Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10152


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Full Text
TE
NUMEN
Per tres mezes adiantados 5$000
Por tres mezes uncidos 6SO00
OfflTA FEIBi 30 DE JDLHO DE 1863
Per aun adiantado..... 19$00O
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
i '
E.XCAR.BEGADOS DA SUBSCBIPCO NO NORTE
Paraliylia. o Sr. Antonio Alejandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv, o
Sr. A. do Lemos Braga Cear, o Sr. J. Jos1 di'
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Bo-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jcrom rao da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCBIPCO NO SIL
Alagns, o Sr. Clandino Faloao Dias; Bahia. o
Sr. Jos Marlins Alvo: Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martius & Gaspariuo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Gabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Cantara',
Altinho e Garanhuns as tereas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesqueira.
, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', CabroJj,
Boa Vista, Onricury c Exu' as quartas feiras.
Serinhaom, Bio Fonnoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes.que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/j dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
4 Lua cheia as 3 horas, 20 m. c 22 s. da m.
7 Quarto ming. as 7 b,, 3 m. e 20 s. da t.
13 Lua nova as 7 h.,. 28 ni. e 20 s. da t.
23 Quarto rese, as 6 h., 7 m, e 24 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas- e 30 minutos da tarde.
Segunda as 4 horas-e 54 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagdas a 5 e 25; para o norte at
ia j a e 22 de rada piez; para Fernando nos
das i4 dos mezes dejan, maro., inaio, juLset. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
o ,, ra0 Recift : do Appucos as 1/2, 7, 7 V2, 8 e
8'/, da ni.; de Olinda as 8 da m. e 6 da farde; de
Jnboatao as 6 /, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Beouieas8 dam.
Do Reeifr: para o Apipueos s 3 '/,, 4, V /i, 4 '/z,
o, 5'A. 5 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e V i/2 da tarde; para Jaboatao Q V da tar-
de j para Cachang e Varzea s 4 /, da rarde; para
Bemliea asida farde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas.
Relaeao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commeroio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tereas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados-a 1- hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
27. Segunda. S. I'antal.-ao medico: S. Sergio m.
28. Terca, s. Innooencio p.; S. Nazario m.
29. Quarta. S. Martha v. S-. Beatriz r Flora miu.
30. Quinta. S. Donatilla v. -. s. Rufino m.
31. Sexta. S. Ignacio de Loyota: S. lme-rio m
1 Sabbado. Ss. F, Esperanza I '.aridade w. mnt
2. Domingo. N. Senhora dos' Anjos.
ASSIGNA-SE
no Reeifr. em a livraria da praca da IrMfrponilonri-i
n>. i e H. (fee propietarios Manuel Fgueiroa oV
Faria & Fiflio.
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DOS M 4. ESTRAXGEIROS.
Decreto n. 3,102 de 28 de maio de 1863.
Aulorisa a eompanhia London & Brazilian Bank
para estalielecer tuna caixa filial 011 agencia na
capital da provincia de Pernambuco.
Allendendo ao que me requereram os gerentes
da eompanhia anonyma estabelecida nesta edrte
sob titulo London & Brazilian Bank, e de confor-
midade com a minha imperial resolucao de 6 do
->rrente, tomada sobro parecer da sorao dos ne-
gocio ...1 fazenda do conselho de estado, exarado
cm consulta de 9 de abril prximo passado : bei
Kr bem autorisar a inesina eompanhia para esta-
Iccer urna caixa tilial ou agencia na capital da
provincia de Pernambuco, que dever ficar sujeita
aos encargos e regras dados para a caixa matriz no
decreto n. 2,979 de 2 de outubro de 1862.
O marquez de branles, conselheiro de estado,
senador do imperio, ministro e secretario de esta-
d' 1 di 6 negocios estrangeiros e interino dos da fa-
zenda, e presidente interino do tribunal do thesou.
re nacional, assim o lenha entendido e o faoaexe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, 28 de maio de 18G3,
42 da independencia e do imperio.Com a rubri-
ca de Sua Magestade o Imperador.Mrquez de
Abrantes.
Decreto n. 2,979 de 2 de outubro de 1862.
Permute a installaeao. na corte, da companhia
London & Brazilian Bank,-dcbaixo de certa?
condicoes.
Attendendo ao que me representaran) John Sa-
unders e Tbomas Jones Tenent. agentes da eompa-
nhia incorporada em Londres sob a denominaoao
London A Brazilian Bank,a qnal foi all orga tu-
sada de conformidade com a legislacao por que se
regMD os eslabelecimentos bancarios naGraa-Bre-
Iranhana cathegoria de sociedade anon>ma; e de
accordo com a minha imperial resolucao de 27 de
sefembro ultimo, tomada sobre parecer da seceo
de fazenda do conselho de estado : Hci por lim
permittir que seja installado nesta corte o dito
London & Brazilian Bank,cujos estatuios vio
abaixo publicados, sujeitando-se a eompanhia s
seguales condicoes :
1.* Que este banco, alera das operacoes de cam-
bios, se limitar a fazer nicamente "aquellas que
frem permittidas aos bancos de descontos e dep-
sitos, creados no imperio do Brasil por autorisacao
do poder exeeutivo, e actualmente sao as constan-
tes do i 3., art. I- do decreto n. 2,711 de 9 de de-
Zembrode 1860, lieandoo mesmo obrigado a pu-
Micarpela imprensa, dentrodos primeiroa oitodias
de cada mez o balanco explicado das uperaedes ef-
fectuadas no mez anterior.
2.* Que a eompanhia doLondon & Hrazilian
Banksubmetler a administradlo ueste ustabele-
cimentos leis c regulamentos queregem no fu-
turo os quitos estabelecunenta da mesma nature-
za, fundados por socii.'dades anonymas.
3.* Que as questbes suscitadas no Brasil entre
terceiros, e administracao desse banco, ou de suas
agencias, serao submetidas decisau dos tribunacs
braaileiroe.
4." Que o mesmo banco niio dar comeco as
suas operacoes antes de ter em caixa "i por cento
doseucapital,ede baver preenebido, por onda
parle, as formalidades exigidas pelo arl. 4o do re-
ferido decreto n. 2.711 de 19 de dezemhro de 1860
fazendo outrosim publicar nos jornaes de maior cir-
enlacio desta capital as instrnccSes regnlamen-
lares que o conselho director, estahelecido em
Londres, tiver dado aos seos agentes no Rio de
Janeiro, ropetindo-se essa publicarlo todas as ro-
les que taes instruccSes forera alteradas, ou modi-
ficadas.
i." Que a duracao doLondon* Hrazilian Bank
no pleno exercicio de suas funcefies ser devin-
to anuos, se 0 governo imperial nao autorisar op-
porfunaincnte aprorogacodeste prazo, durante o
nual nenhuma alteracao'dos actuaos estatutos po-
der ler execueo no Brasil sera a previa approva-
jo do mesmo "governo.
ti.' Que o governo imperial podera nomear,
quando julgar conveniente, mu ou nais commis-
sarios, para o fin de examinareni os livros e o es-
tadodos negocios do referido banco: tendo o di-
reito de ordenar a lianidaejo desse estabelecimen-
1 e declarar dissolvidaa aasociacao a que elle per-
tence. quando fr pn'vada a violaran de urna ou
huis clansnlas cima indicadas.
O viseonde de Albuquerque, conselheiro de es-
tado, senador do imperio, ministro e secretario de
estado, dos negocios da fazenda e presideniedo tri-
bunal dotbesonro nacional, assim o fenlia enten-
dido e faca execntar.
Palacio'do Rio de Janeiro em 2 de outubro di'
iHti. quadragesimo pnmeiro da independencia o
do imperio. Com a rubrica de Sua Magostado o
imperador.Vitconde ie Atbwpurme.
lienriquedo Carmo Edok), traductor publico c
interprete commercial juramentado da praca, etc.
Certifico que me foram apresentadas duas brocliu-
ras annexas a um uocumento manuscripto sendo
as iiuas brochuras no idiomainglez e o documento
D0 franeez dos quaes pedido traduzi lateralmen-
te para o idioma nacional o documento ca broebu-
r.i n. 1 e dizein o segiiinte a saber :
Tniducco
Do documento manuscripto' London and Hrazilian
Bank Limited 23 Od Broad Street.
Londres, 'i dejnlho de 1862.
Ku abaixo assignado Edward J. Knight secreta-
lio doLondon and Brazilian Bank Limitedpela
presente forma declaro que as brochuras aqu
juntas.
N. 1. Conten una copia aulhenlica dos estatu-
ios legaes do banco e do fcto de hcorporacao exi-
gido pela lei.
N. i. Contera urna copa autbentica das instruc-
eSes dadas pelos directores aos seus empregados
BUporioree no Rio de Janeiro.
(Assignadoi K. i. Knight.
Segu o reconhecimento feilo por Luiz Augusto
da Costa, vice-consul do Brasil cm Londres, era da-
ta de 5 dejulho de 1862.
Unir hura n. i.
Aclo da associacao do London and Brazilian Bank
Limited.
i." O titulo da eompanhia oLondon and Bra-
zilian Bank Limited.
2. O escriptorio offieial da eompanhia sera na
Inglaterra.
3.* O objerto para o qual se eslabelece a eompa-
nhia a gestao de um baaco de eniisso e de de-
jiosito no imperio do Brasil e quaesquer outros ne-
gocios bancarios, o explorar no imperio do Brasil
c em outro qualquer lugar, c tanto de conla pro-
pria como por agencia, todas as operacoes con-
iuxas com as nanearas c adianlamenlo de dinhei-
ros com garanta ou sem ella, descont ou compra
c venda tanto de interesses como de cambiaes, e
geralraente todas as transaccTies connexas com ope-
racoes monetarias, c neste intuito aceitar ou obter,
possuir e observar os termos e condicoes de quaes-
quer decretos, concessoes, poderes, direitos ou pre-
vi legios, fetos ou por fazer, ou concedidos ou que
1 enham a ser concedidos pelo governo imperial do
Brasil, ou por outras autoridades, quer brasileiras
quer nao, em relaeao empreza da eompanhia, c
praticar todos os outros actos que successivamente
se apresentarem como conduzindo inmediatamen-
te al itenco dos referidos objectos.
Mas a eompanhia uuaca poder azer cousa al-
gnma pela qual a limitacaoda responsbilidade dos
accionistas venha a-ser compromettida, e nunca
emittir era solicitar emittir as suas notas no
Beino Unido da Graa-Bretanha ou Irlanda, salvo c
smentc quando ella estiver legalmente habilitada
para assim o fazer, sem que de modo algum affec-
te ou comprometa a limitacao da responsbilidade
de seus accionistas.
4. A responsbilidade dos accionistas c limi-
tada.
5. O capital nominal da eompanhia de
1,000:000 (um milhao de libras esterlinas) dividido
em dez mil arcos de 100 (eem) cada urna.
Nos as differentes pessoas cujos nomes e endere-
cos se achara abaixo escriptos, queremos consti-
tuir-nos em urna eompanhia de conformidade com
este acto de associacao, e nos concordamos res-
pectivamente em lomar o numero das acedes do
capital da eompanhia que vai declarado em frente
aos nossos respecti vos nomes.
mese endoecos dos sub- fijSS^S
criptores. tomadas por cada
r subscriptor.
James Alexander, 10, Rings
Arms Yard, Londres..... 50
Henry Ij)us BischolTscheim;
10, ngel Court. Bank, Lon-
dres .................... 50
John Whitc Cater, H, Mincing
Lae, I^ondon........... 50
Philip Charles Cavan, 29 Fins-
bury Circos, London...... 50
John Bloxam Elim, 34, Abe-
bureh Lae, Londres...... 50
Pascoc Caries Glyn, 62 ; Gres-
ham House, Od Broad Slrc-
et, Londres.............. 50
Edwflrd Johnston, Liverpool. 50
Eduard Moon, Liverpool..... 50
Willaim Freer Scholfied, Al-
dorough Boroughbridge... 50
Datado aos 13 dias de maio de 1862.
Tesiemunha das assignaturas supra; W. R. Drake,
46 Parliament Street, Westmisister.
Artigas da associacao.
A eompanhia formada com o proposito de es-
labelecer e realisar as operacSes de um banco de
emissao e de deposito no imperio do Brasil, e ali em
outro qualquer lugar as operacoes com ellas con-
nexas como lira mencionado n acto da associacao.
0 capital da eompanhia de SS 1,000,000 (um
milhaoi com faculdade de o augmentar como em
seguida se menciona. As acones sao actualmente
! de 100 (cera) contemplando-sc com tudo reduzi-
| las a SS 25 (Tinte e cinco) logo que a lei permuta
' a sua alteracao.
E mais se "contempla que os directores vendara
a ter inteiro e discricionario poder para requerer,
obter c acceilar, do governo imperial do Brasil e
de todas as mais autoridades brasileiras ou outras,
todos e laes decrelos, concessoes. direitos, poderes
e previlegios em relaeao a empreza desta eompa-
nhia, conforme clles julgarein conveniente.
11111 principio fundamental desle banco que el-
le nao emittir ou solicitar emittir as suas notas
no Reino-Unido, salvo e smente quando elle esti-
ver legalmente habilitado para o fazer. sem de mo-
do algum alfectar ou comprometter a liniilaco da
rcsponsabUidadc dos seus accionistas.
Como possa ser conveniente que a eompanhia se
registre no Rio de Janeiro como tima sociedade
anonyma e baja lenco de dar aos directores os
poderes para efectuaren! este registro quando Ibes
pareca til.
Fica portanto ajustado o seguinte :
1" iuhriinianlo.
Arl. 1. Na interpretaeao destes artigos de asso-
ciacao as seguimos palavras o expressoos tem as
segrales significacoes, salvo quando excluida pelo
assunipio uu contexto.
(A) A eompanhia significa, OLoUima*i Bra-
zilian Bank Limited.
(R) O Reino Unido significa o Reino Unido
da Graa-Bretanha e Irlanda.
(C) O governo imperial significa o governo
imperial do Brasil.
(D) As leis significa cabrange os actos das
coinpanhias do Joinl Stoch e os actos das compa-
nhias bancarias do John Stoch de 1836, 1837 e
1838, e quaesquer a lodos os mais actos que de tein-
posa lempos torera postos em vigor, eoncernentes
s coinpanhias de Joint Stok ou as coinpanhias ban-
carias do Joint Stoch, e necessariamente all'ectando
a eompanhia.
(E) Os prsenles- significa e abrange o aclo
da associacrio da eompanhia e estes artigos da as-
sociacao c'os regulameiitos da eompanhia, de lem-
pos a lempos.
(F) Resolucao especial' significa alguma re-
solucao especial da eompanhia lomada de confor-
midade com a scelo 34 do aclo das cmpanbias
do Joint Stoch de 1856.
(G) Capital significa o capital da eompanhia
de lempos a lempos.
(H) Acedes significa as accCes do capilal de
lempos a tempos.
(J) Directores significa os directores da eom-
panhia de tempos a lempos, ou, conforme se d o
caso, os directores reunidos em conselho.
(K) Revisores Baqueiros secretariosignifica
esses respectivos empregados da eompanhia de lem-
pos a lempos.
(L) Assembla ordinaria significa urna assem-
bla ordinaria da eompanhiadesidainenlc convoca-
da e constituida e qualquer adiamento das mes-
mas.
(M) Assembla extraordinaria significa una
assembla geral extraordinaria da eompanhia de-
bidamente convocada e consliluida c qualquer
adiamento das raesraas.
(N) Assembla geral significa urna assembla
ordinaria ou una assembla extraordinaria.
(O) Conselho significa urna reunio dos di-
rectores devidamenle convocada e constituida, ou
como se der o caso os directores reunidos em con-
selho.
(P) Escriptorio significa o escriptorio offieial
da eompanhia de lempos a tempos.
(Q) t Sello significa o sello commun da eom-
panhia de tempos a tempos.
(R) Mez significa mez do calendario.
(S) Palavras importando o numero singular so-
monte, abrangem o numero plural.
(T) Palavras importando o numero plural s-
mente, abrangem o numero singular.
(U) Palavras importando o genero masculino s-
menle, abrangem o genero femenino.
2" constituiqao.
Arl. 2. Os artigos da tabella B do aclo das com-
panhias do Joint Stoch de 1836 nao terao applica-
1 cao mas em seu lugar o seguinte ser o rcgulamen-
' to da eompanhia, mas sujeito a annullacoes como
pelos presentes se estipula.
3*operacoes.
Arl. 3. As operacoes da eompanhia abrangero
todas as operacoes mencionadas no acto da asso-
ciacao e todos os negocios que successivamente se
apresenlarem, e podem ter comeco logo que o con-
selho julgar conveniente e ainda que nao esteja
subscrevida a totalidade do capital.
Art. 4. As operacoes serao feilas pelos directo-
res ou sob a sua direceo e de conformidade com
os regulamentos que o conselho de tempos a tem-
pos prescrever j sujeitos a approvacao das assom-
blas geraes apenas nos casos que ficam pelos pre-
sentes previstos.
Art 5. A gerencia principal e a superintenden-
cia geral dos negocios da eompanhia ser em Lon-
dre son Middlesex.
Art. 6. Crcar-se-hio no imperio do Brasil ou em
qualquer ou,tro lugar fra do Reino Unido as ge-
rencias subalternas c as agencias que o conselho
de tempos a tempos determinar.
Art. 7. Ningucmi excepto os directores, gerentos
e outras pessoas para isso expressamente autorisa-
das pelo conselho c obrando dentro dos limites da
autorisacao que Uies fr conferida pelo conselho
lera aulorisacao para passar, aceilar ou endossar
notas promissorias. ou letras de cambio, ou outros
ttulos negociaveis por conta da eompanhia ou fa-
zer contrato algum pelo qual posSMwarretar qual-
quer responsbilidade eompanhia ou poi-.oulra
maneira empenhar o crdito da eompanhia.
4.escriptorio.
Art. 8. O escriptorio ser em Od Broad Street
na cidade de Londres ou em Middlesex, conforme
o conselho de lempos a tempos determinar.
5.primearos empregados.
Art. 9. James Alexander, Hcnrv Louts Bisclioffes-
heim, Philip Charles Cavan, John White Cater,
John Bloxam Elin, Pascoe Charles Glvn, Edward
Johnston, Edward Moon e William Frer Scholfield,
Esquires, serao os primeiros e actuaes dirctores.
Art. 10. Os Srs. Glyn Mills o Companhia, serao
os primeiros e actuaes banqueiros cm Londres, e
os Srs. Bischofesheim Goldscnimidt e Companhia
serao os primeiros e actuaes banqueiros em Paris.
Art. 11. Os Srs. Bercham, Dalryrapio e Drake
serao os primeiros e actuaes solicitadores.
Art. li Charles Richard Harford Jnior c John
Wormald, Esquires serao os primeiros c actuaes
revisores.
6.Capital.
Art. 13. O capital da companhia de 1,000,000
(um milhao) dividido em 10,000 (dez mil) aeces de
100 (cem) cada urna.
A companhia de tempos a tempos com a sanceo
de urna resolucao especial peder augmentar o ca-
pilal por meio da emissao de novas acedes.
Art. 14. Todo o capilal levantado |K>r meio de
novas ace-ocs ser, excepto quando a companhia ao
crear as mesmas tiver determinado de outra sorlc,
considerado como fazendo parte do capital original
e licar sujeito as mesmas provises a todos os res-
peitos quer com referencia ao pagamento das cha-
madas quer a respeito da conliscaco das aeces
por falta de pagamento das chama'das ou por'ou-
tra razaocomo se izesse parte do capital original.
Art. 15. A importancia de tempos a tempos do
novo capital ser, excepto quando a companhia ao
crear o mesmo determinar de outra sorte, dividido
de modo que a importancia seja repartida propor-
cionalraente entre os accionistas que entao exis-
tirein.
Art. 16. As novas acedes serao em primeiro lu-
gar, salvo se a companhia ao crear as mesmas de-
termiuar de outra sorte, offerecidas pelos directores
aos accionistas em proporcional mente ao numero
das suas res|iectivas acedes : e todas as novas ac-
edes que nao forem tomadas pelos accionistas. po-~
derao ser destribuidas a outras pessoas conforme
os directores determinaren!.
Art. 17. Mas sea cdtnpanhia depois de ter liga-
do a quaesquer novas acedes qualquer preferencia
ou garanta, ou outrus privilegios ospeciaes, crear
ainda novas acedes, os |ssuidores das novas ac-
edes as quaes o privilegio especial esteja ligado nao
terao direiurem relaeao" a essas novas accocs. sal-
vo se a companhia o determinar de outra"sorte, ao
seu offereciinenlo das ulteriores novas acedes.
Art. 18. As acedes de 100 serao divididas em
acedes de 25 logo que as actuaes restrieef.es le-
gislativas a respeito da importancia nominal das
acedes de um banco de Joint Sloch forem remo-
vidas.
Arl. 19. Sujeilas as provisdes das leis e com au-
torisacao de una resolucao especial e com o con-
sentiniento de Ires quartas partes, no valor, dos
possuidores de todas as acedes, ou conforme se dr
0 caso, todas as acedes de qualquer classe poderlo
ser consolidadas era um menor numero, 011 dividi-
das em um maior numero de acedes, ou seren por
esse meio. 011 de outra sorte augmentadas, ou dimi-
nuidas na importancia nominal ou na importancia
nominal aggregada.
Art. 20. Os directorios poderao de lempos a tem-
os se elles o julgarein til, lomar por empresli-
inos qualquer soinina ou sonimas de dinheiro so-
bre escriptos de obrigaeao ou escripturas de divida
ou sobre hypotheca com a taxa de juros e a ter-
mos taes, conforme clles julgarein apropriados.
7.Ftnvfo de reserva.
Art. 21.Urna parte (caso haja) da renda da com-
panhia conforme a assembla geral de tempos a
tempos determinar ser applicada para um fundo
de reserva.
Art. 22. Com o projiosilo de igualar os dividen-
dos a companhia poderem resolucao especial e pa-
recer do conselho applicar de lempos a tempos
qualquer parte do fundo de reserva conta de ren-
diinentos.
Art. 23. O conselho podera de tempos a lempos
distrabir dosdinheiros da companhia taes Bommas
conforme no sen entender forem necessarias para
fazer face a reclamacdes que por acaso existam
contra a companhia.
8.Applicaril dos dinheiros.
Art. 2i. Todos os dinheiros levados conta do
fundo de reserva ou quaesquer outros pertencentes
companhia c que nao forera immediatamente ap-
ueados a pagamentos que esta lenha de fazer, jkd-
dem pelos directores seren empregados naqneues
ttulos do governo, bens de raz 011 movis que o
conselho era differentes occasides tiver por conve-
niente e quando o mesmo conselho julgar acertado
podera fazer emprego de capitaes para de nome de
terceiros (Truslees) sem transferencia de propre-
dade.
Art. 23. O conselho podera conservar em poder
dos banqueiros um saldo lal conforme o conselho
de tempos a lempos julgar conveniente, sem embar-
go de alguns dos bauqueiros seren directores ou
director.
9.Assemblas geraes.
Arl. 26. A assembla ordinaria reunir-se-ha an-
nualmente no local em Londres ou Middlesex,
horas e no dia de cada anno que os directores de
tempos a tempos designarem.
Art. 27. Porm at que a companhia determine
em contrario a assembla ordinaria reunir-se-ha no
mez de abril de cada anno.
Art. 28. A primeira assembla ordinaria reunir-
se-ha no mez de abril de 1864.
Art. 29. Urna assembla extraordinaria podera
ser convocada em qualquer poca pelos directores
|K>r accordo entre elles mesmos.
Art. 30. Urna assembla extraordinaria podera
ser convocada em qualquer |>ora pelos directores
toda a vez que um requerimento feit por qualquer
numero de accionistas, nunca menos de cinco, e
possuindo juntos nunca menos de 2,000 acedes, e
declarando o objeclo da assembla, assignado pelos
requerentes fdr entregue ao secretario ou deixado
no escriptorio dos directores.
Art. 31. Toda a vez que os directores deixarem
decorrer quiuze dias depois da entrega de algum
desses requerimenlos e nao convocarem una as-
sembla de conformidade cora o mesmo, os reque-
rentes ou quaesquer accionistas nunca menos de
cinco, e possuindo juntos acedes na importancia no-
minal de nao menos de 2,000 libras esterlinas po-
derao convocar una assembla.
Art. 32. Qualquer assembla geral reunir-se-ha
em um local conveniente, tal em Londres ou
Middlesex, conformo os directores ou accionistas
que convocarem a assembla o designarem.
Art. 33. Tres accionistas formarao o numero le-
gal para urna assembla geral, oscolha de um pre-
sidente para a assembla, deelaracao de um divi-
dendo proposto pelos directores! e para o adiamen-
to de urna assembla.
Art. 34. Excepto para a escolha do um presiden-
te para a assemljla. deelaracao de um dividendo
aconselhado pelos directores ou adiamento de urna
assembla o numero legal para una assembla ge-
ral sera de 10 accionistas.
Art. dk Nenhum negocio ser tratado em as-
senmlea geral a menos que logo no comeco se te-
nha reunido o numero legal para -tratar do negocio,
e a deelaracao de um dividendo proposto pelos di-
rectores nao ter lugar senao depois de deeorridos
pelos menos quinze minutos depois da hora desig-
nada para a reunio da assembla.
Art. 36. Se dentro de urna hora depois do lempo
designado para a reunio de urna assembla geral,
nao houver numero legal presente a assembla se
, tiver sido convocada a requerimento- dos accionis-
, las sera dissolvida ou adiada.
Art. 37. Se em qualquer assembla geral adiada
I mi houver nnmero legal presente- una hora de-
' pois do tempo designado para a reumao da assem-
| blea ella ser dissolvida.
ArL i*8- O presidente, com o consent ment da
assembla podera adiar qualquer assembla geral
de tempos a lempos e de local a local.
Art. 39. Nenhum outro negocio ser tratado em
assembla geral adiada alera do negocio que flcou
por decidir na assembla geral em que leve lugar
o adiamento e que poderia ter sido decidido nessa
reunio.
Art. 40. Os directores que convocarem alguma
assembla geral, e os accionistas que convocarem
alguma assembla extraordinaria farao as respec-
tivas particpaedes com pelo menos sote dias de an-
tecedencia e nunca mais de quinze.
Art. 41. Quando alguma assembla geral fdr
adiada por mais do sete dias os directores partici-
pa-lo-hao cora qualro dias de antecedencia pelo
menos.
Ari. 42. As participacoes convocando urna as-
sembla geral serao calculadas exclusive o dia da
parlieipaco mas inclusive o dia da reunio.
Arl. 43. As participacoes convocando as assem-
blas geraes ou as participacoes dos adiamentos
das mesmas, serao fritas por circulares dirigidas
aos accionistas que se acharem registrados como
residindo no Reino-Unido, declarando a hora e o
local da reunio.
Art. 44. Os directores e accionistas, que convo-
carem una assembla geral |ioderao igualmente, se
o julgarem til, fazer participacoes por meio de
annuncios.
Art. 45. Nenhum negocio ser iratado em qual-
quer assembla extraordinaria excepto aquelle que
tiver sido mencionado as participacoes para a con-
vocacao. Em todos os casos em que de conformi-
dade com os presentes, se tem de avisar qual o ne-
gocio a tratar em assembla geral, a circular e o
amiuncio se se lizer deverao circunstanciar o ne-
gocio.
Art. 46. Qualquer dessas circulares peder ser
j,enviada |ielocorreio como carta, dirigida aos accio-
nistas de conformidade com os enderecos do re-
gistro, e sendo assim enviada ser considerada co-
mo entregue no dia, no qual pela marcha regular
do correio, ella dever ser entregue no local decla-
rado no entlereco.
10Poderes das assemblas geraes.
Art. 47. Qualquer assembla geral quando o
aviso para esse ellto tiver sido dado, podera re-
mover qualquer director ou revisor por mi con-
ducta, negligencia, ineapacidade ou outra cousa
considerada pela assembla como sufflcientemente
provada e podera supprir qualquer vaga de direr-
Ires bu revisores, variar o numero dos directores,
determinar a remuneraran que Ibes deve ser paga'
mas de modo que a nao reduccao abaixo da reiiiu-
ncrarao mnima determinada" por estes artigos da
associacao, salvo obticlo o coiiscnlimento de que
trata o art. 106 e sujeita as provisdes dos presentes
podera decidir em geral quaesquer negocios da
companhia ou relativos mesma.
Art. 48. Qualquer assembla ordinaria sem que
para isso lenha havido avisos podera eleger direc-
tores e revisores e podera approvare regeitar lan-
o intuir como parcialmente, adoptar e confirmar
as conlas, balanense rotatorios dos directores ere-
visores respectivamente, e podera decidir qualquer
proposta dos directores, ou relativa a qualquer di-
videndo, e sujeitos as provisdes dos presentes i>o-
der em geral discutir quaesquer negocios da com-
panhia a ella relativos.
Art. 49. Quando qualquer assembla geral |>or
resolucao especial tiver delerminadu sobre um aug-
mento de capital, as assemblas ou quaesquer ou-
trasassemblas geraes, poderao por resolucao es-
pecial determinar at que extensao se devera ef-
fecluaro augmento pela emissao de novas acedes
e com que eondices dever jior esse meio" ser
augmentado o capital, o lempo, modo e termos da
emissao das novas acedes, e qnl a applieaco que
dever dar-se ao premio das novas acedes, caso
haja.
Art. 50. Qualquer assembla geral que determinar
as condicoes pelas quaes quaesquer novas acedes
deverao ser emillidas podera determinar que as*no-
vas acedes sejam eniiltidas como urna ou como va-
rias classes, e podera ligar as novas acedes, ou a
novas acedes de ludas ou quaesquer classe, qual-
quer privilegio especial com referencia a dividen-
dos ou a juros prefereiiciaes, garantidos, fixos,
fluctuamos, remiveis ou outros, ou por outra
sorte, condiedes ou restricedes e quaesquer espe-
eiaes,
Art. 51. Se, depois de qualquer assembla geral
ler por resolucao especial determinado sobre a
emissao de novas acedes, todas as novas acedes
nao forem emtlidas nssa conformidade, qualquer
assembla geral podera determinar que as novas
acedes nao emillidas nao o sejam mais. antes sajan
caieelladas, ou determinar sobre qualquer alle-
racao as condicoes pelas quaes as novas acedes
n emittidas deverao ser, ou sobre os privile-
gios e restricedes especules ligadas as novas ac-
edes nao emillidas.
* Art. 52. Fica previsto que nenhuma resolucao
sobre augmento de capilal, nem resolucao alguma
alTeciando a emissao de quaesquer novas acedes
ser tomada sem previo parecer do conselho.
Art. 53. A companhia podera cm assembla ge-
ral de tempos a lempos, por resolucao especial al-
terar e fazer novas provisdes em substituico ou
em accrescimo a quaesquer regulamentos da com-
panhia, quer se achem contidos nestes artigos da
associacao, quer nao.
Art. 34. A faculdade de poder da assembla ge-
ral de lempos a lempos |>or resolucao especial al-
terar e fazer novas provisdes om substituico ou
accrescimo a quaesquer dos regulamentos da com-
panhia abranger a autorisacao de fazer todas as
alleracdes dos presentes, quaesquer que ellas se-
jam, excepto tao somente no que diz respeito aos
regulamentos da companhia que provem sobre a
limitacao da responsbilidade dos accionistas e so-
bre a igualdade proporcional da responsbilidade
dos accionistas e dos seus interesses nos lucros da
companhia e sobre a remuneracao mnima dos di-
rectores, cujos regulamentos assim exceptuado se-!
rao, nessa conformidade, excepto no que lica pre-
visto no art. 106 considerados os nicos regulamen-
tos fundamenlaes e inalteraveis da companhia;
mas para a companhia serao obrigativas todas as
suas resoluedes especiaes lelas quaes quaesquer
acedes tenham sido emillidas, com privilegio espe-
cial, e todos os novos regulamentos da companhia
terao effeito nessa conformidade.
Art. 53. Duas assemblas geraes extraordinarias
e successivas reunidas no espaco de tres mezes por
resolucao, approvada por pelo menos tres quartas
penes dos votos dos accionistas que votarcm em ca-
da reunio pude resolver a respeito da dissolueao
da companhia do tempo, mocto. e termos e condi-
coes da dissolueao,
Art- 50. Qualquer resolucao por pjeripto pro-.
posta pelo conselho, que depois de ter sido coman-
nicada aos accionistas registrados como residentes
no Reino Unido, fdr adoptada e sanecionada por es-
cripto, e pelo menos por tres quintas partes no va-
lor dos accionistas, ser, excepto para a dissolueao
da companhia, tao valida educiente como una re-
solucao de urna assembla geral ou como urna re-
solucao especial.
11-Procedmento as assemblas geraes.
Art. 57. Era todas as assemblas geraes o presi-
sidentc dos directores e na sua ausencia o vice-
presidente (caso haja) e na ausencia de ambos um
director eleito pelos accionistas presentes, e na au-
sencia de todos os directores, um accionista eleito
lelos mais accionistas presentes, tomar a presi-
dencia.
Art. 58. Era lodas as assemblas ordinarias as
3uaes alguns dos directores tiverem de retirar-se
o cargo, elles permanecerao no cargo at dissol-
ver-se a assembla, e entao elles relirar-se-hao do
cargo.
Arl. 59. O primeiro negocio de todas as assem-
blas geraes depois de oceupada a presidencia, se-
r a leilura da acia da ultima assembla geral, e
se a acta nao livor, na opiniao da assembla, sido
assignada de conformidade com as leis ou cora
os presentes, ella ser depois de reconhecida exac-
ta, ou mandada corrigir, assignada pelo presidente
da assembla perante a qual ella fdr lida.
Art. 60. Excepto no que lica pelos presentes
providenciado dilferentemenle todas as materias
que tiverem de ser resolvidas por qualquer assetn-
b]a geral, salvo se o forem sem um dissidente, se-
rao decididas por urna simples maioria dos accio-
nistas que se acharem pessoalmente presentes: e
salvo quando a votacao por espheras fdr requerida
ser decidida pela elevaco de maos.
_ Art. 61. Toda a resolucao especial e toda a ques-
tao que pelos presentes, requerer ser decidida por
mais do que una simples maioria dos accionistas
pessoalmente presentes assembla geral, sorao,
salvo se forem resolvidas sem um dissidente, deci-
didas por meio da votacao por espheras.
Art. 62. Em todas as questdes que tiverem de
ser decididas por urna simples maioria dos accio- [
nistas pessoalmente presentes em qualquer assem-
bla geral, cada accionista pessoalmente presente e '
SHalilicado para votar conforme os presentes, ter'
ireito de o fazer.
Art. 63. Em qualquer assembla geral (salvo se'
a votacao por espheras fdr inmediatamente em se-
guida a qualquer resolucao da assembla) e no ac-
to de declarar o presidente assembla o resulta-
do da elevacao de maos pedida pelo menos por dous
accionistas, ou em antes da dissolueao ou adiamen-'
to da assembla geral o fdr por um requerimento
devidamente assignado por accionistas retirando !
pelo menos 100 acedes (e entregue ao presidente
ou secretario) a deelaracao do presidente que a ro
solucao foi approvada, e"o lancamento frito para
esse lim na acta dos trabalhos da assembla serao
sufliciente evidencia do fado assim declarado, sem
necessidade de provar o numero ou a proporeao de
votos pro ou contra a resolucao.
Arl. 64. Se a votacao por espheras fdr requer- '.
da, ser frita de Mi maneira, em lal lugar e itn- j
mediatamente. 011 em tal tempo dentro dos prxi-
mos sete dias, conforme o presdeme da assembla
determinar, e o resultado da votacao por espheras
ser considerado como sendo a resolucao da as-
sembla geral na anal a volacao ior espheras foi
requerida.
12.Votacao nos wueiiiblas geraes.
Arl. 65. Em lodas as questdes que liverem de
ser decididas pela votacao por meio de espheras
cada accionista que s adiar presente, pessoal-!
mente ou por procuraeo e com direito de votar,
ter um voto porcada accio que representar.
Art 66. Se mais de uma pessoa liver conjunc-
lamento direito aumaaecao, a pessoa cojo nome
s.' adiar em primeiro lugar no registro dos accio-'
nistas como um dos possuidores da aceo c ne-
nliuina outra ter direito a volar com referencia a
mesma.
Art. 67. Toda vez que um pai. tutor, curador,
marido, lestaiiienteiro 011 administrador respecli-,
viniente je um accionista menor, luntico, idiota, I
mtilher ou fallecido, desojar volar com referencia
accio do accionista impossibilitado ou fallecido. I
elle podera tornar-so, como Oca previsto pelos pre-
sentes, accionista com referencia aceo e podera
volar de conformidade.
Art. 68. Um accionista pessoalmente presente
em qualquer assembla geral peder recusar -se a
volar em qualquer queslao, mas nao ser pelo me-
l de assim se recusar, considerado como estando
ausente da assembla.
Arl. 69 Um accionista com direito de votacao
podera de lempos a lempos nomear qualquer outro:
accionista seu procurador para votar em qualquer
volacao por espheras.
Arl. 70. Todos os instrumentos de procuraeo'
seo manuscriptos. pela uu conforme a seguinte
formula, e assignado pelo constiUunte, e ser de-
positado no escriptorio pelo menos quarenta e oito'
horas era antes do dia da convocaeo da assembla
geral. na qnal tem de servir e ser depositado no
archivo da companhia, mas ser apresentado toda
vez que rasoavehnenle se requeira, e a cusa (caso
a baja) do accionista ou do sen procurador.
Art. 71. A seguinte 'todera ser a formula do ins-
trumento de procuraeo:
Eu (A B) accionista do London and Bazilian
Bank Limitedpelo presente insirumcnlo nomeio
(C D), tambera accionista da companhia, para obrar
como meu procurador na assembla geral da com-
panhia que ter lugar no da de de 18
e em loaos us adiamentos da mesma.
Em testemunbo do que o assigno aos dias de
de 18 (Assignado.)
Art. 72. A pessoa oceupando a presidencia da;
assembla geral, ter no caso de empate de votos
em una volacao por espheras, ou de outra manei-
ra, um voto ddicional ou decisivo.
13.Arfas das assemblas geraes.
Art. 73. Todos os lancamenlos fritos no livro das
actas dos trabalhos das assemblas geraes designa-
dos para screm lancados e assignado de conformi-
dade com as leis ou rom os presentes, serao na au-
sencia de provas em contrario considerados como
um registro correcto, e nessa conformidade como
actos originaos da companhia; o em todo caso, o
encargo de provar a existencia de erros recahir
inteiramente sobre a pessoa que fizer qualquer ob-
jeccao aos lancamenlos.
14.Directores.
Art. 74. O numero de directores ser de nove.
Art. 73. O numero de acedes para a iHialificaeao
de um director ser o possuir ello propriamenle
suas, acedes no valor nominal de polo menos
2,000.
Art. 76. Todo o director, excepto em quanto aos
accionistas originaes e aos accionistas propostos
pelo conselho eleicao de vera ler sido possuiuor do
seu numero qualificalivo de acedes pelos menos 6
MM era antes.
Art. 77. Na assembla ordinaria do mez de abril
no anno de 1864 c na assembla ordinaria do mez
de abril dos annos seguimos, tres dos directores
deverao relirar-sc do cargo; e a assembla elege-
r accionistas qualificadlos para supprir os seus Tu-
gares.
Arl. 78. A ordem pela qual so deverao retirar
os primeiros o actuaes directores, sor determina-
da entre elles mesmos, om um conselho reunido
em antes do fim do moi de dezembro de 1863, por
aocdrdo c na falta do accordo por ordem alphabe-
tica.
Art. 79. Toda a vez que surgir alguma questao
I -?respeito da retirada de qualquer, por_ seu turno,
I ser decidida por um conselho.
Art. 80. O director que se relira, se s? achai
qualiflcado |oder ser reeleilo.
Art. 81. Um accionista nao sendo um itirertor
que se retira, nao ser, salvo se fftr proposto arl"
conselho a eleicao, nual i lirado para ser Herto di-
rector seno tendo elle onlregue ao secretar'
deixado no escriptorio. nunca nucios dV vinle -
un dias nem mais de dous mezes em anf.-s to dia
da eleicao de directores, partiriwrao por e-^rips
e assignada por elle, dosvu desvo ser .-|.-i-
director.
Arl. 82. Um accionista nao sor qoalitVado pa-
ra substituir un director a menos qn.-t.-nb.,. pr-
priamente suas o numero do aee.v* nnalifi. .
livo.
Arl. 83. Toda a vez que a a--.tnM.-a ordinari 1
deixar de eleger um director para o logar d>> di-
rector que se relira, o director que deveria retirar
se ser considerado como reelcito.
Art. 84. Todo o director devera largar o seu car-
go logo que deixar de possuir propriamenle soas .
numero de acedes qualilicativo,. se tornar fallid
ou insolvente, ou tenha suspendido os seus paa 1
meatos, frito concordata com os -en- ereitore-. -1
do declarado luntico ou occupandoqualqner lug 1
na companhia, do qual col lia rendi monto \
no de banqueiro, ou excepto como accioni-ta J.
uma eompanhia incorporada twido parle ou part
cipando dos lucros do pajpar contrato rom a
companhia, ou oxeepto como accionista pirti.ip-m
do dos lucros de qualquer trabalh frito rara 1
companhia, ou (salvo so o con-olho o decidir oni
contrario) deixando do comparecer nos wn-lh...
pelo espaco do sois mezes successivos.
Art. Ro. Um director podera ora qnalqrter opon
participar por escriplo o seu desojo aV leintuir -
entregando a participacao ao presidente os i
toros, ou ao secreiario, ou deixando-a n-. a*tetft
no, e depois de aceita polo conselho a sua denu-
so, mas nunca era anles, o seu lugar considerar
se-ha vago.
Art. 86. Qualquer vaga casual no cargo de di-
rector podera ser proenchida pelo conselho (-11
nomea^ao de um accionista qualificado. o qnal -
cupar a todos os respoitos o lugar de seu proeV-
cessor.
13.Conselhos e commissoes.
Art. 87. O conselho reunir-se-ha quando os di
rectores o julgarein conveniente.
Art. 88. Um conselho extraordinario podera si 1
convocado em qualquer ooeasio por dous dos di-
rectores frita a participacao aos mais director -
cora dous dias de antecedencia
Arl. 89. O numero legal pan a forma;*, do nh>
selho ser de cinco directores.
Arl. 90. No primeiro conselho que se reunir I
potado cada assembla ordinaria elegor-so-lia 111..
presidente de directores por um anno e |leni
1 igualmente etoger-ae um vi.....af^aMante.
Art. 91. Quando a presidencia ou vice-pre>id-n-
Cia vagar no decurso de algum dos anno*.
Miro conselho, depois de frito a participe',
directores, eleger um presidente ou un
presidente, conforme se der ocaso, para o reala i
anno.
Arl. 92. Era lodos os casos em que o pre.-ideate
M acbar :ui-en! do cuaiwibo sera Hornead*, un.
presidente substituto polo conselho. ma> adu
se presente o rice-presidente -era elle -ul.-i
tuto.
Art. 93. Os trabalhos do conselho serio regula-
dos tanto quanto asordens em vigor do
conselho o determinaren!, pelas -11.1- orden- em vi
gor. e a outros respoitos, conforme os dir.
presentes ojulgarem conveniente.
Art. 94. Todas ai qnestoai te que m
seibo serio decididas pela maioria da rote daaaV
reetores presentes, cada director leado na 1
Arl. 9-*).- No ea.-o de empale de votos em um
seibo, o presidente do mesmo lera un -
voto ou voto decisivo.
Art. 96. Os directores pjderio aunear on
taes commissr.es lirada.- do seu ao Manaran! ife -
julgarein conveniente, e poderao determinar 1
guiar o seu numero legal, devores e tratad -
Art. 97. Todas as eoanuissSes devano bvrai
tas dus seus trabalhos e enviar rriatorka toa me-
mos ao conselho de lempos a lamaos.
Arl. 98. As acias dos trabadlo- da cada .-oose-
llio o da resistencia dos directores aos m
peclivainente serio na Breara oeeaaiao 00
toda a conveniente brevidade logo dapaa, rrejnre-
das pelo secretario em um livn. inrofttade : t at-
rio assignada pelo presidente da a-seinblca. ni
qual ellas forem lidas.
Art. 99. Cada una tasas actas, quando 1ii
registradas e assignadas serio an aaasana d* av
vas de erro-, considerada< como um :i.-i.. ..1 i-m...
Art. 100. O conseno podara adiar reres >
vier de uma poca para outra o para qualquer I
cal as suas reunides, conforme os dir.ii.re- ,
gentes o tteMinraaresa.
6. /'i.i/.i.s i iettrn d"
Ali. 101. Ao conselho serio confiado- n
exercer e prem ovrueo os seguinte- pean
devores, a -aber :
(A) A direcceo e gestao geral dos ii.;.h-h>* .1
companhia.
(B) A nomcacao o remoran e .1 deteniiin.i.i 'I -
obrigaeoes o salarios, ou outra* remiinei.i.-."-- .1
gercnle, secretario, oakeiros. agentes niel. da
companhia o as garantas que -e devora exigir .1 -
mesmos.
(C) A nomcacao e remocaodos solicitad-1
banqueiros.
(D) A convocaeo das assombl-as ger.i.-
(E) A instaurarn, direceo, defoza. ronipromei
ntenlo e abandono de procesar legaes quer a (ai
qur contra a companhia e seu* empni;:>l.
por outra maneira eoncernentes ao- o .. ; !
eompanhia.
(F) A compra, arrendamento, edifica, o .u
ter por outra sorte as casas ou escritorio- apro-
priados ao banco do Beino-l'nido c no imperio
Brasil, ou em qualquer outro lugar, para a- tran-
acedes da comjianhia
(G) O comprar, tratar o dispor dos Ierren.>-
mais bens no Beino-l'nido, ou no iran 1 m do Bra-
sil ou om qualquer oulra parte que a cumpanhiu
possa legalmente comprar.
(H) O estalieleeer, organisar esupprinur os li -
eos, caisas filiaos e agencias no imperio do Bn-il
e cm outro qualquer lugar, que os directores jul-
garem apropriados aos negocios da companl*.-.
(I; O entprchendcr c levar a efleito on atando
nar negociaedes e arranjos com o governo dr Su
Magestade. o governo do Brasil e outras am< <
dade.-. para quaesquer dos propsitos da rpn|A-
nliia.
(K) O requerer, conmrar, aceitar on rejritar toes
concesssdcs ao governo ini|ierial cont! j.ie -
rectores julgarem conveniente.
(L) O requerer toes estatutos, leis eu decreto *>
governo imperial conforme os directores julgarem
neeessario para segu-anca da nreuriedadr e direi-
tos da companhia, e da limitacao Jas responsabilt
dades dos accionistos.
(M) 0 registrar esta companliia no imperio a
Brasil ou em outro qualquer lugar con* nma so-
ciedade anonyma.
(N) O entrar, levar a e*ito e abandonar nego-
ciaedes e arranjos com governo imperial, ca re-
laeao a companhia. _
(O) O enviar para o Brasil ou outro qnafcrear
lugar um ou mais directores, enm
para inspeccionar, fiscalisar as operante* #l DB?'>"
cios da companhia e com poderes e insrcji**-
taes, e sujeitos a taes condicoes e resirii}oas e com
tal remuneracao conformo os directoras
julgar conveniente, e *us|>en,de.erevogar 1
dessas nonieacoei,,



