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Diario de Pernambuco ( Friday, July 17, 1863 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10141

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, July 17, 1863

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10141

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10141

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, July 17, 1863

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10141

Full Text




/

AMO XXXIX HUMERO 161.
Per tres mus adiaotados
Por tres mezes vencidos .
$$000
68000
SEXTA FEIRA 17 DE JLHO DE 1863.
Por auno adiantado-
Porle franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
E.NGARREGADOS DA SIBSCRIPCO NO NORTE
nST3*?' 4 .Sr- \l,ftnio AI,,n'l'ino de Lima'-
5r A' % i Allt,)l'' Marques ta Silva ; Araratv, o
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada iodos os dias.
Iguarassu'. Goyanna e Parahyba as segundas
sextas-feras.
e I Santo Anto, Grvala, Rezerros, Bonito, Caruaru'.l
I- I AltinllA n 1 l.i'i ultime ni,, ------- !!_. 1
EPHEMERJDES DO MEZ DE JULHO.
4 La chea as 3 horas, 20 m. c 22 s. da ni.
7 Quarto ming. as 7 h.( 3 m. e 20 s. da t.
l lo La nova as 7 h., 28 m. c 20 s. da t
Pesquoira, 23 Quarto crcsc. as 6 h., 7 m. e24s. da (
.....-................j.Cabrobo,
svf i oa Vista Otirieury e Exn' as quartas "reirs.
J^UAKKfcGADOS DA SIBSCRIPCO NO SIL *rmhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una Barrei-
Alagas, o Sr. Qaadino Falrin Mas- RaM* oItlA^!!?a.!/ta8MMM "^ * e
Sr: S Mariins igfE. KSeiofo. 5Vfti^"-0 *** "** *" ^ "**
j-cua Martins A Gasparino. I Todos
O veira Mannhan a ei.? i'. -- drimes- nriL^SV JT"n\ Manroe }{o' Al,inll Garanliuns as tercas f,.i,;i.
os estafetas partero ao >/2 da.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
PAR IDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o suI at Atagoas aS etS; para o norte al
a Granja a 7 c 22 de cada mez para Fernando nos
das 14 aos roezes dejan, man;., maio, jul, set. enor.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife do Apipucos as 6 '/ 7, 7 % 8 c
8 y da ni. de Olinda s 8 da ro. e 6 da tarde; de
tabora as 6'A dam.; do Casanga e Vanea s 7
da m.; de BemOra s 8 da ni.
u K/tTi; K* A,,,ip!"'os s 3 ,/j-*4 'i4 '>
Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 i/, da tarde para Jaboatao i
de; para Caehang e Vanea s 4 'A da t;
Bemleas4datarde.
AUDIENCIA DOS THIBL'.VAES DA CAPITAL
Tribuna? di) eommereio: segundas e quintas.
Relaeao: tetras e sabbados s 10 lioras.
Fazenda : quinta> s 10 horas.
Juizu do eommereio; segundas s II horas.
Dito de orphaos: tercas e sexta s 10 horas.
Primeira vara do eivel: tercas e sextas ao raeio
dia.
/i da tarde; para | Segunda vara do cive": quartas e sabbados a 1 hora'
da tarde.
s4 da tar-
PARTE OFFICIAL
OVERO DA PROVINCIA.
Expediente do da If de julbo de 1863.
DAS DA SEMANA!
13. Segunda. S. Anacilo p. m.; Ss. JoH r E*lra-
- r\3 cB'/n''n!ura: ** ** '>* mn.
lo. Qtiarla. S. (.-.millo de Lrtis fundador
16. Quinta. N. Senhora do Can,; S. VabtNe b
17. Serta. S. Marinha r.; S. Aleixo
18. Sabhado. S. Rutlno b.; S. SSmphorosa n
19. Domingo. O Anjo Custodio."
ASSIGXA-SE
no Recife. am a livraria da praca 4a IndVprmlear
ns. 6 e 8. do* proprietarios Manoel Fiuueiroa ifc-
Faria t Filho.
quaes sao necessarios para promomento do
ImoxarifadO do arsenal de guerra.
/->-...:. .. i > o oojei
nSSSLElFE*0 0(inn,ai"'-'"le das armas.- 72, osqu
? M avisof ,lu hwfc da guerra de almoxari
vin cia 'indo' donorE ^ <|UC '-Car "***? i n ,)i.'.ao i'"(?''nbeiro flseafda estrada de hm.-^
corado guardo Henn Trqa 7'll\<'i;'m;.lo Partici|ndo-.neo Exm. Sr. ministro dareparticSo .
o" anai v f v "'" H r,,llan" Sancho da Silva Pe-da agricultura, comroercio c obras publicas, ero '
TdoZ n^fomf exPedid0 as necesarias or-1
to ter f e, l, ,, ?, V."?1,. ^"'i-'T' ;is" *" legacao imperial em Londres, para que na
uSSf^JJX ^vrtb''"f,;,0 ''" ,nfan- 0Cfasi3 P***^ companhia da estrada de fer-
mi nchiv, i: n^,. 'vran,c.n, lu', l,ara ese ro desia provincia a respectiva garanta de juros, I
ado pelo mencionado aviso. encontr os juros do semestre que Radon ero 31!
nrren?.. nM 'en,e 2*P*.no !?no,.de 4.do Manoel Bezerra Caralcanti de Albuquermte.-In-
iZ 2 <.ZlV l.K>r cop!?' ^ cir"riaf SimpftJ forme o Sr. director das obras publicas.
^w . '"' confecc,inadd M for P">>,' Manoel Joaquim Teixeira.-Informe o Sr. direc-
as posturas necessanas que deverao ser submitti- tor da colonia militar de Pimenteiras
fal"r! 3?*S& ,. Theodora Maria da Conceicao.-In'deferido.
Dito ao conselho administrativo.Recommendo I Williaro James Lindscv. Nao pode or ora ser
ao conselho administrativo que promora a compra deferido o sunplicante "
dos otijectos constantes do incluso pedido sob n. I
EXTERIOR.
< OlCItl M'OMH \4 | Y DO DIA-
RIO DE PER XA UBI t O.
PORTO.
26dejnohode 1803.
As obras deste monumento cstao alienas em ro-
meen.
a, SS"p, S*/*' por Pro!* do camarista o
anninflA -7 AtQe>' reso|yeu subscrever cora
ju>uw rs. para a memoria que os artistas do Por-
!lSTpeEvD^raeada *toM ao",ui,
Na semana passada regressou a LisBoa o Sr. ca-
pitaq Claudio Chaby que veio a esta edade, com-
nnssionado icio Sr. ministro da guerra para entre-
gar a cmara municipal a bandeira do extincto re-
mento de voluntarios da rainha. Fo acompanha-
do a bordo do vapor pelos membros da munieipa-
hdade, por alguns voluntarios, fardados, que per-
tenceram aquel o corno o wr n>..i.^ L!i:.-i.
Rom-
aquellc eorpo, e por
outras pessoas.
rouitos militares e
dos Clrigos, mas das Hartas, do Aliada
jarifo), largo do Anjo o.alaiucda da I,apa.
Km todas estas localidades houve arcos, illumi-
nacoes. fogo de vista e do ar, msicas regunenlaes,
-Vt ex|K)sicao agrcola que prximamente vae
ter lugar em Braga serao expostas tres grandes
Fallereu -io dia 2:t o Sr. Francr*-o Rodrigos
Ferreira Casado dezembargador da relaeao do
Porto.
O conselho * saude |iublica do reino declaro*
linipo de febrc-aiiiarella o porto do Para.
w Abriram Ifrum de caria:em C5 o Wi^
SetoSrffita^TnPnT08fda.sem!1 d0 GT2 i,fm"i0 ',;,,a 'n-Mbueii- en, 16 a bar?. jC
!imSt. e Pr2Ipnr tompmdo caeador zoiMptn o Par:ero 18a,
juvarem o servieo mwhco desta guarnicp
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. 'diN
nformar
juros das acedes que ora se
mandan) encontrar, como tambero a indemnisa-
rao que a companhia faz semestralmente das des-
Realisou-se no dia 23, s 5 horas da tarde,
ladayao dos ossos de Joao Teixeira Caimn
ouaes forain conduzidos conii fnebre solemnida- [ O Sr. Chaby retirou^se'do Porto extrem;
de, de bordo da barca. Adelaide, suriano Douro, pcnborado pela mancha porque foi recelMoetrv
tado pelos portuenses.
Una commissao composta de cavalleiros consi-
derados roandou fazer dous retratos com eaixilhos
recen uro
tendo
para a igreja da Misericordia.
Este benemrito da humanidade era natural do
Porto. Foi para o Rio de Janeiro contando apenas
,,.,.,:, j : --""" . . ni. .i un .ii-,i ue re, uesunaiio apassa J.,"1'!1'1 Benedicto de Barros Calva... que V. Camin la vares da Silva u se aeha
& ^TVXVL'U 0ffici0 de de n0TOffi ul" lra* *.ariadaqueila pILia
timo, sob n. 2,177.
Dito ao mesmo.Constando de aviso do niiiiiMe-
rio da raer de 4 do crreme, que na.iuella dala
se eoncedeu ao 2- teuente do 4 batalhao de arli-
Ihana a pe. Atexandre Rodrigues de Sonsa. Droro-1
gacao por 30 das da licenca que obteve pela or- I
demdo da n. .Ia5, para ir provincia do Mar-
nhao, tratar de seus inferesses, sendo dita proroga-'
bacbarei Alvaro
nomeado
piella provincia
Dita.O Sr. agerente da Coropauhia Pernainbu-
cana, mande dar transporte at o Cear, em lugar
de re destinado a passageiro de estado, no Io va-
ofcnmcngSta ^^^^f^H^S^liii^^^^ *?&*
ZiMhiuZr Peinando Altano roamos capellaes cmesa da Misericordia, e nos
Dita.-O presidente da provincia at.endendo Jffjfit.^Sf ^eros, meninos do toro, irmaos
A ur
duzid:
pital
fande
tro mu estrado para a urna.
Os tripulantes vestiam rigoroso luto.
daquelfas paragens e offerecidas para este flin a
br. governador civil do districto. urna grande
agina real dos Al]>es, e duas de entra especie.
INa tarde do dia 17 celebrou-se na Se de Rraga
iim Tf-Dt-inn em honra da elevacao de PioIX ao
tnrono ]M>tiflcio.
OflU-ion o Sr. arcebispo primaz das Hespanlias.
Assistiram as autoridades civis. militares e ec-
icipal, os orjmos de S.
~. Pedro, e muitas pea-
eeremonia terminou s
A noute illuminou-se a S. Algumas casas par-
ticulares tambero pozeram luminarias.
A autoridade ado|)tou medidas preventivas jara
o caso de que apparecesse algutna cousa as ras.
Corra pela cidade, eat mesmo o jornal o Cla-
mor do >\mte peridico da opposicao publicou um
su|pleroento prevenindo o iwvo de que a autorida-
de tinha comprado gente para ueste dia dar vivas
a D. Miguel na occasiao em que pelas ras se gan-
tasse o hyinno do papa.
Nao houve oceurrencia algutna desagradavel.
Em Gnimaraes tainbein peto mesmo motivo, se
celebro, um Te-Detm, se bein nos recordamos,
na egreja de Santo Antonio. Egualmente se es-
perar, que pelas ras houvessc Aivorio e se' can-
tasse o hymno de Pi IX porm ao se realisou es-
te boato.
monumento ojie me-
a da Coneeieao Inima-
inonte de Saiiieirb, no Doin
I a barca Moimo 2* para
n Rio de Janeiro.
Coro rntooioaoa portos do Brasil.
Entrou a galera Cidiulr de felm, da Baha, em
43 dias.
Muran:en* 13
de Janeiro; em 14
Rio de Janeiro.
a barra Silencio, para o Rm
a barca Restanrnrn para o
PERNAMBUCO.
lisericordia, etc.
nur salvaram-se embrulhados nos lences da ca-
ma, uuasi todos os movis e roupas dos difTeren-
tes inquilinos foraro presas das chaminas.
I erdeu-se no mar de Biscaya, ignorando-se an-
da os pormenores, o vapor inglez Catakmim da
carreira entre o Porto e Liverpool.
Tinha sabido a barra do Douro
Diz o jornal o Districto de Draga, que esta cere-
monia se effectuou das 8 para as 9 horas da roa-
nhaa, em presenca da respectiva coinniissao e nu-
merosos circuinstantes que affliiiram attrahidos
pela belleza do dia e do sitio, collocando-se a pri-
i pedia fundaniental assignalada coro Orna
Wtt^^S^iWi RTmXRiSS"SinBSTp^ >Tr" iW I & W da ^t, onde desembarcaran) os!caeo'Ve T' ,l l>mt n d|a 8 9 2T " 'nesn f?,(> 5^^oenTon p^
Vonroiunico V. Exe. para seu conliec.nento re' v n 1 ^^J?.^"^^,*** >do, erguam-se sobre um estrado f a- u 'r^a,aent0 dc v""- e.te, fruta, laa, e 2361 tomnas paredes dos templos sagrados, e por baixo
ii ~ ~- i wiiiiuiiiiiiuiu. i resoive conceder-I
1 .to ao mesmo.-(.onmiuroco V. Evc. para seu cimenlos para tr
conheciniento. que, segundo roe foi declarado ero coinarca
a data do mez e anno do
aviso expedido pela reparticao da guerra, ero 2.> de
junlio ultimo, se mandn naoaeila data admittir
matricula da escola militar, ao a* cadete sargento
quarteJ-mestre do corpo de gnjnmicao desta pro-
vincia, Alexandre de flfaeedo Passos.'
Dito ao mesmo.Ero cnrnprlmonto dos avisos do
ministerio da guerra de 27 de junlio ultimo, baja
y. Exc de inJormar-me sobre o que pcdeni, nos
inclusos reanerimentos Carolina da Silva Maia e
0 2 cadete 2 sargento do 9 batalhao de infantaria
Joaquim da Cunda Reg Lopes Ferrar,
Mito ao inspector da tbesourararia Transmito a V. S. para sea conlieciinento e fm
conveniente, a inclusa copia do decreto de 26 de
jimho ultimo pelo qual S. M. o Imperador houve
porbemque ao porteiro aposentaSo da alfandega
desta provincia, Caetano Pinto de Veras, se abone
mais 40 % do rencimento li\o. nos termos do art.
39 do decreto n 2.343 de 29 de Janeiro de 1859,
segando consta de aviso do ministerio da fazenda
de 27 daquelle mez.
Dito ao mesmo.Resliluindo V. S. coberto com
offino do brigadeiro eoinmandante das armas de
to de junho ultimo, sob n. 1,130. o requerimeto
documentado do capillo reformado do exerciloJos
dos Santos Nones Lima, sobre que versa a su. in-
formaeo de 7 do crreme n. 493. tenbo a diier
que ha vendo sido publicada em orden) do'diado
exercito, n SM de I de junbo. j citado, a refor-
ma desse official cssa publicacao importa eomniu-
mcacao directa, em face do que preceita o aviso
n. 4 de 8 de Janeiro de 1858. que nao se acha re-
vogndo pela circular n. 89 de 20 de fevereiro de
Expediente
Officio ao brigad
S. Exc. o Sr. pre
do por despacho desta data.' o foinec'iniento com a
urgoncia reclamada por V. Exc. cin sen oflirio de
dos d metal br'onzeado." i d%tK?I,do "ous. 'arinheros inglezcs. i ?o, diante da qual se achara depositada a pedra
Em cada um dos aneulos do estrado Invh mn vi pi "'^pnatarios do Catalonian os Sr. F. inaugural,
hornero datado, sob n. 1241, de 30 frdelas de bri.n so com un, cypreite fc < Clian,l(-"' F"110 Silva-
para uso dos remitas da companhia de (-avallara ;
assiin o manda, declarar V. Exc. em respostaoa
citado officio.
Dito ao inspector da tbesouraria de fazenda.
O bacbarei Henoogenes Scrates Tarares de Vas-
concellos, iwiticipou cm ofllcio de lionteni havor
naquella data passado
No centro via-se a tarima sobre a qual esta va a
urna grande que recebcu a urna ossuaria.
Ueste pavilnao funerario o Sr. Dr. vigario geral
e chantre da S, acolytado por dous beneficiados
.resqu o responso. Depois do que foi a urna con-

Antes de ludo, porm, o reverendsimo deao j
to, 24 de largura, e lo de altura.
A c<
I del progressiva do dogma da Coneeieao Iuiroacula-
diuida |iola mesae acompanhada at a "geja da da'-in^ ,&T 5? 8SaB?' e a d.'' fi,Z'>nda Si .. f0UsaS ,So aP,0l,riadas e edificantes, que
.r '..., "... i ?a..ca.':,*'fa "'^ Srs- deputados, de accordo com o todo o mundo se retirou absorto na jubilosa con-
,-a-' teni|)lacao do que ouvira. Seis, ou mais ecclcsias-
f ticos coadjuvaram o acto religioso, que foi conti-
nuado e ultimado por una inissa cantada no ma-
gestoso templo do Senhor do Monte a que assisti-
ram todos os irmaos presentes, e um concurso in-
menso de povo, que enchia\o templo, terminando
tudo pela ladainha doNossa Senhora, cantada ero
coro coro o povo de uro modo edificante.
Nos locaes e occasides competentes tudo foi
. P- c-. annunciado com fognetes e varias pecas tocadas
A estrada ordinaria que jiela Bandeira (Villa- pela msica do regiment 8.
REVISTA BI.4U1
Em sua sessao de honteni, entrou em julganien-
to no jury desta cidade o preto Ismael, pronuncia-
do as penas do artigo 193 do cod. |M-n.
O reo escravo Je Panliaa Maria Bastos, e ae-
cusado por liaver ferido inorlalinenle ao preto Joa-
quim, escravo de Autonio Gonealvcs da Silva, de-
pois di; ter tido urna altercaro com o offendide
que veio a fallecer dias depois como por coane-
quencia do ferimenio recobido.
E' este o 4" julgamento- em que entra o reo.
Absolvan no prinictru, houve appellaeiin per parte
da promotoria puMii-ajora o tribunal 'd. relaeao
que mandou-o submetter novo julgamento an
qual foi condemnado gales perpetuas. Senda
protestado |>or novo julgamento pelo seu curador,
Dr. Antonio Jos.'-daCost Riheiro. nelle foi absai^
vido ; u appcllando ento o Dr. juiz de dirHlo, a
relaeao do distrelo reformou esse julgado, man-
dando subsistir o anterior, visto dever ser aapto-
cada a especie a lei de 10 de junbo dc 183.).
condieoes otorpot o referido Dr. curadoro i
de revistan qual.tundo tido provimenlono
tribunal dejustica. foi designadla relacw
pital que ella" emprega na sua fritura, nao pudendo
exceder a 6 p. c.
181, 1- e na qual se lunduu "a contadoria dessa 52"0?!? -a0 P0"selhciro presidente do supremo
thesourara. tnnunai da justiea.
Assim, pois, mando V. S., arbitrar ao referido
capitao o seu sold na importancia de 605000 men-
saes, ronforme indica a contadoria dessa thesou-
rara.
Dito ao mesmo.De conformdade com o que so-
licitou o Exm. presidente da Babia, ero officio de 8
do corrente. expeca V. S. as suas ordens, afim de
que cesse deste mez ero diante, o pagamento da j ,'~, r.......rrr-
cmisigmHao mensal de 30*000 que aqu deixou a '.uofcN'm- * I'ies'denle da provincia,
seu procurador o brigadeiro Manoel Muniz Tava-! r^T^rT,
res, remettendo-mo V. S.'a competente gua para
ter o conveniente destino.Gommunicou-se ao Exm.
presidente da provincia da Babia.
Dito ao mesmo.A Joaqun) Ferreira Ramos,
mande V. S. pagar, conforme solicitou o juiz de
direito da comarca do Bonito, era officio de 7 do
corrente, a imjiorlanria da gratificaco de 105000
diarios que venena o cirurguo Justino Eugenio La- M
venere a contar de 20 de maio at 7 de iunho ulti- "iai de 18bl> accumulando um
roo, por ter sido incumbido pelo tircditojuz dotra-' asnfunc?fs de contador.
era-morbos ..V pretendanjes devem apresentar seus roque-
oidens do tribuna, do ttiAXSli iieSSoi'se ore^n^rio SSXSKo L. !
en/ a ta c hem assim dous olficios, sendo um berame com a absolvieao ad tumulmn.
ioT^lrr^J *ndas PP' ijaMatado do Na capclla-mr, n'uina cadeira com docel. acha-
1 do coi rente e mitro da secreari do ministerio va-se o prelado da diocese.
da lazenda de J deste mez A urna foi dcnois P0||ocada em um sarcophago
i>.,!:, !'. 1"lsl"-'c,ur d;l ffiesouraria provincial. de roarmore levantado debaxo do arco cruzeiro do
KiitKipando o promotor publico da comarcado lado do Evangelho.
Bonito, bacbarei Joaquim do Reg Barros, haver Na urna lia-se o segrate :
i 'assumido, no da 1 do corrente, o exercicio do
seu cargo, o qual tinha deixado a 7 de junho ulti-
mo por molestia, assim ocominunico V. S. de or-
dein do Exm. Sr. presidente da provincia. Coro-
I Dito ao delegado do termo do Draque. Nesta
I data se exped ordem thesouraria de fazenda pa-
ra que na collcctoria desse termo sejam pagos nao
so os vencimentos do soldado da companhia li\a de
cavallana que ah se acha, mas tambero as forra-
gens do cavallo ero que monta a mesmo soldado,
conforme V. S. solicitou em seu officio de 20 de
junho ultimo, que fie assim respondido de ordem
EDITAL.
Secretaria do governo de IVriiainbuco, 11 de ju-
lbo de 1863.
Pela secretaria do governo se faz publico, para
conhecmento de ijuem interessar possa, que jior
nao taran apparecido concurrentes se acharo no-
vamente em concurso os ofltoios de partidores do
termo de Agna-Preta, creados pela lei provincial
HESTOS MORTAKS
DO P1EDOSO \ARAO
JOO TEIXEIRA ClIMARAES
SINOILAR BEMKE1TOR
DESTA SANTA-CA>\.
.lo pro
tamonto dos desvalidos atacados do chole
naquella villa : o mesmo cirurgio nada quiz re-
ceber pelos medicamentos que forneceu para esse
flu, segundo consta do citado officio.Gommuni-
cou-se ao Dr. juiz de direito.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Declaro V. S. para seu conlieciinento c direcclo.
que, segundo ennsla de officio do Dr. chefe de poli-
ca, datado de hontem e sob n. 1.076. o subdele-
gado da freguezia do Poco da Panella roudou o res-
pectivo destacamento da casa em que se achava.
por ameacar ruina, para outra de propriedade de
Arstides Duartc Carneiro da Cunha Gama, aln-
gada por 105000.Communicou-se ao Dr. chefe de
pone.
Dito ao mesmo.A Estcvap dos Anjos da Por-
cincula, mande V. S. pagar, estando em termos, a
inclusa eonta. da quatia de 265600 rs. despendida
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
tobo, durante o mez de junho ultimo, segundo
consta de officio do chefe de polica datado de
hontem, sob n. 1081.Communicou-se ao Dr. che-
fe dc polica.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. S. que man-
de pagar ao fornecedor dos presos pobres da ca-
deia de Olinda a qnantia de 1125600 rs., despen-
dida nos mezes de abril a junho deste anno, com
o sustento de taes presos, tima vez que esteja em
termos a inclusa cunta, que para esse fin me foi
remettida (icio chefe de polica, com officio de hon-
tem sob n. 1082.
rmenlos instruidos na forma do decreto n. 817 de
30 de agosto de 18o 1 e do aviso n. 252 de 30 de de-
zembro de 1854, no prazo de 60 dias, contados des-
ta data.
No impedimento do secretario, Francisco Lucio
de Castro.
Secretara do governo de Pernarobuco, 15 de ju-
nio de 1863.
Pela secretara do governo se faz publico, para
nheciroento do Sr. Alvaro Fragoso de Albuquer-
o offleio da secretaria de estado dos negocios
Nova de Gata) liga o, Porto com a estacao do ca-
lumbo dc ferro das Devezas est prxima do seu
complemento.
A estrada da Regoa a Lamego deve brevemente
hear concluida. Entre estes dous ionios eslabele-
ceu-se no principio do corrente mez una diligen-
cia diana.
Progrideni com grande desenvolvmento os tra-
bamos da estrada de Villa Real a Mirandella. Os
tres pnmeiros leos devem concluir-se no comeen
do mez prximo, exenpeo das avenidas da ponte
da Timpeira sobre o rio Corgo.
A solemnidade terminou s 7 lioras da tarde. Desde que se abra exploraco publica o ca-
Os negociantes de cereaes do Porto requereram mraho de ferro de Villa Nova d Gata a Estarreja
ao governo a admissao do trigo estrangeiro fut- lc.m liando nos dias santificados grande concorren-
dando-se em ter, nos ltimos annos, triplicado o c'a de gente estacao das Derezas.
consumo deste farinceo, e ser notorio que a colhei-! Todos querero majar a oapor, ou ver chegar as
ta do trigo, ao norte do reino, nao rouito favora- locomotivas.
\.'| em consequencia das chuvas terem viudo tar-' s comboyos partero e regressam sempre cheios
das e anda mesmo que nesta parte do paiz hou- dc Ben,e-
vesse una grande colheita certo que nao chega-'. E,n "'guns dias deixaram de vender bilhetes
va para o consumo, poiso que anteriormente abun- porque ja nao havia lugares,
dava nos nossos mercados era o trigo hespanhol. A commissao do monumento dos artistas a D.
que por contrabando era introducido em grandes Pedro V realisou no domingo 21 como dissemos na
quantidades pela raia seeca o que nao acontece missiva anterior a fesla ero Estarreja em beneficio
agora jior motivo dos melhoramentos as commu- i dil;i oW"as d monuroento.
MMMtalllul .1. *! Jfc iIj!.- ______ #- ("'nllini) nBvSnin'- >.-^..1>- 3
mcaeoes do reino vizinho, que farilitam levaros
gneros para os seus mercados onde obteeni roe-
Ihores precos alero do aperfeicoaniento da fiseali-
saco na fronteira portugueza.
y As vantagens que resultan) ao, paz, e desta me-
dida ser adoptada de prompto, concluem os reque-
rentes sao milito importantes;
As compras deste genero podem-se fazer nesta
poca nos Estados-Unidos a termos muito favora-
veis ero razao de se abrircm neste mez os seus ca-
naes do interior, aonde se acham grandes depsi-
tos aecumulados da colheita passada, sendo de cos-
turoes os precos mas tarde subircro, e para coni-
provar esta circurostancia os supplieantes ajuntam
alguns precos correntes dos ltimos mezes.
Infelizmente, a falta de una lei permanente que
regule a entrada dos cereaes pelos nossos portos
_ Dito ao director do arsenal de guerra.Expeca
V. S. as suas ordensp.llni de que sejam recebids
nesse arsenal os objectos constantes da relaeao jun-
ta os quaes foraro dados em consumo no nospital
militar.Commmunicou-se ao brigadeiro comman-
dantc das armas.
Dito ao rommandante do presidio de Fernando.
Transmuto V. S. para seu conhecmento e lins
convenientes a inclusa relaeao em original, dos
rticos embarcados no vapor Mamanguape da com-
panhia Pernambucana, com destino a esse presidio,
que me foi apresentada julo director do arsenal de
guerra coro ofllcio desta data, sob n. 21.
Dito ao Dr. juiz de direito do Cabo.Interado
pelo seu officio de hontem sob. n. 23, de se haver
dado um caso de cholera morbos no lugar denomina-
doPonte dos Carvalhose do qual foi victima
Caetano Barbosa de Lima, tenho a dizer cm res-
posta que, deve Vine, requisita/ as procidencias
que jufgar neeessarias se o mafprogredir.
Dito a cmara municipal de Caruar.Recom-
mendo acamara municipal da cidade dajCaruarii,
que d as provjdePfts neeessarias, de modo a evi-
con
que,
do imperio, datado du 6 do corren!e,"abaixo tras-' seceos c moldados, urna necssidade anda nao
cripto : ^ j reconhecida pelos jioderes pblicos, apezar das leis
Quarta seccao. Secretara de estado dos nc- de excepcao todos os annos publicadas a este res-
gocios do imperio, ero 6 de julbo de 1863. peito.
Pela secretaria de estado dos negocios do im-' A velhissiroa questo do consulado portugus na
perio se communica ao Illm. e Exm. Sr. presiden-' Cor.Ie desse imperio contina
te da provincia dc Pernarobuco, afim de o fazer na mprensa com grande acrin
Colheu ptimos resultados. A exploraeao da vi.
frrea produziu 1:23(15060.
A respoito do caminbo de ferro de Esterreja a
Aveiro escreveu o jornal o Districto de Aceito o se-
grate :
t Foi no domingo (21) pela primeira vez atra-
vessado pela- machina locomotiva o grande aterro
da Agr dos Frades.
Este acontecimento nao pode deixar de nos cn-
cher de jubilo, por que sendo um dos pontos mais
difflceis desta seccao, prova em fin que o trabalho
e a perseveranca do homem vence o que antes nos una deputacao.
parece impossivel. O atierro nao esta ainda nive- '
lado, mas ixmco tempo levar a conaluir-se.
O trabalho ahi incessantc: mais de 2.000 jies-
A cmara de Combra mandn organisar o seu
archivo, um dos mais importantes do reino, e vai
mandar imprimir mu catalogo e svoopse de lodos
os documentos e legislacSo antiga qne existem no
momo archivo. Est pearregado deste trabalho
oSr. A\res do Campos, advogado dos auditorios
daquelm cidade.
No da 11 houve na capeH. da universidade de
Coimbra una inissa de rquiem, para coinmcinorar
o anniversaro da niorte do Sr. D. Joao III, o se-
gundo fundador daquelle estabelecimenlo litlera-
rin. Deu-se feriado aos estudanles da universiilade
6 aos de todos os estabelecinientos dependentes
del la.
No dia 18 pelas 6 horas da tarde, afundou-se
prximo de Lares una bateira. procedente da Fi-
gueira para Verride. ronduzindo tres nioios de mi-
Iho e seis pessoas; resultando o inorrerem quatro
destas.
Os exames no lyeeti de Combra tiveram princi-
pio no dia 20, funecionando j as novas mezas que
se elegcram em virtude da recente determnaeo
do governo.
No dia 21 de roanha e dc tarde tiveram lugar
as duas prmeiras excursoes da locomotiva do ca-
romho de ferro, ao norte de Coimbra.
O coniboio veio um ixiuco ipiem da Mealhada.
condiizindo alguns carros cora materiaes.
Na tarde de 13 reunirain-se, convocados para
una sessao extraordinaria da cmara municipal,
os voluntarios da rainha, residentes ero Coimbra,
para ouvirem ter a descripcio do que aqu se
passon no acto da entrega d sua bandeira, e en-
tregarero depois ao municipio todos os documen-
tos authenticos desse acto que a cmara portuense
Ibes envioucomo prora do apreco em que tinha a
sua resolucao de aqu se fazerero representar por
Deria ero seguida larrar-se acta
constar ao mteressado, que o requerimeto em que
Alvaro Fragoso do^Albuquerque jiedo llie fosse
permittido matricular no tciceiro anno da Facul-
daile de Direito dessa provincia, allegando nao t-lo
feto em tempo |>or motivo dc molestia, nao foi at-
Jendido porque o supplcantc deve requerer por
intermedio do director da niesma Factildade, que
informar com o parecer da respectiva congrega-
cao, c inclusos se devolvem os documentos que se
acharam juntos ao referido requerimeto.Fausto
Augusto de Aguiar.
No impedimento do secretario, Francisco Lucio
de Castro.
ainda a ser tratada .
acrimonia. Tem-se como Je em Olireira un) jamar aos empregados da sua
fra de duvida que o Sr. Antonio Jos Duarte Na- seccao.
Sao pouco mais de 11 horas: consta-nos que c
Despachos do dia 1 i de julho de 1863.
Requerhnentos.
Antonio Soarcs Ferreira dos Santos. Dirjase
ao Sr. provedor da Santa Casa da Misericordia
Antonia Cherubina de Azevedo. Remettido ao
zareth regressaa Portugal dentro dc dous mezes, e
que ser nomeado para o consulado do Rio de Ja-
neiro o Sr. Henrique Ferreira digno vice-consul em
Pernambuco.
,0 tfoverno j remetteu ao governador civil de
\ illa Keal, todos os eselarecimentos que a cominis-
sao4de inquento ao Douro Ihe havia pedido. Como
tullamos previsto, o projecto de liberdade do com-
roercio dos vinhos ieou addiado para a seguinte
legislatura.
Nao pararan) as representacoes cmara dos de-
putados em favor da liberdade do eommereio de
vinhos do Douro.
A^epresentacao da municpalidadc de Coimbra
a favor da liberdade, seguiram-Ihc as das cmaras!
mumcipaes dos conselhos mais vinhateiros e im-
portantes da provincia da Beira.
Est approvada pelo poder legislativo a fundae-o
do banco Alhanca, ficando ainda dependente da
desse facto, que seria assignada por os membros
da corporacao municipal, |ior os voluntarios e mais
pessoas presentes, mas por motivos allegados pelo
soas se empregam na cunduccao de atierros alm Sr. presidente llcou a acta por lavrar e assignar. o
da machina c muitos wagons que se occupain no que mais tarde deveri ter lugar,
mesino servieo. Esta reunio enectuou-se na sala das sessues da
b noje que a machina vai tambem pela primeira' cmara municipal de Coimbra, ao som de alegres
vez atravessar a importante ponte do Pao. Ao' hymnos, que alternadamente tocavaro asduasnhi-
meio devera ella ali passar e ir at a estacao de I larmonicas da cidade, subindo ao ar na occasiao
liveira de Bairro, e dentro de iucos dias chegar militas girndolas de foguetes.
a.estacao de Coimbra! O Sr. Mazade olTerece ho- Deve festejar-se rom toda a |ionipa, no dia 3 do
prximo mez de julho, a imagem de Santa Isabel,
Rainha de Portugal e padrocira de Coimbra.
izem de Alvaiazere, ao Conimbricense, jornal
sanecao do executivo os seus estatutos que teem
Sr. desembargador da Santa Casa da Misericordia de reger o dito estabelecmento
para que nao havendo inconveniente mande ins-
crever as Albas da sup|licante allro de seren ad-
mitidas opportunamente.
Tenente-coronel Caetano de Oliveira Mello.Pas-
se portara concedendo a licenca pedida.
Feliciano Jos Joaquim Gomes de Araujo. In-
forme o r. director do arsenal de guerra.
Joaquim de Barros e Silva,Nesta data se expe-
de ordem para, baixa do supplicante.
Januario Fernandes da Silva Em tempo ser
attendido para o que dever aprasentar-se the-
souraria de fazenda.
Manoel Vicente Gomes,Indeferido.
machina atravessra jior duas vezes esta jionta! dc Coin)bra, que na noute de 5 do corrente', fOra
com o mais feliz xito. I roubada a t\jiograplia do peridico Alraiazesensc.
A ponte de Esgueira actualmente o nico pon-'mie naquella villa se publeava. Os malvados le-
to que intercepta a eommnicacao entre as duas varam todo o typo, laucando depois fogo essa
cidades do Porto e Coimbra. Nao nos consta que pm (I,le estava estahelecida a lypograpoia, rhegan-
tenham chegado a Esgueira as pecas que faltara do . &% a pegar era algumas caixas.
para esta ponte, e que o Iberia co'nduziu para o' Dizera igualmente que se ignorava qum fosse o
Porto. No entanto, os trabalhos progridero com a,"or de tao atroz criine; porm, que a autoridade
urna rapidez c um desenvolvmento prodigioso. comjietente proceda a investigantes.
Conhece-se, sente-se tal vontade na companhia' Ds oro jornal de Coimbra. q'ue fallecer na Fi-
em terminar os trabalhos, que nos em nome de to- gucira da Foz, o escrivaoda adminL-ra^o do cuti-
dos que desejam o progresso, nao podemos deixar. cclnn d'a". Floriano Francisco d Assis, lancan-
de lhe tributar aqu merecidos louvores. | ^^ a ra de una janella das asuas-furtadas das
Podemos amanear aos nossos leitores que at o casas em Q"" babitava.
da 15 ou 20 do prximo mez de julho estar o ca- Em Aveiro houve no domingo ultimo a primeira
minho de ferro viavel do Porto at Coimbra. corrida de Uniros na praca do Roci d'Aveiro. Os
Hojc chega a esta cidade o Sr. Eusebio Page, c Iiois sao novos e bravos; mas tao conliecedores da
parte dejiois para o sul a visitar a linha. i artimanha das pracas, que critaro as intencGes dos
O Sr. bispo do Porto regressou a esta cidade no touros, e fogem s sortes. Nao teve por isso a tou-
da 13 da sua visita diocesana. Na seguinte cor- rada dc domingo o interesse que se esperava. Os
nuduo de v (hs nelo sTsX ^ i?P *? Xfaro rcsPndfncJi^J0 de pserever alpinas ranas capinhas tambero nao corrcsp.nderaro especiad-
"ihi"c. k ,!,alL I s>stcma_adopt;idy pelas com-. acerca da nwstao do provimento dos benellcios ec-! va; distinguiu-se apenas o Faria.
clesiasticos em que S. Etc. Rvm. tcm temado urna A concorrencia era 1,200 a 1.300 pessoas -
parte rouito importante. Conta o Campedo das Provincias, jornal de Avei-
A associacao industrial Portuense est tratando ro. que namanfcla de 13 appareeeu assassinado no
da formaeao de um banco Hypothecano. J abriu' sitio da Cardosa, conreino de Ilhavo Joao das Sin-
a subsenpeao, cujas aecoes sao de 1005 cada urna, tos Fradinho, o da Ignez, daqueila villa o inf.'diz
O Santo Antonio c o S. Joao, os dous santos mais tem no peito um ferimento de arma de fogo e um
Sr D ^aZfn..............'.ST'u*^.------------- Ijopoiares desla trra tiveram nos seus respectivos golpo de machado ou foieada na regao frontal. Ti-
*- i U r. IV' que a Jmunic'Palldadc Pprmcnse das os pomposos festejos costumados. nha rindo ha um anno do Brasil, nao rico roas com
S&alW ",a Pra^ d0.mesT nmclf(M ?$? a -V 1 Sa.n, Antonio sobresahiram as ras algumas moedas: parece que lhe roubaram ura
t uU S^X? An,uneS d0S Sant0S artlS,a dev' Jr,'das C^?,os-tasv.e aPf?Ca da Ribeira. relogio de que usara, -cora Ara cort^TSa!
de Lisboa, por 3:760^, I Nos festejos a S. Joao disunguiram-se a calada um poitoffiooaie com algumas libras
-------------------... ^;.'ii/iiiu nil"ll,ni |ll-|,|- IOI1I--
panhias hespanholas, cujas agencias no Porto teem
conseguido grande numero de subscriptores.
Vai levantar-sc a plauta topographica cadastral
do Porto, na escala de i.500. Para este flm che-
gon de Lisboa a semana passada um official da com-
missao dos trabalhos geodsicos.
A obra de pedra marmore, para o monumento do
mnmi
lacio ib cor-
te |iara rever os autos ; e ah foi julgado, qne se
submettesse o aecusado a novo julcamento. ama
vez que nao caba no caso a lei ja citada de 10 de
junho de 1833.
O Sr. Dr. promotor antc dos debates r*>queren
a audiencia dc Jos Mcndes Salga4o Giiimari.
demonstrando ero algumas palarras a neressida-
de disto para a Snfflriencia de juizo Mibre o tacto ;
ao que oupoz o Sr. Dr. (>ta Ribeiro, que mosca-
do aquello Mendos testeinunha da formaeao da
culpa, nao tinha cabimento o n ipn iimn.1 de
inodoaadiar o julgamento. Mas o Sr. Dr. juiz de
direito notando, que isto deveria ser julgado por
eonsellio como una prejudicial, deferio ao reque
rmenlo do Sr. Dr. promotor publico; mandaud passar mandado para intimacao do referido M>-n
des sob as penas d.i lei ; e como qnerque nao fo.
se elle encontrado, formado o conselho. Miera
pro|)osto se entenda |,oder prescimur Uo ouvi-U.
no julgamento a que ia proceder, e sendo Res-
pondido negativamente, foi adiado esse jiilpamen-
to, eucerrando-se a sessao jwr finitos os dias ib
lei.
Foram apresentados no decurso das m-^-mcs tres
proce-sos devidamente |ire|iarados |ielo Sr. Dr.
juiz municipal da segunda vara, Francisco de
Araujo Barros.
Hontem tenninarain-se os trabalhos da ter
CCir. sessso jiidiciaria d.ojim desta cidad-. sob
a presidencia do Sr. Dr. juiz d direito da I* vara
criminal, Joao Antonio de Araujo Pretal Ib un
qus, depois ile bavor-se prenaanda lapa, ife
tiiipo marcado na lei.
Fiiiiccionou no ministerio publico o Sr. Dr. pro-
motor Francisco LeopoMino de GuMno Lutm.
oficoude escrivioo Sr. Francisco de Paula e-
teves Clemente.
Foram apresentados nessa sessao a julgamento
20 aecusados, c destes eSectivamente foram jul-
gados pelo jury 12, por quanlo 13 foram excep-
tuados por incompetencia. 1 brocado o autor da
aecusacao, 2 mandn o juiz proceder diligen-
cias instru (ivas, e 1 adiado por nao achar-sc o
conselhosufficientemente inMrudo.
Dos julgados, 3 foraro condemnado- no Mtal
201 do cod. crim.. sendo 3 no grao miniuo. i w
medio, e i no mximo, cuja jx-na fui coinmatada
ora 100 acontes na conformdade do ariigo 60 do
mesmo cod.; 1 no ariigo 237 grao mnimo; 1 no
artigo 26i i grao mnimo, cuja pena foi modifi-
cada na de comjilicidadc, segundo o estatuido m>
10 do artigo 18 ; absolvidos i. si-ndo I apprila-
do ; e peremplos 2, sendo 1 ap|N>llado t.unliem.
Os processos apresentados foram em iimuero de
18, comprehendendo 20 reos ; e so em um era
movida por interveiicao particuhir a respetiva ae-
cusacao.
No decurso da sessao. depois dc roniposta a
casa, so em um dia deixou de funecionar o tri
bunal.
O Magdalena conduzio para a Eurojw 216
passageiros. dos qoaes t foram tomados nesta
cidade. e entre cites ia o eoinmandante do vapm
da [inarinha ingleza Stramboii gravemente en-
fermo.
Vein estacionar nesta provincia o vapor in
glez Stramboii.
Na quarta-feira anianheccu enforcado em
quarto da habita- o do Sr. B. Tukenes. em Santti
Amaro, o preto Malaquias, africano livre e ja adi-
antado ero idade ; O cpial servia de cozinheiro -
quellc senhor, por quero era bem tratada
No conbecida a causa que levou o desgraraib
esse acto de descsp.ro tanto maior quanto. fiara
pratica-lo, fechou-se elle por dentro do quarto.
ah empregou urna das nemas da caica OTM
instrumento destructivo de su existencia, visto
ter-sc partido a corda, de que se servir priinei-
ramente, segundo foi verificado pelo corpo dc
delicio procedido pela subdelegada da Boa-Vi-i
com assistencia dos Srs. Drs. Joao Honorio e Brillo
Anianha se extrahir ' o4 parte da 3* lote-
ra do Gynmaso Pernambueano (3* roncessao).
Foi exonerado do lugar de juiz municipal e &
orphos do termo do Buique o bacbarei Baibim
Cesar dc Mello, seu pedido.
Foram promovidos rapitaes os Srs. Manoel
do Nascimento da Silva Bastos e Francisco Aata-
nio de Assis Goes ; e a tenente os Srs. Manoel
Marques de Abren Porto. Benjamiu Viraes Dotra
e Joao Pedro de Jess Matla. do 3* batal'jan da
guarda nacional deste municipio.
Igualmente foram no mesmo batalhao transfe-
rido, para alferes secretario o alferes Adriano da
Silva Parias, e para tenente quartel-mestre o alferes
Sccio Jos Pedro das Neves.
A caita filial paga o dividendo rotativo ao
semestre lindo no ultimo de maio pen
do, na razao de 105000 por cada arrio.
Na correspondencia de landre*, dirigida a*.
Diario Oficial, encontramos o segainte :
Desde qne surgi a questao. da Polonia. Um
sido curioso observar o systcma. posto em prahea
pelo governo inglez, pela" iroprensa official e oB-
ciosa.
No eomeco os meetingx snecediam nos aos orf-
tros, e as resolucoes atKi|it.ida$, era Rulas no
sentido seguinte : t Excite-se o governo da rai-
nha para que declare todas as relacoes diptoata-
. ticas entre a Grn-Bretanha e Hussia, se o gis
verno de S. Petorsburgo continuar violando os
tratados e coiupromissos solemnes contrahidos
t com as potencias, excite-s* o governo da rainha
< a que exija a autonoma da Polonia, ao ara
tal qual a offereceu o propro imperador Ale-
xandre L -
I
m
+***mk
aPTLADO
*




