Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10120


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Full Text
AMO XL. ROMERO 18.
Por tres mezes aflautados 58000
Por tres mies vencidos 6$O0
Porte ao correio por (res mezes. 5750
!T?,->4 JU.
't
SABBADO 23 DE JANEIRO DE 1864.
Por anno arliantado. .... i9$000
Porte ao corrcio por un anno 3$W)0
DIARIO DE PERNAMBUCO.
KNCAIRKADOS DA Si'BSClUPVO XO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marque! da Silva; Araratv. o
Sr.A. de Lomos Braga; Can. o Sr. J. Jos de
D'.iveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
E.NCARREGADOS DA SITSCRIPCAO NO BOL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins 4 Ga.spariuo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinca, Cabo e Escada todos os dias.
Iguai assa', Goyanna e Paraliylia as secundase
se?:tas-feiras.
Santi Antao, Grvala, Potorro, Bonito, Caruaru',
Altuiho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareih. I.imuoiro, Brejo, Pesqueira
togueira, Flores, Villa Bella, Tacarata', Calrob,
Boa Vista, Ourieury e Exu' as quartas feiras.
Serinliaein. Rio Pormoso, Ta mandar, Una, Barrei-
ros- Agua Prea e Piraenteiras as quintas feiras.
Una d > Fernando todas as vetes que para ali sabir
na v o.
Todos os estafetas partem ao ','j da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Quarto ming. as 5 h., 18 m. e 20 s. da m.
9 La nova as 5 h., t: m. e 60 s. da m.
18 Quarto rresr. as 8 h., M m. e H s. da t.
2:i La cheia as 7 h., 43 m. e 11 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e ."i minutos da tarde.
Segunda as 9 oras e 18 minutos da manh.a.
j PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sui at Alagoas a 5 e 2o; para o norte at
a Granja 7e22 flecad mez; para Fernando nos
dias li dos mezes dejan, toare., mam. jul, sel. enor.
. PARTIDA DOS OMMlCS.
Para o Recife : do ApipactoS As 6 A, 7, 7 '/?. 8 e
18 Vi da m.; de Olinda 3 8 da ra. e 6 da larde; d''
Jaboat.no as 6 '/2 da m.; do Caxang e Vanea as 7
Ida m.; de Bemnca as 8 da m.
Do Redfe : para o Apipucos s 3'/,, 4, 4 A, 4 '/2,
I, 3 '/i. 3 i/ e 6 da tarde; para Olinda s 7da
Imanhaa e 4 "A da tarde; para Ja boa to s 4 da tar-
do; para Carhang e Varzea s 4 '/i da tarde; para
I Bemnca as 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAE DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 hors.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do couiiuercio: segundas s ii horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SIMARA.
18. Segtmia. 8. Leobaldob.; S. Athenogenes m.
10. Terca. S. Canuto rei m.; s. Ponciano n.
20. Quarta. Ss. Fabiao p. e mm.
24. Quiota. S. Ignez v. m.; s. Patrocolo m.
22. Sexta. Ss Vicente e Anastacfo M
|3. Sahbado. 3. Ildefonso are.: S. Emerencia f
24. Domingo. S. Temotlieo b.; S. Metello m.
no Recife, era
us. 6 e 8, do;
Faria & Filho.
ASSIGN'A-SE
a livraria da praca da Independencia
propietarios Manoel Figueiroa d
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PARTE QFHCiAL.
GOVERNO DA PK\!!NC1A.
Expediente de dia 20 dr Janeiro de 1841.
Oflicio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao capitao do Sr> batalho de Inmutara Aurelio
Joaquim Pinte, que vai destacar no termo de Flo-
ros, mande V. S. abonar o qiiantilativo que fr
sulBciente para o transpone de sua bagagem na
marcha que vai fazer desta capital para aquelle
termo.Coranmnicou-se ao brigadeiro comman-
datite das armas.
Dito ao mesmo. Remello V. S. a inclusa fa-
lla ein d; prcala das vantagens qu; competen ao
coronel chefe do estado-maior da guarda nacional
dos municipios de Olinda e Iguarass Francisco
Joaquim Pereira Lobo, relativamente ao lempo de-
.-orrido de 15 de agosto al 31 de dezembro do
anno prximo passado, para que independentemen-
te do visto do respectivo cominaudanle superior Ihe"
mande pagar a importancia de senielbantes venc-
mentos.
Ditoao mesmo.Nio ha vendo inconveniente man-
de V. S. pagar Manoel Figueiroa de F. & Filho a
quantia de 66A39U, proveniente de annuncios man-
dados publicar no Diario de Pertutmbuco, pelocon-
sellio administr, livo, no trimestre de <>utubro
dezembro do anno prximo passado, como se vi?
da conla junta era duplcala, que para esse fim
me foi romeitida pelo presidente do mesmo cou-
selhn era oflicio de boje sob n. 6.
Dito ao director do arsenal de guerra.Visto
que o menor Manoel Luiz Gomes Ferreira por suas
molestias nao est as circunstancias de ser ad-
railtido na companhia de aprendizes desse arsenal
como informou o cirurgiao que o inspeccienou
deixe V. S. de alstalo em dita companhia, licando
sem effeito o offlcio de 12 do correnle a que allu-
de o seu desta data sob u. 215, a que respondo.
Dito ao commandanle do corno de polica.
Mande V. S. apresentar 2 soldados da scelo ur-
bana do corpo sob seu commando ao capito do
porlo, aflin de conduzirem prnsenra deste os
jperarios calafates destinados para o servico do
arsenal de marinha.Communcou-se ao capito
du porto.
Dito ao capito do porto. A' V. S. ser apresen-
jado o recruta de marinha Manoel Antonio Bsstos
da Silva para ter o conveniente destino de|>ois de
inspeccionadoCoramunicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao coronel recrutador.Mande V. S. pdr
era liberdade o recrnla Gabriel da Cunta Caval-
canti, que provou isenco do recrutamento.
Dito ao director das obras publicas.lnleirado
de quanto Vmc, expoz em seu oflicio do 14 de de-
cembro do anno prximo passado, sob n. 253, re-
lativamente as ruinas que appareceram na ponte
do Urumzinho, teuho a dizer em reposla, que
man le fazer por adrainistracao, conforme indica
no c lado oflicio, os colicortos de que precisa a
mencionaila ponte, atienta a urgencia delles, cer-
tu de que nesta data recomraendo a thesouraria
provincial que nao pague ao respectivo empreitei-
ro a ultima prestaco do seu contrato, senio de-
jiois de resolvida a qoeslao de serem ou n5o taes
concertos feilos por elle.Olliriou-se ao inspector
da Uiesouraria provincial.
Dito ao juiz de direiio de Sanio Anlo.Nao
tendo apparecido concurrentes aos officios de es-
envao prvativo do jury e execucoes criminaes
dos termes de Santo Antao o Escada, como consta
de suas ommunieacoes do 1 de dezembro prxi-
mo (Indo e 4 deste mez, mande Vmc. po-los de
novo em concurso, e remeta copia dos editaes
jura serem aqu reproduzidos.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1" districto
da freguezia de Maranguapc. -Re>pondendo ao of-
licio de 17 do correte em que Vine, me commu-
nica que ipresentando-se naqnella data na matriz
dessa freguezia para organisar a junta de qualil-
caco, deixou de assim o fazer por su ter suscitado
a duvida de ser ella composla com os novos elei-
lores ou com os da cmara ltimamente dissolvi-
da; tenho a dizer-lhc que constando de aviso do
ministerio do imperio de 9 deste mez, baver a c-
mara dos deputados approvado os novos eleitores
dessa paiocliia, deve Vmc. convnca-los e reunir
referida junla no dia 2t> de fevereiro vindouro,
que para sso designo, e proseguir nos respectivos
trabalhos, tudo de conformidad com a iei, e as
d*posicd Dito a directora do Iheatro de Santa Isabel.
Declaro directoria do theatro de Santa Isabel,
em iliferimento a pretendo de Miguel Candido de
Medeiros Pinto, que a este conced permissao para
dar bailes de mascaras no mesmo theatro |>or 4
das e sob as condicoes propostas pela inesma di-
rectoria en sua inforraaclo datada de 18 do cor-
rente.
Portara.O vice-presidente da provincia atten-
dendo a<< que requeren o juiz de direito da comar-
ca de Calirob bacharel Leocadio de Andrade Pes-
soa, resotve conceder-lhe 3 mezes de licenca com
venciinentes na forma da lei, para ir provincia
do Cear.
Dita.O vice-presidente da provincia, atienden-
do ao qce requereu oprofessor publico de instruc-
cao elementar da villa de Flores, Luiz Ignacio de
oiivera Jardira, resolve conceder-lhe um mez de
liceuca com vencimento, para tratar de sua sa-
de, o qu.il dever ser contado do dia 7 do cerren-
te.Conimuncou-se ao director geral da instruc-
ce publica.
Eiaediente ilo secretario d geTerno.
Oflicio ao brigadeiro coramandante das armas.
S. Exc. o Sr. vice-presidonte da provincia autori-
sando ptr despacho desla data o concert das roar-
quezas das guardas de palacio e da thesouraria
inunicar V. Exc. era resposta ao seu oflicio de
19 do correle sob n. 113.
Despaches do dia 20 de janeire de 486).
ffi/iifrintrntoit.
Alcxandrc Ferreira dos Sanios.Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do P."
d'Alho.
Ernesto Odilon Maciel Monteiro.Indeferido era
vista da inforinac-riu.
Francisco Alv'es Pimentel.-Iuforirie o Sr. Dr.
ch-fe dt polica.
Conejo Jos Joaquim Camello de Andrade.
Passe-se.
Jos Fernandes Monteiro. Informe o Sr. direc-
jor das obras publicas.
Miguel Candido de Medeiros PintoConcedo
permissao para dar os bailes de que traa, urna
vez que observe restrictamente o supplicante as
cundieres indicadas pela directoria do theatro na
inforinarao por copia junta.
Manoel Francisco de Souza I-cao Informe o
Sr. juiz de paz mais volado da freguezia de Igua-
rass.
VMal das (bagas Coelho. Provc o que allega.
EDITAL.
Secretaria do govnrno de Pernambuco, 20 de Ja-
neiro de 18ti4.
Peta secretaria do governo se faz publico, que
, por falla de concurrentes se acham de novo em
concurso os ofhVios de partidores do termo de Cim-
bres, ereadea peta lei provincial n. 604 de '.i de
maio de 1861, acumulando um as funecoes de
contador e ooutro as de distribuidor.
Os pretendentes devem presentar mu reqneri-
menos no prazo de 2 mezes, contados desta dala
6 inslriidos na frma do decr.lJTn. 817 de 3 agost de 1H.M e do aviso n. 232 de :I0 de dezem-
bro de !8ot.
O secretario de governo,
Dr. Francisco de Paula Salles.
8
REP...KTIC.10 DA POLICA.
IU:SI Mi 00 KXI'KDIKNTE KEITO PEL.V SKCIIKTAUIA
DE I'OI.ICI.V, 1)1 U.VNTi: O MEZ DE DEZEMBRO PRXIMO
FIN DO.
IMem itrigUot. Xumeros de oficios.
Ao pn Mele da provincia .... I.ti
| Ao < da ivlaco..... i
Ao con mandante das aunas. 2:1
Ao chele de polica da Parahyba. 6
Ao t dcjtio Grande do
Norte. 3
- de Maranho. 1
Ao do Piauhv ... 2
Ao das Alagoas. 4
Ao c da Babia. ... 2
Y do Rio de Janeiro. 1
A* de Minas Geraes. 3
Ao juiz de direito do Cabo. ... 4
Ao de Olinda. ... 2
Ao c de Goianna. 2
A<> de Flores. ... 4
Ao a da Roa-Vista. 2
Ao de Garanhuns. 1
Ao 1 do Rio Formoso. 4
Ao do Sanio Antao. 3
Ao c do Bonito. ... 1
Ao t c de Nazareth. 4
Ao de Pao d'Alho. 4
Ao def^trob. 4
Ao juiz municipal da pr >ira vara 2
Ao f de Ouricury. 4
Ao do Brejo. 4
Ao de Ipojuca ... 2
Ao de Barreiros. 2
Ao- < de Iguarass 2
Ao do Buique ... 4
Ao prou otor publico do Recife ... 8
Ao cnsul dos Eslados-Unidos.... 2
Ao inspector da thesouraria de fa-
zend;........... 4
Ao inspector da thesouraria provin-
cial .......... 2
Ao insp clor do arsenal de marinha 2
Ao com Lindante do presidio de Fer-
nn lo. ,....... 4
Ao com mandante do corpo de poli-
ca............ 5
Ao commandanle da fortaleza do
Brum........... 4
Ao comn 'andante da companhia lixa
de c ivallaria........ 4
Ao provc dor da Sania Casa da Mise-
ricordia.......... 2
Ao capitiio do porlo....... 2
Ao agent da companhia brasleira do
vapores.......... 4
Ao gerente da companhia costerra de
vapor.......... 3
Ao engenheiro fiscal da illuminacao a
gaz .......... 4
Ao fornecedor dos presos pobres da
rasa de detenco....... 1
Ao adiniiislrador da casa de deten-
cao........... 56
Aos delegados da provincia..... 351
Aos subdelegados da provincia. ... 36
Ao capito Jos Joaquim de Barros
noiniado delegado. 4
Minutas de odlcios........ 502
Portara de nonieacao...... 4
Officios reservados....... 24
Partes d arias......... 31
Despaches de requerimentos. ... 184
Registros dos meemos...... 184
Passaporles.......... 185
Registro dos passajiortes...... 185
Lcgitma Registros de legitimantes...... 9
Parles do registro do' port..... 99
Ofllcios registrados....... 256
Reeistro de ttulos de delegados. 15
Registros de ttulos de subdelegados 18
Passes da via frrea....... 46
Copias de diversas pecas offlciacs 63
Lancanieiitos de conlas...... 18
Assenlam -utos de criminosos captu-
rado.,., ......... 21
Lancalientos no livro dos culpados. 13
ndice do> mesmos........ 43
Assentanientos de crimes c factos no-
taveii.......... 25
Assentainenlqs de remitas..... 27
Asseiilamento's de desertores. ... 42
Extracto das parles diarias para jor-
naes.......... 75
Vistos em passa|K>rtes...... 138
Mappas di; crimes e factos notaveis. 3
Mappas de supplelorios..... 3
Mappas de criminosos capturados. 1
Mappas e crimes julgados definitiva-
mente.......... 2
Borroes d9s mesmos....... 9
olas de emolumentos...... 23
Portaras :m favor de liarles. ... 3
Certidoes........... 4
Termos d; nanea........ 1
Malrieulas de vehculos...... 4
Busca............ 4
Soinraa......... 2896
E.MOU MENTOS ARREC.AOADOS NO MESMO MKZ !
De passaiortes........ 37>ooo
De legitiniaces........ 8280
De certidoes......... 44000
Portaras ;m favor das pxrtes. 3000
De nutrir ilas de vehculos. 1120
. Termos df llanca........ 14000
De busca.-.......... 200
Son una......... 3874600
1 __________
Secrelaiia de polica de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 11(63.
O secretario,
l.duardo de Sarros Falcao de Lacerda.
INTERIOR.
RIO OE J \M-:ilRO.
ASSEMBLEA (.ERAL
i vri \n \ itOS SKKIIORES
UKPUTADOS.
com; xsao da sf.ssao de 23 ou dezembro.
kleicXo do maiu.nhao (2o districto.)
Unir Analmente era discussao o parecer da 1'
commisso de |>ederes sobre as elei^es do 2o dis-
triclo da provincia do Maranho.
O Sr. V anoei. Joaquim : Sr. presidente, tendo
apenas lie je tomado assento nesla casa chegando
do interior da provincia do Rio de Janeiro, nao me
foi. possiv;| estudar a ordem do da e entrar no
exame da; questes importantes da eleico do 2a
districto to Marauhao. Observo, porm,' pelo pa-
recer da Ilustre commisso e pela representacao
do candid ilo da opposicao, que os documentos re-
lativos a etsa cleicao reduzom-se asadas eleitoraes
das dona parcialidades pleiteantes, e nessas acia?,
como natural, una atllrma o que a outra riega.
Cada um dar pos a essas assercoes o valor que
entender dever dar.
Os candidalos da opposicao infelizmente abando-
naran! a sua causa. Um achava-se na provincia
do Rio-Grande do Norte exercendo um importante
emprego de commisso: o outro, que assistia na
provincia, nao se aprsenla no parlamento e nao
vem defender os seus direilos.
I'm Sr. Depi'tado: porque linha consciencia
que nao era depuiado.
O Sr. Manoel Joaqlim :Assim pode ser. Mas
pode lambem esse lacio ter outra explicacao. Quem
sabe se o homem acanhado, se esta desanimado,
se inimigo das lulas.
Seja como for, desde que a esla casa chegam
quelxas tao clamorosas conlra urna eleico, e o
candidato vencido nao tem o direiio, pelas dlsposi-
(8es do nosso regiment, de ter ingresso, disposi-
cao que me parece bem pouco conveniente. |>orque
s a um da o direito de ser ouvido, a justica e a
equidade pede que alguem lome a defeza desse can-
didato. E eu que j fui victima de igual calaslro-
phe.....
O Su. Saldanha Mahimio e oltros :Igual
nao I
O Sr. Manoel Joaqum :Igual sim, de nao po-
der ser ouvido.
Um Sr. Deih tado : -Teve aqoi os melhores ad-
vogados.
O Sr. Manoel Joaquim :OtiUmos, excellentes,
mas s do meo lado politice, do numero dos meus
particulares amigos. E eu desejei ftr defensores
que nao lossem acoimados do parcialidade, e che-
' a procurar alguem que fosee de animo mais
imparcial c sobranceiro, mas a resposta foi
no pos.
O Su. Mello Franco :Esse tempo i se foi.
OSn. Paes Rarreto :Muitos do lado opposto
votaram |>elo nobre deputado.
O Sr. Manoel Joaqum :Sim, de certo nao me
faliaram caracteres nobres e altivos desse lado, que ,
sem ao menos me conhecerem pessoalmente vota-;
ram pela legitimidade dessa eleico. E semprc na '
memoria tenho e assignalado favor de V. Exc.
Um Sr. Dentado :Foi justica.
O Sr. Manokl Joaqum : E junio de V. Exc. sen-
tava-se um nobre e generoso carcter, cuja recen-
te perda a provincia de Pernambuco sent, e a le-
dos nos contrista (apoiados), o Sr. Sebastlo do Re-'
go Barros, que com V. Exc. igualmente volou. E' '
urna prova de que tenho sempreem lembranca esse
generoso comportamento de V. Exc.
As interrupeoes arredaram-me do raeu ponto.
Se, como disse, estou baldo de estudo e privado de
documentos para poder entrar no exame das elei-
| coes do Maranho, e tenho de me guiar pelo exa-
me da Ilustre commisso, tambera pelo respeito e
1 consideracao que votoao carcter dos Ilustres ca-
valleiros que estando na provincia pleilearam de
perto a sua eleico, um dos quaes merece sobrelu-
I do a rainha estima pela nobreza e dignidade com
que se portou nos teropos da adversidade, .nos 14
longos annos de nossa proscripeo poltica, poripe
na adversidade que os carcteres se exaltam ese .
distinguem, comportamento que Ihe tem atlrahdo
a estima e o respeito de seus concidados (apoia-
dos) ; se igual consideracao me merece outro can-
didalo, a quem de perto nao conheco, mas que se ;
eleva no juizo da opinio por um extraordinario:
talento, e pelos brilhantes dotes do seu espirito, j
certo como estou de que caracteres taes se nao |
queran) apresentar nesta casa com urna eleico;
acounada dos defeitos que se Ihe allribuem, vejo- ]
me todava toreado a affastar-me do parecer da il-
lustre commisso na parte em que manda proces-
sar as mesas paroehias das diderenles eleigocs que
ella dominou duplcalas.
Esses processos, Sr. presidente, seriam a coali-
oaojte das lulas que eu desejo ver acabadas e ter-
minadas com a causa que Ibes deu ergem. Ter-
iniiuii a eleico, cousumio-se o nonio de discordia,
unanio-nos todos em tira pensamento de paz, c n'ura
s amplexo cuidemos todos no bem do paiz, cada
partido no seu posto, desempenhando a misso de
. que est encarregado.
(Ha diversos apartes.)
' Sr. Manoel Joaquim :Eu louvo e applaudo,
Sr. presidente, a animadverso que esta augusta
cmara manifesla contra as duplcalas. Sao lie-
gaes, sao subversivas do systema eleiloral e da ver-
dade do rgimen representativo, e quanto basta
para serem condemnadas.
Mas quem sao os autores das duplcalas, quem
as aulori MM, quem as sanecionou ? Seria o povo ?
Foram os estadistas, foram os que se dizem conse-
I Iheiros do povo, foram os ministros, foram os pre-
sidentes das provincias, foram emfim todas as au-
toridades que para ellas conduziam e guiavam o
povo I
Mandem-nos votos, diza um dos nossos csladis-
tas a urna influencia cleitoral, mandem-nos votos,
' e nos ei os apuraremos I
Nao eram por ventura as autoridades policiaes,
os juizes de direiio, os juizes municipaes, que por
ordem do governo iam presidir e authenticar essas
duplcalas, iniromellidos assim no processo eleilo-
ral como verdadeiros phosphoros ?
O Sr. Aragao e Mello : Agradeco V. Exc. a
delicadeza com que me trata.
O Sr. Manoel Joaquim :Eu nao trato de nin-
guem em particular; censuro o governo que taes
ordens dava aos juizes de direiio, e que os manda-
va collocar no topo as mesas parochiaes flscahsan-
do as eleices.
O Su. Aragao p. Mello : Mas ento nao eram .
phosphoros.
O Sr. Manoel Joaqum :Como taes nessa posi-!
ao os considero.
O Su. AiiAC.Ao e Mello : Mas V. Exc. fallou em
geral. '
O Sr. Manoel Joaquim : J dei a satisfa^o que
devia ao nobre deputado, e nem eu sabia que V.
Exc. era chefe de polica.
O Sr. Aragao e Mello : Quando cu nao fosse,
devo pugnar por umaclasse inleira.
O Sn. Manokl Joaqum : O nobre deputado in-
siste desapiedadamente contra um orador que pola
primeira vez sobe a esta tribuna, quenenhum Ira-
quejo lem das lulas parlamentares, e que viveudo
ha muitos anuos pelo interior da provincia nao pas-
sa de um completo matulo I
Vozes : Nao parece.
O Sn. Manoel Joaqum : -Senhores, est termi-
nada a lula eleiloral, vollemos Indos vida parifi-
ca, vollemos todos ao centro da familia brasleira I
Anda ha pouco todo o apparalo bellico de urna
eleic/10, todos os odios desencadeados, todos vocife-
rando o queixandose contra o systema cleitoral,
all a fon;a e a violencia, all a corrupce e a des-
moralisaco, e como se isto nao bastasso venham
ao cabo de ludo os processos judicaes,abram-se os
carceres. Para quem, senhores ? Para o povo I |
Porque ao povo que se manda proeessar, os jui-'
zes de paz, os cleilores, as mesas parochiaes In-
feliz povo I Anda ninguein nesta casa se lembrou '
!de mandar proeessar um presidente de provin-ia,
I um chefe de polica, um subdelegado ; a persepii-
cao s votada contra as mesas parochiaes.
(Ha alguns apartes.)
O Sr. Manoel Joaquim : Pois os presidentes de
provincia nao mandara fazer duplcalas? O Sr. Sil-i
reara da Molla quando presidente do Rio de Janei-'
ro que responda I Esse presidente al ofllciava a '
cmara municipal do Piraliy aconselhando-a a pre-
ferir as duplicatas eleico legitima no acto da
apuracao. Eu assisti a esse acto o vi ler o oflicio. j
As duplicatas passaram em julgado nesta casa,
foram autorisadas e sanecionadas, e no enlamo boje
como de sorpreza mandase proeessar aquellos que,
1 nor.inr.-s e Inscientes, anda pensavam que du- que to versado nenia materia, sabequacs sao as
pncata era una cousa boa queixas que em geril se fa/.em nos diversos pal-
sciinoion, minia gente acredita que .19 duplica- zes que lem a ventura de viver sob o rgimen re-
as sao -opa inicia da conoiliaco. Antigamenle presenlativo.
mperava o Trabuco, o ccelo, etc., depois nos bellos O Sa. Mello Franco :Qual o remedio ? pro-
lempos da conciliaco apparereu a duplcala. Nao ponha.
hriguemos, disseram os conciliadores, nada do ca- O Su. Fi -rtaoo :Quem nao tem consciencia de
becas quebradas, poupemos os nossos vultos, faca- ser depuiado, retire-se.
mos camarariamente as nossas eleices, edepois, OSn. Presidente:Discutamos a eleico do
conforme o governo e conforme a maioria, sppro- Maranho.
se urna ou outra. E de conformidade com este O Su. Manoel Joaqum : Sim, senhor, vou aca-
pacto parece que marchavam as cousas I Como, bar com isto. *
pois, que de sorpreza se vai estender sobre urna Nao examinarei lodos os artigos de accusai o
provincia Inleira esla vasta rede de processos, e apresentados pela commisso, porque nenhum enl-
isto quando, senhores? quando essa provincia est les otferece um indicio sequr vehemente para o
OSn. Manoci. Joaqum:Mas elle assislio a du-
plcate.
O Si; l,Eir\i da Cumia :Keeebi antes da e4ei-
eao representar oes locaes no sentido de ser fetla a
eleieao 110 Buniy, e nao uo Corralinho : allego-
se-me entre oulr.ns razSes a de ser mais fcil aos
novos da paroclua coneorre en anhga mairiz do
que a projeelada, que seja dito de pasgem, ca-
pella de urna fazenda particular, ime deve rereber
as honras de matriz, por motivos bem aiheios as
conveniwiciasjiubhcas: e lendo e ouvido acerca
da representadlo nao s a um digno magistrado
que all estiven, e que se achava na capital do
Maranho, como ao reverendo diocesano, resotri
en, vespera de urna eleico de senador processo que pretende' fazcVinsmuVa'r -I>eciaro SffZtgZ IfSSgl ZfSffiA'
(.alcoleios nobres deputados o effeito que em que vejo fallas, vejo irregularidades, mas crimes possivel quei.uo>se eupandar meTtorma^o^
tal conjuntura ya, produzir semelhanle ordem ou criminosos nao vejo. du fazer a ele ,- ii'! no Currabnho mal dtn
E demals, senhores, rigorosaraenle fallando, nos Nao omittirei, porm, um dos arligos que multo ao meu acto precedern.1 as c'ireumstanria^ raann
Pm0^d*nanC-US'";Au f0,mulad0S *ela *" "no sorprenden, eaquelle que manda 'proeessar las, pode aK^
missao en nao vejo motivo para se instaurar um o miz de paz que nao quiz vollar para a freguezia a planos politices a me demais se nao mstumaai
Lerei alguns desdes pontos. fL) ve.ha efcz a le.co na nova. Harta .dous anuos f^^SSS^SSSSn^
os soldados pouco mais ou menos que urna freguezia linha mu- '
!0 dado de sede, por urna lei provincial, saneciona-
Acha arommissao inverosmil
chamados para guardar a urna
que
se apossassem no
polticos, a que demais, se nao eostamam
iencia de si?
agorao-noa-
Decida-o a cmara; decida-o mesmo
rado deputado pelo Rio de Janeiro.
depulado pelo 2" districto
aturalmenle lomar parte nes-
vez cmara intormacfies
assuinplo, que eu nio posso-
prsenle documento algum a
,inoa-. semelliaiite respeito, sendo mesmo apianado de
u sr. Manoel Joaqum : -Esta retirada do juiz Tena o presidente junsdiccao para fazer seme- sorpreza, porque me era imoossivel prever an-
de paz peder anda ser aecusada de fraqueza, de, Ihanle cousa bouvesse alguem que neste recinto impugaasM e-
tobard.a mas crime nao O Sn. Furtado :-As condicoes da lei nao esta- se e outros incidentes da eleico do Maranho I
r.^riSnADO:"Naohouve ,al cousa' nao se ; vam saiisfeilas Passarei ao segundo ponto-da aecusacao. Pare-
fez tal eleico. | OSn. Manokl Joaqum Embora, a le tinhasi-! ce incrivel, Sr. rresidente, uue houvesse
O Sn. Manoel Joaqum : Diz ainda
coragem
.jer.; doexecutada, e o presidente a nao podia suspen- para illodir-se, para illaqcar-se a boa f de quem
i ..l\. veJ,n,si0 inverosimilhanca. O que isto der. balem disto, meucollcga, foi s na occasiao qur que fosse, cjino o foi a do nobre deputado'
revela que os homens se conlentaram com a vic- da eleico que o presidente se lembrou que as con-! S. Exc. lia de daqu
ra. nao qnizeram proseguirle nem perseguir ad-1 digoes nao estavam satisfeitas ? Nao vio elle^ que j quem com tanta deslealdde o obrigou a>r (orinu-
a pouco tal vez agradecer a
A historia
versarlos qae cediam o poslo
nos muitosstlestes factos.
O Sn. Furtado : -O campo das possibil
vastissimo.
O Sr. Manoel Joaqum : Pois porque nao foram
airaz do juiz de paz segue-se que elle nao fosse des-
alojado e fugisse Accusem-o de fraco.
0 Sr. Ottoni : Manda-se proeessar nao por fra-
co, mas por valente de mais.
O Sil Manoel Joaquim : Fugindo, logo que se
vio em segnranca ou nao perseguido, enlendeu que
era juiz de paz e que podia instaurar nova mesa
em outro lugar com os seus mesarios I Poderia er-
rar, mas isto fundamento para um processo man-
dado instaurar por esta augusta cmara 1
na fornece- se poda dizer que a eleico ahi se mandava fazer lar aqui um cap tulo de aecusaco sobre assumpto
para proteger una parcialidade, quo prepondera- em que o simple* bom sonso nao enxergaria senio
ibilidades va nesse sitio alias lo distante da parochia ? motivo de louvor a mim
O Sr. Furtado : -Se V. Exc. livesse
topographia do lugar nao dira sso.
O Sn. I.eitao da Cunha :O honrado membro
esla fallando na materia sem conhecimento della,
est provando quanto a sua Wa f foi Maqueada.
O Sn. Manoel Joaquim :Nao aecuso ao nobre
presidente.
O Sn. LeiTAO da Cunha :Nao qur aecusar e
entretanto poe-me como acolylo ou cmplice des-
tas irregularidades.
O Sr. Manoel Joaqum :Creio que estou offe-
recendo occasio ao nobre deputado de se deen
idea da. Peco toda a attenco da cantara para o qoe voo
dizer, porque talvez as observaedes que (a
encerr toda a n inha defeza com relaco a
Na rainha opinio o crime est em mandar sol- der de acrusaedes que bem podem ser injustas, e
dados e baioneas para o centro da igreja. O que! que acredito que sao, mas que nao deixam de ser
tem os soldados com a eleico para se entender que; graves, e das quaes espero que o nobre deputado
nao |M)de haver eleico sem soldado I O governo se defender cora o talento que todos Ihe reconhe-
tem muito receto que nos nos esmurremos, que j cemos.
quebremos as cabecas I Deixem o povo esmurrar- OSn. Lkitao da Ci niia :Neste sentido agra-
se, deixem-o quebrar as cabecas, nao inlervenha o! deco-lbe muito.
governo, que do meto dessa futa, do meio desses : O Sn. Manoel Joaqum : Nao tem de que, e an-
combates sahir a verdadeira expresso do voto tes Ihe agradecerei eu se V. Exc. attender ao meu
popular, java o qual o syestema representativo nao pedido,
seno urna mascarada irrisoria O Sr. Leitao da Cunha :V. Exc. mesroo ha
Se a forcvfr alguma vez de mister, o juiz de de maravilhar-se quando ouvir a refutaclo, e en-
paz qne a depreque, a elle cumpre manter a or- to se convencer de quanto abusaram da sua
dera e nao aos emissarios do governo.
O Sh. Furtado:V. Exc. est dando como pro-
vada a existencia de urna torca que I nao estafa,
esl f intasiando.
OSr. Manoel Joaqum : Ah estoas informa-
ba f.
O Sn. Manoel Joaquim :Eu quoria terminar,
mas a benevolencia do nobre deputado rae leva a
oferecer-lhe outro ponto de aecusaco, que igual-
mente reputo grave, e consiste na suspenso dos
ces das autoridades, e sabido que auloridade quatro vareadores da municipalidade apradora da
nao anda sem forra, mxime era terapos do eleico. eleico, as vesperas dessa apura^-o, por um cri-
OSr. Furtado :Quera que urna cidade como "me que se diz ter mais de dous annos de exs-
Caxias eslivesse sem soldados ?
tencia.
OSn. Manoel Joaqum : Estojara nos quar-1 O paiz estranha este fado ; e se elle nao fr ex
teis. plicado dar lugar a que se
Senhores, as assercoes deste juiz de paz sao
continuadas pelos signatarios da acta ; sao el les
alguns homens ordinarios, alguns ps raspados ?
O Sn. Furtado :Nao digo isso.
O Sh. Manoel Joaquim : Se nao sao, se mere-
cem crdito, elles pem em duvida a acta adversa.
Un Su. Deputado :Isso nao duplcala,
urna eleico simulada.
O Sn. Manoel Joaqum :Diz ainda o parecer
del. A commisso deu multo valor a isso, eu nao
Ihe dou, desculpe-me ella.
que se pergunte porque so
ento se desperlou ozelo da administracao.
OSr. Leitao da Cunha :J pedia palavra.
OSr. Manokl Joaqum : .tpplaudo muito, por-
que o Maranho tem adquirido una triste celebri-
dade eleiloral em actas falsas.
O Sr. Furtado : Protesto contra isto; apenas
um grupo que tem praticado all estas fraudes.
O Sn. Manoki. Joaquim :Em urna poca em
que se pode dizer que o paiz esl toda ligado em
una s idea, em um s pensamento, em que" os
partidos se entendern! e se deram as mos e o
Antes tem muita for^a para mim o ver quatro, pronuuciamento foi quasi unnime, esses meios
juizes de paz, quatro cidados qualilicados, e todos violentos e extraordinarios excederiam o requinte
empenhados na luta eleiloral, desejando o trium- da maldade. .Nao, senhores, o aclual governo nao
pho des seus amigos, fugindo ao mesmo tempo e empregon, nao precisava empregarmeio algum de
abandonando a eleico. violencia era una eleico que nem seriamente se
Fugiram todos jior cobarda? Abandonarla o Ihe dispulou.
povo aos seus juizes de paz, a lodos quatro ao mes- Se tal minha convieco, votemos unnimes a
mo tempo, perderiam de repente a confianca que, eleico do Maranho ; mas para que a volacopos-
nelles tinham quando os elegeram para seguirem sa ser unnime, mister quo so supprima* a or-
farei se
relaco a admi-
nistracao do Maranho e concluso do pleito clei-
toral.
Senhores, o nobre deputado que me preceden
disse que a provincia do Maranho se tem celebn
sado em lutas eleitoraes, a que deu logar a que
o meu nobre amigo deputado pelo districto da-
quella provincia lizesse urna reclamacio moito ca-
bida ; porque nao justo que urna provincia ia-
teira carregue com as culpas de raeia duzia de cri-
minosos, de raeia duzia de reos de polica (moito
apoiados), digam )-lo assim; porque nao sei qoc
outra classilicaco possa ter quem tem deseido at
a falsificar actas, tirinas e documentos de toda a
natureza I
Entretanto, a favor dessa gente infelizmente nos
pedio ha pouco o Honrado deputado um bil de in-
demnidade.'
Onde, senhores, ir parar este paiz se as don-
trinas que ba pouco expenden o honrado membro
a respeito dessa gente pudessem adiar guarida nes-
ta casa f
Onde iramos parar se a cmara dos senhores
deputados, se o governo nao fulminassem com to-
do o rigor das leis esses actos immoraes que se teero
praticado as nossas eleices?
Entendo, pos, que o nobre deputado deve recon-
siderar no quo ha pouco nos disse, sem duvida na
melhor boa f, a qual sou o primeiro a reconhe-
cer-lhe.*
Nao prosegure. porm nestas consideracoes-ge-
raes, para reduzir-rae ao ponto da aecusaco do-
honrado deputado que me preredeu.
Sabe a cmara que em 1861 apresentaram se
aqui com legtimos diplomas tres membros eleito
pelo districto da provincia d Maranho e quan-
do mal se espera vi, sem que ninguem o pensasse.
surgi das tretas, surgi dos antros do crime, osa
papel intitulado diploma, que conferia poderes a
quem a provincia do Maranho nao podia en-
lao reconhecer como seu representante. (Apoia-
dos.)
Esse quarto diploma fra o instrument do cri-
me que tres verca teres e tres supplentes da en-
mara municipal de Caxias praiicaram, expedindo-o
depois que a inesma cmara havia conferido com
todas as solemnidades legaes os poderes de depu-
tados pelo respectivo districto aos distinctos Srs.
conselheiro Furtado, Dr. Gomes de Souza, e Vi-
riato.
Submettido esse importante assumpto delibera-
cao da cunara dos deputados na sesso de 1861,
resolveu esta reconhecer deputados aqnelles tres
ravalheiros, julgando irrito e millo o tal diploma
ao subdelegado e irem procurar juiz do paz na vi- j dem de processos contra os vencidos. conferido ao 4* cidado que appareceu nesta casa,
zinhanca ? Espero que a nobre commisso adoptar a mi- e deliberou mandar responsabilisar os vereadores
O Sil C. Ottoni :Aqui nao ha subdelegado c
nem delegado, ha eleico.
O Sr. Manoel Joaquim : -Nao se zangue V. Exc
comigo. Em qualquer outra queslo eu me lou-
varia no juizo de V. Exc, mas agora nao posso
deixar de defender a causa do amigo que nao tem
defensor.
Nao se podera antes suppor que estes juizes fu-
nha emenda, c muito prazer teria que ella se dig
nasse aceita-la como sua.
Vem mesa, lida, apoiada e entra conjunta-
mente cm discussao, a seguinte emenda :
Supprima-sc a ultima concluso do parecer
Manoel Joaquim.
O Sr. Leitao da Cunha : Sr. presidente, nao
fatigarei a attenco da cmara : limilar-me-hei a
1.
giram por torca maior I |tor isso julgamo-nos au-: tomar em consideracao os dous pontos do discurso
ti irisados a mandar proeessar a homens que tem do honrado depulado que acaba de sentar-se, nos
um diploma popular como nos ? | quaes S. Exc. pareceu querer inslituir urna aecu-
Senhores, em taes assumptos o rigor imprati- saco contra actos offlciaes que na qualidade de
cavel, o mal tem urna raz muito profunda, que presidente do Maranho pratiquei com rclacjio
tem invadido todo o terreno cleitoral. Qual de nos cleifo qne all teve lugar ltimamente,
peder dizerna minha eleico nao ha defeitos, Ainda ha dous dias eu disse nesta casa que nao
eu sou deputado genuino ? discutira semelhante eleico, e s me defendera
Mutas vozes : Muitos, muitos.
(Ha muitos apartes.)
O Sn. Manokl Joaqmim : Bem, senhores,
de qualquer aecusaco seria que aqui sume flzes-
se. Eslou boje no mesmo proposito ; nao s por-
que os meus honrados collegas deputados por Mi-
retiro a expresso, mas evoco os manes de um do as o pelo Maranho refutaro sem duvida o que
nossos estadistas mais eminentes, de um homem
que ao sen grande carcter poltico reuni todas
as virtudes do homem honrado e religioso,fallo de
Paula Souza I A ex presso nao minha, era delle
em vista do cahos de nossa legislac/10 cleitoral I
Esse homem eminente disse, c eu fui seu echo,
quem em vista de urna tal legislacao podo dizer
que genuino representante da opinio publica 7
Vozes :Muitos, muitos.
OSr.M\noel Joaquim :Bem, senhores, esque-
cerei tudo quanto sabemos do nosso processo elei-
loral, esquecerei tudo, mas perguntar-vos-hei, nao
a qiialifiraco a base de todo o nosso syslema
eleiloral, e ha qualilicacao no paiz, alguem impor-
ta-se com ella 1
Callam-se, Sr. presidente, e porque ?
acaba de dizer o nobre deputado que me proce
deu, o primeiro na qualidade de relator da com-
misso cuje parecer impugnado, e o segundo
cora os conheciraentos especiae5, de que.em dela-
nte dispem, sobre a eleico do Maranho, como
porque entendo que me esqueceria da minha dig-
nidade pessoal e do cargo que ainda tenho, posto
que sem exercicio, de presidente daquella provin-
cia, se lomaste em onsidcraco asarcusaces qne
se me tem feito fra desla casa, qur atienda a
inepcia dellas, qur s qualidades dos seus au-
tores.
Alm disso a minha posico de presidente impde-
me perlas reservas, com as quaes nao se compa-
decera a liberdade com que eu desejaria discutir
a eleieSo do I*districto do Maranho. Relevo por
O Sn. Prksidkntk : Nao o interrompem, porque i isso o honrado membro que me precedeu que eu
eu ped attenco I me liinile, como disse, a defender-me das argui-
0 Sr. Souto :O nosso silencio um solemno ces que aproare S. Exc. fazer-me ; logo ouvra
protesto conlra as suas asseredes. I naturalmente de outros a repulaco completa do
OSr. Manoel Joaqum :-Sr. presidente, o que iui* Q erradamente faz daquella eleico.
acabo de dizer nao tem novidade ; antes de mim Accusou-me o honrado depulado por haver eu
tem sido dilo nesla casa por mais de cem boceas
eloquentes. Entre nos nao ha legitima qualilica-
ean, os partidos nao a pleilam. E quando a plei-
teara, que queixas se nao formam dos provimentos
a tal respeito ?
vista disto, sem atacar a eleico de alguem,
direi que todo o nosso processo cleitoral est in-
cado de graves vicios, e qne nao com proces-
sos e perseguidles que ha vemos de remediar esle
mal.
I'm Su. Diputado : Ento acabemos com o sys-
tema constitucional.
0 Sr. Manokl Joaquim :K o mal nao s<> do
Brasil, nao somos nos os nicos que nos queixamos
deste mal.
0$n. Presidente :Peco ao nobro deputado
que se rinja materia em discussao.
OSn. Manoki. Joaquim :Sim, senhor. c nem
preciso acabar o que tinha a dizer, porque V. Exc.
determinado que a eleico da parochia de Burity
se lizesse naquelle lugar e nonj Curralinho, parii
e supplentes da cmara inunicipal de Caxias, que
Ihe havia remedido Ilegtimamente o diploma re-
jeitado.
Eis aqu o fado sem a menor alteraco.
Na forma do estylo, a dehberacao da cmara (01
remedida ao governo imperial, e este, por aviso de
11 de maio de 1861, dirigido ao presidente da pro-
vincia do Maranho com copia do parecer appro-
vado pela cmara, mandou proeessar aquelles ve-
readores e supplentes.
O meu antecessor, a quem essa ordem foi diri-
gida, encarou a queslo como negocio de expe-
diente ordinario, isto determinou simplesmeeue
ao juiz de direiio da comarca de Caxias que pro-
cessasse aquelles rereadores. Digo que o pres-
deme tomou este negocio como expediente ordina-
rio, porque quanto a mim devia S. Exc. eooiecar
por suspender os indiciados delinquentes na forma
da lei.
Creio que aquelle facto nao podia entrar na or-
dem das aecusaces communs: era ufa facto gra-
vo e extraordinario, porque tinha origem em urna
deliberaco da cmara uos deputados; e, pois, en
nao me limitara a determinar ao juiz de direito
3ue precessasse os vereadores; t-los-hia suspen-
ido logo.
Mas como qur que seja, o meu antecessor man-
dou apenas processa-los. O juiz de direito, que
nao sei se era poltico, mas que dizem no Mar
nho que o era, fose por esse motivo ou por 00-
110, nao poz diligencia alguma nesse processo, co-
mecou por declarar presidencia que nao podia
instaurar o processo aos indiciado deliquentes sem
ler prsenle o diploma rejeitado pela cmara dos
deputados, e em que se achavara as assignaturas
dos vereadores acensados.
Nao quero apreciar essa exiganoia do joix de di-
reiio; direi sement que nojulgoque tal diploma
fosse peca mpreschdivel para instauraeo do sum-
inario, desde que era notorio em Caxias quem
eram os laes vereadores acensados, e devendo elles
ser ouvidos no pr;iso de lo dias em que podiam
oppor as"exci'pces que quizessem. facto, po-
rm, que o meu antecessor pedio para aqui o tal
1 .o!"a". V Pro32~l! dcselembro diploma, e nao Ihe tendo sido remettido, por moti-
vo que nao quero apreciar, nisso flcou ocumpri-
mento do deliberaco da cmara de 1861, continu-
ando os vereadores aecusados em cxeicicie da c-
mara municipal de Caxias I
Assumi a administracao do Maranho no dia
M de junho do correnle auno, o havendo-se pro-
cedido s eleices primarias e secundarias em 0
de agosto e 9*de setembro, me vira eu elogiado,
nao por omf parcialidade poltica que podesse ser
averiada de suspeila, seno pela propina opposi-
cao, que confessara pela imprensa que depon
18:ti> se nao vira no Maranho oleicao lo livro co-
mo .".do anno correnle!
Nio me embalavam, porm, os cantos da seria \
bem onxergava eu, envollo naquelles mal disfama-
dos elogios, o plano da apuracao, sem embarac..
de 1861 transferir a sede da parochia. Quiz o
honrado meinbruenchergar nesse acto da presi-
I deiieiajiim plano eleiloral, fazendo-se assim echo de
quem sem o menor escrpulo o obrigou a triste dc-
leta que acaba de fazer da eleico do 2o disti irlo
do Maranho.
S. Exc. vai ver romqttanto desembaraeo foi illa-
aneada sua boa f.
K exacto que aquella transferencia foi resolvida
pela lei provincial alludida; m: s lambem eerlo
que, fazendo a mesma lei dependente a mudanca
da reatisaco de certas condijes, nao estavam el-
las ciirnpriilas, romo ainda nao sto hoje, quando
loine a deliberaco impugnada; e tanto que, con-
tra o que disse o honrado membro, a inda resida
em Buril; o vigarioda freguezia.


