Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10148


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Full Text

N
AlflfO XXXH ROMERO 168.
Por tres mezes adiantados 5J000
Pw tres mezes veicidos 6'JOOO
SABBADO 25 DE JLHO DE K63.
Por anoo adiantado...... 19$00O
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SURSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino do Lima'
Natal, # Sr. Antonio Marques da Silva; Araeatv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marones Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinhciro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronvmo da Cost.
ENCARREGADOS DA SIT5SCRIPCAO NO SOL
Alagas, o Sr. Claudino Falcad Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada lodos os dias.
Iguarassu', Goyanna Parahylw as segundas
sextas-feiras.
Santo Antao, Grvate, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as torgas feiras.
Pao d'Alho, Nazarcth. I.iinoeiro Brejo, Pesqueii
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabro!
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formbso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Piniontuiras as quintas reiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio. )
Todos os estafetas partem ao lf2 dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHd.
4 La cheia as 3 horas, 20 m. e 22 s> da m.
7 Quarto.ming. as 7 h., 3 m. e 20 s. da I
15 La nova as 7 h., 28 ni. e 20 s. da t.
23 Quarto cresc. as 6 h., 7 m. e 2Vs. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 minutos datarde.
Segunda as 0 horas e 54 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTFJROS.
Para o sul at Alagas a 8 e 25; para o norte at
a Granja 7 e22 decadamez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., maio, jul, sot. enov,
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 /*, 7, 7 >/z, 8 e
8. V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 >/ da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemflca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3'/2,4, 4 >/4,4 /2,
o, 5 V4, 5 i/ e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4'/, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cacliang e Varzea s 4/, da tarde; para
Bemfica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal doeommercio: segundas e quintas.
Relajao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do commereio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivd: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
29. Segunda. S. Jeronymo Emilia; S. EN.
2*. Terca. S. Henrieneimp.; %. Prxedes v.
22. Quarta. S. Mara Magdalena; S. Menaio,
23. Quint. S. A Hilario l>. m.; S. Liboriob.
24. Sexta. S. Christiaa r.; 9-Francisco Solano L- '
25. Sabbado. S. Thiapo-ap.; S. Qiristovo m.
26. Domingo. Santa Ana me da ee de Dos.
ASSIGNA-SE
no Rerifr, em a livraria dh praca da Ind.-ponaVnri
ns. 6 e 9, dos proprietarios Manoel Figneron d
Faria it Filho.
PARTE OFFIGIAL.
irn\i*Ti:mo i>a 1 \zi:\i> \.
Relatorio rio ministerio da fazenda, que devia srr
apresentado assemlila geral legislativa pelo
respectivo* ministro o Exra. Sr. marquez de
Abran tes.
( Contimiagao. j
CRDITOS ESPECIAES.
Nos relatorios de 1860, 1861 c 1862 os meus
Ilustrados antoeessoros i>onderaram com tanta
clareza os graves inconvenientes que resultam da
concessSo de crditos especiaos, sem fixacao de
quantia e decretaco de fundos as respectivas
leis de orcamento, que nada juico necessario
acrescentar a semelhante respeito, dizendo apenas
que inteiramente comparto a opinio que deram a
semelhante respeilo.
Tendo, porm, o poder legislativo entendido em
sua sabedoria que deve continuar com este syste-
ina, como prosa a lei do orcamento de 27 de setem-
bro de 1860 n. 1,114, e ainda a de 9 de setembro
do anno passado, n. 1,177, nao posso doixar de
ponderar que, pelo menos, deve adoptar-se a pra-
tica de definir por estimativa a despeza assim
autorisada, miando nao tenha sido previamente
avahada, incluindo-a nos paragraphos respectivos
da lei do orcamento; cumprindo proceder-se do
niesmo modo a resucito de leis singulares que au-
torisarem despezas de quantias definidas.
Sen que semelhante pratica seja adoptada, as
leis do ornamento nao serao una realidade, repre-
sentando a verdadeira despeza do estado, que so
deste-modo poder ser devidamonfe avahada.
D'aqiu procedi em grande parlo o facto, que
quasi sempre se observa, da differenea para mais,
s vezes de quanfia avultadissima, entre a im-
portancia da proposta apresonlada pelo governo ao
poder legislativo em un anno, e a da lei do orca-
mento votada no anterior; c, se por ventura'a
despeza assim autorisada nao no anno seguinte,
levada rubrica respectiva da lei do orcamento,
como tem sido amito ffoquente praticar-se, o paiz
nao tem conhecimento della senao depois de cffec-
tuada, ou pelo balanco.
Tenho duvida at une boje possa proceder-se de
outro modo, a vista da doutrina do art. 11 da cita-
da lei de 9 e setembro, o qual dispoe que o mi-
nistro da fazenda nao i>oder ordenar o pagamen-
to, sob pena de responsabilidade. de servico algum,
sem que na lei que houver autorisado estjam con-
signados os fundos correspondentes despeza, e
fcil de ver em que embarace se adiar enlloca-
do o thesouro adstricto a cuinprir este preceito da
lei, se nao proceder-se como tica mjposto.
A tabella n. 16 m ostra os crditos especiaos que
ai oda estam em vigor, por conta dos quaes j se
tem fe,ito despezas, l>em como aquellos que ainda
nao tiverara execuoo.
DIVIDA PASSIVA.
A divida passiva do imperio compoe-se, como
sabis, de diversas especies, das quaes vou agora
oceupar-inc, tratando de cada urna deltas em se-
parado.
DIVIDA KfEKVA.
Durante o anno civil de 1862 nenhum augmento
teve esta divida, de que faz parle a importancia
dos emprestimos levantados em favor das empre-
sas das estradas de ferro de D. Pedro II o Pernam-
buco, e da companhia Unio e Industria, porque a
do contrahido para a companhia do Mucury j es-
t incorporada aos emprestimos nacionaes, como
explicou-se nos anteriores rotatorios; pelo contra-
rio foi reduzida, em consequencia da amortisacao
que se fez de cada um delles, por quanto, sendo
em 31 de dezembro de 1861 de SS 7.432:100, ou
de 66,063:1115111, confoniie a tabella n. 22 an-
nexa ao ultimo relatorio. no fim do sobredito anno
de 1862 importava smentc em 7,205:000, se-
gundo se v do quadro ora junto sob n. 17.
A tabella n. 18 mosfra que a amortisacao foi a
seguinte:
poca reduzido a 3? 362,000. No presupposto,
pois, de que esse saldo fosse completamente res-
gatado, a lei do orcamento do futuro exercicio de
18631864 sement votou os fundos precisos para
o pagamento dos juros o mais despezas do referido
emprestimo no 1 semestre do difo exercicio. Por-
1114 de 27 de setembro desse anno, declarou que
fra ouvida a seccao de fazenda do conselho de
Estado a resneito da esecuco, que se devia dar a
semelhante disnolfo, e extractou os fundamentos
da consulta da mesma seccao, vista dos quaes re-
solver o governo nomear urna commissao, que
tanto, se jwr qualquer eventualidade se nao reali- examinasse de novo os processos pendentes da di-
' vida desta origem para pagar-se a que Tosse defini-
tivamente liquidada.
Com effeito, foi nomeada essacommissao que deu
cometo aos sous trabalhos, os quaes ainda nao se
acham acabados.
O governo aguarda o resultado desses trabalhos,
para resolver a tal respeito.
Nao conclairei o que me cumpre dizer-vos sobre
este assumpto, sem chamar a vossa atteneao para
o que ponderou o meu digno antecessor relativa-
mente conveniencia de limitar-se a- flisposico
do art. 24 da lei n. 628 de 17 de setembro de!851,
o qual declarou que a divida inscripta nao pres-
creve.
Existem ttulos desta divida 110 thesouro que os
interessados nao reclamam ha mais de vinte annos.
zar o facto desse resgate, ser indispcnsavel de-'
creta-Ios. ,
Por essa mesma razao nao se pedem fundos pa-
ra este servico na proposta do orcamento de 1864
1865, de modo que, se nao realizar-se o resgate,
ser necessario proceder-sc semelhantcmente no
mencionado exercicio.
Em abril do anno prximo fuluro, ou dentro
j ainda do exercicio de 18631864, vence-so tam-
! bem o emprestimo de 1824, o qual estar reduzido
entao a Sf 2,356:600; e como nao seja presumivel
que se, possa resgatar integralmente este erapres-
' timo, apesar de que o seu algarismo actual, coni-
; parado com o primitivo, aprsenla urna grande rc-
j dticcao, pela amortisacao constante que tem sido
! feila, e pelo contrario seja provavel que o governo,
usando da faculdade que Ihe foi conferida |)clo art. I e nao sendo ella privilegiada, emquanto nao est
11, i 11 da lei n. 1,114 de 27 de setembro de 1860, convertida em apolices, nenhuma razao se d para
tenha de emprehender alguma operacao de crdito
para o seu pagamento, flz incluir na sobredita
proposta a importancia das despezas que elle ac-
tualmente cusa ao estado.
que seja exceptuada da regra geral da prescripcao,
quando, a demora do pagamento fr inteiramente
devida a negligencia das partes.
Bilhetes do thesouro. Como anticiparlo de re-
Qualquer que seja pornj a operacao que o go- ceita, e nestes ltimos lempos algumas vezes at
verno naja de fazer para o pagamento desses dous como meio de renda, tem tido o thesouro necessi-
cmprestiinos, a qual dever cffectuar-se no prxi-
mo exercicio de 18631864, nao pode ella deixar
de trazer augmento de despeza, a que cumprir
attender em tempo opportuno, por meio de abertu-
ra- de crdito supplementar, visto como na verba
respectiva nao ha fundos, decretados para seme-
lhante fin.
Repctindo aqui a mesma observado feita no ul-
timo relatorio a respeilo do orcamento da despeza
com a divida desta procedencia, juico conveniente
ponderar que a somma de & 346,286, ou de
3,078:0975777 ao cambio par de 27, constante da em circulado desta especie de ttulos da divida do
dade de emittir bilhetes.
Desde dezembro de 1856 at o fim do exercicio
de 18391860 niio rsc fez sentir essa necessidade,
de maneira que so se deram sem juro, em virtude
de contrato, a companhia brasileira de paquetes
vapor, os que lhe competiam.
D'ahi em diante, porm, augmentando os encaj-
ges do thesouro, forcoso foi recorrer emissao,
usando-se assim da autorisaco concedida ^-nas leis
de orcamento.
Em 31 de marco do anno passado a importancia
que
publi
inuic?
cencas do servico
aa do corrente ei-
das emprezas em cujo beneficio foram contrahidos, da a dos bilhetes dados a companhia brasileira de
cumprindo nicamente ae governo adiantar esta paquetes.
despeza na forma estipulada nos respectivos con-
tratos.
Nao tendo, porm, a companhia t Unio e In-
dustria satisfeito em geral o contrato que cele-
brou com o governo, em razao das difllceis cir-
quadro numero 26 demonstra a marcha se-
guida nesta operacao, os juros pagos pelas som-
nias levantadas por esta forma, e os prazos da
emissao.
Papel moeda circulante.Segundo se v do qua-
Por conta do empresfimo de 1824 & 93,700
1839 7,600
1843 36,600
> 1852 16,900
1859 8,300
E por conta do emprestimo levan- 163,100
tado para a estrada de ferro de >
D. Pedro 11..... - 38,300
dem a favor da estrada de ferro
de Pernambuco e das compa-
nhiasUniao e Industriae do
26,500
Importa portanto a totalidad* da
amortisacao em 2,025:7775777
ao cambio par de 27, ou. 227,900
Comparada a somma cima mencionada de
7,205:000 com a do anno anterior, reconheccr-sc-
ha una reduoeao de r 227,100 ou de.....
2,018:6665666, ao cambio par de 27. Entre a
importancia que ligura na referida tabella como
amortisada no anno de 1861, e a que se deu na
tabella n- 21 do ultimo relatorio ha a differenea de
800, que provm de terem-se ento computado
por estimativa as amortisacoes dos emprestimos de
1852, 1838 e 1860, eifas ho dito anno, em conse-
cuencia de falta de eselarecimentos da agencia
brasileira em Londres.
A divida, pois, desta procedencia diminuto no
anno passado S 227,100, c ficou reduzida a
7,205:000 pela seguinte forma :
Emprestimos contrahidos por con-
t do estado.......t 4,533:000
Dito de maio de 1858 para a
companhia da estrada de ferro
de D. Pedro II.......1,364:800
Dito de 16 de marco de 1860 pa-
ra as companhias da estrada
de ferro de PernambucoUniao
e IndustriaeMucury. 1,307:200 !
Para pagamento dos juros, amortisacoes, com-
missoes o outras despezas que custa este servico,
bem cuino para o das do oorpo diplomtico, com-
pra de prat a fim de ser cunhada, e diversas en-
conimcndas ordinarias, que os differentes ministe-
rios costumam fazer annualmente, remetteu o the-
souro referida agencia, desde 30 de abril de 1862
at 30 de igual mez do corrente anno, 733,000
em cambiaes, ou 6,746:8355901 aos diversos cam-
bios por que se realizaram as remessas pelo the-
souro e thesourarias de fazenda da Bahia c Per-
nambuco, como se v da tabella n. lft, sendo:
Pelo thesouro 533UX ou Rs. 4,758:2375646
Pela Bahia 111:000 1,019:2415587
PorPern 107:000 969:3535671
Das remessas feitas na sobredit somma deixa-
rara de ser pagas, por fallencia de varias casas
sacaduras da bahia e Pernambuco, designadas na
nota exarada na fcencionada tabella n. 19,
45,000, ou 414:3385889.
Nao obstante este prejuizo, talvez certo, as re-
messas effectuadas durante o referido periodo sao
sulcienles para fazer face s despezas que ficam
declaradas at 31 de agosto prximo futuro, dei-
xando ainda o saldo presumivel de 24,109.
- Assim que, poderia ter o governo dsponivel o
crdito de 100,000, que os agentes na forma do
seu contrato, tem obrigacao de adiantar, se nao
fossem diversas encommendas extraordinarias, que
o mesmo governo foi obligado a fazer na Europa,
para cujo pagamento todava trata de mover os pre-
cisos fundos.
No dia 31 de dezembro do corrente anno, ven-
ce-se o emprestimo de 1843, o qual estar nessa
_ portancia
exercicio de 18611865. I Tendo-se, porera, verificado pela liquidacao a
AS notas escripias as tabellas w 17 c 20 pres- que se procedeu em virtude do avisode 25 de fe-
tam os eselarecimentos nocessarios sobre esta na- vereiro do anuo passado, que diversas notas no va-
'''r'a lor de 91:3185000, ainda nao tinham sido recolhi-
0 proco dos fundos brasilciros as ultimas datas das elevou-se a somma da circulaco a.......
recetadas de Londres era de 101 ex-dividendo pa-135,340:1695000.
ra os de 5/., e de 93 ty,"a 9:t /< para os de 4 /i-1 Em 31 de marco ultimo, como se v do quadro
Em igual dat do anno passado cotavam-se os n. 27, ficou reduzida a mesma circulaco a.....
32,093:3945000.
A differenea, que de 3,247:0735000, precede :
1." De 2,300:0005000 resgatados pelo banco.do
Brasil por conta do governo.
2. De 730:1955000 de notas, que naoapparece-
ramnas substituieoes ordenadas de 1860 em diante
e mencionadas nos ltimos relaforios.
3.- De 16:8805000 de descontos que solTreram
algumas das substituidas na forma da lei.
Nao se apresenfando ao troco varias notas, e sof-
frendo descontos outras, os respectivos valores re-
presentam um lucro a favor da fazenda.
O sobredito quadro n. 27 demonstra que esse lu-
cro, que desde o comeco da operacao da subslitui-
cao de notas, at 30 de marco do anno passado era
apenas de 664:6165000 (tabella n. 36 do anterior
relatorio), em igual dia do corrente anno chegou a
1,411:6915000, islo que as ultimas substitui-
eoes realizadas de 1860 a 1862 deixou de compare-
cer ao troco para ser substituida a consideravel
somma dos ditos 730:1955000.
O mesmo quadro mostra ainda que o valor das
aceces da estrada de ferro da Baha, nos termos da notas recebidas de Londres desde o anno de 1833,
le numero 1,083 de 22 de agosto de 1860, e de I para servirem de meio circulante, at a menciona-
1,073 no valor de 1,075:0005000, entregues ao Ban- da data foi de 179,888:6895000; e tendo-se resga-
co do Brasil, em pagamento de 1,000:0005000 de tado com as diversas emissoes 151,095:0255932, e
notas resgatadas no segundo semestre do exercicio inufilisado ou deixado de receber diversas notas na
(te 18b 11862, na conformidade do contrato de 6 importancia de 3,636:0695000, existem em caixa
ile novembro de 1861, alm de outras tantas de que 23,157:5945068.
fez-se meneo np anterior relatorio. X tabella n. 28 demonstra o custo das notas man-
O total da emissao relativa ao anno de 1862 cons- dadas vir de Londres desde a primeira substitui-
ta do quadro n. 21, e os das ailices em circula-1 gao das diversas especies do meio circulante do
Cao no fim ueste anno do de n. 22. pajz ate a ultima encommenda, que ha pouco rece-
As referidas apolices distribuiram-se, como se beu-se.
de 3 % .10 par, ex-dividendo, e os de 4 '/j a 93 '/,
o 92 / Comparados, pois, os respectivos pre-
Cos, v-sc que o crdito do nosso paiz nessa praoa
conserva-se no mesmo p em que temos sabido
mant-lo, gracas boa f e pontualidade com
que temos procurado satisfazer nossos compromis-
sos e cumprir os contratos celebrados no estran-
geiro.
DIVIDA INTERNA Fl'NDADA.
Conforme se v da tabella numero 26 do relato-
rio do anno passado, o valor das apolices de juro de
quatro. cinco e seis jior cenfo, que representam a
divida desta especie, existentes em circulaco no
lim de dezembro de 1861, era.de 68,579:4005000,
porque, tendo-se omittido at esta dat diversas na
importancia de 72,412:0005000 foram amortisadas
algumas, em poca anterior na de......
3,833:2005000.
Em 31 de dezembro do anno prximo fmdo, eJe-
vou-se o algarismo desta divida a 69,658:0005000
em consequencia da emissao feita de quatro apoli-
ces na somma de 3:6005000 dadas em permuta de
v no ultimo quadro, pelos seguintcs possuido
res:
Nacionaes......45.058:4005000
Estrangeiros.....7,759:0005000
Estabelecimentos. 16,175:4005000
Diversos as provincias. 663:2005000
Comparados estes algarismos com os da distri
Acha-so concluida a operacao das substituieoes
a que cima me refiro, e por isso nada tenho que
accrescenlar ao que a esse respeito disseram os
meus Ilustrados antecessores.
Depsitos pblicos.A tabella n. 29 demonstra
que as datas, que serviram de base sua orga-
nisacao, porque as thesourarias de fazenda da Ba-
3,211:8005000
1,525:8005000
5,816:2005000
buicodo anno de 1861, observa-se que, havendo | hia, Espirito Santo, Para, S. Pedro, Santa Cathari-
duninuidoas apolices possuidas por estrangeiros e na, Minas Geraes, Goyaz e Matto Grosso nao re-
metteram ainda os balncetes do exercicio de 1861
1862, o saldo existente nos cofres do municipio
da corte e provincias montava a 1,767:3455251,
achando-se nos cofres de reserva 1,721:3145300
c nos filiaos 46:0305951.
O saldo dos cofres de reserva compunha-se das
seguintes especies :
Pecas de ouro, prat e diamantes. 21:6685111
Papis de crdito...... 498:8645303
Dinheiro.........1,197:7815850
A somma da sobredit tabella, comparada com
a da~anterior, apresent urna diminuioao de. .
106:9015152.
Emprestimo do cofre dos orphaos.V-se da ta-
bella n. 30 que a divida desta origem ltimamente
teve alguma diminuicao, porquo, sendo de.....
9,167:1395781 no exercicio do 18601861, no de
18611862 ficou reduzida a 9,161:9045342, em
consequencia de terem entrado durante elle no the-
souro e thesourarias de fazenda 1,323:4075047, ha-
vendo-se pago 1,328:6125486, o que produzo urna
matar (tosivra lo K-93KJIA3Q
estabelecimentos, subi muito o numero das pos-
suidas por subditos nacionaes.
as dos estabelecimentos
deu-se o abatimento de
as dos estrangeiros o de
E as dos nacionaes o
augmento de... .
Para pagamento dos juros, que a caixa da amor-
tisacao deve satisfazer no fim de cada semestre,
tem o thesouro ltimamente feito o supprimento
necessario somente as vesperas do vencimento
dos mesmos juros pelas causas declaradas nos an-
teriores relatorios.
Em consequencia disto foram entregues refe-
rida estco no tempo competente, para o paga-
mento dos juros do primeiro semestre do corrente
exercicio, 1,970:4285000, sendo 1,852:3345918,
em dinheiro e 118:0935082 em escriptos da alfan-
dega, e opportunamente ser-lhe-ha remettida "a
quantia necessaria para satisfazer os do segundo,
por cont do que j recebeu os escriptos. .
48:6995985.
Continuou a ser feita a operacao ordenada pelo
art. da lei numero numero 514 de 28 de outubro
de 1848, sendo o lucro actual della de 251:9615629
porque, montando no fim de 1861 a 212:1615629
e nao a 112:1615629, como por equivoco se disse
no anterior relatorio, no anno a que me refiro em-
nregaram-se mais 112:8005000 na compra de apo-
lices para semelhante fim, representando actual-
mente todas ellas Q_valor de 111:0005000.
DIVIDA INTERNA FIXCTUANTE.
Divida anterior a 1827. Os quadros nmeros
23, 21 e 25 demonstran que durante o anno de
1862 nenhuma alteracao nouve no quahtittivo
das difTerentes especies desta divida, nao s por
nao ter-se feito pagamento algum, como por nao
se haverem inscripto e liquidado novas reclama-
res.
Os algarismos della, portanto, no fim do referido
anno, foram os mesmos do anterior, a saber : da
divida inscripta no grande livro da divida publica
e nos seus auxiliares 137:5535415, da inscripta
somente nestes 220:4775323, o da nao inscripta e
menor do 4005000 que, nos termos da le de 15
de novembro de 1827, deve ser paga om. dinheiro,
108:1135139.
No ultimo relatorio o meu Ilustrado antecessor,
maior despeza de 5:2355439.
Desde o anno de 1839, em que comecou esta ope-
racao, at o ultimo exercicio receberam-se por
emprestimo nos cofres do thesouro e thesourarias
18,166::i065115, e entregaram-se 9,304:1015803.
Entre os algarismos do exercicio d 18601861
cima mencionado e o de 9,095:8655034, do que
trata o anterior relatorio, ha um excesso de. .
71:2745747 que verificou-sc pelos batneos das
thesourarias de fazenda recebidos posteriormente
ao mesmo relatorio.
A experiencia tem demonstrado que o processo
seguido a respeito da entrega destes dinheiros, em
virtude das instruyes de 12 de maio de 1842,
apresent o inconveniente da demora, que so po-
der romover, simplificando as formalidades ne-
cessarias, sem prejuizo de fiscalisacao que cumpre
ao thesouro excrcer.
Cabendo na aleada do governo as alteracoes que
convin fazer, em tempo opportuno serao publi
cadas.
Bens de defuntos e ausentes.O saldo desta con-
ta, s datas declaradas no quadro n. 31, era de
3,056:6985716, somma esta que apresonta um aug-
mento de 4,0295417, comparada com a da tabella
do anterior relatorio; o que todava alo sufll-
referindo-se s irregularidades que o thesouro en- ciento fundamento para que se nao supponha que
contrra na liquidacao desta divida, minuciosa
mente expostas no relatorio de 1860, e disposi-
cao do artigo M, paragrapho 15 da lei numero
as disposicoes do regulamento de 15 de junho de
1859 e as dos tratados celebrados com diversas na-
coes, dando aos seus cnsules attribuie5es sobre a
arrecadacao dos bens dos respectivos subditos, tem
contribuido para o deerescimemo da importancia
dos depsitos desta origem, observado nos ltimos
relatnos e attrihuido a essas causas. Do sobre-
dito saldo 1.389:9235811 pertencem ao municipio
da corte, 419:3895494 provincia do Rio de Janei-
ro e 1,017:3835411 s outras provincias do impe-
rio ; cumprindo notar que as duas primeiras quan-
tias sao exactas por terem sido extrahidas da es-
cnpturacao do thesouro feita at 31 de dezembro
do anno passado, e a ultima aproximada, por nao se
terem recebido. todos os balncetes das thesoura-
rias de fazenda*, Como se v do mencionado quadro.
Nos anteriores relatorios os nossos dignos ante-
cessores informaram-vos que em execucao do art.
.23 da le de 17 de setembro de 1851, o qualdecla-
| ron que estes dinheiros prescrevem a favor da fa-
, zenda depois de trinta annos, a 3 contadoria da di-
rectora geral da contbilidade oceupou-se na li-
quidacao dos que se nodiam reputar prescriptos.
At o fim do anno de 1861 importava a divida con-
siderada proscripta em 903:7915358 ; assim que
tendo mais completado o prazo de trinta annos a
de 765639 no fim de 1862, deve boje julgar-se que
tem incorrido na pena da lei a quantia de.....
903:8675997, amenos que se nao dem algumas
das cirrumstantias previstas na mesma lei.
Continuam as queixas levantadas pelo regula-
mento que baixou com o decreto n. 2,433 de 15 de
junho de 1839, e de que vos deu cont o relatorio
do anno passado; de vossa sabedoria espera-se o
remedio a ellas.
Em officiode 10 de maio do anno passado con-
sultou o collector de Pirahy, na provincia do Rio
de Janeirose os-escravos de urna heranca jacen-
te, que exhibem a importancia da avaliaco judicial
podem ser libertos pelo juizo.
Submettida a questao seccao de fazenda do
conselho de estado na forma do final do parecer
fiscal, disse o conselheiro visconde de Itaborahy.
O director geral do contencioso entendeque por
equidade em favor da liberdade pode conceder-se a
alforria a escravos de herancas jacentes quando
forcm levados praca, preferndoo lanco para ella
a qualquer outro, ainda que superior.seja, com
tanto que cubra a avaliaco, semelhanca do que
dispoe para o caso dos bens do evento, o art. 93
do regulamento de 15 de novembro de 1859, e ac-
crescenta que tal o espirito do mesmo regula-
mento e o de nossas leis, costumes e pratica de
julgar,
Ue o espirito de nossas leis favorece a liber-
dade dos oscraros ninguem o nega, mas que o fa-
Camlrindo odireito de propriedade que ellas
niesmas, e mais expressa e terminantemente do
que ellas a lei fundamental do estado, garantem em
toda sua plenitade, que nao foi, nem er que
possa ser demonstrado.
A disposieo do regulamento a que se soccor-
re aquello funecionario, limitada aos bens do
evento, isto ao caso em que nao se sabe a que
seidior, ou a que heranca pertence o escravo.
Amplia-l aos bens de defuntos e ausentes nao
cabe, no parecer Ha"mesma maioria, fias attribui-
coes do poder executivo. Somonte assembla
geral legislativa pertence determinar os casos e a
forma por que os senhores serao obligados a con-
eeder liberdade a seus escravos, c o modo de re-
gular as indemnisacoes.
t De mais, a questao de que se trata de direi-
to civil: a outro poder compele applicar as leis
existentes aos casos especiaes, que elle tiver de jul-
gar, e nao parece maioria da seccao, pois; acer-
tado que o governo expeca a tal respeito ordens ou
regulamentos que possam achar-se em opposicao
com a pratica dos tribunaes de Justina.
O conselheiro visconde de Jequitinhonha, per-
suadido de que ha inteira analoga entre o caso de
bens do eventos, e o de bens de ausentes, seria de
opiniao que se applicasse a estes o que determinou-
se a respeito daquelles no art. 93 do regulamento
de 15 de junho de 1859; mas, concordando cora o
final do_ parecer da maioria da seccao, isto que
a questao de direito civil, que a outro poder
compete applicar as leis existentes aos casos espe-
ciaes, e por isso seria inconveniente a expedico
de ordens ou regulamentos que possam achar-se
em opposicao com a pratica e doulrina dos tribu-
naes, entende que o assumpto deve ser levado
assembla geral para resolver, visto como'tmbem
entende que este assumpto nao deve ficar sem re-
gra certa que o regule, c tanto mais que ainda nao
cessaram os jurisconsultos de duvidar se o direito
ou dominio que tem o senhor sobre o escravo,
da mesma natureza e tao extensivo como o direito
de propriedade adquirido sobre os demais objectos,
inanimados ou nao: do que verdadeiramente re-
sult grande difflculdade, quando se trat de ap-
licar aos escravos a disposicao constitucional do
22 do art. 179 da lei fundamental do estado.
Em virtude da resoluco imperial de 11 de ou-
tubro do anno passado, tomada sobre parecer da
maioria da seccao de fazenda, pende este negocio
da vossa deliberaco.
Dividas de exercicios findos.De duas especie s
a divida desta origem; urna procede de servio os
do ministerio da guerra pertencentes a exercicios
anteriores ao de 18511852, os quaes se liquidara
no thesouro, sem intervencao do mesmo ministe-
rio, e outra de servicos nao pagos depois do exer-
cicio de 18501831, cujo processo de liquidacao
foi regulado pelas instruceoes de 6 de agosto de
1847 e ltimamente pelo decreto 2,897 de 26 de
fevereiro do anno passado.
Em 31 de dezembro de 1861 ficaram por liqui-
dar 888 processos da segunda especie, como se v
do quadro n. 40 do anterior relatorio, e havendo
entrado no thesouro 721 durante o anno de 1862,
teve o niesmo thesouro de oceupar-se na liquida-
Cao de 1,609, que correspondiam divida de ris
555:6005679.
Liquidaram-se pela primeira vez 1,183 na impor-
tancia de 330:2895337 tirando por liquidar 426 na
importancia de 225:3205342.
E como tiveram andamento outros que estavam
em liquidacao no fim do anno de 1861, ou foram
novamente examinados por terem sido solvidas as
duvidas que obstavam ao seu despacho definitivo,
na importancia total de 161:2745341, a somma da
liquidacao elevou-se a 491:5635881.
O quadro n. 32 demonstra nao s o que deixo
dito, mas tmbem que da totalidade liquidada man-
dou-se pagar a quantia do 293:1885823, alm de
outras circunstancias que nello se acham minu-
ciosamente declaradas.
Da combinaco dos algarismos da liquidacao do
anno de 1862 com os da do anterior resulta que,
ombora nao augmentsse muito nesse anno o va-
lor della, cresceu consideravelmente o numera dos
processos examinados.
Este faeto teve por causa a medida que tomou o
meu Ilustrado antecessor, de autorisar por porta-
ra-de 23 de abril do anno passado a liquidacao
fra das horas do expediente, dos numerosos pro-
cessos de divida de pracas de pret que estavam
em atrazo, do mesmo modo. que pelas instruceoes
de 31 de Janeiro de 1860, mandou-se que fossem
liquidados os da divida da primeira especie, de
que cima fallei.
Por effeito dessa medida liquidaram-se 782 pro-
cessos, trabalho este com .qual despendeu o the-
souro a diminuta quantia de 2:9365000; devendo
importar em muito pouco o que rest a pagar des-
te servico.
Os processos de dividas anteriores a 18511852.
que ficaram por liquidar no fim de 1861, foram
apenas IV Durante o anno de 1862 receberam-se
no thesouro mais 18, e por consegrante teve o mes.
rao thesouro de examinar 32.
Liquidaram-se fra das horas do expediente 39
na importancia de 21:9015374, e ficaram por li-
quidar dous.