JMT


J" M
t>Urlo e Pcrmaanbueo Quinta fcira *to le Jnlho de l (P) 0 nomear e enviar, qur temporariam*te,
qur permanentenieate, pan o Brasil, ou para ou-
tro qualquer lugar, quaesquer peanas na malida-
de de empregados ou criados da companhia seja,
romo inspectores, chefes ou gerentes ou como agen-
es geracs e locaes, ou em qualquer outra capad-
para alguma ou quaesquer da ooerasoes ou nego-
cios da eumpanhia, e com laes indares e inetruc-
edes, e sujeito a taes condi$oto e reatricroes, e eom
tal refliuneracao conforme ot directores julgarem
conveniente.'
(Q) O delegar sob o sello, ou par escrpto, sem o
sello, a quaesquer desses liractores, inspectores ou
cliefcs, ou outros gerentes, agente* a maJs empre-
gados, respectivaantole, e qnaecquer dos poderes
do conselho, e o tafesti-lo* reapeetivamente com
juaesquer outros poderes que os directores na sua
iscriiio julguem iiecessarios para a de vida direc-
oo, gastao c regulaaaento de quaesquer operacOes
u negocios da companhia.
(R) O prover-sede livros apropriados e stimeien-
tes, distinguidos jtelos nones que os directores
presero veran, e que serio oscrpturados sob a su-
perintendencia dos directores, bus quaes sero Jei-
tos os lancanicntos exactos, convenientes e sufi-
cientes de todos os pagamentos, cbrigaooes, recebi-
mentos e crditos tanto da couipanta como por
conta da niesma, e de todas as materias propria-
inente a origem do debito e crdito, conta, recibo,
ou pagamento, nos quaes a couipauhia ou a sua
propriedade possa acbar-se iutcressada, de modo
que o estado linauceiro da companla possa a todo
o momento ser conhecido to exacta e claramente
(manto as circunstancias o permiuirem.
i Si O dirigir, tiscalisar e providenciar o recebi-
mento, guarda, emissio, emprego, applicaco, ges-
le, retnessa e gastos dos Unueiros e fundos da
couipaniia.
(T) O toternnareiu (mas snjeilo a approvacio
das assemuleas ganas) se alguiim parle, e qual a
parte dos lucros da cutunanhia que leve ser dislra-
iida para fundo de reserva.
IV) O determinar asseuiblas geraesj que parle dos lucros da compa-
nliia de ve ser dividida.
(V) o tomar por empresliiuo 6obre hypotheca,
< scriptura de obrigacao, ou sobre garanta de cha-
madas nao pagas, ou por outro meio, quaesquer
sommas necessanas, na opinio do conselho, [ara
as opera^oes da HMupanhia e o fazer contratos por
conta da companhia, e o contrahir por coma da
oiupanhia, taes dividas e obrigacoes que na opi-
nio do conseno for-eio necessarias para elfecttiar
as ojierac^ies, ou para quaesquer dos propsitos da
conpautiia.
(W) O passar e dar recibos, quitacoes e oulras
tksoneracoes por lioliciros pagos a companhia e
pelas rectama^'oes e pedidos da compaahki.
| N i O entrar em composico sobre quaestpier
quaiias devida couiuanlria, e sobre as reclaiua-
i/m's e pedidos da eumpanhia.
(Y) 0 referir quaesquer reclama^oesepedidos
da companla e contra a companbi, a arbitros e
cumplir c observar as decisoes que houverein.
(') O representar a cotnpanhia em todas as ma-
terias relativas a fallencias c insolvencias e a ou-
tros tenedores da companhia.
(AA) O fechar semestrahneute ou mais a muido
as contts da cumpauliia.
(BBj O procurar fazer ct>ra que as contar sejam
devuiaueute balancailas e revistas scmestralmente,
ou mais a miudo, de eouformidade eoin as leis e
os presentes.
(CCj O fazer em cada assembla ordinaria, o re-
latorio dos negocios e o prospecto da compauhia,
incluir id o todos aquelles tletalhes que forenineces-
.-.u'mi- para explicar as coulas.
(DO) O fazer as cliamadas dos accionistas.
(EE) O aceitar pagamentos adianlados das cha-
madas, c determinar os termos pelos quaes taes
pagamentos deverao ser aceites.
raes as materias que tem de ser determinadas por
resolucio espacial
(GG) O escrijiturar o registro dos accionistas e
o registro de transferencias.
(HH) O detenninar a revista do sello, e o auto-
risar o uso do sello, mas, de forma tal que todos os
documentos nos quaes o sello for posto, deverao
ser assignados por pelo menos um dos directores, e
subscripto ou rubricado pelo secretario.
(U) O providenciar que baja segurauea no guar-
dar lo sello.
(KK) O faztr todas as cousas requeridas para
satisfarn das exigencias das leis.
(IX) O verificar, ajusfar a |>agar todas as des-
lazas das incidentes a formarao, eslabetecimento, e
registro da companhia.
(MMl O liscalisar. administrar e regularisar a
todos os resjieitos, excepto no que pelos presentes
fr |ior outro modo prvido, todas as mais materias
relativas rom|ianhia e aos negocios da niesma.
Art. 102. O conselho alem desses poderes e de-
vores, exereera e cumprir todos poderes ej
veres que pelas leis e pelos presentes respectiva-
inente sao conferidos e impostes directamente e
Mirinduccao aos directores.
Art. 105. Todas as contas do conselho depois de
revistas c approvadas por urna asscmbla geral
serlo conclusas, excepto a respeilo de maluuer
erro que se descubra as mesmas dentro de dous
metes em -cnida a approva<-ao das nn-sinas.
Art. 104. Toda a vez que qualquer desses erros
fr descebarlo dentro desseprazo, a conta ser im-
inediatamente corrigida e ser depois disso con-
clusa.
Art. 1(1.1. A rernuneracao mnima dos directo-
res ser de S 3,580 por anuo, contado do Io de
junho da 1W2, e ser dividida entre os directores
conforme eUes de lempos a tempo o delermi-
naivin.
Art. KK5. A companhia de tempos, por resolu-
{So da as>enibla geral, poder augmentar ou di-
minuir a i eintineracjio dos directores, mas de mo-
do U\ que a rernuneracao nunca ser, sem o COB-
sentimento unaninic dtoeoiiselho de directores, me
DOS doque a remuiieacao niinjina que tica proti
do iwr estes artigo da associaeao.
Art. Wf. A companhia, por resolucao de urna
aembica geral. poder conceder urna remunera-
c3o extraordinaria ao presidente dos directores.
17. CommsSe loeaet eotitrtu.
Art. 108. conselho jKxler nomear e remover
laes lommi.oes lcaos no unperio do Brasil, ou
em outro i|ual.jiicr lugar, consislmdo de tal nume-
ro de accionistas, ou de ambos, conforme o conse-
lho possa julgar conveniente, e poder determinar
e regular mal o seu minero legal, deveres, toaba*
Ibos e rernuneracao.
Alt 109. O conselho poder delegar iqoalqner
coimnisso local no unperio do Brasil, ou emoutrs
qualquer parte, taes poderes, aiia>risa;ao e arbi-
tolos ilocotisellio, coiifoiine o coiiselliojulgar m-
CCSSartO para elfecluar qualquer dos negocios da
companhia. Cada conunissao local fara todos c
laes retornos, e fornecer todas e taes cotilas ao
consemo, conforme o conselho de lempos prescre-
ver exigir.
Art. 110. As eommissoe- locaes serSo a todos os
respeitOS SUJehas aliM-alisacodo conselho.
Art. 111. 0 conselho poder de lempos a lem-
pos nomear qualquer pessoa, oupessoas, para ser
u representante ou representantes da companhia,
no imperio do Brasil, OU em outro pialquer lugar,
com laes poderes e sujeitas a taes restriegues, com
tal rernuneracao, conforme o conselho possa julgar
conveniente, e poder de lempos a temposremover
essapes soa ou [.essoas.
18. Revisores.
Art. U2. Dous revisores, nao sendo de neeesai-
dade que sejam accionistas, serao nomeados pela
assemolea geral no mez de abril de cada anuo para
o anuo segiiinte.
Art. U'.i. A sua remunerai;ao ser eslabelecida
pela asscmbla.
Art. 11 i. Elles lorio de rever as contas da com-
panhia de conformidade com as leis e com os pre-
sentes.
Art. lio. Qualquer vaga accidental no cargo de
revisor ser sapprida por urna asscmbla extraor-
dinaria convocada para esse lim.
Art. lie. Pelo menos vinte e oito das em antes
do dia de cada assembla ordinaria, serao entre-
gues pelos directores aos revisores as contas se-
ine-traes e em asscmbla, e os revisores receberao e examina-
ro as mesmas.
Art 117. Dentro de matorze dias, depois dare-
cepeodas conlas edo balanco, os revisores deve-
rao "conlii nui-las, ou se ellos nao julgarem conve-
niente conllrma-las, deverao informar particular-
mente sobre ellas, e deverao entregar aos directo-
res as contas e o balanco com a sua informaijao
(havendo-a) sobre as mesmas.
Art. 118. Buz dias utei em antes de cada as-
scmbla ordinaria, unta copia mpressa das contas
e balancos revistos, e a informaelo dos revisores
(havendo-a) ser enviada pelos directores a eada
accionista registrado como residente no itoJno-Uni-
ilo. de conformidade coui o sen endereco regis-
trado.
Art 119. Em todas as assomWas ordinarias a
Informacao dos revisores (havendoa) ser lida
aseemblea junto com o relatorio dos directores.
Art 120. ,\"o decurso do anno e em todas as llo-
ras razoaveis do dia, os revisores lerao accesso e
padaraa inepeeeionar os livros de contas e os li-
vros de registro da companhia, com a assietencia
de cai&eiree ou oulras peanas, e com laes outras
facilidades, conforme es visores rasoavelmente
requercrem.
19. Directora, admdstradores e etnpregados.
Art. 121. Quando o conseibo julgar conveniente,
crear-sc-hao taes e tantas administi adinvs para
quaiquer dos deposuos da companhia confonne o
conselho julgar conveniente, e elles serio namea-
dos pelo eottselho, e terio taes poderes e indenini-
saeeas ecumpriro taes obriga;oes. e serio sujei-
tas a taes regulanentos conforme o conselho de-
terminar.
Art 121. Os directores, administradores revi-
sores, secretorio, e mais empragados, serao indem-
nisados pela companhia d todos es prehakose
despezas em que incorrerem no ou cerca fo cum-
prneulo dos seus respectivos deveres, excepto
aquelles que tiverem tugar por acto ou falla sua
| respectiva ou voluntaria.
Art 123. Nenlium director, administrador o
empregado ser responsavel por qualquer outro
' director, administrador ou empregado, ou por ter
tomado parte em quaiquer recebimento, ou outro
' acto por conveniencia, ou por qualquer perda ou
1 despeza que soffrer a companhia salvo se as mes-
mas tiverem lugar por acto ou falta propria ou vo-
luntaria.
Art 121 As contas de quaesquer administrado-
res ou empregados podero ser ajustadas e appro-
vadas ou desapprovadas tanto no todo como em
parh' pelo conselho.
Art 12o. O empregado que se torne fallido ou
1 insolvente, ou compundo-sc publicamente com os
seus credores, ser per esse facto declarado inca-
paz de oceupar o lugar, e cessar de ser um dos
empregados.
Art 126. Fica entendido que, at que o lanca-
1 ment de incapacidad.: seja feito as actas dos di-
rectores os seus actos no seu emprego serao tao efll-
cazes, como se elle ohrasse como um empregado
habilitado.
Art 127. Os empregados ou quaesquer Melles,
quando requeridos pelo conselho, assignarao urna
declara^au, comprotueUend>se aguardarem segre-
do a respeilo los negocios e do estado das contas
dos diversos freguezes e pessoas com transaccoes
com a oannanhia, e sobre quaesquer oulras mate-
rias que vieren aos seus conhecHuontos respecti-
vos, em virtude dos seus respectivos empregos ou
oceupaeoes salvo lano quanto fr necessario
execueao ou cumprimeulo d06 seus respectivos
empregos ou obrigacoes, revelar os metanos.
Art. 128. O secretario ter a seu cargo o archi-
vo, livros e papis da companhia, nao sendo con-
tas, caucos ou garantas, e permittir entre as
dez horas e o meio dia, a iaspeecao do registro dos
accionistas, como tica prvido pelas leis, de modo
que cada accionista ou outra pessoa, en antes de
| o examinar, assigne o seu nome em un livro des-
[ tinado a esse fin; c permittir en antes de cada
, assembla ordinaria una inspeceo tal (se se lizen
i de quaesquer livros de conlas d eoiiqanhia, coa-
forme o conselho julgar nveniente, mas nao per-
mittir nenhuma outro inspeccao do archivo, livros
ou papis.
Art 129. 0 secretario pora o sello, com autorisa-
eao de um consellto e na preseaca de um director,
em todos os instrumento que requerereai ser sel-
lados, e rubricar todos esses instrumentos.
Art. 130. O conseibo poder nomear um substi-
tuto temporario do secretario, o qual ser conside-
rado secretario para os propsitos dos presentes.
20. AivVs.
Art 134. Cada aceo ser propriedade pessoal,
e camotal transmissivel, e ser indi visivel.
Art. 132. A companhia nao ser obrigada, era
recoabecer nenlium interesse equitativo, contin-
gente, futuro ou parcial em pilquer atro. ou
qualquer outro direito a respito de urna aeco.
excepto um direito absoluto mesma na pessoa de
tempo a tempos registrado como portador da mes-
ma, excepto tamlieiu no que diz respito a qualquer
pai, tutor, curador, marido, lestamentciro ou ad-
ministrador e representante de um fallido ou in-
solvente, e o seu respectivo direito pelos presentes,
para tornar-se un accionista con referencia ae-
cao, ou de a transferir.
21. Transferencia de acms.
Art. 133. A transferencia ehecluar-se-ha o-
mente le confonnidade com as leis.
Art. 134. registro de transferencia ser es-
crqitui'ado iielo secretario eob a tiseaiisaco do
conselho.
Art. 135. Um pai, tutor, curador, marido, testa-
menteiro ou administrador respectivamente, de um
menor luntico, idiota, iiiullier ou fallucido accio-
nista, nao sari como tal accionista.
Art. tio. Qualquer desses, pai. tutor, curador,
marido, tcstanienteiro ou administrador, poder
transferir qualquer ac^iodos respectivos accionis-
tas impossibilitados ou fallecidos, ou tornar-se ac-
cionista com referencia mesma, depois de ter
apresenlado aos directores taes provas do seu titu-
lo que rasoavelmente os poma satsfazer a far-
se-ha um lancaxnento das provas na acta dos tra-
balhos dos mesmos.
Art. 137. representante de um accionista fal-
lido ou insolvente nao ser por esse facto conside-
rado accionista.
Art. 138. Os representantes de um accionista
fallido ou insolvente, jiodero transferir qualquer
aeco do fallido ou insolvente depois de lerein
apresenlado aos directores laes provas dos seus
ttulos que rasoavelmente os (tossam satsfazer e
far-se-lia o laucamente das provas as acias dos
seus trahallios.
Art 139. A transferencia de urna aeco nao
ser feita por pessoa alguna sem que ella tenha
entregue ao secretario ou deixado no escrplorio
partcpaeao jior escrpto dos nmeros de cada ac-
cao que se deseja transferir, e do nome, residencia
e descri(K;o do cessonaro.
Art liO. A transferencia de urna accao, salvo
estando paga por inteiro, nao ser feita sein a ap-
provaco dos directores.
22 Arciomstas.
Art 141. Pessoa alguma ser registrada como o
cessionario de urna aeco sem que tenha entregue
DO eseriptorio o instrumenlo de transferencia da
aeco, passado de conformidade com as leis, para
ser guardado no archivo da companhia, mas deve-
ra ser apresenlado toda a vez que rasoavelmente e
j requerido e custa (havendo-a) do transferente
ou transiendo, ou dos seus respectivos represen-
tantes ; mas em qualquer caso em que no entender
do conselho nao se deva insistir neste artigo, elle
poder disnensa-lo.
Art 142. O registro dos accionistas ser es-
cripturado pelo secretario sob a liscahsaco do
conselho.
Art. 143. (ida accionista participar de lempos
a lempos, ao secretario, o seu endereco no Reino-
l'ndo para ser registrado como o lugar de sua re-
sidencia e o lugar de tempos a tempos assm re-
pgtradjn ser, para os propsitos das leis e dos
Sresentes, considerado como o lugar da sua resi-
encia.
Art. 144. Toda a participaco feita a um accio-
nista ser sufficiente estando "assignada pelo secre-
tario, e sendo enviada pelo correio, ou por outro
meio ao endereco registrado do accionista ; e se
elle ento tiver fallecido, qur a companhia tenha
ou nao conhecimento da sua morte, o objeclo dessa
participaco ser para todos os propsitos dos pre-
sentes, considerado como preenchido para com
seus herdeiros, testamenteiros e administradores, e
liara cada um delles. Nos casos em que mais do
3ue urna pessoa se acham registradas como porta-
oras de urna accao toda a participaco ser envia-
da pessoa cujo nome se acha em primeiro lugar
no registro dos accionistas, e a participaco feita
essa pessoa, ser tomada como participaco feita
todos os possuidores conjuntamente dessa aeco.
23. Certificados.
Os certificados de acedes passados com o sello
serao assignados por mu director e rubricados pelo
secretario.
Art. 146. Cada accionista ter direito a um cer-
tificado de lodas as suas accoes ou a varios certifi-
cados, cada urna por parte das suas ac*oes ; cada
certificado especificar os nmeros das accoes.
Art 147. Se algum certificado se destruir ou
perder, poder ser renovado, apresentando-se aos
directores provas que os satisfagan! de se terem
elle* destruido ou perdido, ou na falta de taes
provas, com tal indemnisac,o conforme os directo-
res julgarem adeguado que se d, e um Iancamen-
to das provas ou ndemnisaco ser feito as actas
dos seus trabalhos.
Art 1*8. Todo o accionista original lera direito
um certificado de cada accao gratis, mas em to-
dos os mais casos, pagar-se-ba um schilling com-
panhia por cala certificado piando os directores o
julgarem conveniente.
24. Dividendos.
Art 149. Todos os dividendos sobre as acoe*
serao declarados pelas assembleas ordinarias e se-
rio tirados dos lucros lquidos da compatiliia so-
mente, e (mas sem prejuizo de qualquer dividendo
preferencial ou garantido) nenlium dividendo ex-
ceder somma proposia assembla pelos di-
rectores.
Art 130. Mas, com o um de igualar os dividen-
dos, poder-se-ho fazer pagamentos de tempos a
tempos de conformidade com os presentes
do fundo de reserva.
Art 151. Quando, na opinio do cwaselbo, m lu-
cros o permiltirem, llavera um dividendo todnr as
semestres, c em virtude disso poder-se-ha declarar
tirados soJueo epecial para dissolver a companhia fr
enManaada, qualquer dos accionistas fizer um con-
trato obligatorio e satisfactorio (tara comprar ao
par, en nos termos que se ajustarcm, as accoes de
todos as accsonislas que desejarem rltirar-se da
e ser pago pelo conselho um dividendo semestral snBWpatehia, e flier sufficiente provisao de fundos
para ndemnisaco delles para com a companhia.
29. Arbitramento:
Art 182. Toda a vez que se originar quaiquer
diferen$a entre a companhia de urna parle, e qual-
quer ios accionistas, seus herdeiros, testamenteiros
Trlrniaistradares ou representantes, de outra parte,
a respito da intelligencia ou construecao ou dos in-
como dividendo por conta.
Art 152. Todo e dividendo, loa pie fr decla-
rado, ser papo par cheques sobre os banqueiros,
pe sern entregues ou enviados peio conselho aos
accionistas.
Art. 153. O portador de urnaaceSoque devere-
eabar, ou coas dirto a receber asa dividendo por
cents, eom referencia aceito, terirdtreito ao mes- cidentes e ansequencias dos presentes, ou das leis,
ato nao obstante ter elle deixado de ser o portador ou relativa a qualquer ento feita ou que tem de
da aeco, em antes da declaraco do dividendo, ser em seguida feita, executada, omitlida, ou con-
em reteaencia qual o dividendo foi declarado. sentida, em eumprimento destes presentes, ou das
Art 154. Fica entendido que quando qualquer leis, ou relativa a qualquer trausgresso ou allega-
accionista estiver em divida para con a cumpa- cao de trausgresso destes presentes, ou qual-
.nhia. todos os dividendos que tem de Ihe ser pagos, M11'-'1' reclainaco por causa de qualquer dessas
ou urna parte sumeiente dos mesmos, poder ser transgressfies, ou allegacoes de trausgresso,
applicada pela companhia em pagamento ou por ou por outra sortc relativa as premissas ou a
conta da divida. j estes presentes, ou as leis, ou a quaesquer dos ne-
Art 155. A companhia ter prelacao, e prefe- godos da companhia, todas essas diflurencas serio
rencia permanente allegavel em todos ostribunaes, submuitidas ao arbitramento de duas pessoas.
em cada una das accoes de qualquer pessoa pie Art 183. Um dos arbitros ser nomeado por ca-
dena fr possuidor individual ou conectivamente, o da urna das partes na differenca, e mesmo a respei-
isto para seguranca das dividas em que se acbem to de qualquer dessas partes, embora consistindo
para com a companhia anda que em taes drvidas de urna pessoa ou mais.
tcnhain parte pessoas que nao sejam accionistas Art. 1*1. O conselho representar a companhia
bastando que entre semelhanles devedores algum, na nomeaeao de um dos arbitros,
ou alguns, seja accionista registrado da companhia. Art. 185. Se nialquer das partes dentro de sete
Art 156. Todos os dividendos de qualquer ac- dias depois de para isso ter sido requerida por es-
cao que nao tiver um possuidor legal e registrado cripto pela outra parte, ou pelo seu representante,
para exigir o seu pagamento icarao em suspenso nao nomear um arbitro, ento ambos os arbitros
al que algueiu seta registrado como o portador da serao nomeados pela parte por quem ou por cujo
accao. agente a requisicao foi feita.
Art. 157. Bividendos nao pagos nunca wacerao, Art 186. Os arbitros, em antes de tomarem co-
juros, por ser contra a companhia. niiecimentos do negocio do arbitramento nomcro,
25. Chamadas. i por escrpto asgnado por elles, urna pessoa im-
Art 158. Todas as cJiamadas em relaco s ac- parcial c qualiucada, para servir de arbitro de de-
ci'-s ser, i fetas discripcio dos directores e con- senpate.
sklerar-s>ha a chamada como feita logo pie a re-i Art 187. Se os arbitros dentro de lo dias.de-
solueio aulorisando-a for approvada pelo coaselho. pois da sua nomeaeao nomearem um arbitro de
Art. 159. Os portadores eonjunetosde una ac- desempate, ento, a pedido da partes em dineren-
i.'o serio tanto separadamente como conjuacta- ca ou de qualquer deltas, poder ser nomeado um
monte respoasaveis pelo pagamento de todas as arbitro de desempate pelo gevemo do banco de La-
chantadas a respito da mesma. glaterra, ou por um jutz sob the Conimon Law Pro-
Art. 160. Toda a vez que se fizer qualquer cha- cedure Act 1834, ou se o arbitramento tiver logar
iiiada dar-se-ha aviso oom 21 dias de antecedencia; ora do Reino-Unido, ento pelo cnsul de sua ma-
a cada accionista responsavel pelo pagamento da geslade no lugar no qual o aihitramenlo tiver de
mesma, da hora e lugar do pagamente. Fica en- fazer-se.
tendido quo no caso le mais de urna pessoa terem i Art 188. Se os arbitros, dentrode 30 dias depois
conjunctamente direito accao, a participaco feita do Uies ter sido sido submellida a materia, nao cn-
a pessoa cujo nome se aoha em primeiro fugar no cordarem ao seu laudo sobre a mesma, entao ca
registoo losaccionistas ser eonsiilerada como sea- ser subraettida ao arbitro de desempate,
do aviso feito a todos os portadores conjunctos da: Art 189. O laudo dos arbitros ou do arbitro de
accao. desempate, se feito por escrpto e assigaado por
Art. 161. Decorridos 7 dias e nao se tendoeflee-' elles ou por elle,e prompto para ser entregue s
toado o pagamento le qualquer chamada em rea- partes em difterenca, ou aquella- que o desejarem,
cao a qualquer aocio, repetr-se-ha o aviso la cha- aos seus herdeiros, testamenteiros, administradores
mada, e decorndos novos 7 dias sera se realisar o ou representantes, dentro dos 30 dias em seguida
pagamento da mesma, a companhia poder deman- aquello em que a materia em differenca foi sub-
dar o accionsuem falla, pela quautia nao paga, a mettida aos arbitros, ou conforme o caso se der,
qual vencer os juros 10 %ao anno, a contar do ao arbito d>sempatante, ser obrigaiorio e conclu-
dia designado para o pagamento da mesma. so para todas as partes interessadas, seus herdei-
Art 162. Lm accionista nao poder votar, nem ros, testamenteiros, admnistradores e representan-
exercer nenaum dos privilegios de accionista em es, e todas essas cousas serio d'abi em diante fei-
quanto esliver em hvida le piabiuer chamada. tas, oroittidas e consentidas confraie o laudo o
Art 163. Os directores lerao a uberdade de tem- exigir,
posa tempos, conforme elles o julgarem conve-j Art 190. Os arbitros e o arbitro de desempate
mente para receberem o pagamento per inteiro das resistivamente iwdem elles ou elle julgarem con-
sommas nao pagas, em relacao a qualqner numero veniente fazer varios laudos em lugar de um, e
de accoosda cumpanhia, com Unto que a opeo le cada un desses laudos ser obrigatorio e conclusa
pagarau |K>r inteiro quaesquer aecoes seja offore- a respito de todas as materias a que se referir,
cida sem preferencia a todos os accionistas. como se a materia do laudo fosse o total da mate-
26. CaaMMfH fe accSes. na subneUida ao arbitramento.
Art. 164. Decorndos 42 dias sem que se tenha Art. 191. Os arbitros e arbitro le desempate
ejrectuado o pagamento de qualquer chamada em respectivamente terio inteiros poderes para exami-
rela;ao a qualquer numero de accoes, os directo- narem os livros, eontas e pap6 da companhia re-
res poderao declarar as ic^oes cabidas em com- lativos materia em bflerenca, e para examina-
missoem proveito da companhia. \Tmi as partes em differenca'e seus respectivos
Art 163. Quaado qualquer pessoa com direito i agentes e testemunhas sob uraneato, ou airan-
de reclamar urna accao e nao se tendo habilitado! uva, ou sob declaraco ostabelocida por lei em lu-
de confoiunoade com os prsenles para ser regis- ga, d0 juramento ser requerido por qualquer dos
Irado como prtalor la mesma, deixar deoorrer 6 arbitros ou arbitros de desempate,
mezes depois depara isso ser requerida pelos di- Art 192- Os arbitros ou arbitro de desempate
rectores sem habihtar-se, os directores logo depois respectivamente lerao inteiros poderes para proce-
da expiracao desse pentxio iwdero declarar esssa der na aosencia de qualquer ou de ambos as partes,
accao em eoinmisso em proveito da companliia. | em lodosos casos em que, depois de terem feito o
Art. 166. As accoes de qualquer accionista que aviso nesse sentido s partes, elles on elle julga-
directa ou indirectamente promover, principiar, rem conveniente continuaren! no processo.
sustentar ou amea}ar qualquer aco, demanda ou Art 195. Os arbitros e o arbitro de desenlate
outros processos peraate quaestpier triUmaes con-! resiieclivamente ptxlero proceiler no negocio que
tra a companhia, coutra os hreclores, ou qualquer ihes for ubmettido de tal maneira conforme elles
delles na qualidade de director podero, nao olis-! e elle respectivamente julguem eonvemenle e Unto
Unte a suspensao de qualquer desses processos, e H0 Keino-Unido como no imperio do Brasil, ou em
qiialquer que seja a sua origem. allegada ou nao < miro quaiquer lugar. No caso de qualquer differeo-
allegada, ser |>or proposto do conseno, e com a ap-!empiaato ao lugar no qual o artiUrainento deve
provaeao da assembla geral, consideradas como l ^r tratailo o mesmo ser delermiuado pelo go-
absolutamente em commisso em beneficio da com- veruor do banco le Inglaterra, podido de jual-
panlua. m.is em cada um dess<;s casos a rompa-1 ,mer aas panes nina dentro dequartozu das depois de assim cah- Art. 194. O arbitro de desempale ter inteiros
