Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10160


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Full Text
I
lMP**""""'*
AMO XXXIX NUMERO 180.
;
Por (res mezes adinntados
Por tres mezes vencidos .
38000
6O00
SABBADO 8 DE AGOSTO DE 1863.
Por anno abantado..... 19$00O
Porte franco para o snbscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
EXCARREGADOS BA SURSCRfPCAO NO NORTE
Parahyba o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, e Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Braga; Goar, o Sr. J. Jos' de
Oliveira; Maranhae. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jerenymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SIL
Alagdas, e Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Al ves; Bio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.__________________
PABTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada iodos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-eiras.
Santo Antao, Gravat. Bezerros, Bpnito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Naiaretti. Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazcira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob.
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Bio Formoso, Tamandar. Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimeutciras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem an '/t dia._______I
EPHEMEBJDES DO MEZ DE JULHO. ^
6 Quarto ming. as 6 h., 40 m. e 14 s. da ni.
14 La nova as 10 h., 37 m. e 44 s. da ni.
22 Quarto cresc. as 2 h., 54 m. e 32 s. da m.
28 La cheia as 5 h., 19 m. e 56 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Prinieira as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagdas a 5 e 25 ; para o norte at
a,Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
lias 14 dos mezes dejan, marj., inaio. jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Becife : do Apipucos s 6 '/*, 7, 7 '/?. 8 e
8 '/i da m.; de Olinda s 8 da m. o 6 da tarde; de
Jaboatao s 6'/ da m.; do Caxang e Varzea s 7
da ni.; de Bemfica s 8 da ni.
Do Reeirc : para o Apipucos s 3 /j, 4. 4'/,, 4 '/2,
o, 5 Vj. 5 '/, e 6 da tarde: para Olinda s 7 da
nianha e 4 >/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 '/, da tarde; para
flomuca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relajo: tercas c sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta- s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas c sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
3. Segunda. Ss. Camal el e Nrodemus rnm
4. Terca. S. Domingos de Gusmao Andador.
5. Quarta. S. Euthiqtiio; S. Cantidiom.
6. Quinta. Ss. Felicissimo Agapito diae.
7. Sexta. S. CaetanoTlieatuio fnndador
8 Sabbado. S. Cyriaco diac. m.; S. Emiliano b.
9. Domingo. S. Romo sokl.; S. "i i iiniMiw m
ASSIGNA-SB
no Rccife. em a livraria da prara da Ind.pend^nr .
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa aV
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia o de agosto de 1863.
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
ilaja V. Exc. de indicar a importancia da gratifica-
do a que julga com direito o alferes Manoel Eras-
mo de Carvalho Moura pelos servijos que allu-
dem os seus offlcios sob ns. 1222 e 1334 e datas de
10 e 22 dejullio ultimo.
Dito ao commandante do presidio de Feraando.
Preste V. S. os esclarecimentos reclamados no
aviso do ministerio da justija junto por copia, que
me foi remettido com aviso do da marinha de 20
de julho ultimo, relativamente s contas do muni-
ciamento feito pelo vapor Ipiranga e barca-escuna
Tonelero com diversos presos e sentenciados tranJ-
portados nos mesmos navios para esse presidio e
d'ahi para esta capital, cumprindo que V. S. faca
acompanliar taes esclarecimentos de relajes no-
minaes organisadas com designajao dos navios
em que fi>rain transportados os referidos presos e
sentenciados.
Dito ao director das obras militares.Mande
V. S. fazer os melhoramentos de que carece a co-
zinha da fortaleza do Brumonde se prepara o ran-
cho, como solicitou o brigadeiro commandante das
armas no officio de 4 do crrente, sob n. 1414 jun-
to por copia.
Dito ao mesmo.Auioriso V. S. a mandar fazer
por arrematar;o os enneertos de que necessita o
quartel do nono batalhao de. infamara, os quaes
foram oreados em 2515620 rs., como se v do or-
namento que veio annexo ao seu officio de 3 do
torrente, sob n. 140, qne ika assim respondido.
Dito ao director da colonia militar de'Pimentei-
ras. Devendo o crdito concedido esta provin-
cia para as despezas dessa colonia no exercicio
crrente, ser exclusivamente applicadu ao paga-
mento dos vencimentos dos empregados e das eta-
pas dos colonos segundo informou o inspector da
thesouraria de fazenda em officio de hontem data-
do sob n. 585, nao pode por isso ter lugar o forne-
cimento das duas bandeiras nacionaes por Vmc.
solicitadas em seu officio de 27 de junho ultimo.
Dito cmara municipal do Recife.Tendo-me
requerido Joo Joaquim de Figueirdo e Francisco
Antonio das Chagas providencias para que sejam
juramentados como supplentes do juiz de paz da
f reguezia de S. Jos desta cidade, aflm de que pos-
sam na cleijo a que vai-se proceder no dia 9 do
corrate, substituir em qualquer impedimento ao
nico juiz de paz que existe naquella freguezia e
se acha em exercicio estando os outros um falleci-
do e os demais mudados, recommendo cmara
municipal da cidade do Recife, que sem perda de
tempo convide um dos supplentes daquelle juiz de
tiaz para vir prestar juramento, afini de flear ha-
lilitado a servir no caso em que se faca isso ne-
ressario,
Dtto cmara municipal de Goianaa.Constan-
do-me que a cmara municipal da cidade de Goian-
na nao ha va at odia 3 do corrente remettido ao
primeiro juiz de paz-que tem de presidir mesa
parochial na freguezrde Itamb na eleijao a que
se vai proceder no dia 9 do corrente. o competente
livro das actas, recommendo niesma cmara que
sob responsabilidade faca sem perda de tempo a
remessa do mencionado livro, como Ihe cumpre na
forma da lei.
Dito ao miz de paz mais votado da freguezia de
Itamb.Nesta data officio cmara municipal da
cidade de Goianna, para que sob responsabilidade
e sem perda de tempo, remeta Vmc. o livro das
actas que deve servir (na eleico prximo, entretan-
t- se Dio vcrilicar-sc semelhante remessa, podero
os t rahalhos eleitoraes scrcm escriptos em um livro
numerado e rubricado, aberto e encerrado pelo
presidente da mesa parochial. como determina o
art. 16 das instruejoes de 28 de junho de 1849.
Fica assim respondido o officio que a este res-
pcito dirigio-me Vmc. em 3 do corrente.
paz de Muribeca a que Vine, ahi so refere, vista
da disposicao clara e terminante do aviso de 10
de agosto de 1847, que trata especialmente da hy-
polhese em questao, e resolve todas as duvidas por ,
Vmc. suscitadas em seu dito officio, sendo diverso
o caso a que se applica o meu officio, dirigido em
28 do mez lindo a cmara do Hinque, cuja cnsul-
la decid segundo o aviso de 8 de outubro de 1860.
Cumpre portanto que Vmc. observe aquella mi-
nha deeisao de 5 deste mez. Deas guarde a Vmc.
Joao Silreira de Souza. Sr. juiz de paz da fre*
guezia de Muribeca.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Temos vista documentos justificativos da falta,
que jior esta Revista fora argida agencia1 do
corrcio no Rio Formoso, com relajo aos jornaes
do Dr. Thomaz-Lius Caldas; e segundo esses do-
cumentos prova a mesma agencia ser fiel cumpli-
dora dos seus deveres.
Mas como a arguieo assentava em um facto
exacto, este explicado como derivado de serem os
jornaes do referido Dr. Caldas Lins entregues
escravos seus, com sua autorisacao, dando isto lu-
gar ao extravio imputado.
De Villa Bella temos noticias com data de 28
do prximo passado.
Pareca que o cholera ia desapparecendo d'alli,
tendo no entretanto ceifado bom numero de victi-
mas, jjntre as quaes conta-se no termo de Flores o
capitao Marcos Ferreira Cmara, pessoa conceitua-
da e bastante relacionada.
Fallecer tambem em Baixa Verde o alferes
Joaquim Antonio de Magalhes, nao do cholera.
A grande preoecupacao dos espirites era a elei-
co. O ex-juiz de direito Dr. Goncalves Lima acon-
selhava moderajo aos seus amigos, e lhes insi-
nuava antes a abstenjo do pleito do que a pratica
de excessos para o seu vencimento.
la urna commissao de conservadores pedir ga-
rantas da liberdade do voto ao novo juiz de direi-
to, Dr. Chaves, que achava-se era Flores.
Hontem procedeu a Associaco Commercial
Benepcente eleico dos nove memoras de sua di-
reejao, d'entrc os quaes devem ser escollados o
presidente, secretario c thesoureiro : os eleitos
sao os senhores :
J. J. Tas-i i.
Carlos C. P. Roeck.
Baro do Livramento.
Joao Ignacio de Medeiros.
Jos Marcelino da Rosa.
Jos de Vasconcellos.
D. M. Rollins.
Augusto de Oliveira.
JohnXilIey :
O nosso collaborador aos enviu a carta se-
guinte :
Compadre.J vos fiz ver, que os nossos ra-
pasolas teem estragado, o que poda ser bom nesta
trra com relajo ao regular alinhamento das ras,
e como excmplo citei-vos as do Imperado' e Sol
para nao massar-vos com urna ladainha de nomes
das que se acham as mesmas circumstancias ;
agora mostrar-vos-hei at onde chega a retintiva
de to Ilustres planejadores no que ha de novo, e
na importancia dos seus edificios.
t O bairro da Roa-Vista estava reservado ser o
Recife moderno por offerecer proporces para urna
cidade regular, e de primeira ordem". Assim, po- j
rm, nao vai succedendo, por que os horneas nao
querem.
A ra do Hospicio, que era seguida, foi ras-
gada no centro para dar entrada urna ra, que
denominan) do eslino, suppoe-se que para com-
memorar o mo destino de un infeliz moco, que
naquelle mesmo lugar anniquillou urna das me-
1 lhores fortunas que tem tido esta trra, adquerida
I com honra e dignidade por seu nobre pai.
Essa ra um escarueo ao bom censo pelas :
destes lugares, onde o cnolera-morbus encontra a
predis|>osieao-das ptridas exhalarles destes pan-
tanos.
i Um sabio mestre da medicina diz que o corpo
humano, merguHndo em urna athmosphera mias-
mtica, accessivel infeccao por todos os pon-
tos, mas sobretudo por via da respiracao, e que os
pantanos se offerecem em primeiro lugar para os
desenvolvimentos miasmticos.
< Para com este ponto da cidade, ser, portanto,
sem duvida alguma, impotente essa nica medida
tomada pela presidencia, que para os mais pontos
ser de todo o efleito.
O ar corrompido pelos miasmas zombar do
esforco da scincia empregado em curar de urna
geral infeccao, e nada poder reprimi-la, se a cau-
sa nao for em si mesma combatida.
Crendo as boas intencSes de S. V.v. > un a
nomeaco dos babeis mdicos, que distribuio pelos
districtos, e agradecendo d'ante-mo os beneficios
incontestaveis que poderiam resultar de tao til
quanto sabia providencia,levamos tambem por nos-
sa vez consideracao de S. Exc. a indieaco feita
neste Diario de 3 do corrente mez, sobre o retoque
e prolongamento do cano existente na ra do Co-
to vello, e que bem valia ser examinado, aprovei-
tando-se a indieaco da direccao que em sua Re-,
visla foi apuntada' ltimamente. Esse aqueducto de
que trata a citada reclamago, segundo resam as
tradicQoes foi mandado construir pelo general Luiz
do Reg.
Se j naquelle tempo era reconhecida a ue-
cessidade de dar esgoto s muitas aguas, que se
reuniam em lugares que hoje sao ras habitadas,
a sua reconstruccao e continuacao vem a ser
necessidade, que salta aos olhos de todos em urna
poca de adiantamento como esta, em que tudo sa
converte em meios de aperfeicoamento, limpeza e
asseio da cidade.
Esperamos portanto que as providencias serao
tomadas neste sentido, c que S. Exc. nao deixar
de aproveitar mais este meio de eternisar a sua
lembranca no corarlo dos pernambucanos. que
sabem reconhecer os beneficios que Ihe sao feitos,l
Hf.pAirnrao DA polica :
Extracto das partes dos dias 6 e 7 de agosto.
Foram recolhidos casa do detencao no dia 5
de agosto :
A ordem dplllm. Sr. Dr. chefe de polica, o
crioulo Germano Jos de Lima, por disturbios.
A ordem do subdelegado de Sao Jos, James
Santh, americano, para corrcccao.
6
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, os
pardos Manoel Domingues dos Res, Manoel Ma-
riano das Chagas, Vicente Antonio Lopes da Silva,
Antonio Jos dos Passos, semi-branco, Jos Anto-
nio Luiz de Andrade, crioulo, Thomaz, africano,
escravo de Carlos Martins de Almeida, todos oemo
criminosos, vindos do termo de Olinda.
A ordem do subdelegado do Recife, Jos, africa-
no, escravo de Jos Antonio Pereira, porbriga.
ordem do de Santo Antonio, Elias, crioulo, es-,
cravo da viuva do commendador Manoel Goncalves
da Silva, por desertan do navio a que pertence.
A ordem do de Sao Jos, Manoel Ignacio, pardo,
por suspeito em crime de furto.
A ordem do da Varzea, Jos Francisco da Silva
ou Borges, Francisco Jos Gomes, brancos, o pri-
meiro por suspeito, e o segundo para ser proces-
sado por crinic de furto de cavallos
O chefe da 2* seccao,
J. G. de Mesqmta.
Movimento da casa de detencao no dia 6 de
agosto de 1863.
Existiam........ 391 presos
Entraran!...... 11
Sahio.......... 1
Existem.......... 401
Faria A Filho.
Ouco sempre dizer-se :
anda Ihe vi os filhos.
a la esta cliea ; mas
flob a denominacao de Romance contemporneo.
cunta a Naro, o se'guinte :
Urna carta de Murcia, segundo diz a Correspon-
dencia de Espaa, relata um successo que tem
impressionado aquella povoacao, e que diz respeito
a urna rica herdeira de 17 annos, orpha, que vi-
va com seus utores.
r Era ella objecto dos amores de um mancebo a
quem corresponda, mas seus prenles, desejando
iapedir-lhc que viesse a casar, alrancaram urna
ordem do capitao-general de Valencia (pela menina
ser orpha de um militar) mandando que fosse
para aquella cidade.
Apresentou-se a autoridade militar de Murcia a
executar a ordem, mas a menina recusou-se a cum-
pri-la, e reclamou o auxilio do juiz. Acudi este,
e travou-se urna hita de competencia entre ambas
as autoridades, que teria podido trazer um conflic-
to, se o governador da provincia nao interviesse
declarando se depositario da orpha.
Conduzida entao casa, c entregue ao cuidado
da mai do governador, assim cstavam as cousas,
quando um dia a menina deliberou ir confes-
sar-se. .Vompanhou-a egreja a mencionada se-
nhor.i. mas de repente apparece ali o mancebo, e
ambos diante do sacerdote do um ao outro pala-
vra de esposos. Isto produzia um verdadeiro escn-
dalo, augmentado pelo empenho do noivo que
qneria levar comsigo a que j chamava sua mu-
Por ultimo, a menina voltou para a casa do
urna [governador, e ali contina em quanto se resolve a
" questao sobre a validade de semelhante casa-
mento.
A correspondencia escripia de Portugal para o
Diario Oficial, apresenta os seguintes quadros do
commercio entre a Franca e este imperio:
1839...........
1860...........
1861...........
Importariio. Exportarao.
Valores em francos.
82,024.000
79,162.000
90,585.000 i
Assucar
Caf.......
Couros.....
Cacu......
Madeira de
marcenara. >
Cautchou... >
Tabaco.....
Fculas ex-
ticas.......
Algodao..
53,403.000
54.598.000
73,147.000
Importacao.
1839 1860
kg. 16,090.000 5,358.000 10,374.000
3,237.000 6.379.000 8,906.000
2,437.000 1,676.000
2,177.000 2,433.000
1861
1,286,000
1,865.000
2,737,000 2,331.000
79.000
213.000
133.000
117.000
3,761.000
138.000
213.000
95.000
317.000
72.000
1839.....
1860.....
1861.....
francos.
7,0*0.000
9.366.000
9,783.000
A saber
.. censo ,
Portara.O presidente da provincia, tendo em sinuosidades desnecessarias que Ihe deram, ou um
vista o que requereu o segundo escripturano do svmbolo affrontoso reservado a memoria daquelle
consulado provincial Vicente Machado Freir Pe- infeliz mogo. Ha quem assegure antes isto, por!
reir da Silva, e bem assim o que a este respeito qUe foinesse mesmo lugar que elle doudejou m-1
informaran os chefes das reparticoes competentes, pCitido pela forca do seu mo destino. Escarnco '
resolve conceder-lhe um mez de licenca com ven- ou affronta, voltejando como urna suricvcba vai:
cimentes na forma da lei, podendo goza-la tora metter.se, no celebre Amazonas de que vos fallei, e
desta provincia. ,,..,- onde seus planejadores deram com os burros!
Dita.Os Srs. agentes da companlua brasileira n'agua.
de paquetes a vapor mandem dar transporte para Ao ja(j0 dessa allegorica. ra existe um ag-'
o Para por conta do ministerio da guerra no vaper gregad0 de casas, a que chamara Campo Verde,!
que se es|era do sul. ao soldado Francisco Pedro, especie de aldeia napolitana, onde o fallar dos sub-
que pertencendo companhia de cavallana desta ditos "el-rei Victoro acompanhado de dous ar-1
provincia, contraluo novo engajamento com desti- p(,jos de f0nc e.martello. Ahi ninguemmette den-
no de servir no terceiro batalhao de artimaa a ,_ c um Verdadero peregrinar por este mundo de
p.Communicou-se ao brigadeiro commandante miscra) lend0 como elle no llm o seu paraizo ce-1
das armas. [lestial, e um anjo, que vale por mil I...
Expeilienle do secretario do goTerno. Se o visseis, compadre como eu o vi cm nu-
Officio ao brigadeiro commandante das armas. vens de musselina tao candida como sua alma,'
Em officio de 3 do corrente comniunicou o supe-' dirieis que all se acabava a trra, e principiava o
rintendentc da estrada de ferro S. Exc. o Sr. cu. !
presidente da provincia, terem sido dadas as conve- < Mal o naja quem nao dsse a vida por um s
ntentcs ordens, para que sejam acceitas as esta- sorriso de tal anjo!... Noto, compadre, urna cousa
<;6es da via frrea os passes assignados pelo celebre nos dous edificios modelos que esto no
judantc de ordens desse quartcl-general, como so- j rompo das Princezas : o palacio do governo, e o
licitou V. Exc. cm seu officio de 31 de julho sob n. theatro de Santa Isabel. O primeiro visto de fra
1387. O que declaro V. Exc. para seu conheci- parece acanhado, no entre tanto que por dentro
ment, de ordem do mesmo Exm. senhor. espacoso, o segundo que parece ser grande por
Dito ao mesmo. O Exm. Sr. presidente, da pro-1 fra, por dentro urna celinha de Santo Antonio,
vincia, respondendo ao officio de V. Exc. de 10 de capaz de asphixiar um gato com os seus sele fo-
aliril ultimo sob n. 623, manda declarar, para o legos.
I'un conveniente, que a thesouraria de fazenda tem Pergunlando pela razo, disseram-me que ahi
ordem para pagar ao alferes do 7o batalhao de in- que estava o dedo do architecto ; que o palacio,
fantaria, Manoel Germano Gucdes Alcoforado, a segundo as regras, devia ser como os presidentes
quantia de 65300 constante do citado officio. modestos na apparencia, c enormes l por dentro;
Dito ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro- e o theatro tambem segundo as regras devia ser
vincia manda declarar V. Exc, em resposta ao como o cmico, que no peleo Artaxerxes, e as
seu officio de 28 do julho ultimo sob n. 1360, que a vezes em casa sapateiro. /
Nacionaes ..;....
Estrangeiros.....
Mulheres.......
Estrangeiras. ...
Escravos.........
Escravas.........
281
33
9
3
70
5
401
Alimentados cu-la dos cofres pblicos ... 162
Movimento da enfermara no dia 7 de agosto de
1863.
Tivcram alta :
Manoel Simo Jnior.
Pedro da Rocha Filgueira.
Flix Antonio de Lima.
Joaquim Ferreira dos Santos.
Miguel Verissimo.
Herculano, escravo do coronel Jos Maria.
Passageiros do vapor nacional Jaguaribe, sa-
hido para os portos do norte : Capitao Joao Paes
Barreto de Mello, sua senhora, 2 filhos, e 1 escra-
va, Amaro Barreto de Mello Albuqucrque Mara-
nliao, Antonio Duarte de Vasconcellos, Braz Fei-
toza Riagio Improta, Antonio Fernandes da Silva
234.000
129.000
A diminuieo no assucar importado foi compen-
sada no augmento da importacao do caf.
Exportara.
ajcidos e os vinhos sao os gneros mais im-
tes em valor que a Franf* exporta para o
Os tecidos de seda, l, algodao, linho e canhamo
representaram no anno de 1839, na exportacao dos
portos francezes para o Brasil, o peso total de
468.000 kilogrammas; em 1860 este peso foi de
529.000 kilogrammas e em 186i de 606.000.
A exportacao de \inho francez com o mesmo
destino foi :
liectolitros
83.000
106.000
106.000
O valor das obras deourives exportadas em 1859,
perfez 482.000 francos; em 1860 quasi dobrouj
(negando a 873,000, e em 1861 ascendeu a.....
1.281.000.
Obra feita em vestuario e calcado em
1839..... 6,958.000 francos.
1860..... 7,056.000
1861..... 10,440.000
Alm destes gneros mencionados, em que nos
parecetyic podamos concorrer, se houvesse para
os tecidos a restituieo dos direitos da materia
primeira nos algodos estampados, ainda podemos
concorrer com a Franca na manteiga, na perfuma-
ra, nos movis e nos medicamentos compostos.
O movimento martimo entre os portos da Franca
e do Brasil em navios carregados foi:
1859. 1861.
Nav. Tonel. Nav. Tonel.
50,138 176
51,743 168
Entrados..
Sabidos...
167
186
64,059
63,712
353 101,881 344 127,771
Qiieiroz, Manoel P. R. Pimenta e 1 criado, Jos An-hueste movimento.
Em 1861, comparativamente a 1859 houve diffe-
renea a menos de 9 navios, e difTeren^a a mais
em 25.890 toneladas.
A marinha mercante franceza teve a maior parte
tonio de Albuquerque, Jos de Azevedo e Silva, An-
tonio Angelo Fernandes, Dr. Fernando Affonso de
Mello Jnior, e 1 escravo, Feliciana, escrava do Dr.
Gytiranna, Joo Rodrigues Pimentel, Miguel bu-
Em 1859 as entradas e sahidas concorreu com
249 navios, medindo 89.630 toneladas e cm 1861
com 264 navios e 107.439 toneladas.
Os portos do Havre e de Marselha sao os que
cas da Costa, Hermino Egidio de Figueirdo, Pedro i mais commerciam com o Brasil.
Antonio A. da Silva, D. Emilia da Cunha Figueir-
do, Raimundo Francisco das Chagas, Jos de Aze-
vedo Maia, Ernesto Augusto Paulo.
thesouraria de fazenda tem ordem para pagar a
Pereira Julio & C. a^quantia de 43$460 constante
"do seu citado officio.
Dito ao mesmoS. Exc. o Sr. presidente da pro-
i'i..>i'. mfinitn ,l,<(.l.ri.i.* V Cvi> (tnl POCHACta 3H
O que achaes, compadr, ser assim ?
Remettem-nes o segninte :
Srs. redactores da Revista Diaria.Rogamos a
Vmcs. o favor de publicaren! na sua conceituada
vincia manda declararla V. Exc, em resposta ao Revista este nosso justo agradecimento e voto de
seu officio de 4 do corrente sob n. 1412, que nesta adheso reelamacao feita pelos moradores da
data expedio as ordens necessarias' para ser satis- ma que se estende "por traz da Caira d'Aua.
feito o pedido de artigos de fardamento, que veio
annexo ao seu citado officio,
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Participando o Dr. Mendo de S Barreto Sampaio
i qu.
Os moradores do Campo-Verde, deparando
com essa reelamacao, a respeito das aguas estag-
nadas pela maior parte da freguezia da Boa-Vista,
provando a grande utilidade do esgotamento da
promotor publico da comarca de Palmares, que \ niesmas aguas, e indicando a melhor e mais eco-
em 16 do mez findo ontrou no goso da licenca de nomica maneira de se dissecar immensos alagados,
tres mezes que obteve : assim o manda S. Exc. o nao podem deixar de agradecer to til indieaco,
Sr. presidente da provincia coramunicar V. S. a elles e a Vmcs., que se dignaram de fazer a pa-
para seu conhecimento.
Despachos do dia de agosto de 1863.
Requerinientos.
Caetano Alves do Sacramento Rosa. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
blicaco delta.
Tornando-se mais prejudicial demora das
aguas estagnadas, pela mudanca da athmosphera,
e por conseguate mais soffrndo os moradores
desta parte da cidade, e receiaudo que tenha essa
Francisco Antonio de Figueirdo.Informe o Sr. reelamacao a mesma sorte de desprezo da parte da
inspector da thesouraria provincial. Illma. cmara municipal, que as dos outros mora-
IsWoro dos Anjos da Porciuncula. Satisfaga a dores dos lugares circumvisinhos, e j se tendo
exigencia do parecer fiscal. ^a^ rauitos casos de cholera-morbus c repetidos
Joo Francisco de Souza Xavier. Informe o Sr. soffrimentos de febres nestes lugares, por causa
director do arsenal de guerra 1scm duvida da influencia perniciosa dos pantanos
4- seccao.Palacio do governo de Pernambuco, e vendo j esta cidade dividida em districtos me-
7 de agosto de 1863. Nada mais ha que resolver dicos pela presidencia, nao podemos deixar de re-
alm do que Ihe respond em meu officio de 5 do correr aov Exm. Sr. presidente da provincia, para
corrente acerca da materia do de Vmc. desta data, j que tome promptas e enrgicas providencias con-
ainda mesmo provada a mudanca do 1 juiz de tra o eminente perigo que correm os habitantes
UM POUCO DE TUDO.
Do Tintamarre, traduzimos o que segu :
A Bolsa nestes ltimos tempos tem recobrado
alguma aniniacao: algumas companhias tem-sc
organisado, c a ellas, devenios o reapparecimento
dos redactores de artigos financeiros.
Os grandes jornaes tem um redactor, que orga-
nisa o boletim financeiro.
O senhor incumbido disto nao tem necessidade de
atrepellar a imaginaco: ha membros de phrases
que se ajustam uns aos outros nesse trabalho.
O horisonte se esclarece.....
A situarn tirina-se......
t A abertura da Bolsa est animada.....
A baixa pervaleceu..... >
Os vendedores ostensivos nao se substituem....
Ao lado deste automato, ha o redactor financeiro
de primeira classe; o qual, sem ter em tempo
algura feito economas, e nem haver jamis cstu-
dado a poltica, escreve artigos sobre economa
poltica.
Raramente, elle faz parte da redaccao de um
jornal : urna penna nmade.
Dirige seus artigos a direita e a esquerda; e
quando pretendem esquentar a todo vapor artigos
a baixo do par, a elle que se encaminham.
No anno de 1860 a Franca teve o segundo lugar
no valor das importacoes realisadas no Rio de Ja-
neiro, sendo o primeiro da Inglaterra, o terceiro
dos Estados-Unidos, o quarto das cidades anseti-
cas e o quinto de Portugal.
Na importacao especial de vinhos pertence-nos
o primeiro lugar, e no movimento martimo o
quarto.
Na importacao do porto de Pernambuco no anno
de 18591860 a Franja tambem levo o segundo
lugar, pertencendo o primeiro Inglaterra, o ter-
ceiro aos Estados-Unidos e o quarto a Portugal.
No movimento martimo deste porto o nosso lugar
foi o terceiro e o da Franca o quarto.
A ostatistica que podemos citar do porto da Babia
de 1861.
Na importacao o primeiro lugar pertence In-
glaterra, o segundo as cidades anseticas o terceiro
a Franja, o quarto Portugal; e o nosso lugar no
movimento niaritimo o terceiro e o da Franja o
quinto
As relacoes commerciaes da Franja com o Ma-
ranho, Santos e Rio-Grande nao teem por em
quanto significajao econmica.
Promover, ampliar c dar proteecao ao commercio
entre Portugal e o Brasil, um empenho nobre e
til, que realisado abrir uina quadra brilhante na
historia do nosso commercio.
Temos as provincias do norte urna variedade
infinita de vinhos palhetas, que sao muito aprecia-
dos no Brasil, c fechamos-lhe a nica barra por
onde os podamos exportar! E se ainda assim
oceuparaos o.primeiro lugar na importacao espo-
cial de vinhos imagine-se o que nao seria se o
commercio de vinhos fosse livre ?
Traduzimos do Brasil o seguinte :
Creio, dizia H., que vou fazer urna asneira.
Entao, diz-lhe Sirandiu, fa-la j.
Porque?
Quando se qur fazer urna asneira, deve se
pratica-la logo; porque se se espera para o dia
seguinte, vem com a espera a reflexo, e com esta
o aliandono da asneira.
E' admiravel!
CMARA MIMC1PAL
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 13 DE JULHO
DE 1863.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Reg eAlbuquerque, Heoriques
da Silva, Seve, Gustavo do Reg, Mello, Gameiro e
Rarata, abrio-se a ses-sao, e foi lida e approvada a
acta da antecedente.
Leu-se o seguinte
EXPEDIENTE:
Um officio do Exm. presidente da provincia, te
commendando a cmara expedisse as suas ordens,
para que o encarregado dos carros fnebres, e-a.
pessoa incumbida de expedir os bilhetes de licen-
ja para os enterramentos no cemiterio publico, se
prestem a qualquer hora, mesmo da noite, a faci-
litar de sua parte todos os meios para que se ef-
fectue sem demora a inhumacao das pessoas que
sticcumbirem do cholera morbus.Inteirada ior
j se ter providenciado.
Outro do mesmo, declarando ficar sem effeito o"
de 6 do corrente na parte relativa as guias e con-
dueco a noite dos cadveres das pessoas que suc-
cumbirem do cholera, por j ter providenciado a
este respeito, recommendo a cmara que expeca
suas ordens ao administrador do cemiterio publi-
co, para ter o mesmo cemiterio aberto a noite com
o pessoal do porteiro, um coveiro e um servente,
cujos vencimentos por este servijo sero pagos pe-
los cofres pblicos em folhas separadas.Inteirada
por que j se havia providenciado.
Outro do mesmo, recommendando tomasse a ca-
man em considerajo o que representa o briga-'
deiro commandante das armas em officio por copia
junto, de 9 do corrente, sob n. 1214, c providen-1
ciasse como fosse conveniente, para que se desse'
escoamento as aguas pluviaes que existem estag-
nadas as ras do Pires, Destino e Fiajo, as pro-1
xmiidades do hospital militar.Posto em discus-
sio o Sr. Reg pede a palavra, c declara que para
se dar escoamento as aguas era necessario que as
ras estivessem calcadas e nivelladas, e estando es-!
te servijo a cargo da repartijao das obras publi-
cas, a esta competa tomar as providencias, pelo
que requera se officasse neste sentido ao Exm.
presidente da provincia.Assim se resolveu.
Outro do director da repartijao das obras publi-
cas, com despacho da presidencia para a cmara
informar, no qual diz o director que tendo-se de
proceder ao caljamento da cidade em virtude do
contrato effecluado entre o governo provincial e o
baro do Livramento, c tendo esse servijo ligajo
com outros, cuja inspeceo corre por conta "da
cmara, e sao regulados pelas respectivas posturas,
julga conveniente solicitar esclarecimentos que sir-
vam qur para evitar conflictos entre os emprega-
dos da repartijao seu cargo, c os da cmara, na
execujao dos trabalhos ; qur para firmar urna rc-
gra, pela qual d&vam os engenheiros guiar-se na
confecejio dcplantas, orcamentos e condijes de
execujao da obra etc.Posto em discusso resol-
veu-se que fosse remettido commissao de polica.
(Reg c-Albuqucrque e Henriqucs da Silva).
Outro do juiz de paz mais votado do 1* districto
da freguezia de Muribeca, Nereu de S Albuquer-
que, communicando ter averiguado o estado das
urnas que teem de servir para a oleijo que se vai
proceder na mesma freguezia, achou-as sem fecha-
duras e cadeados, exige houvesse a cmara de pro-
videnciar para que esses objectos Ihe fossem re-
mettidos.Ordenou-se ao procurador para fazer a
remessa dos respectivos objectos, e mandar-se
scientificar ao juiz de paz.
Outro do vigario interino da freguezia do Pojo.
Thomaz Coelho Estima, remettendo os uiappas dos
baptisados havdos na mesma freguezia durante o
anno de 1862, e no primeiro semestre de 1863.
Ao archivo.
Outro do engenheiro cordeador, informando sobre
a petijo que devolve, na qual o baro do Livra-
mento propoe-sc a dar a ra que pela planta da
cidade se tem de abrir a meio de sua propriedade,
no lugar do Forte do Mallos, sendo esta a em que
funeciona o escriptorio da companhia Pernambuca-
na, com tanto que a cmara Ihe permuta utilisar-sc
de um becco que fica entre outros edificios tambem
propriedade delle baro do Livranienlo; dizque
esta prelenjo nao s contraria a planta da cida-
de, seno at ao afornioseamento da pa ja marcada
naquelle lugar.Que o becco que se refere o pe-
ticionario deve ser alargado para formar urna ra
larga de 60 palmos em simetra com essa |outra que
elle se propoe abrir por dentro de sua propriedade
onde funeciona o escriptorio da companhia.Que
o estado immundo em que diz o peticionario se
achava o becco, cuja suppresso requer, nao ra-
zao muito ponderosa para que se altere neste sen-
tido a planta da cidade.Que fossem rcmettidos os
papis a commissao- de edificajoes (Mello c Ga-
meiro).
Outro do mesmo, informando os requerimentos,
nos quaes Jos Augusto de Araujo e Francisco Bo-
telho de Andrade, se olferecem para calcar a estra-
da do matadouro da Cabanga na largura que for
julgada conveniente, ou empedra-la pelo systema
de Mac-Adam, propondo o primeiro levar por cada
braca quadrada de empedramento a quantia de
215800, prejo pelo qual contratara o Exm. presi-
dente da provincia com o baro do Livramento pa-
ra o empedramento das ras desta cidade, e pro-
pondo o segundo fazer o mesmo trabalho a razo
de 2OS000 por braja quadrada, e a de 125000
tambem por braja quadrada para o caljamento de
pedras irregulares; declara achar til e mesmo nc-
cessaria a obra proposta, visto que escavando as
boladas aquella estrada que feita de ara, torna-
se difilcil por ella o transito das carrocas_ para
o matadouro, e conseguintcmentc a conduejo das
carnes das rezes ali moras, e finalmente que nao
obstante serem mais vantajosas para os cofres mu-
nicipaes as condijes propostas por Botelho de An-
drade, do que as de Jos Augusto de Araujo, pensa
que a cmara obrar prudentemente mandando por
em arremataco, visto qu? pode apparecer quera se
proponha a fazer por menos.Posto em discusso,
o Sr. Reg Albuquerque pede a palavra, e diz que
entenda nao poder a cmara por falla de meios
emprehender actualmente semelhaate obra, e ape-
nas a que poda fazer, por ser menos dispondiosa,
era mandar atterrar com barro toda a extenso
da estrada, e smente na largura de 20 palmos, de-
vendo esta obra ser feita por administrajo, orde-
nando-sc logo ao engenheiro para orjar o numero
de canoas que fosse preciso, para esse aterro.Re-
solveu conforme o que expoz o Sr. Reg e Albu-
querque.
Outro do procurador, remettondo os balancetce
da recita e despeza municipal no trimestre de
abril junho ltimos.A commissao de polica.
Outro do fiscal do Recife, informando o reque-
rimento de Manoel Barbosa Ribeiro ; diz que a ca-
sa n. 12 da ra da Madre de Deus, perteucente ao
patrimonio dos orphos naojoi collectada o anno
passado por estar fechada.Que voltasse reque-
rimento ao mesmo fiscal, afim de informar com cla-
reza sobre o que pretende no seu requerimenlo
Barbosa Ribeiro.
Outro do fiscal de Santo Antonio, informando a
petico na qual Joo Jacintho de Medeiros Rezen-
de, com deposito de confeitaria na casa n. 9 da ra
do Rangel, pede a concessao para construir um
forno no quintal da mesma casa, e nelle fazer dif-
ferentes massas para o uso do dito deposito; diz
que pode ter lugar semelhante pretenjo,*uma vez
que seja smente para o fim que declara na peti-
jo.Concedeu-se.
Foi apresentado um abaixo assignado. no qual
diversos moradores e proprietarios das mas da So-
ledade, Corredor do Bispo, Pires e Sebo, represen-
tara e jiedem providencias pa que cesse a aecu-
mulacao das aguas pluviaes, que nao tendo esgto.
innundam os quintaes das im-snias casas, e caosHa
lr isso grave detrimento as plantarles, aos pr
dios c sobre tudoa salubridade publica.Parto
discusso, a cmara resolveu remett-lo ao Em
presidente da provincia, dizendo que nao estaaaV
algumas daquellas ras calcadas, nem niviHbfe-
sendo isto da competencia das obras publiran, .<*
dignasse S. Exc. de providenciar a respeito. orde-
nando aquella reparlico que qnanlo antes ren>-
diasse o mal de qne s queinm os peticionarios.
Igualmente fot apresentado outro abaixo asean-
do, no qual diversos moradores da roa do Lanu
freguezia da Boa-vista, qoeixam-se haver o reaper
tivo fiscal mandado abrir uro reg no baldo de btu
dos viveiros, |iertencente aos herdeiros do faci
do Veiga e isto pira o fim de dar esgoto as agna-
pluviaes existentes em un:.outro viveiro, surodra
que sendo depois mal tapado dito reg, de sorte eje*
as mares e tem alerta sea proporrcs extraordu
ros, de modo que as aguas que'por eHe entran
innundam toda a ra, e terrenos adjacente. im
patamto por esta forma o transito, e estragando a-
plantajdes de todas as proprii-dauVs, requeren! oau
providencia enrgica a lim de que, tapada a aberto
ra cessem os inconvenientes apuntados. Posto em
discusso, resolveu-se que fosse a petico, on atei
xo assignado, remettido ao fiscal para dar as pr"
videncias conforme exige o caso exposto.
Prestou juramento por prucurarao que apresan
ton Manoel Goncalves Ferreira e Silva Jnnior.
juiz de paz do 3* anno do 2* districto da regwxiu
de S. Lourenco, o cidado Manoel Joaquim Matan
cio.Wanderley.
A requerimenlo do Sr. Barata, mandou-se orden,
aos fiscaes das 4 freguezia- desta cidade a isa di-
que examinando as ras novaroente abortas em
suas freguezias, e que anda nao tenham nosae, m
dicassem cmara os que devem ser posesa, para
ella os approvar.
A commissao nomeada na --sao de 22 de jmriV-
ultimo, pira dar o seu parecer sobre a conven*n
cia de se estabelecer no lugar indicado peto Si
Seve, na sua proposta da mesma data, um passex.
publico, apresenta o mesmo parecer assignado -
mente, por dous de seus membros. divergindo o Si
Gustavo do Reg, terceiro memoro nomeado. afcV
gando diversas razoes que para isso lew, tmv
abaixo se declara_:
Diz a commissao que entende ser o logar ero
posto o mais apropriado para aquel le fim. ao s
por ficar no ponto mais central desta cidade. eoav-
por ser banhado em tres'fares por um canal, desai-
nando nelle constante viraco. condijes estas qnr
facilitam aos habitantes de qualquer das livs ani
tes, em que se devide esta capital, o- goso de em
aprasivel recreio, ainda mais por oBereeer esfa-
jo limitado na proposta, proporro- a um pa
do melhor gasto e conveniencia.
Diz mais que este parecer < corroborado com a
esco'.ha feita pela commissao de engwmeiros. rom
posta dos Drs. Jos Mamcde Alves Ferreira sil
liara Martineau, que foram directore das aeras pa
blicas desta provincia e dos Drs. Collaro e Mam*1
de Barros Brrelo, sendo este venador, e ammnV
engenheiro desta cmara; commissao n unsali
pelo ex-presidevte desta provincia barao de Bem
Jardun, quando aqui se achavam SS. MM. laspe
riaes para estudar, e indicar o melhor e mais pro
irio ponto da cidade, para um passeio pubfcVo r
L'vantar aplanta, oque fez a mesma emana'
depois d'um minucioso e interessante trababas.de-
signando este mesmo sitio como mais proerm, e le-
vantando urna planta, que apresenluu ao refer*'
cx-presidente.
Diversas outras considerajes faz a mimis i
para fundamentar a sua opiniao. e fin iban li opi-
na pela escolha do sitio pro|ioslo, e nao envrga iat-
IRissibiiidaile em se dar cornejo desde j. a om Mr
llioramento, de cuja necessidade tanto se resee-
esta capital, atreveudo-.-e par isso aronsethar tfte j
cmara o faca. Posto em discusso, o Sr. tosav
do Reg, pede a palavra, e declara nao ter as*t*
nado o parecer, porque se oppe. que o passeiu pe
blico se faca no lugar indicado, nao s por ente*
der que nao o mais conveniente como un igmi
os seus companheiros, autores do mesmo parerer
como porque a despem a fazer-se com desapropn
coe- bstanle criseida, e com a verba >
15:000000 marcada no orcamento naa se poder.
fazer, convindo antes que a cmara (.eorurasM- ii
aterrando pouco a |>ouco o alagado junto a pone
do Starr, a pro veitando pira isso as verbas eje fo
sera consignadas para dito lim. viudo por omsr
guinte, sem grande sacrificio da cmara, aler opa
blico no futuro um bom passeio.Coorlue rapar
rendo que se pedisse ao Exm. presidente da pro-
vincia a planta deum passeio, que consta ter *idS
organisada, e deve existir na reparVao das wbn-
puhlicas.
O Sr. Barata, pede tambem a palavra. e opoomto
se ao parecer da commissao. diz que, o que se V
via tratar primeiro era determinar ao cnayohtir-
que apresentasse urna planta topographka do h-\
reno, onde se qur estabelecer o passeio. aflm d
conhecer-se a figura que apresentava dito let
reno, e neste sentido requera resobres; i
mar, depois do que com mais franqueza eapmria
seu pcnsamenlo.Assim se resolveu. liutndo *i
diado o |iarecer de coaomissio.
Despacbaram-se as pelices de Antonio Jos A
Castro, Antonio Fernandes Velloso, Antonio Pin*'
Cardoso Gama, Jos de Medeiros. Catulino toe
calve- Lessa, Francisco Botelho d Andrade. Feli|
pe de Santiago, Ktavio Ferreira Calo. irmambd-
de Nossa Senhora do Terco, irmandade de SV So-
cramente do Becife, D. Joscpha Guilliermina nVs
quita da Silva Leite, Jos lx>pes Das. Jos Rodr-
gues d'Almeida Lima, Jos Dias de B. toimaries,
outros, Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro, Man-
Jos d'Olivira, Manoel Jos d Oliveira Lima. Ma-
noel Ignacio el Oliveira Lobo, Manoel Jos Lopr-
Guimares, Manoel Barbosa Ribeiro. Nunes 4 I.
mo, Thomaz llaragn, a outros, e leranjoo-se a
sesso.
Eu Francisco Canuto da Boavagem. seerrtarii* a
esccevi.Barros Reg presidente, Reno.
que, Mello, Leal Seve, Gameiro, Barata dr
da, Reg.
COMMUNICADOS.
Clnica mrdlca-rirnrelra
C'o.Hme de S rerelra
tal da provincia de
buen.
Mslestias ir
(Continuacao do Diario n. 178.;
Catarata lenticular dura e madura em
olhos 10* operocaopor extraeco. Feiiz
do.Obserracao n. 700 do amo de l*Jl
Vicente Ferreira Machado, branco, de 31
de idade, casado, e morador no Cae)
meu escriptorio em principios do
cousultar-me sobre sua ceguesra.
que, ha dous para tres annos. com
falta de vista em ambos os ornes,
mais qne no esquerdo. a qual fra
ponto que mal pode contar
*

