia, sao conhecidas desde al-
guns dias? conforme o texto original. As seis exi-
gencias nellas feitas de aecrdo Russia sao :
1. Completa amnista geral.
2 Representacao nacional com autorisarao idn-
tica concedida pela constiui^o poloneza de 27
de novembro de 1815 (neste ponto a Austria difie-
re, sendo a sua exigencia : representarao nacio-
nal, tomando parte na legislaco do paiz, e oxer-
cendo urna inspeccao efflcaz. )
am lugar tres exposiooos universaes dc
a, mas somonte por essa novissima exposi-
que a prosperidade que dellas resultou ao
productivo dos homens, fica tambem es-
sobre o trabalho primitivo dos homens, a
E como a lavoura, ein consequencia da
da vida do campo, carece muito mais do
I estmalo mil que as exposieocs offerecem, do que a
industria, domiealada em maior parte nos gran-
des cetros da vida social, a idea que chamou em
vida 4 exjiosirao presentemente aqui aborta, foi
is feliz.
sirio agrcola internacional comprehende
raihegorias :
imaes agrcolas;
pparelhos, instrumentos e machinas agri-
luctos agrcolas,
rimeira cathegoria acliam-se expostos 524
905 pecas de gado vaccuin, 1,766 ovelhas,
293 pircos e 328 aves domesticas.
Todos os estados da Allemanha toinaran parto
Jos Cavalcanti Ferraz
que nao tenha tido aquella
imondado motivos ponderosos para tal acto.
Dito ao mesmo.-Devolvo V. S. a eonta, que
veio junto ao offlcio de V. S., n. 1,173, de 27 do
mee Jimio, relativo ao aluguel da casa, que serve
dc quartel ao destacamento de Gamelleira. aflm de
que a mande reformar, dc conformidade com a in-
formaeao da contadoria da thesouraria de faienda,, descornada da importancia do f
iunla por copia. quinzena.t.ommumcou-se ao bngadeiroooinman-
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. da?^ das armas.
Rocoinmendo a V. S., que cm vista do que expoz o! Dito ao conimandante superior da guarda na-
juiz de dreito da comarca de Pao d'AIho, em offlcio cronal de Ohnda-Transmitt a V. S. para Sfeu co-
dos inclusos do- nhecimento e alim de que a tal respeitn faca as
3. Nomea^ao dc Polonezes. para empregos p-
blicos, de maneira que seja formada urna adminis
tracao especial e nacional, que inspire confianza na exposicao, e mais os seguintes estados estran-
ao paiz. geiios: Blgica, Canad. Dinamarca, Franca, In-
4." Plena e nteira liberdade de conscicnciac glater(, Paizes Baxos, Russia, Sueoia, Noruega,
annullagao das restrcoocs respeito da execucao SuissSlIespanha, Uruguay, Venezuela e os Esta-
do culto catholico. I dos Unidos da America d Norte.
5. O uso exclusivo da lnigua poloneza como lia- Um numero dos mais magestosos rabes de pu-
gua offlcial na administra^ao, na justica e no en- ro sangue prende entre os cavados a altcnrao; en-
sillo, tre o gado vacrum distinguem-so sobretodo as ra-
6." A introduerao de um systenia de recruta- gas daSussa, Hungra e dos paizes baixos do Ceba,
ment regular e legal. 1 "mas tambero nao monos as raras inglezas de Ayrs-
At aqui, com nica excepcao da mudanca da hire eas francezas de Cliaroloise ; a mais comple-
Austria do ponto segundo, cima mencionada, ver- ia e instructiva cortamente aexposioao das ove-
balniente concordantes, as notas entretanto sao bas- nas, rcunindo quasi todas as raoas linas *e nobres,
obre-
fraji-
esco-
os
tahte dc offlcio de 9 do corrente, reromniendo i V. I Polonia c o seu dever de uiia roudaiioa final, de- pagos por alguns exemplares.
S. que a vista da cautela assignada pelo capitao signando como o mnimo de somelhante cumpn- Veneu-se um bode por 9,500 francos, um dito
commandante da companha do cavallaria, mande ment do seu dever, a approvacao dos seis pontos, de R;,Mjouillet por 7,000 francos, c diversos outros
V S .ulianLir )l.e com urt'enoia a quanlia de.... L-1 Austria sobretudo se extorca de demonstrar os por :i e 6 mil francos. Um dos principaes premios
3005OOO para ocoorrer as despozas rom o sustento Tmwmos como simples explicaedes e coasequon-
do respectiva cavalhada devendo essa quantia ser C'8 "O proprio programma, lavrado pelo niipera-
- da importancia do pret da presente '
lifglIOA.
1-isbM 28 de
El-iei o sua augusta esposa coatrahem oada vez
nus aportado os vnculos de popular jjjmpathia
n;t proteegao que dign;un prestar s cralfas e aos
desvalidos; O espectculo a que tive ocosiao de
a>sistir no real silfo-* Mafia, um dos que mais
conlirnuiin a opiniab do gosar a familia real portu-
gueza. O Sr. I). Podro Y de saudosa memoria ti-
nha fundado ha oito annos jtmto aos sens paros
urna escola primaria a cujas Iic5es so comprasia de
assistir mutas veies, fbbjando de premiar no fim
de cada curso os estudantinhos mais applicados. A
estas interessantes festas se associava a Sr." 1). Es-
0 leilo dos diamantes foi frito pela forma se-
gninte:
A totadade dos diamantes era de 12,080 fMb
tos em bruto e de 1:847 lapidados, todos no vaki
de 260:895*400.
As arrem.tac6cs foram as seguintes :
OsSrs. I. Bernardo A (l lapidarios mperue
arrjnntun diamantes brutos, o seguintes lotes
2 lotes de 3,000 quilates rada um. avahados em
969800o quilate por 17*400, 52:500*000. f lote ir
3,060 quilates avahados em 16*800. por I7*4S.
53:397*000.
;' Os mesmos Srs. J. Berna rd A C air-matarai..
lote do 314 quila!.- lapidado^, avahados eni
400 i|uilatos, por 38J4.:>() 11:073 300.
quilates lapidados avahados em 24JO0O por 9*
na importancia dc 1 i: 136*000.
O Sr. M. J. Posiuo arroma ton um lote do 307 qoi
lates lapidados avahados em 20*. por 26*750, m>
valor dc 8:212*250, 1 lote de 81 ',', quilates bpi
16*600 no valu
tephania. O Sr. D. Luiz I ronservou aquella e- _0 Sr. R. N.^C ljjrrie| Vrematoui mjotr fM\
cola, continuando a estimular com distinecoes as
criancas de que pai adoptivo. Foi no domingo
26 uia d'estas solemnidades escolares, comecando
pela inauguracao do retrato do chorado fundador,
acocotado com'toda a correecjio pelo Sr. Rezende o
offerecido pela benemrita sociedade Madrepora do dados, avahados cm 16*000 por
Rio de Janeiro. O Sr. Silva Tullio, director do de 1:348*750.
Archivo Pictoresco fora encarregado pela mesma' sr- A- M- Tarares arrematnu um tote do K*.
sociedade de apresentar a offerta ao soberano, o quilates lapidados, avahados em 12*000 por 15*
que fez dirigindo algumaspalavras a sua magesta- "O valor de 1:590*000. 1 lote de 80 qmlates. a va
de no acto de se correr o veo que cobria o ret a-, "aaos em 6*000, por 9*100, no valor de 2734.
to. 0 Sr. D. Luiz, em poucas mas sentidas pala-' Os "llamantes vendidos estavam avahado eni
vras agradeceu o delicado brinde d'cssa civilisa- 232: /16*400 e foram vendidos por 244:930iW>
dora sociedade, incurobindo ao sen coinmissionado havendo^ um excesso sobre o prero das araliar.V
de significar-lhe aquellos sentimentos da sua parte. ue ** lo9*900.
Eslava presente sua alteza o senhor infante D. Alem dos estrangeiros (|ue hcitaram. ve mate
Augusto. No recinto da aula achavam-se todos os o Sr. Tabaek, de Amsterdam, por quom m
haver pelo arsenal de marinha para o servico da fortaleza
dor Alexandre da sua poltica poloneza, e como
um acto da propria iniciativa da Russia. Anda mais
difieren! as notas relativamente formulacao das
exigencias dc urna conferencia dos oito assignan-
tes do protocllo final de Vienna, para o regula-
monto definitivo do negocio da Polonia, e de um
1 >. iierain os Estados-Unidos peto bode merino que
oxpuzoiam.
Kaili-e os DOl'CO Li illiaram o inl<-'z'S ; liavia
exemplares pesando mais de mil libras !
A segunda dvisao : apparellios, instrumentos e
machinas agrcolas comprehende 2,941 objectos.
Do mais pequeo utensilio at amachina a vapor a
mais colossal, acha-se representado tudo quanto a
alumnos com o sen professor frente, o Sr. Victo
rio Joao Carlos Dantas Pereira, homem verdadei-
ramentc dedicado gravissima tarefa a que se
consagren, c de que o Sr. Pedro V o achava tao
digno. Tinham ido de Lisboa os ministros do reino,
marinha, fazenda, justica, guerra e dos negocios
estrangeiros, c grande numero de titulares e altos
funrcionarios a quem sua magostado hava man-
dado convidar. Hospedados no paro de Mafra es-
tavam tambero o joven duque de Pentirevrc,filho do
prncipe dc Joinville, com a sua comitiva, que as-
sistiram cermonia por convite d'el-rei.
Km seguida passou o soberano com sua magos-
tado a rainhae toda a corlo, salados actos, onde
estavam 67 meninas da escola regia, e os alumnos 4:9JO*JOb.
da escola real. A cada una das aumnas se dignou ^fe'uro dos
entregar a Sr.' D. Maria Pia por suas mos una da- '
diva, affagando-as a todas com maternal afTecto.
Seguo-se a destribui^no de 24 vestuarios comple-
tos aos meninos mais pobres, em commemoracao
piedosa dos annos de idade que tinha o Sr. D. Pe-
inantes ostiveram patentes mais um dia. mas aonri
le Sr. nao licito.
A venda considera-so vantajosa, c mais pe a?
effortuadas 0111 Londres.
Na primeira venda, realisada era lodres, re*
deram-se p-jr XI4:19.^5262. 37.341 >, innlalrs. kti
do havido um exrosso sobre o pirro das avallarte^
do 18:248*862.
As despezas de rommissoes, eorretagens elr.. t-
ram de 3to43*MS, isto de 6 por cenlo apwxi
madamento, assim rlassifiradas.
Corretagons, commissoes e outra s aos agestes
banco em Londres 18:157*169.
Ca>to com as remessas do dinlwiro para LiatM
diamantes reinettidos oV lisiw
iZ;racrsVu"l.e^co.Teren. cpTa"^otiieto armisticio entre as parfes belligeran.es durante as
que em 15 do mez findo e sob n. 113. dirigio-roe o sessoes da conferencia.
A Inglaterra requer a conferencia como rou>a ensaios fetos com os mesmos, causaiam geral sor
essencial e o armisticio como urgentemente noces- preza. Ha grades de todas as formas c tamaitos;
sarta trnla quarenta machinas de semear, cura nu-
A Austria decloro, que reconliererio do seu lado me|0 de machinas para cortar trigo, debulhar e
mostram os enormes prog essos, que j fizora o
cumentos, a que elle se refere, mande exonerar o
predito juiz da responsabilidade da quantia de
200*000. que pela collectoria daquella villa Ihe foi
entregue poro soccorrer oos indigentes accommet-
tidos do cholera-morlms.Commuuicou-se ao juiz
de direito de Pao d'AIho.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recebi as copias, que V. S. me remetteu com os
capitao do porto com referencia ao desse coniman
do superior de 7 do mesmo mez.
Ditoao Sr. juiz de direito de Olinda.Comniu-
nico Vmc. para seu conhecimento e alim de que
faca constar ao bacharcl Domingos Jos Alvesda
Silva, que segundo foi declarado por aviso do mi-
agricultura precisa. Ha arados a vapor segundo obsenava os pequeos conwra*, e alegna cop
site drenles svstemas, e os resultados do tres V je pagavaro tantos beneficios. Lina oraoao
<.nin, feiin rnm^m.inm raiiurim peral sor- tcriiniiou este complemento do tao memoiavel fes-
seus offlcios de hontem. sob ns. 183 e 184, dos ter- nistenoda justica do 30 de jimho ultimo, nenhum
mos de arremataeao dos mpostos dc 2*500 sobre ordenado ou vencimento pode ser pago sem oas-
eabeca de gado vacouin, consumido as comarcas sentamento da respectiva nomeacao, aberto em vis-
.lo Rio Formoso e Palmares, bem como do 20 por 'a de titulo legal; e por sso deve aquelle bacharcl
cento da agurdente tambeni consumida na do Li-1 extrahir novo titulo do tem que servio de pro-
moeiro motor publico interino nessa comarca, com salva
Ditoao mesmo.A' Joao Gados Augusto do Sil-1 do primeira liara ser na competente reparticao
va mande V. S. pagar, nao havendo inconveniente, | nasal aberto o devido assentamento, e ter lugar o
a uantia de 1:601*000. despendida durante o mez j pagamento do que Ihe fr devufo.
de iulho ultimo, com o sustento dos presos pobres; Portana.-O presidente da provincia, tendo ein
da casa de detencao, como se v dos inclusos docu-, vista o que informou o coroiiiandanle superior da
memos, que me foram remettidos pelo Dr. chefe de guarda nacional deste municipio, ora offlcio n. 94
polica, com offlcio do hontem, sob n. 1.212.-Com- de JO do mez lindo, sobre o requerimento do capi-
municou-se ao Dr. chefe dc polica. ';'0 da guarda^acional da provincia do Rio. Gran-
Dito ao mesmo.Recommendo V. S., que de
conformidade com a sua informaeao de hontem.
sob n. 385, expeca suas ordena, para que o collec-
tor da villa do Limoeiro se incumba do fornecimen-
to dos presos pobres da respectiva cadeia, adian-
tando-lhe para esse fim, quando se fizer preciso,
at a quantia de 200*000, da qual prestar contas,
quando trimensalmente recolher a essa thesouraria
a renda cobrada, conforme V. S. indicou no final do
sua citada informaeao.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S., de conformi-
dade com a sua informarao de hontem, sob a. 38$
de do Norte, Jos Antonio Serophico de Assis Cor-
va!!, resolve que sejo este aggregadoao 2. bata-
lhiio de infantaria da guarda nacional d'aquelle
municipio de conformidade com o que dispoc o ar-
tigo 45 do deoroion. 1130 do 12 de marco dc 1853.
Comniunicoii-se ao commandante superior da
guarda nacional do Rocife.
Expediente do secretario do governo.
Offirio ao inspertor dai thesouraria de fazenda.
Conslanuo de participarao do Dr. Maximino Ri-
boirode Agolar Monlarroyos que, em 7 do corren-
arneiro Machado te^c na qnahdade de quarto supplenle assumio.elle
urna conferencia dos estados mencionados como
urna cousa milito conveniente, se a Russia assim a emprego das machinas na agricultura. Notarse
considerasse, e quanto ao armisticio nao occulla mais machinas para fazer tijolos, para desagua-
que o deseja, es|>erando do juizo do imperador ment, de differentes* qualidades. para engomar
Alexandre a pprovaro do mesmo, (|ue segundo roopa, para cortar o descascar fruetas, para orde-
Ao banco, por diversos encargos da operar*'
6:735*453.
Commissoes aos empregados que aromfMhaffaM
os diamantes, e outras despezas 720*000.
A segunda venda realisada em lndres toi V
0405W. os jae*-
lia vendo por taa-
inguido nos scus cstudos. Esta destri- o umauiierenoa para menos sobre o aw> *
buioao foi feita por el-roi. Concluido este acto edi-. avahaoao de b:ll-4.W. __,., ,
ficaiivo, pronunciou el-rei urna substanciosa allocu-1 As despezas importaraui era i:H.a>WftV oa .. .
cao em que exhorta va os pais de familia a cuidaren! por eento.
com solicitude da educacao de seus filhos. | u Astlespezas com a venda entrtaaia P?.*-
Passaram SS. MM. coro" o seu squito a outra banco dc Portugal, calcula-se que nao exreflMB
sala, das militas e tao magestosas em que abunda o al'/ por cento.
faustoso monumento de D. Joao V. Convertera-se Anda restara por se vender o> 625 quila'
esta em refeitorio, e ali tomaram larga refeiro as pidados, avahados em 45*000 .. i|uilate, e so *]
meninas e rapazinhos, radiantes de jubilo, "sendo destes vendidos se pode verificar rom rxartMfin a
para commover o desvelo com que a real familia eonta da desprza, mas ospera-se que nao pasee
alegra com porcentagem que se menrionou.
J se v, pois, que a venda 0111 Listxa fui
muito maior xantageni do que as realisada* eni
ta. Erara tres horas da tarde quando el-rei dei- Londres.
altitudes difi'ercntes da Inglaterra e da Austria, a
nota franceza oceupa o meio.
Nao tao acerba como a ingleza, nem tiio limo-
rata como a austraca. Ella nao exige tao peremp-
toramente como essa, nem se encuna como aquel-
la, mas sim formula as suas propostas sem pro-
sumpcao e sem submssao, e isso com tanta hahili-
ilade
ile da
to a nota
da una pequea obra prima.
Iradas expostas, isto machinas a vapor para
transportar sobre estradas ordinarias, tanto cargas,
como pessoas, sem que sejam precisas estradas de
ferro. Ha entre essas machinas algumas de su-
perior qualidado, e de mu ensato feto resultou. que
tambem pdem subir laderas.
A terceira rlasse finalmonte ronta productor
verdade que se acha nicamente representado por
_r contra por una muito
de ovelhas negretti llu-
ras vuwuu jn-iu a o u mi. tu uu iti uv y _,__--. pnnhooinii'nln
,0 vigente pora as obras do igrejo de Nosso Senhora V**^ Sfonzaga Bace.lar.-S. Exc. o
DitoaodrSrgeraldainsIruccao publica.-! ^ presidento da .provincia manda acensar re-
Em resposta ao
S.
cepcao do 0fUc10.de 7 do corrente, em que V.
tiJor Iho ano annrovo X resolu i parlicipou ter nessa mesma data.entrado no ei
^JtoCSr I etoto do cargo de juiz municipal e dc orphaos do
S^SiXtoiSf erraodelpojuca.-Communcou-se tliesourana
sob n. 134, tenho a dcr-lhejue approvo a resolu-1 PrW0?.!?! nes.sa.mesma. .dalfen,.ra,lo_no,.exe,r:
cao, que, em vista do
de 14 de mato dc 1855, ^ fa^fa
de considerar vaga e post em concurso a cadeira ^_^.,, ,. s ,iP d(l 48fia
de instruceao elementar de Cabrobo. Despacios do oa 8 ue agosto uc sw.
Dito ao mesmo.Nao podendo os cofres provin- Heqummentos.
am carregar com a despeza fazer-se com a im- i rranciseo (.arneiro Machado Rios.-Dirija-se
pressao dos diplomas dos alumnos do Curso Com- thesouraria provincial,
mercial cm pergaininhos, embora tenham de ser
depois indemnisados por estes no que domis des-1
penderem, nao parece conveniente por agora a 1
adopcao do que semelhante respeito pondera Vmc.
em seu offlcio dc 17 de julho prximo findo, sob n.
120, que assim fica respondido.
Dito ao inspector do afteual de marinha.Nao
tendo regressado para o hospital Pedro II, como me
Joaquim Ribeiro de Aguiar Informe o Sr. ins-
pector d thesouraria provincial.
Joao Jos Hcnriques,Informe o Sr. inspector da
thesouraria de faienda.
Jos Emigdio Fcrrcira Lima.Informe o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa da Miseri-
cordia.
Dr. Joaquim Goncalves Limo.Informe o Sr.
A Franro acha-se hoje de novo, como as neg- um cafeeiro; o 1'ruguay por contra por una muito
oujes de paz em consequencia da guerra da Cri- interessante colieccao de la de ovelhas negretti im-
mea, na posiro de mediador dominante entre a portadas, de ditas all viadas assim como de ove-
Austria e a fngloterra, e assim como senhor da si- [has do paiz, e o Conad por trigo de tnontreal. Os
luocao diplomtica. Estados-Fiidos enviaram mili e productos de mi-
Entretanlo, segundo se diz, as respostas russas |ho, eslrume artificial e agentes, a Suissa productos
ehegaram no dia 17 do corrente em Paris, Londres je leite, guano artificial, licores etc a Suecia e
o Vienna. Noruega trigo, manteiga, quciios etc., a Russia :
Segundo o que at agora transpiran, a nota diri- mel. manteiga. trigo, alcatrao, la, pelles etc. a Prus-
gida 00 gabinete francez de um tora muito con- sa trigo, lia, estrume artificial, lpulo, azeite, os-
ciliador, declarando-se em principio, entendida piritos,sedas, sementes, vinho, agurdente, etc.,
com os seis |ntos, e nada tendo de objectar con- oidemburgo, turfa e lijlos, a Austria, trigo, se-
xou aquelle santo niiiho de earidade cm que yai
perpetuando a abencoada fundaro que Ihe legara
esse alto espirito qu o precedeu no throno. Sr.
I). Luiz dignou-se convidar para janlaroiii sua
mesa, alni dos titulares que pertencem corlo, o
professor Dantos Pereira, o Sr. Antonio do Silva
Tulio ropresentante da sociedade Madrepora, e o
No dia 13 do corrente reuniu-'--- a as-eme* 1
geral do banco de Portugal para deliberar sobro
relator da dincio acerca do artigo 150 dc**-
1110 banco, cora re'laeao a lMBBMfM -tire ere*
to prodial, e acerca de urna propona de m casa
ingleza sobro o mesmo objitto.
Foi nomeada una roiniiiiss< l '
director da escola normal de Lisboa, Luiz Felippe paro dar parecer sobre e.to a?.-umpto.
Leite.
No dia 15 do moz que xeni
O Sr. marquez de Niza apreseatou
deve i naugarar-so no, como encarregado de urna oorapanhia ostra*
, m Mafia o Awlo para fl fithos ilos soldados, de geira, urna pro(sta i>ara sor eonredjuo a aya
que director o Sr. Salgado, dislincto offlcial de companha o prevUegio dos ancos hxponVean. -
eslado-niaior que o governo tem encarregado de tomando a mesma companha sobre si a rarr^ .
diversas commissoes importantes. ; da frica, libas c Algarves jmprogawto arito a
O estado do paiz lisonceim. O governo ad-; vapores de grande torca um mais pequeo -1
quijio grandes sympathias com as medidas imir-, navogaoao de cabotagein entro llanda e **.-..
lantes, aiuda ha pouco votadas no parlamento. Por-1 metes.
tugal, gracas aos progressos que ltimamente tem 1 ndo aceito a propost.i rom retara as rarre,
foito, conquistou grande crdito as praeas cstran-! ras a vapor, a nova companha deposita w kaan-
geiras, especialmente na de Londres, onde tem si- de Portugal 200,000 libras, como penhor A. que .^
Bo devidamente araadas polo sou verdadeiro al-1 vapores que comprar hai de >ati-i
canee as grandes reformas operadas pelo eorpo le-
gislativo. .
O paiz romera a gozar das vontagens da viaoao
aocelerada, abrem-se por toda a parte novas e bel-
las estradas, temos 11111 grande desenvolviuiento
econmico, industrial e agrcola, augmenta consi-
deravolniente a receita publica, melhora-se a lis-
calisaoo, temos cm fim a torra livre, crdito lix po-
thecar'io, e nao faltara propostos pora o estaboleci-
inento de bancos de crdito hypothocario.
Consta effectivaraonle qiie sao muitos as pro-
postas apresentadas ao governo para formacTio de
bancos hypothecarios:
De urna casa franceza se diz que j organjsou
As negociagoes sao dilatadas dc novo, e entre- azeite, carne, queijo, cerveja, estrume artificial etc.
tanto possivel que finalmente o governo russo Radcn em mui rica escolha, vinho, talaco, milho,
venha a suppriniir a nsurreica. charutos, oanhamo. trigo, tw-idos de palha, licores
verdade que a mesma ja dura seis mezes, c etc Mclklemburgo, trigo, manteiga, seda. Han-
pde talvcz durar anda outros seis mezes. Do la- nover, linho, estopo, lpulo, alcatrao, canhamo,
do russo espera-se poder derriba-la pouiisamentc panno de linho, inonteigo, trigo, queijo, lpulo, son-
estendendo o systemo de exterior terror, executado guesugas etc. a Hollando, manteiga, queijo, Hnho,
pelo general Mravien na I jthuani, tambem sobre finhara etc. Hessc e Nassau ; vinho, o Soxonio cs-
declarou o provedor da anta Casa dc Misericor-. inspector da thosourana de fazenda.
j:.____.:. i. 11 1_______ ,.r..:nn...-, i;.-,. Uannol Teivoir.i lio Jess.lmoi'l
dia, em offlro dc 17 do corrente, o africano livre
de nome Pedro 2o, de que trata o mou offlcio do 1"
deste mez, recommendo V. S. a expedigao de
suas ordens, afim de que siga para aquelle cstabe-
ecimento o referido africano.
Dito ao delegodo do Rom-Conselho.Respondo ao -t sr. ur. chefe de polica.
u>n offlcio de 20 do mez findo, dizendo-lhe, que man- i D. Thereza Alexandrina do Souzo Banden a
do entregar cmara municipal desta villa o resto Pravo a supplicante ter deixado de ensinar durante
rtns medicamentos e vveres a que allude, afim dc o tempo que deu lugar a imposcao da multa.
Manoel Tcixeira dc JessInforme o Sr. direc-
tor do arsenal de guerra.
Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes.Pas-
se portara concedendo a prorogaco pedida.
Mara Severina do Espirito Santo.Informe o
os outros districtos revoltosos.
Em connexo com isso quo o conde Wielo-
polski recebeu effectivamento a sua demissao, na
forma de urna licenca de quatro mezes, para urna
viagem fra do paiz) e que o general dc Rerg, que
piritos, trigo, mel, loa. silvestre ( preparada de pi-
nnas. ) Em todo o caso, nessa categora a exposi-
cao se acha o menos completa. todava dc es-
perar, que nas-exposiedes que mais tarde segui-
ro, quando a agricultura dos difiranles paizes se
do contrato, compra iodo o material da eci
Cnio Mercantil por M conios. rom a
condioao de mj nao loprtr dos vapores aos (res car
reiras" e othga-se a grandes multas pora I
de quebra tela sua parle e algunia uas romlu
do contrato ou irrogul.u dado na na l o
A nova oompanliia s |>ede o subsidio qtv o j
verno eati autorisado a dar rompaabia l'n
Mercantil.
Dizem ser grandes as eflarfa para afcaaear
coucessao do banco 011 bancos cois direito a ei
tir ttulos fiduciarios.
A proposta dos capitalistas do Porto era *'
ral cont*, e a casa Forester. de Liiailros *aartn*
urna companha de avultados capitacs para esse disto, elevou o lanco, e |elo tetographo.
fim c que s dopois de feito ura valioso deisilo
cm banco cstrangeiro apresentar as suas propos-
contos.
Fia decretado o projecto de Wi para 2
cao de um novo banco de circularo, coas a
se forem ne-
dos medicamentos e vveres a que
sern aproveitados n'outra occasiao.
tessarios. n
Dito aocommissanovoccinador provincialRe-
roetta Vmc. 00 director geral da instruceao publi-
ca afim de serem transmittidas ao delegado Ilitera-
rio do dstriclo de Grvala algumas laminas dc ptiz
vaccinieo de boaqualidade.Coramunicou-se ao di-
rector da instruceao publica. .
Dito ao conselho administrativo.Ao offlcio que
me dirigi o conselho administrativo, em data de
hontem, sob n. 74, respondo, que deve o mesmo
conselho repetir os annuncios para a concurrencio
dos'proponentes ao tornecimenlo das seis caldeiras! o
Thmaz Sefferes.Informo o Sr. engenheiro fis-
cal da llnmioacao a gaz.
Thomaz da Cimba Lima Cantuaria.Informe de
noxo o Sr. thesoureiro das loteras.
10
Adao, africano livre.Indeferido a xista da ia-
forroacao.
Felippe Feidel.Informe o Sr. inspector da the-
souraria de fazenda.
Francisco Antonio de Almeida.Informe o Sr.
director das obras publicas.
Frederico Skiner.Informe o Sr. director das
de ferro para rancho de em praeas cada urna, as
nuaes se destinara ao 2o batalhao de infantaria.
Dito ao delegado de polica do Bom-Conselho.
Ao delegado de polica desse termo determino, nes-
ta data, que entregue cmara municipal do Bom- te como requer
Joaquim I africano livre.Informe o Sr. direc-.
tor do arsenal dc guerra.
Capitao Jos Antonio Serfico de Ass Passe portara mandando aggregar o supplican-
ficando este archivado,
j tinha a direccao militar superior no reino da Po- houver mois acostumado a isso, osses vacuos serao
lonia, tambem toraou em maos a direccao civil su- suppridos.
perior. | Conta-se muito sobre os paizes transaltanticos e
O general de Berg homem que nao teme ne- especialmente sobre o Brasil. Ningueni exi-
uhum meio, e com Wielopolski cabio a ultima bar- gira que d all se mande, de distancia de milha-
reira que at agora se oppunha aos scus planos de res de leguas, gado vivo, mas ser cm seu proprio
terror. interesse, que aprsente as exposicoes europeas
Com excepcao da questao polonoza, a poltica cu- 0s outros mais importantes productos da sua agri-
ropa est desconsondo octuotmente. Tambem a cultura, e sobre tudo das suas florestas.
Ilitica dos differentes estados tem as suas ferias a exposicao ser fechada amanhaa. Apezar de
dc vero. Reflrimos por isso tudo quanto nota- pouco favorecida pelo tempo, a concurrencia foi
vel politicamente, participando que no dia 9 do enorme. No primeira dia em que o preco de en-
corrente a dieta germnica aceitou as propostas da trada era do 16 francos, o numero de pessoas, que
sua commissao na questao allema-dinamarqueza vsitaraui a exposicao excedeu de 10 mil. Nos qua-
pelo que a Dinamarca convidada a retirar den- tros seguimos dias, custando a entrada 1 thalcr (c.
tro de seis somanas, o manifest real de 30 de mar- 3 francos 75 ) vendeu-se peito de 30 mil blhetes
50 ultimo, relativo as circumstncias conslitucio- do entrada. Hontem e hoje, pagando-se respecti-
nacs do Holstcin, e que no dia 17, a conferencia dc vamente Vs e */s avalia-se o numero de -visitadores
Munich acerca do Zollvorein teve a sua sesso final em 50, 60 mil.
sem haver conseguido o mnimo resultado, assim Alem dos habitantes dos differentes estados de
como que a visit fallada do imperador da Austria Allemanha, vieram estrangeiros de toda a parte da
a el-rei da Prusia era Carlsbad nao tivera lugar, Europa especialmente Inglezes, Francczes, Hollan-
e que agora so diz, que essa visit se realisar na dezes, Belgas, Hngaros, Italianos, Suissos, e final-
semana pa*ima no banho de Gassein, para onde njente tambem Norte Americanos; igualmente cm
el-rei Guilhermc vai partir. Notamos mais que o numero de principes, e entre estes, o el-rei da Gre-
ministro de Bismark, chegado nestes dias de Ca cja othon, os grao-duques de Oldemburgo e Melck-
rlsbad em Berln, j parti de novo paraos pannos lembugo, Sclhvorin, o duque de Coburgo e difle-
de Biarriz nos Pyreneus, que entretanto a situarlo renes principes pru?sianoS.
interna da Prussia sempre a mesma como, at ,
agora, sement com a diflereo?a qu& tetPVcnsa'
Diz-se tambem que o governo est de certo ndo; ninat-au debanco allianra, qnal lera a so
compromettido cora ella. sede ua cidade do Porto, e f
De outros proponeutes serios se falla igualmen-
te, c que pedem concurso.
Parece que o banco de Portugal quem se acha
em melhores condciies para auxiliar entre nos as
operoeoes de crdito lij poth"ca io. sem privilegio
ou com elle, mas sem conmdir estas operaceo
com as que sao peculiares de um banco de circu-
lao.
Em urna correspondencia de Lisboa, publi-
cada no jornal francez o Pays, l-se o segrate a
respeito da venda dos diamantes da cora :
t O publico v com muita sorpreza tudo o que
se diz no estrangeiro da venda dos brilhantos como
recurso.
Nao ha nada mais contrario verdade. Es-
quecc-se evidentemente a circumstane de que a
cora de Portugal, era quanto a brilhantes e pe-
dras preciosas, se cont entre as mais ricas da Eu-
ropa, sem excepcao das grandes potencias.
1 Esquece-se que por secutes ella tcx'e o mono-
polio da exploracao das minas, outr'ora to abun
;.'- o
raooes proprias da sua natureza. segaad'
estatutos ou carta orgnica, que fican atapeaea*
da approvai'o do governo.
A durocb deste banco sera por tempo indrter
minado.
Este banco poder estabefcjcer ag-no eaei
correspondentes as praras roauoereMes e 1
mais notaxes do reino.
O capital inicial deste banco ser de 4.80.
e o banco nao poder funectooar sem que
irada as suas caixas a quinta parte deste ragol
O capital do banco poJcra ser eterado ua *ov.
nuido com- approvarao do governo ^^ .^
concedido a esso banco emittir letras a o4Wv
ou notas pagareis ao portador.
As notas serao do 10*, 20*, 30* e MM.
A imirtancia total das letras ortfea oai aa-
ea circularo nao poder exceder trw qoarta
pactes do fundo social emittldo.
O banco ter sempre nos scus cofres em rae**-
de ooro e prata. pelo menos, um teren do 'I-.*'
liantes, da provincia de Minas Gerae_, no Brasil; ver, por letras visto, por notas er.i circu* t
e que em 1821, quando o ro D. Joao VT. regressou por depsitos.
do Brasil a Lisboa, trouxo urna colloccao do bn-1 As acroes. apdeos, fundos, lucros ou eposolo
Ihantes igual polo menos no numero, o tudo e que c quaesquer valores ligados ao banco, pnjratf
em outras partes podia existir. tes a estrangeiros, sonto inviob.vois en iiaai ifi
Estes brilhantes, mettidos cm saceos, e sellados, casos, ainda mesmo de goeria c0m as ifspr<"Ta'
estavam depositados na casa forte do banco de Por- nacoes.
tugal existiam ha raco secuto 110 estado bruto, I 0 banco ser isento Pftntr;hakai t iaapasas
sem que se tralassede tirar delles aenhura partido, dequalquer noturo- ^^TST aaaws P
visto que os brilhantes lapidados e engastados que estabeleeidos p'_.-*J. i* "J '^^itt kgMMi-
possue a cora exoedem todas as neressidades da vas an^'rirjfe8""amua tenapj dirrio f*"r *'
realeza. 1 'K1^ ,avores e isenoW
Poi fim recouheceu-se que se nao devia deixar, fica .^, 0 ^0
por mais tempo estril un valor tao consideravet, de V A iu nos Ixtqs de 1
decidindo-sc que fossem vendidos pouco a pono- ', !21rrvir
e convertidos em ir^rpc^es^uc ficario cito* Jeque t)iMonnimii m^
condo a cora, mas que esl nito. V^..;. 9i:;"
Eis ahi todo o myster.:,o da
^er alienar,
vendas dos brilhan-
no urna eonta relativa ao mea anterior,
trando o sen activo e passivo, com
tes que sefizeram q, ^ sp SS^SS em LU. que i-dqnTm o vator
boa,
suas agencias, importancia

