Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10157


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Full Text

)

f
anuo xxxix ircapo 177.
Por (res mezcs adiantadoo 5800O
Por^re9 mezes vencidos 65OOO
OARTA FEIM 5 DE AGOSTO BE B63.
Por anno adian-tado..... 19$06O
Porte franco par v subscripto!'.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
EXCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal. Sr. Antonio Marques da Sil va; Araeal>,
Sr. A. de Lenes Braga; i'^ar, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
drigues; Para, os Sr. Manoel Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronvoio da Costa.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SIL
Alagas, o Sr. Claudino Faleao Bias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alvos; Rkt de Janeiro, os Sr>. Pe-
i -na Martins PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olnda. Galio e Escada Iodos os chas.
Iguarassif, Goyanna e Faral>hanas segundase
sexta s-fei ras.
Sanio AntSo, Gravar. Bczerros, Bonito, Caruarn'.
Alfinbo e Garanhuns as tercas lelas.
Pao d'Alho, Nazareth. Liniociro". Brejo. Pcsqticira,
Ingazcira, Flores, Villa Bella,Taearalu'. (labrlo,
Boa Vista, Ourieury e E\u' as partas fei ras.
Seruiliikm, Rio Forme-so, Tamandar. ('na, Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feira
liba de Fernando todas as vetes que pan ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem a o 'A dia._________
EPHEMERJDES DO MEZ DE JVL HO.
6 (fiarlo niing. as Oh., 40 -ni. e H,. da ni.
14 La no*,as 10 h., 37 m. e 44 s. da m.
22 Qoarto rese, as 2:h., 54 m. e3t s. da m
28 La. eheia as 5 h., 19-m> c- 5& s. d L .
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e-30 minutos da manha.
Segunda as 8 horas c. 54 minutas da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIR08.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o nortate
a Granja 7e22 deeada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mozes dejan, marc., maio. jul. set,enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife : do Apipncos- .* 6'/,. 7, 7 '/, e
&V, da m.; de (Hinda s 8 da m. e da tarde: de
I Jiiboatao as 6 '/2 da m: do Casanga e Varzea 7
da m.; de Benilica s 8 da ru.
Do Reeife : para o-Apipncos ;'r* .3'/,, 4. 4 % 4 %
'A, .Vj e 6 da tarde: para Olinda s 7da
lo s 4 da tar-
da tarde; para-
manas e 4 /, da tarde; para Jaboafii
de; para Caehang e Varzea s 4 /, i
lenifica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribus.*! do commercio: segundas e quinta.-.
Relaco>: tercas e sabbads s- 10 horas.
Pazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do nnunercio: segindas s II horas.
Dito de orphos: tereas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cvel : tereas- c swtas- ao meio
da.
Segunda vara-do rivel: quartas e saltados a 1 hora
da tarde.
PARTE OFFIGIAL.
ni\INTKRIU DA FAZK.WA.
approvou as medidas tomadas pela thesouraria, re-
commendando-lhe ordenasse ao respectivo procu-
rador fiscal que. sem perda de tem|H>, intentasse as
neeessarias aeeoes judiciaes tendentes a garantir
os interesses d fazenda publica, pondo-o a salvo
de qualquer prejuizo que |>odesse resultar da emer-
Relaturio do ministerio da fazenda, que drria ser gencia, de que dra conta.
presentado sema-J geral Icgi.xlat pelo I No entretanto, havendo sobre este negocio reprc-
respeclivo ministro o E\m. Sr. marnnrz dr 'untado o cnsul ingtona Baha ao presidente da
provincia, esta autondade respondeu-lhe em aviso
de 2(( de setembro ultimo que, tendo sido approva-
do pelo thesouro o procedimenlo da thesouraria,
nada mais havia a providenciar, sendo certo que as
MAS DA SEMANA.
3. Segunda. Ss: Gamaliel e Xirwleuras imo.
V Terco. S. Domingos de (iusmo fundador
5. Quarta. S. Kutliquin; S. Cantiio ni.
6. Quinta. S>. Felicissimo A^-apito diac.
7. Sexta. S: CaetanoTheatino fundador.
8 9abbado. S. Cjriaro diac. m.; S. Emiliano b
9. Domingo. S. Homo sold.; S. S-undiano ni
ASSIGNA-SE
noHcntevema livnwta da praca (krlnd>in ns. (V c 8. dos pro|>*i''tarHw Manotl- Figwiroa d
Faria te Filio.
branles.
(Continuaraoj.
Jt IZO DOS FEITOS DA FAZENDA.
fazendas de terceiros comprehendidas no sequestro
E de toda a necessidade que tomis em conside-, seriam restituidas logo que fosara exhibidas pro-
raeo as pedidas suggeridas no relatorio do anno vas legacs de dominio no juizo competente, cujo
i'.-sido pelo Ilustre ministro de entao, como os procedimenlo nada tinha de violento, por ser dedi-
projectos que sobre o juizo dos filos da fazenda reito commum em lodos os paizes que as casas fal-
toram elaborados por alguns membros da cmara, lidas nao jxissam mover de seus escriptorios mer-
temporaria, e pendem de vossa approvacao. cadoria nenhuma, nem fazer transacedes de qual-
l'assarei agora a dar-vos conta de urna emer-. quer natureza.
concia, que torna cada vez mais nocessaria a ado- Communicra a mesma thesouraria da Babia em
pcao de medidas que evitein a sua reproduccao. oftlcio n. 384 de 18 de setembro do anno passado' saluda dos eofres pblicos e negociado em acto de
o ministerio dos negocios estrangeiros dirigi ao que contra a casa de Abrahao Crabtree & C., (que commercio para ser indenmisado em paiz estofe
3 de abril de 1853, a questao da preferencia da
fazenda nacional empatada por quatro votos contra
qnatro, em virtude do que, por imperial resolucao
de 25 do mesmo mez e anno foi remetttda ao corpo
legislativo, mandaado-se entretanto, que a fazenda
proseguiste o seu dtreilo perante os. tribunaes. i
verdade que o thesouro, por orden) n. 223 de )'
agosto daquellc anno, mandou levantar o seques-1
tro a que se havia procedido nos bens da referida .
casa falHda; mas esse acto nao prova contra o di-'
reito de preferencia da fazenda nacional, por que 1
foi dictado, como se v do prembulo da mesma or-
dem, pela necessidade de haver o que di'rectamen-!
te Ihe competisse na massa falhda daquella casa
em Liverpool.
J se v, pois, que na opiniao da secoao de fa-
zenda do conselho de estado e- na melhor de d-
reito, contra as quaes nao pode servir deargumen-;
lo ni 11 ou oni ro julgado dos tribunaes do paiz, a
que se oppoe a doutrina dos arestos consagrados,
a fazenda nacional preferente em dividas prove-
nientes de saques, isto de dinheiro de contado;
ta fazenda nacional.
150801
540:2305000 692:117^100
da fazenda em data de 5, 20 e 27 de fevereiro tres suspender os seus pagamentos) mandara proceder
^visos aeompanhando a tradueco de tres notas do a sequestro para garanta de urna letra de 4,000,
ministro de sua magestade britannica nesta corte, que ella acefitra, e outra de igual quantia protes-
Na primeira dessas notas o Sr. Christie requisi- tada por falta de acceite.
ta levantamento do sequestro que o juizo dos fei- Em H de outubro seguinte informou que a mes-
tos da fazenda da Babia, requisicao do governo ma casa offerecra, e ella acceitra garantas na
provincial, mandou fazer em bens pertencentes a importancia de 91:3935340 em letras c contas a
terceiros que se acharara em poder de Rostron & vencer em jdnho, julho c agosto deste anno, assig-
(":.. que tizeram bancarrota em setembro ultimo, | nadas jior diversos logistas e negociantes, que
e contra os quaes o mesmo governo tinha urna ; afllancavam'o pagamento nos devidos prazos. visto
reclamaeo proveniente das letras commerciaes
geiro.
O melhor parecer Jegal nesta questao nao por
tanto, como diz a lcgafo de sua magestade bri-
tannica, que a fazenda s tenha direito de credor
commum, por nao ser a divida de nalureza fiscal,
que autorise procedimentos privilegiados nos ter-
mos da lei de 22 de dozembro de 1761. nem
'mu que se fizeram :
24.548 moedas de ouro de
4,927 de
414,745 de prata de
415.445 > de
.948,248 de
A ceceita durante o exereieio de-
1861186 imnortou em. .
E.a dosjieza rom o pessoal e utensi-
lios comprados, ero.....
IVIa tabella n. 78 o servico da blioracjio no 1
semestre do exereirio de" 1862ISKi'foi o se-
guinte :
Ouro.
De particulares. M8:608f0a
Da fazenda uacinnal. &
118:6005000 |h48S|000
Com estes mitaes eunharam-se-:
11860 moedas de ouro de 105000
63,650 de prata de 15000
703,000 de 5500
36:560 de 5200
Alm destes trabamos afgnns outros foram
promptificados nesse estabelecimento, como meda-
lhas da commemoraeao e dos premios da exposi-
jiIA 'nkAllMlIkl ,1(, ~../l.....'i. Ja.. I 1 I alaa ,1 >
668:2025061 dao, auem esta data recouimendo que entre em
exereieio independente de tituto, que dever apre-
sontar no prazo de 3 mezcs.
Dito ao mesmo,Ao engenheiro Ger\-asio Rodri-
gues Campello mande V. S!
djbb tiver direito> eomo
nMwrameaio do porto i
priojocom as suas obrigacoes em todo o raer de ju"
Iho ultimo.
. I >ito ao mesmo.Transmiti V. S. os don* in-
cluso avisos de letras Aa importancia de ris. ..
1:0545630 sacadas pela thesouraria de rendas da
provincia do Rio Grande do Norte sobre cssa e a
130:4935790j faver de Joaquim Ignacio Pereira Jnior e Silva t
Alves,Cominunicou-se ao Exia presidente da
pnpvii.via do Rio Grande do Norte.
Dito ao mesmo.Communico V. S. que nesta
data c.'Dr. Francisco de Paula Salles entrn no
exerekio do lugar de/secretario do-governo para
que foi nomeado por *arta imperial, do 8 de julho
prximo.lindo.
Ditoao-ins|)cctor d thesouraria provincial.
Acensando reeebido o ofllcio de 30 de julho ultimo
sob n. "
2II5U00
105000
15000
|0OO
5200 .
44:8905756
Prata
9:9911376
116:4705624
protestadas.
Para fundamentar esta requisica accrescenta
aqnelle diplomtico que. depois de ter consultado: no, juros da mora, etc., etc.
o melhor parecer legal que pode obter, concilio A ordem do thesouro de 30 de outubro
que o juizo dos fei tos da Babia proeedeu illegal-
inente, annnindo ao pedido do procurador fiscal, e
mandando fazer o sequestro. visto que as recia
exacto, como fica exposto, governo imperial em relacao massa fallida dej conservatorio de msica, do instituto dos meninos
Deane ^ oule & C.; e que o acto da thesouraria da cegos, da exposico mineira e da restauracao de
serem firmas de inteiro crdito ; devedo aquella | Bahia tenha sido declarado contrario s leis do es-! Pernambuco.
imjiortancla cobrir a de 8,000 negociadas no va- tado. Fizcram-se os cunhos para premio dos cantores
lor de 73:4925822, as despezas de protesto, retor- O thesouro fundou-se em que as transaccoes da festa da Piedade, sellos, e carimbos para a se-
provenientes de siques, feitas com a fazenda, tem cretaria do corpo de saide, sellos para offleina ih>
ultimo! por base o crdito nacional. A divida, que com estampara e impresso, e retoques e chapas no-
declarou thesouraria otlkiante que o contrato ce-! ella contrahem os sacadores. urna divida nacio-
lebrado com a referida casa
seria aeceito, se delle fosse
nos termos indicados
eliminada a clausula
macoes do governo provincial provena de um acto quarta, que sujeita s contigencias e eventualida-
de commercio. que Ihe d somente direito de ere- i des de um pleito o direito de preferencia da fazen-
dor commum da massa fallida, e nao de alguina da nacional por dividas provenientes de saques,
divida fiscal que Ihe conlira a prioridade ao-paga- tornando completamente Ilusoria e ficticia a ca au-
mento, e autorise procediinentos privilegiados nos lia que, por meio de flanea prestada se procurou
termos da lei de 22 de dezenibro de 1761. como obter para indemnisacao dos cofres pblicos, deven-
nal. O interesse gqral la soeiedade, que a fazen-
da representa, exige que ella nao seja collocada
na plana de um credor commum, representante de '
meros interesses individuaes. A administraco i
nao pode arriscar as oscillaroas da praca. nm j
Jorar s contingencias e eventualidades ordinarias
urna quantia sahida de seus cofres, que sempre
urna verba de receita publica, com que conta para
vas de letras.
(Continnar-se-ha.)
f.0YElW0 D4 PROYIMIA.
r.onlinuaru do expediente do dia 31 de julho
de IM..I.
! diligencias judiciaes tendentes a sustentar o privi-
legio do fisco, como Ihe fra recommendado em re-
lacao casa de Rostron & C, em ordem n. 138 de
15 de setembro anterior.
cetra. A letra de cambio, pois, que authentira a
transaccao proveniente do saque e representa urna
verba de receita, um titulo de dirida fiscal, que ""!'llu;
gosa dos privilegios da citada lei de 22 de dezem-: r:,n .
Ofllcio ao brigadeiro commandante das armas.
Sirva-se V. Exe. de informar acerca do que pede
no incluso requerimento Antonio llenriqnes de M-
nda.
Dito ao mesmo.Envi V. Exc. para teremo
o decidi o governo imperial em 1855 em questao do. no caso de recusa, proseguir as sobrestadas' fazer face despeza e garantir a situaejio linau-
identiea dps Srs. I)eane Youle & C.
Na segunda das mencionadas notas, datada de 12
de fevereiro ultimo, diz o Sr. Christie que rece-
lira instrncc5es do governo de sua magestade bri-
tannica para'protestar contra qualquer acto do sro-j Consentindo a mencionada casa na eliminaeao! bro de 17bl.
verno da 'Bahia na recente quebra das casas dos' daquella clausula, o thesouro pela ordem n. 3 de 2 Tal o estado da legislacao vigente, e. em quan-
Srs. Rostron A C. e Crablree A C., fundado em de Janeiro approvou o contrato que com ella cele-! lo o cor|K> legislativo nao resolver por forma di-
direitos.de privilegio, bem como contra outros ere- j brou a thesouraria em 11 de outubro do anno pas- versa esta ponderosa questao, questao, que Ihe est
dores, e de pedir que os sequestros sejam imme-! sado. alfecta, naopde deixar de ser sustentado o direito
Tracado este resumo histrico, dar-vos-hei as ra-' da fazenda. que a mencionada resolucao de con- ,
zoes, que serviram de base ao procedimenlo do the-sulta de 25 de abril de 1855 mandou proseguir J oa;lII,ni "omito ua_>it\a Kangei.
souro quando approvou o sequestro feito por or-' perante os tribunaes do paiz no negocio Deane T..., m '.'P 9"be'lR'1
dein da thesouraria de fazenda da Bahia nos bens. ^
das casas fallidas Rostron & C. e Abrahao Crab-
tree C.
Por aviso de M de dezembro de 1834 mandara
diatanwnte retirados, porque delles resultarao se-
rios prejuizos tanto as casas inglezas como a seus
e redores.
Observa que o consentimento dado sob a in-
fluencia de urna forca superior pelos Srs. Crab-
tree & (1, para um ccordo com o governo da Ita-
lia, nao pode pfejtidiear ao sen direito '*e seren
embolsados de qualmer perda. que possam ter sof-1S. M. o Imperador que a seccao de fazenda do con-
frido ]ior causa dos actos injusticaveis da tlesou-! selho de estado consuitasse se a fazenda nacio-
raria daBahia. i nal, vista da legislacao em vigor, gozava de di-
Diz mais que ha urna clara e importante dis-' reito de preferencia sobre os outros credores da
tineco entre um privilegio de preferencia no pa- casa fallida de Deane Youle 4 C, ou se tinha, eomo
gamento exigido pelo estado em materias fiscaes. elles. de entrar em rateio.
taes como impostse direitos. e a preferencia exi- A seccao foi de parecer que; em face do que
gida em transaccoes commerciaes. taes como nos. dispoem os 11. 12, 13. 14 e 15. til. 3o da lei de
casos, de que s trata, em que o estado se apre- 22 de dezembro de 1761 mandados publicar como
conveniente destino as inclusas certides de as-
si-ntaroento do alteres do 2o latallao de infantaria
Constantino Martins Fernandes, do 2o lente do 4"
latallao de artillara a p Olimpio Aurelio de Lima
Cmara e do lente do 7o latallao de infantaria
sentou na praca, c proceden como negociante, sen-
do nestfts casos fundados em letras de commercio
os direitos do governo da Italia.
Accrescenta ainda que a illegalidade do proce-
dimento da tlesouraria da Bali foi resolvida pela
ilrisio do tribunal superior de Pernambuco na
questao dos Srs. Deane Youle C., decisao que
foi adoptada pelo governo imperial. Que o gover-
parte integrante do decreto de 20 de novemlro de
1850 e observar na parte applicavel pelo art. 79
deste decreto, evidente que a fazenda nacional
tem o privilegio de preferir a todos os credores,
excepto em dous nicos casos :
1." 0 de l\potleeas especiaes anteriores aos con-
tratos reaes, aos provimentos dos mesoOrelros, olli-
ciaes e magistrados, que teein a seu cargo a aire-
o de sua magestade britannica pensa que nm ne-' eadacSo da mesma fazenda nacional
goctante estranveironio deveria ser obngado a su- 2. O de senteneas tambem anteriormente alean-
jeitar-se s pedas, demoras e despezas de um pi o- cadas contra os devedores com pleno coiihecmenlo
cesso perante os tribunaes Ira s le ros. para pro- de causa. ^^r
i Querer (disse a seccao) que a lei. porque, re-
le indo-se as lypotlecas*. falla dos contratos reaes
curar alrigo contra um acto do governo, queja
I in -ido declarado contrario s leis do' estado, c
que est certamente em opposicao com os princi-
mternacionaes e os usos adoptado- pelas na-
(...- eivilisadas.
Conclue clamando a immediata e seria atten;ao
do governo ..qieral para este assumpto. alinde
que. com a ponivel Irevidade. seja feita inteira
justiea s partes prejudicadas.
a tercelra fiestas notas commnnica que os pro-
prielartos dos bens seqnestrados em poder de Ros-
tron k C. reqnereram ao governo bntannico. n
perante os tribunaes do paiz no negocio Deane
Youle & C., e que o thesouro defendeu quando,' *
colierente com seus principios e de conformidado
cOm os precedentes adoptados, approvou o seques-
tro, que por ordem da thesouraria de fazenda ( e
nao do governo provincial da Babia, como diz a
legacao ). o procurador fiscal requercu e o juizo
dos feitos mandou exectar nos bens da casa falli-
da de Rostron & C.
E, se a ordem n. 30 de 24 de fevereiro ultimo
expedida pelo ministerio a meu cargo mandou le-
vantar aquelle sequestro e o que soffrera pelos
mesmos motivos a casa de Alralo Craltree c C..
nao foi por que o thesouro reconhecesse inconve-
niencia ou iriegularidade nos actos que praticara,
e sini por coiisideracdes de deferencia ao pedido
constante da nota da legacao de sua magestade bri-
tannica, aqual lie fra transmitida com os avisos
do ministerio de estrangeiros de 5 e 20 daquellc
mez de fevereiro.
I'ai eccu-nie, pois, que nao poda ser admitido
0 protesto que fez a legacao contra os actos, que
taxou de injustilieaveis. da tlesouraria da Bahia.
porque esses actos, approvados (telo thesouro: sao
lulos de urna gemina inteligencia da legislacao
que rege a materia ; e, se prejudicaram s casas.
commerciaes sobre que recahiram, devem ellas
presidente da relami.
para seu conheeiincnto e execu-
co, um excinplar impresso do decreto n. 3,085 de
28 i^i nln-il i- coiiueiigo celetiiada em 4 do fwv-
reir.; -i,, muhi, entre o Brasil e o reino da Italia.
para irg dar os direitos. privilegios e immunidades
reciprix-as dos cnsules, vice-eonsules. delegados
consulares, bem como as funecoes e obrigacoes a
que ficam respectivamente sugcitos os dous abes.
Igual remessa se fez aojuiz deorplaos desta ca-
l.ital.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Com o aviso do ministerio da hienda de 8 de junio
ultimo, receli a portaria da mesma data nomean-
doOI>ni|iio Jos Pereira da Silva para ohlcial de
descarga da allandega desta capital. O que decla-
ro X. S. para seu eonlecimento e fim conve-
niente.
Dito ao mesmo.Tendo viudo para esta proviu-
attriluir as.consequencias que d'ahi lies provie-
provimentos b posees'dos devedores cncarrega- ram fatalidade de sua poamio; sendo certo que
des da arrecadarao da fazenda nacional, nao tcvi
em .vista comprelender os domis devedores.
querer:
l. Que a excepeao tenia forca de limitar, ou
annullar a regra geral, quando. pelo contrario, se-
gundo os principios da saa le iiieneutiea, a con-
firma ;
2. Que. sendo o Un do privilegio obviar e acau-
telar os emlaraeose gravames. que solfre a fazen-
clamando, alein da entrega immediata de sua pro-: da nacional em sua arrecadacao. do concurso ou
priedade aos seos represenUntes na Babia, urna labyrintho dos credores particulares e das prefe-
indeninisaco por todas as perdas que soffrereni rencias. coiitinuem esses embaracos. soffra a arre-
lia realisaeaoda mesma pmpriedade em consequen-' endacao da fazenda os mesmos gravames em todos Cil0 de consulta de 2,> de abril de 18o.) foi sujeita
os negociantes estrangeiros nao esto fra da alca-
da dos tribunaes brasileiros, e devem sujeitar-se
s perdas e dainos, demoras e despezas dos pro-
cesaos, a que louverem dado causa eenique-se
acharan, como no caso de que se trata, legalmen-
te envolvidos.
j No sentido de que acabo de expor-vos exped
aviso ao ministerio dos negocios estrangeiros em
data de 29 do mez pr jximo lindo.
A exposicio, que vos acabo de fazer, convencer-
vos-ha da urgente necessidade de resolver a ques-
tao, j to procrastinada, que pela citada resolu-
(i .lo sequestro sobre ella laucado, da sua dete-
riorafio e diminuien de valor.
Isto posto, eomecarei por faier Um breve e -ue-
cinto esbOjCO dosfactos que mol i va ram taes peras
otiiciaes. e que aqu reprodnzirel para vosso infet-
i eonlecimento.
Foram devolvidas de Londres tlesouraria de
faienda da Bahia tres letras protestadas por falta
de pagamento na Importancia de 9.000 negocia
das rom a casa de Rostron & ('.. sol
ehard, Bo o- casos em que for credra e appareeerem prefe- a vpsso exame c delleracao, e que faz oljecto de
rentes, excepto no caso nico de contratos reaes ou um projeeto de le iniciado na cmara temporaria.
de lliootireiros inalversorcs c outros ofllciaes e ma- Espero do vosso reconlecido zelo que desse pro-
1 gistrados que se levantam com a fazenda nacional, jecto vos occupeis na actual sessao. e que. tendo
Para pensar assim seria mister ou poder sustentar- em vista a legislacao dos povos eivilisados, lixeis |
eia, alini de ser empregado no arsenal de niarula
naquillo que fr compativel com as suas (breas a
praca da conipanlia de invlidos Silvestre de Son-
ta, conforme determina o E.xin. Sr. ministro di ma-
rmita em aviso de 11 do frrenle, assim ocotuinu-
Oteo Y. S. para seu eonlecimento. prevenindo-0
, I de que naquella data se solicitou ao ministerio de
azenda a expedicao de ordens a e*sa reoarti^ao,
para o pagamento a mencionada praca, dos veei-
menlo que lie perleucerem.
Dito ao cominandaiite do corpo de polica.Pode
V. S. mandar dar baixa do eorposdb seu coinuian-
du ao soldado Joan Chrisostomo dos Santos, que se-
gundo 0 seu oficio desta data sol n. 309, linalsou
o seu engajainento.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em cum-
plimento do aviso do ministerio da guerra de 10 do
frrente, mande V. S. fornecer ao corpo deguaini-
cao deata provincia o fardamento para pagamento
dos veiicmentos do presente anno, mencionado na
: nota incusa por copia datada de 7 deste mez.
l'.oiniiiunieoii-.se ao commandante das armas.
Portara O presidente da provincia. Dotada a
Paulo de Alluquerque Cama para o lugar de ama-
nuense da 2j seccao da secretaria do, governo.
o 1 para o dstrieto de Traeunlienu|Oc vc.m-i
dera vano, pela ausencia do padre Maneet Jone ov
Oliveira Regoe o 2par.odi Yilla BeHa.for k-i
sido removido para a comarca do Brejo na provin
\. s. pagar os yencunentos Cia do Abriinhau o jniz < tlh-.ito Dr. Jta-nim 1t
no encanegado das obras do ^y^ Lno.-t^mmuBcoiMe ao director geraMa
^rS? ??*a v,sto tcr,*' uistruccao. iiubca.
v{diute de secretara d feveram
inicio ;.o 4" secretario-da assembla-pravinrui
O Exm.- presidente db provincia mamit traii
mittir V. S\ para conheeimento da asnemblra k-
gislativa desta prorincia capia do avisoeirralr d--
16 de junlto ultimo, em qtw- o Exm. Sr. aaralroda
fazenda emnmprimentoda imperial rcaotarjao oV
consulta de 28 de junio d'ste anno, renewa as r
comuii-ndacoos da circu;* ifoquelle ministerio ik-
15 de junbode 1861, e derkira que o gaverao im
perial eoaOa -que os meml. piomoveriioeom o patrioiisM que os ofchngue *
fiel execneao das disposietns- constitucicnaes sol
as attriluicoes legislativas dns assembla provin
ciaes.
Dito ao ins|iector da tlk-suuraria de i; aen-la.- -
la provincia, manda tran-
on-eiu do thesouro nacional
sol n. I ti..
Dito ao professor jubilayJoTiburtino I teto di V
incida.Wt\ secretaria do governo se cunniuani
aolllm. Sr. prolessor jul iutu Tiliurliao ItiMo *
Almeida que st^gundo constoo de officit i>> SMnl i
ra de estado dos negocios- d> iii|hto, datailo de '.<
de julho ultimo, o govern orial ag- adere o o
fe reclnenlo que S. S. fez db 15 % de svu oruoR.nl
para auxilio das urgencias do estado.
Wb n. :m, em que V. S. me partcpou haver Fran- .. ulw \Q "H (,r ,ua ""
iscoBotelho de Andrade, dando |ior fiador Manuel Exe. o-Sr. pivsidenie da
firmino-Ferreira, arrematado, com o abato de um ""l,"ra., s a "a"m 0IV
Besparhos do dia <4e agesto aV 1843.
RtfBMrdaMBlMt
Felppe Peidel.Como reqtn-r. pago-- os divii--
naconaw.
Irinandadedo Snior Santissiino Sacramento
S. Lourenco da Malta. Dirija-se a thesouraria
provincial.
Joao-Chrisostomo dos Santos. Mrija-se ao Si
commandante do cor|c -de fiolicia.
Commendador Jos Francisco Pereira da Sirva
Informe o Sr. director das obras (mbhca.
Mara das Neves Manuela de Medo. H^iwUi-l
ao Sr. director geral da instru-' ao publica par
attender a supplicantr-nos termos do sua informara
de 30k1c iullio ultimo, sol n. 127.
Manoel Antonio de Jess.Como reqoer. pag-
os direitos nacionaes,
Victorino Jos de Sxiza Travas:s e nutro.Com-
requer, pairo- os direitos naciona-.
INTERIOR
F.vpi'dienle.daserrelarii> do ooveruo.
Ofllcio a Antonio Bento de Oliveira na liegiieza
se com fundamento e lgica jurdica que, compre-
lendendo a generalilaile do privleeio a excepeao
que se quer attriluir lei, a mente do legislador
foi adoptar e prescrever a excepeao, deixando ala-
a firma Ri- zenda nacional, que tere em vista" proteger com pri-
lem assim vlegio. absolutamente exposta aos mesmos emla-
outra letra no valor de S 2.000 com o protesto de reos, aos mesmos gravames e prejuizos, que en-
nao aceite. i tendeu acautelar : ou que, na poca da promulga-
A ilesourara. para acautelar os interesses da cao da lei, aqueles erain os nicos casos, em que a
fazenda, touou as seguintes providencias : fazenda nacional poda aclar-se credra e em con-
1.'. Ordenou alfandeua que sobr'cstvesse no curso de outros credores particulares.
despacho e salida de quaesquer mereadorias per- A 1." hypothese absurda, e a segunda sns-
tencentes casa fallida, remettendo-lhe. urna rcla- tenia a opiniao que o privilegio e geral, que a fa-
eao de taes mereadorias e de seu valor : zenda nacional prefere sempre que tem de con-
.* Exigi dos saceadores garantas para que a
fazenda fosse real c integralmente embolsada do
total das 11.000 c despezas emergentes, prove-
nientes da impontualdade no pagamento.
Os saceadores offereceram dar at o dia se-
guinte (31 de agosto) como garanta de letra nao
;neita de S 2,000 urna firma commercial ou fa-
zendas, se tvessem a certeza de que nenlum se-
cuestro ou violencia lies seria feita para garanta
ao pagamento das S 9,000 j aceitas (e nao pagas) existe.
.--e a tlesouraria se satisfizesse em ficar a fazenda Blackstone (contina ) pagina 517 do 2.
publica com direito sobre a massa fallida, existen-; volume, commentando a legislacao sobre bancar-
le em Inglaterra, e sobre elles saceadores nica- rota, referindo-sc fazenda nacional, diz : Bul
mente pelo saldo que nao fosse pago naquelle IbckingunM bound bu Ihis fictious relation, or
7 M uithin thestatutes ofbankrupt.E a pagina 427
Respondeu a thesouraria que aceitara a firma
commercial offerecida como garanta da letra de
2.000'no aceita, passando a dita firma urna le-
clara
nal en
ra e definidamente os direitos da fazenda naci-'
em relacao a dividas da natureza d'aquellas,
sobre que versaram as mencionadas reclamacoes
da legacao britannica nesta corte.
CAIXA DA AMORTISACAO.
Durante o anno a que me retiro" funecionou re-
gularmente esta reparticao.
Nos anteriores relatnos, os metis dignos ante-
cessores chamaran! a_ vossa attenco sobre a con-
veniencia da extincao dola, coiinnetteiulo'-se ao
llesouro ou ao laen do Brasil os servicos de que
est encarregada.
Achando-sc porm, sulMivltido agora decisao
do senado um projeeto de lei relativo aos venci-
correr com outros credores ; por quauto, se se li-, montos dos respectivos enipregados, em cuja dis-
mitram naquella poca smente aqueles casos, cussao tratou-se deste assumpto, julgo intil fazer
segundo entendem os que do essa inteligencia nuiis consideraces a tal rcs|)eito.
forrada lei, fra por que esses eram os nicos em
que se poda verificar a aceao do preceito legis-
lativo. \
Herorrendo legislacao de paizes civilisados.
diz a Boecio que c nem" de outro modo se enlen-
; dein os privilegios do fisco as naces onde elle
do mesmo volume em que trata do titulo.-Prero
sativas da croa.For ns is il nol ronsisteitt trith
the dignity oflkecroun t^ beporhier uith the sub-
traTmiatro JaMpS ^andeado-aq a no\a res|K.n- \ject,so nettherdoes the ktng ever lose hit right in
sabHidade s despezas c juros da mora pelo refe-
rido prazo, e que quanto s 9,000 aceitara ga-
ranta conveniente pela importancia da quantia que
tleixassc de ser satsfeita em Londres aos agentes
iinanceiros do governo do Brasil pela casa Bi-
cbard Rostron & C. por ter suspendido seus pa-
gamentos, afim de que o garante satisfizosse fa-
zenda o restante das referidas 9,000. na praca
da Bahia, despezas e juros at real embolso, logo
unumtanee,but, wltere the;/ interfere. he is aluai/s
ffferti to that o( a other per son. >
Depois de estabeleccr que o cdigo do commer-
cio nao contm disposicao que contradiete a opi-
niao emitida, conclue do seguinte modo :
Por tanto a seccao de parecer que a fazen-
da nacional gose de' preferencia sobre os outros
credores da casa fallida Deane Youle & C.
CASA DA MOEDA.
0 provedor entende necessario a reforma, de al-
gumas disposces do respectivo regulamenjo, e o
governo trata de estudar essa materia, afim de
que possam sor ellas convenientemente substitui-
das ; e porque o edificio, em que funeciona essa
reparticao nao offerecc as proporcSes. e accoinmo-
daees precisas para o variado, e importante ser-
vico della, entende urgente o mesmo provedor a
conclusao da nova casa, cuja edicaeo tem mere-
cido toda a solicitude do governo. Na mesma no-
va casa j se est assentaado. a grande inaclna
de cunlar comprada na Europa em 1828. e de
que nao foi possivel utilisar-se a casa actual pela
sua reconlecida cstreiteza e acanlamento.
A cunlagem na casa da moeda durante o auno
de 1862, foi a seguinte : (tabellas nr 75, e 76).