*M
mnti
um
v i m



-rr-

%

Piarlo de Pcraamhnco Sahhado 8 de Agosto de 1SS.
estando osa pcrto *ei 'oHws a ol&nciV pbrj-m, fe**a a*o foracao ond la sntoa-coffli te so-
.monas i>io descobrir os grandes vultos de cores'pro*?<*pulso oo a sstole do coracao, t
eoni sua intermittencia a dvastote.
Verifique! mais o qae j harta observado Donne,
islo fue o extorco, eu contracelo respiratoria,
snspende os sopros : tambem venllquei a obser-
vaban de Vernois, isto que desapparecem os sopros
estando o doente deitado, c a cabecaem poslo de-
formacdesaccrescenta que temwaatoiiteroeato-mni-. &9 corP-
u sede, e que por isso bebe muita agaa durante o
menas pil
vivas; o liada assini para que isto s d preciso
star dentro de casa, pois que estando elle na ra
quasi nada pode distinguir.
Disse mais que, come c dorme bem; que obra
regularmente; que nao tcm dores em parte algu-
na do corpo, e que vive d'agricultura. A estas 1
de
pod-_..
sontal : hoje resplram livremente lhes dado a
consolaco de poderem reconciliar egwsar de um
profundo e tranquillo somno, depofc do terem to-
mado algumas dses. /
Tosses presistentes e fatigadoras, resfriamentos
e deftuxos dapeior especie, henwrrhag tos pul-
Mas tudo mais inteiramente contrario a obaer- mdes, rouqiiido, peeda da vot, molesmas do peito
vaco, e a thcoi a de Beauisto que os ruidos e da tracha-arteria com symptomas ou tendencia
sao mais notoves, e mais freqnentes na arteria ca- phlistea pulmomar ? todas estas eawimdad.es e
retida dtreite, per que ella mais superficial, ou es- affecroes, sao completa e radicalmente curadas me-
ta em um plano anterior ao da esquerda; e quan- diante a applicacae e uso deste exceiienie e sua-
do se encontra taes ruidos mais fortes, do lado es-, vissimo remedio. Elle imparto vigor e fortaleza
querdo, diz anda o Sr. Beau, que ha ahi urna aos orgios da respiracao, e os torna impenetraveis
e capazas de rwfatir a quaesquerrepentinas mu-
> caso que
^adecentes de astliina, os quaes durante oeapaco Barros Falcao escrevente juramentado o escrevi; Secretaria efe polica de Pernambuco
alguns anuos, nao IIes era perruitudo, oo nao cu Adojpho Liberato Peivn a de Oliveira escrivao jp atfOSlO de 1863
diatn deitor-se ou posur-se numaposicaobori- aterirn o subscreTiRodolpho Joao Barata de.' ^.tu ^r.^ .* faz publicO naw*
A1me.d,-MSAnlnTde%raTda^eTs,-| Por esta secretara se faz publico para
Secundino Eliodoro da Cunha. constar, a quem interesar possa, que pela
E mais se nao continha e nem alguma outra delegada do termo do Cabo, foi preso como
^fJ^J^^^.HiSS!^!0 SJSLlKL!?. fgido e remettido para a casa de detencao,
da e a noite.
Observado pramiaL
Este doente est extremamente plido; sua cor
assemelha-se a de urna pessoa bem clara que -
vesse perdido grandissima quantidade de sanpic;
suas veias se desenham fcilmente na pollo, nao o
Ar -ni mas sim azulada, dcixaade ver a cor ver- destas anomahas tao frequentes no systema vaseu------,-----------
^X^^L^o^e^e^^mi-;^-. no caso que estudamos do lado direito dancas da temperatura; e alcm d.sso, nao tendo
seuse4c4toSraros HMos claro; ascon?! que sao mais francos, mais intensos, os ruidos ar- ella outros ingredientes mais deque o mais suave,
junct iva? fragas, exaudes mesmo; bocea sem' terial c venoso \ entretanto que dolado esquerdo e,ao ^^^^SSSSSt& ?
iii dente inteiro, e o resto que dclles existe em que o plano arterial, e venoso e mais desen- zao esta porque^ pode ella ser.#ra*e ***&
5l? Sos, linguaegingivas brancas exanges,' volvido, ou mais superficial. Naoconcordam,pois, mancas da mais tenra idade sem o mais leve em-
esias est indiadas, mas nao sangrentas \ pulso estas observacoes com o que diz o Ilustrado me- dado ou receo.
dico do hospital de caridade de Paris.
Novos factos me farao tratar ainda desta questo,
e nesta occasio fallarei da theoria dos sopros con-
tinuos, para os quaes urna novo theoria tornase
necessaria.
O nosso doente ganhou muito com a
pequeo e froquente; o pulno funeciona bem; no
ligado se nota ligeiro creseintento nada nos intes-
tinos, nada nos rins e as ourinas que foram ana-
Ivsadas; sua physionomia alegre e agradavel.
" A respeito do coracao, arterias e veias fallarei
mais adiante.
Exame dos olhos.
Em ambos os olhos nada se notava de anormal
seaae a falta de vista ao tente; possibdidade da vi-
sao para os obiectos collocados prximo aos olhos.
O Sr. Dr. Villas-Boas vendo este doeute apresen-
tou-lhe sua mo, seus dedos e seu relogio, e tudo foi
reconhecido e contado por aquclle, o que nao deixou
de causar admiracao ao nosso collega, e a outros
que tambera o viram e examinaran! reconhecendo
todos que o doente soBria de cataratas perfeitas ein
.inil)0S os olhos.
Neohuma injec^ao se notava no exterior do glolw
oceular corneas transparentes; cmaras perfei-
tas ; iris perfeiumente roovel; crystalino opaco,
tomando a cor de perola, sobre o qual se va per-
leiumente a sombra projectadapela iris que de cor
de sement de maracui-ass. A raobilidade da iris,
o grande espaco que della vai ao crystalino, a per-
missao da visao para os objeetos prximos, e a fa-
tuldade de ver ainda alguma eousa, estando em lu-
gar nao muito clare, permitteiu que se reconhooa
logo cataratas lenticulares pequea* e centraes, em
eujo caso a faculdade de ver nao incompativcl
com ellas.
Aflatan, pois, em quanto ao soflriincnto dos olhos
foi diagnosticado cataratas lenticulares maduras
em ambos os olhos sem complicacao alguma ; em
quanto ao estado geral do doente oi clasificado
4'omo limphatico sem msela de outro qualquer tem-
peramento ; em quanto ao soffrimento geral foi
-diagnosticado anemia.
Ira bom rgimen hygienico e diettico foi pres-
t ipto ao doente p;ira modificar e melhorar seu or-
ganismo e sua molestia geral; e unta operacao foi
proposta para cuta-lo de sua molestia de olhos. 0
doente retirou-sc para sua casa, d'onde voltou em
principios de novembro, talyez peior. A19 do mes-
mo
senca
Boas,
Bastos, Xavier de Brito c Dias Fernaades.
A fraca ndole do doente tornou esu operacao
trabalhosa e arriscada, o doente nao tinha bas-
tante forca moral paraobrigar seus olhos a estarem
lixos, e [>or mais esforcos que elle fizesse estes n>
davam em todos os sentidos, e se oceultavam mui
dentro da parte superior da rbita; em consecuencia
do que diracil foi a seceao da cornea, e mais difll-
iil ainda se tornou adiaceracao da cristaloide para
a exlraccao do crystalino; porm, a forca de pacien-
cia e prudencia conclu o racu trbame, sendo a
extraccao da catarata do olho direito foita por ke-
i atotomia superior, como meu costume, e no que
encontr razoes plausiveis ; e a do ol esquerdo
por keratotomianferior para evitar o grande em-
baraco que me causara o reviramento do globo
do ollio jiara cima, como se deu no direito.
Durou todo o uabalho 3/t de Iwra.
Concluida a operacao, o doente foi convcnienle-
nicnte pensado, e d'abi por diante todo o mais se-
guio seu curso normal sem grandes incommodos,
sendo apenas digno de notar-se que no olho esquer-
do houve urna pequea procedencia da iris,.a qual
oi excisada no da 2 de dezembro, e que a_seceao
da cornea direita uuira por segunda intencao.
A 21 de dezembro, trinla e dous dias depois da
operacao, o doente retirou-se para sua casa com-
pletauente curado de sua molestia de olhos, c bas-
tante inclhorado da anemia.
Em fevereiro do corrente anno veio visitar-me e
infonnar-me que sua vista melhorava de diaemdia.
Deus Ih'a conserve por muitos annos.
Tai foi o resultado feliz deste nosso 10 operado.
>o curso desta historia prometti tratar no lim
della sobre o estado do coracao, das arterias e das
veias deste doente, no qual se encontrava algumas
circumstancas curiosas que nao cstao em harmo-
na com o que se acha escrpto em alguns autores,
evitar exocacoes desnecessai as, digo
Todos os priuciptjcs drogistas a lem a venda.
MRm
opera-
Sao, v disiiiirtanii'iiie, passea, diverte-se, gozando
las bellezas da natureza, e se acha hoje muito me-
lhorado de sua anemia, para o que, mais que tudo
tem concorrido, o exercicio de que eslava privado
por sua cegueira.
Antes de deiehar este traballw lembrarei ainda
aos leitores a grande secura que tinha este doente,
sem sanguc, ou quasi todo agua; beba por dia
6 a 8 quartinlias d agua, e era pouco; quando nao
bebia tanto, dizia que o matavam de sede, dexan-
do seu corpo arder em fogo : tudo isto nao era
senao um vicio, do qual foi o doente corrigido,
quasi a torga, porm licou livre delle.
Dr. S Pcheira.
(Continmo'-te-ha.)
Alfoadega
Rendimento do da 1 a 6
dem do da 7.......
88:2i638
2i:580291
109:852*926
uovliiicnlo da alfaadega
Volume.s entrados
Volumes saliidos
com fazendas
com gneros
com fazendas
com gneros
97
167
119
730
Descarregamno dia 8 de agosto
Patacho inglezBwiAi-mercadorias.
Hiato nacional Tyo=diversos gneros.
Barca inglozaCifci-)nc=carvao.
262
8i9
Tenho-ine abstdo de trazer i i ftecebedorla de .culis ln< ornas
contra a reaccao, que se perou nesta comarca, res> | gerae de Per siaiBDaeo.
peitaudoo direito que tem o governo de nomear ; Rendimento do da 1 a 6 8:J7o5JJ0
agentes de sua confianza. dem do dia 7 ......... 599546o
Os factos escandalosos, que a polica vai prati- ~T7Z7Z.Z.
8:97i379o
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 6 5:734*015
dem do dia 7......... 1:236*492
6:970*507
MOYIMENTO DO PORTO.
e fielmente copiado e transcripto. E'tendo os jus-
tileautes produzido suas testesansaiaa e,ue dado-
ra ram achar-se o justificado eas tegar Incerto, sel-
lados e preparados os autos subiram a minha con-
clnsao e mises dei a sentenca do theor segnbKe :
Hei por Justificada a ausencia de Joao Rifeeiro
Pessoa que se mostrou estar em lugar incerto, pe-
lo que mando que seja citado por editos de 30 dias
para o lira requerido pagos pelo justificante as
cusas.
Recife 3 de agosto de 1863. Tristao de Alencar
Ararpe.
E mais se nao continha e nem alguma outra
cousa mais se declarava e mostrava em tal sen-
tenca aqu transcripta em cumpnmento da qual o
referido escrivao fez passar o presento pelo qual
chamo c intimo ao referido justificado de todo o
conteudo da petigo e despaeno e sentenca do re-
ferido protesto.
Recife 4 de agosto de 1863.Eu Adolpho Libe-
rato Pereira de Oliveira, escrivao interino o subs-
crevi.
Tristao de Alencar Ararpe.
DECLARARES.
Santa Casa
da Misericordia
Recife.
do
eoni
Sobe-
cando, com o fim de intimidar e arredar da eletcao
os meus amigas, reservava-os eu para expor ao pu-
blico depois de consummada a conquista cleitoral.
que tao afanosamente se prepara, ha muitos inezes;
e neste proposito esiou. .. I
>ao posso, jiorm, doixar de denunciar desde j
ao publico, e baldamente ao governo, que na fre-
guezia de .Nossa Senhora do 0, contra um partido
que pleeia a eleicao pacificamente, com firme re-
sollido de rejeitar a luto no terreno das violencias,
aruim-se assassinos, entre os quaes figura Ma-
noel Clemente, condeinnado, por homicidio e resis-
tencia, a trinla annos de prisao I
E' o subdetogado de Goianninha protector co-
nhecido d'esse criminoso, quem o poc em aceao. O
Sr. Silvino Moreira de Moraes nao se envergonhou
de dizer ao Sr. Miguel Joaqtm Cesar, propriela-
rio do engenbo Serigi, que Manoel Clemente hade
ir eleicao; assiin como nao se envergonha de
estar cercado de homens conhecidamente mos,
como o desertor Rufino Jos d'Almekla, que amea-
ga publicamente de levar a ccete cdadaos respei-
Uiveis do lugar !
Nao me aterram os soldados que o governo para
c tem mandado, embora. eu saiba que ellos nao
veeni garantir a liberdade do voto, nem a ordem
publica, que nao corre perigo.
Tenho despresado as ameagas fetas pelo subde-
legado de Cruangy. de vuttter no tronco (lpeseos t
o lionrado Sr. Lniz Carlos de Mello, que dispoc de reColliido casa de detencao o preto Raymundo, de
um voto para a formacao da mesa da assemblea estatura regular, cabellos"pretos, olhos pretos, rosto
parochial ; tenho despresado todas as bravatas ova|j n^j c|,ato, bocea pequea, com falta de den-
d'esse subdelegado e do seu inspector Bellarimno tcs na frente, corpo secco, orelhas grandes, e pou-
Kiitoza, mostrando feixes de eactes,e dizendoque ^ ari^a, o qual foi capturado pelo subdelegado do
hao de ser quebrados as cosas dos ceimtos ; primeiro districto do Tracunhem, do termo de
tenho despresado os ladroes de cavallos, de quem Xazareth, e pelo respectivo delegado remettido
est cereado o mesmo subdelegado, com o fim co- esta repartido, por constar all ser o referido
nbeekh, entre outros, de dispor de instrumentos de prct0 escravo* do Sr. Casado Lima, residente nesta
desordem na eleigao ; mas nao posso despresar os (.jade.
Navios sahidos no dia 7.
Portos do norteVapor nacional Jaguaribe,
mandante Manoel Joaquim Lobato.
Dbservacao.
Nao houvcram entradas.
Bordeia no lamaro o brigue portuguez
rano.
EDIT1ES.
Primcira secciio. Secretaria da polica de
Pernambuco, 7 de agosto de 1863.
De ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica faco
publico, que desde o dia 4 do corrente nrez se acha
______* I 1 *------ -1 J .*... > a imi.ln T> n i'i>\iini1A f til
diaenostico da anemia
agentes eleitoraesdo subdelegado de Goauniuha.
J pedi providencias ao Sr. delegado de po-
lica ; mas o quo posso esperar de urna autoridade,
que s tem moslra servir causa da liga ?
O que posso esperar do Sr. eapilao S Rarrto,
que tem perseguido os cdadaos, quo me apoiam,
eomprisoes arbitrarias ?
O que posso esperar do Sr. capitao S Brrelo, a
quem de balde cu disse que o sulxlelegado Monte-
Negro, de Cruangy, tem debaixo de suas vistas e
protecdo um certo Anastacio Bispo, pronunciado
em crime de morte ?
Nada posso esperar
O secretario,
Eduardo de Barros Falcao de Mcerda.
0
Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcialda im-
perial ordem da Rosa o juiz de direito especial
do commercio nesta cidade do Recife, capital da
provincia de Pernambuco e seu termo por Sua
Magostado Imperial e Constitucional o Sr D.
Pedro II, a quem Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital vircm que
por esto juizo move execnco de sentenca Anto-
nio Emigdio Ribero contra Antonio Joaquim \ i-
Vicente Alves da Costa e Silva, e tendo este
e para evitar ex.pl
logo de urna vez, que o
completamente justificado pelo facicsdo
liHiite, pela sua prossao, pela sua nenhuma forlu-,
na, pelos sopros continuos cervicaes, e pelo sopro
molo da base do corao, cujo rjtimo, volumee
i'hiM|ues eram normaos.
Encunado deste modo o caminlw, passo ro-
lerir o que pareceu-me novo neste doente.
Observei nellc queo plano venoso cervical ex-
terno do lado direito s tinha veias nuii pequeas,
e que o mesmo plano do lado esquerdo era bem des-
envolvido, dir-se-hia mesmo que vinha pelas sitas
largas dimeusoes, suppiir a circulado que era
incompleta do lado direito; o dedopollegar assen-
tado sobre a fossa superclavicular direita nao fazia
apparecer veia alguma de importante calibre, pou-
i as e pequeas eram as que apiareciam ; o contra-
rio se notava no lado esquerdo, onde a menor pres-
sao f:izia apparecer logo una calibrosa veia jigidar
externa, e ao lado desta -muitas outras de meiiw
calibre, iiorm volumosas.
Do lado das arterias se notava a mesma differen-
ea, isto a arteria cartida primitiva direita bata
frouxamentc, ou profundamente; a esquerda. ao
contrario, bata com forca ou superficialmente i o
tacto e a vista eram concordes nesta apreciaeo.
Applicando-se o ouvido por meo de stetoscopjo se
ouvia sopro intermitiente (arterial) e sopro continuo
on do di&bo (venoso) em ambos os lados "
Observei este doeute por muitas vezes, em va-
rias posigoes, em p, sentado, deitado, ora snsncn-
liiido a respiracao no fim de urna grande inspira-
cao, ora no fim de. urna forcada ex^ira^ao, e sem-
pre oblinlia o mesmo resultado, guando os sopros
se nao supprimam.
Aprcsentei-o aos Srs. Drs. Villas-Boas, Goncal-
ves de Moraes e Carlos Frederico, sem previ-
n-los das obsorvacoes anatmicas o pathologicas
que havia feito,e pedi-lbes que, depois de o exami-
narem, me dissessem de quo lado era que mais in-
tensamente se ouvia os sopros anmicos, c todos
estes collegas, sem discrepancia, affirmaram que
era sobre o lado direito do pescoco que.se os ouvia
mais clara e intensamente: depois pedi-lhes que
observassem de que lado era mais desenvolvido o
-;\ stema sanguneo; igual resposta, no esjuerdo
sera a menor duvida. A visla disto eu conclu que
nao me tinha engaado, c que minha observagao
se achava robustecida com as observaefies dos col-
legas citados, aos quaes sobeja Ilustrado e prati-
ca medica.
Confrontemos agora este fado com o que se acha
'seripto em relaco a materia.
Confrontar os casos importantes de sua pratica.
como que se acha escripto nos autores: um
meio vantajoso de solido estudo, que nao s d no-
vos conheeimentos, como fortifica os estudos j ad-
quirdos, eorrigem-se muitos erros, se reconhece a
l'raqueu ou a forca e exactidao de varios observa-
dores ; se adquir finalmente um fundo de riqueza
propria. A aquelles que nao tivorem ainda ensaia-
do este modo de estudo, eu lh'os reeommendo como
caminho frtil e seguro para a clnica medica, pois
que delle toulio tirado grande proveito. sendo um
dellcs o ficar premunido sobre tneorias mal basca-
das, e suas deducedes j praticas e j analticas.
Neste doente se'notavam clara, e distmetamente
dous sopros de ambos os lados do pescoco. um
continuo, brando, superficial; e tao supcrcial, que
urna leve pressao de um dos dedos sobre o pes-
eoco logo cima do stetoscopio o suspenda Elle
nao era montono, mas sm ondulado, e cheio de
vibraefie* snccessi>-as, ou de graduaeoes de pouca
intensidade ;o outro era forte, intermitiente, pro-
fundo-, oxir se carregasse sobro o stetosco-
pio, qur se o suspendesse era o mesmo sempre
A lllm.- junta administrativa da Santo Casa da
Misericordia do Recito manda fauer publico que no
dia 13 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de suas sessdes contina a praca das rendas das
casas abaixo declaradas por tempo de um a tres
annos.
Os pretendentes devem comparecer acompanha-
dos de seus fiadores ou manidos de cortos destes.
EslaltflrrimeBlos de caridade.
Ra Direita.
N. 4 particular e 33 publico um andar.
N. 82 particular e 5 publico tres an-
dares...... .........
N. 83 particular e 7 publico tres an-
dares........ ......
Ra do Padre Floriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea.
N. 7 particular e 45 publico casa terrea.
N. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea ...............
N. 90 particular e 13 publico casa ter-
rea............. .. 181*000
Becco da Carvalha.
N. 10 particular e o publico casa terrea
Ra dos Pescadores.
N. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea. .. ^........ .. ..
Ra da Calcada.
N 17 particular c 30 publico casa ter-
rea.................
N. 19 particular e 34 publico casa ter-
rea ...... ........
N. 21 particular e 38 publico casa ter-
rea. ................
Ra da Viracao.
N. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea........ ........ 283*000
Ra de Santa Thereza.
N 31 particular e 7 publico casa terrea. 196*000
N. 32 particular e 5 publico casa terrea, 204*000
Ra de lionas.
N. 29 particular e 41 publico dous anda-
res, ................ 553*000
Ra da Roda.
N. 35 particular e 3 publico casa terrea.
N. 36 particular e 5 pubUcocasa terrea.
N. 37 particular c 7 publico casa terrea.
N. 99 particular e 1 publico casa terrea.
Ra da Imperatriz.
N. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea............... .. 366*000
Ra da Gloria.
N. 51 particular e 65 publico casa ter-
rea ........ ......
Ra do Encantamento.
N. Sf particular e 3 publico 3 andares.
Ra do Azeite de Peixe.
N. 53 particular e 1 publico 2 andar*.
Rna do Amorim.
N. 54 particular e 31 publico um andar.
Ruada Lapa.
N. 56 particular e 8 publico um andar.
N. 73 particular e o publico mu andar.
Ra do Pilar. -
N. 59 particular e 73 publico casa ter-
rea.........., ......
Ra de Sao Bom Jess das Crioulas.
N. 61 particular e 8 publiaxcasa terrea.
Ra da Cruz.
565*000
1:010*000
920*000
186*000
126*000
140*000
149*000
255*000
174*000
149*000
156*000
108*000
89*000
112*000
120*000
oode se acha dsete 16 de Janeiro ultimo,
utti preto fulo, de nooie Francisco, que diz
Mr escravo de Marcolino de tal, residente
'esta cidade.
0 secretario,
Eduardo de Barros Fako de Laceria.
No dia 8 do corrente depois do meio dia se
hio de arrematar por venda em praca pubh'ca do
Sr. Dr. iuiz municipal da segunda vara, escrivao
Motta, duas casas terreas no principio da ra do
S". Miguel da freguezia dos Afogados penhoradas a
Paulino Rodrigues de Oliveira por execucao de
Manoel Joaquim Bautista Se nao houver audien-
cia no dito dia ficara a arrematado transferida pa-
ra a primcira audiencia do mesmo juiz.
ArrfBiaUciu.
No dia 8 do corrente se bao de arrematar os
trastes seguintes : 1 commoda, 11 cadeiras, 2 ban-
cas, 1 toncador, 1 manga de vidro, por execucao
de Francisco Ferrara da Silva contra Joaquim |
Jos da Silva Gaio.
Tribunal do commercio. ,
Pela secretaria do tribunal do commer-
cio de Pernambuco se faz publico que nesta
data Qca registrada a escriptura de dissolu-
cao da socredade que no Aracaly linham
Melquades da Costa Barros e Antunes de
Inuao, sb a firmaMelquades da Costa
Barros A C, fieando em virtudeda mesma
escriptura extincta a referida sociedade : o
ex-socio Barros desonerado, e pago dos lu-
cros que tev: e Antunes & Irmo de
posse dos papis, ttulos, letras, c contas
etc e um escravo, tudo no valor de
:UI#ftOt.
Secretaria, 7 de agosto de 1863.
irrito Guimares,
Oficial maior
Pela mesma secretaria se faz igual-
mente publico qu* nesta data fica regis-
trado o papel de proroga^o da sociedade
de Guimares dr Oliveira, (desta praca) es-
tabelecida por contrato do Io de agosto de
1837, e ratifleado pelo de 30 de junho de
1862, que indou, deveodo a mesma socie-
dade durar 9 annos, com o capital de
15:000)5, fornecido pelo socio Guimares,
e sb as bases d'aquelle contrato, com a
nica alteraco de serem os lucros divid-
desem partes iguaes.
Arrematado.
Hoje depois de finda a audiencia do lllm.
Sr. juiz municipal da segunda vara, se lia
de arrematar por execucao de Balthar de
Oliveira, quatro das cinco moradas de casas
terreas j annunciadas por este Diario, per-
tences heranca do finado Jos Fernandos
da Cruz, sendo tres na ra Direita n. 41,
avaliada por 1:700*; n. 67, por 1:700,5, e
n. III, porl:200#, e urna no largo da
Ribeirade S.Jos, n.23, por 1:5009; bem
como seis ptimos escravos, os quaes se
acham no deposito geral, avaliados cada um
em 600-5.
COMPANHIA BRASILEULA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dbs portos do norte 'Sjtno
at o da ao do correla
Apa, commandante
oqualdciwHda demora i
turne seguir pm w
sul.
Desde j recebem-se pasgagefaw e r^ria ii a
carga que o vapor poder eondaaar, a deveri
ser embarcada no dia de sua carnada, arfn-
mendas e dinlieiro frote ate o dia da saMfa s i
hora: agencia rna da Cruz a. I, earripiorio d
Antonio Luiz de Oliveira Axeredo 4 C
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sol
ate o da 11 do correle
Prmeeza de /oinriV,
danto o rapito teneate Saola
Barbara, o inial depois da deaao-
ra do costnme segair para os portas do nork.
l)e carga que o vapor poder condoair, a nal dola
ser embarcada no dia de sua chegada: mroot-
mendas e dinheiro a fretc at o dia da sahkb as i
horas agencia roa da Crnz n. 1, nuiptorto de
Antonio Luiz de Oliveira Azrvedo A C
Para Lisboa
segu em poneos dias o logre portaajnex hm por
ter a maior parte da carga comprada: para o r.-
to e passageiros, a quera oflerere boas coaaaaas
tratase com o consignatario Thomaz de Aqnino
Fonseca, na roa do Vigario n. 19, pnmeiro andar,
ou com o capitao o Sr. Francisco Antoaio aVi-
relles.
Rio Grande lo Hu.
0 patacho nacional Pestaa segu al o dia fio
corrente com a carga que tiver; recefce a anas Di-
to por frote commodo, c escravos : trata-se coaa
Hallar & Oliveira, ra da Cadeia n. M.
i Maranhio c
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e ana
eonhorido hrigue escuna Joren Artkmr, tea a
seu bordo parte de seu carregamenlo; para o res-
to que Ihe falta, trata-se com os seus ronsitiuta-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k ti, ao
sen escriptorio roa da Cruz n. 1.
LEILOES.
11V5000
8OJO00
6000000
1305000
IU5000
4OJK)00
dal, .
de um delegado, que disse' pago ao dito exequeate a importanc;'* K"
,or Vicente Ferreira Bezerra dos Santos, a va execucao, requereu e obteve mandado de pe-
f, p, i formando c i la ouerem votar con-' nhora oontra os herdeiros de Antonio Joaquim V i-
^^rS^My^rm^^^T^o'^, a qual fora feita em dinheiro perteneentc a N. 68 parculare 13ouldieo3andares.
Soverno w?der ele cao estes, em publica audiencia que dava pelo procu- Rua da Cadeia do T
8 AS d0 n,es Vicente me fora feto o requen-
vida, ha "de ser feita pidas bayonetas do governo ;, ment constante do segrate tetrao
ha de realisar-se o que dizem os subelegados as I
Aos 27 dias de julho de 180:1, nesta cidade do
Recife.
N. 72 particular e 30 publico 3 andares.
Becco da Lama
N. 73 particular e 30 publico casa ter-
1830000
is.
1310000
1:2000000
7000000
Conselho adminlstratlTO.
I" O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeetos
seguintes: ...
Para o deposito de artgos bellicos da provincia da
Parahiba
208 bonets.
Para o 4" batalhao de artilharia.
6 resmas de papel almasso, 6 caixas de pennas
de ac, 100 ditas d'ave, 2 caivetes de aparar pea-
nas, 6 garrafas de tinta preta, 6 duzias do lapie de
pao, 6 libras de areia preto, 36 coHecees de cartas
para principiantes, 12 grammaticas portuguezas
por Mouir. Verde.
Quem quizer vender taes objeetos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas da nianhaa do dia 10 do cor-
rente mez.
Sala das sessocs do conselho administrativo para
lorneciraento do arsenal de guerra, 3 de agosto de