Mario le Pernambuco Sabliado 93 de Janeiro le 184.
da provincia, das dnnl
oaitosicao mandan arranjav por
(amentos ijuc submetti ; commissao um sera
moro ilo irregularidades 8 ampios
,Airai-tos dos documentos, o quem nosouvisse or-
co-
rao
na, nao presidio regularmente a eleiQio *1 i matriz,
no da !f al as levanten a sosso; oque convocou os volantes para
o Rosario no mosno dia ai I borne e iros imarlos
c!a lardo. E s por que allega, sem especia al-
da admwistracao
tis falsas uno a opnoste,
USerentcs naraehias com os olhos filos as man .
ras das cmaras munieipaes apuradoras do. quo correra fogosamente esta amarga rellexao .
Jisnunha, sondo urna dolas a do Caxias, sn que, mo 6 que um cidadao distmclo pelo sou gra_
ItraEavam as mesmos vereadores que cam* peto alto car que oecupava, too, a coragem de Rama do prova que ***** repel l.ram do-
ra dos deputados mandara processar I aner-se solidario cora os ugaraates om breas tao vemos innoeentar a duplcala Po, edeu em boa
-es ferinos, aimroximande-se a poca da indeconles como uio algunas destas suppostas le r>sc juiz r K-.fn-. i ,.
apmacao dos voios cuidos para depuladosgerae, elciroes? I Sr. presdeme, um estadista hoje fa lec.do *.
no segundo disrirto eleitoral da p.!ovncia. S cor- O Sr. Ieitao da Ccnha: -Muito bem, mu lie emuite H tem repetido, que em lempos de ele -
tandoea iros:,, peto dissabor de ver eapedirem-sa bem. |8as sos^iani-se as garantas da^ra eitaami-
sido eleito,com prejuizo de quem obtivera o mais mero de irregularHadee, esorevi o menos que rae das acias bisas tem fono suspender as garantas do
completo e honroso triunaho, entend que repte- feipessivel para justificar o parecer, que
sentara na presidencia o mais triste papel se, en- paasaria sem debal, bem a meu penar. 8b. Manoki. Joaqum .
laudo om minlias nios avilar que a cmara de I Este pesar se dtssipou momentneamente
s autores das duplcalas.
. Manoel JtiAiu i.m :Ento i
entendi bom senso o do pudor.
O Su. Maxuel Joaqi'im :E quem a causa,
hoje mea collega 1 Nao sao por certo os juies do paz.
Caxias"pratcas'st~proterva sebante, me emba-! ao entrar na casa : ouvi que o parecer seria ligo- \ O Su. RUMOO :Multas vetee sao riles
racasse con. o temor pueril de censuras que nun- rosamente combatido, mas por quem! Certa- OSa. COnon:-O parecerpropon que se pro-
ca me iMhleriam fcrir no e once i to dos hornees ta meato ponaei por quem acrediossc na nstica da cesMosautore
bem, que o nico com que costumo importar-m,
e, pois, exped a segunde portara em l 'I
teuibro do correnie anno :
Nao se lerdo eilecuiado at hoje a responsjj-
bilidade que o goverao imperial mandn eujel-
lar, por deliberaco da cmara dos deputados o
aviso de II de maio de l%i, os vereadores 0 su-
plentes da cmara municipal da cidade do Caxias
que neese anuo assignaram e expedirn illegin- nossi
mmente diplomas ci.lados que nao foram e 1-
tao reconliecidos deputados pelo pader competen-
te ; e enviudo nao deixar impunes os delinquen-
tes e evitar, na queslo sujeita, os perniciosa
efleitos do menosprezo daquella suprema delibera-
ro, um dos quaes pode manfestar-sc na reinci-
dencia do delicio da mesma especie, agora que a
predita cmara municipal lera era esreumstanciss
causa, certeraente pelos correligionarios do can- O Su. Mamb. Joaqum : Entaomanttoprocessar
idato, se Ihe enxirgasscm sombia do razo. De lambem aos que vierem aqu com diplomas falsos.
serte que o silencio de todos os conservadores que OSr. <. Ottoni :E por que nao ? Nao me
aqu se acham por si argumento poderoso em consta que estoja nesta casa alguem com diploma
favor do parec. Mas 0 que eu nao esperava, falso, e sabe-se que s.io cousas diversas diploma
Sr. presidente, o que me cansan a terceira emocao duplicado c diploma falso. Pela duplicacao e res-
de petar e de sorprc, que (ossemos combatidos ponsavel o collegio ou cmara aparadora ; pelo dt-
pelo meu lllostre amigo, que no enumo aceita as ploma falso o portador o a |>essoa que Cabricon o
ejnedidas milagrosas por aquellos devotos,
nao deserem da bengao que receberam as
ni
que
mesillas.
Hoje no Poco da Panella levanta-se bandei-
ra de Nossa Senhora da Sado, cuja fesla lera lu-
gar no da 2 de fevereiro proxi no.
Segundo disposicao do art 10 das instruecties
de 28 de junho de 18W e de varias decisdes do'go-
verno imperial, ,ipjrovou S. Evc. o Sr. presidente
E com tudo, por qj i que as genios se novom
com o naseiiuenii) obeonro do Ulho de um pobre
liomcn da Juda /
Por que que os reis largam os seus estados e
vio ver o roeem-nascido em lamanha indigencia
e tanto desamparo f
Por que que Ofa pastures se viran desluinbra-
dos por urna grande clarida le '
Por que que no co resplandecen urna brillian-
o procedimunto que leve o juiz de paz presidente tlssima estrella f
dajunU de qualiiicaeai'i da l'rejuuzia da I tamb, i Porque que nos ares se ouve urna barmonia
abrindo, numeando e rubricando un livro espe- celeste, romo de vozes de anjos, que entoan o
cial para o processo da re visa 3 dos votantes da. nymoo Gloria Beta MI alturas, t na trra paz
mesma freguezia, visto nao ter cmara inuuici-: aot honu$i quem M>: quer bem *
pal do Goianna remeitido paraesse lim o compelen-1 Por que que a esta ora em (ola a ,-liristanda-
te livro. de os bomens repelen unisono o hymno dos aa>
Por ter provado isenoiio legal, mandou-se por jos ? ;
em liberdade o reernta Gooealo Jos Barreta Por que esta alegra, este elvwoee ?
Sobre proposta do ebefe de |iolicia foi nomea- Por que que pobres e ricos, humildes e gran-
de delegado do termo do Labo, o hachare! Jos des, sabios e ignorantes, todos jubilosos, sadam o
titulo falso.
E torno a verificar com magoa, que a eleicao Se este ultimo caso se apreseniar pode o meo
conservadora do Maranhao esta indefesa, por collega contar o meu voto para decretar-se a res-
quanto o meu noble amigo nao contesta a legiti- ponsabilidade.
mdad,: dos tres diplomas .'ipresentados, e smen- A outra (reguezia de (|iic se oceupou o meu li-
te, por um movimenlo generoso, mas, jermitta-mc lustre amigo e a do Burily, cuja cleuao, feta re-
diz-lo. mal entendido, pretende innocentar adver- giilarinenie, pretende a opposicao annullar por ter
garios que oafeadetam as lei, o que os seus corre- sido decretada a mudanca da sede da freguezia
ligionarios entrega ii aos tribuuaes, sem duvida para Curralinho. onde ella opposicao diz ler ceie-
H s de' 186i'Vilp'iVcals de collegios eleiio- por cr,-r que seus actos nao tein defeza. brado a sua duplicata.
raes) de apurar es votos oblidos uatimamente M Mas. Sr. presidente, se o nobre deputado aceita Das mtormaroes da presidencia aogovcrno,mul:
segundo distrioto para deputados e membros ila as conelosdes da oonmissao, se nnicaniente se le- to ntnueiosas sobre esto ponto, consta que. a le
asseinblea provincial; o presidente da provincia, vantou para pedir cmara que nao mande pro- provincial nao tinha sido anda cxeculada que a
usando da faculdade que Ihe confero a le i de :i ile ceesar os autores de duplcalas Conde-imadas, po- sede da freguezia anda nao eslava mudada. Mas
outu! dei-do exercicio de suas funeces e mandar w- entrar no mame das etoieSes primarias, fregu- abas consta tambem foi decretada con.o Bm de
pousabilisar os vereadores da cmara inuniri| al ziu por freguezia, r mostrar a lioaf com que pro- proteger certos inlcresses e influencias locaes.
da cidade de taxias h'austino Fernandes da Sil' a, cederam aqaeltes, cujas eleiedes se eondemnam '... >>'z- porm, o presidente da provincia que mu lo
Pretxtalo Jkis da Sil'a, Joaquim onalves \a- H Sb. Maxokl Joaoiim : Emendo que nao de-
chado e Joao Henriques do Nasctmento, es quaes, vemos reyularisar as eleieoi-j no nosso paiz por
' meio de procseos.
OSr. Liitao da O'sha : -V. Ev. confunde ir-
Uonzaga Uacellar.
Tendo na quarta feira pela maiihaa sabido
deste porta para o da Parahiba o patacho inglez Wn,
com o mesmo carregamento de baealhao (|ue Irou-
xera de Terra-Nava para nosso porto, encalheu na
pona da Iba de Itamarac poucas bragas distante
do que deu i costa ha o dias, ss i horas da tarde,
estando o dia claro e o tempo hora.
Apenas constou isto, a guardamoria da altando-
ga e a capitana do porto lizeraui seguir para o lu-
gar do sitiistro aquella o hiate l'yrilainp e urna
catraia rom em pregados e soccorros, e esta urna
nasrimento dolilho de Mara e de Jos ?
E' quo boje nasceu na cidade de David o
i Salvador quee o Ubristo Senhor.
Euvolto en panno o em desprezivel manjedoura,
acharam os reis o.Menino.
E este menino o Enviado e o Filho de Deus,
o rmao de todos os homens, o primognito
entre muitos Iranios.
Vem para pregar e ensnar com a paiavra e
com o exemplo, e e-lo all, no seu pobrssimo pre-
sepe, i ensinar os seus irmaos, logo ao sahir do
do ventre materno ; ei-lo alli dizer' bemaven-
turados os pobres, bemaventurados os mansos,
catraia com o pratico mor.
J chegaram em barraras 150 barricas, que fo- bemaventurados oh que choram.
rain salvas, dlzendo-se que taires se safasse o pa- E elle' chora, j: elle nao tem oulro abrigo, na
tacho, una vez que alliviasse da carga. phrase do poeta religioso, senao a queulura das la-
0 navio consignou-se aqu a casa dosSrs Jolms- grimas que astillan do eoraeao de sua me.
ton Pater & C. Chora o Menino que 6 re,' que senhor. apelar
No lugar Rodrigo, termo da Escada, foi as-' da sua humildadechora, para dar testenuinho de
sassinado o octogenario Jos Murbeca, crioulo, que mortal : mas essas lagrimas j coineQam
estando actualmente alli em exercicio, assignarrm
em 1861 os diplomas rejeitados pela cmara dos
depuuidos.
llemetu-se copia desta portaria com os do>-u-
icntos uecessarios ao juiz de direilo da comarca
certo numero de
de Caxias, para processar os mencionados ven a-
dores,ecoui(uunique-se a cmara municipal da-
qnalla cidade para os floa convenientes.
Ei> aqu, senhores, o :orpo de delicto do segl n-
do ponto da aecusacao que aprouve ao honn.do
aemlado pela provincia do Rio formular aqu
contra iiiiiu Eutrego-o sem commentarios apre- tra cmara apuradora j mas nao ordetiou
antes da eleicio Ihe representaran as autoridades
locaes que o lugar de Curralinho era improprio
para a sede da freguezia, e ainda mais para aelei-
rao. e quo o lugar de Burily, anliga sede, era omi-
to preferivel.
por Joao Marcelino, visinho e camarada do morto,
em quem deu urna facada no pescocjo na ea-a da
propria residencia.
O delnqueme foi logo preso pelo inspector do .
lugar, e o delegado procedeu logo o corpo de da-1
licto, e tai instaurar o processo competente.
Pede ni-nos esta puhl cacao :
Os moradores do principi das ras d Aurora e
Imperatriz chanuin a atlenyao da autoridade com-
I ptente para que prohiba o ajuntamento de escra-
-! vas que coslumam assentar-se as calcadas dessas
regularidades do preeesso eleitoral ron crmr-
0 Su. C Ottoni : -Nao com processos que ha- Attendendo a essas represenlacoes, em cuja apre- vas qu
venios de moralisar as etoieSes "v* ";' l>** entrar, mas que presidencia i ras, sob o pretexto de veuderem bullidlos, bolas
as da nassana leaislatura apuareceram um pareceram justas, rdenou ella rom muta antece- queimadas, etc.; entretanto, que attrahein para e-
dupheatas o de actas falsas: a dencia que no Burvsefizesse a eleicao. Para Bu-; ses lugares escravos e pessoas do moral deprava-
s falsas: a dencia que no Burily se fizesse a eleicao. Para
isidade mal rity foram convocados os votantes. o Burily c
com-
I
ciacao da cmara e do paiz.
A propria opposicao do Maranhao, cuja inepsia
abas attiogiii as inaiorcs proporcoes, nao ichou nu-
tro lado viilneravel na portaria que acabo de tr
senao a inopportundad;. allegando que tendo o
negocio sido alfeclo ao poder judicial per um dos
meus antecessores eu nada tinha mais que ver
com elle .' lisia coarcuda nao nereeo resposta,
Disse mais qje a portara expedida as esperas
da apurac/io revelava bem que meu Um fora ar-
rancar aos candidatos da opposicao os diplomas
com que contavam.
O honrado deputado do Ro de Janeiro, fazen lo-
se echo de unta representacao que contra niim
dra sujeita apreciacao da'primeira commisao
de poderes, disse ha utiuco qua era dignD do repa-
ro que eu na 9 achassa outra occasiao dentro de
dous anuos para suspender os vereadores de ca-
xias senao as vesperas da apuracao. Entretanto,
seohores, eu apenas sou presidente do Maran tao
ha seis mezes, e o era na dat da portaria ha tres
eananal
dkaame Sus. Deputados : -E' boa.
O Sr. Manoel Joaqi.im :-Nao me refer s a
V. Exc, e sm tambem aos seus antecessores.
O Sit Leitao da &;nha :Mas a que vnlam
os meus antecessores, quando a honrado depulado
tratava s de apreciar os mous actos ? Reconl eca
antes V. Exc. por mais essa coarctada quauti foi
sua boa f Iludida pelo autor da representac;.o_
que rae vi obrigado a alludr do passagem, i>or nao
julga-la digna de aprec ario nesta casa.
O Sk. Masoel Joa^i i.m :V. Exc. quz com a
sua portara prevenir un delicto que nao podu. ter
certeza que se pratteara : que nao admitto.
O Sr. Leitao daCi.mia :Perdo i V. Exc. nao
attendeu cntao leilura da portara. Eu nao auiz
presuppr a exislencia do delicio, que alias i c-
mara municipal de Cixias praticaria, al o pinto
de aconselhar-me a suspensa de alguns dos us
vereadores ; o lim principal da portaria foi laz-
los punir pelo delicto que haviam platicad, em
1861 ; sem que todava o acto presidencial dei-
xasse de atlingir o Hu imprtame de prever ir a
reincidencia do delicio da inesina especie em
1863.
E pde-se contestar seriamente autoridfdes
dreto de prevenir :i perpetraco dos delic'os?
Sao o mesmo, no conceito dos criminalistas, urna
parte imprtante do ureilo penal a repressao dos
crioaes ?
OSit Makorl Jo.vqi-im :-Desta maneira, onde
iriam parai as oleiges i Estara acabado es-
terna representativo ; d'aqui a alguns dias |>or
prevencao se mandara processar at as nesas
parocluaes.
i Su. I-lutado : l*ois o systema representativo
eeH em cmaras municipaes culpadas I
OSr Liitao da Cinha : A prevencao dos do-
lidos, dever da autoridade, nunca poder ter esse
alcance.
O 8a Maxoel JoAQiiM :Eu estou sa'isfeilo.
O que eu quera era ver o nobre deputado defen-
der-se.
O Sr. Lale da CtnvtU : -Bem. lina ve: que
o honrado deputado se d per satsfe.lo, nil pro-
seguirei. Eslava convencido de quo snas ohserva-
C.0I3S nao receberiam a sanecao da cmara .-, m H
na dar lugar deleza ; jadis6e por ella ipianto
julgo sulViento. (Muitos apoktdaH.
Cocluirei assegurando cmara que nao era
possivel levar a imparrialidade administrativa no
pleito eleitoral do Maranhao a maior iwnto d) que
eu levei. Pi-lo, nao s como delegado de u n go-
verno que me ha vi a racommendado essa impar-
cialidado sem a menor reserva, e por propriins-
pravao. senao tambem como homem politio que
desejava pesar bem .it que ponto linham as ideas
polticas que adherir o apoio do paiz.
Posso, portanto, assegurar tambem que os illus-
trados cavalheiros que foram |x>r a.li eleilos sao
os legtimos representantes da vonlale da provin-
cia ; para sua eleicao concorreram apenan seu
propria merecimento e a justa sympathia que de
vem provincia do Maranhao, e por forma alguma
favor meu, porque Ihes nao preetei nenln m, li-
mitando-me apenas a garantir os seus direitis, co-
mo garant os da opposicao, e os da seguranza pu-
blica e individual, que se veriam seriamente com-
jiromeltidos a nao serem as providencias ,1c que
lancoi mo. {ApoiwU'S. Muito bem, muito bem)
O Sn. t. Ottoni :Permitla-me :, cmara en
etar esta discussiio declarando que nenhuinaou
tra verifleace de poderes no presente anro me
cansn anda emocoes tao diversas.
Entrando com os meus honrado; eollcgas da
commissao no.exame das eleicfies do segundo dis-
inrto do Maranhao, pareceu-me, pelo estu lo dos
documentos oflBcialmente remettidos i casa, e pela
ua confrontacio cot outros apresentados j or um
cidadao que se )ujga eleito, embora tivesse apenas
desenove votos i neo atestados, pareceu-mc,d;o,que
os deitores legaes ou nao, que concederam esse
cidadao os seus votos, eram no Maranhao o repre-
seniacao a mais ganuina do partido eonseivador,
boje em opposicao.
De tal convir'eao naturalmente nasceu-rm o de-
aeje anlente de que esta eleicao nao fosse votada
sem largo debate.
O partido conser"ador est em minora rusta ca-
sa; mas tem nella dignos representantes, tein mes-
mo parlamentares amostrados as lulas da tribuna.
Assim, Ibrinou-se em meu espirito o desejO mais
sincero de ipjo a causa do candidaio conservador
nao fosse abandonada peles seus carrebgionarios
nue aqu tem voto e aseante. muito pars dese-
jar que os partidos |ioliticos vivan vida acti ia, que
deiicem a sua causa, que nao abaadoncm m seus
amigos, que tenbam f...
Entrando mais particularmente ao estino das
cleicoes, senti-me confuso e afflicto com o nontiio
do inegularidadesque se enconlram neelcs papis
Devo observar, antes de proseguir, que jlgtimas
vezes fallo de muu indirtdniInmute e nao em no-
mo da commissao porque os meus nobn s colle-
CM m,; lizeram a nonra de confiar o eiamn previo
dos papis antes do estudo em oommum, como
io-tuine na distrituiciio de semeMinnles tfabamos.
Autc de confiar ao panel as mi trias oo ivieeSes
preenrei saber se aqaeMe mea det
leito, livei'a/oes para civr que ti 'iilium dos il-
lostrcs conservadores que tem assesto neil
eza da pretencao doSr. Dr. Sverino
.albo. Bis urna |ueme
agitaran) : foi o miis profundo pezai de sa ler quo
...-alio H m del nden-
i a o.,,> isoJamento, o i ipon-
camara seglo inspiraeoes de gencr,
entendida, em minha opniao, mas semetbantes as pareceram o vigario para o acto religioso, o juiz
do meu Ilustre collega absolveu todos os autores para presidir, os eleilores e supplentes para iga-
le.....crimes. mandn i esponsahilisar urna oiiou- nisar a mesa, os votantes finalmente, e a eleicao
o pro- se fez sem vicio que conste,
cesso de um's juiz de paz que houvesse escripto Entreunto outro juiz de paz, prevalecendo-sc da
em sua casa urna acta, simulando eleicao, ou que mudanca de parochia e simulando crerque so a
heuvesse expedido violentamente o verdadeiro poda haver eleicao legal, para all foi com os da
presidente da assembla parochial para tomar o sua parcialidade ; mas nao lovou corasigo um so
seu lugar: absolveu tudo ; a impumdade foi com- eteitor nem_um s snpplente _esgotou-se em es-
pela e qnal foi o resultado ?
A iminoralidade das duplcalas e acias falsas
era urna onda que comecara a subir, que tinha
apenas assomado no horsoute de nossas eleieoes,
e o que acontecer, estahelecda a impumdade ?
a onda contina a subir, e assoberba e alfronta to-
dos os sentimentos honestos. Talvez o U-plo do
numero de duplcalas e actas falsas inundam as
pastas das commisses. A onda da mmoradade
afoga-nos, e chegamos a este triste resultado : na
torcos um dia intciro e nao achou quem Ihe ser-
visse de mesaro ; encerrou a sessao no dia 9 sem
mesa ; trabalhou essa noite naturalmente, e no dia
seguinte leve a grande fortuna de achar dous in-
dividuos bastante corajosos para elegerem os me-
sarlos.
Eis o que consta da propria acta da duplcala.
Deve a cmara autorlsar taes actos com un.a am-
nista inexplcavel ?
(Trocam-se varios apartes.)
pro'viiicia'que nos oecupa, foi alli regra gcral nao', Nada mais drea respeito destas tres parocluas,
pleitcarcm os partidos a eleicao em quasi nenhu-. nicas de que se oceupou o nobre deputado.
ma parochia : em geral a prcialidade retirou-se Su. Ma.noei. Joaoiim : Porque eslava muito
da igreja e foi fazer a sua eleicao em oulra parle, eamstdb.
A paiavra do nobre depulado nao mandem tor- O Sr. C. Ottoni.: toi urna fortuna essa fadiga,
ca para a matriz, deixem o povo esmurrar-se-en- no exame das outras duplicaUs talvez anda mais
cerra urna grande verdade. Concarram os parti- embaracado se achasse.
dos; reunara-se o* cdad.os votantes, desarmados, vou resumir-me, porque a hora esta muito adi-
como os quer a le. no lugar que a mesma le mar- antada ; tore smente urna observacao geral; se
cou, perante o presidente legitimo e a mesa regu- o meu llustre amigo houvesse examinado a fundo
leda aerea o seu direilo; se Djssa est,'s documentos nao tinha pedido a paiavra ; fa-
larmente organisa^
luta chegarem a vias de fado, se se esmurrarem,
como disse o meu Ilustre amigo, nao dou eu tam-
bem ao facto grande importancia, e para essas pe-
queas irregularidades seria bem cabida a amnis-
ta ; ainda mais, sustento que as desordens dos vo-
tantes, os ferimenios mesmo, romquanto deplora-
veis e punveis, sito multo menor mal do que a
immoralidade que se esi platicando, e que per-
verte radicalmente o nosso systema de governo
O Su M.vmjki. cmara dos depulsdos.
O Sr. C. Ottoni : Sera duvida deve ser da c-
mara a iniciativa: mas qual o meo do por um
paradeiro a tanto desatino sem a sancro penal.'
E quando >e pretende que as duplcalas saoau-
r,o-lhc esta justica.
O cidadao que se apresentou perante a cmara
prctendendo ter direilo a urna destas caderas pa-
rceme que procedeu por um seBtimenlo de genc-
rosidade, anlogo ao do nobre deputado e igual-
mente mal empregado. Elle entendeu que, tendo
os seus amigos do Maranhao feito estorcos para ele-
g-lo, tendn-se mesmo com promet do muito para
esse lim, nao era leal recusar completamente essa
O correctivo lista na especie de mandato, deixaodo de cousiderar-se de-
putado eleito.
Nao quero offender as ntences ; nao o faria se
o candidato tivesse assentu nesta casa; tenho o du-
plo dever de o nao fazer, np tendo elle aqu a
paiavra. Conseguinlemente se alguma patjvra me
risadas "pela "le," "parece-me mesino que d.ela- escapar que por alguem possa ser wasideradaol-
cao da responsabilidade o modo mais energi- tensiva, protesto previameule contra tal DBterpre-
tacao, porque trata-se de pessoa que nao tenho mo-
tivo para deixar de respeilar.
O Sn. Manoel Joaqiim : E mo<;o muito ho-
0 Sn. C Ottoni : Nao tenho a mais pequea
razao para julgar o contraro-
Mas avance! a proposifao de que o proprio can-
didato nao tem f na sua supposta eleicao, e quero
tornar bem explcito que mo tenho pensaniento
occulto quando attribuo a motivos nobres esta de-
tori
rae
co, mais expressivo, pelo qual pode a cmara con-
demnar aquella dotili na funesta e estragadora.
Tal sendo minha convic(ao, estou no hrme pro-
posito de carregar a uiiiiha pedia para o edificio
da moralldade das eleieoes, pediudo a puncao de
todos os abusos provados, toda- as simulaces in-
decentes.
O Sn. Manoki. Jo.voii.M :E a raiuara nao sanc-
cionou essas duplcalas T
O Sil C Ottoni :O argumento nao conclu-
naoe -
dente : as eleiQes que a cmara approvou eslao i,;za sem '
declaradas legaes pelo poder couipetenle : nao li- U:l9 W e o carcter da preteWjao,
prova-se pela
nosa aquella que a cmara approvou, posso persis-
tir na minha opimi.o ; inasrespeitandoa deeisaodo
poder competente, nio me podem estraidiar a co-
herencia do meu proceder.
E mesmo no procedimeuto da cmara nao ha
contradk-yao : experimento!! o systema da blan-
dura, est vendos funestos elTeitosdaimpunidade;
volta-sc pois para a saudavel severidade das leis
penaos.
Eu pens que o discurso do meu nobre amigo
foi em um ponto sobremaneira Ilgico...
castellos imaginarios.
Da ultima propoeielo citarei um s exemplo j
aponlado, anda que muito de passagem, no pare-
cer que se disrule ; persisto no proposito de nao
dar as allegares da cniiunissao maior desenvolv-
mento, visto que nao ha coulestacao.
Na freguezia da Chapadinha i primeiro juiz de
paz eslava notoriamente enfermo, sabia-se que nao
pedera ir matriz presidir eleicao, seus adver-
sarios attrihuiram-lhe ms inleiiroes, presiimindo
que esse juiz faria a eleicio em >a casa e a daria
O Sn. Manoki. Joaoi i.m :-Por ffaqueza do ora- como feta na matriz ; chegando naturalmente es-
dor. to nformarao noticia do llustre candidato, este
O Sr. C. Ottoni :O nobre deputado reconbece sem mais exame, na sua representacao inserto um
legitimas as mesmas eleieoes qu,: a commissao ap
prova;e logo necesariamente reconliece llegaos
cada una das duplicaUs.
Reconbece, pois, que essas duplcalas foram toc-
tos contrarios as leis, e por lauto puttiveis ; cou-
seguintemente. para peopor que se nnocentassem
esses toctos, s poderia ser lgico se entrasse na
periodo fulminante condeuiiiando o procedimento
do primeiro juiz de paz, que doente e era sua casa
simulon ter feito una eleicao daDdo-a por celebra-
da na matriz.
A representacao neste ponto sublime de indig-
narao : mas infelizmente, procurada a acta too vi-
vamente estigmatisada, encontra-se a da eleicao
analyse das duplicaUs condemnadas para detnons- toita na matriz pelo segundo juiz por molestia do
trar a boa f e erro de intelligcucia de seus au- primeiro !
tores. Por M*es poucos mas eloquentes exemplos a ca-
0 Sr. Manoel Joaqcim :utoo nao proced as- n,ara pode julgar das duvidas que se pretende
sm ? laucar sobre a eleicao do segundo dstncto da pro-
0 Sr. C. Ottoni -O meu Ilustro amigo a prin- vieta do Maranhao.
cipio pai eceu piescndir deste trabalho; mas o seu
espirito eminentemente lucido reconheceu o pecca-
d>> emque seachav.i contra a lgica, e eneetou a
analyse de que fallo ; mas qual foi o resultado 1
Apenas locou de leve em tres das 12 ou 15 elei-
,:s condemnadas rceonhecendo elle proprio a
raqueza da posirao ,m que se havia collocado per
mal entendida ge'neosidade, abandonou repentina-
mente -a encelada c ingrata trela.
Acompanho-lo-hei no exame perfunctorio das
tres freguezas, comocando pela da Couceicao. e S.
Jos, do collcgode i.axias.
Eu sime ter sido arraslado a entrar uestes por-
menores ; disse-o e repito : meu proposito sera
nao proferir urna s paiavra que podases dar mo-
tivo a reclamaces do candidato qae julgo vencido,
por isso que nao tem assento nesta casa, e o mais
trivial sentimentode dever isso me aonselhava.
O discurso do meu Ilustre aungo, deputado elei-
to pelo quarto districto do Rio de Janeiro, collocou-
me na dura necessidade de entrar em mais alguns
pormenores, anda assim omittindo muitos outros.
Nada mais drei, senao que peco cmara que po-
nda cobro iininoralidade das eleieoes. i Muito
da, os quaes, alm da diablica assuada que fazem,
constantemente proferem, em altas vozes, palavras
obscenas, nao permitlindo desta sorte que as fami-
lias cheguem um s insume as janellas.
Semelhanle abuso reclama a mais prompta pro-
videncta ; e os quexosos, confiados no zlo e dedi-
cajao d'aquelle quem recorren!, esperara nao li-
car em olvide o que acabam de expr, e que como
se v, immedialamente do inleresse publico.
Remettem-nos o seguinle :
Foi sem duvida firmado no art. 3" do tit 12
das posturas de 30 de junho de 1819, que o respec-
tivo autor fez as consideraeoes que esto insertas
no Diario de Pernumlmco n. lo de 20 do crrente
as quaes lan^ou a culpa pela falta da execucao
dellas aos liscaes e polica.
Existe, verdade, essa disposiro; mas os lis-
caes o que podem fazer f
O que mesmo pode fazer polica nesse unto T
Ha hospiUes de cardade, porm achando-se
ellos a cargo da irmandade da Misericordia, d-se
que a administracae desU nao poda mandar rece
her senao certo e determinado numero de doen-
tes.
Alm disto, um asylo de mendicidade foi pro-
jectado, e ha al alguma cousa, mas cerlo tam-
bem que ainda nao est em execucao.
E pois pergunu-se agora : sao os fiscaes, a
causa de vagarem pelas ras mendigos ? Para que
lugar devom os fiscaes remetl-los ?
E' a resposu que se pode dar s referidas
considerarles, sendo esta a prmeira parte do art.
3. Nao ser permiltido a mendigos chagados ou
accomraeltdos de qualquer alfeccao curavel per-
manecerem nos lugares pblicos, como sejam pon-
les, arcos e mercados, nem vagarera pelas ras
desta cida.de; os que assim forem encontrados se-
rao recolhidos ao hospul de cardade, e nelle tra-
tados conveiiieiitemenle.
Pessas da ra Nova queixara-se de um iias-
telero ou cousa qua o valha, existente n'aquella
ra; o qual uconimoda asss a vsiuhauca por en-
lender que s deve bater a carue para bifes ou
picados alta noite, em oecasio de repouso.
Semelhanle cousa apenar de licita em si, com
ludo pela circumsiaucia da occasiao susceptivel
de repressao na platica della; no entreunto bom
ser que o tal pasteleiro mude por si mesmo de
horas, ou eulao procure outro systema de bater
carne, que nao prejudieando aos seus interesses,
tambem nao incommode aos visinhos.
No dia 11 do correnie foi assassinado com
um tiro Antonio Bezerra cavalcanti por Joaquim
Jos de Saut'Auna, em Ierras do engeuho Santo
Antonio, da freguezia da Luz, entregando-se o cri-
minoso a priso.
llBPARTig vo da polica :
Extracto da parle do dia 22 de Janeiro de
18't.
Foram recolhidos casa do detencao no dia -1
do concite:
A' ordem do subdelegado do Recfe, Francis-
ca Rosa do Nascimento, parda, para correcto;
Benedicto, crioulo, escravo de Miguel Jos do Nas-
cimento, rcquerimenlo de
A' ordem do de S. Jos, Joao Pereira Nepomu-
ceno, pardo, nor disturbios.
A" ordem do da Boa-Vista, Joaquim Thereza
Nanea, pardo, para rorreecao.
A' ordem do da Capung, r'torisinundo Jos de
Sant'Anaa, pardo, por ser encontrado armado e ten-
tar contra a existencia de um inspector de quartei-
rao.
A' ordem do do Poco, Joao Qunlno Lopes, bran-
co, par;, rtcrula.
O chele da 2* secgao,
J. G. tie Mesquita.
P.-issageros do vapor nacional Mnattsynefe,
sabido para os partos do norte :
Antonia Jos Rodrigues Pmheiro, Fr. David da
Natividade de Nossa Senhora, Joao Franklm de
Lima e sua familia, Guilherme Antonio de Siquei-
ra, Joao da Cosa \Vc\nne. Lasdislo A. Cabral de
Albuquerque e sua senhora, Ludgero Braulio (jar-
cia, Dr. Joaquim Theodorico Cisneiro de Albuquer-
que, Domingos Severiano de Azevedo, Adolpho
Eugenio Soares, C. Pasquile, Angelo Lacoorte,
Dr. Hermas Plinto de Barba Cavalcaute, Besfio
Improti, Nicola Fascina, M moel Ferreira Passos,
Nicola Cont, Jos Antonio Lins da Rocha, Antonio
Baptista Falbo, Amaucio los Bessa, Francisco
Louren;o Freir, Joaquim .los do Ohveira, Jos
Mondes', o Angelo Antonio oe Faria.
Movimento da casa de detencao no dia 21 de
de Janeiro 1864:
a allumiar os que vivera de assento as trovas e
na sombra ,1a inorte, e j dirigem os uossos ps
no caminbo da paz.
Gloria in excelsa '.
Acabou a le do temor, e surge luminosa a lei
do amor. >
Exultamos, porque a paiavra de Deus nao
vil exultemos, porque hoje foi escripia em Be-
thlem a prmeira paiavra do livro divino, que
o cdigo da humanidade exultemos, porque as
promessas do li! 10 do Mara ho de realisar-se.
Esu noite de laniaiihos jublilos a aurora de es-
peranca para os homens lodos irmaos do Meni-
no, ciijo nascimento foi annunciado pela estrella
que offuscou os p;.slores e os reis.
Elle o sol no jrieute, c a sua claridade jamis
se apagar.
Compadecamos-nos dos pobres, dos que soffrem,
dos que choram, e celebremos pela cardade este
dia, o maior da e iristandade.
A cardade o amor o que nos ensna o pre-
sepe de Botillera o que nos diz o hymno dos
anjos, n'esta beindiu noite o que nos inspira
o huniilissimo uacimento do FIiu'de Mara.
Amemos-nos uns aos outros.
Glora in excehis.
Pede-nos a segante publeacao o Sr. Victo-
riano Palhares :
BOA.
Bem digo a hora dilosa,
Hora de mgico encanto,
Em que seseaste meu pranto
Ao fogo de um leu olhar.
E ao morto disseste : Vive !
E ao triste disseste : Cauta!
E o cadver se levanta,
ResuseiU para amar :
Volt a os olhos ao passado,
Nem urna lagrima chora;
Sua face nao descora
Ao record r-se de entao.
Aquclles lempos perdidos
Em malfadados amores
Sao murcho ramo de flores
Que aiastram da vida o chao.
Na hora m.is aflictiva
De minha (horada, vida,
Ai, tu surgiste, querida,
Cheia de llores e luz,
Cono da ultima nuvem
Que a tempestado embalanca
La surge um anjo-a bonanca,
Que d naula trra conduz.
Os seios arfam de anhelos,
Pulula o :Mingue na vea.
Arde na frente urna ideia,
Abre-se n'alma um volcao ;
Volco de menles anejos
Que a morte' smente apaga
Quaido de gelos alnea
A crilera-ocorac.
l'ma esperanza, um desejo,
Sao minha seiba de vida.
Es a aurora promeltida
Pelos meas sonaos, na dr.
Poniuc nao crr na ventura
Que tanto almejo e preciso,
Se t, u olhar, leu sorriso
Sao prophecias deamr!
Disseste 10 sceptco : espera !
Ergueste aos cos o precito,
Regenerado, contricto,
Ao fogo le inmensa f. ,
Calcando agora a lembranca
Dessa existencia perdida,
Sou como estatua de vida
Sobre um sepuiebro, de p.
Bemdiz comigo esse insUnte
Instante doce, de euleio,
Em que sentimos no sen
Dizer-nos Dos : eniete I
Em doce troca de ojhares
Nossas almas se abracando.
Suspiramos desroajando,
Ai, tu por mim, eu jwr t.
O 1." juiz de paz organisa a mesa regularmente bem, muito bem.)
e .insultada a assembla parochial, trabalha todo o O Sr. Manuel Joaquim : O meo mproficuo.
dia em perfeita paz e tranquillidade de espirito; en-1 Pondo-se a votos o parecer, approvado em to-
cerrada sessao, dirige-se autoridade, pede-lheuma patrulha, a qual entrega a guarda da urna, retiran- O Sr. Prksiokntk declara deputados pelo refer-
do-se tranquillo. At alli a eleicio boa, uinguem do districto e provincia os Srs. Francisco Jos Fur-
o coage. Udo, Joaquim Gomes de Souza e Veriato Bandeira
No da seguinle nao apparece, o que consta da Duarle.
acta; entretanto vema esU cmara e diz: Retirei-j eleicao de mh.ks-g.rkks (> districto.)
me por que encontiei nina linha de baionetas na! O Sr. 1" Secretario obtendo a paiavra pela or-
IKirla da igreja, e olio me deixaram entrar ; e quer dttu, procede leilura do parecer da quarta com-
ser acreditado sem a menor prova, sem o mais n- nlssao de poderes sobre eleicao do terceiro dis-
A saber
signifleaote documento
O Sn. Maaoei. Jo.oi im Ha una assevera, o
pro e outra contra.
O Sr. (',. Otio.m : Nao, senhor; pelo emprego
da torca ha una simples assevciaco do autor da
dupUcaU ; contra, 1 a a insUlUcio' regular da as-
sembla parochial por elle mesmo legal e livremen-
te ; temos a acta que assgnou ello proprio no da
9 ; temos a requisico da palrullia mandada pela
mesma autoridade de que se queixa; temos a Iran-
quilidade com que o jui entregon a essa patrulha
a igreja e a urna ; Minos finalmente a inverosuni-
Ihanea do tocto ; pois se a autoridade houvesse re-
sol vino impedir rom baionetas que juiz legitimo
presidiese a eleicao, por que o impedira na igreja
matriz e nao a anata) pasaos na dos Remedios
Passemos a S. Benedicto, do mesmo cojlegin de
Caxias.
Da acta comecada pelo I "juiz de paz que presi-
dio eleicio era tod i o dia 9 consta qoe este juiz
nao appai do dia seguinte. O
mesmo dfiem InformacS, de amoi | por
forra de sen dever t vei un d, ao presi-
dente ds provincia.
S\;< eu prescindirei ara re-
ferir-me smenl
foi celebrar o [oiz d, i. Na
sua acia ou em um o.ficia diz elle proprio, e
trcto da provincia de Minas-Geraes, que se acha
publicado no jornal de 24 do corr uto.
Dada a ordem do dia, levanu-sc a sessao s tros
horas e um quarto da tarde.
PERIUMBCQ
REVISTA DIARIA.
Amanbaa expede a companha da va frrea
ti eos esneeiaes para a Etoa-Vugem e Cabo,s horas
mareadas no annuncio, que publicamos era outro
lugar.
- Hoje se estrabir a quinta parle da segunda
lotera em beneficio da Santa Casa da Mh
da.
- No (la 2 de fevereiro prxima ter. lugar a
feslividade ,: Nossa Senhora do Bom Parlo, erec-
ta na igreja de s. Sebastian da cidade de "linda.
1 na f'e.-ia o ftvd. pregador da ,'apella impe-
rial Fr. Joaquim do K-pirito Santo, g rio 'c-Diinn
o Rvd. I i.inna. A tarde dlir em
- Duranl as < np dia da
nh ra d Remedios, distritmir-se-li
Existiam .
Entraram. .
Sahirain .
Existem. .
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mulheres. .
Estrangeras
Escravos .
Escravas .
341 presos.
6 >
11
336
224 presos.
32
8 >
1
66 >
o
336
sao ellas coilaiUs, as que menos se prestara aos
meus dentones, e aos assucarameutos do Cazuza e
do Totonhnho.
t:u de quem estou muito qucixoso, c com quem
me tenho seriamente amolado, com as Uns se-
nhoras mocat-vdkat, que em vez de cuidarem na
reza a no rapn,noda me querem queiour o san-
gue i morder-me a paciencia, largando niiieie
um olhar, que longe de me enternecer, arrepia-me
os cabellos desde os ea ata a rabera.
Isso ,; que veidadeiiu ,,molae;"i !...
E ludo raas historia.
As .sucio; .i.s continuara ; eu as tenho assistido
continuadamente, o nao rae tenho desguatado.
Na verdade nteeneeante ansar-ee uns lomea-
ra* com urna menina tout-n fut. >entin to-M o pal-
pitar do coraeo por entre as dobras do vestido, e
respirando so o iierfume do balito, qoe o canaco
Ihe prodnz.
Ao menos eu ja gozei deesa ventura.
Os presepes se esto linalisando, mas nelles ain-
da ha. muito a^uiearunu-nto.
S provavel que ignoris a signihearo terhnica
desle novo vorabulo, que talvez ja vos tenha feito
de alguma sorte tal ou qual impresso ; mai- vs
mesmas niellior do que eu a sabis eonerobeader.
Dsposco de coracao, ancedade de desejos,
suspiros uterrompidos', ais lnguidos e sentidos,
olhar quebrado-anerteeido, riso palhdo e furtivo,
phrase doce e soinnolenta, une Mtrcdamonr, um
billet ioux, tudo islo o que se conhece por aze-
itaro, ou antes assucaramento.
budansei com urna menina em quem se revel-
lavam todos esses symptomas deesa grande epide-
mia olindiua, e chamado o.medico de S. Rento para
cura-la, receitou-lhe banhos de igreja; de -orto
que quando me vina tal magaa, rada vez mais
doente se mostrava. In tale omiiom, vade retro I
De hoje por dianle estou dspnste a s dansar
com urna moca, depois de |ierguntar-lhe.... pergon-
tar-lhe, nao depois de lomar-lhe o pulso para
ver se ellasolhe dos ataques de ternura ; poique
ento s assim eu poderei andar melhor do que
devo a Deus.
Crean que ando magro s de pensar na tal
historia, e nem me posso lembrar della sem que
me nao amula aos labiosfrwUut horrar me
ni Mira fuott. Este latim v na f dos padrinhos,
que est muito bom para quem nunca wslnni,
como eu, que mal exereo o otllcio de tijolrlro.
Antes de h mtein hou've o levantamento da ban-
deira de Nossa Senhora das Necessidades, em sua
capellinha dos Arrombados.
S esteve chique!
As mocas cavaran poeira com os bales, que
pareciam urna porcao de mnibus na estrada ;
mas tambem ia muita menina de por a gente ton-
U ;lo eu mesmo que sou mais duro para essas
cousas do que feixo de espingarda, vinha de tal
sorte com a bocea aberU, que ento com poeira
que era um Deus nos aecuda !
E tenho dito !
Le-se no Cummercio do Porto:
Coiilani-nos o seguinte caso, que nos dizein ha-
ver succedido na estrada de Cintra.
Passava um proprieUrio a cavalfo por um ponto
ei ni j da estrada ao querer anoitacer, e sahiu-lhe
ao caminho um homem hora parecido, o qual ui>-
trando-lhe um par de pistolas Ihe disse no ton
mais alfa vele fraternal :
Salve-o Deus, cavalleiro. Esto um fro dia-
blico neste silio. Nao se pode transitar por aqui
sem andar resguardado por um palelot como o
seu. Mas isso corre o risco de apparecer algura
ladro a exigi-lo. (E nisto o salteador engntilhou
as pistolas). Que faria se o caso Ihe succede-
Dava-lh'o, responden o proprietaro entregan-
do o palito! ao seu interlocutor.
feo que eu faria em caso idntico, tornou
este recebendo-o. Mas um homem que lenha um
palitot carece de um relogio para saber s quantas
anda ; e nesta estrada perigoso trazer tal precio-
sidad,', nao f (proseguio elle mostrando de novo
as pistolas).
CerUmente. E Unto que eu vou j desfazer-
me do meu para nao andar com cuidado.
== Tem razo, continuou o ladrao, gaardando-o.
E' um acto de prudencia. E olhe que umbem se
nao pode trazer muito dinheiro, porque ura ladro
ambicise pode matar-nos se Ih'o nao dermos lodo.
Algum mais generoso pedir-nos-hia s mttnde....
(aqu o ladro acentou a phrase mostrando anda
as pistolas) mas isso raro....
Effeciivaniente raro e louvavel; digno at
de premio. O cavalleiro abri o portemonn'iie e
deu ao ladro dous tercos do dinheiro que levava.
Quem assim pensar deve ter a sua vida a
coberto das bailas dos salteadores, e ao salteador
que o poupar tica elle deveudo a vida. Nao pensa
assin i
Tanto pens que Ihe agradecoo seu favor.
E eonsidera*sne seu amigo i
Considero.
Nesse casodesejo-lhe boa viagem, e pode ir
soregado qua Ihe nao succede mal. Quera Ihe sal-
ven a vida nao ha de consentir que Ihe toqnen
com um dedo.
O proprieUrio seguio seu caminho olhando sem-
pre do soslaio com receto de que alguma das pisto-
las se ittearregatte por si, e bemdizendo a alma
generosa que ihe roubara s o palitot, o relogio e
o dinheiro.
CORRESPONDENCIAS.
desposto aos Srs. Passe-Cnnhado e Francisca Osa-
rio liraiini. pela parte do publico, a favor do
Sr. leneule Joaquim Correia Lima Wandrrlcv
Passarinho.
Em 1847, que fui empregado, vim para este si-
tio queja o possuis, e at 1836, vvi tranqnrhanen-
te maniendo o genio particular, por heranca de
minha rara. Esta ordem deviver, foi alterada |>or
conflicto que se deu sobre lmites dos nossos sitios
com o Sr. Christovao Santiago do Nascimento, ma
corremos para a le, e com ella rudo lindemos.
Em I806, que vieran aqu moraros filhos-fami-
li.is Juvencio e Joo Ivo, do Sr. Passarinho, para
cobrar os vintens da estrada, pelas lenhas e carvo-
das maltas de ApiCOCOS e Monteiro, de que seu pai
e lo, que licott morando na mesma Agua-Fra de
Beberibe, era rendeiroou administrador, principiou
os espinhos neste lugar pida forma segrate :
Meu escravo Jos, de menoridade, ferido por ter
apanhado com pea, ordem do Sr. Juvencio, ao de-
pjis a minha escrava Margarida, precipitada pela
porta a dentro da carreira que deu, para livrar-se
d; apanbar pela mesma ordem ; assim tamUiu
raas dias o pai Joo, preto maior de 70 anana,
om a cabera bem quebrada por pedradas, e mo-
ma ordem ;'tudo isso em plenos dias e diferentes
h3ras.
Du igi-me ao Sr. Juvencio para saber a razo,
occultou-se de me fallar.
Tendo anteriormente dado-se os espancamentos
do portuguez Joao Ozorio, vendedor de pao, c una
O Sr. de Beaiimanor enva-nos o seguinte :
COSTOS as' Moca-.
i :
Amabilsimas creaturas Inveterata consue-
tudo pro Ugt xipitar. Es aqu, como dizia o de-
functo meu mostr quera Dos/falle n'alma.
Eis a razo porque, tendo eu de escrever e en-
conimodar pela prmeira vez a paciencia dos pr-
los e a pachorra do publico, quero me dirigir s
mocas, porque sao ellas quem faz e pode fazer so-
mente a ventt ra de um |iobre diabo, como ego,
IIWI. muu.
tomo seja bem sabido, desde os lempos mais
remotos da u ais velha autiguidade, em que os
ctoboli da .. lenanba, sentados s lareiras, es-
peravam que voltassem da caca os senbores feu-
daes, al boje, em que genios, heterogneos e eor-
dealinenle inimigos formara liga, como seja bem
sabido que curietas dilectat por essa razo,
seria eu passat por um eyameb insonte de scienaas.
se por ventu a, ven 1o as I-'aiiias de Olinda sup- fulana dos coqueiros, puz na Pagina Avutsa do
Alimentadas a cusU dos eofrespblicos. 142
Movimento da enfermara no dia 22 do cor-
rente.
Nao houve.
OBITUAMO BO 01X21 DKJANKUIO NO CF.MITKltiO
ri'BLioo :
lelar nina Patricio Vieira, Pernambuco,2i annos,
selleiro, Boa-Vista; pbtvika
Joao da Cruz Miranda, Pernambuco, 38 annos.
vuvo, Boa-Vista; erysipela gragrenesa.
Joanna, liberta, frica, 40 airaos, soltera, Recite;
gastro interile.
Felicia, esclava, 30 aunes, soltera, Boa-Vista ;
phlysica pulmonar.
Antonia, Hespanba, 3ti anuos, casado, BOa-Vista;
congesto cerebral.
Jos Francisco da Silva, Pernambuco, 40 annos,
sol.eiro, Recito; intentechronica.
Jeam im, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos; convul-
COrS.
UM POUCO DE TDOO.
Traiiscrevemos do Jornal du Commercio o se-
gunlj :
E moverei todas as genles e oir o Btiejodo de
todat \ enellerei de gloria Bita i'.e.i.
diz o Senfior dos eaerctos. lAggao, i. s'.i
Realisou-se a prephecia
Veio o Deecjauo das geni
in hunilissimo berso.
\ mi nSoaonou le
e'ui esta-
bulo.
portarein todos os dias ba soinma de inconve-
niencias, nao \ esse, bem que quasi guiza de D.
Quixote, com ancaem rete, ajusUr cunta com es-
ses chechisbos, genero que conslitue o que ha de
prior para ola noaedes.
Exilias, coiiiO passam t ..
Quanto a man, vou muito bem. vivo com gosto,
gorda e bonito, e nao me importo tom a desgraca
alheia.
E islo j nao pouco; mas, por fallar em des-
graca, noto que neste aosso*iMrio tem-ee apreeen-
Udo urna caterva insolente de encalistradores. que
sservem de amolar as Exmas com urna cal lina-
ria de notas, quo as tem feito andar mais roda
do que eu, que pajeen das tai***.
Oh ,pie grande amolaco II... Na verdad, nada
ha mais nstiportavel do que apresenlar-se o Sr.
K... Vallo, a pedir, amanear e insultar mesmo as
mocas (rom licenca da paiavra) leas, com o dia-
blico decreto da'absentara ,1 I
l na iiioc,a fea I lea nao, pdrquo hojo nao sen-
do bonita, e synipatliica ; e ento uniasympathica !
nao ha nada mais interessanlo ; porquanto as lio-
U-sa .i conversar, quer entao conquistar logo um
iindon, arrcgala os olhos, enruga a testa, falla
cora deleixo, e em urna tal azeitaeo que pai
i|ue itosmaia.
I-. aonde a bonita tea tal graca .'...
A bonita pisa en cneio, a minha lea... ora esta '
a sjinpathica penoira-se as pootiohas dos ps. A
bonita fallo a loa : a l'ei.i. peidao para a paiavra !
a sym ir solfa : e porque fallar-
se dellas ;' Ora pelo a lis !..
Quanto a mim, eu nao mi da opiniao d