das em commisso dever pagar-lh'as por inteiro poderes de tempos a lempos para por escrpto e as-
pelo seu valor no mercado, e o seu valor no caso signado por elle prolongar o icazo dentro do mal
de duvida ser estabelecido por arbitros.
Art. 167. O commisso de urna accao envolver a
extineco, na poca la cal ma em commisso, de to-
do interesse, direilos c reclamacoes na e contra
a companhia em relaco a ar<;o, e de todos os mais
direitos dependentes da aec excepto smente a-
quelles direitos que jtelos presentes ficam expres-
saineiite resalvailos.
Art. 168. O commisso de urna aeco sera su-
o suu laudo deve ser feito, e s; elle se achar promp-
to para ser entregue como cima dito dentro do
prazo prolongado, elle ser to valido e ellicaz
como se fosse feito dentro dos trinta dias.
Art. 195. As cusas da ou incidentes ao arbitra-
mento e ao laudo serao discripeo dos arbitros e
do arbitro de desempate respectivamente.
.4rt. 196. Se, e tanto quanto o laudo nao deter-
minar de outra sorte, as custas do e incidentes ao
jeito e sem prejuizo de todos os direitos e reclama- arbitramento, e ao laudo, serio a carga e pagas
cues da companhia, ]>r chamadas atrasadas das
mesmas ( havendo-as) e juros sobre os atrazos e
a todos os mais direitos e reclamacoes da compa-
nhia, contra o portador quando calio em commisso
e ao direito da companhia de demandar em rela-
co a mesma.
Art. 169. Mas a companhia nao tentar deman-
dar a menos que ella, em Ul tempo e por tal ma-
neira, conforme o conselho julgar razoavel, tenha
primeiro vendido a are,o em commisso, e o liqui-
do producto da mesma" seja menqr do que o ipar-
te da reclamaco, e ento demandar smente pelo
saldo nao pag pelo liquido producto.
Art 170. Fica entendido que o commisso de
nialquer accao poder ser em qualquer poca den-
tro de doze mezes depois da mesma cahir em com-
misso, remettido pelos directores a sua discrico,
pagando o accionista em falta todas as sommas por
elle devidas a companhia, de todas as despezas occa-
sionadas pela falta de pagamento da mesma, c da
multa tal conforme os directores julguem razoavel,
mas a remisso nao podar ser invocada como urna
materia de direito.
Art. 171. 0 commisso de urna aeco nao preju-
dicar o direito a qualquer dividendo ou individen-
do por conta j declarado sobre a mesma.
Art. 172. A venda 8 mais disnosicoes de accoes
em commisso podero ser feitas pelos directores
em taes tempos e sob ues condicoes confonne elles
julgarem conveniente.
Art. 173. Um certificado por escrpto com o sello
e assignatura de um director, e rubricado pelo se-
cretario declarando me a ac;o cahio devidamente
em commisso em eumprimento dos presentes e de-
clarando a poca em que ella cahio em commisso,
ser em favor de toda a pessoa que mais adiante al-
legar ser o portador da acc,o una prova conclusa
dos fados assim certificados; c far-se-ha um lan-
Samento de cada um desses certificados as acias
os trabalhos dos directores.
27.Compra de acroes para a cotnpanliia, aceiJes
em commisso e acedes compradas.
Art. 174. Qualquer aeco poder ser comprada
pelos directores para a companhia de qualquer pes-
soa desejosa de vende-la e por ul pret}o conforme
os dircctoresjulgarem razoavel.
Art. 17o. Fica entendido que os directores nao
applicaro sem a sanecio de urna assembla geral
a qualquer compra dessas partes, algum dos ren-
dimentos da companhia.
Art 176. Acedes em commisso ou compradas em
beneficio da companhia podero, discrico do con-
solho, ser vendidas ou dispostas por elle, ou ser
absolutamente cxtincUs, confrme elle julgar mais
vantajoso liara a companhia.
Art. 177. Acccs assim cxtincUs, assim como
accoes assm cnidas em commisso ou compradas,
ate que del la se faca venda ou disponha, sero re-
Sistradas no nome da companhia, e formarao parte
o fundo de reserva, e os dirdendos declarados
sobre as mesmas sero levados ao fundo de re-
serva.
28. Dissoluc.o da companhia.
Art 178. A dssolucoda companhia poder ser
determinada, para qualquer proposito, seja a
ellas qual for, e qur o objecto seja abso-
luU dissoluco da companhia, ou a refrma, ou mo-
dificacao da companhia, ou a junceo da compa-
nhia com qualquer outra companhia, ou qualquer
outro objecto.
Art. 179. A dissoluijo da companhia ter lugar
semprc que for determinado como prvido pelos
presentes, e de conformidade com os termos c con-
dicoc assim determinadas.
Art, 180. Excepto Unto urna assembla geral o
determinar por outra maneira, o conselho liquidar
os negocios oa companhia conforme o conseibo jul-
gar incln,i.
Art. 181. Fica entendido que nenhuma dissolu-
co absoluU dacompanhia nao sendo urnaliquida-
co feita pelos tribunaes sob as leis, ter lugar se,
na ou em antes da assembla geral na qual a re-
lelas duas partes em divergencia igualmente, e a
outros respeilos ellas tero seu cargo as suas
respectivas dcsjiezas.
Art. 197. A submisso ao arbitramento por este
meio eslabelecida poder em qualquer tempo tor-
nar-se una dis|tosi;o de qualquer tribuual e ju-
risprudencia ou equidade a requerimenlo de qual-
quer parte nisso interessada, e o tribunal poder rc-
meller a materia aos arbitros e ao arbitro de de-
sempale com quaesquer direccoes que o tribunal
julgar conveniente.
Art. 198. Em quahjuer caso em (rae lualquer
ponto de direito sobrevier, os arbitros ou o arbitro
de desempate podan consultar sobre elle os advo-
gados, que julgarem conveniente, e pude adoptar
qualquer opinio assim tomada.
Art. 199. Inteiro effeito ser dado jielo acto 1834
do regulamento do processo civil, e por qualquc
outro acto de tem|K>s a tempos em vigor e appclia-
vel a esse respeilo s provisoes dos presentes com
referencia a arbitramentos.
Nomes c enderecos dos subscriptores.
Jas Alexander, 10 Rings Arms Yard, Londres.
H. I. Bischoffshelm, 10 Angel-Court-Bank.
J. \V. Caler, II Mincing Iane, Londres.
P C. (avan, 29 Finsbury Circus, Londres.
John B. Elin, 34 Abchurch Lae, Londres.
P. C Glyn, 62 Grashom Adose, Od Broad
Street, Londres.
E. Johnston, Liver|iool.
Kdward Moon, Liverpool.
W. F. Scholficlds Aldorough, Borowghbridge.
Teslemunha, W. R. Drake.
13 de malo de 1862.
JV. 2.691. B. 33. N. I. 19.
Companhia Limitada.
Certificado da incorporacao doLondon and Bra-
silian Bank Limitedsob os actos 1857 e 1858 das
companhias nanearas do Joint Stock.
Eu, George Taylor, Esguire, registrador das
companhias do Joint Stock, pelo presente certifico
que o London and Brasilian Bank Limited se
acha incorporado sob os actos 1857 e 1858 das
companhias anearas do Joint Stack c pie elle
urna companhia limitada.
Passado c assignado por mim aos 7 dias de maio
de 1862.George Taylor.
Registrador das companhias do Joint Stock.
E nada mais continham o dito documento escrp-
to cm francez e a brochura em inglez, os quaes
bem e fielmente traduzi dos proprios originaes aos
quaes me reporto.
Em fe do que passei o presente que assignei e
sellel com o sello do meu offlcio, nesU rauito leal
e heroica cidade de S. Sebastio do Rio de Janeiro
aos 2 de setembro do anno do nasci monto de Nosso
Senhor Jess Christo de 1862. Traduccao 925000.
Sello 95200.ToUl 1015200.
(Sellado e assignado) H. C. Edolo.
Traductor publico e interprete commercial jura-
mentado.
Hcnrique do Carmo Edolo, traductor publico e
interprete commercial juramenUdo da pra-a, etc.
Certifico que me foi aprcsiiiltado um documento,
composto de tres differentes, a saber : primeiro, o
reconhecimcnlo da assignatura de William Webb
Venn Jnior, nourlo pelo vice-consul brasileiro
em Londres. Segundo, um certificado do dito no-
Uno William Webb Venn, declarando verdadeira
a assignatura do terceiro documento, e achar-sc
elle passado na frma da lei. Terceiro, urna procu-
racao da companhia denominada London and
Brasilian Bank (Limited)os dous primeiros docu-
mentos achavam-se esenplos no idioma portuguez,
c o terceiro no inglez, o qual, a pedido da parte,
traduzi para o idioma nacional o diz o seguinte, a
saber :
Traduccao.
A todos quantos o presente instrumento virem o
1 London and Brasilian Bank 1 Limited) > aqu em
seguida alludido como a companhia, enva saudar.
Visto a companhia ter sido estabelecida de con-
formidade com as leis de Inglaterra, com o flm de
emprehender, sob a sealtsaco e direceo de um
conselho de directores em Londres, negocios ban-
carios no imperio do Brasil, e visto a companhia
desejar nomear John Saunders e Thomaz Jones, Te-
nentes (os quaes estao prestes a partir para o Rio
de Janeiro e ahi residircm como seus fiscaes e ge-
rentes respectivamente, dos negocios da oompanhia
n'aquella cidade) saos agentes e procuradores no
imperio do Brasil para os fins aqu em seguida
mencionados, agora, portante, este instrumento at-
tesu que a companhia pelo presente nomeia, eons-
titue e escolhe aos ditos John Saunders e Thomaz
Jones Tennent e cada um delles, agentes e procura-
dores, e agente e procurador da companhia na diu
cidade do Rio de Janeiro, ou em qualquer outra
parte do imperio do Brasil, com o fim de requere- j
rem en nome da mpanhia e obterem piaesquer .
approvacfes da companhia e quaesquer autorisa-
Soes do governo imperial ou local ou dos tribunaes
o commercio do imperio do Brasil, que possaui
ser necessarias para habilitarem a ximpaama a
emprehender os negocios de banqueiros no dito
unperio, de conformidade com os estatutos da as-
sociaeao da diu companhia, e para esse fim faze-
rem quaesquer actos c assignarem quaesquer do-
cumentos por parte da companhia, que possam ser
necessario. e a proposito fazerem-se para a obten-
eo dessa approvaco e autorisacao.
A ciimpanhia vio presente instrumento, ratifi-
cando e confirmando, e convindo em ratificar e
confirmar tudo quanto os ditos John Saunders c
Thomas Jones Tennent, ou qualiiuer delles, possa
legalmente fazer dentro das premissas.
Passado sob o sello commum da companhia aos
5 dias de jnlbo de 1861
(Assignado) W. F. Schofield, director. (Assigna-
do) E. i. kndit. secretario.
(Lugar do sello da companhia.)
E nada mais continha ou declara va o dito 3* do-
cumento, nico que se acliava escrpto em inglez,
o qual bem e fielmente traduzi do propro original
ao qual me reporto.
Em f do ru passei o prseme, que assignei c
sellei com o sello do meu officio nesU muito leal <
heroica cidade de S. Sebastio do Rio le Janeiro,
aos 3 de agosto do anno do nascimento le Nosso
Senhor Jess Cbrsto de 1861
Sollado e assignada//. C. Edtdo, traductor pu-
blico e interprete commercial juramentado. uni-
forme, Jos Severiano da Rocha, traduccao 65000 :
sello 000 rs.; total 65000.
Mulheres....... 10
Esirangeiras..... 3
Escravos....... 70
Escravas........ 5 >
18o? f-rmaria no dta^dejO de
Tiveram baixa :
Joaquiu Correa Lima, gastnu-
Tbeolonio Ferreira da Silva, odoatoleia
Tiveram alu:
Joaquira, escravo do vigario da Ma-Vista.
Rento, escravo de Miguel Braaeo.
E?
>
SI
Portara da presidencia declarando constituida a
caixa filial.
O presidente da provincia, attendendo ao que re-
quereu T, J. Tennent, agente e procurador do Lon-
don & Brasilian Bank nesU provincia, c tendo cm
vista os documentos com que instruio a sua peti-
;o, c pelos quaes mostra ter salisfeito o disposto no
rt 15 do decreto n. 2711 de 19 de dezeubro de
1861, resolve.de conformidade com o raetuno decre-
to, declarar constituida nesiacidade urna caixa filial
do referido London & Brasilian Bank, e ordena
a it 1 93 os Masculino. > > f-
1 l V ._ Femimm. 4
o> n> Masculino. ** -i x a l| S f
* Ffmimmo. m 1 i
1 1 M 1 1 J J\9m*m [1
1 1 ; Frminimi. 1 s
OS 1 1 * 1 Mll.\l lltlHIi. S 1 1 K 11 t kr s.
- 1 Frmimno. 1
1 _^ 1 Masculino. SI i -i > > > 1 H
* 2 Femimm: I
**- p ! 1 1. 1 ^ itBsEBV.Kp'ES. 1
m que neste sentido se cxpc;a peU secretaria do go-, Thomaz Jos.- da Silva Gurjo conn-tii c,
yerno o competente titulo. l>xnmumcou-se ao BernalK-, |-eto derramamento cerAiral.
Adrertrm ,n
>'a totalidad*' dos (lenles exis4^n
alienados 6 homens e Z\ imillieres
Forain visitadas as enfermaras est*^ iha-
As 12, 11, li 10 :/i. iti'\. I l'pHoDT 11
nellas as 9, 7 1/1 7 1/i, 7 1/1 7 SO ^ 7 f% 7 1
da manhia pelo lr. Sarment... e as 5. 5 l/J 5 I V
I 3/4, 4, 4, da tarde pelo lr. Villas Boas.
Falltreram :
rreatoal
desembargador, presidente do tribunal do c
mcrcio para dar a nocessara publieidade
REVISTA DIARIA.
Romana Kosa de Menezes. pnenmunia.
Passageiros do vapir narional Mnmnmfmtmr,
entrado de Maceio e portos intermedios Severaait
Bandeira de Mello. Jos Gonearves de fJNcini
Mato, Jos Bernardo Mendes ly Rita Dnrrnlina te
Albuquerque, Jacintho Francisco Alves. fnraKos
livres Pelippe da Costa, e Adriano, toit^*. I. n>
dos Santos, pardo Manuel. Sabino Luiz <"jnieir.
Manoel Joaquim da Suva L*-o. Joo L^oswtdtnn
Lopes e Silva, AMVnio C. de A. Lenv*. nrmmmrm
Pelo vapor costeiro hontem entrado dos portos Jos de Farjas Kranciseo da horha Pas- L*- e
sua escala ao sul, temos noticias de Sergqie, .,, f riaH0 ^>
de
onde coulinuava na vice-presidencia o coumienda-
dor Antonio Dias l^olho c Mello.
Por acto de 3 do corrente, fOra adiada a assem-
bla provincial, e convocada para o dU 16 de feve-
reiro do anno vindouro. E1 notavel semillante
acto adnunistrativo pela rircumstancia de falUrem
apenas onze dias para o completo dos dous mezes
da 2 sesso do bieunio, e ir entrar em ultima dis-
cussao o orcamento prnvincial.
I >a cidade du Ico escrevem-nos o seguinte :
Os Times de feriraentos e tentativas de morte
vo se succedendo nesta trra em urna frequencia,
que lia nnilo nha moderado. Alm das tentati-
vas de envenenamento por meio de vidro pisado,
de que lite faliei em outra oceasio, e da surra
cai'te ile que foi victima por engao urna senhora
de bem, foi esUnieado um escravo do Sr. Luiz Jos
Estoves, por un soldado de guarda nacional desta-
cado.
Foram tres chuchadas bem perigosas, mas
felizmente cederam com presteza do curativa
Temos perto daqui, no termo da Telha, um
negro escravo, que com o titulo usurpado de 1).
Luiz. ineulca-sc novo propheta, anmineiando o de-
seiic^ntament de um reino, pregando nova reli-
gio, e acciuiin 111 lando na serra do Gorge Mendes,
7 legu:is distante desU cidade, um adjunto de
pretos como elle, e at mesmo de brancos eattp-
dos, que Ihe prestam urna aspaeie de culto.
Estas imposturas do-se as barbas das auto-
ridades, que toriiiein o soiniio da indifferenca!
Breve teremos por aqu, por Unto, a renovaco
do reino encantado da Pedra-Boniti. em l'ajeh.
O padre Thcodulpho Pinto Bandeira, acba-se na
coadjutora da Telha. e l esU de presente com a
familia toda. E" notavel que nao tenha elle sido
api .Avilado para a regencia parochial de alguma
freguezia dentro essas untas, quem tem vagado;
pois ninguem mais habilitado que elle para isso.
nem dotado de genio mas evanglico para ser um
pastor como o requer a nossa igreja. Xo entre-
tanto elle asss e devidamente considerado pelo
principe da igreja cearense.
Espera-se por aqu una parte da companhia
do Germano, e ento teremos algumas representa-
coes no nosso theatro. Ir scena por torta o
amora. drama histrico do nosso amigo l)r. The-
berge, que o compoz para provar nuais sua propo-
sico de ser igualmente interessante um drama
sem intervencao femenina; e eneetasnoato nene
se acha o seu asserto concludente e lucidamente
provado.
O interesse que prende a altenco desde o co-
meto, s va i afrouxar na solu;o da ac;o: pois o
enredo combinado a sustentar magnficamente
essa cohesao de suas partes.
O invern tem sido rigoroso, e anda contina
pelas las cheias a chuver copiosamente. O anno
apresenta una farlura de gneros que espanto os
agricultores, cin razio de se lornarein de nenlium
valor os producios da trra.
O leilo de predios annunciadn, por interven-
cao do agente Pinto, para o da *l dejullio. li.a
transferido para o dia terca-feira 4 de agosto, ato
consequencia de ter chovido muito na hora aniiun-
ciada.
Hontem s 11 horas da nianha foiraram a
grade da aseada do primeiro andar do sobrado n. I
da ra da l^adeia, onde reside o Sr. Antonio Gon-
calves Torres, levando os ladroes um relogio de
ouro patente suisso, e um chapeo de sol, deixando
una porco de roupa no meio da sala, suppoe-se
3uc por terem presentido passos na escada, quan-
0 o Sr. Torres lescie do terceiro andar.
Salvaram hontem a fortaleza do Bmm e o
brigue-barca Ramarac, por ser o dia do 17 an-
iversario de S. A. I. a Sra. princeza D. Isabel.
Damos sob a rubricaParte Official=& le-
gislaco expedida pelo ministerio aos negocios
estraigeiros, autorisando a installaco na C(*irte do
Banco Anglo-brasileiro, e as provincias da suas
filiaes. Para elle chamamos a atten;o dos lei-
tores.
O agente Olympio, faz leilo hoje no seu ar-
mazem ra do imperador n. 16, de movis, crys-
Ues, escravos, carros, cabriolis, cavallos, vaccas
com crias, e outros muitos objectos.
REPARTig.VO DA POLICA !
Extracto da parte do dia 29.
Foram recolhidos casa de detenco no dia 28
do corrente :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Francisco da Cosu Feij, branco, de 36 annos, rin-
do do termo de Ipojuca; por desoliediencia ao
delegado.
A' ordem do Dr. delegado do Io distrcto, Justino
Lopes Cardim, branco, le 16 annos; por enme de
fcnmenlos.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Pau-
lina Mara da Conceicao, parda de 22 annos; por
disturbios.
A" ordem do de, Sao Jos, Luiza Maria da Concei-
cao, africana de 25 annos, e Agostinho d'Almcida,
africano, de 30 annos; ambos por offensas mora-
lidade publica.
A' ordem do dos Affogados, Antonio Francisco
de S, pardo, de 20 annos; por crime de furto de
cavallos.
0 chefe da 2" seccao,
J. G. de MesquUa.
Movimento da casa de detenco no dia 28 de
julho de 1863.
Existiam........ 404 presos
Entra rain....... >
Sahiram........ 1*
Existem......... 397
A saber : ^
Nacionaes...... 177
Estrangeiros..... 3f t
um criado.
Passageiros do hiato nactoaal S*mt'A**i.
sabido para o Aracat\ ; Joaipiim da Fondera Sil-
va, e Antonio Monteiro de Mello.
Obitiahio do ma 29 u jiliki no cbmitrmo
i-i hu;, i :
Combino Lndgero dos Santos. Penmtonim, Kt
anuos, sviheiro, Ifcia-Visla; tuberrul--
nares.
Jacintho Ferreira U Silva, Maranho. .10
solteiro, Boa-Vuta; phlh\si Francisca Nunes de Freilas.'Pemamburrt. 29 ana*.
casada, S. Jos: ensipla.
Tliereza Maria de Jeso. Pernambuco. Il>.
vinva, Santo Antonio; diarrha-rbmnira.
Francisco, Pernambuco, I hora. Ifca-Vita;
mo.
Joo de Tal, Pi'rnambuco. 35 annos, rasado. 9.
Jos; molestia interior.
Florino, Pernambuco. 5 annos. Beoife: lxijras.
Pedro Jos Alfredo. Portugal, tn anno. -..In-irc
Recite affeeeai. do runkrao.
Maria, Pernambuco. Wl anrm- v^teira. r*rnr*.
Uta-Vista: phth>sM-a pulmonar.
Thomazia. Pernambuco. iiu anuos .^i*-ira Re';
ttano.
Rosa, frica. 70 annos. soltoira. escrava. Santo
Antonio inflamara. 1 do ugatk.
Maria, Pernambuco. '1 BMSna, S. Jotto; chotera
Joo Manoel do O", Pernambuco, 1 anno. S. ato
chotera.
Ul POUCO OE TUDO
Conta a Rerolucao de Setembro. o seguate .
Um honiein de propoiToes agigantadas e ito omita
robustez, o qual se tinia em cmila de grama va-
lento. encontrou-se com um homnnrulo ra. hite >
e enfesado. que. sentado beira de um camarita}
Ihe alu'oiita va um lano a passagem.
Com voz de trovan e ar de quem qur tucr
tremer a trra, o mar e o mundo, bradtn-lbe.
Betire-se. quero pasar.
ohoniem peajaenoraapond<'u rom voz leiipic:
S; nao caln' encolha-s*-. T-iu.s lir
iguaes.
Nao connive a sua inferioridad ? .ti) ve
que 0 poseo afastar a forca. *eu pequeo *
Na torra onde fia le. aantototocnaa a forra;
a liberdade elimiiiou os homens pequenos.
E se eu rvspontliT as suas razes rom un
murro f
Observar-lhe-hei que o pequeo David maten
o grande (ioliath com urna pedia '
O homem grande exaanaR-ae, travand bordao, dispoe-se a quebrar-lfio as :.! >
paojnano arjae na ranjn, e engatntondii nm 1
Ver, O aponm MCasatoW de carne o*m>, bri-
dando :
Tenha mo! Pirante I luds /<
nneni ais arawm. A patovn a bal..
rao o eptiphio dos Qannstos '
O Sr. I). Luiz I. rei de Portugal, quer.-mlo to-i.-
inunhar a sua admiracao ao mrito d 1 ilistsa I 1
actor |iortugUi'Z Cesar de Lcenla, dignou ,
nonn''a-lo moco (dalgo da sua real cao |t
sio de ir o nesnio actor faz. r-lh*' ..- s,.|bi-um-
priinentos em despedida de sua partida para -:
imperio.
COMMUMCADOS.
.los futuro* rlriloro lo 4'
circulo.
No momento solemne em que toda a provincia
se levanta e se pregara para exereer o s.>n ilireta
de soberana, esc>llienlo representantes qm- pos-
sam resolver as diffkuldades da .iliuro. pruav
ver seus melhoramentos^ satisfazer -na- mus pat
pitantes necessidades, seLa-nn- nermiltido, aeto de
que se realise a idea generosa de 11111.1 itoputarfto
esclarecida c honesta, compenclrada daqueRa ao-
bre mitoio, lembrar desde ja 1 eom toda a antece-
dencia, [aos futuros eleitores do Bonit*. liara-
nhuns que compoem o i* circulo, nm nome rerom-
mendavel luetenho ouvido de bocea em lc :
pessoas conceitudas e circunspectas daqut lias lo-
calidades e desU cidade, como digno de ato apre-
senudo por aquelle circulo, omiio candHlalo a as-
sembla geral legislativa as futuras ele
Quero fallar do lllm. Sr. Dr. Antonio Rangrl de
Torres Bandeira.
Intelligenlc, de urna probidade geralmrnto rwn-
nhecida, Ilustrado e modesto, dato de P****-
mo e de amor pela causa publica- iitaOja ay
de exageracoes ou dos odios dos partid*, cltefc A*
familia exe'mplar; cidadao de una moral aaaato
pura em todas as suas accoes e relaco*-spi tilicas e
sociaes, o Sr. Dr. Antonio Rangel de Torns Ban
deira, rene qnalidades pie o tornam merecedor
de um lugar na cmara temporaria, entre futu-
ros representantes desta provincix
Como orador, anda ha poneos dias na as*,aaftnto
provincial prestou relevantes 9erricos cansa *
partido progressisto, defendendo com dgni(laV e
rnoderaco a administra;o. roando esta era ato
commedida e injustamente aggredida peU iiiatoria
e miasi totalidade da assembla.
Como escriptor publico nao tem deixado de 1
correr com o sen contingeatopara defe
Oressistas, de que sectario leal a 1
mente como Iliterato disltocto, hbil
do foro destt cidade e revesiMo de tonto
dades desejaveis, o Sr. Dr. fondeara nao 1
eido smente nesta provincia, goto tombem de orna

;





IHarlo d PrrtiiMftHM dttki felra de Jnlho de tM.

r.'ptiterSo bein merecida e gmlmcnte conhecilo
tt todo o imperio.
Agora que se abre o campo todos os mereci-
meatos e apudoes. que m mantara no bem do
paiz; agora que se apregOa una ora poltica de
idea mais vastos e generosas, s vejo motivos para
je destjer a uleoao da toman, como o 8r. Dr.
Tems Bandmra, que sea ooaprmnism ooao
immajta, pod cohtribnir maito para os beneficios
jue da aova poca se deven aperar, espeomnen-
le quandoo dfctricto ou circulo eleitoral, ao qual
recommendo o seu nome, aquella que ha pouco o
nonrou con o mandato provincial, scnd que por
isso elle deve tef alii relac.ocs importantes, e co-
necer plenamente suas necessklades e legtimos
interesaos, o que sendo urna grande vantagem em
a*u favor e urna condjclo indispensavel, exigida
Sla natureea da missSo e denotado, razo suf-
iene para que elle deva esperar a honra de ser
eieito por aquello chtnlo.
Nao quero eom isso arredar da arena qualquer
outro candidato, nem desconhecer as aptiddes de
outros que aspirem e pretendan tambem por
nqnelle circulo a depatacao geral, mas nicamente
dtaer o que emendo acerca do 9r. Dr. Torres Ban-
deira.
As ornas eleitoraaa do 4a circulo podero rece-
ber muitos Domes respetareis, mas eston certa de
que ninguem mais do que elle peder correspon-
der honrosa confianza e expectativa de seus eom-
niittentes., pugnando sempre com o melhor aae-
cesso posaive! pelos interesses daquelle circule.
Oxal que esta simples lembranca seja bem
aceita dos futuros eletore* do 4 circulo, que mais
do que ninguem saberao dar o devido apreco e ver*
dadeira consideraeao a quera, como o Dr. Bandeira,
as merece, concorrendo com todos os sous suflra-
gios para que seja completo o triumpho de sila
candidatura.
Tal pelo menos o roto conscienoioso do pro-
grossista Boiiense.
40 barrs manteiga, 13 calas rap, 15 ditas ma-
cu* 1 dita peixe a T. de A. Fonseca.
50 barris manteiga ; a Saundors Brothers 4 C
1 caixa metaes e 1 caitas vros ; a J. A. ds 8.
Ufa*
5 caixas ceblas ; a J. G. Loureiro.
8 caixas inacaas ; a E. R. Rabcllo.
1 eafxa Hvros ; a J. M. deSouza.
i caixa especiarla (dinheiro); a M. J. de 0. 4
Filbo.
1 caixa chapos ; a Mala 4 Irmaos.
10 caixas conservas doces, ele. e JO ditas ma-
clas ; a Sfcrques Barros & t,
i caixas especiarlas (dinheiro) ; a J. J. R. da
Cunha.
39 volumes diversas mercadorias e amostras; a
diversos.
Ilei-ebedorla de renda Interna*)
f eraes de Pernambne*.
Rendimenlo do dia t a 50:164*498
dem de dia 10......... 1:1625113
5t:6tejlri
Consolado provincial.
--------------
Renchmento do dia
Mam do dia i. .
.
Recife, 23 de julho de 1863.
Lcndo o Pragreuitta n. 76 de 7 do presente inez
depare! com nma correspondencia em que seu au-
tln>r aeohertado com a ca de anonymo a mim so
dirige, a como por muitas consideracSes nao deva
dar menor resposta, o publico sensato me far a
devida justiea, devendo todava confessar que muito
..." ""*, que mea digno collega vigario de Limoeiro,
em qnem na verdade existem qualidades mui dig-
nas, assim seja apreciado, de que com satisfacao
me gloro em reconhecer.
Bom Jardim 24 de julho de 1863.
O vigario, Antonio tygino de Holtunda C. Chacn.
CORRESPONDENCIAS.
Aa Sr. corrrspaadrnte particular da Jornal
de larri. >
Julgamos que S. S. se arhava mal informado
nosso respeito, quando escreveu a sua ultima cor-
respondencia para Macei. Nos, se fallamos sobre
o lioalo que se espalhou nesta cidade relativamente
aos objectos apprebeadidos era Una, foi nicamente
para duvidar que o Sr. tenente-coronel Imbuzeiro,
fosse capaz de comprar municoes para sustentar
lutos eleitoraes.
Convictos disto, desafiamos que prove o que dii
na scguinle phaaa : < Accresce que um dos en-
libados do Sr. Imbiueiro tevo a cynica leviandado
de assegurar em lugar publico que com aquellas
armas o Sr. Imbuzeiro tudo havia de conseguir, o
que nem raesrao lite escapara o Sr. bario de G-
qui, asseverando nesta occasiao que as armas se-
nam restituidas.
seu silencio ser o mais solemne desmentido
sua calumniadora proposico.
Recife, 29 de julho de 186:.
Flor timo Jos tie Miranda.
Joaquim Pontes de Miranda.
Antonio Martins de Miranda.
la 28. 74:11043:16
....... I:440#917
y^~ 73ieeofwo
B0LET1M CMMERCIAL.
Lirerpool, 8 de jntho de M63.
(Procos Iivres de direitos para o vendedor),
de l'urnambuco por %
ni......Nominal
Mediano..... >
Ordinario.... '
dem da Baha:
Bom.......
Mediano.....
Ordinario.....
dem do Maranliio, por 9 :
(Fibra longa).
.
23 d
W d a1!
'A d
ti Vi d a tt d
19 Vt d
19 d
23 i/ d
22da22i/,d
22 d a 22 /
Vid
21 V, d
19>/sda20d
21/0 a 24/6
19/6 a 19/0
PUBLICACOES A PEDIDO.