1863.
Antonio Pedio de S Barreta,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do Reg Barros,
Vogal secretorio.
LEIUO
MOVIS
Na rasa grande m frente a estar* da estrada >
ferr* aa villa d* Cabe.
(Coa* Inoch.)
Segunda feira 10 4t agosto, as9 e
eia aras 4a dia.
PARTIDA DE TRKX ESPECIAL.
William P. Hughes, tendo de retirar-ae para a
Europa com sua familia, far leiRo por inlarveav-
rao do agente Pinto, de todos os moris de sua ca-
sa de residencia na villa do Cabo, roaao sejam :
Um piano, mobilia de Jacaranda, ricos qaadros
com tinas gravuras, tapetes, candieiros, aaeaa aha-
tlea, apparadores, um apparelho de tonca para
jamar, um dito para aunoco, garrafas para viabo,
finos crystacs, garios, faccas e colheres, un acia
inglez, um silliio, cabecadase muitos outros objee-
tos que estarao ao exame dos pretendentes. _
Os concurrentes ao referido leilio Koaararao
na estocao de Cinco Pontos um trem especial aoa
partir s 9 e meia horas da maabia, ao* que co*a-
prarem mais de 500 abater-se-ha a miportoaeiaa
passagem, e o transporte dos movis ser gratis pa-
ra todos os compradores, devendo receb-tos aa es-
tacao de Cinco PootAi no dia innuedialo ao Jt-ilu.
Principiar s 10 e meia horas em ponto.
O10OOO
guardar
eleitoral, s tenho por fim responsabilisar perante
o paiz essas mesinas autoridades, pelos aUentados
que os assissinos commetterem na eleicao, contra
um partido, que se apresenta inerme e pacifico para
sustentar os seus direitos.
Faco sinceros votos para que nao se realisem os
meus receios, cuja sinceridade tenho provado aos
meus amigos, pedindo-lhes, infelizmente de balde,
que nao se exponham una lula desigual e peri-
gosa.
Goianna, 4 de agosto de 1863.
Dr. Joao Alfredo Crrela d'Omveira.
CORRESPONDENCIAS.
Srs. reda<:tores.Na minha correspondencia pu-
blicada hontem. em lugar do Ilustrado Sr. Sar-
ment,como se le, deve entonder-se oIlustrado
Sr. Dr Sarment,como est no authographo. As-
aba tambem, em vez dcefrontezie,como est
mpresso, deve entender-se fronterie, como
igualmente se acha no authographo.
Esta declararlo impressa que lhes peco, servir
de errata mesma correspondencia.De Ymcs.
amigo c criado,
Joo Marinho C. de Albuquerque.
S. C., 7 de agosto do 1863.
da lei, e dez aos credores incertos passando-se os;
respectivos editaos, o que ouvido pelo indicado
juiz assim lhe deferio, do que lancei o presente
exlrahido do protocolo das audiencias, a que juntei
o mandado e termo de penhora que segu :
Eu Manoel Silvino de Barros Falcao, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, escri-
vao interino o subscrevi.
E mais se nao continha c nem alguma outra
cousa se declarava em dito termo. *
E em virtudc do meu deferimento o referido es-
crivao fez passar o presente com o prazo de dez
dias, pelo qual chamo, intimo, e hei por intimados
os referidos herdeiros dos executados, para que
comparecam neste juizo dentro do indicado prazo.
aura de allegar o que fr de justica.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar edtac que sero publicados pola
imprensa c affixados nos lugares do costume.
Hecife, 30 de julho de 1863.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, escri-
vao interino o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe oflicial da im-
perial ordem da Kosa e juiz de direito especial
do commercio nesta cidade do Becife de Per-
nambuco por S. M. Imperial etc *""^
Faco saber aos que o presente edital virem
( En admitto estes dous sopros, opmiao que
nao seguida pelo Ilustre medico o Dr. Beau. Xes-
te doente ae separava com todaafaeiiidade os dous
sopros podia-se supprimir um, edeixar o outro,
rom sua intensidade.
PUBLICACOES A PEDIDO.
A couiraissao do partido constitucional pernam-
bucano da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalres do
Becife offerece aos votantes da mesma freguezia os
nomes dos cidadaos abaixo mencionados para elei-
tors :
1 Jos Pedro das Nevos.
2 Dr. Joaquim Jos de Campos.
3 Antonio Gomes de Miranda Leal.
4 Caetano C\ riaco da Costa Moreira.
3 Antonio Henriques Mafra.
6 Jos Marques da Costa Soares.
7 Joaquim Dativo Telles de Souza.
8 Manoel Estanislao da Costa.
9 Jos Bernardes de Souza.
10 Manoel Francisco Marques. ^
11 Estevao Jorge Baptisto. \
12 Joao Francisco Marques.
13 Joao Marques Correa.
14 Andr de Abreu Porto.
15 Manoel Jos Baptista
16 Herculano Jos Bodrigues Pinheiro.
17 Jos Antonio Moreira
18 Balthazar Jos dos Beis.
19 Ignacio -ntonio Borges._
20 Francisco Antonio Durao.
21 Anastacio Jos da Costa.
22 Urbano Mamede de Almeida.
23 Miguel Jos Rodrigues.
1000000
Patrimonio de orpbes.
Rua da Madre de Dos,
particular e 26 publico dous an-
dares.......!........ 0010000
Becco das Boias.
N. 39 particular e 18 publico dous an-
dares........ ........ 3000000
Rua da Moeda.
N. 44 particular e 21 publico casa ter-
rea................ 2510000
RuMo Amorim.
N. 54 particular e 21 publico 3 andares. 3000000
N. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea................ 720000
Rua do Burgos.
N. 69 particular e 21 publico casa ter-
rea....... ........ 720000
Secretaria da Santo Casa da Misericordia do Be-
cife 7 de agosto de 1863.
O escrivao,
F. A. Cavakanti Cousseiro
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objeetos se-
guintes :
Para o corpo de guarra^o desta provincia.
147 mantas de laa, 119 bonets, 385 pares de sa-
patos, 2 divisas para sargentos ajudante c quartel
mestre, 550 covados de panno azul, 13 eovados e
meio de casemira amarella, 6 covados e meio de ca-
LE1IA0
i ii i:\iico
DE
4.
EJHPREZA
DB
J. MIARTE COIMBRA.
Recita llvre da asslgnatnra.
Terra-feira, II de agosto de 1863.
AXMVERSARIO DA INSTALLAIJAO DOS CURSOS JURDICOS
DO IMPERIO.
Bopreseiitar-se-ha o muito applaudido drama em
tres actos,
II IMYSTERIO
DE
Composlcao de anacahuite
peitoral de keinp.
Toda* as molestias e afleccoes da garganta e do*
pulmoes desapparecem como por nm mgico en-
canto, medante a accao deste incomparavel e ir
rcsistivel remedio.
i-aeo mimt mn iuc u ^:t;''",^;;,a,'''^-ha: i semira encarnada, 412 covados de hollanda de for
dele noticia uverera que por^^MteSdar, de anagem, 1,205 varas do brim
metlou c C. me fo. dirigida a peticao do theor se .^^ gu ^^^ n^ia 'de'^^^nn^ lj5i0
yu,l!!le :- ,x i rit.nn. n,iu botoes grandes de metal amarello lisos, 390 botos
ll.u. Sr. Dr. miz do commercio-Dizen Rato s do ,nesrao metal, 110 pares de colcJietes
ScliameUau Si C, que sendo credor de Joao Ki- i t~
beiro Pessoa da quantia de ,8330050 rs., importan-, P p-ara q ^ dc J|-1 ^^ Q Bnrac0
ca de 3 lettras morcantis, sacadas nos duis 12 e { ^^^ d(j (-ta bnR(M Javra(]o { ^^ dfi
25 de abril dc IfeS, com os prazosi do b 8 e w t d L manipulo do setim branc0
mezes, e porque ^^ ^iU^seu1 frailo, 1 v.-o de setim branco liso para o calix, 4
vem por isso interpor na forma da lei o competen-1
te protesto e requerem V. S. se digne manda-lo
lomar por termo e intima-lo ao supplcado para
que |Kssa produzir os efletos necessai'ios e por-
que o supplcado se aclio ausente em lugar incerto
e nao sabido querem os supplicantcs justificar a
sua ausencia para sendo julgada seja o supplcado
citado por carta edital fazendo-se com o prazo da
lei. Pede a V. S. deferimento.E R. M. Advo-
gado Martns Ribero.
E mais se nao continha em dita poticao aqu co-
piada a qual dei o despacho do theor seguinte :
Cite-secomo requerem, e para a justQcacao
marco o dia 29 do corrente s 12 horas da ma-
nha
Recife 28 de julho de 1863.Alencar Araripo:
E mais se nao continha em tal despacho aqui
mui bem e fielmente copiado e transcripto, por
forca do qual foi a mesma peticao distribuida ao
escrivao ueste juizo Manoel Mara Rodrigues do
Nascimento que fez lavrar o termo de protesto do
theor seguinte :
Aos 28 dias do mez de julho' de 1863 nesta ci-
dade do Recife em meu cartorio compareceram os
supplicantcs por seu procurador Rodolpho Jlo
Barata de Almeida, e por este fra dito perante
mim e a* testemunhas infras assignadas que redu-
zia o protesto e conteudo de sua peticao retro, a
qual ooreceu como parte do presente que tica
sendo, no qual depois de lido se assignou com as
indicadas testemunhas ; eu Manoel Silvino de
Ibas"para o lavatorio, tendo urna varado compri-
menlo cada urna
Quem quizer vender taes objeetos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 14 do
corrente mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal dc guerra, 7 de agoto de
1863.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente. .
Sebastio Antonio do Reg Barres,
Vogal secretario.
lusperco do arsenal de marinlia.
Faz-se publico que a coramisso de peri-
tos examinando, na forma determinada no
regulamento annexo ao decreto n, 1324 de
5 de fevereiro de 1854, os cascos, machi-
nas, apparelhos, mastreacao, relames, a-
raarras, e ancoras dos vapores Jaguaribe e
Mamanauape da companhia Pernambucana
de navegaco costeira, achou todos esses
objeetos era regular estado.
Inspeccao do arsenal de marinha de Per-
nambuco, 6 de-agosto do 1863.
O inspector
H, A. Barboza de Almeida.
Original brasleiro do acadmico J. F. da Silvera
Tavora
Terminar o espectculo com a representacao
da linda e chistosa comedia em dous actos,
0 DOUTOR GRAMH4.
Principiar s 8 horas.
Tendo-se alguns senhores acadmicos dirigido
inin fazendo-me ver que devera levar um espec-
tculo nesse da, acced de boa vontade, notondo-
llies mmcdiatamente as difiieuldades com que iria
lutor para execular o seu pedido. Aflnal resolv
ser o espectculo cima annunciado, o mais pro-
prio para com mrahas torcas actuaes offerecer ao
respeitavel corpo acadmico no dia anniversario
de sua existencia
O drama de um acadmico, j bem couhecido
entre seus collegas eque certamente ufanar-se-ho
de assistir representacao de um de seus irmaos.
Ao corpo acadmico parabens pela lembranca e
como sempre um voto de agradecimento pela coad-
juva^o, que sabe e saber sempre prestarme.
A. J. D. Coimbra.
AVISOS MARTIMOS.
Qaarta-feira 12 da carrale as 11 hars
Na ma da Caaeta a. 33.
De um sitio chao proorlo oo
principio da estrada do M
gulnho. esquina we faz
trada da rna da Anaizade
a Capnnga.
Palo agente Euzcbio se vender nma excelteat*
propriedade que um sitio com casa de vivewJa,
3 jancllas, 4 quartos, 2 salas, cosinba fora, wiri-
baria, cocheira, quartos, cacimba de boa agna, di-
versos arvoredos, terreno frtil, tendo 171 palmo*
dc frente para a estrada do Manguinho e mai~ 500 palmos de fundo, pelo que fax frente para .*
rua da Amizade, estrada para a Capunga. a visto
de taes proporcot;s sendo perto da prara: os Sn.
pretendentes qneiram ter a bondad** de ir^esaa-
nar com attencao para aproveitor ta occasio.
ATEOS DimSOS.
LOTERA.
Sabbado 22 do corrente se exlrahir a
primeira parte da primeira lotera da igr^a
de N. S. das Neves do amvenlu de tS. Fran-
cisco de linda.
Os bilhetes emeios bilhetes acham-^-
i^nda na respectiva thsour.ria. rua do
Crespo n. 15, e as casas commissntialis
rua da Imperatriz n. lo, luja do 9r. Piaafn-
tel, praca da Independencia n. 22, loja do Sr.
Soares Pinheiro,ruaDireitan.3,bolica loSr.
Chagas, rua da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estobejcimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/ at I0J sero pa-
gos urna hora depois da exlraccao at a i
horas da tarde, e os outros no dia segainb',
depois da destribuiWio las listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Para o Rio de Janeiro segu com mui-
ta brevidade o patacho nacional Cardia, o
qual recebe alguma carga miuda e escravos
a frete: a tratar com Amorim Irmaos, na
rua da Cruz, n. 3, ou com o capitao na pra-
ca do Commercio.
Para a Babia vai sahir com muito brevidade
o veleiro hiate Tyno, tem parte da carga prompta :
para o resto que lhe falta, trata-se com os consig-
natarios Palmeira 4 Beltrao, largo do Corpo San-
to n. i, pf imeiro andar.
LOTERA.
0 thesoureiro das loteras desta prwinl
cia, desejando extrahi-hs em maior capita-
e com menores intentiflos, otlereee a vanu-
gera de dous por cenfOs. a quem comprar
para negocio, na quantia de 100)5 para dan;
assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remettendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recetadas as
listas e novos bilhetes remettido. O the-
soureiro c1o da conveniencia done aeoofi>,
convida aos Srs. eommerciantes da Viclnr,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinbieni
e mais localidades populosas da provioria, e
mesmo os desta capital, que o faaanam, a
entenderem-se com elle, na Uteeoarnh das
loteras, rua do Crespo n. 15: adverando
que receber em pagaaiento e sem deseqnto,
os bilhetes premiados de todas as loteras
da provincia recomidos i thesourara da fe-
zonda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 de junao de
1863.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigue de

t
*
m


onaaao


~rr---

Dlarlo e PrruamfHto ftabb.
Agozto e iS3.

t
ZAMORA.
ORARA HISTRICO PELO DR. THEBtRGE, NO
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGERI
FiaiM.
Na ra Nova n. H vende-se a i#000 o
rxemplar.
Aluga-se um escravo ptimo padeiro ;
na ra do Livrameoto, n. 22, terceiro
andar.
Aluga-se toda a osa sita na ra do
Queiraado, n. 7, muito propria para loja
de fazendas ou outro qualquer estabeleci-
mento: a tralar na ra da Cadeia, loja,
n. 32. ________________________
- Aluga-se o andar terreo da casa de
dous andares, sita na ra da AssumpcSo,
n. 4 i : a tratar na ra da Cadeia, loja,
n. 32.______________________________
Hontem as 7 horas da manha, apre-
ncndeu-se no caes do Ramos, um cavallo.que
era conduzido por dous homens suspeitos,
que o abandonavam logo que se quiz reco-
nliecer, o cavallo ruco pedrez; quem for
seu dono, dirija-se ao caooeiro Silvano Jos
Ignacio, morador em Ilapissuma, hoje no
mesmo caes do Ramos, na canoa Santo An-
tonio Grande
AMA.
Quem precisar de urna ama para o ser-
Tico interno de urna cas, dirija-se ao pateo
do S. Pedro, casa n. 11, que achara com
quem tratar.
Ra^mimT^ienu^sdeCarvalho, profun-
damente magoado, convida aos seus patri-
cios, prenles, collegas, e amigos, bem como
aos de seu charo e sempre lewbrao primo,
o finado Francisco de Souza Martins,. e aos
amigos de sua desdilosa e inconsolavel fa-
milia, para assistirem uma missa, que man-
da dizer segunda-feira, 10 do corrente, s-
timo dia de seu fallecimiento, na igreja ma-
triz da Boa-Vista, s 7 horas ua manha,
Aquellos que se dignarem comparecer,
alm do acto religioso e de piedade, a que
todos nos estamos sugeilos praticar, como
christaos, praticam o de eterna gratido para
cora o annunciante, e a familia do finado ;
pelo que desde j o annunciante tanto de
sua parle, como da familia do fallecido, as-
ss agradece, bem como aos que accompa-
nharam o fretro ao cemiterio
ttrammatlca latina.
O padre J. M. Maciel, professor publico
de pliilosophia no seminario de Olinda. e par-
ticular de lalim no Recife, temabertoum
curso desta lingua na ra Nova, n. 19, ter-
ceiro andar: as pessoas, que quizerem uti-
lisar-se do seu limitado prestimo, alii sabe-
ro as condiccoes do ensino.____________
ATTEXCAO'.
Para salvar a minlia reputado, declaro ao
Sr. Claudio Dubeux, que se por acaso acon-
tecer algum damno a seus animaes que con-
duzem mnibus de Jaboatao, em cousa al-
guma serei ou o causador, visto nao ter a
menor queixa do Sr. Claudio Dubeux, a
quem sou muito grato Ohriga-me a fa-
zcr este annuncio, visto a intriga e perse-
guidlo que a mim rae faz o Sr. Jos Fran-
cisco Pereira da Silva Filho.
Francisco de Paula Souza Leao
Fugio no dia 26 do mez findo, um
negro crioulo de nome Cyriaco, representa
ter 28 3) anuos, bempreto, poucabarba,
olhos pequeos, pelle liza, ps compridos c
seceos com marcas de Bravos, provenientes
deboubas.com falta de um dente prestes do
queixosuperior,e alguns podres nosqueixaes,
levou caiga de estoupa e palito da raesma
fazenda, servindo de camisa ; anda munido
de urna carta de apadrinhamento para fazer
crer que nao esta fgido. Consta andar
pelo Recife e Affogados; bem conhecido,
' por ter andado com urna carioca vender
lenha ; quem o pegar conduza-o ao sitio
Agua-Fria, na estrada de Beberibe._______
ATTENCO.
Em flm cliegou o dia desojado para o
nosso amigo Janjio; temos rap bom,ebom
doce, assim elle nos afirma, com tanto que
nao apparega como a passada,que elle s leve
7 votos, porm pesso aos Srs, volantes de S
Pedro (oncalves do Recife, que nao se
esquecam do nosso amigo Janjo, pois elle c
a pedia fundamental da freguezia, e capa-
cidade na agiotagem, logo no.'pde escapar
das unhas da urna, pois o nosso amigo deve
ser eleitor, e do contrario estamos sem rap
e nern doce ; espero nos votantes a alten-
cao (devida no nosso amigo Janjo.________
4- Precisa-se de 450)? a juros, dando-se
por seguranga urna boa escrava com urna
erial a qual tem muito bom leite, cosinha
muitbbem, lava, engomma e faz todo ser-
viro de casa : quemquizerannuncie.
_. Alugam-sc dousprntos proprios para todo o
servieo, garntese a conducta : a tratar a ra do
Imperador n. 10. armazem.
jwsmwssmwsM
Dr. Velozn. medico, continua a resi-
dir na ra Bella n. 3", primeiro andar,
sonde poner ser procurado para objecto
de sua profissao.
Trata especialmente das molestias dos
orgaos respiratorios e das vias genito ou-
rinaras.
D consultas cm sua casa, gratis aos
pobres.
APPROVA^AO E AlITORISA^AO*
DA
Academia Imperial de medicina
E
Juta central t k)okie publica
__ Sao convidados os fredores do fallecido A.
E. Barrillier para receberem a tereeira prestaco
do debito, de eonformidade rom a deliberaeio por
ellos tomada, e pede-se aos mesmos qne tragan os
respectivos ttulos para serem resgatados: na rna
do Imperador n. 50, primeiro andar, das 10 horas
da mauliaa ate as 3 da tarde.
ELECTRO-MAGNTICAS EI1SPASTICAS
DK
RICARDO KIRK
Para serem ap^llcadas s partes atteetadas, sem resguardo
nem Ineommodu
fiesta datn em qae entre mim
e < artista Furtad Coelhu f->1 se-
parada a sociedade que tinhamos
naeinpe* z dramtica do tfceatro
Coelho llvre le qunlquer eoeargu
da mesma empresa, por isso qne
salil u <( nitfo as suas comas Be
clf S de agosto de 1H3.Anto-
nio Jos Duwrte Co'mbra
Maqnrs sobre Portugal
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamentc por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento aoanno aos portadores que as-
sim lhe convier : as mas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Beeker & Mulzowcom casa de alaiate na ra
Nova n. 60, advertem aos seus devedores que tra-
tem quanto antes de solverem seus dbitos at o
di S do corrente, para assim evitar executa-los.
Muito condecidas nesta corte e em todas as pro-
vincias deste imperio, pelos seus infalliveis resul-
tados em todos os casos de inflammacao, seiam ex-
ternas ou internas (com cattsaro t falta de retpi-
racao) como do estomago, ligado, baco, bofes, rins,
ulero, peito, palpitacao de coracao, gargantas,
olhos, erysipellas, rheumatismos, paralysia, e todas
as affeccoes nervosas, etc., etc.
Igualmente para quaesquer inchacSes, frulas,
tumores intestinaes e venreos, scrophulas, lobi-
nhos, papos, etc., ele., seiam qual for o seu tama-
nho e profundeza, por mefo da supnracao serao ra-
dicalmente extirpados.
" (Estas chapas nao podem fazer mal de forma a!'
guia, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
melhor succeso, vejam-se os attestados de curas
completas que j foram publicados pelos jornaes.)
O uso dellas aconselhado c receitado por habis c
sistinctos facultativos, sua efflcacia incontestavel, e
Alugam-se duas mei-aguas no Gamito Verde,
ra da Atraicao n. 2 : a tratar na ra do Rangel
numero 7,___________________
Pranrho de sienpira.
Desappareceu um do telheiro do trapiche do
Ramas, ha das, o qual tem cerca de 53 palmos de
comprimento e 2 de largura : quem o tiver acha-
do e quizer restituir, dirija-se a Baltar & Oliveira,
ra da Cadeia do Recife n. 26, que ser recompen-
sado.
ALVigABAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vaseonsellos & c. riquis-
siinos cortes de laa muito fina com
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova e nunca vista em Pernam-
buco.
Acho-me autorisado pela direccao do Club
I '..iiiiriii'rri.-il .1 di'cl.irnr quo tsm sido olla : 111> i:i .1
todos os annuncios publicados neste Diario e no
Jornal do Recife, relativamente a urna reuniao pa-
ra hoje dos respectivos socios, a quai nao pode ter
lugar no salao do edificio, cm que actualmente
funeciona aquella sociedade, por nao havef* a mes-
ma direccao, como poder competente, dado o seu
consenso' e nem ao menos sido consultada para
esse fin. Recife 8 de agosto de 863.
Francisco Lucio de Castro.
Societario.
Precisa-se de uma ama de leile sem
fillio, para acabar de criar um menino : a
tratar na ra do Imperador, n. 54, livra-
rta.
Pede-se ao Sr. Jos Gomes Pessoa de Al-
buquerque, dono do engenlio Tabatinga, o
favor de vir ou mandar ra Nova, n. 32,
tralar de negocio que nao ignora.
PERDAg DE CHAVES.
Perdea-3e hontem (16; urna porca^i de
chaves pequeas, presas todas em umaar=
gola de metal; desconlia-se que foi da va-
nnda do sobrado, lancada ra por um
menino de mui tenra idade; quem as achou,
pode leva-las ra do Imperador, n. 50,
Io andar, que ser recompensado.
" -------------
Ao commercio
Joaquim Jos dos Santos Andrade faz sciente ao
publioo que desde o dia 31 de jnllio prximo pas-
sado deixou de ser socio geronte da casa commer-
cialque gvravasob a razo social de Villaca,Ir-
mi fc Andrade, flcando ao cargo d'aquello c so-
bre sua immediata responsabilidade o activo e
passivo da mesma Arma social. Recife 7 de agos-
to de 1863.
40 COHHERCiO.
Os abaixo assignados fazem sciente ao publico
que desde odia 31 de julho prximo passado. se
acha dissolvida amigavelmente a sociedade que gi-
rava sob a razao de Villaea Irmo A Andrade;
ficando a cargo dos socios, Manoel dos Santos Vil-
lana e Jos dos Santos Villara. que continuain no
mesmo genero de negocio, sobre a firma social de
Villaea lrmao & C, o activo e passivo da mesma
sociedade. c completamente exonerado o socio Joa-
quim Jos dos Sautos Andrade, de qualquer res-
ponsabilidade pelas tranSMCQes at aquella data
effectuadas.
Recife 7 de agosto de 1863.
Manoel dos Sanios Villara.
x Jos dos Santos Villaea.'
Joaquim Jos dos Santos Andrade.
LOTERA
CASA DA FORTUNA.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavcl
publico que se acha estabelecido com sua loja de
bUhetes das loteras da provincia, na ra do Cres-
po n. 23, onde tem expostos venda os seus mui
f.-lizes Mlhetes o meios bilhetes garantidos da 1.a
parte da 1.a lotera em beneficio da igreja de X. S.
das Xevcs do convento de S. Francisco de Olinda,
cuja extraccao ser a 22 do corrente mez, obri-
gando-se ao pagamento de todas as sortes, que lid-
ies sahirom, sem os descontos dos |2 por cento
do imposto geral e dos 4 por cento do provincial,
o qual ser promptamento effectuado uma hora de-
pois da extraccao e por diantc.
Os billietes e meios yihetcs do abaixo assignado
sao por elle assignados de chancella e acham-se
tainbem venda as seguintcs casas: Praca da In-
dependencia lojas n. 22 e 39; ra Direita botica,
n, 3, ra da Cadeia loja n. 45, ra da Imperatriz
n. 44 e ra estreita do Rosario n. 12.
Presos.
Bilhetes intuiros..... 6*000
Meios bilhetes...... 3*000
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 5*300
Meios..... 2*730
Manoel Martins Fiuza.
COMPTABILIDADE COMMERCIAL
PELO
DR. WITRUVIOPIIITOBAHDEIBA
Prefessor da segunda radfira do fnrss Conmerrial Periainfcwa
... i
DOIS BELLOS \ OLfMES EX 8." IRAN!/
oounuuuuuuo
x
as innmeras curas completamente obtidas as di-
versas molestias em que foram applicadas, e fazem
merecer e conservar a conuanca do Ilustrado pu-
blico, qne j tive a honra de merecer delle 25 an-
uos de existencia e de pratica.
N. B. Nesta corte e de todos os pontos doat
imperio recebem-se participacoes satisfactorias e
respeito das ditas chapas medicinaos.
As encommeudas das provincias dovem ser di-
rigidas por escripto, coin todo o cuidado de fazer
as necessarias expicacoes, se as chapas sao para
homem, senhora, menino ou crianca, declarando a
molestia e em que parte do corpo existe.
Para inchacocs, feridas, lobinlios, papos, etc.; o
molde justo de seu tamanho em um ppdaco de pa-
pel, a dcclaracao onde existe, afim de que a chapa
seja da forma da parte affectada, e para que possa
ser bem applicada em seu lugar.
O prlmelruPrrteef* theorleu-pratlea le r-M-rlplu-
ra<-3o mercantil.
O segundoXo^e le aiilhnielit-a con-
naereial, adaptadas a pratea das operaf ees rosu-
merelaes e elementos do sysieuia
mtrico com suas applleaedes
ao eommereio.
PRECO DE CADA VOLUME 5*.
PODE-SE MANDAR VIR DE (/tTALQUKR PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapas scro acompanhadas das suas com-' Consulta s pessoas que se dignarem honradlo
petentes expicacoes, e tambem de todos os acces- com a sua conlianca. todos os das, sem excepcao,
dorios necessarios para suas applicagoes.
das 9 horas da ma'nhaa s 2 da tarde.
ESCB.IPT0R10
M. 119 RA DO PARTO W. f f
E EM PERNAMBUCO
Para as encommendas ou informacoes dirijam-se pharmacia de Jos1 Alexandre Ribeiro,
ra do Queimado n. 15.
Offcrecc-se um rapaz de 18 a 20 annos para
criado : quem precisar dirija-se ao Afogados, no
largo da Paz, casa junto a igreja.____________
Precisa-se de uma ama de leite sem filhos :
na ra Direita n. 4. segundo andar.
O artista Antonio Teixeira de Carvallio Lisboa
tendo de retirar-se para a provincia do Maranho,
agradece cordialmente ao publico de Pernambuco
as manciras delicadas e attenciosas que sempre
dispensaran para com elle, e ao mesmo lempo de-
clara nada ficar devendo nesta provincia.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prolis-
s3o medica, e com especialidad?
sobre o seguinte
Io molestias
2o
3o
Alnga-se o segundo andar do sobrado n. 37
da ra do Imperador ; a tratar na mesma ra, ar-
mazem n. 41.
*