*
*
<
Diario de Pernambuco o laclo de Ozorio, sem com-
puto declarar os nomes esignaes dos Srs. Juvencio
e Joo Ivo. Seguio-se do Sr. Maia subdelegado
resta freguezia. -ulovisloriarOzorio. Das adianto
indo eu do Recite para a casa, par do Sr. capitio
Peres Campello, junto a tapera do sitio do finado
Rufino, porteiro da secretaria do governo, val-a
emparelhando com o meu lado direilo um d-iio
cavalleiro todo de preto, eavallo rastanho. e fal-
lando-ine acompanha-mo calculada bordoada para
meu lado esquerdo, partudo-ine apona da ore-
loa e lerindo junto tonta, de que anda conserva-
so a marca. Vio o Sr. Peres o meu estado. Voz
publica, foi Krederico Velloso da Silveira sobre a
sua promessa. e ler sido quera em aquella Urde
no Arraial andn cora taes signaos, e robusto sip-
pao.
Apresenlei-me aos Srs. Maia e Dr. chele de po-
lica Lopes de Lean, e resultou por pumro is en-
to o Sr. Juvencio ser inspector do lugar, e Joo
I ve sargento da guarda nacional do baUlho desta
Brea uezia.
Calei-me. (dizein que como prejudcado dojui/ei
aitas, convencidas de que sua-perspetiva agrada-1 e mais das praenrava eu (quando j melhor do
r a todo o mundo, conservam-se sempre rapas- juizo) de ver o modo melhor para a minha alfor-
Siveis efia. como urna sorveteira; entretanto ra, quer como escravo servil, ou de m,u segundo
que urna fcia.... sato I urna sympathica, quera eu pai lilho civil; mas nao consegu, pois de mais
diser, o urna machina de fazer Iregeites. quando en assim suspirava, de voiu do it.
Ella aprompta-se. ebega>8e SO eapesbe, mra-se aebo a minha casa loda lechada pelos nicos hee
toda, sorri para ver se o faz com graca ; arregaca orphos, e o preto da Costa Jos Sobriuho leriuV'.
a saia de um lado, deiU p de arroz rio rosto ; nao era ininlia eompaiihia ha annos, cora duas lacadas
arlia-se anda engaadora, volla zangada a querer nortees, cabido no terreiro junio i i..-.,. i ivaan-
quebrar o espelbo, muda o vestido, delta ores nos! do-se em sangue, dadas pele pardo bluian, lenbn-
eeus cabellos, ensaia o andar, vem para a sala, sen- Ibador e morador com o Inspector do lugar na
easa amarella. Meu muito viziuho o Sr Am
de Araujo, compadre dos Srs. Passarinho e Maia,
meslre de seus Albos, e negoeaate de hian t
vo, viste do que eu e ou aiodavan
na razo, tomos diiende d quem pode-, e o,
U nje.
o Sr. Passai nho n
nunca o oflwndi; mas qm ,1a
lembra. Tudo assim paseado^
.
deva encalistrar as mocas feias, mxime ipiaudo ivo, que por um tria espanearlan o vlaam



Diario de Prrn:im>uro Nabbi dor no Arraial. tendo si.hido da sua taberna da
amaraba, para recolicr-sca casa da sua m )
radia, ao di>|ios do que no jornal Liberal Pernam-
bueano. O Sr. subdelegado do Pojo da Panolla, re-
pare para os proredimentas dos cobradores da es-
liada do Arraial, pois nao quero repetirlo de seo-
Da lo Jorge (me son en). MB Vianna, o senher
hoj capillo do mesmo Latalhao Francisco Jos
Via in i.
Desdi' enian, por vezes lenlioannunciado vende -
ou permutar este sitio, e nao adiando, nao quen
ai it iidar, porque Corta qualidade de faienda s i
visto do seu dono.
FicaoSr. Marinlio o milagro do quem queiri
un dos negocios, qoa lica ja o preto uo branco dj
al eu desulk doapuellodo nosso famoso libcllo.
Sim seidior, nao conlinuarei mais tendoque escre-
ver ao publico sobre uniros, de mistura os piolita',
do Sr. I'assarinho com os alheios, se o eontrario
tenho feito porque foi devido ao Sr. I'assarinho,
do meu corpo llcar abertc para quem quer rebai
xar a iinuha sabida covardia; portante, eu sempre
com a origcm da razo, o que ja nao mais conti-
nuara, como mesmo at cnto nao lendo sido res-
pomabilisados, ou ao monos refutados os mius es-
criittps, nao tenbo tido a precisa materia jiara o
mais de faltas respectivas, que comigo se acham.
Fica o meu mal de genio forte de familia, e o que
mais me quizerem emprestar; mas, oh I vos qut
tanto mi'ottvis, idalgose titulares, ricassosj bem
montados, doutores, e ludo mais, anda que sojas
esteris, parentes-tambem sao gentes, quer aqu
ou acola, nunca assim devoris estar, em lugar
como Arraial.
Seu iom a de vi da respousabilidade,
Francisco Jorr de Souza.
Sitio do Arraial, 19 de Janeiro de 18bi.
ra, equipagem 7. rara algodSo, cauros e oulro?
gene.-os; a Prenle \ launa 4 <'.
Liverpool-* dias, escuna ingiera fMmboui, de
130 toneladas, capilao Jakson, eqninagelll 1,
carga fazeudase oulros gneros: a Soullial Mel-
lon i C.
Swansea-2 mezes, barca ingleza Gazella.e 212
toneladas, capitn Le (iros, equipagem 10, carpa
nervio de pedra; a Wilson & Hette.
S. Vicente 26 dias, crvela americana Onieard,
commandante Clark.
Cardiff-oi dias, galera (rancc/.a l'tile, de 28o to-
neladas, capilao L Heremelo, equipagem 13,
carga carvao; a Joo Keller S G.
Navios snliiilus m mesmo dia.
Portos do Norte Vapor nacional Mamamjuape,
commandante Manuel K. dos Santos Moura.
Liverpool pela Paraliyba Barca inglesa Resnla-
tion, capilao Alexaudre Dudley, carga as-
sucar.
Para n Sliihi.i
O palhabotc Gartbaldi pretende seguir com bre-
vidade para este porto, tendo parle de se carre-
amento, c para o resto Irala-se no ewriptorio de
asso Ir mitos na ra do Amurini.
Corre hoje.
Sabbado. 23 do corrente mez, t extra-
EDITAES.
meios adiam-se rend na
na do Crespo n. 15!
ission.iilas raS da Impera-
'imentei;. ra Direita |
j >rima n. (> e N da prora da InuVprn- Kosarin. o. 12. typographki doSr. Mira era
CHfia._______ da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
I. Vo hotel llTimii.e mi do Trini S I,romios lle >-OOO0OOO al 10,5000
,,hpn i,:. 'T n1"' ". L serao pagos urna hora depois da extraccao
O brigne portuguez Esperanca, capilao Uuren- 1 Prf,.,S! :se ,,p M- at s 4 horas da tardo, e OS ou I ros no dia
oo Kernandes do Carino, segu com brevklade : P**|r<>T S1^ SEJ-i llVrC OH CSCm'O. seguinte depois da distribuirlo das listas.
O thesonreiro,
AtlcnriiO.
OftVrce-se ana petaos para eaixeiro de roa oa
cobranca de rmafciner'caM eonmereial, dando fia-
dor a sua conducta ; a Iralar na ra da Praia nu-
mero i'i.
- Precisase de um menino de H T4 annos
liara taberna, preferosc |rtugui7. : nos Uag
numero 36.
a mmmmn wwsmmmmm
'4 l'iecisa-se do urna ana para t-xlo o tM
*<
rto
recebe carga e passageiros : trata-se com os con-
A,Z t; 't^^, a,inS|,eK0r, '"'Ti"0 dr :i'fa?" siRnatorios'Marques, Barros* C, largo do Corpo
dega serao arrematadas em hasta publica, a porta n 6 I
da mi'sm i. no dia 3 de corrente ao meio dia, 17 |---------:----------------------------------,-------_____'
toneladas de carvao de pedra perteacente ao car- Para O Rio tiran tic do Mili
regamento da barca ingleza Adrm, naufragada segu com brevidade o patacho nacional Sn'sipiie- della preta, com uma*li>ta branca DOr baixo
em Maria Farinha, ^"Jonado por Wilson & ; des: para.carga e passageiros, trata-se na ra do do (,ueixo e oulra no ^ (|a caudat ^^
ELLA PKKIMDV.
Roga-se a pessoa (jue recolheu urna ca
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Hett, e avahado em 2044 na razo de 124 por to- Trapiche n. 4.
nelada; cuja arrematarlo ser sujeita ao expe
diente de 1 e 1|2 por cento ao arremataste.
4* seecio da aJfandcga de Pernainbuco 21 de ja
neiro de 1864.O t escriturario,
Caetano Gomes de S.
S/. Hfdacloret. Coavan que Vv. Ss. fafam
saber ao publico que as pessoas recrutadas para o
OSOroilB, o que sito postal em liberdade por Diova-
reui algurna das isempeoes legaes, nao tem pagar
nenhuin emolumento nem i tazer qualqucr outra
despiza.
Podendo acontecer que alguns procuradores
DECLARARES.
Consulado provincial.
Pela mesa do consolado provincial se faz publi-
co que no dia 15 de Janeiro corrente se principiam
a contar os trinta das uteis marcados para a co-
ui^avooaamiUad'aconlkoul'eate'ood'aVuel- bra"?a bocea do cofre dos impostos seguintes
BB r i- ti niltlH!(lAI\l". KA n p> n n l!r>nBn!_n J .-. ICI n lili' l
le. d goem-se Vv. Ss, faier poblioa esta declara
io, pela gual lhes lioarei obrigado.
Rtrife, 22 de Janeiro de 1864.
Assignantc e amigo.
Francisco Joaquini l'errira Lobo.
PBLICACOES A PEDIDO.
Escndalo os escndalos.
Podern os flseaes transcreverem as posturas mu-
nicipaes qnantas quizerem ; podeni as red; ccoes
rlamirem quarrte lhes parecer, a respeito dos
carrt los dos carros de carregar assucar, que ellos
-eontiniiarao a oarngar a tupio vista e fice de
toda Hto ndade, sem que se faca elTectivo o (nal
dos ulit.ios, ou a |ena marcada 11 I Srs. fiscaes
isio nao o atar o sen deve, clamar no deserto,
mullas, mais mollas, cadeia, e mais cadeia que
ti/, etceutar os posturas. Asaia o pensa o
Qw est presenciando o escndalo.
Para Lisboa segu com brevidade o nrigoe
portuguez Arfiro, capitao Augusto Wenceslao dos
Santos ; este navio tem parte do carregamento
prompto^ e para o resto a frete, trata-se com Amo-
nm Irmaos, na da llrnz n. 3, ou com o mesmo
capitao na prara do commercio.
te gorda, e que acode pelo titulo de crioula,
se digne trare-la a esta lypographia ra das:
Cruzes as. 44 e 40, que ser bem recom-
pensada.
LEILOES.
nertencentes ao anno linaneeiro de 1863 186i,
4 0)0 sobre os estabelecimentos de tora da cidade,
prensas de algodao, typographias, cocheiras, caval-
j lances, hoteis, boteqiiins, casas de pasto e fabricas;
12 0|O sobre estabelecimentos de commercio em
i grosso e a retalho, armazn de recolher, de de-
. psitos e trapiches ; 8 0|0 sobre consultorios me-
i dicos o cirurgicos, escriptorios e cartorios ; 504 ;
i sobre casas de modas, liilti.tr, chapeos, roupa es-:
trangeira, e commissao de escravos; 1:0004000
sobre casas de operacSes bancarias com emissao e
privilegios ; 3004 sobre as com emissao e sem
privilegios; 3004 sobre companhias anonymase!
agencias ; 2004 sobre casas de cambio; 104 so-!
bre correctores coraraerciaes e agentes de leillo ;
:M) rs. sobre as toneladas de alvarengas ; 304000
sobre escravos empregados no servico das mes-
mas ; 10 0|0 sobre os terrenos ocrupados com o
planto de capim, e o imposto de carros, carracas
e mnibus.
Mesa do consulado provincial 13 de Janeiro de
1864.O administrador,
Antonio Cameiro Machado Ros.
Consulado provinelal.
r>K
Armaco do deposito da ra Nova ii. 58
HOJE.
Bento Jos Pereira de Macedo, fara leilio por
intervencao do agente Simoes da armar,o de
amarello envidracada, caiunes para assucar etc.,
ludo existente no deposito cima mencionado, anu-
de ser effectuado e leilao no dia cima dito as
11 horas em ponto.
MIMO
------ Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
P ., co que os trinta dias marcados para a cobranca
U |rei'liime do hrmispnerio occidental, bocea do cofre do i Beneotre doimiwsio d 20
o per/tamo ovni bnlsamm t aromtico de quan- 0|0 do consumo de agurdente das freguezias des-
tos se eonhecem por sem duvida a aso;. Fio- ta cidade, dos Afogados, S. Lmenlo da Malta,
rida de Murray o Lanman. E' o verdadeiro espi- Santo Amaro de Jaboatao. Vanea e Muriheca. per-
rito, a vordadeira essencia das flores cnce"rads toncenie ao anno linancoiro corrente de 1863
qual Asmoden em urna garrafinha de crystal. O 1864 so principiam a contar do dia 15 de Janeiro
seu aroma Iresco qual o d'um ramalhete recem corrente.
onlhido e composto de odorferas flores, c mesmo Mesado consulado provincial de Pemambuco
depois que este murcha e perde o seu cheiro, este 13 de Janeiro de 1864. O administrador,
perfume inde*tr;ictivol permanece nos objecto que Antonio Carne i ro Machado Ros,
lia tocado tao poro e delicioso como no principio. | ('.tiill|Mlllll h'ninililiiirana.
^^^^^^SIS.tJlT!!^?^ Sao convidados, de ordem do conselho de direc
HOJE.
Os adminislradaros da uiassa fallida *hi Joa-
3uim Jos da Costa Fajozes Juoior e de Fajozes
unior & Azevedo por despacho do Ulna. Sr. l)r.
juiz especial do eommerein levario a leilio por
interwncaode agente l'oslana. todas as dividas
I pertencenles a niesma massa no valor de........
|6:53UJ>371 rs. algumas documentadas, a rela-
' cao e documentos existem em mao do agenle pa-
Jnao da Silva Itamos, medico pela L'ni"
versidade de Ceimbra, di consulUs em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da urde. Visita os. doentes
o n suas casai regularmente ns horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o proeurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem soa casa de sade regularmente
montada para reeeber qualquer (lente,
anda mesmo os alienados, para o qoa
tem commodos apropriados e della pra-
tica qualquer operaran cirurgca.
Para a casa de sade.
Prmeira elasse '14000diarios.
Segunda dita.... 24500
Toroeira dita.... 24000
Este e.-tabeleciinento j bem acredi-
tado pelos bons serviros que tem pres-
tado.
0 proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a oonfianoa de que sem-
pre tem gozado.
AOS 5:000,000
CAS4 1)4 FORTUNA.
Blindes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do cnstume
Hoje 23 do corrente, se extrahir a quinta parte
da segunda lotera da Santa Casa de Misericordia
do Recite.
par_
*a servico do una casa de familia : na roa
2S5 estrena do Rosario n. 31, terreiro andar.
Alngani-se
tres a sas terreas no fundo da casa da ruada Flo-
rentini n. 14, sendo a entrada |>clo porlS jontn
ao armazoiu de carros de J. Grosjean : quem as
pretender dirijas,. a roa da Scnzala Velha n. 100.
no priineiro andar, das 10 horas da manhaa s 3
da tarde.
Acha-se ausonte de casa de seu senhor o es-
cravo Luiz, conhecido em toda parte por Villaca,
ollkial de pedreiro, altura regular, reforcado do
corpo, roupa de cor e soja, sondo o sigal mais
visivel 0 ser bastante calvo, e cosluma dizerqoe
forro, ;icha-se nicamente ausente de casa, sabe-so
que esta trabalbando dentro mesmo das qoatro
freguezias, com eertoza Recite e S. Jos : quem o
pogar leve-o ao becco Largo, taberna n. 1, Sjoe
ser recompensado.
aesmss sbm w san
wl MtBenB MHH BWon un
Desoja-se sabor onde rosiHc nesta ci-
dade o itvm. Francisco Kaphael Fernan-
do;, da villa do Principe, c ao mesmo se
poje quo aununcie a sua inorada.
isa
- l'-ecisa-sc por oilo mezes da ipianiia de 5004
a juros, dando-se por hypotheca uina escrava : a
quem convier annuneje.______________________
Aluga-se urna sala mohilhada. propria para
qualquer moco solteiro, por proco razoavel, em
urna das melliores ras do bairro da Hoa-Vista : a
tratar na ra de Santa Hita n. 61.
O abaixo assignado, reoommendando ao respei- 0' ";,'e U? '!"adrO amr,rel,s- e "a,"
lavel publico a compra dos seus mu felzes bi he- ?or,la'tm ^'P *"**' n2m r?,n,l,,
kM garantidos, lembra-lhe a vanta^n. qne lia em ''""f ,! r"Sa5' P** R325?8!! Sf
Ausentou-se do casa a mulata Sebastiana, no
dia 20 do corrente, levou vestido amarello desmota-
do, chale de quadros amarellos, liaixa do corjHi,
rombo, mos pc-
v^usuw, falla adocieada,
receberos premios por ntoiro, por .manto (,uem "^ll'> nm pouco estirados e corlados : Hiem
tirar aserte de 5:8004 en, bil'-ie garantido' no *-ta( ,lm a ^ra favor agarra-la e leva-
receber somonte 4:S04, em virtude dos descon- la ^ senh,or "'' rua J!>- oue "
tosdel6|.quell.efiraoom vista das los, mas rt"'on"Knsado-____________________________
sim os 5:0004 que vem a ser os ditos 4:2004 e Quem precisa de 1:6004, dirija-se rua das
mais 8004 que pagar o abalan assignado. Impar- Cruzes n. 7, at 8 horas da manhaa.
Aviso ao publico.
As primeiras e nicas trausaccoes com-
merciaes que por al411111 tempo tive com o.
Sr. Joao Baptista da Rocha, foram somente
ra ser examinada a quem inieressare o leiio-te-i compras quo llae ti/ de gneros na sua ta-
ra lugar sabbado 23 do corrente as 10 horas da |)er,;a ft> g (,a rm |)|n
manhaa no larg) do Corpo Santo junto a associa-
cao commercial.
JLKlfiiAO
DE
12fi soceos co
Srgttnda-frira 2o de Janeiro.
tanra de ditos desconlus, acontecendo o mesmo
com as outras sortes. Os premios serao pagos co
mo de costume.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 64080
Meios bilhetes...... 34000
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ :;4o90
Meios......... 24750
_______________Afano! Martins Fiuza.
i asa de educaco
No escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, na rua da Cruz n. 1, prectoaae fal-
lar com o Sr. Luiz Soaros Botolho. Hlho de Jos
toaros Ikitelho e de Fortunata Candida de Souza,
e neto de Francisco Manoel le Souza, natural da
illiade S. Miguel, o qual consta ter vindu para es-
ta cidade em 1856, para Ihe dar noticias de .-ui
mai e iraiaos que se acham no Bio de Janeiro.
Illimiiiiacao a gaz hydro-
ffenio.
la. no Kecife. Al-
tTSSi! Sfr|,,V,a ,J""0rO VS" de sua "* tran.ferio o seu eslabelecimentode
U, SCmeXIgll reClbOSeOUtraS vezes a pa- instrucfao primaria e secundaria para a rua do
zo, .aceitando devidamente as respectivas | Imperador, sobrado de tros andares n. 9, esquina
ao
co-
eslarao
i.\w zo, aceitando evidamente as respectivas imperador, sobrado do tres andares n. 9. esqntn
lettras. das ames apenas me falta retirar l?e vira -,ara a rua a Crespo: e participa oi
iw ffiln duas aue iuinortam em 447A(OO ra nm-1s" aos l!ms pan5 de seus estimaveis alumnos, co
iaiifin. J g ;, me*mo senhor em v;|- i alienas no dia 8 de Janeiro do corrente anno.
Oageute Pintolegalmen.eautonsado fara leilao I;,S *f* dVtrSas f*^> *& W tol-
da cerca de 126 saceos com feijo existentes no!NCZ U0 senhor nao meocjonasse no verso
trapiche do Cimba ruada Mooda n. 1, ndese dessas duas lettras, vist-'/ pie passotl os re-
cibos existentes einmeu poder. Tendo, en-
elfectuar o leilao s 10horas do dia cima dito.
para o toucador. incluindo at me mada agua da Colonia de Joan Hara de Faria.
Ai ha-so i venda em todas as principaes droga-
ras e lujas de perfumara-.
COMMERCIO.

