Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10162


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Full Text
HP^5*
f
ir
AMO XXXIX HUERO 182.
Por tres mezes adiantados
Por Ires mezes vencidos .
5S000
6SO00

TERCA FEIRA D DE AGOSTO DE 1863
Por anuo adan lado..... \ 9 $000
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCO XO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aloxandrino de Lima;
Natal, e Sr. Antonio Marques da Silva Araratv. O
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Ohveira: Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheirq A C.; A-
mazonas. o Sr. Jeronyiuo da Costa.
|
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPT.AO NO SIL
Alagas, o Sr. Claudino Falrao Dias; Bahia. o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, os Sis. IV
ivir Martin.- A Oasparino.______________
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
6 Quarto ming. as O h., 40 m. e L4 s. da m.
PARTDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cal>o e Escada todos os dias.
Iguarassii'. Goyanna e l'arahyba as segundas e
Samo Ani3o.aGravat. Bezerros, Bonito, Caruaru\|i* *-ua nova as 1<>n> 37m- e '* ">
Altinlio e Garanhuns as ten-as feiras. 22 Quarto cresc. as 2 h-, M m. e38 s. da ni.
Pao d'Allio. Nazarcth, Limoeiro' Brcjo, Pesqueira, 28 La cheia as 5 h.. 19 m. c 56 s. da t.
Ingazeira, Flores, Villa Bolla, Taearatu", Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exti' as quartas feiras.
Serinbaein, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Hha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partero ao '/, din.
PFtEAiiAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEMOS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte ale
3" n?}\ a 7e22 de cada mez; para Fernando nos
das 14 dos mezes de jan. man-., maio.jul. set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Pan o Recife : do Apipos as 6 i/2, 7, 7 '/,. 8 e
8 '/ da m.; deslinda as 8 da ni. c 6 da larde : de
Jalioatao s 6 Ca-xang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : pra o Apipncos as 3 '/,. 4. 4 >/,. 4 />.
, 5"A, 5 ViB'O da tarde;- para Olinda as 7da
manilla e 4 '/j da tarde ; para Jaboatao s 4 da tar-.,
de; para Caehang e Varzea s 4 '/, da tarde; para Segunda var.
BemhcMs 4 da tarde. da tardt
AUDIFJ N'CIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eormnereio: segundas e quintas.
Kclacao: tercas o sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta? s 10 horas.
Juizo do ea ninercio: segundas s 11 horas.
Dito de or* lios: torras e sextas s 10 lloras.
Piimeira va ra do civel : tereas e sextas ao meio
dia.
a do eivet: quartas e sabbades a i hora
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA IIZIMH.
veniente retocar alguns pontos do regulatnento de Esta deliberara), porni, em meu conceito, nao
26 ile dezemhro de 1860, a iim de obter-se me-! fez mais do que substituir um mal por outro ; abo-
' Ihoramento no sen svstema de arrecadaeao e algum lir urna lei defeiluosa e injusta para reslabelccer
augmento de- receita para o estado sem vexame dos outra, eujos inconvenientes tinham sido reconheci-
eontribuintes.
As alleracoes,
porm, mais necessarias nao as
Relatorio do ministerio da fazenda, que devia ser ft^0 realizar, vista da resoluto n.
ti.r..i.ni^ .__ki iii.- i L14'J do 21 de setembrode 18bl. que nao permit-
apresentaaa ahserablea geral legislativa pelo te augmentar as laxas do referido rcgulamcnto,
respectivo ministro o E\m. Sr. marquez de
Atirantes.
(Continuarao)
NAVEGARA O.
Navegacao de longo curso.O quadro n.
nem eslend-las a objeetos novos.
dos e solemnemente manifestados no longo espaco
de 27 annos.
Os impostos sobre os actos judiciaes existem sem
duvida em outros paizes, e em certas |>ocas prin-
cipalmente constituiram fontes abundantes de re-
ceita. Mas elles tem sido gradualmente modifiea-
i-liii
DUS DA SEMANA
10. Segunda. S. Louronco diac. m.
11. Terca. Ss. Tibnrcio Suzana nmi.
2. Quarta. S. Clara v. f.. s. Aniceto m.
II. Quinta. Ss. Ihpolito e fjssianomni
14. Sexta. S. Euzebio presb ; S. DemetiR. m
!> Sabbado. c{s Assumpcao de N. Senlcra
16. Domingo. S. Joaquim" pae de N. Senhora
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da prara da Ind.-p.-iki-iif ,
ns. 6 e 8, dos propietarios Manotl Figu.-ir
Faria & Filho.
vos e velaos e de chancellara, do patenli^ da guar-
da nacional, de joias das ordens honoiificas, de
emolumentos e de dizima de chancellara, eomo vos
indico em outro lugar deste relatorio.
0 s) sienta tributario de um paiz deve sem duvi-
da arompanhar em sua marcha e desenvelvniento
as transforniaooes da riqueza publica; a multipli-
cidade dos impostos, en* urna justa medida, (-
pois urna necessidade indeclinaveL de todaa naeao
rica e prospera, jiorque por esse meio que, se cn-
42.523 pessoas de cquipagem.
O termo medio dos entrados nos annos de 1856 '
61 foi de 2,957 navios com 935,801 toneladas e
P.2,938 pessoas de tripolacao, e dos saludos no mes- i ciarem.
tno periodo de 2,735 navios lotando 976,604 tonela- As ca
das e 31.763 pessoas de equipagem.
O anno de 18611862, comparado com o de 1860
1861, mostra nos entrados urna diminuicao de
277 navios e 65,521 toneladas, e o augmento de
4,151 pessoas de tripolacao, e em relaejao aos sa-
hidos 158 navios de menos, e 2,822 toneladas e
". 121 pessoas de cquipagem para mais.
Igual comparacao feita com o termo medio ci-
ma mencionado, apresenta nos navios entrados
una diminuicao de 195 e augmento de 5.443 to-
neladas e 10,323 pessoas de equipagem, e nos sa-
ludos urna diminuicao de 146 navios e um aug-
mento de 75,927 toneladas c 10.760.possoas de cqui-
pagem.
O seguate quadro mostra a parte que neta na-
vegado tere a bandeira nacional
E, comquanto seja "este um imposto dos mais pro- dos, e nao foram i suprimidos em alguns estados, segu augmentar os recursos dos governo e satis-
ductivos. e de mais fcil ampliaco, deseja o gover- pela difficuldade de encontrarcm equivalentes rom fazer aynecessidades progressivas do senvico pu-
no proceder nessas modifica(;5es com toda a mode- que possam fazer face s despezas da ordem judi- buco e as da civilisacao.
ragao, nao dando justos motivos de receios, ou de ciaria. Mas fra desvio destes principios accumular m-
futuras queixas. Neste intuito, e para facilitar-vos Assim que, m Inglaterra^por exemplo, os direi-' posicoes sem que Ihe corresponda dlversidade de
- actos, ou fontes variadas de produccao c riqueza.
por como acontece com os no-vos e velhos dreitos em
gatar : relacao a outros impostos que recahent solire os
todos os direitos ento existentes, cooservou os que niesnios actos ou ttulos passives daqucllu contri-
paizes estrangeiros, e que sao denominadosepices(fees of court) dostina- buinjo. E nenhum meio certamente mais sinv
imperio, devem pagar sello dos a satisfazer as despezas dos tribunaes de jus- pies e efflraz para evitar os inconvenientes prati-
i projiorcional, licando isentas desta contribuicao as tiga.
1 que. nao sendo pagaveis no imperio, todava* cir- A iustiga, senhores, cumpre reconheo-lo, urna
culareni por nossas pracas e nellas se neg- divida da sociedade, ella deve ser proporcionada a
i todos, e j que nao pode ser gratuita, deve ser fa-
cartas de crditos expedidas para paizes es- cuitada por todos os meios possiveis, alliviando-a de
trangeiros nao devem continuar a gozar de pesados tributos, que empecem a sua marcha e
senoo. difflcultam e vedam os seus benficos resultados
As letras de cambio devem pagar o mesmo sello sobre os direitos individuaes e os interesses da or-
da tabella correspondente s letras de trra, co- dem publica.
Estas e outras consideraeoes, que decorrem des-
te assumpto, convencem-me da necessidade de
acabar com o imposto
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eos, que presentemente se sentem, do que vos aca-
bo de suggerir.
(Continnar-se-htt.)
mim DA PROYOCIA.
Expediente do dia 7 de ayusto *> 1863.
Offlcio ao Exm. conselheiro presidente *> su-
da dizima, substituindo-o 2*SS je Justira.-C.ommunieo V. Esc.
queem 22 de julho prximo lindo, entrou o bacha-
rel Joao Rodrigues Chaves no exercicio do cargo
de juiz de direito da comarca de Flores nesta pro-
vincia.
Dito ao Exm. presidente da Paralflba.Comniu-
un-
em
hrando-se do mesmo modo que o destas, em urna
s via.
A tabella dos escriptos ao portador deve ser sup-
priniida, sujeitando-se os ditos ttulos taxa das por urna elevaeao "do sello dos autos a 200 ris,
letras da trra. contribuicao esta por certo de mais fcil arreca-
0 sello dos livros poder ser de 100 ris para os da^ao, mais proporcional e justa, que recahiria
que tiveicni as dnensoes ordinarias marcadas no com igualdado" sobre todos que tem de recorrer aos
art. 63 do cilado regulaniento do 25 do dezembro tribunaes judiciarios.
de 1860. e de metade no caso contraro, abolida a Novos e velhos direitos.Este imposto cuja ter- n,co a } pxc- f*** ,nn 'nvomente. que seg
diversidad." de taxas do art. C3 do mesmo regula- iriiwlogia antiquada e anachronica, assentaj o mcdeclarou o director do arsenal de guerra
ment. como sabis, sobre as merrs de empregos e of-; nir de nont,,|, 'lata,1.,?sob n-, a,> foram embar'
O sello das licencas concedidas pelas cmaras ficios geraes. cados no \-apor/Munrite com destino a essa pro-
miinicipacs para edlkaeoes ou quaesquer outros Creadas as suas quotas pelos regimentos de 16; vincmos ampos de faldamento constantes da re-
actos de sua competencia'devem indistindamente de Janeiro de 1859 o de 11 de abril de 1861, a-j la,'.:!" Jun,r} P01'!"i"""-
Iiagar 25000, licando to smente sujetas taxa de cham-se boje reguladas pela tabella annexa lei I _. '
200 ris as que sao passadas pelas capitanas dos dc30denovembro.de 1841 e ao aviso de "
portos.
E igualmente conveniente que autoriseis o go-
verno a dar mais um fiel ao recebedor do sello na
reeebedoria do Rio de Janeiro.
Dizima de chaneellaria.A dizima d chancella-
ra. estabelecida em sua origem como pena para
punir os litigantes temerarios ou dolosos, cobrada
de todos aquelles que perdiam as demandas, e con-
sislindo na decima parte do valor do objecto de-
mandado, foi sempre odiosa, de urna arrecadaeao
outubro de 1850, acompanhadas de grande nu-
mer* de disposiooes posteriores que as leui expli-
cado, mas que de seu conjuncto difllcultain a ar-
recadaeao desta renda, pelas ucessantes duvidas a
que do lugar, embarazando a marcha da admi-
nistraco publica e gerando incertezas e descou-
tentamentos entre os contribuintes.
Sendo conveniente que a pouco e pouco vamos
mclhorando o nosso svstema de imposicoes, alli-
viando o orcamento do estado, tanto quanto seja
conimandante das armas.
"i6 de ^'ca aPProvadoo contrato que, segundo o termo
annexo por copia ao oflico de V. Exe. de hontem
datado, sobn. 1,431. eelebrolio director do hospi-
tal militar com Ramos c ('. para a lavagem da
roupa daquelle estabeleeiment. O que eomniu-
nico V. Exe. em resposSa ao citado officio.
Dito ao mesmo.Com a inclusa informacao do
escrivo interino do jury do termo de Oliida, a
qual me foi remettida pelo respectivo juiz munici-
pal com o officio de 5 do corrente, respondo o de
V. Exe, de 28 de julho ultimo, sob n. 1.366. acer-
difticil. sm que entretanto a sua taxa alta conse- possivel, de"urna extensa nomenclatura*de contri- ca do soldado de cavallaria Jos Mara de Jess
guisse jamis o fin a que se propuzera. buicocs, que augmentam eonsideravelmente a es- 'I'I1' s.e acf,a pronunciado no art. zoo ocdigo cri-
eripturacao das ostaces lisca.s. o trabalho da ar- "!"^' e sustentada a dita pronuncia por *Me

8
S'''.'"'.V



i i
-i.

Substituida pelo imposio 2 % creado pela lei n. eriplurae
98 de 31 de outubro ile 1835, art. 9 2, e regula- recadaeao. e tornam necessario um pessoal nume-
da por grande numero de disposicoes posteriores, roso, parecc-mc acertado supprimir esto inqiosto,
nao po^n nunca vencer os subterfugios c alicanti- substituindo-o por um accescimo do sollo nos a-
nas forenses, nem as dilTlculdades praticas de sua tos ou ttulos que se aeham a elle sujeitos pelas
arrecadaeao para dar ao fisco a quola quo llie de- disposicoes em vigor,
vera corresponder. Assiin que, um offlcio do justica, vitalicio, ujo
Anda em 1860 dizia o relatorio do ministerio da vencimento for lotado em 1:0005, e que. segundo a
fazenda :O svstema de arrecadaeao deste mpos- tabella annexa a lei de 30 de novembro de 1841,
to vexatorio, e supposto que iwr foi ca dos decre- deve pagar 400 de novos e velhos direitos, e mais
tos de 22 de outubro de 1842 e 10 de julho de 1845
se tornasse mais suave, as difliculdades do sua co-
JI11ZO.
Dito ao mesmo.Em vista do que V. Exe. infor-
ma ero sk offlcio de 6 do corrente. sob II. 1,434,
lenho nesta data deferido o reqiieriinentoein que o,,
capell.* aireres do oxe.cito padre Joaquim Virs- i,u Para.aconclusao das obras do seu conloo.
i 111.. Jiis Anjos. riuo tor de ir servir no tO* bala-
eiilennaria m filar do jiresidio de Fernando, os g-
neros constan tes do incluso pedido, assignado pelo
delegado doc uurgi mor do exercito.Cocnmu-
nicou-se ao a spector da thesouraria do fazenda.
Dito a cama ra imnricipal do Recife. Com a in-
clusa epia da informacao ministrada pele director
da repart-o c las obras publicas em 4 do corrente,
sol) u. 152, res |>ondo ao officio que me dirigi a c-
mara municipa I do Recife era 13 de julho ultimo,
n. 29 reUtivat lente a urna represcntaeao que
mesma camari fizeram diversos moradores e nro-
pnetairios das ras di Soledade, Corredor do Bsikj.
Pires eSeba
Dito mesmi i. Ccncedo a autorsaao (iue pede
a cmara mun icipal do Recife em se officio n. 3 i
desse mez. par: i continuar a despender at- o lim I
dopresente exe reicio a quantia indisponsavel com '
a limneca das mas desta cidade.
Dito cmara municipal de Pao d'Alko. De-
elarando-meo juiz de paz mais votado da Luz em
otliciodetdo corrente, que at aquelladata nao
Ihe tinha sido ainda remeftdo o livro da quahfica-
eio deste anno para servir na eleico anua se vae
proceder no dia 9 vindouro, reciamendo c-
mara municipal da villa de Pao d'Alho, que sen*
perda de tempo, e sofi responsabilidade faca a effec-
tira remessa do predit livro.Commmieeii-so ao
juiz de paz mais votado da fregueza da Luz.
Dito ao vereador da cmara municipal Pao d' V-
lho.Teudo-me representado o alferes Afexandre
Barbosa da Silva Janior, que nem todos os juiaes
de paz da freguezta da lloiia do Goit esto jura-
iiientados, e nao tendo o que se acha em exerc:cio
e deve presidir os trabalhos eleitoraes supplente
legalnienle habilitado, (juo o substita nasa occa-
siao em qualipier impedimento quo -Hit possa so-
brevir, acabo de oflickir ao presidente da cmara
municipal dessa villa, para que, reuniado-a inwne-
diatamente, e no caso de ser isso impossivel. s ou
com o respectivo secretario, juramewe alfiles
juizes de pa;.
Entretanto para prevenir qunlquc diflktildade
que possa OCCOrrec e embara/rar a execucao da-
ijuella ininlia ordem, recommendo Vmc., que,
neste caso defira so.por si o iueneiooado juramen-
to, por isso que, nao convm que por [ata dessa,
lonnalidade, que pode ser preenehida por qual-!
quer vereador, como se infere do aviso n. 181 de
20 de abril de 1561, liquen) iuterrompidos os tra-
balhos eleitoraes daquella freguezia, se porventura ,
occorrer algum impedimento pi* pul do juiz de I
paz. que os tem de presidir.(MncioHi-sc ao presi-
tiente da respectiva eaniaia.
Portara.O presidente- da provincia, atienden-
do ao que requereu o arrematante dos reparos do
enipeilraiiienlo da estrada do Pao d'Alho entre os'
marcos de 10 a 13 mil bracas Manoel Bezcrra Ca-!
valcanli de Mello, e tendo em vista a informacao
que a este respeto ministrou o director da xepai-
tico das obras publicas em officio do de julho
ultimo e sob n. 148, resolve prorogar per mais V5
dias o plazo concedido ao mencionado arrematan-
INTERIOR
Oltltl S|-OM/\4 I \
KIO DE 1'lltN \TI
mw.%-
ct
Dita.O presidnMe da provincia, leudo cm vista
Ihao de infaularia"eslacioiiado na Babia ni'de para o reprcsenlouqiieo guardadalfandegadestacapital
nesta provincia al que regresse do pdro_ .i!-_^r'fel,ureda Silva, e bem assim o que a
IOS de sello pro|>orcional, e que est aleiu disso
sujeilo na corle a -*)2-5 de emolumentos, passar a
pagar, a titulo de sello, a importancia dessas di-
se demorar
norte o vapor que esperado do "sul, c~no qual
devora elle partir para seu destino. O que com-
muniro V. Exe. para son conhecimentOo
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
delegado do termo de
hontem, recommendo
outro lado convindo que se di- > m* villa, e bem assim a de 74^160 rs. ^TSnSk^^S^
as a que eslo sujetas. certas das- SrtSS K2aX"'^ ulr 5& SS
anos, lulgo que a autonsaeao pode- uicamemos poi tile loi neemo para esse na*. .. >. ... '..,
la nos seguintes termos : D"!' ao inspector da mesooraria provincia L- BKfimdBSHKriiS
iusiea nne esiiio snt-iios a una Eui vista da inclusa tonta e nao havendo nconve- ''.",,;-'.. irovu
i
Navegacao de grande cabolagem.Foi esta na-
vegaeio o anno do 18611862 de 3.108 navios,
rnedido 632,587 toneladas, quanto aos entrados, e
3,06a navios, medindo 621.569 toneladas, relativa-
mente aos sabidos, (amparada esta navegacao com
a do anno de 18601861, apparecem para" menos
nas entradas 1.652 navios e 204.847 toneladas, enas
sabidas igualmente para menos 1.301 navios e
116.276 toneladas, u com a do termo medio dos an-
uos de 18561861, tambera menos 390 navios e
mais 78,015 toneladas, considerando-se as entra-
das, e em rolacoes aos sabidos, anda menos 114
navios, c mais 94.991 toneladas.Quadro n. 101.
Navegacao do Rio da Piala.O numero de na-
vios entrados, desta procedencia, foi em 1861
1862 de 349, medindo 79,138 toneladas com 1,884
pessoas de equi|agem, e o dos sabidos para ah de
268 com 78,712 toneladas e 1.496 pessoas de equi-
pagam. Destes navios foram naeionaes, quanto aos
filtrados, 152, cora 17,968 toneladas e 1,140 pes-
soas de equipagem, e relativamente aos sabidos 83
com 15,709 toneladas e 833 pessoas dcequipagem.
Quadro n. 99.
Comparada esta navegacao com a do anno de
1H601861, resulta que hove nos navios entra-
dos 390 para menos, 3,286 toneladas e 448 |icssoas
de equipagem para mais; e nos sabidos 165 na-
vios para menos, 18,559 toneladas e 961 jiessoas
de equipagem para mais. Os naeionaes apresenta-
ram nos entrados, para menos 338 navios e 1,480
toneladas para mais, e 472 pessoas de tripolacao
liara menos, e nos sabidos 180 navios, 879 tonela-
das c 380 pessoas de equipagem para menos.
Fazendo-se igual comparacao com a navegacao
do termo medio de 18561861, apparoeo nos en-
trados menos 239 navios, 7,585 toneladas e 1,154
pessoas de tripolacao para mais, e nos sabidos me-
nos 125 navios, 8,508 tonsjadas o 1,052 pessoas de
equipagem para mais. Quanto aos naeionaes houve
nos entrados mais l,335oneladas e menos 236 na-
vios c 156 pessoas de equipagem, nos sabidos 123
navios, 494 toneladas e 220 pessoas de tripolacao
para menos.
DIVERSOS IMPOSTOS.
Emolumentos.Estou de perfeito accordo com as
consideraeoes feitas no ultimo relatorio, acerca da
arrecadaeao deste ramo da receita publica, attenta
a reconhecida vanedade e desigualado das taliel-
las designativas do quantum do imposto nas diffe-
rentes secretarias de estado.
Como all se vos disse, nao a natureza. nem o
vencimento do emprego que determina a importan-
cia dos emolumentos, mas o ministerio por onde
expedido o respectivo titulo.
A medida que me parece mais acertada consiste
nao emorganisar nova tabella para a cobrancados
emolumentos, mas em eliminar esta verba do re-
ceita do orcamento do estado incorparando-a ao re-
gulamento do sello por um accrescimo de quotas
correspondentes; resultando dessa alteracao ma-
nifestas vantagens no processo da arrecadaeao das
rendas publicas, e para os contribuintes, como vos
exponho no artigo relativo aos novos e velhos di
reilos.
Sello.Partilhando as ideas expendidas pelo meu
digno antecessor no relatorio do anno passado a
respeto deste imposto, pens, como elle, ser con
branca como que dobraram. i-p,......- w ~..^ .. ....p^,.......... ^^^ ,.
Kst"e Cacto attestado pelos dfferentes quadros versas parcellas reunidas, e que corresponde a g 24n\^2P!S^7X
da divida activa. De 1842 1843 at o an- 46,2%.
no tinanceiro lindo a importancia aberbada nos li- Como, porem, nao deve o sello ser pago era
vros da rccebedo.iia do municipio orea em 889:288-5. preslacr.es, como acontece com os novos e velhos
e a que nesta foi arrecadada por crea de direitos, nem justo que paguem integralmente o
100:1674600. imposto, aquelles contribuintes que nao tiverem
Na importancia paga se achara por domis com- completado o primeiro anno de exercicio do seus
pielieudidas asquanlias que nao poderara ser co- lugares, c por outro lado convindo que se di-.' a\uia,e
bradas. porque a fazenda publica as deve perder miniiain as laxas
era virtudc da senleneas proferidas em favor dos sos do funecionar
que com ella litigam. r ser concedida
Sigo nleii ameule a opiiio do mea Ilustrado an- Os oilieios de justica. que esto sujeitos a una
tecessoraesterespaflo. O svstema desta contri- quota correspondente a 46.2 "/o, resultante do que n".-- n,ande \ s- m. ? Estevao dos Anjosda.
I.iiieo como se acha actualmente, ainda tem o cu- pagara de novos e velhos direitos, de sello e emo-1 Porciunciila conforme so intou o chefe de pobci*
nl.o"do odioso ; o imposto de arrecadaeao niudou lumentos, passarao a pagar, de sello, a de 43 %. n^ofhco deJjontem, sob n. 1.208 a man a de (
de Dome, mas nao de cssencia : anda e a dizima Os empregos que confiram direito de perpetui-: 28*400 rs- des|)endida no mez de julho ultimo.
* o sustento dos presos pobres da cadea do
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
ao mesmo.Com o officio (fue V. S. me d-
hontem, sobn. 381,recebi urna copiado ter-
Da admiistracao de capella vaga, a mesma ta
xa correspondente que presentemente se paga.
Da ordem ou sentenca para entrega de beus de
orphaos a seus maridos, quando tiverem casado
sem lcenca, a mesma quota correspondente que
este respeto inforniarara os chefes da reparticoe
competentes, resolve conceder-Ihc smente 13 dias
de licenca e sem veiKimentos. pan ir provincia I
do Ceara..
Dita.O Sr. gerente da Companhia Pernarabu-1
cana mande dar urna passagem do proa at o Cea-
V. S.que mande abonar a Joo BaptteU de Souza n? vaPpr ^uiribe, em lugar desaado a pas
Monteiro. a quantia de I00 conwpap dos serv- s:,Sl'iros <"c estado a Raimundo (francisco das Cha-
cos que prestou durante o tonino em que. por or- *"a?.f(ue co.us'a ser desvaido,
dem do mesmo delegado esteve neuiiibido do ta- "''aO Sr. gerente da (.ciipanlna Pernaiul u-
taraenlo dos desvalidos atacados do cholcra-mor- ran;' "lan(le (Jar "'ansporte ale o Ceara no vapor
bem assim a de 74*160 rs. -%"* em lugares de re clestmados a passaaei-
estado a D. Emilia da Cunha Figueirdo,
icipal daqueJia capital o ba-
FJgueirdo e ao guarda
Pedro Antonio Irge-
miid da Silva.
de quantas medidas foram tomadas para conjura-
los.demonstravara at ajevidencaa necessidade cada
vez mais urgente de urna reforma radical nesta
verba da receita do estado.
Entendeu um (fe meas Ilustrados antecessores
que o meio mais acertado a seguir-se consista em
substituir esse ini|osio por urna multa nos casos de
recursos, adoplando-se o que se acha estabelecdo
ino de arremalaco do imposto de 23500 rs. por
eaheoa de gado vacenm consumido na comarca do
Limoeiro.
Dito ao mesmo.Pode V. S. conforme indina em
sua informacao de hontem, sobn. 379, mandar en-
actualnierite se paga Iregar ao tfgario da freguezia de Papacara Joao
Nao devem" lanibem soffrer reduccoes as (motas Clemente da Rocha ou ao seu procurador medante
correspondentes s que se cobran) das liablilacoes nanea idnea, e quando o pernutiirem as toreas do
cofre dessa thesouraria os 2:0005 votados nas leis
prximo passado e do cor-
igreja matriz daquella Dre-
na por ama multa de 4 %, nunca excedendo a
600#000, sobre o valor do pedido nas accoes civeis
ou criiiies civilmente intentadas e reallsavel someti-
da tabella annexa le"de 30 de novembro de 1841. Dito ao commandanle o corpo do polica.Pe-
Quando as taxas proporcionaos da tabella que bai- lo *? o"1 de 5do corrente. sobn. 317, Iiqnei n-
xou com o aviso de 16 de outubro de 1850, convm tejado de ter o soldado Alexandre Corroa Ma-
expcnencia
pouco tempo os receios de que essa alteraeao vies- ou procurador dos auditorios das cidades do Rio de
se aggravar os defeitos que se tratava de combater Janeiro. Baha, lVrnambuco e Maranliao, que paga
e evitar.
E cora effeo. a multa de 4 %, sobre ser eleva-
da e gravosa, nao perda o odioso da antiga dizi-
ma ; era aiuda una pena contra aquelles que
promoviam o seu direito nos tribunaes judicia-
rios.
Durante o rgimen do combale judicial era Fran- dade. 803000.
ca, a appellaco era considerada como injuriosa
para o juiz ; a multa do foi nppel servia entao no
entender de seusjegisladores, como de urna repa-
racao.
Mas hoje, nesse mesmo paiz, se nao desconhece
que una tal multa nao esta mais era harmona com
os novos principios das sociedades modernas, des-
0 provimento vitalicio de advogado nao formado d os guardas Jeremas Manoel de Lima, Candido
i Antunes Correa, Manoel Ribeiro Paz e Tltomaz
Amaro Guedes Cavalcanti, sendo substituidos le-
los paisanos Joao Baptistade Souza Pinto, Joaquim
Jos Pereira, Ernesto Isidoro Casado Lima e Ma-
noel Francisco de Mello depos de julgados para
isso aptos,Coinraunicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dito ao Dr. juiz de direito de Palmares. Tenho
presente o officio que Vmc. dirigio-inc em 5 do cor-
rente, communicando-me o estado dessa cainarca
em relacao a epidemia do cholera-morbus, do que
. fleo inteirado.
Approvo a deliberacao que Vmc. tomou de en-
carregar a urna pessoa do trataiuonto dos enfermos
1103000, dever ficar sujeito a 1203000.
Dos outros auditorios do imperio 903000.
Sendo prvidos por cada anno ou por menos de
anno, 103000.
Grao de doutor em sciencas jurdicas, em nia-
thematicas, em medeciua ou qualqucr outra faeul-
Titulo de visconde devo pagar 6003000.
Gra-cruz de qualqucr das ordens 4003000.
Prevlegio por 20 annos 4003000.
Patente de tenente-coronel da guarda nacional
1503000.
Deve ser admittida a restituicao do sello, quando desvalimos dessa villa logo que o mal ah apparecer,
os fimecionarios nao tiverem completado um anno c de mandar fornecar os medicamentos precisos
de que a appellaco perdeu o seu carcter offensi- de exercicio nos seui lugares, na proporco do antes dos soccorros, quo lho foram enviados, cum-
vo e conslituio-s um recurso legal, um meio legi- tempo que Ihes faltarTe bem assim s devem pa- pr"do 1HC rac remetta a respectiva conta para ser
timo de obter reparacao de urna injusti^a soffrda gar o sello da differenca nos casos de maioriade )aSa-
na primeira instancia"; e a necessidade de suppri- vencimentos, como presentemente se pratica com ; Dito ao juiz do direito de Pao d Allio.Para seu
mir esse ni[K>sto por todos sentida e j tem sido os novos e velhos direitos. conheciment, e afun de que pelos metas tagnes a
reclamada por alguns conselhos geraes. Sao estes os termos em que convm 'que seja seu alcance faca manter o que nello determino,
E femis, o nosso pacto fundamental no art. 158 concedida a autorisacao, para que da pretendida transmuto a \ me. copia do offlcio que hontem din-
consagrou o principio sal 11 lar de que para julgar reforma se consiga o maior proveito possivel ;cum- g' a0 jm.de paz d
Expediente do secretario do govetno.
Officio ao brigadeiro eominandante das armas.
0 Exm. Sr. presidente da provincia solettando do
Exm. Sr. ministro da guerra a expediro de or-
dens para ser elevada a 203000 a consignae.o de
dez mil ris que de seu sold doxra na corle o
alferes do 7u batalho de infamara Jesuino Deo-
cleciano do Souza Brano; assiin omanda declarar
V. Exe. paia o fazer constar ao mesmo alferes
era doferimentoa sua petico ODfl veio annexa ao
offlcio de V. Exe. de hontem datado sob n. 1433.
Dito ao oouimendador Manoel Figueiroa de Pa-
rir.Nao tendo V. S. enviado neste anno.o nume-
ro de ejemplares das collecres de les provinciaes
que oostamava, reraetter sta secretaria*! sirva-se,
de ordem. do S. Exe. o Sr. presidente da provin-
cia, de enviar-me mais 240 exemplaresdas referi-
das colleee\es afim de sorem transmitiidas as .111-
toi idades. eonipetenles.
possivel que os juizes da primeira..............-----...-----,-----------------------.. B^ -. .
instancia proferissem sempre as suas senteneas se- verno, no regulamento que-expedir para a sua juiz; convindo accrescontar que.se por quaiquer
Sondo os dictames da estricta justica c da le, po- oxecuco. o dever de attender, para os ttulos e ac- motivo justo e declarado cm lei, ou so comoelei-
endo ao contrario resvalar o erro ou a fraude nos tos uo especificados, relacao em que esliverem torou supplente, o referido escrivo tornar-se im-
com as taxas cima declaradas. pedido, deve ser substituido pelo do subdelegado.
Assim que, tendo-vos indicado quo pela conces- nos termos do artigo 19 do regulamento n. 120 de
sao de patente de tenente-coronel da guarda naci- 31 de Janeiro de 1842, e do artigo 3o do decreto n.
nal se pague a taxa de 1503000, em lugar de 1323 2612 de 22 de agosto de 1860. Offlciou-sc neste
a que hoje est sujeita, evidente que a de com-. sentido ao juiz municipal de Pao d'Alho,
Compenetrada sem divida a assembl?. geral de mandante superior, a de capitn, de lente, etc.,! Dito ao consellio administrativo. Promova o
quanto era nociva por desigual e injusta a conser- deverao satisfazer o imposto na proporco que Ihes conselho administrativo a compra dos medicamen-
vacao de semelhante multa, a revogou pela lei de 9 competir; e esta regra deve ser extensiva a outros tos constantes da relacao inclusa, os quaes se des-
de setembro de 1862 art. O, 36, determinando rticos da mesma reforma, na parte que Ihes for tinam a pharnuicia do hospital militar. Coinmu-
que desde logo fosse substituida pela dizima da apptcave). : rieou-se, ao inspector da thesouraria de fazenda.
chancellara com toda a leglslacao que Ihe era pe-, Como vedes, o sello ter de substituir os impos-! !Vito ao mesmo.Compre o conselho admraistra-
culiar, tos que so arrecadara sob os ttulos de direitos a julgamentos, era de ver que a pesada multa de 4 %
tollios.se, como effectivamente tolheu a muitos ci-
dados, defeza dos seus direitos por meio do re-
curso da appellaco que nossa constituicao e orga-
ni.-acu judiciaria oulorgam.
traiamento na
Despartios do dia 7 de agosto dr 1863.
tVfKMfHNMlaii
Alexandre Barbosa da Silva Jnior.Fcam ex-
pedidas as providencias necessarias no sentido em
que requerer o supplicante.
Alexandre Barbosa da Silva Jnior. Deferido
com a copia que se Ihe entregar do officio nesta
data dirigido o juiz de paz da freguezia de Pao do
Alho, licando esta representacao archivada.
Francisco Antonio das Clagas c outro.Expe-
dio-sc nesta data as providencias precisas no senti-
do era. que requeren! os supplcantes.
Joao Antonio Costa Medeiros.Passe portara
concedendo, mas sem voneimentos a licenca que
pede.
Jos Domidgucs Codiceira.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Capito Jos Xavier Cavalcanti da Rocha Wan-
derley.Certifique do que constar.
adre Joaquim Virissimo dos Aujos.Concedo a
permisso pedida.
Padre Joao Clemente da Rocha.Dlrija-sc the-
souraria provincial.
Luiz Jos Gonzaga.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
D. Maria Francisca de Meira Olivcira Peixoto.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Maria Rozalina de Olivoira e Silva,Opportuna-
mente ser deferida.
Pedro Antonio Argemiro da Silva.Passe porta-
rio concedendo smente quiuzc dias de licenca
sem vencimentos.
Willian James Lindsey,Informe, o Sr. inspec-
tor da thesouraria de faaonda.
Marci, 8 de afasia fe 18(3.
J eslava causando receios a demora do vane*
jfimmfntajNii (|uando ioatem a tardr fez sigan!
de vapor do norte.
Fundeoii j larde, e. nao tendo ido a visita *.
polica a bordo, os pawageiros s d irtauntian
boje.
Soulje-se. que a demora foi divila a nao a*
par do dess- |>orto no dia 5, como de fosiy.
Contina o ftmt ntms eleiloral: m part*r~
preparam-se para a lita em afumas l.-.indatt. -
lonto de, mudo teuier-se pela perturl*ai'Jo a
ordem.
E" assim que para Anadia f..ram ciaewMa
tantas praca* do c< htingonl.- de tropa de link
aqu destacado, comiHamladas \-A capii.
l-ji 1.
Segua para a mv.-raa locadade o medie. *
exereito Dr. Lopes, paca cuidar des Tnltidiir tu.
adoecerem.
Tembavido exigencia detrofa para div-r-*-
localidades, (porque ?rreumem as -uiloridad. <*
haverao disturbios; mas, forra rfe 11 hi. ..
llovera tem sido surd a essas" p-etenroes. e, tftm
do d ordem para ser satisfeita a requisa a
as camelas de queai deseja que reine a A forra entrena a partidaras, looge de ?f )>
elemento doordeai, pdes-h de deswdem, >
preduzr effeito contrario ao qoe se lem a vista.
* <> vapor Ai., trouxe a sea bardo nn coalin
gente de 1 incoen ta pracas do tfr de cacaJores.
Todos querera :ropa *|ora womba d votol*nr>-
quando ipialquer apparalo de iropa >\zyn*s*-
mente prohibido pela lei eleiioral.
Paninos sinceros votos, a Inn deque, earrfixl
as eleices livTemente, come para twjnt em
abono do systema, que no r-'t-e. n' 1 iifciiinni
lamentar alguma desgraca.
Praza a Deus que ess nuvem borras>.sj <
para muitos se antlha p^ada de a xiMM*iesia>-
sinislros, nao tolde o cu da patria ao p*-*r ik^.---
dias climatricos.
O cholera morbos ontinua ?. fazer virtia
na lloreseenle villa de Pilar.
Nesta capital teem zpparecido ulrana eaaaa b
taes; nao ha intensidade do raal- antrerer
apenas alguns casos.
O presidente tem uiandadu bini** as roa
dado providencias a 'iui de que uliv deposita*-
em alguns beccos, e outros lagares, tpe s seria
liara attwtar a incuria daqnelles a qpetn mmi a
nsealisar este ramo do publico sriviro. seja retno-
viiio. alastando 4at'arte eMe fdo> e"intecra
Todava este servico feito eor a ama morahVadV
que admira.'!
Em ludo ha, sua maneira
Os jornaes teer.k aununcide. ha dias. a ir^ogu
raeio nesta capital de doi.s i:oll-gio>. .-m ff
nsinam as materias, que fazem paMn tf*> da
111-11 iicco primaria comed;, secundaria. *
m delles, consia-nos, que j est fuwconand..
sob a dircrcFio do emprcf ado da thesour ira \ viudal Jos Jannario > (arvalho. e Domin*-
Bento da Moeda.
E' conhecklo por collogio de t Dom.^ms.
Os mocos que o diritjem sao bem me rigerad-~
gosam de hora conceile..
O OUtro anda esta fea end.ria"
Ao amanhecer do dia 3 do coneiit^. fez stjmal A
vapor do sul. sem desse lado algum.
Averiguado o caso, souln---. -je o vapor tk<
companha Bahiana auiecipou a >oa partida pan*
os partos do norte, a 8m de. com bxcMdade 1
a Setfine o novo 1 >i. -1.i.-m.
\ anlecpacao da \iagen, do vapor Irou
desarranjos ao commercio, m do antes do dia em que aqu se devia encentra
cora o Mnrnmujunfe.
Foi Horneado juiz municipal e d- jrpMaY
deste tamo o Dr. Antonio .feeintWo Samp-io. iHh-
dessa proviaeia.
Nao o conbiyo pessoalnwnie: mas affirmam-ah
que mr.ro honesto, detriteiio > bem intenr>
nado.
Deus qnera, que ei venha para aqtti s*.
smente juiz, sem se involver nas ntriga> poli
Una
Noticin o Jonwi rie Marriii de5do enrr-n'.
quena villa fe Atalaia Rafea sidotrav>nenle Irri*-
um individuo liberal, e attribuem este atfenijri
motivos polticos, ao^ |iasso que dizeni ouiros. .1
tevefeste facto origen era No dia 6 nonte leve jugar urna rtnaai-
poltica em casa do Dr. (arlos Lobo, d'onfe safe
ram com msica, arcantes logeles para Jara
gu: nao assisiio esta reunio o Dr. Je.
Angelo.
Eiicherga-st,> neste acte apenas um preparaii
para o dia'..
Diversas chapas teem apiorerido. qilerendo at
giras attribuir esta difieronra fe nomes a desfosa>
qne reinam nas fileiras do partido liaeral.
Nada respira seno muito vagamente.
Foi hontem publicado na ypograpbia A-
Diario ile Alagas. um jornal em inirto. m: aitad
Os Puritanos.
Diz o Jamai
erypha. visto como em suas fileiras nao reama :
menor desordein, e que estao camparla* t >tn*los.
Corra a averiguacao desse tacto por cenia e risco
de quem pertencer.
O navio de guerra, que lem sido aqu espe-
rado, at esta data nao apparerido.
O preco do algodo tem baixado no no
mercado, eni virtude de noticias d*abi rceeiifen;
ha at algum desanimo na compra.
Os gneros alimenticios, priniipalaaanflr a
farinha, est3o no nosso mercado, por preros eteva
dos.
Nao todava para admirar este faci, qne rom
tas vezes succede sem se poder assignarar ama
causa conhecida. quando hoje as temos de sonv
bra.
As variacoes no nosso mercado sao extraor*
arias.
Amanbaa deve ter tugar a formara" da sntsi
eleitoral neste distrieto.
O que occorrer e nas domis kicalidades i^-
noticiarei pelo vapor que aqu deve locar no #a
12 do Corrente.
Nimia.
Com a pcsslvel brevIilaJo ser&o
posta a eoneurso t>s Igrejas vagn
Faz-se o presente aviso p r ord**,^
de -S. Re Kvma.
Pxlaciu episeopal da Soledade,
tO de aa-natn de .--padre Jos
Aiitoniti dos Sanias Lessa, aeereta-
flo attnl>f de Exe Bvma,
PERWAMBCO
REVISTA W4I1A
A mesa prochial da fregueiia do Poco acha-
composta dos senhores
Presidente.Jos Tneodoro de Senna.
Msanos. Dr. Jos Bernardo Garrao Akofora*.
Jos Domingues Codeeeua.
Dr. Antonio Joaquim de Maraes ,
Silva.




