Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10144


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Full Text
<
AJflfO XXXIX NUMERO 164.
Por tres mezes adiantados
Por tres meses vencidos .
5S000
68000
TERCA FEIRA 21 DE JEHO DE 1863.
Por anno adiantado..... l>$00O
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUGO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr.A-deLemos Braga; Gear, o Sr. J. Jos de
Olivara; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinlieiro & C; A-
niaz-onas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SVBSCRIPCAO NO SIL
Alagas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pc-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda. Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassu", Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Aniao. Grvala, Bczerros, Bonito, Caruaru',
Aliinlni e Garanhuns as tercas feiras.
Pesquera,
Cabrob,
quartas feiras.
Serinhaem, Rio Form'oso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V dia.
-uiirun e uaranmms nas tercas letras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limociro, Brejo, Pesqi
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Cab
Boa Vista, Ouricurv e Exn' nas quartas feir
EPIIEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
4 La cheia as 3 horas, 20 m. e 22 s. da ni.
7 Quarto ming. as 7 h., 3 m. e 20 s. da t.
15 La nova as 7 h., 38 m. e O s. da t.
23 Quarto cresc. as 6 h., 7 m. e 24>. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 23; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS OMNIBIS.
Para o Recito : do Apipucos s 6 '/j, 7, 7 '/*, 8 c
8 Vi da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 "/i da m.; do Casanga e Varzca s 7
da m.; de Bonifica s 8 da m.
Do Recife: para o Apipucos s 3'/, 4, 4 'U, 4 Vi,
5, 5 'A. 5 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 '/i da tarde; para
Bemica as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
F;izenda : quintas s 10 horas.
Juizo do conunercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DL\S DA SEMANA.
20. Segunda. S. Jerommo Emiliano; S. EKas.
21. Terca. S. Ilenriqueimp. i S. Prxedes y.
22. Quarta. S. Mara Magdalena; S. Menebo.
23. Quinta. S. Apolinario b. m.; S. Ijborio b.
24. Sexta. S. Chrisiina v. -, S. Francisco Solano f.
2o. Sabbado. S. Thiago ap.; S. Christovo m.
26. Domingo. Santa Anna mae da mae de Deas.
ASS1GNA-SE
no Recife, em a li\Taria di praca da Independearia
ns. 6 e 8. dos propietarios Manoel Figiteiroa oV
Ka i ia Ac Filbo.
MINISTERIO DA JUSTINA.
Relatorio que S. Em. e Sr. ministro da jnstira de
via presentar na lererira sessao da deeima-pri-
raeira legislatura.
ESTATISTICA CRIMINAL.
Julgamentos no jury em 1862.
(Continuaco.)
,

Os particulares sao :
Contra a liberdade individual
Homicidio......
Infantecidio.....
Aborto.......
Fenmentos.....
Ameacas......
Estupro.......
Rapto.......
Calumnia e injuria .
Polygamia......
Adulterio......
Furto.......
Bancarrota,(estelionato, etc..
Damno.......'
Roubo .......
Os policiaes:
Offensas religiao, moral e
bons cus Limes].
Ajuntamentos Ilcitos .
Armas defesas ....
17
1059
7
2
912
45
43
17
24
5
2
96
82
39
153
2503
3
8
36
47
Foram eondemnados :
Amorte ........'..........
Gales ......... ........
Prisao com trabalho......
Prisao simples............
Degredo.................
Desierro................
Multa....................
Perd do emprego.........
Acoutes'..................
376
1046
2181
4387
14
59
3545
3
622
JCIZEs DE DIRE1T0.
Os 2923 reos liveram 1248 condemnacoes, e 2001
absolvieses,
As condemnacoes foram:
Morte....... 50
Gales ....... 165
Prisao com trabalho ... 272
Prisao simples..... 334
Degredo...... 4
Desterro...... 9
Multa....... 334
Acoutes...... 80
As 2001 absolvieses foram
Por deeiso do jury .
Prescripe,ao
Por perempcao .
Houve 754 recursos, a saber :
Appellacoes dojuiz .
Dita das partes para a relacao
Protesto para novo jury. .
1248
1887
14
100
2001
294
398
62
754
JULGAUENTO NO DECENN10 DE 1852 A 1861.
Jury.
Foram julgados no decennio de 1852 a 1861
19064 proeessos que comeearam :
Por queixa. ..... 3528
Por denuncia particular. 585
Dita de promotores 824
Ex-offlcio...... 14123
19064
Foram sustentados :
Pelos queixosos . . 601
Por seus procuradores . 621
Pelos denunciantes . 29
Por seus procuradores . 60
Pelos promotores. . . 17754
19064
Estes proeessos comprehenderam 23704 reos,
sendo:
Homens......... 22180
Mulheres......... 1524
Brasileiros........ 20842
Estrangeiros....... 2862
Menores de 14 annos. ... 76
Del4l7........ 328
De 17 4 21........ 2099
De 21 40........ 16080
De 40 para cima...... 5121
Solteiros......... 10762
Casados......... 4348
Viuvos.......... 1594
-Foram julgados:
Presos.......... 16915
Affiancados:
Pessoalmente....... 4419
Por procurador...... 197
A'revelia......... 256
Ausentes :
Comparecendo...... 393
A' revelia........ 1524
Foram classificados:
Autores......... 21339
Cmplices........ 1315
Simples tentativa..... 1050
Estes 23704 reos commetteram 23465 crimes, a
saber:
Crimes pblicos...... 1179
Crimes particulares .... 20191
Crimes policiaes...... 2093
Os pblicos sao:
Gontra o livre gozo c exerc-
cio dos direitos polticos
dos cidadaos brasileiros. 8
Sedicao......... 1
Insureicao........ 5
Resistencia........ 136
Tirada ou fuga de presos. 623
Peita, eoncusso e outros abu-
sos .......w. 16
Falsidadc........ 249
Feculato......... 2
Perjurio......... 131
Moeda falsa...... 8
Os 20191 particulares foram :
Contra a liberdade individual 170
Homicidio.................... .5446
Infantecidio. ................ 40
Aborto.................... 21
Ferimentos................... 10281
697
238
88
118
32
5
1150
524
340
Ameacas....................
Estupro.....................
Rapto........................
Calumnia e injuria........ .
Polygamia..................
Adulterio....................
Furto.......................
Bancarrota, estellionato, etc..
Damno....................
Roubo...................... 1041
Os 2095 policiaes dividem-se :
Offensas a religiao moral .. 3
Ajuntamentos llicitos ...... 226
VadmfXo...........\........ H
Armas defesas.............. 1831
Fabrico e uso de instrumento
para roubar............... 14
Aos 23704 reos foram applicadas 12233 con-
demnacoes, e 15151 absolvieses; havendo 1069
prescripcoes, e sendo declarados peremptos 382.
Responsabilidade.
Dos mappas dos crimes migados pelos juizes de
direito, durante o mesmo decennio v-se que 569
reos commetteram 568 crimes, respondendo a 488
proeessos, nos quaes se deram 463 condemnacoes e
242 absolvieses.
Comeearam :
Por queixa........ 84
Por denuncia particular. 35
Por denunciado promotor. 81
Por ordem superior......... 27 .
Ex-offlcio........ 81
Foram sustentados :
Pelos queixosos...... 20
Seus procuradores..... 2
Procuradores dos denuncian-
tes .......... 3
Promotores....... 463
Os 560 reos foram:
Homens .................... 469
Mulheres.................... 1
Brasileiros.................. 566
Estrangeiros................ 3
De 21 a 40 annos .......... 226
De 40 para cima..... 243
solteiros....... 168
Casados........357
Viuvos........ 44
Livraram-se :
Presos........ 87
Amaneados pessoalmente. 325
Por procuradores .... 6
revelia....... 8
Ausentes, comparecendo 65
A' revelia....... 78
Foram :
Autores....... 548
Cmplices....... 19
Simples tentativa .... 2
Estes 569 reos, commetteram
os seguintes crimes:
Calumnia e injuria.... 1
Falla de exaccao no cumpri-
inenlo de seus deveres. 204
Irregularidade de conducta 16
Excesso ou abuso de autori-
dade........ 94
Fuga de presos..... 52
Prevarieacao...... 96
Peita......... 48
Suborno....... 4
Peculato........ 9
Concussao....... 17
Abandono do emprego. 10
Contra a liberdade individual 17
As condemnacoes foram :
Prisao com trabalho. ... 37
Prisao simples..... 57
Multa........ 101
Perda de emprego .... 49
Suspensao do emprego 149
Inhabilidade de emprego. 17
Julgaram-se improcedentes 23
As appellacoes foram 154, passando em julgado
139 proeessos.
Crimes de que trata a le n. 562 de 2 de julho de
1850.
Foram submeltidos aos juizes de direito 446 pro-
eessos que comeearam :
Por queixa....... 48
Por denuncia particular. 19
Dita do promotor..... 19
Ex-offlcio....... 360
Foram sustentados :
Pelos queixosos..... 7
Pelos seus procuradores 2
Por procuradores do denun-
ciante ....... 1
Pelo promotor..... 436
Responderam 603 reos :
Homens........ 681
Mulheres....... 22
Brasileiros...... 448
Estrangeiros...... 155
De 14a'17 annos .... 8
De 17 21....... 381
De 21 40....... 424
De 40 para cima .... 133
Solteiros....... 312
Casados....... 266
Viuvos........ 25
Livraram-se :
Presos ......... 554
Amaneados pessoalmente. 55
Affiancados por procurador 1
Ausentes, comparecendo 7
Ausentes revelia. .... 6
Foram autores..... 515
Cmplices ....... 69
Simples tentativa..... 19
Cometleram Sil crimes :
Moeda falsa....... 54
Roubo........ 25
Resistencia....... 87
Bancarota....... 93
Tirada de presos..... 105
Homicidio....... 175
Houve 310 condemnacoes e 328 absolvieses.
As condemnacoes foram :
Morte........ 13
Gales......... 74
Prisao com trabalho ... J12
Prisao simples...... 60
Multa........ 34
Suspensao de emprego. -. 4
Acoutes........ 18
Foram absolvidos pelo jury
Houve 4896 recursos a saber :
Appellacaodojuiz ..........
Dita das partes para & rela-
cao.......................
Protestos para novo Jury....
14701
2214
2242
44
~48%
Appellacoes do juiz 46 e das partes
cesso foi julgado perempto.
nfraccao de posturas.
2,461 proeessos instaurados foram
reos que cometleram 2,847 crimes,
2,509 condemnacoes.
Houve 1,000 absolvices e 767
passando em julgado 2,001 proeessos.
Comeearam :
Por queixa.......
Por denuncia particular .
Dita do promotor.....
Ex-offlcio ........
Os reos eram :
Homens........
Mulheres.......
Brasileiros.......
Estrangeiros......
Livres ........
Escravos.......
Livraram-se :
Sollos........
Presos ........
Aflamados......
Ausentes.......
Julgaram-se 2847 crimes :
Ttulos indevidos.....
Desobediencia......
Contrabando......
Abertura de cartas ,
Offensas physicas para flus li-
bidinosos ......
310
94, un pro-
contra 2,839
e soflreram
appellacoes;
1278
398
52
733
2484
355
1983
856
2757
82
2291
331
32
163
1
119
10
1
16
63161
7947
422019
102237
Calumnia e injuria .... 1162
Damno........ 68
Offensas religiao .... 73
Ajuntamentos illicitos ... 3 -
Mendigos .'..... 103
Uso de armas..... 81
Dito de nonies suppostos 7
Dito indevido da imprensa. 31
Infraccao de posturas. 1146
Entrada em casa alheia 21
Carcere........ t
Ferimento....... 1
As Condemnacoes foram :
Prisao com trabalho. ... 59
Dita simples....... 1044
Multa........ 1362
Desterro........ 3
Acoutes........ 31
Termo de bera viver. ... 2
Demolico....... 8
2509
III ARDA NACIONAL.
Est completa a organisacao da guarda nacional
em todas as provincias, com excepcao de alguns
municipios da de Goyaz.
A forca actualmente qualificada da guarda na-
cional de 595, 454 homens, que se reparte por
205 commandos superiores, comprehendendo :
Catallaria.
84 corpos.......\
84 esquadroes avulsos. (
20 companhias ...-.<
7 seccoes de companhias.)
Artiiharia.
9 balalhoes ....
7 seccoes de batalho .
7 companhias....
1 serean de companhia.
Infantaria.
(Activa.)
592 balalhoes.....
52 seccoes de batalho .
21 companhias ....
1 seccao de companhia.
(Reserva.)
77 balalhoes.....
152 seccoes de batalho .
102 companhias .
57 seccoes de companhia. .)
Durante o anno prximo passado, e nos primei-
ros mezes do corrente, foram creados os seguintes
commandos superiores, corpos, etc.
Provincia do Paran.
1 commando superior.
1 batalho de activa.
1 batalho de reserva.
1 corpo de cavallaria.
Provincia de Goyvz.
1 commando superior.
2 batalhoes de activa.
2 companhias a valsas.
Provincia das Alagas.
1 batalho de activa.
1 batalho de reserva.
Provincia de Minas-Geraes.
1 commando superior.
1 esqudro.
4 batalhoes de activa.
2 seccoes de batalho de reserva.
Provincia do Rio de Janeiro.
1 esquadro.
2 batalhoes de activa.
1 seccao de batalho de reserva.
Provincia de S. Paulo.
1 commando superior.
1 esquadro.
Provincir do Piauhy.
1 esquadro.
1 corpo de cavallaria.
1 batalho de activa.
Provincia do Amazonas.
1 batalho de activa..
Provincia da Bahia.
1 batalho de activa.
Provincia do Cear.
1 commando superior.
Provincia do Para.
1 commando superior.
No mesmo. periodo foram nomeados :
19 commandanys superiores;
62 tenentes-coraneis;
36 majores ;
36 capites;
9 tenentes;
23 alferes.
Foram reformados :
7 coronis;
9 tenentes coronis;
7 majores; s
6 capites.
1 tenente.
Tiveram honras de postos.
1 major ;
1 capito.
Obtiveram passagem para a reserva.
1 tencnte-coronel;
3 capites;
2 tenentes.
Tiveram passagem de uns para outros corpos da
activa.
1 tenente-coronel;
1 capito.
Foram demettidos ;
1 major;
1 tenente;
1 alferes.
Os dous ltimos solicitaram a demisso.
Foram exonerados dos- respectivos commandos.
1 coronel commandante superior :
1 tenente-coronel commandante do eorpo.
Foram privados dos postos nos termos do art 63
da lei de 19 de setembro de 1850.
2 tenentes coronis;
2 majores;
2 capites.
Por portara de 17 de outubro ultimo foi reinte-
grado no posto do qual bavia sido privado em 16 de
outubro do 1858 o major da guarda nacional da
provincia de Pernambuco Manoel Antonio Viegas.
Foram suspensos do exercicio.
1 commandante superior;
4 tenentes-coroneis.
Foram designados majores para balalhoes, nos
termos do decreto de 15 uc abnl de 1856.
4 capites.
Foram licenciados:
1 coronel;
2 tenentes-coroneis;
1 capito;
3 tenentes.
6 alferes.
Instruccao e disciplina.
muito sensivel a falla de instruccao e discipli-
na na guarda nacional.
Fai-damenlo.
o mesmo quclfoi marcado pelos decretos de 19
de abril e 14 de agosto de 1852 com algumas pe-
Snenas alteracSes nos corpos de cavallaria e ai-
lara da corte.
JS'as capites das provincias e em alguns munici-
pios mais esta a guarda nacional fardada.
Armamento e corrame.
Do respectivo mappa v-se qual-o armamento e
corrame distribuido aos corpos da guarda na-
cional.
As espingardas sao anda do antigo padrao, aex-
eepco das que usam os corpos da artilharia o fu-
sileiros da corte.
As provincias ncessantemente reclamara arma-
mento, porgue a maior parte dos corpos se achara
desarmados, c, comquanto at agora se tenia di-
ferido satisfazer a essa necessidade, est reconhe-
cido que foreoso cumprir a lei dando armamento
aos corpos que esliverem fardados e nas mais con-
dicoes de recebe-lo, licando ao governo o prudente
arbitrio de dar preferencia na distribuico e quali-
dade aos corpos que se acharem nas circumstan-
cias de obte-Ia.
Assim que, alm de se haver comprado para a
guarda nacional 1,000 espingardas de pederneira,
que exisliam na alfandega da corte, cncommendei
por intermedio do ministerio da guerra mais 3.000
iguaes as que o mesmo ministerio mandou vir da
Europa para o exerciio.
A despeza com a compra se farpela verba res-
pectiva tanto quanto ella com|K>rtar e quando nao
seja sufflciente, como nao ha de ser pelo produc-
to dos direitos das patentes, que a lei de 19 de se-
tembro de 1850 applicou especialmente para esse.
fim.
Quanto ao corrame mandou-se ltimamente
adoptar nos corpos da corte o francez.
P Servico.
A guarda nacional tem sido empregada no serv-
Coda guarnco,na polica, o em destacamentos au-
xiliando a forca de 1 linha.
As ordens mais terminantes se haviam expedido
para ser dispensada a guarda nacional do servico
de destacamento, a que era chamada em quasi to-
das as provincias com sensivel vexame para os ci-
dadaos.
Manlive essas ordens, e at o ultimo de dezem-
bro do anno passado existiam smente alguns des-
tacamentos nas tres seguintes provincias :
Alagos.Depois de se haver dissolvido o desta-
camento de 348 pracas que all existia, o ministerio
da guerra aulorisou as despezas de um novo des-
tacamento do 120 pracas e como aassembla le-
gislativa provincial soheitasse a dispensa delle, por
aviso de 17 de dezembro respondeu-sc, de accordo
com aquelle ministerio que o dito destacamento
seria dispensado logo que a assembla geral legis-
lativa concedesse ao governo a autorisaco que Ihe
ia pedir para crear naquella provincia um corpo
fixo.
Piauhy.Representou o presidente da provincia
que sem grave detrimento para o servico publico
nao podia dispensar o destacamento de 50 guardas
nacionaes para auxilio da polica. O governo, at-
tendendo a esta representaco, ordenou em 16 de
dezembro que se fizesse a d'espeza pelos cofres pro-
vincaes, visto o servico a que se destinava o desta-
camento.
Para.Foram dispensados todos os destacamen-
tos, conservando-se apenas os de Bragauca, Santa-
rm e Chaves, autorisados pelo ministerio da guer-
ra at o ultimo de junho do anno corrente.
Nas provincias do Amazonas, Bahia, Cear, Espi-
rito Santo, Goyaz, Parahyba, Pernambuco, Rio-
Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Camarina
e S. Paulo tinhain cessado completamente os desta-
camentos na data a que me retiro.
Das outras provincias nao se receberam informa-
C&es.
Acjiava-sc a guarda nacional quasi totalmente
alliviada deste [tesado servico, quando circumstan-
cias extraordinarias obrigram o governo a empre-
ga-la de novo.
Assim que se ordenram os destacamentos de
guardas nacionaes da corte e da provincia do Rio
de_Janeiro para as fortalezas de Santa Cruz e S.
Joao. Igual ordem se deu para a provincia de Santa
Catharina.
Todos estes deseamentos sao commandados por
offlciaes de guarda nacional.
Em eonsequencia de se ter retirado a forca de
1* linha destacada na provincia do Rio de Janeiro,
foi o presidente da mesma provincia autorisado
para aquartellar 60 pracas da guarda nacional com
os respectivos offlciaes, correndo as despezas por
conta dos cofres provinciaes.
Idntica autorisaco e sob as mesmas condicoes
se concedeu.ao presidente da provincia da Parahy-
ba para destacar 15 pracas e um inferior na cida-
de do Pombal.
A experiencia indica, e j em diversos relatorios
de meus antecessores foi demonstrada, a conve-
niencia de ser revista e alterada a lei de 19 de se-
tembro de 1850 que deu a guarda nacional sua ac-
tual organisacao.
O imperio nao pude prescindir de ter urna forca
cvica, que servindo deapoio s nossas instituicoes
seja tambem o baluarte da defensa nacional nos
casos de aggresso externa.
O que convm dar essa forca os elementos de
vigor de que carece para atlingir o fim a que
destinada, sem que possa degenerar em urna ins-
tituicao meramente militar, para nao se tornar in-
compativel com outras que servem de base ao sys-
tema representativo.
Conciliar estes dous principios, confesso, nao
materia de fcil desempenho, c a prova est na di-
vergencia da opinio que se ha manifestado sobre o
modo de dar a esta instituico organisacao a mais
conveniente.
Sem entrar por agora em largo desenvolvimento,
direi, todava, que a parte mais viciosa da lei ac-
tual consiste no modo porque se distribue o servico
da guarda nacional. Mais de urna vez reconhece-
ram meus antecessores que o systema de qualifica-
Co vicioso, mais de urna vez tem elles manifes-
tado, que, remediado esse ponto, cessaro os vexa-
mes e as violencias.
A constituicao impoe a todos os Brasileiros o de-
ver de pegar em armas para sustentar a indepen-
dencia, a integridade do imperio, e defende-lo dos
seus inimigos externos ou internos.
Sem ser urna instituico de origem constitucio-
nal, todavia nesse preceito que a guarda nacional
tem o fundamento de sua organisacao. Mas, para
que essa organisacao seia conforme "ao principio ge-
nrico com que foi estabelecida aquella obrigacao,
dever o servico da forca cvica ser distribuido
com igualdade por todos os cidadaos que se acham
nas condicoes de o prestar.
Infelizmente, porm, pesa elle quasi exclusiva-
mente sobre aquella parte da populacao que me-
nos favorecida de riqueza, e para quem o trabalho
do dia constitu: o nico meio de subsistencia.
Nao smente pela iniquidade que resulta dessa
desigualdade que o actual systema de qualificaco
empeiora a guarda nacional. sobretodo porque
sem o ingresso das classes que por sua riqueza, il-
lustraco e independencia mais poderlam concor-
rer para lhe dar a actividade e vigor, nao pude esta
instituico oceupar na hierarchia social o lugar de
eonfianca e de honra que por direito lhe com-
pete.
Urna providencia que me parece essencial a
creaco dos inspectores que animalmente exami-
nen! o estado de instruccao e disciplina em que se
acham os corpos, tomem conhecimento da econo-
ma do servico, e inforraera ao governo desinteres-
sadamente.
Os meios de remediar aos desmandos e abusos
nao faltam na lei de 19 de setembro de 1850, e ne-
nhum governo deixar de emprcga-los quando a
justica e o servico publico o exigirenv
Nao terminarei esta parte do meu relatorio sem
que, por parte do governo, louve e agradeca guar-
da nacional os servicos que sempre prestou e con-
tina a prestar, e anda mais pela unanimidade e
expontaneidade com que o seu nunca desmentido
patriotismo se manifestou, quando pareceuque,
para defensa da honra, dignidade e independencia
da nacao, eram necessarios os sacrificios de todos
os Brasileiros. O governo conloa sempre e conta
como seu principal apoto a guarda nacional mo
a nacao armada.
Corpo policial da trte.
Do relatorio do seu digno corapandante veris o
estado em que se acha este corpo, que continua a
prestar relevantes servaos na polica desta grande
capital.
A sua disciplina e instruccao sao dignas de elogia
Com o augmento das pracas do corpo reconhe-
.ceu-sc a insufflciencia do local destinado para o
seu hospital. Conviria (pie autorisasseis o governo
a melhorar jwr este lado a sortc dos doentes, com
1 tanto que nao exceda a quantia votada noorcamen-
to para as despezas do corpo policial.
Forca policial das provincias.
morro da casa de correcrao no esparo de 181
zes, a contar da data do contrato, prestando a
ma casa os waggons, o pessoal para ram-ga-lMi
desearrega-los, bem como a locomotiva. A eoni
panha paga por cada wapgon 500 rs.. e por coala
dclla correm as despezas com o combustivel para
a locomotiva, o accrcscentantento dos trilhos ijw-
forem necessarios, e a conservaelo em botn estad.,
dos trilhos, waggons e locomotiva, hVaado a tarj-
| della a reparacao de qoalqurr damno.
Para se fazer este contrato precoh-ram informa-
Nem a forca decretada, nem a effectiva suffl- eoes do director da casa do correcrao, que coor
I cente nas provincias para o servico que desli- dou em sua vantagem.
nada. i Entre os annexos encontrareis copia do contra*'.
D'ahi vem a necessidade dos destacamentos da Secretoria de estado.
guarda nacional com prejuzo da lavoura, e con- j Esla repartirao marcha regularmente
mvedeid s ordens mais terminantes do minisle- Nao se tni principiado certos iraltalhns e ron-
rio da justica, ou do emprego da forca de 1* linha cluido outros. que o regulaniento exige, por Uto
comquebra dos hbitos militares e tal vez da disc- de pessoal. Entretanto o governo nao est dopaav
plina do exercito, que sem duvida muito soffre com a preencher as vagas existentes,
esta disseminaco de suas torcas. O expediente e registro esto em da.
As assemblas legislativas provinciaes cumpre, |
em seu patriotismo, prover de remedio a este mal,
c de esperar que o faeam quando reconhecerem
a sua intensidade.
Prisoes.
Infelizmente as informacSes que tenho de dar-
' vos sobre as prisoes nao sao melliores do que as
! ministradas [>or meus antecessores. Por longo tem-'
po se ha de sentir este mal.
Pela mxima parte, as prisoes que temos nao ;
preenchcni nenhnma das condicoes que para ellas
exigem a lei e a humanidade : sao casas que nun-
Sao estas as informacoes
nas da vossa attencao.'
Pajacio do Rio de Janeiro. 11 de maio l
Joao Lins Vicha Cansansao de Siuimt'.
que me parecern) digt-
I86:t
GOYERM) DA PR0YNC14.
ipedienle do dia 17 1*62.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Expeca V. Exc. para que, d'amanha em dianle a
ca se deslinaram para esse fim, e de que a admiras- guarda do hospital militar seja dada por pracas AV
tracao, por imperiosa necessidade, lauca mo c lhes primeira linha, devendo V. Exc. diminuir os de*-
d o nome de cadeias. tai-amentos das fortalezas se por acaso a forra exis-
0 mal condecido, mas as assemblas provin- tente nesla guarnico nao for sufflcienle para a-
caes, que sao as competentes para rcmedia-lo, nao nistrar-sc aquella guarda,
podem ou nao tem dado attencao a esse ramo de Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de dar as suas
servico, sem duvida na esperanca de que a assem- ordens, alim de que seja entregue ao primevo ca-
blea geral occorra com os meios para auxiliar os dte segundo sargento Marcelino Jos de Campo-
cofres provinciaes. a ambulancia que se destina ao destacamento do
Por ora seria da maior imprudencia votar taes termo do Pao d'Alho. c de que trata V. Exe. em
auxilios. I seu offlcio de n. 1234 de 11 do corrente.
Se as prisoes sao ms, nao melhor o pessoal Dito ao Dr. chele de polica. Res|>ondea> ao
que as guardam, nem de esperar mais vista dos offlcio de V. S. n. 1109, de 16 (leste mez, iliumto
ordenados que se do aos carcereiros. Pendem na lhe que. j providenciei como convinha rom
secretaria muitas reclamacoes demonstrando a ne- preferencia ao desenvolvimento do cholera morbos
cessidade de sua elevacao, e o governo tem-se abs- em Olinda.
tido de atlender a ellas, porque taes attgmentos nao Dito ao inspector da thesouraria de^azeada.
sao de vantagem -em vista do estado das prisoes, Transmiti V. S. para o tim conveniente os
(lusos prels em duplcala que un- retnettea o bri-
gadeiro commandante das anuas, com otario eV
honlem, sob n. 1278. tirando venciinentos adianta-
dos at o fim deste mez para o destacamento V
primeira linha existente em Pao d'Alho, visto nao
ter a respectiva collectoria |go taes vencimenlo
Conimunicou-se ao brigadeiro commandante da-
armas.
Dito ao mesmo.Altendendo ao qne requeren o
promotor publico da comarca de Manoel Izidro de Miranda, rerommendo 1". I
verno, tomado.pcrante vos o compromisso de no- que lhe mande pagar a quanlia que nessa thesou
mear esta commisso : circumstancias poderosas e rana foi descontada de seus venc ltenlos nos qoa-
que sao por todos sabidas fizeram-me retardar este tro dias em que, por doente. esi->ve fon do exerri
acto. ci do seu cargo no mez de junho ultimo, ronsidr-
Muito se lucra com o exame do passado, muito rando-sc assim alionadas as fallas dadas pelo sup-
mais se ha de lucrar dando aquello estabelecimen- plicante n'aqnelle mez.
to importante um rgimen mais conforme com a Dito ao mesmo. Transmuto V. S.. para o*
sua existencia actual. A penitenciaria, que o lins convenientes, as inclusas relacoes nominar-
principal, accresceram tantas e tao variadas depen- dos empregados do hospital militar, 'que sahiram s
dencias, que difflciliino, senao impqssivel, ser en- entraram na primeira quiizena deste mes.
nem o esjado inaneciro do paiz comporta excessos
de despeza.
Casa de correnlo da corte.
A casa de corrccco da corte contina em estado
indeciso, do qual nao peder sahir emquanto nao
concluir os seus trabalhos a commisso pelo gover-
no nomeada, e que se compoe dos cidadaos conse-
lheiro Zacharias de Ges e Vasconcellos, coronel
Frederico Carneiro de Campos e Miguel Archanjo
Garri.
Na sessao passada havia eu, em nome do go-
contrar urna s pessoa que dirija com vantagem o
estabeleciinento.
Com ojiroposilo de remediar esles inconvenien-
tes que sao palpavcis, e de, quanto se possa, melbo-
rar a administracao e regularisar o andamento dos
diversos servicos que actualmente estao compre-
hendidos na expressocasa de corrccco. dei bufanda 'desuada ao destacamento de Flores.
commisso as instruccoes annexas, e a cada um Coinmunicou-se ao brigadeiro commandante oV
de seus membros dirig o aviso, que tambem en- armas,
contrareis nos annexos. Dito ao inspector da thesouraria provincial.
primeira quu
Dito ao mesmo. Em vista lo reribo junto em
duplcala e que me foi remedido pelo brindein>
commandante das armas, com ollk-io n. 127o de 1-
do corrente, mande V. S. |wgar ao alferes .piarte!
mostr do 2 batalho de infantaria a quantia nV
205000. que despenden com a n messa de urna am-
Resultou d'ahi o que a prudencia aconselhava Annuindo ao que solliciton o Dr. chele de
imperiosamente: conservar c reparar o que eslava em offlcio de 15 do corrente, sob a 1097.
estabelecido; nao entrar em melhoramentos ou
novidades. o que se tem feito, e nisto tem o go-
verno sido bem auxiliado pelo director nomeado
ltimamente.
Do relatorio que me apresenlou este emprega-
poltcia
rerom-
mendo V. S. que mande papar a Joaquim Fran-
cisco dos Sanios Maia a quaalia de ."iO-5000. em que
imprtala 111 duas guantas, que o juiz de direito da
comarca de Palmares, em virtude de atitorisarao
da presidencia, mandou construir para a cadeia A>
do, e que vai annexo. v-se o estado em que se termo de Agua-Ireta.Commumcou-se ao Dr. ebe-
acha a casa de correccao c todas as suas depen- fe de polica.
dencias. | Dito ao mesmo.Em vista do qne V. S. expoz
Nao terminarei esta breve noticia sem chamar em seu offlcio de 3 do corrente. sob n. 313. tenho
particularmente _vossa attencao para o instituto resolvido que fique sem effeito o do 1* deste mez.
dos menores artezos. em que mandei pagar ao engenheiro Henrique An
Grandes beneficios tem colindo j a sociedade gusto Miiet a quanlia de 1:3505. que se lhe est a
deste cstabeleclmento, que foi creado, sem duvida, dever, na qualidade de einpreiteiro da obra da
em hora feliz : carece, porm, de outro desenvol- conclusao do 12 lanco daestrala do sul, em tor
vimento, e sobre tudo de vida propria. At agora o ras do engenho Algodaes. devendo o mesmo enge-
instituto tem produzido offlciaes de offlcios mecani- nheiro esperar que a assembla legislativa provin
eos : sao uteis e necessarios. A agricultura, porm, cial vote o necessario crdito para esse pagamento,
nao necessita menos de bracos que, dirigidos pela o que declaro V. S. em resposla ao seu citado oll-
ntelligcncia, suppram com efflcaea o trabalho es- ci.
cravo e por conseguirte bruto.
Removido para outro local, sob a competente d-
reccao, o instituto daria excellentes operarios e
bons agricultores, que fcilmente e com grande
vantagem poderiam ser colonisados.
O instituto um enxerto na casa de correccao ;
nao tem renda propria, e o producto dos trabalhos
Dito ao director geral da instruccao puMira.
Em solnco ao seu offlcio de 9 do corrente sob n.
116, acomnanhado da copia de ouiro desta directo-
ra de 13 de dezembro do anno passado, n. 2>7. so-
bre a conveniencia de considerarse vaga a radrin
de instruccao elementar de (librob, tenho a dizer
V. S. que j em data de 15 de Janeiro de 1861 se
dos menores nao compensa anda o que elles des- declarou a essa directora que o conseibo director
pendem para sua ahmentacao, vestuario e edu- deliberasse a semelhante respeito, como entenoVi
cacao. se conveniente, em.vista do art. 95 da lei rrfsaV
Alguns fados occorreram durarte o anno que mentar n. 369, de 14 de maio de 1855.
puzeram em perigo'a disciplina do instituto, e foi Dito ao commandante do corpo de polica. fo-
ndispensavel usar de medidas de rigor para resti- de V. S., conforme indica em sua informar dr
tui-lo ao seu estado normal. honlem, sob n. 284. conceder a baixa qne snM.ifc4t
OrcamentoBataneo provisorio. o cabo de esquadr da 1* companhia volante des-*.
As quantias oreadas para os dfferentes servicos corpo, Mauricio Jos da Silva, o qual, tendu tinab
a cargo do ministerio da justica montam a ris........ sado o seu engajamento, nao quer continuar noser-
3,209:5955835 para o anno de 18641865. vico do mesmo corpo.
Comparada esta somma com a votada para 1863 bito ao mesmo.Autoriso V. S. a
1864, que foi de 3,155:2945935 nota-se um aug- gajar no corpo sob seu commando os paisano* Can
ment de despeza na importancia de 54:3005900. 1 tidiano Celestino da Fonceca c Tito Augusto.d Al-
No orcamento encontrareis as explicacoes que huquerque Porto Carreiro, que se oflesstssasa son
justilieain este pequeo augmento de despeza. | esse nm, c foram julgados aptos, segundo enasta
Pelo Illanco provisorio veris que no exercicio dos pareceres do eirurgio-mr desss corpo. ase-
de 18611862 despendeu-se a quantia de xos aos offlrios que V. S. me dirigi honlem. sob
3.109:6095778, ficando um saldo de 392:2215947, ns. 283 e 285, os Jquaes lican aim rospeadido-
visto como a receita com augmentes, que leve com ] Dito ao Dr. juiz de orphos e ausentes 4o ter-
a despeza a annullar, monta a 3.501:8305947. Imodo Recife. Competindo ao vice-eoasnl 4a
Crdito supplementar. \ Italia nesta provincia, segundo, o disposto aos $} i
Desde muito lempo esta estabelecido o estylo de e 4, do artigo 7, da convewjo celebrada entr>
orear em 120:0005000 a despeza que se faz com a este imperio e aquelle reino, em 4 de fcrereiro, --
casa de correccao. Anda para o anno corrento de promulgada pelo decreto n. 3,085. de 28 de abnl
18821863 foi este o crdito concedido. Entretan- ultimo, a arrecadaco e liquidara da human
to tambem era sabido que a despeza nao se podia deixadas pelos subditos daquella arao que tatte-
fazer com a quantia votada, e calculava-so logo cerem ; recommendo Vmc. que, fra entrega ao
com o recurso do crdito supplementar. mesmo vice-consul do polio qne se acba esa sen
Este estylo tinha fundamento. Em primelro hv- poder, rcmettdo pelo, subdelegado de potoco 4a
gar, certo de que se fazem obras, todava nao se freguezia da Boa-Vista, e poftencenle ao. anadu
sabia quaes ellas seriara, e por eonsequencia nao subdito Italiano Francisco tSorniciare. NsisVea*
se poda calcular. As necesidades do servico, os no lugar do Campo-Verde daquella frefuesia.
Repr.
de Abreu.
addicionamentos ao estabelecimento, quasi sempre Communicoa-se-aosupraddto cnsul,
imprevistos, davam lugar despezas que nao eram Dito cmara, municipal de Barreiros.
previamente oreadas. Em segundo lugar contava-se entando-me i mnrailnmt A mvoaro de
sentando-me os moradores da povoaeo
gundo lugar 1
sempre com a rnda das offloinas do estaheleci- i que a cmara muictoMl de Barreiros. pretende
ment, que avuhavam, mas, precarias, como eram,; transferir a feira, que ali existe la mais de JO an-
imo podiam tambem ser devidaraente calculadas. | nos para ^^ ^^ localidad*, em pujoaw 4e
Assim que o crdito supplementar era certo, e nteresses creados e estabelerid* por atHa fe
anda no exercicio corrente sera necessario crca-lo. n declaro a essa cmara, que
Opportunamente apresentarei ao poder legisla-, feroncia, nao pode ser levada a -
tivo as domonstracocs da receita e despeza da casa m^o de posturas approvadas pe
de correccao, c pedirei o crdito, que me parecer isialiva provincul, ou provisoriisatiaai pon
presidencia, e em vista
justificados por interesan
de motivo
dever ser concedido
Contratos.
Devo dar-vos eonta do nico 0 pelb ministerio da justica. quella feiva at que seja removida pelo na
Gontratou o mimsteno comf^HBtojv,gerente ma indreado.
da companhia da estrada de fern ca. torne- DlWj ao director das obras pnti
cer este ttint* mil wagfonf!1 [wado mop.do i
pie tendoem jala