A somma liquidada reunida a de 326:1655337,
em que importaram os processos que esperavam
soluco-de duvidas, ou estavam em liquidacao no
fim do anno de 1861, e que tiveram andamento, d
o total de 318:0665931, do qual se rcconheeeu e
mandou pagar a quantia de 24:4035418 ; o que
tudo vai minuciosamente explicado no quadro nu-
mero 33.
Combinando-sc este quadro com o do anterior,
verifica-se que, no anno de 1862, liquidaram-se di-
versos processos do dividas das duas especies a
que me refiro, na importancia de 839:6305812, sen-
rdo autorisada o pagamento de 317:5925211.
A tabella n. 34 mostra que, por conta do crdito
do art. 1 2 do decreto n. 1,149 de 21 de setembro
de 1861, pagaram-se no exercicio de 18611862
558:1195235.
Tendo cessado em 31 de dezembro de 1860 os
pagamentos que se faziam pelo crdito do I 4 do
art. 11 da lei n. 668 de 11 de setembro de 1852, e
nao se havendo desde entao reahsado a hypothese
de passarem fundos do exercicio que se encerra
para o que corre, nos termos do mesmo paragra-
pho e decreto de 20 de fevereiro de 1840, foi sus-
penso o pagamento de dividas de excrcicios Boto,
at que o referido decreto n. 1,149, abri crdito
para o pagamento dellas, e isso d explicaco da
maior despeza que por esta verba se faz no exerci-
cio de 18611862.
Havendo o 26 do art. 7 da lei n. 1,177 de 9 de
setembro do anno passado concedido fundos para
o pagamento das dividas desta natureza, no exer-
cicio de 18631864, o que allerou notavelraente
a legislacao anterior sobre esta materia, foi preciso
harmonisar essa disposicao com a mesma legisla-
cao, e para esse fim foram expedidas as instruceoes
provisorias n. 9 de 21 de fevereiro do corrente
anno.
As diversas providencias adoptadas desde o an-
no de 1850 pelo poder legislativo e pelo thesouro
sobre esse ramo de servico no intuito de diminuir
o numero de processos de* dividas de exercicios (In-
dos e simplificar 0 expediente de sua liquidacao c
! pagamento, muito tem contribuido para raelhora-lo
(e evitar as repetidas queixas dos credres de taes
dividas.
Entre essas providencias liguram sem duvida as
l des decretos ltimamente expedidos pelo governo
do Io e 26 de fevereiro do anno passado n. 2,884 e
2,897 e a experiencia temj demonstrado os ben-
ficos resultados do primeiro que allerou as dispo-
sicoes do de 7 de maio de 1843, ampliando os casos
em que os presidentes de provincia podem autori-
sar despezas sob sua responsabilidade, havendo
falta de crdito opportunamente concedido |ielo
governo geral, por nopoderem deixar de ser fei-
tas sem desservico publico, e ao mesmo tenpo re-
gularisando mellior esta materia, para evitar abu-
sos, e da idea cardeal do segundo determinando
que os vencimentos do pessoal pago por folha ou
feria, por qualquer motivo nao satisfeitos at o cn-
cerramento do exercicio sejam relacionados pelas
thesourarias de fazenda, e rcraettidas as respectivas
relacoes directamente ao thesouro.
No entretanto parece que este ramo de servico
pode ser ainda melhorado, adoptando-se as dispo-
sicoes que passo a expor, algumas das quaes tim
Sor fim firmar regra para que se nao pague como
vida de exercicios findos seno o que verdadeira-
mente tiver essa natureza ; pelo que julgo conve-
niente que sejam estabelecidas por lei :
1* Que por divida de exercicios findos se dever
restrictamente entender a que tiver por origem o |
pagamento de servicos prestados ao estado era vir-
tude de autorisaco concedida por lei do orcamen-
to, por qualquer "outra especial, ou por decreto do
governo nos casos em que este legalmentc o puder
fazer, com fundos decrefados nos termos do art. 11
da lei n. 1,177 de 9 de setembro de 1862, com tan-
to que a importancia dos servicos por pagar nao
exceda do crdito aborto para'elles.
2* Que as dividas provenientes de direitos reco-
nhecidos pelo governo relativas a servicos perten-
centes a exercicios j encerrados, os quaes nao te-
nhara sido previstos nos termos do paragrapho an-
tecedente, nao podero ser pagas sem decretaco
previa de fundos pelo poder legislativo, ao qual, no
comeco da sessao, dever o governo, pelo ministe-
rio da fazenda, apresenlar proposta comprehenden-
do todas as dividas desla procedencia, bem como
as de que trata a ultima parte do referido para-
grapho.
3* Que durante o prazo de trez mezes, que de-
ver ser tmbem extensivo s pagaduras da guer-
ra e marinha, no qual o exercicio contina alierlo
as thesourarias de fazenda, e bem assim no de
seis, em que o est no thesouro para a cscriptura-
Co do movimento de fundos, segundo a legislacao
em vigor, se coiitinuem a fazer como despeza cor-
rente pagamentos de servicos prestados nelle,
porque deste modo a liquidacao ticar mais com-
plet.
4" Que os vencimentos do pessoal pagos por fe-
ria ou folha, ipie nao forem satisfeitos at o encer-
ramento do exercicio, sejam relacionados e remet-
tidas as relacoes directamente ab thesouro na for-
ma actualmente estbelecida ; e que do mesmo.
modo se proceda respeito da despeza do material,
sendo porm as respectivas relacoes remettidas aos
competentes ministerios, porque s elles pottera
avahar a legalidade della.
Adoptando o governo, alm deslas medidas, a
seguinte, que cabe em suas attribuicoes, alterar
0 alvar de 29 de marco de 1810, na parlo relati-
va a distri bu cao dos faldamentos, determinando
que seja feita por exercicios e nao por anuos civis,
e outrosim, que terminando os 12 mezes da execu-
Cao da lei do orcamento, officialmente se Kquidem
as dividas das pracas de pret, nos termos das ins-
truceoes de 8 de marco de 1830, e remeltam os
respectivos processos, has provincias s thesoura-
rias de^fazenda, e na corte as estecees competen-
tes, nao s se poderao reduzir consideravel-
mente as dividas desta natureza, que ainda hoje
ficam existindo em grande numero no fim de cada
exercicio, como est provado, porque nada ha por
! ora providenciado a este respeilo, mas tambera se
j attender a urna classe digna da protecejio do es-
tado, poi5 desta forma os credres poderao receber
1 integralmente seus minguados vencimentos, que
i em geral costumam ser rebatidos.
Alei n. 1,114 de 27 de setembro de 1860, at-
tendendo a imposstbUidade de so rceonheccrem e
j mandarem pagardiversas dividasantertores a 1827,
principalmente da provincia de Matto-Grosso,
vista do que a semolhante respeito expoz o governo
i no relatorio do ministerio da fazenda de 1860, to-
mou a providencia constante da doulrina do art.
111 15 della.
Existem ainda no thesouro, ja liquidados lodos,
j diversos processos de dividas de exercicios findos
provenientes de despezas feitas durante as guerras
eivis, que affligiram varias provincias do imperio
nos annos de 1839 a 1842.
Destes ha rauitos que, com difteronea de cir-
cumstncias, estao no mesmo. caso de divida sobre
que versa a disposicao da i cima citada.
1 Parecia-me, pois, quo convinha applica-la tam-
, bem s dividas desla procedencia.
I Muito se simplicaria esta parte do expediente do
thesouro, se urna semelhante providencia fpsse
adoptada.
Divida exigivel em prasos nao muito remotos.
Nos artigos antecedentes dei cont circunstancia-
damente de toda a divida passiva do estado liquida
{e conhecida, faltando apenas alguma, que nao po-
de importar em avultada somma, por vio estar
I ainda liquidada.
i Apresent agora a tabella n. 35 deiuoiprlBiva.
de parte da divida fluctuanf*qne pede ser rugid
ainda no eorrente exercicio i at--i lim do foMfo.
para qoetenhaii pleno conhecimento dos mj>pn
que Dees |v>riodo ho de pesar sefcre o nwo,
e possais providenciar a esas respe i ioiiwi
vossa sabedoria ti verdes por mais acertado.
as notas (aneadas na mostea hWh m^nriff
tmbem a divida passiva exlerna fundada qw m
vence no mesmo periodo, bem romo duas a importantes de despeza que dentro delle ten d>s
n'alisada, sem estar comprebeadida na n^pert^a
lei do orcamento, e para a qual'presumo qoe nos
bastar a renda ordinaria
DIVIDA ACTIVA.
Divida de impostos. Durante o anno de Mtl
liquidaram-se 459:094^328 da divida ilosla ejw>
ci proveniente de impostos que- sao arreradaf>w
pela rerebedoria do Rio de Janeiro; rnm npnaif
do a mesma quantia a 15,222 deredores ; e par
consegrante at o lim desse anno, attendendD- a
somma das liquidacoes anteriores desde o anuo
de 1850, em que este trabalho eomenou a vr torio
pela 3a contadoria da directora reral da roMatoi-
lidade, verifirou-se a existencia de-urna divida le
.'ii:2705977 relativa a 125,286 roUeriados.
O quadro n. 36 mostra o que Ir dMo. e da ta-
bella n. 37, que o explica, v-se qw dos s>bmlii>
colleclados 22,268 solvern) aniifra-velmente s,-i
dbitos no total de 783:1795391, dnranleo pr-
cesso da liquidacao. ou do|>ois por meio A> gmntv
da 3' contadoria e da directora geral de oaalm-
cioso; que 28,677 pagram ejecutivamente a tia de 717:9725413 -, que 1.044 enjas divida sam-
maram 60:4115111. foram exonerados do paga-
mento, por haver-se reconhecido quenada diran..
ou seren isentos por lei; e finalmente mi.
73,297 responsaveis |*ola quantia de 960 lOftiDf
nadase cobrou. |>or exisiirem ainda no joo dos
fritos 67.289 certiddes no valor de 8:7OK;.
e nao se terem extrahido 6,001* na soaama *
78:6195971.
O quadro n. 38 trata somonte- dos imposto* ar-
recadados pelas mesas de rendas e coUertorias a
provincia do Rio de Janeiro, o mostra que a nqoi-
dai'o da divida desta procedencia al o fiudoaano-
de 1862 subi 261:8035064 por qneeram respon-
saveis 23,968 collectados, visto que durante o fi-
mo anno liquidaram-se 7305187^corresponden
a 102 devedoros.
Do total liquidado abriram-se 1.08-4 rentas, rc-r-
rentes a outros tantos devedores da i.miia 1
253:0395793; cobrando-se amigavelmcnle nao res-
pectivas repartices do arrecadacao e na recaftede-
ria do Rio de Janeiro a somma de 21.268539 do
1,277 collectados.
Remelteram-se para o juizo dos fritos 22.312
certiddes na importancia de 137:517599a, Ma
j se cobrou exerutivamente a de 27 66V56!'> re-
lativa a 2,040 devedoros.
Tendo sido exonerados 53 coiloeiados i| pana- -
ment da importancia de 2:4885877. firon por ar--
recadar a somma de 210:381-5268 Jo 20.308, a sa-.
bcr : 3:0165761 do 319 rertides que aia>la niio -*
romcUeram ao juiai e 207:3645504 de a.49. qu-*
existem no mesmo juizo.
A liquidarao. >.>is. das dividas das diw- especien
montn at o fim de 1862 a importancia do_____.
2,781:0715011, de qno foi nw a de...........J .
1,530:3845753, tirando por cobrar a de--------..
1.170:7865297, visto terem sido alliviado Je nt ,-
gamento 1,097 devedores da quantia de 69:9MJW i.
Das certidoes extrahidas para a cobran eaer n-
tiva rcslain apenas 6,357, em preparo, anm de m-
rem remettidas ao juizo dos fritos, numero ,.!.
muito diminuto, comparado rom o dos annos a te-
nores, que por ser avallado tornou neeesaar .-ja a
medida, deque vos don cont o meu Ilustrad an-
tecessor, do extrahirem-se certkles lora ilas i*.
do servico.
Portanto pode considerar' quo esle ramo .k- --r-
vieo no thesouro est em dia.
Consta dos quadros ns. 39 e 40 o estado Ja in-
da pendente de execuoo no juizo dos frito i da fa-
zenda da corte c liquidada om todo o imp orio ato
lim de dezembro de 1861, ede igual mes .! |>*2.
dando-so alguma dilfrrenca entre o alf arsn do
primeiro e o do quadro n. 49 do antora r relatorio.
por haverem chegado ao thesouro den s do i
relatorio novos eselarecimentos que alt >ram a
ma entao verificada.
Segundo os elementos i|ue o thesou.ro poiiint, i
serviram para organisaco do quadn> n. 40. nner-
t a divida total em 6.I62 307526M, da qual jnnjto
se cobravel a de 5.l>76:967718, duvidoaa a de
318:1125278, einsoluvel a de 767:*27ii4i
Emprestimo s repblicas do Prata.Unte Ar
dezembro de 1862 elevou-se esta divida a___
7,609:3335408, como se v do quadro n. 41. per k-
rem importado os juros desse anno em. .
296:4675929.
Pertence Confederacao Argentina a ifonuafr
1,893:9515609, o ao Estiido Oriental do Iraauav i
de 5,625:4415799.
Divida das estradas de forro da Babia, e Ptmant-
buco, e da companhia Uniao o IndustriaAfrn* Jo
activo do estado de que acabo de tra*ar, tem ell*
hoje mais a seu favor (tabellas ns. U, 43 e U) a
quantia de 1,375:6525712, proveni-nle : prioriro
de 719.83I5U7 avanoados em I-on-Jres at 31 de
dezembro de 1862 por conta das provincias P nambuco c Rabia, pela garanta tb- deas per ren-
to s respectivas estradas de ferro, foi o thesouro ainda indomnisado ; segando de
655:8215595, em que importam 't desp.-za do Jaro,
amortisacao e outras fritas tai il>cm poc adaata-
mento na' praca de Londres per conta Ja roapn-
nhia Uniao e Industria at a. referida, data, cea
mais extensamente vai exporto cmoUro lofr df-
te relatorio.
fCimUmnar-se-ha)
t.0VER\0 M. FIOUMIV
Conlinuacao de evedieate de ia M de ji
1861
(Mido ao brigadeiro cominaadanto das;
Attendendoao que representa V. Exc, em sen of-
licio de 30 de uuiho ultimo, sob n. I.MS, cent,re-
ferencia a pr-.-cripro dos mdicos de corno de
sade em servico nesta guarnico, tenho resoWido,
de conforndade. rom a informaeao da thesoararia
de fazenda, de honfon* datada, sea a. SXt, que do
1 do corrente em dianto, o ipiantitativo de 3j0 r-
marcado, para a tape as pracas do evreilo exis-
tentes, nesta, capital seja augmentado rom mais lie
ris para urna raro de agurdenle- anisada apa
tem de ser dostnbuida a cada una das retantes
pracas, antes do almoco, devendo semelhant* aug-
mento cessar logo que a epidemia..do cholera sanr-
bus, tenha declinano sensivelmente e fne
declaro V. Exc. para seu (rmafiriaualn e direr-
cao.Conimunicou-se ao in^cclsr da aseararia
de f;izenda.
Dito ao inspector da tbesouraria de toaraih
Recommendo V. S., a expedico deseas ordens,
para que seja crediiile ao lenle do 1* aatasaao
de infamara Jos. Caelano da Silva, esa vista des
documentos queopportunamenle exhibir a haper-
tancia das despezas que houver frito por contado
dinheiro existente em seu poder como transporte
de armamento as praca> que ficaram iluigsM y
villa de S. Benlo, de qve da cont em seu oaMe ae
13 do corrente, junto por copia. ___^_
Dito ao coraniaadante do presidio de Fernando.
Tendo nesta data autorisado awaaararia de ti-
zenda a remetter i V. S. a quantia de M.ouOaJIP),
constante do pedido que ve anaexo ao sea eaane
do 27 de junho ultimo, sob a. 48, assim la'e eaaa-
nnico para seu conhecimento e em respoeta aert-
tado offlcio-




\
Otario e Pernambnoo Kabbado t5 de Julho de 18AS.
-*-- -
-
~~~-
Dito ao mesmo.!f~ caso de existir nesse presi-
dio um bote pertencente ao navio francez Sinr'dr
Virone, que sgobrara perto dessa ilba* em dias do
incz de junho ultimo, haja V. S. de envia-to para
esta capital na primeira opportunidade flm da ser
entregue ao respectivo cnsul que assim o sohcitou
em officio de 20 do torrente.Communicou-se ao
cnsul francez.
Dito ao director do arsenal de guerra.Responde
ao ofllcio de V. S. de bona datado, declarando-
Btc que remella para a corte a disnosigaodoExra.
Sr. ministro da guerra na vapor Ogapoclc, para e
que dou nesta data as convenientes ordens, o pe-
queo volume com 1* carta a Minie que foram
preparados nesse arsenal de conformidade com o
aviso daquellc ministerio de 13 de abril ul-i
"ito aomesmo.Mande V. S., como socitono'
coinmandante de corpo de polica, concertar nesse
arsenal os objectos constante da relagao inclusa, e
que para ah serao enviados por aquelle comman-
dante.
Dito ao eom mandante do corpo de polica.Pode
V. S. excluir do corpo sob seu commando, como
propoz em data de 20 do corrente, a praga da sec-
cao urbana Paulino Jos de Sant'Anna.
Dia22.
Officio ao Exm. Sr. presidente
Manocl Figucira de Faria & Fimo?Rcmettido Trouxeram-Ihe com effeito o pequeo, bem bo-
no Sr-. inspector da thesouraria provincial para at- ch echudo, bem tratado, perdido em una nuvem de
tendet ao supplicante. "26. de rendas, de cambraia: pareca que o me*
Marta Barbosa da Cbnceicao:A supplicante se-! nio estava na ama de leite.
ra attendldftoppornnuimente: I At este ponto nao havia internado do pai,
Manoel Valentimdos 9antos.Requeira o sup- tendo-se-lheoccultadoa verdade. Mas expansio
pilcante per intermedio do director geral dos' tem sempre a sua hora, de modo que quando elle
j soube do facto, enfureceu-se e ameaepu com a in-
teroncao da polica em urna intriga, que lhe nao
Indios.
Rosa Mara Magdalena Pereira.Infrmelo Sr.
inspector da thesouraria de fazenda
PERWAMBUCO
REVISTA MAMA.
pareca natural 5 e tanto fea qne o pequeo lhe foi
restituido.
v O mysterlo at este desenrrecho nada tem de
sorprendente, mas toma um outro carcter diver-
so, quando a verdade se maniesta toda imeira,
como se vai ver. /
Urna mulber. nao I urna mulher so na
forma.... urna creatura, desea especie felizmente
rara, em que o vleio tem-se encarnado, apanbra
feedoria de rendas Internas
genes de Pernambnco.
Rendimento do da 1 a 23. 36:488*591
dem do dia 24.......... 625*332
37:113*923
MTMENTO DO P01T0.
Sr. Antonio Juvino da Fonceca, feita pela directora
geral da instruccd publica para exercer interina-
mente o lugar de porteiro do Curso Commerctal
Pernambucano, durante o impedimento do respec-
tivo funecionario.
Por aviso de*il do mez findo, foi resolvida
em sentido affirmativo a duvida de poderem ou nao
' os presidentes das relajos liecncear aes juizes mu-
. da provincia do nicipaes, sendo esse drcito, porm, limitado li-
ParOpportuuamente ser transmittido ao Exm. cencas que nao excedan* de trinta dias.
Sr. ministro brasleiro em Pars, o offlcio que, para: O referido aviso assenta no parecer da seccao de
ter esse destino V. Exc. me enviou com o seu de 11 justica do conselho de estado, adoptado pela impe-
do corrente. rial resolucao de 28 de dezembro do anno prximo
Dito ao brigadeiro commandante das armas. passado. "'
Picando inteirado pelo seu offlcio de hontem dala- Acha-sc marcado o da 17 do futuro mez para
do, sob n. 1,326, de haver V. Exc. designado o Dr. o concurso dos lugares vagos de praticantes e offl-
Livino de Bastos Varella, para ir prestar os soc- ciaes de descarga da alfandega desta provincia.
Foi approvada pela presidencia a designagao do cm una ultima redada a um mogo brasileiro filho
" de familia distincta; e nao satisfeita de sangrar-lhc
Sur ios entrados no ta 24.
BahaDon das barca ingleza Salmeen, de 438
tonelada, capito T. Scott, equipagem 13, ei*
p lastro; Jlmes Rayder 4 C.
RiOrGrand* do SulVinte e cinco dias, brigue
nacional Algrete, de 123 toneladas, capitn Jos
Ferreira PTnto, equipagem 12, carga 6,000 arro-
bas de carne; vluva de Manoel Goncalves da-
Silva.
a heranea, pretenda formar por si urna parte mais pona ATena-Noventa c quatro dias, barca ham-
ampia em seus favores, tornando-se mi. Era-lhe
preciso para isto um menino, e este arranjou-se na
crianga de que temos tratado, por intermedia da
parteira mad. X. Dizem uns, que depois de urna
gravidez simulada, e de um parto anda mais si-
mulado, o recem-nascido fra apresentado ao moge
brasileiro como seu; outros porm asseveram que
effectivamente deu-se a prenhez.... mas isto nao
nos importa.
Assim vai o mundo 1
Um pequeo ser, com tres dias apenas de as'
t LU (equuiiu sci, .mu uva;! .,,.....-^ u*> .- i,r
cido, e j actor em unu comedia vergonhosa, que. ""[* "**->
aopiniaopublicaeasleisreproyaml ** nn
burgueza Panam, de ioO toneladas, captao F.
Wenzells equipagem 15, carga caf e couros
N. O. Bieber & Sucessores, veiorefrescartem a
borbo 7 passageiros.
Navio sonido no mesmo dio.
MaceiBriguc hanoveriano Amelia, capito J.
Wiltt, em lastro de assucar.
Observagoes.
Suspcndeu do lamarao para o Bio de Janeiro, o
brigue nacional Trovador, capito Antonio Pc-
com a mesma carga que trouxe do
I opiniao publica _
t Se o crime se consumasse, duas intrigantes tc-
riam roubado urna boa porgo de dinheiro ; e a po-
torros mdicos aspessoas desvalidas, affectadasdo Para a inscripcao lo condigoes a idade de 18 bre mi, Ml\tW*>mM alegras nefcdboee,*.
cholera-morbus na uovoacao do Caxane, tenlio a annos, a sencao de pena e culpa e a existencia no ra pasudo pela, decepcao cruel do desfecho, que
Sr -lhe"ni 1resp^tt que em vsu do que ,nde- candidato do Um coiuportomento j e o exame ver- seria a resttuigao do Uho sob qualquerpretexto.
*LSrtSSoaDW- Saemletura,analysegrammalicaleorthograph.a;, Nao ha nada que_igo^a_pwteradadede?:
tratar facultativos civ'
medic'desta guarnic
Dito ao Dr. chefe de policaExpeca .
. irdens para que seja remettido para a provincia da compostos ;. e theoria de cambios e suas appnca- tem 1
Parahyba,n primeira opportunidade,o erintey,^Z^^ Ih^ se em urna casa da travessa do Livramento
corrente, junto por copia. Communicou-se ao; o Sr. Luiz Jos da Silva Agr, disparando sobre o
Fundcou no lamarao urna barca portugueza mas
nao teve communicagao com a tetra.
EDITAES.
ch s nala coadiuvanlm o^rvico aritlimelca e suasappiicagoes ao commerek., com sa parteira se nao a sua imprudencia, por que ella 1 _
im paiacooajuxaieiuusei v" aHdade qainiol redceo de moedas, pesos mesma tem feito alardo dessa torpe intriga,_ dizen-1 u
redepolicia-Expeca V. S. suas e medidas, calculo de descont, juros simples e do : uwme importa agora; at pMMM nao exis-
Grande desejO temos (teiwmea-lajmas inu-
Raymndo, hMii, de que trata o Exm. presiden-i Hontem pelas 2 horas c meia d'amantiaa sui- til: a
t daouella provincia, em offlcio n. 2,987 de 9 do cidou-se em urna casa da travessa do Livramento norae.
n-----_....... 1 c. i,nz jog da silva Agr, disparando sobre o
do que resultou morrer
Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 13 de agosto prximo futuro, peraate a junta
da fazenda, se ha de arrematar a quem por menos
fzer, os concertos da cadeia da villa de Serinhaem
avahados cm 2:596*. A arrematacao ser feita
na forma da lei provincial n. 343 de 15 de maio
de 1854, e sob as clausulas especiaos abaixo co-
piadas.
563*000
1:610*000
920*000
186*000
126*000
140*000
Do mcsmo jornal traduzimos tambem o que se-
Ignora-fe anda ao certo a causa, que o levou a, Urna digna senhora ham perdido o marido, o fg^ oroDozerem essa arremata-
lacto de desespero; massuppe-se querelle W*f^.^^*^Jg*^l> ^f^^TSStJSSS^SSli
I junta no dia, e competentemente habilitadas,
iz urna ^ P5""* cooslar> se mandou publicar pd jornal.
- E' triste, mas o que fazer ? ajuntou outra I Secreuria da thesouraria provincial ae Pernam-
A casa como vos deve parecer deserta I
Exm. presidente "da Parabyba. | coracao urna granadeira,
Dito ao insjH'ctor da thesouraria de fazenda. incontinenti.
Mande V. S. adiantar ao Dr. Lvino de Bastos Va-
rella, que vai tratar dos accommettidos do cholera- tal
morbus na |
150*600 para
pezas que tem 1
'melle lugar se8- No entretanto o Sr. subdelegado desta fre-
DUoaomesnio.Em vista do que V. S. expoz gueza prosegue por meio de interrogatorios na
cm sen offlcio de hoie sob n. 545 o autoriso a des- syndicancia do moUvo real, tendo sido o cadver; acercsccntou urna terceira.
iiender no correte exercicio at a quantia de- .. vlstoriado pelos Srs. Drs.Pereira do Carmo e Silva Oh, minhas amigas
5:000*000, sob ininharesponsabilidade nos termos Bamos. | sou bem desgracada I Pare
do decreto n 2 884 do i de fevereiro do anno pro- O suicida era branco, tinha 23 annos de idade, mundo; por que, cmfim, o pobre homem
xmo passado com soccorros aos desvalidos ataca- era cabo da 2" companhia do 1 batalhao la guar-! nosso casamento, -
dos doVholera-morbus nesta provincia da nacional deste mumcipio, e casado, bem te n. ,
Dito ao anaw -Em vista do qne V. S. expoz om da nuilhcr com quem viva cntao, j al noite, pe- Com licenga, meu senhor I Eu desejo ins- wm-
mandar despender seb mrnha responsabilidade nos cida para banhar-se ; o que indo ella razer, nesse 1 passaro?
termos do decreto n. 2,884 do 1- de fevereiro do entretanto fecha-se elle por dentro do quarto fie. -----
dormir, e ah executa o fatal intento de destruir a | Em oito dias de sua uniao morganaca
buco, 23 de julho de 1863.O secretario, A. F. da
I Aiiniinaurn.
Aiiipoii a vi uva Fu Clausulas especiaes para a arrematacao.
Parece-mc ^e estou sou no' 0s P cadeia da villa de Serinhaem,
loSt hon^m de^de o ***> ftitos de conformidade com o orgamento ap-
I a primeira vexTue *% Sn0cvfadode^0Selh ** -**1**
2.* 0 arrematante executar os trabalhos no
anno passado, at a quantia de 743*723 rs. com
o igameiito dos vencmentos relativos ao mez de
junho uftimo, dos desembargadores Anse Imo Fran-
cisco Peretti, Francisco de Assis Pereira Rocha e
Remardo Machado da Costa Doria por assim o
haver solicitado o conselhciro presidente da reta*
ci. no offlcio que devolvo, e ter sido nsufflciente
a quantia consignada para a verbarelagoesno
exercicio de 18821863, segundo consta do pa-
recer da contadoria dessa thesourariaCommu-
nicou-se ao conselhciro presidente da relagao.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Birnmmendo a V. S. que se nao houver inconve- .
niente mande pagar a Luiz de Franca de Oliveira) tuir foi nomeado o tenente do
Lima a quantia de 148*800, e a Joaquim Militao taria Jos Antonio de Araujo.
do Amaral, on a pessoa por elle autorisada, a de
1064400, despendidas nos mezes de abril e maio
deste anno, sendo a primeira com o susteulo dos
presos pobres da cadeia do Ouricury, e a segunda
com os da de Sauto Antao, como se v das inclu-
sas contas que me foram remettidas pelo chefe de
polica com Quicios de hontem, sob ns. 1.138 e
3.* Na execugao do servigo, o arrematante ob-
servar as prescripgoes do engenheiro, cando
obrigado a desazer todo o trabalho, que nao fdr
execu-ado de conformidade cora o orgamento
ser effectuado em tres pres-
156*000
283*000
196*000
204*000
108*000
89*000
112*000
120*000
propria existencia, apezar de teredo presentido com 0 Sr. Lionel, W* Azema, engragada esmdante, ^ Ws, "ndendo eadTuma Tmi ter-
"rro cora- janca ma0 de um meio mui engenhoso para mon- i" 'guaes correspondenoo caaa urna a umitr
4." O pagamento
por'aquella mulher, cujos gritos de socebrro coin- ia^m5o'de"m "neio mui ngnhso para mon-, ^^'SJ?^0
cidiram com a detonagao do tiro, tornando-se as- Iar 'sua casa. uf"" '* especificado
sim intil o concurso de algumas pessoas que a y0 dia segninte ao seu hymino, a Sr* Lio-; *> P^*gjgR?l!q]?g
elles accorreram. ,. nel, outr'ora !."' Aiema, levantou-se cedo, e per- as mtmmmnmm, uCservar se na o que oib
No dia 21 do corrente, o delegado de polica gimtou ao esposo se quera urna costelleta para al-1 Fjinaw .
mittido Jos Cordeiro Manso do cargo de subdele- No dia seguintc, cmo Lionel mamfestara de-,.Jf "so que, a visto ^or ino
tenias na alfandega desta cdade, Os exames ver-
sarao as materias de que trata o 1." do art !.
RkparticXo da-polica :
Extracto da parte do dia 24 de julho de 1863.
Foram rccolhidos casa de detencao no dia 23
do corrente: '
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Pedro An-
tonio da Silva, Africano, de 53 annos, para averi-
completo.
Etnim hontem perguntou ella ao estudant
guagoes em crime de furto.
1 141.Communicou-se ao Dr. chefe de polica. A" ordem do da Boa-Vista, Jos Pereira de Souza,
Dito ao cnsul dos Estados-Unidos.Dou scien-'. pardo, de 23 annos, Jos Pedro de Santa Amia,
ca ao Sr. Thomaz Adamson Jnior, cnsul dos Es-: crioulo, de 52 annos, ambos por crime de otlensas
tados-Unidos, que segundo me commnnicou o co-: physicas. .
ronel commandante do presidio de Fernando, em I A" ordem do juiz de paz do segundo Uistricto ua
offlcio de 10 do corrente, sob n. 62. foram alli em- freguezia de Santo Antonio, Joaquim Jos da Silva
barcados no vapor Marangmpe, com destino a esta Gaio, branca, de 66 annos, sem declaracao de mo-
capiul a serem entregues ao mcsmo Sr. cnsul, '
tvo.
O chefe da 2* seccao,
/. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detencao no dia 23 de
julho de 1863.
Existiam........ 408
Entraram....... 4
Sahiram........ 6
Existcm......... 406
presos
A saber
. O que queres h5je para teu almogo, queri- ^ de rano do co7m,te
dinho? Costanas de uinfrangumlio?^^^ i^T^,.'. leitara-analyse grammaucal e
unetica e suas applicacoes ao
eommercio, com especialdade a reduego efe moc-
. Sim, quero um franguinho, respondeuLio-: Xtri^iS2K
nel; mas proh,bo-te que compres a assade.ra. jJgS eoaTSSSSdi
PBLICACOES i PEDIDO.
