Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10116


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Full Text
V
4
I
M

AMO XL. HOMERO 14.
Por tres mezes allantado 58000
Por Ires mezes vencidos 6jj0U
Porte ao eorrcio poi tres mezes. f5750
TERCA FEIRA 19 DE JANEIRO D 1864.
Por anno abantado.....19$00O
Porte ao eorrcio por uin aono 3$Q0U
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba. o Sr. Antonio Alejandrino de Luna
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Lemos Brasa Cear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaqtiim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro C.J A-
mazonas, o Sr. Jet-omino da Costa.
FNCARREGADOS DA SIUSCRIPCAO NO 9UL
Aiagas, o Sr. Clandino Falco Dias; Baha, o
Sr. J m Mar litis Alvos Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
nira Marns J Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Becada todos os dias.
Igua.assu', (ioyaiina e Parahyba as segnndas e
.M-U.is-leiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Aliinho e Garanhuns as tareas feiras.
Pao l'Alho, i\a:'.areth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Injazeira, Ploras,Tilla Helia, Tararalu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricurv e Exu' as quartas feiras.
Serm liem, Rio Formoso, Tamandan1, Una, Bai re-
ros. Agua Preta e Pimentairu as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Qnarto ming. as 3 h., 18 m. e 20 da m.
9 La nova as S h., 25 m. e 50 s. da in.
15 Quarto rese, as 8 h., 45 m. e 45 s. da I.
23 La cheia as 7 h., 43 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manhaa
Segunda as l horas e 6 minutos da urde
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o ral ata Aiagas a 5 e 2"; para o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias l dos mezes de jan. man;., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipuros as 6 8 '/, da m.; de 01 mi s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 '/i da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Henifica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 '/j, 4, 4 /,, 4 '/,
5, 5 Vi, 6 Vj e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 >/i da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de para Carhang e Varzea s 4 '/j da tarde; para
Bemflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: seg indas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.
18. Segunda. S. Leobaldo b.; S. Athenogenes ra.
t'J. Terca. S. Canuto rei m.; 5. Pbnciana ro.
20. Quarla. Ss. Fabio p. e Sebastio mm,
21. Quinta. S. Ignez v. m.; S. I'afrocolo ra.
22. Sexta. Ss. Vicente e Anastacio mm.
f.\. Sabbado. S. Ildefonso are.: S. Emerencia v. m.
24. Domingo. S. Temotbeo b.; S. Melello m.
ASSIGNA-SE
no Tteeife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8", dos proprietanos Manoel Figneiroa d*
Faria & Filho.
PARTE OFFKIAL.
iiiMMimo i\t\zi:\it.
DKCaBTO N. 2,217 DR 31 DK DF.ZKMUH0 DE 1863.
Alien digamos disposi^es do regalamento das al-
fandegas.
Attendendo necessidade declarar e alterar al-
guillas das disposicoes do regulamento das alfan-
degas de 19 de selembro de 1860 ; e visto o art.
172 do mesmo regulamento, hei por 1 em decretar
0 seguinte :
Art. 1. Haver ntrenoslos, alm dos creados
nos portos do Rio de Janeiro e Para pelo art. 320
do regulamento das alfandegas, nos da Baha, Per-
Bambuco, Maranhao e Rio Grande doSul: do Para
sera da mesma natureza des dentis ntrenoslos.
Art. 1 Os entrepostos sao pblicos ou particu-
lares.
i 1" Os entrepostos pblicos sao arinazens in-
ternos, ou externos da alfandega, manlidos e cus-
te idos pela fazenda publica, sujeitos a sua directa
e inmediata administra^*) o flsealisario, e-exclu-
sivamente applicados a guarda e deposito de mer-
cadorias destinadas a entreposto,
j 2* Os ntrenoslos particulares sioarmazens,
ou trapiches estabelecidos rom licenga e approva-
Sao do ministro da fazenda, administrados, manil-
os e custeados por conta de particulares, ou de
arsoeiaedes nos portos mencionados ns artigo ante-
cedente, sob a liscahsagao do inspector da respec-
tiva alfandega, e applicados ao mesmo fira que os
entrepostos pblicos.
A-t. 3. O entreposto, quanto percepgio dos di-
reitos de consumo das mercadorias importadas em
virtude desta faculdade, asseraelhado o territorio
estrangeiro.
1" As mercadorias depositadas no entreposto,
mediante as formalidades establecidas no presen-
te decreto, podero, durante os prazos marcados,
ser livremente, emtodoou em parte :
1* Reexportadas por mar ou era transito, ou
transportadas para outro entrcpo>to ou porto na-
cional, sem pagar direitos -,
2 Despachadas para consumo, pagando os res-
pectivos direitos.
S 2 A faculdade permittida neste artigo refere-
so a; mercadorias que forem declaradas nos termos
do art. 4 deste decreta
3. Ficam exceptuadas da disposicio do j i n.
1 dtste artigo, da parte que se refere aos direitos
de reexportago, as mercadorias de que tratam os
arts. 23 da le n. 369 de 18 de selembro de 1845 e
art. .1 3", 4* da lei n. 514 de 28 de outubro de
i 84*
Art i. Para qnalquer mercadura ser admltida
a deposito no entreposto, misler que o manifes-
t di embarcaco, ou que o dono ou consignatario
da mercadoria declare que a destina a entreposto.
% i' A declaraco do dono ou consignatario da
merradoria ser frita no prazo de 12 dias contados
da data da entrada da embarcaco, mencionndo-
se nella tudo quanto se exige para os depachos de
consumo.
i 2. A faruldade de depositar mercadorias no
eatreposto 8ca extensiva aos negociantes que nao
forem assignantes das alfandegas, e outros nao
mencionados no art. 2'!.>, observando-se em lodo o
caso i disposicao do art. 229, S$ 2 e 3, quanto ao
termo de deposito.
_ 3 Se o dono ou consignatario das mercadorias
nao fizer a declaraco dentro do prazo do 12 dias
Delta marrado, nao podero as mercadorias gozar
do beneficio do entreposto, Meando sujeitas aos di-
reitos e despezas, nos termos dos arts. 511, 609,
691 e outros do regulamento das alfandegas.
Art. 5" Nos enlreposios particulares serio de-
positadas .rnente as mercadorias que, lirado sido
doclar idas na forma do artigo antecedente, poderein
ser ne les recolliidas, nos termos dos arts. 231,
232,113 o 253.
Art. 6. O prazo do entreposto ser :
1" De seis mezes para as mercadorias suscepti-
veis de corrupcao;
2" Do tres annos para as demais, podendo os
inspectora das alfandegas conceder prorogacoes
tuccessivas at mais tres annos.
g 1* Venrido o prazo, o dono ou consignatario
das mercadorias fica obrigado a reexporta-las ou
despacha-las para consumo, dentro do prazo de 30
dias, fiado o qual, so o nao ti ver felo, sero as
mercadorias reputadas abandonadas, e vendidas
em leilo, nos termos do cap. 7 do tit. 3o do regu-
lamento das alfandegas.
2o Feila a arrematado, deduzir-se-hao do pro-
ducto das mercadorias os direitos que deverem pa-
gar segundo a tarifa, multas, arinazenagem, des-
pezas e expediente de 1 '/ %\ sendo o restante de-
I>ositado para ser entregue a quera de direito for,
n vista de ttulo legiiimp.
3 Os direitos de consumo, no caso do para-
Srapho antecedente, serio cobrados na conformi-
ade da tarifa era vigor ao lempo em que se elTec-
tuar a arremalacio.
8 4* A prorogacao nio poderi ser concedida
cuando o estado das mercadorias nao garantir o
pagamento integral dos direitos o despezas de que
tratam os paragraphos antecedentes.
ArL 7. O entreposto comecar a correr da data
da entrada das mercadorias nos respectivos arma-
zens.
Art. 8. Na conferencia de que trata o art 237,
dos gneros destinados a enlreposlo, poder dis-
jiensar-se urna venficacio rigorosa, conforme as
circunstancias.
Art. 9. A averbagio de que trata o art. 267, pa-
ragrapho nico, assigoada pelo cessionario, ou seus
jropostos, extingue a responsahilidade do cedente
(ara com a alfandega,a qual passar para o cessio-
tario cotn o preenchi ment aesta formalidade.
Art. 10. As disposicoes dos arts. 169 e 170 sao
applioaveis s mercadorias depositadas nos entre-
postos, uVando sujeitas ao direitos da tarifa era vi-
gor ao lempo em que se effecluar o despacho de
consumo, ou a venda era leilo, nos casos em que
esta de va ter lugar.
Art. 11. Os Totumes a que se refere o art. 273,
i 7, presumir-se-liao introduzidos por contrabando,
e a multa de */i do valor das mercadorias ser
imposta pela autoridade administrativa.
Paragraplio nico. Esta disposicao extensiva
aos casos de que trata o art. 284, g 1."
Art. 12. O dono ou possuidor do entreposto par-
ticnlar presume-so de pleno direito, em relacao
alfandega, ser proprietario das mercadorias para
todo o que diz reapeito ao entreposto, direitos,
ptultas e despezas em |uaoto as mercadorias nao
sahirera do entreposto.
Paragrapho nuico. A responsabilidad-1 do refe
fido dono ou pos.ui lor, em relaco ao dono ou
consignatario das mercadorias, regular-se-ha pelas
disposicoes do cap. .', nt. 3, parte 1' do cdigo do
commercio, Orando assim alterados os arts. 249,
273. ns. 2 e 4, 274 e 290 do regulamento das alfan-
degas, na parte relativa aos entrepostos particu-
lares.
Art. 13. Nos casos de damno e extravio, men-
clonados no art. 249. 8 3, nos entrepostos particu-
lares, rarificado e rewnhecido nos termos dos arts.
291 a 293, o respectivo dono ou possuidor, como
resoonsavel, ser obrigado roparacao e indemni-
sacio ao dono ou consignatario das mercadorias.
% Se o dono ou possuidor do entreposto nio
eff'.'i'tuar ao dono ou consignatrrio das mercadorias
a referida iadomaisacl no prazo de 24 horas, que
lile sera a-signado peta inspector da alfandega,
este llie impor a pena de privacao temporaria da
faculdade de receber gneros, e na reincidencia,
as do art. 284, 2, tudo sem prejuizo das penas
da primeira parte do citado artigo.
Si 2' A importancia dos direitos de mullas devi-
das fazenda publica sera exigida do dono ou pos-
suidor do ntranoslo particular, na conformidade
do art go> antecedente e mais disposicoes em vigor.
j 3 Nos casos de damno e extravio nos cntre-
postos pblicos proceder se-na nos termos do cap.
5 do tit. 3 do regulamento das alfandegas.
Art 14. Todos e quae^quer trapiches e armazens
de pai tieulares, que at a publicacao do presente
decreto liverem obtidu concessao "nos termos dos
arts. i 17 8 *, 218, 219 e 220 para deposito de
mercadorias, nao podero ser considerados,
nem se denominaro Entrepostos particulares
para quaesquer effeitos legaes, mas reputar-se-
hao siinplesinente trapiches e armazens de depsi-
tos al Tan.legados.
S 1' Ficam exceptuadas da disposicio deste ar-
tigo ai concesses fetas expressamenle para en-
trepostos particulares, at a publicacao do presen-
te decreto : estes nicamente, e os que forem de
ora em diante autorisados, podero receber mer-
cadorias destinadas a entreposto nos termos do ar-
tigo 4, guardada em todo o caso a disposicao do
art. 5 do mesmo decreto.
2" Os donos ou possuidores de edificios, tra-
piches ou armazens, ainda que tenham obtido con-
cessao do alfandegamento, se pretenderem destna-
los a t ntrepostos, deverao requerer a concessao
nos te-mos do art. 218 e segrales.
Art. 15. Nos portos onde bouver entreposto, as
mercadorias imiwrtadas, que nao forem declaradas
nos Urinos do art. 4 deste decreto, serio recollii-
das aos armazens das alfandegas, ou aos trapiches
e armazens de de|tosito alfandegados, conforme a
si nitureza, tendo-se em vista as disposicoes dos
arts. 131 e 232.
Art. 16. Nos portos, onde nao honver entrepos-
to, as mercadorias importadas continuarao a ser
recolr idas aos armazens das alfandegas, ou aos
trapiches c armazens de deposito alfandegados.
confu me a sua natureza. tendo-se em vista as dis-
pusieres dos arts. 231, 232 e 233.
Art 17. As disposicoes dos arts. 4, 8*", 7o, 8",
9*, 10, II, 12 e 13 do presente decreto, ficam ex-
tensiva aos trapiches e armazens de deposito al-
fandecados.
Art 18. Nos portos onde honver entreposto, os
prazo;, para o consumo das mercaderas que nio
forem destinadas a entreposto, mediante as decla-
racoes de que trata o art. 4 deste decreto, serio,
na lumia do art. 210 8 3a:
1* De seis mezes para as mercadorias a que se
refere o art. 299 S 2* e 4.
2- De tres mezes para as mercadorias a que se
refero o 8 5" do art. 299.
8_ I" Os prazus de que trata este artigo se con-
tario da data da entrada das mercadorias para os
arma.ens.
| 2- Os inspectores das alfandegas fario effecti-
va a responsabilidade criminal dos empregados
que nio proraoverem as diligencias para o consu-
mo lo,;o que fin Jar o respectivo prazo. suspenden-
do-os e remeneado os documentos precisos ao jui-
zo conpelente.
Art 19. Ficam supprimidas no art 305 as pala-
Tras o 8 1* do art. 301 ; devendo proceder-se a
respe, io do producto das mercadorias abandonadas
por e.cripto nos termos da primeira parle do pri-
meirc dos referidos arllgos.
Art 20. Nos casos de abandono de mercadorias
previstos no art. 301 88 2", > e 4, se o producto
nao cllegar para pagamento dos direitos e despezas
mencionadas no art. 305, ser indemnisada a dif-
ferenta por quera de direito for.
Art 31. Fica suspensa aoxecucio do cap. 3" do
tit. 3 do regulamento das alfandgas, e a dos arts.
301 8 3", 552 e 557 aparle relativa s declararles
de que trata o mesmo capitulo.
Arl. 22. Os inspectores das alfandegas, medianto
as cautelas necessanas, o assisteacia de ura era-
prega.lo por ellos designado, permitlirao, provada
coitclihleiiteraente a necessidade desta diligencia,
aos dono* ou consignatarios das mercadorias a ve-
rifiraeio do cometido dos voluines para regulari-
dade das declaracoes necessarias.
Art. 23. Fica supprimida a 3* va da nota para o
despacho, de que trata o art 54i 8 2.
8 1 Concluido o despacho, a i* via da nota se
entregar parte, ou seu preposlo, para faze-la
averbir qo livro competente, nos termos do art.
593, t a oulra ser remellida diariamente pelo
thesouroiro seceao competente para os devidos
exam^s.
S 2' A respeito da referida via da nota, pro-
ceder se-ha ulteriormente nos termos do art. 5)'t e
seguiutes, sendo alinal encadenada e archivada
para os effeitos legaes.
Art 24. O art. 547, na parte era que dispensa a
primeira conferencia das mercadorias, facultati-
vo c refere-su aos gneros granel, e em geral
aquel es sobro cuja qualicacio nio se puder mo-
ver d jvida, ou que tiverein urna s taxa tixa na
tarifa em vigor.
Art. 23. Achando-se entre a nota e as merca-
doria;, postas a despacho differeuca para mais em
quaotldade, medida ou peso, s lera lugar a pena
comitinada no art. 533, se os direitos da deren-
ca ex;ederem 20OjO deveodo, no caso contrario,
cobrar-so tao someute os dire.tos simples da dilfe-
renca.
Art. 26. Se a differenca fr para menos, smen-
te sero cobrados do que real nenie se verificar,
quando os da differenca nao excederem de 100$,
excedendo, porm, a parte pagar, alm dos direi-
tos d;. differenea, urna importancia igual, como
pena lecumaria, em favor do conferenle.
8 nico. Dando-se circumstaacias que revelem
fraud.'ou suLtraccao de mercadorias, ou se pelo
manilesto se reinhecer o seu lescaminho, proce-
der-Se-ha nos termos do art. 558, qualquer que le-
ja a' C ifferenca dos direitos que se preteuderem
| subir ihir.
Art. 27 Se entre as mercadorias postas a des-
| pac he se encontrarura nutras de natureza, especie
ou qualidade ditTcrcnte da mencionada na nota, e
1 dessa differenca resultar ura accrescimo de direi-
j tos cirrespomienle melado ou mais, verificada a
I existe ocia do facto na forma do art. 556, a parte
; pagar os direitos da differenca, e alm disto, como
pena pecuniaria, una importancia igual para o
I conferenle facultando-se em todo o caso parte o
| recurso do art. 559 e observando-se om tudo mais
o art. 556.
Arl. 28. Fica supprimida a multa de que trata o
1 art. 559 8 3.
Arl. 29. Os recibos de que trata o art. 605, se-
rio passados nos praprios despachos o nao em pa-
pe a\ ulso, licandu salva a disposicio do art. 5i6 8
nico.
Art 30 No aso de transito de mercaderas pelos
rios e aguas interiores do imperio as letras de que
trata ) art. 612 8 2" podero ser garantidas por
una firma de reconhecido crdito, ainda que nao
seja ce assignante da alfandega.
Arl. 31. Os gneros nacionaes navegados por
caboi igem podero ser descarregados onde con-
| vier ;. parte, salva a disposicio do art. 720, me-
diant) guia assignada pelos inspectores das alfan-
dega-, ou quem suas vezes (zer.
I I* Os que forem sujeitos a expediente tambera
I podero ser descarregados onde convier parte,
acn pandados igualmente de guia, depois de con-
ferid >s pelo agente fiscal do trapiche ou armazem
de deposito alfandegados, que licar mais prximo
do ligar da descarga.
] 2o O pagamento do expediente dos gneros
nacionaes a elle sujeites, e que nao liverem de ser
dcsrirrogados no, trapiches e armazens de deposi-
to al'andegados, se realisar mediante o deposito
respectivo, antes da expedicio da guia.
Io As guias de que trata este artigo, ser
extra tildas de Httos de talao, e restituidas alfau-
rf^a,i>.arai.OS ctteitos legi}es,peloi: aBemes liscaes corte, e aos inspectores das thesourarias de fazen- guias de rec
dos trapiches e armazens de deposito alfandegados, dr as provincias. V e 133 S i -do reglamento d ,s -flf indeas ser Uma *,l),,ra,?> bem com" na de Una eX*
quando a descarga ahi se effec.uar. ou pelos em- Art. 48 Os donos ou consignatarios das merca- onsem^hi^^^SSS2!? TS'J^ n.'inh,u,na "renca mais se deu em toda, as oa-
isignatarios das merca- desempeuhado por empregados do thesouro e |ns fr,.Juez',2,
los actos dos seus pre- thesourarias de fazenda, sobre proposta dos direc- Comparando^
pregados, guardas ou vigas destacados nos diffe-! dorias sao responsaveis peh
rentes pontos do l.ltoral onde ella tiver lugar. | postos, excepto quando em virtude de disposicao tores genes do thelun i.adoual e as i rv ias SSSS^S S? t!>T Cm S ?ne regis,a
JJ' S ,aTctores das alfa" denar que a descarga e a conferencia dos gneros dos mesmo* prepostos ; llcando-lhes exteus vas as S !. Estes empregados unc"oCCn alian- SSLjl*' T a 0P|!iao. P"bl' Presta as novas
" i?:l. i:. .5 o*., quando assimjulgarem con-; Art. 49. O termo ou acto de nfraccao, a que se peetores em tudo quanto nao dsser resneito ao
Art. 32. As disposcajes do" art.
e 3o relativos ao premio dos bilhetes 'le*alfandega, I este
respecRTO)
.i-
veniente por suspeita de fraudo
tambem assignado pelo infractor, quando est gl'Para odsempenho das funecoes a seu
rhar presenta, inserindo-se nelle tudo quanto cargo os mesmos emprega>los reqoislUrao ao rhe-
declarar a bem de. seu direito. fe da repartirio ou aos empregados por elle ind-
cons^audo dJe* Iuepassaremosdonosoa |l.. .Nos casos de infrar5o dos regulamentos cados, os documentse ek.recimenlos precisos,
Ci e ed>.VX ^V'"la-'nmaVe'S e iL'me' "Stacs a'n ," sc *f*V* eteaeo, o nfrac- correspondedo-se com os mspectores das alfande:
LdVMft^i*Kn?,,WW"*W agUa U a i,r ."" l0!?0 -oaMluatioo presenca do inspector, gas para as provincias que forera de sua atlribu-
liZ n, 1 .i a ,' ou de 1"? sua vezes fizer, para se lavrar o ter- cao, e, jara as que o nao forem, com o ministra da
tara ri ,i,Yf: a S le,ras de que ,ratt este "' i mo ou auto : lavra,, este- iera infractor im.ue- fazenda na corte, e iusp, clores das thesourarias
.?.. ? me?ts- idiataraente posto em liberdade, guardando-se toda- uas provincias.
Art. .i A disposicio do art. 620, paragrapho; via a disposicao do art. 744 8 3.. nos casos de ap- Art. 70. Fica abolido o resstro e lancamento ,"?.\d esladovesH,ou convencido de qne s-
un.con. 2, na parte em que dispensa a abertura prehenso. dos raanlfestos da car"a eio livro mHr ZZ nt,"e daiao os resuludos que se deseja, seos es-
de Tolumes nos despachos de mercadorias eUran-; 5 4.. Em todo o caso dar-se-ha ao infractor uma trata o arfliS 3 % r^ulamentode 22 de u' ***" d WWD0 e"Cn,ra'e,n aDOM **-
hS Vml LTJl^1* d .gU'3' Da. HMin,,re" C,'J,? d2 ,ermo ou aut0- St exiir- nh dH m6< actualmente em pratica as alfai.de-
m.nae as que liverem de ser transportadas para | j, j. Se o infractor nio souber cscrever. ou re- gas em virtude do art. 780 do regulamento.
rant;!.inll,nper'0' ,ra"sltandj Pr a""* es- cusar assignar o termo ou auto, ser esta circums- 8 As Indoceoes des manifestos, exigidas utondades sr le
TE. Preenchidas "T! S'SS '^uio ou auto. pelo paragrapho unco do art. 372, serio escitas ^T
tas 110 art.
ta de guia
nota, depois
parte, com direccio do chef da repartico'lisral postas dentro da aleada, dando "logo 'conta' de sua
do porto do destino, Brande o original archivado decisio ao ministro da azenda na crts, e aos ins-
para os elfeitos legaes do art. 631. 'peetores das thesourarias de fazenda as pro-
Art. j*. A disposicao do art. 409, na parte con- ; vincias.
uSSrS H?.J|U-fmIes,p;'lt0 ? ca^a-,^f n-d0 em !" adm.tte fiama ao valor das mercadorias,! l. Por negligencia, desobediencia, ou falta no
saiva a disposicao do art. 371 sobre a extubicao, e umbarcaroes apprehendidas ; prestada a anca, cumpriraento de seus deve es
no no empenho e disvello.- com que dirige os desti-
nos do paiz.
SEGLIUNCA ISWVlBPAIi E DE PROPRIEDADE.
Nada teuho de accrescenlar ao que disse no meu
rclatorio em relacao seguranca individual e de
propriedade.
V. Exc. comprehende que debaixo deste ponto
de vista o paiz precisa de importantes melhora-
mentos.
Por mais perfeiUs.porm, que sejam as refor-
mas, que para este tim tenham de fazer os poderes
riores do estado, estou con ve
te darao os resultados que se
tarcos do governo encontraren) apoio no auxilio
individual de todos os ridados; do contrario ser
sempre impotente a accae da lei para a prevenco
dos delirios,
tretanto, _.
em fazer raspeilar as leis e em punir os seos
minal do anno passado offerece a
8 2." Estas traduccoes, e.mmassadas e encader-
nadas, romo for conveniente, (icario archivadas '
para lodos os effeitos legaes.
Art. 71. A suspensio dos empregados das alfan-'
e reconiieeimento da authonticidade dos pa ieis de serio os mesmos ohjectos entregues ao infractor,
I bw^ d?;t embarcaces. : depois de pagos os direitos que devidos forem.
Art. J5. Os prazos de que trata o art. 340 sao Art. *2. O recurso ex-officio, de que trata o
de das uteis, e referem-se as erabarcaces que, art. 763 n. 1, s ter lugar quando as decises ver-
nas circunstancias do art. 339, vierem espreitar o sarem sobre especie nova, ou questao de direito,
mercado, ou receber ordens. ou outro assumpto importante.
8 I Alm dos referidos prazos, podero os ins- Art. 53. A disposicao do art. 764 8 ** ter
peetores das alfandegas conceder mais quairo dias lugar quando as decises forem da uatureza das
uteis de prorogacao por metivo justificado. mencionadas no artigo antecedente.
T ?*_ ln4ec,ores das alfandegas ficam auto- \ Art 54. As multas annexas s apprehenses,
2.* Por falta nio justificada por eito dias uteis
consecutivos, ou por 15 interpolados durante o
mesmo mez, ou em dous seguidos;
3. Se forem condemnados, e estiverem enm-
priodo pena de priso, ou oulra de diversa natu-
reza, de que os prive do desempenho das funecoes
do seu emprego ;
4." Pelo exercicio de qualquer outro cargo, ou
emprego, cujas funecoes sejam incompativeis, ou
\ nao se possam accumular com as do seu lugar ;
oceupacio, que por sua
distraa do exacto cum-
CRIHES Pl'BLICOS.
Resistencias.................
Fuga de presos...............
Tomada de ditos.............
Tentativa idem...............
Desobediencia s autoridades..
Concusso...................
Falsidade....................
Peculato.....................
Btaeda falsa..................
10
4
2
1
20
1
2
i
51
rts. 120 e outros do regulamento porcentagem e gratiticacao ; 2., a priTacae de
que se referem a distribuicjio do metade do ordenado al ser o empregado alinal
pprehensoes e multa?, nio sao ex- condemuado ou absolvido, nos termos dos art. 165
iefes das repaaticoes Gscaes, era 8 4.'e 174 do cdigo do processo criminal; resti-
Total.....
PARTICILAKES.
Contra a liberdade individual.. 1
Homicidio................... 37
Tentativa dem............... 15
Infanticidio.................. i
Aborto...................... I
Ferimentos e offensas phvsicas. 32
Ditas e ditas leves......'...... 78
Ameacas.................... 3
Entrada em casa albeia....... 3
Estupro..................... 10
Tentativa idem...............
Rapto.......................
Calumnias e injurias..........
Furto.......................
Bancarrota, estellionato e outros
crimes contra a propriedade.
Tentativa de estellionato......
Roubo......................
Tentativa idem...............
Quebra culposa..............
Dita de Canea................
Total.......
POUCMES.
Offensas moral c aos bous eos-
tumes....................
Usos de armas defezas........
dem de nomes suppostos e ttu-
los indevidos...............
Jogos prohibidos.............
Infracces de posturas........
Total
1
3
6
90
5
1
7
i
8
1
404
16
20
1
26
%
159
._. ._.. 8 3. pertencera a fazenda naci-1 5. Pela pronuncia completamente sustentada,
Art. jo. a entrada por franqua sera permitti- nal, nao devendo considerar-se multa a impertan- '. estando indicados em crime commum ou de res-
aa para descarga das mercadorias destinadas a en- cu dos direitos do que trata o art. 645. i ponsabilidade, eu se livrem sollos eu presos ;
treposto, e para as baldeaees de que trata o n. 2 Art. 56. A mulla de que trata o art. 433 8 3.', 6. Estando presos por qualquer motivo;
ai -i7 4 S Prl0-S 08de houver entreposto. sera imposta quando o capitao ou raestre nao pro-; 7." Em qualquer caso que a suspensio se torne
i11 Adeclarrao summaria jior esenpto do var juizo do inspector que o volume ou volumes necessaiia como medida preventiva ou de segu-
comeudo dos volumes pertencentes passageiros, nao forara embarcados ; e, sendo imposta, metade ranea;
de que trata o art. 410, n. 3, extensivo aos que pertencera fazenda nacional. Paragrapho nico. A suspensio nos casos dos ns.
exclusivamente contiverem mercadorias ou objec- Art. 57. Fieem reduzidas metade as multas 1,S,3,5 e6, pode ter lugar por arto do chefe da re-
, tos de commercio : estes volumes serio incluidos comminadas no art. 433 88 1. 2 e 3, e extensivas particao competente; e em todos os casos pelos
I na declaraco com expressa mencio da marea, nu- qualidade dos volumes as penas do art. 427. ; presidentes ou inspectores das thesourarias as
mero ou letreiro, e qualidade do volume, alem do Art. 38. Nos casos de differenras para mais de provincias e pelo ministro da fazenda em todo o
; conteudo, sob a sanecio penal do art. 433, 8 2* ao volumes ou mercadorias, e de marcas e qualidades imperio.
passageiro, a quem fr imputavel a nfracoo, se de volumes, que forem encontrados na conferencia Art. 71 A suspensio, nos cases de que trata o
lascircumstancias revelarem fraude. do manifest, os inspectores das alfandegas ead- artigo antecedente, excepto o de pronuncia em cri-
| Art. .(8. s passageiros sero em todo > caso ministradores das mesas e rendas atlenderio espe- me de responsabilidade e o de ser necessaria como
admitiidos, no acto da conferencia, a fazenm de- chmente a todas as circumstancias do fact, dei- medida preventiva ou de seguranca, importa a
, ciaracao verbal ou per escripto dos objectis que xando de impr as |ienas comminadas nos regula- perda de todos os vencimeulos.
trouxerem nos volumes da sua bagagem. sujeitos mentos Oseaes. quando as ditas differencas nao re- s |. j0 de pronuncia em crime de responsabi-
a direitos nos termos dos arts. 459 e 460. velarem fraude. lidade sio effeitos da suspensio : 1.', a perda da
g f reita a declarado, observando-se a dispo-1 Art. 59. Os arts. 120 e outros do regulamento porcentagem e gratiticacao ; 2 a priTacae de
siCao do art. 468, os conferentes procedorio ve- i das alfandegas, que
, rilicacao para o pagamento dos direitos na crafor-, producto das appr
: midade do art. 464. ; tensivos aos chefes _
8 2" Se os referidos ohjectos ou mercadorias fo-i comprehendem as multas impostas quaesquer tuiudo-se a oulra metade, dada a absol vicio,
rem encontrados em fundos falsos, alm da pena empregados, guardas ou vigias. i. O effeito da suspensio como medida de se-
de perda dos ditos objecios, que serio apprehcn-1 Arl. 60. Para a delenco substitutiva da multa,. guranca nicamente a perda de graticacio e
didos, incorrer o passageiro na multa equivaleute quando deva ter lugar, os arbitradores, que sero psrcetagem.
a ?'.,d'iseu va'?r- nomeados pelo chefe da reparticio, regularo o i Art. 73. A disposicao do art. 780 comprehende
8 ae os objectos encontrados em fundos tal- trabalho pelo que os multados poderem haver em j a do arl. 238, na parte relativa escripturac,ao
sos forem cartas, lavrar se-ha auto de sua adiada, cada uin dia pelos seus bens, emprego ou indos- ijas alfandegas concernentes aos enireiwslos.
, o (|ual sera enviado reparticio competente -, se, | tria, nunca menos de 23 por da, licande assim Art. 7i. As disposicoes dos arts. 3., |A 5.,
I porem, forem notas, ou papis de crditos falsos, alterados os aru. 753 8 2 e 754. 6.', 1.' e 18* deste decrete, principiarlo a ter vigor
: suspendendo-se logo o exame, e detendo-se o in-1 g I.* lempo da referida detencao nao poder 30 das depois de sua publicacao as folhas e pe-
idicudo, lavrar-se-ha auto idntico, e se dar im- exceder de ura anno nos casos de apprehoiiso, e ; riodicos era que se publicamos actos oiciaes : -s
mediatamente parte a autoridade compleme para de um mez nos demais casos. do arl. 70 do dia que fr marcado pelos inspecto-
proi-eder na forma da lei. I 8 1*-A "^'-'ncio, de que trata eete artigo, Acara I res das alfaudegas, e as domis logo que fr pu-
8 4 ncontrando-se na conferencia mercaderas, sem effeito, logo que o multado, ou alguem por blicado o mesmo decreto iis referidas folhas.
cuje despacho for prohibido, proceder-se-ha na fr-. elle, satislizer a mulla, ou prestar lianca ao paga- Art. 7 Ficam revogados os arts. 98, 99, 214,
,na.os,*" 5" e 518. monto em prazo rasoavel. I 215, 217, 295, 345, 433, 8 4, 465 e 466 do regula-
Ari..m. o guarda-mor, ou quem suas vezes fizer, Art 61. Os direitos de importaran e exportacae, ,neill0 jas alfandegas, e todas as disposicoes em
com autonsacao do inspector da alfandega, na oc- uma vez satisfeitos, nao serio restituidos, salvo nos contrario.
casiao da vista, podera permittir o desembarque casos previstos nos regulamentos. | o pnarquez de Abrantes, conselheiro de estado,
dos volumes da bagagem dos passageiros, como Paragrapho nico. No caso de perda de merca- senador do imperio, ministro e secretario de esta-
saccos, pequeas malas, e outros semelhantes, que dorias por fon\a malor, estando as mercaduras j0 d()S dos nuii0cios eslranjeiros e interino dos da
nao contiverem objectos sujeitos a direitos, proce dentro -da alfandega, entrepostos e armazens al- fazenda e presidente do tribunal do thesouro na-
dendo-so a respeito dos de mais nos termos do art. fandegados, ou nao t.-ndo sahido a embarcacio, po- efona^ asSH110 tenna yiUt |j,lo 0 fai.a executar.
1 tn j- dera o ministro da fazenda, ltenlas as circumstan- Palacio do Rio de Janeiro em 3 de dezembro
o* i dlS0O::,5;l0 da ultima parte da nota cas, o precedendo as Jnstificaeoes precisas, conce- e 1863, 42 da independencia e do imperio.
JZ- da tarifa om vigor extensiva aos objectos per- der a remisso total ou parcial dos direitos. com a rubrica de Sua Magestade o Imperador,
tencentes a passageiros, enumerados no art. 513 Art. B2. A armazenauein, de que tratara es arts.
8S14 a 17, aos quaes se dever conceder isencio 691 e 694, ser cobrada smente quando estiver
de direitos na forma nelle eslabolecida, ainda vencido o prezo de estada livre do art. 692 8 !* i
8 1. Se a demora, contada da data do pagamen-
to do despacho, nao fr alm de 8 dias, cobrar-se-1
ha lmente a armaz raagem vencida nos termos do
art. 692 8 2." Se, porm, a demora exceder de 8
Art. 42. Nos casos de indemnisaco de daino dias, e nao fr jusiiticavel, a arraazeiiagein, venci-
previsto no 8 1* do art. 293 aerrscentar-se-hio da depois da referida data, sera calculada conlor-
differenca entre o prego da arrematagio, c o da rae o art. 694 na ra/.io de 4 por cento at a sahi-
avaliagio da tarifa, 5 O10 deste ultimo era favor da da da mercadura da alfandega.
parte, por conta do causador do damno. 8 o caso do art. 601, sendo as mercadorias nis,'r;.a0 dista provincia," po"r te"r de ir toawas-
Art. 43. A disposigao dos arts. 296 e 297 lera recolhidas ao armazera, alera da multa de 1 1|2 St!nl0 na camara temporarU, como deputado eleilo
lugar sem prejuizo das penas impostas pelo cdigo por cento, a armazer.agem, vencida depois do pa- p^., prtvilica Je Sa'nta Catharina, devo nos ter-
criminal aos que nuiles ineorrerem, couforme ai gamento do despacho, ser calculada na razao de mo< 0 avso de u de mar-o de 1848 ministrar
circumstancias do facto. 4 por cento at a -
Arl. 44. As duvidas e questoes sobre a entrega fandega.-
das mercadorias, ou dos salvados, ou do seu pro- Art. 63. Ficam revogados os 88. e 00 art. durante o"lempo em qf.emj coube dirigidos. Iprudenle complicar mais a s
s dos caps. 2-e 3'do ti ;u!o 4 do fi na parte relativa i resiuuigao e cohranra da, para melhor satisfazer essedever.olfereco con- cleicao, de cuja demora nenhtim inconveniente po-
da resultar, e que mesmo agora me parece delta
pa
quando nao acompanharem os passageiros na mes-
ma embarcagio.
Art. 41. Ficam supprimidas no art. 291 as pa-
lavras : se por aquelle Ihe forem aceitosa
Mrquez de Abrantes.
GOYERNO DA PROVINCIA.
Rclatorio com que entrego a
adiMlulstraco da provincia o
Sr. Dr. Joo Milvclrade Mouza.
lllm. e Exm. Sr. Ao passar V. Exc a admi-
1862 1863
52 37
28 15
18 7
1 1
45 32
Comparado o numero total dos rrimesdo anno
passado com os da estatistica de 1862 que registra
170, sem centar mesmo os policiaes, que esta nao
comprehende, v-se que ha uma differenca de 185
para mais de que esle ultimo anno; ou era outros
termos, augmentarara os crimes na lazao de mais
de cento por cento.
Este resultado, primeira vista desanimador,
nao justifica todava de um modo absoluto a triste
idea que desperta contra a moralidade publica.
Com effeito, se ha augmento na somma total dos
fados criminosos, naquelles em que se considera
maior a perverstdade do homem, tem havido real-
mente uma constante dminuigio, como fcil de
ver-se pelo seguinte quadro :
1861
Homicidio..... 51
Tentativa idem ... 26
Roubos..... 13
Tentativa idem. 4
Ferimentos graves. .
Ha, pois, decrescimento na razio quasi 50 por
cento.
Foram capturados no anno passado 904 crimi-
nosos e desertores que responderam por 930
crimes.
KLEICKS.
Temtosido annullada como constou de aviso da
reparticio do imperio de 29 de maio do anno pas-
sado, a eleico a que se procedeu no municipio do
Uuique em 5 de Janeiro de 1861 para Toreadores,
e na freguezia do mesmo nome para juizes de paz,
exped as convenientes ordens para que a camara
e o juiz de paz daquella parochia, aquelle e estes
do qtiadrtennio lindo, entrassem desde logo em
exercicio, de conformidade com o que preceita o
aviso n. 191 de 5 de maio de 1862, e nelle conti-
nuassem at que fossem substituidos pelos no vos
Toreadores, a ruja eleico se tena de proceder.
....- ...._ .. _,..._., ....,........,.._. Entretanto, tendo-se de proceder as eleicoes para
sahida das mercadorias da al- y. Exc. inforraares sobre o estado dos differenles 1 depulados assembla geral, e para o preenchi-
. ramos do publico servico, c da marcha que ti veram i ment de uma vaga no senado, nio me pareceu
regulamento das alfandegas, onde nio houver agen- differenca dos direitos de exportagio, devendo a (ierac.ao ,je y Exc o relatorio com que abri no
te consular da naci cora quera o imperio tenha cobranga dos mesmra direitos regular-se pelas dis- anao ,,'assndo a sessio ordinaria da assembla pro-
celebrado convengao consular, serao da competen- posieoes dos art. 169 e 170. | vinrial. e no qual Qz uma e xposigo mais circums
ca exclusiva da autoridade judicial, a quera os in- Art. 64. A contnbuigao. de que trata o art. 701,1 lanca(|a dos negocios pblicos, restando-me s-
teressados podero requerer o que for a bem do sera cobrada na alfaudega da corte, em benoficio m(,ni accrescentar o que de ento para c tem
seus direitos, ainda quando tenha procedido a li- do hospital geral da Santa Casa da Misericordia, acorrido e merera ser mencionado,
renga ou autorsagio da autoridade administrativa na razio de 10 ris por medida de vinho e mais ^Ille< |K)r,n je entrar nessa trela permita-
nos termos do art 329. bebidas espirituosas, que forera despachadas para mft v. Exc. qu eu manifest a sat.sfago de que
Art. 45. A declaragio voluntaria das dilferengas consumo, na conformidade do decreto n. 1,099 de n)e simo possuido, ao annuneiar-lhe que, a ordem
de mercadorias, de sua occullaeao por qualquer 25 de selembro de 1858. e tranquillidade publicas, nao tarara alteradas du-
forraa, e qualqner outra tentativa do descaminho Art. bo. art. 127, na parte concernento a ranp, a minha administragio.e se tem conservado
de direitos, taita pelo capilio, dono ou consgnala- qualquer ompregado, que nao seja o ajudante do a, a(|ui ,na|leraveis.
rio das mercadorias e seus prepostos, ser aceita inspector, retare-se delegagao para flm especial Est(! (:irl0 verificado na quadra difflcil, porque
para o effeito de nio se imporera as penas cora- de 'g'mas das funrges enumeradas no art. 120, a provincia acaba de pas;ar, sendo chamada para
minadas nos regulamentos fiscaes, em toda e qual- era caso urgente ou extraordinario, ou quando o etager successivamente um senador o seus repre-
quer orcasio, excepto na de busca, exame econ-1 ""> d" **Hr* publico o exigir,
ferenca, ou tendo o chefe da repartigio conheci- Paragrapho nico. Ficam exceptuadas das dis-
mento offtcial ou denuncia du taes factos. posigesido art. 147 as attribuigoes mencionadas
-8,
em
tros
Art. 46. As penas comminadas pela legislaro no art. 126, 88 10, II. 13, 15 a 18, 20, 22, 24, 28,
1 vigor nos casos de falsidade, resistencia e u- 29> 3 a 31, 36, 37, 39. 40, 41, 42, 43, 4i a 48, 50.
M rriiues, nio isentara os infractores das peuas 5'- *3, 53, 57, >t a 63, o aquellas rajo exercicio
e multas impostas nos regularaeutos fiscaes. importar ordenagi de despea, deliberaran ou
8 l'nico. Se a infraegio fr de tal modo conne- providencia definitiva e correspondencia offlcial
xa com outro crime que a prova de uma seja a da ct>ra a autoridade superior, ou com os chefes do
outra, a autoridade administrativa, lavradooter- outras repartiges.
sentantes na cmara dos deputados e na assembla
provincial, uma prova bem significativa de i|ueo
governo imperial, ha sabiiio mantrr uma poltica
desapaixnoada, sensata e inteiramente imparcial
em relagio aos partidos.
A prudencia e moderagio, com que os seus
agentes e as demais autoridades proruram rumprir
o seu dever, cabe tambem esse triumpho obtido
sobre causas bem gravus, que em alguns |R>ntos
mo 011 auto, remetiera os documentos comprobato-
rios do facto ao juiz competente ; e, proferida a
Matonea no proeesso do crime connexo, proceder-
se-ha ulteriormente na forma dos mencionados re-
gulamentos para a imposigao das pena da in-
frargo.
Art. 47. Nos rasos de apprehensio se o dono ou
pessoa, a quem liverem sido apprehendidas as
merendonas, se aehar presento, e o inspector da tenderen! a bem dfl serviro da repartigio, tirando arrauhadura nade Nazareih, Mispetswde ter siito
alfandega ou administrador de mesa de rendas re- assim alterado o art. 37 do regulamento das al- violada a urna, na de S. Pedro Martyr da ridade
conhecer pela ex|iosigio do facto, interrogatorios e fandegas. | de Olinda logo no principi) da primeira chamaila
se pode prescindir, attendendo-se a que dentro de
lioucos mezes deve ter lugar urna eleigio geral
para vereadores e juizes de pai.
Nesle pensamentn ia dirigir-me ao governo fe-
ral, offerecendo sua Ilustrada apreeiacio esta
cunsideracio, alini de resolver sobre o assumpto,
como entendesse mais acertado.
SALt'BRIDADE PUBLICA.
O estado sanitario da provincia nao tem sido
muito satisfaetono.
A tabre amarella que infelizmente nunca des-
appareceu de tod i, nio affectou no anno pausado
as irioulagees dos navios surtos no porto, o mes-
mo, porm, nio aconteceu nesla capital, on-
de, segundo consta, falleceram 76 pessoas quo ti-
veram a infelicidade de serem aceommettidas.
Na villa do Bonv' onselho deram-se ltimamente
alguns casos desta molestia, secundo eteumuni-
cou-ine a respectiva camara em 23 de novembr
ultimo.
Era nenhuma outra localidade mais manifeslou-
se a tabre amarella.
<> cholera-morbos, porm, com quanto se nio
manifeslasse no anno passado rom tanta intensi-
centraes da proviuria, fizeram alimentar receios
Art. 66. O servico da organisario da pauta, con- bem fundados de que seria perturbada a paz publi-!dade como em 1862, invadi todava quasi Imias
ferencia as portas de sabida, arbitramento, exa- ca em lio melindrosa situagio. as fregueziasda provincia romo as da capital. Ca-
rne de objectos cujo despacho livre se re pierer, e Correa em feral cora ;. raaior regulandadea ruar, Flores. Gravat, Bonito. Santa Mara da
outros de igual importancia, ser eur.arregado de rleigao de eleitorcs para deputados. Boa-Vista, l.agoa de Haixo. Bezerros, Taearat,
preferencia aos pri 1 eiros conferentes. D 62 freguezias que cotila a provincia, smen- Villa-Bella, S. Bento. Pao d'Alho, Santo Antio,
Art. 67. Os empregados serio revesado as te em 12 se deram alguns incidentes mais ou me- Cabrob, Limoeiro, Fazenda Grande, Agua^ Preta,
differenles secces ou trabalhos de seus lugares ou nos importantes, dos quaes resultaran) dous leves
ciasses, como os ins lectores das alfandegas o en- ferimentos casonas na de Pao d'Alho, urna simples
eselarerimenios colindes em arto surressivo, que
a apprehensio evidentemente nao procede, manda-
r entregar as mercadorias parte, pagos os di-
reitos, lavrando-so termo rirrumstanciado, com as
ratdea e fundamentos da decisio, o qual ser logo
remetalo por copia ao ministro da fazenda, na
Art. 68. A substluigao dos officiaes fie desear- dos volantes, pelo quo se procedeu a novo recebi-
ga, de quo trata a primeira parte do 8.* do art.' ment de cdulas, e duplcala em Una, Ipojura o
442. lera lugar d ariamente ou nio, a juizo dos Barrearas.
inspectores das aHaadegas, contarme as conve-
niencias do respectivo servigo.
Arl. 69. O serti'.-o da ennsao os di spachos e
Naque se procedeu paa a do senador salvas
pequeas ronlestages, que naotiveram soltado
alguin desa^radiv'.-i ni freuezia deQ-jipapa.onde
BamaMB, S. Lonreiigo, Olinda, Poco da Panella.
Eseada e povoagio do Caxang, etr., etc.
Xomeei mdicos para o tralauenlo dos dev-|e
liil06iiosta capital, o afora delta mandei faculta-
tivos smente para aquelles lugares, ondea epi-
demia remara com mtensidada; para tedas as
partes, porm, remetti ambulancias rom medira-
menlos e vveres s respectivas autoridades; en-
carregando-as de ministrarem aos indigentes que.
deltas precisassem.
A falla de mdicos rivis que qoitessem praatar
'****=,,:;