r
Consrllm adminislralivo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guales :
Para o presidio de Fernando.
50 foices de rocar.
Para'o arsenal de guerra.
500 caadas do azeite de earrapatn.
MO vassouras de palha de carnauba.
BM paro- de sapillos do lona,
(juom quizer vendar taes objectos apresentem as
suas propostas em caria fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas da manhaa no dia 27 do cor-
rente un/..
Sala das sessoes do conselho administrativo para
dore.ila-massasfajI.das^Mesqu.ta &_Dutra, e frilec,mento do arsenal de guerra 20 de Janeiro
de 1864.
I.ei o de luentliis em continuarn iretanto o Sr. Baptista fallecido ha poucos
Segiiuda-feira 2. du crranle d'as- ,;"-'0 a Presente declararo ao publico
ao inri dia c das (i as I Para (lue ni^am negocie cea as referidas
da nolte. lettras, as rpjaes aparentemente podem es-
Carapos A Lima nao tendo podido acabar o seu t:,r li|ranilo-me devedor de toda sua toUh
leilao de fazendas para liqnidaolo continiiarao o lidade. quaiido assim o nao visto j ter
0 proprietario da nova exposicao de candieiros
Jeronvmo Pereira Villar achando-s'e melborada "P* *<*>> wtos *"** freaneseo V lem reee-
liido novamente riquissimo soriimento de candiei-
ros e oulros perlonres para os meamos, que tudo
vende por menos procos do que em outra qual-
quer pa te : na rua Nova loja deCarneiro Vianna.
ATTEtfCO.
Nestc estabelenmonto sealdga candieiros de to-
da a osiieeie, principalmente para bailes ou ou-
tro (|ii:ilquer divertinenlo ijne seja ricamente I-
luuiinado a gaz hydrotzenie, afiiancandose aos
proioinlonlos qno acharao sempre grande qnanli-
dade que precisarem para esto fim : na rua Nova
n. M, nova exposicao de candieiros a gaz loja de
Carneiro Vianna.
NOVO R VNCO .
DE I
aERI\AMBUtUi>
(1 novo banco do Pernarnboco convida os cre-
Krar cisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus titulos no banco para se proceder a res-
pectiva u'rilicao; o at o dia 31 do corrente janei-
V
Oro, depois do qual se proceder o dividendo pelos
titulos que estiverem verificados.
CAIX4 "liLIAL
DO
BV\(0 DI lil VStl,
KM FERNAMBL'CO.
..os senhores accionistas declara a directora
desta oaixa, une o respective Ihesoureiro esta au-
toiisadoa pagar o dividendo relativo ao semestre
lo*eni 36 do novembro prximo passado, na ra-
zao de 95 por aeran.
Becifo 13 do Janeiro de i%\.
los Mamede Alvos Perreira.
Secretario.
Alfauleg
Bendmento do dia 1 a 21.......
dem do dia 22.................
nvl!u Volumes entrados com fazendas...
com gneros...
Volantes sahidos com fazeadas...
t com gneros...
Antonio Pedro de S Barreta.
Coronel, presidente.
Sebastiao A. do Reg llanos,
vogol secretario.
i'onein.
Pela administricao do corrcio desta cidade se
faz publico para tis convenientes que em virtud?
do disposio no artigo 138do regulamento geral dos
eorreios de 21 dedewabrn de 184'. e artigo 9 do
decreto n. 185 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes na administra-
cao pertencenles ao mez de Janeiro de 1863. 110 dia
3 de fevereiro prximo, s 11 hora- da manhaa,
na porta do rnesmo correio ; e a respectiva listo se
acha desde j exporta aos interessados.
Administrafao do correio de Peruambuco 12 de
Janeiro de 1864.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
Crrelo geral.
Pela administradlo do correio desta cidade so
faz publico que em virtude da con vencao postal
25:5484113 celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
rao expedidas malas para Europa no dia 30 do
corrente pelo vapor francez Guienne. As cartas
serao recebidas at 3 horas antes da que for mar-
cada para a sahida do vapor: e os jornaes at 4
horas antes.
Administraoo do correio de Pernambuco 22 de
anero de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
.'168:679*621
394:227,6734
234
. 53
1:224
278
1:277
Descarregam no dia 23 de Janeiro.
Barca inglezaJlargarettmercaduras.
Barca franceza4dM=divcrsos gneros.
Patacho ingfcEdittcarvao.
Brigie portuguezS. Manoel /diversos gneros.
Bafea franceza Marca franceza Pijrrho -cemento e sal.
Polaca nacionalMurinho charque.
Patacho inglez- Itellon- Crcstfazendas.
Escuna inglezaMwcAir/fazendas.
lnaport.-ieo.
Hiate nacional Ntcolo /, entrado do nracaty,
consignado Tasse & Irmaos. manifeslou o se-
guinte :
78 saceos algodo, 7 ditos cera de carnauba, c
72 ei.ixas velas de dita ; Pirente Vianna 122 couros salgados, 100 (aixas velas, 25 saceos
cera de carnauba, e 1 erahrulho pennas ; Jos
de Sii 1.citan Jnior.
:(8 saceos cera de carnauba, a 49 caixas velas ;
viuva Moreira \ Filhos.
399 molos de sola ; a Francisco Gomes de Mat-
ios Jauior.
Exportaeo.
lrigue nacion.'d Damao, carregou para Monte-
video :
1050 barricas e 100 meias com 8312 arrobas e
11 libras de assnear branco, 50 barricas coro 36'.
inoias e 15 libras de dito smenos, e 30 pipas
1 M60 medidas de agurdente.
Ifiigue portuguez Florinda, para Lisboa, car-
reproo :
I,'.I5(I saceos com 9,750 arrobas de assnear mas-
cavado. 850 saceos rom 4,250 ditos do dito oran-
do, e 470 meios de sola.
Ileeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Hemhmento lo dia 2 a 21........ 17:5044940
fd-ndo dia 22................. 47557:12
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCAN\
DE
Navegado cosfelra ft vapor.
Marei e esealas.
O vapor Paraijua, comman-
dante Martins. seguir para os
portos cima indicados no dia
25 do corrente as 5 lima- da
tarde. Kcceber carga at o dia
23. Eneoininenihis. passaceiros e dinbeuro a trate
at o dia da sabida s 3 lioras da lardo : escrip-
torio no Forte do Mallos n. 1.
Rio Grande do Mu.
Segu em poucos dias a barca nacional Thereza
I, para onde recebe carga a frete a precos baixos :
trata-se eoru Bailar & Oliveira, rua rua da Cadeia
numero 26.
seu leilao segunda-feira 25 do corrente pelas 12
horas da manhaa e para satisfatar a algomas pes-
soas qne nao podem as-isnr cedo, conliuuaro s
6 da lardo at s 10 horas da noite.
Yendo-so sem limites do proco.
K
Seynnila-feira 23 du correle
O agente Postana vender por eonla e risco do
quem pertencer 300 eaixas com batttoi de 1 o 2
arrobas em umou mais lotes a vontado : segnnda-
feira 23 do corrente pelas 10 horas cm ponto da
manhaa.
eupagoa maior parte do sua importancia
da forma que cima exponho.
Itamarac, 18 de Janeiro de 186 i.
Fortunato Vieira da Silva.
'aia filial de Lontlon e 15r.isili.ui Bank
(limllctl cm eritiiinliuco.)
A caixa filial de Londoo e Brasilian Bank em
Pernambuco, faz scieute ao publico e mais ospo-
cialmente aos seos deposiiadores em eonta cor-
Conipanlila fldelidade de
seguros martimos c ter-
restres estabeleelda no
Hlo de Vanelro.
AGFNTKS n PKl'NAMBUCO
Anlonio Luiz de Oli>era laaredl G.,
competentemente entornados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidoliila-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu esoriptOfio rua da
Cruz n .1.
Mi
car
QUEIJOS DE IMS
= la-se dinhelro a jnros: na
rua do Rangel n. i.
Lemos & C. avisam ao publico e ao commer-
cio que dissolveram amigavelmente a sociedad
que tinl am na laborna do pateo do Para izo n. 30
sobre o titulo do ltarateiro. Arando o socio Lemos
responsavel por todo o activo e passivo da raesma
casa. Hecfe 19 de Janeiro de 1864.
Francisco Pinto de Lemos.
Gaudencio Lopes de Oliveira.
," Iil'A NiiVA N. 8.
" Aluga-se oarmazem n. 4 da rua do Apollo, c
o terceiro andar da casa n. 88 da rua da Impera-
triz : na rua da Aurora n. 36.
ionio que se v na rigorosa obrigacao de alterar Aluga-se ou vende-so 11111 sitio na Capunga
as suas oondioeos deste modo d deposito, nao Velha. com boa casa, conlendo 4 qnartos. gabine-
smentc pelos proprios interesses da oai\a, como
[ambem |ieiaciinvoiiionoiado publico, como a ex-
perieneia o tem mostrado.
Porlanto lijiieni as ditas condici'ocs desde o 1"
de Janeiro prximo futuro em diente, modificadas
como segu :
Somonte se recebem quanlias de 505 para
cuna.
Nao sao contados joras sobre quantias deposito*
da- por monos de 7 dias.
Os juros qnom rodiizidos a razo de 2 por cen-
to ao anno eapitolisados como d'antea.
correnlfs, e oros objectos salva- ;a vlsta'S'iiL'nSd''''.....leiBSW ,!,Tl"cluadas
JLEfllAO
ni:
Lanchas, botes, mastareos, vergis, car-
rente>, ancoras, velas, lonas, calms,
dos da barca iuiilez:' idrien.
Terra-fcira, 20 do eorrcnle.
na alfandega armazrm numero 11
John Duncan capilao da barca ingleza Adren.
naufragada perto da cosa de Maria Farinha far.i
leilio por conta e risco de quem pertencer. com
autorisacao do cnsul de S. M. Britannica, com
licencadn Sr. inspector da alfandega, em prosenca
de um empregado da mosma reparli^o e por in-
ter vencao do agenle Pinto, dos objectos cima
mencionados salvados da referida barca e exis-
tentes na alfandega, armazem n. 11, onde se ef-
fectuar o leilao no dia cima designado.
Principiar s 10 horas em ponto.
m\M\
17:I8D672
C'onsnSado provincial.
Ib'ilimentodo.lial a ?i......... 85:4975367
l do da ii................. 1:8115817
87:339|1M
MOVIMEgTO DO PORTO.
Navios entrados -no dia ti.
-iiy -9 dias, hiate nacional rVico/OO /, de 47
b ueiadas. capitao Trajanc Theodcmiro de Mou-
Para o io de Janeiro.
Sahir com brevidade o bri^ue nacional Miner-
va, recebe carga c escravos a frete : trata-se com
Manoel Ignacio de Oliveira & Kilho, largo do Corpo
Santo n. 19.
ara o /Uo de Janeiro
lahir com a maior brevidadj possivel o palhabo-
e nacional Viamao ; recebe anda alguma carga
1 frete e escravos : trata-so com Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
Para 0 llio Grande do Sul
pretende seguir com muita brevidade a barca Afn-
10M, podo ainda reeeber alguma carga a frete :
irata-se com os seus consignr tarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio. rua
da Cruz n. 1.
AraC'ty
O hiate Sasda Rita tem parle da carga prompta:
;iara o resto, trata-se rom Tasso Irmaos, rua do
Aiuorim n. 35, ou cora o mostr no trapiche do
algodao.
Para Lisboa.
Pretende seguir com iiiuila brevidade a veleira
e bem contienda barca portuguesa Gratidao, tem
parte de seu carregamento prompto, para o resto
|ne Ihe falta traase com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, uo seu
notorio rua da Cruz n. 1 01; com o capitSo An-
tonio Pereira Borges Pestaa na praca
Transferencia "le leilao.
O leilao dos salvadas da barca ioglrza Airien.
fica transferido para o dia lerca-feira 26 do cor-
rente, em consequencia de nao terem chegido to
dos os objectos salvados pertencenles rnosnia
barca.
\a^\>^
Qiiarla-feiia 27 do crrete as \ 1 ho-
ras rua da 1 adeia armazem n. 53
DK
Um eseravo crioulo de nome
i-ui/:. servleo do eampo.
Por intervencao do agento Kiizebio se vender
em leilao por conta e ordem de quem pertencer
pelo maior praeo que se adiar o escravo crioulo
de nome Luiz, idade regular, proprio para todo o
servico assim do campo como o ordinario do urna
casa.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal rnudou1
a sua residencia da rua do
Queimado paca a rua dasj
Cruzes sobrado n. 36, pri-
ineiro andar, por cima do"
armazem Proiircssista, aon-
de o achai-ao como semine
prompto a qualquer hora pa-!BL
quantias e sem previa
larttcipacao obrlgada e sim obsequiosa se isto fr
possivel.
i Os depsitos a tempo fixo as condic^oes sao as
i seguimos:
Pelo lempo de 30 dias vencerlo jnros a
razio de 4 0|0 ao anno
60 .'. iipi
90 6 0|0
180 o alera 7 0|0
Mt-xm-mmmmM
RUA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande araiazen de tintas.
Este aromen) oonlm hado <|uanto
ireeise para SJOOOindustria do pinliira.ile
qualinr generu que soja, desellipenlie
seu lili), isto embellezar, conservar o
reprodiizir.
Montado en grande escala e supprido
directamente or grandes fabricas da r.i-
rie, Londres Hamburgo, pode offeroccr
produetos de eonfiaaca, e saiistezer osal-
quer enconuaenda i grosso trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas pintores, o os doaos dfl
obras poderae escolhcr a vontode, pois
que ludo oslara vista, as dilTeronlos co-
ree de qne tiverem nernwsidade.
Ha HOlOS em massa e em p, impalpa-
vel. e como as obras a envornizar so se
dove emprear tintas muidas, e nao me-
recendo conliancaasquevem de lora para
commercio, por velhas, e tal vez falsifica-
das, nesle armazem se as moer vis-
ta do cnsumidor, que s assim tora tin-
tas frescas o vordadoiras.
Ha tamben orno verdadeiro, verde em
no eemfolha, prata em folha, p debron-
zear de varias cores, diamantes para cor-
tar viilros, hurnidim's. ncar superfina en-
carnada, ainandla o verde, tintas vege-
taes, azul, rosa, verde o amacolla, inoflen-
stvas, nicas i|iie se devem einpregar as
confeitarias, colleocftes de pinceis para
fingir madeira. ronpropriedade, e outros
de varias qualidades, voniizos, copal,
& graixa. branco ou escuro para o interior
e exterior, para etiquetas o quadros, tin-
tos linas em tubos, em erayoea OH pastel,
tollas para ipiadros, oai\as do tintas finas
o papel para desenlio.
Essendas aromticas verdadoirati, fras-
co- e vidros para vidraca de lodosos ta-
maitos, e muitos oulros obiedos, cuja
utiUdade e empresjo s con a visto innle-
ran ser mostrados.
lo. cacimba com boa agua, quarlos para pretos,
estribara e fructeiras. todo murado : quemo pre-
tender, dirija-se rua do Crespo n. 18. primeiro
andar.____________________________________
Quem liver paraaiugar urna eecrava perfeita
cozinheira e engommadeira, dirija-so serrana de
Paulo Jos (ionios, roa nova de Santa Hila n. 13
Eiisiuo primario.
Na rua das Cruzes n. t, primeiro andar, tem
aula sob a dircrcao de Uino da Silva Coiilinho.
Woeiedade de .seguros mutuos
de vida insinuada pelo Banco,
Unio na < idade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua i
da Cruz do Recite a. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
a
O Di. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
inci i dia at i horas da tarde, deven ser
deivados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior atrinco, no das mais ditneeu e deli-
cadas operaeos. como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olttos, partos, etc.
Prijcisa-se alugar serventes escravos para
traballiarom ni ciara da rua da Gloria n. 5, junto
ao Dr. Mnscoso : a tratar na mesen.
== Precisa-se alugar urna preta ou ura moleque
para o servico interno e externo de urna casa de
familia: na rua do Imperador o. 71, segundo
andar.
- I> se a quantia de 04 mensars pelo alu-
mentos que forem Becessarios, as pessoas que de- 'guel de una escrava robusta, fiel e diligente para
sejarem conrorrer para tao til e benfica empre- o servico interno e externo de casa de familia :
zas, egurando um futuro lisongeiro aos associados rua dos' Guararapes n. S6, sobrado de um andar.
OYSlI/rOlllll llEIIICII-CllilKlilCO
DO
m o exercicio de sua pro-
fisso, cliamado por escripta.
Pergunta-ae n quam souber it'sponder
se tim mandado de precetto so faz preciso
transitar na chancellarla c. se pode ser as-
signado pelo presidente da relatao antes de
serem pagos os respetivos sellos da chan-
cellara.
CALABAR
unsvtuii'jii HAajiiiiii
Do seenlo I?
I'OII
JOS DA SILV\ IRNDfcS LEU JBfUOI
Araba de chegar do Rio de Janeiro esta nteres.
sante obra, e vendr-se na livrark econmica ao
pn do arco de Santo Antonio.
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO HOSGOSO,
ni im o p \ it 11 uo i: oi'iit vioii.
3 Rua da Gloria, casa do Fuudao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s 1
horas da manha, e das 6 e inea s 8 horas da noite, excepeo dos dias santificados
Pharmacia especia/ liomeopntlrica
No mesmo consultorio ha sempre o mais approprado .>nriimento de carteias
tubos avulsos. assim romo tinturas de varias dymnamisartS e pelos precos seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 126000
de 24 tubos grandes. 185000
de 36 tubos grandes. 21,5000
de 48 tubos grandes. 305000
de 60 tubos grandes. 3N5000
Prepara-se qualquer cartira conforme o pedido que se fi/.er. e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avu'so ou frasco de tfntura de meiaonca 16 00.
Senda para cima de 2, cuslaro os precos estabelerdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
, LITRON.
A melhor obra da homeopaibia, o Manual de Medicina Homcopathicodo Dr. Jahr.
dous grandes volumes com diccionario............ 20.-500O
Medicina domestica do Dr. Hering............ lodOOO
Repertorio do Dr. MeU&ora............. 6300(>
Diccionario de termos demedicma........... 3500<)
Os remedios deste estabeleciuiento sao por demais conhecidos e dispensam portan-
te de seren novamente raceenmendados as pessoas que quizerem usar de remedia ver-
dadeiros, enrgicos e doradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de rar-
dadeiro assucar deleite, notavois poli sua boa cunservicio, tinturados mais acreditadas
estabelecimentos eurojieos, a mais exacta e accuiada preparaco, e portanto a maior ener-
ga e certeza (m mus eiTeilos.
Casa de sade para eneraros.
Recebe-se escravos para tratar de| qualquer enfermidade ou fazer-se-4he qualquer
operacSo, para u que o anirandante julgase sufficientementc habilitado.
O tratameoio o mellior possivel, tanto na parle alimentar, como na medir, e
funcionando a casa a mais de quatro anuos, ha murtas pessoas do cujo conecito se mo
podo duvidar, que pdem ser consultailos por aqueUes que desfijaren mandar sena
doentoe.
Pagare 25000 por da diante (10 das e rTahi em diante l.'80.
As operec&w serao previaiurnte ajustadas, se alose qo'uterem sujeilat aos pn
razoareis que co?tuma pedir o aiinuneinnte.