Diario le Pernambue

. Os 'deputad. i-esentavauwo aoborinha Joaquina Mana da Conceicao ; hyper-
alordPalinerston, e.ovelho lord os recebia com tronh no coracao.
seu caracterstico sardnico sonriso, e invariavel- .Custodio Jos d& SU,.; dyanfiea,
mente Ibes responden : Passarei vossa peticao Francisco Xisto de l-ra -dyarrhea.
is mios do ministro do interior. Quaido Ihe Jospha, preta, litro; anazarca.
peta *.efdSSMnenos urna palavra .oh- Fraucclino de SaufAnna Carne.ro ; cholera-mor-
vor da Po tenia, resnondia que ",,a linna a duer' "US- v n
toqT)S"kl5b o nnistioeon^ Pedro Francwco Xavier Qua resma; gastrotnte-;
eVio era de estranhar que lord Palmerston Therera Francisca de Oliveira ; phtysica pul-
uitobnssc nn 1863, ps do mesmo modo se, utenar.
Bdwfracn 1831, couctdtee do gabinete, quan- Mara.Maximiana ; gastro intente^
rKSou a nrei. o polaca I Movimento da casa de deten?*) no da 18 de
Mas como os meetinqs K mult.phcavam e o go- julho de 18^ .
Existiam...... 382 presos
Entraram..... 8
Sahram...... 8
Existem...... 382
Nacionaes..... 239
Estrangeiros... 32
Mulbores...... 13
Estrangeiras... 3
Escravc*...... 69
Escravas...... 6
Si
Alimentados a custa dos cofres pblicos.. 162
Movimento da enfermara no da 16 de julho de
vento Palmerston-Russcll tema que a opiniao pu-
blica o obrigasse a entrar em urna seuda que nao
twtxZsMfrtimM C.ria-Bretanha, apnelkra
ara um expediente que regoziara aos proclama-
dores o pauefSristas da tiberdade ingiera. Probi- A saber
biram-se as rounioes publicas em Londres, sem-
prc que tvessem por objecto discutir os negocios
ua Polonia excraloo merlina que devia rounir-se em meados de abril
eiuHWe-Paik. .
Desde que se dea o movimento nacional na
Polonia, a imprensa offtciosa paz em jogo urna tc-
tica que revea o maisfeio egosmo, e o calculo da
arithmetica poltica pelo sjsteuta de Castlecreagh e
seus successores. Fez-sc o seguinte raciocinio :
milito deve a Franca Polonia; os Francezes mos- 1863.
tram-se excesivamente cntlmsiasmados pela causa! Teve baixa :
polaca, se conseguirmos explorar tal sentmento, Pedro de SouzaLima ; sarnas.
e lmar a Francaem ama guerra com a Russia, Tiveram alta:
na qal decididamente tomar parte a Prussiacon- Joao, escravo sentenciado.
tia-i Franca, oblaremos : Io, collocar em emba- Pedro, escravo de D. Anua.
rae* o"ver. Up3, qu acaba de destacar, Passagelros saludos par o Aracaty no hiate
forras onsideravafe para a oxpedicao do Mxico;
2, favorecer um movimento revolucionario no
interior do imperio; 3o. vender armas, navios,
etc.. aos beligerantes; 4, finalmente, intcrvir-
inoscui lempo competente para obtermos yanta-
gen politicas e pecuniarias, e para hestihsar a
iahi o empenho com que o Mertmg Post e o
Times exritavam a Franca a que voasse em soecor-
ifl da Polonia, para que obtivesse a liberdade e
independencia, podendo ellaTevendicar as antigs |
routeiras do Rhcno. ... Mari* l>ern uuhuco 8 mezes,
. O ardil, porm, era fcil de descubrir-se e des- **trnaniDuto,
cabrio-te: e o Morntitg Post e o Times, enfurec- ""
dos. deixaram de advogar a causa polaca, sob J
nacional Inveneivtl:
Francisco Ignacio Tinoco, sua senhora, um cria-
do, um escravo e Antonio Francisco Antero.
OBTUARIO DO DA 15 DE JULHO NO CElilTEIUO
PUBLICO
Manida Silva Cabral,. Pernaiubuco, 32 annos, ca-1 3*
THlIlt.VIL DO JIKV.
3. SESSAO DA 11 DE JULHO DE W63.
Presidencia do Sr. B. Joo Antonio de Araujo
Frats Henriques.
Promotor jmblico o Sr. Dr. Francisco Leopoldi-
no de Gusmao Lobo,
Eeerivao o fir. Joaquim Francisco de Paula Es-
leves Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Jos Roberto da Cunha Sales.'
s 10 boras da manha feita a chamada acba-
ram-se presentes 39 eenhores.
Foram multados em 205 cada um dos saibores
multados nos dias anteriores e mais os senhores
que faltai am hoje.
Entra em julgamento o reo Antonio Jos Rodri-
gues, acensado por rrime de ferimentos graves fei-
tos na pessoa de Jos Francisco da Silva, tendo o
mesmo reo por seu defeusor o Sr. Dr: Jos Roberto
da Cimba Sales.
0 jary de sentenca foi comporto dos Srs. sc-
Biinte:
omingos da Silva Guimaraes.
| Antonio Joaquim de Oliveira Baduem.
! Francisco Xavier Carneiro Lins.
1 Angelo Custodio Rodrigues Franca.
' Antonio Carlos de Pinito Borges.
Miguel Archanjo de Figueiredo.
Nicomedes Maria Freir.
Francisco de Paula Correa de Araujo.
Herculano Rodrigues Pinheiro.
Leopoldo do Reg Barros.
Jesuino Ferrcira da Silva.
Caetano Pereira de Brito.
E prestaran juramento sobre o livro dos Santos
Evangelhos. ,
Foi o reo interrogado e procedeu-se a leitura do
processo.
O Sr. Dr. promotor publico pedio a condemnacao
do reo no grao medio do art. 203 do cdigo cri-
minal.
0 Sr. Dr. advogado deduzmdb a defesa, pedio a
m-
sado, Boa-Vista; ascite
Felicia, Pemambuco, 8mczes, Santo Antonio
terite.
Auna Iguez da Silva, Pemambuco, 27 annos, casa-
da, Boa-Vista; hepatte cliromca.
Boa-Vista; couvul-
Alv.'-s de Fretas, Pernanibuco, 38 annos,
solteiro, Boa-Vista; ascite.
Findos os debates e prcenchidas todas as forma-
lidades da lei, o Sr. Dr. juiz de direito propoz os
quesitos seguiules : _
i._0 reo Antonio Jos Rodrigues, no da 2o de
fevereiro do corrente anno, fez com urna faca na
pessoa de Jos Francisco da Silva, o ferimento cons-
tante do auto de corpo de delicto a folha?
2."O nial causado pelo reo, produzio no pa-
0 Si. Dr. advogado deduzindo a defesa, pedio al decreto de 25 de Janeiro ae 1862 (doeanwnton. 9-p
alneKicao do reo. decreto este, no quaJ reconhecendo-se bo supuli- _
Findos os debates e preenchidas as solemnidades cato a circunstancia determais de trlnla annos i,]em(j0 ,jia 16
i lei, o Sr. Dr. juiz de direito propoz os seguintes d seiTicos, se lhe mandou abonar umaratica-
tesitos: ci de 10 0/0 de seus vencimentos ixos.
llfaadega
ltendiiaento do a 1 a 15. .
da
quesitos
l.'-Oro Jos Antonio do Espirito Santo, as 9
horas do flia 2o de Janeiro do corrente anno, no lu-
gar da Pontecinha, freguezia da Brlbeca, disoaroo
urna espingarda na pessoa de Clan Hua da Con-
rcirao, resultando desse acto a iuorte da mesiiia
Clara Manada Conceicao ?
2.aOreo commetteuo facto criminoso casual-
mente?
3.0 ro-commetteu o facto criaiinoso no exer-
cicio ou ptica de um acto licito 1
4.Esse acto foi feito com a tencao ordinaria T
o.Exjstom circumstancias attenuantes -
do reo ?
ci de 10 0/0
Ora, estando o supplicante no caso de nMrecar o
beneficio da lei, urna vez que a seu respeito se dao
itodos os requisitos exigidos pela mesma lei, para
que se possa gozar de semelhante benellcio, e nao,
podendo o mesmo supplicante, que casado, e pai
Se cinco filhos, alm de numerosa familia que pean
sobre seus hombros, subsistir smente com o or-
enado de um coato de ris, que Hie mandado
abonar pela thesouraria do fazenda da provincia
de Pemambuco, em 14 de marco do corrente an-
(no, como se v do documento n. 86 ; vem reque-
a lavar \ rer que se lhe mande augmentar o seu ordenado
dos 50 0/0 dos seus vencimentos fixos, na forma
207311JM0
15:81 l#7HI
3:133938
M vm Volumes entrada eom taadas
com genero __
Recolhido o jury de sentenca sala secreta das da lei, urna vez que, alm de ter mais de tnnta
conferencias 1'/ hora da tarde, voltou s 2 res-' annos de bons servicos, como empregado publico,
pondendo pela maneira seguinte: tem prestado relevantissimds servicos ao paiz em
Ao 1.", i", 3., e 4.Sim, per unanimidade differentes pocas, como tudo so v de muilos dos
Deixou de responder ao 5 por ficar preiudicado. (documentos juntos, servicos estes em alguas dos
Lidas as respostas pelo Sr. Dr. Joaquim Pires Ma- quaes tem exposto sua vida, circumstancia pela
chado PorteUa, presidente do conseibo, o Sr. Dr. qual de novo insiste pela sua rejntegracao no refe-
juiz municipal presidente do tribunal, publicou sua
sentenca alisolvendo o reo e condemnando a muni-
cipalidade as cusas.
Lcvantou a sessao, addianao-a para o dia seguin-
te s 10 horas da manhSa.
PUBLICARES A PEDIDO.
Melhwrameiilo de aposenUdtria.
Por decreto de 26 de junuo prximo passado, foi
concedido ao Sr. Caetano Pinto de Veras 40% dos
vencimentos fixos alm do ordenado de porteiro da
alfandega de Pemambuco, lugar au quo o mesmo deu que me nao devia restituir ao emprego de que
scnhorhavia sido injustamente aposentado. me havia privado, dignou-se dar a mais solemne
urna manifestacao solemne dada pelo gover-
rido lugar.
t Nestes termos, e para que o cidado que tan-
tos e lio bons servicoe tem prestado ao seu paiz,
e cuja conducta publica e particular, est absolu-
tamente escoimada de qualquer vicio, falta, ou cri-
me que o deslustre, nao receba em premio o ser
injustamente privado do pao e reduzido miseria,
requer e
Pede Vossa Magcstade Imperial se digne,
attendendo as fortes razoes allegadas, deferir na
forma requerida.E R. M.Caetano Pinto de
Veras.
Rio de Janeiro, 14 de abril de 1863.
Esta petieao mereceu do governo imperial a do-
vida attencao ; e se elle em sua sabedoria enlen
Volantes
saludos
com fazenda
con goteros
32
m
Desrarregam no dia 17 de julho.
Patacho inglesMary Btock earrao.
Brigue inglez-Oden-idem.
Patacho inglezWin. M. Dodgcarinha.
NI
Patacho inglez W. M. Dodgr, vindo dePftibdrl-
phia, consignado a Henry Forster & C, inmifamiu
o seguinte :
1,190 barricas farinha de trigo, 10.131 ps de
pinho em talxias, 1,000 resmas de papel de tWrn
lho, 120 barris prego; aos ntesinos.
Patadio italiano Maria, vindo de Genova t Me-
lazro, consignado Henry Forster & C, manifrstoa
o seguinte:
20saccas arroz, 500 ditas farello. 91 ditas feijao,
710 caixas massos, 2 400 ladrilhos de marmorr. 10
lages e 191 degros de dito, 52 caixas dito lirafn
e preto, 6$00 resm de papel, e nina porri ik
pedrasde calcamenlo; ai) mesmos.
Recebedoria de rendas InOraa*
geraes de PenaaMM*.
Rendiinento do dia 1 a 15. 25-. 7*3*4."..i
dem do dia 16......... i.f&i&m
ffn^SSrjS uan.'TSSneSf" io^P^o^AS^as, 27 annos, casado,; ^^SS^tcasiSlelo reo produ-
pal, e Certa, norm, que os penojMcos s mos- ^Peri-,'lbuc05 annos, S. Jos; angina,
iram eulhusiasmados por rada ot.cia de un ba- j^. ^ 2 n ezes Rcife 5 anazarca.
tallia Bata pelo heroico valor da nacionalidades *>M> >-
opprimida, esquecendo-se que umstao mumapalA
Mas assim o exige a aritnemtica poltica,
1,os, a Polonia livre, se ioim^a da Inglater-
ra, iode causar-lhe, no futuro, embaracos na|
mande questao do Oriente, cme, e ser aques-
to capital da Eumi moderna. .... '.M1(,
- Escrevem-nos de Pc-d'Alho a 14 do cor- SESSAO
reate: I
Biovidades de vulto nao as lia para seu jornal;
as mais proveitosas sao as^ue se refere a poltica,!
mas com esta Exma. Sra. nao quero gracas. con-1
no imperial da injuntiea com que se -bavia de-
terminado, contra a voatade dese velho honra-
do servidor do estado, urna aposeatadoria, que s
se explica como meio de arranjar algum feliz afi-
lhado.
(aciano Pinto de Veras ao pu-
blico.
CHROMCA JID1CIVRI1.
I 'lilil Wl. DO COMWEBCIO.
Servicos importantes, alguns at com risco de
zio no olfendido inliabilitacao de servico por mais vida, tenho prestado ao paiz.
de um mez f Ha ma,s "e trinta annos que me dcvotei ao ser-
4 _<) reo praticou o crime impellido por motivo vico publico, sendo que destes 31 fui empregado na
frivolo ? 1 sl'sndega de Pemambuco.
5 oO reo praticou o crime havendo por suaj Exercia ltimamente o de porteiro nessa_ repar-
parte superioiiilade em armas, de modo que o of- ticao, e com tanta honra, zelo e dedicacao, que,
' fendido nao poda se defender com probabilidade
AD>UNISTRATIVA EM 16
DE 1863.
DE JULHO
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DHBWUMBM SOI ZA.
As dez horas da inanha, rcuuidos os seidiores
tento-me urna vez que nao sei de tiro nem focada, dejiutados Lemos.'Malveia e Rosa, o Sr. pre^iden-
a fallar-lhe do invern, milhos e fejoes, por que ^ d^iarou aberta a sessao, sendo lida c. approvada
por multo mal dellcs se diga nao se amuam nem a ^^ ,ja ultima
vio com ninguem as foHias. \ expediente.
Assim, o invern ten side copioso neste mez, Foiain presentes os niappas semestraes dos na-
de legumes temos nmita abundancia. O no deu nfrfrm Cunha, Peloiaiuho e barao do Lvraraento.
u ma grande cheia, provavd que l;i fosse maior. _Archivein-sc.
Temos algum defluso, pouco cholera e restos p^ psente a cotacao offlcial dus precos cor-
de bexigas, que parece querer ir ainda ao encon- rcmes aa praca da semana fuida.Archive-se.
tro do verlo. | Um officio ua conservatoria da capital de Macei
Do citolera ter merrido ao todo uns 10 indi- enviando copia do registro do brigue nacional Dous
viduos (neste numero entrara 3 soldados do desta- ^uyos.Accusc-se a recep^o e archive-se.
cntenlo) supponho que nao ha doentes. As bexi-, despachos.
gas dio de vez em quaado sua dentada, e l agar-. i;H1 roqucriniento de Souza, Andrade & Compa-
rara com o seu, mesmo < tem|K> est doentia ulti^u, pedindo o registro do seu contrato de socic-
^ceo que com a omita gente que se deve
reunir
jiorcix
a rece
Remettem-nos o eguirte : tis, Bernardno de Vasconcellos, L. A. Dubonrq e
necessario que o publico saiba como proce- Joao ja q_ Macedo, c dos agentes de leilo Cordci-
de o coUeclor do capn desse municipio no desem- ro simocs, Olimpio F. da Silva Jos Maria Pestaa
penho do seu dever. e L. Antonio Rodrigues de Almeida, bcni como os
Este homeni conhece assim como lodo o mundo dos correctores Patclict e Lopes Guimaraes.
de repellir a offensa ?
6.Existem circumstancias attenuantes"a favor
do reo? ,
Recolhido o jurv de sentenca a sala secreta das
conferencias s 2 da tarde, voltou s 2 1/2, respon-
dendo pela maneira seguinte :
Ao 1.Sim, por unanimidade.
Ao 2." e 3."-Sao, por 9 votos.
Ao 4.Sim, por 9 votos.
Ao 5." Sim, por unanimidade.
Ao6."-Sim, por 10 votos.
Lidas as respostas pelo Sr. Antonio Carlos de Pi-
nho Borges, presidente do conselho,(o Sr.Dr. juiz
de direito publicou sa sentenca, condemnando o
reo a i>eiia de 6 mezes e 15 dias de prisao e inulta
correspondente a metade do lempo e as custas.
2o Julgamento.
Entra ein julgamento o reo Pedro da Rocha Fil-
guera, aecusado por crime de estellionato, tendo o
rnesmo reo por seu advogado o Sr. Dr. Penna J-
nior. 2
O jury de sentenca foi composto dos Srs. sc-
c Arcioli de
que para ar-se collecta absolutamente mdispen-
savel ver ao menos o objecto sobre que tem de col-
l. vtar; e fciloo exante consciencioso participar ao
possuidor do objecto que ha eollectado, a quantia
ijae-teo de pagar no lempo prescripto.
1fi;nTn|r assim que lie ^Mocede : sem sahir
ile sua casa, assentado a sua banca, lanea a impo-
.-icao onde la a mais insignificante planta de capim, e
que nunca foram collectados, saliera somente quan-
10 devem pagar, quando veem-se assa liados i>or
um meiriiilio.queocitapara pagar dentro de vinte
e guaira horas, sob pena de pcnlioia, a quantia ar-
Inti aria que aprouve a esse collector occullanicnte
Otar, e (pie elles jamis pensavam dever.
S( o proprietario assim tratado recorre thc-
-onraria provincial, esla. suppondo tal vez regular a
collecta, indefere, e a lesao torna-se ainda mais
gnne, par que alera de pagar a quantia arbitraria
da collecta conjuntamente com a multa, guia, man-
dado, citaeao, estada, cavallo. que nao nada me-
nos que dezoito mil e tantos ris (se nao ha penho-
ra) jierde o seu tempe e trabalho, paga a um pro-
curador e advogado que fez a petieio, etc. Isto
liuirivel 1 urna emlMiscada, um attenlado con-
tra a propriedade. O collector que assim procede,
comiiiette um crime; o juiz dos feitos da fazenda
nao devedeixa-lo impune. O que dizemos, nao
di-clamacao. infelizmente um facto verdico, to-
dos os pssuidores de sitios onde ha capim, solfrem
este attentaclo. trate-*' de examina-lo.
Hf.paiiti/tao da polica :
ExtnHto da parte, do (ka 10 de julho de 1803.
Foram recollidos rasa de detencao no da 15
do canate :
erden do sobeiegaao do Recifc, os pardos
Herculano, de 25 anuos, escravo de Jos Maria da
Veiga PaMoa, por fuirido: Mano*;! Francisco de
'aula, de 20 annos, Frnccin Maria da Concc-
e;V.i, de 2( annos, ambos per briga e desrespeito a
torea |iublica.
ardan do de S. Jos, os pardos Euzebio Zaca-
ras (bandido do Rosario, de 19 annos, Jeronymo
Virissimo dos Santos, de 13 annos, Eleuteria Ma-
ra da fonceicao, de 23 annos, todos por disturbios;
Severiano, crloulo, de 27 amios, escravo de Manoel
Isidro de Miranda, Gcrtmdes, crioula.de 31 annos,
eseiava de Victorino Jos Cosme de S, ambos por
sospeitoe de ataran fgidos.
0 choto da 2 scelo,
J. G. de Metqua,
pe
S i '- tf M > > M e
3 0 1 1 Moxniliuo. ^1 1 00 1 o 1 > m m
ce 1 u 1 l vt\ 0 Feminino. \ 'i -I. 1 4
* l 1 ce Mniriilinn. V. - S
fc I ** * N Feminino. a. 3
lili I 1 -. I 1 . 1 . MtWttltlHI. . O
m a FnliillillO. '
r,l.l. m Masculino. k -1 y. 3! >n
1 Feminiw. a. a'
**!!* \ 1 Masrulino. i. 0 5 * =
3 * m * ce Feminino. I1! - ao B
* 1 ' r: OBSEnVA^OP*.
Advertencia.
Xp totalidade dos doentes existem 158, sendo
.ilienados 5 liomense 23 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 11, 11 3/4, 11 1/4,11 1/4, 12 1/4 da manha
pelo Dr. Dorncllas ; s 10, 10 3i4, 10, pelo cirur-
Kio Pinto; s 7 1/2, 7 1/1 7 10' pelo Dr. Sarmen-
t ; e s 6, 3, 3, 3 3/4, 3,3 1/4, 6 da tarde pelo Dr.
Villas-Boas.
Falleceram ; v
Florencio Dorncllas ; dvarrbea.
Palatino Augusto Barblho Uchoa ; phtysica pul-
monar. rag a urde.
Francisca Eustaquia da Conceicao Barboza ; ra-;
chitisnw. 1
Outro de Francisco Pereira de Mendonca & Com-
pauliia, pedindo o regiso do seu contrato social.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Antonio Jos de Azcvedo, pedindo ser
reliabilitado.Anteado pelo official Innocencio An-
tunes de Faria Torres, a quera nomeia para.cscri-
vao, faca-se com vista ao Sr. desembargador fiscal,
vindo (epois conclusos a este tribunal.
Outro de Antonio Doiningues de Almeida Pocas,
pedindo o registro de varios documentos de coii-
veneao de contrato com seus credores. Regis-
tre-se.
Outro de Jos Joaquim Das Fernandes e outros,
, 'dudo o registro de duas procuracoes passadas
por Antonio Doiniigues de Almeida Pocas c sua
niullier D. Jaciutlia Claudiua de Almeida.Regs-
tre-se. .
Outro do corrector geral Francisco Jos bilvena,
pi'dindo o registro do coiihcciinento do imposto.
Pagando os emolumentos nao s deste como dos
atrazados, registre-sc.
.
SESSAO JUDICIARIA EM 16 DE JULHO DE 18G3
PRESIDENCIA DO EXM. >R. DESEMBARGADOR S01ZA.
Srrirtario. Jalio QuimarM.
A nca hora da tarde, o Sr. presidente abri a
sessao, estando reunidos os Srs. doseattargadoros
Villares, Lourenco Santiago e Silva Gniniaiaes, c
os Srs. depuiados Lemos, Malveira e Hosa.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Foi lido o oflicio do' Sr. conselhciro presidente
da relaco. de 11 do corrente, coininunicando ha-
ver designado o Sr. desemkngador Gitirana para
garrir no julgamento de una revista que pende de
deeisao deste tribunal.
Foram assignados os accordaos entre partes :
Appellantcs, Guimaraes c Oliveira 5 appellado,
Silvino GuHlierme de Barros.
Appellante, Joo Lina Viaima; apellados, N. O.
Heber & C, successores.
JCLC.AMENTO.
Aptiellantcs, Novaes & Lima ; appellado, Fran-
cisco Soares da Silva Retumba.
Designado o dia de hoje.
Sorteados os Srs. depuiados Lentos e Malveira.
Relatado o feto pelo Sr. desembargador Vil-
lares.
Confuniou-se a sentenca appellada.
, PASSAI.KNS.
Appellanle, Fernando Francisco de Agolar Mn-
tameos j appellado, Manoel Alves Ferrara.
Appellante, D. Maria Francisca de Souza Ra-
mos : topetados, os adaunistradoros da raassa fal-
lida de Jos Antonio da Silva Araujo.
Appellante, o embargante terceiro Manoel Anto-
nio da Silva Moreira ; ap|iellados, F(Micra &
Araujo.
' Appellantcs. Santos Caminha A Irraos, li(|uida-
tai ios da massa de (Caminha & Filhos ; appellado,
Francisco da Rocha Passos Lins.
Appellante, Victorino Teixeira Leite ; appellado,
Jos Das da Silva.
Apellante, Jos Goncalves Malveira ; appella-
dos, Vaz & Leal.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Villares.
Appellante, Jos Paptista da Fonseca Jnior ;
appellado, Jos Duarte cianea.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desembar-
gador Iva Guimaraes.
niSTIUBUlCOES.
Appellante, J. F. Cox, ua qualidade de gerente
da casa commercial de Rostron Rooker & C.; ap-
pellado, Joo de S Cavalcanti de Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellante, Francisco Antonio de Brito ; appel-
lailos, Rtcha Miranda, Filhos &. C.
Ao Sr. desembargador Villares.
AppeHantes, os administradores de Pacheco 4
Mendos ( appellado, Manoel Vieira de Sampaio.
Ao Sr. desemliargador Silva Guimaraes.
AppeHantes, Aranga Hijo & C.; appellados, os
curailores liscaes de Antonio (kario Moreira Dias,
Ao Sr. desemliargador Silva Guimaraes.
AGCRAVOS DE PETigAO.
Aggrarante, Joaquni Francisco de Albuquerque
Santiago, por seus fillios menores Maria c Jos ;
aggravado, Jos Joapuim da Cunha
AggravantoH Campos & Lima ; aggravados, 06
depositarios da massa fallida dos mesmos.
Aggravante, Antonio Francisco de Souza Maga-
Ibaes Jnior ; aggravado, o juizo.
O Sr. presidente deu provimento.
AGORAVO DE INSTRUMENTO.
(Do Rio Formlo,)
Aggravante, Jos Moreira Lopes; aggravados,
Uz Augusto Nogueira e Antonio Velloso de Al-
buquerque.
0 Sr. presidente negou provimento.
Nada mais bou ve e encerrou-se a sessao s 2 ho-
Pinheiro.
Santos Pereira Bastos.
Agostnho Jos de Oliveira.
Dr. Antonio Witruvio Pinto Bandeira
Vasconcellos.
Antonio Carlos de Pinho Borges.
Domingos da Silva Guimaraes.
Leopoldo do Reg Barros.
Francisco Mamede de Almeida
Francisco Ignacio de Medeiros.
Joo Monteiro de Andrade Malvinas.
Antonio Joaquim de Oliveira Baduem.
E prestaram juramento aos Santos Evangelhos.
Foi o reo interrogado e procedeu-se a leitura do
processo.
O Sr. Dr. promotor publico pedio a con .cao
do reo no grao mximo do art. 264 % 10 0# cdi-
go criminal.
O Sr. Dr. advogado deduzindo a defesa, pedio a
absolvicao do reo.
Findos os debates e preenchidas todas as solem-
nidades da lei, o Sr. Dr. juiz de direito propoz os
quesitos seguintes :
l.._0 reo Pedro da Rocha Filgueira. mcnlcando-
por decreto de 23 de Janeiro de 1862, dignou-se
o governo imperial mandar gratificar-me com mais
10 % do meu ordenado, como em favor dos bons
empregados faculta a lei.
Este acto, c minha consclencia tranquilla, me
convenca de que me achava sufflcientemcnte ga-
rantido.
Tal garanta, porm, era illusoria, porque sem
o menor motivo, quando eu menos o esperava, fui
fulminado com o decreto de II de fevereiro do cor-
rente anno, pelo qual fui aposentado sem o haver
pedido I
Este facto, e dado quando o governo tratava de
punir os prevaricadores, me descontentou sobre
maneira, se nao pelo mal material que dclle me
resullava, (mal ahs muito sensvcl a num, que
com minha familia tinha a subsistencia dependente
dos vencimentos que perecba), especialmente
pela quebra que soffria no conceito publico, e
perantc as pessoas que do perto me nao co-
nheccm, as quaes atribuiriam sem duvida a razao
plaushel o acto do governo que assim me desauto-
rava. .
Nao podia pos conservar-me impassivel em
tao acabrunhadora situacao, e por sso entend
dever drigr-me ao governo peundo-lhe repara-
cao justa ao mal que se me tinha feito. Munido de
valiosos documentos, confiando na justica impe-
rial, levei ao conhecmento do governo a- seguinte
peticao : ,
Senhor Caetano Pinto de Veras, sendo ha
pouco aposentado no lugar de porteiro da al-
fandega de Pemambuco, recorre respeit samen-
te V. M. I em bem de que, conhecida e
apreciada a injustica que se lhe fez, com se-
melhante aposentadoria, seja elle reintegrado em
o dito lugar, ou cntao que se lhe mande augmentar
o ordenado que lhe compete pela aposcntadotia com
50 /o do sen vencimento fixo.
< 0 art. 93 do regulamento das alfandegas e
mesas das rendas, de 19 de setembro de 1860,
dispOe que os empregados das alfandegas so po-
dero ser aposentados, no caso de se acbarem inha-
bilitados jiara o desempenho de seus deveres, por
avancada idade, molestia, ou quando o bem do ser-
vico o exigir.
Recorrcndo-sc aos documentos sob n. 1 c z
v-se que o supplicante nao s nao de avancada
demonstracao de apreco a meus servicos, e reco-
nhecimento da honra, zelo e probidade com que
me portei no desempenho do emprego que ti ve na
alfandega de Pernambuco.
Esta demonstracao consta do decreto que baixou
em data de 26 do mez de junho prximo passado,
pelo qual me foi dado 40 0/0 mais sobre os venci-
mentos fixos que, no emprego em que fui aposenta-
do, me cabeni.
Es o decreto :
Attendendo ao que me representou Caetano
Pinlo de Veras, aposentado por decreto de 11 de
fevereiro do corrente anno, no lugar de porteiro da
alfandega de Pernambuco : Hei por bem, que
alm do respectivo ordenado, se lhe abonem mais
40 0/0 do vencimento fixo, nos termos do arl. 39 do
decreto n. 2,3de 29 de Janeiro de 1839, a contar
da data da aposentadoria.
0 marquez de Abrantes, conselheiro de estado,
senador do imperio, ministro e secretario de esta-
do dos negocios estrangeiros, e interino dos da fa-
zenda, e presidente do tribunal do thesouro nacio-
nal, assim o tenha entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, 26 de junho de
1863, quadragesiino-segundo da independencia e
do imperio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Impera-
dor.Marquez de branles.
Se nao fui restituido ao emprego, eslou resti-
tuido ao crdito publico, a que meus actos sempre
me deram direito"; basta-me isto. Se materialmen-
te lico sempre prejudicado, ganho moralmente,
por quanto posso, sem medo de ser contestado, d-
zer :Sahi 1U1 alfandega de Pernambuco, mas salu
com honra, e o proprio governo, que me aposentou
o reconhece.
Aceite o governo imperial o meu cordeal agra-
decimento. ,
Aos meus amigos, s pessoas que me conhecem,
e a todos quantos desses factos tiverem noticia,
posso dizer que nao desmerec do bom conceito de
que sempre gozei.
Caetano Pinto de \ eras.
Rio de Janeiro, 4 de julho de 1863.
(Diario do Rio de Janeiro, de 5 do corrente mez
n. 182.)
Consulado provh
Rendimento do da 1 a 13. .
dem do dia 16........
27:M7.J
irlal.
5*4*1*727
I 523**12
58:006*6-79
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado no dia 16.
Baha10 dias barca ingleza Wrewtk, de 296 tone-
ladas, capito James Grecn, equipagem 10, em
lastro; Johnston toter & C,
Navio sonido no mesmo dio.
AracatyHiate brasileiro nrensiret, capitao Jos
Joaiphim Alves da Silva, carga dinVrenles g-
neros.
EDITIS.
idade," como tmbem gosa saddc robusta, sendo de
36 verdadeiro procurador do proprietario de urna notar que a forca destes documentos j foi devida-
i-asa sita na ra da Cruz desta cidade, alngou-a a' mente apreciada pelo governo de Vossa Magestade
Mara Souteria de Albuquerque,cntregando-lhe nes-! imperial, quando Ibes foram os ditos documentos
sa occasio una chave, que disse ser da mesma a presentados na |ielicao que enderecou ao mesmo
casa que alugra, e pelo que exigir ianca ? governo, o supulcante pedindo una gratihcacao
2 -Lo reo recebcu em Banca diversas obras de do conformidade com o que dspSe o art. 42 do
ouro e 2 em prata, da sobredita Maria Souteria de decreto n. 2,343 de 29 de Janeiro de 1839; grati- .
Albuquenuie. tudo 110 valor de 3551 flcacao que lhe foi concedida por decreto de 25 de ura mCio para alliviar vertigcns e dores deca-
Agua florida de Murray k Laonian.
Pde-se quasi por em duvida se as mil e
urna flores com seus multifros matizes, croe
derramara sobre o leito de Edn a sua per-
fumada folhagem dilutniliro pela atmosphe-
ra urna fragrancia mais delicada e pura do
que aquella que se derrama e enche o gabi-
nete de vestir ou o Boudoir aonde urna gar-
ralinha desta mimosa e odorfera agua foi
aberta. Se a comparamos Com esse tran-
siente e voltil cheiro de essencias ordinarias
o seu aroma pde-se chamar indestructivel,
em quanto que por outro lado, o nico ar-
tigo em seu genero, o qual vividamente nos
traz a mente o delicioso perfume de aroma-
ticas flores ainda frescas.
0 volume do rico e delicado aroma que se
espalha ao derramar-se algumas gotas no
lenco deliciosamente maravilhoso. Como
tivo reprovado ? 5, 6, 7 e 8, sendo que, havendo o mesmo
5.o__o reo commetteu o crime com premedita-: plicante requerido ao Exm. presidente da provin-
ciio f cia, para ser devidamente inspeccionado, alini de
' e_o_o reo commetteu'o crime com fraude ? por este modo, tomar por de mais patente o seu
7.Existem circumstancias attenuantes a favor estado de sade, lhe foi isto denegado, tendo sido
do rteT inutihsado o primeiro despacho proferido na dita
8._Dos debates reconhece o jury que nao tendo potico. o que por certo bem indica que se lhe
havido artificio fraudulento no crime dado, o reo nao fez completa justica, como tudo se vedo do-
sonieule arrogou-se ao dominio ou uso dos objectos cumento sob n. 9.
tomados a offendida o que jtor vontade della rece-1 Quanto ao bem do sen-ico publico, este por
befa e cujo uso c dominio nao lhe fura transfe- certo nao poda exigir, a aixiseutadoria do suppli-
rijo? cante, por quanto, sendo elle um empregado activo
Recolhido o jury de sentenca sala secreta das' o, zeloso no cumplimento dos seus deveres, e con-
c.mfeiencias s 4 1/2 horas, voltou s 3, responden- tra cuja honra e probidade jamis se suscitou du-
do pela maneira seguinte : vida alguma, como se v dos documentos de ns. 10
Ao 1." Nao, por 10 votos. a 36; sendo que sempre foi obediente para c
Ao 2., 3., 4.-, 5.", 6. e 7.Deixoram de respon-' seus superiores, nao tendo estes jamis
dor por ficarem prejudicados. guma a exprobar-lhe, como tudo se v
consa al-
dos docu-
raertos de ns. 37 a 44.
t Ora, nao estando o supplicante inhabilitado
para o desempenho de sens doveres no cargo que
A 8."Sim, por unanimidade.
Lidas as respostas pelo Sr. Dr. Antonio Witru-
vio Pinto Bandeira e Accioli de Vasconcellos, prc
sidentc do cqiiselho, o Sr
clarou que appellava para
publicou sua sentenca jateando perempta a accu- j ser redamada pe
sacio condemnando a" municipalidade as costas, lhe fez injustica com semelhante aposentadoria. e
vis'to ter ojurvreconhecido que o reo commetteu o que, em attencao ao exposto e mais circumstancias
crime previsto no art. 258 do cdigo criminal, c ser de ter sido sempre o supplicante bom cidado, bom
o mesmo crime particular. pai de familia, e ter prestado relevantes servicos
Lcvantou a sessao, addiando-a para o dia 13 ao estado por longos annos, como se v dos docu-
^^ . n caso de ser reintegrado em o dito luga* de por-
3." SESSAO DIA 13 DE JULHO DE 1863. tejro da a|fana>ga ac Pernambuco. sendo que tam-
r. Df. juiz'de direito de- exercia, quer por moleslia, micr r>or avancada ida-
o tribunal da relacao, e de. e nem tao pouco podendo essa aiiosentadoria
ligando perempta a accu- j ser reclamada pelo servico publico, claro que se
. u ...aiiicipalidade as costas, lhe fez injustica com semelhante aposentadoria. e
1 ter ojurvreconhecido que o reo commetteu o que, em attencao ao exposto e mais circumstancias
ic previsto no art 258 do cdigo criminal, e ser de ter sido sempre o supplicante bom cidado, bom
feras ou extractos superfinos que constante-
mente se importam. Acha-se as boticas e
lojas de perfumarlas do Brasil.
O capitao Jos Luiz Pereira, cavaileiro da imperial
ordem da Rosa, juiz de paz do terceiro anno da
freguezia do Santissimo Sacramento do bairrode
Santo Antonio da cidade do Recife, provincia de
Pemambuco, em virtude da lei, etc.
Faco saber aos que a presente carta de edltos
virera, que Tasso & Irntaos me inderessarant a pe-
ticao seguinte :
Tasso & Irnios querent fazer notificar a Joao
Affonso Rotelho, para que em conciliaco Ibes pa-
gue a quantia de 3.892*570 do saldo de sua nmta
sob pena de se proceder a revela na forma da lei;
e porque o sitpplicado tendo sido estabelecido es-
ta cidade se ausentasse para logar ignorado, que-
rcm os supplicantes justificarem a ausencia para
que sendo julgada a justifieaco por sentenra *e
passe carta edital por 30 dias, para ser por ella
citado osupplicado para a conciliaco : pedent 90
Ulm. Sr. juiz de paz Ibes defiraE. K. M.
Joaquim de Albuquerque Mello.
Na qual peticao dei o despacho seguinte : Jus-
tifique. 1." distrirto da freguezia de Sanio Antonia
8 de julho de 1863.-Pereira.
Em virtude do qual despacho se proredt-a a in-
quiricao de testemunhas, (ue depozeram s ramento dos Santos Evangelhos, res|ietr da au-
sencia, e incerteza do lugar da residencia do justi-
ficado Joao Affonso Boteho ; e sendo lud> aupa-
do e pro|iarado, me vieram os autos conclusos, e
por mira lidos, nelles profer a sentenca do dtet-r
seguinte :
Visto provar-sc pelo depoimento das teslemu-
nhas, que o supplcado Joao Aftons Bntelho acha-
se ausente em parte incerta, hei por jastificada a
sua ausencia, e passe-se cartas de edilos mu
praso de 30 dias, e pague o justificante a> ru-i.-.
1. distrirto da freguezia de Sanio Antonio 10 dr
julho de 1863.Jos Luiz Pereira.
Nada mais se coiitinha em dita senteaea dada
nos autos, por bem da qual se passou ao jitiftran-
tc o presente edital com o praso de 30 dias, neto
que se chama e cita o referido supplieado Juan
Affonso Bolelho para que dentro de 30 (Mas
pareca por si 011 por seu bastante procurador,
rentes e amigos, para se proceder aos l
conciliaco na forma de peticao, e a 1
tra pessoa para que lhe faca saber desta
citaeao, alim de que elle nao fique inoVeso.
0 porteiro deste juizo publicar este ors lagares
mais pblicos deste districto. e o amxar, paanov
do certido em forma.
Dada c passada neste primeiro distrirto da (re-
gueziado Santissimo $..< raraento dobairro de Sal-
to Antonio da cidade do Recife, provincia de Per-
nambuco aos 10 dias do mez de julho de 1H63.
Eu Joaquini da Silva Reg, escrivao. e^crevi.
Jos l.uiz Pereira
Ao sello 300 rs.; vaina sem sello, ex-cansaPe-
reira Subscrevi e assignei. Em f de wdae.
O escrivao,
Joaquim da Silva Reg.
Presidencia do Sr. Dr. Joo Antonio de Araujo
Fretas Henriques, juiz de direito da 1 vara cri-
minal.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldino
de Gusnio Lobo. *
Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Es-
toves Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Levino Pinto Bandeira
A's 10 horas da manha feita a chamada acha-
rani-se presentes 41 senhores.
Foram limitados em 20 cada um dos senhores
multados nos das anteriores, e os que nao compa-
receram a sessao de hoje.
Achando-sco Sr. Dr. Fretas Henriques bastante
incommodado c nao podendo continuar na presi-
dencia do tribunal, assumio a mesma presidencia o
Sr. Dr. Francisco de Araujo Rarros, juiz municipal
da 2* vara e 2o supplente da vara de direito, visto
naver Andado o quatriennio de juiz municipal da 2'
vara, o Io supplente.
Entra em julgamento o reo Jos Antonio do Espi-
rito Santo, aecusado por crime de homicidio perpe-
trado na pessoa de Clara Mara da Conceicao.
0 jury de sentenca foi composto dos Srs. se-
guintes :
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Jos Marcelino da Silva Braga.
Francisco Xavier Carneiro Lins.
Luiz Candido Ferreira.
Miguel Archanjo de Figueiredo.
Dr. Joaquim Pires Machado PorteUa.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Francisco de Souza Reg Monteiro.
Herculano Rodrigues Pinheiro.
Dr. Antonio Witravo Pinto Bandeira e Accioli de
Vasconcellos.
Domingos da Silva Guimaraes.
Antonio Joaquim de Oliveira Baduem.
E prestaram juramento aos Saraos Evangelhos.
Foi o reo interrogado e procedeu-se a leitura do
processo. '
^ Sr. Dr. promotor pedio a condemnacao do reo
po grao medio do art. 193 do cdigo criminal.
bem offerece e supplicante attencao de Vossa Ma-
gestade Imperial, e para maior realce de seu di-
reito, o documento de n. 84.
Compre aqu observar que, tanto nao foi o
supplicante aposentado por sua avancada idade,
que o individuo nomeado, Anacleto Antonio de Mo-
raes, para oceupar o lugar que oceupou o suppli-
cante, apenas mais moco do que elle 5 annos,
como se v do documento n. 2. Tem o nomeado a
idade de 54 annos, segundo resulta do documento
n. 83; portante, a differenea de 5 annos, que existe
entre a idade do supplicante e a do individuo ul-
timamente nomeado para o lugar de porteiro da al-
fandega de Pernambuco, nao justifica a aposenta-
doria do mesmo supplicante.
O supplicante requer que, no caso de nao ser
reintegrado no lugar que oceupava, se lhe d 50%
mais dos seus vencimentos fixos, bascado nos se-
guintes fundamentos:
Pela tabella annexa ao decreto n. 2,082 de
16 de Janeiro de 1858. tem o porteiro da al-
fandega de Pemambuco o ordenado d$ un con-
t de ris, e a gratficacao de quinhentos mil
ris.
tela ordem n. 419 de 2 de outubro de 1860,
declrou-se que sobre a expressao de vencimentos
fixos, de que usa o art. 39 do deereto n. 2343 de 20
de Janeiro de 1859, para regular o augmento dos
vencimentos, que tiverem direito quando apo-
sentados, os empregados das alfandegas, compre-
hende nao s o ordenado, mas tambera a gratifica-
cao, de que trata a tabella cima citada.
Do exposto v-se que os vencimentos fixos,
3ue por lei devem servir de base para o augmento
e 50 0/0, na forma do que prescreve o art. 39 do
decreto n. 2343 de 29 de Janeiro de 1859, sao, em
relaco ao supplicante, o seu ordenado da quantia
de 1:000*, e sua gratficacao de 500#.
A le faculta ao governo o poder de augmen-
tar o ordenado de 50 */& na razao dos vencimen-
tos ftxos do empregado aposentado, quando este ti-
vertrinta annos de bons servicos. circumstancia
esta qne milita em favor do supplicante, o que tu-
do j foi recoiiecido pelo governo imperial por
Aos ftrs. subdclegadoSdo INm-o
da Panella, Hr. delegado e
ltelo depollela.
Se estou na razao de ser policiado, absolutamen-
te nao quero por motivo algum relevacao as mi-
nhas faltas, e se estou no caso de poder vi ver cora
alguma tranquilbdade, entao quero de direito a
manutencao desta ordem.
Na poca das cores, o bom do Sr. lente Quincas
do Passarinho, seu fllho o bom do Sr. Juvencio, seu
sobrnho o bom do Sr. Joao Ivo, e finalmente o
muto bom do seu genro o Sr. Frederico, fizeram-
rae comer publica e compridamente candeias de
sebo, cujas chegaram ao ponto de bem correr o
meu sangue de junto da minha fonte esquerda -,
entrando em todo este enredo do tal samba, os seus
primos os Srs. alferes e sargento Wandcrlcys, ora
por graca de S. Pantaleao, estes bellos senhores
puzeran termo as gracas de suas altas dignidades,
com tanta sabedoria; mas, hoje tempo das cousas
justas apparece o Sr. cadete desertor do erercilo,
Antonio Henriques de Miranda, meu visinho, que
talvez j esqueeido do quanto de bom me fizeram
as lavouras e arvoredos pequeos, os seus porcos,
cavallos e vaccas, pelo que elle se servio de espan-
car a minha cscrava Maria; c agora continuam as
suas vaccas, c em resposta ao meu civil escripto
do dia 11 do corrente mez, foi elle servido de sua
resposta, com o promettimento do comprimento da
baila do tiro de seu bacamartc em mim, ou era meu
filho, mesmo em nossa casa se assim se flzer preci-
so, por sso que na mesma resposta, que eu faco
DECLARACOES.
COMPAtfHIA
barulho pela trra do Sr. Xico Marinho, hg"?'*.*?*
No escriptorio da mesma companhia dis-
tribue-se com (is Srs. accionistas os fdh-l -
impressos contendo os mballms da nvsnia
no semestre lindo em 30 de abril ultimo, e
lidos na sessao da assembla geral de 2 de
maiodu oinvntoanno.
Escriptorio da Companhia do BebtTibe I \
de julho de 1863.
O escripturario.
Marcolino Jos Pope.
Directora das obr*s mi Uns
A directora das obras militares, tem. de nun-
dar reedificar o laboratorio pyrotechinico nobfe-
mo de Olinda, assim como de mandar raiar e pin-
tar o quartel da companhia de cavallaria, a ta-r
16 cal lides para armas no quartel do 1* bataftao
de infamara, convida as pessoas qne m_**
rera enrarregar destas obra, a caiaco 1 (****>
a apresentarem suas pmpostas na mencionada di-
rectora, nos dias 17 e 18 do corrente mez, das I
obler o* eorlar---
quando perto est dclle tomar conta, po's e,clle
que lhe deu ordem para suas vaccas viverem frou-
xas e nao ligadas as lavourasdequera por nec-
eados v-se obligado a proteegao do S. Pantaleao.
Nao senhores, nao quero gracas, pois por eu as
(iiierer com os dizeres do Sr. tenentc Passarinho.
i'i corri, e mais aquello Passarinho tem urna pa:
tente e tem mulher e filhos, ao tempo que este e
soldado desertor, sem mulher sem filhos. (om
toda a razo tenho mdo, tanto que moro perto do
cemiterio. ... .
Debaixo destes principios estou de p firme sem-
pre com o Oliveiros, pois son.
Francisco Jorge de Souza.
cimentos de que necessitarem.
Directora das obras militares de Pernanfeor
15 de julho de 1863.-:-Luiz Francisco de Paula de
Albuquerque Maranho, servtndo de amanoen*--.
&
kwmgM)
de&.
COMMERCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BANGO DO BRASIL
M PERNAMBUCO.
. A directora da Caixa Filial do Banco do Brasil
declara aos senhores accionistas que o thesoureiro
da mesma est autorisado a pagar' o dividendo re-
lativo ao semestre Ando em 31 de maio prximo
passado a razao de 10JW00 por accSo. Recite 14
de julho de 1863.
Jos Mamede !Mves Ferreira,
secretario.
Finda a audiencia ao Sr. juiz de paz
ir a praca para ser arrematada nn ca
liada em 2Q5, por execucao de Antonio Ca tira da
Cunha, contra Norlterto Muniz Teixeira Cmoarii l
Sexta-feira 17 do corrente perante o Sr. Dr.
juiz municipal da primeira vara, serio animal 1
j dos iwr ser a ultima praca. dous craraaiMI a
' 12 annos, sendo um masculino e outro femia%
1 os quaes foram penhorados a Joaquim Vmiok
Marques por execucao de Manoel Fraetoo da
Silva. Escrivao Santos.
O Illm. Sr. inspector da Ihiauor wrm m n-
zendadesta provincia manda fiuter paMiroaoa -
teressados, que se tem de contratar ro owwt
menos flzer o transporte de ambnlanciaa das aos destacamentos das localidades ondj rai
o cholera-morbos, as quaes ambalanrias w> ea-
postas de dous voluntes para Flores. Tat JraM ti
ricurv; e de um volume para Pao d'AIko, ra*p\
Villa Bella, S. Bente, Cabrob, Vk*
nhtfns : as pessoas. pois, qne se ]_
verae apresentar nesta thesouraria 1
quando muito at o dia 18 do correa
Secretaria da thesouraria de tafeada
nambuco em 18 de julbo de 18S3. !
official-maior,
Manoel Jos Pato.
_
^MUTILADOL