2
baleeiras, (i pecas de cabo novo. 5 remos, 2 langas
e 2 croques, todos esses objectos pertencentes aos
navios .aprisionados naquelia ilha pelos corsarios
confederados.
Renov ao Sr. cnsul dos Estados-Unidos os pro-
testos de minha perfeita estima o distincta consi-
deraeao.
Dito ao juiz de direilo Dr. Caetano Jos de An-
ilraile Pinto. Declarando-me o Exm, Sr. ministro
da justica que S. M. o Imperador houve por bem
marcar-lhe oprazode dous mezes, contados de 8.
de maio ultimo, para entrar era exercicio na co-
menea de Porto-Calvo : assim lh*o communico para
seu conlieciinento em additamento ao raen offlcio
de 16 daquellc mez.Communicou-se ao Exm.
[.residente das Alagoas.
Dito ae Br, Alcibtades Jos de Azevedo Pedra,
en eommissao na comarca de Palmares.Em vis-
la do que Vmc. expoz em seu offlcio de 21 do cor-1
rente, com referencia a epidemia do cholera-mor-
bus. iiessa comarca, tenho a dizer que dando por j
linda a sua commissao retire-se para esta capital,
dcKando, como indica no citado offlcio. em poder |
d(i ehefe da estacao de Una, a ambulancia que
existe em sen poder, e dando disto sciencia ao juiz
de direto, delegado e subdelegado desse termo.
Fica assim approvada a providencia que Vmc.,
i\v accordocom as duas ultimas daquellas autori-
daee, tomou de marcar um lugar para nelle esta-
belecer-se o cemiteno de que Irata o mencionado
officio. /
Dito ao Dr. Sabino Olegario Ludgero Pimo.
Remetta-me Vmc. e j com as respectivas instruc-
eiies, duas pequeas carteras homeopticas e por-
tates, em tintura e sendo nina menor que a outra)
Minente dos medicameutos imlispensaveis para o
tratamente do tholera-morbus; e enve a conta
para ser paga.
PortaraO presidente da provincia tendo em
vista o que requercu o guarda da casa de detencao
Amaro Jos Francisco de Paula, e bem assim o
que
em
conceder ao mesmo guarda gmente dous mezes remos taes facto.
de licenga com vencmentos para tratar de sua Em Vm pouco le tuda faremos por imprimir um
sande. carcter, que agrade pela forma e pela escolha de
Dita.O presidente da provincia conformando-se factos, qur de propria, qur de estranha lavra,
eom a proposta do Dr. chefe de polica n. 1,058, tanto traduzido couioem nosso idioma mesmo.
de 9 deste mez, resolve restabelecer o districto de I _i__
Maneota, terceiro da freguezia de Iguarassd, o
qual leva os limites seguintcs :
Partindo do lugar dentiminadoCueirapela
estrada dos Gcrercs ao norte, segnndo pela que
vai ter estrada real, atravessando cm direegao
ao engenho Monjope at o rio do mesmo nome, a
limitar com a freguezia dcS. Lourengo.
Ao sul a limitar com a freguezia de Marangua-
pe pelo rio Timb.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica, remet-
tendo-se-lhe copia desta portara.
Dita.O presidente da provincia conformando-
se com a proposta do Dr. chefe de polica n. 1,058,
de 9 do corrente, resolve nomear autoridades po-
ciaes do districto de Maricota em Iguarass. os ci-
dados seguintes
das, pesos c medidas, calculo de descont, juros
simples e compostos, theoria de cambios e suas ap-
plicages. Os concorrentes devero previamente
1 apresentar seus requerimentos instruidos de do-
Por- aumentos que provem idade completo de 18 an-
1 nos, isengo de pena e culpa, o bom comporta-
ment.
ci.'il-inaior, Manoel Jos Pinto.
O Dr. Trisiao de Monear Araripc, offlcial da impe-
rial ordem da Rosa c juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recite capital da
provincia de Pernambuco e seu termo por Sua
Magestade Imperial e Constitucional o Sr. D.
Pedro II a quem Dos guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital_ vircm e
Nacionaes......283
Estrangeiros..... 32
Muflieres....... 14
Kstrangeiras, 3
Escravos....... 70
Eseravas........ 4
406
Alimentados acusta dos cofres pblicos.. 164
Obituario do da 23 de julho no cemitehio
pi'hlico: _.. ,
Antonio, Pernambuco, 6 annos, Recife, cholera.
Luiz, Pernambuco, 1.0 horas, Boa-Vista, espasmo,
Juventno, Pernambuco, 6 mezes, Santo Antonio,
nterite tuberculosa.'
Jos, Pernamhuco, 3 mezes, Boa-Vista, cmaras
de sangue.
Rosa Mara da Conceicao, parda, 50 annos, sol-
teira, S. Jos, cholera.
Jos Flix de Lima, Ccar, 52 annos, casado,
Recife, cholera.
Helena da Silvera Lns Montciro, Pernambuco,
27 annos. casada, Boa-Vista, parto.
Manocl, Pernambuco. 8 das, Becife, espasmo.
UIR POUCO DE TUDO.
Aos nossos lotorcs nao pode ter escapado, que
havemos sempre' procurado na Revista p-los par
das oceurrencias que se dao; mas como sob este
titulo s com impropredade poderao caber arli-
Resposta ao annnnclo do
nal do Recife.
onheco qual apena que est sujo...
postario, que mo entrega o objecto depositado : I
mais sei que o credor digno deste home,-nao pro-
cura fazer effectiva a pena contra o depositario re-
misso, seno quando sabe que este pod pagar.
Nestas condigoes nao preciso ter profunda scien-
cia para apreciar; como flz ainda quo acciden-
talmeute 5 o procedimento do Sr. Miguel Arclum-
jo de Figueiredo para com o meu caxeiro .xao
sendo meu fim expor a. origem qie |8fJg". *Jfle delle"noticia rrveren.. que por parte de Domingos
bito do meu ^^Jr^^^^F^l^^ Jos Ferr-ira Guimarei, rae foi-dirigidaa peticao
menos tornar ^*^ ^^^< o theor, forma modo emaneira seguinte :
nicamente fazer ^^^2' 111,n- rS- ?>* de direi, do merria-Do-
ufS^aunSrc^TSSuSjK" > '* Ferreira .Guimaraes, commerciante
falta
fundamento ao Sr. Fgeiredo na increpagao que
me dirige no annuncio publicado no Jornal da He-
c;/>,dchojc Eu nada jiodia ter prejudicado o
crdito do meu caixeiro com o annuncio que z
publicar c awa^.qijeaa^^vagOjj^P^l j^SSSmTSSim 1
tZ ?J^*rJ *.imo-1 ren., anno, aniLs 1
res condigoes do que o meu caixeiro encontrara
dificuldades em saldar seus dbitos.
Oque senao doshonroso fazer com que soja re-
colhdo prisao o deveitor que nao tem meios para
paga* de prompto seu debito, isto tanto mais cer-
to quanto se alirma que o debito de quantia n-
signicante. ...
O proprio Sr. Figueiredo comprehende tambem
o que flea dito que nao animou-se assgnar o an-
nuncio, que respondo.
Jos Joaquim Gomes de Abrcu.
; a este respeito informou o Dr. chefe de polica gos, que se nac prendam noticias directamente,
offlcio de 20 docorrente, sob n. 1,1.30. resolve creamos este out'ro especial, dentro do qual inclui-
A asthma on espasmo do peito
Hvre de seus terrores.
Para esta afflictiva e angustiosa molestia a qual
converte c transforma a vida n'uma carga jezada
um s remedio seguro existe
A comvosinw anacahuita peitoral de Kemp.
O consuladr son desterrado, volve appresen-
tar-se de novo ao docnte que d'elle se approveita;
mingos Jos Ferreira .Guimaraes,
estabelecido nesta cidade do Recife, quer fazer ci-
tar a Manocl Cavalcanti de S e Albuquerque e
Francisco Jos da Costa para virem assgnar 10
dias as suas duas letras j vencidas sendo urna de
1:269*150 rs. vencida no 1." de dezembro de 1862
de Janeiro do cor-
e endos-
sadas pelo segundo que as saccou, e dentro dos
mesmos 10 dias pagarem a importancia devida ou
allegarcm e provarem os embargos que tiverem :
requer, pois, V. S. se digne de os mandar citar
com a pena de revelia para a primeira audiencia,
sendo alinal condemnados na referida quantia, nos
juros estipulados e cuetos.
E porque ambos cstejam ausentes, em lugar
nao sabido, requer igualmente que se proceda a
dita citacao por editos, justificada previamente a
ausencia dos suppiicados
Pede V. S. assim delira.E R. M.Fonseca
E mais se nao continha c nem alguma outra
cousa se deelarava e mostrava cm tal peligao aqui
mui bem e fielmente copiada e transcripta, na
qual dei o despacho do theor, forma, modo e ma-
nera seguinte :
Citem-se, como requer ; e para a jusfificaco,
marco o dia 11 docorrente s 12 horas d ma-
nhaa.
Becife, 8 de junho de 1863.Alencar Ararqie.
E mais se nao continha e nem alguma outra
cousa se deelarava e mostrava em dito despacho
aqui ceibo ad rerbvm, mui bem e fielmente co-
Subdelegado.
Antonio Borges Galvao Uchoa.
Supplentes do mesmo,
i." Joaquim Candido Bezerra de Mello.
2. Francisco de Holianda Cavalcanti.
''" Francisco Campclln Pires Ferreira.
4. Jos Mathias da Fonseca
o." Jos Vieira da Fraga.
G. Felippe Diniz Cavalcanti.
Coinmunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilea
ce paiiuetes a vapor, mandem dar transporte para
a Baha, por conta do ministerio da guerra, no va-
por, (hjapock, ao soldado do 10 batalhao d infan-
taria Jos Miguel da Silva, e bem assim para a
corte ao soldado do as\ lo de invlidos Antonio Fer-
nandez Gomes Padilha.Communicou-se ao bri-
gadeiro commandante das armas.
Despachos do dia 22 de jnlho de 1863.
Requerimentos.
Antonia Ferreira da Conceicfio. Opportuna-
nientc ser attendida.
Amaro Jos Francisco de Paula.Passe portara
eoncedendo a licenga requerida por dous mezes s-
luenie, e na forma da le.
Claudio DubeuxInforme o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Felippe Feidel Satisfaga o supplicante a exi-
gencla do procurador fiscal comida ein seu parecer
langado no verso deste requerimento.
Joao Simes de AlmeidaInforme o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Do BritS, do Rio de Janeiro, traduzimos sob o
titulo de Mysterios do Rio de Janeiro o seguinte
facto :
1 A palavra mysterio nao conserva hoje mais a
sua sgiiificago primitiva Nada mais vulgar do
que urna cousa mysteriosa. Conserva-sc o nome
para indicar que trata-se de cousas reprchensiveis
e muitos vezes odiosas. O misterio presente co-
nhecdo de muitas pessoas, mas nao est bastante
vulgarisado para imprimir-lbc a maor possvel re-
paragao de que elle credor.
t Ha das urna moga deu luz a um menino.
Era um fardo, por que a mi era pobre, e j sus-
tentava pelo seu trabalho a outros dous filhos. A
parteira, mad. X., que assistira a pobre ini; havia
continuado os seus cuidados e as suas visitas; e
ao terceiro dia depois do nascimento da crianga,
apresentou-se ella toda satisfago drgndo-lhc pou-
co mais ou menos esta linguagem :
t Minha chara estaos bem triste, achai-vos
hem embaracada ; mas cu venho consolar-vos e
vos alliviar deste peso. Escutoi-me. Conhegouma
senhora brasileira mui rica, que tendo perdido o
filho, acha-sc no cumulo do desespero ; e, segundo
me disse, nao ter outra consolagao se nao adop-
tando algum recemnascido; com o que espera Ilu-
dir sua dr. Eu pensei em vos, que tendes ja dous
filhos. Dai-mc o vosso menino, que delle farei um
principezinho.
c A mai franzio logo as sobrancclhas e repcllio
a audaciosa prqposigao.
, Mas reffecti, minha chara, que o vosso me-
nino ser fllho nico e herdeiro de urna grande
fortuna. Em consciencia nao podis regeitar sua
felicidade.
A pobre mai, com mais attengao j, perguntou
como se chamava a senhora.
E' este um segredo, que nao vos posso con-
fiar.
Entilo nao consinto em separar-me de meu
fllho.
Nao vos separareis delle. Todas as sema-
nas vo-lo trarao, e veris como o tratam divina-
mente.
A mi violenton-se ainda por algnm tempo,
a respiracaoanhelante acompanhadad urna sulToca-j pijdo, por forga do qual fra a mesma peticao
gao afflictiva em breve tempo se alliva, a respira-.; distribuida ao escrivao deste juizo Manoel Maria
cao adquire a sua acostnmada regularidade e pjc- Rodrigues do Nascimento.
ntude. e dentro de muito pouco tempo, os orgaos g tendo o supplicante produzido suas testemu-
respiratoros recobram o seu antigo tom e vigor. 1 njias (pje justificaram a ausencia dos suppiicados
Seus effeitos sao sempre saudaveis nos casos de em lugar nao sabido, sellados c preparados os au-
tosse, resfriamento, bronchites, espasmos do peno. t0S; subram minha conclusao. c nelles dei a sen-
assim como todas as enfermidades e alfeeges pul- tonPa do theor, forma, modo e maneira seguinte :
monares. A tsica podc-sc evitar se os que notara p'r0cede a jjustificago, pela qual se mostra
os seus primeiros symptomas usarcm para desde acharem-se ausentes em lugar incerto os justillca-
logo deste grande c admiravel antidoto. E um bal; (]os Manoel Cavalcanti de S e Albuquerque e
amo pun> e simplcsmcntc vegetal, inoffensivo ate francisco Jos da Costa; assim mando, que sejam
Manto Casa da Mlserieovdto lo
Roelfe.
A Illm." junto administrativa da Santo Casa da
Misericordia do RecM&neMa faser peblieo que no
dia 30 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de suas sesses contina a praca das rendas das
casas abaixo declarada*, por tempo de um a tees
Nanos.
I Os pretendentes devem comparecer acompanha-
des de seus fiadores ou munidos de cartas deste*.
Estabeleeinentaa de caridade.
Ra Direita.
4 particular e 33 publico um andar.
82 particular a publico tres an-
dares.................
N. 83 particular e 7 pubiieo tres an-
dares........ ......
Ruado PadrePloriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea
N. 7 particular c 45 publico casa terrea.
N. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea ......: ..........
N. 90 particular e 13 publico casa ter-
rea ................ 181*000
Bccco da Carvalba.
N. 10 particular e 5 publico casa terrea. 149*000
Ra dos Pescadores.
N. 16 particular c 11 publico casa ter-
rea................. 255*000
Ra da Calgada.
N 17 particular e30 publico casa ter-
rca................. 174*000
N. 19 particular e 84 publico casa ter-
rea................. 149*000
N. 21 particular e 38 publico casa ter-
rea.................
Ra da Vragao.
N. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea.................
Ra de Santa Thereza.
N. 31 particular e 7 publico casa terrea
N. 32 particular e 5 publico casa terrea,
Ra de Hortas.
N. 29 particular c 41 publico dous anda-
res. ................ 553*000
Ra da Roda.
N. 35 particular e 3 publico casa terrea
N. 36 particular e 5 publico casa terrea
N. 37 particular c 7 publico casa terrea
N. 99 particular o 1 publico casa terrea
Ra Nova
N. 46 particular e 48 publico um andar. 1:3i2*0<
Ra da Imperatriz.
N. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea................. 306*000
Ra da Gloria
N. 51 particular e 65 publico casa ter-
rea......... ......
Ra do Encantamento.
N. 52 particular e 3 publico 3 andares.
Ra do Azeite de Pcixe.
N. 53 particular e 1 publico 2 andares.
Ra do Amorira.
N. 54 particular e 31 publico um andar.
Ruada Lapa.
N. 56 particular e 8 publico um andar.
N. 73 particular e 5 publico um andar.
Ra do Pilar.
N. 59 particular e 73 publico casa ter-
rea................. 183*000
Ra de Sao Bom Jess das Crioulas.
N. 61particular e 8 publico" casa terrea.
Ra da Cruz.
N. 68 particular e 15 publico 3 andares.
Ra do Nogueira.
N. 62 particular e 17 publico casa ter-
rea.................
Ra da Cadeia do Recife.
N. 72 particular e 30 publico 3 andares.
Beccoda Lama.
N. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea ................
Travessa do Carcereiro.
N. 85 particular ell publico casa ter-
rea.................
N. 87 particular e 17 publico casa ter-
rea........ ........ 125*000
Patrimonio de orphos.
Ba da Madre de Dos.
N. 24 particular e 26 publico dous an-
dares........ ........ 901*000
Becco das Boias. y
N. 39 particular e 18 publico dous"an-
dares................
Ra da Moeda
N. 44 particular c 21 publico casa ter-
rea............ ..
Ra do Araorim.
N. 54 particular e 21'pnhlico 3 andares.
N. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea ................
Ruado Burgos.
N. 69 particular e 21 publico casa ter-
rea................ 72*000
Sitio do Parnameirim. ,II,|MIIWI
N. 1 particular............ 300*000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do He-
cife 22 de julho de 1863.
O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro
A thesouraria provincial compra pitra o corpo
de polica, os objectos seguintes :
500 bornaes de brim.
100 barras de madeira com ps de ferro.
1 guarita de madeira.
A quem convier fazer ditos fornecimentos. com-
pareca na secretaria da mesma thesouraria, com
suas propostas em cartas fechadas no dia 30 do
corrente ao meio dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 23 de julho de 1863. 0 secretario, .1. F.
(TAnnunciarao.
CORREIO.
Pelo administrador do correio desta provincia se
faz publico, que as malas que deve conduzir o va-
por costeo Mammgunpe, com destino a provincia
de Macei, e portos intermedios fechar-sc-hao boje
(25) do corrente s 3 horas da tarde em ponto.
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite,
mas sem filho: na ra Imperial n. 111.
Terca-feira 28 do corrente mez de julho, as
11 horas do dia, se ha de arrematar em praga pu-
blica do Sr. Dr. juiz de orphaos, por arrendmen-
to, a casa terrea n. 75 da ra do Queimado, ava-
hada por 400* por anno, pertencente ao orphao
Joao Bodriaues Lima, e vai praga a requerimen-
to de Luiz Moreira da Silva Pinto.
Na audiencia do Dr. juiz municipal da 1.a
vara, no dia 28 do corrente, tem de ir praga por
venda o escravo Luiz, penhorado a Manoel Jos de
Oliveira por execugao que contra o mesmo enca-
minha Florentino Velloso Cavalcanti de Albuquer-
que pelo cartorio do escrivao Motta
Dircctori* das obras militares.
A directora das obras militares tendo de man-
dar proceder a nova arrematacao dos cabidos de
que precisa o quartel do 2. batalhao de infantera,
convida as pessoas que se quizercm incumbir deste
doSr.Dr.
Arrenaueie.
No dia 25 do corrente, em aodieaeia
jmz provedor dos residuos, escrivao Va
sera vendida em hasta publica, a quem 1
urna casa terrea na ra Velha n 24 fre
Boa-Vista, com 17 palmos de frente e Mi
com 2 salas, 2 quartos, cozinha fra. qnintal e e*-
cimba, em chao fbreim, avattafe n 1000*. per-
tencente a testamentaria dafcaik Ijih mSJ7%
vai praga requerimena drietiaiiBlm. J.
vo dos bens da mesma finada.
No da 25 do correa* mee, depois e
da, se ha de arrematar per venda esa praga |
ca do Sr. Dr. juiz municipal da 1 vara, eserii
Sancos, urna escrava penhoraia a Jos Florario
de Oliveira e Silva por exeeafj de Maaoet Joa-
quim, cuja arreraatogo fleo tnsferida para este
dia por ordem do mesmo juiz.
Pela administrarn do correio desta ndei
se faz publico, que pela celeridad* eom qne par-
tera os vapores da companhia franreza. eom es>
pecialidade para os portes da Europa, qne dr ara
em diante, logo que os mesmos vapores Vsnn
signal de se acharem fundiados, >erao fi 1 aaaa
as malas que tiverem de conduziresa para a Eu-
ropa.
Correio de Pernambuco, 18 de Jnlho de 18*3.
O administrador
Domingos eos Patsot Mirwmim.
Arrematara*.
No dia Io do prximo mez de agosto se ha de ar-
rematar depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. miz
municipal da segunda vara, por execugao o> Bal-
thar & Oliveira cinco moradas de rasas terreas i-
tas nesta cidade, pertencentes a heranea do finado
Jos Fernando da Cruz, sendo 3 na rna Direita n.
41 avahada por 1:700*, n. 67 pr 1:708* e a. III
por 1;200*. urna no largo da rilx*ira de 9. Jos n.
23 por 1:500*. e urna na ra de Hortas a. W per
2:000*.
THEATKO
22.!
DE
EMPRESA
DE
A. J. III.IRTE CttIIIIA.
RECITA DA ASIGNATURA.
144*000
480*000
600*000
150*000!
144*000
420*000
131*000
1:200*000
260*000
700*000
91*000
100*000
Saboteo, 2 te Jalhe e 1MS.
Representor-sc-ha o muito applaadide drama
quatro actos e um prologo, ornado de nmska,
AS.HUJIERES
DE
Primeira representago do vandeviUe em aaa
acto,
M MULHER
QUE SE EMBRIAGA.
PERSONAGENS.
Cesarina, engommadera. Sr.'D. Eugenia Cmara*
Anbal, pintor..........Sr. L^ss*.
Megriot, estudante de me-
dicina................ Penante.
Cotovia, porteiro........ > Joaquim Cmara.
Actualidade.
Principiar s 8 horas.
Prcpara-se com todo o apparato para a 13" re-
ci ta da assignatura o magnifico drama em daa
actos c un prologo martimo A PROBIDADE, ori-
ginal portuguez do distincto dramaturgo Cesar de
Lacerda.
300*000
251*000
300*000
72*000
AVISOS MABirmos.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 30 do corrente o vapor
Apa, commandante Alcanforado
o qual dejiois da demora do ms-
tume seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-sc passageiros e engaja-e a
carga que o vapor poder conduzir, a qual derer
ser embarcada no dia de sua chegada enrinn-
mendas e dinheiro frete at o dia da ahida 1
horas: agencia na da Cmz n. I, eseriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo dt C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos do norte at
o dia 2 de agosto o vap
eiro do Sul, commandante o ca-
pitao de mar e guerra Cervasio
Mancebo, o qual depois da demo-
ra do eostume, seguir para os portos do sol.
Desde j receliem-se passageiros e engaja-s* a
carga que o vapor poder conduzir, a qual (kteri
ser embarcada no dia de sua rhegada: enrwn-
mendas e dinhero a frete at o dia da sabida as i
horas, agencia ra da Crur n. 1. escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
mesmo para as criancas de peito.
Achar-se-ha venda as principaes drogaras.
COMMERCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BANGO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directoria da Caixa Filial do Banco do Brasil
declara aos senhores accionistas que o thesoureiro
da mesma est autorisado a pagar o dividendo re-
lativo ao semestre findo era 31 de maio prximo
passado a razao de 10*000 por aegao. Recite 14
de julho de 1863.
Jos Mamede Alwes Ferreira,
secretario.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 23. .
dem do dia 2i.......
311:061*830
6:284*297
' citados por editos de 30 das para o fim requerido
Becife, 12 de junho de 1863.Tristao de Alen-
car Araripe.
E mais se nao continha e nem alguma outra
cousa mais se deelarava e mostrava em tal sen-
tenga aqu mui bem e fielmente copiada e trans-.
cripta dos mencionados autos, e em cumprimento
do qual o referido escrivao fez passar o presente
edital com o prazo de 30 dias, pelo qual chamo,
cito e hei por citados os ditos suppiicados para
comparecerem neste juizo dentro do mencionado
prazo, afim de allegarem o que fr de direito, sob
pena de revelia
Por tanto, toda e qualquer pessoa, prente, ami-
go ou conhecido dos referidos suppiicados, peder
faze-los scientes de todo o expendido.
E para que o presente chegue ao conhecimento
de todos, mandei passar edtaes, que serao publi-
cados pela imprensa c afflxados nos lugares do
eostume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 16 das do mez de julho do anno do
nascimento de Nosso Senhor Jess Christo de 1863,
42. da independencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao, o subscrevi.
Tristao de Alencaf Araripe.
servicoaapresentarem suas propostas nos dias27
e 28 do corrente
mez,
receber
das .10 horas ao meio da,
os csclarcciinentos de que

317:346*127
Movimento da alfandega.
Volumes entrada
Voluntes saludos
com fazendas
com gneros
com fazendas
com gneros
6T
171
-----235
5
196
Descarregam no dia 25 de julho.
mas cmfimi vencida pcias magnificas promessasd Barca inglezaJfr/flre=mercadoTias.
parteira, consentio em assegurar o futnro de seu Patacho mglezMerceymercadonas.
recem-nascido. Polaca hespanholaForori/o=idem.
201
DECLARARES.
Arrematacao.
No dia 28 do corrente depois da audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara, tom
de ser arrematada a casa terrea meia-agua, sito na
ra da Ponte Velha n. 35, pelo prego da adjudica-
cao que de 480*000 rs., por execugao de Leopol-
do Ferreira Martins Bibeiro, contra os herdeiros
de D. Antonia Maria de Castro.Escrivao Sa-
raiva.
onde poderao
necessitarem.
Directoria das obras militares de Pernambuco
24 de julho de 1863.Luiz Francisco de Paula de
Albuquerque Maranhao, servindo de amanuense.
ORHEIOGEHAL.
Relaco das carias segaras existentes
na" administradlo do correio desta
cidade para os'senhores abaixo de-
clarados.
Augusto Jos Ferreira & C.
Antonio Jos de Castro (2).
Antonio Leite de Pnho.
Ha rao de Guararapes.
Custodio Jos Alves & C. v
Camillo de Lellis Fonseca.
Francisco Moreira da Costa
Guimaraes & Bego.
Hcnrque do Bego Barros.
Joaquim Vieira de Barros.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Joao Jos de Carvalho Moraes Filho.
Joao Militao Benrique de Souza.
Joao Vicente Pereira Dutra
Jos Joaquim Alves de Amorim. (2)
Jos Maria da Costa Pinto.
Lopes & Irmo.
Dr. Leandro Francisco Borges.
D. Marcolina Andrea de Jess (em Muribeca).
Maria Francisca da Conceigo.
Manoel Francisco Araujo Luna Jnior.
Manoel Joaquim Scvc 4 Filho.
Manoel Theophilo Alves Ribeiro.
Viuva de Ventura Pereira Penna.
Raimundo Remigio de Mello Jnior.
Arrematacao. .
A arrematacao annunciada por este Diarto dos
engenhos e escravos pertencentes a heranea do fi-
nado Jos Fernando da Cruz, dever ter lugar no
da 25 do corrente, depois da audiencia do Illm.
Sr. Dr. juiz municipal da 2.* vara
Para l,lsboa
sahe com a maior brevidade o brigue portngnea
Relmpago por ter a maior parte da carga promp-
ta : quem no mesmo quizer carregar ou ir de pan
sagem, para o que tera bons commodos. trate com
o consignatario Thomaz de Aquino Foosera, ra
do Vigaro n. 19, primeiro andar, ou com o capi-
to na praga.
COMPANHIA PERMAXBl'CA.NA
DE
VivcacSo costelra Tapar.
Marei e escalas
O vapor Mamanguape comman-
dante Moura. segu para os por-
tos do sul ate Macei no dia 25 do
corrente as 5 horas da tarde. A
carga ser receida at o dia t%
ao meio dia, encoinmendas, passagein* e dinbeirn
a frete at o dia da sahida as 3 horas: escriptorio
no Forte do Mattos n. 1.
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir com muita brevidade o veleiro
e bem conhecido brigue portuguez Mello I, capnn
Antonio Goncalves da Silva tem parte de seu rar-
regamento prompto, para o^resto que lhe falto e
passageiros para os quaes tem excellentes commo-
dos irata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
Para o Porto
segu impreterivelmente no dia 25 do corrente o
briguc portuguez S. Manoel I, recebe nmcaneente
passageiros, para os quaes tem excellentes eoav
modos : a tratar na rna do Vigario n. H>, coni os
seus consignatarios Manoel Joaqnim Ramos e Sil-
va 4 Genro.___________
Para Lisboa
O veleiro brigue portuguez Laja II, capito A.
F. Vieira sahira no da 25 do corrente por ter a
maior parte de seu carregamento prompto para
carga e passageiros, trata-se com o comignntano
E. R. Rabello, ra da Cadeia a 00.
Para
pretende seguir nestes o
e
o veleiro e fcem
conhecido brigue escuna Joven Artkmr, Man a
seu bordo parte de seu carregamento; aara o 1
to que lhe falto, trata-se com oe sem 1
torios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo O
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
o Rio ramele dk
Segu o brigue nacional Olindo, at o fim
do corrente mee, com a carga me Imr; re-
cebe alguma a fretee porfnalmtr.PJfPV
trata-se com Baltar 4 Oliveira, roa da Cade*
|n. 26.
>


f

Diario de Pernanabnco abbado *5 de tVuHio de 1803.


para o Araeafy.
0 hiate Sant'Ama, tneslre Antonio Joaquim Al-
ves sega para o Aracaty at o dia 28 do corrale
mez. pode receber ainda algunia cargajpara o que
se trata na ra da Cadoia n, 87.
LU O ES.
LEILAO SABBABO D0 CBRENTE AS 11
BAR AS.
Da acmacao da loja na ra Nova n. 16.
Por intervengo do agente Euzcbio se vender
emleilaoao-correr doTnartelloa armaco da loja
cima, garanto-se otraspasso das chaves cujo alu-
guel d casa razoavel.
Gonsinto na venda da armacao e garanto as
chaves do predio ao comprador mediante flanea
idnea pelo respectivo aluguel da loja. Recife 23
de julho de 1863.Angelo Custodio dos Santos.
LEILAO
das dividas da massa fallida de Braz Marcelino do
Sacramento.
Terca-eira 28 do crrante na ra da Cadia nu-
mero 53, s 11 hora3.
O agente Buzebio vender em leilao pelo maior
preco que se achar requerimento do depositario
e autorisacao do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, as dividas daquella massa.
LEILAO
DE
l PREDIO.
Terca-eira 28 do frrente as 11 huras da maub.i.
O agente Simes far leilao no dia e hora cima
mencionados, de um sobrado de 3 andares e sotao
sito na roa da Cruz. n. 27. com solo propno. Os
protendentes que desejarem inf>jrmar-se do referi-
do predio podem entender-se cora o mesmo agente
ra do Vigario n. 17, priuieiro andar, aonde tora
lugar o dito leilao.
LOTE1UA.
O thesoureiro das loteras desta provin-
cia, desejando extrahi-las em maior capital
e com nwiores irdervallos, offerece a vanta-
gem de dous por .cento quem comprar
para negocio, na quantia de 1000 para cima;
assim como se jpropoe a estabelcer corres-
pondencias para gualquer localidae da pro-
vincia, remettendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
I listas e noves bllhetes remettidos. O the-
Isoureirocerto da conveniencia desse negocio,
' convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhaem
e mais localidades populosas da provincia, e
.mesmo os desta capital, que o quizerem, a
entenderem-se com elle, na thesouraria das
loteras, ra do Crespn. 15: advertindo
que receber em pagamento e sem descont,
osbllietes premiados de todas as loteras
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 de junho de
1863.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
DE
Predios.
l'in sobrado na- ra Imperial n. 64, com 40 pal-
mos de frente e 180 de fundo, tendo o andar ter-
reo 2 salas, alcova, gabinete com alcova, cosinha,
v um grande salao com 7 quartos; o priraeiro
andar tem urna grande sala, 2 alcovas, 1 quarto no
corredor, sala de delraz com 2 eamarinhas e urna
grande sala de jantar, cosinha e um quarto ao la-
do, um grande sotao com boa sala, 3 alcovas e um
guari, grande cysterna, cacimba, 2 quartos fura,
estribara, coxeira e um grande quarto para guar-
dar carroras, 2 grandes quintaes tendo um delles
um bello jardim e outro plantado com diversos ps
de sapotizeiros e outros arvoredos, tendo ambos
200 palmos de largura e 140 de fundo.