de olhos;
de peito :
dos orgos genili
urinarios.
Em seu asiriptorio ns doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas eomecando o trabalho petos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
0 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cio que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
} Lente de grauuuatlea.
O padre Antonio Augusto de Audrade e Silva,
late jubilado de graiuuulica da lingua Racional,
propoe-se a leccionar em collegio c casas particu-
lares, reside ra do caes do Capibaribe o. 3,
Attenco
Madame Ferro, italiana, que particularmente d
almocos c jamares pessoas decentes, por precos
commodos, mudou-se da ra da Cruz n. 9 para o
n. 44 da ra do Trapiche, aonde contina a servir
bem e limpamente. como sempre. Em sua casa
tem omimos quartos e salas que se alngam, com
comida ou sem ella._____________________
Fariuha
de superior qualidade, a melhor do mercado, a bor-
do do brigue Imperador : a tratar com Manoel
Barbosa Ribeiro, ra da Madre de Dos n. 12.
Aula de instruceo elementar.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha deixando
a regencia da aula primaria do collegio Bom Con-
selho. contina na proQsso de ensino em sua casa
de residencia na ra da Aurora n. 46. e promette
empregar todos os esforcos e recursos de sua lon-
ga pratica, de maneira a conseguir, no mais curto
espaco de tempo. o adiantamento de seus discpu-
los. Neste sentido, pois, o annunciante offerece
seus seus servicos a todas as pessoas desta cida-
de e do campo que tiverem filhos a educar; e
aceita meninos internos por precos mui razoaveis
em relaco do actual estado do paiz, compremet-
tendo-se a trata-Ios com disvellos c a drtgi-Ios
cuidadosamente de modo que satisfaga as condi-
coes essenciaes de uma edueaeao regular e con-
veniente 1." juventude.
O abaixo assignado pede ao Sr. Themoteo
Braz Jos do Reis tenha a bondade do ir ra do
Senhor Bom Jess n. 37 a negocio de seu irrteres-
se, isto no praso de tres das, do contrario ser pu-
blicado por esta folha qual o negocio pelo qual
foi chamado.Justino Gomes Villar.
Pede-se ao Sr. Manoel Jos da Silva Marques
o obsequio de procurar o abaixo assignado, afim
de restituir-lhe as letras que de mais recebeu em
troca do saldo de uma outra. ,
O abaixo assignado, testamenteiro do falleci-
do Fortunato Cardoso de Gonveia,tendo chimado j
por este jornal as pessoas que lhe eram devedoras.
c tendo muito poucas apparecido, faz o presente,
afim de evitar de serem chamadas por seus nomes,
o que o abaixo assignado est resolvido : os qui-
nao quizerem passar por esse dissabor, dirijam-se
ra da Cruz n. 60.
Joaquim Lopes de Almeda.
No campo da matriz de Maranguape appa-
rceou um cavallo castanho, o qual foi recollndo
por Antonio Luz Rezerra : quem for seu dono,
dando os signaos lhe ser entregue.__________
Jos Martins Torres, subdito portuguoz, re-
tira-se para o Rio do Janeiro.
RUADO IMPERADOR
N. 22.
tiranile armazciii de tintas.
Este armazem conten nulo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
qual uer genero que seja, desempeiihe
seu lim. uto enibellezar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprdo ^
dilectamente por grandes fabricas de Pa-
rs, Londres c Haniburgo, pode offerecer
producios de confianca, e satsfazer qual-
quer enconimenda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras puderao escolher vontade. pois
que tudo estar vista, as differentiIS co-.
^ res de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel. e como as obras a envernizar so se
deve empregar tintas muidas, e nao me-
recendo conlianca as que vem de fora para
commercio. por velhas, e talvi-z falsifica-
das, neste armazem se aa ntuer vis-
ta do consumidor, que s assim lera tin-
tas frescas e verdadeiras. )
Ha tambem ouro venladeiro. verde em
p eem folha. prata em folha, p debron-
f zear de varias cores, diamantes para cor-
ttar vidros, burndores. ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, lintas vege-
taes. azul, roxa, verde e amarella, inoflen-
|| sivas, nicas que se devem empregar as
[W confeitarias. collecces de pinceis para
^Vg fingir madeira, comiiropriedade. e outros
^ de varias qualidades, vernizes. copal.
M@ graixa, bronco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros. tin-
tas tinas em tobos, em crayoes ou pastel,
(ellas para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras. fras-
cos e vidros para vidraca de Unios os ta-
manhos, e muitos outros objeclos. cuja
ntilidade e emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joao Pedro das Xcves.
Gerente.
-.--
K-f*
f-, .^
W
Precisa-se de 2005, dando-se um escravo pa-
ra garanta, por tres mezes : na ra das Cruzes n.
33, segundo andai\______________________
Tiraram do bolso de um palctot, no trapiche
da alfandega, um retrato de duas pollegadas de
dimetro, com guarnirn do ouro, e laco de dia-
mantes assentado em'prota, com a firma I. S. S.
reunidos: quem o tiver comprado, queira resti-
tuir, que ser grtificado no mesmo trapiche, ou na
ra da Aurora, sobrado n. 4._______________
O proprietaro do armazem de agurdenles
da ra Nova de Santa Rita n. 19, desejando unir-
se eom o Sr. que publicou no Diario de Pernam-
buco para reclamar seus direitos contra a oppresso
do Sr. Luiz Jos Marques, pede-lhe que annuncie
sua morada ou dirja-se ao armazem cima.
Aluga-se a loja da ra das Cruzes n. 11, pro-
pria para qualquer eslabelecimento ou artista por
ter na sala dedetraz commodopara pequea fami-
lia : na ra Nova de Santa Rita n. 19, armazem
de l.einos._______________ _
A ttengo.
Eu abaixo assignado aviso ao senhor que foi em
minha casa, na Magdalena, no dia 13 de julho do
anno passado para fazer uma accommodacao em
uma divida que me devedor, c levando em soa
companhla o Sr. Beraartlino, o seu caseiro e um
seu irmo, que pague o aluguel ao _r. Antonio
Ferreira de Oliveira Refinador, e assim queira at
o flm do corrente mez concluir o negocio, senao
procurarei o meo direito.
Joaquim Jos da Silva Gaio Jnior.
Preeisa-se de 50A a juros de i 0|0 por tem-
po de seis mezes, pagando-sc os juros mensalmen-
te, sobre hypotheca de nma escrava croula e sa-
dia, de idade 16 annos : a quem convier, trate
com Frederico Chaves, que est com os poderes
precisos para dita hypotheca.
A administraeao interina da veneravel or-
dem terreira do Carmo do Recife avisa a todas as
pessoas que esto devendo foros a mesma qrdem,
queiram vir paga-Ios ao seu procurador Joao An-
tonio Coelho, na ra estrella do Rosario n. 17,
dentro do praso de oitodias, e nao o fazendo no
mencionado praso serio cobrados judicialmente
com as penas da lei do'commisro.
O abaixo assignado. morador na villa do Pa-
co de Camaragibe, vende as suas tres barracas a
saber : Aln/sino do Paco, de lote de 530 saceos eom
assucar Flor do Paco', de 150 ditas; e Paquete do
Paco, de 380 ditas ; promptasa navegar. Ellas go
que conduzem toda a safra desta Riliera e muito
acreditadas. Assim como vende o seu trapiche,
o mais bem montado desta provincia, c mesmo de
Pernambuco: de pedia, cal e tijolo, tem capa-
cidado para mais de 10,000 sacras, guindaste de
ferro eollocado no primeiro lugar desta villa, que
recebe todo o assucar que se transporta desta Ri-
heira ; tem asa de vivenda na frente da ra do
Commercio, com o fundo para o trapiche, e outras
obras principaes de tijolo, o tudo murado, dentro
militas fructeiras e bastante terreno para planta-
roes e hortalica. O abaixo assignado est reselvi-
da a fazer lodo o negocio a praso ou a dinheiro,
ou como convier ao prctendente. propria para
quem esl aborrecido de morar na praga : a tra-
tar no mesmo trapiche com o proprictario.
Joaquim de Souza Silva Cnnha.
CASADESAUDE 1
Em Santo Amaro
Do Dr. sila Ramos.
nico eslabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode Com todo o comuiodo e zelo Ira-
lar qualquer doenle, que nella seja reco-
lhido.
O edificio magestoso c conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprictario encarrega-se de qual-
quer operario.
O estabeleeimento franqueado iiual-
tr?ier pessoa que o qfteira visitar.
Prneira classe 3000 diarios.
Segunda dita.... 2*500 V
Torceira dita.... 2*000
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande o nome do doen-
te c da pessoa que o remette, com a de-
elararo da morada.
O proprietario aceita contratos annnaes
rom qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposicao.
Os Srs. Manoel de Souza Leo, Joao Paulo de
Carvallio e Minorvino Augusto de Souza Leao ap-
pareeam na ra de Hortas n. 24. primeiro andar,
a negocio.
Esta obra, apezar de elementar, vem nreencher uma lacuna, que era sentida entre
onde fallecera escriptos de certas especialidades com aecesso a todas as inlolhgrarias ; e a-
sim o editor pensa fazer um servieo dando-lhe publieidade, tanto mais quanto hoj-. que a*
transaeroes rommerciacs e industriaes vao entre nos tomando notavel descnvolvimento. drve
entrar a edueaeao daquelles uuc se querem apphcar a taes ramos da vida o cosheaucal
dos principios d comptabilidade administrativa e commercial.
Com este intuito, sob uma forma essencialmente classica, r.-iiniu o Sr. Dr. Wilrovio w
principios da comntabilidado commercial no que tem elles de mais elementar, e coordenoa-
os de modo a facilitar o mais possivel o seu estudo s pessoas que s deslinam s pruSssfrs
eDmmerciaes, sendo laes a concisao e a clareza postas no desenvolvimento respectivo, qw p*-
de-se aprender a materia, ebegando-se a escripturar os livros por partidas dobradas Jp
car o calculo s operaces do commercio, sem carecer da intervencao de um mestre.
O primeiro volume, formulado sobre a obra de Berlrand, occuja-se mai> esMcnlneny
da escripturacao mercantil por partidas dobradas, cujos principios sao descnvidvidos eni har-
mona com alegislacao brasileira, contendo alm disto um importantissimo a| as sociedades commerciaes em todos os seus moviinentos, quer pelo lado da iwritlufwi
quer pelo da formaran, existencia e exlinccao dellas em face da lei. Nestr apjiondire. dupli-
cadamente recoinmndavel jwr sua originahdade e pelo runho de especialismo. tem o roa
merciante urna guia para sua direccao, qualquer que seja a forma da sociilad> ipje contraa.
Completa este volume o specimenou resumo de urna escripturacao. ficticia venlade. ma* en
tudo semelhante de nma casa de commercio ordinario, offererendo nma serie de operarte
surcessivamente mais difflceis. que assim inicia gradualmente a maneira de -i-ipmra-ns
nos differentes livros de uma casa de commercio.
O segundo, egualmente formnlado sobre a obra de Kottinger. orcii|ia-se p:ulinil.irmeate
da arithmetica commercial com exercicos e problemas pelo meio mais simpl>-<. fcil a breve
da regra conjuncta. acerca de todas as operaces praticas usuaes no comiiK-rcio. env..|v.-mw
clculos de cambios de praca praca e por praras intermedias.N-m ron negmios de hanrw
rom arbilragens de cambios, alm do desenvolvimento do syslema mtrico em suas rebrflu
com o commercio. Ilustrado por meio de taliellas de converso.
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras. que asss demomtram a >-
portancia real desta obra, devida a intelligencia e a appliraeao acunada do sen anmr. su
que ella de ntilidade geral, e que a nenhum commerciante e mesmo a homem aljrnni de lu-
irs licito deixar de possui-la em sua estante |m.s o commercio em suas variadas evanv
roi-s, cntende anualmente rom tudo que se liga a vida.
A assignalnra toma-se as livrarias dos Srs. Guinaraes e\ Oliveira. Nogueira de So*-
za, Juliao 4 Pereira e Geraldo H. de Mira, sendo realisada sua hnjMUUUl HU qnta V nm
volume ao sabir do prelo, para o qual ora entra o primeiro.
O rnrrem.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPiTUCA
RA MOVA M. 48.
O Dr. Sabino 0. L. I'inho miulou o son CONSULTORIO pata a luja l maranra
ra Nova n. 43, onde cotilinoa a dar consultas todos os dias ub-is desde o nvi" da al
2 horas.
Os enfermos, que o proctirarem logo na invaso da molestia, sem qu1 liajaui to-
mado cjualquer remedio, nem allopathico, nem homeopalhiro. pagaran im-lab- dos prafios
estipulados. Esta concesso tem por lim facilitar a cura de molestias, que podem toraar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo *Vjnr
para a homeopathia maior numero de adeptos pela liateza da cura. ^^
Em attenco as pessoas pobres, que nao podem sabir de dia. o Dr. Saint" bh
vou dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete hor**
noite.
Os chamados para yisitos e conferencias devem ser dirigidos por esnipto ao roa-
sultorio desde 8 horas djo lia al 8 da noile, na certeza de que sero alb-ndids na indea
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente pfrifO.
\nvi:RTi:\< ia.
O novo consultorio esl prvido dos mrlbores medicamenlos. lestk.- a \>rim ira
at a trigsima dynajininjsaco.
E como os mdicos hespanhes e allemies niio cessam de certificar a majnr Hfi-
cacia das ultissimas dvnaminisacoes do tratamenlo das molestias rhrnnioa*. o Dr. Sabiwi >
oceupa agora de elevar os seus medicamenlos s potencias mais alias | por ora at WO.' .
afim de verificar por si mesmo a forra dynamica. que se lhe allribn-.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces pHb-ro dirigir ao
consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pum
No mesmo consultorio se vende-a novissima edicSo do Themmro homnipatk-*
ou Vademcum do homeopatlta. obra indispensavel a dos qne querem usar da hom---
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente inste no\..Vstat-
aecimento.
INTERNATO
DE


r

<,
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECITE
Director0 bacharel rm mathemalkas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intermito de S. Bernardo, accedendo aos pedidos de vario* paes respectivos collegiaes, e de outras pessoas desla capital, removeii t SM aUnuMUMBU
da Capunga para esta cidade.
Nao tendo evitado esforcos nem sacrificios para proporcionar aos s*u> alumno-
urna perfeita edueaeao physica, moral, intelieclual e reUgiosa. on\-recend.>-llM-> uioa ha
liitacao com bastantes cndilos de saluljridade, habis profesares qne sao sfdini.^ .:,,
prenara-los convenientemente ao flm que se destinam. medico pratieo qne n.-s tara
comprehender os preceitos da hygiene e lhes cure das doen^as. e finalmente nm sarer-
dote Ilustrado e honesto que lhes explique os principios da religiao chrislaa. e^n-ra *w
assim constituido nao deixar o seu eslal>elecmento de merecer dos Sr<. paes h> bot-
ijas o auxilio o confianca com que j alguns o tem honrado; llie-roga. U-m romn j
todas as pessoas interessadas, que se dignem de.visilar o mesmo sen estaheleemm*
onde sempre encontrarao franco ingresso.
O collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 a rea da Aurora, contiguo ao
Ao collegio dos orphaos.y1 .....
Nos estatutos do collegio, que estao a disposicao de quem os quizer 1er. se acliaiu
consignadas as condic5es de entrada e matricula as diversa> aulas do csubewi-
mento.

WMMfc
t/
DE
DE
J. VIGNES
IV. 65. RITA DO I1PERADOR X. ftft.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz|conliecidos, para que seja
sua superioridad)', vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades
veis qu ejelles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem afywud'
suindo um teclado c machinismo que obedecem todas as vontadw o M**
nunca falhar. |>or serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melnorau
tissimos para o clima deste paii; quanto s vows sao melodiosas e Asoladas, e por
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Faiem-se conforme as encommendas. tanto nesta fabrica Como na do Sr.
correspondente de J. Vfgnes. em cuja capital foram sempre premiad em todas as
No mesmo eslabelecimento se acha sempfe, m esplendida* taado sortini
melhores compositores da Europa, assim pomo harmnicos e plano? hanwwicos.
por precos muito razoaveis.
or |
ES'*'
suwatais-vewKA.
\.
-------------


Diarlo de Peraambuco Sabbado; de .l^osto de l3.

V
^N
y
7
PROTECCAO
PROTECCAO
PROTEJAM FREGEZES
lO \OVO ETABELECIHEHTO DE FAZENDAS
NA RA DO CHISPO N. 17.
DE
JOS CUMIE* VILliAR.
Veude-se baratissimo a dinheiro. avista.