Diario de rema ni buco Torva felra 19 de Janeiro de !!.

--
servidos em Ces circnnistoneias, ohrgou-mc a em-
prcga'r nesti 9 commlssBes os do corpo de ssue o
ex regar a curiosos do tralamento dos eholeiieo- n >s
lagares para onde nao rae fel passivcl mandar fa-
cultativos.
Para occurrer s despozas feitasi com tacs so"-
corros, tive por muitas veies de abrir sob uiinha
responsabilidade, e nos termos da lei, crditos quo
lem sido todos, approvados pelo governo im-
perial.
A varila desenvolveu-se tambeni com carcter
epidmico e alguma intensidade nesta capital, I m
como ca Iguarass, Jngazoira, Rio Formoso, -
uioeiro, Gwauna, Saulo Ahi.to, Barreiros e > a-
zareth.
{Continuarse-ka).
Expediente do dia 1> de Janeiro de 1S64.
ODicio ao Exin. vice-presidente da provini ia
do Piauhy.Com ooffirio de V. Exc. datado do I i
de dezembro ultimo, recebi 2 exemplare* do rela-
torio com qne o Exm. ex-presidente, Br. Jos Fir-
naiult'S Morcira, passon a administracao dessa pro-
vincia ao sen successor o Exm. Dr. Pedro Lo
Velloso no da f de junho ultimo.
Hito aoExni. viro-presidente da provincia do Pa-
ran.Accuso a recepeo do oOicio de V. Exc. de
lo de dezembro ultimo, acompanhado de 2 exm-
plares da eoffeetjao das leis, promulgadas nessa
provincia no frrente anno.
Dito ao Exm. Sr. r. Eduardo Pindahyba de Vat-
ios, vice-preaulc.nlt! da provincia do Espirito-Sin-
te.Pelo seu ofllcio de 28 de dezembro prximo
linde, quei ioteirado de liaver V. Ex. na quah Ja-
de de 1* VK.v-presdentc assumdo naquella dal i a
admini>trarao dessa provincia, por ler de seguir
para a coi te como deputado assembhia geral o!
Exm. Dr. Andr Augusto de Padua Fleury.
Dito ao E\m. Sr. vicepresidente da provincia
Jo S. Catliarina Dr. Francisco Jos de Oliveim.
Fice iiileirado de haver V. Exc, segundo com nu-
uicou em sen oficio de 19 de dezembro ultimo, i
assmnido a administracao dessa provincia na i|ua-,
iidade de seu Ia vine-presidente, etn coiiseque ida
da liceo^i, concedida pelo governo imperial, ao!
Exm. presidente Pedro Leitao da Cuuha.
Dito ao brgadeiro commandante das anua. i
Sirva-se V. Exc. mandar por em libenlade, i an-
do-lhe baixa, se j estiver com praca, o reci uta
Mauoel Francisco de Souza, visto ter provade hen-
jao K'gal.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar aliar- j
ca do que pede o recruu Romao Jo* de Carva Ido
ao incluso requt rmenlo.
Dito ao mesmo.Para ter o conveniente des.ino
remeti a Y. Exc. a guia de i pra;as do corpo de
guarnir) da Parahyha, que vieram para esta pro-
vincia do vapor Cittzeiro do Sul, escoltando um
raso d juslica.
Dito ao mesmo Remeti V. Exc. a fim de
terem o conveniente destino as guias de 5 pr.tcas
de pret que regressaram do Cear no vapor Cn-
zeo do Sul, como parlici|ioa o Exm. Sr. presidente
daquella provincia, em oOicio de 12 do corren!'.
Dito ao mesmo.-Para que eu possa resolver
definitivamente, cerca do incluso reqiierimento,
de Mara Joaquina de Jess, que solicita b: xa
fiara seu mando Jos Joaquina de Sant'Atina, far-se
nster que V. Exc. mande verificar se esse indivi-
duo o soldado recrulado de igual Borne, que se
acha destacado desde junho do auno passado, c >mo
consta do ofllcio de V. Exc. de 14 do orrenle, que;
aqu ajunto, com as informacoes da reparticn da
polica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mar dar
presentar ao Dr. chele de polica no dia em que
.seguirpara o norte o vapor quo se espora do sul,
2 praca de pret para cscoltareui um criminse ate
a provincia da Paralaba.
Dito ao mesmo. Transmillo V. Exc. 8 pr< ces-
sos de conselho de guerra, das pracas indicada < na
relaco junta, a Jim de serena cumpridas as -en-
tencas proferidas pelo conselho supremo mil iur
de justica, nos mesmos pracecs<.
Dito ao mesmo.Queira V. Yac. mandar apre-
sentar na casa de detencao no da em que ti ver de
seguir para Fernando o vapor l'arahyf-a. tres das
jocas de pret destinadas ao mesmo presidio,; fim
de fecchereni o sentenciado Claudio Jos da S Uva
e oalienado Flix Ferreira de Camino eSi|Uira,
que vio ter igual destinado.Loraniunicou-se ao
brgadeiro commandante das armas.
_Dito ao inspector da thesouraria de fazem'a.
Nao havendo inconveniente, mande Y. S. pagar
Francisco das Chagas Pereira Duro, conforme
solicilou o chefe de polica em ofllcio de 13 do
corronle, sob n. 60, a quanta de 37680 i s., pie,
segundo aconta junta em duplcala foi despendida
com o Jorneeimento do luz, de um coco de (landres
e de um pote para o quartel do destarament > da
villa de Iguarass, desde o 1" deabril at 28 de
novembro do anco prximo pastado.Coran tni-
co u-se ao Dr. chefe do polica.
Dito o mesmo.Remello a V. S. para os con-
venientes exames ascontas esa duplcala da r'cel-
ta e despeza do hosjiiai militar, relativas ao mez
de dezembro prximo lindo.
ito.aa mesmo.A vista das 3 cantas juntas em
Suplican n nao bavendo inconveniente, mande V.
d. pagar aoteuente Flix Justiniano do Alhmpier-
que, como ri!(|uisitou o Dr. chefe de policiiem
offlcio At; 3 do crreme, a quantia c S^IKIO, que
despendeu desde l. de julho al 3 de setemh o do
auno pascado, com a compra de aceite para illa-
minaeSo jk> quartel do destacamento lo termo do
Bom-tlojBselbo.Conimunicoa-se aoUr. che fe de
policia.
Dito ao aiesmo. Declarando o gerente da com-
panliia Pernambucana em ofllcio de tiontetn, qoe,
por nao poder o vapor Mainanguapr, seguir para
o presidio de'Fernando, foi designado par; esse
fim o vapor Parahyba, cuja oartida ser annincia-
da opjiorlnnamente; assim o commuiiico i V. S.
para seu cimnecineoto.Fieram-se as neces.tarias
eonimunicai/iies.
Dito ao .inspector da thesouraria prownc ial -De
conformidnde com o que solicilou o chte de poli-
cia em ofUoio de43 do corrente. son.n. 57, mande
V. S. nao bavendo inconveniente, pagar ao delega-
do do YiUatfella, ou a peoa por elle auto isada
a quanlia de 764000, despendida com o u siento
dos presos pobres da cadeia daquelle terin >. du-
rante o mez de novembro do anno prximo passa-
do, como se v da conlajunta em duplicata.Com-
muncou-e ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Constando de ofllcio de direc-
tor da reparticio das obra; publicas de 13 di.cor-
rente, sob n. 13, que j se acha fcita a metaile dos
reparos dos St" e 1 landos da estrada da Victo-
ria, rerommendo. V.S qe, em vista do c Pip-
tente certificado, mande pagar ao resiiectivo aree-
matante a Unportanria da t* prestacao, a que elle
teto direito.Communkon-se ao diretor da epar-
-tico, das obras publicas.
Dito ao mesmo.Em vista a conta junta em
duplicau e pao havendo inconveniente, mafde V.
fi. pagar ao delegado do termo do Exti, ou i pes-
aoa por ello autorizada a quantia de IKJWdO, em
que importa o alugu?|, vencida desde iO de agosto
at JO de novembro de auno proaimo passaJo, da
casa qne naquelle totano serxc de.caleia. liem
assim-coei o torneciuiento de para lea ella secundo
conila de ofllcio do chete de polica.datado di Ikmi-
lero e aoh n. %t. Commnuicon-se ae Dr. chefe de
pwafjL
Dito ao director dos obras militares. Maide V.
S.-fazer c*m urgencia owao requisitou o br gadei-
ro commandante das armas o oflicic de l'l do
comele, os oncenos de que ecessitam ascaval-
Jaricas da companhia de ra-vaJiaria.*eiam-se
Ai necessarias communtcaedes.
ilito ao commandante docorae de polioiaPo-
de V. S contratafo paisano Maaeel MariaiPitom-
beira, smnando, vismier sido considerado apto oara
isso em Mspeccao le sade, como coasta do altes-
lado amaeco ao seu officio n. 24 de 14 do corrate
a que respondo.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de ttatto AnteoMande V. fi. postir em
frente da greta matriz Aessa eidade no dia 17 do
crreme urna guarda de honra, do hataMiao n. 23
de infamara para assislir aos actos da festado pa-
droero da freguezia.Comtnunicou-se rewiec-
tiva mesa regedora.
Dito ao eotninandante do presidio de Per lando.
--Com as inclusas copias dos oflicio.- de Dr chefe
da polica datados de 15. 21 de dezembro uCimoe
lado corrente, respondo ao que Y S. dirigi a
esta pr mo pakdo, n. 110 eommunieando as differencas
oue se icontraram as relacoes dos senter ciados
de justici, remetlidos para esse presidio nt citado
mez de outubro eno da setembro antecedente.
Dito ao provedor interino da Santa '.asa de Mi-
sericordia do Recife.Autoriso V. S. em vista de
sua informacao de 11 do frrente a mandar ins-
crevr no competente quadro, atlm de ser-m op-
portimamente admittidos nos respectivos ollegins
os menores Jose Firniina, filhos de Francisca Sil-
veria de Pinho.
Dito ae Dr.juiz de direito do (anrilitin;.Re-
muendo Vmr, que mande examinar por perf-
l"s a cadeia da villa de Garanhuns e me informe
acerca do -en estado, apresentandtf-me um orea-
menloda de-iM'za a fazer-se cornos cunee! los de
que ne.'essitar, e declarando ao mesmo lempo se
ahi ha pessoa ijue sob sua direccao e vigilancia
queira execntar esses concertos.
Dito cmara municipal de Olinda.Ricom-
mendo cmara municipal de Olinda, que mande
OKtrauir do livro competente e renietla-me com
toda a urgencia a copia authentica da acta da ins-
tallacao do collego eleitoral dessa eidade, para a
eleicaode um senador.
Hilo ao conselho administrativo.Declarndolo
gerente da companhia Pernambucana que por nao
poder o vapor Mamaugim\ie seguir para o presi-
dio de Fernando, foi designado para esse fim o va-
por Paraltyba. cuja partida ser annunciada op-
portunamente ; assim o communico ao consellio
administrativo para seu conhecimento.
liilu ao promotor puhliro da comarca de (Vnra-
nnuni-Remello Vine, copiado ollicio e dous
documentos originaos, qne em 24 de dezeinluo
prximo lindo, dirigi a ota presidencia o lc sup-
plente do juiz municipal to termo de tlaranhuns
Antonio Itaptista de Mello Petxoto representando
contra o 2o supplenle do mesmo Joao Cornea lira-
sil por haver esie exercido jurisdietjao sem cons-
tar impedimento daquelle : atim de que em vista
da materia do ofllcio o documentos citados, prooo-
ila como e contra ipiem for de direito, eouimuni-
cando-me o resultado.
Diloao commandante ta canhoneira ttiijiiki/.
Tendo em visla a sua iiifonnaoao lo boje sob n.
I i dala acerca do requerimento em que o neg
ciante desto praca Tbeodoro Cbristianse, pede, pa-
ra (ju-j a cinhoueira sol u comniando le Vine, re-
boque a galera hespanbola \injrhta de sua con-
sipnatan, pagando as despezas que se fizerem, vis-
to nio haver vapor algum do comnicrcio que se
preste a este fim, autoriso Vmc, nao havendo in-
conveniente, a prestar o auxilio de que necessita
a mencionada galera.
iij aos agentes da companhia Brasileira de pa-
quetes vapor.Respondendo ao offlcio de Vmcs.
latailo de hnje, tenho a dizer-lhes que o vapor
Cruzfiro do Sul, deve largar do porto desta eida-
de no dia 17 do corrente na mar da tarde.
Portaras.Os Srs. agentes da companhia Bra-
sileira de paquetes vapor mandem dar transpor-
te por conta do ministerio da guerra no vapor
Cruzeiro do Sul ao cabo de esquadra da compa-
nhia de -avallara Ildefonso Jos dos Sanios* jue
segu |iara a corte em diligencia.Communicou-1
se ao brgadeiro commandante das armas.
Dita.O vice-presidente da provincia, atienden-!
do ao que ponderou o Dr. chefe de poliria em offl-1
ci n. 74 de 14 de corrente, resol ve corrigir a por-,
taria de 8 do corrente declaramlo qoe o delegado
nomeado para o termo de Caruar o bacharel'
Miguel Bernardo Vieira de Amorim, e n5o Miguel
dos Anjos Vieira de Amorim, como na referida
portara se escreveu, o manda pie neste sentido
se rapeca novo titulo.Communieou-se ao Dr. |
chefe de polica.
Eipedienle do secretario do governo.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. vicepresidente da provincia man-
da transmittir V. S. s S inclusas ordena do the-
souro nacional sob n. S33 235 lo anno passado
e n. 1 e 2 leste anno.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da piovincia manda Iransmitlir V. S. o incluso
ofllcio do director geral das rendas publicas da-
tado le 31 de dezembro ultimo, e bem assim duas
ordens do dia itnpressas e em duplicata sob ns. 380
e 381 expedida pela reparlicao do ajudanle ge-
neral
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ras.S. Exc. e Sr. vice-presidente da provincia
manda acrusar reretudo o offlcio que Y. S. Ihe di-
rigi em 2 do corrente acompanhado nao s do
relattirio annual desse estauelecimento mais tam-
bera lie quairo copias rom enderece as seccoesda
reparti;o la guerra, as qnaes serio enviadas
seus destiaos na primeira opportuuidade.
[tespacbos i dial de Janeiro de ISfrl.
fequerimentof.
Augusto Pater Cesar.Passe pirtaria conceden-
do a licenea que pede o supplicante.
Antonio Alves de Miranda Guimaraes. D-
se-lhe.
Carlos Stember.Informe o Sr. Ur. chefe de po-
lica.
Francisca Silvina de Pinho.Mandou-se inscre-
ver as ninas da supplicante para serem opportu
menle admettidas.
Joao Jos Vieira de Parias.Passe portara con-
cede ndo a licenea na forma requerida.
1...ni etico Nuoes Camiiello. Informa de novo o
Sr. iaspeelor da thesouraria provineial.
.Matio.'l Saturnino dos Santos Neves.Concedo a
licenea que pede.
Primeira seccao. Palacio do governo de Per-
nambuco, 18 de Janeiro de 18*34.
lllin. Sr. Constando <|oe se vio afogenlando
dos mercados desta capital por causa do recrula-
menlo as pessoas que para ahi trazem gneros ali-
menticios e oulros productos agrcolas e indus-
triaes, e coimjuanlo me iiarecaiu infundados os
boatos que a esle respeilo se It-m espalliado, julgo
todava cenveuienle rerommendar-lhe que nao re-
mite taes pessoas, qur ellas se empreguem na
lavoura, qur smenle na conduccao dos seus pro-
ducios para esta capital.
Deus.guarde V. S.Uonungoi de Souza Leao.
Sr. coronel recrulador dos muuicijiios do Recife e
Olinda.
A* ordem do tobdi legado de Sanio Amonio, Pe- meira quizena oV novembro, um lufao atravessava
dro Alexandrino Vieira de Mello, branco, por dis- quasi de norte astil a Inglaterra e a Franca, 6 ludo
turbios. azia cror que urna terceira vez aconteces*! isto,
A" ordem do da Capunga, Domingos da Silva quando deiiois da 1 hora da tarde o barmetro co-
Miranda Pinto, hranco, por andar armado. mecou a si bir com a Desoa rapidez com que des-
A' ordem do do Poco, os ct ionios Ricardo e Luiz, cera. A tormenta voltra para o norle, posto que nou que houvesse urna trra em que lodosos ualu-
escravos, esto de Joaquim los de Santo Anna, e os seus eff'itos no sul n.io devessem cessar com- raes sao calvos.
aquello de Jos Luiz de tal, o prinieiro por andar pletamente, pois que na nouti! de 3 para 4 um E' na nbeira (le Ralon, regan meridional de
A Ri-volurw de Setembro publica
Cousolai-vos, vos a queui a ino da fatalidade
arraneou a cobertura do crneo.
, A calva nao defeito.
Quasi todos nasceraos calvos; canatureza orde-
fugido o o segundo por andar armado.
O chefe da 2 seccao,
J. G. de Mesi/uita.
Movimento da casa de detenciio no dia 16 de
de Janeiro l*J64
F;xisliam .
Entraram.
Sahiram
336 presos.
4
9
Exislem. 331
A saber :
Nacionaes. .
Estrangeiros
Mu Hieres .
Estrang iras
Escravos .
Escravas. .
227
31
4
1
62
6
331
presos.
Alimentados a cuMa dos cofres pblicos. 14.")
Movimento da enfermara no dia 17 do cr-
reme.
Teve baixa:
Francisco, escravo do Dr. Pamphilio de Carvalho
Moma, syphilis.
Movimento da casa de deten;ao do dia 17 de
Janeiro de 1864.
A saber
Existiam......
Entraram.....
Sahiram......
Existem......
Nacionales.....
Estrang--iros...
Mtlllieies......
Estrangi'iras...
Esclavos......
Escrava:......
331
4
7
328
226
30
4
1
62
5
328
presos
Alimentados cusa dos cofres pblicos.. 143
Movimento da enfermara no da 18 de Ja-
neiro :
Teve alta:
Jos Fraacisco Borges.
vento fortissiuio soprava no golpho de Leao e do
Genova, eslendendo-se al ao sepetenlriao do
Adritico.
A 3 o centro do tufad eslava outra vez em Ingla-
terra as proximidades de Ynk. A partir deste
momento o phenomeno retomou a sua marcha
reguoaf para leste.
A 4, vcno-lo um pouco ao H'irle de Copenhague.
A b. parece deixar o Bltico entre Liban e UN'
cisbeig. 'orm os documentos desta regiio sao
aindamnio incompletos para qoe possamos assig-
nalar-lhe a sua marcha ulterior!
As posicoes occtipadas a 1, 2 3, 4 e 5 de dezem-
bro pelo tvnlro deste tufad, qco foi de una extre-
ma violencia, mostram que a sua veloenlade de
transaTao foi de 12 leguas p:T hora. E' rapitlez
igual a que encontramos nos mais focos tufiles
que atravessam a atsmosphert da Europa. E' li-
cito, pois, .tilgar que a causa da sua progressao
independente da sua violencia, e que deve sor ba-
scada em um movimento geral da atmosphera ao
norte da Europa.
Adiamos tambera inleressante insstirraos em
interpretar as modificaos solfridas a 28, 29 e 30
de novembro pelas curvas de igual pressao.
Disserats mais cima que a. 27 consideravamos
o lempo c no muito duvidoso. Desde a /espera o
Queensland, na Australia.
E l ama-se, goza-se e ha homens e mulheres bo-
nitos.
Qnanto mais calvo, mais formoso eraais feliz.
Ditosos, pois, os |ue tem calva,
Delles a Ierra de Baln.