i II FftfVFI I


A*w;7i
"^"^

.=
~--tjw-^-*T'
1
Diario de Pcmaihwfo Quluiaifelrai de Aaoste de ISAS.
notas e outn
importancia das le
Por cartas recebirfa de MaCo sabe-se que
s cheques fias- est naqueTa cidadc uin principe ehristao que tra- mas o homot
a prazo, c de todas as mitras opc- ta de organisar urna expedico poderosissima para nha a pernr
desque o tonco elfcctuar; e no principio de ir conquistar o reino de Fonkiui a cuja corto se i ma conh
cadaano remetiera igualmente ao governo um juiga com direito. .
exemolar do rclatorto da direcco, e um balanco Esto expedidlo temive! composta de duas lor-
..!_._ i- ___>.-: ^i..i,^n Hnc livrns ilr> chas riimule.tamentc armadas, enuiuadas e KUar-
julga com direito.
temivel coi ,
sua gerencia extrah'ido dos livros da' chas completamente armadas, equipadas e guar
LNcripturaeao necias por nada menos de 70 homens t Fazem
O governo publicar os balados mensaes, e beni parte dela alguns naexenses, 20 tagales, 4 rance-
assim o tolanco completo da gerencia animal zese i zuavo 1 ____
\s disposicoes desta lei em nada alleram os pn-! Era Macao oram offereeidos ao principe 20 con-
vi(jgioseisenc6esquetivereinosestabelecimentos, tos de ris para auxiliar a conquista daquella ci-
ja existentes, de igual natureza. dade e da Metropole.
_ \ fabrica do louca ingleza em Sacavem esto O principe conta com o apoio de alguns indige-
agora sendo muito visitada, depois que se conheee as seus partidarios, que aspiram a cargos da ro-
que est em perigo de vida.
E' de lastimar que a cobra nao tivesse sido con-
servada, e trasida para o musen da historia natural,
' porque raro e notavel que aparecesse em Portu-
gal urna cobra daquelle tamanho e forca.
L.
publica.
A victoria est, pois, bem figurada, e nao ser
dilicil com too poderosa armada I
No dia 83 deste mez perto das dez horas da
noite, desembarcoulio arsenal de raarinlia. de bor-
do do paquete injlez Kleper da nova carreira do
a louca, que pela perfei?o. e principalmente pela
baraleza, est fazendo grande concurrencia a louca
ingleza, m pouco tempo nao precisaremos de a
comprar a extraahos, se a fabrica de Sacavem con-
tinuar a sua laboracao como at aqu.
Tem-se visto amostras desta louca que surpren- .
de. Alm da sua porfeita semelhanoa com a 10115a Brasil, o duque de Pentlnevre, Pedro Fihppc Joao
ingleza, a louca de Sacavem offerecc a vantagem Maria de Orleans, fllho do principe de Joinvillc c
de se poder Completar o jogo ou apparelho, quan- da princeza D, Francisca Carolina de Gonzaga e
do se quebr alguma peca, de maneira que est Braganca, filha do Sr. D. Pedro I, imperador do
sempre completo, c na fabrica nao so se prestam Brasil e rei (4o donme) de Portugal,
a isso, mas tombem a desenliar a Drma ou as armas Foi recebe-lo a bordo o Sr. ministro da mannha
dos freguezes. e alguns outros dignatarios do estado.
No arsenal de mariiiha
DIARIO DE PERNAMBUCO
Atm diese o governo russo creou ses-
senta totalhdes de aradores -, organisa a milicia
imperial e vai proceder a um novo recrutamento
empregando tambem toda a actividade para por
em estado de defeza todas as fortalezas.
Sor*) chamados as armas dez homens por cada
mil habitantes, para o mez de novembro.
As tropas russas tem commettido muitas vio-
laees as fronteiras de Gatzia. O gabinete de
Yienna fez chegar as suas queipas a 8. Petersbur-
go, e afina! o grao-duque Constantino publicou una
Hontem chegou dos portos da Europa o vapor proclamas* em que impSe penas severas aos cora-
francez Estremadure. sendo portador de cariase mandantes dos cornos que invadirem o territorio
iornaes com datas : de Hamburgo 20, de Londres,
do Bruxellas e Paris 23, do Porto 26 e de Lisboa 28
do passado.
Tendo o nosso correspondente de Londres enva-
. Ach 5 estados da cto "do RMifirTsr^eaS^a dSteGcaanV
, Esta fakir pertence hoie viuva Rawstron; o No arsenal de mannha estovamas
racstre ingiez, e sao tambera inglczas as mulhe- da casa real onde foram conduzraos
res que pintam a louca. e o seu salario excede a Ajuda olllm. hospede e sua comrtUva.
5000 por semana. I O duque de Penthievi
Se esta fabrica tomar o desenvolviraento que de 184o. Teniunon ha pouco cora
deesnerar ser e i mais um nieio tS^^^J!^ta'>cM^ que quaUdade de offieial daqudUatfina, 1M-a
nao podem ter outras Inspiraeoes. Em Inglaterra bordo de urna fragata de instruccao que peRotre
as mulheres aprendem em 4 annos a pintar louca diversos portos. *..,rAom
e os outros artfices nao gaslam mais tempo a a- Esta fragata esta em Brest, mas deve d entre em
prender a arte poucos das surgir as aguas do Tejo.
Nos temos j umitas fabricas de louca no paiz,' O conflicto anglo-bras.leiro, anda figurn mimo
mas muito atrazadas nos processos de preparar o desagradavelmente para o gabinete ingiez na sessao
barro e fabricar a louca. Anda nesta parte a fa- da cmara dos lords do da 1*.
brica de Sacavem pode prestar grandes servioos a Nao foi espontneamente que tord Bns>ell oec a
industria cermica, porque como j est mostrada ron a honrosa intervcncaodeS. M. el-rcide Koriu-
a escola, donde sahiram muitos artistas habilita- gal nessa pendencia, que tem motivado para a braa
dirigir c organisar as fabricas Bretanha, censuras europeas.
austraco.
O governo austraco porem nao se mostra satis-
feito smente naquelle documento pelos actos j
praticados.
do a "sua missiva pelo vapor ingiez Kepler, s quan- A lula continua com igual violencia | os actos
do chegar o vapor brasilero do su), pode-la-hemos decrueldade, asprisoes, os fuzlamentos, as exc-
dar aos lcitores, visto que seguio ella para a Bahia cucoes repetem-se todos os das. Os povos estao
naquelle navio. Dosjornaes, porm, colhemos as desesperados. Degheston, urna das provincias cas-
nol ras que seguem acerca da questio anglo-bra-. Pias do imperio russo, esta em plepa revolta. Diz-
sMeii'i 4 se que a Inglaterra e a Turqua nao sao estranhas
S. M. el-rei de Portugal apresentou-se conjo 11-! a es,e acontecimento, fornecendo clandestinamente
s carruagens termediario. para o restabelecimento das re&c5es,armas,as ,l#nbus cancanicas.
l ao pa daiEFeraaInglaterra. O I^.dab! "T A a umj^^^SlSSS
*a dad-MdStL7izl ^ ^i^/raente]^m$S^3M
s ^OoSSuSreiativa m'AW^EtiSSS^!^S!t^
1 1 -- .-.TtZrJiX.^ h-,ar poniirhpniiop an ta. e Russia, diriguam urna nota a asscmblea na-
SUS rSceonBosS" aT ^TS^So",*genjoWijrapediro immediate res.abe.eci-
3eseja a reconciha?ao Analysando os acontec- ment da ordem.
mentes que deram causa suspensao de relacies,!
assim como as faltas que talve praticou o governo
brasilero, o nosso (para nao dizer mai|i estljcm
compensado com a indemnisacao que Teceben, c
com a affronta que infligi.
t Ha muitos annos que existia entre Londres e
o Ro de Janeiro certa desafleicao, que augmentan-
do deu em resultado urna crise, havendo urna qnasi
India outras -duas corvetas que se devem chamar
D. Joao de Castro e Alonso de Albuqaerque.
Achava-se em Lisboa o duque de Ponthievre,
fllho do principe de Joinvillc e da princeza D.
Francisca Carolina, fllha de S. M. F. o Sr. D. Pe-
dro I do Brasil, e IV de Portugal.
O nosso correspondente de Lisboa nos enva
as seguintes noticias commercaes :
^redecan7aPoaBrasil. 38#000 40*000
Algodaoarratel t/w, ,,n
doMaranhoePar ... 400 410
de Pernambuco..... A *
Arrozquintal
do Maranho e Para, sup. & &^
boin 6*660 75000
ord. i i
ni... *
Assucararroto
bT
Os navios das tres potencias estacionados no
Pireu desembarcaram alguma tropa requisican
do director do tonco, cuio estabeleciraento se acha-
va ameacado pela populacao.
O almirante italiano Vona, tambem fez desem-
barcar alguma forca para defender a legaco do
seu paiz, c alguns Italianos iulgaram que deviam
procurar abrigo a bordo dos navios da esqua-
dnlha.
As desordens attrlbuem-so em grande parte a
m dos estados do novo muhdo mais \ Leotzakos, r adquiri certa celebndade era con-
hostilidade de um lado, e de outro a retirada do mi
nistro.
dos para poderem dirigir e organisar as ----------
de Oolmbra e de muitas partes onde as temos. O secretario de estado da repartle dos neg- u Bras B um Uos esuara ao novo uiiiww mw> | ~rr ir' orty de t irm5o na |ha de Kit-
- Publicou-se o prospecto d*-Companhia de cios cstrangeiros da rajnha da Inglaterra refu- bem governados e mais felizes, e nest poca de, mencia temorte gJMjlTOM ^
acabado se fundar em Lon-'giou-se nessa deelaracao no combate que lhe offe- convaisoes polticas, alm do ocano, nao devemos ^P0,^**13" ^Z" ^Vv/^m hatalha s
ferro e cartwo^que
Ires por iniciativa do Sr. Jorge Croft, para explo-
racao de minas, as proximidades de Porto de Moa
< de Pombal.
A subscripeao est aberta. O cusi de cada ac-
eito 4*000 reis pagos em presta$8es de 2*J0
res.
am algumas das lllustra?6es da cmara no
o da legalidade, e das conveniencias intrna-
les,
ela primeira vez lord Russell fallando no con-
flicto, deixou de o aggravar mais como sempre o
, I tinha feito nos discursos precedentes.
polticas, alm
desprezar urna nacSe amiga, ou desligarmo-nos
delta.
O Brasil, posto que o seu estado social seja
differente do nosso, foi sempre pacifico as suas re-
lacies comnosco, e desejou sempre conserva-las
vntajosas. Ninguem acreditar que o imperador
30U0
1
i
ilsoo
a
1*100
120
160
100
120
100
140
080
Jos Antonio Seraphieo de Ans Car-
Para que so calcnlem os resultados que os accio-! Este facto nao deve passar desapercebido como 0 Brasil queira animar os actos de pirataria, ncm
-ymptoina de que os desejos geraes da Inglaterra consentir no assassinio das tripola^oes dos navios
nistas poderao vira colher desta industria to mil, symptoina _
v-se pelo relatorio dos engenheiros, que examina- para que se restabelccam relacoes com o Brasil, ja
rara o terreno que deve explorar-se, as seguintes mpressionam o ForeingOffice.
eonsideracoes Foi lord Chclinsford que pretendeu renovar o
A quantdade do minero de ferro comido no debate acerca do conflicto exprobando severamen-
di de-sc considerar como Ilimitado. I O conde Russell, respondeu que o governo do
A sua qualidade em geral excellente, sendo Brasil, se tinha recusado a proceder a um nque-
uma grande parte da primeira qualidade capaz de rito jndiciario acerca dos cadveres encontrados na
nroduzir ferro de melhor e mais subido preeo, e praia aonde naufragara um navio da marinhanicr:
mais procurado actualmente. Das quatorze amos- cante de Inglaterra, mas que tendo decedido o re
iras que os engenheiros tiraram ndistinctamente da Blgica, que neste fado nao havia nennum in-
em diflcrentes qualidades locaes, e submettidas a sulto, o governo bnlannico declarou estar satisreito
exame em Londres e em New-Castle, o producto quanto a esta parte do conflicto,
do ferro lem sido de i amostra, 60, 3 a 69, o por i Lord Russell accreseentou que nao tinha Trn-
cenlo ; de 3 amostras, 46, o a 49, 7 por cento. camente imposto indemnisacao pecuniaria ao
Os chimicos (assayers) nos seus relatnos apre- Brasil,
sentam-as como sendo de excellente qualidade pa- E' provavel que mimstra-sc as instruccoes ao
ta fabrico de ferro. ministro ingiez no Rio, a lim de aprisionar os na-
O deposito do carvao tal que nao s assegura vios brasileiros por divertimento, e que recebesse
um fornecimento ampio para fundcoes, como tara- por distracao o cheque em que o representante do
bem offerecc urna prespectiva altamente favoravel Brasil era Londres cscreveu a somma que me u-
de produzir um fornecimento para o consummo uham communicado ser a flxada pelo governo
de Portugal e para exporta?*); em quanto que a ingiez para indemnisacao de um naufragio, ou dos
200
4*400
15800
15200
que levara aos seus subditos todos
luxo europeu, e que em troca trazem os seus pro-
ductos de agricultura.
t Esperamos, pois, que da parte do governo in-
giez nao haver opposi!;ao ao restabelecimento hon-
roso das relacoes amigaveis. El-rei de Portugal
offereceu os seus bons offlcios, e como naquelle
Eaiz nao haquestao alguma internacional, nao pode
aver obstculo para um bom accordo. Aos mi-
nistros que Ibrem noraeados pelos dous paizes in-
cumbe depois sustentar a harmona restabelecida
por esta mediaran.
Na cmara dos communs houve urna interpella-
clo sobre essa questao por Mr. Fitzgerald, que
chamou a atteneao do governo para as relagoes
entre os dous paizes; o representante ingiez feaver
que depois das resolucoes da conferencia de Paris,
era para sentir que a Iglaterra.que fizera parte des-
sa conferencia, tomasse sobre si a adop?aode medi-
das coercivas, sem recorrer arbiti agem, como foi
ento concordado entre as potencias, para o co de
qualquer dcsintelligeiicia entre as duas partes. 0
orador censurou o governo por nao ter desapprova-
do a maneira por que procedeu o ministro britan-
nco no Rio de Janeiro, e concluio perguntando se
o governo estava prompto a restabelecer as boas
produzir ferro do mais alto prega | verno tinha sido naquelle incidente parte e juiz ao gasta entre os dous paizes, manifestando os seus
O trabalho pode-se obter em qualquer escala por mesmo tenipo, e que se nao pode defender nem sentimentos para com o Brasil.
bario proco. justificar. Tcrminou censurando o governo por | jjr Layaru, sub-secretario de estado respondeu
Houve no Porto una reuno de varios cap- nao ter dado a satisfacao devida ao Brasil. ua cmara dos communs, defendendo como era de
tilintan com o fim de se fundar urna companbia Os discursos dos dous nobres tords prodnziram eSperar; 0s actos praticados pelo governo, e pelos
para o estabeleciincnto de urna fabrica de carbo- tal effeito na cmara, e a disposigao da sua maio- seus agentes; aecusando de novo as autoridades
nato de soda em Aveiro. ria manifestava-se tao adversa aos actos injustos e
O fundo dacompanhia ser de 100 contos deis., violentos do ministro, que este para evitar o segui-
achando-sc este capital j subscripto por firmas mente da discussao declarou que S. M. o senhor l.
ben conhecidas, n'aquclla cidade. Luiz I tinha offerecido as suas amigaveis dehgen-
A fabrica dever ser estabelecida a alguma dis- cas para seobter urna reconcihacao entre a In-
surgentes que elle commandava deram batalha as
tropas reaes, quando protendiam embarcar em Sy-
ra, a bordo de dous barcos de vapor.
Depois da revolucao de outubro LeoUakos ainda
que simples tenent, arrojou-so o commando de
dous batalhoes, dos quaes sob a sua responsabih-
dade dispensou do servico todos os offlciaes.
Partidario declarado de Bulgaris, contribuio po-
ns arti"os le derosamente para que abortasse a sedicao militar,
que ha uns tres mezes se tenlou para derribar o
governo provisorio presidido por aquelle homcm
de estado.
Um decreto da assembla nacional destitmo o
tenente beotzakos, mas elle, forte com o apoio que
lhe presiavam os homens gue elle defenda, recu-
sou submetter-se resolucao tomada por "aquella
assembla. Leotzakos foi nm dos que se ntnn-
cheirou no palacio do rei.
A rainha Victoria vai fazer urna viagem pela
Allemanha com o nome de duqueza de Lancasler.
Partir em principios de agosto, e permanecer em da mesma procedencia pele "'lU"fP','''''l
um dia com o rei dos Belgas; indo dc-
locacs brasileiras de connivencia na pilhagem do
carregament do navio naufragado Piince of Wales
c no assassinato da equipagem.
Mr. I^avard moslrou que a interpellacao era inop-
portuna, "e que Mr. Fitzgerald tinha em vista crear
tanda de Aveiro perto das salinas em que abunda glaterra e o Brasil, por intermedio do representan- embaraces ao governo, por isso que tendo el-re de
O sal, que em grande quantida- te de Portugal no Rio de Janeiro. Portugal offerecido a sua mediacao ta pendencia,
conveniente poderia
Como a fortuna parlamentar lhecorri.1 adversa, qUa|qUer circunstancia menos
ird Btisscll, accreseentou que nao fallara mais prejudicar as negocia^ocs.
a rainha Victoria
agradecendo-lhc a sua
brasilero
afra ouasi sempre regular durante cinco a seis ao rei Leopoldo da Blgica-, agradecendo-
mezes d anno. A barateza do sal em Aveiro, e amigavel interveneao no conflicto anglo-:
a circumstancia de se ter adiado perto do rio Vou- l-sc o segrate:
sa ura iuiDortonte jazigo de pyrites ou sulphureto | A execucao exacta da vossa sentenca pelo raeu
de ferro e cobre, que com o sal empregado na governo dar-vos-ha urna nova prova do nosso n 8-
labricaeo da soda, fazera antever cxcellentes rc-
-ullados para a nova empreza. Esta mina de py-
rites pertenceaos Srs. Mathias Fenerheerd Jnior
vV C, que tiveram o pensamento da creagao da
da empreza para a fabriraco da soda, mos-
irando rom dados seguros c infalliveis, que neste
paiz tambera se podem montar convenientemente
.siabeleeimentos desta ordem com a certeza do bom
resaltado.
Consta que os Srs. Fenerheerds cedem a com-
panbia, mediante una compensacao a propriedade
<; os terrenos em que est situada a sua mina de
)i\ rites.
peito pela vossa augusta pessoa
Consta em Lisboa, que o Sr. Joao Ferreira dos
Santos, secretario da legacao do Brasil em Lisboa,
foi passado disponibilidadc e nomeado para o
substituir o Sr. Joao Pereira da Costa, que foi addi-
do da primeira classe da legacao de Bruxellas e
depois all cnsul geral do Brasil.
Tambem se diz aqu ter sido transferido da
legacao do Brasil em Venezuela e Nova-Granada,
para* Portugal o Sr. Jos de Ahneida Vascon-
celos.
Assevera-se que o Sr. Antonio Jos Duarte Na-
; zarelh nao satura do llio para Portugal, em quanto
da Bahia, bTanco........ 15650 1*800
mascavado. l*zuo tfljou
do Maranho, branco 1*630 2*000
mascavado. 1*100 1*350
do Para, bruto..... 1*300 1*450
de Pernambuco,branco.. 1*700 2*300
mascav. 1*300 15500
Cacaoarroba
do Para ......
da Bahia......
Cafarroba
do Rio, 1.' sorte. .
a.*.....
3.*......
escolto boa.
Castanhas do Maranho.
Chifresrailheiro .,
grandes........ V04000
pequeos ....... 35*000
Courosarratel
Espichados da Bahia
de Minas .....
Salgados da Bahia .
do Maranho .
de Pernambuco .
Soceos do Rio Grande. .
Verdes do Para ....
Cravoarratel _
do Maranho^ .
Gomma copalarroto
amarella.....
branca ......
ordinaria.....
Assucar. Apathia geral; pequeas vendas pa-
ra consumo ; c deprec lamento.
A nica transaccao de vulto foram 80 caixas da
Bahia pelo Confimra que foram compradas por
urna das primeiras casas commercaes ao preco de
157OO o branco c 15300 o mascavado.
As entradas consistiram em 20 caixas do Rio de
Janeiro pelo Saudade ; 108 barricas de Cabo-Ver-
de pelo Esperattcoso ; 10 da mesma procedencia
pelo Cysiu do Minho : 74 de St. Quittes pelo Emi-
lia : 366 barricas e 254 saceos da Madeira pelo
Galgo : 277 saceos de Londres pelo Tartar: e loO
3*400
3*000
4*S00
4*600
35900
*
1*:)0
80*000
30*000
140
170
120
135
120
160
085
220