Ulnrlo le Pernambuco Kabbado 3 de Janeiro de i4.
ICO
30
FOLHINHAS PARA 1864,
Na praca da Independencia ltvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as segnintes folhi-
nhas para 18G4 impressas nesia typograph a
em excellente ivpo e bom papel,
Folliinha de porta coniendo as mate-
rias do costurue, rs.........
Dita de algibeira, sob a epigraplie
religiosa, contendo alm das materias
do costume os sete passos da Pa'5
de Nosso Sentior Jesus Christo ; cnti-
cos do mes Mariano; liyranos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
plicaces de diversas oraces; cora
Seraphica; exercicio ao sagrado cora-
cao de Mara; roaco para visitar as
jgrejas no dia da Porciuncula ; oracao
para escolha dos estados da vida ; dita
i Senhora da Conceico ; e meditaees
sobre a reforma da consciencia, rs. .
Dita de dita, sob a cpigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : Teoeitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physi-
pilherias e ratices; poesas; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
m curioso..............
Ditas ocolesiasticas oh de padre para
rosar o oficio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
Olmda............6-iO
Constando ao abano assignado que o seu
genro Domingos Jos Ribeiro Goivim pretende fa-
zer negocio com a parto da casa da ra do Ro a-
rio da freguezia da Boa-Vista n. 18, que pcrtenea
. sua fllha Maria Theophila de Paula Carneiro, lio-
jo fallecida, declara omesmo abaixo assignado que
ninguem faca negooio cem o dito seu genro sobre
a dita parte'da casa, por qnanto sendo elle Jierdei-
ro de su mulher na raciagao, todava a nao pe de
disporsem proceder inventario, e satisfazer cu-
tros empenlios a que esti sujeita urna tiio diminuta
heranca. Recife 21 de Janeiro de I86V.
Francisco Jos de Paula Carnefro.
ESTRADA DE FEBEO
DO
Recife a Silo Francisco.
randeslislas n;i Boa-Viageme
villa do Cabo.
l)oraino, 24 de Janeiro de 1864.
TUBNS ESPECIAES
de 4 a c r dasse.
Para Boa-Viagem partida das Cinco
Pontas :
1.a ao meio dia.
as i horas da tarde.
Boa-Viagem as II horas da
baques sobre Portugal
O abaixo assignado," agente do banco
mercantil Portuense tiesta cidade, saca ef-
feetivamente por todos os paquetes sobre
o inesino banco para o Portoe Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, bo-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo buten, o razie de 4
por cento ao anuo aos portadores que as-
aba Ihe convier : as ras do Crespo
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro
uia
Precisase de urna ama que
*
saiba
coser e en-
CIMPIUMENTOS
d'aguia branca.
A aguia branca dirige seus sinceros cumpl-
sai
da
3.0
Votta
notte.
Para Villa do .Cabo partida das Cinco
Pontas as 3 horas da tarde.
Volta da Villa do Cabo as 9 horas da
noite.
Ah'-m Uestes treus Iiaver o trem ordina-
rio de passageiros que partir as horas do
costume.
Os bilhetes vendidos para oa trens espe-
ciaos nao servirn para os trena ordinarios
nem os destes para aquellos.
H. Austin,
Superintendente interino.
Olferece-se um mogo solteiro para criado,
cozinheiro ou dispenseiro de casa de familia : na
ra da Lapa, casa de pasto do Santos.
Precisa-se de urna ama para cas de pouca fa-
milia ; na praca do Corno Santo n. 17
Aluga-se o 2 andar do sobrade da ra do
Imperador n. 79, bastante fresco, c decente para
una familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na ra do Crespo n. 15.
Precisa-se alugar uin prolo para o nervio
de urna casa : a tratar na ra do Imperador, :.r-
mazem de ronca n. ti. No mesmo armazem la
para alujarse um excorente cozinheiro.________
Aluga-se uina casa com 4 quartos, gabini te
ao lado c cozinha fra, catada e pintada de neo,
com banho na frente, e bastante fresca : quen. a
pretonder, dirija-se ao largo do Paraizon. 26.
No becco dos Agouguinhos, casa n. 23, re e-
bem se discpulos para empalhador.____________
Aluga-se urna rasa nova com bons cqroiro-
dos para familia e por preco multo commodo, no
principio da estrada dos Afilelos : a tratar na pa-
daria do Chora-menino._________________
Esta por alugar-se o segundo andare soao
do sobrada n. 6o da roa Nova, que alias tem til-
cellentes aecommodagScs : quem os quizer jun os
a separados, dirija-se ao primeiro andar.
No sobrado n. 33 da ra de Hospicio ha para
alugar-se um quarto ou saleta que tem ptimos
commodos: quem o pretender, dirija-se ao mesmo
sobrado.____________________________________
O abaixo assignado anda tem para vender
alguns pedagos do terreno de mannba n. 182 q le
possue na raa da Concordia o nos fundos da mes-
na, nunca menos de 150 palmos de fundo com JO
de frente, aterrados c boneflciados e confronies
para qualquer dos rumos que agradar ao compra-
dor : quem os pretender, dirija-se rna larga do
Rosario n. 16, que achara com quem tratar.
Manocl Antonio de Jess.
cuipa-miu
INOEMNISADORA
A directora da companhia de Seguros Mar. li-
mos Indemnisadora convida os senhores accionis-
tas a reunirem-se em issembla geral no escrip.o-
rio da mesma companhia, no da 23 do corrente,
pelas 11 horas da manhiia, pan os lins determina-
dos no artigo 40 dos respectivos estatutos, e pro-
ceder-se a approvacio das transferencias de ac-
edes ltimamente realisadas.
Recife 21 de Janeiro de 1864.Os directores,
Francisco Joao de Barros.
Miguel Jos Alves.
Joao da Silva Regadas._________
O abaixo assignado, lendo socledade em ssu
estabelecimer.to sito na ra do Trapiche n. 28 sob
a lirma de Manoel Antonio Pires & C, e deixanlo
de ser socio Manocl Antonio Pires, flcou o mesno
abaixo assignado obriza lo pelo activo c passivo la
mesma sociedade, isto desde fevereiro do amo
pr)x mo passado, e por isso declara a quem lor
credor da referida firma, que se aprsente ao pra-
so de lo das da data do presente, findo os qures
nao se obriga mais por qualquer debito que Ihe
seja exigido. Recife 22 de Janeiro de 1864.
Jos Rodrigues de Andrade.
MUDAW^1
CARTOS
No oitio da secretaria de polica, armazem da
bola amarella, ha urna pessoa encarregada da mu-
Janea de mobilias de unas casas i ara outras, e do
transporte de i|uaesquer voluntes sob a direceao
da mesma pessoa : a tratar no lugir cima.
gommar para casa de familia: na ra Nova nu- mentes toda sua boa7reguezia, estimando que
mero 47. tivesscm boas testas e entrada do novo anno, e
-------. .----------------------5------;------------ que este bissexto,?eia para todos (inclusiveella) de
O abaixo assignado continua a leeeionar pri- ,mljlas prosperidales;, com farturadedinbeiro etc.,
nieiras letras, latim e francez em sua mesma re- as#im conlinaar a affluir P satisfactoriameu-
sidencia na ra Nova n. 08, terceiro andar. Ad- ,c |iroverem.sc dos variados e diferentes objectos
mittetambem 8 alumnos internos, nao excedeudo de'gosto (|ue constantemente se achara no ninbo
a idade de 10 annos. ..,,_. : d'aguia branca, pagando-os de promplo como brio-
Jose Mana Machado de Figueiredo.
Loja do beija-fler.
He'us cruas para liomem.
Vi ndem-se meias cruas para liomem a 2 a dn-
zia : na rita do Queimado, loja do beija-flor nume-
ro 6).
Meias para senliora.
Vendein-se meias para senliora a 320, W e
i&SOea duzia : na ra do Queimado, luja n
ja-llor n. 63.
La para lio rilar.
Vndese 15a para bordar, de diversas cores, as
mais lindas que se pode encontrar, a 64500 : s
sanente eostumam. Em quanto iwrm a boa fre- quem vende por este preeo p* loja do beija llor
i guezla assim louvavelmente procede, alguns mos da rua do Queimado n ti-'f.
I freguezes diferentemente praticam, aranhando-se Traacinha para eafeites.
para fra da inteiramente em salisfazerem suas contas, passan- Vende-se tranciuha para enfeites de vestidos oa
COCHfilnO
Precisa-se de um bom cocheiro pai
provincia, proporcionando-se-lhc liom ordenado el do atapressadamente pelo lado opposto e CDm o ro'jpa de meninos, que tambem serve para enfeitar
condicoes favoraveis : quem quizer contratar, di- < chapeo de swlabertoe inclinado para o lado d'apnia, camisinha de senhora ; vende-se tranca branca
rija-se rua da Cruz n. 19, primeiro andar.______ nestes mos freguezes a aguia branca bota-lhe os com 40 varas a 800 rs. a peca, com 20 varas a SOO
pontiulios.
Tendo dissolvido os abaixo assignados a so
ciedade qne tinham em seu estabelecimente sito na
rua do Trapiche n. 28, ficou cargo o activi e
passivo sobre a responsabildadc de Jos Roe ri-
gues de Andrade. Recite 21 de Janeiro de 1854.
kfaaoel Antonio Pires.
Jos Rodrigues de Andrade.
Offerece-se urna mulher com bastante e bjm
leite para criar um menino : na rua Nova n. 40,
sobrado, primeiro andar.______________________
Offerece-se um rapaz com 12 13 annos de
idade para caixeiro de taberna, padaria ou loja de
calcado do que tem pratica, affianca o I om n m-
portamento, brasileiro e desoja ser arrumado
em negocio : quem quizer dirija-se rua Direit
n. C'l, casa de urna s rotula.
Itteiicao.
Olerece-se urna pessoa competente-
mente habilitada pela directora da ins-
truccao publica para ensinar tora dcsta
1 capital c em qualquer outra provincia, as
3 primeiras leltras, lingua nacional, piano
i e msica : a tomar informacao na rua
fflt da Gloria n. 18.
mm wm mmm mmm
O abaixo assignado, devidamente autorisado
pelos senhores administradores da massa fallida
de Fana & C, reiterando o annuncio j mnitas ve-
des publicado por este Jornal, convida de novos
devedores da dita sociedade fallida para a miga ve I-
mente solverem seus debites at o dia 31 do cor-
rente mez de Janeiro, previnindo-os de que, se as-
sim nao fizerem, ter de chama-Ios juizo para
obrigar o pagamento, como tem succedido a res-
peito de alguns. Oatro sim declara aos mesmos
devedores, tanto desta como de outras provincias,
da capital cmodo centro, que nao podem fazer
pagamento algum se nao ao annunciante ou a pes-
soa por elle autorisada com procuraco bastante,
e de modo algum podem pagar ao fallido, fngido c
oceulto, Juvino Carneiro Machado Rios, sob pena
de nullidade de pagamento e do terem de repeti-lo
ao annunciante ou aos ditos administradores na rua
do Imperador n, *)7. Recife 19 de Janeiro de 1864.
Lino de Faria.________
Aluga-se urna padaria com grandes eom-
modos e todos os periences : a tratar na rua da
1 oncordia n. 62. ___________t_____________
Quem pretender o segundo *
dar do sobrado n, kk em a rua
da Aurora, dirija-se rua Nova,
cm a loja de Bastos & Hagallies, que
achara rom quem tratar. Assim tani-
bem alugam-se as lojas do mesmo so-
brado. __________________
Jos Pereira dos Santos, pardo, oflcial de pe-
dreiro, fllha legitimo do finado Manoel Pereira Du-
ttaede Francisca Rezerra, moradora cm Santo
.-.maro de Jahoato, a:ha-se boje no Ilrejo da Ma-
dre de Dos trabalhando pelo offlcio na obra da
casa do capilo Jos Antonio Pereira, e declara que
nunca foi praca de primeira linlia, como andam
dizendo.
wMtx wm wm wm mm m mm
O Dr. Cosme de S Pereira conti-1
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so media, e cora especialidade
sobre o segrate
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o os org3s geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comeando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manh'a, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabeleciraento dos seus
doentes.
Precisa-se de urna preta boa qiiitandeira, pa-
ga-se 205 mensaes: quem a tiver, dirjale rua
de Hortas n. 106, que se dir que 11 quwr.________
Aluga-se urna casa com 3 grandes quartos,
2 salas, cozinha fra, cacimba eporlaocom peque-
no quintal, na Soledade, rua da Conquista : a tra-
tar na rua da Cade a do Recife n, 3.
Ao n. 2tt.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Ricas saias de fustiio a o, camisas iuglezas para
senliora a 2, 2i00, 3 e i&, coliertas de fuslau
brancas a :>5. chitas com lustro para coberta com
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de
cores para vestido a 320 o covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na rua do Queimado.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muito lina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 10, chales de laa por 3, 45. o5 e 8,
camisas inglezas para liomem a 38$, 305 e 60.
com 40 varas a 800 rs.
rs., com 10 varas a 260 rs.":
s quem tem na
Rinvlfl r Weillb (IL UVU C VUllt, /JL ifamru unas para unlia e costura.
dras.
Vendem-se tesouras linas para unha c costura a
400, 500 e 640 rs., ditas para costura a 500 rs.:
Saibam todas as boas freguezias, e apreciadoras na 1.1a do Queimado, loja do beija-flor n. 3.
do bom, que a loja d'aguia branca recebeu as no- Facas e garlos,
nitas e delicadas fivelas de ac e compridas, e que, Vendem-se facas e garios oitavados a 2*800,
tambera estn se acabando assim pois dirijam-se ditas cravada a 35, ditas de cabos pretos a 35200,
logo rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, tas de cabos de bataneo cora 2 botoes para mes
para nao ficarem sera essas bonitas fivelas. a 65200 a duzia : na rua do. Queimado, loja do
beija-flor n. 63.
Esrovag para denles.
SortlltieutO do boitl. Vendem-se escovas para dentes muito Tinas a
cousa j mui sabida, que a loja d'agui branca 120, 240, e 300 rs. : na rua do Queimado, loja do
o deposito de finas perfumaras, e alera do cons- beija-flor n. 63.
I tante sortimento qne nella sempre se acha, nota-se Caiiinbas con grampas.
j mais que acaba de reeober pela barca franceza ul- Vendem-se caixinhas de grampas a 40 rs. : na
tunamente chegada, um grande sortimento de lin- rua j0 Queimado, loja do beija-Oor n. 63.
I dos e agradaveis objectos proprios e exccllenles Colariibes para *
- Compra-se urna moblia de Jacaranda: na para presentes sendo bonitas caixinhas envernisa- V(.ndem.se co|.,rinhos (lft |inho ^n bemcm, de
rua do Crespo ji. 23 se dir quem trata.
PERFUMARAS novas
COMPEAS.
Comprase um cofre francez era bora estado:
na loja da rua Dircita n. 82.
diversos gostos, a 560 e 6W) rs. : na rua do Quei-
das cora fechadura espelhoc perfumaras, outras
toda do v.dro tambera cora perfumaras, lindos ^ ,()ja d {^vuhT 6:
boioes do porcelana dourada com maviosa e joco-
bonitos e de
DENTISTA DE PARS
19Roa Nova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as o|>cracoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo rom superio-
ridade e |>erfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dcntiQcio.
serias inscrpees, outros igualmente
Compra-se cffectivamente ouro e prata em diversos moldes sem inscripcao, mas todos clles
obras velhas: na praca da Independencia n. 22 (com fina banha para cabellos." Xesse especial sor-
loa de bilhetes. | tmenlo vieram os bem conhecidos leos pliloco-
- Conipram.se constantemente garrafas vasias.' ,** Lub.n e babosa; as sim como poma(las cos-
-. n---- I metiques, sabonetes, opiata, finos extractos de agra-
daveis cheiros, etc. etc. Assim, pois, concorram
os bons freguezes para a loja d'aguia branca, rua
na fabrica de espirites na rua Direita n. 17.
Compra-se urna eserava idosa : na rua de
Santa Rita n. 27._________________________ do, Queimadoin. iS.
" Compram-se as postilas de direito civil pelo m Hl?!/!1!! Ifc'A ""1 I lk
lllm. Sr. Dr. Braz : na livraria da praca da lude- iu I ku 1 Ki
pendencia ns. 6 e 8.
Compra-so um silho que esteja em bom es-
tado : na rua Nova n. 6.
branca
ATIERO.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respei-
tavel publico c aos seus fregueze?, i|ue em vistas
de se adiar seu estabelecimente em obras afim de
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar,
alin de mclhor poder servir seus bons freguezes,
com tudo em quanto durar as ditas obras conti-
nuar a servir sens freguezes no seu grande ar-
mazem com frente para a rua do Imperador com
entrada pela dita loja do gallo vigilante, rua do
Crespo n.7._________________________________
Manoel Luz dos Santos & C tem justo c
contratado a compra do armazem de cabos no lu-
gar da rua do Vigario n. 5, perteneente Theodo-
zio Maduro da Fonscca : quem se julgar com di-
reito a qualquer reclamacao, dignar-seha apre-
sentar no espace de 15 dias. Recife 13 de Janeiro
de 1864.____________________________________
vVit.
Precisa-se de urna ama forra ou eserava de boa
conducta que saiba engommar e rosinhar : na rua
das Cruzes n. 36, primeiro andar. Paga-se bom
ordenado.___________________________________
TINTURARA.
Tinge-se com perfeicjio para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel n. 38, segundo andar.
Aluga-se o primeiro e segando andar do so-
brado da rua do Xogucira : a tratar na rua Dirci-
ta, loja de ferragens n. 73.
FAMGOS.
Seguuda-feira 23 Iiaver na fregueza do Peres
no pateo da igreja esto bello dive timento sendo
composto tambem com um cordao do bello sexo
feminmo.
Compra-se urna
qnem tiver annuncio.
eserava de meia idade
Grvalas para senliora.
Vendem-se grvalas para senhora, de diversas
core.-, a 500 rs., 800 e <5 : na rna do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Ildlocs de pnnho para Manguitos de sribora.
Vendem-se botoes de punho para manguitos de
senhora, de diversos gostos, a 200 rs. o par : na.
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Filas para debrnm de vestidos.
Vendem-se fitas para debrum de vestido de laa
pretas bordadas, cora 10 varas, a 15100, dita de
seda preta a 15200, dita de cor adamascada a
I52OO, dita branca de laa com II varas a 460 rs. :
scientiGcar sua boa freguezia sempre que recebe na rua do Queimado, loja do beija-Oor n. 63.
novos e apreciaves objectos, porm" os seas afaze- Peales Iravessos para cniias
res durante o mez passado a priva rara dessa satis-j Vendem-se pentes travessos de borracha para
facao, e mesmo agora sendo-lhe impossivel des- nieniua a 400e 500 rs.: na rua do Queimado, loja
Compram-se duas ou tres casinhas at I :'J*K)5 crever minuciosamente a infinidade dos novos e o beija-flor n. 63.
cada urna : quom tiver annuncie. differenles objectos que ha recebido por todos os: pane| t i\nrsis qulidades.
---------------------_---------------------------------------, vapores liraiu-se apenas a dizer que o uinho d'a- Vende.se ape) arai2ade a ,w e 700 rs., dito de
ifascraVa gU,a achaS- ,constantemente. n,m ^e.m s"r''d'll* cores a 600 rs., dito adamascado a 15, dito branco
a v ? iM.iia .In Prco"segu,nte elf"^t"e a 900 rs., dito iieira dourada a 15200: na rua do
Comprase ou da-se dinheiro sobre ella, on alu-, se achar que do novidade e de bom se deseje ; Queinado loia do beiia-flor n 6:1
ga-se urna preta fiel que cozmhe : no largo da San- assim, pois, continu a sua boa freguezia .a dirigir-,v is.. ,1.
se munida de dinheiro rua do Queimado, loja I BWC8 reperoia.
d'aguia branca n. 8, que acharao explendido e va-; Vendem-se btoes de madreperola para rollete,
rado soriimento de finas perfumaras,galanteras, 'ambem servem para casaros de senhoraa
etc., etc., tudo isso vendido com barateza, agrado O rs. a abatoadura : so quem vemle |ior este
e sincerdade dre5' e na rua do Qu3|mad0, lja do beija-flor nu-
mero 63.
Lavas de Jouvin.
Vendem-se luvas de Jouvin para hornera e se-
nhori, chegadas no ultimo vapor : na rua do
Quci nado, loja do beija-flor n. 63.______________
Grande liquidar de fazeRdas at a
Testa, para se lindar contas, apro ei-
\ cilciti que destas per Machas nao ba
sempre : na roa da Imperatriz, laja
e armazem da Arara a. 56, de l.aa-
Gnu n. 84.
VENDAS.
Papel de Fiume e greve a 35600, almaco
branco e perlina a 35200 : no armazem de Tasso
Irmos.
UTO
sen
da Ualiia
e roupa de escravo; tem
Algodo
para saceos de assucar
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
costurarlas com miisicas c
ellas.
A aguia brauca acaba de receber lindas o deli-
cadas caixinhas com msicas c sem ellas, proprias
e excellentes para um bom presente : como de seu
lonvavel costume, a aguia branca da rua do Quei
inado n. 8, vende-as por preces razoaveis.
FITAS BRANCAS FINAS
Na rua larga do Rosario n. 16 ha para ven-
der-sc 200 a 300 barricas vasias de farinha, em
-eVende-se urna eserava sadia, de bonita figo.-! W& debmnliar COlMes, palctots C Y
ra, com habilidades : a tratar as Cinco Pontas
numero 74._________________________________
Vende-se um excellente piano de Jacaranda
por ter o dono de retirarse para o mate : a ver e
tratar, na rua do Livramento n. 8.
renco Pereira Vendes Gnimaraes.
. l,aos- I cobertores da Arara a 10.
Acham-se a venda na rua do Queimado, loja da .. Y(nc.se cobortorcs de pellos a 15 e 15600.
agina branca ih 8. __,.___-. _-<-_ roberas de chita a 25 na rua da Imperatriz n.
PEMUAS HE AC 56 bja de Mendes Guimaraes
inglezas. A Arara vende as laazinnas de y pal-
A aguia branca recebeu as superiores pennas de
ac inglezas, do afamado fabricante Perry, sendo j
Fo>'o do a
r
Xa fabrica da viuva Rufino, da estrada de J)o
de Rarros, recebem-se encommendas de qualqjcr
artigo tendente a esta arte, asseguramlo-se wi
execucao e modicidade nos precos : a tratar no
oito da secretaria de polica, armazem da lela
amarella.
Ansentou-se uina preta do abaixo assifina-
do, no dia 20 do corronte, de nome Benedicta, ri-
oua, idade 24 annos, potteo mais ou menos, le mu
vestido de chita j velho e panno da Costa taml.em
velho, peitu la e bonita figura : roga-se polica
e capitaes de campo a apprehenso delta e iev; -la
rua de Hortas n. 114. Assim como se protesta
contra quem-a tiver acontada por percas edamnos.
Antonio Joaquira de Almeida Cruz.
Domingos Pereira, subdito portuguez, retira-
se para a Europa.
Alua-se um preto e urna preta (casados),
muito robustos, fiis e de bons costumes: pira
ratar, na rua da Cruz n. 34, primeiro andar.
Na rua da Palma n. 94 se dir quem d di-
nheiro a premio sobre I ypotheca em bens de raiz
ou mesmo letlras.
Precisa-se de dous canoeros forros oa cap-
tivos para conduzireni tijolo da olaria de Marocl
Antonio de Jess, na caraboa do Retiro parn o
Recife.
-r Offerece-se urna senhorji para criar urna
manca com Jjom leite : quem quizer dirija-so a
rua de Santa Rila n. 43, que se dir quem quer ou
annuncie para ser procurado.
Lavase e engomma-se roupa de hemem e de
senhora com perfeieo e preco commodo : na i Ua
da Penha n. 23, loja.
Na rua da Cruz n. 5, precisa-se de urna ama
para o servieo interno d' urna casa de pouca fa-
milia.
Preoisa-se de urna ama para servico de pouca
familia: na rua da Cadeia do Recite n. 45.
IIil
Em quanto o Sr. Jos .loaquim Barbosa nao vier
ou mandar da villa do O' (para onde mudou-se oc-
cultamente) pagar os alugueis de perto de dous
annos da casa em que morou, na rua dos Prazeres
da Boa-Vista, ver o seu nome tiesto jornal para
mclhor ser cunhecido dos proprietarins.
Jos Antonio Pereira da Caoba deixou des-
de o dia 20 de Janeiro de ser caixeiro do Sr. Manoel
Lab (onealves. O mesmo agradece as maneras
delicadas com que foi tratado pelo mesmo senhor,
assim como por sua Exm.* ra a Sr.'D. Rosa Cen-
en I ves de Jess, e toda a sua Exm." familia.
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitao da
igreja de S. Pantaleo, cem bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, rua do Cres-
po n. 15.____________________________________
Profesor de piano
Jos Coelho da Silva e Araujo, bem conhecido
nesta cidade, contina leeeionar piano e msi-
ca vocal por commodo pr?co : quem de sens ser-
vicos precisar, dirija-se rua do Livramento n. 21,
segundo andar.
A pessoa que bontem pelas 4 horas da ta de
levou por engao um chapeo do Chyli, fino, sem
ser o seu que mandou concertar, tenha a bond; de
vr destreea-lo na praca da Independencia ns. i i e
16. sa nao ver o seu nome publicado neste Uiai io.
Na rua da Madre de Dos n. 16, se
devida pratica para tobrar dividas pelos ir-
rabaldos desta cidade. dando conhecimento.
O Dr. Casanova pd ser procurado em seu
consultorio especial homeopathico no largo da ma<
triz de Santo Antonio n. 2. No mesmo consulto-
rio ha sempre grande sortimento de medicamentos
em tinturas e era glbulos, deixando elogiar os
noam medicamentos pelas pessoas que os tem ex-
perimentado e continuam a servir-se em nossa
botica. Temos tambem obras accommodadas a
intelligencia do povo.
AMA.
Na rua da Cadeia do Recife n. 27, primeiro an-
dar, precisa-se de urna ama para casa de duas
pessoas.
AVISO.
O agente Pestaa avisa ao respeitavel corpo do
eommercio que o Sr. Raymundo Remigio de Mello
deixou de ser seu caixeiro e aproveila a occaso
para participar que entrn para o seu lugar o Sr.
Jos *nnes Jacome. Pernambuco 20 de Janeiro
de 1864.
Aluga-se a casa terrea n. 36 na rua da Ma-
Quem precisar de urna pessoa babili- iTl> ,ado k sombra, cora 4 quartos, 2 grandes sa-
lada para ensinar primeiras lettras, latim e ,a* C0Iin* fra' qaio ul mura,1 e (!acimba Pr-
francez, dirija-se ao pateo da Santa Cruz em Pr'a.P"r frato preco : a tratar na mesma casa.
casa doaarisiao, das 9 horas damantiSas P0'- de >! menino dos ltimos chega-
da tarde, que achara com quem traur g dn2Por, para caixe,ro de ,aberna : Darna da
Barricas de breu com 8 arrobas, de superior
qnalidade : na rua da Cadeia do Recife n. 56 A,
oja Ide ferragens de Rastos|___________________
Precisa-se de 1:6005 sobre hypotheca dan-
do-se por seguranza bo i proprledade : quem qui-
zer annuncie para'ser procurado.
Saques.
M. J. Ramos e Silva d- Genios sacain a
vista sobre a praca do Porto: na rua do Vi-
gario n. 10. j
'iruBtiCia
Furtaram do largo da Penha desta cidade no dia
16 do corrente, defronte da taberna de Jos Ribei-
ro da Cunha Guimaraes, um cavallo ruco pedrez,
tem urna mo branca, bebe em branco, ferrado no
quarto direito cora as letras S G B e no esquerdo
com a letra P por ser cria do sertao, denominado
Panema, idade de 10 12 annos, poueo mais ou
menos, andador de carrego baixo, e estava com
cangalha : quem delle quizer dar noticia ou o ap-
prehender, dirija-se rua Direita n. 2, segundo
andar, que se pagarao todas as despezas e se gra-
tificar.
Bernardo Pereira da Costa mudou o nome
para Bernardo Jos Pereira da Costa por baver
igual nome, e vai ao Para a negocio.
Vende-se o engenho S. Manoel, sito na fre-1
guezia do Rio Formoso, e raargem do rio Seri-
nhaem, o qual demarca com os engenhos Cachoei-
ra, Chango e Gamelleira, me com agua e muito
copciro, tem eapacidade para safrejar 2,500 pes
annoaes, e se acha quasi todo em mata virgera,
distando do embarque 1|2 legoa: quem pretender,
dirjase rua do Vigario n. 5, que adiar com
quera tratar.
nrosa1$200.
Y nde-se laazinhas de urna s cor c qnadrinhw
o sortimento grande, c das qualidades jjue mais se pr01 jos |iara capaS) com 9 pa|mos de largura a
apreciara, inclusive a amaniata a balao etc. etc.;, | 0 rovaj0] ditas para vestido a 280, 320 e
cadacaixatraz urna groza : os pretendemos, pois, \w 0 covaJo : na rua da Imperatriz, loja da
dirijam-se com dinheiro rua do Queimado, loja | Art ^n gg de Pendes Guimaraes,
| d'aguia branca n. 8. BiKjii da Arara a 400 rl
i A booaduras de coma- i covado.
.. .. Vende-se brim pardo de lnho com pequeo to-
UtiaS Pura COlfeteS 'iad *> mofo- qnedepois demolhadd larga, proprio
I para calcas e palitots, a 400 rs. rs. o covado ;
Quem quizer botar em seu collete urna bonita brim |,ranc0 _e \a\l0 a | e 15200 a vara, fu.-tao
abotoadura oval, de fina cornalina, ha de chegar-; de ccres para ca|raSi co|eles e pa|itots a 500 rs.
se com 25 loja d'aguia branca, rua do Queimado 0 co,.ad r da i,n|>eratriz, loja da Arara n.
56, de Mendes Guimaraes.
Haz liquido
a 509 rs. a garrafa : no deposito do gaz, rua da
Imperatriz, loja de fazendas 11. 28.______________
Vende-se um ornamento novo e um calix :
na rua de Apollo n. 43, primeiro andar._________
Vende-se um piano de armario era perfeito
estado, tortee de Jacaranda, por prego muito com-
modo : na rua dos Pires n. 40.
Vcadc-se
urna eserava de boa conducta, moga e cora habili-
dades : na rua da Praia, primeiro andar, n.47.
numero 8.
9-01
VVA BIIAT
Custodio Carvalho
nla.
tRna do Queimado8 J.
Novas laazinhas escossezas muito lindas, fazen-
da encorpada, propria para vestidos de senhora e
cnancinhas, pelo barato prego de 240 cada co-
vado. _________^^^^^^^
Em casa de Mills Latham Ai C, na rua d-
Cruz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa
Luzinha Hara Pa da Arara.
Vende-se laazinhas a Mara Pa muito finas, com
/ quadros e palmas de seda, para vestidos a
L ilipil- covaJo, sedinhas finas a 500rs. o covado : oa rua
da Imperatriz n. 56
A Arara vende as capas a 8,000 rs.
Vende-se ricas capas para senhora a 85, chales
de merino estampado a 25500, ditos finos inatisa-
dos de novo gosto a 55, dito de pona redonda e
borlla a 75500 : na rua da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes Guimaraes.
Oh que pechincha, laazinhas a 280 rs.
Vende-se laazinhas finas para vestidos a 280
Vn^-mlM* Z'uZ* m* mm do Rn- n,el',ores fabricantes inglezes, proprio para cobers e m rs 0 ^o, lencos brancos com barras do
\cnde-se a loja de louga sita na rua do Kan- as de __ ^. Spnhor, a i00 o
|a| n. 17 : a tratar com o seu proprietano na mes-
ma rua.
I
tTffIf|Q)
Est se acabando a farinha igual a de Murbcca
a 55 o sacco, baratissimo : no armazem da Au-
rora Brilhante, largo da Santa Cruz n. 84.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na rua do Vigario n. 19,
! primeiro andar._____________________________
Luvas de pellica.
Chcgaram pan a loja d'aguia branca, rua do
Queimado n. 8.
Qunteiros & Agrarogama todas as pessoas que
lm penhores em seu poder, que os venham resga-'
tar nestes eito dias, ao contrario os vender para
seu embolso, sendo esta a terceira vez que faz este
Molduras.
Ricas molduras pretas e douradas, muito pro-
prias para quadros, e assim cordao e borlas para
os mesmos, tudo por precos muito em conta : na
Feljo.
Vende-se feijo cm saceos :
che do Cunha.
para ver no trapi-
Vende-se urna taberna raulo afreguezrda
annuncio, naoadmittndo masdescfpas"visto ter ruada Cadeia"do Recite 21, loja da Primavera.' para trra,com poueos fundos,boa para um prin-
tambem de satisfazerem aos seus credores; igual-
mente pedo aos demais devedores que venham at
o fim do corrente mez saldar seus debites, e nao
fazendo sero suas contas entregues ao procurador
para cobrar judicialmente, visto j estarem os cai-
xeiros caneados de tanto os procurar.
Aviso aos consumidores da
cerveja branca de Bass & G.
XAROPE
deLABELONYE
cipiante, e tem commodos para pequea familia
a tratar no < ampo Verde n. 49.
Constando a Ililers & Bell, de Liverpool, que a
sua marca distinctiva e etiqueta teem sido contra-
Vendem-se oito moradas
de Olinda, todas em boas mas :
cidade com Luiz JosUonzaia.
de casas na cidade
a tratar na mesma
Atlriicao.
Vende-se urna casa terrea sita no Mondego n.
28, urna preta da Costa muito sadia, sem vicio al-
gum : a tratar na rna da Soledade n. 60.________
Na bem conhecida loja da Victoria na rua do
Queimado n. 73, ha um completo sortimento de
trancas lisas de laa pretas e de cores, chegadas ha
pouco neste mercado, e vende-se a 100 rs. a pega.
t'liarmaceuco da primeira etasse
Km Pars.
Este medicamento empregado ha mais de
sido.20 ?nnS' coin. successos constantes, pelos
importada e vendida nos mercados do Brasil, pelo; memores mdicos em toaos os pauses, con-
presente acautelara aos consumidores e roga-hes ta as molestias do coracao, as hydropisias
de examinaren! a capsula metlica que cobre a ro-! e as a/Tecrdes do peito,' acaba de receber
Iba de cada garrafa de cerveja engarrafada por ,_: p0r nio ,er por ora a.
elles, e que leva a inscripcao que apparece na eti- U,H ., 'ul,l,,b.lu P(" ",,u ltl Pur. Ul'' ''I'
queta, sem a qual nao a cerveja genuina. | parecido outro igual para curar inlallivel-
Cada garrafa leva tambem a etiqueta com o' mente lodas as doengas do Corago organi- f pneni-m
triangulo encarnado emittida pelos SrJ. Bass & C, caS ou .inorgnicas, palpitacoes, hydropisias .^^SS^S mn S wn
contendo o nome de |MMt ,, n,, i,,ir ih, L,, servico da lavont a, quer para saceos, quer
cores a 200 rs., meias linas para senhora a 400 e
500 rs., ditas cruas a 400 rs., ditas para hemem a
160 e 200 rs.; na rua da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende as cassas a 200 rs. o rovadn.
Vende-se assas de aaadrinhm a 200rs, o cova-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdys linos
a 240 e 280 o covado : na rua da Imperatriz n.
56, tejada Arara.
Pechincha, sedinhas da Arara a 800 rs. cavad*.
Vi nde-se sedinhas com quadros e lisas, escuras,
proprias para quera est de luto, por ter urna so
cor a. 800 rs. o covado, ditas da mesma qnalidade
(de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi-
' nhas a 500 rs. o covado: na rua da Imperatriz n.
58, I ija da Arara de Mendes Guimaraes.
I'rrkincba na Arara, fortes de akU a 2&>00.
Vi nde-se cortes de chita franceza cora pequeo-
j teqie de mofo a 25500, cortes de riscado francez
con 14 covados a 35, cortes de cassas francezas
pintadas a 25 o corle, ditos de barras a 25, 35 e
45 : na rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Meneos Guimaraes.
Casemiras a l.-)600 (vade.
Vende-se casemiras de cores para caigas, cole-
tos e paletots, infestada, a 15600 o covado, cortes
de casemira infestada a 15600 e 25, e era covado a
15 : na rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa frita e batata.
Vi ude-se palitots de casemira a 45500, 65 e
IHLERS& BELL.
Carvalho & Nogueira na rua de A polln
20, saccam sobre Lisboa, Porto e ilha de S. Miguel
parc.aes. hydrolhom, as .mas de ^vos:~ grande deposito
bronch.tes nervosas, c liosos l do c anto, escriptorio de
chronicos, aphoma (exl.ncg.5o da voz ), etc. A J F de 0|'vl.ra,______________
geraes nu
chronicas.
As gazetas medicas fallam calorosamente
obre os effeitos preciosos do Xarope de
Labelonye, quetem boje adquirido um dos
primeiros lugares no quadro dos
M. J. Ramoso Silva Genros, tem
para vender em seu escriptorio na rua do
medica-' Vigario u. 10, o seguinte :
' mentos os mais afamados e da therapeulica j Ricos e elegantes pianos.
Sinceros agradecinientos.
Inflanimaeo do ligado e forte
luflamma^ono o I lio esquerdo
iorodqe TLZeCU aba'X0 aSSgDad fa PU' niveVsal como o"dwa7am os ceiebre7me- j Algodo da Babia para saceos e roupa de es
O l para conlessar os meus mais sinceros dicos francezes: Andral pai e ftlbo, Bouil-I cravos.
agradecimentos ao Sr. Ricardo Kirk, escriptorio aud, Coltereau, Desruelles, Fouquier, Le- Fio de algodao para cf.er c pa\io de veas,
rua do Parto n. 119, pela cura que fez emmeufl- maire, Marjolin, Pasquier, Rostan, Rous-
lho Benigno Hennque da Silva.
O 2 para fazer conhecer ao publico as militas
Vende-se a taberna sita no paleo da ribeira
n. 13 : tratar com seu proprietario na rua do
Livramento n. 24._______________
-----=--------3-----i,- ... .i;,.,g f- 85, caigas de 35500a .>5, palitots de panno a 105,
Panno de algodaotecido e Minas, la- d|^ finos de ,2Je {ii paIitots debrim de cor
a 25500 e 35, ditos de meia casemira a 35300,
ealea* de brim de cores a 25 e 25500, ditas bran-
cas de hubo a 35500 e 45, ditas de meia casemira
a 25, colotes a 25500 e35, camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 e 25500, ditas de linho
prega larga a 35, serouias finas a 15600, ditas de
linho a 25 e 25500 : na ruada Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes & Cuimares.
seau, Delaberge, Parmantier, Puche, Ther-
e extraordinarias virtudes das c/mpus medicinaes,
as qnaes, mesmo depois delle ter sido curado com
ellas, umitas pessoas nao podiam acreditar, apezar
de terem sido disso testemonhas. A sua moles-
tia era urna in/lnimnarao do /gado, liara seis nos, a qual Ihe causa va grande dr, a ponto de
baver j 3 annos que nao podia trahalhar pelo seu
offlcio. O olho esquerdo esteve fortemente inflam-
jim, Vidat (de Poiliers), etc., e outros fa-
cultaticos dos mais celebres.
Vende-se em garrafinhas de vidro verde,
trazendo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, jaspeado, no qual sobresali o nome
Labelonye, o gargalo da garrafa traz tima
tira azul jaspeada, com a lirma de Labe-
mado por 12 annos, c quasi ceg, e o outro j prm- ,.... '',i, /.'nluirM rnm nma nnmih
piara a infiammar-se. Com o favor de Dos, 'on^> e ? ,rol"a c COberta com uma Capsula
s com a simples applicagao das chapas, a qual de metal branco com a inscripcao birop
em nada o incommodou, no espaco de um mez
meu filho fieou perfeitamente curado de ambas as
molestias ; o que declaro ser verdade, e assigno.
Rud da Pedreira da Gloria n. 70. Anna Mana da
Conrrialo.
Trocase por algum escravo um aderego de
brilhantes: quem quizer annuncie.
de Digililale de Labelonye, pharmacien,
Pars.
Deposito geral: em Paris, rua Hourbon-
Villeneuve, 19.
Em Pernambuco, na casa de Caors -Bar-
baos na rua da Cruz n. 22.
Cera de Lisboa em velas.
Cera de Lisboa em gramo.
Superior vinho do Porto em caita
duzia.
Dito dito em barra de V.
Colla da Babia.______________
Gas.
LattS com 5 galocs a 105 :
Nova n. 42.
de uma
na rua da Senzala
Superior fariulia dc< mandioca.
Vende-se farinha de mandioca de Santa Catha-
rina, da melhor que ba no mercado, a bordo do
brigue oriental Protegido, tendeado confronte ao
ao trapiche Rariio do Livramento : para ver e tra-
tar, na rua da Cruz n. 22, primeiro andar, escrip-
torto de Antonio de Almeida Gomes.____________
Vende-se um boi crioulo e manso para carro
ou carroga : na padaria do Chora-meninos.
Itales da Arara a 3>, 3,j'i00 -i*.
Vende-se baloes americanos, os melhores que
tem vindo, de 20, 30, 35, 40 arcos a 35, 35-"*o,
" 45 e 45500, ditos de brilhantina a 45, ditos de
madapolo a 35600 : na rua da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Chitas da Arara a 210 rs.
Vende-se chitas a 240 rs. o covado, ditas fran-
ceza, com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas
limpas a 320, 360 e 400 rs. o covado : na rua da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara rerelieu pelo vapor um sortimento de r-
meiras para senliora, dos melbores gostos qne
tem vindo, a prego de i#, 10OO e 25.
Vende-se roineiras para senlioras de cambraia
de salpicos brancos e de cores e bordados a 15,
ls600 e 25, golinhas com botaozinho a 580 rs.,
dita.' com peitos e botaozinho a 15, camizinhas
para senhora a 15,15600 e 25, aventaos i cirpi-
nho para meninas a 500 rs. : na rua da Impera-
triz n. 56, loja da Arara.
Carne do serto.
Chepou ao armazem da Aurora Brilhante ao
largo da Santa Cruz n. 84, a verdadeira carne do
Sendo a 400 rs. a libra em poreao se far bati-
ment.
\
-
--


