Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10146


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Full Text
/
AMO XXXIX NUMERO 166.
Por tres Bezos aflautados SjOOO
Por tres ezes vencidos .
QUIHTA FEffiA 23 DE JDLHO DE 1863.
Por anuo adiaitado..... 19JJ00O
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SraSCRIPCO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima'
Natal, o'Sr. Antonio Marques da Silva; Araran, o
Sr. A. de Lomos Braga-, Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao. o Sr. Joaquim Marquen Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
niazonas, o Sr. Jerom 1110 da Costa.
ENCARREGADOS DA SFBSCRIPCAO NO SlX
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassn', Goyanna c Parahyba as segundas
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanluins nas tercas feiras.
Pao d'Alho. Nazareth, Limoeiro', Brejo, Pesqucira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella,Tacaratu', Cabrob.
Boa Vista, Ourieury e Exu' nas quartesifeiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Un, Barrei-
ros, Agua Preta e Pinenteiras nas quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao % dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
4 La cheia as 3 lioras, 20 m. e 22 s. da m.
7 Quarto ming. as 7 h., 3 m. e 20 s. da t.
15 La nova as 7 h.,*28 m. e 20 s. da t.
23 Quarto cresc. as 6 h., 7 m. e 24>. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira. as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 11 horas'e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 5 e 25,; para o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada niez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipuco* as 6'/*, 7, 7 >/*, 8 e
8 '/i da m. de Olinda s 8 d3 m. e 6 da tardo i de
Jaboatao as 6 '/8 da m.; do Casanga e Varzea s 7
da ni.; de Bonifica s 8 da m.
"*> Rerifo.: para o Apipucos s 3 /,,
o, o y. 5 /z e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 >/2 da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de j para Cachang e Varzea s 4 '/z da tarde; para
Henifica as 4 da tarde.'
AUDIENCIA DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaeao: tercas c sa bbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 hora.
Jaizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 lioras.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meiol
di.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora|
da tarde.
DAS DA SEMANA.
2. Segunda. S. Jc*>vmo Emiliano; %. Elias.
21. Terca. S. llenriqueinip.; S. Prxedes v.
22. Quarla. S. Mari Magdalena: S. Mcm-Bo.
23. Quintil. S. Apolinattob. m.; S. Liboriob.
24. Sexta. S. Chrislin v.; S. Francisco Solano f.
25. Sabbado. S. Thiago ap.; S. Christovaom.
26. Domingo. Santa Auna mae da mae de Deus.
ASSIGNA-SE
no Recifi?, em a livraria d puaea da Indopcmienri.i
ils. GcH; dos proprietarios Manoel Figuein -,
Faria t Pililo.
PARTE OFFKIAL.
GOYERM DA PROVINCIA.
Eipedienle do dia 20 dejullio de 1863.
legado do termo de Garanhuns, om offlcio de 13
do corrento, sob n. 2, a quanlia de 1085 despendi-
da coni o sustento dos presos pobres da cadoia da-
quella villa, durante o moz de junho ultimo.Com-
municou-se ao delegado do termo de Garanhuns.
Dito ao mesmo.Accuso recebidos os officios de
17 do corrente, sob ns. 334, 335 c 337, em que V.
S. me partielpou terein sido arrematados por um
triennio os impostes de 23O0 sobre cabera de ga-
do vaceum consumido nas comarcas do Cabo c
Offlcio ao Exm. presidente da provincia de Mat-
to-Grosso.Annuindo ao que me roquereu o te-
nenie do stimo batalho de infantaria Lupercio Santo Antao, bem como no municipio de Olinda*
Gahagem Chauploin, rogo V. Exc. a expedicao sendo o 1 por 3:0105 annuaes, offerecidos por Joa-
de suas ordens no sentido de cessar o pagamento quim Antonio Lopes e Antouio Martins Saldanha, o
da consignaeo mensal de 165 que de seu sold 2o pela quantia de 6:0055, offerecida por Flavio
deixou o mesmo tenente nossa provincia, remet- Ferreira Catao, que den por fiadores Ludgero Tei-
leado-ne V. Exc. a competente guia para ter o xeira Lopes c Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior, o 3o
conveniente destino. | finalmente mediante a quantia de 2:2105 que tam-
Dito art brigadeiro commandanto das armas. bem offoreceu Auxencio da Silva Gusmo, de quem
Em cumprimento-do aviso da reparticao da guerra sao fiadores Antonio da Silva Gusmo Jnior c o
i Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1016,
1 de 26 de junho prximo lindo, resol ve nomear pa-
ra os cargos de segundo, quarto e quinto supplon-
tes do subdelegado do primeiro districto da fre-
guezia dos Afogados, que se acham vagos, os cida-
, daos seguimos :
2. Bacharel Antonio Justino de Souza.
4. Camillo Lins Chaves.
5. Manoel Camello Percira Pessa.
Comniunicou-se ao Dr. chefe de polica.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de
clarar V. Exc. em resposta aos seus officios de
Acha-se recomido cadeia d'esta capital, e, nao dos si entenderdes que deve ser feita a resti-
oustame a (teleta allegada, cuja apreetaco compe- tuieo a que o thesoureiro se juica cora di-
te ao tribunal judiciario, recoinraendei que fosse reilo.
instaurado o necessario processo. Outro indio fe-
Procurare oportunamente- estudar as reformas
no com un tiro, na ronleira de Tabatmga, a urna reclamada.* pelo servieo n aquella ropartioo, bom
gravemente enferma ; eonseguin-' com outras autorisadas pelo art. 3. da le n. 123
india que ficou
do evadir-se o assassino, contra quem trata a au-
tondade de organisar o competente processo.
Alem da tentativa de roubo commettida na the-
sourana de fazenda, da qual nao foi ainda desco-
berto o autor, comiiiunioou-me o chefe de polica,
que nanoite de 7 de fevereiro foi roubada a quantia
de 1:14/5799 rs., pertencente cmara municipal i
ade. Couvergindo as suspeitas desse fac-'
de 21 de jurnip do anno passado; se julgardes con-
veniente maner a faculdade concedida presi-
dencia pela mesma lei para esse fin.
Recebi da secretaria da polica as raformacoes
sobre o estad c movimento das cadeias. Com a
pequea quanlia consignada na lei do oreamento
vigente, quasi nenhuin foi o meihorament opera-
do nas prisocs da provincia, e muito- pequeas
,.. to sonre o procurador da mesma cmara, o qual as alteracoes havidas nos
l0 ; tuina o dmhciro sob sua guarda, deterniinei, como tracao, que est longo de
de 4 do corrente, haja V. Exc. de interpdr o seu
parecer sobre o que pede Joaquim Marques de
Souza no incluso requer ment.
Dito oo mesmo.Respondo o offlcio de V. Exc.
18 do corrente, sob ns. 1227 e 1301, que ficam eonyinna a sua responsabidade, e foi compellido a desejavcl.
dadas as convenientes ordens nao s aos agentes restituir logo a quantia extraviada. Pelo *qu
sse ramo da admins-
de attmgir perfei$ao
Dr. Joaquim da Silva Gusmo.
Em resposta tenho a dizer que visto nio haver
obtido em hasta publica maiores precos do que os
offerecidos, approvo taes arrematagOes, podendo V.
de 15 do corrente sob n. 1266, declarando-lhe S. mandar lavrar os respectivos termos
que approvo a deliberaeo que V. Exc. tomou de Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que em
nomear o major do quarto batalliao de artilharia vista da inclusa conta que me foi remettida polo
a p Carlos Felippe da Silva Muniz e Abren, para chefe de polica, com offlcio de 17 do corrente, sob
omuadar interinamente o corpo de guamicao n. 1,117, mande pagar a Simplicio Jos de Mello a
desta provincia, visto ter de seguir no primeiro quantia de 295800 despendida durante o moz de
vapor |ara a corte em cumpriinento do ordens junho ultimo, com o sustento dos pobres da cadeia
imponaos o major Herculano Sancho da Silva Pe- da villa do Brejo.Communicou-se ao Dr. chefe
dra, e ter fallecido o major Joao Francisco do Li- de polica.
vramento, qne por aviso da repartioo da guerra Dito ao mesmo.Attcndendo ao que requeren o
de 6 do corrente, tinlia sido designado para assu- offlcial-maior interino da secretaria da assembla
unr o Humando do referido corjio. i legislativa provincial, bacharel Francisco Toixeira
Dito ao mesmo Em vista do que V. Exc. ex- de S. autoriso V. S. a mandar pagar nos devidos
poz em seu offlcio de 9 do corrente, sob n. 1215, o tempos o seu ordenado, cmquanto cstiver elle no
do que informa o inspector da thesouraria de fa- exercicio desse emprego.
agento
da companhia brasileira de paquetes vapor para
| darem transporte at o Rio de Janeiro no vapor
; que se espera do norte ao major Herculano Sancho
i da Silva Pedia e ao capello do exercto padre
Bent Pereira do Rogo, como tarabem a thesoura-
! ria de fazenda para ajustar-Ihes contas at o fim
do corrente mez, e passar as competentes guias de
soccorrimento.
zonda em data de 18 deste moz. sob n. 526, auto-
riso V. Exc. a fazor a despoza diaria de 1 a .. ..
252OO rs. com fumegacOos nos culxis que rece-
bem materias fecaes "no quartel do nono batalho
de infantaria.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Harendo difflculdade em fazer
seguir quanto antes um facultativo povoacao do
Caxanga onde acaba do inanifostar-se o cholera
com alguma intensidade, sirva-se V. Exc. de expe-
dir as suas ordens para que um medico militar se
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
juiz municipal do termo de Nazareth, em offlcio de
18 de junho ultimo, recommendo V. S. a exped-
cao de suas ordens para que na collectoria daquella
cidado, seja paga a Francisco Gomes da Costa a
quantia de 245000 por ter sido incumbido pelo
mesmo juiz do tratamonto dos presos Jos da Costa
Dornellas, Antonio Jos de Souza, Bellarmino Cos-
me Vieira d Sil vare Jos Ignacio de Oliveira, que
haviam sido accommettidos da varila segundo
consta do citado offlcio. Communicou-se ao juiz
Despachos do da 20 de julho de 1863.
Rcquerimentos.
Antonio dos Santos Pinhhiro.Como requer.'
Antonio Eustaquio Gomes.Sim, pagos os di-
roito nacionaes.
Feliciano Jos Joaquim Gomes de Araujo.Nao
tem lugar em vista do artigo 3 do regulamento n.
1113 do 3 de Janeiro de 1842.
I Bacharel Francisco Teixeira de S.Dirija-se ao
i Sr. ins|H'ctor da thesouraria provincial.
Joaquim Elias de Moura Gondim.Informe o Sr.
I inspector da thesouraria de fazenda.
Joao Vicente Ferreira Passos. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
D. Senhorinha de Oliveira Jacome Peixoto.A
i supplicante deve pagar por cada braca de caes foi-
I to nos fundos da sua propriedade sita no terreno
de marinha n. 37 A, na ra de Santo Amaro desta
-----que respeita s obras publicas refiro-me ao
guamo a fados notaveis, tenho a referir-vos a; rea torio do engenheiro encarregado da sua di-
morte no iwrto de Serpa, do Hespanhol Bento Lus- receo. Sao duas as obras provinciaes que estao
quinnos, que vindo como passageiro de terceira em andamento, a ponte dos Remedios, cujos traba-
classe em urna das ultimas viagens do vapor Ma- \ llios vio bastantes adiantados, o a matriz da capi-
wio da comjianha de navegacao e commercio do tal, que estando parausada,' mandou-se continuar
Amazonas, estando a banhar-se coqi outros no rio,' com o producto de loteras concedidas ia corte em
succumbiu asphixiado por inimerso, nao sendo beneficio das matrizes d'esta proncia.
possivol enrontrar-se o cadver d'esse infeliz, que Havendo falta de oju-rarios e de matoraes, pe-
suppOe-se ter sido levado pela corrente impetuosa di ao Exm. presidente do Para um supprimento de
das aguas. .Vesta cidade deu-se pouco antes do oito mil tijolos e aequisieao de tres podreiros para
mintia cliegada o suicidio do nacional Boaventura auxiliarem a construego d'esta obra, que se tor-
il orros. que pro va vel mente nao leria nrati-! na tan neeesara mm mlahntmbt nt kAlno ,l.
cidade a quantia de 489,5403, termo medio do pre-
dirija sem demora queJIe lugar, onde se demora- municipal de Nazareth.
ra, em quanlo forera necesaarios os seus sorvcos ; Dito ao commandante do corpo de polica.Ex-
no tratamento dos desvalidos accommettidos da- peca V. S. suas ordens para que o chefe da coinpa-
juello mal.; 1 n|,a ,ia soeco urbana Thomaz Rodrigues Pereira,
be a comnussao a que vai o referido medico, faca entrega do archivo do commando superior da
tornar indispensavel que seja substituido por outro guarda nacional de Santo Antao., do qual era se
' -ervioiein que actualmente se ada, pode para cretario coral nteriuo. como sortc
esse
todo o tempo em que deixar aquella commisso.
Dito ao mesmo.Comniunico V. Exc. para o
fazer constar ao alforesdo segundo batalho de in-
fantaria Thomaz Jos Labre, que, segundo me foj
declarado en aviso do ministerio da guerra jtf'
do corrente, fra roinemida thesouraria 4Bi-
zenda desta provincia em o 1." de maio ultimo, a
guia de suspensao da consignacao de 205 monsaes
que o mesmo alferes deixou na'crte.
I co de cada urna deltas pelo traco verde, segundo o
oreamento junto por copia, visto ter sido neste sen-
tido alterada a respectiva planta a que eeve sugei-
tar-se a supplicante.
no aernco em que actualmente se ada, pode para cretario coral intoriuo, como solicitou o respectivo
ffT. m\.\,..'(' ^on,rala11' algiim medico civil por commandante superior omdata de 9 do corrente.
Communicou-se ao commandante superior de
Santo Antao.
Iiilo ao mesmo. Com a informacao junta por
copia, ministrada polo brigadeiro commandante das
anuas em 15 do corrento, respondo ao offlcio de V.
S. n. 272 de 10 do mesmo mez, com referencia ao
calceta de que nelle se trata.
Dito ao capito do porto.Respondo ao offlcio de
. V. S. de do corrente, sob n. 108 dizendo-Uie que
Uito ao l)r. cnefo de polica.Recommendo a em vista da infi.rmaeao do inspector do arsenal de
\. S. a expedicao de suas ordens, para que annual marinha de 14 deste mes, sob 11. 549, junto por c-
e^ regularmente me sojam ministradas as alten- pia, que opportunamente se proceder a compra ou
coes de qne trata o aviso circular do ministerio da construccao de um novo escalor para o snico
INTERIOR
tar-se ao fim a que destinado.
ao inspector da thesouraria de fazenca. Dito ao commandante do brigue barca Itamim-
c se refere a c.Tomando em consideraco o que V. S. expoz
.^ jo j v ""~" "" ^-i luii.-uui^w u<; uiu uuu L-M.>tii-i para u serviiju
justica di- 28 da maio ultimo, acerca do .pial offl-; dessa capatania, quando isso for necessario, e o que
ciou-me V. S, em data de 16 desse mez sob n, 1 se acha em concert no arsenal nao poder pres-
1098.
Dito
Ji'stitiio V. S. o requerimento que
sua informacao de 14 ae marco ultimo, sob n. 191.: em seu offlcio de 17 do corrente,"sob n. 173, re-
c no qual Vicente Ferreira da Costa, pede por conimendo-lhe que |or ora demore a sahida da ca-
aforamcuto um terreno alagado de marinha que nhonoira a vapor Jlujahy para a Bahia. at que a
existe devolulo em frente de una sua propriedade presidencia possa entendor-se com o chefe da divi-
ii. :t0 na ra do Hospicio, afim do que mando pas- sao do 2 districto naval que deve brevemente aqui
sar titulo ao supplicante do terreno de que se tra- estar.
ta dopois de proceder-se a diligencia indicada pelo Dito ao Dr. juiz de orphaos e ausentes do Recife.
agrimensor Antonio Egidio da Silva, no final do Constando de offlcio do brigadeiro commandante
parecer junto, por copia, o no caso de veriflear-se das armas de 18 do corrente, sob n. 1,298, que
que nao existem possuidores que tenham direito existen nesta capital quatro cscravos pertencentes
a esse terreno, e visto nao ser elle preciso cama- ao major Joo Francisco do Livramento, e urna pe-
ra municipal do Recife, segundo consta de sua in- quena mobilia do alferes Francisco de Resende
ormaeao n. 18, de 23 do citado mez de marco. I Pereira, ambos fallecidos do cholera-morbus no in-
Dtto ao mesmo.Declaro V. S. para seu co- tortor da provincia, recommendo Vmc. as neces-
nhecimenlo e lim conveniente, que tendo em vista sarias providencias para que os expolios dos men-
a informacao do engenheiro encara-gado das obras cionados offlciaes sejam conservados era deposito
do porto desta cidado, lancei no requer monto de at screm entregues aos seus legtimos herdeiros.
1). Senhorinha de Oliveira Jacome Peixoto, sobre =Communicou-se as brigadeiro commandante das
que versa o de V. S. datado de 24 de Janeiro ulli- armas,
nio sob n. 66, o despacho seguate : Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
A supplicante deve pagar por cada braca de caos Pode Vmc. fazor seguir para os partos de seus,
feito nos fundos de sua propriedade sita no terreno destinos os vapores Jaguaribe c Mamanguape nos !
de marinha n. 37 A, na ra de Santo Amaro desta dias o lioras indicados em seu offlcio de hoje. I
cidade, a quantia de 4895403 rs.. termo medio do Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
prero de cada una dolas pelo traco verde segundo bucananiande dar una passagom de r at Macoi
o oreamento junto por copia, visto ter sido neste no vapor Manvnujuape. em lugar destinado a pas-
sentido alterada a respectiva planta a que deve su- sageiro de estado ao professor publico de instrnc-
jeitar-se a supplicante fao elementar de Petrolina Francisco da Silva Mi-
Dito ao mesmo.tm vista do incluso docu- randa.
ment, mando V. S. pagar pela verba conveniente Dita.-0 Sr. gerente da companhia Pernambu-
a pessoa encarregada da gerencia da Companhia cana mande transportar por conta de ministerio
Pernambucana pie assun solicitou em offlcio de da guerra para a provincia do Rio Grande do Nor-
hoje, a quantia do 5005 como indemnisac) das te, no primeiro vapor que para all seguir, os ob-
d. -[h'zasque fez o vapor Cumaragibe quando con- jectos constantes da relaeao junta por copia, os
duzo desta cidade aosportos de Tamandar, Gaib quaes vo acondicionad* em 26 voluuies.
c Nazareth, o coronel do corpo de engenheiro Hen-: Dita.O presidente da provincia tendo de fixar
nque de Beaurepaire Rohan, atim de inspeccionar ; 0 numero de eloitores que na eleco a que se vai
as referidas fortalezas, segundo as ordens do go-; proceder no dia 9 de agosto prximo vindouro tora
veno imperial. j de dar a parochia de Cruangy, creada pela lei pro- i
Dito ao mesmo.Pela verbasoccorros publi- vincial n. 527 do 4 de junho de 1862, e attendendo
eosmende V. S. entregar nessa thesouraria ao a que ossa freguezia formada do territorios tira-
juiz municipal do termo de Nazareth bacharel dos das de Nazareth o I tamb, resol ve de conformi-
Joaquin Jos de Oliveira Andrade, ou pessoa dado com o disposto no Io do decreto n. 1082 de
por elle autorisada, a quantia de 1005 para ser 18 de agosto de 1860 e cin vista das informacoes
gpplicada em soccorros dos desvalidos all atacados que Ihe foram ministradas e das listas existentes
da varila, devendo o mencionado bacharel pres- na secretaria do governo, dos cidadaos qualicados
tar opportunamente contas dessa quantia.Cora-' votantes nessas duas reguezias, alterar a tabella de
municou-se ao juiz municipal do Nazareth. j 27 de setembro daquello anno na parte relativa a
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para seu | Nazareth e Itamb, e determinar que o numero de
conhocimento e execucao, copias do aviso de 10 seus eleitores se distribua com a nova freguezia de
de dezombro do ano passado e da circular do 30 Cruangy pola maneira seguinte :
do junho prximo lindo, expedidas polo ministerio Itamb...... 30 eleitores.
da justica, declarando que aos empregados das re- Nazareth----- 41
particoes que Ihe sao subordinadas compete a gra- Cruangy..... 26 *
itficao de exercicio quando fra dolas em serv- Remetten-se copia desta portara aos juizos de
qa publico gratuito. | i paz raais votados das fregueztas de Itamb, Naza-
Dito ao mesmo. Expeca V. S. as suas ordens reth e Cruangy. Fez se igual reraessas cmaras
afim do que por essa thesouraria sejam ajustadas niimicipaes de Goianna e Nazareth.
as contas at ao flu do corrente mez e fornecer- Dita.0 presidente da provincia, conformando-
lhes as competentes guias de socoorrimento nao s so com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1120,
ao major commandante do corpo de guarnico des- de 17 deste mez, resol ve nomear a Miguel Soares
ta provincia Herculano Sancho da Silva Pedra, que da Silva para o lugar de subdelegado do districto
tom de recolger-se a corte em virtude de ordens de Capoeiras, quarto da freguezia do Bonito, que
Imprtaos, como tambera ao capello da reparticiio se acha vago. Communicou-se ao Dr. chefe de
ecclesiastica do exercto padre Bento Pereira do polica.
Rogo, que vai servir no batalho n. 12 de infanta- Dita.O presidente da provincia, conformando-
ra, os quacs tem de seguir no vapor que se espera se com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1121,
do norte. I de 17 deste mez, resolve demittir a Manoel da As-
Dito ao mcsjno.Mande V. S. proceder na sedu- sumpcao de Azevedo Silva do cargo de subdelga-
la e moedas de cobre que acompanham o incluso do do districto de Bebedor, segundo da freguezia do
offlcio em original de 6 deste moz, do juiz munici- Altinho, e pra o substituir nomeia a Antonio Be-
pal do termo de Goianna, ao exame por este solici- < zorra da Silva. Communicou-se ao Dr. chefe de
tado, declarando os peritos o que enlenderera ccr- polica.
ca da barra de metal a que alinde o referido juiz, Dita.O presidente da provincia, conformando-so
c remetta-me o resultado. j com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1112,
Dito ao mesmo. Transmiti V. S. para o fin de 16 deste moz, resolve nomear o segundo sup-
conveniente a inclusa conta em duplicata das des- pente Alexandrino Olympio do Hollanda Chacn
pezas feitas cora o enterramento do cadver do te- para o lugar vago de subdelegado do districto de
nentc do 2o batalho de infantaria Joaquim Jos Agua Preta, primeiro da freguezia do mesmo no-
Pereira Vianna, que raorreu sem deixar espolio, a rae.Communicou-se ao Dr. chefe do polica,
qual acha-se organisada com as declaracoes exigi- j Dita.-O presidente da provincia, conforuiando-
das por V. S. em seu offlcio de 9 deste "mez, sob se cora a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1121,
a 502. I de 17 deste mez, resolve demittir a Jos Germano
Dito ao inspector da thesouraria provincial. dos Santos do cargo de primeiro supplentedo sub-
Estando em termos a inclusa reiaco em duplcate,' delegado do districto do Altinho, primeiro da fre-
mande V. S. pagar aojegociante desta praca Ma-, gnezia do mesmo nojno. Comniuaicou-so w Dr.
noel Ribeiro de Carvjjno, conforma solicitou o do-, chefe de polica.
tntzoxts.
Relatoiuo, com que o exm. sn. dr. hnval odorico
1K MOURA ABRI A SECUNDA SBSSAO DA ASSEMBLA
LEGISLATIVA PROVINCIAL DO AMAZONAS.
Srs. tnnnbros tlu assembla legislativa provincial.
Noraeado presidente d'esta provincia por carta
imperial de 22 de novembro ultimo, vonho hoje em
imprmenlo do preceito recommendado no artigo
oitavo da lei- de 12 de agosto de 1834 assistir
installacao dos vossos trabalhos legislativos.
Clieguei a esta capital no dia 6 do mez prximo
passado, c prcstando.no seguinte juramento perante
a cmara municipal, entrei logo no exercicio do
meu cargo.
Comprehendeis perfetamente que n'essc mez e
meio que tenho de administraco, e sobre tudo com
o desasocgo do meu espirito, nao me era possivel
colher informacoes e formar um juizo consciencio-
so acerca do estado dos negocios pblicos. Ser
pois muito breve a exposieo que tenho de apre
sentar-vos, vendo assim toreado a limita-la aos
raeus poucos actos durante tao curto periodo.
As vossas luzes ao conhecimento, que tendes das
necessidades da provincia que represenlaes, sup-
prera esta lacuna, e tornam excusado adiamento
da reunio d'esta assembla, como ou precisarla
para ministrar-vos eselarecimentos menos cscassos
e deficientes.
Acha-los-hes, entretanto completos no relatorio
que, ao retrar-se, deixou o meu digno predecessor,
o Exm. Sr. Dr. Manoel Clementino Carneiro da
Cunta, que por raais de dous annos dirigi os des-
tinos da provincia.
Tive j occasiao de receber noticias de todos
os municipios da provincia, e com prazer qne vos
annuncio que era parte alguma foram alteradas a
ordem o tranquiliidade publica.
A insubordinacao de alguns soldados, que se
sublevaram contra o seu commandante na nossa
fronteira do Cucuhy, devido a effetos momentneos
de embriaguez, foi acontecimento que terrainou
sem consequencia nota vel, sendo restabelocida a
disciplina do quartel antes mosmo da providencia
. tena prati
cdo este acto do desespero, se nao estivesse bas-
tante embriagado, segundo consta da parte da po
hcia.
Participando-me o juiz de direito da capital que,
nos municipios de Silvos e Serpa, se tinha apurado
mas de cincoenta jurados, de aecrdo com o que I O trabalho divido-se eni cinco partes. A nr-
nafinA rt irt ^o .Irt .1 .,,...,,.. .. ana ,.. ji' ,1.. __ i^ __*.. j- i__i__-____li. .. m ...
na tao nocessaria para celebraco dos actos di-
vinos.
A dospeza com a ponte dos Remedios corre por
conta dos cofres genes.
Aquelle engenheiro apresentou-me o seu relalo-
! rio sobre a exploracao do rio Purs.
de Serpa para o lugar da reunio do consolho e da na endientes e vazante, rgimen na navega-
junta revisora. Fica assim elevado a cinco o nu- gao etc.
mero dos julgados da provincia. Esto noraeados A segunda urna analyse sobre o que se tom
os supplentos do juiz municipal. escripto a respeito das correntes, que descera dos
Por decreto de 4 de dczeniuru ultimo foi recon- Andesnas proximidades de Cusco, e conside-
duzido no cargo de juiz municipal de termo de raeoes sobre as cabeceiras do Puns o H\ uru.
Maus o bacharel Jos Perem da Silva, que j se A terceira comprehende a direci o dos indios,
acha era exercicio das suas funecoes. Resta o tor- costumes, propensoes etc., cateehese e estaboleci-
mo de Manus que nao se acha prvido de juiz ment de missao, etc.
municipal letrado, continuando o do termo de A quarta trate das produceocs do reino vege-
Toff na subslituco do juiz de direito da comar- tal, da industria, meios do melhorar o svstema
ca do Sohnides, que exerce interinamente o cargo do trabalho empregadonacxlraccaodas drogas,
de chefe de polica. 1 A quinta sobre a meteorologa.
Econtrci nesta cidade c na de Teff dous desta- O Purs presta-sc perfetamente navegacao do
(amentos da guarda nacional, autorisados pela vi- barcos que demandam 10 a 12 palmos at 400 lc-
co-prosidencia. Nao actuando j a mesma necessida- goas cima da foz, om grande parte do anno, polo
desque reclamou esta providencia, pude rcduzir invern. Em Hyutanahan a profunddade de 70
a 25 pracas a forca de primeira liulia estacionada palmos, termo medio, na endiento; e como, se-
em Tabatmga, o despensei a guarda nacional tpje gundo as ob'servacoes do engenheiro, a altura me-
destacava em Teff. O mesmo farei nesta capital, dia a que chogam as aguas na provincia, do
loco que o permutara as urgencias do servieo. ,50 palmos, pode-se contar coni 20 no termo da
Tendo fallecido e professor de primeiras lettras vasante, no ponto de Hyutanahan, o assim pode-
da capital, remov para a respectiva cadeira, sob rao chegar navios de 8 palmos de
proposta do director da nstruccao publica, o pa- franqueza.
dre Manoel Ferreira Brrelo, que deixou vago Hyutanahan dista 238 leguas da foz do Purs.
jj|aaU-mprego na fiegaezia de S. Paulo. Os praticos informara que para diante as cr-
Majklet faier enVcfi va a entrega da quantia de-1 cumstancias variam pouco, que durante a cnchen-
l:(XX)5,que tinha sido iwsta a disposieo do Exm. te navegariam com facihdade grandes conas, c
prelado diocesano, doilsignada pola le do orea- maiores navios si l fossein.
mente vigente
faias sagradas.
para jcompra de paramentos e al-
opportu
mente ser requistada a extradieco dos dous
soldados que desertaram refugiando-se no estado
visinho.
Nao posso deixar de aqu mencionar o inqualifi-
cavel attentado comniettido contra nossa soberana
por ordem da legaco brilannica na capital do im-
perio ; mas devo declarar-vos que, por maior que
fosse a excitafo receida no espirito publico, nao
houvc nesses dias amargos nada que perturbasse o
socego que reina no paiz.
O governo imperial assumindo urna attitude dig-
na e enrgica em tal emergencia, soube arrestar o
abuso da forca em defeza da honra nacional, e o
Brasil nenhuma quebra soffreu na sua independen-
cia e autonoma.
A convieco d'esta verdade conteve os justos re-
sent mentos da populaco que segura da propria
torea e cheia de contlanea no gabinete nunca arre-
dou-se do terreno da legalidade.
A' indignaco publica excitada servindo de guia
a razo c o bom senso, bello ver o espectculo
glorioso das estrondosas manifestacoes que se re-
petem por todo o imperio, em que ao patriotismo
da na^ao ferida nos seus bros, se alliam os senti-
mentos de ordem e moderaeo.
E que se os Brasleiros possuem o amor da pa-
tria em grao muito subido, esse amor sempre no-
bre e generoso.
Em toda parte os subditos brjtannicos foram aca-
tados nos seus direitos; nao Thes faltaran) jamis
aquellas attences que sao devidas ao estran-
geiro.
0 negocio que alludo percorre os seus turnos di-
plomticos, mas seja qual r a soluco que elle ti-
ver, sao bastante animadoras as seguintes palavras
com que Sua Magestade o Imperador acolhera a
saudaco do povo:
t Que deixaria de ser Imperador do Brasil no
1 dia em que nao podesse sustentar dignamente a
< honra nacional e a independencia de sua pa-
tria.
Na provincia do Amazonas, como nas suas ir-
maas, produzlo urna dolorosa impresso a violencia
praticada pela autoridade britannica.
A outra questao internacional suscitada por dous
vapores peruanos que, contra as intiinaodes da
presidencia do Para, invadirn) as nossas aguas in-
teriores, acaba de ser concluida pola restauraoo
das relajes amigaveis entre o imperio e aque'lla
repblica.
Com relaeao seguranea particular, tenho a re-
gistrar un homicidio que, na manhaa do dia pri-
meiro do fevereiro, leve lugar no districto de Bar-
eolios. Andando a caca o indio Antonio Jos d
Almcida matou cora um tiro a Manoel Gomes de
Andrade, seu to.
0 delnqueme desculpa-se allegando falte de co-
nhecimento da mal e havo-lo praticado por en-
gao,
Nao ha cachociras na extonsao explorada; ape
nas em alguns lugares encontram-sc pedras en-
Das tres vagas que existan) na administraco costadas margem, no meio do rio, mas que nao
da fazenda provincial, foram preenchidas duas du- difflcultam a navegacao.
rante a precedente administraco, c acaba de Os terrenos sao mu ferteis, o as melhores dro-
dar-se a do lugar de procurador fiscal, do que a gas abundara extraordinariamente; o rio pscoso
seu pedido foi por mira exonerado o padre Ro- e lia extensos campos na margem direita, do Mu-
mualdo Goncalves de Azevedo, encarregado ulti- cuim om diante, onde a creacao de gados pode-so
mmenlo, por morte do vigario, das funecoes pa- j desenvolver em erando escala,
rochiaes deste freguezia. | E' do 18 o numero das tribus conhecidas no Pu-
importantec
sendo o menor dos defetos a corregir o seu excos- sultado mmediato sera termos um accroscrao do
sivo pessoa I. Reconiinendei que so procedesse a 12 rail productores, e raais tarde 12 mil defensores
descont nos ordenados dos empregados, que sem da fronteira. Nao menos urgente regulaiisar-sc
causa justificada se distraham do cumprimento | o trabalho da extraccaoSlas drogas,
dos seus deveres, afim do que cesse o abuso de Como demonstra o relatorio, s em quatro le-
nao comparecerein reparticao, como representa! guas quadradas a plantacao da salsa dara 936:130J
o respectivo chefe, a pretexto de servirem em ou-' rs., annualmente; isto e', valor superior ao de toda
tros empregos que accumulam. a produeco da provincia I ...
Segundo o oreamento apresentado pelo adminis-! A cultura da seringueira nao menos rendosa.
trador da fazenda provincial, o que tomou por base Um quadrado de uieia legua de face acomraoda 30
o termo medio das verbas de feceita dos annos de mil seringueiras, doixando-se lugar para rocas,
1859, 1860 o 1861, a reccita do exercicio de 1863 pastos, casas etc. xtrahndo-se 16 libras de se-
a 1864 est calculada om 87:7855700 rs.; a des- \ ringa de cada aore e vendendo-se a 105000 a ar-
pea provavcl, regulada pelo ultimo exercicio, I roba, o producto sobe a 150:00050001
ser do 96:9375500 rs., havendo o dficit de ... Como informou o relatorio anterior, o Pirag
9:1515500 rs. voltou de Hyutanahan, |>or ter dito a coinnian-
So bom que tenha comocado lisongeira a arreca- dante nao liaver raanliraontos para continuar a
daco no corrente semestre, e j'nstique-se a espo- '"viagem.
ranea do que a receita avulte a urna sonima maior O vapor navegou somonte oito dias j-_2 '/2 horas,
do que a oreada, cumpre que nao vos esquogais do perdondo-se 26 dias o 15 horas em demoras por
espirito de economa que e tao indispensavel para nao camnhar-se a noito e tor-se de preparar
que nao soffra o servieo cora larguezas imprevi- lenha.
E' preciso levar ao cali a exploracao. Conste-
rne que o vapor est a chegar, c dado isto, farei
continuar n'esta ompreza, approvetando a estacao
que for mais propria.
O nosso virtuoso prelado est disposto a visitar
o Purs. E' um servieo que presta provincia,
podendo com a palavra da religiao conseguir muito
a bem da cateehese dos indios.
Para esse fim mandei j por sua disposieo a
quantia de um cont de ris, que deve ser appli-
cada compra de altares portateis, e cstou dispos-
to a coadjuva-lo com os meios de que dispuzer a
administraco.
Sobre a extracto da salsa c da seringueira
Fora para "desojar qeTcapita da provida"g-1 adiareis entre os annexos una memoria escripia
zasse de um tal meihorament ; mas se nao ha-' pelo Dr. Joao Martins da Silva Loutmho, trabamo
rata una illuminaco perfeite, a nao comportera \ recommendavel pelo interesse do^ssumpto, c que
apenas soffnvel as torcas do thessuro. A que exis-
ta era pessima c nteiramenle intil. Tive occa-
siao de ver as ras da cidade em trovas com-
pletas.
Conservam-se apenas os lampeos collocados nas
di Arenles pontos, onde a maior frequencia do
transito os torna indispensaveis.
Fez-se o corpo de delicio, r 2 do corrente sa-
ldr para a referida fazenda o delegado aliic d.
mellior indagar do faci, dizttndo-se que prendara
a delnqueme; a qual vive separada do marido-ka
muito.
Os Estados Confederados- i tem em sua ma-
rinha de guerra um novo vaso, ihuiominado Fio*-
da I; o qual foi encontrado pelo caplo do p-
tacho ingloz Mevcey em distancia de dous dias de
New- York, sendvlho por elle rcgurado* os papis.
O Florida II armado era galera, segundo noti-
cia o referido capitao.
Tiveinos nulicias da cidade do-Ir, datadas do
corrente mez ; as quaes do essa- (validado mu
maior alteraco.
Tinha no eatretaato havdo alli 'bi conflicto en-
tro msicas em occasiao de urna totola, mas sem
consequencias.
O nosso amigo Dr. Theberge tinha dado luz
mu drama histrico em 5 actos, denominado Za-
mora. E' eflectivamonte um bello trabalho, qu-:
relala um episodio da tonga historia, daImnu-i
(iu en seus das nefastos do podero na pcninsul >
ibrica.
Nessc drama se faz notevel a ausencia de per-
sonagoin feminina ; e sem embargse Ihe encon-
trara bellezas que acreditara ao autor ainda nesse
ramo de litteratura.
o motivo da sua concopeo desenvolvintenio,
coiisigna-o o autor noslas palas ras cora que prece-
de a sua obra.
Este drama foi o resultado de um VsaQo.
Conversando cora alguns aniigns sobre a art^
dramtica, sustentaram. elles que nao ora po*sivH
intoressar fortemeiito urna peca um jiouco exten-
sa sera intriga amorosa, ou k-Io nanos m-iii inter-
venco do imberes; eu sustentan opinio con-
traria, e cite va a historia que den materia a este
drama, como capaz de conpronr a minha opinio.
Fui euto desafiado pan dar a prova do mt-u alle-
gado.
t Deste desafio sabio a pajfB, que se vai ler :
julgar o leitor do valor da prova.
O facto que toinei |ior texto histrico e exac-
to om todos os pontos ; apenas uiodiliquei algun-
incidentcs leves, que nao alterara a voracidade do
facto em si; o isto liz para pnxluzi-lo forma dra-
mtica.>
Com satisfago damos cabida Man Revista a
noticia seguinte, que retrate urna bella acrao do
um coraeo generoso :
Sr. redactor da Revista. Deve ser lio grata
Vmc. a occasiao de patentear ao publico ama
accJSo louvavel quanlo' me parece obrigatorio pco-
IHirciona-la sua conhecida Revista.
Digne-sc, portento, Vine, de aceitar estas K-
nha<, que nao subscrovcroiuos por coohecermos
|Ksoalmente ao Sr. capito do estado maior de V
classe o Dr. Antonio Alvares dos Santos Sooza;
nao sondo o seu elogio que pretendemos fazer como
amigos, seno a apreeiaco, como homem e llho
calado com desta provincia, do su generosa o digna ron-
ducta.
O Sr. Dr. Santos Souza, ao passar pela praia
dos Carneiros, indo fortaleza de Tamandar em
commisso do governo encontrn urna pobre na-
llier branca o viuva com I lilho c una lilhinha. me-
nores de 9 annos om completo abandono o s,ni
recursos at para a subsistencia dessas cn-anca*.
que nao haviam comido depois do um da, M-i
alguma bruna que o menino comprara con a pa-
ga receida do nosso amigo, polos pequeos ser-
vicos prestados ao chegar elle alli.
a Emquanto nessas paragons fugiain as crean-
cas teniendo stu- agarradas e conduzidas para as
companhias de menores de nossos arsenaes. esw
menino que necessitava. ganhar o pao para na
mai invalida o sua innaazinha, fugia a ociosida*-
sem fugir ao perigo que os de sua idade e quin
seus pas cfdireciores julgavam onconirar nena
providencia das autoridades para tornar utets cana
desvalidos, entrogando-os ao trabalho e jock-
dade.
O nosso amigo excedondo nesse espirito de
philantropia quiz sor opai daquetles desventura
dos, o procurando a mai dolles obtevo toma-1
para sua companhia.
t Esse acto expoutenoo do c.-jidade e religiao
praticado por esse moco disliiKto acliar certa-
monte um echo de adiiraco nos coraces bem
formados.
Hoje segu o nosso amigo para sul e tenctona
deixar a menina com sua famdia na Bahia d'onoV
natural, levando
corto.
o menino com sigo pan a
denles.
Urna confianca exagerada no augmento mera-
mente provavel das rondas, quaudo a despeza
certa, pode complicar a situaco financeira da pro-
vincia ainda nao libertada dos empenhos contra-
hidos em annos anteriores.
Por minha parte estou no proposit de observar
a raais escrupulosa restriccao na autorisa^o do
despezas ; farei por evitar todas aquellas, cuja ne-
cessidade nao se justificar por una utilidade pa-
tente.
Nesta circumstancia se acha a despeza cora a il-
luminaco da capital, que acabo do mandar sup-
primir, na importancia annual de mais de 2:0005.
deve merecer a atteneao dos productores da pro-
vincia.
Concluindo esta exposieo, deixo sobre a mesa,
alera dos rclatorios com"que recebi a admmistra-
go, os parciaes remettidos pelos chefes das- diver-
sas repartieses. Pela secretaria da pa-sidoncia
vos sero enviadas as contas e orcanientos das ca-
Entendcndo os doos e mcslres de canoas, que; niaras municipaes.
lhes era livre demorar os despachos dos gneros I E excusado dizer-vos que me encontrareis sem-
que houvessem de exportar pretexto de que po-' pre disposto a satistezer-vos em qnahnier informa-
da lei na estacao que cao de que earecerdes no desempouliO do vosso
nltava que era ma.-
mpraticavel apprehensao dos gneros, recom
diam cumprir este preceito da lei na estacao que
fosse de seu agrado, d'ahi resultava que era auasi
imnratieavel a annre.honsan dos canoros, recom-
inendada contra aquellos que maliciosamente qui-
zessem furter-sc ao pagamento dos direitos devi-
dos. Era fcil servir de excusa fraude o appello :
que sempre esteva para qualquer collectoria, ondo
os gneros podessem ainda ser manifestados.
Era tal hypolhese a apprehensao nao seria pro-
cedente se nao fra dos limites da provincia, ondo.
faltara recursos para evitar o contrabando.
Logo depois de minha chegada deu-se intil-1
mente o caso de urna apprehensao. Estabeleci en
mandato.
M&nos, 2 de marco de 1863.
Si.nval Odoiuco. be Molra.
(Da Estrella.)
PERNAMBUCO
REYISTV 1U1U.
Areheologico e- Ge Hoje funeciona 0 Imluto
tao como regra, a vista do que dispoe o art. 69 do graphico Pernambuatno,
regulamento n. 6 de 9 de Janeiro de 1857, que os, Segundo nos informara, seguio na sogunda-
ditos mestres ou donos de embarcagoes sao ohri- fera po|a manbaa para a Victoria o Sr, capito
gados a sattsfazer as prescnpc&es flseaes nos muni- Trajano Alipio de Carvalho Mendonca, na quali-
cipios do que sahirem, ou na estaca arrocadadora ade de delegado daquello termo, levando comsigo
mais prxima, segundo a conveniencia da viagem pragas do corpo de artfices em sitbstUuicao do
que houverem de fazer. E' urna providencia que desiacamento d'alli.*
parecou-me ecessaria no interesse de rogularisar, _-y.,Spe.ra ,i0 a je santo Antonio, na fazen-
a llscahsacao que, copio sabis, luta cora tantas da ,j0 iCCOj termo de Ourieury, foi ferida sobre o
tlifflculdades. j Oiho direito por urna neta do respectivo proprio-
Nas contas tomadas ao thesoureiro da adminis-' torio urna parda livre, quena, annos existia alli. A
tracao da fazenda provincial, relativas ao anno de offendida suecumbio desse ferimento no Io do cor-
1859, aehou-se um engao de escripturacau,.de que rento mez, tando-llie, dedo o ttano na ferida ; a
resalta contra elle o prejuizo de 3505231 n, Ser-1 qual abrangia un. espaco to duas pollegadas de
vos-hao presentes pela secretaria do governo os {comprimento. de vn,oo que Ihe Qcarajn os milos
I papis acerca d'esse objecto, para decretardes uu-' descoberto.
Praza a Dens reconi|)onsaresse acto de-virtud--
e abencoar essas creancas. E a nosso aman fe-
dimos nao se olfenda pela nossa imprudencia re-
latando a nobre aecao 41110 sem mai- i-ouiun-nta-
rios ser dignamente apreciada petos hooiens bem
intenciaios, fazendo-lho a devida justica I
21 do julho de 1863.
Mais um trabalho luterano acaba de nW
o Sr. Eranklin Tavora. o i o di'ama~cm. seis acto*
As tres lagrimas.que acalia do ser lido t be
acolliido pola ompreza dramaticaCnimbra A Fur-
lado.que pretendida lazer cnsaiar c-represenlar
ainda esto anno.
M tres lagrimas, (pensamonto pretlonuna do
drama) symbolisam tres pbases da vida de tuna
mulher, sendo a idea toda original. Aguardamos
a Icitura para dizormos mais.
Sondo a di receo da companhia dos vapores
Messageries Imperiales, era Franca, composta de
homens que saliera, avahar a importancia t o des-
envolvimento que recebe o commercio. das promp-
tas expedicoes do- suas ordens, estamos certos ac-
quioscer fcilmente qualquer rvtlainaciio razoa-
vol que Ihe soja dirigida^ pela nossa corjtoracao
commercial, no sentido nao s de se d-niorarcm
seus vapores mais lempo do que o actual, como de
ser modificado o porte das cartas e joraaos que ent-
uma elle a sonduzir.
A nossa Associacao Commercial incumbe, pois,
promover o pedido' supra, que trar innmeras
vantagens para aclasse qu^ ella representa.
Eis a segunda carta do nosso collabondor :
Compadre. uju p>sto vir a coroa do balsa-
mila da nossa sultana. Sao tao ihlTerenles. e multi-
plicadas as Dores daquello ge 1101 o. qne enbriagam
com suas odorferas emanaedes aos ciclada acti-
vos e passivos, que tom a inJelicidade de gnssar
pela ponte da Boa-Vista.
Digo, infelicidado, porqno por mais, que se es-
toja prevenido contra a volatibilidade -ssencial,
sorvo-so to. grande dse de ometieOv qpe nH-
mago se contralle, o o vomito confien o resto con
grave prejuizo da sadu edas alejan as.
1 O deposito de to lidias florea est ao norte da
di'tcncao, a viste e face da Ilion., que se neja
installada a poucos passos ; roas ella pooco solfre
da estomago, ou soja porque tem nesse orno a
energa da omina, ou porque- leve a cautella de n
collocar um pouco mais a a-taguarda, evitnni) a
corrente vaporosa.
Ha quem diga, porm, que quando mesnore-
sidisse nos bancos da ponte, nao se daa dasjn-
tas, como nao se d de ver a seus ps una Mal
davel cochoira contra a prohibicao por eMa nesan
decretada em suas luminosas posturas, segante n
refere. ___. ._
Mas nota, que a prohibicao e 8^J
do multas |>or inrracciio, e nao sei se enana pea
reincidencias, s nao ha multa e nen enna fna
alllraa, quequer viver escarnneannaow n
oav?Hinhos, que tem por baAxo, inostnnto aera
primeira a violar as preswipcoes por elU nesan
feitas em bem de todos 1 .^
1 t Se assim compadro, cotno poden ella ena-
mar a ordem os iransgressofs, sendo a pnnem a