Uraa casa na mesma ra n. 66 com duas portas
de frente, duas salas, dous grandes quartos, cosi-
nha e um pequeo quintal. .
Um sobrado de 2 andares na ruado Livramcnto
n. !>, tendo cada andar 2 salas c um quarto.
Terea-feira 28 do eorrcnle.
O agente Alneida far leilao por autorisacao da
caixa lilial dos predios cima mencionados, na sa-
lada assoeiaco commercial, s 11 horas.
ESTILADA DE FERRO
no
RECIFE A SAO FRANCISCO
.Pelo presente scientiflca-se a quem interessa? que
as"feqW95des para trens espeeiaes devcrO ser
feitas por escripto ao JBr. Augusto Duprat, chefe
do trafego, por intermedio dos chefes de estacao,
sem o que nao serlo attendidas.
Escriptorio da superintendencia villa do Cabo
20 de julho de 1863.
(Assignado) Ricardo Austm,
Superintendente interino.
DE
2 balieiras, o remos, 6 iteras de cabos uovos, 2
laucas e 2 croques.
Terca-feira 28 de julho mima hora da tarde.
O agente Pinto fara leilao por ordem do Illm.
Sr. cnsul dos Estados-Unidos, com autorisacao do
lllm. Sr. inspector da alfandego c em presenea de
um empregado da mesma repartieao de todos os
objetos aciina mencionados pertenecntes aos na-
vio- americanos, aprisionados na Una de Fernando,
ists no dia e hora supradito na na do Trapiche -No-
vo em frente ao consulado americano.
Taberna.
\ende-se altaberna da travessa do pateo do Pa-
raizo n. 18, com poucos fundos ou mesmo s a ar-
macao : a tratar na mesma ou na ra larga do Ro-
sario n. 50.
PAR A TODOS.
Previne-se a quem comprar predios no bairro
da Boa-Vista que primeiramente especule saber
se sao foreiros nao obstante as escripturas dos
mesraos declararem.pois que muitas duvidas se tem '
encontrado (por especulcao a diminuta quantia
que paga de laudemio) o so duvidarem que taes-
casos se tem dado procurem os propietarios do
vinculo de N'ossa Senhora da Conceicao dos Co-
queiros que as provar. Bem como pede-se aos
Srs. leiloeiros que qnando tenham de fazer leilao
de predios declarara se sao foreiros e a quem, co-
mo se acham j annunriado os predios n. 47 da
ra do Bosario da Boa-Vista, 53 da ra da Impe-
ratriz e 67 da mesma que sao foreiras ao meu ca-
sal. Lembrando-se smente que a provisao de 30
de novembro de 1830 ainda est em seu inteiro vi-
gor como tambera pede-sc aos Srs. tabellies que
sejam minuciosos quando tenham de passar es-
cripturas. Como tambera declara que os engenhos
Queimadas e Jundahy da comarca do Bio Formo-
so sao foreiros ao seu casal.
Josepha Mana dos Prazores e Silva.
Antonio Avelino Leitc Braga tendo de reti-
rar-se para a Europa no primeiro paquete, previne
a irmandade de Nossa Senhora da Conceicao dos
Militares que nesta data uspende a llanca que lhe
den a favor de Manoel Pedro de Castro Lima, om
virtude do que pone a mesma irmandade mandar
receber desde ja do annunciante o que at hoje lHe
estiver a dever o seu afiancado, no caso de se achar i
atrasado nos seus pagamentos, visto querer o an-.
nunciante que a irmandade seja embolsada na con-1
formidade de sua carta de flanea. Becife 23 de
julho de 1863.
Aluga-se o primeiro e tereciro:
andar da casa sita na ra da Fraia n.j
3, este com ii;ulos comiodos, trra-
co, vista magestosa pan o mar e ter-,
fa, en uno de esgoto etc. a tratar na,
mesma no estabelecimento.
Para evitar qualquer reclamacao se faz publico,
qnedo Io de agosto em diante, nao sero recebidas
mereadorias na estacao das Cinco Pontas, sem quo
venham acompanhadas por pessoa autorisada a
despacha-las no acto da entrega.
Escriptorio da superintendencia villa do Cabo 20
de julho de 1863.
(Assignado)R. Austin,
Superintendente interino.
Precisa-se de urna ama de leite que nao tenha
Cilio: na ra Dimita n. 4, segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leite,
mas que tenha, quando muito at 6
mezes decorridos na criaclo de que
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31, 3o andar, por cima
do annazem de trastes do Sr
reir.
DE
PREDIOS
Como sejam
EM CHAOS PROPRIOS.
1 sobrado de 2 andares da ra estreita do Rosa-
rio n. 24.
1 casa terrea na ra do Amorim n. 30.
1 dita dita no pateo do Paraizo n. 31.
1 dita dita na ra da Alegra n. 14.
1 dita dita na ra do Mondego n. 69.
1 dita dita na mesma ra n. 71.
1 dita dita na mesma ra n. 73.
1 grande casa terrea assobradada na ra do Mon-
dego n. 16.
1 casa terrea na na do Mondego n, 7o.
EM CHAOS FOREIROS.
1 sobrado de dous andares na iravessa do Liga-
mento n. 18.
1 lito de dous andares na ra das Aguas-Verdes
U- 70.
1 sobrado de um andar na ra de Santa Rita
ffl. 75.
1 casa terrea na ra-de Santa Cecilia n. 9.
Quarta-ffira 29 de julho.
(A' ra da Cadeia numero 24.)
O agente Pinto legalmente autorisado pelos li-
rnridatarios da massa fallida de Jos Antonio Bas-
tos, levar a leilao no dia 29 do corrente mez os
predios supra mencionados pertenecntes a mesma
massa, em seu escriptorio ra da Cadeia n. 24, en-
trada pelo Beceo-Largo.
Principiar s 11 horas em ponte.
LEILAO
Urna terca parte do sobrado da
raa Dimita n, 79
QuarU-feira 29 de julho.
O agente Pinto far leilao (precedida a compe-
tente carta de autorisacao) de uma_ terca parte do
obrado de dous andares e sotao edificado em
chaos proprios na ra Direita n. 79, isto urna
hora da tarde do dia cima em seu escriptorio ra
a Cadeia n. 24, entrada pelo Bccco Largo.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
156 : os.pretndentes diram-se Caixa Filial.
Joao da Silva Hamos, med
versidade de Coirabra, d consultas em
sua casa, na ra Nova n. 50, das 8 s 10
horas da manha, e das 4 s 6 da tardo, e
recebe egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, com o fim de se cncar-
regar de qualquer servido de sua profis-
sao.
Os chamados deverao jrir por escripto.
- Duarte Ventura de Maciel, subdito portu-
guez, retira-se para Buenos-A\res.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 19
da ra Nova, com bastantes commodos para fa-
milia ; a tratar ra da Cadeia do Bccile n. 62,
segundo andar.___________________________
Desappareceu dos Coelhos da Boa-Vista, na
noite d 18 do corrente mez, um boi castanho cla-
ro, pequeo, com as galhas acabaadas, cauda lina,
cascos pequeos, levou uraa corda as pontas : lc-
vc-o quem o pegar ra da Gloria n. 95 que se
gratificar, mesmo dando noticia certa.
Offerece-se como ama urna rapariga moca e
de bons costuraes para o servico da cozinha em
urna casa de pouca familia ou de um moco soltei-
ro : quem pretender dirija-se a ra de S. Bom Je-
ss das Crioulas n. 14.
Aluguel
Aluga-se urna casa terrea na un
\ellia n. 22, concertada e pintada de
nova a tratar na ra do Sebo n. 24.
O commendador Antonio de Souza Leao,
agradece da manera mais solemne a todos
aquellos Ilustres senhores e amigos, que se
dignaran! de honra-lo assistindo ao enterra-
mento de sua finada consorte D. Mara Leo-
poldina de Souza Leao, e acompanhando-lhe
o corpo seu derradeiro jazigo. E roga-lhes
ao mesmo lempo que tenham a bondade de
assisr missa do stimo dia, na igreja do
ceniitero, pelas 7 horas da manhaa, de
segunda-feira 27 do corrente.
Ser mais um tcsiomnnho de reconhecimento
que licar gravado em sua memoria.
Padaria.
Aluga-se um preto perfeito official de padaria :
na ra ireita n. 54, segundo andar.
Francisco Pereira da Silva Sanios participa
a seus credores que est residindo na ra da Casa
de Dctencao n. 7, e ikhIcui vir a qualquer hora do
dia apresentar suas contas que seiau satisfoitns
e tambem aos seus devedores que venliam saldar
suas 'contas.
Joo Caetano de Abreu, solicitador dos au-
ditorios desta cidade, faz sciente ao publico, com
especialidade aos seus clientes e amigos que mu-
dou sua residencia para a ra da Praia de Santa
Bita Nova n. 49, onde morou o Sr. Dr. Buarque,
engenheiro da estrada de ferro, onde Bempre aeha-
ro, das 6 s 9 da manha, e das 4 da tarde em
diante.
AVISOS DIVERSOS.
ASSOCIAC'AO
TVPOGIUPHICA PER.NAMAUCAM.
Domingo 16 do corrente haver sesso extraor
linaria do conselho director, s 10 horas da ma-
nha.
Secretaria, 23 de julho de 1863.
O secretario, Suva Lms.
\oiut mu %os.
Prafa do Corpo Santo n. i 7, primeiro andar.
Norat rma.rs avisam ao corpo do
com me icio qnenada devem nesta pra-
ca, e quem se julgar seu eredor, com-
parec com seos ttulos qae ser 'in-
mediatamente pago, Avisam igualmen-
te a todos os seus devedores que oo
prazo de 8 dias venham pgar-lhes, do
contrario sero demandados judicial-
mente.
Kaques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, viBta e a prazo, \>o-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razo de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim lhe convier: as nas do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51,
Joaquim da Silva Castro.
3--RIA ESTREITA DO R0SAR10--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artiliciaes tanto por moio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
flquem a vontade de sens donos, tem pos
c outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao' da Iwcca.
Agostinho Ferreira Catharino, subdito
portuguez retira-se para a Europa tratar
de sua saude.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
firaade armaxem de tillas.
Este armazem contera ludo quanlo
preciso para que a industria de pintura, de
qual uex ffenero que seja, desempenhe
seu fu, tato 6, embeUesar, conservar e
reproduzir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de Pa-
rs, Londres e Hamburgo, pode offerecer
productos de confianca, e satisfazer qual-
quer eacommenda grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras podero escolher voalade, pois
que tudo estar vista, as ifferentes co-
res de que tiverera necessidade.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
deve mpregar Itntas muidas, e -nio me-
rocando coufianea>as que vera de laaWa
cnmmercio, por velhas, e talvez falsifica-
; das, neste armazwn se as moera vis-
ta do consumidor, que s assim ter tin-
tas frescas e vordadeiras.
Ha tambera euro verdadoiro, verdo em
p eemfulua, prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, amarella e verde, tintas vege-
taes, azul, roxa, verde c amarella, inoffen-
sivas, nicas que se devem empregar as
confeitaras, collccees de pinceis para
fingir madeira, compropriedade, o outros
de varias qualidades, vernizes, copal,
graixa, branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas e quadros, tin-
tas finas era tubos, em crayoes ou pastel,
tcllas para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenlio.
Esscncias aromticas verdadeiras, fras-
cos e vidros para vidraca de todos os ta-
annos, e multos outros objectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
ro ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
.___. Gorante.
Boga-so aos senhores que devem na loja de
sellero da ra Direita n. 51 se dignem mandar ou
virem pagar se nao quereni ter o desgosto de ve-
rem os seus nonies por extenso nesta folha, isto
porm no praso de 30 dias, a contar da data deste.
COMPTABILIDADE COMMERCIAL
PELO
DR. WITRTJVIO PINTO BAKDEIRA
Proffssor da segunda radeira do Curso Contnrrcial PrrnanbvaM.
DOtS BELLOS V0LIMES El 8. FRIXCEZ
COUPREHESDENDO
O primeiroPreleefoes Aheorico-pratieM 4c e*erlpi
raeo mercantil.
O segundo bocees de arithmetlea eom-
merciaf. adaptadas pratlea das operaees t
merclaes e elementos do systema
mtrico com suas appllcaces
commercio.
PREQO DE CADA VOLUME 5*.
Precisa-se de" um menino de 12 a 14 anuos :
na taberna da ra das Cruzes n. 21.
Perdeu-se v meio' tirlhetc de n. 1735, assig-
nado por Ricardo Tavares Ferreira Bispo c D. Ma-
ra da Costa Pereira, sendo dito bilhete da lotera
que lia de correr no da 5 de agosto; o que se
fez sciente ao thesoureiro das loteras desta pro-
vincia.
Precisa-se de um eaixeiro para taberna : di-
rija-sc a ra do Pilar n. 95.
Attenoo

O abaixo assignado convida a pessoa que quizer
interessar em um barco que se tem de empregar
na pesca cm alto mar, cujo j se acha em raetade
do trabalho e despeza; e como o abaixo assignado
nao pode s por cm andamento esta empreza, por
isso convida alguma pessoa para entrar na mea-
cao do dito barco; elle 6 de 20 toneladas e para
pescar 8 a 10 pessoas,-construido com as melhores
madeiras: as pessoas que quizerem ajudar a eui-
preza do artista, pode dirigir-se a ra dova de
Santa Rita para ver o barco e contratar o negocio.
Jos.'- Elias Machado Freir.
liento Jos de Miranda faz sciente ao publico
o a seus fregnezes, que condirzio todos os seus go-
neros que existiam no seu deposito da ra do Ale-
crim n. I. para a sua padaria em Santo Amaro,
na travessa do Lima n. 7, isto desde o dia 15 de
julho de 186:), por lhe ser prejudicial continuar
com aquelle deposito.
AUcnco.
Roga-se ao Sr Antonio Jos da Cunha Guiraaraes
que tenha a bondade de vir pagar a coma quo
deve na loja da aurora na ra larga do Rosario n.
38, inheiro que pedio emprestado por dias, e das
fbram esses que j est fazendo quatro annos e
ainda nao ada terapo para satisfazer o pedido.
Roga-se ao Sr. Jos Gomes, morador na ra
da Gloria, que tenha a liondade pagar a conta
quo deve na loja da aurora da ra larga do Rosa-
rio n. 38, pois j tem passado alguns annos que
deve esta quantia ridicula.
Esta obra, apezar de elementar, vem preencher urna lactina, que era sentida entre n<
onde fallecem escriptos de certas especialidades com arcesso a todas as inielligearias : v
sim o editor pensa fazer um servico dando-lha publicidade, tanto mais qnaoto hojp, que *.
lransacc,oes commerciaes e industriaos vio entre nos tomando notavel desenvolvimfM. rrr
entrar na educaco daquelles que se querem apphcar a taes ramos da vida o coaiayrmwn.
dos principios d compabilidade admmistratva e commercial.
Com este intuito, sob urna forma cssencialmente classica. reuniu o Sr. Dr. Wimivio h
principios da comptabilidade commercial no que tem elle* de mais elementar, rourdeaua-
os de modo a facilitar o mais possivcl o seu estudo s pessoas que se destinara s profssdos
commerciaes, sendo taes a concisao e a clareza postas no desenvolvimenlo respectivo, tpy |n>-
de-se aprender a materia, chegando-so a escripturar os livros por partidas doiirada< ijnli-
car o calculo s operac;5es do commercio, sem carecer da intervenrao de am mesnv.
O primeiro volume, formulado sobre a obra de liertrand, ocrupa-se mais esperihnnit^
da cscripturafiio mercantil ]ior partidas dobradas. cujos principios sao desenvolvidi em har-
mona com a legislacao brasileira, contendo alera disto um importantissiiuo a^icndirc sobre
as sociedades commerciaes em todos os seus movimentos. qner i;lo lado da fsrripturar,
quer pelo da formaco, existencia e extinceao del las em face da lei. Neste appcndM-o. dupii-
cadamen te recomniendavel por sua origina I idade e peto cunho de espeeiaano, i>inocon-
merciante urna guia para sua direccao, qualquer que seja a forma da sociedad- qw rnntran. '
Completa este volume q specimenou resumo de una escripturacao, ficticia v.nla.l.'. mas cm I
tudo semeUiantc de uina casa de commercio ordinario, offerecendo urna s?ri' uV o)wracr
successivamente mais diffiees, que assim inicia gradualmente a maneira de esrriptiira-la*
nos ditfcrentes livros de urna casa de commercio. .
O segundo, egualmente formulado sobre a obra de Kottinger, oecupa-se partinilanwto
da arithmotica commercial com exercicios e problemas pelo meio mil napm, fcil a lurte
da regra conjuncta, acerca de todas as operacoes platicas usuaes no conmuTcio. eiivnlvimd*
clculos de cambios de praca praca e |>or pracas intermedias, liem como negorii* ib- liancos
cora arbitragens de cambios, alm do desenvolvmento do systema mtrico em suas retardes
com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de convenio.
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras. que asss demonstran a i
portancia real desta obra, devida a intelligencia e a applicaco aecurada do sen antor.
que ella de utilidade geral, e que a nenhum cominerciante e m'snio a boni-'m alpiiin V
tras licito deixar de jwssui-la em sua estante ; pois o commercio em suas variadas evi
coes, entende actualmente com tudo que se liga a vida.
A asignatura toma-se as livrariaa dos Srs. flonuriea V oiiveira. Nogm-ira d
za, Juliao Si Pereira c Gcraldo H. de Mira, sendo realisada sua imi>ortaneia pela qn>ta dr rada
volume ao sahir do prclo, para o qual ora entra o primeiro.
O EDITOR.
4/2 7!Xix< VDJ&if&iS&u&J!!* >^./T!?^?4^/^^^S*mOmmTv
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
RIJA MOTA V. 43.
O Dr. Sabino 0. L. Pinho raudou o seu CONSULTORIO para a loja le raaraaore
ra Nova n. 43, onde continua a dar consultas todos os dias m>s desde o meio dia at>
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sem que hajam lu-
imado qualquer remedio, ncm allopathico, nem homeopalhico, payaro metade dos prer/
I estipulados. Esta conossSo tem por lm facilitar a cura de molestias, que {xnUm Uruar-
se complicadas pelos emprego intempestivo da (teraputica e ao mesmo tempo adquirir
: para a homeopathia maior numero de adeptos pola bateza da cura.
Em attencao as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino resol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sele horas da
noite.
Os chamados para visitos e conferencias devem ser dujgidos por eacripto ao rem-
sullniin desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que serio attendidus nitro
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
AlfVl'KTUMIA.
0 novo onsultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeara
at a trigsima dynaminjsacao.
E como os mdicos hespanhes e allemaes nao cessam de certificar a roajor efli-
cacia das ultissimas dynaminisaces do tratamento das molestias chronicas, o Dr. S;il.ii>.> *c
oceupa agora de elevar os SfiOfl medicamentos s potencias mais .'illas ( jxir ora at 00.' ).
afim de verilicar por si mesmo a forca djuamica, que se lhe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynaminisaces podero dirigir .>
consultorio suas receitas, que serao aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesouro //wiwyw/A/c
ou Vadtmectm do homeopatha, obra indispensavel a dos que qu-rem usar da Imjhm-
pathia.
Tudo o que diz respeito nova medicina se ach abundantemente neste novo estalnr-
ecimento.
Roga-se a una pessoa que no mez de junlio
levou dous livros de amostras de hicos que at hoje
21 de julho de 1803 anda nao.souhe mandar leva-
Ios a loja da aurora n. 38, o qual me tem causado
atetan transtorno por elles estarera este tempo
todofra da loja.
l'ma croula moca oerece-se para ama de
casa de familia, ou me'snio para rapaz solteiro: na
ra dos Martvros n, 2o.
Precisa-se de urna ama para todo servico interno
de una casa de pouca familia : na ra da Gloria
n. 85'.
LOTERA.
Quarta-feira 5 de asosto prximo se extra-
Tiir a ultima parte da primeira e primelra
da segunda lotera da Santa Casa da Miseri-
cordia.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15, o as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Tmen-
te!, praca da independencia n. 2, loja do Sr.
Soares Pinheiro, ra Direita n. 3, botica do
Chagas.ruada Cadeian. 45, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estabelecimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/ at 105 ser5o pa-
gos urna hora depois da extraccSo at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuicSo das listas.
O thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se urna boa escrava para todo o ser-
vico de casa e compras, muito fiel; igualmente um
escravo para qualquer servico at para carrocetro:
na ra do Imperador n. 30, terceiro andar.
Claudio Dubeux, proprietario
das linhas de mnibus faz
sciente a quem convier que do
Ia de agosto at o fim do ontu-
bro prximo vindouro o mni-
bus de Jaboatao s far 3 via-
gens por semana, sahindo do Recife as tergas-fei-
r'as, quintas e sabbados as 4 1|4 horas da tarde, e
voltando de Jaboatao as segundas, quartas e sex-
tas as 6 1(2 horas da manhaa.
Ifi A \CO 1 \I%0
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambueo
Antonio i.ii it. de Oliveira
% zevedo & C .
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco a prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, c agencias cm Fi-
gneira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna do Castello, Guima-
raes, Barccllos, Lamego, Covilhaa, Braga,
Penaflel, Bragan?a, Amarante, Angra,
Illia da Terceira, Ilha de Faias, lllia da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cionar.no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
ATTESTADO.
Eu, Antonio Joaquim, attesto reconheeer a pura
venlade, que tendo minha muther una enfermida-
de de aborto, a saber, com a enanca morta na
barriga, proveniente do barriga de agua dita (hy-
dropezia), e estando na hora da morte, e j desen-
callada de todos os entendidos, sarou em menos de
8 dias simplesmentc com 12 nilulas paulistanas
que foram applicadas pelo Sr. Laportc (pie se acha-
va de passagem neste fugar, ficando ella saa de
todos os seus incommodos, e por ser vei dade man-
de passar o-presente, que vai assignado por mira,
o Sr. Jos Alves Ribciro, que foi testemunha da
dita cura, e o Sr. Jos Antonio Gomes de Oliveira.
S. Joao Baptista 19 de fevereiro de 1861.
Jos Alves Ribeiro.
Testemunha.-Jos Antonio Gomes de Oliveira.
Deposito na pharmaeia do Sr. Jos Alexandre
Ribeiro, ra do Queimado n. lo, Pernambueo.
. ^ -y-. -~r" ^"^= ^>
INTERINATO
DE
Attencao.
Na ra do Hospicio n. 15 precisa-se de
urna ama de leite que seja sadia.
SiSISiSS9SISISi8KS
*TTT,'^fT\^^^ ^^^^^FT^^PT^ ^^^^^^^^^^^^^^^^^^
Festa de Sant" lima, erecta na
matriz de Santo Antonio.
Os cncarregados da festa da gloriosa Sant'Anna,
erecta na matriz de Santo Antonio, nao podendo
solemnisar com todo brlhantismo e pompa con-
dignos a mesma Senhora em o dia W do corrente,
por motivos alheios sua vontade, dcliberaram
transferir para o prximo domingo a dita festivi-
dade : os mesmos cncarregados pedem encareci-
damente aos moradores das ras do Cabug e No-
va, o favor de illuminarem as frentes de suas casas
na noite do mesmo dia.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da na
da Senzala Nova n. 42, com bastantes commodos
para familia : a tratar na mesma.
Hoga-se ao senhor que mandou fazer nm
sellim na ra Direita n. 51, que tonha a bondade
de, no praso de 8 dias, a contar da data deste, o ir
buscar assim como levar o que lovou para se ser-
vir cm quanto aquelle so apromptava, do contrario
passar o mesmo a ser vendido para pagamento. (
O abaixo assignado cncarrega-se de barrer e
aguar as ras desta cidade por preco commodo :
as pessoas que quizerem contratar pode dirigir-se
ra Novan. 13.
Miguel Antonio Roberto.
O abaixo assignado em beneficio de seus cre-
dores vendeu ao Sr. Florentino de Almeida Pinto
o estabelecimento de mol hados da ra larga do
Rosario n. 27, onde contina at que possa rece-
ber as dividas pertencentes ao mesmo estabeleci-
mento para acabar de pagar aos mesmos senhores.
Jos Joaquim da Costa Maciel,
Ao publico.
Previne-se a quem interessar possa que a parte
quo o Sr. Jos de Carvalhoaes de-Andrade pos-
sue no engenho UchOa freguezia dos Afogados, est
sugeita a pagamento de nma divida privilegiada,
nao podendo por isso ser alienada pelo mesmo se-
nhor em quanto nao fdr paga aquella divida.
C4S4 DE CAMPO
Tem de se alugar a casa de campo junto ao pa-
lacio do Sr. Bispo na Solcdade, aonde mora actu-
almente o Sr. commendador Antonio Siqueira Ca-
valcanti; a casa nova e tora muitos commodos,
tanto no andar terreo como era cima, grande terra-
{o, gabinetes, casa de banho, e de escravos, co-
cheira e estribara, gradeamento, jardim na frente;
o sitio tem grande quantidade de arvoredos do
fructo, o predio todo Iluminado a gaz, e junta-
mente a frente do jardim e terrac.0 : a tratar no
armazem da aurora brilhante, largo da Santa Cruz
com m'U proprietario.
Engao.
No annunco que o abaixo assignado mandou
publicar no Jornal do Recife de 16, 17 e 18 do
corrente julho, avisando ter-se despedido da admi-
nistracao da massa do finado Manoel Buarque de
Macedo Lima, houve engao em algumas palavras,
e por tsto em lugar do pouca massa, la-se porra
massa, e em lugar de Antonio da Silva Gusmo,
la-se Antonio Buarque de Gusmao.
Precisa-se de 506)1, deixando-se em poder da
pessoa qne der o dinheiro um excellente escravo
por garanta ; sendo qae, se a mesma pessoa se
agradar do dito escravo, se o vender por preco
razoavel; nesta typpgraphia se oncaminhar.
Offerece-se urna pessoa para criar meninos,
tanto de leite como sem elle, impedido on desem-
peido, por commodo prego, aliancandose o bom
tratamento.
Salomad Hessias, subdito francez, vai ao nor-
te desta provincia.
ESTABELECIDO NA CIDADE DO RECIFE r
Director0 bacuarel em malhemalkas
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
O director do internato de S. Bernardo, aecedendo aos pedMoe de varios pa
respectivos collegiaes, e de outras pessoas desta capital, removeu u seu estabelecimento
da Capunga para esta cidade.
Nao tendo evitado esforcos nem sacrificios para proporcionar aos seos alumno*
urna perfeita educaco physica, moral, intellectual e religiosa. olTerecendo-lhes una I-
bitaeao com bastantes cond(;oesde salubridade, habis innfi'n >\w sao soliriUis em
prepara-los convenientemente ao fim que se destinara, medico pralico que hea ha
comprehender os preceitos da hygiene e Ibes cure das doencas, e linalmente nm sacer-
dote Ilustrado e honesto que lhes explique os princi|ios da religiao christa. es|*ra qm-
assim constituido nao deixar o seu estabelecimento de merecer dos Srs. |ws fami-
lias o auxilio e confianza com que j alguns o tem honrado; e lhes roga, bem romo a
todas as pessoas interessadas, que se dignem de visitar o mesmo seu estabelecimenl.
onde semprc encontrarao franco ingresso.
0 collegio tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 ra da Aurora, contiguo ni
do collegio dos orphos.
Nos estatutos do collegio, que estao dfeposicio consignadas as coudiciJes da. entrada c matricula" as animal aulas do esubeleci-
mento.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
s3o medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias
2o
3o
de-olhos;
de peito:
dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 40 da manha, menos nos do-
mingos. *
Praticar toda e qualquer opera-
c3o que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Joao Rodrigues de Oliveira, subdito portu-
guez, vai para Europa
CUiarda-livros.
Um moco Portuguez, competentemente habilita-
do em escripturacao mercantil, offerece-se para
tomar conta de algumas escripias por commodo
proco : qualquer senhor negociante que se quera
utihsar de seus servicos, tenha a bondade deixar
carta fechada nesta typographia sob as Iniciaes
C.R.
O abaixo assignado, tcstamenteiro do bilrri-
do Fortunato Cardoso de Gouveia, n>ga at ian
dores do mesmo fallecido que por favor pu^urm
seus dbitos com a maior presteza alim il<-
incommodos e maioresdespezas : dirijaw-se an
da Cruz do Recife n. 60, o a ra do lmpen)li>r li-
mero 31.
_____________Joaquim L>|ws de Alida.
Aluga-se urna casa com sitio na entrada 4o
Jacobina (Capunga), muito fresca e matada e ao-
vo, com terraeo e jardim noslados, naheiro, da
I quartos fra, coxeira, estribara e jralraMm, para
ser vista estao as chaves na casa junta em o sitio
I do Sr. Joao Baptista, e trata-se sobre o abjfuel a
ra do Pilar em Fora de Portas no segundo andar
do primeiro sobrado do lado direito loto depois d>-
passado o arsenal de marinha.
Ausentou-se da casa do aborto assigmadoa-
rador na Torre desde o dia 12 do crrente anc
um crioulinho orpho de nome Manuel, naiui
freguezia de Cimbres e com 16 anaui de 4**-
pouco mais ou miraos, levou no corpo calca de
brim, camisa a moda paleto*, e chapeo de Mln> -
no, faz-se este para livrar de duvidas para* *
ro apezar que j consta terror o aaw Matad
praca no segundo batalhd de fuzilnro.
libaaio raaiMitr Jliaalnk
Aluga-se o inimeiro andar da roa *>*'
rador n. 69, propriopara escriptorio on anan ad-
vogado: quem o pretender dinja-se ao PassrioP-
bco n. 11, loja de fazendas que achara rom
tratar._________________________
Ahiga-se o prinfciro andar da c**a
doAmoriBBB. 15: a tratar na praea da
deneia n. 21, ou na ra do Codorniz,
Sr. Fontes.______________________'__
Aluga-se ma excellente escrava crrnda da
18 annos de idade, boa conducta, a qual sabe tv
zer todo servico do urna casa interno e eneran :
na ra dos Pires n. 54.


a.

tai
.....ii



-

,






DUrlo de PerBamiMMe -r Saeteado 1* de .lulho de 183.
N
NOTICIA NOTIOA NOTICIA.
A. W. Osborne retratista americano na ra
do Imperador partecipa ao respeitavel publi-
-co que elle acaba de receber dos Estados-Uni-
dos o novo e valioso processo da photogra-
phiaha pouco descoberto nos Efijados-Unidos,
sendo este novo systema superior a tudo
quanto at o presente se tem descoberto;
sendo o annunciante o nico em todo o impe-
rio do Brasil, que possue o dito systema
photographico. O Sr. Osborae pode apresen-
tar as mais bellas pinturas sobre o papel
debaixo de um estylo nunca experimentado
nem conhecido at boje neste paiz, os precos
dos cartees serio os mesmos; A. W. Osbor-
ne na ra do Imperador; olhem para a ban-
deira americana.
NB. A sala onde est collocada a clara boia
fdi a pouco toda retificada de novo, e adia-
se com espaco suficiente'para acommodar
qualquer familia por mais numerosa que soja.