Em ouro.....531:1505000
Em prata 700:3795000
---------------r 1,231:529*100
E no trimestre de Janeiro marco de 1863 :
Em ouro.....81:7005000 *
Em prata .... 181;1005O0O
t E, terminando esta consulta, do rigoroso de
que" fosse eoniecidoVresultdo da faienciaT conro ver'da seccao expr a vossa magestade imperial Em ouro.
de lei, responsalilisando-se o garante por termo que materias de tao alta importancia para a fazen- fcm prata
assignado na dita thesouraria. da nacional devem ser entendidas e executadas
Declararam os sacadores que os credores da casa conforme os, dictames da saa razao excudada em
os inhabltavam a dar qualquer garanta impor- consideragoes de publica e particular utildade, pelo
tanda das letras, e que protestavam, assim como' aprofondado e esclarecido oxamc da verdadeira
elles, contra qualquer procedimenlo da fazenda que mente do legislador, pelas regras mpresenptiveis
podesso prejudicar. de urna luminosa hermenutica jurdica, que nao
Em vista desta resolucao a thesouraria mandou por subtilezas e aerios pices de direito que menos
proceder a sequestro, communicando^ tudo ao the- \ eonsohdam. do que desgarram a opiniao o
No primeiro periodo aflnaram-se :
Em ouro.....168:4115637
. 10:2675376
163:8004060
178:6795013
formidade com as ordens do Exm. Sr. presidente
da provincia, seconuuunica ao Sr. Antonio Bento
de Oliveira que no seu requerimento representando
contra o juiz de paz da freguezia de S. Bento. pro-
ferio o mesmo Exm. -Sr. nesta data o despacio do
theor seguinte :
J se provdenciou de couformidade com a le
acerca do que requer osuppleantiv a quem sedar
eonlecimento deste despacho, ufando archivada a
sua petieao com os documentos a que se re-
fere.
Dia 1" de agosto.
Ofllcio ao Exm. Sr, Dr. Selastio (ftmealves da
Silva vee-presideute da provincia do Paran.
Sciente pelo seu olllcio de 6 de junio ultimo, de
haver V. Exe. na qualidade de Ia vice-presidente.
tomado posse da administraco dessa provincia no
dia 5 daiuicUc mez, tenlo a" satislaeao de assegu-
rar Y. Exc. que me encontrar sempre prompto
a exeeutar suas ordens, qur sejam tendentes <>o
servico publiroipir ao particular de V. Exc.
Dito aobrigadeiro commandanto dsarmaN
Remotto V. Exe. para ter o destino conveniente,
a inclusa guia de soccorrimento dos 5 (oreados
gales que vieramnobrigue escuna FkMiiiade afim
de cumpnrem suas sonlncas no presidio de Fer-
nando de nomes Jos Caliste de Freija*, Goncalo
Josa- dos Santos, Victorino dos Sanios e Domingos
Francisco do Olivefra.(.ommiuMou-se ao Exm.
presidente da Baha.
Dito ao ins|>cctor da thesouraria de fazenda.Em
vista do atteslado junto om duplcala que Be fei
remetido pelo brgadeiro commandante das armas
com ofllcio de 30 de julio ultimo sob n. 1,383 man-
de V. S. pagar ao sargento Joaquim Concalves
Rodrigues Franca a quantia de 85000 a que tem.
direito por haver apprehomlido o soldado desettor
do 4" batalhao de artllaria a p Andre de Souza
Nogreiros.Coinmunicou-se ao brgadeiro eom-
mandanle das armas.
cisco
F
por cento nonireeo do respectivo oreamento, a obra
dos reparos va ponte dos Remedios, tenho a dizer
em resjiosta que approvo essa arri-rataeao.
Dito ao .mesmo. Communico. V. & que por
carta imperial de 8 de julio- prximo Indo foi no-
meado para o lugar de secretario do governo da
provincia o Dr. Francisco de Paula Salios, que en-
trn em exereieio nesta data.
Dito ao. mesmo.Expeea V. S. suas ordens para
que as camisas fornecidas por essa reparticao
casa de detencao desta ciilade sejam reformadas
no sentido que solcita o Dr. ehcfe de polica em
ofllcio n. "1.189. de 30 do mez lindo, junto por co-
pia. Communicou-sc ao Dr. rlefe de |> I i i. t.
Dito ao mesmo.De conforudade com a sua in-
formacao de liontem sob n. 367, pode V. S. medau-
te llanca idnea mandar entregar ao tlcsoureiro
da irmandade do Santissimo S;rramcnto da matriz
da freguezia de S. Lourenco da Matta, em duas
prestaeoes iguaes e quando o |M-rmittirem as for-
ras dos cofres dessa thesouraria os 2:0005 votados
no 8 do art. 13 da lei do oreamento vigente para
as obras daquella matriz.
O que declaro V. S. para seu eonlecimento c
direceo.
Dito- ao mesmo.Com os oflleios que V. S. me '
dirigi hontem sob n. 364 o 365 reced copias dos
termos de arrematacao dos impostes de 20 por
cento sobre a agurdente consumida as comarcas
do Pao d'Alho, Victoria o Cabo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
vista do que V. S. ponderou em seu ofllcio de 24
de julio ultimo sol) n. 556, reeommendo-lhe que
faca regressar para o hospital Pedro II o africano
livre de nortie Pedro II, que se tinla evadido do
mesmo hospital devendo continuar naquelle esta-
belecime-nlo o de nonio Francisco Manooi V que.
pelas razoes expostas no citado officio nao pode ser
substituido por outro.Communicou-sc ao des*
embargador provedor cordia.
Dito aocapitodo porto.Informe V. S. sobre o
destino que tiveram os remitas de marinla L?j>
renio Querulino Ferreira Paz e Marcelino JM
Tenorio, os quaes deTxaram de seguir para a corte
no vapor Tuointins. conforme me declarado na
communieaeo da secretaria de estado dos negocios
da marinha,' de 16 de julho ultimo.
Dito ao mesmo. V. S. serio apresenta-Jos os
remitas Joo Francisco llarroso da Silva, Daniel
Comes de Barros e Manoel Jes Deodato para que
Ihes d o conveniente destino depois de inspeccio-
nados.
Dito ao Dr. juiz de direito de Palmares.Apre-
ciando os documentos que lie devolvo, viudos jun-
tos ao oficio de 14 deste mez. em que Vmc. repre-
sentou-me que o juiz de paz etn exereieio no Io
dJstrict da freguezia de Barreiros, baclarel Lou-
renco Avelino de Albuquerque Mello, em detrimen-
to do servico publico e do direito das partes, recal-
citra em negar-se ao deseinpenlo dos deven- \
sen cargo apesar das consideraces feitas por esse
juizo sol o fundamento de lie ter sido denegada a
autorisaco que pedio para ter escrivo separado
do da suldclcgacia que nao lie merece contianea.
e apreciando igualmente os documentos juntos a
outrooflleio daquellc juiz de paz. de 11 do mesmo
mez. tenlo a dizer-lle que bem proeedeu Vine, ne-
gando a referida autorisaco em race dos arts. I*. |i(.ja jo,oflleios de |r>ro e dfe- *.*Hir-iro -I-'
do cdigo do processo -criminal, 9" da le de 3 di n ilumil.Ui-gislrem-se e nwfai
dezembro de I8U e 19 e 42 do regulamenlo n. lO \)v Subasto Goacatver da Silva, dr i de barJ
de 31 de Janeiro de 1842. que deferiiiuiam expros- |nj0_ 1KHando averbaroenlo- Ja certlao do -
smente que os escrivaes dos sqlMielegados Sirvam exereieio na vice-prtsdf ma da pin Ila do rM
perante os juizes de paz, os quaes nao podem a#eo rail;i, atar de 9 de ju nbo ft*lo. A.-rl--.-.
fe/ ei ihhttln.
Do Sr. juiz de direaro-Dr. IdrtoM la.no.-i i
pediitdo avci bam> utu. da copia do durcki en
vendo-o para a vjuvjica L- Gadaaanlaa M
rio-se.
Hrct'W#u "".
\hj Sr. jui/ dodrreilo V*. I.ndfvii. Coo fhes U..
Silva coqUa a aol^uidaOi- que se Ihe cca>/nu. *
rante o juiz de paz-aeima mencionado, rocouenno djSnjI.yeao.
E.tpostru dos rtrisla.
6380. uelr- Sr. Curnelo Franca.
M.LAMKXTO.
eristn eicel.
N, 6350.- Rucorrenlea Sourtiall ItoJtor & i ,
corridos Joano de Siqueira Ferrao e Sjalonio ib Az.
vedo Maa.Conreileu-se a revisto, o o tAbnaai,rtV
conuecrcif) do Rio deve. na forme, da- lei. jad|a
vamente a eaoaa.
Itoaanama daa n-fiM.
S. 6375 ao Sr. Almeida.
V 6367 ao Sr. Silva Tarace*.
Passii'/o da reaamappaa
X. 15D Ao Sr. Almeida.
iwiinancto
Herlinuacao ttt antiguid*
X, Ut. -Vista ao Sr. consdhen. yrocuruw
coroa.
Coniluiw da rrnr
Y 6377. ao Sr. Mauani
SIPREJM TRItMVAI. t
JINTI(t.
SEsSXO EM 11 DE Jl IJR DE ISUL
Pirsideneiu do Sr. ronselheiro btuiio de Jfratxwafr-
As 9 '/z horas da manba abrio-se a sjsso, ach-
do-se presentes os Srs. con-llenos bario de llaMi-
serrate (presidente). Nabtaao, Almeida, Siquu*.
Veiga. Corndio Franca, (tilo, Silva Tavares. Er-
nesto Franca, Clelorro. Marian. Simoi's. Ma-.hari-
Nunes e Mcs-ias de LeAo. faltando com ca>(s.>--
Srs. Azevedo, barao de l'irapanw .- hal
Leu-se e approvou-se a acta -', -- gy
denle.
mi a .na.
i ganar.
Da secretara de estjjdo dos n-j|{iH;ios \x i*tra
cinco, de -H) de junio lindo, a 4, 6 a Hdo-*reni.-
coiiimunicaiido que S. M. u laapanalBI haajP
bem :
Nomear (decreto de 26 dejunbo lindr-i aflr. Bi
Manoel da Silva Mala para juiz de iLieite da >
mana de Taearalu, em IVrnaulu>.
Conceder (portara de -'i do rom ti Itoeat
tres mezes com rrdenado ao Si. de-twbartiMl.
Jos Ferreira Sonto, da ratacjto do Rio. ara ti
de sua salde. ,
Prorogar (portara de 27 de juul. linllo
mais 3 mezes. com ordenado 2 ; 21) dia- -''
veneimento algum 10 das, ao Sr. yiselh.-'ro \e
Oonio Ignacio de Azevedo, ministib. dote tiluo i
Fazer mere* (decreto ile 29 dt- maio n
Sr. Jos Manoel de Santa Anna* ifl serve jiia Ma
arbitrio e pelo simples fundamento de falta decon-
lianea, como declarou o aviso n. 446 de 9 du de-
zembro de 1857. priva-tos de funeees que sao de-
pendentes de seus cargos como expleou oayso de
7 de marco de 1853.
Portante, deve o escrivo do subdelegadade pie
se (rata por forca do seu ofllcio ceinnuauto-nae for
MlSC^JSS ** w?1we Vme. |ira com este como fr de direito no caso
de reluctancia.Remetteu-se copia deste ofllcio ao
juiz de paz para que |ior sua parte observe 0 que
nellc se detevmna, evitando assim conflictos e des-
sidencias prejudiciaos a administi-s./io da justic--
Dito ao juiz municipal do Ouricrx Tendo>se
aprsentelo lablitado para os cilicios de partidor
e distribuidor desse termo Jos Marques Bacajlia,
cujo requeriiiicnto nesta data enjdo a secretaria de
estado- dos negocios da justiea, e nao lavendo. con-
currentes, aos de partidor, contador e depositario
genil como consta de seu officio de 19 do mez pas- {
saito. mande Vmc. por estos ltimos de no-.o a con-.
curs, c remeta copia do editat para sen aqu re-
produzido. .
Dito aos agentes da caMMlhia Bra>iloira de pa?!
quetos a vapor.Pdcra.Vmes. fazer seguir para os
portos do sul o vapor Cruzeiro do Sul hoje a hora |
indicada em seu officio de hontem. !
Dito ao juiz do paz mais votado da freguezia do..
Buque.Respondendo ao officio- de 20 de junho
ultimo, em que Vmc. consulta se um juiz de paz
\.
nisTitiBi it.;vo me eno'.iss^.
Kerlas cirets.
ue's'achVmudado do distrtoto, da malviz dessa J N.6381.-C)rte.-Tribunal dorouiinrrciudnM.
Irenuozia de\-eou nao ser chamado para fazer par-- Escrivo Biltencotirt.Rec-rrente Uuz Um>fi
recorridos
rares.
Kerstein & IVVe.Ao Si
souro por offlcios de 30 de agosto e 3 de setembro
do anno passado.
O thesouro em ordem de 15 de setembro ullimo
carregados de administrar a justiea.
Sendo esta consulta submettida ao exame. do
conselho de estado pleno, flcou. na conferencia de
45:3015768
4:3785143
E no segundo
Em ouro. .
Em prata .
--------------- 49:6795911
Dividindo por exercicios os trabalhos realsados
por esta reparticao teremos:
Pela tabella n. 77 que no exereieio de 1861
1862 recebeu para amoedar:
Owro. Prata.
Pe particulares. &4O:067*495 3:9155039
te da respectiva, mesa parochial na cleicjip de ft do de Souza.
corrente ; tonho a dizer-llio que essa, duvida ja toi Silva Java.
apresentada pela cmara, nufnicipal dessa villa e N. 638o.-Mm-ianna.-aelacaojfoJ^-Esrriv:u
resolvida por esta presidencia em. data de 28 da- Botelho.Recrreme Ajilomo Moulinbo Estov.-
quellc mez. nos termos constantes da copia inclusa.! recorridas Antonio Francisco dw Espirito Saum
Dito,ao Dr. Jos Joaquim de Souza.Declaran-; seus filhes.Ao Sr. Ernesto Franca,
do-mc Vmc. em ofllcio de 31 de julio prximo fin-! S. 6336.Corto.Rpla;;i do Rh>. Eorriva
d que aceitara cot* toda a satislaeao e sem inte-: Botelho.Recorreate Jos Anlonk deliv.*a I
resse algum a commissao de que foi encarrogado tos, recorrido Jos Luz Bias Diniz.Ao Sr.'
um 30 daquelle mez, para iucumbir-sc do trata- chorro.^
ment das pessoas indigentes accominettdas do; N. 6387.s cholera-morbus, na freguezia de S. Fre Pedro Goi* \ vio Botelho.Recorreutc Frederco Ilotop.
calves do Recite, tenlio a dizer-lle que louvae do Francisco Jos de Ficitas.Aosr. .\metm par
gradeco esssa prova de desinteresse e plilantro- compensaco
;i
Dito ao mesmo.(tommunico V. S. para seu pa com que so presta a bem da humanidade.
conhooimento, que segundo me foi declarado em Communicou-sc ao Dr. inspector de sade publica,
officio da secretaria de estado dos negocios do im- Portara.Os Srs. agentes da companhia Brasi-
perio datado de 10 de julho ultima j por aviso de
3 de junho findo se mandou pagar a Luiz Jacquesj
Brunot a importancia da divida do exercicios ftn
dos do que era credor como adjunto viajante do
museu nacional.Con\n\nnicou-se ao professor
Luiz Jacqnes Brunet,
Dilo ao mesrr,o.Communico V. S. para seu
conhecimeXo, que por decreto de 15 do mez lindo
houve S. M. o Imperador por bem nomear para o
le de juiz municipal e de orphaos do termo do
Cbo o bacharel Francisco Can-albo Soares Bran
leira de paquetes a vapor mandem dar transporte
para a corle, por conta do ministerio da guerra,
no vapor Cruzeiro do Sul, ao soldado Vicente Fer-
ela Borges. que foi transferido do 9" batalhao de
infantaria para o asyio de invlidos.Communi-
cou-sc ao brgadeiro commandante das armas.
Dita.0 presidente da provincia conformando-sc
com a proposta do director geral da instruccao pu-
blica, datada de hoje, sob n. 129, resol re nomear
para delegado literario os cidados padre Antonio
Goncalves da Silva > o Dr. Joao Rodrigues Chaves;
Ni 6:177; ao Sr. Mariaui. por snbstitutoao. ao to>
pedimento do Sr, Almeida.
Itciumaco de antiguidaae.
X. 152. -Reclamante o juiz de direito Lu/fc'
Goncalves da Silva. AoSr. Almeida.
Dia.
Fiearam com dia para julgainenta
As revistas crhmnmn.
X. 1765, relator o Sr. Siqncira.
>. 1772, relator o Sr. Ernesto Franea
As reristai iitsn-
X. 6352, relator o Sr, bao de Pirapaaaa. .
f(. 6357, relator o Sr. Cbtohorro.
N. 637, relator o Sr. Mariam.
wm


Diarlo de Peruainhtico Qwarta fclra & de Agosto de l 3.

-
/

" N. 637.1, tato- o Sr. saaoes.
N. 6374, relator o Sr. fachado Nunes.
Levautoo-se & sesefc ao ineio da.
\0 F.M 15 Dfe JULHO DE 1863.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro barita de Moni-
tenate.Secretario, o Sr. Dr. Joao Pedmra do
Cont Ferraz.
\s 9 '/, horas da manhaa abno-sc a sessao,
actuad se presentes os Exms. Srs. couseJheiros
bariio de Montserrate (presidente^ Almeida, Siquei-
ra, Veiga, Cornelio Franca, barao de I
de Leao, fallando
A acta da sessao antecedente foi lida e appro-
valla. .
EXPEDIENTE..
Ufficios.
Da Babia, de 4 do crreme, e de Pernambueo, de
>. communicando terem sido enviadas as portaras
deste tribunal para os Srs. juizes de direito Drs.
Horculano Antonio Percira da Cnnha, Francisco
Mendes da Cosa Correia, Manoel Jos da Silva
.Viva, Tristao de Alencar Araripe e Jos Bandeira
le Mello.Guardem-8c.
De Pernambueo, de 27 de junho lindo, coramu-
As r cristas ricis.
N. 635.1 relator o Sr. Silva Tavan
N. 8337, relator o Chic bono.
N. *383, relator o Sr. Siqueira.
X. 63u'i. relator o Sr. Veiga.
N. 6374, relator o Sr. Machado Nunes.
N. 6375, relator o Sr. Messias de LeSo.
N. 6376, relator o-Sr. Nabuco.
A reclatnacao de anttguidade..
N. 156, relator, o Sr. Messias de Leao.
I,evaiitou-se a sessao II Vz horas d'araahhaa.
SESSAO KM 22 DE Jll.HO DE 1863.
Presidencia do Exm. Sr. conselheiro bardo de
Montstrrate.
As 9 1/2 horas da manhaa. abrio-se a sessao,
adiando se presentes os Srs. conselheiros barao de
Montserrate (presidente), Nabuco, Almeida, Siquei-
! ra, Cornelio Franca, barao de Pirapama, Pantoja,
Brito, Ernesto Franca, Chiehorro, Mariam, Simoes,
Machado Nunes e Messias de Leao, faltando eom
causa os Srs. Aievedo, Veiga e Silva Tavares.
Lcu-se e approvou-se a acta da sessao antece-
dente?
EXPEDIENTE.
Officios.
Das presidencias das provincias :
Do Bio de Janeiro, de 16 do corrente, enviando
ideando ter o Sr. juiz de direito Dr. Joaquim Gon- dous exemplares das leis promulgadas o annopas-
calves Lima deixado o exercicio da comarca de sado.Guardou-se: ______
Flores, por haver sido removido.Averbe-se. De Pernambueo, de 8 e 9 do corrente comnm-
Do Piauhy, de 10 de junho lindo, communicando meando terem 08 Srs. juizes de direito ur. Nte .m-
haver distribuido as listas da revisao do antiguida- colo
de aos juizes de direito da provincia, e pedindo mais exercicio,
mu exemplar.(luarde-se, satisfazendo-se o pe-
dido.
Do Bio de Janeiro, de 9 do corrente, communi-
cando ter concedido licenca por um mez ao Sr.
jan de direito Dr. Joao da "Cost Lima e Castro, da
comarca do Cabo Fri.Averbe-sc.
Do Piauby, de 5 e de 8 de junho lindo, coinniu-
nicando torera entrado em gozo de licenca os Srs.
juizes de direito Dr. Francisco Zabuln de Almeida
Pires, da comarca de Peracuruca, a 19, e Dr. Car-
los Luiz da Silva Moui a, da de Jaicoz, a o de maio
ultimo.Averbem-se.
Retiuerimenlo-i.
Do Sr. conselheiro Joaquim. Vieira da Silva o
carta imperial dado a
Rigueira Costa, entrado a 2 do corrente ein
na comarca de Olinda e Dr. Carlos
de Corqu'eira Pinto reassumido, a 7 de junho flndo,
o seu exercicio, na comarca de Garanhuns.Aver-
bem-se.
O Sr. juiz de direito Dr. Jos Bandeira de Mello
enviou sua resposla reclamarao do Sr. juiz de
direito Dr. Jos Caetano de Andrade Pinto.- Ajun-
tou-se ao processo.
Exposicao da revista.
N. 6381.Ao Sr. Pantoja.
JI'LCAMKNTOS.
Revistas civeis.
N. 6374.Becorrentes D. Petronilha Antonia de
Oliveira e outros; recorridos Moura & Filho.-Ne
gou-se a revista.
N. 6371.Recorrentes Carlos da Costa Torres
Souza, pediodo o registro da ca. .~y---------------,
7 do corrente, reconduzindo-o por mais tres annos e sua mulher, recorridos Manoel da SUvura .\u
na presideucia da relacao do Maranhao, por decre- oes e sua mulher.Ncgou-sc a revis a.
ii ,U> rt ,le marro iiltiio Deferio-se. Reclamacao de anttguutaae.
Do Sr 'ufdTdS Dn Fredrioo Augusto' N. 150.-Reclan.ante o juiz de direito Manoe
Uvares da Silva, pedindo o registro da carta rape- Pinto de Souza Dantas. Julgou-sc procedente a
rial dada a 3 do corrente, nomoando-o para a co- reclamaeao para seren ouvidos os juizes nteres-
marca de luda, por decreto de 21 de fevereiro ulti- sados de ns. 225 a 228.
mo.A verbe-se.
Redacco.
.ntenca na revista il 63o.
Exptsico da revista.
N. 6382 pelo Sr. Pantoja.
JIXGAMRX'TOS.
Revistas citis.
N. 6,:t$.EstrellaBelaefio do Rio.Recorren-
te, Joaquim de Oliveira Baptsta ; recorridos, a fa-
zeiida nacional o Jos Sergio de Oliveira e outros. i
Juizes revisores os Srs. barao de Pirapama,
Pantoja e Brito.Poi negada a revista por 11 votos
dos Srs. presentes e contra os. dos Srs. Brito e Er-1
nesto Franca, sendo impedido o Sr. Conidio (
Franca. .
N. 6372.-Mar de Hesiianha.Relacao do Rio (
Recrreme, Felisbiuo Alvos da Costa e outros ; ro-
Passagein das revistas.
N. 6381, ao Sr. Pantoja.
N. 6361, ao Sr. Brito.
N. 6368, ao Sr. Chiehorro.
Din.
Ficaram com dia para julgamento .
A revista criminal.
N. 1772, relator, o Sr. Ernesto Franca.
As revistas citis.
N. 0074, relator, o Sr. Brito.
N. 6355, relator o Sr. Silva Tavares.
N. 6357, relator o Sr. Chiehorro.
N. 6.163, relator o S. Siqueira.
N. 6364, relator o Sr. Veiga.
N. 6378, relator o Sr. Brito.
N. 6376, relator o Sr. Nabuco.
Vista na reclamacao.
N. 152. Ao Sr. conselheiro procurador
rejao-, Vicente da Silva, 1 cunhado e3 sobrinhos; Imperador.
os cscravos Antonio e Manoel, de Vicente Severia- Homeos c senboras todos se levantaram e corres-
no Duarte ; Manoel Jos'; de Amorim; William G. ponderam a este sigrtal de amor e respeito ao Im-
Ging ; Bernardo Jos Soares de Azevcdo ; o preto perador do Brasil.
liberto Sadoc; 2 criminosos e 3 pracas de prtt;' DepO'9 do caf dansou-se e cantou-se. e retira-
Jos Joaquim de Oliveira ; os escravos Elias, An-, ram-se os convidados depois da uuia-aoite. O boui
tooio, Luiza, Joaquim e Francisco ; a escravaRu- tom, a elegancia ea satisfajio geral tornaram
tiuna, de Ferroira e Arauio ; o preio liberto Is- muito brlhaate esta rcunio.
mad i Caetano Jos de Abren; Weil Leopoldo;
DE AGOSTO NO CEMITEBIO
L. B. Jackson; desertores Jos Das e Jos Anto-
nio dos Santos.
Obitcaiuo doma 3
publico :
Mara, Pernambueo, 1 anno, S. Jos ; intente.
Jos1 Pedro da Silva, Portugal 27 annos, solteiro,
Boa-Vista, phtysica pulmonar.
David, Pernambueo, 25 annos, solteiro, escravo,
Boa-Vista ; hemoplesia.
. Manoel Percira dos Santos Lavra, Portugal, 74
annos, viuvo, Recife; cholera
Catharina. Pernambueo, 11)0 annos solteira, es-
clava, Santo Antonio; diarrlia.
Luiza Mara de.Franca, :J0 annos, casada, Ca-
punga; eholera-morbus.
da
corrida, a fazenda nacional.Juizes revisores, os. oriia.
Srs, Mriani, Simoes e Machado Nunes.Foi ne-
gada a reviste pelos 13 votos dos Srs. presentes,
sendo impedido o Sr. Cornelio Franca.
Rf vista criminal.
S. I765.Itaguahv.Relacao do RioRecor-
rentes lvdro Manee! Martille/., Manoel Garca No-
boa, Manod de Aranjo o Manoel Antonio Pereira : |
icdirida, a justica.lumts revisores, os Srs. Si-1
queira, Veiga e Conidio Franca.Foi negada a
revista i>dos 13 votos dos Srs. presentes sendo |
iui|K'dido oSr. Ernesto Franca.
Levamou-se a sessao 1 hora ^ tarde.
PERNAMBUCO.
UM POUCO DE TUOO.
Na brochuia do engenheiro Gerber acerca da
provincia de Minas, lein estas palavras, deduci-
das de urna serie de faelos geolgicos primitiva-
mente desenvolvidos:
O Brasil central ja existia, como um continente
extenso, quando o resto do mundo anda esteva
submergido no ocano universal, ou apenas sur-
giam partes d'elle como utnas ilhas insignifican-
E' pois o Brasil, e em particular a provincia de
Minas, aquemtoca a honra de ser o mais antigo
continente de nosso planeta I
O Tintamarre escreve o seguintc que traduci-
mos :
Onde parar a riqueza das rimas, e quem pora
um freio as Mccncas poticas de Vctor Hugo ?
Na Leyenda dos Scalos rima elle ouverte comou-
mni
La roso panouic, et toute grande ouverte
Sortit du frais bouton coinme d'une urne ouverte
Isto l-se as paginas 282 da ultima edicao; mas
talvcz digain ser falta da impressao, deveudo 1er-
se :
.........comme d'une urne verte.
possivel, en j o tinha tambem adiado antes.
Como porm ha vinte e oito rimas em erte, con-
servo quinze variantes ein mcu sacco, entrogaveis
ordem de um jantar no lwtel Brebant.
motor publico, irac foi desta cidade seaMjre eaav
prio os seus deveres com intelligenria, sel arla
justica, desinteresa; e imparcialidad', nniniaalii
ao mesmo tempo^pelo seo comporten*?* 6
longo temiio conflaerato dos seus muiripes ;
2 Que em todas as eleicoes nrslr
merecen ser votado nao so para eh-iior *da
cla, como anda para depaudn -.
3. Finalmente, se na ulata ctaMo bH ramio
de Goianna, a (pie pertence o cetkfjb aYia Iregae-
zia, nao foi o supphcaate aaicseata para o lagar
naopodW
quando
Do mesmo jornal traduzimos :
Madama G... tem pretencoos cantar,
apenas berra.
Ha pouco, em quanto ella vociferava um roman-
ce, retumbavam difTerentes mandadas no andar
superior da habitacao.
Ests ouvindo as pancadas pergimtou um
assistentc a outro.
Faco tudo que posso iara isto, respondeu es-
te ; mas em vao que o bai ulho de c superior
ao de l.
CHHDMCi JlI)l( 1VRIA.
TRIHl-Vll, DA RELA^it.
SESSAO EM 4 DE AGOSTO DE &63.
PItESIDEHCU DO EXM. SR. C0^Sra.mriK) 91LVEIRA.
As 10 horas da manliaa, achando-se presen-
tes os Srs. dfsemharfradorps itirann, I^iurenco
Santiago, Motta, Peretti, Accioli, Assis, Ucha Ca-
valcanti, Doria, e Guerra, procurador da coroa, fal;
tndo com causa participada o Sr. desembargado?
Caetano Santiago, abrio-se a sessao.
Passados os feitos e entregues os dislnbuidos,
deram-se os seguintes
JULGAMEirrOS.
Aggraco de petinw.
Aggravante, Jos Velloso Soares aggravado, o
juizo.
Relator o Sr. desembargador Doria.
Sorteados os senhores desembargadores Uetaoa
Cavalcanti e Gitirana.
Negou-se provimonto.
O conflicto de jiirisdiccao entre o juiz municipal
e o subdelegado de Mossor, do Bio Grande do
Norte,
Mandou-se proceder urna diligencia.
Habeas-corjms
Concedeu-se a soltura pedida em habeas-corpus
a Jesuino Bodrigues Carneiro.
Appellarao civeL
Appdlante, a fazenda j appellados, os herdeiros
de Domingos Gomes Guimaraes.
Desprezaram-se os embargos.
Apfiellacdes crines.
Appellante,
Mello.
Julgou-se percmitta por morte do appellado.
Appellante, o juizo; appellado, Carlos Ferreira
de Castro.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Vieira
dos Passos.
A' novo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Joao Damasceno
Pessa.
A' novo jury.
Appellante, Antonio Joaquim de Oliveira ; ap-
pellado, o juizo.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Joao Dias Bastos; appdlada, a jus-
tica.
Nullo o processo.
Com viste ao*"SSaW promotor da g*mj-^ 'Tfll
Iguarss e Limoeiro. Com a creacao dos distric-
tos eleitoraes, pela reforma da lei de 19 de agosto
de 1846, os collegios de Naiareth e Goianna for-
marao o segundo districto eleitoral.
Em 1856 quando teve lugar a primeira eleicao
por essa forma, os eleitores de Naiareth me apre-
sentaram para o lugar de snpplente de deputado
geral, que de vera dar o referido districto. Nao
era sso o que eu desejava; mas dirigindo-se a casa! 0'o'siipplente "dodepotado grraL Tfaa'
de mnlia residencia o Sr. Dr. Souza Urvalho,e dit0 P0||Pgi0 eleger o sea depurad pHa
vendo a nianifestacao de todos era favor da minha ,., que estiV^ ^n e candidatura, interessou-se comigo, e com o nieu assjin M uo oj^ve osupplirante saais de :w> mh
nobre amigo o finado desembargador Vieira de Mel- j,ara a rftferija suppplencia, oVpois <\* haTer i>
lo, para que protegessemos a sua candidatura, qae fin.piicanip declarado na igrrja inariz da
era apoiada pela metede dos eleitores pertencentes
ao lado do Sr. coronel Antonio Francisco Pereira.
Ento me pedio o Sr.-Dr. Camino, que eu me en-
tendesse com o referido coronel. Com elleito no
seu engenho Mujan me asscverou oSr.coronel em
resposta a una carta do desembargador Vieira de
Mello, que elle eslava prompto admittir o candida-
to apresentado por Nazareth ao lugar de suptente,
cidade, que nao sendo o deputado o randi<)aio prio
siipplicantc e seus amigo* admittido, rrewava a
mais significativa prnva da ronianra W m
amigos e concirtadios.
Nestes termos, pode a Vv. Ss. qm-iram anmar o
<(ue for verdade r de u.stica.E R. M.
Jerimymo Sufrido 4* Cattrn Aeemk.
Atteaudo.
Esla cmara esta bein i-onvenrida ser l
um vez que toda a voteco recahisse no Sr. Dr.
Carvalho, promettendo-me nessa occasiao, que o 4|uanio allega o.supplifaBte em soa pHiri.
Sr. Carvalho so irla cmara duus annos, e que os pac0 ja cmara muBiripal em ustia al
outros dous seriam precnchidos pelo supplente. na,.ia' |g ,jc jultio de 1858.
Volundo do seu engenho onde jantei nesse da, Presidente, Lopes Lima.Padre Goeaes.Car-
communiquel o occorrido ao desembargador Tiei- Uoso. Padre Dornellas. Dr. Swnfrooio Oki-
ra do Mello, que attendendo o numero siqierior dos ljnn0
eleitores dolado do Sr. coronel, me disse queso- Documento n. 1
bro tal asseveraco do mesmo coronel, aceitasse mm ^r deemlmrgador.O barharri
a supplenca, o neste sentido eom o mcu assenti- jcr(,nvmo Salgado de Castro Accioli. [
ment se dirigi aos seus e meusamigos. Antes do wc0 &d c(laj0 de Nazareth, urerisa, ^a V. S. aV
dia da eleicao o Sr. Dr. Machado Portelja, que aiu.sle a,,-.0ia ,.,,, qu<. e\erreu o litar e jniadr-
igualmente obsorvou a mesma mamfestacao a la- jrpil0(i0 ,.rmic jesta niarra o s^uiale:
vor da minha candidatura ao lugar de suppleute, yue 0 suilpii(.:il,.., mils (|. 11 uintKi a coour
que nao recuzei pela rano supradiia, jiedio o meu do dia l7 ,u. ou,l(ro ,|,. ih4o. ao preso* mu -,
fraco contgenle arcsiwilo da sua pretendo ao lu- dezembro de 1856, exereea o s.'U cniprefo
gar de deputado. Sendo o Sr. Dr. Portel la ior miiii t,.||ig,>ncia, honradez e nn*ida sempre votado em todas as eleicoes j>rovmciaes, Illeslll0 Iefnpo a fs^am, ti eoaaMeraca
eu nao pude servi-lo nessa sua pretencao. Declare- pcto scn COi,ipoi tamenio unto publico
lhe por mais de una vez que em seu favor renun- ru|ar.
ciarla a supplencia, visto como sabia com conhe-
cimento de causa, quo o lado com o qual conlava
; aiipeliado*,' Ignacio Jos de a[' Por,ella l"-ot*-ga a candidatura do Sr. Dr.