nnVaVaW
MUTIlLADOr


Diario e pernaubtieo Quinta felra tS e Julho de 18*a.

_^


ilar o escandaloso exemplo de vvcr fra da or- Tiveram alta_: .
)(,ni ^ Enriehnda Mara da onceitjao.
. Eu pensava que smente fra das capitaes Anua Mana da Conceicio.
nucas Illmas.davam o triste espectculo do pouco ^pfia Mana Flix,
que valem ; onganel-me : la e c ms fadas ha. IgnaCia Mana Uaudina.
Os nossos hornero da actuahdade se teem es- Luiz (escravo) sentenciado,
toreado por urna maneira sobrehumana estragar a Antomo (escravo) sentonc ado.
bella co.formaeo natural da brasilea Vencza, ou Hilario (escravo) sentenciado.
me ao dever de vir hojc, por meio da imprensa,
extralr, do psal torio do meu coracao, urna voc,
em que minha alma se derrame inteira, confusa e
maltiplice, fervorosa e balbucante ante os legraos
da misericordia Divina em aeco de gracas pelo
meu completo restabelcrimente; e render a mais
sincera gratidao, como a cxprcssao genuina das
emoeoes que me borbulham c ferv
inelhor : da potica sultana.
Nao (mero dizer cora isso. que ella nao tenha hido para os portes do norte :
nam h de me logo vos fallarei, mas Dr. Alvaro Gaminha Tavares da Silva cu
mi* s niit i ooe nao ha remedio se nao vo, Dr. Fernando Affonso de Mello Jnior,
sua
ha tanta cousa ruim que
uatar de espaco as que vos ter dingindo.
So Jornal do mmercio da corte l-sc o se- yo, {osjtoiuo
guintc
rem no coracao
Passagciros do vapor nacional Jaguaribe, sa- ao Sr. Dr. Cosme de Sa Pereira por me haver res-
tituido o uso doorgo visual, de que, ha annos, me
eum osera- achava privado.
Manoel Todos sabem quio difllcil e melindrosa aope-
Aitonio da Rocha Jnior, sua senhora e um escra- racao da catarata. Pois bem. Padeca eu
mente a nao permitiera, porque, difc He. Se sao
duvidosos os direitos das partes, e se este contra-
to tem algum tanto de aleatorio, como se poder
liquidar a leso ? Entretanto certo que pela
nossa ordenacao a rescisao ainda permittida em
semelhantcs casos. Vejamos, pois, se os appeilados
O conselhero desembargador Lourenco Jos Ri-
beiro.
Razoes com que fnndamentou o leu voto o canse-
heiro desembargado)- Lourenco Jos Ribeiro- no
primeiro jnlgamento da causa entre os herdeiros
da fallecida baroneza do Bomfim c o visconde do
mesmo titulo. ~. conseguiram vencer esse quasi impossivelj como se
Senhores, vou julgar esta causa debaixo de iav < afflrma na sentenca appellada.
pressdes bem dcsagradaveis. Senhores, nao falta quem diga que o appellantc
J d antemo se disse ao paiz, em una cintilar visconde de Bomfim senhor de urna grande forlu-
impressa e assignada pelos appeilados que neo- na e que tem abusado de sua posi^ao para defrau-
hum juiz poderia reformar a sentenca de que se dar os herdeiros da fallecida sua mulher -, porm
ha n- trata sem que, descendo a par do* baixn triumpho esses boatos, cssa voz publica, assim. vaga e inde-