O prato obrigado do banquete do Natal em In-
glaterra o pato gordo.
.Nao lia familia que uota festa nao teuha ua sua
mesa o pato tradicional.
A maior desgraca que pode acontecer a urna fa-
milia ser tao |>r ire que nao lenlia no .Valal o seu
pato e o seu pifliltiuj, porm esia dmajraca preve-
nida por sociedades caritativas, formadas exprs-
sanente na Inglaterra, para distribuir o pato e o
pudding aos pobres no dia de Natal.
Pode julgar-se do eommercio de [tatos nesta po-
ca pelo sciruinte Tacto :
l'ma casa de Norwich engordou 10,000 patos
para serem vencidos no Natal nos mercados de
Londres.
PUBLICACOES i PEDIDO.
consideramas o lempo como duvidosoa descida
barmnetriea linha feito novos progressos ao suesie
da Hespauha, attendendo a que as oscillai;oes ba-
romtricas sao, como bem otnhecida, ahi muito
menos forfe do que em latitudes mais altas. E de-
mais, a depressao baromtrica chegra ao golpho
de Gaseunha, onde a pressao descera de metros
1 1 -1. - m Ve-minino.
y Masculino. PI 1 1
1A * ^ 1 Ffminrno. 1 S 1
i i 1 I Masculino. m 1 '> o
al -1. 3 Fr minino. >
I I
_ TOTAL.
C3 I______
ta
3
30
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existen 170, sendo
alienados 9 homens c 27 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras esles dias :
Pelo Dr. Ramos s 6 10, 6 1|4, 6 1|4, 6 Ij4- 6
li-4, 6 3|4 horas da manha.
Pel Dr. Sarment s 8, 8, 8 3j4, 9, 8 1|2, 9
horas.
Falleceram :
Porliro, preto, phtysica pulmonar.
Maria Magdalena d'Assuinpcao ; tubrculos pul-
monares.
Anna Maria da Conccicao ; apoplexia cerebral.
Domililda Mara da Concecao, euterhe ulcerosa.
Auiomo Ferreira dos Santos, derramamenlo ce-
rebral.
cas das provincias.
As olleras de obras curiosas lberalisadas pelos
homens amantes das lettras e do programo das
scencias : o donativo de opsculos e manuscriptos
alias importantsimos, entregues at enlo ao b-
ratro do esqueciraente ; a remessa de collecces
de jornacs e de obras 767,:; a wtroa 764.5 desde a vesuera. ao passo quu Jlias de cada Provincia, ludo isto concorre grn-
ela Brest, pelo contrario, o barmetro se conserva- "S6010 ura V* du.a'rao em anno a bibhoilieea
ra estaennaro; subir at em Green-Castle, ao publica attinja ai-gran de Drosneridnde, eavulto
norte da Irlanda em llm, o vento havia-se tornado emsuas estantes crescido numero de vokimes.
muito forte do sul ou sueste sobre a Irlanda. Qnan,, n,ao concorrem as typographias da corle
A 29, d.mingo, nao tiveroos observaedes inglezas d l0 de JaneT co respectivo exemplar das
excepto do observatorio de Greenwickimas a agi- S^ISSSh ^ en6randeein,,'nl0 da
lacao das -oslas irlandezas esiendera-se atao gol
pho de Gaseunha, onde o barmetro descera a me-
tros 760,3. o quo dava urna ditninuico de 7 metros
em dous ias. A descida baromtrica comecava a
tornar-se sensivel em Drest.
A 30, a pressao tornou-se mais elevada em lles-
panha, ao jiasso que descia cinco millunetros em
Brest, e que na Irlanda se conservava estacio-
naria.
Se ligamos esles tactos marcha conhecida do
tufo, de de 1 5, pederemos considera-los como
bibliolheca nacional
Entreatiio qu>- Pernambuco possuindo una pe-
quena bibliotheca, nova porque conta 12 annos in-
completos de sua creaco ; todava poda ella estar
augmentada se por ventura as typographias da ei-
dade se nao olvidassem de remelter todos os annos
as collecces de jornaes, e o resjiectivo volunie de
cada obra que ahi se imprimssem.
Nao se pude calcular a utilidade real que lia em
censervarem-se as bihliolhecas publicas as collee-
;oes dos jornaes da eidade. Em verdade ellas
os pronun:ios sensivois da chegada progressiva da ^n>l"ucm urna riqueza da htleralura.
tempestad i. 0 centro do tuao estara : a 30 na L'j.ivencido intimamente de que os respectivos
allura da mbocadura do Mane.lia ; a 29 na do gol- *''l'ores editores e proprieUnos das typographias
|.ho da Gaseunha; a 28 ou :!7 ua dos Acores por 1Ut "'stm na i.lade ignorara que sobre elles pe-
cuja visinlianea passou sem duvida. Tal ves tivesse a obrigaao de remetlerem para a bibholheca
vindo do golpho do Mxico e fosse um verdadeiro da provincia um exemplar de cada impresso que
cvclone. i salurein dos prebs ; abaixo transe re ventos a inte-
A 3 "de dezembro, MarselU era avisada de que' 6ra da 'e'geral e a da provincial que creara a bi-
o Carles-Martel, vapor raccex, sabido de Nova; nliotheca desto provincia.
York a 21 de outubro para Marselha, sossobrra |
em consequecia de fortes raj:.das de vento a 20 e
27 do mesmo mez. A tripularao abandooou o na-
vio e fura rccolhida pelo , em via-
Passageiros do vapor Cruzeo do Sul sabido
liara o sul :D. Maria Benedicta D. do V. Hei-: Frelon, ministro da Blgica a de Plulipina de Gra-
I lor, frei Norberto da Purificacao Paiva, Custodio i moni, sua segunda mulber e sua euohada.
touie Souza Gusmao, 1 Glho Tem apenas 21 annos.
gem para Buenos-Ayres.
O tCharles-Mariel fora ahancado, sem duvida
alguma, p do tuo.
Se provavel que este tufo tenha vindo de lati-
tudes bailas, nao menos que eutros sejam oriun-
dos de m;iis perto de nos. O eonheci monto do seu
ponto de partida deve preceder todas as tentativas
para explicar o modo da sua formacao.
Os tomineros baixeis de todas as na<;5es, trae
cruzaran) o Atlntico duran!, o mez de novembro
ultimo, so os nicos que podetn fornecer os docu-
mentos necessarios para csta> pesquizas. Por pon-
en que estejamos adiautados ao estudo das t'-uipes-
tades, salemos o necessaro para comprehender
que cada passo que a leler raphia der no ocano
lera por fim a maior proinplidao e seguranza as
advertencias feitas aos portes, c que cada progres-
so no couhecimento da marcha dos lufes dar em
resultado a diminuicao dos naufragios no alto
mar.
Se acaso algum dia se puder cstabelecer um
cabo telegraphico entre a Europa e a America,
jiassando pelos Acores, esto tslacao poderla adver-
tir-nos a uecipadamente dous ou tres dias da che-
gada das grandes tempestades.
0 Jornal do Horre escreve : Paralljrba
Mademoiselle de Mrode, rma do conde Wer- Vai comefar o processo a que deu lugar o triste
ner de Merode e da condessa de Montalembert, acontecimciito da noite de 30 de novembro, e que
bella e elegante donzeUa, (|Ue no anno passado a CHSland a vja a um moc0 noffensivo, e digno
tanto bnlhou em lodos os bailes do faubourg S. an(M do ser ^ todos defendido.
Germano, e possuidora de tima immensa fortuna, Sabeseque nessa noite foi atrozmente espanca-
toraa o veo no convento do Sagrado Coracaa do 0 jovcn j0i(. at Carva|h0 Cesar, lho do diguo
E niha tralca do conde de Mrode, marquez de Sr jose Maria ,j(! Carvalho Cesar, attrbuindo-se
Esperamos do patriotismo de rada um dos se-
nhores proprietai ios das referidas lypegraphias que
no correr do anno se dignaro reparar a falta in-
voluntaria, occasionada sem duvida por nao terem
sciencia das leis citadas.
Nao toca esta declaracao aquellos proprietarios
e editores que empre mandaram e contiouam a
remelter para a bibliotheca os jomes e o exemplar
de cada obra que imprimem em suas typtigrapbias
pelo que sao dignos de encomios.
Recife, II dejaneirj de 1864.
Padre Lino io MutUe CarmeUo Luna,
Bibliothecario.
Decreto n. 433 de 3 de julho de 1847.
Arl. 1. Ficam os impressores obrigados re-
melter na corle bibliotheca publica nacional, e
uas provincias biblioUieca da capital, um exem-
plar de todos os impressos que saturen) das respec-
tivas lypegraphias.
Let provincial de. Ptmamhueo n. 293 de 5 de maio
Je 1852.
Arl. !. Fica :reada nesta capital urna bibliote-
ca publica anne.u ao lyceu.
Arl. 4." Todas as typographias ficam obrigadas
a remoller para a bibliotheca um exemplar de
qualquer impresso que nellas se tizer.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
No dia 16 do corrento foi submeltido a apre-
ciado do conselho director da inslruccao publica
o parecer da commissao de exame, relativo ao
concurso havido para o pavimento das cadeiras
vagas do instrueco elementar do sexo feminino ;
e tendo sido julgadas a|iprovadas as tres concur-
rentes era graos difTcrcnles, pende a deciso ulte-
rior do Exm.Sr. presidente na forma da lei.
Amanilla, na matriz dessa freguezia, ha mis-
sa cantada em louvor do martyr S. Sebasliao, cuja
imagem flear em exposicao aos fiis por alguns
dias.
A' noite ha ladanha.
Tem-se por ultimo convertido o oito do tra-
piche Suassuna, na praca do Uorpo Santo, em lu-
gar Ue despejo publico ; e, pois, importa qoe se
nao tolere semelhanle abuso.
Nos liaitos de Maria Farinka naufragou a
barca ingleza Adtien, carrejada de carvSo, e con-
signada aos Srs. Johnsicn Pater C, dando i cos-
a a tarde, com dia claro, tendo a trra vista e
bom vento.
Encalhou all no dia 15, e a capitana tendo dis-
to sciencia, para l fez jiartir em soccorro o seu
ajudante e e pralico-mr; rom os quaes seguirn!
tambero o aiudante do guarda-mr da aifandega,
um offleial de descarga e um guarda.
A barra, quando all chegaram estes, achava-se
om vstado de nao poder ser salva, pois eslava meia
d'agua, e fazia anda muita agua pelos altos.
A carga existia toda a bordo, tendo-se descarre-
gado.algumas canoas de carrao ; e procurava-se
salvar mais alguma cousa, bem como de aprovei-
tar o aesame, poliamc, vigas e mastareos
Os cou^ignalarios dispensaram os servaos da
capitana, segundo nos dizem, deixando ao capitrw
fazer o que entendesse por conta do seguro.
Jo Mimo de dezembro prximo passado foi
assassinadu no Caldeiro Fuido, do termo de S.
liento, Manoel Pereira da Silva por Quintiuano Jo-
s de Mello; o ijual consta aehar-se refugiado no
Olkotagma do Miguel com seis criminosos no ter-
mo v. Caruar, nulrindo as inlences de se oppr
a accao da palie ia.
No entrelaoto para all devia seguir a 10 do cor-
rente o respectivo delegado supplenle com a torea
de 110 pravas, afim do capturar a 'juiutiliano e aoa
setis companheiros.
O caplo da escuna brasileira Ernestina,
entrada hontem do Para, informa ter sabida na
Casara, porto do Rio Grande do Norte, que all
ai arfan 9 do corrento, um bote com o capillo e
oilo tripolantes de um navio inglez naufragado no
baixes de Fernando de Noronha, os quaes segui-
ram para o porto do Natal.
Hnje, 19 do corrente, vender-se-ha em leild,
por intervenco do agente Pinto, o casco, mastros
e carga da barca ingleza drien, i porta da Asso-
ciacio Commercial.
RBPABTigAO DA POLICA :
(Exiracto das partos dos dias 17 o 18 de Janeiro
de 18B4).
Foram recolhidos i casa de dclenco no dia 16
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Recife, Candida Ma-
ra da Concecao, parda, por insulto-.
A' ordem do da Boa-Vista, Josepha Sabina do
Carmn, (tarda, por desordem.
A' ordem do da Capunga, Caclano Jos Rudri-
gnes de Barros, pardo, por d slurbios.
No dia 17 do mesmo:
Jos Colho, major Antouie
e 1 escravo, Jos Monteiro Jernimo, Sidronio S.
Monteiro de Carvalho, Jos Epiphanio de Almeda
Durao, sua senhora e 2 filhos menores, lente
Joo Paulo de Miranda e sua senhora, Jos Anto-
; nio da R. Jnior, sua senhora e i lho, Joaquim
Bernardo dos Res, Eduardo Moraes, R. H. Rem-
ball, W. G, Remball, 1 escravo de Ignacio l.uiz de
B. Taborda, Dr. Joao Sil/eira de Souza, sua so-
Aqui audou romance de triste desenlace.
Segundo o jornal Le Monde, durante a presente
guerra dos Estados Norl'americaoos, a segrate
a estalistica dos generaes, que bao Picado fra do
cmbale.
O excrcito do Norte tem perdido 60 generaes,
isto 29 morios no campo, 11 de enfermidades e
ara, sua senhora, 1 fillia, 3 escravos e 3 criados,, fenmenlos e 20 demitidos; e o do Sul 65, sendo
; Mauoel Ayciolle S. Bruno, 2 escravos da viuva Ma-; 38 niortos no campo, 13 de enfermidades e 14 de-
noel Goncalves da Silva, Severino Saraiva da Cu- mittidos.
' tilia, 3 escravos de Silvino Guilherme de Barros. D aqu resulla que o Sul tem perdido 5 generaes
; Anna Maria Leopoldina das Neves, Christiara Haas, mais que o Norte.
Eiizabetha Hass, Christiam Casqet, Comadine Cre
be, Comadine Gatrenieg, Ilemro L Gasqet, Chris-
tian Triondrelhs, Joaquim Soares Barbosa e Jos
v Coiamercio do Porto conta o que segu :
Ha consa de dous mezes que um cao de agua
Maria B.Carueiro, 1 escravo de Adriano Augusto sem doro, acompanhava constantemente um ofll-
de Almeda Jordao, 1 dito de Joaquim Jos da Cos- C'a' austraco da guarnidlo de Verona.
la. Antonio Moraes Gomes Ferro e 1 criado. es- O offleial adoptou-o, e propoz aos seus eamara-
cravos de Jos de Coulo Guimaraes, 2 ditos de Ber-: das a fundacao de urna caixa de soccorros, que in-
uardno da Silva (UosU. 4 ditos de Joaquim Anto- Ululara : bolsa do cao de agua Cada um dos
nio P. Serodio, 1 dito de Joo Alves da Cuaba, 2 ofllciaes devia dar 10 krruzers, todas as vezes que
ditos de Jos G. da Silva, Paulo de Amorim Salga-1 eutrassem de guarda.
do Neito, tenente-coronel Dienzio R. de Mello Algum lempo depois, senilo ja crescida a somma
Castro, Joaquim Jos de Almeda Pernambuco, pa-1
dre G. Vespaziano Augusto de Almeda, i.* sar-
gento Felippe B. Figueira e 4 soldados, cabo Ilde-j
lon.-o Jos dos Santos, 1 escravo de Antonio de B.,
Rege, Dr. Jos Bernardo G. Alcoforado Jnior,,
Alfredo Alcoforado, 1 escravo de Francisco Jos
G. da Silva, 4 ditas e 3 ditos de Jos Castro Go-
das quotsaoes, resolvern! os ofciaes comprar
um bilhete da lotera.
Entre os nmeros premiados sabio o do bilhete
do feliz 'ao, que assim flcou usufructuario da som-
ma de 8,000 florins.
Quanlos homens invejaram a sorte deste cao.
<
O imperador Theodoro de Abyssinia, vencendo
os povos de Gojam, cujo chefes Ihe erara hosiis,
mes, 1 dito de liento Jos da Costa Jnior, D. Se
hastiad VergeL 1 escravo de Domingos Rodrigues de os P.s ae ojanvcujo cneies me erara nosus,
Audrade, 1 dito e 1 dita de Manoel Theodoro da mandoi matar 15,000 pnsioneiros, homens, mu-
Cunha, 1 dilo de Joaquim Juvencio da Silva, 1 dita, 'heres c enancas.
e 2 ditos de Manoel B. de A. Lima, Augusto Pater! A* no,,cias d5 Alexandria, que narrara este fac-
Cesar, 1 escravo de Joaquim de S. M. Uulo, 1 dito o> QQe 1"e" harbaro coreado t.nha man-
de Jos D. das Neves, Pedro Jos Vicente dos San- dado prender o cnsul inglez de Massona. e dado
tos, 1 escrava de Manoel B. de A. Lima, Euu. vis-;liberdade ao cnsul franco, que t.nha preso,
conde da Boa-Vista e 1 escravo, Mauoel M de 011-
vetra, Antonio M. de Siqueira, 1 escravo de Jean-
na Marta de Dos Guimaraes, Lino Jos dos San-
tos, Layases do Reg Rangel, Maria Pastora da
Canecillo, Maria Francisca Santiago, Antonio
Exequiel da Costa.
Falleceu ltimamente era Angouleme o procura-
dor im| erial Mr. Bleynie, victima de um incidente
muito singular.
I'ri.ci'ili-iido esle magistrado a urna busca judi-
cial em casa de um photographo, cuja creada era
aecusada de infanticidio, no seu afn de descobnr
algum vestigio do crime, revolva todos os esrani-
nhes da casa, apartando com a mao todos os objec-
tos que encontrava.
Como na casa dos photographos ha substancias
venenosas que usam [tara a preparaed das lami-
nas metlica*, julea-se qtt- o magistrado, que li-
nda urna peijuena ferida n'um dedo, tocou em al-
guma dessas materias corrosivas, porque pouco
depois de sabir da casa do pholographo inflammou-
se-lhe o dedo, tomando o mal tal proporcoes, ijue
UM POUCO DE TODI.
A tormento que lio fortemente reinou nos dias 2
c 3 de dezembro prximo passado.segundo odistinto
astrnomo franeez Leverrier, foi de vida a um tu-
llo que invadi a Europa pelo lado do noroeste da
Irlanda, e que, na actual dade, atravessaa Russia.
Ots dncumeiitos, diz elle em sua nota, que nos sao
neceesanos pai a historiamos completoiiienle esto
l^^^.f^^J^Jl^ apezar de todos os reraedios que se Iheapplicaram,
cha aira*.* da Europa. i lnel l mat'Stf1o. ^^
Desde *7 de novembro, aspecto geral das cor- [ .
I vas de igual pressao iuspirava-uos receios sobre a dt.que de Nassau conleno a medalha de bn-
coutinuasad do bim tempo, que reinara geralmen- Ihante da sua ordem de Mareto civil e militar ao
le as Boss&s castas. Esta situaco no enlanto, baro Carlos de Rothschild, era reronhecimento dos
manteve-se at noute de 30 de novembro para eminentes serreos prestados pelo chefe da casa
1 de aVzembro com modiflcaj5es apparenlemento Rothschild ao governo de Nassau.
pouco importantos, mas de que mais abaixo falla-
i remos. O conde Henrique de Druil, amigo ministro da
No dia I" de dezembro, a carta meteorolgica Saxonia, deixou por sua m .re urna immensa for-
feita por meio das observares realizadas em di- tuna em propriedades, dinbeiro mobilia, e objeclos
versos pontos e enviadas pelo lelegrapho para Pa- de art.
| ris acensa muito positivamentit que um tufo se Comfudo, o mais curioso da sua beranca o seu
| aproximara da Irlanda. Documentos postertores guarda-roupa, que oceupara duas salas de seu pa-
autorisam-nos a esubeldear o centro desse tufo, lacio di Dresda, e consta de 198 vestuarios bordados
as H horas da maiiha, a ."iO ou 60 leguas das costos com colletes em duplicado, 12 vestuarios amaina-
do noroeste da Irlanda. dos, Cl veatnaxios deluxo, 40 do seda, 34 de vellu-
todas as vicissiludes dos lempos. A venda as lojas
de Bravo, S C, Caors & Barbosa.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
PfiR.V19IKlrCO
0 novo banco de Pernamboco convida os ere-
dores dasmassas fallidas de Mesquita & Dulra, e
Francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-
pectiva verilicaco at o dia 31 do corrento Janei-
ro, depois do (pial se proceder o dividendo pelos
ttulos que estiverem verificados.
Aifandega
Bendimenlo do dia 1 a 16.......
dem do dia 18.................
S86^Mf9S7
17 $35*137
283:9263004
Hoviinento da aifandega
Voluntes entrados com fazendas...
com gneros.
Volumes saludos com
com
fazendas...
gneros...
8V
445
150
202
Sfsf
30!
geralmente esse alternado ao alferes do meio ba-
talho que faz a guarnicao desto eidade, Leopol-
dino Parahyba, que se servir para Isso de um sou
fmulo, outro soldado da 4' comiiauhia, e lambem
de ti n seu camarada.
Nosso desejo que a instruegao do processo se
taca com toda a regularidade alim de conhecer-se
o verdadeiro delinquente, pois que embora nos in-
teressemos jwla punigo dos perpetradores de tao
nefando delicio; todava nao queremos victimas
determinadas por preoecupaedes, que devem an-
dar sempre muilo longe da administracao da jus-
tca.
O Sr. alferes Leopoldino a principio como que
se recolheu aterrado ante o geral pronunclaraento
desta eidade, que se indigna de um tal commetti-
mento, attribuindo-lhe a paternidade, e at anle
seus proprios c imvanheiros do corpo se mostra
abatido; agora anua desenvolto e nao faz caso de
cousa alguma, ,'omo diz elle, nem dos offendidos.
nem dos advogtdos, nein lalvez dos mesmos agen-
tes da justica publica.
Como quer que seja bom que o alferes conti-
nu em- sua primitiva reserva, c busque sera au-
dacia nem atrevimento mostrar sua innocencia, o
que s Ihe serrr ; advenido quea nao se po-
der cahaluient'justificar, sua desenvoltura concor-
rer para alienar-lhe a propria equidade, quando
se possa fazer-lhe.
Se, porm, se pode provar que o delicio vem
do alferes Leopoldino, para lamentar, que suas
desordens possam marcar o brilho da excedente
offleiaIidade, que hoje aqu temos, e'qne, cumprc
dze-lo, est tola estremecida e magoada, vendo a
opiniao publica condemnar un que com ella hom-
brea, e que dira caprichar om nunca dar escn-
dalo a seus companheiros.
Nosso desejo, amigos sinceros que somos dos
offendidos, var conhecidos e punidos os delin-
(juenles, quaestmer que elles sejam; de passagem |
porm, diremos ao Sr. alferes Leopoldino, que nao,
presuma tanto de si, e se lembre que altas grada-
coes tera sido lesauloradas em consequencia. do j
suas imprudencias ; c que gente muito alto eolio-.
cado tem guardado respeito aos delegados que es-
ts interessados nesta causa ; que todava nao to-
me em vista a diminuta possoa do Sr. alferes.iuda
muito insigniflt ante para tanto alardo.
Est o proce-so em boa mao ; o Sr. delegado
Jos Pedro Rodrigues da Silva muito conhecido;
todos, offendidos e querellados, sabejn que de sua
parte s haver a vigorosa applicaco do direito,
para que a justica humana possa satisfazer leu
dever de consrencia, sem Ihe licar meios de fazer
favores a quero quer que seja, que assim com
tal direitura que ha sempre presidido tao digno
funeconario em sua muito tonga carreira.
7 de dezemhro de 1863.
Dr. Antonio llorges da Fonseca.
(Do Jornal ia Paraltyba de 16 de dezembro de
1S63.)
Pastilha rermlfnga de Kemp.
Todos os mdicos que especialmente se teem de-'
dicado a cura das molestias das maneas asseve-
rara pie as pastilhas nuvracas de kemp o re-
medio o mais excellente o efUcaz que at boje tora
sido condecido.
Acham-se ellas exclusivamente preparadas com
as substancias vegelaes as mais salutferas. O seu
sabor delici iso, nao causam nauseas nem dores, j
e produzem seu elleito completa nenie sera que se-
ja preciso logo mmediatainento usar de ncuhuma
especie de purgantes.
Tanto as mus como os proprios Qlbinhos nunca
desesperara ella.*, porque so as primeiras teem
completa confianca as pastilhas, estes ltimos as
loman com o maior prazer possivel. Desde que
a 2, s 8 horas da manhaa, encontramos esse dj, 24 de lulo, 23 vestidos communa, U rofirm de.
centro as proximidades de Shnewsbury, ao sul de chambre, 30 chapos, 139 alfinetes de peilo, 41 [ia- j estas admraveis e incompartiveis pastilhas foram
Liverpool. 0 lufao, em vez de seguir,' como de res de sapa tos e 47 pares de Lolas. ; descobertas. todos oademaii vermfugo* asqnnro-
eustume, para lesto, dirigira-se para o sul. Ao Tinha un lbum esneetal em que se acbava re-JSO tem sido quasi inleiamenle abandonados e
me.Miio li'iiipo o barmetro em Pars descia com produzido cada um dos objeclos do seu guarda- desterrados porlodoa, As pastii.ius vi:h\iu i teas
extrema rapideze chegava 1 hora a 731 millime- ronpa. e toda* as manlas o pedia pan aBColharoiDl kkmp se achara lindamente acondicionadas
nestaoecasiio a tormenta nba em Paria vestuario daquelle dia. deulro de frasquinhos decr\tal iwosparasoa
urna grande violencia. Por duas vetes, j, ua pri- ----- ; boa exportaban como para sua conservaeo contra
- #
Descarregam no dia 19 de Janeiro.
Polaca nacionalMarinkocharque.
Barca iuglezaMaigardlfaztindas.
Patache inglezDathbaeathao.
Barca ingleza Isubella Iti/Jhacalliau.
Barca porluguezaOafi-tovarios gneros.
Brigue porluguezS. Manoel /ceblas e diversos
gneros.
Barca francezaOceancarvao.
Ba rea fra nceza Pyrrho d i versos gneros.
Barca ingleza -Cwutamot haealho.
Patacho inglez- tietlow Crestfazendas.
Brigue |iortuguezEsperanca(ledra.
Importa'eao.
Brigue itorluguez S. Manoel J, entrado dd Porto,
consignado a Manoel Joaquim Ramos e Silva x
Genio, nianifeslou o segrate :
202 caixas macas; a Angehno Jos dos Santos
Andrade.
I caixao doce; a Jos Antones Guimaraes.
3* ditos vinho, 2 ditos azuleijos; a Thomaz da
Aijuino Foneeca Jnior.
3 ditos linha, 100 rodas de arcos de pao; a Cu-
nta Irmo V C.
30 caixotes pomada ; a Antonio .Jos Colmbra.
II ditos fechaduras, feixos e felices, 1 dito pea-
les, 20 barris pregos; a Thomaz Fernandes da
Cunha.
1 barril vinho; a Lniz A.
2caixoes loalhas; a Manoel da Azevedo An-
drade.
1 dito damasco; a Jos Antonio dos Santos
Lessa.
2 ditos papel e palitos; a Jos Joaquim da Costa
Moura.
1 dito vidros para tinteiro e alampadas de dito;
a Joaquim Antonio Pereira.
2 ditos vinho; a Manoel Jos da Cunha Porto.
Jt ditos imagens e casticaes, 1 dito retroz e cor-
do: a Christovo Guilherme Brekeneld.
4 barris enxadas, 20 saceos feijo, 5 caixas ce-
bolas, 1 lata carne de porco, 1 sacco nozes ; a Do-
mingos Rodrigues de Andrade.
2 barris peixc, I caixao imagens, ornatos de
prata e 2 violas; a Francisco Rodrigues da Silva.
50 saceos feijao; a Palmeira S Beltro.
1 barril presuntos e salpicoes, 1 dito sardinha,
6 ancorelas azeilonas ; a Antonio Jos Ferreira
Alves.
60 caixies vinho; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva & Genro.
30 cndeles edumbo, 13 ditos machados, ouces
e enxs, 9 ditos feixos e fechaduras, 4 ditos pentes,
linha e mantas, 6 barris enxadas, 36 ditos pregos;
a ordem.
50 ancoretas azeitonas; a Marques Barros A C
50 ditas ditas, 20 cndeles pomada, 1 caixd
chapeos, 1 dito chinellas; a Antonio Luiz de Oli-
vera Azevedo & C
100 rjras de arcos de pao ; a Manoel Francisca
Mangues.
t 1 saceos feijo, 16 barris vinho, 3 caixoes azu-
leijos e salpicoes; a Marcelino Jos Goncalves da
Fonle.
1 caixao oratorio, imagem e resplendor de pra-
ta ; a Joaquim da Silva Castro.
1 barril vinho, 2 caixas salpictts ; a Narclzo
Jos Machado.
1 caixao cyprestes, 1 dito dalias; a Bailar & Ol-
veira.
1 canastra macaas ; a Manoel Luiz dos Santos.
1 sacco com 510 patacOss ; a Antonio Jos
Coimbra Guimaraes.
42 rodas de arcos de pao, i barricas polvo; a
Antonio Lopes Braga.
64 rodas de arcos de pao; a Jos da Silva Loyo
iC.
1 caixao lesouras, chicotes e linha ; a Henri-
que Bernardo de Otiveira.
2 caixOes paramentos de igreja ; a Luiz A. Si-
queira.
1 barril vinho ; a Jos Luiz Ferreira da Costa.
1 dito dilo ; a Joaquim da Costa Pinto.
1 dito bacalbo ; a Joo Francisco da Silva
Neves.
1 barril vinho ; a Antonio Jos de Azevedo.
20 saceos roldas de cnica ; a Antonio Luiz de
Olivera Azevedo & C.
1 sacco nozes; a Domingos Martina Gouva.
1 caixao pitihues, nozes emarmelada ; a Miguel
Ferreira Pinto.
1 gaiolo pombos; a Manoel Jos Antones Gui-
maraes.
i vveiro canarios, i sacco batatas de dalias ; a
Marcelino Jos Gon(alres da Fonte.
3 saceos nozes; a Guilherme Jos de Souza.
1 dito ditos ; a Joo Francisco Paredes.
2 latos salpicoes ; a Bernardino Francisco de
Azevedo Campos.
1 caixao retratos; a Manoel Antonio Monleiro
dos Santos.
1 lata salpicoes ; a Joaquim de Souza Maia.
26 barris pexe salgado e sardinhas, 3 saceos no-
zes, 1 caixa macas, 2 saceos encomraendas, 1 cai-
xao amneos, 1 dito queijos, 50 resleas de cebo-
las, 10 gaiolas e 3 viveiros canarios, pintasilgos e
melros; ignora-te.
Escuna nacional Carlota, entrada da Bahia, con-
signada Palmeira & Beltro, manifestou o se-
guinte :
Generes reexportados.
1 ra xa chapeos de pello de lebre, 1 dita cassas -,
a ordem.
Mercadorias estrangeiras ja despachadas para
consumo. ,
2 caixas lencos de linho ; a Schafheitlm & C.
280 caixas sabo ; a Johnston Pater i C
1 caixa llores de panno ; a Linden Hald & C.
60 barricas c-rveja em garrafas; a Beltro & C.
300 caixas, 250 ineias e 300 ditas de quarto,
passas; a Tasso Irmos.
1 caixa chales de merino ; a J. Keller & C
5 cascos azette de palma, 63 barricas cerveja *m
garrafas; a ordem.
Mercadorias nacionaes.
1 caixa 3:900 charutos; a Selufheitlim & C.
4 caixes e 1 pacote com 74:700 charutos; a
Palmeira & Peitrao.
1 barrica com 68 libras de pecacuanha; a P.
Maurer.
2 barricas com 9 arrobas e 18 libras de caf ;a
Guilherme Augusto Ricardo.
9 barricas com 901 libras de cravo, 1G2 saceos
com 648 arrobas de caf, 45 dttos com 2:500 li-
bras de lio, 145 fardos panno de algodd 2:000
quarlinhas, 720:450 charutos em caixinhas, 1 sof
18 cadeiras, 2 ditas de bracos, i coasolo com pe-
dra ; a ordem.
Vapor nacional Paran, entrado dos porto* do
sul, manifestou o segrate :
Do Rio de Janeiro.
1 caixao xarope ; a Joaquim Ignacio Ribeiro
Jnior.
1 dito fumo ; a Jos Leopoldo Bourgard.
10 saceos colla; a Francisco Jos da Costo
Araujo.
2 caixas queijos; a Jos Joaquim de Lima Bai-
rao.
2 canudos queijos ; a Cunta Irmos i C.
1 caixote livros impressos a Jos Nogueira de
Souza.
3 caixes chapeos ; a Joaquim Alves.
1 canaatra Jaita, 1 caixa alabastro, 4 ditas typos,
2 ditas caixas nulas para frasqueiras, 1 canastra
prata em obra, ll'J rolos fumo, 1 caixao xarope ; a
ordem de diversos.
Da Bahia.
.'1 caixas charulos ; a Palmeira & BeUrio.
3 ililas ; a Mauoel Jwaquim Ramos e Silva &
Genro.
16 saceos fio de algodo ; a Manoel Joaquim Ra-
niiis e Silva & Genro.
2 saceos lio de algodo ; a Lima & Cordeiro.
\