-nnn.

.






hiri de RMmataKO esta felr.1 19 le Pnllio de i*#3.
f
*:
/
I
-

TrHwMl fin relaco.
Religo bunal a reUfSo desde o i" d Janeiro at l'j
de jalbo de correte anuo de 4863, os quaes
esto parados por falta de pagamento do respec-
to praparo.
AOGHAVOi.
Agravo do districtq do juizo dt paz dat Boa-
Vista.
Agravante. JoSo Francisco Saraiva; aggravado.
~^-V o juizo.
) Aggravo do 2a districto do jnizo de paz da Boa-
Aggravante, Jlo Francisco Saraiva; aggravado.
o juizo.
Aggravado juizo da fazenda geral.
Aggravantc, Jos Velloso Soares ; aggravado, o
juizo.
Aggrato do mizo da fazenda geral
Aggravantc, Jos Velloso Soares; aggravado, o
juio.
Aggravo do juizo da fazenda.
Aggravante, Jos Marcellino Alves.
Aggravo do juizo de ausentes desta cidade.
Aggravantc, o cnsul do Portugal; aggravado, o
juizo.
Aggravo do juizo de ausentes desta cidade.
Aggravante, Augusto Adolpho Vanderley Lins ;
aggravado, o juizo.
Aggravo do juizo municipal do Cabo.
Aggravante, Francisco Xavier Mendes da Silva ;
aggravado, o juizo.
Aggravo de instrumento do juizo municipal de Se-
rinhem.
Aggravante, Francisco de Barros Wanderley ;
\ aggravado, o juizo.
\ .Aggravo de instrumento do juizo municipal de Se-
rinliem.
Aggravante, Francisco de Barios Wanderley;
aggravado, o juizo.
AI'I'ELCACOES CIVEIS.
Appellacao civel do juizo da fazenda.
Appollante, U. Mara Magdalena de Almcida Ca-
lante) appellada, a fazenda provincial.
Apiiellaro civil du juizo municipal da primeira
^ rara do Recife.
Appellante, o superintendente da estrada de
ferro; appellado, Joao Paulo Carneiro de Souza
Bandeira.
Appelluaio civel do juizo municipal da primeira
vara desta cidade.
AppeUante. o curador da preta Caetana ; appel-
lada, D. Mara Joaquina da Silva Manta.
AppeUacSo civei du juizo municipal desta cidade.
Appellante, Joaquitn Goncalves Ferreira ; appel-
lado. Manoel Joaquim Baptista,
Appellacao civel do juizo municipal de Porto-Calvo.
Appellante, Ernesto Augusto de Manguaba c
Silva ; appellados, D. Mariana Joaquina Acciole
Wanderley e seus fillios.
Apiiellacao civel do juizo municipal de Porto-Calvo.
Appellantes, os Huertos Antonio e Tiburcio, por
sou curador ; appellada, D. Joaquina Perpetua
Vicira Mavgnier.
Appellacao civil do juizo municipal de Bananeiras.
Ap|iellantes, Jos Barroso de'Carvalho e outros;
appellados, Manoel Januario Bczerra Cavalcant c
seus fllhos.
Appellacao civel do juizo municipal do Afs.
Amellantes, o curador geral, por Paula e Loica
de Franca ; appellado, Francisco Duarte de Frelas.
Appellacao civil do juizo municipal de Mipib.
Appellante, Urbano Egydio da Silva Costa Gon-
din de Albuquerntie; appellado, Thomaz Jos de
Sena.
Ap/iellarao civel do juizo municipal do Crato.
Appellante, Barbara Francisca de Jess ; appel-
lado, Manoel Francisco da Cruz.
pptllaeilo citrl do juizo municipal doXrato.
Appellantes, Jo.lo da Cruz de Jess e sua mulher;
appellados, Francisco Cabial de Vasconcellos e sua
mullier.
Appcllaruo civel do juizo municipal do Cabo.
A|>pellan'te. Pedro Cavalcanti de Albuquerque
l'ctaoa ; amellado, Joao de S e Albuquerque.
ApMUacodojuito municipal de Flores..
Apnellante, T>. Mara Francisca dos Santos; ap-
pelldos, Manoel Joaquim Limoeiro e sua mulher.
Os embonos de Manoel Goncalves Agr e seus
fiadores, embargada a foseada provincial.
Revista civel.
Recrrante, los Fernandes Gaunaries. porca-
beca de sos molher; recorridos, los Rodrigues
Goncalves Valle e outros.
Revista civel.
Por or.lem to Iltai. Sr. Dr. chele i>
pulida, fago saber queHn quem inter<
possa, que pelo delegado do termo da >
reth, fbram apprehendidos cm poder de Po-
licarpo Pereira da Luz, Belisario Francisco da
Costa e JoaoTerreiradeAiaujo, tres cavallos,
que se suppe furtados, sendo um. ruco,
outro castanlio e outro preto; cujos cavallos
se acham all depositados, por aquella dele-
gada.
O secretario
Eduardo de Danos Falco de Lacerda.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes:
Para o corno de guarnicao do Cear.
197 manta* de lita.
Para o presidio de Fernando.
Para Lisboa
sahe com a maior brevidade o brigue portugucx
Relmpago por ter a maior parte da carga promp-
ta : quem no mesmo quizer carregar ou ir de pas-
sngem, para o que tem bons conimodoe, trate com
o consignatario Thomaz de Aquino Fonsera, ra
do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o capi-
to na praca.'
LEILOES.
LEILIO
um
DE
sitio e um sobrado.
iioji:.
NA ASSOC1ACO COMMERCIAL.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz do commf rcit
por intervenfao do agente Pestaa irao a leilao
c pertcncentes a massa fallida de Manoel de Azo-
i vedo Pontes as duas tercas partes do sobrado de 2
andares e sotao da ra da Cruz n. 33 e o sitio na
Passagem da Magdalena n. 46, assim como todas as
dividas activas novator de cerca de 130:0005, par-
tes com documentos : para qualquer informacao
10
25 milheiros de* lijlos de alvenarla de primeira' e por intervencao do agente Pestaa irao a
qualidade.
Para o arsenal de guerra.
10 quintaes de ferro sueco cm barra de 2 '/* pol
legadas de largura o '/2 dita de grossura.
10 ditos de dito dito dito de 3 pollegadas de lar
gura e '/a de grossura.
10 ditos de dito dito dito de 4 [llegadas de lar-, *xiem dirigr-se ao agente e o leilao tera lugar
rara e '/j de grossura. i sexta-feira 17 do corrente pelas 11 horas da ma-
10 ditos de dito dito dito de 5 '/ de largura e, nhaa na associagao commcrcial._______________
l- de grossura.
20 ditos de dito inglez redondo de
1
Vi polle-
gadas.
4 len{es de ferro de 1 Vi 2 arrobas.
2 ditos de dito de 22 24 libras.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as Milldezas,
suas propostas em carta fechada, na secretaria do'
conselho, s 10 horas da manliaa do dia 17 do cor-
rente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo, para
fornecimento do arsenal de guerra, 11 de iulho
ltio de 1869.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario.
0 lancador da mesa do consulado provin-
cial, abaixo assignado, sendo nomcado para pro-
ceder aos diversos lancamentos que tem de serem
cobrados por esta mesma mesa no anno linan-
ceiro vindouro de 1863 1864, avisa aos sennores
tiroprietarios de predios urbanos e outros estabe-
scimentos^ue tenham preparados os competen-
tes recibos ou outros documentos afim de que
possa o mesmo abaixo fazer os lancamentos em
regra sem vexames das partes interessadas. Ou-
tro sini, declara o mesmo abaixo assignado, que
sendo nomeado para as freguezias de Santo An-
tonio, S. Jos e Afogados dar cornejo pela de
Santo Antonio.
Mesa do consulado provincial, 4 de julho de 1863.
O lancador
Joao Pedro de Jess da Malta.
\&\\SSk
DE
ferraren* e outros
objectos.
io.ii:.
Sexta-frtra 17 do corrente as U 1|2 horas da