A sulsa parrillia ile Bristol.
Timia anuos de iriurnpliaiili's resultados ho da-
do este anli-v|iiro vegetal unta reputaco in-
coniinensuravelnipnle Sfjpenor todas quantas se
onhecem para a cura das escrnphulas o de todas
as mais classes de enfermidades ulcerosas e erup-
tiveis.
Os mdicos os mais eminentes, os periodistas c
os escriptores de medicina sao ontras tantas teste-
inunlias da sua efllcacia quasi maravilhosa. Tem
salvado e contina a salvar as vidas e os membros
le milbares de pessoas.
Nunca foi ailniinistrada em vo. ainda mesmo
nos casos os mais terriveis e obstinados.
B" o nico remedio para as escrophulas, erysi-
|M'llas, herpes, chagas as penas, abeessos, can-
ctos, tumores, moiostias syhiliticas e mercuriaes,
assim como tmla a especie de molestias da pelle.
A venda em todos os armazens de drogas e as
boticas principaes da America do sul.
Alcntara
Itapicur ....
Cachias......
(Maquina) :
Bom...... t
Mediano..... o
Ordinario .... >
Assucar do Hio, por 112 Branco ........
I.ouro.........
Mascavado........16/6 a 19/6
dem de l'ernamnuco :
Branco.........21/0 a 24/6
Louro..........19/6 a 20/0
Mascavado........ 17/0 a 19/6
dem da Baha o M&cei :
Branco.........21/0 a 24/6
Louro..........18/6 a 20/0
Mascavado........16/6 a 19/6
Melaco..........8/0 a 10/0
Agurdente cachaca, por gal : 1/6 a 5/0
Balsamo de copahiba, por Clara.........)
Tuno.........)
Borracha, por 1 :
Fina..........
Mediana.........
Ordinaria........
Cabeca de negro.....
Sernamby........10da lid
Do Cear, pellos, sernamby 1/3 a 1/5
Cacao, por 112 S :
Para, bom.......54/0
Baiiia, bom.....44/0
Caf, por 112 :
Rio, 1' sorte......70/0 a 72/6
1/3 a 1/4
i/H
1/6 a 1/9
al/o
COMMERCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL
EM PEHXAMIHCO.
A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
declara aos Honores accionistas que o thesoureiro
da mesma est autorisado a pagar o dividendo re-
lativo ao semestre lindo em 31 de maio prximo
paseado a raio de 105000 por aeeao. Recite 14
de julho de W68.
Jos Mamede Al ves Ferreira,
secretario.
noy"banco
DE
P2R*A]fIBr0
km 28 de aun DR 1863.
O Banco descimla na prsenle semana a dez por
canto ao anuo at o praso de quatro mezes, o a
doze i>or cento at o de seis mezes.
Alfandega
Rendim-nto do dia 1 a 28. .
Mena do da 29.......
351:749,5893
10:6165462
362:366$3oo
Moriineuto da alfandega.
Votamos entrados com fazendas
> com gneros
Volumes
sabidos
>
com fazendas
cora gneros
24o
2io
10
213
"~ 253
Descarregam no dia 30 de julho.
Baa portngoeaewra=cfcarque.
Barca inglezaCriterione=casv~M.
Galeota hollandczaPeferdina Marcltina=merc&-
dorias. #
Importavo.
Vapir inglez Oneitta, procedente dos portos da
Europa, nianifestou o seguinte :
1 caixa chapeos de sol 1 dita tapetes de laa ; a
Joao Keller 4 C.
7 caixas fazendas de laa, de linho, de algodo,
de tapetes, litas de seda, chapeos, pentes, etc., e 2
embrulhos amostras ; a Henrique 4 Azevedo.
75 caixas queijos, 50 barris manteiga; a Tasso
limaos.
4 caixas queijos, 8 ditas fazendas de algodo ; a
Southall Mellors 4 C.
1 fardo tajietes, 4 caixas fazendas de algodo ; a
l'lpps Brothers 4 C.
2 caixas fazendas de laa preta, 1 dita chapeos de
seda para sol; a Ferreira i Arauj'o.
1 caixa fazendas. 1 dita chapeos de seda para
sol, 1 dita botinas ; a A. Cesar de Abren,
2 caixas queijos; a Brander a Brandis.
2 caixas queijos, 2 barricas presuntos; a M. J.
Goncalves da Fonte.
56 caixas cha : a Mills Latham C
1 caixa fitas de seda ; a Linden Wild 4 C.
1 caixa mercurio ; a Monteiro Lopes 4 C
1 dita botes de osso ; a Vaz 4 Leal.
1 caixa chapeos ; a Alves Haniburger 4 C
5 caixas cobre era folhas ; a N. O. Bteber 4 a
4 caixas chi; a L. A. de Sgnete.
1 dita botinas; a W. Bo-mmson.
1 volurae sangnajBBgas ; a Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva 4 Gearo.
Ift caixas queijos ; a Vicente Ferreira da Costa.
5 caixas algodo estampa*, 57 dita ha; a
Johnston Pater 4 C.
1 caixa dinheiro en ouro ; a C. i. lee Santos
Callado.
50 barris manteiga -, a ordetn.
* .....
Escolhido......
Babia, 1 sorte.....
2" ......
Escolhido......
Cear ........
Castanha, por 112 Do Para nova. ....
Sebo do Bio Grande, por 112
Bom e duro......
Mediano.......
Escuro.......
Cera de carnauba, por 112 .
Chifres, por 123:
De vacca........
De boi.........
Cinza do ossos, por tonelada :
Branca .......
Preta........
Clina, por 9 :
De cava 11,i......
De vacca.......
Couros, por S :
Rio, seceos de 30 a 39% .
20 a 24 .
de touros, 3o a 40 "S. .
Ro Grande, por % salgados
de 65 a 70 .....
Ditos de 45 a 50 Salgados de vacca, 40 a 48
de cavallo seceos, 10 a 13 <8
salgados, 23 a 37
16 a 20 3
dem de Pernambuco, Babia,
Maranhao e Para, por "S :
Seceos salgados. 26 a 30
espichados, 16 a 20 S
Curtidos, 7 a 9 (tf. .
Molhados salgados,40 a 46 B
dem do Cear, Parahyba e
Macei, por B :
Seceos salgados, 30 a 32 B :
Molhados 45a50<8:
Cumar, por :
Bom.....Nominal
Ordinario. ...
Farinha de mandioca :
Boa, por 112 Gomma ou buclio de peixe, p
Gurujuba 1* qualidade .
66^) a 68/0
75/0 a 85/0
68/0 a 70/0
64/0 a 66/0
70/0 a 75/0
65/0 a 72/0
18/0
41/6
40/0
38/0
67/6 a
70/0
10/0 a 15/0
25/0 a 35/0
4
3
10/
10/
12 da
10 d a
da 8
d a 7
d a 7
13 d
12 d
I d
Vid
Vid
d a 5 V, d
*/g d a 5 d
i/4 d a 4 Vs
B
k
4
6/0 7/0
6/0 a 10/0
4/0 a 6/0
5 'A d a 5 V
5/*da5 Vi
3V,da4'/id
5 >/? d a 6 d
33/da4 74 d
1/6 a 1/8
1/3 a 1/4
17/0 a 19/0
::
3/3 a 3/9
2/9 a 3/0
2/0 a 2/6
3/0 a 3/6
2/9 a 2/11
2/6 a 2/8
3*
Pescada 1*
2>
3*
Pirahvba. i*
2"
3"
Bagre. 1
2*
[pecacuanha, por B .
Jacaranda, por tonelada :
Rio.........
Baha........
Piassava, por 2,240 <8 :
Para.....Nominal
Baha-.....
Pixuriin. por '*. bom .
Salsa-parrilha, por :
Boa.........)
Inferior.......)
Tapioca, por 112 :
Hio, superior.....
ordinaria .
l'ruc. por S, Para bom
Fondos e cambios.
Fundos inglezes.
Banco de Inglaterra (Acc,oes) % 233/0 a 235/0
Consolidados .... 3
Reduzidos......3
Fundos Novos.....3
Estrangeiros.
Belgas.......4 Vi
Brasleiros.....5
.....4
Dinamarquezes ... 3
Hespanhes.....3
> Difieridos 3
Passivos 3
Hollandezes. .... 2
.....4
Mexicanos.....3
Portuguezes. 1862 3 )
Differido 3 )
.... 1853 3
Bussos......5
J......4 Vi
Banco de Franca (Accoes) frs.
Fundos francezes. 4 >/2
3
Metaes preciosos.
Ouro em barra. .Por onca 77/9
Vi
Vi
1/6 a 2/4
1/0 a 1/6
7/6
SlO a S 18
.08 a 11
S 31 a 26
!3 0/
1/6
Nenhuma.
35/0 a 38/0
20/0 a 25/0
3 d a 7 d
92 'A a 92 V
92 a 92 Vs
92 a 92 Vs
98 a 100
100 a 102
90 '/2 a 91 1/2
V
53 *L a 54
48 'A a 49
33 /4 a 34
64 a 64 Vi
101 a 102
37 Vb a 37 Vs
48 a 48 Vz
48 a 48 Vi
94 a 95
89 a 90
34.15
90.0
68.50
> portuguoz em nioeda
00 Brasil .
Oncas hespanholas .
> americanas. .
Prataetn barra .
Patacas brasileiras .
Pesos columnarios hes-
panhes......
Carolus.......
Ferdinand .
1 Ditos da repblicas hes-
panholas e uwaicMiai
IMotdafe3fraac<*. .
I Cruzados no vos. .
77/5
77/7
77/0 a 77/6
74/0 a 74/6
6/0 /
4/11 k
4/llA*S/3
Vi
52 V a 53
23 Vi a 26
Lisboa........W)d.d
Porto.....
Bio de Janeiro (Nominal) 60 d.v
Babia e Pernambuco. ^-
Arasterdam......3m.b. 11-18 Vi M
Hamburgo...... l$.g 1/1.
PHs.........- fMtaJHU
>.........'Id.v. tfi.t0a26.t8.
NAVIOi A CARGA rARA O BRASBL.
Cear-Sinbadil de Julho.
MaraflhoBrooksby 26.
fhraCupid16.
ParnalnbocoJoshua and Ifcry10
demSea Nymph*13.
demSeraphintt20.
demMasonic10.
Numerario.A laxa do juro consorva-se a 4 \.
Algodo.Desde a publicaco da nossa ultima o
mercado tem se conservado frouxo o Cdtn pouca
procura, e com urna pequea balxa no preco do
do Brasil. Com as grandes chegadas qtHnem havi-
do deste artigo, nao podemos esperar que o mer-
cado melhore. As vendas hoje montam a 6000
fardos.
Arrea.As vendas montam a 26 300 sceos do
da India aos precos de 11/ a 14/ pelo de BegUel-
la ; 7/9 pelo de Castella 9/ pelo de Bailara ; 9/6
pelo de Raogoon; e 8/6 pelo de Bassein. Mercado
nrme.
Assdeaf.O mercado est firme aos precos aci
j Caf.-O d* Thtm leve aiguma melhora BaTcel6Ta-^*d1aca fispUfliola Magdalena, capitao
preco, n estes ltimos 15 das o tnovimento foi in- Jos Moura. Olivier, cafga algodo.
significante, e apenas se ventferam algumas por- "
{des do de Cabo-Verde com reducijo de precos.
Annportancia foi de 3 saccoide Ga. liMi ,le Hi Grande do_SuISfBa nacional Olinda, capi>
Luanda. 874 de S. Tliom, 353 de Gfto-Verde e 75
da Baha. Ja
Etstem boje 3320 saceos do Brasil o Colonias.
Ceta.A (pi havia fica qoa# da em segundas
maos.
Cacao.-Po** vendas.
Coiros.Ma>se frisado algumas traflisacoes, cisc (CaHornfa>.
e nesfe nltimea 15 das o mercado eW mais re- .. _
guiar.
Gomma copal. Ha falta d* oncamada. As mais
qualidades Un pouca ashida.
Gomma M Brasil, lew alteracao.
Melaco.venderartl-sc o mez passado 36 cascos
tafcSoTS? AcSnt2eprSrnsS Publico, que no dw 30 do orrenle depo
se tm realisado. t ot ftieto os, e s porta da mesma, serao ven-
Salsa-parrilha. Transaccoes muito insigniflcan- didas eu> lM3o 600 arrobas de ceblas, a
tes^pelas razdes apontadas na nossa anterior re- ifljoo rs. a arroba, vndas de Barcelona na
Sal.=0 movimento foi regular. A colheita proxi-
tao Mano dWftmfos Penna, carga vW
nho e carvSo at pedta, c 4 cscravos a entregar.
bservacJto.
Suspendcu do lamario par New-Bed"lotd. a ga-
l^ americana Jotik HowXaii, capltto /. C. Has-
km?, com a mesirfa carga tjne frotite de S. Fran-
Pela inspectora da alfandega se faz
ma mostra ser abundante, se nao houverem al-
gumas chuvas que estraguem aquelle genero.
Embarrares despachadas.
Pernambuco.=So6CT7ino (brigue p>rtuguez) com
20 pipas e 90 barris com vinho, 13 barris de vina-
gre, 30 de azeite doce, 650 saceos de farellos, 4
caixas de bolacha, 150 barris de cal, 50 de cevada,
5,000 saceos do da baha a 16/6, e 4,100 saceos da ceblas, 18pedras de cantara, 50 barris de touc- inesouro n. 113 de 6 do crrante* mez se "tem de
Parahyba a 18/6 por lltlbs. nho, 24840 litros de sal. I abrir nesta Ihesouraria para preenchimento das
Borracha.O mercado esta completamente des- Maranhao.Mara Lniza (barca portugueza) com vagas de praticantes e oflciaes de descarga exis-
animado, e qualquer movimento que ha para 66 pipas, 18 meias ditas, 12 eaixas e 763 barris tenias na alfandega desta cidade Os exames ver-
peior. As vendas sao mui limitadas aos seguintes de vinho, 35 pipas, 68 meias ditas e 81 barris de sarao as materia de que trata o I 1 do art t
Kff? : V ^la SS i/6 i'^iffw *iana ; *S?5re' bLarriLdS M!ite' Prco'' do decreto n. 3,114 de 27 de junho do correute
1/3 V4 a */ pe'a ordinaria, 1/ a */l '/ Ptu ea- 10o de toucinho, 60 de chourieos, 6 deuaios, 9 vo- anno a ^^f leitura-analyse grammatical e
beca de negro, e 10 d a 11 d pela de Sernamby. A iumes com doce, 6 caixas de rap, 355 lages, 142 orthograha arithmctica e suas applcacoes ao
quantidade em ser monta a 450 toneladas. caixas e 900 molhos de ceblas, 52 caixotes e 154 commcrcio, com especialdade a redcelo de moc-
CacaoVenderam-se 200 saceos do da Baha a caixas de cera em velas, 203 ancoretasde azeito- as, pesos e medidas, calculo de descont juros
44/, e 160 saceos do de Guayaquil, a 98/ por 112 as, 3 caixas de peixe em conserva, 23 caixas de simples e compostos, theoria de cambios e suas ap-
batatas, 5 amarrados de passas, 42 volumes de ; p|Cacoes. Os concorrentes devero previamente
drogas, tintas, leos e hervas medicinaes. 10 ca- apresentar seus requerimentos instruidos de do-
xas de genebra. 4 de massa de tomates, 10 surroes cumentos que provem idade completa de 18 an-
de commhos, 1 sacco de feijao, 1 de grao, 1 vacca
e 1 cria, e 84 volumes diversos.
Para. Viajante ( brigue portuguez) com 20 pi-
pas, 550 barris e 10 caixas de vinho. 75 barris de
vinagre, 35 barris c 6 caixas de aceite, 20 ancore-
tas de carnes. 2 caixas de paios e linguicas, 83 bar-
ttWMfttf &
Bair-jsi nto m, JS^iACBS^^
_, parte da que lrolXe^few-York: ..... ina(],,, conrm SSS^mJ^J^
vendo-Ios a apresenlarem suas KP"saein rru.
fechadas no da 3 de agosto prximo, al s II ho-
ras da inanba, em que isso ter lugar sob as cun-
dieres do estyk.
Objectos.
4 arrobas de aguaraz.
800 agnJbas de tona o brlhi.
20 amotoWas de terna, de 4 a 8 medida-.
6 duzias de brochas grandes para eaiar.
150 camisolas de brim.
1 corris de sola ingleza sinfplla. cora 1,009 fes
^Tswi'w'wapiab..
polegadas de largura.
1 dita de dita de 100 pea de compil1 e 7
polegadas de largura.
100 dedaes de rpoeho. c
20 esearradetras 6% metal.
30 espumadeiras de folha.
50 frofihas de brim.
500 folhas de cobre de */*
200 lencoes de brhn.
500 libras de pragos de cobre para torro.
10 dozias de taboas de louro para andaimrs.
10 temos de medidas de (orna.
24 toaHias de brim.
261 travs Ib qnriidade con U pateos coav
priment e 8 polegadas de grossura.
Sala do cvMelhede eompras navars de (Vraani-
bueo, 29 de jolito de 1863.
O secretario.
Aiexandre hairiames do* A*/o
sumaca bespanhola Favorita, abandonadas
ao pagamento dos direitos, por Amorim-
Irmos.
Alfeodega de Pernambuco, 28 de julho de
,8G3.
0 4." escriturario,
Joao Antonio da Silva Per eir.
0 Ilhn. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
tem
para
lbs. Mercado frouxo.
Caf.O mercado fecha-se quieto, porm lirme.
As transacefies desde a data da nossa ultima re-
vista, montam a !,3M saccas aos seguintes precos :
68/ pelo du Cear, e de 70/ a 71/6 pelo do Bio e
Baha por 112 lbs.
Gomma-de peixe.Mercado frouxo.
Pao fauna. Po-brasl.Nao ha presentemen-
nos, sencao de pena e culpa, e bom comporta-
ment.
Secretara da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 21 de julho de 1863. Servindo de offl-
cial-maior, Manoel Jos Pinto.
Pela inspectora da alfandega se faz publico
te compradores para estas qualidade de madeiras,
e torna-se mesmoimpossivel o dar-Ibes urna cota- ris de toucinho, 90 barris'e 90 ancoretas de chou-' que no da So'do'oorrenley depoi?domo a "e\-
gao, mesmo nominal. ricos, 82 X moios de sal, 4 caixas de ervlhas, 5 pona fa mesma, sero vendidos em Ieilo 600 rro-
eS
braara.
Prara de tAnhwk! le JMlho de
I8G3.
barricas de cevadinha, 5 caixas de conservas, 3 Bas de ceblas a l& a arroba, vndas de Barceilona suas EWVf rar,a ,flYhatla "a
volumes de drogas e hervas modicinaes, 3 caixas na sumaca hespanhola Pavmita, abandonadas ao conselho, as 10 horas da manhaa
Preeos correntes dos gneros de imprtanlo.
Algodo de Pernambuco.
Dito do Maranhao e Para.
Dito de Angola .
Dito da India....
Assucar de Pernambuco,
Hito mascavado...
Dito do Rio de Janeiro
b.
.
- @
i
400
300
15700
5
de estearinas, 2 caixas c 3 latas de petroline, 4
caixas de fructas, 4 barricas de cal, 11 caixas de
massa de tomates, 1 barril e 8 caixas de peixe, 29
harneas de salitre. 40 de bacalho, 155 caixas de
-IQ nossa*. 8 caixas e 14 grades de queijos, 80 paineis
jgO de ferro, 12 volumes de drogas, 5 caixas de bola-.
' cha, 2 de rap, 198 caixas o 10 meias ditas de cera
2*250 em ve'as' '*" 'a?es- weiras de pedra, 100 cal-'
15550 xas e 740 molhos de ceblas, 225 caixas de bata-
pagamento dos direitos por Amorim Irmaos.
Alfandega de Pernambuco 28 de julho de 1863.
< 1 4." escripturario,
Joao Antonio da Silva Pereira.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa c juiz municipal da se-
gunda vara da comarca do Recife, por S. M. o
Imperador que Deus guarde etc.
Fago saber que pelo Dr. Manoel Jos da Silva
0 conselho administrativo, para
do arsenal de guerra, tem de comprar o ufert-
seguintes :
Para o presidio de Penando.
40 duzias de tabeas de louro de anearan dr tu
a 12 pollogadas de largura e 27 palmo* de rom-
primento.
8 caldeiras de ferro estanhada*.
pracas e 2 do 25 ditas.
3 barris de quarto ruin agurdente
melhor qualidade.
Para o forte do Buraco.
1 retogio grande de parode.
Para o arsenal de guerra.
10 duzias de taboas de pinho americano.
10 duzias de ditas de dilo de Vt de groa
3 duzias de ditas de dito de forro.
1 arroba de trincal.
Queii 1 quizer vender taes o|.j.-eti aprsente as
si 1 am db
dudm lO
agosto prximo vindouro.
15300 1
15300 15800 Us' f? caixas. 12 meias ditas e 20 qnartos de pas- >feiva, juiz de direito da segunda vara criminal da
Dito da Bahia, b. ...'.'. 15630 15800 J1*' 43. sarcos de f"0- ** de teiJo, 570 ancoretas comarca, me foi communicado ter designado o dia

a
P
A
m



a

a
B
Dito mascavado......> 15250 15400
Dito do Maranhao..... 15650 2000
Dito mascavado. ..,-.. 15100 15350
Dito do Para, bruto.....15300 15500
Dita da Cabo Verde..... 25100 25300
Ditodalodia.................. 25200 25400
Agurdenle de canna do Brasil P 385000405000
Alpina............A 5650 5700
Arroz da Indis. Ga : qq 35600 35700
Arroi da Maranhao a Pariup.
Olio dilo bem .......
Dilo dito ordinario.....
Dito dito mi'jdo.......
Caf do Rio primeira sorte .
Dilo dito segunda dita. .
Dito dito terceira dita ....
Olio dilo ooenlba boa.....
Oito da Bahia......
Dito de Cabo Verde .
Hilo de S. T. e Principe.
Dito de Angola Encoge. .
Dito dito Canzego.....
Cacao do Par.....
Olio da Bahia.......
Dito do San Thom .
Cairo da lodia 162.........
Cera amaretla de Angola
Diadita de Bencuela .... a
Cmvo do ktaranhan......4a)
Crivo de Girofe.......
Chifres.......M.
Couro* (ecros do Rio .... A
Couroiverdes do Par ...
Ditos espichados dat Minas
D los ditos da Bahia.....o
Diloi ditos de Anzola .... n
Ditos talgadoi do Maranhao b
Ditos dito de Pernamboco
Ditos ditos da Bahia ...
Diioi ditos de angola .... d
Ditos ditoi de Cabo Verde o
Ditos ditus das Illiai.....o
Ditos duos mooros...... a
Comanos.........tg;
Denles de marflra, lei.....
Ditos ditos meio........ -
Diins dilus escrtvelho ....
Erra doce..........(
de azeitonas. 17 de agosto vindouro pelas 10 horas da manhaa, '
Umao (patacho portuguez) com 232 barris c : para abrir a V sessao do jury, que trabalhar em
.> caixas de vinho, 2 pipas e 30 barris de vinagre, 4, ^ consecutivos, havendo procedido ao sorteo
caixas e 20 barris de azeite: 90 barris de toucinho, dos 48 jurados que tem de servir na mesma ses-
33 barris e 115 ancoretas de chouricos, 2 barricas S-W) em couformiilade do artigo 326 do regulamcn-
dc alpista. 54 caixas de cera em vellas, 14 volumes
de drogas, 100 caixas de massas, 5 de massnhas.
Sala das sessoes do consclho adiiiinistratira,p>r
fornecimento do arsenal de guerra. 29 de jama) d
1863.
Antonio Pedro de M Barrtto,
Coronel presidente.
Srlmstiao Antonio do R*p Barros.
Vogal Neereiario.
No sabbado 1. de agosto, linda a ammmcia
do lllin. Sr. Dr. juiz mumeipal da 1* vara se n.<
de arrematar una preta rrioula de nom.- Thereu.
avadada pela quantia de 6005. a qual vai paca
4 caixas de bolacha, 350 ancoretas de azeitonas, 6
cai votes de massa de tomates, 11 ditos de azuleijos,
162 lages, 30 moios de sal, 130 caixas o 600 molhos
i\\,-ju\ itium de ceblas, 280caixas de batatas, 5 caixotes de pei-
5
5
5
45500
5
5
5
:>m ni
4J700
5
5
35300
30
35200
75000
45800
45600
35900
5
5
65000
45900
45400
45450
35VN)
5
35300
75500
35
330
aso
160
55O008-5000
aoo
5150
5140
5080
5160
5120
50S0
120
100
100
100
100
130
130
25400
15100
15000
600
25800
Farioha de trigo, aomican*. b 0. 950 H
Farinha de pao......alq
Goninia copal amarellla (ai
Dila branca.......
Dila ordinaria........ d
Dita do Brasil........
Melaco............ p
Olto do c ip.ilnli 1...... b
Pincola da India...... %
Salsa parrilha superior..... (a)
Dita dita regular....... n
Dila dita orJinaria .'.....
Trigo estrangeiro .... A.
Tapioca boa.......... @
L'ruc............. L
Vaquetas do Maranhao. .. ama
Dila do Para.......
Dila da Pernambuco .... >
Cambios.
Londres .
Pars .
Genova. .
Hamburgo.
Amsterdam
Madrid .
Porto .
700
45400
15800
1520D
160
085
170
140
toe
135
120
120
105
130
140!
140
25600
15200
15050
800
35100
5 ,
800
45500
25100
15400
xo, 5 grades c 1 caixote de queijos, 61 volumos de
drogas, 2 caixas de fructas, 20 saceos de feijao, 35
de diversos legumes, 9 caixoes e 1 barrica de fer-
ragens, e 79 volumes diversos de mobilia.
Barra de Lisboa.
Entradas.
Junho 11.-Amiraf Hametin ( barca franceza) Bi-
chard, Cardiff. Destiua-sc para Buenos-
Ayres, arribou com agua aberta.
indd, Ni'ves, Para.
21 Constarte. Reis, Pernambuco.
Flor de Simiio. Gomes, Pernambuco.
Jareo, Sobrnho, Pernambuco.
27 Mana da Gloria, Valenle, Pernam-
buco.
Sahidas.
Junho 10" Retirntango, Silvoir, Portiombuco.
13 I.aia //, Vieira. Pernambuco.
19 Viajante, Nobre, Para.
29 Soberano, Almeida, Pernambuco.
Julho I Mara Miza, Caetano, Maranhao.
5 f'n*do, M. do O. Para.
Embarcaroes carga.
PernambucoPatacho Mara do Gloria, e brigue
Constante.
MaranhaoBrigue Bom-Successo.
ParaBarca Linda.
Praca do Porto.
Precos dos gneros de commercio com o Brasil em 11
de julho.
IMPORTAQAO.
cana do
Agurdente de
Brasil.....
Algodo da Bahia (falta).
de Pernambuco
(falta) ......
do Maranhao
do Para (falta)
dos Estados-l'ni-
dos (falta). ...
ISfMP 18*000 ATdXu??f,.,f|,a) qUn,a'
10S000 125000
85000 95000
580 690
15100 25700
100 140:
900 15100,
15100 25000
Iffj 15800
15100 15500
5 335000
425000445000
100 110
pijia 2155000 2205000
5400
90 /'' .
100 ''/' .
3-/J .
3-.
3/J .
8d/v .
8d/v
Metaes.
85010 a
a
a
a
a
a
a
a
53 Va
."30
525
48
42.50
930
Par.
a ouro
155120 a 155200 a
145300 a 145400 a
185500 a 185550 a prat.:
45500 a prat.
25010 a our.
5950 a
5950 a .
5940 a
35580 a
5900a .
75940 marco
i
35400
45500
25200
45400
75OOO
35600
51
5120
35500
alqueire
45800
5700
Pecas de 85000.....
Oncas hespanholas. .
Ditas mexicanas.....
Aguias dos Estados-Cui-
dos ...........
Soberanos........ 45000 a
Puro cercado 1 25000 a
Patacas hespanholas ... 940 a
Ditas brasileiras..... 5940 a
Ditas mexicanas..... 5930 a
Vinte francos...... 35550 a
Cinco francos...... 5890 a
Prala portugueza..... 75920 a
Fundos e accoes.
P. c. de assentamento 48'/* a 48 Coupons........ 48/la48Vs
Banco de Portugal.....5355000 a 5375000
Commmerciai do Porto. 2585000 a 2605000
Mercantil 2685000 a 2705000
Revista commerciul
de 11 de junho a 10 de julho.
No periodo desta revista o movimento coinmer.
cial da nossa praca foi de pouca importancia.
No mercado de fundos houverara algumas tran-
saccoes.
Asquear.Os avultados supprimentos que tive-
mos frouxaram ainda mais o mercado deste gene-
ro, que ao presente fica em precaria situa^ao.
As entradas foram de 505 caixas, 30 barricas e
549 saceos da Bahia ; 4 caixas, 38 barricas, 214
barriquinhas e 13.666 saceos de Pernambuco ; 283
barricas do Para; 495 do Cabo-Verde ; 28 de De-
ntera ra ; e 100 barricas e 100 saceos da illia da
Mantara.
A existencia hoje de :
Caixas Feixos Gigos Paneiros Barricas Barriq.
1740 964 104 13 4747 211
Algodo. -Do Brasil nao ha. O de Angola, de- www entrados no da 29.
pois da reduccao que softreu, houveram algumas Macei e portos intermedios20 horas, vapor na-
vendas; mas 'na actualidade est bastante frouxo. cional Mamanguase, de 337 toneladas, comman-
Aguardente do Brasil. Insignificantes transac- dante Manoel Rodrigues dos Santos Moura, equi-
Coes. pagem 20.
AzeHe.Sem alteraro. Os embarques para In- Havre36 das, galera franceza Adek, de 372 to-
glaterra e Russia tm continuado. Para o Brasil a neladas, capitao Gallier, equipageni 17, carga di-
exportaeao de pouca importancia. ferentes mercadorias ; a Tisset-Freres & C.
^"^" VendM' *. 1 vm h-~ Mos sonidos no mesmo dia.
Alpum.Effectuou-se urna venda de 170 barr-
AracatyHiato nacional Sania Anna, capitao An-
da India.
Assucar do Rio de Janeiro (|>
da Babia branco.
mascavo
de Pernambuco
branco ......
mascavo
Caf do Rio de Janeiro 1*
2'
3' .
escolha 1* (falta).
2" (falta).
Cacu da Bahia (falta). >
do Para (falta). .
Chifres grandes. milh.
pequeos ...
Couros soceos da Bahia e
Minas .....
do Rio Grande
de 17 a 22 >
> de 10 a 16 S.
salgados de Per-
nambuco e Mara-
nhao. .....
> > do Para e Bahia >
Farinha de pu do Brasil quintal
Gomma do Brasil em pa-
neiros ..... (|>
Melaco....... almud,-
KXPORTAgO.
Alhos. cento de maunca
Azeite.......almude
Chumbo de municao quintal
Fio porreto.....()
Fio de vela fino. .
ordinario
Feijao branca .
vermelho. .
> amarello .
> rajado. .
> frade .
Presunto....
Betroz preto !
2*
de cores 1*
45000
15300
15650
152OO
15650
15100
45800
15700
15100
655000
225000
5150
5155
5i"0
to n. 120 de 31 do Janeiro de 1842, foram sortea-
dos o designados os cidadaos seguintes :
Freguezia de S. Frei Pedro Goncalves.
Jos Joaquim de S Leitao.
Joao da Cunha Magalhcs Jnior.
Santo Antonio.
Antonio Bezerra de Menezes Lira.
Boa-vista.
Antonio Francisco das Noves.
Joao Jos de Azevedo Santos.
S. Jos.
Dr. Amaro Joaquim Fonseca de Albuquerque.
Allegados.
Joaquim Jos Alves de Albuquerque.
Jernimo de llollanda Cavalcante de Albuquerque.
Poco.
Francisco Antonio Puntual.
Domingos Jos da Costa.
Manoel Pires Campello de Almeida.
Francisco Jos da Silva.
Jos Camello do Rogo Barros.
Jos Marques de Amorim.
Francisco Marinho de Albuquerque Mello.
Francisco Duarte Colho.
Antonio Jos f,onie< rio Corraln
Jos Marques da Fonseca Borges.
Francisco de Paula do Bego Barros.
Varzea.
Barao de Muribeca.
Antonio de llollanda Cavalcante de Albuquerque.
Jos Duarte Rangel.
Manoel Francisco de Carvalho Paes de Andrade.
Jaboatao.
Jos Francisco 1'eieiia da Silva.
Ignacio Francisco Pires da Silva.
Joao Golho un Silva.
Jos Francisco de Soma Lai >.
Joao Manoel Carneiro de Lacorda.
Jos Halla Carneiro de Lacerda.
Jos Fernandes Daltro.
Manuel de Souza I.eo.
Jos Maximino Pendra Vianna.
Joaquim Pereira Vianna.
Antonio Pereira da ('jamara Lima.
Marineen.
Coronel Agostnho Bezerra da S. Cavalcante.
Francisco Cavalcanlo de Lacerda.
los Caetano Cavalcante.
Manoel da Vera Cruz.
Jos Mendes de Carvalho.
Jos Ignacio de Lira.
Joai|iiim Pedro Carneiro Campello.
Luil Francisco Mendes da Silva.
S. Lourenco.
55IOO ] Antonio Jos' Duarte.
1555O Joaquim Correa de Araujo.
15/00 ; Jos* Luiz de Andrade Luna.
15500 Joao Antonio (.arlos da Silva.
j Luiz Antonio da Silva.
25300, Maricota.
15500' Joo Francisco do Bego Barros.
55OOO i A todos os quaes c a cada um de per si, bem
15800 como a todos os nteressados em geral se convoca
I para comparecerein no primeiro andar da casa que
foi cadeia, c sala das sessoes do jury, tudo no
referido dia c hora, como nos mais das seguintes
em 1 piauto durar a sessao, sob as penas da lei se
l'aliarem.
E para que chegue a noticia a todos, mandei
passar o presente que ser lido e afflxado nos lu-
gares mais pblicos e publicado pela mprensa, e,
tambem remetter iguaes aos subdelegados do ter-
mo para publicados e mandarem fazer as notifica-
coes necessarias, aos jurados, aos culpados, e as
testemunhas que se acharem nos seus districtos.
Recife. 24dejulhodel863.
Eu Joaquim Francisco de Paula Esteves Clemen-
te, escrivao do jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
I1
245000
5155
5160
5175
Vinho velho do Douro.
branco. .
> de consumo. .
45400
25500
55400
> 35000
pipa 1505000 3005000
. 1405000 1605000
> 301000 405000
auto
5450
45450
752OO
35800
85320
55000
5640
5780
5780
5700
5660
45000
45600
33000
55600
35500
MOVIMENTO DO PORTO.
DECLARARES.
da finada Luiza Ferreira Gomes, eserrnb
Motta.
Consrlho :ulmimtratita).
O consellH) administrativo, |ra fcaWmmSml do
arsenal de guerra, tem de comprar bj.-eto *-
guinte-:
Para o 2' batalho de intentara de linio.
6 caldeiras de ferro fundido para 100 praca.
Para o 9' lialalhu de nfanlaria.
6 resmas de panel a I maco, 6 caixas e
de ac, 200 ditas de ave, 2 caivetes, fi garrafas
tinta'preta, 6 duzias de lapis V pao. 6 libras de
area preta, 36 rxciuplares de mlbrroV* de carta*
para principiantes, 36 tabeadas. 12 gramrnatiras
imrtuguezas por Monte-Verde, ultima ola-*. 12
compendios de aritliinetica |>r Avila, 12 pauta,
36 translados, 6 pedras para escripia. 18 lapas pera
as dilaa, i bonets para os sargentos ajudanu> e
quartel-inestre, 27 ditos para msicos. 65 dito-
para inferilo e soldados, 191 manta- V l.i.i. *.M
pares de sapatos, 228 covado* de |>ann" v.rd. I ti
corados de dito advadfo, 7 ", covado- de eammn
encarnada, 367 covados de hollandade mrro, :HH
varas de cordo de laa preto. 54 varas de gala de
piala de 1 poliegada de largura, 40 / varas de aa-
lo de prata de '/, imllegada de largo, l vara
de aniagein, 1,645 varas de brim brinc. l.'Xti
varas de algodaozinlm. 378 botiVs grandes de me
i.ii |m ,.1. o.. C4-11 o u. tai iIiim iH'ipH-nus d1 dito
dito com o mesmo n. 9, 103 pares de olcMe
pelos.
Para o corjKi de giiarnico da provincia -la Pa-
rah\ fa.
346 bonets. 346 mantas de laa. 17 banda- de l.ia,
95H pares de sapalo.-. 1,730 covados de pann
210 covados de dito dilo |ara ca|iote>. 21 ', cova-
dos de casemira verde, lio covados de l
de, 1,297 '/i covados de llollanda de forro. 3ySM
varas de brim branco. 2,39.' vara* di aljmmajiBjhe,
173 varas de aniagein. 5.121 Ihi!"w< irran.fc-!
metal amarello. 3,114 ditos pequen,,-. :h pare- 1
clcheles prel,,-.
Quein quizer vender tac- objecto- apteaeMtaa
-lias nrnpoauw em caria fechada na -,c r,' 11
consellio. s 10 lloras da manhaa do dia 31 ,1,'
rente mea.
Sala das sessoes do conselho administrativo par,
forneciiiieiilo do arsenal de guerra. 27 de ilbo
dio de 1869
Antonio Pedro de S Barret".
Coionel pre-i,lente.
Sebtistio Aiit'inin do Rey B>ii,-.
Yugal aaenaajlt,
O abaixo assignado, lauca,l,>r ,la reee|.e-,|,.|,,
de rendas internas geraes. de conforraida artiro 37 e sena ss. 00 deeran ia 17 de niar,-,, ,i
1860, contina no dia 27 do correle a fazer .1
col lela no bairro ,1o Recife nai mas guinh--
Tanoeiros, Trapiche, praca do r.,.ininerei,> Vi^
rio, dos impostos a que estilo suj>ilas .1- l"ja-
casas comnierciaes e ontras de diversa- ca--.-
denominaedet; avisa aos dono- dos rcpertivi-
eslabeleciinentos que tenban presentes no 1,1
collecta os recibos e papis de aiTemmmnM
suas casas, visto ipie elle- lera,, da servir de I,.-
ao processo do lancamenm. Rerebearia ifc- Per-
nambuco 25 de julho de 186.3.
Jos The'Kloro ia Sena.
Crrelo geral.
Pela administraran do correin desta cidad,- -
faz publico para llns convenientes que em virtmat
do disposto no artigo 138 do regiilanienlo y,
dos crrelos de 21 de dezembro de 1844. e artigo
9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1851. se pro-
ceder o consumo das carias existentes nesta ad-
minislracao, pertenecntes ao mez de julho lo anno
passado. no da 4 de agosto prximo, as 11 hon-
da manhaa, na porta do mesmo rorreio, e a r--
pee ti va lista se acha desde j exposla aos i mere s-
sados.
Ailiiiinisiraco do rorreio de Pernambuco 28 de
julho de 1863.^-0 administrador.
Domingos ,1o- l'a-sos Miranda.
4/H Vi a5/t Vi cas Para reexportar, e alin desta transacoao a
t a 4/14 }/i gunuis outras tm tido lugar, mas em pequea es-
4/11 Vi <*>*
tonio Joaquini Alves, carga fazendas e outros g-
neros.
Santa Casa de Misericordia do
fteelfe.
A lllina. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda convidar as pessoas
que se julgarem habilitadas para fazerem o tom-
bamento da mesma Santa Casa, comparecerein
nesta secretaria, afim de obterem os esclarecimen-
tos necessarios para poderem organisar suas gro-
os tas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 25 de julho de 1863.
O escrivao,
A. F. Cavalcante Cousseiro.
0 hospital militar desta guarnicao leudo de
contratar, na forma das ordens da presidencia,
transmettidas peto quartel general em ollicio de 27
do correrte mez, a lavagem de ronpa com a obri-
gago de coser e remendat as pecas que carece-
rem de concert ; convida o Sr. director aos pre-
tendentes a esse servico a apresentarem suas pro-
postas em cartas fechadas no dia de agosto vin-
douro, as 10 horas da manhaa.
Hospital militar de Pernambuco 28 de julho de
1863.O escrivao,
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
Arrrmatfaeo.
No da Io do prximo mez de agosto se ha de
arrematar depois da audiencia do Iilm. Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara por execucS de Bal-
thar iOliveira, cinco moradas de casas terreas si-
tas nesta cidade, pertenecntes a heranca do finado
Jos Fernando da Cruz, sendo 3 na ra Direita n.
41 avaliada por 1:7005, n. 67 por 1:7005, e n. 111
por 1:2005, urna no largo da ribeira de S. Jos n.
23 por 1:5005, e urna na ra de Hortas n. 60 ^por
THEATHO
DE
KJ1PREZA
A. J.DIAITECOHIIA.
23.a RECITA DA AJSKNATURA.
Sah l.a,I o, 1 de afMla de 18C3.
Primeira representacio do apparalosodr:Mna eni
dous actos e um prologo, marhamo,
portuguez do distincto draraaturfo
Cesar de Lacerda.
Entram em scena os Srs. Furtado Coemo. Tfco-
maz, Lisboa, Flavio, Penante, Gmmaraes, Jnatpiufk
Cmara, Lessa, Porto. Buzad. Gil Braz. Man,-1
as Sras. D. Eugenia Cmara. D. Joanna. D. Jaje-
pha e D. Jesuina.
O prologo rermenla a ptjtra d armas da fraga-
ta Santa Rosa, em viafem para a India.
O scenario e vestuarMb de marinha sao novoa e
feitos com toda a propriedade.
A
IILEGVEL