Eu nao qnerorei, para nao tornar-mo demasia-
damente extenso, referir alheas crcumstancias,
contefitendo-me em asseverar pie o Sr. Por tolla
nao aceitou o meu exponteueo olTereciniento.
No dia 2 de dezenibru designado para a eleicao,
sendo eu um dos secretarios que ecrtameiite deci-
da de qualquer duvida que se offereeesse a mesa mentVestin'Te consideraco irTn m
por contar com o presidente ddla o Sr. coronel An- (.mse(,uen,-i;i da dignidade .- paren a sea
tomo Francisco e mais don eleitores de Nazareth, p,>rtarni,nto-, o que venho de attosttr jur
meus amigos, teado sement contra o sr. An- ^j ,, ,,,,, ,,,-esenejado pm razio do 'amnm
drade, escrivao de orphaos de Goianna, que era do |liz l(l. di,ciio. me exern na mesma n
lado do Sr. Aguiar, cuja candidatura era sustente- J, 18:,fi ;Ul. (H
Por tanto, pede i V. S. sr digne attestar como
entender, ejulgar de justica R. M.
.Irninymo Stilgado Outrn .Vremk.
Attesto que o supplicante actiul promolur poMi-
co da comarca de Nazareth, serve sea eaapwfo
sem iiiiriiu|H-ao.desile IH45 al o preaeMe apre-
sentando por occa daasj longo lempo, e em razan do mesmo sapr>p>
iutelligencia suliida. conlKvimentosJ praiirnA. aoa>
radez e imiliidade a toda prova, mercrpndi ia^al-
REVISTA DliRIA.
Amanhaa rcune-se o Instituto Archeologtco e Geo-
Acham-se de mez nos difTerentes estabeleci-
Fcou em ultima instancia confirmada a sentenca tuenios a cargo da Santa Casa de Misericordia os
* Srs. mordonios seguintes :
Dr. Antonio da Cunha eFigueiredo, nos Lazaros
(iollegio dos orphaos;
do juiz de direito coudemnando em gales para a
ilha de Feuaudoos recorrontcs, aecusades do ora-
nte de moeda falsa.
Passayetn das revistas.
N. 6363. ao Sr. Conidio Franca.
Ns. 6379 e 6*,aoSr. barodo Pirapama.
N. 6382, ao Sn Brito.
N. 6370. ao Sr. Mariani.
ConclWSo das revistas.
N. 6384, ao Sr. Silva Tavares.
S. 6385, ao Sr. Ernesto Fiaaca.
N. 6386, ao Sr. Chiehorro.
N. 6:187. ao Sr. Almeida.
CoucJusao de rectomacSo.
V. 152. ao Sr. Almeida.
Da.
Ficaram com da para julgamento :
A revista criminal.
N. 1772.Relator, oSr. Ernesto Franca.
As revistas aris.
N. 355.Relator oSr. Silva Tavaros.
N. 6357.Relator, o Sr. Chiehorro.
Y 6364.Relator, o Sr. Vdfti
\ 6373.Relator o Sr. Simoes.
N. 6374.Relator, o Sr. Machado Nunes.
A reclamarao de antiguidade.
X. 150.Relator, Sr. Messias de Le
l.cvantou-so a sessao 1/2 hora da tarde.
~ls>.\0 EM 18 DE J1LHO DE 186:).
I'residrnvia do E.rm. Sr. comelUro barao de
Montserrate.
..s 9 '/;, lioras da manhaa abrio-se a sessao,
chando-se presentes os Exms. Srs. eonselheiros ba-
rao de Montserrate (presidente), Almeida, Slqnei-
1 a. Cornelio Franca, barao de Pirapama, Pantoja.
Brito, Si Iva, Tavares, Ernesto Fiama, Chicorro, Ma-
riani, Simoes:, Machado Nunes c Messias de Leao,
l'altando com causa os Srs. Azevedo, Nabuco c
Veiga.
I.eu-se e appro\ dente.
KXPF.IllKNTE.
Officios.
lio ministerio da justica, de 11 do torrente, com-
jiimiicando que S. M. o Imperador honve por
bem:
Manar o prazo de 30 dias dentro do qual o Sr.
juiz de direito Dr. Ludgero Goncalves da Silva de-
ve entrar em exercicio da comarca de Itpemirim,
Uegistre-sc c averbe-se.
Da secretara de estado dos negocios da jnstiea
i!'' 11, 13 e 14 do eonente, communicando que S.
M. o imperador houve por bom :
Nomear (decreto de 4 do corrente! o Sr. Dr. An-
tonio Goncalves Gomide para juiz de direito da co-
marca de "MogYiiiiriin. provincia dcS. Paulo ; e o
Sr. desembargador Jos P-Tcia da Craea, para ad-
junto do tribunal do coineiercio. (Decreto de 3 do
corrente).
Declarar arulso (decrete de 3 do corrente o Sr.
juiz de direito Dr. Joaquim Bemardes da Cunha,
por nao ter, depois de linda na licenca, regressa-
do comalia de Mog\mriii) declarada vaga por
esta razo.
Conceder (portera de 29 de maio ultimo) licen-
ca p#r quatro mezes ao Sr, desembargador Jeoony-
nio Martinano Figueira de MeUo, com meio orde
nado, para tratar de sua saudc.Registrem-se t
averbem-se.
Pela secretaria de estado dos negocios das obras
publicas foram enviados 18 exemplares do relate-
tio e dos annexos que tinham de ser apresentado*
jo jiaiiataento este anno Distribucam-se.
Detuinria.
Dada pelo Sr. Goncalo Carlos de Vascoiiccllos
contra os Srs. dcsem)argadorcs Torreo, Albu-
inerque, Mdlo e Graca, e diputados I^i^s da Sil-
va e Silva Ferreira, do trilwnal do conunercio do
Marauhao.Autoada, distribua-se.
Exposiro das revistas.
V. 6:3, pelo r. Brito.
X. 6885, pelo Sr. Ernesto Franca.
Redaccao.
o Sr. Ernesto Franca leu e foi apnrnvada a re-
daccao da sentenca na r'erista n. 6351).
JIXGAMENTO.
Revista cicel.
N. 6373.Recorrentes Jos Maria de Carvalho
Cost e sua mulher, recorridos Joao Coelho da Sil-
va Jnior e sua mulher.Negou-se a revista.
Passagein das revistas.
N. 6383 ao Sr. Sil va Tavares.
N. 6385, ao Sr. Chiehorro.
N. 1774, ao 6r. Machado Nunes.
Distribuir/u, das revistas criminaes.
N. 1775.Parnagu.Juizado de direno da co-
marca.Recrreme Francisco Amancio de Santa
Rita, inspector de quarteiro da freguezia da cida-
de de Paranagu (proeessado por enme de respon-
sabilidade, recorrida a justiea Ao Sr. Simoes.
N. 1176.Corte.Relaco do Rio.Escnvao A.
Araujo.RecoiTentes Lmz Loureiro de Freitas,
(preso e condemnado jwr crime de estellionato,
recorrida Maria Eufrasia de Oliveira.Ao 8r. Ma-
chado Nones.
Ficaram com da para julgamento.
A revista criminal.
N. 1772; relator, o Sr. Ernesto Franca.
Joaquim da Silva Castro, no collegio das orphias e
expostos;
Major Jos Joaquim Aniunes, no hospital Pedro II.
Boje se extrahi a ultima parte da 1' e 1*
da 2" lotera da Santa Casa de Misericordia.
Em dias do mez lindo foi, segundo nos infor-
man!, espancado em Ierras do ongenho Aratangil,
o portuguez Jasii Jeronymo 'Garca ; o qual atinal
siiccimibio. achando-se enterrado no ceniiterio de
N. S. do O".
Informain-iios if almraitn quo s depois de pas-
sados tres das, que o inspector respectivo deu
scionda do facto ao subdelegado, para ir proceder
corpo de ddcto ; mas at agora nao tem havido
providencias.
Por portera da presidencia foram nomeados
delegados litteraros :
De Tracmihaeiii, o Rvm. Amonio Goncalves
da Silva; c
De Villa-Bella, o Dr. Joao Bodrigues Chaves.
O nosso Tribunal da Belaeo, em sua sessao de
lioiitem, conceden por unanimidade de votos sol-
tura |Kr hubeas-cniims ao Sr. Jesuino Domingues
Carneiro, preso ior um crnic que se dizia com-
meltido em menor idade.
BeI'AHTICO DA P0L1C1X !
Extracto das partes dos dias 2, 3 e 4 de agosto.
Foram rccolhidos casa de delencao no dia 1"
ordem do Dr. jui* especial do coimncrcio, Jos
Pcreia da Silva, portuguez, de 46 anuos, por estar
conipreliendido no dsposto do arl. 343 Io do re-
guraniento n. 747.
A ordem do subdelegado do Recife, Casimiro An-
tonio da Rocha, portuguez, de 18 annos, Lauiano
Goncalves dos Santos, hianco, de 17 annos, ambos
por vagabundos. Manoel Francisco do Nascimehto, sidentes iiesta capital a idea de lhe
urdo, de 18 anios paraaverguacoes.ein crimede nionstracao de seu alto aprecn.
Da Cruz extrahimos a seguinle legenda chi istia
sobre a trtilidade de tudo quanto Deus creou:
Hang, poeta allemao, diz que David dirigndo-
sc um dia ao Senhor, lhe perguntra a razao por-
que bavia creado as moscas e as aranlias, que se-
ment sao prejudiriaes.
Hei de explicar-te isto, respondeu urna voz do
alto das nuvens.
Succedeu d'ahi a pouco descer David no mon-
te Kachila e entrar no campo de Sal para lhe sub-
trahir as anuas v a taeja. Depois de executar o que
se propozera ia se retirar; mas um dos ps tlcou-
lhe embaraado entre os de Abner que dormia ao
p de Sal.' David ficou |ior algimi tempo imliio-
vel e na maior affliccao, pois o mais peqneno mo-
vimento acordara Abner e perd-lo-hia sem re-
cursos.
Mas Deus pennittio que urna mosca picasse
Abner, que meeheu o p sem todava acordar. Da-
vid sabio do campo dando grama a Deus por ter
creado as moscas.
Depois disto Sal perseguio David at no de-
serto, e este para escapar teve de se metler em urna
caverna. Deus enviou inmediatamente urna ara-
nlia que formou a sua lea dlanlc lia estrella ttbm-
tura do asylo.
Se tivesse entrado aqu, disse Sal rindo n
vaminhando i rota.
David prostou-se no j>.
c Depressa me esclareceste, Senhor, exclamou
elle ; Jebov, jamis se elevar na minha alma a
mnima duvida; sim as anuidas e as projirias nios-
cas sao uteis na trra; o que t dizes bem dito,
o que fazes i justo. *
Do Jornal do Gommercio, da corte, transcrevemos
a noticia seguinte sobre o Sr. Carvalho Morcira.
No dia 20 de junho os Brasileiros residentes em
Pars, em numero de cerca de 70, incluindo 20 e
tantas senboras, olTereccram ao conselheiro Car-
valho Moreira um esplendido jantar nos magnficos
saldes do Grand Hotel, em que pouco antes se hos-
pedara o re de Portugal. O jantar foi presidido
pelo Sr. Tarao do Quaraim, o qual, propondo a sa-
de do Sr. Carvalho Moreira, pronuncou urna allo-
cucao elegante e concisa, na qual explicou o Mm da
reiinio. S. Exc, disse .
i Meus senhores e senhonis. Crcumstancias
extraordinarias, as quaes neste momento nao a
proposito recordar, trouxeram a Paris o nosso mi-
nistro em Londres, o Sr. conselheiro Carvalho Mo-
reira. A sua presenea inspiran aos Brasileiros re-
dar urna de-
jnstiea
As appetlaroes crimes.
Appellantes, Jos Gomes dos Santos e outros ;
ajipelada. a justica.
Appellante, Jos Barroso Vaiente ; appellada, a
justica.
Appellante, Agostinho Iurenco da Silva i ap-
pellada, a justica.
Appellante, o juizo; appellado, Joao Soares Li-
ma.
DESIf.NAOAO DE DA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
feitos :
Ai appellacoes crimes.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Pereira
da Silva. ,
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Gomes
da Silva. _____
Appellante, o juizo; appellado, Jos do v alie Pe-
ui"sa. ,
'Appellante, o juizo ; appellado, Jos Joaquim de
Santa Auna.
Appellante, o promotor appellado, Belannino
Porfirio de Parias.
PASSAOBNS.
O Sr. desembargador Gitirana passou ao S-. des-
embargador Lourenco Santiago
As appellacoes ricis.
Agui; .
da pelo Sr. coronel Joao Joaquim offereeeu a mesa
um dos nossos eleitores de Ilamli, urna denuncia
contra dous eleitores da mesma freguezia perten-
centes ao lado do Sr. Aguiar, allegando aquello que
os referidos eleitores nao tinham sido qualificados
os seus
aceor-
do'com amatoria da mesa, que no dia seguinte em
que teria lugar a votacao do collegio, seria resol-
vida a questao.
Com effeito impugnando eu a candidatura do Sr.
Aguiar,'nao quiz mostrar-me despeitoso e muito
enibora concordasse comigo. tal vez pela pouca pra-,
tica dos negocios eleitoraes o Sr. Carvalho.consen-1
ti que votassera os dous eleitores promiscuamente
com ps demais eleitores do seu lado, e bem assim
o proprio irmo do Sr. Aguiar, cujos votos deve-'.
riam ser tomados em separado.
Corrido o escrutinio iluas vezes, veneeu o Sr.
Aguiar por um voto, obtendo o Sr. Portella apenas
dezesete no primeiro e nenhum no segundo. En-
lio declare que renunciava a supplencia, e pedia
MM meus amigos que dcixassem de votar, visto co-,
mo nao quera ser o suppleute do deputado, cuja
candidatura eu acabava de contestar.
Assim procederam os eleitores do meu lado, ape-
zar do pedido do Sr. coronel Antonio^ Francisco,
em sentido contrario a minha resolucao. Aquel-
s que me ouvii ain do alto da igreja matriz ret-
de 1836 at este data.
Nazareth. 22 (tozembro de 1856.i
gador, Vieira de Mella.
(Estava reeonhendo e sellado.)
CORRESPONDEUCLLS.
Sr. Redactores. Dignem-s* mandar poafca a
inclusa lista de eleitores, que ofiVrero rimi ra-
cao dos votantes da freguezia de S. Aatoam.
O A-patriaf.
Eleitores da freguezia 4e S. Antomm.
Os Senhores :
1 Vigario Venancio Henri-le u> Bees-te.
2 General Jos Ignacio de Abren e Lima.
3 Brgadeiro Joaquim Beniank ite FiffoeireaVt.
4 Coronel Domingos Alfonso r> F<>rrdra.
5 Dr. Jos'- Antonio de Figueiredo.
6 Dr. Jos Raymundo da Costa Meneze?.
7 Dr. Francisco DomingnesdaSilva.
8 Dr. Antonio da AsMiingr CabraL
9 Tenente-coronel Justino Pereira 10 Tenente-coronel Manod Camdlo P>a*ea.
11 Major Manoel Antonio Viegas.
12 Major Claudino Benicio Machad*.
13 Dr. Antonio Joaquim ite Melte.
14 Cirurgio Francisco Jos MsA
. 15 Dr. Antonio Annes Jacome Pires.
raram-se logo eos outros que chegaram ilepois da 1(J __ ^>(NJr(> ^ipiano Celho Cateaho.
minha doclaraco numero simerior a tnnta, anida J? Emp-..M- |,|i!. > Jo de Fraila -.
votaram em niin. u _, ,8 CaD\tio Miguel Jo o> Almeitla IVi imaairi
Mas nesse tempo eu ja me ha va retirado, aban- > Mai|0e, j()SP da Silva Neiva.
donando *a mesa.com os dousjnesarios nieus^arnij ^ HmnflgenPS Sorrates Tavares de Vaoaaaarik*.
21 Commendador Mano>:l Figncirua le Faria.
Jii;i<|iiin> ktaoool A appeilacao crime.
Appellante, Joao Carlos Pessoa de Siqueira ; ap-
pellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Accioli
A apitellarao cirel.
Appellante, Jos Joaquim da tost Maciel
I I lado. Luiz Jos Marques.
O Sr. desembargador Lourenco Santiago passou
ao Sr. desembargador Motta
.1 appellacoes crimes.
Apellante, o juizo ; appellado, Antonio Ger-
Foi ento que tomn
leitor do Sr. co-
protegia o Sr.
de novo^organi-
sarom a mesa mais dous, cujos nomos nao tenho
em lembranca. J se deixa ver que fui goneroso
para com o ineu gratuito adversario, o qual s por
semelhanterazo procurou vngar-sc demim solici-
tando a minha demissao, que conseguio nesse tom-
ap-1 ]io. a(iezar de nao haver recorrido a empenhos co-
mo em teni|M) algum liz.
Dexo de garantir a veracidade de s>Miielhanl'
asseveraco, feita neste cidade, porque muites cou-
sas se dz'em sem que sejam verdadeiras.
Nao se poda conteslar-me a nomeaco de sup-
pleute que racahio no "
ti
trntolfo Joao Barato e M-
Tenente-coron-1
incida.
f.\ llr. Jernimo Salgarto 24 Joaqnim Pires Machado Portella.
25 Dr. Ernesto de Atfuino Fooreca.
26 Dr. Joaquim Antonio Ayres 27 Capito lose Luiz P.-reira.
28 Proprietario Manoel Ferreira Aniune- Vill: i
il Pharniaceiitico Joaipiim de Almeida I'
.10 Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
31 Dr. Alexandre de Souza PerHra do Carmo.
32 Dr. Joao Ferreira da Silva.
33 Dr. Ignacio Ner\ da Foncca.
[wwr-me a niiearuo u >.(-- % f Henrinres da Silva.
,o Sr. llr ferteUa, BoniMten- g g Amlrr ^ ,,. u
8 qae obteve oSr. Di. Cana- ,, rila|.io ManiH.| ,;,,,,u.- P
^J^l.T>^ 37 Dr"Manl,>. Jos Pereira de Mdl
sjajaUa.
Ferreira
lio.
I Miv...
appd-'
ap-
furto. Andre. crioulo, de 14 anuos, escravo de Af-| lodos nos
tenso Jos da oliv.ia, por iiil'raccao de posturas. dos asdivci
ordemdodeSa..i.1Aiitouio,Joa.mimSeveriaiio;sido eucarregado. S. Exc. leve occasiao de tra ar
Nery de Vasconcellos, crioulo, de 24 annos, por questpes .nternac.onaes aiunais graves e delicadas
inano.
Appellante. o juizo : appellado. Julio Coelho da do eu todos os votos .
Silva Nctto Iho anda contevacom
Appellante, o juizo; appellados. Jos Serafim por have-lo promelti.lo um eleitor do lado opv>slo. ; Maj);r'Jll; Fidio tana
irmao de um amigo e condiscpulo do tinado tle- "''"' ^______
sembargador Vieira do Mello. .------------
Portante nao nova, nein audacosa a minha pie- Ha vendo o egregio e independen umumm
tenco. N'o aco alardo de servicos ; porm os te- relacao |R>sto boje termo a violenta pnmvajK
nh, e desde 1844 que nao tenlio vivido separado fri |elo delegado de Pao d A^ **na aaaa
da poltica, a qual na verdade nao tenho seguido parte fea ngratidao. "ao me apreaaaaaa
no sentido dos especuladores : mas neiu por isso jecer aos niimerosos amigos, de amhuaaia
devo dexar de confessar que por umitas rezos me qne se dgnaram distinguirme. Iwnramfc>-i
tenho engaado com as gralhas polticas, adorna-' snas visites, tanto no quartel de polica
das com as domadas pennas do pavo.
as melhores occasioes nunca trabalhei para
.mim. nao obstante haver merecido a conlianca dos
meus concidadaos. que taas provas me deram de
sua consideraco, como o aUestain as acias do col-
legio eleitoral de Nazareth.
Em materia de eleicao todos sabem que n
Moreno e outro.
Apjidlante, Antonio Joaquim de Souza ;
lada, a justica.
Appellante. Tertuliano Narciso da Bocha;
pellada, a justica.
Appellante, o promotor | appellado, o cabra Joao,
escravo.
Apellante, Francisco Jos Baptsta ; appellada,
a justica.
Appellante, Antonio Joaquim de Andrade Lima :
appellado, Manoel da Assumpco Santiago.
As appellacoes tiris.
'Appellante, a fazenda'; appellado, Antonio de
iMonr Boln.
Todos nos sabemos os servicos por elle pres-1 Appellante. Pedro Juca; apellados, Sacavem.
ersas missoes diplomticas de que tem Barbosa 4 C.
cr me de furto, Francisca, africana, de 40 annos,
escora de Maria Rosa de Lima, por embriaguez.
A ordem do de Sao'Jos, Bernardino de Lima,
lianlo, de 42 annos, por crime de furto.
ordem do Illm. Sr. Dr. ehefe de polica, Ama-
nado Barajes dos Santos, blanco, de 25 annos, viu-
do de Goianna, como sentenciado appellado.
ordem do subdelegado do Recife, Domingos,
pardo, de 26 annos, escravo de Luiz Antonio de Si-
queira sem declaraeo do motivo.
nos Estados Unidos e na Europa, com geral sals
facao do governo imperial e dos nossos concida-
daos, sem differenca de cores ncm de partidos po-
lticos. Demais dis'so teve sempre a fortuna de me-
recer a*estima geral as cortes junto das quaes
esteve acreditado, e reecbeu provas inequvocas do
alto valor em quo era tido.
Nao era possivel que nos, Brasileiros honras-
seinos menos do que os estranhos ae nosso Ilustre
compatriota. Assim foi que saliendo da sua chega-
da, nos apresentamos a acolh-lo com toda a dis-
V ordem do de Santo Antonio, Joaquim Xavier tmecao de que se torna digno pelo seu merecimen-
Cavalcan de Albmiuerque, branco, de 27 annos,,0- E|S a ngcm desta reuniao e deste jantar. E
os africanos. Luiz, de 27 aimos. ambos por distur- Ul" teslmmnho das nossas sympathias, e ao mes-
bos, Poda Goncalves Evangelista, da 35 annos,; ""> tempo a homenagem da nossa admiraco pelo
Joaiiuim, de 50 aimos, ambos por briga, Jos, de, talento e pelos servicos prestados a patria. O Sr.
27 anuos, escravo de Manoel Romo de Carvalho, | Urvalho Morcira dignou-se aceitar o nosso conw
lia crioulo. de 60 annos escravo de Jos da Ro- ,0- Res,a> senhores, que agradecamos esta fineza e
cha Souza. ambos por embriaguez. mostremos toda a satisfacao de qtie nos achamos
ordem do de Sao Jos, Emigdio Manoel dos possuidos pela sua companhia, dirigindo-lhe o pn-
Santos. pardo, de 22 annos, para ser processado ro ,,rmde d,'sla funecao a (pial toda dedicada a
1 siui pessoa.
por crime de tentativa de morte, Joaquim. africa-
no, de 55 annos, para averiguaeoes poliches.
ordem do Dr. juiz especial do commerco, Luiz
Jos da Silva, ou Jos Luiz da Silva Cavalcanti,
branco, de 31 annos, como pronunciado em que-
bra culposa.
ordem do subdelegado de Sao Jos, Manoel
Saudemosnelle, pois, senhores, o diplmala
distincto, o leal servidor do estado, o cavalheiro
cortes e amigo antigo, que sempre nos foi charo,
e por tantos ttulos merece os nossos respeitos.
Concluamos fazendo votos para que Deus o proteja
com longos annos de vida, afim de que contine a
ser, coiiK) at aqui, to til aa seu paiz, como
Dias da Silva, de 30 anuos, por insultos dirigidos aniado e bemquisto dos seus concidadaos. A sa
palmilla.
Movimento da
agorito de 1864.
Existan)........ 399
Entra rain...... 2
Sahiram........ 10
Existem.......... 391
A saber:
Nacionaes....... 273
Estrangeiros..... 33
Mulhercs....... 9
Estrangeiras..... 3
Escravos......... 68
Eseravas......... 5
i ______
393
O chefe da 2* seccao,
/. G. de Mesqulta.
casa de deteneo no da 3 de
presos
'
Alimentados custa dos cofres pblicos ... 158
Movimento da enfermara no dia 4 de agosto de
1863.
Tiveram baixa :
Marcos Pereira de Almeida, intermitente.
Francisco escravo de D. Marcelina, anemia.
Tiveram alt :
Manoel de Paiva Vasconcellos.
Jos Rodrigues da Silva.
Severino Marques de Oliveira.
Theotonio'Pereira da Silva.
IMssageiros do palhabote nacional Tino, en-
trado da Baha : Jorge Dowsloy, Joaquim da Cos-
t Vieira Jnior e Constancia Mara da dniPo
e leseravo-
Passageiros do vapor Cruzeiro do 8*1, sahido
para os porto do sul:
de, senhores, do Exm. Sr. conselheiro Carvalho Mo-
reira. .
Estas palavras foram acolhidas com unnime
acclamaeao, que dnrou por alguns momentos. Lc-
; vantou-s o Sr. Carvalho Moreira muito commovi-
do c respondeu pouco mais ou menos do seguinte
1 mocto
Minhas senhoras e senhores. 0 acolhimento
obsequioso e benvolo com que neste occasiao, e
I de um modo tao esplendoso, se dignam honrar-me
' os meus comiiatriotas, penhora-me profundamente,
mas nao me sorprende. E' um traco caracteristi-
co dos Brasileiros a benevolencia e a generosidade.
A estes apreciaveis motivos, avivados pelos senti-
mcnlos de amizade para comigo, e nao de certo aos
meus mritos pessoaes, devo nicamente as mar-
cas inequvocas de sympathia e de favor que ora
recebo neste rcunio composta de concidadaos, no
nielo dos quaes encontr com prazer amigos ami-
gos, em quem a ausencia de tantos annos nao pode
arrefecer a estima com que sempre me trataran)
e de qae me desvanece
Respondendo ao brinde que fez-me a honra de
dirigir-me o Sr. bario de Quaraim, tendo tido a
bondade de aeompanha-lo com phrases generosas
eso dictadas pelos impulsos da amisade, agradeco
cordealmente S. Exc. a nobreza de suas pala-
vras e a fineza de sen brinde; aos Alustres convi-
vas offereco a expressao sentida do meu recouheci-
inento; e s nobres damas que to graciosamente
se dignaran) acolh-lo todas as homenagena do mea
profundo respeito o gratido.
No tim do jantar o Sr. barao de Quaraim expri-
raio-se nos seguimes termos;
Meus senhores, ao separawno-nos, facamos a
de, como if aquella villa, onde dignas f:
ohoraram-me etemammte, miiigarnto
preseneas a minha dor. Este devi'i eump
este meio.
Se a pureza de minha connieivia aan
liastante forca |iara supportar ns trato *i
Bimigos jHillicos. ha-tana o
Um
O Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
embargador Peretti
As appellacoes crimes.
\nnellante, Ignacio Lopes da Silva ; appellado,' Idico, que lhe confere a le fundamental do estado.
u juj0 qual a de elegei' os representantes da nacao.
\jiiiellante, o juizo ; appellado, Antonio Pinheiro Nao cont com a proteceo da primeira autoii-
Vrcoverde (,:kI'' lla l""vlluia- "em pretendo soccorrer-me a
Vmiellante, oiuizo; appellado. Manoel Antonu cartas de iecoi.iinenda<;ao. Entcndo que appel-
0 Sr. des.-n.hargador Peretl passou ao Sr. des- lando o monarcha com a dissolucao da cmara v
eiol.irt-.dor Accioli 'raa naeao, querendo a hherdaile do voto, todoscle-
h'' 'As appellacoes crimes. ven, compreliender que urna burla,a ininxluccao
Appellante, Pedro Pereira da Silva; appellado, do governo na rccoinniendacao de atibados
Hoinao Pereira de Carvalho. -I Se o governo ivcunnnenda a liberdade do ^oto,
Appellante, Manoel Jos Fragoso; appellada. a e este nao deve ser urna, c uera, mas una rea-
iustic lidade, o eleitor que em obediencia ao governo tra-
b Sr. desembargador Accioli passou ao Sr. des- hir asna oonaeteneia, comproniettendo os seus de-
embargador CchOa Cavalcanti veres concorre inteiramente para aggrava a *
As appella.oes crimes. tuacao do paiz. ._-
Appellante, Lourenco Jos do Valle ; ai.pellado, Nem en quero suppor que o governo desm. la
0 uz'0 o seu programina tantas vezes repetido. Logo de-
\ppellaute, o juizo; appellada, Maria Francisca pende do deitor, seno nomeado sub em^u,
de R-irros om CUJ caso no deve acei,ar semdhanto lugar.
L \nndlante, o juizo; appellado, Lourenco Jos da. descmponhar.a nobre missao Iho confiada coin
Paiv o J muito tino e circumspeceao, afim de fazer Im es-
condante, o promotor ; appellado, Antonio Fe-' cpljia, o que nunca poder ter lugar da parlado
linne Morea deitor. que para gozar de tal lionra torna-se o por-
inn'cllante, Jos Ramos Pinhoiro ; appellado, o' tedor de un |iiel, aceitando ser eleito para ser-
iuizo Ivir a anaelle 1m f011aem incl,no recommen-
\iH)ellante, Josii Vicente Ferreira; appellado, o; douaos seus agentes. .,,.... .
iuizo tm sei 1ua,K,0 teromos no Brasil, eleicao livrel
Anuellante, Nicolao Alfonso Alves ; apellado, o salvo se tivessetm urna forma de governo, igua.
1 aquella, que Platao figurou na sua imaginacao.
o a
UM sujeitei aimposieao, porque distingu sempre o presenea e palavras de pessoas tao dignas.
deverde empregadpublico da lherdadeque deve nar-niesohianceiro as na- e persoiunies
ter o eleitor no exercicio do mais nobre direito \m- i idade arbitraria.
Recife, 4 de agosto de iw.:t.
/. miM IhmiHjm* Carntwn.
Iho Lima.
Appellante, o promotor ; appellado,
Antonio de Moura.
A appellartiv Ctvel.
Appellante, Joao de Medeiros Borges ; appellado.
Joao de Albuquerque Cavalcanti.
O Sr. desembargador Doria passou ao Sr. des-
embargador Caetano Santiago
Appellacoes crines.
Francisco' temerario e como tai deve ser punido com excln-
sao das urnas, porque nao tem merecimento, nem
ha bil tardes. .
Se o mcu estado de sade pcrmitUr, a qual e
presentemente pouco agradavcl anda pretendo con-
tinuar.
Concluindo, offereco consideraco dos futuros
eleitores, quem me dirijo", mxime, aos de Olin-
Tendo-me sido oiKvdi.la a s.4tura por
rarwai, que requer ao venerando tribunalia n
lacio, contra a arbitraria e vilenla prwaa\aF
arabo de soffrer. por effeito ib' urna rakmasaa
seguico el.iu.ral. > iihii sagra_>U> .lev.-r aaia*rel
quela egregia oorporacie (rujo vola aaasiaat c
sobresahir o iiileulo loa av persegu*) i
acto de justica c independencia, que sao _
alent que fiodem tei boje aqnclks que na>
rom vender a sua con.-ctencia e o -cu .W-ver.
A cada um dos Srs. de>eiiilargadore9 em parn-
cuar. pois, a a todos em geral dirijo o mais *inre-
ro voto de minha gratido.
Iteeife. i de agosto de 1863.
JfSH,mt Domiies Ou***.
PBLICACOES A PEDIDO.
Pastilhaa vcraalfaigaa) *e V
Aprazves vista e agnulave aajalaar.
postas de substancias do reino metal._ a
seu clfeto sem causar menor dir,_ala^
de prejudicar as criatt^is as mai delira
pastiHias sao recommenadas para a
loinhrigas, como o nico remedio,
una niai prudente e humana pode
seus filhinhos : sao aiisolutamenJe "
mes intcstinaes, (pie expulsara do
seja necessario o fazer uso de crtama,
duzindo evacuai;res violentas e demlilaa*B. Aa
se conservadas 'em frasquinhos de rrys*", a i
as pteservam da huinidade.
\ venda em todas as boticas.
Appdlante, .m ppc"^ Manod Franch-1 da; gu^sd S^ndetnenos numer os
ApSnte, Frandsco Joaquim Bricio dos San- \. e^mtn$Otl^%nmm m*mmm#n,tmm
tos ; appellado, Francisco Elias Fontenelles.
igualmonte publicada a peti^ao, porqoe sem a
A)Dltnte juizo ; appellado, Manoel de Almei- leitura della mal s.i prnlia ajtiizar do aUestado da
,in o'.'r cmara municipal de Nazareth.
A 1 hora da tarde encerrou-se a sessao.
COMMNICADOS.
Aos foturos eleitores do segundo distriet eleitoral
da provincia.
Com qnanto nao possa saber quaes os amigos,
que tero do sor nomeados eteitores na prxima vin-
doura eleicao de 9 de agosto; todava nao me pare-
ce fra de proposito manifestar desde j, a minha
pretencao a um lugar de deputado geral pelo se-
gundo districto eleitoral.- Manifestada pelo Diarto
pernambueo de hoja, es minha pretencao, que
O segundo foi escripto e assignado pelo Ilustrado,
magristradoquehourou a classe, a que pertenco, e
do qual se evidencia, que seno gozo do toro do ju-
risconsulto, tamben) me nao iulgo baldo dos precisos
conhecimentos para bem deseuipenhar o honroso
lugar, que solicito.dos dignos e futuro eleitores do
segundo districto eleitoral da provincia.
Recife, 27 de julho de 1863.
Jeronyuo Salgado ie Castro Acnoh.
Documento n. 1.
Illms Srs presidente e roembros da cmara
municipal.O abaixo assignado, bacbarel formado
era dirdlo precisa que esta muncipaljdade lhe
atieste o seguinte:
|. Que o supplicante ha 13 annos pouco
menos fouco mnos no exercicio do cargo de pro-
COMMERCO.
Alfaadrga
Bondimento do dia 1 a 3
dem do da 4.......
U:
Mov Intento m alfannVga.