Diarlo de Peruaubitco fcabbado 4 3 de laucho de 1804.
\
GRAJfDE KLVOI,t'VO
NO

ARMAZEM
DO
O homem do movimeiito mi estaciona,
AVANTE E SEMPBE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admitte a uoio coinmerci; I.
Nao se quer a (liaba da al anca.
Nao se teme a furia dos corsario*.
Este auno ha de ser b Issexto.
Os eanhes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!! ~ MELHOR FOGO!!!
Abaixt a lijia d'agaa uo viuagre
Viva a liga do genuino Clieres com o fiambre!
Viva o conservador das conservas inglczas!!
\ivam os Hberaes freguezes do BALIZA!!!
Vivam todos que Icrem este iiinu ci.
' SE.yiIORES E SENHORAS.
O proprietario do grande Annazem do Baliza establecido raa do Lvramenlo ns.
38 e 38 A, defronte da grade da greja, acaba Je reduzir os precos de quasi todos os
gneros do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta ben este, verdad*.
A gaerra aos inimigos, est portante, assim declarada.
As pessoas, anda as rnais exigentes, que se dignarem vir osle estabelecimento,
ficarSo por certa muito satisfeitas, nao s quano as qualidades-dos gneros, como com o
tratamente todo allencioso que se Ihes dar.
* Alm do cumpriraento dos deveres da br a edueaco, haver d'ora em diante anda
maior capricho em salisfazer todos que honrar>m esta casa.
Os gneros, pelas quididades e procos annunciados, sero olTerecidos ao examc
dos Srs. compradores. Niioreceieo publico que se pratique o contrario, como em oulras
CALCADO.
45 Ra Direita 45
Aprovelteni em quanto tenipo!
Borzeguins francezes de lustre pa-
ra homem................. 5)5000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas................ $000
Borzeguins francezes pelos para
meninas.................. 2(5800
Sapatos de lustre para senhora.. IfjOOO
Sapatosde lustre as avessas....._____500
T
UNIAO
MERCANTIL
RIJA IIA CADEIA IlO RECIFE *T. 53.
NOVO E
H
B1Z3M DS 1CCLSDOS
casas, que ale annunciam o que nao tcm...
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos
de diversos tamanhos a -1,200, l.tioo,
2,000,2,5oo e2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite dote refinado a 800 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,8oo
rs. a caada.
O Baliza nao Iludo...
Licores inglezes e francezes em vazos de di-
versos tamandoa a l.ooo, i,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
Manteiga ingleza flor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto umbarril na
presenca do comprador,
dem de 2. e 3.a qualidade a 7oo, 600 e 4oo
Alpiste a 46o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba. rs. a libra.
Arroz do MaranhSo, da India, e Java a 8c e dem (raneen a 560 rs. a libra, eem barril
loo rs. a libra. I por menos.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra., dem em latas a i->OQ e a I 500 a lala.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. ^ de tomate em ^ a m rs a ^
Batatas novas em gigos de 3G a 4o libras por l']em em Iata ,a 6i0 J lala-
l,ooo rs. e a 4o rs. a libra. Mostarda ingleza 400 e 600 res o pote.
Biscitos inglezes Lunch a 18oo rs. a lata de Marmelada imperial dos melhores fabrican-
0 libras. 1 tes de Lisboa a 600 rs. a libra,
dem de diveis marcas em latas menores Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
a 1 3oo rs 85 a duzia.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la- Wsjsas para sopa, talharim e macarro a
tas grandes e pequeas a 3,ooo el,!Soo rs. ,. 480 rs. a Mora.
tem finas, estrehnha e pevide, camoda
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica com 8 libras a 15600.
e 2oo rs. a libra.
Banade porco a 44o rs. a libra, e em barril ^oz(:$ a Ito rs. a libra.
a 4oo rs. Feixe preparado de escabeche, da melhor
Baldes americanos muito propnos para com- qualidade que tem vindo ao mercado, a
prasa l.ooo rs. 15a lata.
Una do (Inclinado nnmeros
4 e 55,
est disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
anno.
Caixas de obrei.isdc cola muito Tinas a te rs.
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de la de todas as cores a 20 rs.
Ditas de trancelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodo brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de meias para senhora muito superiores a
3*800.
Crozas de pennade aro muito finas a "00 rs.
Canivetes de duas e tres folbas a 500rs.
Ditos de urna folha a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de cal angas, a
100 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Cairo com muito superiores obrejas a te rs.
Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
160 rs.
Pares de botos para punho muito bonitos a 120 rs.
Carreteis de linha Alexandrc com 200 jardas a
100 rs.
Cartoes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha do 50 jardas a 20 rs.
Duzia de meias brancas para homem a 1600.
Caixas com soldados de chumbo a 120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160 rs.
Ditos de barro a 100 rs.
Crozas de botocs ae louca pratiados a 160 rs.
Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
Escovas para limpar dentes muito finas a 200 rs
Ditas para unhas a 800 rs.
Laa de todas as cores para bordar a 7>a libra.
Caixas com phosphoros de seguranza a 160 rs.
Cadernos de papel branco e azul a 20 rs.
Pacotc de papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
800 rs.
Cadernos de papel de cores, grande e pequeo, a
40 rs.
Silabarios portnguczes com calungas de todas as
qualdades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Baralhos muito finos para voltarete a 280 rs.
Rodinhas com alfinetc francezes a 20 rs.
Cartas de alfinetes francezes finos a te rs.
Caivetes de cabo de madreperola de duas follias
a 500 rs,
Luvas brancas de algodo finas a 80 rs.
Miadas de linha frxa para bordar a 60 rs.
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meto.
Prezunios inglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
~/iO rs. a libra.
Queijos flamengos edegados nesle ultimo
vapor a 25*500.
Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Caslanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
RIJA DA CADEIA DO REOFE V. 3.
Francisco Fernandos Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Recjfen. 33, um grande e sorlido armazem de moldados de-
nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respcilavel publico um completo sortimenlo dos meiliores
gneros que vem ao mercado, lano estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a retalho por presos imi
commodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas deVantesa3iO rs. oriuartooSGO
15200 a caada. V)iV j rs. meia lata.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, conloa,
800 rs. vezugo, cherne, linguado, lngostir.fi, a
Azeite doce de Lisboa a 610 rs. a garrafa e 15300 rs.
45800 a caada. *' Salmoem latas, preparado pela nova arte
Genebra de Hollanda a 500 fs. o frasco e! decozinha, a 800 rs.
5580O a frasqueira. Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Cliouricase paiosem latas de 8 e meia libra
muitoproprias para mimo, a 1520-', 15500 por 7.
e 25. i Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-! 85600 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 4| a
15200. I barrica.
Q rain o melhor que ha nesle genero^ Marmela(]a impera, do- rae,hores conser. Sag mu to novo a 240 rs. a libra.
mandado vir de conta propna a 25800 veiros de Lish em |alas d meia a Cevadinha de Franga 200 rs. a libra,
rs, a libra.
Cha" hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
15500 rs. a libra. mente lacradas a 500 rs.
i preio m uto superior i Peras seccas muil0 novas a 6i0 rs a ibra
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra. Cebollas a 10 o molho com mais de I00^a.
O IVritsEEte da Moda.
AGUA FLORIDA
Do Miuray & Lamiian.
2 libras a 600 rs a libra. Farinha tl0 Maranhao a 120 rs. a fibra.
Fructas em calda das melhores qualidades -*ranla verdadeira a 320 rs. a libra,
que haem Portugal em latas hermtica- Cevadaa 120 rs. a libra e ?# ai arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 4:>6COa arroba
Batatas rruito novas em gigos com 40 libras
por 15 e a 40 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a' Cafe1!aadoe pnmeira qaalidadc a ^r^
800 rs. a libra. a libra e 95 a arroba.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor, CaLeJQf,f'[^u!!r0J^penor a 80 rs. a-li-
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Biscoulos inglezes em latas com dilerenles
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captan, seed, bornez e
outras mullas marcas a 15350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porcfio e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 155 acaixa.como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a 95 a duzia.
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200 Mostarda ingleza em potes j preparada a
e 35500 a caada. 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo; Mostarda ingleza emp, em frascos grandes,
.j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 5001 a 15 cada um.
rs. de barril. i Sal refinado a 300 rs. o pole.
da um.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1*.
Ceneja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
bra e SiOO a arroba.
Caf do Bio. proprio para nf r,riC\0i8.
Arroz do Maranbaoa 100 r 5." a librae 25800
a arroba.
Arroz de Java a 80 r^ a Iibra e.2.i00 a
arroba.
Vellas de spermar ^ ^ 560 r3 libra e
540rs.sefor ,<-,,.
\ ellas de carro .erba refinada a 320 rs. o mas-
soea95'iSrToba
Docedego^jraa^i0rs ocaixgo
Macarro faiharitn e aletria a 480 1 s. a h-
1:, ew caixa se faz abatimento.
3 400 rs. a libra e 25 a caixa com 6 !
f
Licores francezes das seguinles qualidades: 0
Cognac inglez de superior qualidade a 8001 p. ,,w.rs-a lra.e a
e 15200 a garrafa. ^tos de deTlle h*ados com "
"'rP tnha,pevide earroz demassa para sopa
5 Ubras.
QO rs.
o masso, ditos lixados sem fir a 160 rs.
o maso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plais.r des Dam ^ Gomma de muit0 fi 80
e de outras mullas marcas a 15 a gar /af, j ,t)ra 6
e 105 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 6 a/rafe e 40o rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricanles de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, 15600, 25 e 35.
Presunios do reino, viudos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; ulei-
ro se faz abatimento.
y
Presunto de lamego mu^to superior a 480
rs. a libra.
a 640 ris a
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,oob e 1,60o rs.
., .. ... dem para fiambre (ingleza
dem preto a 2,ooo, l,6oo e l.ooo rs. ahbra. ihra '
Chanpagne a melhor do merado a 12,ooo o', Jem americano a 400 rs. a libra.
grgoe a l,2co rs. a garrafa.
Chocolate francez pr.mein qualidade a I,loo V Jalmaf a M000 a resraa"
rs. a libra.
dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra,
dem suisso a l.ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca AlLiopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a loo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
1,000 rs.
Concervas inglesas em frascos grandes a 73o
rs. o frasco.
dem francezas de muirs qualidades a 5oo
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia.
dem de peso a 25 a resma.
Palitos para dentes a 160 rs. o maco.
Dito dito de flor a 200 rs.
Ditos do gaz a 25200 a groza
Passas novas a 480 rs. a libra'e a 15800 a
caixa.
Oueijos flamengos do ultimo vapor a 25500.
IJito londrino a 900 rs. n libra.
'3to prato a 640 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata-
Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
Charios* neste genero temos grande sorti- 3ag muito superior a 240 rs. a libra,
ment tanto da Baha como do Rio de Ja- Sal refinado, em potes de vidro, a 6(
neiro a 1,60o, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba.
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molhD com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra,
(levada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj em latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata,
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de eomatlre em caixinhas com 8 libras
, por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
fibra.
Farelo em saceos grandes a 4,ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,000 rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Holla nda em fraseos muito
grandes a l.2oo rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a lata o I,loo a duzia.
o pote.
Nilo massa
libra.
600 rs.
a 120, 160. 200 e240. a
Este ra qnfn'. delicado perfume
quasi rw; ineMir.guivel e too cheio de
mimosa fragnaMeia o fradonra como o
delicado cheiro daa proprias verdecen-
t-- ilo3.">. Durante os irvezes calren-
los df verSo o sen uzo toisa-se imineu-
tenientc aprazrvel c deacgftvel em cwii-
aeqoeMcia da iufloencia Pefrigirante c
Bnawe que ella prOduz sobre a peRc:
em '^naiito que uzada no banbo ella
finjianLti o corpo lnguido e caneada
uina-uerta elasticidade de rigor e l'ava.
Ella ititjtart teatutpapeiteia a$ feigoes,
'nev panno*, tarda t lertoe/a s7
sobre a pelL.
O TOXICO ORKSML E H
FAE 08 CABELLOS,
E urna preparacae adiniravel ]iara lim-
par. atVuniosear, couservar e restabele-
cer os cabellos.
k venda as boticas de Caors Rarboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Rravo & C, ra
da Madre de Dos.
Os senhoresqye comprarem de 1005000 pava cima, terao o descont de 5 por cento, peb prompio pagamento.

Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
ptima acqulaiv'o de es-
tabelecimento.
Venee-sc a loja de ferrageos da ra da Cadeia
do Reoe n. Ci, oom pequeo fundo e aiiuJa bem
sorlida, Unto de ferrageos como de miudezas, as
Tiiolo nara limnar firvs j lUIre r-rta um (Iuaes es*'50 em boB> estado, vende-se s com as
ijoio para nmpar iacas a iwrs. caaa um.; merradoriafi, e garanie-se o arrendamento da casa;
1 propria para algum principiante, nao s por ter
Vassouras americanas a 64o rs, cada ama. Puco fan cmo por estar j areguezada e 6er
dem do Porto a 400 rs. cada urna. Iuma das '* mais>eB localisadas.destt cidade :
dem do Porto a 400 rs, cada uma.
Velas de carnauba e eomposicao a 320 rs.
libra e a 100 a arroba,
dem stearinas superiores a 06O rs.
maco, e em caixa por menos.
os pretndeme* podem dirigir-se mesma loja,
nao s para examinarum o balinco como o estado
das mercadoria*.
CiL DE UNllll
Vendem-ae harria com cal des-
Vinho do Porto, neste geneno temos o me- .
lhor sortimento possivel, que- vendemos ? P"M*""", em pedra, chega-
.,' r <:> nal*. A i,--i niii'i < !- ./.
por precos mudo haixos a 1(5 a garrafa e
a 10/e 12<5'aduzia.
dem Cherry, e da Madeira em barris e em
caixa, a 12)5 a caixa e o barril conforme o I
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 28,5000.
da hoje, e tnica nova, que lia no
mercado, na ra do Trapiche n.
13, armazem de Hanoel Trlxcl-
ra Basto.
Kna da Scnzallu Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLov
Dito em pipa aTtfOOO, 35300 e4|ooo a ca- Moor hbra a 120 rs.
nada
Duarte AC, receberam de-sua propria encommenda pelo brigue
&P Florante., chegado ltimamente de Lisboa os seguinles gneros todos de pri-
i meira qiwlidade por serem escolhidos pelo Sr. Duarto chefe de nossa casa
ltimamente chegado daquella praca. ^K
Nozes as msis novas que se pode de- f,
sejar a 160 rs. a libra, e comprando
em barricas a 4,500 rs. a arroba.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Patatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Sextinhas com figos proprias para mi-
mos de enancas a 60 rs. cada uma
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portugnezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa c 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : creme de
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves- ,.
peiro, amor perfeito, amendoa amar- |gj
ga, percicot deturin, boletn, moran- ^
gos. liman, caf, laranja, cidra, gin- y/--
ga, canella, cravo, ortela, pimenta
Y'Tdadeiro vinho collares em ancone-
retas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
quinte a 60,000 e 560 rs. a gar-
rafa.
Vinagre P R R, em ancoretas de 9 ca-
ada* a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
H nada.
'^: Passas em caixas. meias e quartas a
ggS 8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero
1,000 rs. a libra.
Marmelada propriamente dito de mar-
mello, a 640 rs. a lata e em caixas
de 100 latas a 600 rs.
f?a Haca de tomates a mais nova que se
I pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilba porlugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.

AGENCIA
DA
FNDiCAO DE L0W-M00R.
Ra da Senialla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas c meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jobnston C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
FAHIMIA
Sarcos com fariuha nova e igual a de Mnriheca
aSf86Q : no armazem da aurora brilhante, largo
da Santa Cruz n. N.
Venda (fe, urna hypothrm.
Os liquidalariosda massa fallida de
Jos Antonio Basto veiidem a hypolhe-
ca que tem nos engenhos l!:tlo'fii<
e Cajalmss no termo de Serinheni 110
valor de 31:8358911 rs.; Iratir as
casas a ra do Trapiche a. 34.
Vende-se na luja de miudezas, calcados e iiiv-
leiro, ra da Iinperatrii n. 78 :
Ilicos de lintio, vara a 900, 280 c 390 rs.
nendas de algodao, vara a 60 e 80 rs.
e outros muitos de qualidades menos
superior que sero vendidos por pre-
cos em relacSo as suas qualida-
des.
Os propietarios afiancam que estes gneros so muito novos e ludo
de prineira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unio e
Comrr.ercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Queijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo c das ilhas, nicamen-
te no armazem Uniao e Commercio, ra do Queimodo n. 7 e largo do Car-
mo armazem progressivo.
MS, Ditas lisas, vara a 40 e 60 rs.
^Jr Dtikiil fia iiu.-fi fifi iinilnmii <--i

i
dem do Porto, denomiuado Baliza, a 55 a
dem dem emgarrafes a 25500. com o Beda.dbe"fdt"eSr..^!Tt ocova
garralao. do, Hndas laas do quadrinhos a 360 o covado, su-
Idera de Bordeaux, das melhores marcas que periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
vem ao mercado, a U a caixa e a 640 rs. muit0 fl.MS *W o covad : na loja das columnas,
, n.P,f, na ruado Crespn. 13, de Antonio Correa de Vas-
a8arra,a- jconcollog&C.___________________
Vinagre de Lisboa a 10600,10800 e 2)5000 a No largo do Carmo, esquina da ra de Itor-
canada t*8 armazem n. 2, vende-se gaz a 500 rs. a arra-
Idem idem.em garraRes com 5 garrafas, por. h li> com o garrafao. Gaz, gaz, gaz, gaz,
Linguas americanas de grande tamanho a Vinho de caja a 10 a garrafa. Este rinho ^SSfa^ff
l.ooo cada uma. tem d?z annos, Apollo b. i
FARINHA FONTANA.
Farinha da muito aerela a marca
Kua da Senzaila n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-: fontaua desembarcada hoje, vende-se
&bI^ por preco mais commodo di que em
qualqner outra parte : na ra da Crui
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de un e dous cavallos, erelogios de
ouro patente inglez.
Vendem-se 12 pipas de niel do furo em bar- SOrCS.
ris, prompto a embarcar : na ra Nova de Santa
Rita, ou nbeira do peixe n. 19.
n. 4 casa dc N. 0. Bieber & C. sucecs-
Cebolas
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
a 6i0rs. ocento, vinho Figueira a iOO rs. a gar- onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
rafa,manteiga ingleza a 710, 800 o 960 a libra : mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novse
na ra larga do Rosario n. 50, esquina da estreita legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
do Rosario. utra qualquerlparte.
Papel de peso, 40 cadernos, resmas 3-
Linhas de cores em carreteis, 301). a 390.
Ditas pretas c cor de caf, libra a 1120.
Cartoes com clchete? a O rs.
Ditos em caixinhas a 60 rs.
Cartas de alfinetes de ferro a 100 rs.
Caixas dc (landres com palitos a 40 rs.
Frascos regulares com tinta ingleza a 120.
jJaivas de core* para homem, 0 par 160 rs.
Duzia de botoesinhos de louca envernisados a
20 rs.
Caixas grandes com obreia a 60 rs.
Botfies de metal para calca, duzia 20rs.
Ditos de usso para cale,a, groza a 180 rs.
Tesouras a 60 e 80 rs.
Caetas a 10 rs.
Retroz a;:ul ferrete com um toque de m >fo, oitava
a80rs.
Borracha para norzeguim, vara a 2<56f0.
Fio para sapateiro, novelle a 40 rs.
Dedaes para meninas a 10 rs.
Vidrilho preto, libra 1S,
Lia de cores, libra a 6.
Canecas e esnumadeiras de (landres pan entrabe
a 15000.
Cocos o candieiro a 140 rs.
Cbaleiras para 8 chicaras d'agua a iOOrs.
Ditas pequeas a 240.
Flandres para 10 libras de doce a 700 rs., para 8
libras a oOO rs., para 6 libra a 400 rs.
Marmitas pequeas a 500 rs.
Bacias, regadores, bules e outros muiu>s objertos
que se torna enfadonho mencionar, que i vista do
comprador que trouier dinheiro se llie dar por
diminuto preco.
Farinha superior de Sania Calharitia.
Vendj-se em porcao ou a retalho, a bordo da
barca Bit, atracada ao trapiche do Barao do Li-
vramenlo, ou no escriptorio dc Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.


Diarlo de 9*ernautbuvo Sabbado 93 ile Janeiro de 19#4.
ARMAZENS
DO
PROGRESSISTA
RUI III1S (IU/.KS Y. Mi
RA DO CRESPO N. 9
Xo balrr de Naato latonlo.
Joaqun Jfos Comes; de ftonza soientifica a seus numerosos fregu
es c ao publico em geral que acaba de cstabelecer um novo armazem de raolhados
rH'i do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
ALLIANCA
cntt*ifti:
PECHINCHA
I OJIO MUWCA IIOI I E
NO
ARMAZEM
57 RA DO IMPERADOR 57
V
Na^liein conliecida loja que foi do Sr. Eelix alfaiate.
Panlo Ferrelra da Uva proprietario leste novo estabelecimento, tendo
chegado da Europa, aonde escolheu um grande e vari ido sortimento de molhados, tem
a bom de os expor ao respeitavel publico desta ciclarte pelos mais resumidos precos.
Em to ptima occasio, por estamos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Allianea offerece aos seus amigos e freguezes que o conhecem desde
fO LARGO DA PE1H i IO
Francisco Fernandes Huarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhido3
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa os quaes est resulvido a vender por
precos baratissiraos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
se venderlo a retalho e por atacado, por renos dos que se venderem em outra qualquer quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores vantagens em com- praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verem a grande vantagem
que tiram, tanto na superioridade dos genero:? como nos precos asss resumidos.
parte, affiancando-se aquellas pessoas qve comprirem nestes armazens a superior qua prarem em seu armazem
dade de gneros, precos commodos e bom acondieionamento.
Hoje de novo establecido mais precisa da concurrencia de todos estes senhores
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-, ao seu estabelecimento. certos de que esta casa jamis deixaro de ser cumpridas as os Srs- croe nao poderem vir poderao mandar seus portadores ainda que n3o teoham pra-
tica, que serSo to bem senidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em seryir bem e ga-
nhar pouco, afim de conseguir a continuado daquellas pessoas, que a primeira vez se dig-
scio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro- grandes vantagens por ella offerecidas.
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se encontra sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se nioofferecem tantas vantagens.
Sendo este armazem no verdadein ponto de partida para os arrabaldes desta
cidade, nao ser difilcil quelles senhores que tem de partir nos mnibus darem suas
enrommenlas neste armazem, que sempn lhes offerecer os mais agradaveis gneros.
Maces de 4o a 16u rs. cada urna.
Manteiga ingleza a mais superior neste ge-
nero a 800 rs. a libra, e comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que pode haver, tamhem ha mais
baixas para menos precos.
Cognac de superior qualidade a 800 rs. a gar-
rafa.
Cb perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l,ooo rs. a garrafa o rs. em >arris
a libra. I ,
dem hyssou muito superior a 2,7oo rs. i ^,#u" a ^* e 3o rs* a "Dra' e a 8,000 e peras SCccas muito novas a 48o rs. a libra.
dem muito superior a l.oco rs. a garrafa.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e narem honrar seu estabelecimento.
9,ooo re. a arroba. |
. Queijos flamengos chegados neste ultimo
dem franceza muito nova a 060 rs. a libra'Ceneja das memores marcas do nosso mer-i vapor a 2,ooo rs.
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
libra.
%m uxim a 2,5oo rs a libra.
dem hysson a 2,3oo is. a libra.
Mem idem a 2,ooo rs, a libra.
dem pretb de qualidide muito especial a
2,000 rs. a libra.
Klem 1 Jem inferior a 1,600 rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo
rs. a garrafa e lfc.ooo rs. o gigo.
dem inferior a lo.ooo-rs. o gigo e 1 000 tu.
.a garrafa.
Chocolate fr.nccz.hespanhol. e portuguez. a
a 9oo e 1 ,2oo rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
ede ({calidades, es[>ecialmente escolhido:;,
da 2,000 a 4,tino rs. a caixa.
f),ooors. a arroba.
Cha perola de especial qualidade a 2,800 rs.
Cerveja das melhores marcas do nosso mcr- a bbra.
cado de 5,ooo a G,ooo rs. a duzia, e 5oo
rs. a garrafa.
I Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Doce em calda a 5oo rs. a lata.
dem de goiaba em caixas e diversos tama-
nhos e de diversas qualidades de 64o a
l.ooo rs. cada urna.
Ervilhasfrancezas muito novas de 48o a 64o
rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
dem sea-as a 2oo rs. a libra.
Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a;
libra. j
dem uxim a 2,5o rs. a libra.
dem hysson a 2.3oo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
dem prelo de qualidade muito especial a
2,000 rs. a libra.
rs. a garrafa.
Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e8,600
rs. a duzia.
Doce em calda a Gio rs. a lata.
Enilhas francezas muito novas a 64o rs.
1
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
Idemseccas a2oo rs. a libra.
1 Bassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixoes com 2 '/
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Vellas de espermacete da melbor qualidade ..:.._._ _,. ,
. -r,n ... ma.n H i Manteiga franceza de primeira qualidade a
a ow r... o mato. 56o rs a libra e 50 rs em barris ou
dem de carnauba e composico a 32o e 36o meios.
Chocolate francez. hespanhol e portuguez, a rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba. r., no. nae. nnnrn n-n .., ,,
9oo e l,2oo rs. a libra. '.. ,. I Cha perola neste genero iwoha nada a de-
Tijolopara hmpar facas a 12o rs. cada um. sejar, e de especial qualidade, mandado
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia vir de conta propria a 2,8oo rs. a libra,
e de qualidades especialmente escomidos, Tojc.nho de Lisboa e Santos a 320 rs. a
Farinha doMaranho muito al va a 14o rs-. a Velas de espermacete da melhor qualidade
libra
a 600 rs. o maco.
dem de araruta verdsdeira a 4oo rs. a libr^ dem de carnauba e compositf} a 32o e 36o
Vinho do Alio Douro engarrafado, e os mais re- ,hra e lo.ooo rs. a arroba.
sui-erior, Mdvasia fina. Bastardo, e outros Toucinho de Lisboa o Santos a 32o rs. a libra.
a H,ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa. Sevada muito nova a loo rs. a libra.
I
dem Cberrv e Madeira a l,5oo rs. a garra- Peixe em 'a^s grandes, savel, pescada, cor-
ln/.n vina, eoutras qualidades a l.ooors. cada
^ lata.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000 ,
a lo.ooo a duzia, e 800 re. a garrafa al)Cl Breve l)au^"l> e liso de 3,ooo a 4.000
rs. a resma.
Bohxinhas americana? a .l.ooo rs. a barrica,
c 2oj rs. a hbra. 'assas muito ovas a $,r.k>o a caixa e 48o rs.
a libra.
Batitas muito novas a l.ooo rs. o gigo, e 60
rs a libra. Palitos (izados para dentes a 14o rs. o maco.
Banha le poico refinada a 48o rs. a libra, e idem e 1'01' a 2o rs- maCn-
em barril a 44o rs. h ezunto para fiambre inglezes e americanos
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooi a 83 rs- a ,ibra-
a 4,000 rs. a caada, e rs. a garrafs. Mera do Porto a 48o rs a lj|)ra
"d^por 27"oTrsan:0rC,aS^ 8 ""'" Q^0S '' "" ''" a Go rs"
ttatr-^^j ldz^o^:z-^r^
Idemem garris com 4 garrafas por ^JoT^** **** ** **
de 2,000 a 4,5oo rs. a caixa.
Farinha do Maranho muito alva a 14o rs. a
libra.
Sevada muito nova a loo rs, a libra.
]i)ra Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a l,ooo rs. cada
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra. lata.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais Passas muito novas a lo.ooo rs. a caixa e
bem escomidos, lagrimas do Douro, D. Pe- 5oo M. a libra,
dro V, I). Luiz I. Duque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina. Bastardo, e outros Palitos lixados para dentes a l4o rs. o maco,
a U.ooo e 12.000 rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa. Mem de fl Jr a 2oo rs. o maco.
dem Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra- Presunto [ara fiambre inglezes e americanos
fa c 16,ooo rs. a duzia. a 85o r.^. a libra.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000 u% n 10 .,
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa. "'m do Porto a 48 n' a bra-
Bolaxinhas americanas a 3,5oo rs. a barrica, noiJ Vnt0 a fi4 rs" a ,ib,x
e a 24o rs. a libra. dem flamengo vindos no ultimo vapora
2,0000 e 2,3oo rs. cada um.
Batatas muito novas a 1,00o rs. o gigo, e 60 ... .. .
rs. a libra. Sardmhas le Nortes muito novas a 32o rs.
I a lata.
Banha de poico refinada a 44o rs. a libra o Q ...
em barril a 4oo rs. | S9a mu,, novo a 2o ,>s- a hl,ra-
Vinhoem piqa de Lisboa, eFigueira.de 3,ooo Wem m,,i,,, suPerior a 28 rs- lil,ra-
a 4,ooo.rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. ... ....
Sabao maca de diversas qualidades a 2oo e
Idem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
24o rs. a libra.
das por 27,00o rs.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
2,5oo rs. com ogarrafo.
Vinagre de Lisboa m rito superior a 2,oo<)
rs. a canaria.
dem ciis na,\oa l.Soors. a caada, e 2oo
rs. 3 garrafa.
dem cm garrafoes com 4 '/ garrafas po.
i ,2oo rs. com o ga -rafao.
Manteiga ingleza a 600. 7oo, 800 e Stoors.;
libra de primeira qualidade.
dem francoza a 56o rs a libra em barr1, o
a 609 rs. a retalho.
Amonas francezas em caixinbas com rica;
estampar no exterior de l,2oo a 2,000 rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tama-
nhos a l,5ooe 2,5oors.
Idem em latas de 1 1/3: e 3 libra a l3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em bazinbos de fbtha pro-
prios para mimos a l,6oo rs. cada um.
dem em caixinhas de lolba a 32o rs.
Idem em caixas grandes a 2oo rs. a titira.
dem um latas ermeticamente lacradas de
1,6o> a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas de casca mole milito novas a 4oo
rs. a hbra.
Azeitonas superiores a l,2oors. o barril.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,oo a arroba.
I 11 4oo r>. a liira.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabao maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs a libra.
Geoebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamourgueza em ditas n5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,6oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a5oo,
64 e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Qrska a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
dem do Porto muito especial a 5,8oo rs. a Gcnebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
caada e 72o rs. a garrafa.
Marmektda imperial de t' dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o c 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
i Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
I dem em frascos grandes a 800 rs.
I Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Ervi-doce a 24o rs. a libra.
iu s e bolachinhas inglezas as ultimas pimenta a 36o rs. a libra,
chebas o oesso nwrcadoa l,2ooo l,4oo Cravo d, India a i(J ^ li|ira-
u ...... umellaa i,loors. a libra.
fSolaxinha do soda e lunch em latas grandes
a 2,coo rs. cada lata. Alfazema a 2oo rs. a libra.
Cognac de superior qualidade 800 re. a gar- (Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs.
rfe- I -o frasco.
ATTENCAO
s
O proprietario tos armazens do Progresista jamis deixar deofferecer aos seu
fregueies tu.lo o (pie for preciso para que se am bem servidos, e como a festa se aproxi-
ma ptima a oecasc dos seus freguezes experimentarem a realidade, que nunca dei-
asr di: ser inaaida pe'o proprietario destet armazens.
Idi/m em garrafoes com 4 '/j garrafas ])or
2,5oo rs. com o garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a 1.5oe rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafoes com 4 '/ garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estanpas no exterior de I,2oo a 2.000 rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tama-
nhos a l,5eo e 2,5oo rs.
dem em latas de 1 1/2 e 3 libras a l,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre era caixinhas de 4, 8 e 16
librrs a l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
urna caixa.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1,600
a 3,ooo rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amendoas de casca mole murro novas a 4oo
rs. a Hbra.
Ceblas aovas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e a 7oo rs. o cento.
Alpista a 14 rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
Macarro, talharim e aletria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
I,loo rs. cada [ata.
Bolachinha de suda e lunch em latas grandes
a 2,000 m. cada lata.
ris.
, dem hamborguez em frasqueiros a 5,8oo
ris.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
Ti.5oo rs cada um.
dem em botija a 400 rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a 5oo,
64o e l,2oo rs.
Gomma do \racaty a 80 rs. alibra muito alva
Graixa a Ico rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores fines francezes em garrafas c frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 600 e 7oo rs. a libra..
Massa de te mate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-docea 24o rs. alibra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libia.
Cannella a 1,loo re. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vicro a 600 rs. o
fraco.
Copos fines para agoa a 5,ooo rs. a duzia.
Chouricasaovas a 72o rs. albra.
Mostarda franceza preparada e muito nova
a"32o rs. cada um frasco.
Gonservas f-ancezas de superbr qualidade a
640 rs, o frasco e 7.000 rs. a duzia.
Azeite doce a64ore. agarrafa.
Sevadinha de Franca muito non a 2oors. a
libra.
dem huxim o melbor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto hemeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Bolachinha de soda chegada neste ultimo
navio a 1.35o rs. a lata, deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
que se vendem todas pelo mesmo preco a
vontade dos compradores.
lem em latas grandes a 2,ooo rs.
dem propria para lanche em latas grandes
a l,9oo rs.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs.,
neste genero ha diversas qualidades a es-
colher.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a1.5oo rs. a garrafa e lo.ooo rs.
o gigo.
Serveja das melhores marcas que vem ao
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.;
a duzia
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Convnhos, ervadoce e pimenta do reino 3
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Genebra de laranja a 1,00o rs. os frascos
grandes.
Vinho de caj o melhor que ha no mercado
a 1,000 rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,3eo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maro com
2c macinhos.
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porco se faz aba-
tiraento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vrnho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas eslampas a
l,2oo, l,8oo e 2,000 rs. cada urna.
dem francezas em frasco de vidro com tam-
pa do mesmo contendo 1 '/libra a 1.2oo
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a retalho, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre muito novos em bahazi-
nhosmilito proprios para mimo al,28o rs.
dem em caixas para retalho a 16o re. a
libra.
Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
2,000 rs. a barrica, e a 2oo js. a libra.
Chocolate francez o melhor que se pode de-
sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
5,4oo rs. a dazia. j Mafa para sopa estre|inha pevide) arroz dg
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as: mafa a 4^ rs- a "bra. e em caixa a 2,ooo
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e1 rs: cada uma> macarrao, talherim, eale-
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-1 tna a 4o rs- a 'hra.
bu1*5 u I?M 7 6 8 ^" garanle"Se a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
ij 1- j ,n Avelans muito novas a 2oo rs. a libra,
dem Figueira de superior qualidade a 48o u,d
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a aada. Ervilhas francezas muito novas em latas
..,,.. Q grandes a 64o rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo I
rs. a garrafa. dem em ditas pequeas a 4oo rs.
nada. 1 rs-
I Salmo em latas de 1 l libra a 8ob rs.
'dem fino do Alto Douro da colheita de 1833, T ,mtli.k. .m ,,,,c mmmmm .
como sejam: D. Luiz. Feitoria velho, Nec-. LT, grandM M rS' 3"
sej
tar, Carcavellos e Cames em caixa de1
da urna.
Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
urna duzia a 9,ooo rs.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognliac inglez a 800 rs. a garrafa.
a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.',
6 i Licor francez das melhores marcas do me r
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge- cado a 800 rs. a garrafa.
nuino. lagrimas doces a 9oo rs. a garra-L .;, .__. .
fa e 9 5oo re. a duzia. : Batatas chegadas neste ultimo navio em
Garrafoes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
ATTENG&O.
Nesle grande armazem de molhados vende-se em grandes porfdo e a retalho,
azendo se dferensa consideravel a quem comprar de 1005 para cima.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garraJa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
caada a 4,8oo rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz ahatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,000 rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs.. e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. libra
e U.ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5eo rs. a arroba.
Gomma muito fina c alva a 80 rs. a libra.
Araruta verdadera a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 2io rs. a libra,
cai-
xa com duas arrobas por l,6oe rs., e 4o
rs. .1 libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda ingle'.a a l,ooo rs. o irasco.
dem franceza a 4co rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4.800 rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em posta ermeticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oo rs.
Caf lavado de Ia qualidade a 32o rs., dito
de a 28o rs. a libra e 8,2oo re a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8eo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a 1,60o.
l,8oo e 2,000 rs. a caixa com loo charu-
tos, [o preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalh de virem ou
mandarem e verao a realidade.
1