lILEGVELl


'"""'"'HMBnHi




- .1- '!'!
-a-W
Piar! de ^emanarme Terca felra 11 Je Agosto de IBB8.
MocId'Itil^-ViN-
eom
_ \ mesa parochlal da fregnezia do S. Pedro
Maris i' de Oliuda compe-se dos sentares :
Presidente.Antonio Joaquim de Almeida Guedes.
Mesarlos. Jos Antonio da Rocha.
Dr. Manoel Antonio dos Passos e
Silva.
Joo Antunes de Aimeida.
lexandre Jos ornellas.
No domingo a tarde aproximou-se de nosso
O aspirantes ao premio da
corrida dos homens
despend-rain nist tamanha actividade, que seria
l'ma faitfdstnra bim merecida.
nono o vapor Kepler, portador de malas da Euro-
pa pediudo pratico da barra, em signal de que pre- percorrcu, durante doze horas, o seu c
tenda entrar ; ao chcgar, portan, este perto, Ihe brilbanlc equipagem, sendo seguido de umajnnlti-
l'oi dito de bordo apenas pretender largar urna ma- do curiosa, renovada de instante" instante, e
realmente iwliscripcv podir-lhes outra cousa at E verdade inconteslavel, que una boa represen
a corrida segrate, que evet ler lugar seis an- tacao faz a felicidade de un paiz. Fallar em repre-
nos depois.
E pois, a mor parte dos laureados contava des-
cansar nesse intcrvallo, e effectivamente nao dei-
xarain de faze-lo.
Graca fra, nao de mais seis anuos de repouso
para refocillaco das fadigas e das eniocoes dessa
luta vivissima.
A' proposito, contase que um dos candidatos
circul em
i por franqueza e lealdade ; mas ajustar seu curativo
nao fazer prafea pellica pan obter o menor pre-
sompre visivelmente sympathica.
0 seu tnumpho era infallivel,
No dia segrate porm um rival obteve o premio
da corrida !
Eis em nossos annaes a explicacao desse resul-
tado inesperado :
O rival do candidato da equipagem teve a idea.
sentaco Ir bol ir com o mecanismo social, ir
analvsar todas suas pecas, procurar o segredo de
sua harmona; fallar em representacao e ir ferir
de frente a mola
curar sua origen), _
De sul a norte deste vasto imperio um tacto
prende as attencoes, todos se preparam para con-
correr rom sens suffragios para a e9C0lha de nos-
sos representantes, que tm coto suas hizes e saber
de concorrer directamente para a felicidade deste
nosso paiz, que merecedor d'um bello futuro ; a
soberana brasilea vai delegar mais urna vez seu
poder; nesta delegacao preciso todo cuidado e
circumspeccao, para que a escolha recia sobre
pessoas, 'que sejao dignas e capazes de preencher
tao alta misso.
E esta escolha ou elcicao tanto mais importan-
te, quanto por um granue fado, por um golpe de
la para nossa nraea, d cuja commisso se nao
quiz este incumbir, por nlo rae ser permittido pelo
seu regulamento ; a cuja deliberacao seguio o va-
por ira o sul, conduzindo a mala que nos per-
teneia. .
Em outra parte damos un annuncio do Sr.
cnsul francez, no qual convida aos subditos de
sua naeo para um Te-eum, que manda celebrar
uo hospicio dos nssionarios Capuchiuhos, no dia _,
15 do egrrente, por occasio do anniversarlo do S. seu concurrente, por cujo intermedio pode assim
M. o Imperador dos Francezcs. recrutar todos os partidarios de que careca.
as freguezias do Recife, Santo Antonio e! -----
Boa-Vista correu hontem calmo o processo clei- A Nacao publica o que segu, debaixo da deno- tura dos interesses sociaes, eleger a pessoas que
toral. mnaco de urna familia de deputados : sejam dotadas de mais saber e llustracao, que fe-
Na de S. Jos, iulgando-sc a mesa coacta, por I Ha na Catalunha (segundo dalli escrevem a um lizmente nao falttm em nosso paiz.
volta do mco-dia, suspendeu os trabalhos resneeti- inmal de Madrid!
vos, pedindo garantas a presidencia, que
matriz o Sr. Dr. ehefe de polica, que restabeleceu nho reino, nada menos de tres irmaos.
nao menos engenhosa (|ue prfida, de collar a sua estado, operado pela dissoluco da cmara no pre-
apresentacao na parte posterior da carruagem do sent anno, o primeiro representante danacao faz
. .____-^________________~ *--------'" rAiln Af eo, e h -se depots andando.
justo merecimento do trabalho de um medico,
junto ao doente que lhe conftou sua sade e sua
vida ameacada pela molestia, fcil de reconhecer
.. quando se bem intencionado, e difficil de premiar
do governo representativo, pro-] quando se mereadeja, anda sendo-se muito rico.
, fallar em etoicao. { Voltemos ao nosso doente. ERRATA.
A 8 de novi'inbro do anno passado appareceu o' Na correspondencia publicada no Diario de
Sr. lexandre para cumprir sua paiavra, oem a hontem, assgnada por Marcellino Jos Lopes, na
drfferenca, porm, que em vez de dous olhos so me ultima inha da quarta columna, onde se le do Sr.
trazia um para ser operado, pois que o outro ji ha- Nunes, deve ser Noves.
va entregado a um mui distincto collega que o ^-^_^
operara por abaixamento, e cujo resultado nao fra
muito da satisfago do nosso doente, nao 90 pelo'
pouco que collieu, como pelos incommodos que
passra, o que tudo iudependente da vontade do;
medico.
Em quanto ao que me diz respeito, eu fico con-1
tente, sempre que me deixam metade; e de mais agradaveis a vista, exemptas de todo o sabor re-
preciso reconhecer-se que os doentes tem todo o pugnante, tao suaves quao efflcazes, tnicas e pur-
dreito de escolher o medico que deve trata-lo em gavas estas famosas piulas possuem pois todas as
suas cnfermidad.es. inapreciaves qualidades pertcncentes a um reroc-
Proccdi a novos exames: no olho j operado ja- dio cathartico, alterativo e restaurante. Tal pois
a a catarata no lugar proprio, pareceu-me, po- o juizo medico confirmado pela experiencia de
rm, um pouco levantada; exista alm disto urna militares de doentes. Quando as funeces dojl-
molestou, ainda repho, que smente agora foi que Cmennalatn mravfm+M
sube que o Sr. Dr. Salgado fra meu competidor Rendmento do dia i a 8. T.XtUf*i
dem do da 10....... 3:M7J0Mt
que o Sr. Dr. Salgado fra meo eompe*
na eleicao de 1856 e que, quando mesmo o sou-
besse naquelletempo, nao dara o menor passo para
arredar a sua prodigiosa influencia eleitoral.
Recife, 8 de agosto de 1863.
/. /. Ferreira e Aguicu:
um appello para a propria soberana nacional, que
compenetrando-sc de sua importancia deven por-
tar-sc com toda dignidade; e, collocando-se na al-
a ordem e fez proseguir a chamada
As noticias viudas de Olinda, Poco da Panel-
la, Cabo, Santo Aittao e Goianna do o processo
eleitoral correndo tranqulamente nessas locali-
dades.
IU.I'aiitu;ao DA polica :
Extracto das partes dos das 9 $ 10 do corrente.
Fonm recomidos a casa de detencao no da 8 do
corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Joan-
ua, africana para averiguacoes sobre sua verda-
deira condicao.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, os
pardos Luiz de Fnnca Carnciro, jwr crime de mor-
te, Luiz Antonio do Naseimento, Joao Antonio dos
santos, ambos para averignac,oes em crime de
roubo.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Jos dos San-
tos, braaco, por embriaguez.
No dia 9 do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ray-
inuiido, crioulo, esrravo de Nogueira de Souza, por
ferimentos, Manoel, africano, escravo de Simplicio
de tal, por briga.
A' ordem do subdelegado do Recife, o pardo Fe-
lippe Franesco das Cliagas, a parda Rosa Maria
Joaquina, ambos por briga.
A ordem do de S. Jos, Antonio, crioulo, escra-
vo de Joaquina Francisca de Menezes, por distur-
bios.
O chefe da 2" seccao,
/. G. de Mesqmta.
Movimento da casa de detencao no dia 8 de
agosto de 1863.
Existiam........ 405
Entranm...... 5
Sahiram....... 6
Fallecen....... 1
presos