Volnmes entrado coa faiena
i eom gneros
Vdumes sahidos coa
7M
H
Descarrefaa no dia 5 da
Polaca hespanholaFi
Barca ingtea aV;"*1
Barca raneeaa-'
Lugre portuguez
vindodoRiode
1




IHarK de Pernambneo Quarla Mr* de AgoMo de I ft8.
consignado a Ttiomaz d'Aquino Fonceca. manifes-
segointo .
00 saceos cevada, 782 ditos caf, 560 dilos mi-
Iho, 245 ditos feijio e 210 ditos ferate de man-
. i ordem.
ReceJiedoria de rendas internas
gentes de Ptrnambuc.
Reodiineato do 'dia 1 a 3 3:0964691
Ideoiilo dia i ........ 1:328*935
~4l25626
Consulado provincial.
Rendimento do dia i a 3 2;893#)78
dem do dia 4......... 912483o
Stmtm
MOYIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 4.
Baha5 das palliabotc nacional Tino, de 78 to-
* rieladas capitn Antonio Goncalves Cruz, cqui-
pagein 8, carga farinha de mandioca charutos c
outros gneros; Palmetea & Bellro.
Norias sabidos no mesmo dia
Liverpool por Macei -Barca sueca Erica, capito
E. Nauseo, carga assuear.
Lisboa Brigue porluguez Laia II, capito Antonio
Francisco Vieira, carga assuear.
ValparasoBarca bremense Getntr, capitao Fre-
dereck Leilcnau, carga assncar.
Observado.
Suspeudeu do lamaro para S. Tliomaz. a barca
inglcza Bswray, capitao W. Edgard, com o mesmo
lastro que trouxe do Bio de Janeiro
Idea, brigue inglez Glencople, capitao Crowder,
com o mesmo lastre que trouxe da Babia.
Pedro Nolasco Baptista, tiver executodo a grande
ouvertura j
~~~. Bua d<>P4ar.
X. ."11 particular c 73 publico casa ter-
rea.^ .............. 183*000
Ikta de Sito Born Jess das Criolitas.
S. -particular e 8|iMtoMM terrea. 1315000 gubr .-, 8cena 0 S0||11)n, .im)|,U(liu (]rM[l mf|ua

700*000
91*000
EDITAES.
Jos Figueira Corado, collector das rendas geraes
do municipio da cidade de Ollnda, etc.
Faco saber que pelajcol lee torta desta cidade se faz
publico para conliecmento dos similores adminis-
tradores de escravos, mi outra qualquer pessoa mo-
radora dentro dosliruites.anaixo transcriptos que
os tiverem em seus servidos ou s6b sua adminis-
traran, por qualquer titulo que seja, anda mesmo
Sae Ihes tenham sido remettidos de fra da cidade
e que da data desta a 30 das, de conforniidade
rom a circular do tribunal do thesotiTO nacional u.
18, de 10 de maio de 1858, sao obrgados a en-
tregarem na inesina collcctoria as retacos declara-
torias dos referidos escravos. contendo o nome, a
afia a idade, a cor. o officio dos mesnios escra-
vos e bom assim as observacoes quejnlgarcm ne-
cessanas, alim de se proceder a nova matricula
do quiufjuenno de 1863 1868, as pessoas pos. que
assim naocTimprirem. incorn'ro na multa do art.
2! do regirlamento n. 15l.de 11 de abril de
1841*
Drmarcaco dos limites.
Ji
300*000
72*000
72*000
N. 68 particular e lo publico 3 andares. 1:200*000
Ra da'Cadeia do Reeife.
N. 72 particular e 30 publico 3 andares.
Beecoda Lama.
N. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea......... ......
Travessa do Carcereiro.
X. 85 particular e 11 publico casa ter-
rea. ............... 109*000
N. 87 particular e 17 publico casa ter-
rea.............. 425*000
Patrimonio de orplos.
Bua da Madre de' lasas.
N. 24 particular e 26 publico dous an-
dares................ 901*000
Becco das Bolas.
X. 39 particular e 18 publico dous an-
dares ;. .. ........
Bua da Moeda.
N. 44 particular e 21 publico casa ter-
rea .................
Ra do Amorim
X. 54 particular e 21 publico 3 andares.
N. R particular e 26 publico casa ter-
rea ................
Rua do Burgos.
X. 69 particular e 21 publico casa ter-
rea .. .. ..........
Secretaria da Santa Osa da Misericordia do Re
ciiv 3 de agosto de 1863.
O eserivo,
F. A. Carakanti Coussiro
Crrelo.
Pela administracao do correio desta provincia se
faz publico que as malas que deve contlumr o va-
por cosleiro mtmongtutpe. com destino a provincia
de Macei e porto- intermedios serao fechadas hoje
(5) do corronte, s 3 horas da tarde em ponto.
Pela thesouraria provincial se faz publico, que
as arrematacies dos reparos das poutes de Jaboa-
tao na estrada fla Escada, e da povoacao de Bebe-
ribe, foram transferidas para o da 13 do crreme.
Seccretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de agosto de 1863.
0 secretario,
A. F. tAnnunciartio.
Sania Gasa da Misericordia do
Hecife.
O oscrivao da Santa Casa de Misericordia do
Bccife declara que a praca de renda de predios,
publicada hoje neste Diario, deve ter lugar no dia
6 do crtente e nao no dia 4, como por engao t\-
pograpgico annuncia o edita'!.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 4 de julho de 1863.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Escrivao.
Arrematae&o.
lo da b do crrante, depois da audiencia do
juiz de paz do 1." districto da Boa-Vista se hao de
arrematar os trastes seguintes : 11 cadeiras de
tro actos,
,;inal .portagaez do distmeto dramaturgo Er-
nesto Btster. premiado no concurso dramtico de
Lisboa, dedicado a S. M. El-Rci I). Fernando. i
Tomam parte os artistas Fartado Coelho, Coim-
bra, Tlioaaaz, Lisboa, Penante, e as Sras. D. Euge-
nia Cantara, Josepha e a beneficiada.
No Qm do drama o Sr. Penante e a beneficiada'
cantar o dueto chistoso
AVOLTADOMARINHEIRO,
300*000 0 qua| terminar com o /adodansado.
Terminar o espectculo com a primera repre-
WltflfHi sen,aPa0 da engranada comedia em dous actos.
o doitob mmv
PERSOXAGEXS.
Gramma, ervanaro. OSr. Flavio.
Rufino das Doras, moro
de ganho........
Serapio Itexiga, seu
primo, a.......
Ti motheo Ja ni i ar io, ide u i
Vicente Macedo, dem..
Jacinlho, estudante. .
Cypriano, porteiro.. .
Antonio, msico.....
Um criado da hospeda-
ra............
Amelia, mulher de Ma-
cedo..........
Carolina, ulna de Bexi-
ga...........
Msicos, etc. etc.
A sema passa-se em Lisboa.
Guimaraes.
> Santa Rosa.
> Joaquim Cmara.
Penante.
Lessa.
Porto.
i Gil Braz.
i Manoel.
Beneficiada.
Sra. D. Josepha.
l o p'iano. i mobilia de faia com lampos de mar-
ira, 1 rico espelho, I ruarqueza, 1 mesa e 12
cadeiras de palha. 1 soeretaria de Jacaranda. 1
costureiraf 1 jogo do schach, 3 relogios america-
nos, 2 commdas. 1 cama de menino, 1 carro
para brnquedo de menino de palha con rodas,
2 cadeiras de mola, 2 ditas de bataneo, 2 me-
sas para jogo, 2 lavatorios, mesas, marquezas,
cadeiras, 1 apparelho de louea parajantar, 2
ditos para armoco. 1 dito de me'tal principe, gar-
rafas para vinho, copos para agua e vinho, gar-
ios, facas n crdheres, 1 fogao americano, trem
de cosinha emuitos.outros objectos de casa de
familia.
ftexta-fetra 9. de agosto.
' Ruada fadria n. 12.
O agente Piulo far leilSo por conta de urna fa-
milia estrangeira que retirou-se para Europa, de
todos os objectos supra-mencionados e existentes
no armazem da ra da Cadeia n. 12, devendo ter
comeijo o lerlo s 10 horas em ponto, visto seren
minio os ohjectos que tem de seren expostos a
venda.

COWPTABILIDflDE COMMERCIAL
PELl)
DE. Wri'KU VIO PTJTO BANDEIRA
Professor da segnmla eadeira du Curso Comaaerrial Prnuanaraa*.
IHH-* BELLi \ (HUMES SM 8." YUMM
compukhe.ndexoo
IEIIAO
O prlmelroPreleeeSes theorleo-pratlra lie enerln*-
raco ntereantll.
O segundoXoees de arithnietiea enni-
naerelal. adaptada* prnlira 4a opcraooe -
merciaes e elemento do > tenia
niel rico coiii sua appllcacr
ao commcrclo.
pre:o de cada volime si.
w.
lima mobilia de cernir, 2 ca>licae>,
1 candelabi'i, 1 man|ii-*a, 12* ca-
deiras, 1 ciHiiinoilii, 1 liauqu nha, 4
lavatorio 1 toucador e 1 cabide.
Sexla-fcira 7 de agesto 1 lima da larde.
O agente Pinto far leilao requeiimento dos
curadores liscaes da massa fallida de Francisco
Moreira Bias e por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio dos objectos supra mencio-
nados perlencentes a mesma-massa, 1 hora da
tarde do dia .acuna dito na ra da Cadeia* n. 12.
lifilLAO
M
i
Esta obra, apezar de elementar, vea preencher urna lacuna, que era cutida entre non
onde fallecem escriptos dex-erta> wpeciaJitladca eom aecessoa todas as inHli|rpnria> eas-
su o editor pensa fazer um servieo dando-lhe publicidade, tanto mai> quanlo buj'. qur a>
transaceoes commerciaes e ndust'riaes vao entre nos tomarxlo notavel deseuvolviinento. u-v.
entrar a educajao daquelles une se quercm ajiplicar a taes ramos da vida o moherii
dos principios da comptablidaue administrativa e eonnnereial.
Com este intuito, sob urna forma esseneialmenle dassica, reonki o Sr. Dr. Witrurinta
priucipios da comptabilidade commcrcial no que tem elles de mais elementar, e eunnk
os de modo a facilitar o mais possvel o seu estudo s pessoas que se destinam s pmrissr>
conuiierciaes, sendo taes a conciso e a clareza postas no dcsenvolviiwnto resjieciivo, >\\tn \m-
de-se ajirender a materia, chegando-se a escripturar os livros |H>r partidas riobnulas c aypnv
car o calculo s opera^oes do commercio. sem carecer da kiteiveneao de unt inestre.
O primeiro volume, formulado sobre a obra de Berlrand. occjw-se mais e>i>eciabnete
da escripturacao mercantil por partidas dobradas, eujos itrincipiu- sao desenvolvidos eni har-
monia com a legislao brasileira, contendo alin disto um importantissimo appndice soavr
as sociedades commerciaes em lodos os scus movinicnlos, quer feo' Wt> n*faina*i
Osbmeles podem ser procurados em casa da Mrenles obras de rala do Porto o Otilias obras
beneficiada, na travessa da Florentina, e no titea-
tro.
Principiara s 8 horas.
Anno do Xascimentolde Xosso Sdhhor Jess .
ChristO de 186:(, aos 23 dias do mez de julho do Jacaranda, 2 mesas 1 toucador e manga de v.dro,
dito anno,nesta cidade de OHnda, aehando-se reu-1e, ^mmoda. por execueao de Francisco Ferreira
nida a commissao creada em virtude do art. 1 do ua Sllya contra Joaquim Jos da Silva Gaio.
decreto n. 411 de 4 de junlio de 845, e presentes
todos os seus memhros abaixo assignados alim de
se proceder tdemarcaeao dos limites da dita ci-
dade -que deve compreliender a matricula peral
dos escravos que tem de durar no quinquiennio de
1863 1868, de conforniidade com o art. 1 do de-
creto n. 2,160, de 1 de maio e circular do tribunal
do thesouro nacional n. 18. de 10 do mesmo mez e
anno. aoeordaram que os referidos limites fossem
os seguintes : pelo lado do sul a principiar quem
do forte do Buraco, em seguida pela camba da
Tacaran, pelo Salgadinho onde divide cqin afrn-
Rueziada Boa-Vista, a voltar pelo pantano compre-
hendendoo sitio que foi do Sette, circulando pelo
sitio dos Arcos, a encontrar a antiga casa da plvo-
ra no caminho do Forno da Cal. e do norte at a
primeira bomba na estrada de Mara Simplicia.
procurando ao sitio Beltnim de Caetano de Santia-
go c do Pedro Crioulo. at encontrar com o sitio do
Br. Faria em linba recta e pelo Jado do nascente,
toda a lindada costa ale ao forte do Buraco, todas
as casas e sitios inscriptos no circulo tracado, se-
rao compreliendidos na matricula geral dos esera-'-ofencias pelas 111 llotNis da tu a II han em
voseos respecti\t>s donse administradores, mora-
dores obrgados ao pagamento da taxa animal de j
45000 por cada escravo, conformo determina o art..
9 i '< da le de 31 de outubro de 1835.
E para constar larra o presente termo que todos
assignaram.
En Accendno Goncalves Rodrigues Franca, es-
envao da collectoria de Olinda o eserevi.
AVISOS MArlITIMOS.
COMPANtnA PEBALVJBUCANA
DE
.^laregaeSo eostelra vapor.
Macelo e escalas
' 0 vapor Mamanyuape comman-
dante Moura, seguir para os
portos de Macei e esealas no dia
5 de agosto as o horas da tarde. A
carga ser recebida at o dia 4
jeio dia, encominendas, passageiros e dinheiio
ele at o dia da sahida as 2 horas: escriptorio
no Forte do Manos n. 1.
(lOMPAN'tlIA PERNAMBUCANA "
de melal principe.
exta-felea 3 de.agoto.
O agente Pinto far leilao por conta de quem
perlenccr de um apparelho para cha e colheres
de prala, assim como de garfos, facas e MMres
de metal principe, s 11 horas do dia cima dito
na ra da Cadeia n. 12, onde haver leilao de mo-
vis.

DE
- Xo dia 7 do crrante depois da audieucia do
Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara, tem de j ._.
ser arrematada a escrava de coi preta. fula, de no- i*a*egaca costeara a vapor.
me Silvana, idade 36 anuos pouco mais ou menos. Parahyha, Natal, Mario, Ararah. Crar e Acarani.
de bonita figura e boa eosinheira. avallada por
400*, para pagamento da h\ potheca feita em dita
escrava, por execueao de Antonio Jos Vieira, con-!
ira Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
Tem de ser arrematado por despacho do Dr.
juiz de orphads desta cidade o armazem de cabos
da ra do Vgario n. o. e diversas madeiras de si-
eupra e amarello, a qual arrematacao ter lugar
no dia 7 de agosto ao maio dia em ponto, depois
da audiencia do juiz de orphos que tem de assis-
lir : os pretendentes poderao examinar o escripto
de praca que se acha em mao do porteiro do juizo,
Amaro" Antonio de Parias.
Jai o dos feitos da fazenda
nacional.
Ao dia 6 iio corrente ua san das au-
para os portos cima indica
dos segnir no dia 7 de agosto
AVISOS DIVERSOS.
instituto Areheologleo v- Cieo-
graphleo Pernambueano.
Haver sesso ordinaria jainta-feira, 6 do cor-
rente, s 11 horas da manhaa.
Secretarla do Instituto, 3 de agosto de 1863.
/ Soarex de Azeredo.
Secretario perpetuo.
AssoeAcAo
rVPOlill \PHICA PEIINAMBITANA.
Quarta-feira o s 7 1|2 horas da noite haver
sessaoextraordinaiia do coiiselho. para tratr-se
, |p quer pelo da forinacao, oxistencht e estilcelo deilas em toce da le. Xtsle app-'rNlice. dupli-
j cadamente rcconmiendavel por sua originalidade e pelo cotalio de e<|rtH3lr ', >pR inercianle tima guia para sua direceao, qualquer que seja a fnnna da sociedade que ronlntia.
i aK Coni|>leta este volume o t|iceiinen o resumo de urna escripturacao, ficticia verdaV. mas rm
Sf Indo seinelhante de urna casa de rofnnierrio ordinario, offerecendo nina serie de npra<*iVs
, 7Bt suceessi va mente mais dimeeis. que assim inicia gradualmente a maneira de evTiptnra-las
|K nos differentes lvros de urna casa de commercio.
% segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottinger, otenpa-se |mr|N*nknnMMile
R da arithmetica eonnnereial com exercickis e problemas pelo mel mais simple, fcil e hrrve
^m da reara conjuncta, acerca de todas as opera^des praticas nsnaes no (iniuiierrw envolvendo
B clculos de cambios de praca praca e por pracas intermedias. l-m romo nrpuriw '" bancos
H com arbitragens de cambios, alm do desenvolvmento do systena mtrico -m Mas-retarte*
{.: com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de converjo.
'^ l 0 editor nada mais aeerescentar estas breves palavras. que asss demonstram a an-
^w pnrtancia real desta obra, devida a ntclligcncia e a applii-aeao aecurada do sen anlor. >#So
s&j que' ella de utilidade geral, e que a nenhum commerciant e mesmo a homem algnm te W-
K tras lcito deixar de possui-la em sua estante : jmms o commercio em ~ua> variada? *^aa>-
j C(>s, entende actualmente com ludo que s>- liga a vida.
%* A assignatiira toina-se as livrarias dos Sis. (dimanes \ Oliveira. Xogueira !? Soa-
R za, Jnliao & l'ereira e Geraldo H. de Mira, sendo realisada sua hapomaan pela (pvta d- cate
\Wm volume ao sahir do pelo, para o ipial ora entra o primeiro.
B O EDITOR.
:C4;cc*:;^

\ ^*%y *%
- # ? 'i,
.v .'r^muMioiinniUllld U> 1-lMIM-lll'l. hMil II i
prximo um dos vapores da eom- ,i(.negocio t. ,. iIllt.,esse.
panhia, qnf recebera carga ate o Secretaria. 3 de agosto de 1863.
da 6 ao meto da. I O i secretario, S//ra Lm.
NOY ESTAEELECIMENT DE MEDICINA H0ME0PATHIC1
HITA tfOVA Mi 4S.
presenta do lllm. Sr. Dr. juiz dos fev
t is il.-i fiucuil se vender em praca
publica orna casa db nm andar e so-
la o sila na llh i dos Halos penhoi*ada
aos hetdeiros de Joo Mara Seve,
en vao da collectoria de Uluiila o eserevi. ..
(Assignados).-0collector, JosFijueira Carado. avaliada_pOP /,U00$, Cll,|l C'S8 Se
^vrente Ckyttoarinho. VamA OfoMifoGo- vende paia pagJMllo da fazeadajta-
'"Tia'passado nesia cidade de Olinda aos ti COlial. ReCl'c 1 de agt4 d'i \ 863.
dias do mez de julho de 1863. (j Snlcilador,
En Accendino Goncalves Rodrigues Franea.es- ., R .'
crivao da mesma coUectoria, o eserevi. r. A. 1 lie li'l lo.
tfuizo do feitos da fazenda na-
cional.
Xo dia 6 do corrente na sala da.- audiencias pe-
las 10 lioras da manliaa em presenea do Hlm..Sr.
Dr. iudos feitos da fazenda se vender em praca
publica urna casa terrea em caixau n. 36, sila a
ra da Concordia, penliorada a Xorberlo Muniz
Texeira Guimaraes para pagamento da fazenda
nacional. Reeife Io de agosto de 1863
0 solicitador,
F. X. P. de Brito.
Ion se I lio de compras- navacs.
Tendo-se de promover a compra dos objectos
abaixo declarados, perlencentes ao material da ar-
mada, convida o conselho aos que pretenderen!
O collector.
Vh.nv Figueira Curada.
DECLARACOES.
Secretaria de polica de Pernambuco
i deagoslo.de 1803.
Por esla secretaria se faz publico para
constar, a quem interessar possa, que pela
delegada do termo -do Cabo, foi preso como
fgido e retnettido para a casa de delencao,
onJe se ada desde 16 de Janeiro ultimo,
um pelo fulo, de nome Francisco, que diz
ser escravo de Marcolino de tal, residente
n'esta cidade.
O secretario,
Bduarde de Barros Falcan de Lacerda.
Manta c asa da Misericordia do
Reeife.
A lllm.* Jauta administrativa da, Santa Casa da
Misericordia do Reeife manda fazer publico que no
dia 4 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de mas sessdes contina a praca das rendas das
casas .ibaixo declarada por lempo de um a tres
anuos.
Ob pretendentes devem comparecer acompaima-
dos de seos ldores ou munidos de cartas (lestes.
Kstaliclei-iiinMiiMs de earida'*-
\RuaDireita.
\. \ parfieobr e33 publico um aadar.
X. H particular e .1 publico tres an-
dares...............
X. 8.1 particular e 7 publico tres an-
dares........ ......
Ra do Padre Floriano.
X. 6 particular e 4" publico casa terrea.
N. 7 particular e 45 publico casa terrea.
X. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea ...............
X. 90 particular e 13 publico casa ter-
rea................. 1815000
Recco da Carvalha.
X. 10 particular e S publico casa terrea. 149,8000
Ra do Pescadores
X. 16 particular e limbUco casa
Encommendas, passageirosedinheiro a fete at
o dia da sahida s 3 horas da tarde: escriptorio do
Forte do Mallos'n. 1.
COMPAMIIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaca eostelra a vapor.
LOTERA.
HOJE*
O Di. Sabino 0. L. Pinbo mtidot o.seu CONSULTORIO para aloja di marmore
ra Nova ti. 43, onde continua a dar consultas todos os dias uteis desovo iih-hmIui &
2 lioras.
Os enfermos, que 0 procuraren! logo na iiivasu da iniVslia. >-m qpa liajam to-
I Diado qualquer remedio, nena aopathico, nem bomeopattiico, pagarlo nwtid m i res
se extra- estipulados. Esta concess3o tem por lim facilitar a cura de iimle-iias. que pain i"
Quarta-feira 5 do co:mil<
' hir a ultima parle da primeira e primeira se complicadas polos empreo intempestivo da teraputica e ao mesmo lempo a-l.
Paralnlia, Natal, Jfaco, Aracalj, Tear e Acaracn. cj.( garanda loeria da s'aiita Casa da Miseri- Pni'a a liomeopatliia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
O vajior Jujmiribe, commandante ___j-P .
ir niTr'nortos^ordia. Em attenco as-pessoas pobres, que nao podem sahir O -lia. o Dr. Mmw* moV
Os bilhetes e meios bilhetes acbam-se A i' dar duss consultas por semanas bastereas e sextas-feins te Wts as sel. horas e,
indicados no dia 7 do convnte as
8 horas da taiile. Reebe carga
at o dia 6, encommendas. pas-
sageiros e dinheiro a frete ate o dia da sahida as 2
horas : escriptorio no Forte do Manos n. 1.
"COMPANHIA BRASILEIRA
. DR
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 20 do corrente o vapor
.I/i", comniandante Alcanforado
o (pial depois da demora do cos-
tuine seyuir para os portos do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engata-se a
carga que o vapor poder conduzr. a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro frete at o dia da saluda s i
horas: agencia ra da Cruz n. 1. escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 30 do corrente o vapor
Princesa do JotnriUe, comman-
dante o capitao lente Sarita
Barbara, o qual depois da demo-
ra do costume seguir para os portas do norte
Desde j recebem-se passageiros e enfeia-se a
yende-losaapresi'iitarem suas proposlasem cartas,carga que o vapor poder codazir, a qtui Severa
fechadas no ,ha o de agosto prximo, ate as 11 lio- ser embarcada no dia de sua chegada: eneonv
ras da manhaa, em que isso lera lugar sob as con- m,,n(las e dinheiro a frete at o dia 3a sahida as 2
caridadf.
5655000
1:0105000
920*000
186*000
126*000
140*000
ilirrs d esljlo.
Objectos.
4 arrobas.de aguaraz.
800 agulhas de lona e brim.
20 amolohas defolha sorlidas. de 'i a 8 medidas.
6 duzias de brochas grandes para caiar.
30 baldeadeiras de follia,
150 camisolas de brim.
1 corroa de sola ingleza singolla, com 1,000 ps
de cumplimento e 3 pollegadas de largura.
1 dita de dita de 1000 ps de comprimento e 2
Vj pollegadas de largura.
ir
2
botas, agencia ra da Cruz n. 1. escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo ft- C.________
Rio Cirande do ftiil.
O patacho nacional I'ettana segu at o dia 9 do
corrente com a carga (pie ti ver ; recebe a que fal-
ta por frete commodo, e escravos : trata-se com
Bailar St Oliveira. ra da Cadeia n. 26.
Para o Maranho e Pai*
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido brigue escuna Jorea Artliur, tem a
1 dita de dita dobrada de 'OO ps de comprimen-! seu bord parte de seu carregamenlo para o res
rea.
ler^
Bua da Calcada.
N 17 particular e 30 publico'casa ter-
rea................. 174*000
N. 19 particular e 34 publico casa Ier-
res!................ 149*000
N. 21 particular e 33 publico casa ter-
rea/7............... 156*000
Ra da Viracao.
fj. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea................. 283*000
Ra de Santa Tliereza.
N 31 particular e 7 publico casa terrea. 196*000
N. 32 particular e 5 publico casa terrea, 204*000
Ra de Hortas.
N. 29 particular e 41 publico dous anda-
res................. 5o3*000
Ra da Roda.
N. 35 particular e 3 publico casa terrea. 108*000
N. 36 particular e 5 publico casa terrea. 89*000
N. 37 particular e 7 publ ico casa terrea. 112*000
N. 99 particular e l publico casa terrea. 120*000
Ra da Imperatriz.
J. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea. ............... 306*000
Ra da Gloria.
N. 51 particular e 63 publ i ce casa ter-
rea............... 144*000
Ra do Encantamento
N. 52 partcalar e 3 publico 3 andares. 430*000
Jtua do A/eite de PeiM.
S. 53 particular e 1 publico 2 andaes! 600*000
Ra do Amorim.
_N. 54 particular e 31 publico um andar. 150*000
Ra da Lapa.
N. 56 particular e 8 publico um andar. 144*000
N. 73 partear e 5 publico um andar. 420*000
to e 6 iiollegadas de largura.
1 dita de dila dita, de 200 ps de comprimento
e 8 pollegadas de largura.
1 dita de dita dita, de 100 ps de coniprynento e
7 |K>I legadas de largura.
100 dedacs de repucho.
20 cscarradeiras de metal.
'10 espumadeiras de follia.
50 fronhas de brim.
500 folhas de cobre de /0.
200 lences de brim.
500 libras de pregos de cobre para forro.
10 duzias de (algas de louro para andaimes.
10 ternos de medidas de follia.
24 toalhas de brim.
260 travs de qnalidade com 41 palmos de com-
primento e 8 pollegadas de grosstira.
Sala do conselho de compras navaes de Pernam-
buco, 29 de julho de 1863.
O seci\ tario.
AUxandre liodrinucs dos Alijos.
Crrelo geral.
Pela adiniiisjraeo do correio desta cidade se
faz publico para lins convenientes que em virtude
do disposto no artigo 138 do regulanifhto geral
dos correios de 21 de dezembro de 1844, e artigo
9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1831, se pro-
ceder o consumo das cartas existentes tiesta ad-
ministracao, perlencentes ao mez de julho do anno
passado, no dia 4 de agosto prximo, as 11 horas
da manhaa. na porta do mesmo corroio, e a res-
pectiva lista se acha desde j exposta aos interes-
sados.
Administracao do correio de Pernambuco 28 de
julho de 1863.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
wm^mimen^tMlan
TlllvtTItO
DE
to que Ihe falta, trata-sc com os seus tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.. no
seu escriptorio ra da Cruz n. L
LEILOES.
LEIO
no
IMIPREKA
A. J. MIARTE G0IMBR4.
Reelta II re da aaslgaara.
BENEFICIO. DA ACTRIZ
Camilla Moreira Guimaraes.
Quarta-feira i de agosto de 18*3.
Depois que a orchestra. dirigida pelo maestro
Deposito da ra de lloi-t \s n. 7.
HOJE.
A requerimento de Francisco Al ves.Mouteii o J-
nior por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio rao a lellio todos os gneros e mais
utenclios existentes no deposito da ra de Hortas
perteiicenle a Bento Alves da Cruz : quarta-feira
5 d* corrente pelas 12 horas da manliaa no mes-
mo deposito ra de Hortas n. 7.
DE
Movis, crjrstaes. planos, eabrio-
Iris, o: al los. burros e es-
eravos.
Ihiinta-feira 6 do frrente s 11 horas.
nhii lim ti:
_ O agente Olympio for leilao em seu armazem
a ra do Imperador n. 16.
venda na respectiva Uicsouraria. ra do n,il-
Crespo n. 15. c as casas conimissiouadas Os chamados para visitos e conferencias devem ser dtrjgidos jm.i earr^ln *. .^a-
rua da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Timen- soitork) desde 8 lunas do dia al 8 da imite, ua certeza de qoe serio sftaMHM Hileai
te, piara da ndepi-ndencia n.22, lojadoSr. &* s"' precedencia, salva a.circumstancia de eminente perigo.
Snaivs Pinheiro, ra Direltan. 3, botica do .IDVKHTIXdi.
Cliagas.ruadaCadeia.'ti), loja do Sr. Pinto 0 novo consultorio est prvido dos memores medicamentos, desde a primara
< em Apipucos estabelecimeote do Sr. Fian- at a trigsima dvnaininjsaco.
cisco M.' S. Mendes. E cmo os mdicos nespanBrJes e allemies nao n-ssam da catitm a majiH ."fl-
Os premios de 5:000/ at 10$ sero pa- cacia das ttltissimas dynatninisaroos do tralamenlo das molestias chronicas. o lr. Saliin. se
gos urna hora depois da extraccio at as i oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais alias f por ora at |BaV t
horas da tarde, e os outros no dia seguinte, a'im de verificar por si mesmo a forra dvnamica, qoe se Ihe atfrflme.
depois da ilrstrihuieao das listas. Os mdicos, (pie quiz.erem espermentar taes dynaminisacoes pi'Mlero dirigir
0 lliesoureiro, ronsultotio suas rereitas, que seriio aviadas grato i lamente para os polnes.
Antonio Jos Rodrigues" de Souza., "No mesmo consultorio se vende a novissima edir3o do Thesouro homeoparkir
ou Vademcum du homeopatha, obra indispensavel a dos que quercm nsar da IfiiH--
palhial
Tudo o que diz respeito ;i nova medicina seaclia abundantemente Nati no\<> tn>>
aecimenlo.
JLOTERIA.
0 thesoureiro das loteras desta provinl
ria, desejando extiahi-las em maior capila-
e com menores ntervallos, offerece a vanla-
gem de dous por celo quem comprar
para negocio, na quantia de IOOiJ para cima:
assim como se propoe a estabelecer corres- i
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob banca idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Sis. eummerciantes da Victoria,
(ioianna, Hio*"ormoso, Nazareth, Serinbem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se rom elle, na thesouraria das
lolerias, ra do Cresprrn. 15: advertindo
que receberA em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loteras el
da provincia recomidos thesouraria da Ca- m
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 dejnnho de
1863.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
INTERINATO
DE


DE
% tercas partes do sobrad* de 2 anea-
res e s .la da roa da i'ruz n. 33.
Hiilut-felrii O do corrate.
Por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio com nformacao dos administradores da
massa de Manoel de Azevedo Pontes, irao de nov
a leilao as duas tercas partes do sobrado de dos
andares e sotao sito ra da Cruz n. 33.
cernes a mesma massa as quaes serao vendidas
da mesma maneira qne as possnem at hoje : os
interessados podem dirigir-se ao agente Pestaa
para qualquer esclarec ment e o leilao, ter lugar
quinta-feira6 do corrente pelas 10 horas h per-
la da assoeiaclo commercial.
A_wra.a
Oflbrpeo-cc una mulher para ama de qualquer
casa de familia, sendo boa cozinheira. e para todo
o mais servieo de portas dentro, menos engom-
mar : quem "precisar, dirija-se a travessa da Ma-
dre de Dos n. 18, que ahi se Jira quem .
Mua!inlio fgido.
Domingo 2 do corrente, de nianliaa. sabio da
casa da seu senhor o mulatmlio escravo. de nome
Julio, com um pequeo taboleiro contendo goiaba
e flores para vender, tem 12 annos, pouco mais ou
menos, fuma charuto na ra, Becco do eorpo.
muito ladino e desombaracado, levou una jaqueta
d riscado desbotada, c chapeo pequeo de palha : |
recommonda-se s autoridades policiaes e encarre- \
gados da polica, de o apprehendereni e levar
casa de seu senhor, ra da Soledade n. 66, ou
ra das Aguas-Verdes n. 64, primeiro andar, que
se recompensar : o dito mulatinlio bem conhe- j
cido, e sabe-sc que anda pela Boa-Vista; a mesma
recommendaco se faz a todos os senhores capi-
taes de navios, aflm de o intitedr, no caso que elle ,
queira por qualquer titulo, embarcar.
Useravos fgidos.
Fugiram desta cidade em caminho para o meU
eugenho Bambunal, na villa daEscada, os cscra- i
vos: Filippe, de nacao 42 annos, baixo, um (muco
incliado; Alexandrc, crioulo, 18 annos-, baixo, com
manchas de pannos pelo rosto; estes escravos ira-
bulla va ni no engenho Alalaia, em Serinhaem, c
por minha ordem vieram para o Reeife, e d'aqui
seguiram em 22 de julho prximo passado, e como
ignora-se o caminho que tenham tomado, recom-
mendo s autoridades, capitaes de campo, e a qual-
quer pessoa que os apprehendara e levem ao so-
bredito engenho, ou nesta cidade na ra da Praia
ao Sr. Genuino Jos da llosa, que serao generosa-
mente recompensados.
Jos Perira de Aranjo.
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECITE
Oirertor0 bacharel em mathematicas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernardo, accedendo aos pedidoj de varios paes dos
respectivos collegiaes, e de outras pessoas desta capital, removea o seu estaMeasMSSls
da Caponga para esta cidade.