Diario d Peraami>ntu Terca felra !.* j.wi.I^o d l**l.


k^
1 calate charutos; a Joiio Keller C.
2 caixOe-- charutos; a ordem.
Encommendas.
I volunte; a Manoel Firmino Ferreira.
1 volmne ; a Joo los do Carvalho Morera.
1 ni*.- ; a Antonio de Souza.
2 voltimes ; a Jo?* Perora da Costa Motta.
I volmne ; a Francisco Ferreira Borges.
1 volunte ; a Amorim Irmos.
1 volmne ; a Joo Ramos.
1 Tolume ; a Antonio Luiz dos Santos.
2 relimes ; a Cunha Irmos.
i voluino; a Flix Justniano do Albuquerque.
1 vuiuiiit : a LimUmi WiI & ('..
2 jacales; a Gamillo de Anclrade.
Patacho inglec Datk, entrado do Terra Nova,
consignado a Saunders Brothers & C., manifes-
ton o segunte :
1396 barricas e 9i meias ditas bacalho; aos
mesmos.
K iportaeo.
Brigne portuguez Confianza carregou para Lis-
boa o si'guinte :
1:149 sacros com 5:746 arrobas de assncar
branco, 844 ditos com 4:220 ditas de dito, mascado
e 392 ditos com 1:960 ditas de dito brancoe mas-
cavado, 24 barris com 900 medidas de mel, 30 pi-
pas com o: 409 medidas do agurdente, 500 meios
de sola, 1*9 eoaras salgados com 1.8*4 libras, 32
pranchoes de amarello, eaixo 40 libras de doce
de goiaba, 3 caxotes com Iones de barro.
Brigue hespanhol Toro, carregou para Barcelo-
na o seguinte :
230 saceos com 1250 arrobas o 22 libras de al-
gcdo, 5:337 couros seceos salgada com 177:845
libras e 346 couros espichados com 7:252 libras.
Kecebedorfta de renda* nter a*
geraes de lernaubuco.
Rcndimento do dia 2 a 17........ 9:473835
dem do da 18................. 5:922*900
15:7703733
Consulado provincial.
Rendiraento do dia i 16......... 64:7084998
dem do da 18................. 5:370J286
70:079*284
MOVIMENTQ DO PORTO.
Navios entrados no dia 17.
Baha19 das, escuna nacional Carlota, de 133
toneladas, capitao Jeao Antonio de Deus e Silva,
cquipagem 8, carga caf e outros gneros; a
Palmeira 4 Befirao.
Tecra-Nera3% dias, patacho inglez Na, de 149
toneladas, capitao Rofin, equipagem 8, carga
1,087 barricas com bacalho ; a Johnston Pa-
ter A C
Nixrios entrados no di 18.
Para45 das, escuna nacional Ernestina, de 135
toneladas, capico Manuel Jos Pereira Marmita,
equipagem 10, car^a 12,000 galesde keresine ;
a Palmeira A Batirn.
Tcrra-.Nova45 dias, escuna ingleza Scout, de 128
toneladas, capitao Jawillo, e<|uipagcin 8, carga
2,W1 barricas com bacalho ; a Joliuston Pa-
lor & t:.
Afanes sahidos no inesnw dia.
Lisboa Brigue portuguez Confianza, capitao Jos
de A I meida Cadador, carga assucar.
Para e portos intermediosVapor nacional Par m, i-oimnandante o capitao de fragata Antouio
Joaquim de Santa Barbara.
Obiervat-o.
Fundeou no laraarao o brigue portuguez Sobera-
no, mas nao teve communicaco eom a trra.
Ompanha rcrn.imhiraM.
Sao convidados, de ordem do conselho de direC'
50, es Srs. accionistas, para se reunirem cm as-
sembla geral, no salao da AssociaeSo Commer-
cial, no dia 25 do correnteao meio da.
Pernambuco, 13 de Janeiro de 1864.
Conselho adtnlnlsttrailvo.
O conselho administrativo para fornecimento de
arsenal de guerra tem de comprar os objectas
seguinles :
Para e presidio de Fernando de Noroaha.
80 alqueires de farinha de mandioca, medida
velha.
Para aula do 9" batalhao de inrantaria.
Papel almaco, resmas 2, pennas de ac, eaixas
2, caivete 1, tinta preta para cscrever, garrafas
2, lapis de pao, duzia 1, tihoadas 12, granimaticas
portuguesa.- 7, eomiiendin de arillunelica 1, pautas
7, lapis de ardoria li, eompendtas de douirina
christa 7, dKos de metm'ogia 7, lapis de pao para
desenho, duzias 2, estojo para desenho linear 1,
papel para desenho linear, resmas 2, esquadros pa-
ra desenho linear 7, canelas, duzias 2, gis 1 libra.
Quem quizer Tender taes objectos apresentem as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manlia do dia 22 do cor-
rente.
Sala das sessoes da couseluo administrativo pa-
ra fornecimento do arsenal de guerra 15 de Ja-
neiro de 1864.
Antontn Pedro de S Barreta,
Coronel presidente.
S. A. do R. Barros,
Major vogal e secretario.
t on-cio.
Pela, adminjstricao de correkt desta cidade se
faz publico para flns convenientes que em virlude
doMisposto no artigo 138daregulamento geral dos
crrelos de 21 do dezembro de 1844, e artigo 9 do
decreto n. 185 de 15 de rnaio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes na administra-
cao pertencenles ao mez de Janeiro de 1863, no dia
3 de fevereiro prximo, as 11 horas da manha,
na porta de mesmo corren ; e a respectiva lista se
acha desde a exposta aos interessados.
Adminstraco do correie de Peruambuco 12 de
Janeiro de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
LEILOES.
LEILiO
DR
lima (herR- na Casa Forte.
hoje.
O agente Pestaa autorisado pelo Mu. Sr. cn-
sul de S. M. Fidelissima far leilao da taberna e
mais pertences que fazem parte do expolio do ti-
nado subdito portuguez Luiz Jos de Magalhaes
riiuitii propriaparaqualquer priiici|iiante por ter
poneos fundos, m presenea do IHm. Sr. cnsul :
terca-feira 19 do corrento no mesmo lugar da
Casa Forte as 11 horas da manha.
Os Srs. pretendemos podeui pedir qualquer es-
elar>M mentoem mao do agente ou no consulado
de Portugal.
ME.
Terea-feira i9 corrale as 11 ha-
rs ra da Cadea n. 53 armazem
Hm piano no va e baa.
lua mebilia de Jacaranda e oiitra de
anaiellt.
Un cofre de (erro proprio at para
parede.
Pelo agente Kuzebi se vender era leilao os
seguinles objectos : consolos de uiognu Leiu en-
talhados obra da primor eom taapo de podra e
pequea mesa oral, camas de amarello para casal,
dita de Jacaranda e cabido, mesas elsticas gran-
des e pequeas, carteiras, camas de ferr para
menino, grade de ferro, bal anca decimal nova,
obras de miro, apparellio de metal principe para
cha nevos, relogios americanos, mesa para advo-
gado, carrinho para menino, calix para champa-
nhe e outros artigos que serio presentes.
WKLHft MM1 Wfe
EDITAES.
Os flseaes das quatro freguezias desta cidade
etc., etc., ele.
Fazem publico, de couforinidade com a resolu-
^ao tomada pela Illiu* cmara municipal, em ses-
eio de 11 do corente, que o artigo nico da pos-
tura addicional de 9 de juibode 1858, abaixo trans-
cripto, esta eui perfeito vigor, cumprindo a todos,
a quem sna disposi^ao tocar, a fiel observancia,
afim de nao incorrer as penas fulminadas.
Artigo uhco.
Nenlium carro, carrora, ou qualquer outro ve-
hculo de conduzir gneros para os estabelecimen-
tos e casas desta cidade, ou para fdra delta, pode-
r levar mais de 40 arrobas, sendo de 4 rodas e
coaduzido por um boi, e de 20 se tendo o mesmo
numero de rodas for conduzido por um cavado :
se o vehicnlo fbr conduzido por mais de um boi ou j
avallo, levar somente mais um terco do peso es-1
tabcleeido em razo decada um animal; te porm
o vehculo fer de duas rodas nao poder conduzir
mis do que dous tercos da quantidade estabeleci-
da para os de 4 rodas. Xo caso de contravenco,
o- ilonos de qualquer vehculo ser multado em
tO-S, e no duplo na reincidencia, Picando prohibido
sob as mesmas penas o coslumo de serem os raen- i
emnados vehculos impedidos ou auxiliados em \
scu movmento por eseravos ou pessoas Ifvres.
li para que conste, e nao appareija ignorancia,
fazem publicar o presente pelo fianj.
Cidade do Becife 14 de Janeiro de 1864.
Os fiscaes
Manuel Fpnaciu de Oliveira Lobo.
Manoel Joaquim da Silva Rilieiro.
Joo Xavier da Fonseca Capibaribe.
Thomaz Augusto de Vasconcellos A. Maranho.
ss
DEGLARiCOES.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 15 de Janeiro crrente se principiara
a contar os trinta das uteis marcados para a no-
br n<.:a a bocea do cofre dos imposto* seguintcs,
ciie'ncentesao aneo finaneciro de 18C3 1864,
|0 sobre os eslabeleeiinenlos de ra da cidade,
prensas dealgodao, typographias, cocheiras, caval-
br.caa, botis, botequius, casas de pasto e fabricas;
12 l|0 sobre estabeleci raen tos de coramercio em
grosso e a reUlho, armazens de recolher, de ie-
p isilose trapiches ; 8 0|0 sobre consultorios me
los e cirurgicos, escriptorios e cartorios: 'M-$
sobre casas de modas, bilhar, chapeos, roupa es-
tra geira, e rommisso de escravos; l:000ij<)00
obre casas de operaeoes bancarias com emissao e
privilegios; 3005 sobre as com emisso e sem
pri.-ilegius ; 3004 sobre companhias anonymase
agencias ; 2005 sobre rasa* de cambio ; 1005 so-
bre correctores commerciaes e agentes de leilao ;
M> rs. sobre as toneladas de alvarengas ; 305000
sobre escravos empegados no servido das mes-
nas ; 10 0|0 sobre os terrenos oceupados com o
planto de capim, e o imposto de carros, carrocas
e mnibus.
Mesa do consulado provincial 13 de Janeiro de
1864.O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Consulado provincial.
Pela mesado consulado provincial se faz publi-
-co que os trinta dias marcados para a cobranca
bocea do cofre do l" semestre do imiwsto de 20
)|0 do consumo de agurdente das freguezias des-
ta cidade, dos Afogados, S. Lourenco da Malta,
Santo Amaro de Jaboata*. Varzea e Muribeca, per-
teneente ao anno Unanceiro crrente de 1863
1864 se principiara a contar do da 15 de Janeiro
cornete.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
13 de janeiro de 1864. O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Campanhia de caval aria de Peruam-
bace.
A companhia de cavallarla compra cavallos no-
atos, grandes o saos.
Qitartel ne campo das Prinrezas 16 de Janeiro
de 1804.
Manoel Porfirio do Castro Araujo,
Capitao commandante.
Conselho ad ni i nisirsil!-.
O (onselbo administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guinles :
Para ocorpo da guarnic,o do Cear.
' -Cisemira verde 34 covados.
; ara a companhia do Hio Ci-ande do Norte
lesoira verde 25 covados.
(Juera quizT vender taes obfeetOS apresenU-m as
suas propostas em cu la fechada na secretaria do
consumo as 10 horas da manla du da 18 do cr-
/
Sa.a das comniissoes do conselho adrainisC aivo
para furneciHieiito do arsenal degmirra, 13 de
:< le 18lii.
Antonio Pedro dr S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastu Antimio ilo Reg Ranos,
Vogal secretario.
AYISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAUBUCANA
\avcgacao coslclra a vapor.
Parara, Natal, Mari, Aracatj, e Ceari.
O vapor Hamanguape, comman-
dante Moma, seguir no dia 22
do corre* te s 5 horas da tarde,
para os (ortos cima indicados.
Receber carga at o dia 21. Kn-
rommendas. passageiros e dinheiro a frete at o
dia da sabida s 2 horas da tarde : cscriptorio no
Porte do Mattos n. 1.
COMPANHIA PERNAUBUCANA
DE
.\'avcgaco cosicira vapor.
Barri e esralas.
O vapor Pareyha, comman-
dante Martins, seguir para os
portos cima indicados no dia
25 do crreme as 5 horas da
tarde. Receber carga at o dia
3. Eneommendas, passageiros e dinheiro a Irete
at o dia da sahida s 3 horas da tarde : escrip-
:orio no Forte do Mallos n. 1.
Para o fio de Janeiro.
Sahir com brevidade o brigue nacional Miner-
va, recebe carga e escravos a frete : trala-se com
Manoel Ignacio de Oliveira A Filho, largo do Corpo
Santo n. 19._________
Para o Rio de Janeiro.
0 patacho nacional Capuam, pretende seguir
com umita brevidade, tem parte de ten carrega-
i lento engajado, para o resto que Ihe falta e es-
cravos frete para os quaes tem boas eommodos
trala-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
ce Oliveira Azevedo i C, no seu escriptorio ra
c a Cruz n. 1.
rara o fio de Janeiro
sihir com a maior brrvidjide possivel o palhabo-
to nacional Viamao ; recebe anda alguma carga
a frete e escravos : trata-sc cem Manoel Ignacio
de Oliveira l Filho, no largo do Corpo Santo nu-
mero 19.
O biate Santa Rita tem parte da carga prompta:
pira o resio. trata-se com Tasso Irmos, ruado
Amorim n. 3">, ou com o mestre no trapiche do
a godo.
Para Lisboa pretende sabir com muita brevi-
dade o patacho Jirro, capitao Jos Marques Coe-
Iho Sobrinho, por ter parte Je seu rarregamento
tratado : para o resto que Ihe falta, e passageiros,
tratase com os teus consignatarios Palmeira 4
Bsltrio, largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
rdar.
I>K
Bai'ca ingleza Adreii.
Hoje, 1 hora cm ponto porta
da associavo comincrclal.
John Dunean, capitao da barca ingleza Adrien,
; naufragada perlo da costa de Mam Farmhi, far
I leilao per conta e risco de quem pertencer com
autorisa^ao do cnsul de S. M. Britannica, com li-
cenca do Sr. inspector da alfandega. em presenca
de ubi empregado da mesma repartico e por in-
| tervencao do agente Pinto, do casco, mastros
! reaes, e a carga de carvao de pedra tal qual se
| acha n'aquelle lugar, 1 hora em ponto do dia de
hoje 19 do corrente, aporta da assoriaeo com-
j mercial.________________________________
Transferencia do leilao da ta-
berna da Casa Forte.
0 leilao da taberna siia na Casa Forte annuncia-
do para hoje nao pode ter tugare flca transferido
para quando de novo for annunciado por este
jornal.
DR
lina taberna na na do Rosario il -
loa-\-ia n. 5i.
O agente Pestaa legalmcnte autorisado far
leilao da armarao, gneros e mais utencilios exs-
tantcs na taberna da na do Rosario da Ra-Vista
n. 54 |>or conta e risco de quem pertenec-. Os Srs.
pretndanles poden) examinar o balance era mao
de agente eo leilao ter lugar qnarta-foira 20 do
corrente pelas 12 horas da manlia na moma Li-
berna.
DK
t'ma taberna alta na ra de *.
los- n. 3.
Quinta feira 21 do corrente.
Jos Antonio Anselmo Moreira far leilao por
intervencao do agente Pestaa, e por conta e risco
de quem* pertencer da armaeao, gaz e generes
existentes na taberna da ra de S. Jos n. 2, mili-
to propria para qualquer principiante, por ter pon-
eos fundos e gaianlese a casa : o leilao ter lu-
gar qninta-feira 21 do corrente pelas 10 loras da
manha na mesma taberna.
Li'IO
Para Lisboa segu com brevidade o brigue
portuguez Actiro, capitao Augusto Wenceslao dos
&intos ; este navio tem parte do carregamento
prompto, e para o resto afrete, trata-se com Amo-
rim Irmos, ra da Cruz n. 3, ou com o mesmo
ciipito na praca do commcrcio.
Para Porto Alegre~pclo Rio Grande do Sul
sigue o patacho nacional Deus de Dezembro; este
navio recebe carga para os dous mencionados por-
to? a um frete eommodo : quem quizer carregar,
[Mide entender-se no escriptorio Amorim Irmos,
na da Crol u. 3, ou com o capitao Joo Chrisosto-
no Jnior.
Segu cora muita brevidade para Lisboa, por
ter prompta a maior parle do carregamento, o bri-
gue portnguez forinda, o qual recebe o resto da
carga a frete : para tratar, no escriptorio n. 3 da
riada Cruz, ou com o capitao Joaquim Augusto
d: Souza na praca do conimercio.
Para a Baha
0 palhabote Ganbaldi pretende seguir com brn-
vi jade para este porto, tendo parte de. seu carre-
gamento, c para o resto trata-se no escriptorio de
T;sso Irmos na ra do Amorim.
PARA 0 RIO EE JANEIRO
pretende sahir com muita brevidade o patacho
Cirra por ter a maior parte da carga tratada :
para o resto que Ihe falta e escravos a frete, tra-
ta se com os consignatarios Palmeira & Reltro,
la-go do Corpo Santo n. 4, nrimeiro andar.
A barca Limo / sabe para o Porto em poucos
dias, por terquasi prompto o seu carregamento :
p ra o resto e passageiros, trata-se com os con-
signatarios Carvalho V Nogueira, na ra de Apollo
numero 20.
Para Bahia pretende sahir com muita bre-
vidade o veleiro patacho Tkereza, capitao Joo Cor-
r ia Lima, por ter a maior parte da carga ; para o
rtsto que Ibe falta trata-se com os consignatarios
Palmeira & Reltro, largo do Corpo Santo n. 4, 1
andar.________________
fcjrtq
O brigue portuguez Esperanza, capitao Louren-
co Pernandes do Carino, segu com brevidade :
recebe carga e passageiros : trata-se com os con-
signatarios'Marques, Barros A C, larg do Corpo
S;,nlo n. 6.
Para o Rio de Janeiro
segu cora brevidade o brigue nacional Castro I:
p: ra carga e passageiros, trata-se na ra do Tra-
piche n. 4. ___________________
Para o Rio Grande do Mu
segu com brevidade o patacho nacional Su sipue-
dis : para carga e passageiros, trata-se na ra do
Trapicho n. 4. I
Cara L sboa.
Vai sabir no da 18 do corren-.
te o veleiro e bem conhecido bri-
gue portuguez Laia 11, capitao
Antonio Francisco Vieira, apenas
pode receber alguma carga miuda
e passageiros, para o que se trata
com o consignatario B. R. Kabello, ra da Cadeia
n 55 ou com o capitao.
Para Lisboa.
Pretende seguir com muita brevidade a veleira
e bem contienda barca portu^ueza Grahdo, tem
parte de seu carregamento prompto, para o resto
que Ihe falta tratase cora os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i& C, eo seu
ctcnplerio ra da Cruz n. 1 ou com o capitao An-
|i nio Pereira Borges Pestaua na praca.
DB
Fazeudas para llquidaco.
Setta-feira 22 do corrate.
Campos A Lima querendo liquidar sua loja de
fazendas faro leilao por intervencao do agente
Pestaa, de todas as fazendas existentes na loja da
ra do Crespo n. 16, em lotes a vontade dos com-
pradores : quinta-feira 22 do corrente pelas 10
horas da manha.
AVISOS DIVERSOS.
0 cirnrgiao Leal nindou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, acu-
de o icharo como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripia.
Sabbado, 23 do corrente mez, se extra-
hir, a quitita parle da segunda lotera da
Santa Casa, no consistona da igreja de
Nossa Senhora do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
Os bilhetes e meios acham-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. i 5
e as casas commissionadas ra da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosarte n. 12, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, loja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0005000 at 10O0O
ser2o pagos urna hora depois da extraccSo
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
ii i
*
fif B re a n 6 1 a o - -i a > O 3 - O %> a m
I -1 15 s i =3 f> 3 i 4 l
i
De bordo da barca Africana, fugiram dous
escravos, um crioulo de nomo Antonio, represen-
ta ter 40 anuos, cara feia, cheio do corpo, estatu-
ra regular, mitro mulato de BOOM Joo, represen-
ta ter :I0 anuos, estatura regular : quem os pogar
ou ilelles ler noticia no escriptorio de Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo 4 C ou a bordo da dita
barca ser bem recompeusado.
Na praca da Independencia Itvraria ns. 6
e 8, acham-se venda as seguinles folhi-
nhaspara I8(5i inipressas nesta lypographia
em excellenle typo eboin papel,
l-'olliinha de porta contendo as mate-
rias do costume, rs.........160
Dita de algiheira, sob a epigraphe
religiosa, contendo alm das maierias
do costume 09 sete passos da l'aixao
de Nosso Senbor Jess Christo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Saotissimo Sacramento; ex-
plicavoes de diversas oracoes-, cora
Setapliica; exercicio ao sagrado cora-
c.n de Mara ; oraran para visitar as
itjrejas no dia da Porciuncula ; oracao
para escolhn dos eslados da vida ; dita
a Senhora da Conceicjio ; e meditacDcs
sobre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, swb a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas uteis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ratices; poesas; charadas;
mximas e pensameolos colligidos. por
NOVO ESTABELECIMENTO DE MEDICINA HOMEOPATHICi
IH A MOVA \, 43.
O Dr. Sabino O. L. Firmo mudou o sen CONSULTORIO para a loja de marmora
ra Nova n. 43, onde cantinua a dar consultas todos os dias ate desde o eio dia ato
2 horas.
Os enfermos, que o procurarem logo na invasSo da molestia, sem que hajam to-
mado qualquer remedio, nem allopathico, nem homeopathico, pagarao metade os precos
j estipulados. Esta concessao tem por Dm facilitar a cura de molestias, que podem lornar-
j se complicadas pelos emprego intempestivo da tlicrapeulka e ao mesmo tempo adnirir
para a homeopathia maior numero de adeptos pela bateza da cura.
Em attencao as pessoas pobres, que nao podem sahir de dia, o Dr. Sabino rraol-
veu dar duss consultas por semanas as tercas e sextas-feiras das seis as sete horas da
notte.
Os chamados para risitos e conferencias rkvem ser dirjgidos por escripto ao coa-
sultorio desde 8 horas do dia at 8 da noite, na eerteza de que ser5o attendido na ordem
de sua precedencia, salva a circumstancia de eminente perigo.
ADVHR'riHfCIA.
O novo consultorio est prvido dos melhores medicamentos, desde a primeir*
j ate a trigsima dynaminjsacao.
E como os mdicos hespanhes e allemles n3o cessam de certificar a major effi-
| cacta das ulttssimas d>Tuminisacoes do tratamento das molestias chronkaf, o Dr. Sabino m
; oceupa agera de elevar os seus medicamentos s potencias mais altas (por ora at 200. ).
um curioso..............320 de verificar por si mesmo a forca dynamiea, que se Ihe attribue.
Ditas ecclesiasticas ou de padre para Os mdicos, que quizerem experimentar taes dynannisac5es podero dirigir aa
resar o officio divino, redigida pelo re- i consultorio suas receitas, que sero aviadas gratuitamente para os pobres,
verendo conego penitenciario da S de ; No mesmo consultorio se vende a novissima edico do Thesottro homevpathko
Olinda. ........ 6i0. o Vademcum do homeopaut, obra indispensavel a dos qne querem usar da bomeo-
Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sua i Pa""a-
casa sitio do Monteiro, em frente ao oiGo da! Tudo o que diz respeito nova medicina se acha abundantemente neste novo estabe-
igreja de S. Pantaleo, com hasuntes eommodos : aecimento.
a tratar na thesouraria das loteras, ra do ('.res-;
Precisase de urna ama de leite para urna
crianca de 6 a 7 raezes: na ra estrella do Rosa-
rio n. 3!, terceiro andar.
Ka 6viaria da [traca ta Indepen-
dencia n. 6 t 8 se dir quem compra
um sobrado de um oh dous andares
em lioni eslailo e em boa ra. j
Alugase o armazem da casa n. 37, e o pri-j
meiro andar da casa n. 45 da ra da Cruz do Re-
cite : a tratar na loja da bandeira.
Professor dr, yiano
Jos Cocino da Silva e Araujo, bem conhecido
nesta cidade, contina leccionar piano e msi-
ca vocal por eommodo preco : qiiem de sens ser-
vicos precisar, dirija-se ra doLivramento n. 21,
segundo andar.
O Dr. Casanova pode ser urocurada cm seu
consultorio especial homeopathico no largo da ma-
triz de Santo Antonio n. i. So mesmo consulto-
rio ha sempre grande sortimenlo de medicamentos
em tinturas e em glbulos, doixando elogiar os
nossos medicamentos pelas pessoas que os tem ex-
perimentado e continan! a servir-se em nossa
botica* Temos tambem obras accommodadas a
intelligencia do povo.
.* -^ Eneanamentos para agua.!
Na ra .Nova n. 26 fazem-se encanamentos dat
companhia do Heberibe mnilo bem feitos por pre-1
co innito razoavel.
= a i-sp dinheiro a Juros: aa
na do Hunco I n. .
o n. 29.
Nova leja des karaleiros na ru do Qneinado.
Ricas saias de fustoa !i$, camisas Inglezas para !
senhora a 2. 25.'i(i0, -'l e 4, coberlas de fusto
brancas a 54, chitas com lustro para cubera com j
6 palmos de largura a 640 o covado, cambraia de ;
cores para vcsiido a 320 o covado, las para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covailo.
fta n. 29.
Nova loja dosbaratriros na ra do Queimado.
Tarlatanas de todas as cores, fazenda muito fina
a 720 a vara, cambraia para cortinado, peca de 22
varas, por 103, chales de la por 35, 4, 5& e 8,
tamisas inglezas para homem a :>8#, 5U e 60$. i
Ao n. 29.
Nova luja des barateiros ua ra do Queimado.
Ricos pretns, franjas de Unas as qaahdades,
trancas de seda, de algodo e do la, manguitos e
caniisinhas bordadas, collarinhos e punhos, folhos [
bordados, IjoImcs de velludo, de seda e de fusto,'
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cujos
artigM se vendem por metade do seu valor por ser
para acabar._______________________________i
t Domingos Jos Marques faz scienle aos seus
constituiutes, que durante o tempo que estver fra,
podem-se Mtaadev com o Sr. Joaquim Pinto do
Barros, que tica encarregado de fazer suas vezes
nos negocios do foro. ___________
Aluga-se um sitio na ra de S. Miguel dos
Afolados, com boa casa, estribara e quartos para
prelos, muitos arvoredos de fructo e baixa de ca-
pim : a tratar na mesma ra com Manoel Grillo.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
i'-ircia do Rosario n. 6 : a tratar na ra Direita
numero 3. ,
Quem annnnciou precisar de 700,} a juros, I
dando um escravo por aluguel, dirjase ra do
Conveli n. 31.
- a
PROTEJAM PROTEJAN
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
Kxe. sSo as protectoras do importante estabeleeM
tent ra do Crespo n. 13
JOS GOMES VILLAR.
Veade-se por precos admirareis a dinoctr*.
Las para vestidos a -280 rs. o covado.
Cassas organdys a 240 e 280 rs. o cavado.
5,000 balos vindos de enconuiienda de New-York, e vende-se a 3SI! Siendo de 20 ar-'
eos muito superiores.
Capas pretas bordadas, manteletes bordados, soutembarques pretos e de core.
Manteletes e chales de guip preto o que ha de mais gosto viudo de Franca.
Chapelinas de palha para senhora ricamente entenados.
Vestidos de blonde com manta, caadla e selim para sombra, para noivas.
Corles de cambraia branca bordados.
Bramantes de linhode 10 palmos, esgnoes, selecias de linho, cambraias lisas pecas de
8 112 varas a 33, M, 5,5, 6*, 7i, 83 e 93.
Madapoles finos a peca de 20 vars a 63, 73, 83, 93. 103, 123 at 203.
Chitas de vanados gostos a 320,400 e 500 rs. o covado.
Ontras muitas fazendas de muito costo.
sopo; laefioJd o o^uajji epoj uiejsaij
isa-ya
ROIJPA FJEITa\
NO
ARSAZEJl
DE -
XJETREXRO VERDE.
Neste eslabelecimento ha sempre um sortimenlo completo de roopa feiU de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim come tambe ten* um
grande e variado sortimento de fazendas de todis as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Hrecisa-se alagar
Imperatriz n 75.
um moleque : na ra
!;
Casacas de panno preto, 35)5 e 30)5000
Sobrecasacas idem, 30,5 e 25)5000
Paletos idem e de eores, 250,
205, 15,5 o...... 105009
Ditos de casemira, 203, 155,
125, 105 e...... 73060
Ditos de alpaca, 53 e. 35500
Ditos ditos pretos, 95, 75,
55 e........ 35500
Cohetes de fusto e brim bran-
co, 33500, 35 e 23500
Seroulas de brim de linbo,
23400 e......25000
Ditas de algodao, 15600 e. 15400
Camisas de peitos de linha,
55, *A 35 e.....25500
Ditas de madapolao, 35s
23500, 25 e.....15600
Alna-se.
a loja da esquina da ra de Hurtas n.
39. cem
uina boa armaco e mais |iertences para taberna, :
bem localisada, j desembaracada dos impostos
que se achava a oever o que inlimidava os pre-!
tendentes que queriam arrendar para continuaren!
MB aquelle eslabelecimento de m uieira que aoje
nao tem mais do que sorti-la, assim como aluga-se ]
tambem urna exceliente casa ua travessa da Trems,
pe n. 9 para o Mondge muito fresca e eommodo-
para grande familia ; no 3' andar do sobrado da
ra do Imperador u. 44.
I'recisa-se al ugar um moleque para criado,
e urna escrava que saiba engommar bem : ua ra
da Cadeia do Becife n. 52, terceiro andar._______
Na ruada Cruz n. 5, precisase de urna ama
liara o servieo interno de urna casa de pouca fa-
inilix_____________________________________
Procisa-se de urna ama para rasa de familia:
na ra do Apollo n. 28, primeiro andar._________
Prersa-se de umeaixeiro de t4 a 16 annos
eom pratica de taberna e que d fiador a sua con-
ducta : a tratar na ra da Moeda n. 2*.
TINTURARA.
Tinge-se com perfeigao para qualquer
cor, e o mais baralo possivel: na ra do
Rangel n. 38, segundo andar.
Offerece-se um moen solbiro para criado,
cozinheiro ou dispenseiro de casa de familia i na
ra da Lapa, casa de pasto do Santos.
Preri*a-se de urna ama qne tenha liom leite e
sem filho : na ra da Senzala Velha n. 22, segun-
do andar.
Rotulo para eharnto.
F.sto venda na ra do Imperador n 15, de-
fronte de S. Francisco, rtulos para charutos de
diversas iuvenfoes. em papel de differenles cores,
e por preco eommodo._____________________ '
Constando ao abano assignado, que. pelo
jiiizn municipal e do coHimercio do termo de Se-
rinhem, se vai proceder arremalaco em hasta
publica de urna parte da propriedade Gamella,
sita no referido termo, e de parte de urna casa
terrea de taina no meNM lugar, a pretexto de se-
ren taes bes perteneeiitcs mas-a fallida de
Beato i'aulo Zindanes, declara o mesmo abaixo
as-ignado que laes bens nao porlencm referida
nassac sim ao abaixo assignado, que os houve
por compra feta a Zimlanes em 24 do marco de
1862, da que se lavrou escriptura publica em no-
tas do Sr. tabellio Joo Bantista de Sa. O abaixo
assignado protesta pois duade j contra semelhan-
te arrematavo e previne que fara vrder os seus
diretos contra quem o pretender esbulhar da
mansa e pacifica pusse dos bens supra indicados.
Recife, 18 dejaneiro de ISo'i.
Joaquim Lopes Machado.
84500
23008
43500
640
Ditos de brim e ganga de co- Chapos de massa, pretos frao-
res, 45500, 45, 35500 e. 35000 cezes, 103, 95 e. .
Ditos branco de Imho, 63,55 e 45000 Ditos de fltro, 55, 43,33500 e
Ditos de merino preto de cor- Ditos de sol, de seda, 125,
do, 105, 75 e..... 55000' 115, 73 e......
Calcas de casemira preta, 125, Collarinhos de linho fino, ulti-
105, 85 e......75O00 ma moda.......
Ditas de cores, 93, 85 e. 75000 Sortimento completo de grava-
Ditas de meia casemira de c- '-*??' j ..
res, 55500 e..... 45000 Toalhas parroslo, duna, 413,
Ditas de princezae merino pre- t ,.e;- ,' '*',',' *UU
430OO Atoalhado adamascado de li-
nho vara......15280
23500 Chapeos deso, dealpaca, pre-
tos e de cores.....43000
35500, 33 e\ ... '. 23500 Lences de linhe. ..... 33000
Cohetes de velludo preto e de Cobertas de chita chinea.. 23000
cores, 93 e...... 73000 Pennas d'aco, as mais snperio-
Ditos de casemira preta, 53 e 45000 res, a grosa...... 600
Ditos de ditas de cores 55 Relogios de ouro orizontaes,
45 e........35500 903,805 e......703000
Ditos de setim preto. 53000 Ditos de prata, galvanizado.
Ditos de ditos e seda branco, patentes e orisontaes, 403 e
65 e....... 550OO Obrasde ouro, adercos, meios
Ditos de gorgurSo de seda adereces, pulceiras, rozetas,
pretos e de cores, 65, 55 e 45000 aneis e cruzes.
to de confio, 55, 43500 e
Ditas de brim branco e de co-
res, 53, 45500, 43 e .
Ditas de ganga de cores,
303000
MA DO QUEMADO \. 11.
Uja de fazenda de Augusto Frcderico dos Santos Porto.
ESTEIRAS PARA SAIAS.
A este eslabelecimento chegou um ptima sortimento de estars para sala, sendo de diversas lar
guras at 6 palmos e da mais superior qualidade .que se vendem por piceos mais mdicos que em
outra qualquer parte.
SOUTEMBARQUES.
Os mais superiores soutembarques de cnsemira de cores ricamente eofeitados acabam de etepr x
este estabelecimento.
BNFEITES PAR \ BAILE de lindos gostos.
LUYAS DE PELLICA E JOVIX para homens e senhoras.
CHAPEOS DE PALHA DA ITALIA para senhoras, enfeilades eom flnissimas flores a 143 e 16*.
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enfeitados ricamente a 73-
CAMISAS INGLEZAS para homem, colarinhos, peitos e punhos, de linho, a 42*000 a duzia.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, bordadas e enfeitadas de 223 30*000.
ZUAVOS de seda prelos para senhoras, enfeitados com o melhor gostoa t3-
CHAPEOS DE PALHA para homem a 33500.
CAMIS1NHAS COM MANGUITOS E GBAVATA para senhoras, bordadas com muito goslo.
ATOALHADO DE LINHO (ara mesa fazenda superior.
Finos rtopos pretos do seda, chales de diversas qualidades, grosdenaple preto e de cores, panmw
pretos linos, casemiras pretas e de cores, brim branco e pardo, tinas Rasabas para vestidos e oolras
muitas fazendas que se vendem por eommodos presos. A mesma loja chegarara os
Ricos cortes de la de barra niatlsada.