A Existem.......... 103
Nackmaes...... 280 i
Estrangeiros.... 3o
10
Estrangeiras. .. 3 a
Estraves....... 69 >
Escravas....... 6 i
W3
Alimentados custa dos cofres pblicos .. 163
Movimento da enfermara no dia 9 de agosto de
1863.
Teve alia :
Miguel Joao.
Ti vera ni baixa :
Paulino Jos Bezerra, odontalgia.
Theotonk) Pereira da Silva, intermitente.
Jos Prancisco Borges, astnma.
Morimento da casa de detencao no dia 9 de
julho de 1863.
Existiam.....
Entranm...
Sahiram-----
Existem...
A saber :
Nacionaes......
Estrangeiros.....
Mulheres.......
Estrangeiras.....
Usen vos.......
Escnvas........
W)3 presos
o .
3
403
280
35
10
3
69
6
vori
Tambcm por c temos tido alguma cousa seme-
lhante.
O Sr. P. Jnior offorece-nos a canean que damos
em seguida, para a qul pedimos venia as nossas
amaveis leitoras :
Ah! quantas fadinhas,
Tao enleivozinbas,
E feiticeirinhas,
Morrem por casar!...
Mas nao me couhecem,
Se bem que enrubecem
No leito, e fenecen)
Com amor a sonhar.....
E en s, solado,
Sem ter ao meu lado
Thesouro encantado,
Para o meu abrigo....
Tan s suspirando,
A noite scismando,
Castellos formando,
Dizndo comigo :
E ellas inmensos,
Com bellas presencas,
SotTrem as sentencas,
Que eu solro lamben) !....
Desojan) um marido
Janota e Cupido,
Que sempre rendido,
Lhes chame men bem. >
i
E en sem donzella,
Deitar-mc sem ella,
Sem urna costella :
Ah isso de nwis!
Vou m'annunciar,
Que he de encoulrar
Qucm queira casar,
Que m'importa os pais
Mas ser possivel
Ser eu invisivel ?
Nao creio, jncrivel
Que ellas me nao vejam.
Si; fazcm tijolo
Com qualquer carllo.
Sendo eu menos tolo,
E nao me desejam !...
Passar esta vida,
Sempre aborrecida,
Sem joven querida,
Nao quero.... nao quero!
Se a vida d'amor,
Se a donzella a flor
Do jardim seductor.
Colh-la, eu o espero !...
L-se na Faculdade de Diretto :
O distincto Sr. Dr. Witnvio Pinto Bandeira, pro-
fessor da segunda cadeira do Curso Commemal
Prrmiitburano. brevemente dar publicidade a
dous voluntes em oitavo francez, que devem ser
ntidamente impressos, porqne sahem da oni
tvpographica dos Srs. Giiimaraes & Obveira.
que lhe bem couhecido, e no qual se acliam reu-
nidas estas condicoes.
Queremos fallar do Illm. Sr. Dr. Antonio Rangel
de Torres Bandeira, progressita de conviccao, e co-
mo tal, ba bem pouco lempo, doputado provincial
pelo mesmo crculo, prestou relevantes servicos
causa deste partido, j defendendo dignamente a
administracao desta prouincia, j sustentando com
a minguada minora os principios politices desta
imparcialidade, que hoje consUte urna verdadei-
ra maioria : bom cidadao, homem Ilustrado, dis-
tincto litterato d'um merecimento a toda a prova,
bem conhecido enr todo paiz c fra delle, orador
de conceio, resume em si o que pode desejar-sc
em um bom representante; lilho do governo a
qucm tem defendido saber fazer valer os interes-
ses de seus delegantes, ou seus direitos. Portanto
estamos certo de que o 4o circulo nao se esquecer
de seu nomc, e far com justas razoes triumphar
sua candidatura. E quando as naeoes mais civilisa-
das cmpenliam-se em levar ao seio do parlamento
homens dstiuctos, e de reconhecido crdito Ilitera-
rio, urna vez que reconhecem que s representan-
tes taes podein concorrer pata o progresso de seu
paiz i como vimos a Franca fazer, ha bem pouco,
elegendo representantes a Pelletan, Thiers, e ou-
tros homens Ilustres : muito para desejar que o
Brasil compenetrado desta verdade procure mi-
ta-Ios.
Portanto, fazemos votos, alm d'outros, pela can-
didatura do Illm. Sr. Dr. Antonio Itangcl de Torres
Bandeira, e praza aos cos que estas poucas pro-
posicoes vao calar no espirito dos eleitores do 4o
circulo, de tal sorte que, mesmo at por sentimento
1 de gratido, emnenhem-sc pe. lo triumpho desta can-
didatura, que lhes deve merecer tautas attencoes.
Sao i na vras estas dictadas por nossa conscien-
; ca, c escripias no silencio do nosso gabinete:
possam ellas aproveitar pessoa a favor de qucm
1 sao dirigidas quanto podemos dejar
PUBLICARES A PEDIDO.
Pilulas vegetaes assuraradas de Kemp
catarata secundaria, consequencia da inflamrnaco gado e do ventre se acham por qualquer forma de-
da iris; no olho nao operado (era o dreito) existia sarranjadas devem ser restituidas a boa regulan-
uma catarata lenticular sem complicacao alguma, dade e ordem com estas pilulas irresistiveis.
menos o desanimo, e o terror df que eslava possui- Ellas sao tao infallivcls quanto sao agradaveis e
do o Sr. Vicente; dato escaldado tagua fra tem sem controversiai alguma o melhor aperitivo gc-
medo. Mas, como elle viesse para ser operado sem ral, o nico remedio anti-bihoso que se pode conse-
ndagar mais do preco e do methodo, tratei de ani- m* lucr neste ou em qualquer mn outro paiz.
ma-lo, c sobre tudo assegurei-lhe que o processo Km consequencia dellas se acharem acondiciona-
que eu ia por em pntica, poda mui bem nao dar-
resultado algum, tambem nao lhe causara os gran-
des incommodos porque j passra (foi exactamen-
te o que succedeu).
Estando tudo regularisado, foi marcada a opera-
"io para o dia 19 de novembro, da em que tam-
jm devia ser operado em ambos os olhos, o doen-
te j conhecido do leitor, o Sr. Vicente, do qual tra-
tamos em nossa 10* historia, e como de facto assim
succedeu.
Sendo o Sr. lexandre operado no mesmo da, e
em segundo lugar, na presenca dos Srs. Drs. Car
das dentro em frasqunhos de crystal o tempo nao
altera as suas proprieditdes.
A venda em todos os principaes estabelecinien-
to spharmaceuticos do mundo.
Ao publico.
O artista fi'rtado coELHo, antes de seguir via
gem para o Maranhao, declaia que ficam pagas to-
das as suas cantas qur particulares, qur como
socio que foi da empreza dramtica do theatro de
Santa Isabel, hoje a cargo nicamente do Sr. Duar
los Frederico, Rocha Bastos, Agrinino, Villas-Boas, n .
Cactano e Dis Fernandes 8 te Coirabra; tendo deixado em poder deste mesmo
En dira, seacreditasse'em superstic5es, que es-! senhor n>etade das impartancias necessarias para
tes dous doentes se
com sua pusilam
da anterior operacao s podem ser bem apre<
por aijuellrs que a ellas
tendo ouvidos nao ouv
forra sufficiente para
tade.
Basta por nma mi dizer que levei mais de um
quarto de hora a pedir-lhes que olhassem em Iren-
I te, sem oalcancar.
Vamos a operacao. Foi esta eita, e a catarata
extrahida sem accidente algum; andava esta as
maos dos meus collegas, qne verificavam ser ella
dura e lenticular, e eu depois de um pequeo re-
pouso concedido ao doente, tntava de pensa-lo, e
neste sentido tinha a palpebra superior presa por
II rtflm
MOVIMENTO DO POETO.
iVariM entrados no im 9.
Macei e nonos intermedios 18 hora, vapor na-
cional Mamaiiguape, de 337 Amelada-, ronNMo-
dante Mani.H-l Rodrigues dos Sanios Moara,e-
pagem 80.
Nurias saludos m im K>.
Rio-Grande do Sul Brigue nacional SfMmttk..,
capilao Joo BaptisU de Sonza, carga sai vi-
nho e 1 eeeravn do cawto.
Ro-Grande do Sul Escuna nacional Polaca, capi-
to Antonio Ferreira Guimares, carra sal f a--
sucar.
Observacio.
Nao houveram entrada-
EDITIS.
E por nao ter querido receber nesse saldo de
contas a importoncia da melade com que havia con-
corrido para se fazerem as roupas aas frimeims
Pioesas de RtcheUeu, Probidade, mobilia do theatro
e suas capas, tapete, lustre compra de madeira pa-
ra o scenario do prologo da Probidade, prescinde
dessa parte em provejfo do theatro.
Por esta occasio o artista Furtado Colho agra-
dece de lodo o coraran ao publico de Pernambuco,
as constantes e repetidas provas de apreco e estima
O Dr. Tristau de Alentar Araripe. oflkialda int*
norial ordem da Rosa e juiz de direim -.;
* do commercio nesta cidade do Recife, capital fa
?rovincia de Pernambuco e seu termo por Sra
lagestade Imperial e Constitucional o Sr D.
Pedro II, a quem Dos gnarde etc.
l-'aco salier aos que o presente edital vireni :
delle noticia tiverem que no dia 31 de afoste d)
corrente anno, se ha de arrenialar por venda a
quem mais der, em praca publica d~rt> jniao, a
sala das auditorios o seguinte : urna parte da casa
terrea c sitio no lugar de Bemfica n. /8. >endo dita
casa no meio do sitio, com a frente para o rio i'a-
pibaribe, e o fundo para o mesmo lugar dr Beti-
ca, tendo na Crente una grade de (erro, se'
las e urna porta no meio, ala na frente
netc do lado, quartos, sala atraz, cozinha fra,
los, senzalla, estribara para seis cavallos. cirmia
com tanque e bomba, casinba pequea para pom-
bos, jardim e muitos arvoredos de tracto e grande
terreno an lado: avahada em 8:886d>366 rs.. Irado
sido a avaliaco total do mesmo predio li-flU'-J t
iiual fra peihnrada por execucao do Dr. Jombib
Antonio Carneiro da Cunha Miranda, contra Joi>
Pinto de Lemos Jnior.
E nao havendo lancador que cubra o prero da
avaliaco a arremataco sera feita pelo prero da
adjudica<;ao na forma'da li.
K para qne chesue ao conhecimento de todo*,
mandei passar editaes >k st-rao pubhVados p^la
imprensae aflixados nos lugares docoslume.
Recife, 30dejulho de 1863.
Eu Adolpho Liberato Pereira de OiiTeira, esrri-
vao interino o subscrevi.
Tristo de Menear Araripe.
niea e ahi-rtn "o olh nara'ver se "os labios com 1ue nn>*aram como homem e como artista,
dTfenKit S Sftf SMfSC i *"*" c *** m ao ul.in dia em que re-
e nesta posico o doente apertou as palpebras com I1 ""
forca, olhou para baixn e para cima, dobrou o re-
tallo keratico, e derramou grande porcao de humor
vitrio, e s com grande cnslo consegu voltar o rc-
_ equanto ptMHBUt aejar ; e esperan-
eados do bom xito, nao hesitamos em contar com talho a sua posieao natural, mas o olho j
seu trumphu. perdidn ; e nao pndendn o doente prestar-s
Recife, 7 de agosto de 1863.
0 amigo do progresso.
Recife, 7 de agosto de 1863.
Ao publico.
j estara! A artista ei;6bma cmara, levada a retirar-se
_. se ao en- do theatro de Santa Isabel por justos motivos, que
-ativo por s achar desanimado e'mui desinquieto, em nada dependern! do publico de qucm sempre
Clnica mcdlca-clrurglca do Dr.
Cosme de fita Pereira na capi-
tal da provincia de Pernam-
buco.
Molestias de olhos.
(Continuaco do Diario n. 180.J
Catarata lenticular dura e madura no olho di-
reito ; operacao por extracnto. Nenhum resul-
tado.11* operacao praticada pelo Dr. S Perei-
ra.Obsercarao n. 726 do anno de 1862.
Com a publicacao desta observaco ver o judi-
cioso leitor que "eu nao cont somente as minhas
victorias, pnis que agora vou tamben) entre-lo-com
um revz que me foi mui seusivel, tanto polo iu-
commodo moral que me causou, como peloftempo
Irabalhn perdido, sem proveito algum.
adiei este para a tarde.
Este accidente, repito, nao se deu na occasio da
extraern, mas sim muitn depnis; elle 6 frequente
nn methndn da extractan, um dos seus mais" gra-
ves inconvenientes, quando o doente indcil ou ti-
morato, grande a porcao derramada e mo seu es-
tado.
As quatro horas da tarde examinei o olho, o
doente pedio-me mil desculpas, animei-o e at li-
quei satisfeito por ver os labios da ferida bem ajus-
tados, a caman anterior bem formada, pupilla cen-
J tral, etc.; tratei entao de manter tudo devida-
mente.
Vejamos o que succedeu.
Dia 20.O doente nada sentio no olho operado
que o inenmmodasse, apenas lhe appareceu ligeiras
picadas, e algumas lagrimas.
Dia 21.Nada appareceu que inspirasse cuidado
at a visita feita as onze horas do dia; ligeira dr
de cabera, muito caler pelo corpo, o que obrigou-o
a tirar camisa, imprudencia ; nada de febre. As
oito horas da noite mandou-me chamar parainfor-
mar-me de qne eslava sentlndo muitas dores no
olho ; nada foi prescripto a esta hora; recommen-
(te ao doente toda a tranqulllldade c repouso, tanto
mais quanto elle fallava e movia-se mais do que
e ii'.'iiiaiim perdido, sem proveito algum, ciqi um
O primeiro volunte conten prelecc,es theonco- doente, a qucm desejei prestar um sernc valioso;
orticas de escripturacao mercantil. porm, como nem tudo sabe a medida do nosso de-
0 scundonoces de arithmetica commercal. st-jo, contenlo-me por haver feito o que poda e de- era conveniente,
adamadas pratica dasnperaces commerciaes, e va fazer. Dia 22.As ntto horas da manha levantei o ap-
i'lementos dos\stema metrico'em suas applicaces
recebeu inequvocas provas de considera^o; an-
tes de retirar-se para o Marantio, faz por esta for-
ma um solemne testemunho de sincero reconheci-
mento, e indelevel gratido pelas repelidas demons-
tracoes de apreco que sempre recebeu desde a pri-
raeira at a ultima noite em que representou no
palco pernambucano, do qual se nao despede jiara
sempre.
Recife, 8 de agosto de 1863.
DECLARARES.
Santa Canta
de Misericordia
Reeife.
Ao publico.
vista do manifest dn Sr. Duarte Coimbra im-' i. r0nsul
presso no Diario de Peruambuco de hoje, compete- i
A Illm.'junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda pida prsenle con-
vidar aos irmaos da mesma Santa Casa para as-
sistirem a fesla da padroeira, nue devera ter higar
no dia US do corrcule pelas 10 horas da nwhi na
igreja do Panizo.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia Re-
cife 10 de agosto le 1863.
O escrivn,
A. F. Caralraute Co**$eira.
CONSULAT DE FRUNCE.
me nao responder, nem justificar-me, porm fallar |
sobre dous potitos desse manifest.
Diz o Sr. Coimbra : Allegaram como motico de
siwi retirada o mo acoUumento do publico, e que
t dais tinham-Uies sido proporcionadas maiores
vanUtgens.
de Fraare a ses rwnpatrdes rnidaat
ou de nassaff a FemakMr.
Fernamboue, II aot 1863.
Mesticias t chers camfShtttt. M l'nfmontt
de vous prevenir que mi prochain. 15 an
couranl, une heure apres midi. un T^-Deum
Como allegar a proposito de urna despedida que j chant en I'Eslisi> da N'rfre Dame da la Penka. a
;u nao flz. o mo acolhimento de um publico, que l'occasion de la fte de notre Auguste Souvenv
______.' M.n .>.. nMnHnl. ntn^ A* n....n^ An O \f II'.......-..,.. X'~....I.'.... III
Alimentados a custa dos^cofres pblicos.. 163
Movimento da enfermara* n<*din 10 de agosto de
1863.
Tiveram alta :
Manoel, escravo do Yirissimo.
Passageiros do vapor Afiimaiijuap?, entrado
le Macei :
Joo de Siquein Ferrao, Aristides Barbosa C.
I'eitosa, Anglica Maria Tenorio de Mello e urna
lilha, Maria Anglica da Silva, criminoso Manoel
Joaquim de Camino, um rabo, dous anspe^adas e
m ilons soldados, Joao Rcnivindo, Jenuino Adolpho da
Silva, Luiz B. C. Branco da Rocha, Maria Joaquina
da Coneeieao, Francisco da Silva Miranda. Dr.
I'rancisro piulo Penda.
Obituario do du 9 de agosto no cemiterio
hiblioo:
Manoel, Pernambucoj 4 dias. Boa-Vista, espasmo.
luvencio, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos, interite.
silvana Maria da Coneeieao, Pernamlmco, 18 me-
zes, Boa-Vista, cholera.'
Dia |10
\dcilpho. Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista, convul-
sdea.
Mairoliuul'H'lidiauo da Paixo, Pernambuco. 22
annos. solteiro. Santo Antonio, tubrculos puuno-
aras,
Joaqokn se RetsGoans, Pcrnainbucn. 76 annos,
a-.ido. Boa-Vista, gasiro-Iu-paiii.'.
Haaon), tarnantbuco, 3 annos. Ba-Vista, Maao
(eseraw).
Manoel, Pernambuco, 6 dias, Boa-Vista, escravo,
espumo.
Jos, frica, 66 annos, solteiro, escravo, Boa-Vista,
iliilcra-inorbus.
Joanna, frica, 30 annos, solieira. eseraM, Boa-
Vista, sfiftbo do tero.
I rancisco, Pernambuco, 1 anno, Recife, dentico.
Luciano Francisco das Noves, Pernambuco, 22 an-
uos, solteiro. S. Jos, erysipella.
Thereza Luiza, Pernambuco, 2 mezes, Santo Anto-
nio, espasmo.
Manoi'l. Pernambuco, Ilion. Ba-Vista, espasmo.
Joaquina Francisca Rosa de Santa-Auna, Pernam-
buco, 36 annos, viuva, Ba-Vista, cliolera-mor-
bus.
UM POUCO DE TUDO.
Sob o titulo de legenda* fmtwat do anuo 22 do
rintaiit'trrr. escreve este jornal de quem traduzi-
uios o me segu :
ii primeiro do mez de jimba do anno 22 do Tin-
tamarrt foi um da de grande emnean para ns ha-
liitantes do nosso velho Baria
Duas hitas immensas e igualmente memoraveis
istavam travadas : nma corrida de homens e urna
corrida de eavallos.
A ambicio de uns e outros achava-se vivamente
sobrexcitada, pois tralava-se tanto para estes co-
mo para aquelles de um premio glorioso, que de-
via ser conquistado, mas por meios differentes.
Para os homens, promessas de realisacan mais
.u menos longa bastavam, sem nutra garanta mais
do que una circular ephemera, que nesse mesmn
lia era sepultada no sacco de um trapeiro sceptico,
de mistura com juramentos de namorados e "pro-
mssa de bebedores.
Para os cavalloa, o w-enao da corrida era de-
"mata o ganhava, no mesmo lugar da
rendo, a ,
'"I?". j _..,int.- -'varrsos da paiavra, f-
Pnvailos dos grandioso. -munU,0s viam-
i a do estado de msfarcar seus p^. -
se levados a fazer suas provas durante '" '
afim de estabeleer sua superioridade sobre os c..
crrenles da mesma especie.
O xito para os homens que tomaran) parte na
O Sr. lexandre Jos de Souza, natural de llama-;
MCommereiTseBdoSAo prende cadVvoluine. rac, c ah morador, consultou-me, ha um anno
A neeessidade desta obra enrc nos geralmente' pouco mais ou menos, sobre sua falta de vista, e
sentida no commercio, que vai ser satisfeita pela procedendo a exame, reconheci que soffria de ca-
incansavel e intellicente dedica?ao dn Sr. Dr. Wi- laralas em ambns os olhos, sem complicacao algu-
truvio ao trabalho que merece, portanto, ser ge-' na; sendo por isso que se toruava necessana urna |
nerosamente acollido em sualmivavel tentativa, operacao, como meio nico, c o mais provavel de
____ rehaver sua vista. Annuio a isto o Sr. lexandre,
0 Jornal do Commercio. de Lisboa, publica o se- porm disse que nao vindo preparado, ia casa,
ujnle d*onde brevemente voltaria para ser jior mim ope-
A facilidade com que a lei do divorcio permute rado.
nos Estados-l'nidos a separarn da familia, occa-; Antes, porm, de retirar-se fez-me as seguintes
siona mil peripecias, urnas* repugnantes, outras perguntas mui significativas : que methodo empre-
burlescas. ava cu no trataniento dessas molestias ? Mui ur- j
Um agricultor do Kentucky. nao viva com a es- unamente respondi-lhc que nao segua methodo '
posa nos termos mais amigav
frequentes, e depois de urna ~
sorte manifestou desejo de
jugal. Para evitar os motejos dos ralladores, tratou desejava imitar; que praticava em geni a extrac-
de obtei consentimento do marido. cao. e s em casos excepconaes o abalsmenlo ou
O homem nao se estomagoa demasiadn com o o esmagamento das cataratas.
eu
sempre me deu provas constantes de apreco, de
sympathia e de consideraco; dn qual levu sauda-
des e a cujo palco ainda" espero voltar quando a
organisaco artstica do theatro de Santa Isabel es-
teja compallvel com os esforc/is constantes que eu
desenvolvo mcessantemente em prl da regenera-
co e do progresso da arte dramtica como fallar
m maiores vantagens propostas, se nenhumas pro-
postas havia tido de ninguem at esse nmmto I
Aquella asseveraco cabe pois, por inconsecuen-
te, por extempornea e absurda.
Diz ainda o Sr. Coimbra, mais adiante que...........
possue artistas ainda de mrito, que bem contra
sita rontade,procurara-se deprimir.'
Se ii i -le ha una allusao a mim, classitico-a de
disparatada, ea disparates nao don importancia.
Pelo que respeita aos mais pontos do manifest,
faco votos para que a miuha forcada sabida desta
eiprcza em nada comprometa" os interesses da
(mesma empreza sentindo que a desmembraco da
1 companhia me prohibisse de metter os hombros a
vo, internamente e congesto externamente. Pres-
crev, alm da atropina tpicamente, mais tres pi-
lulas por dia, compostas de calomelanos e opio, de
cada cousa um quarto de grao.
Dias 27, 28. 29 e 30, dezembro 1 e 2.O olhoco-
proje'cto da'cara mefade". f odavia ormulou alga- Depois entrou na indagaco do preco, por quanto j meca desde entao a melhorar as dores, porm
mas condices para a annuencia ; e obtido por' se fazia urna operacao destas; tambem respond- ( conserva o mesmo estado de alteracao anatmica,
escrinto o" consentimento da consorte, deixou-a lhe que tirando-se bom resultado, a quantia tal... isto cornea embacada, procedencia da iris, uniam
[)ar,. nan seria paga generosa as suas enndices ; mas por segunda mtencao da cornea e da esclertica.
Na \inerica do Norte a separaco o preludio replicn, o doente, se a operacao for emum olho s f cmara anterior obscurecida ,
do divorcio : e o divorcio o preludio de novo casa- Respondi-lhe, a mesma cousa, o outro ficara de | O doente nada v, o olho est um tanto abatido
parelho, e nolehernia da iris, puz depositado
na cmara anterior, cornea nevoada. Appliquei
de novo o apparelho.
Dia 23.O doente passou bem o resto dn dia e a
nnte.
Dia 24.Repetem-se a nnite as dores no interior
do nlhn.
Dia 2o.O dnente curadn pela manhaa_ e tudn
encontrado no mesmo estado, apenas parece que
a hernia da iris maior, e que a cmara anterior
est mais obstruida. Prcscrevi algumas gottas de
solucao de sulfato inntro de atropina, deitados so-
bre a conjunctiva pal|>ebral inferior.
Dia 26.Passou melhor o dia e a noite.
Dia 27.Rciietico noite das dores; o appare-1 novosesforeos para os quaes me senta fraco e que
lho levantado, a bernia maior, o olho tnaisjur- ue ante-m en previa baldados.
Recife. 10 de agosto de 1863.
L. C. Furtado Cix-lho.
prxima. ------------ .
Curioso incidente oeeorreu em seguida. Dous operado. uesejo
ou tres d*as denois deste enlace, o primeiro mari- Eu reconheci logo que o doente estava apalpando estacao, e grande as saudades do lar domestico, e
.lo anreienta-se na babitacao do novo consorte; o e previnido descontiei do caso, porque com os Srs. nada tendo a ganhar com a demora-na cidade, reti-
com urna sem ceremonia verdadeiramente yankee, Antonio Bolelhe Pinto de Mesquita c Jos Bernardo ra-se pan sua casa no dia 9 de dezembro a meia
amosenda-se vontade, como se estivesse em sua ., Ventura o mesmo j se havia dado; taes indagaces noute, promettendo-me que vnltana em Janeiro pro-
rasa em termos claros, sempre indicam que o doente ximo para rever o estado de seus olhos. e aconse-
' O segundo marido, um pouco espantado desta1 nao tem confianea uo medico que consulta esto lhar-lhe o que melhor fosse.
apparicao, e logo dominado de um aecesso de no seu dreito porm o medico consciencioso, que Em fevereiro foi que pode apparecer, e do novo
cinme,pede explicacao da inslita familiaridade se conhece e se prza aborrece sua nobre prolissao exame feito resulta quepode-se tentar a extraccjio
do desconhecido. Dirigc-se mulher. e pergunta o' logo que antecipadamente lhe pedem explicacoes! da catarata secundaria.
que significa a presenca de semelhante homem em protissionaes e o preco de seu trabalho; parece que A hernia da iris forcada pela falsa membrana
sua asa assim nao se tem confianza, c se quer com o nurn que a cebria ha consideravelmente diminuido, mas
A consorte responde sem hesitar, que o seu pagar o que vale muita c muitssima gratido. Cu- o olho est completamenteatrophiado-, retiron-sc de
primeiro marido ; e que se introduzio em virtudc raste-me de miuha ceguein ? paguei-vos, nada novo Picando de voltar das depois e ate esta data
da convencao celebrada quando ella deixon a com-; mais vos devo. Que imbecilidade, que ingratido ainda nao appareceu.
panhia do agricultor, No trabalho do medico nao ha s molona ha tam- Antes de retirar-se ro visitar o Sr. > cente seu
L .-ifectvamente o documento, do qual consta bem muita moral ; que peso tem ou quanto valem companheiro no mesmo mal e trabalhos, a quem
den os parabens pelo feliz resultado de sua opera-
cao c lastimou-se nesta oecasiu amargamente
dn seu desanime.
Tal foi o resultado deste 11" operarlo; nem a
sciencia, e nem ao operadnr se deve increpar este
revez, que foi nicamente devido, se bem que in-
voluntariamente ao proprio doente.
Eu delle nada quiz receber.
A doente que vai ser objecto da nossa seguinte
observaco, um typo inteiramente contrario aos
dous doentes de que acal de tratar rontade
enrgica, animo, impossibilidade na operacao, exac-
tidao na observancia do qge se lhe prescreve du-
rante o tratamento ; emfim obteve resultado feliz o
completo em 8 dias.
Dr. S Pirkira,
(Continuar-se-ha.)
COMMERCIO.
Alfantlega
Rendimi'iito do dia I a 8 .
dem do da 10.......
117:708517H
13:918*224
131-.6265HI3
.11 o % iinon (o da alfantlega.
Volumes entrados com fazendas
com eros
Volumes sabidos com fazendas
com gneros
74
119
------ 193
36
224
----- 360
no domicilio do novo esposo.
Satisfeito com a explicacao, o proprietario con-
sente na observancia da clausula em questao. O
primeiro esposo como e bebe em casa da sua ex-
consorte, e os dous maridos pareeem viver na me-
lhor harmona.
COMMNICADOS.
pequeos: to pequeo peso, e lao mesquinho ca-
pital, as mos do medico, ainda o mais pratico,
lhe pesam arrobas, lhe causam angustias, o fazcm
1 suar muito, tiram-lhe por dias o repouso, c o aba-
! tem consideravelmentc quando tem de servir-se
delle; e porque ? porque a taes"hiatcras -se ligan)
! o crdito e a honra do medico, a vida e a sade do
doente, das quaes est elle sendo depositario ze-
loso e conservador attento; ora, ao que zla e con-
serva a vida alheia por seu crdito e honra, se
devem respeito e eterno agradecimento; e o doen-
te que o desconbece, nao s nao sabe dlerencar o
verdadeiro medico do charlatao que nao tem crdi-
to e honn, comn nn d apreco a sua vida e sade,
do qual este destruidor; e tendo em muito pou-
ca conta o resultado do seu estado actual, desco-
nbece o verdadeiro servigo que lhe presta o medi-
co nesta occasio, para esquece-lo ou nial pagar-lhe
pouco depois, quando j servido. D'ahi nasce a
pergunta quanto devo e como me tratar ?
Se p doente quer saber ao jU6to quanto deve ao
medico, nao tem qne perguntar seno asi mesmo,
que fari dos meus haveres doente de doenca n-
tica, dependa, pelo contrario, da melhor maneira
de por em pratte a arte de fallar e de escrever._
Como mportava smente fazer promessas, nao
liouve quem nn nfferecesse n mais lielln paiz da
Coeanha s imaginages, com a melhor boa vnntade
i vel.
Nao me ser levado a mal que tambem lembre
aos futuros eleitores deste primeiro circulo o no-
me de um pernambucano distincto, e que com ra-
zan de sua pnsigo social, da sua llustracao c dos
servicos que ha prestadn causa da liberdade e do
progresso, merece um lugar entre os representan-
tes da nacae.
O cidadn que lembro n Sr. Dr. Aprigin Jus-
tiniauo da Silva Guimaracs, lente substituto da Fa-
culdade de Direito nesta cidade, c que por de mais
conhecido na provincia e nn imperio.
O partido liberal progressi.taj em cuias nlelras
elle milita, como um dos mais denodados cam- ,
peoes, nao peder nem deven repelli-lo ; tanto curavel f A resposta neste caso, sera a que todos
mais quanto por este primeiro districto eleitoral que tem molestias mcnraveis me tem dado dou-
deixa de ser apresentado o Sr. Dr. Serfico, que \ vos toda miuha fortuna quando me curardes.
proposto pelo quinto circulo onde aquello poderia Se o medico tenta rana operacao de grave respon-
maTprovavelmcnte ser apontado e eleto. E urna saliilidade, como sao s dos olhos, da bexiga, gar-
i.,riiiranca(me se baZa nasimples conslderaeSo de ganta, etc.; se feliz, qualquer cousa basta para
mo mn 's altas fuuccoes da represenlacan na- seu pagamento, nada mais lhe devem; mas se m-
i deve atttder ao merecimento, a il- feliz, se o doente ficar ceg, fistuloso aphonico, en-
titr-iei> ans servicos caSo publica, e nunca a to se lhe offerecer urna fortuna coessal as vezes,
merarmnosices sem tntocead re.,1 e convenien- \ em troco de qualquer bocadinho de vista.
TOSimrancadc curativo, nn; an contrario sou de parecer^as-
' li liberal progresista. '" o deve fazer, quando nao poder ser generoso
CORRESPONDENCIAS.
Srs. redactores.Son ainda forcado a pedir-lhes
um pequeo espaco era seu jornal.
Eiii urna nutra correspnndencia, declarei an pu-
blico que era calummesa a asseveraco feita pelo
Sr. Dr. Salgado, de haver eu solicitado o obtido a
sua demissao do lugar de promotor de Nazaroili ;
e quando fiz essa dectaracao, tive om vista a sua
publicacao inserta no Diario de Permimbueo, de 5
do corrente, e nao o authographo que flcou na t) -
pograimia. Quanto ao mais com que aprouve ao
Sr. Salgado mimosear-me, concedo-Uie plena des-
culpa, pois contento-me com a conviccao em que
se acha de quea provmclft de Pernambuco co-
nliece-nos perfeitamente.
Quando dsse que nao procurara remover o obs-
tculo que o Sr. Dr. Salgado poderia oppor mi-
nha marcha, refer-me a sua importancia poltica
e nao s suas qualidades de cidadao, e se, isso o
Descarregamno dia 11 de agosto
Lugre inglez--Ediih =carvao.
Rrigue portuguezS0fVYiio=mercail" trias.
Escuna ingleza Sia flm/=polvora.
l'aiacho inglezUamJiu -mercadorias.
Iliipoi l:u-fio.
Drigue portuguez Soberano, vindo de Lisboa,
consignado a T. do Aquino Peatn Jnior, mani-
festou o seguinte :
33 barricas e 50 saceos alpista ; a Thomaz de
Aqiiinn Fornica.
30 barricas dito ; a Palmeira & Bcltrao.
30 barris azeite ; a Thomaz de Aquino Fonceca.
200 arrobas batatas ; ao capitn.
4 caxas bolaxa ; a T. de Aquino Fonceca.
l."0 barris cal; ao mesmo.
"10 ditos carvo animal ; ao mesmo.
1.000 niolhos desebollas ; aocapitao.
20 barricas cevada; a T. de Anuino Fonceca.
20 ditos dita ; a Palmeira & Bcltrao.
10 ditos dita ; ao capito.
14 saceos cominhos ; a T. A. Fonceca.
16 volumes drogas ; a Maurer 4 C.
1 caixa drogas ; a C. G. Rrekenfleld.
500 saceos farello a A. Almeida Gomes.
100 ditos i a T. Aquino Fonceea.
30 ditos i a A. Agostinho d"Almeida.
6 barricas grao; a T. A. Fonceca.
1 fardo papel de embrulho ; ao mesmo-
11 pedrasde cantara; a Manoel Jos Dantas.
700 ditas: ao baro do Ligamento.
1 caixa rede de rame -, a T. Aquino Fonceca.
24.840 litros de sal; a T. de Aquino Fonceca
Jnior.
30 barris toucinho a Palmeira B Beltro.
19 caixas velas ; a T. A. Fonceca Jnior.
1 caixa veludo bordado; a T. A. Fonceca.
13 barris vinagre ; ao capito.
10 ancoretas vinho branco; a T. A. Fonceca.
12 pipas dito tinto ; a Palmeira & Beltro.
8 pipas, 41 barris e 40 ancoretas dilodinto; a T.
A. Fonceca.
3 barris dito dito ; ao capito.
Recefeedorta de rendas Internas
geraea de Pernamnneo.
Rendmertto dn dia l a 9 9:727,5945
dem do dia 10......... 4:645J833
14:373*778
S. M. I Emperetir Naiwl.-on II.
.1" cnnnais, ib's long-temps votre efWanSfit
a vous remire chaqu anne, a cetle (dfnnMk. --t
je sois d'autanl plus heun-ux de me le rapvHW
aiijouidhui. que partaiit a la fin de ce mois pur la
France, ce sera satis iloute. la dernire mis )
j'aurai le l>onheur de me trouver au miBen de
vous. Si I* solennit du jour ne me pennet pas
alors, de vous faire mes adicux toos, et .l.- v .os
expriiner coinmeje levoudrais, inaviv. '
gratitude pour males les preuves de coofiaare
d'affection et de bienveillance qw tota u i
jaiuai.- cesse de me domyr |>ndant !< U'mps ,|,;
mon sjour en celle vilff. pernx-ilej roos
adresse ici, mes remerrimenls les plus MM t
que je vous assure, qu'en queUiue lieu que -"it
in'apiM'lle. etquelque s >ii l'awnir qa'l l*
je conserveni toujoiirs vafee tmWfWI et ne
cesserai de faire des vwix pour vous.
VeniUez en recevoir ici. I'assnrance. Messwur*
-i chers eompatriotes, agrtr arce I k
mes sentiments les plus dvoors. les plus aftWiu.u\
el les plus dislintrm'-s.
Yicomte E. de lsmt
C'onselho admlnlstratlv*.
O conseibo adiniui.-nativo para foroecinv-ni'. A
ai'senal de guerra, leu de comprar us afert-
guintes :
Para o presidio de Fernaudu.
lo arrollas de a&sucar refinado em barricas de
3 arrobas, i mceos de arroi piada da Maranhij
em saceos de 4 a -"i ai rolas. 1 arruta de abala
(1 caixa), 20 libras de eik b> latas dr l
libras, 1 arroba de doce de guiaba em caix-V ..
latas de 4 a 8 libras. ." bandeas de Cariaba de tria
marca SSS, .'i barricas dt farinha pliega marra
azul. 24 libras de manteiga ingleza em koi-Vs
de 4 a 8 libras, 150 MB0M en resteas de 23
3 ganafoes de vinagre de Li;U>.t am namfifi de
-1 canaas, 3 arrollas de loucinlio le UsU* rm
barril. 48garrafas de vinlio de I.i.-1-.a libras de
velas de esik'i mcete. 1 arroba de vela de car-
nauba, 2 resmas de pa|nd ahaMM paiUa.k>. *t li-
bras de maimelada em latas de I e 2 libras, 4 li-
bras de banha de poico era lata de M a l liljaia,
2^i niolhos de albos. 2 eaiaai de salan. 3 artHw
de bolachas grandes. 2 pecas de inatlapoBo a. 3
para mortalhas.
Para a botica du hospital militar.
40 garrafas de agurdente, t) garrafas de aanod
de 36 graos. N libias de auiidone. 16 libras de aaau-
niaco liquido. 16 libias da raupliora 16 libras de
carbonato de magnesia. 24 libras de cevada. 16 li-
bras de carona, 16 libras de cera branca. I* abras
de cera aiuurella. i libras de corda de can* para
garrafas. 4 oncas de cbloratu de potaasa. i acas
de extracto de salsa parrilha. 16 Ims de emeacia
de lerebentiiia, 16 libras de flores de tilia, 16 li-
bras de llores de sabugo, 4 oncas de hyssulphatode
so.la. 8 libras de iodureto de potassio, I libra da
jabaraudi, 3 pecas de madapoln de lJ quatkbd.-,
1 arroba de macella de I' qualidade. I arroba .le
oleo de ricino, 1 arroba de oleo de amenduas. 30
garrafas de nal de abclbas. J resmas de papel
branco pautado, 1 resma de rtulos para rirorgia,
16 libras de resiua de dbJk>. 3.000 rolhas de fnr-
liea ile. I' qualidade. 1 fibra de trtaro emt-hVo.
40 garrafas de vinho do Porto de 1' qualidade. I
libra de subnetrat" de hismntto, 36 seriagas horrocha para elystcr, 8 duzias de vidros vastes rom
rnllia de 1. 2, 4 8 uii^as, 2 arrobas de mostar>la.
40 garrafas de vinbo bramo de intalidadr.
Quem quizer vender taes objectos aaraaaaa* as
suas propostas, em carta fechada, na secretaria
conselho, s 10 horas da manha do du 17 da far-
rete. _
Sala das sessoes do coiiselhu adnafeaemt. f
loiTiecimeuio do arsenal de guerra, >
lho de 1863. ____.
Antonio Pedro de S Barrita,
Coronel presideate.
Sebastio Antonio o Jvi
Vogal secrelan o.
DireeUrw A dinytoria das obras tmhtarea, feado de
dar proceder a coarerlos em divi
tadas. e fazer ooras novas, e ]
vas, convida as pessoas que a
jar destas obras e faueerta a i
prapeatas nos dias 14, 17 e 18 do i
Directora das obras
8 de agosto de 1863.Lo IHaaiiiiw da
Alhuquerque Maranhao, juria* de

\


^V*"**!****
IMarlo e Vrnaanhnco Terca letra Al de Agosta le i SOS.


Coaselho adaalnlfttrattvo.
0 conselli administrativos pura [tirneciinento do
arsenal de guerra, tein de comprar os objectos se-
guinle
Para o corpo do guarnioao desta provincia.
147 mantas de laa. 119 bonets, 383 pare- de sa-
l>atos. divisas para sargentos ajudante e quartel
mestre. KM corados de panno azul, t covados e
nieio de casemira amarella, 6 covados e meio de ca-
semira encarnada, 412 covados de hollanda de Zor-
ro, 55 varas de aniagem, 1,205 varas de brim
branco, 91 varas e meia de algodaozinho, 1,540
botoes grande de metal amarello lisos, 390 botdes
pequeos do mcsnio metal, 110 pares de clchelos
pretos.
tora o forte de Santo Antonio do Buraco.
1 casulla de setim branco lavrado, 1 estolla de
setira branco lavrado. 1 manipulo de setim branco
lavrado, 1 v de setim branco liso para o calix, 4
sanguinhos, 3 amittos. 2 alvas de brim liso. 2 toa-
Ihas para o lavatorio, leudo urna vara de compri-
mento cada urna.
Quem quizer vender taos objectos aprsente as
suas propostas em carta (echada na secretaria do
conselho, as 10 horas da manhaa do dia 14 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 7 de agosto de
1863.
Antonio Pedro de S B'arreto, ,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
Na audiencia do l)r. juiz municipal da 1" vara
do dia 11 do correte mez. tem de ir a praca para
serem arrematados uns movis penuerados
Francisco das Chagas Moura, por execue ao com o
mesmo e seu fiador, encaminhado pelo cartorio do
eserivio Saraiva.
Arremataran.
No dia 12 do corrente agosto, depois da audien-
cia do juiz de paz do 1 districto da Boa-Vista se
bao de arrematar os trastes seguintes : 12 cadei-
ras, sof, 4 bancas, tudo de madeira Jacaranda.
e 1 piano, todos estes objectos em bom estado, por
execuco de Jos da Cruz Sanios contra D. Vicen-
cia Kerreira de Albuquerque Nascimcnto.
Secretaria de polica de Pernarabuco
1 de agosto de 1863.
Por esta secretaria se faz publico para
constar, a quem interessar possa, que pela
dlegacia do.termo do Cabo, foi preso como
fgido e remettido para a casa de detenco,
onde se acha desde .10 de Janeiro ultimo,
un preto fulo, de nome Francisco, que diz
serescravo de Marcolintwle tal, residente
n'esta cidade.
0 secretario, -
Eduardo de Barros Falcao de Lacerda.
Tribunal do commerclo.
Pela secretaria do tribunal do commer-
cio de Pernarabuco se faz publico que nesta
data lica registrada a escriptura de dissolu-
<>p da sociedade que no Aracaty linham
Melquades da Costa Barros e Antunes &
Irmao, sb a firmaMelquades da Costa
Barros A- C. Meando em viriudeda mesma
escriptura extincta referida sociedade : o
ex-socio Barros desoneradu, e pago dos lu-
cros que leve e Antunes & Irmao, de
posse dos papis, ttulos, letras, e conlas
etc., e um escravo, tudo no valor de
6:144:5602.
Secretaria, 7 de agosto de 1863.
Julio Guimares,
Official maior
Pela mesma secretaria se faz igual-
mente publico que nesta data fica regs-,
trado o papel de prorogaco da sociedade
de Guimares & Olivera, (desta praca) es-
tubeleoida por contrato do 1" de agosto de
J8"i7, e ratificado pelo de 30 de .junho de
I8(2, que findou, devendo a mesma socie-
dade durar 9 annos, com o capital de
lO00#, fornecido pelo socio Guimares,
e sb as bases d arjuelle contrato, com a
nica altrselo de serem os lucros dividi-
rles em partes iguaes
COMPANHIA PEHNAMbTCANA
DI
Xavega^o coatelra a vapor.
; Paran;ba, Natal, Matio, Araraty, Crari f Acaraeu.
I A O vapor .V(//;-ii;//'/'comman-
dante Moura. seguir para os
portos cima indicados no dia 22
do corrente as lioras da tarde. A
carga ser recebida at o da 21
ao meio dia, encommendas, passageiros e dinheiro
a frete at o dia da sabida as 3 horas: escriptoro
no Forte do Mattos n. 1.
LOTERA.
THEATRO
DE
i:wiiu;x\
DE
A. J. WiiRTECOIMBRA.
Recita llvre da asignatura.
ferca-feira. M de agoste de 1863.
VNNIVKItSAHIO DA INST.YU.ACAU DOS CI tlsOS JURDICOS
DO IMPERIO.
ttepresentar-se-ha o muito applaudido drama era
tres actos,
IV MISTERIO
DE
FAMILIA.
Original brasileo do acadmico J. F. da Silveira
Tavora.
Terminar o espectculo com a representaciio
da linda e chistosa comedia em dous actos.
OlTOHGiMHi
l'i iucipiar s 8 horas.
lando-a alguns senhores acadmicos dirigido
niim fazendo-me ver (po deveria levar um tmtt-
(aculo nesse. dia, acced de l>oa vontade. nolando-
lhes immcdiatamente as difllculdades com que iria
tutar para executar o seu pedido. Aiijial resolv'
-ero espectculo cima annunciado, o mais pro-/
prio para com muidas forras actuaes offerecerao
respeiUvel corpo acadmico no (lia annivorsario
de Slia existencia.
O drama de un acadmico, ja bem eonliecido
entre seus colicas e que certamentc ufanar-sc-hao
de assistir representarlo de um de seus irmaos.
Ao corpo acadmico paraban pela lemhranca e,
como sempre um voto de agradecimento pela coail-
juvaco, que sabe e saber sempre prestar-me.
A. J. D. GniMBRA.
m iM
COMPANHIA. BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o da 20 do corrente o vapor
Apa, qgjnmandante Alcanforado
o imal uepois da demora do cos-
turae seguir para os portos do
sul.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduiir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro frete at o dia da sahida s 2
horas: agencia ra da Cruz n. 1, escriptoro de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEUIA.
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 14 do corrente o vapor
Princeza de Joinville, comman-
dante o capillo tenente Santa
Barbara, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os portas do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sc a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2
horas, agencia roa da Cruz n. 1, escriptoro de
Antonio l.ujz de Oliveira Azevedo & C._______
Para Lisboa sahe em poneos dias com a car-
ga que tiver, a gatera brasileira MindeUo, de mui-
to boa eonstruccao, e acabada de fabricar, tem
bons commodos para passageiros : quem na mes-
ma quzer carregar a commodo frete. ou ir de pas-
sagem, trata-se com os consignatarios Palmeira 4
Beltrao, largo do Corpo n. 4, priraeiro andar.
Para a Hahia
O palhabote Garibaldi tem parte da carga, para o
resto trata-se com Tasso limaos.
Para o Ro de Janeiro segu com mul-
ta brevidade o patacho nacional Cardta, o
qual recebe alguma carga miuda e escravos
a frete: a tratar com Amorm Irmos, na
ra da Cruz, n. 3, ou com o capto na pra-
ca do Commercio.
Para a Baha va i sahir com muita brevidade
o veleiro hiato Tyiw. tem parte da carga prompta :
para o resto que lhe taita, trata-se com os consig-
natarios Palmeira A Beltrao, largo do Corpo San-
to n. 4, prmeiro andar.
Para Lisboa
segu em-poncos dias o lugre portiiguez Julio por '
ter a maior parte da carga comisada : para o res-
to e passageiros. a quem offerece bons commodos,
tratarse com o consignatario Thomaz de Aquino
Fonseca. na ra do Vigario n. 19. prmeiro andar,
ou com o capillo o Sr. Francisco Antonio Mei
relies.
Para o Haranho e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem-
eonliecido brgue escuna Joren Arthur. tem a
seu bordo parte de seu carregamento ; para o res-
to que lhe falta, trata-se com os seus consignata-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C., no
seu escriptoro na da Cruz n. 1. *
Sabbado 22 do corrente so exlrahini a
primein parte da pnmeira lotera da grejl
de N. !>. OM Neves do convento de S. Kt;in-
cisco de Obtxla.
Os bilhetes emeios btlbetes aeham-se a
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas eonmissionadas
ra da Iaperatriz n. 44, luja de Sr. Pimen-
tel, pracil da Independencia tt, leja do Sr.
Soares fWieiro.ruaDiretta n. $,botica do Si".
Chagas, ruada Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto
e em Apiparos estabelecimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/ at 10^ sero pa-
gos urna hora depois da extraeco at as 4
horas da tarde, e os antros no dia seguinte,
depois da destribuicSo das listas.
O tliesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA.
O thesoureiro das loteras desta provinl
cia, desejando extrahi-las em maior capita-
e com menores intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem com)rar
para negocio, na quantia de 100d para cima;
assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
enthderenvse cora elle, na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. 45: advertmdo
que recebert em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loteras
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 de junho de
1863. .
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sonza.
J.
LEILOES.
Um terreno em chaos proprios,
HOJE.
Tcrca-feira 18 da corrente s 11 horas
da mauha. '
O agente Olympio far leilo a mandado do i
lllni. Sr. Dr. uit. especial do commercio de um
terreno na ra Imperial com 90 palmos de frente I
c UGO de fundo cujo terreno pertence a massa
fallida de JMqilin Lucio Monteiro da Franca.
Ter comeco as horas cima no armazem do re-
ferido agente ra do Imperador n. 16.
1KILVO
ZAMORA.
DRAMA HISTRICO PELO DR. THBERGE. NO
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGEM
FEMENINA.
Na ra Nova n. 11 vende-se a l?$ooo-o
exemplar.
LOTERA
CASA DA FORTUNA
O abaixu assignado faz scente ao respeiUvel
publico que se acha estabclccido com sua loja de
bilhetes das loteras da provincia, na ra do Cres-
po ri. 23, onde tem expostos venda os seus mui
felizes bilhetes e meios bilhetes garantidos da i.'
parte da i.* lotera em beneficio da igreja de N. s.
das Neves do convento de S. Francisco de Olinda.
cuja extraccao ser a 22 do corrente mez, obri-
S;ando-se ao pagamento de todas assortes, qu lel-
es sahirem, sem os descontos dos 12 por cento
do imposto geral e dos 4 jior cenlo do provincial,
o qual ser proniptamente elfectuado urna hora de-
pois da extraccao e por diante.
Os bilhetes c meios bilhetes do alta\o assignado
sao por elle assignados de chancella e aeham-se
tambein venda as seguiules casas : Praca da In-
dcpejMiaiua lojas n. 2 :i'J: na Ureita botica,
ii. 3. roa da Cadeia loja n. 4S, ra n. 44 e ra estrella do Rosario n. I i.
Prrcox.
Bilhetes inteiros..... 0.3000
Meios bilhetes...... 3J0OO
Para as pessoas que eomprarem
de 100-5 para cima.
Bilhetes........ tasan
Meios......... 25":o
Maitoel Martint Pinza.
ALVICARAS A NOVIDADE.
Sao rhegadSs loja das columnas
I na 111a do* Crespo n. 13 de Antonio
orra de Vasconsellos & C. rk|uis-
sinms cortes de la muito lina cora
ras estampadas e matisadas Im-
fjWralriz Eugenia, cores as mais deii-
ctdas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza ele, fazenda fnteiramen-
te nova e minea vista em Pernam-
buco.
mmmmmm
\ 1 n:\rio
O administradores das obras da Companhia do
Beribe, tanto de dentro da cidade como de fdra,
autorisados |ela Ilkn.* direceo da m(^ma, offere-
cein-se a contratar a factura de oncanamcnlos par-
caes para anneis e penas d'agua a casas e estabe-
lecimentos particulares, mediante um ajHste ra-
zoavel, pois que j se acham habilitados, sendo de
grande vantagem o ter agua em casa, principal-
mente as de grande altura. N
CASA DE SADE
Em Santo Amaro
Do Dr. Mil va Ranos.
Cnico estabelecimento desta natmvza
I We existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
lhido.
O edileio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientementc mobiliado.
' Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietaro encarrega-se de ipial-
quer operaran.
O estabeleciinento franqueado qual-
quer jiessoa que o queira visitar.
Primeira classe :{000darios.
Segunda dita.... 2-Vioo
Terceira dita.... 24000
Para que qualquer doente sejaal rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietaro aceita contratos annuaes
eom qualquer que queira ter um ou mais
ltitos sua dispos(;o.
.