"^r
Diario de Pernanahaeo Quinta Jrira 30 de diilk*le lW.
Terminar o espectculo com a comedia em nm
acto, ornada de musita,
UMA MULHER
QUE SE ExMBRIAGA.
Principiar s 8 horas.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portes do sul esperado
al o da 30 do crreme o vapor
Apa, commandante Alcanforado
o qual depois da demora do cos-
ame seguir para os portes do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, cncom-
mendas e dinheiro frete at o dia da sahida s 2
horas: agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. ____
COMPANHIA
MESSAGERIES IMPERIALES.
No dia 30 do correte espera-se
dos portes do sul o vapor francez
Xavarre, commandante Vedel, o
qual depois da demora do costu-
me seguir para Bordeaux tocan-
do em S. Vicente e Lisboa.
(Em S. Vicente ha um vapor em corresponden-
cia com Gore.)
A companhia encarrega-sc de segurar as mer-
caduras cmlKircadas a bordo dos vapores, assim
como tambem recebe dinheiro e objectos de valor
com destino a Londres em transito por Bordeaux
e Roulogne.
Para as eondicoes, fretes e passagens trata-se na
agencia ra do trapiche n. 9._________________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portes do norte at
o dia 2 de agosto o vapor Cru-
zeiro do Sul, commandante o ca-
pitao de mar e guerra Gervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra d ostiime, seguir para os portes do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eonduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
meadas e dinhero a frete at o dia da sahida as 2
horas, agencia ra da Crur n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para o Maranho e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido briguc escuna Joren Arthur, tem a
seu bordo parte deseu carregamento ; para o res-
to que Ihe falta, trata-se com os seus consignata-
rios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1._______________
Rio de Janeiro.
O veleiro e novo palhabote D. Luiz I, capitio
Andr Pinto de Campos Britto, segu sem demora,
recebe carga commodo frete: trata-se com Mi-
guel Jos Alves, ra da Cr z n. 19._____________
Para o Porto
segu inipreterivelmente no dia 2o do corrente o
bngne portuguez S. Manoel /, recebe nicamente
passageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos : a tratar na ra do Vigario n. 10, com os
mus consignatarios Manoel Joaquim Hamos e Sil-
va c Genro.
LEILOES.
DE
100 sarcos com milho.
BOJE.
" conM Pc.-tnnn vcndii ,' |>i i cilla (le qilem
|"-Meneer 100 saceos com milho para fechar facj
tura emumou inais lotes a vontade dos compra-
dores : hoje s 10 horas da manha no armazem
do Aunes.
LEILAO
DE
Novis, cava I los. carros, escra-
vos. jola de oiiro e prata.
HOJE.
Qiiinla-feira 30 do crrente s 11 horas.
0 agente Olympio em sen armaxem ra do
Imperador n. if>. far leilo dos objectos cima.
Seila-Mra 31 do corrente s 10 horas.
No armazn do Sr. Aunes dcfnmte da porta da al-
fandeija de 2i> raixas cun 21 dnzias de yarrafas
de cognac, 18 barrisronlendo de 90 a 100
medidas de dito.
Por intervengo do agente Euzebo se vender
em leilo para ultimar contas de 2o caixas conten-
do 13 duzias de garrafas com cognac e mais 18
Larris ile 90 a 100 medidas de dito : no armazem
do Sr. Aunes, romo cima.___________________
un lo
Sexla-fcira 31 do corrente is H horas no aama-
zem n. :>3 da ra da Cadeia.
O agente Euzebio vender sem limite de preco
diversos objectos de ouro e prata e obras de mar-
cineiria.___________________________________
LEILAO
Sabbado i de agosto.
Vi ra da Cadeia n. 33 de duas casas terreas ns.
136 e 138 na ra Imperial chaos proprios.
Por intervenco do agente Euzebio se vender
em leilo no da cima as casas terreas que tem
30 palmos de frente e 130 de fundo, seu rendimen-
|o 165 mensaes. Os pretendentcs queiram ir
examina-las.
IjEIIAO
Segunda-feira 3 de agosto.
A requerimento dos administradores da massa
de Manoel de Azevedo Pontos por despacho do
lllni. Sr. Dr. juiz do commercio e por intervenco
do agente Pestaa iro leilo as dividas perten-
centes a mesma massano valor de 132:3035185 rs.
constantes de urna relacao parte com letras as
quaes se acham em poder do agente para poderem
ser examinadas e est prompto a dar qualquer cs-
plicaeo: o leilo ter lugar seganda-feira 3 de
agosto vindouro pelas 10 horas da manha na as-
.sociacao commercial.
LEILAO
DE
PREDIOS
Como S'jam
Em ehos proprios.
1 sobrado de 2 andares da ra cstreita do Rosa-
rio n. 24.
1 casa terrea na ra do Amorim n. 30.
i dita dita no pateo do Paraizo n. 31.
1 dita dita na na da Alegra n. 14.
1 dita dita na ra do Mondego n. 69.
dita Jila na mesma ra n. 71.
* /i.j (lila na iii>'sina ra n. 73.
- -i<0 a$ terrea assobradada na ra do Mon-
1 gra-
dean n. 16. rm do Mondego n. 75.
1 casa errea na ^ forelro*.
1 sobrado de" u7aSuaaW".nft do vr*
mentn. 18.
1 dito de dous andares na ra das Aguas-Verdes
n. 70.
1 sobrado de um andar pa ra de Santa Rita
n. 75.
1 casa terrea na ra de Santa Cecilia n. 9.
Terea-feira \ de tfst.
( A* ra da Cadeia numero 24.)
O agente Pinto legalmente autorisado pelos li-
quidatarios da massa fallida de Jos Antonio lias-
tes, levar a leilo no da 4 de agoste, os predios
supra mencionados pertencentes a piesma massa,
em seu escriptorio ra da Cadeia n. 24, entrada
pelo Rccec-Largo.
Os pretendentcs podero examinar as referidas
casas, as quaes acham-se abenas e sugeitas a exa-
me, a cxcepc,o da do Mondego n. 16 que est fe-
chada, cujas chaves serao encontradas em poder
do mesmo agente.
Principiara s 11 horas em ponto.
AVISOS DIVERSOS.
litigue I de casa.
Trecisa-se afcigar um sobrado de.un andar e
sotao que techa commodos para nao pequea fa-
milia, e que seja situado no bairro da Bea-Vista,
ou mesmo no de Santo Antonio, e eem quintal;
nao se duviciando dar um semestre adiantado de
!f aluguel quem o tirer, dirija-se ao principio da
' roa do Hospicio, sobrado de um andar com portao
,'! de ferro ao lado.____________________________
Callgraphla.
O caligrapho Mendonca Relm offcrece o seu
prestimo nao somonte para dar lices em asas
particulares, como para copiar papis etc. O mes-
mo se offerece tambem para dar lindes de gram-
matica portugueza, arithmetica, principios de geo-
' graphia e geometra : a tratar na ra Velha n. 93.
LOTERA.
Quarta-feira 5 de agosto prximo se extra-
hir a ultima parte da primeira e primeira
da segunda lotera da Santa Casa da Miseri-
cordia.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Timen-
tel, praca da Independencia n. 22, loja do Sr.
Soares Pinheiro, ra Direita n. 3, botica do
Chagas, ruada Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estabelecimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/ at 103 serao pa-
gos urna hora depois da extracto at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA,
O thesoureiro das loteras desta provin-
cia, desejando extrahi-las em maior capital
e com menores intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantiade 100)5 para cima;
assim como se prope a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob nanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. 0 the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eoramerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se com elle, na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. 15: advertindo
que receber em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loteras
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras. 20 de junho de
1863.
0 thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
No dia 23 do corrente amanheceu furtado do
engenho Darangunsa em Ipojuca, um cavallo pe-
queo, alazo caboclo, inteiro, sem signaes visi-
veis, com ferro no queixo c quarto esquerdo, jul-
ga-se que quemo furtou foi um pardo de nome An-
tonio Tourado, o qual tem urna orelha cortada,
exo c tem cicatrices de feridas pelo como. Este
homem tendo apparecido por aqui em dezembro,
sem saber-se d'onde, aqui se conservou at o dia
cima dito em que desappareceu o cavallo : quem
tiver noticia certa do mesmo sugeito querendo avi-
sar no mesmo engenho ter gratilicaco.________
Fngiodo engenho l'niao freguezia eje Ipom-
ea, o escravo Matheus, de Naco, idade 4o annos
(bemque pareca mais moco), inuito ladino, alto,'
i.nrbmio, cor preta, tem una iierruga ae um taao
do nariz, ps grandes, e tem falta de denles, pessoa
que o conhece encontrou-o junto ao chafariz das
Cinco Ponas nesla cidade, por isso recommenda-sc
as autoridades poUeiaes, capities de campo ou
qualquer particular que o aprchendam podendo le-
va-lo ao dito engenho a seu senhor Luiz Urbano da
Cunha c Andrade ou na ra da Praia a Genuino
Jos da Rosa, que gratificar com 303-_________ I
Aluga-se um sitio na Capunga Velha, com boa
casa de v'ivenda e quartos para pretos, estribarla e
coxeira, todo murado : a tratar na ra Nova n. 3
ouna ra da Palma n. 41.____________________ |
Na ra da Rodan. 21, lava-se e engomma-se
com presteza tanto roupa de homem solteiro como
de familia, paga-se qualquer falta que baja e da-se
fiador._____________________________________ I
Offerecc-se urna ama para cosinliar em una
casa de pouca familia ou homem solteiro : no lar-
go da Assembla n. lti. primeiro andar._________
ratido.
O abaixo assignado, pai do menor, victima da
pedrada casual dada por outro no dia 12, no pateo
do (armo, faltara ao mais sagrado dever de gra-
ldo, se nao viesse publicamente patentear o quan-
to devedor aquellos que humanamente se presta-
rain a soccorre-lo em to afflictivo estado, ainda
mais augmentado pela sua nimia pobreza. Em le-
nitivo, pois, a minha alTliecao, cncontrei na pessoa
do digno provincial, Fr. Jorge, aquillo que s cora-
eoes humanos podem comprehender, prestando-se
de modo tal que me obriga a nada revelar para
nao offender a sua modestia; c no Ilustre Sr. Dr.
Teixeira a inelhor boa vontade em o tratamento que
prestou-lhe. A Dos, pois, pertence a recompensa
de semelhante proceder.
Antonio do Reg Rarros.
eclararo necessaria.
Apresso-me em declarar que o annuncio sob o
titulo nopublice, e assignado Torres Bandeira, que'
hoje appareceu neste Diario nao me pertence de j
maneira alguma, nem tive nelle a menor parte. [
Faro esta deelaraciio, tanto mais necessaria quanto
all se l o meu sobrenome na assignatura, o que I
nao devo deixar passar em silencio, pois nao gosto!
nem costumo carregar com a paternidade d'aquillo'
que nao acto meu. O annuncio a que me refiro
em nada me compromette; mas devo minha
consciencia e ao publico a maior franqueza em
cousas de semelhante natureza.
A. R. de Torres Randera.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
Cartees de visita
Cartoes de visita
Carios de visita
Cartoes de visita
8000 a duzia
5000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
85000 a duzia
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Aluga-se na ra da Cruz.
Est para alugar-se o grande armazem e pri-
meiro andar da casa da ra da Cruz n. 35, o qual
tem frente e sahida para defronte da Lingoeta, mui-
to proprio para escriptorio de algum Sr. negocian-
te ; tratar na ra da Senzala Velha n. 106.
No dia 27 do corrente mez fugioapreta criou-
la de nome Clemencia, idade 28 annos, alta e seca
docorpo, com algumas marcas de bexigas no rosto,
levando vestido de chita escura e camisa de algo-
doe panno da costa com listras encarnadas e
franja branca, rozetas de ouro, os bracos um pou-
co arqueados para fra, tem falta de dentes na
frente : pede-se as autoridades e capitaes de campo
que a pegar a levem a ra do Arago n. 8.
O abaixo assignado previne ao respeitavel pu-
blico que a escrava Clemencia que se achava aos
servicos da Sra, D. Rosa Candida da Cmara casa-
da com oSr. Flix Cavalcanti de Albuquerquer Ru-
meira sua legitima propriedade aiiin de que nao
facam com o dito Flix transaccao alguma acerca
da* referida escrava, protestando desde j proceder
contra quaesquer actos de alienaco que a tal res-
peto tenham sido feitos pelo referido Sr. Flix.
Jos Flix da C Pmentel.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no,mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
I). Mai ianna de Fanas Rotelho e seus sobr-
nhos agradeccm a todas as pessoas que se digna-
ran assistir os ltimos suflragios e de acompanhar
ao cemiterio publico os restos mortaes de seu pre-
zado esposo Jos Joaquim Rotelho, e de novo Ihes
rogam o obsequio caridoso de assistirem a missa
do stimo dia, eme se tem de celebrar no cemite-
rio, s 7 horas do da 3 de agosto.
Precisa-se fallar com O Sr. Antonio Montoiro
ae Mello no escriptorio de Palmeira 6c Oeltro, na
praca do Commercio n. 4.
^szzszt

K *S< y"<'v:<'vE',v;'vr<
.- % % V. V V
%\$a\&& T* ^5 m 3% ^usososxgs
ALVK?ARAS A NOVIDADE. W<
Sao chegadus loja das columnas x
na ra do Crespo n. 13 de Antonio f
Correa de Vasconsellos A C. riquis-
smos cortes de la muito fina com
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de S
lyrio, cinza etc., fazenda fnteiramen-
te nova e nunca vista em Pernara-
buco.
' v"'-'^ "- :r *
f^*

,v
Guilherme Thelleque, Conradene Grebe.
Conradenc Gatzmeir, Christian Cassel, subditos
allemes, retiram-se jiarao Rio de Janeiro.
Aluga-se ou vende-se urna preta para todo o
servico, excepto engommar c coznhar: a tratar
na ra de S. Jos n. 22.
- Precisa-se de um menino para copeiro de 14
a 18 annos : na ra Nova n. 08, deposite.
Precisa-se de urna ama de leite, mas que te-
lilla, ijuando muito, al seis mezes decorridos na
cracao de que se ache cncarregada : na ra cs-
treita do Rosario n. 31, terceiro andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Moreira.
Na noite do dia 27 do corrente desappareceu
da casa de Jos Vieira de Figueiredo, em poder
de quem eslava depositada, requerimento do res-
pectivo consenhor, a escrava Jacintha, parda escu-
ra, estatura regular, com bichos nos ps e falta de
dentes na frente superior, grvida, prxima a pa-'
rir : quem a pegar e conduzi-la casa do dito Fi-
gueiredo, na estrada de Joao Fernandes Vieira, na
Soledade, ser gratificado. _______________
HJJTCO UMHH
ESTARELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambuco
Antonio 1,11 i/ de Oliveira
Azevedo & C.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa lilial em Lisboa, e agencias em F-
gueira, Coimbra, Avero, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima-
res, Rarcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penafiel, Braganca, Amarante, Angra,
Illia da Terceira/llha de Faias, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azcmeis, Chaves c Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Offereee-se
um rapaz que entende perfeitamente do trafico de
padaria, para caixeiro ou para outro qualquer ne-
gocio : quem precisar annuncio.______________
O\l Ittltl l
DE
S JOS' D AGONA.
O secretario da contraria de S. Jos d'Agona,
erecta na igreja do convento de N. S. do Carmo
desta cidade do Recite, por ordem da mesa re6e"
dora, eonvida a todos os irmaos da mesma contra-
ria comparecerem domingo 2 de agosto prximo,
pelas 10 horas da manha, no consistorio da con-
fralia. parauma reunio de mesageral.
Consistorio da confraria 29 do julho de 1863.
Joao Filippe da Costa Cordeiro.
Secretarlo.
Attengo.
Precisa-se alugar um sitio cercado, em Santo
Amaro ou as mediaejoes, que tenha pasto para 6
vaccas annualmente, casa de morada, agua e ar-
voredos de fructo, afianija-se o bom tratamento, e
se d fiador a contento : a tratar com Frederico
Chaves na ra da Imperatriz n. 19.
A pessoa que annunciou querer comprar urna
taberna com poucos fundos ou s a armacao dir-
ja-sc a ra da Lingoeta taberna n. 5.
Aluga-se a loja do sobrado sito na ra Nova
n. 37 : a tratar com Amaro Goncalves dos Santos,
no Passeio publico, ou na ra Nova n. 35, loja de
ferragens.
.gaanaaaa obp
..J wBBRoKlBK! oRfll.-.
Joao da Silva Ramos, mdiecTpea Cm-
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na ra Nova n. 80, das 8 s 10
horas da manha, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, com ofim de se encar-
regar de qualquer servico de sua profis-
lao.
Os chamados devero vir por escripto.
Aluca-se um sitio na Capunga Velha, com
boa casa de vivenda, eocheira, estribara e quartos
para pretos : a tratar na ra Nova n. 3, ou na ra)
da Pal!. 4J. .-.*-.-
Contina a haver pao de centeio nos dias quar-
tas e sabbados de cada semana, na padaria, em
Santo Amaro, ao p da fundicao, na ra da Impe-
ratriz n. 22, ra do Brum, confronte ao chafariz
n. 47, ra das Cruzes deposito n. 39, na Passagem
taberna da esquino do Sr. Rento, que vira para o
Remedio, c no armazem Progresso, largo da Penha
PO.
Procisa-se de urna ama para cozinhar em
casa de homem solteiro : na ra do Crespo n. 10.
MUTILADO
Quem precisar de urna ama para coznhar e
engommar para casa de pouca familia, dirija-se a
ra da Concordia n. 15.
O abaixo assignado tendo perdido o bilhetc in-
teiro n. 1227 da ultima parte da 1." e !.' da 2/
lotera da Santa Casa da Msericordia,cuja extraco
deve ter lugar a 5 do mez vindouro : roga ao Rlm.
Sr. thesoureiro o especial favor de nao pagar o
mesmo bilhete, no caso de caber-lhe por sorte al-
gum premio, visto ser propriedade do mesmo abai-
xo assignado. Recite 28 de julho de 1863.
________ Aristides Pompeo Lopes Fernandes.
O bacharel Jos Eustaquio Ferreira Jaco-
bina tem seu escriptorio na ra do Queimado n.
30, primeiro andar, -onde pode ser procurado das
10 as 3 horas da tar-de.
D-se8505 a juros : quem pretender dirja-
se a ra do Queimado n. 30, primeiro andar, das
9 s 10 horas do dia._________________________
Manoel Maria de Moraes, subdito portuguez,
retira-se para o Par.._ __________________
O abaixo assignado vendo um annuncio nos
Diarios ns. 168 c 169 Ao Sr. Jos Joaquim da Cos-
a Maciel, declarando ter vendido seu estabeloei-
jmento de molhados sito ra larga do Rosario n.
27, ao Sr. Florentino de Almcida Pinto ; previne
ao mesmo Sr. Florentino ou a qualquer outro que
queira comprar dito estabelecimento, que nao faca
negocio algum sem primeiro se entender comigo
sobre onus a que esta sujeito o referido estabele-
cimento. Recife 27 de julho de 1863.
Andrs Rlanco.
AltlgaiR-^C
Dus armazens pequeos na travessa da Sanzal-
h Velha, por detraz da loja n. 50 da ra da Ca-
deia, muito prximos a arandega e ao caes do
Apollo, e por isso proprios par qualquer lim e
t-rvirem para um s por terern communicaco;
trater na sobredita loja com Cunha e Silva.
Ao publico.
Previne-sc a quem interessar possa que a parte
que o Sr. Joao de Carvalho Pacs de Andrade pos-
sue no engenho L'cha freguezia dos Afogados, est
sugeita a pagamento de urna divida privilegiada,
nao podendo por isso ser alienada pelo mesmo se-
nhor em quanto nao fr paga aquella divida.
Attengo
O abaixo assignado convida a pessoa que quizer
interessar cin um barco que se tem de empregar
na pesca em alto mar, cujo j se acha em metade
do trabalho c despeza 5 e como o abaixo assignado
nao pode s por em andamento esta empreza, por
isso convida alguma pessoa para entrar na mea-
cao do dito barco; elle de 20 toneladas e para
pescar 8 a 10 pessoas, construido com as melhores
madeiras : as pessoas que quizerem ajudar a em-
preza do artista, pode dirigir-se a ra dova do
Santa Rita para ver o barco e contratar o negocio.
__________ Jos Elias Maehade Freir.
Alugam-se a loja do sobrado n. 193 e armazem
n. 171 da ra Imperial, n armazem n. 4 da ra do
Apollo, e a casa n. 27 da ra do Rurgos : na ra
da Aurora n. 36.
2 S5
Calcado francez, na loja do vapor, ra
Nova n. 7.
9

>
E digno de attencao os novos sorti- 3 j
i mentos de calcado" francez, chegado h >
dita loja, e mi especialmente as mo-
5 dernas botinas com differentes e novos
s enfeites para senhoras c meninas._________^
- O abaixo assignado comprou ao Sr. Jos Ber-
nardino Alves a sua taberna sita na ra dos Marti-
rios n. 33, livre e desembarazada de qualquer de-
bito. Recife 28 de julho de 1863.
Manoel Pereira de Carvalho.
Os Srs. Cals Irmos como credores do Sr. Jo-
s Joaquim da Costa Maciel particpam ao commer-
cio desta praca que nao pode vender a sua casado
molhados da ra larga do Rosario n. 27, sem ter
liquidado nossa divida, ficando milla a dita venda.
Recife 27 de julho de 1863.____________________
Attencao.
O abaixo assignado, tendo lido no Diario de sab-
bado 2o do corrente, um annuncio do Sr. Rento
Jos de Miranda, relativamente ao deposito da ra
do Alecrim n. 1, e a padaria em Santo Amaro na
travessa do Lima n. 7, em que declara ter transfe-
rido os gneros daquelle para esta, e que pareca
querer Iludir a boa f do publico, demonstrando
ser o nico possuidor de ambos estabelecimentos,
protesta pelo presente contra semelhante annuncio,
pois que tambem douo em partes iguaes em di-
tos estabelecimentos, c isto pretende provar penan-
te os tribunaes competentes, assim como nunca
fra ouvido para semelhante transferencia e bem
assim para as transaeces feitas pelo mesmo desde
odia 19 de junho, qundo deu balando em ditos
estabelecimentos. Recife, 26 de julho de 1863.
Antonio Francisco Correa Mendonca.
Attencao.
O abaixo assignado, declara que ninguem faca
negocio com o Sr. Rento Jos de Miranda, sobre os
estabelecimentos da ra do Alecrim 11. i e padaria
da travessa do Limara Santo Amaro n. 7, pois cpie
sendo tambem ixissuidor c dono de ambos desde 19
de junho o dito Rento nao lhe tem consultado para
nada, c declara tambem que pretende separar a so-
rii'iladc muito lirove pelos meios legaes, e que
nenhuma respoosabilidade tem para com os lanca-
mentos e transaeoes feitas desde o dia em que deu
balanen em ambos estalielecinienlos.
___________Antonio Francisco Correa Mendonca.
Deseja-se muito fallar com os Srs.:
Manoel de Souza Leo Jnior.
Joao da Silva Santos (empregado na estrada de
ferro.)
Jos Antonio Lopes Jnior (do Rio-Formoso.)
na na do Crespo n. 17, loja. _________________
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
66 : os prt-tendentes dirijani-se Caixa Filial.
Est-se procedendo a inventario dos bens de
D. Anglica Maria da Veiga pelo Juizo de orphos,
cscrivao Rrito : quem se julgar credor da neuno
finada apresente-se ao abaixo assignado, tutor dos
menores, no praso de oito das. Recife 29 de ju-
lho de 1863.Marcolino Jos Pupe.
Oirerecem-se duas inulheres para amas, sen-
do urna de leite, e outra para todo servido de qual-
quer casa, menos fazer compras na ra: quem
precisar, procure no Recife;, becco da Lama n, 8.
<- UtlM I I
PORTUGUEZ l)E LEirUKi EM PER-
KA 11 BUCO.
De ordem do Illm. Sr presidente da assembla
geral desle Gabinete, convido a todos os senhores
socios effectivos reunrem-sc em assembla geral
na sala das respectivas sesses, domingo 2 de agos-
to prximo futuro, para a L sessao ordinaria do
corrente anno.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez de Lctura em Pernambuco 28 de julho
de 1863.
A. A. dos Santos Porto.
1. secretario.
SOCIEDADE
DOS
ARTISTAS MECHAMOS E MBERAES DE PEIl-
XAMBICO.
De ordem do Illm. Sr. director faco sciente aos
senhores socios e a quem convier, que no dia 30
do corrente, as 7 horas da tarde, haver sesso
magna para a posse dos novos funecion arios que
ho de dirigir os destinos da mesma sociedade no
anno andante de 1863 ao futuro de 1864 ; para
cujo fin convido os respectivos senhores.
Secretaria da sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaos de Pernambuco 28 de julho de 1863.
Antonio Bazilio Ferreira Rarros.
1." secretario.
Joaquim vieira de Carvalho, subdito portu-
guez, va i at o Ro de Janeiro.
Aluga-se a loja do sobrado do paleo do Terco
n, 12, tendo armacao para taberna: a tratar a
ra da Praia n. 36.'
O abaixo assignado faz sciente ao publico e a
seus freguezes, que mudou o seu deposito da ra
de llorlas n. :t'.l para a ra do Alecrim 11. 1 -, e na
nnsma casa existe una pequea armacao dispo-
sico do Sr. Rento Jos de Miranda,
Ix>uren<;o Ferreira Cantoso.
Ao n. 29.
Nora loja dos barataros, ra do Queimado.
Las de ultimo gosto, covado a 440 rs.; organ-
dis de padroes lindissimos, varas a 800 rs.; ba-
tees de arcos o melhor possivel, a 35500, 45 e 5 5
alpaca de linho para vestidos, covado a 240 rs.;
cambraas de cores para vestido, covado a 280 rs.;
cambraieta muito fina, peca de 12 jardas a 75 ;
cassa lisa pello de ovo, peca de 12 jardas a 75500.
Aon/29.
Nova loja dos harateiros, ra do Queimado.
Paletots de merino setim, fazenda de custo de
205 por 105; ditos de alpaca prelo a 35200; brim
branco lona, vara a 640; brim de cores para cal-
ca, covado a 480 rs.; camisas com pellos de fustn,
15000 chapeos de sol de alpaca, a 35500.
Ao n. 29.
Noca loja dos barateiros, ra do Queimado.
1**1 1**1 *1 *'l ll'l 1*
Bcos preto de linho, vara a 120* ICO, 240 c 320
rs.; ricas franjas e trancas pretas c de cores, vara
a 120,160 e 200 rs.; trancas e galoes de la e de
algodo, pecas de 10 e 15 varas, a 200 e 400 rs.;
froco fino e grosso, peca a 100 rs.; vestidinhos de
cambraia bordados, para baptismo, a 25-
Aluga-se a loja do sobrado sito na ra da Im-
peratriz n. 36 : a fallar no mesmo, no primeiro
andar.
O Sr. Manoel Homem de Carvalho. caixeiro
que foi do Sr. Anioriin Irmos, e Antonio Marlins
da Silva Campos, quclram ter a bondade de vir
fallar com o abaixo assignado a negocio que Ibes
nao deve ser cstranho.
J. C. de Almeida.
Biaze Improta Biaze Jetla, subditos italia-
nas, retiram-se para o Aracaty.
'Precisa-se de urna ama para lavar e engom
mar : no ra do Trapiche n. II. hotel,
Msicas
Grande e variado sortimento de
msicas novas para piano, todas
dos melhores compositores naco-
naes e esliangeiros, entre ellas as
misas do Poliuto e a do Reijo pa-
ra piano e piano e cante : na loja
de instrumentos de msica de II
Domont, na ra Nova 11. 9.
O abaixo assignado faz ver ao publico que o
Sr. Miguel Loiirenco de Souza, morador no enge-
nho Aurora, lhe hypothecra a sua escrava criou-
la de nome Benedicta, idade 12 annos, pouco mais
ou menos, pela quantia de 4005000 pelo tempo de
um anno, sendo a dita escrava no preco de 5005,
e na falta deste tempo nao fazendo dito"pagamento
perder o direito a escrava, recebendo do abaixo
assignado a quantia de 1005, como do trato feito.
Francisco Tito Xavier de Lima.
Deseja-se saber se nesta (iraca existe o Sr.
Manoel de Castro Giiiinares, que ve'io do Porto em
1858 ou 1859 : na ra do Crespo esquina n. 8.
Banco Cuino do Porto.
Pela sua agencia, annnncia a direceo deste ban-
co, que brevemente establecer nesta cidade 0
Seguro Mutuo de Vidas, pelo mesmo svstema das
companhias hespanholas. Masque dever aufeiir
mais vantagens por os ttulos de divida publica
portuguezes estarn mais baixos, o que d em re-
sultado muito maior rendimento.
Precisa-se de urna escrava ou mulUr de er
para vender na ra : na botica do pateo do Carmo
se dir quem.
AluKa-se a casa da ra de Bemiira na Pmh-
gem da Magdalena n. 7, com dous andares e sota,
com todos os commodos para urna trradile familia
quartos para pretos, estrilara para tres nnZ
eocheira para carro, sitio rom arvore, de fror. .
capim para dous cavallos ; pode *r rnimli a
qualquer hora por estar sempre atara ai r
na travessa da Madre de Dos n. 12 com w i
quim Dias Fernandes.
No largo do Hospicio n. 24 se dir .m,m
aluga urna escrava para qualquer servio. ,,,
de casa como de ma.____________ ..-'
No paquete inglez que honb-111 svgui., p.1ra ,
Rio de Janeiro seguo Braz Dias <>rr-u, naiur J
da freguezia de S. Pedro de Riba dAve r.*sWho fe
villa Nova de Famelico, o cpial deseja l.-r noticias
seu irmo de nome Manoel Dias Correia. u.-.|..
lhe escreva para o Rio de Janeiro na praca do Cas-
tello n. 7.
Precisa-se de urna ama ,
mas que tenha, quando muito .it. |
mezes decorridos na criarn !?> que
se ache cncarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31,3 andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
reira.
Attencao.
Um homem de lioa conducta se oftVrece para ad-
ministrar qualquer servico : a tratar na ra di
Gloria n. 17.
Aluga-se 11111 pequeo sitio na 'nunga, ru*
da Amizadc, com boa casa nova de mntela, teBd
2 quartos e 2 salas, cozinha fra, carimba ri*i
excellente agua de beber e diversas arvores d-j
fructo : a tratar na ra Nova n. 13.
Aluga-se o 3. andar com grande so-
to da casa da ra do Imperador n. "5,
pintado de novo, tem aparelbo e canalis*;.lo
para as aguas servidas pelo yslero- r->'~
brone; a tratar no ."andar da mesma.
I'recisa-se de um cozinheiro: no ruc-
ie doMato, ra do Costa n. 12.
Aviso ao romicrcU.
Participa-se que a agencia do eorreio partiml r
da Parahiba na roa do Vicario, taU'nn 1
deve chegar todas as quinlas-feiras e sabir i*>
mo dia as 5 bens da larde.
Aluga-se o primeiro andar da ea>a da ni
do Amorim n. 15 : a tratar na praca da Indepi-n-
deneia n. 22, ou na ra do Codorniz, tab>-n
Sr. Pontes.
COMPRAS.
Compram-se garrafa* c botijas de gem-br
vasiafl : na 111a das Cruzes n. 41 A, taUrna da
porta larga.
Compra-se efcclhraroentc cniro e pr.ita r,i
obras v> Ibas : na praca da Indi |-ndcncia n. 22 te-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Leis |>rMui;ics.
Vende-se a colleccao de leisprovimiaes do cor-
rente anno a 15 : n livraria n. 6e 8 da praoi da
Independencia.
ZAMORA.
DRAM* HISTRICO PELO DR. THEIERSE. 10
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGEi
FEICIIII.
Na na Nova n. II vende-se a !>"
exemplar._______________________
Vende-se a loja de calcado na ra il<> Livra-
mento n. :(:t, bem afreguezada, isto |>r ter -11.I.V
mi de retirai-se para a Europa ;\ tratar d
de : a tratar na mesma.
Leite puro
De hoje em dianl Linde haver i.l .
das 7 hura- dainanhaaate .,- B, l.-ii- \< 11 .
sico dos freguezes que dcixaraui d<-1.....u I
lia, -e iiaoaeliareiii HSa : no pal.....I '
calcada junto a botica, a .'tiil rs. a garrafa.
Vende-se a taberna sita na trawa i|os L\-
postos n. 18 : a tratar na mesma.
Cal de Lisboa e potsuwa di
Rassia.
Vende-se na ra da (Cadeia do Recife n. *'. pan
onde se mudou o antigo e acr.-ditadn depasili 11
mesma ra n. 12. aml)s os gssMm lie mm
legtimos, e se velldiMU a BtefO lllais I .11 I
oulra qiiali|iier parle. ______^^^
Vendes.' una escrava de iii'ia idade. 1 .pial
faz todo servico domestico, i-.r precii c>iiii/iihJ.> :
na rita do Marisco n, 7, primeiro ailar.
Todos os dias, cedo, vira da Varzea para o positodepao c cestas do Sr. Fmctnoso, 1.1 ra
larga do Rosario; vender-se-ha a M rs. 1 pn
fa. grandes e pequeas porc/ics.___________
Vendem-se qualro vaccas crioulas pr>>\iin.H
a parir, e um novilho de rara lourina. assim ni >
una varea parida que da seb NfSSM t Hl
melhor que se pode encontrar. tainl-in 11 m
na travessa das Barrenas n. 10, dir qoesa
vende.
Vendem-se globos de louea linclanx'nie
drados, proprios para collorar por enfeite 11 cu,
dos parapeilos das frentes de proprieilad. t-ini
como ricos vasos para llores c pinnas para
muscamente de jardins : na ra da Praia n. -in.
Aluga-se urna loja com armacao capaz, no
melhor local de negocio por ser na ra do Crespo,
tambem se aluga um primeiro andar com commo-
dos para grande familia: a tratar com Jos Hygi-
no de Miranda.
11 lia atteneo.
Jos Maria da Matta e Silva tira passaportes para
qualquer porto deste imperio e mesmo para Por-
tugal por preco muito razoavel e que ceja conven-
cionado; faz-se merecedor de que seja procurado
pelos mesmos que precisara, pois que sem as diffl-
culdades que muitos allegam.aprompta os mesmos
cima dito: pode ser procurado para tratar, na
ra da Imperatriz n. 19.______________
Manoel Luiz da Costa, subdito de S. M. Fde-
lissima vai a Europa.
~Gablnete medlco-clrurgii'o {
jlliia do Seve n. 28 (Ilha dos Ratos) pro-i
mo i ponte de Santa Isabel.
O Dr. Joao Maria Seve, medico parteiro
e operador contina no exercicio de sua
profisso, sempre prompto a qualquer
chamado.
Recebe em sua casa escravos e criados
doentes de ambos os sexos e tambem ma-
ridos, para o que tem preparado conve-
nientes accommodacoes, garantindo-Ihes o
melhor tratamento, pelo preco de 25 dia-
rios, salvo operacis que serao previa-
mente ajustadas.
LJ7WX l.-iT*
V
PROTECCAO
PROTEGCiO
\0% O i:s I \S
DE
[Todas as qualidades por atacado e a realho
NA RA DO CRESPO N. 17.
Quem precisar de alugar urna ama que cozi-
nha o diario de urna casa, e para fazer o servico
interno da mesma, aflancando a sua conducta, sen-
do para casa de pouca familia, dirija-se a ra do
Imperador n. 16, terceiro andar.
Joao Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, com
especialidade aos seus clientes e amigos que mu-
dou sua residencia para a ra da Praia de Santa
Rita Nova n. 49, onde morn o Sr. Dr. Ruarque,
engenheiro da estrada de ferro, onde sempre acha-
ro, das 6 s 9 da manha, e das & da tarde em
diante.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 19
da ra Nova, com bastantes commodos para fa-
milia; a tratar ra da Cadeia do Recito n- 62,
segundo andar.
DE
JOS GOMES TMMjMjAA.
Aviso as familias econmicas.
Neste importante estabelecimento de fazendas existe um variado sortimento de fa-
zendas de todas as qualidades para senhoras, meninas, honiens. meninos etc., etc., svrias,
cassas, cambraas, laas, linhos, algodoes, cassasde cines lindas a 80 rs. o covado, vesti-
dos para noivas com capella e manta, capas pretas, manteletes, antebarques de gros preto.
com enfeites, chapeos a Maria Pia, bramantes de linho de diversas qualidades, bretanhas,
selecias, meias para senhoras, saas bordadas, colxas para cama ;
Manda-se as fazendas as casas das familias
Vivam as familias econmicas
Vivara as familias econmicas
Vivam as familias econmicas.
Mandem comprar loja da ra do Crespo n. 17
Mandem comprar loja da ra do Crespo n. 17
Mandem comprar loja da ra do Crespo n. 17.
55 RUA DA IMPERATRIZ 55
participa ao publico que acaba de addicionar sua fabrica de carros e de venezianas ese-, etc, nm tor-
neiro de metaes, chamado Jorez, j conhecido nesta provincia pela perfeicao de seos trabaos. As
pessoas que o quizerem honrar com a sua eonanca o encontrarlo sempre prompto para exeesstar qso-
quer especie do trabalhos concernentes ao seu offlcio e por procos razoaveis.
As pessoas cujas eucommendas se acham promptas, sirvam-se de ir recebe-las aa i
indicada, que tt serao entregues, pago o preco ajustado.
/
'
I