^


Diario de Pera nibuco ... Terca fetra 19 de aueiro de i84.
NOYES
ai
PARTIDAS DOBRADAS
OFFEnGCIUAS
A ASSOCI Vi \U COMMERCIAL BENEFICIA 11-
DE
PERWAMBVCO
POR
Tereeira escriturario da thesouraria
de faz?oda de Pernatnbuco competentemente au-
torisado para tercer o pro-
essorate parlreiar de arilumeiica uaraesma
provincia,
Acha-se esta obra nos preto da typographia
Cemmercial, donde ein hreve sahir luz da jui-
iilicidade em ntida impressao e sob o formato de
W* portuguez.
Gompde-se esta obra de tni volume, dividido ora
ama parle theorica e outra pratica, de fcil alcan-
ce s pessoas que se queiram dedicar ao estudo da
ascritorace.
A respectiva assi^natura acha-se aluna em to-
das as rivraras desta cidade, ao preco de 55000
por volume.
Alupise
a luja n. SO da roa da Cadeia, esquina defronte da
ra da Madre de Ueos, prupria para qualquer esta-
belecimento, tendo armazein no fundo da mesma
loja eom cijmniuiieac,o por dentro e portas para
a-.traressa da Senzala, alugando-se lamben; o pri-
meiro andar da moma ca.-a, e abi acharo com
quem tratar.
' usa de educa cao
#
Jeronymo Pereira Villar achando-se melhorado
de sua laude, transferio o leu estabelecimento de
instrurco primaria e secundaria para a ra do
Imperador, sobrado de tes andares n. 9, esquina
que vira para a ra do Crespo e participa nao
saos lllras. pais de seus estimaveis alumnos, co-
mo ao respeitavel publico, que as aulas esfarao
abertas no dia 8 de Janeiro do corrente anno.
Couipanhia fidelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda ao
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEI'NAMBIT.O
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k ('...
competentemente autorisados pela direc-
tora da eompanhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercade-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz i.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
j lectivamente por todos os paquetes sobre I
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por a
3ualqu-r sonima, vista e a prazo, po- 1
endo logo os saques a prazo serem des- S
contados no mesmo banco, na razao de A !
por cento ao anno aos portadores que as- fl
sim loe convier: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Preeisa-se de ara cnixiro que
tenila al goma ceasa de pharraacia
na botict da ra do Ca>>us; n. i.
Precisa-se de um bom cosinheiro e de urna
rma que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
Aluga-se oarmazem n. A da ra do Apollo, e
o terceiro andar da casa u. 88 da ra da Impera-
triz na ra da Aurora n. 36.__________________
Carvalho c* Nogueira na ra de Apollo n
90, saceam sobre Lisboa, Porto e ilha de S. Miguel
Ensino primario.
Na ra das Cruzes n. i, prmeiro andar, tem
aula sob a direrro de Dio da Silva Coutinho.
Angelo Lacorle, Lino Patqoal, subditos ita-
lianos, retiram-se para (ora da provincia.
3-RIA ESTKEITA DO R0SAR10--3
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentes artiticiaes tanto por meio do
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
queni a vonlade de seus donos, tem pos
e otitras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Cc-mpra-se um cofre francez em bom estado:
na loja da ra Direilan. 82.______
Comprase um negro que seja perfeto coz-
nbeiro e assim um bonito mulato : no escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, ra da
Cruz n. I.
Compra-se eleetivaineute ouro e prata em
obras relhas : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetcs.________________________
Conipram-se constantemente garrafas vasias.
na fabrica de espiritos na ra Direita n. 17.
VENDAS.
- Fugo no dia 17 do corrente a esorava Mana
do Rosario, crioula, tem o dedo grande da mao
esquerda de menos por causa de um panaricio,
levou vestido de escutnilha cor de caf, diales en-
carnado j velho, argnlas de ouro as orelhas, foi
escrava do Sr. Julio Manoel senhor do engenho
Sant'Anna e ltimamente do Sr. Bernardo Ro-
drigues Pinheiro, tem irmaos em Santo Amaro de
Jaboalao para onde so descontia que foi : roga-se
s autoridades noticiaos c capitaes de campo a
captura e quem a pegar leve-a a ra da Senzala
Vellia n. 9, que ser gratificado.
Vendem-se 26 jardas de incerado de superior
qualidade e de muito bom goslo para forro de sa-
la, pelo barato preco de 35 a jarda ingleza : quem
o pretender dinja-se ra do Imperador, casa do
retratista americano.
Vende-se manleua ingleza flor a 960 e 720
rs., dita bollandeza muito fina a 800 rs., dita fran-
ceza a 560 e 600 rs., queijos flamengos novos a
25600, dito de prato a 5flO*tgos novos a 240, ale-'
I tria e maaarro a 480, sabio preto muito secco a
1200 rs. a libra, e em caixa a 180, oleo de ricino a |
480 rs. a libra, amendoas novas a 200 rs., nozes a
240, presunto a 460, gomma a 60 e 120 rs., bola-
rhinha de araruta a 280, dita ingleza a 280, dita
de soda a 14440 e 2 a lata, assucar em enroco
muito alvo proprio para doce de caj a 45300 a
arroba : no largo do Carmo, esquina da ra de
Hortas n. 2. _____________
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar._________
FAZENDAS BARATAS
9--UUA wo oS*
Custodio, Carvalho A C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baratissimo preco de 300 rs. o covado ou
500 rs. a vara.
Grande sortlmento
dos mais finos baldes de arcos para senhora e pelo barato preco de 3J> cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
Xovldade
Os mais Uncios e mais finos e modernos cortes de laa com ricas barras, tendo cada cortt
20 covados e pelo baratissimo preco de 205.
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas lazinhas para vestido o covado a 440 rs.
s
^^m
DE
MUAKCA
DE
ESTABELECIMENTO.
Francisco Maestrali
DENTISTA DE PARS!
19Ra Nsva-19
Frederico (antier, cirurgiao dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca dentes artfleaes, tudo com superio-
ridade e |ierfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reeonhecem.
Tem agua e pos denuncio.
asan BtgggBta acggS
Aluga-se o 2. e 3* andar do sobrado da ra
Nova, com excedentes commodos para familia : a
tratar na ra da Cadeia n. 62, 2o andar.
eslabelccido na ra dalmperatnz n.24com fabrica
de chapeos de sol, modou-se para ra do Queima-
do n. 22, aonde se cobre e se faz toda qualidade de
Precisase de urna ama que saiba coser e en-
gommar para casa de familia : na ra Nova nu-
DE
J. VIGNES.
\. ..'. RA DO IMPERADOR X. &*.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz eonliecidos para que seja neeessario insistir sobre a
sua superiondade, vantagens e garantas que eflorecen] aos compradores, qualidades estas inrontesta-
veis que.elles tem (lefinitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pne-
suindo um teclado e machinismo que obedecera todas as vontades e caprichos das pianistas, sen
nunca 'adiar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos mportan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vuzes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos ipreciadoi< s.
Fazem-se confu me as encummendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Itlondel, de Pars, socio
Vende-se na loja de miudezas, calcados c funi- correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados cm todas as exponeos,
leiro, ra da Imperatriz n. 78 : No mesmo estatelecmento se acl
mero 47.
Impe
Bicos de linho, vara a 200, 280 c 320 rs.
Kendas de algodao, vara a 60 e 80 rs.
Ditas lisas, vara a 40 e 60 rs.
Papel de peso, 40 cadernos, resmas 3.
acha sempre nm explendido e variado sortimento de msicas dos
ruelhores compositoras da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido
por procos muito razoaveis.
__Lin has decores em carreteis, 30 I), a 320.
Aluga-se o segundo andar e sotao do sobra- Ditas pretas e cor de caf, libra a 15120.
do da ra larga do Rosario n. 29, com bons com- Candes com colchetes a 40 rs.
modos a fallar na ra do Brum amazem n. 74. Ditos em caixinhasa 60 rs.
Cartas de alfinetes de ferr a 100 rs.
Aluga-se um negro excedente .'opeiro e mui ,
bom bolieiro : a tratar na ruaestreira do Rosario <-*! landres cora palitos a 40 rs.
concert pertencente esta arle, e avisa a todos os n. 25, segundo andar.______ f t^*****??**^ "jt'ftJ??:
seus fr.gaezes desta cidade e de fra, que est; ou,em desappareceu d* largodo Livrameu-' de"be lho~^ou(-a envernisados
resolv.do a vender mais barato do que em outra ,0 em ,nMo 0 ^,^'zem baliza, um ourro com os 80V
CLMPKIMEMOS
rs.
uzia 20rs.
a!80rs.
d'agnla brauca.
A aguia branca dirige seus sinceros cumpri-
mentos toda sua boa freguezia, estimando que
tivessem boas festas e entrada do novo anno, e
que este bissexto,seja para todos (inclusive ella) de
muitas prosperidades, com farturadedinheiro etc., .
para assim continuar a aflluir, e satisfactoriamen- ja-flor n. 63.
te proverem-se dos variados e differentes objectos Lia para bordar.
: de gosto que constantemente, se acham bo ninho Vende-se la para bordar, de diversas cores, as
\ d'aguia branca, pagando-os de prompto como bro- mais lindas que se pode encontrar, a 64500 : s
Loja do beija-flor.
lUeias cruas para homem.
Vendem-se meias cruas para homem a ii a du-
zia : na ra do (jueimado, loja do beija-flnr nume-
ro 63.
lirias para senbora.
Vendem-se meias para senhora a 34200, 44 e
45500 a duza : na ra do Queimado, loja do bei-
certos.
smente costumam. Em quanto porm a boa fre-
- Precisase alugar urna negrinha de 14 a 16 Caetas a 10 rs. I guezia assim louvavelmente procede, alguns mos
annos para urna casa de duas pessoas que o seu i Relroz azul ferrete com um toque de mofo, oiUva freguezes difTerentemente pratcam, acanhando-se
ATTE
lii tynwi
Custodio Jos Alvcs Guimaraes avisa ao respe-
tavel publico c aos seus freguezes, qne em vistas
de se achar seu estabelecimento em obras afim de
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar,
afim de melhor poder servir seus bons freguezes,
com tudo em quanto durar as ditas obras conti-
nuar a servir seus freguezes no sen grande ar-
mazem com frente para a ra do Imperador com
entrada pela lita loja do gallo vigilante, ra do
Crespo o. 7.
Manoel Luiz dos Santos A C. tem justo e
contratado a compra do arinazem de cabos no lu-
gar da ra do Vigario n. 5, pertencente Theodo-
zio Maduro da Fonseca : quem se fulgar com di-
reito a qualquer reclamaban, dignar-se-ha apre-
sentar no cp;.ce de 15 das. Recife 13 de Janeiro
de 1864.___________________________________
AMA.
Precisa-se de nma ama forra ou escrava de boa
conducta que saiba engommar e cosinhar : na ra
das Cruzes n. 36, primeiro andar. Paga-se bom
ordenado.
It t \c O i \i %o
ESTABELEC10 NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Pernambueo
Autonio Luiz de Oliveira
Azevedo k C.
Saeam por todos os paquetes sobre o
mesmo banco prazo ou vista, sobre a
caixa filial em Lisboa, e agencias em Fi-
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizeu, Villa-
Real, Regoa, Vianna de (astello, Guima-
raes, Barcellos, Lamego, Covilhaa, Draga,
Penafiel, Hraganca, Amarante, Angra,
liba da Tereeira, llha de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
cional no seu escriptorio ra da Cruz
n. 1.
alugucl nao exceda de 145
Livramento n. 20.
tratar a ra do a 80 rs.
| Borracha para borzeguim, vara a 25600.
Fio para sapateiro, novello a 40 rs.
- Prec.sa-se alugar um escravo para o serv Ded:^ para meninas a 10 rs.
Recife n. 19, vidrilho preto, libra a 15.
La de cores, libra a 65-
de urna casa: na ra da Cadeia do
armazem.
D-se a quantia de 205 mensaes pelo aiu- Canecas e espumadeiras de (landres para engenho
guel de urna escrava robusta, fiel e diligente para a 15000.
o servico interno o externo de casa de familia : a Cocos e candeiro a 140 rs.
ra dos Guararapes n. 26, sobrado de um andar. Cbaleiras para 8 chicaras d'agua a 400 rs.
Ditas peijueuas a 240.
nteiramenle em saii do atapressadamente pelo lado opposto e com o
chapeo de sel aberto einclinado parao lado d'aguia,
nestes mos freguezes a aguia branca bota-lbe os
ponlinhos.
Fcelas de ac e com pe-
dras
Saiham todas as boas freniezias, e apreciadoras
Flandres para 10 libras de doce a 700 rs., para 8 d?,bom- ,1u.e a,loJa,,d "uta branca recebeu as bo-
lbras a 500 rs., para 6 libra a 400 rs. Dlta^ e delicadas livelas de ace compr.das, e que
' Marmitas pequeas a 500 rs. I l^mbe^ esUto se acabando ; assim pois dinjam-se
ueiinado, loja d'aguia branca n. 8,
sem essas bonitas (velas.
1TTE\ U>
Neste estabelecimento se aluga candieiros de to
.un^nadoa gaz hydrogeX, aniancando-se aos ^L'^T^^^^ffi^^d?^ PERFUMARAS NOVAS
Mortlmento do bom.
cousa j mui sabida, que a loja d'agui branca
o deposito de linas perfumaras, e alem do cons-
Precisa-se de ama ama para casa de pouca fa-
milia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
~ Aluga-se por 4005000 annualmente o arma-
zem n. 7 da ni?, da Cruz, o qual se acha livre de
qualquer impusto; tratarse na ra do Impera-
dor n. 83.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
Imperial com exccllentes commodos para urna fa-
milia numerosa : a tratar na ra do Imperador,
armazem de louca n. 41.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 6
da ra da Lapa, com sufficicntes commodos e por
preco razoavcl : a fallar na ra Velha n. 67.
. Aluga-se o 2o andar do sobrade da ra do
Imperador n. W, bastante fresco, e decente para
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na rna do Crespo n. 15.
HII)A\(AN
CAHETOS
No (lilao da secretaria de polica, arma;:cm da
bola amarella, ha urna pessoa encarregada da mu
danca de mobilias de urnas casas para outras, e d<
transporte de quaesquer volumes sob a direcijc
da mesma pessoa : a tratar no lugar cima
_ Francisco Antonio Coelho, antigo proprieta-
rio do hotel Francisco, tendo-se mudado para a ra
da Florentina n 20, avisa ae respeitavel publico
que contina a encarregar-se nao s de jamare-
fiara fra como de apromplar ceias e cha para bai
es, casamentes- etc. ; igualmente se incumbe do
qualquer encoi imenda em escala pequea ; -un
minciante sendo bem conhecido nesta provincia
julga desneeessario ualquer explicacao tendente
ao desempenlio daquillo de que se incumbe. Tam
bem recebe escravos para ensinar a coznhar.
Ama deleite
Precisa-se de urna ama de leite : na ra da Con
cordia n. 71 junto ao sobrado do Sr. Manoel Fin
mino.
MBasrtm
Sociedadc de seguros mntnos
de vida Installada pelo ir i uro
l n I fio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade c provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C,, escriptorio na ra
da Cruz do Recife i. 1, estilo autorisados desde j
a tomar assignatura.s e prestar todos os esclareci-
mentos que ton
sejarern concorrer
za, segurando
No escriptorio
Azevedo A C, na ra da Cruz n. 1, precisase fal-
lar com o Sr. Luiz Soares Botelho, filho de Jos
Soares Botelho e de Fortunata Candida do Souza,
e neto de Francisco Manoel le Souza, natural da
ilhadc S. Miguel, o qual consta ter viudo para es-
ta cidade em 1856, para llie dar noticias de sua
mai e irmaos que se acham no Rio de Janeiro.
aGRADECO-PUBl/AMENTE. '
Forte inSI ainiuaco e erisipela
as duas peruas.
Sendo do meu malar dever ir por meio desta fo-
ilia agradecer publicamente ae Sr. Ricardo Kirk,
com escriptorio na ruado Parlo n. 119, o disvello
e melindroso curativo que se dignou fazer a meu
filho de urna forte inflammac* e erisipela as
duas peritas, de que era achacado, a ponto de Aca-
re m tao disformes
tronco 3 corpo
longo espaco de
obter mt Huirs
cardo Kirk se cncarregou do curativo, do qual Ihe
resultou quasi perfeito restabelecimento com a ap-
plicacao de suas chapas medicinacs no curto espa-
do de um anno.
Com quanto o dito senhor floasse satisfeito com
o diminuto estipendio que recebeu do seu trabalho,
eu seria falto de recmliecimento se nao confessas-
se o grande beneficio de que Ihe son deredor.
RA DO CATTETE N. 1U2.
Rio de Janeiro.
Francisco Joaquim Nogueira Neves.
Reconheeida rerdadeira a assiguatura supra pe-
lo tabellio Pedro Jos de Castro.
pequea
L-gadorcs,
uimiu.iuu .i vdc iivoiuitriril'. aiii*iii-anoo->e aos ; ... ." '
pretendentes que acharo sempre grande quanti- comprador que trouxer d.nheiro se Ihe dar por
dade que precisaren para este fim : na ra Nova preco._____________________________
n. 24,_nova exposico de candieiros a gaz loja de Grande liODdaci Carneiro v lanna. I ,
Precisa-se alugar urna ama portugueza que
cozmhe eengomme : na ra do Imperador n. 71,
segundo andar.
SOCIEDAE
UNIAO BENEFIGENTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente scientifico pela se-
Cobertores da Arara a l.
\ende-se cobertores de pellos a 15 e 15600, nasinscri pee es, outros Igualmente bonitos e de
cobertas de chita a 25 ; na ra da Imperatriz u. diversos moliips sem ioarrii*3n m- md.n p11p
56, loja de Mondes Guimaraes. %& 2toS?S3Sft&ESLE
iloco-
, cos-
agra-
., concorram
propr.os para capas, com 9 palmo* le largura a os ^ fre;uezesp;iraa loja d'aguia branca, ra
1,200 o covado, ditas para vestido a 280, 320 e
400 rs. o covado : na ra da Imperatriz, loja da
Arara n. 56, de Mendes Guimaraes,
Brim da Arara a loo ris o
covado.
quem vende por este preco na loja do beija-flor
da ra do Queimado n t.
iraiicinlia para enfeites.
Vende-se trancinha para enfeites de vestidos ou
roapa de meninos, que tambem serve para enfeiur
camisinha de senhora ; vende-se tranca branca
com 40 varas a 800 rs. a peca, com 20 varas a 500
rs., com 10 varas a 260 rs. : so quem tem na
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Tesouras linas para inda e costara.
Vendem-se tesouras linas para unha e costara a
400, 500 e 640 rs., ditas para costura a 500 rs.:
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Facas e garfas.
Vendem-se facas e garfos oitavados a 25*00,
ditascravadas a 35, ditas de caitos pretos a :t5im,
ditas de cabos de bataneo com t botes para mesa
a 65200 a duza : na ra do Queimado, toja do
beija-flor n. 63.
Escoras para denles.
Vendem-se escoras para dentes muito finas a
120, 240, e 500 rs. : na ra do Queimado, loja do
beija-flor n. 63.
l'.aivinas com granpas.
Vendem-se raixinhas de grainoas a 40 rs. : na
ra do Queimado, loja de beija-flor n. 63.
Colariuhos para bornea,
das com fechadura, espell.oe perfumaras, outras Vendem-se eolarinho. de linho para hemem. de
tante sortimento que nella sempre se aelia, nota-se
mais que acaba de receber pela barca franceza ul-
fcsla, para se findar conlas, apro ei-
veileni que desta? pecliinchas nu ha
Sempre '. na ma da Imperatriz, loja tunamente chegada, um grande soitiinento de lin-
c i lint/o m di Arira n Hfi de I nn- dS e aKradaveis otjertos proprios e exccllentes
l. .H m.ut ni u< Al .Ud II. OD, ue IOU- para presentes, seno bonitas caixmlias enrernisa-
remo Pereira Vendes Gunnarrs.
toda de vidro lamlem com perfumaras, lindos
boioes de porcelana donrada com maviosas e joco-
ritima 18 de Janeiro de 1864.
Balthazar Jos dos Reis.
1 secretario.
Na reparticao da agencia do correio foi per-
dido, no tirar de outros papis, um bilhete ou re-
cibo de um relogio pertencente Joao Gomes da
Silva, morador na villa do Bonito, cujo recibo veio
Augusto C. comrnercio e a quem interessar possa, que em dats
do 1* do corrente mez fez sociedade com Francis
co Antonio de Albuquerque Mello em ma prens
de algodao sia no Forte do Mattos n. 5, pyramk
d'ora em dianle sobre a firma de Augusto Leiu
<5f Albuquerque, pudendo qualquer dos dous usa
rem da dita tirina.
Precisa-se alugar urna ama para servico de
casa : a tratar na ra larga do Rosario n. 33, se
gundo andar
Precisase de urna preta boa quitandeira, pa
ga-se 205 mensaes: quem a tirer, dirija-se ni*
de Hortas n. 106, que se dir quem quer.
O abaixo assignado declara ao respeitare
publico que o Sr. Jos Francisco de Souza Lima
nada Ihe dere. Recife 16 de Janeiro de 1864.
___________ Amaro Jos dos Prazeres.
Precisa-so de uuia ama para comprar e cozi
nharpara urna pessoa : a tratar junto daigreja de
S. Jos n. 27, e prefere-se que durma em casa.
ATrENjAr
Frecsa-se de urna ama para coznhar : na rna
Imperial n. II.
tilga-*! urna casa com 3 grandes quartos,
2 salas, coziztfia fra, cacimba eportocom peque-
no quintal, nt>)ledade, ra da Conquista : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 3.
Jos Autoiuo de Faria (kjuto, subdito portu-
guez, retira-se para a Parabiba.
Cartas.
Na ra da Senzala Velha n. 96, padaria, tem
cartas rindas do norte pa.'a os Srs. Manoel Morei
ra de Souza e Jezuino Alve.s Fernandes.
Precisa se de 3505 potheca de dous eneraros : na ra da Viraco n.
13, das 6 s 8 horas da uianliaa, e das i da tarde
,> dianle.
Manoel Jos de Albuquerque Mello, prorisio-
nado pela directora geral de instruidlo publica da
prorincia para ensinar nesta cidade as primeiras
letras, tem aberto a sua aula desde o dia 11 do
correnle, no pateo do Terco, sobrado n. 141, se-
gundo andar, onde pode ser procurado por todas
as pessoas que Ihe quizerem confiar os seus fimos,
prometiendo enridar todos os seus exforcos afim
de bem cumprir o seu magisterio. Assim como
recebe t.imbem pensionistas.
Os abaixo assignados srientilicam ao corno
do commercio desta praca que dissolveram amiga-
relmente no lia 31 de dezembro prximo passado
a sociedade que tinham na taberna sita na ra do
Vigario n. 33, que g> rara sobre a firma de Lages
S Lima, ficando o socio Lages responsarel pido
actiro e passiro da mesma sociedade. Recife 15
de Janeiro de 1864. Joao Jos.'; da Cunha Lages.
Antonio Raymundo Paes de Lima.
Precisa-se alugar una escrava para o servi-
co interno e externo de urna casa de pouca fami-
lia : na ra do Caldeireiro n. 60 se dir quem pre-
cisa.
Qu'iii pretendere secundo in-
dar do sobrado n. 44 em a ra
da Aurora, drij -se ra Nova,
em a loja de Basles agalhaes, que
chara com quem tratar. Assim tam-
heit a Mi|ia m-se as lujas do mesmo so-
brado.
fjeitor"
Precisase de um feitor que seja entendido para
formar um jardim, e tambem arverejar um sitio,
sendo entendido pagase bem ; adrerte-se, porm,
a essa chusma de quadrupedes que infeslam as
estradas, intitulndose feitores, e que nem para
carroeeiros servem, que nao se proponham a oc-
cupar o lugar que nao sabem preencher : a tra-
tar no Manguinho, sitio que foi do Bastos, de ma-
nhaa at as 8 horas, de tarde depois das 6 horas.
do Queimado n. 18.
III VI H Ir AGUIA
branca
Vende-e Lrm pardo de linho com pequeo to- scientificar sa boa freguezia semure que recebe
para rom elle ser entregue o relogio do poder do que He mofo, quedepois demolhado larga, proprio novos e apreciaveis objectos, porm' os seus afaze-
relojoeiro, que licou para o conserlar. Avisase ao para calcas e palilols, a 400 rs. rs. o covado ; res durante o mez passado a privaram d.-ssa satis-
Sr. relojoeiro para que nao entregue o relogio sem brim branco de linho a 15 e 15200 a vara, fustao faeao, e mesmo agora sendo-lbe impoesivol des-
que seja ao seu legitimo dono mencionado no mes- de cores para calcas, coletos e palitots a 500 rs. | crever minuciosamente a inlinidade dos novos e
mo bilhete ou recibo.________________________ 0 f0vado : na ra da Imperatriz, loja da Arara n. differenles objectos pie ha reeebido por lodos os
Do sitio intitulado Mangueira, trras'do en- 56,_de Mend(s Guimaraes. j vapores, limiu.-se abenas a dizer que o ninho d'a-
genho do Meio, freguezia da Varzea, fugo urna Lazinha Mara Pa da Arara.. Ruia acha-sc constantemente nnii bem sonido, e
mulata de nome Rosa, eom os signaos eguintes : Vende-se liiazinhas a Maria Pa muio linas, com porconseguinle o ponto mais acertado para nelle
idade 30 35 annos, altura regular, cabellos gran- quadros e palmas de seda, para vestidos a 560 o s'- a('har e que de novidade e de Pon se desoje
assim, pois, continu a sua boa freguezia a dirigir-
se munida de dnibe ro na do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8. que achariio explendido e va-
riado sortimento de finas perfumaras, galanteras,
etc., etc., ludo isso vendido com barateza, agrado
e sinceridade.
a quem a apprehender, traze-la no mesmo sitio,
ou nesta praca, na ra Direla n. 40, padaria de
Jos Luiz de Souza Fe'reira, que ser gratificado.
Na ra da adeia do Recife n. I, primeiro
andar, deseja-se fallar com o Sr. alferes Pedro Jos
Pinho, a negocio de seu interesse.
s a 8,000 rs.
hora a 85, chales
de merino c>lampado a 25500, ditos linos matisa-
dos de novo gosto a 55, dito de*ponta redonda e
borlla a 75500 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arar.', de Mendes Guimaraes.
0b que pecbincha, lazinhas a 280 rs.
Vende-se I iazinhas finas para vestidos a 280
e 120 rs. o ovado, lencos brincos com barras de
- Aluga-se o primeiro e segundo andar do so- S08 a f9 "9- P^fiB" pa" scnl,or\ 40 e
brado da ra do Nogueira : a trinar na ra Dire- "** cr,las a *2 *' d,las-Para^omp,nLa
la, loja de ferragens n. 73. \m e 200 na rua da imperatriz n. 56, loja da
i------------5-------.__________________, Arara.
A pessoa que annunciou querer 6005 a pre- A \rara vende as cassas a 200 rs. o covado.
alr, -. iP?r-.CC,COiCOm hyPtheca ,enA "!n PT,ed0 Vende-se cassas de quadrinhos a 200 rs, o cova-
dir.ja-se a loja da Lyra n. W, rua do Queimado. I do> dilas ,nas a m e & 0 covado> organ'dys r,nos
----------=------------i a 240 e 280 o covado : na rua da Imperatriz n.
56. loja da Arara.
Perhincba, si dinhas da Arara a MI rs. o corado.
Vende-se sedinhascom quadros e lisas, escuras,
proprias para quem est de luto, por ter urna s
cor a 800 rs.* o covado, ditas da mesma qualidade
de cores pan veslides a 800 rs. e ditas de listi-
nhas a 500 rs. o covado: na rua da Imperatriz n.
56, loja da Arara de Mendes Guimaraes.
Pnliiiirlia na Arara, cortes de chita a 2&H00.
Vende-se corles de chita franceza com pequeo
Oflerece-se urna pessoa para caixeiro de rua ou
cobranca de qualquer casa commercial, dando fia-
dor a sua conducta : a tratar na rua da Praia nu-
mero 44.___________
Alugam-se duas casas terreas sitas na estra-
da do Chora-menino ao entrar da ponte pequea,
^^^^ff^JJu^1. Sil com 14 covados a."15, cortes de cassas francezas
proprias para morada de urna grande familia ou mntadis a 2X o corte ditos de hirra* a95 U e
de duas intimamente relacionadas, por serem jun- & na%ua i^
tas e terem no interior portas de communicaco : nrt" r ?n r^f"'" %' 'ja da Arara de
a tratar no sitio n. 1 na estrada do hospital Porto- MfiQaos (,um)a[c:s;.
IIMMS
Pede-se aos abiixos assignados que tenham
a bondade de apparecer rua do Vigario n. 26 a
negocio que nao ignoram :
Victorino Luiz dos Sautos.
Francisco Rumio da Cruz (guarda municipal),
Hermenegildo liaduein (caixeiro).
Jos Leonardo Radicli.
Jos Mara Nunes.
Manoel Candido Pereira de Lvra.
Cisemiras a 1I600 o covado.
Vende-se casemras de cores pira calcas, cole-
tes e paletots, infestada, a 15600 o corado, cortes
de casemira infestada a 15600 e '.5, o em corado a
15 : na rua la Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa frita e batata.
Vende-se palitots de casemira a 45500, 65 e
. 85, calcas de, 35500 a 55, palitots. de panno a 105,
Precisa-se contratar um feitor actiro e que ditos finos do 125 e 145, palitots de brim de cor
emenda de jardim, sendo de boa conducta, dase- a 25500 e 35, ditos de meia cas mira a 35500.
Ihe comida e bom salarila tratar nesta typo- calcas de. brim de cores a 25 e 25500, ditas bran-
graphia. cas de linho a 35500 e 45, ditas de meia casemira
francezas
gnu ou no pateo do Ctrmo sobrado n. 2.
Aula ile Mini.
Na rua Nora n. 65, segundo andar, acha-se aber-
ta a aula particular de latim do padre J. M. Ma-
ciel.
Precisase de um copciro : no hotel da rua'
do Trapiche n. 11.
passageiros, que vinha a robera do mesmo a es lJa da Arara de M,'n(les & Guimaraes.
talar, e por fim no lugar de Santa Thereza que- Bal5fs da Arara a W> 3)5-iOO e W.
brou-se a lanja, cabiram passageiros da cobena e Vende-se baldes americanos, os melliorcs que
" 30, 35, 40 arcos a 35, 35500,
de brilhantina a 45, ditos d
.n>-TO a ioih, i ,11111,1111 |.,i>~,ii -ii u.i ua cooena e "iiui^ ''
quando se procurou o recebedor das passagens j '''m vmdo, dj 20,
se tinha largado, tendo os passageiros de virem a 4-5 e 45500, ditos
pe e perderem o cobre, isto pedeUm dos que madanolao a 35600 : na rua da Imperatriz n. 56,
pagou quatro bagos. loja da Aran.
Cbitas da Arara a 2 ,0 rs.
Vende-se chitas a 240 rs. o covado, ditas fran-
cezas com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas
limpas a 320, 360 e 400 rs. o corido : na rua da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara recebeu pelo vapor um sortimento de ro-
meiras para senhora, dos melhores gustos que
tem rindo, a preco de 13, 1,>600 e 23.
Vende-se romeiras para senho-as de cambraia
de salpicos hrancos c de cores c bordados a 15,
1 ?60(> f 25, golinhas com betaozinho a 580 rs.,
ditas cora peitos e boioznho a 15, camiznhas
para senhora a 15,15600 e25, aventaos e corpi-
joseaaiilva tapella, subdito portuguez vai| de ambos os sexos, e pagam-se Jietn : noeseripto- nho para meninas a 500 rs. : na ruada Impera-
Precisa-se de una ama que saiba cosinhar'
engommar perfeitameute : na ua da Concordia
n. 65.
COMPRAS.
Compra-se tuna mobilia de Jacaranda: ua
rua do Crespo n. 23 se dir quem trato.
ao tracal y.
Compram-se escravos
bos os sexos, e pagam-se liecn : no tu..,
ro da rua da Madre de Dos n. 3, primeiro andar: iriz n. 56, loja da Arara.
costurarlas rom musitas e sem
rilas.
A aguia branca aaba de receber lindas e deli-
cadas caixinbas con msicas e sem ellas, proprias
e excedentes para um bom presente : como de seu
louvavel costme, a aguia branca da ruado Quei-
mado n. 8, vende-a? por preeos razoaveK
FITAS BRANCAS FINAS
para dcbruiiltar culi- les, palciots e ves-
tidos.
Arham-se renda na rua do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
iinglczas.
A aguia branca recebeu as superiores pennas de
ac inglezas, do afamado fabricante Perry, sendo
o sortimento grande, e das qualidades que mais se
apreciara, inelusire a amanlaca a bal fio etc. etc.;
rada caixa traz una groza : os pretendentes, pois,
dirijam-se com dinheiro rua do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
a boloaduras de corna-
linas para col leles
Quem quizer botar em seu collele urna bonita
abotoadura oval, de tina cornalina, ha de ciiegar-
se com 25 loja d'aguia branca, rua do Queimado
numero S.
Vende-se o sitio da Passagera de Olinda, que
demarca pela frente com a estrada que segu para
os Arrombados, tem casa de vvenda, alguma>
fructeiras de varias qualidades, baixa para capiro,
e bstanles ps de eooiieiros, demarcado, cujo
solo proprio, c vende-se para pagar dividas que
se acha obligado : quem o pretender, dirija-se ao
mesmo sitio.
ersos gostos, a 560 e 6M) rs. : na rua do Quei-
mado, loja do beija-fl .r n. 3.
Cravatas para seniora.
Vendem-se grvalas para senhora, de diversas
cores, ;, .-i(K) rs 800 a 1# : na rua do Queimado,
loja do beija-flor n. 63.
Bolees de pnnlio para manguitos de Minera.
Vendem-e boioes de punho para manguitos de
senhora, de diversos gustos, a 200 rs. o par : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Filas para delinini de vestido.
Vendem-se litas para de brum de vestido de laa
pretas bordadas.com 10 varas, a 15l<)0. dita de
seda preta a 15200, dita de cor adamascada a
15200, dita branca de laa com II varas a 4** rs. :
na rua do Queimado, loja do beija-ubr n. 63.
I'enli's travessos para meninas
Vendem-se pentes traversos de b macha para
menina a 400e 500 rs.: na rua do Queimado, loja
do beija-flor n. 63.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel amizade a 640 e 700 rs.. dito de
cures a GOO rs., dito adamascado a 15. dito branco
a 900 rs., dilo beira donrada a 15ico : na rua do
Queimado, loja do beija-flur n. li-l.
Ilmes dr madreprrala.
Vendem-se boioes de madreperola para collefe,
que tambem servem para casaros de senhora a
400 rs. a abaleadura : s quem rende por este
dreco na rua do Queimado, loja do beija-flor nu-
mero 63.
Luvas de Jouviu.
Vendem-se luvas de Jouvin para h)mea e se-
nhora, chegadas no ultimo vapor : na rua do
Queimado. loja do beija-flor n. 63.
Vende-se um terreno cora 9 pequeas casas
terreas sitas na rua da l>peranca, negocio ran-
tajoso nao s pelo rendiim-nio como ppr passar a
estrada de ferro de Apipucos na frente do terreno:
a tratar na rua da Soled,ule n. 72.
Vende-se
urna racca parida de pouco com cra, boa de leite,
para ver e tratar na taberna defronte da eapelU
de S. Jos do Manguinho.
Vende-se urna escrava africana de idade,
propria para vender na rua eceupacj i esta a que
est aeosttimada : a tratar no caes 22 il N>v.m-
bro n. 30, escada junto ao caf dos arcos, segundo
andar, entrada a esquerda.
Iliumiuacfto a gaz hydro-
genio.
O proprictario da nova exposifiio de cindieiros
a gaz avisa a lodos seus freguezes que tem reee-
bido novameule riqussimo sortimento de candiei-
ros e outros pertences para os mesmos, que la
vende por menos procos do que em outra qual-
quer parte : na rua N iva luja re Carneiro Vianna.
SAL.
Vil%
sementes de hortalica.
Chegaram no vapor francez Guiene as novas se-
mentes de horialica : ua rua da Cadeta do llecile
n. M A, loja de ferragens de Bastos,____________
Vende-se nina casa terrea u liairro da lloa-
Visla,rua da Mangl eir n. IS,comisa as, 4 guar-
ios, cozinba fra, quintal murado e cozinha: quem
pretender, dirija-se i mesma com umita atleneao
para examinar : a tratar na Capunga Velha junto
ao sitio do Sr. Feliciano Jos Gomes, com a fiara
do Sr. Jos Evangelista da Costa e Silva.
I'ecbineha >ara um rapaz que
qusira uegoclar.
Jos. Auslricliano Tolentiim de .Munida tendo
de retirar-fe para fra da capital, pretende vender
sen estabelecimento de charutos no largo do Ter-
co n. 2, nao s pruprio para charutos como tam-
bem para deposito le maesas : quem pretender,
dirija-se ao mesmo, que se venden razoavelmente.
Vende-so una taberna sita na rua de Hortas
n. 106, a tratar na mesma.
Vende-se sal do Ass superior : na rua da Ca-
deia do Hecife n. 3.
MGICAS
Bellos instrumentos de mgicas, proprio* para
theatro ou divertimentos de salcs, e bem assim
excedentes machinas de phantasmagoria rom ex-
cedentes vistas, e muitas eom movmento: vnde-
se por preco raaoarel na rua da Cedria do Rect,
armazem da eiBOaitJO de Londres n. 60.
Grande sortimento de mascaras, sendo de vel-
ludo, seda, setim, cera e de papelee : vende-se em
grosso por preco razoavel : na rua da Cadeia do
Recife, armazem da expoMejt de LoaVes n. 60.
niLiiir IFAHIIO
Milito hora em sai.....s de 3 calas a 35."oo, e a
160 rs. a cuia, farelo a 35200 e 35800 o sar
na taberna pintada de amarello do pateo do 1'.iral-
zo n. 16, oitao para a rua da Florentina.
Sal
Vende-se sal muito grado e por preco comino-
do : a tratar na rua da Madre de Dos n. 2
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as (norrlu'a*
mugas e recentes, nico deposito na lio-
tica franceza. rua da Cruz n. ii. pre-
C0 35.
%