COMPTABILIDADE COMMERCIAL
PELO
DR. W1TKUV10 PINTO BANDEIRA
Professor da segunda cadeira do Curso Commrrfial Ptnmhnr*.
DOIS BELLOS VOLCMES EM 8. tM\W
CoMI'HKIlK.BEMHi
O primeiro
Prelec^es theorteo-prailraM dr e%4-rIptfi
raro mei'4-aatil.
O .srjiiudo .\0r6r.H de arUlimrilra *
mrrrial. adaptadas pratlea das oprraf icw/on
merelaes r eleuientes do hystei
mtrico eom Mas applieaee*
ao eommerelo.
PREOO DE CAA VOLUME 5*
Esta obra. a|>ezar de elementar, ven i)reenchei urna lactina, que era v-rifaia entre d6>
onde fallecem escriptos de certas especialidades com accesso a todas inlelhjrenrias -, r av
sim o editor pensa fazer um servido dando-lbe publicidade. tarto m* quan hoje que *
transaccoes commerciaes e industriaes vao entre nos tomando nntavrl Asenvol^imenio. d<-ve |
entrar na cducaeao daquelles que se querem apphcar a taes ramos da vida o f dos principios da complabilidade administrativa e coinmercial.
Com este intuito, sob urna forma essenciahnente classica. reuni o 3r. Dr. WnnM 1^
principios da complabilidade commercial no que tem elle de mais elementar, e coordinn-
os de modo a facilitar o mais possivel o seu estado s pessoas que se desttnam s proAs^V*
commerciaes, sendo taes a concisao e a clareza postas no desenvolv ment respectivo. <\n<- i>-
de-se aprender a materia, ebegando-ae a escripmrar os livros jwr partidas defcrada* c apla-
car o calculo s operacoes do commercio. sem carecer da intervencao de um mestre.
O primeiro volme, formulado sobre a obra de Bertrand. oceupa-se mais ispeiialinenap
da escripturaciio mercantil |wr partidas dobladas, cojos jirincipos sao desenvolvidos em har-
mona com a "legislaco brasileira, rontendn alm disto um importanfissimo appendice sobre
as sociedades commerciaes em todos os seus movimentos, quer pelo lado da e-cripturari*,
qner pido da formacao, existencia e extinecao dellas em face da lei. Roste append-r. dupli-
cadainente recommndavel por sua originaldade e pelo rnnho de espccialismo. tem o nn-
merciante una guia |>ara sua dreceao. qualquer que seja a forma da sociedade qu. contraa.
(Completa este volme o specimen o resumo de urna escripturacao. ti em
tudo semelhante de una casa de commercio ordinario. olTerecendo urna serie de apenfta
successivamente mais difficeis, que assim inicia gradualmente a maneira de bm riptura-las
nos ditTerentes livros de urna casa de commercio.
O segundo, cgualmente formulado sobre a obra de Kotlinger, ocenpa-se particularmente
da arithmetira commercial com exercicios e problemas pelo meio mais simple- fcil breve
da regra conjuncta, acerca de todas as opt.'rafws platicas asoaoo do eoaaBercio, nnolnaia)
clculos de cambios de praca praca e por pracas intermedias, bem como n'gfHo> de bancos
com arbitragens de cambios, alm do desenvolvimento do systema mtrico em suas relaroes
com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de conversao.
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras. que asss domon-itram a im-
portancia real desta obra, derida a iitelligencia e a applicacao acciirada do seu autor. s*-no
que ella de ulilidade geral. e que a nentium commerciante e Bnean a homeni algum d> let-
tras licito deivar de possui-la em sua estante ; pois o commercio em SBM variada evoto-
roes, entende actualmente com tudo (pie se liga a vida.
A assignatura toma-se as livrarias dos Srs. Cumiantes \ Oliveira. N'ogueia de Soo-
za, Julin & Pereira e Geraldo 11. de Mira. smdo realisada su iiiqiortancia petl qnota oV rada
volunie ao" sahir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
O EDITOR
AVISO.
Quarla-feira i 2 d corrente as \ I horas
\a rua da Cadeia u. 53.
De um sitio eho proprio no
prinripiuda estrada do vlan-
guinho. esquina que faz a en-
trada da rua da Amizade para
a Capunga.
Pelo agente Euzebio se vender urna excellente
pcopriedade qoe um sitio com casa de vivenda.
:i janellas. i quartos, 2 salas, cosinha fora. esiri-
baria, cocheira. quartos, cacimba de boa agua, di-
versos arvoredos. terreno frtil, tendo 172 palmos
de frente para a estrada do Maaguinbo e mais de
500 palmos de fundo, pelo que faz frente para a
rua da Amizade, estrada para a Capunga. a vista
de taes proporcoes sendo pe to da praca; os Srs.
pretcndeiik'sqiiciram ter a bondade d ir exami-
nar com attencao para aproveilar a occasiao.
O Rvm. provincial do convento do Carato do
Recife. avisa a todas as pessoas qoe esto devendo
foros ao mesmo convento, aaeinm vir paga-las ao
Sr. procurador Benjamn do Carmo Lopes na rua
de Santa Rita n. 67, dentro do prazo de 8 dias. e
nao o fazendo no mencionado prazo serio cara-
dos judicialmente com as penas da lei do rom-
niisso._______________
D-se a quantia de 2U*>000 pelo aluguel de
urna escrava. que consinhe e faca as compras para
urna casa de pequea familia i a tratar no caes do
Apollo n. 17 segundo andar_________________
Eduardo Fales, subdito americano, vai a
Rabia.
Aluguel de easa.
Aluga-se o seguilo audar e soto do sobrado
u. 2o da rua estreita do Rosario, com grandes com-
modos para familia : a tratar no caes do Raun
n. 2.___________________________
Henricli Cssjel. Christiane Fridrichs. Elisc
Haas. Marie Huffnagel. vao para o norte.
Os abaixo assignados fuzem sciente ao res
peitavel publico, que compraram a taberna de
Luiz de Pinho Tavares, na rua do Cordoniz n. :.
se algoem se julgar eredor da dita casa comparo-
ca na data de tres dias, que sahir este annuncio,
depois nao serao os abanto assignados responsaveis
por qualquer divida que apareca.
Pernambuco, 10 de agosto de 18ii;.
Jvio Luiz dos Satot fi C.
ii:ii;-si:.
A pessoa em cujo poder existir una letra de
duzentes mil ris vencida em 7 de agosto do anuo
prximo passado. saccada pelo Dr. Borges Carnei-
ro, descontada por Camargo & Silva, fallido-, diri-
ja-sc rua da Imperatriz n. 67, que ser imme-
diatamente pago, o que j se nao tem feito, ha
mais teuiix, bt se nao achar a dita letra etapo-
deiidus curadores daquella massa.____________
S*n roin'iili F.. Barrillicr para rrreberno a tendr preslacan
du debito, de ninfnrmidailc com a deliberara piir
<*llos lomada, c prde-se aos mesmos que irayam os
respei'lios litiilus para seren rcsjalads: na rua
do Imperador n. :i0, primeiro andar, das 10 horas
da manhaa al as 3 da tarde.
O LIVRO do rovo.
Segunda edico mais correcta, ornada eom
27 estampas, e augmentada eoa VH paginas
de testo, conlendo : a vida de Nosso Senhor
Ji-siis Ghristo, fbulas, o vigario, o Imm ho-
mem Ricardo, faadropedes atis, o profes-
sor primario, morad ortica, Siman de Ffen-
Itta, mximas e sentencas. Iiygiene. recettas
oecessarias, o Brasil: vende-ai na livraria de
Manuel Figuera de Faria & Flhn, praca da
bdepeodeDCia os. G e 8, a (>00 rs. o exem-
plar em briicluira, e a cartemdo.
INTERNATO
DE
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECIFE
Director0 barliarel rm matlicmatiras
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, accedendo aos pedidos de varios paesdns
respectivos coQegiaes, e d ootras pessoas desta capital, removeo o seu estabe>ciinent>
da Capunga para esta cidade.
Nao tendo evitado eafonjos nem sacrificios para projiorcionar ao.- seus alumiM
urna perfeita edueacao phystea) moral, intellectual e religiosa, offerecendo-lhe* nnu ha-
bitacio com bastantes condicoes de salubridade. IisIk's professores que >ao soliritos em
prepara-tos conveiiienteniente ao tin que se destinan), medico pratieo o^e Rm
comprehender os preeeitos da nyriene e llies cure das doencas. i'linalinenle um sacer-
dote (Rostrado e honesto qiie Ibes explique os principios da'religin chrislaa. espera qin-
assim constituido nao drizara o sen estabelecimento de merecer dos Srs. paes de fami-
lias o auxilio e confianca com que j algoos lea honrado; e Ibes rnga. MB i MM i
todas as pessoas interessadas, qoe se dignem de visitar o dwsom sen -iai|.i inH-mn.
onde sempre encontraran franco ingresso.
O coliegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 na da Aurora, contiguo a<>
do coliegio dos orphos.
Nos estatutos do coliegio, que eslao disposicSo de quem o> quizer le -e acham
consignadas as condicoes de entrada e matricula as enversu anla- lo ssfjMM)1
ment.
4PPROVA^1AO E ItTOKINUAO.
DA
*^i
AVISOS MARTIMOS.
eOUPMHIA
MESSAGERIES IMPERIALES.
At o dia 14 do corrente -espe-
ra-se da Europa o vapor francez
Estremadnrr. eommandante de
Somer, o qnal depois da demora
do costume seguir para o Rio
de Janeiro tocando na Bahia, para passagens etc.,
trata-se na agencia rua do Trapiche n. 0._______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
M
avefia^o eoitieira apor.
Maccio t estalas
O vapor Prrsinirnga. comman-
dante (tat, segu para os por-
tos acuna indicados no dia 2 do
| corrente s 5 horas da tarde.
Recebe carjra at o dia 24 ao
meio dia, oBcommeadas, passageiros a dinheiro a
frete at o diada-salda c 3 horas da tarde: es-
< riptorio no Forte do Mattos n. 1
Quinta-feira 13 de agosto.
agente Pinto far leilao a requerimenlo do
do|Misitario geral e por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio de differentes pecas de
marcineiria usadas, pertencentes a Mariann San-
che Uebuad, e existentes no deposito geral, casa
em frente a secretaria de polica, rua do Impera-
dor, onde se effectuar o leilo devendo comecar
s 11 horas em ponto.
Sexla-feira \ i do rnrrenle.
As 11 horas na rua da Cadeia u. 53.
Da melado do sobrado n. 33 da rua das Cruzes
que rende 15000, dem idem n. 48 da rua de Hortas
que rende 8005000.
Por intervencao do agente Euzebio se far leilo
da metade doe sobrados cima por conta e ordem
de quem porteocer, os protendentes queiram ir
examinados com antecedencia.
Academia imperial de medicina
F.
Juula central de higiene publica
ELECTRO-MACiNETiCAS EPISPAST1CAS
DE
RICARDO KRK
Para seren applieada as parles atTcctadas. sem resguardo
nem ineommodo
AVISOS DIVERSOS.
Da-se sociedade a quem tiver alguns fundos
ou vende-se a taberna : na rua larga do| Rosario n.
31. a fallar na mesma.
Francisco Jos Goncalves Cintra subdito por-
luguez retira-se para Europa.
Arrenda-se na Estrada Nova do Casanga.
um rancho, com garapeira e duas rasas armexas,
urna das quaes tem armacao propria para nego-
cio ; arFenda-se tambem com o mesmo rancio,
trras para qualquer plantarn e onde se pode
sustentar animaes: quem pretender dirija-se a Es-
trada Nova em casa de Jeronymo de Hollanda Ga-
valcanti de Albuquerque, que achara cora quem
tratar.
%liia-e
oeseriptork) do pavimento terreo da rua do Impe-
rador n. 75, com frente para o caes 9 de Novem-
bro, cora entrada para urna e orara rua, ptimo i
para advogar ou cartorio : a tratar na mesma rua *
n. 55, segundo andar.
Muito conhcidas nesta corte e em todas as pro-
vincias deste imperio, polo? sens infalliveis resul-
ttdos em todos os casos de intlammaco. sajan ex-
ternas ou internas (com enmaro e falta m re$p+
caquo) cmodo estomago, ligado, baco. bofes, rins.
tero, pcito, palpita^o de corac, gargantas,
olhos, erysipellas. rheumatismos. paraKsia, e todas
as affec(*oes nervosas, etc., etc.
Igualmente para quaesquer inchacoes, feridas.
tumores intestinaes e venreos, seropliulas, lobi-
nhos, papos, etc.. etc.j sejam qual for o seu tama-
nho e profUBdeza, DOC meio da soponcio serao ra-
dicalmente extirpados.
(Estas, ckapat noptKlein fazer mal de forma al-
guma, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
melhor successo, vejam-se os attestados de curas
completas que j foram publicados pelos jornaes.)
O uso dellas aconselhado e receilado pof habis e
sistinctos facultativos, sua efucaeia incontestavel. e
SS innmeras curas completamente ubtidas as di-
versas molestias em que foram applicadas. o fazem
merecer conservar a confianca do Ilustrado pu-
blico, que j tive a honra de merecer delle 25 an-
nos de evistenciae de pratic;i.
X. I!. Nesta corte e de todos os pontos de-ia
imperio recebem-se p ticipacoes satisfactorias e
respeito das ditaschapa.s medicinaes.
As encommendas das provincias devem ser di-
rigidas por escripto. com todo o cuidado de fazer
as necessarias explicarles, se as chapas sao para
liomein. senhora. menino ou crianca, declarando a
molestia e eso que parte do corpo existe.
Para inclia?6es, feridas, lobinhos. papos, ele.; o
molde justo de seu tamanho em um pedaoe de pa-
pel, a declaraco onde existe, afim de que a clia|
seja da forma da parte affectada..e para que possa
ser bem appHcada em seu lugar.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
R1TA MOV Mm 49.
O Dr. Saltillo O. L. Pinho mndotl 0 si-tt CONSLTOKIU para aloja !- nwtrm :>n
ruaNuvaa.43, onde coiitinua a dar considtas todos os dias aten tadao Htefe at^
limas.
Os enfermos, que o procuraren) lugo na invaslo da Baolestia. s.in qu' liajara to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem bXMBOOpathico, payrtfl HW des pt
estipulados. Esta concesso tem por lim facililar a cura de molestias, qucputiem tornai
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo lemjwi adquir r
para a homeopathia maior numero de adaptas pela batea da cara.
En attencao as pessoas pobres, que nao podem saliii de dia. o Dr. SaliiH> i
ven dar duss consultas por semanas as tercas esjjxtas-leiras das seis as see iior.t- di
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devem ser dirjgdos |ior escriptn ;h> cir-
Isttllorio desde 8 horas do dia at 8 da noite. na cortea de que sero attendi.hv. na >.i r,
de sua precedencia, salva a efreomstancia de eminente perigo.
ADVKRTKXCIA.
0 novo consultorio est prvido dos m<'lltoivs iii.dicaniriilo>. .b-.i. ,i .
at a trigsima dynamnjsacao.
E como os mdicos hespanhoes e ademaos nao cessam de cerfiflcar a nwj cacia das nltissimas dvnaminisacoes do tratamento das molestias clironicas. o Dr. Sal4iio -
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencia mais altas ( par ora ai. *
afim de verificar por si mesmo a forra dynamica, que se llie allrihtie.
Os mdicos, que quizerem experimentar laes dviianiinisacrn-s portento .lingo ;..
COnsaHorw suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os BOMW,
No mesmo consultorio se vende a noxissima edicto do Thexouro knmmfmikn,
OU Vademcum do liomeopalha, obra ndispensavel a dos que querem usar da h<-
patina.
Tudo o que diz respeito nova medicina se adn abundantemente ueste BM estol-
aecmento.

PODE-SE MANDAR VIR DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapas serao acompanhadas das suas com-! Consulta s pessoas que se dignarem Iionra-lo
P'tentes explicacSes, e tambem de todos os teces- com a sua conflariea, todos os dias, sem ewepcao,
dbrns necessarios para suas appficacoes. das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
ESCRIPTORO
\. 119 Hl.l DO PARTO Y. 11
E EM PERNAMBUCO
Para as encommendas ou informapSes dirijam-se pharmacla de Jos Alejandre Bibeiro.
na do Queimado n. t.
1^^^^
DE
DE
J. VIGNES.
M. 50. III X DO IIPER \lOH N. **.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz|eonhecidos. f>ara que seja necessoro in>istir softrr
SOB superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradore.-. qualidatk esta iacoalob
veis querelles tem definitivamente cqnquistkdo sobre todos os qne lem appareeMo praca ; ?
suiidn um teclado e machinismo que obedecen i todas as vontades e caprichos 4as ttasMaft. mi
nunca falhar. por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan
tissimus para a clima deste paiz; quanto s vezes sao m.'lodiosas e lliuliita e per isto mato afnik
veis aos ouvidos dosajjreciadores.
Fafem -se conformo as encommendas. tanto nesta fabrica eom nado Sr. RondH. r Pars. sor.
correspondente t i. Vtgnea, em rnja capital foram semi>re premia* em toda as rapostrflrs.
No mesmo estabeleeimento se acha sempre um evplendMo e variado sortinvnto d msica dr
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo todo Trni.
por presos muito razoaveis.




mmm^m^-
.


Piarlo de Pernambuco Terca felra ti de .Xgjoto de 18- B3.