15500
25100
1*400
do Norte
vaina
No dia 7 do corrente entrn no exerejriode
miz municipal de Ipojuca o Sr. br loan r-~~-
Bacellar. ^^ ^
Chegaram uta boato*, prowteM *> Rio
de Janeiro : o paltoboto Cmtor, con us.
patacho Social, com 8. NenhmmMes ircu inr-
na.'s que adiantera s noticias por ultimo.
O vapor franeea EUremamrt, trouxe a xq
bordo : pura a nossa provincia 6 Mssageiros ; o
ra a da Babia 3 : para a do Rio M; para *.
video 8 5 e para Ruenos-Avres 4* ; formando o to-
do 161 passageiros; c tomou esa nosno porto ron
destino aos A sul de sua escala 8.
Seguio hontem, bordo do vapor frasees, >
emprezario do Sanu Isabel o Sr. A. J. Duarte Caim-
bra, que vai corte contratar os novas midas fw
devem completar o quadro de siu coraMasm. S-
sejamos-llie prospera viagem. -pn'mstoi jssu
resultado a seus desejos.
Foi absolvido pelo superior tribonat a reAV
cao 0 juiz municipal e de orpUos do t.-rmo do 11-
moeiro, tocharel Marco Tulio dos Reis Urna, .
sentenca que lhe foi imposta pelo juiz oV &,\t
Jos Qnintino de Castro Leao.
No dia 6 do corrente proceden a rfai,
Philosophira Litteraria a eleicao da drertoria ;
commisso Bruxellas _
pois habitar o castello de Bosenan, perto de tonur-
go, onde nasceu o princii Alberto.
O tempo que a rainha. se demora no estrangeiro
nao excetfer do quatro semanas. Acompanha S.
M. lord Clarendon.
Os reis da Sueciae Dinamarca devem fazer
por estes das visitas reciprocas. Carlos XV ira no
dia 22 de julho Dinamarca, e Frederico Vil pa-
gar-lhe-hia a visita.
Celebrou-seem Copenhague a festa annual
da sociedade de tiro, a que costumo assistirem os
soberanos estrangeiros. Este anno onviram-se all
palavras bellicas, nao s do rei Fernando VII, mas
por Mr. Hull, presidente do co selho.
O temporal prepara-se no horisonte, disse este,
c ninguem sabe quando rebentar ; mas se a Di-
namarca estava forte, quando pela nrimeira vez
inarchou contra o iniraigo, boje ainda est mais
forte. .
sta linguagem deve produzir o seu effeito na
Allemanha.
Para consumo despacharam-sc 3210 saceos, 148
caixas, 22 fcixos e 300 barricas.
A existencia boje nos armazens da alfandega e
de 1931 caixas, 939 feixos, 104 gigos, 13 panenos
e formas, 4911 barricas, 211 barriquinhas e 4o69o
saceos.
Algodao. Do da procedencia do Maranho pe-
quenas partidas se tem consumido pelos procos co-
lados.
Dos mais portos do Brasil nao ha.
Para consumo despacharam-se 28 fardos c 32
saceos.
Agurdente. Effectuaram-se pequeas transac-
coes para reexportar para a costa d'Africa, mas
estas vendas nenhuma alterar*) produzrara no
morcado.
Nao tivemos supprimcnto algum.
Era agurdente estrangera as transaceocs foram
de pequea importancia. .
Para consumo despacharam-se 6 cascos 40 pipas
e 24 barris do todas as procedencias.
edencia do Brasil as transac-
Caf.Do da pro
A qe uito a poltica europea. A Presse anunciou que freram alteraeo alguma. Nao aconteceu o mesmo
essa localidade.
de se emprega na fabricacao da soda, all mais
barato que em parte alguma da Europa, e na ver- lord Btisscll,
il-ide io isso de admirar, poique na vasta via sobre o conflicto, porque era mister espcrai o le-, ftmaramparie nct 4m.i5o !- aao~.,
de Aveiro nada ha mais fcil do que estalielecer snltado do facto que anunciou a cmara. i a favor e contra os actos do governo, afinal a pro-
inarinhas de sal, e debaixo desle nosso bello co a Na carta que S. M a rainha Victoria escreveu posla fo retrada pelo seu autor.
* Na cmara dos lords respondeu o conde de Rus-
sell, indicando nao s a mediacao de Portugal, mas
tambera a sentenca arbitral do rei dos Belgas.
Na carta que a rainha Victoria escreveu ao re
Leopoldo da Blgica agradecendo-lhe a sua amiga-
vel ntervene*), l-se o seguinte :
A execucao exacta da vossa sentenca arbitral
pelo raeu governo, dar-vos-ha urna nova prova do
nosso respeito pela vossa augusta pessoa.
O Joinal dos Debates, moslrou que depois da sen-
tenca do rei Leopoldo, a Inglaterra poda bem ce-
der generosamente ao Brasil, seni recorrer a media-
rao de outra potencia; c accrcscenta:
" Urna naco fraca, as suas relacoes com urna
naeo poderosa, deve ser principalmente ciosa das
exigencias do seu amor proprio; se to dundas so-
bre a natureza dos debates, urna naco frara deve
levar-se at resistencia, em quanto que a naeao
poderosa deve fazer promptas concesses.
O jornal francez accrcscenta que lord Russell e
o gabinete ingiez, nao pensara deste modo, e refe-
r u'do-se a um e outro, diz :
t Quanto mais fraco o seu adversario maior
crapenho parece fazerem elles em opprimir.
A questao acha-se, porm, mui prxima de urna
solueao. A opnao geral na Europa, c at mesmo
na Inglaterra contraria ao governo britmnico.
Nada adiantou a discussao sobre a questao ame-
ricana, por haver sido retirada por seu autor, Mr.
Roeebuck, a moco que apresenlra, declarando os
ministros reservaran para ao depois a pubhcaeao
de sua opinio sobre essa questao.
Cartas da Italia referem importantes porme-
nores, e fazem graves revelacSes sobre a proteccao
que se diz presiarcm as autoridades pontificias aos
guerrilhas.
Este facto tem levado a exasperacao aos povos.
As medidas que as autoridades francezas tomam
actualmente em Roma, nao eram sufflcientes para
muito a poL_.
nm corpo de 3,000 homens ia ser mandado para
Madagascar; esta noticia, porm, muilo prema-
tura i o que ha do verdadeiro a partida para
aquella ilha de urna esquadra franceza. Anmin-
cia-M tambff" que o commanilantc Duih-. rpcebeu
ordem para tomar posse da pennsula visinlia, que
muito rica em minas.
O primeiro ministro de Madagascar chams-se I tuaes cotaces.
ao de Cabo-Verde e ao de Angola ( encongo) do
qual as cotaces foram considcravelmente redu-
lloje embarcaran] 300 saceos do Rio de Janeiro
nue j;i estavam comprado* ha lempo.
Do de Cabo-Verde que trouxe o Cysiic ilo JHaM
venderam-sc 300 saceos aos precos de nossas ac-
'Consta que a companha se propoe a mandar o negocio Moreira nao estiver ultimado-, resultado
\ ir gente iiratica de Allemanha para ensillaros que se espera jwr estes tres ou quatro mezes mai*
1 iperios da/jui, e que j tem arranjado um chi-
iiiico pratico para a edificaco da fabrica.
A casa Slern Brothers de Londres, mandou
aqui nm representante afim de fazer urna propofla
.10 banco de Portugal. Ei-la :
Os Sis. Slern Brothers prestam-se a concorrer
para a elevacao do capital do banco a urna cifra
-unsideravcl,' afim de que este estabeleeiinento
lunecione tambera como banco hyiwthecario. A
>ua proposta fcitacoin algumas codiees de bas-
tante importancia, l'ma deltas a 'reforma da
i-arto organiea'e do regulamcnto administrativo
do banco e novosyslema de gerencia.
Esia lixado odia 30do corrente para a aber-
tura da exposieao industrial no theatrode l). Ma-
ra II.
S. M. el-rc digna-se assistir a este acto.
Sabe-se que o conselho administrativo da asso-
iaco promotora da industria fabril convidara o
ministerio, conselho de estado, os ministro* de es-
lado honorarios, c conselho geral do commercio, o
eonselho das alfandegas, os socios da associaeao.os
representantes da imprensa, c os expositores, para
ste dia concorrercm a examinar os productos da
prximos
Ha das assignou-sc a escriptura do empres-
timo dos 400:0005000 que faz o banco l'nio do
Porto junta administrativa encarregada de supe-
rintender a obra importante da doka da ilha de
S. Miguel.
0 paquete francez B do Brasil, trouxe a seu bordo o arcebispo de
Alhenas.
O mesmo vapor, que sabio para Bordeaux, con-
duzo o baro de Lebzcltcrra, ministro de Austria
em Lisboa.
No dia 25 do corrente pelas 10 horas da
manhaa, houve na fabrica de teeidos do Sr. Pa-
checo, sita na borla Navia, em Alcntara, urna
grande explosao em uns cylindros aquecidos pelo
! vapor, os quaes se achavan funecionando nos tra-
tohos do laboratorio de tntuaria^ dando lugar a
ildade a elevada introduccao de vapor, e o
esta l'atalidade
descuido do operario nao ter a toneira aberta para sc'cmisegu'ir esse lim.
a saluda do mesmo vapor. Era Boma e Civita-Vccchia tem sido presos al-
As'\ climas foram quatro operarios : sendo um: uns guerrilhas pelas autoridades militares fran-
velho que ficon muilo maltratado, c outro fractu-, cezas.
rado na cabe?a, que logo foram rcmeltidos para o \ Italia affirmou que lora preso o famoso Tris-
i'Ste da concorrercm a ..
industria nacional,que dizem respeito aos objectos hospital de S. Jos; e njais dous levemente fe-
de laa, linho, seda, algodao e papel, as quaes sao ridos.
wmprehendidos os trahalhos de rendas, bordados 1 A ealdeira do vapor, c
e passemaneria. soffrerain estragos, porque este
Para evitar a confusao que resultara da entra-! foi nos cylindros existentes ua reparligo da tm-
da simultanea na occasio em que S. Magestade se tuaria.
digne examinar os objectos expostos, o conselho O nosso immortal artista Constantino, o pri-
administrativo tem resolvido nao dar accesso as meiro florista do mundo, offereceu no dia 19 do
salas da exposic/10 cmquanto el-rei ah se demorar, corrente em Paris, aos distinctos actores, Tasso, e
sen*) as pessoa's da sua comitiva, ministerio, con- Santos, um jantar modesto, mas significativo, em
selho de estado, ministros de estado honorarios, sua casa.
eonselho da associacao, iurv, conselho geral d | Durante este singelo banquete artstico, Constan-
eommercio, e conselho das alfandegas ; conser- tino nao cancou em inquirir novas do seu paiz do
vando-se todos os mais convidados as galeras at qual fallou com saudade e enthusiasmo.
sabida de S. M., depois da qual sera declarada'
aberta a exposieao para todas as pessoas que tive-
renrsido convidadas i>r bi Hieles especiaes, ou de
mrada permanente.
No dia 22 do corrente fui s 4 lloras da tar-
de S. M. el-rei o Sr. D. Luiz bater as cavilhas das
i-avernas mestras das duas novas corvetas em cous-
nuerao no arsenal de marraba.
Depois de S. M. bater cora o martelo de ouro
1 res vezes cada cavilha, proferlndo os nomes des- convidadas pela emprenza do caminho de ferro de
es novos vasos de guerra, fizeram a mesma cere-! leste.
raonia os ministros comecando pelo da m.irinha.o
inarquez de Ficalho, o inspector do arsenal, o cor-
jkj de estado maior de mannha, o almirante, o
inestre, etc.
pancada, que o bruto evitou: fez-Ihe segunda, e
S. M. deu corveta maior que da lotacao do abaixo da Serra da Estrella, fra vista.ha das, urna
S da Bandeira o nome de Duque da Terreira, para cobra descommuna), que tinha de compnmento .lo
honrar a memoria deste Ilustre e esforcado gene- palmos. -
ral a quem a causa da liberdado tantos* serviros l Dous pastores a viram, um dos quaes fugio de
devem. medo. O outro levanten o cajado esperou o reptil,
A' corveta mais pequea deu a nome de Duque que de eolio erguido so diriga a elle. 1
HePalmella, desse distincto estadista' e consuma-
do diplmala que tanto ennobreceu o paiz.
Findo este acto, a que assstirain algumas cen-
tenas de pessoas, foi servido un lunch no gabinete
do inspector.
D, Joo de Castro e Alfonso de Alnuquerque,
sao estes os uomes dos dous maiores beres da
India; e por isso consto Jjaverem sido escolhidos
para as duas novas 1
raarinha mandou ulti'
lany. A polica franceza conseguio lanear mao
deste chefe guerrilheiro em consequenca de urna
a machina principal nao carla anonVraa. Tristanv foi preso a ordem de um
desastre apenas anlig0 ^ de dragos "do excrcito francez. Con-
duzido ao palacio de S. Angelo, era alli tratado
como ofBcial superior. Quando foi preso nao-tmha
comsigo arma alguma.
O incidente diplomtico entre a Franca e a Italia
por causa da prisao de cinco reaccionarios napoli-
tanos a bordo de um navio da companbia das Mcs-
sageries imperiales, encaminha-se a urna solueao
favoravel. Prova-se que a prisao fra feitacom
autorisacao do respectivo cnsul, apezar do protes-
to do comraandante do navio Annts. Os presos
estavam pronunciados por crimes previstos no tra-
tado de extradiccao entre a Franga e a Italia, c
commettidos anteriores aos acontecimentos que
produziram a queda da dynastia bourbonica, c eram
subditos italianos,
A resposta da Russia s notas das tres poten-
cias nao satisfez a espectativa publica.
O principe de Gortschakoff acceita, mas com re-
serva, a discussao dos pontos propostos; todava
pelo que respeito ao armisticio pedido, expresso
no ultimo documento diplomtico, a diffieuldade
que havia, em exccuta-lo em presenca da excitacao
que existe entre os Polacos e as tropas russas, fez
com que o governo proponha um armisticio a todos
os Polacos, caso depcmham as armas.
Antes do dessert, o rei dos floristas propoz as (res
seguintes sades incendido em amor patrio:
Ao rei de Portugal.
Aos artistas portuguezes.
As prosperidades da nossa bella patria.
Alguns lios de lagrimas vieram temperar o calo,)'
deste sincero enthusiasmo.
. Falla-se em Badajoz n'uma digressao a Lis-
boa de mais de 300 pessoas daquella cidadc,
Diz-se que se vai augmentar opessoal da alfan-
dega de Badajoz, por causa da prxima abertura
da linha frrea.
Na freguezia de Nespereira, concelho de Gouva,
A Austria responde enrgicamente a nota rus-
siana dizendo que s urna conferencia das naces
signatarias dos tratados de 1815, proposta pelas
tres potencias pode resolver a questao.
Lord Russell aununciando que a Austria regeita
a proposta de urna conferencia s das tres poten-
nda ico sem effeito : a terceira quebrou-lhe o cas, Austria, Russia e Prussui, protestou contra
caiado no ar. Vendo-se desarmado, fugio. | esto doutrna, e disse que se nao devem fazer pro-
Mas a cobra- foi-lhe ao alcance, e em breve estava postas de paz sem se estar prompto para as sus-
com elle. Foi mster lutor. O reptil enroscou meto-, tentar por meto da guerra.
portugueza.
de do corpo n'uma perna do homem, e com a outra
metode vergaHou-o por todo tronco. O pastor ape-
_ as tinba comsigo urna navalha c rom ella se de-
0 ministro da fendia, espetando o seu terrivel adversario onde
e construir na Asia poda, cora o que mais o assanhava sem o aba-
Iter.
O Morning-Post censura o ministro e a cmara
dos lords pelo modo como se tem havido na ques-
tao polaca; e .assevera'tnie o sentir de todo o povo
ingiez muito diverso.
A Russia continua a fazer grandes preparativos
militares. Urna das primeiras medidas tomadas
Rainvoninanitrinioni
O Monitcur de 18 de julho anuncia que Ju-
rez tcmendo ser capturado, fugira para o Potos.
Porej entrou\com todo o exercito no Mxico
no da 10 de jubo, sendo recebido pela municipa-
lidade que lhe offereceu as chaves da cidade. Fo-
rey enviou para Franca 18 estandartes mexicanos
tomados no campo da batalha.
O general Bosaine marcha sobre Cucrnabara,
um pouco ao sul da cidade do Mxico, e as raar-
gens do ro Zacatilla.
inexacta a noticia de que Belisle parte para o
Mxico a organisar a administracao daquelle paiz.
As noticias da America nao apresentam ain-
da a menor possibilidade do termo de luto. N'uma
balalha vencem os federaos, na outra os confede-
raes -, a situacao dos exercitos permanece a mes-
ma, e as vantagens que porventura uns tenham ai-
caneado, aggravam a anmosidade dos conten-
dores.
O Morning-Post atacou ojgoverno da America do
Norte. Julga-so que em presenca da linguagem
deste jornal, orgao de lord Palmcrston, que a poli-
tica do primeiro ministro de Inglaterra, tanto em
rclacao America, como em relacao Bussia,
se affasta do quo tem seguido o conde Russell.
ministro dos negocios estrangeiros.
Os partidarios de urna aceao coramum da parle
da Inglaterra e da Franca, procuran! tirar partido
de um dos ltimos arligos do Morning-Post, por-
que vera nelle a ronlirmacao de um aecrdo en-
tre lord Palmcrston e o gabinete francez : ora
consequencia disto, suppe-se prxima a queda de
lord John Russell.
Vcrificou-se a batalha que se julgava inminente
na Pensylvania. Durou tres das 1 a 3 de junho c
todava o resultado nao foi decisivo para nenluun
dos contendores.
Beauregard com 40 mil homens foi reforcar o
exercito do general See. inminente una gran-
de batalha
Scward, ministro dos negocios estrangeiros da
\ustria, quera urna amnista, c que se abolisse a
proclaniacao sobre a confiscacjto dos escravos.
Lincoln, porm, persiste no systema regrado at
agora.
Em Nova-York tem havido deeordens por causa
do recrutamento. Houveram muitos mortos e fe-
ridos. Foram queimadas as habitaees dos negros.
Davis, presidente do sul, propoz que os estados
do sul tivessem governo separado, mas um mesmo
presidente.
No dia 26 de julho inaugurou-se na real es-
cola de Mafra, o retrato de el-rei D. Pedro V, offe-
recido aquella escola pela benemrita sociedade
Madrepora do Rio de Janeiro.
O Sr. Silva Tnllio que representara naquclla so-
lemnidade a sociedade fluminense, fez urna breve
allocucao a S. M. apresentondo o valioso e delica-
do presente, no acto em que o professor daquella
escola o Sr. Dantos Pereira corra o veo do quadro.
SS. MM. drigiram-se depois sala dos actos do
convento de Mafra. onde distribuio aos alumnos da
escola os premios, e 24 vestuarios completos aos
meninos mais pobres, em commemorae.o piedosa
dos annos de idade que tinha o Sr. D. Pedro V
quando falleceu.
S. M. a rainha offereceu por suas raaos a cada
um dos 67 meninos da escola real urna dadiva,
affagando-os com a bondade de maternal affecto
que a earaelerisa.
Depois desta soleranidade "SS. MM. offcYeceram
um jantar s enancas de um e outro sexo das es-
colas reaes, servido pelos criados do paco.
Assistiram esto festa muitos cavalleiros convi-
dados por el-rei, a quera S. M. fez a honra de con-
vidar para iantorem em sua companhia.
No dia 15 de agosto deve inaugurar-se em Ma-
fra o Asylopara os filhos dos soldados.
No dia 30 deve abrir-se a exposieao industrial
no salo do theatro de D. Maria ; S. massistlr
inauguracao visitando nessa occasio os productos
expostos.
No dia 22 celebrou-se a ceremonia de bater
as cavilhas das cavernas mestras de duas novas
corvetas em construccao no arsenal de marinha.
Depois de el-rei bater com o martello de ouro tres
vezes, cada carilha proferindo os nomes destes
O leilo de cerca de 700 saccas de caf avariado
vindo pelo D. Antonia, foi vendido em lotes pelos
precos de 1*550 a 5*850, influindo a maior ou
menor depreciaco.
Os supprinientos que chegaram desde a saluda
do OicW'iat boje foram de 221 saceos e 11 bar-
ricas do Rio de Janeiro pelo Saudade, 689 saceos
de Loanda pelo Aria /, 109 de Cabo-Verde pelo
Esperan-coso, e 1995 da mesma procedencia pelo
Cijsne d Minho.
Para consumo despacharam-se 1506 saccas c 6
barricas.
Reexportamos para Gibraltar 75 saceos, e estao
embarcadas as partidas que mencionamos.
O deposito hoje de 4352 saceos e 9 barricas
de todas as procedencias.
Cacau Poucas transacQoes, e essas mcsrtlas
cora alguma reduccao nos precos. -Algumas parti-
das-se tmearregado de conta propria.
Nao tivemos supprimento algum, nem reexpor-
toco.
Para consumo despacharam-sc 15 saceos.
, pois, o deposito de 1411 saceos
Carne secca.Logo que foi publicada a le que
reduzio o direito a 20 rs. o kg., principiaran! os des
pachos e o maior consumo deste genero, mas nao
nos consta de transaccao alguma de maior vulto, c
apenas se tem rcalisado algumas vendas em pe-
quena escala para retalhar por diversos estabeleci-
mentos de vendagem o retalho, que desojara ex|ie-
rimentar o consumo que este genero peder ter.
Os precos tem regulado a 140 rs. o kilog. O con-
sumo por ora nao grande.
Castanhas do Maranho.Algumas vendas.
Reexportamos para S. Petersburgo (iO^accos c
para Gibraltar 15 ditos.
Tambem para consumo se despaeharan 10 sac-
eos.
Couros. Continuaran! a clTcctuar-se algumas
transaceocs, conservando-sc o mercado na mesma
situar*) era que o descrcvenios na nossa ultima
revista. ,.
No leilo que fez a casa Bessone de 1600 couros
foram vendidas a precos baixos, e os do vapor .
Antonia tambem vendidos em leilo ohliverara 117
ris o kilog. .
Entraratn desde a sabida do Oneida ale hoje
678 de Loanda pelo Furia I, 248 da Madeira pelo
dalgo, 41 de S. Miguel pelo Sonsa, 67 do Cabo-
Verde pelo Esperanroso, 176 da mesma proceden-
cia pelo Cysne do Minho, 11 de St. Quittes |>elo
Emilia, e 53 couros e 14 fardos com ditos da ilha
drs Flores.
Para consumo despacharam-se 2160 couros e
508 1 netos de sola.
Reexportamos para Gibrrltar 50 couro? e 20
meios de sola. .
Eis afinal o ultimo tetegramma recebido em
Lisboa, sobre a questao americana :
Nova-York, 15 de julho.
t 0 recrutamento produzio um gravissimo mo-
tim u'aquella cidade. A opposico do povo tomou
grandes proporeoes. Houve muitos mortos c f-
lidos. ,
O govemador de Nova-York julgou prudente
pedir autorisacao ao governo para suspender o re-
crutamento. S por este meio pode pacificar a ci-
dadc.
O norte esi .1 caneado de sacrificios. Hoje pa-
rece que s est disposto a faz-los nao para a
continuacao da guerra, mas sim para a paz.
A emigrac*) dos Estados-Unidos para toda a
parte o principalmente para a Franca tao consi-
deravcl, que o imperador Napoleao trato de ver o
melhor modo de obviar aos inconvenientes que de
semelhante facto podem resultar Franca.
mezes, conlorme seus estatutos, e ntmnm ei
tos :
Presidente
Manoel Varella do Nascimento Jnior.
Yice-presiilente
Antonio Pereira de S. Castello-Branea
I* secretario
Joo Baptista Rigueira Costa.
2o secretorio
Manoel Piuheiro de Miranda Osorto.
Orador
Flix Ribeiro de Carvalho Jnior.
Thesoureiro
Nicolao Rodrigues da Cunto Lina.
Commiss*) de redare*)
Theophilo Doraingues AI ves Ribeiro.
Jos Nicolao Tolcntino de Carvalho.
Manoel P. de M. Ozorio.
Manoel Varella do Nascimento Jnior.
Miguel Lucio de Albuquemue Mello Filko.
Oimmissao de podere-
Jos Nicolao Toientino de Carvaito.
Theophilo I). A. Ribeiro.
Manoel de Araujo Ges.
Cotumisso de ni 1
Alexandre Correa de t^astro.
Manoel Francisco de R Reg.
Kouii Quesado Filgueiras.
Commisso de syndicaneia
Jos Paulo do Rogo Brrelo Filhn.
Antonio Pereira da S. Castello-Braaroi
Francisco Oditon Tavares Lima.
Conunisso de cantas
Jos Francisco de G Jos. Paulo do R. B. Filho.
Manoel P. de M. Ozorio.
Acato a empreza dramtica do ar. I
ba de soflrer a perda de cinco artista*.
quaes de um tO golpe e quando mw en
jierar, |Kirquantu sempre encontrar
parte do empn^ario |>romptido
c urbauidade e cavallieirism a toda a
zendo prejuizos aquelle rae embale'
esses seus irmos de arte, durante tad* o M
decorrido entre seus contratos na curte e a 1
memora ve 1 de seu rouipiraenta
publico ajuize do quanlo se ossoo,
obter exactas iufonnaces. lamo-bsem
Ha uns dez das toi oSr. Coiaten 1
amigos de que se Ibe pretenda desnaaM
paiiliia. por meto da sabida dn 1
de que ella se compiinha, o que I
por diversas pessoas, demoveu-o a <
signarcm seus contratos, que at
liara a|ienas na palavra de cada
liando ento exigencia de augmento de 1
da parte das Sras D. Eugenia Cantara e V.
Januaria, que pediram aquella 100* ei
que Ihes oram ei iR-edids, apeiar awtae 1
peros cun que tem lutado e lula anda a
p 110 qual uiiiiiH. > Sr. Furlado tueltxt
de induslria du Sr. Coimbra. Anda
esses augmenlos pielexlaram essa*
vos frivotos para no assinnare
do afinal a segunda a declarar a* Sr.
cncontrava maiores vantagens para ',
fjue se podi s-e -., dijUN-n-oda de
Santa Isabel, muito estimara, ao qne
Coinibra. visin poder sup|irir a I
lista.
Aproximando-:*.-, porm, o din4 4
beneficio da Si a. D. Camilla,
gar ao conhecimento do Sr.
que os Sis. Furlado Ovllc.
In'ia e a Sra. D. ajanada limara preh-ndian* dr
pedir-se da coiiqwiihia, se fosse a beanninda tu -
loriada telo publico, cerno e dizia. Antn ir.
Coimbra desprezou --.. 1 uiiHirea, inm sainan m-
fundados, ponpianlo nao julgava esse arnanw ra-
paaei de, obrtMBl de 'al forma : rirpmanan 1
entretanto de sua iirredulidadt- na noate dn 1
taculo.
Apenas alx-rla a taan, f'>i expnntanea e
teniente Melonada a beneriada la Sra. D Ca
o que produzio mao ana) nos toilidare, ana *
aeliavaiu os artistas desligados, de dantdwaanan
ouviram, aqueiies que por aili esuvan. laaaajaa
menos propras de classilicaco do patdieo
plaudindo a Sra. D. 1-iiiiil.i i-ierria ata
que ninguem |xide contestar, e que 1
trazia tamlieni a artistas quenaii "
nhos, presumidos de mais ou prev
todo o .s[ elaeulo 1 epetiraiii-s.
neiii iada. conminando o publico. j
ser mimoseado no iatart r do tbealro roa* I
epilhelos.
Ao conehiii do eanacaMiAaj dirigiram 11 atar-
tisias Furlado Itoellio e Eugenia daara a Sr,
Coimbra e declai aram-Hw nao poderrtn caaanaaar
mais a fazer parle da compinhiadenla aaaaf


V.
arito-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Hontem proseguiram os trabalhos eleitoraes as
diversas freguezias da capital, com calma etran-
quilidade. Outro tonto aconteceu as fregezias dos
arredores, menos na da Varzea, onde havendo ap-
parecido pequeos disturbios, e julgando-se a mesa
meato, iwrque acatovam de s.-r tle^leife
publico, cora os BjadjBaaj dados a na cana,
ra (como te Rnaaaj anaaaaaai privilento 1
dous arlisias), riM-usaaaVaa aioJasasi
eoes apresentadas pelo Sr. Coimbra.
Esgoiados iodos o recurso*, iluunoa a3r. 1
bra aos irtiinn Pranle Ctaaan, Eugenia
Joaquim Cmara e Lislnia. que ai btes aa
liquidou com elles ludas as suas reatas,
a que lieassem satisfeilos. o qi.e noi
quanlo lhe lera sido emprestadas ideas.
teve.
Apezar desse desfalque no pi-s.nl, a
empreza, nem eessan os espectaeutta,
entrar em seeia artistas que, por atol
tem estado encostados, esireando daara
Sra. I). I'hilomena. enjo mrito artinata fei
deprimido, desde que entre nos anorton ;
to nao chegam da corte os novos artistas na o Sr.
Corabra vai contratar, para completar o patanal da
companhia.
Do que acabamos de expr se nVpnaindg a jan-
tica que assiste ao Sr. Coimbra. e asesa ;
que se pretende marear o seu crdito da til ti de
bem, que tem sido sempre.
Tendo-se concluido f 1
eleitores da parochia de Ni
do Poco da Panella, deu o ftsuttado
Rnanran.
Francisco Marinho de A. Mdto.
Jos Antonio Pinto
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Tenente-eoronel Joo Paulo Ferreira.
Major Jos'1! Ignacio Pereira da Ro-na.
Vicente Tiburrio F. Malangnnza
Jos de Aquino Ponseca.
Jos Pacheco de Qnciroga.
Antonio Jos Teixeira Bastos.
Nicolao Machado Freir.
Antonio de Paula Mello.
Francisco dos Reis Gomes.
Jos Marques da FonseenBorge*.
Jos Lopes Carneiro da Canta.
Ovidio Ferreira da Silva.
Commendador M. C. Pfres FaM*
Juvencio Augusto de Atanyde.
Coronel Joo Baptista Pcf" "^*
Manoel Bomeiro de 6on'*": _
Aristides Duarte Carneiro C taan.
Amador de Aranfo Pesafla.
Henrique de Miranda Henriqaas.
Joo Francisco do Reg Van.
Francisco de Pauto do Reg BMWa.
Dr. Antonio Joaquim de M. e Stvn.

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Diario e Per-amfciico miada fcU-a 1 e Agosto d lft#8.
.loo francisco Carneiro Monteiro.
JosPranc
Dr Jos Bernardo Galvao Alcoforadu.
' Jorge Vietor. Ferreira Lopes.
Galdino Temistoeles C de Vasconccllos.
Sebastian Antonio do Rogo Barros.
Dr.Tbom Fernandos Madeira de Castro.
Jos Cesario de Mello.
Pedro Jos do Reg Maia.
Francisco Jos Vianna.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Sebastiio Adoso do Rogo Barros
Joaquim Ignacio da Costa.
Manoel Peres Campello de Almeida.
Jos Francisco do Rogo Barros.
Jos Paulino Rlbciro de Moli.
Manoel Jos Marlins.
O vapor, portador da mala de Southampton
deste mea, o Paran.
Ao porto do Havre, chegou, 7 dejuthq, o
brigue brasileiro Henrique, procedente do Para.
Sahlram do porto do Havre, com destino aos
ria due falla do vo da sua pesada machina como liberaos, que presentemente triumpham em todas



i
I
1 do facto mais incontestavel e fcil.
Cedo veremos o resultado de seus trabalhos,
! porque, a ser certo o que nos assegurain, o navio
' est muito amantado, e possivel que no prximo
i invern. o'Sr. Dombom ponha em pravas a sua
invenrao e ande por essee ares como urna verda-
deira'aguia, percorreodo o mundo em poneos
das.
Escreve a A'ardo : .,
Em um Iheatro de Italia, cujo nome se nao diz,
tinham ltimamente os cartaies annunciado um
concert vocal e instrumental em que deviam to-
mar parte o tenor M. e a prima-dona a Sra. Luia
B. Para se animaran mutuamente, julgaram estes
dous artistas que deviam preparar-se com algumas
libacoes, e despejaram um par de garrafas. Infe-
lizmente os vapores do vinho comecaram a subir-
llies cabera antes de se levantar o panno, c ti
as zonas da terrav
Sim, digno de eneommios, o governo iuo, pon-
flo-se cima de mesqninlios preconceitos. prcmeia
o mrito de um modo esplendido, emliora a lio-
nestidade do premiado o obrigue a exercer as
funecoes de agente subalterno para viver com a
pureza que os proprios sentimentos exige.
Conliecemos de sobra o nosso amigo, para sup-
par que elle rrefeca na senda que at aqoi tem
trilhado, empregando todos os meios ao seu alcan-
ee, aflm de dar o mximo incremento as nossas
colonias d'Africa.
Aressod.
i:i.i:piiaviia*in.
Um preto escravo do Illm. Sr. commendador
Ildelfonso Simo Lopes, fazendeiro em grande na
cidade da Barra-Mansa, provincia do. Rio de Janei-
varam urna disputa em que a prima-dona atirou ro, attacado de elcphantiasis e j n'nm estado avan-
com urna carrafa cabeca do tenor, ferindo-o le- cado da molestia, com os ligamentos dos dedos em
^rrK^rc^^^^^
Boulogne ; e 12, a barca franceza Amiral Harne-
an ; ambqs para Maranhao e Para.
Ficavam carga nesse porto : para o Mara-
nhao e Para, a barca franceza Horre ; e para Per-
nambuco, a barca franceza Coligny.
Por Sua Magestade Fidelissima foi agraciado
com a commeuda de Ckristo o Sr. Mathias de Aze-
vedo Villarouco.
Bepartico da polica :
Extracto das partes do dia 12 do corrente.
Foram recolhdos casa de detencao no da 11 do
corrente :
A' ordem doDr. juiz de direito da segunda vara,
Joao Baplista Fragoso, branco, como pronunciado
no artigo 263 do cdigo criminal.
A' ordem do subdelegado do Recite, Estevao,
criouta, escravo de Camarina Joaquina Velloso da
Silveira; para averiguacSes em ertme de roubo.
A1 ordem do depositario geral, Gregorio, pardo,
escravo de Manoel Bezerra Cavalcanti, por falta de
seguranca em seu estabelecimonto.
Ochcfe da 2" scelo,
/. G. de Mesqmta.
Movi ment i da casa de detencao no dia 11 de
julho de 1863.
Existiam........ 409 presos
Entraram....... 3
Sabiranij........ 3
Existem....^-----409
A saber
Nacionaes J..... 282
Estrangeiros..... 33
Mulheres....... 11
Estrangeiras..... 3
Escravos....... 74
Escravas........ 6
409
Alimentados a costa dos cofres pblicos.. 161
Movimento da enfermara no dia 12 de agosto de
1863.
Teve alta :
Gonealo do Amarante.
UIPOUCO DETUDO.
Do Bratil traduzimos o seguintc :
Eis umdito completamente indito do pai B.... o
chele da interessante familia dos Calinos.
Fazendo ltimamente conhecimento com Mr.
llenrv Hertz, disse-lhe:
Eu tenho um importante servieo a pcdir-vos,
senhor. Que tempo ser preciso para aprender a
tocar piano ?
cousa que depende do gosto c da aptidao
do discpulo, respondeu o artista professor.
Bem. Eu tenho una filha de 14 annos, e que-
ra fazer-lhe urna sorpreza por occasio de seu
natalicio, que cm Janeiro prximo. Poderieis
dar-lhe licoes de piano secretamente e de modo
que ella o nao saiba ?
Outro da, em um salo de alta companha, X....
trapacea va no jogo.
Na clera excitada por sua villana, deitaram-
n'e pe'a varanda do primeiro andar no meio da
ra. No dia seguintc, foi elle procurar um amigo,
afiui de perguntar-lheoqucdeveria fazer.
O que te posso aconselhar, respoudeu-lhe
este, que nao jogues mais seno as lojas.
Kl Currrsiuiuh-nUa A* Faringal W.s' n se-
grate : ,
O Sr. baro de Itamaraca, digno enviado extra-
zari'oTquecoseguo apasigua-os, e fez comecar o' o propriotario, quiz como um derradeiro recurso
espectculo experimentar os effeitos da
Levantou-sc o panno, e a Sra. B. apresenton-se ] SALSA PARRILHA DE BRISTOL,
em scena t mas ento que foi o bonito. A cantora e com verdadero assonjbro o estupefacto, todos
entrou a desafinar, a rr com o publico, a dizer prescnCaram e aeompanharam os diflerentes pro-
disparates, e por flm poz-se a dancar e a menear- gressos da completa cura operada por tres frasco*
Sernarabv........ Wi a II d
ir, Relies, sernamb) Nenluuua.
Cacao, por 112 'S :
Para, lima....... S4/0
liia, bom..... IV'Oa 13/0
t'.;il. iior 112
Rio, | sorte...... 70/0 a 72/0
f ..... 66/0 a 68/0
Escomido...... 75/0 a 85/0
Babia, sorte 69A> a 70/0
2 ...... 63/0
Escolhido...... 72/0 a 74/0
Cear........ 88/0 a 72/0
Castanha, por 112 <8 :
Do Para aova..... 18/0 .
Sebo do RioGrande. por 112
Bom e duro...... 41/6
Mediano....... 41/0
fceuro....... 39/0
Cera de carnauba, por 112 65/0 a 70/0
Chifres, por 123 .
De vacca........ 12/0 a 15/0
De boi......... 25/0 a 35/0
Cinza de ossos, por tonelada : ......
Branca ....... 5 O/a S b o/
se como urna louca. Desceu-se immediatamente o
panno, c todos julgaram que ella tnha realmente
perdido o juizo ; mas em breve se descobriu o se-
gredo, e imagine-so a admiracao do publico, ao
saber que tao extraordinaria alegra era effeito da
embriaguez. 4 .
Em consequencia deste escndalo a moderna ha-
chante foi conduzida cadeia, como meio de me
ajudar a restabelecer a ordem no desordenado ce-
rebro.
Urna sociedade de amadores de antigedades,
que est por sua conta fazendo excavacoes na
campia de Roma, eneontrou ha poucos das urna
estatua colossal d'Augusto. Dz-se que urna obra
prima por sua belleza ; e parece que esta vestido
com o trage imperial.
PUBLICAC&ES A PEDIDO.
da dita salsa, na pessoa deste individuo, o quai
pode ser visto e interrogado aqui no Rio de Janei-
ro por qtiem quizer.
COMMEBCIO.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 11. 150:4|070
Idemdodiaia........24:003**
174:807*136
H vi mea (o da alfaadega.
Volumes entrados com fazelndas
cora gneros
Volumes sabidos
com fazendas
com gneros
;i
94
----- 163
148
13
----- 161
ordinario e'ministro plenipotenciario da corta do eill^%%f"t
Bra 1 junto de S. M. el-rei de Portugal, entre^T*^6* g
Z sr lnnocencio Francisco da Silva una carta
muito honrosa do Senhor D. Pedro U, acompanha-
da da condecoragao da ordem da Rosa, que o u-
ao publico.
. t Sr. Duarte Coimbra pretendendo hoje dar-se
razo, e provar que o azul amarello (pelo que o
nao crimino, antes louvo suas tentativas) nao fez
seno comprometter-se mais na questao. ]
Embora eu naocomprehendesse bem o que o Sr.
Coimbra quiz dizer em alguns pontos de sua jtm-
fkarae, eu von fazer todo o possivel para ver se
traduzo os seus dez periodos.
No primeiro periodo, quevem com ares de aviso
ao leitor, diz o Sr. Coimbra que : se v forrado a
dar exphearoes, que cram mais proprias de serem
pausadas em silencio. Oh I que temor esse ?
Eu entendo que todo o homem deve sociedade
satisfacao plena de seus actos, no que respeitam
sua proflssao social. Nao concorda Sr. Coimbra ?
Se nao concorda (o que d a entender aquelle seu
escrpulo) sinto muito, porm eu gosto das cousas
claras, positivas e bem patentes. Pasemos adianto.
No 2.0 periodo o Sr. Coimbra, depois de con-
fessar que as nossas contas se acham saldadas, faz
urna descoberta muito til para o commerco, e
vem ser que. quando se effectuar a dissolucao de
urna sociedade, o patuco deve ir viajar com o so-
cio que se retira.
c Tomou a si todas as dicidas etc. mas para isso
receben de mim metade da sua totalidade. To-
mou-as tanto a si como eu. A sua phrasc : Acei-
tei de bom grado e tem a menor obsenacao, com que
remata este 2o periodo, assim com ares protectores,
urna pilheria de tal forca que nao tenho remeda
seno cumprmenta-lo pelo espirito que resalta
em seus escriptos.
Decedidamente o Sr. Coimbra est debicando o
publico, ou tem cm fraca conta a intelligencia dos
seus leitores.
Vamos ao 3. perodo. Neste o Sr. Coimbra per:
tende roubar-me o direito de cu offerecer o que
meu a quem bem me parecr. mais urna inven-
cao, porm esta nao sci quem lh'a hade agradecer.
No saldar as nossas contas lembre-se o Sr. Co-
imbra, se que a sua memoria nao foi tomar
ares para o campo, que eu Iho disse que ma vez
que o Sr. reconkecta o direito que eu tiuha a metmle
Deve lembrar-se que me propoz por eises objectos
em leilo, e en nao quiz ; propoz-me fazer mais tar-
de Remito curioso) um calculo
Descarregam no dia 13 de agosto
Barca ingleza/woenc=mercadorias.
Barca inglezaLeioitonfarinha de trigo.
ImportacSo.
Brigue nacional Imperial Pedro, vindo do Rio
Grande do Sul, consignado a Miguel Jos Alaes,
man i festn o segrate :
10,650 arrobas de carne de charque, 130 ditas
de sebo em rama, 100 ditas de graxa em bexiga,
49 couros secos, 60 saceos farinha de mandioca e
8 ditos de feijao; ordem. I
Barca nacional Thereza I, vinda do Bio Grande
do Sul, consignada a Baltar & Oliveira, manifestou
o segunte: ,
13,716 arrobas de carne de charque, 247 ditas
de sebo cm rama, 298 ditas de graxa era bexigas,
15 barricas com sebo derretido com 97 arrobas,
93 couros vaceuns de rcTgo, 31 lages, 50 saceos
cevada,5;000 tainhas salgadas, em barris : tudo
aos consignatarios.
Ifiate nacional Corsor, vndo do Rio 'de Janeiro,
consignado a Miguel Jos Alves, manifestou o se-
gunte :
4,266 alqueres farinha de mandioca, 50 saceos
feijao; ao consignatario.
Itecebedorla de rendas Internas
geraes de Pernanbuen
Rendimento do dala 11.
dem do dia 12........
Preta
Clina, por <3 :
De cavallo.......
De vacca.......
Couros, por <8 :
Rio, seceos de 30 a 35 <3. .
20 a 24 .
de touros, 35 a 40 <3. .
Rio Grande, por salgados
de 65 a 70 .....
Ditos de 45 a 50 Salgados de. vacca, 40 a 48 *
de cavallo seceos, 10 a 13 "8
> salgados, 23 a 37
- 16 a 20
fdem^e Pernambuco, Baha,
Maranhao c Para, por <8 :
Seceos salgados. 26 a 30
espichados, 16 a 20 "8
Curtidos, 1 z9*B. .
Molhados salados,40 a 46 <8
dem do Ceara, Parahyba e
Macei, por :
! Seceos salgados, 30 a 32 S:
Molhados 45 a 50 :
Cnmar, por 8 :
Bom.....Nominal
. Ordinario. ...
Farinha de mandioca :
Boa, por 112 Gomma ou buebo de peixe, p
Goruiuba 1* qualidade .
* .
3* .
Pescada .1
2*
3
Pirahvba. 1"
2
3'
1*
4 15/
12 d
10 d
6 Vi d a 7
6 d a 6 1/2
6'/* Bagre.
2-