.
Diario de Pcmaiubuco Ter?a felra 11 de Janeiro de 18*84.
I
-
"
en ande i(3V(iii i\o
NO
ARMAZEM
DO

0 homeni do niovim?nto no estaciona.
AVANTE E SEIPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Nao se admitir a unio commercial;
Nao se qoer a diaba da a llianca.
Nao se teme a furia dos corsarios,
Este anno ha de ser blssexto.
Os eaabes esto preparados.
FOGO! BOM FOtfO!! MELHOR FOGO!!!
Abai:.o a liga d'agua no vinagre
Viva a liga do genuino Clieres coi u fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivam os liberaes freguezes do ALIZA!!!
Vivam todos que lercm este annuncio.
SENIIOHES E SENUfAS.
llua do Quelmado nnuieros
4 e 55,
est disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
anno.
Caixas de cbreiasdecnla muilo finas a 40 rs.
Varas de franja de la le todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de la de todas as cores a 20 rs.
Ditas de tranceln) branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodao brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de meas para seohora muilo superiores a
.15800.
Gratas de pennade a^o muito finas a .'00 rs.
Caivetes de duas e tres folhas a 500rs.
Ditos de urna olha a 80 rs.
Caixas para rap, muito bonitas de caluneas, a
100 rs.
UNIAO
MERCANTIL
Capachos redondos c compridos a 500 rs.
Caixas com muilo superiores obreias a 40 rs.
.
RIJA DA CAINBIA 1IO RECIFE I*T. 53.
NOVO E
OSA1TD3 ARMZEM DE MOCEADOS
RA DA CADEIA DO HECIFE Jtf. 33.
Francisco Fernandes D jarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Reciten. 53, um grande e surtido armazem de moldado de-
nominado l'i,io Mercantil.
csss
Candes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 20 rs.
Duzia de meias brancas parahomem a 15600.
I Caixas cora soldados de chumbo a 120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160 rs.
, Ditos de barro a 100 rs.
Crozas de botoes de louea pratiados a 160 rs.
Tesouras muito linas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
EscovaS para limpar dentes muito linas a 200 rs
i Mas para unhas a 800 rs.
Laa de todas as cores para bordar a 75 a libra.
Caixas com pliosphoros de seguranca a 160 rs.
Cadernos de papel branco e azul a 20 rs.
; Pacote de papel amizade a 600 rs.
, Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
800 rs.
Cadernos de papel de cores, grande e pequeo, a
40 rs.
Silabarios portuguezes com calungas de todas as
I qualidades a320 rs.
Graxa em latas muilo nova a 100 rs.
Cartas e taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores seas para charuto a 40 rs.
'. Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Haralhos muilo finos para vol trele a 280 rs.
Rodinhas com allinetes francezes a 20 rs.
O proprietano do grande Armazem do Jaliza estabelecido raa do Livramento ns. Carus de alfineies francezes finos a 40 rs.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acab;i de reduzir os precos de quasi lodos os Can'1'es de cal>o de madrcperola de duas folbas
gneros doseu magnifico deposito. r i rs' a .,- a
*^ ; Luvas brancas de algodao finas a 80 rs.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem es .a verdade. |Miadas de lin,,a rrxa J* bordar a 6
A guerra aos inimigos, esl portanto, asim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, qn se dignarem vir este esUibelecimenlo,
ficariSo por certa muito satisfeitas, nio s quauto s qualidades dos gneros, como com o
tratamento todo atteucioso que se Ihes dar.
Alm do cumprimento dos deveres da loa educado, haver d'oraem diante ainda
maior capricho em salisfazer todos que honrarem esla casa.
Os gneros, pelas qualidades e precos annunciarlos, sero offerecidos ao exame:
dos Srs. compradores. Norcceieo publico que se pratiqueo contrario, como em oulras
casas, que at annunciam o que nao lem___O Baliza nSo Ilude___
Ameixas francezas em caixinhas e em frascos Licores inglezes e francezes em vazos de di-'
de diversos tamanlios a i,2oo, l,(>oo,
2,ooo, 2,5ooe2,8oo rs. e a libra a 8oo rs.!
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce refinado a 8oo rs. a garrafa. i lante'ga ng'eza flor a 8oo rs. a libra e de 8
dem de Lisboa a 6io rs. a garrafa e 4,8oo I ui)ras Para cima s-ra aberto um barril na
presenca do comprador.
dem de *.* e 3.a qnalidade a 7oo, Goo e loo
rs. a i i bra.
.............. Ko grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo surlimenio dos tm-lhorea
uso rs g eneros que rem ao mercado, lauto esirangeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porcoea ou a retaibo pdT precos
res de
rreteis
,()0 rs- de primei
Pares de botoes para punho muito bonitos a 120 rs. commodos.
Carreteis de linha Alexandre com 200 jardas a Manteiga injleza especialmer le escomida i Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinbas df Nantesa340rs. ouuarloeMO
Um confeito e especifico para
expellir os Vermes,
versos tamaitos a
rs. a duzia.
l.ooo, l,5oo e 4,8oo
10200 a caada. rs. meia lata.
Azeile doce relinar.o em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, cu una.
800 rs.
Azeile doce de Lisboa a G40 rs. a garrafa e
45800 a caada.
Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e i
55800 a liasqueira.
Caixinhas com amuixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 1^20 ', 1(5500
,aM. .i
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-'
vezugo, cherne, Imguado, lagoaiiuua, a
1,531.0 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Maga de tomates em latas de I libra a CCO
ris.
Chouricase paiosem latas de 8 e meia libra
por 75.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra a
8G00 a arroba.
a libra e 4 j a
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs
1^200. | barrica.
Marmelada imperial, dos melhores conser- ^R" rnuit0 nnT0 a 2i0 rs- libra-
veiros de Lisboa em latas de 1 e meia a Ccvadmha de Franca a 200 rs. a libra.
2 libras a GOO rs a libra. Farinha do Maranhao a 20 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades Aramia verdadeira a 320 rs. a libra.
que lia em Portgal era latas hermtica- levada a (20 rs. a libra e?j arnba.
mente lacradas a 500 rs. ; Alpistaa 160 rs. a libra e 16I 0 a arriba
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra. Balalas muilo novas em gigos com 40 libra
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
por 1,5 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 15 o molbo com mais de ICO ca-
da um.
Caf lavado de primeira qnalidade a 3(0 rs.
a libra e 95 a arroba.
Macaas e peras chepdas nesle ultimo vapor, Caf do Cear mui, superior a 280 rs. a li-
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao, da India, e Java a 8c e dem fran.eza a 560 rs. a libra, e em barril
ioo rs. a libra. | por menos.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra. dem em latas a 25000 e a 15500 a tala.
Araruta verdadeira a 3o rs. a libra. L.
.'lassa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Batatas novas em gigos de 36 a 4o libras por ,dem em bta a 6i0 rs- ,ata-
4,ooo rs. e a io rs. a libra. Mostarda ingleza 400 e GOO ri-is o pote.
Biscoitos inglezes Lunch a iSoo rs. a lat de Marmelada imperial dos melhores fabrican-
5 libras. I tes de Lisboa a 600 rs. a libra,
dem de diversas marcas em latas menores Marrasquino de zara a 8oo rs. o frasco e a
a i,3oors. | 80 a duzia.
dem de Lisboa de qnalidade especial era la- Massas para sopa, lalliarim e macarro a
tas grandes e pequeas a 3,ooo e 1,5oo rs.
Bolachinhas americanas, a 3,ooo rs. a barrica
e 2oo rs. a libra. .
Banhade porco a *4o rs. a libra, e em barril
a 4oo i"S.
Baldes americanos muito proprios para com-
pras a l.ooo rs.
mili sugas
pevide, caixinha'.
480 rs. a libra.
dem finas, cslrelinha e
com 8 libras a 15000.
Nozes a IGo rs. a libra.
Feixe preparado de escabeche, da melhor
qualidade que lem viudo ao mercado, a
15 a la la.
trasunto de lamego muito superior a
rs. a libra.
I lem para fiambre (inglez) a 640
libra,
dem americano a 400 rs. a libra.
Cha huxym, hysson e perola a 3,ooo, 2,8oo,
2,5oo, 2,ooo e l.Goo rs.
dem prcto a 2,000^ 1,60o e l.ooo rs. alibra.
Chaniiagne a melhor do mercado a 12,ooo o
gigo e a l,2oo rs. a garrafa.
Chocolate franeez primeira qualidade a I,loo J>;',Pel ,alinaC0 a 3^000 a
rs. a libra. lkm de PtS0 a -5 a es
jdem hespanhol a 1,2oo rs. a libra,
dem suisso a l,ooo rs. a libra.
Cerveja branca marca Allsopps a 4,5oo rs. a
duzia, e a 4oo rs. a garrafa.
Cognac inglez a 64o rs. a garrafa a 800 e a
l,oco rs.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o
rs. o frasco.
480
res a
a resma.
osma.
Falitos para dentes a 160 rs. o maco.
Lito dito de flor a 200 rs.
i Ditos do gaz a 25200 a groza
Passasnovas a 480 rs. alibra ea 15800
caixa.
PtissEIas
DE KEMP.
Os meninos is pedeni i gritos, porque
ellas gao de eheiro, sabor e cor agrada-
vci-. A nh'gntifcia, n segrirlade .le ao-
o, o inoffbnsvo das
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A I'.Mi I)A BOA
Coiuposico exclusivamente Vestal,
sao estas pois as sitas melhores e mais
completas le telas as Acommendacoee
que se posaa fazer o lmiii justa razio as
colloeo na eafegoria d'um favorito uni-
\ ersal.
A siijiciidiidaile las
Pastiihas de Kemp
Ore ludas as pieparaeoes destinadas
ara > mesmo fin devido sua sim-
les composi$o o Beu arotua agrada
el c i rapidez o infallibilidad com
ue alcauca a destrnicSo total das
LOMBRIGAS.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ru.i da Cruz, e Jo3o da C. Bravo d C, ra
! da \ladre de Dos.
Cueijos flamengos do ultimo vapora 25500.
Lito londrino a 900 rs. a libra.
Lito prato a 640 rs. a libra.
dem francezas de muitas qualidades a 5oo
rs. o frasco e a 5,5oo rs. a duzia.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lata.
Cita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
Charutos neste genero temos grande sorti- Sig muito superior a 240 rs. a libra,
ment tanto da Bahiacomodo BiodeJa-Sd refinado, em potes de vidro, a 600 rs.
ptima acqulsifo de es-
tabelecimcnto.
Vonde-se a loja de ferrapens da ra da Cadeia
do llocifii n. 64, com pequeo fundo e ainda bem
sor ida, tanto de ferragens como de miudeas, as
ijues estao em bom estado, vndese s com as
mercaderas, e garntese o arrendamenlo da rasa:
propria para algnm principiante, nao s por ter
pouco fundo corno por estar j afreguezada c ser
urna das lojas mais bem localisadas desta cidade :
osnretendentes podem dirigir-se mt-sma loja.
nao s para examinarem o balin^o como o estado
da- mercadorias.
neiro a 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo ei.ooo
rs. a caixa.
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio a 3oo e 28o rs. a libra.
Ceblas a9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muito nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj era latas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 04o
rs. a lata,
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do Maranhao a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farelo em saceos grandes a 4,000 rs. o sacco
Geoebra ingleza marca gato a 1,000 rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco.
tetan de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a l,ooo o frasco.
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra.
Graxa a loo rs. a latae i,loo a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
1,00o cada urna.
o pote.
Sibo massa a 120,
libra.
160, 200 c240rs. a
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
I L llEiNHH
Vendem-se barrls com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da hoje. e nica nova, que ha no
mercado, na na do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Telxel-
ra Basto.
una da Senzalla \o\a n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
T jlo para limpar facas a 140 rs. cada um. ferro coado libra a 110 rs., idemele Lovt
Moor libra a 120 rs.
Vassouras americanas a 64o rs, cada urna,
tem do Porto a 400 rs, cada urna.
fmms
a qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 5G0 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezunios inglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
70 rs. a ibra.
Queijos flamengos ebegados nesle ultimo
vapor a 2it00.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muilo novas a 120 rs. a libra e
e 36000 a arroba.
Cha uxin o ineihor que ha nesle genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muilo superior a 23560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio pura negocio a
1)$500 rs. a fibra.
Cha preto muito superior a 2 a libra.
Biscoulos inglezes em latas cora differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captara, seed, bornez e
oulras muitas marcas a Id?50.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em csixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo' a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muilo novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 3 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem viudo ao nosso mercado a 185o gigo,
garante-se a superior qualid; de.
Vinbo Borde aux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 70 a 800 rs a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 10*adu?ia, e 90Oal5a parrafa; deste
genero ha grande porcao e -Je differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 148 e 155 a caixa, como ;ejam: Duque
do Porlo, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nec-1
tar de 1833, Duque (ienuin 1.
Vinho de pipa: Porto, Figueir.i e Lisboa, a'
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200 Mostarda ingleza em potes j preparada a, lix, em caixas inleiras ou em meias de
e 35500 a caada. | 400 rs. 15600, 25 e 35.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza en:. p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos deconia nrrpria
j engarrafado a G40 rs. a garrafa e a 500 a 15 cada um. de casa particular, a 400 rs. a libra; nUei-
rs. de barril. | Sal refinado a 500 rs. o pote.
muito perfeilas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate franeez, r, que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos gratules a 18*.
Cerveja branca epreta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a8.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a librae*8C0
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 240O a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixfm.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; era caixa se faz abatimento.
Eslrellinba,pevide earroz demassa para opa
400 rs. a libra e 25 a caixa ena 0 1 l ras.
Cognac inglez des menor qualidade a 800 oj^/JV TT?e? ara,saflA,,m "
a tjtiirt% onrraf-, Palitos de dente hxados com flor a 2O0 rs.
e 10200 a garraTd. Q ffl di(os |isados sem ^ a m n
Licores francezes das segrales qualidades : | omasso com 20 massinhos
Anizete de Bordtaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muilo fina a 80rs. a.
e de oulras muitas marcas a 15 a garrafa libra.
e 105 a caixa. Banna ("|e porco refinaf]a a 48o ,s. a libra e'
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 40Ors. em barril pequeo.
95 a duzia- Charutos dos melhores fabricantes da S. Te-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comprirem de 1005000 para cima, teriio o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamenlo.


v;.-
baratas para acahar.
Sedas de quadros e de listras a .120 rs. o cova-
do, lindas las de quadrinhos a 3C0 o covado, su-
periores casta* de cores a 200 rs. o eovado, ditas
muito finas a 240 o covad : na loja das eolnninas,
na na do Crespn. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos l.tivas fie pellica.
Chegaram para a loja d'aguia branca, ra do
Queiniado n. 8.
Velas de carnauba e cornposicio a 32Q_r& a
libra e a 105 a arroba, ^_/"
dem stearinas superiore>~a 560 rs. o
maco/e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possiv.el, que vendemos
por prefos muilo haixos a 15 a garrafa e
a 10/ e 126 a duzia.
dem Cherry, e da Madeira em bajis e em
caixa, a 125 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 caadas, por 285000.
Dito em pipa a 35000, 35500 e45ooo a ca-
ada
tem doPirto, denomiuado Baliza, a 55 a
caada.
l.em idem em garrafoes a 25500, com o
garrafao.
Ii era de Bordeam, das melilotos marcas que!
vem ao mercado, a 05 a caixa e a 640 rs.
I garrafa. enaqetahas, pelo barato preco de 240 cada ce-
Vinagre de Lisboa a 15600,158oo e 25000 a y-^-,_____________________________
caada venae-e o sobrado da ra Direita dos Afo-
Mera idera.em garrafoes com 5 garrafas, por gST **-** ***" "** pa"
Charutos Unos.
No armazem da aurora brilhante lia grande sor-
timento de charutos finos em caixas e meias, dos
melhores fabricante! da llahia a 25, 3, 4 e 55 a
caixa, tem caixas coiu 100 charutos com furo a
SOOrs. : no larpo da Santa Cruz n. 84.
PECIirYCIIA
Custodio Carvallio 1 (,'ompa-
nh id
89Ra do encimado *i*.
Novas la.mnlus escossezas multo lindas, fazen-
da encorpada, propria para vestidos de senhora e
cnancinhas,
15 com o garrafao.
Vinho de caj a 15 a garrafa,
tem dez annos.
Este vinho
(piarlos, cozinha, 2 lojas e quintal mura-
do com portao para o boceo do Quiaho : quem pre-
ten.ler, pode diripir-si* ao Sr. Francisco GonoalreB
Sirvino, nos \fbgados, ou com o Sr. Flix Ramos
Quinteiro, na Ponte dos Carvalhos.
pode haver de bom ueste genero
1,000 rs. alibra.
Marmol.'da propriamentc dito de mar-
mello, a 64U rs. a lata e em caixas
de 100 latas a GOO rs.
Maca de tomates a mais nova que se
pode desejar a G40 rs. a lata c em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilha portugueza a 7(0 rs. a lata,
e em caixa de IOO libras a 640 rs.
Passas corinthias para judim a 640
rs, a libras, "> 400 rs. comprando de
Duarte & C, receberam de sua propria encommemla pelo brigue
Florimla, chegado ltimamente de Lisboa os seguintes gemios todos de pri-
meira qualidade por serem escolhidos pelo Sr. Dttaito chsfe de nossa casa
ltimamente chegado dapjella praca.
, Verdadeiro vinho collares em ancore-
^ retas de 9 caadas a 50,000 e 800
<$0 rs. a garrafa.
Vinho branco B A- Filhos, em barrisde
C^ss quinto a 60,000 e 5C0 rs. a gar-
rafa.
^rsi Vinagre P B B, em ancoritas de 9 ca-
*& nadas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
. Passas em caixas, meias e quartas a
$% 8,000 4.000 c 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,503, e 640 rs. a I bra.
Caixinhis de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.503 e 2,300 rs. a caixinha.
Chocola.e portuguez, o melhor que
Nozes as msis novas que se pode de- jyjj|
sejar a 160rs. a libra, e comprando \"
em barricas a 4,500 rs. a arroba. v.;
Scbollas em caixas as mais novas do *
mercado a 6,500 r:,. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muilo
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa. >
Sextinhascom ligos proprias para mi- ||
mos de criancas a GO rs. cada una :\j
e comprando em duzia lera grande $$$
abatimento. 'S//3i
Erva doce muito novas a 500 rs. a li- 8
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisla a 1,000 agar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- ^/.
dades sao as seguintes : reme de }/{..
violetas, geroflez, rosa, absintho, ves- SeS
peiro, amor perfeito. amendoa amar- \
ga
gos
ga, canella, cravo, ortelaa. pimenla Q
e outros muitos de qualidades menos &^
superior que sero vendidos por pre-
cos em rolacfio as suas qualida-
des.
AGKNCIA
FUNDICO DE L0W-M00B.
llua da Senzalla ora n. \1.
Neste estabelecimento contina a h.r
um completo sortimento de moendas o DM'ias
moendas para engenho, ma< hias de vapor
e lachas de ferro batido e coado, de lodos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johuston A C.
ra da Senzalla Nova n. 42.
miMU
Saceos com farinha nova e ijrual a re Muribrea
asi^OO : no armazem da aurora lTiiliant.% largo
da Sania Cruz n. 84.
Vrtida tir urna hypothwt.
Os liqnidalai'iosda massa fa'ldade
Jos Antn o Itasto vendem a hvpnlhe-
ca que lem nos engenhos M;-sso
> c Caiabnss no icrmo de SerinuariB no
casas a na do trapiche n. 3C
valor de 31:83o$911 rs.; Ira'.ar as
;
y -
ir/
\\\nm
de rape printeza Gasse, do R|a de Ja-
neiro, na na da Cruz n. 18, errip-
(O'io te J s .loaqnim Lima Haif.
Acha-se o depo>|o supprid" de rf };rr...,
?a, percicot detuiin. bolefin, moran- ^>L' meo grosso e lino, assim como de PraK
;os. limao, caf, laranja, cidra, gin- -/_/- nos ltimos vapores vieram as qnalidadet antwa*
nadas, as quaes se fazcm recommendar aos .^eu
apreciadores._______________________
arroba para cima.
Os proprietaros ifiancam que estes gneros sao muito novos e ludo
de primeira qualidade, ludo isto se vende nicamente no armazem Uniao e
jgj Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressive.
Qujos
e?A>
Vende-se a taberna da novoacode ,\\ ipneos
5 junto a padaria, muilo bem afreguezada, n m ata>
eos fundos, propria para quem qmr principiar, a
1 localidade a nieliinr possivei, a dinheiro a tila
se faz todo o negocio, 011 mesa tem ca-
rantido : quem pretender, dirija-se no paleo do
Carmo n. 4, que achara com quem tralar. mi a da-
tar na inesma.______________ _
'ara quem quizer principiar
Vndese a loja de miudezas sa na rna im-
perial n. 3."5. com poneos fundos e l-'in mrtfda, e
por precos baManlc favoraveis ao coapradar, toa
r>\
do alemlejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo e das ilhas, unicaraen- ,.-;,; ^^SSJT&'SfSil
te no armazem Lniao e Commercio, ra do Queimodo n. 1 e largo do Car- ^/^laoalujtuelcommodo ; o dono faz 1.
mo armazem progressivo.
Wm,
^>i^B 2Bget @&&Si m i 'i uS I
Mua da Senzalla n, 42. l FARINHA FONTANA.
Vende-se. em casa de s. P.JohnstonC, Farinha sellms e Bdhfies inglezes, candieirose casti-1 Foi|tana ,.esemliaica'ta llOC, MMlde-se
caes nrnnzeadis, lonas inglezas. no de vela. 11
chicotes para carros e montara, arreios para P"PS n,i,ls ***** ** !, cm
carros de um e dous cavallos. o relogios de qaalqncr outra parte : na rila da C ruz
ouro patente inglez. n. \ rasa (le V. 0. IMclier & C, SllCCCS-
--------- sores.
^ que tem a Bflfroir outra carreira
mw
Rarricas de bren com 8 arrobas, de superior
qualidade : na na da Cadeia do Hecife n. 56* A,
loja de ferrapens de Bastos.
Vende-se a casa larrea n. 26 da ra da Ale-
gn'a : a tratar o* ra da Imperatriz n. 40.
IIILHO A ."iSldl)
o sacco, e a cola a 160 rs. : no
(relia, largo do Paraizo 11. 14.
armazem da es-
Vendem-se ferros para fazer hoslias na rna
reDiita n. 73.
Vende-se o emrenho S. Man ;!. -to n
guezia 1I0 Rio Formoao, c margun '
nnem.o ipial demarca com OJ
ra, Changoa e Gamellcira, nrre rwm agna e m i:o
eopeiro, tem eapacidade para aftej.
auniiaes, a se aelia qOMl todo em i
distando do embarque 1|2 legoa: quem MHewlfT,
dirija se a ra do Vigano n. 3, que adiara con
quem tratar.
Vende-se a verdadeira gran n. 1)7
em harricas: na iu< dn 'i W.
eseplorio de Rdnardo lenIon.______

fa travesa da tfadr
caixas com sacias a 'i#


Diario de ernamlmeo Terca felra I de Janeiro de IS61.
ALLIANCA
RAIDE
57 RA DO IMPERADOR 57
Na'bem conliecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paulo Ferrelra da Uva propriolario deste novo estabelecimento, tendo
cnegado da Europa, aonde escolheu um jrande e variado sortimento de molhades, tem
a honra de os expor ao respeitavel publico desta cidade pelos mais resumidos precos.
PECffiNCHA
como wiotca iioi vik
ARMAZEM
UIMIAO
COMMERCIO
O Ii lO HA PK\H % IO
Vraaclseo Fernandes Uarle dono deste muito acreditado armazem
de motilados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
Em o ptima occasiSo, por estamos prestes a festa de Natal, o proprietaria do PreH na Europa, todos muito propines para a festa os quaes est resulvido a vender por
grande arraazem Allianca offerece aos seis amigos e freguezes que o conhecem deWte'P1^05 baratissimos como verSo pela seguirte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
qurmdo foi socio dos armazcns Progressivo e Progresista as maiores vantagens em com- P?. &* eagenhe e lavradoras para que mandem suas relaces para serem despachadas
i no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, atim de verem a grande vantagem
rarem em seu armazem.
Hoje de novo estabeiecido mais precisa da concurrencia de todos estos senhores