Diarlo de Pcrnamluioo ftabhadt 93 de Janeiro de 1 84.
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UNIAO
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GOHHRGIO.
Defronie da loja do Preguiea.
HITARTE % I >M IIII i
ataba de abrir o seu grande e sortido armazem de molliados denominado Uni e Com-
mercto. Este grande armazem um dos mais bera montados que temos em nossa praca,
nao s n limpeza e aceto, como as qualidades especiaes de seus gneros. 0 proprie
ario do Unim e Commercio offerece a todos os senhores da praca, seuliores de engenlio
e lavradores a segunte tabella, por onde vero a grande economa que lae resulta em
compraran em to til estabeleciment, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
"ihido de seu armazem.
LOJA DO PAVAO
Cassas puritanas.
Bollinho francez em latas e caixinhas asmis
delicadas que' tem viudo ao nosso mor -a-
do de Too a 2,5oo rs. a caixinha.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, manda la
vir de conta propna, a 7oo a 8oo rs: a
libra.
dem franre/a chegada pelo ultimo navio a
5tio rs. a libra, e em barril ter abatimen-
to.
Erva-doce a ooo rs. a libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o gige.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
Cominho muito novo a 4oo rs. a libia e
comprando de 8 librea para cima a 32o'rs.
dem ingleza: em pot-s de 4 a 16 libras
8oo rs, a libra e o pote separado,
a Gomma muito alva para engommar a 8o rs.
a libra, e em arroba se far abat ment
, 3 Sag muito novo a 28o rs. a libra,
cha uxim o melhor neste genero, mandado
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra. Sabo verdadeiro hespmhol, que. raras vean
vem ao nosso mercado a 28o rs. a libra.
dem hysson, grande, muito bom a 2,oo rs.
a libra.
Idan preio muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais uawp, a 2,ooo rs, a libre.
dem, verde, miudinho, maisprop'rio paia
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de pe reo refinada muito alva a 46)
rs, a libra, e em barril se far abatimentc.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabio, e oalras muitas marcas, ;i
l,4oo rs, a lata.
Bolacbinha de sdo, esjjecial encorauenda, a
2,2oo rs, a lata.
biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 1!
libras a 5.ooo e tt.ooo rs, e de l,2oo a
8oo rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo proco di
t,6oo, { 8o e 3,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a tiio rs, a libra
dem londrino muito fresco a 8oo rs, a libra
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, i
48o, 56o, e 64o rs,; garrafa, e de 3,ooo ;
4,ooo rs, a caada.
Marmelada imperial do melhores conserve*'
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libra;
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,ooo a 2,ooo
rs. cada uraa.
Figos em eaixmhas de 1 '/a arroba e de 8 li-
bras a 8,ooo, 4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3so rs
a libra, taambem h;i serinhas para nen
nosa 60 rs. cada una.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs,
libra e em arroba a '3,00o rs.
Massa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farioha do Maranbao a 14o rs, a libra.
Ceblas a 8oo rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para bmpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de o.ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 6oo rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 8oo rs. a libra,
Genebra de laranja a i,ooo rs, o frasco,
Choerigas as mais frescas do mercado a 8oo
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a Ooo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores ;francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo,ooo a 13,ooo rs. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meiae e quartos.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa com duas arrobas cadauma.
Bocetas com doces seceos de 3,oeo a 3,5oo
rs. cada urna.
Bolacbinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeile francez 8 portuguez refinado a 8oo rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Consenas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 8oo
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes rnuito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qual juer liquido, de l,ooo a 3,ooo
rs, cada um.
Vinho branco o melhor neste genero a 8oo rs
a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
dem Bordeaux de ditferentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrames com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2o rs. com o garrafio.
dem com o garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estacao por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafSo.
dem com 5 garrafas -le vinagre a 1 2oo rs
o garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas umita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe ni latas muito novo : savel, pescada
curvn, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
coznha, de I,2ooa2,ooo rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino, Ve-'
,Jh.nsec?1 especial, Lagrimas Doces de!
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho!
yelho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quh-:
aade. vinho do Porto superior D. Luiz I;
de 184/, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho lo Porto, de l,ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa com
Vendera-se as mais modernas cassas puritanas cora bonitos desenhos pelo baratissimo prego de
240 e 280 rs. o covado, por tarar grande porgao, pechiucha : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavao. '
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
Vendcm-se as mais bonitas cassas persianas a imitado de lia transparente com os desenhos
tecidos e inleiramente novos, pelo baratsimo preco de 360 rs. o covado e nao desbotam : na loja do
Pavao ra da Impiratriz n. 60.
Cortes de cassas de Mara Pia a 4/jlOOO.
Vendem-se os mais modernos corte de cassa a Harta Pia, de todas as cores, com palmas bor-
dadas c de variadas cores (juegarante sea boa qualidade contendo 8 varas emeis cada corte pelo ba-
ratsimo preco de 45 : na loja do Pavao ra da Impcratriz n. 60.
As percalas do Pavao a 500 rs. o covado.
Vendem-se as mais Unas percalas que ha no mercado, de desenhos muito miudinhos e das mais
lindas e variadas cores egarante-se seren fixas.com i palmos de largura, fazenda propria para ves-
tidos de seahora e roupas para meninos, pelo muito barato prego de 300 rs. o cavado : na loja do Pa-
vao ra da Imperairiz n. 60.
Gtorgur&o de laa a 500 rs. o covado.
Vende-se gorguro de laa de cor oscura propria para vestido desenhora, paletot para homem e
roupa para menino, pelo barato preco de 500 rs. o covado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavao.
Vendem-se colchas de linho adamascadas com bonitos lavres de cor de rosa, azul e branco,
pele baratissimo prego de 55 cada urna : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Organdys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys malis.idos fazenda muito fina, de bonitos desenhos, pelo baratissimo preco
de 240 rs. o covado : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
As alpacas do Pavao.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fina propria para vestido de senhora, soutembar-
ques e roupas para meninos e dita branca muilo lina propria para vestidos e paletots, pjr preco mui-
to commodo : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Chitas do Pavao.
Vendem-se chitas escuras e alegres fazenda muito fina, padroes modernos e que nao desbotam
pelo barato preco de 3:80,360 e 400 rs. o covado: na loja do Pavao ra da Impera iriz n. 60.
As lasinhas do Pavo.
Vendem-se laasinhas com 9 palmos de largura de urna s cor e de quadrinhos peto baratissimo
prego de 15200 o covado, ditas enfeiladas com 4 palmos de largura a 500 rs, dilas matisadas muito
liuas de bonitos desenhos a 560 rs., ditas a 320 e 360 rs^ ditas de quadrinhos a unitaco de sedinha
a 400 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palminhas de seda a 500 rs., ditas transparentes cera palmi-
nhas matisadas a 440 rs., ditas de quadros grandes a 240 rs. o covado, dilas pretas transparentes de
cordaozinho a 200 rs.: na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Vestidos soutemharques.
Vendera-se os mais modernos vestidos a soutembarque cora lindas barras e enfeites para rou-
pinho cmangas, pelo baratissimo preco de o& cada um : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de la com barra.
Vendem-se cortes de laa com barras matisadas e enfeites para roupinho e mangas, os mais fi-
nos que existen no mercado, pelo baratissimo preco de 185 cada corte : na loja do Pavao ra da Im-
ratriz n. 60.
Os soutembarques do Pavo.
Vemdem-se os mais modernos soutembarques de grosdenaples preto ricamente enfeitados, ditos
de cor de um tecido de laa cora seda muito bem enfeitados, por prego muito commodo : na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Capas do Pavo.
Vendem-se ricas capas pretas de trosdenaple bastante compridas, fazenda superior e mais nio*
derna que ha no mercado, por proco rauiu em conta : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
AtoaJhado de liiiho.
Vende-se atoalhado de linho com 8 palmos de largura pelo baratissimo prego de 2500, bra-
mante de linho cora 10 palmos de largura proprio para lenges e toalhas muito cncorpado a 2500 a
vara : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Crinolinas ou baldes americanos.
Vendem-se bales americanos os mais modernos por serem muito fortes e bem armados de 20
arcos a .'15. ditos de 30 a 35500, ditos de 35 a 45, ditos de madapolao francez de diversos tamanhos a
35, ditos de musselina com babado e sem elle podendo-se tirar os arcos pelo barato prego 4e 4fl e
15500, ditos para menina, de arcos a 25, ditos de musselina a 3-5 : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60.
AURORA BRILHAHTE
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
A Aurora Brilhantc este magnifico estabeleciraento est na Boa-Vista disimian ,
pr.mazia, ja pelo grande sortimento dos seus gneros de boa qualidade, j pela t
de pregse jor isso o seu propietario roga aos seas frr.suezcs e amigos e ao Dublico
geral que mandem comprar para melhor se certificaren do annuneio.
Queijos do rt no novos a 25400 c .
Ditos de prato dem, a libra.
Ditos do ser'.ao novos, libra a .
Cliourigas novas, libra a .
Ungnigas ve. dadeiras do serlao, libra
Presuntos novos de Lamego, libra a .
Macarro, lalhariin e aletria, libra a
400 e...... .
Caixas com 8 libras de estrellinha e
pevide nova a 25500 e libra .
Sevadinha de franca e sagd a libra.
Ei vilhas e grao de bico a libra .
Marmelada nova das melhores mareas
a libra.......
Caixinhas com ameixas cora bonitas
estampas a 15600 e.....
Latinhas com ditas a 15400, 5400 c
Ditas com liaos novos de comadre a
15400 e......
Ditas rom fructas em calda a 640 e .
Ditas com peixe era posta ensopado
a 15000 e......
Ditas com sardinhas de Nantes no
vas a.......
Caixinhas com 4 libras de l'arinha de
ararula a libra ....
-N'i./.i s e aiuendoa arroba 65 e libra..
Garrafas cora refrescos de varias
fructas a......
Azeite doce a 640 rs. a garrafa o refi-
nado a......
Potes com mustarda a ..
Frascos com conservas novas a
Ditos cora genebra de laranja e de
Hollanda a 610 c .
Chocolate de varios autores a libra .
Toucinho de Lisboa arroba 95000 e
libra.......
Charutos finos a 25, 25500, 35, 45,
55 e 65 a caixa de 100.
Saceos grandes com milho, farello c
farinha lina a 45 15500 e .
Alpista arroba 15500 e libra .
Espennaeete superior a 600, 640 e .
25600 Copos lapidados para agua e vinho du-
zia 15 e......
Mol,ios de grande sf bolas a
Barricas com oolaehiuba nova a 45
e libra a....."
Ditaj de soda de H libras para lonche
ou doente a 25 e libra .
Ditas com biscoulos inglezes muito fi-
nos a.......
Manteiga ingleza tlor a 800 e .
Dita franceza a 560 e 600 rs. e em
barris e meio a 520 a
Dita nollandeza muito nova a .
Il.nil a de poico a
Sal refinado o pote .
Gigos com batatas hollandezas a .
Cha hysson o melbor que ha a
640
726
720
400
500
180
180
210
120
720
25000
15000
25000
500
15200
360
640
240
500
800
320
800
I5OOO
15200
320
55OOO
160
750i
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3 O
640
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.->oo -:
:550o
.120 \
8C0
M I
640
15000
800
63008
1*280 g
20
RIVAL
SEM SEGUNDO
Rna do 4|nemado ns 49 e &&,
loja de miudezas de Jos de Azevcdo Maia & C..
principia o novo annoa torrar miudezas pelos pre- r"UM"" l""rt """' uc ""i5 c Pumo* ?
m que a todos causa admiragao, a saber : largura- [,cr menos P1"6'-"0 d? *Iue em ou,ra 1^
Pares de sapatos de tranga muito finos a 15600. ,|Uer par _^^
Frascos de oleo babosa dos melhores fabricantes a lrna
Dito miudinho a......
Dito verde a 25, 25500 e .
Dito preto a 45' 00, 25 e lino a .
Cafo de moca arroba 5 e libra.
Dito lavado arroba 85 e libra .
Vinhos Onosdo Porto caada 55 e
gairafa640e.....
Ditos de I isboa c Figueira 35200 a
caada e garrafa
Dito branco proprio para mesa a 560
Dito xerez e outros linos a
Cixa com vinho Bordeaux a 85 e 95
e garrafa a.....
Seroja dolas marcas a duzia a 5
Comiiia muito fina arroba 25300,25e
Euxofre arroba 35200 e libra .
Canad de azeite de carrapalo a 25 e
garrafa a......
Dito i.e coco a 35500 e garrafa a
Massus com palitos lixados para den-
les a ......
Tijolo para lirapar facas a .
Krvilhas em latas a .
Latas cora ostras americana* a .
V inhos engarrafados linos a garrafa
Tapioca nova arroba 35800 e libra
Boio com graxa n. 97 a ..
Mo armazem de fazendaa bara-
tas de Santos Coclho
RA DO QCEIMADO 19 VENDE-SE O SF-
(l'I.NTE :
Esleir da lidia
propria para torro de sala, de 4, 5 c 6 palmo 1
Chapeos de sol do Pavlo.
210 rs.
Ditos maiores a 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito .fmos a 400 rs.
Sabonetes muilo Unos a 160, 200'eOO rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o melhor.
15500.
Lapis de tinta encarnada muito finos a 40 rs.
Vendem-se chapeo* de sol de seda muito encorpada com cabo de cana o hasteas de balcia pelo Novellos de linha com 800 jardas 128 rs.
a e meninas a 25500: na loja do Pa- Ditos de dita com 100 jardas a 80 r*.
baratissimo prego de 65,75 e 85, ditos marquezinhos para senhora
vo ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa do Pavao.
Vendcm-se cortes de laas matisadas com desenhos muito lindos contendo 13 covados cada corte
pelo baratissimo prego de 75, ditos do cor de caf com palmas matisadas contendo 15 covados cada
corte pelo barato prego de 65 : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Frascos de macass, oleo muito suptrior, a 100 rs.
Duzias de dedaes brancos em caixas de vidro a
320 rs.
Papis de agulhas a balao a Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
CONSERVATIVO
DE
.10 % 011 TI SI ti Ao DOS VVLTON
23-Largo do Terco-2:3.
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
de panno o. linho pelo barato prego de 25000.
Luces
de bramante de linho fino de um s panno, p*to
barato prego de 35000.
Cobertaa de dula da India
pelo barato prego de 25000.
Bramante de linho
I com dez palmos de largura, pelo baratissimo pre-
go de 2540O a vara.
Brelanha de rel
Pegas de bretanha de rolo, propria para saia,
. com 10 varas, pelo baratissimo pi eco de .35800.
Pegas do caabraia
Dita Japoneza muito lina a 800 rs. adamsseada com 20 varas, propria para cortinada
; Duzia de sabonetes muilo finos a 720 rs. de cama, pelo baratissimo prego de I05C00!
Papis de agulha com toque de ferrugem a 10 rs. j Ptrts de eanbraia
GrTJe bol6tsde m;l(,reP>'rla muito finos a (e 5a,pif0Si com 8'4/2 varas, fazenda Superar
com 40 vara* a peU) ,,aratissinl Pre? de **
com l vara^, a, F|4 ^ fin0
pelo barato preco de 680 rs. a vara.
Corles de caiga
de ganga amarella de li a ratissimo prego de 15200 o corte.
I Toalhas aleocboadas
para mos, pelo baratissimo j-reeo de $9 a axm.
Atoalhado adamascado
' iSS^reParadas Para mreiras a 15600,25 e io para toalhi de ,0 ,,arastimo pr^
Massos de prampas lisas e finas a 30 rs. | ^
Caixas de palitos do paz o de cera finos a SO rs.
Duzia de facas e garios de 1 botao superiores a
55500.
1 Duzia de ditas e ditos de 2 boloes finissimos a 1
65500.
560 rs.
Pegas de fila de cus, estrellas,
320 rs.
.Novellos de linha branca do gaz a 30 rs.
(Jarretis de linha de cores mnito fortes a 20 rs.
Cartdes e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Botoaduras brancas e de cores para colictes
120 rs.
Frascos de banha, pechincha, a 210 rs.
Bonets para meninos, fazenda fina, a 25-
vara.
tai 1-
Velas de spermacete as melhores que ha
mercado a 56o e 64o rs.
O propietario deste armazem de molhados participa ao publico e a todos em geral Artapreta muito finaba* 100 rs
que tem um grande sortimento de tudo quanto perlencente a molhados, e que tem caixas de rap com espelho a 100 rs.
um armazem para somente receber os gneros de maior quantidade, faz suas especula-':__________________ '________
c5cs em boas quadras, e que sempre pode vender por menos de 10 20 por cento du Pcde-se loda alu-uco
que em outra qualquer parte, garanlindo o proprietario qualquer genero sabido do seo | Custodio Js A",VtS uiniarSe.s dono da loja in-
armazem, tanto em peso como em qualidade. titulada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
Manteiga ingleza llr mandada vir por conta propria a 800 rs. a libra. >os seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-
Idem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris. tendo *" reformar no lim deste anno seu
^ ae carnauba e composico, de 4oo a Banha de porco renada, propria para pastis a 480 rs. a libra, eem barril a 400 rs.
rS'.a t e ^e '0i00 rs. a H,5oo Velas de espermacete e carnauba do Aracaty a 600 rs. o masso e
rs. a arroba, (j,rc lavado do Rio e do Cear, o melhor deste genero, a 280 rs. a _
roba 1 "'''^ c'"" '''' varas '''' galaode linho a 35.
Lia smtida para bordar, libra a 45.
no
e masso, e em
caixa se fara umjgrande abatimento,
dem
I estabelecimenlo, equerendo liquidar grande quan-
tidade de diversos ohjectos, esta rosolvido a vender
400 e 440 rs. a libra,! tudo por preeos baralissimos, como sejam :
libra e 8$."ioo a ar-11'et-as com 45 varas de franjas de linho a 35-
Gaf de i1 e 2 sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
Arroz da India Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba
hbra.
e a loo rs. a
Batatas novas ein caixas com 2 arrobas por 25000, arretalham-se a 4o rs. a libra. Frocu de cores sortid
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo is. a libra, em barril ou arroba a 8|>800. Manguitos para "senhora, o par 800 rs.'
Cha de 1, 2*. 3' e 4a sorte a 25800, 25500, 25000, e 15600 a libra. i (Minias de bonitos gastos 1 400,500 e 15-
Azeite doce de Lisboa a 600 rs a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa, e caada fav:,s ,l0 ,mlal i'm<'i>c a 15500, 25 e 25500.
^ Ditas com copos de metal proprio para meninos a
Genebra verdadeira de Hollanda, em botijas, de conta certa, marca gallo a 360 rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 55000 rs., a arroba.
Frasqueira de genebra a 0,800 rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada leva abatimento.
38RA DO IMPERADOR38
Papel greve
resma.
pautado e liso a 3,5oo rs. a
Genebra de Hollanda em
44o rs. a botija.
botija de conta a
Agua natural de Condllae,
muito recommendada as affecges do tubo gastro-intestinal, nos dosrins, e bexica ourinaria, pelas
suas propriedades alcalinas, e o acido carbnico que naturalmente conlm era suspenso, de prego
Facas e garios |>ara sobre-mesa a 45 a duzia.
Ditas e ditos dia com cabo de niarlim a 65.
Bandejas de todos os tamanhos muito lin-s a 15,
15200, i 100, 156IO, 25500, 35500 e 55-
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
I Tesouras em carteiras. a duzia a 500 rs., 640 e
I 800 rs.
; Peitos para camisas, a duzia a 25.
, Camisinhas bordada para senhora a 15500 e 5-
Chapelinas para senhora a 35-
I Ditas para menina a 25.
j Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
25e35.
"" jiiwpiivuauvj iiimnmi.', v v *- iuv i i iruuii.u <|UV iiguuuiiin im, I.VIIIVIII i III OU.^UX llOdU. *M\. JIV\V ifX (, /
mais commodo que a agua de Vchy, e de propriedades tal vez superiores pela grande quantidade de 1 p|ores francesas Cai' eran
acido carbnico. Injecqao Brou, agua d le Cheeleu, cupahiha de Mege, injtccao Fugas de tanato Luvas de seda co
de zinoo, muito recminendada as gonorrheas. Le noy francez verdadeiro ; na 1
algumas caixas de instrumentos cirurgicos para operagSes de Matieu e Charriere.
tem
Passas corinteas
rs. a arroba,
a 000 rs. a libra e 12,8oo
ErvHhas franceza e portugueza a 640 rs a
lata de urna libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o rs. ca-
Botka e armazem
drogas
lina do Cabng n. II.
de
l'K
da
Cruz Crrela.
da pao de urna */*
Joaquim Martinho
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Dristol.
Pastilhas assucaradas de Kemp.
Ameixas francezas em caixinhas elpuantA.; Paslilhas vermfugas de Kemp.
ment- enWfcX Zm at!",! f ,g Elixir de cilio lactato de ferro do Dr. Thermes.
inenit enieitauas, com diversas estampas Rob do Lafecteor.
no exterior da caixa de 1,500 a 3,000 rs. Xaropc depurativo d'odoreto de ferro de Cuy.
cada urna; tambem ha frascos e latas de XaroPepcitorai sedativo de Guy.
dilerenles tamanhos que se vendem por i Sa,stllha1 "Sj068 tatoMniCM Guy-
mdico preco.
OLEO
DE
Mcrchant
300
para as molestias externas dos animaes domsticos
e com especiahdade dos cavallos.
Massas para sopa: macarrao, talharim e ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafoes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,000
rs. a caixa.
ATTE^AO
nitores que comprarem pira negocio oucasa particular .05 para
8 DBMfl *i a 10 por u/o de abatimento ; o proprietario sc.icntifica tus que 1
is geaeio sao n de mt propia ancoauneada, razao esta para-pod
por lauil'i menos do que em outro qualquer estabelecimenlo.
Burel franciscano (mcsclado) para imagens.
Injeceao Brow.
Xarope do citrato de ferro de Chable.
Pilulas conlra sesees.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha do Bailys.
Xarope alcoolico de vellame.
Alea destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chiinicos o pharmaceuticos que se amarella.
vendem por commodos, pregos.
11^0 II
de rap pi'mce/a (iasse, do Uin de Ja-
neiro, 11a na da 1 Pl n. 18, c-rrip-
lo o le .I. s Joaqiiiiu Lima aiio.
Acha-se o deposito sopprldo de rap grosso,
i'ni", ;i>siui como (le Paulo Cordelro ;
nos utumis vapores vieram as qualidades menojo*
te uem 1
Lad i] -.
de primeira ((ualidade, fabricadas com o maior
esmero, as quaes pelo modo effieaz que malam as
formigas, realisam urna economa de 90 0(0 sobre
as fabricadas pelo amigo systema.
VERNIZ 01 \LTR.lO
do gaz, cujas multplices applieages sao por do-
mis conhecidas : vende-se ao p^go da fabrica no
oitao da secretaria de polica, armazem da bola
GAZ GAZ GAZ
por |i'i'v< rednzldo.
Vende-se gaz da melhor qualidede pelo
pre o de 100 por lata de 5 galoes: no ar-'
mazem do Caes lo Ramos n. 18 e ra do
Irapiobe Novo n. 8.
Macas.
s.i in Den a. 5, nn
caixas cora macias a 35.
com pequeuo loque de mofo a
rs. o par.
Toucas de laa para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botoes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de ta chamalote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 35500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
[ Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 14200 a dnzia.
Castigaes brancos c amarellos do metal a 15.
: Carteiras para algibeira a 500. 600, 800 e 1*.
, Sabonetes muito linos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ago para caiga a 320 a groza.
Caixinhas com alrinetes,grampos e clcheles a 320,
400 e 500 rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinhas para coslura de senhora a 15500,25.
3,4,5e65.
Compoteiras de vidro com pratos de motal a 35 e
45OOO.
Franja de laa para debrunhar tapetes a 25 a pega.
Palitos de fogo, prova d agua, a 15 a groza ou 120
rs. a duzia.
Asstm como tem grande sortimento demuitos
mais oDjectos que se tornara enfadonho mencio-
na-los, que ludo se vender muito barato para li-
Judar : na ruado Crespo D. 7, e rna do Impera-
orn. 5',1, junio ao paseo, e casa da liqnidagao.
Lengos de cassa
brancos unos proprios para algibeira, pelo
lissimo prego de 25 c 25400 a duzia.
\0%4fc
gementes de hortaliza.
Cheiraram no vapor francez G non* s-
mente; de hortaliea : na rna da Cadea do ReeHk
n. 56 A, loja de fefragens de Bastos.
ESCRAVOS FGIDOS.

De bordo da barca Africana, fugiram escravis, um crioulo de nome Antonio, ro|>resea-
ta ter 40 annos, cara feia, (ferio a, estafa-
ra regular, outro mulato de nome Jao. ropf
la ter 30 annos, estatura regular : ywn os >*fcW
ou del es der noticia no ascriptorio de Aiiua
Luiz d^Oliveira Azevedo f C. ou a bordo da '.tx
barca ser bem recompensado.____________
Ausentou-se da casa de seu wnhi>r drd
da 18 o preto Miguel, repiesenla ler 45 .r0ai-'
nos, usa de mcias nana, ja toa e.ibelloa brai-
eos, jastante regrista e intitula-e forro, f ou>ta
que elle auda net'ta cidade por ja ter sUa Mf
Irado nao s no bairro do Recite como no da Ba4-
Vista, ha ipailii de que elle se ai-oita en c3jl
de sua amazia de nome Mara, parda, e que d.zria
estar morando ha poucos dias no Campo Ventor
quem o pegar leve-o a casa de seu senhor na raa
da Cruz n. 2, que sera recompensado.
Fuiji
11
Milio L di em saceos de 23 cuta a 35500, e a
160 rs. a.......fan I" a 35)00 e 35800 u
na lal erna pintada de amarella do patea do l'arai
zo n. it. oitao para a ra da Florentina.
do engenho Tinia, freguezia de S. Lourcogo oa
Malla, no dia 18 de dezemhrn da < ix
Cosme, que representa Wr 20 22 anuos de ida<.'e,
pouco rnais ou menos, estatura e eoipo regnl-i
cor bem prela, cara redonda, sem larha, slbcs
grandes e embranquigados, prrnas reculares, pt
pequeos, dfdos arrebitados de HMtra qne qaa>-
do ands nao toca cora elles no chao, e parerf estas
manco, gosta muito de batucare cantar. Este a-
rravo foi do Sr. Joaquim Jos de Soma, norad>r
no engenho Lameiro, na provincia da Para!
Quando fugio levava em seu poder m nnjn al.t-
so, rastrado e sem habilidades, e fora enmntradkt
na villa do Llmotiro, onde, sendo |>ergunU
sera que andava comprando galiuhas .1 mandado
de seusenhor.de sorte que wppito-sc que 'l!e lera,
seguido para S. Joao, na provincia '..! Para
onde mora um irmao do senhu
Depeto que oromprei j sao rom tri* fluhdin.
que ten feito, na segunda foi preso ,
de Guianna, que 1a com destino a procurar* o 3>.
Joaquim Jos de Souza. Portaii" tvp -e'as a
toridadis poliriaes e capiliies di- virtrn
o mandem pegar, levando no eragenliu Tima. o
no Rcci'e, casa do meu irraspandcBle, n raa do
Imperador n. 44, que sero bem mriipt-usados
_______________________D. Villaga.________
Fugio do engenho BomBm SBanrta d Lir
moeiro irnvincia ,de Pernambuco n<> dia 28 to
junlio de 1863, um casal de escrav -s iicrieorem
aoeapilo Silvano Antonio Gai>. os quaes tara es
signaos segrales : Kogtrio, mul.n >. lale da 9
airaos, altura regular, grosso, r
los pretos e. aneilados, barba pi
porbaivodo queixo, olhos Irnllni, km ?
falla de ileiiic.-i lalla Moderad*, earreire 1 1
to jogador de ranas, masca fumo e !!.,.
denle ; sua mulber de nome Joama. cri w r
bem |inia. com dadode 38 ano
n gdes nioi
denles 11 Iliu urnas ejeatrzes
1, >. masca fon
auloridadespolic
quer pesraa 1 n parti
mesnuK e tov
genho 1 ..
1
W