Aluga-se a luja do sobrado sito na ra Nova
n. 37 i a tratar com Amaro tioncalves dos Santos,
no Passeio publico, ou na roa Nova n. 35, loja de
ferragens. _______^^
PHOTOCIRAPnU ARTSTICA
25 RA NOVA *i&
ESQUIN4 D4 IDA DA CAMBOA DO CABMO
' Trabalham seja qnal fdr o tempo.
Contina a haver pao de centeo nos dias quar-
tas e sabbados de cada semana, na padaria, em
Santo Anuro, ao pe da fundirn, e na na da Im-
peratriz n. 24, ra do Bruin, confronte .10 chafariz
n. 47, e na do Rosario larga deposito n. 36.
Ao n. 29.
Noca loja dot barateiros, ra do Queimado.
Chitas francezas milito finas, covado a 300,
320 c 360; baloes de panno, a 35300; fustao de
cores, covado a 320; cassas francezas fazenda
muito fina, a 800 r6 a vara; cambraia lisa de 10
jardas, a 3*500 ; dita fina, |nca de 20 jardas, a
'85000; laas muito finas para restido, covado a
500.___________________________________
Ao n. 29.
Nota loja dot barateiros, na do Queimado.
Paletots de alpaca mesclada, a 45000; camisas
inglezas a 15600; brim lona de liuho, vara a 640;
grvalas de seda superior, a 500 reis; ricas abo-
toaduras para colote, a 500.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CRIH4UI.Tc C", pharmaceuticos deS. A. I. o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Esta nova cotnbinac&o rene debati de um pequeo volme urna forma agradavel e um gosto delicioso.
Ha multo que os mdicos detejavfio ardentemente a reunido destes dous medicamentos, e todava, aperar
dos maiores esforoos, nem a sciencta medica, nem os qumicos os mais disiincios o poderto conseguir
al aqui; gracas porm peneveranca humana achao-se boje associadas estas duas poderosas substan-
cias, a quina, o inico, restaurador por exeellencia, o ferro, a bazo de nosso sangue, e conseguinte-
incjite o reparador dos forjas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope inico regenerador se tem mostrado multo efficaz sao : as ame-
norrlieias, fallas de menstruacBo, dores d'estomago, fasilo, digestoes penosas e tardas, flores brancas,
menstruscoce diflkeis, o Ivmphatismo, o empobreclmento do sangue, as escrfulas, os estragos produidos
pelas molestias syphiliticas.
Ha apenas um anno 1ue Xarope de quina e de ferro foi applicado nos hospitaes de Pars, e elle
hoje o medicamento mais em voga., eubstituindo, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos conhecidos.
O prospecto encerra numerosos certifleados de muitos membros da Academia de Medicina e professores
da faculdade que atteslo que efte precioso medicamento o conservador da saude por exeellencia, e
o reconstituirte da economa animal, indispensavel s pessoas que habito os palies qucnles, como
preservativo das epidemias.
Acha-se venda no deposito ral, em Part, na pharmacia Grimaut e o, ra de la Feuillade, 7
em Lisboa, em caza do Sur lu>drio la Coata-Car M"ir MiimriJur a> Soma Ferreira; no Rio-de-Janeiro, em casa da rlava relete e Dala, ra do
Sabao, 11; na Baha, em casa do Sfir lomt-cavtmao Ferrelra-Esplaheira 5 no Rio-Grande, em casa do
Sfir Joaqula de Gooj; no Uaranho, em casa dos Srs Ferreira e O; em Pernambuco, em casa
do Sfir Bartuolomen-Franclaco de soui) em casa dos Srs shount e C, e bem assim as prin-
cipaes pharmaclas do Brazil e de Portugal.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caors & Barboza.
MADAMA VIUVA LECOMTE
RA DA IMPERATRIZ N.
7.
Tem a honra de participar aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel publico desta capital
assim como das provincias, que acaba de receber pelo paquete francez Navarre um completo e muito
variado sortimento de objectos para presente, assim como recebeu tambem ricos leqnes e ricos pentes
quer de atar cabello quer de alisar e tirar bichos ; na mesma casa encontrar o respeitavel publico to-
das e quaesquer perfumaras dos mais afamados perfumistas de Paris, e agua para tihgir cabellos.
Luvas de pellica de Jouvin.
Na mesma casa contin-se a cortar c frisar cabellos pelo prego de 500 rs., e faz-se toda especie
de cabelleira.
Ao n. 29.
Nora loja dos barateos, ra do Queimado.
Xestc estabelecimento vendem-se .os artigos se-
puintes por menos de metade do seu valor : franja
de algodao branca peca de 43 varas, a 15600;
bicos pretos de linho, vara a 120, 160, 240 e 320;
botes de veludo, de seda de fustao, duzia 120
jis; rendas finas peca de 10 varas, a 500; en-
tremeios muito largos e muito finos, peca a 45500;
touuuinhas de vidrilho para crancas, 500 reis.
mmmmmi
ALVICARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. i 3 de Antonio
Correa de Vasconsellos & C. riqus-
sinids cortes de la muito fina com
; barras estampadas e matisadas Im-
pentrz Eugenia, cores as maisdeli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc.,azenda fnteiramen-
t nova e nunca vista em Pernam-
buco.
%
APPROVA^AO E % l TOIII3 t %0.
Academia imperial de medicina
E
Junta central de higiene publica
Muito conhecidas nesta corte e em todas as pro-
I vincias deste imperio, pelos seus infalliveis resul-
tados em todos os casos de inflammacao, seiam ex-
ternas ou internas (com cansaco e falta de respi-
rarlo) como ilo estomago, ligado, bago, bofes, rins,
tero, peito, palpitacao de coracao, gargantas,
olhos, erysipellas, rheumatismos, paralysia, e todas
as afleecoes nervosas; etc., etc.
Igualmente para quaesquer nchacoes, feridas,
tumores intestinaes c venereos,-scrbphulas, lobi
nhos, papos, etc., etc., sejam qual for o seu tama-
Alugau-se a loja do sobrado n. 193 earmazem,nho c profundeza, por meio da supuracao sero ra-
il..171 da ra Imperial, o armazem n. 4 da ra do | aicalmente extirpados.
ELECTRO-MAGNTICAS EP1SPAST1CAS
DE
RICARDO KIRK
Para seren appllcadas as partes affectadas, sem resguardo
nem incommodo
Apollo, e a casa" n. 27 da ra do Burgos: na ra
tla Aurora n. 36.
Doseja-se muito fallar com os Srs.:
Manocl de Souza Leao Junjor.
Horacio de-Souza Leao.
Juiio da Silva.fcantos (empregado na estrada de
It-rro.)
Jt's Antonio Lopes Jnior (do Rio-Formoso.)
na rua.-do Crespo n. 17, loja.
Alaea-se um sitio na Capunga Velha, com
boa casa.de vivenda, eocheira, estribara e quartos
para pretos : a tratar na ra .Nova n. 3, ou na ra
da Palman. 41.___________________________
Caixelro.
Offerece-se ubi moco que tem muita pratica de
molhada* para caixeiro de qualquer armazem :
quem pretender, dirija-se a Iravessa da Madre de
Deosn. 21.
Casas de campo baratas.
Aluga-se ma no Monteiro, contigua ao sobrado
e outra na Trc,,a isargem do rio Capibaribe, de-
fronte da ponte de Ueha, onde, depois de se ter \
apenas atravessado o rio, encontra-se fcil condu-
cao para o Reeife na liiiba dos mnibus que em
diversas horas tyor all passam : u/ifias as casas !
tem Iiastantes eemuiodoe, e a ultima tem urna!
grande planta de eapim : ii tratar na ra estreita !
do Rosario n. 28. ou das i horas da tarde em dian-1
te em ponte de Uch&a no ijiu do conselliciro Jos 1;
Beato.
(Estas chapas nao podem fazer mal de forma al-
guma, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
inelhor successo, vejam-se os attestados de curas
completas que j foram publicados pelos jornaes.)
O uso dellas aconselhado e receitado por habis e
distinctos facultativos, sua efllcacia incontestavel, e
PODE-SE MANDAR VJR
as innmeras curas completamente obtidas as di-
versas molestias em que foram applicadas, e fazem
merecer e conservar a confianca do Ilustrado pu-
blico, qne j tive a honra de merecer delle 25 an-
nos de existencia e de pratica.
N. B. Nesta corte e de todos os pontos dcst
imperio recebem-se participacoes satisfactorias e
respeito das ditas chapas medicinacs.
As encommendas das provincias devem ser di-
rigidas por esrripto, com todo o cuidado de fazer
as necessarias explicacoes, se as chapas sao para
homem, senhora, menino ou enanca, declarando a
molestia e em que parte do corpo existe.
Para inchacfcs, feridas, lobinhos, papos, etc.; o
molde justo de seu tamanho em um pedaco de pa-
pel, a declaracao onde existe, afim de que a chapa
seja da forma da parte affectada, e para que possa
ser bem applicada em seu lugar.
DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapas serao acompanhadas das suas com- i Consulta as pessoas que se dignarem honra-lo
ptenles explicacoes, c tambem de todos os acces- com a sua confianca, todos os dias, sem excepcao,
sorios necessarioc para suas applica^oes. das 9 horas da manbaa as 2 da tarde.
ESCRIPTORIO
\. 119 RITA DO PARTO \. 119
E EM PERNAMBUCO
Para as encommendas ou informaeoes dirijam-se pharmacia de Jos Alexandre Ribeiro,
ra do Queimado n. 15.
AURORA
N, 84'
LARGO DA
RRILHANTE,
te
SANTA CRUZ.
CASA DE SAUDE
Em Sanio laaro
no i>r. Uva Ramos.
nico estabelecimento desta natureza
,qwc existe entre nos, montado do modo
que pode com todo o commedo e zelo tra-
tar ualquer doenle, que neila seja reco-
0 edificio magestoso e eonserva-se
em pec/eito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado. ,
' isdoentes sao separados, segundo os
bxos, nattreza das molestias c condicoes
isociaes.
Ha quanti fortificados para os aliena.
dos, urna .nferniaria para as partu*
riastes.
O propriftan encarrega-se de qual-
quer peracao.
O estabeleciineut-j franqueado qual-
quer pessoa que u qweira visitar.
Primeira classe3000diarios.
Segunda dita.... 2J500
Terceira dUa.... JfcSOOO
Para que qualquer doeaie sejaali rece-
bido. basta que se mande ouome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que quelra ter um ou mais
leitos sua disposicad.
O grande armazem da Aurora Brilhante contina a vender os melhores
mais novos gneros viudos ao mercado, por precos baratissimos.
Dous anuwens pequmos na travessa da Sanzal-
la Velha, por detrae da loja n. 50 da ra da Ca-
deia, muito prximos alfandega e ao caes do
Apollo, e por isso proprios para qualquer flra e
serv rcm para um s por terem communicacad;
trater na sobredlta loja cora Cunha e Silva.
Manteiga ingleza flor, libra. 800
Dita dita mais baixa, libra 640 e 720
Dita hollandeza e barris pequeos
libra 640 e.......760
Dita em barris e meios, franceza
e ingleza, de 600 a ... 700
Oita franceza nova, a. 640
Cha byssom, o melhor que tem
vind ao mercado, a libra. 3)5200
Dito verde muito superior. 3000
D^t miudinho, a libra 2J800
Dito graudo, a libra .... 2#>60
Dito ais baixo, a 25 a libra e 2)5400
Dito estrelinlias do Rio, a libra
10550 -e.......10600
Dito preto muito superior, a li-
bra 10500, 10800 e 20000
Toucinho de Lisboa muito novo,
arroba 90000 e libra. 320
Presumios inglezes para fiambre,
muito ndvos, a libra. 800
Dito de lamego, a libra .... 560
Chouricas c salpices. os mais
novos poseiveis, a libra. 560
Mostarda franceza em frascos de
vidro........500
Conservas inglezas e francezas,
em frascos, a......800
Marmelada muito nova dos me-
lhores concerveiros de Lisboa a 720
Massa de tomate, a libra 640 e 720
Saccas grandes com milho 60500,
farinlia 60500, farelo 4/500,
arroz de casca a 10 e. 50000
Latas com bolachinhas de soda e
outras qualidades novas 1/500
Ditas de ameixas cora 2,4 e 8 li-
bras, a 10500, 20600 e 40500
Ditas com'llgos de comadre, pro-
prias para mimos, de 4 libras 1/500
Ditas com peixe preparado do
melhor gosto, a.....10300
Ditas com sardinhas de Nantes,
a 320 e.......360
Ditas com fructas de Lisboa era
calda, a.......640
Vinhos genuinos engarrafados no
Porto, de 10500 a 20000
Na ra do Mondego n. 85, corta-sepa-
pd para^nfeitar pratos.
Callgraphla.
O callgrapho Mendonca Belm offerece o seu
prestimo nao sement para dar lices em casas
particulares, como para copiar papis etc. O mes-
mo se ofifeceoe tamban para dar Uf6es de gram-
matiea portugueza, arithmetica, principios de geo-
^raphia e geometra : a tratar na jrua Yelna n. 93.
DENTISTA DE PARS
19Rs Km-49
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operaedes de sua arte, e col-
loca denles artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dcotiicio.
AI US no I de casa.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar e
sotad que tenha commodos pana nao pequea fa-
milia, e que seja situado no bairro da Boa-Vista,
ou mesmo no de Santo Antonio, e com quintal;
nao se duvidando dar um semestre adiantado de
aluguel quem o tiver, dirija-se ao principio da
ra do Hospicio,, sobrado de um andar com portao
de ferro ao lado.
Os senhores credores da massa fallida de
Camargo & Silva, sao convidados pelo presente pa-
ra apresentarem seus ttulos de divida aos admi-
nistradores da predita massa, na conformidade do
disposto no artigo 839 do cdigo commercial, para
em seguida se proceder o rateio.
irte medieo-cirurglco
jltua do Se ve n. 28 (liba dos Ratos) proii-
inn ponte de Santa Isabel.
O Dr. Joao Mara Seve, medico parteiro
e operador contina no exercicio de sua
profisso, semprc prompto a qualquer
chamado.
Recebe em sua casa escravos c criados
doentes de ambos os sexos e tambem ma-
rojos, para o que tem preparado conve-
nientes accommodac,oes, garantindodhes o
melhor tratamento, pelo preco de i& dia-
rios, salvo operacoes que sero previa-
mente ajustadas.
"fijifigl-jisl
Caaos de ierro.
Na na da Gloria h. 89 vendem-se canos de fer-
ro de meia pollegada, para agua ou gaz, a 160 rs.
o palmo inglez.
RETRATOS
DO ARflSTA
etfllfM) rJflfflJG)
Ntidamente Ivtographados em Paris, viudos pelo
paquete Navarre.
Prefo de cada retrato 1500.
Yende-se na loja de livros ao p do arco de San-
to Antonio.
Potassa da Hussia.
Acaba de chegar pelo brigue hamburguez
Otto, muito nova e superior; vendse so-
mente no antigo e acreditado deposito na ra
da Cadeia do Recife, n: 12; onde tambem se
vende cal de Lisboa muito nova e precos
commodos.
CASAS A VENDA.
NO ARMAZEM DE F.UENDAS UMATM
DE
AXTOM lOELU
Rm do Qieimdo 49.
Vende-se o seguate s
loberas
de chita da India, a 8:ooo rs.
Leaffafc
de linho, a 2:ooo rs.
Lenedes de bramante
de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
Toalhas akrbadas
para mao, pelo baratissimo preejo de 5:ooo
rs. a duzia.
Ricos vestidiibs
de seda para meninas, pelo baratissimo pre-
CO de 4:ooo rs.
Lentos de seda
pelo barato preco-de l:ooo rs.
Saias drfasii*
pelo baratissimo preco de 5:5oo rs.
Lencos de uabraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a l:8ooe 2:ooo rs.
Lenrns de casta
fraissimos, proprios para algibeira, pelo ba-
ratissimo preco de 2:4oo rs. a duzia.
Cortes de calca
de ganga mesclada, de listas e de qoadros,
j fazenda superior, pelo baratissimo preco de
i l:2oo rs. o corte.
Peeas de madapolio
largo superior, pelo baratissimo prero de
O corretor geral Macdo, est competentemente
autonsado a vender as seguintes propriedades : a
saber:
Na ra da Palma casa terrea n. 54.
do Jardim casa terrea n. 12.
do Rangel sobrado de um andar n. 5.
dos Pires casa terrea n. 24.
do Burgos sobrado de 2 andares n. 11.
travessa do Pocinho casa terrea n. 10.
ra de Hortas metade da casa terrea n, 68.
dos Pescadores a 7* parte da casa terrea o.,Uw. _
n 26 i o.ooo rs.
do Rosario da Boa-Vista dita dita da ca-1 Pecas de hrrf.inha
sa terrea n. 47. ; de rolo com lo varas, pelo barato Dreeo de
> do Farol dita dita da casa terrea n. 52., 3;2oo rs.
do Pilar dita dita casa terrea n. 51. .
Um cxcellente armazem na Gameleira junto a' ""t*8 fam"raia
estacao da via frrea. j de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo ba-
Na povoacao do Poco da Panel la casa terrea n. 3 rato preco de i: 000 rs.
> > dos Afogados ra de S. Miguel casal Atoalkados de lisa*
Quem as pretendenide dirigir-se ao supradito 9m.8 Palmos ^largura proprio para toa-
corretor na praca do commerek). ma de meza, a z:oOO rs. a vara.
Aluga-se urna canoa nova para o trafi-
co de capim ou para familia; por preco com-
modo, e tambem se vende: a tratar nos Afo-
gados com Candido Theotonio da Cmara.
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea que seja pequea
c em chaos proprios : a tratar na ra da Florenti-
na n. 42.
Preelsa-se comprar
urna parelha de bons cavallos que andem bem em
carro, brancos ou pretos c de bonita figura, c que
nao tenham mais que 6 annos : dirija-se ao Sr.
Thomaz Payne na eocheira da roa da Guia no Re-
cife n. 1.
Compra-se um cavallo preto que teidia so-
mente os andares de trote e galope : na ra da
Cruz n. 13, primeiro andar, das 10 da manhaa s
4 horas da tarde.
Compra-se efectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
ZAHORA.
DRAMA HISTRICO PELO DR. THEBERGE, NO
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGEM
FEMENINA.
Na ra Nova n. 11 vende-se a l#ooo o
exemplar.
Taberna
Vende-se a taberna da travessa do pateo do Pa-
raso n. 18, com poucos fundos, ou mesmo s a
armacao : tratar na mesma ou na ra largo do
Rosario n. 50.
Farinha de mandioca
nova c de muito boa qualidade, a retalho e em
porcao : a bordo do palhabote D. Luis I, atracado
ao caes do trapiche Barao do Livramento, no For-
te do Mattos.
Vendem-se cavallos : na ra do Im-
perador coxeira n. 13.
Hllho superior em saceos
grandes.
Vendem Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
por menos preco que em outra qualquer parte, no
seu cscriptorio ra da Cruz n. 1.
Vende-se muito barato, no lugar denominado
Trombeta, umaofficina de funileiro com todos os
pertences e material completo talvez, para um mez
de trabalho : a tratar no mesmo lugar, Porto dos
Cajueiros, ou no Recife, ra do Caldeireiro n. 76.
Toalhas
PINTURA. de linho para meza, a 3:ooo rs.
Tinta branca de massa muito nova, em la-1 Barege
tas de 28 libras para casas, para navios, para de lindos gostos, pelo barato preco de Wo
a companhia do gaz, a 2oo rs. a libra: ra rs. o covado.
larga do Rosario n. 34.
VENDE-SE
no armazem da bola amarella, no oitao do gaz da
ra do Imperador, verniz ou alcatrao do gaz, pelo
preco do gazometro, achando os senhores compra-
dores barris que levam de urna caada a vinte e
quairo, por barato preco : no mesmo armazem.
GAZ.
No armazem de louca da porta larga, roa larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com 5 galoes de |
gaz a 12, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em conta; garantc-se a qualidade.
Esleir da India
propria para forro de sala, de 4, 5 e 6 pal-
mos de largura.
II ua da Senzalla i 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnslon C,
' sellins c silhoes inglezes, candieiros e easti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Vendem-se caixes vazios pro-
prios para baholeirosa 4$280, na roa
das Cruzes n 44.
^
Gaz liquido 12$.
Vende-se na nova exposico de candiei-
ros a gaz, na ra Nova n. 24, latas de gax
de 1.a qualidade e nao inlammavel, a I2.J,
contendo cada lata 27 garrafas, qne muito
, convem a quem gasta este liquido : na na
Chegada ltimamente pelo Solferino:raa 'Nova 2?, loja deCarneiro Vianna.
da Cruz n. 2, armazem de Isidoro, '
Agua de Vechy natural.
Netto
C.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qnalida-
de : no armazem de Tasso Irmos, ra do
Amorim n. 35.
Llngnas Inglezas
era salmoura: no armazem de Tasso Irmos,
ra do Amorim n. 35. _____________
Vende-se a taberna sita na travessa dos Ex-
postos n. 18 : a tratar na mesma.
Caz na eldade de Ollnda.
Vende-se gaz liquido de primeira qualidade a
640 rs. a garrafa e em porcao mais barato : na ci-
dade de Olinda ra de Mathias Ferreira sobrado em
que morou o Sr. major Salvador.
- vende-se urna armario envidraeada em bom
estado, posta na loja do sobrado n. 61, ra Direita :
a tratar no primeiro andar do dito sobrado, e as-
segura-se que se far todo o negocio.
Farinha e milho
No armazem da aurora brilhante ha saccas gran-
des com farinha muito boa e milho a 5S800 a sac-
ca, em porcao se far algum abalimento._______
O LIVRO DO POVO.
Segunda ediCao mais correcta, ornada com' "'tT'attSv dCC'aradaS
27 estampas, e augmentada cora 48 paginas IT^Lt .f"C
de texto, contendo: a vida de Nosso Senhor Saftn0ef ,n8,ezes mu,t0 aos a
Jess Clu-isto, fbulas, o vigario, o bom ho-' P 71 .' ,' *.'..' '
mera Ricardo, quadrupedes uteis, o profes-F,^com(1,a^? (le co,0D,a P*^"
sor primario, moral pratica, Simo de Nan-1 n-,,mu !no ./ *-
tua, mximas e sentencas, hvgiene, receitas D.tod.to grande mu.to superior. .
necessarias, o Rrasil: vende-se na livraria de fcof ,le maar *** a-
Manocl Figueira de Faria & Filho, prara da ^ e 11303,^ 'eola-
Independencians.Ge 8, a 600 rs. o exem-i Fra^s de oleo ^rbosa a 240,
piar em brochura,e a 1carbonado. rv/ V-.e" .' '. '' '
1_______________!______________________'Dito dito muito superif-r a 500e .
A aiionv* Hn Mtw* tPtvn 5Dit0 de banha muit" fino a 400 e .
199UVai UU m Unten V Frascos de Lavande muito superior.
Ra do Imperador n. 28 e caes de Apollo n. | Garrafas d'agua celeste muito su-
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima' Perior
MUDANCA.
0 rival sem segundo mudou o seu estabe-
lecimento do n. 55 para o n. 49 da mesma
| ra e contina a vender em todas duas hijas
e qwii
IM
a 55600 aarroba.
Vende-se um grande terreno com cercado, e
ptimo para fazer-se um cxcellente sitio em Jaboa-
tao a margem da estrada da Victoria e contiguo a
povoacao de Santo Amaro, contendo igualmente
terreno para plantacao : quem a pretender para
tratar, dirija-se nesta cidade ao terceiro andar da
casa n. 46 da roa do Imperador.
.Mobllia barata.
Vendem-se 16 cadeiras, 1 sof e 1 par de conso"
los de bonito gosto, tudo de Jacaranda, com quas
nenhum uso, por preco commodo, visto o dono re-
tirar-separa fra da provincia : na ra da cam-
boa do Carmo n. 18.
Alem dos gneros annunciados, ha urna grande quantidade de gneros todos
da melhor qualidade, e vende-se barato,
Calcado francez, na loja do vapor, na
era a, 7,
?
Francisco Ignacio Pinto agente dti Jeiloes le-
galmente estabelecido nesta cidade, mudou o seu
cscriptorio dama da Cadeia do Recife n. 9 Dar o
primeiro andar do sobrado n. 24 na mesma roa
onde poder ser procurado das 9 horas do dia as 4
da tarde, e desta hora em dianfe no Hospicio, casa
contigua ao quanei onda resid actualmenie.
digno de atlencao os novos sorti-
mentos de calcado francez, ebegado h
dita loja, e mui especialmonU' as mo- *
dernas botinas cora diferentes e novos
enfeites para senboras e meninas.
HOTEL DE PARS
Roa da Cruz n. 24 por cima da botica
- ALMOCO, UlTAR E LANCHE,
Bebidas superiores de (odas as qualidades.
Precisa-se de 7:000# a premio, dando-se por
garanta hypotheca em urna propriedade : quem
liver e quizer dar annuncie, declarando a pessoa e
o Jugar em que se deve procurar para tratar-se.
-
\rrenda-se engenho %.
Caetano sito na comarca do Ca-
bo, tem esta propriedade expel-
ientes, trras para plantacao de
caunas, rocas ete., moldo por
agua e dista da estaco da Ta
frrea apenas meta legua qnem
o pretender, dirija-se f asa do
fallecido eommendador Lnlz Go-
jes Ferreira, no Mondego,
Pentes de marrafa.
A nova loja da aurora, roa larga do Rosario n.
38, recebeu pelo ultimo vapor um grande sorti-
mento de pentes balao e imperatriz para mar-
rafa, a obra mais rica e moderna que tem ebegado.
assim como tambem recebeu pentes dourados com
pedras para menina, ditos de guarnieses com al-
jofares, muito modernos, para senhora, gravatas
multo modernas da ponta larga e bordada, final-
mente temos grande sortimento de miudezas, o
qual estamos resolvaos a vender barato._______
Estampas Unas.
Na loja da Aurora, na ra larga do Rosa-
rio n. 38, recebeu-se vario sortimento de
estampas de differentes santos.
OSTRAS
era caixas de 24 latinhas de urna libra no ar-
mazem de Tasso & Irmos ra do Amorim
n. 35.
A loja de Augusto F. S. Porto, roa do Queimado
n. 11, chegaram lindas capas de seda ricamente
bordadas e enfditadas, manteletes de seda, laazi-
nhas de bonitos gostos, que tudo se vende por
commodos precos.
Frascos de cheiro muito finos
500 e.........
Ditos de banha pequeos muito fina.
Dito de opiata pequeos. .
Thesouras muito linas para unhas.
Gravatas de seda de cores .
Luvas brancas de algodo .
Caivetes de 2 folhas muito finos .
Caixas de colxetes francezes e car-
toes .........
Grampos de caracol e lisos. .
Caixas de vidro com 12 dedaesde
metal.........
Massode palitos lixadospara destes.
Grosas de botes de ac para calca.
Caixas com 6 frascos de cheiro. .
Vende-se um boi manso para carroca: a tra-
tar na ra do Rosario da Boa-Vista u. 51.
Vende-se a armacao da loja n. 7 da roa do
Queimado a tratar com Augusto F. S. Porto na
loja n. 11 da mesma roa.
Na casa n. 17 da roa do Amorim, existe urna
armacao de taberna propria para qualquer prin-
cipiante e que se vende por preco muito commo-
do : a tratar na roa do Rosario n. 35, taberna.
Vende-se a typograhia em que se imprima
o Diario do Recife, contendo i prelos e diversas
fontes de typo, bem como cajxetas e mais airan- Escovas para cabello muito finas .
jos pertencentes a mesma typographia : a tratar Carteirasdemarrotruimmuitofinas.
na roa do Imperador n. 54 ; igualmente se vende Pe?as de tnoQi |sa encamada. ,
papel de impressao por preco commodo, etc^ ^.^ ^.^ muJlo ^
Vende-se manteiga ingleza flor a 960 rs. a njf d ;.
libra, dita franceza a 720 e 560, lnguica de Por-1 U,*PS. ae v,aro com nla ""^
lugal a 480, paios a 560, queijos do reino a 14900, ( tenor.......
dito de prato a 700 rs., dito de manteiga a 560, Cartas de alfinetes francezes
carne do Serid a 320, bolachinha de araruta a
320, aletria nova a 480, amendoas a 120, toucinho
de Lisboa a 320, e outros muitos gneros por pre-
tn-
oo commodo : no pateo do Carmo, esquina da roa
Cornetas de chifre para meninos .
2SO
I0O
420
6M>
5tt>
500
1*000
800
200
200
40
50
100
320
40
4
320
IGO
320
14OS0)
640
640
20
160
100
M
80
ie Hortas n. 2.
Vende-se um armario de louro, novo, que
anda nao foi servido, para louca, e urna grade
para porta : quem pretender dirija-se ao Mangu-
nho, casa que faz esquina paraa roa da Amizade;
antes de chegar aigreja de STJos, que achara
com quem tratar._______
PAPEL
RUI'
DO
Recife numero 40
t
Aes chefes de familia.
Na travessa da Madre de Dos n. 5, vende-se
barriquinhas de bolachinha americana de 26 libras
a 25000 rs., e a quem levar vasilha para despejar
as bolachinhas, abate-se 500 rs., vem a sabir a
libra a 57 rs., e por menos da metade do que cusa
a da trra, at mesmo para escravos excellente
pelo preco.
INJECCAO BROW.

Remedio infaflivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n, 22, pre-
C0 3
de cores para listas de eleltores
A aguia branca suppde que nao faz mal em offe-
recer aos athletas uns pacotes com 254 folhas de
papel de cores, que pode servir ptimamente para
listas de eleitores, e tanto melhor por distar cada
Sacte o diminuto proco de 15500, e ser cada um
e urna s cor, o qne difflcil de encontrar a nao
ser na roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Na mesma loja tambem ha de outras qualidades,
branco e azul, assim como anvelopes.
Vende-se a retalho abordo do brigue Mel-
lo i", o qual se acha atracado ao trapiche do
BarSo do Livramento, e em porcao: trata-se
com Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Aos senhores de engenho.
Nos quatro cantos da roa do Queimado n. 20,
vende-se o bem conhecido algodao da trra, pro-
prio para roupa de escravos.
Vctor Grandin, relojoeiro condecorado coa a
medalha da exposico de Paria, r itibclcfo ca
loja na roa da Cadeia do Recife, participa aw tem
numerosos freguezes e ao publico desta praca m
recebeu ltimamente um grande sortifto t ar-
tigos pertencentes a sua arte, como sey**v relafiw
para algibeira de ouro e prata, c de palala wgm.
e suisso, correntes de ouro de lei, e dos nato bo-
nitos modellos ; tambem ten para
chronometro martimo inglez, e de na <
res fabricantes; assim como urna graw
dade de relogios para parede e para eam t 1
ementes.
Vende-se sementes de hortalicas mSS> aova*:
na roa da Cadeia do Recife n. io^hegiiM fca sa-
cos das pelo brigue S, Manuel L
Admiren as lias ka
Superiores laas de cor de _
lisas, fingindo aedinhas ds ddas
pelo baratissimo pre? de 00 rs.
do : na loja das columnas roa do
13, de Antonio Correa Vascooceflos C




V

tlo NOVA EXPSITO
Con $ 1/2 varas, a 2:500 rs, teade o Pavio.
Pecas de cambraia transparente con pal-
io 1 haw ro"*33 bordadas de cor, tendo 8 lr2 varas
na leja do *, c razendas bara- ^ peca> a. g^. dilas mjds W, a
ussimas. 3)5800; pecas de cambraia de salpico bran-
Neste estabelecimento acha-se constante- ** 8 &*> a : S n" "f
mente um grande sortimento de fazendas bnperatnz-n. 60, loja e annazeni do Pavo.
de gosto e de primeira necessidade, sendo Cortes de cachemira da Escocia, a 2:000, na
tanto proprias para a praca, como para o luja do Parto,
mato ; de todas as fazendas do-se livros de An ^,;
amostras, deixando icar penhor, ou man- Jendem-seesta nova fazenda mmto encor-
dam-se levar em casa das amibas pelos ca- Pada a im^ de ?asem,r,> tendo **?**
xeiros da loja do Pavo.
m
Lias com 8 palmos de largara,
na loja do Pavio.