Nao tndo evitado esforcos nem sacrificios para proporcimiar aos s.mi> alumiux
una perfeita educacao physica, moral, intellectusl e religiosa. olfereceodo-Uiei urna lia-
bitacao com bastantes condicoesde salubrdade, habis professores qne sao solcitos em
prepara-tos convenientemente ao lim que se destinam. medico pralico que Ihes faca
coinprehender os preceitos da hygiene e Ihes cure das doeneas. c_finalmente un sacer-
. dote Ilustrado e honesto que Ihes explique os principio.- da religiao cjirist.ia. espera que
assim constituido nao deixar o sen estalielecimento de merecer dos Srs. paes oV> fami-
lias o auxilio e conflanea com qne j alguns o tem honrado; e Ibes ruga, tmtem
todas as pessoas Interes'sadas, que se digneni de visitar o mesmo seu estal^|ecnM-nt.
onde sempre encontrarao franco ingresso.
Ocollegio tem a sua sede no espacoso editlcio n. .'12 a ra da A unir, cniligu.i
do eollegio dos orphaos.
Nos estatutos do eollegio. que eslao a disposieao de quem i quiz.T ler. >4> a< ham
consignadas as condicoes de entrada e matricula as diversa aulas do esfMUi-
ment.
r
Victorino Domingues Alves Maa, Frei
Joao da Maternidade c Jos dos Santos Ra-
mos de Oliveira, primo e compadre do falle-
cido Domingos de Caslro Maia.cordial e suni-
mamente agradecem a todas as pessoas que
se dignaram assistir as exequias na igreja
do Espirito Santo e aoompannar a sepultura
os restos morlaes do dito seu presado e nun-
ca assas chorado primo, compadre e amigo.
E tendo de mandar dizor urna missa pelo
repouso eterno do dito finado no dia 7 (seti-
timo dia de seu fallecimenlo) rogam a todos
os seus amigos e aos do mesmo finado o par-
ticular obsequio de a ella assistirem. Espe-
ran) que ditos seus amigos se dignem de dar.
mais esta prova de caridade evanglica pio-
pria das almas bem formadas.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
Precisa-se, pelo tempo que se convencKio.ii
da quantia de 900 a 3 0|0 ao mez. pnyab
juro> no lim de todo? o> mezes : quem ofc" nep
cjii quizer anuuncie.__________________________
Descja-se saber onde existe Adri. Jn
Rocha que pelos annos de 1831 a 1833 foi eaixrim
da casa de Faria 4 Lopes, na ra do Qucin*
desta ciiaile. do qual sua familia desde o anno 4*
I8n8 nao tem noticia : quem soiiIht ilar notiri.->
doli na ra do Crespo n. 21 para so llic entnajat
lima caria, muito obripado Se licar._____________
O abaixo assignado previne ao respritarH
Sulilico que uo faija negocio algitm com a Irtrn
e 1534/23, e aceita pelo abaixo assignado afavm
de Francisco Martins Xavier de Oliveira. reticid
a 11 de outubro de 1860 por ja estar pai:
outra de 330& sacada a favor de Luiz Antonio An-
nos Jacome vencida a 6 de abril de 1861 por taaa-
bein estar paga desde 8 de maio do mesmo ann>>
e como at o presente o dito Sr. Annos aiada n;V
as ten ha entregado, por j as ter rocobido. dixro*
que foram descncaminhadas dentro de um bahii
ue (landres, como se v rio annuncio no Ditrioir
Pernambuco sobre o n. 55 de 9 de marco do IftCt.
e para que ninguem se chante ao engao, (aro
presente em que me assljzno.
^^^ Antonio Joaquim de Albnguorqno Las
Alugam-se duas grandes casas terreas Mva
do Capibarilie, na travessa da ponte de l'cfcia
Sant'Auna, eom iKiixa de capim e arvoredn, tni-
do urna dellas 3 salas, 4 quartos, sotio, e iadcprn
Perdeu-se urna pulceira de ouro desde
d Cadeia, caes do Apollo, Boa-Vista, ra
ppin' ruado Sebo at a Tamarineira: quem a ti ver acha-, Silva, e previne que desde aquella data nao se res- diirii coxeira, estribara, e 1 quarto para creado;
radidas do e U7er res,ituir leve-a loja de Andrade 4 ponsabilisa por cousa ateutna ou transacc5es fetas tratr ~ rua da Mangueira na Boa-Vista a. \ on
^ : w Re*o na rua do Crespo ao voltar para S. Francisco i P*o *> Hawl Altes Ferreira. rua do Amorim no Recite, n. M.
qejeritratfflcado_______________________ j 0 Sr j^^^ joaquim de Oliveira devendo Lavase e engomma-se com aweist por pro
Quem precisar de dous escravos para todo o bastante nesta praca, nao se pode retirar sem pri- e0 commodo : na rua da S. Bom Jesw da Criw-
erviso dirija-se Soledade casa n. H. [meiro ente-nder-se com os seus credores. t fas n. 18
*

-^M






Piarlo de Peraanibuco Qiiarta felra A de Agosto le t8S3.
PARS
DENTISTA DE
19Roa Xova-1!)
Prederieo (antier, cirurgio deatista,
faz todas as operares de sua arte, e cqj-
loca denles artiliciaes, tudo com, supero-
ridade e perfeicao, que as pgssoas enten-
didas lhc reeonnecem.
Tem agua e pos dentjflclo.
iokk cumie* vn,fiir.
Vcade-se baraHssmu
Fazeuda* de phautasia.
V-StiBesde Monde coui -apella e man,
para casamento.
Vestidos doeambraia branca bordados.
Manteletes pretos boi dados compridos.
[ Caesas pretas a Luiz "XIV.
Cwacllnas de pallia a Maria Pa.
Saks bordadas de i pannos.
tembraias Usas de todas as qualidades.
Saia* a balito de arcos e de panno.
abitas francezas inissiraas.
i,aas de todas as qualidades para vestidos
desentonas.
iftias para senhora, viudas de Inglaterra.
Cassas de ares lindos padroos a 280 re. o
ovado.
a diubeiro avista.
Fazenda brancas.
Madapolocs franeezes fines.
Madapoldcs de jarda finos -e enfestados pro-

prios para camisas c saias de Madapoloes de 1$, S&, 9,5, 10$, rl e 123
a peca.
Bramantes d&iinho belga de nutras mili-
tas qualidadus, sendo do 10 palmos de
largura c outros de i palmos.
Esguines, sutorias, brelanhas.
Toallas de linho para mesas de 28 palmos,
de compriaicnto.
Toallias nara rosto, algodoes de todas as
qualidades.
E outras muitas (azeadas baratas
1 ni grande sorliiueiK o
- e msica fiara piano e canto sendo de todas as forras vendem-se baralissimas.
F t \ 111V X O IIA AURORA. |
Nesta. granY? e bera montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, con- j
tilma-s a cxecdlar com a raaior presteza e perfeicao eneommendas d toda a qualidade
deuwaehinas usadas no paiz, teado sempre prorapto e seguinte :
Grande sartimentode moeodas de canna de todos os systemas e tamaitos.
.Machinas i Taixas fundidas c batidas.
CrivQs e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, naditas e rodas d'agua.
" Guindastes fixos e portates.
Machinas de eylindros para pallara.
Serras de *ot> para serrara.
Entechas para barcos, etc., etc., todo por preco que bem convida.
Aluga-se o segundo andar d sobrado n. 36
da ra larga da Rosario (lado da sombra) soinente
a familia: a tratar defronte, taberna da esquina do
Peixe Frito._________________________________
Alexandre Jos da Silva, morador na ra da
Palma n. 14, por ha/er outros de igual nome, mn-
dou o seu para Alexandre Jos da Silva Leitao.
ALVI Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos A C. riquis-
simos cortes de la muito fina com
I ^ 1 larras estampadas e atatisadas Im-
fif^S C^| peratriz Eugenia, cores as mais deii-
x cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, ciea etc., fazenda fnteiraraen-
t nova e nunca vista em Pernam-
Aluga-se na ra da Cruz.
Est para alugar-se o grande armazem pri-
meiro andar da casa da ra da Cruz n. 33, o qual
tem frente e sahida para defronte da Lingoeta. mili-
to proprio para cscriptorio de algum Sr. negocian-
te i tratar na ra da Senzala Velha n. 106.
I
COMPRAS.
Coir ipra-se nm mulato de id
pr oprio pi
nhe e en gomme bem", a ra da Cruz
Preservativo contra cholera. *
- O xarope alcohlico de veame por .na nuaMB
de lti a 20 ac ant-septica previne a pntrefa^ao n tiln
O cha era-iiun-tu ....__S~ ---,._
annos, pr oprio para pagem, o umalfegra que cosi- u c" MS-nwnfcos, (piando aceooimette,
il. una evaniacao fe camrat, a vomife
nhadoj de dores yivaa de rentH
piiiicioalinentc a.meiu-...,,, '
pKWtV
''li>
11
II
Maques sobre Portugal.
n.iliaivii assignado, agiente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef1
fectivamente por todos os paquetes sobre
o m'esmo banco para o Porto e Lisboa, por
<|ualquer soinma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na raziio de 4
por centoaoanno aos portadores que as-
shn llie onvier : as ras do Crespo n.
s mi 1I11 Imperador n. ol.
Joaquini da Silva Castro.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Carloes de visita
Cartoes de visita
Cartdes o> visita
Carines de visita
Cirtdes de visita
Cartoes de visita
CartOcs de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
8000 a duzia
8000 a duzia
85000 a duzia
80OO a- duzia
8*000 a duzia
8J000 a duzia
8*000 a duzia.
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
'.asi americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
chumbo velho, no armazem da 'os> 1ne lacilmento se fazem raneo* a
dolmpe- le do estado dos solidos e dos fluid* 7rbro75e
Cobre, la tac c
bola aroarella, no oiffw da gaz da na
rador.
- Compram-sc Diarios ou jomaos : na ra No- J^?^^?*VI*j2*^JZ
van. 0'f|ue tcm a fl,uall,Vu,c de impedir a pntrriad
)11l2:------------------------^--------. do sanguc, punllcando-o e consemndo o -
<^)mpra-se uin methodo de msica de Ro- go em seu estado regular, pondo-o -- a.
As pessoas, pois, que *c ip,n^nn |Tnr
msica de Ro- go em seu oslado regalar, pondo-o livre ,k?
dolpho com algum uso : quem tiver para vender, ibimcnWda inl.rrao, previna o appare.:inh"nLi.
dinja-se a ra de Arago n. 8, se dir quem com- f cholera.
pra.
Compra-sc eflectivamente ouro e piala em
obras velhas : na piara dalndependencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
YENDAS.
ZAHORA.
DRAMA HISTRICO PELO OR. THEBERGE, NO
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGEM
FEMENINA.
Na ra Nova n. i i vende-se a I*ooo o
exemplar.
Veude-se
Piche no armazem da bola amarella da ra do
Imperador.________
VENDEM-SE
2o pipas em barris com mt^l promptas para embar-
que, agurdente de caima em pipas, tambem ha
100 aurrelas com azeitonas frescas que se reta-
Iham a 15000, urna porcao de cal de Lisboa, que se
vende a 25000, |or alqueire, no armazem de
Mauoel Marques de Oliveira na ra da Moeda
n. 9.
Boa peehiacha para priuei-
pfante.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n
: .os pretendentes dirijam-.se Caixa Filial.
Roga-se a um senhor ajudante de um dos,
wpos de linha da guarnicao desta praca, tenha a 1 agurdente, arquiadas de ferro.
llwndade de ir ou mandar pagar os alugucis da Vende-se urna morada de casa terrea muito
pollo 11. 7, Iluminada a gaz, muito em conta, e se
vendem duas pipas vasiiis DE
DE
J. VIGNES-
x. a*. nv\ o ihpkr len n. aa.
Joao Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, com
esperialidade aos seus clientes e amigos que mu-
drai sua resid*eia para a ra da Praia de Santa
Rita Xova n. 49, onde morou o Sr. Dr. Buarque,
engenheiro da estrada de ferro, onde sempre acha-
rikt, das 6 as 9 da mauliaa. e das 4 da Urde em
diante.
Alugam-se a luja do sobrado n. 193 e armazem
n. 171 da ra Imperial, o armazem n. 4 da na do
Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos : na ra
da Aurora n. 36.
SS S^^aSaSoSL^^^ VM"S U,,0d0SaS ttmUd^ U is, -'>^ada-
iii-
por pr
t*.eoB&,ton* "* EuiDpa, asim amo harmnicos e pianos harmnicos, *endo ludo veadido
\ so a pollcia.
,NrfW'iM un m Meneitavei Hrirtko qm dosonca-
iiiinl 'Jm&nawado,deaome MaaaaT,vde idad<' de Ma
18 .unios, alto eseo do carpo, levando em mh
poder iluds ramiiLas linas, na pfelol e urna caica
de briui .pardo, obichapeo do Ct^Hetm par de
borzegujHs,por ooe&lao de ir reeeher urna peqae-
na quantia nesta praea e conhir-5 em dinhein#
paracoiiii'ik'i'iadolMip.iinni ww isto lagar, con-
ilnziinlo mais alpiniiav .onsas p^queiras que des-
in-eessario_demonstrar.se ; todo pertencenies ao
abaixo assignado que de presente esi reeolliido
asadedeteneao desia ftilade : roga-se as auluri-
ilailes |Miii(-iai.'s a apprebeosao dales objeetos para
seren reMtaidoa 'onde qm'-r que r .-encontrado,
snppde-se ler seguido jiara aEscada de ande reio
OU para .bogados de onde naturaL
Jos liento Justo e Jo*. Antonio de S.unpaio
niiain-septnrorona, >4ia|gnemsejulgaroredor
dosmeMnos i|ui--ira.'Jiri.r-si- a casa do Sr. Joao
Antonio Car.nteii/i da Silva no lugar de. Man*
guinho.
I &
2 *
a-a
-s
_> .r
casa que oceupou, e juntamente umbem pagar os \ boa, com 2 salas, 3 quartos, cozinlia fra, quintal
tambem a eliava da^nesma casa conforme a carta no pateo do Paraizo n. 10 se dir quem vende,
que esereycu, c sto o mis breve possivel, afim
CASA DE SADE
Em Sanio Amaro
Do Dr. Mlva Ramos.

CaJrado frane-ez, na loja do vapor, ra
lova n. 7.
dino de aUenoao os novos sorti-
monta de calcado franeez, chegado
dita loja, e mii espeeialmeiite as mo-
dernas botillas com differontes e novos
* enfeiles para senhoras e meninas.
Offerece-se
um rapaz que entende pe feitamente do trafico de
padaria, para csixeiro ou para outro qnalquer ne-
gocio : quem pi'ecisar ammncie'.
AMA DE LESTE.
oin ni precisar de una ama com bastante leilo,:
dirla-ae a roa da Cadeia do Recife 11. Ci, primeiro
andar.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella- seja reeo-
lhido.
O edificio magestoso e conserva-se
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condicoes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e uma enfermara |ra as parto-
rientes.
O proprii-tai io enearrega-se de qual-
i|iirr ii|H-rai-aii.
(i estalR'lecimento franqueado cpial- I
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira elasse 3|000diarios.
Segunda dita.... 25300 >
Terceira dita.... 25000
Para que ipialquer doente sejaali rece-
bido. basta que se mande o nome do doen-
te ft da pessoa que o rcinelle. com a de-
elaraeao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
lejos sua disposi.-ao.
. Aluga-se fii Oflnda O sobjado n. 3 na rna
deS. liento com .ana competente loja 1p1i1.1l.,
ni bastantes eoaHnodM para familia e alu^,. <
muito em conta. |*:iiicipalment *e a pessoa gpe
alagar qnier fazei algonspeqoenos concercos me
precisah faaer-se, desoontando-si a respeetjva
V'spoza nos alngnel : para tratar .m liecife rom
Claudio Dulieiix. ra lo baperadorn. 13.
Aluga-se a casa .la Capunga Xova. confronte
a guarda, concertada e pintada a pouco. quintal o
agua de beber, por coimodo procos tratar ao
p da mesma, ou no pateo da Santa U n. I. 011
nojBecco-Largo 11. I A _^_^^^_
Precisase de urna ama. escrava ou livre,
para casa de hoiuein solten; .tnem quizer, diri-
ja.se < ra nova dos Pire defMote do liospital
militar n. 6.
Qui m annimciou precisar de HtlO5'10i'. diri-
ja-se ana da Matriz n. 10.
Aluga-se um sitio na Capurtga-Veilia,
com Ita casa de vi venda, e quartos para pre-
tos. estribara e cocheira, e todo murado :
a tratar na ra Nova, n. 3, ou na ruada
Palma: n. 41.
ALUGA-SE
Na ra da C-loria 11. 89. atuga-se mu meleqae es-
j&] l.cellenteciKnheifo.
O, I Aluga-sc urna preta para servico de casa,'e
urna ama de leilc forra : na ra da kiia n. 20.
flu c ommer<>ial.
11- Si -. gotjos do club CommereSa) sao -convda-
dos pan hu. rem-se nodia Rdocorrenlepor vol-
ta das 8 boras da tarde ata de dettteraren sobre
assnmBlo de. iniporlancia.
l'm socio.
Airoso.
As nessoas,(aie.enccmmendai-am sinetes na asa
de Delouche r.m Ncva,:i. 22, tenham a tondade de
os vir buscar.
Jos; Ignam Ribeiro Roma, Alexandre Go-
inesde Argollo Fenao, ajudantesdocorpode guar-,
nieaoe 2." batalhSo.de 'infamara para Jivrarem-se
de mfe uizo que o publico pode fazer, dcclaram
pie nao se entende com nenhum dos dousoan-
nuncio inserido no jornal de 4 do corrente. '
Recife -4 de agosto de j863. Jos Ignacio'Ri-
lieiro Roma, alferes ajudaat. Alexandre Gomes
'Argollo rferrao, alferes ajodante do 2." bata-
Ihao.
FtaacisCO Pinto Ozorio cojitimia a cnl-.
locar-di-iiti-s artiflciaes tanto por meiode
molas como pela prsalo do ar, nao re-
cebe paga algnma sem que as obras niio
lii|iiem.a vontade de seos donos, teni pos
e outras pi-eparacoes as mais acreditadas
para coiiii-rvacao da bocea.
O abaixo asignado, morador na villa do Pa-
co.^e Camaragbe, vende as suas tres baicacas a
saber : Ahumo ao P.aro, de lote de 880 saceos com
Manear; Flor do Paro, de 150 ditas; cPaquete do
Paco, de 380 ditas ; promptas a navegar. Ellas sao
quccojiduzein todaa safra desta Rilieira e muito
acreditadas. Assim como vende o seu trapiche,
ornis bem montado desta provincia, e mesmo de
Pernanibuco; de pedra, cal e lijlo, tem cana-
icjdade pan mais de 10,000 sacras, guindaste de
de se nao cobrar de outra forma, e nem declarar
o seu nome. -Jos Das da Silva.
-
O bacliarci Francisco Augusto da Costa tem
estabelecido o seu escrintorio de advogado na ra
do Imperador n. 69, onde pode ser procurado das
9 horas da manhaa as 3 da tarde. Encarrega-se
de questao nos termos do Cabo, Eseada, Ipojuca,
Agua-Preta e 01 inda.
Quem perdeu um vestido novo, dirija-se a
ra do Aragao n. 25, que dando os signaes e pa-
gando o import do annuncio, lhc ser entregue.
a n. 29.
JVor loja dos barateiros, ma do Queimado.
Laas de ultimo gosto, covado a 440 rs.; organ-
dis de padroes lindissimos. varas a 800 rs.; ba-
loes de arcos o melhor possivel, a Z&OO', 45c o",
alpaca de liuho para vestidos, covado a 240 rs.;
cambraias de cores para vestido, covado a 280 rs.;
cambraieta muito lina, peca de 12 jardas a 75 ;
cassa lisa pelle de* ovo, peca de 12 jardas a 75500.
Ao n. 29.
JVoivT loja dos barateiros, rita do Queimado.
Paletots de merino setim,.fazenda de custo de
205 |>or 105 ditos de alpaca prcto a 35200; brim
branco lona, vara a 640 brim de cores para cal-
ca, corado a 480 rs.; camisas com peitos de fustao,
a 15600; chapeos de sol de alpaca, a 35500.
Ao n. 29.
JVora loja dos barateiros, rna do Queimado.
Para acabar.
Bcos prcto de lnho, vara a 120, 160, 240 e 320
rs.; ricas franjas e trancas pretas e de cores, vara
a 120,160 e 200 rs.; trancas e galoes de laa e de
algodao, pecas de 10 e 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e grosso, pega a 160 rs.; vestidinhos de
cambraia liordados, para baptismo, a 25.
Ksl para alugar-se, o soliradinho novo da
ra de Aguas-verdes n. 3: trala-sc na ruado
Queimado n* 46, primeiro andar, ou na ra do
Hospicio n. 20.
Vende-se a casa terrea da ra do Rosario da
Boa-Vista n. 38 a tratar na ra da Roda n. 36.
Vende-se una mulata de idade de 24 aunos
pouco mais ou menos, temi as habilidades seguin-
tes: sabe bem engommar e cosinha o diario de
uma casa, lava muito bem, fiel, nao tem vicios
nem achaques e vende-se por preco commodo pre-
ferindo-se vender para tora da provincia ou mo-
mo para algum engenho que nao seja perto da ci-
dade; o motivo desta venda se dir ao comprador :
cmOlinda no Varadouro taberna de Antonio Ledo
se dir.
BARATO.
Saias a balo com 16 arcos, chegados pelo Flo-
rida, pelo baratissimo preco de 25800 cada uma,
laazinhas de gosto moderno a 380 c 400 rs. o co-
vado : s na ra do Queimado n. 43, esquina que
volta para a Congregacao.
desse mal, devem usar do xarope alcohlico
veame da maneira indicada no receimario H^.
tas pessoas desta cidade e de lora, leen attafc*
lado as vantagens, que teem obtido dcste m#-di<--
mento, que, na verdade, tem aproveMario na *-
guintes molestias : escrfulas ou erupcfwa, earnv
phulosas, ulceras de toda especie, sypbib-s oa aul
venreo, tumores., brotoeja, optitalmia, impigean,
hespes, dartros, erisijx>las, escorbuto, tinto, cha-
pas antigs, i-heumatismo rhronin. di-hilidade t-.-
ral, fastio, flores brancas, e todas as nlnniidadn
de|)cndentes da purilicacao do sangnr. ?ta
de todas estas molestias'tenho recello d> p~<
cartas de agradecimenio. |H>lo bom resollado,
teem obtido; a entre estas faro transrn-v.-r a d
Sr. r. Fernando Alfonso de Mello Jnior, pruna
bem conhecida nesta cidade. O renl;ol pe de veame vend.-se nicamente na ftica da rna
Direita n. 88 de Jos da Rocha Paranhos. Recife
17 de julho de 1863.. Illm. Sr. Jos da R ranhos.Arcusando a receprao de a estonia
carta desta data, devo dizer-Ine, que >.ir.vndo de
rhciimaiismo, algumas |iessoas de ininb.i vnMza>,
indicaram-mc o sen xarope de veame cobo un
lioderoso remedio para este mal, c com fAVio. pau-
sando eu a usar deste medicainenlo eom ppnms-
so do meu medico assist.iit..i,Mive uma iwlhora
considerare!; pelo no uso do dito seu xarofic, at que me veja enm-
pletainente restabelwido. Pude fazer o uso que
quizer desta minia resposta. Son com calima e
considerarlo de V. S. atleulo e muito ..brisado
servo Fernando Affonio de Mello Jmtm:
lelas de linho e algodo
Vende-se na ra da Cadeia do Recife, loja de
ferragens n. 44, recentemente chegadas do Porto.
Aluga-se uma escrava que laya, engomma e
cosinha bem : a tratar na rna de S. Jos n. 27.-en-
costado a igreja.
1'recisa-se. de uma ama de leil.-, |g
mas que tenha, quando muito at G m
mezes decorridos na criaco de que S
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31, 3o andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
re ira.
Vende-se na ra dos Guararapes n. 28, um
bom cscravo proprio para o servico de armazem
ou de sitio, 4 carros de carregar gneros, em bom
uso, um terreno com 102 palmos de frente e 300
de fundo, com porto de embarae, situado na ra
do Brnm.
\mmu.
Wmleni-se ttulos de divida de :>.:>:(7.:lo; rs.,
sendo o principal do.dchito de Manoel Jos Lclte,
loyisla, que leve estaliflerimento na na do Quci
mado com a casa de James Crahtree k C,
qiidaco, sendo para fechar coulas e logo
tintinar mais outras dividas: na rita do Trapiche
n. 19.
m
yj-jSIjEilJiat l^rSji^';r]
^4 ssucar do Mon tetro
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
G7, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5i?600 aarroba.
MLDANCA.
O rival sem segundo mudou o sfu r-t.ii-
lerimenlo do n. 5.1 para o n. 49 da mesM
ra e contina a vender em todas duas loja
as miudezas abaixo declaradas 1 .lueirum
prestar toda attenro:
Sabonetes inglezes muito finos a
IGO e. ........ ',##'
Frasco d'agua de colonia peque-
o muito fino......
Dito dito grande muito superior. .
Frascos de macassar perola a. .
Ditos de macaca oleo a. ...
Frascos de oleo Barlwsa a iO,
320 e.........
Dito dito muito superior a .*00 e .
Dito de banda muito fino a 400 o .
Frascos (lel.avande muito saperior.
Garrafas d'agua celeste muito su-
perior a........
Frascos de cheiru muito finrts
500 e.........
Ditos de Iwnlia pequeos muito fina.
Dilo de opiata pequeos. .
Tnesouras muito finas para nlias.
Grvalas de seda de cores .
Lutas brancas de algodao .
Caivetes de 2 folhas muito finos .
Caira de colxeles franeezes e car-
toes .........
Grampos de caracol e lisos. .
Caixas de vidro com 12 dedaesde
metal.........
Massode palitos lixadospara denles.
Grosas de botoas de ac para cal. a.
Caixas com G frascos de ebeiro. .
Escovaspara cabello muito linas .
(.arleiras de maiTtiquimmniti linas.
Pecas de tranca lisa encarnada. .
rm |. Tinteiros com .tinta muito superior.
se an- Ditos .de vidro com tinta mais in-
ferior......... t*)
Carlas de allineles franeezes '
Cornetas de cliifre para menino SO
2tO
l0
420
40
sw
iwino
m>
i
tt
4l#
50
320
40
'
3-20
IM
:t20
!*oat
40
40

IGO
FARINH/t Sfiftffj-.
Vende-se a retalbo tbartk >\<> hripM V- /-
lo Io, o qual se arha atracado ao iiapiel.
Bario do I.ivrametilo, e em porern-: li.u
Vende-se urna boa preta com idade de 30
anuos, pouco mais ou menos, eotinhj 8 engomma! com Anbmio Luiz de Oliveira Azeveilo A :.,
I>eifeitamente, e d-se para esperinn-ntar. augura no seu eseriptono uta da tjtiz 11. I.
nao e boa, porem e urna boa escrava para o servi-
co de (|iial(jucr casa : na ra do Queimado,
de mindexas da boa fama n. 38..
l'ij.r
^.M^l
-r- Aluga-se a lo;a do sobrado, silo no pateo do
Terco n. 12, lend armaciio para taberna : a tra-
tar na ra da Praia e. 36.
forro collocado no primeiro Jugar desta villa me
roe-be todoo assnear que se-transporta desta Ri-
licira ; tem .casa de vivenda na lente da ra do
(.oiiunercio, om o fundo para o trapiche, e outras
Obras jiruicipaes de lijlo, e mdo murado, dentro
mudas frucleras e bastante terreno para planta-
coes e Iwrtaca. O abaixo assignado est resoivi-
' <-^rl.h^i.fifi da a azer ,odo ncS^-\o a praso ou a dinheiro,
j ou como onvier ao pretendente, promia para
quem est ahorrecdo de morar na praca : a tra-
tar no mesmo trapiche com o proprietario.
^^^^ Joaquim de Souza Silva Cimba.
Na loja do-Sr. Jos Barltosa de Mello, no Re-
eire, esta a_venda os Ligueiros. ensao sobre a ac-
tual siweao [.olitca do Brasil, por Bellarmino
Barreo, autor do .opsculo o Sr. thrtetie, no
Brasil.
Aindi xs para alugar-s
-se
^ o sobrado ,na ra
los Coelhos 10, ondemeraram os padres >SA-
( oziiihelro.
nierlao ffraalUg8r"SC : M ra* ^ CresP nu'
Precisa-se de um bom forneiro : na ra do
R ngel n. 9.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 aunos:
)ia ra do Rangel n. 69.
Joao Antonio Carpinteiro da Silva retira-se
para fcuroi dejando na gerencia de scus'esta-
eirn'TST86118^'0 e *rinho Ifonoei Carpin-
mU nLiVa'i,ue tomben' fica encarreg^lo dos
mai> negocios do annunejantc c------------
dor..Recife4doagostodel863-
Pwcsa-se de pretas para venderem bolos de
vendagem : na Iwtica do pateo do Carino se dir
a casa.
IIA\t O I M i<
STABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Ageates nu Pernanijmco
%ttlouio l.ul/ de Oliveira
.zeyedo i C.
Sacam |wr toeVs os paquete* sobre o
mesmo banco praso ou vista, soJjre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Avejfo, Vizeu, Vla-
het, Regoa, Vianna.de tstello, Guiraa-
r>sJ Barcellos, Lamego, Covlha, Biaga.
Penaliel, Braganca. Ajuarante, Alina,
ha da Terceira, liba de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Vlenea, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves* i Fae, a
otodias vista ou ao prazo que se conven-
cionar,no seu esenptorio ra da Cruz
n. 1.
Precisa-se alugar orna preta para andar na
na com un talwleiro de fazendas, com a prepria
d-ma do taboleiro : na ra do Hospicio n. 62.
Precisa-se de urna ama
rozinhar para pouca.familia
A8S0CI CAO (MMEMIIL BEi\E-
FICEI\TE
A dipeceo desla Associacao, emvir-
tude do disposto no uri, 20 dos cslaln-
tos, couvida aos Si's. socios effeclivos a
se reanirem em assenbla geni, no
dia o do cor rente ao meio dia, na sala
de suas sessoes, afim de proceder-se a
leitura do relaorio miiiho e eleger se
a dipeceo que deve funecionar no an-
eo de 1863a 1864,
Sala das sssoes a Associaco Com-
mrcal Benelicente, 3 de akosto de
1863.
0 secretario,
Domingos Alves Jathcus.
MOFINA.
O Sr. Manoel Homem de Carvallio caixoiro que
foi dos Srs. Amorini limaos, queira vir concluir o
negocio que tem com o abaixo assignado, pois
alm de ser o lempo mais que sufficicntc niio est
o abaixo assignado disposto a esperar mais.
J. C. de Almeida.
\0 UIMIZEM llt: FAZENDAS B.1K.II\>
Vende-se a taber-
na sita na travessa dos
xpostos n 18 ; a tra-\\,{
tar ame mi.
DE
Cola da Baliia
Tem para vender Antonio l.uiz de Oliveira
veild. no seu i'-criptorio. ra da Cruz n. I.
Aze-
Vluho do Porto superior.
Vende-se em caixas de nma duzia : noescripio-
riii de Antonio l.uiz Oliveira Azevedo & C.
- Vendem-se globos de louca lindamente vi-
drados. proprios para collocar por enfeite em ctan
dos parapeitos das frentes de propriedades. aaaim
como ricos vasos para llores, e pinnas para afor-
moseamenlo de jardJns : na rna da Praia n. 36.

Vendem-se cava I los :
IH'iador coxeira n. 13.
na ra do Im-
PrNTt'RA.
Tinta branca de massa muito nova, em la-
tas de 28 libras para casas, para navios, pata
companbia do gaz, a 2oo rs. a libra: rita
de meia idade para
na ra da Roda, so-
brado de um andar, esquina, por cima da taberna
com yenezianas.
Para padaria em Xarei.
Precisa-se de um bom mestre de masseira-Da-
ga-se bem : quen. cstiver nestas circumstanias,
d i.ja-se ao caes de Apollo n. 33, armazem de Jos
Duarte das Neves.
A padaria do leao do norte, ra do Cotovello
precisa de um bom forneiro.
Aluga-se o terceiro andar e solo do sobrado
da travessa dasCruzes n. 12 : a tratar na loia do
mesmo. J
j Aluga-se um molcque de 16 annos
na ra das Aguas Verdes n. 92.
raAi/,4ft S,a par? al,urfar-se a rande casa da
ra do Joao Fernandes Vieira n. 52, com 4 salas
/ quartos, cosjnjia fra, quintal todo murado, corr
ff nm ^ ambern murado, que tem
SsmaS 6 ^ W do eapim : 'a tratar na
Precsa-se de uma ama de leite. sadia e de
bom leite : a tratar na ra ""Imperial n 87 so-
brado.________ \_ '
Precisa-se de um feitor para um riti perto
da praca : quem quizer dirja-se a mado Brum n.
70, piuiieiroandar.
-Precisa-se alugar flm moleque para venderem
taboleiro na ra : a tratar na ra das Cineo Pon-
tas n. 103.
Precisa-se de pretas para vender bolinhos de
vendagem, ficando seus senhores responsaveis ;
tambem se precisa alugar uma preta ; na ra da
Palma n. 54.
O Sr. Antonio Martins da Silva Campos quei-
ra ter a bondade de vir fallar com o abaixo as-
signado a negocio que lhc nao estranho.
J. C. de Almeida.
Sao novamentc rogados
os Srs credores massa falli-
da de Martinho de 0 iveira
Borges, a virem receber o divi-
dendo de 8 por cento qui ihes
tocanorateio da mesma massa
emeasa dos administradores
J. Keller A C.
Aluga-se urna escrava para o servico interno
de urna casa : quem a pretender dirija-se ra do
Rangel n. 60, segundo andar.