dam,




i
m





Mario de Pernamfaneo Tere letra ti de Julho de l SS.
,m,n -n-i-inai cidade da Victoria no offl- As subvencoes podidas actualmente sobem penare, referan-nos a elle, para que se veja sua
*XdZXrJL dando d? 11 do corrate, obra de 700 milhSes. que com os 1,770 milhoes ja i opinie a dos autores que elle inW
no incluso por copia, datdodfsu < >" "jjg ^d nrefaziam um total de 2,470 milhoes; o fin nossas faculdades jurdicas ensuia-se o
mande um engenheiro tajvjpog ^df mnjuro annual de 170 milhoes. i direito internacional privado, e anda nao ha um
le nao so examinar o terreno d'^rato^o que w daurn juro $ ^^., ^^ ^ ^ 1M mpcnd0) nm consultor naciona, para ^ mv
e planos que sito tem urna extencao de 2728 kilmetros; e o | do; este servir de pnmeiro ensato; e a mocidade
no ali se tem de numero dos viajantes que por ellas transitaram no brasileira, a quem ja temos onerecido atguns ou-
auno fiado, foi de 8,737,130. | tros pequeos trabalhos, que aceite mais este, co-
O rendimento bruto de todas essas linhas e suas mo una prova sincera do desejo que temos de a
seeeoes montou 204,527,690 reales; o que d
citado efflcio e avaliar o seu preco,
prestar as dimensoes, intormaeocs
forem precisos para o cemiterio que
construir aprescotando ao mesiao -empo o respec-
tivo orcamento.
CUf^^^SS^ 3 m. cita e 40.0O*MOOO os
was nssts sss.rs"? as^-. **.
nS. nVmrte relativa a navegaco para o Pe- sobre esta imiiortante materia esta imprimmdoo
^iwaReratndo ^ Sr. conselheiro Pimenta Bueno, e que nos parece
Pnmrh -k) presidente da provincia attendendo sermais um servico prestado ao pan transcreve-
rortana, u I"10"""" ;_______:. n:__j ^, if..Tn Hn imr immiiiipcan. mu
ao que requereu o Lachar el
Innoeencio Pires de
fitrueireSo Camargo, promotor publico da comarca
de Santo Anto, resolve prorogar at o m do
mez corrente, a Ikcnca de 30 das com venc-
mentos de que gosava.
Espediente do secretario do goverao.
Officio ao Dr. Lourcneo de Almeida Catanho,
do autor a introduccao, que
mos com pcrmissao
diz assin :
A' proporcao que a civilisacao avanca, que
desenvolve maior luz sobre as suas ampias e va-
riadas relacoes, os horneas, as nacoes, o genero
humano se Ilustrara e se enoobrecem.
As sciencias recolhem as ideas, e os progres-
sos que a razao esclarecida seguidamente conquis-
ta e divulga, e entilo muitas vezes ellas se subdi
xiliar os seus esforcos.
Ella que estude ; a ntelligenda domina tudo,
e tudo apereteoa. Depois do estado, ella que cor-
rija nossos equvocos, e suppra nossas laeunas : a
humanidade marcha sem eessar, e ao par della os
conhecimenlos ou civilisacao. O homem tanto
mais homem quanto mais mtelligente : e a intel-
ligencia, o conheciiDento das sciencias, nao se im-
provisa, demanda diuturna applicacao, .
REPARTICO DA POLICA '.
Extracto das partes dos dias 19 e 20 de julho de
1863.
Foram rccolhidos casa de detencao no dia 18
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Genui-
no Pereira de Farias, branco, de 30 annos, pronun-
ciado por crime de morte; Alexandre Marinho da
Costa, semi-branco, de 26 annos, por crime de es-
---------------------------
Aggravante, Jos Joaquim Alves ; aggravado,
Francisco Correa de Barros (hoje seus herdeiros).
Negou provimento.
Aggravante, Polvcarpo Jos Layne ; aggravado,
Joao F. Jorge Kladts.
Negou pror ment
COMMUNICADOS.
juiz de direito da comarca do Brete. Pelo seuot- videm, para que assim mais bem se coordenem, tellionato; os pardos Manoel Jos ^dos Santos, de zz
lirio dd do eorrente, ficou o Exm. Sr. presiden- jistendam seu horisonte
te da provincia inteirado de haver V. S.
noexerciciodo seu cargo.-Commumcou-se ao ins-
pector dathesouraria de fazenda.
aao das as suas partes.
e se aperfeicoem em to- aonos. Manoel doNascimento, de 23 annos, ambos
como desertores do 9o Latalhao de infantaria.
A humaoldade dominada pela intelligencia de A ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ma-
mis a mais recoiihece a sua sublime niissao. Ella ria Pauliuado Carvalho, parda, de 26 annos, por
reflecte, desoja e se esforca a formar como que disturbios ; os pardos Theodoro Pereira do Nasc
kdital. imia s e grande sociedade, do que as diTercntes ment, de 30 annos, Marcolinololentino da livei-
Pela secretaria do governo se faz publico que se nap5es n5o devera ser enao partes componentes c ra, de 34 annos, ambos por embriaguez, e Libanio,
acha em concurso o Quicio de depositario geral )&, .' de 23 annos, cscravo de Antonio Pacheco Leal; por
1851 e do aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1831
e no praso de 60 dias coatados
laria do governo de Pemanibuco,
1863.No impedimento uo secretario, tr Lucio de Castro.
Despachos do dia 17 de julho de 1863.
Rnfuermenlos.
t dezembro de 1834 f^rf"e feiieidade ; ella comprchende bem que a crioula, de 27 aaaos, por iasultos e briga.
desta dala. Secre- provideacia nao creou a trra para urna ou outra A ordem do da Boa-Vista, Vctor, crioulo, de 3.5
7 de julho de nae0nalidade, e sio para a felicidade do genero annos, cscravo de Jos Antonio Guimaraes, por
humano. briga.e insultos.
Cada associacao de horneas, governos ou na- 19
cionalidades, nao tem fim racional, ou legitimo, se- A ordem do Illm. Sr. Dr. chote de polica, Theo-
uao o de promover obem-ser delles ; porque, pois, philo Alvos da Silva, branco, do 19 annos, sem de-
on comoalguoia dessas associacoes tera um fim ^laracao do motivo.
e o Sr. chofo de polica, contraro, aindamcsnio em relacao a urna porte | A ordem do subdelegado do Recife, Mara, Afri-
aS asl"t!ados e moradorvs na povooco de qualquer da humanidade ? E a t-lo, podena elle cana, de 35 annos, escrava de Jos Ignacio Xavier,
Alu-tii termo de Barreires Ficam expedidas as ser racional e justo f Cortamente nao. por insultos. ---------
S ,o entilo ue requerem os suplicantes. Quando a intelligencia humana eslava anda A' ordem do de Santo Antonio Manoel, Africano,
MVicio Js da Silva.- Nesla daui so expede aeanhada, desconhecendo a luz e a forca moral do de 50 annos, escravo de Joao Anlomo, por embna-
ordem ao comniandante do corno de polica para direito, assim como os sabios dictames da sciencia gUez. _. ,._^^.
StSlM ao"Soaato. econmica, as relacoes internacionaes se distm-1 A' ordem do de S. Jos, os pardos Manoel Jos do
Manoel ('aval, ante da Rocha "vVaoderlcy.- guiam mais pelos chimes, rivalidades, prohibicoes Nascimento. de 25 annos, por insultos e Manoel
Proveo sunnlicante com doeumenlos que com e vexames, do que pelo pensamento generoso da Liberato da Silva, de 20 annos as pardas Imam
ello lo tutor testMorphaos. mutua benevolencia c sincera rcciprocidade de ciaudinaManadaConceicao, de 25 annos, Mana
M\lio de Jesus.-Iaforme o Sr. ias. interessos. .,. Felicia da Coaceicao, de 3 aaaos, Antonia Mam
Ka Saria de fazenda. I O homem fra de seu pata nao achava fcil.- Joaquina, de 45 aaaos, Joseptia Mana Fchx, de 18
1 SmpioTheodoro da Silva.-Requeira o Sr. ins- dade de desenvolver suas faculdades ou energa ; anUos, Anua Manada ^^tenam^tex-
ctor da ti esouraria proviacial. sua intelligencia, capitaes e trabalho viam-se ener- uaraina Mana de Jess, de 3 annos, e Mana E
poctor
PERWAMBUCO.
vauos genia, crioula, de 32 annos, todos por desordens.
I t As lcis da trra que elle procura va, e a quem A" ordem do da Capunga, Manoel Joaquim Dan-
muitas vezes ia bem servir, prohibiam-lhe mais ou tas, Lraoco, de 26 annos, por crime
menos a liberdade de suas especulaees commor- cavallos.
ciaes, de diflerentes prolissoes da industria, dene-
de furto de
gavam-lhe a seguranca jiessoal, e impunham-lhe
a actualidado da nossa sociedade coastuem ia- .^^1^, ,axas. por sua in0rte seus propnos Leos
i|uestionavelmonto os relatorios dos Srs.nunistros e (,ram COI1|scados pelo pretendido direito de albi-
s.!crourios de estado uina importante liarte da las- 0 m ,0 meuos quasi absorvidos pelo direito
loirte do pata; porque nelles se acliam consignados
os acontecimentos importantes olTiciaos, aconipanlia-
dos de csiierancas mais ou meaos lisongeiras ; e
durante os trabamos das cmaras, sao ellos citados
cada passo como fonte do Ilustrar a opinio
O chefe da 2* seccao,
J. G. de Mesquitu.
da detraeao.
No' para admirar, pois, que enUioa politi-1
ca internacional era a da conquista, do direito do
naufragio, do ciume e hostilidades.
Os primeiros esforcos da razao esclarecida:
pois de appl.
amara dos Srs. de|>utados, nao nos eximimos de m 0 csl|ldo do direit0 fo g,>att.S) esua influcn-
faze-lo ; porquanto na abertura da nova assoin- (,ia pfpesgjM Comecou a mudar as relacoes in-
bta geral tein de apparecor os acontecimentos de- tcriBM.onaes. As sciencias econmicas, revelando
corridos durante cssa nterrupcao. os verdadeiros elementos da riqueza e do poder,
Assim, por taulo, temos por inelhor, que os nos- urcstaram-lhe grande auxilio nesse louvavel em-
sos leitores hajam desdo ja sciencia dos elaborados, ho
principalmente |rquo alguiis delles nao tiveram A cviisaao actual nao se contenta mais
lempo de ser publicados na corte. aswa s com o estudo do diroito das gentes. Este,
De S. Bento escrevcni-uos em dala d.
correte o seguate :
Falleccu ao amanhecer do dia de houtem o
CIIROMCA JIDICIARIA.
TRIBUNAL DO 1M1 H I.U1IO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 20 DE JULHO
DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SK. DESEMBARGADO!!
SOfZA.
As dez horas da manhaa, reunidos os senhores
A civilisacao actual nao se contenta
RA 'agora s com o estudo do direito das gentes. Este,
ao como depois veremos, contempla s as relacoes di-
,, n' versas publicas ou geraes de nacao a nacao. Isto
nao basta, de mister tamliem contemplar as re-
te doclarou aberta
a acta da ultima.
Mais oh lorio para a eora de lavas que, em sua
laUrteza chuica, ba conquistado o Sr Dr. Ca-
rolina Francisco de Lima Santos.
Em feveroiro do corrente anuo fui eu accom-
mettido de una erysipela nos escrotos, sem que a
houvesse determinado urna causa, por mim conhe-
cida ; c quando me iulgava desquitado della, vi-
me salteado no quadril esquerdo por certa dr,
cujo augmento tornou-se progressivo, e qual
acompanbavam sempre fros e febres cada tar-
de, fastio, absolutamente impossibilitado de esten-
der eu a poma, bem como de fazer alguns movi-
mentos. Em tao aftctiva e dolorosa situacao, de-
vera eu ter desde logo reclamado em meu auxilio
os cuidados de quem, estando no caso de conhecer
a qualidade do mal que me corroa, fosse capaz de
combate-lo ; mas, bavendo-me alguem lembrado a
homeopathia, esta confiei-me infelizmente por
dous loogos mezes, sem allivio algum para meus
solTrimeotos, que em tropel e com maior ntensi-
dademe flagellava cada vez mais ; sendo que para
cumulo de infelicidade, nem ao menos me haviam
diagnosticado a molestia, que, segundo uns, era
dr sciatica, c segundo outros era reumatismo.
Ao cabo, pois, de sessenta dias, todas as forjas me
haviam abandonado ;meu estado de magrem .
com que me deslgurava ; a febre, que quolidiana-;
mente me accommetlia, tomra-sc por demais in-
tensa e consumidora;dores agudissimas vinham
visitar-me noite por noite ;urna dyarrha rebel-
de se tornara inseparavel de mim ;senta eu, fi-
nalmente um endureeimento no lado esquerdo do
baixo-ventre.
Como vem os leitores, achava-me cu n'uma
verdadeira tortura ; e, libertar-me della, que se
me ia toroaudo osupportavel, lembrei-me feliz-
mente de mandar chamar o Sr. Dr. Carolino Fian-
cisco de Lima Santos, que teve a bondade, para
assim exprimir-me, voar em meusoccorro. Aps
minucioso exame, roconheceu para logo o dis-
tincto medico a sede de meu mal, e dignasticou-o
tumor nafossa iliaca, isto apostema ou abees-
so en sujwraco no lado esquerdo do baixo-ventre.
as lamentaves circumstancias em que me eu
achava, ja nao era isso pouco : estava devassado
o arraial do inimigo a combater ; e, portante, o
denodado campeao, que se propunba a dobclla-lo,
suppunha-se em metade da vereda a atravessar
para consegui-lo. Entretanto, observando elle que
a supuracao em parte alguma do baixo-veotre se
patenteava, supposto que sua existencia fo6sc de-
nunciada pela febre e pelos frios que me saltea-
vam a tarde por outros symptomas, e reconhecen-
do que o meu estado de magrem c abatimento, ag-
gravado pela dyarrha, tornava o caso gravissimo,',
nao deixou de lamentar que se houvesse malba-
ratado melhor tempo, e emittio juizo destavoravel
acerca de meu restalielecimento. Em testeoiuuho,
porm, de que nao desanimava ante as difficulda-
dos accumuladas pelo charlatanismo, o hbil clini-.
co travou desde logo lula com a molestia que me
consuma dia por da eomecando por combater a
dyarrha, por emprogar meios que me reparassem
as forcas perdidas, por procurar diminuir a inten-
sidade das dores que me torturavam ; e isto por;
meio de fomentaews, etc. etc. aivitre adoptado
pelo meu assistentc ia correspondendo a sua ex-
fim de oito dias, so o oial
a perfurra, para ahi derramarse, se nao
haveodo-me penetrado o recto, por sua vez o per-
furra ; tumor que atpdo-me afina! abarte ario
ventre, ainda evacuou extraordinariamente, quan-
do j era eu victima de dyarrhas, e estava mtei-
ramente esgotado de forcas.
Isto, porm, nao obstante, eis-me sao e salvo,
sem urna fstula, sem um aleiao, sem urna desfor-
midade qualquer.
O que me cumpria, pois, fazer t
O que flz com a consciencia de haver cumprido
um dever tao sagrado, como o que agora desempo-
nho mao bemiaeja que, guiada pelo Omnipoten-
te, prolongou-me a existencia que deste havia re-
cebido.
Recife, julho de 1863,
A aade drpradr prllamen
! te do estado do catwiag, do
flgado, e dos Imicntlmit.
Vigorisem-se os oreaos digestivos, malarias as a
I accao do figado, restabeleca-sc a actividade aaaar "
mediante o i
de Mmtp, e adyi|i i, a
icia e as eaimbras do lilil
Diniz Ignacio dos Santos.
PBLICAgOESlPEDlDO.
, ..... i .. i i ~~
0 abaixo assignado declara que o lugar de ad-
vogado do conselno de estado, para o qual fra no-
meado o Sr. Dr. Joaquim Saldanha Marinho, gra-
tuito e nao tem rendimento algum, como alguem
tem interpretado, por pensar que elle s serve a
seu pata por estipendio.
Recife, 20 de julho de 1863.
Caetano Pinto de Veras.
dos orgos secrctivos.
regetaes assucaraat U
constipacao, a flatuloncia
desapparecerao como por um cacante. Nao [
existir estas enfenuidaies scat ne este saadaTH
aperitivo conserte o vigor e a regnhiridaoi das
funcc5es intestinas.
As i ululas de Kcmp saosiimmarnentfraeradaveis,
absolutamente exemptas de toda a especie de sao*
stanciaeg mineraes, e adequadaoM-nte refutada-,
especialmente para as molestias peculiares do bel-
lo sexo.
Achar-se-hao venda em todas a boticas e te-
jas de drogas do imperio do Brasil.
deputados Lemos, Malveira e Rosa, o Sr. presiden-. pectatVa ; pois que ao
ta a sessao, sendo lida e approvada n5o ,,stava de loao espancado, visto como a poste-
ma subsista, senta ou grande allivio e mais vida.
1 Se nao quando, em a noite de 13 de abril ultimo,
Foi presente o mappa semestral do trapiche ba- \ acc0iiimettc-me um furioso ataque de febre que
>nn ,1,, I iii-intiiiilu ^- \ rclll\'lk ~~n um ,1 .MAnt.i n,, n.intn ,!.. nqA tai* P, ,11. i' i n 11.
EXPF.D1F.NTK.
altana Rosendo, de um ataque de cholera-morbus. ^^ ^ subditos ou
rao do Livramento.Archive se.
DESPACHOS.
Um requerimonto de Antonio Goocalves de Aze-
vodo, |>edindo registrar urna escriptura de hypo-
Uieca.Registre-se. ,
Outro de P. C. Sohston, pedindo o registro de
individuos nacionaes pro- urna procuracao.Registre-se.
de sua patria, cm Outro de Jos Jeronymo Monteiro, pedindo tam-
. As pracas do pret vao melhores. te^dos pe|as leis particulares v
A populacao desta villa aiuda vai em paz ate ^ p0Iltaclo com as leis particulares ou privadas bem o registro de urna procuracao.O mesmo.
esta hora. .'de outros paize*. Outro de Francisco Pereira de Mendonca & L.,
No domingo ultimo procedeu a Associacao t Desde entao sentio-se a necessidade do estu-
rvpographica Pernambucana a oloicao do conse- do (]o drcjt0 internacional privado, que preside
Ibo director, que tem de regor a mesan no auno
social de 1863 a 1864 ; o saliiram eloitos os se-
guintes senhores :
Presidente honorario.
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
ConseUio director.
Juvencio Aureliano da Cunha Cesar,
i'iuilhcrmc Jos Pereira Canejo.
Bernardino de Sena Ribeiro.
Bernardino Capitulino de Olivoira.
Cartos Jos Dias da Silva,
los Svmpronio da Silva Bastos.
luiiiiaja rrunr'neo Regs.
.loio Fernandes da Cruz.
Pergentino Netto de Azeredo Coutinho.
Franklin Netto de Azeredo Coutinho.
Joao Landelino Dornoilas Cmara.
Tliesoureiro.
Manoel Isidoro de Olivoira Lobo.
Comiiiisso de cuntas.
Francisco de Paula e Silva Lins.
Jos Noguoira do Souza.
Francisco Augusto de Olivoira.
temos clamado tiesta
esta nova ordem de cousas.
E' una subdiviso das relacoes inteniacio-
nacsa. uro aperfeicoamento das sciencias sociaes,
dirigido a garantir o bem-ser de todos os homens.
E' um estudo novo que ainda nao est completo,
mas que, com mais algum lempo c esforcos, ha de
sem tanda completar-so, pois que de summa
pedindo o registro do seu contrate social, visto pe-
lo Sr. desembargador fiscal.Declarem a naturali
dade.
importancia.
Com elfeito ha um grande
numero de casos .
as leis par-
re-
mo
-Por mais de una vez """""!K? los com justica. caso nao seja possrve
lano contra o systema de pastagom ue
Hrvistu,
O estudo do direito
amanes no Campo das Princesas, como contu as |(-m (cia ;i seu 0 scn.ir de v[m.tli n,.s?as ,.
conarias a patowadas que por alh_ telemos are- (l,aa(.-(,<
tos e moloques das cuchoiras me vao ao no lavar j ^jn(]a (njandt |iaja |e expressa que domine o
os cavallos. caso,'elle quem em face da sua applicacao obriga
E se a memoria nos nao tama, duuiiie aaa- min(|(...ar sc convai conservar essa lei ou ajier-
ministracao do Sr. conselheiro Taques, foiauj ex-
pedidas ordens
ara que se tomassem
e fado, |r algum
de ser paslorado, e mais conmiediinouto houvo no
olguedo da lavagcm dos cavallos. ^ ^ ^ ^^ povos-civisados, e emliin aos principios i
idaVhontem' tes,'paVa aiu"derivar normas, ousolucoesregulado-
ras que rosolvam bem as quesldes.
i Seu
Entretanto, o abuso que
nar, vai-so ropetindo : cousUintomeiiU:
vahos magros a pastaren! all; e
porvolta do meio dia, foi objecto que caamou a -^ ^'g^^ft m A da mstentar e defender de
atloacao das \x ssoas que passavain por aquello (||n |a(l ^ dir.ilos fuodainentaes da jurisdicao.
paleo ou so dirigiam a palacio, as jiroezas do un indeiM,ndenca e soberaaia oacional, c de outro de
fogoso ginele, (|uo. sollo da mao de mnpreto, poi-. |iari{10nisar c re0iVer com benevolencia e justica
sonielliantos conflictos.
E' um nobre fim, pois. que tende a ligar os
SESSAO JIDICIARIA EM 20 DE JULHO DE 1863
PRESIDENUA DO EXM. SR. DESEMB.VRGADOR
SOL'ZA.
Secretario, Julio GuMires.
A mcia hora da tardo, o Sr. presidente abri a
sessao, estando reuoidos os Srs. desembargadores
Villares, Caetano Santiago, Gtirana fr Silva Gui-
maraes, eos Srs. deputados Lemos, Malveira e
Rosa.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
JLLGAMENTOS.
Apiiollante, Antonio Pereira de Carvalho Gui-
maraes ; appeUados, os administradores da inassa
ao bem-ser geral. Diariamente : falH(|a de Joao Jos dc Gouveia.
mais intimas, froquentaru-sc as Designado o dia de hoje.
Sorteados os Srs. deputados Lemos e Rosa.
Relator o Sr. desembargador Villares.
Reformou-se a sentenca appellada.
Appellante, o commeiidador Francisco Antonio
Pereira da' Silva ; appellado, Antonio Goncalvos
Pereira Lima.
Designado o dia do boje.
Juizos cortos os Srs. deputados Malveira c Rosa.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador \il-
lares.
Desprezaram-sc os embargos.
Appellantcs, Manoel Joaquim Ramos c Silva &
Genros ; appellados, os curadores liscacs da massa
fallida de Guilherme Carvalho & C.
Designado o dia dc hoje.
Sorteados os Srs. deputados Rosa e Icemos.
Relatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimaraes.
Reforinou-se a senteoea appellada.
Francisca de Souza Ra
em que se apresentam conflictos entre as leis par-
I ticulares das diversas nacoes, e consequentemente
1 questoes em relacao aos direitos e obngacoes, ou
; tratamonto dos respectivos subditos.
! O numero desses casos tende a augmontar-se.
e necessariainente ha de crescer na proporcao d
progresso das relacoes reciprocas dos homens.
laooos tao uteis
1 olas tornam-se ..
viageos, as permutacoes de productos, de ideas, de
invences, eintlm de'poder scientilico e industrial,
00 por OUtra, de meios de felicidade humana.
Compre portante ver por modo Ilustrado, co-
se deve evitar esses conflictos, e como, resolve-
1 evita-tes.
internacional privado
do, as induces de actos anteriores, pratiea de
! outros povos civilisados, e emlni aos principios o
mximas Ilustradas da razao o do direito das gen
me tornou delirante ao ponto de nao ter conscien-
cia de mim mesmo, nem conhecer as pessoas que
me cercavam; sendo que a semelhante estado ha-
viam succedido suores copiosos e precedido inten-
sissima dr no bixo-ventre.
Terminado esse ataque que pareceu-me precur-
sor da morte, senti vontade de ourinar ; e, tendo
procurado satisfaze-la, o que lancei pela uretra,
nrio foi ourina, mas sim urna enorme porcao depuz
esrerdinliado, que se guardou, para que o obser-
vasse o distincto medico II
Tendo o Sr. Dr. Carolino verificado a evacuado
do puz pela uretra, pedio logo urna conferencia,
que eflcctivainente houve lugar no dia seguinte en-
tro elle c o Sr. Dr. Carneiru Monteiro.
Nossa conferencia disseram que o puz sahira
pola uretra, prevalecendo-se de urna abertura
que elle proprio praticra na bexiga ; mas acha-
ram-se embaracados em explicar o caminlio que o
mesmo puz percorrra, ou como tal phenoioeao se
dera : seado que por fim prognoslicarain fatal-
mente acerca do meu estado, ie bem que me ani-
massea com palavras consoladoras. De entao por
diante; continuou o puz a correr diariamente pela
uretra, ora puro o em porcao, ora misturado com ,
as ourinas; e prevendo o Sr. Dr. Carolino que o
mesmo vieses a succeder-me pelo anus, recom-1
mondn que quoiidiananiente fessem examinadas
as materias constitutivas das digessoes que hou-!
vesse eu de fazer.
Eficctivamcnte aconteceu o que previra o ames-!
trado clnico : pouco depois comecei eu a tancar,
pelo anus dia por dia puz em grande porcao II... |
Mo grado lio assustador cortejo de tesriveis
symptomas, nada trepidou meu esforcado assis-;
tente ; e, conscio dos ampios e poderosos recursos
theoricos e praticos de que dispc, duplicou de es-
forcos e cuidados contra o inimigo que lhe dispu-
tava a miaba vida I!!... Combatia-me a dyarrha ;
mantinha-mc ss forcas jior meio dc tnicos ; exa- j
minava-ino diaria c 'cuidadosamente o baixo-ven-
tro ; applicava-me incessaatomente cataplasmas,
e fomentacoes, reprosentava, emliin, junte do po-
bre leito em que me ou estorcia em dores, o papel
do verdadeiro apostlo da sciencia que ludo envi-
da por salvar o enfermo, cuja perda fra tanto
mais sensivol quanto tinha de ser lamentada por
urna esposa desvelada e por quatro innocentes li]
lhinhos !!!!.....Atiento o abatimento em quemo
achava antes de haver-se aberto o tumor era para