as
Fazendas de phaotasia.
Vestidos de blondo cent capclla e manto,
para pasamento.
Vestidos de cambraia branea bordados.
Manteletes pretos bordados compridos.
(lassas pretas a Luiz XIV.
Chapelinas de palha a Maria Pia.
Saias bordadas de 4 pannos.
Cambraias lisas de todas as qualidades.
Saias a balo de reos e de panno.
Chitas franeezas linissimas.
Laas de todas as qualidades para vestidos
de senhoras.
Meias para senhora, vindas de Inglaterra.
Cassas de cores lindos padroes a 280 rs. o
covado.
Fazendas brancas.
Madapoloes francezes finos.
MadapolScs de jarda finos e cnfestados pro-
prios para camisas e saias de senhoras.
Madapoloes de 7, 80, 9, 100, 1! e 120
a pe^ a.
Bramantes de linho belga e de outras mili-
tas qualidades, sendo de 10 palmos de
largura e outros de 4 palmos.
Esguines, sclocias, bretanhas.
Toaluas do linho para mesas de 28 palmos
de comprimento.
ToaHias para rosto, algodoes de todas as
qualidades.
E outras muitas fazendas baratas
Ira grande sortimento
de msicas para piano c canto sendo de todas as forras, vendem-se baratissimas.
AURORA
)0
LARGO D A
BRILHANTE.
SANTA CRUZ.
No grande armazem da aurora brilhante o respeitavel publico encontrar sempre um
grande sortimento dos melliores e inais novos gneros que tcm viudo ao mercado e por prc-
cos sempre commodos, lauto cm grandes jioreoes como a retalho.
Latas com peixe em postas savel, sal-
mao, selaionete, congro. goraz, par-
go e outras muitas qualidades limi-
to bem preparado a 10000
Ditas com ameixas franeezas a libra a 10000
Ditas com biscoutos inglezcs de va-
rios ttulos jamtonovos a 10500
Ditas com figos, peras, pecegos, gin-
gas, alperxe c outras a 600
Ditas com ervilhas novas a 640
Ditas com marmelada a 640, 960 e 15280
Ditas com massa de tomate a 640 e 10240
Cli u\im o .melhor neste genero a
20800 e.....30200
Dito hvsson muito superior a 20800 c 30000
Dito dito a 20, 20400 e 20600
Dito preto de ara branca a 20000
Dito do Rio ein latas a 10300,10600 c 10800
Doce de goiaba caixaoa 300,640,800e 10000
*W) Linguicas do serto e carne a libra 320
^* Cboarieu e paios de Lisboa e presun-
to de Lamego.a libra a 300
Presuntos inglezes para fiambre a li-
bra a ......800
Queijos do reino mu i lo no vos (cober-
tos) a......20300
Massas para sopa, taiharim, macar-
rao, alelria, pevide e estrelinlia, ar-
roz de massa, rodinha a libra 500
Arroz da India a arroba 30200 e do
Maranhao 30500 e a libra 120
360
300
480
640
800
20000 m
Gaf do Cear a libra 320 e do Rio a
280 e ,.....320
Dito dito a arroba a 90300,90400 e 80300
Vinhos ha novo supprimento.
Vinho da Figueira da propria uva a
Dito dito a 400 e
Dito de Lisboa de boas marcas a 400 e
ilo branco proprio para missa a 480,
560 e......
Dito tinto do Porto, menezesj chamico
duque e outros em pipa a 640, 720e
Ditos genuinos engarrafados com os
nomes gravados dos autores as
garrafa* a 10200,10500 e .
Scrvejas, champanhe, licores, cognac e
BordeauZ e outros lquidos que se
vendem baratissimos
Bolachinha ingleza a 20 a barriquinha
c libra......
Dita de araruta doce c agoada biscou-
tos etc. a.....
Caixas com 2 arrobas de batatas novas
a arroba a.....10280
Genehra de Hollanda frascos grandes e
pequeos a 640 e ...
Dita de laranja aromtica a
Manteiga ingleza flor a 720 c
Dita mais abaixo a 600 e .
Dita franceza nova em barris e meios
a 600 rs. a libra e .
Dita em barris de 22 libras a
e arroz
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar denles artificiaos^tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacocs as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Calcado fiaiucz. na luja do vapor,
Xov n. 7.
ra
te
o
K
se
P
s
CQ
digno de attencao os novos sorti-
mentos de calcado" francez, chegado
dita loja, e mui especialmente as mo-
dernas botinas com differenles e novos
enfeites para senhoras e meninas.
If A \< O l \ I AO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pcrnambuco
Antonio i.uiz de Ollvelra
Azevedo A C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial cm Lisboa, e agencias em Fi-
Stieira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
eal, Regoa, Vianna de Castello, G mua-
nles, Barcellos, Lamego, Govilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Ilha da Terceira, Ilha de Faias, Illia da
Madeira, Villa do Conde, Valonea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cai'to-'s de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
CartSes de visita
Cartoes de visita
Candes de visita
Cartoes de visita
Candes de visita
80000 a
80000 a
80000 a duzia
80000 a duzia
80000 a
80000 a
80000 a
80000 a
80000 a
80000a
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
duzia
COMPRAS.
Compram-sc dous ornamentos sebatos en-
carnado e branco, verde e rxo, que estejam em
! bom uso, com os seus pertences, calix, missal e
pedra: em casa do sachristao da ordem terceira
de S. Francisco. _____________
Compra-se cen milheiros de tijolos de alve-
naria grossa, a dinheiro, sendo de boa qualidade :
j a|tratar na ra da Matriz da Boa-Vista, casa n. 54,
. esquina da ra Velha.
vende-se
Piche no armazem da bola amarclla da ra do
Imperador.
Assucar do Monteiro
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo o.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5fl600 aarroba.____________________:-
Vendc-sc urna boa preta com idade de 30
annos, pouco mais ou menos, cozinha e engomma
perfeitamente, e d-se para esperimentar, a figura
nao boa, porm urna boa escrava para o servi-
S3 de qualquer casa : na ra do Qucimado, loja
e miudez&s da boa fama n. 33.
\0 ARMAZS199 fAZLV01S MJfS
DE
*iTO* COEMt
loa do Qariam*) w. ff.
vende-se egmlnte:.
Cobertas
de chita da India, a 2:ooo rs.
LfactfS f pMW
de linho, a 2:ooo rs.
Leneoes de brasaasrte
de linho, de um panno so, a 2:8oo rs.
Taalhas alcfhwda
pararnao, pelo baratissimo pre? deS:ooo
rs. a duzia.
HnawMhfeai
de seda para meninas, pelo baratsin pre-
00 de 4:ooo rs.
L*em de seda
pelo barato preco de l:ooo rs.
Saias de fasta*
pelo baratissimo preco de 5:5oo rs-.
Lencas ir ramln lia
brancos finos, proprios para algibeira, taba
a l:8ooc 2:ooo rs.
Leseas de tama
finissimos, proprios para algibeira, pelo ha-/
ratissimo preco de 2:ioo rs. a dmia.
Cedes de caira
de ganga mesclada, de listas e de quadn*
Na ra do Queinmdo n. 43, esquim que Sj'T^T' Po barafesin prfro te
volta para a Congregago ; pechtncha. >-*|'(ite.
Paletots de casemira a 30, 6, 7, 8, 12 e 140, areras de amadapolam
ditos de panno preto e azul a 90,10,12, 16 e 180, largo superior, pelo baratissimo pre$a de
ditos sobre-casacos de panno muito lino por 240 e 8:000 rs.
Pecas de bretaaha
lo varas, pelo barato piw> de
ATTBNCiO.
Vendem-se titulos de divida de 3,.J7,307 rs.,
sendo a principal do debito de Manoel Jos Leile,
logista, qne leve eslabeleciinciilii na ra do Quci-
mado com a casa de James Crabfree k C, en li-
quidaco, sendo para fechar contas e logo se ai-
nunriar mais ontras dividas: na na do Trapiche
n. 19.
ROPA
28-, ditos de alpaca preta e de cordao a 40, 5, 6 e
70, calcas de casemiras de crcs a 30, 6, 7 e 80,
ditas pretas a 60300, 8, 9 e 100, .paletots de fustao
e ganga a 20, 20800, 3 e 40, calcas e colletes de
todas as qualidades e por preco muito barato, len-
ces de puro linho a preco de 20800 e 30, cober-
tas de chita a 20240, collarnhos de linho puro a
600 rs. cada um, c outros muitos objectos que s
a vista ; c para isso se pede a attencao dos fre-
guezes.
Espirito de vinho.
Na ra do Lotovello n. I vende-se espirito de
vinho de 38 graos a 240 rs. a garrafa, e cm cana-
da a 10600.
tara engenh>
Vende-se urna meia moenda de ferro nova com
- Compra-se urna ou duas vaccas paridasha rod,e,es de ferro< 2f08> ,,r01lzcs ? ldos f
I! pouco lempo, ou que estejam prximas a parir : i pertences nara magem de canna, assun como 4
na Estrada Nova, primeiro sitio depois da primei-' tlxas de ferr0 coado de 5> ? e ? I*08 de *000*
ra bomba a direita. Pr inenos preco que em pnmeira inao : a tratar
i com Antonio Gomes da Cunha c Silva na ra da
200
320
900
10000
800
640
Ainda est para alugar-se o sobrado na ra
dosCoelhosn. 10, onde morar a m os padres lasa-
ritas.
O bacbarel Francisco Augusto da Costa tem
estabelecido o seu escriptorio de advogado na ra
do Imperador n. 69, onde pode ser procurado das
9 horas da manhaa as 3 da tarde. Encarrega-se rador.
de questao nos termos do Cabo, Escada, Ipojuca, -
Agua-Prcta e Olinda.
Compra-se um mulato de idade de 16 20
annos, proprio para pagem, c urna negra que cosi-
nhc e engomme bem, na ra da Cruz n. 1.
Conipra-se
Cobre, lalao e chumbo velho. no armazem da
lila amarella, no oilao da gaz da ra do Impe-
Cadeia do Recife n. 50.
Fariilia de mandioca
cm porcao e a retalho : a bordo do palhabote D.
Luiz I, ancorado junto ao caes do trapiche Baro
do Livramento, no Forte do Mallos.
Compra-se efectivamente ouro e~ prata em em saceos
Neste estabeleciraento ha sempre saceos com farinha, milho, fejo, farello
casca, tudo da melhor qualidade e por menos do que em outra qualquer parte.
640 .
40 M
df
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer
cr, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar._____________
Ao n. 29.
Nova loja dos barateaos, ra do Quemado.
Laas de ultimo gosto, covado a 40 rs.; organ-
dis de padroes lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
loes de arcos o melhor possivel, a 30500, 40 e 5 ;
alpaca de linho para vestidos, covado a 240 rs.;
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;
cambraiela muito fina, peca de 12 jardas a 70 ;
obras velbas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Vende-se superior carne do sertao propria
para a boa feijoada e frigideira : na ra do Vi-
! gario n. 13.
m
V. V.
'.: v.
V, 'i
7y*'fi v-V^ ^VJ #Yf*
r ; :
! A Jfc
.3r.
Aluga-se um sitio na estrada dos Afllictos de-1
fronte do neceo do Espinheiro -com boa casa u-ii-
do esta 2 grandes salas, 1 ptimo gabinete, 2 gran-
des quartos, dispensa e grande cosinha, e ao lado
coxeura e estribara para 2 ou 3 cavallos, cacimba
com excellenti' agua de beber c bastantes arvorc-
dos de fructos de boas qualidades que diio abun-
dantemente : a tratar na ra larga do Rosario n.
18. primeiro andar.
No dia 8 do corrente. depois de linda a au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara, tem de seren arrematadas quatro casas ter-
reas e seis .escravos por execucao de Ballhar &
Oliveira contra Joamu Maria* das Dores, como
herdeinde seu filho Jos Fernaudes da Cruz.
Pedc-se ao Sr. bacbarel Manoel Firmino de
Mello que tenha a bondade de vir se entender com
a viuva mek'ira do casal do fallecido Joao Henri-
que da Silva, relativamente a parte que vendeu
do engenho Queimadas, ao Sr. Dr. Fernando Ann-
so de Mello : pde-se dirigir a ra do Crespo nu-
mero 7, loja.
Na ra de Crespo n. 20, esquina, existe una
preta para alugar excellente engouiinadeira e co-
sinheira.
PrecL e ac as compras para urna casa de pequea fa-
milia : quem livor dirija-se ao caos do Apollo n.
17. segundo andar.
Luiz de I'inlio lavaros, tendu de retinu'-se
para o sertao a Halar de sua salido, tem justoe
contratado eom o Sr. Joao Luiz dos Santos a venda
Jo sua taberna sita na ra do Codorniz n. 3.
iiiminuade:
Aeademfea de .\ossa Wenhora do
Bom C'oinselho.
Eiu virtude do disposlo no art. 29 do compro-
misM oonvido a todos os irmaos para no domingo,
9 do corrente, as 10 horas da manhaa, comparo-
eerem no consistorio desta iimandade, onde, de-
pois da missa do costumo. se proceder a eleicao
da nova mesa administrativa que tem de reger a
iiinandadede sotembro do corrente anno a setem-
bro do auno vindouro.
Consistorio da innandade acadmica de N. S. do
ftom Conselho 6 de agosto de 1863.
Manoel J. S. Patury.
Secretario.
Instrnc^o publica.
A primeira escola publica de instrucoao ele-
ni-iitar do 2o grao em Santo Antonio presente-
mente funecioua na ra Bella n. 40.
Perdeu-se urna puiceira de ouro desde a ra
v da Cadeia, caes do Apollo, Boa-Vista, ra Velha,
>oa do Sebo at a Tamarineira : quem a tiver adia-
do cquizer restituir leve-a loja de Andrade <$!
Rogo na ra do Crespo ao voltar para S. Francisco
que ser gratificado.
Offerecc-sc urna ama para casa de homem
solleiro ou pouca familia : na ra do Sebo n. 35.
f- Aluga-sc o primeiro andar da ra estreita
do Rosario n. 22 : quem pretender dirija-se ao
segundo andar do mesmo.____________________
Offerecese um rapaz brasileiro de boa con-
duela para caixeiro de trapiche de moldados que
entende perfeitamente dos mesmos : quem preten-
der, annuncie por este jornal para ser procurado
Precisa-se do um feitor para um engenho
distante desta praca oito legoas: na ra da Impe-
r.itriz n. 32. __________________
Heraclio Vospasianno Fiock Romano,compe-
v ntemente aulorisado pela directora da instruc-
oao publioa.tom aberto um curso particular de geo-
v-tria e geographia : os senhores estudantes que
.se quizerem matricular as referidas materias,
podem ilirigir-se ra do Cabug n. 3, primeiro
andar, das 9 s
0 da tarde.
i 1 horas da manhaa, e das 3 s
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gautior, cirurgiao dentista,
faz todas as operaeoes de sua arte, e col-
loca denles artificiaos, tudo com superior
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
dida lhe recorihecem.
Tem agua e pos denuncio.
Alugaro-se a loja do sobrado n. 193 e armazem
n. 171 da ra Imperial, o armazem n. 4 da ra dq
Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos; na ra
da Aurora n. 36.
Joao Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz seiente ao publico, com
especialidade aos seus clientes e amigos que mu-
dou sua residencia para a ra da Praia de Santa
Rita Nova n. 49, onde moran o Sr. Dr. Buarque,
engenheiro da estrada de ferro, onde sempre acha-
nto, das 6 s 9 da nianhaa, e das 4 da tarde ein
diante.
3"* O rebolo branco da ra do Rangel
n. 18, est preparado com 16 rebolos e um de
amostra para amular todo o ferro corlante, assiin
como tem a fiadores de corlioa da trra superiores
aos vindo de fura, ensina cmo se deve sentar a
navalha no afiador, pode ser procurado a qualquer
hora.
Quem precisar de uiiicnsiiilieirn mi criado
para todo servioo de una casa, dirija-se ra do
do Cabug n. 3* segundo andar.
Milho, arroz c farinha.
Vendem-sc saccas com milho, ditas com farinha
de mandioca, ditas de arroz com casca, a bordo da
barcaca Segunda Olinda, chegada do Penedo e fun-
,, dcada'no caes do Ramos: a tratar a bordo, ou na
cassa lisa pelle de ovo, pe<-a de 1! jardas a 70oOO. rua Direitan. ^ padiU.ia ue Antonio Alvcs (le Mi.
randa Guimaraes.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros, rua do Quemado.
Paletots de merino setiin, fazenda de custo de
200 por 100 ; ditos de alpaca preto a 30200; brim
branco lona, vara a 640; brim de cores para cal-
ca, covado a 480 re. ; camisas ram pnilns do Mlstao,
10600; chapeos de sol de alpaca, a 30300.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros, rua do Quemado.
Para acabar.
Bicos preto de linho, vara a 120, 160, 240 e 320
rs.; ricas franjas c trancas pretas e de cores, vara
a 120,160 e 200 rs.; trancas c galoes de laa e de
algodao, pecas de 10 e 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e grosso, peca a 160 rs.; vestidinhos de
cambraia liordados, para baptismo, a 20.
Cxcuang.
Vendem-se tres casas e um sitio com baixa para
capim. tendo boa cacimba de pedra e cal, alguns
arvoredos, ou hypollicca-se sobre a quantia de
1:000 : quem pretender, dirija-se ao Cachang
para tratar com o seu proprietario Francisco Jos
Ferreira.
Vende-se urna preta de 22 anuos de
idade, sabe engommar, cozinliar, lavar e
cozer; quem a pretender v rua do A-
morim, n. O. que achara com quem tra-
tar.
Farinha de mandioca
grandes a preco muito. em contal: no
trapiche do Cunha no Forte do Mattos.
Vende-se um mulato de idade de 22 anuos,
excellente copciro', muito fiel e sem vicios, pro-
prio para pagem de algun estrangeiro ou outro
qualquer que pretenda : a tratar na rua Augusta
numero 29.
de rolo com
3:2oo rs.
Pecas de
de salpicos, fina, com 8 12 varas, pHu ba-
rato preco de 4:ooo rs.
AtMlkadM de linh*
com 8 palmos de largura proprio para loa-
Iha de meza, a 2:5oo rs. a vara.
Toalha
de linho para meza, a 3:ooo rs.
Barege
de, lindos gostos, pelo barato prec., de Me
rs. o covado.
Lstcira da India
propria para forro de sala, de \,r, e 6 pal-
mos de largura."
E MUITO BARATO.
Na rua do Qucimado n. 10 loja de Fer-
ro 4 Maia vende-se laa matisada a 200
rs. o covado, chales de touquim a 6, 7
80, ditos de la e seda a 10800.
Vendem-se o vacca
H1
Rosarinho sitio da Capclla.
as pretowlor f quiier rei e ti .Hu
! vaccas
ker r*ci
paridas, do pasto
Scllins inglezcs
chocados casa de Izidoro, Netto & C,
Cruz n. 2.
rr
?W
Aluga-se a casa torrea da rua Imperial
66 : os pretendentes diriiam-se Caixa Filial.
l'nvisa-se de urna* ama de leite,
mas que tenha, quando muito at t
mezas decorridos na criacao de que
se ache encarregada: na rua estreita
do Rosario n. 31,3o andar, por cima
"o armazem de trastes do Sr. Mo-
re ira.
. RELOGIOS,
Vende-se em casa de Jolinslon Pitar -
MC, rua do Vigario, n. 3, um bello sorli-
! ment de relogios de ouro patente in-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
; bonitos h'ancellins para os mesmos.
Vende-se urna mulata de idade do 24 anuos
. pouco mais ou menos, tendo as habilidades seguin-
I tes : sabe bem engommar e cosinha o diario de
i urna casa, lava muito bem, fiel, nao tem vicios
i nem achaques e vende-se por preco commodo prc-
ferindo-sc vender para fora da provincia ou nes-
Nao me sendo possivel permane-
cer em rasa lodo o dia para satisfazer
s consullas medicas daqnellesque me
procuran), por quanlo tenho doentes
de minlia clnica, a qoem de>o mius
cuidados, seu (breado a declarar nova-
mentequeso me e permiido dar con-
sultas das 6 s 9 horas da manlia, e, em
casos urgentes, das 3 s 5 da larde.
_______Dr. Joaqun! d Aquino Fonseca.
Aluga-se em Olinda o sobrado n. 3 na rua
de S. Bento com a sua competente loja e quintal,
tem bastantes commodos para familia e aluga-se
muito cm conta, principalmente se a pessoa que
alugar quizor fazer alguns pequeos concertos que
precisam fazer-se, descntando-se a respectiva
despeza nos alugucis : para tratar no Recife coin
Claudio Dubeux, rua do Imperador n. 43.
SHSirStref i^m^i?5t "i0 l'ara a,-m" ""Kenho (pie nao seja perto da el
^MlMlMI 1B1M&!1 dado: o motivo dt-sta venda se dir aocomp
Club Commercial.
Os Srs. socios do club Commercial sao convida-
dos para reunirem-se no dia 8 do corrente por vol-
ta das 6 horas da tarde afim de deliberaran sobre
assumpto de importancia.
Um socio.
ALUGA-SE
Na rua da Gloria n. 89, aluga-se um moleque ex-
cellente cozinheiro.
Club coninierelal,
Pergunta-se a nobre direeoo, em nome de quem
c feito o convite que se l no Diario de hontem ??...
Se qualquer socio se acha autorisado a convocar
publicamente umareuniao da sociedade?? Adi-
reccao ignora por ventura que rcsponsavel pela
sociedade ? ou ser isto principio da anarchiar
_____________Um socio ligueiro.
Arrenda-se o eugenlio S. Cae-
tano sito na comarca do Cabo, tem
esta proprledade excelleotes tr-
ras para plantaces de canoas, ro-
cas, ele moldo por agua e dista
da estaca da va frrea apenas
meia legua ; quem 9 pretender di-
rija-se casa do fallecldocommen-
dador Luiz Gomes Ferrelra ao Mon
dego.
?^g!|gi[-jisjjjglj^ji^ |jajrr5il|S)|5||-|E|}iS{
j^f Joao da Silva Ramos, medico pela U111-
x versidade de Coimbra, d consultas em
I sua casa, na rua Nova n. 30, das 8 s 10
l limas da manlia. o das 4 s 6da tarde, e
85! recebe egualmente convites para dentro
}@t ou fra da cidade, com o fim de se enear-
J^ rogar do qualquer servioo de sua prois-
Jtf Os chamados devero vir por osoripto.
Precisa-se alugar um moleque de 10 12 an-
nos : por traz da Concordia indo pelo beceo do
Pocinho a virar na beira do rio primeira casa sem
numero, junto ao sobrado da esquina.
em Oliuda no Varadouro
se dir.
comprador:
taberna de Antonio Ledo
Vende-se um grande terreno com cercado, c
ptimo para fazer-sc um excellente sitio em Jaboa-
lao a margem da estrada da Victoria c contiguo a
povoacao de Santo Amaro, contendo igualmente
terreno para plantacao : quem a pretender para
tratar, dirija-se ueste cidade ao terceiro andar da
casa n. 46 da rua do Imperador.
PINTURA.
Vende-se na rua de Joao Fernandos Vieira. sitio
de grados encarnadas n. 7, um excellente e delica-
do cavalinho alasao.de boas carnes, muito novo, o.
mais pequeo que se peder encontrar nesia aspe-
ci, muito proprio para menino pelo seu diminuto
tamaito, boniteza e mansido.
MUDANCA.
0 rival sem segundo mudou o seu estabe-
lecimento do n. So para o n. 49 da mesma
rua e continua a vender cm todas duas lojas
as miudezas abaixo declaradas e queiram
prestar toda attenrfio:
Sabonetes inglezes muito finos a
loo e......... 100
Frasco d'agua de colonia peque-
o muito fino...... 400
Dito dito grande muito superior. .'iOO
Frascos de macassar perola a. 290
Ditos de macaca oleo a. 100
Frascos de oleo Barbosa a iO,
320 e......... 420
Dito dito muito superior a 500 e 40
Dito do banlia muito fino a 400 e .*00
Frascos de Lavande muito superior. 999
Garrafas d'agua celeste muito su-
perior a........1 ?>000
Tinta branca de massa muito nova, em la- Frascos de cheiro muito Anos
tas de 28 libras para casas, para navios, para
a companbia do gaz, a 2oo rs. a libra: rua
larga do Rosario n. 34.
Club commercial.
_ Ha vendo una directora constituida legalmente,
nao podemos aceitar convites de quem quer que
seja......para reunioes de assumptos de importan-
cia, quando estes nao partirem da mesma direccao.
_________________Alguns socios.
Agencia geral das provincias no Rio de Janeiro.
Antonio Francisco Bandeira, estabelecido ha lon-
gos annos no Rio de Janeiro, encarrega-se por si
e por pessoas que para isso tem habilitadas, de
procurar o andamento e realisacao de todos e
quaesquer negocios commerciaes, civis, ecclesias-
ticos e administrativos. O annnnciante oferecen-
do ao respeitavel publico desta provincia os seus
bons officios, garante-lhe zelo, actividade c dis-
cripcao : qualquer pessoa que queira utilisar-se
dos servicos do annunciante, pode dirigir-se-lhe
directamente por carta. Rio de Janeiro 2 de |u-
Iho de 1863.
Quem precisar de um criado ou um cozi-
nheiro, dirija-se a rua Nova n. 48.
Michelangelo Lacorte, subdito italiano, reti-
ra-se para fra do imperio.
F. Souvage A C, administradores da massa
fallida de Diogo, Filho & C, convidam aos credo-
res para que no termo de 8 dias do presente an-
nuncio apresentem os seus titulos afim de serem
verificados c classificados, visto como depois desse
termo tem de darem por fmdo dito trabalho com
os que tiverem sido apresentados.
Cortes de fantasa, a GJJ, na
loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia fanta-
siadas a seda, pelo baratissimo preco de 6$;
ditas, a ift; ditas, a 3#500: s na rua da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Vendem-se globos de louca lindamente vi'
drados, proprios para collocar por enfeite em cima
dos parapeitos das frentes de propriedades, assim
como ricos vasos para flores, e pinnas para afor-
moseamento de jardins : na rua da Praia n. 36.
Lava-e e engomma-se com asseio e por pre-
co commodo : na rua da 8. Bom Jess das Cnou-
[asn. 18.
Cal de Usboa e potassa da
Knssia.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos c
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
outra qualquer parto.
INJECCAO BROAV.
o
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, rua da Cruz n. 22, pre-
O L1VHO DO POVO.
Segunda edico mais correcta, ornada com
27 estampas, e augmentada com 48 paginas
de texto, contendo: a vida de Nosso Senhor
Jess Christo, fbulas, o vigario, o bom ho-
mem Ricardo, quadrupedes uteis, o profes-
sor primario, moral pratica, Simo de Nan-
tua, mximas e sentencas, hygiene, receitas
necessarias, o Brasil: vende-se na livraria de
Manoel Figueira de Faria & Filho, praca da
Independencia ns. 6 e 8, a 600 rs. o exem-
plar em brochura, e a 19 cartonado.
BARATO.
Saias a balo com 16 arcos, chegados pelo Flo-
rida, pelo baratissimo preco de 28O0 cada urna,
laazinhas de gosto inoderno a 380 e 400 rs. o co-
vado : s na rua do Quintado n. 43, esquina que
volta para a Congregacd.
OOe......... 800
Ditos de banha pequeos muito fina. 200
Dito de opiata pequeos. 200
Thesouras muito linas para unhas. 400
Grvalas de seda de cores iOO
Luvas brancas de algodao ... 100
Caivetes de 2 folhas%uito finos 320
Caixas de colxetes francezes e car-
toes ......... 40
Grampos de caracol e lisos. 40
Caixas de vidro com 12 dedaesde
metal......... 320
Massode palitos lixadospara denles. 160
Grosas de botoes de ac para caifa. 320
Caixas com 6 frascos de cheiro. 1-5000
Escovas para cabello muito finas 640
Carteirasdemarroquimmuitofinas. 640
Pecas de tranca lisa encarnada. 20
Tinteiros com tinta muito superior. i 60
Ditos de vidro com tinta mais in-
ferior......... 100
Cartas de alfinetes francezes 40
Cornetas de chifre para meninos 80
MOVO Hl VAL
LOJA DE MIUDEZAS
Ruado Quemado n 16.
Massinhos com 27 grampas sonidos a 30 r.
Uixinhas com ditas a 60 e 80 r*.
Pecas de tranca de la lisa encarnada a 20 rs.
Ditas de dita de caracol de laa de rorr* a 60 n.
Ditas de dita de caracol branca a 80 rs.
Ditas de dita de caracol mesclada a 1001*.
Ditas de fita trancada para debrum a 80, IO-
160 rs.
Fitas eeordoes para enfiar espartilho a >. W
120 rs. wm
Caixinhas com 18 mm de cokh..ies a J ^
40 rs.
Cartoes com 14 paro- o> dito a 40 r-.
Ditos com 25 paros de ditos a 60, 80 e IOO r-.
Pares de luvas de montara para homem a
o 15000.
Ditos de ditas de seda para senhora a 600 e W*.
Ditos de ditas de Escocia para senhora a JOO a
400 rs.
Pocas com lo varas de franja para cortinado a
Vara de franja de seda preta c le cores a V\
600 e 800 rs.
Dita de tranca grega de seda em caracol a 2t,
400e 600rs.
Dita de bicos erendas brancos c pretos a IOO,
140 c 200 rs. C~
Dita de galij^.rancos lavrads a I20 e l*i> r-
Oitava de rdtroz pretu enm a M r-
Escovas para denles a I60 e 400 rs.
Gravatas de seda modernas a 240 e 300 rs.
Lindas citpellas para meninas e noivas a lt->)
c 3000.
Duzia de caixas de |>h<>s|ihoros a I6u r-
Pentos de alar cak-llo a 40. I6U e 24 i-
flaixnhas de lamparilla^ m ten MM i i -.
Resma de papel almaoo liso a 2-J50O o 3.
Dita de pa|K>l de \*-*'< pMtan a .tiioi
Caixinhacom IO anvclofies a 8on
Dita de lacre a 200 e 400 r-.
Dita de obreias de massa o ti- oirfa a m>
120 rs.
Din de nennas do lanca o calvgrai^M-as a aiji) ;
i#aoo.
Fia Lapis azues e enearnadm l.ioi-
Duzia do lapis de pan a N o I2II r~.
Dila do lacas o garfia brancn< |-
Massosde palitos-lixados superiores a 280.
Tesouras diversas a 80, tt^. MI ;?>
Ditas anuales de Guimaies para alfai.
o 15-
Atacadores de curnalina para palelot a i
Duzia de canudos de pomada do Porto a 28.
Frasco de tnacassarjioia ;i Mte HA
Dito de I'atclioix a :ni rs.
Ditos grandes com agua d<< colonia a "*n e mnt
ris.
Diios com eslractos linos a |ty
DiUis com banha franceza a 300 1-3.
Caleadeiraa do cbre a 120 r-.
E muitos outros objectos. ludo barato.
\CHd>m-! prios para baliuleiros a 1$280, la ra
das Cruzes n 4 i.
PAPEL
de cores para listas de eleltmres
A agnia branca suppTn* que nao faz mal em ofle-
recer aos alhlotas uns |.acotes com 254 tollias .lo
papel do coros, (pie podo servir ptimamente para
lisias de eleitores, o tanto melhor por cnstar cada
pacote o diminuto preco de 14500. e ser cada nm
de urna s cor, o que difficil de encontrar a n
ser na rua do Qucimado, loja d'aguia branca n. *
Xa mesma loja tambem ha de outras qnaMadr*.
branco c azul, assim como anvetopes.
Mais barato nao pode ser.
Lindas cassas franeezas de cores miudinhas, de
superior qualidade a 200 rs. o covado : na loja
das columnas, rua do (Crespo n. 13, de Antonio
Correia de Vasconcellos A C.
Vendc-sc a armaoao com todos os pertences
c gaz da taberna da rua da Lingocta n. o : a tra-
tar na rua da Cruz n. 36.
Cal de Lisboa
a mais nova do mercado : na rua do Vigario n.
19, primeiro andar.
GAZ.
No armazem de louca da porta larga, rua larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com 8 galoes de
gaz a 129, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em conta; garante-se a qualidade.
RETRATOS
DO ARTISTA
FSfida) fMyo,
.Ntidamente ljtographadf em Pars imam ara
paquete Vjvarrc.
Preco de eada retrato I4*9J9).
Vende-se na loja de livros ao p do arce de
Santo Antonio.
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE LOW-MOOH.
lina da Scazalla aoa a. 41
Neste estabelccimento contina a
um completo sortimento de moendaa e i
moendas para engenho, machinas de
e tachas de ferro batido e coado, de ledos es
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas san
lavar roupa: em casa de S. P. Johnstoo & C,
rua da genzalla Nova n. 42.
Vende-se na rua dos Guararapes a as, ana
bom escravo proprio para o serrien de armmnai
ou de sitio, 4 carros de carregar gneros, em ama
uso, nm terreno com 10* palmos de frenas 3S
de fundo, com porto de embarque, simado na ma
do Brum.

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r**,!^Rr,
' IUfH '""*
V

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lajurk de Peanmiubuto >atbdo & 4e Aato de i.S3.
NOVA EXPOSIQUO
Da loja do Pavo, de fazendas bara-
tsimas.
Neste estabelecimento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas do-se livros de
amostras, deixando fiar penhor, ou man-
dam-se levar era casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do PavJo.
Lias com 8 palmos de largura,
na loja do Patio.
Vendem-se laazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preoo de 10600 o
covado: so na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Cassas a OO rs. o covado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixaspelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.
Organdy, a 40 r*. o covado,
na loja do PavSo.
Vendem-se organdy decores matisado, fa-
zenda que val milito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs, o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
Alpakiiu ou gorgurao de linho,
ii 140 rs., so no Pavo.
Vendcm-se alpakim ou gorgurao de linho
proprio para vestidos e roupas de crianca,
pelo barato precd de240rs. o covado: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pa\3o.
Os manguitos e goliuhas do
Pavo.
t pechiucha, a 320 e a 100 rs.
Vendem-se goliuhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Lazinhas a iOO rs. o covado.
Xa loja do Pavio.
Vcnde-sc lazinhas de cordaoxinho de urna s
cOr; sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
cafe claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 300 rs..: s na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Com 8 1/2 varas, a 2:1)00 rs. vende o Pavio.
Pecas de cambraia transparente com pal-
minhas bordadas de cor, tendo 8 1(2 varas
cada peca, a 25500; ditas mais finas, a
35500; pecas de cambraia de salpico bran-
co com 8 Ij2 varas, a 40: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazcm do Pavao.
Novas casemiras a 2$fiO0 o corle na
loja do Pavo,
O Pavo vende os modernos ves-
tidos halo.
Mara Pia, sendo os
que tem vindo ao mercado,-
Acaba de chegar um grande sortimento de ca-
semira enfestada sendo propria para paletot,' cal-
cas e colletes, capas para senhora c roupa para
meninos sendo de todas as cores claras, escuras,
lisas c mcscladas : vende-se a 25600 o corte para
com barras Mara Pa, sendo OS mais calca ou a 1,5300 o covado por haver grande por-
modernos que que tem vindo ao mercado,-! cao, isto s na ra da Imperatriz n. 60 loja e arma-
com a saia de um s panno, tendo bastante ni-do Pavo.
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 30500 cada um: esta pechincha
so existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
\ova peehincha de las enfesta-
das a loo rs. o covado.
Si o Pavo.
VendeHHse lazinhas enfestadas transparentes
com deltedos padroes sendo de urna s cor com
listras e quadrinhos e vendem-se a 408 rs. o cova-
do : na laa do Pavo ra 4a Imperatriz n. 60 de
i .anu A Silva.
Cortes de cambraia, a 2#.00.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancoscom
babados, a 20500; ditos, a 40; ditos com
barras-e babados dc^eda, a 30, 30500 e 40;
sama da Imperatriz n. 60, loja e arraa-
aem-de Pavo.
a
corte* de cambraia chineza,
4, na loja do Pavo.
Vendem-se ricos-cortes de^ambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 40 ada corte, tendo bastante
fazenda para um
O Pavo vende a 9$ e 3#500
cortes de 13a, a 30 e 30500; ditos com 22
covados, a 50: s na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavao.
GRANDE LIQUIDADO
de fazendas para apurar dinheiro, por
baratissimo preco na loja e arma-
zem da Arara ra da Imperatriz ii.
56 de Lourenco Pereira Alendes
Gnimares.
ALERTA HtF.i;VKZi:s, \ 300 RES.
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o ovado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs,, lencos braacos finos a 200
ts. cada um ; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras com lo-
que de mofo a 20000, ditas limpas sem
vestido: isto s na ra da mofo a 20500 e 30000, cortes de cassa de
cores de barras a 20000, ditas de cassa pin-
tadas a 20000; na ra da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimares.
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Balees a :**.. s o Pavo.
Vendem-se bales americanos que sao os
melhores, tetado-80 aros, a StfOOO- Hit.-..-
.le 30, a 40500; ditos de 40, a 50; ditos
de bramante, a'30500 e 40; ditos para me-
Vmas, a 20 e a 30: s na ra da Impera-
triz n. 66, loja e armazem do Pavo.
Cortes de chita, a *#.Of>. na
loja do Pavo.
Vendem-se cortes de chita com 12 1]2 co-
Organdvs da Arara a lo.
Vendem-se organdys fines para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para "vesti-
dos a 280 rs. o covado; na ra da Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muflo finas c lindos
vados cada um, a 20500; ditos cora 10 cova- arennos a 400, 440, 500 e 640 rs. o ara-
do, a 20; cortes de cassa miudinha de co- (lo> chaly muit0 fm0 a m T& Q cova(]o; na
res fixas eom 10 covados, a 20; ditos de
organd mathisado com 30 covados, a
20400: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
. %s casemiras do Pavo pechin-
cha a .#.
ra da Imperatriz
Guimares.
n. 56 arara de Mendes
Roupa feita da arara.
Vende-se costumescompletosd'uma fazenda
chineza por 124 oo.stume, paletots de brim
a 20500 e 30000, ditos de meia casemira
Vendenw n.riesdecasimirafranceza para escura a 40 e 40500, paletots linos a 64508
alea, fazenda mudo fina, padroes claros e' ft 80000, calcas de meia casemira a 30000,
escaros, a 50 o corte: so na loja do Pavo, ditas linas 50500 e (50000. ditas de brim a
Eutreineios da arara.
Vendem-se pecas de entremeios transparen-
tes a 10, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 10280 e 10600 a peca, cortes dela
Maria Pia a 40, ditas de la chineza com
22 covados a 80, ditos de organdys com 15
varas a 80, ditos com 9 varas a 60500; na ra
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
Baldes da arara de iO
arcos
45--RUA DIREITA-43
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; spates
rasgados e quasi sem saltos___nem tanto f
Vendem-se os melhores bales que tem? quebradeira nodeve chegar at este pon-
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 30500 e 40, ditos de
brilhantina a 40500, bales saias de cordo
que faz a vez de balo a 20; na ra da Impera-
triz arara n. 56.
ENFEITES PARA SENIORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante ra do Crespo n. 7.
Sao chegados os novissimos e riquissimos en-
feites para cabeca, pois com a vista nao ha-
ver senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: s no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Linas te peliea.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
luvas dejouvin
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
'a to 1 Vinde ra Direita muni-vos de exeel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor.... attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 80500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........60000
Spates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Spates, Nantes, vaqueta, luslre'e
bezerro 2 solas......50000
Spates, Nantes, sola e vira.
Borzeguins para senhora, inglezes.
Ditos para menina, com laco. .
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e hornera,
tapete.........
Sapatos de borracha para senhora.
completo sortimento de _
brancas e de todas as cores; tanto para ho- dem dem para meninas,
mens como para senhoras: s no Vigilante Sapatos de lustre para senhora.
ra do Crespo n. 7. I dem de lustre s avessas .
40000
40000
30500
20800
800
10400
10000
10000
500
Perfumes.
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Piver; sendo
extractos essencios de todas as qualidades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-
lonia, vinagre virginal da sociedade hygieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
dentes, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e lodos os preparos para limpar den-
tes, leos de todas as qualidades para ca-
bellos, e mitras muitas cousas mais: s no
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tesouras e caivetes.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
padeiras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botes, tudo do
mais saperior que se pode encontrar: s
1 no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel 4e fantasa.
Tambe chegou um grande sertimeoto de
papel de fantasa branco, bordado e los
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
ran! enfadonho annunciar, que seus pre-
<;os sero por menos do que em outra
qsalquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Volantes e terinas.
Becebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e prateadas, bicoses-
peguelha o gales de todas as larguras,
vendendo-se tudo por preeos baratissimos
principalmente sendo em pcas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Betroz e linha.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, prcto, azul ferrete e cores sortidas, a
14,ooo rs. a libra, linha de miada de Boriz
e cabeca encarnada, que seus preeos sero
baratissimos: sno Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
Um Descobriniento Espantoso!
se
s
fe
i
s