F
PROTECClO
PROTECCiO
PROTEJA! FREGUEZES
tO XOVO EStTABBLECIHEMTO VE I ll\IHS
NA RA DO CRESPO S. 17.
DE
JOS <-OM I]S VIWaMaXK
\> ndr-se karalissipio a dinheiro i\ista.
Fazr-ndas brancas.
Fazenda de phantasla.
V -lulos de blonde cen eapella e manto,
para casamento.
Vestidos de canihraia bra oca bordados.
Manteletes prctog.bordados compridos.
Cusas pretas a Luiz XIV.
i Capelinas de paHia a Maria Pia.
S;i;is bordadas de 4 pannos.
Cambraias flsas de lodas i is qvialidades. ,
Saias a balo de arcos e d e panno.
[ Chitas franceas finissima s.
Laas de todas as cualidades para vestidos
de senhoras.
Meas para senhora. viudas de Inglaterra.
Lassas decores lindos padroes a 280 rs. o
ivado.
Madapoloes francezes finos.
Madapoloes de jarda finos e entestados pro-
prios para camisas e saias de senhoras.
Madapoloes 4s 7* 8& M, W e W
a peca.
Bramantes de linho belga e de outras limi-
tas qualidades, sendo de 10 pernos de
largura eoutros de 4 palmos.
Esguines, selccias, biretanhas.
Toalhas de linho par. a mesas de -28 palmos
de comprimento.
Toalhas para rosto, algodes de lodas as
qualidades.
E outras muas faze odas baratas
Un grande soitiuieoio
demusicas para piano cea ato sendo de toda-as toreas, vendem-se .'baratissimas.
DO R0S.1RI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artiliciaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade-de seus donos, tem pos
e outras preparaedes as mais acreditadas
para conservacSo da bocea.
ffig t=55
ss-jBjy;
Calcado francez, na loja do vapor, ra
Nova a. 7.
o
5
; digno de auencao os novos sorti-
* montos de calcado francez, chegado
6 dita toja, e mu especialmente as mo-
dernas botinas coin differentes e novos
enfeites para senhoras e meninas.
1 a 2
B 2
3 >
> M
J8
AURORA
LililO -D A
Compra-se un mulato de idade de 10 2o
annos, proprio para pagem,o urna negra que cosi-
nhe e engomme bem, na ra da Croan. 1._______
Compra-se
e chumbo velho, no armazem da
no oitao da gaz da ra do Impe-
Cobre, latao
bola amarella,
rador.
^^
BRILHANTE.
L U
SAKTACRIIZ.
c grande armazem da aurora brilliaatc o. respcitavel trabuco encontrar sempre un
grande citiineiito dos melliores e inais novos gneros que l>yn vindo ao mercado e 4>or pic-
eos sempre coinmodos, tanto eui grandes poreoes como aretalho^
Latas eom peixe em postas savel, sal-
mo, sttmonete, coogro, oraz, par-
go e outras muitais qualidades limi-
to bem preparado a lfiOOO
Ditas coiu amcixas franc.ezas a bra a 1000
Ditas rom biscoutos inglezes de va-
rios titules muito novos a Ifi-iOO
Ditas oom, ligos, [ras, peeegos, gin-
gas, alperxe c outras a .600
Ditas eom ervilhas novas a 'iO
Ditas eom marmelada a 6i0, 960 e 1*280
Ditas eom massa de tomate a 640 e l>2i0
Cha uxn o.melhorjieste genero a
2800 e.....3*200
Dito hsston nimio superior a 2800e 35000
Dito dito a 25, 25400 e 3&QD
/Dito pTeto de a^a branca a .25000
:Dito do Rio em latas a 15300. 15600 e 15800
Doce de goiaJia caixaoaOO,640, 80e 15000
| Linguicas do seri e carne a libra 320
j Cli'iuricas epaius de Lisboa c presun-
to de Lamego a bra a oOO
l'i. -untos arietes para fiambre a li-
bia a .. ... 800
9. Queijos do reino muito novos (cober-
loaj a......MBWO
Maans para sopa, tahiarim. macar-
rao, alelria, pevide-e estrelinha, ar-
roz de massa, nodinha a libra 500
Arroz 4?. India a arroba 3*200 e do
iO
Caf do Ccar a libra 320 e do Rio a
280 e ,......120
Dito dito a arrob?. a 9*500,9*100 e 8*oOO
Vintios lia novo supprimcnlo.
Vinbo da Figueira da propria uva a 360
Dito dito a 400 e ". oOO s
Dito de Lisboa de-boas marcas a 400 e 480
Dito branco proprio para missa a 480,
jm e......
Dito tinto do Porto, menezes; cnamigo
duque e outros esa pipa a 640, 720 e
Dalos genuinos engarrafados coin os
noiui's gravados dos autores aas
garrafas a 1*200, l*o00 e 2*000
Servejas. champanhe, licores, cognae e
BordeanZ e outros lquidos que e
vendan baratissimos *
HolaWiiniu' inglezaa 2* a barriquinlia
clibca......200
Dita de araruta doce e agoada biscou-
tos etc. a.....330
Caixas eom 2 arrobas de batatas novas
a arroba a 4*280
jenebra de Hollanda frasees grandes e
BAXCO CMllO
ESTABELEQDO NAQDADE DO PORTO
Agentes em Pernamburo
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & V.
Saeam itor todos os paquetes sobre o \
mesmo banco piazo au vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coirabra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guinia-
raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penaliel, Braganca, Amarante, Angra,
Hha da Teroeira, llha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves c Fafe, a
oitodias vistau ao praza que se conven-
oionar,no seu escriptorkt ra da Cruz
n. 1.
Anda est para alugar-se o sobrado na ra
dosCoelhos n. 10, onde moraram os padres lasa-
ritas.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartoes de visita
(brides de visita
Cartdes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartdes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
8*000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
RHa do Imperador
Aula de insirueeao elementar.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha deixando
a regencia da aula primaria do collegio Bom Con-
selho, contina na profissao de ensino em sua casa
de residencia na ra da Aurora n. 46, e promette
empregar todos os esforcos e recursos de sua ton-
ga pratica, de maneira a conseguir, no mais curto
Compra-se effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.__________________________________
Compra-se papel de diarios a 120*, no depo-
sito da ra da Senzalla-Vellia n. 48._____________
Para nina eneoinmenda.
Compase ama escrava moca de boa
fgira e onducta, e que saib bem de
costura e entramado, a tratar n> caes
do Apollo n ' YENDAS.
Vendem-se 4 moleimes:
64, segundo andar.
Queijos de manteiga.
Chegou ao armazem da aurora brilhante, largoj
Santa Cruz n. 84, nova remessa de queijos do Se-
ndo muilo frescaes, assim como farinha em sac-
eos grandes muito fina, saceos eom milho e farello
de Lisboa c arroz de casca.
A' 440 rcis a garrafa-
Do mclhor gaz liquido americano sem garrafa
440 e eom ella 460 rs, em casa do Costinha no pa-
teo do Carmo, de pressa que por este preeo dura
pouco tempo.
.NO HtMAZEI DE FAZEMA WUTU-------
M
H\TON C9ELM
Ra t Qwinali 1.
Aende-* megmimie :
, ,. *'obrta
de chita da India, a S.ooo rs.
Lriffesfc fnm
de linho, a 2:ooo rs.
I.envoew de hramn,
de linho, de um |>anno s, a :8 Ttalhas ikernadj
para mo, pelo baratsimo pn>ro fe 3:GC0
rs. a duzia.
Rirw *rslidHM
de seda para meninas, pelo baratasmo pre-
eo de Irooo rs.
LflfM it Mi*
pelo barato prega de I :ooo rs.
Sai ir fut*
pelo baratssimo preeo de 5:3oo r?.
Lenf8 de raafcraia
blancos finos, proprios para algibeira. mm
a 1:8oo e 2:ooo rs.
UnrM de cmm
finissimos, proprios para algibvira. jn-lo lw-
ratissimo preeo de 2:ioo rs. a duzia.
Crtes ir caira
de ganga amarella, de listas e fr qnadrr*.
fazenda superior, lelo baratissimo prm t
l:2oo rs. o corte.
Peeas de madapol*
largo superior, peto baratissim- i;
grande sitio deno-, %:qqq rs.
Peeas de bretanba
na ra Direita n.
a tratar na ra do Hospicio n. 22, na mesma casa
ha para alugar no andar terreorf|uatro grandes
Suartos, sendo dous na frente e dous da parte de
etraz; e um moleque para lodo servieo de urna
casa, muito esperto, fiel e sem vicios d; qualidade
alguma.
Da -oiupra.
Vende-se um carro de, dous assentos, forrado de
novo e em muito bom estado, eom urna parelha
espaco de tempo, o adiantameto de seus discipu- $ f.avallos, |ior un preeo rasoavel na na do
los. Xeste sentido, pois, o annnnciante olTerece j Qucimado n- W primeiro andar, trata-se da
| seus seus servidos a todas as pessoas desta eida- a-______________________________
; de e do campo que tverem lilhos a educar ; e i Vende-se
aceita meninos internos por precos mui razoaveis Piche no armazem da bola amarella da ra do
: em relacao do actual estado do paiz, compromet- imperador.
tendo-se a trata-Ios eom disvellos e a dirigi-los
I cuidadosamente de modo que satisfar as condi-
coes essenciaes de urna educaeao regular e con-
veniente l.'juventude.
Vende-se ou arrenda-sc o
minado Caianna, na freguezia da Varzea, de muito
boas trras ]ior seren de grande produeco, eom
urna casa de taipa ja coberta, bastantes vis de de rolo eom lo varas, pelo barato prefO de
'-ara?leiias' cwiuc'i'os, cafezeirqs e outras fructas, 3:2O rs.
Peeas de raabrm
de salpicos. fina, eom 8 I 2 varas, peto ba-
rato proco de 4:ooo rs.
AttalkadM de liik*
eom 8 palmos de largura proprio para toa-
llia de meza, a 2:5oo rs. a vara.
Toalhas
de linho para moza, a 3:ooo rs.
Barege
de lindos gostos, peto barato pre.p i
rs. o covado.
Esler* da ludia
propria para torro de sala, de i, 5 e Mi-
mos de largura.
Assucar do Monteiro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a .jjiOOO aarroba. ____________
Vende-se nma boa preta eom idade de '0
nnos, pouco mais ou menos, cozinha e engomma
erfeitamenle, e d-sc para esperimcnlar, a figura
nao boa, porm urna boa escrava para o servi-
eo de qualquer casa : na ra do Queimado, loja
de miudezas da boa fama n. 35.
pequeos a 640 e
Dita de laranja aromtica a
Manteiga ingleza flor a 720 e
Dita mais abair.o a 600 e
Dila franceza nova em barril
3.600 rs. a libra e .
Dita em barris de 22 libras a
Maianliao 3500 e .; libra
Netta estabeleeiraculo ha sempre saceos coin farinha, milho, fejao, fareho
casca, lude da mclhor qualidade 8 |r menos do que em outra qualquer parte.
f00
. 1*000
800
. GW
meios -
. 640
. 640
arroz de
Pede-se ao Sr. Manoel Jos da Silva Marques
o obsequio de procurar o abaixo assignado, afim
de reslitur-lhe as letras que de mais recebcu em
--------------------------------------------------------' troca do saldo de urna outra.________' ______
TINTURARA. Aluga-se o andar terreo da casa de
Tinge-se eom pereico para qualquer dous andares, sita na ra da Assumpoaor
cor. e o mais barato possivel: na ra do n. 4i : a tratar na ra da Gadeia, lof '
Rangel n. 88, segundo andar.___________ n. 32.
AO n. 29. Hontem as 7 horas da manha, apre-
Nwa loja dos barateaos, rm do Queimado. nendeu-se no caes do Ramos, um cavallo.que
it^iS&st^r&\^\^^^ pr r,,omens suspeilos-
loes de reos o melhor possivel, a 3*300, 4* c 5 ; We 0.abandonavam logo que se quiz reco- ,_
alpaca de linho para vestidas, covado a 240 rs.; nhecer, o cavallo rugo pedrez ; quem fr ,u Imtni .ao y->Pa'ao n. W da mesma 40 rs.
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;; seu dono, dirija-se ao canoeiro Silvano Jos rua c conuIlua a vender em todas duas tojas, parios eom pares de ditos a 40 t<.
eambraieta muito fina, peca de12 jardas a 7*;. ignac0 morador em Itapissuma, boje no as midezas abaixo declaradas equeiram
assa lisa pfalle deovo, peca de 32 jardasa 7,>>(K). ,m ,, ,,^ n___ p i nrp^lar Imli iltwfn-
----------!-------------F ---------------------- mesmo caes do Ramos, na canoa Santo An- Pr^SWI lua duenc !> n Vil Innin t'rtmtlfl ahrmotoc inrrlnvac mu
MDANCA.
0 rival sem segundo mudou o seu eslabe-
NOV< HI VAL
LOJA DE MIUDEZAS
Ruado Qumalo n 16.
Massinhos eom 27 grampas sonidas a M r-
Caixinhas eom ditas a 60 e 80 rs.
Pecas de tranca de l;ia,lisa encarnada a 20 r-.
Ditas de dita de caracol de la de cores a 60 r-
Dilas de diu de caracol branca a W rs.
Ditas de dita de caracol mesclada a 100 r-
Ditas de fita trancada iwra debrum a 13)
160 rs.
Fitas ccordoes para enfiar espartilbo lili
120 rs.
Caixmlias eom 18 pares de eokhnes a :
A n. 29.
Noca loja dos barateos, rua do Queimado.
Paletots de merino setim, fazeada de oslo de
2o* por 10*; ditcs de alpaca pretoa 3*200; brm
branco lona, vara a 640; brim de cores para cal-
Attenco
Sabonetes inglezes muito finos
160 e. ,.......
Frasco d'agua de colonia peque-
no muito fino......
ra, covado a 480 rs.; camisas eom petos de fustao,! Madame Ferro, Italiana, que particularmente d Dito dito grande muito superior,
1*600; chapeos de sol de alpaca, a .3*500. S^Si^?0aj!,J^"1^ P L'!^! Frascos de macassar perola a.
Heraclo Vespasiana Fiock Romano.compe- Joao Laetano de Abreu, solicitador dos au-
leotemMte antorsado pela directoia da instruc- ditori^s desta cd-ide, faz .-ceme ao publico, eon
CO Hiibi.ea ton aberto um earso particular de geo- especia bdade aosseus clientes e amisos que imi-
i'.ieiiia c -eoarai-bi.t : os saibores estudantes que dou sua re.;id-ncia pan a rua da Praia de Sania
>e quizeremmatriealar as refaridas matarlas, Hita Xo\'a n. 49, onde morou o Sr Dr. Buarque,
DOdem dwnr-se rua do Cang-n. 3. primeiro engenheiro aa estrada de ferro, onde sempre aelia-
andar, dai Ss II horas da manhaa. e das Sis rao, das 6 as 9 da maiihaa, e das i da larde em
6 da tarde.
DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operaeda de sua arte, e col
loca deotes irtiflciaes. ludo eom nperio-
ridade e perticao, qw as pessoas eoten-
iidas Ihe recoaneceaL
Tm gua e i>s Icnlificio.
- Alogam-se a loja lo sobrado n. 193 o armazem
n. 171 da rua Imperial, o armaztm n. 4 da raa do
Apollo, <- i eaaa n. 27 da rua do Burgos: na roa
da Aurora n. 36.
Cirammatiea latina.
0 padre J. M. Maciel, professor publico
de pliosophia no seminario de Olinda. e par-
ticular de latim no ReoWe, tem aberto um
nrso desla lingua na rua Nova, n. 19, ter-
i/eiro andar: as-passoas, que quizerem uti-
lisar-se do seu limitado prestimo, abi sahe-
rao as condiccoes do ensino.
dianle.
Ao n. 29.
Noca loja dos burateiros, rita do Qneundo.
Para acabar.
Bicos pelo de linho, vara a 120, 160, 240 e SO
rs. ; cas franjas e trancas pretas o de crejL vara
a 120, IW) e 2(H) rs. ; irnrna e gnlocs algodao, jiecas de !0 e lo varas, a 200 c 400 rs.;
troco lino--! grosso, peca a 160 rs. -, vesiidinlios de
cambraia Bordados, paca bapiismo a 2*.
KB me sendo possivel permanc- ce
ccrcmt'asa lodo o da para satisfazer(9M0g^^j^f
\ Precisa-se de
AlngfvBe a casa terrea da rua Imperial
os pr'Jlondentes diram-se Caixa Filial.
coinmodos, mudou-se da rua da Cruz n. 9 para o ni,n< ,lp mn,.a.-, ,.ipn .
n. 44 da ruado Trapiche, aonde continua a servir, ^ll0S Ut ma(aC-' OlCO a.
bem e limpamente, como sempre. Em sua casa Irascos de oleo Barbosa a 50.
tem ptimos quartos e salas que se alugam. eom | 320 e.........
comida ou sew da. Dito dito muito superior a JOO e .
---------------------------------------------------------------| Dito de banha muito fino a 400 o .
A ItenrO. \Frascos de Lavandemuito superior.
Eu abaixo assignado aviso ao"sonhor que foi em Garrafas dagua celeste muito sn-
miaha casa, na Magdalena, no dia 13 de julhodo perior a........ .
s consalias medicas daqaelle^que me
in-ciir-ni, pin- quanto tenlto doenlesi
de minlia fliniea, a qoem devo ih-ii
ru!dados,seuforcado a declarar nova-:
menle qoes me permild sultas das 6 s \) linas da manlia, e, em
casos trenles, das 3 s o da (arde.
lr. .|.k:tqnini d'Aqoiuo Fonsera.
urna ama de mVb,
mas que tonda, quando muito al 6
mi ses decorridos na crjacao de que
se ache enearregada: na rua estrena
do Rosario n. 3,3 andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
reira.
fejjyj JMiMMiiS IM^I^
aniu; passado para fazer urna accommodacan em Frascos de cJlCl'0 milito finos ;'i
n. j urna divida que me devedor. e levando em sua ">00 e.
I companhia o Sr. Kernardino, o eu caixeiro e nes- Tk;,- .i,.'i..'un'nL,n' '. .' '
J, te numero um seu rmao no carro de aluguel do ^^''''J'^I^P^lUOnOsmuitolina.
; Sr. Antonio Ferreira de Oliveira Refinador, e as- Dito de opiata peqpenOS. .
sim quea al o Um do corrente mez concluir o Thesouras muilo linas para onbas
negoiio, senaoprocurareiomeu direto Gravatas de soda de coros .
Joaqu.mJosedaS.lvaGa.oJumor. Luvas ^^ (](, .^^ _
Alugam-se duas mei-aguas no Campo Verde. Caivetes de 2 folhas muito linos
umero^r*Sa0 "' '' *** "* IU" C, Ba"g8 Caixas d,; colxeles frnc
'.00
400
."iOO
00
100
iO
040
:oo
:oo
>0O0
soo
00
200
O0
:oo
KM)
320
ATTBNQAff.
Para salvar a minha reputaco, declaro ao
Sr. Claudio Duheux, que se por acaso acon-
tecer algum damno a seus animaes que con-
luzem mnibus de Jaboato, era cousa al-
guma serei eu o causador, visto nao ter a
menor queixa do Sr. Claudio Dubeux, a
quem sou muilo grato. Obriga-me a fa-
zer este annuncio, visto a intriga e perse-
guico que a mim rae faz o Sr. Jos Fran-
cisco Pereira da Silva Flbo.
Francisco de huta Souza Leao Jmor,
- Arrnda-s < en^enlio S Ce-
tano silo ua eoiuwrca rt Cabe tem
esta pmpriedad** excelleutes tr-
ras pura plnntaces de cumias, ro-
eas, ele moidt tor Agua e dista
da esiaeai da va frrea apenas
iinin Ijii ; qaem o p^eiemler d
rjja-se casa d< falleeidueo umeii-
da ir Luiz Gurues Ferreira a ,> Non-
dego.
Aluga-se a loja da rua das Cruzes-n. 11, pro-
pria para qualquer eslahelecimento ou artista por
ter na sala dedetraz eommodopara pequea fami-
lia : na rua Xova de Santa Rila n. 19, armazem
de l^eni"-.
AO CONNEfiCIO.
cozes e car-
toes .........
Grampos *W caracol e lisos. .
Caixas de vidro cora 12 dedaesde
metal.........
Massodopalitoslixadospara lientos.
Grasas de botOes de ac pan calca.
Hitos eom *:> par.-s de dilos a >. SO e M> r.
Pana de luvas de monlara para homem a (
e 1,8000.
Ditos de ditas de seda para senhora a 600 e II.
Ditos de ditas de Escoca para senhora a
ioo rs.
Pecas coin lo varas de franja para rortinadn a
Vara de franja de >eda preU e de mr-s a ">.
600 c 800 rs.
ii de nanea grega de seda em cara.-id 4 5>
400 e GOO r>. *
Dita de bicos e renda- liranco* e Ketos a J89,
Oe 200 rs.
Dita de pilos hraneos laviad-.- a Iil e l0 r*.
Oitava de relrnz pelo > de ror.-s a |t.l |.
Escovas para dnl.-s a lli Grvalas de seda modernas a VO > :*n\ r-.
laudas capella- para menina.- .- nmvx- a I
Dada de caixas da pkaapham 1 M 1
IVnies de alar eabeBo a IB, MI 1 IV 1-.
*-ixinhas de lamparilla.' pai
Resma de papel alnv.....Im i HBM
Dita de papa de peso |iaui.id l'aixinhaconi 10 anvelo|n,s a Htm
Dila de lacre a 200 e Bul 1 -.
Hila de bralas de massa e de cola i Me
120 rs.
Dito de paaaaa da i.-mea e saajBBBBBBa.-Mr
ooo.
o;
Os abaixo assjgnados fazem scente ao pulm'eo
que desde odia :il de julho prximo passado, se
acha dissolvda amhjavelmente a sociodade que gi- Caixas eom frascos de "cheiro.
rava son a razao de Villaea Irmao & Andrade: Fscnvae inri eah.dln mnitn Rn
licandoacarRO dos swios. Manoel dos Santos Vil- ?S!fP?f? cal), lio muito linas .
..i Sanios Villaea, que rontinuam no t-at ten n^Ii-ni;irro ls po de seis mozos, pagando-se os juros meiisalmen- mesmo {enero de negocio, sobre a lrma social de IVcas de tranca lisa encamada. .
,_-j te, sobre hypoUieca de nma escrava crioula c sa- Villaea Irmao & C, o activo e passivo da mesma Tinleiros eom tinta muilo superior
sociedade, e completamente exonerado o socio Joa- n:..., 1, v 1 ,nm (i
quirn Jos do* Santos Andrade, de qualquer res- ("J?, J U
tnosimeSes at aquella '"
Precisa-se de 800.3 a juros de 2 0|0 por tem- laca e Jos dos
ponsabilidade aelas
tlllIM'l.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
\ -Iha n. 20 : a tratar na rua do Sebo n. 21.
Precsa-sc de urna ama para ajudar a andar
eom crianzas : na rua Nova, loja n. 7.
Agenda feral das provincias no ttio de Janeiro.
Antonio Francisco Bandera, estabeleeido ha lon-
gos anuos no Rio de Janeiro, encarrega-sc por si
e por pessoas que para las tem habilitadas, de
procurar o andamento e realisacao de todos e
quaesquer negocios eommerciaes, civis, ecclesias-
ticos e administrativos. O annnnciante olferecen-
do ao respcitavel publico desta provincia os seus
bons oficios, garantc-lhc relo. aclvidade e dis-
ripcao : qualquer pessoa que queira ulli-ai - dos servieos do annuneianle. pSe dirigir-SO-UM
direelamente por carta. Rio de Janeiro 'J2 de ju-
lliodel863.
Pede-se ao Sr. Jos Gomes Pessoa de Al-
buquerque, dono do engenho Tabatinga, o
favor de vir oi^ma^ndar rua Nova, n. 32,
tratar de negocio>que^no ignora. "
Os liquidalarios da massa de Jos Antonio
Baslo comidain oscredores da mesnja a apresen-
lartai seus ttulos al 20 do frrente as casas
rua do Trapicar n. 3 i, para se preceder a respec-
tiva verifiraro. Kecife s de ageste de 18C3.
Quer se urna boa ama de
leite: na rua da Cruz n. 23
Aluga-se um escraro ptimo padeiro ;
na rua do Livramenlo, n. 22, terceiro
andar.
PERAS DE CHAVES.
Perdeu-se hontem (16) urna porcao de
chaves pequeas, presas todas em urna ar-
gola de metal; desconfia-se que foi da va-
nnda do sobrado, lancada rua por um
menino de mui tenia idade; quem asachou,
pode leva-las rua do Imperador, n. 50,
Ioandar, quesera recompensado.
A o commercio
Joaquim Jos dos Santos Andrade faz sciente ao
dia, de idade 10 annos : a quem convier. lr.;tc
eom Frederii-o Chaves, que est eom os poderes
precisos para dita Inpolheca.
Joao da Silva Ramos, medico jiela Uni-
versdade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na rua Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manha, e das 4 s 6 da tarde, c
recebe e^nalinente i-onvies para dentro
ou ra da cidade, eom oflm de se encar-
regar de qualquer servieo de sua profis-
sao.
Os chamados devero vir por escriplo.
Farinha
de superior qualidade, a melhor do mercado, a bor-
do do bngue Imperador : a tratar eom Manoel
liarbosa Ribeiro, rua da Madre de Dos n. li.
O abaixo assignado, testamenteiro do fallec-,,
do Fortnalo Cardoso de (iouveia,tendo chamado j S
por este jornal as pessoas que Ihe cram devedoras. I
e tendo muito poucas appareedo, faz o presente.,
afim de evitar de serem chamadas por seus nomes. \ Precisa-sc de u
o que o abaixo assignado esl resolvido : os que na rua Direiia n. i, s
nao quizerem passar por esse dissabor, dirjam-se
a rua da Cruz n. 60.
in-
da la
elfectuadas.
Beejfe 7 de agaato de 1863.
Manuel ilus Santo* Villaea.
Jos dos Santos Villaea.'
Joaquim Jos dos Sanios Andrade
Maques *olre l*or(ugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Porluense nesla cidade, saca ef-
feotivamentepor lodosos paquetes obre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
ualqucr somma, vista e a prazo, po-
pndo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do imperador n. al.
Joaquim da Silva Ca.-lro.
Partas de aJfineles lrance?es .
Cornetas de chre para meninos
Frasqninboseom tinta azul ''encamada a .
Lapis azneseencanadas i li i-
Duzradi- lapis da pao a o e i-jii r-.
Dita de l'aea- e garlos liranro- ,,
Massosde palitos lixados supern
Tesooras diversas a 80, lijo. BM xaii
Dila- gi-andes de liiiiin.-llr i,, i
i .
Atacadores de cornalina para paletot a,.120.
Duzia de canudos de pomada da Kra i i*>
Frasco de macasaarnnla a BJBa iMt
Dito de l'alcholx a -"Kni rs.
Ditos grandes eom agua de esenaia a aw t
160 ris-
Ditos eom (-rano- Bata 13.
Ditos eom banha (rawaaa i :.' i \
Calcadeiras de abure a lii r-.
E muilo- outros oi.jeclix. ludo Iwiralo.
30
160
VIO
-MMIO
O
610
-lo
100
40
SO
(al de
a mais nova do mercado
19, primeiro andar.
Lisboa
na rua do Vivario n.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, c de superior qualida-
de : no armazem de Tasso IrmSos. rua do
Amorim n. ',)ii.
Venil'-ra-e caiides razies prt-
prios para baliuleitosa IS28II, aa na
das f mizos n 4 i.
PAPEL
Joariuim Lopes de Almeida.
Jos Martins Torres, subdito* iwrtuguez re-
Ura-se para o Rio de Janeiro.
Vende-se una muala de idade de ih anuos
pouco mais ou menos, tendo as habilidades seguin-
tes : sabe bem cngoimuar e eosinha o diario de
luna casa, lava muito bem, fiel, nao tem vicios
nem achaques e vende-se por preeo commodo pre-
ferndo-se vender para tora da provincia ou mes-
mo para alguna engenho que n.o seja perlo da ci-
dade; o motivo desta venda se dir ao comprador :
epi Olinda no Varadouro taberna de Antonio Ledo
se dir.
Vende-se um grande terreno eom cercado, e
ptimo para fazer-sc um excellenlc silio em Jaboa-
1,10 a margem da estrada da Victoria e contiguo a
Desappareceu um do lelheiro do trapiche do' povoaoo de Santo Amaro, conlendo igualmente
Ramos, ha dias, o qual tem cerca de 55 palmos de terreno para plantaeao : quem a pretender para
comprimento e 2 de largura: quem o tiver acha-; tratar, dirija-sc nes'ta cidade ao terceiro andar da
urna ama de leite
egimdo andar.
sem filhos
Pranrliao de sirupira.
de cores para li A aguia branca supp>> que nao faz nial .-m *-
recer aos athlelas un* pai-o|.-- iinn 4"ii l'nll, ,,
pa|!l de cores, que pd>> servir opOmam.nl. pai
lisias de eleitores. e tanto melhor por rular rada
pacota o diminuto preeo de IJBBI, e ser cada um
de una s cor, o que dinVil de .-n.-onirar a
ger na rua do (Jueimado. |oj,i .1 aguia branca n. B
.Va mesma lojaumlx-m lia de outra* qniMii
branco e azul, assim como anvelopes.
UOIDACO
Piwki o H.. 900S ,ln^-----------~- ...^..vuBi.ucMijiun. t|uuui u ina diiin- iiawi, uuijd-w jh.i nuaue ao
mm^u^ 1 ^' dana-se um cscravo na- do c quizer restituir, dinja-se a Bailar & Oliveira,' casan. 46 da rua do Imperador.
ra garanta, por tres mezes
la, segundo andar.
na rua das Cruzes n.
Lente de grammatica.
O padre Antonio Augusto de Andrade e
rua da Cadeia do Recife n. 26, que ser recompen-
sado.
Silva,
Alugam-se dous pretos proprios para todo o
servieo, garante-se a conducta : a iratar ua rua do ae mandioca, ditas de arroz eom casca, a bordo da
Hilho. arroz e farluha.
Vendem-se saccas eom milho, ditas eom farinha
Escravos para alugar-se
\a estrada do Manguinho, primeiro silio defron-
!l cni^fc? ^ G.ri,)ulas- ou entraua a Capunga.
ha sei.sescravos fortes e robustos para todo servi-
eo pai a alugar-se, e w contrai engajamenlo para
osmesmos pelo lempo ojese quizer.
- Precisa-se do iun"Wienino para caixeiro de
meiVlf ad: "a ma d0 Livramentonu?
~ Oflercce-se urna muflier de meia idade ara
ama de homem soltoiro : a tratar na roa do Seto
numero 43. t,DQ
. -*luga-se um silio na estrada de Belem, eom
boa casa e bastantes arvoredos: quem pretender
dinja-se ao sitio em Santo Amaro junto ao cemi-
leno publico : a tratar eom Francisco Antunes
lorp'iia.nu na Caixa Filial.
man & Andrade, ficando ao cargo d'aquelle e so-
lirc sua iramediata responsabilidade o activo e
passivo da mesma firma social. Recife 7 de agos-
to de 1863.
ATO
Becker & Mulzow eom casa de alfaiate na rua
- Precisa-se de urna ama de leite sem Novan. 60, advertem aosseus devedores que tra-
tom quanto antes de solverem seus dbitos al o
da O do corrente, para assim evitar executa-los.
Aluga-se toda a casa sita na rua do
Queimado, n. 7, muilo propria para loja
filho, para acabar de criar um menino r a
tratar na rua do Imperador, n. 54, livra-
ria.
RGlfl)
Aluga-se para alguma casa estrangeira urna boa
escrava que cose e engomma perfeilamento, e co-
zinha alguma cousa pedendo conflar-se della o
governo interno 4e urna casa, para o que pode dar
flanea a fallar na i'1 larga do Rosario n. 26,
loja de louca
de fazendas ou outro qualquer estabeleci-
mento: a tratar na rua da Cadeia, loja
0.32._______________________________
Alnga-se o segundo andar do sobrado n. 37
da rua do Imperador; a tratar na mesma rua, ar-
mazem n. 41.
Imperador n. 16, armazem.
g| ODr. Vellozo, medico,contina a resi-
dir na rua Relia n. 37, primeiro andar,
aonde peder ser procurado para objecto
de sua profissao.
Trata especialmente das molestias dos
orgaos respiratorios e das vias gonito ou-
r i napias. fl
D consultas em sua casa, gratis
foros.
i barcaca%M// Olinda, chegada do Penedo e fun-
deada no caes do Ramos: a tratar a tordo, ou na
rua Direita n. 69, padaria do Antonio Alvos de Mi-
randa Guimaraes.
de fazendas
liaratis.sin?as.
Impera trii
na BM-tbla.
a. 20.
na da
Cnchang.
Vendem-se tres casas e um sitio eom baixa para
capim, tendo boa cacimba de pedra e cal. alguns
arvoredos, ou hypotheca-se sobre a quantia de
1:000a : quem pretender, dirija-sc ao Caehang
para tratar eom o seu proprictario Francisco Jos
Fcrreira.
Aluga-se um moleque de] 16 annos: na rua
das Aguas Verde n. 92.
COMPRAS.
Precisa-se comprar quatro ou seis vaccas de
Aluga-se a loja do sobrado n. 1 do pateo do leite de toa qualidade e paridas de prximo: no
Terco: a follar na rua Direita. casa n. 6. Arraial sitio de Elias Baptista
RELOGJOS,
Vende-se em casa de Johnslon Pater
|C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
ment de relogios de ouro patento n-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e lambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesmos.
Vende-se suprior carne do sertao propria
para a toa feijoada e frigideira : na rua do Vi-
gario n. 13.
Umbralas adamascadas eom 20 varas a 4.
Ditas coin 8 ditas a 2,5.
Ditas lisas eom 8 ditas a zj.
Fil liso muito lino a 800 r*. a vara.
Chales de merino estampados a 4
Madapolao enlre-lino rom 20 varas a 8.
CaaeiraB linas de una s cor a 1>KU) o ca-
vado.
Algodao monsiro, superior fazenda para loaBm
e lenees a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de la/gara a l
Gravatas de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de rk*rw <
para mesas de jamar a i o corada.
Flanella branca muito fina a 640 rs. mil.
Riscadinhos de linho muito linos para vrstaar*
de criancas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, padroes inteMJWiali
novos e muito finas a 400 rs. o covado.
Laazinhas chinelas muito superiores a 300 n.
covado, e outras umitas qualidades de lateada
precos muilo coinmodos. aBra de aparar <_
dando-se de tudo as competentes amostras.
Admiren, as lias Baratas.
Superiores las de cores de qoadritaaM e
lisas, fingindo sedinlias de duas hagan1,
pelo baratissimo preeo de 500 ra. o cova-
do : na loja das columnas rua do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vasconcellos di C.



i
i


V
NOVA EXPSITO
na loja do Pavo, de fazendas bara*
tissiinas.
Neste cstabelecimento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de prinieira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca> como para o
mato; de todas as fazendas do-se hvros de
amostras, deixando flcar penhor, ouTman-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavao.
LSas rom 8 palmos de largura,
a loja do Pavo.
Vendem-se tazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 1^600 o
covado: s na ra da ImperaUix n. 00, loja
do Pavao.
Cassas a 'iOO rs. o covado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
"miudinhos e cores flxas pao barato preco de
200 rs. o cavado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy, i MO rs. o covado,
na loja do Pavao.
Vendem-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavio.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos halSo,
com barras Mara Pia, sendo os mais
En
Alpaltlm ou gorguro de linho.
a 5MO rs., s no Pavo.
Yendcm-sc alpakim ou gorguro de linho
proprio para vestidos e roupas de crianca,
pelo barato preco de240rs. o covado: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Os manguitos e golinhas do
Pavo.
pe-hincha, a 320 e a 100 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatrizn. 60, loja do Pavo.
Lazinhas a OO rs. o covado.
Xa loja do Pavo.
Vende-se laazinlias do cordaozinho du urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
ral.- claro e oscuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
fp do Pavao ra da Imperatm n. 60 de Gama &
Silva.
Com 8 1/2 vara*, a 2:300 rs. vende o Pavo.
Pocas de cambraia transparente com pal-
minhas bordadas de tr, tendo 8 Ipl varas
^'liPec.i, a 2500; ditas mais finas, a
d&iO; pecas de cambraia de salpico bran-
cocom 8 i |2 varas, a 40: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Navas casemiras a 2$600 o corte na
tej do Pavo,
Acaba de chegar um grande sortimento de ea-
semira enfestada sendo propria para paletot, cal-
cas e collctes, capas para senhora e roupa para
eninos sendo de todas as cores claras escura*
lisas e mescladas : vende-se a 25600 o corto para
calca ou a Io00 o covado por haver minde por-
Pimo de Pcrnambuco Terca tetra 11 de Agosto de 1863
ntremelos da arara*
^e
Vendem-s pocas de entfmeios transparen-
tes a H, tiras bordadas de largura de 3 \
dedosal#280 e i^OOO a peca, cortes def
Maria Pia a 4$, ditas de la cbineza com
22 covados a 8;>, ditos de organdys com 45.
varas a 80, ditos com 9 varas a 60500; na ra e.uT-eg^ToTvo'soTjoTnetes a'os dmoTseN
da Imperatriz -n. 56, arara de Mendes Gut-
mares.
--45
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
modernos que que tem vindo ao mercado,' cao; isto s na ra da Imperatriz a 60 loja e aina-
com a saia de um s panno, tendo bastante zem do Pav5-
O Pavo vende a Sf e sjk.>uo
cortes de la, a 30 e 30300; ditos com 22
covados, a 50: s na ra da Imperariz n.
60, loja e armazem do Pavo.
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 30500 <-ada um: esta pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
\oi a pechincha de las enfesta-
das a -lOO rs. o covado.
So o Pavao.
Vendem-se laazinhas entestadas transparentes
(OmdelidadospndrTes sendo de una s cor com
listras e quadrinhos e vendem-se a 100 rs. o cova-
do : na loja do Pavo ra da Im|eratriz n. 60 de
(Jama-A Silva.
Cortes de cambraia. a *.00.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos com
babados, a 20500; ditos, a 40; ditos com
barras e babados de seda, a 30,30500 e 40;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo.
Cortes de cambraia cbineza, a
, na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia r.bine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com ndissimos padroes, pelo ba-
rato prero de 40 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra da
Imperatriz i. 60, loja e armazem do Pavo.
Baldes a 3500, s o Pavo. i
Veadem-se I .aloes americanos que sao os
melheres, teado 20 arcos, a 30500; ditos
de 30, a 4,1500; ditos de 40, a 50; ditos
4a bramante, a 30500 e 40; ditos para me-
ninas, a 20 e a 30: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
xos do pessimo calcamento da nossa cidade
S se observa cm vossos pos botinas acalca-
Baldes da arara de tO -lO 'uadas e gastas at ultima sola; sapatoes
arcos. rasgados e quasi sem saltos.... ncm tanto!
Vendem-se os melhores bales que tem 'f quebradeira nc>deve chegar at esteipon-
vindo americanos de 20, 23, 30, 35 e Vinde ra D.re.ta munir-vos de excel-
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma- lente calcado com 40 e ate 60 por cento,
dapolo bemfeitos a 30500e 40, ditos de menos do seu valor.... attendet:
brillantina a 40500, baloessaias de cordo Borzeguins, Nantes bezerro e va-
que faz a vez de balo a 20; na ra da Impera-! n triz arara n. 56. ; Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
. i queta e lustre 2 solas. .
i Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE

80500,
8,5000
Cortes de ebia. a *#500. na
loja do l'avo.
Vendem-se cortes de chita com i 2 I|2 ao-
vados cada mu, a 20500; ditos com 10 cova-
GRANDE LIQU1DAQA0
d fazendas papa apurar dinheiro, por
baralissimo preco na loja c anna-
zem da Arara ra da Imperatriz n.
56 de Uureiuo Pereira Mendes
amillarar.
ALERTA FHEGIEZES, 200 RES.
Vendem-se bambas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
rneas a 120 rs-, lencos brancos .finos a 200
rs. cada um; aa loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 50.
Arara vende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 20000, ditas limpas sem
mofo a 20500 e 30000, cortes de cassa de
cores de barras a 20000, ditas de cassa pin-
gadas a 20000; na ra da Imperatrizn. 56 de
Mondes GaimarSes.
Organdys da Arara a *40.
Vendom-s<= organdys linos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o eovado; na ra da Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
ENFEITES PAR SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante roa do Crespo n. 7.
S3o chegados os novissimos e riquissimos en-
feites para cabera, pois com a vista nao ha-
vera senhora que deixe de comprar um bo-
. nitoenfeite: s'no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Luvas de pflica.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para ho-
mens como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Perfumes.
Tambem chegou m completo sortimento de'
perfnmarias dos fabricantes mais afamados :
sendo de Luvm, Cudr e Piver; sendo'
extractos essencios de todas as qualidades,!
pomadas, banhas, saboneles, agua de Co-
lonia, vinagre virginal da sociedade hvgieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasqumhos com superiores pos para
(lentes, caixinhas com um frasco d'agua,!
pos e totlos os preparos para Iimpar den-
tes, leos de todas as qualidades para ca-
bellos, e-outras muitas cousas mais: s no '
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tesoaras e caivetes.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
paduras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botoes, tudo do
co 70 e..... 60000,
SapatOes, Nantes, bezerro e vaque-
la 2 e meia solas.....30300
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e i
bezerro 2 solas......50000
Sapatoes, Nantes, sola e vira. .
Ditos para menina, comlaco. ,
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e wo^nem'
tapete. .....
Sapatos de borracha r,ara ^
klem dem para n>nnas
Sapatos de l^strc para enhora. .'
dem ue Vastre s avessas .
4^000'
u'jSOO
20800
800
10400
10000
10000
:oo
A GRANDE GURA
MRA TOIUS AS MOLESTIAS DO
H E ESTfiJIMS.
AS
mais superior que se pode encontrar :s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel de fansia.
Tamben chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e lios
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso ealmaco, assim como mui tos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
ran! enfadonho annunciar, que seus prc-
508 sero por menos do que em outra
pialquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo xs. 7.
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'Im. e lU-srj r a parii pi i
ItS.
Arara vende as lazlnhas dos
vestidos. .
Vendem-se la/inhas muito finas e lindos
dos, a 20: cortes de cassa miudinlia de co- lTSfJ3k SS.^f G4 ^ ^
res lixascom 10 covados, a 20; ditos de'?'; W mo,to .^o a 800 rs. o covado; na
organdy matbitado rom 10 covados, a
24400: snarua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
na da Imperariz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
\s ca>eniiras do Pavo peehln-
eha a -.
scuros, a 54 o corte: fi na
ua da Imperatriz n. 60.
. na roa da Emperatriz n. 60,
Fnslb d(i pimo.
Vendem-se AistSo com lavar mindmbo
lidaiiles e terinas.
Receben grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e plateadas, bicos es-
peguelha e galoes de todas as larguras,
vendendo-se tudo por precos baratissimos
principalmente sendo em pocas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7, '
. fetroz e linha.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e crrfs sorlidas, a
1 l.ooo rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus precos sero
baratissimos: no
po n. 7>
Punas Vegetaes kmmmm
De Remp
Compostas tos dois novos nMndea chama-
dos Podophiuna e Lepta.n.rin-.v, c inteiro-
mentc livres de Mercurio ou outros venenos
mineraes ou metallicos, sao de grande utili-
dade nos paizes clidos em cazos de
DISPEPSIA, ENCHAQECA,
Constipado ou Prizo do Ventre,
PADECIMESTOS DO HOADO,
Affeccffes Biliosas,
HEMORBHOIDAS, CLICA, k
Ictericia, \
FEBRE GASTRO-HEPATICA,
E ontrns enfermidade anlofai.
11s rao rpidamente substituindo os amigos
L purgantes drstico*.
A venda as boticas de Caors Barboza I
ma da Cruz, e Joo da C. Bravo C, ru I2S*8' .a F; .M.Cento e ^ o mlbo.
4|l EIRA II l.i:it.
Tendo o BALIZA dado o seu bataneo no ultimo de jujiho passa
navaro magnifico sortimento de seu GRANDE ARMAZEM, chanr
attenco do rPspeitavel publico para os precos dos general abaiaoi
verdade sao os mais razoaveis que se pdem adiar, ltenla a sua b<" "'"'M'na,>0*' '
Soldado voluntario do batalho progressista, o BALIZA .'' '\'1 *:
ment. Elle pede, pois, aosseus bons (amaradas, quemo todos *'" ll"""
favor de nao Ihe darem um minuto de descanco obrigaiido-o '*'""'""'"; '
Desta sorte o BALIZA vivir contente e contentar tambem aos s<
do-lhes sempre generosamente, e talvez que anda por procos n
Ameixasem frascos devidro, a I^oOO.
Ditas em caixinhas com lindas figuras, a
1/OO e 20400.
Ditas em latinhas, a 1 #400.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 1 0
rs. a libra.
i Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a I > e
I /200 a ancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 360 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 30 a saca, com 20 cuias
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 6 e 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a 10 cada urna
Araruta muito fiua, a 480 rs. a libra
Rtalas em gigos a 1-^380 o do 30 a 40
libra.
rs. a
Bohicl.inhas americanas, a 30 a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em lalinhas. a l-vioii
B.scouto lunch e soda, em latas de TE
bras, a 20 a lata.
Banha de porco, a fOOrs. a libra
300,800 0 1,), ^'T""-
Marmelada exeell ^ m
Ostras amencan; ,. ,.,... ., ,.""
rs. a lata. '> "N-vll.-nl.. ^
Passas a 100 i ...
Presuntos de i'"' m,|a- ""
dem ingle/.p: ,^:'r>.,,
da, a 800 nTS?***
sgaSSSfp
a 00 rs. a libra ottimo
tr-



iu \


b.'alaiog hamburguezes muito lindos do di
x -ersos lmannos e por proco razoavel.
Caf ^Ko, i 280 e 300 rs. a fibra em
ajTob^.aS^OO, 805OOe9/. m
"^T"808 *** w uliim
"eide chegados no muUnn
i!1!Faom ******* m
M ulem emvazosde I..,,..-, a ;lfi.
'! das mefliores nWr ,
mercado, a 4/ a*^i km -*
Cen
S^nlasdcLjsboa preparadas de.-
ldemdol^-^gn,l*,>**
Sabio
a iO

da Madre de Dos.
FAZENDAS BARATAS'
KA I!'
Cha perola, a' 3& a b'bra.
dem hisson, si^erior, a 20800 a fibra
-------dem chumbo, a ^G0 a libra.
dem hysson, snffr. "* a 20100 a libra
* 'em hysson, monos. sffnvol, a 20 a libra.
SEGUNDO.
Varas de aspas para faier baldee
i-ai vas com superiores obreias .
rares debotdes de panhos a .
Pares d sapatos de tranca multo finos
l 1,11') <*....
Pecas de filas de velludo recortadas coni
I ]> varas a .'.......
, Caisas com muito san>rinr nsnai ".,';.
120'
40
220O.
Roupa tein da arara.
yende-^costumescompletosd'umafazenda
chmeza por 120 o costme, paleteis de brim
ir i i i- Ia 20300 o 3-jOOO. ditos de meia casemii i
Vendem^trtesdecasinm^a^
calca, fazenda muito fina, padroes claros e; e 8|000, calcas de meia ,-as.Wa 34000 liM *? SSfiW :i:i- de miude^ de
"ja 'Jo Pavao. ,|ilas linas :;.tf00 e (1:5000. -lilas de brnTv t" mS", M:"a S,',V!*' ''s,y ^^ndo todas,
Wm e 3.S000, ditas de brn brancola' V ^S^ *"*"* **iMoa ^"- Para.senhora e
lojadoPavIo casenuras francezas a 10000 e 20000, ditas '
finas a 20500, ditas de linho a 30000, ce-
ronlas francezas a IMiOO, camisas de meia a
800 o 10000: na loja da arara ra da Impe-
a roupa de meninos, a -\-2() rs. o covado ; ratnz n. 56 de .Mendes Goimarles
brim de linho de quadrinhos para roupa de
i ";ii(t rs. o eovado; gangueliml *M"?'Ihc pcehneha a 840rs. : u;"\i,s ('"'" "uito superior papel amiza-
;i ;if rs' ocovadoj popebna Vendem-sechitasflrancezasescurascompe-V^X^ri^ri^*: '
e quadrinhos encamados e pretos, queno toque de mofo a 20 rs. o covado Canivetps'deapwai |.riasa '
los de senhoras e roupa de meni-.'dilas inglezascom pequeo toque de mof *p,b*8 edmagnlhasa .' .' '
a 10 o eovado: s na ra da Impera-a 200 rs. o covado, \wr,\<, de ditas francezas l)'!.l.;.l:.,.f''1-..n"'i;''i '"*aiiri's f* iiomem,
iriz ii. 60, loja e armazem do PavSo. I com pequeo toque de mofo a 80000, pe-
is laktots do Paiifl, mimnanHi a i2:000n 5asde *'f ",gl'';,s es^s com lix;ls r"m
(pequeo loque de mofo com 38 covados a
Vndem-sepaletots dejianno, sobrecasacas' 70500, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara ra da Imperariz, n.
56 de Mondos Guimares.
SK cu'uo ES0 Xova 'J ** atalo, carcho If* Pr!' """^ ?* a i?
guante j ua do Ci es- ^ Companh T > mC"S Slipei' 'r' !^ rs-
*" i ''7-. .liii l/i A..;^__ ,^_ I(L.in t,i- i J-.-xrt,_r_.. > u* o___ i.i
75ITMIT ****-..
nnta preta nacional o Upjj ...
odiiaia, e 2iO rs. o bol
poi J20 rs. a Hbra.
h em de Santos, a 280 rs. a l,b,,
^encano, a 200rs. ,"
demimrlo7so.,,, ,.._.: a ""',-

27Ra do Queimado27
fll,nf Para vestido a 200 rs.
ruslao fino francez para vestido d*
meninas a 260 rs. cada eovado
Cambraia.
dem preto, soffrivel, a 106^^- a libra,
dem nacional, a 1/800 a libra (em latas).
senhora e om "acional. a 10600, a libra.
llem nacional, ordinario, a 10 a lili'a.
m ingloz seeeo no fume
lodos
uro, Mein
Jambraia organd^iTltaa ^T^0^\C^^'J^raka,t'* superior'^lua-
Calcinas
meninas, pelo barato preco de
lidade, a 640 rs. a garrafa o 70 o , com 12 garrafas. Qnem deLxar de be-
,, i L- Colierlas
160 t chineza a 2W0.
i .. Golinhas
1.0800 dt l,n,l Paw senliora a 600. 80) e 1$.
, Lfiifoes
Lencoes de panno de linho linos a .
c'""isinlias
para senhora, sendo de cambraia a i*..
dem
ber champagne por Id proco? l |'lv'a
iMiliuJ. _..:._- \ llli|(
s presuntos, a6i0rs
'tasi'p^r^'----
l.b-i.1 d.> Arac-iHy, a 100 rs. a libra
"f8a0e646r$.o.a
M'ciinaccl,. a i. ui_.
15500
de |Mimo preto muito bom e muilo bem
lefias, a 120: sobrecasacos de dito, a 140;
paletots sacos de dito, a 70; calcas de cache-
mira da Escossia, a 30-; ditos de casemira
preta, a 50 ditas de casemira de cor, muito
lina, a 70 e a 50500 ; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
i 70; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pav5o.
Corles de cachemira da Encoeia, a 2:000, aa
loja de Pavio.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
Duxia
muito linas a .
Dozia de meias para senhora. fazenda'
tina a.........
Cornetas de chine para meninos a '.
Escovas para Iimpar denles muilo finas '
araiiws de cartas para vollarele muito
finas a........
Ditas |K)i1ngiezas a 160 e .' ..'.'.
Frascos d. agua de (liorna muito boa i
400 e......
Ditos de oleo babosa a 2 i e."
Ditos com superior oleo de macaca .'
uitos com superior macaca perol a '
Oilos com superior banha'trausparenle a
iitos com superior cheiro a.
700
40
80
80
1,3600
36O0
80
200
320
500
Pannos
Pannos adamascados pan mesa a lo00.
wSySS^"^* P vestido a
Ditos com superior agua celeste par-a
oscuros e alegres, afianrando-seque nao des-
bota, a 20 o corte para calca, ou580rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavio.
Vendem-se pecas de madapolo enfeslado,
francez, com 20 varas, a 80; ditas cora 12
lardas, a 40; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e 80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
50600; algodozinho muito encorpado, a
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 a vara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 30500; ditas .com 12 varas, a 70:
l'echlneha. a ftOO rs. o eovado.
a* o Pavo.
.Madapolo franeez enfestado a
40OOO.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 40 e 40500,
dito inglezes fino de 2i jardas a 70, 80, 90,'
e 100000, pecas de algodo encorpado a 40
WSOO, 50 e 60; na ra da Imperariz n. 56.1 TracasV'algod'ao'brancas'c d
C liii .v da irn S^S C0,n suPeriul,-,s obreias de colla*.
t i I l.i* aa arara. Bolsuhas muito bonitas para guardar di-
va nheiro a. .
Vendem-se chitas francozas finas a 320,300 flwvatas de seda de diversos gstos '
Tinteiros de vidro com superior tinta a '
Pares de luvas brancas de algodao a.
tarnteis de linha com 100 ia*d ca a
.. Vestuarios.
Vestuarios para meninas, muilo lindos, a Wm
, Cambraia
de linho fina a S& a vara.
. m Para lulo.
vaga preta fina, propria para luto, a oOO rs. o
Charutos de muitas marcas e a precos bara-
tissimos, sendo que ha de 800 rs at
40 o cento, viudos do Rio, Baha o de
ilespanha.
Chocolate snisso de Lisboa e francez, a 800
rs. o l .
CbounVas o salpice, a OiO rs. a libra
Conservas mglezas, a 800 rs. o frasco
Odas fracezas, a 500 rs. o frasco
^StVC00'rs-a ^e
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos vazos de vidro iU< f,,,^
...^... v.u i uihi iMoisa, a od ;
demideUsboaeFimieira vindo u
permacete, a l# a Hbra.
Lagrimas do Dooro, n i
H;H,.r q,I,,ail,. ,. |hiji.
^^ em alto revelo no prop
previne-se aos apreciadores \2
dem engarrafados, vindo parte ddl
prn cenia de diversas m f
"'oresadegas do jPortoe Lisboa,
"N- adeira, Camues, Unmiss>.
s.a, CareaveUm, DoqM do Po
^.eeapera-aelodoaoBdiasi
Inlades, a 800, 14
.. e 10280 .i
eSiu51,s-da'Eu;;;>a,"r ti ol rt "Bi"isa*!
\, a .- Madapolo
Jladapolao fino enfestado, peca a 8 ..do 20
pada imitaco de casemira, tendo padroes j e 400 rs. o covado, riscado francez a' 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de hnljo brancas a 800 rs. b cova-
do, tarlatana de cores a400rs.avara;rarua
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 20, cortes de brim para calcas a+
11? e 10220; na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 66, de Gama 4 Silva'
Arara vende as col xas.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fustao a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de Jinho e algodo
?co. *a,220rs- a vara> ^to de linho. puro
a 10,1012*0, 10280 e 10600 a vara; na loja
da arara ra da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares.
% rara vende manguito* a
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,'
ditas para senhoras a 400rs.i na ra da Impe-
ratriz n. 56.
nha com 100 jardas, bran-
Fitas e cordoes para enflar espartilhs a
taixas com clcheles francezes superio-
res a.......
Cartoes de clcheles fraucezs a 40, 60
FaL'as e garfos cabo branco cravado a .
Ditas ob cabo branco cravado a.
Ditas de balance muito finas a.
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a 200 e ........
Tesouras para cortar unhas muito final a
co-
MUITO BARATO.!
v'Ja LuadoQu,eimado n. 10 loja de Fer-
aoft4aii! vende-se Ha maiisada a *00
" dUos'ade0Vf,,a'eS,d,' ,0,,(",il" a 7 e
a e seda a 15800.
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata
Dio degoiaba,a60e800rs.ocaixo
Dito cm latas muito proprio para prosnto,
garante-se sua duracao innalferavel p,'
mais de anno. '
Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra
gifa de trigo, a 140 e 160 rs.a libra

I i
400
80
3*100
65000
320
500
Sellins inglezes
Cru2n aSa dC bd0r0; Ne[(0
C, ra da
No armazem de fazen-
das baratas de Santos
Coelho ra do Quei-
mado n. 19#
Veode-se peeliinebi.
C lflBRAI % LISA.
Peca de cambraia lisa fina com 8 Ii2 varas pelo
baratissimo precfl de i. p
ATTENfiO.
tendem-se liilos de divida de o,337 307 rs
sendo o principal do debito de Maooel Jos Leiie'
logisla, que leve eslaoeleeimento na ra doOuei'
mado coui a easa de James Crabtree A C, em li-
quidario, seado para fechar coalas e logo se an-
nunciarmaisoutras dividas: ua ra do taMoM
D. i*.
ft^ 'n aiCeZaS.de d'versas qualidades, em
fiados de vidro, preparadas em alroo
proprto para podim etc., a l;?. o frasco
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra
Dita do Aracaty,'a 40 rs.a libra
Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia 1/300
Gencbra lara^a> m grmdes [^^j-
Genebra mgleza, marca-gato, a i->00 o
frasco ou garrafa com rolha de vidro
Garrafoes vaz.os, de 640 a 1,3200 cada um
Kirsck-^sser, bebida esta de um valo "ov
, timavel, era vasos esquisitos, a H500
Ltcores mglezes e francezes dos melhores
fabrtcantes, a 500 e 800 rs. a garrafa
Sa\T5/canas de BnDe la<(
Massas para sopa, em caixinlias com 8 libras,
m
n. a
a 26/ de 8 a 9 caadas,
dem do Porto en garraffies de i
gamas, por 2$:oo.
dem da Figueira em pmdBas* | [ i
garrafas, por 2400.
dem de Lisboa eFigaainde m lol
e 560 rs. a garrafa, e em cana, i
abaiimento.
dem Bordeaux engarrando, a UB
garrafa, em duzia a 7^500.
\mlio do Porto mufio fino em tmm
arralas, a 8;>, 10-S. |.> ,. ;
inores marcas que vera ao nosso mor
n inagre do Lisboa em rarrafea lo i i ;
o garrafas, a I ,$200 com o garrafik,.
Awlaas a 200 rs. a lil.r.i.
Arroz da India a 100 re. a lil.ra.
Biscouios de Lisboa em latas, proprkw i ara
doenles, a 1^500 e .'(> a lata.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a 6 ,, ,|;
Chumbo de todas as grossoras a 6 a ^n~
1)3.
Caf muido de superior qualidade a tft'i n
a libra.



^0* ..qoadidmles, por 3*500 a caixa.' Fi^ de linfio muilo proprio para aman
, a 560 ""-WOrs. a libra. '
Farinha de mandioca
em saceos grandes a preco muito em coma
trapiche do Cunha no Forte do Mallos.
DO
I spl ilo de vliiho.
Na ra do Cotovello n. 1 vende-s<> ejmirim a
datlSof ^ 2W "a &Sa ^ S*-
Para engenha
Vende-se urna meia moenda de ferro nova com
rodetes de ferro, parafusos, bromes e todos os
pertcneesparamoagemde canna, assim como i
taixas de ferro coado de &, 6 e 7 palmos de bocea
por menos proco que em primeira mao : a tratar
com Antonio Gomes da Cunha c Silva na ra da
Cadea do Recife n. 50.
/
Ditas para sopa, eslrelinlia e pevide
rs. a libra.
Dila de tomate, a 640 rs. a libra
Manteiga ingleza era potes de 10 a 16 libras
a oOO rs. a libra,
dem dita flor a 1,? a libra.
dem de 2 qualidade a 800 rs. a fibra,
dem de 3a qualidade a 640 rs.a libra,
dem para tempeiro a 400 rs. a libra,
dem franceza a 640 rs. a libra, e em bar-
ril por menos. -
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Moiasda mgleza era fraseos grandes a 800
dem franCeZa era frascos grandes a 500 rs"
Mlhos inglezes dos melhores fabricantes?.'
hirmlia de trigo em barricas r
das as marcas e qualidades. '
Genebra de Ilollanda era MrralTiw K.m a
pailas, por 6*500 clf^S?" *
f TLm fi^ineiras com 12 fia- ...
por 6/500.
Manteiga finissima em latas conlendo -
bras hquido, por I800 a lata.
Queijos flamengos a !600.
Rap princezado Rio: grosso, meio <,**>
e lino.

Tainias das Alagoas a 12| o cenfo, e ikt
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Santi-n*) i M
e 10^1 a duzia, e 800 a agarrafa
Hll Ffivn \


UV 'f -


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Piarlo de reinafcwc+ Twf letra II de Ag+*ioAt tS.g.
MOLHADOS
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01
Yinliu fin pipa: Porto, Figucira e Lisboa, a 400,
480 e 5G0 rs. a garrafa, cin caada a 2A800, 35 c
34300 rs., afianca-se ste genero conservar-se
perfeito sejs oito mezes, o que raro ser outro
qoalquer afiancar.
Lagrimas do Douro, especial vinlio do Porto, a l&
a garrafa e t0 a caixa, o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposicSes deprecoque se provaao
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de cominum se manda vir de conta pro-
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciante.
Yinlii 1 do Alto Douro, das marcas mais acreditadas
e especialmente escolhidas por pessoas entendi-
das deste genero, como sejam Camoes, Duque do
Porto, D. Luiz, Carcavellos, Chamisso & Filho,
Madeira secca, Feitori, a 900 rs. a garrafa.e 9J>
a caixa com 12 garrafas.
Garrafdes com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por2#500.
Vinho branco de Lisboa, proprio para missa, vindo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 3**00 a caada.
Amcixas francezas em caixinhas de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 1*400,1*800,- 2*500
Figos de coniadre em bauzinhos de folha, muito
proprios para mimo, a 1*600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 1*400.
Amcixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 1*400 e 2*600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
do, caixas de 1 arroba a 6*, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massas para sopa muito novas: pevide e estrellinha,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talliarim c
aletria, a 560 rs. a libra.
' Macarrao, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talliarim e
alfti a, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 1*800 e a retalho a 180 rs. a libra.
Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
das, a 800 rs.
Lagostinhas em latas grandes, a 1*400.
Savel, corvina, cherne, congro, linguado, vezuge,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
meira arte d'botin'na, a 1*300 a tata.
Queijos amengos do ultimo vapor, a 2*400.
dem do vapor passado, a 2*200.
dem prato, o mais superior que tem vindo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixo grande, a 640 e
800 rs. cada nm.
Chouricas do reino a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
Paios de Iombo, vindos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra.
Bolaclunhas inglezas a mais nova do mercado a
240 rs. a libra e 3*000 a barrica com urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 1*400, di-
tas grandes nroprias para lanch com 5 a 6 li-
bras por 2*400.
Marmelada imperial do fabricante Abreu ou de ou-
tros mullos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a CO rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Mantega ingleza perfeitamente flor, a 800 e 1* a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sicao dos freguezes dous a tres barris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade achteca
a factura vir. composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
percao de barris abertos, porm antes nos lhe
damos a devida applicacjio para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra.
Avelaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 360 rs. e 10*500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce do Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 4*800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa e 1*200 a
caada.
Campagne das marcas mais acreditadas a 8*000
e 10*000 o gigo, e 800 rs. e 1*000 a garrafa.
Cervla preta da marca Tenent ou XXX, a 4* e
4*000 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobriia ou Tenent, a 4*
a 4*300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Holtanda em garrafdes com 16 garra-
fas, por 6*500 rs., aQanca-se ser verdadeira.
Cevada nova a 120 rs. a libra, e 3*500*rs. a ar-
roba.
Macarrao e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carolino, muito alvo e grado, a 120 rs. a
libra e a 3*260 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior qne so pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda e tereeira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, c em arroba ou sacco a 8*200
e 8*400.
Velas de carnauba retinada, a 320 rs. a libra e
10*000 a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra
Chocolate hespanhol a 1*, a libra,
dem francez, a 900 e 1* rs. a libra.
Cha perola o mais. superior do mercado por ser
vindo de encommenda propria a 2*880 rs.
Cha hyson, melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a 2*500 rs. a libra.
dem em frasqueira, a 6*500 e a 560 rs. o frasco.
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna,
dem de laranja em frascos grandes, a 1*200, ga- Wem^nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 1*400
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasqninho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades do fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as melhores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 c 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 7*500, 8*000 e 8*200 rs.
ris.
dem huxim, a 2*200 rs. a libra.
Cha preto homaspathico o mais xcellente que tem
vindo ao mercado, a 2* a libra.

Graixa em latas grandes, a 3tf300 a duzia, e 120
rs. cada urna. .
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra.
, Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a800 rs. nm|a durar5o c uti,idadej a 400 rs.

B

3
!
9
a garrafa.

de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 2*300 rs. a groza e 20 ris a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra c 9*500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
Conservas inglezas sortidas ou de urna so quahda- ma ou de outros muilos fabricantes da Bahia, a
2*000, 2*500, 3*000, 3*200, 3*500 e 4*000 rs.
a caixa, ou em meias por metade do preijo.
dem Mississipes imperiaes, a 3*000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio,, a 3*200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 2*800 rs.
dem Flor da Malta ou Regala imperial, a 2*300
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 4*000
ris.
dem superiores em quantidade e de todos os fa-
bricantes, a 3*000, 3*500 e 4*000 rs. a caixa.
Potassa da Hussia.
Yende-se em casa de N. 0. Biebeu C,
successores, ra da Cruz n. 4.
Kua da Senzalla Ntu n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra a 120 rs.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil ris o milheiro no Caes da alfandega n.
1, arinazcm de Tasso A- limaos.
A AGITIA BRAICA
Receben pelo ultimo vapor o
rgulnle:
Bonitas pnlseiras de cabello, coral, c cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas do seda para senhoras.
Outras estreitas para meninas, ou manguitos.
Cartairas cora agulhas.
Agulhelas para cufiar, c agulbs cantfas.
Tranceln? e lilas de borracha.
Carritos com torral de todas as cores.
Massose I ios de coral.
Esponjas linas para rosto.
Pantos de tartraga virados, com laco c a
baiai <.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem alados.
Aspas e coz para balao.
Filas com cohetes para vestidos.
Trancelins chatos de 13aparaenfeitar vestidos.
Papel e folhas para rosas.
Lampaiinas francezas.
Trancelins grossos para relogros.
TERCOS
o
e eoras de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
be/n servir a toda a sua freguezia, notou que ainda
nao ha va feito algum agrado a aquclles que pru-
dente e acertadamente resando, cumprem dever de
bou cliristiio, e quando reparou essa sua falta,
niandou vir e acaba de receber delicados tercos e
coi as de cornalina com cruz de prata, os quaes
dcixa disposi?5o dos fiis que estiverem dispostos
a gastar 1*500,2*e 3* para possuirem um bonito
terco ou cora, com os quaes podem mesmo pedir a
Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espacoso ninho da ra do Queirnado n. 8.
Xovos e bonitos
pentinhos travossos dourados e com pedras para
ineninas: vendem-se na ra do Queirnado, loja
d'uguia branca n. 8.
Ralinzinlios com perfumarlas e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzihos com 6
frasijiiinhos decheifos por JA500 c vasios por 800
rs., servando estes para meninas, e mesmo para
joias, etc., etc. : na ra do Queirnado. loja d'aguia
branca n. 8.
i.inh s maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja tfaguia branca ra do
Queirnado n. 8.
Xovissinios e bonitos enfeites
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe una sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servindo isso para sanar aquella falta,
e fuer cosa qne as Exnias. apreciadoras da
Escovas cabo d'ossb, marim e madreperola bella empre-za Coimbra possam melhor real-
para (lentes, unhas. limpar pentes e joias. sar e mostrarem o apurado gosto que as
Outras'finas para roopa, chapeo, cabello etc. guia. Esses enfeites sao dura tecido bas-
Outras de velludo para chapeos. tante fino com continhas d'aco, e mui bem
Pastas para papis. enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
Raspadeitas e lacas de marim para ditas. etc., entretanto que sendo obra de muito
Visporas e dominoa,
Baratlssimas bandeijas.
\ aguia branca por muitas vetas tem da-
do acontecer (\w> (piando acha alguma pe-
chmcba, nao quer somente com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral prvem da

HOl IA FEITA
NO
\ k n a zi: n
DE
)9&9
RA DO QUEIMADO N
46

I
LETREIRO VERDE
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, a vontade dos concor-
rentes. para o que tem um dos melhores professores/assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 355 e 30^000 Cohetes de fustao e brira bran-
Sobrecaaacas idem, 30> e 2f^OOO co, 3^500, 3,5 e .
Paletos dera e de cores, 25r?, Iseroulas de brim de linlm.
20,15.>c......101000 20400 e......20000
Ditos de casemira, 20, lofi, | Ditas de algodo, 06OO e.* !|40Q
120. 100 e...... 70000 Camisas de peitos de liabo,
Ditos de alpaca, 50 e. fm 50, 40, 30 e.....20500
Kilos dilos pretos, 90, 70, | Ditas de madapolau, 30,
50 e........30500; 20500, 20 e.....1*000
Ditos de brira e ganga de c- Chapeos de massa, pretos Iran-
3^000
40000
gesto custam 50, 00 e 70 dinheiro a vista;
na espamsa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queirnado n. 8.
Delicadas tcsourluhas d'aco para
bordados c labyrlnthos.
A pedido de algumas senhoras suas-prediclelas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
i litadas tusourihhas d'aco pontas agudas, proprias
mesma, o que agora mesmo acontece com. para i,oniados e labvrinthos, euma vezchegadas
Cssas; baratissimas bandeijas, cuja limitacao como de facto chegram, a aguia -branca convida \
de precn- admira, em relaoao aostamanhose as de mais senhoras suas boas freguezas para
qualidades: avista do que conven todos a- ^^^^SSJ rSimTSrN
proveitarem-se dessa opportuna occasiao e nhas na cerl(!za de que ferder |)or chegar Urt!.
prove.rem-se d um traste sempre necessario. quem se demorar em as mandar comprar no ale-
e que lhes distar quasi metade do justo va- gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
lor. Assira, pois, dirigkem-se com dinhei- iad 8-on(J(' ,i""l,('n' outras curvas e direi-
res, 40500, 40. 30500 c.
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100. 70 &.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80 e......70OQO
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res. 50500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao. .'i-S. viOO e
Ditas de brim branco e de co-
res, 5A. 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500. 30 e .....
Cohetes de velludo preto e de
cores. !)s a......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40 e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de dilos e seda branco.
50000
40000
40000
245O0
20500
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de fltro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......40500
Collarinhos de buho fino, ulti-
ma moda....... 040
Sortimento completo de giava-
tas. 0
Toalhas para rosto, duzia. 110.
90 e........ 00000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......10280
Chapeos deso, de alpaca, pie-
tos e de cores.....40000
Lcnces de linho. '. 30000
, Cobertas de chita chineza. 20000
70000 Pennas d'aco, as mais superio-
40000' res, agrosa...... 600
Relogios de ouro orizonlaes.
30300 900,800 c......70*000
50000 Ditos de prata, galvanizado,
mam wmwm
DE
FAZEMDAS E ROUPAS FEITA*
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250. 280, 300 e 35*.
muito bem feitas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de M# at-
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de pana e caer
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de M al 60. sbre de alpaca
merino de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 14$. ditas de cor de ~ at
150, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roanas de bri
como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de colletes pretos de metim. cir;i
e velludo de 4^i a 90, ditos para casamento a 50 e 60, paleltU branros de br.wamte a 4*
50, calcas brancas muito finas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de caserairas inglezas para hornera, menino e s.-i.Ixh t. cetMaV
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jomin para honvtn e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommendas de grande-
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil meslre de semelhante arte e un
pess/ial de mais de cincoenta obreiros escollados, por tanto exeeutamos qualquer |>ra rr*j\
pfomplidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
_________,_______________________________---------------------------------------------------1 _______^^___________^__
FCMIIICAO OO BOU ti A Cf-R| %
BRUTfl 39.
Este muito acreditado estabelecimenlo est prvido de um completo sortiinent
maehinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditada-.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
, Arados americanos, ele. etc.
ro a alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra d> Queirnado n. 8.
l.\n<'o* braneos eom barras de
cores para meninos.
patentes e orisontaes, 40?S e
60 e........50OOO Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorgurao de seda | aderecoSj pulceiras, rosetas,
pretos e de cores, 60, 50 e 40000 aneis e crazas.
300000
_
tas para unhas.
Kh-as giiarnlees de pentes e
flvellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
guarnieres de pentes dourados, e com pe-
A loja d'aguia branca recebeu um novo das; assim como outras bordadas froco e
sortimento de lencos brancos com barras de com bolas pendentes, novidade essa que so,
cores para meninos, e com quanto esses se acha em dita loja, e que na verdade se
iu melhores, maiores e perfeitamente tornam mu alegres e bonitas; e bemassimj
qudrados, com ludo continam a ser ven- recebeu lindas hvellas com pedras, e ditas
Sidos pelo antigo preco de 10 a duzia; n. d'aco com novos e engracados moldes, cintos
ra do Queirnado na alegre e espacosa loja dourados e de marroqram: e muitos outros
objectos de gosto para senhoras serao encon-
trados na -alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queirnado n. 8.
Babadlnhos estreitos c bordados
TODA ATTENQnO
NOS
VIUIV/I>S
RVATIVQ I CON SI
IS',A
lia branca n. 8.
La flua para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
plet sortimento de la fina para bordar, cu-
ja variedade de agrada veis cores foram es-
colhidas d'um grande livro d'amostras que o
Tabricanto offereceu a aguia branca, vindo
entre ellas alguma mesclada^assim pois onde
os preteadentes melhor se podem sortir des- j Dranca n. .
Vi-iid-na-so na ra do Queirnado n. 8, loja d'aguia
branca.
Capachos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queirnado, Iloja d'aguia
DE
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queirnado n. 8.
O afamados copos com banha. e
bolees com Inscrlpcoes.
Chegarara novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boibes de por-
celana dourada tambem com banha, e novas
i.ii vas de eamnrca.
Vendem-se mui finas luvas de carmuca
anca e amarella; na ra do Queirnado n. 8
loja d'aguia branca.
Fulassa llussia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
inscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade-' Olio, muito nova e superior; vende-se so-
quado para presentes resta porem fue os apre- ment no antigo e acreditado deposito na ra
dadores concorram, munidos de dinheiro, daCadeia do Recife, n. 18; onde tambem se,
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do (venda cal de Lisboa muito nova e precos
Queirnado n. 8. commodos.
M_$im_ a i)3 __ir_,j>_-
Wi. 2t E 23-L.iRfiO 00 TER(.0-N8. 21 E >.
0 proprietario destes dous estabelecimentos de molhados. vende os seus g-
neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bua-
lidade de qualifher genero sahido dos seus armazens ; pode vender por menos por com-
prar dinheiro, e pou isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1 .a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1 e 2.* sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Quecos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhoes deste genero, a 63o e 4oo rs. a libra.
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e 4oo rs., em caada se fa aba-
timento, ha porco para escolher.
Rolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libia e 3,ooo rs. abarrira.
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4^ rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.' e 2.a qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra.
dem franceza, especialmente escottiida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cli, o melhor nesle genero, a 2,88o re., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,oo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceryeja das me-
lhores marcas, genebra de Hoanda' e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite doce, vi-
nagre, canella, pimenta, eominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas, bnnha de porco e
outros rauitos gneros que enfdbnho mencionar; dinheiro contado.
M
TODAS AS QUAliIOAOES
DE
ANTONIO Mili DE BRITO
C0NHEC1DA POR FABRICADA MITA.
N. 21Antiga ra dos Quarteis de polica-% 21.
Constando ao annunciante. que alguns especuladores de m mi* credrt-
1 que gosam os meus cigarro.^, e para poderem dar consumo aos seus ailara vetidmlo tam*
' na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes. dizendu que san meus : e ama to-
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessoa alguna leader
por minha conta fra delta, faco o presente annuncio para evitar que compren pato pn
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e espeen_nlt o aeo
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha fabrica si.
.marcados com um distinctivo que declara omeu nome, o nomedaruae onnfnero di
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientificar aos mesmos senlk>res. que conslaatran*
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades. e do metbor km>
\ escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.