corra o Campo, assustaudo os transitantes com
emees e paladas, o maltratando urna velha e ma-
gra burra que all pasta diariamente com outro
companheiro.
A quem qur que o caso possa dizer respcito,
pedinios providencias, lembrando que as pracas c
campos nos centros das cidados tem mister muilo.
diverso do de pastoradouro.
Tem lugar quarta-feia 22 o beneficio do
svmpalliico artista 0 Sr. Lisboa. Eatt artista que
lauto so estoica sempre |>aia piogredir na ca re-
incessantemente
certo nao deixaro de ir nesta noite dar-lhe urna
merecida recompensa a que elle tem sagrado.
Accresce que nessa noite o gracioso artista Pe-
nante dasemrienha, em obsequio a seu collcga a
aria do Simplicio Paixao.
Contamos que a endiente ser completa.
Os emprestimos feitos pelo nosso governo a
repblica oriental de Uruguay, na eoiiornudade
da convencao de 12 de oulubro de 1851, lei do 30
de novembro de 1853, e protocollo dc 29 de Janei-
ro de 1858, sobem somma de pataooes que se-
gu, incluidos os respectivos juros de 6 por cento,
contados desdo a entrega das quantias pelo thesou-
ro nacional at o ultimo de dezembro prximo
grandes interesses recprocos de dignidado, bem-
ser, civilisacao e justica universal.
Nada d prejuizos". nada do ideas mesqumhas,
nada de ciumes, rivalidades, egosmo ou pequeas
paixes. ,
A civilisacao a cultura da intelligencia e dos
coracoes, a lovaoao da humanidade em bem do
homem, a face della' s devoni imperarlas ideas ge-
,, aorosas, os pensamentos grandes : a humanidade
raque o distingue, e procura incesantemente, iaosK mLmonte nustrada
obter a estima e COttsideracau do publico, merece V esta granuememe uiu^iraua.
Utdo o auxilio e concurrencia nessa noite. O es- T)Kjas ^ ua^es trabalhamo forcejam poras-
peeteento composto do drama O Poder do miro, um gemar os seus direitos e os de seus subditos em
dos mata applaudidos do exccllente repertorio da' principios unsonos, justos e reciprocamente pro-
aciual eoinpanliia, e em que o beneficiado mais,lectores. Porque nos os Brasileiros naoconcorre-
nerece do applauso publico, e da muito jocosa mos tambem para que de cada vez mais se estude
comedia em um acto OHollandcz ou pagar o mal 0 me)nor desenvolvimento dessas valiosas relacoes
que nao fez, urna prova de quanto osle artista internacionaes ? O concurso das deas cerlamente
procura attrahir a benevolencia daquelles que por (,uein aull.viar a solucao do problema no interesse
" -------*_ j_ ; _. ~__ ^>\!l.i ,1 nxll.ii uni I .
de todos,
t As nacoes preiwnderantes jxr sua torca, inul-
tas vezes querem substituir esta ao direito. E um
mao clamoroso, mas o direito tem tanto vigor
que ellas mesmos o invocam, desde que elle pode
avorecer seus interesses, e.embora, sophismando,
nio prescindem delle. -
Quando os dictames do direito sao lucidamente
doduzidos a propria torca se detem e para na pre-
senea delle ; entao, luminoso e conveniente, mostra
o escndalo daquella, o a entrega reprovacao
geral. .
t Por isso as nacoes novas e anda iracas pela
pequenez relativa de sua populacao, tem um maior
interesse em aprofundar o conhecmento do direito
internacional em todas as suas relacoes : elle e urna
de suas armas, e de seus meios de defeza.
c Assentamos, pois, de offerecer um pequeo
contingente para esse importante estudo: e um
convite s ntelligencias superiores para que en-
tran nessa tarefa.
Consultamos os trabalhos de Story, Pardessus,
Masse, Bello, Chassat, Wheaton, Kent, Folix, Savi-
gni, Westlake, e outros; pouco accrescenta
remos.
Entre suas opinioes, algumas vezes divergen-
tes, preferimos as que nos jnareceram melhores por
seu6 fundamentos.
Tomamos por base de comparaiao a obra de
Folix, que quasi sempre seguimos, e bem assim
tambem a legtatacao franceza em parallclo da nos-
sa, nao s porque muito methodica e clara, como
porque seguida por muitas ouas nacSes.
Por brevidade omittimos repetidas citacoes dos
autores, salvo as indispensaveis ; a obra de Folix
alinde a todas as anteriores, por isso, embora algu-
mas vezes estojamos em divergencia com o seu
mosTaiStados, os"dmVist!adoros"daauss tal-1 recolar oue, dado semelhante phenomeno viesse
lida de Jos Antonio da Silva Araujo. minha vi^da a ser seriamente comprometida pelas
Designado o dia de hoje. evacuares subsequentes. Foi o que exactaniente
Sorteados os Srs. dopulados Lemos e Rosa. aconteceu, principalmente porque, sendo extraor-
Belatado o feito pelo Sr. desembargador Silva
Guimaraes.
Conlirmou-se a sentenca appellada.
DF.SIGNACAO DE DIA.
Appellante, Fernando Francisco de Aguiar Mon-
tarrovos ; appellado, Manoel Alves Fcrreira.
Ap"pellante, Victorino Toixeira Leite ; appellado,
Jos Das da Silva. .
Appellante, Francisco Antonio de Bnlo ; appel-
lado, David William Bowman.
Designado o primeiro dia til-
O Sr. desembargador Silva Guimaraes apresen-
tou em mesa para sc chamar juiz a revista cutre
diara a porcao" de puz a evcnar-so, e faltando-
lhc sahida franca appareciam a tarde os cresci-
mentos febris,c a dyarrha ia-setornando mperti-
nente.
Dias, porm. depois de examinar-me o Sr. Dr.
Carolino o ventre, percebeu num ponto da veri-
lha um pequeo tumor doloroso, do tamanho do
uuia ameudoa, e de nianifesla fluetnacao.
Para logo, saccou do seu bistori, e, tendo aberto
largamente aquellc tumor, vcio precpitar-se pela
abertura mais de una libra de puz, semelhante as
que me sahira pela uretra !!!... Nao ha ujsto a
mnima exagcraeao, asseguro-o eu com a mao na
consciencia c os olhos em Dos. Quizera eu que
passado.
Capitel
Juros.
1,859,491 patacoes.
1,070,42212 cent.
Somma.
Ora, reduzidos
2,929,91312 t
esses patacoes ris, segundo o
cambio estipulado, produzem a quantia de
Capital____3,570:232*720
Juros..... 2,055.210*470
Somma. 5,625:4335190
At o fim do auao passado o numero das li-
nhas concedidas de caminhos de ferro hespanhoes
exceda ja a 15, comprehendendo urna exleusao de
5,458 kilmetros.
O custo da respectiva constrnec^o orca-so em
4,307,844,645 reales velln, ou 4l'o,000;l)00J>000 ;
e monteva ja a 592,113,607 reales o total das sub-
venijes realisadas pelo governo, restando, por pa-
gar ainda 698,585,215 reales ; de sorte que as
subvences que j pesam sobre os cofres pblicos
anuam por 1,290 milhoes de reales, sobre os 480
milhoes j votados para as linhas que ainda esli
por conceder-se.
PaRocorrente, Ignacio Ribeiro Chaves ; recorridos, os leitores houvessem todos testenumhado o caso
os administradores de A. S. Levy, que acabo de referir, para que nada o pozessem
E' o Sr presidente ofllciou ao Sr. conselheiro em duvida: pois que sou o primeiro a reconhecer
presidente da relacao. : que ha cousas que s vistas se aereditam ; entre-
passaobns. tanto ahi estao meu sogro e quantos assistiram at-
Recorrentos, o Dr. Carlos Frederico Taylor c tonitos quasimiraculosa ojieracao para attosla-
seuirmao; recorrido, Vicente de S Rocha. rem a extraordinaria porcao de puz uo se me es-
Do Sr desembargador Villares ao Sr. desembar-' capara pela abertura do ventre, alera da que ja
gador Gitirana. 'tinna- eu expellido diariaoiente pelas vas natu-
' Appellante, Manoel Alves Ferreira; appellado, raes. .... A
Fon ando Fraucisco de Aguiar Montarroyos. Praticada aquella abertura, e exlraludo quasi
\ .mellante, Bento Jos da Costa ; appellados, os lodo o paz, o Sr. Dr Carolino conduzo ah urna
administradores da massa falda de Andrade & grossa mecha repassada de certo ; mecha que,_a
Leal
A apellantes, N. O. Biebcr & C, successores; ap-
pellados, o presidente e directores da caixa filial
do banco do Brasil nesta cidade.
Appellante, Jos Hygino de Miranda ; appellada,
D. Carolina Josonha de Almeida.
ser mudada noite, provocou ainda a evacuacao
dc muito puz. E' de primeira intuicao que isto
terminado, devia eu ficar em perfeito estado de
Srostra^ao; e portento, nao perder i tempo em
cscrev-lo. O que, porm, incontestavel que
semelhante operaco devo eu a minha-salvafao
Do Sr desembargador Silva Guimaraes ao Sr. desde que ella sjeitei-mc, as scenas mudaram-se
desembargador Villares. inteiramente. .....
Aonellante, D. Francelina Amalia dc Souza Ra-1 A dyarrha, a febre diana, as doros, tudo come-
mos ; appellados, os administradores da fallencia cou a declinar como encanto ; e o corrimento pela
dc- Jos Yntonio da Silva Araujo. i via urinaria c pelo anus, comecou a ceder da por
Appellante, Eustaquio Antonio Gomes; appella- dia, ao passo que, com o soccorro da mecha a que
i, Manoel de Barros Cavalcante. -|mais cima ajludi, effectuou-se regularmente a]
DoSr. desembargador Villares ao Sr. desembar- supuracao pelo veatre.
gador Silva Guimaraes.
DISTRIBUigflES.
Appellante, Jos Francisco Pinto Guimaraes
appellado, Gabriel Soares Raposo da Cmara
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes.
CARTA TESTEMLNHAVKL.
Do juizo especial.
Acgravante, Jos Joaquim Pereira de Mendonca; ao seio do minha familia
aggravados, Mesquila & Dutra e Francisco Antonio
Correa Cardoso.
O Sr. presidente tomou conhecmento.
agghavos.
Aggravante, Jos Fortunato dos Santos Porte ;
aggravado, Joao da Silva Faria.
Negou provimento.
Aggravante, Antonio Joaquim Seve ; aggravado,
o juizo.
Deu provimento.
Mediante o uso daguaingleza, e de outros cura-!
ti vos, cautelosamente applicados, desenvolveu-se-
me o appetite ; sendo que as forcas principiaran!
a reapparecer, porque j me era possivel dormir
sem dores : minha vida se foi animando gradual-
mente : e um mez depois da abertura do ventre,
achava-me eu livre de todo o perigo, e restituido
COMMEHCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BARCO DO BRASIL
EM PEBNAMBl'CO.
A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
dictara aos senhores accionistas que o tbesvoreiro
da inesma est aulorisado a pagar o dividendo re-
lativo ao semestre findo em 31 de mate prximo
passado a razao de 104000 por accao. Recite I i
de julho de 1863.
Jos Mamede Alves Ferreira,
secretorio.
E poderia eu, leitores, depois de ter dado gracas
a Dos pelo meu restabelecimeato, deixar de vir
tributar do alto da imprensa, minha eterna grati-
dao ao Blm. Sr. Dr. Carolino Francisco de Lima
Santos, ja em meu nome,j no de minha mulher,
e j no de meus fllhinhos f,..
Certo que nao, a meos que tivesse eu entra-
nhas, n2o de homem, mas de animal feroz.
Soffri de um tumor no ventre em plena snppu-
racjto, cujo puz nao s corrompera-me a bexiga, e
V
Lacrimas de dor e de sau-
dade, depositadas sobre a
campa de D. Auna Elisa
Pessoa : em signal de pro-
fundo respelto, e gratido.
Hoje resto mortal em p desfeito,
Um nobre coracao, ousado peito,
Que outr"ora ennobreceu a patria rica,
Os baldoes supportou da sorte inica.
Nao bastavam as dissencfcs intestiuas, o
espirito vertiginoso da poltica para nos aflli-
girein t era anda mister que chorassemos so-
bre a campa, a perda que sentimos ?.....
Pcrnambuco, a humanidade acaba de per-
der a mais virtuosa de todas as matronas, a
viuva de um martyr I..... Domingos Thco-
tonio Jorge Mariins Pessoa !... victima da ty-
rannia real, cujo sangue alicorcou nossas h-
beraes instituicoes^aos reis e aos mos sem-
pre alheia virtude os intimida.-
D. Anna Elisa Pessoa, findou sua existen-
cia, deixandoem orphandade sua infeliz filha,
a quem tantas vezes havia amparado a honra
e a virtude, para que fosse digna do renomc
de seu pai; ensinando-a a repartir o pao quo-
tidiano e a cnxugar as lagrimas da pesada e
afllietiva indigencia, distinguindo-se sempre
por essa docura d'ama e constancia de carc-
ter que tanto contribuem para embellecer a
vida da familia.
A loriga e nao interrompida sene de seus
dissabores, privacoes c solfrimontos, succe-
deu-lhe a ooite, o silencio, a solidao, o esque-
cimento do tmulo.....urna siogulandade dig-
na de notar-se, sem duvida a resignacao
evaogelica com que ella supportou todos os
males da vida; mil barbaros soffi iuieutos,
tormentos c inquieUacoes lhe fizeram suppor-
tar na sua viuvez, para maior dr, mas crua
pena nunca carpi sua escassa sorte ; a relr-
giao foi sempre seu nico cooforto, louvando
a suprema vontade de Deus, e de. continuo
entregue aos lgubres pezares de um passa-
do afllictivo :
A' sua filha, ella oceultava,
A' razao porque triste assim chorava ;
entretanto, seus dias estavam contados, a am-
pulheta do tempo se extingua.... chama sua
filha, para junto de si, sempre pesarosa
pensativa....
Sao annuucios do co, qn'uma alma afilela
Sem sabor o por que, sempre acredita !
c raras vezes nos engaa os pressenlimentos
do cora?5o coi fataos agouros!.....ella aperta-
a eatre seus bracos debis, beija as faces la-
crimosas, a hora fatal sc aproxima com rapi-
dez, prestes est a separaco eterna, da sua
nica filha, companheira de infortunio e de-
positara fiel de seus mais recnditos pensa-
mentos I.... prodigalisando neste solemne mo-
mento as mais ternas e fervorosas admoes-
tacoes, parecendo assim adocar os ltimos
instantes da existencia, no exercicio da reli-
giosa pratiea, para com aquella que em breve
licaria privada e para sempre dos carinaos
de tao desvelada mai!... e com a serenidade
do justo, momentos depois sua alma candida
c pura subi a mansao celeste,.... era o dia 23
dc junho as 11 horas da noite. Filha do capi-
tao mor Luiz da Vciga Pessoa e de sua mu-
lher D. Francisca das ('.hagas Pessoa, ua-
turaes de Olinda e lguarass.
J niu> existe a auca de Domingos Thco-
tonio, que entre os bravos- a palma sempre lhe
coube a vos terna e patritica que a cada
instante se escuta no centro das familias.....
Ah quem haver ahi que ignoro as acedes
virtuosas, o elevado herosmo de lio distincto
Parahibana, educada por suas tias, e lio o ri-
farte do Recife Antonio Jacome Bezerra. ?
Nem um sentimento de despeito, nem urna
recordacao do olTensa apparecem aecusando
aegao alguma de sua vida sempre exemplar :
o homem livre o o escravo, o pobre e o rico,
o militar e o religioso, o nobre e o piebeu, o
nacional e o eslrangeiro, todos, todos a porfa
recordavam aeces cariosas dc sua vida sem
mancha, par dos heroicos feitos de seu
nunca asss prantcado esposo I Oh quanto
digno de oveja urna igual fama quanto
ser para lamentar, se perdidos forem tantos
e tao bons exemplos de elevado amor da pa-
tria que osles desventurados esposos nos le-
ga ram !
O cuidado e o interesse que durante sua
longa e penosa enferniidado, mostraran todas
as classes dos habitantes de Nazarcth, desdo
a pequea choupana t a herdade dos gran-
des, os desvolos do seus prenles e amigos,
tudo isto nao foi mais do que voluntario e boin
merecido tributo pago as virtudes que ador-
navam sua alma santa, seu corarao bem-
fazejo. .
Nao era a morte de um pnucipc chorado
por seus validos ; nao erara chefes o soldados
que carpiam a falla do general que os havia
guiado a saquear povos innocentes e infelizes,
cujo sangue corra a rotos, tingindo ras,
pracas o calcadas do urna cidade juncada de
cadveres : nao eram maturas de um parti-
do poltico lamentando a perda do chefe que
aculara o povo contra aquelles que nao pensa-
vm como elle ; era o povo inteiro de urna ci-
dade que pranteava a morte de urna simples
mulher !.... era aamisade, a saudade, a re-
miniscencia viva, tributando lagrimas a vir-
tuosa viuva do herc de 1817 ; esse grande
vulto que nao soube curvar-se diante do po-
der arbitrario e tvrannico d'aquelles que o
condemnavam a ponaultima !... que des-
prezou os sarcasmos e baldoes como sao ludi-
briados os reos, diantc d'essc terror que se
apodera do povo, e lhe faz negar seu valioso
apoio a infelizes, que o reclaraam no momen-
to dc snbircm os degros do patbulo I.... d*a-
quelle que por honra desta infeliz patria.
Rejeila operdao, nao por fraqueza,
Que valente por sangue cnatureza!
.....d'aquelle que momentos antes de entre-
gar o eolio ao ctelo do algoz.
Morrendo pela patria alcanzara,
Da esposa um ai.... feliz morrial
Guardemos respeito e veneracao .a momo-
ria da Ilustre finada, recordacao constante
dos feitos gloriosos do um homem raro, e
quando a santa igreja commemorar seus mia-
dos filhos, corramos ao templo, banhemos ae
lagrimas sua campa, e ensinemos nossos n-
lhos a cobrir de llores as cinzas da Imada es-
posa do hroe de 1817......
X. Y. Z.
Recite, 16 de julho de 1883i
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 18. .
IdemdodiaSO.......
259:087|07
ntmsm
276974*598
nov i ment da alfandega.
Voluraes entrada com fazendas
t t com gneros
Volumes saludos
com fazendas
com gneros
21
521
548
Descarregam no dia 21 de juno.
Patacho inglez Wm. M. Dodgermercadoria<.
Patacho italianoMaramercadorias.
Importaeo.
Hiate nacional Sant'.inim. vindo do Araraty. con-
signado a Gurgel Irmaos, manifesloo seguate :
315 couros salgados, 172 sacros farinba de aaaav
dioca, 76 caixas vetas de carnauba; aes mesmos.
Recebedorla de rendas interna
geraes de Pemasnnnwn.
Rendimento do dia 1 a 18. J0:JM*7
dem do dia 20......... i:34SJ0W
3TM6J>il7
Consulado provlnelal.
Rendimento do dia 1 a 18. 60:7M*lrtl
dem do dia 20......... 4:191**0
65:090*090
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 10.
Rio de Janeiro10 dias vaimr de guerra inyU-z,
Stramboli, couunandante Egerton, seguio para o
Maranhao.
Rio de Janeiro8 dias barca brmense Getsnrr. de
384 tonelada*, capitn Friedrieh Lankenao, equ-
pagom, 12, em lastro ; a Amorim Irmao.
Babia3 dias brigue escuna de guerra narinful
Fedelidade, commandante tenentc Franrivo
R. Slepple da Silva.
.V'ir/o sonido no mesmo dia.
Lisboa Barra portugueza Saudade, capilo Ante-
nio do (krato I la i rao. carga assucar.
MaceloBrigue inglez ObVr, capitao William Gob-
blo, em lastro.
EDITES.
De ordem do E\m. Sr. director se fas aaMka a
lista das faltas des cstadaalrs desta FaraHaaV
relativas ao mez de mai. rem as netas des res-
pectivos lentes, e jaleadas tu seasaa ia rsav
ijrrgacio de 27 do aassade.
(Conclusao.)
(Juarto anuo.
Americo Pinto Brrelo, duas na primeTra-cadeira,
sendo urna nao justificada e duas justHkadas na
segunda
Andr Cavalcanti 'le Albuquerque. duas justiaV
cadas na primeira cadeira.
Antonio Florentino Mindello, duas justificadas aa
primeira cadeira e duas ditas na segunda.
Bento Ciciliano dos Santos Ramos, tres na pri-
meira cadeira, sendo urna nao justificada e tres
justificadas na segunda
Ignacio Antonio Fernandos, urna justificada na
primeira cadeira.
Jesuiuo Jos de Freitas, urna justificada na pri-
meira cadeira e urna dita oa segunda.
Joao Jos do Monte Jnior, duas justificadas na
primeira cadeira c duas ditas na segunda.
Joaquim Guennes da Silva Mello, duas justifica-
da:- na primeira cadeira e nina dita na segunda.
Jos Francisco Corroa de Araujo, tres aa primoi-
ra cadeira, sendo una nao justificada e tres justifi-
cadas na segunda.
Jos Heuriquc Cordoiro de Castro, duas justifi-
cadas na primeira cadeira o duas das aa se-
gunda.
Coriolano Augusto de Li.yola. urna justificada na
primeira cadeira e una dita na segunda.
Joao Vieira de Araujo, iros na primeira cadeira,
sendo urna nao justificada o duas justificadas aa
segunda.
Antonio Epaminoodas de Barros Correa, duas
justificadas na primeira cadeira e urna dita na se-
gunda.
Egvdio Fraucisco das Chagas, quatro inrlosivs
uniasabbaliua na primeira cadeira, sendo urna tai-
ta nao justificada e tres justificadas na segunda.
Ilerinogenes Octavian*. Alves de Figueimb, Vz
inclusive una sabbalina justificada na primeira ca-
deira e seis inclusivo una sabbalina ditas na se-
gunda.
Prisciliano da Silva Freir, duas justaan* m
primeira cadeira.
Hay mundo Mendes de Carvalho, una justificada
na segunda cadeira.
Firmino Licioio da Silva Soares, duas justifica-
das na primeira cadeira e nina dita aa segunda.
Jos Ricardo Gomes do Ca valho, tres justifica-
das aa primeira cadeira e tres inclusive una sab-
batioa ditas na segunda. .
Manoel Caetano de Olivoira Passo*. tres lartaam
lima sabbalina justificada na primeira laaVia e
tres inclusive urna sabbalina ditas na segunda
Augusto Magno de Mello f Mattos, tres na pri-
meira cadeira. sendo urna nao justificada e quatro
justificadas na segunda.
Pompilio Cavalcanti do .\ll>uqurquc tres justi-
ficadas na primeira cadeira e urna dita aa se-
gunda.
Miguel Figucira do Faria. tuna juilriii aa
primeira cadeira e duas nao justificadas na se-
gunda.
Guilherme Amazonas de Si, duas juatiSeadas na
primeira cadeira e uma dita na segunda.
Americo Jos dos Santos, tros justificadas aa pn-
meira cadeira e uma dito na segnasta. ^ ^
Francisco Rodrigues Seixas, dSaaJssnMMn aa
primeira cadeira e tres ditos na segunda.
Alvaro Antonio da Costo, uma justificada aa pri-
meira cadeira e uma dito na segunda.
Porfino Amnete Gonealves, tres na pniaeira ca-
deira, sendo uma nao justificada eduas
na segunda. .
Joao Ferreira de Ohveira e bilva,
na primeira cadeira e uma dito aa i
Antonio Pires Ferreira Filho. tres- aa |
cadeira, sendo uma nao justificada a
da na segunda.
Joao Tnom da Silva Jnior, tres
cadeira. sendo uma nao justificada e I
das na segunda. ^^
Elias Jos Pedrosa Filho, uma jumaras aa pn-
meira cadeira c uma dito na saguadi^ ^
Jesuino Jos dc Frailas, uma justiarada aa pri-
meira cadeira.___.
Aloxandrino Leonel Marques Saatoga. tres aa
primeira cadeira, sendo uma naojostncada
Francisco Ferreira Pacheco de Meao, _aras p-
ficadas na primeira cadeira e duas
guada.
i