Vendem-se laazifiha enestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna qoe tem vindo ao
mercado pelo baratissimo prego de 15600 o
covado: s.na ruatfa imperatriz n. 60, loja
do Pavo,
Las para vestidos, a 990 rs..
so na loja do PavSo.
Vendem-se lazinhas enfestadas proprias
para vestidos, pelo barato preco de 280 rs. o
ovado, sendo milito mis barato do que chi-
ta ; ditas transparentes, a 240 rs.; ditas 15a
c seda, a 440 rs. o covado: s na ra da
Imperatriz a. 60, loja do Pavo.
Cassas a OO rs. o covado.
Vendem-se cassas francezas de padrees
tniudinhose cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado: s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy, a 40 rs. o covado,
' na loja do Pavo.
Vendem-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
"van : s na ra da Imperatriz n. <50, loja
do Pavo.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos balo,
com barras Mara Pia, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 35500 cada um: esta pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
Cortes de fantasa, a na
loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia fanta-
siadas seda, pelo baratissimo prec de 65;
ditas, a 45; ditas, a 35500: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Cortes de cambraia, a '#300.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos com
babados, a 25500; ditos, a 45; ditos com
barras e babados de seda, a 35, 35500 e 45;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do PavSo.
Cortes de cambraia cbineza, a
*S. na loja do Paro.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padres, pelo ba-
rato preco de 45 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Upakim oh gorgnro de linbo,
a 'i to rs., sO no PavSo.
Vendcm-se alpakim ou gorguro de linho
proprio para vestidos e roupas de crianca,
pelo barato preco de240rs. o covado: s
ua ra da. Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Baldes a 3.00, seo Pavo.
Vendta-fie bales americanos que sao os
melhores, tendo 20 arcos, a 35500; ditos
de 30, a 45500; ditos de 40, a 55 ; ditos
de bramante, a 35500 e 45; ditos para me-
ninas, a 25 e a 35: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do PavSo.
Vestidos para menino, a 2H.
Vendem-se vestidinhos para meninos, sen-
do amito bem feitos, a 25 cada um : s na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Cortes de chita, a 3#500, na
loja do Pavo.
Vendem-se cortes de chita com 12 I|2 co-
vados cada um, a 25500; ditos cora 10 cova-
dos, a 25; cortes de cassa miudjnha de co-
res fixas com 10 covados, a 25; ditos de
organdy mathisado com 10 covados, a
25400: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do PavSo.
As casemlras do Pavo prchin-
cha a .#.
Vendem-se cortes de casimira franceza para
calca, fazenda muito lina, padres claros e
escuros, a 55 o corte: s na loja do PavSo,
ra da Imperatriz n. 60.
O Pavo vende a 9$ e :>#.00
escuros e alegres, afiancando-seque nao des-
bota, a 25 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Os paletots do Pavio, assobrecasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
feitas, a 125: sobrecasacos de dito, a 145;
paletots sacos de dito, a 75; calcas de cache-
mira da Escossia, a 35 ; ditas de casemira
preta, a 55; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 75 e a 55500; colotes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a 75; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do PavSo.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolao enfestado,
francez, com 20 varas, a 85; ditas com 12
jardas, a 45; dito inglez muito fino, a 75,
75500 e85; ditos muito superior, a 105;
ditos de 40 jardas muito fino, a 45800 e a
55600; algodSozinho muito encorpado, a
45800, 55500 e 65; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 15 avara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 35500 ; ditas com 12 varas, a 75:
Os manguitos e golinhas do
Pavo.
pechincha, a 320 e a 400 rs.
Vendem-se gojinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Lazinhas a O rs. o covado.
Na loja do Pavao.
Vende-se lazinhas de cordaozinlio de tuna s
cor, senda azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto proco de 200 rs. : s na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama 4
Silva.

cortes de 15a, a 35 e 35500; ditos com 22
covados, a 55: s na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
s na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fuslio do Pavo.
Vendem-se fustSo com lavr miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brim de linho de quadrjnhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320rs. o covado; popelina
de ISa, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 15 o covado: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do PavSo.
Chegaram em direitnra a loja
do Pavo.
Vendem-se a 1:600 rs. o covado.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de lazinhas transparentes,
tendo urna s cor, lizas e de quadrinhos
miudinhos e mescladas, propria para vesti-
dos de senhoras, capas c zuavo etc. Tendo
esta fazenda 9 palmos de largura, que se
pode fazer um vestido at com 5 covados,
sendo neste artio a fazenda mais leve que
tem vindo ao mercado, vende-se a 15600 o
covado, nicamente: na loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Chitas largas a 280, s o Pavio.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, tendo padres miudinhos, a 280 rs. o
covado, afiancando-sesercrfixe e que solta
o mofo logo que se lava: s na ra da Impe-
ratriz o. 60, loja do PavSo.
Pechincha, a 500 rs. o covado,
sO o Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
GRANDE LIQUIDADO
de fazendas para apurar dinheiro, por
baratissimo preco na loja e arma-
zem da Arara ra da Imperatriz n.
56 de Lourenco Pereira Alendes
Guimares.
.ll.r.r.T.1 FREGUEZES, A 200 RES.
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. cada um; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido de chita a
3000.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 25O0O, ditas limpas sem
mofo a 25500 e 35000, cortes de cassa de
cores de barras a 25000, ditas de cassa pin-
tadas a 25000; na ra da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimares.
Organdys da Arara a S-io.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o covado; na ra da Imperatriz
araran. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas e lindos
dezenhos a 400, 440, 500 e 640 rs. o cova-
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na
ra da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Roupa folia da arara.
Vende-se costumescompletosd'umafazenda
chineza por 125 o costume, paletots de brim
a 25500 e 35000, ditos de meia casemira
escura a 45 e 45500, paletots finos a 65500
e 85000, calcas de meia casemira a 35000,
ditas finas 55500 e 65000, ditas de brim a
Arara vende as eolias.
Vendem-ge ricas colxas avtudadas para
cama a 85000, ditas de fustao a 55000, ditas
de chita a '25000, br%n de linho e algodao
branco a 800 rs. a varlrdito de linho puro
15,15120, 15280 e 15600 a vara; na loja
da arara ra da Imperatrft n. 56 de Mendes
Guimares.
Bales da arara de SO lO
arcos.
45--RUA DIREITA-45
Eia, rapasiada,- coragem I parece que j
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos nem tanto !
Vendem-se os melhores bales que tem' a quebradeira nao deve chegar at este pon-
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e' to 1 Vmde ra Direita munir-vos de excel-
40 arcos, a 45, 45500 e 55, ditos de ma- lente calcado com 40 e at 60 por cento
dapolo bem feitos a 35500 e 45, ditos de menos do seu valor.... attendei:
brilhantina a 45500, bales saias de cordo Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
que faz a vez de balo a 25; na ra da Impera-
triz arara n. 56.
Arara vende manguitos a
JOOO.
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
25 .o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senhoras a 400 rs.; na ra da Impe-
ratriz n. 56.
ntremelos da arara.
queta 2 e meia solas.... 85500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 85000
Borzeguins, francez c hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co 75 e........65000
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas.....55500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......
Sapatoes, Nantes, sola e vira. .
Borzeguins para senhora, inglezes.
55000
45000
45000
35500
25800
Vendem-se pecas de entremeios transparen-
tes a 15, tiras bordadas de largura de 3 a 4 Ditos para menina, comlaco.
dedos a 15280 e 15000 a peca, cortes de la; Ditos de ditas, de cores. .
MariaPiaa45, ditas de 13a chineza cora' Sapatos para senhora e hornera,
22 covados a 85, ditos de organdys com .451 tapete......... 800
varas a 85, ditos com 9 varas a 65500; na ra' Sapatos de borracha para senhora. 15400
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui- dem idem para meninas. 15000
maraes. Sapatos de lustre para senhora. 15000
dem de lustre as avessas 500
J&i
&noe\


LIQUIDACAO
de fazendas baratissimas, na Boa-Vista, ra 4a
Imperatriz n. 20.
Cambraias adamascadas com 20 varas a &$.
Ditas com 8 ditas a 2.
Ditas lisas com 8 ditas a 2.
Fil liso muito fino a 800 rs. a vara.
Chales de merino estampados a 4.
Madapolao entre-lino com 20 varas a Si.
Casemiras tinas > de urna s cor a 15600 o co-
vado.
Algodao monstro, superior fazenda para toalhas
e lences a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de largura a lfCOO.
Grvalas de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de jantar a 2 o covado.
Flanella branca muito fina a 640 rs. o covado.
Riseadinhos de linho muito finos para vestuarios-
de criancas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, padres inteiramentc
novos e muito finas a 400 rs. o eovado.
Lazinhas chinezas muito superiores a 500 rs. o
covado, c outras umitas qualidades de fazendas
preeos muito commodos, afim de apurar dinheiro,
dando-sc de ludo as competentes amostras,
f
Um Descobrimento Espaatoso!
0 Hundo sfitBtifico Dnanimanenle o approva.
s

t
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Til
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FAZENDAS.
\ ovo estabelecimento de tasto
dio, t arta I no *V t.
27lina do Qneimado27
Preco barato 260 rs.
Superior fustao francez, proprio para
roupa de senhoras e meninas, de lindos de-
zenhos e pelo barato preco de 260 rs. o co-
vado.
Madapolao ^
Madapolao fino enfestado, com 20 varas,
a 85 a peca.
Organdjs. ,
Finos organdys matizados, a 240 rs, o co-
vado.
cortes
de collete de fustao fino, para roupa de me-
ninos, a 320 rs^
Bretanha.
de linho uno, pecas, a 55500.
Lences
de linho fino, pelo barato preco do 25.
Cobertas
de chita chineza, a preco de 25.
Calcinhas
de linho para senhoras e meninas, a 600.
800 e15.
Golinhas.
Calcinhas bordadas para senhoras e meni-
nas, pelo barato preco de 25500.
Bramante
de linho com 10 e 12 palmos de largura, a
25800, 25 e 25500.
La.
Lindas las para vestidos, a 440 rs. o co-
vado.
Lencos de cassa, a 15600 a duzia.
Corles
de meia casemira para calca, a 25 cada um
corte, propria para a presente estaco.
SEM SEGUNDO.
Ra do Queimado n. 55, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo todas
as suas miudezas por preeos que todos admiram
como sejain : '
Varas de aspas para fazer bales. jo
Caixas com superiores obreias .... 40
Pares de botoes de punhos a .... 160
Pares de sapatos de tranca muito finos
a 1.440 e.......... j g^g
Pecas de fitas de velludo recortadas com
15 varas a ..........
Caixascom muito superior papel amiza-
de e outros a.........
Massos com superiores grampos a. .
A (ompositao Anacahoita
lV'itoral de Kemp.
Tor esparo de muito tempo se ha tizado ex-
tensamente em Tampico para a cura de
TSICA PULMONAR,
CTAERHO, ASUMA,
BRONCHTPE, TOSSE COHVUISA,
CRUPO O GARROTILHO, a
Inflammaffoes da Garganta e do Peito,
isto com um resultado tao feliz e verdadei-
* ament assombroso o pao ou madeira (TamA
arvore que chamao Anacauita, o que 60
se .encostra no Mxico.
A Compos9&o Anacahuita Peito-
ral de Kemp e um Xarope delicioso, intei-
ramente differente na sua composirao de
todos os mais Peitoracs c Expectorantes ma-
nufacturados de finctos ^tringentes, casca*
e raizes, 4c, o mesmo nao contem nenhum
Acido Prussico ou outros /juirn/jnpr ingre-
dientes venenoso.
Todas as molestias e affcccoc x garganta
e Jos pulmoes desapparecem como por um
mgico encanto, mediante a aceo dente in
comparayel e irresistivel remedio.
venda as boticas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
ENFEITES PIRA SENHORAS"
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante ra do Crespo n. 7.
Sao chegados os novissimos e riquissimos en-
feites para cabeca, pois com a vista nao la-
ver senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: s no Vigilante ra do Crespo
n. 7. *
Linas de peliea.
<|H:iltAH LKR.
Tendo o BALIZA dado o seu balanco no ultimo de junho passado, e de*
novar o magnifico sortimento de seu CHANDE AHMAZEM, chama pelo praei
attenco do respeitavel publico para 06 preeos dos gneros abaixo mencionad.*,
verdade sao os mais razoaveis que se pdemachar, atienta a sua boa aaaidafe.
Soldado voluntario do batalhao progresista, o BALIZA o Donen d i
ment. Elle pede, pois, aos seus bons camaradas, que sao toaos os mrng
favor de nao Ihe darem um minuto de descanco obrigando-o a vender to
Desta sorteo BALIZA vivir contente c contentar tambem aos seos fregawe, \.
do-lhes sempre generosamente, e talvez que ainda por preeos mais razoaveU.
Amcixas "era frascos de vidro, a I5500. j f00, 800 e 16 o frasco.
Ditas em caixinhas com lindas figuras, a Marmclada Mediente a 640 rs.

1/200 c 2S4Q0.
Ditas em latinhas, a i3400.
Amendoas confeitadas, a 900 rs. a libra.
dem, a 280 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120
rs. a libra.
Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a I # e
1/200 a ancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 4G0 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a3$a saca, com 20 crias
e a 240 rs. a cuia.
Ancorctas americanas de Oc 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a IJ cada urna.
Araruta muito fiua, a 320 rs. a libra.
Bolachinhas americanas, a 3$ a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a !300.
Biscouto lunch e soda, em latas de 4 a o li-
bras, a 25 a lata.
Banha de porco, a 480 rs. a libra.
Balaios Jiamburguezes muito lindos, de di-
versos tamarthos e por preco razoavel.
Caf do Vito, a 280 e 300 rs. a libra, em
arroba, a M200r 8#500 c 9/.
Ceblas, a 8(tO rs. o cento e 1 o mlhn.
Cha perola, a 9 a libra,
dem hisson, superior, a 2*31800 a libra.
dem chumbo, a 2G00 J libra,
dem hysson, soflKrel, a 25400 a libra,
dem hysson, menos floffi-fo ** a -$ lilira-
dem preto, magnifico, a 25 "*libra-
dem preto, menos suprior, a i^800 rs- a
libra,
dem preto, soffrivel, a 15600 rs !>li,'ra- .
dem nacional, a 1/800 a libra (en "* tata8>-
dem nacional, a 15000, a libra,
dem nacional, ordinario, a 15 a libra.
Champagne, marca aguia, de superior q, na"
hdade, a t 40 rs. a garrafa e 75 o gig.
be-
15o00
25oOO e 35000, ditas de brim branco a 45, .
casemiras francezas a 15600 e 25000, ditas I Caivetes deTparar"penas"a."
finas a 25500, ditas de linho a 35000, ce-' Aguiheiros com agulhas a *....' .'
roulas francezas a 15600, camisas de meia aD de meias brancas para homem,
800 e IJOO; n> loja da arara roa dalmpe- Duzia'de 'meias 'pa'ra'semoVa,* fazenda'
700
40
80
80
15600
fina a.
Cornetas de chifre para meninos a .
Escovas para limpar denles muito finas .
Barallios de cartas para voltarete muito
finas a .... ^ ... .
Ditas portuguezas a 160 e
3600
80
200
320
500
500
500
100
200
800
500
ratriz n. 56 de Mendes Guimares.
Oh! que pechincha a t40rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo "JoTe agua de Golonia muit0 ^
a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas Ditos de oleo babosa a 240 c. '.'.'.'.
com pequeo toque de mofo a 85000, pe- Ditos com superior oleo de macar a !
cas de ditas inglezas escuras cores fixas com Ditos com superior macaca perola a .
pequeo, toque de mofo com 38 covados a %sZZ^Tm* *
75500, ellas freguezes antes que se a ca- Ditos com superior agua celeste para
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n. cneiro.......... j^^oo
Trancas de algodao brancas e de cores a 80
tai xas com superiores obreias de colla. 80
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
I nheiro a. -.......... jqq
Grvalas de seda de diversos gostos a 500
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160
Pares de luvas brancas de algodao a. 100
Carriteis de linha com 100 jardas, bran-
ca a ............ 30
Fitas e cordoes para cufiar espartilhos a 80
Caixas com clcheles francezes superio-
res a. ........... 400
Cartocs de clcheles francezes a 40, 60 e 80
Facas c garios cabo branco cravado a 3200
Ditas de cabo branco cravado a. 3*500
Ditas de balanco muito finas a. 64000
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a 200 e........... 320
Tesouras para cortar unhas muito final a 500
na
56 de Mendes Guimares.
MadapolSo francez enfestado a
40OOO.
Vendem-se pecas de madapolao francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 45 e 45500,
dito inglezes fino'de 24 jardas a 75, 85,95,
e 105000, pecas de algodao encorpado a 45
45500, 55 e 65; na ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a320,300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara; na ra
da Imperatriz n. 56. -
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 25, cortes de brim para calcas a
15 e 15220; na ra da Imperatriz loja da arara
nf 56 de Mendes Guimares.
Espravoes, eehuadas, lieiras, es-
ponjas, tomilhos, sobreeannas, sobre-
nervos, e todas^ e (niaesquer enfer-
midades a que sao sujeilos os caval-
los, encontrarao um remedio mira-
culosona appcacao do afamado oleo de Merchant
venda no armazem da bola amarella no oitSo do I
gaz da ra do Imperador aos preeos de 640, 1*280
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para ho-
mens como para senhoras: s no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Perfumes.
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Piver; sendo
extractos essencios de todas as qualidades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-
lonia, vinagre virginal dasociedadehygieni-
ca, agua florida, agua balsmica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
denles, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para limpar den-
tes, olos de todas as qualidades para ca-
bellos, e outras muitas cousas mais: s no
Vigilante ra do Crespo n. 7.
Tesouras e eaniveles.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
paduras para papel, caivetes de maqui-
na, facas de um e dous botoes, tudo do
mais superior que se pode encontrar: s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel de fantasa.
Tambem chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e liso
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
riara enfadonho annunciar, que seus pre-
ces sero por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Volantes e terinas.
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e prateadas, bicos es-
peguelha e gales de todas as larguras,
vendendo-se tudo por preeos baratissimos
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Retroz e linha.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sortidas, a
14,ooo rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus preeos sero
baratissimos: s rx> Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
com 12 garrafas. Quera dexar de
ber champagne por tal preco?
Charutos de muitas marcas e a preeos bara-
tissimos, sendo que ha de 800 rs. at
45 o cento, viudos do Rio, Babia c de
Hespanha.
Chocolate suisso de Lisboa e francez, a 800
rs. e i^.
Chouricas e salpice, a 640 rs. a libra.
Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco.
Ditas fracezas, a 500 rs. o frasco.
Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
caada, a 45.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos vazos de vidro, das fruc-
tas mais esquisitas da Europa, a 15 o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
Dito de goiaba, a 640 e 800 rs. o caixo.
Dito em latas muito proprio para presente,
garante-se sua duraco innalteravel por
mais de anno.
Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra.
Dita de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em alcool,
proprio para podim etc., a 15- o frasco.
Fumo americano, em pastas, a 15280 o
libra.
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa era latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra larauja, em grandes frascos, a 15.
Genebra ingleza, marca gato, a 15200 o
frasco ou garrafa com rolha de vdro/\^
Garrafes vasos, de 640 a 15200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
timavel, em vasos esquisitos, a 15500.
Licores inglezes e francezes dos melhores
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
Linguas americanas de grande tamanho (em
calda), 1/.
Linguicas de Portugal, em latinhas de 5 li-
bras, a 35500 a lata.
Massas para sopa, em caixinhas com 8 libras,
contendo 5 qualidades, por 35500 a caixa.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide, a 560
rs. a libra.
Dita de tomate, a 640 rs. a libra.
Manteiga ingleza em potes de 10 a 16 libras
a 800 rs. a libra.
dem dita flor a 15 a libra.
dem de 2a qualidade a 800 rs. a libra.
dem de 3a qualidade a 640 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra.
dem franceza a 640 rs. a libra, e era bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes a 500 rs.,
.Mlhos inglezes dos melhores fabricantes a
a Ata.
Ostras americanas (fxct'-nU- pai-
ra, a lata.
Passas a 400 rs. a libra, e em rn:\
Presuntos de Lamego, a Mi rs. a libra,
dem inglez para fiambre vindo de encomracn-
da, a 800 rs. a libra,
dem americano, a 500 r?. a l-ra.
Peixe de Lisboa Inglaterra e Am ri
parado conforme a arle de cosinha. em la-
tas de 2 a 3 libras, de 15300 I I
Phosphoros do gaz, a 25300 a gnm
Queijoa londrinos chegados no ullim > vapor
a 800 rs. a libra,
dem dem chegados no penltimo vir- r. a
640 rs. a libra,
dem flamengos chegados no ultim i \
25400.
dem idem chegados no penltimo vapor, a
25200.
Sal refinado em vazos de vidro. a 000 r-.
Idem idem em \azos de louca, a 800 r.
Ceneja das melhores marras que Mi aa
mercado, a 4/, 45500, 55, 5-Viuo,
G/500 a doria.
Sardinhas de Lisboa preparadas de ett
a 640 rs. a lata de grande tamanho.
dem de Nantes, a 380 rs. a latinha.
Saban massa de 180, no, ig<>, i*o. -.
240 rs. a libra.
Tinta preta nacional e ingleza, a 60
garrafa, e 240 rs. o Iioio.
Toucmbo de Lisboa, de mais de meio \;lm
por 320 rs. a libra,
dem de Santos, a 280 ra. a IHira.
bldii amei(ano, a 200rs. a libra,
dem inglez secco no fumeiro. meilinr di qu
lodosos presuntos, a 040 rs. a
Vassouras americanas muito KMH I I
a 040 rs. cada urna.
Vellas de Buenos-Ayres em caixas com 1<
libras, por 6/.
dem de carnauba e composico, a 300.
rs.*a libra,
'dem do Aracaty, a 400 ra. a libra.
'em stearinas, a 000 e 640 rs. o masso.
m spermacete, a 15 a libra,
o Lagrimas do Douro, neste p
'hor qualidade que boje vera ao n-'ss
ido ein garrafas brancas OBB 9V4H
ir em alto revelo no proprio ^
se aos apreciadores que lies!
>oje grande falsilicaco.
fados. vindo parte deflesde pro-
I.
Id(
Vinh
mei
mere,
do aut
previne
ero ha
dem engarra. ,e ()iverMS marca, e lai ^
pna conta c (lo ,.,.,,.,, |.s|,,,. ,|,,s,,,,,.
Inores adegas
cas: Madeira,
sia, Careavellos,
tros, e espera-se .
lidades, a 800, 15
dem do Porto Bausa
^anies.
Cbainis.-.i.
Dui|ue do Pii
'oil.is osdiiisnm
e 15280 a garrafa.
, a 640 rs. a asi
i vind-'em ;
es de 11 -
^ de 412
), 40t. W
da se .'ara
"> rs. a
dem de Lisboa e Figueii
a 26/ de 8 a 9 onda.
I dem do Porto em ganai.
garrafas, por 25500.
[dem da Figueira em garrafric
garrafas, por 25400.
dem de Lisboa e Figueira de 32.
e 560 rs. a garrafa, e era cana
abatnenlo.
dem Bordeaos engarrafado, a 64i
garrafa, em duzia a 7*500.
Vinho do Porto muito lino em caixas
garrafas, a 85, 105, 125 e 155 *
lhores marcas (pie vem ao noatO n
Vinagre de Lisboa em garrafes de 4 I 2 a
5 garrafas, a 15200 com o garrafi...
Avelas a 200 rs. a libra.
Arroz da India a 100 re. .i libra.
Biscoutos de Lislioa em latas, proprios para
doentes, a 15500 e 35 a lau.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a 65 a .luz i.
Chumbo de todas as grossuras a 65 a
ba.
Caf muido de superior qualidade a 400 rs.
a libra.
Fio de linho muito proprio para amarrar, a
480 rs. a libra.
Farinha de trigo em barricas e meias, e to-
das as marcas e qualidades.
Genebra de Hollanda em gamlTies c<>m 2
caadas, por 05500 com o garrafo.
dem idem em frasqueras con 42 frasean.
por 0/500.
Manleiga finissima em latas contendo I k-
lograrama ou 2 libras e 1 4 liquido, BH
15800 a lata.
Queijo suisso, a 800 rs. a libra.
Rap princeza do Rio: grosso, meio gresso
e fino.
Tamhas das Alagas a 125 o c^nto, e !*
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Sauterns) a 85
e 105 a duzia, e 800 a 14 a garrafa
nS
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SORTIMENTO
MOLHADOS.
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Vinho empipa: Porto, Figucira e Lisboa, a 400, fLagostinhasem latas grandes, a 1*400.
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a 2*800, 3*-e'
3*500 rs., afianca-so este genero conservap-se
perfeito seis oito rnezes, otme raro ser oulro
qualquer aflancar.
Lagrimas do Donro, especial vinho do Porto, ai*
a garrafa e 10* a caixa o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposicSes de preco que se prova ao
respeitavel publico a superior qualidade, aste
genero de commum se manda vir de coma pro-
pria, e por isso podemos vender por menos ido
que outro qualquer annunciaate.
Vinho do Alto Douro, das marcas mais acreditadas
e especialmente escolhidas por pessoas entendi-
das deste genero, como sejam Camoes, Duque do
Porto, D. Luir, Carcavellos, Chamisso & Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 9*
a caixa com 12 garrafas.
Garrafoes com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 2*500.
Vinho branco de Lisboa, propriopara missa, vindo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 3*200 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente onfeitadas com divcrsasies-
tampas na caixa exterior, a 1*400,1*800, 2*500
Figos de comadre em bauzinhos de folha, mnitb
proprios para mimo, a 1*600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentos
molduras, a 1*400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 1*400 e 2*600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
do, cateas de 1 arroba a 6*, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massaspara sopa muito novas: pevidoe ostrettinha,
a560rs. a libra.
dem a mais ora que ha no mercado; talharim e
aletria, a 560 rs. a libra.
! Macarrao, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talharim e
aletria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 1*800 e a retalho a 180 rs. a libra.
Salmiio em latas eem postas hermticamente lacra-
das, a 800 rs.
Savel, corvina, cherne, congro, linguado, vezugo,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
meara, arte de cozinha, a 1*300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 2*400.
dem do vapor passado, a 2*200.
dem prato, o mais superior que tem vindo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra. m
Doce da-casca da goiaba, caixao grande, a 640 e
800 rs. cada om.
Chouri?as do reino a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
i Baios de lombo, vindos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra.
I
i Bolachinhas inglezas- a mais nova do mercado a
240 rs. a libra e 3*000 a barrica com urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 1*400, di-
tas grandes proprias para lanch com 5 a 6 li-
bras por 2*400.
Marmelada imperial do fabrieante Abren ou de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
i e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 1* a
libra, neste genero existe sempre aberto a dispo-
stcao dos freguezes dous a tres larris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a faetnra vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
porcao de barris abertos, jwrm antes nos lhe
damos a devida applicacao para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado a 680 rs. e
cm barril so faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra. '
Avelaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole mnito novas a 280 rs. a
.libra.
Toucinho do reino a 360 rs. e 10*500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 4*800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa c 1*200 a
caada.
Campagne das marcas mais. acreditadas a 84000
e 10*000 o gigo, e 800 rs. c 1*000 a garrafa.
Cerveja preta da marca Tenent ou XXX, a 4* e
4*500 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobrinha ou Tenent, a 4*
e 4*300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Gcnebra de Hollanda cm garrafoes com 16 garra-
fas, por 6*500 rs., afianca-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 6*500 e a 560 rs. o frasco,
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 1*200, ga-
rante-sc ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as rnclhores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 7*500,8*000 e 8*200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna s qualida-
de c da verdadeira, a'800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. li-
bra.
Palitos do gaz, a 2*300 rs. a groza e 20 ris a
caixa..
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 9*500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Ovada nova a 120 rs. a libra, e 3*500 rs. a ar-
roba.
Macarrao e talharim, a 820 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a libra.
Arroz CaroUno, muito alvo e grado, a 120 rs. a
libra e a 3*200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem dem de segunda e terceira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, e em arroba ou sacco a 8*200
e 8*400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a Kbra e
10*000 a arroba.
dem de spermaeet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 1*, a libra,
dem francez, a 900 e 1* rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de encommenda propria a 2*880 rs.
Cha hvson, melhor que se pode desejar peste ge-
nero, a 2*500 rs. a libra.
dem nacional cm latas de 1, 2 e 3 libras a 1*400
ris.
dem huxim, a 2*200 rs. a libra.
Cha preto homoepathico o mais excellento que tem
vindo ao mercado, a 2* a libra.
Graixa cm latas grandes, a 3tf300 a duzia, e 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra.
Vassauras do Porto arqueadas de ferro, obra de
muita duracao utilidade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muit09 fabricantes da Babia, a
2*000, 2*500, 3*000, 3*200, 3*500 e 4*000 rs.
a caixa, ou em mcias por mefado do preco.
dem Mississipes imperiaes, a 3*000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio, a 3*200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 2*800 rs.
dem Flor da Matta ou Regala imperial, a 2*500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 4*000
ris.
dem superiores em quantidade e de todos os fa-
bricantes, a 3*000, 3*500 e 4*000 rs. a caixa.
V
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O. Bicber & C,
essores, ra da Cruz n. 4.
Hila da Scnzalla Nova n. 42.
TERCOS
e cordas de cornalina.
A aguia .branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que anda
I niio havia feito algum agrado a aquelles que pru-
Neste estabelecimentO vendem-se: tachas de dente e acertadamente resando, cumprem dever de
^T-^*'
ROIPA FEITI
fteiTO coado libra a
r libra a 120 rs.
110 rs., idemdeLow
Ceblas superiores em restas, a cinco
mil ris o mlhero no Caes da alfandega n.
1, armazem de Tasso ce Irmaos.
A AGITA BRAftCA
Rceebcu pelo ultimo vapor o
seguate:
{ mitas pulseiras de cabello, coral, e cora-
IKI.
F rtes e bonitas ligas de seda para senboras.
O ilrns ivtrcitas para meninas, ou manguitos.
iras com agulhas.
I (iotas para eoiar, e agulhas cantlas.
' vlins e itiK de borracha
itois comtoiral de todas as cores.
osefios de'coral.
Esponjas finas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco e
halo.
C: iiVitos de rodo para conservar os cabellos
bem atados.
'.-pas e coz para balo.
is com coetes para vestidos.
.lins chatos de 13a para enfeitar vestidos.
1 e i'illias para rosas.
Lanaparinas francezas.
;i'olins grossos para relagios.
K ras cabo d'osso. marfime madreperola
para dontos, unlias. impar pentes c jotas.
Outras finas para roupa, chapeo, cabello etc.
Outras de veflado para oliapos.
P as para papis.
Ra Jpadeiras e facas'de marfim para ditas.
Visporas e dminos.
lauras de enmuren.
Vondem-se mui finas luvas de carmuca
bom christao, e quando reparou essa sua falta,
mandn vir c acaba de receber delicados tercos e
coras de cornahna com cruzdoprata, os quaes
deixa disposiyao dos fiis fluc estiverem dispostos
a pastar 1*500,2* e 3* para possuirem um bonito
terco ou cora, com os quaes podem mesino pedir a
Deus pela prosperidade d'aguia branca, em seu ale-
gre e espacioso ninho da ra do Queimado n. 8.
"\ovos e bonitos
pentinhos travessos dourados e com pedras para
vendem-se na ra do Queimado, loja
rJas e
d'aguia branca n. 8.