A pessoa que annunciou por este jornal pre-
cisar de 4005, dando uma escrava por garanta :
pode procurar na ra Nova, estabelecimento de
carros de Quintciro & Agr, das 10 horas do da
as II.
larga do Rosario n. 34.
\ tiiil'ni- e caixes vazies nro-
prios para bahuleirosa 4280, na ra
das Crnzcs n 44.
Cal de Lisboa e potassa da
Itussia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o amigo c acreditado deposito da
mesma ma n. 12, amlios os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
outra qualquer parte.
Vende-se urna prela de 22 annos de idade,
sabe engommar, cosinhar, lavar e cozer ; quem a
pretender, va a ra do Amorim, n. 50, que achara
com quem tratar.
'.-->* 4- -*-*\ SJ^SSSXiTS
I brado J, w, f^^ ,j ^
co,
Est para alugar-se metade de um segundo
andar de um sobrado, prefere-*c a pessoa de pou-
ca familia ou. alguwa senhora honesta : quem
quizer. dlrija-se a ma d: Penha n. 25, primeiro-
andar, que achara com quem tratar.
Q Dr. Joao Jos Ferreira de . seu escriptorio de advogacia para a .*tW do Impe-
Mdor n. 73,-primeiro andar.
Joao aa Silva Ramos, medico pela L'm-
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na ma Nova n. 50, das 8 as 10
horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe eg^ialmente convites para dentro
ou fra da. cidade, com oflm de se encar-
regar.de qualquer servico de sua profls-
Os chamados deverao vir por escripto.
Aluga-se um mulato
Crespo n. 90, B, loja.
aos srs. co\si tnimoiu;s de gaz.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
na ra df) Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quali-
dade a retalho a i 2(51 a lata de 5 galoes, as-
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e sendo
em porcao mais barato que em outra qual-
quer parte.
Vende-se a taberna n. 32, sita na ma do Fo-
go, quina da travessa da Bomba, a qual serve para
principiante por ter pouco fundo c com alguna
freguezia, tanto para a trra como para o mato :
quem a pretender, dirija-se a mjsma, a qualquer
hora, que achara com quem tratar.
* t.vroK c oi:i no
llua do Qiii'imaili. n. 19.
Veode-se o seguale :
C'obrrtfas
tila da India, a 2:000 rs.
Lenres dr panno
de linho, a Shooo rs.
l.euvoes de hramantc
de lioRo, de um paoao s.'>. a :H Toalhas alriM-hMadas
Dan niiin. pelo baratis.-inni pnct !
rs. i duzia.
Ricos veslidubcN
de seda para newnas, pdo laraiis
co de 4:ixiii rs.
nLencos de seda
pelo barato preoo .! I:oos rs.
Saias dr fotli*
pelo baratissimo preco de fcStt n,
trucos dr raaAraia
brunos finos, proprios para algiUira. .b^ja
a l:8ooe 2:000 i>.
Leers de cassa
fniissimos, proprios para algibeii.i. |m-, lo-
ralissnno preco de 2:4oo rs. a duzia.
Crles > caira
de ganga mesclada, de listas e .1. i|h>|i-.-.
fazenda superior, pelo baratissimo Nrm> ife
l:2oo rs. o corte.
Peras de MadaoolaM
largo superior, pelo kiiatissBO preri) de
8:ooors.
Pefas ilr4>rrt*mha
de rolMom lo varas. Mh barato preco Je
3:ioors.
Pecas de ramat-aia
de salpico?, fina, com 8 12 varas, peto ba-
rato prefo de :ooo rs.
.Uk'tiaadM de Hat*
com 8 palmos de Jrgura proprio para toa-
llia de meza, a 2:3oo & a vara.
Toalha.
de linho para meza, a 3:ooo rf.
Barrar
de lindos gostos, pelo barato pn\"o do V*>
rs. o covado.
Esleir da lidia
propria para forro de sala, de i, 5 e 6 pal-
mos de largura.
cozinheiro ; na ra do
Potassa da Hussia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
Otto, muito nova e superior; vende-se so-
mente no antigo e acreditado deposito na ra
da Cadeia do Recife, n. 12; onde tambem se
vende cal de Lisboa multo nova e precos
jcommodos. '
Ra da Srizalla a 42.
Vende-se, em casa de S. P. Jobnsloa A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e eme-
caes bronzeados, lonas inglezas, io dtevefa.
chicotes para carros e montara,
carros de um e dous cavallos. ei
ouro patente ingle*.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de
de : no armazem de Tasto
Amorim n. 3;
I
\
nado
'ii'^JiTan



i i ii




t
4
*
I
W
*-
NOVA EXPSITO
Da leja do Pavt, de facadas bara-
tissimas.
Neste estabelecintento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira uecessidade, sendo
tanto proprias para a praca como para o
malo ; de todas as fazendas do-se livros de
amostra^ deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
neiros da loja do Pavao.
Eas eom w palmos de largura,
na loja do Pava*.
Vendem-se lMzinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais iaoderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 10600 o
covado: s a ra da Inperatri n. G0> lojaj
do Pavlo.
Cassas a OO rs. o covado.
Yendem-se cansas francezas de padroes
miudinhos e cores fi\as pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas linas a 340 e 320
rs. "o covado: s a ra da Imperatriz n. 6G\
loja lo Pavo.
rgaudy. a t 4 rs. o corado,
na loja do Pavo.
Vendem-se organdy de cores mtisado, fa-
zenda que vaH muito mais dmheiro, pelo ba-
rato prece de 240 rs. orovado ou400 rs. a
vara: s na ra da Imperatrizn. 00, loja
do Pavao.
O Pavao^rende s iiiodcrnos ver-
tidos a balSo,
com barras a "Mara Pia, sondo os ms
modernos com a saia de um s.panno, tendo bastante
fazenda para o corpa, e vende-sc pelo barato
precede "30500 cafti um: esta pechincha
s .existe na ra da Imperan z n. 60, armazem do PavSo.
Corte* de fantasa, a # na
loja Oo.Pavo.
Vendem-se rios ores de cambraia'fanta-
siadas seda, pek) baratissimo preco de 6$;
ditas, a 40 ; ditas, a 30500: s na ra da
bnpewtriz n. "6Q,; toja e armazem do Pavao.
Cortes de cambraia, a S0&OO.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia.branees-com
Ialiad.'.. a 20360; ditos, a 'i>; ditos com
barrase babadas de seda, a 30, 30300 <: 40;
s na-raa da Imperatriz a. CO, loja e. arma-
zem Cortes de eambrala, chineara, a
*, na loja do Pavo.
llpktu ou gorgui'o de liuio,
a tAO rs., s no Pavo.
Yendcm-se alpakiin ou gorguiflo de lnho
proprio para vestidos e roupas do enanca,
pelo barato preco de 240 re. o covado:'s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pa\ao.
Os mangnltos e gollnhas do
Pavo.
pechadla, a 320 c a 400 rs.
Vendem-se goliubas de f, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
ciuhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
res ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Lazinhas a 900 rs. o covado.
\;i luja do Pavo.
a Venderse BnufeH do cordaoeinho d urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caw ctaro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra lulo, sendo (hienda que val muito mais dinhei-
ro wnde-sc pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
toja do Pava ra da Imperatriz n. 60 do Gama &
Con 8 1/8 varas, a 2:300 rs. vade o Patio.
Pecas de cambraia transparente cora pal-
minbas bordadas de cor, tendo 8 t|2 varas
cada peca, a 500;* ditas mais finas, a
30300; pecas de cambraia de salpico bran-
ca com 8 I j2 varas, a 40; s na ra da
Imperatriz n. 60, loja c armazem do Pavo.
ovas casimiras a 2JJSO0 o carie na
loj dol'avo.
Acaba* de chegar um grande sortimento de ea-
semira entestada sendo propria para paletot, cai-
ras e colletcs, capas para senhora .e voupa par*
meninos sendo de todas as cores laras, escura*,
lisas e mescladas : veude-sc a 25600 -o -corte para'
calca ou a 13300 o covado por haver granje pvr-
cao, isto s na ra da laperatriz n. 8 loja e arma-
zem do Pavao.
Ciarlo de pemambneo.->_ qnart tetra ,> de A&oaio dq 18Q9.
Vendom-se ricos cortes de cambraia *bine-
za, os mais moderaos que tem chegado, sen-
do brancas com fondissimos padroes, pelo ba-
rato pm6 de 45 cada orte, tendo bastante
fazenda para um vestido: islo s na ru da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Baldes a 3#SOO, s o Pavo.
Veadem-se balites americanos que sao <,s
memores, tendo 20 .arcos, a 30500; ditos
de 30, a <403OO: ditos de 40, a 50 ; diofi
de bramante, a 35500 e 4 6; ditos para me-
ninas, a 23-e a 35: na na da Impera-
triz n. 60, loja e arma?m do Pavo.
t'oi-ie* de ebfta. a j|oO, na
loja do Pavo.
Venden-ce cortes de chita com 12 1|2 co-
vau>)S cada um, a2->500; ditos com JO cova-
do4 a 25; cortes de casta miudiub* de co-
ree ti xas com 10 corados, a 25; ditos de
organdy mathisado cora JO .-ovados, a
25401: snama da Imperatriz n. 60, loja
do PavSo.
GRANDE LIQUIDAQAO
de fazendas para apurar dinherro, por
bunttissinio ^reco na loja c anna-
xem da Arara ra da laiperatriz n.
56 de Louueneo Peretra Hiendes
Gviinares.
ALERTA Kllflll K/i:s. \ 200 RES.
Vwdem-se lazinbas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o.covado, aneias
para meninos a OO rs. o j)ar, ditas para ho-
rnera a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. ada um ; na Hoja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido 2UMM.
NVeadem-se corles de cbitas.ecurascorato-
25000, ditas limpas sem
lSittremeios*da arara,
Vendem-se pecas de entremeios transparen-
tes a 15, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 15280 e 15000 a pec,a, corles dela
i\ Maria Pia a i5, ditas dela chineza com
22 covados a 85, ditos de organdys com 15
varas a 85, ditos com 9 varas a 65300; na ra
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
45-RUA DSUTA-45
.%scasenilras do Pavo pcchlia-
eha a .>.
\ "fiidem-sr1 cortes de casimira (ranceza pare
. .ilt a. la/ruda muito lina, padroes claros e
i -uros, a 55 o corte; s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 00.
O Pavo veiide a :i,M c :ij$500
cortea de Ba, a 35 e 35300; ditos eom 2
' uvados, a 5.5: sosa ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
s na ra da Imperan iz n. 60, loja do Pavao.
fustn dfl Patio.
Vendem-sc fusto com lavdr miadinho
pan ronpa de meninos, a 320?a. o covado ;
biia de liiiliu de qoadrmhos para roupa de
ini'iiiuos, a 500 rs. o covado^ gangnebm
de urna s cor. a l rjs. o covado; popelina
de la, de quadrinlios eDcarnadffi e pretos,
para vestidos de senhora* e roupa de meni-
nos, a 15 o covado : s na na da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Os paletots do P5<>, assolireeasacado a i 2:000 rs,
Vendem-se paletols de panno., sobrecasacas
de panno preto muito hom e muito bem
feitas, a 125: sobrecasacos dedito, a 145;
pajetotl sacos de dito, a 75; calcas de cache-
mira ila gseossia, a 35 ; ditas de casemira
preta, a 5#; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 75 e a 55300 ; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a 75; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
que de mofo a
mofo a 25300 e-35000, cortes de"cassa" de
cores de barras a 25000, ditas de cassa pin-
tadas a 25000; naru da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimaraes.
Orgaudvs da Arara a 40.
Vendem-se orgaudvs finos,para vestidos.a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o covado; na ra da .Imperatriz
arara n. 36 de Mendes Guimaraes.
Arara veude as lazinbas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas c lindas
-dezenhos a iOO, 440, 500 e 640 rs. o cova-
do, clialy muito fino a 300 rs. o covado: na
ra da Imperatriz n. 36 arara de Mondes
Guimaraes.
ENFEITES PARA SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
$4 para o Vigilante ra do Crespo n. 7.
Bao uhegados os novissimos e riquissimos en-
feites para cabeca, pois com a vista nao ha-
ver senhora que deixe de comprar um lx>-
nito enfeite: so no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Uvas de pelica.

Tambem chegaram neste mesmo vajwr um
completo, sortimento de luvas dejouvin
brancas c de todas as cores; tanto para ho-
rnera como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Pertomw,
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Piver; sendo
xtracts essencios de todas as qualidades,
pomadas, banhas, sabontftes, agua de Co-
lonia, vinagre virginal dasociedade higini-
ca, agua-florida, agua balsmica para den-
tes, frasqninhos com superiores pos para
dentes, carxinhas com um frasco dagua,
pos elodes ospreparos para limpar den-
tes, elos de todas as qualidades para ca-
bellos, contras muitas cousas mais i &) no
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tcsoprascaivetes.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tescuras dos mais afamatlos fabricantes,
tanto jjara unhas como, para costuras, ras-
padeiras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de tim e dous botoes, tudo do
mais superior que se pode encontrar: s
no Vigilante ra do Crespo n. 7. *
Pajtfl de fautasia.
Tambem chegou um grande sertimeafeyde
papel de fantasa branco, bordado c los
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
riam enfadonlio annunciar, que seus pre-
cos sero ptr menos do que em oatra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Volantes t terinas.
Recebeu grande sortimento de volantes, tcri-l
as, rendas douradas e plateadas, bicos es-
pegoelha e galoes de todas as larguras,
vendendo-se tudo por-precos baratissimos-
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Relroz e linba.
Tamiiem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sortidas, a
l4,ooo rs. a libra, linha iti miada de Rdriz
e cabeca encarnada, que seos procos sero
baratissimos: s no Vigilante ra do Ores-
o n. 7.
Eia, rapasiada, corageifi f parece que j
entregastes os vossos joanetes aos duros sci-
xos do pessimo calcamento da nossa eidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos nem tanto !
a quebradeira nao deve chegar at este pon-
to Vinde ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 85500
Borzeguins, Nantes, beaerro, va-
queta, e lustre 2 solas. .
Borzeguins, francez e hamhurguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 75 e. ...>.. .
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....55500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro afluas......
Sapatoes, Cantes, sola e vira. .
Borzeguins para senhora, inglezes.
Ditos para menina, com laeo. .
Ditos de ditas, de cores. .
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 15400
dem idem para meninas. 15000
Sapatos de lustre para senhora. 15000
dem de lustre s avessas ... 300
Um oonfeito e especifico para
expellir es Vermes,
85000
65000
35000
45000
45000
35500
25800
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
^aneef J^co c/e

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CD
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M
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>
M
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je-
m

ti >ait %H LEH.
Roupa feita da arara.
Yet( le-a << stumescompletosd'uma fazenda
cniMEa por 125 o costme, paletots debrfea
a 25500 o 35000, ditos de meia casemira
escura a 45 e 4^500, paletols finos a 6300
e 8,-JOOO, calcas de meia casemira a 35000.
ditas linas 5>.'(M) e (i^OOO, ditas de brira a
24300 e 3.5000. ditas de brim branco a 45,
casemiras francezas a JG0Q e 24OOO, ditas
finas a >500, ditas de lnho a 35000, ce-
coolas francezas a I ->(004 camisas de meia a
800 e 10GQO; m loja da arara iua da Impe-
ratriz n. 56 de Menaes Guimaraes.
,ewa:
SEM SEGUNDO.
Roa do Queiinado n. ."i. loja de niudcza> il.>
Jos de Aievedo Mala e Silva, est readendo todas
i> anas miodetasjwrpreeiM qoetodos admiim,
rasliilias Vermfugas
DE KEMP
i
Os moniioass pedem gritos, porque
Has sao He choiro, sabor e er agrada-
reis. A elegancia, a sogucidade de ac-
$o, o jnofleusivo das
Bsstilhas Vcrmifligas e Kern^
A PAR DA SVA
fomposica exclii>iaiuei.t Vp^rctaJ-,
sao estas pois as suas melhores e rci
eompletas de todas as recomniendagwes
xjue se-possafaner e eom justa razo> 3
.colloco na categora d'uia favorito uni-
versal.
A superioridaoe das
Fastilhas de Eemp
sobre todas as preparaces destinadas
pora o jiiesmo fiin devido stia. sim-
ples composico o eu aroma agrada-
vel e rapidez e hifallibilidade com
que alcana a doatru^ao total das
LO MBRIGAS.
Tendo 0 BALIZA >Jad0 0':>eu lialain-o no ultimo denotopMdo ,> ,-
novar o magnifico sortr.nento de. seu (IRAMU ARMAZEM. t'lianw ilo ',,
attencao do respeitavel puljKco para os pi.vos dos gneros ahaivomavka,L
verdadesao os mais rriZuaves quc M pdem'achar, atu-nta a sua bi
Soldado voluntario do batalho propressista, o BALIZA o h
ment. Elle pedo, pos, aos seus lxns camaradas, que sao tem
favm1 de nao Iho darem um minuto <\c descanco olirijando-c
Desta sorte o BALIZA vivir contente
(pulida.!.-.
IM lili .-lltlfli:
a M-fi.lt r Ui (
' (
o-
' I
esta sorteoAUZA vivir contente e contentar,tamltem a.-s \
do-lnes setnpre generosamente, e talvez .pie anda por precos mais razo-Tv.-u

Ameixas em fiascos de vidro, a 1^500.
Oitas em caixinhas com lindas figuras, a
1/200 e 2,5(400.
Dilas-em latinhas, a I 400.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120
rs. a libra.
Dito doMaranho, a 180 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a lfj e
l/200aancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de Garrapato, a 360 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 3 a saca, com 20 cuias
c a 240 rs. a cuia.
Ancoreras americanas deOe 12 garrafas,
muito bem faBricadas, a 10 cada urna.
Aramia muito Boa, a 480 rs. a libra.
Batatas em gigos a I 380 e de 30 a 40 rs. a
libra.
venda as boticas dedors Baitoza
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo A C, ra
la Madre de Dos.
como sejasH :
Varas de aspas para fazer baldes. .
Gajxas com superiores Obreias .
Pana debatios de punba >..-..
Pares de sapMpe de tranca mallo nbs
a l&'Mc ..........
Peca4le litas dt velludo recortadas com
13 varas a ..........
Caixas com omito superior paaj amiza-
de e onlros a.....
Bolaclnnhas americanas, a 30 a barrica e
240 r* a fibra.
Biscoutinbos inglezes, em latinhas, a 10300.
Biscouto lunch e oda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 20 a lata.
Banlia de porco, a 560 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, de di-
versos lmannosle por preco razoavel.
Cale do Rio, a 280 e 300 rs. a libra, em
arroba, a 80200, 80500 e 9/.
Ceblas, a 800 rs. o cento e 10 o mlho
_ Cha perola, a 30 a libra,
dem bisson, super
ainda por precos mais razoav
500, 800 e 10 o frasco.
Marmelada endiente a 640 r^ a ,i
Ostras americanas irv.-n,.,,,,. ....,,, mm
rs. a lata.
I'assas a 400 rs. a b,,, e em racus i h
Presuntos de Limego, a MI i :i.rt
dem mglczpara liambr.-viudo .'
da, a 800rs. a libra,
dem americano, a 500 rs. a lika.
Peixc de Lisboa Inglaterra a America fr-
parado conforme a arte de rntmk i b-
las de 2 a 3 libras, de I j.Ttjt Um
Pliospboros do gaz, a 2*30 a |
Uueijos kmdraoa .hegados o.) ultimo .aats*
a 800 rs. a libra,
dem dem chegados no ^nultimo mor a
040 rs. a libra.
120
'i0
ICO
FAZENDAS BARATAS SStf3S.'.?"*"
-XA
Oh! que peehiuelia a 'i4o rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas glezascom pequeo toque de mofo
a 200 rs/o covado, pecas de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 8-5000, pe-
cas de ditas inglezas escuras cores Bxascom
pequeo toque de mofo com 38 tovados a
70600, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n"
56 de Mendes (oiinares.
M.i 4^000.
Vendem-se peras de inadapolo francez fi-
no entestado com 12 jardas a 40 e 40500,
dtcwinglezes fino de 24 jardas a 70, 80, 00,
e 10,51000, pecas de algodo encornado a 40
40500, 50 e 60; na ra da Imperatriz n. 56.
Chitas la arara.
Massotrcom sriugi.jr.'s grampos
Caivetes de a|Tarar penas a. .
a.
meias para seimora, (zenda
Corles di cachemira Ja Escocia, a 2:000, na
loja do Pavio.
Vendem-se esta nova fazenda muito eneor-
pada imitaco de casemira, tendo-padres
escuros e alegres, afiancando-seque nao des-
bota, a 20 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n, 60.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo enfestado,
francez, com 20 varas, a 8??; ditas com 12
jardas, a 40 ; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e 80; ditos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
50600; algodozinho muito encornado, a
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 avara;
pecas de cassa de cordo para tobados, com
6 varas, a 30500; ditas com J2 varas, a 70:
Pechincha, a rs. o covado,
*0 o PavSo.
Vendem-se chitas francezasfinasa 320,300
e 400 rs. o covado, ciscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linno brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400rs. a vara; na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 20, cortes de brim para calcas a
10 e 10220; na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimaraes.
Arara vende as col xas.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fusto a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de lnho puro
a 10,10120, 10280 e 10600 a vara; na loja
da arara ra da imperatriz n. 56 de Mendes
Guimaraes.
Baldes da arara de o 40
arcos.
Igulharos eomagulbasa .
Duzia de meias brancas para horneo!
milito finas a........
Duzia de
liii a.
Cornetas de chifre para meninos a* '. '.
Escoras para limpar dentes muito finas.
Barauoe de cartas (tara voKaret muito
finas a........
Dia nortuguezas a IDO \ \,\
Frascos de agua de Colonia muito boa
100 o..........
Dito* de oleo babosa a i .>. ,
Ditos com superior ofc de macaca a .
Ditos eom superior macaca perola a .
Ujtos com superior banna transparente a
Ditos com superior ebeiro a. ,
Ditos com supeiior agua celeste para
clieiro..........
Trancas de aigodio brancas e de cores
Caixas com superiores obreias de coila
Bolsinbaa muito bonitos pan goardar ili-
nh'-iro a........
Grvalas de. seda de diversos gestos a
Tmteiros de vidro com snperior tinta a
Pares di luvas brancas de algodo a .
Carriteis de linha com* 100jardas, bran-
ca a
1S00:
IJftOO
I
700
iO
80
80
i
J(kX)
31600
80
:>(J0
Wov loja de c iisitodio, Carvalho
fc < onipanhla.
27Ra do Queimado27
Para vestido a 260 rs.
Fustao fino francez para cestido de senhora e
meninas a 260 rs. cada covado.
l.iihIi; lia.
Canmraia organdjs muito fina a 2i0 rs. o co-
Calclnlias
00*enbOrl C m''ninas' l"'" b9ma l>reC de
Cuberas
de chita chinea a 25000.
Colindas
oi0 de linho para senhora a 800, 800 e 10.
50 Leiices
i Lences de panno de linho linos a .
300 Camisinlias
500 para senhora, sendo de cambraia a 25.
Pannos
Pannos adamascados para mesa a 15500.
1.5a.
Lazinbas matizadas muito finas para vestido a
O rs. o covado.
Vastarlas. n
Vestuarios para meninas, muito lindos, a :15500.
Camliraia
de Imlio fina a 55 a vara.
Para luto.
Lia preta fina, propria para luto, a 500 rs. o co-
vado.
100
200
800
500
15500
80
80
500
500
160
100
dem hysson, soffrivel, a 20400 a libra,
dem bysson, menos soffrivel, a 20 a libra
dem preto, magnifico, a 20 a libra.
dem preto, menos superior, a 10800 rs.
libra.
dem preto, soffrivel, a 10600 rs. a libra.
dem nacional, a 1/800, a libra (em latas)
dem nacional, a 10600, a libra.
dem nacional, ordinario, a 10 a Kbra.
Champagne, marca aguia, de superior qo>
lidade, a 60 rs. a garris c 70 o (jigo,
com 12 garrafas. (Jttem dentar de be-
ber champagne por tal preco?
Gharntos de muitas marcas e a precos bara-
tissimos, sendo que ha de 80 rs. at
# 0 cento, viudos do Rio, Pabia e de
Hespanha.
Owcolate suisso de Lisboa e francez, a 800
rs. e 1 l.
Chouricas e salpice, a 6i0 rs. a libra.
Conservas inglezas, a 800 rs. o (rasco.
Ditas fracezas, a oOO rs. o frasco.
Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
caada, a i5.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
-^400.
dem idem chegados no penultiwo var r
^ 2^000. '
Sal refinado em mot de vidro, 6 Idem idem em vazns de loma, a
Cerveja das melhores marcas .p:,
mercado, a i/, l^got). :s. ;, .-.-o ,-*,
^ 6/0O a duzia.
Sardjnhas de Lisboa preparadas .1..... .
a 650 rs. a lata de uraiide t.n...
klemdeNamea, a 380 n. a i.u.ni,.,
Sabao masa de 120, lio. luo. w,. mt4,
210 rs. a libra.
Tinta preta nacional e ingina,* MI
garrafa, e 240 rs. od!
Toncinho de Lisboa, de mais m m.
por :J2o rs. a libra.
Idem de Santos, a SM rs. a libra
Idem americano, a 200 rs. i
dem inglez secen im fumeiro, mell
lodosos presontos, a610 rs. i
\assouras am.-i ranas muito I
a640 rs. .ada nina.
Vellas de Buenos-Avres em caixa-
Id-ras. por (!/.
Wde carnauba ecomposirio, a W ..
rs. a libra.
Wem do Aiacaty, a 400 rs. a UU.t
Ideinsbariiias. a ouo li'n) ., i,*-
ld.ni spermaeete, a Irj i Mn.
Vmho Lagrimas do Donro, i
melhor qtnlidade que boje \ m
. aereado em garrafas bra
do autor em alto r.
i
ajaa

i.:
Fitas e conloes para enfiar espartilhs
Uu\a . res a........... ."
Cartoes de colchetes francez.'s a 40 50
Facas e garios cabo blanco era vado a .
Ditas de cabo branco cravado a.
Ditas de batanen muito linas a
1t3u "" comr' BNWoas e linas
Tcsounis para corlar unhas muito final a
30
80
400
80
15200
15500
05000
Madapolo*
Madapolo fino enfestado. peca a 85, tendo 20
varas.
PAPEL
UQUIDACO
de fazendas uaralissimas, na Boa-Vista, ra da
Imperatriz n. 20.
de cores para listas de eleitores
A aguia branca suppoe que nao faz mal em olTe-
:)20 recelaos tllelas uns pacotes com 254 folhas de
oOO Papel de cores, que pode servir ptimamente para
_ listas de eleitores, e tanto melhor por cuatar cada
. parole o diminuto preco de 15300, e ser cada um
de urna so cor o que dillicil de encontrar a nao
ser na ra doQueimado, loja daguia branca n. 8.
?.a mesma loja tambem ha de outras qualidades
branco e azul, assim como anvelopcs.
Doces, em lindos vazos de vidro, das frac-
tas mais esquisitas da Europa, a 1^ o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
Dito de goiaba, a 640 e 800. rs. o caixao.
Dito em latas muito proprio para prsenle,
garantc-se sua duracao innalteravel por
mais de anno.
Farinha de Maranhao, a 160 rs. a libia.
Dita de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Cambraias adamascadas com 20 varas a 85
Ditas com 8 ditas a 25.
Ditas lisas com 8 ditas a 25.
Fil liso muito lino a 800 rs. a vara.
Chales de merino estampados a 15
Madapolo enlre-fino com 20 varas a 85.
Casemiras tinas de urna s cor a 15600 o co-
vado.
I
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
500 rs. o covado: s na loja do Pavo,
Vendem-se os melhores bales que tem
vindo americanos de 20, 25, 30 3o e
40 arcos a U, 40300 e 50, ditos de ma-
dapolo bem fetos a 30500 e 40, ditos de
bnlhantina a 40500, bales saias de cordo
AlRodo monsiro, superior fazenda para loalhas
e lences a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de largura a 15600.
Grvalas de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de jamar a 25 o covado.
FlaueUa branca muito lina a 640 rs. o covado.
RETRATOS
DO 4MHTA
fs?AG)Q) mam*
Mtidanieute Ivlograpliados em Pars viudos pelo
paquete <\avarre.>
Preco de cada retrato I0&OO.
Vendc-se na loja de livros ao p do arco de
Santo Antonio.
Para os senhores agricultores.
Est venda um pequeo e excel lente tratado
Riscadinlio de linho muito finos para vestuarios oin oitavo, sob o cultivo e preparacao do fumo em
de mancas a 400 rs. o covado. folha, cujo desenvolvimento est ao alcance de
Chitas escuras e claras, padroes inteiramente qualquer intelligencia ; extrahido de diversos au-
novoS e muito finas a 400 rs. o covado. lores, coordenado e annotado pelo Sr. Sergio An-
Laazinlias chinezas limito superiores a 500 rs. o Wuio Vicha da provincia do Maranhao : na ra
precos muito commodos, afinj de apurar dinheiro, Avies, e 13 centro commercial, do Sr. Jos Lee-
daudo-se de tudo as eompe?nPw amostras. poldo Bourgard, pelo diminuto preco de 600 rs.
____ cada voiume.
ra da Imperatriz n. 60, de Gama que laz a vez de balay a 20; na ra da Impera- covado- e putras m.'las inialidades de fazendas da Cadcia. lojas n. 31, livraria do Sr. Jos Cardoso
tr7 trim ll S TirAVkC mnln n^rmm^A^^ altm A/\ nmiixnx Mm1>*: Arara vende manguitos a
90OOO.
Vendem-se manguitos egolinhasdelmhoa
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senorasa 400rs.;naruadalmpe-1
GAZ.
) Vende-se um mulato de 22 anuos, cozinhei-
ro de massas e doces, perito boleeiro e copeiro, e
No arm-iTom a.. i,,, a-, >.> i > m* esarava uiuvr. '*j i _^.___,j
^. .-~------S,-.
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em alcool,
proprio para podim etc., a 10. o frasco.
Gomma do Aracaty, i 100 rs. a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a 10.
Genebra ingleza, marca gato, a 10200 o
frasco ou garra/a com rolha de vidro.
Garratoes vasos, de 040 a 10200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
timavel, em vasos esquisitos, a 10300.
Licores inglezes e francezes dos melhores
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
Linguas americanas de grande tamanho (em,
calda), al/.
Massas para sopa, em caixinhas com 8 libras,
contendo 5 qualidades, por 30500 a caixa.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide, a 500
rs. a libra.
Dita de tomate, a,040rs. a libra.
Manteiga ingleza era potes de 10 a IG libras
a 800 rs. a libra.
dem dita flor a 10 a libra.
dem de 2 qualidade a 800 rs. a libra.
dem de 3a qualidade a 640 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra.
dem franceza a C40 rs. a libra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos-grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes a 500 rs.,
Mltaos inglezes dos melhores fabricantes a
eveni mi
previne-sc aos apreciadores
Mro ha boje grande falsifica.'
dem engarrafados, wndo parle d
pria .(Hita de diversai mareas
Ihores adegasdo Porto e Ustoa.
'as: Madeira, CaniMsv Uiaini-... >!
sia, Carcavellos. Duqne do I
Iros, e espera-se todos os il
hdades, a 8tX), I j e I-VJ80 ,
dem do Porto Bausa, a 6401
Idem de Lisboa e Figueira vimIo em .
a 20/ dfl 8 a 0 ranadas.
dem do Porto en farrafea la i
garrafas, por 2|B0O.
dem da Figueira em gan-aloesde I .
garrafas, por 2|400.
dem de Lisboa e Figueira de 32t. im. M*
e 500 rs. a garrafa, e em caada se Uta
.ihatimento.
dem Bordeaux .ii^inafado. a HBjn. a
garrafit, en dona a 750.
Vinho do Porto mudo lino em caas
jirafas, a 80, lOf 120 e I
Ihores marcas quevemao nss>m'r<*if.
Vinagre de Lisboa em gairaloes de 4 1
5 garrafas, a 10200 cin 8 u.'arraf*>.
Avallas a 200 rs. a libra.
Arroz da India a 100 rs. a libra.
Biscoutoa de Lisboa em latas, proprirw i>ara
(lenles, a I05OOe30a lat.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a f>0 a duzia.
Chumbo de todas as grossucas a 04 a
ba.
Caf muido de superior qualida.lt a W) r^.
a libra.
Fio de linho muito proprio para amarrar, a
480 rs. a libra.
Farinha de trigo em liarricas e meias, de k>-
das as marcas e ipialidades.
Genebra de Hollanda em garrafes coaa 2
caadas, por 00300 com o garrafao.
dem idem em frasqueuas com 12 fra
por 0/300.
Manteiga inissima em latas contendo -
Oras liquido, |Mir l>800 a lata.
Queijos llamengos a 10600.
Rape princezado Rio: grosso. neto grrnsn
e fino.

Tainhas das Alagas a 120 o cento, e 14*
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (SaoU+ns) a 8#-
e 100 a duzia, e 800 a 10 a garran,
liLEGJVEL



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Piarlo de PcrnatiMea* Qwarta feira > te %g< 18.
SORTIMENTO DE MOLUADOS.

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Vinho cm pipa: Port), Figueira e Lisboa, a 400,
480 c 560 rs. a garrafa, em caada a 25800, 3 e
35500 rs.. afianca-se este genero conservar-se
perfeito seis oito mezes, o que raro ser outro
qualquer afianzar.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 1*
a garrafa e 105 a caixa, o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm timben
nao com imposifocs de preco que se prova ao
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de commum se manda vir de conla pro-
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunetante.
Vinho do Alto Douro, das mareas mais acreditadas
especialmeate escolhidas por pessoas entendi-
das deste genero, como sejam Crneos, Duque do
Porto, D. Luir, Caroaveltoa, Chamisso A Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 9$
a caixa com iz garrafas.
Garrames com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 2*500.
Vinho hranco de Lisboa, proprlo para missa, viudo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril milito superior, a 500 rs. a garrafa
e 35200 a caada.