5 d a 5 1/4 d
4 V* d a 5 d
4 1/4 d a 4 /
6/0 a 7/0
6/0 a 10/0
4/0 a 6/0
5 A d a 5 Vi
5 d
8da9 d
8Vz'da9d
5 3A d a 6 d
4da 4 /*
1/3 a 1/7
17/0 a 19/0
3/3 a 3/9
2/9 a 3/0
2/0 a 2/6
3/0 a 3/6
2/9 a 2/11
2/6 a 2/8
1/6 a 2/4
1/0
7/6
1/6
.)
)
S10 a 18
m a 11
30 a 31
13 a 14
1/6
Xenhuma.
Consulado provincial.
lustrado soberano, por sua iniciativa particular,
se denou conferir-lhe. >
CAo distncto autor do Diccionario Bddioqraphtco
Porturpiez foi extremamente grato tao alto teste-
munho de consideraeao.
O Sr. P. Jnior, tendo ouvido a segunte conver-
sarlo de dous compadres l do mato da qual to-
mu suas notas tach.graph.cas, teve a^ bondade^de ffX^JX tarde o Sr. Coimbralsse
fazer a respectiva traduccao, c de enwar-no-la im ronslava> (m (iuatr0 artistas da sua coi
presente aos nossos leitores :
para enlao entrar em contas comigo a
respeito ; eu nao quiz.
Quando me disse (periodo 4o) que esses objectos
ficavamno theatro, eu rcspondi-lhe que licariamse
por ventura o subsidio chegasse a ser pago, mas
que nessexaso o Sr. Coimbra nao me mandava para
o Maranhao parte alguma desse subsidio. Repito,
pois, que usando de meu direito, prescindo em pro-
reito do theatro da parte qve me pertence d esses
objectos. ,
O 5 e 6 periodos exigem a explicado da phra-
se-e dous. Von da-la. No di 4 de agosto seriam
" sse-mc que
lhc constava, que quatro artistas da sua companhia
tinham assgnado contratos com o empresario do
Maranhao, e perguntou-me o que eu pensava a tal
respeito.
Rendimento do dia 1 a 11.
dem do dia 12.
Ipecacuanha, por < .
Jacaranda, por tonelada :
Ro.........
Baha........
Passava, por 2.240 <8 :
Para.....Nominal
Bahia.....
Pxurim, por (, bom .
Salsa-parrilha. por S :
Boa........
Inferior......
16:2765526 Tapioca, por 112 :
Bio, superior .
ordinaria .
Unten, por 'tf, Para bom
Fundos e
Fundos inglezes.
Banco de Inglaterra (AceSes) % 236/0 a 238/0
Consolidados.....3 92 /. a 92/,
Reduzidos......3 9f V a 92
Fundos Novos. ... 3 V.aMVi
Estrangeiros.
782*159
17:0584683
11:9915492
2:6625770
14:03-45262
. 30/0
. 23/0
. 3 d a
rrtuibios.
7 d
Vivo affogado, cumpade,
No riaxo da paixo ;
Puiquc amo a vigindade
Da muihe de coracao.
A urna muihe que eu amo.
Q' to mansa cuino a uveia.
Pru ella ardo e m'mframo
Cumo a lui de urna candeia.
Tem os oos c do co,
Quando est todo estallado ;
Foi nelle que se embebo
O meu pelo atruhanado.
E sempre serri pra mim,
Quando eu passo na levada...
Digo adeos, minlia Binhim.
Miuha joa aperciada.
Nao pobc, pui que tem
Lina armofada de renda....
Nao rica, eu seio bem,
Que nao tem coiza de venda
Oe, eu a ella aprezentei
Cum prezente d'aeab...
Um caro espeio francei.
Pera nelle se mira. '
Tamem dei um p de ocus
Ao meo sogo Z-Migu ;
Um curriuiboque e um socus
A ininha soga Beb.
Dixe meu sogo, Man,
Miuha fa muihe tua;
Eu te adoto c a muihe
Cum cavallo e urna perua.
Se o defunto de meu pai
Ja nao tivesse merrido,
E a defunta minba mai...
Esqnccemo o decurrido.
Serei rico e aperciado,
E me aivoro de doto ;
E de cavallo montado,
Dou de m, pra lon8c v0 !
A muihe obrigacao
Picar coidando deila :
E eu v pras eleicao,
De cavallo, c de sella.
Muito bem, (diz o compadre)
Est bem agazaiado.
E na tirada em que vai.
Nao custa s deputado !....
A Correspondencia de Hetpanha escreve o se-
guinte : .
Urna pessoa que entrou na officraa do aereo-
nauta Sr. Dombom, diz que o naci pastara, que
es construindo, tem as dimensdes de um fa-
Um camarote de proa, mobiliado com cadeiras
de bracos, e destinado para os passageiros. A popa
tem outro camarote que oceupar o director ou
capitao do navio pastara. Leva urna roda liehce.
e na mxima parte todo de ferro. Na proa v-
se-rae esculpida urna cabeca de animal.
As pecas da machina estio trabalhadas com es-
mero.e bem se deixa ver que o Sr. Dombom pies- (Magestade Fidelissima agraciado o nosso mu dis-
ta urna attencio extraordinaria, fltha da conviccSo, tinelo amigo, o Sr. Mathias de Azevedo Villarouco,
A minlia resposta foi positiva : foi a segunte :
(iuo a sua companhia ameaeava dissolucao porque
nao havia mais forca moral da parte da empreza ;
que a Sr." D. Joanna apresentava como causa do
sua sabida, ser tratada com desconsiderado pelo
Sr. Coimbra ; que o Sr. Lisboa ameaeava a sua
sabida, porque nao esta va contente com oSr. Coim-
bra -, e accrcscentei que o meu parecer era que
nao seria preciso, que sabissem da companhia qua-
tro artistas, para eu nao querer continuar a dirigir
a parte artstica dos traballos; que bastara que,
sabida j eTectuada da Sr." 1). Joanna, se seguis-
se smentc a do Sr. Lisboa, para cu dar por inu-
teis lodos os exforcos tendentes a sustentar a em-
preza. vista desta declaraco no dia 4, que ad-
mira que, presenceando eu rio da 5 a despedida
da actriz D Eugenia Cmara, declarasse tambem
que nao contasse mais comigo? Querer o Sr. Coim-
bra (6o perodo) todo o transe impingir o mao
acolhimento do publico como causal de ininha sa-
bida, note bem, accarretar sobre si proprio a
odiosidade desse publico que Ihe nao deu procura-
cao bastante para dispor de sen sentir, n publico
de Pernambuco merecc-mc toda a gratidao, por-
que o seu acolhimento at ultima noite cm que
represente!, foi so de applausos expontaneos e ge-
raes.
Crea o Sr. Coimbra que o publico pernambuca-
no nao lhc concede, licenca paraasseverar que elle
acolheu mal um artista que I lie sympathico e que
tem sido extraordinariamente applaudido pelas pla-
teas dequatorze theatro* do imperio, e por toda a
imprensa brasileira. O stygma que o Sr. Coim-
bra pretende lanear sobre este publico, elle lh'o
devolve.
O 7o periodo impagavel. Eu ainda hei de vol-
tar ao palco de Pernambuco; crea o Sr. Coimbra,
agora do que pres(jndo dos seus bracos abertos,
tendo penduradas as mos as chaves do theatro.
Eueuldei at hoje que o theatro de, Santa Isal>ol
era da provincia, e ignorava que o Sr. Coimbra o
tivesse comprado. Agradcgo-lhe a noticia, mas
como cu nao marquei a poca de minha volta a
Pernambuco, que pode ser daqui a cinco annos, pe-
eo-lhe qae n3o esteja cinco annos de bracos aber-
tos, que deve ser : urna pessima potieo!
Emquanto minha classiflcaco de ditparate, de
que falla o 8o periodo, quanto mais pens no as-,
sumpto que deu lugar a essa classiflcaco mais j
disparate encontr.
O 9o periodo, diz qne a ultima vez que o Sr.
Coimbra usar da imprensa. Sinto ; sentimos, eu
e a imprensa. Porm esses protestos de silencio
antecipado, sao j usanca velha de quem, sentm-
do-se fraco para responder urna vez, se sent de
antemo incapaz de responder duas.
O 10 periodo, urna despedida ao publico, que
pertenee familia dos finaes a sola. Phrases de ta-
rifa que substituem o meu ponto final.
Furtado Coelko.
Hamburgo 21 de julho de 1863.
Boletim commercial.
Nao bouve mudanca notavcl no estado do merca-
do, o qual contnou tranquillo, sobretudo na sema-
na passada, achando-se aberta a grande exposicao
agrcola, que preoecupa todo o interesse.
Caf.A extraegao maior nos ltimos utas, e js
noticias receidas do Bio pelo lelcgrapho de Lisboa,
de S5 do Jnnho, mHorrm o eatedo *o iirr*,
c comecou prevalecer sua opiniao mais favoravel
pelo ca do Brasil, de maneira que as qualidades
linas subiram '/i 6 schillings, e as inferiores 3/i 6
sch. Na quinzena passada entraram 9,300 saccas
* caf, das quaes 7,960 do Brasil; venderam-se
no mesmo periodo 18,000 saccas de caf do lto e
de Santos a 6 V 8 schillings. Cotamos o caf regu-
lar ordinario do Bio de Janeiro 7 Vis 7 Vu sch,
AseaeST.O assocar contina na mesnia posico
calma, em quo desde bastante tempo se acha, sem
mudanca nos precos. Vcnderam-se entregar 1,600
saccas e 30 caixas de assucar de Maroim.
Tabaco.Em segunda mao houveram algumas
trensaeges de importancia ; os precos nao soffre-
ram alteracao. De tabaco brasileiro .0 dcjiosito
de cerca de 6,200 bailas.
Algodo.Apezar de algumas vendas para o in-
terior, o mercado contina em estado deprimido,
e os importadores mostram-se mais condesecu-
dentes.
Cacao ; nenhum movimento, mas precos firmes.
Couros.Na niesma posico calma como at
agora : venderam-se 1,800 couros do Rio Graide
do Sul a 8, 8 J/, schillings, c 3,800 couros de diffe-
rentes procedencias do Brasil a 4, 6 'A schilliags.
Navios carga para o Brasil.
Para Pernambuco : Luna, Veritas, e Maria.
Para a Bahia : Malhiide.
Paran Bio de Janeiro Thctis, Christiansund Ko-
nigsberg. '
Para Santos : Palla <.
Para o Rio Grande do Sul : Maria, Helena.
Navios partidos para o Brasil.
Para Maranhao e Para : Fernand.
Para o Cear : Ceret.
Para o Rio de Janeiro : Laura, Amia.
Cambiot. ,
Sobre Londres, 3 mezes data, 13 marco 2 Vi
sch. banco por.
prazo eerto, 13 marcos 4 Vi sch.
banco por .
Belgas. .
Brasileiros ....
....
Dinamarquezes .
Hespanhes. .
Diffendos
> l'assvos
Hollandezes. .
i) ....
Mexicanos
rnrmjrnew*.
4
5
4 1
3
3
3
3
2
, 4
. 3
iwre *
'/i
Differido 3
. 1853 3
Bussos......5
.......4 V
Banco de Franca (Accoes) frs.
Tundos fraeezes.
4 V
3
98 a 10O
100 a 102
92 a 93
53 Vi a 54 Vi
48 a 48 V*
32 '/a a 32 V-,
64 a 64 Vt
101 a 102
36 V* a 37
47 Va a 48
47 Vi a 48 '/t
94 a 95
89 a 90
34.10
96.95
67.90
Metaos preciosos.
Orno em barra. .Por onea 77/9
portuguez em moeda
do Brasil ;
Oncas hespanholas
americanas. >
Prata em barra ...
Patacas brasileiras
Pesos columnarios hes-
panhes. .....
Carolus.......
Fcrdinand.....
Ditos das repblicas hes-
panholas e mexicanas
Moedas de 5 francos.
Cruzados novos. ...
Cambios.
Lisboa........90d.d
Porto.....
Biodc Janeiro (Nominal; 60 d. v
Bahia e Pernambuco.
Amsterdam......3 m.d
Haroburgo......
Pars.........
........3d.v.
77/5
77/7
76/0 a 77/0
73/9 a 74/3
5/1
4/11
4/11 a 5/2 Vi
4/11 a 5/2 V,
4/11
4/ II
52 Vi a 53
52V8a53
25 V2 a 26
11.18 y,
13.8 a 13.8 Vi
25.55 a 25.50
25.20 a 25.25
idle, eqnijiagcm 13. carga
n farinha de trigo. I
ditas; Phiros Bn>thers 4 C
Navios tullidas no mesmo Ma.
Porto-Alegre-Patacho nacional Pinto, capitao Joa-
quim Jos da Molla, carga assucar. *
Rio de Janeiro e BabiaVapor francez Ettrema-
dure, comraandantc de Somer.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria de fazen-
da desta provincia* manda fazer publico que tem
marcado o dia 17 de agosto prximo vindouro para
o concurso que, vista da ordem do tribunal do
thesouron. 113 de 6 do corrente mez, se tem de
abrir nesta thesouraria para prcenchimento das
vagas de praticantes e ofllciaes de descarga exs-
tentas na alfandega desta cidade. Os exames ver-
sarao as materias de que tra o g l." do art. I."
do decreto n. 3,114 de 27 de junho do correute
anno, a saber : leitura-analyse .grammaliral e
orthograhia ai thmetica e suas applicacdes ao
commerco, com especialdade a reduc^ao de moe-
das, pesos e medidas, calculo de descont, jures
simples e compostos, tbeoria de cambios c suas ap-
plicagoes. Os concurrentes deverao previamente
apresentar seu reqnerimentos instruidos de do-
cuments que {irovcm idaile completa de 18 an-
uos, isenco de pena e culpa, e bom comporta-
ment.
SerrctariMa thesouraria defazenda dePernam
buco em 21 de julho de 1863. Servindo de offl-
eial-maior, Manoel Jos Pinto.
FREGUEZIA DE UNA.
0 coronel Manoel Xavier Paes Brrelo, jniz de
paz presidente da mesa parochial desta fregue-
zia de Una, termo e comarca do Rio-Formoso,
desta provincia de Pernambuco, em virtude da
le etc.
Faeo saber a todas os seus habitantes, que por
decisao de taje H de agosto de 1863, a mesa pa-
rochial damesma freguezia, installada solemne-
mente W dia 9 do coi rente, achando-se coarta, c
usando dos poderes que Ihe sao conferidos pelo
art. 60 da lei regulamentar de 19 de agosto de
1846, addiou para o dia terca-fera 18 do corrente
a contnuaco dos seus trabalhos. e convoca para
o mesmo da todos os cidados qualilicados da fre-
guezia ; e para constar mandn las rar o preieiitt
cdital que ser publicado c afllxado na porta da
matriz, e lugares do costme.
Mesa parochial da freguezia de l na, i 1 de agosto
de 1863.
Presidente da mesa parochial.
Manoel Xavier Paes Barreto.
O Dr. Tristao de Alencar Ararpe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa c juiz de direito especial
do commercio nesta cidade do Rocife, capital da
provincia de Pernambuco e seu termo por Sua
Magestade Imperial c Constitucional o Sr. D.
Pedro II, a quem Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que no dia 31 de agosto do
corrente anno, se ha de arrematar por venda a
quem mais der, em praca publica deste juizo, na
sala das auditorios o seguinte : urna parte da casa
terrea e sitio 110 lugar uc Bemlica n. 78, sendo dita
casa no meio do sitio, com a frente para o rio Ca-
pibanbe, e o fundo para o mesmo lugar de Bemli-
ca, tendo na frente urna grade de ferro, seis janel-
las e urna porta no meio, sala na frente com gabi-
nete do lado, quarlos. sala atraz, cozinha fi a, quar-
tos, senzalla, estribara para seis eavallos, cacimba
com tanque e bomba, casinba pequea para pom-
Ixis, jardim c mutos arvoredos de fracto e grande
terreno ao lado avahada em 8865366 rs., tendo
sido a avalaco total do mesmo predio 12:0005, a
qual fora pehorada por cxecucaojdo Dr. Joaquim
Antonio Carneiro da Cunha Miranda, contra Joao
Pinto de Lcmos Jnior.
E nao havendo lancador que cubra o preco da
avaliacao a arrematacao ser feita pelo preco da
adjudicaeao na forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar editaes que serao publicados pela
mprensa e affixados nos lugares do costume.
Becife, 30 de julho de 1863.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Ohveira, eMtt-
vao interino o subscrevi.
Tristao de Alencar Aranpe.
frrelo feral.
Pela adininfefra
faz iniblico que em virtude da eonvrario p
celebrada pelos : irr> e fra-
expedidas mala no da 15 rio rw
rente mez, de conforuudaflc com o anouacio e*-
correo publicado no Diarlo de 9 de fcrwriro e
1861. As cartas serao recekiAw at thorasaab
da que for marcada para a sabida do vapor t >
jornaes at 4 horas antes.
Admiuistracao do correio de Pernamboro II dr
agosto de 1863.O administrador,
Domingos dos Pasaos Miranda.
4 oBM-lho adntfaiiotratU*.
O eonselho administrativo, para fanit'nmmto *
arsenal de guerra, tem de comprar os objrrtos *
guintes:
Para o corpo de gnarnirio desta protneu.
147 mamas de 15a, 119 bonrts, 3pesde
patos, 2 divisas* para sargentos ajadme e 1
mestre, 530 corados de panno aznl. 13 ion** r
meio de casemra amarelu, 6 corados e me de ca-
semira encarnada. 412 covados de boHaada de br
ro, 55 varas de aniagem, 1,205 varas de lei
branco, 912 varas e meia de ultiiUnrisdw 1^4*
botocs grandes de metal amarello lisos, 390 bot>-
pequenos do mesmo metal, 110 pares de eolctrtes
pretos.
Para o forte de Santo Antonio I
1 casulla ile setiin branco lavrado, I
setim branco lavrado. 1 manipulo de seria I
lavrado, 1 veo de setim branco Hso para o caria. 4
sanguinhos, 3 amittos. 2 alvas de hrim liso, 2 loa
has para o lavatorio, tendo orna vara de enapri
ment cada nma.
Qnem qnizer vender taes objedos apresen* a-
suas proposte.s cm carU fechada na secretar *
eonselho, as 10 horas da manbaa do dn 14 *
corrale mez. _
Sala das sessocs do eonselho ariminfalramn.nnra
fornecimento do arsenal de guerra, 7 de apesto *-
1863.
Antonio Pedro de Sd Barreto.
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barftt,
Vogal srcrelario.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNA.MBUCANA
DE
ViTCe;n rostelra
larris e escalas
O vapor Perttnunfn,
danto Bats, segu para s por
tos cima indicados no da 25 4->
corrente s 5 horas da prr
Recebe carga at o dia m ao
meio dia, cncommendas, passageiros e dta
frete at o da da sahida s 3 horas *
criptorio no Forte do Mattos n. 1.
da tarde: es
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.Vivoisuvo costelra a vaaor.
Paralaba, Natal, lace, Aracah, Ccari e Warars
O vapor Mirmanguape ronnaan -
dante Moura. seguir para o-
portos cima indicados no dia 12
do corrente as 5 lioras da tardr. A
carga ser recebida at o dia tt
ao meio dia, cncommendas. passageiros e dale iro
a frele at.'- o dia da sahida as 3 horas: eseriftorio
no Forte do Mattos n. 1.
DECLAMCQES.
1I0
Manta asa de MlserlcoriHa
Reeffe..
A Illm/junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda pela presente con-
vidar aos irmaos da mesma Santa Casa para as-
sistrem a festa da padroeira. que devora ter lugar
i no dia 15 do corrente pelas 10 lioras da manbaa na
igreja do Paraizo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
.cifelOde agosto de 1863.
O escrvao,
A. F. Cacbante Coutseiro.
CONSULAT DE FRANCE.
Le cnsul de Franre ses rorapalrioles rsidant
on de passage Fernambonc.
Fernambouc, 11 aortt 1863.
Messieurs el ter* compatriotes.=Jai riumneur
prevenir que samedi prochain,
SobrPars, 3 mezes data, 191 3/t francos por
100 maroos banco.
prazo ccrto,-189 3/
SobreLisboa, 3 mezes data, 46 'A schillings
por um mil res.
Descont 3, 3 '/2 %.
BOLETIM COMMERCIAL.
Liverpool, 23 de julho de 1863.
(Precos livres de direitos para o vendedor).
Algodo de Pernambuco por t
Bom......Nominal 23 Vd
Mediano..... >
Ordinario. ...
dem da Babia:
Bom.......
Mediano..... >
Ordinario ....
dem do Maranhao, por (Fibra longa).
Alcntara ....
Itapicur .... >
Caxias.....
(Maquina) :
Bom......
Mediano..... *
Ordinario.....
Assucar do Bio, por 112 S
Branco.........21/0 a 25/0
Loura.........19/6
Mascavado........W/8 a 19/0
dem de Pernamnueo :
Branco.........21/0 a 25/0
Louro..........19/6 a 20/0
Mascavado........17/0 a 19/6
dem da Bahia e Macei :
. Branco.........21/0 a 23/0
Louro..........19/6 a 20/0
Mascavado........16/6 a 19/6
Melaco..........V a 400
NAVIOS A CARGA PABA O BRASIL.
MaranhaoBrooksby. .Aug.7 de julho.
ParaAracaty. .Aug.12.
PernambucoJoshua and Mal y25.
demSea Nymph27,
demSeraphina28.
demMasonic. -Aug.6.
Idem-IIetty EBen 29.
Numerario -A taxa do juro conserva-se a 4 /.
Algodo.As noticias ltimamente chegadas da
America, sendo menos favoraveis aos prospectos
de paz, produziram urna actividade no mercado, e
os precos subiram um 'A d no do Brasil. As ven-
das hoje montam a 6,000 fardos.
Assucar.O mercado continua frouxo. As ven-
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
J. Dos portos do norte I f
WtjWf^. al odia 20do corrente o vapor
lA/fWKI'"^- Apu, commandant Akanlurado
o qual depciis da demora do to
turne seguir para os portos do
__. -_ ,
a qnaldcM
sul.
Desde J revbem-se passageiros e
carga que o vapor poder conduzir, a
ser embarcada no dia de sua cheada, ew-oav
mendas e dinheiro frete at o dia da sahida a- 1
horas: agencia ra da Cruz n. I, esrriptom de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A (1
de vous prevenir que samedi prochain, lo du
courant, uneheure api es mid, un Te-Deumisera' mero andar.
chant en l'Eglise de Notre Dame de la Penha, a
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperad,
at o dia 14 do corrate o vapor
Princeza de Joinrrlle. coaaaaa-
daute o capitao lente Sania
Barbara, o qual depois da dnan-
ra do costume seguir paraos portas do norte
Desde j recebem-se passageiros e engaja-e a
carga que o vapor poder conduzir, a qoal d-
ser embarcada no dia de sua rhecada: earow-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida a- i
lioras, agencia ra da Cruz n. 1, eseriptorio *-
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C
0 brigie Ketaaaaga
sabe para Lisboa mpreterivelmcnte no du l i
agosto, anda recebe alguma carga e pasaajaaaw.
para o que trata-se rom o consignatario Tttoaaa
de Aquino Fonseca, na na do Vigario n. 19. api
sans doute, la dernire fos que sag1>, traU-se coin os consignatarios
ur do me trouver au milieu de : Rellrao, largo do Corpo n. 4. prmieiro
Pahaalni
an
l>oucos das com I
brasileira Min-letlo. de hm
acabada de fabricar, n
je ss d'atant"ls heureu'x de me le rappcller bons commodos para passageiros : quem na m. -
aulord'liui, que parlant a la fin dpee mois^ur la ma quizer carregar acommodo frete, on .. dapa.
France, ce sera
j'aurai le bonheur
vous. Si la solennit du jour ne me permet pas |
alors, de vous faire mes adieux tous, el de vous
exprimer comme je le voudrais, ma vive et sincere
gratilude pour toutes les preuves de confame
d'affection et de bienveillance que vous n'avez
jamis cess de me donner pendant le temps de -----------------------,_------------
mon sjour en cette ville, permettez que je vous para o Rio de Janeiro segu cuna mu
adresse ic, mes remerciments les plus sinceres et, ta breridade o pataclio nacional Ctwl' 1
&^*7^&$rr\m *.-. I.; miada ,
conservera! toujours votre souvenir et ne a frele: a tratar '
l'ara a Bahia.
O palliabote Ganbaldi tem parte da carga.
resto trata-se com Tasso Irmaos.
je
coro Amor ira Irmiios. m
'cesserai de faire des" voeux pour vous. j rita da Cruz, n. 3, OU COUl o capillo na pr.i-
Veuillez en recevoir ic. I'assnrance, Messiours qq (;ommerciO.
et chers compatriotes, et agrer avec elle, celle de ______________[______________________
mes senliinents les plus dvous, les pus affeclueax |>ara a Baha vai sahir com muito ferernl!
o veleiro hiate T//110, lera parte da carga
et les plus distingus.
Vicomte E. de Lemoiu. p^^ 0 resto p Ihe falta, trata-se com es aaap
- No dia 17 de agosto deste anno, se hao de ar-. nalar0s Palmeira A Beltro, largo do Corp San
avahadas
21 >/2 d a 21 'A 19 i/2 d a 19 '/ (1 il
22 d 20 d 19 '/i d a 19 '/* d
23 l/, d :idV4a 21/ d 22 i/, (l
22 '/2 d a 23 d 22 d 20 /, d a 21 d
ao
preco'de 1/4 por Ib.
Borracha.O mercado contina excessivamen-
te frouxo, c aos precos cima colados s se reali-
saram vendas de mu pouco vulto. Ha muita em
ser, principalmente da lina. .
Cacao.A nica venda que se effectuou foi de
23 saceos do de Guayaquil a 60/.
Caf. Vonderam-sc 200 saccas da Costa Bica
de 73/ a 81/ c 90 saceos do do Rio a 70/ nao tem
procura.
Cuman.Urucd.-Sem procura, e os precos
cima colados devem-se considerar nominaos.
Farinha de mandioca.Mercado frouxo, nao tem
havido vendas.
Gommadc peixe.Mercado frouxo.
Tapioca. Invendavel.
Possalda de summo jubilo, flcor>a colonia por-
tugueza nesta provincia, ao saber pela Corres- Agurdenle cachaea, por gal: l/a
pondencla de Portugal, baver o governo de Sua; Balsamo de copahiba, por "a, :
[3aro........ )
a todos es pertences da sua obra;
Umaesrada espiral vai desde o camarote do ca-
pitao porta superior do navio, o qual poder ac-
eommodar dez ou doze pessoas.
A conflanca do Sr. Dombom tao extraoraina-
caixeiro do Sr. Joao de Siqueira Ferro, com
coramenda da ordem Be Cliristo.
E' com actos desta ordem que cortos goveraos
mostrara de urna maneira inconcussa, a boa feom
que procedem de accordo com os saos principios
. l/3a/4
TurvO ....
Borraeba, por
Fina. ......... *^V5ft
Mediami......... }/f a 1/9
Ordinaria........ 1/4 a 1/8
Cabeca de negro ..... 1/2
'/>
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 12.
Rio de Janeiro12 das palhabote nacional Cursar
de 123 toneladas, capitao Jos Ignacio da Silva,
equipagem 10, carga 4.200 alqueires de farinha
de mandioca-, Miguel Jos Altes,
Bio de Janeiro -9 dias patacho nacional Social, de
164 toneladas, capitao Pedro Augusto Courssell,
equipagem 10, carga 6,000 alqueires de farinha
de mandioca; Amorim rmeos.
Bahia6 dias brigue liamburguea Patnvt, de 243
toneladas, capitao C. I. Kottm, equipagem 10,
carga 4,500 arrobas de carne; Aranaga Urjo
Bordeu* e portos intermedios -17 dias vapor
francei Eitremadvrt, de 1,179 toneladas, com-
mandante de Somer, equipagem 115, carga dife-
rentes mercaderas.
New-York43 dias barca ingleza Leighton, de 259
Camboa do Carmo n. 3, arabas avahadas por
4:0004 ; f casa terrea na ra de Hortas n. 96, ava-
hada em 2:000* \ metade da casa terrea na ra
de S. Jos 11. 31, avahada por 6004, 1 terreno ala-
gado, foreiro a marinha. na ra da Praia de Santa
Bita n., tendo 350 palmos de frente e 234 de fun-
do, avahado por 1204 ; 1 terreno alagado, foreiro
marinha, na roa da Gloria n. 27, na freguezia da
Boa-Vista margem do rio Capibaribe, com 90
palmos de frente e 800 de fundo por 1304 ; os
quaes sao pertcncentes a Manoel Lobo de Miranda
Henriques, sua mulher c outros, e vao praca por
execucao que contra os mesmos cncaminha Manoel
beiro Bastos, e na falta de licitante serao arre-
matados pelo preco da adjudicaeao, com o abati-
inento da lei.
Achain-se parausados em meu cartono por
falta de preparas e sellos os seguimos feitos :
Appeante Jos Rodrigues da Silva Rocha; ap-
pellado Manoel Rodrigues da Costa Magalhaes.
Appellante Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
choa appellado Joao de S c Albuquerqae.
Appellante. Bento Jos da Costa; appellado D.
Marianna Dorothea Joaquina (por embargos).
Appellantes Rabe Schamettau & C.; appellada
D. Maria Rita da Cruz Nevcs (por embargos.)
Appellante D. Maria Amelia Constancia de Frei-
tas; appellado o cnsul portugnez.
Recife 14 de aaoslo de 186.
0 escrvao,
Gulhermino deAlbuquerque Martins P.ueira,
Pela subdelegada de polica da freguezia de
Santo Antonio do Recife se faz pnWtoo que se acha
depositado por ordem da mesma um cavallo ruco,
que anda va sendo offerecido venda por um ca-
fara l.l*ba
segu cm poucos dias o lugre portngnez Julio p
ter a maior parte da carga comprada : para o re>
to e passageiros, a quem oflereee bons eoramod<>-
trata-se com o consignatario Thamaz de
Fonseca, na ra do Vigario n. 19, primeiro
ou com o capitao o Sr. Francisco Antonio %-i
relies.