w

1
Diario t Peiuaubuco Quinta felra 30 de Julho de 18G3.
=
NOVA EXPOSigO
na loja do Pavo, de fazendas bara-
tissteag:
Neste eslabelecimento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas do-se livros de
amostras, deixando flcar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavao.
Las rom 8 palmos de largura,
na loja do Pavio.
Vendem-se lazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 15600 o
covado: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Las para vestidos, a f SO rs.,
so na loja do Pavio.
Vendem-se lazinhas enfestadas proprias
para vestidos, pelo barato preco de 280 rs. o
covado, sendo rauito mais barato do que chi-
ta ; ditas transparentes, a 210 rs.; ditas laa
e seda, a 440 rs. o covado: s na ra
Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
Cassas a O rs. o covado.
Vendem-se cassas francesas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e320
rs. o covado; s na ra da Imperatriz u, 60,
.oja do Pavao.
*-andy, a 40 rs. o covado,
na loja do PavSo.
Vendem-se organdy de cores raatisado, fa-
zenda que val muito TOais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs, o covado oo 400 rs. a
vara : s na ra da imperatriz n. 60, loja
do Prvao.
O PavSo vendeos modernos ves*
tidos balo,
com barras Maria Pia, sen/lo os mars
modernos que que tem vindo ao mercad,
cora a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o coijpo, e vende-se pelo barato
preco de 33300^caila um: esta pechinciha
s existe na ra da Imperatriz n. 00, loja e
.irmazem do Pavao.
Cortes de fantasa, a #. na
loja do Pavao.
Vendem-se ricos cortes de cambraiafanta-
siadas seda, pelo baratissimo preco de 6$;
ditas, a 4^; atas, a 3#o06 s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavao.
Cortes de .cambraia, a 9#500.
na loja do Pavo.
V< ndom-se cortes de cambraia branco6 com
i abados, a 2S500; ditos, a 4$; ditos com
barras e babadosde seda, a 33, 33300 e 43;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo.
Cora iy/2 varas, a 2:500 rs. vende o Pavo.
Pecanfle cambraia transparente com pal-
minhas bordada^ de cor, tendo 8 1[2 varas
cada peca, a<500; diuHnais finas, a
33300 5 pecas'de cambraiade salpico bran-
cocom 8 1)2 varas, a 45: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Fazendas brancas, na loja do
PavSo.
Vendem-se pecas de madapolo entestado,
francez, com 20 varas, a 85; ditas com 12
jardas, a 45 ; dito inglez muito fino, a 75,
75300 e85; ditos muito superior, a 105;
ditos de 40 jardas muito fino, a 45800 e a
55600; algodoiinho muito encorpado, a
45800, 35300 e 65; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 15 avara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 35300; ditas com 12 varas, a 75:
Os manguitos e golinhas do
Pavio.
K peehneha, a 320 e a 400 ra.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
da na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
o covado.
Cortes de cambraia clilneza, a
l S- na loja do Pavo.
Vi ndem-se ricos cortes de cambraia chine-
.za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 45 cada corte, tendo bastante
fazewVi para um vestido: Uto s na rna da
Jmpertriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Alpakim ou gorgnro de linho.
a *<-IO rs.. so no Pavo.
Wrul< m-se alpakim ou gorguro de linho
prfcprio para vestidos e roupas de enanca,
peto barato preco de240rs. o covado: s
na iroa da Imperatriz a. 00, loja do Pavo.
Balos a :ft#.O0. s o Pavo.
Veadem> baloes americanos que sao os
melhores, tendo 20 arcos, a 33500; ditos
de 30, a 43500; ditos de 40, a 53 ; ditos
de bramte, a 33500 c 43; ditos para me-
ninas, a 23 e -a 33: s na ra da Impera-
triz n. 00, loja e armazem do Pavo.
Vestidos para menino, a S#.
Vendem-se vestidinhos para meninos, sen-
lomuito bem fritos, a 23 cada um : s na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
PavSo.
Cortes de chita, a 3500, na
loja do Pavo.
Vendem-sc cortes de chita com 12 l|2 co-
vados cada um, a 23500: ditos com 10 cova-
dos, a 23'. cortes de cassa roiudinha de co-
res fixas com 10 covados, a 25; ditos de
organdy matiiisado com 10 eovados, a
25400: snarua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
As casemiras do Pavo peehin-
cba a .#.
Vendem-se cortes de casimira franceza para
calca, fazenda muito fina, padroes claros e
escuro, a 55 o corte: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60.
O Pavo vende ;i :/( p 3500
cortes de la, a 33 e 35500; ditos com 22
covados, a 55: s na ra da Imperatriz n.
00, loja e armazem do Pavo.
s na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fusto do Pavio.
Vendem-se fusto cdTn lavi miudinho
para roupa de meninos,a 320 rs. o covado;
brim de linho de quadrinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 15 o covado: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Ospaletots do Pavio, assobreeasaeado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
feitas, a 125: sobrecasacos de dito, a 145;
paletots sacos de dito, a 75; calcas de cache-
mira da Escossia, a 35 ; ditas de casemira
preta, a 55; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 75 e a 55500; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de. casemira de cor,
a 75; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do PavSo.
Cortes de cachemira da Escocia, a 2:000, na
loja do Pavio.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada knitaco de casemira, tendo padres
escuros e alegres, afiancando-se que nao des-
bota, a 25 o corte para calca, on 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Lazinhas a S O rs.
Na loja do Pavio.
Vende-se lazinhas de cordozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro c escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro venc-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavo ra da Imiieratriz n. fiO de Gama &
Silva.
Pechineha, a 50 rs. o covado,
so o Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
destadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado.: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n, 60, de Gama Silva.
GRANDE LJQUIDACO
de fazendas para apurar dinheiro, por
baratissimo preco na loja arma-
zem da arara ra da Imperatriz u.
56 de Lourenco Preira Alendes
$uimaraes.
ALERTA TBEGUEZES, A 200 RES.
Vendem-se laeinhas com p equeno toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
paca meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
rneas a 120 rs_, lencos brancos finos a 200
rs. cada um ; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 25000, ditas limpas sem
mofo a 25500 e 35000, cortes de cassa de
cores de barras a 25000, ditas de cassa pin-
tadas a 25000; na ra da Imperatrizn. 56de
Mendes Guimares.
Organdys da Arara a smo.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 210 rs. o
covado, yopeliHa de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o (vado; na rna da Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas e lindos
dezenhos a 400, 4i0, 500 e 640 rs. o cova-
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado: na
ra da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Roupa fcita da arara.
Vende-se costumescompletosd'uma fazenda
chineza por 125 o costume, paletots de hrim
a -2:}300 e .15000, ditos de meia casemira
escura aMe 45500,paletots finos a65500
e NSOOO, calcas de meia casemira a 35000,
ditas finas 55500 e 65000, ditas de brim a
25500 e 35000, ditas de brim branco a 45,
casemiras francezas a 15600 e 25000, ditas
finas a 25500, ditas de linho a 35000, ce-
roulas francezas a 15600, camisas de meia a
800 e 15000; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56 de Mendes Guimares.
Oh! que pechineha a SJOrs.
Yendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo
a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 85O0, pe-
cas de ditas inglezas escuras cores fixas com
pequeo toque de mofo com 38 covados a
75500, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n.
56 de Mendes Guimares.
Madapolo francez enfestado a
IXOOO.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 45 e 45500,
dito inglezes fino de 24 jardas a 75, 85, 95,
e 105000, pecas de algodo encorpado a 45
45500, 55 e 65; na ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320,300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara; na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 25, cortes de brim para calcas a
15 e 10220; na ra da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende manguitos a
90OAO
Vendem-se manguitos e golinhas de linho*
20 o par,* golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para s(mhorasa400rs.;nanradalmpe-
ratriz n. 56.
ntremelos da arara.
45-BUA DIREITA-45
7M3 HABAR
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregaste*, os vossos joanetes aos duros sei-
xos ao pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto I
Vendem-se pecas de entremeios transparen-
tes a 10, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 10280 e 10600 a peca, cortes de la
Maria Pia a 40, ditas de la chineza com' a quebradeira nao deve chegar at este pon-
22 covados a 80, ditos de organdys com 15' to Vinde ra Direita munir-vos de excel-
varasa80, ditos com 9 varas a 60500; na ra lente calcado com 40 e at 60 por cento
da imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui- menos do seu valor.... attendei:
maraes. Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas.... 80500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 70 e........60000
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....50500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......50000
N Arara vende as eolias.
Vendem-se ricas eolxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fusto a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a 10,10120,10280 e 10600 a vara; na loja
da arara ra da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares.
Baldes da arara de t a 40
reos.
Vendem-se os melhores baloes que tem
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 30500 e 40, ditos de
brilhantina a 40500, balees saias de cordo
que faz a vez de balao a 20; na rua da Impera-
triz arara n. 56.
ENFEITES PARA SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante ra do Crespo n. 7.
Sao chegados os novissimos c riquissimos en-
feites para cabeca, pois com a vista nao la-
ver senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: s no Vigilante ra do Crespo
n. 7.
Uvas de peliea.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para no-
mens como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
rerfames.
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumarias dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Piver; sendo
extractos essencios de todas as quaidades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-
lonia, vinagre virginal dasociedadehygieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
dentes, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para limpar den-
tes, olos de todas as quaidades para ca-
bellos, e outras muitas cousas mais: s no
Vigiante rna do Crespo n. 7.
Trsouras e aniveles.
Tambem chegaram ra completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
padeiras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botes, tudo do
mais superior que se pode encontrar s
no Vigilante rna do Crespo n. 7.
Papel le fantasa.
Tambem chegou am grande sortimento de
papel de fantasa branGo, 3>ordado e lios
douralinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros cfojectos de muito gosto que setorna-
Tam enfadonho annunciar, que seus pre-
C06 sero por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo il 7.
Volates e terinas.
Recebis grande sortimeiito de volantes, teri-
nas, rendas doaradas e praleadas, bicos es-
pegaelha e gales de todas as larguras,
vendendo-se tudo por precos baratissimos
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Relroz e liitha.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do mclhor fabricante; sen-
do, pceto, azul ferrlo o cores sortidas, a
14,000 rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus precos sero
baratissimos: s no Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
SEM SEGUNDO.
Ra do Queimado n. 55, loja de miudezas de
los de Azevedo Maiac.Silva, est vendendo todas
M -u.is miudezas por preco que todos admiran),
como sejam :
Varas de aspas para fazer haloes. 120
Caixas com superiores obrejas .... 40
Pares de botoes de punhos a 160
Pares de spalos de tranca muito finos
a 15440 e.......... i800
Pecas de litas de velludo recortadas com
15 varas a.......... 1,5500
Ganas com muito superior papel amiza-
de e ouiros a......... 700
Massos eom superiores grampos a. 40
Caivetes de aparar penas a..... 80
Agulliciros com agulhas a..... 80
Duzia de meias trancas para homem,
muito finas a......... l^GOO
Duzia de meias pan senhora, fazenda
fin? a............ 3,5600
Cornetas de chifre para meninos a 80
Escovas para limpar dentes muito finas 200
uaralhos de cartas para voltarete muito
finas a........... 320
Ditas portuguezas a 160 c..... 500
Frascos de agua-de Colonia muito boa a
400 e. ......... 500
Ditos de oleo babosa a 240 o..... 500
Ditos com superior oleo de macaca a 100
Ditos com superior macaca perola a 200
Ditos com superior banha transparente a 800
Ditos com superior cheiro a..... 500
Ditos com superior agua celeste para
eheiro .......... 1,3500
Sapatoes, Nantes, sola e vira. 4#000
Borzeguins para senhora, inglezes. 40000
Ditos para menina, com laco. 30500
Ditos de ditas, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
pete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas ... S00
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
II\U VS ANTIGS,
E8FERMIMDES SYPMLrriCAS,
Brysipelas, Rteumatismo,
Neuralgias, Escorbuto,
etc., etc., etc.,
que tem ^angeado e dado o alt re-
Trancas de algodo brancas e de cores a
Caixas com superiores obreias de colla .
Bolsinhas muito Donitas para guardar di-
nheiro a...........
Gravatas de seda de diversos gostos a ,
Tinteiros de vidro com superior tinta a.
Pares de luvas brancas de algodo a .
Carriteis de linha com 100 jardas, bran-
ca a ............
Fitas e cordoes para enfiar espartilhos a
Caixas com clcheles rancezes superio-
res a............
Cartes de colchetes rancezes a 40, 60 e
Facas e garios cabo branco era vatio a .
Ditas de cabo branco era vado a. .
Ditas de balanco muito finas a .
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a200 e...........
Tesouras para cortar unhas muito final a
80
80
500
500
160
100
30
400
80
35200
35500
0,5000
320
500
Vende-se urna taberna na na do larga do
Rosario n. 31, ou troca-se por outra que venda a
retalho, em ra mais esquesita : a fallar na mesma
O 1.1 HO DO POIO.
Segunda edico mais correcta, ornada com
27 estampas, e augmentada com 48 paginas
de texto, contendo: a vida de Nosso Senhor
Jess Christo, fbulas, o vigario, -o bom ho-
mem Ricardo, quadrupedes uteis, o profes-; mns
sor primario, moral pratica, Simo de Nan-
tua, mximas e sentencas, hygiene, receitas
necessarias, o Brasil: vende-se na livraria de
Manoel Figueira de Faria & Filho, praca da
Independencia ns. 6 e 8, a 600 rs. o exem-
plar em brochura, e a 1$ cartonado.
neme a
Salsaparrillia de Bristol
per todas partes do universo, sao to
tmente devidas
TJnica Legitima e Original
SALSAPAERILHA DE BRISTOL,
PREPARADA EXCLUSIVAMENTE POR
I.AVMAX & KEMP DE NOVA YORK,
Mediante a receitu do Z>r. O. C. Bristol.
venda as boticas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo A C, ra
da Madre de Dos.
LIQIDACAO
de fazendas bwatissiraas, na Boa-Vista, rna da
Imperatriz n. 20.
Cambraias adamascadas com 20 varas a 85.
Ditas cun 8 ditas a 25-
Ditas lisas com 8 ditas a 25.
Fil liso muito fino a 800 rs. a vara.
1 Chales de merino estampados a 45.
i Madapolo entre-fino com 20 varas a 85.
I Casemiras finas de una s cor a 15600 o co-
vado.
i Algodo monstro, superior fazenda para toalhas
c lences a 800 rs. a vara.
i Bramante de 10 palmos de largura a 15600.
' Gravatas de seda a 320 rs.
1 Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de jantar a 25 o covado.
Flanella branca muito fina a 640 rs. o covado.
Hiscadinhos de linho muito finos para vestuarios
de eriamcas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, padroes inteiramente
novos e muito finas a 400 rs. o covado.
Lazinhas chinezas muito superiores a 500 rs. o
covado, e outras muitas quaidades de fazendas
precos muito commodos, afim de apurar dinheiro,
dando-se de tudo as competentes amostras.
FAZENDAS BARATAS
NA
\ov;i loja de Custodio, c'arvalho
27Ra do Queimado27
Para vestido a 260 rs.
Fusto fino francez para vestido de senhora c
meninas a 260 rs. cada covado.
Cambraia.
Cambraia organdys muito fina a 240 rs. o co-
vado.
Calcinitas
para senhora c meninas, pelo barato preco de
25200.
Coberlas
de chita chineza a 25000.
Golinhas
de linho para senhora a 600, 800 e 15.
Lfnffs
Lences de panno de linho finos a 25.
Camisinhas
para senhora, sendo de cambraia a 25.
Pannos
Pannos adamascados para mesa a 15500.
La.
Lazinhas matizadas mmto finas para vestido a
440 rs. q covado.
Vestuarios.
Vestuarios para meninas, muito lindos, a 3#500.
Cambraia
de linho fina a 55 a vara.
Para lulo.
La preta fina, propria para lulo, a 500 rs. o co-
vado.
i Madapolo
Madapolo fino enfestado, peca a 85, tendo 20
NO ARMAZEM DE FAZEXDAS BARATAS
DE
saxtos coi:i.no
Rna do Queimado n. 19.
vende-se o seguate:
Cobertas
de chita da India, a 2:ooo rs.
Lentoes de panno
de linho, a 2:ooo rs.
I^eucoes de bramante
de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
Toalhas alcochoadas
para mao, pelo baratissimo preco de 0:000
rs. a duzia.
Ricos vcsiidiiihos
de seda para meninas, pelo baratissimo pre-
CO de 4:ooo rs.
Lencos de seda
pelo barato preco de l:ooo rs.
Saias de fusto
pelo baratissimo preco de 5:5oo rs.
Lencos de cambraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a 1:80o e 2:ooo rs.
Lencos de cassa
finissimos, proprios para algibeira, pelo ba-
ratissimo preco de 2:4oo rs. a duzia.
Corte* de falca
de ganga mesclada, de listas e de quadros,
fazenda superior^ pelo baratissimo preco de
l:2oo rs. o corte.
Peeas de madapolo
largo superior, pelo baratissimo preco de
8.000 rss
lr*eeas de bretanha
de rolo com lo varas, pelo barato preco de
3:2oo rs.
Pecas de cambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo ba-
rato ipreco de 4:ooo rs.
Atoalhados de linho
com 8 palmos de largura proprio para toa-
Ihe de meza, a 2:5oo rs. a vara.
Toalhas
6e linho para meza, a 3:ooo rs.
Barege
de lindos gostos, pelo barato preco de 48o
rs. o covado.
Esleir da India
propria para forro de sala, de 4, 5 e 0 pal-
mos de largura.
Ra da Senzalla n 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstonC,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Gaz liquido 12$.
Vende-se na nova exposico de candiei-
ros a gaz, na ra Nova n. 24, latas de gaz
de 1.a qualidade e nao inflammavel, a \i-$,
contendo cada lata 27 garrafas, que muito
convem a quem gasta este liquido : na ra
Nova n. 24, loja de Carneiro Vianna.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qualida-
de : no armazem de Tasso Irmos, ra do
Amorim n. 35.
Un-uas Inglezas
em salmoura: no armazem de Tasso Irmos,
ra do Amorim n. 35."
Admirem as las baratas.
Superiores laas de cores de quadrinhos e
lisas, fingindo sedinhas de duas larguras,
pelo baratissimo preco de 500 rs. o cova-
do : na loja das columnas ra do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vasconcellos & C.
Vende-se urna preta de 22 annos de idade,
sabe engommar, cosinhar, lavar e cozer ; quem a
pretender, va a ra do Anionin, n. 50, que achara
com quem tratar.
fkiwm w\
RIO.
Vende-se a retalho abordo do brigue Mel-
lo i", o qual se acha atracado ao trapiche do
Baro do Livramento, e em porreo : trata-se
com Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
MOYO RIVAL
L*ja de nitidez.
Ra do Qneimado n 16
Pocas de tranca de laa lisa miaada a 2-) rs.
Ditas de dita de caracol preta i|.< ,.....
60 rs.
Ditas de caracol brancas o meseladas .1 Iim i.-
Ditas de dita branca para debrum de i
80,120 e 160 rs.
Caixinhas de clchete rancezes a 20 c Vr-.
Cartoes de colchetes fflnrczc* a lo. OO e*)i-
Massinhos de superiores grani|>asa :to rs.
Filase cordoes para enliar espaitilii" a xo r-
Escovas para dentes muito linas a 160 rs.
l'ecas de 10 varas de renda franceza Ii?a -
400 rs.
Caixos de lindas flores a 120 rs.
Tesouras muito finas a 200, 300 e UM) r-
Grvalas de seda estreilinhas a 160 c 240 rs.
Lindas abotoaduras de cornalina a 320 rs.
Pares de luvas brancas a 160 rs.
Ditos de luvas de Escocia a 320 rs.
Ditos de luvas de seda a 800 rs.
Duzia de botoes de seda para rasaveqon a 80 rv
Dita de botoes de louca pintados de diverse! ta-
annos a 20 rs.
Dita de botoes pretos para casaca* 10 rv
Dita de facas e garios brancos preti a 28>jO.
Pares ac sapatinhos de laa para nanea a 240
400 rs.
Frasquinhos com tinta azul e encarnada a 2M
BoiSea com superior tinta prela ingiVza a 120 i-
Tinteiros de vidro de cor com lampa de me!
160 rs.
Canelas superiores a 20, 40, 60,80,120 e 200 r.
Lapis azues e encarnados a 120 rs.
Lapis c creioes superiores a 20. 40 c 60 rs.
Duzia de lapis de poa 80 e 120 rs.
Libra de linha cor de caf a 700 rs.
Dita de retroz de cores a S$.
Oitava de retroz preto c de cores a 160 r-.
Frasquinhos com superior macaca perola ? '. <
e 240 rs.
Ditos eom superior oleo de amen-loa il
240 rs.
Ditos com superior pomada franceza a 400 rs.
Ditos com superior banha franceza i :$">> i
1*000.
Ditos com superior patcholy a 300 rs.
Ditos com superior agua de colonia a >
800 rs.
Ditos com superiores extractos finos a 10.
Duzia de pomada do Porto a 2*0 rs.
Massos de palitos xados, o mai- Mfwtar, -
360 rs.
Duzia de pipiabas com phosplioros 2o0 i -.
Caixinhas com pennas de lama pequen
grandes a 800 rs.
Ditas com pennas ealigrapbicas a 1200.
Ditas com superior lacre a 2IKI e 400 rs.
Resma de superior papel almaco a UBOO
Dita de superior papel de peso paulado a :>i' 0
Pentes de atar cabe) m. M t M l -.
Caixinha de superiores obreias de eoi.i
120 rs.
Baralho de cartas portuguezas a 160 e 240 r-
Dito de ditas francezas a 300 e 360 r-.
Trancelim de boaracha para relogio a 80 rs
Sintos elsticos para homem a 320 rs.
Pares de suspensorios a 120 rs.
Caixinhas de lamparinas para 6 mm i M
Ditas com 100 anvclopes a 800 e 1*.
Pecas de uta de seda de diversas 160 i
Lindas capcllas para meninas a L20O
E minios ouiros objectos que se vendeni
em conla, na ra do Queimado n. 16.
Vende-se a armacao e pertenos da lal
do pateo do Terco n. 12", muito alrefoea
mallo e muito mais para esta praca : a in
ra Direita n. 141.
Preservativo contra o clulera.
O xaropc alcohlico de veame por sua qualida-
de ant-seplica previne a putrefaccao as dk i
O cholera-morbus, quando aceomnettt, apret
una evacuacao de cmaras, e vomiten
nhados de dores vivas de ventre, aunas e |>
principalmente aqoeHesqne nsam de manti
IOS, que t'aciliueiite te fazeiu raneo,-, on M
dam no estomago. Ora. sendo a' mMc epri
te do estado dos solidos edo> Mdos, i rbl i ,
o medicamento como o urope aleoofiro it
me, que tem a qualidade de impedir a pnfr(. '
do sangue, purilicando-o e conservando ,, ,-
goein seu estado regular, pondo-., livrc !,>
bimcnio da infeceo, previna o apparecimenio
cholera. As pessoas, pois, que se iwizerein li
desse mal, devem usar do xarope ale.li.iln
veame da maneira indicada no reeeNnrio.
las pesaotfl desta cidade e de fra. leeni
lado as vantagens. que leem obiido ,i.-.
ment, que. na verdade, tem aprowiado u.,. -
guintes molestias: eseroAu oo erapres, esrr*-
phuiosas, ulceras de toda especie, s> hk
venreo, tumores, hiotoeja, opktalmuk, inibi
hespes. dartn.s. erisiprlas. escltalo, tinlia.
gas amigas, rheumatismo ehroniro, dbil '
ral. faslio. lloros brai cas.
dependentes da pariracio do sanga \
de todas eelas mfdwrtian leaho rerebido de n
cartas de agradecimento. pelo Ixjiii resultado,
teein obiido: e entre eelas heo raasrrerer a i'i
Sr. Dr. Fernando Alfonso de Mello Joar,
bem conhecida nesta cidade. Ovenhnn \
Ee de veame vende-se nicamente na botica i
ireita n. 88de Jos da Mocha Paraakoa. I!.,
17 de julho do 1863.- Illm. Sr. Jo-,- da Rocha l
ranhos.Acensando a recepi;ao ile na
caria desdala, devo dizer-lne, que soffn n
rheumatismo, algumas postoasde minha aadnri
indicarain-ine o seu uropede velante romo
Pentes de marrafa.
A nova loja da aurora, ra larga do Rosario n.
38, receben polo ultimo vapor um grande sorti-
mento de pentes balao c imperatriz para mar-
rafa, a obra mais rica e moderna que tem chegado,
assim como tambem receben pentes dourados com
podras para menina, ditos de guarnicoes com al- podefoao remedio para este mal. ec.....enVito. u
ton i i
una o
!> a coi-iiiiii '
CI I
o u
e'lll i'Slinw
jofares, muito modernos, para senhora, gravatas
multo modernas da pona larga e bordada, final-
mente temos grande sortimento de miudezas. o
qual estamos resolvidos a vender barato.______
Kstampas Unas.
Na loja da Aurora, na ra larga do Rosa-
rio n. 38, recebeu-se vario sortimento de
estampas de differentes santos.
gando eu a usar dhste mediramenl
sao do mea medico assislente. oJMivi
consideravel; pelo qoe estOU rossh i
no uso dodiio sen sarape, at que
pletamente reslabelecido. Pode fazo
luizer desta minha reaposta. S.u
con>ideraeao de V. S. ltenlo e muito
servoFmimulo A/fonso Vendem-se cavallos:
perador coxeira n. 13.
Vendein ?e caiies razias pra-
naruadoim.|P"08 para baholeiros a i$28l>, na rna
das Cruzcs n 41.
Hilho superior em saecos
grandes.
Vendem Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
por menos preco que em outra qualquer parte, no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n. 22, pre-
50 3J. v
OSTRAS
em caixas de 24 latinhas de urna libra no ar-
mazem de Tasso & Irmos ra do Amorim
n. 35.
Polassa da llussia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
Otto, muito nova e superior; vende-se so-
mente no antigo e acreditado deposito na ra
daCadeia do Recife, n. 12; onde tambem se
vende cal de Lisboa mmto nova e precos
commodos.
Vende-se um grande terreno com cercado, e
ptimo para fazer-se um excellente sitio em Jaboa-
lao a margem da estrada da Victoria c contiguo a
povoacao de Santo Amaro, contendo igualmente
terreno para plantacao : quem a pretender para
tratar, dirija-se nesta cidade ao terceiro andar da
casa n. 46 da ra do Imperador.______________
Farinha de mandioca
nova e de muilo boa qualidade, a retalho e em
porciio : a bordo do palhabole D. Luiz I, atracado
ao caes do trapiche Barao do Livramento, no For-
te do Mallos.
Vende-se urna taberna 110 mclhor !
froguozia dos Afolados, com commodos para fan 1-
lia : para tratar na ra Direita n. da m -
froguezia.____________
Sellins imjlrzrs
chegados i casa de hadara, .Vito A C, roa
Cruz n. 2.
PINTURA.
Tinta branca de massa muito nova, em la-
tas de 28 libras para casas, para navios, para
a companhia do gaz, a 2oo rs. a libra: ra
larga do Rosario n. 34.
PAPEL
de eores para listas de eleltores
A aguia branca suppde que nao faz mal em offe-
recer aos athletas uns pacotcs com 234 folhas de
papel de cores, que pode servir ptimamente para
listas de eleitores, e tanto melhor por custar cada
pacote o diminuto prego de 1)5300, e ser cada um
de urna s cor, o que dilieil de encontrar a nao
ser na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Na mesma loia tambem ha de outras quaidades,
branco e azuf, assim como anvelopes.
Farinha de mandioca,
_ Vendem-se em saceos grandes de superior qua-
lidade e por commodo preco : no trapiche do Cu-
nha no Forte do Mallos.
Vende-se manteiga ingleza muito fina
a 900 rs. e a 640 rs. a libra, franceza a
600 rs., toucioho a 300 rs., arroz a 100 rs.,
chouricas novas a 500 rs., velas de espar-
macete a 600 rs., de carnauba a 400 rs., vi.
nho da Figueira e Lisboa a 400 rs., a gar
rafa, queijos novos a 1)5800 rs., na ra das
Cruzes n. 24, esquina da travessa do Ou-
ridor.
Muita attengdo.
Na travessa da ra das Cruzes na talierna pin-
tada de amarello n. 6, vende-se barnquiDlus
bolachinha americana com 26 libra.- por 14300 r*.
levando vazilha para a conduzir. nessa mva
ver o comprador que esl em Iwm estad
graca a 46 rs. a libra. ___________
lacas
Vendem-se na ra da Cadeia
vindas pelo vapor inglez.
do Recite n. 25.
Farinha e fardo.
No armazem da aurora brilhante. largo da
ta Cruz n. 84, vendem-se saceos com farinha .1
55300, farelo de Lisboa a 44500, milito a 65, r
arroz de casca a 45 a sacca.
ROUPA
Na ra do Queimado n. 43, esquino ,>
mita para a Congregando ; i pechineha.
Paletots de casemira a 55, 0, 7, 8, 12 .'145,
ditos de panno preto e azul a 05, 10. lt, 16 e 185.
ditos sobre-casacos de pann > muito lino por 5 r
28', ditos de alpaca preta e de cordo a 43.5, 6 -
ii, calcas de casemiras de cures a 55. 6. 7 e 85,
ditas pretas a 65500, 8, 9 e 105, poletols de fust*.
e canga a 25, 25800, 3 e 45, calcas e rlleles de
todas as quaidades e por preco muito barato, len-
cos de puro linho a preco de 25800 e 35, cober-
las de chita a 25240, collarinhos do hato 1
600 rs. cada um, eoutros muitos objectos on
a vista ; c para isso se pede a atlenco dos fr.--
guezes.
Vendem-se 10 pipas de muito bom *! de
furo em barris de 5., muito bem acaodiriodo e
prompto a embarcar : no trapiche do Lean, na
nova de Santa Rita n. 19.
Vende-se a armacao da taberna do caes de
Apollo n. 57, Iluminada a gas con lodos seos per-
lencos que lhc preciso t por barato preco e
tambem alguns gneros qoe existe: a notar sa>
mesma.


tr-
rtm
Diarto de Pwitiet tete letra 9% *nlh 4a fl h9.
SORTIMENTO DE MOLUADOS.