COMPTABIUIADE COMMERCIAL
PELO
Di. WITRXnnO PINTO BANDEIRA
Profcssor da segunda radeira do Curso Coounerrial Pernambucano.
DOIS BELLOS VOLIMES EM 8. fRANCEZ
COUmEHE.VDENDO
0 IMPERADO
N. 22.
m
O primeiroPreleceoes theorico-pratlcas de eseriptu-
i-aeo mercantil. '
O segundoXocoes de arlthmetiea com-
merclal, adaptadas a pratica das operaces com-
merclaes e elementos do systema
mtrico com suas appllcacdes
ao comntercio.
PREQO DE CADA V0LU.ME W.
Esta obra, apezar de elementar, vem preencher urna lacuna, que era sentida entre nos
.niJ(' fallecem escriptos d certas especialidades com accesso a todas as intellieencias : e as
j^l SIP* tutltnm mamo Immi . bm^m A~A~ ii... ..ui:-:j-4- .-_._
...^
sim o editor pensa fazer um servido dando-lhe pubcidade, tanto iais "quan?o iojc, que aa 9
transaegoes commerciaes e industriaos vao entre nos tomando notavel dcsenvolvimento, deve entrar na eilncafao aaouelloa que se querem apphcar a taes romos da vida o conhccimento ?M
dos principios da comptabilidade administrativa e commcrcial.
Com este intuito, sob una furnia esencialmente classica, reunid o Sr. Dr. Witruvio os
B l'i'iiicipios da comptabilidade commerciai-no que tem elles de mais elementar, e coordflAoa-
(SEM LIMITES.)
O agente Olympio acha-se autorisado a vender
em leilao as miudezas. ferragens, armacao e mais
utencis existentes na loja de miudezas ' ra" DJ-
reita n. 103, sendo em um ou mais lotes.
LEILAO
'M
VI II ./..i I "M ^ TE*
is, e nao n*- ]
ii de fiira para W
Ivez falsilMa- 'Y*
as sociedades commerciaes em todos os seus moviinentos, quer pt-'G .,ldo da escriptura^o, 3fc
quer pelo da formadlo, existencia e exlinccao dolas em face da lei. Neste apperi&fn, dupli- ai
ament recommendavel por sua originalidade c pelo cunho de especialismo, tem o com- 9
inerciante una guia para sua direccao, qualquer que seja a forma da sociedade (|ue contrai.x
Lompleta este tame o speciinenou resumo de urna escripturaciio. ficticia verdade, mas em
THEATRO
DE
DE
EscraTos e um carro.
O agente Almcida far leilao dos seguintes cs-
cravos:
Um escravo perfeito cosinheiro e de todo ser-
vido domestico, um dito cstivador canoeiro e
remador, um dito proprio para sitio, na mesma
occasiao vender mna escrava de habilidades com
urna cria de 6 annos pertencente a massa fallida
de-Bastos & Lomos, o mesmo agente conipetcnte-
. mente autorisado tambem vender um carro de
rjuatro rodas com arrcios.
HOJE.
Em seu escriptorio ra da Cadeia do Recife n.
48, primeiro andar, as 11 horas.
tudo
suece
na
ao semelhante de una casa de commercio ordinario, offerecendo una serie de operaroes ^
pctssivamentc mais difflceis, que assim inicia gradualmente a mancira de escriptura'-las J5
8 differentes litros de urna rasa de commercio. ,.J
Efll'REZA
DE
DIARTE COIMERA.
livre da assignatura.
A. J.
ltccita
Sahbado, 18 de Julho de 1863.
Segunda representacao do magnifico drama em
quatro actos e um prologo, ornado de msica,
AS MULHERES
dff 2
Principiar s 8 horas.
Rccorrentes. Rosalina Fernandes de Almcida e
seus filos; recorridos, Pedro Jos de Ataida e
ootros.
RsCNraN de fullencia.
Recorrehte, o jnizo ; recurridos, Ciinlherme Car-
vallio & C.
Recife lo de junho de 1863.
do
Os senhores que nao poderam obter bilheles na
primeira reprcsentacio deste drama |wr causa da
muita concurrencia, e que tiveram a bondade de
i encommendar para a segunda recita, podem desde
i j mandar buscar as suas erroimnendas no escrip-
torio do thealro.
l'm.i mobilia de jacarandf, 2 candieiros de gaz, 2
ditos de azeite, 2 castigaos e mangas, 2 tapetes.
2 escarradeiras, 2 laneas e pertenees liara corti-
nados. 1 oculo e estante, 1 caixa com revolver, 1
toucador, 2 estantes pequeas, 1 divn, t consolo
com pedra, 12 cadeiras americanas, 6 ditas ita-
lianas, 2 ditas de bataneo, 2 mesas de jogo, 1 me-
sa redonda, 2 comandas, 1 secretaria, 1 bid, i
marqueza, 1 cama de ferro e lavatorio, 1 ampa-
rador, 1 mesa elstica, 1 apparelho para jantar,
1 dito para almor, crystaes, 1 machina para ca-
fe, 1 guarda comida de rame c outros objectos.
Tcrea-ffcira 21 de julho.
O agente Pinto far leilao por conta de um seu
amigo que retira-se desta provincia de todos os ob-
jectos siipra mencionados existentes no terceiro
andar do sobrado da ruado Trapiche Novo n. 14.
casa do consolado de franca, devendo ter prtaci-'i ;,>
pi as 10 horas do dia acinia dito na referida casa.
...... ------------- ...
O segundo, cgualmente formulado sobre a obra de Kottinger, oecupa-sc particularmente '(Vi
da arithinetica rommercial com exercicios e problemas peto meio mais simples, fcil e breve *5*
da regra eonjuneta, acerca de todas as Operaeoes praticas usuaes no commercio, envolvendo ^f
clculos de cambios de praca praca e por pracas intermedias, bem como negocios de bancos ^
com arbitragens de cambios, alm do dcsenvolvimento do systema mtrico em suas relacoes jfc
x. com o commercio, Ilustrado por meio de tabellas de conversao.
Grande arwaicm de ltas.
Este ariuazeni conten tudo quan
preciso |iara que a industria de piMci
qinl lie r genero que seja. rtnami|n iM
seu liiu. isto , emLelletar, ronsvi
reproduzir.
Montado em grande escala >
directamente por grandes fabricas de Ra-
lis, Londres e Ilamburgo, pode oft:re>cr
productos de confianca. c satisfiuer snal-
quer encoiiiiiieuda grosso trato can--
talho.
Os Srs. artistas pintores, e os lint* !
obras podero escollier voaCade. p/is
que tudo estar vista, as diflerentes ri-
fes de que tiverem necessidade.
Ha tintas em massa e em p iuipali-
vel, c como as obras a envemizar
deve empregar tintas muidas,
recendo confianca as que rea
commercio, por'velhas, e talvez falsilM-a-
das, neste annazem se as nMjer vite-
la do consumidor, que s assim ici lio-
tas frescas e verdadeira-..
Ha tambem ouro verdadeiro. verde en
p eem follia, prala em folha, p<> debron-
zear de varias cores, diamautes para cor-
tar vidros, burnidores. ncar superfina en-
carnada, auiarella e verde, tintas \
toes, azul, roxa, verde e amarella. iuuft.ii-
sivas, nicas qut^ se devein empregar na*
confeitarias. colleccies de pintis (tara
fingir ni.- di ira. com propiedadt, e outros
de varias qualidailes, vernizi-s, ropal,
graixa. branro ou escuro para o tateriar
i' exterior, para etiquetas e quadrus. tm-
tas finas em tubos, em rrayoes mi pastH.
(ellas para quadros, caixas de tintas linas '
e papel para desenlio.
Essencias aromticas verdadeiras. fras-
cos e vidros |iara vidraca de Mhs as in-
manlios, e DHMtos outros objertos. ruja |
utilidade i: emarego so com vista |>rnli-
rao ser mostrados.
Joao Pedro d.is >'-ves. ,
Gerente.
V
O editor nada mais accrescentar estas breves palavras. que asss demonstran! a tan- *fi
2*5; Jiortancia real desta obra, devida a intelligencia e a applicacao accunida do seu autor, seno &
j^ que e ella de utilidade geral, e que a nenhum commerciant o mesmo a homem alguin de let- gl
' > tra> e licito deixar de possui-l em sua estante ; pois o commercio em suas variadas evolu- {*
M cues, ententlo actualmente com tudo que se liga a vida. )"
}M A assignatnra toma-se as livrarias dos Srs. Guimaraes X Olivcira, Nogueira de Sou- ^5
>'< za. Juliao i Pereira e Geraldo H. de Mira, sendo realisatla sua importancia pela quota de cada *
f volmne ao sabir do pelo, para o qual ora entra o primeiro. --
0 EDITon. >'
m
1/ ja-se a r
ALl'C.A-SK
\jbb pirto cstiavo com pratica de ri-finafi).
e tiimbem so alujja pata rjimlipier mitroa*r-
V50: a tratar na travossa rta ra tarp <
Rosario esquina d beco do Putea Frito, d'-
frontt! la itutira iln Sr. HarlholuiiMi.
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICA
KlA \)VA \. 43.
de marmore
meio dia at
0 Dr. Sabino 0." L. Pinho minloii o sen CONSULTORIO para a loja
ra Novan. 13, onde continua a dar consultas todos os (lias uteis desde o
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasao da molestia, sem que liajam to-
mado qualquer remedio, nem aUopathlco, nem liomeopatlticti, pagarlo metade dos preros
estipulados. Esta concessSo tem por fin facilitar a cura d molestias, que podetn tornar-
se complicadas pelos emprsfo intempestivo da therapeutica e ao mesmo tempo adquirir
pan a bomeopaiia maior oomero de adeptos pela bteza da cura.
Km attenifio as pessoas pobres, que nao podem Sabir de dia, o Dr. Sabino resol-
ved dar duss consultas por semanas as letras e sextas-feiras das seis as sete horas da
AVISOS DIVERSOS.
egne-se.
THEATRO
DE
Hoje, sexta-feira 17 de jnlho.
Tera lugar a
ULTIMA ItEPRESEXTACO DE tVMNASTICA.
A ara*eiiiatfeiio constante
annuncio que abaixo
t-.:.i dos engenhos como dos
esemiwt* dever ter lugar no
dia 95 do corrente, depols da
audiencia do Illm. Mr. Dr. juiz
municipal da segunda vara.
Penle O Illm. Sr. Dr. juiz municipal da se-
gunda vara, escrivao Motta, tem de ira praca os
Leus Beguintes :
O engeiilio finios com todas as suas trras e
obras, grande casa de vivencia, nutra denominada
Horta. algumas casas para moradores, grande
Benzan de pedra e cal, estribara, casa de disti-!
laclo com um alambique de valor, tudo avaliado ;
em 52:O0dJO0O.
O engento Quiaombo contiguo ao mesmo, com '
todas as suas trras e casa de vivenda, avaliado
ein 22:0005000.
(ls escravos Antonio ('aliiinlii, crioulo, SO an-
nos, avaliado em 800-, Matheus, nacao, 33 an-l
nos. avaliado em 1:0005; BentO, naci, 33 an-
nos, avaliado em 1:000; Gregorio, nacao, 37
anuos, avaliado em 7005; Antonio Esparrella,'
naco, 40 anuos, avallado em 8005; Jos Borra-
Cha, crioulo, 23 anno4, avaliado em 3005; Alei- demora
xo, crioulo, 23 annos, avaliado cm 1:2005; Luiz sol.
Hortelao, nac.rm, 40 anuos, avaliado cm 1:100; Desde j reeeliem-se passageiros e engaja-se a
Gertrudes. afio, 46 annos, avallada cm 6005; carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
Luiz Bem, naeao, 40 anuos, avaliado cm 8005 ; ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
Tbereta, naeao, .'13 annos, avahada em 2005000 ; mendas c dinheiro frete al o dia da sahida s 2
Mara Vot, crioula, 43 annos, avahada cm 6005; horas: agencia ra da Cruz n. i, escriptorio de
Bartboiomeo, naci, 40 annos, avaliado em 3005; Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Rita, mulher do dito, nacao, 36 annos, avahada'_____________________________________
em 6005 ; Caetano,. naeao, 40 annos, avaliado'
em 7005 ; Violante, mullier do dito, nac,ao, 35 .
AVISOS MARTIMOS. .
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
At o dia 20 de julho, espe-
rado dos portos do norte o vapor
Oyapock, commandante o primei-
ro tenentc Antonio Marcelino
Pontes Ribeiro, o qual depois da
do cstume seguir para os portos do
annos, avahada em 8005 ; Felippe, cahra,'40 an-
nos, avaliado em 1:2005; Felippa, mulher do
dito, niouta. :(.") annos. avahada em 1:0005 ; Fla-
viana. lilha dos ditos, cabra, 3 annos, avahada
cm 3005 i Jozino, flillio dos ditos, cabra, mezes,
avaliado em 1005 ; Vidornia, crioula, 30 annos,
avahada em 600-5 ; Mana, lilha da dita, crioula,
) annos, avahada em 3005 ; gueda, lilha da
Fran-
valiado cm
7005 ; Perpetua, mulher do dito, naciio, 36 an-
nos, avahada em 6005 ; Jos, tilho* dos ditas,
crioulo, 3 annos, avaliado em 3005
v huiius, .1*, i 1... i 1 riu .fnrt? .-\^u-ii,i. mi
dita, crioula, 18 mezes, avahada cm 1505 ;
cisco Secundo, nacao, 45 annos, avahad
COMPAKHIA PERNAMBUGANA
DE
Xavegaco costeira a vapor.
Parabjba, Natal, Hace, Araeaty e Cear.
O vapor Jagnaribe, commandante
Moura, seguir para os portos do
norte at o Orar no dia 22 do
corrente as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 21, encom-!
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia da l
sahida as 3 horas : escriptorio no Forte do Mal-
los n. 1.
ASSOOACAO
TUf Mili PEKNAMALCAXA.
Devendo ter lugar domingo 19 do corrente a ses-
sbordinaria daassembla geral tiesta assoeiacio,
para se proceder a eleicao do conselho que tem de
dirigi-la em o seu oitavo anno social (1863-lHtl'u.
assim o scientifleo aos Srs. socios elTeetivos, convi-
dando-osa comparecerem as 10 horas da maflbaa,
na ra Direita n. 120. primeiro ailar.
Secretaria, 11 de julho de 1863.
Io secretario, SBea Lku.
LOTERA.
A9IAMAA.
Sbado 18 do corrente mez se extral-
r a quinta parte ila teiveira lotera a bene-
ficio do Gymnasiu Pernambucano (3a con-
cessao), no consistorio da igreja de No6sa
Senbora do Rosario da fregoe de Sanio
Antonio.
Os bilbetes e meios bilhetes acham-se
venda na respectiva Uiesouraria, ra do
Crespo n. lo, e as casas commissionadas
ra da Imperatriz n. 44, loja do Sr. Pinnii-
tel, praca da Independencia n. 22, loja do Sr.
Soares Pinbeiro, ra Direita n. 3, botica do
Chagas, ruada Cadeia n. 4o, loja do Sr. Porto
e em Apipucos estabelecimento do Sr. Fran-
cisco M. S. Mendes.
Os premios de 5:000/ at 10$ sero pa-
gos urna hora depois da extraerlo at as 4
horas da tarde, e os outros no dia seguinte,
depois da destribuico das listas.
O tbesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA
Felippe, na-
Sao, 38 annos, avaliado em 9005 ; Rosa, mulher Para O Rio de ianeiro.
o dito, nacao, 40 annos, avahada em 6005000 ; o brigue Belizario, segu breve com acargaiue
t'"',' err.'>,ro'.nacao!L Jo, ai'UOi' avahado em tjver, e a recebe por qualquer frete: a trata-se
M00,> Antonia, mulher do dito, crioula, 50 an- com os consignatarios Marques, Barros A C, ou
nos avahada cm 5005 ; Pedro, nacao, 36 annos, com 0 ca,ril5o Manoe| Marciano Ferreira.
avahado em 1:2005 ; Marganda, mulher do dito,
naci, 40 annos, avaliada em 8005; Paulina,
crioula, 40 annos, avaliada em 1:0005; Clara
crioula, 22 annos, avaliada em 1:0005 ; Felicia,
naci, 40 annos, avaliada em 7005 ; Hara, mu-
lher de Miguel Pedreiro, 27 annos, avahada em
9005 ; Miguel, naci, 42 annos, avaliado em
1:0005 ; Maria, mulher do dito, naci, 36 annos,
avaliada em 6005 ; Venancia, ilha dos ditos
crioula, 18 mezes, avaliada em 1005.
Para o Araeaty.
O hiate Nicolao I, est prestes a seguir viagem
para o Araeaty, pode ainda receber alguma carga
ra que se trata com os consignatarios ra da Ca-
aia n. 57.
Para Lisboa
( O veleiro brigue portuguez Laia II, capitio A.
F.-Vicira saldr no da 25 do corrente portera
Os referidos bens pertencem a neranca do fina-' maior parte de seu earregaraento prompto : para
do Jos Fernando da Cruz, e vao a pra^a a re- carga e passageiros, trata-se com o consignatario
fuerimento da berdeira e inventanantc, depois e. H. Rabello, ra da Cadeia n. 5o.
de ouvidos o Dr. procurador fiscal da fazenda pro-1 --------------------------------------
vmeial e os de mais interessados, para pagamen- Para o Rio Cirande do Hu.
to das dividas que est suieita a neranca, de- Segu o brigue nacional Othi'Ia, it o fim
vendo serem pagas no acto da arrematafao, afim j corrente mP7 com a carffi me livor re-
de poderem dar a necessaria desoneracao os dous u ,' t-l,Iieillt IIM z, com a carga que ttver re-
credores m u-ni hvpotheca no engenlio Pintos, cebe alguma a trote e por qualquer preco : I
O ecripio e traslado do edital c\istem em mao trata-se com Baltar & Oliveira, ra da Cada
do irteiro do juizo, e os pretendentcs que qui-1 n. 26.
terem examinar os referidos engenhos podem ah ] ----------------'---------------------------------- ..
comparecer cju ha pessoa autorisada amostra- Para o Maranho e Para
los fu ttKlas as suas obras e henifeitnms as- .__a .__ . j- ,
te eoinos m quizerenl ver'os V- ^^^Xr^T^ "0 *" Ve,C'r0 bem
e do seu carregamento ; para o res-
0 thesoureiro das loteras desta provin-
cia, desejando extrahi-las em maior capital
e com menores intervallos, offerece a vanla-
gem de dous por cento quem comprar
para negocio, na quantiade 100$ para cima;
assim como se propoe a estabelecer corres-
pondencias para qualquer localidade da pro-
vincia, remetiendo bilbetes, meios c listas,
sob flanea idnea; devendo o pagamento
delles ser feito logo que sejam recebidas as
listas e novos bilhetes remettidos. 0 the-
soureiro certo da conveniencia desse negocio,
convida aos Srs. eommerciantes da Victoria,
Goianna, Rio Formoso, Nazareth, Serinhaem
e mais localidades populosas da provincia, o
mesmo os desta capital, que o quizerem, 1
entenderem-se com elle, na thesouraria das
loterias, ra do Crespn. 15: arhertindo
que receber em pagamento e sem descont,
os bilhetes premiados de todas as loterias
da provincia recolhidos thesouraria da fa-
zenda provincial.
Thesouraria das loterias, 20 de junho de
1803.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues do Souza.
1 rmandade ttanl Auna da igreja
da Madre de Dos.
Os chamados para visitos e conferencias devemser djrjgidos por escriplo ao con-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na certeza de que serio attetitlitlos na onlein
de sua precedencia, salva a circomstancia de eminente perigo.
%i>%i:iiTi:\< ia.
O novo fonsulttirio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeira
at a trigsima dyiuiminjsarfiu.
E como os mdicos bespanhes e alintaos nao cessam de certificar a major efi-
cacia das ultissimas dynaminisaeoes do tratamenlo das molestias chronifas.: o Dr. Sabino se
oceupa agora de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas ( por ora at 200/).
aira Je verificar por si mesmo a torea dynamica, que se Ihe attribue.
Os mdicos, que quizerem experimentar taes dyiiaminisaeoes podero dirigir ao'
consullorio suas invitas, que serio aviadas gratuitamente para os pobres.
No mesmo consultorio se vende a novissima edicao do Thesouro bmeopathk
ou Vademcum do homeopatha, obra indispensavel a tliis que querem usar da bomeo-
patliia.
Tudo o que tliz respeito nova medicina se ada abundantemente ueste novo estabe-
lecimento.
LXTERNATO
DE
O Sr. Carnudo Alberto laM da Multo ri-
na da liii|M'iatriz n. 40. a nejrocio.
Una crioula de boiiM-ostiiun-s. quecos*.cu
zinha e engomma, so offerece para ama de cav A-
peipicna familia : na ra da matriz da l*a-VM.
casa n. 62.
Precisa-se de iiiiicoziuliciro 011 roziiihrira
na rua ilo Imperador n. zl. detninte da onL-m
terecira de S. Francisco.
Olerece-se una crioula para afa de rasa.
que eozinha, eii^oiiinia e compra : no hecco das
Miiitlinhas n. 8.
Perdeu-se duas letras da quantia de 615500
cada urna, sendo a primeira a venca-se no dia SI
de agosto, < a segunda no dia lOVseicufcro, 1
do aceita pelo Sr. Luiz Ferreira de Atak'i
O abaixo assignado declara que o Mal pu-
blicado do Diario n. 157 para arremataco de bn>
por execufao do 10 sino abaixo assignado n'Mise
entende com Henriqoe Augntto Burle eom s
por encano snhiono dito edital. mas sim com Hn-
riqne AugbMQ Beck. contra quem movida a re-
ferida execncSo Recife 16 de julho di MR
Joan da Silva Faria.
m
ESTABELECIDO NA CIDADE DO EECIFE
Director0 iiacltarel em mallirmaliras
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
. O director do intrnalo de S. Bernardo, accedendo aos pedidos de varios pae> dos
respectivos collegiaes, e de outras pessoas desta capital, removeu o seu estabelecimento
da (.apunga para esta cidade.
Nao tendo evitado esforcos nem sacrificios para proporcionar aos seus alumnos
urna perfeita educacao physica, moral, intellectual e religiosa, offerecendo-lhes una ha-
liitacan com bastantes contheoesde salubridade. habis professores que sao solcitos em
preparados convenientemente ao fin que se tlestinam, medico pratico que Ibes faca
comprehender os preceptos da hygiene e lhes cure das doencas, e finalmente um sacer-
dote mustiado e honesto que lhes explique os principios da religiao christaa, esjiera que
assim constituido nao deixar o seu estalielecimenlo de merecer dos Srs. paes de fami-
lias o auxilio e confianca com que j alguns o tem honrado; e Ibes roga, bem como
todas as pessoas interessadas, que se dignem de visitar o mesmo seu estabelecimento.
onde senipre eneontrarao franco ingresso.
O coilegi 1 tem a sua sede no espacoso edificio n. 32 rua da Aurora, contiguo ao
do collegio dos orphaos.
Nos estatutos do CoUegio, que estao disposiyao de quem os quizer ter, se acham
consignadas as condifocs de entrada e matricula as diversas aulas do esfc
ment.
Marceline Beaupaire, Francyza. relira *-
1 a a Europa.
Alujia-se una canoa nova pata o li..ii-
code capim ou para familia: por precn enm-
modo, o tambem se vende: a tratar nos .Vi-
,'ados rom Caudillo Tlifidiinii da Cmara.
Quem precisar de um rapaz de l .
14 anuos para criado, e mesmo jwra atnl.11
em cabriolet annuncie por esta mesma fnlln
ou dirija-so ao porto das Canoas armara dV
[madeiras do Sr. Miyuel do Rp?o Barros.
No escriptorio d'Aniorim A Irm3jsni;i
da Cruz n. 3, deseja-se fallara fama. Sn,
1). Maria Carolina da Silva GrBn, .uji 11. -
rada so ignora para poder ser pro. unda.
Pela terecira vea roga-se ao Sr. padre Frax-
cisco Virissimo Bandi'ira, que antes ie re'iiar--
para a ma nova mor ida de Bonito, iMgae-se
1 respoeta da carta que se Ihe dorifu : 1 m
Mondego olana n. 13.
Pede-seaoSr. HermilloJos de Alcntara ga.11
da da alfandega. que cm qnanto antes pagnr a
quem deve.
______________________. l'm credor.
Joaquina Rosa de Oliveira sulxlita ini 1- 1.
za retira-se para oBio de Janeiro iermtt mu Mb
menor em suacompanhia.
CASA DE SAIDE
Em Santo Amaro
Do lr. Mllra Ramos.

stabt'leci-
< Calcado francez, na loja do vapor, rua
i\ova n. 7.
S3x 5Q S WBSB va
si
z
5
E digno de attencao os novos sorti-
incntos de calcado francez, chegado
dita loja, e mui especialmente as mo-
dernas botinas com differentes e novos
enfeites para senhoras c meninas.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba co-
zinhar e engommar perfeitamente, de boa conduc-
ta : na rua do Queiniado n. 44. primeiro andar.
9
I
z
s
A irniandade de
de Olinda, pede a
Pedido.
X. S. do Guadelupe
da cidade
pessoa que bou ver de tirar o
maior premio da lotera que tem de correr prxi-
mamente, para que se digne concorrer com urna
esinola, alim de que a mesma irmandade possa sa-
tisfacer os materiaes que tomou a crdito para a
obra da igreja, o que nao tem satisfeito. nao s por
ter sido recolhidaao thesouro o producto da ultima
lotera que corren em beneficio da mencionada
igreja, em o anno de 1861, por falta de explicacao
na lei que-a concedeu, como pelas preferencias
JSLStSe5S'9S: conhecido
Commercio, com o fundo para o trapiche, e outras
obras principes de tijolo, e tudo murado, dentro
O actual escrivao da irmandade da gloriosa Se- militas fructeiras c bastante terreno para planta-
escuna Joren Artknr, tem a nhora SaufAnna, administradora da-igreja da Ma- edes e hortalica. O abaixo assignado esta resol vi-
dre de Dos, convida a todos os seus charos ir- de a fazer todo o negocio a praso ou a dinheiro,
maos a comparecerem no consistorio da referida 011 como convier ao pretndeme, propria para
I tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no igreja domingo 19 do corrente, pelas 10 l\i horas quem esta aborrecido de morar na praca : a tra-
seu escriptorio rua da Cruz n. 1. ________ da manha, afim de se proceder a eleirr da nova tnr no mesmo trapifhe com o proprietano.
. No tlia 17 do corrente. depois da audiencia ------------- "T^ ., mesa regedora que tem de funecionar no anno de Joaquim de Souza Silva Cunlia.
do Illm. Sr. Dr. juiz municipal da 1.* vara tem de Macelo. 1863 a 1864.O escrivao,-------------------------------------------------------
ir a praca a fiarte da casa terrea, sita na rua de Segu para Macei e Pilar no dia 18 do corren- ____________Jos Francisco Cocino da Paz.
Hortas n. 96, avaliada por 457859, por execucao te a nova e mui veleira barcaca Amellado Sut;
0 abaixo assignado, morador na villa do Pa-' que ha relativamente a loterias: peto que a mos-
co de Camaragibe, vende as suas tres barcacas a na senhora Ihe encher de gra?a, e esta irmanda-
saber : Abismo do Pai-o, de lote de 550 saceos com de Ihe ficar extremamente agradecida.
assucar ; Flor do Paco, de 150 ditas; e Paquete do \ '-----------------------------------------------------
Paco, de 380 ditas, promptas a navegar. Ellas sao
que conduzeni toda safra desta Ribeira c milito
acreditadas. Assim como vende o sen trapiche,
o mais bem montado desta provincia, e mesmo de
Pernambuco ; de pedra, cal e lijlo, tem capa-
cidade para mais de 10(000 Bascas, guindaste de
ferro collocadono primeiro lugar desta villa, que
recebe todo o assucar que se transporta desta Ri-
beira : tem casa de vivenda na frente da rua do
efearem de qualquer esetarociasnlo, podem diri- , ,3 ,Z'
ir-se nesta praca a mesma herdeira p inventa- .. ri .
na Soledad,-, nia de Joo Per- to ^ -lhe faIla> tr!iUi:9e-1
rante, que reside
nandes Vicira.
No engenho Penanduba precisa-se de um
... I PAiiarrl MpMleiL-amnp na senhora ni l,om hortelao : a pessoa que se julgar habilitarla e
que move Jos Ignacio de Ayilk contra Manoel recebe carga para ambos os portos at o dia de sua',.,, Bl^" ^ ^ quizer dlrija-seao mencionado engenho ou o pateo
I/)bo de Miranda Itenriquesfta 'qualidafle de ad-. sahida ao meio dia : a tratar com o mestre a bor-,nlha e (,ous net,b' sul'itOs hanMwrgi'.OZes, 0 Terco n. 44, sobrado, que achara, com quem
ministrador de sua apar. I do da mesma, no caes da escadinba. | retiram-se para a Europa. tratar. *
HOTEL BE PARS
Rua da Cruz n. 24 por cima ta botica
ALMOQO, JW'T.Vn E LVNCII..
Bebidas superiores de todas as qualidades.
ACteuco.
?
Offerece-se na rua do Rangol n. 38, primeiro an-
dar um mojo habilitado para tomar conta de um
escriptorio dando fiador a sua conducta ou da ma-
ncira que melhor julgarem e quizerem. Na mesma
casa toma-se escripturaciio para fazer e dar balanco
de qualquer ramo de negocio por partidas simples
e dobradas, o tambem oscreve-se em casa de quem
precisar.
Ofterece-se urna ama para casa de rapaces
solteiros : quem precisar dirija-se a rua do Sefco
0.13.
f nico esi-,l.el.M-iinenlo uVsla u. iioe-.i
i ipie existe entre nos. montado il......>; i
que pode rom lodo o comando e irte ira-
\ tar qualquer doente. que nelb seja i .
0 Ihido.
g O edificio e magestoao s TOiu
em perfeito estado de liiiqM-za e conve-
nientemente inobiliado.
Os doentes sao separados. sefwnA ><
sexos. Dataren das molestias e enmuro.^
sociaes.
Ha qnartos fortificados para os ili<*n.
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes.
O proprietario encarrega-se ile qual-
quer ojieracao.
o estabelecimento frampieailo a qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe 3fOW>dnrios.
Segunda tliUi.... 25500
Terecira dita.... 24000
Para que qualquer doente sejaali rebe-
bido, hasta que se mande onomedu ! ri-
te e da pessoa que o remette. com a d-
claracao da morada. ^
O proprietario aceita contratos ann
com qualquer que queira ter um mi mais
leitos sua disposicao.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e
comprar : no pateo do tirmo n. 9.
Aluga-se a casa terrea da rua Imperial .
66 : os pretendentcs dirijam-se Caixa Filial.
Alugam-se a loja to sobradu n. 193 e armama
n. 171 da rua Imperial, o annazem n. 4 da roa Apollo, e a casa n. 27 da rua do Burgos : aa rm
da Aurora n. 36.
Alugam-se
Dous rmaseos pequeos na travs da Santal-
la Velha. por detraz da loja n. 90 da roa da Ca-
deia, mnito prximos alfamlega O *o raes *
Apollo, e |K>r isso proprios para jjMsjwr fin e
servirem para um s |xir terem conmTiirac>: a
tratar na sobrodiu toja rom Cunlia e fllva.
Alugam-s.' as lejas do sobrado u. 44, em a
rua da Aurora : nesta mi>sma rua n. 10,
dir-se*a quem aluga.
CASAS!PARUL6*R*SE.
Alugam-se o 2 andar la casa n. 51 e 3*
n. 53, ambos no Recife, rua da Cadeia: para
VST se acharo as ciiaves dos mesmos na lu-
ja n. 5i, do Sr. JoJo da Cunha Magalbaes.



II

^-t- til..






Mario de Petiwitwco *e*t* feira J de -ulhe de 18418.
4
I



SAQjL
obre Portugal.
0 abaixo assignado, agente do Banco
Mercantil Portuense, nesta cidade. saca
efectivamente por todos os p:uiiielw.lo-
mehno Raneo para o Porto e Lisboa,
por qualquer somnia, vista e prazo,
podiendo logo os saques prazo sercto
otados no mcsiuo Banco na razao de
qnatro por eento ao amio aos portadores
que assim Ihe eonvier: as mas do Cres-
po n. 8, ou do Imperador n. 51.
'i da Silva Castro.
fiftl
i:m tributo de gratldo.
Inflamtnaco no /gado peritoneitm.
Tendo urna nflammaeao no ligado e peritoncum,
havia muito lempo, nao"poda oceupar-mc na ni-
nha profissao de livreiro desde dous annos , mas,
applieando as chapas medietnaes do Sr. Ricardo
kirk, escriptorio na na do Parte n. 119, eui Inri
semanas 1'npn'i perfeitamente curado, e agora e*
tou trabalhando pelo nieu odelo, ra do Cano n.
23-Carlos Ernesto da Silva.
Reeonhecida venladeira a asignatura rapta
pelo tabcllio Pedro Jos' de Castro.
Us liacliarcis Maximiano l.ojtes Macha- Sg
ilo'cThom Pernandes Madetra de Castro g
tem o sen escriptorio de advogaeia ra gft
do Imperadora. 71. primeiro andar, onde, $&
podem ser procurados todos os das uteis j~J
das 9 as 3 horas da tarde. Advogam no flj
ecclesiastico, no commercio, administra- {2
vo. civel e crime; e cnearrefara-se de !c
promover qualquer questio pelo centro g
esta e de outra qualquer provincia. W
Aos ai is< iluta i iicn ti- pulir es trauun da 2
defe7.a dos seas diivitos gratilitamenle.
s mHi m^m sosiiR
0 abaixo assignado avisa aos credores do fi-
nado Manuel Buarquc de Macedo Lima queja nilo
administrador da massa do" mesmo Manoel Bu-
arque, de cuja administracao se despedio ha mais
de seis, naces, e que tiidoqnanto pertence ou diz
respeito a esa porca massa, se aeha em poder do
Sr. Prxedes da Silva Uusmao, como' depositario
della.Antonio Buarque de (lusmao.
O escrivao da fazenda iiiudou seu cartorw
do pateo do Carino para a travessa das Flores nu-
' mero 3.
Lina pessoa habilitada e mu coirtieeida nes-
ta cidade se oITcrece para leccionar cin casas par-
ticulares a pausas de ambos ereve e contar perfeitamente; assimeomo ana-
lysc de grammatiea portuguesa e doutrjna : qnem
de scu presumo se quizer utilisar, dirija-se a loja
do Sr. Jos Azcvedo de Andrade, na do Crespo
n. 20, o qual dir qnem c. e taiv.bem dar as ue-
cessarias informacoes.
Precisa-se de una ama para todo o servieo
beeco Largo no primeiro andar do sobrado n. 1.
O medico-cirurgieo Antonio Jos Ferrara
Alves mudou-se para o primeiro andar da casa n.
11 da ra do Queimado.
Aluga-se urna casa pequea eom quintal e
frueteiras, na estrada dos Atllii'tos : a tratar no
ni'smo lugar em o sitio eom casa cinzenta con-
fronte a igreja. _____________________________
NOTICIA NOTICLV NOTICIA.
A. W. Osborhe retratista americano na raa
ilo Imperador partecipa ao respeitavcl pnbli-
co que elle acaba de receher dos Estados-Uni-
dos o novo e valioso processo da photogra-
pbialia pouco descoberto nos Estados-Unidos,
sendo este novo .systema superior a tudo
quanto at o presente se tem descoberto;
sendo o anntinciante o nico em todo o impe-
rio 'do Brasil, que possue o dito systema j
photographico. O Sr. Osbornepde apresen-1
tar as mais bellas pinturas sobre o papel!
debaixo de um cstylo nunca experimentado
nem conhecido at boje neste paiz, os presos
dos carios sero os mesmos: A. W. Osbor-
ne na ra do" Imperador; olbem para a ban-
deira americana.
NB. A sala onde est eollocada a clara boia
foi a pouco toda-rotificada de novo, e adia-
se eom espado sutkiente para acommodar
qualquer familia porreis numerosa que seja.
Aluga-se o armazem redilicado de no-
vo na ra da Praia n. 33, proprio para carne
secca ou para outro qualquer negocio: quem
o pretender dirija-se no segundo andar do
mesmo.
Est para alugar-seun sobrado de um
andar eom tres (piarlos, quintal, cacimba e
tonaco, na ra dos Copiares n. 3, a tratar na
ra do Imperador sobrado n. 2, entrada pela
roa de S. Francisco. ______________
Aluga-se a loja de tres portas na ra do Ca-
linga n. 2 : quem pretender, dirija-se a mesnia ra,
luja de niimlczas n. .1.________________________
Os abaixo assignados fazem publico, eom es-
peclalfdade ao corno do commercio, que no ultimo
de maiodo corrento anuo compraran aos Srs. Cor-
reia & Irmos seu estabclecfmento de motilados,
sito na na do Livramento n. 20, no qual desde o
1." de junho prximo paseado gyra a firma de Cor-
nia & Santos, continuando o mesmo ramo de nc-
Socio que os incsmos tinham. Recife 13 de julho
e 1863,-Bernardino Concia de Rezende Reg,
Jos Francisco Gomes dos Santos.
Aluga-se a loja do sobrado. sito na ra Nova
n. 37 : a tratar eom Amaro Goncalves dos Santos,
no Passeio publico, ou na ra Nova n. 33, loja de
ferragens. _____________
PHOTOCRAPIIIA ARTSTICA
23 R VA NO VA 23
TI
ESQUINA D\ Rl\ DA CA.UB0.4 O CVIIM
Trabalham seja pial fdr o tempo.
Vendem-se 4 vaccas crenlas todas a parir, e
i novilho de i-aca tourina. ludo por prego commo-
do na ti Barreiras n. 10 se dir quera
rende.
Vende-se a talierna confronte a casa de dc-
toBelo n. 13. ____________ *
Vend-se omito barato por precisao um mu-
lato de mei idade : qnem precisar annuncic.
Attenco!
Existe ainda um resto de borzeguins para me-
ninas, de todos os nmneros, a 45>o00 o par: na
ra do Imperador n. 6, casa terrea.
c ylindi'os para padaria
Xa padaria da ruaDireita n. 8i contina a lia-
ver os conhecidos eylindros americanos para pa-
daria, que se venden a commodo prego.
\M).\ ,,i,OLEO ni Ff. \I0: BACLH \0
XAROPE DE RABAJXTO IODADO
Segundo o allegados dos mdicos dos hospilaes de Parir, ctnisignados no Prospecto, e a approvaf;flo
de canos Acadmicos, este Xarope emprega-se eom o maior successo, em lugar do OLEO DE FIGADO DE
BACALHAO, ao qual ellcrcaimente superior. Cura as molestias de yeito, aa escrfulas, o lymphatismo, a
pallidez e molleza sumira o mais poderoso depurativo conhecido. Elle nunca canea o estmago ou os intestinos como o
ioduro de potassium c o ioduro de ferro e administra-se eom a maior eiTicacidade es meninos sujeitos
aos humores ou ao ntupimento das glndulas. O Doator Cazenavr, do hospital de San' Luii de Paris,
o recommenda d'um modo inteiramente particular as molestias da pelle, conjunctamente eom as pilidas
que tcem seu mue.
Depsito geral i en Paris, en casa de UM. Crloisuit e C, pharmaceutlcos, T, ra de la Feuillade ;
em isboa, en casa de Rodrigo da Coata-CarvalBO; no Porto, en casa de Migad Jas de Sousa-
Perrelra; em o Hfo-de-Janiro, vluv rrUoia e Dlnla, na do Sab&o, 11; em Baha, en casa de
Jan-Caetana FtrrrcIra-EaailDhHra; em io-Grande, en casa de Joaqun de Godoj ; em Karan-
Mo,a casa de Ferrctra ec; em Pcniambaco, Saonm e C, ra da Crut, 22 Sanca, e as principaes
pharmncias do Brazil.
E:\FEITKS DE BOM
COSTO
A loja da Aurora, na ra larga do Rosario n.
38, receben ricos enfeites de froeo eiifeiuidos eom
aljofares, obra limito betn feita e da mais moder-
na que tcmchegado, a qual se vende barato, assim
como tambem tem um grande sortiniento de miu-
dezas linas : quem quizer venha var para verificar
a qualidade e preco, pois a vista faz f.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caors & Barboza.
MADAMA VIUVA LEGOMTE
RA DA IMPERATRIZ N.
7a
Casa em Olinda.
Vende-se ou aluga-se por preco commodo a casa
terrea na ladeira da Misericordia n? 16, esquina,
lado do poente : a tratar na mesnia cidade, rna de
Mathias Ferreira n. 1, eom o Sr. Jos Jacintho Pa-
j vao, ou na Boa-Vista, ilha dos Ratos, ra do Sevc
l n. 16, eom Jos Mara Seve.
Queijos muito bons a 15600, mauteiga ingle-
za a 680 e 800 rs., franeeza a 640, cha hysson a
i&iW : no arniazem da estrella, largo do Paraizo
numero 14.
. Vendem-se 9 bois mansos, gordos c de bom
| tamanho, proprios para carrosa, e 1 cavado casia-
; nho de bom andar e bem gordo : a tratar na ra
nova de Santa Rita n. 1.______________________
Vende-se um moleque de 18 anuos de idade,
excedente official de pedreiro, bom copeiro, e de
conducta alianeada, por l:o00l: na ra Augusta
n. 111.
O commendador
va i para Lisboa.
Manoel Ignacio de Oliveira
Aluga-se um segundo andar na ra do Ran- Alntn-se o irmazfi
gel n. 67: a tratar na ra do Queimado n. 71. \n f?f%
Cose-se qualijuor costura, e tambera engom-
ma-se eom perfeieao : na ra Augusta n. 22.
A t te n cao'
D-se dinheiro a juros sobre penhores de ouro :
na ra do Rangel n. o, das 10 horas da nanhaa
s 3 da tarde,
m da casa da ra do Apol
do Vigario n. 23, primeiro
O abaixo assignado faz sciente que comprou
aarmacao da taberna do pateo do Terco n. 111,
livre e desembaracada : quem se julgar eom di-
andar.
a
Contina a haver p.a de centeio nos dias (mar-
tas o sabbados de cada semana, na padaria, em
reo. appareea dentro de tres dias, a contar do Santo Amaro, ao p da fundiejio, c na" ra da lin-
primeiro annnncio. Recife 15 de julho de 1863.' peratriz n. 22, ra do Brum, confronte ao chafariz
n. 17, e ra do Rosario larga deposito n. 36.
Ao n. 29.
Afora loja ioi Iktrutetroi, ra do Queimado.
Chitas (rancacas muito linas, corado a 300,
Antonio Jos Pereira da Cunha.
CRIADA.
Precisa-se na ra do Imperador n. 17, 2
andar, una criada que saiba
ensabir.
Tem a honra de participar aos seus numerosos freguezes e ao rcsjieitavel publico desta capital
assim como das provincias, que acaba de receber pelo paquete franeez Aararre um completo e muito
variado sortimento de ohjectos para presente, assim como recebeu tambera ricos leques e ricos pentes
quer de atar cabello quer de alisar e tirar bichos ; na mesnia casa encontrar o respeitayel publico to-
das e quaesquer perfumaras dos mais afamados perfumistas de Paris, e agua paratingir cabellos.
Lavas de pellica de Jouvin.
Xa mesnia casa contin;i-se a cortar e frisar cabellos pelo preco de 500 rs., c faz-sc toda especie
de cabelleira.
APPROVA^iO E AUTORISA^AO.
DA
Academia imperial de medicina
Junta central de hvgiene publica
- Vende-se sal de Lisboa por junto e a retalho,
mais barato do que em outr qualquer parte : na
ra daLingoeta n. 11.
ELECTRO-MAGNTICAS EP1SPASTICAS
DE
RICARDO KIRK
Para seren appcadas s partes affectadas. sem resguardo
nem iucoiiiiiiodo
m?m
Muito conhecidas nesta corte c em todas as pro-
vincias deste imperio, pelos seus iufalliveis resul-
tados em todos os casos de inllaniniacao. sejain ex-
ternas ou internas (aun camayo t fatta te retpi-
ramo) como do estomago, ligado, baco, bofes, rins, nos de existencia e de pratica.
ntero, peito, palpitaeao de coraca, gargantas,
Bi.%CO l \B %0
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Ageules em Periianibnco
Antonio Lulz de Oliveira
Azevedo k V.
Sacara por todos os paquetes sobre o
JtL, mesmo banco prazo. oa vista, sobre a
'[fifi caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
;li gueira, Coimbra, Aveno. Vizeu, Villa-
, I'.eal. Kegva, Viaima de Castello, uima-
320 e 360; baldea de panno, a 3&500; fustn de odios, cnsipellas. rheiimalisiiios. parahsia, e todas
cores, eovado a 320; eassas franeezas fazenda as adecenes nervosas, etc., etc.
muito fina, a 500 ris a vara; cambraia lisa do 101 Igualmente para quaesquer inebaedes, feridas,
jardas, a 35.*iO0 ; dita fina, peca de 20 jardas, a
80000; laas muito linas para 'vestido, eovado a
500.
Ao ii. 29.
Nota loja dos barateiros, ra do Quemado.
Paletots de alpaca meselada, ayOOO; camisas completas que j foan publicados pelos formes.)
inglezas a 15600; brim lona de linho. vara a 610; Ousodcllas aoonselbado e receitado por habis e
gravatas de seda superior, a 500 res; ricas abo- (listinctosfacultativos, sua eflicaeia iiicontestavel, e
loadnras para eolete, a 500.
tumores intestinaes e venreos, scropholat, lobi-
nhos, papos, etc., etc., sejam qual for o seu tama-
nbo e profundeza, por meio da supuraeao sero ra-
dicalmente extirpados.
. (Estas tkapat nao podem facer mal de forma al-
guma, ellas tem sido applieadas aos odios cora o
melhor successo. vejain-se os atlesiados de curas
versas molestias em que foram applieadas, c fazem
merecer e conservar a confianca do Ilustrado pu-
blico, que j tive a honra de merecer delle 25 an-
N. B. Nesta corte e de todos os pontos dest
imperio recbem-se participacoes satisfactorias e
respeito das ditas chapas medicinaes.
As eneonimeiulas das provincias devein ser di-
rigidas por escripio. eom todo o cuidado de fazer
as Docenarias explicacoes, se as chapas sao para
iiomeni, senhora, menino ou enanca, declarando a
molestia e em que parte do corpo existe.
Para incbaeoes, feridas, Iobinhos, papos, etc.; o
molde justo de seu tamanho em um pedaeo de pa-
pel, a declaracao onde existe, alim de que a chapa
seja da forma* da parte alTectada. e para que possa
ser bein applicada em seu lugar.
i raes. Harceiios. Lamego, Coviiiiaa. Braga, '
Penafid, Braganca. Amarante. Angra, ffi
Ilha da Terceira. liba de Faias. Ilha da
Madeira, Vil
Oliveira
oito dias vista ou ao prazo que
conar, no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
Ao ii. 29.
Terceira. liba (le Faias. Ilha da m ""' '"'" "':""""'
. Villa do Conde, Valenea, Bastos. Wl >'>''' 'siabelwimciito
de Azemeis. Chaves V Fafe, a |H gumtes por menos de me
i vista ouao prazo que se nmven-sal*5 al'"'),la0 bra,n? P0?*"1
PODE-SE MANDAR VIH DE QUALQUER PONTO DO IMPERIO
DO BRASIL
Xora loja dos barateiros, ra do Queimado,
Neste estalieii'iiineiiio vendem-se os artlgda se- .\s cliapas serao aconipanliadas das suas eom-' Consulta s pessoas que se dignarem honra-lo
raetade do seu valor : franja ptenles cxplieacoes, e tambera de todos os acces- cora a sua conlianca, todos os dias, sem excepcao,
pecado 15 varas, a 15600; sorios neeessarios para suas applicaees. das 9 horas da inanbaa s 2 da tarde.
.icos pretos de linho," vara a 120, 160, 210 c 320;
botoes de vellido, de seda o de fustao, duzia 190
reis; rendas linas peca de 10 varas, a 500; en-
tremeios muito largos e muito linos, peca a 15500;
touquinhas de vidrilho para enancas, a 500 reis.
:- : : .
m
Precisa-se de ama mnlher para fazer o servieo
de casa de quatro rapazes solteiros : para tratar,
na ra da Cruz n. 8, segundo andar.
Olerece-se um moco portnguez para eaixeiro %&
de cobrancas, armazi'in, n para leccionar primei- >
ras letras m algiini engenho perto da praca : a
tratar na ra do llangci n. .
AMA DE LEITE.
Precisa-se de una ama de leitc que nao tenha
lillii"i : no becco da Boia n. 11.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
das Crnzes n. 39 : a tratar no segundo andar do
mesmo sobrado.
Os ambores credores da
CamargoA Silva, sao convidados |M'lo presente pa-
ra apresentarcm seus ttulos de divida aos admi-
nistradores da predita massa, na eonformidade do
dispostono artigo 888 do cdigo coiumercial, para
em seguida se proceder o rateio. I
Aluga-se una preta escrava, propria para
>eivii;os caseiros, c vender na ra : a tratar na
na nova de Santa Bita n. 1.__________________
No Mondego n. 85 cortam-se papis para en-
JV-itar palos e bandeijas |M)r preco razoavel.
Vicente Ferreira dos Santos subdito born-
guez val a Europa, levando em sua eompaiiliia a
sua prima Antonia Francisca Moreira.
.v .; .v .;. Ji
'' ALVI(?ARAS A NOVIDADE.
Sao chegados loja das columnas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio
Correa de Vasconsellos A- C. riquis-
simos cortes de la muito fina eom
barras estampadas e matisadas Im-
peratriz Eugenia, cores as mais deli-
cadas como sejam: cor de ganga, de
lyrio, cinza etc., fazenda fnteirarrien-
te nova e nunca vista em Pernam-
H
*
ESCR4PT0R10
f 19 RA DO PARTO V. 119
EM PERNAMBUCO
Para as encominendas ou informacoes dirijam-se {iharmacia de Jos Alexandre Ribeiro,
ra do Queimado n. 15.
ALUGA-SE
0 sobrado de dous andares da ra- do Pilar n.
6, tendo commodos para grande familia, cosinha
11 fra, terraco e quintal cora cacimba.
Aluga-se a casa terrea da ra do Hospicio n" i BV vUU 1 UUV i IU\Il/
niKsi Mliil-i ile ", l'iopriapara estabelecimentode tolierna ou ou- .
tro qualquer negocio, por ser logar de esquina crotl Na fabrica da vtuva Rufino continua-se a
commodos para familia : a tratar na ra do Cote-, fazer-se, por precos commodissimos, todos
vello n. 47, padaria.
IOS
artigos
l']u|ommadeli*a.
Pieciea-se na casa de madama Leconte, de urna
umaescniva e sem \icio. para lavar e engoinmar,
que seja perfeita engoinmadeira : na ra da Ini-
fieratriz n. 7.
.loo da Silva Hamos, medico pela U
versidade de Coimbra. d consultas era
sua casa, na na Nova n. 50, das 8 s 10
horas da maiihaa, c da* 4 s 6da tarde, e
recebe egualmente convites para dentro
oh fra da cidade, eom o fin de se encar-
regar de qualquer servieo Je sua profis-
"So.
O* chamados deyerao vir por escripto.
Aluga-se o sobrado todo ou smentc o ar-
mazem coui vastas pnqioreoes da ra da Cruz n.
62 : a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 40,
primeiro andar, eom Rocha Lima & Guimarf,