Para Haraatha* e
pretende seguir uestes oilo dias o veleiro
conhecido brigue escuna toren Artkmr. Ma *
seu bordo parte de seu earregaBHBao ; para a rrv-
to que Ihe falta, trata-se com as seos coasigaato-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C
seu escriptorie ra da Cruz n. I.
LIILOES.
\>%\\a\
DE
0
JE.
0 agente Pinto far leilo a
dopositarioBerale por mandado
juiz especiar do commerco de
^Vatnjk perMacaafa* a_
_e existentes ao deposita jaral,
bo^rmeoTbandonou logo que dispertou sus- j. gTtWe asecgttria de pofeagroada 1
'S^e ser furtado. -O subdeegado, fi.^f S2T ^^
Manoel Antonio de Jess Jnior. s 11 horas emfwrto.
tV
1II EGN/m
/


~mr
^"^^


LE AO
DE
Movis eoutros muitos objcctos.
iioji:.
Qkti-fflira 43 do correle s 11 l|2 Loras.
O agente Olynipio eni seu armazeai ra. do
Imperador n. 16, far lcilao de movis novos e
osados, joias de ouro e prata e de outros inultos
objectqs.
MSiario de Pernambuco ... Quinta felra 13 e Agosto de 1863.
-^^__________!____________i_____ : : ii. ______
m-m
PROTECCO
lustras para piano e canto,
de todas as forras e
vende-se baratissima para
acabar.
Msicas para plano e cauto,
de todas as forcas e
vende-se baratissima para
acabar.
Sexta-fcira f i do corrate.
As 11 horas na ra da Cadeia n. 53.
Da uietade do sobrado n. 35 da ra das Gruzes
que rendel:0004, idein idem n. -48 da ra de Hor-
ras que rende 800*000.
Por intervencao do agente Euzebio se far leilo
da metade dos sobrados cima por coala-o ordem
de ijucm pertencer, os pretenden tes queiram ir
examinados com antecedencia.
DE
Um terreno em chaos proprios,
Terca-feira 18 da correule la II horas
da mauliua.
O agente Olympio far leilo a mandado do
Hlm. Sr. Dr. juiz especial do cominercio de um
terreno na ra Imperial com 90 palmos de frente
e 1160 de fundo cio terreno pertence a massa
taluda de Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
Ter coraeeo as horas cima no armazeni do re-
l'erido agente ra do Imperador n. 16.
AVISOS DIVERSOS.
o \o VO IM t im:I I 4 I ti i: 11 K
DE
Jos Gomes Villar na roa do Crespo n. t7, estando o mais liem sorti-
do possivel espera merecer a proteecao do publico em geral.
C3T Garantindo'se
vender por grecos commodos a dinueiro a vistasystemaLa pouco desete rio nesla
provincia.
<^ Nao duvidem!
Pois vendem-se cassas e organdys a 210 rs. o rovado '
en
nao &
parece meulira, porin
LOTERA.
Las de quadros muilo chiques a 320 rs, o covado.
Para nonas, temos nos.
0 rico vestido de blonde com sua manta bonita e sua grinalda de muilo gosto, te-
mos a rambraia de liulio para camisas, temos as saias bordadas, temos o espartilho, te-
mos o bati muilo redondo e muilo cliique, temos os ricos cortes de rambraia ricamente
bordados, temos o bramante belga para lencoes, temos a brelanlia para camisas, temos
a 8elecia ou o esguio para os labvriutlios. temos as capas prelas a Luiz \IV, temos a cba-
pelina a .Varia Pia com o seu veo muilo cingue, temos os ntremelos largos ricamente bor-
dados como luguem tem. proprios para enfeites de roupas brancas. Assim como temos as
fazendas cima mencionadas e militas oulras, proprias para todas as senhoras que nao
sao Miras.
\o se esquecam freguezes, at logo.
."*% T'.
Sabbado 22 do corrente se extrahir a
primeira parle da primeira lotera da igreja
de N. S. das Neves do convento de kS. Fran-
cisco de Olinda.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. lo, e uas casas commissionadas
ra da Iniperatriz n. 44, loja do Sr. Piraen-
tel, praca da Independencia n. 22, loja do Sr.
Soares Pinheiro,rua Direita n. 3,botica do Sr.
Chagas, e ra da Cadeia n. 45, loja do Sr.
Porto.
Os premios de 5:000/ at I0 serio pa-
gos Urna hora depois da extraccao at as 4
horas da tardo, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
O thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA.
O thesoureiro das loteras dcsta provinl
ca, desejando extrahi-las em maior capita-
e com menores intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantiade 100)5 para cima;
assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam receidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eomraerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhaem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se com elle, na thesouraria das
3 -RIA ESTREITA DO R0SARI0-3
Francisco Pinto Ozono continua a col-
locar dentes artHlciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar,. nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
flqucm a vontadede seus donos, tem pos
e outras preparaefas as mais acreditadas
para conservado da bocea.
iPjSBB
hn,gaT ,;i1,'ar'damente ao Sr.
tontera levou ron concliz na*
sou na varanda do Sr7oshnrn-i '--? .
VO de restituido reTZ*
que faz esquina para a na do
vrai-ia papular, pelo que m
decido.
Cr
rarii
m mk
ato agra-
35
H >
> H
3
&&MMM>^
AURORA
LARGO DA
No grande e abastado armazem
.BRILHANTE.
i. 84
savia un z.
sempre mu
480
320
.120
. denominado AURORA BRILHANTE ha
grande sorumento de gneros sempre novos e por precos os mais commodos possivei* como
abaixo expomos:
Dito hyssonverde a................ 28O0 i
Dito grado mais muito bom a 25400 e 2J560
Dito preto em magos a.............. 1J600
Dito do Rio em latas a 1,5550,15000 e 11800
Massas para sopa, aielria, talharim,
macarro, estrelinha e pevide a___
Passas novas em quartos de caixas a
libra a.........................
Sag e sevadiuha a libra............
Caf do Rio muito bom arroba 8,5800
63300 e libra 280 e.............. 300
Dilo do Cear saceos pequeos arroba
9*500 cubra.................... 3*0
Doces em caldas, seco, fructas em cal-
da e secas para diversos precos___ A
Aloisia arroba 45800 e libra..'......
Caixas com 2 arrobas de btalas novas
a 2,5 e libra a...................
Sabao massa a 120, ICO, 200 e.......
Farinha de lapioca a libra 110 e.....
Gomma muito al va e nova arroba
2o00e libra..............* ....
Dita propria para grades e lilos arro-
ba 1.5800 e libra.................
Arroz da India muito graudo arroba a 35200
Molaos de sealas novas a.......... 800
Carne do sol verdadeira do Serid a. 320
Brilhante um sorti-
Quejos de manteiga muito frescaes
libra............................ 640
Dito do Reino novos a 25 e cobertos a 25500
Dito de prato a libra ............-.. 720
Saceos grandes cout farinha com 2i
cuias igual a de mandioca........ 65000
Ditas mais grossa a................ 55500
Ditas com 100 libras de farello de Lis-
boa a 45500 e.................. 55OOO
' Ditos com 25 cuias de arroz de casca
\ muito grado a................. 45000
Ditos com milho a 55500 e..........65000
Caixas com charutos linos com algum
furo a 500c.................... 15000
Ditas com dilo fino sein furo a 25 e.. 35500
.Manteiga ingleza verdadeira flor a
720 e..........................
Dita mais abaixo a................
Dita franceza nova em barris se far
abatimento a................... 580
Dita hollandeza (o mellior neste gene-
ro a.......................... 640
Cha perola o mellior que vem ao mer-
cado a libra.................... 35200
Dito hvsson miudinho que raras vezes
vem ao mercado a.............. 35200
Dito uxim muito superior a.........
800
60
Calcado fraucez, na loja do vapor, ra
.Nova n. 7.
s
I
: digno de attencao os novos sorti-
j mentos de calcado fraucez, chegado
dita loja, e mui especialmente as mo-
dernas botinas com differentes e novos
enfeites para senhoras c meninas.
lt A \C O l \ IAO
ESTABELECTDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pcrnamnaeo
Antonio Luiz de Ollvelra
Azevedo & c .
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coi mura, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penaflel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
conar, no seu esenptorio ra da Cruz
n. i.
Anda est para alugar-se o sobrado na ra
dos Coelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
' ritas.
TINTURARA.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartes de visita
Candes de visita
Cartdes de visita
CartSes de visita
Cartoes de visita
Candes de visita
Cartdes de visita
Cartdes de visita
CartOes de visita
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85OOO a duzia
85000.a duzia
85000 a duzia
85OOO a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
______ Ra do Imperador
Precisa-se aluar
eev
AMA.
->a 1 ua da Palma n. 3, prensarse t
Aluga-se um moleque oV 1% anous,
perto e proprio para serviro de rasa
temo : quem qmzerdirija-'scarua dos
terrea n. 54.
Joaqnin Mn7| Pereira, tendo deiudo *
sercaixcirodoSr.Ani.inio Martin* U4t
por meio deste agradcoer-lhe as iirbaaas atoa
de que o mesmo senhor se servio irala-lo de
estada em sua casa; outro sn nVrrxmi
caixeiro de qualquer ramo de aeaork. san i
formacoes a sua conducta, trau-se no t^roUn
numero 1, deposito. "
Ao frrl.
Manoel Francisco Pocas eomprou os Mcmh
armacao da loja de calcado sita na roa do Una-
ment n. II, pertcncente ao Sr. Julio C-r Ferw-
ra da Roete, Bfra de qualquer comprumeao eaa-
Irahido pelo mesmo Sr. Julio, no curto periodo *
seu negocio naquella casa.
- Aluga-se o andar terreo da casa de
dous andares, sita ta ra da Assumpgo,
n. 44 : a tratar na ra da Cadeia, loja,
n. 32.
Atlmcii.
1 que
s. Vie
nheiro, annuncie por este jornal" sua morada.
dndoos signaescertose iwgan.lo a oVswa desX-
annimcio Ihe ser entregue ^^'
A pessoa que por esquecimeno oVi\ou Orar na
loja dos Srs. Vieira & Netto, urna quantia ea dr-
I'ivcisa-se d.: una ama
Senzala Vellia 11. 22.
seeca : na ra
Precisa-se de um menino uos para caixeiro de um deposito: a tratar
beeeo Largo n. 5, no Recitv.

Attencao
w
Madarac Ferro, Italiana, que paiiicularnientc da
almocose jan Unes iiessoas decentes, por precos
commodos, mudou-se da ra da Cruz 11. 9 para o
n. 44 da ra do Trapiche, aonde contina a servir
bem e limpamente, como sempre. Em sua casa
tem ptimos quarlos e saias que se alugam, com
comida ou scui ella.
Alugam-se duas mei-aguas no Campo Verde,
ra da Atraicao n. 2 : a tratar na ra do Rangel
numero 7,
Precisa-se alujar um preto wll ova ser-
vico de sitio : na ra larga do Rosario n. 32.
na
AO COMMEBCIO.
Os abaixo assignados fazem seieale ao publico
Tinse-se rnn nprffiran un nf>r qu,e d?.sc,e dia 31 de jullio prximo passado, se
1 com perieicaq para qualquer, acha dissolvida amigavelmente a sociedade que g-
na ra do
ICO
60
210
160
100
60
25880 .
Os Srs. donos de taberna de fora acharao no armazem da Aurora
ment proprio para seus estabelecimentos por precos commodos.
Joao Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, com
especialidade aos seus clientes c amigos que mu-
oto^i^kW^Z. dMt-Uf i dou sua residencia para a ra da Praia de Santa
loieiias., ra O Ciespo n. lo: advertindO Bita Nova n. 49, onde morou o Sr. Dr Buarque,
que recebera em pagamento e sem descont, ] engenbeiro da esirada de ferro, onde sempre acha-
nS bilhetes premiados de todas as loteras rJ10' das 6 s 9 da m.iuliaa, e das 1 ds larde em
la provincia rfrolliidos thesouraria da fa- '
zenda provincial.
Thesouraria ilas lotciias, 20 dejunho de
18t:j.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues ile Souza.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LKITUW4
unor
illcli
iblc
i'At, e o mais barato possivel:
Rangel 11. 38, segundo andar.___________
Ao n. 29.
Atora loja dos barateiros, na do QueimmiLL
Laas de ultimo gosto, covado a 4iO rs.; orgto-
dis de padroes lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
loes de arcos o mellior possivel, a 35500, 45 e o ;
, alpaca de linho para vestidos, covado a 240 rs. -,
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;
i cambraieta muito fina, peca de 12 jardas a 75 ;
cassa lisa pelle de ovo, peca do 12 jardas a 75500.
A., n. 29.
.Nova loja dos barateiros, ra do Queimado.
Paletols de merino setim, fazenda de custo de
205 por 105 ; ditos de alpaca preto a 35200; brim
branco lona, vara a 640; brim de cores para cal-
ca, covado a 480 rs.; camisas com peitos de fustao,
a 15600; chapeos de sol de alpaca, a 35500.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros, ra do Queimado.
Para acabar.
Nao se leudo reunido numero legal do senbores Ui( os ,,r-t0 Jt linno' vara l0' '^' ^W e :l0
!'le ii.-ira a i>r>.i'''i's-.i
socios efteclivos desle (abinc
sessad ordinaria da assemblea geral do corrente ,
anno, convocada para o dia 2 do corrente mes. S'e0"3,0. PcCs de 10 e la varas, a 200 c 400 r
conv
a pa
Novamente convido por ordem do Illm. Sr. presi-
para se reunirem
/IHOlll.
CRAM* HISTRICO PELO DR. THEBRGE,
QUiL NAO INTERVEN PERSONAGEffl
FEMENINA
Na ra Nova n.
1 templar.
NO
Rao me sendo possivel permane-
cer eUl rasa lodo O diapara SalisfaZCr denVed^conselhrdelZra^1 r
S Consullas medica daqaellcsquc me i;ara. referido fim, na sala aasrepeettvassetsSes,
procuran), par quanlo tenho dVte8|at5aiSl,S>S3 U^SSSSS.
cuidados,snuforcado a dt-clarar nova-
rs. ; ricas franjas e irangas prelas e le cures, vara
a 120^ too e 2O0 rs.; trancas c galoes de laa c de
ffleus Portupw de Leilura em Pernambuco 11 de agos-
to de 1861.
menlequeso me permitlid dar con-
sultas das6 s 9 horas da manliaa, c, em
l vende-se a iAooo 0 casos urgen tes, das 3 s 5 da tarde.
________________ Dr. Jn;iquim d'Aquino Fonseca.
LOTERA
,C4S4 DA FORTUNA. u
* Aluga-se urna negrinha para o servico inter-
0 aliaixo assignado faz sciente ao respeitavel no de casa de urna familia : na roa da Guia 1111-
pnblteo que se acha estabelecido com sua loja de raero 2(1-
A. A. dos Sanios Pollo.
1.' secretario.
ATTENCaO.
A abaixo assigoada, casada com o Sr. Manoel
Roinao de Carvalho, tendo feilo publicar nos lins
de marco, e principios de abril, desle auno un
do impcstp geral e dos 4 por cento do provincial
" qual soca prompUrncnie cITeetuado una hora de-
poie da eatraecaoe por diante.
(' bilhet e e muios bilbeies do abaixo asaifioado
-"'i o elle asignadas de chancella e acham-se
lainbeni a venda as seguintes casas : Placada In-
dependencia lojas u. 22 e 39; ra Direito botfea
11. I ru da Cadeia loja n. 45, ra da Imiwratriz
11. ii e ra estrena 00 Rosario n. 12.
/ Precos.
BilhotM iute'ofi .
Meios bilhetes.....
Quem precisar de una ama de leile poder
i inocular na casa n. 1 do quartel do Hospicio para | annuncio em (pie prevena o publico a respeito do
diante defronte da casa do Sr. desembargador Fir-' '"do porque o dito seu marido pretenda espolia-la
j mino. de todos os bens do casaj, para reduzi-la a mendi-
gar, fingiudo dividas, c provocando execuQoes, para
chegar ao fim a que se propoe, acaba de ver no
Jornal doBecife, de 8 do corrente um edita! do juizo
do commercio, pondo em praca a casa de sobrado
de um andar n. 131, sita a ra Direita fuico
bem que resta ao mesmo seu casal) por exeeucao
de Mello i Irmaos, e porque tem justos motivos
para contestar a divida, que serve de motivo essa
exeeucao, appressa-se a protestar, como protesta,
contra ella e contra a mesma exeeucao, para re-,
salvar o seu direito contra os exeqoentes, e qual;
quer licitante, que por ventura baja de arrematar
aquello sobrado.
E faz publicar o presente, para que em nenhum
lempo alleguen! ignorancia.
>Recite, 11 de agosto de 1863.
________ Bernardina tosa de (tlireira.
(000
34000
Para as pessoas qiie compraren)
de 100^ para cima.
Rilliolcs........ -500
MeM......... 2S7S0
Manoel Martius Fiuza.
iHi'MSaiBliiMl "i01{iHi
DENTISTA DE PARS
19lina Xova-19
Frederico (iaulier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacSes de sua arte, e tol-
loca denles artiflciaea, tudo com superio-
ridade perf-'ii;ao. que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
froco fino e grosso, pe^a a 160 rs.; vestidinhos .
cainbraia lardados, para baptismo, a 2^.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
00 : os pretendentes dirijam-sc Caixa Filial.
3 Precisa-se de urna ama de Icite,
mas que tenha, quando muito at G
mezes decorridos na criacao de que
se aehe encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31,3 andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
ivira. .
;'OII l'Oi|]|gllli5lj
Aluga-se a loja do sobrado n. 1 do paleo do
Terco : a fallar na ra Direita, casa n. 6.
Joao da Silva Ramos, medico pela t'm-
versidade de Coimbra, d consultas em J
sua casa, na ra Nova n. ."O, das 8 < 10 ftgf
horas da manhaa, e das 4 s 6 da larde, e
recebe eguaimente convites para dentro
00 fora da cidade, com o fim de se encar-
regar de qualquer servico de sua prolls-
sao.
Os chamados deverao
rara sob a razao de Villaca Irmao & Andrade;
(cando a cargo dos socios, Manoel dos Santos Vil-
laca e Jos dos Santos Villaca, que continan! no
mesmo genero de negocio, sobre a firma social de
Villaca Irmao & C, o activo e passivo da mesma
sociedade, e completamente exonerado o socio Joa-
quim Jos dos Santos Andrade, de qualquer res-
ponsabilidade pelas transaccoes al aquella data
effectuadas.
Rpcife 7 de agosto de 1863.
Manoel dos Santos Villaca.
Jos dos Santos Villwa.
Joaquim Jos dos Santos Andrade-
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente iwr todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
<'i iiil .lid 1- no ma>'nu> Iinruvt, na 1 it~<- do 4
por cento ao anno aos portadores que as-
siin Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador } :>l.
Joaquim da Silva Castro.
Aluga-se um moleque de 16 annos: na ra
das Aguas Verde n. 92.
.lycncia geral das provincias no Itio de Janeiro.
Antonio Francisco Bandeira, estabelecido ha lon-
gos annos no Rio de Janeiro, encarrega-se por .-i
e por pessoas que para isso tem habilitadas, de
I procurar o andamento o realisacao de todos e
I quaesquer negocios commerciaes, civis, ecclcsias-
| ticos e administrativos. O aununciante oTerecen-
I do ao respeitavel publico dssta provincia os seus
I Dons Ofllcios, garante-lhe zelo. actividade e dis-
cnppao : qualquer pessoa que queira otUisar-se
dos servidos do annunciante, pode diriltir-se-Ihe
dnvetamente por carta. Itio de Janeiro 2-* d
lhode 1863.
111-
Pede-se ao Sr. Jos Gomes Pessoa de At-
buquerque, dono do engenho Tabatinga, o
favor de vir ou mandar ra Nova, n. '32,
tratar de negocio que nao ignora.
vir por eseripto.
?i|!ioi{-g
Terrenos para edificar, entre a ponte pequea
e a grande da Magdalena, una frente de quiuhcn-
tos palmos, olhando para o nascente, e oulra
trente de diuentos de nascente a poente na estra-
da geral, c lanibem se arrenda esse mesmo sitio :
na do Imperador n. 1 i.
Aluga-se para alguma casa estrangeira una boa
escrava que cose e engomina perfeilamenle, e co-
zmha alguma cousa; podendo confiar-se della o
Farinha 1 ?OV('rno inte0 de moa casa, para o que pode dar
de superior qualidade, a mellior do mercado, a bor-! 0h?uVi,e, m "* larga do ,osario C"
do dobrigue Imperador: a tratar com. Manoel!
Barbosa Ribeiro, ra da Madre de Dos n. 12.
AL VIRARAS A HOVUJADE.
Sao Ckegadot loja das coiumnas
ra do Crespo 11. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos dr C. riquis-
simos cortes de lia muito fina rom
barras estampadas e malisadas Jm-
peraiz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiraroen-
te nova e nunca vista em Pernam-
mwmmwMwm
AKeuvo!... alicario!
>a villa do Paco.
Na villa do Paco.
4)e Caniaragib'....
De Camarasibe !....
O abaixo assignado, morador na villa do Pjc t
Camaragibe, vende as -uas (res barcacas a $aaer .
Abysnw do Paro, de lote de 550 saceos de assucar.
7or do Paro, de 4i0, c Pw/uete do Paro de 3W
pnimplas e navegando: sanas que carregaa Inda
a safra desta ribeira, e muito acreditadas. Jmim
como vende o seu trapiche, o mais bem amado
insta iirovincia e na de PernanilHiro, de pedra,
cal e lijlo, tem capacidade para mais de dex imI
saceos, guindaste de ferro, colloeado no pri:
lugar desta villa, que recebe todo o Mal 11
transDona esta ribeira, tem casa la viven*
frente da ra doGoaassercio cmn os fundos 1
o trapiche, tudo murado, e obras principiadas de
lijlo, dentro militas Irucleira, e terreno para pta
taran de bortalieas. (I abaixo esfei re-a>-idoa I
zer todo negocio a praso ou a dinheiro, romo ea
vierao pretndeme, est bom para qoen esta
rceido de viver na praca : para infonnae.Vs sobre
o trapiche, queiram dirigirse ao Sr. Antonio Lav
i.j..., t. \. ,i aruifui'A, 011 com os Srs. Marques
* Silva, ra da Cadeia n. I. .un o Sr. Manoel
Tavares Cordeiro, iraves>a da Ma n
18 A. E res|w-ito s barcadas e,HllThoma7i
nandes da Cunha. na ra da Cadeia n 44 Para
tratar da conclusao da venda com o proorietaho
na referida villa.
____________Joaquim de j| Silva Cunlu
Prograitiina da fesla de H. do
Carino do FroaiKpiclo.
So dia li do corrente. as 7 M da tarde cos
acompnnliamento da msica do i:- batallii de in-
dntaria de I.-1 linda sera arvorada a bandeira da
excelsa Senhora. feito o que sera 1.miada urna la-
dainba. No segninte dia navar fe>ia a fa-^naa,
orando t\<' de Sant'Anna. e naquella o reverendo padre
trecapello d 1 exerclo Lonrenra de Alboqnerane
Loyola. A orchestra ser .1 eanaatem .1 nf-ikMr
desta capital. A noile s,- queimara um l.e||..
de artificio, com o que se lindara a fesLi
te amo a cotnmissao nomoada, ,i|u.lala naiai
gente- exforcos do Rvin. padre 111 sire
rr. Jorge de Sant'Anna Locio, oaVreeesB
dos (levlos ,1a mesma excelsa S.-uh
Precisa-se de una ama de meia i.ia.l
coznhareni casad.- pouca familia : na na da Ba-
da, sobrado de um andar na e-quina [ una taberna com venecianas.
Precisa-se alugar una preta escrava m
unhe, engonime e compre para urna aiuifta, roaa-
posta da doas bmmm: a tratar na armazejida
ra dirlni|)eiador n. li.
Alugam-se a loja do sobrado n. 193 c armazem
n. 1/1 da ra Imperial, o armazem n. 4 da ra do
Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos: na ra
, da Aurora n. 36.
tasas para alugar.
Alugam-se as casas ns. 6 e 18 da ra da Con-
O abaixo assignado pede ao Sr. tenenle Braz
Jos dos Res tenha a hondade de ir ra do Se-
nhor Bom Jess n. 37, a negocio de seu interesse
sto no prazo de tres dias, do contrario ser pu-
blicado por esta folha qual o negocio pelo mial
foi chamado. ,
Justino Gomes Villar.
O abaixo assignado, testainenteiro do falleci-
do lortunato Cardoso de Gouveia.tendo chamado j
PEDKSU.
A pessoa em cujo poder existir urna letra
Una senhora estrangeira que ratara-aa para
sua lena, deseja lomar nina menina branca de
1 anno a 2 : quem estver BOcasn de dar. dirija
a esa ty pograpUa carta fecfladaeaa aa mttau
C. M. I., que sera preiii
Aluga-se iwna casa terrea na rna iLi R com quintal e cacimba : a tratar na ra d.i liupc
l rador n. 07. segundo andar.
. duzentos mil ris vencida em 7 de agosto do anno I Francisco Jos Goncaive* Cintra subdito i-,r
fiemlo Jm^i^^,SaS ',UC l^ e?m devedoras. P"" P^do, saccada pelo Dr. Oorges Carnei- '"guez relira-se para Europa.
ofi n i 5?"JK)Ucas aPl,aiec'tl0' fa* o presente, ro, descontada por Camargo & Silva, fallidos diri-1 r,.,
aliin de evitar de seren chamadas por seus nomes, ja-se tm aI imn..r.,." 7 ,..:: "."/__. oa-se
o que o abaixo assignado est resolvido : os q
nao quizerem passar por esse dissabor, dirijam-
a ra da Cruz n. 60. der dos curadores daquca iassaT
^^^^^ Joaquim Lopes de Almeida.
nte, ro, descontada por Camargo & Silva, fallidos, diri-1 D-se a mianlia de ^t-iooo .-
nes, ja-se a ra da Iniperatriz n. 67. que ser i'mmc- urna esc a a n
trae diatamente pago, o que se nao tem feito, ha una easade oWna famdL
\\Tay^2*jZ*** k,traemP" A|K)non^l7setuXanadar1U- ***
COM URGENCIA,
Precisa-se alugar urna preta para easade pouca
: atratar na" raloSebo"nT;\Sro^dar?'" **"" : ^^** ^ n" H
A pessoa que annunciou precisar de 4005 '
comhvpothecam una escrava com cra: diri-1
Aluga-se toda a casa sita na ra do
Queimado, n. 7, muito propria para loja
/d fazendas ou outro qualquer estabeleci-
mento: a tratar na ra da Cadeia, loja,
n. 32.
i quantia de 20000 pdo ahuruH 3
compras para
tratar no caes >
Eduardo
Babia.
Fales, subdito americano, vai a
taberna.
'r
i.iBIM! I i: l>4Mt I I <.| | / DE
LEITIRA.
A directora manda fazer publico com especiali-
dade aos senhpres associados que sabbado 13 do
. corrente, 12 anniversario da instalacao deste ga-
jineie, sera inaugurado ao meio dia o retrato de
Joao \ cente Martins, fundador do estabelecimento
estando igualmente expostos ao publico os saloes
A pessoa que precisar de madeiras uaracons-
truccaoon concertosde canoas abertas, constando
B de folhas, cavernas, tcmfardas, costados de 40 nal-
da bibliotheca das 10 horas da manhaa s 10 horas mosde compndo etc., etc., annuncie ou dcixe
ja-se a ra do Trapiche n. 11, hotel.
rm7. "*aa f u'ada1d0 Manguinho primeiro sitio de-
frontedobeccodas Cnoulas, ha para alugar-se
urna escrava com muito e bom leite. sem filho.
O Dr. Vellozo, medico, contina a resi
dir na ra Bella n. 37, primeiro andar,
aonde poder ser procurado para objecto
de sua prolissao.
Trata especialmente das molestias dos
orgo respiratorios e das vias genito ou-
rinarias.
D consultas em sua casa, gratis aos m
f pobres.
*^*" iwn^w>^m Matu^mjatt ^nxf^Bi^B^^^aRi
- Henrich Casjel. Christiane Fridrichs, Ellse
Haas, Harie HulTnagel, vio para o norte.
Alugiiel de easa.
Ahiga-se o segundo andar e sotao do sobrado Aloga-se nina escrava para lavar, comprar
n. 2o da rda estreita do Rosario, com grandes com-; coziuhar : quem pretender, dirja-se a roa Direita
modos para familia ; a tratar no caes do Ramos n. 27. primeiro andar.______
J-------------------------------------------i D-se sociedade arquea ti ver alguns fund.^
ou vende-se a taberna : na ra larga do Rosario n.
31, a fallar na mesma
O Rvm. provincial do convento do Carmo do
Recife, avisa a todas as pessoas que estao devendo
da noute. """ *" ""' -, lugar da morada na ra do" Crespo lojaXV
Em consequencia dos arranjos que se tem de Santos Neves._______
Snte^Sal rffi 7 naaSnTSU ^' ~a ^"P" Ai ora conheeido por DomiS-1 ^^.gnaaos tazem
Os abaixo assignados fazem sciente ao res-
%tti;\< %o
Sr. procurador Benjamn do Carmo I^pes na ra ;autorisados nea lhn dir^co^a f^J'JZ:
i'Tt^l "67'dcntro ,d0 prazo de -8 df'e ^ST^S^iJ^aSSSA
^?i-5-n.d n?mcncionado prazo serao cobra- caes para anneis* pena d agua a^a7V
dos judicialmente comas penas da lef do com- jtecimentos particulares, meulanie um a^Trt
misso.
_____________- i zoavel, pois que j se acham habilitados, Modo de
Escravos para alugar-se grande vantagem o ter agua em casa, pria pal
Na estrada do Manguinho, primeiro sitio defron- m "ande altura.
vapor ...
Secretaria do gabinete portuguez de teiuira aos
11 de agosto de 1863,
0 1 secretario,
______AjUotuo Baptista Nogueira.
Wocledade inio Cowmereial
Beneflcente.
A directo desta sociedade convida aos senhores
Precisa-se de urna ama para urna casa de nouea
familia: na praca do Corpo Santo n. 17.
AVISO. '--------
luiapessoajjue pretende estabelecer-se no ma-
; socios para assistirem no dia segunda-leira 17 do wcom renacao precisa comprar alguns tachos
corrente, as 6 horas em ponto a missa que por alma ue cobre, assim eomo urna balanca grande e
Prm., -:-------- de nosso ex-weio Domingos de Castro V~
m cosinheiro ou cosmheira celebrar-se na f jroja do Espirito-Santo.
__ [ de nosso ex-M*iD Domingos de Castro Maia, tem de bora ^J3 tndo asado: quem tiver annuncie nara
orra o, fiF em casa^C I ^^Tt^m^0- ^ Pr0CUrad-
***' l Gemtno Joi( fa Rosa,
j se alguem se julgar credor da dita casa compare-
ca na dala de tres dias, que sabir este annuncio,
depois nao sero os abaixo assignados responsaveis
por qualquer divida que apareca.
Pernambuco, 10 de agosto de 1863.
Joao Luiz dos Santos & C.
te do becco das Crioulas, ou entrada da Capunga,
ha seis escravos fortes e robustos para todo servi-
co para alugar-se, e se contrai engajamento para
a "taberna* de Ios mesmos Pe' '"mpo que se quizer.
do Cordoniz n. 3,' Precisa-se de 2:5005 hypothecando-se urna
propriedade livre e desembaracada que val preco
baixo 8:0005, a pessoa que queira drrija-se a ser-
rara do Sr. Jos Ignacio Avila, que l se dir o
prelendente.
Aluga-se o terceiro andar da ra da Inipe-
ratriz n. 34, com commodos para numerosa fami-
lia : a tratar na taberna do mesmo.
Para queni quer morar no campo e na cidade.
Aluga-se a casa do Camjolio Novo da ra da Es-
peranza n. 2, calada e pintada, com 4 qnartos, 2
no becco dP^LfeiS,aamaecca' aPPareca salas, corredor separado, cosinha fra, quintal
z^uiisti^ sa***com i" i ^ritrcimba: a ,ra,ar ^rua d ^bug "
O Sr. Manoel Homftn de Carvalho caixeiro que
foi dos Srs. Amorim Irmaos, queira vir concluir o
Alaga-se
o esenptorio do pavimento terreo da roa do lape-
rador n. 75', com frente para o caes de Noreav
bro, com entrada para urna e outra na, optiao
para advogar ou crterio : a tratar na mesaaraa
n. 53, segundo andar.
COMPEAS.
Esrravas.
Compram-se dous moleques, sendo ea
e de 13 a 16 annos : na praca do Corno Santo
negocio que tem com o abaixo assignado, pois alcm 6- loJa-
de ser o lempo mais que sufficiente nao est o Precisa-se c,
abaixo assiffnaitn a snncn n o....,_... iu. _.->^ ,. x-ini se p
abaixo assignado disposto a sustentar-lhe vicio
J, C. de Almeida.
5,^7 1fffrece-se "maama deleite no becco do
sarapatel n. 10, quem precisar dirjase
achara com quem tratar.
que
. -omprar quatro ou seis
leite de boa qualidade e paridas de prasia : a>
Arraial sitio de Elias Baptista._______
Compra-se un mulato de idade de
annos, proprio para pagem, e urna negra q
> nhe e engomme bem, na ra da Cruz a-1-