ixasse levar terminada, ser suficiente para que um juiz de
la, Antonio Marques da Silva e um tilho menor, to os utas ae mmha existencia, me mhahilitavam pola prosrituieo, pela prevaricacSo, pelo suborno direito, regulando-se por ella, annulle ou rescinda
Fm TRABU.HO brasiliiro \\ Ecnor-A. Causa- Lourenco Justiniano Cavalcante, Jos Joaquini Mo- absolutamente de dirigir meus passos, reger miaba e pela m f. Nao importa. por leso enorme um contrato alias celebrado com
issemnro extrema cousa uue na Europa possa fazer fembrar o Brasil M. da Soledade e um escravo, har.io de Maman- mo e desgosto, ia finando meus dias sem a menor srdidos c torpes motivos outros podem haver para a ord. do liv. 3o, tit. 66 no principio,muitoexpressa-
e reflectir directo ou indirectamente alguma gloria guape, Manoel menor em coinpanliia de Rocha Ju- esperanca de cura. ser reformada a dita sentenca, mais honestos, sem mente determinaque ojuiz d soa sentenca segun-
*re o nossso paiz que temo est na consciencia nior, Jos Soares Neiva, Francisco Ferrara de No- N esta tao afflictiva situaeao em que me achava, duvida, sem que incorram os juizes em tomanha doachar allegado e provado,ainda mesrao quando a
le todos tina SCf mais estimado nao carece, senao vaes, "Joao de Abrcu Shalders vice-consul in- liz una viagem capital da Bahia nos fins do anno indigmdade, eu passo a exercer desembarazada- consciencia mitra cousa lhe dicte, etc. Isto posto,
le ser mais conhecido Neste caso nos parece es-' glez. e 1859> no presupposto de que all encontrasse a mente o meu officio, sem que nada mais tema do entrarei na analyse das provas que nos efferecem
iir o trahamo de oue pagamos a dar noticia. Obtiahio do da 21 de jii.ho no cemiteiuo cura de tao cruel enfermidade; mas minha expec- que Deus c a minha consciencia. os autos.
. Ni-ucm ignora qii'o severo o Instituto de n nuco: ,aliva toi frustrada, porquanto alii tive a terrivel i O visconde de Bomfim appclla para este tribunal O primeiro genero de provas que encontrei foi
Franca na esculla dos escriptos que insere nos Theodora, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista ; cstu- sentenca, de que s em Paris que poderia ob- da sentenca que se acha d. 204 dcstes autos, a testcmunhal, ex-f., onde vejo inscriptos e juramen-
tos Cmala Retidas sendo tao difflcil a admissao i por. ter resultado vantajoso de urna tal operacao. qual, julgando procedente o libcllo de fL 3, deca- tados nomos de pessoas muito respeitaveis, tanto
rmes or i onfer una distinecao para o tra-' Um indio cujo nome ignorase, 27 annos, Boa-Vis- Alguns passos dei ainda no intuito de ver se l rou nulla e de nenhum effeito a venda e cessao dos dcsta corte, como da provincia de Minas. Mas o
lu.lh mo i'ohiem e i favor de cui valor consti-! ta ; anemia. poderia ir conseguir a cura de meus sofTrimentos; direitos relativos heranca da fallecida baroneza que dizem ellas ? que o appellantc negociante,
n'ii. ell-1 nrsnmncl'o vehemente Imacine-se, pois,' Maria Leopoldina de Souza Leao, Pernambuco, 49 porm, completamente desanimado pela falto de de. Bomfim, que, como herdeiros della, lhe haviam muito antigo nesto praca, que tem ganho em suas
ivntn .me nrizr encontramos no Couplet Reiuius annos, casada, JaboatSo, molestias intestinas. recursos, que me inhibiam inteiramentc de fazer feito os appeilados pela escriptura que se acha a
de 1 de iiuio ultimo da.melle Instituto una me- Luiz, escravo, frica, 60 annos, Boa-Vista, soltei- urna viagem a.Europa, eu rae cntregnei de todo 0.17.
oSr La-1 ro hernia estrangulada as maos da Providencia, de cuja misericordia Antes de contrariar aquelle libello, requera! o
mora asaigMda por um patricio nosso,
transaegoes muito dinheiro, mas que em outras tem
perdido, entretanto que sobre os artigos do libcllo
tudo ignorara. J se v portanto que d'aqui ne-
MrvacdM s'bi e os latici-' Sophia Pernamboco, 3 annos. S. Jos ; varila. nunca descri; e na verdade nao em vao que o in- appellantc por conta nos autos a fl. 36 que os ap- nhum csclarecimcnto pode resultar sobre a lesao
aTplantas do'Brasil- trabalhoque Florencia Marfodas Virgcns, 60 annos, viuva, Per- feUz^se apega a tao poderoso arrimo.
apressamos a reproduzir I nambuco, S. Jos; cholera-inorbus.
Bernardino de Sena, Pernambuco, 54 annos, viuvo,
Boa-Vista ; cholera.
feros de |lgum|
pelas razoes si
traduzido:
Tenho a hnra de apresentar academia das
sciencas algumas ebsen-aeoes de organographia
vegetal, tiradas] de um trab'alho bastante conside-
ravel, que publicara niais tarde, com grande nu-
mero de estompas. ... ,
. Os laticferos, tao desenvolvidos na familia das
Euphorbiacias e as Ficaeeas, me aprcsentaraiii
MOMOS facTos notoveis no Anda gomesn Euphor.
bi corronm as Cecropias e no Ftcus dona-
ra. Sobre as raizes a erias do Cecropia concolor,
por ef- allegada,
lei de i Tambem nada nais preciso dizer, porque os
COMMUNICABOS.
peliados depositassem a quantia recebida
Sim, nao foi mister ir s plagas estrangeiras feito daquelle contrato, em observancia da
mendigar um curativo para os males, que tonto 31 de maio de 1774, e, sendo-lhe iudeferido este' projirios apellados sao os primeiros que confes-
amarguravam minha pesada existencia. Na nossa requerimento pelo despacho a fl. 38 v., aggravou o' sam esto verdade, desprezando-as e afflrmando que
trra raesmo em Pernambuco, na cidade do Recife, mesmo appellantc no auto do processo, como se se as nroduziram foi por mera formalidade. Po-
a Providencia Divina me fez deparar com o des- v do termo a fl. 43 v. Lrm dizem que pelos seus documentos tica ella
tincto medico o Sr. Dr. Cosme de S Pereira, que, I Sem entrar no merecimento das razoes por que \ provada mais que suffleicnte para obter-se a res-
perito na extraeco da catarata, pz cobro sos entendeu ojuiz aggravado quedevra indeferir cisao pretendida. oque vamos ver.
meus tao longos "padecimentos. aquelle requerimento, eu sou de parecer que se
Achava-me na minha casa em Caitit (centro da nao tome conhecimento do dito aggravo, nao s
ainlws me aconselhavam que me transpozesse logo
e logo a esta capital, afim de ver se conseguira ef-
fectuar a operacao, de que eu tanto- necessitava
Ninguem pode imaginar, nem eu mesmo sei
Para obterem este resultado allegam os appei-
lados dous nicos fundamentos.
o primeiro que, tendo sido celebrada
criptura a II. 17 com interossados menores,
O nosso amigo o Sr. Jenuino Jos Tavares,'
muito digno Io conferente da alfandega desta pro- Baha) na maior consternacao possivel, quando me porque este recurso nao compete em exceptos di-
vnela acaba de sofrer um incommodo grave, que chegou as maos urna carta de meu mano o conse- lateras, senao de sentencas proferidas em processo
o poz em risco de vida de que se desemliaracou fe- Iheiro Manoel Landislo Aranlia Dantas", e urna co-' regular, como est marcado pela lei (Pereira e Sou-
s destas arvores mui- lamente, gracas aos cuidados e pericia operatoria lurana do Diario de Pernambuco, que me foi ende- za,irocesso crim 131 e noto 311), o que se nao
SKiSdtecrvei osSifaw curvarem-se da doSr. Dr.CarolIno Francisco de Lima Santos: dan- recada pelo meu amigo o Sr. Dr. Manoel Jos Gon-; verthea nestes autos; mas tambem porque, nao ten-
casca uara a parte liniosa. onde, anastomosando-se do esse senhor os parabens pelo seu restobeleci-
eom outros laticiferos, circulara era torno dos vasos mente, aproveibunos o ensejo para dar conlieci-
hmiiliaticos sol. a forma de urna rede mal unida, mente ao publico dessa occurrenria que nos nao
* Na Darte inferior da liaste da mesma arvore parece vulgar c destituida de. interesse.
vi estes vasos dividirem-se em tres ou qutro rami- Na torde do dia 15 do corrente ao jantar.um pou-
ficadores muito tenues, que ora se prolongara no co de cosido, engolio o br. Tavares um petaco jie
sentido primitivamente seguido, ora, introduzndo- carne secca de envolla com igual porcao de pao.
v,. curvados nos raios medulares, vao termmar-se mas quando quiz tomar segundo boceado sentio-se
nas proximidades da moella. Os laticiferos assim fortemente engasgado e com todos os symptomasde
divididos sao geralmente bastante delgados. urna coartocao ou obstruccao do cesophago. Nes-
\s preciosas observaces de M. Trecnl sobre tas eircumstancias, tentn o Sr. Tavares todos os
estes vasos induziram-mu a fazer algumas pesqui- meios usmes para desembaracar-se do engasgo, ja
/as,manto communicacao que se suppde existir bebendo agua em quantidade, ja titillando a gar-
entre clles e os vasos lvmphaticos, e embora nao ganta. j ingerindo diversas substancias, mas tudo
imdesse adiar nada definitivo a tal respeito, posso foi debalde.
i.davia exhibir a favor das observaces deste hbil Entoo recordando-se de que ha qnatro annos ten-
phvlotomista um fado muito notovel, qur quanto do experimentado igual incommodo, posto pie em
a o'nranocianhia propriameitte dita, qur quanto muito menor escala, sahira-se bem como eniprego
hvsjolofia dos vegetacs do oleo de ricino as colhennlias que lhe rcceitara o
('jom effeito alm de urna relacao constante Sr. Dr. Ramos, recorren ainda a esse meio por al-
observada na maior parte das plantas,'entre a quan- gum lempo, mas sem resultado algum : passou,
tidade dos laticiferos c a dos lunpliaticos, no- pois, toda a noute daquelle da no estado maisaf-
tei urna conuexo intima nas duas ordens de lliclivo, com vmitos constantes, sede devoradora, e
V;1H1> ao mesmo tcinpo privado de engohr a menor gotta
Quando se faz nm corte transversal sobre d'agna. .... .
um ramo novo do Ficus doliaria.w-^e que a maior' No dia segrate, pela nianhaa. continuando o mal
uuantidade de seva se acha na moella. < depois do emprego de um vomitorio de ipecacua-
Examinando alguns cortes longitudinaes obser- nha que lhe rcceitai a nm facultativo, mandou cha-
vei una porcao consideravel de vasos ponteados mar o Sr. Dr. Carolino Francisco de Luna Santos.
de grande dimetro e esparsos indistinctamenle por > Este medico, depois de ter indagado toda a his-
toda a moella c iior vezes colligados com os nu- toria do doente, e de o haver examinado ruidado-
merosos laticferos que circulara abundantemente smente, tratou logo de ver se poda extrahir o cor-
nesta regiao, sem que todava exista communica- jio cstranho, cuja existencia se denunciava pela
cao directa sensacao que dizia experimentar 0 doente umpoti-
' Nos peciolos das folhas, tanto nas partes co abaixo da garganta. Para essa operacao se
mais novas como nas mais antigs do mesmo servio o Sr. Dr. Carolino de um instrumento cha-
excmplar, percebe estas duas especies de vasos inado piusa cesophagianna, que nao tinha menos
eslreilaniente ligadas no meio do' tecido me- de um palmo e meio de comprmento, e que in-
jullar, troduzio pela garganta dentro com o fim de ver
Proseguindo miaas pesquizas sobre os ramos se segurava o corpo cstranho e o extrahia mas
novos Anda gomesii, bem como na parte massifa infelizmente nao tendo encontrado o corpo, nem
do Cecropia concolor, descobri vasos grandes raa- mesmo alguma resistencia, retirou o instrumento
dos as mais das vezes, cercados de laticiferos. que, conclnindo que a existir ainda a maldita carne, cs-
ora prolong-ando-se parallelamente a estes vasos, ta se achava muito mais abaixo e hem porto d-i
ora i-rusando-se e anastomosando-se entre s, lan- estomago, onde o canal naturalmente mais estrei-
cam rainilicacoes delgadissimas para as rcges to. Entao mandn que o doente tomasse largos
corticaes, e perdem-se entre as paredes do tecido goles d'agna, os quaes foram inimediatamente lan-
ulricular desto parte. I fados com a mesma agona anterior.
i Comparei depois esta disposicao com a dos la-1 Nestas eircumstanciasrctirou-se oSr. Dr. Caro-
liciferos do Jatropha urcase do Carien papaya,! linodeixando o doente receitado. riM-ommendando-
eobservci a mesma relacao entre estas duas ordens lhe repouso e que se mantivesse em posicao per-
ito vasos, pouco mais ou menos idnticas. Na has- pendicular at que elle voltasse.
te do Enphorbia coocoruui, os laticferos, pouco Foi nesse tempo, isto durante a ausencia do Sr.
anastomosados entre si, agglonieram-se geralmente Dr. Carolino, que apparecen o medico da casa, que
em torno dos vasos reliculados, e approximam-so encontrando o doente no estado ja descripto rezuma
delles de tal sorte que eu seria levado a cr-Ios em nova tentativa para o desembaracar do engasgo me-
eoiiiiiiunieacao immediata com estes vasos, se um diante a introdcelo de urna longa sonda guariie-
eiamo niiiiiicioso nao me tivesse militas vezes; cida de urna pella em urna de suas extremidades,
desengaado. Nesto planta os laticiferos sao em a qual apezar de haver penetrado muito mais aleni
cera! mu lmpidos, delgados e abundantes de do ponto a quechegara o instrumento applioado pe-
foMffT lo Sr. Dr. Carolino, tambem nada encontrou, ne-
No Anda (wmesii estes vasos tm constante- nhum alivio conseguio o doente.
mente as paredes compostas de tecido utricular, I Mais tarde volteu oSr. Dr. (arohno, e como en-
romo nas partes novas de cortos vegetaes, e Mo contrasse as cousas no mesmo estado podio lima
.lualiiuer aro seia a idade da parte da arvore em, conferencia que tere lugar com o Sr. Dr. Ramos,
.me se acham Ahi assentoram os dous mdicos que sena pruden-
_ o Vello I entrado hontem do Rio de Janeiro, te nao aggravar mais por aquello dia o canal; que
com 11 das de viagem, nada adianta s ultimas na direceo do mesmo fossem apphcadas de dezc-
noticas de que foi portador o vapor ltimamente seis vinte sanguosugas, o se lhe dsse urna bebi-
ebegado da corto. (Ja calmante e oleosa com o fm de lubricar o ponte
() agente Olimpio em seu armazein ra do nodoso do cosophago, c preparar assim o doente para
Imperador n. 16, far Jeilao hoje de carros, caval- nina nova tentativa com instrumento arada mais
los piannos escravos, movis, bois, carrocas, ca- [longo e mais I adaptado ; pensando, entretanto, os
Lriolets. Jotos de ouro, ditas de prata o livros. Srs. Drs. Caro/inoe Ramos na analoga que ha en-
liF.l'AHTlCAO DA POLICA :
Senhores, nas razoes dos appeilados encontr eu
estos formaes palavras : Despojados os autores dos
seu direitos, repellidos descommunalmente do in-
ventario a que procede o n-o no juzo de orpbaos,
quasi (noto Ijem) lhes fenecem os dados para pro-
var sua intencao. Os nicos que tm, e de que com
acert podem dispr, sao os fornecidos pelo reo no
calves Fraga. I do aquelle incidente um carcter prejudicial nem inventario referido etc. pois neste inventaro
Em sua carta me assegurava meu irmao a peri-' peremptorio, e nao podendo por isso ter influencia que devemos procurar segundo aflirmara os appel-
cia do Sr. Dr. Cosme de S Pereira, nao s pela alguma na causa principal, alias j decidida, nao lados, aprova da lesao allegada
sua vasto experiencia, adquirida na capital da pode actualmente produzir outro resultado que nao I Analysando-o, descrevem elles todos os bens
Franca, onde tinha ido aperfei^oar-se ao p dos seja o pagamento das custas. manifestados pelo appellantc, como meus collc-
grandes meslres, como tambem pelas repetidissi-1 Passando portante a temar conhecimento do ob- gas virara, e depois de fazerem varias addicoes, e
mas operae,oes de catarata, por elle aqui pratica- jecto principalmente controvertido, no final do li- deduefoes, formam a final seus clculos anthineti-
das com o melhor xito possivel. bello se v que a intencao dos appeilados se redro eos, elevando a meago, da fallecida baroneza
A columna do Diario de Pernambuco, enviada pe- a pedir que se naja como milla, sem valor e res- gomma de 263:6855050, donde concluem que ha-
co legal, lesao enorme.
Mas ao juiz nao pcrmittdo julgar sraente pelo
que allega urna das partes. Oigamos tambem o
appellantc.
Allega este nas suas razoes de appellacao fl, e
com o proprio inventaro e partlha julgada nojuizo
de orphos: Io, que a conta feito pelos appeilados
para demonstrar a leso enorme est visivelmente
errada na somraa, porque os bens movis e semo-
ventes all descriplos c avahados nao sommam em
319:7965860, mas sim em 246:5105000, havendo
s nisto a exagerafo de 73:2865800; 2o, que os
106:0005 que forara dados aos appeilados pela
cessao de seus direitos, nao podem, nem devem
constituir monte, porque nao saliiram delle, antes
foram temados a premio no lianco do Brasil, como
at est declarado na propria escriptura; 3o, que
tambem nao podo fazer monte a importancia da
decima paga fazenda publica e outras despezas,
porque s pdc reputar-se liquido e partivel o que
resta deductis expensis, ele.; c deduzindo estas c
outras quantias do calculo feito pelos appeilados,
forma o seu demonstrando que a meacao da baro-
neza, tiradas aquellas exageraces, vem a importar
apenas em 126:8845764, o que, havendo os appel-
Nao pretendo, nem meu intuito descrever aqui cert ament creado para reger a pessoa e bens (te
a operacao que soffri, com as eircumstancias c ac- filhos-familias, queyivem debaixo dojatno poder,
cidentes que se deram no seu decurso, nao s por e que nao sao orphlos; porque orphao, diz Eerei-
rae fallar a aptido necessaria para isso, como ra e S ouza no seu diccionario jurdico, se diz a-
tombem por ter ella j sido descripta por mui ha- qncllc a quem morreu pai ou mai ficando era me-
bel penna na Revista do Diirio de Pernambuco. or idade.
0 que quero, o que pretendo e o que desejo, Esto a doulrina consignada em todo o Io tit.
render do alto da iraprensa um perpetuo reconhe- 88 da Ordenacao, com a nica excepcao de ser o
cimento, sellado com minhas lagrimas do gratidao pai torvado de entendimento, ou sofirer molestia
ao Illni. Sr. Dr. Cosmo de S Pereira, por me ha- tal que o prive de bem reger e administrar as pes-
rueo que ven lio fazer boje pelo orgao da !lhpA*n- res que tm seus pais vivos. Esse i cortamente o
sa soltar una nota assS enrgica e cloqnentc d motivo por que Coelho da Uoeha na sua importan-
meu eterno reconhcciniento sua cxcellentissima te obra de direito civil portuguez, vol. 1 308, diz
familia, pelos disvelos, cuidados e attencSes, que que, supposto os filhos impberes sejam mcapazes
too bondosa e liheralmemo nmdinHfloa nara com- de contratar, coratudo era seu uomc obrigam-se os
pais, como tutores ; e aecrescenta que ainda mes-
too bondosa c liberalmente prodigalisoo para cora
raigo e com meu genro Sebastian Fialho, durante
todo o tempo, que estivoms em sua casa
Itecife, 23 de julho de 1863.
Joao Alejandre de Acanita Dantas.
PBLICACOES A PEDIDO.
Extracte da parte do dia 22 de julho de 1803.
Foram recomidos casa do deteneao no dia 21
tre os apertos/da urethra o os do canal do oesopha-
go, c que leutativas foreadas sem que so tivesse
combatido o espasmo ou irritaeao podoriain ser
io rorrete: perniciosas. Nesse estado de desespero, deapprc-
A ordem do lllm. Sr. Dr. chele de polica, Josc^ herodes, de sede, de anciedade e vmitos, anda
Joqnim de Santa Anua, de 26 anuos, Jos Candido' passou o Sr. Jemiiiio toda a noute de 16 para 17.
ile Souza. de igual idade, braucos, vindos do prc- i No dia 17, (piando so praparava para empregar o
sidio de Fernando, como sentenciados; os pardos' catheterismo forrado por meio de una sonda mais
Joao Florentino Mendes da Haia, de 46 annos. por tonga eqaopodesse attingir o estomago, lembmii-
suspeito de ser criminoso, Honorato Honorio de se anda o Sr. Dr. Carolino de recetar a pepsina e
Dliveira, de 25 anuos, mino desertor, e Joao Gomes o acido lartico. como de fado rceoitou, com o fim
Daniasccno, de 45 annos, jxir ser criminoso no ter-. de. dissolver a carne no jionto emque se achasso
rao do Pao d'Alho, vindos do de Goianna. mas nao havendo al as duas horas da tarde dosse
A ordem do subdelegado do Recite, Manoel, in-' dia 17 obtido resultado algum favoravcl, indo as
dio, de 32 annos, escravo de Francisco Ferrara' cousas de niaj a netor.resolveuo distincto opora-
de Borgea, requerimento deste. i dor fazer a propulso do corpo cstranho sobre cuja
A' ordem do da Capunga. Francisco Lopes da: existencia nenhuma duvida mais a esse tempo po-
Silva, pardo, de 38 anuos como indiciado em crme' da haver, por isso que poucas horas antes o doen
i\c ostellionalo.
A. orden do da Vanea, as criooJas l'mliclina
Mara da Luz. de 18 anuos, Feliciana Maria da
Connicao, de 62 annos,Domingas Maria Francisca,
ile 59 anuos, todas por disturbios.
O chele da 2* seeco,
/. G. de Mezquita,
Movimento da casa de deteneao no da 20 de
julho de 1863.
,v saber
Existiam..... 397 presos
Entrarain 11 >
Saliirara..... 12
Existem..... W7
Nacionacs---- 268
Estrangciros.. . 33
Mtilheres..... 19
Estrangeiras.. 3
Esclavos..... 69
Escra vas..... i) >
397
Alimentados a cnsta dos cofres pblicos.. 153
Moruro da enfermaria no da 21 de julho de
1863.
Tiveram baixa:
Antonio Cesar Marinho Falcao ; eolito.
Antonio Joaipiiin de Oliveira ; clica.
Amia Mara da Conceeo ferimentos.
ignaca Claudina Mara da Coneeico; idem.
Jos, escravo do major Livraniento ; febre cathar-
ral.
Tiveram alta:
Manuel Joaquim de Sant'Anna.
Alaria, escratt de padre Agostinho.
Mito, escrava de Bernardina de Jess.
Manoel, escravo de Joao Donoley.
Movimento da casa de deteneao no dia 21 de
julho de 1863.
te lancava "panculas da carne, (al qual havia in-
gerido.
Com effeito. seriara duas para tres horas da torde
do referido dia 17. quando o Sr. Dr. Carolino com
assislencia do Sr. Dr. Seve, por ello chamado, cf-
fectuou a dita propulso da carne no estomago, in-
troduzndo pela garganta o instrumento chamado
gancho a halanco de Greffa-pela sua extremida-
de guarnecida de esponja pode conseguir, nao sem
dilculdadc o mediante moderadas e fortes pres-
ses, laucar o corpo eslranho para o interior do es-
tomago onde o aeonipanliou com o tal instrumente,
ime tinha mais do dous palmos o quatro pollegadas
de extenso. Assim, depois de tres dias e tres nou-
tes de grandes soffrimentos, vio-se logo alliviado
do mal que o torturava o Sr. Jenuino Jos Tava-
res, o que em razao de sua j a vaneada idade po-
deria em pouco dar-lhe a morte.
Consta-nos. porm, que o Sr. Dr. Carolino de
voto que o podaco da carne nao fra a causa con-
tinente do mal, sim una coarctacao ou estreito-
inenio orgnico simples da parte inferior do a;so-
pliago.
mo depois do pberes, para esses actos serem v-
lidos, necessarioa autorisaciio do pai, mas a res-
peito da autorisaco do juiz nenhuma palavra.
Mas quando estos razoes nao fossem jurdicas,
como creio que sao. porque emendo que os juizes
de orphos bem podem, com consentimento dos
pis, receber menores por soldada, coinprar-lhes
bens, e at inesino dormir com alguma lilha-fami-
qncsiao Bomlira e o desetubargador Lourenco Jos lia>-S('m inc0,Ter nas P"^ V** daquell* orde-
' .... J naijao, por serem pessoas estranhas a sua junsdic-
liiicu o. .o, ser exacto, como airmam os appeilados, que,
Nao da minha intencao, nem queixar-me nem s.Midollie, nao obstante, pedida autorisaco para
defender-me das calumnias, injurias e dffamacoes contrate, Ibes fosse negada ? ___
que contra mira so tem espalhado pela imprensa, Senhores. os appeilados com seus pas, e verdade
por causa do voto eme como juiz entend que deva (me> ou por ignorancia de seus direitos ou por um
darnaquella famosa questao que bem merece ser excessodc cautela e seguranca recorreram aomiz
contemplada no numero das-causas celebres-e u? o'1'haos de Manaima, pcdmdo aquella autonsa-
(iue felizmente esto terminada no tribunal da re- ra0' e a n;109 M acl,a ? alvara l,e licen?a V?
j-lo i podercm fazer procuracao ; mas, como nesle alva-
So mo queixo porque, afora aquella dr que rase nao diz expressaraentequeaprecuracao para
a es-
como
descrever, qiial meu contentamente e alegra ao elles eram entao, nao intervio nella curador algum
receber too gratas iiiforniaces. | que lhes fosse dado, e nem tambem faculdade e au-
E assim se bem que. at cnto, esmagado sob o torisacao do juiz de orphos para poderem valida-
peso das ideas atterradras, que me assaltavam o mente contratar.
espirito, e me faziam curvar sob a magoa de tao i E o segundo (pie nessa transaccao, de que reza
irremediavel mal, conceb logo desde esse dia as! a mesma escriptura, soffreram os appeilados urna
mais lisongeiras es|>eraneas; cobrei animo, e im-4 leso enorme, reeebendo do appellantc smente a
mediatamente envidei todos os esforcos, aflm de' quantia de 106:0005, quando o monte da heranca
transportar-me esta cidade, com o firme proposi-! era superior a 2,000:0005000.
te de entregar-me s maos de tao eximio operador. | Emquante ao primeiro fundamento, eu entendo
E aqui chegando no dia 15 de maio d'este anno, fui. que nao pode ser aceito como capaz de produzir a
pendo a 3 de junho prximo passado, pelo Sr. nullidade daquelle contrate, porque, nao sondos
Dr. Cosme com o melhor successo possivel. appeilados entao orphos, como ainda hoje nao sao,
De feito, nao se Iludi meu irmao na confianca, visto que esto vivos seus pais, como consta dos
que depositou no seu discpulo, collcga e amigo; autos, porm sim menores filhos-familias, e haven-
porque seu juizo foi completamente confirmado pe- do celebrado aquelle contrate nao s por si, visto
lo bom dcsempenlio da operacao em mim feito com como maiores de 12 a 14 annos assignaram a pro-
tanto sciencia e habilidade, a 'ponto de que entran- curacao, mas tambem autorisados pelos ditos seus
o em primeiro de junho para sua casa, conduzido pas, alias interessa dos conjunctamento com elles,
por meu mano o major Jos Antonio de Carvalho como herdeiros que tambem sao, claro esta que
Dantas, tive a felicidade de no dia 22 do corrente nenhuma falto pode fazer para a validade do dito
della sabir, sem guia, restituido da visto, da qual contrato, nem a nomeacao de um curador estra- lados recebido 106:0005, apenas dexaran de rece-
ha tonto tempo me achava privado. nho, e nem a autorisaco de um juiz que nao e ^,r 0 ^fo c 20:8845764, (|ue nao chega cerla-
"' mente para constituir leso enorme.
Os appeilados, apresentam nos autos, alm do
inventaro da baroneza, mutos outros documentos,
uns affirmativos, outros negativos, que nao tirara
cortamente o estado de duvida a respeito da exis-
tencia da leso enorme no contrato reclamado; nao
s porque sao contrabalangados por outros que
tambera aprsenla o appellantc, mas tambem por
que declaram elles mcsinos que nesta occasio os
apresentam smente por mera ostentado; e na
verdade pareeem mais propros para provar sone-
gados em aeco propria do (nie a leso enorme de
um contrato..
Ora, a vista disto, como ser possivel affirmar-sc,
salva a ord. do liv. 3o tit. 06 no principio, quu ues-
tes autos est provada a lesao enorme de que se
queixam os appeilados, o cun aquella exactido
(ue requer a lei para derogar um principio que
forma a base de toda a sociedade bem organisa-
da I Nao eu, que nao sou juij de facto, porque o
que vejo em todo este processo nao passa de afflr-
macoes e negacoes, argumentes contra argumen-
tos, clculos contra clculos, afora algumas des-
composturas que nada certomente podem influir no
animo dos julgadores.
Ainda mais:
Quando acceitaves nao fossem as razos expen-
dida, e que me morein a reformar esta scnlenoa,
ella mesma seria bastante para provocar a sua
reforma
E' da natureza da rostitucao m integrum pelos
appeilados invocada, (ue decretada ella voltem as
cousas ao primitivo estado, restituindo cada urna
das partes contratantes o que receben da outra.
Colho da Rocha no vol. Io do seu direito civil
assim se exprime ( o 390):
Obtida a sentenca de restituicao, deve voltar
ludo ao estado anterior ao acto que foi annullado;
cada urna das partes deve repte ludo o que tinha
recebido da outra, com seus condimentos o acces-
sorios, e a reembolsar as despezas necossarias e
uteis.
E o que faz a sentenca ? longc de inipr aos
appeilados a obrigacio d restituir ao appellantc o
prcfo da compra, inpe smente a esto aobrigacao
de ceder o que comprou, licando assim millo o
contrato em quanto a elle, porm valido quanto aos
appeilados, porque ainda agora esto produzindo
seus effeitos.
A ordenacao do 1. 4o tit. 13 Io muito expressa-
mentc determina que, rescindido o contrato por
lesao enorme, deve o vendedor receber a cousa
vendida, e restituir ao comprador o pre^o (me por
ella recebeu, quando nao concordara as partes na
respectiva indemnsaco do que mais ou menos
valia ao tempo do contrato.
E o que fez a sentenca ? meus collegas bem o
sabem, jiorque a loram; que se que esta orde-
nacao so aproveitou aos appeilados; para o appel-
larite ficou morto.
ltimamente, senhores, os appeilados muito ex-
plcitamente pedem no seu libcllo que se baja como
nulla, sem valor e rescindida a escriptura fl. 17,
Hcando-lhes livre o uso de sua aeco de potico de
heranca, etc.; e nas suas razoes linaes anda de-
clarar que com isto so contentara por ora, porque
isto lhes abrir a porto por onde chegaro ao
antro do avarento, etc.
E o que faz a sentenca? vai muito alm do pe-
dido, porque achando |wuco a rescisao do contrato
sent qualquer hornera honesto ao vr-so maltraa- i
do, ainda por um animal, ou qualquer individuo
louco e sem imputaco, estou muito- certo de que
nada perd do nico patrimonio que tenho ajumado
na mais de 66 anuos, para dexar a mero filhos
a minha honra e a minha reputacao. Este patri-
monio felizmente est bem guardado em cofre se-
guro, onde nao pode penetrar a mo de um calum-
niador furioso e despeitado,a consciencia pu-
blica.
Tambem nao trato agora de defender-me de va-
poderera fazer este contrato d'aqui concluem os
appeilados que, longe de lhes ser concedida, fra
pelo contrario denegada.
Esta coneluso, porm, alm de summamente
toreada, o alheia aos principios donde tirada, en-
volve cortamente o maior dos absurdos, porque,
havendo-se declarado no requerimento a fl. 99
que a autorisaco pedida era para poderem fazer
por seu procurador a transaccao de que se trato,
claro est que a licenca concedida para fazerem
aquella procuracao nao pode deixar de referir-se
gas diffamacocs a csino espalhadas, porque aran ao mesmo contrato, porque alias seria urna licenca
alumniador irritado c despeitado, bem como aquel-l ^m obJcclo> e > indeterminada que por ella fica-
... .. -...., r_____ j:. ______ __.._.,-._......_r__. i riam esles menores aoton>aoiw n:ir:i laffAT nor nro-
ntar as suas iras, e provocar assim novasuuiaua- *------,t"- ir." 7- ;," r-~-~
coes sem fim, porque cousa que pouco cusa iu-. qae.como tica dito,e o maior dos absurdos,
ventar urna mentira e faz-la imprimir sem obriga- Ak,|U d, J? ""do a pessoa a quera aquella
cao de provar (procuracao 101 passada urabacharel formado em
"'Espero,portante.queomeudifTamadorquemquor direito,.cujas habilitaces c honestidade sao '
elle seja, e que se encobre com o nome do Sr. conliecidas, seria preciso negar-lhe estas
.__ ?_ aiR^.. -______---________-^_____ (Illa in.'toes oara sonrio- o c:uci7 ni* ficeilar une
que
lieni
boas
A sabor
Existiam....
Entraram...
Sahiram-----
Existem......
397
14
18
399
Nacionacs...... 276
Estrangeiros..... 32
Mulhcres....... 14
Estrangeiras..... 3
Escravos....... 70
Escravas........ 4
presos
>
399
Alimentados a cusa dos cofres pblicos.. 153
Movimento da enfermaria no dia 22 de julho do
1863.
Teve baixa :
Miguel Gome? da Cunha, gastrite.
Homenagem ao mrito.
A mais alta ntisso do homem,
depois da do servico dos altores,
ser sacerdote do fogo sagrado
da vida, dispensador dos mais
bellos dons de Deus c senhor das
tercas oceultas da nalureza, isto
, ser medico.
Hupland. Aphorismos.
A homenagem ao mente, o reconhecimento ao
talento ura dos mais doces sent mentes de um
coracao agradecido; mas quando esse mrito c es-
se talento se acliam reunidos n'um medico, n'esse
homem que nos aconipanha nas nossas dores e nos
nossos pesares, n'esse homem encarregado de ve-
lar pela humanidade, n'esse homem, emfim, sacer-
dote do fogo sagrado da vida, na bella e expressiva
phrase de Hupland; e quando esse medico o Sr.
Dr. Cosme de S Pereira, que tontos e tao relevan-
tes servieos vai prestando a sociedade, esta home-
nagem esse reconhecimeflto, tradcelo, fiel de
um coracao verdadeiramente reconhecido tornam-se
um dever. E por isso que, na occasio de dei-
xar este bello torrao pernambucano, donde levo
tao gratos e lisongeiras recordaedes; prestes a
voltar ao lar domestico, prximo a ir abracar meus
charos filhinhos, a derramar no coracao de minha
carinbosa esposa a effuso de jubilo o do contenta-
mmto do que mo acho possuido; no momento, em-
fim, de voltar ao seio dos meios, nao posso furtar-
Gomes Freir, dspa essa mascara, e que compare- quabdades para suppo-lo capaz do aceitar urna pro-
ra perante o tribunal competente, para ah apre- curacao assim viciada por ignorancia ou muito
enlar urna acccusaco franca c propria de um ca- ue proposito, |iara illudir os seus constiturates, ou
valhciro, e cnto be responder! satisfactoriamen- a V^ cora quera em nome delles contratava; o
te, favor que me faz, oque estou autorisado pe- que ninguem podera, sem temeridade o sem offensa
los mero honrados collegas o Sr. desembargador 0J?5U caP,c,,'r' atlirmar.
Araujo Soares e Pereira Monteiro, para pcdir-lhe! 'Na0 existe portanto o primeiro fundamento em
encarecidamente da sua parte. I q se basa a sentenca.. Vejamos se podera sus-
0 meu fim outro. Entre as Philipicas que se H'iitor-se o segundo-lesao enorme,
dignou de espalhar o meu diffamador contra este nbores, a rescisao dos contratos autonsada pe la
pobre individuo que no seu conceito nem desem- nossa Ordenacao 1. 4, tiL 13 urna exce|icao do
bargador j urna ou duas so encontram, em que "
teve a ousadia de levar desrespeitosainenlc a ca-
lumnia at aos ps do throno, affirmando a Su
Magestade Imperial que para sustentar o meu voto
eu lera no tribunal da relacao um papel menos
conforme* com a verdade e impregnado de sophis-
mas.
esse papel que em seguida publico, bem como
aquelle que tinha de ali apresentar no julgamcnto
dos embargos, mas que deixei de o fazer por mo-
tivos de conveniencia publica Elles vao toes e
quaes os havia esoripto para fundamentar o meu
voto, c com as mesmas incorrecfdes, visto que nao
os escrevi para serem impressos.
Alm deste, outro motivo ha para fazer esto pu-
bficaco. Esse brado levantou-se aqui contra a cor-
rupcao da magistratura brasileira envolvendo mui-
to particularmente o meu nome, repercuti nas
grande principio regulador de todas as sociedades
civis que existem no mundo, pacta servando.
em revereneia deste grande principio que o legisla-
dor smente a permitte quando ha lesao enorme ;
e tal o seu escrpulo nesta materia que, nao sa-
tisfeito com declarar que a leso enorme existe
quando o vendedor foi engaado alm da metade
do justo preco, ainda a exemplitica nas seguimos
palavras : e entende-se o vendedor ser engaado
alm da metade do justo prego se a cousa vendida
vaha por verdadeira e commum estimaco ao tem-
po do contrato 10 cruzados e foi vendida por me-
nos de S.
Jase v, pois que para provar-se a existencia de
um leso enorme nao podem bastar simples indi-
cios, meras supposie,es, argumentos, nem clculos
mais ou menos provaveis; mas sim urna prova
clara, positiva e certa de que a cousa foi vendida
erda-
estimago
Esta prova, que nos contrates que versam sobre
urna cousa certa e determinada, como por exem-
plo na compra e venda, nao offerece maior diffl-
culdade, torna-sc summamente difficil e quasi im-
possivel nas transaccoes ou coniposicoes amigaveis,
porque nunca se baseam sobre a certeza, mas sim
praias da Europa, c j o echo vol'lou ao paiz com ?r raenos de mctade. do lue ent5 valia na Vl
profunda magoa de todos aquelles Brasileiros que dei
presara a honra nacional.
Justo que l apparecaui tambem as razoes em
que se fundaram os juizes vencedores nesta causa,
boas ou ms, para ali se saber tambem que, alera
da corrupoao e da venalidade, outros motivos mais
uobres poderiam ter para nclles fundar o seu jul-
gamento. Ao respeitovel corpo da magistratural*** a dlJv'da --Conventiomares dubiadatoah-
brasileira, ao douto instituto dos Srs. advocados e 1il vel retenta vtl promisso, dectdttur- como defi-
a todas as mais pessoas do paiz habilitadas com o nem a transaccao todos os jurisconsultos que tratara
estudo do direito as offereco igualmente, para que
nos julguem com toda a severidade, apontando
nellas esses sophismas de que se deu noticia ao Im-
perador, c os mais erros em que possa haver in-
corrldo; o s lhes peco que; attentos os mero bons
desojo de acertar e fazer justica, os attribaam an-
tes ao meu fraco entendiniento do que rainba von-
tade.
desta materia
Nestes contratos nao admitliam os Romanos a
rescisao por lesao enorme, porque entendiam que,
sendo a sua base una causa duvidosa, seria
sem restituicao de cousa alguma que recebida fosse
pelos appeilados, j manda liquidar 0111 exeeuco,
sem haver ainda sentenca eondemnateria, o inte-
gral pagamente da parte da heranca que eoopote
aos apellados, como herdeiros da finada baroneza
de Bomfim, heranca que era ainda foi pedida.
E' muito, e contra isto protesta solemnemente a
ordenacao do liv. 3 tit. 66 8 1 nas palavras: -nem
julgar'mais do que pedido pelo autor quanto ao
principal, e que nao foi menos violada do que na
sua outra disposieao cima citada.
Sao estos as razoes por que entendo que deve
ser reformada a sentenca.
Peco desculpa ao tribunal por ser to extenso,
mas a isso me obrigou o severo anathema de an-
te-mo proferido polos appeilados na circular a que
no principio me refer, contra todo e qualquer juiz
que se atrevesse a reforma-la, e cujos effeitos jne
cumpre evitar.O desembargado, Lourenco Jos
Ribeiro.
Razoes com que fundamentan o sen voto o conse-
Iheiro desembargador Lourenco Jos Ribeiro, no
segundo julgatnento da causa'entre os herdeiros
da fallecida baroneza de Bomfim e o visconde do
mesmo titulo.
Sao embargantes oppostos ao acordo fl___, os
quaes me parece que devem ser despresados por
serem compostes de materia em parte velba, e em
parte improcedente.
Destes autos se v que a intencao dos embargan-
tes consiste pedir, ou a nullidade, ou a rescisao da
escriptura fl. 17; aquella, por falto de autorisaco
do juizo de orphos e de um curador que cora elles
e por elles figurasse no contrate de que reza a mes-
ma escriptura visto que eram cnto menores; c
te, e que fra por isso reformada a sentenca a !
instancia, que em sentido contrario havia jal-
gado.
Cumpre por tanto agora examinar se 1
ainda os fundamentos daquelle aeordio, on se I
ram destruidas pelo que nestes embargos
mente se allega.
Em quanto a primeira base da accio, isto en
quanto pretendida nullidade do contrato, parece
que calaram no animo dos embargantes as razoes
com que o acordo embargado a combaten, par
que nos niosmos embargos se v que apenas de
passagem e em transicio rpida do art. 35 para o
art. 36 se dgnam fazer meacao della, porm l-
mente para despresaran, como dizem, a materia
do mesmo acordo, e sem lomarcm a tarda de
conibaterein urna s das raides em que elle se
funda.
A este respeito, porlantotoWw qumsti.
E na verdade, quem nao pode nem dewe igw>
rar a difforenca que em todos os lempos se recc-
nheceu entra papih et minoresisto entre sim-
ples menores, c menores orphos; quem muafce
ce e nao pode deixar de reconhecer aquelle priav
cipo consagrado nas Icis das Doze TabeasPwler
familias uti egassit super pecunia, Metate mea
re, eta jus esto principio que ali esoripto ha per
de 30 secutes, ainda hojc e citado como verdadei'
ro em tedas as universidades da Europa; iratm
attender a que na nossa ord. do liv. I tit. 8 nao
se dao juiz de orphos autorisaco alguma para
intorvir em negocios relativos ao" exercicio do pa-
trio poder senao no caso de ser o pai turado 4
entendimento, ou alertado de molestia tal que nao
possa bem administrar os Ix-ns de seus Amos, e
ainda assim sendo ellos orphos de mai; quem ti-
ver lido o que a este respeito diz Coelho da Rodu no
seu Dr. Civ. I'ort. V. 308; quem, finalmente, lao-
cando a visto por estes autos ler a fl. 98 v., o re-
querimento pelos propros embargantes feito eoo-
jundaiiiente com seus pais ao juiz de orphos b
Marauna, c isto por maior camella eseenraaca;
requerimento em que muito clara e explcitamen-
te se lhe pede a faculdade de darem poderes a aa*
procurador para vender os direitos que lhe ceaaae-
tein como herdeiro da baroneza de Bomfim. e de-
pois airar de licenca que se acha a II. 101. e que
nao pode deixar de fazer parte intgrame do mes-
rao requerimento sem o maior dos absurdo; quem,
digo, os ti.ver ao alcance de toda esta materia de
facto c de direito, nao tora por certo outra res-
posta a dar senao a confianca de que tem roav
mettido uto erro de direito, dando a pessoas estra-
nhas maiof confianca do que aos-proprios pais, oa
fulminar com o despreso, como lizeram os embar-
gantes, esta interessantissima materia. Como, po-
rcm, o sintples despreso a ninguem pode roavea-
cer de haver cabido em erro ou engao, por U-o
entendo qQe o primeiro fundamento do aeordao
subsiste em intoiro vigor, c nao est por este todo
no caso de ser reformado.
Instara porm os embargante- emquante ao se-
gundo fundamento da aeco era a-.-verar que a-
cha-se provada a leso enorme que allegam haver
sumido rom aquelle contrate ; e para o demoas-
trar, tongamente reproduzem, variara e ampiiaan
quanlas bypotheses, quanto clculos e quanto ar-
gumentos haviam apresenlado antes que fosse a
causa decedida na segunda instancia, mas sem se
dar ao trabalho de considerar e rebater urna s
que fosse, das razoes era que so fundaram os jui-
zes para nao os reconhecer como prova sndenle
de urna leso capaz de produzir a recisao de nm
contrato na forma especialmente exigida peto Ord.
do liv. i tit. 13, e a esta reproduceao tao onga,
que parece interminavel, apenas aerrescentam ao
fim de seus embargos um simples documente qu-:
nada prova, porque o faci de o embargado tugar
voluntariamente a alguns credores do casal seas
opposico da parte da fazenda publica nem do jui-
zo, nada teem com a questao de que se trata. J
se v, pois, que quanto a este segundo foadaaiei-
to da aeco nao podem igualmente ser attendidos
os embargos para poderem consegrar a forma de
acordo, porque oxpressamente o veda a Ord. do
liv. 3 tit. 87 10.
Finalmente, senhores, os propros embargantes
pareeem estar convencidos do que em rotad
nenhum reforco de suas provas anteriormente pro-
duzidas, nao poderia ser ootra a deciso do tnbn-
nal seno a rejeico dos seus embargos ; porqne
ltimamente recorran ao direi romano pira
mostraran que aos monotes era por elle concedido
o direito de restituicao por qualquer lesao uie
fosse alicujus inometi, e argumentando com nm
calculo que apresimta o embargado delle dedoxem
a soffreram na sexta parle, que, como opima*>
;s praxistos nossos por arg. da Ord. I. \ l-
ite l'J, equivale ao alicujus momenti dos Roma-
nos. Esta doulrina, porm, que tirada de nina
nota simplesmente noticiosa de Coelho da Rorba
ao 3KC das suas instniccocs do direito civil por-
tuguez c que fundada o 1. I D. de tul. mf.
em nada Ibes pode aproveilar. por que
Em Io lugar, temos lei expressa que
concede por leso enorme, que esteja
modo que ella minuciosamente cnsina.
sim nao faltara jurisconsultos de grande nota qae
a cntendem concedondo restituicao smente
quando baja leso enormissima. quando se tratadas
contrates de transaccao, como este Correa Tet-
les Dig. port. art. l.i'K, e na nota corrosooa>ali,
aecrescenta que a Ord. do liv. i* tit. 13, parece
contentoi>se com a lesao enorme; porm que em
semelhantcs contratos alguns DD, exeluem at a
propria leso enormissima, e que com ellos se ron-
forinou o'cod. civ. francez ao art 2,052.
Em 2" lugar, porque onganam-se os embarran-
tes quando cntendem que a disposieao da lei cita-
da por Cdelho da Rocha ahrange todas a< especies
de contratos : e o seu engao provm de nao fue-
ran a distinecao que a este respeito faziam os Ro-
manos entre o contrato de transaccao. que versa
sobro urna cousa duvidosa, c aquelles que verso
sobre cousa certa e determinada ;* naqoeltes ne-
gavain absolutamente aresiiiuico e a remata qual-
quer que fosse, a leso solTrida'. |iorqne eria nni
presente fatal era vista da diflicukiade e qiu>i 1111-
jiossibilidado da prova. como neste procesa amv
nios vendo, e nestes nao, porque fcil de pro-
var-so o valor real de um objerto que se esm ven-
do e apalpando.
Cun itaqnr transigimos de re dulna. Idz Hmt
Pandee! /.. 2" T. 13 S 378, consequens est ut Trrnn-
saotio iwh sit 11 iifinidrnda cum ulitis parts, aw
dirr rertti im mitin Trmtsurtiime lites. 4eri4um-
tur ab ipsis pnrtilius. Trentra transactkmes m-
piiipi'iiitttr ol Itesitieiii eoimnem. Trantartio jn-
rrjuraiulp retid judiraln aananvaami sil, rtr..
e nao falla entre nos jurisconsultos de prii
nota como Corra T>He.s Dig. pon. que no ar'.
1,242 estabeloee cdnio doulrina certa, que a tran-
saccao tem o mrmo elidi que o raso jnhjido ent
Ultima instancia, talvez |-rsiiadido camVN MH
de que a Ord. do liv. V', tit. 13, | fr emquam>>
este contrato est antiquada eem desaso, porqje .
sendo juiz ha mais de :M) annos. esta a prime-
ra causa que julgo sobre a rescisao de tuna tran-
saeco. .Nao portanto applicavel ao contrat<
bre que versa a questao vertenle a lei que tu 11
os embargantes, (torera sim a outros de aver-a
natureza.
Em 3 lugar, porque quando mesmo fume ao>
plicavel esia lei ao caso de que se trata, e par am>
sejiuinte a disiiosico da Ord. liv. i', tic 96. } 19,
a respeito da leso na 6* par^e. ainda aman em
nada adiantai iam a sua pretenrao, nsrane em
muito exprossanienie prohib*' que se anaaamn w
partidlas por to |>equena leso; mas aa que a
outros herdeiros romponham ao losado apare que
de menos recebeu. L, portanto 0 aav poanriam
os embargantes exigir, mas nunca a recisao di cn-
trate como pretenden!.
Em ipiarto lugar, ltimamente, porpio se
embargantes so lirinam para provar a lesa da
sexta parte a que ltimamente recorren nm ana/
calculo pelo proprio embargado feito, anda ansian
esto igualmente provado ate com as crtama -en
prudente e honrado procurador, que algnamnaa-
edes cz em sua vida a haronea de Bnmfm as asa-
prias suas benleiras, que em virtude da frmrnr
cao effoctuada pela escriptura fl. 17 flcaanm fnra
do inventario, o que necessananaam*
ser conferidas, bem romo mullos
de que trato o mesmo embargado na a
nacao fl. cni vista do proprio testameato
da,' os quaes. se nao excedem. talvez |
lar a essa lenas aanaHi parte coa aae
mente argumentara.
Sao estas as razoes em que
presar como despreso os donara)
subsista o acordo embargada,
entendo que nao foram deaMados,
abalados.-O descnibargador,
heiro.
(Jornal 4o Commercio, d lhn.>
maaal 1
provada d>
e anda a
autorisar demandas em pura perda; assim o diz! esto, por causa da lesao enorme que allegam ha-
Heineccio, pandect. I. *> tit. 15 % 378; e tambem
esto a razao porque diz Coelho da Rocha, vol. 2*,
verem soffrida
Do acordo embargado se v Igualmente que
na nota ao % 717, que os cdigos moderaos geral- i nenhum destes fundamentos foi julgado proceden-
A salsa- arrima de
Os climas dos paizes trficos sao
todas as enfermidades cutnea e
to pois a raiao pornue
juga cora urna
mente indis
da America Hcspaahoia
suas terriveis forma, ni
mediante a applicacao 1
I
I