tendentes sua arte, como se-
!jam : pistolas, buscaps, rodinhas, etc.: a
1 tratar no oito do armazem do gaz da ra
' do Imperador, armazem da bolla amarella.
()s abaixo assignados fazem ver ao respeita-
vel publico e ao commercio, que amigavelmcnte
dissolverara a 30 de junho prximo passado a so-
ciedade que tinhara as serraras sitas na ma no-
va de Santa Rita ns. 17 e 55, na razio de Ramos
& C, ficando todo o activo e passivo a cargo do
ex-socio Coelho. Recife 10 de junho de 1863.
Antonio da Silva Ramos.
Jos Ferreira Coelho.
3--RIA ESTBEIT.4 DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar tientes artillciaes tanto por nieio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguraa sem que as obras nao
li(|UQai a vontade de seus donos, tem p')s
e outra* prcparac.oes as mais acreditadas
para contervacao da bocea.
Precisa-se de urna ama /lias que tenha, quando muito at G
mzes decorridos na criaco de que
M aclic encarregada: na ra estreita
do fiosario n. 31, 3o andar, por cima
do arBazem de trastes do Sr. Mo-
reira.
D. Francisco Ralthasar da Silveira c sua fa-
milia pedem as pcs*o#s de sua amizade (pae ibes
faeam o caridoso obsequio de assistir a missa
que no dia 23 do corrente, pelas 9 horas, se lia de
dizer pela alma de sua prezada prima e comadre
D. Judith Constanca Cunjia da Silveira, fallecida
na cklade da Baha.
------Alga-sc nm quart proprio para moco sol-
idro, nreco commodo : pa ra do Rangel n. 6,
j Aluga-se a grande casa da ra de Joo Fer-
nandes Vielra n. 5, eom 4 salas, 7 quartos, cozi-
. nha fra, quintal todo murado, eom portao par
um sitio tambem murado, que tem boas frueteiras
urna baixa de eapim : a tratar na raesma casa.
Primo L.uciauq dos Santos va;
negock.
Ensino de physlca e geo-
metra.
Gelioi Brandao, tendo frequentado o
curso de geometra e o de physica na Sor-
bonnaem Pars, propoe-sea ensnaressas
materias na ra do Queimado n. 30, pri-
meiro andar, para o que pode ser procura-
do das 10 1 da tarde, e depois disso em
sua casa praca da Boa-Vista, esquina da
ra do Aragao, 3 andar.
ilfaWlMJ
ESCRIPTORIO
DE
ADVOCACIA
Os hachareis Cicero Peregrino e Eduardo de
Barros mudaram o seu escriptorio de advocada
para a ra do Queimado n. 30, Io andar.
O escriptorio da redaccao da Academia Popular,
mudou-se para a mesnia casa.
Aulas de latim e franco/..
Acham-se abertas as aulas de latim e franeez de
Antonio Joaquim dos Passos: na ra da Gloria
numero 18.
COMPRAS.
Compra-se dous globos de goograplua, sendo
um de esphera terrestre o outro da esphera celes-
te : na ra do S. Francisco n. 42.
Compra-se
cobre, latao e chumlio velho : no armazem da bola
amarella da ra do Imperador.
Compra-se effectivamente ouro e prau em
obras velhas : na praca da Independencia n. 2 lo-
ja de bilhetes.
VENDAS.
S. ANNA.
Continua a estar venda, a novena da
gloriosa S. Anna: na ra do Imperador n.
15, das 9 horas da manhla as 3 1/2 da tarde.
em caixas de i i latinhas de urna libra no ar-
mazem de Tasso - limaos ra do Amorim
n. 35.________________________________
MDANCA.
O rival sem segundo mudou o seu estabe-
lecimento do n. 55 para o n. 49 da mesma
ra e contina a vender em todas duas lojas
as miudezas abaixo. declaradas e queiram
prestar toda attencao:
Sabonetes ingleses mudo finos a
100 e. . / . . 400
Frasco d agua de colonia peque-
no muito fino :' .* . . 400
Dito dito grande muito superior. 500
Frascos de macassar ptrola a. 200
Ditos de macar oleo a. . 100
Frascos de oleo Barbosa a 240,
320 e........ 420
Dito dito muito superior a 500 c 640
Dito de banha muito fino a 400 e 500
Frascos de Lavande mito superior. 500
Garrafas d'agua celeste muito su-
'perfora. 4f..... '000
Frascos de clietro muito fios
500 e......... 800
Ditos de banha pequeos muito fina. 200
Dito de opiata pequeos. . 200
Thesouras muito linas para iinhas. 400
Gravatas de seda de cores . 500
Lavas brancas de algodio ... 100
Caivetes de 2 folhas muito finos. 330
Caixas de cohetes francezes e car-
Bes ......... 10
Grampos de caracol e lisos. . 40
Caixas de vidro eom 12 dedaesde
metal. .-...:..-. 320
Massode palitos lixadospara denles. 160
Grosas de botos de ac para calca. 320
Caixas eom G frascos de cheiro. 1>000
Escovas para cabello muito finas G40
Carteiras de marroquimmuito finas. G 40
Pecas de tranca lisa encarnada. 20
Tinteiros eom tinta muito superior. 100
Ditos de vidro eom tinta mais in-
. ferior......... 100
Cartas de-alfinetes francezes 40
Cornetas de chifre para meninos ._______80
liquido 12$.
Vende-se na nova exposiro de candiei-
ros a gaz, na ra Nova n. 24, latas de gaz
de 1.a qualidade e nao inflammavel, a 12#,
contendo cada lata 27 garrafas, que muito
convem a quem gasta este liquido : na ra
Nova n. 24, loja deCarneiro Vianna.______
Farinha de mandioca
em saccas grandes, e de superior qualida-
de : no armazem de Tasso Irmos, ra do
Amorim n. 35._____________________
iJnguas Inglezas
em salmoura: no armazem de Tasso Irmos,
ra do Amorim n. 35.
Agua de Vechy natural.
Chegada ltimamente pelo Solferino : ra
da Cruz n. 2. armazem de Isidoro, Netto
VC.
Ga

Assucar do Monteiro
Ra da Cadeia n. 28 e caes de Apollo n.
67, a 200 rs. a libra, e dp 8 libras para cima
a 5AG00 aarroba. _________
Vende-se a taberna sita no pateo da
Penha n. 12 : a tratar na mesma.
Vende-se a taberna da ra dos Martyrios n.
36; o aluguel commodo, e tem commodos para
famiUa, o motivo de se vender se dir ao preteu-
dente. ____________
Vendem-se duas casas na estrada nova do
' Cachang, logo adianto do sobrado grande, tendo
urna das ditas casas taberna, o a outra de mora-
da, e faz-se todo e qualquer negocio a dinheiro ou
a praso, assim como tambem eom a taberna : a
tratar na ra dos Martyrios n. 36._____________
Espravoes, enchiladas, lieiras. es-
ponjas, toinilhos, sobrecannas, sobre-
' ervos, c todas e quaesquer enfer-
midadesaque sao sujeitos os caval-
los, cncontrarao um remedio mira-
culosona applicaeao do afamado oleo de Merchant
venda no armazem da lila amarella nooiteodo
gaz da ra do Imperador aos precos de 640, 1,3280
6 2560.
Retroz! retroz! retroz!
do Porto, preto, azul ferrente, e de todas as cores,
os mais difflccis de encontrar, vende-se por libras
e a retalho, muito mais barato do que era outra
qualquer parte: na loja de miudezas da ra do
Queimado n. 16.__________'______________
Vendem-se tesouras de Gnimaraes para al-
faate a 1 : na ra do Queimado n. 16.________
Vendem-se duzias de facas e garfos brancos
e pretos, cravados, a 3# a duzia: na ra do Quei-
mado n. 16. __________________
O abaixo assignado. tendo fleado a seu cargo
todo o activo e passivo das serraras ns. 17 e 53
da ra novado Santa Rita, que gyravam na razao
de Ramos & Coelho, pede a todos os senhores que
Ihe estao a dever o favor de Ihe ircm pag?r ornis
breve possivel, visto ter tambem de cumprif one-
rosas obrgacCes, e pede outro sim que nem qu'^
i reamar 9 uizo, e mesmo publicar seus nomes, i
Vendem-se resmas de pajpel almao liso a
2*500 e 35, dito dito pautado a 3$600, dito de pe-
sopautadoa35200jjiajmJoQue^
__Vendem-se duzias de cordas de viola sorti
ie bordees a 300 rs, : -Qa n
do Queimado n. 16.
Ceblas superiores em resteas, a cinco
mil ris o milheiro no Caes da alfandega n.
1, armazem de Tasso & Irmos.__________
Gaz na cidade de Olinda.
Vende-se gaz liquido de primeira qualidade a
640 rs. a garrafa e em porcao mais barato : na ci-
dade de Olinda ra de Mathias Ferreira sobrado em
rae morou o Sr. raajor Salvador. _____
FAZENDAS.
Jovo estabeleclaneno de * dio, C uivalho d_ C
27Ra do Qucinadt 27
Preea barato r 2fi0 rs.
Superior fusto Irancez, proprio para
roupa de senhoras e meninas. r|(. ijndos de-
zenlios e pelo barato preco de 260 rs. o eo-
vado.
adata-I
Madapolo fino enfestado, eom 20 varas,
a 8# a peca.
0raadjs.
Finos organdys matizados, a 240 rs. o eo-
vado.
cortes
de cohete de fusta.) fino, para roupa de me-
ninos, a 320 rs.
BrrUnba.
de linho fino, pecas, a 53500.
LnrVs
de linho fino, pelo barato pnga de 2:$.
Cuberas
de chita chineza, a preco de 2#.
Calciaias
de linho para senhoras e meninas, a 600*
800 e 13.
Golinhas.
Calcinhas bordadas para senhoras e meni-
nas, pelo barato preco de 23500.
Bramante
de linho rom 10 e 12 palmos de largan, a
23800, 23 e 23500.
Lia.
Lindas las para vestidos, a 440 rs. o eo-
; vado.
Lencos de cassa, a 13G00 a duzia.
Cortes
I de meia casemira para caln, a 23 rada um
t corte, propria para a presente estar3o.
\0 1RM1ZEU DE FAZEXDAS RUUTis
DE
SIXTOS C OII.no
Kua do Queimado n. 19.
Vende-se o segninte :
t'obertas
de chita da India, a 2:ooo rs.
Lrnrrs de panno
de linho, a 2:ooo rs.
Lenees de hraniante
de linho, de um panno s, a 2:8oo rs.
Toalhas alrorhoadas
para mo, pelo baratissimo preco de 5:ooo-
rs. a duzia.
Ricos M'Ntiiliiilms
de seda para meninas, ptdo liaratissimo prc-
CO de 4:ooo rs.
Lencos de seda
pelo barato preco de l:ooo rs.
Saias de fusta*
pelo baratissimo proc-) de 5:5oo rs.
Lencos de cambraia
brancos finos, proprios para algibeira, duzia
a 1:8oo e 2:ooo rs.
Lencos de cassa
finissiinos, proprios para algibeira, pelo ba-
ratissimo preco de 2:4oo is. a duzia.
Cortes de ralea
de ganga meselada, de listas e de ajnjM
fazenda superior, pelo baratissimo pren) do
l:2oo rs. o corte.
Pecas de madapolo
largo superior, pelo baratissimo preco do
8:ooo rs.
Pecas de nrefanha
de rolo cora lo varas, pelo barato pnro de
3:oo rs.
Pecas de cambraia
de salpicos, fina, eom 8 12 varas,"pelu ba-
rato preco de i:ooo rs.
Atnalhados de linho
eom 8 palmos de largura proprio para te-a-
lba de meza, a 2:5oo rs. a vara.
Toalhas
de linho para meza, a 3:(Kk> rs.
Barree
de lindos gostos, pelo barato preco de 48o
rs. o eovado.
Esleir da India
propria para forro de sala, de 4, 5 e 6 pal-
mos de largura.
GRANDE LIQUIOACAa
| S MI VIUILAWE
Kii.-t do Cresp* n. 9.
Tudo ser vendido por precos baratissi-
mos, como seja:
Chapelinas, a 4:ooo e 5:ooo rs., as trae se
vendiam a 15 e I6.000 rs.
Touquinhas para crianras. a Boo rs.
Ditas de linho, a (loo rs.
Ditas de fil de seda, a l:ooo rs. ,
Ditas de merino cora algum defeilo, a 4oo,
800 e 1:00o rs.
Ditas de seda, a 2, 3 e 4:ooo rs.
Ditas de la, a 34o, 4oo e 5oo rs.
Enfeites de retroz pan meninas, a 800 rs.
Meias de cores para menino a 2:ooo a duzia.
Manguitos para senhoras, a l:ooo o par.
Gollinhas bordadas, a 4oo, 5oo,8ooe 1:00ors.
Trancas de linho, lila e seda, a 600,800, loo
e 12o rs. a vara.
Franja de linho, de la e de seda, a 60, 80,
loo, 12oe2oors. a vara.
Leones.
Leques de sndalo e madreperola muito fi-
nos a lo e 12:ooo rs.
Ditos chinezes, a 6 e 8:000 rs.
I Ditos charo, a 4:ooo rs.
* Freo de seda.
Frco de todas as cores, a 16o rs. a peca.
Dito de 13a, proprio de botar em tpele, a
2:ooo rs. eom 10 y ras.
Franja* pretas.
Franjas largas pretas, propinas para enfcites
de capa ou mantelete, a 2:ooo rs. a Tara
da que se vende a 6:000 rs.
Rna do Crespa a. 7.
Isto s no Vigilante, que quer diminuir
o grande deposito que tem, por isso a sua
boa freguezia deve-se sortir antes que $e
acabe, pois, affianca servir a vontade do
comprador.
Lazlnkas a 900 rs. o eovado.
Xa loja do Pavio.
Vende-se laazinhas de cordazinho de urna s
cor, sendo azul claro, azul escuro, ferrete, cor de
caf claro e escuro, alvadio, roxinhas proprias pa-
ra luto, sendo fazenda que val muito mais dinhei-
ro vende-se pelo diminuto preco de 200 rs. : s na
loja do Pavao ra da Iraperatnz n. 60 de Gama &
S NO PROGRESSIVO
a-Largo do Carmo--
Vende-se latas de 1'/libra, de amexas pelo ba-
ratissimo preco de i, assim como tambem caitas
de 2 arrobas de batatas pelo diminuto preco de
25800 a caixa.
Veiido-se urna escrava que cozinha bem o
diario de urna casa : na ra de Aguas-Verdes nu-
mero o',
J se nao vende dase
12$.
No atierro da Boa-Vista n. 65, vende-se
gaz da melhor qualidade, refinado, parifi-
cado, pelo barato preco de 120, gaBo
23500, garrafas trazendo vazia 560 rs., val
a pena, pois, duas passadas. A elle antes
que se acabe: quem quizer em porrao da-se
mais barato.
Kua da Senzalla 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhoes inglezes, candieiroi e
caes bronzeados, lonas inglezas, fio
chicotes para carros e montara, ar
carros de um e dous cavadlos, e relogios de
Ouro patente inglez,






litarlo de Permaiiltaeo fteit* felra lt de JttUio de 18J.

Com 8 1/2 varas, a 2:300 W, Vende o Pa-dto.
Poras de cambraia transparente com.pai-
minhas bordadas de ci>tendo8 \\i y
cada peca, a 25500; ditas mais unas, .a
34(600; pecas de cambraia de salpico bran-
s na
NOVA EXPOSigiO
na leja do Pavo, de fazeadas hara-
lissimas. ^
Nes.c ***. acta-so 1 a%>ja e StS,"* KA
mente um grande sortimento de fazendas ? " u. w, j
de gosto e de primeira necessidade, sendo Cortes de cachemira da Escocia, a 2:000, na
tanto proprias para a praca, como para o inja do Pavio.
mato ; de todas as fazendas do-se Untos de farendn mntn >ncnr
amostras, deixando flcar nenhor,. ou man- Jf'^^i^S^S^S^
casis familiaspe.os a- ^f^gSS^SASSi
bota, a 25 o corte para calca, ou 580 rs. o co-
rado para paletot, coleto etc.: so na luja do
xeiros da loja do Pavo.
lias garifoaldlna*, a 440 rs., na
loja do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laas garibal-
dinas de quadrinhos transparente, proprias
para vestidos de senhoras e roupinhas para
meninos, por serem os padres mais moder-
" nos que tem chegado de Paris, a 440 rs. o
covado : na loja do Pavao, ra da Impera-
triz n. 80, de Gama & Silva.
Laas transparentes, a 500 rs..
na loja do Pavo.
Veadem-se as mais, modernas lazinhas
transparentes com palminhas matisadas e de
cores muito delicadas, a 140 rs. o covado;
ditas enfestadas de urna so cor com quadri-
nhos, fazenda muito fina, a 500 rs. o covado;
- ditas matisadas de muito bom gosto, a 560 rs.
o covado ; ditas de quadrinhos, a 400 rs. o
covade: so na loja do PavJo, rua da Impe-
ratriz n. 00, de Gama & Silva.
Laas com H palmos de largura,
na loja do Pavo.
Vendem-se lazinha enfestada propria para
"vestidos, com 8 palmos de largura, sendo
fazenda mais moderna que tem vindo ao
mercado pelo baratissimo preco de 1)9600 o
covado: s na rua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
Las para vestidos, a SO rs.,
so na loja do Pavo.
Vndenle Razinhas enfestadas proprias
para vestidos, pelo barato preco de 280 rs. o
covado, sendo muito mais barato do que chi-l
ta; ditas transparentes, a 240 rs.; ditas I5a^
Ne seda, a 440 rs. o covado" s na rua da
Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cssas a Vendem-se cassas francezas de padroes
miudinhos e cores fixas pelo barato preco de
200 rs. o covado; ditas finas a 340 e'320
rs. o ovado : s na rua da Imperatriz n, 60,
loja do Pavao.
Organdy. a f O rs. o covado,
na loja lo Pavo.
Vendem-se organdy decores matisa'do, fa-
zenda que val muito mais dinbeiro,jjelo ba-
rato preco de 240 rs. o covado ou 400 rs. a
vara : s na rua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavo.
O Pavo vende os modernos ves-
tidos balo,
com barras Mara Pa, sendo os mais
modernos que que tem vindo ao mercado,
com a saia de um s panno, tendo bastante
fazenda para o corpo, e vende-se pelo barato
prego de 35500 cada um: esta pecbincba
s existe na rua da Imperatriz n. 60, loja e
armazem-.d Pavo.
fortes de fantasa, a #- na
loja do pavo.
Vendem-se ricos cortes de cambraia fanta-
seadas seda, pelo baratissimo proco de 05;
ditas, a 4) ; ditas, a 3$500: s na rua da
Imperatriz u. 60, loja e armazera do Pavo.
Cortes de cambraia. a 9500.
na loja do Pavo.
Vendem-secrtes de cambraia brancas com
babados, a 23500; ditos, a 45; ditos com
barras e babados de seda, a 33, 35500 e 43;
s na rua da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zn do Pavo.
Cortes de cambraia clilncza, a
I , Veadem-se ricos cortes de cambraia chine-
za, os mais modernos que tem chegado, sen-
do brancas rom lindsimos padres, pelo ba-
rato preco de 43 cada corte, tendo bastante
fazenda para um vestido: isto s na rua da
Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo.
lIpsKini oh gorguro de linho.
a yendem-se alpakim ou gorgnro de linho
proprio para vestidos e roupae de enanca,
pelo .barato preco de240rs. o covado: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Bajees a 3SOO, so o Pavo.
Vendem-se bales americanos que sao os
melhores, tendo 20 arcos, a 33500; ditos
de 30, a 43500; ditos de 40, a 53 ;. ditos
Se bramante, a 33500 e 43; ditos para me-
ninas, a 23 e a 33: s na rua da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo.
vestidos para menino, a 28.
Vendem-se vestidinlios para meninos, sen-
do muito Itera feitos, a 23 cada um: s na rua
da imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo,
Cortes de chita, a *.oo. na
i loja do Pavo.
Pavo; rua da Imperatriz n. 60.
Os paletots do Pavio, assobrecasacado a 12:000 rs.
Vendem-se paletots de panno, sobrecasacas
de panno preto muito bom e muito bem
fritas, a 23: sobrecasacos de dito, a 143;
paletots sacos de dito, a 73; calcas de cache-
mira da Escossia, a 33 ; ditas de casemira
preta, a 53; litas de casemira de cor, muito
fina, a 73 e a 53500; coletes de casemira de
cor e preta; paletot de casemira de cor,
a 73; tudo isto para apurar dinheiro: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Chitas largas a 280, s o Pavo.
Vendem-se chitas francezas com toque de
mofo, tendo padres miudinhos, a 280 rs. o
covado, afianeando-sesercorfixee que solta
o moto logo que se lava: s na rua da Impe-
ratriz n. 60, toja do Pavao.
Fazendas brancas, na loja do
Pavo.
Vendem-se pecas de madapolo entestado,
francez, com 20 varas, a 83; ditas cora 12
jardas, a 43 ; dito inglez muito fino, a 73,
73500 e 83; ditos muito superior, a 103;
ditos de 40 jardas muito fino, a 43800 e a
53600; algodozinho muito encorpado, a
43800, 53500 e 63; bretanha com 4 pal-
mos de largura, muito fina, a 13 avara;
pecas de cassa de cordo para babados, com
6 varas, a 33300 ; ditas com 12 Varas, a 73:
Os mangnitos e golinhas do
Pavo.
pecbincha, a 320 e a 400 rs.
Vendem-se golinhas de fil, bordadas, a
400 rs.; ditas de cambraia, a 320 rs.; cal-
cinhas para meninas, a 500 rs.; manguitos,
a 500 rs.; manguitos com' golinha, a 800
reis ; manguitos de cambraia, a 320 rs.: s
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Chegarain ena dircitura a loja
do Pavo.
Vcndem-se a I:C00 rs. o covado.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor, um
lindo sortimento de lazinhas transparentes,
tendo urna s cor, lizas e de quadrnhos
miudinhos e mescladas, propria para vesti-
dos de senhoras, capas e zuavo etc. Tendo
esta fazenda 9 palmos de largura, (me se
pode fazer um vestido at com 5 covados,
sendo neste artigo a fazenda mais leve que
tem vindo ao mercado, vende-se a 13600 o
covado, nicamente : na loja do Pavo, rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pecbincha, a oOO rs. o covado,
so o Pavo.
Vendem-se as mais modernas liaziiilias
enfestadas, transparente, tendo 4 palmos de
largura, e sendo lizas o de quadrinhos, de
urna s cor, propria para vestidos e capas,
a 500 rs. o covado: s na loja do Pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendenvse cortes d chita com 12 l|2 co-
vados cada um, a 23500; ditos eom 10 cova- a
GRANDE UQUIDAQ&O
de fazendas papa apurar diuheiro, por
baratissimo preco na loja e arma-
zem da Arara rua da Imperatriz n.
56 de Lourenco Pereira .lleudes
(i u i maraes.
ALERTA UM EZES, i 200 RES. ,
Vendem-se lazinhas com pequeo toque de
mofo para vestido a 200 rs. o covado, meias
para meninos a 100 rs. o par, ditas para ho-
mens a 120 rs., lencos brancos finos a 200
rs. cada um ; na loja da arara rua da Impe-
ratri n. 56. .
Arara vende vestido de chita a
30OOO.
Vendem-se cortes de chitas escuras com to-
que de mofo a 23000, ditas limpas sem
mofo a 23500 e 33000, cortes de cassa de
cores de barras a 23000, ditas de cassa pin-
tadas a 23000; na rua da Imperatriz n. 56 de
Mondes Guimares.
Organdy* da Arara a 40.
Vendem-se organdys finos para vestidos a
240 rs. o covado, cassas finas a 240 rs. o
covado, popelina de quadrinhos para vesti-
dos a 280 rs. o covado; na rua da Imperatriz
arara n. 56 de Mendes Guimares.
Arara vende as lazinhas dos
vestidos.
Vendem-se lazinhas muito finas e lindos
dezenios a 400, 440, 500 e 640 rs. o cova-
do, chaly muito fino a 500 rs. o covado; na
rua da Imperatriz n. 56 arara de Mendes
Guimares.
Ronpa felta da arara.
Vende-se costumes completos d'uma fazenda
chineza por 123 o costume, paletots de brim
46-RTJA DIREHAr-45
Eia, rapasiada, coragem! parece queja
entregastes os vossos joanetes aosaluros sei-
xos do pessimo calcamento da nossa cidade f
S se observa em vossos ps botinas acalra-
nhadas e gastas at ultima sola; sapatoes
rasgados e quasi sem saltos___nem tanto!
Vendem-se os melhores bales que tem a quebradera nao deve chegar at este pon-
vindo americanos de 20, 25, 30, 35 c to I Vinde rua Direita munir-vos de elid-
iente calcado com -40 e at 60 por cento
menos'do seu valor.... attendei :
Borzeguins, Nantes, bezerro e va-
queta 2 e meia solas .... 83500
Borzeguins, Nantes, bezerro, va-
queta e lustre 2 solas. 83000
Borzeguins, francez e bamburguez,
bezerro, lustre e couro de por-
co_73e........6-5000
Sapatoes, Nantes, bezerro e vaque-
ta 2 e meia solas. 53500
Sapatoes, Nantes, vaqueta, lustre e
bezerro 2 solas......53000
Arara vende as eolxas.
Vendem-se ricas colxas"aveludadas para
cama a 83000, ditas de fusto a 53000, ditas
de chita a 23000, brim de linho e algodo
branco a 800 rs. a vara, dito de linho puro
a 13,13120, 13280 e 13600 a vara; na loja
da arara rua da Imperatriz n. 56 de Mendes
Guimares. "
Baldes da arara de O 40
arcos.
40 arcos: a 43, 43300 e 53, ditos de ma-
dapolo bem feitos a 33500 e 43, ditos de
brilhantina a 43500, baloes saias de cordo
que faz a vez de balo a 23; na rua da Impera-
triz arara n. 56.
ARMAZEM DE MOLHADOS
DE
Arara vende manguitos a
^OOO.
Vendem-se manguitos e gobnhas de linho a
23 o par, golinhas para meninas a 400 rs.,
ditas para senhoras a 400 rs.; na rtada Impe-
ratriz n. 56.
ntremelos da arara.
Vendem-se pecas de entr\neios transparen-
tes a 13, tiras bordadas de largura de 3 a 4
dedos a 13280 e 13600 a peca, cortes dela
Maria Pia a 43, ditas de la chineza com
22 covados a 83, ditos de organdys com 15
varas a 83, ditos com 9 varas a 63500; na rua
da Imperatriz n. 56, arara de Mendes Gui-
mares.
Chitas da arara.
Vendem-se chitas francezas finas a 320,300
e 400 rs. o covado, riscado francez a 280
rs. o covado, aberturas para camisas a 240
rs., ditas de linho brancas a 800 rs. o cova-
do, tarlatana de cores a 400 rs. a vara; na rua
da Imperatriz n. 56:
Cortes de casemira da arara.
Vendem-se cortes de casemira enfestada
escura a 23, cortes de brim para calcas a
13 e 13220; na rua da Imperatriz loja da arara
n. 56 de Mendes Guimares.
Sapatoes, Nantes, sola c vira. 43000
Borzeguins para senhora, inglezes. 43000
Ditos para menina, com lago. 33500
Ditos de ditas, de cores. 23800
Sapatos para senhora e homem,
tapete......... 800
Sapatos de borracha para senhora. 13400
dem dem para meninas. 13000
Sapatos de lustre para senhora. 13000
dem de lustre s avessas 500
0 P?rfnme da Moda.
^ymanoet cgea&a c/e ^/weuo.
e
8= *
B 9
tis M 5
rE= w Ti
* a
G t
a 1
<_i r 9
@ m 4 a
t H
& m
(* 0 u
m
CHEGADO A VAPOR
s para o vigilante.
At que chegaram-as lindissimascamirinliascom
colarinlios, punhos e gravatinhas, todas bordadas,
pois sao do inclhor posto que as senhoras podem
encentrar : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Capellas para noivas.
Tambem chegaram as riquissimas capellas bran-
cas ornadas rom urna linda palma para
inelhor gosto que possivel
do Crespo n. 7.
neito, o
s no vigilante, rua
Enfcltcs Hara Pa.
Tambem chegaram os novos enfeites Maria Pia.
sendo ultimo gosto de Paris, assimeomo se recebeu
a nova remessa. de conservadores para rabello de
todas as cores: s no vigilante, rua de Crespo n. 7,
abadinhos c tiras bordadas.
Tambem chegaram os riqusimos bahadinhos e
tiras bordadas de muito lindos padres : s no vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
Gravatinhas.
Tambem chegou um novo sortimento de grayati-
nlias de todos os gostos, tanto para Motora como
para homem e para menino : s no vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Cintos.
Tambem chegou o novo sortimento de cintos de
laco e borlota, como sem ella : s no vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Lindos bouqnets.
Tambem chegaram os lindos boiiquels de llores,
assim como rosas e camelias, cousa de muito gos-
to : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
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35
AGUA FLORIDA
Be Murray (fc Lanraan.
ti :nt wn i.i:.
Tendn BALIZA dado o seu balanco no ultimo dejiinhopassado, e desbando re-
novar o magnifico sorlimento de seu GRANDE ARM.\ZEM, rhami pato FX***
attenco do respeitavcl publico para os piceos dos gneros abaixo mencionados, verdajc sao ns mais razoaveis que se podem adiar, alienta a soa boa qoalidade.
Soldado voluntario do batalhao progressista, o BALIZA o bwwB do
meato. Elle pede, pois, aos seus lons cantaradas, fue alo todos o mmjpbi '/" iodo, 9
favor DesU soi te o BALIZA vivir contente e contentar tambem aos seus fregones, u-oia-
do-Ibes sempre generosamente", e talvez iizna\cs.
LIQLIDACAO
0 fazendas Iwratissimas, na Boa-Vista, roa da
Imperatriz n. 20.
Cambraias a Ditas com 8 ditas a 2JL
Ditas lisas com 8 ditas a 25.
Fil liso muito lino a 800 rs. a vara.
Chales de merino estampados a 'k>.
Madapolo entre-lino cem 20 varas a 8.5.
Este raro, qnao delicado perfume
quasi que inextinguivel e to cheio de
mimosa fragrancia c fraseara como o
delicado chebo das propinas verdecen-
tce flores. Durante os mezes caloren-
tos do vcrfio o sen uzo toma-se iminen-
teniente aprazivel e desejavel em con-
sequencia da influencia refrigirante e
suarve que ella prodtra sobre a pee:
-em qnanto que uzada ho banho ella
imparte o corpo lnguido e candado
lima certa elasticidade de vigor e forja,
lla infarte tranftparenoia as feiqkxy
c remov pannos, sardas e hertoejas d
sobre apelle.
Ameixas em frascos de widro, a Io00.
Ditas em ^caixinhas com lindas figuras,
1/200-f- 2)9100.
Ditas em latinhas, a I#i00.
Amendoas confeitadas, a 900 rs. a libra.
dem, a 280 rs. a libra.
300, 800 e V o fraseo.
Marmelada acetente a 010 rs. a lilH-a.
Ostras americanas (exceinte petiaco a*
rs. a lata.
Passaa a -100 rs. a libra, e m caixas a 8^.
Presuntos de Lamego, a to rs. a libra.
Arroz (Carolina), primeira qualidade, a 120 Wem ingle/, para fiambre vindo de enconaa
da,
0 TOXICO ORIENTIL W fflP
PARA OS CABELLOS,
E urna preparaco admiravel para lim-
par, afonnosear, conservar e restabele-
cer os cabellos.
rs.-a libra.
Dito do Maranhao, a 120 rs. a libra.
Azeitonas novas de Lisboa e Porto, a 15 e
l/200aancoreta.
Azeite doce refinado, a 800 rs. a garrafa.
Dito em barril, a 610 rs. a gal-rafa.
Dito de carrapato, a ICO rs. a garrafa.
Arroz com casca, a 3# a saca, com 20 cuias
e a 240 rs. a cuia.
Ancoretas americanas de 6 e 12 garrafas,
muito bem fabricadas, a i cada urna.
Araruta muito fiua, a 320 rs. libra.
Bolachinbas americanas, a 3$ a barrica e
240 rs. a libra.
i Biscoutinbos inglezes, em latinbas, a 1>300.
Biscouto lunch e soda, em latas de 4 a 5 li-
bras, a 25 a lata.
Banba de porco, a 480 rs. a libra.
Balaios bamburguezes muito lindos, de di-
versos tamaitos e por preco razoavel.
Caf do Rio, a 280 e 300 rs. a libra, em
arroba, a 8200, 8>00 e 9/.
Ceblas, a 800 rs. o cento e 1$ o mlho.
Cbperola, a 35 a libra.
dem bisson, superior, a 25800 a libra.
dem chambo, a 2,5000 a libra.
Idemhysson, soflMvel, a 2|400 a libra.
dem hysson, menos soffrive
i venda as boticas de Caors A Barboza, \ZZ S\2?2 **& i1,"' a ,ibra'
l da Cruz, e Joo da C. Bravo A- C, ru S ^ magm,,c0' a * a "
rua
da Jladre de Dos.
SEM SEGUNDO.
Rua do Queimado n. o". loja de miudezas de
Jos de Azevedo Mais e Silva, est vendendo.to-l,is
Gasemira flnaa de urna s cor a 1^600 o co- as suas rail"lezi,s porjin-eos (pie a todos adinirain,
ui.tvdui ur ^eua a .jzu rs. ^*
Oleados de diversas larguras e de ricos desenhos ifrK
k>9 mna ilo i-mi-ip n is r. -o,!.-. 1 urd- ui. i
para fazer haloes. .
es obreias ....
punhos a .
tranca muito finos
para mesas de jantar a 2,5 o corado.
Flanellp branca muito lina a 60 rs. o covjdo.
Riscadinhos de linho muito linns para vestuarios
d Chitas escuras e claras, padres inteiramente
Boros e muito linas a 400 rs. o covado.
Lazinhas chinezas muito superiores a 500 rs. o
covado, e outras muitas qualidades de fazendas
fitas de velludo recortadas com
15 varas a...........
Caixas com muito superior papel amiza-
de e otaros a.........
Massos com superiores grampos a. .'
Caivetes de aparar penas a.....
Agulheiros com agulhas a.....
zia de meias brancas para homem,
120
40
JCO
1,5800
15500
e
preres muito eommodos, "afim de apurar dinheiro,' n^ "JL ^* .
dand(se de tudo as competentes amostras. "gj "leias Para senhora, fazenda
Cornetas de chifre para meninos a '. '.
Escovas para limpar dentes muito finas .
Rarajhos de cartas para voltarete muito
finas a...........
Ditas portuguezas a 160 e \ \
Frascos de agua de Colonia muito boa a
400 e.
PENTES
0 novo gosto de pentioos cegados neste ultimo va-
por para a luja do vigilante, rua do Crespo n. 7.
At que chegaram.os riqmsshnos pentinhos para r
niarrafas, todos com uarnices de pedrinhas fin- Dllos dc olco ^^^ a 240 e. / 500
giudo brilhantes, e seu preco ser muito razoavel P'105 com superior oleo de macaca a 100
s no vigilante, rua do Crespo 11. 7. iu>s com superior macaca perola a 200
dem preto, menos superior, a L>800 rs. a
libra,
dem preto, soffrivel, a I5G00 rs. a libra,
dem nacional, a 1/800 a libra (em latas).
dem nacional, a 15000, a libra,
dem nacional, ordinario, a 15 a libra.
Champagne, marca aguia, de superior qoa-
lidade, a 040 rs. a garrafa e 75 o gigo,
eom 12 garrafas. Quem deixar de be-
ber champagne por tal preco?
Charutos de muitas marcas e'a precos bara-
tsimos, sendo que ha de 800 rs. at
45 o cento, viudos do Bio, Babia e de
Hespanha.
Chocolate suisso de Lisboa c francez, a 800
rs. e 15.
700:Chouricas e salpicoe, a 010 rs. a libra.
10 Conservas inglezas, a 800 rs. o frasco.
80 Ditas fracezas, a 500 rs. o frasco.
801 Cognac inglez, a GOO, rs. a garrafa e em
1*6001 caada, a 45.
I dem engarrafados, a 800 rs.a garrafa.
35600 'Doces, em lindos vazos de vidro, das fruc-
tas mais esquisitas da Europa, a 15 o
2W| frasco.
3201 Dito de Lisboa, em latas, a 500 rs. a lata.
500 Dijo de goiaba, a 010 e 800 rs. o cado!
Dto em latas muito proprio para presente,
a 800 rs. a libra.
dem americano, a 500 rs. a lilira.
h-i\e de LislMia Inglaterra a loNriat pre-
parado conforme a arte de comba, mi ta-
tas de 2 a 3 libias, de 14300 i I4M0.
Phosphoros do gaz. a 24300 a ptm.
Queijos londrinos chegados no ultimo vapor
a 800 rs. a libra.
Idenf dem chegados no penltimo vapor, a
040 rs. a libra.
dem Qanengoe chegadoa m nliimo vanVira
2.) 100.
dem idem chegados no penltimo vanen-, a
25200.
Sal retinado em vazos de vidro, a 600 rs.
dem dem em vazos de luuca, a 600 1-.
Ceneja das memores mareas ow
mercado, a 4/, i-5500, 5. 5*50, 6
(i/500 a iln/.ia.
Sardinhas de Lisboa preparadas de a
a 010 rs. a lata de grande taBMaho.
dem de Nautes, a 380 rs. a l.iiih.i.
Sabo massa de 120. 110, ItiO, 180, 2lOe
210 rs. a libra. .
Tima preta nacional e matea, 1 050 1
garrafa, e 210 rs. n boBo.
soo
lolliiihas.
Tambem chegaram as vltinhas de perolas dc
novo gosto, can um rico laco de fita e urna cruzi-
nha de pedrnna branca c de cores : s no vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
Voltas preta*.
Tambem chegaram -oltas pretas Maria Pia
guarnecidas com um criizinha preta, e tambem
dos, a 25; cortes de cassa mudinha de co-
res fixas com 10 covados, a 25 ditos de
organdy mathisado com 10 covados,
25500 e 35000, ditos de meia casemira' CJ?* a c!':iz'mhas e" parado: s no vigi-
uilltt', I 11,1 QO \ACSDO II. 7
Toucinho de Lisboa, de mais da mo hm
por 320 rs. a iiiua.
dem de Santos, a 280 rs. a libra.
dem americano, a 200 rs. a Un.
dem inglez secc.....foneiro, ndhordo au
lodosos presuntos, a 640 rs. a libra.'
Vassooras americanas muito linda- e Ibtl
a 010 rs. cada urna.
Vellas de Buenos-A \ res em caixas com 16
libras, por 0/.
dem de carnauba e composica... a 360 a 40O
rs.'a libra.
dem do Ai aeaty,' a 100 rs. a libra.
dem stearinas, a 000 e 010 rs. o masso.
dem speintacete. a 15 a libia.
Vinho Lagrimas do Douro, ueste genero a
meJhor qnafidade ojm boje nm as ik:so
mercado em gamba brancas coa 1 iH^me
do autor em alto revelo no propio vi.lro,
previne-se aos apreciadores ojne DesM
ero h'hoje grande falsilieaerio.
dem engarrafados, viudo parte dafcsde p
pria conta de diversas marcas e das me-
lhores adegas do Porto o Lisboa, das mer-
cas: Madeira, Canutes, Cbamsso,
sia, Carcaveflos, Duque do l'oito a
tros, e espora-s todos os das mi qua-
lidades, a 800, 15 e 15280 a gnala.
dem do Porto Balisa, a (10 rs. a garrafa.
'dem de Lisboa e Figueira vindo em ancoi js,
a 20/ de 8 a 9 caadas.
garante-se sua durado innalteravel por dem do Porto em garrafoes de
mais de anno.
Ditos com superior banha transparente a
Ditos conr superior cheiro a.....
Ditos com superior agua celeste para
clieiro ........
Trancas de algodao brancas c de cores a
Caixas com superiores obreias de colla.
Bolsinhas muito bonitas para guardar di-
nheiro a............
Grvalas de seda de diversos gostos a .
Tinteiros de vidro com superior tinta a .
Pares de tovas brancas de algodao a .
Carriteis de linlia com 100 jardas, bran-
ca a
?SM,lSiRB!^.,B SfeSS'*' -* -<* **- ^^^,
e 85000, calcas de meia .casemira a 35000, gosto, assim como :
a ditas finas 55500 e 05000, ditas de brim a' ** Je ^da para criancinhas.
25100: snarua da Imperatriz n. 60, k-ja 125300 e 35000, ditas de brim branco a 45, fSSS!^^ftS,mant-
do Pavo. T casemiras francezas a 15000 e 25000, ditas ES SSS!^
. MSAM|M,S J . w, Ifinas a ^500' ditas de linll a 3*0. <*-' Di, PWPrio Pra bardar P "****'
.ms casemirasao %aJao Pcc-. roulas francezas a 15600, camisas de meia ^S"* "",ito li,la l^'a dentes, cabo dc marfim.
ncha a M. '^i^^W.^i da lm^ ^S^^Z^ut finas.
Pentcs de 1, 2 c 3 faces, de todas as qualidades.
Um grande sortimento de oculos de todas as qua-
lidades, e muitos outros objectos que se vepde-
r.o por precos baratissimos: s no vigilante
rua do Crespo n. 7.
Oh! qne pechlnclura 940 rs.
Vendem-se cortes de casimira franceza para|ralr'z n-36 ue Mendes Guimar5es.
calca, fazenda muito fina, padrbes claros e
escuros, a 55 o corte: s na loja do Pavao,
rua da Imperatriz n. 60.
O PaTo vende a 9$ c 305OO
cortes de la, a 35 e 35500; ditos com 22
covados, a 55: s,na rua da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo.
s na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Flisian do Patio.
Vendem-se fusto com lavar miudinho
para roupa de meninos, a 320 rs. o covado;
brim de linho de quadrinhos para roupa de
meninos, a 560 rs. o covado; ganguelim
de urna s cor, a 320 rs. o covado; popelina
de la, de quadrinhos encamados e pretos,
para vestidos de senhoras e roupa de meni-
nos, a 15 o covado: s na rua da Impera-
triz n, 60, loja e armazem doftyo.
pequeo toque de mofo com 38 covados a
Vendem-se chitas francezas escuras com pe-
queo toque de m&fo a 240 rs. o covado,
ditas inglezas com pequeo loque de mofo
a 200 rs. o covado, -pecas de ditas francezas
com pequeo toque de mofo a 85000, pe-
800
600
160
100
30
80
Caixas com clcheles franeczes superio-
res a............ 400
Cartoes dc colchetes francezes a 40, 60 e 80
Facas e garfos cabo branco cravado a 3,3200
Ditas de cabo branco cravado a. 3.y00
Ditas de balanco muito linas a.....65000
Tesotiras para cortar, pequeas c finas
a 200 e......*..... 320
Tesouraa para cortar unhas muito final a 500
Farinha de Maranhao, a 160 rs. a libra.
I Dita de trigo, a 140 e 160 rs. a libra.
Fructas francezas do diversas qualidades, em
i^oOO frascos de vidro, preparadas em alcool,
80 proprio para podim etc., a 15. o frasco.
5 Fumo americano, em" pastas, a 15280 o
libra.
dem do Porto em garraes de 4 I 2 a 5
garrafas, por 25500. f /
dem da Figueira em garraJBssdr 1 2 a 3
garrafas, por 25400.
dem de Lisboa e Figueira de 320. 100, 500
e 500 rs. a garrafa, e em ranada se fcir
abatnenlo.
dem Botdeaux engarrafado, a 640 rs. a
garrafa, em doria a 75500.
Vinho do Porto muito fino em canas rom 12
garrafas, a 85, 105, 125 e 155 das me-
lhores marcas que vemao nossoaHRade.
Vinagre de Lisboa em garrafoes de 4 12a
5 garrafas, a 15200 rom o garrafao.
Avelas a 200 rs. a libra.
S no vigilante, lavas de Jouvin.
Chegaram neste ultimo vapor as verdadeiras to-
vas de Jonvin, tanto para homem como para se-
cas do ditas inglezas escuras cores xas'com I ^Xf X'JSIS^SL f,W?i *!8
75500, ellas freguezes antes que se a ca-
bem; na loja da arara rua da Imperatriz n.
56 de Mendes Guimares.
Madapolo francez entestado a
I0OOO.
Vendem-se pecas de madapolo francez fi-
no entestado com 12 jardas a 45 e 45500,
dito inglezes fino de 24 jardas a 75, 85, 95,
e I05TXK), pecas de algodo encorpado a 45
45500, 55 e 65; na rua da Imperatjiz p. 56.
antigs a 15 : s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
CAL DE LISBOA
Vende-se cal nova de Lisboa :
n. '), escriptorio.
na rua da Cadeia
Pecuiucha.
Xa loja do Aranles vendem-se borzeguins para
homem a >$ o par.
Por COJMMM).
Vende-so urna casa na povoa^ao da Gameleira :
a tratar na rua do Qucimado n. 7i.
Estampas flnas.
Na loja da Aurora, na rua larga do Bosa-
rio n. 38, receheu-se vario sortimento de
estampas de differentes santos.
----------- t
RUA TOVA
Casa de modas de madama Teard.
Neste estabelecimento dc modas, alem de
muitos objectos de-gosto recebeu vestidos de seda
bordados a retroz, o inelhor que se pode encontrar
110 mercado para noiva, ditos de blonde, ditos ditos
moreaiitique, ditos pretos, ditos de lindas cores,
chapeos de palha da Italia de apurados gostos para
senhora, ditos de palha de seda |>ara meninos e
meninas de idade de um mez a dez annos. Recc-
be-sc figurinos por todos os vapores, e faz-se tudo
quanlo for tendente ao toilet dc urna senhora.
Vende-se ou arrenda-se o engenho Taitinga.
sito na freguezia de Serinhem : a tratar na rua
da Cadeia n. 39, oscriptorjo da viuva de Manoel
Goncalves da Silva.
Gomma do Aracaty, a 100 rs. a libra.
Dita do Aracaty, a 40 rs. a libra.
fGraixa em latos, a 120 rs. e a duzia, 1/300.
Genebra laranja, em grandes frascos, a 15.
Genebra inglcza, marca gato, a 15200 o
frasco ou garrafa com rolha de vidro.
Garrafoes vazios, de 640 a 15200 cada um. Arror da Indiaa 100 rs. a libra.
Kirsck-wasser, bebida esta de um valor inex- Biscoutos de Lisboa em latas, proprios para
timavel, em vasos esquisitos, a 5500. doentes, a 15500 e 35 a lata.
Licores inglezes e francezes dos melhores Batatas a 80 rs. a libra,
fabricantes, a 500 e 800 rs. a garrafa, j Copos lapidados para agua a 65 a duzia
Lmguas americanas de grande tamaito (em Chumbo de tudas as grossoras a 05 a ao-
calda), a 1/. ba.
Linguicas de Portugal, em latinbas de 5 li- Cafe muido de superior quabdade a 400 r-
bras, a 35500 a lata. a libra.
Massas para sopa, emeaixinhas com 8 libras, Fio de linho muito proprio nara amarrar a
contendo 5 qualidades, por 35500 a caixa. | 480 rs. a libra.
Ditas para sopa, estrelinha e pevide, a 560 Farinha de trigo em barricas e meias, de to-
das as marcas e qualidades.
Genebra de Hollanda em garratoa com
rs. a libra.
Dita de tomate, a 640 rs. a libra.
Manteiga ingleza em potes de 10 a 16 fibras
a 800 rs. a libra.
dem dita flor a 15 a libra.
dem de 21 qualidade a 800 rs. a libra.
dem de 3a qualidade a 040 rs. a libra.
dem para tempeiro a 400 rs. a libra.
dem franceza a 640 rs. a libra, e em bar-
ril por menos.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Mortasda ingleza em frascos grandes a 800
rs.
dem franceza em frascos grandes a 500 rs.,
Mlhos inglezes dos memores fabricantes a
caadas, por 65500 cun o garrafao.
dem idem em frasqueiras com 18 frascos
por 0/500.
Manteiga finissima em latos rentando 1 fci-
logramma ou 2 libras e 1/4 liquido, por
15800 a lata.
Queijo suisso, a 800 rs. a libra.
Bap princezado Rio: grosso. meio grosso
e fino.
Tambas das Alagas a 125 o cento, e lit
rs. cada mna.
Vinho branco de Bordeaux (Sauterns) a 8|
e 105 a duzia, e 800 a 13 a garrafa