Mario de Pernamfenco Tere feftra i de Jnlho de 19113.
~\
fos Candido da Sil tonca, tres justificadas
na priineJr cadeira e rana dit
Antonio Joaquim de Souza Paraizo, tres inclusive
uina saMatma justificada na primeira cadeira e
uma dita nao justificada na mesma, e duas justifi-
cadas na segunda.
Antonio Goncalves de Almeida, duas justificadas
na primeira eadeira.
D. Antonio de Soma Silveira, duas justificadas na
primeira cadeira e tres melnsiv* urna sabbatina na
segunda, sendo urna faltno justificada.
Francisco Prisco de Souza Paraizo, duas justifi-
cadas na primeira cadeira e urna dita na se-
gunda.
Ezequel Franco de S, duas justificadas na pri-
meira roeira e urna dita na segunda.
Felipa* Franco de S, urna justificada na primei-
ra cadeira.
Paulino Rodrigues Fernandes Chaves, sete inclu-
sive una sabbatina na primeira cadeira, sendo
duas falta nao justificadas e seis inclusive urna
sabbatina justificada na segunda.
Pedro Jan: m Ferreira, cinco na primeira cadei-
ra, sendo quatro nao justificadas e quatro justifica-
das na segunda.
. Agostinno Julio do Couto Belmont, urna justifi-
cadajia primeira cadeira e urna dita na segunda
Joao Alves Mergulhao, duas justificadas na pri-
meira cadeira e nma dita na segunda.
Goncaio de Aguiar Bouto de Menezes, seis inclu-
sive urna sabbatina justificada na primeira cadeira
e tres justificadas na segunda.
Manoel de Siqueira Cavalcanti, seis inclusive duas
sabbatlinas justificadas na primeira cadeira e cinco
inclusive urna sabbatina ditas na segunda.
Barnab Elias da Rosa Caltaciros, duas justifica-
das na primeira cadeira e duas inclusive urna sab-
batina ditas na segunda
Virgilio Peixolo de Aranjo Palmeira, tres na pri-
meira cadeira, sendo urna sabbatina nao justificada
e una justificada na segunda.
Manoel Lopes da Cunha Maciel, duas justificadas
na primeira cadeira.
Epiphanio Yerres Domingnes da Silva, urna jus-
tificada na primeira cadeira e urna dita na se-
gunda.
Goncaio de Lagos Fernandes Bastos, duas justifi-
cadas na segunda cadeira,
Aristides de Paula Dias Martins, quatro na pri-
meira. sendo duas nao justificadas e quatro justifi-
cadas na segunda.
Jos Avelino Gurgel do Amaral, sete justificadas
na primeira cadeira c tres ditas na segunda.
Jbio Baptista da Costa Carvalho, urna justificada
na primeira cadeira.
Bento Minervino da Silva, urna justificada na pri-
meira cadeira.
Theodoro Thadeu da Assumpcao, duas justificadas
na primeira cadeira e duas inclusive urna sabba-
tina na segunda.
Beinvindo Pinto Lobao, tres na primeira cadeira,
sendo urna nao justificada e tres justificadas na se-
gunda.
Manoel Rodrigues de Arruda Cmara, seis inclu-
sive urna sabbatina justificada na primeira cadeira
e tres justificadas na segunda. .
Joaquim Germano Ramos, tres justificadas na pri-
meira cadeira e duas ditas na segunda.
Mathtas da Veiga Ornellas, seis inclusive una
sabbatina justificadas na primeira cadeira e duas
ditas na segunda.
Melcades Pereira da Silva, urna justificada na
segunda cadeira. -
Quinto tamo.
Alfredo Sergio Ferreira. tres justificadas na pri-
meira cadeira, tres ditas na segunda, e una dita
na terceira.
Enuinio Francisco Geroneio do Espirito Santo,
duas justificadas na segunda cadeira.
Milenode Torres Bandeira, duas nao justificadas
na primeira cadeira. sete justificadas na segunda e
seis na terceira, sendo tres nao justificadas.
Manoel Barboza de Araujo, duas justificadas na
primeira cadeira. quatro ditas na segunda e seis
ditas na terceira.
Olvmpin Euzebio de Arroxcllas Galvao, urna jus-
tificada na segunda cadeira e urna dita na ter-
ceira.
Celso Tertuliano Fernandes Quintella, una jus-
tificada na primeira cadeira.
Dario Gomes da Silveira, urna justificada na pri-
meira cadeira, quatro ditas na segunda c quatro
inclusive una sabbatina ditas na terceira.
Francisco Leonardo de Souza Miranda Couto,
una justificada na primeira cadeira.
Manoel Jos Goncalves Fraga, ma justificada na
primeira cadeira e urna dita na segunda.
Cali i'.uerreiro de Castro, duas justificadas na
segunda cadeira e una dita na terceira.
Antonio de Souza Uayma, urna justificada na pri-
meira cadeira. duas ditas na segunda e duas ditas
na terceira. _M
Raimundo Tlieodorico de Castro c Silva, duas
justificada na primeira cadeira, quatro ditas na se-
gunda, cinco e um quarto nao justificadas na ter-
ceira.
Jos lves da Silva, una justificada na primeira
cadeira, tres ditas na segunda e duas ditas na ter-
cena.
Jos Mariano Ribeiro, tres justificadas na pri-
meira cadeira, onze inclusive duas sabbatinas di-
tas na segunda e dez na terceira, sendo imatro nao
justificadas.
.lose Rodrigues Pereira Jnior, quatro nao justi-
ficadas na primeira cadeira, cinco inclusive urna
sabbatina justificada na segunda e quatro nao jus-
tificadas na terceira.
Eduardo Leger Lobao, uina justificada na pri-
meira cadeira, urna dita na segunda e uina dita na
terceira.
Jos Mara da Alhuqucrque Lacerda, tres nao
justificadas na primeira cadeira.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque,
tres justificadas na primeira cadeira, inclusive duas
sabbatinas ditas na segunda e una dita na ter-
ceira. ,
Manoel dfl Valadao Pimentel, quatro justificadas
na primeira cadeira. quartoze inclusivo duas sab-
batinas justificadas na segunda e onze inclusiveduas
sabbatinas ditas na terceira.
Alfredo Sergio Teixeira de Macedo, duas justifi-
cada na primeira cadeira, tres inclusive urna sab-
batina dita na segunda e duas ditas na terceira.
Carlos Augusto Naylor. quatro nao justificadas na
primeira cadeira, onze inclusive duas sabbatinas
justificadas na segunda e nove inclusive cinco sab-
batinas justificadas na terceira.
Manoel Joaquim dos Sanios Patury, tres justifi-
cadas na segunda cadeira.
Antonio Jos Marques, duas justificadas na pri-
meira cadeira, tres ditas na segunda e tres ditas na
terceira.
Ignacio Accioli de Almeida, duas justificadas na
primeira cadeira.
Joao Franklin da Silveira Tavora, tres justifica-
das na primeira cadeira. seis inclusive urna sabba-
tina dita na segunda e quatro nao justificadas na
terceira .
Antonio Raulino de Souza Uchoa, urna justifica-
da na primeira cadeira, quatro inclusive urna sab-
batina dita na segunda c quatro inclusive una sab-
batina dita na terceira.
Affonso Javier Fortes de Bustamante, duas
justificadas na segunda cadeira e duas ditas na
terceira.
Francisco Antonio Correa de-S, tres justificadas
na primeira cadeira, duas ditas >a segunda e duas
ditas na terceira.
Joao Jos de Moura Mjgalhaes, tres nao justifica-
das na primeira cadeira, seis justilicadasBna segun-
da, quatro ditas na terceira.
Manoel Pereira Guimaraes, urna justificada na
irinieira cadeira e urna dita na segunda.
Joao Fernandes Claves Jnior, duas justificadas
na primeira, cadeira, cinco ditas na segunda e dc-
zesete inclusive tres sabbatinas nao justificadas na
terceira
Francisco Antonio Filgueiras Sobrinno, quatro
nao justificadas na primeira cadeira, cinco justifi-
cadas na segunda e tres ditas na terceira.
Joaquim Moreira Lima, duas justificadas na pri-
meira eadeira, sete ditas na segunda e duas nao
justificadas na terceira.
Bernardo Dias de Castro Sobrmho, duas justifica-
das na primeira cadeira, seis inclusive urna sabba-
tina dita na segunda e cinco inclusive duas sabba-
tinas ditas na terceira. _
Joao Antonio de Barros Jnior, tres justificadas
na primeira cadeira, dez inclusive duas sabbatinas
ditas na segunda, e seis inclusive urna sabbatina
dita na terceira.
Antonio Lopes da Silva Barro?, urna justificada
na segunda cadeira.
Livino Lopes de Barros e Silva, cinco inclusive
urna sabbatina justificada na segunda cadeira e
vinco inclusive duas sabbatinas ditas na terceira
Candido Marlins de Almeida. quatro nao justifi-
cadas na primeira cadeira, quatro inclusive urna
sabbatina justificada na segunda e tres ditas na
terceira
Vicente Candido Ferreira Tourinho, quatro nao
justificadas na primeira cadeira, seis inclusive urna
sabbatina justificada na segunda e tres ditas na
terceira _
Manoel Leocadio de Lima, duas justificadas na
primeira cadeira, duas ditas na segunda e urna di-
ta na terceira.
Manoel de LemosSouza Machado, urna justifica-
da na seganda eadeira e urna dita na terceira.
Jos Baptista GMrana, duas justificadas na pri-
meira cadeira, urna dita na segunda e ama dita na
terceira.
Joaquim Paulta Bastos de Oliveira, duas justifi-
cadas na primeira cadeira, urna justificada na se-
gunda e una dita na terceira.
Lourenco Bexerra Cavalcanti de Albuquerque,
tres nao justificadas na primeira cadeira, tres justi-
j tirarlas na segunda e tres ditas na terceira.
Custodio Jos Le te de Salles, quatro nao justifi-
. cadas na primeira cadeira, oite inclusive urna sab-
batina justificada na segunda e seis inclusive duas
sabbatinas ditas na terceira.
Joao Silverio Marques Bacalho, tres justificadas
na primeira cadeira, duas ditas na segunda e urna
dita na terceira.
Magno Bruno Marques Bacalho, tres justificadas
na primeira cadeira, duas ditas na segunda e duas
ditas na terceira.
Francisco Amintas da Costa Barros, urna justifi-
cada na primeira cadeira, e urna dita na segunda.
Jernimo Cabra! Rodrigues Chaves, duas justifi-
cadas na primeira cadeira, urna dita na segunda e
duas nao justificadas na terceira.
Flix Jos de Souza Jnior, quatro nao justifica*
das na primeira cadeira, cinco inclusive urna sab-
batina justificada na segunda e seis inclusive urna
sabbatina nao justificadas na terceira.
Jos Joaquim Domingues Carneiro, urna justifi-
cada na primeira cadeira tres ditas na segunda e
urna sabbatina dita na terceira.
Trajano Viriato de Medeiros, duas justificadas na
primeira cadeira, sete inclusive urna sabbatina nao
justificada na segunda e olto inclusive urna sabba-
tina nao justificadas na terceira
Vctor Izaae de Araujo, quatro nao justificadas na
primeira cadeira, duas justificadas na segunda e
duas nao justificadas na terceira.
Francisco Antonio de Freitas Barros, tres nao
justificadas na primeira cadeira, tres justificadas na
segunda c tres ditas na terceira.
Jos Fiel de Jess Leite, quatro nao justificadas
na primeira cadeira, sete inclusive urna sabbatina
justificada na segunda.
Manoel da Costa Honorato, urna justificada na
primeira cadeira, urna dita na segunda c urna dita
na terceira.
As faltas da primeira cadeira do quinto anno,
que anda nohaviam sido abonadas, foram dadas
como taes na sessao cima mencionada, menos as
dos estudantes Mileno de Torres Bandeira, Jos Ro-
drigues Pereira Jnior, Jos Maria Carneiro de Al-
buquerque Lacerda, Carlos Augusto Naylor, Joao
Jos de Mdura Magalhaes, Francisco Antonio Fil-
gueiras Sobrinho, Candido Martins de Almeida,
Vicente Candido Ferreira Tourinho, Lourenco Be-
zerra Cavalcanti de Albuquerque, Custodio Jos
Leite de Salles, Flix Jos de Souza Jnior, Vctor
Izaac de Araujo, Francisco Antonio de Freitas Bar-
ros e Jos Fiel de Jess Leite.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife 14
dejulho de 1863.O secretario, Jos Honorio Be-
zerra de Menezes.
Tribu inri di nmfgerno.
ma secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data foi ins-
cripto no respectivo livro de matriculas o com-
raerciante portuguez Joao Jos Ferreira, de 32 an-
nos de idade, domiciliado rom sua casa de com-
mercio de grosso e a retalho, na cidade da Victo-
ria desta provincia.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 17 de jamo de 1863.
Julio Guimaraes,
Offlcial-maor.
DECLARARES.
anta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illm.* junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que no
dia 23, do corrente pelas 4 horas da tarde na sala
de sus sessoes contina a praca das rendas das
casas abaixo declaradas .por tempo de um a tres
sanos.
Os pretendentes devem comparecer acompanha-
dos de seus fiadores ou munidos de cartas destes.
Estabelecimentos de caridade.
RuaDireita.
N. 4 particular e 33 publico um andar. 565000
N. 82 particular c o publico tres an-
dares................1:0105000
N. 83 particular e 7 publico tres an-
dares.............. 920*000
Ra do Padre Floriano.
N. 6 particular e 47 publico casa terrea. 1865000
N. 7 particular e 45 publico casa terrea. 126j>000
N. 66 particular e 63 publico casa- ter-
rea ............... MMO00
X. 90 particular e 13 publico casa ter- \
rea................ 181J00O
lieceoda Carvalha.
f. 10 particular e o publico casa terrea. 149*000
Ra dos Pescadores.
N. 16 particular e 11 publico casa ter-
rea................. HgfOOQ
Ra da Calcada.
N 17 particular e 30 publico casa ter-
rea................. 174*000
N. 19 particular c 84 publico casa ter-
roa....... .......... 149*000
N. 21 particular o 38 publico casa ter-
rea............ .. .. 156*000
Ra da Viracao.
N. 27 particular c 19 publico casa ter-
rea....... .......... 283*000
Ra de Sania Thereza.
N. 31 particular e 7 publico casa terrea. 196*000
N\ 32 particular 6* publico casa terrea, 204*000
Ra de Hortas.
X. 29 particular e 41 publico dous anda-
res................. 853*000
Ra da Roda.
X. 35 particular e 3 publico casa torrea. 1085001
X. 36 particular e 5 publico casa terrea. 89*IMX)
X. 37 particular e 7 publico casa terrea. 1125000
X. 99 particular e 1 publico casa terrea. 120*000
Ra Xova.
X. 43 particular e 41 publico casa ter-
rea................ 752*000
X. 46 particular e 48 publico um andar. 1:312*090
Ra da lmperatriz.
X. 47 particular e 68 publico casa ter-
rea................ 3065000
Ra da Gloria.
X. 51 particular e 63 publico casa ter-
rea............... 144*000
Ra do Encantamento.
X. 52 particular o 3 publico 3 andares. 480*000
Ra do Azeite de Peixe.
X. 53 particular e 1 publico 2 andares. 6OO5OOO
Ra do Amorim.
X. 54 particular e 31 publico um andar. 150&000
Ruada Lapa.
X. 36 particulare 8 publico um andar. 1445000
X. 73 particular e 5 publico um andar. 4205000
Ra do Pilar.
X. 59 particular e 73 publico casa ter-
rea.................. 1835000
Ra de Sao Bom Jess das Crioulas.
X. 61 particular e 8 publico casa terrea. 131*000
Ra do Xogueira
X. 62 particular e 17 publico casa ter-
rea......... ........ 260*000
Ra da Cruz.
X. 68 particulare 13 publico3andares. 1:200*000
Ra da Cadeia do Recife.
X. 72 particular e 30 publico 3 andares. 7005000
Beccoda Lama.
X. 75 particular e 30 publico casa ter-
rea................ 91*000
Travessa do Carcerciro.
X. 83 particular e 11 publico casa ter-
rea ................ 100*000
X. 87 particular e 17 publico casa ter-
rea................. 125*000
Patrimonio de orphios.
Ra da Madre de Dos.
X. 24 particular e 26 publico dous an-
dares................ 901*000
Becco das Boias.
X. 39 particular e 18 publico dous an-
dares........ ........ 300*000
Ra da Moeda.
X.-44 particular e 21 publico casa ter-
rea................ 2al*000
> Ra do Amorim.
X. 54 particular e 21 publico 3 andares. 300*000
X. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea................ 72*000
Ruado Burgos.
X. 69 particular e 21 publico casa ter- .wnni.
rea .. .. .......... 72*000
Sitio do Parnameirim. ^.^
N. 1 particular............ 300*000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 18 de julho de 1863.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro
Terca-feira 21 do corrente serao arremata-
dos dous escravos de 11 a 12 annos cada um, os
quaes foram penhorados a Joaquim Vicente Mar-
ques por exeeuco de Manoel Fructuoso da Silva,
no juizo municipal da 1.' vara, escrivo Santos.
No dia 22 do corrente mez, na sala das au-
diencias, depois de meio dia, se nao de arrematar
por venda em praca publica do Sr. Dr. juiz muni-
cipal da 2.* vara, escrivo Santos, 5 escravos pe-
ndrados a Jos Florencio de Oliveira e Silva por
exeeuco de Manoel Joaquim Baptista. Se nao
houver audiencia no dito dia fica a praca transfe-
rida para a primeira do mesmo juizo, Recife 18
de julho de 1863.Manoel Joaqutm Baptista.
Pela mesma secretaria se faz igualmente publico
que foram inscriptos no competente livro os pata-
chos Palma e Jaboato, este de 285 toneladas e
aqueUe de 222 toneladas, propriedades do Baro
do Livramento, e mestres, do 1. Miguel Archanje-
lo Rock e do 2. Jos Adelino Carneiro da Cunha.
Secretaria 17 de jumo de 1863.
Julio Guimaraes,
Official-maior.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do .tribunal do commercio de
Pernambuco se foz publico que nesta data fica re-
gistrado o contrato de sociedade, que em 30 de ju-
iiho ultimo fizeram Manoel Jos de Souza, Boa ven-
tura Azevedo de Andrade e um commanditario, es-
tablecidos nesta cidade com negocio de fazendas,
sob a firma Souza, Andrade A C, com o capital de
55:935*330, fornecidos 14:901*218 pelo socio Sou-
za, 11:034*112 pelo socio Azevedo, c 30:000* pe-
lo commanditario; devendo a mesma sociedade
durar por espaco de 4 annos.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-
buco 20 de julho de 1863
Julio Guimaraes,
Official-maior.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
uintes :
Para o arsenal de guerra.
5 duzias de taboas de amare I lo de 16 pollegadas
de largura e 26 a 28 palmos de comprimento.
200 vassouras de piassava.
18 meios de sola de lustre.
20 pclles de dito.
50 macos de obreias.
40 quintaes de ferro inglez em barra de 1 '/i
pollegada de largura e 7 de grossura.
200 meios de sola.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conseibo, as 10 horas da manhaa do dia 24 do cor-
rente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 16 de julho de
1863.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barro*,
Vogal secretario.
Por esla subdelegada se faz publico a quem
interessar, que foi preso e acha-se recolhido casa
de detcncao um preto que diz chamar-se Manoel e
serescravo do Sr. Jos Rodrigues de Sena, do
engenho Frexeir ; quem se julgar com direito
compareca munido de seus ttulos, quelhe ser
entregue-
Subdelegada do Peres, 18 e, julho de 1863.
O subdelegado
Alexandrino Martins Correia Barros
Peta subdelegada do Peres foi aprehendido e
posto em deposito um cavallo ruco, dous saceos e
um cinto contendo em dinheiro 6*900, quem fr
seu dono compareca, que pfovando, lhe ser en-
tregue.
Subdelegada do Peres, 18 de julho de 1863.
O subdelegado
Alexandrino Martins Correia Baos.
Arrematado.
A arreniataco annunciada por este Diario dos
engenhos c escravos pertencentes a heranga do fi-
nado Jos Fernando da Cruz, dever ter lugar 110
dia 25 do corrente, depois da audiencia do lllm.
Sr. Dr. juiz municipal da 2.* vara.
fleta adrmnisfrarao do correpWWade
se faz publico, que pela celeridade com que pai -
tem os vapores da companhia franceza, com es-
pecialidade para os portos da Europa, qae 'de ora
em diante, logo que os mesmos vapores ^tarem o
signal de se acbarem fundiados, serao fechadas
as malas que ti verem de conduzirem para a At-
ropa.
Corre de Pernambuco, 18 de julho de 1863.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
Arrematacfio.
Xo dia Io do prximo mez de agosto se ha de ar-
rematar depois da audiencia do filia. Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara, por execucao de Bal-
tlar A Oliveira cinco moradas de casas terreas si-
tas nesta cidade, pertencentes a heranga do finado
Jos Pernando da Cruz, sendo 3 na ra Direita n.
41 avallada por 1:700*, n. 67 por 1:^00* e n. 111
por l;2O0*, urna no largo da nbeira de S. Jos n.
23 por 1:500*, e urna na ra de Hortas n. 60 por
O abaixo assignado, lancador da recebedo-
ria de rendas internas geraes, de conformidade
com o artigo 37 e seus do decreto de 17 de
margo de 1860, tendo de fazer a cojlecta no ba-
irro do Recife, dos impostos a que esto sujeitas as
lojase casas comaierciaes e nutras de diversas
elasses e deuominacoes ; avisa aos donos dos res-
pectivos estabelecimentos, que tenham presentes
no acto da collecta os recibos e papis de arren-
damento de suas casas, visto que elles -fero de
servir de base ao processo do laucamente, o qual
ter principio no dia 20 do presento mez- aas ras
seguintes: caes d'Alfandega, largo da mesma, arco
da Conceico, ra da Cadeia, da Cruz, da languc-
ia, do Torres, e boceo do Abreu.
1863.
Jos Theodoro de Sena.
THEATRO
Para o lracaty.
Ohiate Nicolao I. est prestes a seguir viagm
para o Aracaty, pode anda receber alguma carga
liara que se trata com os consignatarios ra da Ca-
deia n. 57.
DE
r?->>4
JEMPREZA
DE
A. J. DIARTE C0HBR4.
QuarU-feira 22 de jubo de I m;).
A BENEFICIO
DO
ACTOR LISBOA.
Depois que a orchestra, dirigida pelo distincto
Srofessor Pedro Baptista, tiver executado urna fin-
ante symphonia. subir scena o muito applau-
dido drama em quatro actos
O PODER DO OURO.
Findo o drama, o Sr. Penante cantar pela pri-
meira vez neste thcatro a chistosa aria cmica
O SIMPLICIO P AI ViO
msica tirada da opera rouiica
A VELHICE NAMORADA.
Dar fim ao espectculo, a pedido de muitas pes-
soas, a serapre apjilaudida comedia em um acto
O IIOLL.AXDEZ
or
PAGAR O MAL QUE NAO FEZ.
Sendo ilesempenliado o POETA pelo Sr. Coimbra.
Os rtlhetes acham-se venda em casa do bene-
ficiado, ra de Hortas n. 120, ou no thcatro.
Principiar s 8 horas.
^
Para o Rio .rancie do Mu.
Segu o brigue nacional Olinda, at o fim
do corrente mez, com a carga que tiver; re-
cebe alguma a u-ete e por qualquer preco :
trata-se com Battar & Oliveira, ra da Cada
n. 26.
LEILOES.
DE
I
CBAHDE CONCERT
9 VOCAL E IXSTRtMEMTAL
% K0
Sil VO DO THEATRO DE SANTA ISABEL.
A BENEFICIO
DA
PRIMEIRA PARTE.
"^5
I.* Ouvertura pela banda militar.
2. Grande symphonia quatro miosda opera (iiiilhcrme TelK do im-
mortal mestre Rossini, executada ao piano pela beneficiada e o dis-
tincto professor Innocenzo Smollz.
3. Scena e aria da opera II Trovaiorr, do mestre Verdi, cantada
pela Sra. D. Egislena Santini. *.
4. Duelo Sonvenir dfli'Alilla, para piano e rabeca por fazzini,
executado pela beneficiada e o professor Pedro Justino.
5. Capritio para piano sobre motivos da opera Ernani, por E. Pru-
deot, executado pela joven beneficiada.
SEGUNDA PARTE.
I. Ouvertura pela banda militar.
2. Symphonia qualro oaos, da opera Semiraraide, do mestre Ros-
sini, executada ao piano pela beneficiada e o Sr. Smollz.
3." Cavatina da opera Lucrecia Borgia, cantada pela Sra. D. Egislena
Santini.
4. O Sr. Pedro Justino e o distincto artista dramtico o Sr. Fur-
tado Coelho executaro um duelo, para piano e rabeca, de sua escolha.
5. Fantasa de concert sobre Belisario, do mestre Donizetti, por
A. Goria, executada ao piano pela joven beneficiada.
N concert ser finalisado com um romance brasileiro, que a poesa
a poesa o primeiro pensamenlo musical, composto pelo Sr. Dr.
Barros Jnior, e introdcelo, acompanhamento e final, composto pelo
Sr. maestro Francisco Santini, que ser cantada pela Sra. D. Egislena
Santini.
este o divertimento que a beneficiada destina ao publico Ilustrado
desta capital. Contando com a proteccao do mesmo, a beneficiada lhe
protesta os seus mais sinceros agradecmentos; e com muita especiali-
dade Exma. Sra. D. Egsna Santini e aos distinctos professores, que
to generosamente se prestam para abrilnantar o mesmo concert.
Principiar s 8 horas.
1
SQS50Qies>Q>i^SSSOS5D^
s-5'
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaeo costeira a vapor.
Parahjlia, Natal, Mario, Aracaty e Cear.
O vapor Jaguaribe, commandante
Moura, seguir para os portos do
norte at o Cear no dia 22 do
corrente as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia Si, eneom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia da
sahida as 3 horas : escriptorio no Forte do Mat-
tos n. 1.
MESSAGERIES IMPERIALES.
MSO.
A sahida dos paquetes franeezes do Rio de Ja-
neiro para a Europa ter lugar deste mez em dian-
te no dia 4 de cada mez, devendo portanto chegar
aqu no dia 30.
Para Lisboa
sahe com a maior brevidade o brigue portuguez
Relmpago por ter a maior parte da oarga promp-
1.1 : quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sagem, para o que tem boas commodos, trate com
o consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, ra
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o capl-
tao na praca.
COMPANHIA PEILMANBUCANA
DE
Navegacao costelra vapor.
Macis e escalas
O vapor Mamanguape segu
para os portos do sul at Macei
no dia 25 do corrente as 5 horas
da tarde. A carga ser recbida
at o dia 24 ao meio dia, en-
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o
dia da sahida as 3 horas: escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Para o Porto
segu impreterivelmente no dia 23 do corrente o
brigue portuguez S. Manoel I, recebe nicamente
passageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos : a tratar na ra do Vigario n. 10, cora os
seus consignatarios. Manoel Joainiim Ramos e Sil-
va & Genro.
Urna mobilia de Jacaranda, 2 candieiros de gaz, 2
ditos de azeite, 2 caalicaes e mangas, 2 tapetes,
2 esearradeiras, 2 tancas e iiertences para corti-
nados, i oculo c estante, i caixa com revolver, i
toucador, 2 estantes pequeas, 1 divn, 1 consolo
compedra, 12 cadeiras americanas, 6 ditas ita-
lianas, 2 ditas de bataneo, 2 mesas de jogo, 1 me-
sa redonda, 2 commodas, 1 secretaria, 1 bid, 1
marqueza, cama de ferro e lavatorio, 1 apa-
rador, 1 mesa clstica, 1 apparelho para jantar,
1 dito para almoco, crystacs, 1 machina para ca-
f, i guarda comida de rame c outros objectos.
IIOJI.
O agente Pinto far leilao por conta de um seu
amigo que retira-sc desta provincia de todos os ob-
jectos supra mencionados existentes 110 lerceiro
andar do sobrado da ra do Trapiclie Novo n. 14.
casa do consulado de Franca, devendo ter princi-
pio as W horas do dia cima dito na referida casa.
iOTERI.
Quarta-feira 5 de agosto prximo se pxlra-
hr a ultima parte da primeira e primeira
f-da segunda lotera da Sania Casa da Miseri-
cordia.
Os bilhetes e meios bhetes a<-ham-se a
venda na respectiva thesouraria, roa do
Crespo n. 15, e as casas commissii oda*
ra da lmperatriz n. 41, loja do Sr. Timen-
tel, praca da Independencia d.*2, loja do Sr.
Soares Pinheiro, ra Direita n. 3, botica do
Chagas, ruada Cadeian. 45, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estabelecimeoto do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/at IOS serio pa-
gos urna hora depois da extraerlo at as i
horas da tarde, e os outros no dia seguale.
depois da destribuico das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Soaza.
Fazcodas para liquidado en lo-
tes pequeos.
ME
A tiro de martcllo.
O agente Pestaa vender para acabar e liqni
dacao a tiro de insrtello o resto das fazendas da
ra da Cadeia 11. 50, onde existem ainda casacas,
lletots, colletes, cortes de vestido, lencos, chales
de laa e merino, chapeo, luvas. meias e tamban
venezianas da India de palha pan janellas. charu-
tos de manilha, csteiras para carro e muitos outros
artigos que serao vendidos sena limites : hoje s 10
horas na loja cima.
LEILA DAS DIVIDAS DA MASSA FALLIDA DE
BRAZ MARCELINO DO SACRAMENTO.
Terca-feira 21 do corrente na ra da Cadeia
n. 53, as 11 lloras.
O agente Euzebio vender em leilao pelo maior
preco que se aehar a equerimento do depositario
e autorisacao do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, as* dividas daquella massa.
Predios.
l'm sitio na estrada de S. Jos do Mangumlio
com casa de sobrado em terreno proprio, coxeira,
estribara, senzala. casa de deposito d'agua do en-
canamento, cosinha ao lado, bnixa para capim, di-
versos arvoredos, murado na frente com porta
grade de ferro.
Metade do siliojda Passagem da Magdalena com
um sobrado de um andar, coxeira, estribarla, sen-
zala. murado com grdame e porto de ferro na
frente.
Quarta-feira 22 do corrente.
O agente Almeida far leilao pela segunda vez
dos predios cima pertencentes 1 massa fallida de
Bastos & Lomos e despacho do lllm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio.
O leilao,ter lugar na associaean conimercial as
11 horas.
LEILAO
DE
. barris eom vluho tinto.
' Quarta-feira 22 do corrente:
O agente Pestaa vender por conta e risco dt
quem pertencer 50larris com excedente vinho tin-
to desembarcado ltimamente em um ou mais lo-
tes, quarta-feira 22 do corrente pelas 10 horas da
manha no trapiche do baro do Livramento no
Forte do Mattos.
Leilao quarta-feira 22 do corrente na porta da as
sociaeao eommerrial as 11 horas.
Sitio na Capuiga da viuva de Joo Evangelista da
Costa e Silva seo rudimento de 5005,
terreno proprio.
Para pagamento de credores.
O agente Euzebio vender em leilao o sitio na
Capunga, com grande casa de vivenda para nume-
rosa familia por ter muitos commodos, casa para
escravos, feitor, cacimba com excellente agua, lioiii-
ba. tanque e casa de banho, com viveiro, baixa de
capim, muitos arvoredos de fructos que seria en-
fadoiilio descreve-los, com tudo se dir que tem
cerca de 200 pea de larangeiras de diversas quali-
dades, sapotis, goiabeiras, abarate, nangueira, par-
reir, emtim, convida-se aos pretendentes queirain
dirigir-se quelle lugar a examinar o sitio que
com vista serao satisfeitos : devide cora o do Srs.
Antonio Roberto e Jacobina. ______,
LeiBe quarta-feira 22 do corrente na porta da as-
sociacao coinmercial s 11 horas.
Parte do sobrado n. 53 ra da lmperatriz no va-
lor de 3:0005. MM
Dito de dito 11. li ra do Torres dito 5:000*.
Pertencente a massa fallida de Bastos & Lemos.
O agente Euzebio de novo submette a leilao as
partes dos sobrados cima como foi determinado
pelo juizo do commercio no acto do leilao serao
apresentados os ttulos.
E em seguida rao as seguintes casas :
Rua Imperial n. 9, que rende 18$; dem n.
14, do lado do nascente, que rende 105; rua da
Calcada n, 45, que rende 18$; e rua do Forte n. o,
que rende 8$.
LEILAO QUARTA-FEIRA 22 DO TORRENTE
ao meio dia a porta da associacao commorcial.
Da casa terrean. 67, rua da lmperatriz, rende
4005 Pr ann0- ...... _- #
dem n. 4, ruaVelha, rende 264*, dito, chaos fo-
reros.
O agente. Euzebio vender em leilao por conta e
ordem de quem pertencer os predios acuna
iielo maior preco que se achar, sendo que a casa da
rua da lmperatriz incluindo todo o terreno at a
rua da Ponte Vclha constando cerca de 580 palmos
de fundo e a da rua Vclha n. 4, tem 4 quartos, 2
salas, cosinha tora, quintal grande, cacimba : os
pretendentes sao convidados ao previo exame, os
ttulos serao presentes. ____________
LOTERA.
O thesoureiro das loteras desta prorin-
cia, desejando extrahi-las em maior capital
e com menores intervallos, iifTerere a vanta-
gem de dous por cento fju*m nwiprn-
para negocio, na quanlia de 100-5 para rima;
assim como se prope a estabelerer rorres-
poodencias para quaiquer loralidadf da pro-
vincia, remetiendo bilhetes, meios e lista>.
soh Ranea Monea; ilevendo pagamento
del les ser feilo logo que srjam recbalas as
listas c novos bilhetes ivinettd>s. O the-
soureiro i-orto da convenienciadettfl negocio,
convida aos'Srs. eonuiieiviaiites ila Victoria.
Goianna. Itio Formoso. Na/juelh, SerinWMi
emais localidades populosas la provincia. 9
mesmo os desta capital, que o quizerwa. ;t
entenderein-se nuil elle, na thesouraria da-.
loteras, rua do Crespn. 13: advertind>
que recebera em pagamento e sem kaconto.
os bilhetes premiados de todas as lotera*
da provincia recolhidos i Ihesouraftt da fo-
zenda provincial.
Thesouraria das loteras, O dejtmbo de
1863.
O Ihesotnviro,
Antonio Jos Rodrigue* 'le Sooxi.
Aluga-se 11111 pn-to perfcitocozinheir
habilitaeSes para casa ralrangelra, pr t>-r prati
de servir com esta gente a tratar rom Joaquim
da Silva Costa, em seu eslabelivimento da ni <
Cruzes junto esta tvpugr.iphia._____________
Participado.
lu/liiiniiiar'l'i ls /iij'i'ln f.-
ollios.
Sr. redactor.Para fazer conhecer ao puMir* 1-
militas e extraordinarias virtudes da- clnpasaKdi-
cina.'s dbSr. Ricardo Kirk. ven stassrfka %n4
comigo succeil.-ii. Eutinha una inflaiunnriV
ligado que chegou a iucommodar-tae d tal ian 1
ra. que. hativsannos. jnao trabnsbav |+> neu
offlcio; e. ali'in desta nao iteqnena nfennidade.
soffri tainbein nina forte mtlammaeao d'llM% *
ponto de estar por doze annos quasi reg ctof--
querdo : com a applica';o da- di'a< -napa*. #j**
em nada me incommodaram, liquei |N-rMtaiM!f
curado, em 11111 mez, de ambas as BMlr.SBH
Sirva-se. portanto, Sr. redactor, dar puMicidaV
a estas linhas. para conhecimento do jmMir: s"to
qual favor lhe ser grato o seu venerador.lfe?*H-
110 llenricpies da Silva.
Reconhacida verdadeira a asignatura supra -
lo tabellio
__________Jos Pinto de Morae*._______
Agostinho Ferreira Calliar.-no. s'iInMo per-
tugoes, ivtira-se para a Europa, a tratar tle B
sadp.
* r.
O commendador Antonio de Sosoa I- '< 1
roga a seus amigos, mesmo aquelles que ni>
ti verem recebido carta- de convitf. qut'iram
fazer-lhe a honra de ai-oni|ianliarefl o rnrpn
de sua pesada eoasarte D. Maria IyofioMhM
de Souza Leo. que Dcsa foi servido |rar
para sua santa Gloria, hoje, |>elas hora- inanli'i.i, da BVJI 'I'' KOMI MfestS di i\
ceicao dos Militares, onde se acha de|m-iU>l
para o cemiterio publico. Por ol honra li
cara sobremaneira agradecido. ____
-
mmmammm
Francisco Ignacio Pinto niiit*- leil.".
galmcnte estabelecido nesta cidade. miidou
escriptorio da rua da Cadeia do Recife n '
primeiro andar do sobr.uk> 11. 24 na m">ma rua.
ondeapoder ser procurado das y Iwras du d
da tarde, e desta hora em dame no It
contigua ao qartel onde reside actualmente.
Na rua do Mondego n. 85 corta-se papel para
enfeitar rom.
LEILAO
Bolachlnha ingleza.
O agente SimSes far leilao por conta de quem
pertencer, de cerca de 200 barricas com bolaclu-
nhas, chegadas ltimamente, em um ou mais lotes:
qmnta-feira 23 do corrente mez, as 10 horas o
meia da manha, no armazem do Sr. Annes, de-
fronte da alfandega.
Leilao qunta-feira 23 do corrente as 11 horas.
Da armario da loja na rua Nova n. lo.
Por interveneao do agente Euzebio se vender
em leilao ao correr do marteo a armaeao da loja
acima,garante-scotraspassodas chaves cujo atu-
guel da casa razoavel. '______
iii:iii\o
Para l.Hboa
O veleiro brigue portuguez Laia II, capitao A.
F. Vieira sahir no da 25 do corrente por ter a
maior parte de seu carregamento prompto : para
carga e passageiros. trata-se com o consignatario
E. R. Rabello, rua da Cadoia n. 55. I
Para o Haranho e Para
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido brigue escuna Joren Arthur, tem a
seu bordo pite de seu carregamento ^ para o res-
to que lhe falta, trata-se com os seus consignata-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C^ no .
seu escriptorio rua da Cruz n. 1. i
Aexta-felra t4 do correte.
Na rua da Cadeia n. B,
O agente Euzebio vender em leilao diversos ob-
jectos de oure, prata e obras de marcineiria.
AVISOS DIVERSOS.
iiisthiiio Archeologleo e Geo-
graphleo Peraaanbueano.
Haver sessao ordinaria qajuta-feira, 23 do cor
rente, s 11 horas da manhaa.
Secretaria do Instituto, 20 dejulho de 1863.
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
<;abine(e lucdioo-eirurgl
iRua dn km n. 2S 1 llha dos Ratesl tm
1110 ponte de Santa Isabel.
ODr. Joao Mara Sevi-, medi-opasfJSM
e operador continua no Siwdrie profisso, sempre proni|)to a qual>|Urr
chamado.
Recelie em sua casa escravos e criados
doeiltes de ailllnis .,- sexos e taiilln'lll 11.1-
rujos. para o que tem pre|taraalo cmiv.-
nientes accommodacijes, garantimlo-lli--
melhor tratamento. peta prona s 2-5 J
ros, salvo operaciM-s que rofli pp
mente ajustadas.
-'OI
Joo Keller & ('- como adininisti 1 !
massa fallida de Martinlio de Oliveira Burgrs a-i>-
risados pelo Illm. Sr. Dr. juiz do commercio. pn-
gam o primeiro dividendo aos Srs. endoro na ra
zo de 8 |ior cento.
Alteoct.
Aluga-se a casa da senhora viuva Marnadoni
estrada Nova do (axang. com muito iiminmln
para familia, grande quintal murado, com frora-i-
ras, estrilara e quartos para excravos : mnn(re-
tender dirija-se ao sitio Retiro no mesmo lagar mi-
achara com quem tratar.
Precisa-se de urna ama de leite une na
filho: na rua Direita n. 1. segundo amlar.
Alugam-se duas casas torreas novas, com
commodos para familia, na rua, da AmizaJe na j-
punga : a tratar na rua da Santa Cruz n. i\, k>-
Vista.__________________________________
Aluga-se urna prela para servico de c*n :
na rua da Guia n. 26.______________________
Manoel Ribi'iro da Silva vai ao orle Arsi
provincia a negocio.
No sabbado de tarde desapparecen da t_-
do armazem l'rogrosso do Pateo da Peaha, n. M.
urna burra castanha, torrada no quarto e no piei-
xo com o ferro B, e tora na taboa do peseoro imia
feridinha ja eneascada, foi carregada com roa
sacca de farinha de mandioca e iiuatro auroro
fastas, pertencento ao Sr. Braz Carneiro lei,
senhor do engenho Ihio-Santo. houve quem a tb-
no mesmo dia s 5 horas da tarde. defrmM d ar-
senal de guerra, e por isso de supesr eje a*-
guem a pegasse, e pede-ee encan*Wtom'i a
quemdella souber dar noticia parteeipe a seu hm.
no engenho cima, ou no armazem Progross m
pateo da lVnha, n. 10
Alugam-se duas cscravasv nma costea bem.
lava e engomma, a mitra faz tudo, porm nao eow
lierfeieao. ambas campram e fasesiito ser*
de unta casa -, quem as pretender dinje-se a re
do Rangel, n. 60. segundo andar. ________
Perdeu.se urna pulceira de onro y**,**
do corrento, da igreja do Gamo as fceroro r
cinhoda Panella; quem a ^cnon, Jero-a a na
Augusta, n. 2, que ser recomproanro
Precisase de 7:000 a prno, dndole por
Tsfr _____.l... um nmi nvnsksanaA^BBSk rosapjejpfe


garanta bvpotheca em urna
tiver e quizer dar annuncie, declarando a
o lugar em que se deve procurar ~