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A
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S6
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6UO.
F*
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* cw


0 Hondo Srientifieo uqanimamente o approva.
QIEIHAM LER.
Te^do o BALIZA dado o seu balanco no ultimo dejunho pasaado, c dnn|ali re-
nova** o magnico sortimento de seu GRANDE ARMAZEM, chama peto pMi a
alinelo do respeitavel publico para os preeos dos gneros acate) nvknan, qu* em
verdade sao os mais razoaveis que se pdemachar, atienta a sua boa atento.
Soldado voluntario do batalho progressista, o BALIZA o lunnrn iki raca-
mento. Elle pede, pois, aos seus bons camaradas, que sao indos os mtonjM do fian
Ifevor de nao Ihe darem um minuto de descanco ohrigando-o atnadnttoa o da.
Desta sorteo BALIZA vivir contente econtentar tambem aos seus freguezes, tata*
do-lhes sempre generosamente, etalvezque ainda por preeos mais mu.
A (oiiiuosicao Auaraliiiita
Pfttoral de Kemp.
Vfrc esparo de muito t^mpo se ha uzsulo ei-
tnsamente cm Tampico para a cura de
TSICA pulmonar,
CATABBHO, STHMA,
BRONCHTTE, TOSSE CONVULSA,
CHUPO OU GARROTILHO, e
Inflaima9oes da Garganta e do Paito,
e isto eein um resultado to feliz c verdadei-
ratnentc assombroso o pao ou madeira d'uina
aore que chamao Anacauvit.4, c que s
se enoontra no Mxico.
A Compos9o Anacahuit a Peito-
ral de Kemp um Xarope delicioso, intei-
ramentc differente na sua composic,ao de
todos os mais Teitoraes e Expectorantes ma-
nufacturados de fructos astringentes, cascas
e raizes, &c., o mesmo nao conten nenhum
Acido Prussico ou outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias e affccqocs da garganta
c dos pnlnioes desappareccm como por um
mgico encanto, mediante a aceito deste in
comparavcl e irresistivcl remedio.
Ameixas em frascos de vidro, a I >;>(>0.
Ditas em caixinhas com lindas figuras, a
1/200 e 0400.
Ditas em latinhas, a I #400.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120
rs. a libra.
Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a I# e
I/200aancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 360 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 3$ a saca, com 20 cuas
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 6 e 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a 1(5 cada urna.
Araruta muito fiua, a 480 rs. a libra.
Batatas em gigos a 1 $380 c de 30 a 40 rs. a
libra.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo A- C, ra
da Madre de Dos.
SEM SEGUNDO.
FAZENDAS BARATAS
NA

roa da Imperatriz n. 60.
. na na da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
1'iislo do Pavo.
24500 c 3000, ditas
casemiras
de brim branco a 4$,
Vendem-se usto com lavr
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado ;
brim de linlio de quadrinhos pan roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; gangiielim
de urna s cor. a 320 rs. o covado; popelina
le la, de quadrinhos encarnados e pelos,
como team
.... ? ^ c 2'>(WHJ, (litas rdxas com SKperioies ohr.'ias .
linas a 2r>500, ddas de buho a 3-5000, ce-; Pares debotDes de puidios a .
roulas francezas a 14600, camisas de meia a i P'w le saj)aios de tranca muito finos
miudinho 800 e 1;>000; na loja da arara ra da Impe-L a 1fli0,
p,.<>nc o Hi9Q .i^ mMf recortadas com
e 1,>000; na .
ratriz n. 56 de Mendes Guimares. I ^4??
Oh? que peehineha a *40 rs. | C^/0Zt T' +? ^
Vendem-se chitas francezas escuras com pe- Maasos com superiore grampos a.
queno loque de mofo a 240 rs. o covado,
Rna do Qucimado n. SB, loja de miudezas de Custodio, t uivallio
.lose de Azevcdo Maia e Silva, est vendendo todas i & Companhla.
is miudezas por preeos que todos admiran), 27Ra do Queimado27
,^, Para vestido a 260 rs.
7q Fusto fino francez para vestido de senhora e
160 meninas a 260 rs. cada covado.
Cambraia.
1&800 > Cambraia organdys muito fina a 2i0 rs. o co-.
pan vestidos de senhoras e roupa de, meni- j ditas inglezas com pequeo toque de mofo
nos, a l# o covado : s na ra da Impera-, a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas
jz n. 60, loja e armazem do Pavo. com pequeo toque de mofo a 83000, pe-
i i n. .______- .------ cas de ditas inglezas escuras cores fixas com
tsRaletots datW.KMbnwurado a ^OOOrs.j nQ ^ dc m6fo com gg ^^g a
Vendem-se paletots e panno, sobrecasacas: 7,^500,' ellas freguezes antes que se a ca-
de panno preto muito bom e muito bem bem; na loja da arara ra da Imperatriz n.
feitas, a 123: sobrecasacos de dito, a 143;
paletots sacos de dito, a 73; calcas de cache-
mira da Escossia, a i ditas de casemira
preta, a 3#; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 7(J e a 33500; coletes de casemira de
i<)! e prela; paletot de casemira de cor,
a 73; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Corles
a 2:000, na
de cachemira da Escocia,
loja do Pari.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
36 de Mendes Guimares.
Hadapolo fraucez enfestado a
Mooo.
Vendem-se pecas de madapolo francez fl-;
Caivetes de aparar penas a.
Agujlieiros com agulhas a.....
Duzia de meias brancas para homem,
milito finas a.........
Duzia de meias para senhora, fazenda
fina a. ...........
Cornetas de chifre para meninos a .
Escovas para limpar denles muito finas.
aralhos de cartas para voltarete muito
finas a.........
Ditos portuguezas a 160 e.....
Frascos de agua de Colonia muito boa a
400 e............
Ditos dc oleo babosa a 240 e.....
Ditos com superior oleo de macaca a .
Ditos com superior macaca perol a
no enfestado com 12 jardas a 43 e W5(X)>,P^^P^*^^tfansParentea
dito inglezes fino de 24 jardas a 73, 83, 93,
e 103000, peras dc algodo encorpado a 43
4,3-OO, H e 63; na ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320,300
para
Ditos com saperior cheiro a.
Ditos com superior agua celeste
cheiro......
Trancas de algodao brancas e de cores a
Gaixas com superiores obreias de colla.
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a. .......
Grvalas de seda de diversos gostos a -
Tinteiros de vidro com
pada imitacSo de casemira, tendo padroes |e 400 rs. o covado, riscado francez a 280 J^ l^lS^ Kod^T a "
escuros e alegres, aiancando-seque nao des- rs. o covado, aberturas para camisas a 240 Carriteis de linha com loo jardas, bran-
bota, a 23 o corte para calca, ou580rs. oco- rs., ditas de linho brancas a800 rs. ocova-
l^oOO
700
40
80
80
15600
35600
80
200
320
300
300
300
100
200
800
6O0
15600
80
80
500
300
160
100
vado.
Calrinhas
e meninas, pelo
barato preco de
vado para paletot, cole|e etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo enfestado,
francez, com 20 varas, a 83; ditas com 12
ardas, a 43; dito inglez muito fino, a 73,
73500 e80; ditos muito superior, a 103;
ditos de 40 jardas muito fino, a 43800 e a
34600; algodozmho moito encorpado, a
43800, 5,jl500 e 63; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 13 a vara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 3#500; ditas com 12 varas, a 7$:
Pechlncha, a 500 rs. o covado.
o pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do P*v5o,
ra da Imperatriz n. 68, de Gama 4 Silva.
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara; na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 23, cortes de brim para calcas a
13 e 13220; na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as eolias.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a83O0O, ditas de fusto a 5,51000, ditas
de chita a 23000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a H, 13120, 13280 e 13600 a vara; na loja
da arara ra da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares.
Arara vende manguitos a
*000.
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
241 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senhoras a 400 rs.; na ra da Impe-
ratriz n. 56.
ca a
Fitas e cordoes para enfiar espartilhosa
Caixas com clcheles francezes superio-
res a. ... j.......
Cartoes de clcheles frahcezes a 40. 60 e
Facas e garfos cabo branco cravado a .
Ditas de cabo branco cravado a. .
Ditas de balanco muito linas a .
Tesouras para corlar, pequeas e finas
a 200 e ..........
Tesouras para cortar unhas muo final a
30
80
400
80
35200
.5500
BJ000
320
300
Vende-se um mulatinho de cor clara, sadio,
muito inteligente, de 12 annos de idade, propri
para pagem : quem o pretender dirija-se a ra aa
Soledade n. 66, que acitara com quera tratar.
No armazem de fazen-
das baratas de Santos
Coellio ra do Quei-
mado n. 19
Vende-se peeliineba.
CAMBRAIA LISA.
Peca de cambraia lisa fina para com 81j2 varas
i pelo baratissimo preco de 45.
para senhora
25200.
Coberlas
de chita chineza a 25000.
Golinhas
de linho para senhora a 600, 800 e 15.
Lences
Lenres de panno de linho finos a 25.
Camisiuhas
para senhora, sendo de cambraia a 25.
Pannos
Pannos adamascados para mesa a 15300.
La.
Lazinhas matizadas muito finas para vestido a
440 rs. o covado.
Vestuarios.
Vestuarios para meninas, muo lindos, a 35300.
Cambraia
de linho fina a 35 a vara.
Para Into.
La preta fina, propria para luto, a 300 rs. o co-
vado.
. Madapolo
MadapolSo fino entestado, peca a 85, tendo 20
varas.
LIQIDACAO
de fazendas baraiissmas, na Boa-Vista, ra da
Imperan- n. 20.
Cambraias adamascadas com 20 varas a 85.
Ditas com 8 ditas a 25.
Ditas lisas com 8 ditas a 25.
Fil liso muito fino a 800 rs. a vara.
Chales de merino estampados a 45.
Madapolo entre-fino com 20 varas a 85.
Casemiras finas de urna s cor a 15600 o co-
vado.
Algodao monstro, superior fazenda para toalhas
e lences a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de largura a 15600.
Grvalas de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de janlar a 25 o covado.
Flanella branca muito fina a 640 rs. o covado.
Riscadinhos de linho muito finos para vestuarios
de criancas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, padroes inteiramente
novos e muilo finas a 400 rs. o covado.
Lazinhas chinezas muito superiores a 300 rs. o
covado, e outras muitas qualidades dc fazendas
preeos muito commodos, afim de apurar dinheiro,
dando-se de tudo as competentes amostras.
Vende-se urna prela de 22 annos de idade,
sabe engommar, cosinhar, lavar e cozer ; quem a
pretender, v a ruado Amorra, n. 30, que achara
com quem tratar.
Bolachinhas americanas, a 3$ a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a 1300.
Biscouto lunch e soda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 23 a lata.
Banha de porco, a 560 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, de di-
versos tamaitos e por preco razoavel.
Caf do Rio, a 280 e 300 rs. a Lbra, em
arroba, a 8?>200, 8o00 9/.
Ceblas, a 800 rs. o cento eljo mlho.
Cha pcrola, a 3$ a libra.
dem hisson, superior, a 2#800 a libra.
dem chumbo, a 2#6O0 a libra.
dem hysson, soffrivel, a 2)51400 a libra.
dem hysson, menos soffrivel, a 2$ a libra.
dem preto, magnifico, a 2$ a libra.
dem preto, menos superior, a lf$800 rs. a
libra.
dem preto, soffrivel, a l^GOO rs. a libra.
dem nacional, a 1/800 a libra (em latas).
dem nacional, a I #600, a libra.
dem nacional, ordinario, a 1?? a libra.
Champagne, marca aguia, de superior tma-
lidade, a 640 rs. a garrafa e 7$ o gigo,'
com 12 garrafas. Quem deixar dc be-{
ber champagne por tal preco.'
Charutos de muitas marcas e a preeos bara-
tissimos, sendo que ha de 800 rs. at
4$ o cento, viudos do Rio, Babia e de
Hespanha.
Chocolate suisso dc Lisboa c francez, a 800
rs. e 1 '>.
Chouricas e salpicbe, a 640 rs. a libra.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco.
Ditas fracezas, a 500 rs. o frasco.
Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
caada, a 4$.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos vazos de vidro, das fruc-
tas mais esquisitas da Europa, a (o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
Dito de goiaba, a 640 e 800 rs. o caixo.
Dito em latas muito proprio para presente,
garante-se sua duraco innaliernvH por
mais de anno.
Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra.
Dita de trigo, a 140 e ?60 rs. a libra. "
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em alcool,
proprio para podim etc., a 1$. o frasco.
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a 1,5.
Genebra inglcza, marca gato, a I 200 o
frasco ou garrafa com rolha de vidro.
Garrames vazios, de 640 a 14200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
timavel, em vasos esquisitos, a 1^500.
Licores inglezes e francezes dos melhores
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
Linguas americanas de grande tamanlio (em
calda), a I/.
Alassas para sopa, em caixinhas com 8 libras,
contendo 5 qualidades, por 30500 a caixa.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide, a 5G0
rs. a libra.
Dita de tomate, a 640 rs. a libra.
Manteiga ingleza em potes de 10 a 16 libras
a 800 rs. a libra,
dem dita flor a 1# a libra.
dem de 2* qualidade a 800 rs. a libra,
dem de 3a qualidade a 640 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a bra.
dem franceza a 640 rs. a bra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes a 500 rs.,
Mlhos inglezes dos melhores fabricantes a
500, 800 e Ido frasco.
Marmelada excellente a 640 rs. a libra.
Osk-as americanas (excellente peten .i*0*
rs. a lata.
Passas a 400 rs. a libra, e em attm a *4.
Presuntos de Lamego, a 560 rs. a libra.
dem inglez para fiambre vindo de n.-..mii' n-
da, a 800 rs. a libra,
dem americano, a 500 rs. a lil*ra.
Pixe de Lisboa Inglaterra e Amelio, pre-
parado conforme a arte de cositiha, em la-
tas de 2 a 3 libras, de 1*300 l.*>.
Phosphoros do gaz, a 24300 a grosa.
Queijos londrinos chegados no ultimo v.-q i r
a 800 rs. a libra,
dem dem chegados no penltimo v?por,
640 rs. a libra,
dem llamengos chegados no ultimo vapor 4
2i00.
dem dem chegados no penltimo vapor, a
2^000.
Sal refinado em vazos il<- vidro, a *0O rs.
dem idem em vazos de Imi. ;i. i m rs.
Ceneja das melhores marras que \-m ao
mercado, a 4/, 4$500, 50. *i>500, 6J e
8/500 a duzia.
Sardinhas de Lisboa preparadas ii a
a O'iO rs. a lata de grande tamaito.
dem de Nantes, a :W0 rs. a lalinha.
Sabao massa de 120, 140, 160, IHO, h ,
240 rs. a libra.
Tinta preta nacional e ingleza, a 6lf rs. a
garrafa, e 240 rs. o boio.
Toucinho de Lisboa, dc mais de meio palme
por 320 rs. a libra,
dem de Santos, a 280 rs. a libra,
dem americano, a 200 rs. a libra,
dem inglez serr no fumeiro. niellior .lo iiqc
lodosos presuntos, a 640 rs. a libra.
Vassooras americanas muito lindas fi i
a 640 rs. cada urna.
Villas de Buenos-Ayres em caixas Mi ,i,
libras, por 6/.
dem da carnauba e conposiflo, 11M i
rs. a libra.
dem do Aracaty, a 400 rs. a libra.
dem stearoas, a 600 e OiU rs. o rna..
dem spermacete, a l> a libra.
Vinho Lagrimas do Douro. neste gi
melhor qualidade que haje toa ao noaso
mercado en garrafas brancas c< ni >
do autor en alto revelo no proprio ti
pre\ne-se aos apreciadores que i
ero ha boje grande fabifirario.
dem engarrafados, viudo par. .1.)!.>.|.
oria conta de diversas urea stt i
mores adegas do Porto e Lisboa, das u.. r-
cas: Madeira. Cambes, Cli.iinro. \l
sia, Carcavellos, Duque do l- it ..-
tros, e espera-se lodos os oas ih>\.is .,..h-
lidades, a 800, 1 e l>20 a garrafa,
dem do Porto Bausa, a 0401>. .
Mein deLisboa e Plgueira viudo ou aue
a 26/ de 8 a !) ranadas,
dem do Porto em garralT.. de f 1, i
garrafas, por 2500.
dem da Figueira era garrafiV.-- .1. 4 I 2 a .%
garrafas, por 2400.
dem de Lisboa e Figueira de -120. 400. 54'*
e 560 rs. a garrafa, e em cana.la m fu
abatimento.
dem Bordean! engarrafadj, a 6iU i
garrafa, em duzia a 7JBM\
Vinho do Porto muilo fino cm caixas ...m t
garrafas, a 8,5, 10, W e 15,5 .1
Ihores marcas que vem ao nos
Vinagre de Lisboa em garrafoes de 4 I 2 a
5 garrafas, a I200 com o garrafa...
elas a 200 rs. a libra.
Arroz da India a 100 rs. a lilra.
Biscoutos de Lisboa em latas, proprios para
doentes, a Itf500e 3la laia.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a 6 a duzia.
Chumbo de todas as grossuras a 6,1 a arro-
ba.
Caf muido de superior qualidade a 400 rs
a libra.
Fio de linho muito proprio para amarrar a
480 rs. a libra.
Farinha de trigo em barricas e meias, de le-
das as marcas e qualidades.
Genebra de Hollanda em garrafoes cm 2
calladas, por 60500 com o garraGo.
dem idem em frasqueiras com 12 tasem,
por 6/500.
Manteiga finissima em latas contendo 2 li-
bras liquido, por 10860 a lata.
Queijos llamengos a 1,5(600.
Rap princeza do Rio: grosso, meio groes*
e fino.
Tainhas das Alagas a lifi o cento, e IM
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Santeras) a 8#
e 100 a duzia, e 800 a 14 a garrafa.

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Piarlo de Peraantfrnfr Baldando S Je Agosto de l Sea.
SORTIMENTO DE MOLHADOS.
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Vinho em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a 400,
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a 25800, 3* e
34500 rs., afianca-se este genero conservar-se
perfeito seis oilo raezes, o que raro ser outro
qualquer afiaacar.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 1|
a garrafa e 104 a caixa, o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposicSes de preco que se prova ao
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de coiaraum se manda vir de conta pro-
pra, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciaate.
Vinho do Alto Douro, das marcas nais acreditadas
e especialmente escomidas porpessoas entendi-
das deste frenero, como sejam Camoes, Duque do
Porto, D. Luiz, Carcavellos, Chamisso & Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 94
a caixa com 12 garrafas.
Garrames com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 24500.
Vinho I mineo de Lisboa, propriopara missa, viudo
ja engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 34200 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 14400,14800,24500
Figos de comadre em bauzinhos de Ma, muito
proprios para mimo, a 14600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 14400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 14400 e 24600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
de, caixas de 1 arroba a 64, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massas para sopa muito novas: pevide e estrellinha,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim c
aletria, a 560 rs. a libra.
| Macarrao, a 320 rs. a libra.
; dem o mais novo que ha no mercado: talharim e
aletria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 14800 e a retalho a 180 rs. a libra.
, Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
i das, a 800 rs.
Lagostinhas em latas grandes, a 14400.
Savel, corvina, cherne, congro, linguado, vezugo,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
meira arte de cozinha, a 14300 a lata.
Queijos fiamengos do ultimo vapor, a 24400.
dem do vapor passado, a 24200.
dem prato, o mais superior que tem viudo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixo grande, a 640 e
800 rs. cadaum.
Chouricas do reino a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, viudos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra.
Bolachinhas inglczas a mais nova do mercado a
240 n. a libra e 34000 a barrica com urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 14400, di-
tas grandes proprias para laach com 5 a 6 li-
bras por 24400.
Mermelada imperial do fabricante Abren ou de ou-
. tres muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia c 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 14 a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sieao dos freguezes dous a tres barris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a factura vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
percao de barris abertos, jiorm antes nos lhe
damos a devida applicacao para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Frinha do Maranhao muito alva e cheirosa. a 160
rs. a libra.
Avclaas muito novas, I 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra
Toucinho do reino a 360 rs. e 104500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 610 rs. a garrafa e 44800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa e 14200 a
caada.
Campagne das marcas mais acreditadas a 84000
e 104000 o gigo, e 800 rs. c 14000 a garrafa.
Cerveia preta da marca Tenent ou XXX, a 44 e
44500 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobrinlia ou Tenent, a 44
e 44300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hollanda em garrames com 16 garra-
fas, por 64500 rs., afianca-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 64500 e a 560 rs. o frasco.
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 14200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as melhores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 74500,84000 c 84200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna s qualida-
de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 24300 rs. a groza e 20 ris a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 94500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nova a 120 rs. a libra, e 34500 rs. a ar-
roba.
Macarrao e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carolino, muito alve e grado, a 120 r>. a
libra e a 34200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda e tereeira qualidade, a 280
e 900 rs. a libra, e em arroba ou saeco a 84200
e
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra e
104000 a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 14, a libra,
dem francez, a 900 e 14 rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de encommenda propria a 24880 rs.
Cha livson. melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a 24500 rs. a libra.
dem nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 14400
ris.
dem huxim, a 24200 rs. a libra.
Cha preto homoepathico o mais excellente que tem
vindo ao mercado, a 24 a libra.
Graixa em latas grandes, a 3ff300 a duzia, c 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra.
i Vassonras do Porto arqueadas de ferro, obra de
muita duracao e utilidade, a 400 rs.
[ Charutos de S. Flix do fabricante Furtado da Li-
{ ma ou de outros muitos fabricantes da Bahia, a
24000, 24500, 34000, 34200, 34500 e 44000 rs.
a caixa, ou em meias por metade do preco.
dem Mississipes imperiaes, a 34000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio, a 34200 rs.
dem Guanabaras ou Havanciros, a 24800 rs.
dem Flor da Matta ou Regala imperial, a 24500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 14000
ris.
dem superiores em quantidade c de todos os fa-
bricantes, a 34000, S4500 e 44000 rs. a caixa.
Polassa da Russia.
Vendc-se em casa de N. O. Bieber 4C,
TERCOS
successores, ra da Cruz n. 4.
lina da Scnzalla Nova 11. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil ris o milheiro no Caes da alfandega n.
1, armazem de Tasso Irmaos.
A AGUIA BRAVIA
Receben pelo ni almo vapor o
seguate:
Batutas pulseras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Outras estreitas para meninas, ou manguitos.
Carteiras com agulhas.
Agulhetas para enfiar, e agulhas cantfas.
'f rancelins e fitas de borracha.
Carriteis com torcal de todas as cores.
lassos e los de coral.
Esponjas finas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco c
bao.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Aspas e coz para balo.
Fitas com cohetes para vestidos.
Trancelins chatos de lapara enfeitar vestidos, recebe urna roa encommenda d bonitos e
Papel e folhas para rosas.
Lamparillas francezas.
Trancelins grossos para relogios.
Escoras cabo d'osso, marfim e madreperola
para denles, nonas, limpar pentes ejoias.
Outras linas para roupa, chapeo, cabello etc.
Outras de velludo para chapeos.
Pastas para papis.
Raspadeiras e facas de marfim para ditas.
Visporas e dminos.
e coreas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que ainda
nao hava feito algum agrado a aquelles que pru-
dente e acertadamente resando, cumprem dever de
bom christao, e quando reparou essa sua falta,
mandou vir e acaba de receber delicados tercos e
coras de cornalina com cruz de prata, os quaes
deixa disposicao dos deis que estiverem dispostos
a gastar i4500,24e 34 para possuirem um bonito
terco ou coroa, com os quaes podem mesmo pedir a
Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espajoso ninho da ra do Queimado n. 8.
Xovos e bonitos
pentinhos travessos dourados e com pedras para
meninas: vendem-sc na ra do Queimado, loja
d aguia branca n. 8.
Uahnzlnhos com perfumarlas e
sean ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzinlios com 6
fias/ninhos decheiros por 14500 e vasios por 800
rs., servindo estes para meninas, e mesmo para
iota, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Unlias maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Xovlsslnios e bonitos enfeites
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para caneca, eis que a aguia branca
Ba'atissiinas bandeljas.
A aguia branca por militas vezes tem da-
do a conhecer que quando acha alguma pe-
chincha, nao quer somente com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral prvem da
mesma, o que agora mesmo acontece com
essas: baratissimas bandeijas, cuja limitarlo
de piceos admira, em relacoaostamanhose
qualidades: avista do que convm todos a-
proveitarem-se dessa opportuna occasi5o e
proverem-se d'um traste sempre necessario,
e qne Ibes custar quasi metade do justo
delicados enfeites, e de modernissima moda,
milito servindo isso para sanar aquella falta,
e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possam melhor real-
sar c mostraren! o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao dum tecido bas-
tante fino com continhas d'aex, e mui bem
jenfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc.. entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 5$, 6$ e 7$ dinheiro visja;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Delicadas tesonrinhas d'aco para
bordados e laby rlntbos.
A pedido de algnmas senhoras suas predicletas
freguezas, a agina branca mandou vir dessas de-
licadas tesourinhas d'aco pontas agudas, proprias
para bordados e labyrithos, e urna vez chegadas
como de facto chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveitarem-se da occasiao e bem empregarcm
seus 24 em cada urna dessas finissimas tesouri-
nbas, na certeza de que perder por chegar tarde;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Que.i-
lambem lia outras curvas e direi-
ROIJPA FEITA
NO
a r be a m n m
DE
X.ETRXnt0 VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno prcto, 35# o 30&000 Cohetes de fusto e brim bran-
Sobrecasacas idem, 30,4 e .* 2or000, co, 36500, 30 e .
Paletos idem e de cores, 280, i Seroulas de brim de linlio,
20#, 150 e......!O#O0O j 2$100 e......
RA DO QUEIMADO N. 46
SBTKTO
DE
i azi:\is : roitpas feitan.
Ditos de casemira, 20,-i, 15^,
m,me...... "ooo
Ditos de alpaca, 5 e. 3?>5O0
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50 e........ 30500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linho, 60,50 e 40000
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e..... 50000
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80e......
20500
20000
10100
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50500 e.....
Ditas de princeza e merino prc-
to de cordao, 50, 40500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores,
30500, 30 e.....
Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores
70000
70000
40000
40000
20500
20500
Ditas de algodo, 10COO e. .
Camisas de peitos de linho,
50, 40, 30 e.....20500
Ditas de madapolo. IR
20500, 20 e.....10COO
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 e. 80500
Ditos de filtro, 50, 40,30500 e 20000
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e......40500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... CO
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas parroslo, duzia. 11$,
90 e........00000
Atoalbado adamascado de li-
nho vara ...... 10280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos c de cores. .
Lences de linho.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 250, 280, 300 e 350. easavas
muito bem feitas a 250, 280, 300 e 350, paletots acasacados de panno preto de 166 *
250, ditos de casemira de cor a 150, 180 e 200, paletots saceos de panno e cae-
mira de 80 at 140, ditos saceos de alpaca, merino e la de 40 at 60, sobre de aip* e
merino de 70 at 100, calcas pretas de casemira de 80 at 140, ditas de cor di H
|j|, 150, roupas para menino de todos os tamaitos, grande sortimento de roanas de ti m.
como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de cohetes pretos de metim. rasnaira
e velludo de 40 a 90, ditos para casamento a 50 e fia. paletots brancos de bramante a '>
e 50, calcas brancas muito hnas a 50, e um grande sortimento de fazendas finas e Moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglczas para homem, menino e senhora. i iimj.
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para hom. m e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiato, onde recebemos encommendas dv pamV
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arto e um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escomidos, por tanto executamos mmm tn om\
promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.
11 \itc lo do non n\\-iu i do
I BRl'W \. 38o
Este muito acreditodo estabelecimento est prvido de um completo sortimento .1
11 maclunismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
l; Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
j; Rodas d^agua de ferro, com seus pertences.
j^Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
1: Rodas dentadas, angulares e de espora.
) Taixas de ferro batido e coado.
Roccas de fornalha pelo novo systcma Wetson.
; Alambiques de ferro fundido.
Fornos para coser farinlia.
IMoinhos para moer mandioca.
; i Arados americanos, etc. etc.
40000
30000
20000
50
Cobertas de chito chineza.. .
70000 Pennas d'aco, as mais superio-
40000 res, a grosa...... 000
i Relogios de out o orizontaes,
40 c........30500 900, 800 e......700000
Ditos de setim preto. 50000 Ditos "de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 400 e 300000
.... 50000 Obras de ouro, aderecos, meios
de seda aderecos, pulceiras, rozetas,
60, 50 e 40000 aneis e cruzes*. 0
^%^m m ^\m^^%
ni:
TODAS AS <}l IIJIMDIS
DE
60 e .
Ditos de gorgurao
pretos e de cores,
o va- .
lor. Assim, pois, 6 dirigirem-se com dinhei- n,ado n- 8, onde
roa alegre e espacosa loja d'aguia branca S/?**"!. ~t -- j
ra do Queimado n. 8. : Rie*s riil^oes de pentes e
le
Eteaa
tivell;f\ para einios.
A aguia branca recebeu novas e ricas
guarnieres de pentes dourados, e com pe-
C.esseos braneos com barra
cores para meninos. #*&& de
A loja d'aguia branca recebeu um novo dras; assim como outras bordadas froc e
soilimento de lencos brancos com barras de com bolas pendentes, novidade essa que s
cores para meninos, e com quanto esses se acha em dita loja, e que na verdade se
viessem melhores, maiores e perfeitamente tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
qiradrados, com tudo continam a ser ven- recebeu lindas fivellas com pedras, c ditas
didos pelo antigo preco de 10 a duzia; n. d'aco com novos e engracados moldes, cintos
ra do Queimado na alegre e espacosa loja dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras serao encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca rita do Queimado n. 8.


d'aguia branca n. 8.
La fina para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com- Babadluhos estrellse bordado
plilo sortimento de lia fina para bordar, cu-
ja variedade de agradaveis cores foram es-
colhidas d'um grande vro d'amostras qite o
fabricante offereceu a aguia branca, vindo
entre ellas alguma mesclada; assim pois" onde
os pretendentes melhor se podem sortir des-
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha. e
boles com Inscrlpedes.
Chegaram novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boides de por-
celana domada tambem com banha, e novas
inscrip^es maviosas c jocoserias, mui ade
Vendom-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.
Capadlos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Cu vas de camurca.
Vendem-se mui finas luvas de carmuca
branca e amarella; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
INJECCAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.
GRIMAULT E C' PHARMACEUTICOS EM PARS
Novo tratamenlo preparado com as falhna de MhIco, rvore do rcru. para o cura rpida e tnfallivcl
da Gonorrhea sem recelo algum da contracco do canal ou da inflaumai-lo dos intestinos. 0 clebre
doutor nicord, de Pars, ter renuncia do, desde sua appariciio, ao emprgo de qualquer outro tratamenlo.
Emprega-se a injercdo no comQo do fluxo. as capsulas em todos-os casos clironlcos e inveterados, que
resisUrfio as preparaQ&es do copabu, cubeba e s injocQdes com base nulalli -.a.
Deposito geral i em Parit, em casa de MM. Grlmault c c, pbarmareuUcos, 7, ra de la Feulllade;
em Lisboa, Joac- \ontlnbo da Coata-Car*alho Janlor; no Porto, Mlirael Jos de Soaaa-Fer-
relra; em o Rio-de-Janeiro, Geataa, 102, ra S. Pedro; em Bahia, Joae-Calana Ferrelra>E*pla>
hclra; em 71 in-Grande, Joaqun de Godoy; em Maranhao, Ferrelra e O; em Pernambuco,
Shonai e C, ra da Cruz, 32 sauaa, e as princlpaes pharmaciaa do Braxll.
ANTONIO MAI DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIUVA.
N. 21Antiga ra dos Quartcis de policaN. 21.
Constando ao annuncianle, que alguns especuladores de m f. vendo o credo.'
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seas andam vendendo tant
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meas e cono fe-
los os meus cigarros s5o vendidos na minlia fabrica, e nao mando pessoa alguma vmmi
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que comprem gal pM
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmeni.
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minba (abrir nV>
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o numero da
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientiflear aos mesmos senhores. que constanleneni*-
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do menor ta>
escollado, por sua boa qualidade ja bem conbecida.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caors & Barboza.
Potassa da Russia.
'\
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
. Olio, muito nova e superior; vende-se so-
quado paia presentes resta norem que os apre-. mente no antigo e acreditado deposito na ra
dadores concorram, munidos de dinheiro, : da Cadeia do Recife, n. 12; onde tambem se
alegre c espacosa loja d'aguia branca ra do vende cal de Lisboa muito nova e precos
Queimado n. 8. commodos.
FIAIIHIO DA AURORA*
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, con-
tinua-se a executar com a maior presteza e .perfeico encommendas de toda a qualidade
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte:
Grande, sortimento de moendas de canna de todos os systmas e tamanhos.
Machinas de vapor de diversas qualidades. ,
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para forna'.has.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes flxos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechaspara barcos, etc., etc., tudo por preco que bem convida.
Vndese a taber-
na sita na travessa dos
Exposlos n 18; a tra-
tar name*ma.
Cola da Baha
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, no seu esrriptorio, ra da Cruz n. 1.
vinho do Porto superior.
Vende-SQ em caixas deuma duzia : no escripto-
rio de Antonio Luiz Oliveira Azevedo & C
AOS SRS. COYSywlDOIES M fctZ.
Nos armaiens do Caes do Ramos n. 191
na ra do Trapiche Novo (no Reiifei n. 8, *
vende gaz liquido americano primerra qmB-
dade a retalho a 124 a lata de 5 gales. as-
sim como latas de 10 e de 5 garran e sendo
em porco mais barato que em ootra mal-
quer parte.
\ endo-se um carro do 4 rodas e com arreios
forrado de novo, muito forte, e sem defeito, pro-
prio para passeio : na ra do Queimado, loja nu-
mero 14.
Admiren as lias barata*.
Superiores las de cores de quadrinhos e
lisas, ngindo sedinhas de duas larguras,
pelo baratissimo preco de 500 rs. o cova-
do: na loja das columnas ra do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vasconcelos C.
Vende-se a retamo abordo A> krigae Mol-
i i", o qnal se acha atracado ao trafhm >
Baro do Livramento, e em porfi: traa je
com Antonio Luiz de Oiveirt Azevedo C
no seu escriptorio roa da Cruz n. I.
Ra i Sertzalla i 41
Vende-se, em rasa de S. P. JaamamtC..
sellins e silhOes inglezes, cannairma mm-
caes bronzeados. lonas iugteam, io mvn.
chicotes para carros e montara, anua ama
carros de um e dous cavaHos, eretagtoade
ouro patente ingkz.
i



M!**"
se-
lf

*
9
PViifU dg PeroagahHto Sabbado S de Agosiodr 1M3.
' N
GRANDE ARJHAZEM
Al
EE
N. 36, MA DAS CR17.ES N. 36
DO
balrro de *aoto Antonio.
0 proprietario da muito acreditado armazem denominado Progressista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus fregueses, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abao mencionados, e affianca as pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem Ufo bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
PROGRESSIVE
I IBMf
SO NO
LARGO DO CARM0--9.
DE
WfcfcTO %* *
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.