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Vtarlod*
uo text* felr* tf de J-lh de 18:l.
DE MOLHADOS.







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Vinho em pipa: Porto, Figueira c Lisboa, a 400,
480 e 560 rs. a garrafa, em caada a 2800, 3 e
3500 rs., afianzase este genero conservar-se
perfeita seis oito raezes, o que raro ser outro
qualquer afiancar.
Lagrimas do Douro, especial vinho da Porto, a 14
a garrafa e 10 a caixa, o preco nao indica a
qualidade deste precioso vinho, porm tambem
nao com imposicdes de preijo que se prora ao
respeitavel publico a superior qualidade, este
genero de commuin se manda vir de conta pro-
pria, e por isso podemos vender por menos do
que outro qualquer annunciante.
Vinho do Alto Douro, das marcas mais acreditadas
o especialmente escolhidas por pessoas entendi-
das deste genero, como sejam Cundes, Duque do
Porto, D. Luiz, Careavellos, Chamisso & Filho,
Madeira secca, Feitoria, a 900 rs. a garrafa e 9
a caixa com 12 garrafas.
Garrafoes com vinho do Porto, contendo 5 garrafas
por 24300.
Vinho branco de Lisboa, proprio para missa, vindo
j engarrafado de Lisboa, a 640 rs. a garrafa,
dito de barril muito superior, a 500 rs. a garrafa
e 34200 a caada.
Ameixas francezas em caixinhas de i e meia, 2 e 3
libras, elegantemente enfeitadas com diversas es-
tampas na caixa exterior, a 1*400,1*800, 2*500
Figos de comadre .cm bauzinhos de folha, muito
proprios para mimo, a 1*600.
dem em eaixinlias forradas de papel de differentcs
moldui-as, a 1*400.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia c 3 libras
por 1*400 e 2*600.
Passas de carnadas as mais novas que ha no merca-
do, caixas de 1 arroba a 6*, e a retalho a 400 rs.
a libra.
Massaspara spa muito novas: pevidee cstrellinlia,
a 560 rs. a libra.
dem a mais nova que ha no mercado; talharim e
alctria, a 560 rs. a libra.
Macarrao, a 320 rs. a libra.
dem o mais novo que ha no mercado: talharim e
alctria, a 560 rs. a libra.
Figos de comadre em caixa de 8 libras muito novos
a 1*800 e a retalho a 180 rs. a libra.
Salmao em latas eem postas hermticamente lacra-
I das, a 800 rs.
Lagostinhas cm latas grandes, a 1*400.
Savel, corvina, cherne, congro, linguado, vezugo,
gors, lascada, peixe espada, preparado pela pri-
nieira arte de cozinha, a 1*300 a lata.
Queijos flamengos do ultimo vapor, a 2*400.
dem do vapor passado, a 2*200.
dem pralo, o mais superior que tem vindo ao mer-
cado, a 740 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba, caixao grande, a 640 e
800 rs. cadaum.
Chouriras do reino a mais nova do mercado a 640
rs. a libra.
Paios de lombo, vindos do Porto de casa particular,
a 800 rs. a libra.
Bolachinhas inglezas a mais nova do mercado a
240 rs. a libra e 3*000 a barrica com urna ar-
rsba.
dem de soda de diversas qualidades, a 1*400, di-
tas grandes proprias para lanch com 5 a 6 li-
bras por 2*400.
Marmelada imperial do fabricante Abreu ou de ou-
tros muitos conserveiros de Lisboa, em latas de
1 e meia e 2 libras, a 600 rs. a libra.
Ervilhas francezas, a 500 rs. a lata.
dem portugueas, a 640 rs. a dita.
Maca de tomates, a 600 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 c 1* a
libra, neste genero existe sempre aberto dispo-
sicao dos freguezes dous a tres barris de man-
teiga flor, salvo quando por infelicidade aconteca
a faetnra vir composta de segunda e terceira
qualidade, que para melhor satisfazer aos fre-
guezes torua-se nocessario ter mais do que esta
Sorcao de barris abertos, porm antes nos Ihe
amos a devida applicacao para tempero, que
venderemos a 320 rs. a libra.
dem franceza a mais nova do mercado/a 680 rs. e
cm barril se faz abatimento.
Amendoas confeitadas, a 800 rs. a libra.
Chouricos, mouros vindo de casa particular, a 640
rs. a libra.
Farinlia do Maranhao muito alva e cheirosa, a 160
rs. a libra.
Avelaas muito novas, a 220 rs. a libra.
Amendoas de casca mole muito navas"a 280 rs. a
r libra.
Toucinho do reino, a 360 rs. c 10*500 rs. a ar-
roba.
Sardinhas de Nantes, a 360 rs. a lata.
Azeite doce de Lisboa, a 640 rs. a garrafa e 4*800
a caada.
Vinagre de Lisboa, a 200 rs. a garrafa c 1*200 a
caada.
Campagne das marcas mais acreditadas a 6*000
e 10*000 o gigo, e 800 rs. c 1*000 a garrafa.
Cerveja preta da marca Teaent ou XXX, a 4* e
4*500 a duzia, c a 400 rs. a garrafa.
dem branca da marca cobrinha ou Tenenl, a 4*
e 4*300 rs. a duzia, e em porcao se faz abati-
mento.
Genebra de Hollanda em garrafoes com 16 garra-
fas, por 6*500 rs., afanea-se ser verdadeira.
dem em frasqueira, a 6*500 e a 560 rs. o frasco,
dem de botija em barricas com 4 duzias a 430 rs.
cada urna.
dem de laranja cm frascos grandes, a 1*200, ga-
rante-se ser verdadeira da Italia.
Marrasquinho de Zara, a 720 rs. o frasco.
Licor francez de todas as qualidades de fabricantes,
em garrafas brancas de vidro, a 720 e 800 rs. a
garrafa.
Vinho Bordeaux as melhores qualidades que tem
vindo ao mercado, a 720 e 800 rs. a garrafa, e
em caixa a 7*500, 8*000 e 8*200 rs.
Azeite doce refinado do fabricante Pelanol, a 800 rs.
a garrafa.
Conservas inglezas sortidas ou de nma s qualida-
de c da verdadeira, a 800 rs. o frasco.
Araruta verdadeira, a 320 rs. a libra.
Gomma de engommar muito alva, a 800 rs. a li-
bra.
Palitos do gaz, a 2*300 rs. a groza e 20 jvis a
caixa.
Toucinho de Lisboa, a 320 rs. a libra e 9*500 rs.
a arroba.
Sag muito novo, a 200 rs. a libra.
Cevadinha de Franca, a 160 rs. a libra.
Cevada nova a itt rs. a libra, e 3*500 rs. a ar-
roba.
Macarra.) e talharim, a 320 rs. a libra.
Aletria muito fina, a 400 rs. a libra.
Arroz Carojino, muito alvo e graudo, a 120 rs. a
libra e a 3*200 rs. a arroba.
Caf do Rio o mais superior que se pode desejar
neste genero, a 320 rs. a libra.
dem idem de segunda e. terceira qualidade, a 280
e 300 rs. a libra, e em arroba ou sacco a 8*200
e 8*400.
Velas de carnauba refinada, a 320 rs. a libra e
10*000 a arroba.
dem de spermacet, a 640 rs. a libra.
Chocolate hespanhol a 1*, a libra,
dem francez, a 900 e 1* rs. a libra
Cha prn ila o mais superior do mercado por ser
vindo de encommenda propria a 2*880 rs.
Cha hyson, melhor que se pode desejar neste ge-
nero, a 2*500 rs. a libra
dem nacional cm latas de 1, 2 e 3 libras a 1*400
ris.
dem huxim, a 2*200 rs. a libra.
Cha preto homaepattco o mais exccllentc que tem
viudo ao mercado, a 2* a libra.
Graixa em latas grandes, a 3fl3O0 a duzia, e 120
rs. cada urna.
Presunto verdadeiro de Lamego em calda de azei-
te, a 560 rs. a libra
Vassonras do Porto arqueadas de ferro, obra de
umita duracao e utilidade, a 400 rs.
Charutos de S. Flix do fabricante Furtado de Li-
ma ou de outros muitos fabricantes da Baha, a
2*000, 2*500, 3*000, 3*200, 3*500 e 4*000 rs.
a caixa, ou cm meias por metade do preco.
dem Mississipcs imperiaes, a 3*000 rs.
dem Ypiranga ou Flor do Rio, a 3*200 rs.
dem Guanabaras ou Havaneiros, a 2*800 rs.
dem Flor da Malta ou Regala imperial, a 2*500
ris.
dem Flor do Norte ou Londres imperiaes, a 4*000
ris.
dem superiores cm quantidade e de todos os fa-
bricantes, a 3*000, 3*500 e 4*000 rs. a caixa.

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Polassada Rissift.
VeodO-se era casa do N. O. Bieber & C,
successores, ra Ua Cruz n. 4.
Kua da Senzalla Sova 11. 42.
Neste cstuk'Wimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdcLow
Meor libra a 120 rs.
Adniirem as laas baratas.
Superiores las de cores de quadrinhos e
Li-as. fingindo sedinhas de duas largaras,
pelo barattssimo preco de 500 rs. o cova-
iii>: na loja das columnas ra do Crespo n.
l;S. de Antonio Correa Vasconcellos & C.
No affmazem de louca da pinta larga, ra larga
do Rottrio 11. M, veiulciu-se latas com o galOes de
1 12*, assiin como latas de 8 garrafas, e em
garrafas muito em cunta ; garante-se a qualidade.
Vende-se urna taberna com poneos
fundos sita no Barn >-Vi-rmelbo, na entrada
do enjrenho Ucbda: a tratar na mesma.
A ACiVIA BRANCA
Rccebeu pelo ultimo vapor o
seguate:
Bonitas pulseiras de cabello, coral, e cora-
lina.
Fortes e bonitas ligas de seda para senboras.
Oiiti as estreitas para meninas, ou manguitos.
nas ot>m agullias.
Afnilhetas para enfiar, o agulhas cantfas.
Tranclins e litas de borracha.
<-irritis com torcal de todas as cores.
Massag e fios de coral.
Esponjas linas para rosto.
Pentes de tartaruga virados, com laco e
hlelo.
Eiiii'i's de rde para conservar os cabellos
li.'ia atados.
Aspas e coz para balo.
Fitas com colxetes para vestidos.
Dcelins chatos delaparaenfeitar vestidos.
Papel e (binas para rosas.
'i'.rinas francezas.
Trancelios grossos para relogios.
ivas cabo d'osso, maiTim e madreperola
para (lentes, unhas. limpar pentes ejoias.
as unas para roupa, chapeo, cabello etc.
as de veftodo para chapeos..
[ stas para papis.
I 1 ideiras e lacas de niarfim para ditas.
\ sjioras e dminos.
Liiva de caniurea.
Wink-m-se mui finas luvas de carmuca
luanca e amarella; na ra do Queimado n. 8
I ija d'aguia branca.
Slaratissima bandeijas.
A aguia branca por umitas vezes tem da-
di a conhecer que (piandoacha alguma pe-
ctiincha, nao quer smente com ella encher
i papo, ao contrario deseja que toda sua boa
freguezia e o publico em geral proven da
mesma, o que agora mesmo acontece com
ossasj baratsimas bandeijas, cuja limitaco
(i.- pivivs admira, em relacaoaostamanhose
qualidades: avista do que convm todo a-
proveitarem-se dessa opportuna occasio e
proverem-se d*um traste sempre necessario,
e que Ibes costar* quasi metade do justo va-
1 !. Assim, pois, dirigirem-se com dinliet-
ro alegre e espacosa loja d'aguia branca
ra do Queimado n. 8.
Lencos branco* eom barras de
cores para meninos.
\ luja d'aguia branca recebeu um novo
s niiutgfe) de lengos brancos com barras de
r res para meninos, e com quanto esses
vjessem melhores, maiores e perfeitamente
Irados, com todo continam a ser ven-
didos pelo autigo preco de id a duzia; n.
ra do Queimado na alegre e espacosa loja
d'aguia brama n. 8.
$ W^ fe
Liukas maclas e lustrosas para
bordar
vendem-se na loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
enfcites
Xovissimos e bonitos
para cabecas.
Quando o bello sexo senta a falta de bons
enfeites para cabeea, eis que a aguia branca
recebe una sua encommenda de bonitos e
delicados enfeites, e de modernissima moda,
muito servindo isso para sanar aquella falta, | ^
e lser com que as Exmas. apreciadoras da
hella empreza Coimbra possam melhor real-
sar c mostrarem o apurado gosto que as
guia. Esses enfeites sao d'um tecido bas-
tante fino com continhas daco, e mui bem .
enfeitados com flores, fitas, bicos, plumas olg
etc., entretanto que sendo obra de muito
gosto custam 5$, G?^ e 7?$ dinheiro vista;
na espacosa e alegre loja d'aguia branca ra jj -"
do Queimado n. 8. IM Casacas de panno preto, 33 e
, ^ Sobrecasacas idem, 30 e
Ilicas guarnicoes de pentes e
flvellas para cintos.
A aguia branca recebeu novas e ricas
guarnices de pentes domados, e com po-
dras; assim como outras bordadas froco c
com bolas pendentes, novidade essa que s,
se acha em dita loja, o que na verdade se
tornara mui alegres e bonitas; e bemassim
recebes lindas livellas com podras, e ditas
il aro com novos e engrapados moldes, cintos
dourados e de marroquim; e muitos outros
objectos de gosto para senboras serao encon-
trados na alegre e espacosa loja
branca ra do Queimado n. 8.
imu
OUPA FEITA
NO
iRMA/i:n
DE
*
4HHWA ID(D ^UKllWMni
XXTREISO VERDE.
Neste estabelecimento lia sempre um minenlo completo de roupa feita de ^
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- W<
rentes, para o que tem um dos melhores profissuivs, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senboras,
bomens e meninos.
d'aguia
Apreciareis extractos.
As Exmas. senboras que bem sabem co-!
nhecer c apreciar os odorferos extractos, c
as finas pomadas que se vendem na loja da-[
guia branca, nao se demorem era mandar
comprar desses agradaveis e escoltadas chei-
ros Georg 4, principe Alberto, manchal,
bouq. d'imperatriz, mil flores, jasmim, ge-
ranium, vilete, jock club, sndalo etc. etc.
Nesses finos cheiros nao ha melhoria < sym-
pathias, por isso ser bom que urna compre
dessa qualidade, outra d'aquella, e assim por '
diante, mas que reunidas em alegre assem- m
bli'-a faca cada urna com a forca de sua elo-
quencia prevalecer o bom gosto de sua es- .;.
colha. Isso na verdade ser agradavel e in- yj
teressante, com tanto poremque os cheiros se-, <
jam comprados na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
Paletos idem e de cores, 25$,
200, 15A e......
Ditos de casemira, 20S, l.'i-\
125, m e......
Ditos de alpaca, n. .
Ditos ditos pretos, 9f>, 76,
He. '......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*, 3,-)500e. .
Ditos branco de linlio, 6*, 5* e
lH Ditos de merino preto de cor-
j|| dio, 10*, 7* e.....
I Calcas de casemira preta, 12-S,
43 M> 8^e- j,.....
)H Ditas de cores, 9$, 8* e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, o*300 e.....
^ Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 5*, 4*500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, U, 4*500, W e .
Ditas de ganga de cores,
3*500, 3* e.....
Colletes de velludo preto e de
cores, 9* e......
Ditos de casemira preta, 5* e
Ditos de ditas de cores 5*
i* e........
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
6* e........
Ditos de gorguro de seda
30*000
25-)U0O
10;>000
1
7*000
3*500
2*500 p
2*000 Ifl
1*400 S
Colletes dejfustao e brim bran-
co, 3*500, 3* e .
Seroulas de brim de linho,
2*400 e ......
Ditas de algodo, 1*000 e. .
Camisas de peitos de linho,
5U, 3* e.....2*500 jg
Ditas de madapolao, 3*,
2*300, 2*e ..'..., 1*000 Jft
Chapeos de raassa, pretos fian- \\.
3*000 cezes, 10*, 9* e. 8*300
4*000 Ditos de fltro, 5*, 4*, 3*300 e 2*000
Ditos de sol, de seda, I2&
5*000 H*, 7*e......4*500
i Collarinhos de linho fino, ulti-
7*000, ma moda.......
7*000 Sortimento completo de grava-
j tas.
4*000, Toalhas para rosto, duzia, 11*,
9* e . .
4*000 Atoalhado adamascado de li-
nho vara......1*280 2SS
4*000 "A-i
3*000 m
2*000
00
RA DO QUEIMADO N. 46
01TH
M?
DE
FAZEMDAS ROUPAS FKITAS.
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 23*, 28*, 30* 1 33d. MM
muito bem feitas a 25*, 28*, 30* e 35*, paletots acasacados de panno preto de 16* at'-
25*, ditos de casemira de cor a 15*, 18* e 20*, paletots saceos de panno e &*>-
mira de 8* at 14*, ditos saceos de alpaca, merino e la de 4* at 6*, sobre de ahwa
merino de 7* at 10*, calcas pretas de casemira de 8* at I i*, ditas de .-.>r e 7* a**
15*, roupas para menino de lodosos tamaitos, grande sortimento de roupas >\e brim.
como sejamcalcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos de metim. casemira
e velludo de 4* a 9*, ditos para casamento a 3* e 6*, paletots brancos de bramante a i*
e 5*, calcas brancas muito finas a 5*, e um grande sortimento de fazendas finas c n> ler-
nas, completo sortimento de casemiras inglezas para hornera, menino e sciiii..ra. ceroula-
de linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda e de Jouvin para honvin 1
nhora. Temos urna grande fabrica de alfaiate, onde recebemos enromraendas de grande-
obras, que para uso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um
pessoal de mais de cincoenta obreiros escolhidos, por tanto executamos qualquer obra com
promptido c mais barata do que em outra qualquer casa.
flna para bordar.
A aguia branca acaba de receber um com-
pleto sortimento de la lina para bordar, cu-
ja variedad^ de agradaveis cores roram es-
culhidas irtun grande livro d'amostras que o
fabricante offereceu a aguia branca, vindo
entre eQas alguma mesclada; assim pois onde
6 pretendentes melhor se podem sortir des-
se genero, na alegre e espacosa loja d'a-
guia branca ra do Queimado n. 8.
":'
2*500.Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores.....
2*300 Lences de linho.....
I Cobertas de chita chineza.. .
7*000 Pennasd'aco, as mais superio-
4*000 res, a grosa. .
' Relogios de ouro orizontaes,
3*500 90*, 80* e......
5*000 Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontaes, 40* e
5 *000 Obras de ouro, adercos, meios
aderecos, pulceiras, rozetas,
4*000 aneis e cruzes.
70*000
30*000
*
pretos e de cores, 6*, 5* e
Lindas caixinhas com finos extractos, mui proprias
para presentes.
A aguia branca vende lindas caixinhas
com espelho c paysagem, ns. emeima, e finos
extractos dentro, com as quaes se faz um bello
presente, assim pois o pretendente dirija-se
^J^^doted^SlS tjn^-seaexecutar coma maior_prestezae perfeifo encommendas de toda a qualidade
satisfactoriamente servido.
FAZENDAS DE BOM 60 0.