<
w
o
1
H
H
(4
Vinho empipa: Porto, Figueira eLisboa, a400,
480 e 560 rs. a garrafa, ew caada a 9*909,3* e
35500 rs., afianca-se este genero oonservar-se
perfeHo seis oito metes, o que raro ser outro
qualquer auanear.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 15
a garrafa e iOJt a eal*a, o preep nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambero
nao com impoaices de proco que se provaao
respeitavcl publico a superior qualidade, este
genero de commum se manda vlr de conta pro*
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro quajqaer anonadante.
Vinho do Alto Douro, das mareas mais acreditadas
e especialmente escolhidas por pessoas entendi-
das deste genero, orno sejaoi Camfies, Duque do
Porto, D. Lipa, Carcavellos, Chamisso di Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 95
a eaima com 11 garrafas.
Garrafdes com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por ajano.
Vinho branco de Lisboa, propino para missa, vina
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril multo superior, a 500 rs. a garrafa
e 'i**) a caada.
Amcius franeezas em eaiiinhas de 1 e meia, 1 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na uaa exterior, a 1*400,1*800, 2*500
c3*
Figos de comadre em bauzinhos de bina, nroito
proprios para raimo, a 1*600.
dem em caixiahas forradas de papel de dtflerentes
molduras, a 1*400.
Ameixas franeezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 1*400 e 2*600.
Passas de carnadas a mais novas que ha no merca-
do, caixas de i arroba a 6*, e a rctalho a 400 es.
a libra.
Massas para sopa muito novas-: pevidee estrelltaha,
a 560 rs. a libra.
Uem a mais nova que ha no mercado; talharimc
aletria, a 560 rs. a libra.
Maearro, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talharm e
aletria, a 5G0TS. a libra.
! Figos de comadre em cafxa de 8 libras muito novos
a 1*800 e a retalho a 180 rs. a libra.
Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
das, a 800 rs.
Lagostinhas em latas grande, a 1*100.
Savet, corvina, cherne, congro, linguado, vezngo,
goras, pescada, pee espada, preparado pela pri-
meira arte de eonnha, a 1*300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 2*400.
dem do vapor passado, a 2*200.
dem prato, o mais superior que tem vindo ao mer-
cado, a 740-rs. a libra.
Doce da csea da guiaba, caixSo grande, a 640 e
800 rs. eadaom.
Chouricas do reina a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, vindos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra
Bolachinhas inglezas a mais nova do mercado a
240 rs. a libra e 34000 a barrica com urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 1*400, di-
tas grandes proprias para lanch com 5 a 6 li-
bras por 2*6.
llarmelada imperial do fabricana Abren on de ou-
tres milito ccnserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas franeezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 40 rs. a dita.
Haca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 1* a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sieao dos fregaezes dona a tres harria de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteea
a factura vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
gueses torna-se necesaario ter mais do que esta
porcao de barra-aborta, jorim antes nos I he
damos a devida applieacSo para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricas, mouro& vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranliao muito aira e chcirosa, a 160
rs. a libra.
[ Avetaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 360 rs. e 10*500 rs. a ar-
roba.
Sardanas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 4*800
acatada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa e 1*200 a
cfiiiJidi
Campagne das marcas mais acreditadas a 8*000
e 10*000 o gigo, e 800 rs. c 1*000 a garrafa.
Cerveja preta da marca Tenent 4*500 a duna, e a 406 rv a garrafa.
dem branca da marea cobrinha ou Tenent, a 4*
e 4*390 rs. a duzia, e em porcao se fax abati-
mento.
Genebra de HoHanda em parrafees com 10 garra-
fas, por 6*500 rs., afianca-se ser verdadeira.
dem em rasqueira, a 6*500 e a 560 rs. o frasco,
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada. urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 1*200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs, o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Berdeaux as melhores qualidades que tem
. vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 7*500, 8*000 e 8*200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante PelanoL.a800 rs.
agarrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna SO qualida-
de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Aramia, verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 2*300 rs. a groza e 20 ris a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 9*500' rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nava a 120 ri. a libra, e 3*500 rs. a ar-
roba.
Maearro e talharm, a 320 rs. a libra.
Aletria moto ina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carolino, muito alve e gratkto, a 120 rs. a
libra e a 3*200 rs. a arroba
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 390 rs. a libra.
dem dem de segunda e tereeira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, e em arroba ou sacco a 8*200
e 9*409.
Velas de carnauba retinada, a 320 rs. a libra e
19*000 a arreba.
dem de spermacet, a 940 rs. a libra.
Chocolate hespanhoi a 1*, a libra,
dem francez, a 900 e 1* rs. a libra.
Cha peroin o mais saperior do mercado por ser
viudo de encormnenda propria a 2*880 rs.
Chi hvson, melhor que se pode desejar neste ge-
ner, a 2*500 rs. a libra.
dem nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 1*400
ris.
dem huxim, a 2*200 rs. a libra.
Cha preto lionuepa tilico o mais excellente que tem
vindo- ao mercado, a 2* a libra.
Graixa em latas grandes, a 3f30O a duzia, e 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra
Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
muita duracao e utilidade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
an ou de i-nitros muito fabricantes da Baha, a
24000, 2*500, 3*000, 3*900, 3*500 e 4*060 rs.
a caixa, ou em meias por metade do preco.
dem Mississipes imperiaes, a 3*000 rs.
Mam Ypiraaga ou Flor do Rio, a 3*200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 2*800 rs.
dem Flor da Matta ou Regala imperial, a 2*300
rin.
dem-Flor do Nota? ou Londres imperiaes, a 4*000
ris.
dem superiores em quantidade e de todos- os fa-
bricanas, a 3*000; 3*500 e 4*000 rs. a caixa.
Polassa da Russia.
Yende-se era casa de N. 0. Bieber & C,
>uccessores, ra da Cruz n. 4.
It na (la vil/a I la Nova n. 42.
Ni -sif s i; 11 h U^cimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLow
Moor libra a 120 rs.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil rafe o milhetre no Caes da alfandega n.
1, armazem de Tasso & Irmos.
A M. l IA BRAICA
Receben pelo nhiiuo vapor o
seguate:
Bonitas patearas de cabello, coral, e cora-
lina.
Portes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Oatras estrellas para meninas, ou manguitos.
Carteiras com ngulhas.
AlmiIIh'I.is para cufiar, e* agulhas cantfas.
TraneeDs e litas de borracha.
Carriteis ruin torea! de todas as cores.
Massos e li is de rural.
Esponjas linas para rosto.
Peales de tartaruga virados, com laco e
bailo.
Enfeites de rede para conservar os cabellos
bem alados.
Aspas e COZ para balo.
Filas cun coketes para vestidos.
Trani-'dius chatos de laaparaenfeitar vestidos.
Capel e i'ollias para rosas.
Lamparinas franeezas.
Trancelins grossos para relogios.
Eseovas cabod'osso, marlim e madreperola
para lenles, nnlias, limpar pentes ejoias.
Outras linas para roupa, chapeo, cabello etc.
Oatras de venado para chapeos.
Pastas para papis.
Raspadeiras e focas de marfira para ditas.
esporas e dminos.
I.i3vas de enmuren.
Vendem-se mu finas I uvas de earmuca
branca e amareUa; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
lEai-alissinias haudeijas.
A aguia branca por muitas vezes tem da-
do a conhecer que (piando acha alguma pe-
chincha, nao qner somente com ella ensner
u pape, ao contrario desoja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral prvem da
mesma, o que agora mesmo acontece com
ssas; baraussimas bandeijas, cuja limitacao
ile precos admira, em relacao aos tamanhos e
qualidades: avista do que convm todos a-
proveitarem-se dessa opportuna occasio e
proverem-se d'um traste sempre necessario,
e qoe lase costar quasi metade do justo va-
lor. Assim. puis, dirigirem-se com dinhei-
ro alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 8,
Lencos hram-os con barras de
coces para meninos.
A loja d'aguia branca recebeu um novo
sortimento de lencos brancos com barras de
cores para meninos, e com quanto esses
viessem melhores, maiores e perfeitamente
quadiados, com tudo continam a ser verr-
didos pelo antigo preco de 1$ a duzia; n.
ra do Queimado na alegre e espacosa loja
d'aguia branca n. 8.
La fina para bordar.
A a'guia branca acaba de receber um com-
pleto sortmento de la fina para bordar, cu-
ja variedad* de agradaveis cores foram es-
colladas d'um grande livro d'amostras que o
fabricante offereceu a aguia branca, vindo
entre ellas alguma mesclada; assim pois onde
os pretendentes melhor se podem sortir des-
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha, e
bofes com Inscrlpces.
Chegaram novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
lina; assim como os bonitos boioes de por-
cellana dourada tambem com banha, e novas
inscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade-
quado para presentes resta porem qne os apre-
ciadores concorram> munidos de dinheiro, i.
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8. '
TERCOS
e coreas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que anda
naobavia feito algum agrado a aquelles que pru-
dente e acertadamente resando, cumprem dever de
bom christao, e quando reparou essa sua falta,
mandou vr o aeaba de recetor delicados tercoe e
coras de cornalina com cruz de pi ala. os q'uaes
deixa dsposicao dos fiis que estiverem dispostos
a gastar 1*500,2* e 3* para iKissuirem um bonito
teren ou corda, com os quaes p)dem mesmo pedir a
Deas i>ela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espa^oso ninho da ra do Queimado n. 8.
\ovos e bonitos
peniinhos travessos dourados e com pedras para
meninas: vendem-se na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
llalmzinhos com perfumarlas e
sem ellas.
A nguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasqninhos deeheiros por 1*300 e vasios por 800-
r&a servndo estes para meninas, c mesmo para
joias, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Delicadas tesonriohas d?aco para
bordadose labyiinthos.
A pedido de algumas senhoras suas prediclotas
freguezas. a aguia branca mandou vir dessas de-
licadas tesourinhas d'aeo pontas agudas, (iroprias
liara bordados e labyrinthos, e urna vez chegadas
como de facto chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aprovetarem-se da occasio e bem empregarem
seosS| aneada urna dessas imissimas tesouri-
nhas, na certi^a de que perder por chegar tarde ;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e esparoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 8, onde tambem ha outras curvas e direi-
tas para uulms.
llabadlnhos cstreltos e bordados
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.
Capachos comprldos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, Moja d'aguia
branca n. 8. i <
Llnhas maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Xovisslmos e bonitos enfeites
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe una sua oncoramenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servndo isso para sanar aquella falta,
fazer com que as Exmas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possant melhor real-
sar e mostrarem o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
tante fino com continhas d'aco, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 55, Gfl e 7(5 dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Ricas gnarnlcdes de pentes e
lvellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
guarnicoes de pentes dourados, e com pe-
dras; assim como outras bordadas froco e
com bolas pendentes, novidadu essa que so
se acha em dita loja, e que na verdade se
tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
recebeu lindas livellas com pedras, e ditas
d'aco com novos e engracados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras sera"o encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
branca ra do Queimado n. 8.
$Wm i ^%3&%
m:
KOIIM FEIT1
NO
ARHAZEH
DE
&5?'
RA DO QUEIMADO N. 46
ffl/a
4b-nirA ) yfjtrdaii\a>i
^
LSTBXXRO VEBDE.
Nestcestabelecimento lia sempre um sortmento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortmento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
DRTTIOTD
:m)ooo
;i,->ooo
Casacas de panno preto, 35# e
Sobrecasacas idem, .305 e -
Paletos idem e de cores, 255,
O*, 155 e......10*000
Ditos de casemira, 205, ItUh
125, 105 e......
Ditos de alpaca, 55 e. .
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e.........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35500 e. .
Ditos branco de linho, 65,55 c
Ditos de merino preto de cor-
do, 105, 75 e .
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85e......
Ditas de cores, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 e.....45000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e .
Cohetes de velludo preto c de
cores, 95 e......75000
Ditos de casemira preta, 55 e 46000
Collejas de fustso e brim braa*
en, 35500, 35 o .... 25500
Seroulas de brim de linho,
25400 e......26000
Ditas de algodo, 16000 c. 16400
Camisas de peitos de linho,
55, 45, 36 e.....26500
i Ditas de madapolo, 36,
36500 26500, 25 e.....16600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e. 85500
Ditos de fltro, 56, 45,36500 e 25000
Ditos de sol, de seda, 126,
116, 75 e......46500
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 040
Sortimento completo de grava-
las. 5
Toalbas parroslo, duzia, l'iflf,
96 e........65000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara "......15280
Chapeos deso* dealpaca, pre-
tos e de cores.....46000
76000
35500
36000
46000
56000
75000
76000
46000
265O0
26500
Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
Pennas d'aco,- as mais superio-
res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
RUI
DA
DO
fecife numero 40
Vctor Grandin, relojoeiro condecorado com a
medalha da exposieao de Pars, estabelecido com
loja na ra da Cadeiado Recife, participa aos seu&
numerosos fregueses e ao publico desta praca que
recebeu ltimamente um grande sortiaiento de ar-
ligos- pertencentes a sua arte, como sejam, relogios
para algineirade ouro e prata, e de patales inglez
e snisso, correntes de ouro dejei, jb Vs mais bo-
nitos modellos; tambem tem'^Mra vender um
ehronometro martimo ingler, a re mn >ios melho-
res fabricantes; assim como um* grande quanti-
dade de relogios para parede e para cimt de mes
Ditos de ditas de cores
i6 e........36500 906,805 e......
Ditus de setim preto. 55000 Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda branco, patentes, e orisontaes, 406 e
66 e....... 56000 Obras de ouro, aderecos, meios
Ditos de gorguro de seda aderecos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 65, 55 e 45000 aneis e cruzes.
36000
25000
600
705000
306000
:::-:;:
AURORA
LM
LARGO DA
BRILHANTE.
1. M
mn cruz.
0 grande armazem da Aurora Brilhante contina a vender
mais novos gneros vindos ao mercado, por precos baratissimos.
os melhores e
DE
FAZEMDAS E KOI P AI WW.TWA.
Sortmento completo de sobrecasacos de panno a 256, 285, 30-5 e 356.
muito bem feitas a 255, 285, 306 e 355, paletots acasacadus de panno preto Iw> M
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205, paletots saceos de panno e ret-
iir de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino e la de 46 at 65, solre de alpaca 9
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85 at 145. ditas de cr de 76 a*
155, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roopas ile brim.
como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de colletps pretos de n>'tim. floln
e velludo de 46 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramanti a W
e 56, calcas brancas muito finas a 55, e um grande sortimento de fazendas fins e morfi-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senlwra. ceroul i
de linlio a algodab, chapos- de sol do seda, luvas de seda i> do Jouvin pan I -m. ni
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommerMlas rft srmts
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelbante art- um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolbidos, por tanto executamos qualqoer obra a ni
promptido e mais barata do que em outra qualquer casa.
FAZENDAS DE BOM O0ST0.
Lindos cortes de la de liarra Imperatriz, ditos de la com barra matisa-
da, ditos lisos com palmas de seda, lindas las de cores matisadas a 5(>0 rs. u
covado, ditas com palmas de seda a 640, 700 e 800 rs. o covado. ciirtes ile
seda de cor matizada os mais superiores que tem vindo a D cortes de mor-antique de cor linda, gorguro de la e seda de quadrinhus e
lisos, fazenda inteiramente nova para vestido.
Superiores cortes de bloml branco para noiva, camisinhas de cambraia
bordadas, brancas e de cores, lindos sautambarques de cachemira de .r tnf-i-
tados c bordados da mesma cor, ultima moda em Pars, superiores chapis
^ de palha da Italia, enfeites de flores, capellas brancas e outras muitas fazendas
de gosto que seria enfadonho annunciar: na ra do Cresp) n. 13, loja das
columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos 4 Companbia.
i'HHJWiJaq do m>\% ti t \-iu \ vh*
IIII1' .ti \ 39a
Este muito acreditado estabelecimento est prorido de um completo s-irtiment" d;
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Mfcchinas de vapores as mais modernas a mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido o coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moor mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
^^*m m mv^&%
DB
Manteiga ingleza flbr, libra. 800
Dita dita mais baixa, libra 640 e 720
Dita hollandeza e barris pequeos
libra 640 e.......760
Dita em barris e meios, franceza
e ingleza, de 600 a ... 700
Dita franceza nova, a. 640
Cha hyssom, o melhor que tem
vindo ao mercado, a libra. 36200
Dito verde muito superior. 36000
Dito miudinho, a libra 25800
Dito graudo, a libra .... 25560
Dito mais baixo, a 25 a libra e 26400
Dito estrelinhas do Rio, a libra
16550 e
Dito preto muito superior,, a li-
bra 15500, 15800 e .
Toucinho de Bisboa muito novo,
arroba 95000 e libra. .
Presumios inglezes para fiambre,
muito novos, a libra. .
Dito de lamego, a libra .
Ohouricas e salpices, os mais
novos possiveis, a libra.
16600
26000
320
800
560
560
Mostarda franceza em frascos de
vidro........
Conservas inglezas e franeezas,
emfcascos,a......800
Marmelada muito nova dos me-
lhores concerveiros de Lisboa a
Massa de tomate, a libra 6401 e
Saccasgrandesoom milho 65500,
farinha 65500, fardo i/500,
arroz de casca a 46 e. .
Latas com bolachinhas de soda e
outras qualidades novas .
Ditas de ameixas com 2, 4 o 8 li-
bras, a 15500, 25600 o .
Ditas confflgo&de comadre, pro-
prias para mimos, de 4 libras
Ditas com peixe preparado do
melhor gosto, a 16300
Ditas com sardinhas de Nantes,
a 320 e.......
Ditas com fructas de Lisboa em
calda,, a........
Vinhos genuinos engarrafados no
Porto, de 5500 a
500
720
720
56000
1/500
45500
1/500
360
640
25000
Alm dos gneros annunciados, ha urna grande quantidade de gener todos os|
da melhor qualidade, e vende-se barato.
TOIIIS A or.iLIDADES
DB
ANTONIO Mili BE BRITO
CONHECIDA POR FABRICA DA V1VA.
Ni 21Antiga ra dosQuarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de ma fe, vendo 9
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andan vendeai l
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus : e eonao t>-
dos os meus cigarros sao vendidos na minba fabrica, e nao mando pessoa afgana veafcr
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que comprem (jato por
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmente os sea
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos m minha fabrica ala
marcados com um distinctivo que declara o meo nome, o nome da roa e o nmaern te
mesma casa.
Aproveito a occasio para scientiflear aos mesmos senhores, que constaalaaaate
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do meto** fono
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
AOS SRS. C0M1MMMIES DE \l.
Nos armazen9 do Caes do Ramos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Recite) n. 8, se
vende gaz liquido aaiericano primeira quali-
dade a retalho a 12^ a teW de 5 ga!5es, as-
sim como latos a* *0 de 5 garrafas e sendo
em porcao was aar?,lo qiie em outra qual-
Vendem-se canoa* 4e uui pao
liara pescarla ou para abrir, de amarillo: aa
da Cadcia do Recife n. 99 ou a* porto da na
armazem de madeira do 9r. Torre.
A&aucar do Monteiro
Ra do i93perador n. e caes de Apollo .
87, a 200 rs. a bra, e de 8 libras para eaaa
a 56600 aarroba.






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****& $? Per**1c Mta* frira 30 4c Julbt de ***
J?i
GRANDE ARMAZEM
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3fi&

EE
Y 36, RQ DAS CRKZCS Y 36
DO
hfttevo le *anlo Antonio.
O proprietario do muito acreditado armazem denominado Progressiskt tendo
sempre em vista fazer todo o que fbr possivel para bem, servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos, gneros de primeira qualidade pelos precoa
abaixo mencionados, e affianca as pessoas que mandarem comprar por seus. criados ou
escravos, serem t3o bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de. aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos no proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
cSo com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem, Progresista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendan os melhores gneros por mais barato preco.porque estes
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
"imento.
PROGRESSIVO.
1N I 1AB&M
DE
\
Eduardo Marques de Oliveira C.
S NO
9-LAKO DO CARMO-9.
DE
) _
Vl,
Manteigai ngleza de 1.a qualidade a 900 rs.
a libra.
dem de 2.* qualidade, a 800 rs. a libra,
dem franceza, chegaota ltimamente, a 640
rs. a libra.
Batatas muito novas, a 2$ o gigo dB arroba
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de U 20500.
de superior qualidade a 320 rs. ca
xinha.
i ;i c
Mbstarda preparada
400 rs. cada um.
em potes muito nova a
Milho-alpista a 180 rs. a libea.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o a^-^ ~ .
mais fresco que se pode desejar a 700 rs. baIwo_verdadeirobespanhol, qne raras vezes.
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a.
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Os proprietarios deste^spacoso e bem sortido armazem de molhados partici-
pam, aos seus freguezes que acaban de receber de diversos portes da Europa o mais bel-
lo sortiraento de molhados, todos primorosamente escolhidos, os quaes vendem-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir
todos os gneros sabidos do sen muito acreditado armazem.
a fibra.
dem londrito, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Cafe do Rio de i. e 2.a qualidade a 80500
e 80800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da nidia e .Maranhao a 120 rs. a libra
e 30200 a arroba.
Avelaas as mais novas
rs. a libra.
misto genero a 240
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como- seja,
Juenne, mlange dqaipage, Chora e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, c
em porcao ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garrafao ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
cao por ser mais fresco a 20400.
Cha hyssoa o mais superior a 20600 a abra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 20000 a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a 10100 com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinlios generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Bordean* das melhores marcas: St
Jiiiion, Medec e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia. -
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a. fibra e
em caixa ter abameBto.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 c 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Pehe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 10400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao tera
batimento.
Vinho velho Cbamic-oembarril,muitoproprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
aeste genero a 30 rs. a jrrala e a 40000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Manteiga inglezaperfeitaaente flor, mandada
vir dei encommenda espeeial a 800 rs..
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
62a rs. alihra.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 800 rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rst a libran em barril ter abathnento.
dem ingleza em latas de 2.1/ilibras a 2,000
cada urna, garante-se a.boa .qualidade.
Queijos do remo chegados pelo ultimo vapor J
de 1,600,. 1300,..2,000 e2,5oo rs.
Klem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 660 rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 56o rs. a libra.
Caf do Rio de 1' e.2a qualidade de 8,000 e
8,800 rs. a arroba, o 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3;ooo rs. a arroba.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 9,5oo rs., a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 800 rs. o frasco,
Mtstarda inglezai preparada em potes muito
nova a 4oors. cada um.
Momos inglezes^de todas, as qualidades das
meibores marcas'a 5oo rs. cada urna gar-
ranha.
Marrasquino de
800 rs. cada
Zara em frascos grandes
um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
dames, Cerme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de H|2 e 3 li-
bras de 10400 a 20800, tambern ha latas
de 6 libras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
varos de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Fructasem caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cbeirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breu, a 320 a libra e 80 a arroba.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 110500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha o pe-
vide a 400 rs. a libra e 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carrao e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Ceneja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna. '
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafoes vastos a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros -de seguranca individual a 20 W.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 10120
i resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
4 Copos finos para agua a 60000 a duzia.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2; 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,000, 2,5oo e 3;ooo rs.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de 1,000 a
2,5oo rs. cada uim
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafao,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estacao por ser mais fresco a.2,4oors.
Cha hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afinca-se ser egual ao qnc regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 800 rs. a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburgnez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cli perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Sal refinado em frascos devidro de diversos
modellos a 4oo rs. cadaum, s.o frasco
vale o dinheiro, tambem ha. solto ,para 80
rs. a, libra*
Vasos inglezes vastos de-4 a 161ibras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido del ,00o a 3,ooo
cada um.
Painco a 14o rs. a libra..
Milho alpistaa 16o rs. a fibra.
Gomma para engommar muito finae alva a
80 rs. a fibra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vemao nosso mercados Soo-rs.-a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
corvina, salmao e outras qualidades, pre-
parados de escabeiiei segundo a arte de-
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas coneitadas de diversas cores
7oo rs. a libra.
Papel grve pautado e
resma.
liso a 3,8oo rs. a
Genebra de Hollanda em botijas de conta
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto e Figueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,800, 3,ooo e
4,000 r. a ranada do mais superior e de
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a.caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em lwrril,
a 64o rs. a garrafa, em porcao ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
i,2oo rs. a garrafa, e 12,ooo rs. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dosmais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra- Vcis de spermacet superiores, a 600 64o,
- ,,itn a ~'m ~ o masso.
fados das seguintes marcas: Genuino, I C8 e rs-
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei- dem-de carnauba e composico, a 32o, 36o
e 4oo rs. a libra, e de o.ooo a ll,5oors.
a arroba.
toa, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 1,000 rs. a- garrafa, e
9,000 rs. a duzia.
Ligrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e 10,000 rs. a caixa.
Vinho Bordame das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,000 rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e Io,5oo rs*.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisir des
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
daat- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau dora l,ooo rs.
a garrafa e lo.ooo a caixa com 1 duzia'
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra e 6,000 rs. a caixa com 1 arroba
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei"
ros de Lisboa a 600 rs. a libra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de toda9 as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2i5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
! Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1,00o
rs. a ancoreta do Porto, e 1,5oo rs. a de
Lisboa; estas ultimas raras vezes vemao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e l,6oo rS. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
l,2oors. a lata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,000 rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 13 libras a
4,000, 5,5oo e H,ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 600 a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a libra.
I*
I^este novo e grande estabelecimento de moldados, encontrar o respe-tav,-,
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, expedios \.-n*a
todas as qualidades de gneros por menos precos queem quaesquer outros i*>talielenmt-
tos d esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Europa um
dos socios para serem vindos todos os gneros de conta propria, para mdhor servir aos
seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre n memores e bus
novos gneros do nosso mercado, e por precos baratissimos, como se ver abaixo.
Manteiga ngleza flor a 800, 900 e 10 a libra.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 800 rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a libra
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e Si a caixa.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a i >
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 560 rs. a libra.
Cervejas de marcas supriores 1 500. Mn
600 e 640 rs. a garrafa, e 505OT. 10
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a lah-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabio massa a 200, 240 e 280 rs. a hbra
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 680 rs a lihra.
Ditas do gaz muito lioas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por t*O0f >
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360 e 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 5*500. garrafa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a .TOfi
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a garrafa 1
480 rs.
Dito dita superior, caada a 40 e a garrafa
aSOOrs.
Dito Estreito; caada a 30200 c a trarrala a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garranvs >W :> garra-
fas por 10400.
Dito em caada a 20, e a 260 rs. a garrafa.
Vinho do Porto em garrafoes de 5 garrafas
por 20500.
Dito dito engarrafado a 10 e 10200.
Dito lagrimas doDoore 1 14400 a garrafc.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a garrafa.
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 46500
a caada.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a libra.
Ditas em frasco por 0800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Aaeitonas a 400 rs. a garrafa, e 10300 a an-
coreta.
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Banha de porco a 600 rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cb hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Dito-miudinho a 20800 a libra.
Dte-do Rio a 10800 a libra.
Dito preto a 10900 a libra.
Carne do serKto a 38o rs., e em porcao se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 10200,
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10500 a garrafa. ,
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Ditomoidoa 360 rs. a libra.
iDoce de goiaba a 560 rs. o caixo.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a fibra, e em latas de 4 libras
por 10500.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 70 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburguezaa 560 rs. o frasco, e 60500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Gomma d araruta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa era latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
40600.
Batatas inglezas libra a 80 rs., e a 20500 em
arroba.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quan-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciados.
TODA ATTENClO
NOS
ilUliXUVN
V-
SVADU3
DE
NS. 21 E 23LARGO DO TERCO -NS. 21 E 23.
O proprietario (lestes dous estabelecimentos de molhados. vende os ira
eros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante i suprim km-
lidade de qualquer genero sahido dos seus armazens; pode vender por menos imi .<>m-
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1 .a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a jm*
Caf do Bio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,000 re.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e to\n. i Iih a.
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e too re., emcanAiac i
timent, ha porcao para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3,ouo re. a bai
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a aran.
Manteiga ingleza da 1.a e 2/ qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o c 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpiste, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a anroba 5,ooo re.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceneja das me-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja; passas, doce de goiaba. azeite dore, vi-
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas. banha de | h
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
Alm do gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-
fazemas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de dente em macos e ixiixinhas, enxo-
fre e outros muito genero, os quaes vendemos pelo precos mais baratos possiveis.
M\fHiY,S AMERIC4S.4S.
Em casa de N. 0. Beber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar hartas e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Sellins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suena.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
i
AGENCIA
DA
FPICAO DE LOW-MOOR.
Rna da Somalia nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
--- i
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston C,
rtia da Senzalla Nova n. 42.
VfiHle-se osiojunlo lia cpete de Y >. los
Remedios, denominado Casa dos Anos, tmii 33
palmos de frente e 83 de fundos, em daos proprias.
muito hom sitio para se criar vmo de l 11-
quem pretender dirija-se a ra do Em-anlanienio
n. 11, que se dir quem vende. ________________
GAZ.
No armazem de looca da porta larfra. rna larp
do Rosario n. 26. vendem-se latas con < iW-
gaz a 123, assim como latas de 5 pn > rm
garrafas muito em conta ; paranle-se .t ipialidadr
ESCRAVOS FUHDOS.
Na noite de 14 para 15 do rormiie
tou-se da fundican da Aurora o mulato Klomu*>.
bastante alto, pes grandes e mal feito-. auda nm-
passado e costuma andar de sapato< i BEM,
algnmas tczps usa capote de panno, incolraiwln-v
forro : roga-se s autoridades poicia e reptiles
de campo a captura do mesmo. e leva-lo a refrn-
da fnndicao, onde se gratificar generos-iim-nie
trahalho.'
Kegrts futidos.
Do engenho Boraflm comarca do I.imoeiro lo
giram no da 18 de junho um casal de negros
chamados Rogerio, mulato, alto e gr
tos e rasos, pouca barba, olhos amareHos. idaV >
annos, e Joanna, crioula. alta e teta, be preta.
poneos caliellos, tem uns calombos pelas rostas e
Spto9 peitos : quem quer que n prender e os rm-
utir ao dito engenho para ser entregues a sen se-
nhor o capitao Silvano Antonio Gaiio, ser bu re-
compensado de seu trabalho.
-----