1
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HOarlo de Pornamfcw^ ,.. Quima Celia t3 de Agosto de tStta.
ipra-se .
veiho, noannazemda
1>ola anmrell, do oitae da gaz da ra do Impc ?
rador.____________________________
CoMpra-se effectivaraente ouro e prata em
obras vefffts: na praca da Independeaea n. 93 lo-
ja de fcilhetes. ____
Compra-se papel de diarios a 120 rs. a libra,
ne deposito da ra da Setualla-Velha n. 48.
NOVA EXPOSIQUO
* Para ama eneommenda.
Comp-a-sc urna eserava moca de boa
figura c ondocta, e que saib bem de
costura e engo minado, a tratar na caes
do Apolle b. 53.
YENDAS.
a
%
# Cal de Lisboa
Cal virgeni chegada hontem em ancorctas limi-
to bera acondicionadas e por proco commodo: no
antigo deposito da ra do Trapiche n, 13, arma-
zem de Manoel Teixeira Basto.
Aluga-se o primeiro andar da ra estreita
Ua Penha n. 5.
O Otlsculo de moral heligiosa, por A. Ken-
du, para leitura as escolas primarias; follieto de
71 paginas, encadernado a 500 rs. e em brochura
a 400 rs. : a livraria de Guimaraes & Oliveira,
esquina da ra do Imperador,
1
POTAS* A-
Vende-se potassa de mui superior qualidade e a
preco commodo : no largo do Corpo Santo, cscrip-
lorio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho u. 19.
C*L de lishoi
Vehde-se cal nova de Lisboa : m> largo do Cor-
jhj Santo, escriptorie- de Manoel Ignacio de Olivei-
ra A Eilho n. 19.
na loja-do Pavo, de fazendas bara-
tsimas.
Alpaklm ou ;olglir0 de liuho,
a 40 rs., s no Pava.
Vendcm-se alpakim ou gorgurlo de linho
proprio para vestidos e roupas do enanca,
pelo barato preco de240rs. ocovado: s
Neste estabeleeimento achare tonstante-jna ra da Imperatriz n. 60, toja do Pavao.
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas dao-se livros de
amostras, deixando flear penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavao.
"Las coni 8 palmos de largura,
na loja do Pavo.
Vendem-se laazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem viudo ao
mercado pelo barassimo preco de 1 $600 o
covado: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavita.
Cassas a O rs. o corado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra-da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy. a 840 rs. o covado,
na loja do Pavao.
Vendem-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 ts. a
vara: s na ra da Imperatrizn. 60, loja
do Pavao.
Veadem-se em caixas de 200 a 15,4, c taaibem
tem a retalho : na ra da Cadeia do Hecife n. 2.5.
Vende-sc pedra propria para soleiras, hoiu-
breiras e cachorros de portas por commodo preco,
*em como chumbo em barra a 80 rs. a libra:: Vo
armazem da bola amarella, no oitao do armazn
do gaz da ra do Imperador.
WVA PECHCUA.
Xa travessa arua dasCruzes, na taberna pinta-
da de amarello n. 6, vendem-se barriquinhas com
bolaxinha americana a i 200, deixando a barri-
quinha o comprador; o comprador s levar a
bolaxinha estando em bom estado; de graca por
menos de inetade do preco que se vende a da
trra.
Pavo vende os moderno* ves-
tidos balo,
Orescuu) de moral religiosa, por A Rendo,
para leitura as escolas primarias; folhetodc 71
paginas, a 330 em brochura, e a 400 encadernado,
as llvrarias da praca da Independencia n. "6 e 8, e
esquina danta do Imperador.
Phogphoros do gaz.
No antigo deposito dos phosphoros do gaz, tra-
vessa da Madre deDeus n. 16 armazem deFerreira
Al Martins, eontinuam a venderem-se em caixes e
a retalho por preco barato, prido. No mesmo armazem conlina a vender-se
ajerdadeira preparacao para malar ratosebaratas
negada recentemeate de Liverpool, a 500 rs. cada
pote.
l\
<-ltV\li:
Va roa do Crespo n. S, loja de 1 portas de Soiiza
Andrade & ., successores de Joaquim da Sil-
va Castro.
Vendem-sc cassas de cores fixas e lindos pa-
de 700 rs. a vara a 240 rs. por covado, dao amosjra.
com barras Mara Pia, endo os
modernos que que tem viudo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
proco de 3500 cada um: esta pechincha
s existe na ra da'Imperatriz n.'C0, loja?
ai/mazendo Pavao.
? 'ova pechluelia de laufesta-
*la% a 400 r. o covado.
S6-o Pavio.
Vendeci-se laazinhas enfestadas transparentes
i .o delidados padroes sendo de una s cor com
stras e-qnadrinhos'e vendem-se a 400 rs. o cova-
do : na'loja do Pavao rr.a da Imperatriz n. 60 de
Gaina-d: Silva.
Cortes de eambrala, a 9^500.
na I oa do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos cora
babados, a 2>>500; ditos, a 4#; ditos com
barras e babados de-seda, a 33, 3^500 e 4)5;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao.
Cortes de cambraia cbmeza, a
1#. na loja do Pavao.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 4# cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra da
Os manguitos c gollnhas do
Pavo.
pechincha, a 320 e a -100 rs.
Vendem-se golinhas de f, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
razinha a SOO rs. o covado.
Na loja o Pavio.
Vende-se laazinhas de cordaozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
cafe claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda qne val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
ntremelos da arara.
Vendem-se pecas d ntremelos transparen-
tes a 10, tiras bordadas de largura de 3 a 11
dedos a I #280 e I 600 a peca, cortes de lia
Maria Pia a 4, ditas de 13a chineza com
22 covados a 8#, ditos de organdys com 15
varas a 8??, ditos com 9 varas a 6#500; na ra
da Imperatriz n. 56, arara de Mondes Gui-
maraes.
45-RUA DIREITA--45
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calamento da nossa cidud*'!
S se observa em vossos ps botinas acalla-
ntadas e gastas at ultima sola; sapates
; rasgados e quasi som saltos nem tanto !
Baldes da arara de 90 i o
arcos.
Vendem-se'os melhores balos que tem 'a .quebradeira n5o deve ebegar at este pon-
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e to Vinde niaDireitamumr-vosde cx.vl-
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma-,lente calcado com 40 e at 60 por cento
dapolo bem feitos a 30500 e 40, ditos de'menos do seu va,or- atonda:
brilhantina a 40500, baloessaias de cordo j Borzegums, Nantes, bezerro e va-
que faz a vez de balada 20; na ra da Impera-1 ^ 2 e meia solas ....
\0 IRM.\ZEM DE iXLSU
triz arara n. 56.
Com
8 1/2 var*s, a
2:300 rs. vende Pavo.
Pecas de cambraia transparente com pal-
mrnhas bordadas de cor, tendo 8 lr2 varas
cada peca, a 20500; ditas mais finas, a
30500; ipecas de cambraia de salpico bran-
co com 8 Ij2 varas, a 40: S na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Novas casemifas a 2$600 o corle na
loj* do l'iivan,
Acaba de chegar nm grande sortimento de ca-
semira enfestada sendo propria pare paletot, cal-
<*.s e collctes, capas para senhora e roupa para
meninos sendo de todas as cores claras, escuras,
lisas e mescladas : vende-se a 2600 o corte para
mais calca oua 1,8300 o covado por haver grande por-
cao, isto s na ra da Imperatriz n. 60 loja c arma-
sen! do Pavao.
O Pavo vende a 3 e 3500
rtes de 15a, a 30 e 30500; ditos com 22
covados, a 50: s na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavao.
GRANDE LIQUIDACAQ
de faienda* para apurar dinheiro, por
haratrssimo preco na loja e arma-
zem da Arara ra da Imperatriz n.
06 Giimares.
ALERTA FREGCEZfiS, i 200 RES.
Vendem- se lazinhas-com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, .meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
rnera a 120 rs., lencos brancos finos'a 200
rs. cada un; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras eom to-
que de mofo a 20000, ditas limpas sem
mofo a 20560 e 30000, cortes de cassa de
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo. I cores de barras a 20000, ditas de cassa pin-
Vcndem-se bales americanno que t-ao os
CHARUTO
Vendem-sc na ,rua Nova n. 58 superiores eharu-
ts, a saber, suspiros a 1^200, meias caixas, de di-
versas marcas fe 43200 a caixa, e 700 rs. por meia.
Taboas de amarello.
Vendem-se na ra Dircita u. 91.
Vendem-se tres venezianas em hom estado :
,i tratar na ra do Imperador n. 67. segundo andar.
Vende-sV urna toalha propria para haptisado
e por pre^o muito barato : na ra de lionas nu-
mero 3 i.
flliorfis tanJo ao arcos, a 30500; ditos
30, a 40500; ditos
de 30, a 40500; ditos de 40, a 50;-ditos
de bramante, a 30500 e>0; ditos para me-
ninas, a
trizn. 60, loja e armazem do Pavao.
Cortes de chita, a ?#OO.
ENFEITES PARA SENHORAS
GHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante rna do Crespo n. 7.
Sao chegados os novissimos e riquissimos cn-
fcites para cabeca, pois com a vista nao ha-
vera senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: s no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Liv8 de peli*.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejomin
brancas e de todas as cores; tanto para ho-
rnera como para senhoras: s no Vigilante
ra do "Crespo n. 7.
Perfumes.
tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Pher; sendo
extractos essencios de todas as qualidades, j
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-:
lonia, vinagre virginal dasociedadehygieni-!
ca, agua florida, agUa balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
dentes, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para limpar den-'
tes, leos de todas as qualidades para ca- '
bellos, e outras muitas cousas mais: s no [
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tesonras e (aniveles.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
paduras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botes, tudo do
mats superior que se pode encontrar: s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel de fantasa.
Tambera chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e los \
douradnho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
riam enfadonho annunciar, que seus pre-
cos sero por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Borzeguins, Nante.8, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. .
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......
Sapates, Nantes, sola e vira. .
Ditos para menina, comlaco. .
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e homem,
tapete.........
Sapatos de borracha para senhora.
dem dem para meninas. .
Sapatos de lustre para senhora. .
dem de lustre s avessas .
DE
M.tXTO* (OlIHO
Rn do Qaeiaad* 19.
Veode-se o seguale :
Cohertas
de chita da India, a 2:ooo rs.
Incoes de pana
de linho, a 2:ooo rs.
Lences de bramante
de linho, de um panno s, a fcfl
I imillas airo. IroaJas
paramal, pelobaialissimo BPBM doloso
rs. adu/.ia.
I Rices veslidinhns
de seda paia meninas, pelo baralissiBK pf-
CO de i:ooo rs.
Lencos de seda
polo barato preco de I:ooo n.
, Salas de futi
pelo barassimo preco de 5:5oo rs.
Lencos de rmbra ^0__^
traacos finos, proprios para alpiljera, aun* ^
a 1:8oo e 2:ooo rs.
Lene8 de rassn
liuissimos, proprios para algiboira, polo ba-
ratsimo preco de 2:ioo rs. a dtizia.
i Cortes de ralra
de ganga amarella, de listas o Je rpiaorcs,
fazenda superior, pelo baratissimo preco ot
Mm l:2oo rs. o corte.
.. Pecas de madanolao
i-aaa ,a,'? superior, polo baratissimo i>r i>
if>ouo.o.oon
10000
500
8)1506
80000
60000.,
50000
40000
30500
20800
Pecas de bretaaha
Um oonfeito e especifico para
expellir os Vermes.
Volantes e terinas.
Organdrs da ir.ua a4o.
Vendem-se organdys finos para mu a
210 rs. o covado, cassas linas a 240 rs. o
25 e a 33: S-fia ra da Impera- cova(,n' Popelina -de qninlrlntios pirra vcsn=" ~ TTrtWTparmeTitc sni
dos a 280 rs. o eovado; na ra da Imperatriz
arara n. 56 de Mende Guimaraes.
loja do Pavo.
na
Farinha de mandioca
ni saceos grandes a prego moho em conia : no
trapiche do Cunha no Forte Jo Mallos.
Vende-se a armaeao da taberna da rqa do
Mondego n. 97 : a tratar na ra do Sebo n. 3
taberna.
Vendem-se cortos de chita com 12 1|2 co-
vados cada um, a 20500; ditos com 10 cova-
dos, a 20; cortes de cassa miudinlia de co-
res .fixas com 10 covados, a 20: -ditos de
organdy mathisado com 10 covados. a
20400: sna ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
- Vendem-se 4 moleqaes
alindo andar.
na ra Dimita u.
A' 4-ill res a gnala-
Do melhor gaz liquido americano sem garrafa
lio c com elb MO rs. em etu do Cosiiuha no pa-
leo do Carme, de prensa que por este prego dura
pouco tempo.
As casemiras do Pavo 6 pechin
cha a 5g.
calca, fazenda muito lina, padroes claros e
escaros, a 50 o curte: sosa loja do Pavao,
ra da la^eratriz n. 60.
so na ra' da Iroporatriz n. 60, loja do Pavao.
Fusto do Pavn.
Arara vende as lazlnbas dos
vestidos. ,y
Veitdem-se laazinhas mwto-finas c lindos
dozenhos a 400, 440, 500 e 640 ry. o cova-
do, chai; muito fino a 500 rs. o covado: na
ra da Imperatriz n. 56 arara de Mondes
Gvimares.
Vende-se ou arrenda-s o grande sitio deno-
minado Cai.ni.i. na freguezia da Vanea, de muito
boas trras por serem de grande produeco, cora
urna casa de taipa ja cotierta, bastantes ps de
iMMJrfliii. cojueiros, eafezeiros e outras inicias,
a tratar na ra do Hospicio n. 22, na msma casa
lia para aluear no andar terreo quatro grandes
(partos, sendB dous na frente o dous da parle de
detraz ; e um mofean! para todo servieo de urna
casa, muito aaperto, Sel e sem vk-ios d qualidade
ilguma.
Ila compra.
Vende-se umjcarro de dous tsenlas, forrado de
novo e em muito bom estado, com urna parclba
de cavallos, por um preco rasoavel -. na ra do
(juciniado n. 10 priinciro andar, tratare da
venda.
Roupa fcia da arara.
Vende-se costumos completos d" urna fazenda
iliiiicza por 12$ ocostume, palelots debrim
I a 2i500 e 3^000. ditos de meia casemira
1^^,(^^^^^^J^\^^^ WO> P3loto.s unos a 6^500
< SrHXX), calcas de meia casemira a 3^000.
-lilas finas OfiSQQ e 6000, ditas de brim a
2500 e 3->000, ditas de brim branco a U,
casemiras francezas a 1^600 e 2.S000, ditas
finas a 25500, ditas de linho a 34000, ce-
rnirlas francezas a I #600, camisas de meia a
800 e 1000; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
Vende-se
Piche ao armazem da bola amarella da ra do
Imperador.
Assucardo Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5^600 aarroba.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
*
Yimil''-se urna mulalade idade de 24 annos
pouco mais ou menos, tendo as habilidades seguin-
tcs : sabe bem eugoramar e eosinba o diario de
urna casa, lava muito bem, fiel, nao tem vicios
nem achaques e vende-se por preco commodo pre-
fertodo-ee vender para ora da provincia ou mes-
mo para algum engenho que nao seja porto da ei-
ilaV; o motivo desta venda se dir ao comprador :
era Olinda no Varadouro laberna de Antonio Ledo
*e dir.
Vende-se um grande terreno com cercado, e
ptimo para fazer-se nm excellente sitio em Jboa-
tao a margem da estrada da Victoria e contiguo a
povoacao de Santo Amaro, eontendo igualmente
lerreno para plantaco : quem a pretender para
iratar, diriia-se nesta ddade ao tereero andar da
i-a*a n. 46 da
i na do Imperador.
MUh^, arroz e farlmha.
Vendem-se saccas cora milho, ditas com farinha
de mandioca, ditas de anta com casca, a bordo da
barcaca Segunda Olinda, chegada do Penedo e tun-
deada no caes do Ramos : a traur a bordo ou na
ra Direita n. W, padaria de Antonio Alves' de Mi-
j-anda Guimaraes.
Vendem-se fusto com lavr miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brim de linho de quadrinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rs. o eovado; popelina
de laa, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de moni-
nos, a Id o covado : s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavao.
Os palelos do Paria, assolirecasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
feitas, a I2#: sobrcasaeos de dito, a 14$;
paletots sacos de dito, a !>; caifas de cache-
mira da Escossia, a 3$ ; ditas de casemira
preta^a 5)9; ditas de casemira de cor, muito
tfna, a 70 e a 54500; coletos de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a "\ tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
Cortes de cachemira da Escocia, a 2:000, na
loja do Pavo.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada iraitacSo de casemira, tendo padroes
escuros e alegres, afianfAndo-seque nao des-
bota, a 20 o corte para calca, ou580rs, oco-
vado para paletot, coleto etc.:. s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz nr 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo erfestado,
francez, com 20 varas, a 80; ditas com 12
jardas, a 40; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
50600; algodozinho muito encorpado, a
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 avara;
pecas de cassa de cordSo para babados, com
6 varas, a 30500; ditas com 12 varas, a 70:
Pechincha, a 5 rs. o eovado,
s o Pavio.
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, remla* douradas e plateadas, bicos es-
jjeguetha e gales do todas as larguras,
'V.'.iKlendo-se tudo por procos baratiaeimos
n un ipanuriitc senao em pecas: s no Vi-
gilante fu do .Crespo n. 7,
Relroz e lindo.
Tambem chegou um grande surtimenlo de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrte o cores sortidas, a
14,ooo rs. a libra, linlia de miada de Roriz I
e cabeca encarnada, que seus precos serao I
baratissimos: s no Vigilante ra do Cres-'
po n. 7.
Ptistillias Vermfugas
DE KEMP.
Os meninos s pedem gritos, porque
ellas sao de clieho, sabor e cor grada-
veis. A elegancia, a segundada de ac-
o. o inoftensivo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A PAR Di SU A
Conosi{ao exclusivamente Vegetal,
sao estas pois as auna melhores e mais
completas de todas as recommendacGes
que se possa lser e com justa razo as
collocSo na categora d'uia favorito uni-
versal.
A 6uperioridadc das
Pastilhas de Kemp
sobre todas as preparacoes
para o mesmo lim devido
composico
rapidez o infallibilidadc
destinadas
sua 6im-
ao sen aroma agrada-
cun
pies
vel e
qne alcanca a destruijo total das
LOMBRIGAS.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
__ln d:i P Ri-n-.
da Madre de Dos.
i da Cruz, e Joao da C. Bravo cTrua
ne\tt
FAZENDAS BARATAS
NA
Oh? que pechincha a 940rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo
a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 8#000, pe-
cas de dilas inglezas escuras cores fixas com
pequeo toque de mofo com 38 covados a
7500, ;i ellas freguezes ante? que se a ca-
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n.
SC de Mendes Guimaraes.
Madapolo francez eufesado a
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no onfestado com 12 jardas a 4 e 4-5500
dito inglezes fino de 24 jardas a 70, 8$, 90,'
e 100000, pecas de algodo encorpado a 40
40500, 50 e 60; na ra da Imperatriz n. 56.
chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320 300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a800 rs. ocova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara: na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escora a 20, cortes de brim para calcas a
'Va'f ; ^""^toP^Wzlojaoaarara
n. 56 de Mendes Guimaraes.
Arara vende as eolxas.
lo
40
160
J&iOO,
700!
40
80
80
15600
3600
80
200
320
500
Vende-se superior carne do sertao
para a boa feijoada e frigicleira :
gario n. 13.
Vendem-se as mais modernas laazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
7|a 300 rs. o covado: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 6, de Gama 4c Silva.
propria
Vendem-se ricas eolxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fustao a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a 10,10120, 10280 e 10600 a vara; na loja
da arara ra'da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimaraes.
Arara vende manguitos a
0OOO.
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
SEM SEGUNDO.
coum sS :^ Prpre?0S ,,Ue a lodos ***>
Varas d aspas para fazer halos.
Caixas com superiores obreias .
Pares de botoes de punhos a .'
^^ te sapatos de (ranea nmio finos'
a UiiOe........
Pecas de flus de velludo recortadas coni
lo varas a .........
Caixas com muito superior papel aml'zn-
de e outros a.........
Jssos coni superiores granujos a. '. .
(.aniveles de aparar penas a. .
Agulheiros com agullias a ..." ,
Duda de meias raneas para homem
muito finas a........
Duzia de meias para senhora, fazenda
fina a..........
Cornetas de chifre para meninos a '.'
Escovas para limpar dentes muilo finas
Baralhos de carias para voltarele muito
finas a...........
Ditas portuguesas a 160 e .... .
Frascos de agua de Colonia muilo boa a
400 e............
Ditos de oleo babosa a 240 e. .
Ditos com superior oleo de macaca a '.
Ditos com superior macaca pcrola a .
Ditos com superior banha transparente a
Ditos com superior cheiro a.....
Ditos com superior agua celeste para
cheiro...........
Trancas de algodo brancas B de cores a
Caixas com superiores obreias de colla.
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a...........
Grvalas de seda de diversos gostos a .
Tinleiros de vidro com superior tinta a
Paree de luvas brancas de algodo a .
Carriteis de linlia com 100 jardas, bran-
ca a .....m.......
Fitas e cordoes para "enfiar espartilhos a
Caixas com clcheles franceses superio-
res a. ...........
Cartees de colchetes franceses a 40, 60 e
Facas e garfos cabo branco cravado a .
Ditas de cabo branco' cravado a. .
Ditas de balance muilo finas a .
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a200 e. .......
Tesouras para cortar unhas muito final a
de rolo com lo varas, p.lu l>n;it-< pre-;c de
3:2oo rs.
Pffas de cambraia
de salpicos, fina, com 8 12 varas. [; No-
rato preco de 4:ooo rs.
Atoalbados Jr liuh*
coni 8 palmos de largura unprio par.i *?-
Iha de meza, a 2:5oo rs. a vara.
Toalhas
de linho para meza, a fcooo rs.
Barege
de lindos gostos, pelo Iwratt- *8c
' rs. o covado.
Esleir i India
propria para forro de sala, de 4. : I
D108 de largura.
MOVOIIIY AL
LOJA DE MUDEZ AS
RuadoQue>ma!o a ,t>.
MassdHM com 27 prampas soriidas a 30
Caixinhas com dilas a 60 e 80 r-.
I'ecas de tranca de laa lisa encarnada ai":
Dilas de dita, de caracol de laa de cores i -
Dilas de dita de caracol branca a -
Ditas de dita de caracol mesrlada a 100 r~
loo'? dB f,ta,ranra(,aParalram a "
Filas ecordws para enfiar
i-h) rs.
uCjbata* com 18 para* Mna
Ctftdes com li pares de ditos a *o
JJitos com 23 pares de diios a fio. mi t N
e S. mmmmtm borne
Ditos de ditas de seda para senhora a fiflrt .> m
400? S dC EsC0C'a m" "1*oraa **
28oSaS Cm 13 mm 'le fMnja |,ara w**
600 o'soo'r^11^ dC SCda Pn>U (I'" r0rf9 a **
io''tiOO rsanCa ^^ dC S li0a2d00b'sOS re"dsk* ,,rancos
Dita de galoes beancos lamn
Olla va de reros prelo e de ce
F bravatas de seda moderna- a 2W) i 500 r-
|'"'las i-ajielias para menina
e -{ooo.
cpartilbo a o r
prelos a I0C.
alOe M .-
500 r.
noivas a WA)ft
rs.
1M i-
o co-
proco de
*OTa loja de Custodio, Carvalho
A < onipanhia.
27Ra do Qucimado27
Para vestido a 260 rs.
Fuslao fino francez para vestido de seuhori n
meninas a 200 rs. cada covado.
Cambraia.
Cambraia organdys muilo fina a 240 i
Calcinlias
S)fenll0ra In,nillas' I"'10 ^rato
(.'borlas
de chila chineza a 2.5000.
1^800 j Golinhas
j de linho para senhora a GOO, 800 e l&.
Lciifocs
Lences de panno de linho finos a i$.
Camisinhas
para senhora, sendo de cambraia a 25.
Pannos
Pannos adamascados para mesa a l^oOO.
. i 4i0ar^.,,^aovadoiZadaSmUi,O fmaS para V^S,ido a
Vestuarios.
\ estuarios para meninas, muilo lindos, a 35300.
, Cambraia
de linlK fina a o& a vara.
Para luto.
vado3 Pfeta fina' Prpria para lul0' S0 eo"
Madapolo
vnrlc ap0l5 fino testado, peca a 8, tendo 20
D'izia de caixas de pho^.l,
Pentosde alar cabello a 40, l(- 'H,,
wixinnas de lamparn
'>'a de papel ali..a,o i:..;. ,.;. .
Dua de papel de peso paulado a
'ivinhacoinlOanveloiM-a 80-
Da de lacre a MOeMOn
Dita
I20rs.
de obreias de massa e de ,

Wg de pennas de lanca i calygraphira* a 8*) e
Fias<|iiinho.s com tinta azul eencarnada a iVin
apis ;uuese encarnados a i
i'uaia de lapis de pao a 80 e 120 n
Dita de facas arfos branes .- ,.r,.:,
iassosde |ialilos lijados snperion
Tesouras diversas a Ho. it^i. ',i, jg
Dilas grande> de Giiiin.'i
o.
Atacadora de ranaMM pan mMm i m
Uiizia de canudos de lomada do I'
fiasco de macassarperola a 160e
Dito de I'alcholx a 500 rs.
Hilos grandes emao na de- HJ
1 |' 18
Diios coni esu-actos Ibm a 15.
Ditos com buba braaeaa i :(00e i
Calcadeiras de chifre a 120 rs.
E minios ouiros objeelou Mk fem
300
300
100
200
800
300
l#300
80
80

400
80
31S0O
35500
65000
E MUITO BARATO.
Mi madopueimado n, 10 loja de Fer-
rao A Maia vende-se 13a raatisada a 200
rs o covado, chales de touquim a 6, 7
a\ ditos de laa e seda a 15800.
MUDYXCA.
O
0 rival sem segundo nm.lou ,, >, m
lecimento do n. 56 para o n. iO da m-
ra e contina a vender em todas ditas
as Buadans abai.xo dectanda
prestar toda attenfao:
Sabonetes inglezes muito Im a
100 e. .
' l|0. |f -10
Sellins inglezes
chegados casa de Izidoro, Neito
Cruz n. 2.
320
500
CEBLAS
Roa do Anorlm n. 43.
Vendem-se ceblas novas e grandes.desembarca-
das hontem, pelo barato preco de 500 rs. o cen-
to ; a ellas, que estao se queimando, mesmo a tro-
co de cobre.
ATTEl(]l0.
Undem-se ttulos de divida de 5,537,307 rs.,
sfndo o principal do debito de Hanoel Jos* Leile, Luvas brancaHe acodao '
logisla, que leve estabeleeimento na ra do Ouei- Caivetes le Frasco d'agua de colonia peque-
o muito fino......
Dito dito grande muilo superii >r! \
Frascos de macassar perola a.
Ditos de macaca oleo a. "
Frascos de oleo Barbosa a 210.
Dito dito muito superior a 500 e .
Dito de banha muito fino a 400 e .
Frascos de Lavando muito superior.
Gnalas d'agua celeste muito su-
perior a........
Frascos de cheiro muito fiyos a
300 e.........
Ditos de banha pequeos muitofina.
Djto de opiata pequeos. .
Thesouras muito finas para unha.v
Grvalas de seda de cores
l(*
~4t
00
100
i*>
U40
50
liWOO
800
00
00
400
- Qnei
mado com a casa Je Jaaes Crablree A C, en II-
quidafo, sendo para fechar conlas e logo se an-
imnriar mais outras dividas: ia ra do Trapiche
D. -19.
Vende-se nma armaplo de laberna no becco
I^argo n. o : a tratar no mesmo becco n. I, ou na
ra do Fogo n. 32.
Sao bfiralas.
Vendem-se uns ornamentos completos e quasi
ditas para 6enhwasa400rs.:naruadaImi)eIinovPsPara P^f .cerrar missa: quem pre-
ratriz n 56 I,ender- oa m do Ll^araemoa, 20 achar com
I quem tratar.
Espirito de vlnhn.
u Too0 Votove'l n. 1 vende-se espirito de
Vnh0. eJ raos a 24 rs- a garrafa, e em cana-
Para engenho
Vende-se urna meia moenda de ferro nova com
rodetes de ferro, parafusos, bronies e todos os
pertencesMramoagemde canna, assim como 4
taisas de ferro coado de 8, 6 e 7 palmos de bocea
por menos preco que em primeira mao : a tratar
com Antonio Gomes da Cunha e Silva na ra da
Cadeia do Recife n. 80.
Caivetes de 2 folhas muito finos .
Caixas de cohetes francezes e car-
toes ......'"'..
Grampos de caracol e lisos. ',
Caixas de vidro com 12 dedaesde
metal.....
Massode palitos lixadospara denles!
Grosas de botoes de ac para alca.
Uixas com 6 fraseos de cheiro. .
Escovas para cabello muilo finas .
Carteiras de marroquim muilo linas.
Pecas de tranca lisa encamada. .
Tinteiros com tinta muito superior.
Ditos de vidro com tinta jnais in-
ferior.........
(Oartas de alfinetes francezes .
Cornetas de, chifre para meninos .
100
3J0
*0
*0
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160
3fO
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640
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160
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90