mam




I
Mario de ftrrnainjuc Tert?a felni *I -*e Julho de 183.
NOTICIA NOTICIA NOTICIA.
A. \V. Osbornc retrasla americano na raa"
<1o Imperador parteiipa ao respeitavel puM-
oo que. elle acaba de receber dos Estados-Uni-
dos o novo e valioso proeesso da photogra-
pliiaha pouco descoberto nos Estados-Unidos, I
sendo este novo systema superior a Uadoi
qtianto at o presente se tem descoberto;
' sendo o annunciante o nico em todo o impe-
rio do Brasil, que possue o dito systema
photographicu. O Sr. Osborne pode aprescn-
tar as inais bellas pinturas sobre o papel
debaixo de um cstylo nunca experimentado
ncm couliecido at ioje neste patz, os precos
dos cartes setk) os mesmos ; A. W. Qsbor-
ne na ra do Imperador; olbem para a ban-
deira americana.
NB. A sata onde est collocada a clara boia
fei a pouco toda ratificada de novo, e adia-
se com estaco suficiente para aconimodar
qualquer familia por mais numerosa que seja.
* Aluga-se a loja do sobrado silo na ra Nova
n. 17 : a tratar eom Amaro Goncalves dos Santos,
uo Passeio publico, ou na ra Nova n. 35, loja de
ferragcns.
Contina a haver lo de centcio nos das quar-
tai e saldiados de cada semana, na padara, eni
Santo Amaro, ao pe da fundieao, e na ra da lm-
peratriz n. 22. rua do Hruin, eonfronte so chafai iz
n. 47. e ra do Rosario larga deposito n. 30.
.\ n. 29.
JVuiyi hija i'ws barataros, ruu do Queimado.
Chitas francesas niuito finas, covado a 300,
320 e 360; baldes de panno, a 35300; fustao de ;
raras, covado a 320; cassas francezas fazenda:
milito fina, a 300 ris a vara; cambraia lisa de 10
ardas, a 35500 ; dita (ina, peca 'de 20 jardas, a
'85000 lias inuito finas para vestido, covado a
300.
PIIOTOGRAPHIA ARTSTICA
25 RVANOV.AH&
ESQIIN4 DA hl\ DA GAMBOA UO GARMO
Trahalhaui seja qual fr o lempo.
Aluga-se urna canoa nova para o trafi-
co de capim ou para familia; por preco com-
modo, e tambem se vende: a tratar nos Afo-
gades com Candido Theotonio da Cmara.
Loja para alagar
Aluga-se a loja do sobrado sito no largo do Car-
ino n. 18 : a tratar no raesmo sobrado, no segun-
do andar.
Uin moco eom quasi todos os preparatorios,
offerece o seu pequeo prestiino para cscriptu-
rar em qualquer casa commercial, e ao mesmo
tempo se offerece fazer qualquer cobranza : quem
o pretender, dirija-se ao pateo do Terco n. 141, se-
gundo andar.
A pessoa que por engao levou o romance
Rochedo dos Amores,que se achava sobre a
mesa do porteiro, na thesoureria provincial, te-
nha a bondade entregar na ra estrella do Rosa-
rio n. 18 C, que se gratificar.
Precisa-se de um menino
urna loja de calcado : a tratar
ment n. 13.
para caixeiro de
na ra do Livra-
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por GBIMAIJLT e C, pharmaeeulicos de S. A. I. o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Feuilladc, 7.
K.-tn nova combinado rene debaixo de um pequeo volume urna forma agradavel e um gosto delicioso.
Ha muito que os mdicos desejavo ardentemente a reuniao de6te dou medicamento, e todava, petar
dos maiore esforcos, nem a .ciencia medica, nem os qumicos os mais dislinclos o poderSo conseguir
al aqui; grac^s^iorm perseveranca humana achao-se hoje associadas estas duas poderosas substan-
cias, a quina, o tnico, restaurador por excellencia, o ferro, a baic de nosso tangue, e conseguinle-
niinlc o reparador dos forcas e da fande alterada ou perdida.
As molestias contra as quars o Xarope Inico regenerador se tem mostrado multo elcaz sao : as ame-
norrlieias, faltas de menstruac, dores d'esfcimago, fastio, digestdes penosas e tardas, flores brancas,
mi nstruacocs diflicels, o lymphatismo, o empobrecimento do sangue, a escrfulas, os estragos produiidos
pelas moles lias syphiliticas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro foi applicado nos hospilaes de Paris, e elle
hoje o medicamento mais em voga, substiluindo, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos cunhecidos.
0 pros i ecto encerra numerosos certificados de mullos membros da Academia de Medicina e professores
da faculdade que attesto que este precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
o reconsliluinte da economa animal, indispensavel s pessoas que habitu os paites quemes, como
preservativo das epidemias.
Actaa-se venda no deposito gcral, em Paris, na pharmacia Grlmault e C, ra de la Feuillade, 7;
em Lisboa, em caza do Sof Rodrigo do CoMa-Ciirtalho, Borral rCino Porto, na pharmacia do
siir Miguel-Jone 4e sousa Ferreira; no Rio-de-Janeiro, em casa da vi uva relxoto eDInla, ruado
Sal'.'ici, 11; na Bahia, em casa do Sr Joe-Caetano Ferrelra-Enplnhelra; no Rio-Grande, em casa do
Sr Joaaaln de Godoy; no Maranho, em casa dos Sfirs Ferreira e C ; rm Pernambuco, em casa
do Sr iiiiriiiuiomru-FraneUro de sousa; em casa dos Srs saoaiu e o, e bem assim as prin-
cipaes pharmacias do Brazil e de Portugal.
Precisa-sc de urna ama para todo servirlo interno
de urna casa de pouca familia: na ra da Gloria
n. 18.
Os hachareis Maximiano Lopes Macha- S3f
do cThom Fernandes Madeira de Castro jef
tem o seu escriptorio de advogacia ra
do Imperador n. 71. primeiro andar, onde jgg
podem ser procurados todos os dias uteis 5
das 9 as .1 horas da tarde. Advogam no a
ecclesiastico, no commercio, administrati- Sg|
g vo, civel e crime; e encarregam-se de 58
3 promover qualquer questao pelo centro $s
Igfi desta e de outra qualquer provincia.
8 Aos absolutamente pobres tratam da 35
^adefeza dos seus direitos gratuitamente.
O medieo-cirurgico Antonio Jos Fcrreira
Alves mudou-se para o primeiro andar da casa n
14 da ra do Queimado.
Canos de ferro.
Na ra da Gloria n. 89 vendem-se canos de fer-
ro de meia pollegada, para agua ou gaz, a 160 rs.
o palmo inglez.
Vende-se a toja de calcados da ra do Livra-
mento u. 35 : a tratar na mesma ra n. 29.
Vende-se a dinheiro ou a praso a taberna da
ra do Imperador n. 2, com poneos fundos, muito
propria para um principiante : a tratar na travs
sa da Madre de Dos n. 18, armazem, ou na mes-
ma taberna.
RETRATOS
DO ARTISTA
Nil(lamente Ijtographados em Paris, viudos pelo
paquete Navarro.
Preco de caiia retrato 19500.
Vende-se na loja de livros ao p do arco de San-
to Antonio.
Potassa da Itussia.
Acaba de che?ar pelo brigue bamburguez
Otto, muito nova e superior; vende-se so-
mente no antigo e acreditado deposito na ra
da Cadeia do Recife, n. 12; onde tambem se
vende cal de Lisboa muito nova e i precos
commodos.
Vende-se a taberna sita no paleo da
Peni n. 12 : a tratar na mesma.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em.casa de Caors -Barboza.
A o n. 29.
Noca luja dos barataros, na do (ufanado.
MTE
Precisa-se de urna ama de leite,
mas que tenha, quando muito at 6
mezes decorridos na criaco de tme
se ache encarregada: na ra estreita
do Rosario n. 31,3o andar, por cima
do armazem de trastes1 do Sr. Mo-
reira.
RA DA IMPERATRIZ N. 7.
Tem a honra de participar aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel publico desta capital
\ assim como das provincias, que acaba de recebor pelo paquete francez Imarre um completo 9 muito
variado sortment de ohjectos para presente, assim como recebeu tambem ricos lcques e ricos pentes
quer de atar cabello quer de alisar e tirar bichos ; na mesma casa encontrar o respeitavel publico to-
l'aletots de alfMCa mesclada, a 45 inglezas a 1600; brini lona de linho, vara a 640;; Luvas de pellica de Jouvin.
l\-avatas de seda mpefior, a 300 reis; ricas abo- Na mesma casa contiu-se a cortar c frisar cabellos pelo preco de 500 rs., e faz-se toda especie
loaduras para colele, a 300. de cabelleira.
Ao n. 29. ALIGA-SE
Noca loja das parteitys, ra do Queimado. \ O sobrado de dops andares da ra do Pilar n.
Note estabeleciineiito vendem-se os artigos se- 6, leudo commodos^para grande familia, cosinlia
tuinlcs por menos de metade do seu valor : franja
de algodao branca peca de 4o varas, a 15600;
bicoa pretos de linho, vara a 120, 160, 240 e 310;
botQes de velado, de seda e de fustao, doria 120
res; nudas linas peca de 10 varas, a500; en-
iiviiicios muito largos e muito finos, peca a 4-530:
(ouquinlias de vidrilho para criancas, a 500 reis.
^ ALVICARAS A NOVIDADE. >'K
.% Sao chegados loja das columnas *^
"' na ra do Crespo n. 13 de Antonio f?
--. c.iiva de Vasconsellos (1. riquis- wS
>^5 simos cortes de la muito fina com SE
j; barras estampadas e matisadas Im- -..;
O jieratriz Eugenia, cores as mais deli- ^5
%* .jilas como sejam: cor de ganga, de >1|
/**j Ivrio, ciiiza etc., fazenda fnlciramcn- J^
fon, terraeo e quintal com cacimba.
O abaixo assignado, morador na villa do Pa-
co de Camaragibe, vende as suas tres barcacas a
saber: Abismo do Paro, de lote de 550 saceos com
assucar ; Flor do Paro, de 450 ditas; e Pai/itele do n
Paro, de 380 ditas, p'romptas a navegar. Ellas sao =
Joao da Silva Hamos, mdico pela l"m-
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa, na ra Xova n. 50, das 8 s 10
horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde, e
recebe egualmcnte concites para dentro
ou fra da cidade, com o fin de se elicar-
regar de qualquer servico de sua prolis-
so.
Os chamados deverao vir por escripto.
0 Sr. Joo Tliomaz Pereira queira diri-
ma de Santa Rita n. 15, a negoeio
\tj) buco.
v ,-e. .v,v .vw*wT
0 ^ -.
AJiigaw-se a loja do sobrado 11. O.'I c armazem
11. 171 da ra Imperial, o armazem u. 4 ta rua do
Apollo, e 1 casji iL 27 da rua do BiHgOS : na rua
da Aurora 11. M._________________________________
Deseja-se niuilo fallar com os Sis.:
Mame, de Boaza LeSo Jnior.
Horacio de Souza Leio.
loao da Silva Santos (empregado na estrada de
ferro.)
Jos Antonio Lopes Jnior (do Rio-Formoso.)
na rua do tjespo n. 17, loja._____________________
Os abaixo assignados fazem ver ao respeita-
vel publico e ao commercio, que ainigavelmente
(-solveram a 'M de jiinho prximo paasada a so-
cii'dade que tiidiam nas serreras Bitas na rua no-
va de Sania Hila ns. 17 .e 55, na razao de Hamos
CASA DE SAUDE
Eui Sanio Amaro
Do Dr. SU va Ramos.
nico estahelceimento desta natureza
que existe entre nos, montado do modo
(lie pode com todo o commodo e zelo tra-
tar qualquer doenle, que nella seja reeo-
lh ido.
O edificio magestoso e conservase
em perfeito estado de limpeza e conve-
nientemente mobiliado.
Os doentes sao separados, segundo os
sexos, natureza das molestias e condiefles
sociaes.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e una enfermara para as partu-
rientes.
O propietario encarrega-se de qual-
quer operacao.
O estalielecimento fraiupieado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe ."15000diarios.
Segunda dita.... 25300
Terceira dita.... 2^000
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande onnmedo (len-
te e da pessoa que o remette, com a de-
claraco da morada.
O proprietario aceita contratos anmiaes
eom qualquer que queira ter un ou mais
leitos sua disposicao.
O abaixo assignado, tendo ficado a seu cargo
Iodo o activo e passivo das serraras ns. 17 e 53
ti qu conduzem toda safra desta Ribcira e muito 0,110 na() ignora^. ^__
^ acreditadas. Assim como vende o seu trapiche, jigif V -' IHM j o mais bem montado desia provincia, e mesmo di- 1 ''"' ~~
& 11. tirando todo o.aclivo e passivo a cargo do d.a r.ua nov? dJ' *?n,a R!,a' fluc gyravam na razao
\-socio CoeB >. Hecife 10 de junho de 1863.
Pernambuco ; de pedra, cal e tijolov tem capa-
eidade para mais de 10,000 saccas, guindaste de I
i ferro collocadono primeiro lugar desta villa, que |
recebe todo o assucar ipic se transporta desta Ri-1
beira ; tem casa de vivenda na frente da rua do
Comniercio, com o fundo para o trapiche, e outras
obras principaes de lijlo, e tildo murado, dentro
umitas frucleiras e bastante terreno para planta-
' roes e horlalica. O abaixo assignado esl resolv-
de a fazer todo o negocio a praso ou a dinheiro,
Ou como convier ao pretndeme, propria para
quem esta aborrecido de morar na pra^a : a Ira- j
j tar 110 mesmo trapiche rom o proprietario.
Joaquim de Souza Silva Cunha.
Francisco Pereira de Silva Sanios, tem con-
tratado vender ao Sr. Bernardino los de Medeiros, I
a sua taberna cita na rua da Cadeia-Nova n. 15 :
j se alguein se Jatear com direfto a impedir este ne-
gocio, tenha a bondade de diriirir-se mesma ta-
berna no prazo de 3 dias, contados da primeira pu-
blcaeao de.-le. Recife. 18 de julho de 186.'). Fran- i
cisco IVivia da Silva Sanl"-.________________
lisera vos. para alagar.
Xa rua da Gloria n. 89 ha para alugar bous es-
rravos para lodo servico.
RIO DE JANEIHO.
Caita depositara.
Este estabelecimento alin das operacoes ban-
carjas que fazem o principal objeclo de suas ope-
racoes, ineunibe-sc de receber alugueis de pre-
dios urbanos, juros de apoliaes, dividendos de
aceoes de bancos c companhias, cobranca de le-
tras e ordens a praso fixo, pondo estas quanlias
em contas crtente com juros, ou saccando a fa-
vor de seus conimittenles. Tambem se encarre-
ga da compra ou venda de apolices c acedes.
A commissao da cohrauca dos juros de apolices
e dividendos de aceoes, compra ou vendas das
en
&v;*
m&
Antonio da Silva Hamos.
Jos Ferreira Coelho.
JE8CKIPTORIO
DE
IIIHKKIA
Os hachareis Cicero Peregrino e Eduardo de
Barros noteam o seu escriptorio de advocacia
pan a ruado Queimado n. .'!0,.l.au(lar.
O escriptorio daredaeeao.da Academia
mudou-se liara a musina casa.
de Ramos & Coelho, p;de a todos os senhores que
1 Ihe estao a dever o favor de Ihc irem pagar o mais mesmas ede um por cento, e das outras eobran-
I breve possiveL visto ter tambem de cumprir one- Cas "c 2 a Pr cento.
rosas obrigaeoes, e |M>de outro sim que nem quer Rl de Janeiro, rua de S. Pedro, n. 128.
chamar a juizo, e mesmo publicar seus nomes, Costa Guimaraes & L.
salvo se a tanto o obrigarem. Eteeife 10 de julho
de 1863.-Jos Ferreira Coelho.
Aluga-se um sitio na Capuana Velha, com
boa casa de vivenda, eoeMca, estribara e quartos
para pretos : a tratar na rua Novan. 3,00 na rua
ila Palma n. 41.
D-se soeiedade a una pessoa que tenha pra-
tca de negocio de taberna, tenha aiguns fundos,
ou tambem se vende, se convier a todos dous : a
fallar na rua larga do Rosarlo a. 31.
C'alxcfroL.
Oftt>iyee-se um moco que irnt muita ortica de
mollwuV ira caK'iro de qualquer armazem :
quem, pretender, dirija-se a trasessa da Madre de
Peos.ii.-3t. __________________________
G afcfcixo assignado declara ao respeilav.J
S.ublicOiqjjt tem justo e contratado a venda de sua
J&ja de Iouc". da trra, sita na rua^o Rangel.n.
li, com oSr, BartholomeoGuedesde Mello : quem
.sejulgar seuc^redor apretiente seus ltelo* no pra-
so <6e tres diasPor Joaqnm Ferreira f"into,
Manoel de Azevedo Canario.
Alugaiu-se
Bous armazens pequeos na travessa da Sanzal-
(la VeJha, |ior delraz da loja n. 50 da rua da Ca-
Popular I ' 1 Apollo, c i>or isso proprios para qualquer fim e
servirem para nm s por terem eommunicacjo;
trater na sobredita loja com Cunha e Silva.
Miguel Jos da Silva, subdito portuguez, re-
ra-se para Portugal a tratar de sua satide, e deixa
como seus procuradores para tratar de seus nego-
cios, em 1." lugar ao Sr. Domingos Antonio da Sil-
va Beirs, esi 2. ao Sr Joaquim Coelho de Al-
meida.
Aluga-se a loja de um sobradinho da
I rua da Praia, proprio para negocio, por ser
no centro da rua, ou para morada de peque-
a familia: na livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.
jtesenia'ii nlioii-se no da 17 do crreme qua-
iro letras vindas.do mato, sendo urna de aceite de
Franekco Jos, das Virgens da/jnantia deflOOJ j
vencida .em 17 Je;junho do correte anno, c tendo
sido sacada.em.17-de abril, cuja letra como oa-
< ador anda nao a tuba recebido do portador nao
eslava por ate sacada, e tres aceitas em 15 de
maio pelo &ct Domingos Lopes Guimaraes, a ven-
cer em outubro do coraentc anno, sendo una de
1:0005 e duas 4e 1:300J1 cada urna, e tambem sem
-1 arem sacadas pelo qsesmo motivo cima referi-
lo, e podendo-se dar o.caso que a pessoa que as
^'ihasse queira apresentar-se como dono, por isso
t* previne que ninguem fa;a negocio com ellas,
vL-wqueos aceitantes saspagarao a Joaquim
-lose c urna, sen legtimo dono, o qual no juizo
competente apresentar provas por onde mostr
por qnde as houve. *
AMA DE LEITE,
Preeisa-sc de urna ama de leite que nao tenha
filho : no becco da Boia 11. li.
Os senhores credores da massa fallida de
('.amargo ra apresentarem seus ttulos de divida aos admi-
nistradores da predita massa, na conformidade do
disposto no artigo 859 do cdigo commercial, para
e;n seguida se proceder o rateio.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira :
na rua do Imperador n. 27, defrontc da ordem
tercfcira de S. Francisco.
Criada.
Aluga-se por 25$ mensaes urna mulata para o
>ei wco;nterno de una casa : quem precisar pro-
cure na trada de Joo dd Rarros, sitio de Candi-
io Alcoforado.
Precisarse > um caixeiro, menino de 1-2 a 14
arinos, Poitug4ioz,^Kkra una taberna a urna lea
fra desta cidade, no lugar do Arraial : quem es-
nver nestas circumslancias, dirija-se" a rua do Ran-
#el n. 10, segundo andar.
Precisa-se de uro caiseiro para taberna : na
na de Santa Cecilia n. 27, oy na ruado Queimado
n. M, loja de miudezas.
pfrda:^
Na noute do 18 de crrante, perdeu-se urna pul-
ee ira d euro, do theatro de gaa Isabel at a rua
na cadeia; a pessoa que a acboo, pode dirigir-se
na mesma rua, n. 87, segundo wlar,
recompensado?
quesera
Aliiga-*e urna loja jiara fazeodas, na qual ja
temarmaco#gaz, no primeiro local desta .cidade:
atracar com Jos'; Hygino de Miranda
Aluga-se urna escrava para casa de familia,
saliendo ella engommar e cozinhar : a tratar na
Capunga Nova, sitio junto ao jwrto de Jacobina,
no lado esquerdo, ou na rua da Palma n. 33.
Precsa-se de ua pessoa para dar algmuas
licoes de caligraphia : .annuncic.___________^
Constando ao abaixo assignado que Luciano
Gabriel Pereira de Lyra pretende vender a sua
propriedade denominada-Serta da Prata, sita no
nistreto de colenia do Bonito, na comarca de Ca-
ruar, declara, para que ninguein contrate a com-
pra dessa propriedade eom o dito Luciano, que
ella se acha bypothecada por eseriptura publica
Javrada na cartorio do taliello S, para garanta
de urna letra da quantia de rs. 1:1084210 aceita
pelo mesmo Luciano, cuja letra pertence ao mes-
mo abaixo assignado, e acha-se protestada, e em
juizo para ser cobrada judicialmente. Reelfe 18
de julho de 1863.
Antonio Egidio da Silva.
Aluga-se o sobrado da Sra. vi uva Lasserre,
na Capunga : a tratar no escriptorio de R. B. Las-
serre & C., rua da"[Cruz n. 13.
Arrenda-se o engenho S. Caetano sito na co-
marca do Cabo, tem esta propriedade excellentes
trras para nlantacao de cannas, rocas etc., moido
por agua e dista da cstar/ao da va frrea apenas
meia legua: quem o pretender dirija-se casa do
fallecido commendador Luiz Gomes Ferreira, no
Mondego.
HOTEL DE PARS
Rua da Cruz n. 24 por cima da htica
ALMOCO, JANTAB E LANCHE,
Bebidas superiores de todas as qualidades.
o
i >r.
S 55
id id
5
S5
a
a
('.airado francez. na loja do vapor, rua
Nova o. 7.
de atteneao os novos sorti- ^
montos de calcado francez, chegado h >
dita loja, e mui especialmente as mo- *" *
dernas botinas com differentcs c novos
enfeites para senhoras e meninas.
digno
Precisa-sc alugar urna escrava que saiba co-
zinhar e engommar perfeitamente, de boa conduc-
ta : na rua do Queimado n. 44, primeiro andar.
- Quem precisar de urna ama para engommar
dirija-se a rua do A^morira fl. 52, a tratar com o
Sr, C. Alcoforado.
francisco Ferreira da Silva, Portnguez, reti-
ra-se para Europa.
Pilnlas Paulfstanas
VECETAES DEPURATIVAS.
Estas pilulas, sendo nicamente compostas de
puros vegetacs colhidos nos campos e matas desta
provincia de S. Paulo, as virtudes e efljeacia deste
niaran ilhoso medicamento se aeham hoje asss co-
nhecidas pelas numerosas curas que com ellas se
tem obtido, tornndose um remedio sempretil
e necessario, especialmente nas molestias ven-
reas. A purgacao ou gonorrha amiga ou moder-
na, 3 pilulas n. i de noite e 3 Diluas n. 1 de ma-
nhaa, seguindo at sarar radicalmente. Tratanien-
to dos bubocs : no primeiro SYmptoma podo-se re-
solver sem vir a furo, tomando 6 pilulas de note
e 6 de manhaa pelo espaco de 12 dias seguidos, e
se vier a furo nao haver perigo de fstula No
tratamento dos cancros veneros ou ferdas gan-
grenosas ou roedoras, 6 pilulas n, 2 de noite e 6
n. 1 de manhaa, at completar o curativo. Autor,
Carlos e Pedro Etchecoin.
AGENCIA PRINCIPAL
Rio de Janeiro, roa do Parto n. 119.
DEPOSITO EM PERNAMBLCO
Na pdanQacia do Sr. Jos Aleundre Ribeiro, roa
do Queimado d. \ 5.
C4SAS A VENDA.
O corretor geral Macdo, est competentemente
autorisado a vender as seguintes propriedades ; a
saber :
Ha rua da Palma casa terrea n. 54.
dos Copiares casa terrea n. 12.
do Rangel sobrado de um andar n. 5.
dos Pires casa terrea n. 24.
do Rurgos sobrado de 2 andares n. 11.
travessa do Pocinho casa terrea n. 10.
rua de Hortas metade da casa terrea n, 68.
dos Pescadores a 7a parte da casa terrea
n. 26.
do Rosario da Boa-Vista dita dita da ca-
sa terrea n. 47.
do Farol dita dita da casa terrea n. 52.
t > do Pilar dita dita casa terrea n. 51.
Um exeellente armazem na Gamcleira junto a
estaco da via frrea.
N povoacao do Poco da Panella casa terrea n. 3
dos Afogados rua de S. Miguel casa
terrea n. 87.
Quem as pretender pode dirigir-se ao supradito
corretor na praca do commercio._____________
Vende-se una casa terrea na rua da linpe-
ratriz, com grande quintal murado, cozinha fra,
n. 67, com um terreno que vai at a Ponte Velha,
rom 580 palmos de fundo, j aterrado: quem pre-
tender, dirija-se a rua do Hospicio n. 58, casa
terrea____________ "___________________
Vende-se a armaeao da loja n. 16 da rua Nova,
invernisada e iluminada a gaz : a tratar na mes-
ma rua n. 40.
PINTURA.
Tinta branca de massa muito nova, em la-
tas de 28 libras para casas, para navios, para
a companhia do gaz, a oo rs. a libra: rua
larga do Rosario n. 34.
NO ARMAZEM DE P11HM3 lAliTAS
M
v%\tow < oi:i.ii
Raa deQaeiauMtoa.1.
Vende-se seguate:
toberUs
de chita da India, a 2:ooo rs.
Le afees de aesst
de linho, a 2:ooo rs.
Leaeoes de braataate
de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
Toalbas aleeesMsda.
para m5o, pelo baratissimo preco de 5:ooo
rs. a duzia.
Ricos vrstidiskM
de seila para meninas, pelo baratissimo pre-
co de 4:ooo rs.
Irires de seda
pelo barato preco de l:ooo rs.
Saias dr fusta*
pelo baratissimo preco ai 5:5oo rs.
lencos de eanbraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a 1:8oo e 2:ooo rs.
Leaces de cassa
finissimos, proprios para algibeira. pelo ba-
ratissimo preco de i: loo rs. a duzia.
Cortes de calca
de ganga mesclada, de listas e de quadro*,
fazenda superior, pelo baratissimo preco de
1:2oo rs. o corle.
Peeas de aiadaaal*
largo superior, pelo hiratissimo preco de
8:ooo rs.
Pe?as de bretaaha
de rolo com I o varas, pelo barato preco de
3:2oo rs.
Prcas de rambraia
de salpicos, fina, com 8 1/2 varas, pelo ba-
rato preco de 4:ooo rs.
Atoallndns de lian*
com 8 palmos de largura proprio para loa-
Uta de meza, a 2:">oo rs. a vara.
Toalhas
de linho para meza, a 3:ooo rs.
Barrge
de lindos gostos, palo Iwrato preco de W>
rs. o covado.
Esleir da ladia
propria para forro de sala, de 4, 5 e 6 pal-
mos de largura.
YEME-SE
no armazem da bola amarella, no oitao do gaz da
rua do Imperador, verniz ou alcatro do gaz, pelo
precio dogazometro, achando os senhores compra-
dores barris que levam de una caada a vinte e
quatro, por barato preco : no mesmo armazem.
A il ni i re ni as las baratas.
Superiores las de cores de quadrinhos e
lisas, fingindo sedinhas de duas larguras,
pelo baratissimo preco de 500 rs. o cova-
do : na loja das columnas rua do Crespo n.
13, de Antonio Correa Vasconcellos : C.
GAZ.
3-RUA ESTREITA
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles arliliciaes tanto por nieo de
molas como pela presso do ar, nao re- >i^
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
No armazem de louqa da porta larga, rua larga
do Rosario n. 26, vendem-se latas com 5 galoes de
gaz a 12-5, assim como latas de 5 garrafas, e em
garrafas muito em con I a ; garanlc-sc a qualidade.
S-)
COMPRAS.
Compra-s una pequea casa de pedra e cal,
ou mesmo mei-agua, que seu valor nao exceda de
800 ou 9005 : quem a tver, anmuicie por esta fo-
1 ha tiara ser procurado.
Conipra-se o romance Rochedo*dos Amo-
res : na praca da Boa-Vista, loja de cera.
Compra-se coactivamente ouro e prata em
obras velhas : na praca da Independencia n. 22 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
Vende-se urna heranca na propriedade1 de
Apipucos: a pessoa que a pretender, procure ao
Sr. Antonio Jos Gomes do Correio, na povoacao
do Monteiro.__________________________________
Aos agricultoYes.
Vende-se urna propriedade de trras com 1,000
bracas quadradas que d para levantar um boni
engenho para moer com agua, boas matas e boas
trras, na freguezia d'Agua Preta : a tratar nas
Cinco Pontas n. 93.________
Vende-se urna casa com quarto de taberna e
armaeao, no lugar da Pontezinha, propria para
qualquer principiante : a tratar nas Cinco Pontas
numero 93.
Vende-se um piano de mesa inglez, forte, por
preco commodo : na rua dos Pires n. 40.________
Vende-se um terreno na Soledade, em trras
que foi do finado Herculano Alves da Silva com
60 palmos de frente e 300 de fundo, frente para a
rua das Nimphas, parte com trra e casa do lado
do norte, de Antonio Outes Martins, pextencente
aos herdeiros de Joo Pedro da Rocha : a tratar
no largo do Carmo com Narciso Jos da Costa Pe-
reira
Armaco de taberna.
Vende-sc a armaeao que foi da taberna da loja
da rua Direita n. 25', nella existente : a tratar na
mesma rua n. 91.
\Ei\DE-SE
urna exeellente estante de livros envidragada, que
servir tambem para um guarda-louca com a res-
pectiva commoda, comprehendendo dous impor-
tantes segredos de superior madeira, um cabide
de roupa e um lavatorio por baratissimo preco
vista das obras: a tratar na rua da Imperatriz, ou
na botica da praca da Boa-Vista, becco do Tambi.
Vinho Figueira
a 360 e 320 rs. a garrafa e a caada a 2*500, quei-
jos novos a 15600, afianca-se a qualidade: no ar-
mazem da estrella largo do Paraizo n. 14.________
SITIO.
Defronte da igreja dos Aflictos vende-se um ter-
reno com 300 palmos de frente e mais de 1,000 de
fundo, com urna exeellente baixa para capim, tem
na frente urna casa em caixo, com 4 janellas e i
porta na frente, o sitio tem muitos arvoredos de
fructo, muito proprio para quem queira morar per-
to da praca : a fali'.w com Francisco Jos Fernan-
des Pires sobre o aju.* : no largo da Santa Cruz
n. 84, armazem de mot'.'mdos da aurora brilhante.
" Vendem-se linguicas de carne de porco mui-
to superior ; na rua do Ran'ijel n. 30, a 480 rs. a
libra
CAL DE LISBOA
Vende-se cal nova de Lisboa : na rua da Cadeia
n. 55, escriptorio.
VeDdrnj-sc caixes vazios pro-
prios para bahaleirosa i$280, ua rua
das Cruzes n AL
Agua de Vechy natural.
Ghegada ltimamente pelo Solferino: rua
da Cruz n. 2. armazem de Isidoro, Netto
iC.
Ciaz na cidade le Ollnda.
Vendc-se gaz liquido de primeira qualidade a
640 rs. a garrafa e em porcao mais barato : na ci-
dade de Olinda rua de Mattias Ferreira sobrado em
que morn o Sr. inajor Salvador.
S NO PR0GRESS1A 0
9-L.argo do Carmo-9
Vende-se latas de 1 '/j libra de ameixas pelo ba-
ratissimo preco de lo. assim como tambem .raixas
de 2 arrobas de batatas pelo diminuto preco de
2p8O0 a caxa________________________________
EMITES DE BOH
GOSTO
A loja da Aurora na rua larga do Rosario n.
38, recebeu ricos enfeites de froco enfeitados com
aljofares, obra muito bem feita e da mais moder-
na que tem chegado, a qual se vende barato, assim
como tainbeui tem um grande sortimento de miu-
dezas finas : quem quizer venha ver para verificar
a qualidade e preco, pois a vista faz fe._________
Casaent Olinda.
Vendc-se ou aluga-se por preco commodo a casa
terrea na ladeira da Misericordia n. 16, esquina,
lado do puente: a tratar na mesma cidade, rua de
Malinas Ferreira n. 1, com o Sr. Jos Jacintho Pa-
vo, ou_na Boa-Vista, ilha dos Ratos, rua do Seve
n. 16, corfi Jos Maria Seve.
Vende-se sal de Lisboa por junto e a retalho,
mais barato do que em outra qualquer parte': na
rua da Lingoeta n. 14._____________________
Vendc-se a taberna sita na travessa dos Ex-
postos n. 18 : a tratar na mesma
Vende-so um escravo de 22 annos de idade
e de bonita figura, e sem aefeito, proprio para todo
e qualquer servico; tambem permuta-se por urna
escrava para cozinha, e este o motivo por quer se
desfaz do dito escravo : a tratar na rua dos Pires
numero 54.
Casa de modas de madama Theard.
Neste estabelecimento de modas, alcm de
muitos objectos de gosto recebeu vestidos de seda
bordados a retroz, o melhor que se pode encontrar
no mercado para noiva, ditos de blonde, ditos ditos
moreantique, ditos pretos, ditos de lindas cores,
chapos de palha da Italia de apurados gostos para
sennora, ditos de palha de seda para meninos e
meninas de idade de nm mez a dez annos. Rece-
he-se figurinos por todos os vapores, e faz-se tudo
quanto for tendente ao toilet de urna senhora.
Estampas linas.
Na loja da Aurora, na rua larga do Rosa-
rio n. 38, recebeu-se vario sortimento de
estampas de differentes santos._________
Vende-se urna preta de 22 annos de idade,
sabe engommar, cosinliar, lavar e cozer ; quem a
pretender, v a ruado Amonm, n. 50, que achara
com quem tratar.
J se nao vende dase
12#.
No atierro da Boa-Vista n. 65, vende-se
gaz da melhor qualidade, n-finado, purifi-
cado, pelo harato preco de I ir?, galio
2;>300, garrafas baada va/.ia 560 rs., val
a pena, pois, duas passadas. A elle antes
que se acabe: quem quizer em porco iia-e
mais harato.
I!na da Senzalia n 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstondrC,
sellins e sillines inglezes, candieiros e casli-
caes bromeados, lonas inglezas, lio devHay
chicotes para ama > tnonUiria. arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
poco :? Hll IHZIS
Rua de Queimado minero 1.
Pecas de tranca de laa li-a encarnada a 20 r.
Ditas de dita de caracol prd.i de cores a 60 r-.
Hilas de dita dita branca > mesclada a loo rs.
Caixnhas com 18 pares de clcheles da Ierra a
20 rs.
Ditas coin 18 pares de ditos franeezes a 40 rs.
Cartoes com 14 pares dediles francezes a 40 r<.
Ditos com 24 pares de ditos francezes lavradosa
60 rs.
Ditos com i'k pares de 1 i(. fenaMaW i Maria Pa
aSOrs.
Pares de sapalnhos de Ha para rrianra a .120 r*.
Touquiihas de laa par.; enancas a-'00 r-.. Ie
15300.
Massos de aljofares brancos a 160 rs.
Pecinhas de froco de seda preta e de cores a 160
e 320 rs.
i Carreteis de linha de cores de 100 jardas a 30 r*.
Caima de lindas flores para enfeites a 120 rs.
Lindas capcllas para meninas e noivas a IjSflO e
35000. ^
Lindos enfeites para senhora a 3 e 45.
Boics de tinta preta ingleza a 100 rs. _
Duzia de Lipis de pao a 80 e 120 rs. V^
Grvalas de seda de bonitos gostos a ifiO. 240 e
320 rs.
Duzia de facas e garfos era vados a 3
Luvas brancas para bomem senhora a 120 rs. e
160 rs.
Ditas de Escocia para hoiiiein e -nhora a 400 e
oOOrs.
Ditas de seda para senhora a 800 e 15200.
Diuia de botes de seda para rasaveque a 120 r-.
Dita de botoes preto de duraque para paleto! a
120 rs.
Dita de botoes de metal com figura para dito a
120 rs.
Dita de botoes de louea pintados, peinienos e gran-
des a 20 rs.
Dita de cordas de viola a 120 r>.
Luvas de linho cor de cafe e de cores a 800 rs, e
1*200.
Ditas de retroz de cores a 8 e 145-
Pecas de 10 varas de bico liso francez a 320 rs.
Varas de bico preto largo a 160, 240 a 320 rs.
Tesouras grandes de l'.uinaraes para alfaiale a 300
e 15000.
Ditas pequeas finas jara unha e costura a 240,
320 e 400 rs.
Pentes de atar cabello a 120 e 240 rs.
Ditos de massa em raixinha a 500. 800 e 15-
Ditos de tartaruga, ultimo gosto, a 4 e 65-
Pares de tientes para man ala, ordinarios a 80 rs.
Ditos de ditos finos a 13.
Ditos de ditos de tartaruga a 25 e 35:
Frascos com tinta de cores a 320 rs.
Resmas de papel almaco liso a 25500 e 35-
1 litas de papel de peso liso e pautado a 25500 e
35300-
Groza de pennas de lanea a 800 e 15200.
Lapis de diversas qnaliilades a 20. 40 e 60 rs.
Ditos de cor azul c encarnada a lai rs.
Caxas de obreias de cola a 80 e 120 rs.
Ditas de lamparillas para mezes a 80 rs.
Ditas de lamparillas do gaz a 160 rs.
Pecas de fita de seda de diversas cores a 320 rs.
Rendas, bicos, bailados, lab) rinthos e traumas d
differentes larguras, fitas de seda e de velludo,
franjas e gregas pretas c de cores, e mais de mil
otitros objectos, ijue se vende indo muito mais fcn-
rato do que em outra qualqner parte : v* para
crer, na rua do Queimado n. 16.
Gaz liquido 12.
Vende-se na nova exposico de candiei-
ros a gaz, na rua Nova n. i, latas de gaz
de i.* qualidade e nao inflammavel, a lid,
contendo cada lata 27 garrafas, qae malo
convem a quem gasta este liquido: na roa
Nova n. 24, loja deCarneiro Vianna.
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qualida-
de : no armazem de Tasso limaos, raa do
Amonm n. 35.
Unguas inglesas
em salmoura: no armazem de Tasso limaos,
rua do Amorim n. 35.________________
Vende-sc a armaco da tabana do pa*t*d
Terco, n. 12, bem afreguezada para o ata e iaav
bein para a praca : a tratar na roa Direita, a*
141. ^ rnr