TT~" 1
8
Diario e Pernamhnco Qninfa Mr li de Jullio de lfc.
LITTERATURA
Theatro de *anta Isabel.
final do Io acto de muito effeito, e o ador tituico e a colonia do Avanhandava crea-
re o desempenhouprovou que anda nao da para servir de intermedio entre aquella
estava caneado. No 2" acto em se dialog
com Francisco Vieira, pintou fielmente o
desespero de um pae, e a'dr que o oppri-
mia. E' de muito trabalho o 3o acto, e o
Sr. Coimbra n'elle nada deixou desejar,
tendosido soberba' a scena d6 reconh(!:i-
annunciado, teve lugar o ment do filho, que julgava perdido, quando
lligeote actor, Sr. Lisboa, ia receber urna esmola. A sua phvsiono-
I) Poder do Ouro.Aria do Simplicio Pais.
0 Hnllaiulrz on paga o mar pe iiiio fez.=Xo-
liria.
Como estava
beneficio do intelhgeote acior, sr. usnoa, ia receer urna esmola. A su;
com um bem escolliido espectculo, e lia- mia demonstrava, ao ouvir pronunciar a
vendo grande concurrencia. palavra-filha-queo pae quera perdoar,
Parabens ao povo, que sabe comprehen-! mas que o liomem nao poda fazer. A filha
dore aqu atar o que seja o merecimento! volta, o pae repelle-a o neto porm falla-
que tem sabido' Ihe ao coraco, e o despena do. letbargo.
Esta scena do perdo bellissima, e o Sr.
real. Parabens ao artista
conquista-lo. Avante e sempre seja
divisa n'essa carreira de flores, que eace-
tou e em que j tem progredido com bas-
tante vantagem.
Encaminhemo-nos porm ao nosso fim
eomecando pelo drama. Destaquemos os
seus grupos e vejamos a importancia de seu
assumpto e o modo porque foi elle execu-
t.ii'o,
O drama O Poder do Ouro encerra
em grande pensamento, e sua construeco
nao m. E' pena porm que peque pela
Imguagem e torneio da pbrase.
O seu autor aqui e acola deixou traeados
lances bellissimos. Sua imagjnaco s vezes
parece voar ; outras porm fraqueia muito.
A vocaco de escriptor dramtico faz-se
sentir; falta porm a sua expressao.
Dous sao os perfis primordaes. De um
Jado um castello de ouro; do outro a chou-
pana da pobreza. Ali riqueza, palacios, ba-
cidade e o Itapura.
Nao s pela facilidade
que se vo estabelecer, i
cia dos terrenos os mar
|S comraunicacoes
io pela excellen-
'fecundos da pro-
vincia, e por j eslarem cansados os d'e Hu-
ras de nossos usos; no pono do estabeleci-
mento o yaptt'Tamandatah/, promptopara
o servico a que se destinava ; relacoes crea-
das com a villa de Sanl'Anna do Paoiahyba,
e os, fazendeiros prximos do Itjffiura, os
quaes (brneciam gneros de sua pralucco,
gado vaccum,"Cavallar, etc., e com a cidade
e de Campias, os grandes propietarios! de Uberaba, povoaeos de Camp Bello e S.
comeram tambem a estabelecer sitios pro- Francisco de Salles em Minas, d'onde vinba
ximos no Avanbandava, esperando que as a mor parte dos gneros alimenticios, e duas
estradas de ferro, que devem atravessar a casas de negocios, estabelecidas por pessoas
provincia na direceo dos importantes cen-; da Constituirlo ; que para l levaram at
Coimbra fez-nos derramar lagrimas,
Em segundo logar temos a filha que se
dexa perder. Margndose o symbolo da in-
nocencia fascinada peloluzirdo ouro e das pe-
dradas. E'a virgem incauta, queso deixa
levar pela docura de palavras perversas. '
amocidade inexperienle, deixando-se ven-
cer pelo hornera que julgava fallar ao seu
coraco Treme pela desgrana de seus
paes, e entrega-se ao homem que promet-
i a felicidade para elles. Reeonhece o seu
erro; qur fugir d'esse homem, que a
enganou; ha porm urna cadeia, que a pren-
de elles.
Sujeita-se toda a especie de humlha-
ces, e por ultimo deixa o seu proprio pae
pelo pae de seu lili, Em troca esse ho-
mem fecha-lhe a porta, esqoecendo at
mesmo o dever de pae.
A senhora D, Eugenw representou fiel-
julaces e urna escala ascendente de 'rafa-1 mente essas peripecias da'vida de Marqa-
mias; aqu o trabalho, a fome, a miseria e rida. Em sua voz
por ultimo a deshonra Ali cousciencias cal-
cinadas por urna immensa serie de degra-
dantes e o poder do ouro tudo avassallan-
do ; aqu a humilhaco e a desgraca de nada
vajendo.
Algzes e victimas sao os tvpos escoihi-
dos pelo Sr. Das {Juimares para occopar
os planos de seuquadro.
A situafSo porm muda e a verdade re-
ligiosa ento appa-ece. A Providencia sem-
pre vela, eis o pensamento do autor. Se s
vezes parece surda aos clamores de victo-
tona insultante dos que opprimem, e aos
i-epassados gemidos dos que sao opprimidos,
'-'liega a occasiao, em que essa voz mvsterio-
a faz-se ouvir e umbasta i faz "desmo-
ronar ile urna hora para outra esse montao
de moedas. Cbega a occasiao era- que um
castello de ouro e derribado apenas por meta
"i de chumbo.
O drama do Sr. Das Guimares- bas-
tante edificante. E'um bello espelbo para
o homem corrupto, e corruptor, que em
sua passagem recebe os cumprimentos de
urna sociedade pervertida. No reverso est
o exemplo da resgoaco evanglica e da
fascinaco do ouro.
Passemos s personagens juntamente
com os artistas, aos quaes foram ellas in-
cumbidas.
Francisco Yieira, o homem de haixo
nascimento, cujos bons sentimentos a ambi-
rito e sede de ouro fazem que sejam olvida-
dos. E' o lilho de um fogueteiro, quem
toda a casta de infamias faz-se commenda-
1 comelkeiro, e por ultimo vimmde, E'
o homem que esquece os seus mais sagra-
dos deveres naluraes, e que. eomecando por
desobedecer seu pae, chega ameaea-lo.
E" o homem que fascina com seu brilho, ^ e
nao qur ver barreiras diante de si. E'o
astuto perverso, que consegue compr um
vocabulario de palavras seductoras, e que as
faz chegar aos ouvidos de quem pretende
que soja sua victima.
.Muda-se porm a scena, O homem que
atoara triumpho, v-se abatido. Aquel-
la que chamava a consciencia palavra va,
v." agora apparecer dianle de seus olhos a
nuvem carregada e negra do seu passado. |
Anda qur dissipa-la, masj tarde. O Mi-
me precisava o castigo.
U Sr. Furtado Coelho no desempenbo
d'esse papel foi inimilavel. No Io acto foi
acopia fiel do seductor; com um sornso
adorna o fcl de suas palavras. Os seus
dou's monlogos do 2a acto foram pronun-
ciados com o tom explicativo, que exigiam.
No seu dialogo com o mar/juez de Seichal,
figurou perfeitamente a arrogancia e altivez
da riqueza. Neste mesmo acto estasiou-nos
a sua Hmica, marcando urna perfeta tran-
sirfio da arrogancia a cobarda. A perver-
tidade tinha diante de si a honra e urna
victima, e treme ; o forte tambem fraco.
O Sr. Furtado Coelho provou-o em sua phy-
sionomia A sua scena final do 4 acto
admiravel. Exprimiuo estertor doalgoz,
tornado victima. O Sr. Furtado Coelho,
: ni a accao artstica de que dotado, con^
segua dar mais effeito e forca algumas
flaquezas do drama; dizendo isto, temos
dito tudo.
Continuaremos com o grupo, que cerca
Francisco Vivir. Em primeiro lugar te-
mos seu pae, o antigo fogueteiro Manoel
Vieira. E' o pae que v no lilho um senhor,
(jue obedece-lhe como um escravo, que s
vezes lembra-se de quem mas quem
urna simples ameaca do filho fa-lo calar.
O Sr, Guimares foi perfeitamente n'es-
te papel. O seu modo de andar, maneiras,
tudo cnfim indicava os seus primeiros tem-
pos, que sempre o atrapalhavam em seu no-
vo estado. E' difticil conservar-se esse ca-
rcter, e o Sr. Guimares conseguiu fa-
z-lo.
Vem depois Jos Vieira, lio do protogo-
nisla do drama Typo rude e grosseiro de
um lendeiro, o Sr. Porto copiou-o e repre-
sen tou-o bem.
Ao lado de Francisco Vieira temos outros
personagens que o admiram, e que honram-
se em fiequentaros seus satoes.
O Sr. Penante figurou bem o Bardo de
Gondalaes, e assim tambem o Sr. Lessa o
de conselheiro Mascarenhas. Sao de pou-
ca importancia, e assim pouco nos oceupa-
mosd'elles
Vamos ao outro plano do quadro. Temos
diante de nossos olhos a pobreza em lula
com o trabalho, at que fascinada, e vem
a deshonra. Apreciemos os que aqui figu-
ran.
Temos Joaquim Ribeiro o typo do tra-
balho, da honra offendida e da miseria. E'
e gestos pirrtava, arre
pendimento de filha, e a dr demSe as
scenas de humilhaco, a senhora D. Euge- por aqjwlle lado.
tros de prodoccao, approximaro esses ser-
toes do ocano, facilitando assim o transpor-
te de sua lavoura.
03 povoados existentes e os que se v5o
creando, desde a Constituico at o Ava-
nhandava, com a estrada do Avanbandava ao
Itapura, fcilmente se estendero at esta,
urna vez que se nao ponha peas conces-
s5o dos terrenos, e sejam franqueados por
aforamento os devolutos existentes entre as
duas colonias.
E', pois, o Itapura de grande vantagem ;
principalmente provincia de S. Paulo,
que, em um futuro n3o mu i remoto, ver
augmentada a sua producto, se cuidar,
como Ihe cumpre, de attrabir a emigraco
estrangeira, e de catechisar os indios que
abundam em seus serles.
De quanto tenho dito, com a franqueza
que devo V. Exc. e rae foi recoramenda-
da, parece-me evidente a utlidadeda crea-
$0 do Itapura, seno como estabeleeimento
naval, cujas proporces ainda algons Ihe
contestara, ao menos como um ncleo im-
portante de civilisaco, e de facil cateciese,
e como um ponto estratgico, que altamen-
te nteressa a paz e 9eguranca do imperio
nia nada deixou desejar, 9 no final do 4*
acto compenetrou-se perfeitemente da dr,
que senta.
Joo Ribeiro o filho, qae se deixa ven-
cer por promessas de riquezas e quoaban-
donna seus paes procura #essa immensa
felicidade, com que fascinavauuos seus olhos.
E, o filho que volta rico, e que encentra
seus paes na miseria, e sua kma deshon-
rada. Sabe do occorrido em sua ausencia,
e-resolve vingar-se. e o consegue.
O Sr. Lisboa trabalhoa muito bem, Oseu
papel algum tanto fraco, deveria ser mais
forte. O Sr. Lisboa preencheii- algumas- de
suas lacunas, em scenas que peiam anima-
ran.
Abra na a mulher de Joar^mm Ribero.
A senhora D. Joaona Joi betn. n'esse pa-
pel
Ainda ha um outro plano no quadro. E*
oceupado pelo mmr/itez de Seichal, esaa
filha. Juba. O'primeiro o typo dos no-
bres de sangue azul, victima tambem do
poder do ourO' de Fran cisco Vieira. Tem
bellissimos lances, deixaudo-se todava ven-
cer pelo homem, junto quem a necesei-
dade fa-lo-ir ter.
O Sr. Thomaz foi beni. h sua preseoc.,
modos, o tom. de voz e gestos revela^am
fielmente o typo que representava.
A senhora, D. Camilla no papel de Mia
pintou aresignaco da filha felicidade do
pae.
Depois dodrama, o Sr. Penante em-, ob-
zequio ao beneficiado cantou a agradavel
iria do Simplicio Paixo- executada.por
um artista graciosf> e sympathico, sendo
por si mesmo boa e bella,a sua msica; foi
applauddo, como, mereca, o Sr. Penante,
que narepeticao cantou- graca.
Seguiu-se a comedia. Duas figuras so-
bresahem. O Enthmiasmado, poeta, e o
Hottandez* O Sr. Coimbra no primeiro
foi bem% apesar, de incommodado. O Sr.
Penante tambem foi muito bem. O Sr.
Flavo ; escusado dizerque foi bem no
papel de Ingrilario. A senhora D. Leopol-
dina estava um pouco tmida,, todava nao
representou mal a Elvira. A senhora D.
Camilla foi bem, no papel de Synagogj. O
Sr. Guimares teve graca no.de Biffeisteach.
O Sr. Lessa agradou-nos so de (i*rinao.
O Sr. Gil compenetrou-se- do de Malaorim.
A comedia antiga, saas tem todava al-
gnma cousa, que agrada ; oroando-a de mu-
sica, a empreza fez com que tivesse mais
effeito ; sendo bellissima a aria cantada pelo
Sr. Penante em urna lingua. que talvcz elle
mesmo nao a coaliecesse.
Anot'M Ai.-Hamganes.
Ytagem de < vploraeo aos ros
lgnalemy. Kscopll e linhei-
ma. Relatorio apresentado ao
miiiisi ro da niarinha.
A necessidade de estabelecer communi-
caces directas, e pelo interior do paiz, com
a provincia de Matto-Grosso, levou o go-
verno em 1857 a mandar estudar as diver-
sas vias, que poderiam conduzir a esse fim.
O capto-tenente Antonio Mariano de Aze-
vedo, ento i tenente, foi encarregado de
explorar, neste intuito, o rio Tiet, por on-
de se fazia outr'ora aquella communicaeo.
Feita a exploraco, e segundo as suas ins-
truccoes, pronunciou-se elle pela creaco de
um estabeleeimento naval no Itapura, como
o ponto mais azado ao desenvo'.vimento da
idea do governo,- que era crear recursos
capazes de facilitar pelo interior o transpor-
te do pessoal e material necessarios defe-
za de Matto-Grosso, em caso de emergencia.
A aceitaco dessa idea pelo governo bastara
para revelar a importancia daquella creacao,
se por ventura a ella nao estivessem mani-
festamente ligados interesses to importan-
tes como a navegaco do alto Paran e seus
affluentes, a catechese de numerosas tribus
indgenas, que vagueiam nos serios de S.
Paulo, Paran e Matto-Grosso, e a necessi-
dade de um ponto militar d'onde se possa
observar e impedir a invaso do nosso ter-
ritorio pelo alto Paran e Iguatemy.
Quem, pois, observar o Itapura, em rela-
cao s importantes provincias de S. Paulo,
Paran e Matto-Grosso, e a repblica do Pa-
raguay, nao deixar de applaudir a creaco
do estabeleeimento, embora nos tenha cus-
tado, e contine a custar sacrificios de di-
nheiro e de vidas, exigidos pelos interesses
reaes do imperio ; e quando mesmo a ex-
o homem que perde em "seu filho, que o periencia tivesse j demonstrado que por
deixa, um arrimo, com que contava. e cujo outra va se facilitariam mais as commum-
coraco se v partido de dr pela fuga e' caces com Matto-Grosso, nao seria isto ra- depositado o material transportado do Rio
deshonra da filha. E' o homem que no lu- zSo para condemnar o Itapura, cojo fim nao de Janeiro; urna picada ate o Avanhandava.
O govepno imperial prudentemente con-
fiou a realisaco do se grandioso pensa-
mento a quem o baria comprehendido e
desenvolvido etmim bem elaboradcrelatorio.
A 9 de agosto de 1859 partiu do Rio de
Janeiro e eapilao-tenente- Antonia-MariaBO-
de Azevedocomo pessoal e material neces-
sasio fndaco do esiab8tecimento naval,
de que fora nomeado director, e ae- arma-
mento de un vapor destinado exploraco
do alto Paran, e seus importantes affluen-
tes. Porm a-especialidadte'da commisso,
a inercia habitual das repacticoes Recaes, a
urgencia de fiear o director em S- Paulo,
quando se construtam na cidade da-6onsti-
tuico as emlrcacoes que- dviam trans-
portar ao Itapura todo o pessoal e material:
a mescolhado&operarios, alguns des>quaes|
nem conheciam a-rramentados oflkiee de
que se diziam mestres ; a indisciplina das
I>racaj, que deviem formar acolonia nlitar.
as quaes desde Santos at r-cklade da> Cons-
tituico, foram. commattead toda a-sorte
de attentados, dando lugar nesta tidade a
oonHielos de que resultaran ferimeiHGsgra-
ves, pelo que fok.necesario beer d'aai voltar
a maior parte dellas para &. Paulo ; aneces-
sidade de corabater a exagerada ambico
dos que julgavam opportuno dar um assalto
ao dinbeiro votado para as despezas do es-
tabeleeimento, e outras muitas causas que
me dispenso de enumerar, deram lugar
demora da expedico at-fevereirc^ de 1850,
poca da partida das primeiras-embarcarl
goes para o Itapura, com o Io tenente Ca-
millo de Lellis-e Silva, e parte do pessoal e
material.
Sendo esta o tempo em que mais.se des-
envolvem as-intermittentes no rio Tiet,.os
primeiros Bovoadores-do Itapura principia-
ram, mesmo em viagem, a soft'er dellas.; e
ao Chegaram an lugr lostinado a fundarlo
do estabeleeimento appareceu logo urna epi-
demia dotypho que osdesimou, e produ-
ziu nelles o desanimo, em to grande esca-
la, que teria suecumbdo a mor parle, se,
em maio, nao chegasse a segunda espedigo
com o director.
Este fado, porm, e sobretodo o zelo e
cuidados que o directo* e sua familia em-
pregavam no. tratament dos que haviam es-
capado, ou estavam doentes e muito desa-
nimados, deu a todos coragera, principiando
enlo os arduos trabalhos uta Itapura, poslo
que custa dos mais penosos sacrificios pes-
soaes.
S o exemplo, a constancia, e decidida
forra de vontade da parte do director, pu-
deram conter, estimular e animar os que
escaparan rasoura da morte, levando-os
cumprir seus deveres medida que se
iam restaurando as forras estragadas pela
enfermidade,
To deploraveis ocurrencias geraram
abusos, que foram sempre enrgicamente
reprimidos pelo director. D'abi resultou
malquistar-se elle com alguns de seus su-
bordinados, quando mais careca do concur-
so de todos para arroslar as difficuldades
imprevistas, que Ihe cumpria vencer.
O seu procedimento, no sentido de manter
a disciplina e a ordem indispensaveis em es-
tabelecimentos daquella natureza, foi tradu-
zido como tyrannia, principalmente quando
tendia refrear o espirito mercantil, que se
a desenvolvendo at em individuos a quem a
lei prohibe semelhantes especulacoes.
Com tudo, a opposicao que principiou a
soffrer o director nao Ihe embargou o pas-
so, antes o incitou a proseguir com mais
energa na execuco de seu plano, que era,
na verdade, baseado na experiencia escla-
recida, e calculado para a completa realisa-
co dos grandes fins da mencionada co-
lonia.
Quando a 2 de novembro de 1860 che-
guei ao estabeleeimento naval para tomar o
commando do vapor Tamandatahy, haviam
no porto dous grandes ranchos onde se guar-
davam as canoas e pranchas da condueco
do material, urna estrada at a povoaco, e
esta sobre urna colina cincoenta palmos ci-
ma do nivel do rio, com 5 ras de 60 pal-
mos de largura, 2 perpendiculares de 100
bracas de extenso e 2 de 200 parallelas ao
rio; dfferentes casas cobertas de palha,
habitadas pelo pessoal do estabeleeimento e
suas familias ; um edificio de 220 palmos
de comprido e 22 de largo, coberto de te-
llia, no qual trabalhavam as officinas de cal-
deireiro, ferreiro e serralheiro ; urna casa
que servia de quartel s pracas existentes
na colonia ; urna olaria e seu competente
torno, onde se tinham j felo parte das te-
Ihas que cobriam o almoxarifado, bem pr-
vido de gneros alimenticios, onde estava
objectos de luxo.
O director eslava cheio de esperancas no
futuro daquella creaco, por ter cessado a
epidemia, e achar-se o pessoal bem dispos-
to, apezar das intermitientes, que todossof-
fr iam j com indifferenca.
Alientos os embaracos que teve de ven-
cer o director, e fraqueza dos meios de
que dispunha, nao era possivel, em mi-
nba humilde opinio, bascada na expe-
riencia adquirida nos 8 mezes de minha ad-
ministrarlo, fazer-se mais em to curto
praso.
Devo tambem declarar que nenhum
faeto verifiquei, que desabonasse a pro-
bidade e zelo de meu Ilustrado ante-
cessor.
As diflkuldade que iam nascendo, qur
na Cooslituico, qur em S. Paulo, e as pro-
videncias que urgia tomar-se para nao in-
torpecer o progresso da colonia, determina-
ram o director a solicitar autorisaco do go-
verno para ir a S. Paulo,
Concedida' esta, e este tendo de partir
logo- depois de minha a presen taco, enlen-
deu conveniente,, por motivos que expli-
cada' ao governo, demorar a exploraco
que o vapor devi fazer cpiando as aguas-
permitissem, para encarregar-me da ad-
ministraco do estabelecimeato durante sua
ausencia ; o que- offeclivamente z a 19
de dezombro, partindo a 28- do mesmo
mez.
Antes de entrar na administraco eu ti-
nha feito' urna experiencia no vapor, e
reconhecdo, como diss na parte que en-
tao dei, que a torca da machina nao era
sufliciente- para vencer a velocidade da cor-
renteza quando augmentasse o volume das
aguas, pois era esta; segundo me infor-
maran! e tive depoia oecasio d*-observar
superior a 4. milhas, mximo da Marcha do
vapor.
Reconheoi tambem a impropriedde-da
construeco- delle para-aquella nat-egaco,
sendo que- seus grandes delgado* o fezia
oalar muit3iagua, nSa permittindo accom-
modaees sufficientes^ara agnarnico-eraan-
aimenlos, nem combastivel para mais-de 12
horas-.
Nos 8 mezes de minha 3-Jministraco s
ampreguei-os meus esforcosem fazer. cum-
prir as ordons existontes, e fiz execular os
trabalhos, segundo as4nstruCTes que me ha-
viam sido dadas-.
Tenho eonsciencia:. de haver approvei-
ado o tempo e economisado-o dinbeiro pu-
blico.
Com o capito tenente Aaevedo chegou,
11 de agosto de 1861, o capito de fragata
Victor Santiago Sjbr, nomeado paca subs-
titui-lo.
O novo director encontr, .alm deque
j existia minba chegaia, urna serrana,
que funecionou logo, um, paiol, um gran-
de rocado com eapacidade para 30>alquei-
res de sement,que garantiam nosa sus-
tentaeio do pessoal, como consideraveis re-
servas.
Eacontruu tambem u prolongamento de
mais 100 bragas em cada urna das-duas ras
perpendiculares ao rio, o principio de urna
oufcra, e casas onde noravam os- africanos,
que chegaram ao Itapura depois-da partida
do ex-di rector.
Ao desembarcar no Itapura e Sr. capito
de fragata tratou de informar-se de mim.. se
o vapor estava prooaplo :
Com a resposta. aflirmativa que ll>e dei,
ordenou-me que me preparasse para? urna
commisso reservada, que devia ellectuar-se
naquelles dias at o Iguatemy.
Observei eato a S. S. que,mbora a minha
sade nao fosse a melhar, como, manifes-
tav minha physionomia, nao me reeusava a
esse serviro, mas que o rio Tiet nao per-
mitlia navegaco vapor antes de outubro-
ou novembro.
S. S., talvez para me fazer comprehen-
der a responsabilidade em que eu incor-
ria, se deixasse de desempenhar a com-
misso, apesar dos obstculos naturaes
do rio Ticte, manifestou-me o obieclo
dola.
A' vista da sua importancia, suggeri-lhe a
idea de realisa-la em urna canoa, atienta a
impossibilidade de faz-la no vapor naquella
occasiao.
Concluida a indispensavel tomada das con-
tas de minha administracao, tive ordem de
largar immediatamente para o Iguatemy, o
que fiz a 31 de agosto, s 10 horas da
raanha, em urna canoa de 60 palmos de
comprido e8 de boca, tripolada por 10 pra-
cas do vapor, e acompanhada de urna pe-
quena montara, em que iam duas pra-
Cas, todas armadas e municiadas convenien-
temente.
Consista a commisso no estudo e ex-
ploraco dos ros Iguatemy e Escopil, re-
conhecimento de suas margens, recursos
do terreno, popularles ali estabeleci-
das, etc.
as instrueces que me deu para regular
o meu procedimento em toda a viagem, re-
commendava-me o director que eu esludas-
se os rios que encontrasse, observando com
cuidado as marcas mais notaveis da emboca-
dura de cada um delles, sua correnteza, lar-
gura e profundidade, e as difficuldades que
offereciam navegaco, sem que esse es-
tudo, que nao era o objecto principal da mi-
nha commisso, fosse motivo para prolongar
a viagem, visto que era urgente transmittir
o resultado della ao Exm. Sr. ministro da
raarinha.
Como mo recommendasse tambem que
fosse pelo rio Ivenheima at o porto do Bar-
bosa no Vaccaria, tinha eu pois de navegar
naquella embarcaco 80 leguas no Paran,
10 no Iguatemy ateo Escopil,30naIvanhei-
ma, at o Vaccaria, e outras tantas desle at
canoa, que do Vaccaria se diriga a Santa
Anna do Parattehyba.
A instancias minhas cdeu-m o donoum
de seus cantaradas, pratico de Ivinheima e
Vaccaria. *
Continuei por isto, nfinha viagem mais
salisfeito; pois mais facil me seria reconhe*
cer o Iguatemy, depois de conhecldo o Ivi-
nheima ; sendo que at ento s poda re-
gular-me por urna carta topographka, em
que, como verifiquei, aquelles rios nao es-
tavam bem collocados.
No dia 9 s 3 horas da tarde passamos a
barra do Ivinheima.
Principiamos dahi em diante a ver mui-
los ranchos, onde se abrigavam indios,
quando oceupados na pesca ; e, nos luga-
res em que aportavamos, pegadas frescas,
que indicavam terem por all passado recen-
temente.
Desde o Ivinheima tive sempre urna das
pracas com urna bosina de chifre a tocar, a
ver se vinlia algum indio que me desse in-
formacoes para o reeonhecimenlo do Igoa-
temy.
No dia 12, s 8 horas da manita, ouvi
aecusar o loque por outro, que poueo a pou-
co, se ia approximando.
Espere, junto so barranco, at que me
appareceram 3 indios em urna canoa, que se
dirigiu ao lugar onde me acbava.
Acolhi-os com a maior amabilidade pos-
sivel ; e, depois de tomar varias informa-
coes, pois um delles, por ter estado no Pa-
ranapancma, em urna colonia nossa chamada*
Prap-, fallava pouco portuguez, convidei-os
a irem comigo at o IguaSemy, que diziam-
conhecer.
Acceitaram o convite; declarando ser nes-
te mesmo o ser aldeamento; que contralla
grande numero de indios.
O seremguaranys,oestaremaldeadosem
terrenos nossos, incitaram-me a ir ao aldea-
mento, julgando qu 3ssim me- habilitara a
dar ao governo imperial mais seguras infor-
maces acerca do obj-eetc da minha cora-
miesio.
No dia 15, 1 hora da tarde,, che-gamos
a Iguatem?, no pooto dessa aldeia. Eni-
quonto os radios esliveram na oamx, tan-
to eu como* as minhas- pracas nes- esforc-
mos em agradar-lhes, pelo que elles, re-
coahecidos, sos prometteram apresen tar seus
chsfes.
Ao chegarnaos, por, ao lugar que elles
me-indicaraftteomo porto-, saltaramaomatto
e flesappareeeram com-rapidez tal, que nao
foi possivel aeompanha-los. At aiit nao ha-
via>eoconIrado seno pequeos ranchos des-
povoados, canoas, flexas, redes e mais appa-
rmos proppios da pesca-.
s satisfazer essa necessidade, mas sim ou-' por onde passaram os officiaes que prefer-
tras egualmente palpitantes. | ram fazer por trra, com o ajudante do es-
Com a creaco do Itapura muito tem tabelecimento a viagem da Gonstituico ao
aproveitadoocommercioe a lavoura da pro-' Itapura ; urna legua da povoaco, dfferentes
vracia de S. Paulo, e um grande passo se datas de trra, que haviam sido distribuidas
_ deu para o progresso da civilisaco desta, e! a soldados e colonos que quizeram fazer
lempo: a voz da consciencia, despertada aproveitamento de urna importante parte de! plantaces as margens oppostas dorio,
pelas lagrimas de sua mulher, patenta seu territorio. Aprova disto encontra-se j urna roca de milho, fejo, arroz, mandioca,
seus olhos o abysmo que se ia lancar. no rpido estabeleeimento de muitos peque- aboboras, mamona, etc.: nos qaintaes parti-
0 Sr. Coimbra foi muito bem, O seu nos proprietartos, entre a cidade da Cons- colares, arvores fructferas e todas asverdu-
tar com a miseria e a fome revolve em sua
mente um turbilho de ideas ms. O seu
primeiro pensamento matar o seductor de
sua filha, mas j era av, e o vagido do fi-
lho da vergonha suspende o seu braco. A
fome impelle-o roubar, mas elle para
o porto do Barbosa, desfazendo todo este ca
minho^w meu regresso ao Itapura,
Esperei ahi toda a oclo a vn se os in-
dios voltavam.
Na madragada seguate ( 16) procure!
o Escopil, cuja estreiteza me impediude su-
fci-lo mesmo na montara.
Tornando canoa..s 7 horas> deliberei
procurar a-, aldeia. Para isso escoHvi.4 pracas,.
que me inspiravam. mais confcaoea, e com
ellas interaei-me no mallo s 8 horas.
Depois de atravessar espinhos-e pantanos,
e o Escopil por urna iraca pingela, guiado,
smente, pelas pegadas dos indios, que-ha-
viam passado na tarde antecedente, cheguei
a um bellissimo campo onde haviam diver-
sas arraadlhas do caca.
Alera deste campo o de- urna linda flo-
resta, encontrei differentes- ranchos- gran-
des, nos quae& haviam logo, redes, fle-
xas, etc., e urna roca junto qual estava
situada a aldeia, onde eu. vi, s 4 horas, da
tarde, um dos- indios que comigo tinham
rindo.
Mostrou-se este alegse com a nossa clic-
gada, e foi. lago chamar o capullo, o qual,
com grande sequilo, veio ao nosso en-
contr.
Cansado de to tonga jornada, e com os
ps muito molestados, nao me era possivel
voltar ao porto. Prefer ficar na aldeia em
um dos ranchos, a pernoitai no matto, onde,,
alera, do perigo dos indios, caso mo quze
sem fazer mal, tinha o dos animaos feroz.es.
e venenosos.
Ao anoutecer, o capito mo fez signaJ de
o acompanhar, e quevendo tambem as pra-
cas seguir-me, elle se oppz a isto, dndo-
me a entender que me quena s.
Achei prudente nao oppr-me, e, depois
^e recommendar s pracas toda a prudencia
e vigilancia, disse-lhes que, se aa amanhe-
cer nao Ibes apparecesse, me fossera procu-
rar.
Levou-mc o capito para o rancho onde
tinha sua familia, e, durante toda a noute,
elle, e seus companheiros lovaram em ca-
tarlas e festas.
De tempos a lempos chegavam indios,
que se apresentavam ao capilo e iam se
ajuntar aos outros.
Nao pude dormir toda a noute, apezar da
rede que me deram, pois nao sabia qual o
fim daquellas festas.
Vi reunidos cerca de 400 indios, entre
adultos e menores, c todos elles em dffe-
rentes direccoes cantavam e pulavam deses-
peradamente, em redor de varias fogueiras.
O mesmo aconteceu no lugar onde fica-
ram as quatro pracas, mas eram os indios
em menor numero.
Offereceram-rae, por vezes, urnas folhas,
que elles bebiam com agua, e me pareca a
congonha, mas eu, por cautela, nao quiz
aceitar.
O capilo me deu o ornamento que trazia
no labio inferior, e que era um tubo de re-
sina, que elle introduzia por um buraco
aberto no lugar da pera.
Antes disto havia eu sido tambem mimo-
seado por elle com milho, amendoins, ba-
tatas doces e mandioca, em retribuico de
camisas, calcas, lencos e um bon de panno,
que Ihe dei.
o que
me obrigava a prescindir de taes exames,
que se nao podem fazer com brevidade; li-
mitando-mea tomar aponlamentosqueobser-
vasse de passagem, para delles me servir
quando mais de espaco houvesso de levar o Ao amanhecer ergui-me da rede, disse
vapor aquellas aguas, porque qualquer de- que quera retrar-me. A companharam-me
mora, atientas s distancias e a enebente muitos e se mostraram admirados de encon-
dos rios, cuja poca se approximava, poda trarem no caminho as pracas que vinham
impedir que as canoas tornassem ao Itapura,' procurar-me.
expondo-nos todo? a morrer de fome naquel-
les sertes.
A 2 de wtembro encontrei no Paran urna, guarnico,
Fomos seguindo para o porto, onde che-
garam cerca de 100 que estiveram. com a
Dei ento ao capito machado, faca, an-
zes, roupa, fumo, etc., e amen exempt-.
as pracas foram tambem dando a roupa de
que podiam dispr. sem .-e lembrarem di
rana que depois Ibes baria de fazer.
Os impcrlaes marinleirOT ficaraai sea
roupa velha, que sempre abunda em seas
saceos; mas nao bou ve um delles .me n*.
trouxesse para o Itapura arcos e fWbas re-
cbidos dos indios.
O capito deu-me tambem um indio tm
nos acompanhou 3 dias; no quart. por.?
quando j.i estavamo no Paran
receu. l
Informei-me, como pude, de alguns iotas
sobre as relares que e* ali tinhim
soube que, 8 dias de viagem peto interior,
na margem dreita do Iguatrmv, havia un
destacamento de paraguayos.
A agua que a canoa fazia, e a copia*
chuva que finhamos apandado, estragaran-
nos os mantimentos, pois o toldo .me a ca-
noa tinha era de brm, e portanto nsoli-
cienle para garanti-los.
Tinha chegado a meu deslino, e n-io en
possivel demorar minha viagem, altendend.
a que arada restava-me pereorrer ma < oO leguas, e devia faze-lo antes da* agm.
No dia 17, I hora da tarde, largu i 11
porto dos indios e desci o Igoalemv, .u,.
baiTa passei a 18, subindo o Paran, que,
em consequencia da alrandancia da chuva.
nao dava vo para varas d>; I brara* junt
s suas margis. Fomo* por est olivo
obrigados a empregar o gancho e a H>rqui-
llia precesso por deraais demoroso e morti-
ficanle,. <|ue se costuma empregar mnare-
garoes semelhantes.
A 23 enlrei nc Ivinheima onde i ^*m
sempre com a mesmi dilficulJade.
No dia* Io de ooUbro, na dislanc esti-
mada de 15- legua, cima da fz, ar4ei
grande numero de indios, na marcar es-
querda. Cwno estavam'desarmados, appr-)-
ximei-me delles nao recebeiul a nwv i
boslilidade.-
Por se appmximar snonte passei a cavia
mr* a margem npposta; Os irxJ.osse e*a-
servaram no mesmo lugar.
Na manhaa seguinte paasei ootn mar-
gem para Hit dar o que ainda podia dapor
Jo que se mostraram u.uiio satisft-ii?.
Estes indics-pertencemu-tribu toscoraa-
-Jos, como mdslrava o oahetto ap\.*n4-. t
alto dacabepa, em forma circular.
To prasenteiros esliveram. que n* par.;
ib mais temidos dos que se nternamrm pi
vincia de Matto-Grosso, j dos mi .radares d-
rio Vaccaria, cimo la me informavam. Ifi -
vecebi o presoirte de um. par de argoli-
qne usam.
A conlinuacoda chuva, e as diffealdades-
da navegaco, me faziam receiar r.,l> \ v~
sorte. se por qualquer circunstancia n.l<>
pudesse alc7ncar em pcacos dias ."> r-r
ilo Barbosa, no Vaccaria, nico lugar a
cursos.
S a disciplina militar r,i[ Nar
homens as circumstandas desesiwradw i
que nos acharaos ento.
Ao passo que eramos obrigadns i osfr.;o-
sol>renalui*.'s. tiuhamos apenas para i^ -
alimentar urna pequea porco de fci^"
grelado ; estovamos litieratmentc ns, por
ler apodrecido a pouca roupa com |u- !
mos, e com os corpos lacerados- aera l*x-
rachudos e motunas, cujas feridas en aJgu-
mas praas, eram aggravadas pela vareja. e
nao podiaraos contar nem com i caca, #*? a
chuva e a endiente haviam afugenlado das
margens do ro.
Nosa exlremidadi) a guarna') quasi ex-
hausta ue forras, mas sempre resignad i
obediante, soccorrou-se de jacirs. apesar
do repugnante do almiscarado da i-arnc.
Assim chegmoe-ao porto do ImIm^ n .
Vaccaria, a i7de outubro com (Odias
viagom.
Ofazendeiro Manoel GflatattM liarais,
subdito brasileiio. nos vaad'-u n -r i
gneros de que carecamos, e tratou-nos m
a maior hospitalidade, iturante os 5 Ji.is
que ficamos em sua fazenda, para cur-
das nossas feridas, e descansar do Ba \
sos trabalhos.
No dia ^3 de outubro partiam iaaafl
do Barbosa, e, passarwlo a 8 pela han
Ivinheimadesi/.emos em 6 dias. baora
da correnteza das aguas, o caminl-o fcilo em
28 dias.
A 13 de novembro chegmos com 7 i dias
de viagem ao Itapura, onde j, nt erara. ^
esperados, sendo que ento me disse < Vinx-
tor queja havia ofliciado ao governo inf-
ria! manifestando os cuidados que Ihe
a nossa grande demora.
Terminando aqui a descripro de mi ah
viagem ao Iguatemy, poro de'snilpa .1
entrado em detalhes. que talvez paiaeaaft
inuteis ou fatigantes.
Nao sero, porm, para aquelles .ra^ l.-
rem, como eu, obrigailos a navegar naqnel-
las aguas, sem guia nem cartas. Em to|.
o caso relevam o po pode o governo impe-
rial esperar dos imperiaes marinheur.^ i
servico da nacSo.
Um delles, o grumete Alexandre Este-
vo, estando preso no Itapura, onde servia
desde a fundaro da colonia, para respon-
der a conselho de gnerra pele crime de .1 -
serco, foi mandado^ pelo director aessa
commisso: distnguiu-se em toda a viagem
por sua disciplina, resignaco e dedicacSo
trabalho, mostrando-se, como seus camara-
das, generoso com os indios, a quem di*tn-
buiu a propria roupa, para que lizessem boa
idea da nossa gente; afinal tornou comaav
co para o Itapura, nao obstante as numero-
sos occasioes que teve de evadir-se em cami-
nho, e a certeza da pena que o esperara, a
qual deve estar hoje cumprindo.
To nobre conducta recommenda, quem
a soube ler, nata clemencia de Sua Maf es-
tado o Imperador.
No relatorio apresentado ao director do
Itapura, acerca dessa viagem. manMestei o
meu juizo a respeito da navegaco dos rio*
que percorri. Comludo aproveito a oppor-
tunidade para recommendar ao governo im-
perial a exploraco delles, visto como sio
navegaveis e interessam urna vasta e impor-
tante porco do imperio.
Augusto Netto de Mendonca, I.* tenen-
te da armada.
(Do Diario do Rio.)
PERXAMBl'CO,- PYP. DE M. F. DE F. FU



MUTILADO


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