i


1


Alarle de Pernambueo Quinta felra 98 de lulfao de 18*3.
S
zi
sivo. As dragas so cortm, as ropeSes dcsappa-
recnn, as conjunrturas conliahidas recobram sua
elasticidad, as jflasamaijoes e tumores se desva-
necen), os eanern-e atalham. os abscessos se se-
cam e o. rheumattsmo se allivia por neo da salu-
tfera operaco deste grande purifleador e curativo
vegetal, nSo supprtmindo mas sim extinguidlo
completamente.
Acha-se venda em todas as tojas de drogas.
^COMMEBCIO.
CMXA FILIAL
DO
BARCO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
declara aos senhores accionistas que o thesoureiro
da mesma est autorisado a pagar o dividendo re-
lativo ao semestre lindo em 31 de mato prximo
pagado a razao de 10&000 por aceito. Recite 14
de julho de 1863.
Jos Mamede Alves Ferreira,
secretario.
Alfandega
Rcndimento do dia 1 a 21: 286:3335013
Idemdodia22........16:190*494
302:5235507
Hovimento da alfandega.
Voluntes entrada coni fazendas
> com gneros
Volumes saludos
com fazendas
cora gneros
74
350
------424
Descarregam no dia 23 de julho.
Patacho inglezMerceymercadoras.
Patacho italianoMartaresto de pedras.
Barca ingleza.W'iry'iirf=mercadorias.
Reeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rcndimento do dia la 21. 33:2195297
dem do dia 22......... 1:5275107
34:7465404
Ra do Kogueira.
N. 62 particular e 17 publico casa ter-
rea.^, .............. 260*000
Ra da Cruz.
N. 68 particular el5publico 3 andares. 1:2005000
Ra da Cadeia do Recife.
N. 72 particular e 30 publico 3 andares. 7000000
Becco da Lama.
N. 78 particular e 30 publico casa ter-
re*, r. ___.......- WI50OO
Travessa doCa/cereiro.
N. 85 particular e 11 publico casa ter- ____.,.
rea................. 1005000
N. 87 particular e 17 publico casa ter-
rea. ................ 1255000
Patrimoni de orphiw.
Ra da Madre de Dos.
N. 24 particular e 26 publico dous an-
dareT....... ........ 9015000
Becco das Boias.
N. 39 particular e 18 publico dous an-
dares................ 3005000
Ra da Moeda.
N. 44 particular e 21 publico casa ter-
rea................ 2515000
Ra do Amorim.
N. 54 particular e 21 publico 3 andares. 3005000
N. 56 particular c 26 publico casa ter-
rea................ 725000
Ruado Burgos.
X. 69 particular e l publico casa ter-
rea............... 725000
Sitio do Parnameirim.
N. 1 particular.. .......... 3OO0UW
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 18 de julho de 1863.
O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro
Directora das obras militares.
A directora das obras militares tendo de man-
dar fazer urna calcada na frente do quartel do cor-
po de guarnicao na Soledade, assim como concer-
tar a coberta da casa qne serve aos commandan-
tes da guarda do hospital militar, e construir urna
irisao solada no quartel da companhia de caval-
aria, convida s pessoas que quizerem incumbir-
se de taes obras, a apresentarem suas propostas
na mencionada directora nos dias 22 e 23 do cor-
rente mez, das 10 horas ao meto dia, onde poderao
receber os eselarecimentos de que necessitarem.
Directora das obras militares de Pernambuco
21 de julho de 1863Luiz Francisco de Paula de
Albuquerquc Maranhao, servindo de amanuense.
Pela admraistracao do correio desta cidade
se faz publico, que pela celeridade com que par-
Rendiinemo,!o"aa*l*?lP*V.ll,C 638085596 em os vapores" da companj
dem do dia 22 ....... 1:2755988 pecialidade para os portos
67:0845584
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 22.
Rio de JaneiroH dias, brigue portuguez Mello
l., de 286 toneladas, capitao Antonio Goncalves
da Silva, equipagem 12 carga farinha de man-
dioca, milbo e outros gneros; a Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo.
Bio Grande do bul13 dias, brigue nacional Sor-
preza, de 221 toneladas, capitao Jos Rodrigues
de Almeida, equipagem i, carga 12,000 arro-
lla < de carne; a Amorim Irmao.
ilio Grande do Sul24 dias, patacho nacional Can-
pesta, de 262 toneladas, eapitao Antonio Gon-
calves de Araujo, equipagem 12, carga 14228 ar-
robas de carne secca; a Bailar & Oliveira c 1
seravo a entregar.
Navios saludos no mesmo din.
Putos do SulVapor nacional Oyapock, comuian-
daute 1." teneute Ponte Ribero.
Portos da NorteVapor narional Jaguaribe, com-
mandante Manoef Joaquim Lobato.
IlavanaPatacho hespanhol Adele, capitao Salva-
dor Sales, carga carne secca.
BahiaHiate brasileiro Dous limaos, capitao Joa-
quim Jos da Silvera, carga varios gneros.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da desta provincia manda fazer publico que tem
marcado o dia 17 de agosto prximo vndouro para
o concurso que, vista da ordem do tribunal do
Ifaesouro n. 113 de 6 do corrente mez, se tem de
abrir nesta thesouraria para preenchimento das
vagas de pnflcanioa o offlcftus ye descarga exis-
tentes na alfandega desta cidade, Os exames ver-
sarao as materias de que trata o 1." do art. 1.
do decreto n. 3,114 de 27 de junho do correute
anno, a saber : leitura-analyse grammatical e
orthograhiaaritlimetica e suas applicacoes ao
roinn'iereio, com especialidade a reducto de moe-
das, pesos e medidas, calculo de descont, juros
simples e compostos, theoria de cambise suas ap-
plicacSes. Os coneorrentrs deverlo previamente
apresentar seus requermentos instruidos de do-
cumentos que provem idade completa de 18 an-
nos, isencao de pena e culpa, e bom comporta-
ment.
Secretara da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 21 de julho de 1863. Servindo de offl-
cial-maior, Manoel Jos Pinto.
da Europa, que de ora
m diante, ogo qu os mesmos vapores derem o
signal de se acharem fundiados, serao fechadas
as malas que tiverem de conduzirem para a Eu-
ropa.
Correio de Pernambuco, 18 de julho de 1863.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
Arreniataeo.
Arrematar.
^arrematacSo annunciada por este Diario dos
galios e escravos pertencentes a heranca do fi-
fi ait4 Fernando da Cruz, dever ter lugar no
h corrente, depois da audiencia ao nim.
. Dr. juiz municipal da 2.* vara.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
uintes :
Para o arsenal de guerra.
5 duzias de tabeas de amareuo de 16 poUegadas
de largura c 26 a 28 palmos de coiupriiuento.
200 vassouras de piassava.
18 meios de sola de lustre.
20 pelles de dito.
50 macos de obreias.
40 quintaos de ferro inglez em barra de 1 Va
pollegada de largura e }/i de grossura.
200 meios de sola.
Quera quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretara do
conselho, s 10 horas da manha do dia 24 do cor-
rente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 16 de julho de
1863.
Antonio Pedro de Sa Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
THEATR O
DE
f,jipri;/
DE
A. J. DLARTE COIBBRA.
22.a RECITA DA ASSIGNATURA.
Salihado, 2o de Julho de 1SG3.
Representar-se-ha o muito applaudido drama
quatro actos e um prologo, ornado de msica,
AS MULHERES
DE
LEILAO
DE
Bolachinhii ingleza.
O agente Simoes far leilao por conta de quem
pertencer. de cerca de 200 barricas com bolachi-
nhas, chegadas ltimamente, em um ou mais lotes:
hoje 23 do corrente mez, as 10 horas e meia da
manhaa, no armazem do Sr. Annes, defronte da
alfandega.
IEIjLAO
DE
Jlovol)*. planos, carros, cabrlo-
lets, earroeas, earallos, bols e
litros inultos objectos.
i.m LiniTi-:
HOJE.
Quinta-feira 2 do rrrmlf as H 1|2.
O agente Olympio fer lilao na ra do Impera-
dor n. 16.
Primeira
acto,
representacao do vaudeville em um
Na roa do Mondego n. 85 corta-se papel para
enfeitar pratos.
Gabinete nkedlco-clrnrgco
{Una do Seve n. 28 (liba dos Ratos) proxi-j
no i fweto e Saita Isabel.
O Dr. Jo5o Mara Seve, medico parteiro
e operador contina no exerccio de sua
proflsso, sempre prompto a qualquer
chamado.
Recebe em sua casa cscravos e criados
doentcs de ambos os sexos e tambera ma-
rojos, para o que tem preparado conve-
nientes aceommc mclhor tratamento, pelo preco de 25 dia-
rios, salvo operac,des que serao previa-
mente ajustadas.
m
ESTRADA DE FEMLO
M
Alteeco.
Aluga-se a casa da senhora viuva Machado na
estrada Nova do Caxang, com fnuilo commodo
para familia, grande quintal murado, com fructei-
RECIFE A SAO FRANCISCO
Pelo presente srentea-se a que*
as n''|uisi<;es para tom* esperia*
feitas it escripto ao 'Jk. Aa^mt
dotrafego, por mternedio dos alai
sera o que nao serao atk-ndida*.
Escriptorio da superiiHrwfcfJa ti I la
20 de julho de 1863.
(Assignado) Rirmr A**t.
Su|xTintendPDle uterm.
4 r*,,
ras, estribara e quartos para escravos : quera pie- qne do Io de agosto era ilianle, o seri
Para evitar qualqn>T rerfannrii
MA MULHER
QUE SE EMBRIAGA.
PERSONAGENS.
Cesarina, engommadeira. Sr." D. Eugenia Cmara
Anbal, pintor..........Sr. Lesea.
Megriot, estudante de me-
dicina............... .Penante.
Cotovia, porteiro........ Joaquim Cmara.
Actualidade. .
Principiara as 8 horas.
DE .
MOVIS K ESCRAVOS.
Seila-feira 24 do corrente.
A requerimento do inventariante do finado For-
tunato Cardoso de Gouveia por despacho do Ulm.
Srjuiz raunieipal da segunda vara e por interven-
cao do agente Pestaa irao a leilao os bens abaixo
declarados os quaes fazem parte do espolio do mes-
mo Uado, a saber: diversos objectos de mobilia
como sejam coramodas, marquezas, camas de ven-
to, guan roupa, lauc^i de mesa de jantar. dita de
almoco, 20 cadeiras de Jacaranda, 3 ditas de braco,
1 poltrona, 1 sof de Jacaranda, 1 par de consolos
de dito, 1 cama de dito, 2 pares de lanternas, 2 pa-
res de vasos de porcelana, e muitos outros objectos
que impossivel e enumera-los, e assim mais 'os es-
cravos seguints:
1 mulato de idade 35 annos, entende de cerieiro.
2 crioulos de 13 ditos.
1 mulato de S ditos. '
1 preta crioula de 33 ditos, cosinlia, lava en-
gomma c cose, faz labvrintho, flores e mais ser-
vico.
1 dita crioula de 37 ditos, cosinha, lava, engom-,
ma e cose.
1 dita crioula de 12 a 13 annos, principio de cos-
tura.
Os quaes serao vendidos sexta-feira 24 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa na ra da Cruz n.
59, toja.
IEIIAO
Sexta-feira 94 do corrente.
Na ra da Cadeia n. o3.
O agente Euzebio vender em leilao diversos ob-
jectos de ouro, prata e obras de raarcineiria.
tender dirija-se ao sitio Retiro no mesmo lugar que
achara com quem tratar.
Precisa-se de urna ama de leite que nao tenha
filho: na roa Direita n. 4, segundo andar.
Alugam-se duas casas terreas novas, com
comraodds para familia, na ra da Amizade na Ca-
punga : a tratar na ra da Santa Cruz n. 74, Roa-
Vista.
No dia Io do prximo mez de agosto se ha de ar-
rematar depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara, por execu^o de Ral-
thar & Oliveira cinco moradas de casas terreas si-
tas nesta cidade, pertencentes a heranca do finado
Jos Fernando da Cruz, sendo 3 na ra Direita n.
41 avahada por 1:700, n. 67 por 1:7005 e n. 111 -
2:0005. Lcenla.
Prepara-se com todo o apparato para a 23* re-
cita da assignatura o magnifico drama em dous
or-
j^QDSSQ
GRANDE CONCERT
VOCAL E USTRIMEITAI
NO
SALAO DO TUEiTRO DE SANTA ISABEL.
A iti:\i:nio
DA
DEGLARACOES.
(juinia-fetra, t' ao crreme.
PRIMEIRA PARTE.
Oiivertura pela banda militar.
Grande symphonia quatro mos da opera Guilherme Tell, do im-
mestre Rossini, executada ao piano pela beneficiada e o dis-
tincto professor Innocenzo Smollz.
3. Scena e aria da opera II Trovalore,
pela Sra. D. Egislena Santini.
4 Dueto Souenir dell'Alla, para piano e rabeca por
executado pela beneficiada e o professor Pedro Justino.
5." Capritio para piano sobre motivos da opera Ernaiu, por E. Pru-
dent, executado pela joven beneficiada.
*i:.IM>A PARTE.
Osbactiareis Maximiano LopesHcba*
do e Thom Fernandes Madeira de Castro
tem o seu escriptorio de advogacia rua
do Imperador n. 71, primeiro andar, onde
podem ser procurados todos os dias uteis
das 9 as 3 horas da tarde. Advi>gam no
ecclesiastico, no commercio, administrati-
vo, civel c crime; c encarregara-se de
promover qualquer qnestao peto centro
desta c de outra qualquer provincia.
2S Aos absolutamente pobres tratam da
W defi'za dos seus direitos gratuitamente. {SJ
O medico-cirurgco Antonio Jos Ferreira
Al vea inudou-se para o primeiro andar da casa n
14 da ra do Queimado.
Procisa-se d urna ama deleite, |
mas que tenlia, quando muito at G g
mezes decorridos na criaco de que
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31,3o andar, por cima
do armazem de trastes do Sr. Mo-
reira.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
06 : os pretendentes dirijam-se Caixa Filial.
mercadoras na estar das Ciaeo Puntas. 9*
veuham acompanlidas por pesaoa aatorad a
despacha-las no acto da itntrega.
Escriptorio da superlnleulnria villa d Cafe 9
de julho de 1863.
(Assigiado)H Amahm,
Superintendente
Aluga-se o primein andar da rasa
do Ainoriin n. 15 : a tratar na prara *
deneia n. 22. ou na rita do CodurM,
' Sr. Fonles.
rij
Aluga-se nina exrefleMe rsrrava rriwli *
18 anims ile idade, Um coadacR, a tfa saftr fa-
zer todo servieo de urna casa nter) r \*nif .
na ra dos Pires n. >>\.
AusentiHi-se da rasa do aaaiisasMuadnar-
rador na Torre desde o dia 12 du mrr'nfc nk-z
ura crioulinho ortihao d>- n-nne Mawwi, aatani
freguezia de '.iuibres e rom K mm> idaV
|ioueo mais 011 menr. l>-vixi nr> enrn* rammm a
iii"'l.i. palciot rli;i|H'n !> feliru lino, faz-te ns pa-
ra livrar de llovidas |i.ir.io futuro a^ienr fnr
consta haver o 11 es n 10 sentado prara m> *tjmk*
liaialhao de fuzileiros.
IJbanio (jimlido lifecir.
Aluga-se o primeiro andar a raa dvtayr-
rador n. ti1.), proprio para srn|*iro oa nhrB> ari-
vogado: quem o pretender dirij*M ao filalaPf
blico n. 11, toja de fazendas que achara
tratar.
Aluga-se una casa Jacobina (Capungai. muito fresca e
vii. rom terrado e jardim nos lado,
quartos fra, roxni.i. r-uilara e
si 1 vista estao as daai naraa joa
doSr. Joao Baplista. a taR-M sulirr
ra du Pila:' em l""ni do primeiro sobrado do Lulo direit kna
1 passado o arsenal de marinlia.

"
A aai 4
******
2.
mortal
Como soja ni
EM CHAOS PKOPHKJS.
1 sobrado de 2 andares da ra estreita do llosa-
rio n. 24.
1 casa terrea na ra do Amorrarn. 30.
1 dita dita 110 pateo do Paraizo n. 31.
1 dita dilana ra da Alegra n. 14.
1 dita dita na ra do Mondego n. 69.
1 dita dita na mesma ra n. 71.
1 dita dita na iusnia ra n. 73.
1 glande casa terrea assobradada na ra do Mon-
dego n. 16.
1 casa terrea na na do Mondego n, 73.
EM CHAOS FOREIROS.
1 sobrado de dous andares na travessa do Livra-
nientou. 18.
1 dito de dous ailares na ra das Aguas-Verdes
n. 70.
1 sobrado de um andar na ra de Santa Rita
n. 7o.
I casa terrea na ra de Santa Cecilia n. 9.
Quarla-ieira 29 de julho.
(A' ra da Cadeia numero 24.)
Oagente Pinto legalmente autorisado pelos li-
(jnidaiarii.w ''mass fallida ('"''" Antonio Rn-
tos, levara a leilao uo uu za do torrente mez os
predios supra mencionados pertencentes a mesma
massa, em seu escriptorio ra da Cadeia n. 24, en-
trada peto Becr.o-I.argo.
Principiar s 11 horas era ponto.
gj!gi{{e[[Jigij-}@j}igi5
ToloWSiv'Raincis, medico |iela L'ni-
versidade de Coinibra, d consultas em
sua casa, na ra Nova n. ."O,, du 8 al 10
lloras da manha. e das 4 s 6 da tarde, e
recela egualmente convites para dentro
ou fra da cidade, com o m de se encar-
regar de qualquer servieo de sua prolis-
sao.
Os chamados deverao vir por escripto.
QJHgliBjL
Aluga-se urna canoa nova para o trafi-
co de capim ou para familia; por preni com-
modo, e tambem se vende: a tratar nos Aja-
gados com Candido Theotonio da Cmara.
liiUiudadr Haut' %
da Madre de
O actual .'srrivo da o niaiidadi' da glonaaa >
nhora Sanl'Amia. aduiinJ>lradura da igreja dalla
dre de Deo>, convida :i til"- os seus rnar ra-
a eom|rer reui no consistorio a releritla
sexta-feira 24 do rorrete. pHa* t Iff ha
tarde, aliin de w proredaT a eleii;o da am 1
regedon ma ten da funeronar a* aaa i
a 86A.O i-nivao.
Ji 1- Franrian OienW da I
a
Precisa-sede urna ama para todo servieo interno
de urna casa de pouca familia: na ra ca Gloria
n. 80.
Aluga-se o sobrado da Sra. viuva I-asserre.
na Capunga : a tratar DO escriptorio de R. B. Las-
serre & C. ra da Cruz n. 13.
do mestre Verdi, cantada
Bazzini,
{." Ouvertura pela banda militar.
Maula Casa
5655000
1:010,5000
920J1000
186000
126^000
da Misericordia do
Recife.
A Illm.* junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que no
dia 23 do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de suas sessoes contina a (iraca das rendas das
eaaaa abaiso declaradas por tem de um a tres
annos.
Os pretendentes devem comparecer acompanba-
dos de seus liadores ou munidos d< cartas destes.
Estabelecimentos de caridade.
Ra Direita.
K. I particular c 33 publico um aijdar.
N. 8 particular e 5 publico tres an-
dares........."......
N. 83 particular e 7 publico tres! an-
dares........ ......
Ra do Padre Floriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea.
K. 7 particular e 4o publico casa torrea.
N. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea............... 140*000
K. 90 particular c 13 publico casa ter-
rea................. 181*000
Becco da Carvalha.
K. 10 particular e 5 publico casa terrea. 149*000
Ra dos Pescadores.
N. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea............... 235*000
Ra da Calcada.
N 17 particular e 30 publico casa ter-
rea................ 174*000
N. 19 particular e 84 publico casa ter-
raa................ 149*000
K. 21 particular e 38 publico casa ter-
rea. .. .. .. .. ...... 136*000
Ra da Viracao.
K. 27 particular e 19 publico casa ter-
rea................. 283*000
Ra de Santa Thereza.
K. 31 particular e 7 publico casa terrea* 196*000
K. 32 particular e 5 publico casa terrea, 204*000
Ra de Hurtas.
IV'. 29 particular e 41 publico dous anda-
res................. 3*000
Ra da Roda.
N. 33 particular e 3 publico casa terrea.
N. 36 particular e 5 publico casa terrea.
J. 37 particular e 7 publico casa terrea.
K. 99 particular e 1 publico casa terrea.
Ra Nova,
l, 43 particular e 41 publico uasa ter-
rea. ................
N. 46 particular e 48 publico um andar.
Ra da Impcratriz.
N. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea. ...............
Ra da Gloria.
3. 51 particular e 65 publico casa ter-
rea. ........ ......
Ra do Encantamento.
N. 52 particular e 3 publico 3 andares.
Ra do Azeite de Peixe.
K. 53 particular e I publico 2 andares.
Ra do Amorim.
N. 54 particular e 31 publico um andar.
Ruada Lapa.
U. 36 particular e 8 publico um ailar.
K. 73 particular e 3 publico um andar.
Ra do Pilar.
N. 59 particular e 73 publico casa ter-
rea. ................ 183*000
Ra de Sao Bom Jess das Crioulas.
N. 61 particular e 8 publico casa terrea.
108*000
89*000
112*000
iwjoo
752*000
1:312*000
306*000
144*000
480*000
600*000
1. Ouvertura pea Danuaiiiiuidi. mj
fj 2 Symphonia quatro mos, da opera Semiraimde, do mestre nos- %
9 sini, executada ao piano pela beneOciada e o Sr. SmolU. q
3." Cavatina da opera Lucrecia Borgia, cantada pela Sra. D. Egislena
ffi T O Sr Pedro Justino e o distincto artista dramtico o Sr. Fur-
5 tado Coelho executaro um dueto, para piano e rabeca, de sua escolha. B
% 5, Fantasa de concert sobre Belisario, do mestre Donizetti, por a
> f i i' 1 :>il:l l.
A Goria, executada ao piano pela joven beneficiada.
O concert ser finalisado com um romance brasileiro,
e pensamento musical, do Sr. Dr. Barros Jnior,
cuja poesa
e a introdcelo,
MmpTnuamenlo e final, composto peloSr. maestro Francisco Santini,
que ser cantada pela Sra. D. Egislena Santini. ... ^.^
este o divertimento que a beneOciada destina ao publico Ilustrado
desta capital. Contando com a proteceo do mesmo, a beneficiada lie
Ssta os seus mais sinceros agradecimentos; e com mu.ta especian-
: n .. r n_:.i:> Cnntinl q qac na
LEILAO
DE
Urna terca parte do sobrado da
raa Direita n, 79
Ojiarla-frira 2!) de julho.
O agente Pililo fai leilao (precedida a compe-
tente carta de aatorisaeao) de urna torea parte do
sobrado de dous andares e solao edificado em
daos proprios na ra Direita u. 79, islo nina
hora da tarde do dia cima em seu escriptorio rita
da Cadeia n. 24, entrada lelo Becco Largo.
AVISOS DIVERSOS.
Instituto Arelieologieo e Cieo-
grapbico Pernanibucano.
Haver sess'ao ordinaria quinta-feira, 23 do cor-
rente, s 11 horas da manhaa.
Secretaria do Instituto. 20 de julbo de 1863.
/. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
LOTERA.
ffl dade Exma. Sra. D. Egislina Santini e aos distados professores, que Q
to generosamente se presUm para abr.lhantar o mesmo concert. g
O Principiar s 8 horas. Sj
%ia^iX^S^^
__igsggg Para Lisboa
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco costelra a vapor.
Parabjba, {Mal, Maco, Araeaty c Cear.
O vapor Jaguaribe, commandante
Moura, seguir para os portos do
norte at o Cear no dia 22 do
corrente as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 21, encora-
mendas, passageiros e dinheiro a freto at o da da
sahidaas 3 horas : esciiptorio no c
tos n. 1.
Forte do Mat-
Para Lisboa
sahe com a maor brevidade o brigue portuguez
Relmpago por ter a maor parte da carga prorap-
ta : quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, para o que tem bons commodos, trate com
o consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, ra
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o capi-
tao na praca.
COMPANHIA FEKMANBUCANA
DE
Xavegaco costeira a vapor.
Macei e escalas
O vapor Mamanguape segu
para os portos do sul at Mace
no dia 25 do corrente as 5 horas
da tarde. A carga ser recebida
at o dia 24 ao mcio dia, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da sabida as 3 horas: escriptorio no Forte do
130*000. Mattos n. L_________________________________
144*000' Para o Porto
4^0*000 segur mpreterivelmente no dia 25 do corrente o
i brigue portuguez S. Manoel I, recebe nicamente
passageiros, para os quaes tem excedentes com-
modos : a tratar na na do Vigario n. 10, com os
, seus consignatarios Manoel Joaquim Ramos e Sil-
131*000, va k Geuro.
O veleiro brigue portuguez Lata II, capitao A
F. Vieira sahira no da 25 do crreme por ter a
maior parte de seu earregamento prompto : para
carga e passageiros, trata-se com o consignatario
E. R. Rahello, ra da Cadeia n. 55.____________
Para o Harauho e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
eonhecido brigue escuna Jooen Artkur, tera a
seu bordo parte de seu earregamento ; para o res-
to qoe lhe falta, trata-se eom os seus consignata-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.___
Para o Rio Grande do Un.
Segu o brigue nacional Olinda, at o fim
do corrente mez, com a carga que tiver; re-
cebe alguna a frete e por qualquer preco :
trata-se com Baltar & Oliveira, ra da Cada
n. 26. ________________________
Para o Araeaty.
O hiato Sara'Ama, mestre Antonio Joaquim Al-
ves segu para o Araeaty al o dia 28 do corrente
mez, pode receber anda alguma cargajpara o que
se (rata na ra da Cadeia n. 57.
LEILOES.
Leilao hoje 23 do corrente as 11 horas.
Da armacao da loja na ra Nova n. 16.
Por intervencao do agente Euzebio se vender
em leilao ao correr do marteDo a armacao da loja
cima, garante-se o traspassodas chaves cujo alu-
guel da casa razoavel.

lalllliAO
e*ta-feira 94 de Julho.
i Southall Mellors i C. farao leilao por intervencao
do agente Pinto e por conta e risco de quem per-
teneer de duas caixas de brim de linho no estado
em que se acham, s 11 horas do da cima o
em seu escriptorio ra do Trapiche n. 38.
Quarta-feira y de agosto prximo se extra*
hir a ultima parte da primeira e primeira
da segunda lotera da Santa Casa da Miseri-
cordia.
Os bilhetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva tbesouraria, ra do
Crespo n. 15, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 4i, loja do Sr. Timen-
tel, praca da Independencia n.22, loja doSr.
Soares Pinheiro, ra Direita n. 3, botica do
Chagas,ruada Cadeian. 45, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estabejecimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000i-at 10$ serao pa-
gos urna hora depois daVextraeco at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
0 thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA.
O thesoureiro das loteras desta provin-
cia, desejando extrahi-las em maior capital
e com menores intervallos, offerece a vanta-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantia de 100)9 para cima;
assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser Ceito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. O the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. wmmerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhem
e mais localidades populosas da provincia, e
mesmo os desta capital, que o quizerem,
entenderem-se com. elle, na thesouraria das
loteras, ra do Crespo n. 15: advertindo
que receber em pagamento e seni descont,
os bilhetes premiados de todas as loteras
da provincia recomidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, 20 de junho de
1863.
O je^oureiro,
Antonio^os Rodrigues de Souza.
C.ABIXETK
l'OUlUttUEZ UE LfaU'UlU EN PtiK-
N4HBUr.O.
De ordem do lllra. Sr. ])residente do conselho
deliberativo convocado o mesmo conselho para
se reunir em sessao extraordinaria quinta-feira 23
du corrente. as 6 boras da tarde, na sala das res-
pectivas sessr-.
Secretaria do conreino deliberativo do Gabinete
Portuguez de I.eitura era Pernambuco 21 de julho
de 183.
A. A. dos Santos Porto.
______1." secretario.__________
- Lina crioula moca deseja alugar-se para ama
de casa de familia, fazendo todo o servido meaos
cosnliar. enpominar e sabir ra para comprar :
quem precisar procure na penltima casa nova da
ranovameute abeita ao lado da caixa d'agua.
No becco do Marisco n. 20 ha urna excedente
ama de leite.________________________________
ATTESTADO.
Eu, Antonio Joaquim, atiesto reconhecer a pura
venlade, que leudo mraha mutber urna enfermida-
de de aborto, a saber, com a crianca raorta na
barriga, proveniente de barriga de agua dita (hy-
di o|>ezia), e estando na hora da morte, c j desen-
gaada de todos os entendidos, sarao em menos de
8 dias simplesmente com 12 pilulas paulislanas
qoe foram applicadas pelo Sr. Laporte que se acha-
va de passagem neste lugar, ficando ella saa de
todos os seus incomraodos, e por ser verdade man-
dei passar o presente, que vai assignado por mira,
o Sr. Jos Alves Ribeiro, que foi testeraunha da
dita cura, e o Sr. Jos Antonio Gomes de Oliveira.
S. Joao Baptsta 19 de fevereiro de 1861.
Jos Alves Ribeiro.
Testeniiiiiha. Jos Antonio Gomes de Oliveira.
De|H)sito na pharmacia do Sr. Jos Alexaudre
Ribeiro, ra do Queimado n. 15, Pernambuco.
Participaco.
Iuflammarao do figado e forte inflammaeao dos
olhos.
Sr. redactor.Para fazer conhecer ao publico as
inultas e extraordinarias virtudes das chapas medi-
cinaes doSr. Ricardo Kirk, vou-contar-llie o que
comigo succedeu, Eu tinha urna nammacao de
figado que chegou a incommodar-rac de tal raanei-
ra, que, ha tres annos, j nao trabalhava pelo raeu
oflicid; e, alera desta nao pequea enermidade,
soffri tambem urna forte inflammacao d'olhos, a
ponto de estar por doze annos quasi ceg do es-
querdo : com a applicacao das ditas chapas, que
em nada me incommodaram, iquei perfeitaraente
curado, em um mez, de ambas as molestias.
Sirva-se, portento, Sr. redactor, dar uublicidade
a estas linhas, para conhecimento do publico; pelo
qual favor lhe ser grato o seu venerador.Benig-
no Henriques da Silva
Reconliacida verdadera a assignatura supra pe-
lo tabelliao
Jos Pinto de Moraes.
Francisco Ignacio Pinto agento de leiloes le-
galmente eslabelecido nesla cidade, mudou o seu
escriptorio da ra da Cadeia do Recife n. 9, para o
prnteiro andar do sobrado n. 24 na mesma ra,
onde poder ser procurado das 9 horas do da s i
da tarde,.e desta hora em diante no Hospicio, casa
contigua ao quartel onde reside aclualmonto.
Escravos para alugar.
Na ra da Gloria n. 89 ha para alugar bons es-
cravos para todo servieo.
No sabbado de tarde desappareceu da porta
do armazem Progresso do Pateo da Penha, n. 10,
urna burra castanha, ferrada no quarto c no quei-
xo com o ferro B, c tem na taboa do pescoco urna
feridinha ja encascada, foi carregada com urna
sacca de farinha de mandioca, o quatro ancoras
vasias, pertencente ao Sr. Braz Carneiro Leo,
senhor do engenho Po-Santo, houvc quem a visse
no mesmo dia s 5 horas da tarde, defronte do ar-
senal de guerra, e por isso do suppor que al-
guem a pegasse, e pede-se encarecidamente a
quem della souber dar noticia, partecipe seu dono
no engenho cima, ou no armaaera Progresso no
pateo da Penha, n. 10,
O abaixo assignado, t.->tan>*iih*irvd!
do Foi urna! i Card .-> .! Guavaia, nifaani
dores do mesmo fallecido ipae por faTor
seus dbitos rom a maior prstela ata e i
ineomniodu e inaioresdespena: dhijam-se ana
da Cruz do Recife n. 60. a ra do Ini|TaAr ear
men 21.
Joaquim Lop^ de Almrwta.
- Na eoiilormidadc do disposlo a aran I* *
titulo 2." capiuio o." do romproiniss tf- wp
irmandade da Senhora Saul'Anna, Te-u as ipejl
da Santa Croa da Boa-Vola, o peto presta*- rm-
vidados t ra no dia 26 do eorrenle. as 9 aoras da maafcaa,
reunidos mi mesa geral ih> respecliv Mewrainev
proceder-se a eleieao da nova mesa ja**"' -
cionar no anno prximo vin.louro : roaa-M*. aor-
tanto, a todo- > irmaos se diirnrn r referido dia e hora indicada, alim de cawprnm
com este dever imposto |n-lo iiwwo
Joaijuim Tli.....Iiiin Ahv-
Swrrtario.
O Sr. agente do leilao qur anouiria fax-r a
dia 23 do corrente da armario da loja -la ra .V->
n. 16, nao pode proinetter "nem assegnrar o Ira
passo da loja porejae ja tea alugada por ijwm -
t autorisado.
Angelo Custodio du-> Salea.
Precisa-se de 3004, deixando-sc em p-ler*i
|>essoa que der o dinheiro um OMakati wmnm
jx>r garanti:'.; sendo que, se a jaM |>essoa m
agradar do dilo aatravo, se o vender por pr.t"
razoavel; nesta typograpliia > rie'amaaW.
Precisa-se de um menino \i a IV aaa
q.....nirnda de tal>erna : na ra do Pilar a. VI
em Fra de Portas.__________________________
Cinarda-ITrM.
l'ra nioi'o Portuguez. eompetenteinenle lu I i '
do em eseripturaeo inrreantil. nlTi-ri-i-e-aa para
tomar conta de alguma* >- ripias por ronir!..
preco : qualquer senhor negociante qne ? >iu<
utilsar de seus serviros, tonlia a bondad
carta fechada nesta pograpla soh a? i
C. R.
Joao Rodrigur- da
guez, vai para Euro|>a
Oliveira, suUltio partii-
i:n*uuo.
No annuncio que o abaixo assigna'lo ataadmi
publicar no Jonuit do Recife de 16. 17 1
corrente julho, avisando ter-se despedido da adiut
nistracao da massa do finado Manoel Boarqn
acedo Lima, houve engao em algumus palaaw
c por isto em lugar de pouca massa. I
massa, e em lugar dr Antonio da Silva d;.-ni i
la-se Antonio Ruarque de Gnsmao.____________
i;\s\ \m (\\m\
Tera de se alugar a casa de campo junto ao pa-
lacio do Sr. Bispo naSoWdadBj aonde man arto
almente o Sr. coinmendador Antonio Siqueira Ca-
valcanti; a casa nova e tem muitos eouuuudo-
tanto no andar terreo como era cima, grawfc' t
co, gabinetes, casa de banho, e de escravu-
cheira e estribara, gradeamenlo, jardim na frenle:
o sitio tem grande quantidade de arvoreaatm
fruclo, o predio todo Iluminado a gas. e jtint-i
mente a frente do jardim e terraro : a tratar >
armazem da aurora brilhante. largo da Sania t.r;
com seu proprietario.
Alugam-se duas escravas, urna cosinha bem,
lava e engomma, a outra faz ludo, porm nao com
rfei{So, ambas campram e fazem todo nrvico
ama casa i quem as pretender dirija-se a ra
do Rangel, u, 60, segundo andar. ,
Nerat
Piara do Corpo Sanio n. l",prmriivanJiii
Norat li inos avisara ao corpo do coanMln no-
nada devem nesta praca, e quem se juigar sea
credor. compareca com seus tuulos que sen In-
mediatamente pago. Avisim igualmeute a lata
os seus devedores que no praso de 8 dia reman
l>agar-llies, do contrario serio ilcnaailianr jli
cialraente.__________________________________
CASO POUCO WMAtMM.
iioutem de 1 s horas U tar-
de estlveram na eseada de aarat
escriptorio douM offieiae*
tica para exeerntarcaa moa
do de prisSo na pesaaa de _
caiieiro de escripia e reonerl-
iiirnio de Miguel ArcUamJo de
Figueiredo. o crame |ne se diz
ter o uieu referido ea&xtif^i^
aceitado um flea de
quantia que teas del)
gar por falta de maclo: aer* l
Justa a requlslco do r. Figuei-
redo t! ____
Faeo este auuwoelo PJJ*
nao se suspelte que ooofatelor
de justica teut alguaaa eouoa eo-
'jos Joaquim Gomes de Mrtu.
Agostinho Ferreira Cctriarino, wbdo
portuguez reura-s. para a Europa a -
de sua saude.
Na ra do Mondego n. 85, corta-se pa-
pel para enfeitar pratos.

rfliBat liifiriiinrwn mu

1ILEGIVEL


V
Mario de Ptrnambaco Quinta felra tS de Julho de !.