Bahnzinhos com perfuma
se ni ellas.
A aguia branca vende bonitos bahuzinhos com 6
frasqninhos dc-cheiros por 1*300 e vastos por 800
rs., ser vindo estes para meninas, e mesmo para
jolas, etc., etc. : na ra do Queimado, loja. d'aguia
branca n. 8.
Delicadas l esourinhas d'aeo para
bordados e labyrinthos.
A pedido de algumas senboras suas predicletas
freguezas, a agiua branca mandou vir dessas de-
licadas tosourialias d'aco pontas agudas, proprias
para bordados e labyrinthos, e urna vez chegadas
como de (acto chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveitarem-se da occasiiio e bem empregarem
si'us2* emeada una dessas finissimas tesouri-
nhas, na certeza de que perder por chegar urde ;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 8. onde tambem lia outras curvas e direi-
tas para uulias.
Babadinlios estreltos e bordados
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.
NO
lltl % ZI'II
DE
8
X.ETREIJRO VEKE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem un
grande e variado sortimento de fazendas
homens e meninos.
de todas as qualidades, para senhoras.
3O50OO
25000
Capachos com pridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Lluhas
>K
M
maclas e lustrosas para
bordar
a e amarella; na ra do Queimado n. 8 vendem-se na loja d'aguia branca ra do
loja d'aguia branca.
do
llaratissimas bandeijas.
p A aguia branca
Queimado n. 8.
Xovissimos e bonitos enfeites
para caberas.
Quando o bello sexo sentia a falta de bons
Casacas de panno preto, 35$ e
Sobrecasacas idem, 30;? e .
Paletos idem c de cores, 25,51,
20. 135 O......
Ditos de casemira, 205,. 155,
125, 105 e .. .
Ditos de alpaca, 55 e. .
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 353O0 e. .
Ditos branco de linho, 05,55 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 105, 75 e.....
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85e......
Ditas de cores, 95,65 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....25500
Cohetes de velludo preto e de
cores, 95 e......75000
Ditos de casemira preta, 55 e 45000
Ditos de ditas de cores 55
Cohetes de fusto e brim bran-
co, 35500, 35 e 25500
Soroulas de brim de linho,'
25400 e......25000
Ditas de algodo, 15000 c. 15400
Camisas de peitos de linho,
55, 45, 35 e.....25500
(Ditas de madapolo, 35,
35500 25500, 25 e.....15G0O
| Chapos de massa, pretos fran-
czes, 105, 95 e. 85500 jl
Ditos de fltro, 55, 45,35500 e 25000 S
Ditos de sol, de seda, 125,
m, 75 e.....". 45500*
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda....... 040
Sortimento completo de grava-
tas. 5
Toalhas para rosto, duzia, 115,
% e........ 65000
Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....45000
Lences de linho.....35000
105000.
75000
35500!
35000
45000
55000
75000
75000
45000
450OO
25500
Mili' nmmln ichi ilminn no v"""" "^" ocau wuu a miid ue uuus
SrraSta c m X "nc er"! enfei,tes para caJ)eca' eis 1ue a aguia branca
^m&Wr sua encommenda bonit0
a conhecer
chincha, *nao quei
&%TSSSroeea ^rortZS B,icados enfeites' e de nalfirmssima moda,
"o qi^iTS5S^?S5 srvind0 isso Pra sanar aqu,a faJl?'
baratsimas bandeiias SSSSSZ'5 ?zer com que as Exmas' aPreciadoras da
^S^X^^SSil^ empreza Coimbra possam melhor real-"
sar c mostrarem o apurado gosto que as
Esses enfeites sao d'um tecido bas-
il,' procos admira, cm relaco aos lmannos e
idadeg: avista do que convm todos a-!
pi'ivpitarcm-se dessa opportuna occasio e
orem-se d'um traste sempre necessario,
lie lhes costar quasi metade do justo va-
Assim, pois, c dirigirem-se com dinhei-
ro i alegre e espacosa loja d'aguia branca
lo Queimado n. 8.
de
guia. Esses enfeites
tanto fino com contundas d'acu, e mui bem
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 55, 65 c 75 dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d*aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Ricas guarnieses de pentes e
Ovellas para cintos.
A aguia branca recebeu
Elencos brancos com barras
cores para meninos.
A loja d'aguia branca reeebeu um novo
s). limento de lencos brancos com barras de
es para meninos, e com xmanto esses dras; assim como outras bordadas troco e
lem melhores, raaiores e perfeitamente' com bolas pendentes, novidade essa que s
se acha em dita loja, e que na verdade se
novas e ricas
guarnices de pentes dourados, e com pe-
aoadrados, com tudo continam a ser ven-
d ios pelo antigo preco de 15 a duzia; n.
ni do Queimado na alegre e espacosa loja
(Faguhi branca n. 8.
La Una para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
recebeu lindas livellas com pedras, e ditas
d'aco com novos e engracados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras serio encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
i vJSSf de h\Gm para b/dar' CU" bran<* do Queimado n. 8.
ja vanedade de agradavets cores foram es- j
idas;d'um grande Hvro d'amostras que o. Vende-se urna escrava crioula de idade 30
la.'iiicantc oftececeu a aguia branca, vindo annos, com urna ulna tambem crioula de idade 8
entre ellas alguma mezclada; assim pois onde annos: a ,ralar na "^ da Santa Cruz n- *> to-
os pretendentes melhor se podem sortir des- borna-
enere, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Cobertas de chita chineza.. 25000
Pennas d'aco, as mais superio-
res, a.grosa...... 600
i Relogios de ouro orizontaes,
45 e........35500 905,805 e......705000
Ditos de setim preto. 55000 Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 405 e 305000
6i5 e.......55000 Obras de ouro, aderc/ts, meios
Ditos de gorguro de seda I adereces, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 65, 55 e 45000 aneis e cruzes. A
FITWDI^AO DA AURORA.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinisrao, a mais antiga no imperio, con-
tinua-se a executar com a maior presteza e perfeicao encommenfias de toda a qualidade
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e tamanhos.
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechaspara barcos, etc., etc., tudo por preco que bem convida.
RA DO QUEIMADO N. 46
TUT
DE
FAZEKDAS B ROUPA FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255, 285, 305 e 35. orneas
muito bem feitas a 255, 285, 305 e 355, paletols acasacados de panno preto de 16 ai.
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205, paletols saceos de panno e ease-
mira de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino e laa de 45 at 65, sobre de alpaca e
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85 at 115, ditas de cor de 75 at
155, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sortimento de roopas oV brim.
como sejamcalcas, paletots e cohetes, sortimento de cohetes pretos de metim. casemira
e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramante a 4-5
e 55, calcas brancas muito finas a 55, c um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino c senbora, ceroulas
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jomin para hnmem e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encommfiidas de granl<--
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semottiante arte e um
pessoal de mais de cineoenta obreiros escomidos, por Unto executamos qualquer obra cora
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
ATTE^AOo
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Lindos cortes de la de barra Imperatriz, ditos de la com barra matisa-
da, ditos lisos com palmas de seda, lindas laas de cores matisadas a 500 rs. o
covado, ditas com palmas de seda a 640, 700 e 800 rs. o covado, cortes de
seda de cor matizada os mais superiores que tem vindo ao mercado, lindos
cortes de mor-antique de cor linda, gorguro de la e seda de quadrinbos e
lisos, fazenda inteiramente nova para vestido.
Superiores cortes de blond branco para noiva, camisinhas de carabraia
bordadas, brancas e de cores, lindos sautambarques de cachemira de cor enfei-
tados e bordados da mesma cor, ultima moda em Paris, superiores diapos
de palha da Italia, enfeites de flores, capehas brancas e outras muitas tanta
de gosto que seria enfadonho annunciar: na na do Crespo n. 13, loja das
columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos A Companhia.
FUMDI^AO RO ROWJJIAU-RITA DO
IIR i' ti \. 33.

Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Roccas de fornalha pelo novo systeraa Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
de
m
DE
Os afamados copos com bnha, e
boioes coin inscrlpcoes.
Chegaram novamente para a aguia branca
afamados e estimados copos combanha' preco commlo1
assim como os bonitos boies de por-
Aos agricultores.
Vende-se urna propriedade de trras com 1,000
bracas quadradas que d para levantar um bom
engenho para moer com agua, boas malas e Iwas
j trras, na freguezia d Agua Preta : a tratar as
Cinco Pontas n. 93.
ftwftt %& m%&^%*
M
TODAS AS QlIAIiIDAOES
DE
Vende-se- um piano de mesa inglez, forte, por
na ra dos Pires n. 40.
Vende-se um terreno na Soledade, cm trras
lrrrllSL?w b-nl'a,en',aS y IW do llnato Herculano Alves da Silva com
m.~\ ptoes ma\iOas e jocoserias, mu ade-, 60 palmos de frente e 300 de fundo, frente para a
quado para presentes resta porem que os apre-, ra das Nimphas, parte com trra e casa do lado
adores concorram. munidos de dinheiro. *> norte, de Antonio Outes Martins, pertencente
SaTrr '* ^brmc*ma ^"'Sos-'SKi *......."""
1 reir.
da Rocha : a tratar
Jos da Costa Pe-
DE
. J. VIGNES.
!\. 55. RA DO IMPERADOR N. 53.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assa tonhecidos, para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-!
veis que ellcs tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedeccm todas as ventados e caprichos das pianistas, sem
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
ANTONIO MAIA DE BBITO
CONHECIDA POR FABRICADA V1UVA.
N. 21Antiga na dos Quarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de ma f, vendo o crdito
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seos andam vendendo Unto
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus ; e como to-
dos os meus cigarros s5o vendidos na mipha fabrica, e nao mando pessoa alguma vender
por minha conta fra delta, faco o presente annuncio para evitar que comprtm gato por
lebre; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmente os seos
freguezes, aviso quet todos os massos de cigarros que forem vendidos na mmha fabrica sao
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da roa e o numero da
mesma casa.
Aproveito a ,occasiao para scientificar aos mesmos senhores, qne constantemente
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do melhor i
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida. *
AOS SRS. CONSUMIDORES DE (i\Z.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
Burras.
Cofres patentes ingleses, prora de fcfr,
garantidos pelo fabricante Muere, de Lher-
n.2, ar-
nunca lmar, i>or serem lauricauos ae proposito, e ver-se ieuo uitimamonte melhoramentos importan- A T -lv / v -r \ o i--------S"^-""~-"
tissimos para o clima deste paiz j quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por tsto muito agrada- ina rua ao irapicne ovo ^no Kecue; n. 8, se pool: vendem-se na ra da Cruz
veis aos onvidos dos apreciadores. I vende gaz liquido americano primeira quali- raazera de Isidoro, Netto d C.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesU fabrica como nado Sr. Blondel, de Paris, socio. dade a retalho a 12)J a lata de S gales. as- "
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposigpes. I om ..__ ita(! jp in a k arrafo, P cPnAn
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos m wmox iaias e raas e benuo
melhores comjwsitores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmomcos, sendo tudo vendido em Prcao mais barato que em OUtra qual-
por precos muito razoaveis. Jquer parte.
Vendem^e ebolas perfeitamente toas aO> n.
o rento : na rua da Imperad* a. 1%
becco dos Ferreiros.



K9SS


W
?


Mar|o de Penumbiu Sabhado ti de Julho de 13.
I
GRANDE ARMAZEM
AE
PROGRESSIVO.
EE
^MmmmymmmmmM^MmmD^
N. 3, MI DAS CRZS N. 36
DO
bairro de Saato Antonio.
* 0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progrmtsta tendo
sempreem vista fazer tudo o que for possivel para bem sen-ir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira quahdade pelos precos
abaixo mencionados, e afianza s pessoas que mandrem comprar por seus criados ou
escravos, serem t3o bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos n5o proprios deste cstabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandrem comprar neste armazem o favor de mandrem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senbores ter toda atten-
c5o com os seus portadores, fezendo-lhes ver que so* no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendan os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e vSo outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
e
**
a
V
a * 9
* (fl
t e
S 3
4) a*
a,
a
S
S NO
9--LARG0 DO CARM0--9.
DE
Manteigai ngleza de I.' qualidade, a 900 rs.
a libra.
de superior qualidade a 320 rs. ca da c
xinha.
{^32So "* he !--*
rs. a libra.
Batatas muito novas, a 20 o gigo de arroba
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de U 2i9500.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1. e 2.a qualidade a 80500
e 80800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 3^200 a arroba.
Avelas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Jubenne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porcao ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figucira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
c3o por ser mais fresco a 20400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 20000 a libra.
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a 10100 com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 000 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
fibra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 li2 e 3 li-
bras de 10400 a 20800, tambem ha latas
de 6 fibras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, a GOOrs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Fructasem caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 30000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pkkles, ceblas simples, e outros
a 760 ri. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breu, a 320 a libra e 80 a arroba.
400 rs. cada um.
Milbo-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 20300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
TO%ira %^*
! Os proprietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molhados partici-
pam aos seus, freguezes que acabam de receber de diversos portas da Europa o mais bel-
1 sortimento' de molhados-, todos primorosamente escomidos, os quaes vendem-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir
todos os gneros sabidos .do seu muito acreditado armazem.
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
hlern massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: syel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinhaa!04OO.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao ter-j
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 40000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas,
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Baha a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composicao a- 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 110500 a
arroba. "\
Azeitonas novas do Porto Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Ceneja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafoes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguraba individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 10120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
40000 a caada.
Copos finos para agua a 60000 a duzia.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
62o rs. a libra,
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 56o rs. a libra.
Caf do Rio de 1* e 2* qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de l,ooo a
2,5oo rs. cada um.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porc3o ter abatimento.
Garrafoes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafo,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estaco por ser mais fresco a 2,4oo rs.
Cha hysson o mate superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a fibra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafoes com o garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de'vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. libra.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a l.ooo rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e 10,000 rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
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o
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a
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g

3
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J
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3!
O
2
en
Preste novo e grande estabelecimento de molhados, encontrar o respeitand
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, exposto it \
todas as qualidades de gneros por menos precos que em quaesquer outros estaba > .i: < tt-
tos d'esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Europa um
dos socios para, serem vindos todos os gneros de conta propria, para melhor sen
seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre os melhores t uvus
novos gneros do nosso mercado, e por precos baratissimos, como se vera abaixo.
Manteiga ingleza flor a 800,900 e 10 a ufen.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a lil>i i
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 8oo rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos de vidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 fibras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a 3,ooo
cada um.
Painco a 14o rs. a libra.
Milho alpista a 16o rs. a fibra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
8o rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e 1,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a.lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
7oo rs. a libra.
liso a 3,8oo rs. -a
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Papel grve pautado e
resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto e Figueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo e
4,ooo rs. a caada do mais superior e de
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce do Lisboa muito fino, em barril,
a 64o rs. a garrafa, cm porcao ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e 12,ooo rs. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Baha a 3,5oo rs. a caixa, tambera temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Velas de spermacet superiores, a 6oo 64o,
68o e 7oo rs. o masso.
dem de carnauba e composicao, a 32o, 36o
e 4oo rs. a libra, e de lo,ooo all,5oors.
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l.ooo
rs. a ancoreta do Porto, e l,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Massas para s6pa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e 1,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carrlo e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a libra.
Ditas em frasco por 20800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de caima de c-abeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 10300 a an-
coreta. "
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Banha de porco a 6oo rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Dito miudinho a 20800 a libra.
Dito do Rio a 10800 a libra.
Dito preto a 10900 a fibra.
Carne do serto a 36o rs., e em porcao se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 10200,
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e90 e
90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixao.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a fibra, e em latas de 4 libras
por 10500. _
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 70 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 60500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafoes de 14 garrafas por
40600.
Batatas inglezas libra a 80 rs., e a 20500 em
arroba.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a ibra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e 80 a cana.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 0 a
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 560 rs. a fibra.
Cervejas de marcas superiores a 500, '
600 e 640 rs. a garrafa, e 50500, 60 e
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a 'nu-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 680 rs a libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 40000.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composicao a 360 e 380 rs. a 11
Vinho do Porto, caada a 50500, gan i
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a "500
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a garrafa a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 40 e a garrafa
a 500 rs.
Dito Estreito, caada a 30200 e a garra' a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 c 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafoes de 5 gai ra-
fas por 10400.
Dito em caada a 20, e a 260 rs. a gan :.fa.
Vinho do Porto em garrafoes de 5 pmfai
por 20500.
Dito dito engarrafado a 10 c 10200.
Dito lagrimas do Douro a 10400 a gn
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a garrafa,
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 405W
a caada.

Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito era garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quah-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciad'.;.
TODA ATTEIPO
NOS
COHSI
AUMA7.K\S
RV&TIVa I CNSI
DE
* NS. 21 E 23LARGO DO TER^O-XS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende os seus
eros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superioi
lidade de qualquer genero sabido dos seus armazens; pode vender por menos por c .u-
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa-da 1.a qualdadc, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4oo rs. i ;
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo e 4oo rs., em caada se fa:.
timento, ha porcao para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e 3,ooo rs. a bar. ..
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.a e 2.a qualidade, 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceneja das
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite i
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos,chouricas, banha de [
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisirdes
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
danv- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau d'ora l.ooo rs.
a garrafa e lo,0oo a caixa com 1 duzia,
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra e 6,ooo rs. a caixa com 1 arroba
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas era frascos de 1 i/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de difierentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservef
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, em latas
de differenles tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixao.
Ceneja das melhores marcas, a 5,5oo
7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
MACHINAS AHERHM4S-
Em casa de N. O. Bieber A C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
. ingles de diversa, qualidades a S^e^r'So? ^
TS- a W- Ditas para cortar capim.
Sellins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateadas.
AlcatrSo da Suecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5,5oo e H.ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oors.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a lo rs. a libra.
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortunato de al-
fazemas, cominhos, pimenta, ena-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enxo-
fre e outros muito gneros, os qoaes veodemos petos precos mais baratos possiveis,
AGENCIA
DA
FUNDICAO SE LOW-MOOB.
Roa da Se malla neva n. 42.
Neste estabelecimento continala hayer
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Seozalla Nova n. 42.
Vende-sc urna prela de 22 annos de i
sabe engommar, cosinnar, lavar e cozer ; <|u
pretender, v a ra do Amoruii, n. 50, que a.-!-: i
com quem tratar.
TIJOliOS
DE
Vendem-se tijolos de marmore de 10 e lt f
gadas quadradas cada um : em casa dos Srs. He
rique Forster & C, ra do Trapiche.
AKeuvo.
Vendem-se os seguintes escravos, ia roa
n. 44, terceirp andar, sendo 1 mulato de 20 arme*,
perfeito copeiro, 1 dito de 14 annos, 1 neghaha de
12 annos, i moleque de 18 annos, 1 eserava de a*
annos, cose e engomma, 1 dita de 30 anuos pertev
ta cozinheira, 3 cscravas de meto dade pruprus
para todo servico.
ESCBAVOS FGIDOS.
Na noite de 14 para HJM do uiug mam-
tou-se da fundicao da Aurora* mualo Floretn*,
bastante alto, pes grandes e mal feitos, mr passado e costuma andar de sapatos e P***-
algumas vezes usa capote de panno, incuraado-fe
forro : roga-se s autoridades poliches capia
de campo a captara do mesmo, e lera-to a meti-
da fundicao, onde se gratificar
trabaibo.





\.
*



s
DtaHo e Pernamhue gafebado 15 le Jiilho de ifc.
.-
X
LITTERATURA
-----------------------^-----------,

imploraran dos rios 8. Fnwciseo e fes VclliaS!
(ConHtiarOo.)
margens do rio das VJhas, no seu curso su-
i niuilo I: vlm disso, una por-
mena* cidades -imadas n
tts proximidades, aconi-
.111 o -rti eBrSlifRttlflislaiii'ia da margeni
idade da Diamantina, nina das mais
- da provincia* e coilocada a 1( leguas
tari" das Velhas c a 8 somonte de un ponto na-
jo rio Parana, afrlueiite deste ultimo rio,
poderia ostabelccer urna comniu-
jfKJ^-' j>or agqa da metade desta distancia de 16
iiesina r.i|Htal da provincia, a cidade de Ou-
-"ro-Pretu. acha-aa a l't leguas de Sahara.
M. sao nu a multo mais povoado om suas margens do que o de
S. Francisco, e examinando-sc a populacho existen-
ngulo formado pelos dous nos ver-se-ha que
g dirige (]uisi toda para o lado do rio das Ve-
e que a margara direita do S. Francisco, na
regiSo de que se trata e susceptivo! de ser melho-
rada, e quasi deserta.
A villa iln Cnrvollo, a nica coniprehendida no
referido abugulo, aclia-se collocada no lado do rio
das Velhas, e a quatro leguas deste e sobre um scu
pequeo afluente, entretanto que a sua distancia
de S. Francisco i tres vezes maior.
I Aarninaiiilo-so agora a margem esquerda do S.
Fti.ii-i-i.... nessa aroma regiao, ve-seque ella lem
ir. pouco mais desabitantes, mais cm numero li-
mi'adissimo.
Entre Pirapra," pobre lugarejo de pescadores, e
a harra dorio Abaet, em una extensao de cerca
> leguas, vodeni apenas existir urnas sessenta
familias no mximo, compostas a maior parte de
dores e de genio que no tempo da secca vio
para os bneos de pedra no S. Francisco ou para
as niargens do Abaet procurar diamantes. A par-
tir de nina meia legua das niargens destes rios es-
tende-se un completo deserto de mais de 15 leguas
de largura-
cima do .Abaet at a barra do rio Paraopeba a
ni esquerda do S. Francisco um pouco mais
da, eneentrando-se j algumas fazendas de
mirara e muito poucas decriarlo de gado, c todas
do ]>ouca importancia, sein nelium centro de po-
li jio, a excepoao da Morada-Nova, arraial de
poucoa habitantes ou quasi deserto.
Finalmente os moradores fogem das niargens do
ri 'O- causa de sua insalubridade. As febres in-
termitientes sao sobretudo perigosas no fun da es-
daj aguas, e mesmo todo o auno as intermit-
lazem sentir.
E' so na regiio mais elevada do valle do rio que
existen! algumas cidadese villas, mas j separadas
da i-i-dla do que trato, pelo mencionado obstculo
d 9 leguas.
A ssiin. boje quasi todo o commercio entre as vil-
las do curso inferior do S. Francisco e a barra do
;: das Velhas com o centro da provincia de Minas
e a do Kio de Janeiro effectua-se pela estrada do
S;ibar e Cuivello, isto polo valle do rio das Ve-
lhas e mesuio por este rio, entretanto que pelo 8."
Francisco, cnliv a barra do rio Paraopeba eado
rio das Velhas, s desce uns cinco a seis ajoujos
d da canoas e por brra un socarro puchado a
bois. do anal dono o negociante Manoel Joaquim
de Carvalho, morador as margens do Abaet.
Ni -la regiao faltam quasi complelaniento todos os
mei s de transporte por torra.
Assim, pois, anda debaixo do ponto de vista com-
mercial e das necessidados das populaces, o me-
I.: i.iinenio do rio das Velhas muito mais urgente
i! i me o do S. Francisco.
Mais isto anula nao 6 ludo. As aras c o casca-
lbo do rio das Velhas acarretam comsigo muito
ouro. Os moradores das margens no tempo da
sorra vio para as cortas que ento se descobrem
lavar os depsitos do rio, o em geral, segundo as
localidades, cada trabalhador ganha por dia 23 a
t$00O. O fundo do leito, iuaccessivel a ellos, nao
nonos rico.
Amigamente houvo nina tentativa para desviar o
rio de sea leito om dous de seus |>outos, um situado
so da cidade de Santa Luzia e ooutro um pou-
co cima do vinculo do Jagura.
O xito dessa tentativa foi apenas parcial, pois
que na estacao das aguas entra o rio violentamente
no seu antigo leito ; mas entretanto antes disso to-
ra: i exlrabtda grandes quantidades de ouro.
Em Jeqnitiba, por occasiao de construir-se urna
e em cuja construeco despenderam-se.........
i. produziu s a iavagem das aras e cas-
ca! hu retirados dos buracos que ciitao se flzoran
a sua coHocacao urna jiorgo de ouro de um
superior a i:oOO,5000.
Cito apenas estes fados, que me foram contados
i. mesmos lugares, com provabemconkecidanes-
ta regfio da riqueza do rio, a qual cu mesmo tive
u '.isiao ile julgar por alguns ensaios. At boje
, nao se pensoa em empregar meios mechani-
- para extrabir a immensa riqueza dones dcjio-
I digo immensas por causa da superficie do
rio oceupada por elles e sua constante riqueza.
Os moradores das margens nao acharara outros
13 sniao o do desvio do curso do rio, que dis-
lioso o quasi inipraticavol, e de um pouco de
ilho a seceo, e a mao do homem sobre osban-
Quando estes se descobrem. Existem, porm,
pi icessos muito superiores para esta extraccao, nos
quaej siipponho nao so pensou ainda, e leinhrando
a drguage creio prestar um importante servico ao
paiz, pois que o rio das Velhas nao o nico que
na neese casa
O Paracat e mnitos outros supponho nao seren
menos ricos.
Ora, a drguage, por meio da qual se pode tirar
v. grandes riquezas do fundo do rio, tambera o
meio que se deve empregar para augmentar a pro-
lundulade c desembaracar o seu leito. Resulta
d"ahi qne as despezas coih o melhoramento do rio
n^'j s serta cobertas, como mesmo poder haver
algum beneficio.
Esses beneficios ou lucros deverao ser to gran-
d -. conforme a riqueza que verifiquei nestes depo-
- -. que considero que o governo nao dever
i lunar a urna companhia os trabalhos do me-
I.: lamento do rio, scni reservar-se o privilegio,
quanto extraccao do ouro, que em tal quantida-
de que mesmo as argas das margens contera
quasi sempre, cima do nivel as endientes, una
). reta susiepiivel de ser explorada.
N'os lugares em que polo alargaraento do rio se
' ni depositado ara lina, eque em geral seriara os
I inieiros onde haveria necessidade de draguer,
acontece que o ouro nao se aclie no meio dellas,
er.conlrando-se, porm, geralmcnte na frente das
as ou misturadas com o cascalbo, onde elle se
i] Sita om virtudo de sua grande densidade, e on-
i| maior a sua abundancia. Por meio da dra-
guage se poderiam primeiramente tirar as aras
3ue bstruisscm a navegacao, e, depois, servindo-se
i mesmo apparelho, trabalhar nos depsitos aur-
feros, e assini se acharia urna larga inderanisacao
para as despezas feitas com o primeiro fim.
Com ligeras nodiQcacoes a machina a draguer
se tornara apta para a exnloracao do ouro no rio,
urna das grandes origens de riqueza no Brasil, nao
s i>elo que vi no rio das Velhas, como pelas infor-
maooes que me foram ministradas sobre outros
manos cursos d agua. No relatorio que ulterior-
mente tenho de dirigir V. Exc, indicarei detalla-
damente estas modilicacocs.
O curso superior do rio S. Francisco, ao contra-
rio, muito pouco aurfero, cnas suas aras c cas-
calbo apenas se vem raros trajos de ouro era
quanlidade nao exploraveis.
E' verdade que neste rio rolam alguns diamantes.
Kas a exploraco dos diamantes comparada com a
do ouro e incerta, pois que a raechanica nao inter-
vra nella senao parcialmente, porque a ultima ope-
ra?o, em lugar de ser feita com o mercurio, recla-
ma o emprego da vista humana. Alm disso, os
diamantes do rio S. Francisco sao pequeos e raros,
de sor qne aiicnas pagam elles as despezas da sua
pi rura.
l)kuxo do ponto de vista das riquezas mineraos
ainda tem o rio das Velhas, para ser melhorado,
esta vantagein sobre o S. Francisco. Assim, pois,
Sor todas as considera! oes ja apresentadas, consi-
ero que o rio das Velhas merece mais que sobre
elle ou chame em primeiro lugar a attencao do go-
vorno do que o curso superior do rio S. Francisco,
alias no caso de ser tambera melliorado.
No estado em que elle se acha, j o percorri em
toda sua extensao de Sarab at a sua confluencia
no 8. Francisco, em um ajoujo de tres candas, for-
mando una especie de barca, com 70 palmos de
comprinientu sobre 13 de largura, sem ter nunca
lijo necessidade de desmanchar, entretanto que no
S.'Francisco ful obrigado a isso. Um ajoujo mes-
mo de duas canoas nao pode viajar no S. Francisco,
licando sempre com as canoas unidas, pois que no
tempo da secca ha necessidade de separa-las na
pa.-sagem dos immensos bancos de pedra, e conse-
gu ntedMntc urna barca como a em que desei no
rio das Velhas nao seria boje possivel no S. Fran-
cisco. Apezar das dimenides desta barca, nao se
deve concluir que a navegacao deste genero seja
actualmente faed. Os pengos tfo numerosos, e
mandar effeetuar junto marge:
ion, como fosse cortar eoorn
bruvavam sobre o rie e *
ai'voiLs, qne,i
ainda mais esta pass
sempre para alguma ctisa. Animado
'03
Itav
servia
com esta
passagem, um negociante de Santa Luzia envin
inmediatamente urna barca earregada. quasi da
tffesma dmensao, barra do rio Jas Velhas, a qual
sem duvida se loria aiiroveilado das passagens j
feitas, e- cliegou sem avarias ao lugar de seu des-
tino.
(ConUnuar-se-ha.)
tembem htfer dous orgSos encarregados,I derosa acc3 curativa do arsnico e da creo-! Ento j no Sfia o imitador brilhanfe,
(L ^m ^5Prod,reir assu.car. e o-outro de o sota, ealm disto os proprios autores que mas demasiado servil, das enfenbos perigri-
n ArnSrt recommendam tal medicaco, declarara que nos e nacfnes, que o precader-am-^seria
perderam os- doentes de vista. E orno con-
fiar em taes reultadoa ?
A tintura de cantharidas ft> tambem em-
lllLIlXillAPIIIA.
Da jlucosiiria, da sua sede, naturesa, cansas e tra-
tamrnto. Memoria premiada pela sociedade de
medecina de Tolosa no concurso de 1856 rom
a primeira inedallia de ouro de animaco e es-
cripta, por I. Cuitard.
0 objecto notavel, que a academia de-me-
dicina de Tolosa escolheu para ponto de
discusso, incitou ousados campeSes a oceu-
parem-se de t5o interessante e difficil as-
suropto, e varias memorias foram apresen-
tadas no prazo marcado, memorias que to-
das mereceram a approvaco da academia,
por que se achavam escripias com muito
criterio e grande exaclido.
Mas certo que ninguem se oceupou t3o
hbilmente desta queslao como o meu par-
ticular amigo, o Sr. Dr. Isidoro Guitard,
o qual acaba de me enviar a sua prodcelo,
de que nao posso deixar de fallar agora,
porque este escripito pela copia de dados
praticos que aprsenla, merece toda a at-
tencao de meus coliegas, a quem muito o
recomend.
Antes, porm, de apreciar esta memoria
pelo que respeita s sua originalidade e
casos particulares interessantes, permitta-se
que diga alguma cousa acerca da sua histo-
ria, pois, que, n'um rpido golpe de vista
podem os nosses leitores fazer urna exacla
idea das opinies, que a tal respeilo teem
reinado, escusando de consultar tantos li-
vros e jornaes onde os autores expem o
resultado das suas observacoes, quasi todas
divergentes e impropria para fa?.ermos urna
perfeita idea acerca desta molestia, e sua
sede, a qual apenas foi comprehendida pelo
eminente professor do collegio de Franca,
o Sr. Dernard, e pelo autor deste artigo
bibliograpbico.