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a.
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C
Manteigai ngleza de i. qualidade, a 900 rs.!
a libra.
de superior qualidade a
xinha.
S *%& ELbraa d \ *** EJK* ^-'
rs. a libra.
Batatas muito novas, a 20 o gigo de arroba
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 24 2*500.
400 rs. cada um.
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 2*300 a arroba.
Saga muito novo a 240 rs. a libra.
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem kmdrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Cat do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 8*500
e 8*800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranho a 120 rs. a libra
e 3*200 a arroba.
Avelas as mais novas
rs. a libra.
neste genero a 240
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'equipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
(arrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2*400 com o garrafSo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinboFigueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
co por ser mais fresco a 2*400.
Cha hysson o mais superior a 2*600 a libra,
afianca-se ser egual ao quo regularmente
vendemos a 3*200.
dem huxim miudinho, o mis superior que
vem ao nosso mercado a 2*700 a libra.
dem preto muito fino, a 2*000 a libra.
(arrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2)9100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a 1*100 com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre "hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
lados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco,' Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 9*
a duzia.
Vinho Bordeaux das memores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estcphe e outros a
640 rs. a garrafa o 7*500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhoros fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 10*500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
ames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Ci eme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1*300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 1*400.
Papel grve pautado e liso a 3*800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa eFigueira das memo-
res marcas a 3*200 e 4*000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porco ter
abatimento.
Vinho velho Chamico embairil, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
5*000 a caada.
Viuho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 4*000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 1*400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porco ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
1*000 a garrafa, e 10*000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3*500 a caixa, tambem temos
para 2*000, 2*500, 3*000 e 3*200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masse.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 10* a 11*500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1*000
a ancoreta do Porto e 1*500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 2*000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flftr, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
62o rs. a libra,
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade*
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
Mem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 56o rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2* qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranhio a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Banha de porco 5 6lo"rs. a libra.
Amendoas confeitadas a 5oo rs. a libra.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de 1 ,ooo a
2,5oo rs. cada um.
Batatas a 2*6oo a caixa com 2 arrobas e a
6o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porco ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de \inho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafo,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estaeo por ser mais fresco a 2,4oo rs.
Cha hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, atianca-sc ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,4oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
dem muito mais bao, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha pcrola o melhor neste genero.a 3,2oo
rs. a libra.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a l.ooo rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo,ooo rs. a caixa.
N'este novo e grande estabelecimento de moltados, encontrar o rpsjv it\rt
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, expostos venda
propietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molhados partid- todas as qualidades de gneros por menos precos que em quaesquer outros estabelecimen-
pam aos seus freguezes que acabam de receber de diversos portes da Europa o mais bel- tos d'esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Enrona um
lo sortimento de molhados, todos primorosamente escomidos, os quaes vendem-se por dos socios para serem vindos todos os gneros de conta propria, para melhor smir aos
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste estabelecimento. O mut0 menos do e outro m^quer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre os melhores. n
. ,___. i___ A. ____t/dn a mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem i
devolver qualquer objecto que nSo agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
co com os seus portadores, fazendo-lhes ver que so no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e vio outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
MOrs.aCzc
Azeite francez clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos de vidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, so o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o
rs. a libra.
Vasos inglezes vastos de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de 1 ,ooo a 3,ooo
cada um.
Painco a 14o rs. a libra.
Millio alpista a 16o rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
8o rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e t,3oors. a duzia.
Pee em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
6oo rs. a libra.
Amendoas a 320 rs. a libra.
AveUfes a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 1* a libra.
Ditas em frasco por 2*800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 3*ooo
a arroba.
Dito dito do Maranho 120 rs. a libra e 3*500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa. .
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 1*300 a an-
coreta.
Bolachinha de soda a 1*400 a lata.
Banha de porco a 6oo rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 3*000.
Cha hysson a 2*200 a libra.
Dito dito fino a 2*600 a libra.
Dito miudinho a 2*800 a libra.
Dito do Rio a 1*800 a libra.
Dito preto a 1*900 a libra.
Carne do serto a 36o
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 1*200,
1*500 e 3* a caixa.
Champagne a 1* e 1*500 a garrafa.
Papel grve pautado e
resma.
liso a 3,8oo rs. a
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Ceneja das melhores marcas de 5*500-a
6*000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
1*300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 2*000 cada
urna.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra c 6*500 a caixa com urna arroba, ha
caas* meias e quartos.
Iraeas francezas em frascos de 11)2 e 3 li-
bras de 1*400 a 2*800, tambem ha latas
de 6 libras. I Toucmho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
,. i Tijolo de Umpar facas a 180 rs. cada um.
Marmelada imperial, dos memores conser- cehoUas o mlho a 900 rs.
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la-
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
tas lacradas hermticamente.
Fructasem caldas detlTdas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
liularliinlia ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 3*000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Fai inha do Maranho muito alva e rheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 9*000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para deotos em caixinhas douradas
Bren, a 320 a libra e 8* a arroba.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 610 rs. a libra.
Garraoes-vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 2*400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
1*000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 1*120
a resma.
Vinho da Figueira,
4*000 a caada.
o que ha de melhor a
i Copos finos para agua a 6*000 a duzia.
Vinho Bordeaux.das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Genebra de Hollanda em botijas de conta
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto eFigueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo e
4,ooo rs. a caada do mais superior e de
32o e 36o rs. a garrafa.
Idom voiho Chamico cm barril, muito proprio
paraje sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o ra. a garrafa, e J,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
c l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
a Clors. a garrafa, em porco ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e 12,ooors. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Velas de spermacet superiores, a 6oo 64o,
68o e 7oo rs. o masso.
dem de carnauba e composico, a 32o, 36o
e 4oo rs. a libra, e de lo,ooo a 1 l,5oors.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l,ooo
rs. a ancoreta do Porto, e 1,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e l,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressico.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a Ubra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a Ubra.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 9* e
9*200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixo.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a libra, e em latas de I libras
por 1*500.
Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 7* a frasqueira com 12 frascos.
i Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 6*500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 1* o frasco.
Gomma dararuta a 100 rs. a libra, e 2*600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 1*300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
4*600.
Batatas inglezas libra a 80 rs., e a 2*500 em
arroba.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 1*500.
por precos
Manteiga ingleza flor a 800,900 e I* a libra.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a libra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e 8* a caixa.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 2*500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 2* e
2*500.
Dito de prato a 720 rs. a luna.
Dito do serto a 560 rs. a libra.
Cenejas de marcas superiores a 500. 560.
600 e 640 rs. a garrafa, e 5*500. ft* e
6*500 a duzia.
Dita em barril por 4*, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a M>
nha.
Sag a 240 rs. a libra,
rs" e em porco se) Sabo massa a 200, 210 c 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para I impar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 680 rs a libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caas de 6 libras por 4*000.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360 e 380 rs. a ubra.
Vinho do Porto, caada a 5*300. garrafa *
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 4* e a garrafa a 509
rs.
Dito Figueira, caada a 3*840 e a garrafa a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 4* e a gnala,
i 500 rs
Dito Estreito, caada a 3*200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garranVs m I pw*
fas por 1*400.
Dito em caada a 2*, c a 260 rs. a gnala.
Vinho do Porto em garrafoes de 5 garrafas
por 2*500.
Dito dito engarrafado a 1* e 1*200.
Dito lagrimas do Douro a 1*400 a gnala.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. i garufa,
e 5* a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 4*500
a caada.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quab-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annum-iados.
TODA ATTENQ&O
NOS
COHSI
ARMAZEVS
RVTIVO I CNS
RVDfift
DE
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Amzete de Bordeaux, Plaisirdes
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
dant-- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau dora l.ooo rs.
a garrafa e lo,ooo a caa com 1 duzia"
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs
a libra e 6,ooo rs. a caixa com 1 arroba,
ha caas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a baTrica, e 24o rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,ioo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
I,2oors. a lata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5,5oo e H.ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a cainha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a libra.
aMQiam a n>*Dd 89D8
NS. 21 E 23-LARGO DO TERCO -NS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende M m g-
neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bua-
lidade de qualquer genero sahido dos seus armazens ; pode vender por menos |*>r .-. m-
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou ana.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Bio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4>o rs. a libra.
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e4oors., em caada M faz aba-
timento, ha porco para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3,ooo rs. a la
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.a e 2.a qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha oulros muito baratissimos, assim como cerveja das me-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba. azeite tm, w
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouriras. banha de |n ,
outros muitoS gneros que enfadonhq mencionar; dinheiro contado.
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-
fazemas, cominhoSj pimenta, erva-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enxo-
fre e outros muito gneros, os quaes vendemos pelos precos mais baratos possiveis.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qualida-
de : no armazem de Tasso Irmos, ra do
Aniorim n. 35.
ESCRAVOS FSIDOS.
Escravos fgidos.
Fugiram no da 2 de julho do crrente anno as
escravas Candida e Lucinda, niai e lilha : a pri-
meira representa ter 34 annos, pouco maiso u me-
nos, estatura c feicoes regulares, denlos alvos,
olhos aperlados e bem fallante ; a segunda repre-
senta ter 15 annos, pouco mais ou menos, mulata
clara, boni cabello, estatura regular, bous dentes,
olhos aperlados que parece ser myope, tem tres
cicatrizes frescas de ferda de fogo na pa direita e
nos dous bracos : roga-se as autoridades policiaes
e mais pessoas a captura dellas e entrega-las a seu
senhor Domingos aos Passos Miranda, na ra do
Hospicio n. 31, que gratificar generosamente, pro-
testando-se igualmente contra quem as tiveroc-
cultado.
Fugio a 2 do corrente a escrava Joanna, com
os seguintes signaes : edr pretfc H* panudos,
ps o maos grossos, tem urna unlia rachada em
um dos dedos da mao, levou vmHP chita escu-
ra encarnada j usado. Esta eserava do serto
e foi comprada ao Sr. Antonio d Silva Gusmio :
quem a approhender e leva-la Jf o Hospicio n.
m, ser bem recompensado.
Kst fugido.
No dia 30 de julho de 1863 fugio do engenU, *>
abaixo assignado o escravo Jos Vrenle, nrj.ro
bem negro, croulo, idade de i' para 2* aonuf.
boa altura, bom corno, bem feito, falla niaasi. di-
vertido, toca viola, flauta, tem a risada alia e va-
garosa, um dente ou dous de menos na frrett :
suppoe-sc andar por esta praca Pprnambnrn
conhecido de muitas pessoas, como bem d ^r
Jos Baptista Ribeiro d Fara, do seu sobrinto
meu compadre Eugenio, de Francisco Ignacio Tne-
norio, etc., etc., intitulase por forro e est muni-
do de urna caria de alforria, mas esta declara |-e
s gozar da liberdade depois de minha mor*
mas en que estou vivo, e nao lenho ioi>t t
morrer j, tenho de chama-lo a ordem; e aseim
peco a jnstiea policial, ou mesmo quem earontra-
lo, que o prenda e remena para dito engrano, a
nossa pra^a ao Sr. Julio Leocadio de Lima, iu
Boa-Vista, estrada dos Afflictos, que ser graon-
do Urbano Barros da Silva Vasconcelk.
Eserava fnglda.
Da travessa de S. Jos n. 22, fugio
Mara, natural do Congo, ida4e*0
tem signaes muito visiveis de tanja*.
arrasta bastante os pes, lew sudo de
chale encarnado muito **%. ^f^6*]??
ella acontada em Apipneos. Olinda ou Gil,
ga-se pois as antortades peliciaes, capta*
campo ou quaknjer pewoa que a
e levera-na a casa aoima que sera
recompensado.
e
-se


JL
"*'~r

\

Diario de Pernambnffl ftabbado 9 de Agosto de i*3.
L1TTERATPRA
O qne vae pelo mundo.
No parlamento italiano houveram. nos das 17,
M cl9 c Junto, discussoes niiwrtates que trans-
nos em seguida:
Scsso de 17.
t Mr. Rattazzi.Nlo fallo, senhores, para crear
enibaracos ao poder, mas s para que se nao jnl-
guo que approvo lodos os actos do governo como
se poderla dizer apomaado o facto de ler eu rem-
ore volado com o ministerio. Sustento o devor que
o governo tem de vigiar o cxercicio do dircito de
fazer ouvir a sua voz era nenhuina da grandes
questes que agitam a Euro|, e que to de perto
tocam os nossos interessos. Eu nao digo que de-
vesscmos anresentar condicoes ou fazer propostas
pcrigosas; mas contesto que possa haver eficacia
n'uma poltica absoluta de abstencao c de especta-
tiva.
t Julgando-vos pelos vossos artos, senhores mi-
nistros nao parecis proseguir a poltica do conde
Cavour; pelo contrario, parecis repiulia-lo. A po-
ltica do conde de Cavour foi difirante de urna po-
ltica de expectativa e de abstencao absoluta.
Com -este systema, senhores,' nao alcncareis nun-
ca o poder moral necessario para ir a Roma. Ago-
ra, senhores, a Europa j nao se oceupa da Italia
como se ella nao extstisse, e este facto nunca po-
associaco, mas exijo que o governo, antes de dis- dena ser sufficientomente lamentado.
solver quaiquor sonedade. coma pravas sufficien-l Lendoos documentos diplomticos, flquei mili-
te para ortobotaror que ella constitue um perigo l0 surpreliendido de ver que o ministerio tinha re-
real pan o estado e para a tranquillidade. Nao solvido por de parte, por agora, a questao de Roma.
censorarat ao ministerio do interior haver oulr'ora Fiquei tanto mais admirado, quanto nos bancos
i osada o seu ajwio adminislraoo de que l'iz dos ministros se sentara homens que, n'outras po-
p;rte. quando era atacado pelo seu decreto de 20de cas> quando eram deputados, ou quando perten-
agosto sobre as associacoes: nao Ihe censurarei,f iam a outras administraces, pareciam professar
tambera ter abandonado o projeclode lei sobre as principios bem difTerentes.
aisociaeoes as circumstancias particulares era que
cSfTsd^^ Vt?ISn, jnl Phi,os0Phia chrislSavon ina mais que um facto i
gar a um accordo com as outras potencias, para
nao parecer que era arrastado por ellas. Devia
tanto mais conduzir-se deste modo, quanto era evi-
dente que a Franca c a Inglaterra tinham tenco
de entrar era um accordo com a Austria, o este
facto pdc considerar-se particularmente prejudi-
cial Italia.
nos adiamos, e em consideraeo marcha das dis-
cussoes parlamentares. Todava, nao podera pas-
s ir ora silencio una observacao imjiortantce que
outr'ora se mostrou inuito fvoravcl discussao e
votaoo desse piojeclo de lei. que n'uma das ul-
Senhores, entre o systema de audacia que al-
guns aconselham, e o systema de hesitacao e de
abstenf o absoluta, ha um meio termo, que teria
perinittido fazer mencao da questao de Roma no
discurso da cora. ('Muito bem.) Na precedente
i administracao, as dilliculdades para fazer avanear
t'?f.fS JU 8u "ao 2 J;i ^tremamente a qapMlio r'omana eram muil0 numcrosa8\io
necessino e urgente. Nao creio que o Sr. irans-'
tro tenlia mudado de opinio, relativamente as as-
sociacoes, pelo nico facto de se adiar ministro.
.'ilm disso, as expresadas que proeriu na-
quellaoccasiao, e que recebe rara teslemunhos de
approvacao da esquerda, nao parecem estar intei-
rameate de accordo cora os principios que applico
hoje.
Ha pouco, disse que devia cessar todo o equi-
voco, e que a respeito das associacoes os termos da
questao entre os cidados e o estado devia ser
explcitamente apresentados. Senhores, convm
mieo|Kxler executivo pennaneca cssencialmente
dislincto do poder legislativo; sem isso, toda a or-
dem constitucional se abala c nao ha base. Ora,
se de um lado o poder executivo deve responder
pelos seus actos era presenta do parlamento; por
Outro lado necessario que esse- |K)der nao per-
niittia que o iiarlamento invada o terreno que lhe
pertcnce.
O parlamento nao pode iois deixar de limi-
ta r-se a concorrer para a formacaodas leis, epara
o exame dos actos do poder executivo. Se se dei-
xar ao parlamento um poder mais ampio, n'un lira
qualquer, como jior cxemplo, para constituir urna
materia ou pan a conservar, destre todo o equili
bro constitucional. Ha fados que podem por em
pertgo o prestigio governamental, e 6 por exeniplo
substituir ao principio da administracao regional,
o da administracao provincia]; c aflastar o projecto
de lei sobre as associacoes, e o que diz respeito ao
crdito realdepois de* terem sido proclamados ur-
gentes e esseuciaes.
I.imito-me a estes dous exemplos, porque bas-
lam para provar a ininha these de que, ao systema
actual, aesphera do poder executivo, est'araca-
nda de ser invadida pelo poder legislativo. St
- os dias mudaes de opiniiio, que auloridade
den ter V0Sias opillioo? Que se tem feitt
Se to-
Io'
cito ha
s'-te nizcs pie estaos no poder ? Nada, absoluta-
neate reda, cxceiiclo da lei sobre o eniprestimo
(rumor.)
E urna vez que fu mencao da le sobre o em-
preslimo. seja-me permittdo dizer algumas pala-
yes relativamente ao estado das nossas Imaneas.
So o emprestimo permittiuque sahisseraosmomen-
tneamente de embaraces, tambera aggravou os
nossos oreanienlos; e seguindo-se o systema actual
loriamos pan o futuro oroamentos em condicoes
to graves como hoje. Nao partilho das esperancas
que tem o ministro da fazenda quando propoz a c-
mara o seu programan liuanceiro. A experiencia
prova. ja desde este anno, que se nao alcancaram
as economias promettidas e os augmentos de rc-
celta presumidos |>elo ministro.
i Anda se nao votaran as leis de banastos (rao-
vimentos.) ,. ,
encerramento da sessao foi feto fora de
lempo, e s ileu em resultado perder-se um mez
intilmente. *
t l'm golpe de vista para o quadro summano
das receitas. ollicialincnte publicado, demonstra
com (huesa que o augmento da receita que seper-
mitlia haver do resultado dos impostes em vigor,
nao pode obter-se. ,
i Pel0 8vstema actual, irapossivel, senhores,
ebegaroaaea ao equilibrio da receita cora a des-
'' f l'oderiain obter-se resultados felizes para as
Ruancas da prompla adopcao da lei communal e
provincial, e aroiiselho ao ministerio que prepare.
as prximas vacaturas parlamentares, outras leis
de Ropostes.
A uecessidade nao couhece leis, e fora de
duvi.la qoe todas as provincias do reino bao de
supprir, iio seu iiatriotisuio, os fortes encargi>s
que pesam sobre o estado.
t Van ocenpar-me da poltica estrangeira. A
shnplea leiturados documentos diplomticos pro-
duziu eiu m ni urna impressao dolorosa. Desses
ocumentos resulta ellectivamente que a voz do
) isso pwraroo nao foi ouvida pelos governos ami-
r> e (pie as nossas retacos no cstrangeiro teem
6m carcter geni de rnqbexa. E esta assercao
est jiislilicada pelo facto de |se limitar o ministerio
f: ancez enviar ao governo; pontificio a nota pela
qual a Italia reclamava contfa as vexacoes e trata-
ii'.ciito excepcional que o governo romano usava a
sen respeito. Anda nao tudo doloroso, se-
uliores. vi't que o nosso governo nao ousou fazer
que na actualdade, por isso que desappareceu
urna parte dessas difficuldades. Que difculdades
ha agora para renovar as negociacoes diplomticas
para a soluro de Roma ?
A celebre proclamaeao de el-rei dividia-se em
duaspartes; a primeira'comprehendia um protes-
to contra as agitacoes internas; a segunda promet-
tia que logo que as agitacoes tivessein cessado se
faria ouvir nos gabinetes da Europa a voz da Ita-
lia relativamente solucao da questao de Roma.
Esta segunda parte, nao poudc realisa-la a
precedente administracao, mas nao teve de certo
o (lensamonto de por de parte a questao romana.
como se j nao existsse, da maneira porque o fez
o gabinete actual.
(O orador descancou por alguns minutos.)
Mr. Rattazzicoulinuou o seu discurso.
necessario que a questao romana soja apre-
sentada aos gabinetes para que as difculdades em
que se achou envolvida a precedente administra-
cao, se nao renovem. preciso provar aos povos
que se a questao romana se nao resol ve, a falta
nao do governo. O ministerio declarou que qur
esperar c abster-se at que se apresentern occa-
sioes propicias. Os honrados Ruoncompagni e Al-
lieri mostraram-sc satisfeitos deste procedraento
do governo. Nao farei notar que a opiniao mani-
festada pelo honrado Ruoncompagni est aiguma
cousa em contradicho cora as opinioes que sus-
tcntou outr'ora; tambem nao quero acreditar que
as declaracoes do governo possam em caso algum,
err os principios de nacionalidade e de unidade
nacional. Podera fazer observar que nao bda
poltica esperar de bracos cruzados as occasioes,
era vez de diligenciar taso-las produzr.
t A substtuicao de Mr. Thouvenel por Mr.
Drouyn de Lhuys nao me impressionou muito : to-
dos os homens que gosara da conlianca do impera-
dor sao meios de que elle se serve, sem que possa
resultar urna mudanca poltica. Mas, suppomos
que houve mudanca; seria essa urna boa raso
para guardar absoluto silencio ? Era todo o caso,
creio que o svstcma do silencio seinprc pernicio-
so, qur 6 governo francez nos soja favoravel ou
contrario, (kmcordo que nao fcil fazer mudar
de intoncoes o governo francez e o imperador;
mas nao devenios esquerer, netn deixar que a Eu-
ropa se esquera da questao. O systema proposto
pelo honrado Ruoncompagni para obter a solueao
da questao romana, velho; j fo profundamen-
te discutido. Senhores, a sciencia do governo cn-
sina que se deve mudar de systema segundo as-
circumstancias. Aconselho pois que se nao deixe
de agitar a questao, e que se procure sabir do
svstcma fatal do silencio. (Moviinento. Ouvem-
se alguna apjilausos as tribunas.)
O presidente.Sao prohibidas as demonstra-
c6es de approva^ao e de desapprovacao.
t Mr. Rattazzi.MO vejo a necessidade de urna
convencao entre o nosso governo e o governo
francez'para a repressao da guerrilhagem. Urna
refutafia da dontrina medica de Montpellier, rio, e urna superfetacS na obra de Deus.
peloJP. i. Ventara de Ranura. Traduzido com Finalmente, aquella extravagante doulrina
tuna intreduefe e notas pelo Dr. Jos Sariane j nao mais nem menos, repetimo-lo, do que
de Soma. la velha lieresia de Origines, que no quinto
Corpus nostrtm rivit per animam. concilio ecumnico foi condemnada pela egre-
(S. Thomaz.)
t A Italia est forte, tem um exercito, e poder
em todos os casos pesar nos destinos da Europa;
mas se nao lizermos sentir desde ja a nossa in-
fluencia, chegar tal vez um da em que as poten-
cias unidas queiram impq-nos condicoes, e em
que tendamos de sujeitar-nos. Convido "pois o mi-
nisterio a renunciar ao systema de abstencao, e a
proceder de maneira que tome parle as negocia-
coes a favor da Polonia.
Terminarei com um pedido: que os Srs. mi-
nistros queiram acreditar que as minhas observa-
c5es nao sao de maneira aiguma dltadas por um
sentimento pessoal...(Rumor. Hilaridade na es-
querda). Senhores, peco que nao riam das mi-
nhas palavras, e dirijo especialmente este pedido
aos que hoje applaudem o procedimento do gover-
no, salvo so o censurarcm manhaa. (Applau-
sos.)
t Peco-vos, senhores, que renunciis ao syste-
ma dcabsteuco, que sejaes firmes nos vossos
principios, para que elles nao percam era cousa
aiguma o seu prestigio ; que agitis a questao ro-
mana ; que naoeoncluaes accordos que, sendo
desnecessarios, nao podem deixar de ser prejudi-
ciaes; que procuris tomar parte, se fr possivel,
as ncgocial'Ses a favor da Polonia, e tudo isto pa-
ra que os destinos da Italia sejam mais rpida e
mais slidamente consolidados. (Muito bem! Ap-
plausos.)
t Mr. MassarK para tim facto pessoal. Tratou
de provar que nao ha contradi?o entre os discur-
sos que pronunciou, durante a precedente admi-
nistracao, contra o estado de sitio, e a lei que foi
redigida pela eommissao de inquerito sobre a
guerrilhagem.
Mr. Minghetti, presidente do conselho. O
honrado Mr. Rattazzi manifestou vivamente o dc-
sejo que tinha de ver ministerio que professe
principios francamente determinados, e um parla-
mento em que haja urna materia que sustente
alertamente esse ministerio, e urna minora qne
se oxforec por substituir a raaioria pelos meios
consttucionaes. O ministerio actual acceitou o
poder precisamente porque se inspira de princi-
pios determinados e precisos; o ministerio actual.
nunca teve outra intenco sena ver um parla-
mento dividido em duas partes como desej Mr.
Rattazzi, deixando de parte qualquer circumstan-
cia especial e todos os preconcehos (muito bera t)
Se o ministerio, senhores, julgasse dever ser cen-
surado, j nao digo por todas as cousas, mas s
por urna parte das que lhe atlribue o honrado Rat-
tazzi, nao hesitaramos de maneira aiguma era re-
signar o poder (rauho bem), porque, senhores, te-
ria faltado ao seu mais rigoroso dever (applauso).
Agora, senhores, coraeearci por examinar as
questoes especiaes que o honrado deputado Rattazr-
zi tocou.
CAPITULO IV.
Assitn como a razan particular
tem admittido em Deus ora
a unida trindade depessoa, ora a trin-
ttitde. depessoa sem a unidade
de natureza, assim lambem
tem admittido no homem, ora
a unidade d'alma sem a trin-
dade de vida, ora a trindade
de vida sem a unidnde d'al-
ma.Hereges antigs e mo-
deraos que teem admittido
varias almas no homem.
A dontrina da phtralidade
das almas ensinadu em ensi-
lladas em nossos dias por Mi-
guel Vtntras e pelo Dr. Lar-
da1.enascem desta don-
trina o origenismo, o pan-
theismo e o materialismo.
(Continuarlo.)
Tendoj refutado osprime'wos, demons-
trando a trindade das vidas, os segundos
refularei agora demonstrando a unidade d'al-
ma, o que faremos assentande- a tlieoria
dos escolsticos. Que toda alma forma
nica do seu corpo (3). A presente dis-
cussao de mu i alto interesse.
A Obra de misericordia e do reinado
do Espirito Santo (asim se appellida a sei-
ta do prophetade Tilly, Miguel Vintras) en-
tre outros erros tao absurdos quo grossei-
ros e impos ensina, que Jess Christo-
corpo, alma e Verbo, e que o homem sen-
do senwlhan te a elle tambem substancial-
mente trino, a saber: corpo, mima eespi-
rito, senda que o espirito do- homem nada
mais que um anjo decado, hypostatica-
mente unido (s/'r) um corpo animado, ex-
piando neste carcere as suas fallas, para, de-
pois merecer o perdao dellas-; do>mesmo
modo que o espirito de Jess Christo* o
Verbo incarnado no homem, pir gando testa
priso os peccado& dos homens. (4)
A tlteologia deTelly para ser lgica pre-
tende que entre o homem e Jesus-Christo ha
semettianca e nao homogeneidade, negando
deste modo a verdade do mysterio dalncar-
nacao, porque onde nao ha homoqeneidade,
Regeito as ohscrvaeoes que fez, censurando, o -!. idLti/inill, Ap atrela Por conse-
governo por ter posto completamente de parte a nd "a n^nnaam aenamre.a. ror gduk
questao romana. O governo, senhores, recordar gutnte se o Salvador Divino nao e homogneo
se do voto glorioso do 27 de mareo de 1860, e ao homem, nSo tem a natureza deste, nao
nunca deixou de se oceupar da questao romana no verdadeiro homem ; a natureza do mesmo
Esta va reservado ao professor Lonbt. o
mais valonte dos discpulos de Barthez, o ai
firmar em toa dogmtico proprio da gao-
rancia (sem qoe elle seja lio ignorante qoan-
to parece) que o principio tital im ser
metliapliysico, urna entidade posilrf.
ja nos segutntes termos: Se alguem disser,' reada"de" substancial ^m^nT'
ou pensar que as almas dos homens preexis- magestado, urna almaorganicTaoe*
liram, nao tendo sido antes sonlo intelligen- a alma intellectiva, como as funcV., rio ror-
cias ou virtudes santas,.que com o lempo, po esto para as faculdades do e^rilo f
cnfastiando-se da conternptacso divina, eres- d'ahi veio a tomar o vitalismo iieuSi
fnando-senoamorde l)ede/mudaram-se em iiero cognome de: Duplod>mam, natureza de urna ordera inferior, chamadas Um piofe9sor substituto da escola rie roe-
psgehas ou almas, e se encarceraram nos dicina de Monlpellier, o honrado dootor
corpos em pnica;) de suas faltas, seja ana- Pccholier.fiel echo dasobservaeocs.le Lordot
thematiscedo: Si quis dtctt aut senttt pra seu mestre, exprime-se do sefuintew'ido
existere hominum animas, utpote qua antea; ; Observando lodos os nhfnwuj ti- <
mentes fuerint ac sancto? virtutes, satiatatcm- taes, assim no doente como no so, ficoadov
gue cepisse divinm contemplationis el in de- rado de ver como elles concorrem pan oon
terius conversas esse, atque adeo refrixisse fim commum, e admirando tambem a oom-
a Dei charitale et inde psychas gracw, id est dade que os coordena, veio-me obrifad a
animas numeupatas, demissasque esse in in- referi-los a urna s causa. Esta causa aaV
corpora, supplicii causa, anathema sit. (II pode ser a materia nem as Jorcas physieas f
chimicas; mas urna forra especial aos sere^
sentido indicado por Mr. Rattazzi. O conde de Ca-
vour tinha comecado e continuo as negociacoes
para a questao romana, e tinha conseguido adiau-
ta-las tanto, quo havia motivo para pensar que so
Salvador sraenle methaphoriea, facticia e
apparente, e eis-nos entao de todo no erro
dos Manicheus, dos Marcionitas o de todos os
elle nos nao tivesse fallado tao preinaturamente, hereges anticos e modernos clamadosphai*-
talvez a questao romana est.vcsse ja resolvida. ^^ segbundo M ^^ 0 Fi|ho de DettS
Efectivamente, senhores, quando morrea o s tomou urna liuraanidade phantastica.
eonde de Cavour, eslava quasi concluida urna con- j 5^ outrina nega Umbem O designio
^eSSSSat^ m eructo do hornera. Comet-
venco, cm virtude
evacuado Roma n'uma
quanto que o governo italiano so obrigava a nao
Invadir e a nao deixar invadir o territorio da san-
ta s. Era neste ponto que se achavam as cousas
ipindo inorreu o conde Cavour.
t Depois d*aquelle doloroso acontecimento, eraio
que novas nogociacoes teriam podido encotar-sc
sobre as bases da carta do imperador Napoleao a
el-re Vctor Emmanuel. Em vez dsso, a admi-
vez que"nao ha entre elles divergencia de princi- nistraeao Rattazzi regeitou essas bases.
special ? Nao Mr H pios, de que serve urna convencao especial
teria outro effeito senao legalisar d aiguma ma-
neira a orcupaeao franceza. Urna nova convenci
puramente militar, tanto mais intil entre os
dous governos. quando existe j una, concluida
em 1801, entre os commandantes militares. l)e-
sejara que o governo iizesse conhecer as bases
que devem servir para essa convenci.
Julgo intil tratar largamente da questao da
Polonia. Nenhum de nos deixa de fazer votos por
aquella heroica naco. Nao posso approvar que o
ministerio s se decidsse a fallar a favor da Polo-
nia, dejiois de ter sido directamente convidado pe-
las outras potencias. Julgo que o silencio absolu-
to tena valido mais. Na verdade, procedendo co-
mo procedeu. nao exprimiu as sunpathias do po-
vo italiano pela Polonia, porque essa expressao
nao foi expontanea, lambem nao obteve que a Rus-
sa se mostrasse mais benvola para cora
na.
Mr. Minghetti, presidente do
1I0
feito, se o homem, como oaffirma em todos
os termos aquellS theologia, nao exisle-seno
para servir de meio de expiaco ao anjo pre-
varicador, nao foi creado com o fim prima-
rio e directo de unir a natureza inlellectual
natureza sensivel, e nem teria o mesmo ho-
mem um lugar proprio na jerarchia dos se-
res, nao sendo a creacao da natureza huma-
FOLHETIM.
CAIililRHO:
consclhd l'm
erro grave do ministerio passaiio rol a circular
Durando, que tornou mpossivel e rompeu todas
as negociacoes com a Franca. Dcjiois da entrada
de Mr. Drouyn de Lhuys, para o gabinete, pare-
ceu qne renovar as negociacoes seria expr-nos a
ver oppor s nossas propostas, contra propostas
que s poderiam prejudicar a questao. Parece
que esta pinio era egualmente partilhada pela
materia da cmara, que applaudiu e acceitou o
programma do cotnmendador Farini.
As observares que Mr. Rattazzi apresentou
a respeito da questao romana, nao signilicam pois
outra cousa para mira, do que a idea de que o mi-
nisterio devana expor-se a urna recusa das suas
propostas, tafeado tentativas sem a menor proba-,
1 polo- bilidade de bom xito. (Muito bein.)
Vozes Para manhaa! para manhaa!
Conc. Constantinop.)
Posto que condemnada pelo episcopado
francez e pelo soberano pontfice (5) repel-
lida pela opinio publica, e castigada pelos
tribtmaes na pessoa do seu chefe como sen-
do obra da impostura e da fraude, a obra
de misericordia, em vez de icar exlincla,
apenas oceultou-se; e se bera que oculta-
mente nao deixa de allichr os tolos, cortan-
do mesmo em seu seto alguns eclesisticos
e leigos de todas as posices e condicoes.
Quando em 1849 chegamos Franca
acharaos aquella lieresia mu vulgarizada
pelo sul, assolando ao mesmo lempo a Nor-
mandra- d'onde ella oriunda. E de ento
para c mais tem ganhado que perdido, pelo
menos quanto s pessoas, que posto nao te-
nham coragem para declararem-se filhos,
por causa das execracoes que se imputara
aquella seita, nem por isso deixam de abra-
car os erros della. com aquella, obstinarlo
fantica, propria de sectarios ardentes.
Assim, pois, a heresia da trindade de-
substancias no homem, que Vintras o theo-
logo fabricante de cartazes pretende ter re-
cebido do cu, mas que lhe nao veio seno
do inferno, conta ainda presentemente, como
doulrina theologica, maior numero de adep-
tos do que se pensa.
A nova doutrina anthropologica da FacuJ-
dade-de Montepellier sendo.menos impia que
a dontrina theologica de Tfelly to absurda
e funesta quanto esta.
Essa celebre Faculdade, nao obstante as
aberraces materialistas do seculo XVIII,
conservara-se fiel s doutrinas physiologicas
da vida ensinadas por Stahl no seculo XVII.
Ensina essa doutrina, que a vida humana
nao tem duas existencias differentes, mas
o resultado da accao- d'alma intellectiva, que
regendo.pelas suas forcas inferiores as func-
ces orgnicas, pelas.. forcas superiores go-
verna as faculdades espirituaes; e pjr isso o
vitalismo professado por essa doutrina foi
chamada Animismo.
Pelo que fica dito v-se, que a doutrina
de Stahl era o commenlario do dogma pl-
losophico proclamado pelo concilio de Vien-
na, a saber : Que a alma intellectiva a
forma substancial do corpo hunuuio; dogma
este segundo o qual nao ha vitalismo para o
corpo senao pela virtude d-'alma.
Mas o Dr. Barthez, nao querendo estar
por aquella doutrina, inaugurou no fim do
seculo passado, sob o nome de Principio vi-
tal, a doutrina do ilundynamismo que se
professa na escola de Montpellier. Sendo,
porm, fiel aos seusnstinctos-sceplicos teve
a cautella o mesmo Barthez de nao definir
claramente aquelle principio vital, e nem
vivos. Ora, a induccao nao pode denons-
trar que essa forra seja a alma, e at leooV
a provar o contrario; e portanto permanece
na idea de urna forca vital que rege os poe-
noraenos vi taes, nao aflirraando se esta forra
(o principio vital; urna faculdade d'ataa
intelligente. (Carta ao Dr. Sales-Girn.)
Pulo que fica dito ve-se que, para eaaes
mdicos a vida orgnica do homem obra
exclusiva do principio vital; qoe este prin-
cipio urna substancia inteiramente inde-
pendente d'alma inteileefira, qoe elle orna
fi'irma orgnica, espontanea tendo a so ac-
cao peculiar; em urna palavra, que aquell--
principio urna alma substaneialmente rfis-
lincta da inlelligencia. Eis aqui, pois, lit-
teralmente expresso o erro capital da duas
formas substanciaes, das duas alnas />
homem.
Adianle provaremos que nao Id nada de
mais enorme c falso do que o principio: (/'
a alma nf faz aquellas comas de qne w*>
oonscieneia e arbitiio, principio este que ser-
ve de base ao mencionado erro; eotaV.
avaharemos o peso das autoridades tmipe
se apoia o mesmo erro, e provaremos que
essa doutrina simplesmente urna velha he-
resia mil vezes condemnada pela egreja
Por agora diremos smente que, se ver-
dade, que a alma intellectiva nada tem com
as funcees da ida organi;a, segue-e que
o nosso corpo nao vive pela virtude d'alsaa
e que esta nao a forma snb*kmciol 4-,
corpo.
Mas, qual ser ento o papel d'alma
corpo ? Porque razo ha de ella estar
a um corpo quem nao d o ser, nem a vidar
Como responder a estas dilBceis questo *
Como ento explicar o homem ?
(Co*t*mi-if-h'i,
(.31 A palavra forma muito usada na piiHuso|iiia
escolstica U'.m varias signicncfics. fs'o sentido
esthetico signilica belleza, no geomtrico empre-
gada para significar a figura que tem a materia ;
mas no sentido philosonhico forma qur dizer o
principio substancial, invisive que faz que a ma-! anda tratoude fazer delle um tercetro ser,
teria aqueella est unida subsista, pondo a mesraa! que Iizesse stt'mancialmente parte do com-
materia em urna cathegoria particular de seres.! posto liimiann. (6)
Neste sentido mcthaiihysico que a palavra forma i ______________________________________,
erapregada no texto, significando o acto substan-
Ainda nao tudo; o governo fez duvidar da
sua resoluco c da sua terca, e tornou-nos a Rus-
sia mais hostil. .Nao digo que o governo italiano
t (A continuacao do discurso do honrado presi-
dente do conselho, c da discussao sobre as inter-
pellacoes, licou adiada para o dia seguinte.) >
cial que d o ser materia, c faz subsistir o corpo;
e assim que a alma a forma de todo ser vivo.
Mas cumpre advertir, que na philosopha esco-
la lastica a forma do composto vivo chama-se alma, e
a dos cranoslos nao- vivos conserva o nomo gene-
rico de forma. (Vid. Rason philosophquo et ca-
lhotique, t. lp. 136, e.Philosophe Chretienne t. 2o
p. 122 do P. Ventura.)
S. S.
(i) Vid. Le livre iTor, onde se achara todas as
doutrinas, que a seita pretende terem-lhe sido re-
veladas, livro que a mesma seita considera como
um novo Evangellio.
suas homenagens em vez de dirigi-las a maden.oi-! g aesprcsa(,0.
I'OR
1IALRICI0S.VM).
Prinicira parte.
(Continuacao don." 179.>
Apiuveitei-me de um momento era que estavam
todos distrahidos para cscapulir, tendo antes o cui-
dado de prevenir o Sr. de Vinceux de que me re-
til ava a pe.
Siga adianto me respondeu elle; vou mandar
sabir o meo carro, e mucos instantes emquanto o
tomo no caiiiinlio. Se termos dar ouvidos a estas
mocas, acaremos aqui a dancar at oito horas da
machia.
Com effeite um quarto de hora depois rodavamos
ambos no seu ligero lilbuiy ao bello claro da
la.
Sabe que tenho razao para nao gostar muito
do seulior'? me disse elle.
Eutao porque ?
Porque veio roubar-nos os coracoes das nos-
sas jovens. Ora finja-se admirado! Bem vi o afn
com que madeinoiselle Fanny o conquistava.
Esta agora nao m! O que o faz pensar
assim.'
Os olhares requebrados que ella lhe lancava,
a sua tez purpurea e radiante de felicidade, a at-
teiicu.que lhe prestava a ponto de distrahir-se de
tudo o mais, os manejos que empregou para dan-
zar cora o senhor, e sempre cora senhor, etc., etc.
Pois creia que em nada disto reparei.
Entau eslava ceg, meu charo. Outros ha-
viara ali que o nao perderara de vista, e que a es-
ta hora talvez nao estejara muito satisfeitos.
Aposto em como o senhor umdelles....
Engana-se ; nao estou apaixonado por ma-
demoiselle d'Aslafort, mas conlieco quem o esleja,
por exemplo : o raeu amigo Adalberto de Mauvc-
zin, que por vinganca galanteou um pouco a fillia
do Sr. Desorraes, e Roe que no florido campo da
poesa campestre busca redondilhas e madrigaes
cm honra dessa joven Fanny, a quem chama a -tf-
sa das florestas, pois deve'saber que a sua bella
victima faz versos lambem.
Oh Tivc eu a sorte de fazer andar roda
a cabeca de urna poetisa!
Nao tanto assim : urna versejadora de pro-
vincia. Os seus adoradores durante toda partifla
t.-tiverara era brasas, e se disso eu lhe podesse ad-
vertir nao me teria rido sosinlio: mas o senhor
achava-se como um astro rodeado de satcllites de
iaia, c nao havia modas nem geito de se lhe ap-
proximar. Ai> suas attencoes s nao chegaram para
inademoiselle Desormes; entretanto urna joven
iuuito linda c por raraha parte nao a trocara por
dez Fannys. Quer o meu conselho ? Pirija-lhe as \