\
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
A. W. Osborne retratista americano na ra
do Imperador parteeipa ao respeitavel publi-
co que elle acaba de receber dos Estados-Uni-
dos o novo e valioso processo da photogra-
phiaha pouco descoberto nos Estados-Cnidos,
sendo este nove systema superior a tudo
quinto at o presente se tem descoberto;
sendo o annunciantc o nico em todo o impe-
rio do Brasil, que possue o dito systema
photograplco. O Sr. Osborne pdeapresen-
tar as mais bellas pinturas. sobre o papel
debaixo de m estylo nunca experimentado
nem corihecido at hoje nestc paiz, os precos
dos cartes serao os mesmos ; A. W. Osbor-
ne na ra do Imperador; olhem para a ban-
deira americana.
NB. A sala onde est collocada a clara boia
fi a pouco toda retificada.de novo, e acha-
se com espado sufficiente para acommodar
qualquer familia por mais numerosa que soja
Aluga-se a loja do sobrado silo na ra Nova
n. 37 : a tratar com Amaro Goncalves dos Santos,
no Passeio publico, ou na ra Nova n. 35, loja de
fer.ragrns.
Contina a haver pao de cenleio nos dias quar-
tas e sabbados de cada semana, na padaria, em
Santo Amaro, ao p da fundicao, e na ra da Im-
peratriz n. 22, ra do Brum, confronte ao chafariz
n. 47, e ra qo Rosario larga deposito n. 36.
Ao 11. 29.
Noca loja dos barateiros, rua do Queimatlo.
Chitas francezas muito linas, covado a 300,
320 e 360; baloes de panno, a'Ht&oOO-, fustao de
cores, covado a 320; cassas francezas fazenda
muito fina, a 500 ris a vara; cambraia lisa de 10
jardas, a 35500 ; dita fina, peca de 20 jardas, a
$5000; Las muito linas para vestido, covado a
500.______________________________
Ao n. 29.
Nora luja dos barateiros, ra do Queimado.
Paletots de alpaca mesclada, a 15000; camisas
inglezas a 15600; brim lona de linlio, vara a 640;
grvalas de seda superior, a 500 reis; ricas abo-
toaduras para rojete, a 500.____________________
Ao n. 29.
Nura loja ilas barateiros, ra do Queimado.
Neste estabeleeimento vendem-se os artigos se-
guintes por meuos de metade do sen valor : franja
de .algodao branca peca de 45 varas, a 15600;
bicos pretos de linho, vara a 120, 160, 240 c 320;
botoes de veludo, de-seda e de fustao, duzia 120
reis; rondas linas peca de 10 varas, a 500: en-
tremoios muito largos" e muito finos, peca a 45500;
.oquinhas de vidrilho para crianzas, a 500 reis.
: v. v. v .v. ..v, v.. v. v v v v,
ALVICARAS A NOVJDADE. !fe
Sao chegados loja das columnas *l|
na ra do Crespo n. 13 de Antonio *
Correa de Vasconsellos & C. riquis- |
simos cortei de laa muilo lina com *
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, coros as mais deli-
cadas como sejam: cor de panga, de *|S
lyrio, cinza etc., fazenda fiitcirameii- 2#
te nova e nunca vista em Pernam- &
buco. W
Alugam-se a loja do sobrado n. 193 e armazem
n. 171 da ra Imperial, o armazem n. 4 da ra do
Apollo, e a casa n. 27 da ra do Burgos : na ra
da Aurora n. 36.
DesejA-se muito fallar com os Srs.:
Manoel de Souza Leau Jnior.
Horacio de Souza Leao.
Joio da Silva Santos (empregado na e>trada de
ferro.)
lose Antonio Lopes Jnior (do Rio-Formoso.)
na ra do Crespo n. 17, loja.
ESCRIPTORIO
DE
ADVOCACIA
Os bochareis Cicero Peregrino e Eduardo de
Barros iiiudaram o seo escriptorio de advocara
para a rua do Queimado n. 30. Io andar.
O escriptorio da redaccao da Academia Popular,
mudou-se para a mesma casa.
Aluga-se um sitio na Capunga Velha, com
boa casa de vivcnda, cocheira, estribaria e quartos
pasa pretos : a tratar na rua Nova n. 3, ou na rua
da Palma n. 41.
D-se sociedade a una pessoa que tenha pra-
tica de negocio de taberna, e tenha algn* fundos,
oa tambera se vende, se convier a todos dous : a
fallar Da rua larga do Rosario n. 31.
Caixeiro.
Offerece-se um mojo que lein muila platica de
molhados para caixeiro de qualquer armazem :
ipiem pretender, dirija-se a travessa da Madre de
Deosn. 1.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico <|ue tem justo e contratado a venda de sua
loja de louca da trra, sita na rua do Rangel n.
11. cora o Sr. Bai tholomeo Guedcs de Mello : quera
se julgar seu credor aprsente seus ttulos no pra-
o de tres dias.Por Joaquim Ferreira Pinto,
________________Manoel de Azejedo Canario.
Musis
Precisa-se de um caixeiro, menino de 12 a 14
annos, Portuguoz, para urna taberna a urna legoa
fra desta cidade, no lugar do Arraial : quem es-
tiver nestas circumstancias, dirija-se a rua do Ran-
gel n. 10, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro para taberna : na
rua de Sania Cecilia n. 27, ou na ruado Queimado
n. 63, loja de miudezas.
Preeisa-se de um cozinheiro ou cozinheira :
na rua do Imperador n. 27, defrontc da ordem
lerceira de S. Francisco.
Criada.
Aluga-se por 255 mensaes urna mulata para o
servido inter de urna casa : quem precisar pro-
cure na estrada de Joo do Barros, sitio de Cand-
do Alcoforado.
Aluga-se urna loja para fazendas, na qual ja
lem armaco e gaz, no prmieiro.local desta cidade:
acatar cun Jos Hygino de Miranda.
*T ^ ^'se uraa escrava para casa .de familia,
saoeodo ella engommar c cozinhar : a tratar na
'.apuegaNova, sitio junto ao porto de Jacobina,
no lado esqnerdo, ou na rua da Palma n. 33.
Joo Keller 4 C. como administradores da
raassa fallida de Martinho de Oliveira Borges auto-
risados peto lllm. Sr. Dr. juiz do comroercio, .Ba-
gan o primeiro dividendo aos Srs. credores na ra-
zao de 8 por cento.
Casas 4e campo baratas.
Alugase unja ao Montero, contigua ao sobrado
e outra na Torre, margem do rio Capibaribe, de-
fronte da ponte de Ucha, onde, depofs de se ter
apena atravessado o rfc, encontra-se fcil condu-
cho para o Recife na linha dos mnibus que em
diversa horas por all passam : ambas as casas
tem bastantes commodos, e a ultima tem urna
grande plasta de copina : a tratar na rua estreita
do Rosario n. 28, ou das i horas da tarde em dian-
te em ponte de Ucha no sitio do conselhciro Jos
Benio.
PIIOTOCJRAPIIIA ARTSTICA
25 R VA NO VA 25
ESQUIN4 DA lili D4 CAMB04 DO CARHO.
-Trabalham seja qual fdr o lempo.
PHOSPHATO de FERRO
DE LERAS, DODTOR EM SCIEMCIAS, INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARIZ, etc., etc.
compnsi<;Si
hospitaest...
He Ierro, ao ierro redustdo pelo hydrogneo, ao eltralo de ferro, a Pilulaa e Xaroae de
loduro de ferro : elle cura rpidamente a Ictericia branca, cor paluda, dores d'estomago, digestdes peno-
sas, aneccoes nervosas, escrophuJas, mingoa de sangue, perda de frQa e appetite. Irregularidades,
faltas menstruaes, e flores brancas. E o melhor adjuvante do oleo de Asado de fcaealho.
Depsito geral i em Pars, en casa do MM. Grlmaalt e c, pharmaceuticos, 7, rua de la Feuillade;
em Lisboa, en casa de nodrlo da Coata-Carvaltao; do Porto, en casa de Mlgnel Joa de Sousa-
Ferrelra; em o Jiio-de-Janeiro, >lun relilo e Dlnls, rua do Sabao, 11; em Santa, en casa de
Jon-Caelano Frrrelra-Eaplahrlra; em Rio-Grande, en casa de Joaqun de Godo;; em Maran-
ho, en casa de Ferreira e C' em Pernamhuco, sboum e C, ruadaCrui, 22; Soui, e as priucipaes
pharmaclas do Brazil.
Deposito geral em Pernamiuco rua da Cruz n. 22 em.casa de Caors ABarboza.
MADAMA VIIVA LECOMTE
RUA DA IMPERATRIZ N. 7.
Tem a honra de participar aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel publico desta capital
asaba como das provincias, que acaba de receber pelo paquete francez Nacarre um completo e muito
variado sortimento de ohjectos para presente, assim como recebeu tambem ricos leques c. ricos pentes
oner de atar cabello quer de alisar e tirar bichos ; na mesma casa encontrar o respeitavel publico to-
das e quaesquer perfumaras dos mais afamados perfumistas de Paris, e agua para tingir cabellos.
Lavas de pellica de Jouvin.
..Na mesma casa conlin-se a corlar e frisar cabellos pelo preco de 500 rs., e faz-se toda especie
,c cabelleira.
d _____________________________________
APPROVA^AO E AUTORISA^AO.
BIMO L VllO
ESTABELBCIDO NA CIDADE DO PORTO
. Agentes em Peroambuco
Aulonio i.uiz de Oliveira
> AzcvedokV.
Sacam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em F-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de Caslello, Guima-
res, Rarcellos, Lamego, Covilha, Braga,
Penafiel, Bra^anca, Amarante, Angra,
II ha da Terceira, Una de Faas, Ilha da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cional no seu escriptorio rua da Cruz
n. 1.
Precisa-se de 7:000-5 a premio, dando-se por
garanta hypothcea em urna propredade : quem
tiver e quzer dar annuncie, declarando a pessoa e
o lugar em que se deve procurar para tratar-se.
Urna pessoa capazVe habilitada, offerece-se
para ensinar primeiras letras, grammatica portu-
gueza e principios de msica fra desta praca : na
rua da Lingoeta n. 1, taberna de Duarte.
Est para alugar-se urna pequea casa na
cidade de Olinda, na de Mathias Ferreira; urna
casa terrea na rua da Gloria, c urna loja na rua
Dircita : quem pretender, falle na rua das Cruzes
n. 9, penltimo sobrado do lado direito quem vai
da rua do Qucimado para S. Francisco.
Caligraphla.
O caligrapho Meudonca Belm offerecc o seu
prestimonao smente para dar lines em casas
particulares, como para copiar papis etc. O mes-
mo se offerece tambem para dar lindes de gram-
matica portugueza, arithmetica, principios de geo-
graphia e geometra : a tratar na rua Velha n. 93.
Nos abaixo assignados declaramos que
de nosso poder se extraviou urna letra da
quantia de 2oot(ooo rs., aceita pelos Srs. Ce-
zar & Menczes; vencida em 3 do corren te,
cuja ja se acha paga. Recife, 1 i de julho de
1863.
Silva Bastos & C.
!JOT8Br->loi{

DA
Academia imperial de medicina
Junta central de hygicne publica
SSf-
|t>rOv

DENTISTA DE PARS
19Roa Nova49
Frederco Gauter, cirurgao dentista,
faz todas as operajoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
rdade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.
!;,j~] i}!S!i"iJt SKlSil'liSl'
COMPRAS.
Compra-se urna casa terrea que seja pequea
e em chaos proprios : a tratar na rua da Florenti
na n. 42.
ELECTRO-MAGNTICAS EP1SPAST1CAS
DE
RICARDO KIRK
Para serem applicadas s partes affecadas, seni resguardo
nena incoiuniodo
Muito conhecidas nesta corte e em todas as pro-
vincias deste imperio, pelos seus infalliveis resul-
tados ein todos os casos de inllainmaeao, sejam ex-
ternas ou internas (cun cansuro e falta de respi-
ragao) como do estomago, ligado, bajo, bofes, rins,
Otero, peilo, palpitacao de coracao, gargantas,
olhos, erysipellas, rheumatismos, paralysia, e todas
as afieceoes nervosas, etc., ele.
Igualmente para quaesquer nchaedes, feridas,
tumores intesonaes e venenos, scrophulas, kmi-
nlios, palios eic, ote., sejam qual Cor o sen tama-
libo c profundeza, por mnfo da suparoySu seno ra-
dicalnn'iiie oxtrpalos.
(Estas chapa nao podem lazar nial de forma al-
gnma, ellas tem sido applicadas aos olhos com o
melhor successo, vejam-se os attestados de curas
completas que j foram publicados pelos jornaes.)
O uso dellas aconselhado e receitado por habis e
distiuctos facultativos, sua efcacia incontestavel, e
as innmeras curas completamente obtidas as di-
versas molestias em que foram applicadas, e fazem
merecer e conservar a confianca do Ilustrado pu-
blico, que j tive a honra de merecer delle 2a an-
nos de existencia e de pratica.
N. II. Nesta corte c de todos os pontos et
imperio recebem-se participaeocs satisfactorias e
respeilo das ditas chapas medicinaes.
As encommendas das provincias devem ser di-
rigidas por escrpto. com todo o cuidado de fazer
U3 uov^^oau-lao eXJHlLrty.-j.< c ie cliapa> sHu \iMix
homem, senhora. menino ou crianca, declarando a
molestia c em que parte do corpo existe.
Para incbaeCes, feridas, lobinhos, papos, etc.; o
molde justo de seu lamanho em um pedaco de pa-
pel, a declaracao onde existe, alim de que*a chapa
seja da forma' da parte affeetada, e para que possa
ser bem appcada em seu lugar.
PODE-SE MANDAR VIR DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
As chapas serao acompanhadas das suas com-1 Consulta s pessoas que se dignarem hoifra-lo
petantes explicacoes, e tambem de todos os acces- com a sua confianca, todos os dias, sem excepc-o,
sorios necessarios para suas applicaeoes. das 9 horas da mahha s 2 da tarde.
ESCRIPTORIO
W. 119 RUADO PARTO N* 119
E EM PERNAMRUCO
Para as encommendas ou informacoes dhijam-se pharmacia de Jos Alexandrc Ribeiro,
rua do Queimado n. io.
ALUGA-SE
O sobrado de dous andares da rua do Pilar n.
6, tendo commodos para grande familia, cosinha
fra, terraco e quintal com cacimba.
CASA DE SAUDE
Ein Santo Amaro
Do Dr. Silva Ramos.
l'nico estabeleeimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
que pode conrtodo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
lhido.
O edificio magestoso c conservase
ein perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Qs doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e rondifdes
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as-partu-
rientes.
O propretaro encarrega-sc de qual-
quer operacao.
O estabeleeimento 6 franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 3O0 diarios.
Segunda dita.... 2&500
Terceira dita.... 2,5000
Para que qualquer doente seja ali rece-
bido, basta que se mande onome do doen-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposico.
Alugam-se
Dous armazens pequeos na travessa da Sauzal-
la Velha, por detraz da loja n. 50 da rua da Ca-
deia, muito prximos aifandega e ao caes do
Apollo, e por isso proprios para qualquer fin e
servirem para um s por terem communieaeio;
trater na sobredita loja com Cimba e Silva.
HOTEL DE PARS
Rua da Cruz n. 24 por cima da botica
ALSIOCO, JANTAR E LANCHE,
Bebidas superiores de todas as qualidades.
Calcado francez, na loja do vapor, rua m
Han i. 7.
o 3
g | E digno de atten^ao os novos sorti- =
3 g mentos de calcado francez, chegado h >
g dita loja, e mu especialmente as mo- 5
5 dems botinas com difierentes e novos
05 eufeites para senhoras e meninas.
CE
i-
o
r.
Precisa-se alugar una escrava que saiba co-
zinhar e engommar perfeitamente, de boa conduc-
ta : na rua do Qucimado n. 44, primeiro andar.
Manoel Ribeiro
provincia a negocio.
da Silva vai ao norte desta
% i 11: m % o
Precisa-se de um moleque para o servico inter-
no e externo de urna casa, e juntamente de urna
ama que lave e cozinhe : na rua do Imperador n.
71, segundo andar.___________________^___
Preelsa-se de um Portuguez para feitof de
engenho : a tratar na rua Bella n. 5, das 2 s 3
horas da tarde.
Aluguel de casa.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar e
sotao que tenha commodos para nao pequea fa-
milia, e que seja situado no bairro da Boa-Vista,
ou mesmo no de Santo Antonio, e com quintal;
nao se duvidando dar um semestre adiantado de
aluguel quem o tiver, dirija-se ao principio da
rua do Hospicio, sobrado de um andar com portad
de ferro ao lado.
Os senhores credores da massa fallida de
Camargo 4 Silva, sao convidados ,oelo presente pa-
ra apresentarem seus ttulos de divida aos admi-
nistradores dapredita massa, na conormidade do
disposto no artigo 869 do cdigo comme.'Cial, para
em seguida se proceder o rateio.
Na rua do Crespo n. 20, esquina, ha urna
preta moca para alugar, exeeUente engommadeira I
e cozinheira, aluga-se para o servico de casa, pre" I
fere-se alugar par alguraa casa estrangeira. I
Pcrdeu-se 2 leUras da quantia de 61^500 ca-
da umajando a primeira a vencer-se no dia 21 de
agosto 91 segunda no dia 10 de setembro sendo
aceita pelo Sr. Luiz Ferreira de Almeida.
Arrenda-se o engenho 8.
Caetano sito na comarca do Ca-
bo, tem eta propriedade excel-
lentes trras para plantaeo de
canoas, rocas ele., moldo por
agua e disto da estaco da va
frrea apenas mela legua: quem
o pretender, dirija-se aeasado
fallecido commeodador LulzGo-
* Ferreira, no jqnndego.
Precisa-se comprar
urna parelha de bons cavallos que andem bem em
carro, brancos ou pretos e de bonita figura, c que
nao tenham mais que 6 annos : dirija-se ao Sr.
Thomaz Payne na cocheira da rua da Guia no Re-
cife n. 1.
Compra-se um cavallo preto que tenha so-
mente os andares de trote e galope : na rua da
Cruz n. 13, primeiro andar, das 10 da manliaa s
i horas da tarde.
i Compra-se urna pequea casa de podra c cal',
ou mesmo mei-agua, que seu valor nao exceda de
800 ou 9005 : quem a tiver, annuncie por esta fo-
lha para ser procurado.
Comprase effectivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
YENDAS.
Vende-se um boi manso para carroca: a tra
tar na rua do Rosario da Boa-Vista u. '>[."
Vende-se a typograhia em que se imprima
o Diario do Recife, contendo 2 pelos e diversas
f.mtes de typo, bem como caixetas e mais arran-
jos pertcncntes a mesma typographia : a tratar
na rua do Imperador n. 54 ; igualmente se vende
papel de mpressao por preco commodo, etc.
Vende-se a armacTio da.loja n. 7 da rua do
Queimado '. a tratar com Augusto F. S. Porto na
loja n. 11 da mesma rua.
dementes.
Vende-se sementes de hortalcas muito novas
na rua da Cadea do Recife n. 25,chegadas ha pou
eos dias pelo briguc S, Manuel I.
Carne e queljos do crid.
Vende-se carne e queijos legtimos do Scrid,
vindos de conta propria : na esquina da rua de
Ilortas n. 2.
Vende-se fumo de Garairhuns, o melhor que
pode haver por ter sido escolhido de primeira qua
lidade, a prego de 15 a libra: na camboa do Car-
ino n. 10.
Becife numero 40.
Vctor Grandin, relojoero condecorado com a
medalha da exposicao de Paris, estabeleeido com
loja na rua da Cadea do Recife, participa aos seus
numerosos freguezes e ao publico desta praca que
recebeu ltimamente um grande sortimento de ar-
tigos pertencentes a sua arte, como sejam, relogios
para algibeira de ouro e prata, e de patentes inglez
e suisso, correntes de ouro de lei, e dos mais bo-
nitos innileiios ; tambem tem para vender um
chronometro martimo inglez, e de um dos memo-
res fabricantes; assim como urna grande quanti-
dade de relogios para parede e para cima le mesa.
Casa em Olinda.
Vende-se ou aluga-se por preco commodo a casa
terrea na ladeira da Misericordia n. 16, esquina,
lado do poente : a tratar na mesma cidade, rua de-
Mathias Ferreira n. 1, com o Sr. Jos Jacintho Pa-
vao, ou na Boa-Vista, ilha dos Batos, rua do Seve
n. 16, com Jos Maria Seve.
Armaco de taberna.
Vende-se a armaco que foi da taberna da loja
da rua Direita n. 28, nella existente : a tratar na
mesma rua n. 91.
Vinho Figueira
a 360 e 320 rs. a garrafa e a caada a 25500, quei-
jos novos a 15600, afianca-se a qualidade: no ar-
mazem da estrella largo do Paraizo n. 14.
SITIO.
Defronte da igreja dos Afflictos vende-se um ter-
reno com 300 palmos de fente e mais de 1,000 de
fundo, com urna excellente baixa para capim, tem
na frente urna casa em caixao, com 4 janellas e 1
porta na frente, o sitio tem muitos arvoredos de
fructo, muito proprio para quem queira morar per-
to da praca : a fallar com Francisco Jos Fernan-
des Pires sobre o ajuste : no largo da Santa Cruz
n. 84, armazem de molhados da aurora brilhante.
Canos de ferro.
Na rua da Gloria n. 89 vendem-se canos de fer-
ro de mcia pollegada, para agua ou gaz, a 160 rs.
o palmo inglez.
RETRATOS
DO ARTISTA
FURTADO) 63llltt
Nitidameule litografiados em Paris, vindos pela
v paquete iNavarre:
Preco de cada retrato l*."i00.
Vende-se na loja de livros ao p do arco de San-
to Antonio.
Potassa da Russia.
Acaba de chegar pelo brigue haraburguez
Otto, muito nova e superior; vende-se so-
mente no antigo e acreditado deposito na rua
daCadeia do Recife, n. 42; onde tambem se
vende cal de Lisboa muito nova e precos
commodos.
G4SAS 4 YENDA.
O corretor geral Macdo, est competentemente
autorisado a vender as seguintes propriedades; a
saber:
Na rua da Palma casa terrea n. 54.
das Flores casa terrea n. 12.
i do Rangel sobrado de um andar n. 5.
dos Pires casa terrea n. 21.
do Burgos sobrado de 2 andares n. 11.
travessa do Pociaho casa terrea n. 10.
rua de Hortas metade da casa terrea n, 68.
dos Pescadores a-7* parte da casa terrea
n.26.
> do Bosano da Boa-Vista dita dita da ca-
sa terrea n. 47.
do Farol dita dita da casa terrea n. 52.
t do Pilar dita dita casa terrea n. 51.
Um excellente armazem na Gaiuelcira junto a
estaco da via frrea.
N povoaco do Poco da Panella casa terrea n. 3
dos A'fogados rua de S. Miguel casa
terrea n. 87.
Quem as pretender pode dirigir-se ao supradito
corretor n praca do commcrcio.____________
Vende-se a armaco da loja n. 16 da rua Nova,
invernisada e iluminada a gaz : a tratar na mes-
ma rua n. 40.
PINTURA.
Tinta branca de massa muito nova, em la-
tas de 28 libras para casas, para navios, para
a companhia do gaz, a 2oo rs. a libra: rua
larga do Rosario n. 31.
VENDE-SE
no armazem da bola amarella, no oitao do gaz da
rua do Imperador, verniz ou alcatrao do gaz, pelo
preco do gazometro, achando os senhores compra-
dores barra que levam de urna caada a*vinte c
quatro. por barato prego : no mesmo armazem.
Ailiiiimn as laas baratas.
Superiores las de cores de quadrinhos e
lisas, fingindo sedinhas de dnaS larguras,
pelo baratissimo preco de 500 rs. o cova-
do : na loja das columnas rua do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vasconcellos & C.
GAZ.
No armazem de louca da porta larga, rua larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com o galocs de
gaz a 125, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em conta ; garante-se a qualidade.
CAL DE LISBOA
Vende-se cal nova de Lisboa : na rua da Cadete
n. ,*>.*), escriptorio.
Vcnib ni- e cai\cs vazios pro-
prios para bahaleiros a 1$280, na rua
das Cruzes n 44.
Agua de Veehy natural.
Chegada ltimamente pelo Solferino : rua
da Cruz n. 2. armazem de Isidoro, Neljo
NO ARJU2EM DE MONDAS tUUTIS
DI/
* vro* C OKLIIO
Raa di. Qneinxfe n. 19.
Vende-se segninfe:
C'ofoerta
de chita da India, a 2:ooo rs.
Lenrts de pana
de linho, a 2:ooo rs.
Lenees de bramante
de linho, de um panno so, a 2:8oo rs.
Toalhas alcarhradas
para mo, pelo baratissimo preco de 5:ooo
rs. a duzia.
Bicos vcsdinaa*
de seda para meninas, pelo baratissimo pre-
co de 4:ooo rs.
Lencas de seda
pelo barato preco de i:ooo rs.
Saias df fusta*
pelo baratissimo preco de 5:5oo rs.
Lencos dr cambraia
brancos finos, proprios para alyib-ira, duzia
a l:8ooe 2:ooo rs.
Lencas de rassa
finissimos, proprios para algibeira, ptfo ba-
ratissimo preyo de 2:4oo rs. a duzia.
Cortes de caira
de ganga mesclada, de listas e de quadros,
duenda superior, pelo baratissimo preco de
i:2oo rs. o corte.
Pecas de madapolo
largo superior, pelo baratissimo preco de
8:000 rs.
Pecas de bretanha
de rolo com lo varas, pelo barato preco de
3:2oo rs.
Prcas de cambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 Taras, pelo ba-
rato preco de i:ooo rs.
Atoalhados de liuha
com 8 palmos de largura proprio para toa-
Iha de mezC a 2:oo rs. a vara.
Tealhas
de linho para meza, a 3:ooo rs.
Uarege
I de lindos gostos, pelo barato preco de V80
rs. o covado.
Esleir da India
' propria para forro de sala, de i, o e 6 pal-
| mos de largura.
J se nao vende dase
12#.
No atterro da Boa-Vista n. 63, vende-se
gaz da melhor qualidade, refinado, purifi-
cado, pelo barato preco de l-s, grin
25300, garrafas trazendo vazia 360 rs., val
a pena, pois, duas passadas. A elle antes
que se acabe: quem quizer em ponao da-se
mais barato.
Kua (iaScnzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
FOGO S HIT DEZAS
lina do Queimado numero 16.
Pecas de tranca de laa lisa encarnada a 20 rs.
Ditas de dita de caracol preta e de cores a 60 rs.
Ditas de dita dita branca e meacMm a 100 rs.
Caixinhas com 18 liares de clcheles da trra *
20 rs.
Ditas com 18 pares de ditos (Vnncezes a W rs.
Ca loes com it |xu< a< toe >MavmM a bf r*.
Ditos com i pares de ditos francezes lavradMS
60 rs.
Ditos com 21 pares de ditos francezes Maru Pa
a80rs.
Pares de sapatinhos de laa para crianca a 320 rs.
Touquinhas de laa para crianeas a jOO rs., i o
Massos de aljofares brancos a 160 n,
Pecinhas de froco de seda nieta e de cores a 160
e :i0 rs.
rs.
Ciaz na cidade de Olinda.
Vende-se gaz liquido de primeira qualidade a C-arreteis de linha de cores de 100 jardas a r rs
640 rs. a garrafa e em porcao mais barato : na ci- L
dade de Olinda rua de .Matlias Ferreira sobrado ein
que morou o Sr. major Salvador.
s
NO PROGRESSIVO
9--JLargo do CariuoO
Vende-se latas de 1 ratissimo preco de 15, assim como tambem caixas
de 2 arrobas de batatas pelo diminuto preco de
2800 a caixa.
TIJOLOS
Vendem-se lijlos de marmore de 10 e 12 polle-
gadas quadradas cada um : em casa dos Srs. Hen-
nque Forster &. C, rua do Trapiche.
Attencd.
Vendem-se os seguintes escravos, na rua Nova
n. 4i, terceiro andar, sendo i mulato de 20 annos,
perfeito copeiro, 1 dito de li annos, 1 negrinha de
12 annos, 1 moleque de 18 annos, 1 escrava de 26
annos, cose e engomma, i dita de 30 annos perfei-
ta cozinheira, 3 escravas de mcia idade proprias
para todo servico. ___________
Vende-se urna armaco envidracada em bom
estado, posta na loja do sobrado n. 6i, rua Direita :
a tratar no primeiro andar do dito sobrado, e as-
segura-se que se far todo o negocio.
OSTRAS
em caixas de 24 latinhas de urna libra no ar-
mazem de Tasso & Irmos rua do Amorim
n. 35.
Vende-se urna escrava crioula de idade 30
annos, com urna Ulna tambem crioula de idade 8
annos : a tratar na rua da Santa Cruz n. 1, ta-
berna._______________________________
Farinha e milho
No armazem da aurora brilhante ha saccas gran-
des com farinha muito boa e milho a 5800 a sac-
ca, em porcao se far algum abatiinento._________
ZAMORA.
DRAMA HISTRICO PELO DR. THEBERGE, NO
QUAL NAO INTERVEN PERSONAGEM
FEMENINA.
Na rua Nova n. 11 vende-se a l#ooo jo
exemplar.
O I.IVRO DO POYO.
Segunda edicao mais correcta, ornada com
27 estampas, e augmentada com 48 paginas
de texto, contendo: a vida de Nosso Senhor
Jess Christo, fbulas, o vigario, $ bom ho-
mem Ricardo, quadrupedes uteis, o profes-
sor primario, moral pratica, Simo de Nan-
tua, mximas e sentencas, hygiene, receitas
necessarias, o Brasil: vende-se na livraria de
Manoel Figueira de Faria & Filho, praca da
Independencia ns. 6 e 8, a 600 rs. o exem-
plarem brochura, e a cartonado.
Estampa* finas.
Na loja da Aurora, na rua larga do Rosa-
rio n. 88, recebeu-se vario sortimento de
estampas de difierentes santos. j
Assucar do Monteiro
Rua do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 50600 aarroba.
Lindas capellas para meninas c noivas a I4300 e
35OO.
Lindos enfeites para senhora a 3 e 1-5.
Boioes de tinta preta ingleza a 100 rs.
Duzia de tapia de pao a 80 e 120 rs.
Gravataade seda de bonitos gostos a 160, 240 e
320 rs.
Duzia de facas e garfos cravados a 35.
Luvas brancas para homem e senhora a 120 rs. e
160 rs.
Ditas de Escocia para homem e senhora a 400 c
oOOrs.
Ditas de seda para senhora a 800 e 15200.
Duzia de botoea de seda para emavammi a 120 rs.
Dita de botoes prcto de duraque para palelot a
120 rs.
Dita de botoes de metal com figura para dilo a
120 rs.
Dita de botos de louca pintados, pequeos e gran-
des a 20 rs.
Dita de cordas de viola a 120 rs.
Luvas de linho cor de caf e de cores a 800 rs, e
152OO.
Ditas de retroz de cores a 8 e 145.
Pecas de 10 varas de luco liso francez a 320 rs.
Varas de bico preto largo a 160, 240 e 320 rs.
Tcsouras grandes de Guimaraes para albiaie a 300
e I5OOO.
Ditas pequeas finas para unlia e costara a 240,
.320 c 400 rs.
Pentes de atar cabello a 120 c 240 rs.
Ditos de massa em eaixinfaa a 500, 800 e 15.
Ditos de tartaruga, ultimo goslo, a 4 e 65.
Pares de pentes para marrafa, ordinarios a 80 rs.
Ditos de ditos finos a 15.
Ditos de ditos de tartaruga a 25 e 35.
Frascos com tinta de cores a 310 rs.
Resmas de papel almaeo liso a 25300 e 35-
Ditas de papel de peso liso e pautado a 25.IOO e
35300.
Croza de pennas de lanca a 800 e 15100.
Lapis de diversas qualidades a 20. 40 e 60 rs.
Ditos de cor azul e encarnada a 120 rs.
Caixas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
Ditas de lamparinas para 6 mezes a 80 rs.
Ditas de lamparinas do gaz a 160 rs.
Pecas de fita de seda de diversas cores a 320 rs.
Rendas, bicos, balados, labvrinthos e traumas do
difierentes larguras, fitas de seda c de velludo,
franjas c gregas pretas e de cores, e mais de mil
outros ohjectos, que se vende tudo muito mam ka-
rato do que em outra qualquer parte: ver pan
crer, na rua do Queimado n. 16.
Gaz liquido \t$.
Vende-se na nova exposicao de candiet-
ros a gaz, na rua Nova n. 24, latas de gaz
de 1.a qualidade e nao inilammavel, a 124,
contendo cada lata 27 garrafas, que muito
convem a quem gasta este liquido: na na
Nova n. 24, loja de Carneiro Vianna.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior quaMa-
de: no armazem de Tasso Irmos, na o
Amorim n. 35. _________'
Llnguas lagleza*
em salmoura: no armazem de Tasso Irnos,
rua do Amorim n. 35.
Vende-se urna preta de 22 nnw e
sabe engommar, cosinhar, lavar e com*;
protender, v a rua do Amonm, n. 90, que
com quera Vaur.
Serna sita na tra
postos n. 18 : a tratar na mema.
*~b-