Segundo a le tura de varias obras anti-
gs, v-se que o celebre velbo de Cs e
Celso j tinha fallado ainda que com umita
confuso desta enfermidade, mas foi Arete,
que escrevia no prjmeiro seculo, aquelle
itK > e i"6 na diabetes era o orgao
produftor, quO exagtrava a sua funeco, e
que o t)rg) destraidor nao funecioaava.
E por este "motivo todas as primeiras in-
?estigac5es se dirigiram ao conliecimento do
orgao destruidor do assucar.
N'uma serie de experiencias feitas sobre
animaes, procura enl5o o sabio Claudio
Bernard o orgSo destruidor do assucar, e
efle encontrd pelo contrario aquelle que na
economa o produzia inteiramente: e este
o ligado.
Nao fallaremos ogora das experiencias
muito engenhosas, pelas quaes o Sr. Der-
nard chegou a tornar glucogenicos os ani-
maes,: e apenas diremos que este sabio
physiologista faz residir a diabetes n'uma
perversao do systema nervoso, e que, pi-
cando um animal na medula oblongada por! cha, nao dando, todava, este meio comoin-
cima da regio olivar, pode tornar-se o fallivel, e pedindo aos seus coliegas qae o
sem dvida um poeta verdadeiramente^crea-
dor e digno compatriota e collega de Luiz
de Camoes. Se n5o grangeasse a nonada
Eu-
|ffegada pelo- Sr. Hall juntamente im o re- universal, que s d a raagestaa da eppn
gimen animal, e porque o doente ficou cura- e a magnilicencia do genio coadjuvado por
do, pode dizer-se foi s cantharidas, se foi ao
rgimen, que se deve o curativo ? Parece-,
nos que, neste ponto, fica a questao duv'ulosa.
Emfim o autor falla ainda do iodureto de
um dos mais extraordinarios successos da
historia do mundo, qual foi o que por desti-
no coube a Camoes, o seu lugar seria bas-
tante elevado para satisfazer as ambicoes
mesmo animal ghicogenico vontade.
Nao acharia, porm, esta theoriae a do
autor desle^artigo bibliographico, muitos
contradictores? De certo quesim, e por
este motivo bouveram grandes controversias
suscitadas por Fignier Lhouget e outros,
controversias que deram lugar a que a so-
ciedade imperial de medicina de Tolosa, po-
zesse a concurso urna queslo de tanto mo-
mento, e de tanto interesse na poca ac-
tual.
Entre as quatro memorias enviadas aca-
demia, fallaremos apenas da do nosso Ilus-
tre consocio, que tem por epigraphe : Rien
n'est nonveau sons le soleil, et mi nel
pent dir: voil une ehose noucelle, car
elle a deja t dans les steles qui se sont
passs avanl nous.
O autor divide a sua memoria em cinco
captulos e bem classiticados.
ferro, do chotero hmido, de acido chlouy- menos humildes e de certo Ihe nao pesara
arico, do sulphato de ferro e de muitos ou- oceupar ao lado do seu glorioso companbei-
tros agentes prescriptos pordifTerentesmedi-.'ro a poscJo que ao lado de Homero oceupa
eos, mas em toda esta polypharmacia qual o Ilustre autor dos Trabalhos e os Dias{")
o agente, que o nosso collega prefere ? No A numerosa colleccSo de cartas, que em
estado actual fica duvidoso a este respeto, seguida s glogas faz parte do volume inti-
tulado o Lima corrobora as suspeitas de que
Diogo Bernardes podia oceupar na poesa
buclica um lugar mais distincto. Essas
cartas esto cheias de descripces anda que
imperfeitas, muito bellas o muito poticas:
nellas e na simplicidade da diccSo se rev
urna alma candida, inclinaces romanescas, e
artsticas, sentimento muito desenvolvidos.
mas er mais na eflicacia dos fonticulos na
nuca, e no ferro em brasa ao longo do ra-
experimentem como elle fez.
.No capitulo i. expe as observacoes, e
neste ponto que adiamos o livro do Sr.
Dr. Guitard menos exacto. Parece que o
autor fatigado com o trabalho precedente! imaginacSo rica, espirito culto e dotado de
se apressa em conclui-lo, pois que nao presta bom gosto.
to grande attencao aos objectos, de que
trata.
As observacoes, que elle publica, sao de
duas especies; as primeiras em numero de
39 sao colligidas em varios autores, e ainda
que numerosas nao sao precedidas e segui-
das de algumas ndicaces, e de certas refle-
xes medicas, que Ibes dariam todo o valor,
que n3o teem. Que importa que a Gazeta
publique urna observaro da diabetes forne-
cida por tal ou tal pratico ? Que importa
que om jornal annunciea historia d'um glu-
cosurico dada por um medico?
Isto de nada vale, e o que nos desejava-
No primeiro trata da causa, da natureza; mos era a apreciarao destes fados, pois que
nella estava todo o valor das ditas obser-
e da sede da glucosuna, escrevendo de pas-
sagem a historia dos autores que se oceupa-
ram deste objecto, historia bem feita e de-
dusida com cuidado.
E to modesto que logo no comeco da
sua excellente monographia declara que nao
tem a pretencSo de dizer a ultima palavra
sobre esta molestia: Je suis venu, diz o
meu Ilustre amigo d'alm dos Pyrineus,
le dernier de tous, comme me reieillant a-
prs un long somneil et comme ceux qui ra-
massent les grains de raissins, apro ceux
qui ont fait vendanges.
Em seguida passa em revista todos os
da
neSrurimASto^nSmZ ,raba,hosantl*emo(lcrnos' quetratam
que deu a pnmeiia nocao exacta acerca eL medico da Capadocia j expe symp-1 g^g^S SSaf^teTa ax-
iomas exactos,e um diagnostico preciso. B Ib ^^"J^^ h^a
se elle livesse conhecdo as qualidades; pby- g'^m^^e^bciu^
SETImZTS Ztt\***+ ph>sio,0"!ca ou pathologica d0
^iSLSiSft.^! ^l,pode- pneura08astic'e accr-escenta wassu^
riamos dzer com affoutesa que, nos lem-
pos modernos ninguem era capaz de des-
crever melhor esla affeccao. Fernel, Hu-
xam, Seunre, Sydcnham e outros escrip-
tores do 15. e 16. secutes tambem conbe-
ceram a diabetes, mas s os pathologistas
de nossos das a que exposeram alguns
trabalhos mais serios a tal respeto.
Willis, no fim fio secute 18, e Guaude-
ville em 1803 foram os prmeiros que ve-
rificaran por experiencias chmicas a pre-
senca do assucar as urinas dos diabticos.
Mas nem por este motivo, houve maior en-
ihusiasmo da parte dos mdicos daquelle
tempo, pois, que, esta descoberla em lugar
de auxiliar a pathologia, mais a confundiu,
e houve entao varias theorias mais ou me-
nos plausiveis, e com relaco poca, em
que Qscreviam os seus autores.
Assim os amigos diziam que era urna af-
feccao geral com collignaco da carne e fu-
sao de todos os orgos. E esla affeccao era
causada por partes malignas, que licavam
no organismo. Vaiiaeas palavras, mudae
algumas linhas, e eis aqu quasi todas as
theorias do seculo 18.
Assim Deizeimeries em 1819, provava
que a diabetes era urna inllamac'io dos rins,
tendo esta irritadlo por causa primara a
gastrite chronica. Nao admira que at
1829, no bello tempo das ideas pbysiologi-
cas, na poca da gastro-entrite e da loca-
lisarao absoluta das molestias prevalece esla
opiio. Mas no periodo de curiosdade
inquieta e laboriosa, que se seguiu em
Franca revolucao de 1830,- quando a dis-
cusso activava todos os trabalhos de espi-
rito, soube-se que os fados adquiridos pelo
que respeita ao conhecimento da diabetes
sacharina nao correspondan! de modo al-
gum s theorias admittidas at boje.
Em 1831 dizia o Sr. iouilland que na-
da de presico se poda estabelecer no esta-
do actual da sciencia acerca das theorias
observacoes eram
quemado nos pulmes quando ha sade,
mas nao assim quando existe a diabetes,
pois que estes ltimos orgos nao funecio-
nando normalmente dao lugar a que o assu-
car nao destruido v para as urinas.
E' certo, que depois de varias controver-
sias entre eminentes phyiologistas, o Sr.
Bernard comecou a abandonar a sua theoria
sobre a combusto do assucar, e asubstitui-la
por outra nova mais engenhosa, e que est
destinada a um grande futuro, mas nao ad-
mira que o nosso amigo nao falle desta
theoria, pois que ella foi descoberta em 1856,
j depois de ter entregue a sua memoria,
osmio que o concurso tinha acabado. Acha-
mos-lhe muta originalidade sobre alguns
pontos, mas n'outros vemos que o autor,
nao fazendo mais do que copiar os livros,
mostra todava muito criterio, e que possuiu
urna rica e curiosa bibliotheca.
O autor, porm, o nico que considera
a presenca do assucar as urinas como um
svmptoma, e que accrescenta que a causa a
cbmbater existe na molestia do bolbo rachi-
dico.
Adiamos este capitulo escripto com gran-
de mestria, e dando provas dos muitos co-
checimentos scientilicos do Sr. Guitard.
vacoes.
As outras observaooes de que fallamos,
pertencem ao nosso amigo, e por ellas ve-
mos que o autor falla com conhecimento,
de causa desta molestia, e que a estudou mi-
nuciosamente, como pratico distincto que
em a cidade de Tolosa.
Finalmente o capitulo 5." o autor expe
as concluses do seu livro. Trata, pois de
dar os signaos principaes da molestia, falla
das complicaccs, que sobreveem, das reca-
ladas que sao to frequentes, e dos pheno-
menos caractersticos desta molestia.1 Desc-
arte n'um simples golpe de vista se far urna
idea de tudo quanto deixa exarado na sua
excellente memoria,
Se o trabalho bom ou man, l o decidiu
a academia de medicina, a qual Ihe deu
medalha de ouro, e se o Sr. Dr. Guitard a
medico notavel que o dgam todos os seus
escrptos, e os dilerentes mdicos que
apreciaram os seus trabalhos scientificos.
Nos agradecendo a obra, que tevoabon-
dadede uviar-nos o Ilustre autor, diremos
que, quem lao bem oceupa as horas livres
do servico chimico, merece todos os enco-
mios dos collegas, que se dedicam com af-
fan ao estudo das sciencias medicas.
L. DK MACEDO.
(Naco.)
literatura portngueza.
DIOGO BERNABDES.
Ao grupo de escriptores classcos, que se-
gueta em jerarchia o Ilustre cantor de Vasco
da Gama e dos descubridores do Oriente, ao
lado de Antonio Ferreira, S de Miranda,
Pedro do Andrade Caminba e fr. Agostinho
da Cruz, vem associar-se fiernardes, o autor
do Lima, das Rimas varias e das Varias ri-
mas, tres livros de versos, eguaes na origem
e mu desiguaes em merecimento.
Se, porm, em geral, Diogo Bernardes
pode collocar-se na cathegoria desses escrip-
tores subalternos, ha um genero de poesia,
em que foi to eminente, que nao s se eleva
a perder de vista cima dellcs, mas se instal-
la, nao direi cima de Camoes, direi smente
ao seu nivel.
as veredas de Theocrito e na to arrisca-
0 capitulo 2. diz respeito anathomia
pathologica, c elle trata aqu das alterables
propnas dos tecidos, e da analvse chimica das da imitacao da buclica vtrgihana, Bernardes
quasi toca o ideal, que procura, e de taes
urinas.
Quando passa analvse da urina, explica
pelos meios racionaes a relaco, que deve
existir entre a quantidade de bebida inger- s.mphcidade, tanta candara, tantas remmis-
. i ____ o /.onnuw vivac p n>rfiimail.*i5 iln ixlmle. ile miro.
matizes borda as suas concepcoes poticas e
mistura as suas trovas tanto coracao, tanta
cencas vivas e perfumadas da edade de ouro,
que o artista parece desapparecer e s licar
no seu lugar o homem dos campos, que tra-
duz na lingua potica as suas etnocoes com a
espontaneidade da calhandra e do rouxinol, a
quem a natureza ensina a cantar.
Se Diogo Bernardes, compondo o seu Li-
ma, como os pastores da Arcadia improvisa-
vam outr'ora, se podesse desprender dos
preconceitos funestos do seu tempo, e. des-
presaodo as formas classicas, communicasse
da, e quantidade egual de urina excretada, e
descreve em seguida a analyse chimica da
urina, tirando a seguinte concluso; que,
quanto mais se urina mais sao abundantes
as materias dissolvidas. Donde resulta o es-
goto rpido dos doentes, a fundico de todos
os seus tecidos," e este grande desperdicio da
substancia, que se verifica primeira vista.
Passando qualidade de urina estabelece
1 todos os signaes perceptiveis primeira vis-
reinantes, e que novas observacoes eram >noto J cirounBtoaqueelapossuede presando as ormas ciasstcas jommumeasse
necessarias Fot entao que aparecern nu-, Jsviar para a dreta a luz polavisadaTcomo ***** do idyllto a hberdat e da inspira-
merosos trabalhadores scientificos, que eram *,'*, (lo assucir de fcula c5 Gesner Porlu8uez nvalisaria com o
em Franca: Audial, este espirito medico i f\u om seguida referna>se a Mac Gre- Gesner allemo, e a nossa litteratura sena
to moderado, Monnerel, Valleix, Bonamy I damaor quantidadedeara, que fofnece urna das mais ricas cmi poea campestre.
Costes, Regtun Conloar e principalmente, J d diabtico, e ao depois descreve a amda que um esenptor moderno () sempre
Rayer; em Inglaterra; Copeland e Mac- J J quantitativa e qualiultiva da urina'poder.a dizer que nenhuma UeraUda
prfxiH-aaao a formula nos bellos trabalhos! Europa pode offerecer um con ae poesas
de
todo
descobrif presenca do assucar, fermenta-
cao e ao licor de Bareserill.
O autor nao se conforma tambem com a
opinio dos que querem achar s o assucar
Gregor, e em Alemanha os Siebert e os
Lheman. Finalmente o celebre Honchardt,
lendo os trabalhos mais modernos, estabe-
leceu a theoria, que tem o seu nomo e
que marca o estomago como a sede das
molestias. AO principio este sabio chimico
privava os seus doentes de todo o alimen-
to feculento, e nutrindo-os com substancias
azotadas, tirou bons resultados. Mas cer-
to que o tempo faz abrir os olhos ainda aos
mais crdulos em certas doutrinas, e como
viam todos, que os doentes curados com o
regimem azotado recidicavam e morriam
como os outros, aparece Mialhe, o qual de-
clarou que era um erro suppor a sede da
glucosuria nos rins ou no estomago, e que
segundo elle, esta molestia dependa da sup-
presso da transpiraco cutnea e da falta
de alcalinidade do sangue dos humores, a
qual nao deixava transformat em materia
combustivel, o assucar proveniente das fe-
rwurjflo a formula os bellos trabalhos! Europa pode onerecer um corpu>(
Sorda', c dando preferencia sobre buclicas, como as que deveta Allemanha as
aos os meios diimicos empregados para ^S^vezTue mi o?cuno testas con-
v^hr.-- >> nrrawa ilo assucar. fermenta- Cada w que me oceupo com estas con
sideracoes, lamento mais vivamente que os
eeitos e a reaccao litteraria da renascenca
se prolongassem at to tarde e que a sua in-
aradosdrabeticos, e seguindo a Reyno- uencta, a benficaesauPP
saeMichea d em resumo 53 observares ^xpmh a admiracao publica, o eternos mo-
de molestias differentes pela sua natureza, e' dlos do bello, creados pela cmhsacao grega
pela sua sede,- e conclue dizendo que n'ou-; e "romana, se convertesse com o curso do
tras muitas molestias tambem tem encontra- tempo huma verdadeira latabdade ; pois que
do o assucar. No paragrapho seguinte, que se oppz ao desabrocbamento espontaneo do
acharaos mui bem escripto, trata o autor de! genio moderno f. devorou, como um turbi-
invest>ar a presenca da glucose, e mesmo lho, faculdades tao ricas, tao poderosas, to
Diogo Bernardes contemporneo- ainda
pelo berco das nossas glorias e grandezas
do seculo XVI urna personificaco formosa
e risonha do nosso Portugal da meia-edade
e da renascenca, um destes nomes, a cu-
ja pronunciaco, como diz Mme. de Slael, a
imaginaco se desperta, o coraco se move,
o enlhusiasmo se accende.
A sua cabera tanto se cora com o louro,
o myrtho e as rosas, como se cobre com o
elmo e o chapeo de ferro. Suas maos ora
suslenlam o montante e a lanca, ora a penna
e a lyra. Seguindo a carreira das armas, o
poeta aprende a sua experiencia na escola
da mocidade portugueza dos seus lempos,
v o zenith da nossa gloria, assiste ao seu
eclipse na batalha de Alcacerquibir, prisio-
neiro dos mouros, os seus compatriotas o
resgatam, e eo fim de tudo, vem soltar no
remanso da patria o canto do cysne, som-
bra das florestas da sua infancia, na ribeira
do seu rio natal.
Que destino! o homem que passou o
melhor da vida ao sol da guerra, cobertode
ac e de bronze, expira n'um canto oliscuro
de Portugal, escondido entre a folhagem, a1-
temando cances de anachoreta, de rhapso
da, de galante, de cortezo e de philoso-
phosl Quem dira qttes eus versos to
parecidos com os de seu irmo, um dos
poetas menos memorados, mas mais insig-
nes d'aquelle tempo, eram inspiraces de
um guerreiro ? Onde se revela, onde
se advinha o passado desse guerreiro,
que perfeitamente imita o mavtoso, terno e
suave Agostinho da Cruz, homem da paz,
que cedo aprender, na solido do claustro
a arrememlar os gorgeios dos pratarxos\
e dos melros, que viriam despertar os ec-
cos da crea as suas madrugadas de sau-
dades c de religiosas enlcvaces-l
E' forca comtudo que se digaos traba-
lhos do' cantor do Lima nao satisfazem a
expectativa, em que est quem se informou
dos seus precedentes biographicos. Os
versos, que escreveu durante o captivero
africano, sao um reflexo desmatado do que
podiam ser, e sem duvida era provavel que
um poeta-guerreiro, um homem de intelli-
gencia e de coraco. que assistira batalha
infausta de Alcacerquibir e agora volva os
olhos saudosos para as trras e as praias do
norte,' sentisse romperem-lhe detraz da li-
nha azul do horisonte, raios de urna Ihspi-
rac3o mais viva, do que a que traduziu as
suas cances.
A idea religiosa devora e abafa tudo. Se
o poeta solta agora e logo lmpidos clares
de um lyrismo enthusiasta, se a natureza
potica nao se renega de todo, e espalda
repetidas vezes sobre esses cantos do exilio
um aroma suave e delicioso de saudade e
de poesia, o mais vulgar ouvir o poeta,
de mos postase lagrimas nos olhos, invocar
o auxilio do Christo na linguagem da devoco
e esquecer-se da arte e da humanidade,
para se concentrar as meditacoes ecclesias-
ticas e na invocaco da graca divina.
O poeta e o homem se convertem no de-
voto e no christo. A elega substituida
pela jaculatoria. O dogma e as formulas de
rehgio positiva absorvem a aclividade d'um
coraco verdaderamente poeta, d'uma al-
ma verdaderamente humana, d'uma na;
tureza, em ciijos instinctos o equilibrio
normal. O artista, o litterato desappare-
cem; fica apenas o catholico fervoroso, que
nao sabe traduzir as suas emoces interiores
senao na parase commum da piedade po-
pular.
Diogo Bernardes nos Vanas Rimas falla
mais de urna vez a linguagem adequada
sua situaco de desterro e revela-se como
trovador expontaneo e natural: Estes
montes, diz elle, estes campos, este mar re-
cordam-me outros montes, outros campos,
outros povoados e outros mares. A essa
vejetacao, porm, nessas solides medonfias
e desconhecidas, que so estendem diante- de
meus olhos nesses semblantes fuscos, que
me rodeam, entrevejo a imagem do dester-
ro 1 Bosques, montea e campos da minha
trra, quando vos tornarei eu a ver ? Mas
estas saudades passam como a lingua, era
queo poeta ento se exprime e succe-
de-lhes a prece, mas nao esta prece elo-
quente, impetuosa, inspirada, revelada,
que todos nos soubemos no dia da afllic-
Co, como se exprime o respeitavej poeta
do Monasticon ; mas urna prece mon-
tona e prolija, em que as chagas do
Christo, a virgindade de Mara e os dogmas
ram sempe qoerdas e popular* na
ropa, e anda no meto das treras da
media, quando as literaturas to acorda-
vam, quando as primeiras tentativas dra-
mticas anda nao appareciam, j os trova-
dores, os menestreis multipticavam as m
trovas, ninas vzes mesa dos grandes, ou-
tras vezes as pracas publicas, aos vidos
do povo.
Italia e Castella forana mais conlda-
raente inclinadas suavidade das cndeixas
populares, e fiesta sympathia as seg
nos, cuja litteratura se" estra por frj
tos de graciosas cantigas, (I) antes se Gil
Vicente e Bernardm Ribeiro inauguraran
definitivamente a vida litteraria da na na-
Co.
Diogo Bernardes. genio todo meridional,
todo portuguez puro e classico, fiel as tra-
dlcces da Italia, de Castella e do seo pro-
lirio paiz, amou-as e continuou-as, enchen-
do a sua carreira de poeta cora estas en-
deixas, que sao muito numerosas no con-
jundo das suas obra*, mas que de certo o
seriara infinitamente mais, se podessem re-
produsir-se na sua integra.
Quanto seria curioso que imitac3r>do
que se faz nos nossos lempos se assigM-
lasse no fecho de cada urna dessas cantigas
o local e a dala, em que foram escripia*
por seu autor I Learnos ahi ponto por
ponto o romance da sua vida quasi anony-
ma ; um drama das mais pittorescas peri-
pecias se desenvolvera diante de nos ; in-
trigas de amores, malquerencas de amisa-
de, tedios da soledade, esperancas do des-
terro, amarguras deile, saudades da infan-
cia em hora de attribulaco, vagos andel-
tos, vagas reminiscencias de um coraco
amostrado pela vida e pela experiencia, todo
ahi decifrariamos com espanto danie des-
sas datas : o que hoje nos parece morto
parecer-nos-hia ento vivo e animado ; ao
que hoje ligamos interesse, liga-lo-hiam
entao mximo; e o que hoje nao lmos ou
lomos a cusi, haviamos de devora-to e de
repet-lo mil vezes, porque o liaramos de
comprehender.
Estas reflexes, que faro a respeito da
parte menor dos versos do Bernardes, sao
egualmente applicaveis ao Lima, e. geae-
ralisando, a todas as obras d'esses escrip-
tores, que chamamos classicos e que boje,
retirados da leilura commum. parecem let-
tra moda, porque tiveram a infelicidade
de viverem na poca da escuridade poca
verdaderamente de escuridade, porque o
foi ainda o seculo XVI, apesar de ser ja
Iluminada pela luz do sol cm compararlo
com os secutes transados e com a noote
fechada da edade media. Esses escriptores
sao como cmaras, de que nos falta a cha-
ve e que apenas entrevemos por um orifi-
cio. Se podessemos entrar dentro, se po-
dessemos transpor esses umbraes, vera-
mos, a urna lux clara, battezas e esplendo-
res, que hoje nos escapam
As endeixas- de Diogo Bernardes ser-oos-
hiam mais estimaveis, se as nao lsse-ns
nuas e descarnadas n'um texto morto e mil
impresso. Talvez muitas as corapuwwe o
autor para suavisar as horas amargosas do
seu desterro, para l do Estreito de Gibral-
tar. Outras duraute o curso de alguma
paixo por dama-portugueza ou castelhana,
que ao aprox-imar-se do nosso poeta-goer-
reiio e activando os seus generosos instinc-
tos, desse origem a algum complicado dra-
ma, cujas particularidades nao sbegariam
at nos. D'outras seria o objecto aperce-
bdo, quando o digno compatriota de Luiz
de Camoes, Vasco da Gama, Afionso de
Albuquerque e D Joo de Castro correa
o mundo, para colher na ponta da sua as-
pada a cora da gloria.
Mas se no podemos comprehender ple-
namente o Ilustre e mavoso cantor da
ribeiras do Lima, os voluntes, que nos det-
xou, podem inspirar-nos urna admirar*
sincera e urna sympathia sera limites. Sym-
pathia o que caracterisa o terno e sba-
ve Bernardes e de certo nao ha no reoqot
dos nossos escriptores amigos out-o. que.
mais a mereca. Puliu a lingua e adulro-
rou-a com a linguagem do seu corarJo. Se
nao tem a philosophia grave de Antonio
Ferreira, tambem nao tem as suas durezas;
se nao eguala a magostado de Camoes, i
seu rival na gloga. O nome de Diog)
Bernardes um dos mais fornaosos nones
da nossa historia litteraria
Leonel de Samf-aio
(D Futuro )
de avahar a sua quantidade; e para este fim
trata do polarimetro de Biot e do sacharime-
tro do Sr. Soleil, que descreve maravilhosa-
mento, e com grande conhecimento de causa.
Falla o autor no capitulo 3. dos meios
culas, nao sendo este'queimado nos pul- teraputicos, e cmeca pelo vinho recom-
mes, mas sim segregado pelas urinas. E
por este motivo se poe em pratica um tra-
tamentb aseado sobre esta hypothese, e de
que fizeram parle os acalinos.
Nao ha, porm, duvida que os resultados
foram pouco satisfatorios e que as melbo-
res ideas exaradas nos livros a este respeito
pertencem ao eminente o sabio professor
do collegio de Franca o Sr. Claudio Ber-
nard, que'fazendo em 1843, as primeiras
experiencias, s as generalisou mais e tor-
nou de maior importancia em 1848.
O Sr. Bernard com as suas bellas inves-
ltigaces, tinha menos em vista o adianta-
mento da pathologia, do que o da physio-
oga, objecto especial dos seus esludos.
Parta da seguinte idea: logo que na econo-
ma ba certas enfermidades, qae activara
mendado por Accio. E ainda oceupa com o
estudo de todos os outros agentes, de que fa-
zia uso a medicina d'aquelles tempos. Mas
nao d preferencia a algum.
Tambem accrescenta que os tratamentos' de pmpanos, sombra das florestas antigs,
novos foram empregados na antiguidade, na orla das veigas floridas ? Theocrito e Vir-
pois que o rgimen azotado que Rollo e'mais j guio, Sannazara e Garciluseu, o Tasso e Mon-
promettedoras.
Diogo Bernardes, com a sua grande voca-
cao, e cora o peculio da experiencia, que oao
podia deixar do ter adquirido durante a sua
existencia pittoresca e cosmopolita, porque
nao havia de prescindir do dialogo virgiliauo,
renunciando aos moldes solidos, criando urna
gloga moderna, reflexo desta gloga perma-
nente, que todos os dias se testemunha nos
campos, as conversas dos pastores e lavra-
dores do serto, diante dos outeiros coroados
tarde Bouchardat preconisaram, foi mencio-
nado por Acc/o que dava as carnes nutrien-
tes e o vinho generoso.
Neste lugar falla na medicacSo adstringen-
te e do arsnico, com que um medico allemo
tratou a sete doentes, administrando ao oi*
tavo a creosota associada com a gomma ara-
VARIEDADES
GENERAL FOKEY.
este o general francez que tem mgnmMi
0 ejercito franca no assed de 1'ueUa n<> MiMw,
e 0 |liral Qrieja, commandanle t.i:\erriio,
il". ulliciando ao seu governo em 29 de ahril, i
o seguinte:
Est orgulhoso o exercito do Oriente ^ar I
t nelejado mez e m>'io com am inimigo no;
e hbil como valenle. Em obsequio da i
t direi V. que se livesse atacado esla cidaifct i-
c tro general que. nao fosse Forey, ja
desbaratado.
PUBUCACAO 1MPORTAXTE.
Acaba do se publicar em Pars uai livm intitnh
do Quwho hiitorico to dominialempmai 4o* Pu-
pas polo canleal Grtutetint. V. nra excettHMe
resumo de todos os escriptos a favor do papadr
fundando-so principalmente na historia.
ACQAO RE.\L
Lemos na Correspondencia it Espaa qne a aa-
uha Isabel, sabendo os apuros pecuniarios com t/m
utava o escriptor liespanhol D. $alra4or Cow$ii*
zo, para escrever a sua Historia l'nirersai, de qn>
j se publicaran! 5 grandes voluntes de mtl pagi-
nas cada um, fez saber 0 anlor qne desejava ver
onra sem que a miseria Ihe op-
concluida a sua .,
do catboheismo recebem a competencia o. prmsse as ideas, c doterminouqne 'i imlufTiiiir
tributo dos tercetos e dos sonetos. Falla-se particular se Hu desse una penso, sem duramen
temayor podem passar da memoria dos bo-
mens: os quadros eternos da natureza nao
se desvanecem. Diogo Bernardes, pagando
Grecia, a Roma e gloga hespanhola e
italiana, o devido tributo, derramando as
suas poesas o verniz das suas reminiscencias
de leilura, poda inspirar-se mais directa-
menos no Creador, nosegredo da vida, no
destino humano, na lula interior do co-
raco, do que as particularidades e
minudencias do] catbolicisrao; amudam-se
menos as interjeices do homem que con-
templa os mysterios da dr, do que os jo-
gos de palavras, os conceitos, os reGnamen-
tos sobre a idea religiosa. Procede o poe
ta perante a Divindade, como os proselytos
de Gongora na presenca de suas namoradas;
a elocuencia sublime, mas austera, dos poe-
tas verdadeiramente religiosos proposta
ao gongorismo da devoco.
Alm da buclica, da epstola e da elegia,
o soldado de D. Sebastiao votou particular
aflecto a um genero de poesia, cujos eslu-
dos sao numerosos na colleco das suas obras
poticas. A cantiga, a endeixa popular, que
amenisa os ocios do trabalhador e Ihe faz
to de nentuf.ii genero. O Sr. Constanza e qnem
tem feito publico este tacto, lio feaeroso
delicado,
PORMENORES IN'TEAESSANTES.
bica, depois do que logo se restabeleceu o mente do Cosmos, e elevar-se na ordem dos
doente. ^ nossos poetas classicos.
Devoremos, porm crr nesta observacSo-------------------------------------------------
therapeutica'(? Por certo que nao, pois que| () Lov Veimar, Historia da litteratura
para pastar junto'de certos bracos tive necessidade 1 as funches glavosurtcaj do corno, deve' ainda ha poucos factos, que coniirraem. a po- allemaa, in fin
O mesmo citado jornal, refbrindo-se a
de Londres, traz os seguinies promenores aahv* o
nrocesso que tem corrido om Roma contra Hsmtti,
Venanzi e outros,do qual ja demos nsda aatnanm
leitores.
No acto de inquiricao a qne assistia o
aecusado dii-se que o presidente do tnu
sentara urna carta, a cujo respeito o reoi naa
dar nenhuma explicaco salisaluni. Essa carta
era dirigida ao conde de Goyo* (wuiiaiidaate da
tropasfraucezas em Roma) e nella sepa
e ironeral, em nome do canute nacional
autorisacao para urna mamesUi.ao na raa d Cy-
so durante o carnaval, tendo sido a inesaaeara de-
volvida a Fausti pelo general Goyon, de nei i
la haver escripto do seu proprio ptinhojae *
sava a manifestaco at certa hora, ftm
enviarla as suas tropas a dispersa-.
O tribunal, como de suppor, nao
cesso nem publicou es carta para nao
esquecer o duro de seus suores, mereceu. -
as attencoes de Bernardes, que a cuUivou, er generaKoy em portuguez e em castelhano.
Endeixas de quixumes e de amores fo-
(*') aesiodo.

^M
(1) Endeixas de Egas Mnnlz, etc.
PERNAMBCO.-rYP. DB M. F. DE F. FU
.ILEGVEL
mm


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