l>!Ho de PernanilmO *silfo;i LITTERATRA.
Iusiiiuilo llisorleo c Jeogra-
U>heo Braslleli'o.
.
esle zelcso servidor do estado merereu e lev
proras mate solemne
como o iltestam as gra<
no-so coasocio era eominendador da ordom de
Ch isto e da imperial da Rosa, ofllcial da impe-
rial do Cruzeiro, c. tinlia liada a caria do consellio i
e i iai- nda da milito nobre o anliga or- ph
data (Ia Turre e Espada do Valor, Lealdade e He
rilo de Tortuga! a commend da legio de Honra
as estudando os antigos historiadores do Maranhao, ali havia nm mundo
U) ,n o su. W.WS
* (Comlu-.i
'"'" da Prau ja, a gra-erui da ordem Pontifical de S.
i: iradeVasconellcsachara-se Bragerio-Mafao, sendo tambera caralleiro da or-
lamente Iterada, a es anlteos deste pree> desate)!
* P1'V "and,,,:, longe da patria,
da scienciae nelle ra- Eis o nico defeito do venerando hispo e um pe-
padres cado que Deus castigara com um sorriso.
sa- O bispo conde de Iraj durante o suu goveruo
episcopal dirigi as mais solemnes e graudiosas ce-
0 grave erro poltico da dissolucao daconsli- remomas religiosas, on nollas lomou parte. Goa
tuinte brasileiraproduzra o seu primeiro resulta- correa no acto da sagraco e coroacao de S. M. o
S do elevada considoracao, I combinando raros documentos e investigando os; diavam pianolas, que eram os lirroi dos pa
v i .. ... da ogreja, dos grandes pin oseo ios o do<
i.;as com huo foi honrado. O archivos do passado, apresentou cunosissimos tra- bj0S<" 8 '
Ihossolire a hisloria civil, econmica e adminis- O grave erro poltico da dissolucao da co
itira da sua provincia. tuinte brasileira produzra o seu piimeiro res
A rr notar do on rnnsnrin romo liin>rito do na desaslrosa revoluro qne se rliamou da coa- Imperador o Sr. Pedro II, abencoou o consorcio
a reputado do nosso consocio como iliterato,, fcJeracio do E,|Uaiior; l||M priacipakaoat pro- do mesino augusto Senhor com a virtuossima!
ulosophoe historiadorfirmon-separasemprecom nunciou-se em Pernambuco. Os goveruos e os pnmeza actual Imperatriz do Brasil, eetebrMO
n i i,:.\ o termo de seos dias. 0 Ilustre Mi-
, aceitando a presidencia provincia.
, i ceden um impuDo mystertoso que o
a mamr onde tinlia nasrido.
A 'i idade do Ouro-Preto que he dra o barco
.!,, |lu B sepultura. Mickiev. icz. o poeta polaco,
desenvendo no -en poema de Thadea as florestas
da liHbuinia, i
e ai nda na Europa, na
cidade de Lisboa, cliegou a sua lima derradeira, o
baixou a sepultura um oulro noaso consocio o esti-
mado iliterato e Uabilissimo escriptor Joao Francis-
co Lisboa, em quera a nobreza do coracao agala-
va a robustez da iulelligencia.
o Jornal de Timn. S. M. o Imperad ir agraciou o poros prepataram 09 seus proprios destinos. I matrimonio das duas princezas brasileiras, Suas
distncii) brasilero com a conimenda da ordem de Pdre Manoel do Monte cons rron-se aiheio a ] Altezas Imperiaet as Sras. Januai ia o D. Fren-
Clinsiu- o Instituto Histrico rhimnnn niri n seu tedos e- uirtsto. o instituto Histrico etiamou o para o seu cousas uivill.ls 0 ,.,,.,. ,,.,,,.,,,'. u3 padecimen- canecas do sereaissimos principes, filnos do latee-j
gremio, c o seu nome desde minio coabecido tao ,0 os homens, e a dor da patria, nao qne o litro rador.
vantajosamente no Maranhao foi repetido com lou- de um saino o tornas* ni tao troar da aitillia- To venerando e benemrito prelado nao poda
rore estima em todo o Brasil i ria uo nns exercitos do irmaos Inimigos, como o nem com a sna modestia, nem com a*sua humilda-
problema que nao deixou Archimedes, ouvir o de, escapar s honras da Ierra. 8. M". o Imperador
ipie tomavam Sy- do Brasil o fez seu capellao-mor, conde de iraj,
atri- do seu conselho, grande dignilario da imperial r-
enos dera da ilusa eeommendador da de Chrito.e obis-
bem po foi jinda prelado domestico de Sua Saniidadc e
assistente ao solio pontificio, gra-cruz das ordens i
missao, e ao mesmo lempo esciena a historia do Fan(Jado c |d| 0||ni 0 meslre dl! S. Janoario e de Francisco 1 de .Vapules.
padre \.eira,e enthesourava preciosas notas para correu a serdjd Mul0,|' ,, Ml)nte o Instituto Histrico e Geographieo Brasileiro, o
loa Francisco Lisboa uasceu na freguezia de ^^T^J^^^Pj?^!^!??1*^?0^. c.omem; matiiculou-se nelle; eaom amis ventajosa no- Episcopal religioso, asociedadedosAatiquarioado
o termo dones esludos, quando, Norte, a Academia das Artes e Sciencias de Roma
em eonseqnencia de urna desarenca entre seu e outras militas, tanto nacionaes como estrangeirai
a, urna legenda popular, segn- No? Senhora das o,es do .guara, na provincia KuTsie'"^ MlecTSi^detogo*-
Oo a cual as aves e os animaos nascidos naquode uo Maranhao, a ti de marco de 1812 : foram seus
deserto immenso, quando soulein que sa ajiprosi- paos o agricultor Joao Francisco de Mello Lisboa
ma o si,ii Um, embaa uiutto longo eslejam, vam e a Sra. Gertrudes Rila Ooncalves Nina, que
para morrer no scio umbroso do patrio aiida vive, e cuja velhice foi amargurada pelo gol-
; .. Bis, diz Mazade, a iniag-'ni tocante e pe mais profumio que pode reeeber urna mae.
potica desee insdaeto qne nos iaz desejar dormir, eu,bura muilocedo sopalenteasse o talento e pri-
o Dltwjosomao na tena^natal. Im. du esprto de Jo5o ,.VaildiC0 Usb.Ai coma
Tal foi o Uomem que perdemos: na mapstra- descuidada e talvoz contrariada a sua educacao
tura, Jii recto e honrado : na alta administra- iMerara at 1829 ; porque, menino, viu-se elle na
c h., hbil, moderado o activo, mostroa-as no par- failjnda 1)ak.rna so||0 c Ufw como a. ^ do ^m
Uinnto c no govx-rno capaz decar.egarco.no po (|UC ^.^ c .^ ^^ ^^
,k..a la leputacao do seu nome tr,ngldo cm uina ctM (;0(llm(!1.(.ia| aos d
i. o seu nome era em verdad* cheio.de recorta- Ie:etc au0s a iudo|e di) mancebo revo|tJU.s
c ,, qu; poJenam esmaga-lo ; porque ha no.nes bpm as ^^ prendiam sua iutelli4ncia
quo deban, comparares tta aten, o homom qa8> desforraildo^ llicuria^;
ta aciuaiidade com o prestigio e a fama do homem aoi topassauo, ..ornes eu.li.u que o mundo sobrecar- STL^Sidllii^^^ ; ^ W
reg de impones e deveres ; porque sao legados ^ ai"lal da *** dante e um campo ter.i.issimo : sua mor.e urna JJ^ ^ s mjn^jmgmnju h
dTataria, e o.- legados de gloria sao como o sol que ^ acontecmen.os polticos de 1831 nao podiam be.la sementera perdida e un. campo que se este-, XJ3S^^J!!^L "7* A^uSSSt '
teslumbia e ofiusc. radiante aquello que, nao ten- Jj* Jj a.;;a|ie"t',,lsiaisla e "sa| r"^rUd;.mos recentemente o nosso respei.avel con
do ollio d'agnia para litado, nao podera merecer "" 0" ,A' **> 'I1"-' -'staudo-se logo no partido; soc0 0 conselheiro Jos Paulo de Figueira Nabu
ral, fez-se o inanlenedor de nobres ideas na co de Araujo. O orador do instituto nao conse
----- ----- ,-------------- t t^irau lo a odas a; me- oes do mundo lus sasi'iiauus uu urna uncu
loco, rac,s, dos trabath ,s ,!e sua peniu ust ada o padre Ma ,,uV lo I teX/av: Ta re- *ua obras magis.raes o (
e patritica Bcou um tnesouro de trabalhos pro- de'#;ik.d(,ri e TirtadV^miea ^o^neto ""rwteos Bmentot de Air,
fundos, alguns dos -juaes inlel.zmenle racomple- {e ^m3mXlWl ^^ eiegeu de|m verdadeiros monumentos de
M-anhao laJ" ** t\ legislativa em 18:. Os e a 'reja.
r, da i'u omanos, nomeando Cincinnato dictador, foram ,10SS0 venerando consoc
i i iiria 'enconlra-lo no seu campo, dirigindo a charra; ro brasileiro, e especialmente ao da .sua diocett,
* '',',':.: os eleitores pernambucanos elegendo detmlado "Jous sublimes legados que nao podem ser esqueci-
as min ao padre Manoel do Moate, foram encontra-lo en- dos :-o exemplo das suas virtudes e a licao da
nha, que em amarguraila viuvoi tofnoa
onde chora co.u ella a peda que a amba
%'bhIi foi realmente a uerda, porque o no=so *SS "S*f "n !i -",re S /
finado conscio era um dos mais laboriosos e Mos- g A ora'-'o 6 o livro sao as charras do
irados nembros dessa familia mullo limitada de | ^ m^|0 T - o Comieiidio de tkeotofkt
" eUc eccleiiatko siie
que se gloriam a patria
e a igreja.
O nosso venerando consocio deixou ainda ao cle-
ao da.sua diocese,
i- homens de ledras que escrevera e que pesara lo \. J^^"
. Ipouco ao Mtado e que tonto fa/em por elle A vi- ,,,, raria ,CV(,sen
sua sabedoria.
E adispensavel que csses legados se aprovei-
tem em bem da religioe da patria : o exemplo e
a licao do tinado hispo osto clamando que o padre,
o veno de l'otrarcba :
E amnto J mira piu, unto piu luce. a'"-'"a Ua "'M-rensa, e, jornalista aos rale anuos de
ftaaeisco Diogo era irmao de Bernardo Pereira ed**- rJaclor d Urasileiro em 1832, do na-
to Vascoaceilos, o mais atilado e sagaz, e um dos )ro do mesmo anno al o lim do
mus profjndos dos estadistas e dos parlamentares
brasiloiros, c nunca podia aquello apparecer na
tribanu que a imaginario de cada contemporneo
la risas logo o lamoso lidador paraljtico lancar-
se arrojado ua mais arde ni c lula parlamentar, e; nica de Nosso : mo
electrisa lo palo encanto do combate, e brilbando-, des hombros nem os cuidados da administracao,
lhe a vida nos olhos ha pouco amortecidos, e no n. qual prestou bons servicos como secretario do
.se^uinte, do Echo do Xorte de maio de 1834 ate
1836, e em lira da Cknmka que escreveu de ja-
I neiro de 1838 al marga de 1841.
Durante dez annos o jornalismo f,ira a sua tu-
le servirara para arranca-la
semblante decomposto pola eufermidade, quebrar
langas com os mala fortes dos seus adversarios, e
vibrar contra ellesos raios da lgica mais cerrada
ou do ridiculo mais pungente.
O nosso distincto consocio nao foi nem tao hbil.
era tao profundo, nem tao audaz e sarcastico na
tribuna, como seu irmao; foi, porin, mais nobre
ge verno da provincia era 183., por nomeacao do
piesidenle Antonio Pedroza Costa Ferreira, ulte-
riormente barao de Pindar, nem os trabalhos le-
gislativos da asserablea provincial, de que foi
raembro distincto na piiraeira legislatura e na de
te-38.
O que nao pode a fadiga,] a lula incessanle, a
guiu recebar a tempo informacoes detalhadas a
respeitodavidae teitos deste Ilustre Brasileiro, e
por laso obrigado a limitar-se a urna simples
s eoneidadaos; na cmara para ser rcrdadetfo padre e digno sacerdote, aere
mostrar-se virtuoso e sabio.
A vida e o turnio do hispo proclamam esta ver-
dade : preciso que ella seja ouvida.
Aquelle que enuncia a palavra de Ueus deve ter
cm seu espirito thesouros de sciencia para nao
amesquinhar as sagradas ideas deque co inter-
prete e que Ihe cumpre ensinar.
Os apostlos dehnsto, lirados das classes mais
rudas, glorilicaram a huimldade; mas a inspira-
cao divina Ibes eu sabedoria para couquislar os
idolatras, os barbaros c os sclvagens.
sorprendido pelo decreto de 10 de fevereiro de
1839 que o elega hispo do Rio de Janeiro, e ex-
pedidas pelo Santo Padre Gregorio XVI as bullas
de confirmaQao, totnou posse do bispado a 24 de
maio de 1840.
Km 1844 a provincia do Rio de Janeiro incluio o
seu virtuoso prelado no numero dos seus deputa
tes e escriptos cstimaveis que Ihe assegurara um
logar honroso no registro bibliographico do Bra-
sil.
Jos Paulo de Figueroa Nabuco de Araujo foi Hi-
dalgo da casa imperial, do conselh) de S. M.,
commendador da ordem de Corista e caralleiro
das imperiaes ordens do Cruzeiro e da Rosa.
.Na primeira hora do dia 11 de jiriho de 1863.
os dohres lgubres dos sinos das egrejas da cap
tal aimunciaram a orphandade da diocese flumi-
nense, a morte do nosso venerando consocio D.
Manoel do Monte Rodrigues de Araujo, bispo ca-
pellao-mr, conde de Iraj.
Filho legitimo do Joao Rodrigues de Araujo e
Bispb do Rio de- Janeiro durante vinto e tres an-' cerdote se defenda dos golpes do vicio e dos ataque.-
nos, nao viveu um dia que n.o osse dedicado ao!Jo mundo,
bem do seu rebanho. Promoveu o desenvolvuneu-! Nao pode ter Corea, nem autondade, nem mtiu-
to dos esludos eclesisticos no seminario de S. Jos, ncia sobre o coracao do poro, o padre que cou-
ajuntando s cadeiras existentes as de francez, ""adiz os preceilos da religio com as miserias
vida desresada e com os delirios das
_ de Cathariua Ferreira de Araujo, nasceu aqucl-
na palavra, mais moderada no certime, mais lou- ., res<-10 dos .v1n,rirs n- ,lo.,mnr* I le que hara de ser tao sabio c piedoso varao na
varl aos se.ilin.en.os, e as vetes no vigor da ar- 1" d" l?9lh?d s ? ? / cidade do llwife no dia 7 du m^ tle ,7%,; d
------J? e na eereia da defeza e do atauue 8 al'dao dos aihados. Ha na vida poltica des.llu- seus paes recebeu elle desde a primeira infancia
guraeniacao e na energa oaoueza eao ataque sfles que arreCecem a f ; contradieces inexplica- as mais suaves heoes devirlude ; e logo que pude
parada tesar son* de orguumo a sombra que Vtis que apadrinham o scepiicismo esSa raorte do! Passar. mo>"u a mais decidida vocaco para o
ccraco ciuraes egosticos e esquecimentos crueis' ?acfdoc,^ "aaeeu em humilde barco ; mas teve
j c ijuntodelle para sua guarda o anjj da candade, e
quo as rezos accendera na alma do offendido um
ju sto resentimento e s despertam um nobre orgu-
scu lado se mostrava, acud ndo ao seu nome.
ttancisco Diogo foi sobretudo recommcndarel
pela sua modestia e pila sua probidade : a sua
modestia foi aquella de que falla Boiste, a varda-'H>0 onde somente tlorescia a modestia,
deira quo nao se encontra sena as cabecas rige-1 ,
rosa, c as grandes almas. A sua probidade nao fdeslrad? eonscieae.oso jornalista poltico
liona o ment do eaforat, liulia o aacaoto de um i alaNanca do ',:,r"do a mprensa a tribu-
auributa lagenito : elle era probo como a QOr ? !,'!Ue !lunca ? fecha- ******> ^c que
odorfera, e demostrou
pola vida simples e econmica ,
| suas noutes, os thosouros do seu espirito : nao ha
; era probo como a QOr ",.', ,a "^ Ju'"a.i*,a, o oraaor que ia.emo.so
essa veneranda qualidade I &" tados os das; o jornalisto sacrifica no altar "as
.omica que se.npre viveu,'dls suas cren?as lui dw scus ".*omnodas ad ^
para elle nem folga nem descanso : os alijados o
impeliera, os adversarios o provocara, a calumnia
o persegue : tr.ibalbo incessanle, e nunca chega ao
fira do trabalho : a tarefa recomeca todos os dias :
um novo Prometheu encadeado n'uma mesa ; a
s ia vida um marlyrio como o martyrio das Da-
n lides.
o pjia pobreza em que raorreu depois de viute au.
nos (jassados as mais alias posicoes sociaes.
*-. (tovami fallar da probidade cxemplar da gc-
eralidade dos nossos servidores do estado : nos
ca.unialados polo eslrauge ro quo anda esmeri-
In, idoiotvei e calumnias, criticas e Mirras,arti-
gas apjixoaados da imprensa., e aggressoes de en-
raivaJoslatadores polticos para pintar em negro
pala jI o esiado da desmoralisacio publica no Bra- j Joao Francisco Lisboa lora dez annos o jornalis-
aiL aouieMauca do rento iwstifero que procura l' do seu partido ; era alm disso um orador de
apalnar por todo o paiz que flagella os miasmas de \ uerecimento, e um homem Ilustrado em 1840
qjj so ouiJtbeu no tremedal e no pal, nos deve-; a)resentou-se candidato asserablea gcral pela sua
ijj o pojemos fallar ; um ou outro fado que en- P ovincia, e em breve reconheceu que o ciurae e
tra o registro da corrupeo nao deslustra a nossa a ma voniade das proprios correligionarios politi-
fc'isioria, ou todas as historias osto deslustradas:' c"s Ihe prepara rain urna triste derrota. Ento seu
s maueias do sol nao desramtem o brilbo do lu- c ume resentio-sc, e o seu orgulho alterou-se. Nao
auiuoso astro e nao ha naco. come o Brasil, onde s,! suicidou como Chatterton, quebrou a pennados-
os ministros, os altos funcrionarios, e os emprega-: a nada : lerabrou-se do eloqueate conselho do
doj pblicos sejara mais mesquinharaeute pagos, g*ande orador sagrado, que dizia ao relho guer-
o oale menos rezas se rejara escndalos de prova
ji a^io, e oude mais rezes se rejam gloriosas ago-
iijs ein duros leilos de pobreza e de miseria, ad-
reiro esquerido pela patriaMorre e ringa-te I
Elle nao morreu, mas calou-se.
Entregue ao mister da adrocacia, que Ihe deu
aoiraveis emboca tristes paineis, em que o leito da hmrosa e bera merecida nomeada, o nosso illus-
taisada um throno, sobre o qual fulgura a ma- tie consocio descancou onze annos das lides da im-
estade da honra. prensa : mas em 1832 roltou de novo ella, nao
Morreu 03te anno na Europa o nosso digno con- como tantcs, para defender as ideas do seu par-
lOCta o conselheiro Luiz Moutinho de Lima Aira-' lido, smente, porm, para castigar os abusos de
loso Silva, que, depois de trinta annos de activo todos os partidos, fulminar a desmoralisaeo, e
swrvco, e leudo silo por ultimo enviado extraor- tainbem para escrever a historia da sua provincia :
flraario e ministro plenipotenciario do imperio do, fo. entao que come^ou a dar ao prlo esses inle-
B. jsil coi Roma, Tora aposentado, descansando na' ressantismos folhetos sob o titulo de Jornal de Ti-
vulnce, e sombra da gratidao nacional, dos seu? \ rasa, nos quses, como diz um seu digno hiographo,
longos o nota veis trabalhos pnmeiro na secretaria com o lapis de Garant na mo do Juvenal, expoz
i iante do mundo quadros profundamente rerdadei-
ios, onde a saiyra e o ridiculo atacaram o vicio, o
c.esregramento e a vaidade, sobresahindo os dous
ltimos dos doze nmeros desse jornal, em que,
Itaf
dos uegocios estrangetros c em seguida na diplo-
macia.
lustamente apresado pelo nosso governo, e pe-
tos governos de diversas m.cSes do velho mundo(
FOLHETIffl
O Ai\!IEI, IVAHASIS.
m
Deisando Pars algumas semanas depois, fui es-
labdecer-me em Berln, onde esperava passar al-
i;um tempo nomeio dessa athraosphera intellectual,
*nas subtil, dir-se-hia na capital daPrussia que no
veslO da Alleuianba.
Foi ah que publique! quasi logo depois do nii-
nha chegada, c para mo turnar conhecido de mun-
d allemao, urna broxura cujo edictor tere pouco
de que louvar-se. Era um Tratado de Apparicaoi
desuado a esclarecer certus pontos de phenorae-
nologia do enebro. Bem que asss friamento ac-
colliid pelo publico, essa obra, incompleta a mu-
4cs respeito. me valeu una das cadeiras de
re ensmo medico na unirersidade de Bres-
au. e gracas ao crdito que tem em toda parte a
beca do professor, consegu crear nessa cidade rc-
la.oes quo me prometliam umacarreira fcil, seno
Itnlnaate. Tinna quasi inteirameute perd.dodo
I la minba estra na publicidade e os dissabores
do amor proprio queme linha dellaprovindo.quan-
ilo um incidente inteirameute particular veiu m'a
recordar.
Certa|noute em quo me tinha recolhido mais tar-
le que de coatame, e em que trabalhava depois de
iiiii.i aoule .m mea gabinete, me foi annunciada
nina tala. ( vai liante claro de rnlnha lampada
fl principio nao me deixou entrever mais que nm
....."i de alta estatura, cujas espaduas arqueadas
ealGtude molesta me inspiravam urna especie de
eompaixo ; as primeiras palavras que sabimm de
teus labios n conheci sua voz. Esse velno alto era
C Conde Edmundo H...
Tornando a ve-lo depois de tantos annos (pirque
i so se pa-sou em 1842) fui afiectado como so o
83 aspecto da ama bella estatua quebrada. Seus
inda erara abundantes, mas de rdr de ne-
te ; seu roste estara ajajcaxlo de ruga, profundas;
J na e-| sanirao e desesperse denuncia-
VI t le seus labios descolorida* Ti-
' anula sua ua altiva eiprewao que J
ll i liavi i ni i ido bera como essa magostada tierna-
ii ;! nr'ora o caracterisavam, mas era a
magestade da reaigaacao, a difoidade que sobre-
gitica, augmentando tambera as propor- Ie por ventura sao ao mesmo tempo ignrame t
eminario, que ainda Ihe devett a reirindi-' destnoralisados, aijuelles que fazem do aliar um
importantes propiedades, e emlim um le- simples meio de vida, perleucera a familia dos tic-
ez apolices da divida publica de um con- gociantes sacrilegos que Jesus-Lnristo expellio uo
cues do sem
cacao de i
gailo de dez
lo de ris cada urna.
Foi em sua vida urna fonto inesgotavel de cari-
templo onde mercadojavam.
O padre deve ser sabio para a lic>, virtuoso
nascendo, trouxa em s mesmo dous privilegios da
mais alta nobreza, duas flammas celestes, a flm-
ula da intelligcncia no espirito, a (lamina da pure-
za no coracao.
Antes de chegar edade exigida para reeeber
ordens sacras tiuha j Manoel do Monte concluido
com brilhante reputaco de estudanto applicado e
talentoso os cstudos preparatorios o alguns de
ecclesiastcas; mas compreuondendo que o
eliminador da palavra de Deus, deve ser
ifundamente esclarecido, apphcou-se logo a
quanto se podia estudar em Pernambjco ; na sci-
encia do Cuchites foi digno discpulo do muto il-
lustre padre-mestre fre Pedro de Sania Harianna,
posteriormente bispo de Chrysopolis, e ao mesmo
tempo que se toruava mestre na lingua latina, a-
prendeu a franceza, a italiana e a ngleza, e prin-
cipiara a aprender a lingua dos dous Horneros, o
grande poeta dos Gregos, e S. Joao Chrysoslomo,
qnando rebentou na sua provincia a revolucao de
1817.
O joven Manoel do Monte nao tomou parte nesso
movmento poltico; acompanhou-o perm em es-
pirito, como olle mesmo dizia e formou votos pelo
seu triumpho ; baria naquella revolucao um sen-
timento decididamente nacional que despertava as
sympalhas dos lVrnambucanos ; o religioso esp-
danle nao podia ser indiferente a elle ; porque a
patria o cu do coranlo, como o eu a patria
das almas dos justos.
Vencida a revolugo, seguiu-se o terror, o im-
menso banho de sangue, a sene de vingancas
brutaes em que se deshonrou a toga do mogistrado;
adviiihava-sc o crime na consciencia do suspeito,
via-se. a denuncia do crime na lagrima da pieda-
de, achava-se a coufisso do crime na fidelidade
ao amigo proscripto ; a virtuosa mae de Manoel
do Monte, j entao viuva, rcceiou por seus lillios
relacionados com alguns dos comprometidos, e
abandonando o tecto querido de seus annos de
felicidade, passou-se do Recife para Olinda, onde
Manoel do Moute cuntiuuou os seus estudos como
collegial interno do seminario fundado pelo bispo
Azeredo Coutnho, merecendo em breve a honra
de ser designado para reger interinamente a ca-
deira de theologa moral e finalmente, estando en-
tao vaga a diocese de Pernambuco, reto para o
Rio de Janeiro, onde recebeu todas as ordens at
o presbiterado na eapclla episcopal da Conceicao,
a 17 de fevereiro de 1822.
Tornando Pernambuco, o padre Manoel do
Monte encetou essa vida de retiro modesto, de lu-
cubrares profundas e de cxemplar piedade que
o turnaram to notavel ; nem mesmo um cata-
clysma poltico pode arreda-lo da sua luminosa
solido ; solido, porque o era no seto da cidade
e no meio dos homous a simples silenciosa sala
dos seus trabalhos luteranos ; luminosos porque
dade ; nao poucos jovens tlenlos, mas orphos para o o exemplo.
sem fortuna, receberam delle osabencoados soccor- Aben^oados sejam pois o exemplo e a licao lega-
ros para proseguirem no cultivo das lettras; o seu i dos pelo nosso venerando consocio o bispo condejde
palacio episcopal era a casa dos pobres : o nosso Iraj ; exemplo e licao que parecem determinados
distincto collega o Sr. conego Dr. Fernandes Pnlie- por Bous para mostrar-nos o remedio e o caininho
ro j referi um facto que resume todos os elogios : da regenera^ao.
o bispo suba a ladeira do morro da Conccifo, e Temos no clero brasileiro sacerdotes que tazein
avistando numerosos pobres que o esperavam para : a ufauia da patria c que sao dignos do altarle a
reeeber esmola, disse com anglico sorriso ao seu sua sabedoria e as suas virtudes ensinam a hgao e
digno secretario particular que o acompanhava : do o exemplo que legou o nosso venerando con-
t Es al i a guarda de honra dos bispos. > socio.
O renerando prelado era serapre accessirei a to- Esses repetem c brado que sabio da vida que
dos, e o mais exigente dos queixosos ou dos pre- cabou a II junho de 1863, eque sabe ainda do
tendentes o achara com o sorriso nos labios e com tmulo recentemente levantado,
um abysmo de paciencia no corafo ; nunca urna Mas alio porm que os viros, falla o morto |que
palavra acerba, nunca um movimenlo de desagra- j est diante de Deus.
do ; sua palavra ao injusto era um conselho de; Em sua vida de sosenla e sete annos aquelle
amor e de sabedoria; e sua despedida ao menos que foi b-po do Rio de Janeiro disso aos padres
respeitoso dos pretendentes era urna benco de ca-' sedo como eu! o tmulo repetehoje o conselho
ridade. dado pelo exemplo daquella vida. E' preciso que
Sua figura humilde tinha a magestade de um! se estude o oxemplo daquella rida e que se obede-
santo ; e quando no templo, as ras, as reunios, ca voz que sahe deste tmulo,
ello lancara a benfo sobre os liis, pare:i que da
sua mao sagrada se desprenda urna oranlo que se
elerara ao cu as azas dos anjos
traz cm an\edade a Europa, maniendo ameacadora
sobre ella urna espada de Daos
Todava, a contraern abas prudente dM
nos demora a|ienas. nao pode adiar indeflnidmen-
te a solucio dos grandes arobkimai da
nova organisaco da Europa.
A solemne 'demonslracao de que >mpos\v|
dominar c vencer as
pelo progresso t pela eiriliaaco esta na
impoi governos qneadiam, ma
--Iviio as grandes qoestbes europeas, m
dem fazei cessar; est ainda nessa paz a
que demandaos bens fundados racciaa qnn 'alam
todas as nscoes,que ir a oda moiatvSn
o toque de rebate annunriador da gaarra
esta, finalmente, nessa delirada e dol i
que incessantemente ameaca transformar em qs
to europea qtialquer cunllicio de duas pritenria-
soladas, e mesmo da aiguma de segunda oa
terceira ordem.
A sabedoria dos cheles e dos ministros dos di-
versos estados e a paciencia des imvos soffiain
em protela ^es e em expedieoies que aproveittm
durante alguns dias, lalvez durante alguns m^ies,
sem que mmludo triumphem da forra e vonlade
inexorarel da cirilisacao, qaeomar e manda a trans-
formacSoda Europa.
Mas a despilo de lo la ess i m d isMadc de coa-
traeco dos governos, de laidas o-cuidados para
impedir conflictos, de todo o trabalho aera eeatfsf
a eropelo das novas leadasaaiaa. verdadeiromi:
rio das Danaides a qne se sujeiiam os governos. o
senlimento c as aspIracSes da t:uropa se manite>-
tam franca e as retes ardidamente.
Aqui sao os povos da mesma nacionalidad!-
se approximam e tendera a iden'iin nea-
mente ; ai um imperio corrupto que se deseao-
rona apes:,r de quererem .-uMenta-lu aos iMimbrw
bercnlcos as potencias mais robustas e doaatoado-
ras; aind;. ali urna nacionalidade opprimd
nogada, quasi extiaeta, que se levanta ririfcaela.
voz ao i rado do patriotismo, como o Lzaro qoe
-e ii-ue ila sepultura ao mandado doChrtslo. Em
toda a p.-u le sao as deas de libertad' qoe se pro-
nunciam orles e exigentes, s vezes cometoHt i -
das pelo exaltamento e a cxageraro qoe as sa-
erifieam; s vezes inspiradas pela moderaeio ajve
as lera victoria e as sanctifica.
Passcmos cm revista as nacoes do mundo enro-
paam cada ama. coinoem todas, oquadroaaaa-
pre idntico, a idea sempre a mesma, mais oa
menos adiantada. mais on menos conlrahida, con-
forme a civilsaco. cu segundo a forma e a forra
do governo de cada poro.
Ao su! da Europa o reino de Portugal pnwgu.
esperanzoso na carrera doprog
nstituicoes liberaes. Saceaaaar no ihrr>no e ber-
deiro das virtudes e da sabedoria de seu irmao, o
joven rei R. Luiz, zeloso respeitador dos prec.
do systema representativo, d o exemplo da fideli-
dade constituirlo, contera as exageracSes dos
partidos, (' o centro para onde converger os rajos
da conlianca gcral, e satisfaz todas as aspirars*
nacionaes.' De sua unio com a princeza I. Mara
! Pa j [iroveo um fructo abenroado, que aprende-
r na escola de seus paes o systema leal do gover-
no pela naro e com a naco.
Sem necessidada de reformas considerareis em
Suas insliluiedes polticas, Portugal continua a em-
pregar stus priucipaes eaforfOS no progresso ma-
terial, c ao mesmo tempo que abro estrada vtv-
cadoras e enriquecedoras das suas provincias, l-
ga-se estreilamento ao resto da Europa pelos latos
da via frrea que se rae prender ao throno h
nliol. Reformas econmicas que a cirilisacao 1
sanecionado, encontrara por ventura anda ,
cao e estorvos as falsas Meas de interessadna, i_
se desluiiibram com as bellas apparencias da es-
cola das restric^des proteccionbtas; o progreso*,
que aconselha s vezes as rontemponsaedes da
prudencia, acabar em breve por vencer sesne-
ihantes olslaculos.
\i\-e depois da derrota. Oeonjuncto de suas feicde..
( de seu porte nao exprima em summa senao
urna fadiga indisirel.
As primeiras palarras quo trocamos se rosenti-
ram de nosso mutuo seraneo : o conde, porm,
; dquirindo logo seu sangue fri ordinario, disse :
Nao rira desta rea vos escapar como outr'o-
la. Quando se deu nosso pnmeiro encontr, a ru-
i iosidade obstinada de rossa rista me desagradou,
o quasi rritou-me. Por mais acosttimado quo esti-
"esse a nao permitlir que ImpresaSes laes riessem
perturbar raeu soreg d'alma ordinario, admirei-
me nessa circ.umstancia de experimentar a pezar
ineu, urna penosa lerabranca a da sensaro loda
partirular, ainda que indefinida, qu experimentei
'endo-mo objecto de rosso aliento exame. Alguns
ranos depois um novo acaso vos tornou jiela segun-
da vez testemunha de urna dessas rrises raras em
que a emorao me domina completamente, e entao
foi impossivel deixar de rer nesse arranjo provi-
dencial simple-mente um jogo do .acaso e um arc-
llente simplesraente fortuito. Desde ento. um im-
pulso interior me tem muitas vezes levado para vos,
o nao sei se devo nisso recoiihecer a propria roz
le meu destino, ou o rulgar desejo de ros desen-
gaar a meu respeto. Seja como for, resist mui-
.o lempo, temendo destruir por essa marcha com-
irorneltedora urna ultima esperanza, a nica que
:ne resta, e a que me prende rotina de meus |>en-
lamentos mais do que um calculo de minha razo.
Vlinlia presenca aqui agora vos prova quo todas as
ninhas resistencias foram vencidas. Tive de ce-
der a um ascendente aperfar, e eis-me aqui.
Nao poderei nunca deserever a especie de inti-
ne tremor quo senti esrutando essas palavras, pro-
aunciadas eom o arenlo da simplicidade a mais
real, lina tal roulisso, Celta por um hornera que
'U sabia ser dolado de um orgulho assas suscep-
ivel. e hbil bastante para disfarra-lo, o reprimir
as mais vivas emoces, inodicou bruscamente e
curso de meus peusamentos. As confidencias qne
me am.unciava u de que por tanto tempo me havia
mostrado aequioso, agora me inspiravam urna
verdadeira repugnancia.
Inteiramentf receava a responsahildade que
ellas iam fazer pesar sobre mim. e meu silencio
profundo e mea ar constrangido o fizeram sem riu-
vida comprehender ao conde, que tornou apoz una
pausa momentnea:
Nao eran enganar-me ; muitas circumstan-
cias diversa- tem pesado sobre miabas resolucfies
para que nao sejam ulna do destino. Durante estes
ltimos anuos, rosso nome sem cessar tem sido
trazide meus olhos, sen. :essar tem sido repeti-
do meus ouvidos. Ainda ltimamente, embru-
Ihando nao sei qoaatas poblicacdes novas e bleis
que meu livreiro me tinha mandado, um pedaco
de papel irapreaso attrania de.repente meus olhos;
e uelle li estas palavras, que me apparereram
romo um orculo escripto na parede em caracte-
res flamejantes, e que desdo ento nao tem cessa-
do de me ser patente : A viso existe para o vi-
dente, mas paradle s. Ella presuppo sua accao.
Isolada, toda urna serio de pensamontos criminosos
sera resultado na ordem dos factos, nao salteria
produzr apparifdes pormanentes ou peridicas.
Ao menos nao conheci ainda cousa semelbante.
Tendes lalvez sondado j bastante os segredos de
minha vida para adevmhar a unpresso que esta
passagem produziu em mim. Apressei-mea pedir
a obra a que ponencia o fragmento que tinha di-
ante dos olhos. Apenas ella me rhegou smaos
interroguei vidamente o leu titulo. Busquei saber
qual era seu autor, e li vosso nome... Agora, reco-
inec, ou depois de haver interrompido de repente, e
vendo que rontinuava calado, chegaiemos, se vos
apraz, ao assumpt ticular, deque vossa ex|ierienria medir nao vos
fornece exemplo algum, sou eu, eu vo-lo repito,
que roa vo-lo offen-cei..
Fallando assim, o conde tinha levado a mo
fronte como se rereiasse que ella eslalasse sob o
esforcu de una penosa revelaban.
.Nao posso rlrer multo lempo, preseguiu, e
devo ajustar com talos minhas ronlas. Se ver-
dado quo o conheriiiienlo do mal runvin quelles
que qoerem praticar o bata, tendes direito a esta
conflssie suprema. I'oupac-ine sinenti o que ha-
veria de penoso nella, e nao me rogueis que seja
vosso guia nessa espiniosa trilha onde n pegadas
sngrenlas de um viajante fatigado bastaran para
vos mostrar o caminho... Toinae estes papis e l-
de-os com vagar.
Levanta ndo-se ao dizer estas patarras, ellccol-
locou ante mim um maco sellado, no sobsrripto do
qual eslava seu endereco; depois, tendo feito urna
saudarao profunda, se dirigiu rpidamente para a
porta.
Urna pergunta, urna s ; exelamei. A con-
des.-a, que feito della .'
A alta estatura do conde parecen elevarse ain-
da mais quando se rotlOU para me encarar em
tima allitude respeilavel e quasi lemlral. le-ig-
naado rom a mo um poni vasio no Ospaeo, e
com urna singular axprossao de physionomia me
disse :
A condessa est ali. em D, direa de seu
marido I...
Antes de ser bispo s se conheciara nelle virtu-
des : modesto sera affectacao, humilde sem hypo-
crisia, caridoso sem ostentaco, severo comsigo e
complceme com os outros, bom, sabio, verdadeiro
catholico, foi preciso que o padre Manoel do Monte
fosse bispo para que se descobrisse era seu carcter
um defeito. brilho da mitra tornou patente um
senao.
Mas esse defeito era ainda urna virtude em ex
(Jornal do Commercio, do Ro).
Retrospecto poltico do unto de 1863.
i
l'ARTE EXTERIOR.
Kuropa.
O anno de 1863 corren todo entre duvidas, re-
cesso : esse defeito foi a sua fraqueza no governo fe'os e incertezas para o mundo europu. A socie-
abusos. Esse defeito, a sua fraqueza. o povo todo poltico de 1813 : um trabalho profundo de trans-
cxpiicava cora urna phrasede reeoaboaida verda-1 wnaaejto se epeira era adianto wraoT< l??5I5!'
de ; o poro dizia : to nosso bispo bom de mais.
E como teria podido escapar aquello seno ? o
bispo conde do iraj conheci a milito o inundo dos
lirios e peuco o mundo real dos homens.'Era mais
do cu do que da trra I Desde a infancia entre-
gue aos mais serios estudos, ti vera por horizonte
do seu mundo as quatro paredes da sua bibliothe-
ca, por interpretes e phares da rida transitoria os
escriptos mais profundos de todos os lempos, e sur-
gindo s rezes no seio da sociedade, quando para
ella o arrastara o derer, era, sem o pensar, como
um estrangeiro no meio dos homens da sua poca;
os scus contemporneos eram os padres da egreja
e os grandes philosophos ; pelas suas meditaces
viva no passado, pelas suas esperanzas viva no
futuro ; era s na sua poca que nao tinha con-
temporneos. E ainda mais, bom at a santidade,| pai'VsarrincadoV os povos"no"o slraam, J'c
era sua alma pura mal poda pairar a idea do mal; ^vernos uue simulara sustenia-lo anda com o
sua alma era ura espelho anglico que so rellectia
a imagera do bem.
Nao comprehendia os enredamentos da maldade;
sincero e leal, tomou as vezes a mascara pelo ros-
to, o lingimento pela verdade, e naturalmente nin-
guem podia ser to fcil de cabr nos laros dos hy-
pocritas e dos ambiciosos.
mente no seio de todas as nacoes : nao ha intelli-
gencia de homem que o determinee dirija; mas nao
lia poder de homens que possa faz-lo parar.
A obra de 1815 um anachronismo em 1803, e
tem de cahir ao impulso das novas ideas, dos uovos
interesses e das oras tendencias das aacSes, dos
governos, e sobre ludo da cirilisacao que se
apura.
O prestigio desse artefacto poltico imposto pelos
colligados vencedores da Franca, que respiravam
em Vienna desaffrontados do peso da espada do
exilado de Santa Helena, desappareceu pouco e
pouco destruido pela Blgica que se fez reino, pela
Italia que ajunta e reata suas poredes desarticula-
das, pela Franca que absorveu aSaboia e N'isa.
Nem urna so das grandes potencias acredita sin-
ceramente na perdurar/io de um systema j em
os
governos que simulam suslenta-lo anda com o an-
tigo culto, sacrifica-lo-hiam sem hesitarao, se nesse
naufragio do equilibric poltico de 1815 pudessem
salvar seus mais caros interesses.
Mas exactamente o choque, a conlradicco, a
opposiro desses interesses que faz rontrahirem-se
os governos, e que determina a situaro de duvi-
das, de receios e de incertezas que desde 3 annos
Tendo tirado s abr a especie de maro que O
ronde me doixra. Experimentei ento essa tal qual
emorao que deve ter conhecido tolo o juiz eurar-
regado de decidir tima questo de vida ou de
morte. Nao era eu s o juiz convocado pelo conde
Edmundo R... para pronunciar aera toda sua vi-
da urna deciso definitiva ? Cartas, fragmentos
de jornal, taes eram os documentos quo ello me
entregara, e em que busquei curiosamente a res-
posta s duvidas que me importuna vara desde tan-
to tempo. O resumo que fiz enlao e que complelei
depois por algumas ritacoes da. tal como cr acha-
la, a explcacao desse inysterioso destino.
IV
Deslisaudo sobre as rpidas aguas do Wcidnilz,
apenas um instante se aperrebe, por traz de es-
pessos bosques, o velho castcllo do L... Foi ah
que depois do um casamento |>or amor tomado por
excepcao, um casamento feliz, o conde Arthur R...
tinha viudo morar definitivamente. Edmundo, o
primognito de scus tres lilhos, foi por muto lem-
po inreslido dos privilegios de filho nico, por-
quanto tinha quatorze annos quando seu irmao
Flix nascera. Flix, dous aunes depois sucre-
' dia urna irma de nome Mara dolada de una
sadde delicadfesima, e que morreo quando conta-
ra tres annos.
Tanto mais a felicidade da condessa havia sido
completa at ento, tanto mais Ihe foi sensivel e.--e
primeiro golpe do destino a perda de sua unir
nina ; o cu, porm, Ihe reservava urna com-
pensarn. A mais anliga e nielbor amiga da con-
dessa, a companbera de sua infancia, tinha se ca-
sado mu joven, na Bohemia, com o principe !',...
to conhecido em Vienna por suas looca prodiga-
lidades o pelas desordenada sua rida. Tinha mur-
rido no primeiro anno de seu casamento, dando
luz una lilki, e sua ultima suppliea, dirigida ao
i esposo que ia perde-la, o conjurara i confiar a edu-
cacao dessa filha amizade devota da da condessa
Arthur.
Nao foi sem pezar que o principe C. pode re-
solver-se a cumprir a promessa que dra mori-
bunda. A pequea Julieta, entretanto, foi condu-
cida ao caslello de I... e tomou na familia do con-
de o lugar que a morte de Mara havia deixado
vago.
(jnanto seu pae, bem depressa osqueceu no
turbilho de sna vida de preseras a dupla peda
que acahava de snITrer. Sna ininn usa fortuna foi
(ssipada em poneos annos, e ai liando-se entao
quasi insolvav I ein face de ere lores que o aperta-
vam, coneluiu com riles seus nego.'ios, em conse-
iqueucia dos quaes viu-se rcduzid'o a eulrar para o
Na Hespanha, onde urna serie de revottas i
si vas ensauguentaram o paiz, e sobresaltaran! loen
os espirites recelosos pelo futuro da patria, asad
o systema representativo se rescate das intriga-
e d influencias Ilegitimas que se fazem ouvir ao
palacio; organisou-sc um novo ministerio qoe ao
representa as ideas exclusivas de partido ateas.
que pareca ter o pensamento da roacordia e moderar i; mas dssolvendo a ranura tentporara.
esse gabinete tal vez no empenho touvarel de pro-
venir desordens sempre facis de apparwer em
urna rampanlia eletoral, foi cahir no grave erro
de otlender o direito da livre manifesiacao do rolo.
prohibind) aos partidos suas rostumadas e pariri
cas reun oes preparadoras dos trabalhos eleito-
res. Come o mais escrupuloso mantenedor de saas
garantas, o partido progressista proteston contra
o voto m ailtorlal cora a sua abslenco na anta
ronstitucijnal, e naturalmente declaroo-se em op-
posiejio ao gabinete. O congressohespanhol ronsti-
inio-se, e por urna dessas alternativas taa- \
observadas na poltica, os projrressisl.as, veasa o
gabinete ; inearado pelo inriido reirojrraJo, e o po-
der desejado pelo duque de Teluao, parecem appr
xlmar-Sfl daquelle dispostos a apoia-lo para n"i
farilitar a victoria dos seus mais profundo* adter-
sarios, c inda mais se rio firmando m-ste propo
silo pelo facto de ter o governo proposto a annulla-
co da reforma constitucional de 1855. medida
eminentemente retrograda.
Se os receios de urna nova guerra na frica se
dissiparatn sem quebra da dignidade, e antes rom
honra da Hespanha. sobreveio emS. Domii
na America, urna notavel insurrcien que lata gra-
dualmente augmentado suas propoVcoes a
ras, eque vae exigindo do reino hespanhoi sacnli-
! cios avultados de sangue e de duihei.-o.
Tendo ainda annuviado o seu horizonte poltico,
. livre, porm, dos temores de novas rcvoiuede*,
destruidas ou apagadas urna a urna as esperaaca*
| dos legitimistas, a Hespanha, saudosa do sea es-
plendor e da sua preponderancia do serillo de Car-
los V, augmenta a sua marrana, disciplina e forta-
lece o sen exercito, e ainda mais sabiamente procu-
ra o cundi da pmperidade e das riquezas desen-
vol vendo sua rede de eaminhos de ferro, eaperfci-
coando hs suas vas de communicacao. >ae em
bom caminho ; com alguns annos mais de ordem
e iranquillidade publica, com a pralica sincera e
sera peas do systema representativo, podera em
breve fazer ouvir tambera a sua voz nos coovlbo-
da Europa mais alternamente do que at agora.
(Contintwr-fe-ka.i
servico activo do exercito imperial. Foi assim que
elle represeutou seu papel na balalha de Aspern,
em que urna baila o vtiu estender morto na frente
i de seu regiment.
Tutor designado da orpha, o conde.Arthur con-
I seguitr salvar alguns restos da fortuna de que elle
havia sido privado, e Julieta cresceu no caslello de
i L... entre os dous filhos do conde, admttida na fa-
. milia com o mesmo titulo que ellas, olbando-os
como irinos, e tendo para tora os seus paes adop-
: tivos urna affeiratt toda filial, sobre a qual nenhu-
I ma lembranca estranha nao tinha ainda feito pla-
nejar a menor noven. Amado de cada ura porque
era essencialmente amante, ludo contribuia a des-
I envolver nella o que era o traco caracteristico de
sua bella natureza. essa crenca emoutrem, essa
| coiiliauca geuerosa, a|ianago de toda alma sin-
cera.
A educacao de K lu.nulo tinha sido dirigida sob
as vistas de sen pae, que o tinha posto fura de lo-
do contacto com os meninos de sua edade ; elle
Ihe devia hbitos de espirilos prematuramente se-
rios, que juntos sua superioridado de edade, da-
vam-lhc era relaeo a seu irmao e irma adoptiva,
de quera protegaos brincos sem nelles tomar par-
te, una sorte do autuidade paterna. Flix e Ju-
lieta olhavam com una especie do veneraeao esto
joven sabio ambicioso, estreilamento dcil todas
as inspiracoes do dever, e que nao tinha querido
deixar cahir nas mos eslranbas da educacao des-
ses dous seres, seus discpulos desde o berco. Seu
ascendente sobre etlesera immenso.
Flix tinha orgulho de possur tal irmao, c Ju-
lieta rio Edmundo com esse ardor romanesco a
quo se abandonara lio voluntariamente as moras
naturalmente entbusiastas. Os annos, entretanto)
iam passando, annos de pacficos estudos i inno-
centes alegras, sobre que nos nao demoraremos.
Velo ura dia em que Flix que so deatioava a
carrea militar, teve de entrar em una das e-co-
las que para ella preparara os que a desejam se-
guir. Edmundo aproveitou da libertado que Ihe
era assim deixada para comeear urna serie de via-
gees de quo a de Inglaterra foi de algum modo o
! prefacio.
Ento as maravilhas do mundo oriental cometa-
vam a excitar curio-idade dos sabios da Europa.
Admiltido a visitar as ricas cellecdes do musen
britannico, Edmundo nao contemplon impunemen-
te os myettoos destroces da era egypciaca. Entte-
viu nas margens do X lo o bcrco prorarel de lo-
dos os cunbecimentos humanos, c concebeu um
des jo ardente de ir escotar de perto os rastigtos
desse mundo para sempre esvaecido. Em Paria,
onde foi depois de haver deixado Londres e onde
o mesmo Champollion Ihe explicou os diversos mo-
numentos que o general Bonaparle tinha trazido
da ierra dos Ptiaraos, sentiu seu desejo inda mais
crescer, e algumas semanas depois suba pelo Nilo
bordo de urna embarcado etjuipada sua costa,
em coinpinlua de um interprete que o cnsul in-
gle?. Ihe tinha recommendado, cora um llerodoiu. e
um Strabo, e um firman todo especial obtido em
Conlanlinopla. Algumas paginas do diario de suas
exp|orac.s scientilicas, feito sem duvda com
mais escrupulosa exaclidao, tinham sido destara-
das para mim pelo conde R... e sua analyse deve
ter aqui lugar.
O najante e.-i em Toabas, sobre esse inmenso
terraeo de tijollos em que se eleva fazeudu face ao
Nilo, o templo de Aranon chuouphis, colossal coas-
irucco a que se chega por urna avenida bordada
por seiscculas sphingcs enormes, e do qual rada
sala, sus i ntada |>or rento e trinta e quatro colum-
nas, encerrara fcilmente urna cathcaral da eda-
de inedia. Em virtude do firman que autorisava
as escava'es, o conde Edmundo tinha repartido
muitas turmas de trabalhadores sobre di re
pontos das catacumbas visinhas do templo. Elle
proprio, para trabalbar mais a vontade se tinha
retirado para o terraro, e do bysso (I) que a pro-
tega colina o ullrage dos secados, acahava d
sembaracir a muinia de um mancebo, algum
rendente real, segundo loda apparencia.
A conservaro dessa reliquia era to perfriu
quanto se podia desejar, e baria alguma cousa de
eslranho ver esse encontr silencioso de dous
mancebos, um morto tros mil annes lalvez, e o
outro em lodo o vigor da edade, que pan-ciam in-
terrogarcm-se com vista, sorpresa] de se varea
reunidos. Do mesmo mudo que na flor murcha
um botnico exercilado reacha a elegancia do t\-
po e a riqueza do colorido que a cuacteiisaram
outr'ora, do mesmo modo, pelo effeito de um ms-
tincto particular, quo cstudos assiduos romecavan
a desenvolver nelle, Edmundo tinha conseguido
poder reconstituir em sua imaginaban ante una
secra mi.mia o vveme que outr'ora existir. E
le Bino de re que elle acaba va de arrancar as li
vas de urna crypta egypicia Ihe apparecia em loda
a melaiuolica belleza da mocidad
de lempo.
(CaartMaarsaaa).
(1) um nlio finissimo, aapaaai de musgo.
PEHNjiMBL1':.- TYI'. l>& M. F. F. 4 FlLlaD.


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