*.
ILEGVEL


1
-


Diario le Pernambuco Quinta feira 3 de Julho de 18.
NOVA EXPOSIQaO
na loja da Pavo, de fazendas bara-
tlssimas.
Neste eslabelecimento acha-se constante-
Com 8 l/2,was, a 2:500 rs. vende o Paio.
Pecas de carabraia transparente com pal-
minhas bordadas do cor, tendo8 lr2 varas
cada pega, a 2*5(500; ditas mais finas, a
35500; pecas de cambraia de salpico bran-
co com 8 lr2 varas, a 4j5( : s na ra da
* CMdoeieuwemu ww coiibume- m^^ n CQ loja e armazem do Pavo.
mente um grande sorumento de fazendas J
de gosto e de primeira necessidade, sendo fortes de
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas d5o-se livros de
amostras, deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavo.
Lilas com 8, palmos de largura.
na loja do Pavo.
Vendem-se lazinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que lem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 15000 o
covado: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
Las para vestidos, a 8 rs.,
s na loja do Pavo.
Vendcm-se lazinhas enfestadas proprias
para vestidos, pelo barato preco de 280 rs. o
covado, sendo muito mais barato do que chi-
ta ; ditas transparentes, a 240 rs.; ditas laa
e seda, a 440rs. o covado: s na ra da
Imperatriz n. GO, loja do Pavo.
Cmasam a OO rs. o corado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy, a 'MO rs. o covado,
na loja do Pavo.
Vendcm-se organdy de cores matisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos balo,
com barras Maria Pia, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
preco de 30500 cada um: esta pechincha
s existe na ra da Imperatri n, 60, loja e
armazem do Pavo.
Cortes de fantasa, a 0, na
loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de carabraia fanta-
siadas seda, pelo baratissimo preco de 6$
ditas, a 4$; ditas, a 3)5500: s na ra da
Imperatriz a. 60, loja e armazem do Pavo.
Cortes de cambraia, a 9500.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos com
babados, a 2)5500", ditos, a 4$; ditos com
fcarras e babados de seda, a '33, 35500 e 40;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
2em do Pavao.
Cortes de cambraia chineza, a
t S. na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com Imdissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 4-3 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na ra fia
-Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Alpakim ou gorgnro de linho,
a -lo rs., sO no Pavo.
Vendcm-sealpakim ou gorgurao de linho
proprio ,para vestidos e roupas de crianca,
pelo barato preco de240rs. o covado: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Baldes a 3#.00, sOo Pavo.
Vendem-se bale.s americanos que so os
mdhores, tendo 20 arcos, a 30500; ditos
de 30, a 40500; ditos de 40, a 50 ; ditos
de bramante,, a 30500 c 40; ditos para me-
ninas, a 20 e a 30: s na na da Impera-
triz o. 60, loja e armazem do Pavo.
Testldos para menino, a S.
Vendem-se vestidinhos para meninos, sen-
do miilo bemfeitos, a 20 cada um : s na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Cortes de chita, a *.00. na
loja do Pavo.
Vendem-se cortes de ehtta com 12 lp co-
vados cada um, a 20500; ditos com 10 cova-
dos, a 20; .cortes de cassa miudinha de co-
res fixas com lOcovados, 20; ditos, de
organdy matbisado com 10 ovados, a
20400: sonaj-.ua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
As easemlras do Pavo pechin-
cha a 5. Vendem-se cortes de casimira franceza para
calca, fazenda muito fina, padroes claros e
escuros, a 50 o corte: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60.
O Pavo vende a3|e 3500
cortes de la, a 30 e 30500; ditos com 22
covados, a 50: s na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
s na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fustao (U Pavo.
Veodem-se fstao #com lavr miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brim de linho de quadrinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rg, o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 10 o covado: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Chegaram em dlreltura a loja
do Pavo.
.
Vendem-se a 1:600 rs. o covado.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de lazinhas transparentes,
tendo urna s cor, lizas e de quadrinhos
miudinhos e mescladas, propria para vesti-
dos de senhoras, capas e zuavo etc. Tendo
esta fazenda 9 palmos de largura, que se
pode fazer um vestido at com 5 covados,
sendo neste artigo a fazenda mais leve que
tem vindo ao mercado, vende-se a 10600 o
covado, nicamente: na loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas largas a 280, s Pavlo.
cachemira da Escocia, a 2:000, na
I ja do Pavao.
Vendem-se esta nova fazenda muito encor-
pada imitacao de casemira, tendo padroes
escuros e alegres, aflancando-seque nao des-
bota, a 20 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
vado para paletot, colete etc.: s na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Os palctots do Pavio, assobrecasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
feitas, a 120: sobrecasacos de dito, a 140;
paletots sacos de dito, a 70; calcas de cache-
mira da Escossia, a 30 ; ditas de casemira
preta, a 50; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 70 e a 50500; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a 70; tudo isto para apurar dinheiro: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fazendas brancas,. na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo enfiestado,
francez, rom 20 varas, a 80; ditas com 12
jardas, a 40 ; dito inglez muito fino, a 70,
70500 e 80; Sitos muito superior, a 100;
ditos de 40 jardas muito fino, a 40800 e a
50600; algodozinho muito encorpado, a
40800, 50500 e 60; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 10 avara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 30500; ditas com 12 varas, a 70:
Os manguitos e golinhas do
Pavo.
i. pechincha, a 320 e a 100 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; (al-
cistas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Lazinhas a 8 o rs. o covado.
Na loja do Pavo.
Vende-se lazinhas de conlaozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s nx
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama k
Silva.
Pechincha, a SOO rs. o corado,
sO o Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfes*adas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs o covado: s na loja do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Arara vende aa eolias.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 80000, ditas de fusto a 50000, ditas
de chita a 20000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
10,10120, 10280 e 10600 a vara; na loja
da arara ra da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares.

Baldes da arara de SO l O
arcos.
45-RTJA DIREITA--45
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade I
S se observa em vossos ps botinas acalca-
nliadas e gastas at ultima sola; sapafes
rasgados e quasi sem saltos.... nem tanto I
Vendem-se os melhorcs balos que tem a quebradera no deve chegar at este pon-
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
vindo americanos, de 20, 25, 30", 35 e
40 arcos, a 40, 40500 e 50, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 30500 e 40, ditos de
brilhantina a 40500, baloes-saias de cordo
que faz a vez de balo a 20; na ra da Impera-
triz arara n. 56.
Arara vende manguitos a
OOO.
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
20 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senhoras a 400 rs.; na ra da Impe-
ratriz n. 56.
ntremelos da arara.
Vendem-se pecas de entremeios transparen-
tes a 10, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 10280 e 10600 a peca, cortes de la
Maria Pia a 40, ditas de la chineza com
22 covados* a 80, ditos de organdys com 15
varas a 80, ditos com 9 varas a 60500; na ra
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
to I Vinde i ra Direita munir-vos de excel-
lente calcado' com 40 e at 60 por cento
menos do seu valor.... attendei:
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 805OO
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e Rustre 2 solas. 80000
Borzeguins, francez e hamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co_70e........ 60000
Sapates, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e frea solas..... 50500
Sapates, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas...... 50000
Sapates, Nantes, sola e vira. 40000
Borzeguins para senhora, inglezes. 40000
Ditos para menina, com Iaco. 30500
Ditos de dias, de cores. 20800
Sapatos para senhora e homem,
tapete.......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 10400
dem idem para meninas. 10000
Sapatos de lustre para senhora. 10000
dem de lustre s avessas ... 500
LIQUIDACAO
de fazendas baratissimas, na Boa-Vlsla, roa da
Imperatriz n. 30.
. Cambraias adamascadas com 20 varas a 8$.
Ditas com 8 ditas a 2.
Ditas lisas com 8 ditas a 25.
Fil liso muito uno a 800 rs. a vara.
Chales de merino eslampados a 40.
Madapolo entre-flno com 20 varas a 85
Casemiras finas do urna s cor a 15600 o co-
vado. %
Algodao monstro, superior fazenda para toalhas
e lenccs a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de largura a 15600.
Gravatss de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de jaatar a i i covado.
Flanella branca muito fina a 610 rs. o covado.
Riscadinhos de Imlw muito finfs para vestuarios
de criancas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras c claras, padroes inteiramenlc
novos e moflo finas a 400 rs. covado.
Lazinhas chmezas muito superiores a 500 rs. o
covado, e outras muitas qoalidades de fazendas
precos mnito commodos, afim de apurar dinheiro,
dando-se de tudo as competentes amostras.
SAISAPARRILHA
GRANDE LIQUIDADO
de fazendas para apurar dinheiro, por
baratissimo preco na loja e arma-
zem da Arara roa da Imperatriz n.
56 de Lourcnro Pereira Mendes
Guimares.
ALERTA fREfiCEZES, i 200 RES.
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, metas
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. cada um ; na loja da arara ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido de chita a
3#000.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 20000, ditas limpas sem
mofo a 20500 e 30000, cortes de cassa de
cores de barras a 20000, ditas de cassa pin-
tadas a 20000; na ra da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimares.
Organdys da Arara a 'lo.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas linas a 240 rs. o
covado, popelina do quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o covado; na ra da Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinlias muito finas e lindos
dezenhos a 400, 440, 500 e 640 rs. o cova-
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na
ra da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Ronpa feita da arara.
Vende-se' costumes completos d'uma fazenda
ehineza por 125 o costume, paletots de brim
a 20500 e 30000, ditos de meia casemira
escura a 40 e 40500, paletots finos a 60500
e 80000, calcas de meia casemira a 30000,
ditas finas 50500 e 60000, ditas de brim a
20500 e 30000, ditas de brim branco a 40,
francezas a 10600
FAZENDAS.
\o o estabelecimento de custo-
dio. Carvalho fc c .
27Roa do Queimado27
Preto barato 260 rs.
Superior fustao francez, proprio para
roupa de senhoras e meninas, de lindos de-
zenhos e pelo barato preco de 260 rs. o co-
vado.
' Madapolo
.Madapolo fino entestado, cora 20 varas,
a 80 a peca.
Organdys.
Finos organdys matizados, a 240 rs. o co-
vado.
cortes
ficgUetede fustao lino. Dar rouna de me-
IMK'>, a oso rs.
Bretanha.
de linho fino, pecas, a 50500.
Leiccs
de linho fino, pelo barato preco de 20.
Cobertas
de chita chineza, a preco de 20,
Galrinhas
de linho para senhoras e meninas, a 600.
800 e 10.
Golinhas.
Calcinhas bordadas para senhoras e nieui-
nas, pelo barato preco de 2050.
Bramante
20800, 20 e 20500.
.a.
Lindas las para vestidos, a i 40 rs. o-co-
vado.
Lencos de cassa, a 15600 a duzia.
Cortes
de meia casemira para calca, a 20 cada um
corte, propria para a presente estaco.
SEM SEGUNDO.
Ra do Queimade n. 55, loja de midezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo todas
as suas miudezas por precos que todos admiram,
oomo sejam :
Varas de aspas para fazer baloes. .
Caixas com superiores obreias ....
Pares de botocs de punhos a .
Pares de sapatos de tranea muito finos
a 1,5440 e -.......
Peras de fitas de velludo recortadas com
5 varas a..........
Caixas eom muito superior papel amiza-
de e outros a ,.....
Massos com superiores grampos a, .
\j^t
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DE BRISTOL.
As curag milagrosas de
TJI.CZEH..A.S,
CHACAS ANTIGS,
EflFERMIDADES SYPHILITICA5,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
etc., ec., etc.,
que tem grangeado e dado o alto re
neme
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do universo, sao to
rnente devidas
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PREPARADA EXCU'SIVAMEUTE POR
1.1\>IA\ & KEMP DE NOVA VMK.
uiteauznle a receiia do JJr. C. C. Bristol.
venda as boticas deCaors & Barboza,
ra da Cruz, eJoao da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dees.
ti i:ni til lER.
Tendo o BALIZA dado o seu balanco no ultimo dejunlio panado, e datjads n-
novar o magnifico sortimento de seu GRANDE ARMAZL.M, chama pelo |>re>'T!" .
attencao do respeitavel publico para os precos dos gneros abuzo mencionad >, que n
verdadeso os mais razoaveis que se pdem adiar, atienta a sua boa qnabdade.
Soldado voluntario do batalbao progressista, o BAUZA .' o homem (!> ,
ment. Elle pede, pois, aos seus bons cantaradas, que fio lodos osinimigosdo />
favor de nao Ihe darem um minuto de descanco obrigando-o a vender toda t
Desta sorteo BALIZA vivir contente e contentar tambem aos seus fre<_'u.;z.s, vn. ; -
do-lhes sempre generosamente, c talvez que atada por precos mais razoavei.
120
40
160
15800
15500
casemiras trancezas a 1#500 e 2#000, ditas' Caivetes de aparar penas a.
finas a 20500, ditas de linho a 30000, ce- i Agulheiros com aguluas a .
roulas franeezas a 10600, camisas de meia a i muAnas*8 LraUCaS *"*
800 e 10000; na loja da arara ra da Impe- Duzia'de nrtii'iiaii'iiiiilMi
ratriz n. 56 de Mendes Guimares.
liomem,
700
40
80
80
Oh? que pechincha a lOrs.
fazenda
lina a.
Corntas de ehifre para meninos a .
Escovas para limpar denles muito finas,
Baralhos de eartas para voltarete muito
finas a...........
Ditas portuguezas a 160 e.....
Frascos de agua de Colonia muito boa a
400 e.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo
a 200 rs. o covado, pecas de ditas francezas Ditos de oleo babosa a 240 e.
com pequeo toque de mofo a 80000, pe- Ditos com superior oleo de macaca a "
cas de ditas inglezas escuras cores fixas com jtos com superior macar perola a .
pequeo toque de mofo com 38 covados a ^TZZ^oX^T^^"
70500, a ellas freguezes antes que se a ca- Ditos com superior agua celeste para
15600
35600
80
200
320
500
500
500
100
200
800
500
bem; na loja da arara ra da Imperatriz n.
56 de Mendes Guimares.
a
cheiro ........ j500
Trancas de algodao brancas e de cores a
Caixas com superiores obreias de colla.
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a...........
Grvalas de seda de diversos gostos a
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, tendo padroes miudinhos, a 280 rs. o
covado, afiancando-se sercrfixe e qu solta
o mofo logo que se lava: s na fu da Impe-
ratriz n. 60, loja do Pavo.
Milapo15o francez- enfestado
44HMH:
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-, finteiros de vidro coni superior tinta a'.
no enfestado com 12 jardas a 40 e 40500, i Pare? de luvas brancas de algodao a. .
dito inglezes fino de 24 jardas a 70, 80,90, i ^'J18 de ,inha com *00jardas, bran-
e 100000, pecas de algodao encorpado a 40 Fitas e ord6e*s para" c'nfir spartilhs
40500, 50 e 60; na ra da Imperatriz n. 56. '
Chitas da arara.
colchetes francezes superio-
Caixas com
res a.
Cartoes de colchetes francezes a 40, 60 e
Vendem-se.chitas franczas finas a 320,300 "? *afos.cabo branco rravado a .
, .__i nrt: Ditas de cabo branco cravado a. .
e 400 rs. o covado, meado francez a 280 Ditas de ba|an0 mnito finas a;
rs. o covado, aberturas para camisas a 240 "
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. avara; na ra
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 20, cortes de brim para calcas a
10 e 10220; na ra da Imperatriz loja da arara
n, 56 de Mendes Guimares.
80
80
soo
soo
160
100
30
80
400
80
35200
30500
65000
320
SOO
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a200 o...........
Tesouras para cortar unhas muito final a
Espravoes, encimadas, ieiras, es-
ponjas, tomilhos, sobrecannas, sobre-
nervos, e todas e quamjuer ener-
midades a que gao sujeitos os caval-
los, encontrarlo um remedio mira-
culosona applicacSo do afamado oleo de Mercbant
venda no armazem da bola amarella no oito do
ENFEITES PARA SENHORAS
CUEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante rna do Crespo a. 7.
Sao cbegadds os novssimos e riquissimos en-
feites para.cabeca, pois com a vista nao lla-
vera senhora que deixe de comprar um bo-
nito enfeite: so no Vigilante ra do Crespo
n..7.
Lmas de peliea.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de tovas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para ho-
mens como para senhoras^ so no Vigilante
ra do Crespo n. 7.
Perfumes.
Tambem ehegou nra completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr e Fiver; sendo
extractos essencios de todas as qualidades,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co-
lonia, vinagre virginalda sociedade hygieni-
ca, agua florida, agua J)alsamica para den-
tes, frasquinhos com superiores pos para
deates, caixinhas com um frasco d'agua,
pos e todos os preparos para limpar den-
tes, olos de todas as qualidades para ca-
bellos, e outras muitas cousas mais: s no
Vigilaste ra do Crespo n. 7,
Tesouras e aniveles.
Tambem chegaram um completo sortimento
de tesouras dos mais afamados fabricantes,
tanto para unhas como para costuras, ras-
paduras para papel, caivetes do maqui-
na, facas de um c dous botoes, tudo do
mais superior que se pode encontrar :s
no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Papel de fantasa.
Tambem ehegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e liso
douradinho, de lindas core*, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
riam enfadonho annunciar, que seus pre-
cos serio por menos do que em outra
qualquer parte: s no Vigilante ra do
Crespo n. 7.
Volantes e terinas.
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e prateadas, bicos es-
peguelha e galoes de todas as larguras,
vendendo-se tudo por precos baratissimos
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante ra do Crespo n. 7,
Retro e linlia.
Tambem ehegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sottidas, a
14,ooo rs. a libra, liona de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus precos serao
baratissimos: s no Vigilante ra do Cres-
po n. 7.
500, 800 e I0o fias.o.
Marmelada eaxeUente a 540 rs. i ulna.
Ostras americanas (exceilente patita^ i Sf*
rs. a lata.
Passas a 400 rs. a libia, e em caixas a
Presuntos de Lamego, a 500 rs. a libra.
dem inglez para fiambre viudo de encommen-
da, a 800 rs. a libra,
dem americano, a 500 rs. a lihra.
Peixe de Lisboa Inglaterra e Aaacriea, n -
parado conforme a arte da coatafaa, i ;;i li-
tas de 2 a 3 libras, de I03OO 14400.
Phospboros do gaz, a 24300 a gmm.
Queijos londrinos cbcgadoB no ulttmu v.-.por
a 800 rs. a libra.
Idein dem chegados no penoltimo vapor, a
OiOrs. a libra,
dem flamengos chegados no ultimo
20400.
dem idem chegados no penltimo vapxr, a
20200.
Sal refinado em vazos de vidro. a 600 rs.
Idem idem em vazos de lout.a, a BOO i.-.
Cerveja das melhores marras qu-- \>.?'.
mercado, a '/, i5GD, 50, 5->5 6/500 a duzia.
Sardinhas de Lisboa preparadas de escab :.*.
a 640 rs. lata de grande tamanho.
Idem de Nantes, a "jmm m a lalinha.
Satn massade 120, 140, lO, 160, .
240 rs. a libra.
Tinta preta nacional e ngleza, a 610 .
garrafa, e 240 rs. o Mam
Toncinho de Lisboa, de mais de mn
por 320 rs. a lihra.
Idem de Santos, a 280 rs. a libra.
dem americano, a 200 rs. a libra.
Idem ingle/, serr no fumeiro, melhor do 'ih"
todos os presuntos, a 640 rs. a lihra.
Vassouras americanas muito lindas < i'. <.
a 640 rs. cada una.
Villas de Buenos-Ayres em caixas COB 16
libras, por 6/.
dem de carnauba e composico, a 360 c 40O
rs.*a lihra.
dem do Aracaty, a 400 rs. a libra.
Idem slearinas, a 600 e 640 rs. o uta
Idem spermacete, a 1 a libra.
Vinho Lagrimas do Donro, neat ; a
melhor qualidade que boje \em ao :.osao .
mercado em garrafas brancas
do autor em alto revelo no pri.pii
previne-se aos apreciadores que neste ge-
nero ha hoje grande fabficacio.
Id'in engarrafados, vindo parte d.-ll.-sde .....
pria conta de diversas marc;i a*>-
Ihores adegas do Porto e Uatoa, das mar-
cas: Madeira, Cames, Chamiss>.
sia, Carcavellos, Duque do Porto
tros, e espera-se tixlos os dias n
lidades, a 800. 1,5 e 1-5280 a pan
dem do Porto llalisa. a 040n. a pasam
dem de Lisboa e Figuoira vindo .-ii an.- ras,
a 26/ de 8 a 9 caadas,
duraco innalteravel por. dem do Porto em garrafoes de 4 I 2 a 5
I garrafas, por 2500.
dem da Figueira em garrafT^sde 4 12 8
garrafas, por 25400.
dem de Lisboa e Figueira de 320. 400, '. 4#
e 560 rs. a garrafa, e em caada se iar
abatimento.
dem Bordeaux engarrafado, a 640 rs. a
garrafa, em duzia a 76500.
Vinho do Porto muito lino em caixas com 12
garrafas, a 80, I O. 12 e 15 das me-
mores marcas que vem ao nosso meajeado.
Vinagre de Lisboa em garrafoes de i 1,2 a
5 garrafas, a 1200 om o garrafo. '
Avelas a 200 rs. a libra.
Arroz da India a 100 rs. a libra.
Biscoutos de Lisboa em latas, proprios para
doentes, a 15O0 e 3 a lata. |
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a 6 a doria.
Chumbo de todas as grossuras a 65 a .'
ba.
Vende-se a armaco da taberna do pateo do
Terco, n. li, bem afreguezada para o matto e tam-
8a! ania operador aos presos de 640, J280 Ibera para a pra$a ; ^tratar na'ra Direita,
Ameixasem frascos de vidro, a 1500.
Ditas em caixinhas com lindas figuras, a
1/200 e 240O.
Ditas em latinhas, a 1400.
Amendoas confeitadas, a-900 rs. a libra.
dem, a 280 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidaile, a 120
rs. a libra.
Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a 13 c
l/200aancoreta.
Azcite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 460 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 3 a saca, com 20 cuias
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas deOe 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a l cada urna.
Araruta muito fiua, a 320 rs. a libra.
Bolachinhas americanas, a 33 a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a 13300.
Biscouto lunch e soda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 23 a lata.
Banha de porco, a 480 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, de di-
versos tamanhos e por preco razoavel.
Caf do iUu, .i 280 n .too r a libra, em
arrobo, .1 #200. AiOO O !)/.
Ceblas, a 800 rs. o cento e l o mlho.
Cha perora, a 35 a libra.
dem hisson, superior, a 23800 a libra.
dem chumbo, "a 25600 a lihra.
demhysson, sofliivel, a 23400 a libra.
dem hysson, menos soflrive!, a 23 a libra.
dem preto, magnifico, a 23 a lihra.
dem preto, menos superior, a 13800 rs. a
libra,
dem preto, soffrivel, a 15600 rs. a libra.
dem nacional, a i/800 a libra (em latas),
dem nacional, a 15600, a libra,
dem nacional, ordinario, a 15 a libra.
Champagne, marca aguia, de superior qua-
lidade, a 640 rs. a garrafa e 73 o gigo,
com 12 garrafas. Quem deixar de be-
ber champagne por tal preco?
Charutos de muitas marcas e a precos bara-
tissimos, sendo que ha de 800 rs. at
45 o cento, vindos do Rio, Babia c de
Hespanha.
Chocolate suisso de Lisboa e francez, a 800
rs. e 15.
Chouricas e salpice, a 640 rs. a libra.
Contervas inglezas, a 800 rs. o frasco.
Ditas fracezas, a 500 rs. o frasco.
Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
caada, a 45.
dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
Doces, em lindos vazos de vidro, das file-
las mais esquisitas da Europa, a 15 o
frasco.
Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
Dito de geaba, a 640 e 800 rs.'o caixo.
Dito em latas muito proprio para presente,
garante-se sua
mais de anno.
Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra.
Dita de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em aleool,
proprio para podira etc., a 15. o frasco.
Fumo americano, era pastas, a 15280 o
libra.
Gomma do Aracaty, a 100 rs.a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a l.
Genebra ingleza, marca gato, a 15200 o
irasco ou garrafa com rolha do vidro.
GarratSes vazios, de 640 a 15200 cada um.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
tmavel, em vasos esquisitos, a 15500.
Licores inglezes e francezes dos melhores
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
Linguas americanas de grande tamanho (em
calda), a 1/.
Linguicas de Portugal, em latinhas de 5 li-
bras, a 35500 a lata.
Massas para sopa, em caixinhas com 8 ITras,
contendo 5 qualidades, por 35500 a catea.
Ditas para sopa, estrelinha e pevlde, a 5G0
rs. a libra.
Dita de tomate, a 640 rs. a libra.
Manteiga ingleza em potes de 10 a 10 libras
a 800 rs. a libra.
Idem dita flora 15 a libra,
dem de 21 qualidade a 800 rs. a libra,
dem de 3a qualidade a 640 rs. a hbra.
Idem para tempeiro a 400 rs. a libra.
dem franceza a 640 rs. a libra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandasa 500 rs.,
Mdlhos inglezes dos melhores fabricantes a
Caf muido de superior qualidade a 400 rs
a libra.
Fio de linho muito proprio para amarrar, a
480 rs. a libra.
Farinha de trigo em barricas o meias, de to-
das as marcas e qualidades.
Genebra de Hollanda em garrafoes com 2
caadas, por 05500 rom o garrafo.
dem idem em frasqueiras com 12 frasca,
por 6/500.
Manteiga finissima em latas contendo I ht-
lograrama ou 2 libias e I 4 liquido, por
1800 a lata. ^M
Queijo suisso, a 800 rs. a libra.
Rap princeza do Rio: grosso, meio grosao
e fino.
Tainhas das Alagaj a I2-0 cento, e 140
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Santeras) a 8#
e 105 a dukia, e 800 a 15 a garrafa,


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RMH*I tete felra S3 de albo de I SOS.
SORTIMENTO DE MOLHADOS.
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Vinho empipa: Porto, Figueira eLisboa, a400,
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a i800, '3& o
3500 rs., afianca-se este genero conservar-se
perfeito seis oito mczes, o que raro ser outro
qualquer aflancar.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 1>
a garrafa e 105 a caixa, o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposicSes de preco que se prova ao
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de commum se manda vir de conta pro-
>ria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciante.
Vinho do Alto Douro, das marcas mais acreditadas
e especialmente escomidas por pessoas .entend-1
das dcste genero, como sejam Camoes, Duque do
Porto, D. Luiz, Carcavcllos, Chamisso & Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 9l
a caixa com 12 garrafas.
Garrames com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 25500.
Vinho branco de Lisboa, proprio para missa, vindo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 35200 a caada.
Anchos francezas em caix.inh.is de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 15400,15800, 25500
e35.
Figos de comadre em bauzinhos de folha, muito
proprios para mimo, a 15600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 15400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 15400 e 25600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
do, caixas de 1 arroba a 65, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massas para sopa muito novas: pevhle e eslrellinha,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim B
alelria, a 560 rs. a libra.
! Macarrao, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talliarim*c
aletria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 15800 e a retalho a 180 rs. a libra.
[ Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
I das. a 800 rs.
Lagostinhas em latas grandes, a 15400.
Savel, corvina, cherne, congro, llnguado, vezugo,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
meira arte de cozinha, a 15300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 5400.
dem do vapor passado, a 25200.
dem prato, o mais superior que tem vindo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixo grande, a 640 e
800 rs. cada un.
Chourifas do reino a mais nova do m;reado a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, vindos do Porto de cau particular,
a800rs. a. libra.
Bolachinhas inglezas a mais nova 4o mercado a
240 rs. a libra e 35000 a barrica lora urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 15400, di-
tas grandes proprias para lanch tom 5 a 6 li-
bras por 25400.
Marmelada imperial do fabricante Abieu ou de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 e 15 a
libra, neste genero existe sempre aLerto dispo-
sicao dos freguezes dous a tres batris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a faetnra vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisazer aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais do que esta
porcao de barris abertos, jiorm antes nos lhe
damos a devida applicacao para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais novado mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra.
Avelaas milito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 360 rs. c 105500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 45800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa e 15200 a
caada.
Campagne das marcas mais acreditadas a 85000
e 105000 o gigo, e 800 rs. c 15000 a garrafa.
Cerveja preta da marca Tenent ou XXX, a 45 e
45500 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobrinha ou Tenent, a 45
e 453OO rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hollanda em garrafoes com 16' garra-
fas, por 65S0O rs., afianca-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 65500 e a 560 rs. o frasco,
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 15200, ga-
rante-sc ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as memores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 75500,85000 e 85200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna s qualida-
de e da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra. /
Palitos do gaz, a 25300 rs. a groza c 20 ris a
caixa. f
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 95300 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nova a 180 rs. a libra, e 3*800 rs. a aV-
roba.
Macarrao e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carolino, muito alvo e grado, a 120 rs. &
libra e a 35200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda c tereeira qualidade, a 280
c 300 rs. a libra, c em arroba ou sacco a 85200
c 85400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra e
105000 a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 15, a libra,
dem francez, a 900 e 15 rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de cncommenda propria a 25880 rs.
Cha hyson, melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a255OO rs. a libra.
dem nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 15400
ris.
dem huxim, a 25200 rs. a libra.
Cha preto homoepathico o mais excellente que tem
vindo ao mercado, a 25 a libra.
Graixa em latas grandes, a 3tf3O0 a duzia, c 120
rs. cada una.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra.
Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
umita duraran e utilidad"', a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muitos fabricantes da Baha, a
25000, 25500, 35OOO, 35200, 35500 e 45000 rs.
a caixa, ou em meias por metade do prego.
dem Mississipes imperiaes, a 35000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio, a 35200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 25800 rs.
dem Flor da Malta ou Regala imperial, a 25500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 45000
ris.
I dem superiores em quantidade c de todos os fa-
bricantes, a 35000, 35500 e 45000 rs. a caixa.
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Vende-se em casa de N. O. Bieber & C,
saccessores, ra da Cruz n. 4.
Kuu da Senzalla Kova 11.42.
TERCOS
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e coras de eornalfna.