Ameixas franceas em caixinhas de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 45400,15800, 25500
Figos de comadre em bauinhos de folha, muito
proprios para mimo, a 15600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 15400.
Ameixas francezas em latas de 1 c meia e 3 libras
por 15400 e 25600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
de, caixas de 1 arroba a 65, e a retalho a 400 rs.
libra.
Massas para sopa muito novas: pevidee estrellinha,
a560rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim e
aletria, a 560 rs. a fibra.
Macarrao, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talharim e
aletria. a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 15800 e a retalho a 180 rs. a libra.
Salmao em latas e em postas hermticamente lacra-
das, a 800 rs.
Lagostinltas em Jatas grandes, a 15400.
Savel, corvina, Chente, congre, linguado, vezugo,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
lueira arte de coziulia, a 15300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 25400.
dem do vapor passado, a 25200.
dem prato, o mais superior que tem viudo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixao grande, a 640 e
800 rs. cada um.
Chouricas jdo reine a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, vindos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra.
I Bolachmhas inglezas a mais nova do mercado a
240 rs. a libra e 35000 a barrica com urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 15400, di-
tas grandes proprias para laneh com 5 a 6 li-
bras por 25400.
Mannelada imperial do fabricante Ahreu ou de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Emilias francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 15 a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sicSo dos freguezes dous a tres barris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a factura vir coraposla de segunda e ierceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
porcio de barris abertos, jxirm antes nos lhe
damos a devida applicacao para tempero, que
venderemas a 320 rs. a libra.
dem francesa a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva c cheirosa, a 160
rs. a libra,
Avelaas muito novas, 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 360 rs. e 105500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 45800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa e 15200 a
caada.
Camparme das marcas mais acreditadas a 85000
e 105000 o gigo, e 800 rs. o 15000 a garrafa.
Cerveja preta da marca Tenent ou XXX, a 45 e
455OO a duzia, e a 400 rs. a garra fg.
dem branca da marca cobrinha ou Tenent, a 45
e 45300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hellanda em garrafdes rom 16 garra-
fas, por 65500 rs., afianca-se ser verdadeira. B
dem em frasqoeira, a 65500 e a 560 rs. o frasco.
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.'
eadauma.
dem de laranja em frascos grandes, a 15200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidados de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as melhores qualidades quo tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caita a 75500,85000 e 85200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a.800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sordas ou de urna so qualida-
de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra. .
Palitos do gaz, a 25300 rs. a groza e 20 ris a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 95500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadihha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nova a 120 r*. a libra, e 35500 rs. a ar-
roba.
Macarrao e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito lina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carolino, muito alvo e grado, a 120 rs. a
libra e a 35200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda c tereeira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, e em arroba ou sarco a 85200
e 85400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra c
IO5OOO a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 15, a libra,
dem francez, a 900 e 15 rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de encommenda propina a 25880 rs.
Cha hvson, melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a 25900 rs. a libra.
dem nacional cm latas de 1, 2 e 3 libras a 15400
ris.
dem huxim, a 25200 rs. a libra.
Cha preto homoepathico o mais excellente que tem
vindo ao mercado, a 25 a libra.
Graixa em latas grandes, a 3tf3O0 a duzia, e 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
muita durarlo e utilidade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muitos fabricantes da Bahia, a
25000, 25500, 35000, 35200, 35500 c 45000 rs.
a caixa, ou em meias por metade do preco.
dem Mississipes imperiaes, a 35000 rs.
Wem Ypiraaga ou Flor do Rio, a 35200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 25800 rs.
dem Flor da Matta ou Regala imperial, a 25500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaps, a 45000
ris.
dem superiores em quantidade e de todos os fa-
bricantes, a 35000, 35500 e 45000 rs. a caixa. |
Polassa da RiLssia.
Yende-se em casa de N. 0. Bieber sueressores, ra da Cruz n. 4.
Boa da Seozalla \ova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: taclias de dcntc p acertadamente resando, cu'raprom Wr de
ferro coado libra a HO rs., idem de Low *f^ JiT10 relrouessa sua falta,
M ,, lvjn mandou Mr e acaba de receber delicados tercos e
raooi iuia a .u rb. coras de cornalina cora cruz de prata, os quacs
-------- -----------:--------------------------. deixa disposico dos fiis quo estiverem dispostos
Ceblas superiores em resteas, a cinco a gastar 15500,25c 35 para possnirem um bonito
mil ris o millieiro no Caes da alfandega n. terco cora, com os quacs podem mesmo pedir a
TERCOS
e coreas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
beta servir a toda a sufreguezia, notou que anda
nao havia feito algum agrado a aquelles que pru-
t^S&WM:
ROUPA FEITA
NO
ARMAZ ^,1I
DE
1, armazem de Tasso A Irmaos.
A AGUIA BRA1CA
Receben pelo ultimo vapor o
segulnte:
Bonias ptilseiras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
, Ostras estreitas para meninas, ou manguitos.
Carteiras eom agulhas.
Agullietas para eoflar, e agulhas cantfas.
Trancelins e lilas de borracha.
Caiiiteis com torcal de todas as cores.
Hassose fios de coral.
Egpoqias linas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco e
balo.
De pela prosperidade d'aguia branca, cm seu ale-
gro-e espacoso ninho da ra do Qneimado n. 8.
]Vovo e bonitos
pentMhos travessos dourados e com pedras para
meninas : vendem-se na ra do Queimado, luja
d'aguia branca n. 8.
llaluizitthos com perfumarlas e
srm Has.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasqnmhos do cheiros por 15500 e vasls iwr 800
re., sprvindo estes para meninas, e mesmo para
oias, etc., etc. : na ra do Queimado. loja d'aguia
branca n. 8.
Delicadas tesnrinhas daoopara
bordados e labyrlnthos.
A pedido de algumas senhoras suas predicletas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
licadas tesourinlias d'aeo pontas agudas, proprias

t
RA DO QUEIMADO N. 46
TKIDTO
X.ETREXRO VERDE.
Neste eslabelecimento lia sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fezer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem unv
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senrfbras,
homens e meninos.
Efeites de rede para conservar os cabellos! para bordados e labyrinthos, euma vezchegaduj
liem atado* com? -c c"{>arain> a a8uia
Aspas e coz para balo.
Fitas com colxetes para vestidos.
Trancelins chatos de lita para enfeitar vestidos.
Papel e folhas para rusas.
Lamparinas francezas.
branca conviila
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveilarem-sp. da occasiao e bem enipregarcm
seos 25 em cada urna dessas finissimas tesnri-
nhas. na certeza de que perder por chegar tarde ;
miem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia branca, ru.i do Quei-
mado n. 8. onde tambem ha oulras curvas e dirci-
tas |iara turnas.
Trancelins grossos para relogios.
ESnJf lt S rar para denles, nabas, limpar pentes ejoias.
Cutas linas para raspa, chapeo, cabello ele. Venflem-wna ra do Queimadon.8.loja d'aguia
Outras de velludo para chapeos. branca.
Paflas para papis.
Raspadeiraa e lacas .le marfun para ditas,
mas e dminos.
Iaivas de caninr^a.
Capachos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, [loja d'aguia
branca n. 8.
iJnlias maeias e lustrosas para
bordar
Vendem-se mui linas luvas de carmuca
bianca e ainarella; na ra do Queimado 11.8 ^dem-se na^ loja d*aguia branca ra do
loja il'aguia branca.
bonitos enfeltes
Casacas de panno preto, 355 e
Soorecasaras rdem, 30$ e .
Paletos idem e de cores, 25#)
205. me......
Ditos de casemira. 2H, 15$,
i%>. 10,5 e......
Ditos de alpaca, 55 e. .
Ditos ditos pretos, 95, ~b,
H c ........
Ditos de brim e ganga res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branro de linho, 65, W t -
Ditos de merino preto de cor-
dJ5o, 105. 75 e.....
Calcas de casemira preta, 125,
105. 85 e. ... .
Ditas de cores, 95, 85 e. ',
Ditas de meia casemira de co-
res. oviOO.e.....
Ditas de princeza c merino pre-
to de cordo, 55, 4,5500 e
Bitas de brim branco e de co-
res, 55. 45M00, 45 e .
W Ditas de ganga de cores,
35500. 35 e .....
Cohetes de velludo preto e de
305000 Cohetes de fustSo c brim hran-
255000 co, 35500, 35 e .
| Seroulas de brim de linho,
105000 25400 e......25000
Ditas de algodao, 15600 e. 15400
75OO0.Camisas de pertos de linho,
35500 55, 45, 35 e.....25500
Djtas de madapoln. :v
14906 25500,-25 e.....15600
Chapeos de massa, pretos fran-
35000 cezes, 105. 95 e. 85500
45000 Ditos de fltro, 55, 45,35500 c 25000
Ditos de sol, de seda, 125,
55OO0 115. 75 e......45500
Collarinhos de linho fino, ulti-
75000 ma moda....... 640
75OOO Sortimento completo de grava-
tas. 5
45000 Toalhas parroslo, duzia, 115,
95 e........65000
45000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280
Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores. .... 45000
FAZEMDAS E KOI IMS IIIT.S.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255, 285, 305 e 355. casacas
muito bem feilas a 255. 285, 305 e 355, paletots acasacados de panno preto de 165 at
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e- 205, paletots saceos de panno e case-
mira de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino e la de 45 al 65, sobre de alpaca e
merino de 75 at 105, calcas 'pretas de casemira de 85 at 145, ditas de cor de 75 al^
155, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de mupas de brim.
como sejamcaifas, paletots e colletes,- sortimento de cohetes pretos de metim. casemira
e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramante a 45
m e 55, calcas brancas muito finas a 55, e um*grande sortimento de fazendas finas e mxto-
jS nas- completo sortimento de casemiras inglezas para horaem, menino e senhora, ceroula-
25500 S? do linno e alg0(,3. chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para hornera e se-
31 nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recelamos cncommendas de gran-1
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante wU e ni
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto exentamos rpialqu-r oltra rom
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
25500
25500
Lcnces de linho.
Coberlas de chita chineza.
Baratissimas bandeijas.
A aguia branca por muitas vetes tem da-
do a conbecer .tpie quando acha alguina pe-
clniclia. nio quer somente com ella encher
o papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral prvem da muito "scrvintlo
ni.vsma. o que agora mesmo acontece com
; baratissimas bandeijas, cuja limitaco
de precos admira, em reJafao aos tamanhos e
qualidades: avista do que conrean todos a-
proveitarm-se deasa oppoiiuna occasiao e
proverem-se d'um traste sempre necessario,
e que Ibes costara quasi melade do justo va-
lor. Assim. pnis. iliri.iirem-se com dinhei-
11 ;'i alegre c espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 8.
Elencos braneos com barras de
cores para meninos.
A lja d'aguia branca receben um novo
sortimento de lencos francos com barras de
cores para meninos, e com quanto csses
Mssem melhores. mainres e perfeitamente
qoadrados, com todo continam a ser ven-
didos pelo antigo preco de 15 a duzia; n.
ra do Queimado na alegre e espacosa loja
d'aguia branca n. 8.
La Una para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
pleto sortimento de la fina para bordar, cu-
ja variedade de agradaveis cores foram es*
colhidas d'um grande livro d'amostras que o
fabricante offereceu a aguia branca, vindo
entre ellas alguma mesclada; assim pois.onde
os pi'cteiidentes melhor se podem sortir des-
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha, c
bolSe eom Inftcripcdes.
Chegaram no'vamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
fina; assim como os bonitos boies de por-
cellana dourada tambem com banha, e novas
inscripcoes maviosas e jocoserias, nmi ade-
quado para presentes resta porem que os apre-
ciad, orram, munidos de dinheiro, a
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do
Queimado-n, 8.
Queimado n. 8.
Xovlssimos e
para cabecas.
Quando o bello sexo sentia a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe urna sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
isso para sanar aquella falta,
e fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possam melhor real-
sar e mostraran o apurado goslo que as
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
tante fino com continhas d'aco, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que*sendo obra de muito
goslo custam 55, 65 e 75 dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Ricas guarnieses de pentes e
flvellas para cintos.
A aguia branca fecebeu novas e ricas
guarnieres de pentes dourados, e com pe-
dras ; assim como outras bordadas troco e
com bolas pendentes, novidade essa que s
se acha em dila loja, e que na verdade se
tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
recebeu lindas iivellas com pedras, e ditas
d'aco com novos e engrapados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras serao encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queimado n. 8.
cores. 95 e...... 75000 Pennas d'aco, as mais superio-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000 res, a grosa......
Ditos de ditas de cores 55 I Relogios de onro orizontaes,
45 e........ 35500 905,805e. ......
Ditos de setim preto. 55000 Ditos de a prata. galvanizado.
Ditos de ditos e seda branco. patentes e orisontaes, 405 e
65 c...... 55OOO O''rasdeonro,adercos, meios
Ditos de gorguvo de seda
pretos e de cores, 65, 55 e
35000
25000
600
705000

305000
*
aderecos, pulceiras, rozetas,
'(5000 aneis e cruzes. *
ROUPA
AURORA
S.. 84
i.\uio u t

BRILHANTE.
I. 84
SAMACRIZ.
No grande armazem da aurora brilliantu o respeitave 1 publico encontrar sempre um
graude sorliracnto dos inelliores e mais novos gneros que tem vindo ao mercado e por pre-
cos sempre commodos, tanto em grandes porgues como a retalho.
11000
WOOO
15300
00
640
15280
1#J40
i\a ra do Queimado n. 43, esquina que
rolla para a Congregagao ; pechincha.
Paletots de casemira a 55, 6, 7, 8. 12 e 14,
dilos de panno preto e azul a 95, 10, 12, 16 e 185,
ditos solire-cnsacos de panno muito fino por 245 c
28', ditos de alpaca preta e de cordao a 45, 5, 6 e
75, caigas de casemiras de cores a 55, 6, 7 c 85,
ditas pretas a 65300, 8, 9 e 105, paletots de fustao
e ganga a 25. 25800, 3 e 45, caigas c colletes de
todas as qualidades e por prego muito barato, len-
gcs de puro linho a prego de 25800 v> 35, eober-
colli
Latas com peixe em postas savel, sal-
mao. selmonete, congro, goraz, pr-
go e oulras umitas qualidades limi-
to bem preparado a
Ditas com ameixas francezas a libra a
Ditas com biscoutos inglezes de va
ros ttulos muito novos a
Ditas com figos, peras, pecegos, gin-
gas, alper&e c outras a .
Dilas com ervilhas- novas a
Ditas com mannelada a 640, 960 o .
Ditas cora massa de tomate a 640 e
Cha uxim o melhor neste genero a
25800 e .....
Dito hvsson muito superior a 25800e 35000
Dito dito a 25. 25400 e 25800
Dito preto de aza branca a 25000
Dito do Rio em latas a 15500,15600 e 15800
Doce de goiaba caisoaoO, 640,800c 15000
Linguigas do serlao e carne a libra 320
Chourigas e paios de Lisboa e presun-
to de Lamego a libra a .800
Presuntos inglezes para fiambre a li-
bra a ......800
Queijos do reino muito novos (cober-
tos) a......25300
Massas para sopa, talharim, macar-
rao, aletria, pevide o estrelinha, ar-
roz do massa, rodinha a libra 500
Arroz da India a arroba 35200 e do
560
oOO
480
Caf do Coar a libra 320 e do Rio a
280 e ,.....320
Di lo dito a arroba a 95300, 9A400 e 85300
Vinhos ha novo supprimenlo
Vinho da Figueira da propria uva a
Dito dito a 400 e
Dito de Lisboa de boas marcas a 400 e
Dito branco proprio para missa a 480,
560 e......640
Dito tinto do Porto, menezesj chamigo
duq ue e outros em pipa a 640, 720 e 800
Ditos genuinos engarrafados com os
nomes gravados dos autores as
garrafas a 15200,15300 e 25000
Servejas, champanhe, licores, cognac e
BordeauZ 9 outros lquidos qne se
vendem baratissimos .5
Bolachinha ingleza a 25 a barriquiaha
e libra......200
Dita de araruta doce e agoada biscou-
tos etc. a T 320
Caixas com 2 arrobas de batatas oras
a arroba a.....15280
Genebra de Hollanda frascos grandes c
FLMO1910 0 KOYftn 1 \-ltl t |M
ift 111 n \. :i*.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortinvnto de
gf| machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber: _.
Maebinai de vapores as mais modernas e mais acreditadas. /
Rodas d'agua de ferro com seus pertences."
Moendas e meias moendas de lodos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido c coado.
! Boceas de fornalha pelo novo systema W'etson.
j Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinlia.
Mohnos para moer mandioca.
I Arados americanos, etc. etc.
DK
TODAS AS OI \l Bl> \1>I s
ANTONIO MAIA DE BRITO
CONDECIDA POR FABRICADA V1UYA.
N. 21 Anliga ra dos Quarteis de polica-N. 21.
Constando ao annuncianle, que alguns especuladores de m f. vendo o crdito
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam M-ndend tanto
na praca como pelo mato, illndindo os meus freguezes. dizendo que sao meus : e como to-
dos os meas cigarros sao vendidos na minha fabrica, e nao mando pessoa alguma vendei
por minha conta fra dclla. faco o presentaannuncio para evitar que compren gato per
lebre : e para seguranca dos senhores consumidores desle genero e especialmente os seiN
freguezes, aviso que lodos os massos de cigarros que forera vendidos na minha fabrica sao
marcados com um rtistinctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o numero da
mesma casa.
Aproveito a occasiao para scientificar aos mesmos senhores. que corta tantea* nle
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades. e do medHir fuo
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida".
1
PHOSPHATO de FERRO
DE LERAS., DOTOR EM SCIENCIAS, INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARtt, etc., flte
Este novo ferruginoso, approvado por todas as Academias da Medicina do mundo tntetro, r
composlcio dos ossos e do sangue, e conten o ferro em estado liquido. Segundo ajobwrvactes MI
hnspitaes de Parli e consignadas no Prospecto i elle superior s ntulaa rrrraii.MH, m la
dr rrr. trrro rrilinlilo el h> rirnermo, o rllral* de Ierro, m Plala* r l l
ladurodrrrrro elle cura rpidamente i Ictericia Itranca, cftr paluda, doresd'cat&maao ditr*teijea-
u, alftccoes nenosas, escrophulas, mingoa de sangue, perda de frca e oneUM, lrreUflfc*i.
faltas menstruai-s, e flores branca. E o melhor adjuvante do ole* de *< HinHifi
Deposito geral : em Parii, en cafa do MM. Grlmaall e O, pharmaceutiew. 7. roa fa "
em Lisboa, en cata de Rodrlge da Caata-Carralaa; no Porto, en cara da Mam-I Jad* de aadi
Ferreira; era o Bw-d-Jofjrtre, ,in*a rriTon e Mala, rna do Sabio, u em Ataia, m ca
Jea-Caetana Frrrrlra-rsBlnhHra, em lio C.rande, en casa de Jaaaala de 6*4*7; "
han, en rasa de Ferreira e c; emPernambiico, Sbmub e C, roa da Gru, imm, e m prhKlf

pequeos a 640 e
Dita de laranja aromtica a
Manteiga ingleza flor a 720 e
Dita mais abaixo a 600 e
Dita franceza nova em barris
a 600 rs. a libra e .
Dita em barris de 22 libras a
tos de chita a 2*5240, collarinhos de linho puro a
SOO rs. cada nm, e outros mbJtos objectos que s
3 vista : e para isso se pede a attenciio dos fre-
gueses.
MarafMo 3*800 e a libra i20 ,--------------......-------..
Neste estabelecimento ha sempre saceos com farinha, milho, feijao, fvclt >
caica, tudo da melhor qualidade e por menos do que em cratra qualqper parte.
900
. tJOOO
800
. 6W
o meios
. 640
640
arroz de
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caors A Barboza.
Admirem as las bartts.
Superiores las de cores de quadrinhos e
lisas, fingindo sedinhaj de duas larguras,
pelo baralissimo preco de 5W rs. o cova-
do: na loja das columnas ra do Crespo n.
i 3, de Antonio Corra VasconcelTos <& C.
Vende-se um carro de 4 rodas c com arreios,
forrado de novo, moito forte, e setn defeito, pro-
prio pata passeio : na ra do Qneimado. loja nu-
mero 44.
Mal karata nao >*> ser.
Lindas cassas francezas Ai cores
superior qualidade a 200 rs. o coran :
das eommnas, ra do Crespo n. 13. de
Correia de VascoaWkts A .
%
Vende- um grande terreno n i
ptimo para fazer-se um exceltenle sttto i
tao a margem da estrada da Victoria e m
povoacae de Santo Amaro, comeado ftalmtme
terreno para plantao : qwm a p ii'advrjta
trar, dirita-se B*sta cidad ao trfewre MMtr m
cas o. 4* da roa do mpfr'*r.
i


Pipilo derPeynaiyt>itco fta^rta fcj|r3 & de Agosto de 186a.


-/

y
'


r
i rara.
GRANDE ARMAZEM
AE
PRGRESSIVO.
EE
N. W, REA DAS CRIZES N. 36
DO
S NO
9-LARGO DO CARMO-9.
DE
^w&to ^
' iMirro de Htmto Antonio.
0 proprietario to muito acreditado armazem denominado Progmsista tendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus ja bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e amanea s pesara que mandarem comprar por seus criados ou Q& propretarios deste espacoso e bem o^So armzcm de molhados partki.
escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer; pam aos seus freguezes que acabam de receber de diversos portes da Europa o maisbel-
i i a u- *,. i~, n..iu>iA.-Mumt a lo sortimento de molhados, todos primorosamente escolhidos, os quaes vendem-se por
encommenda, anda mesmo contendo objectos nao propnos deste estabelecimento. O, muito menog do que Q{ro q>ualquer lamm(hnlef 0brigando-se os proprietarios a garantir
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem todos os gneros sahidos do seu muito acreditado armazem.
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
i;5o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
Crazes n. 36, que se vendem os memores gneros por mais barato preco, porque estes
umitas vezes olvidam-se e vo outra parte onde os servem de manera a desagradar este
estabelecimento.
de superior
xinha.
quadade a 320 s. culac
Manteigai ngleza de 1.a qualidade, a 900 rs.
a libra.
dem de 2.1 qualidade, a 800 rs. a libra,
dem franceza, Legada ltimamente, a 6401 Mo^ PreParada em potes muito nova a
rs. a libra. 400 rs. cada um.
Batatas muito novas, a 20- o gigo de arroba Mflho-alpista a 180 rs. a libra.
e 80 rs. a libra.. I _
Gomma para engommar muito fina e alva a
(mijos do ruino, chegados pelo ultimo vapor,
de 20 :>:HM).
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mai6 fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
80 rs. a libra e 25300 a arroba.
Sag muito nevo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem lon,lrino, mandados yir de encommen- ,dem massa (le superior qualidade de 160,
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1. e 2.a qualidade a 80500
e 80800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 33200 a arroba.
Avelas as mais novas
rs. a libra.
neste genero a 240
Presuntos do Porto muito novos a 560/8. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange dequipage, Choux c
outras qualidades, a 400 e 500 o inasso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20100 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao. mercado.
dem coma garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
ro por ser mais fresco a 20400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra,
afinca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem huxim miudinho, o mais superior me
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 20000 a libra.
Garrafoes com 3 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 3 garrafas de vinagre de Lisboa
a 10100 com o garrafal i.
dem com 3 gairafas de vinagre hambur-
cada um.
guez a 800 rs.
180, 200, 220 e 240 rs. a fibra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parado de escabex segundo a arte de
cozinhaa 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Holkmda em lx>tijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 30200 e-40000 a caada do
melhor e 300 rs. a garrafa, em porco ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em bail, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeitc doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porco ter
abalimento.
das mais acreditadas marcas, a
garra/a, c 100000 o gigo com
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
lados das segnintes marcas: Genuino,
Parto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e '.>
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 r. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouncas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
damas, Crme de Noyau, Eau Oantzic,
Cierne de Menthe, Hude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1112 e 3 li-
bras de 10400 a 2*800, tambera ha latas
de 6 libras.
Mannelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Champagne
10000 a
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 30500 a caixa, tamhem femos
para 20000, 20300, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 110300 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de-Lisboa.
Ufante para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim-, ma-
rarro e aletria a 400 e 480 rs. a libia.
Chocolate portugus, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a doria e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 2.0000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Bassct, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cdbollas o mlho a 900 rs.
Manteiga ngleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
62o rs. a libra.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para dente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de pocco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 4/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrjno mandados vir de encommeni-
da especial a 56o"rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2* qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Banlia de porco a 64ors. a libra.
Amendoas" confeitadas a 5oo rs. a libra.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de l,ooo a
2,5oo rs. cada um.
Batatas a 206oo a caixa com 2 arrobas e a
6o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2io rs. com o garrafao,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estacao por ser mais fresco a 2,4oo rs.
Cha hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pde'desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem rom 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs.com o garrafao.
19 em com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a Ooo rs., a melhor que!
se pode desejar.
Cha perolao melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 76o rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa. com i duzia
Conservas iglezas dos melhores fabritantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o fraseo.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos de vidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada uro, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de I ,ooo a 3,ooo
cada um.
Painco aUors. a libra.
Milho alpiste a 16o rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
8o rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra,
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e l,3oors. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parados de escabexe, segundo a arto de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
6oo rs. a libra.
Papel grve pautado e
resma.
liso a 3,8oo rs. a
Vinhos
lados
generosos vindos do Porto engarra-
das sesuintes marcas-: Genuino,! Wem de m.nmhai
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto e Figueira das
melhores mareas a 2,5oo, 2,8oo, 3,o p
4,ooo rs. a caada do mais superior c de
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro o.
macio a 64o rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
a 64o rs. a garrafa, em porco ter abati-
mento.
Champagne, das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e I2,ooors. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a 3.3oo rs. a caixa, tambem temos
para*2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Velas de spermacet superiores, a 6oo 64o,
68o e 7oo rs. o masso.
DE
Eduardo. Marques de Oliveira C.
8
>
o
3

i
=f:
f 3
zn
i
II
a. -
c =
a- '
3
IVeste novo e grande estabelecimento de molhados, encontrara o respeiUnel
publico d'esta cidad, bem como seus numerosos freguezes do centro, expostos \nnfa
todasas qualidades de gneros por menos precos queem quaesquer outros cstalid"-' imetv-
tos d'esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes pan i Eun p.i att
dos socios para serem vindos todos os gneros de conta propria, para melhor s*n ir aos
seus freguezes, c desde j'encontrar o respeitavel publico sempre os melhor
novos gneros do nosso mercado, e por precos baratissimos, como se M fcm
.\mendoas a 320 rs. a libra.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a.libra.
Ditas em frasco por 20800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Drt de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 10300 a an-
coreta.
Bolachinha de soda, a 10400-a lata.
Banha de porco a 6oo rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito, lino a 20600 a libra.
Dito miodmho a 2-5800 a libra.
Dito do Rio a 10800 a libra.
Dte preto a 10900a libra.
Carne d serto a 36o rs., e em porcao se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 10200.
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Chrturicas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas iglezas a 800 rs. o frasco.
Caf m grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de geiaba a 560 rs. o caixo.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a libra, e em latas de 4 libras
por 10500.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 70 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 60500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Gemina d'araruta a 100 rs. a libra, c 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por1
40600.
Batatas ingjezas libra a 80 rs., e a 20300 em
arroba.
Licor lino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
ManU'iga ingleza flor a 800, 900 e 14 a :iho.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a nl>
Dita bolnodeza a 72o 8oo rs. a lilwa.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a Kfcn.
Dita estrellinha para sopa a SfO r. a .ibra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o Hffl
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e 80 a ana.
Palitos para denles a 180 rs. <> m;i--'
Phosphoros do gaz a 20500 a groaa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a t a
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 560 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a Mt, -'<60.
.600 e 640 rs. a garrafa, e 5"."" '
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 2-40ts. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a |a*-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 c 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 0X0 rs a iibra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 44090.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Bitas de composico a 360 e 380 rs. a i.bra.
Vinho do Porto, caada 50500. garral a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a 30
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a garrafa a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 44 e a gnala
aOOrs. '
Dito Estreito, canada a 30200 e a prraflaa
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. i carrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafoes ia B garra-
fas por 10400.
Dito em canada a 20, e a 260 rs. a garrato.
Vinho do Porto em ganafes fie {, p
por 24300.
Dito dito engarrafado a 10 e 14200.
Dito lagrimas do Douro a 14-400 a garrafc.
Vinho hraneo de Listto* a 720 rs. a garrato.
e 50 a canada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 44St*
a canada.
dade a 10500.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao ile boa tniak-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annuncia-!
i Erva~doce muito nova a 400 rs. a libra.
Fru tas em caldas de todas as qualidades em Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
Conservas iglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breu, a 320 a libra e 80 a arroba.
Garrafoes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver'de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranra individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito.superior a 10120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
40000 a caada.
Copos finos para agua a 60000 a duzia.

Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a I,ooo rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo,ooo rs. a caixa.
e 4oo rs. a
a arroba.
e composico, a 32o, 36o
TODA ATTENQaO
ibra, ede lo,oooall,5oors.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1 ,ooo
rs. a ancoreta do Porto, e 1,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo| Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Chotmcas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisir des
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
dant-- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau d'ora l.ooo rs,
a garrafe e io,ooo a caixa com 1 duzia"
i
Passas muito novas e de "carnada a 3oo rs-
a libra e 6,ooo rs, a caixa com I arroba,
ha caixasi, meias e quartos.
Ameixaff francezas em frascos-de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, em latas
de differentes tamanlios e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qaalidades em
latas mnito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha "ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
vjdc a 32o rs. a libra, e 1,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressim.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
l,2oors. a lata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 c 15 libras a
4,ooo, 5,5oo e H,ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 23oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 1*0 rs. a libra.
NOS
CONSERVATIVQ I CQNSffViffffR
DE
NS. 21 E 23LARGO DO TERCO 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende aa
eros por menos do que em outra qualquer parte*por isso mant.- a sujHTinr
lidade de qualquer genero sahido dos seos armazens ; pode vender por m
prijr dinheiro,. e por isso faz vanlagem a os compradores. >
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e 1,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Cafe do Bio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as memores deste genero, a Mo t4aon i tea
Vinho verdadeiro Figueira das melhores manas, a Son e 4oors.. em ranada -
timento, ha porco para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e 3.i h m n.
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2. too rs. ) gr>
Manteiga ingleza da 1.a e 2.a qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpiste, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5.ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos. assim conio cen< ja '. i me-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba. az.ii.
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos.choui iba de ^ ,
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
MACHINAS UIEIUMS-
Em casa de N. O. Bieber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar hortas e capin.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Sellins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa prrilha de primeira quahdade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Crroeas pequeas.__________
AGENCIA
DA
FUNDICO DE LOW-MOOR.
Itu'a da Somalia ora n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
uA completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de tfipor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
O armazem da estrella
Ao publico vem oifrrerer
' O sens genero* mais banlus
Do iiue se poder Tender.
ManteiRa ingiera flor a 800, MO e 4*1
cera a 360 rs.. cb perola a 2#K. h>sson aJg**
rs., caf a 280 rs., queijos do vapor i#W
IA600 rs., arroz a 100 rs.. loneinho a .180 r?.
nho Figueira a 480 360 rs.. dito branco a aa
r.. azeite doce a 640 rs., viaagre aJOO rs. a car
rafa, velan slearias a 600 rs^cWRra.aiy a*..
rs., azeHe Uc carraa a
a garrafa, sabo. i
gteza 120 rs. a lihraTiAHMv w rs. a en e i
co a ?4. farello a 3JS00 : no largo do Para**
n. 14.
chegados a casa
Cruz n. 2.
SfIIms Mjleits
de Izidoro, Netlo
4 <:.. rea
ESCRAVOS FUHDOS.
Alm dos gneros cima mencionados, existe, um completo sortimento de al- Arados americanos- e machinas para
fazemas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enjeo- lavar roupa: em casa de S. P. JohnstonC,
fre e outros muito generes, os quaes vendemos pelos precos mais baratos possiveif. ra da Senzalla Nova n. 42.
dcntK aka
eeram
Fugiram no dia 2 de julho do ***'aam **
escravas Candida e Lucinda, e alto a afi
meira representa ter 34 annos, poseo m*
nos, estatura e feifoes regulares, *
olho apenados e be fallante ; a:
senta ter 15 annos, pooco mauon.
clara, bom cabello, estatura regsUr, bons anss;
oihnrapertados qne parece serajes*,
cicatri frescas de ferku ekm
nos dous bracos : rogare as i
e mais pessoas a captura deflas e est
seohor Domingos dos Passos r~
Hospicio n. 31, me gratiffcar i
testsdo-se igualniente eoam sea ai fvev<
ullado.
ILEGIVEL


MM|

LITTERATRA.
Delia !
Deixa que eu te ame como o sol as flores,
A brisa o lago que reflecte o cir;
Que vale a vida se nao tras de amores
o, embora espdacadq o vu !
Deixa que eu te ame delirante, mico,
Se em troca a vida tu me dras, pouco
Fra, bem pouco, por lamanho ardor.
Deixa que eu le ame, meu amor fogo
Que se alimenta n'um olhar dos teus. .
Deixa qtie eu viva nesse doce afogo
Dasazas brancas d'um anjinliodeus.
Deixa que te ame, e apezar das dores
Qucarainha vida deffinhando vara,
Terei nafrme perfumadas flores.
Terei nos labios festival canco.
Deixa que eu te ame, meu amor tudo
(ue eu na ventura poderei gozar.
Oue flicidades indolente, raudo,
Eu me affogra nesse dccc mar.
Nos j temos procurado remediar este in-
conveniente, como bem o sabis "todava
anda falta muito a ftaer. Outr'ora a in-
fluencia incessante da administracao sobre
urna quantidaJe de causas tinlia talvez a sua
razo de ser, mas lioje nao maisdo que
nm embarace. Como se pode efectivamen-
te compreliender que nm negoci municipal,
por exemplo, de urna* importancia secunda-
ra, e que, alm disto, nao comporte objec-
cao alguma, exija um processo que dure
: dous annos pelo menos, por causa da inter-
vengo de onze autoridades dilferentes ? Em
alguna casos as empiezas industriaes pade-
cem eguaes demoras.