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Piarla de ywmiteM teto teto* t$ de Ajs
SORTIMENTO DE MOLHADOS.
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Vinho cm pipa: Porto, Figueira eLisboa, a400,,Lagostinhasem lalasgrandes,a IMOft.
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a S*800,3* e 00, cherne congro, lingnado vezugo,
3*00 r*. aaca-se este 0^ mftrvar-se &^J^^ ^gSpS^I
perfeito seis a ato mezes, o que raro sera outro gj dc ^ a ^ a lata
qualquer aancar.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 1* Quijos flamengos do nltimo vapor, a S*400.
a garrafa e 105 a caixa, o preco nao indica a Wm do vapor pasado, a 2*200.
qualidade deste precioso vinho, porem tambem j .
nao com imposicSes de preco que se prava-ao Mem prato, o mais superior que tem vmdo ao mer-
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de commum se manda vir de conta pro-
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciante.
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixao grande, a 640 e
800 rs. cadaum.
Vinho do Alto Douro, das marcas mais acreditadas Oiouricas do reino a mais nava do mercado a 640
e especialmente escolhida9 por pessoas entend- rs. a libra.
das deste genero, como sejam CamSes, Duque do p^ d ^ dos do p^ fo^ ^^^t,
Porto, D. Luiz, Garcavellos, Chamisso & Filho,, r"%r'" ij'lira w^
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 9*, a 8W rs. a uora.
a caixa com 12 garrafas. Bolachinhas nglezas a mais nova do mercado a
Garrafoes com vinho do Porto, contendo 5 garrafas 2*0 rs. a libra e 3*000 a barrica com urna ar-
por 2*300.
Vinho braneo de Lisboa, propriopara missa, viudo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril mnito superior, a 500 rs. a garrafa
e 3*200 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 e roeia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 1*400,1*800,2*500
Figos de comadre em bauzinhos de folba, muito
proprios para mimo, a 1*600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 1*400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 1*400 e 2*600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
do, caixas de 1 arroba a 6*, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massas para sopa muito novas: pevide e estn-llinha,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim e
aletria, a 560 rs. a libra.
' Macarrao, a 320 rs. a libra.
! dem o mais novo que ha no mercado: talharim e
aletria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 1*800 e a retalho a 180 rs. a libra.
, Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
I das, a 800 rs.
roba.
dem de soda de diversas qnalidades, a 1*400, di-
tas grandes proprias para lanch com 5 a 6 li-
bras por 2*400.
Marmelada imperial do fabricante Abreu eu de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 1* a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sicao dos freguezes dous a tres barris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a factura vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
' peraao de barris abertos, _porm antes nos Ihe
damos a devida applicacao para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra.
Avelaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole inuilo-novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 360 rs. e 16*500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa c 4*800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa c 1*200 a
caada.
Campagne das marcas mais acreditadas a 8*000
e 10*000 o gipo. e 800 rs. e 1*000 a garrafa.
Cerveia preta da marca Tenent ou XXX, a 4* e
4*500 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobrinha on Tenent, a 4*
e 4*300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hallanda em garrafees com 16 garra-
fas, por 6*500 rs., aanca-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 6*500 e a 560 rs. o frasco,
dem de botija em harneas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 1*200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as melhores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 7*500,8*000 e 8*200 rs.
Azeite doc refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna s qualida-
de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Aramia verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 2*300 rs. a groza e 20 res a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra c 9*500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha-de Franca, a 160 rs. a libra.
Ovada nova a 120 rs. & libra, e 3*800 rs. a ar-
roba.
Macarrao e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a Khra.
Arroz Carolino, mullo alvo e granito, a 120 rs. a
libra e a 3*200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desojar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem dem de segunda c tereeira qualidade, iVb
e 306 rs. a libra, e em arroba ou sacco a 8*200
e8*400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra e
10*000 a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 1*, a libra,
dem francez, a 900 c 1* rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de encommenda propria a 2*880 rs.
Cha hvson, melhor que se pode desejar neste ge-
ner, a 2*500 rs. a libra.
dem nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 1*400
ris.
dem huxim, a 2*200 rs. a libra.
Cha preto homcepathico o mais expeliente que tem
vindo ao mercado, a 2* a libra.
Graixa em latas grandes, a 3?300 a duzia, e 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lnmego em calda de azei-
te, a 560 r-s. a libra.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
muita duracao e utilidade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muitos fabricantes da Babia, a
2*000, 2*500, 3*000, 3*200, 3*500 e 4*000 rs.
a caixa, ou cm meias por metade do preco.
dem Mississipes imprtaos, a 3*000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio, a 3*200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 2*800 rs.
dem Flor da Malta ou Regaba imperial, a 2*500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 4*000
ris.
dem superiores em quantidade e dc todos os fa-
bricantes, a 3*000, 3*500 e 4*000 rs. a caixa.
TERCOS
e coras de cornalina.
A aguia branca pensando constantemenie cm
bem servir a toda a sua freguezia, notou que ainda
nao havia feilo algum agrado a aquelles que pru-
dente c acertadamente rosando, cuinprem dever de
ferro coado libra a 110 rs., dem de Low bom chrislao, e quando reparou essa sua falta,
mandou vir c acaba de receber delicados torcos e
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. 0. Bieber & C,
successores, ra da Cruz n. 4.
Kua da Senzalla Nova 11. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tochas de
no coado libra ;
Moor libra a 120 rs.
Olilas superiores em resteas, a cinco
mi
ris o milheiro no Caes da alfandega n.
I, armazem de Tasso Irados.
A AGUIA BRANCA
Receben pelo ultimo vapor o
egninte:
Bonitas pulsaras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Outras estrellas para meninas, ou manguitos.
Car tetras com igulhas.
Agulhetos para eniar, e agulhas cantlas.
Trancelins e litas de borracha.
Carriteis com torcal de todas as cores.
Manos e ios de coral.
Esponjas finas para rosto.
Penles de tai taruga virados, com laco e
balao.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Aspas e coz para balo.
Fitas com cohetes para vestidos.
coras de cornalina com cruz de prata, os quaes
(lci\a disposiciio dos fiis que estiverem dispostos
a gastar l*o(K)',2*e 3* para possuirem um bonito
terco ou cora, com os quaes podem mesmo pedir a
DeiH lela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espacoso ninho da ra do Quehnado n. 8.
\ovos e bonitos
lieiitinhos travessos dourados e com pedras para
meninas : vendem-se na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
itihii/liiiios com perfumarlas e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasquinlios decheiros por 15500 e vastos por 8O0
rs., servindo estes para meninas, e mesmo para
.oas, etc., ele. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
liinhas maclas e lustrosas para
bordar
' vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Xovlsslmos e bonitos enfeites
para cabecas.
Quando o bello sexo sentia a falta de bons
\ enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
Trancelins chatos d laa para enfeitar vestidos, j recebe urna sua encommenda de bonitos e
Papel e folbas para rosas. delicados enfeites, e de modernissima moda,
Lamparillas francezas. muito servindo isso para sanar aquella falta,
Trancelins grossos para relogios. | e' fazer com que as Exmas. apreciadoras da
E.xovas cabo d'osso, marfim e madreperola bella empreza Coimbra possam melhor real-
para dentes, unlias, limpar pentes ejoias. jsar e mostrarem o apurado gosto que as
Outras linas para roupa, chapeo, cabello etc. guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
Outras de velludo para chapeos.
Pastas para papis.
etc., entretanto que sendo obra de muito
ROUPA FRITI
NO
ARMAZEM
DE
X.CTBEIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontode dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
horneas e meninos.
RA DO QUEIMADO N. 46
nsirniEOT
Raspadeiras e facas de marfim para ditas.
.Visporas e dminos.
Baratissinia* bandeljas.
A aguia branca por muitos vezes tem da-
do a coohecer que quando acha alguma pe-
chincha, nao quer somonte com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
fregosla e o publico em gcral prvem da
tantc fino com conlinhas d'aco, e mu bem
jenfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
Casacas de panno preto, 3> e 30,>0l)0
Subrecasacas dem, 305 e 2:3500o
Paletos idem e de cores, 28#,
2o, m o......106000
Ditos de casemira. 20#, 15$,
m, m e.. 7*000
Ditos de alpaca, 5# e. 36500
Ditos ditos pretos, 90, 70,
B# e. ....... 30500
Ditos de brim e ganga de co-
res. 44500, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linho, 60,50 e 40000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 100, 70 e.....50000
Calcas de casemira preto, 120,
100, 80 e......70000
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.
gosto cuslam 5#, 0-> e 7-s ilinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Delicadas tesoiiriuhas d'aco para
bordados e labyrinibos.
A pedido de algumas senhoras suasprediclelas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
. icdas tesourinhas d"aco pontas agudas, proprias
mesma, o que agora mesmo acontece cora, brdados e iabvri,hos, euma vezchegadas
essas; barattssimas bandeijas, Cuja limitacao { como de facto chegram, a aguia branca convida
de precos admira, em reiacoaostamanhose as de mais senhoras suas boas freguezas para
qualidades: avista do que convm todos a-! aproveitarem-se da occasiao c bem empregarem
proveitarem-se dessa opportuna occasiao e %%&Z^^^i w*Stf!S\\
proverem-se d um traste, sempre necessario, quem se demorar cm as mandar comprar no ale-!
e que Ibes COStard quasi metade do justo va- gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
lor. Assim, pois, 6 dirigirem-se com dirihei- niado n- 8- ^ laml'em a ou,ras :urvas e
ro alegjp e espacosa loja d'aguia branca M un 'uaPnlc5cs dc nenies e
ra do Qaeimado n 8. Rlcas JBSSRSEB?"
lencos branco com barras de A aguia branca recebeu novas e rcas
cores para meninos. j guarn(.ses de pentes dourados. e com pe-
k loja d'aguia branca recebeu um novo dras; assim como outras bordadas froco e
sortimento de lencos brancos com barras de com bolas pendentes, novidade essa que s
cores para meninos, e com quanto esses se acha em dito loja, e que na verdade se
viessem melhores, maiores e perfeitamente tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
quadrados, com tudo continam a ser ven- recebeu lindas fivellas com pedras, e ditas
didos pelo antigo preco de 10 a duzia; n. d'aco com novos e engranados moldes, cintos
ra do Queimado na alegre e espacosa loja dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras sero encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queimado n. 8.
Babadlnhos estreltos e bordados
Ditas de princeza e merino pre-
R to de cordo, 50, 40500 e
Ditos de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditos de ganga de cores.
30500, 30 c .....
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e. .
Ditos de casemira preto, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco.
70000
40000
-SOOO
26500
2A:;oo
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30300, 30 e .
Seroulas de brim de linho.
20400 e ......
Ditos de algodo, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 c.....
Ditos de madapolo, 30,
20500, 20 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes 100. 90 e
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tos.
Toalhas parroslo, duzia, 110,
90 e........
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores.....
Lences de linho.
20500
20000
10400
20500
10600
84806
20000
40500
640
0
60000
10280
40000
30000
20000
DE
FAZEtfDAS E ROIJPAS FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280. 30 e 3S*.
muito bem feitos a 250, 280. 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de IW *
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de pmo fO-
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e 15a de 40 at 60, sobre a^** '
merino de 70 at 100, calcas pretos de casemira de 80 at 140, ditas de cor de **
*S0. roupas para menino de todos os tomanhos, grande sortimento de roupas de I
como sejamcv:'
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a .50 e (>. paletots brancos re hramanw a **
e 50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento dc fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senbora, carnal
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jonvin para homem 1 se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de gnnV
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arle e un
pessoal de mais de cincoento obreiros escollados, por tonto executamos qualquer obra roo.
promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.
Cobcrtas de chito chineza.. .
70000 Pennas d'aco, as mais superio-
40000 res, a grosa......
, Relogios de ouro orizontoes,
30500 900, 800 e......700000
50000 Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 400 e
60 e.......50000 Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorgurao de seda adercos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 60, 50 c 40000 aneis e cruzes.
d'aguia branca n. 8.
La fina para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
pleto sortimento de la fina para bordar, cu- i
ja variedade de agradaveis_ cores foram es-' br^dem-se "* Queimado n. 8, loja d aguia
coluidas d'um grande livro d'amostras que o
fabricante offereceu a aguia branca, viudo
entre ellas alguma mesclada; assim pois onde
os pretendentes melhor se podem sortir des-
ge genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha, e
boles com Inscripees.
Chegram novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados cepos com banha
fina; assim como os bonitos boioes de por-
ceUana dourada tambem com banha, e novas
inscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade-
Capachos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, [loja d'aguia
branca 11. 8.
Luvas de camurca.
Vendem-se mui finas luvas de carmuca
branca e amarella; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
Potassa da Russia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
Oito, muito nova e superior; vende-se so-
quado para presentes resta porem que os apre- mente no antigo e acreditado deposito na ra
ciadores concorram, munidos de dlnheiro, da Cadeia do Recife, n. 12; onde fcunbem se
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do vende cal de Lisboa muito nova e preoos
Queimado n. 8. coramodos.
TODA ATTENQaO
NOS
ARHAZENS
CONSERVATIVO I ClSEIVMflR
DE
(D$iraiI[ 3 0)1)2 3M!V N8. 21 E 23-URG0 DO TERC.0-NS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos dc molhados, vende os seus g-
neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bua-
lidade de qualquer genero sabido dos seus armazens ; pode vender por menos por com-
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Ratatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a fibra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1." e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty. as melhores deste genero, a 63o e 4oo rs. a libra.
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e 4oors., em caada se faz aba-
timento, ha porc3o para escolher.
Rolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3,ooors. a barrica.
Palitos do gaz, vindoapor conta particular, a 2o rs. a caixiuha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.* e 2.a qualidade, a 800 e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escomida, a 64o e 600 rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais baralo.
Milho alcista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como cerveja das me-
lhores marcas, genebra de Hellanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite doce, vi-
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos.chouricas, banha de porco e
outros muitos gneros que e enfadonho mencionar; a dinheiro contado.
FITMDICAO O HOUUlVKli INI
BRUH \. 38*
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento d
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertcnces.
Moendas e meias moendas de todos os tomanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
DE
TOBAS AS QUALIDADES
DE
ANTONIO MAIA DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIUVA.
N. 21 Antiga ra dos Quarteis de polica N. 21.
Constando ao annunciante, que alguns aspeculadores de ma f. vendo o anea-
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seas andam vendendn ta
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus e coa f..
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e n5o mando pessoa algnma vci por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que compren galo p
lebre ; e para seguranza dos senhores consumidores deste genero e especame
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha 1
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o wnw ft*
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientificar aos mesmos senhores. que comtmtmmMV
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades. e do r"
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
INJECCAO e CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO;
GRIMAULT E C'.A PHARMACEUTICOS EM PARS
Novo tratamento preparado rom as folban de Mulle*, rtor* rrra, para a
da Gonorrbra eem recelo algum da contracto do ranal on da innammacjto ot
doutor Ricrd, de Pars, ter renoneiado, desde ana apnarkao, ao emprgo de <
Emprega-se mjcrek no comeen do fluxo, as capelas em ledos os casos cb:
resistirlo as preparaejes do copahu, cubebn e s InjecQoes com base meUMasa.
Deposito gcral: em Ftris, em casa de MU. Orloaaalt e c, phannareuUsM,
em Usboa, Jas-Acoxliah* slst Caata-Carralh* JoiaiUr; no f-orto, Mlawl
reir; em o J?io-d-Janei'r, Gruan, 101, ro* 8. Redro; em Bodrio, << cmHi
arlra, em Mo-Grande, Jaaejalsi Goaay em JfdTonhdo. rerretr
shaasa c, ra da Crui. 22; stms, e as principae* pharmaflai do Brasa-
t3";
Deposito geral em Pernambuco ra da Crm n. 22 em casa de Caros &
Mata barato nao pede er.
Tinta branca de massamurtoMm, mta-
Lindas cassas francezas de corrs miudinha. de tas de 28 libras para casas, para navios* jan
superior qualrda*, S00 rs. ocowdo: Moteja a corapanhia ^ ^ a Joo R. I Afi: na
. das columnas, ra do Crespo n. 13, de Antonio
! Correia de Vasconcellos & C. *
larga do Rosario o. 34.
i
-


r
-*
Piarlo de Pernamhuco Qiitata lelra 13 de Agosto de i SOS.
!

nm
GRANDE ARMAZEM
AE

N. 36, RA DAS CRIZES N. U
DO
balrro de Manto Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
leberado vender os seos j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. 0
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
PROGRESSIVO.
I'I MB&T
S NO
9--LARGO DO CARMO-9.
DE
WWWi fc ^
Os proprietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molbados partici-
para aos seus freguezes que acabam de receber de diversos portos da Europa o mais bel-
lo sortimento de molhados, todos primorosamente escolhidos, os quaes vendem-se por
.
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
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PTestes novos "fe grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o respaafcMl
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, exposb>< veoa
todas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesquer outro estabel*cfiv-
tos d'esta ordem, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa um dos so-
cios para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde j encontrara ore
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir'peitavel publico sempre os memores gneros do nosso mercado, e por precos baratos-
todos os eneros sahidos do seu muito acreditado armazem. mos como abaixo vero, a saber :
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda afleo- ^^ZVmZ^St^t
rao com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das a libra.
M ,' dem franceza chegada pelo ultimo navio a
Oruzes n. 36, e que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes 62() re a ij)ra
muitas vezes olvidam-se e vio outra parteonde os servemdemaneira a desagradar este Wem em potes de 4 16 libras muito fina e
estabelecimento.
Manteigai ngleza de 1.a qualidade, a
a libra.
900 rs.
de superior
xinha.
qualidade a 320 is. esdac
SS **&'2! Kmo "s* "T **""
uu rs. 1 1(1 l lllTl.
Milho-alpista a 180 rs. a Ubra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 2,J300 a arroba.
rs. a libra.
Batatas muito novas, a 20 o gigo de arroba
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 2 20500. ^. muto novQ a 24Q rs a 1bra
^J^L^^J^ 'S ?$'J S^*30. verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
Jdem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
r,af do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 8d300
e W800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 3*200 a arroba.
AveHas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porcao ter abatimento.
arrafbes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2#400 com o garrafao ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
fcknH Can ; carrafas rl vinhn FicniAiratiniiitn
superior e mais proprio para a nossa esta-
go por ser mais fresco a 25400.
Cha hysson o mais superior a 2#600 a fibra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 3*200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2*700 a libra.
dem preto mujto fino, a 2*000 a Jibra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2*100 cada um.
dem com 5 garrafas (le onagre de Lisboa
a I 5 100 com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
gueza 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa c 9*
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 7*500 a caixa com
urna duzia.
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1*300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinhaa 1*400.
Papel grve pautado e liso a 3*800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa eFigueira das melho-
res marcas a 3*200 c 4*000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a n rafa e a 4*000
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs-. a garrafa
e 1*400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em bail
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
1*000 a garrafa, e 10*000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a 3*500 a caixa, tambem temos
para 2*000, 2*500, 3*000 e 3*200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra c de 10* a 11*500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1*000
a ancoreta do Porto e 1*500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 2*000 a caixa com
8 libras liquido.
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 fibras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6o, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 56c>rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a fi-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da-caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Banha de porco a 64o'rs. a Ubra.
Amendoas confeiladas a 5oo rs. a libra.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de l,ooo a
2,5oo rs. cada um.
Batatas a 2*6oo a caixa com 2 arrobas e a
6o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
. em porcao ter abatimento.
[-Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafao,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais ifer**' CL"'""
estaran r cr bmm fresco a 2,4oo rs.
Cha ijysson o mais superior a 2,0ou rs. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,200 rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 800 rs. a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a I* a libra.
Azeito francez clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes bitas em fraTco" por 2*800.
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras irm_ .. ; .. ,
a 800 rs o frasco puado da India loo rs. a libra e3*ooo
T SnKf Cm ^ "* B*}ao |A a libraeWKK)
M!*^.J^^.^aaiS.e?S -kiSLtma, 800 rs. a garrafa.
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos devidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 80
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga Banha de porco a 55o rs. a libra.
ou outro qualquer liquido de l,oooa3,ooo Bolachinha de soda a 1*400 a lata.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canoa de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 320 rs. a garrafa e 1,3oo a an-
coreta.
Batatas inglezas a 60 rs. a libra e l,8oo a
arrol.
cada um.
Painco aliors. a libra.
Milho alpista a I60 rs. a fibra.
Gomma para engommar muito fina e alva a Dito o f1D0 a 2*600 a br.
80 rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba. I Dito miudinho a 2*800 a libra.
Sag muito novo a 24o rs. a Ubra. Dito do Rio a 1*800 a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes Dito preto a 1*900 a libra.
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a Ubra e charutos de diversas ouaUdades
em caixa ter abatimento. 1*500 e 3* a caixa.
dem massa de superior qualidade dd 200,
22o e 24o rs. a fibra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e Ijoors. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 3*000.
Cha hysson a 2*200 a libra.
a 1*200,
Champagne a 1* e 1*500 a garrafa.
Chouriras a 500 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 9* e
9*200 a arroba.
Papel grve pautado e
resma.
liso a 3,8oo rs. a
Doce de frotaba a 560 rs. o caixo.
curvma, salmao e outras qnafidades, pre- Dito moi(lo a 30 rs a ,ibn
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
600 rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas de conta
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto eFigueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo e
32o"e 36o"rs".'a garra?amais "** e de
Idem^velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, poi* ser milito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa c a
3,8oo rs. a caada.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280'rs. a
garrafa.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Dita flor de laranja a 1* o frasco.
I Feijao branco muito novo a 440 rs. a cuia.
! Figos a 32o rs. a Ubra.
1 Genebra de Hollanda em botijas a 5oo rs.
Dita Hamburgueza a 44o rs. a botija.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 2*600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 1*300 a duzia.
4*600.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 1*500.
Manteiga ingleza flor a 800,900 e 1* a libra.
Manteiga franceza a Ooo e 64o rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 800 rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carra) e aletria a 400 e 480 rs. a Ubra.
( houricas e paios, o mais novo que se podo Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. i garrafa e 10*500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
dames, 8me de Noyau, Eau Danteic,
Crme de Menthe, Hnde de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 6*500 a caixa com urna arroba, ha
raixas, meias e quartos.
\meixas francezas em frascos de 1 lri e 3 li-
bras de 1*400 a 2*800, tambem ha latas
de C libras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, a 00rs. a libra, em la-
las lacradas hermeficamente.
Fructasem caldas de todas as qualidades em
latas muito tem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 3*000 a barric a e 240 rs. a
libra. /
Farinha do Maranh5o muito alva e cheirosa
a 160 rs. a Ubra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 9*000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de ararata a 500 rs. a
fibra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breu, a 326 afibra e 8* a arrota.
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas de 3*500 a
*000 a duzia e u40 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
.1*300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 2*000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafoes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 2*400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
1*000 a libra.
Alfazema o qae pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a Ubra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 1*120
a resma. -
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
4*000 a caada.
Copos finos para agua a 6*000 a duzia.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Ctia perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 1,000 rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo.ooo rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,000 rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e Io,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisirdes
Damos, Crme de Noyau, Eau de veede
dant- c, Crome de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau d'ora l.ooo rs.
a garrafa e lo,ooo a caixa com 1 duzia"
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra e 6,000 rs. a caixa com 1 arroba,
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei"
ros de Lisboa a 600 rs. a Ubra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
c l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, cm barril,
a 64o rs. a garrafa, em porcao ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, c 12,ooors. o gigo,
com 1 duzia.
! Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3:2oo rs. a
caixa.
Massa de tomates a 610 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 500 rs. a ubra.
Massa estrellinha para sopa a5oo rs. a libra.
Macarrao, aletria e talharim a 48o r. I '-
bra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. ofeHM>.
Passas a 4oo rs. a libra.
Palitos para dentes a 180 rs. o mass>.
Phosphoros do gaz a 2*500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 2* e
2*500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a 3<), 560.
600 e 640 rs. a garrafa, e 5*500. *#
6*500 a duzia.
Dita em barril por 4*, c 2iO rs. I gaiTato.
Cevada a2iOrs. a libra.
Saidinha de Nanles a 360 e 400 rs. 3 tal.
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermaoch: dogazal,2no r. a
libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 4*00.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Bitas de composiro a 360 e 380 rs. a hra.
Vinho do Porto, caada a 5*.'00, garraia a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 4* e a garrafa a 500
rs.
Dito Figueira, canada a 3,5840 e a garraU a
480 rs.
Dito dita superior, aada a 4-> a carrafa
a 500 rs.
Dito Estreilo, canada a 3*200 e a ?m rifa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garr.f
Vinagre de Lisboa em garraGVs d<- 3 c.i ra-
fas por 1*400.
Dito em auada a 2*. e a 260 rs. a garr*.
Vinho do Porto em garrafoes de 5 c.irrafas
por 2*500.
Dito dito engarrafad" a I* e 1*200.
Dito lagrimas do Douro a 1*400 a garrafa.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a garrafa,
e 5* a canada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, a .1 '*y.*X>
a canada.
Velas de spermacet superiores, a 600 64o,
680 e^7oo rs. o masso.
dem dt\ carnauba e composico, a 32o, 36o
e 4oo rs. a Ubra, e de lo,ooo a U,5oors.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1,00o
rs. a ancoreta do Porto, e 1,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Previne-se ao respcitavel publico que todos os gneros cima so de boa if jaJn
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciatl>.
Fl \ II AO A AURORA.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperi". *
!tinua-sea executar coma maior presteza e perfeico encommenda? de toda a qoMMi
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canoa de todos os systemas e tamar:!
Machinas de vapor de diversas qualidade;
Taixas fundidas e batidas.
Crivos c bocas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Bodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechaspara barcos, etc.. etc., tudo por preco que bem cornada.
Fructas em caldas de todas as quadades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a Ubra, e l,6oo rs. a caixa
com 8 Ubras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carr&o e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a ioo, 5oo, 600,800
e l,ooo rs. ocaixo.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,ioo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas quadades a
l,2oors. a lata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
multo nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,000, 5,5oo e 11,000 rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oors.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 600 a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
CeboUas, o mSlbo a Ooo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a libra.
AGENCIA
FUNLICAO DE LOW-MOOB.
lina da Senzalla nova n. 12.
Neste eslabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos. ^________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.____________
. ilua da Senzalla 11 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patentlnglez. _____
AOS SRS. CONSUMIDORES DE I.AZ.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, w
vende gaz liquido ameritano prMH quatV-
dade a retalho a 12* a lata de 3 gain, Wh
sim como latas de 10 e de 3 gan
em porcao mais barato que em oi.li ,1 iobV
quer parte. "_______
PAPEL
de cores para lista de eleUre
A agiiia branca suppoe tiu? nao flg nal em dte
reccr aos athletas uns pocotes rom S&t Mha fc*
oapul de corea, que pode servir optimaiti. Me para,
listas de eleilores, e tanto melhor por cu>tar cuto,
pacote o diminuto preco de i500. e ser caala na
de urna s cor, o que dinVil de encontrar a ar>
ser na ra do Queimado. toja d'apuia hraaea n. I
Na mesma loja tambem ha de oatras
branco e azul, assim como anvelopcs.
GAZ.
No armaiem de louca da porta larga, ra larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com 5 galdes de
gaz a I8, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em conta; garante-se a qualidade.
Vende-sc na ra dos Guararapes n. 28, um
bom escravo proprio para o servico de armazem
ou de sitio, 4 carros de carregar gneros, cm bom
uso, um terreno com 102 palmus de frente c 3
de rundo, com porto de embarque,
do Brum.
situado na ra
Cola da Baha
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
do, no seu escriptorio, ra da Cruz n. i.
vedo
Vinho do Porto superior.
Vende-se em caixas de urna duzia : no escripto-
rio de Antonio Luiz Oliveira Azevedo A C.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra daadeia do Recife n. 26, para
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortinwnto de.al-!^^I5^e0^SS0!^
fazemas, cominhos, pimenta, ero-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enxo- .legimos, e se vendem a pre?o mais barato do qu
fre e outros muito gneros, os qnaes vendemos pelos precos mais baratos possiveis. 1 outra qualquer parte.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior ipai 1
de: no armazem de Tasso Irmaos, ra dr
Amorim n. 35.
Admire as lias barata*.
Superiores liias de cores de quadrinb a e
lisas, Gngindo sedinhas de duas larjjnB.
pelo baratissimo preco de 50i rs. o cosi-
do : na loja das columnas roa do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vascoocellos 6 C.
ESCRAVOS FGIDOS.
Eserava ftiglda.
Da travessa de S. Jos n. 2S,
Mara, natural do Congo, ida*
tem signacs muito visiveis e '
arrasta bastante os pi, jy
chale encarnado moiio TeD%.
ella acontada em Apioocos, Ouaa
ga-se pois as antondaaes
campo ou qnakraer peaaoa fOfca
e levem-na a casa cima que Ara
rwmteuf. %
estra.a
o


1II FGVFI 1


^cr
.**
blaro de Pcraaibw Qnlnta Ir ira 1S de Agosto de tH&.
as faz ccrtamcnlc que nao podo competir a facul-
dade de julgar quaes os casos era que a pnnirao
da lei deve ser applieada, porque isso soria confun-
dir altribuicoes que por araor da ordem devem d$-
tinguir-se. Qual ser, pois, esse outro poder que
se incumbe da tarefa de julgar, senao o poder ju-
dicrfo?
a expiado pela falta commetlida. Cora quanto
Belirae achasse boas as opnioos destes Ilustrados
escriptores e reuuindo-as formasse deltas a sua
opiniao, todava peusamos que Belime nao cons-
guiu o fim aoqual se propuuha.
A rehabilitnoao da moral do culpado e a expia-
cao pela falta commettida, sao con enfilo resulta-
LITTERATURA
DIREITO ECCLESIASnCO.
Como os poderes legislativo e
judieiarQ tambera sao de com-
])ctencia occelesiastioa.
O k'iiiom. pela aa natureza finita, nao pode dei-
xar de patcntcar em todos os seos actos o cunho!
da iniporfeiciio que o distingue de sen Creador.
i I do a sociaUlidade por uin penlior natural. conramos estas palavras: Porque pareceu bom ao segUranca ,)os asados c que a sua apphcaco im-
clle prora deslarta realisar o fin de sua nata-1 Espirito-Santo e a nos nao vos impr mais encar- ^ um exempi0 ,ja(io sociedade.
A primitiva enrejadoutrinante o exerceu e mui- dos cer,osdapenalidadc, mas nao as orneas razoes
tas sao as passagens das Sagradas Escripturas que \ de sua applicaeao. Nao basta que p.eulpadu expe
< r.l... HHn,.nnllMn r. >>.. n luknn cal* Inri mn! ,1..
i o attestam.
No v. 28 do cap. lo dos Actos dos Apostlos cn-
a falla commettida e que a pena seja um meio de
defesa para a sociedade, preciso ainda mais, co-
mo disse alguem.que um dos scus cffeitos seja a
cuntido o conhecitnenlo do hometn mtural,
epor consequencia a verdadeira philoso-
E' por isso que S Thomaz, nSo se
contentando com tratar della debaixo do
ponto de vista gcral. a saber, que toda alma
raa. sempre um, por que as ditas almas
seacham em um corpo ; do.mesmo modo
que urna bibliotecas chama urna, nao obs-
tante os muitos voltimes que conten., pela
razao de que estes se acliam em um lugar ?
forma nica de seu corpo, rolla de novo Mas nao vedes. que a comparado nada pro-
mestna qaesto com particular firmeza,' va, nem explica, visto que urna biblioteca
combatendo com incomparavel forc de ra- o continente dos livros, quando o corpo
ciocinio a grande heresia da pluralidade ds no o d'alma ?
almas no hornera.
Neste lugar aposentaremos um resumo
da discuasSo do sublime doulor.
E' a alma que era sua qualidade de
forma substancial conta reunidos os diver-
sos elementos de que se compe o corpo
reza, pois que o isolamento nad encontrara as van- gos do que os necessarios, que sao estes, etc.
tagens que a rommtinho proporciona. Desde lo-
Jesus Cliristo pronretteu a seus discpulos que
go, porem, se faz sentir a necessidade de urna or- havia de eslar com ejles todos os dias at a con-
ma .-gendj por onde a sociedade paute as suas ac-
edes para o desojado effeito da conformidade entre
i summacao dos seculos. Elle pois nao poda inspi-
rar-lhes alguma cousa qne nao fosse justa. Os
?VJZL '"'"a" t Um R0Vern Pa,'a bS,ar' Postlos assumiram a autoridade judiara porque
,1* r,21 3 ,ranSPr a CSphera Sm havia parecido bom ao Kspiilo-San.o e a el-
ue a razao Ihe traca. ,, .....
les, nao porque Ibes faltasse um fundamento Iegiti-
- kmo t assim pois, se tal poder era legtimamente
i transpor a esphera
a razao me traca.
A missao que a propria natureza das cousa? pa
rece designar ao governo assaz melindrosa. O exerrido pelos discpulos do Dvino-Mestre, segue-
fim social o nico alvo que elle deve mirar, os se que igualmente compele aos. seus secessores,
meios porm de consegui-lo diversificara na pratice porque Elle. disse que a sua egreja durara al
conforme sao diversos os objectos sobre os quaes consummacao dos seculos.
prt i iso que a sua aceao se faca sentir.
I to posto, vejamos
oes.
as suas primordiaes mani-
A sociedade humana, por mais variados que se-
jam os modos da aceao governamental nella exis-
tente, nao mais do que o reflexo das individuali-
dades que a compoem; assim pois. aos diversos
phenomenos do mundo interior devem correspon-
der outros que lhe sejam parallelos no mundo ex-
terno.
na sociedade um poder, que respeitando as
dea.- fundanientaes da consciencia humana, tem
poi missio proporcionadnos os meios de que ca-
Se pois egreja assiste o poder de julgar os- ca-
sos de violceo de seus prceeitos claro que ella
punindo exerce urna attribuirao legitima, atlribui-
cjto esta que faz parte do poder judrcrario.
A egreja concentrando suas forgas para o fim da
salvacao la humanidade, assim como carece dos
meios aptos para o sen desidertum, deve destruir
os bices que ovelhas desgarradas do refeanho do
Senhor lhe possam offerecer, o contrario dsso se-
ra o mesmo que tornar milla a aceao benfica de
um poder sublime.
Seria nulla a aceao eeclesiastca porque se o
homens vissem passar impunes as- faltas-commet-
arrastar |>elo vicio erigrodo a vontade pela sua-lei,
o que traria em resultado completa desordenr do
organismo social.
A egreja, com o fim de conseguir a salvacao dft
humanidade tem estabelectdo- certas normas rjue
lhe pareceram boas ; preciso que aquelles qe
dizem estar no seu gremio respeitem as normas da
egreja, porque sao as nicas capazes da proporcio-
nar-lhes a posse do supremo bem, e qne portante
com ellas conformen as suas accocs pois s dessa
conformidade resultac a felicidade dos liis e a paz e
ordem necessarias para que os successores dos
apostlos realisem a sua missao.
Se alguem vier afastar-se do- trilho que o deve
conduzir a una eternidade feliz, que maio empre-
garao os pastores do rebanho do Senhor; para fazer
voltar a ovelha, seniio a pena ?
A perturbacao da ordem social succedera a paz,
a impossibilidade que por essa forma se achava
reduzida a egreja de continuar a sua missao ser
destruida, c o delinquente urna vez advertido nao
trilhar mais o caminho do erro.
recen) para seu completo desenvolvimento, ronfor- |i(iasconlra a ereja, elles fcilmente se deixariam
me a diversidade dos tempos e lugares; um poder,
que, na phrase de um bpsileiro illustre, conio
que o Creador que communica a vida, imprime sua
saLcdoria, dirige as forcas e movimentos sociaes,
todas as relacoes e variados interesses do estado e
dos individuos; o poder legislativo.
las, maneira da razao individual, que carece
da aeco volitiva para realidade de seus dctames,
o poder social pensante carece de um braco que
execute : este um complemento daquelle, como
tai subordinado ao priraeiro c pela sua razao de
a foi chamado executivo. A reuniao de ambos
as maos de umas Individualidadeaccarretariaos
graves inconvenientes do absolutismo -, por esla
r: "o que se encontram sempre separados.
Tan no euetamenle os principios sobre os quaes
rej usa a sociedade eeclesiastca. Esta, assim co-
. a sociedade civil, tem a sua origem no princi-
pio motor de todas as cousas, a influencia porm
que tal principio exerce sobre a primaba sem
dovida mais directa do que sobre a sociedade civil.
Se visamos os fins que ellas tem em vista, notare-
mos que a sociedade civil como reflexo das indivi-
dualidades deve conler tantos organismos quantas
fCr m as cathegorias da razao humana, ao passo
que a sociedade eeclesiastca como emanacao di-
r i 3a vontade de Dcus s se oecupa da vida pro-
i menta espiritual, aquella das cousas terrestres,
esto do servido de Deus.
.sus Christo, disse a seus apostlos, como ve-
llos vs. 18, 19 c 20 do Evangelho de S. Ma-
theus cap. 28 : Tem-sc-me dado todo o poder no
cu e na trra : de pois c ensinae ;i todas as gen-
doEspirito-Santo, ensinando-as a observar tosas as
COOSas que v.istenho mandado, e estac certos de
qur- eu estou comvosco todos os dias at a consm-
ela cjo dos seculos.
Estas palavras de Jess Christo, dilas aos depo-
sitarios de sua doutrna. transmittindo-lhes o poder
de que se achava revestido no cu e na tena, dis-
pensamqnalqoer commwitario que pudessemos fa-
r em favor da sanlidade da missao eeclesiastca
e do que levamos dito sobre a relacao immediata
do Creador e da egreja.
na sociedade fundada por Cinglo, com o fira
lem em vista a sociedade eeclesiastca, qual
o da salvacao da humanidade, nao pode carecer
dos meios que a tomeraapta para a concecussao do
. -rao.
O que seria da egreja se as leis que promulga
nao fossem susceptiveis de execucao? Oque seria
di razao sem o braco que executasse os seus dc-
lamea ?
\s leis, dizem todos, conten alera da parte dis-
I tira 011 propramente legislativa, urna outraque
nomina sanc-itva ou punitiva. Ao poder que
Esla a nocao genrica da pena. Consideran-
do porm a natureza de tal motivo, veremos que
elle um mal que a lei iinpo aquelles que dev
presarcm as suas disposicocs, um obstculo aos
desregramentos da vontade desenfreada dos indi-
viduos, mas um mal ou obstculo que concorre
para que o individuo deixe o estado anormal ao
qual ficoo reduzido pela transgressao das suas
obrigagoes, e que eonvm para a distimrSo entro
as boas e as ms accoes.
A pena que o delinquente solfre nao mar do
que urna consequencia da transgressao que elle
eommetteu dos preceitos da egreja, um mal que
est ligado pratica de umaaceo injusta.
Temos pois que Gmciner dcnindo a pena: o
mal que se liga aceao injusta eomo motivo de a
nao praficar, f-lo com muito acert, pois que sa-
bendo o individueque de urna acra injusla pade-
r rcsnltar-lhe um mal, enlmente que a nao p?a-
liear.
Aquelles que deflnem a pena : malum pussionh
ob malo actionis, nao abrangem com a sua deQni-
cactodo o definido, porquanto a-pena nao 6 semen-
t o mal que o delinquente soffre em razao do mal
que causou, mas tambem o motivo que o- afasta
da pratica de accoes injustas.
Lequeux detiniu a pena dedous modos, emura
sentido lato e outro restricto. Sob oprimeiro pon-
to de yista, disse elle que a pena a -.'tosi, qua
rindicat ifuod qui commtsit; sob o segundo ponto
de vista : est delictonm eeercilio, induca ad disci-
plina pubOccv emendalionein.
Ambas estas definicoes sao inaceitaveis. A pri-
meira porque attribue pena urna natureza vindi-
cativa, o que repugnacom es caracteres a egreja,
com a santidade que a reveste, e com ainspiraco-
do Espirito Santo.
Alm distotemos que a egreja nflngindo a pe-
na nunca pode faze-lo animada pelo desojo de vn-
gaivse do mal causado, mas sim com o filo de
emendar o delinquente, de restitui-lo comrau-
nhao dos fiis puro de mancha, c de dar um ejem-
plo aos homens.
tambem inaceitavel a segunda deaieao- por-
que cHa encerra sment urna das razoes qoe de-
terminara a applicacae' da pena e nao abrange o
todo definido.
Concluimos pois que a definicaO de Gmoiner
eom effeito a intlhor.
Observaremos anda que nao sao incompativeis
PlalHo, diz elle, admittia a existencia de' fazendo delles ujjatodo, este corpo e nao
differentes-almas em um s e mesmo lio-foutro. Ora, se nao 6 o corpo que contem
mera, almas estas que sendo distinctas oc- j a alma nica, qual ser enlo o principio
cupavara diversos orgSos do corpo, sendo que ha de conter as vossas tres almas de
principios differentcs das diversas operacoes modo que forraem um touo, o homem ?
da vida.