ir j .
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A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que anda
I nao havia feito algnm agrado a aquellos que pru-
Neste estabelecimenln vendem-se: lachas de uen|ft e ajanadamente resando, cumprem dever de
fiwrn cvilri lihra a 410 in dem rio I nw 'l0in christao, e quando reparou essa sua falta,
ierro como imra1 a 1 iu is., lucra ae low n1;m(]ou vir e araba de recebcr delicados tergos
M001 liura a zu r&. | cortes de cornalina com cruz de piala, os quaes
--------------------------------------------------------------- deixa 'disposicao dos fiis que estiverem disposlos
Ceblas superiores em resteas, a cinco a gastar 15500* 25 e 35 para possuirem um bonito
mil iris o milheiro no Caes da alfandega n.
1. annazem de Tasso A Irmaos.
A AGUIA BHAVi
Recebcu pelo ultimo vapor o
seguinte:
Bonitas pulseiras de cabello, coral, e cora-
lina.
bonitas ligas de seda para senhoras.
Oatras estreitas para meninas, ou manguitos.
Gartetris com agulhas.
Asnllielas para enfiar. o agulhas cantlas.
liaiin'liiis e lilas de borrailia.
Garriteis com torcal de todas as cores,
s o fios de coral.
Esponjas finas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com lago e
balao.
i tes de rede para conservar os cabellos
bem atados.
Aspas e coz para balo.
Fitas com casetos para vestidlas.
i< inceUos chatos de laa par*nfeitar vestidos.
Papel e folbas para rosas.
Lamparinas francezas.
T .icclms grossos para relogios.
Bscovas cabo d'osso, marim e madreperola
para dentes, unhas, limpar pentes e joias.
Outras linas para roupa. chapeo, cabello etc.
fikitras de velludo para chapeos.
tas para papis.
It i-laderas e facas de marfim para ditas.
Vaporas e dminos.
E.uvas de eamnrea.
KOIP.1 FEITA
NO
ABHAZE
DE
V.tidem-se mui finas luvas de carmuca
1 e amarea; na ra do Queimado n. 8 venden
d'aguia branca.
torco ou cora, com os quaes podem mesino pedir a
Des pela prosperidade d'aguia branca, em scu ale-
gre e espacoso ninho da ra do Queimado u. 8.
Xovos e bonitos
l>entiihos travessos dourados e com jwdras para
meninas : vendem-se na ra do Queimado, loia
d'aguia branca n. 8.
Bnhuziiihos com perfumarlas e
sem ellas.
A aguia branca vende bonitos babuziuhos com 6
tramjiimhoB deeheiros por 15500 e vasios por 800
rs., servindo estes para meninas, e mesmo para
loiaa />t-, oie. na iua do Qnr-iiiado, loia 1l'Hm,i''
branca a. 8.
Delicadas tesourlnhas d'aeo para
bordados e labyrlnthos.
A pedido de algumas senhoras suas itredicletas
freguezas, a aguia branca mandou vir dessas de-
luadas tesourinhas d'aro puntas agudas, proprias
para bordados e labyrinthos, e una vez chegadas
como de fado chegarain, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aproveilarem-se da occasiao e bem empregareni
seus25 emeada urna dessas linissiuias tesouri-
nlias. na certeza de que pantera por chegar tarde ;
quem se demorar em as mandar comprar no ale-
gree espacoso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 8] onde tambem ha outras curvas e direi-
tas para unhas.
IBabadiuhos estreitos e bordados
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.
Capachos compridos e redondos'
Vendem-se na ra do Queimado. [loja d'aguia \
branca n. 8.
Unhas maclas e lustrosas para
bordar
na loja d'aguia branca ra do
LETREXRO VERDE.
Neste estabelecimento lia sempre um sortimento completo de roupa feita de todas as qualidades, tambem 66 manda fazer por medida, vontade dos concor- M
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um w<
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, Wl
homens e meninos. >$
1 bran- Wi
& Casacas de panno preto, 35^ e
* Sobrecasacas idem, 30;J e .
205, lo> e......
Ditos de casemira, 204, 13J,
m, m e......
Ditos de alpaca, S^ e. .
Ditos ditos pretos, 9$, 75,
5# e........
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4^500, H, 3#500 e. .
Ditos branco de linho, H,-5# e
Ditos de merino preto de cor-
do, 10,?, H e.....
Calcas de casemira preta, 12"$,
m, 8le......
Ditas de cores, 9$, 8# e. ..
Ditas de meia casemira de co-
res, 5^500 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 5$, 45500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, U, 453O0, 45 e .
3050OO Colletes de fusto e brim
235000 co, 35300,35 e 25300
IO.W0O; 25400 e......25000
Ditas de algodo, 15CO0 e. 15400 B
75000 Camisas de peitos de linho,
35300! 55, 45, 35 e.....25500
'Ditas de madapolo, 35,
35300 25500, 25 e.....15G00
Chapeos de massa, pretos fran-
3$000 cezes, 105, % e. 85500
45000 Ditos defltro, 55, 45,35500 e 25000
Ditos de sol, de seda, 12 \
55000 115, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
75000 ma moda...........
75000 Sortimento completo de grava-
tas. 5
45000 Toalhas para rosto, duzia, 115,
95 e......... 65000
45000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280
25500 Chapos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....45000 jf?>
Lenges de linho.....35000 m
RA DO QUEIMADO N. 46
Miro
0i0^<
^
Coberlas de chita chineza.
Baratissimas bandeijas.
enfeltes
Queimado n. 8.
ZVovisslmos e bonitos
para cabecas.
1 ;\ SEJn2L^^t!i?2lem ,la" Quando bellsexo sentia a falta de b
' ? n' qn a< 1U a ?uma T" *^ Para cabeCa, eis que a aguia branca
auKi.a nao q, ,r SH.n.nto com e la encher rece|)e ^ sua ^'comiJenda de bonitos e
papo, ao cootrano deseja que toda sua boa delitados enfeteS) e de moderDssima moda)
To^^ZTSjSSti "^ -indo issoparasana,-aquella falta!
<
fie pi
i i dados
iv.v,.tarem-se dessa opportuna occasiao e S^ JJ ,
-lalf ntrftL-ini/i n.,e sendo obra de muito
65 e 75 dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
25000
600
705000
3O50O0
ssimas bandeas, cuja limito l^^T^^sZ'^f^
> admira1, em rclacaoaostamanhose r e irarem o apurado gosto que as
as tsta do que convem a todos a- =, F.sss pnfpi(P *Z ,,,, J? for^ .*
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
:./, \rm, pois, dirigirem-se ^&l-5SSfMP!
1 alegre e abacosa loja d aguia branca e
rui do Queimado n. 8.
Lencos brancos com barras de
cores para meninos.
A loja d'aguia branca recebeu um novo
sortimento de lenijos brancos com barras de guarnieres de pentes dourados, e com pe-
-11 es para meninos, e com quanto esses dras; assim como outras bordadas froco e
m melhores, maiores e perfeitamente com bolas pendentes, novidade essa que s
rados, com tudo continam a ser ven-se acha em dita loja, e que na verdade se
- pelo antigo preco de 15 a duzia; n.' tornam mui alegres e bonitas; e bem assim
rui do Queimado na alegre e espacosa loja [ recebeu lindas livellas com pedras, e ditas
Ricas guarnleoes de pentes e
livellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e..... 25500
Colletes de velludo preto e de
cores, 95 e...... 75000 Pennasd'aco, as mais superio-
Ditos de casemira preta, 55 e 45000 res, a grosa......
Ditos de ditas de cores 55 i Relogios de ouro orizontaes,
45 e.. .......35500; 905,80.5 e.......
Ditos de setim preto. ^ 55000 Ditos de prata, galvanizado,
Ditos de diios e seda branco, patentes e orisontaes, 405 e
65 e....... 55000 Obras de ouro, adercos, meios
Ditos de gorguro de seda- adercos, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 65, 55 e 45000, aneis "e cruzes.
FUJMM^AO A AURORA.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinismo, a mais antiga no imperio, con-
tinua-se a executar com a maior presteza e perfeico encommendas de toda a qualidade
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e tamanlios.
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas. '
Bronzes e aguilhSes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechas para barcos, etc., etc., tudo por preco que bem convida.
DE
FAZENDAS F ROITPAS FEITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255, 285, 305 e 35, ciatn>
muito l>em feitas a 255, 285, 305 e 355, T>aletols acasacados de panno preto de 16* al.'
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205, paletoa saceos de panno e case-
mira de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino e laa de 45 at 65, sobre de alpaca 1
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85 at 145. ditas re cor de 7 at
155, roupas para menino de todos os taannos, grande sortimento de rotipas de brim.
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim, cascara
e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramante a 44
e 55, calcas brancas muito finas a 55, e um grande sortimento de fazendas finas e moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhura, cerMa
de linho e alcrodo. chancos de, sol rti> soda, luvas de seda e de Jouvin para homem e
nfiora. emos urna granee Tabnca de aUaiate, onde receueinos tncommeuaas ai
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arto e
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra
promptidao e mais barata do que em outra qualquer casa.
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Lindos cortes de la de barra Imperatriz, ditos de la com barra matiza-
da, ditos lisos com palmas de seda, lindas las de cores matisadas a 500 rs. o
covado, ditas com palmas de seda a 640, 700 e 800 rs. o covado, cortos de
seda de cor matizada os mais superiores que tem vindo ao flflrcan, Iin4s
cortes de mor-antique de cor linda, gorguro de la e seda de quadnnhot e
lisos, fazenda inteiramente nova para vestido.
Superiores cortes deblond branco para noiva, camisinhas de cambra
bordadas, brancas e de cores, lindos saulambarques de cachemira de cdY enfei-
tados e bordados da mesma cor, ultima moda em Paris, Mipefkni rliapos
de palba da Italia, enfeites de flores, capellas brancas e nutras mudas fazendas
de gosto que seria enfadonho annunciar: na ra do Crespo n. 13, loja m
columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos & Companhia.
1 l \ l>l Af I DO BO\nil\-IU\ DO
RI'.?! \ 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
maehinisraos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
d'aguia branca n. 8.
i,a Una para bordar.
d'acu com novos e engranados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras sero encon-
A aguia branca acaba de recetor um com- tl^dos na e loja ff ^
pfeto sortimento de laa fina para bordar, cu-! branca rua do Qqeimado n 8.
ja variedadc de agradaveis cores foram es- i___________ ________
colllidas d'um grande livro d'amostras qu O j vende-se' urna heranca na propnedade de
fabricante offereceu a guia branca, vindo Apipucos: a pessoa que a pretender, procure ao
1 .:;re ellas alguma mesclada; assim pois onde 8r. Antonio Jos Gomes do Corrcio, napovoacao
os protendenles melhor se podem sortir des-
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca rua do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha. e
bolei com inscripces.
Chegaram novamente para a aguia branca
DE
do Monteiro.
Aos agricultores.
Vcnde-se una propnedade de trras com 1,000
bracas mradradas que d para levantar um bom
engonhopara moer com agua, boas matas e boas
trras, na freguezia d'Agua Preta : a tratar as
Cinco Pontas n. 93.
Vcnde-se um piano de mesa inglez, forte, por
s afamados e estimados copos com banha preoo commodo: na rua dos Pires n. 40.
tina; assim como os bonitos boies de por- -------tt^--------------------------. .,
ainm n,.i, umkAm i i ~ ^ende-se um terreno na Soledade, t-m .- ^
11 domada tambem com banha, e novas igUe ro do Bato Hereuiano Al ves d Silva com
insiTip(Oes maviosas e jocoserias, mui ade- 60 palmos'de frente e 300 de fundo, frente para a
qua< lo para presentes resta porem que os apre-1 rua das A'imphas, parte com trra e casa do lado
dador* eoncorram, munidos de dinheiro, d0 nor1?'de Ant0-n,- -u,cs ^^ah pertencente
DE
J. VIGNES.
M. 55. RUA DO IMPERADOR X. 55.
DE
TODAS AS QUALIDADES
DE
ANTONIO Mili DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA MUYA.
N. 21Antiga rua dos Quarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendeado i
na pra^a como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meas; e coa lo-
dos os meus cigarros sao vendidos na minlia fabrica, e nao mando pessoa alguma reader
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que compren # par
ebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e espe "
reguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na
marcados com um distinctivo que declara o meu nome, o nome da roa e o i
mesma casa.
Aproveito a occasilo para scientificar aos mesmos senhores, que
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do:
escomido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
AOS SUS. CONSUMIDORES DE GAZ.
Nos. armazens do Caes do Ramos n. 18 e
Burras.
Cofres patentes ingleses, prova de fea.
garantidos pelo fabricante Milner, de Lhwr-
aiegre e espacosa loja d'ag
Queimado n. 8.
ca rua do
Os pianos dcsta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos, para que seja necessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que offcreeem aos coinpraiores, qualidades estas incontesta-
vois que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praea ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
Vende-se um terreno na Soledade, em trras nunca falhar, por serem fabricados de proposito, eter-se feito ltimamente melhoramentos importan- -. T hp N ?n0 Recife) n 8, se pool- vendem-se i
- tissimos para o clima deste paiz; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada- a_r"a_a? .r_aP:ieJl^?i": _UlLJ!\i; V.L a i iir
veis aos ouvidos dos apreciadores. ^^
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta -fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em coja capitel foram sempre premiados em todas as exposigdes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos o pianos harmonieos, sondo todo vendido
jr precos muito razoaveis.
Outes Martins,
aos herdeiros de Joao Pedro da Rocha : a tratar
no largo do Carino com Narciso Jos da Costa Pe
j\.ra.
vende gaz liquido americano primeira quali mazem de Isidoro, Netto A C.
>dade a retalho a 124 a lata de o gales, s-
sim como latas de 40 e de 5 garrafas e sendo
em porclo mais barato que em outra quai- 0 c^r^rStTlmSSr?"
quer parte.
Vendem-sa
_ cento: nar
i becce dos Ferreiros.
n-M,
ilLEGIVEL
M-




i
_

.*-

)
Piarlo de Pernambueo QujaU felra tS de Jnlho de I83.
m&B
GRANDE ARMAZEM


AE
EE
N. 36, RA DAS CR17.ES X. 36
DO
foairro de *anto Antonio.
0 proprietario do muilo acreditado armazem denominado Progressista tendo
sempre em vista fazer todo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conbecidos gneros de primeira quadade pelos precos
abaixo mencionados, e affianca s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem tao bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, aimla mesmo contendo objectos nao proprios desto estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
Co com os seus portadores, fazendo-Ihes ver que s no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendcm os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
PROGRESIVO.
Manteigai ngleza de 1.* quahdade, a 900 rs. 1 de superior qualidade a 320 rs. ca da c
a libra. xinha.
dem de 2.a qualidade, a 800 rs. a libra.
dem franceza, chcgada ltimamente, a 640 "Ofraraa preparada em potes muito nova a
rs. a libra. 40 rs- cada um.
Batatas muito novas, a 20 o gigo de arroba Milho-alpista a 180 rs. a libra,
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de 2 20500.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 2^300 a arroba.
M
S NO
9-LARGO DO CARMO-9,
DE
Os proprietarios deste espacoso e bem sordo armazem de molhados partici-
para aos seus freguezes que acabam de receber de diversos portos da Europa o mais bel-
lo sortimento de molhados, todos primorosamente escomidos, os quaes vendem-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir
todos os gneros sahidos do seu muito acreditado armazem.
Ilfcu IW IUUIWU
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
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PTeste novo e grande estabelecimento de molhados, encontrar o ropertrwil
publico d esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, exposu s
todas as qualidades de gneros por menos precos que em quaesquer outros riinflri|w
tos d esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Europa ora
dos socios para serem vindos todos os gneros de conta propria, para melhor ni *
seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre osmtilu.ni, mar.
novos gneros do nosso mercado, e por presos baratissimos, como se ver abaixo.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
dem prato. chegado neste ultimo vapor, o e.** .. a a ,, u ,
mais fresco que se pode desejar a 700 rs. babf verdade,r0 hespanhol, que raras vezes
a libra em ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 10300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
corvina, salmo e outras quadades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinhaa 1 5(400.
Papel grve pautado e liso a 30800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa eFigueira das melho-
res marcas a 30200 e 40000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 80500
e 80800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 30200 a arroba.
AvelSas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legunjes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porcao ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 20400 com o garrafao ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com o garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
dio por ser mais fresco a 20400.
Cha hysson o mais superior a 20600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 30200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 20700 a libra.
dem preto muito fino, a 2:51000 a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 20100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a 10100 com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 90
a duzia.
Vinho Rordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desojar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro ingloz dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 100500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta deBordeaux, Plaiserdes
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 60500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 11(2 e 3 li-
bras de 10400 a 20800, tambem ha latas
de 6 libras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeudas, a 500 rs ca-
da urna.
i
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 30000 a barricae 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 90000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-se a superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Breu, a 320 a libra e 80 a arroba.
Vinho branco o mais superior que possivel
nonti Oai>o C.i'.a .. rui i ata tro *?JUUl
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 10400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porcao ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
10000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Babia a 30500 a caixa, tambem temos
para 20000, 20500, 30000 e 30200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a fibra e de 100 a 11 $500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 10000
a ancoreta do Porto e 10500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro c aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezcs de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.

Sardinhas de Nautas, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idera a 640 rs. a libra.
Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas -de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs'. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor nestel
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 10120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
40000 a caada.
Copos finos para agua a 60000 a duzia.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
64o rs. a4ibra.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ngleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 7oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a fi-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de l.ooo a
2,5oo rs. cada um.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Garrafes cora 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafao,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estaco por ser mais fresco a 2,4oo rs.
CI lUN'sQP n rrUi CUDorW a 3_fiaa ra. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooo rs. a libra..
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 8oo rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado era frascos de vidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l,oooa3,ooo
cada um.
Painco a 14o rs. a libra.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
8o rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem a nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e l,3oors. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras quadades, pre-
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
7oo rs. a libra.
Papel grve pautado e liso a 3,8oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto eFigueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2.8oo. 3,ooo e
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior qu possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rS. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
a 64o rs. a garrafa, em porcao ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e 12,ooo rs. o gigo,
com I duzia.
Chai-utos dos mais acreditados fabricantes da
Baha a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,o0o, 2,ooo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra- Ve'aQs (le spermacct superiores, a 6oo 64o,
fados das seguintes marcas : Genuino,! b8 e 7g0 rs- mass0-
Porto fino Nctar, Duque do Porto, Fei-idem de carnauba e composico, a 32o, 36o
tona, Velho secco, Chamico, Madeira su- e 4oo rs. a libra, e de lo,ooo a H,5oors.
penor e outros a l,ooo rs. a garrafa, e
9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo,ooo rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
MaiTasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisirdes
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
dant- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau dora l.ooo rs.
a g^rafa e lo,ooo a caixa com 1 duzia
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra o 6,ooo rs. a caixa com 1 arroba
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas ~de diTerentes precos.
Mai-melada imperial dos melhores conservei
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
y
a arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l.ooo
rs. a ancoreta .do Porto, e l,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e l,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carrao e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixo.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas quadades a
l,2oorstalata.
Bolachinha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 fibras a
4,ooo, 5,5oo e ll,ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 6oo a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
TijoUo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
CeboUas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a fibra.
Alm dos gneros cima mencionados, exi9te um completo sortimento de al-
fazemas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de danta em macos e caixinhas, enxo-
fre e outros muito gneros, os quaes vendemos pelos precos mais baratos possiveis.
llLEGVEL
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a libra.
Ditas em frasco por 20800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranh5o 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 10300 a an-
coreta.
Bolachinha de soda a 10400 a lata.
Banha de porco a 6oo rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Dito miudinho a 20800 a libra.
Dito do Bio a 10800 a libra.
Dito preto a 10900 a libra.
Carne do serto a 36o rs., e em porc3o se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 10200,
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10500 a garrafa.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixo.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a libra, e em latas de 4 libras
por 10500.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a bra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 70 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 60500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafes de 14 garrafas por
40600.
Batatas lngluzas um-a a BO rs., e a 2#tfOO em
arroba.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Manteiga ingleza flor a 800,900 e 10 a Irbr.i.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a lil.i
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a libri.
Marrasquino de Zara a 800 rs. olm
Passas a 4oo c 560 rs. a libra, e 80 a cau.i.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 24 o
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 560 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a .".00. 5ffj.
600 e 640 rs. a garrafa, e 50500, ft e
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 rs. a !a-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 c 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 re. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacite a 640 e 680 rs a libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 4*00
Ditas" de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composifo a 360 e 380 rs. a libr-
Vinho do Porto, caada a 50500, garrafa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 c a garrafa a :<*
rs.
Dito Figueira, caada a 30840 e a garirua a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 40 e a garrafa
a 500 rs.
Dito Estreito, cariada a 30200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 c 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa era garrafix-s de .... ra-
fas por 10400.
Dito era caada a 2>, e a 260 rs. a garr.ifa.
I'? 5 garrjfa
Vinho do Porto em garrafes de
por 20500.
Dito dito engarrafado a 1 ;> .; | :>200.
Dito lagrimas co nnurx a iiorn
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a gm rafe
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 1>?0C
a caada.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa ijioin
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunnad.>-.
TODA ATTENCiO
NOS
viMi/i;\s
CONSERVATIVO I CffMSlftVlffffR
DE
NS. 21 E 23LARGO DO TERr,0-XS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabeiecimentos de molhados, vende os seus gp-
neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a ^[..tim,
lidade de qualquer genero sahido dos seus armazens ; pode vender por meuos por
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo e 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4oo rs. ;i
Vinho verdadeiro Figueira das melhores nhrcas, a 5oo e ioors., .mcanada n
timento, ha porcao para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3.ooo rs. aba
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1.a e 2.a qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como cerveja las me-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite d<
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas, banha d
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; i dinheiro contado.
iUIIIYlS AMERICANAS-
Em casa de N. O. Bieber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para rogar hortas e capim.
Ditas para desearocar milho.
Ditas para cortar capim.
Sellins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
AGENCIA
PA
FNDICAO DE LOW-MOOR.
Rn da Sennlla non n. -12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos >ara ditos.
--*-
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & .,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Vendc-se urna caa con quart" il
armaciio, no lugar da Pontezinha, propru iur
qualquer principiante : a tratar as Cinco r.-r'.
numero 93.
ESCRITOS FGIDOS.
Na noitc de 14 piara 18 do correntc anam-
tou-sc da fundicao du Aurora o mulato FlorentiM.
bastante alto, pes grandes c mal feitos, anda r-
passado e eostuiiia andar de snalos e paktot r.
algumas vezes usa capole de panno. incukaado-K
forro : roga-sc as autoridades policiaes e capia
de campo a captura do mesmo, e leva-lo a .-
da fundicao, onde se ratificar genero-.-:>,
trabalho. _______________
Fugio de bordo do brigue nacional Siputra,
no dia 20 do corrente mez o escravo de me km
Monjola, de nacao Angico, representa ter 601
tem a barba rapada e qnando apona I
branca, estatura regular, delgado e muito
levou vestido calca e camisa azul e chapeo de pa~
lha, ainda honteiu foi encontrado na riheira de S.
Jos : quem o pegar levr-o roa do Brum u. ,
em casa de David Ferreira Bailar, que sera he ni
recompensado. ^________
Fugio no dia 14 do corrate, Margarida, de
nacao Cosa, baixa, cor preta, reprsenla ter d.-
idade trinta c tantos annos, pnxa por orna pena,
levou vestido saia branca e camisa de algodaouaho,
quitandeira, vende miudezas e tambem agttt em
um balde listrado de ni e amareilo, as 6 kam
da mandila, cestuma ir a ribeira rarregar as qui-
tandas das outras, quando foge tem por i
ir para os lugares de Oiinda, Afogados e
Nova : quem a pegar lev ao areal das Cinco !
tas n. 43, que ser muito bem recompensado.




.


8
Diarlo de Pernfttnhnro Qiilnt
A* Vnlho de 1S&.
T

.