Lindos cortes de 13a de barra Imperatriz, ditos de la com liarra matisa-
da, ditos lisos com palmas de seda, lindas las de cores matisadas a 500 r>. o
covado, ditas cora palmas de seda a 640, 700 e 800 rs. o covado, cortes d*
seda de cor matizada os mais superiores que tem viudo ao mercado. Mn
cortes de mor-antique de cor linda, gorguro de la e seda de quadrinh >s
lisos, fazenda inteiramente nova para vestido.
Superiores cortes de blond branco para noiva, camisinhas de eambraia
bordadas, brancas e de cores, lindos sautambarques de cachemira de cor enfei-
tados e bordados da mesma cor, ultima moda em Paris, superiores chapeos
de palha da Italia, enfeites de flores, capellas brancas e outras mudas fazendas
de gosto que seria enfadonbo annunciar: na ra do Crespo n. 13, loja das
columnas, de Antonio Correa de Vasconcellos A- Companbia.
.-, -: ...;..-. ..
I fi \I#I<1\fl 1>A AIKOIM.
Nesta grande e bem montada fabrica de machinisrao, a mais anliga no imperio, con-
de machinas usadas no paiz, tendo sempre prompto o seguinte :
Grande sortimento de moendas de canna de todos os systemas e lmannos.
Machinas de vapor de diversas qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodetas e rodas d'agua.
Guindastes fixos e portateis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ac para serrara.
Fatechaspara barcos, etc., etc., tudo por preco que bem convida.
DE
\na da Colonia en garrafas
'grandes e pequeas.
A aguia branca recebeu um variado sor-
timento de garrafas grandes e pequeas e de
diversos e bonitos moldes, com excellente
agua da Colonia ; assim como frascos de vi- j
dro maiores e menores com dita, e como
geralmente sabido a commodidade dos pre-1
eos continua a ser observada na espacosa e!
alegre loja d'aguia branca ra do Queimado
n. 8, para onde chama-se a concorrencia dos
freguezes que costumam comprar dinheiro. j
Aromticos pos d arroz.
A aguia branca acaba de receber om ex- j
p.lendido sortimento de lindos e agradaveis
vasos de porcellana dourada, crystal e metal
com bonecas, e finos e aromticos poz dar-!
roz; assim como pacotes com dito, cuja pro-
veitosa utilidade bem conhecida: os pre- j .
tendentes pois, dirijam-se com dinheiro ale-. i
gre e espacosa loja d'aguia branca ra do j V I IV F ^1 \
Queimado n. 8 que sero servidos e contentes.! iuiiLoil
Os afamados eopos eom banha, e 55' ~ **A DO IMPERADOR W. 55.
boides com Inscripcoes. n .. L L
T Os pianos de.sta antiga fabrica sao hoje assaz canhecidos, para que sja necessario insistir sobre a
Chegaram novamente para a aguia branca sua snperioridade, vantagens e garantas que offerecem aos conipraaores, qualidades estas incontesta-
esses afamados e estimados COPOS cora banha veis que olios tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nos!a praca ; pos-
fina assim mmn na hnnitn* hnips dft nnr. smndo um teclado e maehinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
una, assim como os onttOi, Doioe* ue por nunca fa(har ^ sercm fabricadog de proposit0i e ter.se fci,0 ltimamente melhoramentos importap-
ceiana uouraria tamoem com banlia, e novas (ssimos para o cuma deste paiz; quanto s voces sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
inscripcoes maviosas e jocoserias, tnui ade- veis aos ouvidos dos apreciadores.
quado para presentes resta poremque OS apre- Faxem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nad Sr. Blondel, de Paris, socio
ciador*s concorram miinidnn Hp dinheirn correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicSes.
m' n ro' a No mesmo estabelecimento se acha sempre nm explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores compositores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por procos muito razoaveis,

FUIDI^iO 0 BOWJ9IA-M A DO
IHUH \. 38.
Este muito acreditado estabelecimento est prvido de um completi. sortimento de
machinismos proprios do fabrico de assucar, a saber:
Machinas de vapores as mais modernas e mais acreditadas.
Rodas d'agua de ferro com seus pertences.
Moendas e meias moendas de todos os tamanhos.
Rodas dentadas, angulares e de espora.
Taixas de ferro batido e coado.
Boceas de fornalha pelo novo systema W'etson.
Alambiques de ferro fundido.
Fornos para cozer farinha.
Moinhos para moer mandioca.
Arados americanos, etc. etc.
tVM
DE
alegre e espacosa loja d'aguia branca ra do
Queimado n. 8.
TODAS A QUALIDADES
DE
ANTONIO MAIA DE BRITO
CONHECIDA POR FABRICADA VIUVA.
N. 21Antiga ra dos Quarteis de polica-N. 21.
Constando ao annunciante, que alguns especuladores de m f, vendo o crdito
que gosam os meus cigarros, e para poderem dar consumo aos seus ailara venciendo talo
na praca-como pelo mato, illudindo os meus freguezes, dizendo que sao meus ; e como U>-
dos os meus cigarros sao vendidos na minlia fabrica, e nao mando pessoa alguma vender
por minha conta fra della, faco o presente annuncio para evitar que comprem gato por
lebre ; e para seguranca dos senhores consumidores deste genero e especialmente os seus
freguezes, aviso que todos os massos de cigarros que forem vendidos na minha fabrica san
marcados com um distietivo que declara o meu nome, o nome da ra e o numero da
mesma casa.
Aproveito a occasio para scientificar aos raesmos senhores, que constantemente
encontraro um completo sortimento de cigarros de diversas qualidades, e do melhor fumo
escolhido, por sua boa qualidade j bem conhecida.
AOS SRS. COASl'lHIDORES DE GAZ. Barras.
Cofres patentes ingleses, prov.i de (bgn.
Nos armazens do Caes do Ramos n. 18 e garantidos pelo fabricante Minera, de Liw-
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se p00i; vendem-se na ra da Cnu n. 2> mr-
vende gaz liquido americano primeira quali- mazem de ior0t Netto d C.
dade a retalho a 120 a lata de 5 galoes, as- ------------ ,.-, .r^-,^^
sim como latas de 10 e de 5 garrafas e sendo VENDE-SE UM GUARDA VESTIDOS
em porcao mais barato que em outra qual- de cedro novo, de armar e desarmar, infla
quer parte. I barato: na ra da Assranptffo d. 3 i.




Mario de Ptrnambtieo *exa fclra 19 de Jiilho de I83.

s
4

$ pans
MMJMlJsk>
GRANDE ARMAZEM
<&&A$

X M, Rl'A DAS COTES N. 36
DO
balrro de Hfmto Antalo.
0 proprietario do milito arredilado armazem denominado Progressista lendo
sempre em vista fazer tudo o que for possivel para bem servir aos seos frcguezes, tem
deliberado vender os seus j bem conhecidos gneros de primeira qualidade pelos presos
abaixo mencionados, e afiahca s pessoas que* mandarem comprar por seus criados ou
escravos, serem tao bem servidas como vindopessoalmente; encarrega-se de aviar qualquer
encommenda, ainda mesmo contendo objectos nlo proprios deste estabelecimento. O
mesmo pede aos senhores que mandarem comprar neste armazem o favor de mandarem
devolver qualquer objecto que nao agradar, devendo os mesmos senhores ter toda atten-
(3o com os seus portadores, fazeodo-lhes ver que S no armazem Progressista da ra das
Cruzes n. 36, que se vendem os melhores gneros por mais barato preco, porque estes
muitas vezes olvidam-se e vao outra parte onde os servem de maneira a desagradar este
eslabelecimento.
PROGRESSI.VO.
iMfD
S NO
9-LARGO DO CARMO-9.
DE
Eduardo Marques de Oliveira C.
Wflflfc % *
Os proprietarios deste espacoso e bem sortido armazem de molhados partici-
pam aos seus freguezos que acabam de receber de diversos portos da Europa o mais bel-
lo sortimento de molhados, todos primorosamente cscolhidos, os quaes vendem-se por
muito menos do que outro qualquer annunciante, obrigando-se os proprietarios a garantir
todos os gneros sabidos do seu muito acreditado armazem.
o
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B
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-s
o

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1 o. M

^ i*^
~- o
5, 39

^*- ?> "*i
M
~ i* m^f
3
PTeste novo e grande estabelecimento de molhados, encontrar o ntOUml
publico d'esta cidade, bem como seus numerosos frcguezes do centro, expostos a
todas as qualidades de gneros por menos precos que em quaesquer outros estalielecine n-
tos d'esta ordem, pois para isso segu em um dos primeiros paquetes para a Ech-
aos socios para serem vindos todos os" gneros de conta propria, para melhor servir $m
seus freguezes, e desde j encontrar o respeitavel publico sempre os melhores e mais
novos gneros do nosso mercado, e por precos baratissimos, como se ver abaixo.
Amendoas a 320 rs. a libra.
Manteigai ngleza de 1.* qualidade, a 900 rs.
a libra.
dem de 2.a qualidade, a 800 rs. a libra.
dem franceza, chegada ltimamente, a 640
rs. a libra.
Batatas muito novas, a 2# o gigo de arroba
e 80 rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor,
de U 2,5500.
dem prato, chegado neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 700 rs.
a libra.
dem londrino, mandados vir de encommen-
da especial, a 900 rs. a libra.
dem suisso, muito fresco, a 800 rs. a libra.
Caf do Rio de 1.a e 2.a qualidade a 8#500
e 80800 a arroba, e 280 e 300 rs a libra.
Arroz da India e Maranhao a 120 rs. a libra
e 3200 a arroba.
AvelSas as mais novas neste genero a 240
rs. a libra.
Presuntos do Porto muito novos a 560 rs. a
libra.
Legumes francezes para sopa, como seja,
Julienne, mlange d'quipage, Choux e
outras qualidades, a 400 e 500 o masso.
Amendoas de casca mole a 320 rs. a libra, e
em porco ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
ilo Alto Douro a 2#400 com o garrafo ;
afianca-se que nesse genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira muito
superior e mais proprio para a nossa esta-
Co por ser mais fresco a 2?$400.
Cha hysson o mais superior a 23600 a libra,
afianca-se ser egual ao que regularmente
. vendemos a 3^200.
dem huxim miudinho, o mais superior que
vem ao nosso mercado a 2#700 a libra.
dem preto muito fino, a 2#000 a libra.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2$100 cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l100como garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hambur-
guez a 800 rs. cada um.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra-
fados das seguintes marcas: Genuino,
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei-
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a 900 rs. a garrafa e 93
a duzia.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St
Julien, Medoc e S. Estephe e outros a
640 rs. a garrafa e 7 urna duzia.
Chouricas e paios, o mais novo que se pode
desejar, a 250 e 600 rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 900 rs. a garrafa e 10500 a
caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
800 rs. cada um.
Licores francezes, muito finos, das seguintes
marcas: Anizetta de Bordeaux, Plaiserdes
dames, Crme de Noyau, Eau Dantzic,
Crme de Menthe, Ilude de Venus etc. etc.
Passas muito novas e de carnada a 400 rs. a
libra e 6^500 a caixa com urna arroba, ha
caixas, meias e quartos.
Araeixas francezas em frascos de 1 1|2 e 3 li-
bras de 43400 a 23800, tambera ha latas
de 6 libras.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, a 600 rs. a libra, em la-
tas lacradas hermticamente.
Eructas em caldas de todas as qualidades em
latas muito bem enfeitadas, a 500 rs ca-
da urna.
Bolachinha ingleza, a mais nova que se pode
desejar, a 33000 a barric a e 240 rs. a
libra.
Faiinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 160 rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 800 rs. a garrafa
e 93000 a caixa rom urna duzia.
Conservas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed Pickles, ceblas simples, e outros
a 760 rs. o frasco.
Farinha verdadeira de araruta a TOO rs. a
libra, garante-sea superior qualidade.
Palitos para deptes em eaixinhas douradas
Breu, a 320 a libra e U a arroba.
de superior qualidade a 320 rs. cada cai
xinha.
Mostarda preparada em potes muito nova a
400 rs. cada um.
Milho-alpista a 180 rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
80 rs. a libra e 23300 a arroba.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Sabao verdadeiro hespanhol, que raras vezes
vem ao nosso mercado, a 300 rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade de 160,
180, 200, 220 e 240 rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 120 rs. a lata
e 13300 a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina, salmao e outras qualidades, pre-
parado deescabexe segundo a arte de
o i/.inha a 13400.
Papel grve pautado e liso a 33800 a resma.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
460 rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa e Figueira das melho-
res marcas a 33200 e 43000 a caada do
melhor e 500 rs. a garrafa, em porcao ter
abatimento.
Vinho velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, a 640 rs. a garrafa e
53000 a caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero a 560 rs. a garrafa e a 43000
a caada.
Vinagre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa
e 13400 a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril
a 640 rs. a garrafa, e em porco ter
abatimento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
13000 a garrafa, e 103000 o gigo com
urna duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 33500 a caixa, tambem temos
para 23000, 23500, 3,3000 e 33200 a
caixa.
Vellas de spermacete superiores a 600, 640,
e 680 rs. o masso.
dem de carnauba e composico a 320, 360,
e 400 rs. a libra e de 103 a 114500 a
arroba.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a 13000
a ancoreta do Porto e 13500 a de Lisboa.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a^OO rs. a libra e 23000 a caixa com
8 librasiiquido.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria a 400 e 480 rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso das melhores qualidades a 900 rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 800 rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas de 53500 a
63000 a duzia e 540 rs. a garrafa
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
13300 a lata.
Bolachinha de soda, especial encommenda,
muito nova em latas grandes a 23000 cada
urna.
Massa de, tomates em latas de 600 a 700 rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes, do fabricante Basset, a
360 rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo a 320 rs. a libra.
Tijolo de limpar facas a 180 rs. cada um.
Cebollas o mlho a 900 rs.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Cominhos idem idem a 640 rs. a libra.
Garrafes vasios a 500 rs. cada um.
Ditos com 5 garrafas de genebra a 23400,
garante-se ser verdadeira de Hollanda.
Cebollas a granel a 640 rs. o cento.
Canella a mais nova dg nosso mercado a
13000 a libra.
Alfazema o que pode hver de melhor neste
artigo a 280 rs. a libra.
Phosphoros de seguranra individual a 20 rs.
a caixinha.
Papel de embrulho muito superior a 13120
a resma.
Vinho da Figueira, o que ha de melhor a
43000 a caada.
Copos finos para agua a 63000 a duzia.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de encommenda especial a 8oo rs.
a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
64o rs. a libra,
dem em potes de 4 ,16 libras muito fina e
propria para doente a 8oo rs. a libra e o
pote separado,
dem de porco, refinada e muito alva a 5oo
rs. a libra, em barril ter abatimento.
dem ingleza em latas de 2 1/2 libras a 2,ooo
cada urna, garante-se a boa qualidade.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
de l,6oo, l,8oo, 2,ooo e 2,5oo rs.
dem prato chegados neste ultimo vapor, o
mais fresco que se pode desejar a 66o rs.
a libra.
dem londrino mandados vir de encommen-
da especial a 7oo rs. a libra.
Caf do Rio de Ia e 2a qualidade de 8,5oo e
8,8oo rs. a arroba, e 28o a 3oo rs. a li-
bra.
Arroz da India e Maranhao a loo rs. a libra
e 3,ooo rs. a arroba.
Caixinhas de ameixas francezas de 1 1/2, 2
e 3 libras, elegantemente enfeitadas com
diversas estampas no exterior da caixa a
l,3oo, l,6oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,ooo rs.
Vidros de diversos tamanhos de confeitos,
muito proprios para mimos, de 1 ,ooo a
2,5oo rs. cada um.
Amendoas de casca mole a 28o rs. a libra e
em porcao ter abatimento.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,24o rs. com o garrafo,
afianca-se que neste genero o melhor
que veio ao mercado.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira mui-
to superior e mais proprio para a nossa
estacSo por ser mais fresco a 2,4oo rs.
Cha hysson o mais superior a 2,6oo rs. a
libra, afianca-se ser egual ao que regular-
mente vendemos a 3,ooo e 3,2oo rs.
dem huxim miudinho o mais. superior que
vem ao nosso mercado a 2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,ooors. a libra.
dem muito mais baixo, muito proprio para
negocio a l,6oo rs. a libra.
Presunto inglez para fiambre o mais fresco
que se pode desejar a 8oo rs. a libra.
Garrafes-com 5 garrafas de superior vinho
de Lisboa a 2,2oo rs. cada um.
dem com 5 garrafas de vinagre de Lisboa
a l,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre hamburguez
a 9oo rs. cada um.
Genebra de laranja a 9oo rs., a melhor que
se pode desejar.
Cha perola o melhor neste genero a 3,2oo
rs. a libra.
Azeite francez clarificado a 8oo rs. a garrafa
e 9,5oo rs. a caixa com 1 duzia.
Consenas inglezas dos melhores fabricantes
Mixed e Pickles, ceblas simples, e outras
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes muito
nova a-4oors. cada um.
Mlhos inglezes de todas as qualidades e das
melhores marcas a 5oo rs. cada urna gar-
rafinha.
Sal refinado em frascos devidro de diversos
modellos a 4oo rs. cada um, s o frasco
vale o dinheiro, tambem ha solt para 8o
rs. a libra.
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de doce, manteiga
ou outro qualquer liquido de l5oooa 3,ooo
cada um.
Paineo a 14o rs. a libra.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Gomma para engommar muito fina e alva a
8o rs. a libra, e 2,3oo rs. a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Sabo verdadeiro hespanhol que raras vezes
vem ao nosso mercado a 3oo rs. a libra e
em caixa ter abatimento.
dem massa de superior qualidade dd 2oo,
22o e 24o rs. a libra.
Graixa em latas muito nova a 12o rs. a lata
e l,3oors. a duzia.
Peixe em latas muito novo: svel, pescada,
curvina', salmo e outras qualidades, pre-
parados de escabexe, segundo a arte de
cosinha de l,4oo e 2,ooo rs. a lata.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
7oo rs. a libra.
Papel grve pautado e
resma.
liso a 3,8oo rs. a
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
46o rs. cada urna.
Vinhos em pipa: Lisboa, Porto e Figueira das
melhores marcas a 2,5oo, 2,8oo, 3,ooo e
4,ooo rs. a caada do mais superior e de
32o e 36o rs. a garrafa.
dem velho Chamico em barril, muito proprio
para sobremesa, por ser muito claro e
macio a 64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a
caada.
Vinho branco o mais superior que possivel
neste genero, a 56o rs. a garrafa e a
3,8oo rs. a caada.
Vinagre puro de Lisboa, a 2oo rs. a garrafa
e l,4oo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino, em barril,
a 64o rs. a garrafa, em porcao ter abati-
mento.
Champagne das mais acreditadas marcas, a
l,2oo rs. a garj-afa, e 12,ooo rs. o gigo,
com 1 duzia.
Charutos dos mais acreditados fabricantes da
Bahia a 3,5oo rs. a caixa, tambem temos
para 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 3,2oo rs. a
caixa.
Vinhos generosos vindos do Porto engarra- Ve? de spermacet superiores, a 6oo 64o,
fados das seguintes marcas: Gennino,
68o e C7oo rs. o masso.
Porto fino, Nctar, Duque do Porto, Fei- i<]em de carnauba e composico, a 32o, 36o
toria, Velho secco, Chamico, Madeira su-
perior e outros a l,ooo rs. a garrafa, e
. 9,ooo rs. a duzia.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto
a l,2oo rs. a garrafa, e lo.ooo rs. a caixa.
Vinho Bordeaux das melhores marcas: St.
Julien, Medoc, S. Estephe outros a 7oo
rs. a garrafa, e 8,ooo rs. a caixa com urna
duzia.
Chouri'cas e paios, o mais novo que se pTte,
, desejar, a 56o rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez dos melhores fa-
bricantes a 9oo rs. a garrafa, e lo,5oo rs.
a caixa com urna duzia.
Marrasquino de Zara em frascos grandes a
8oo rs. cada um.
Licores francezes muito finos das seguintes
marcas: Anizete de Bordeaux, Plaisirdes
Dames, Crme de Noyau, Eau de veede
danr- c, Creme de menthe, Huile de Ve-
nus, Parfait amour, Eau d'ora l.ooo rs.
a garrafa e lo.ooo a caixa com 1 duzia,
Passas muito novas e de amada a 3oo rs-
a libra e 6,ooo rs. a caixa com 1 arroba
ha caixas, meias e quartos.
Ameixas francezas em frascos de 1 1/2 e 3
libras de l,4oo a 2,8oo rs.; tambem ha em
latas de differentes precos.
Marmelada imperial dos melhores conservei"
ros de Lisboa a 6oo rs. a libra, em latas
de difTerentes tamanhos e lacradas herm-
ticamente.
Fruclas em caldas de todas as qualidades em
lats muito bem enfeitadas a 5oo rs. cada
urna.
Bolachinha ingleza a mais nova que se pode
desejar a 2,5oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
e 4oo rs. a
a arroba.
libra, e de lo.ooo a 1 l,5oors.
Azeitonas novas do Porto e Lisboa, a l.ooo
rs. a ancoreta do Porto, c l,5oo rs. a de
Lisboa, estas ultimas raras vezes vem ao
nosso mercado, pela sua boa qualidade.
Massas para sopa: estrellinha, rodinha e pe-
vide a 32o rs. a libra, e l,6oo rs. a caixa
com 8 libras liquino; s no Progresivo.
Massas para sopa muito novas: talharim, ma-
carro e aletria, a 4oo e 48o rs. a libra.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso, das melhores qualidades a 9oo rs.
a libra.
Doce da casca da goiaba a 64o rs. o caixao.
Cerveja das melhores marcas, a 5,5oo c
7,4oo rs. a duzia e 54o rs. a garrafa.
Biscoutos inglezes de diversas qualidades a
l,2oors. a lata.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 e 13 a libra.
Manteiga franceza a 680 e 720 rs. a libra.
Dita hollandeza a 72o 8oo rs. a libra.
Mostarda a 640 rs. o frasco.
Massa de tomates a 640 rs. a libra.
Dita estrellinha para sopa a 560 rs. a Ufen.
Marrasquino de Zara a 800 rs. o frasco.
Passas a 4oo e 560 rs. a libra, e 83 a oU.
Palitos para dentes a 180 rs. o masso.
Phosphoros do gaz a 23500 a grosa.
Paios novos a 640 rs. a libra.
Queijos do reino do ultimo vapor a e
23500.
Dito de prato a 720 rs. a libra.
Dito do serto a 560 rs. a libra.
Cervejas de marcas superiores a .'(X). 560,
600 e 640 rs. a garrafa, e 53500, 63 ;
63500 a duzia.
Dita em barril por 43, e 240 rs. a ganara.
Cevada a 240 rs. a libra.
Sardinha de Nantes a 360 e 400 n. al --
nha.
Sag a 240 rs. a libra.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Sevadinha a 280 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 re. a libra.
Tijolo para limpar facas a 160 rs.
Vellas de spermacete a 640 e 680 rs a libra.
Ditas do gaz muito boas.
Ditas dito em caixas de 6 libras por MOOO.
Ditas de carnauba a 400 rs. a libra.
Ditas de composico a 360 e 380 rs. a libra.
Vinho do Porto, caada a 53500, garrafa a
720 rs.
Dito Lisboa, caada a 43 e a garrafa .i .NOft
rs. ,
Dita Figueira, caada a 33840 e a garrafa a
480 rs.
Dito dita superior, caada a 431 a pn
a 800 re.
Dito Estreito, caada a 33200 e a parral.! a
400 rs.
Dito Bordeaux a 720 e 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa em garrafes de I garra-
fas por 13400.
Dito era caada a 23, e a 260 rs. a garrafa.
Vinho do Porto era garrafes de | mni
por 23500.
Dito dito engarrafado a 13 e 13200.
Dito lagrimas' do Douro a 14400 a garrafa.
Vinho branco de Lisboa a 720 rs. a garrafa,
c 53 a caada.
Dito do estreito a 600 rs. a garrafa, e a 4-s:;< f
a caada.
Aveles a 2oo rs. a libra.
Ameixas a 13 a libra.
Ditas em frasco por 23800.
Arroz pilado da India loo re. a libra e 33ooo
a arroba.
Dito dito do Maranhao 120 rs. a libra c 33500
a arroba.
Azeite doce francez 800 rs. a garrafa.
Dito de Lisboa 680 rs. a garrafa.
Agurdente de canna de cabeca a 240 c 320
rs. a garrafa.
Azeitonas a 400 rs. a garrafa, e 13300 a an-
coreta.
Bolachinha de soda a 13400 a lata.
Banha de porco a 6oo rs. a libra.
Bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, e a bar-
rica a 33000.
Cha hysson a 23200 a libra.
Dito dito fino a 23600 a libra.
Dito miudinho a 23800 a libra.
Dito do Bio a 13800 a libra.
Dito preto a 13900 a libra.
Carne do serto a 36o rs., e em porco se
vende por menos.
Charutos de diversas qualidades a 13200,
13500 e 33 a caixa.
Champagne a 13 e 13500 a garrafa.
Chouricas a 560 e 600 rs. a libra.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Caf em grao a 300 e 320 rs. a libra, e 93 e
93200 a arroba.
Dito moido a 360 rs. a libra.
Doce de goiaba a 560 rs. o caixao.
Espirito de vinho de 38 graos, a 280 rs. a
garrafa.
Figos a 400 rs. a libra, c em latas de 4 libras
por 13500.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 640 e 720 rs. o frasco,
e 73 a frasqueira com 12 frascos.
Dita hamburgueza a 560 rs. o frasco, e 63500
a frasqueira com 12 frascos.
Dita flor de laranja a 13 o frasco.
Gomma d'araruta a 100 rs. a libra, e 23600
a arroba.
Graixa em latas a 120, e 13300 a duzia.
Genebra em garrafes de 14 garrafas por
43600.
Batatas inglezas libra a 80 rs., e a 23500 em
arroba.
Licor fino a 800 rs. a garrafa.
Dito em garrafas grandes de superior quali-
dade a 13500.
Previne-so ao respeitavel publico que todos os gneros cima sao de boa quali-
dade, c para desengao venham ver; assira como outros que deixam de ser annunciad'>-.
TODA ATTENCftO
NOS
RVTivff i mmimmm
DE
3(DA$9HU 8, J) \j- aAi'j>3
NS. 21 E 23LARGO DO TERCO -NS. 21 E 23.
O proprietario destes dous estabelecimentos de molhados, vende os sen.
eros por menos do que em outra qualquer parte, por isso garante a superior bofr
lidade de qualquer genero sabido dos seus armazens ; pode vender por menos por
prar dinheiro, e por isso faz vantagem a os compradores.
Batatas as mais novas do mercado, a 60 rs. a libra e l,6oo rs. aarroab ou caixa.
Toucinho de Lisboa da 1.a qualdade, a 3oo rs. a libra e 9,ooo rs. a arroba.
Caf do Rio da 1.a c 2.fl sorte, a 28o e 32o rs. a libra.
Queijos do reino, chegados pelo ultimo vapor, a l,8oo c 2,ooo rs.
Velas de spermacet, carnauba do Aracaty, as melhores deste genero, a 63o e loo rs. lil
Vinho verdadeiro Figueira das melhores marcas, a 5oo efoore., em caada M
timento, ha porco para escolher.
Bolachinhas americanas, as mais novas neste genero, a 2oors. a libra e3,ooo rs. a b;
Palitos do gaz, vindos por conta particular, a 2o rs. a caixinha e 2,4oo rs. a gro*i.
Manteiga ingleza da I." e 2.a qualidade, a 8oo e 76o rs. a libra,
dem franceza, especialmente escolhida, a 64o e 6oo rs. a libra.
Cha, o melhor neste genero, a 2,88o re., tambem ha para mais barato.
Milho alpista, limpo, muito superior, a 16o rs. a libra, a arrroba 5,ooo rs.
Alm destes gneros ha outros muito baratissimos, assim como ceneja das i. s-
lhores marcas, genebra de Hollanda e de laranja, passas, doce de goiaba, azeite don
nagre, canella, pimenta, cominhos, erva-doce, cebollas, albos, chouricas, banha de pom .
outros muitos gneros que enfadonho mencionar; dinheiro contado.
ACHINAS AMERICANAS-
Eni casa de N. O. Bieber & C, successo-
res, ra da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar hortas e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Bolachinha de soda especial, encommend&J Sellins compertences a 103 e 203.
muito nova, em latas grandes a 2,ooo rs? Obras de metal principe prateadas.
cada urna.
dem craknel em latas de 5, 7 e 15 libras a
4,ooo, 5,5oo e ll.ooo rs. a lata.
Palitos do gaz, a 2o rs. a caixinha e 2,3oo rs.
a grosa.
Massa de tomates em latas de 6ooa 7oo rs.
cada urna.
Sardinhas de Nantes do fabricante Basset, a
38o rs. a lata.
Toucinho de Lisboa novo, a 32o rs. a libra.
Tijollo de limpar facas, a 18o rs. cada um.
Cebollas, o mlho a 9oo rs.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa,
a 14o rs. a libra.
Alm dos gneros cima mencionados, existe um completo sortimento de al-
fazemas, cominhos, pimenta, erva-doce, palitos de dente em macos e caixinhas, enxo-
fre e outros muito gneros, os quaes vendemos pelos precos mais baratos"possiveis.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixa de 1 duzia.
Cognac em caixa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
AGENCIA
DA
FUNDICO DE LOW-MOOR.
Ra da Stnialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas c meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. \ Jobnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Potassa da liussia.
Acaba' de chegar pelo brigue bamlnirgu z
Qtto, muito nova e superior; Teodc-s
mente no antigoe acreditado deposito na
da Cadeia do Becife, n. 12; onde tambem
vende cal de Lisboa muito nova e pn
commodos.
ESCRAVOS FGIDOS.
Fucio do engenho Salgadinho de MiiriUra
escravo Caelano, erioulo, de 40 aonos. ponro i
ou menos, baixo, noueo cabello na an na -t
s autoridades policiaes a appreheusao do dilu
cravo, ou a pessoa do povo que o pegar levdfc ao
mesmo engenho ou a ra de Hortas u. 1 li a \n
tonio Joaqium de Ahneida Cruz, que ser rmoi
pensada de seu trabalho.
Na noite de 14 para lo do corrente aont
tou-sc da fundieao da Aurora o mulato Florentino,
bastante alto, ps grandes e mal feito>. auda
passado o cosluma andar de sapatos e paleM^k
algumas vezes us* capote de panno, incmesix!"
forro : rog.i-se s autoridades policiaes e rapii^>
de canil"' a captura do mesmo, e leQjBA rr
da fundieao,. onde so gratificar geallliaJiH'nr.'
trabalho.
Fugio no dia 15 de junho um mulato claro,
grosso do corpo, cabello corrido, ps grouos 6 t-
feituosos, faces sumidas, de nome Cassiano, juiga-
se estar n'um sitio na Capunga, dizendo que senhora o alngou : quem o pegar, tenha a botda-
de de o levar Santo Amaro das Salina.-, sitk d*
M. C. Cintra, que ser graUcado.