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tama
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Diario de Pei-nasafcuco Terca feira ai de Julbo de 183.
1
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r
NOVA EXPOSIQAO
na loja do Pavo, de fazendas bara-
tistas.
Neste estabelecimento acha-se constante-
mente um grande sortimento de fazendas
de gosto e de primeira necessidade, sendo
tanto proprias para a praca, como para o
mato ; de todas as fazendas dilo-se Untos de
amostras, deixando ficar penhor, ou man-
dam-se levar em casa das familias pelos ca-
xeiros da loja do Pavao.
Las rom 8 palmos de largara,
na loja do Pavo.
Vendem-se Harinha enfestada propria para
vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao"
mercado pelo baratissimo preco de iijtGOO o
covado: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavao.
Lias para vestidos, a SO rs.,
so na loja do Pavo.
Vendem-se lazinhas enfestadas proprias
para vestidos, pelo barato preco de 280 rs. o
covado, sendo muito mais barato do que chi-
ta ; ditas transparentes, a 210 rs.; ditas la
e seda, a 440 rs. o covado: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Casaas a *00 rs. o covado.
Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e 320
rs. o covado : s na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
Organdy, a *40 rs. o covado,
na loja do Pavo.
Vendem-se organdy de cores raatisado, fa-
zenda que val muito mais dinheiro, pelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
vara: s na ra da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos balo,
com barras Mara Pia, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
pre$o de 33500 cada um: esta pechincha
s existe na ra da Imperatriz n. 60, loja e
armazem do Pavo.
Cortes de fantasa, a aft. na
loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia fanta-
siadas sda, pelo baratissimo'preco de 6$;
ditas, a 4l; ditas, a 33500: s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Cortes de cambraia, a *#.wo.
na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de cambraia brancos com
babados, a 23500; ditos, a 4$; ditos com
barras e babados de seda, a 33, 33500 e 45;
s na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao.
Cortes de cambraia chlneza, a
ift. na loja do Pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas com lindissimos padroes, pelo ba-
rato preco de 45 cada corte, tendo bstanlo
fazenda para um vestido: isto s na ra da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Alpaklm ou gorguro de linho,
a 1 rs., sO no Pavo.
Vendcm-se alpakim ou gorgurao de linho
proprio para vestidos e roupas de crianca,
pelo barato preco de240rs. o covado: s
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Baldes a 3500, s o Pavo.
Vendem-se balos americanos que sao os
melhores, tendo 20 arcos, a 35500; ditos
de 30, a 45300; ditos de 40, a 55 ; ditos
de bramante, a 35300 e 45; ditos para me-
ninas, a '325 e a 35: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Vestidos para menino, a 2.
Vendem-se vestidinhos para meninos, sen-
do muito bemfeitos, a 25 cada um : s na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Cortes de chita, a .*.. na
loja do Pavo.
Vendem-se cortes de chita com 12 I|2 co-
vados cada um, a 25300; ditos com 40 cova-
dos, a 25; cortes de cassa mtudinha de co-
res fixas com 10 covados, a 25; ditos de
organdy mathisado -com 10 covados, a
25400: s na'rua da Imperatriz n. 6Q, loja
do Pavo.
As casemiras do Pavo pechin-
cha a 5#.
Vendem-se cortes de casimira franceza para
cal^, fazenda muito lina, padroes claros e
escuros, a 55 o corte: s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60:
O Pavo vende :i :i$ < 305OO
cortes de la, a 35 e 35300; ditos com 22
covados, a 55: s na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
s na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fusto do Pavio.
Vendem-se fusto com lavr miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brira de linho de quarinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encarnados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 15 o covado: s na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
Chegaram em dlreitura a loja
do Pavo.
Vendem-se a 1:600 rs. o covado.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de lazinhas transparentes,
tendo ama s cor, lizas e de quadrinhos
miudinhos e mescladas, propria para vesti-
dos de senhoras, capas c zuavo etc. Tendo
esta fazenda 9 palmos de largura, que se
pode fazer um vestido at com 5 covados,
sendo neste artigo a fazenda mais leve que
tem vindo ao mercado, vende-se a 15600 o
covado, nicamente: na loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama < Silva.
Chitas largas a 280, s o Pavio.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, tendo padres miudinhos, a 280 rs. o
covado, afiancando-se sercrfixe e que solta
o mofo logo que se lava: s na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja do Pavo.
Nn 8 1/8 taras, a 2:800 rs. rende o Pari.
. -as de cambraia transparente com pal-
minhasv,prila(las dt, (.r tendo8-li2 varas
^Sin a 25500; ditas mais finas, a
0ouo; pe?*- de cambraia de salpico bron-
co com 8 lr2 ,ras a40. so na rua da
Imperatriz n. 60, ^ e armaZem do Pavo.
Cortes de' cachemira da ^oca> a 2:000, na
loja do Para.
Venden-se esta nova fazenda v,^ encor.
pada a imitaco de casemira, tenov.Dadroes
escuros e alegres, afiancando-se que n^ des-
bota, a 25 o corte para calca, ou 580 rs. o .
vado para paletot, coleto etc.: s na loja do
Pavo, rua f Imperatriz n. 60.
Os paletols do Pavio, assobrecasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
feitas, a 125: sobrecasacos de dito, a 145;
paletots sacos de dito, a 75; calcas de cache-
mira da Escossia, a 35 ; ditas, de casemira
preta, a 55; ditas de casemira de cor, muito
fina, a 75 e a 55500; coletos de casemira de
Cr e preta; paletot de casemira de cor,
a 75; tudo isto para apurar dinheiro: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Fazendas brancas, na loja do
- Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo entestado,
francez, com 20 varas, a 85; ditas com 12
jardas, a 45 ; dito inglez muito fino, a 75,
75500 e 85; ditos muito superior, a 105;
ditos de 40 jardas muito fino, a 45800 c a
55600; algodozinho muito encorpado, a
45800, 55500 e 65; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 15 a vara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 35500 ; ditas com 12 varas, a 75:
Os manguitos e gollnhas do
Pavo.
pechincha, a 320 e a 100 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com golinha, a 800
reis; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Lazluhas a SOO rs. o covado.
Na loja do Pavo.
Vende-se lazinhas de eordozinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Pechincha, a 500 rs. o covado,
s o Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas e de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Arara vende as col xas.
Vendem-se ricas colxas aveludadas para
cama a 85000, ditas de fusto a 55000, ditas
de chita a 25000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a 15,15120, 15280 e 15600 a vara; na loja
da arara rua da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares.
Baldes da arara de f O IO
arcos.
Vendem-se os melhores balos que tem
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 e
40 arcos, a 45, 45500 e 55, ditos de ma-
a-jolo bem feitos a 35500 e 45, ditos de
brilh,tina a 45500, bales saias de cordo
que faz tVez de balo a25; na rua da Impera-
triz arara n. 56.
Arara rtnde manguitos a
ftooo.
Vendem-se manguitos e golinhas de linho a
25 o par, golinhas para meninas a 400 rs..
ditas para senhoras a 400 rs.; na rua dalmpe-
ratriz n. 56.
ntremelos da arara.
Vendem-se pecas de ntremelos transparen-
tes a 15, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 15280 e 15600 a peca, cortes de la
Maria Pia a 45, ditas de la chineza com
22 covados a 85, ditos de organdys com 15
varas a 85, ditos com 9 varas a 65500; na rua
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
LIQUIDACAO
a
de fazendas baralissimas, na Doa-Visla, rua da
Imperatriz n. 20.
Cambraias adamascadas com 20 varas a 8$.
Ditas com 8 ditas a i-X
Ditas lisas com 8 ditas a 2.
Fil liso muito fino a 800 rs. a vara.
Chales de merino estampados a 1-5.
Madapolo entre-lino com 20 varas a 8.
Casemiras linas de urna s cor a 10600 o co-
vado.
Algodao monstro, superior fazenda para toalhas
e lences a 800 rs. a vara.
Bramante de 10 palmos de largura a 14CO0.
Grvalas de seda a 320 rs.
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos
para mesas de jantar a -5 o covado.
Flanella branca muito lina a 640 rs. o covado.
Riscadinhos de linho muito finos para vestuarios
de enancas a 400 rs. o covado.
Chitas escuras e claras, padroes inteiramente
novos e muito finas a 400 rs. o covado.
Lazinhas chinezas muito superiores a 500 rs. o
covado, e outras muitas qualidades de fazendas
precos muito commodos, aflm de apurar dinheiro,
dando-se de tudo as competentes amostras".
GRANDE LIQUIDACAO
de fazendas para apurar dinheiro, por
barassiiuo preco na loja e arma-
zem da Arara rua da Imperatriz n.
56 de Lourenco Pereira Hiendes
Guimares.
ALERTA KREGlEZEs, A 200 EIS.
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
molo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. cada um ; na loja da arara rua da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende vestido le oliia a
3000.
Vendem-se cortes de chitas oscuras com to-
que de mofo a 25000, ditas limpas sem
mofo a 25300 e 35000, cortes de cassa de
cores de barras a 25000, ditas de cassa pin-
tadas a 25000; na rua da Imperatriz n. 56 de
Mendes Guimares.
Organdys da Arara a 4o.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 2%0 r. o covado; na ruada Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas c lindos
dezenhos a 400, 440, 500 e 640 rs. o cova-
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na
rua da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Roupa feita da arara.
Vende-se costumes completos d'urna fazenda
chineza por 125 o costume, paletots de brim
a 25500 e 35000, ditos de meia casemira
escura a 45 e 45500, paletots finos a 65500
e 85000, calcas de meia casemira a 35000,
ditas finas 55500 e 65000, ditas de brim a
25500 e 35000, ditas de brim branco a 45,
casemiras francezas a 15600 e 25000, ditas
finas a 25300, ditas de linho a 35000, ce-
roulas francezas a 15600, camisas de meia a
800 e 15000; na loja da arara rua da Impe-
ratriz n. 56 de Mendes Guimares.
Oh! que peehincha a 'fO rs.
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de mofo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo toque de mofo
a 200 rs. o eovado, pecas de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 85000, pe-
cas de ditas inglezas escuras cores fixas com
pequeo toque de mofo com 38 covados a
75500, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara rua da Imperatriz n.
56 de Mendes Guimares.
Madapolo francez enfestado a
40OOO.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no enfestado com 12 jardas a 45 e 45500,
dito inglezes fino de 24 jardas a 73, 85, 05,
e 105000, pecas de algodo encorpado a 45
45500, 55 e 65; na rua da Imperatriz n. 56.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320,300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. avara; na rua
da Imperatriz n. 56.
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 25, cortes de brim para calcas a
15 e 15220; na rua da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
45--RTJA DIREITA--45
Eia, rapasian, coragem! parece queja
entregaste os vossos joanetes aos duros sei-
xos do pessimo-calcamento da nossa cidade f
S se observa em vossos ps botinas acalca-
" e gastas at ultima sola; sapates
e quasi sem saltos nem tanto f
eir nao deve chegar at este pon-
rua Direita munir-vos de excel-
leado com 40 e at 60 por cento
seu valor.... attendei :
Ins, Nantes, bezerro e va-
2 e meia solas ....
is, Nantes, bezerro, va-
e lustre 2 solas. .
s, francez e hamburguez,
lustre e couro de por-
e........
Nantes, bezerro e vaque-
e meia solas.....55500
SapatJMs, Nantes, vaqueta, lustre e
bez( ro 2 solas.^.....55000
Sapatos, Nantes, sola e vira. 45000
Borzepns para senhora, inglezes. 45000
Ditos ora menina, com laco. 35500
Ditos ditas, de cores. 25800
Sapatt para senhora e homem,
tapee.........
Sapatos de borracha para senhora.
dem iderr para meninas. .
Sapatos di lustre para senhora. .
dem de ustre as avessas .
ARMAZEM DE MOLDADOS
DE
85500
85000
65000
FAZENDAS.
Sovo estabelecimento de Custo-
dio, Carvalho & C.
27Rua do Queinudo27
Preco barato 260 rs.
Superior fusto francez, proprio para
roupa de senhoras e meninas, de lindos de-
zenhos e pelo barato preco de 260 rs. o co-
vado.
Madapoln
Madapolo fino enfestado, com 20 varas,
a 85 a peca.
Oryaudvs.
Finos organdys matizados, a 240 rs. o co-
vado.
cortes
de cohete de. fusto fino, para roupa de me-
ninos, a 320 rs.
Bretanlia.
de linho fino, pecas, a 55300.
Lences
de linho fino, pelo barato preco de 25.
Cohcrlas
de chita chineza, a preco de 25-
Cal* alias
de linho para senhoras e meninas, a 600,
800e15.
Golinhas.
Calcinhas bordadas para senhoras c meni-
nas, pelo barato preco de 25500.
Bramante
de linho com 10 e 12 palmos de largura, a
25800, 25 e 25500.
La.
Lindas las para vestidos, a 440 rs. o co-
vado.
Lencos de cassa, a 15600 a duzia.
Cortes
de meia casemira para calca, a 25 cada um
corte, propria para a presente estaco.
800
15400
15000
15000
500
^ywanoe c^fec/to */e ^weuo.

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2 *
S s. i


k GRANDE CORA
f
PAtA TODAS AS MOLESTIAS DO
ESnUGOL 0 FIG11E US EfflMS.
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4)IEH1AH LER.
Tendo o BALIZA dado o seu balanco no ultimo de junho passado, e desejamii rs-
novar o magnifico sortimento de seu GRANDE ARMAZKM, chaina \n-\ p,.-,
attenco do respeitavel publico para os precos dos gneros abaixo mencionados, fac
verdadeso os mais razoaveis que se pdemacbar, atienta a sua boa tmalidada.
Soldado voluntario do batalho progressista, o BALIZA o bou m do m
ment. Elle pede, pois, aosseus hons camaradas, quemo todos osinimigot do ,.
favor de nao lhe darem um minuto de descamco obrigando-o a vender! tto >
Desta sorte o BALIZA vivir contente e contentar tamban aosseusfregu
do-lhes sempre generosamente, etalvezqoe anda por preco mm rapMMi
Pullas Yegetaes Azucaradas
De Kemp
Compostas dos dois novos resinoides chama-
dos Podophilisa c Leptasdrin.a, e inteira-
mente livres de Mercurio ou outros venenos
minoraos ou metallicos, so de grande utili-
dade nos paizes clidos em cazos de
DISPEPSIA, ENCHAQECA,
Con>tiparao ou PrizSo do Ventre,
PACECIMENTOS DO FIGADO,
AflecCjiJes Biliosas,
HEMOfiRMAS, CLICA,
Ictericia,
FEBRE GASTRO-flEPATICA,
E oultras cnfermidadfs anloga?.
Ellas v5o rpidamente substituindo os ant'gos
purgantes drsticos.
-renda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C.,' rua
da Madre de Dos.
ENFEITES PARA SENHORAS
CHEGADOS PELO VAPOR
S para o Vigilante rua do Crespo n. 7.
Ameixas em frascos de vidro, a 1)5500.
Ditas em caixinhas com lindas figuras, a
1/200 c 25100.
Ditas em latinhas, a I#i00.
Amendoas confeitadas, a 900 rs. a libra,
dem, a 280 rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120
rs. a libra.
Dito do Maranho, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a 1?5 6
. i/200aancorela.
Ueite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
)ito em barril, a 040 rs. a garrafa.
Dito de carrapato, a 460 rs. a garrafa.
Arroz com casca, a'35 a saca, com 20cuias
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 6 e 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a 1$ cada urna.
Araruta muito fiua, a 320 rs. a libra.
Bolachinhas americanas, a 33 a barrica e
240 rs. a libra.
Biscoutinhos inglezes, em latinhas, a I $300.
Biscouto lunch e soda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 2$ a lata.
Banha de porco, a 480 rs. a libra.
Balaios hamburguezes muito lindos, de di-
versos tamaitos e por preco razoavel.
Caf do Bio, a 280 c 300 rs. a libra, em
arroba, a 8200, 8#00 e 9/.
Ceblas,-a 800 rs. o cento e ! Cha perola, a 3$ a libra,
dem hisson, superior, a 2#800 a libra,
dem chumbo, a 25t00 a libra.
dem hysson, solhivel, a 2^400 a libra,
dem hysson, menos soffrivel, a 2:5 a libra.
dem preto, magnifico, a 2$ a libra.
dem preto, menos superior, a I 800 rs. a
libra.
Sao chegados osnovissimos e riquissimos en- dem preto, soffrivel, a 1^600 rs. a libra.
feites para cabeca, pois com a vista nao ha- dem nacional, a 1/800 a libra (em latas
ver senhora que deixe de comprar um bo- dem nacional, a Ir>G0O, a libra,
nitoenfeite: s no Vigilante rua do Crespo dem nacional, ordinario, a I5 a libra.
SEM SEGUNDO.
Rua do Queimado n. 5o, loja de miudezas de
Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo todas
as suas miudezas por procos que todos adrairam,
comosojam.:
Varas de aspas para fazer baldes. .
Caixas com superiores obrejas ....
Pares de bottk's de punhos a .
Pares de sapatos de tranca muito unos
a i440e..........
Pecas de litas de velludo recortadas com
o varas a ........
Caixas com muito superior*paj>el aniiza-
dc e outros a.........
Massos com superiores grampos a. .
Caivetes de aparar penas a. .
Agulheiros com agulbas a.....
Duzia de meias brancas para homem,
muito finas a.........
Duzia de meias para senhora, fazenda
fina a............
Cornetas de chifre para meninos a .
Escovas para limpar denles muito finas .
Baralhos de cartas para voltarete muito
finas a...........
Ditas portuguezas a 160 e.....
Frascos de agua de Colonia muito boa a
400 e............
Ditos de oleo babosa a 240 e.....
Ditos com superior oleo de macaca a .
Ditos com superior macaca pcrol a .
Ditos oom superior banha'transparente a
Ditos com superior cheiro a. .
Ditos com superior agua celeste para
cheiro ...........
Trancas de algodao brancas c de cores a
Caixas com superiores obrcias de colla.
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a...........
Gravatas de seda de diversos gostos a .
Tjnteiros de vidro com superior tinta a .
Pares de luvas brancas de algodao a. .
Carriteis de linha com 100 jardas, bran-
ca a ............
Fitas e cordes para enfiar espartilhos a
Caixas com eolchetes francezes superio-
res a............
Cartoes de eolchetes francezes a 40, 60 e
Facas e garfos cabo branco cravado a .
Ditas de cabo branco cravado a. .
Ditas de balanco muito finas a .
Tesouras para cortar, pequeas e finas
a200 e...........
Tesouras para cortar unhas muito final a
Espravoos, enchiladas, ieiras, es-
ponjas, tomilhos, sobrecannas, sobre-
nervos, e todas e quaesquer enfer-
midades a que sao sujeitos os caval-
los, encontrarao um remedio mira-
culosona applicacao do afamado oleo de Merchant
venda no armazem da bola amarelln no oitao do
gaz da rua do Imperador aos precos de ^40, #80
e 2^560.
n. 7.
Luvas de pelica.
Tambem chegaram neste mesmo vapor um
completo sortimento de luvas dejouvin
brancas e de todas as cores; tanto para bo-
rneas como para senhoras: s no Vigilante
rua do Crespo n. 7.
Perfumes.
Champagne, marca aguia, de superior qua-
lidade, a 40 rs. a garrafa e 7(5 o gigo,
com 12 garrafas. Qoem deixar de- be-
ber champagne por tal preco?
Charutos de muitas marcas e a precos l>ara-
tissimos, sendo que ha de 800 rs. ate
4# o cento, vindos do Bio, Babia e de
Hespanha.
Chocolate suisso de Lisboa e francez, a 800
rs. e 1/5-
Chouricas e salpice, a 640 rs. a libra.
Tambem chegou um completo sortimento de
perfumaras dos fabricantes mais afamados
sendo de Luvin, Cudr c Piver; sendo Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco,
extractos essencios de todas as qualidades, Ditas fracezas, a 300 rs. o frasco,
pomadas, banhas, sabonetes, agua de Co- Cognac inglez, a 600, rs. a garrafa e em
lonia, vinagrevirginaldasociedadehygieni- caada, a 4!.
ca, agua florida, agua balsmica para den- dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa,
tes, frasquinhos com superiores pos para Doces, em lindos vazos de vidro, das fruc-
120
40
160
1,5800
i.:wo
700
40
80
80
1A600
3^600
80
200
320
500
500
500'
100;
200
800
500
io00
80
80
500
500
160
100
30
80
400
80
3200
35500
6JO00
320
500
dentes, caixinhas com um frasco d agua,
pos e todos os preparas para limpar den-
tas mais esquisitas da Europa, a
frasco.
lo
tes, olos de todas as qualidades para ca- Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata,
bellos, e outras muitas cousas mais: s no Dito de goiaba, a 640 e 800 rs. o caixo.
Vigilante rua do Crespo n. 7. Dito em latas muito proprio para presente,
Tesouras e caivetes.
OO. 800 e 1:5 o frasco.
Mannclada excellente a 040rs. a lil
Ostras americanas (excellente |<- Use ... 'o
rs. a lata.
Passas a loo re. a libra, e aaa eabaa i v-3
Presuntos de Lamego, a 500 re. a ttn.
dem inglez para fiambre viudo de encomia n-
da, a 800 rs. a libra.
dem americano, a 800 re. a lilira.
Peixe de Lisboa Inglaterra e Ameri
parado conforme a arle de aosinha. em la-
tas de 2 a 3 libras.de l300 I640O.
Phosphoros do gaz. a 2#:i()0 a groaa.
Queijos londrinos chegados no ultimo \.. <;
a 800 rs. a libra.
dem dem chegados no penltimo vapor, a
650 rs. a libra.
Mein Bamengos chegados no ultimo
2,5400.
dem idem chegados no penltimo vapor, a
23200.
Sal refinado em vazos de vidro, ;i 660 re.
dem dem em vazos de louea, a 500 re
Cerveja das oaeibores aureae ojm
mercado, a 4/, 'i;>">,|:>- ''" *'>)(!0.
6/500 a duzia.
Sardiuhas de Lisboa preparadas >- '
a 640 re. a lata de grande las
dem de Nantes, a 380 re. a latinea.
BabSo masaa de ISO, lo, IW), 100, 2
20 rs. a libra.
Tinia preta nacional e inglesa, a OM
garrah, e 40 rs. o boBo.
Toucinho de Lisboa, d nsa di nv h [>afaat
por :i2(i re. a libra,
dem de Santos, a 280 re. a libra.
Id< m amerii ano, a OOOrs. a Ha .
Mein inglez secco noftaneiro, nwlNrV
lo. sus presuntos, a tu re. a libr..
Vassouias americanas muito Ib
a 640 re. cada una.
mais de anno.
Tambem chegaram um completo sortimento Farinha de Maranho, a 160 rs. a libra.
de tesouras dos mais afamados fabricantes,; Dita de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Yeilas de Boenos-Ayres esicaua coi M
libras, por 6/.
dem de carnauba e compusirao, a 360 C '.0<>
rs.'a filria.
dem do Aracatr, a 400 re. a libra.
dem stearinas, a 600 e 040 rs. o mas-o.
dem spermacete, a 15 a Kfera.
Vinho Lagrimas do Dooro, mti |H
melhor qoalidade que hoje vem ao
merend em garrafas iran- i l
do autor em alio revelo no p
prevne-se aos aprecadons que MM
ero ha hoje grande falsilica lo.
dem engarrafados, vindo parle dellesde | -
p'ria cenia de diversas asaran a
mores adegas do Porto e Lisin a, das i r-
cas: Madeira, Cimoes, Cham
sia, Carcavellos, Duque do i'orto i i -
bes. c espera-se todos os din
lidades. a 800. B e IS306 I iarrafa.
blem do Porto Bausa, a 540 re. a pn
dem de Lisboa e Figueira vindo em are
a 26/ de 8 a 9 canallas,
garante-se sua duracao inalteravel por dem lo Porto en) garrafoes de i I 2 a S
garraftjs, por 2^00.
tanto para unhas como para costuras, ras-
padeiras para papel, cahivetes de maqui-
na, facas de um e dous botes, tudo do
mais superior que se pode encontrar: s
no Vigilante rua do Crespo n. 7.
Papel de fantasa.
Tambem chegou um grande sortimento de
papel de fantasa branco, bordado e liso
douradinho, de lindas cores, assim como
de peso e almaco, assim como muitos ou-
tros objectos de muito gosto que se torna-
Fructas francezas de diversas qualidades, em
frascos de vidro, preparadas em alcool,
proprio pan. podim etc., a 1$. o frasco.
Fumo americano, em pastas, a I 5280 o
fibra.
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
Graixa em latas, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a I 5.
Genebra ingleza, marca gato, a 1(5200 o
frasco ou garrafa com ralba de vidro.
Garrales vazios, de 640 a i200 cada um.
nam enfadonho annunciar, (pie seus pre- Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex-
cos serao por menos do queinoutra timavel, em vasos esquisitos, a 1,5500.
qualquer parte: s no Vigilante rua do Licores inglezes e francezes dos melhores
n- 7\ fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa.
Linguas americanas de grande tamanho (em
calda), al/.
Linguicas de Portugal, em latinhas de 5 li-
bras, a 3,5500 a lata.
Massas para sopa, em caixinhas com 8 libras,
contendo 5 qualidades, por 3)5500 a caixa.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide, a 560
rs. a libra.
Dita de tomate, a 640 rs.a libra.
Manteiga ingleza em potes de 10 a 16 libras
a 800 rs. a libra.
dem dita flor a 1$ a libra.
dem de 2a qualidade a 800 rs. a libra.
dem de 3a qualidade a 640 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra.
ld;m franceza a 640 rs. a libra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes*500rs.,
Mlhos inglezes dos memores fabricantes a
Recebeu grande sortimento de volantes, teri-
nas, rendas douradas e prateadas, bicos peguelha e gales de todas as larguras,
vendendo-se tudo por precos baratissimos
principalmente sendo em pecas: s no Vi-
gilante rua do Crespo n. 7,
Retroz e linlia.
Tambem chegou um grande sortimento de
retroz do Porto do melhor fabricante; sen-
do, preto, azul ferrete e cores sortidas, a
-'14,000 rs. a libra, linha de miada de Roriz
e cabeca encarnada, que seus precos sero
baratissimos: s no Vigilante rua do Cres-
po n. 7.
Assucar do Monteiro
Ba do Imperador n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e de 8 libras para cima
a 5,5600 aarroba.
dem da Figueira em garrafal de 4 12
gamba, por 2#400.
dem de Lisboa e Figveira da 320.400, 500
e 560 rs. a garrafa, e em caada
abalimento.
dem Bordeara engarrafado, a 640 rs. a
garrafa, em dar a 71000.
Vinho do Porto muito lino em caixas com 12
garrafas, a 8$, 105. 12* e \}>6 las I
lliores marcas pie vem ao nooso Mica
Vinagre de Lisboa em garrafoes de 4 I i a
5 garrafas, a 1200 com > garrafa. >.
Avelaas a 200 rs. a libra.
Arroz la India a 100 rs. a libra.
Biscoutos de Lisboa em latas. psanisBi para
doentes, a i5500 e 33 a lata.
Batatas a 80 rs. a libra.
Copos lapidados para agua a C.-5 a duzia.
Chumbo de todas as grossur.is a 6-5 a ano-
ha.
Caf muido le superior qualidade a 400 n,
a libra.
Fio de linho muito proprio para amarrar, a
480 rs. a libra.
Farinha de trigo em barricas e meias, de to-
das as marcas e quadades.
Genebra de Ilollanda em garrales cos 2
canallas, por 6/5500 com o ijarraSo.
I<|em idem em frasqueiras cos 12 fras
por 6/500.
Manteiga liuissima em latas contendo I It-
logramma ou 2 libras e 1 4 liquido, por
13800 a lata.
Queijo suisso, a 800 rs. a libra.
Rap princeza do Rio: grosso, mew grossa
e fino.
Tainhas las Alagas a 123 o cento, e 140
rs. cada urna.
Vinho branco de Bordeaux (Sauterns) a 8#"
e 10)5 a duzia, e 800 a 1(5 a garrafa.
ILEGVELl








MMttMtflflmil
Marte dr
Ter^a felra tflie Jitfttft de i Ha.
SORTIMENTO DE MOLHADOS.




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Yinho empipa: Porto, Figueira eLisboa, a400,
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a 2*800,34 e
35500 rs., afianca-se este genero conservar-se
perfeito seis oito mezes, o que raro ser outro
qualquer afianzar.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto, a 15
a garrafa e 105 a caixa, o preco nao indica* a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposic/tes de preco que se prova ao
respeitavel publico a superior qualidade, esto
genero de commum se manda vir de conta pro-
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciante.
Vinho do Alto Douro, das marcas mais acreditadas
e especialmente escomidas por pessoas entendi-
das deste genero, como sejam Camoes, Duque do
Porto, D. Luiz, Carcavellos, Chamisso 4 Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 95
a caixa com 12 garrafas.
Garrames com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 25500.
Vinho branco de Lisboa, proprio para missa, vindo
ja engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 35200 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de 1 e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 15400,15800, 25500
e35.
Figo? de comadre em bauzinhos de folha, muito
proprios para mimo, a 15600.
dem em caixinhas forradas de papel de differentes
molduras, a 15400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia e 3 libras
por 15400 c 25600.
Passas do carnadas as mais novas que lia 110 merca-
do, caixas t 1 arroba a 65, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massas para sopa muito novas: pevide e cstrellinha,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim c
aletria, a 560 rs. a libra.
Macarro, a 320 rs. a libra.
! dem o mais novo que ha no mercado: talharim c
aletria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 15800 e a retalho a 180 rs.. a libra.
Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
I das, a 800 rs.
Lagostinhas em latas grandes, a-15400.
Savel, corvina, chernc, congro, linguado, vezugo,
gors, pescada, peixe espada, preparado pela pri-
meira arte de cozinha, a 15300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 254(0.
dem do vapor passado, a 25200.
dem prato, o mais superior que tem vindb ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixao grandi a 640 o
800 rs. eadaum.
Chouricas do reino a mais nova do mero|do a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, vindos do Porto de casa articular,
a 800 rs. a libra. ,
Bolachinhas inglezas a mais nova do aereado a
240 rs. a libra e 35000 a> barrica coa urna ar-
roba.
dem de soda de diversas qualidades, a 5400, di-
tas grandes proprias para laach com 6 a 6 li-
bras por 25400.
Harmelada imperial do fabricante Abreuiu de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, ea latas de
i e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portuguezas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamentc flor, a tOft e 15 a
libra, neste genero existe sempre abeito dispo-
sicSo dos treguezes dous a tres barrs de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidad aconteca
a faetnra vir composta do segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazir aos fre-
guezes torna-se necessario ter mais lo que esta
porco de barris abertos, jiorm anta nos lhe
damos a devida applicagao para tenuero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado, a 680 rs. e
em barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra.
Avelaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito novas a 280 rs. a
libra.
Toucinho do reino a 3W rs. e 105500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 4580^
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 r*. a garrafa c i*** a
caada.
Campagne das marcas mais acre,tadas a 85000
e IO50OO o gigo, e 800 rs. c 5000 a garrafa.
Cervcia preta da marca Teent ou XXX, a 45 e
45500 a duzia, e a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marta cobrinha ou Tenenl, a 45
e 45300 rs. a duda, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hollanda em garrafSes com 16 garra-
fas, por 65500 rs., afianca-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 65500 e a 560 rs. o frasco.
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja em frascos grandes, a 15200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinlio de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as memores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
n caixa a 75500,85000 e 85200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de urna s qualida-
de e da verdadeira, a. 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 25300 rs. a groza e 20 ris a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra c 95300 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nova a \ rs- a libra> e 3*300 rs- a ar-
roba.
Macarro ,a,narim> a 32 rs- a llDra-
\|,,tr:. muito lina, a 400 rs. a libra.
At-roz Carolino, muito alvo e grado, a 120 rs. a
libra e a 35200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que "se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda e tereeira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, e em arroba ou sacco a 85200
e 85400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra e
IO500O a arroba.
dem de spernjacet, a 640 rs. a bra.
Chocolate hespanhol a 15, a libra,
dem francez, a 900 e 15 rs. a.libra.
Cha perola o mais superior do mercado por ser
vindo de enconunenda propria a 25880 rs.
Cha hyson, melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a 25500 rs. a libra.
dem nacional em latas de 1, 2 e 3 libras a 15400
ris.
dem huxim, a 25200 rs. a libra.
Cha prcto homcepathico o mais excellente que tem
vindo ao mercado, a 25 a libra.
Graixa em latas grandes, a 3$3O0 a duzia, c 120
rs. cada uina.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra. ^
Vassouras do Porto arqueadas de ferro, obra de
miita duracao e utiliuade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muitos fabricantes da Bahia, a
25000, 253OO, 35000, 352OO, 35300 e 45000 rs.
a caixa, ou ein meias por metade do pre^o.
dem Mississipes imperiaes, a 35000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Kio, a 35200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 25800 rs.
dem Flor da Malta ou Regaba tapetad, a 25500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 45000
ris.
dem superiores em quantidade e de todos os fa-
bricantes, a 35OOO, 35300 e 45OOO rs. a caixa.
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Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O. Bieber A C,
successores, ra da Cruz n. 4.
liua (la Scazalla Nova n. 42.
Nesle 1 'Stable* imento vemlem-se: taclias de
fi'ii'u i-oado libra a 110 rs., idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil reta <> milheiro no Caes da alfandega n.
1. armazem de Tasso A Irmos.
A AGUIA BRMCA
Receben pello uliino vapov o
segniute:
Bonitas polseiras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senhoras.
Oatras astreitas para meninas, mi manguitos.
Carteiras com agulbas.
Agullietas para enfiar, e agulkas canlfas.
Trancelins e litas de borracha.
Carriteis com tor?al de indas as cores.
ifassoseflos de coral.
Esponjas linas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco c
lialio.
ates de rede para conservar os cabellos
bem alados.
Aspase OOZ para balao. /
Fitas com coetes para vestidos.
Trancelins chatos de 13a para enleitar vestidos.
Papel e (binas para rosas.
Lamparillas francezas.
Traneelins grossos para relogios.
Esci.vas caho d'osso, mariin e madreperola
para dentes, unhas, limpar pentes*ejoias.
Olltras finas para roiipa, chapeo, cabello ele.
Ondas de velludo para chapeos.
as para papis,
laspadeiras e facas de marfim para ditas.
V; porase donDS.
I.isvas de onmurca.
Vendem-se mui linas lavas de carmuca
branca e amareUa; na ra do Queimado n. 8
loja d'aguia branca.
HaiaNsiiu..* handeijas.
A agttia branca por muitas vezes tem da-
do a conheeer que ipia.nilo acha algtima pe-
chincha, nao tpier somente com ella encher
(i papo, ao contrario deseja que toda s'ua boa
u/.ia e o publico em geral prvem da
mesma, o que agorameaBO acontece com
essas; baralissimas bandeijas, cuja limhacSo
da 1 ceos admira, em relaco aos tamaitos e
qualidades: avista do que convm todos a-
proveitarem-se dessa opportuna occasio e
pi tverent-86 d'um traste sempre necessario,
e pie Ibes costar quasi metade do justo va-
loi. Assim, pois, dinirirem-se com dinhei-
1 > alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra do Qoeknado n. 8.
Lencos braucos com barras de
cores para meninos.
A loja d'aguia branca recebeu um novo
so timento de lencos brancos com barras de
ceres para meninos, e com quanto esses
wasgom meJhores, maiores e perfeitamente
fpadrados, com tudo continam a ser ven-
didos pelo antigo preco de Ift a duzia; n.
m 1 do Queimado na alegre e espacosa loja
d'aguia branca n. 8.
i.Sa fina para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
pleto sortimento de lita lina para bordar, cu-
j i variedade de agradaveis cores foram es-
1 pihidas d'um grande livro d'amostras que o
fabricante offereceu a aguia branca, vindo
entre ellas adunia mesclada; assim pois onde
os pretendentes melhor se podem sortir des-
so genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Os afamados copos com banha, e
bolcs com inscripcoes.
Chegaram novamente para a aguia branca
esses afamados e estimados copos com banha
fcn; assim como os bonitos boies de por-
ma dourada lambem com banha, e novas
inscripcoes maviosas e jocoserias, mui ade-
cuado liara presentes resta porem que os apre-
ciadores concorram, munidos de dinheiro,
:c e espaoo^t loja d'aguia branca ra do
Queimado u. 8T
TERCOS
v cordas de cornalina.
A aguia branca pensando constantemente em
bem servir a toda a sua freguezia, notou que ainda
,' nao liavia frito algum agrado a aquelles que pru-
dente r acertadamente rosando, cumprem dever de
bom rhristao, c quando rrparou essa sua falta,
mandou vir e acaba de receber delicados tercos e
! coras de cornalina com cruz de prata, os q'uaes
deixa dis|Kisirao dos fiis que estiverem dispostos
a Bastar 15o00*,25e 35 para possuirem um bonito
terjo ou coroa, com os quaes podem mesino pedir a
Urs pela prosperidade d'aguia branca, eai seu ale-
l re e espafoao Biabo da ra do Queimado n. 8.
Xotos e bonitos
pentinhos traveseos dourados e com podras para
meninas : vendem-se ha ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
Ilahnzinhos com perfumarlas e
sem ellas.
A ag\i branca vendo bonitos bahuzinhos com 6
frasquinlios de cheiros por 15300 e vasios por 800
rs..-srrvindo estes para meninas, e mesmo para
joias, etc., etc. : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Oclicadas i eson imIi i s d'aco para
bordados e labyrinf bos.
A pedido de algumas senhoras suas predieletas
fregneus, a agina branca mandou vir deana de-
licadas tesouriulias d'a<;o pontas agudas, proprias
para bordados e labyrintbos, c urna vez chegadas
riiini) de facto chegaram, a aguia branca convida
as de mais senhoras suas boas freguezas para
aimiveitarem-se da occasiiio e bem empregarem
BensSf emeada urna dessas linissimas tesouri-
nhas, na certeza de que perder por chegar larde ;
qnem se demorar em as mandar comprar no ale-
gre e esiiaroso ninho d'aguia branca, ra do Quei-
mado 11. 8, onde tambera ha outras curvas e direi-
las para unhas.
Ilabadinhos estreitos e bordados
Vendein-sc na ra do Queimado n. 8, loja d'aguia
branca.