Quaolo mais eu pens nesle estado de
cousas, tanto mais fleo convencido da urgen-
cia de urna reforma.
Mas tiestos materias, em que o bem po-
yarlo de ternatnbwoo Qnar-< felr & de Agosta > jj.
No planto n3o podemos felicitar S.
A. 1. nem ao geC?r'. Mouraweff, do exer-
eioio da" sua autoridade. As exigencias da
sittiaco nao justificara de certo a execuco
de Konarski em Varsovia, e do conde Len
Platpr em Wilna.
O conde Plator era nm dos principaes
Hespanha livre e esclarecida dos nossos
dias! *
O vosso corceo to nobremente or-
ganisado, a vossa elevada" inleUigencia, bao
de comprehender, sem difficuldade, Sr. mi-
nistro, os motivos que aconselbaram a nossa
maneira de proceder; e ludo nos faz espe-
membros de urna das familias nobres da Po-!rar que o governo de S. M. a rainha de
lonia, a mais rica e a mais distincta. Com Hespanlia se dignar acolher esta nossa
quanto se tenba encontrado armas escondi-
e ate por um anno; mas qur os corpos
celestes, qur os relogios nao se morera por
si, nao sao animaes vivos.
Os estoicos altribuindo aos astros como
observa S. Tbomaz, a grande prerogaliva dt
moverem-se por si, os consideravam como
corpos vivos, como grandes animaes, e osa-
etyrocedit m res, secundnm quod te em
communicat, ut Dmnpm dial. Alio mo-
do, desderinm in aiind leuden, qmidom
moliu diatur. (I p., 73^ ,r|# j.)
Com effeito, a faculdade propria de tolo
ger vivo de mover-se por si refere-se a Ir*
especies de operaces, que sao: 1/ a afi-
mentaco, o crescimento, e como conce-
das no seu domicilio, aflirma-se que elle
ignora aquelle fado, e que eslava innocente
doravam.
Todos os corpos pdem pois participar (,uenci, geraro: 2." a locomoco; V~
supplica a favor dos nossos irmos chris-! do movimento, sem que por isso tenliam vi- inteligencia e os seus resultados; pois que.
tos.
Recebei, Sr. ministro, a seguranea dos
em semelliante culpabilidade com os insur-j enumeraos proftradamenle resp.eitososcom' Verdade que a planta nao muda de lu-
gentes. que lemos a honra de ser, de V. Exc.
Em todo ocaso, devia ser julgado, e po-'multo humildes ~ obedientes servidores.
deria merecer outra morte que nao fosse a
do malfeitor ordinario.
Em Inglaterra, seria necessario que um
conde tivesse lomado urna parle muilo acti-
Deixa que eu te ame, teti amor vida.
Vida que esta alma necessila e quer.
D-me em tou seio divinal guarida,
Nessa guarida divinal viver.
1
Deixa que eu te ame, morrerei sonliando
Toda a delicia que o amor nos d ;
Nem mais o bardo gemer cantaiKlo,
Buscando a vida onde a morte est.
Deixa que eu te ame, delirante, cgo,
Nao messo o abysmo qu'entre nos se abriu.
Deixa que o louco se arremece ao pego.
Em cujas bordas urna vez dormiu
Deixa que eu te ame, e viverei com calma ;
Deixa que eu te ame, e morrerei sera dor.
Deixa, visiiode meus deliriosdalma.
Por ti meu ser evaporar no amor.
Jullio.
Victoriano Palhares.
buco e o interesse parlieufar se tocam por' va em um movimento insurgente, para jus^
tantos lados, o ponto difrcil dar a cada tifiear o acto em virtude do qual o enfor-
ura o seu valor, eoncedendo ao, primeiro 10- cassera sen processo n'um* praca pblica;
da a proteccae, e ao segundo toda a liber-
dade que se pode desojar.
Esta obra necessila da revsao de um
O que vae pelo inundo.
grande numero de le, de decretos, de avi-
sos, de inslrucces minstertaes, e nao se p-
dem preparar os elementos, seno exami-
nando com attenco cada urna das especia-
lidades do nosso systema adrainistralrvo, para1
llie cortar o que fr superffcio.
As diversas secces do* conselho de es-
do pareGeram-me as mais proprias para este
exame, porque se ellas na' administrara,
veem como a administracao se'exerce. 85o,
por consequencia, estes os meihores teste-
raunhos que se podem^onsultar,
Por consequencia, peco-vocqne as en*
carregueis deste trabalho, e ei como etp
comprehendoa sua execoco. Em cada urna
das secces o relator deve organisar o qua-
dro das formalidades, dos prazos, das diver-
sas autoridades e dasdisposicoes reglamen-
tares a que cada negocio deveria sar sub-
mettido.
< Um certo numero de quadros particu-
lares habilitado a resumir por cada catfrego-
ria a forma e a duraco media dos procesaos,
pondo de parte as circunstancias excepco-
naes.
< Cada seceo deve dar depois o seupa-
E.n seffida publicamos o relatorio do recer sobre as modificares 00 sobre as sop-
eteara militar do districto de Kielce, dirig- pressoes que julgue necessar.a.
Jo ao chefe militar do districto de Radom. Quanto aos negoc.os que nao sao sujet-
\os actos de barbaridade que neste_docu-
mento se attribuem aos Polacos, oppem as
violencias que a imprensa tem denunciado
da parte dos Russos. E para se avahar a exa-
geracSo do relatorio basta ver a duraco do
movimento e a sua propagado. Diz assim :
< Os bandos insurgentes que em todas as
direcces sao mandados em pequeos desta-
camentos, entrara as povoaces, saqueiame
matara os seus liabitantes. Estes actos, que
se lera tornado frequentes nos ltimos lem-
pos, sao principalmente commettidos pelo
bando de Czachowski, o qual, acossado pelas
uossas tropas tem apenas o tempo necessa-
rio para consumar os seus maleficios.
Xa villa de Stanowisko da communa de
Rlockoy, enforcaram um paisano. Sete pai-
tos ao conselho de estado, os ebefes dasT-
partices respectivas devem fornecer os do-
cumentos e quadros anlogos, que sirvam de
base a um trabalho geral por cada minisi-
lerio.
Como eu ligo urna grande mportanctar
a esta reforma, cont com o zelo esclarecido
do conselho de estado para o mais breve--}
mente possivel chegar a urna soluto satis-
factoria.
t E peco a Deus que vos fenha em sua
santa guarda.
* Napolco.
O Morning Post pubiicou o segrate-
artigo :
O isolamenlo poltico da Russia cada vez
se pronuncia mais. Tendo-se o gabinete de
sanos a om afear na villa de Lysowa ti-'Berln afastadocomplelamentedopovoprus-
verara a mesma sorle da raaneira mais bar- s.ano, o rauco all.ado da Russa e: um f.a-
,wl a co esteio de certo destinado a ceder as maos
"c Xa tena de Wolka-Klucka>osiinsur- que o apoiarem.
gentes cahiram em casa do proprio, e loma- \ Apparecam mais alguns acto, mal pen-
ram-lhe 450 rublos e muitos cavallos. As'sados, do am.zade da parte P-
se sao estas as medidas suaves a que o go-
verno rassp pretende substituir outras mais
rigorosas, admiramo-nos que o gra-du-
que seja retirado das suas funcroes, guan-
do chegar o movimento de por essas
medida em execucao; raes nao' podemos
adivinliar era que ^ossarw consist? essas-
medidas.
Todava, o ertio passa, e emqqanto
a* grandes- potencias trocam notas diplo-
mticas, e fzem proposlas, augmenta o nu-
mero das viuvas e dos orphos que na Polonia
elamam em altos gritos por seccorws.
< A menos que alguma potencia mais
enrgica do que as outras-se nao aprsente,
o outono nos far assistir agonia de urna
nacao; ter passado o teiRpo-de operar, a
continuarse das negociaces por mais algnm
lempo deixar ser a suppressao momeiYtanea
do inoviraento, mas nao ser a exlincrao do
sentimento nacional.
Em tudas as chMesr, esse sentimenlo
tem augmentado em forra e vitalidade. na
mesma proporcao quelem declinado o pres-
tigi do poder russo, e a experiencia anno passado, ainda que amarga e desas-
trosa, foi to animadora, que demonstro
a extencao do patriotismo e os recursos mo^
raes do povo.
J 6 necessario mais* d6 quo os getos
de u rain ver no, para extingir o fogo que se-
manifestou cora tanta furia. Se as gran-
des potencias se propuzerwn assagurar a>
paz da Europa, nao devem deixar-se itl--
dir coro promessas- vagas e^eom as dHacges
versal.
A direccSo (segoara as assignaturas do
presidente, vice-presiderae, tbesoureiro e
secretario.)
Paris, 12 de abril de i8G3.
da Russia.
E' provavet (ftie as nots sejamimrae-
diataraeale expedidas para S. Pelersburgo,
e nao poderia haer razo para q^e no^
& vitatisnio julgad* prta itHtwiopliia rlirislia, or
refutado da dontrina medir de Nontpellier,
pe P. J. Ventura de SauHea. Tradnzid cmn
una inlrmlurrio e nota peto hr. Jos Sorian
de Son/a,
Corpus nosirum vivil per
animam.
(S. Tbomaz.)
CAPITULO I
O principio intrnseco do movi-
mento e o organismo sao os dous
constitutivos essenciaes da vida.
Os compostos vivos i os nao
vivos. homem, o bruto e a
planta sao os nicos compostos
vivos.Prova-se que o bruto e
planta vivem.
{Continuacao.) '
rinabneitte, o proprio sol, corpolSo ad-
mirave por sua grandeza, por sua-fo'rmosu-
ra e brilho, e que por seu calor tanto con-
corre-para vivificar toda a natureza corp-
rea, nao vivt ; e se Uvera- sciencia do seu
ser trocara sua magnificencia e resplan-
dores pela peqpenbtfz e obscuridade do ras-
teiro arbusto;. por quanto,- diz S. Tbomaz.,
gozande esse ai-busUisraho do grande pre-
vilegioda vida raak; nobre que o sol que
nao participa deile: Corpora imnimata
wnt infra plaas (loe. cit.)
Come* porm sabe-se, que'os- astros no-
vivem, que nao obstante a grandeza, a ri-
queza, a forca e a importancia'que elles tem
na creago podei'iam invejar de planta a vi-
da de i&e elles nao gozam? Porque, pri-
meiran>nte sointericos, e, oomoos mine-
Russia estarao
villas de Lipa e de Szkucin foram saqueadas, esta potencia ass.m como a Kussia1 esia
o in-ciJenla queiraadas pelos l-r-je*^^
N nl.leia de Radomicv agarraram diplomacia dos seus homens de estado, e nao
astsrsfc'SSA se: tt .aS^s
nossas tropas os baleram no mesmo dia na
prolongar quanlo fr possivel .a situaco.
A sensivel diminuico do antigo prest-
" 't SSttL. sU-,0,0 de Ki- f io do imperio, gffg-gttt
fiquom neete estado.
E* desuppr que os homens de estado*
austracos prevejanv esta eveirtualiihde, e
que estejam pronapto* a substituir por-nm
nova poltica, aquellas propeetas qae-fa-
ram to"debatidas-, e-que teemtiopouoova-
kr pratico.
* J indicamos qual devia ser, na nossa
opinio, aquella poltica; mas se se deixar
escapar a ocesiao, n3o podero aproveilar-
se outras, e a paada Europa poder achar-
se em perigo, causado pelas- proprias-po-
tencias que maisdesejam preserva-la.d'elle.
A segtiinte mensagem foi dirigida ao
governo hespanbol pela allianca is-raeta uni-
versal de Paris. Este documento urna
prova de que os israelitas nao ficam atraz.
dada para trabalhar para a emancipaco
dos seus correligionarios, e, para prestar
apoio aos que solrem na sua qualidade de
israelitas.
oblivesseraos umaresposta prompta e deci--raes e os fluidos, nao tem orgibs, ao passo
dida.sobre a quesSo da tregoaou doarrars- ue a ptanla ^ leift sendo a smt organisa-
trcio-comolhequerram chamar. Se a respes-^ l5o. aravilhosa- quanto do bruto e a
ta da Russia, a esterespetto r fr saUsfa-|do pr()prk, noa6mv E com eneii0, a sci-
tona, serimpossfverconseiitir que ascousas-t encia demonstra-.que a planta em veas e ar-
terias por onde-aseiva aza saa circujaro
peridica, des<\ a raz at os ramuscuios,
que ella tem.membranas e peHe que a co-
brem, que tem orgos necessarios para a di-
gestae, nutric^) e reproducfaa-, e que at
respiram sen modo (2).
Alara disso. d'enlre todos 03 eompostes
naturaes s o hornera,. o bruto e- a planta
possuem o nnoviment, por si $& e o cons-
titutivo interior, o primeiro e o mais essencial
dos eonsfitutwos e dos sgnaes- caractersti-
cos da vida.
Vede, cora eleito; diz S. TAoma/., toJo^
os tros cuiupostos^ graves ou leves, urna
vez postos no lugar que Ibes eonvem, ah
fieam um repouso ; logo o movimento nao
perlence, nem estaas disposices.da-sua
sempre que se trata do principio da1 bberda-1 Mtureza: Assim porm nao acontece com
de de cultos, embora se invoque a fevor dos,, pianla (e corft sobrada razio com.o bruto
seus irmos christaos: e 0 homem,) que, posta c-m soas condices
Excellencia. naturaos, move-se em daecces diversas);:
A allianca israelita universal fui rim- iogo 0 movimento est as disposi$es de
sua natureza, e lhe ptoprki: QWforibm
graribus vt leribus no txtmpetit moverte
nisi seatititttm quod mnt extra tspositi"
nem sua- natura- (loe. cit.)
Verdade continua S. TbMMB. que
da, que s propria d"aquelles que se mo-. comprehender, querer e amar clamam-se'
vem por si. e sao, como diz S. Thoma., especies de -
vintenio: tp$nm ntetHgtre el vlh et .
mare mofan i/nidum ilinnitnr. (I p., q.art. \.\
O raciocinio 011 o murso o- o raivimeiii
da intelligencia, assim como o moviiaento *
de alguma sorle o discurso da materia. Em
todas as linguas as paixes chamam-se m*h
vimentos da lina. O amor e o odio li a
attracco e a repulsivo do coracao, assim tumo
a attracrao e a repulsfr sao o amor e o o4k>
dos1 corpos. Ora, o principio essencial 4
vida exisHindo na faculdaile do morhment'
per se, ha tres especies de vida: a vida vege-
tativa, a sensitiva ea inlellectiva.
Mas, como-a vida sensitiva de dous gn-
us, como a inteilccliva, avifia sendo de tres
especies tambe de cinco grus diferen-
tes. Eis aqui a respeilo destj ponto a bef-
la doutrina do anjo da sciem.ia, ibiutrina qtv?
procuraremos expor o mais claramente tnvz
nos fr possivel.
Sendo signal caracterstico do ser vivo r
operar por s, e nao- reeeber os seos movi-
raentos de agente agura exterior, essa fa-
culdade ser tanto mais- completa, qpanto a
vida fr mais perfeita; e d'aqui se segu
que ha dfferentes grus de vida, serd ons
mais perfeitos que outro.T;
llti seres vivos cuj outro principio, nem onlro-fim senaf a gran-
deza material do individuo, e o que a el I >
se refere. Taes sao as plantas que se nao
movera seno para crescer, conservar p
reproduzir-se.
Outros ha que tiram dos sentidos de qw
sao dotados o priacipio e o linar dos seus mo-
vimentos, raovendo-se de un modo tanlc
mais perfeito, quanto tambe: ans perfei-
tos sao os seus sentidos:
Os animaes imperfectos cono, por exem-
plo, os molluscos, nao tendo futro sentido
que o do tarto, o seu movimento crueiste
apenas na dilataran-on contrate*: mas nao
tendo cites a faculdade da locomoco os seos
movimentos em puuco exceden aos das piap-
as. Mis os aninaes perfeitos, gozando
'oinpleiawente da bcnldade snsiliva, sfm-
tera nao s os objeetes que oe tnam. mai.-
tainbem os que cstaV a cerfe dislanria, e
movenfcse para estas de um iodo progre-
sivo e Mudando dr Uf/nr.
gar, nao gosa da faculdade da locomoco,
mas tambem certo que ella tero a facul-
dade de expansao que u verdadeiro mo-
vimento intrnseco. Posto que aj)lanta per-
maneca nd* mesmo lugar, todava engrossa,
cresce, lanca suas raizes a grandes profun-
didades, e eleva seus ramos a grandes altu-
ras ; e portanlo ella oceupa succestivamente
lugares diversos/ e nao se lhe pode contes-
tar o previlegio do movimento intrnseco,
no verdadeiro sentido da palavra.
Os corpos que nao gosam desse previlegio
e que sao movidos por motor exterior, sjm-
pre se movem em linda recta e na mesma
direccSo. O movimento dos astros, como
pouco dissemos, segundo Newton o re-
sultado de duas forgas, que obrando em sen-
tido contrario, roas sempre em linha recta
se equilibram, e necessariamente produzeny
o movimento de rotaco. A mesma cousa
d-se a respeilo dos caprichosos-movimen-
tos dos raios e com mais razSo a respeilo
de todos os outros corpos, que* movem-se
sempre em linha recta, nao sendo as varia-
ces desta linha seno-o effeito de causas
puramente exteriores. E quera ignora que
a primeira lei do movimento, lei que forma
a base da dynamica, que: todo o cor-
po posto em> movimento segu a linha< recta
emquaitfo nao fr desviado por forcas- exte-
riores.
Mas, os corpos quetm-em si o principio
de seu movimento corre- em'todas as li-
nhas. moven>se em todos os sentidos e di-
recces, nao obstante a lei commum a todos
os corpos.
Quem nao dira, por exemplo, que o
cava I lo, o cao, o gato e a andorinha, com
os seus movimentos to excntricos e varia-
dos pretende raoslrar quezombam d'aqqel-
la lei!
Ora, o que taz a planta': A profunda as
suas raizes na trra, lanceaos ares os seus
ramosestendeado-os ao redor de si; de to-
dos os pontos de sua circumsferencia inv
pelle ramos, e fa/endo que se curve so-
bre ella com el les forma de-certo modo sua
vestimenta, sen adorno e defeza. Inclina-
se-ella para o ponto onde espera achat um
raio do sol; curva-se ou ergue-se, voUa-se
para a esquerda-ou para a direila, seguindo
sempre a linha. que convm aos interesses
do seu desenvoWiraenlo e eonservacOi Mo^
vendo-se pois- em todos os sentidos o di-
recces a planta tem em si o principio dos
eus movimentos, carcter este que es-
sencial da vida > por cortseguinte ella real-
mente viva.
Em summa, tudo que executa obrasxitaes
vive ; ora a planta lateralmente as executa,
islo ntrese, cresce e reproduz-se, logo
vive; e nao possivel sem injustica exclui-
la. da cathegoria dos vi-entes. (3)
CAPITULO II.
l.-f'iih iiifi do, p/tilosoplti' christa
sobre a vida----O movimento
proprio dos espiriios.Diver-
sos grut da vida dos seres vi-
vos.A vida de Deus o cu-
mulo e- a per fni cao da vida.
Belleza e importancia desta
doutrim.
Iracter fraco e indeciso do proprio impera
1 \ n -A lie ahrih sornrenderam os raer-! dor, sao outras tantas razes para que aquel-
cJJ^V^^XmTM^^^^^^^ os alios do impeoo toda liberdade o da egualdade religiosa,
S? ol eP^m-ne "Is robo I desejem ver decorrer o tempo, e que para em qua,quer ponto que estes grandes prior
. !T-r^ Kbrn .emBrzcnVce villa'o vencerem, se mostrem disposlos a fazer ci^ ^ achein lesados e ponanlo nlo
,3u pertenc'c communa d^Molko^ice,! grandes concesses que possara engaar a (hgita era se ligar aos seUs irmos obiis-
Do que precedentemente dissemos a res-
peilo da vida nao se deve concluir, que s
gosem della os compostos naturaes dotados
de orgaos e da faculdade de mover-se ; por
que isla seria desconhecer o grande e subli-J
Entretanto, poso que esse* animaes se
movant para os objedos com o fi de salis-
fazerera os seus sentidos, todava afro coobe-
cem, nem se pin-i.Vm jior si o tittimo tini
de suas ojieraces e movimentos. Oculta-
Ibes a natureza esse im que Ibes destinara.
nao Ihssdeixando mais que o -ceg mstincto
que os impeli a conseguir esse mesmo (ion.
S o homem aaove-se pora alting.r om
fun que conhece, e que se propoe como nl-
timo termo dos seos movimentos: por qoe
s eHe d'entre todos os serescorporeos vi-
vos tem o entendimenlo e .'. raaJO, que saV
as nicas faculdades capazes de conhecer as
relaces entre os meios e > fin, dispon*I*
d'aqjnelles para obler este.
Obedecendo, pois, o bomem em sea*
movimentos urna lei de urdem raai- ele -
vado que o instineto. qual a lei do coohe-
ciraento do 6m, segue-se qoe o se* modo
de viver o mais perfeito d'entre todos m
dos outros seres vivos. E por isso v-se.
qpe em ura,mesmo homem a virlude inlel-
lectiva move com mais- forra as potencia <
sensitivas, e eslas por sua vez mcvem rom
mais imperio os orgos- pelos quats se eflec-
tuam os movimentos
Mas os principios da razan a que o bo-
Mas alm d'este ftm immediato, que lhe
indicado pelos seus estatutos, a alhanea chamam-se vivas as aguas correntes, e mor-
ftraelila universal considera como um m tas as estagnadas, mas islo em sentido ligu-
ainda mais elevado, concorrer para a de- jado, perqu estando ellas era movimento
tem tal ou qual parenca de vida; mas nao
que ellas tenhara a.verdadeiro razo, o prin-
cipio da vida, o.movimento por si, rece-
bera porm o movimento da causa que as
Europa, c obstar poralgum tempo a quaes-.: l5os |evanj0 peante vos os seus desejps e gera, sendo que outro tanto deve dizer-se
acerca do movimento dos oati os corpos gra-
pois s se movem por raeio do,
exterior, ou pelo principio ge-
Ibos deu a forma; por conse-
no se ra.ovem por si coma os
vivos (be. cit.) '
-se com aquellos corpos que
severidade ainda, do que aquellas que ale
agora tem applicado.
As nossas ultimas noticias deS. Pelers-
burgo indicam urna tendencia n'este sen-
tido. ,
Sabemos de origem certa que pela
tresraezes, bouve um con- hida por nos, um divida sagrada, urna di-j
1 aiam-n'o para lhe lirarem o dinheiro, que
monlaA-a somma de 57 rublos.
Actos semellianies, commettidos pelos
insurgentes, do em resultado que os ho-
mens do campo, quando presentem a appro-
limaco de qualquer bando, fogem com suas
mulhres efilhos para as floresias, Occultan-
do-se at retirada dos insurgentes.
Tem-se-me apresentado muitos cam-
ponezes, pedindo-rae cenca para se encor-! ,^f^ir^nve^
porarem com as tropas
florestas de insurgentes
posices teem lomado
jid^ruf^^ei^di^Tn^ orgaos dos israelitas"dispersos em
resta de Czkucine, lancou-se cora os cossa- C
eos sobre os insurgentes, e feriu um delles.
Um dos nossos destacamentos, passan-
do de Mnew para Necklany, encontrou pr-
ximo da villa de Rrassna alguns cadveres
de camponezes pendurados as arvores aos
qoairo e quatro, e dous a dous, de peitos
uns para outros e como se se abracassem.
f Esteaclo de fer^cidade fui_ executado
poi
Bsl,.
manos e liberaes, o governo de S. Peters-' pe|0 principio de completa caridade e de movem outros. Attrahir ou repelar urna
burgo queira na realidade aproveitar essa amor universal. ltimamente algumas so-cousa. raove-la, assim como move-la at-
ccasio para recorrer a medidas de maior I cjedades, que conlam no seu seio um gran- trahir 011 repellic i mesma cousa. O unan
^ de numero de catholicos, nao hesitaram atlrahmdo o ferro o move, mas entretanto o
em reclamar publicamente a favor dos di-: mesmo imao nao muda de lugar, n5o se
reitos imprescriptiveis da consciencia e da fa- \ move. As carnes vivas transformando em
milia. carne as substancias alimentares move-as, c
... ,. todava as mesmas carnes nao mudam de
Desde ento, Sr. ministro, foi corara- si0i
exterior. Esses corpos, diz Newton, mo-
vem-se por causa das dilferentes impulses
que lnes deu o grande Artfice do universo
quando os creou, impulses estas que con-
servaba em quanto durarem. Elles sao
*" E' sera duvida para desejar que se nao lodo o globo, sollicitar no interesse dos con-
de novo alimento sympathia da Europa detonados de Granada a vossa poderosa ra-
pios Polacos, mas ao mesmo tempo da ^ tervenfo.
maior importancia para a Russia, a suppres-! Nao sera islo, Sr. ministro, um signal corao verdadeiros relogios cujo machinismo
sao a todo o cusi da insurreico. providencial do lempo? Os judus vem f0i de tal arle disposto, que possara traba-
Parece que esta queslo foi discutida apresentar, a favor de alguns protestantes,
com algum calor, e que as opinies se di-as suas supphcas aos cathobcos de Hespa-
idirararauito era consequencia da animosi-, aba ? Nao este fado mais elequente de

Ihar sos por um dia, urna semana, um mez
(2) As plantas respirara pelas partes verdes, o
principalmente pelas follias, que sao, por assim di-
. para OS seus zer, os seus pulmOes. Sob a inlluencia da luz so-. ,
e para aquel- lar as plantas absorveni o acido carbnico do ar, o' c divina Bonitas guotlam modo movetur
..1 li'il'MH f\ .1-1 ...... .. ~- ..-.,..1 .,.<.. 4 1 .1,. .1 \",. ...-,.. I
me carcter da pbilosoplna cinslaa, carac-, mem oblate, assim-como o ulumo fim au*
ler peculiar a ella, e que consiste em no el)e cohece c se prope attmr pelo-
considerar os diBerentesseressenoemsas movimentos, nao s5*. de creaiSo delle. on
reh'ces coca, o todo, era descobrir a myste-
riosa cada qie une a todos, cada cujo pri-
moiro lo, est no mais pequeo e iciinio
dos seres o b ultimo nos ps de Deus. Phi-
losophar sobre a natureza para della elevar-
se ao seu autor,, tal o carcter proprio da
philosopbia christa.
Vejamos como eesa^phikisopliia compre-
hendea theoriada vida.
Os seres vivos, diz S. Thomaz. gozam de
duas especies de movimento, o movimontn
natttral e O voktnfario, sendo da essencia de
ambos derivacem de um principio intrnseco:
Motas dplex : nataralis et eohmtanus ; rt
de ratione wiins cujus que est. ul sil a prin-
cipio intrtnwco (loe. cit.) Mas, se ludo que
se move naturalmente corpo, tudo que se
move voluntariamente nao o : Non omne
i/uoil twretur est corpas, nisiporse; in mota
naturali : sed non in. mota rtntitario (ibid.)
Isto poslo, o movimonlo por si tambera eon-
vem ao espirito.
Poslo que o movimento propriamente di-
to, contina o raesmo doutor, seja proprie-
dade dos corpos, pode entretanto perlencer,
e effectivamente tambem perlence aos seres
espirituaes, por duas razes: a primeira
consiste em que toda operarao chama-se
movimonto, e nesle sentido o movimento
proprio at do Deus, porque a sua bondade,
como diz S. Dionysio, morete de certo mo-
do, e diffunde-se sobre as cousas, quando
elle se digna de communicar com as raes-
mas cousas. A segunda razo porque, to-
do o desejo de urna cousa, e que lende pa-
ra ella chama-se tambem movimento: Quam-
ris motus, proprie acceptus, sit corporum,
tamem, nomen motus etiam ad spiritualia
derivatnr duplicitei': uno nutdo, secunduw
quod omns operatio motas dicitur: sic enim
les que o merecem c tambem para o gover-^hal-ara.ooxr8,;nio em egual auantidado. Nares-
&fE ihava-!' VDMuTfo rlsolvido, em consequencia' no junio doqual se letou a effeito seme.han- Se^W^SKe^SHn^
5 I .ivi., AiLm**aiaa n..o calvn ac^nlfic.imRntos te i Nao sera proolamar bem essas duas ordens de phenomenos sao : l- pheno-
(3) No seculo em que vivemos tem-se tentado re-
mocar a velha doutnna de Leucippo e Democrito
eito ., mente suaves, que hoje se tem posto em
Do Moniter Universel traduzimos a;execufo nao tiverem conseguido> supprtmir
carta que o imperador dirigiu a Mr. Rouher, a insurreico, 0 governo imperial aproveu>
presidente do conselho de estado: r os seis mezes de invern para restabe-
a Palacio de FonUinebleau 24 de juobo lecer a sua autoridade a todo o risco e a
todo o proco. E como ento as medidas que
houverem de se erapregar nao ho de ser
de natureza tal que possam fazer honra a
de 1863.
* Sr- presidente do conselho de estado.
O nosso systema de centralisacao, apezar das
suas vantagens, tem tido o grave inconve- ura membro da familia imperial, e provavet
mente de produzir um excesso de regula- que o gra-duque seja chamado, e sabslitui-
menioe. | do pelo general Berg.
posicO gloriosa que a Civihsaco, O pro- --^ consom-m-; ^pr; homem o de uin apologista, sem faltar do profesor Ribes,
gi esso OS COSlumes e uas meas apontam as maor dos consuinidoies. pois nao s se ulilisa dos sendo assim que em 1807 Guillout em sua Nova
naces liberaes. D ella pois Om liberda j vegetis, e das prodticcScs desles, se nao tambem theora da riaa, imitando aquella formula do cele-
de__abra as portas das suas prises aOS dos animaes, que, como os vegetaes, feram creados brp naturalista Lineo, dizii ; Os mineraes vivem,
nrotoetantoe rAndpmmilos pntrPoiiP-n a por Deus para uso do mesmo homem. Dixitque : os vegetaes vivem e sentc,m, os animaes vivom,
protestantes conctemnauos eniregue-OS a fec<>e dedi\-0bis omnem herbam afferentem semen sentem e pensam. "V-se por aqui que nao do
suas familias, que Choram por elles, e aos sapf,T terram, et universa lipa quse habent in se- balde, que a philosopbia christa sustenta que s a
seus correligionarios, que se sentem feridos metipsis sementem generis mi, est sint vobis in planta, o bruto e o homem' vivem, e isto que pare-
daauelle mesmo golpe Altenda assim aos escam, ot cunctis animantibus trra;, omnique vo- cia banal por ser sabido por todo o mundo, torna-
nWirx; Hos isnelilas rondemnados outr'ora'lucri cceli' et "'^rsi qu1 moventur in trra, se urna doutrina importante quando se conhece o
esejosdos sneiitas conaeranauosoutr ora (e( jn bus est anim,vh-ens> ut habeant ad ves- principio da escola ingensta, que sustenta que
como elles, e d satisfacao opraio pubti- cendum (Gen. c. I. v. .30) tudo viv.
ca, que chama a Hespanha da edade media, j s. s 1 s. s.
foranvllie determinados por aquella
nature/za que leu o inslincto aos beatos :
nao podendo o homem daalt maio desro-
nhecr aquello-, principios nem renuncia'
aquelle fim : Sed fMHMife inlelleehu nm-
ter ad alqna se anal, tomen aliiua sunt tt
pi(cstaluta a natura: sicut suitl prima
principia, (rea qmv no* pot-.i ahter se
habtre: et nltimm fm$, qnnn, non pUr?'
o vello.
D'aqui se conclue que, por mu perfet.<
que seja a maneira de viver do homem. e
t todava longo de allingir o cumul.
perfeico.: pois que, serak) perfeiameaie
senber dos seus mo.meatos, em certos pon-
tos obedece necesariamente a om cairo
motor : lude licei quod, quantum aaii-
quid, moveal se: lamen iiprtel quod, quan-
tum ad ahqtm, ab. alto moveatur.
Isto posto, se houver ura ser qee esteja
sempre era aelo de entender, por ser islo
de sua propria natureza, ser que em lod
que naturalmente lhe perlencer, e ea to-
das as suas operaces nao fr determiaai
por ninguem, e que tenha em si
seu principio e seu fim. nao seguindo<
regra seno a sua propria perfeico,
ser ter o supremo gru da perfeico da
vida. Ora, esse ser miste ab eterno, Dea:
logo Deus o nico ser cojo enteodirtelt>
soberanamente perfeito, porque esti s-
pre em acto; s nelle, pois, se acia a vida
de um modo soberano e absoluto, seodo el-
le mesmo a vida coraplgta e perfeito : lllml
igitur, cujus sua natura est ipsnm intelh-
gere, et cui i, quod naMraliter kabet, non
dclerminattr ab alio ; hoc est quod ablintr
summum gradum vito*. Tale anten nt
Deus: mde in Dea mxime est rila ;
intelhctus ejus est perftctissimu n a
in ttu (I p.; q. 18, arl. 3).
Oh quanto bella e sublime esla dou-
trina sobre os dilferentes grus da vida '
Que energa de pensamento. que lorra de
raciocinio revela em seu autor ? Sendo sim-
es corao a verdade, ao mesmo lempo
profunda corao tudo que seriamente phi-
losophico.
Taes sao as substanciaes doutrinas cota
que a philosopbia christa sacia as mlelh-
gencias famlicas pela verdade de Deas:
doutrinas estas das quaes. corao Ibera o
brutal amo do filho prodigo, a philosopka
moderna nao consente que os filhos de feam
approximem os labios, obrigaodo-o a no-
trirera-se de landes, pasto dos porto. E
entre tanto ha quem oose dar a esta pfca-
sophia o epitheto degrande pkitotopAia
(Contiwmr et na.)
PER.NAMBUGO- PYP. DE M F. DE F. 4

M

JlLEGVEl

4
*


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