e tirara, tonto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
ao seu estabelecimenlo. cortos de que esti casa jamis deixaro de ser cumpridas as'08** 1"e na0 poderem vir podero mandar seus portadores anda que nao lenham pra.
grandes vantagens por ella offerecklas.
Maraes de 4o a 16a rs. cada urna.
Blanteiga ingleza a mais superior neste g
aero a 800 rs a libra, e comprando de i
libras para cima a 72o rs., esta a maij
superior que pode haver, tambera ha mai>
baixas para menos precos.
Mem franceza muito nova a 56o rs. a libn
e 54o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a libra.
Cha perola de especial qualidade a 2,Roo rs.
a libra.
Cognac de superior qualidade a 800 rs. a gar-
rafa. *
Mem hysson muito superior a 2,7oo rs. 1 ... ,_ ^- ..
1 u r Ervilhas francezas muito novas a 64o rs.
tica, que serio t3o bem servidos como se viessem pessoatmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem 0-
I nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmcnte consiste em servir bem e ga-
Idera muito superior a 4,00o rs. a garrafa, iBnar pouco, aflm de conseguir .1 cortinuaco daquellas pessoas, qae a primeira vez se dig-
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,ooa e narem honrar seu estabelecimento.
9,ooo rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nosso
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e ttoo
rs. a garrafa.
Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Doce em calda a 64o rs. a lata.
Defronte da loja de Pregnlea.
DIJARTE ALMEIOA
acaba de abrir o seu grande e sortWo arraazem de molnados denominado Unid e a*.
merew. Este grande armazem um dos mais bem moudos que temos n nossa praea.
nao s em limpeza e aceio, como as qualidads eipeciaes de seas- gneros. 6 proprie'
torio do Vnio t Commercio offerece todos os senhores da praea, senhore da engenho
e lavradores a seguirte tabeHa, por onde verio a grande economa que Ihe resulta ero
compraren em tao til estabelecimento, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
sahido de seu armazem.
ti
ollinho francez em latas e caixinhas as mais
delicadas que tem viudo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a 6aixinha.
Erva-doca a 5oo rs. a liara.
Champanha de 20 a 22,000-0 gigo.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs a
eaixinha.
dem uxim a 2,5oe rs. a libra.
dem hysson a 2,3o rs. a libra.
dem idem a 2,000 rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial;
2,000 rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, :i
9oo e I,2oo rs. a libra.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
dem seccas a2oo rs. a libra.
Bassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacete da melhor qualidade
a 56o rs. o maco.
dem de carnauba e composico a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijulo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Charutos dos raelhores fabricantes da, Bjhii. Tuuci,m0 de Lsboa Santos a 320 re. a
e de qualidads especialmente escomidos ii.n
de 2,ooo a i.ooo rs. a caixa.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Mate do Marantio amito alva a 14o rs. 11 ppxc em |atas grandes> ^ pescada> ^
vina, e outras qualidads a I.ooo rs. cada
Idem de ara ruta verdadeira a 4oo rs. a libra lata.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os main Passas muito novas a lo.ooo rs. a caixa e
bem escilhidos, lagrimas do nuro, D. Pe- 5oo fs. a libra,
dro V, D. Lua I. Buqu genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outro*. Palitos lixados para dentes a f 4o rs. o maco,
a 1 l,ooo e 12,000 rs. a duzia e l.ooo rs
a garrafa. Mpm de flor a 2oo rs. o maco.
dem Cheriv e Madeira a l.ooo rs. a garra'.Presunto para fiambre inglezes eamericanos
fa e I6,ooo rs. a duzia. a 85o rs. a libra.
demf Bordean* de diversas marcas de 8,00c Idem do Porto a to r5< a ,bra>
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa.
Qaeijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
dem do vapor passado a l ,80 rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixoes com 2 *'
libras por 600 rs.
Ideaa mais "baixo a 54o rs.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Continuos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e aretalho a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Mantoiga ingleza flor a mais superior do Genebr[** laraBa a l-ooore- os frascos
Bolaxinhas americanas a 3,5oo rs. a barrica,
e a 2io rs. a libra.
.Batatas muilo novas a 1,000 rs. o gigo, e Qo
rs. a libra.
Banha de poico refinada a 44o rs. a libra ,1
em barril a 4oo rs.
Vinho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa
Idem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana
das por 27,ooo rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. s
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 '/ garrafas por
2,5oo rs. com o garrafao.
Vinagre de Lisboa moito superior a 2,ooc
re. a caada.
dem mais baixo a 1.5oo rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 'j garrafas por
l,2oo rs. com o garrafao.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estanpas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a 1 .oso e 2,5oo rs.
dem em latas de 1 i/2 e 3 libras a I,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
librrs a l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
urna caixa.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
Mem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1,60o
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranhao a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,800 rs. a arroba.
Amendoas de casca mole murfo novas a 4oo
rs. a libra.
Queijo prato a 64o rs. a libra.
dem flamenfro vindos no ultimo vapor a
2,0000 e 2,3oo rs. cada um.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32a rs.
a lato. %
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
Idem muito superior a 28o rs. a libra.
Sab3o maca de diversas qualidads a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
ris.
dem hamburgueza em frasqueiros a 5,8oo
ris.
Idem de Hollanda em garrafes grandes a
5,5oo rs cada ura.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafes vasios de diversos taraanhos a 5oo,
64o e 1.2oo rs
Gomma do Aracaty a 80 rs. a libra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duaia.
Licores finos francezes era garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 600 e 7oo rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasca,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a l.loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 60a rs. o
fraco.
mercado a 72o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Mantoiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou
meios.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de cont propria a 2,800 rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,000 rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,000
rs. a libra.
Bolachinha de soda dragada neste ultimo
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha
grande porco e de differentes marcas,
grandes.
Vinho de caj o melhor que ha no mercado
a l.ooo rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
2o macinhos.
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porcSo se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas estampas a
l,2oo, l,5oo e 2,000 rs. cada urna.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de cont propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
Milho alpist a 16o rs. a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a'
56o rs. a libra, e em barril ter abatiraen-1 Cowinho muito novo a loo rs a liara 9
to. comprando de 8 libras para cima a 32o'rs.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
800 rs, a libra e o pote separado, a fil>ra' en arroba se far abatimerto
Cha uxim o melhor neste genero, mandado ^ "^ nV a 28 a ,ibra-
vir de cont propria a 2,8oo rs, a libra. SaMe verdadero ^^ ^ ^ ^
dem hysson, grande, muito bem a 2,6oo rs. ^ 3 m$$ merCado a *> a ,ib"-
a libra.
que se vendem todas pelo mesmo preco a I#1_ r,__*__ ,
vontade dos compradores. I Idenm ^JnlTll!n?n S?S ^T'
r pa to mesmo contendo 1 */ libra a 1,2eo
1em em latas grandes a 2,ooo rs. rs. s o frasco.val quase o dinheiro.
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a l,9oo rs. i a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelada imperial dos melhores fabrican- _-_ .. .. .
tes de Lisboi a 64o rs. a libra. I Flfhsn c?m^c "o "ovos era bahuzi-
nnosmuito propnos paramuno at,28ors.
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs., ,., nm% ... ,1
neste genero ha diversas qualidads a es- W em ca,xas Para retalho a ,(5 rs- a
collier. 1 ,lDra-
Champanha superior das marcas mais acre- Passas ,de cam!dla. 48 rs- a libri em
ditedas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. (uarto m 8 llbras Por 2>5o rs-
o gigo.
I Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2)0oo rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra
mercado a aoo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a duzia Chocolate francez o melhor que se pode de-
,, .-..,. c sejar neste genero a l.ooo rs. a libra,
dem prota superior a obo rs. a garrafa e a
5,400 rs- a duzia- Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as I maca a 48 rs- a ,iDra e em caixa a 2,ooo
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e: rs; cada uma- macarrao, talherim, e ale-
8,000 a caixa com uma duzia, e em gar- i tria a 4o rs- a ''bra.
rafas a 61o 7oo e 800 rs., garante-se a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
boa qualidade.
.. .... ,_ jAvelans muito novas a 2oo rs. a libra.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada. Ervilhas francezas muito novas era latas
...... grandes a 6io rs.
dem de Lisboa a 2.8oo rs. a caada e 4oo'
rs. a garrafa. ; dem em ditas pequeas a 4oo rs.
dem do Porto de superior qualidade para' M de tomate em ,at d 2 Hb
mesa a 5oO rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a ca- 4o rs
nada.
, Salmio em latas de 1 'i libra a 800 rs.
,trjra^^:ffi!'Tr?- Iatt!gra"des a uoors-ca-
tar, Carcavellos e Camoes em caixa de'
uma duzia a 9,ooo rs. 1 Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
Licor francez das melhores marcas do mer
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
cado a 800 rs. a garrafa.
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra- ,, k.j -
fa e 9,5oo rs. a duzia. Batatas che8adas neste u,l,mo nav, em '
u* os molhos gran- copos fines para agoa a 5,000 rs. a M.
Chouricas novas a 72o rs. a libra.
des e a 7oo rs. o cento.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
Macarro, tlbarim c alelria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Mostarda franceza preparada e muito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Gonserras francezas de superior qualidade a
610 rs, o frasco e 7,000 rs. a duzia.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
l,4oo rs. cada lata. Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
Bolachinha de soda e lunch em latas grandes, Sevadinha de Franca muito nova a 2oe rs. a
a 2,000 rs. cada lata. I libra.
aTTENCJO.
Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes porcoes e a retalho,
fazendo se djfferensfl consideravel a quera comprar do 1O05 para cima.
Garrafes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado era garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caada a 4,8oo rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
:t20 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba retinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 8e rs. a libra.
Aramia verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e chekosa
a 12o rs. a fibra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda ingle .a a l.ooo rs. o Irasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpiste a 16o rs. a libra e 4,8oo rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em post emticamente
lacradas das melhores qualidads de pei-
xe que ha em Portugal a 1,2oo rs.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o rs., dito
de 2* a 2So rs. a libra e 8,o rs a arro-
ba dito de 3* a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de diversos fabricantes a 1,60o.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo charu-
tos, o preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalho de virem ou
mandaren! e vero a realidade.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muilas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, 18oee 3,000 rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra.
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos memores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,000 a 2,ooo
rs. cada uma.
Figos em caixinhas de 1 V arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,000, e 2,ooo rs, ea 3eo rs.
a libra, taambem ha serinbas para men
nos a 60 rs. cada uma.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e era arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a fibra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranhao a 14o rs, a libra.
Cbelas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para kmpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a l.ooo rs, o frasco,
ChoHricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra,
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com uma duzia,
Licores francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo.ooo a 15,ooo rs. a duzia.
Passas muito novas a 8oe rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatos a l.ooors. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa com duas arrobas cadauma
Bocetas com doces seceos de-3jioo a 3,5o
rs. cada uma.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e porfuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com uma du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o poto.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,ooo
rs, cada um.
Vinho branco o melhor neste genero a 800 rs,
a garrafa e 4,3oo rs. a caada.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa com
uma duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafao,
Sabao massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muit nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe era latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salraao e outras muits qualidads
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes ma-cas : Duque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, Tinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade. vinho do Porto superior D. Lniz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de 1,000 a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caixa cora
uma duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada uma.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o raasso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composic3o, de 4oo a
32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a ll,5oo
rs. a arroba,
Caf de 1 e 2' sorte de 8,3oo a 8,600 rs. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do ine-
Ihor,
Arroz da India, Maranhao e Carolina a 3,ooo.
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs a
fibra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve paulado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de coate a
44o rs. a botija.
Passas corinteas a 5oo rs. a libra e 12,8oe
rs. a arroba,
ErvHhas franceza e portugueza a 640 rs a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suisso e por-
tuguez a l.ooo rs. a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de uma %
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada uma; tmbem ha frascos e latos de
differentes tamanhos que se veadem por
mdico preco.
Massas para sopa: macarro, tlharim e ale-
tria a 48o rs. a bra, e em caixa se tara
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas e dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,000 a 4,eoo
rs. a caixa.
ATTEi^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular JOo" para
cima tero mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietario scientifica n?&a que todos
os seus generes silo recebidos de sua propria encommenda, razo estapara poder vea-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.


larl le Pernaaihiioo Torra clra de Janeiro de i 96-1.
*
i %

i*
9

/
r
ATTENCAO
* li A ROO IIIO CAUJflO 9
GRANDE SORTIMENTO
LOJA DO PAVAO
Ciissas puritanas.
i
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam de
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a reUiIho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annuneiante, como verlo pela segHinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mas proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
i VISO.
Todos os sniores que comprarem para negocio ou casa particular de IOOiJ para
cima ter3o mais 5 a 10 por cento de abatiiaento, os proprietarios scientiflcam mais que
todos os seus gneros sao recebidos de su; propria encommenda, razio esta para pode
vender por muito menos do que outro quilquer estabelecimento.
alanteiga inglen flor a 8oo rs. a ibra.
Oastanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinbo francez e em caixinhas de 7oo a
i.rWio rs. cada urna.
dem franceza a mais ora do mercado a 56o
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porcoreQnada muite alva 46o rs.
a libra.
Presunto para Qanbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudioho viudo de conta propria
o raelhor da aereado a 2,6oo rs, a libra
dem bvson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perola o melbor que se pede dtsejar ?
2,7oors. ahora.
dem preta muito no a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Viuho do Alto Douro vmdo do Porto engar-
rafado garante-se a superior i da do deste vi-
nho. das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velbo seoco, especial lagrimas do-
es de 1SID, vinho especial D. Pedro V.,
viuho volito, Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, viuho do Porto ve-
Iho supsrior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior Lu-
iz l.de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachiuha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Bisooos infieres das melhores marcas em
latmhasd.' 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mem iogb'zes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,5oo rs. cada nm.
Mem prato a 7oo rs. a libra.
Yinlio em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBd F., PRR, JAA, mitras
umitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o. 5oo, iAio, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em nada a
3,000, 3,5oo, 4,000 e 6,500 rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 700 rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
G.irratoes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a ,00 rs. com o garrafSo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vena ao
nosso mercado a 5to rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores aeste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcio.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez reinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocctas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a Hbra. e a
9,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de !-.% 2.* e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de7,8oo, 8,600,
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da (odia, Java e Maranho de 2.800 a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 2lo rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Vellas de carnauba e composicao de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a,
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a hbra e em caixa ter abati-
mento.
Mem estrellinba, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha 0 a 600 rs. a
hbra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caix5o.
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, satmao e outras muitas qunlidades
preparada de escabeche 2.a arle de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, '/i e 8 libras
a 8,000 4,ooo e 2,000 rs. a caixinha.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
d Fimo a tO.ooo rs. o barril.
Marmelada imperial dos mlhores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a 1 .tinhade 1 libra,
ha latas de 1 '/ e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas era caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,000 rs. a
caixinha, tainbem ha latas de 1 '/j a 6 li-
bras de 1,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com Umpa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs .
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e'
a 72o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de'
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 24,ooo rs. o gigo, e de l.oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomraa muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a fi-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l,ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo.ooo rs. a caixa.
Cbouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laran a em frascos grandes a
l,ooo rs. o irasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmelhos grandes a 8ooomolho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a hbra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas, J
Yendein-se a mais modernas cassas puritanas rom bonitos desenhos pelo baratissimo preco de
240 e 280 rs. o covado, por haver grande prco, pecliincba : na ra da luiperatriz n. 60, loja do
Pavo.
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas a imitecao de la transparente, com os desenhos
teedos e iuleiramcnte novos, pelo baratsimo prego de 360 rs. o covado e nao desbolam : na loja do
Pavo ra da Imperan iz n. 60.
Cortes de cassas de Mara Pia a 4#000.
Vendem-se os mais modernos cortes de cassa a Hara Pia, de todas as cores, com palmas bor-
dadas e de variadas cores que garante se a boa qualidade enmend 8 varas e meia cada corte pelo ba-
ratsimo preco de 4 : na loja do Pavo ra da Iroperatrii n. 60.
As percalas do Pavao a 500 rs. o covado.
Vendem-se as mais finas percalas que liano mercado, de desenhos muito raiudinhos e das mais
lindas e variadas cores cgaraate-se serem Das,com 4 palmos de largura, fazenda propria para ves-
tidos de senhora e roupas para meninos, pelo muito barato prego de 500 rs. o cavado : na loja do Pa-
vo ra da Imperatrit n. 60.
Grorgurao de laa a 500 rs. o covado.
. Vendc-se gorguro delade cor escura propria para vestido de senhora, paletot para homem e
roupa para menino, pelo barato prego de 500 rs. o covado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavao.
Vendcm-se colchas de linho adamascadas com bonitos lavres de cor de rosa, azul e branco,
pele baratissimo prego de 55 cada urna : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Orgaudys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys matizados fazenda muito fina, de bonitos desenhos, pelo baratissimo prego
de 240 rs. o covado : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As alpacas do Pavao.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fina propria para vestido de senhora, soutembar-
ques c roupas para meninos e dita branca muito lina propria para vestidos e paletots, px- prego mui-
te commodo : na loja de Pavo ra da Imperatriz n. 00.
Chitas do Pavao.
Vendem-se chitas escuras e alegres fazenda mnito lina, padroes modernos e que nao desbotam
pelo barato preco de 320,360 e 400 rs. e covado: na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As laasinhas do Pavao.
Vendem-se laasinhas com 9 palmos de largura de urna s cor e de qoadrinhos pelo baratissimo
preco de 14200 o covado, ditas enlejiadas com 4 palmos de largura a 500 rs., ditas matisadas mnito
linas de bonitos desenhos a 560 rs., ditas a 320 e 360 rs., ditas de quadrinhos a imitaco de sedinha
a 400 rs. o covado. ditas a Mara Pa com palminhas de seda a 500 rs., ditas transparentes com palmi-
nhas matisadas a 440 rs.. ditas de quadros grandes a 240 rs. o covado, ditas pretas transparentes de
cordaozinho a 200 rs.: na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Vestidos soutembarques.
Vendem-se os mais modernos vestidos a soutentbarque com lindas barras e enfeites para nm-
pmho e mangas, pelo baratissimo prego de 54 cada um : na hija do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de la com barra.
Vendem-se cortes de lia com barras matisadas e enfeites para roupinho e mangas, os mais f-
nos que existem no mercado, pelo baratissimo preco de 184 cada corte : na loja do Pavo roa da Im-
ratrix n. 60.
Os soutembarques do Pavlo.
Vemdem-se os mais modernos soutembarques de grosdenaples preto ricamente enfeitados, ditos
de cor de um tecido de la com seda muito bem enfeitados, por preco muito commodo : na loja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas pretas de grosdeoaple bastante compridas, fateadm operor ais no*
dema que tu no mercado, por proco muito em conta : na loja do Pavo raa da Imperatrit a. &k
Atoalhado de linho.
Vendc-se atoalhado de linho com 8 palmos de largura pelo baratissimo preco de 24500, bra-
mante de linho eom 10 palmos de largura proprio para fengoes e toallias muito encorpado a 94500 a
vara : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Crnoliuas ou balOes americanos.
Vendem-se baldes americanos os mais modernos por serem muito fortes e bem armados de 30
arcos a 34, ditos de 30 a 34500, ditos de 35 a 44, ditos de madapoln francez de diversos tamaitos a
34, ditos de musselina com babado e sem elle |Hidendo-se tirar os reos pelo barato preco de 44 c
44500, ditos para menina, de arcos a 24, ditos de musselina a 34 : na toja do Pavo ra da taipera-
triz n. 60.
BRILHANTE
LARGO DA SANTA CRUZ N. 84.
Amigos do bom e barato.
A Aurora Brilhanle este magnifico estabelecimento est na Hoa-Visla disputando a
primazia, j pelo grande sortiniento dos seus gneros de boa qualidade, j pela cominodiiUde
de pregse por isso o seu propri.tario roga aos seus freguezes c amigos e ao publico em
geral que mandem comprar para melhor se certificaren! do atmaodio.
ggg: Queijos do reino novos a 2,3iOO e .
^ Ditos de prato idein, a lihra.
jjgj Ditos do sertao novos, libra a .
gs Cbouricas novas, libra a
W Liuguicas verdadeiras do serian, libra
. Pretnutos novos do l.amego, libra a .
^ Macarrao. ulbariin <. aleuia, libra a
^ 400e.......
g| Caixas com 8 libras de estrellinha e
pevide nova a 24300 e libra .
.Si'vadinlia de I1'ranea e sag a libra.
Krvillias < grao de bico a libra .
Marmelada nova das melhores marcas
a libra.......
Caixinhas com ameixas com bonitas
estampas a 14600 e.....
Lamillas com ditas a 14400, 24400 e
Ditas com figos novos de comadre a
14400 e......
Ditas com fructas em calda a 640 e .
Ditas com peixe em posta ensopado
a 14000 e......14200
Ditas com sardiuhas de Nantes no-
i~ a.......
Caixinhas com 4 libras de farinha de
nanita a libra.....
Nozes e amendoa arroba 64 'e libra..
Garrafas com refrescos de varias
fructas a......
Azeite doce a 640 rs. a garrafa c refi-
nado a......
Potes com musanla a ..
Frascos com conservas novas a
Ditosom genebra de larauja e de,
Hollanda a (40 e .
Chocolate de varios autores a libra .
Toucinho do Lisboa arroba U40UO e
libra.......
Charutos finos a 24, 24500, 34, 44,
S4e4a caixa d 100.
Saceos grandes com milho, farello e
farinha lina a 44, 44500 e .
Alpista arroba 44500 e libra
Espermacete superior a 600, 640 o .
'J!i
23600JCODOS lapidados para agua e vinho du-
640
720
720
400
500
480
480
240
120
720
24OOO
440OO
24OOO
500
360
640
240
500
800
320
800
I40OO
14200
320
54OOO
zia 44 e
Molbos de grande sebolas a
Barricas com olachinha nova a \ ,
e libra a......
Ditas de soda de 5 libras para I un che
ou doente a 24 e libra .
Ditas com biscoulos inglezes muito fi-
nos a .......
Manteiga ingleza flor a 800 e .
Dita franceza a 560 e 600 rs. e en
barris e uteioa 520 e ffM
Dita hollandeza muito nova a 8u
Banha de porco a 320
Sal retinado o pote .... ;(!(i
(jigos com batatas nollandezas a 14200
Cha uysson o melhor que la a 34000
Dito miudinho a.....24-oo
G4000
m
134(10
JGO
Dito verde a 24, 24500 e .
Diio prelo a 14^00, 24 e lino a .
Cafe de moca arroba 94 e libra.
Dito lavado arroba 84 e libra .
Vinhos finos do Porto caada 54
garrafa 640 e.....
Ditos de Lisboa e Figueira 34200 a
caada e garrafa .
Dito branco proprio para mesa a 560 e
Dito xerez e outros finos a
Caixa com vinho Bordoaux a 84 e 94
e garrafa a.....
Serveja de boas marcas a duzia a 54 c
tan muito fina arroba24500,24e
Enxofre arrola 3420 e libra .
(aada de azeite de carrapalo a 24 e
garrafa a......
Dito de coco a 34500 e garrafa a
Massas com palitos lixados para den-
tes a .......
Tijolo para limpar facas a .
Krrilhas em latas a .
Latas com ostras americanas a .
Vinhos engarrafados tinos a garrafa
166 Tapioca nova arroba 3f800 e libra
720 Boio com graxa n. 97 a ..
2."S0f>
S4500
320
280
KD
480
GiO
14000
800
65000
13280
120
280
480
160
140
640
640
I400Q
140
320
SfMfej
hapos de sol do Pavao.
Vendem-se chapeo* de sol de seda muito eucorpada com cabo de cana e basteas de baleia pelo
baratissimo prego de 64. ?4 e84, ditos inarquezinhos para senltoia e ucuiuas a 24500: aa toja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa do Pavo.
Vendem-se cortes de laas matisadas rom desenhos muo lindos contundo 15 covados cada corte
pelo baratissimo prego de 74, ditos de edr de caf com palmas matisadas contendo 15 covados ada
corte pelo barato prego de 64 na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
U V-fvLUES
de papel fino de seda todo variado de cores de diversos tamanhos, proprio* para as testas de igrejas
etc., ricas lanternas de papel para illominagoes e velas de spermacete, tudo muito barato; n. 60 ra
da Cadeia do Htcie no grande aruuzem da exposico de Londres.
ADMIREM-SE DOS PRECOS
Das mimosas las que o barateiro est vendendo a 400 e 500 rs. o covado, fazenda
esta de muito boa qualidade e de lindos padree., muito apropriadas para vestidos de se-
nhoras e meninas, do-se amostras na loja do barateiro n. 1, junto ao arco de Santo
Antonio.
VESTIDOS JAPONEZES
Mnito bem vindos estes vestidos para a loja do barateiro que garante nao os haver
em outra loja, tendo muita fazenda, lagos, barras e muitos enfeites, fazenda de primor,
mandam-se em amostras : na ra do Crespo n. 1, junto ao arco de Santo Antonio.
Proprios para a festa do Poco.
CONSERVATIVO
DE
JOAQUN SI JlAO DOS SANTOS
23Largo do Terco23.
O proprietario deste armazem de molhados participa ao publico e a todos em geral
que tem um grande sortimento de tudo quanto pertencente a molhados, e que tem
um armazem para somente receber os gneros de maior quantidade, faz suas especula-
coes emboasquadras, e que somprepde vender por menos de 10 20 por cento da
que em outra qualquer parte, garantindo o proprietario qualquer genero sabido do seo
armazem, tanto em peso como em qualidade.
Manteiga ingleza flor mandada vir por cunta propria a 800 rs. a libra.
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris.
Banha de porco refinada, propria para pastis a 480 rs. a libra, e em barril a 400 rs.
Velas de espermacete e carnauba do Aracaty a 600 rs. o masso e 400 e 440 rs. a Hbra,
Cafe lavado do Rio e do Cear, o melhor desle genero, a 280 rs. a libra e 85eo a ar-
roba.
Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 2,$000, arretalbam-se a 4o rs. a libra.
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo i s. a libra, em barril ou arroba a 80800.
Cha de 1, 2. 31 e 4 sorte a 2*800, 2*500, 2*000, e i 5600 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa, e caada
2*ooo.
Genebra verdadeira de Hollanda, em botijas, de conta certa, marca gallo a 360 rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5(5000 rs., a arroba.
RIVAL
SEM SEGUNDO
Roa do Qnefmado ns 411 e 55,
' toja de miudezas de Jos de Azevcdo Maia & C,
principia o novo anuo a torrar miudezas pelos pre-
cos que a todos cauta admiraran, a saber :
l'ax*s de sapa tos de tranca muito tinosa 1 680.
Frascos de oleo babosa dos melnores fabricantes a
140 rs.
Utas maiores a 400 e 500 rs.
fraseos d'apua de Colonia muito finos a 400 rs.
Sabonetes muito finos a 160, 00 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o melhor, a
1*500.
Lajiis de tinta encarnada muito finos a 40 rs.
Novellos de linha com 800 jardas a 120 rs.
Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
-Frascos de macass, oleo muito superior, a 100 rs.
Biizis de dedaes brancos em caixas de vidro a
320 rs.
Papis de agullias a balo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
Dita Japoneza muito fina a 800 rs.
Duzia de sabunetes muito tinos a 710 rs.
I Bapals de agulha cora toque de ferrugem a 10 rs.
I trocas de botos de madreperola muito Unos a
560 rs.
Pecas de fita de c;, estreitas, com 10 varas, a
320 rs.
t Novellos de linha branca do gaz a 30 rs.
Carroleis de linha de cores muito fortes a 20 rs.
Cartees e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Uotoaduras brancas e de cores para rolletes a
410 rs.
Frascos de banha, peclunrha, a 140 rs.
Manis para meninos, fazenda fina, a 1 j.
Caixas preparadas para coslureiras a 1*500,2* e
| 9*000.
Massos de grampas lisas e finas a 36 rs.
Calas de palitos do gaz e de cera finos a 20 rs.
Dnxia de facas e garios de 1 boto supriores a
2*500.
Duzia do ditas e ditos de 2 botos finissimos a
6*500.
Grozas de palitos do gaz a 2*200.
Ara preta muito fina a 100 rs.
Caixas de rap coir. espelho a 100 rs.
Pcde-se toda atienro.
Custodio Jos Alvos Guimaraes, dono da loja in-
mutada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
j aos seus numerosos freguezes e ao respcitavel pu-
| lUico, que tendo de reformar no tira deste anno sen
i estabelecimento, equerendo liquidar grande quan-
tidade de diversos objectos, esl rosolvido a vender
tudo por precos bsratissimos, romo sejam :
Peras com 45 varas de franjas de linho a 3*.
Ditas com 45 varas Je galo de linho a 3*.
Laa surtida para bordar, libra a 4*.
Froco de cores sortidos, |)eca a 160 rs.
Manguitos para seniora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostosa 400. 500 e 1*.
Salvas de metal principe a 1*500, 2* e 2*500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
1*200.
Facas e garfos para sobre-mesa a 4* a duzia.
Ditas e ditos dita com cabo de marflm a 6*.
Bandejas de todos os tamanhos muito finas a i*,
1*100, 1$400, 1*600, 2*500, 3*500 e 5*.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tesonras em carteiras, a duzia a 500 rs.. 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 2*.
Camisinhas bordadas para senhora a 1*500 e 2*.
Chapelinas para senhora a 3*.
Ditas para menina f 1*.
Ctupeozinho para meninas de escola ou passeio a
1*e3*.
Flores francezas, caxos grandes, a 600 rs.
Lavas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. par.
Toaras de 15a para meninos a 500 rs., fil a 500 e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatinlios de meriii) a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botdes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tiateiros de metal a 310 rs.
Trancelins para relogio a 100 rs.
Ditos de fita chamalote a 200 rs.
EfTivaninhas de metal a 3*500.
Comeres de metal para cha a 100 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 1* a duzia.
Botoes de duraque pretas a 400 rs. a groza.
Cartas hespanholas para jogos a 1*200 a dnzia.
Casticaes trancos o amarellos de metal a 1*.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 1*.
Sabonetes muito tin i< a 1*200,1*600 e 1* a duzia.
Fivelas para calca s 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para caira a 320 a groza.
Caixinhas com alfinetes,grampos e clcheles a 320,
400 e 500 rs.
Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas eom dous massos de agulhas por 800 rs.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinhas para costura de senhora a 1*500,2*.
3,4, 5 e6*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
OLEO
DE
Mercbant
para as molestias externas dos animaes domsticos
e com especiahdade dos cvanos.
de primeira qualidade, fabricadas cora o maior
esmero, as qnaes pelo modo efficaz que matam as
furniigas, realisam orna economa de 90 (qO sobre
as fabricadas pelo antigo systema.
\EISMZ OU \L(\Ti(\(l
do gaz, cujas multplices applicacoes sao por do-
mis conhecidas : vndese ao proco da fabrica no
oitao da secretaria de pohcia, armazem da bofa
amarei la. '
AtlenQo bquidacao.
Na ra Imperial defronte do chafariz n. 35, ven-
dem-se para acabar as seguioles mertadorias,-pe-
los precos abaixo declarados, os quacs merecem
alguma attencao : meias croas para homem, duzia
a 1*600, ditas para senhora a 2*200, marroqnim
sonido, duzia a 16*, cerro a 36*000, cartas ner-
tuguezas linas a 1*880, ditas framvzas a 2*800,
sapa tos de tranca escocezes a 1*800, puntes para
atar cabello em masso a 1*600, ditos em caixinha
a 3*800, escovas muito finas para roupa a 6* A
duzia, chapeos pintados sortidos a 12-3 a daa,
ditos muito finos a 20*, facas e garfos, ditas de
pona, botdes para collete e calca, perfumara, gaz,
linha do gaz, clchete?, e muitas mais cou se me torna enfadonho estar apru.-oniando : as
pessoas que precisaren apparecam, que faro ne-
gocio, visto a vonrade que o dono tem de acabar.
Sen liares lamanq ueiros.
Na roa Imperial d. 35 vende-se marroqnim a
16* a duzia, fitas de la sortidas a 160 rs. a pees,
bezerro idem idem a 36* a duzia.
Cal de Lisboa e potassa da
lliissia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros a& novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qualquer. parto.
Em casa de Mills Latham C, na ra d-
Cniz n. 38, vende-se forro galvanizado df um doa
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers
tas do casas.
V
boa
Rndese pedra de alvenaria Truta de muito
. j qualidade, mui propria para ediHca^oes c
principalmente para alicerces, que turnam os
edificios muito mais solidos, se fornece qualquer
quantidade com presteza e posta no lugar preciso,
eom vinte por cento menos do que 0 proco do ti-
jolo geralmente usado. Heeehem-se as encommen-
das na fabrica da travessa do Carioca n. 2, caes
do Hamos.
Franja de laa para ilebrunhar tapetes a 2* a peca.
Palitos de fogo, pro'a d'agua,a 1*a groza oa 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sortimento de muitos
mais otijectos me se tornara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
Juidar : na ra do Crespo n. 7, e ra do Impera-
orn. 59, jauto ao pasto, e casa da liquidacao.
ai ixovv
No armazem do A villa, no Forte do Mattos es-
quina dobceco da l'.oia vende-se. cal de Lisboa a
mais nova que ha no mercado a 3*500 o barril.
ESCRITOS FGIDOS.
>
No dia ISdedezembro do anno prximo p.is-
sao furiram doengenho Mussurepe dous osera voz
do mosteiro de S. Beiito d Olinda, a saber : Joao
Damasceno, pardo, estatura mediana, grosso do
corpo, cabello crespo, barbado, muito cabellado nos
peitos, e atrojando no alto da cabera, id.vlc do 30
annos, pouco mais ou menos; e Henedieto, crion-
lo, sera barba, vista meia espantada, rosto largo,
falla meio tato, constantemente fuma cachimbo,
estatura regular, idade 30 annos, tem sido ambos
encontrados e vistos em diversos lugares, qur no
Recifo, qur em Olinda, e mui principalmente as
freguezias da Boa-Vista, nes lugares Trempe e
Monteiro, e em Olinda no Varadouro : rogase as
autoridades policiaes e capitaes de campo a captu-
ra desles escravos, e sua entrega em Olinda ao
Rvm. padre D. Abbade, no Recife ao Sr. Zacaria
de S. Isabel, ra dostanoeiros n. 1, on no enge-
nho Mussurepe, ao seu administrador, que STarf
generosamente recompensados.
Fugio no dia 18 de dezembro a escrava erioule
de nome Anna, com os signaos seguintes : baixa
seca do eorpo, bracos curtos, maos pequeas e um
pouco grossas, anda de vagar, levou vestid do
palmas encarnadas e de prevencao um de liu eom
listra verde debruado com fita de velludo preta e
um chales preto com palmas encarnadas : portan-
te quem a pegar leve-a ra Velha n. 55 ou de-
traz da matriz sobrado n. 33 em frente a ra da
Gloria.
fosepha fugio.
Ansentou-se da rasa do Maranho. na ra da
Aurora, aonde se artiava para ser vendida, no da
8 do crrante, a preta Josepha, crenla, de idade
quarenta e tantos annos, levou vestido de cassa o
chale preto ou azul escuro, quando anda na ra
tem por costume fallar so, tem o andar aprrssado,
estatura regular e secca do corpo, andava outr'o-
ra vendendo bolos todas as urdes : quera a pegar
pode leva-la a seu senhor II. de Aquino Fonseca na
ra do Vigario n. 19, terceiro andar, que se re-
compensar.
Umtsivo fagldo.
No dia 4 do crrante fugio o escravo Baztlio.
crioulo, sutura regular, seeco do corpo, cor ama-
relia, sofTre de frialdade, tem falla de denles na
frente, ps apalhetados, tem calos nos ralcantiare,
pisa muito de vagar, levou calca de brun pardo,
camisa branca, chapeo de massa preto muito u-a-
do: quem o pegar, leve-o ra Direiu n. 30, pi i-
meiro andar, que ser gratificado.
fcscravo Cujcid.
Fugio doengenho Maxieaubn. coman-1 do li-
moeiro, a escrava parda de nomo Anlmta. idade
36 annos pouco mais ou menos corpo seroo. airura
regular, una orelha murcha, dontt's limados, eom
cicatnzes pelo corpo. Esta escrava I m
nesu eidade, est fgida deste I" de no**mi re d
anno pausado. Quom taapret
praoa, rua do (Juiimadoloja de ferra^en.s n.
no mesmo engenho que ser gratificado.
.y,,*--