selle d'Aslafort. Mas emfim cada qual tem o seu
gosto: talvez o seulior nao goste das ruivas.
Para tirar toda a desconfianca, que elle tinha,
lhe respoondi que era pelo contraro das ruivas que
eu mais gostava.
O Sr. de Vinceux deixon-me licar na entrada
da avenida. O dia vinha apontando. Ao ap-
proximar-inc de casa reparei que havia luz no
aposento de Margarida. Estara encommodada ?
A porta que da va para o terreiroestava fechada,
e quando me diriga para a do pateo, abriu-se_aja-
nella do quarto de minha prima, e vi urna maosi-
nha alva, talvez a sua, e pode ser tambera que a
da sua criada Nanuiche, passar por baixo da vidra-
ca, e jogar a mcus pos a chave do corredor.
Esta delicada attenco de esperar-me para me
facilitar os meus de entrar, fez cahir todo o meu
rancor. Veio-me logo ao pensamento a idea de
lancar as minhas vistas sobre aquelle que
. Nao tenhas raiva de
sabes muito bem o pesar que com isto me
mim
causas. Sou a melhor amiga que tens, e sempre
disposta a sacrificar a minha pela tua felicidade.
Parar.
tio
Jornal de Marcos.
16 dejunho.
gracejou hoje comigo
a respeito de
Meu
Fanny.
Fizeste-a dancar por quinze dias, me disse
elle maliciosamente. A pobre moga devra ficar
bem caneada Emfim divertiste bastante : ao me-
nos nao saltste de ao p della. A que horas vol-
taste?.
As tres horas da manhaa, disse Margarida.
Ainda eslavas acordada, minha filha
Nao, senhor, tornou ella arrebatadamente le-
(3) Vid. Breve de 8 de novembro de 1849 ao his-
po de Baycux.
(6)-0 Dr. Kuhnholtz, genuino discpulo de Bar-
thez, exprime com muita sinceridade as duvidas o
hesit^coes do seu mestre acerca da natureza do
principio vital : O vitalismo dos mdicos da Mont-
pellier, diz lie, nao a fallar a verdade nein o
esplritualismo, nem o materialismo ; e assim Aca-
rnos na duvida quanto natureza da causa da vi-
da. O vitalismo est to fra do esplritualismo, como
do materialismo. (Cours d'hist. de la raed., p. 272).
O doutor Kuhnholtz tem razo em dizer que o vi-
talismo de Barthez nem o esplritualismo, nem o
materialismo ; pnrquo em verdade o principio vi-
tal, seno a alma, nem o espirito, nem wmlfh
mas o nada, que nao tendo existencia nao pnrf
pertenec1 a nenhuma cathegoria dos sem ev-
tenles.
Para que se nao pense. tpie <> sabio P. VrmtnT'j.
que nada ignora va, disse sem fundamento. cnmo#r
le no texto, que o sceptico Barttu-z leve o r.nitn
de no> definir o principio vital, aqoi irado a* *-
lavras do eheto do vitalismo, as quaes v
verdade do asserto do P. Ventora. Posta de iwfr<
a obscuridade da > 1 lacio, obMoridade qoe se aat>
em quasi todo o desenvolvimento da dontrma ti
talista, por ella se ve ipie Barthez fot mu Jim-
collaboradnr da Eiieyclopodia, c que nao taeri
(meo de sua intiinidade coni d'Atemben. Ti
sensivel a metl>;inior|>oos'
bomem, diz Barthez, quanlo e duvidosa a sorte 4>
(irincipio vital depois da morte. Se este prior 1 y.
nao fr mais que urna faculdade unida ao r'
vivo, i certa mu quando este tor desiruidu, aojwfci-
principio lia de entrar no systema das forras *.
natureza universal. Se for m principio 4ittmrt..
do corpo c d'alma poder perecer |w>ta ~rtinrri
de suas.forcas no corpo der tambem passar a outros corpos hoowoM, *
vivifica-los por urna cs|ecie de me|h*mDs>riir. K
possivel que o fim do principio Tital seja relativo 1
sua origem : e assim, siippondo qoe elle kaaha
emanado de um principio rread por Dea- pan
animar os mundos, poder na morte renoir n
esse principio universal. Mas anida nesta stf
sirao elle ladera perecer sem qw a turra tTnoifc*
dimana se enfraquwa, do mesmo modo qoe o rai~
do sol se retlectem' c perdem-se no- rorpot eoa
eos, sem que aquella fonte de luz pnooi jamis s
espolada. 1 Vid. Nouveau\ eteinent- de la *rvew-
de Ihorane. 2' ed. t. p. :tt7. E tambem Kulmooff
loe. cit. p. 2:to.) I I
(7) Vid. a brochura intitulada : Arrord l>
doctrina anlhropologiquc de Monlnellier aver ?-
enseignements religieox. por Lordal. \<
que podera ella ter velado" por minha causa e' vantando-se da mesa, c rctirando-se sem olhar pa-
ainda mesmo que s fizesse velar a sua criada, j ra mira. .___
era una attenco que eu nao mereca. Margarida nao me tem amisade aiguma, ate mes-
-1 a ^^.ct mn mo iUiiuum a culpa e minha, pois hontem
Sim, confessb que obrei mal
ma conselhera; agora s toe
mente. Os menores incidentes da partida apresen-
tavam-se como casos enormes : nao pude fechar
mais os olhos.
Amar !... eu nao sei amar !.... Tenho-mc recon-
centrado comigo mesmo, tenho trabalhado por to-
rnar-me forte... e quando reparo na minha ter-
nura, fico abysmado I
Nao, eu nao sei amar!... E com tudo isto amo !...
Fanny a Margarida.
Dressais, 15 dejunho.
Minha amiguinha.Nao havia hontem quem te
podesse comprchender : e por isso apresso-me em
pedir-te a explicacao de scmelhante conducta enig-
mtica. Comecastes por zangar-te comigo : por-
que ? Ignoro. Seria porque me viste dancar e
conversar muito tempo com teu primo ? Mas de-
ves queixar-te de ti, que esqueceste-lo completa-
mente para receber com prazer as homenagens do
Sr. de Mauvezin. Eu mesma fiquei sorprehendi-
da: julgava-te somente ter olhos |>ara o Sr. Marcos,
pelo menos assim m'o havias dito, e convenci-me
hontem de que nao ests tao apaixonada como pa-
rece.
Ora vamos, minha linda caprichosa, convem es-
colher entre o teu voluvel sabio e o joven, bri-
llante rico conde de Mauvezin. Oh! sei per-
feitamente que nao possivel a urna simples
marqueza resistir tentaco de tornar-se condessa!
Ha de haver sem duvida difficuldades da liarte da
aristocrtica marqueza, mo do conde; porm o
que nao far o amor ? Demais teu pae, que se ha
de orgulhar com tao nobre allianca, apresentara te-
das as suas riquezas para offusear a velha dama.
Reflecte bem no que te digo, minha amiguinha;
renuncici aSr. Marcos por tua causa, e esta mi-
nha aeco nao tem mrito algum, porque nao o
amo : mas minha mae ignora esta concessao, c no
caso de que tu o venhas tambem a renunciar, rc-
solver-me-hei entao a querer-lo s para nao causar
a mam um verdadeiro pesar.
Decide-te ; espero da minha soberana a permis-
a colera pessi- mo me despreza. A culpa rainiia, pois
resla arrependi- fiz mais do que era preciso por merecer o seu dcs-
' prezo.
Assim pensando desci ao parque, encaminhei-me
para o lado do tanque, e sentei-me sombra dos
frondosos ramos de um velho salgueiro. Ali che-
gando desfiz-mc em lagrimas, e no meu desespero
tve dosejos de deitar-me a afogar: tristes e terri-
veis ideas me atormentavam o cerebro. Figurava-
se-me que mal havia eu comecado a vida, e que o
mais prudente seria nao arriscar-me as dcsconhe-
cidas veredas do futuro.
Cora a cabeca oceulta entre as maos, nao repa-
rei que Margarida se approximava de mira.
Porque chora 1 me perguntou coltocando a
mo no meu hombro.
Nao ousei cneara-la: tive vergonha de me haver
ella sorprehendido naquella posico.
Ora diga : quem lhe causa tanto pesar ?
Voss, minha prima.
Eu t E porque lhe causo pesares ?
Porque nunca mais quer comprehender que
eu lhe amo.
Nao o creio. Se voss me amasse nao te-
ria. feito o que fez hontem. O seu amor para
Fanny!
Margarida, juro-lhe que nao amo, que nunca
amei a otnrem seno a voss. Quando pequea
amei-a pela sua gentileza, pelas suas gracas, e ros-
to encantador; e tambem pela rectidao e franque-
za do seu carcter, pela sinceridade e bonhouia
do seu coraco. Oh!_ Nesse tempo, minha prima,
voss tinha-me affeico, e dizia sua mae que eu
havia de ser seu marido.... e minha tia responda
rindo-se : Dou o meu consentimento. Conser-
vei religiosamente esta lembranca, e quando ha
dias a tornei a ver to bella e tao crescida, o meu
amor supplanlou a razao. Recordei-me dos pro-
jeclos de casamente que minha tia raalisaria hoje
de certo, se a morte a nao tivesse levado! Desde
ento, Margarida, vi em voss a minha futura es-
posa.
E o seu procedimento de hontem est por ven-
tura de acord com o que acabo de dizer?
O meu procedimento de hontem foi motivado
pelo ciume. Estava fra de mim; e quera por
vinganca matar a esse conde de Mauvezin, para
que voss soffresse como eu soffria. Mas agora
vejo que s consegu olfender o seu amor proprio,
o mais nada.
Ah! Suppoe que s tenho amor proprio ? E
deste modo que voss me julga, c vera anda dizer
que me ama I
Digo-o, sim; e di-lo-hia mesmo a meu pesar,
apesar do seu ressenlimento. Por mais que fizes-
se nao poderia occultar-lhe o meu amor, to forte
elle Voss, minha prima, foi, e ser o meu
nico pensamento. O que lhe digo, offende-a tal-
vez : nao importa mister que saiba o que te-
nho soffrido, o que soffro. A minha coragem to-
cou a sua meta. Nao posso mais supportar esta
posico. Amo-a sem restricroes, sem olhar para o
passado, sem encarar o futuro. Este amor ninguem
na que o possa impedir: e forca que lh'o confes-
se, embora tenha de incorrer cada vez mais no seu
odio.
Marcos, eu nao o odio. Tenho-lhe... amisade,
e muita! Se nao o amo como voss quer, nao
motivo para que me julgue sem coraco. O a-
raor nao se forca, oblem-se.... faca por merecer o
meu. ,
verdade, Margarida, cu nao o moroco. Obrei
mal, eslou a fallar-lh como um louco. Procuro-a
consolar, e oliendo-a. Sou um pobre rapaz aban-
donado, s neste mundo, e j to moco victima do
destino! Quera fazer de voss urna companheira
a quem me podesse entregar de corpo e alma. Mas
vejo que sou grosseiro, sombro, c impetuoso... Sof-
fro desde menino, a amisade abandonou-me bem
depressa. Diga agora: o que quer que eu fac* ?
Falle, Margarida.
Quero que tenha em mim conflanea, que nao
ande buscando afmcc.es para si... c para mim
tambem 1 e depois..
Depois... depois voss rae amar, nao as-
sim?
Margarida se havia sentado a meu lado. Lancei-
me a seus ps, e no meu desvario apertava as suas
mos.
A noute comecara a cahir : as suas sombras iam
invadindo toda a alea.
Responda, Margarida... D-me ao menos
um pouco de coragem, deixe-me um vislumbre de
esperanea!... Depois... voss me amar, sim?
Sim... respondeu ella baixinho.
E passando o seu braco em torno do meu pescc-
co, senti os seus labios rocarem-nie a fronte. En-
vergonhada do que acabava de fazer, pz-se logo a
chorar. ,, ,
Porque chora ? perguntei-lhe. Tem medo c
mim ? Envergonha-se de rae amar ?
Nao quero que voss se case com Fanny! ex-
clamou ella impetuosamente.
Casar-me com Fanny! Nao comprahendo! L
cousa em que nunca pensi.
Mas pensara ella, e sua mae, e meu pae
Percebo; meu tio mostra-se contrariado cora
isto.
Agora digo eu tambem que nao o compra-
hendo replicou Margarida abnndo bem os seus
grandes olhos, o procurando penetrar o meu pensa-
mento.
Fiquei embaracado sem saber que sabida dsse.
Meu tio sem duvida autorisou-me a amar a sua fi-
lha, mas nao a dizer-lh'o. Acha-a muito moca ain-
da para casar, e seria imprudencia da minha par-
te antecipar a poca fixada para a minha felici-
dade trahindo a confianca que elle me testemu-
nhou.
Como me va perplexo, minha prima prose-
gua :
Asseguro-lhc que meu pae tratou o seu casa-
mento com Fanny : eis a razao porque proeuro evi-
ta-lo, Marcos, depois que sinto dentro de minha al-
ma que o amo. Agora acabaram-se os remorsos.
Fanny nao lhe tem amor : ainda hoje escreveu-me
istw mesmo. Julgo-a mais ambiciosa do que ter-
na, e me parece que tem o pensamento emprega
do em um outro, isto nao afllimo : cousa que
s ella o sabe. Quanlo a nos, Marcos impossi-
vel...
O que? casarmo-nos?
Sim; meu pae ama o dinheiro : julga-lo-ha
pobre de mais. Oh! Marcos Porque fatalidade sou
eu rica!
Margarida pz-se a chorar de novo, e to amar-
gamente que nao tve a coragem de calar-mc. De-
mais parecia-me que ella nao fazia justica aos sen-
timentos de familia, que teem tanto peso e tanta
forca no coraco do Sr. Desorraes.
Engana-se minha querida Margarida; seu
pae melhor do que suppoes. Nao duvido de que
formasse o projecto de ligar-me a nadamoiselle
d'Aslafort, que assim mesmo muito rica para
mim : mas essa senhora lhe ter dito que nao se
agradou da minha pessoa, e ento o meu estimado
tio cuidou em guardar-me para voss. Du-me j
a entender isto pouco mais ou menos : porm se-
gredo ainda. Diz que voss muilo mofa, e o mes-
mo juzo talvez faca a meu respeito. O seu plano
demorar-me aqu para ter tempo de me conhecer
por experiencia propria, e nstruir-me na agricul-
tura. Infelizmente falta-me propenso para isto :
mas o que nao farei cu em agradecimento sua
bondade, c para obter a mo de minha adoravel
prima ?
Apesar destas e outras razos Margarida conser-
vou-se triste, e muito me custou persuadi-la de que
me nao enganava sobre as intencoes de seu pae.
Finalmente rendeu-sc evidencia, e ambos nos
com as mos unidas juramos amar-nos eterna-
mente.
Pura e encantadora menina! Nem mesmo ousei
abraca-la!.. Meu tio me perdoar o ter-lhe con-
fessado tudo contra os seus desejos, vendo quanto
a respeito e venero.
17 dejunho.
Chove ainda. Nao gosto de chuva : mas hoje
adoro-a, e mil graeas lhe rendo por ter cabido era
torrentes durante todo o dia.
J nao pens era idagaodesethnogenicas, nem as
moedas antigs : o que vale tudo isto!
Sou feliz !... Margarida, minha adorada Marga-
rida, em ti smente deposito as minhas esperan-
cas !... E ella me ama Oh! Tenho mdo de en-
louquecer I
IfidcJHiw.
Tive a noute passada nm sonho a rscpeo da le-
genda do Campo da Morte. Esse sonho nada tem
de extravagante a nao ser a coincidencia dHle coan
um outro que teve o velho Carnal na mesma ara
te. Se eu fosse supersticioso toma va iodo Mto pin
um agouro.
A' principio cuslei muito a conciliar o
pela agitacao dos meus ervos, provenale
commocoes por que passra durante o dia ;
alinal 0 consegu, e quando as minhas ideas r
rain una forma perceplivel. achei-me
comido por urna terca invencivel, n'um
erecto no centro de urna cmara monuaria. Icm
rando.se-ine ser a mesma cmara simado por d>-
baixo da escarpa do Vamiiu di Marte.
Jazia a meu lado o cadver de una mullfi
jas feiees em vfio buscava eu fooherer ; e foi en-
to que percebi que os seus bracos pelado passa-
dos em torno do meu corpo eram a cao>a de
nao poder levantar. Vi pela porta, qne estova aoer
la. Margarida vestida de branco. curoadadv hep-
0 tendo na mo urna varinha de agrico, sahir *
um bosque de carvalhos. encaminhar-se lentoovn-
te para mira : o pac Carnal e o seu cao preo>
guiara-n'a.
No meu sonho eu tinha cessado de viver ovm
muito tempo : e a proporrao que Maifsrtd se ap
prxima va. sentia os bracos do corpo iluminado
que eslava a meu lado, tornarem-se ftexive- 1
moverem-se. Quando Margarida rhegoa jaot *
nos. a .Morte levanlou-se. deseen do mausoteo
collocou-se entre mim e minha noiva.
Vae-te, lhe disse ella : nao o despert do *
longo somno Elle pertence ao nada comeo*
meu esposo. Deixa-o, e vae-teJ
A
ral.
tando um grite to agudo, que par
realmente.
Saltei abaixo do mausoleo, que ao era ou-
tra cousa seno a minha cama, e desperm acoan
do-me de p no meio do quarto.
oovi-to
Demanha sahi a dar nm panno, e
me cora o pae Carnal. Interessam-me *>g
lavras e pensamentos, sonretodafoooo mm ett-
va s regies do sobrenatural. ^
Comecou por fallar-me de soPtrstcowcj
das que eu j couhecia; e procurei despenar- *
lorabranca da legenda da Morte.
O' meu moco, espere, "e- *BH
fez bem em lembrar-me. Esto mm a vu. ata
senhor, vi a/oda antes de romper o du._
Viu-a? ___. _
_ E' como lhe digo; vi-a em soabo : aat so-
nho na verdade extravagante. Oofa. ^^
Puz-me a ouvir,e confesso que na oiar*-
em mim da sorpreza qoe me causn a 1
narracao do pae Carnat.
(ComUmmr-te^mt
PERNMBUCO PYP. DE M. F. M F. WMMD


:
a

i
'


Full Text
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