NAD di 01 RO Pl<; \IK-),,. I: M U
XAROPE DE RABAXO IODADO
Segundo oe atiesldos dos mdicos im hoepllaes de Pari, cumignxt no Protpeei*.
de canos Acadmicos, este Xarope emprega-se com o maior occetao, tm lugar U OLIO
BACA1HA0, ao quat elle realmente superior. Cora as molesa* de petto, a* eacrafntaa,
pallidez e mollea das carnes, as pardal d' appetile, e regenera a constitmicio
summa o mais poderoso depurativo conbecido. Elle nunca canea o ~
ioduro de potassium e o ioduro de ferro -, e adminlstra-se c*_ mator
aos humores ou ao entuplmento das glndulas. O Daaiar Cawt, do
o recommenda d'um modo Intelramente particular as nwlWWM da pefle, emmj
que teem seu nome.
Depsito geral i em Pars, en asa de MM. Grlnaalt e C, pharmacenUco*. 7, raa
tm Lisboa, en casa de Badrlc ala Caata-Canalha no Porto, cu casa e I *
rcrrelra; em 0 tio-de-Janeiro, iava Prliota Dala, raa do Satao, II; SSB 9*
tor-( m-t.iaa FrrrelraHt.alaavIra; em U-Gnndt, en casa de JiaaaSa ac 6aS
Mo.onr -n ilr FerrelraeC;emPeraaaisuco, Mm*fC>, roa da Cnis, ti. inii,
ahariiic^i- u Brasil. .
e a
de-
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caro 4
Mais barato pede ser.
Tinta branca de massa mmto avav e_ b-
. Litadas eassas francezas de cores miudinhas, de (as de S libra pera casas, para aUrviot, Mt
superier qualidade a V# r. o covado: na teja fAmMnl,;, Aam7 9 *v, r* a Irhra r
dascolumaas, na do Cmpo n. I. de Antomo ,*_^TT_a 9tt*a_.,,_"'"
Correia de Vasconcelios 4 ('..
I larga do Rosara o. 3i.
-i-




__
'-!- "' "
' ?
Piarlo de Pernauhiico Terca feira 11 de tgotto do 1863.
GRANDE ARMAZEM
AE
EE
N. 38, Rl.A DAS CRlZiS N. 36
DO
balrro de Santo Antonio.
O proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem tao bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se fie aviar qualquer
encommend, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento.
ROGRESSiVw.
Ml&f
DE
90 NO
9--LARG0 DO CARMO-9.
DE
w^wfc % ^
Eduardo Marques de Oliveira C.
o
I 1
'7-
Os proprietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molhados partici-
pam aos seus freguezes que acabam de reoeber de diversos portos da Europa o mais bel-
q lo sortimento de molhados, todos primorosamente escolhidos, os quaes vendem-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir peitavcl publico sempre oTiMltora Tetros d wm^^ciir^Alllmmm
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem todos os gneros sahidos do seu muito acreditado armazem. mos como abaixo vero, a saber '
Amendoas a 320 rs. a libra.
y.. ^ estes novos e grandes estabelecimentos de molhados, encontrar o rc.^ < ,t*>el
publico uesta eidade, bem como seus numerosos freguezes do centro. nrpoUaa i \*nto
touas as qualidades de gneros por menos preco que em quaesquer outro cstabek-ciaMa-
jos (testa ordem, pois para bem servir os seus freguezes existe na Europa m
para serem vindos de conta propria diversos gneros, e desde j encontrara
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten- Mntga ingleza perfeitamente flor, mandada
- vir de encommenda especial a 8oo rs.
tao cora os seus portadores, lazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das a libra.
Cruzes n. 36, que se vendemos melhores gneros por mais barato preco? porque estes iId^05jn^rJhegada uJBV>na>ioa
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este dem em potes de 4 16 libras muito fina e
estabelecimento. propria para doente a 8oo rs. a libra e o
v, pe separado,
uanteigai ngleza de 1.a qualidade, a 900 rs.! de superior qualidade a 3S0 i?, a C; c dem de porco, refinada e muito alva a5oo
xinha.
a libra,
dem de 2.1 qualidade, a 800 rs. a libra,
dem franceza, chegada ulmamente, a 640, oftarda preparada em potes muito nova a
* rs. a libra. I cada ura.
Batatas muito novas, a S| o gigo de arroba Milho-alpista a 180 rs a libra
e 80 rs. a libra.
A .. ,. Gomma para engommar muito fina e alva a
Qneijos do reino^chegados pelo ultimo vapor, 80 rs. a libra e-2300 a arroba.
de so a Zf>o00. I
ium *- i. a u- Sag muito novo a 240 rs. a libra.
dem prato, chegado neste ultuno vapor, o!eaK,., w L i
mais fresco que se pode desejar a 700 rs. ^L verdadeiro hespanhol, que raras vezes
a libra. >em ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
qualidade a 8,4500
Caf do Rio de 1.a e 2.a
e 8j)l800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranho a 120 rs. a libra
e 3*200 a arroba.
AvelSas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porcao ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2*400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
Mera com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
co por ser mais fresco a 2*400.
Cha hysson o mais superior a 2*600 a libra,
afianca-se ser egual ao quo regularmente
vendemos a 3*200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2*700 ajibra.
dem preto muito fino, a 2*000 a libra.
liarrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2*100 cada um.
riagre de Lisboa
dem com 5 garrafas de \
a 1*100 com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 9*
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julin, Mcdoe e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa c 7*500 a caixa com
urna duzia.

i '.houricas e paios, o mais novo que se pode
desojar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 10*500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
damos. Cerni de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Mefithe, Ilude de Venus etc. etc.
Rateas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 6*500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1112 e 3 li-
bras de 1*400 a 2*800, tambem ha latas
de 6 libras.
dem massa de superior qualidade de 160,
180,200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1*300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvma, salmo e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 1*400.
Papel grve pautado e liso a 3*800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 3*200 e 4*000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
5*000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 4*000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 1*400 a taada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e era porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas,, a
1*000 a garrafa, e 10*000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
-. Bahia a 3*500 a caixa, tambem temos
,#ra 2*000, 2*500, 3*000 e 3*200 a
*'iixa.
:v*r.
Vells de spermacote superiores a 600. 610,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composic5o a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 10* a 11*500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1*000
a ancoreta do Porto e 1*500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 2*000 a caixa cora
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Ceneja das melhores marcas de 5*500 a
6*000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
1*300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 2*000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
| Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a Ubra.
i Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Marmelada imperial, dos melhores conser-; Cebollas 0 molno a900
veiros de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente. Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Frnctas em caldas deVdas as qualidades em Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
I Garrafoes vasios a 500 rs. cada un.
latas muito bem enfeitadas,
da urna.
a 500 rs ca-
li, ilachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 3*000 a barric a e 240 rs. a
libra. t
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 160 rs,. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 94000 a caixa com urna duzia.
(;onservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Piekles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breo, a 320 a Hbra e0 a arroba.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 2*400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o centd*
Canella a mais nova do nosso mercado a
1*000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de segu-anca individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 1*120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
4*000 a caada.
Copos finos para agua a 6*000 a duzia.
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,poo,e2,5oo rs.
Idem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a, 56o rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e' 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranho a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
i,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Banha de poreo" 64o"rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 5oo rs. a libra.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de l.ooo a
2,5oo rs. cada um.
Batatas a 2*6oo a caixa com 2 arrobas e a
6o-rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porejo ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafo,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estaco por ser mais fresco a 2>4oo rs.
Cl. hysson o mais superior a a,Coo r*.
libra, afiancarse ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafo.
dem cora 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 76o rs. a garrafa SaJa -,
e 9,5oo rs. a caixa cora 1 duzia. Xmeixs a S Si!*"-
Conservas inglezas dos melhores fabricantes g^7m f i 4wm
Mixed e Piekles, ceblas simples, e outras "'"? em, T? P 2^-
a.8oo rs. o frasco. (Arroz Pllado da lidia loo rs. a libra e 3*ooo
aMostarda ngleza preparada em potes muito' n.,a 9$oh?\,
nova a 4o rs. cada um. LUt0 d-!to "Q Maranho 120 rs. a libra e 3*500
pinos inglezes de todas as qualidades e das'. a."T**3-,
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar- Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
rafinha. Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
.'. -. ,.",.,. Agurdele de canna de cabeca a 240 e 320
bai rehnado- em frascos de vidro de diversos rs. a garrafa.
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco Azekonas a 320 rs. a garrafa e l,3oo a an-
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o | creta.
rs. a libra. Batatas inglezas a 6o rs a libra e 1 800 a
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito I arroba
proprios para deposito de doce, manteiga Banha de porco a 55o rs. a libra
ou outro qualquer liquido de 1,000 a 3,ooo Bolachinha de soda a 1*400 a lata
Paf 3aT4o rs. a libra. |^^^T 2 = ** C 3 baF*
Gomma para engommar muito finae alva a Dtodito fino a 2*600 a libra.
Sag muito novo a 24o rs. a hbra. Dito do Rio a 1*800 a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes Dito preto a 1*900 a libra
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e fh,ri.l(1, i^L \a a ,JAa
em caixa ter abatimento. i^JX if.}J S 1ua,,da(les a ,^00'
dem massa de superior qualidade dd 2oo,! nZZL T,\ Lnn
22o e 24o rs a libra 1 ^amPa?ne a *& e 1^500 a garrafa.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata 2* a e fS" ^7'
e 1 3oo rs a duzia 1 vn!>erva8 inglezas a 800 rs. o frasco.
Peixe' em latas muito novo: svel, pescada, ^L^ ? e 32 rs" a libra> e* e
curvina, salmo e outras quahdades, pre- UKl \gt |h_
parados de escabexe, segundo a arte de r^^f in.il rn i s
cosinha de 1 4oo e 2 oo r Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
[Farinha do Maranho a 160 rs. a libra,
liso a 3,8oo rs. a j Dita flor de laranj& l*o frasco.
; Feijo branco muito novo a 440 rs. a cuia.
I Figos a 32o rs. a libra.
a 1 Genebra de Hollanda eni botijas a 5oo rs.
Dita Haraburgueza a 44o, rs. a botija.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto eFigueira das' Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 2/5600
melhores marcas a 2,5oo, 2,800, 3,oooe! a arroba.
4,poo rs. a caada do mais superior e de Graixa em latas a 120, c 1*300 a duwa.
32o e 36o rs. a garrafa.
Idem^vclho Chamico em barril, mu 10 proprio utbFfno a 1
l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores
600 rs. a libra.
Papel grve pautado e
resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta
46o rs. cada urna.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
4*060.
a garrafa.
DRo 'em garrafas grandes de superior quali-
dade a 1*500.
, Manteiga ingleza flor a 800, 900 e 1* a Hbra.
Vinho branco o mais superior que possivel Manteiga franceza a 600 e 64o rs. a libra,
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a, Dita hollandeza a 72o 800 rs. a libra.
macio a 64o rs.
caada.
..por .ser muito claro e
a garrafa, e 5,ooo rs. a
ios uas seguinies marcas: oenuino, ,lnm .. a .
.rto fino, Nctar, Duque do Porto, Fe-"^ CiU'na"a e compesicao, a 32o, 36o,
ria, Velho secco, Chamico, Madeira su- ? 22*5 a 6 ,0'000 a ,,'5oors- *
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Por
toi
perior e outros a l,ooo rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo,ooo rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoe, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,000 rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e 10,000 rs.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes muilo finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisir des
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
dantz~ c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau d'or a l,ooo rs
a garrafa e 10,000 a caixa com 1 duzia*
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra e 6,000 rs. a caixa com 1 arroba
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,800 rs.; tambera ha era
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a Ubra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
a 64ors. agarrafa, em porcao ter abati-
mento.
Champagne. das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e 12,000 rs. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,000, 2,5oo, 3,000 c 3,2oo rs. a
caixa.
Velas de spermacet superiores, a 600 64n,
680 e 7oo rs. o raasso.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa aJ>60 rs. tiUa.
Massa estrellinha para sopa roo rs. 1 .ifa.
Macarro, aletria e talharim a 48o rs. 1 -
bra.
Marrasquino de Zara a 800rs. ofras."
Passas a 4oo rs. a libra.
Palitos para denles a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 2*500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a Al e
2*500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Cervejas de martas superiores a 500, GQ,
600 e 640 rs. a garrafa, e 5*500. fi# t
6*500 a duzia.
Dita em barril por 4*, c 240 rs. a garrafa.
Cevadaa240rs. a libia.
Sardinha de Nantes a 360 400 r-. .. at*-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libia
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete do gaz a 1JH 1 1
libra.
Ditas do gaz muito beaa.
Ditas dito em caixas de 6 libras por IJMft,
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Bitas de composicSo a 360 e 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 5*500, garrafe a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 4* e a garrafa a :<
rs.
Dito Figueira, caada a 3*840 e a BjOTafi a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 4 j e a garra*
a 500 rs.
Dito Estrello, caada a 3*200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa en garraffVs m paira-
fas por 1*400.
DiU) em caada a >, a a 260 rs. 1 pmjb.
Vinho do Porto em garrafoes ile : gai, .'as
por 2*300.
Dito dito engarrafado a l> e |#Mft
Dito lagrimas do Douro a 14400 a
Vinho branco de Lislioa a 720 rs. a
e 5* a caada.
Dito do estrato a 600 rs. a garrafa,. \ y. (*
a caada.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima rito da baa paa>
dade, e para desengao venham ver; assira cmo outros que deixam de ser annuncia.
HAIIIIAO DA A I KOlt t.
Nesi grande e bem montada fabrica do machinismo, a mais antiga no imperi.....
tinoa-sea executar com a maior presteza e perfeico encommendas de toda a quaiu'a
a arroba.
Azeitonas novas do Porto c Lisboa, a l,ooo
rs. a ancoreta do Porto, c l,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa quahdade.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e 1,60o rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 486 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez c
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 6io rs. o caixao. .
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prorapto o seguinte :
Grande sortimento de .moendas de canna de todos os systemas e tamanhos
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechas para barcos, etc. etc., tudo por preco que bem eonvida.
1...
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE LOW-MOOR.
Ra da Senzalla uuva 11. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado. de todos os
tamanhos para ditos. -
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
!rua da Senzalla Nova n. 42.
, Kua da Senzalla u 42.
I Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
. sellins e silhocs inglezes, candieiros c casti-
', caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a chicotes para carros e montara, arreios para
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo
7,oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
l,2oors. a lata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5,5oo e H,ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 600 a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabrican^ Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlhoa 9oo rs.
carros de um e dous cavados, e relogios de
ouro patente inglez._________________
GAZ.
No armazem de louca da porta larga, rea larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com a galSes de
gaz a 125, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em conta ; garante-sc a qnalidade.
Vende-se na ra dos (uararapes n. 28, um
bom escravo proprio para o servico de armazem
ou de sitio, 4 carros de carregar gneros, em bom
uso. um terreno com 102 palmos de frente e 300
de fundo, com porto de embarque, situado na ra
do Brum.
Cola da Baha
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n. I.
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a Farinha do Maranho muito alva e cheirosa,
l,Dra- i a 14o rs. a libra.
VOS SRS. fOYSlHHIDORES DE (. IZ.
Nos armazens do Caes do Ram-s r>. 18 p
na ra do Trapiche Novo (no Rerife, n. I, 1
Minie gaz liquido americano ftman ;.":-
dade a retalho a 12r> a lata de S
sim como latas de 10 e de 5 garrafas to
em porcao mais barato que em cu
quer paite.
ESCRAVOS F6I00S.
1 iuho do Porto superior.
Vende-se em caixas de urna duzia : no escripto-
rio de Antonio Luiz Oliveira Azevedo & C.
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-,
fazeraas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de dente em mecos e caixinhal, emo-! gffi t i^JX^i
fre e outros muito gneros, os ,(roaes vendemos pelos precos mais baratos possiveis. loSTuai^uIrSe
Cal de Lisboa e potassa da
Rsala.
Vende-c na ra da Cadeia do Recife n. 26, par
onde se mudlo antigo e acreditado deposito da.
sao novse
barato do que;
i:.M'i-iiv;t faglda.
No dia 31 do prximo passado fugio a no*va
Leandra, idade do 30 a 60 anno> pn r,r ,m,w
peina, esta escrava oi pertencenle a Jat i
nhallteis. e arrcmalada em praea pela ataii
signado : queni a pegar leve ao'caes do 1
6, que ser grati lirado.
Joao (kirdeiro Kserava fnglda.
Da bravean de S. Jos) n. 22, fofrio .1 fsc*/
Maria, natural do Congo, idade 40 annos. a
tem signaes muito visiveis de bt-xigas. an aatar
arrasta bastante os ps. levmi vestido ii
chale encarnado muito retho. Sopyilu 11 at-har se
ella acoutadaeni Apipucos, (Hinda ou lipiia
ga-se pois as autoridades politiaes. eapites rfp
campo ou quabraer pessna qnc a appivh<-n e levera-na a rasa cima qne ser genorotuMate
recompensado.
Fugio no dia 26 do mez fiado, ara
negro crioulo de nome Cyriaco, representa
ter 28 30 annos, bem preto, pouca barba,
olhos pequeos, pelle liza, ps compriJo? e
seceos com marcas de eraros, provenienies
de boubas, com falta de um dente prestes do
queixo supe ior,e alguns podres nosqueixaes.
levou calca de estoupa e palito da mesma
fazenda, serrindo de camiea; anda momdo
de um carta de apadrinbamento para fa/er
crer que nio est fgido. Consta andar
pelo Recite e Aifogados; bem coohecido.
por ter aodajdo com urna carroca i veader
lenha; mftin o pegar conduia-o ao sitio
AgW'Fria, na estrada de Beberibe.