Capachos compridos e redondos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Unhas maelas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
Xovisslnios e bonitos enfeites
para cabecas.
Quando o bello sexo sentia a falta de bons
enfeites para cabeca, eis que a aguia branca
recebe urna sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissiraa moda,
muito servado isso para sanar aquella falta,
1 e fazer com que as xmas. apreciadoras da
bella empreza Coimbra possam melhor real-
sar c mostrarem o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
. tante fino com continhas d'aco, e mui bem
1 enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas
I etc., entretanto que sendo obra de muito
i gosto custam 5$, 6$ e 7$ dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Ricas guarnces de pentes e
* ellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
' guarnicoes de pentes dourados, e com pe-
i dras; assim como outras bordadas froco e
com. bolas pendentes, novidad essa que s
! se acha em dita loja, e que na verdade se
: tornam mui alegres e bonitas; (i bem assim
recebeu lindas fivellas com pedras, e ditas
d'aco com novos e engrapados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senhoras ser3o encon-
trados na alegre e espacosa loja d'aguia
' branca ra do Queimado n. 8.
ROUPA FEITA
. NO
ARMAZEM
DE
tfrifa ido fami
X.STREXRO VEBBE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de Lj
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- &*
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um |
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, ||
homens e meninos.
A300 ^
25000 >H
t^too B
?$jp'
RA DO QUEIMADO N. 46

GUIA LUSO BRASILEIRO
DO
VIAJANTE NA EUROPA.
PELO DOUTOB
Ignacio Manuel de Lentos.
Obra muito necessaria para as pessoas que vao
viajar pela Europa, e para aquellas que desejara
ter nocoes do que ha mais curioso fi imjiortante no
vellio mundo 1 volumo do 5SO paginas. Vende-se
na livraria econmica junto ao arco de Santo An-
luniu. ______________
Vende-se
por menos de seu valor nove moradtis do casas ter-
reas, novas, ainda por se pintarem algumas, todas
ou em separado, chaos proprios, bairro da Boa-Vis-
ta, ra dos Prazeres: a fallar com o Sr. Antonio
Carneiro da -Gunha, na fabrica Sebastopol nos
largo dos Coelos.
Casacas de panno preto, 3> e 30,->000
Sobrecasacas idem, 30 o 2o,->000,
Paletos idem e de cores, 2.*>#,
205. 13-5 i....... 10,5000
Ditos de casemira, 205, 13$,
125, 105 e...... 7,5000
Ditos^le alpaca, 55 e. 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75.
55 e........ 35300
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45500, 45, 35300 e. 35000
Ditos branco de linho, 05,55 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 105, 75 e.....55OO0
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85 e......75000
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000 j
Ditas de meia casemira de co-
res, 55500 e.....45000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 55, 45500 e 45000
Ditas de brim branco e de co-
res, 55, 45500, 45 e 25500
Ditas de ganga de cores,
35500, 35 e.....25300
Cohetes de velludo preto e de
cores, 95 "e......75000
Ditos de casemira preta, 55 e 45000
Ditos de ditas de cores 55
45 e ........35500
Ditos de selim preto. 55000
Ditos de ditos e seda branco,
65 e.......55000
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 65, 55 e 45000
Cohetes de fustai) e brim bran-
co, 35300, 35 e .
Sen tulas de brim de linho,
25400 e......
Ditas de algodao, 15600 e. .
Camisas de peitos de linho,
55, 45, 35 e.....
Ditas de madapolo, 35,
25500, 25 e.....
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e. .
Ditos dcfltro, 55, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toalhas parroslo, duzia, 115,
95 e........
Atoalhado adamascado de' li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....
Lenees de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
Pennas d'aco, as mais superio-
res, a grosa......
Relogios de ouro orizontaes,
905,805 e......
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 405 e
Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
aneis e cruzes.
mmm wmwm
FUUMII^AO DA AURORA.
Nesta grande e bem mohtada fabrica de macbinismo, a mais antiga no imperio, con-
tinua-se a executar com a maior presteza e perfeicao encommendas de toda a qualidade
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de-todos os systemas e tamaitos.
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechaspara barcos, etc., etc., tudo por preco que bem convida.
DE
DE
J. VIGNES.
V 55. RA DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hojo assaz conhecidos, para que seja neeessario insistir sobre a
sua superioridade, vantagens e garantas que ofterecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as volitados e caprichos das pianistas, sem
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importau-
tissimos para o clima deste paiz; quanto s voies sao molodiosas e flautadas, e por tsto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores. -.^.'^
Faxem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, dei Parts, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e vanado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos; sendo tudo vendido
por presos muito razoaveis.
DE
I AZL \ IIA S E It O 'VA S FEITAS*
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 255, 285, 305 e 355. .
muito bem feitas a 255, 285, 305 e 355, paletots acasacados de panno preto de 164 al
255, ditos de casemira de cor a 155, 185 e 205, paletits saceos de panno e ose-
mira de 85 at 145, ditos saceos de alpaca, merino e laa de 45 atr i-s, sobre de alpaca
merino de 75 at 105, calcas pretas de casemira de 85 al I \S. ditas de cor de 75 at
155, roupas para menino de todos os tamaitos, grande sortimento de n tupas de brim.
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de saina nw de metim, raseaira
e velludo de 45 a 95, ditos para casamento a 55 e 65, paletots brancos de bramante a i-i
c 55, calcas brancas muito finas a 55, e um grande sortimento de fazendas linas moder-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para bomem, menino e senhora.
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para homom e se-
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos encoramemlas le grawfc.
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mostr de semelhanU; arte e nm
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolbidos, por tanto ejecutamos qualquer ain sm
promptido e mais bai^ata do que em outra qualquer casa.
ATTEM^AOi
FAZENDAS DE BOM GOSTO.
Lindos cortes de la de barra Imperatriz, ditos de la com bam matisa-
da, ditos lisos com palmas de seda, lindas las de cores SttMMM i Mn
covado, ditas com palmas de seda a 640, 700 e 800 rs. o ro\ado, cortes de
seda de cor matizada os mais superiores que tem vindo ao mercado, lindos
cortes de mor-antique de cor linda, gorguro de la e seda de quadrinltos e
lisos, fazenda inteiramente nova para vestido.
Superiores cortes de blond branco para noiva, camisinhas de cambraia
bordadas, brancas e de cores, lindos sautambarques de cachemira de cor en/ei-
tados e bordados da mesma cor, ultima moda em Paris, superiores chapeos
de palha da Italia, enfeites'de flores, capellas brancas e mitras militas fazendas
de gosto que seria enfadonho annunciar: na ra do Crespo n. 15, loja m
columnas, de ^Vntonio Correa de Vasconcellos A Companhia.
I \ !H VO DO KOIV n % \-lll % DO
BRUM \. ItH.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completo sortimento de
macbinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas c mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamaitos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo' systema Wetson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
3%%%m *% ^^%^^%
DE
TODAS AS OIAMIUIIE*
DE
ANTONIO MIi DE BHITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIUVA.
N. 21Antiga ra dos Quarteis de policaN. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo o eran
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus andam vendendo tanto
na praca como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus ; e cono to-
dos os meus cigarros sao vendidos na minha fabrica, e n5o mando pessoa alguna Tender
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que compran galo par
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especiataasale o seas
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha fabrica san
marcados com um disunctivo que declara o meu nome, o nome da ra e o nnnasrn mesma casa.
Aproveito a occasiSo para scientificar- aos mesmos senhores, que constanteuse
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas quididades, e do melhor fti
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
AOS SRS. GONSliMllDORES DE GAZ.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quali-
dade a retalho a 125 a lata de 5 galbos, as-
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e sendo
em porcSo mais barato que em outra qual-
quer parte.
Barras.
Cofres patentes inglezes, prova e kp>.
garantidos pelo fabricante Milners, de LiTer-
pool: vendem-se na ra da Cruz n. i, ar-
mazem de Isidoro, Netto A C. ___________
Mebalau.
Vendem-se sebcJas perfehamarte h i
o cento : ni ra da impcratrtz n. M,
becco dos Ferreiros.




1

^r


Diario de PernanibHco Tert?a felra 1 de Julho le 1941)1.

nm
GRANDE ARMAZEM
AE
A&m
. M. 36, RCA DAS CRlES H. 36
DO
balrro de Santo Antonio.
0 proprietario do muito acreditado armazem denominado Progresista tendo
sempre em vista fazer ludo o que for possivel para bem servir aos seus freguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos precos
abaixo mencionados, e amanea s pessoas que mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem to bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nao proprios deste eslabelecimento. O
mesmo pede as senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
o com os seus portadores, fazendo-lhes ver que s no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e v5o outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
estabelecimento.
PROGRESSIVO.
Manteigai ngleza de 1.a qualidade, a 900 rs.
a libra.
Mem de 2.* qualidade, a 800 rs. a libra.
dem franceza, chegada ltimamente, a 6401
re. a libra.
Batatas muito novas, a 2$ o gigo de arroba
e 80 rs. a libra.
fueijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de U 20500.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 8#500
e 8)5800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 35200 a arroba.
Avelas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange dequipage, Choux e
mitras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
Gafraloes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,5400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa est-
cao por ser mais fresco a 2(5-400.
Cha hysson o mais superior a 23600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
vendemos a 3#200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2$700 a libra.
dem preto muito fino, a 2#000 a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2(5100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a 1)5100 com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um:
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 9)5
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 70500 a caixa com
urna duzia.
Chouricas c paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 10-5500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara era frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiser des
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Hude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 6(5500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quaftos.
Ameixas francezas em frascos de i i]2 e 3 li-
bras de 16400 a 2,5800, tambem ha latas
de 6 libras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, a 600rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachiha ngleza. a mais nova que se pode
desejar, a 34000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 9i5000 a caixa com urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a 500 rs. a
libra, garante-sea superior qualidade.
Palitos para dentes em caixinhas douradas
Bren, a 320 a libra e 80 a arroba.
da c
IMMt
S NO
9-LARGO DO CARMO-9.
DE
Os proprietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molhados partici-
para aos seus freguezes que acabam de receber de diversos portos da Europa o mais bel-
lo sortimento de molhados, todos primorosamente escolhidos, os quaes vendera-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir
todos os gneros sabidos do seu muito acreditado armazem.
de superior qualidade a 320 rs. ca
xinha.
Mostarda preparada em potes muito nova a
400 rs. cada um.
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 2,5300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 1,5300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras quadades, pre-
parado de escabexe segundo a arte de
cozinha a 1(5400.
Papel grve pautado e liso a 3(5800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 3&200 e 45000 a caada do
melhore 500 rs. a garrafa, em porco ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
50000 a caada.
Vinho branco o mais superior que pessivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 4(5000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 1)5400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porco lera
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
1#000 a garrafa, e 100000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Baliia a 3,5500 a caixa, tambera temos
para 2000, 20500, 3(5000 e 3,5200 a
caixa.
i
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 100 a 11(5500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 1,5000
a ancoreta do Porto e 1(5500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodiaha e pe-
vide a 400 rs. a libra e 20000 a caixa com
8 libras liquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores quadades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da gQiaba a 800 rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas de 50500 a
60000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
10300 a lata.
Bolachiha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 20000 cada
urna.
Massa de tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 20400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova do nosso mercado a
10000 a libra.
Alfazema o que pode haver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranca individual a 20 rs.
a caixinha.
|
Papel de embrulho muito superior a 10120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
40000 a caada.
Copos finos para agua a 60000 a duzia.
Manteiga ingleza perfeitamente fldr, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
64o rs. a libra.
dem em potes de 4 16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 669 rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 7oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,5oo e
8,800 rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3. libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de 1,000 a
2,5oo rs. cada um.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafo,
aflanca-se que neste gnero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio,para a nossa
estaco por ser mais fresco j2,4oo rs.
Cha hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oq rs.
-i
dem huxim miudinho o mais*superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito lino a 2,ooo rs.. a libra.
dem mnito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 800 rs. a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2po rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 800 rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a 4oo rs. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos devidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 80
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de 1,00o a 3,ooo
cada um.
Painco a 14o rs. a libra.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol. que raras vezes
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caixa-ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e l,3oors. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmo e outras qualidades, pre-
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
7oo rs. a libra.
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
-* -
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O > O 1 0 3 1 -3
y, W2 = s
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* 1
PTeste novo e grande estabelecimento de molhados, encontrar o respeitavel
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos freguezes do centro, mpotm a ,,,Brta
todas as qualidades de gneros por menos precos que em quaesquer outros eslabelwimefi-
tos d'esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Europa um
dos socios para serem vindos todos os gneros de conta propria, para melhor servir aos
seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre os melhores e mais
novos gneros do nosso mercado, e por precos baratissimos, como se ver abaixo.
liso
a 3,8oo rs. a
Papel grve pautado e
resma. ,
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto e Figueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo e
4,000 rs. a caada do mais superior e de
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, era barril,
a 64o rs. a garrafa, em porco ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garrafa, e 12,ooo rs. b gigo,
com I duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 10 a libra.
Ditas em frasco por 20800.
Arroz pilado da India loo rs. a libra e 30ooo
a arroba.
Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra e 30500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 e 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 10300 a an-
coreta.
Bolachiha de soda a 10400 a lata.
Banha de porco a 600 rs. a libra.
Bolachiha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 30000.
Cha hysson a 20200 a libra.
Dito dito fino a 20600 a libra.
Dito miudinho a 20800 a libra.
Dito do Rio a 10800 a libra.
Dito preto a 10900 a libra. 1
Carne do serto a 36o rs., e em porco se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 10200,
10500 e 30 a caixa.
Champagne a 10 e 10300 a garrafa.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Consenas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 90 e
90200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixao.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a libra, e em latas de 4 libras
por 10500.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 70 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 60500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 10 o frasco.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, c 20600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 10300 a duzia.
Genebra em garrafes de 14 garrafas por
40600.
Batatas inglezas libra a 80 rs., e a 20500 em
arroba.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 10500.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 e 10 a l.hra.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 800 rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a libra.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o fraseo.
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e 85 a caixa.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 20500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a 0
20500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 500 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a 500. 560.
600 e 640 rs. a garrafa, e 8*060, ti* c
60500 a duzia.
Dita em barril por 40, e 240 rs. a garrafa.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinlia de Nantes a 360 e 400 rs. a at-
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 080 rs a libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por 'jOOO.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360e 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 50500, garrafa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 40 e a garrafa a M
rs.
Dito Figueira, caada a 308-4011 garrafa a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 40 e a garrafa
aSOOra.
Dito Estreito, caada a 30200 e a garrafa a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafes de I pi ra-
fas por 10400.
Dito em caada a 20, e a 260 rs. a garraa.
Vinho do Porto em garrafes i I oarra!
por 20500.
Dito dito engarrafado a 10 e 10200.
Dito lagrimas do Douro a 10400 a gnate.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a garrafa.
e 50 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, c a 4:>4W
a caada.
Previne-se ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quali-
dade, e para desengao venham ver; assim como outros que deixam de ser annunciados.
TODA ATTENQaO
NOS
CON SI
RVATIVt I CONSI
DE
Velas de spermacet superiores, a 600 64o,
G80 e 7oo rs. o masso.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei- dem d# carnauba e composico, a 32o, 36o
tona, Velho secco, Chamico, Madeira su- e 4oo rs. a libra, e de lo,ooo a ll,5oors.
perior e outros a l.ooo rs. a garrafa, e a arroba.
9,000 rs. a duzia.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l.ooo
rs. a ancoreta do Porto, e l,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e 10,000 rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe e outros a 7oo
rs. a'garrafa, e 8,000 rs. a caixa com urna
duzia.
Chouricas paios, o mais novo que se pode
desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores' francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisir des
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
danr- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau dora 1,000 rs.
a garrafa e 10,000 a caixa com 1 duzia,
Passas muito novas e de carnada a 3oo rs-
a libra e 6,000 rs. a caixa com 1 arroba,
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei"
ros de Lisboa a 600 rs. a libra, em latas
de differentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachiha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Massas para sopa: estrellinha, rodinlia'e pe-
vide a 32o rs. a libra, e l,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progressivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores quadades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo e
7,4oo rs. a duzia o 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas quadades a
l,2oors. a lata.
Bolachiha de soda especial, encommenda
muito nova, em latas grandes a 2,000 rs.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,000, 5,5oo e H,ooo rs. a lata.
Patos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 600 a 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas/a 18o rs. cada um.
Cebonas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a libra.
1S. 21 E 23LARGO DO TER(;0-NS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados. vende os seus cu-
neros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bua-
lidade de qualquer genero saludo dos seus armazens ; pode vender por menos por a -
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1.a e 2.a sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a 1,80o e 2,ooo rs.
Velas'de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e 4o) rs. a I
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo c4oors., em caada M i'.*z ato-
timento, ha porco para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oo rs. a libra e3,ooo rs. a 1
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a grosa.
Manteiga ingleza da 1 .a e 2.a qualidade, a 800 e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escollda, a 64o e 600 rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o rs., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como cervej.i das nw-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite (!<... vh
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, alhos, chouricas, banha de pi
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-
fazemas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enxo-
Jre e outros muito gneros, os quaes vendemos pelos precos mais baratos possiveis.
MACMS AMERICANAS-
Em casa de N. O. Bieber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar hortas e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Sellins com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
AGENCIA
DA
FUNDICO DE LOW-MOOB.
Roa da Seualla ora n. 41
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jotmston & C,
ra da Seuzalla Nova 42.
OSTRAS
em caixas de 24 latinhas de urna libra no ar-
mazem de Tasso & limaos ra do .Vb*.i
n. 35.
escritos ruaros.
Fugio do da 17 do correnie da can i >
xo assignado o escravo mualo dr nonu- Ijiz .jar
vei para esta praca para ser vendido, remettHlc 4a
villa de Barraros pelo Sr. Antonio Filippe e Mar
cedo, para pagamento do que deve ao atao m-
signado o Sr. Domingos Jos Cordeiro, en est-raf
tem os signaos seguales : estatura regular, *rw
docorpo, cor fula, algumas manetas de pan
elo rosto, cabellos Trizados, i tpt eift ler de uto-
e de 18 a 20 anuos apenas, tem wm fcqtn taf*
e quando falla um tanto baiw 'attmm*, ota
escravo deixou amai em Barreiros, c por isso
muito de suppor que para all se dirigiste :
menda-se todas as autoridades pohriaes, 1
de campo que o pegar manda-k) na i
casa n. 5, segundo andar, que serio -be
pensados.
Alves Femirt.
Na noite de U para 15 do corrale
tou-se da fundicao da Aurora o mulato -
bastante alto, ps grandes e mal totea,
passado e costuma andar de
algumas vexes usa capote de [
forro,: roga-se as autoridade
de campo a captura do mesma," e
da funcao, onde se gratificara '
trabalho.