Assim que elle collocava a forca ou .
alma nutritiva no ligado, a sensitiva no co- corpo, contendo em si tres diflerentes al-
rac3o e a cognoscitiva no cerebro; doutri- mas, basta para que cada homem seja um
na esta que fot combatida por Aristteles individuo, visto que nao o corpo um, que
que
Pelo que acabamos de allegar n3o se
pode pois dizer, que a unidade do mesmo
em seu Tratado d'alma.
unido as tres almas pode fazer o homem
um, mas pelo contrario a alma urna, que
A opiniao de Platao seria sustentavel. unida subslancialmente s diversas partes do
admitlindo-se a hypothesc com que esse' corp0j ||ies da a unidade suljstancial, fazen-
philosopho sonhou. a saber: Que a alma do delias nra s homem : Aristteles contra
esta unida ao corpo, nao como forma ma-' poienles diversas animas in corpore inqui-
teria, mas como motor ao mobil ; por que ril Quid contineat illas, id est, quid fa-
com effeito um s e mesmo mobil pode ser cial exeis mum ?- & mn pois dici quod
movido por dtfferentes motores-, principal- Waw mente quando estes o irapellem em dtrec- ls aniim continet corpus, et mil ipsum
coes diversas. Mas na hypothese segundo a we umm> qmm a converso.
qual a alma est" anida ao corpo como fr-H
ma, completamente absurdo admittir-se o segundo argumento de S. Thomaz,
em um s corpo mais de urna alma de dif- contra os qne admittem a pluraHdode das
ferente essencia, o que pde-se prorar com atras no homem, tambem tirado dosenso
tres razoes. I intimo e da crenga da humanidade, mani-
A priraeira, que com a hypotbese de' ******<> P;J raodo. Por ^e a mesma hu-
Platao nenhnm s^r artimado poderia ser \ an"dade d^" homem'
chamado, e era seria simplesmente um; pergUntae a qualquer pessoa, diz o
pois como seria um o ser animado leudo jo^or anglico, o que o honjem, eella
e qualquer composto vog reSponder sempre, de um modo mais
Foi com razao que o sabio Lacordair* chamou-a com a materia de qiw nos oceupamos, as-conside-
um mixto de misericordia e justica. : *H* ; pena considerado eni gi-ral.
A pena pois um motivo para a boa execucao- m cs|e escr1,|or que dous s5 os tog da pena;
dos preceitos divinos. Isto porm nao *^ *' immcdat0 U ^^^0 e outro final. Urna
(bordada humana, porque o homem, ente racional | Ua ^ ^ ^ ^^ % ^
e livre, nao fica peado na escolha que faz do bem ^^^ ^ ^^ ^.^. a ^ apphca.
ou do mal, mas apenas advertido de que este nao
o conduzir felicidade eterna ; nem de outro mo-
do poderia ser, pois do contrario nenhum meri to
teram suas aceces.
mens para a pratica do mal aeha na pena um cor-
rectivo efflcaz, que assaz concorre para qne os ho-
mens procurem sempre conformar-se cora as pres-
cripcoeS que lhe foram estabelecidas. A pena
pois o motivo, na phrase do Dr. Villela Tavares,
qne determina o ente racional conformar suas
aecoes com a le.
Bruekner attribuiu vinganca o motivo da pe-
nalidade, mas tal systema est to quera da civi-
lisaeao actual, que nngucm se animar sacu-
d r-lhe o p dessas pocas de barbaros emque
elle vigorou para aprcsenta-lo sociedade moder-
na. Com maiora de razao nao pode competir
urna sociedade dirigida por homens que obrara
sob a inspiracao do Espirito Santo.
A relgiao de Jess Christo sendo toda de paz e
harmona nao podia consentir que tal sentimento
fosse alimentado pelos discpulos do Senhor, os
propagadores da f, aquelles aos quaes elle havia
dito : estae cerlos que eu estarei comvosco todos os
dias at a consummacao dos seculos.
Tlatao e Romagnosi dram como base da pena,
aquelle a rohabilitacao da moral do culpado, este
da aceao injusla produz em priraeiro lugar o res-
tabelecimento da ordem social, que o fim inme-
diato, e em segundo lugar produz otofinal jjue
m,m^^L^^^m enTsi os'pre-
dicados lodo; qne temos mencionado.
Taes sao as ligeiras considerac&es que a epigr-
phe deste artigo nos suggeriu.
Lkdo Vega.
(Da Rttitta MenstU, deS. Paulo.)
O lalisuio jnlijado pela philosopbia christa, ou
refutafo da doutrna medica de Montpeflier,
pelo P. i. Ventora de llanura. Tradozido cora
urna introdcelo e notas pelo Dr. Jos Suriano
de Soma.
Corona NOffrum vivit per aiiimam.
(S. Thomaz.)
CAPITULO VII.
Otttra argumenta-cao de S. Tho-
maz, em favor da unicida-
de d'alma humana em par-
ticular. .
A qpestSo da unicidade d'alma humana
de um valor immenso, por que nella est
varias almas ? Todo
que simplesmente um, n5o o senao por
que WMM forma substancial lhe da o ser ;
sendo que a cousa que urna, o era virtu-
de do mesmo principio que a faz um ser :
onde ha pluralidade de forma, ha pluralida-
de de ser, e deixa de haver verdadeira ani-
dado >
E com effeito, por que razo, failan-
de>se, por exemplo, de uta homem que
tem differentes qualidades, se diz : EFIe_ i
branco, sabio, forte, & virtuoso, senao
por que elle lera esses differentes seres-, ou
differentes maneiras de ser? Ed'ondelhe
vera esses differentes seres, senao das diffe-
renles formas que modificara o seu ser ?
A ftJrma da hrancura d-Ihe o ser braocoi a
forma da scieneia ser sab, a forma da
for?a o ser forte, e a forma da virtude o
ser virtuoso.
c E' verdade que as formas que do ao
hornera aquellas differentes qualidades- uo
sao do genero do predicamento da substan-
cia,, mas do genero das qmdades, que se
referem aos accidentes, e por isso todos a-
quelles seres sao no homem puramente ac-
cidentes. Mas se nelle houvesse differentes
formas substanciaes, haveria tambem diver-
sos seres substanciaes, e por consequencia
sendo subslancialmente vario, jamis o ho-
mem seria um
a Se o homem fosse vivo por meio de
urna forma, a vegetativa, aum/au *?.
tra, a sensitiva, e racional por urna terceira,
.a iutelleciiva. seado e&las formas substan-
ciaes. e dando todas ellas vidas, ou seres
substancialmente differentes, elle teria tam-
bem tres seres substancialmente differentes,
e por consequencia nao seria, nem poderia
ser chamado pura e simplesmente um, o
que contrario a Knguagem, ao senso inti-
mo e crenca de toda a humanidade.
ou menos preciso: o nomem e mh ser ain-,
raadoque raciocina. E foi na escola da hu-
manidade que a-verdadeira philosopbia a-
prendeu a segu=nte definico : O hornera
um animal racional: Animal rationala
Se o homem trvesse tres almas, uma-tfe-
getatiw, outra sensitiva, e a terceira inlel-
lectiva, seguir-se-hiade duas cousas, urna ;
ou estas almas seriara todas formas subs-
tanciaes, e neste caso haveria-pluralidade
de sere6 e de simposios, e o homem nao
seria um, mas muitos, o que como acaba-
mos de ver absurdo : ou s urna das re-
feridas almas serta forma substancial, sen-
do as outras formas accidentaes.
Mas, tudo aquillo que se affirma de um
ser em virlude de formas accidentaes, s
conven ao mesmo ser de um modo tambem
accidental. E assim que, quando tratan-
do-se de um hornera, se diz que elle beflo;
grande, poderoso, como estas qualidades s
lhe convem era virtude das formas acciden-
taes da. belleza, de grandeza e do poder s
lhe pertencem tambem accidentalmente;
visto que, qur seja bello, ou feio, grande
ou pequeo, poderoso ou fraco, sempre o
mesmo homem. Assim tambem que. quan-
do tratando-se de urna superficie, se diz que
ella redonda, branca e polilla, estas qua-
lidades s lhe convem por accidente ; visto
a mesma superficie.
Isto posto, se s urna das su [.postas li-
mas do homem fosse forma substancial, sen-
do as outras accidentaes, tudo que se afir-
masse do mesmo homem, como resultado
destas ultimas formas, s lhe converia de
um modo accidental.
Em cada um dos tres precedentes,
errara groseramente qoera dizeae, qm o
homem por sua natureza e naencm ao
mesmo lempo um ser intellectiro, sensitiva
e vegetativo. Ora, o genero humano inlei-
ro afumando, erendo e sentindo intima-
monte que o homem absolutamente assm.
enganar-se-liia raiseravelmente, e viveria aa
mais incuravel das illusoes. E pelo con-
trario, s um punhado deespiritos la-
nos, orgulhosos e insensatos, que ignora todo.
ignorando a si proprio, achando-se eoa*x>
possesso pela man i a da philosopnar ( a a
instinclosda natureza, e das crenfas da hu-
manidade, diria a verdade: o qne to
absurdo que passa a ser ridiculo.
Curaprepois, necesariamente* admitir
que em virtude de urna s e mesma tbt-
ma, de urna s c mesma alma qnt se a
que o homem vegeta, sent e raciocina, w
gosa da vida vegetativa da planta, da sen
sitiva do bruto, e da intelleetiva do anjo.
pois que assim o admitte, er e confena o
genero humano.
O tereeiro argumento com qoe S. Tno-
mjsj prova, que o homem nao lena, nem
podo ter senao urna alma, tirado do qne
se passa no proprio homem.
Se tivessemos tres almas de modo mae
pela intelleetiva exercessemos exdostva-
mente os tres actos da vida do anjo, peta
sensitiva os tres actos da vida do broto, e
pela vegetativa os tres da vida da planta
poderiamos executar os actos proprins da
primeira dessas vidas sem o rneoor prsjao
dos actos proprios das outras. Sondo as
nossas tres almas tres formas, tres princi-
pios dependentes uro do outro nao pode-
riam desarranjar-se mutuamente no ejer-
cicio de saas respectivas aeces, assim can*..
nao se- desarranjam os trabalhadores que
em um mesmo estalreiro trabaiham cali
qual era"-seu servico. Mas observamos que
precisamente o contrario que atoalati oaa
nos.
Desde que nos entregamos todo, e aos
forca aos trabalhos da vida inleflectnal, tor-
namo-nos menos apios para os acta a en-
tras duas vidas ; alteram-so logo a ananas
funecoes digestivas, enfraquece-se a sanaa-
co, e acabamos por arruinar a nansa an-
de. Pelo contrario, os homens dado MR
trabalhos corporaes, oo aos praznres- tor-
nam-se incapazes para os trabalhos da aa-
telligenc'ta, e por isso. como haaia noiao
Aristteles, os homens fracos de corpn sao
fortes de espirito: MM carm bem op-
ios mente videmus. dn secund de ammai:
E S. Thomaz, citando estas palavras Je A-
ristoteles, disse tambem, que tanto mai>
fino e perfeito o sentido do tacto, mais -
inteligencia livre e perfeita : Qm s*i
ni ;nlinrK itl1rtmt
Assim arguraentava Aristteles con Ira a
pluralidade das almas no hornera inventada
por Platao.
Eis-aqui a argumentao de Aristteles
que S. Thomaz reproduz em con,firmaco da
verdade: Que a pluralidade das almas no
homem destre a unidade humana,
Se admitiir, diz elle, diversas almas no
homem deveis dizer-nos, por que meio se
unem as tres almas, de modo que formem
o que se chama, o homem. Diris tal vez,
que essa uniao se opera pelq, corpo, e que
o homem nao obstante ter mais de urna al-
*' ttf*4*SV
FOLHETIM.
CAIililKHOK
pon
MURU'IOS.WD.
irgnmla partr.
(Cordlivuiro don." ISt.)
NARRACO DE C\DANET.
Marcos Valjry chpgou com effeito a Constanlna
-em principios do rwz de julho. Sentou praca logo
em Pars aflm de nao arrepender-se da sua resolu-
Cao, segundo elle proprio affirmava. Incorporei-o
ao meu esquadrao, mas pouco servido fez nos pri-
meiros dias o pobre moco achava-se em tal situa-
(ao de espirito qoe custu-me muto a consola-lo
um pouco; nao obstante dizia-me sem cessar :
Nada ha que possa consolar-me : nunca me
t:e de esquecer de Margarida. Nao pensei que
nieu to fosse tao cruel'. E demais Margarida sem
cscrcver-mc! l-astimar-me-ha smente ? Essa jo-
\ ii. sahndo apenas do collcgio, saber o que
amar ? Teve-me affecao porque foi a primeira cou-
sa que encontrou no' seu caminho : um gato, um
i -aro qne me houvesse precedido gosaria dessa
i ena afeioao de menina. Einlim melhor que
me esnuea, soffrerei so, nada mais serei para el-
11___ Nao, nao pode ser : ellao meu nico pen-
samento I Oh I Essa amaidicoada fortuna ha de
ser sempre um obstculo insuperavel ? E.....se
Margarida amar a outro! Terei por ventura o di-
i i lo de queixar-me Fui um louco por acreditar
em tanta felicidade '.....
Marcos zurzia-me os ouvidos com estas e outras
I Hhiiia,;oes deum amante sem esperanzas, e cioso
da sua propria sombra.
Um da, em que o ouvi fallar em suicdar-se agas-
nobras como se dsso tvesse cuidado toda a vida.' to hoje urna dedcacao profunda e inattacavel. Em-
Esse mancebo que se julgava nascido para folhcar fim, amo-te, nao sci de que modo, mas sei que
livros, e engendrar catlogos, nascra antes para amo-te. Islo basta, nao ?.... Fizeste bem esco-
ser um bom soldado! O caso que tornou-sc um Ihendo a carreira das armas, contina, eu te espe-
excellentc spahi; em pouco lempo lHo chegar a rarei com resignacao e coragem. Disimgue-te,
sargento quartel-mestre. i mas poupa a vida, que me pctlence, e volta com
Via-o com prazer ir pouco a pouco serenando,. um bello posto, e urna bonita condccoracao I
at que tres mezes depois da sua entrada no corpo.........................................
recebeu noticias de madeinoiselle Desormes: j 7 de maio de 1851 poz-se em marcha para Mi-
entan tinha o espirito mais tranquillo, o seu carac- lah o corpo expedicionario, de que faziamos parte,
ter assumira antiga alegra, e o sou rosto deno- Iamos tentar a conquisto da Pequena-Kab\ lia, paz
tava essa expressao de firmeza que parece di-! montanhoso como a Suissa. O povo, que nos es-
zer: Serei alguma cousa ou suecumbirei na em- j perava bem armado no alto das suas inontanhas,
preza. nunca fra submettido nem lelos Romanos, nem
N'uma occasiao afflrmou-ine que nao desejava' pelos Vndalos, nem pelos Turcos, Nao era
fazer um papel intil entre nos, pois a sua am- j fcil caminharem dez mil homens sobre declivios
bico consista em ganhar as dragonas de offlcial. escarpados, expostos ao fogo de um inmigo dextro
Mstrou-me a carta, que recebera de sua amante,! e aggressivo, a deixarem rastos de sangue no
datada do mez do setenibro: em todas as phrases seu caminho.
respirava a sinceridade, em todas se va um balsa- No da 11, as quatro horas da manhaa, achanio-
mo consolador s chagas alienas no corceo do seu I nos em frente do inmigo: convnha desaloja-lo
querido. Fiquci estimando essa mo?a sem nunca' das suas posi<;5es altas, e apoderarmo-nos do desli-
t-la visto, s pelo bem que causava ao meu ami- ladeiro Menagel.
go. Todava ella tambem sofftera e soffria com a Deixemos fallar Marcos, que descrivia as suas
sua separacio: o pesar fizera-a cahir de cama; impresses sua querida prima poueos dias depois
mas teve a delicadeza de niio escrever a Marcos, desse combate :
seniio depois de restobelecida. Foi-lhe tambem t Um tiro de peca retumba nosares : osignal
precisa muita energa para oceultar de seu pac a do ataque. Bate-me o coracSo, nao de indo, mas
forca c a causa do seu mal. Eis um trecho de sua. nao sei porque estranha senscjio de prazer I A
carta : detonacao, que repercute de echo em echo as mon-
t Terrivel inquietocao me dominava depois da tanhas, fez-me lembrar das tres pancadas que se
tua partida, nenhuma s noticia recebi. Nao podia do no theatro antes de se levantar o panno:
crr que me houvesses esquecido, e mil desgracas para prevenir os espectadores de que vae comegar
se apresentavam de tropel ao meu pensamento.
Sendo assim, se, por exeraplo, se attri-
buisse s alma intelleetiva a honra de ser
forma substancial do Jioraem, este s seria
ser sensitivo e vegetativo por accidente, por
acaso, sendo por essencia um ser intellecti-
vo, isto um anjo. Se a mesma honra se
dsse s alma sensitiva, o homem s seria
um ser raccional e vegetativo por aect-
deitte, sendo por essencia um ser sensitivo,
isto um bruto. Finalmente, se a honra
de ser forma substancial do homem perten-
cesse alma vegetativa, elle s raciocinada
e sentira de um modo precario, accessorio
e facticio, nao sendo escencialmente seao
um ser vegetativo, isto urna planta.
Ip., q. 76, art. 3).
Semelhante a um corpo elstico, qne
quanto mais se estira, mas se encarta de-
pois, o homem nao pode entregar-se com
excesso aos actos da urna de suas vida sanio
costa dos das outras, e nem, como n r>
vclho proverbio, pode oceupar-se ao mesar-
tempo com os actos das suas tres vkbs se-
nao moderadamente, diminaindo a sua at-
tencao e aclividade quando as applica i diver-
sos objectos: Plurihus mnaa, or e*l
ad aagmw aaaa
Tudo isto prova pois evidentemente
concilio S. Thomaz, que o bornea nao oan
seno m virtude de um se mesmo prin-
cipio, de urna s e mesma forma, e qne
elle nao tem tres almas, mas urna s>, que
nelle ao mesmo tempo, intelleetiva, sensi-
tiva e vegetativa.
Nao dorma mais, e quando j ao amanhecer cerra
va um pouco as palpebras alquebrada de fadiga
era para vr-te ferido, morto! Oh I Um tal sonho
mortiflcava-me mais do que a insomnia! De dia
occullava-me para chorar, porque nao quera que
meu pae percebesse os meus pozares. Mais de urna
vez irritei-me com a sua indecisao; porm Deus
me ha de perdar essa falta, pois a tenho expiado
com as minhas dores. Fanny bem me advertiu,
quando confessei-lhc o meu amor por t, de que
meu pae nao consentira na nossa uno: nao a
quiz acreditar. Oh t Que vantagem para mim a
o drama.
t Cada qual corre ao seu posto: um volho sar-
gento de spahis, de bigodes grisalhos, a pelle tosta-
1a <\ r. nni* i-.nuti,'... .a -- -* _.. _. -...'1_.1
das, reuniam-se em batalhao. As espingardas se
incnam, fecho os olhos, e ouco o sybillar das ba-
las em torno de mim. A desordem est as nossas
tileiras : aqui cavallos que eorrem sem os caval-
leros, acola morios e feridos; uns morrem lasti-
mando-se, outros moriera praguejando. Aos nos-
sos gritos de angustia, de raiva, e de dr, os Ara-
bes respondem com descargas seguidas do you you
seu grito favorito de alegra.
Era medonho, e era ao mesmo tempo subli-
me I
Afante! Bradou-mo anda o velho sar-
gento.
Partimos como um raio, e penetramos na mas-
sa inimiga como duas cunhas de ferro n'uma arvo-
ro. As cutiladas choviam de todos os lados; jierdi
de vista o meu cantarada Alsaciano, e achc-me
s. De repente ouco una voz quo manda carregar
sobre o inimigo, bradando :
Avante soldados! Alacae bayonetas I
Um tiro doita o ineu ravallo por trra: levan-
to-me para combater a p; porm o inmigo fugia
j em debandada para as montanhas. O velho sar-
gento, como se quizesse tornar verdica a mnha
pmliccao, achava-se sem nariz I
Tal ro o primeiro combate em quo Marcos se
achou; era um verdadeiro javali, de cabeca baixa,
c derribando ludo quanto encontrara no -ou cami-
nho. Nao exagero uizendo que do seu braco cho-
viam goli.es e mais gol)Bes.
Nao intenso minha descrever essa campa-
nha. Supprimirei pois os dias seguintos, que se
passaram em escaramuzas para tratar do segundo
combate, em que Marcos so achou, e no qual foi
ferido.
toi-me seriamente eom elle, e o aecusei de ter urna riqueza, que me torna mais infeliz do que as pc-
.1'. Tm#. ti^ -___^ _-^a-j^;^_ K*ao n*atn**c Ate nr,ccoc torrflfi l TrrtTnri lo lina
nla fixa, e nao amor verdadeiro.
J que queres morrer, lhe disse, sem pensa-
bres pastoras das nossas trras I Trocara de boa
vontade a mnha condiccao pela de urna dolas: ao
t a mal que assim causas ao teu amigo, sirva ao menos poderia amar a quem quizesse, e estou cer-
ninos a tua morto de proveito ao paiz! Lembra- ta de que com os meus vestidos grosseiros nao te
te que me prometate nao acabar com infamia : agradara menos do que te agrado com as sedas
aprende a manejar as armas, para que nao paguem que possno! >
os outros pelo teu desaso, que juro fornecer-te em Em urna outra carta, escripta depois da resposta
11 eve a occasiao que procuras.
Contesso que tratei o mal; mandei-o para o
quartel recommendando a um velho sargento,
meu camarada, que tivesse sempre os- olhos
nelle. *
de Marcos, madamoisclle Margarida se expressava
assioj :
t Que alegra, que felicidade causou-me a leiuv
ra da tua carta Oh I Marcos, meu querido Mar
A* 19 de maio a tribu dos BenWAmram oceupou
da, c o nariz parit ao meio por ma cuidada,' o cirao das montanhas. Em quanto a infamara
me olha de revs, e assim me diz com um accento galgava a inminencia para o assalto, a (avallara
alsaciano muito pronunciado : | tomou posicao esquerda, e, commandada pelo
Camarada, aqui trata-se de marchar em coronel Bouscarcn, executa urna carga brilhanto,
linha recta: se te desvias urna polegada, olha, ves e destroca o inmigo. Esse da foi decisivo, e pa-
isto .'----- um momento..... I recia o termo da campanha; mas no da seguinte,
t E mostrava-me a ponto do seu sabr. Respon- s seis horas da manhaa, o desflladeiro de Mta-el-
di-lhe logo: I Missia, por onde tinhamos de passar, achou-se lt-
Basta camarada; se qur quo lhe cortera o teralmente coberto de bournus brancos.
reslo do nariz, sga-me. | Os Kabjlas haviam jurado nao nos deixarem
Veremos, veremos isto, meu rapazto. A- passar mais alem, e nos do nosso lado s queria-
fante! mos avancar. Toda a cavallaria, spahis e ca^ado-
Os clarins resavam; as descargas comecam. res d'frica, foi enviada por caminhos quasi in-
l'ai timos galope, as balas sibillvam-me nos ou- transitaveis, trilhos de cabra por entre profundos
vdos, e eu abaixava a cabeca involuntariamente, despenhadeiros. Encontramos os rabes no cimo
< Nao tenbas mudo I bradava-me o velho da moutanha, e em quanto a infamara os carrega-
sargento. Estas malditas balas nao fazem senao va de frente, nos os attacava-mos pelo flanco para
baruiho; nao preciso seres too cortez I lanca-los n'um precipicio de frsenlos metros.
- Os tiros partiam de todos os lados, os meas O combate foi rendido. Levado por um ardor
companheiros cahiam ao redor de mim, Perdido inexplicavel, e pela sede de sangue, Marcos affas-
no meio do fumo e do p, j nada mais va, era le- tou-se do seu esquadro e mais quatro spahis em
vado pelo cavallo, e nem mesmo procurava suster- perseguicao dos fugitivos : estes porem, notando
cheguei a tempo de prevenir que os tres spahis ti-
vessem a cabeca cortada, c o proprio Marcos recc-
besse na sua um golpe de flissa (sabr dos Kaby-
las).
O meu amigo eslava nao obstante radiante de
alegra, e mostrava-me um estandarte que lomara
ao inmigo.
Os golpes na cabeca, dizia elle, ou matara
logo, ou nada produzem : e una vez que nao es-
tou morto, me hei de restabelecer mu depressa.
Mandei-o transportar para a minha tunda : o ci-
rurgio declarou que era grave a ferida, e depois
de fcito o curativo recommendou (pie deixassemos
o doento repousar; mas quo o desperlassemos no
caso de que elle soffresse algum pesadelo ou aluci-
naco.
Ete phonomeno produzu-sc bem depressa -, e
se aqui registro as palavras, que escaparan) ao
meu amigo no seu delirio, sement com o fim do
mostrar que o sentimento da preexistencia, e da
existencia futura, lornara-se para elle urna crenca
inabalavel.
Sim, sim, dizia elle: tenho existido em toda
a antiijnhade...desde o dia em que se oiniu o pri-
meiro (jrito...Sasci do proprio Tkus...TenJto trans-
migrado em cem existencias.
Os seus olhos fixos e luzentes, assim como o
timbre da sua voz me assustaram : perguntei-lhe
se me nao conheca.
Conheco; s filho do combate.
Porque me chamas assim t
Kad-Aneith ou o filho do combate, nao tudo
a mesma cousa ? Perdeste acaso a memoria ? Olha,
prosegua elle apuntando para as salicncias azula-
das do atlas que se viam pela abertura da tenda :
ali esto os Alpes com os scus cimos esbranquica-
dos I...E' preciso dar o signal...os guerreiros de ca-
bellos compridos tem sede de combate...retumban
no ar os seus gritos selvagens...e a trra estreme-
ce sob os ps aos nossos cavallos...Ah vem o ini-
migo...ei-lo L.Prantos e sangue I...E depois ferido...
ferido na cabeca (...Pobre Kad-Aneith I
Tentei chama-lo ao uso da rasao, e disse-lhe :
Estaes sonhando I Nao sou eu o ferido.
Nao estou sonhando : as minhas recordaews
sao confusas tolvez, mas lembro-mc assim mes-
mo t Crejo que tenho febre, a cabeca de-me hor-
rivelmente. De que serve soffrer tanto para dei-
xar o mundo ? Nao padec dores como estas na
ultima vez que morri I..JDiz-me, nao verdade es-
tar ali a um canto um cao preto ?
Nao : ali est o meu bournus.
Estou vendo o teu bournus, e vejo tambem o
cao...E' estranha semelhanca que tem com o do
pao Carnat I...E esto raulher, que est a teu lado
nao 6 Margarida ?...Nao, nao ...j conheci...es
i me esqueci de ti; a tua ausencia ser-1 lhe a carreira. Ouvi mil gritos selvagens, e divi- que s tinham de haver-se com tao pequeo nu-
' o meu araor, e se prin- sei na minha frente quinhentos a seiscentos Kaby- mero, voltoram a face, e os cercaran). Corri em
Doas mezez depois Marcos monta va perfeitamen- va'para augmentar mais
t: a eavallo, maneiava oaAbre, e fazia todas > ma-. cipio senta por ti smente um doce atlractlvo, sin- las, que, armado? de espingardas e compridas espa-, soccorro delles com o meu esquadrio, mas nao
pera..
aconteceu...Oh! morro de sede! Nao era aanau
da outra rez '....
Um dos meus spahis por noroe Kadoor, fimo *
deserto, c que se achava de seaneila porta da
tenda, entrometteu-se no nosso dilogos e me dtmt
na sua algaravia serai-arabe c semi-franma qw
nao dsse agua ao ferido, que monvria. Ativvea
se mesmo a criticar o curativo do cirurgio. e f-
fereceu-sc para curar Marcos; roas eu na lato
conlianca nos conhecimeulos mdicos de Katloor
e ti-lo tornar ao seu posto.
Os softrimentos de Marcos se agfravavam : a
delirava mais, porem gema ilnlnrimifH anav-
tando a cabeca com ambas as mos.
Cadanei. meu an.i:., sinto que ^ou morrer
dirs a Margarida que a amei mais d>> qoe mi-
nha vida, pois foi por ella que a sarrifiqa. A-f
fro milito! exelamou a final arrancando o atoar
lho que lhe cingia a cabeca.
O cirurgio; que niandei clamar a toda a pre-
sa, cntrou na tonda, poz-lhe a do na testa, exa
minou-lhe o olhar, e voltando-se para mim. dhee
Esla perdido: nada mais me resta f.a7-r
E rctirou-se. ( meu pobre amigo rtiamnom
com una voz fraca o sumida.
Bem ves, me aa .-He, qoe eia roa man-
do para mim ueste mundo V..Agora tara a aere
grinar algures...Corta um punhado das ateas ra
bellos, e leva-os a Margarida. Abrceme aa.
adeus at...tornarmo-nos a ver !...
Marcos deixou-se cahir para traz: jatean
morto, c entreguei-me f minha dr. Qoaado *
vantei a cabera vi Kadour cortando o* cama d>
Marcos, estendido sem selWido*.
O qne fazes ? bradei.
Allah grande! responden elle. Eo laai
bem sou tebib (medico K Cirorgiao t ve aaa sa
ber nada...Marcos nao morre...Deixa-me rom
elle.
A esperanca de slvalo nao eslava perdida *
todo. Agarrei-me wm energa a este aeaMmea
to, e era o primeiro excitar a actividad t fia-
dour. _
O rabe trouxe urna gamella, em ejne mnamv
vam nao sei que plantas aromatiras: dmaei de
ter banhado bem a cabeca do enferme ea
cosimento, fez das mesmas plantas aa
ma que lhe applicou. e finalmeole eam o i
xilio deitou'lhe pela gula abaixo ama porra* *>
ingredionte que fkara na garoelto.
lasados alguns minutos -
com ar satisfeito, e disse :
Allah o restilue a nos f
E foi prostrar-se entraa a tena eom o n
to virado para o Oriente, alta de orar e
gracas ao seu Dcus
nana
Madamoiselle Desormes nao pode chegar at
aqui, demais nao ha ao p de mim pessoa algu-
ma.
Tem razao; nada disto acontece boje; mas


PERNAMBUCO.TYP. DE H F. F. FIA>

~1 II Ff\/FI


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