\


8
Piarlo de Pcrnambuco ... Te ira Mr ti Je AgosJo de 1*3.
LITTERATRA.
uliilosopliia christa s se encontra o que e
falso, ou o nada, e que urna pliyschologia
fra d'aquelles principios hade ser nulla ou
errnea, como tudo o mais.
Vale pois bem a pena que se combata
seriamente un erro tao grave, qual a dou-
vitalismo jiilijado pela philosophia christa, ou
refntarao da dontrina medir dr Hontprllier,
peloJP. J. Ventura de Ranlica. Tradniido rom' trina da pluraluade~~de"amalo homem,
una Hitredncro c olas pela Dr. Jos Soriano erro que, nao obstante liaver sido muitas
vezes excommungado pela egreja, repro-
le Soma.
Corpus nos/ruin vivil per animam.
(S. Thomaz.)
CAPITULO V.
nthttia^'.'co acolhimcnto fcilo
pela FacmJade de mediana
de Pars ao tynamismo da
esconde Montpeii':er-Pi-
pagaeo desse erro pt.'a E,l~
ropa.As proprias escoJ.f,s
de philosophia christa o a-1
doptaram. O annotador da
philosophia de Lio contra-
disendo-se approvar e recom-
menda o mesmo erro.
Nem menos notavel que o mesmo anno-
tador tivesse dito oseguinte: Cumpre
reconhecer que ha entre o corpo e a alma
certas relacoes, pois so deste modo se pode
explicar a unidade da personalidade huma-
na- >
Com effeito, seno o citado annotador um
theologo distincto, e sabendo que a alma e
o corpo sao um homem, do mesmo modo
que Deus e o homem sao um Jesu-Christo,
fcil" Ihe seria comprehender que, assim
como nao necessano admittir relacoes
entre a divindade e a humanidade de Jesu-
Christo, porque nelle as duas naturezas es-
to substancialmente unidas na unidade da
pessoa do Verbo; do mesmo modo nao
necessario admittir relaedes entre a alma e
o corpo do homem, porque neste as duas
substancias eslo substancialmente unidas na
unidade do ser d'alma.
E cumpre accrescentar que, o citado
theologo havia dito precedentemente o se-
guinte: E' falso que Deus e os Anjos
nao possam obrar immediatamente sobre o
corpo ; e se deve-se" acreditar no testemu-
ni o do senso intimo, todo hornera est per-
suadido que move verdadeira, immediata e
pf:jucamente os seus orgos. E de mais,
como nenhum movimento pode ter por
origem o corpo, necessariamente se deve
crer que os movimentos do corpo sao cau-
sados pelos espiritos. Falsum cst Deum ci
Augelos immediate in corpora agerenon
posse. Si qua sil sensui intimo pides ad-
hibenda, omnis stbi videntur ver, imme-
diate el physice rgano sua mover. Et
vere, nonne omnino necesse est ut corpora
troveantur a spiritibus, can motus a corpo-
f nmquam oriri possit?
E' pois nexplicavel que aquello que es-
creveu estas linlias, nao tivesse advertido,
que a alma humana sendo espirito tambem
poda mover o corpo vere, immediate et
duz-se de continuo sob novas formas, erro
finalmente to vulgarisado naquellas mes-
mas partes, onde nao devera encontrar se-
nyo inexoraveis adversarios
Procuraremos pois combaler o menciona-
do erro, recebendo de S. Thomaz as armas
para o combate e com tamanho auxilio
perseguiremos aquella heresia at os seus
ltimos intrincheiramenlos.
Trataremos da questo fundo, e de mo-
do que nao seja mais preciso voltar-se a el-
a. Meando evidente para a boa f: Que se
nao jPde admittir no homem urna alma or-
gnica b sensitiva, distincta d'alma intelec-
tiva senSo com prejuizo d'estaj e que a
dontrina da mtJtipcaco das almas a
dontrina da negaco d'alma.
CAPITULO VI.
Magnifica argumentando de S,
Thomax em favor da these
geral: Que toda alma for-
ma nica du seu corpo.
Vigorosa refutando das dou-
trinas de Plalao e dos phi-
losophos rabes contrarias
a aquella dontrina, pelo
mesmo dontoi:A hypothese
da existencia de seres in-
termedios entre a alma e o
corpo absurda.
Tratoir S. Thomaz com particular cuida-
do desta importante materia na primeira
parte da sua Sumina. Estabeleceu elle pri-
meiro que tudo a these geral:" Que toda'
alma forma nica do seu corpo, e que
nada ha de intermedio entre alma e o
corpo ; passando depois a combater espe-
cialmente, por toda sorte de argumento, a
opinio dos antigos philosophos, que adwrit-
tiam no homem ora principio agente, urna
outra alma distincta d'alma intelleetiva.
E' essa bella e triumphante polmica que
vamos reproduzir neste lugar, antes de c-
cuparmo-nos com os philosophos modernos
que teem sustentado o mesmo erro.
Se a alma, diz o doutor augebeo, es-
Se a alma como pensaram os Platoni-, e neste sentido o que diz S. Agostino e
eos, contina S. Thomaz, estivesse unida ao muito exacto, sendo urna verdade, que a al-
corpo como motor ao mobil, nao haveria, ma move porraek) das partes mais subtis,
nenhum inconveniente em admittir-se a chamada espiritos animaes, as partes mais
existencia de cerlos cornos intermedios en- solidas do corpo, e por isto dizia Aristote-
tre a alma humana e o seu corpo, assim I jes que o espirito o primeiro instrumento
como entre a alma de qualquer ser animado, I da virtude motriz: Primum instrumentum
e o seu corpo ; sendo que at seria mais ra- ristutis motrimoest spiritus.*
soavel crr que a alma, estando pela simpli- Replicam ainda dizendo: Apenas os es-
cidade da sua nalureza em to grande dis-'pirilos animaes se extinguem no homem,
tancia do corpa, precisara de algum cor- separa-se a alma do corpo, seguindose a
po intermedio menos pesado e mais sublil morte : logo a alma est unida ao corpo por
'para mover o seu pois com effeito, todo o roeio dos mesmos espiritos animaes; pois
motor qu qir mover alguma cousa que que aquella cousa sem a qual duas substan-
a receber a sua forma. Ora, essas dispo- est distante, precisa de algum meio que cas nao pdem permanecer unidas serve
sicoes, sejam ou nao accidentes, nao deixanr approxime de si a cousa que tem de ser evidentemente de meio de unio pra as di-
de ser alguma cousa : logo alm d'alma e movida.
como em relaco a razo, evidente que
nao seipode conceber forma alguma acci-
dental na materia antes d'alma, que sua
fr substancial: Accidens est posterius subs-
tautia, et tempore et ratione. Non evgo
frma accidenlalis aliqua potest intelligi,
in materia, ante animam, qua est forma
subsfantialis
Ao que fica dilo pode objectar-se : Ne-
nluima frma se pode adiar na materia, se
nao estiver a mesma malcra di*posta para
tornar-sc maleria propn" de tal forma; e
assim sendo, necessariamente se deve sup-
pr certas disposices na materia antes del-
do corpo cumpre admittir em todo ser ani- Estando, porm, a alma unida ao corpo
mado, e cora maior razo no homem, algo- como forma, absurdo dizer-se que a mes-
ma cousa de intermedio entre a alma e ojma alma precisa de um corpo intermedio,
corpo.
Argumentar deste modo, responda S.
Thomaz, desconhecer a natureza e os di-
versos grus de perfeigo das formas subs-
tas substancias.
t O que acabaos de dizer, responda S.
Thomaz, s urna cousa prova, e que os
espiritos animaes extinguindo-se o corpo
para poder formar um todo ntimamente torna-se inapto para fcar unido alma, mas
unido com o seu corpo. E a razo disto, nao prova que os espiritos sejam o meio de
ei-la : I unio do corpo com a alma; por consequen-
Urna cousa unta, do mesmo modo por cia nao sao os referidos espiritos animaes o
tanciaesdos composlos vivos A forma que que um ser ; ora, a forma sendo acto por meio, ou o primeiro instrumento do movi-
mais perfeita contm vrtualmente em si|essencia. por ella, eno por outro inter-1 ment de que se sirva a alma para mover o
tudo que proprio das formas que Ihe sao medio, que a cousa ; por consequencia a corpo.
inferiores: e por tanto nao precisa se nao unidade da cousa compasta de materia efr-' De novo replicam: Aquellas cousas qo
de si para exercer todos os actos, e dar !ma resultada propria forma, que se uniu differem muito entre si nao pdem estar
maleria, a eme est unida, diversos grus materia como acto da roesma materia, e unidas seno por um mediador que, nao
' sendo nenhuma das ditas cousas, todava to-
que
de perfeico.i
Assim como por urna mesma alma a
planta um composto natural, e alm dis-
to planta ; e o bruto um composto,
planta, e alm disto animal, assim tam-
bem por urna mesma alma o hornera ao
mesmo lempo um composto natural em
acto, como qualquer composto, vive e ve-
geta como a planta, sent como o bruto, e
alm disto raciocina, sendo que o rasciocinio
o faz especi ricamente homem : Uno enim
ei eaem forma est per qmm Itonw cst em
aclu, et perqmrn est vivum, et per qnam
est animal, et per quam est homo.
Ora, evidente que os accidentes nao
precedem, porm seguem o seu sujeito, e
que a materia nao pode ser concebida per-
no ha outro agente que una a materia a .
frma, alm d'aquelle mesmo que consti- nha com ellas alguma especie de semelhan-
tue a materia era aeto, isto alm da fr-' ca. Ora, a alma intelleetiva differe mfinita-
ma., mente do corpo, pois urna substancia in-
Por aqu se v pois, qoanto falsa a I corprea, incorryptivel e subsistente por si,
opinio dos philosophos que teem admillido sendo dotada das sublimes facilidades de
certos corpos intermedios entre a alma c o comprohender, raciocinar e querer, ao pas-
corpo do horaem : nde patet esse falsas so que o corpo nao tem nada disso. Por
opiniones eorum quiposuerunt aliqua cor- consequencia necessariamente se ha de ad-
pora esse media infer animam et corpus raitr como meto de unio entre essas- subs-
hominis. jtancias to diferentes alguma cousa de in-
Alguns philosophos da escola dePlato terraedio, que nao sendo a alma, seja com
disseram, que a alma intelletiva natural-
mente unida um corpo incorruptivel, do
qual jamis se separa a mesma alma, e por
meio do qual esta est unida ao seu corpo
outros
tudo alguma cousa simples, e que nao sendo
o corpo tenha todava alguma cousa de cor-
preo.
Adiando pois estas qualidades reunidas
nos espiritos animaes, na luz, no calor ou
corruptivel. Sustentaram outros que a
feita e completa pelos accidentes em seu < unio d'alma com o corpo se opera por meio, principio vital, que sao simples (impondera-
ser, antes de ser concebida em relacao a f de um certo espirito corporal 02), Alguns veis sem serem espirites, e corpreos sem
corporeidaile; e a alma que como forma' outros affirmaram que a unio se faz por serem corpos, e muito rasoayel admti-los
faz "que a imateria seja- em acto e completa
pelos accidentesaftm de ser corpo, e-este
corpo. Por consequencia longe de poder a
meio da. luz, que segundo elles'um corpo como terceiro principio constitutivo do ser
da natureza da quintesseencia. | humano, servindo de meio de unio entre a
Pelo que, segundo a opinio desses alma e ocorpo
materia ter accidentes, e quaesquer dispo- philosophos, a alma vegetativa se uneao| Com duas palavras aniquila S. Thomaz
tivesse unida ao corpo smente como o mo-
tor ao seu mobil, sera nao smente rasoa-
vel, seno tambem necessario adcmttir cer-
tas disposices interm-edias entre; a alma e
o corpo ; isto na alma o poder para mo-
ver o corpo, e neste a capacic'ade movido por aquella.
Mas, estando a alma intellecti'.a uriida
ao corpo como frma mbstancial, absurdo
admittir-se a menor disposicSo, accidental,
que sirva de mediador entre arjr iena este;
por que absurdo adnartlir .^ disposico
alguma intermedia entre qua' quer forma e a
sires, que parece do a unio d'alma com
a raatena, disposices estas que serviam de
interraeio para essa unio nem se quer a
raesma raaterra nao sendo corpo autesde
sua unio cora a alma, de sorte que a sua
propria corporeidade obra dessa unio.
(i)
corpo por meio da luz do cu, das estrellas,' a presente objecejio.
a alma sensitiva por meio da luz do cu; Nao ha duvida, diz elle, que a alma e
crystalino, e a intelleetiva por meio da luz i o corpo, assim como qualquer outra frma e
do cu empvrio : tta quod anima vegeta- sua materia, sao cousas que distam e'norme-
bilis unitur'corpori mediante luce coeli si- mante urna da outra, separando-as a raes-
derei, anima voro sensibilis mediante luce ma distancia que existe entre oque acta
eoell crqstalUm, anima mkllgXwt medir- e o que pura potencia. Mas essa enorme
coili luccwli empyrei.
Ora, tudo isto urna pura fieco poe-
phijm-e. nao sendo necessario imaginar re- sua materia, pela seguinto ,.aza.
taces entre essas substancias; e que pelo
contraro podia-se afjirmar com toda a cer-
teza, que o mediador plstico dos antigos.
e a alma sensivel, ou principio vital dos
n: demos sao graves erros, e enormes ex-
travagancias.
entretanto, nao temos muita razo para
admirar aquellas eontradieces e duvidas em
um autor to instruido, daderas doulrinas philosophicas, e qual
muito veneramos, estimamos c amamos por
gl:?, qualquer espirito lgico, que desco-
H.ecendo a theoria christa da umdade
substancial do homem, partir do falso prin-
cipio de Plato e de Descartes: que a al-
ma e o corpo sao dous seres completas, ten-
sada um a sua substancia e o ser distinc-
tos e independentes um do outro nao
I ile deixar de tirar como consequencias,
-nao eontradieces, du.idas, sonhos e at-
suidos.
cousa na ordera d
mena cousa o f
Estando a materia de* jaixa de uma cer.
ta ordem. ordme qno tkv /( em potencia para
lodosos actos (ou p? ra'todasas formas),
a pi imeira cousa que M mesma matcria se
sr mpiesmenic a primeira
os actos. Ora, esta pri-
,er (esse). Por consequen-
cia e impossiv uma cmisa Sfija por
exemplo. do (a| ^manho, ou qualidade,
antes de se conceher (,ue ella em acto.
Ora a mate- .a n3o em acl0 sena0 pe|a sua
forma suf .lancial^ que quera Ihe d sim:
plesmer le Q se^ e ^i ser e por taoto e
imposp iyel prexistam dispos0es acci-
5? -es na materia antes da forma subslan-
e por consequencia antes d'alma : l
(1) Para bem" comprehender-se o que fica- dito
no texto, e algumas outras passagens, que para
diante se nao oc 1er, cumpre nao esquecer que a
phvsica dos escolsticos, cujo chele S. Thomaz, e
cssencialraente antccorpusculai-. Esses grandes
homens nao explicavam cousa alguma por meios
puramente mchameos, sendo quo em tudo intro-
duziraiu as noooes deaclo. forma e frca o que tor-
nava aquella phvsica uma verdadeira antithese da niaimenie na tuuipusir,
phvsica de hoje'que nao conhece senao o que se to, e finalmento por que
v.' se toca, e se sent; e ao passo que aquellesho-1 corp0 COmo frma, e por tanto
se clevavam faeilmente da materia ao seu | .,u,mnnla nnr mimn dos!
distancia nao existe seno porque se consi-
derara aquellas substancias fura das condi-
attribundo-se-lhes
mens
Creador, os physicos de hoje dizem, que para ser-se
bom Mhsopho, dere-se poder explicar toda a natu-
reza sem fallar diz Bossuet, converia suppor que Deus nao tem
nada com a natureza, isto converia dar cpmo
certo, nao digo a cousa mais incerta, porm a rpais
falsa do mundo.
o i-^tuJu il,i tM-ucia Ou^ coipos admlulam os
escolaslicos dous principios constituimos dos. mes-
mos COrpOS : a malcra prl, o trma aoiMM-
cial. A materia prima o primeiro principio pas-
sivo do mundo corpreo, uin sujeito inteiramente
tica, una verdadeira zombaria, por que, j?es de sua natureza,
primeramente a luz nao um corpo, mas ser proprio que_J8UMwdous nd.v.
Sma qualidade de certos corpos, em segn-1 s dous seres d.st.nctos e independentes
um s composlo,
Mas, a alma e o corpo dos seres anima-
ne-se im- sem um s^ composto.
mediatamente, por quaoto deste modo que ^^o dous, toda frma se une sua materia.
Mas, objectam, nao disse S. Agostinho
que a alma governa o corpo pelo fogo, e
pelo ar, que sao corpos que teem alguma
semelhanca com o espirito ?
c E* verdade que S Agostinho disse isto,
responde S. Thomaz ; porm elle nao fal-
lou do modo por que a alma est unida ao
corpo, mas sim do modo por que ella move
(M
loossibile est quod qucecumque dispositw-, r,m n5o 1)0aendo estar sem uma ou outra. (s. Thom
' m _____^.V.. :,, .....Irt-,/, finio n LL .Hl -* .
(3) A palavrasuppostoassim como as pala-
vras substanciahypostasisQessoas, sao mais
do urna vez einpregadas na presente discuss;io, con-
veni iwis precisar a signilicacao dellas o que fart
segundo a lieao do illustre e douto padre Ventura,
substancia da patarra latinasubstarn tudo o
que subsiste por si, c em si : subsluntia (nod ter
se subsistit, e assim se diz, |K>rque ella esla sob ac-
cidentes, servindo-llies de baso. Quando se consi-
dera a substancia completa existindo em concreto
indeterminado, que nada se a frma substancial! 0 corpo, e por isto se serve da palavra ella se chamasupposto(snppositum), doi mesmo
nao oreduzem acto. A forma substancial o mwrMrunde ulitu verboadministral, modo que, a vida considerada como existindo em
principio que d a materia a actualidade, detenm-
nando-a a ser tal que qual especie de corpo; pelo
que se v que a materia prima como tal uma pu-
ra potencia, capaz de receber todas as formas po-
Eis aqu portante mais uma prova da
guinte verdade: Fra dos principie
se-
s da
' es accidentales pmxistant inmateria ante
aormam subslantialcm, et per conseqnem
-\anle animam
1 a Alm disso, necrescenta S, Thomaz,
todo accidente sendo posterior existencia
i p. 9. 4i, art. 2.)
Assim pois, segundo a phvsica dos escolsticos
todo eomposto natural, alm do que nelle se ve,
existe um principio que se nao v, pelo que oseor-
iks que hoje se chamam simples, sao verdadeiros
romjmtos de materia e forma. (Vid BalmesHis-
da
substancia, tanto em relaco ao lempo, toria de laF.losolia no cap. Filosolia escolas-
governar
tica. E tambem os preliminares physicos que se
acham no T. 2o da Philosophia christa do padre
Ventura.)
& S
(2) Dautain resuscitou esta doutrina, sustentan-
do a existencia de dous espiritos no homem, o es-
pirito phusico e o espirito inteligente. (Vid. a sua
obra intitulada L'espnt huniain et ses facultes T.
FOLHETIM.
AIiMR7 iIO3
ron
MAIRICIO?
,AM.
Prime ra pal.e.
i Oiiitim
uu-ao don." 180j
,. ^^? 'W a v'8'ar os iueu5 animaleios as
v \uiiidades o 1^^ ,jc p0quels, quando vejo
sahirdo mesir i0 |)03,iue a ,i|na 0 proprietario de
S. luao. com U||1 rosto jt anj0) os cabellos relu-
1 tes coiur ( raos ju .^ e t^ja vestida de bran-
eo. < Paf Carnat, me disse ella, venha ajudar-
re' .suscitar o meu amante. PerdOe, Sr.
Marcos, f0j ass,n mesmo que ella o disse.
! "' jixei o meu cao guardando as ovelhas, c se-
1 Vine, achava-se deitado numa especie de
ulo no meio de uma cmara que pareca um
I no : a seu lado eslava a fada que o agarrava
V : n os bracos a ponto de suflbca-lo, se Vmc. ja
1 Battrcam morlo. Sabia cu palavras que fa-
t m os morios res.suscitarem, e madamoiselle
tf irgarida levava na mao uma varinha. Ja nao
1 Uinbro do que dissemos, havia de ser prova-
v .mente algum sortilegio.
a De repente a fada levanta-sc, e poe-se a an-
dar ao redor do tmulo piando como uma coruja.
Oueria impedir que nos aproximassemos de Vmc.
a joven do castello f-la calar-se batendo-lhe
c." 11 a varinha no rosto. A fada encaminhon-se
para a porta, e corren a bom correr do lado de
Lressais : roncavam o ar e as folhas por onde ella
1 -ni va.
t A sua amante Margarida (perdoe, Sr. Marcos,
era em sonho que eu via tudo isto) madamoiselle
Margarida foi uepois tomar-lhe a mao; Vmc. sal-
toa do tmulo abaixo; e nao sei como eis-nie
transformado em maire da localidade, assistmdo
ao seu casamento na presenca de mais de seis mil
1 -oas De repente perco-o de vista c a sua noi-
v todos os mais desQIavam pela charntca.
Eis-nos como dous amantes de romance, com o
mvsterio para corar o nosso bello poema, pois
cumpre occullar ao bom Desormes o prazer inun-
do que lerenios em obedece-lo um dia...Um dia !...
Com tanto que nao o fixc para um futuro distan-
te I Devora-me ja a impaciencia^.o tempo custa a
passar L.Mas o presente tio bello !...
O homem nunca possue a verdadeira nocao das
cousas actuaes: pelo estudo retrocede para o pas-
sado ; pelo desejo va para o futuro.
0 tabellio Chassrpain ao Sr. Desormes.
Ardentes^W de junlw.
Meu caro senhor e cliente.Desejaria ir pes-
soalmentc prestar-Ihe as contas da tutela, que se
acham em ordem, e aproveitar ao mesmo tempo a
occasiao para transmitlir-lhe uma idea que me oc-
correu : mas falta-me o tempo. Resolvi-me pois
a escrever-lhe alim de que V. S. pense com todo o
vagar no que llie vou dizer antes que nos encon-
tremos. Estive antes de hontem em casa da Sra.
marqueza de Manvezin, que me faz a honra de en-
carregar-me dos seus negocios. S. Exc. interro-
Sou-me largamente a res|>eito da iiessoa de V. S.,
as propriedades que possue, e do p em que se
pois o tempo preciso para tornar a mhn. c reflec-
tir um pouco.
Como muito bem pensou, nao ha pressa em ca-
sar minha filha, c os partidos lhc nao faltarao.
Conheco pouco o Sr. Adalberto de Manvezin ; sei
iim moco lmnito, c mais nada. Uma s vez
concreto em um ser qualquer, diz-se um vvente.
O supposto nada acresecnta substancia, mas a
mesma substancia considerada existindo concreta-
mente nos seres particulares. A substancia com-
pleta racional ou irracional, assim como o sup-
posto ; suppostos racionaes chainam-sepessoas,
os irracionaes como, por exemplo, a [tedia, o bru-
to, chamam-se simplesmente suppostos. Toda pes-
soa pois uma substancia, ou um supposto, mas
toda substancia, ou supposto nao uma pessoa. A
palavra pessoa nada acrescenta ao supposto. mas
indica somente a excellencia e dignidade do sup-
no sao doui teres dislinctos, senao un x
e mesmo ser, o ser d'alma de que o corpo
partecipa;-porque era todo composto subs-
tancial de Jrma e materia pela forma e
na mesma frma que a materia actual e t
o que pelo ser da frma. por grande que
seja pois a differenca de natureza que exis-
te entre a alma e o corpo, logo que aquella
se une este como frma. isto, inmedia-
tamente, e communicando-lhe o ser proprio
desapparece a distancia, nao precisando d>
nenhum mediador para formaren o com-
posto humano. >
Encarada por outra face a hypothese i
um mediador entre a alma e ocorpo, des-
cobre-se-lhe ainda outro absurdo.
Conforme essa hypothese a alma que es-
t unida uma materia subtil, simples-
mente a alma composta por sua vez de ma-
teria e frma, e neste caso nao pode tifa
ser de maneira alguma frma substancial do
corpo.
O composto de materia e frma cr outra materia em seu todo, nao pdc tor-
nar-sc frma de materia alguma segundo
todo o seu ser, sem que a materia que elle
contem se torne tambem frma de outra
materia, o-que absurdo; poisjienhuma
maleria, ou nenhum ser simptesmenie e
potencia, pde-se tornar acto primeiro outra materia.
Di rao blvez, que a alma encoberla peL
materia subtil (isto ja romposta de mate-
ra e frma) s se toma frma do corpo por
uma das sitas partes, e nao por todo o seu
ser. Mas isto dizer que a materia sublil
com que pretende! eacobrir a alma, de na-
da Ihe serve, e que ella se une ao corpo
immediatamente pela virtude e ser da mes-
ma alma. Ota, isto o mesmo que nos di-
zemos, visto que segundo a nossa opinio, o
que frma alma, e a cousa de que ella
6 forma, o primeirrranimado, todo o
corpo do composlo vivo.
A hypothese de que se trata i'eixa pois a
questo tal qual era, e em vez de resohe-b.
confunde-a.
Cumpre nao esquecer, que a jln, conv-
acabamos de demonstrar, nao est unida ao
corpo como motor ao mobil, mas como fr-
BM substancial, e d'abi se segu necessaria-"
mente que ella frma tnica de seu corpo,
e que irapossivel admittir-se no composto
animado ostra frma substancial alm d'al-
ma. Essa. impossibihdade anula brillan-
temente demonstrada, por S. Thomaz, do se-
grate modo.
A forma substancial difiere da acciden
tal em que aquella d simplesmente o ser.
ipiando esta nao d simplesMmte o ser. saal
m ser ; isto faz que aqulo que *. 3ej
de urna outra maneira, variando o seu pro-
prio ser; assim como o calor, que nao tasen-
do que um corpo seja, faz smente que o
corpo que j seja quente.
Por isso que a cousa que recebe um*-
frma puramente accidental, como um Be-
llaco de mar more mudado em uma estatua,
nao se diz que uma cousa sivtplesmewt*
feita ou gerada, mas uma cousa feita de tal
ou qual modo; e pela mesma razo, qnand.
a cousa perde a frma accidental. como I
mesmo marmore deixando de ser estatua
nao se diz uma cousa simphsment* cnrrnm-
pida, mas alterada, ou wudadn, ou enflo
corrompida smente dibaico de tema tertc
relaco.
E tambem por isso que os antigos na-
turalistas, que consideravam a materia pcima
comn um ser emaclo, como, vertii grat:
fogo, a trra, etc.. diziamque na natura
nada era gerado, nem se corrompa simples-
mente, mas que todas as mdanos, mesar.'
as naturaes, erara alteraces puramente ac-
cidentaes. (Contimar-f-a.
var uma somma de cen mil francos : porm de
Quero, sim 5 porm a liherdade bem enten-
tudo s comprehendi que deveria pagar-lhe vinte dida. a liherdade que nao degenere em licenca....
mil francos dos meus gastos no collegio. | Mas nao fica ahi o caso. Supime que devo gostar
Pareceu-me que faria uma injuria a meu lio, e
tutor, verificando a exaclidao das nossas contas
que e
quiz que eu mesmo pagasse a minha educarao
de ver um rapaz da minha familia, que poda go
zar de uma fortuna^Soffrivel e fazer um casamento
conveniente, nao possuir mais de quinze mil fran-
cos, ludo smente por sua culpa ?... O lance so-
berbo, cumpre porm dizer que proprio de um
a "demaVs"sou pouco affeieoado gente grande e I mo sabia o que dellc fizesse, quando o tabellio ti- idiota Se pensas ainda que a Sra. d'Astaforl te
nohrc e por isso nao aspiro para minha filha uma | rou-me do embaraco. Disse-me que meu pac dei- qur para seugenro, enganas-te redondamente.
fui casa da" Sra. marqueza, e confesso-lhc que isto livra-me do trabalho de agradecer-lu'a.
nao me agradaram muito os seus modos de castel-1 Nunca me vi com tanto dinheiro ; e nem
posto. O supposto racional, ou a pessoa tantea *-
chamahypostasise por isso em nVolofia ie da
indifferentemente : as tres i>--a>a>. on as tres >
postasis, a pessoa ou a hypostasis do veri
unio pessoal ou hypostaliadasdnasnaturezaci
Jess Christo. Boecio defina a pi'soa : urna >nb*
tancia individua da natureza racional: KM***"11
natura individua mMMMi. S. *
por isso nao aspiro para iiiuiuu uma uma ruu-uie uu emoaraco. .
Jlianea tao alta. Se meu pae vivesse ainda rir- xra algumas dividas no valor de sesscnla c cinco I Nao comprehendi, fiz com que meu lio repetisst
se-hia* vontade vendo sua neta marqueza. Nao, mil francos, e pergnntou-me se eu tencionava pa- as intencoes da Sra. d Astafort.
dio que ella nao tenha capacidade para o ser co-! ga-las. Ignora va a existencia de semelhantcs divi- Era entao a respeito de madcmoiselle t'annv
mo qualquer outra, pois a considero tao bem edu-1 das ; comtudo apressei-me em conlar-lhe a somma
cada como as mocas de alta linhagem, que sao pedida : o Sr. Chassepain deu-me um recibo em
bem educadas; mas eu c tenho o meu modo es-1 troca, e nao sabendo o que fazer delle, rasguei-o
pecial de ver as cousas: e ltimamente puz os | ali mesmo.
lhos em alguem que da familia, seu camarada
de infancia, e de mais a mais nao ignorante
Inimediatamente depois vi-o tocar no cotovello
de meu tio com ar mvsterioso, e este pediu-me que
Sabe ix-rfeitamente de quem fallo; escusado fosse avisar Dolin para por os cavados ao carro,
dizer-lhe o nome. Salic tambem que a principio; em quanto elle troca va duas palavras em particu-
tive eu a idea de propo-lo Sra. d'Astafort para | lar com o tabellio.
seu genro : mas o rapaz deu-me laes voltas no
milo depois de urna disputa que tivemos, que re-
solv estuda-lo seriamente, e sondar as suas ideas
respeito. Conheci que o casamento com a pn-
acha a sua fortuna, das intencoes que nutre acer- ma nao o desgostaria de sorte alguma.
ca da Sra. sua filha, emfim "da edade, gostos, e
costumes desla ultima. Com quanto me fizesse
ella estas interrogaces mostrando ligar-lhes pouco
interesse, c eu fingisse nao comprehender o seu
pcnsamenlo, todava entendemo-nos ambos s mil
maravilhas.
V. S. sabe que a fortuna da Sra. marqueza sof-
frivel: as trras de Chiz, inclusive a floresta de
Bominiers, est avahada em tresentos mil francos.
O Sr. marquez, que mora em Paris, tem feito al-
gumas dividas, mas de pouca importancia no en-
tender de sua esposa.. Seu filho nico, o Sr. con-
de Adalberto de Mauvezin, ter o dote de rento e
cincuenta mil francos : por morte de seu pae que
(aqui entre nos) nao vivera mais muito tempo, i-
car sendo proprietario das ditas trras c castello
de Chiz, e tomar o titulo de marquez.
Como pode V. S. fazer uma pequea idea, nao
deixei de encarecer os seus recursos pecuniarios.
De tudo isto devemos concluir a probabilidade de
ser pedida a mao de sua filha por parte da Sra.
marqueza, no caso de que V. S. se mostr inclina-
do a favorecer esse projecto, Parece-me que o
Sr. conde, encontrando-se com madamoiselle De-
sormes em casa da Sra. d'Astafort, ficou apaixo-
Neste ponto estavam as cousas, quando a sua
proposta desafiou-me novas reflexoes, e gracas
O carro eslava prompto. e como meu lio custas-
se a appareccr, segui a pe, e cheguei ao castello
muito anic que elle.
No flin do jantar, estando minha prima ainda
presente, o Sr. Desormes convidou-me com malicia
a ouvir as suas reflexoes o disse-mc :
Ao que parece ests bem aliviado da carga
rendo a mim proprio por nao ter ido mais longe O peso da tua fortuna nao le ha de romper as al-
nas minhas declaraces a meu sobrinho, porque \ gibeiras... Gosto de ver a maneira por que fazos
bastante, meu
antes de-tudoa flicidade de Margarida. Se o
Sr. de Mannezn conseguir agradar-lhe, eu de cer-
to nao a hei de contrariar.
Nada de precipitacoes : ningucm se anypen-
deu j por ter esperado. Margarida nao est pas-
sando da edade de casar-se ; d a entender mar-
queza que nao tenho pressa em casa-la. Comtudo,
se ella insistir pela prxima solucao do negocio,
eu c me saberei haver com a minha morosdade
rolar os escudos 1 Com effeito Fazes tanto caso
de oitenta mil francos como eu de um copo de vi-
nho... Entao, pensas que o dinheiro erases como a
planta ? oh I meu rapaz, lizeste a figura de uma
gralha a derribar nozes... Pagas as dividas de teu
pae sem indagar primeiro, e sem ter a certeza de
que esses sessenta e cinco mil francos nao forain
extorquidos cavilosamente I...
Respondi-lhe que a minha boa f iinpediu-me de
em responder as cartas. Esses nobres sao todos a consulta-lo a esse respeito.
Acliei-mc sosinho no meio de urnas planicies ue nado ^ sua |naa pessoa. Quanto a elle, um
areia que nao tnhain fin. Havia perdido os meus; ^j^ az ^ conta apenas vinte e cinco annos,
carneiros e o meu cao. Emfim depois de muito e e nao se uespresa ue occupar*se nos trabalhos
trabalho despertei. Entao, Sr. Marcos, querera j de agrcu|Iura. sei que a Sra. sua filha muito
1 to tudo dizer que Vmc. se hade casar com anima ^sea anaa) e qUC n30 na pressa em buscar-lhe
do Sr. Deso-mes.? I um partido qualquer; mas, so me nao engao, e
Tratei de nao por o velho pastor a pardos meus ^ 0 travesso Cupido dispensar una das suas set-
Kcgocios; e respondi-lhe que, sendo elle feiheepj tas sc i)0r^0 je |a(j0 0i pn.-uMI<, uo nascimento :
deveria saber a minha sorte futura, c dizer-m a^ | an-aVessar-se-ha a barreira das castas, e a cncan-
Occasies ha, replicou o pae Carnal, em que taaora madamoiselle Desormes ser marqueza de
eu lh'a poderia dizer sem custo, isto quando os Mauvezn. Deste modo V. S. ligar a sua grande
1 as ataques se apresentam; mas isto me abre- {ortuna a um u0s nomes mais Ilustres de Berrj.
'va a existencia. Por ora nada sei, mas pens Pense i)em no que Ihe digo, e depois conversa-
que a fada pode fazer-lhe muito mal. p_eceba a certeza da perfeita consideracao
Se smente de entes chi meneos que devo ar- C(ym que ^ etc
mesma cousa : pensam que nos fazem muita hon-
ra, e se aceitamos a sua allianca mostrando muita
pressa e desejo, entao opprimem-nos com exigen-
cias e mais exigencias.
Desejaria poder conhecer o algarismo a que so-
bem as dividas do Sr. marquez.
Receba os meus agradecimentos, e affectuosos
imprmenlos. Sou, etc.
Desarmes.
P. SIrei v-lo amanha, e concluiremos as
nossas contas com o meu sobrinho.
Marcos Valen Cadanet.
S. Mo, 21 dejunho de 1850.
Meu amigo.Pretendo voltar para Paris ama>
Tambem eu nada diria vista do tabellio :
mas o caso que teu pac fez mudos negocios de
doudo. .
A questo esta : devia elle ou nao devia 7
Doevia, porm a tratantes quo o roubarara.
Nao razo para que eu deixasse de cum-
prir o meu dever, sacrificando tudo rehabilitaeao
da sua memoria.
Ora adeus, sua memoria E quem se emba-
raca com isto ?
Eu, Sr. Desormes.
Muito bem I muito bem continuou elle alean
do a voz. Bonitos sentimentos, pois nao I... T
que Vmc...
Esta nao esta m A respeito de quem ha-
via de ser ?... Tenha juizo, meu rapaz !
Olhei para Margafida, e vi as lagrimas corre-
rem-lhe pelas faces abaixo.
Porm, meu tio, vista do que Vmc. me
disse pensei....
O que foi que eu te disse ? me replicn elle co-
lrico. Nada absolutamente ; se alguma cousa
avancei, cntendeste-me mal. Safa com semelliante
tolo !...
O seu tom brutal e grosseiro me revoltou : res-
pondi-lhe fortemente :
Nao sei o que tem Vmc. hoje J me disse
muito, e eu nao tolero mais ..
tio!
Se achas que basta, tambem eu. Podes ir
quando quizer, nao te retenho mais.
Pois bem, partirci .
Julgas que devo dar ao meu criado Dolin o
incommodo de conduzir-te esta hora ? Pariirs
amanha muito cedo.
Margarida ergueu-se, e disse toda lacrimosa.
Marcos, voc obrou mal em levar as causas a
este ponto ; Vmc, meu pae. nao fez bem em cen-
surar a meu primo urna aegao to generosa, e que
muito o honra.
Ah tambem t comecas a despresar o di-
nheiro T Varaos, retira-te ; vae cuidar dos teus
vestidos.
Sent que me a faltando a paciencia ; apertei a
mao de Margarida sem poder proferir uma pala-
vra, e sahi.
Ha tres horas, meu amigo, que se passou esta
scena : nao sei o que mais me domina, se o pezar
ou a clera. Quero chorar, nao posso. A minha
mala est prompta ; espero o dia com impaciencia.
Nao foi sonho meu, nao foi invencao da minha
mente :*persnadi-me, c muito bem, de que o Sr.
Desormes formava certos projectos a meu respeito
o valor do dinheiro. Avante, meu rapaz, cultiva o
nhaa muimeedo, por causa de una scena absurda' communismo, come e bebe com teus irmaos; isto
occorrida entre mim e meu tip. Fcamos ambos te encher
enfadados nao sei porque : o caso que nao devo
ica has de'conhecer I a cousa estava clara. Entretanto hoje afflrma que
nada me disse Nao posso comprehender.
Tenho a cabeca em brazas... Adeus, meu Cada-
ficar em sua casa por mais tempo.
roceiar-me-, eno estou tranquillo a respeito do
fel desenlace dos meus amores, pois que Marga-
rida me ama. *
Ainda esta tarde estivemos justos. Ella conti-
na a desconfiar do futuro, mas entranquillisei-a.
Afflrmou-me mais de cem vezes que nao am&va, e
que nunca amara a outrem senao a mim.
Chassepain.
0 Sr. Desormes ao'Sr. Chassepain.
S.J0S0, 20 de jwnho.
Meu estimavel amigo. A sua carta de hontem,
ue recebi, causou-mc grande surpresa : peeo-lha
O Sr. Desormes ergueu os hombros em ar de
coinpaixo.
Margarida quiz tentar apasigua-lo; mas elle
rebatadamente.
com bonecas I
m. Durante esse tempo, apaixbnei-me de mi-1 O que tem Vmc. hoje meu tio ? Falla com
nha prima : amei-a, ou antesamava-a j. Depois a arrogancia de um parou de um duque !
contr-te-hei isto minuciosamente : por agora nao, Nao son nobre, nem me gabo disto ; sou: o
tenho mesmo a coragem de lembrar-mc da ventu- que me fazem as minhas obras, burguez, filho de
ra que perco i burguez. Trabalho comojneu pae, e na minhaja-
Hoie pela manhia fui com o Sr. Desormes casa milia conhece-se bem o que vale o dinheiro E so
do ubeUio : desta vez estava tudo prompto. O oque hoje voga no mundo, apezar das ideas de
Sr Chassepain procurou oxplicar-me com toda a fraternidade e liberdade desses meus senhores I...
clareza a minha posicao, a m gesto de meu pae. Oh t Ihe observe eu um pouco excitado :
nos seus negocios, e o cuidado de meu tio em sal- i Vmc. nao qur a liherdade t
net, diverte-tc bem, foge do amor, e pensa no ten
amigo, que tem a alma despedazada.
Marcos.
\ Sra. d'Astafort m Sr. Dcsarif.
Dressnis ti de jiinh.
Meu charo vizinho.O Sr. ha de ser toda .1 su
vida um esquecido : nada x- ikrle : faz tsnSi
na realmente preciso acabar c e fa|
lar logo ao Sr. Marcos. Por mai> que Fanny Mi-
ra dissimular, bem vejo que se abraza df> pno
e elle por sua parle den a nt.-nder que 9* ror
responde na partida de outro dia : emltm os no~
sos pequeos se entendem perfeitamente. Cinrlir-
o negocio sen mais tardar, e d-me un resfala
ilecisiva. O Sr. deveria tambem mostrar *tnjtm>
cousa desta impaciencia que me censura. .\ -n
indecisao me tem causado infortunio f O seili"i
sabe que ambiciono casar Fanny quanto aal : >
menina tem urna calieca que me faz s TfW mr
do Sou, etc
f, anead" AMafort
0 Sr. Dfswiws Sra. f Astaferl.
& /7o 2.1 de juith'K
Minha senuura.Nao ha geilo team adiar pai.
mais tarde a rea I i sarao do nosso projecto no
de (ue a senhora insista nelle. Meu sobrM par
liu antes de hontem para Paris. onde o bao A
Weisberc o esperava para um tral>alh^ de imftr
tancia. Nao Ihe devo occullar o estado em qne *
acha a fortuna de Marros. Depni.> de pagar a
suas dividas e as de seu pae. ficou redolido a immm
ze mil francos, o que nao pira tentar, sejnind
supponho. Em lugar de aecusar-roe de f^-jaernV
e moroso, deve antes agradecer-me o Bao kr-kV
cu fallado de Fannv : a motwidade tknmmir
zes prudencia. Espero que Fanny se rawnlar
da perda do meu desmiolado sobrinho : dar nV
hemos oulro noivo. menos que nao tenha ja Na-
to aigo a este, pois em tal raso esrreTer-nV-V'
para que volte qualquer destes dia>. Nao m rip>
porm tao loucasnem uma, wm ontra. Stai, elr
Juliano Detrmn.
Marras Val/17 tMnmH.
Parit. Mde jnnko de 1850.
Meu charo.Eis-nie e volta a Paris ha qui>
ze dias.
Pareco um corpo sem alma nao posso tonar >
trabalho, tudo me desgosta, ai-ho tudo insuppori.
vel, e desejo travar conlendas com to *>
Quero fugir para longe d'qui. fngir a m
mo, e por isso te escrevo. Despedinaej
mente do baro de Weisberg. e pretenia
me a ti na frica. Acabo de sentar orara
pode spahis. Margarida me ha de capee*
eu... procurarei nao pensar oella .vra
assim !... Se eu liver a flicidade de enojar i i
tempo que se projectealguma expedieao^prejini.
te para que me facas entrar oella. *** 2!,E,D,
sentimento de colera, qne ib_biiiw" ******
pandir-so em entiladas soja l> <
Tornei a abrir esta carta para dizer-tc que por ,,-que drfabo de mim, far-note nm str
volta das duas horas da madrugada ouvi Nanm- mnnri>nikcim> Estarc tm ConOBnBona *
che aproximar-se mansameute da minha porta, e
introduzir um bilhete pela fresta. de Margari-
da, que me enva algumas palavras de consolaco
e de esperanca. Exhorta-me para que tenha cora-
em, e nada me diz a respeito de haver-me i||ut""
o sobre as intencoes de seu pae. Ella bem sabe
que, se me Ilud, estava comtudo de boa f. Ao
menos levo a sua estima! Sem ella nao teria a tor-
ca de sobreviver ao anniquillamento das minhas
esperaneas... Lastima o teu amigo; mas tem a cer*
I teza de que nao acabar com infamia !
vi^o imnortantissimo.
10 de julho, o mais tardar.
do teu
IrfrflC Hona o^r'*
riM DA PRIMEIRA PAITTE.
(Cwtimwr-ef-k*./
\


PERNAMBICO PYP. DE M. P. DI F. tM>
H FfiVFI 1


Full Text
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