ib
,*m~-


9
Diarlo de Pernambuco Hexi* felra 11 e Jullio de 18*3.
------




i
LITfERATORA.
*il^i
A' Fraolilin Tavora.
Que estrella presidiu-te o nasciinento ?
.1 iliitruu teu berco palvuval a
. mancebo ainda ;
De ((lorias que rora ciitrfaeada !
j ic levantas sobraoceir*\ altivo ;
Por liase 0 inundo, o cu por capitel
- rraoui flores,
Que sao da gloria o festival laurel.
Fita os oliios. inncelMi. no futuro,
Que ven alem ? profaza claridad'1
E ton roMo irradia-se de jubilo
Solidandoassim-tao cedo a eternidad'.
Em ten crneo, goal-cofre palpitante
Preciosissima jnia Deus guardn;
Foi o genio: o amor pela sciencia
Era tua alma esse genio despertou.
Entre applansos teu nomo repetido
De labio ero labio pelo mundo rae.
Nao teu povo s que te admira ;
A fronte do estrangeiro aos ps te cae.
Vae! Caminha Caminha !...No caminho
Que alastrara llores se brotar o cardo,
Soffic-llie a dr; a |>alina do martyrio
E' diadema de luz se c'ra un bardo.
(MBiAha i a voz de todos que te soguem,
A voz tambem de um triste coraeao.
Ouo s tem un prazer,o de abracar-te.
Dm SO orgulho,o ile chamar-lo innao.
Se eu podesse desta alma doentla,
Ka triste lyra pspedacada > dores
Um canto derramar;teu fra o canto:
__Flortos ps t'a arrojara entre as mais flores.
Jmiho, 21.
Victoriano Palh akes.
Poesa
Offcrecida avsjovens artistas da cojnpanhia gytn-
nastea e acrobtica Je corteses 'nucionaes.
En tao fraeo s tenho p*ra ofiVrtar-vo
Bate canlo assim pobre de harmonia.
Aceitan, raos, ii'um eslreito, laeo,
As pinas es que gerou-me a sympathia.
Este, canto nasceu-me dentro d'alina,
E aqoi a vossos ps o viin depr,
Acehae-o, quo vosso, pobre embora...
O pobre scntinieiito tem valor !
Bem viuda seja a idea qoe rao orgulha !.
Eu sou vosso patricio, innao e amigo.
Vos sois os genios do brasilco solo,
Estrellas do porvir, eu vos bem-digo.
Trabalbae, que o futuro vos prepar i
lima c'ra gentil, rica de luz.
E' grande no artista o pensamonto,
Que arrebata, que encanta, que sedut!
Caminhae, que risonha vos acea
Essa faina, que vae do inundo ao fin!
Avante, sem cessat, que a gloria 6 vossa,
Um P'ivo animador vos brada assim !
Mu breve voar o vosso uonie
Da nova vellia Ierra a resoar,
Oh! mocos trabalhal, qoe a gloria vossa.
Avante, uesta lide, sem cessar!
12 de julbo de 1863.
MlUlKl. FoNTOlUA. ~
t'Ki brado de auimavo
Aos esperanriisos artistas ila companliia gj ranas-
tica c-acrobtica de curiosos narionaes.
(UKCITADO HO TBKATBO DE APOLLO)
b s, recbei do bardo amigo
L'iu pleito da alma em honra ao vosso genio,
E' um lirado, que arranea o enthusiasmo,
Urna flor desrabada no proscenio.
limaos, cheio de orgulho eu vos saudo!
E pasmo, e embevecido curvo a fronte;
Mais mn passo adiante, aguias brasileas 1
Urna estrella sorri-vos no horisonte.
Filae-a ousados: o porvir nao mente :
Em peitos juvenis a esp'ranea raio.
Que rompe as ouveus da sombra inveja,
E a luz reflecte, embora de soslaio.
Embora, sim da vida nos penhascos
Una flor vici jante entorna odores.
E' o premio gentil, que nos peito.s nobres
Deus reserva em allivio aos amargares.
Cainnuae, caminhae tonge o desanimo!
Desconhcce baireirs o herosmo:
S congela a descreiica almas pequeas,
Qmc os passos modera coro pavor do abysmo.
Embora. ceg, embora escarnecido
Li vae Homero em busca de alia gloria,
Vivaz scentclha lhe abrasava o crneo,
Deram-lhe os sec'los eterna! memoria.
Filhos do norte, nessa audaz carreira
Coniae no porvir, tende esperasen !
O "enio no Brasil nao ni'uro a mngoa ;
Ouando sobra o valor, tudo se aleanca.
Becife, 12 de julho de 1863.
A. i. DE Passos.
PABTE SEGUNDA.
A vinganca.
-Nao ouvis que voz terrivel
Que nos trasjljjfinfeina
Que ha ivmcownosirazia
Tristes suspiros de dr ?...
E do relmpago sinistro...
Vde...A> lopsas i st;,i.u ;"n...
E os espectros accordram..!
Medonhos no sen furor...
Ergueram-se mil phantasina-
Hirsutos e manlos
A luanea mortalha aos ventos
. Flucta longa alvadia.
Tira-dentes niostra o insulto
Que lite peza sobre a fronte,
Gonzaga apona' o horizonte
Co*a mao descarnada e fria.
E Claudio, e o forte Alvarenga
Recordara o sen passado,
S de dores coreado...
Triste c'ra do infeliz...
Pedera castigo jira aquelles
Que asslgnarara a sontonca
Deinortea quera na defensa
Lutava de seu paiz.
A niac chuna pelo lilho...
E pelo amante a donzella...
O indio pela mata bella
Onde a vida Inora mansa...
Vingancaunisona e forte
Uma voz terrivel brada...
Tres seclos surgem do nada
Para bradaremvinganca.
PAUTE TEECEIRA.
Sawlacao.
Queris que vos cont a historia brasilea
Que De.us copiara sorrindo (alvez...
E as lulas terriveis do moro {ligante
Cora o velho que ao mundo ditra s leis...
Oh! No...Que sois filhos do povo dos bravos...
Sois filhos hercleos do hercleo Cruzeiro...
Sabis esta historia...Quera que nao sabe-a?...
Quera ?...Se nao sabe-a...nao Brasileiro...
E a este que a digam as aguas.de prata
Que um dia de sangue ficaram tambera...
Que a digam as aguias, que virara as lulas
E foram conta-las s aguias de'alem...
E o velho vigia dos louros da patria
Da historia brasilea servil sentinella
O campo fornioso ao grao Piraj
Que para conta-la deitado la vela.
E aps essa lula...Nos ares um grito
Passou repetindo-se em vales e montes...
E a ouvi-lo os tyrannos nos thronos tremeran
E virara tremereiii-lhe as croas as frontes...
E um povo de bravos ergueu-se dzendo :
J somos nos lvres, ja somos naco !...
Co'as aguas inmensas o inmenso Amazonas
Pomposo repele : Sou livre em meu chao!...
E ao grito de livres as fontes correram
E em lindas cscalas os rios saltaran!...
Ergueram-se cantos festivos de hosannas.
As flores do seio da trra brotaran!...
Sou com respeito, etc.
O "general commandante eniehefu. Forey.
L-sc tambem no Moniteur, o olcio que era
data de 8, o general Forey disjgiu do quartel-gene-
ral em frente de Puebla, ao npistro da guerra :
Senhor mareehal.
Ha mtiitos dias que Coinonfort tinha oecupad
fortes posices a tres leguas de nos na direccao de
Tscala, com o fim de fazer entrar um comboyo
demaiiiiiiieutos em Puebla.
Resolv rorfa-lo na sua direita, e encarreguei
o reneral Bazaineil'esta operacao, da qual espera-
va completo exto.
EITectivamente, esta noute,s duashoms, o
general Bazaine, com quatro batalhSes de infante-
ra, qualro esquadres de cavallaria, e oito pecas,
Babia do campo para tentar surpreliender o exord-
io de Comonfort as immcdiaoQes de S. Loaren-
50. Como eu tinha previsto, o bora xito coroou
esta oi>eraeao. O iulmigo foi completamente bali-
do : tomaraos oilo pecas raiadas com todos os seus
reparos e aparelhos, tres bandeiras e outros objec-
tos; asperdas do iuimigo calculam-se em 2:51X
homens morios, feridos e prishmeiros. Entre estes
ltimos cootam-se 2o offlciacs''de todas as grada-
cues ; alera disso 20 carros, sendo tres de artilha-
ria o urnas 200 muars ficaram era nosso poder.
Anda nao tenho coidiecimento de quaes sejain
as nossas perdas ; o general Bazaine, pelo primei-
ro calculo sppde ser 40 mortos e 40 feridos.
Sou com respeito etc.O general commandan-
te em emchefe, Forey.
cebis
coreado pelo arc'ebispo. No dia eguinte folln-
de urna recotufo t admiraram-se; como se
do devessem saber, que a rerotucao estara feita
Mha ednciirao. (Sourenirt.) >
- Umouuo serio observador das caiwaaoccultas
do grande drama, que estadaraos (M. Bastat), dis-
U portbolvez: jk
Sob o nome de Tarquiniu, delestmamos a rea-
t leza; apaixonavara-nos alternativamente pelo
povo e pela nobreza, pelos Gracchos e por ruso -,
e quasi todos tomavamos bando pelo povo e seus
tribunos, e sentamos brotar em nos o odio do
podeiyc o ciunie de toda sujierioridade de nobre-
za e do fortuna.
Qtial e o assmpto ordinario dos thema* e das
versos, das composicr>es em vorso e em prosa ?
boje, senhores. o dia da patria.
Que dalma os llahianos conservara no fundo,
Sondemos o dia qoe ergueu-nos do lodo....
Que marca um progresso na vida do mundo.
Senhores. a gloria do4im povo ser livre...
O nome de livres o nosso brazao.
Seja esta a divisa da nossa existencia.
E este epitaphio se escreva no chao...
t sequtneia dos mus estudos; morro repanMcan,
t contente e glorioso; o reondo da Justica e da
t paz 6 chegado. l'm terceiro ( o autor da
cada philosophia) exclama : t Era urna contra-
diccao bem estravagantc de nossa cducaoio sob
oantigo rgimen.- Mettam-ios ns mos Ivtos
feitos para inspirar o amor da patria, etc.: nossos
1 joveus coracSes palpitavam por esses rasgos de
heroisrao dos Anstides, dos Epaminondas, dos
Cales, dos Brutos ; mas, fra do collegio nao se
va em parte alguma a realidade d'essesmagni-
fieos quadros... E' no dia de boje, que pode ba-
ver um feliz accordo entre nossas luzese nossos
costumes. Se qi eiieis i azer uepi blicaxos imam
c os vossos ma: E PLUTARCO.
Meus aiigos (accrescenlava um quarto, dimou-
Scevola, que queima a mao para punr-sc de ter
errado o golpe, com que ntcntou assassinarPor- ras ), una vez que ledes Cicero, respondo por
senna; 0 primeiro Bruto, que mata seus filhos vos, seris livres.
suspeitos de conspiraclo contra a patria; um se- Finalmente, um dos gigantes da revolueap (dan-
gundo Bruto, que apnnhala a Cesar, seu bem-, ton ), do alto da tribuna da convengo dirgiu um
feitor ; e outros mais, que exaltam como typos dia s amigas enngregaeoes religiosas ensinantcs
de patriotismo c adoradores heroicos da lber- este elogio, que devera ter-lhes feilo subir o rubor
dade.....
Quantas vezes nossos jovens coracries nao pal-
pifuram de ndinirardo c de emulaeao (desgraca !)
a este espectculo! E assim que nossos professo-
s faces, c ter-lhes magoado o coraeao : E aos
frades, ao sceulo XIV, que devemos o secuto
da rerdadeira philosophia. aos jesutas que
devenios estes arrojos sublimes, que provocam a
res, padres venerareis, chcios de sciencia e cari-' admirarao. A repblica estar nos espiritos tin
dade, preparacam-nos para a vida christaa (2). te annot pelo menos ante* de sua proclamarao..r
(Bacharelado e socialismo.)
Os promotores c actores da mesma calasirophe
Comedie havia fallado como Romano.
Depois de termos ouvido as confisses dos lio-
sao anda mais explcitos e mais enrgicos na veri- mens da revoluc30) emoremo-nos por instantes a
I considerar seus projectos c actos.
licacao de sua verdadeira causa. Antes mesmo
de romper a revolucao, nao s se a presenta, mas
tambem enearavara-11'a como devendo necessaria-
racnte brotar ao calor do ensino classico.
O nome de Roma ( dziaem 178o o autor do
< Tablean de Pars, Mercier ), o nome de Roma foi
* o primeiro que feriu-me o ouvido. Logo que
cheguei a estado de guardar um rudimento, fal-
lou-se-me do Capitolio e do Tibre. Os Domes de
Bruto, de Clao, e de Scipiao perseguiam-me at
t dorraindo; ainontoavain-me na memoria as epis-
c tolas familiares de Cicero ; de sorte que eu es-
t tava longe de Pars, estrangeiro s siuis mura-
c Ibas, e vvia era Roma, que nunca tinha visto, e
< que provaveliueute nunca verei.
As dcadas de Tilo Livio occuparain-mc tanto
i o cerebro durante meus estudos; que muito me
c cuslou depois lornar-mc cidadao do meu paiz,
< tao casado eslava cu com as fortunas d'esses an-
< tigos romanos. Era republicano com lodos os
t defensores da repblica ; fazia a guerra coni o
t senado contra o terrivel Annibal; arrasava a so-
t berba Cartlago ; segua a marcha dos generaos
* romanos e o vo triumphante de suas aguias as
a Gallias ; via-os, sem terror, conquistarem o paiz
em que nasci; ipizera fazer (ragedias de todas
a as estaees de Cesar; c s depois de alguus an-
nos, nao sei que clarao de bom senso tornou-ine
t Franccz e habilantes de Pars.
Ha, porni, uraa pequea distinti a fazer : ,
que era lodos os mancebos d'essa poca tivcrain a
felcidade, de tornarem-se mais larde, por nm cla-
Recife, 2 de julbo de I8fi.1.
Antonio de Castro Alves.
O que vae pelo inundo.
(Conclusao.)
A 29 estabelaceo-se um rdente era frente de
Discurso do 11 vm. padre Ventu-
ra de llaiillr:!. sobre a necessi-
dade le uma reforma do ensi-
no publico, no Interesse da
liiicraliira e da poltica.
pM audite.
(Ev. da 2" dom. da Quar.)
(Conhnuarao.)
Pagansando, pois, a sociedade, essas classes es-
clarecidas a revolucionaram; e a revolucao fran-
ceza. como seus proprios fltlios reconhecem e con-
fessara bem alto, nao seno o parto hediondo do
paganismo da renascenca, que o methodo pagao
perpetuou, e mantin sempre em vigor as classes
esclarecidas, c por intermedio destas na sociedade
inteira (I).
E assim devia acontecer; porque desde a reiwu-
cer.a o paganismo havia sido estupidameate inlro-
duzdo na educacao da raocidade, e jior tres secutos
nao se formaram senao pagaos, mesmo nas escolas
j mais chrislaas ; por todo este longo periodo tem-se
mandado a raocidade christaa formar-se na escola
do hornera, era vez de manda-la escola de Jess
Quisto ; e as grandes verdades, bases c garantas
da ordem poltica, que nossos paes bebiam no ca-
tholiesmo, estao quasi inteiramente apagadas no
espirito do hornera : Quoninm diminuta; sunt veri-
tates u (Bul Iwiiiinum. (Ps.)
Cora esta educacao toda profana, posto que dada
era casas com a insignia da cruz, o que se faz ? As-
sim como respectivamente religiao, segundo a pa- ^ ^ ^ ^^ Franctizcs c habitantes de Pars,
lavra de Santo Agoslnho, que venho de recordar,' Fe|0 ^ UfmK M pa|avras ^^ acabaes de ouvr
iininoUi-se a raocidade ao demonio da inereduhda-, s-() a ||:iIorja fie| de l0l|a a niocidade contempora-
de. rcspcetivanienle poltica se a eutrega ao de: nei (Jue este aut0,. traP((U m sua propria historia,
momo da revolucao. A 8 de Janeiro de 1790 o reitor da universidade
Sim, a revolucao cora o seu horrivel e longo de Pars, o abbade Dumonchel, frente de todos
cortijo de orgias, de assassinio e de sacrilegio, nao' os professores, apresenla-se barra da assenibla
nacional, e pronuncia este discurso, que entrego
raeditacao dos directores do ensino publico : Em
a nosso seio tinlieis vos os -mais sinceros e zelosos
t admiradores. Interrogando dia e noute as som-
bras de todos esses grandes homens, que iinmor-
talsaram as repblicas de Grecia e de Italia, re-
cncontravamos dos monumentos de Alhemas c
de Roma esses sentimentos generosos de liberda-
de c de patriotismo, de que suas cinzas csto ain-
t da abrasadas. Depositario do fogo sagrado, nao
podemos acensar-nos de telo deixailo apagarse
c em nossas maos.
Por sua vez um' confrade de Duinonchol, o abba-
de Gregorio exclamava : 0 genio virtuoso 0
pac da liberdade e das revolucoes. Aristogton
t e Bruto nao foram mais uteis nossa por sou
cxemplo, do que Demostheiws e Cicero' por suas
t obras. Sem os gfORCOfl da repblica das let-
a TRAS, A REPIBLUIA FRA.NCEZA ANDA ESTARA POR
NASCBR. (3)
Eis mais um testemunho nao menos valioso. O
autor do Chotean des Tuileries traca o seguiile
quadro da sociedade franceza no momento em ano
roiiqieu a revolucao: O hornera dos campos,
senao a filha legitima, a consecuencia lgica do
ensino luterano. Hava-se ensuado niocidade,
que o modelo, o bello ideal da niocidade livre e
perfeita s existe nas repblicas de Alhenas e de
Roma ; tinhara-na nutrido na admiraco do paga-
nismo poltico, e no pezar de nao existir esse paga-
nismo. O que aconteeeu depois, pode maravillar
os espiritos lgicos e serios ? ^Vossos Lycurgos de
collegio derrubaram o paiz para resuscitar Alhenas
e Roma, para romper com o passado chrislao, que
havia creado a Franca, e constituido sua gloria e
sua grandeza.
Procuremos, porm, conhecer melhor o espirito
eos modos deste grande acontecimento, nico na
historia dos desvarios dos i>ovos, e a que chamam
revolucao franceza. E para que nao digam, que o
S Muelito i>ara eiicoininodar o forte de Santa estrangeiro nao poderia apreciar impareial c exac-
tanita I.evantou-se era S. Miimelito urna bate-' lamente este lamentavel periodo de vossa historia,
ia o 21, c prximo de Santiago a batera n. 22. vou cclipsai-mc completamente, cedendo a palavra
destinadas ambas a bater os terracos da cidade aos vossos proprios cscrjptores : muguen! podera
desde Beln) at Santa Ignez. allegar suspeicao.
, A 30 armaram-se estas duas bateras e esta- M cmos M autores mais competentes, os
beh-ceram-se embuscadas mais prximas de Sania ^ ^^ ^^ r revoluca0) os que acollieram
A'mita. C0U1 as gaM acclamaces pireneticas, e os que a;
. O general Bazaine completou pouco a pouroa ^ isarain com scus anathemas; com os
linha de investimento pela parle de cima de Pue- ^ unanim(,s depoillienlos, que sobrara para sa-
bia, yior meio de trincheras de pontea fortificadas, ^^ q ^ mas escrupuioso> elles reconhecem
e de obras de campanha ligadas por embuscadas. ^^ ^ Franca nao ostentou-se entao coraple-
Esta linha, parando das obras de Morolos, passa t.(nieme Sa; 1)0nmc sc iiavia revolucionado, mas
por Amallan, egreja de S. llaltliazar raoinho de ^Q^^oa.^ porque se havia paganisado ;
Guadalupe, Sanfa Barbn, Molino del-Christo, e qU(> Q paganism nao ^u da revolucao, mas a re-
A,rTrata-sc de fazer os mesnios traba.hos ao no, ; -gjg-?, escri[(tor celebre, Oo di,
,e de Puebla, tonto quan.o o pcrm.lt.r a neces, * {^ de seu e'spirito, quan.o pela no-
dade de ]ioupar as tropas. Ja se. consegmu ligar ^ ^ Mmeter> 0 VCrdadeiro genio da litte-
por uma trncheira "a posicao chamada do Mxico
Um d'elles ( ro
nwml) nao quera se nao elevar os espiri-
tos at a altura das virtudes republicanas dos po-
vos antgos ; um oulro ( saint-just ) s quera
f importar para Franca a felicdade de Esparta c
de Alhenas; e para tal fim reclamava. que to-
dos os cidadaos trouxessem debaixo dos hbitos a
faca de Bruto.
Este (Carrier) fazia o seguintc voto : que a
mocidade jamis perdesse de vista o braseiro de
Scevola, a cicuta de Scrates, a mortc de Cicero c
a espada de Catao.. Aquello (Rabaud) proptinha
que o estado se apossasse do hornera no berco,
011 mesmo antes do seu nasciinento, maneira dos
Cretensescdos Espartanos. Atcelo dosQuiuze-
Vintes volou pela consagracao- de uraa egreja
liberdade, e pela ereccao de um altar, sobre o qual
devia arder um fogo perpetuo, sustentado pelas
vestaes ; e a convencao inteira decidla, que as
communas da Franca nao deviara ter raas. de en-
tao a vante, senao Brutos e Pulilicolas. (o).
Nao, pois, evidente, que a revolucao foi senao
urna parodia sanguinolenta c burlesca da antigu-
dade classca ; que sabia dos collegios, e longe de
reentrar em seu leilo, continuara sempre a devas-
tar a sociedade, emquanto se ensinar a antgudade
classca nas casas de educacao ? Emfkn, fi>i em
nome do paganismo poltico, e a cxemplo dos seus
pretensos grandes homens, qoe se realisaram as
maiores loucuras e os eriales terriveis desees dias
de sangue. Citarci smeute uma passagem, com-
prehensiva de tudo. Lembrac-vos da horrivel ses-
so de 16 de Janeiro de 17>3, celebrada nao lon-
ge ests lugares sagrados, onde fallo perante inn
dos senhores do randa. Entao, os peiores senho-
res, que o mundo conliecera, diziara, que o inundg
nao tinha mais senhor ; e levando sua insolencia
sacrilega at a faluidade, porque Deus Ibes deixa-
va amontoar criraes vngadores de oulros criftes.
acreditavam ter vencido a Deus ; e porque Deas
os havia abaixado ao nivel do carrasco, applau-
diam-sc tomo teiido-se tornado seus senhores.
Alguns membros deste hediondo senado acaba-
vam de votar a reclusao perpetua do rei. Oulros
levantani-se, e era nome da antgudade romana
pedem sangue. Depois de 18 seculos de cluistia-
Oismo, o qoal liaxia por toda parte fundado a li-
berdade nao derramando senao o seu sangue, que-
rein esses, como os pagaos e os barbaros, cimentar
a liberdade cora o sangue dos outros. A estatua de
Bruto imperan no meio da assembla. Cni delles,
(nao drci nomos, mas cito a acto que elles mesmos
redgiram) un delles exclama, que, a'quererem
contentarse cora a reclusao, deve-se velar a esto-
nia de Bruto c vota pela raorte. Os seguintes Km
a mesma lingnagem, invocam o mesmo nome, fa-
zem sua offrenda de sangue ao mesmo idolo ; e
vociferando o nome de Bruto, arrebatara das i\"<
deste assassinopagao o punhal, com que immolam
u lilho de S. Luiz.
Erara setecentos; bem poucos recuaram peante
a innocencia, solemnemente confessada, da victi-
ma. Foi assim, que era nome de Cato, de Bruto,
degradar os mais nobres coracteres, e aspirar s
almas mais bem formadas o horrivel
de restaurar entre os povos rhristaos as
lentas utopias e os airozes crimes das repobiiea*
pagas. Entretanto, nao coucluirei sem recordar
aqu ahuniilhante I cao, que os mais enrandeades
oimigos da realeza tem dirigido aos reto, a propo-
sito do (pue nos oceuppa.
L'm dia um dos regicidas do destrocado Loiz
XVI (Chaza!), em pleno directorio, exprinr-a
assijn : Nos mesraos, se levaotmos n> ssas froa-
tes curvadas servidlo da monarchi;. f,, per-
que a feliz incuria dos reis con-ieiiliu, que m>*
, formassemos nas escolas de Esparta, Alhema e
Roma; meninos, tinluunos (requenUvlo Lgrmrmt,
Soln e os dons Brutos, e os hadarnos admirado,
homens mi podamos deixar de imila-lo*. Sao
< telemos a estupidez dos ris;na nossa repblica
< tudo ser republicano. (9)
Outros, d'entrc esses furibundos demagogos, 6-
zeram declaraces, que podoss traduzir-se assim :
Sejaraos reconhecidos aos reis e aos padres : foi
< pela educacao classca que nos deram. qoe as
ideas republicanas inocularam-sc em nossos es-
piritos, que o odio dos txrannos enraisoo-se em
nossos cora^ocs, que o sangue romino anda cor-
re era nossas veas, e que podemos faaer o qoe
fazemos.
Taes as exprobaces sanguinolontas, mas bem
merecidas, que a propria revolucao tanrna .1 fac^
dos antgos reis. Permilt, meu Deus que os oo-
vos aproveilem-se da lico, o que importa sua
como nossa salvacao.
Pois que contina-se, por forra de certos oses,
de certos regulamentos existentes, a saturar a mo-
cidade de ideas, principios e doutrinas repubca-
oas, e dexam-se deiois, de que os reis vao-se, e
de qoe a Europa nao mais raonarchista t
Que simplicidade, ou, dizendo mellior, que in-
consequeDcia e queeegueira Anda mato : exipje-
se, que por oito annos os mancebos sejara inces-
sanlcmente expostos a aprender nos autores pagaos
theorias revolucionarias, e punem-se os que tra-
duzein essas theorias na pralica Qner-se, que os
mancebos extasiein-se.perante os exemptos le as-.
sassinatos polticos, e punem-se os que os iniiiam '
Exigc-sc, que o vento da anarchia e do denpreao da
auloridade jamis cesse nas casas publicas deedu
ca^ao, (10) e puncm-se os que deixam-se levar poc
elle at o pooto de conspirar contra a soci>--
dade !
O cu me defenda de querer atlenuar a cut|bi-
lidade dos lilhos da revolucao, que com alicatados
selvagens espantara o mundo e derrubam 1* im-
tenos. O que eu pretendo, , que nao sejam so-
mente declarados culpados, os que os commrUeni.
mas tambera n'uma certa proporco, os que iis-
nam -, e por islo que, como prova-o a historia
coiitemiioraiiea. Deas iuvolve umitas-ven a todo-
na mesma sentenca de innrie. esmagaodo Indo sob
a "mesma punieao.
O que pretendo que, assim como nao .- ten.
direito de gritar contra progresso sempre cre-
cente da incredulidade, emquanto insensivelmeo*"
deposHarein-se os germeus delta no aejMs tos
mancebos por meio da instruccao pagaa qoe se
llies admioistra, taiiibem um engao .pro**^
acreditar, que os rigores legaes por si . [wwswe
obstar attentados. cujas theorias estao ao akanr>-
de todos, cuja glorilicaco livre a qoabpier ouvii
nas escolas do estado.
Finalmente, o que pretendo c, que a revotara.,
esta nas escolas antes de descer aos clnt*: qu.-
all, que a niocidade se afaz ao pensaroeoio dos
alternados polticos, cousa de que com tanta sim-
plicidade se espantam.
Senhor, basta o imposto de dnheiro. e o impos-
to de sangue. que todo o estado obrigado a pe-
dir aos cidadaos para goveroa-los e defemir-to ;
nao se acrescentc o imposto das crencas s dos ros--
luincs chrislaos, era prove do paganismo : im-
posto odioso, lyrannico. brbaro, imposto me raza
alguma justifica, que pretexto alpum coso, eajsr
mesmo lodos os interesses sociaes. o da rrfigiao. n
da ltteratura, e o da poltica condemaam. lili
Semcando o vento, s se pode colher a lonpe-
tade.
(Cotinnai-se-i*v.
padre, um advogado, um medico. Da inassa
deslcs lilhos de cultivadores, que povoavam os
collegios, tresquartos reenlravam era seus lares
antes de ter per corrido Os oito annos consagra-
dos aos estudos, preferindo guiar a relha do ara-
do a cultivar as linguas moras ; mas, o pouco
lempo empregado n'esto trabalho bastava para
dar-lhes ligeiras noces da historia antiga. Ao
serio os conlos de fadas erara substituidos por
narraces, fragmentos da historia grega c de uraa
i-atura e or consecrante digno de cantar o genio
i ,vpi Pi.Line I ,,'.... to"BVu",v ,m.rai poltica sem base. Xao havia grande violencia
adhl-lulquc. rft) ciiristutnismo, o hornera que clcvou-lhe um rao-, _.*__ ,__._,_ ___a.
. Na ...adrugada do i de maio o Jmj0^ nuineul0 iimnortai, e reconcilou-o com a opinio
iicou uraa so.lida de cavallar.a pelo lado de Man- ^^ ^ ^ geno |Wa QS ^
canillo, mas nao pode forrar as nossas l.nhas. ^^ ,,>s,a,lol(>r.a nftS cos,ames. Chateau-
AO DIA DOVH DE JIXDO.
Versos rccilades em uma reraiio de esludantes
Habanos.
PARTE PR1MEIRA.
O captivo.
Que cu tao negro.Qne tao negra a trra.
Rngndo rola-se o Irovao no espado...
Falanges negras de chumbadas nveos
Raos vomilara n'ura medonho abraco...
Na trra perdem-se ao linr de ferros
Entre solucos mil sentidos cantos,
E ao soih do cedro qoe os machados tombam
Chora o captivo amargurados prantos.
Do rosto msenlo Ihe goteja a lagrima
Que as ervos torra do queimado chao.
Procura a esposa que lhe mostr o filho...
0 cu troveja e lhe respondenao.
Um suor fro Iho passou nos membros...
No corpo a vida para sempre canea. .
Cahiu por trra, mas lembrando o filho
Com os labios birlos repetiuvinganca.
Nem poude ao menos abracar a esposa
Na hora triste de seu passamento.
Sao-lhe sudario da mangucira velha
As folhas seccas que lhe alira o.vento.
S tem por prantos o gemer tristonho
va ventana que rugindo passa.
Triste epopa do guerreiro foite
Quo emim, captivo fez a raorte escassa...
E aps...Um dia a solucar nos ferros
Passa o fllliinho pa senil mangueira...
E passa o triste sem saber ao menos
Do patriy turtKMO ter passado beira...
nina, w i* -*- " 7ITtr(in,. templos c o restabcleca nos costumes, Chateau-
. Durante odia ^">^*" brhmd no.ou, que a legislaco da revolucao nao foi
kanas e as nossas nos reducto* oi e JO, para ^ ^ ^ ^ seus ^^^ sen-o uma cma
mexic
o ei.terran.ento den.ortos e troca de prisioncires. dl an, idade ^^ um composto extravagante
D aqui resullou urna suspensao de hostilidades des d cddas madiS ^ emprestimo a Esparla,
de o raeio-dia at s duas horas e nie.a. Lm aju- ^ ro u-ar| im nos
dante de campo do genera. Ortega vera como par a- hu.^ ^ J^ ^J
mentaro pedir-me uma troca de prisioneiros; o que, jj^ q ^^ ^^^ indignando.se a vista
euacceitei. f sob um governo chamado
Emquanto durou a suspensao d armas, muttos ao ."e *- " r^ .
oflieiaes mexicanos vieran, aper.ar a mao e comer- restaurador, exclamava .
c que havia juntado algum dnheiro, mandava seu
f filho ao collegip, na intcncao de fazer d'elle ura J de Pompeo e de Scevola, calcando aos ps toda a
justiga e todo o pudor, e desfarcando a cobarda
t uestes ranos ue cumvauores, que povoavam os comlembrancas de. collegio, nandaran ao cada-
a collegios, tresquartos reenlravam era seus lares falso o mais honesto das homens, e tundas res.
que melhor denionstiavam o coraeao paterno da
realeza christaa.
O mesrao se deu a respeito de todos os assassi-
natos polticos, desde o de Galeazo, duque de Mi-
llo, no XV secuto, (6) at os que em nossos dias
ensanguentaram c consternara.n a Italia. Todosjfo-
ram inspirados pelos mesmos excmplos, (7) todos
foram conimellidos sombra dos mesmos nomos,
e foram glorificados sob a mpressao das mesmas
rccbrdacoes. (8)
Estes fados lgubres nao tora necessidade de
corauentario ; por si dizein mais, do que os mais
eloquentes discursos, sobre o triste poder do ensi-
no classico para transtornar todas as cabecas, para
desvairar lodos os espiritos, falsear todas as ideas,
niustravam-sc desejosos de ver
sar com os nossos;
terminar a guerra.
t De noute continuou o entrincheiramento cur
prehenddo ha direccao de Santa AniU, e levantou-
sena altura de Santiago uma batera que, na serie
da direita, touiou o n. 11.
O estado sanitario do cor|>o expedicionario
excellenle ; a febre amarella anda nao apparcceu
em Vera-Cruz. Todos os nossos feridos, que vejo
muitas vezes, vao bem, e entre os amputados s
dous suecumbirara at hoje.
Os trabalhos do caminho de ferro rctomaram a !
sua aclivdade. Reorganisaram-se as offleinas de
la Pulga, e agora contara uus 600 operarios.
. Era Lama de Malto mandei collocar duas com-
pauhas da legao estrangeira pera os proteger. A
va est colloeada em 4,200 metros, os atorros con.
cluidos tem 9,100 metros deextenao. A obra de
madeira das duas pri.neiras travessas da ponte da '
Soledad, est assente. A madeira est quasi toda
aparelhada. S falta o ferro, do qual a maior par- j '
te de Nova-York tem sido retardado. Segundo o
rclatorio do engenheiro em chefe, o caminho do
ferro nao pode estar concluido at Soledad antes
de 13 de junho ou mesmo do Io de julho. N'aquel-
la poca suspender-se-hao os trabalhos em conse-
quencia das chuvas. pois preciso renunciar a
esperancadechegar at Chiquibite autes da estaejio
invernosa.
t Acabo de convidar o engenheiro cmehefe para
concentrar todos so seus exforcos na ponto de So-
ledad, e ordenei ao commandante superior de Ve-
ra-Cruz que lhe foruecesse os meios para trans-
portar para Soledad os materiaes precisos para a
conslrucfao d'aquello ponto.
ote
Nossas escolas retumbam com as oracocs do
cnsul contra Catilina, contra Verres, por Milao;
com as harengas mentirosas de Tito Livio, c as
. ficcoes de Quinto Curcio ; ao passo que os dis-
. cursos, os combates, as virtudes de nossos paes,
> nao parecera cousa digna de saber-sc.....Preten-
1 de-se formar subditos para a monarcha, fallan-
do-lhes s de Alhenas e de Roma ?...
Um outro esenptor (M. Ch. Nodier), cujas vistas
sobre a historia contempornea sao ajustadas,
disse :
t A revolucao franceza nao foi senao a reprc-
.( sentacao de nossos estudos de collegio. Os mais
< antgos d'entrc nos referiam, que na vesperados
novos acontecimentos o premio de composicao de
rhetorica se havia debatido entre dous arrasoa-
dos, ao modo de Sneca o orador, em favor de
Bruto Velho c Bruto Moco. Eu nao sc, quera
levou vantagem aos olhos dos juizes, se o que li-
nha morto seu pac, se o que tinha morto seus fi-
lhos ; o que sei , que o laureado foi animado
pelo regedor, affagado pelo primeiro presidente,
j em passar de nossos estudos de collegio aos de-
1 bates do Forum e guerra dos eseravos. Nossa
' < admiraco era previamente htjpothecada as ins-
t tituirocs de I.iicurgb e aos tyrannos dos Panatlte-
tifos : s disso se nos havia -fallado. (i)
Ougamos ainda as declaractes dos que tomaram
uma parte activa nos crimes d'essa poca de de-
mencia.
Um d'ells diz-nos bem alto ( br.ot ) : Ou-
t tr'ora, nos bancos do collegio, obedecamos aos
i tyrannos, mas admiravamos em segredo a Bruto
e a Chercas. Um outro ( dipuis ) em um ac-
cesso de delirio demaggico, repea ao morrer :
Eu era republicano antes da revolucao, as con-
(5) 0 ultimo historiador demcrata da revolucao
esumiu o seu espirito nestas iwucas palavras :
antigui-
resumiu o seu cspir
c A imitacao feroz dos republicanos da
dade era o ponto de vista, que dommava duran-
c te a revolucao.
Mi*).
(Michelet, Femmes de la rvo-
'(6)"Eslc principe foi morto no dia de Natal, em
na egreja, por um mancebo de 18 annos, cuja ma-
ma
(1) E' de notar tambem, que os rhetoricos, os
acadmicos c os homens denominados pelo onthu-
siasrao da ltteratura classica, com honrosas excen-
ecs nutrem sympathias bem determinadas pela
revolucao ; que, por nao conspiraren! nas fzes da
sociedade, nao deixam de ser, cora suas mximas
e ideas, conspiradores contra a ordem publica ;_e
que o nao seren revolucionarios pela accao, nao
ewluc que o sejam pelo espirito e peloxoracao. E
como nao, se inipossivel nao trazer do estudo do
latim, fcito sobre autores republicanos,, um gosto
decidido pelas repblicas antigs, e nao concebor o
desojo de ver resuscitada aquella,- eraos pretensos
hroes e admirada historia, tanto toraro. preco-
nsados!
(2) Com a renascenca (escreve uma antro tes-
lemunha) o espirito re'publicano da antguidade
t reapparecc na Europa; a democracia sahtu dos
t collegios. Desde o XV scalo a instruccao scien-
t tfica nao teve seno duas fontes, Grecia c Bo-
111a, paiz republicano por cxcellencia, foro natal
do regicidio. (Pages, de l'Ariege, Du Reg-
cide.)
(3) No mesrao anno, em que M. de Boufflers
pronuncia va o seu discurso, o (ladre Cerutti pu-
blicava tres odes imitadas de Horacio. No pre-
faci exprime-se elle n'estes termos :O espirito
literario produziu o espirito philosophico; o es-
c pirito philosophico produziu o espirito legislativo.
t Eis em tres palavras toda a genealoga da revo-
luciio. ( guamo ).
(ij Foi o collegio ( diz B. de S. Pedro,) que
t produziu a revolucao, com todos os males de que
t ela origem. Nossa educacao publica altera o
t carcter nacional. Corrompe os mancebos, en-
sinando-lhes a sempre fallar e nunca obrar, a
ver honrados os bellos discursos, c naoremii-
t neradas as boas accoes. Povoa seu espirito de
t contradicoes, insinuando, segundo os autores que
se explicara, mximas republicanas, ambiciosas
e desnaturadas. Tornam-se os homens chrislaos
t pelo cathecismo, paq&os pelos versos de \ rgiho,
c Greqos ou Romanos pelo estudo de Demosthenes
ou de Cicero, nunca Francezes.
t O effeito d'esta edacacao tao va, tao contradic-
torta, tao atroz, torna-Ios por toda sua vida
Talladores, crueis, engaadores, hypocntas, sem
principios, intolerantes... Os mancebos so leva-
t ram do collegio o desejo de ominar o primeiro
>'lugar ao entrarem na sociedade... Vendo que
t seus estudos de nada podera servir-lhes para con-
seguir o fim, a mor parte acaba por uma ambi-
t cao negativa, quo procura abater tudo quanto se
% eleva, para oceupar o seu lugar : eo espiritado
secuto. ssim. todos os males sahem do colle-
1 oto. (DEBHABOH M SAOT-PUJRRS. W P0STH ).
icio sen raestre de rhetorica havia exaltado
cora o cxemplo de Bruto, e que a morrer declarou-
so satisfeito por ter com um crime sacrilego poro-
hado a gloria de Bruto.
7) Ninguem ignora, porque todos os tornaos
publicaramofacto qu famoso Gallenga, mem-
bro do parlamento de Turin, havia formado o pro-
jecto deassassiuar o re Carlos Alberto, e que neste
intuito havia elle ido ao Piemonte. Ora, um lal
o Campanella, seu pancgyrista. diz-nos : Gallenca
c era oriundo da Oirsnga, nascido Bruto, crescuto
Bruto Bruto decidido. Bem longe de excita-lo,
, Mazzini fez-lhe objecces, e Bruto foi inabala-
< vel E o proprio Gallenga, em uma carta do
! de novembro 4e 1856 reconheceu o crime, que
se lhe tem imputado, deplorou-o, eassignou como
causa estas solemnes palavras, que conviria aos
principes e a certos ocelesiastcos nao esquecer :
< QkTo grandes sdo os vicios de uma educacao,
que trabalha para temperar-nos o corariio com as
' virtudes romanas, e que exige depois, que as almas
ferientes dos mancebos possam discernir a distancia
que dece hacer entre a thcoiia e a pratica Que os
educadores da mocidade aproceitemm o cxemplo, e
mndem de liiujuagem.
(8) Em outubro de 1837 a Italia del Poplo pu-
blicou estas horriveis linhas : t E' tempo de que
homens como Bruto, em nomo do mesmo prin-
cipio, cumpram a mesma missao, ioexoravel, fa-
t tal. J Pianori e Agislu Milano comecaram a ca-
c deia desses hroes, quedcsembaracandoarevolu-
t cao dos lacos do doutrnarisrao, a levara para o
t raro caminho lgico, o que pode conduzr a sai-
vaco. Elles eahiram, mas sua gloriosa empreza
t ser contada no numero das mais bellas accoes
da historia contempornea, e seu nome sera co-
. rao o som da trombeta guerreira, pelo qual o
mundo ver, se a Italia arada dorme, ou ja dcs-
pertou. Serohvmnomte salvara a Italia, tor-
nada independente, uma, republicana I
Nao claro ? "( mine, Iicges, tnttlbqite,
(9) Ura outro escriptor iosoofOSki (a anttH- Dnade historque)i'*tiiMMi*oa nos seguinli-> h-i
moa esta inconseipiencia dos lempos antgos : Por
uma singular inconsequencia, os monarctuis ,
seus ministros, quenado conservara aotoridath
' absolala, deixavam que a soockbde ri-e.-brtS
rana enearao republicana. Thesaislaeko, -Vrio6-
1 des. Kpami'nondas, Soln. Cicero. Codo, Ciori-
- nato, Scipiao, eram os modelos, que s-- ll- prf>-
punham. Os res applaudiam Bruta A- lk.>>di-
sabios da antguidade espalbodas por psnlsolra-
ductores, as legslaces de Es|iarla. de Alhenas
ede Roma, coniineitadas por politicos esHasrri-
dos, haviaui acabado de mudar as ideas, o rarac-
ter c a linguageni. A* instituirte eram mimar-
i raicos c os habitas republicanos. As pretencow e
1 s previlegios eram aristocrticos, as opinio>s e
. os costumes tornavara-se democrticos. Os ad-
1 vogados, todos os homens de lettrao, roso aUrmn
i fundaineiilo, os escrcventt% mais obscuros.
1 demencia, nao podiam conceller a raz.V> por
ipie nao seriara elles tambera Lycurgos e rr-
ros. ___
(10) 1 One esses classicos era farrapos poocnop
t ser conspiradores pi-rigosos ? Sim, intcJonom-
- te sim Sao elles que tornam vossa mocMOne
sceptca, incrdula, ingovernawl. Acoiwrifcwi
t as revollas de collegio, como a.> sedico-s da roa.
Proclama a desgraca e a vergooha da serwdfc.
isto , da obediencia, a gloria da in.-mrreigsyo
c direiloda toreo, a xintidade da viclorii.
vilhae-vos agora, de que tudas as sy
t desta niocidade sejam, pelo que resiste, pelo
t amonta o governo Evoquemos nos je
daces de entao ; n>s a vimos, a >ori Franca
< desse lempo atravessando em untes akfres sV
ras da capital, sitiando as proximidades da ea-
niara, cohrindo con. suas apupadas a v. *>
oradores realistas, e conduzindo em triuiupoo o
. general Foy, Manuel ou Beojaran tuustaat
(Vebvorst.)
(11) O governo de julho tere, sofce-se-o, a um
razio de aler-se ao monopolio universitario* a
ponto de faltar a sua promessa de liberdaik d\> eo-
sino, uma dascondices de sua existencia. >ra,
eis-aqui como o autor da Km d- Cemum IM*
Romiei ,) prefeito no reinado de Luii PbiKppo, os-
tigmatsou este monopolio de s.-us m-stres. e *
brados de desespero que sollou, proposito* Mo-
te condicao, em que o ensino da l mvers*ieui-
locou a Franca. Salvo a injus^derteeseriptor
attribuindo s'a L'nivcrVdade as derostaroe ev
ensino, que foi quasi por toda a parte o meso, as
linhas seguintes sao e-tieias de senso e verfcnk
. Depois da criso de 1811 s se enroara *-
baixo das ruinas urna raca hnrgueza ednrado o
t culto universitario, isto , na pirase non.
Emquanto vlver a geracao presente nao sen
t possvel fundar cousa alguma, porque i-ara fun-
dar alguma cousa, que dure, raisler tprasnw-
c les, entre os quaes se a furnia, i-slejam prepsra-
dos |ra a idea do estabeleciroeoto. Ora sisi-
versidade, as escolas primarias, osjefaoos a
propria familia, educarara a Rcraca. os *
modo tao singular, que nao lhe I poi
. satisfeta com insliluicao alguma. Ape
cidos, ensinaram-nos o alheismo.
1 se parece, nutriram-oos de sarcasmo 1
1 mas contra todo o poder.
c Preparara-nos o espirito smente na tacoMa-
1 de de abaixar o que alto, de levantar o oso e
baixo. Deram-nos por edncacaoo tamsodoy
1 consolida, coroando desde nossos
, nidos os Ihemas que celebravam
f A desordem de nossa educacao,
, disposta com perfeito cuidado para pre
. falso nas ideas da infancia, e a
. mocidade, creou, por toda asno
as insoluveis dilDculdades, el
< mos. No huido do ropooso^ ajos
burguezia susurra um volcao
1 a aftga-la com suas lavas,
c o abysmo ; e a powd compoi
1 oiw isjo emaregma. eso o o ** .
. onUna o seu serrco a despeno de acronltafm
seus patrSes, tme tooram porar os oooirom
PEBSAntW:0.-PTP. WM. F- MF. IMJ
x.