LITTERATRA.
Saudade.
NO ALBIM DE CI.AUDINO BARllETO.
Triste o que da patria deixa
O santo e amado torrao, '
Qoe scntiu de si n'ess'hora
Desterrarse o coracSo!
i
Pinte Rilici. o.
Foi n'uma (arde amena
Que pu a patria deixri loa meas amores!
o astro re, do dia o soberano,
Qae presidir ao mundo rom sea brillio,
. Ji nvlinava a niagestosa fronte
j) ieeeaao as tranquillas aguas
Mas coa asas brando* raios i, ainda,
i) orar o enme do arvorcdo ao bosque,
K a arela do regato crystalino,
Por entre a relva a desusar sereno,
Inda esmaltava com o sen reflexo.
Era um monarcha que deixava o throno
Fra mais fulgente se volver a elle !
^ lia a noute estendendo sobre a tetra
ik- negra cor o manto.
lira sol posto.
De pranto as faces minhas inundadas.
Oppresso pete dar meu pobre poito,
Ao demdelro adeus. corresponda
1) miaba me, ne agitar do lenco.
Da luivem atravez que nos meus ollios -
A:; lagrimas choradas Ihc tercram,
Saudoso eontempteva esses lugares
Onde lodo passei a minha infancia !
panto quo ao baixel onchendo as vellas,
(i vento o sacuda p'r'o mar alto,
Que era de rosas nessa tarde amena
Era (fue a patria deixei dos meus amores 1
Ein breve quelle dia lio formoso
A mais escora noute succedou-se,
Em densas trena envolvida a trra
Ante meus ollios se perdeu de todo.
Has longo ao longo, devisara ainda.
Era dirorcao ao barco, que altaneiro
. la as vagas snlcando destemdo.
0 as atas do r\sne om branco lenco,
miaba mis nos ares agitado.
loquete exprselo sabida d"alma.
.0"' immensa dr e lagrimas encerra !
II
Eu teabo saudades do lempo da infancia
K. que divag iva nos campos sem fiu,
E rosas colhia de doce fragrancia
- lindos canteiros de lindo jardim.
Eu tcubo saudades das tardes formosas
|ue das florinlias gentis da manhaa,
Tima as mais bellas, fragrants, mimosas,
i Utidat tecendo p'ra ornar minha irmaa !
Bu tenho saudades das nontes d'inverno
Febles pas.-adas em falta do lar,
Ourindo mil vezes do labio materno
Historial que inda hojo nao posso olvidar.
lio saudades das noutes fagueiras
Das noutes de prata do meu Portugal,
Das horas pausadas as fresAs ribeiras
J). i ios ourindo o sussurro caudal.
Saudade! gsto amargo de infelizes,
Continua sombra de meus dias tristes,
11 pasao cm solidio amargamente,
E' ten smente o canto qae boje d'alma
De :ninha lyra as cordas ensillaste!
life, 17 dejnlhode 1863.
A. de Soiza Pinto.
O poeta.
AO MEl" AMIGO E C0LLE0 JOO BAIIBALH0 DE
l"CH0A CAVALCANTI.
lveoh! poeta! oh! rei da especie humana,
abete do fogo do Senhor !
\ que a erigen) la dos eos dimana,
H m votado a execr ;ao e a dr.
Tua alma triste como a luz de um cyio,
Gomo a alampada quasi a se apagar,
Ei gaendo a voz, suspende-se ao empyreo
1 a Deas, seus bymnos olfertar.
aa oh! poeta! oh vida? amargurada
Djspreza o mundo dewartyrios cheio;
Vae procurar no cu tua morada
Vi repensar de Deas, no eterno seio.
Qj-1 vale o mundo poco de amargores
Avista da celeste eternidade ?
llanta poeta I solTre embota dores
Q I no cu leras felicidade.
I.....ta coitado!
est tio pensativo ?
Parece que no seu crneo
Va -ilie ardendo un fogo vivo
P iia alguem...mas debalde
em lhe d lenitivo.
(JI ora...ai misero o que sofTrcs
Que te faz assim chorar ?
Calvez que seja urna virgem
Que assim te faca penar
Falla poeta, en te escuto
Que tambera sei consolar.
i Ebria urna creanca que contente
Sua vida passava docemente
De seus paes na casinha;
i outra tao linda, tao formosa.
Qual cm vez de campia olente rosa
Oa alegre avesinha.
De manhaa, miando o sol vinha raiando
Quando se ouvia a juriti saudando
Do dia o despontar;
Estas duas creancas levantavam-se
E contentes, e alegTes, abracavam-sc
E iam passear.
(^rria&FM0 campo, iam pulando
Quaes temos sabias que vid sallando'
De um a outro arvorcdo;
Arrancavam os fructos, e as florinhas
E i legres, trinando as avesinhas,
Escutavam sem medo.
E depois de correrem lao traquinas
Fatigadas deixavam as campias
Ja caneadas de andar; ,
Iam buscar a sombra da mangueira
Cu da grande c copada larangeira
Para ahi repousar.
Eram duas nombinhas que se amavam
Com amor de Virgina e" Paulo outr'ora !
Mas ah 1 por longos lempos se appartaram
E urna por causa de outra soflrc agora!
(lomo eu era feliz, ao v-la sempre
Unida ao pcito meu, sempre sorrindo I
Mas hoje ella de mim ja se esqueceu 1
E eu ainda conservo no meu pcito
Do seu candido rosto a formosura
E ella para mira fugio...morreu...
Qutr'ora a minha vida era alegra
Agora de infortunios, toda cheia
Miseravel porvir!
Que me faz desdtoso 1 suecumbir.
contrei-a a prender urnas "bastes de rnseira a um
dnico, qne devia no verlo receber as trepadeiras
j plantadas.
Disse-me qae se- senlia muito melbor, que respi-
rava livremente, e estav quasi salva da peior dr,
que era a da espado* esquorda. As faces tinham
menos cor, menos Biquella sinistra purpura que
raais realca na lividez do todo. Agourei bem disto;
mas desconfioi que o bem-estar da doente eram as
chamadas memoras da raorte.
Quando sahi eram 10 horas da noute. Fugira-
iae o lempo, ouvindo-lhe circumstaneiadamentc as
flagcllaces de sua vida com Henrique, e contando-
|he pela priincira vez o encontr de Bazilio com elle
em Lisboa.
A poucos passos da casa vi um vulto a encami-
nuar-se para mira. Reconheci Bazilio.
Como est ella ?
Melbor.
Voss diz-me a verdade ?
Digo-lhe o que ella me disse. Est sem a dr,
nliecido e vulgarisad neste imperio, c vede com falla com menos fadiga, e .tinha ja outros olhos,
9
Oh! que saudades tenho desse tempo
Dessc tempo feliz, em que creanca
Nao divisava o cn, toldado, escuro,
S via o meu anginho e tinha espr'anea.
Chora oh! poeta I oh! rei da especie humana
Nao amargosas lagrimas de dr
Puriu nascidas, filuas. da alegra
Que esse anjo que outr'ora te sorria
Vive agn de ti, junto e bem junto
E inda tem de entapa, o mesmo amor.
Ella vive-? inda ama ? oh que ventura !
Ja diviso um porvir cheio de espr'anea
Eu te agradece oh! anjo do dorara
Por te lembrares inda da creanca.
Itecife, 23 de junho de 1863.
C. A. Machado. "
O .Declogo.
Conclusao.)
Examinac.o outro cathecismo de Montpellier
de monsenhor Charency, tambem hispo dessa dio-
cese, e traduzdo cm portuguez em Paria, tao co
Morreu !exclamaran arabas, debulhando-
se em lagrimas,
E morreu sem eu lhe pedir perdao da minha
soberba !disse Custodia.Deus sabe quantas ve-
zes me tenho arrependido de ter dado-a minha fl-
lha urna educacao que tantas amarguras nos trouxe.
A minha santa comadre befe m'o dissfltl...
E, na hora da morteajuntei endisse ao
fllho que amparasse a sua afllhada.
Voltei aos responsos de D. Bonifaeia, e da ef re-
ja fui consolar a grande magoa do fllho, asseveran-
do-lhe que Itelvina eslava salva,
XXI
COMO ELLES SE AMAVAM SEM ATETtOMAR A MIUI.
PUBLICA.
No.invern de 1854, Itelvina viva no Porto, re-
virada, vigorosa, bella ; mas triste.
grandes para toda a edte, excepto para Bazilio
Fernandos E/rxcrtado e para o leiter que nesse an-
no casou, ou esteva enrarranjos disso ijtie muito
melbor.
A moral publica farejou aquella silenciosa felici-
dade e honesta alegra dos dous amantes. Zangou-
se a moral publica, e fez soar as cen trombetas'da
infamia. O conselheiro Henrique Pestaa foi avisa-
do anonymamente. Como n'aquelle tempo o porte
das cartas era pago pela pessoa que as recebia, o
usurario, segunda que recebeu, exclamou :
Segunda carta pouca vergonha !
A lerceira, cujo subscripto era visvelmente le-
da ungida, nao quiz acceila-la.
E, por sua parte, deu um testemunho de hornera
pacifico e honesto em sna ignominia, como est
: estabelccido pelas conveniencias sociaes.
e esteva a re
naquello quintaba
mim : tuto furris imagem, um figura ulguim das brincar com Itelvina.
cousas, queestao no cu, na tena ou as aguas, __ F ? 0 p to,
para adora-las ou servi-las.
Examinae ainda o novo cathecismo de Paris de
monsenhor de Sibour, arcebjapo desta diocese, c
vede com vossos proprios olhos, como uelle estao
e\|iosios os mandamentos de Deus. (8) En sou o
Senhor vosso Deus, que vos trei da ierra do Egyp-
lo. da casa de servidao. Vos nao tereis outros
d.'uses (liante de mim. Vos nao fareis imagrnsta-
ttatVu, Htm algumns finuras para as adorar, nem
para as servir.
Revolvei a explicaciio do cathecismo do abbade
Ambrosio Guillois, (9) o ahi encontrareis assim ex-
posto o primeiro preceito do declogo ; -Tu nao
ters de sortc algutna deuses estrangeiros diante
de mira : tu nao fars alguma imagem lalhada. vrm
alguma figura do que ha em cima no cu, nem do
Fico ainda por aqui. Sinto-me bem neste lu-
gar ; c, se for para casa, vou soffrer.
Pois fique.
, Era urna noute de la cheia.
ODouro, ali, adormecido naquella baca bordada
de annazens, de palacetes, de florestas, de chou-
paes cerrados, resplaudecente da la e estrellas,
alumiaria com a sania cruz dos poetes o intimo sen-
tir de Bazilio, se a saudade e o amor nao bastassem
a dar-lhe o condao que o genio goza imperfeito, se
a paixo o niio aquece.
Do atrio da egreja do Bom-Fiui olhava eu alm,
Dava lices de piano e canto, sabia com algumas Em 1837 reapparereram mus symptomas de en-
de suasd.scipnlas, e era estimada as casas que rermidade em Itelvina; demasira-se as fadigas
fremientava. Nraguem o ha de crer mas daVa- de sua profissao, ao passoque a calumnia a indigl
se o caso de haver gente honeste que a respeitava tava amante de Bazilio Fernandez
como esposa do conselheiro Hcnriques Pestaa I j 0 medico aconselhou a sahida do Porto sem de-
Como era que um homem de vida infamada re-mora, ronfiando na simples mudanca de rese
fiedla brilho na pobre esposa, que dava lcoes para descanco o restabelecimcnto della.
vivcr?Seellafossemnlherdcum artista honra- jaii\o, que assumira entre as duas senhoras
do^ujo pao fosse insufficenlp para ambos, ades-'nma i,randa au,ori(lade de rm3 e fi conV.
consideracao viria naturalmente, mesmo contra dou.as a ireni passar 0 restantc do outono em
vontadede quem a desconsiderasse. Que 1""-, Coimbra, efixarem ali a sua residencia, se a trra
rem ? \ amo-nos revolvendo nesta lama. O espan- e 0 c,ma ^ agradagscmj
far-se a gente nao tarda a ser um symptoma de '
demencia.
Os beneficios de Basilio tinham sido dedicada-
mente desaceites a pouco e pouco. Com as eco-
nomas das primeiras dadivas, reformara Itelvina
a sua casa, que os movis da casa paterna quasi
Partiram para Coimbra os iros. Eslc acto,
a dizer a verdade, nao me parecen muito de
molde c talhopara tapar as boceas do mundo. Dis"
pense-mc de moralisar de viva voz o successo, e
despedi-me delles desejando-lhes dias felizes, dias
todos tinham sido vendidos nos dias da enfermida-!dc Pas,oril c di,osa Arcadia, as margens do seis-
cu, de imaginarnios que
qne ha em baixo sobre a Ierra, ou as aguas ; t onde alvejava a casinha, e pensava comigo naqnelle
nao as adorars jamis, nem as servirs. | moco, de quem o mundo ria, de quem eu mesmo
Nos pequeos cathecismos feitos para a inslruc-. rra) ^ loaae, o mundo e
co da mocidade se exprime de ordinario o primei-; ,. __1U .
re niandamcnio por maior brevidade assim : A maviosa alina a1uella havia de ser!
om sDeos adorars, ca elle s servirs : oudeste
outro modo : Amars a Deus sobre todas as cou-1 q
sas, p sti a elle adorars. E este segundo modo de, *J
exprimir o primeiro, mandamento o excellentc, dc um alc01ice! Henrique Pestaa descansava da
porque nao s coinprehende cm sumiria tudo quan- sordicia gananciosa do dia as licitas devassidoes
to se conten no xodo, mas exprime ainda o gran-'. da sua concubinagem; um cavalleiro do tom dela-
de mandamento de Jess Quisto, que o nosso pidava 0 pa,rimon0 n0 j0g0 ; outro aguardavao
Legislador, o nos Mest.ro e o nosso Redemptor. .|encJo ^ ^ amtG ^ inshUM a lH)Iira u0
de c indigencia.
Bazilio, de mez a mez, ia cm minha companhia-
visitar as duas senhora3, qut nos recebiam sempre
juntas.
Ahi passavamoe algumas horas de dias feriados
cm conversacoes, que Bazilid reputava palestras
! como ellas devem ser na bemavenfuranca, e eu re-
cebia cm descont dos meus peccados, quando
, Itelvina nao canteva.
Jos Fcrnandes, desde que D. Bonifaeia lhe fu-
mador Moudego.
A cabera Tirada.
Como se'sabc, Jano tem dous rostos : um de ve-
lho outro de rapa?, um triste, outro risonho. A
hipocondra parece-sc muito cam este deus da F-
bula : ella se presta observaco sob um ponto de
viste alternadamente conuco e trgica Nos indi-
viduos fleugmatieos, ou melanclicos uma tristeza
Quando o doutor da lei lhe jierguntou. qual era o
grande mandamento da le ? Jess lhe disse:
amars ao Senhor teu Deus de lodo o teu corafo,
e de lO'la a tua alma, e de todo o teu cnten-
dimento. Es(f r o nuixiino, e o primeiro mandamen-
to. E o segundo semelhante a ate : Amars a
teu prximo eotno a ti mesmo. testes dous man-
damentos depende toda a lei e os prophelas. (10)
E oceullar este complemento feito por Jesns Cliris-
10 aos preeeitosde Deus na lei da braca, que t to-
da de liberdade e de amor, seria urna' falta mu
digna de reparo em os christaos seus discpulos e
seus adoradores ; e por esta razio assim se expres-
sam os peonnos cathecismos.
Attendei bem, senhores protestantes ; o grande
mandamento, que Jess Christo nos hupoz. foi amar
a Deus e ao prximo, do qual depende toda a loi,
e os prophetas, e este mandamento, quo os carb-
licos se esforcam por enmprir, adorando a Deus,
e amando-o de todo o seu corceo e ao prximo,
sim, adorando a Deus somonte, a quem devida a
honra, o louvor e a gloria : e estao bem cortos* c0"
mo lies ensina a f, que por meio das imagens se
pode ofender a Divina Magostado, o assim trans-
gredir o preceito de adorar a Deus o smente a
Elle servir, e amar, adorando-os, ou aos dolos exi-
mo a Deus, ou acreditando, que nellas ha algum
attributo, ou virtu.de divina, pela qual devanrado-
rar-se, on se se lhes pede alguma cousa, ou se con-
fia, que dolas se nadealcancar como outr'ora fa-
ziam os gentos, que punham aos dolos a sua es-
peranca ; mas ellos nao tmeam a gloria de um
Deus ncorruptivel, assemelhando-sc a do homem
corruptivel e a veneracao. qne os catholicos dao
s imagens apenas d referencia aos seus proto-
iyito*. .' ..iii >? /lili Jo /"' M*f i*l^ f>""- "u* *m"
emplos regulemos as netssas ac^es pelos passos c
costumes das vidas que passaram os santos, que
ellas representem o que nao nao se ade chamar,
nem Deus permita, que jamis se confunda- com a
adoracao, que devida ao Todo Poderoso, Senhor
e 'Creador do Cniverso.
Estavamos l>em kmge at de pensar, que se nos
viesse dizer aqui neste Babia Ilustrada, que a
egreja romana tem commettidoo enorme delicio de
alterar o declogo sern que duzentos milhoes de
catholicos o tenhain perceliido, sem quo olles o tc-
nham reclamado 1
(Do Brasil}.
Aventuras dc Bazilio Fernandea
EnxLertado.
XX
k SANTA POESA DA CVRIDADE.
O conlentamento de Bazilio, ouvindo o feliz dcs-
empenho da minha commissao, foi extremo, porque
as lagrimas se encontraram nos labios com o sor-
riso da alma. Gontci lealmente os successos oc-
corridos a Jos Fernandos, excepto a quantia re-
mettida.
Neste entretanto, Bazilio fra expandir a sua ale-
gra nos bracos da mae enferma, efljo temor da
morte e da eternidade lhe inflamniava incendios de
caridade. Disse-lhc ella ao ouvido que, cm urna
lcela do seu bah amarello. estavam vinte pecas
de duas caras, que seu pae lhe dra no dia do casa-
mento : t Vac busca-las ajuntou Bonifaeia
da-as a minha comadre para que ella me perde
alguma palavra dura que eu lhe tenha dito, sem
me lembrar que Deus la est para nos julgar a
todos.
Correu Bazilio cm procura de mim, c fez-me
tambem esmolr-mr dc sua mae. Sem demora,
tornei na de Malmcrcndas, c entreguei as vin-
te pecas D. Custodia, que ergueu as raaos, excla-
mando :
Bemdito seja o Senhor !
Sem embargo desles recursos, Itelvina peiorava:
os indicios de curta vida aggravaram-se. Dcixou
de lecconar em piano e de costurar.
O medico, admirado de o chamarcm taoterde)
aconselhou-lhe ares do campo, nos arrabaldes de
Lisl)oa, ou, se as posses, lhe permittssem, na Ma-
dera.
Itelvina alugou urna pequea casa em Val-bom,
dizendo que escolhia ares dc campo mais vizinhos
do cemiterio do Prado.
A casa ora contigua ao quintal onde, cm menina,
costumava ir as morondas do poixe frito com a fa-
milia Enxcrtedo.
Bazilio, sabendo que Itelvina, com quanto os re-
cursos Ib* concedesscmrnao quizra sabir das vi-
zinhanfas do Porto, nferu deste acto nao sei que
alegres esperanzas.
Esperancas diza-lhe eu. Qs espera
voss de U*Jvina ? I
V-la com sade e bolla como era.
E eu abstiuha-mc de o desengaar. Que mal me
fazia a mim urna illuso que tao doce lhe era a ello ?
Semelhante desejo era innocentissimo, em verdade-
Amasse-a elle embora. Que mal poda fazer este
amor moral publica f
Fui, passados quinze dias, visitar Itelvina. En-
' (7) Parto segunda. Licco 9, dos mandatnentos
de Deus.
($) Segunda parte. Dos deveres que devemos
praticar. Licco 1. dos mandamentos de Deus.
(9) Tom i, pag. 67. Licco 6* dos mandamentos
de Deus.
(10) S. Matheus, 2J, 36, 37.38, 39 e W.
Aquella hora que fariam os remontados espirites para Q CU) comeOU a perder o gosto da vida, profunda, um desgosto da vida, urna propenso
ic o tinham escarnecido ? Ervedosa sabia ebrio 0 aior ao |raUaih0 e a declinar de si o encargo do i para as ideas taciturnas e 'resolucoes extremas.
governo dos seus armazens. Quera elle que Ba- Multas vezi's liomens de gente se entregam rre-
zilio continuasse o negocio ; mas o moco comen- mediavehneme a essa alfeicao qae lanc un crep
ceu-o de sua inaptido para o comntercio. Jos lgubre sobre a sua vida e obra*. Joo J;rcraies.
Fernandes liquidou os seus haveres, trespasson as' Cowper, Byrsn, erara bypocondraos sublime*-
lojas, c deu-se todo vida devota c aos esplendo- j orna molestia do baro e do ligado qne tem povondo
res das procisses porlucnses, comprando- adornos! cubculos dcanarhorctas, dictado araaior parte
para os andores. Isto nao razio para duvklarmos !d( systemas dc philosopMa asceticar fundado a
de seu claro entenSmento ; mas outras se deram, j in'irisica.), acccmlido suas rogueiras, e prestado s
quo confirmara o juizodos qiicojulgavam a cahir musas algnns dos seus mas trgicos .Tssumptos.
seio da familia, onde tomara o cha e jogra o vol-
tarete.
Estes, c outros da raesma plana, chanecavam da
estupidez dc Bazilio Fcrnandes Enxertada
s seto horas da raanhia fui acordado por Ba-
zilio.
Que madrugada esta ? exclamei.
ChegO de Val-bom.
Anda agora ? Que fez voss toda a noate ?
Nada. Estrre por ali.
Que extravagante prazer!
Vi-a.
Vio-a ? 1
A' meia noute, abriu a janella. e*csteve a olhar
pelo rio abaixo, e a cantar muito haixiao. Depois,
foi para dentro e tocoir.
Qucira Deus que efte nao ganhe alguma cons-
ttpaejto! atalhei cu.
Veja o meu letor (juc elle esta va sendo o antlgo
poeta que cu tinha sido, e ia transformado no Ba-
zilio que elle-fra Estas mudancas fazem-as tres
annos de mais, o coracao de menos e urna Bronchte
chronica.
Quanto o smno rae pennitta, ouvi-o-dizer as
tristes e affecruosas cousas que dizern os amantes
na linguageni dolle, deseufeitada, pitloresca c or-
, ....
nal.
elle eslabeleceu
Fugir com ella, parar em um ser-
ta o d'Africa, tecer urna cabana, seuArla em um
throno de folhagem, e adora-la, inorrer esma-la!
Rio dizia-o elle muito raelhor, eom lagrimas que sao
a sanlificaeao de todos os desvarios.
Outra hypothese, ma"5 esta cruente, e s perdoa-
vel no caso ca. que..... Era a hypothese niater Hen-
rique Pestaa, c casar-lhc cora a viuva Negra
idea!... e, na essenca, nobre desejo !... Hypothese
s perdoavel no caso em que..... a lembranca fica (|Ue^ se um coracao pudesse entrar no inferno, o
na hypothese-, Henrique Pestaa, vivo, alegre, es- uferno seria anuiquillado.
timado, precioso organisacao social, c..._ conse-1 pujuei em duvda se Bazilio me entender.
lhciro, Santo Deus, Henrique Pestaa ^conselheiro, ceri0 (|llL. pL>rdeu as cores rosadas, sjoe iienhum
como aflhma o Diario do Goxerno de 1G de julhode pavor oudesgraca mnente thc haviam cmaciado,
cm idiotismo, sendo principal razio a indilferenca
com froe-elle recebeu a noticia de ir Bazilio casa
de D. Custodia Borges.
Correram tres annos regularmente montonos ;
no primeiro domingo de cada mez Bazilio visitando
Itelvina, e Itelvina recebeudo a visita de Bazilio,
sem que entre os dous se profersse palavra com
allusao a scenas posteriores aos bailes da Therp-
sichore.
E no entanto, Bazilio Fernandes Enxertado n-
jeitou convidativas propostas de casamentos, j com
ricas herderas da etaase cominercial, j com fi-
Ihas segundas de nobissimas casas das provin-
cias do norte.
Que espera o senhor ?lhe dlzia eu :Por
que nao d nova direccao sua vida' ? Que signi-
fica esta visita mensal Itelvina T
Esperodizia elle.
E nao o afflige esse amor suffocado ?
Afflige^mc-a idea deque ella me nao-ama
ainda.
Isso nio sei.
.ni. "(tu. nao imi< i
Parece-meque o ama....,nao pela razio de
dever ama-lo.
Como ? nio deve ? 1 i
Nio se ama por dever, amigo Bazito Fernan-
desrepliquei cm tom icdagogico. nma bar-
bara i\ rannia queremos, com alguns punhados
de oaro, o usurario lucro de um coracao, nada
menos que um coracio, o maior tbesooTO do cn e
da tena, o supremo poder abaixo de Deus, e tal
1851!
Como pois, que.....
O leitor finge que se espanta, c pergunta :
Como pois, que Henrique Pestaa est con'
sclhciro t!
Os governos, leitor amigo c entendido, sio pomo
as fabricas que recolhem o farrapo aujo das barri-
cas do Kxo, e fazem ueste farrapo nm assetinado
papel.
Henrique Pestaa figurou em urnas eleicoes, em-
lirestou dinheiro para sustentacio de um jornal, e
escreveu nclle com mais scienca e conscicncia que
nos jornaes do Porto.
Quo havia de dar o ministerio a um homem que
punha hombros a una situado, j desembolsando
dinheiro, j dispendendo-se em intelligencas ? Urna
carta dc conselho, essa bagatella qne por ahi rece-
bem sujeitos que nio deram intelligencia nem di-
nheiro. Ora, ahi est como foi.
Vol lando Bazilio e s hypotheses :
A ultima foi a mais racional.
Se Itelvina dizia Baziliome permiltisse
que eu s escondidas da minha familia e de todo o
mundo a visitasse.....
Pode ser: mas nio acho acertado que voss
a visite.
Eu sou incapaz.....
Bem sei de que o senhor incapaz.
E cntio ?
E entio que a vac collocar na precisio de
lhe rejeiter o beneficio.
Nio percebo.....
Perceber. Se voss se apresenta a Itelvina'
cuidar ella que a sua caridade eja urna masca-
ra ; c antes que voss desfivelle a mascara, ser
lssivel que ella apresse a mortedbma miseria.
Diz bem.
- Nao sei se digo bem ; mas conjecturo isto.
Dexo ver se olla se restebelcce. Um angue no-
vo modifica o genio, o temperamento, tudo. Pode
ser que alguma hora ella mesmo me diga que quer
ver o Sr. Bazilio.
A repetidas instancias do meu inscparavel ami-
go, voltei a Val-bom, passados oito dias. Eram
sensives as melhoras dc Itelvina. Vi iras longes
da graciosa creatura da Philarmonlca portuense.
Olhava como quem v o anjo da esperanca a ade-
jar cm um cu azul. Agitava-se como vczinha
que sacode da aza os gelos da eslacao triste ao sol
de abril.
= Estou quasi boa I 'J nio morro 1exclamou
ella.Nio tardo a poder outra vez dar as minhas
licoes de canto. Sinto forte o pella Quando en-
sato a voz, encntro-a, spera sim, mas forte como
era. Antes dc deixar esta casa, desejo beijar as
mitos de minha madrinha, e agradecer tanto amor
de irmao a Bazilio. Consentirao eltes ?
Bazilio decerto desejarespond euver a
afilhada de sua mi, e agradeoer-lha o favor de o
considerar seu Irmao ; omquanto a a madrinha,
essa, minha senhora, sepultase note.
E raro que ainda mesmo ntreos homens vulgares
um verdadeiro hipocondriaco-de natureza' melan-
clica chegue a dissipar os vapores que oimpor-
tunam. Pde-se distrahi-lo ; mas livra-lo dessa
dr, regeneradlo, tornar-lhe a vida suave e fcil,
o que exccile s torcas, hbilidadfc c recurscw do
medico.
A hypocondria divertida se posso aventurar
esta expressao que a sciencia nao consagra offe-
recc mais prebablidade de cura. Esta molestia
apoderase dc-umindviduo-sangineo ou bilioso,do
temperamento- vigoroso ou' ardenle, tudo mud.
Era-lugar de visoes sombras: acharis1 por sympto-
mas-da mesma affeicio as mais incriveis rhimeras,
as mais engrapadas allucinacoes. O homem que
se suppunha transformado om chaleira, o que, pon-
do nma das maos sobre as caderas, e curvando o
cotovelo para formar a aza do vaso, extenda o
outto braco para com elle figurar o bico-o o garga-
lo ; ora um hyaocondriaco da especio- divertida.
Observei mais do urna molestia semelhante, e sem-
pre notei os meamos symptomas nos doentes. A
sua conviccao habalavel ; se tentaes destrui-la,
eltes-vos aI>orreee.ui. ounacriuMiiej* on^Mp mes-
mos, tram de um principio absurdo deoUiecoes l-
gicas.
E exclamou :
Nio dever ella amar-me !'... Quem amar
enlio ella neste mundo ? !
Poderia amarum sceleradoque a infama-se.
e despreza-lo a voss, que a salvou da tome, da nu-
dez e da morte.
Isso nio pode ser trlamou elle, apenando
entre as roios as fontes arquejantcs.
Pois nao ser, amigo Bazilio. Encarecida-
mente lhe peco que esqueca esta calumniosa con-
jectura. Este maldoso ajuizar do mando, ao mun-
do o devo. Pode sor que Itelvina seja urna das
raras pombas quo eu tenho visto voar por sobre
este diluvio de fezes, em busca de um raminhoi
onde pousarem. Pode ser-, Deus se digne permit-
tir que seja assim, c confundido- seja eu para glo-
ria da especie humana!
Fiz mal ao pobre rapaz.
Deixei-o a ruminar a pecouha do meu estylo.
Estylo, meu Deus, vos bem sabieis que o era, por-
que eu sinceramente aeho bonito o mundo, adora-
vel o universo moral o santas todas as mulheres,
desde a quo se baloica em coxins do damasco at
a que, sentada na alcatifa amacenta das mas, nio
tem ji coragem de dizer aos que passam, quo est
ali urna mulher, algum dia desojada, acariciada,
seduzida c alanceada pela deshonra.
No costumado domingo do mez seguinte nao me
appareceu Bazilio para irmos casa de Itelvina.
Procurei-o. Soube que na vespera tinha sabido
para Braga. No da immediato recebi um bilhete
de Itelvina,.quc resava assim :
t Estera doente o meu irmio ? S assim eom-
prehendo a falta de hontem Acaso ignora Bazilio
que cu preciso hoje tanto de saber que elle meu
amigo, quanto em outro tempo precisei dos seus
beneficios ? t Diga-lhe que pode ser feliz sem me
esquecer. Urna tarde de cada mez tio-|)ouco pa-
ra quem tem tantos dias e noutes que repartir...!
Nesta mesma hora recebi de Braga urna carta de
Bazilio.
E' extensa. Summariamente dizia que ia fugndo
de Itelvina c dc mim.
Respond, incluindo o bilhete da esposa do con-
selheiro.
A replica foi elle pessoalmentc.
Quiz que eu lhe fosse o Jos interprete do buh-
te, que elle cbamava um sonho.
Sem vaccas magras, nem gordasaccrcscen-
teiisto claro, meu amigo. Voss amado. Agora,
prudencia ; mas, se lhe parecer que a prudencia
urna caturrice minha, faca o que quizer na certeza
de que nao faz nada original.
Tive de paraphrasear estas palavras, s quaes
elle respondeu'.
Sou incapaz disso.
Ficou satisfeila a minha consciencia.
As risitas amiudaram-se. Primeiro todos os do-
mingos, depois todos os dias santos, que eram mu
tos n'aquelle tempo ; e, ao cabo de tres mezes, to-
0 homem chaleira comecava por engulir fo-
Ihas de cha em. seu estado natural, beba depois
agua, afim de fazer a infusio. Triste prova da
fraqupza das Mesas faculdades tio orgulhosas da
sua extensio, tio fcilmente desorganisadas !
Entre as rainhas observacoes deste genero csco-
Hierei, nao amis maravilhosa, pordm urna das
mais notaveis. O hero da anedocta era um ho-
mem de espirito, conhecido por obras instructivas,
em que a argucia e a viven de' maginaco se
unein profnndeza das indagarles. Elle nio
existe mais; a maior parte dos seus amigos reeo-
nheee-lo-hao uestes traeos de originalidade cano
teristipa que por muitas vezes me tem entretido.
N... tinha recehido da natureza, com facilidades
dstinttes, aphysionomia de um erudito. Nella se
lia essa spera alegra interior que desperram as
inepcias dc outrem. Os seus olhos pretos, as lar-
gas pupillas, vos advertam fitando-se ein vos do
seu poder satyrjeo. As suas feieoes (amadas a an-
gulos agudos i os seus sobrolhos ossosos cuja proe-
minencia sobria, sem eclipsar os seus: raios, olhos
fechados antes em duas cavernas do que em duas
rbitas; o& seus informes labios dobsados, o nariz
desproporcionado; a irregularidade da fronte des-
pgual ecoberta de protuberancias que desafiavam
a seimste phrenologtca, expunham-no zombaria :
mas o seu olhar cheio de intelligencia e sarcasmo
detinha o epigramma. Tamljem havia capricho e
singularidade, urna phanlasia voluvel, alguma
causa de burlesco nessa figura anmala. Rico,
maniaco, eclibatario, systematico, ardente c de-
senfreiado as suas paixes, perseverante nos seus
estudos e traballas, irritavel; susceptivo!, fecundo
em agudezas de engenlio, elle era quanto ao essen-
cal misanlhropo, algumas vezes joviaL Urna ima-
ginagao brilhanle brinca va sobre a tecido trislonho
do seu pensamento como a luz de um phanal sobre
M ondas nocturnas. Elle nunca sorria; o wmzido
das suas sobranrelhas, a penwnhez dos seas la-
bios, as contraccoes da sua fronte, o brilho dos seus
olhos, compunham umaphysionomia com que um
esculptor gothico teria enriquecido de muito boa
vontade a cabera grotesca cntalliada cm cima de
urna porta ; era Rabelais doutrinando c reprehen-
dendo as suas ovelhas christosamente. As suas
palavras, as raais espirituosas c satyrieas, eram
pronunciadas cm nm (ora de psalmodia e contrc-
cio esse conviva cuja gravidade melanclica vos
amedrontra, tinha ditos agudos que faziam mani-
festar-se em redor dc si urna alegra viva e impre-
vista. Os seus labios deixavam algumas vezes es-
capar urna exploso de riso immediatamento se-
guida de profundo silencio.
Quem nio ronheceu as suas manas T a sua pai-
xio pelo cha, o silencio e o canto junto do fogo ?
As estranhas soires que em sna casa passavamos,
tindo uns para os outros, esvasando a nossa
vana sem dizer urna palavra, e nos retirando
urna hora depois desla innocente palestra ? Um
dos seus novos conhecdos fallara muito alto, ello
levanteva-se immediatamento, exclamando com voz
agastada e como um monino malcreado : Vou me
embora tomava o chapeo, e deixava as suas visi-
tas de posse do salao. A boa sociedade de Londres
advinhar o nomc do meu amigo N..., e lembrar-
se-ha dos seus caprichos, do seu talento, do seu es-
pirito, da sua causticidade o feialdade.
Urna manhaa, o negro seu criado cntrou cm
minha casa, no momento em que cu a sahir. As
suas feicdes exnrimiam o espanto, e urna gaguez
me impeda comprehender ota s palavra do
qu elle me quera dizer.
- Oh.... doto, dot., vir ver sinad... maL. saris
mal... ternvel... vir vr sinh !
isao te percebo. Explica-te ssetnr, teste
US,drigar e com mais clama ; nio passo er
(eo
der lempo.
hnXT T?, 1 Sinh'muit0 msa- "' ""o fe- -
docte Npetado- elle anuo
Elle I elle Teu senhor ?
Sinhi)... sim. dol... lie vira narri
negro lialia na testa com a palma da naa.)
Ah ah jnosegui imitandcH);ccrefceBa.
Xainbo ; a cabeca vira-lhe.
Sim, sim, dol ; caljeca d.-lle vira... saoito
feto oh I muito lerrivcl !
Ah vamos! Xainl, que motivo le fez crer
que a cabeca do teu amo est virada ? onde se arha
elle agora ?
Sinh, na cama, todo extendido... nm potro
melbor... mas cabera delle vira~
Como sabes isso ?
Elle dizer a mim, elle gritar: Ifaaabo I
Xambo.! cabeca minha est virada.
Comeeei a crer que o nosso pofcre N... tinha -
touquecido; oque me admira va. qw elle foa-
fessasse ao seu negro que a cabeea lhe rirava.
Continuei o meu interrogatorio :
Enlio o teu amo esta louco ? disse en a ShtB-
bo; nio sabe mais o que faz ?
Ohf louco... luro de todo, dol : elle...
cabeea assim... cabeca vira.
O pobre Nambo tinha a rabera entre a asi :
elle a torca e retorca como s qnizesae eaaaas-
tra-lo, fazer passar a sua barba por cima dos :
hombros e metainorphosear-se n umdi'ssesBJt
r. .ne I mi lados de Dante, cuja nuca curreayoni a
peitoe os olhos a espinha iWsal, > que nao pndiam
ver niuguem de frente sem dar as costa so sen
interlocutor.
Eu me cancava em inuteis comprehend.r a Nambo, a quem enrarre|!aet e
ilizir ao amo qne a minha pune ira visita serte
delle. Caminhando, a mim pergunlava o que an-
dia significar a linguagem muda de Nambo. O so-
bre N... cuja cabeca, ha algum lempo, nao regson-
va Ijcm, teria perdido o hm senso r Er siinplf)-
niente o lorcieollo que o negro quera indicar T
N... eslava realmente doente, ou nao pawvs V
urna dessas semi-loucuras i-onho-idas \*x capri-
chos, excentricidades, singularidades ? Ea salsa
ipiaulo era rile sujeito a N-.>.
No cm tanfo chego ; Nambo atravessa os ewre-
dtres e a oseada aununcia-nn-, iirtroduz-rae ; esasa
peno do Icito dc ineu doente.
Nada de cvlraordinario no q*4irto de d<>nii **
cujas janellas tinham fechado. <> doente estova
muit' agitado, como o provava o eMado de desar-
dera n que se encontrava e seu leitiy Elle eea>
servava os bracos cruzados sobre o Dril, a cabera
inclinad para b hombro esquerdo e enfanii o
travesseiro. O sen semillante paludo e descarna-
do, o seu ar de deslenlo e soffriinento me admi-
ra r,mi; nao n io ven-se; poriu filando em mim e
olhos:
Doutoe, o meu cha r-v doutor! que
pantosa qu siluaeio horrorosa! bm
nao}
Horrendh, horroroso, espantoso! e. r
do cu, que queris dizer que situara'.
VM aeonieceu f Estaes BSSMl I
Eu vo-lo pergunto... se Imu doente 1 Paron
ui> instante, e proseguiu : K entretanto f- oi-
to horas da man aa que sent. o primeiro i;*sp-
iojaa>
Se faitees por enigmas, nio poderci nem ra-
ra r-vos, nem enten-ler-vos.
s oito horas, ronlinuou o doente sem oorir-
me; isio! a cousa nao vos parve curiosa a
ob.-.i vacio digna de figurar nos vaaBM auontomm-
tos 1 Que elfeiio preduziu esa vi quando enltas-
tes f Desejaes zumbar ou compadeeer-vos deanmf
urna Moestao de pun enriosidade- que vea lrij''
Quanlo a mim, pergunlar-viiMiri se anra
rdicularisar-me que me manda.-t>-> rhanor. "*"-
nho muito o que fazer: nao de-|HTdireis o me
tempo.
Ridioularisar-vos Nao tend*s_ sna othw?
Estaes esta manhaa ceg ? Eolo nao vedes a
tranha mrtainorplum; ? Nio a vedes l
Vejo que as vossas palavras sao a de ma
doudo, ou de quem padece de febre; vejasasc, dne-
me o vosso pulso.
Eu, um doudo Sobre a minha honra, das>
do sois vos, ou viadas aspi ianaater-sasv.
Tal as a minha intenrao.
Nao vedes a minha caberaJ
Sim a vaasa* cabeca ?
Sim! ella nio est no seu lugar.
Dizendo estas palavras, N... me oftava aiteaev
aieiiie, com una i \|..> --.. a.. iie-^_-.i-4o \ir.'>'
Nao pude reprimir um rie*o louc.
A cabera se vos viro! do qae me aaeaae-
b logo que vos vi.
Doutor! Pessimos gracejos'. Este Ih<\
o\ireina!lente improprio. Nio soffuriiisjt se es-
carneca dos meu pediiimiinaas Nao bstanle,
conlinuou eHe chorando amargaiin'iite. nao eas-
tante resignar-me com a exeessteas darse pee
sinto?
Assentei-me tranquill.miente junio da lalxusfca
do leito.
Qual o vosso mal, Mr. X... *
Elle asseotou-se na cama, c est Hirando le-raivn
Qual o meu mal qual j> inen nial*
Fazeis-me perder 0 juizo Nao o redes Si> T"1-
des que o meu crneo BHsaosi.de asaada) que a mi-
nha cabera est virada, que a minha barba es-
canea actualmente sobro as minhas rostas, en* o
met sinrput, e ocrine trocaran os sen tesjam
respeetivos que a minha fronte esta para atraxea
minha mica para adiantc? Ilorrorroo'. hoiTorysof
Occullou a sua cabeea nos lenres; en ria. El-
le se reergueu furioso :*
Doutor lampe de no> apartarmos.
l'orqnc?
Vos me ultrajaos'
Ainda urna vas, nao quero nem ultrajar -ves
neiadesagradac-vos.
Como I eu vos chamo, para pedir-vo> v..-
sos conselhos c soccorros sobre um dos ace tinte-
os mais lerriveis, os mais lamentaveis de pie un
homem possa ser victima: vedes a minha desgra-
ca ; e vos, cuja prolL-so de alliviar os saates !-
vossos seioelhantes, os aggravae* com rw* inaper
lineiites. Finalmente, queris tralar-nv' qneasis
curar-me? Nio continuareis coui e.*as gassja-
Ihadas ridiculas e que rritam-m i: -(ir>ndeii.'
ou da.mu' o prazer de retirar-vos da uunlu raen
Reconlieci que elle falteva seriam tava resolvido a por em execoro a san i n
Era evidente que urna loucura* acmentono, nV
rn> imperiosa e insuperavel. o dorainava. En la-
gar de contraria-lo resol vi entrar as su;** ideas, e
reprUTiindo a minha comniocao, eompoedo o sasa
seminante, mudei de voz e mo dirig a eito can
mais calma e gravidade.
Bem, meu charo X... -^ue estou doerobriadu
o que vos acontecen.
muito feliz !
Quando entre i no vos>oquar*>, logo vi a vr*
sa molestia. Sement, a cousa tao extnordaaa-
ria. o accidente tio raro, qn>- ronheresnV* esa as
vossas phantasias a excentricidades, criejn>en>
reis gracejar.
Gracejar!
E que vos entretinheis em virar a aneen
deste modo para mislilicar-me...
Ah nao! a miiihynote>ii i muia real
Muilo real; estaes certo disto *
Se estou certo !
E este estranho estado nao depende exclum-
vamente da vossa vontade *
Por vida minha! isso de raais crdes sjse
eu qneira deslignrar-m<" para sempre e
snapicioT
Nio, vejo nm nm nlieaoneno... sa
malia... O raso raro... mas essstea... o
produz algumas vezes este aceidenle.
Doutor, tomar-me-heis por on ntasan? n>
terrompeu-me N... Pensaes qne ne IMaeama
vossa iuiencio irnica ? Estaes stiaaenit; e, ea o
repito, sois muito injusto em iJtaimm sss aasan.
Poupe um desgracado. Eston de sangne srie, a
minna caliera nada si^ffre; raciocino; geno a> to-
das as minhas faruldailes, e sinto perfedasseaer a
horrorosa novidade do fado que snWea a vean
allenrao, recommendando-me ao vaeaa lana enva-
ra., e saber. Este faci aasan real e urda* i
ro. A minha cabera esta virada, eaaaa j atea a
honra de vo-b dizer.
Reparo nisto, repliqnei ron nm tan asa
sentimental possivef. Pois qae o inrrrrri aestns
te de que vos queixaes, nao ,
muito real, resta-nos estruir
feitos. .
Trates de por cada caasa no sea sajar, e i
nio desespero tete.
Laccident ntmwrmk psnisatalli, tfnmwj
Mais il nettfasfUstrmmimte Ui
das as noutes que eram as do invern de 185o, |vagacompanhadada sua pronuaciaoao africana
PERNAMUJCa-PYP. M M. F. W f. WUD
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