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Olarl e Pcrnambnco i>re>a frfrt i le Jnlho de ifi5.
LITTERATRA
Dois casamento*
[era mandada dizer pelas mclhoras.deFelippe, vie- cumplir com as suas obriga?5eg com a maior ae
| ram juntar as suas preces etalvez as mais an- tividadc para estarem promptos hora da festa
gustiadas e fervorosass dos outros fiis. A Joanna faladeira apresentou a saa saia nova,
Ou fosse milagro da Senhora, ou ftssem os ro- e o pequeo Joaqium eslava iodo vesdinho de no^
gos, ou finalmente a natureza, Felipa arrihou do vo desde os "Juicos dos- ps at cabera. Por
ii para os sitios de Bonifica, n'uma crmida, grande desalent physico e moral, em que estara tal signa! to entretido e vaidoso ia o pequeo a
da Seniora da Sade. no lugar de prostrado. e en Uve orcasiao de encontrar no na- mirar-se, que tropecou e rasgn
'. que encenfivi pela primvira vez os per-morado de Knillin, mn condiscpulo e companhei- llio. Istocuslou-llie limita lagr
as cairas no joe-
ma de desgosto e
umita dr nos quencos em-cunsequencia de um
m; jgeits deste cont. j ro de infancia.
Emilia SwyoV e sua irmaa Josophina eram Agora j as senhoras nao andavam sos, Felippe' alentado bofclo,'que a cara manira Ihe foracceu.
nes: tcmpb duas senhoras novas, bellas, espiri- perfeitamenle restablecido acompanhava-as seui- para nao ser rubra tonta, para ver m.-lhor
tamben) eu recebia esta onde pitos os ps.
e cominos os encantos, que Ihes davam pre, e algumas vezes
\-inte anuos. -Emilia era um typo honra.
v ; nidiamente peninsular, e a Josophina conce
d< a Deus os mais bonitos olhos atoes que at hoje
te:i brilhado n'um rosto do mullier.
K.-tava eu no adro da ermida quando as vi ap-
pa;-c.T, ambas vestidas de preto.Acabavam de
tu ." oraeo a milagrosa senhora, para que dense
Isto dissc-lhc a mae depois de lbo ainarrotar as
Apezar da robusta sade de Felippe, os cuidados! ven,as t la forain se1"* u caminho e atro-
de Emilia orara sempre os mcsnios. Assim. de-^"ando todos, at encontimMii lugar conveniente
pois de passarmos, ella nao consenta, que o pobre *? vr1os no'vos-
rapaz bebesse agua e.n quanto eslava agitado, ou I Coino l,av,a duP|lcaao la0tiv(> <>*> prazer todos os
que se assenlasse, onde houvesse corrento de ar- rapazes c raparigas e mesnio algumas velhas, es
Nestas pequeas delicadezas se revela muito amor.
ir^lhora- a um pobre rapaz que havia no sitio, e T-,ti= m r>
... i i ,',ni'> attcneoe,- da parte do Emilia para com Fc-
que tinha ido de Lisboa procurar amo ao mal ____ZZ7T..:-. r 'ua^aiumn
,. i i hPI'c e reciprocamente, fizeram-me crescer agua
flneooe niara, na bocea, e tratei de oceupar ura lugar que mitrara
Mas como soube eu o que ellas acabavam de fa- ,. *^ Juloa,a
, vago, junto de Josepluna.
6 caso deu-se assim. Q"e innocencia a mmha! se eu era urna crc-
Havia no lugar urna senhora respeitavel. de urna anca.
trearam fatinho novo. Fazia alegra vellos de con
tentes, que todos se mostravam. Tambera por l
baria suas tnvejinhas, isso verdade, as roupi-
nhas invejavam os vestidls de fazenia, e estes os
que eram de nielhor gosto ou que davam mais na
vista, ludo era folia e algazarra.Os rapazes ora
tocavam o sino, ora apostavam sen lepis a ver qual
seria capaz de subir o mastro e beijar a imagem
das prmeipaes rasas deste reino, urna santa, cuja J j0Sephina acceitou os meus eomprimentos, e eu da Senhora, ora jogavam o socco por causa das
o mais fortorosa era, depois de esmolar os julgava-nie feliz, odiando para Felippe. dizia com-'' cannas dos foguetes.
pobres, rosar para que a Senhora da Sade me- shro mesmo. M aiW(ir :l ,Anhn loinlu>ni-------u | Era meio da e muglca se ^^ dc3dc
sigo mesmo: se adoecer ja tenlio tambera um.anjo
lhorasse as pessoas que ali iam tomar ares e beber mi0 llt,ca por mim.-Ella era realmente, bonita ; pela manhaa no adro tocando msicas populares
das frescas aguas da foate da buraca. \ mas entao se livcra rewarad0 \)em nadies 0jhos taes como a siranda, a canninha verde e outras,
Todos os das baria mista, mandada dizer pela azues, naoteria feito a imprudencia de a acreditar.' entoou o hymno da carta.Eram os noivos que
Um da tinhamos combinado ir passear todos ao
casal de cumias, onde nos esperava um magnifico
chegavam.
Seja dito de passagem, que Felippe nao gostou
ponto de vista e um excellente/A-H/ir.-AJosephi- muit0 ^ obsoqutoso cumprimento, por ser urna
na coulie dar pastis de nato. Lembra-me isto co- (""''a realista, das mais aferradas ao infante pros-
I mo se fosse boje; fui eu que os encoramendei para! criI)toc porharer de mistura nesta menfestacaode
^ Belmpara em ludo cumprir risca o papel que' regosijo, o quer que era de entrada de eavalleiro
em praca do toiros, diverlmento que elle desejava
fidalga, como no sitio Ihe chainavam : urnas vezes
em accio de Bracas pela nielhora da tia Francisca,
yud dra a luz um lilhu morio outras para que o
Ulho do Paulo da quinta do Peres se conduzisse
m^hor e voltasse casa paterna ; outras emfim
pela melhora.d'algum enfermo.
Neste da resava-se por um rapaz, que depois .
atthcci, e que basta que o leitor por ora saiba que esquecer em taes circumstancias.
chamar, Felippe. L?'?,' cmms^ Monsanto; A nmltida0 e immonsa ; mu|u
Em sendo horas de missa tocava o sino ~\S^'^*^*+! mocos e velhos esqueciam-se das serias novas,c
.alo da trra, apparecendoserapre mais de um V**T7?t*?*r* ?*> ^"^ImZrM*. acotovella.-anWe, era tudo co-
a prestar este servieo, para recebar depois os ua soceuade. Lautou-se, jogou-se e fez-te espirito fasj0
rompetentol emolumentos, que consistiam em es- antes de nos sentannos mesa.
corropkkar as galletas, o n'um pedazo de pao' Josephiua mostrou-se um pouco reservada comi-
ilguma froctl que a fidalga Ihes lava. go, e cu comwci logo a suspeilar de urna es])ecie
Todos, que nao tinham obrigaeao a cumprir, e
mesmo aqaeUes, que podaai furtar a ella alguns
i -: latos, roncorriam ao toque do sino.A ermi-
da mehia-se e notava-se qnem. andando fra. nao
twesse a devoeao de entrar.
Eu ia sempre, e nao sei porque, comprehendia
aii mollioro espirito religioso.E' que, a devoeao
verddem, a que prescinde de gallas, e no e
ti- por simples ostentaeao, fugiu das oidadee para
;n acoitar nos campos.
O Missurro, que baria n'aquella pequea egre-
jj, eessara logo com a entrada do padre para o
<)s rajados Acaran, como uso e costme,
de saguim, que nao a largava.
i Era chegada a hora de irmos para a mesa, e diz-
me um pobre remoto enearregado da dkposicao e
I mise en scne do pik-nik ; d-me o seu nome f
Para que ?
i Para o col locar no pal, que de ver ocenpar.
(A-etmar quem ?
O senhor I
O homenr quera dizer lugar e fallou era prato.
de modo que cheguei a assusfar-me julgando-o
no norte da Asia, onde os poros eostumam fazer
A autoridade qne vem de Deus oppde odireito hu-
mano, o mandado dos homens; sabedoria e f
qne vem de Daus, a opiniao dos homens ; vonta-
dade de-Dens, a vontade arbitraria dos homens; ao
Verbo de Deus, o uerbo humano ; patarra de
Deus a palavra dos homens ; ao espirito de Deus,
o espirito humano; aos (llhos de Deus, oa filhos dos
homens ; egreja de Deus a asscmbla dos ho-
ineus.
D'aqui vera a opposirao radical entre o direito
ede to'
praticandoo bem e aborreCedo o mal, com quem' l faz por fra. Apropriemonoi
se nao pode transigir, ero ter paz. acm 'regoas, "
porque do nosso derer combate-lo incessante-
mente com anathemas e proscripcocs ; qne o ope-
ida ufilis-sima"
intelleclual,
Direi francamente qne, eomo
rador do bem alxmroado porDes7 o da iniqui- can,il' es,a. l1on'.d^>r"ao' Ineratira em hrtpT
como se jKide e ba de tornar em Franca. Vaapo-
ra nos a necessidade da sua applirrio? pnt HaV*
os lados por onde se errare, muito* maior, mmto
dade maldito por elle: que promover o bem dar
honra e gloria Divindade, estender o seu reino,
e fazr o mal. consentir nelle, servir a Satanaz e; '"ais urgente do que l.
dar largas ao seu imperio.
Se todo o poder procede de Deus, como diz a es-
divinoe odireito humano,eutre ocatholiscimoe a re- criptura, em que parte del la se le que Deus dsse
roineao. Ura refere tudo a Deus, a outra refere autoridade ao hornera, que nao fosse para proteger
tudo ao hoinein. Era se mudando os centros tudo o livre excrciciode tudd que boni, santo, justo e
se muda. A revolueo muda os lempos, e as les o honesto ?
direito e a allianca eterna proclamada pelo Evange-
'ho. Os principios do direito divino e do direito hu-
mano, sao com effeito directamente contrarios : um
Que monstruosa doutrina a da revoiiico!
Em nome de quem a estabelecem seus autores ?
Sa em nome de Deus, como que Deus esta-
proclama a soberana de Deus e a dependencia do ho-' kelece direitos contra si mesmo, e se em seu no-
mem; o outro negando a soberana de Deus, pro-
clama a independencia e a soberana do homem.
D"aqu vem a opposirao necessaria do todas as con-
sequencias religRisas c intellectuaes, morac, sa-
me, quem que Ihe deti poderes para crear direi-
tos contra Deus ?
Que blasphemias, que ultrajes Divindade !
Desenganac-vos; todo aqueflc, seja rei ou vas-
ciaes, que se derivara de- cada um dos principios' sa|lo, seja grande ou pequeo, seja rico ou pobre,
Entre estes dous principios existe urna guerra de \ (Iue faZ us0 da sua autoridade, que nao seja para
morte, nao podendo nenhum delles vi ver, senao fazer o bem, e proteger o direito, a verdade e a
com a condicao de assassnar o principio con- jusliea, abusa da sua posicao, e do seu poder faz
trario. um uso desgranado dos dons do cu, inverto a
A primeira condicao do chrstianismo renun- ordera moral do universo, e acarreta sobre si a
ciar ao proprio eu, c desde logo a todos os direitos maldieao eterna.
do homem Si quis cult post me reir, obeneget
semet ipsum.
t
A garanta do bem c do mal, ou a liberdade de
ambos, de que partera as therias sociaes, nao
senao ura embuste, um ardil e urna perfidia da
A revolueo conduz-nos em nome dos direitos do serpente revoluccionaria para seduzir o mundo;
hornera ao rgimen da pura decadencia, e destre o mesmo genero de seduccao, que fez a desgraca
na realidade todos os direitos humanos que preten- de Adao e Eva, tanto mais perigosa, quanto mais
de exaltar. A negacao do direit divino a con- astuta e ardilosa C', que fazendo todo o genero de
sequencia lgica do seu principio. A revolneao promessas, nao seduz com a seenria do mal, mas
encadeada por Jess Christo foi desencadeada pela sim com a scicncia do bem e do mak
reforma. A dcclaraco dos direitos do homem e' A cgrt.jai que em tudo ^ mostra animada e cun-
as revoracoes por etfa geradas nao sacr senao con- muida pelo espirito de Deus, proscreveu logo esta
sequenciaa do protestantismo. A negacao do pa- doutrina; apenas se manifestou, pela suas raais
pado destrte a base do ehristiansmo, prque Pe- solemnes decisoes: (1) e-que furor confa ella
dro a pedra visivel da egreja, o nico mediador
Deixarci a demonstracao doforosa desta .
venladc : para todo o indiridno qne pean
mais do que ctmhecidasenle-a.
ao canto, junto oa pia da agua beata; O os fiis W'tas gracas gastronmicas ao infeliz, rujo lombo
Eu quero (car junto desta senhora.
aonservaram-se de joell.os at ao credo. jlhes )arece aPi,,;,"0SO l)ara UIB roast-beef.
Ao levantar a Deus. era como se urna corrente [ Passada esta primeira mpressSo de-susto c ven-
aaagetica oa tocasse a todos e to fervorosamen-1 do mais billu-tes na uiao do tal auslrs do banquete,
18 battiam nos peltos, que mais pareca urna tro-! e\arainei-os todos, c mi adiar o nome de Josephi-
\ da, t/tir andasse fra, que coraeoes percutidos na casado com o do tal saguim.
en: signa! de liumilliarao.
A inssa era sempre ajudada por alguffl devoto.
L'm jwbre offiral de sapateiro. a qumi nao i impossvcl, responde-me com verassucara-
ap [U miara mnito a abundancia de Iregoens, era (la, o mea interlocutor. Ao p desta menina fica o
que >e encarregara quasi sempre deste ottcio.. ^r. Uonralo de Queiroz.
I ipateiro mas ptimo sachristaovocacao per- Mas romo ella tem dous ps, como- todas as
dioa como as lia em toda a parle. \ outras. desejo ficar no outro p, podendo ser.
E por islo, que nos vemos mam empregados u .^ ^ com ^ Q
publico.-, que seriara ptimos ceneiros ; deputa-
do., que podiam ser bons ai lequns, e ministros Es,e ficar > 1>e t*, quo Quera ter de Ihe
s.ria....cwllontes donos de casas de pasto. I,edir conlas> uo 1,IC M linlla liassa,, nesle dia C0U1
o tal Sr. Queiroz.
Dados os nomos, cada um- loma o lugar, que Ihe
est determinado, e todos ficaram contentes com a
sorte. Nao honra nunca acaso mais feliz, o nosso
i retbo tinha sido providente a este respeito* e todas
qii
a se ve. que existem deslocaeSes em todas as
i,. -- -.
As duas senhoras sabiam de nina destae prat-
cas de dorla religio, e eu que anda as nao co-
d "ia. flquei surpivliendido rom tanta belleza.
Nao sei porque, eomecava a interessar-me pela as senhoras tinham junto de si qoem desejavain, e
saa historia, e fazendo neste proposito algumas in- algumas at gosavam urna duplicada felicidade.
dagaedes, achei-me nvolvido no seguiute dialogo : Josophina tinha.sc .CIU.ommodado eom a minha
O" tia Anua, Ufemia, como l fra Ihe cha- visunan(.a cada vez (Hie cu n,e diriga alguma
mam, quem sio estas fulalguinhas ? pareeem-me amabilidade, pedia-me ella em voz baixa, que nao
nova- no sitio ? a cumpromettesse.
- Tambera nao sei, anmlos, qne a loiraca ^^^ a coinprchendcr muha psira0) e
estrangeiraia. .
,.. desde logo jurel vingar-me.
- Ento a ta Anna qur perder os crditos
que tem no lugar, de conhecer toda a gente ? A raiva suffocra-nic e por nao ter em que des-
- Fama sem procto, faz mal aopt'o, tomara forrar-mo, disse nial dos pastis de nata.
ou ra mais lempo pan rcmemlar o meu Antonio, I Comeearam as sades e una matrona bastante
intiometteiconiaviJaalbeia. dclambida, qoo eslava defronte de Josepluna, olfe-
receu-lhe um brinde pessoa que esta mais esti-
masse.
Estes cumprimentos, quando nao sao pretextos
para su beber mais, sao quasi sempre um dispa-
1 rale.
quanto mais parar
Ollie ah vem a Joahna faladeira, essa quem ha
d? saber.
Salve-a Deus, tia Joanna, entao nao reiu
missa boje '
Olhe nao pnde vir, bem sabe que nunca fal-
to, quando posso; mas tenho de lavar esta man- j Este, de mais a mais, foi inconveniente porque
cainita de roupa do meu pequeo, e logo mais tai- Josepluna nao sabia, que responder.
- >1 esta de ferir lume. Assim Deus me salve Livrou-a deste embararo o nosso Goncalo, que
cr.n.) tire ponxDeraais a mais rezra-se hoje com presumida vaidade agradeceu a sade, fazen-
pjla sade do noivo da menina Emilia dcAthav- 0 Um pequeo speech, em que assassinou a rheto-
de. de quem eu sou to amiga!Se o Sr. Felippe | rica c at o proprio Lobato.
arribar, j ella me prometteu una saia nova para Estar explicada a indifferenQa da futura niada-
o dia da testa c um fatinho todo completo para o na Goncalo, cu continuando no meu proposito de
meu pequeo. vinganea, propuz que me aconipanhassem a beber
Mas quem essa senhora ? a sade da mulher que melhor me tinha sabido en-
Olhe aquella, qne alm rae mal a mana' ganar
da Sra. D. Josophina. Todos me aeompanharam de boa vontade, e eu
E a Joanna faladeira indicra-me as duas se- qUe nie preparava para comer urna banana, rece-
nhoras de preto, que tanta impressao me tinham D logo o pago da minha graca, n'uma furiosa p
causado. Agora mais do que nunca ancioso por sadoila que me obngaria a gritar a bom gritar, se
saber quem ellas eram continuei as mnhas per- na0 tVesse o cuidado de suspender a desafinada
guntas, e a tal faladeira foi desfiando toda a liis- noia qUe j ia sahindo, engolindo-a cora banana c
tora. A tia Anna, apesar de no querer fama tudo.
Todos qncriam ver os noivos, Rziam uns por
bocea joquena : como ella vem palala e elle ?
est um rapagao pereito^r Quem o viu e quem o
v ? Nem se poda ineclier pareca (fie anda va
tremendo sesaes. Foi nlagre da sentara I
Com estas e outras pratkas os noivos t vo en'
trando, e de joelhos aos j>$ do' padre, dan o tre-
mendo juramento e contraftem obrigarocs; que
oxal nunca as esquecam.
Nao liouve orgao nem confeifos, por nao os hnYer
na Ierra. Em compensaro, lorm, foram ova-
dos por entre calorosos vivas, e acompanhado3dc
mnsica, at porta.
Ghegados l, Felippe pediu-mc que subisse e eo
cfli. Hara tempoque nao entrara naquella casar
e ^irpr(hendeu-me uao encontrar o noivo de Jose-
phir*, nem o ter vMm acto do casamento.
Konneto de muta alegra c de mrltos protestos
de futura felicidade entre os desposados, prepara-
va-ine eu para perguctar pelo meu antigo rival,
quanuVa Sra. D. Constanca me veu tirar este tra-
balho, apresentando-mc uin rav.illu'in>. pi.- me dis-
se ser negociante de grosso trato, grosso om todo o
sentido da palavra. e qne no prximo inez de se-
terabrordeveria receber jm casamento a Sr. D. Jo-
sephiua de Athayde.
Anda Ojuil fazer una pequea obserraeju a res-
peito do meu substituto e que a esta hora j eslava
substituido, mas lembranVmc da conversa, que
tivera com Felippe, depois de tal pik-nik, julguei-a
inconveniente e calei-me.
ProvaviHiuente este ullirao era o mais rico, que
ella tinha encontrado e por consegrante eslava tudo
explicado.
A este lempo j as massas populares com a com-
petente msica, farta de desatinar, tinhaiuvsc reti-
rado. Eu a pretexto de nao encommodar os noi-
vos tambera me retirei.
O que se passou dc|iois nesta casa e neste dia
nao sei, mas tenho o presentimento, que uia, adv-
nhar. No adro da ermida sei eu,.qne se cantou e
daneou o bailaricoao elarao das fogueiras, at alta
nonio.
Sao passados alguns anuos, e por consegran-
te decorrida lanibem a deliciosa poca da la de
mol pan Felippe c Emilia, c para sua iruiaa a Sra.
D. Josepliina e seu caro esposo o Sr. Pauteleo das
ores, cujo nome me esqueceu mencionar, nao por
falta de respeito da minha parte.
Emilia, a mulher cntuusiasta e apaixonada, que
tanto cuidado tinha no marido, em quanto namora-1
do, queixa-se de que nao comprelicndida, que Fe-'
lipiie Ihe nao soube corresponder idea que dello
forma va e portanto. trata de procurar no amantet
oque o marido nao sabe dar-lite. Josepluna, a mu-
l'hor dos clculos, cada vez engorda mais, ei vive fe-
liz cora o seu pequeracho, com a sua carroageim
com os seus brilhantes e at cora o seu marido o
Sr. Pantalcao das Reres.
Digam-me agora o que prefer vel: o casamen-
to de paixo, ou o casamento de conveniencia '
Em todo caso urna e outra historia parecem-me
entre Deus e os homens. O juizo privadtypor ou-
Jesus Christo pretendeu estabelecer urna socie-
i dade, ou' uma autoridade nniversal, por meio da
(ra parte pnlrtrisa a socictlade chnstaa de- que os; ^ vvesse e renass0 ^ Q ^ {f)
antjgos herege tinham conservado, ao menos anfestassc aos honiens a sua vontade cens.
" I nasse a lodos, sem excepcao de pessoas, as newnas
Estes dous pnneipios que finalmente se sirstem: de verdado c jus|ipa que evm diI.igi.los e cnca.
nm ao outro, destrem nao s ekrtandade, as mnlia.lo, Ml8ea destin0) ^^1 qac n5o pde
tambem a egreja, porque s pela* egreja que os j nn.mandar senao o bem; e que intenta
res podem ser minissros de Jess Glinsto (z). O c...,,--?'
Sr. Saumighy quer dizer que essenCial o Papa i ,' ','-_ .^.. u
.?.. ^ .. v Subvertei-a? e que nada mais reste, que o homem
t para sresidir a egriM, e que ate ao fim dos se ,; I, ', ,x__i i.
u j .o i livre e mdepeodente, que so rende-culto a si mes-
t culos ia de existir o pontificado: mas quando' .
o ~- ..~- -imo, que so serve as suas paixoes, o homem escu--
< morreo-Smumo-Poutiflce, desde a sua morte ate. ... .' .1.
.... -,.,... Jando-se con a liberdade do mal. fazendo desta
t a eleieao do seu successor, nao deixa de existir ...
*. _, ,. : nerdade um pirncpio, um direito-social, liara se
t a enreja bem que em essado de vmvcz'pcla falta ,, .
ib j o 4Ut, a c-uu u^ i^ mtregar a elle eom toda a vehemenm e raiietuo-
de seu esposo. sjjade, de seus destjos.
Tirae-lhe o-Papa, nao res senao o poder abso-' Ah! lancemos um goljie de vista rpido sobre o
tuto do antigo1 rgimen, o wlho direito divino da abysmo, a que se acha chegado o mondo!
gentilidado. Bsto direito na sua origcni t'vm fac- \ Aque Inas ^^ p^ a dcgradaco, ou a
fl> consummado, muitas vezes iniqao que se legiti- c^tuj^o do horaom, do que a autorisar o mal,
mapela prescrfpcao. Nao -por ventura esta a qoo Deus tem fulminado com penas eternas, do
origera dopoderna Suecia, na Prussia, Inglaterra, que a annular os friBcipios eternos da moral e da
na amanta, e onde quer que, nao se escutando a jusfiea, irque se gorenia o mundo-ha quasi sois
eneja, nao ella qne anana a tustica ? Ali a rea-1 m mnos, que tcm.servido de norte a lodos os le-
leza'nao d conta* a Deus ; ali reina o direito de &*"& e de [undamento a todos os-codigos, e a
.... .r. n i touasas legistacoes 7
domflwirdo, virtuatanentc abolido pelo Evangelho
O proveitoso, pois, estudar os metas de Isr-
nar ainsliluicao lo crdito intellectnal peraa-
riaineute lucrativa, e iiacionaiisa-ia qnamo pos-
si vel.
Somos uma naro pequea, a nossa ktama ana
eo conhecida, c todo o esforco para a imt
outros povos, alm de intil, seria pueril.
o que devenios fazer com qne em toda
onde se falla a hngua portuguesa se lean os Inm*
portugueses. y
Para conseguir isto os metos j no tunta ridr.,
e D-los em pratica :
1.* Desenvolver a nstruceo prinarta, nao V
no reino, mas em toda a parte onde sr Caita ave-
so idioma.
Para .*to. alm do poder cenlral e
palidades. pode e de ve tambero a
crdito intelleclual servir de muilo, j
nando ou creando escotas, j distritroroa tnsss-
tamente ou por diminulissimo preso Miiiasm -le
educaco e nistracgao s creancas do poro.
Estou convencido de qne toda a despeza, enr
para desenvolver a inslruccao entre as mais po-
bres classes, fizesse a soriedade, rehare-la-hia de-
pois, e com bons juros, dos mesmos inrridoos 910
in-truiss.'. sem Ihes impor obrigaeisnsahoaan, po-
los livros que mais tarde comprassem, peto im
viessem a escrever, por pialqner srrtiro qae. na-
turalmente, nns ou outros, quando borneas, pres-
tariam sociedade.
Esta seria cambera uma da. ramiftcares dn-tre-
dito, mais uma operaco merranlil do bae, fm
santa e utilssima coio as que apn-senla oaoMr
francez.
2. Abolicao ou reduccao granwr de dirM no
papel estrangeiro.
niutil demorarme neste poni : tem fainata
sobre elle todos os jornaes. tem feilo rtwwles aran
ticionado aos poderes- pblicos lodos n imtivi que vivera da imprensa, e ahi est no aartamenm
uma proposta para o resolver. Nio a apororar
nao a tornar le demonstrar mais uma ikz a Ba-
que chama os povos a um estado- mais perfeito;
liberdade dos lllho*de Deus; monaretata christa
e lomperaria, que tem por origen uma vocacao
providencial, e o consenlimento nacional, sanecio-
nade-pelas heneaos da egreja. Tal foi a orgem todas as dynastas francezas. Nao tiverara outro
titulo' senao os seus serveos, o consentimento da
Franca e a graca de Deus.
LuJz.XIV renegando a nobre origemda sua df-
nastia^ preparara pan a sua iiosturidade urna alten
cao cfteia de perigos. O grande rei'prirava-a tan-
to doapoio de Jess Christo, que tinha deixado que
se negasse a realeza eomo do apoto- da Franca, a
que tinhanegadoos direitos no seu testamento, e
tambem anda que contra sua vontade, pela renun-
cia de Felippe V. O direito dirino, dizia um pre-
< tendente aothrono de aples, reihou seeulos-:
creou o conserVou poderosas monarchias, de que
1 a historia como se deve reconhecer, se identifica
gloriosamente cora a da civilisacao e do progres-
so; reinou sendo respeitado a veneracao univer-
sal de que gozou por tanto tem|>o, foi'o fruclo- Ja
sabedoria c da virtude dos grandes reis. Hoje
cahe em ruinas. (Carta do-principe Murat de
26 de novembro de 1860.)
Cahe em rumas; mas porque os reis amigos se
separara de Jess Christo, qac o nico qaa pode
vencer a revolueo, isto o naturalismo, antigo e
moderno.
Quando os reis disseram: la para traz Jess
Christo nos reinamos em nome de Deus e da nos-
sa espad-, respondeu o liberalismo : Em nome da
libcrdadi. da egualdade, da fraternidade, ide-vos
emhora Nos j nao queremos poder absoluto, nem
o antigo rgimen. Ao direito da espada-oppomos
A que mais podiachegar do que a ni sar a autori-
dade religiosa, ou a deda/ar-se indepedente della,
como- se houvesse poder humano, que Ihe nao
fosse subordinado, ou- qne nao devesso estar sub-
jeito ao poder de Deus? ou podesse mandar alguma
cousvom contravencao das suas leis, e dos precei-
tos da sua egreja, on obrigassem as tais humanas
quando contrarias s leis divinas, ott no conflicto
entre si nao devessem estas prevalecer aquellas,
ou houvesse poder, que podesse prevalecer contra
o poder de Dous !
A quemis poda .-he-par a impiedudo do homem,
do que a substituir todo o direito divino, todos os
pivn-itos do decaa das aecoes huinan.-. todas as vez. que ronsum-
mandle pelos >eiis actos se rcsolvem em
facto*
A- que mais poda chegar do que- a banir a Deus
do universo, e a substitu-lo por essa alma Dnirar-
sal, de que todos os seres, e todos os homens sao
manirestaeoes suas, e cujos representantes sao os
maiores n'ialvadot> os adeptos o caunpUces de sana
i-rimes, que |ir--tendem ininnilar a huiuanidade
nos altares do sen egosmo a-da sua perversi-
dade!
Que mais diremos I?
Quem podesia acreditar que- viesse uma #-|)oca.
em que o hornero, desmentisso aquelle antigo ada-
gioque ninguem tao rau-que queira tarec-lo,
ou mostrar qne o que se-no differencajse dos
auinaes, e que como ellcs-senao elerassom cima
da reguo dos sentidos, c nao obrasse senio por
elTeito dellasede seus insiinctos depravados?!'
fim Cw:.)
Crdito iulelleclual
A' moderna sciencia da economia poltica j'in-
tou-se ha poucos das em Franca um novo capitu-
lo. Ao credito que protege e enriquece o comnter-
cio> a agricultura e a industria, aecresceu o crdito
para animar c desenrolrer a intellgencia.
Nao se irata de uma theoria,, de uma d* espe-
culatira; mas sim de uma verdadeira insHtuieao.
ullissima para todos, urgente para os que vivera
do espirito, lucrativa para o capi-
as bayonetas intelligenles.
O parlamentarismo succedeu ao poder absoluto- ?LF aU0S
aberracoes do que mais natural ; e o tal Pama', 0 ,bpra,ism0 tCria querido parar ali: elle eslava j Nema dea primordial -ora: achare j enun-
'eao, ape>ar de respuar felicidade por lodos os po- satsfet0 Transijamos, dizia elle aos principes. A ciada, posto que de leve, n'um ou n'outro dos mo-
ros, est muito arriscado, c no meu entender. vos as nonras a nos 0 noder vos reinareis nos dennos economistas. A^>licar, pola eontlanca, pelo
'.,.' crdito, o proilucto accumulado dos trabamos an-
governaremos. A democracia e o inimigo eom- ic0ICSj 0 capital ao trabalho de boje, para dar no
mura; liguemo-nos contra ella. Deixae-nos traba- futuro novos productos; c considerar como todo, o
lhar a nos, e vos conservae as vossas les sitos, os extorco productor de utiTidade. ou esta seja phvsi-
roana palacios, as vossas coreas, os vossos lindos,! Z-fgZj^'& SSfe
as vossas festas e os vossos cortezaos ; vtls nao fa- cu|tas)
potencia dos nossos governos ante o innreana*-
ral; nao a approvar nao querer a libenMe, an
querer a instruegao do poro.
3. Fazer com que no imperio do Brasil. *w nos-
sos compatriota-, os Braseiros e o sen ffutnm
sejam comnosco nesta glande instiiiiir.i do er-sdi-
tO llllelleclll.il
Com as multiplicadas e variadas provincial*
conhecimento* humanos, uo, o saber da hunianidaile. Que o sabio erts-
lo do mundointeiro, ura aphorismorom a sane
rao dos secutas.-
Mas quando dous grupo ir- iislirntons ten a
ne-nia origem, fatlani a mwina lingua, gosam e
lgoaes instituiroes polilicas-e rivis, prasessam roa
10religio, e enservam c.uiinuad.ts retacoesde
Hata a especie,, os lacos dc> espirito qne prenoVm
o .genero humano estreitamee mais en lomo del-
les. tudo os leva a unirem-je, a prntafsren-sr, a
milicarern-se inteHectualmcnle. Todos os princi-
pios, e, o que mais, todc os precdeles. nos
d3o a certeza pois de que o Brasil se ha alliar a
nos, para a riMsaro desta Mea to attaneate ci-
rttwaonra.
A necessidade e urgencia de urna isatimiro de
>imlito intelle>nal imperam egualmcnte en ain-
t>as as naews; e as suas vanlagens si jdenicas
para ura e outro povo. Separados. Portugal m
c Brasil, pours- poderao conseguir; unido serenan
brtes, teremoscapitaes e atelligeneias,_eslcancs-
romos um dia.->para cima d* doze mimves de con
xibuintes, d doze milhes-de leitores.
O primeiropasso imernwional para esta alliaa-
ea depende porro do governo dos deas paizes. B
preciso um tratado para que em neraom delles nt
contrafacan-, nemcorramascontrafaooosdos livro
portugueze brasileiros.
Esta nao r comtudo unta obra pata j. preciMr
se primciio, que todos se convencaaada soaafo-
riosa necessidade e arjplissimas vanlagens.
A impsensa comiiele-estuda-las, disenti-laa a vi-
dencia-las.
Aprosanlei a dea, a expuz U oomUcoes qne me
pareceram neeessarias para Ihe dar caria de na-
turali.-ae.. ; o mais y iiulsK.-ns:-.vei que o Stcantv
todos.
Nisto rae a regeneracao do talento e o pao esfi-
rituado povo.
Quem amar o san paz deve pensar ne-ta iUvn
BGllXAADINO PIXHUKO.
Carta de P. Enfautin a Emiti e tac frr/ilrm, Mi-
chel Cheralier. Carlos ireyrier, ti. Fotmel t
Charles Lambert.
Meus charo amigos.
Fundamos acredito industrial: fotia-nus mostrar
o valor m.iral do dinheiso; isto fundar rom efcV
o crdito inttllectual.
A minha missao activa acabo;a vossa eat
em plena madureza ^ vigor. Faaei para a srienta
mais anda do que fizemos para a industria. "*i-
lacamos1) globo com as nossas risih's de ferrr.dv
prata, dfe curo, de vapor e de etvrlriridade. Wsv-
rainae, propagae por estas oras vias'de rctavan-
nicaco. deque sois em parto credores e aanp)'-
lariok o espirito de Dens. a eduevao do geetso hu-
mano.
FnEITAS Oliveira.
(Retolucao de Setembro)
O direito divino e o direito
humano.
I
! zepdo cousa alguma, nao podereis fazer mal. Em-
dc briagar-vos-liemos com inecnsos, e far-vos-hemos
sem proveto, foi escutando tudo quanto se dizia,
para depois, o ir contar de quantos modos Ihe su-
gerisse a sua imaginacao,prenda que Ihe mere-
cu cliamarem-lhe. Annn Bolena.
Quando j nao harta que comer e anda menos
que beber acabou por pik-nik.Era forcoso aca-
bar nesta occasio. Foi neste momento que, to
mando Felippe pelo braco, Ihe pedi explicacoes
Emilia e Josepluna de Athayde eslavam moran- acerca do que tinha ouvido.
do em Poco do Chao, no caminho que vae de Bem- j Que queros que te responda ?me diz elle,
flea a Carnide, e vinham de proposito missa a a verdade ?
Cathariz, porque sendo amigas da fidalga, tinham p0s a verdade que ella acceita a corte a
sabido daquella devoeao. Seu pac, honrado func- t0(j0S) e que seramulher, do quefr mais rico,
cionario, legara-lhe uma excellente educaso e Mas isso incomprehensivel 1
uma pobreza honrada. Eslavam ainda de luto por Ser, mas a verdade.Adeus, que fon pa-
elle.
Jorge e Constanza d'Athayde completavam esta
ra junto de Emilia
E foi-se, dcixando-me abysmado em considera-
familia Constanca era uma senhora de cincoenta' (joes as mais extravagantes, a respeito da natureza
annos, bem disposta e de carcter nobre e altivo, .flnanceira daquella mulher com rosto de anjo e da
Filha d'uraa familia Ilustre de Portugal, casara nvejada felicidade, que esperava o seu futuro ma-
por paixao, tinha feito um tasamento desigual rd0.
como em laes circumstancias aristocrticamente j a partir deste dia comecei a affastar-me das mi-
se costum dizer,mas vveu sempre feliz na com- nhas companheiras de passeio, e tanto me affastei
panla d'aquelle, que escolhera para marido. que, por habito nao as procurava j.Felippe ins-
Tove tres filhos : Jorge, que tomou o nome do' mu ainda algumas vezes para que o acompanhasse,
pac, Emilia e Josephina, j conhecidas do leitor. mas eu recusei sempre.
Jorge, que boje sostentava a me e irmaas, tinha Assim decorreram alguns tempos, at que che-
casado rico, e era o que valia pobre D. Constan-' g0U 0 da 13 de agosto, em que na ermida de Ca-
ca, porque se ella tivesse de comer da pensao vo- j ihariz se celebra uma grande festa Senhora da
tada em cortos teria de esperar cabimento at s' Sade.
taiman gregas. Neste anno a festa era com maior pompa, por-
Emilia e Josephina andavam quasi sempre sos e qUe Felippe, em acolo de grabas, do seu completo
em estudada attitude de romance. I'm janota do reslabelecimento, fizera-se mordomo da Senhora, e
sitio, que apparecia ao cacaco na bolica, chamava-. havia determinado, que o seu casamento cora Emi-
Jhes Rosa e Branca nao porque tivesse lido a ha de Athayde tivesse lugar neste mesmo dia.
abra de Eugenio Sue, mas porque, na loja do pae, J a leitora v que nao faltou msica, bucho,
havialimagrari'"!, cujo assumpto Ihe contavam louro, rosmaninho, os histricos leiloes, e ludo mais
Disputam-sc hoje na Europa dous direitos
uma parle n direito divino, da outra o direito bu-! gozar de riquezas e de prazeros : declaramo-vos
man0 j inviolaveis. Mas a revolugo vae sempre para
Os pacficos admram-se da emoco suscitada por "ante. A lei do progresso impelle-a; e do libera-
estas duas patarras, esforcam-se em provar que o 1 Pasar para osocialsmo se se transigir com
direito humano nada tem de inconcliarel com 0 ella : porque 1848 sacud.u deunitivamente cpar-
dimito divino. Desgracadamcntepara o seu zelo lamentrteme, e uiaugurou o remado dademo-
acham-se fra da questo; porque na linguagem cracia.
revolucionaria no dia de hoje to altisonante, o di- por a Europa se achar hoje ameacada de males
reito divino o christianismo, a f clu-istaa, a so- maiores do que no lempo do parlamentarismo, nao
ciedade cliristaa, a philosophia christa, a mora' & esta urna razo para termos saudades delle, da
christa, a ordem estabelecida por Deus e res- mesraa sorte que as decepcoes do parlamentarismo
tabelecida pela incarnaco: a doutrina,6 a pratica- nao eram unia razopara termos saudades do an-
da egreja catholica apostlica romana : em uma tg0 regmen, isto o rgimen do poder absoluto
palavra o catholicismo. augurado na Europa desde a reforma. Sera du-
0 direito humano pelo contrario o direito fun- vida una Ioucura querer evitar o mal por meio
dado sobre a declarafo dos direitos do homem, de um mal menor; seria o mesmo que mandar por
o puro naturalismo, a pura revolucao,como muito um menino atacar um homem feito. Nao ha senao
bem o defroiu Mr. Favre 5 o direito que tem por 0 ^m que poSsa vencer o mal. E' necessario des-
base os direitos que todos os homens adquirem e o principio expellir a revolucSo, seja qualquer
quando nascem, (I) e que Deus Ihes nao pode re- que for a mascara com quc ella se apreSente, seja
cusar, dando-lhes a existencix Todo o homem mascara do liberalismo o do absolutismo, ou do so
quando nasce tem o seu eu, a sua personalidade cialisrao, para tornar ao reino de Christo, monar-
tem urna existencia propria, urna razao propria, Cia e cowis, do Carlos Magno e de S. Luiz que
uma vontade pessoal, um interesso proprio, movel Napoleao 1 m un, momento quiz fazer reviver, fa-
das suas acedes. Sem ter necessidade do christia- ^^.^ Slim por P0 V11> e fazendo que a cgreja
nismo o homem decado tem tudo isto, mas s isto. ten^^ a allianca que fazia coin a Franca, a
Ora sobre esta base frgil e com a expulsao do quem ^ ^^ daanarchia.
christianismo, que a revolueo qur assenlar a
screm tirado do judeu errante.
Como andavam sos, e Emilia tinha sabido pro-
que do estylo em taes festividades.
Logo pela manhaa cada um corra em sua direc-
vavehnentc petos melos, de que fio bem sabem ^ e^ para trazer o pao cidade, aquelle o
vm os B4inorado8--que a missa n'aquelia manhla leile, est'outro a bortali^a e todos, porflavam em
civilisacao moderna, a religio, a sociedade, a sci-
encia, a moral e a industria. Nada qur com Deus,
e repelle com raiva o direito divino, porque o di-
reito divino submette o homem Deus e aos seus
enviados. Mas o que o irrita 1er depois que re-
nunciar a esta independencia nativa, to querida
do seu orgulho, a que chama liberdade, cobrmdo
com um nome tao caro ao coraco do Uomom a re-
volta mais atrevida
(i) Que bjaspheoa
A retoluc&o e as suas obras.
Antes de a fazer rasgae o Evangelho, aboli o
christianismo, que sempre ensinou que se nao
pde servir juntamente a dous senhores ; que para
so amar um, forzosamente se hade aborrecer o ou-
tro ; que o bem merece todo o nosso odio que de
um procede a nossa felicidade, do outro a nossa
desgraca; que nao podemos agradar a Deus senao
As instituieoes "de crdito para fecundar os tra-
balhos mateases surgen, e ainda bem, por toda a
parte; mas nao existo nenhuma para fecundar os
trabalhos do espirito. Ha bancos para o negoci-
ante, para o industrial, para o agricultor, para o
Sroprietario; mas nao os ha para os professores
c setencias e humanidades, para o advogado,
para o medico, para o escriptor, para os cultores
das bollas-arlos, para os que se applicain s opora-
cSes intellectuaes.
E' o plano de uma instituiejio com este fim que
foi agora apresenlado em Franca, n'uma carta
tonga, mas repassada de energa e de verdade,
escripia por um ancio, profundo pensador, econo-
mista, c director por rauitos annos do caminho de
ferro de Leao a Paris, Prosper.
O primeiro ponto do projecto acreaco de uma
grande companhia por accoes, numerosa pelo ca-
pital, numerosissima pelos assoeiados.
Todo o individiduo que sao de uma escola com
diplomas distinctos, ou que aprsenla uma obra
scienlifica, lilteraria ou arlislica de merecimento
tem crdito para com a sociedade. O seu traba-
lho : livro, estatua, quadro, composico msica,
ser comprado por ella, e a associacao Ihe adianta-
r, com determinadas conditjoes de segurancia,
os meios do coraefar a vida, e o ha de proteger e
dirigir.
As escolas particulares, os theatros, os livreiros,
as typographias, os jornaes, os professores, todos os
que vivem da sua intellgencia ali tero um banco,
uma caixa econmica, um refugio.
A sociedade ser editora de todos os cscriptos
que comprar; far delles uma encyclopedia pro-
porcionada, pela forma e pelo preeo a todos: ao
insciente e ao erudito, ao abastado e ao pobre;
tornar-se-ha, sem losar ninguera, o principal e
talvez o nico editor; a sua encyclopedia ser o
livro da nacao.
O fim de tal sociedade o mais grandioso e
elevado:aproveitar, proteger c dirigir os talen-
tos; dessiminar, desenvolver e guiar em bem a
educaeao e instrucc&o do nova
Todos os das copiamos para as instituieoes par-
ticulares e publicas, para as sciencias, para as
artes, para tudo em geral o bom e o mu que se
Ao ladodeeorporaeoes oflk-iaes, soubtanos*
isar sociedades livres. por meio das qaaes f
cora que a bumanidade, em trinta annos, rmft**
se uro grande progresso material. Constitu aors-
sociedadee livres a par das corporaedes ofllcin** V
intelligencas, que sejam anlogas s rompanaii
de cammhos de ferro o s sociedades de rran.
Trata-se hoje de uma empreza que rr-nhirtoan 1
a marcha intelleclual do mural,.
Formae pois uma sociedaita li\Te, sefc a U'wna
legal, com suas rondicSes ftnanceiraa ata adnanta-
traco, direccao e associacao, porque-, nao obstante
ter um ftm especialmente de intelfneia, nana
verdadeira sociedade material:
O seu fim nao exclusivo, nem prineipabneojo
pioduzir e vender os trabalhos da imprensa, aos
sim i rarar e plantar a redo dos raminhos. pi -
quaes o' espirito humano caminba para Deas*
O meio de o attingir fazer rom qne
para elle os mais. habis engonheiros da
cia humana.
Provocae, animae. dirig os espirito nona n-
Srema conversao para Deus. Eis a panto atara
a artua'iidade 4
(2) Bispos exteriores, e sem Papa nao ha egreja
Em i830 j existiam algumas inaiiiamn
triaos, em cuuimandita e mesmo anonraan ; as
a ereaeo das eompanhias de camonhn na ftm den
s sociedades industriaos urna impHto* tuap-
der incomparaveis. Existemboje aataanaatas Jtt*
de sciencias, de artes, de ensmo, eoogresan ssin-
1 i lieos, assocacijes at para o progresn dn atin
cas sociaes; pois bem,todas estas sociedad si
tao pobres, Iracas, mesqnmhas coinoo eran as st-
ciedades de industria antes da ereaeo da loaaps
nbia de S. Germano. A vos pois compele dar-i
pelo exemplo, a amplitnde c poder que recataan
osprogressos da educarodopovo.
(i) V. Encvel. de Gregorio XVIMirari, e a de
PioIXde8dedeaejp|rodei849.
(S) Vejam a excellente obra por Mr, otyur. A
Revhicda dedicada aos mancebos.
Esta nao a obra de um. mas c
sa-se uma verdadeira e grande anMoaV, para ay
nao perca as vantagens do patronato rollectiro,
caia na rma Mescnas.
Nao se trata de crdito concedido a 11
commerciantes intelligentes, nio; v
os premiados das nossas escolas
grandes descubridores das sciencias, os
arte, as UustracSes das letras, que nao
cessidade de um patronato, do soccorro
go, e que a nao sor isso, terian snozm
trabalho. o desantao e a roorteT
mas cousas sao o risco: corron nao
nem mesmo temeridade.
(Co*ti**ar-tt-km).
PERNAMBCO.-PYP. DE M. F. DE F.
I


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