8
Diarlo de Pernambuco Terca felra i O de Jincho de f 164.
V"
LiTTERATRA.
0 fie rae pelo mundo.
hendcndc nella a da Suiisa. Filemos um esludo. ses para a conservago da paz geral da Europa. Teremos, a rcspeito disso, de pedir alguns es-
coiiscieiiciuso das razoes que levaram os sgnala- Tudo q,ian< poder eoniribuir para este llin to clarecimenios do governo (ranees.
rios dos tratados a enar sernelhante situacao e des,'Jav,!l. n*' P** deliar e ter diieitos i minta O principal poni a establecer seria abate
d'.lhi n '. / ? approva.ao. Apressome. pois, a levar ao conheci- que conviri i dar reonio de um congresso. Pare-
Mi i mugimos que partirn de considoraeoes po- ment de vossa magestade qne acceito o seu ron- ce-nos difllril que urna simples negago baste para
lunas e militaros. (|nc timhem conservaram o seuvt.''' c 1"o n;\o deixarei de certo de dirigir-me formar o programma do dclibcracoes to impar
valor pira a Suissa e para a Europa.
Osf el >- desde cuino mudaran de aspecto |
...aces lao impor
ah, se o concurso das outras potencias se poder lantes.
alcancar. | Desejariantos tambera saber como se deve ia-
l'osso deinorar-me tanto em me associar as lerpreter a declaracio do imperador dos Franco-
C ntlnnai k i dar em Mfman a< respostas en-
S j miperador Mapolead III, acercado
l. Do anaelho federal Senhor
n t ivo inters*
M '-v I. a confederarlo suissa; assim romo os elle doria resultar tana Suisvi difiere"eTenriaf riai" p<" 'confe l",'",'ia enir.'gar-sc com inparcia- cadosem moitos pontos! Outras esttpnagSa in-
sdo'ouhw estados, a ura gnu .".' f ; hdade complete indagacao dos meios nuis pro- lernaeionaes os tem por vexes substituido, como
aquella qu< em todo o principio, hou- prios para assngnrar o bem-estar feral dos povos. no que cencernente a Blgica, O que elle* eonti-
fundar, em principios ampios, justos e duradou- nham de pessoalmente offensivc para o Imperador
1 ros, a manutenco da paz, e procurar ao mesmo Napoleo foi definitivamente affaMado. <> rom o as-
j as relagoes que levaram i creaead projertada na- ; inlenrr,-'s generosas de vossa magostado, porquan- es relativa ns tratados de 1815. Hesitamos em
enhor -Ti vemos t o quella poca esto profundamente modificadas f 52. ,,,0,% *" ";" '':'"' vlM;ls mbicio- acreditar .| m o governo francez done aquella de-
i asmo pioiiirmamcni. moumtauas. sas MllltlVl,s (1)l ,.,,,,, ., .,n;m hvaih. a claraco ornis lato e rigoroso sentida
>e da caria em qae i. Si bsiste de eerto o direito, mas o penhor que eWB t-fros por interesses particulares, e podo Ecerto que os tratados de tSIS Ibram modill-
giu Deus nao conceder sua companheira olhos a,,,, .ip. _o- a t~>.,i .. i_
to brilhant.-s, Tronic lao pura, perW tao seduc- m"u rid?f *"
Tora^S^^^ ebamar oSr.de
Oh i naot O Autor de....as perfeigfcs de certo T^L qu?p o^tragaoo ^ unto
que
direi -
jada-... Sem i>so, que -na df
nos !... Sea senlwra de TreuH captivun-,* Sr
nocollocou urna pedra inerte e 'fra n'aquelle' a, ~rlt^n" "* ,r?ft T r
corpo animadiss.mo de tanta moridade e belleza. *"/" ,,i>k ZL ,1 ," f 'i'
de con?:.- mi-inacional. 0 nteneio do Belbedar.
V. M. convida a urna mediacao acerca do C5- O ronsciho Federal reclamou como era do seu
n b do- div irsoa pafans e apona os per gos o o daver contra a situacao creada pelo tratado de reu-
qu.isi por loda a parte v a paz geral. Propoc qca *> da Saboya Franca, de 21 de marro de 1860;
so regulo o presento o assegurc o futuro, antes que e solicicou das potencias o escame do melhorcs dis-
aconteci ment,- inesi.-l^viis arrastem as cousas en posicoes para substituir as antecedentes, n ques-
iin'ra-rio.
A eont d.xacao suissa, a quem a natureza as- mo nao pode ileixar de renovar boje as suas recia- do a iniciativa d'uma obra feliz para os principe- consequenria'de ser mlhoradas o'u consolidadas.
sjni como a historia e os tratados tem creado uira macoes. e para os povos. Se o governo francez quizir designar-nos as
PmvAo neuiial no meio da Europa, sabe aprec.r O eonselho federal rompraz-seem esnerarmie Jtilyar-me-hei foli/, se as circumstanrias me partes di-sse edificio qne julpa mnito defeituosas,
tod ,s OS beneficios da paz. Conhece o valor ine, o governo do imperador ha de concorreV para a sT'ranos da Europ """S """'" "" dS M"* ?"-,nrom|,,.,,,M ? ^uizcr M '~>
i fragas, quo, al enlao indolentemente dorm
lavam dar voz e oalorao que. at'ali. era mudo
-\ singlar o que .heouco! -res,......leu f ^Jaf H'JSZ
Sophia, que havia escotado o enthusiasco man- ,,ri,,ecto.s K u. .',, -
dft, em o comprehender A senhora de Vilteaux [(,,.
de Courtalin, devoria dar-lbe es paraU-u' pelo
' Inuinpho. M-- ..... -*' i
que i -i'iii r.--a sua lin^uagetn se pa-
do colisa
reea '
Experimenta va surpreza e prazer ao mesmo
iciiqio. Simultneamente recelosa e extasiada,
era dominada pela dupla influencia da mocidade e
lempo regular, de urna nianeira equitativa, as sentimento geral da Baropa. Mas, lera dos casos
qocixas que, de mais de um lado, se tem feito ou- en que os amigos acios foram formalmente dero-
vir, evitando esmagar os direitos Icitimamento gados,consderamo-los como existindo sempie.e ida ternura, e ehegoa'a acreditar n'aqueMe mo-
adquiridos. e tratando de sustentar comescrupu exacto ipie ainda formam, ueste momento, a base ment que amara o marido.
losa observancia os deveres .|ue dellea provm. dodireito publico europeu. Nao conteslamos que a I Apenas Soube a senhora Sorbier do convite fei-
(ao licou desde enlao pendente e por s ik^. ,,_ I:_ P oconsc- alcancar, seria para si urna eterna honra ler toma- las parles daquelle conjuncto e que carecom por
(imavel de urna consagraco livre e reciproca dos solticao satisfactoria Ueste assnmpto.
. para se realisar urna empre-
Km urna no- za tan salutar,, e particularmente porque en eneon-
tempo as alteracoesque encontr til fazeiem-se,
receberemos taes preliminares com o sincero da-
direitos e dos deveres Ue cada um, verdadeira batie de 17 do margo de ISiJO, S. Exc. o Sr. ministro ,rana occa!,|'ao de vos renovar pessoalmente as se'P defaci itar um accordo. Poderemos enlao pro-
Pranr* r..,.,,,,!,,.^;, segurancas de minha alta estima, e da minba inal- puneiar-nos com conhecimenfo de causa a respei
fiei|innla.lo duuas de >a
Ah '
nada meocnina Im Hiaouviu a sen man- ^?l*2!Tl^5>mm+, ^
se as propofcias que V. M. se digna de fanr-nw.
Os tratados existentes proclamam a inviolabi-
lidade, a neutralidade e a independencia do nos:*)
temlorio. As clausulas a que se rolaron nao tem
sondo o menor ataque, e, escrupuloso ob jervadir
das suas obrigaedea iulernacionaes, o povo suisi
lem revindi ado e defendido, a custa dos maiores
sacrilieios as garantas que Ihe estao asseguradas
Essas garantas estao tambem nos verdadeiros in-
teresses da Europa e as alias potencias niio pode n
deixar de reconliecer, hoje como outr'ora a sua
permanencia e necessidade.
deumM.iceroecordcaiaccordo enfre as nacoes. dos negocios es.rangciros de Franca reconheeia teravel mizade com que lo da oppo.tunidade e van
Nao podemos, pota, deixar de acribar com nteres- qe baria lugar para examinar, no seu entender, Senhor meu irado e amigo, de vossa mages- congressVpar" consummTe^ missL
como as estipulaeoes de 1815 se ligavam, neste tade o bom irmao e amigo C>7w. Reconliecemos c laslimamos, como o governo
ponto especial, ao conjuncto das disposieoes resol- ** l)o ra rf Siixonia. Sr. mru irmo. A francez, a in situacao em que se encontram di ver-
vidas para asegurar a neutralidade suissa e nao carla que vossa mag''stade imperial se dignou di- sos pontos da Europa. Esta situacao, porm, par-
' hfsiiiva (un iivliru ., i>-r,,>,. ,,.., a- rlSirn,c em 4 deste mez, -me diiplicadamentc cial, e o remedio ser peior qne o mal se, para
hesunaemdtclararqueal-ranca eslava d.sposia pm.osa. E-me permitlido ver nella um testemu- apasiguar certas commocr.es, for mistar lancar a
a adoptar todos os meios lembrados, j pelo inte- nho de conflanea que me honra, e pm-me reco- perturbaba > na Europa infeira, fazendo-lho pade-
resse geral, j pelo particular da Suissa. nhecer ali mais urna pro va do sincero desejo, que cer nma frinsformacao radical.
t Em nota de 2G de marco do mesmo anno S ^ossa "'agestado tem de assentar as bases geraes Nao ser este, de cerlo, o pensamento do go-
Pre Sr mmwim h,-- '*' da ordem e da paz, nicas garantas verdadei ras verno fran-ez, que nos dou, nos ltimos tenipos,
Exc. o Sr. minero dos negocios estrange.ros de- do bem-estar dos povos e das vantagens que ellos i penhores de perfeita moderaco.
clarava que o governo do imperador nao julgava auferem da torca dos seus governos. -Nao esquecemos, alm disso, que se trata lio-
dever alterar nenhuma das condices legitimas so-' Kao wai0 deixar de formar os moldures volos ja ante- de conservar que de dar a paz Europa,
bre as quaes so funda a neutralidade da Snir pcl b"m ex,l0Jde uma ,ao nobr empreza, qual O tratado le Weslphalia poz termo a trinta annos
*T~ ;",,,. neutralidade da buissa, e, VSsa magestade traca sabios limites, dictados por de guerra. As lulas sangunelcntas queantecede-
nte, como lestemnnho de suas in- um grande espirito de justica e de lealdade, afas-|ram os tratados de 1815 nac duraram menos
Promptas a tomar parte, em nome da confede-
rafao suissa, as solemnes deliberaces que seai-
nunriam, cumprimos o dever de manifestar V. !l.
o nosso recouhecimento pelo seu leal appello e a
esperanza de que nos ha de conceder o seu apoio
eflleaz uas questoes que tocam o nosso paiz.
Julganu-nos felir da occasiao que V. M. n)s
oruece para podermos defender os nossos direi-
tos o os nossos interesses no seio da reunio inter-
nacional.
t Faremos votos para qoe o concurso dos sobe-
ranos e dos governos da Europa alcance o fim que
V. M. se propoe, e para que as quesles, que axi-
tam e ocenpam os espirites, tenham uma soluc.io
que correspouda as legitimas aspiraedes dos po-
vos.
Aproveitndo com interesse esta occasiao para
renovar Y. M. I. as seguranzas do seu profun lo
respailo, o eonselho federal pede a Deus que o le-
naa, e sua augusta familia, na sua santa guarda.
Dado ein Berna, 23 de novembro de 1863. -
Km nome do eonselho federal suisso, o presiderle
da confederado C. Fornerod, o chancellar Schiess. .
Ktt carta loi acompanhada da seguinte nou do
eonselho federal ao ministro da ronfederacio
suissa :
Sr. ministro.O comeUw federal receben a
carta que S. M. o imperador Napoleo se dign)u
dirigir-llie, para convidar a confederaclo suissa
como os outros estados a participar de um congr s-
te europeu. O eonselho federal acolheu com a :a-
liriiude que comportara um convite de tal grav'na-
de, suiceptivel de produzir tosalulareseffeitos ras
relacoes iulernacionaes; e por isso chama as ja
altviico para as observafdes que seguem, e as
quaes explican) o sentido e o alcance do assen.i-
inento que o eonselho deu proposta imperial.
c Chamado a associar-se a um projecto de con-
gresso internacional, o eonselho federal nao poda
nem quera deixar de aproveitar a occasiao que se
offereria Suissa para defender propriamente os
seus direitos e nleresses. Mas acolhendo a idea
com satisfago, o eonselho federal deve, pela que
Ihe respeita, reservar, embora comprehenda os st us
deveres, o carcter geral e europeu da reunio in-
dispensavel para examinar as disposieoes dos Ira-
Dos, para as confirmar, para as modificar ou p;,ra
eslabelecer novas clausulas.
e Os antecedentes da Suissa, a sua constante
neutralidade, fundada na historia, em a'naturexae
no traudos, a obrigacao de observar escrupulosa-
iueute uma poltica recta, independente e equitati-
va para com todos, implicam sernelhante reserva
aindaquandonosabstivessemos de mencinala.
t Urna reunio de estados livremente ronsent da
suppoe, para cada um delles, a faeuldadode acc ri-
lar ou nio, sob a responsabildade, as estpulac'ies
que pasm estabelecer-se. O eonselho federal n
tende dever manter, para as resolugoes que res-
peitarem Suissa, essa lberdade que nunca foi
contestada, reservando para a auteridado superior
da confed'-racao o direito de dar ou de recusar o
seu assenlimento, segundo o que Ihe parecer jisto
e conveniente.
Se o congresso se realisar, o fim que Ihe est
designado trabalhar para a conciliacao da paz ge-
ral pelo exame dos tratados de 1813. Esses ira.
lados cout.ni as bases do direito publico europeu.
Plenameute em vigor na parto relativa a Suissa os
referidos tratados fixaram-lhe os lmites e o terri-
torio, proclamaran! a sua neutralidade, a sua inde-
pendencia e ntegridade, como estando nos veida-
deir is interesses da Europa estabeleceram pe-
nhores em seu favor, queram dar-lhe frontt ira
forte e militar para poder ser defeodida com tom
xito.
t Governando-se, desde enlao, sem difUc^ildade
na esphera que perlence aos^sudos independ pu-
les, a Suissa usou do direito de livre constituirao,
e nSo lem senao a louvar-se do estado de cousas
iuau/uradas pela vontade nacional.
t Mas es referidos tratados sofTreram em al gu-
ias partes alteracoes ou inodificacoes mais ou me-
nos profundas, e nao pode deixar de se concor Jar
quo para sanecionar a existencia de urnas ou para
apropriar certas disposieoes de outras aos progies-
aos da civilisaco e s necesidades dos povos.
preciso cuidar em examina-las com vantagem. O
eonselho federal nao pretende todava analysar a
questo na generalidade, e demorar-se-ha no que
respeita particularmente Suissa.
t As consideracSes que motivaram os penhores
dados ao nosso paiz, os quaes eram fundados jos
interesses permanentes e de primeira ordem, sub-
stem con a mesma forca. A Suissa, por seu
lado, anida nio dexou de cumprir todas as ol>ri-
gages que Um i erienrem, e as altas potencias i in-
da nao deixararn de reconhece-lo todas as vezes
que lerna tWe occasiao para isso. E' o que se deu
particularmente por occasiao de responder n .ti-
fi.Mi-o de 14 de u.aio de 185!), acerca da neutn li-
aoV da Snfswa, e ainda po^teriormenle. E' por-
tanro com a firme conviegao de quo os inesi ios
principios encuntrarao, se for necessario, egual
sanc in, oue o eonselho federal ver que um con-
gresso discute tao importante assumpto.
t Ha, |, ne,.i, um ponto especial que deve men-
etonar-se aqoi, e a neutrasagao da Salwya. Os
tratados BsabelaoMi por dlferentes vezes a i ea-
traldade de alguinas partes da Saboya, compre-
tengoes. o artigo do tratado de 24 de margo, as-
sim concebido
Fica entendido que S. M. el-rei da Sardenha
lando antecipada mente toda a idea ele projeetos
ambiciosos.
Se os gabinetes da Europa quizercm prestar
o seu concurso ao cumpnmento desta tarefa r-
tempo.
As importantes transformages consumadas
as referidas duas pocas eram a consecuencia
inevitavel de uma longa soriu de commogoes vio-
lentas, corr as quaes, Deus louvado, os temos
actuacs nao tem nenhuma semelhanga. as trans-
aegoes que o estado presente da Europa pedera
provocar os effeitos deveriam necessanamenle ser
proporcionados s causas.
Queira, meu principe, regular a sua lingua-
aem por estas consideragoes, 3 exp-ias ao Sr.
Drouyn de Lhuys com amigavel franqueza. Inter-
prete dos sentimentos exprimiilos pelo imperador,
nao pode iraosfenr as partes neutralisadas da dua, sea Allemanha, principalmente tendo frent..
Saboya, seno sob as condgSes com.que as pos- as *u duas grandes potencias, se associar, jul-
se,*e que pertoacera S. M o imperador dos Kar_mene' feUZ de poder coutribuir para ella com
Francezes enlender-se a esle respeto com as no- S mpde-s,os_meios d(! . re-"''" com as po- vossa magestade quanlo os principes da Allema-
t tencias representadas no congresso de Yienna e nha, fielmente dedicados aos seus deveres federaes,
com a confederagao helvtica, dando-lhes os pe-'mas exemptos de todo o espirito de jireconceilo
c nhores que resultara das eslipulagoes reteridas 9U dR PrevenCo, eem peito prender os lagos de
no presente rtico I amizade e de boa inlelligencia com os seus visi-
r ,mB. nhos, e manler as mutuas relagoes sobre a base nosso augjsto soberano, informar o governo
O ministro procurava tambem tranquillisar o solida de urna conflanga reciproca francez do sincero desejo quo nos anima de unir
eonselho federal, porque de certo no futuro poda PeC a vossa inagestade imperial que acceite os nossos aos seus esforcos com o fim de realisar
discutir as garantas que tivesse em vi rinde de 5 c*;rc?s;40 *"f> sentimentos, assim como os apacilicago.
um icmr.in nrn0 .c f que "e renov, com a dedicacao de alta estima,' Mas para qae esta uniao possa effectuar-se fran-
um accordo europeu, t as quaes fossera mais 0 inalteravel amizade que Ihe vola, e com que so camente e nroduz.r os seus frurtos, esseneial que
e proprias para realisar as suas relagoes com a Senhor meu irmao, do vossa magestade impe- o governo francez defina os intuitos com mais pre-
t neutralidade permanente da Suissa o fim des es- rial imm "nao Joao. (Referendadaj Baro de cisao. Para, levar a um congresso o nosso leal apoio
tipuiages relativas neulralisagao de uma par- Bf2't*'; ____-. jdevemos conhecer previamente o programma
i i Simv ;^. ___. ii-.- i 5- rn Wurtembfra. Sr. meu irmao. exacto de ;uas delioeracoes e ficar certos de que
te ai &aiw>a por isso o governo helvtico nao Foi com a mais viva satisfagao que encoutrei, na esse prognmmacontm as necessarias condiges
t devia temer que este interesse nao tosse regula- carta que vossa magestade me fez a honra de me, para preparar a elaboragao de uma obra de paz e
do de um modo satisfactorio. i escrever em data de 4 deste mez, uma nova e no- conciliagao.
tavel prora do desejo que tem de chegar, por Receba, etc.
Era uma circular de 7 de abril do mesmo anno meio de um cordo directo entre os soberanos tReckberg.t
S. Exc. o Sr. ministro dos negocios estraneiros" 5m,g0S e a"iad-os da Fran?a> a Suluo P301"03
linH* .nnnn,i ? v g, ""o*6"* das graves questoes que actualmeHte agitara a Eu-
amda annunciava que a Franca eslava prorapu a ropa, e ameagam alterar as relagoes internacic-
concertar-se com as potencias, acerca das clausulas naes.
relativas neulralisagao da Saboya. Ea nao noderia deixar de desejar sincera-
mente que as obres intengoes de vossa magestade
u eonselho federal podena remelter, em rae- imperial, jnspiradas pela avossa solicitude, pela
mora, outras declarages anlogas, porm nao se consolidagao da paz geral, em bases solidas, pos-
sa encontrar o concurso unnime e cordeal de to-
Ihe figura isso necessario. O eonselho nao pode
das as potencias europeas.
duvidar das dsposigSes do governo do imperador. Pje vossa magestade. pois, ficar persuadido
em associar-se ao accerdo de uma questo lao im, de que, compenetrado deste sentimento, nao deixa-
portante, e acredita com franqueza que elle acolhe- rei de me prenunciar n'este sentido junto dos
r favoravelmente as reclamagoes que a Suissa se ff nif^f,Sdn.snm fmbros da ,dieta R';rmfira-
* frocurare egualmente fazer prevalecer estas dispo-
reserva formular. sigues favoraveis aos projeetos de vossa magestade
As antecedentes observagSes, Sr. ministro, de- no s?'0 da propria dieta, menos que as das po-
monstram claramente o pensamento do governo fe- tencias da Europa, cuja cooperagio se deve cons-
deral. Tanto a lealdade como as nossas boas rea- derar como indis|.ensavel a solugio das questoes,
ges com a Franga exigem de nos que o encarre- tae tem de sersubmettidas deciso do congres-
gnemos de commumcarestnsobservagSes S. Exc. so projectado, nao venham, em consequencia de
o Sr. Drouyn de Lhuys, ministro dos negocios es- ulteriores e mais exactos esclareeimentus que se
trangeiros. esperam da parte do gabinete das Tulherias, sus-
Pira o caso em que as potencias convenham fi'3'" obstaculas que passam fazer abandonar o pro-
antes da reunio do congresso, em redigir preli- jeclo da convecaeo de um congresso europeu.
minarmente o programma dos pontos que se devem < Manifestando-vos es meus agradecmentos
tratar e dos assnmplos que se devem resolver, o mais aflectuosos pela amavel hospitalidade que vos
eonselho federal nao duvida um instante de que as dignaes offereoer-me na vossa capital, aproveito
reclamagoes que se reserva formular concernentes esta occasiao para vos renovar as segurangas da
Suissa, scro comprehendidas m>sse programma, alta estima e inviolavel amizade com que sou
e que em qualquer eireomstancia ser admitudo a Senhor meu irmao, de vossa mageslade bom
justifica-las e sustenta-las. irmao Guilherme.
O eonselho federal rereber com reconheri- 6-* fo re da Batiera. Sr. meu irmo.Rece-
mento as communicagoes que S. Exc. o Sr. mnis- bi a carta imperial que vossa magestade imperial
tro dos negocios estrangeiros de Franga se dgnar dignou dirigir-me, com data de 4 deste mez,
fazer-lhe ulteriormente, acerca deste assnmpto. para me propr um congresso que se deverla reu-
Receba, Sr. ministro, o protesto da nossa alta nir em Pars, afim de alcangar as bases de uma
considerago. parficago da Europa.
Berna, aos 27 de novembro de 1863.Em no- Nao posso deixar de fazer justiga aos senti-
mc do eonselho federal suisso.O presidente da menios elevados, que inspiram aquella proposta.
confederagao, C. Fornerod.O chanreller, Schiess. Os tratados de 1815, em qoe boje repousa oedifi-
-2.* Do presidente da Confrdcrarao-Gertnanica. ci poltico da Europa, nao ignoro que estao, em
Senhor. O convite para um cong
magestade dirigi 4 de novembro ultimo aos
'resso que vossa mais de um Pnt0 destruidos de facto, ou desco-
ihm niiimrt s nhecidos. Nao existe, pois, raelhor encargo do que
poupar no futuro os abusos quasi inevitaveis deste
principes soberanos e s cidades livres da Allema- estado de colisas, regulando de arcordo rom as ou-
nha, considerado pela Confederago-Germanica Iras anuncia as questoes litigiosas do presente,
come testeinunho dos senlimentos de amizade de (luaes nao >** *W applicadas as dspos-
vossa magestade e do seu desejo de assegurar V n^,c ,ralados-
rm,,nrT n. *" Ouso esperar que a proposta de vossa. mages-
Europa os Iwneflcios da paz. lado imperial, seguida de ulteriores esclareci-
Chamada pelos tratados fundamentaos a ser raemos a esle respeito, ha de tambem encontrar
principalmente dirigida por intuitos pacficos a n.is Pt,leU(''as direetamerite interessadas na solugao
Confederago-ermanica nj pode recusar o seu S^'l!lmm ********* ***-
concurso a um projecto,tendente assegurar a paz NVsia supposigo nao hesito em adherir
e a ordem da Europa. proposta de vossa magestade imperial, e conside-
dAherndo francamente idea pacfica de vossa rar-me-hei feliz de eoncorrer para a obra da paci-
msgestade, os principes soberanos e as cidades li- J^*0 gera1, ,oraando Parte as futuras conferen-
vres da Allemanha de.xaram de concorrer, com 'Aproveito esta occasiao para vos renovar as
esperanga de bura resultado, para a realisagao segurangas de alta estima, e de inviolavel amizade
desse proposito, se os tratados que estabeleceram com qu,; *ou
a oiifederagio-Germanica, assim como o edificio ^'!,h"r m ,So' dc V0Sia niagesude im-
perial bom irmao Max. -
poltico da Europa, nao fossem considerados como
base das negociagoes.
Sem descouhecer que os tratados, mais solem-
nemente consagrados, nao podem ficar inalteraveis
7* Uo rei do Hanovre.Sr. meu irmao.- Rccebi
com tanto prazer como reeonheciraento a carta
que V. M. I. se dignou dirigir-me com dala de 4
dote mez.
Regular as desintelligenrias que existem por
durante o curso irresistivel da historia, a poltica meio.de um accordo feral das potencias europeas;
pacifica uan pode negar o principio de que qual- tranquilsar a inquietaco que augmenta ineessan-
quer modilicago, ou annullago do um tratado, teniente e que embaraga, ou retarda o desenvolv-
deve fazer-se com o assenlimento dos nteressados ">'""daprosperdade dos estados ; paralysar os
9 esle principio que encomiar a norma dos de! *'W d,,b, Partidos subversivos; assegurar h-
.,.,,.,. .. u .. nalmentc alranquillidadedaP.uropaairaslando to-
vere.N o titulo dos direitos e o limite das preten- da acveuliialidade de urna guerra, o servigo
otea, que a iuitatva e sagaz circumspecgao do mais nota ve I que se pode fazer causa da rvili-
vossa mageslade reeoulieeeu neuessaros para a sago, nma empreza que deve obter os sulTragios
paeiUeacao Ja Europa. d,; lod(,,s aquelles rujas aspiragoes tendem ao bem
^ r estar da bumanidade.
A data desta base de negociagoes, ser pos" i ,. .....
... V. M. acaba de tomar a iniciativa propondo
sivel designar previamente, com o assenlimento para ri.BU|ar o presente e assegurar o futuro em
dos nteressados, as questoes iulernacionaes que o um congresso. Presto homenagem ao pensamento
congreso dever regular, e dar Europa a segn- elevado que guin V. M. I., e agradeco-lhe sin-
ranga de que, em vez de ser origen, de novas di- SS5^*pr^ "" aSSCar-me
vergeucias, pora termo as que existem. Espero que a Allemanha, especialmente a
. Conforme com estes intuitos, a Confederagao"' tS^S^&S^S^ TJS2Z
Germnica esla prompla a aceeitar o convite de prestar o seu concurso ao encargo que V. M. I. se
vossa magestade, c a tomar parle no congresso, impoz, e neste caso terei mnito prazer de coope-
fazeudo-se representar uVIIe por um plenipoten- rar- ,anl" 'luan! ,':, P*">l Para a reahsaeo da
. r obra que emprehende.
cano especial, que se encontrara cora os repre-. No entreunto pego-lhe queira aceeitar as se-
seuUales dos meuibros da Coufederagao-Germa- gurangas reiteradas da alia eslima e da invi..lavel
nica convidados por vossa mageslade. ; amisade com que sou, senhor meu irmo. Do V.
.... ., M. I., bom irmao -Jorge, rex. Referendada Conde
Os principes soberanos e as cidades livres da e piui,.n Hallermund.
Allemanha alimentara a esperanga de que vossa
magestade reconhecer, que estas francas explica-1 Despacho do conde de Rechberg ao principe
cues lestemunham os seus sentiinenios de amiza- de Melternich, einbaixador da Austria em Pars,a
de, e solicitude cora que apreciaran) a proposta que se refere a carta do imperador Francisco Jos,
feila por vossa magestade e o desejo de que essa que j publicamos, acerca do convite para o con-
propc^ta seja fecunda em felizes resultados. gresso
Os piincipes soberanos e a cidades livres da Vienna, 17 de novembro de 1863.
Allemanlia rogara Deus que tenba a pessoa de Encontrar junta una copia da carla do im-
vossa magestade em sua digna e santa guarda. perador, nosso augusto soberano, ao imperador nem toa sugr : a miiiha gros'eira faianga poda mano, ui
A Confederaco-GcMiianic.i, e, em seu nomo, Napoleo. Poueo tenho que accrescentar as pala- f.rir-lhes os beicos. Com que ento V*es com se. Sel
o mini-tro d'Ausiria, presidente da dieta, Borde vas de S. M. para Ihe dar a conhecer os intuitos tua iriulhor, nao assim ? l por casa o lenco, foi uma vez urna Sopha !...
de Kubeeh: do governo imperial a respeito da proposta de ura Cunta coraunsco. Supina agilava fnrteniente o leque e com o bi
3.' Do rri da Sutriu. Sr. meu irmao e amigo, congresso europeu. N'essa mesfha larde de Mauricio parte Sophia noeulo finga observar uma genhora Inflen, que
- A caria que vosea magestade imperial se dtf- luteirainente conformes com o governo fran- do convite que haviara tido. Ella acceitou de bom baria dado raga moda dos turbantes.
non escrever-inc (em data de 4 deste mez, foi-me coz acerca ilo desejo de consolidar a paz na Euro- grado. Nunca Mauricio se juI;mu tio feliz: pac- A senhora de Yitleanx, que bem sabia o peso
entregue pelo seu enviado. Julgo dever responder pa, julgamos ipie um accordo relativo aos meios ceulhe que um novo edn se Ihe franqueara, que devia dar aos lelos dj) Mauricio, olhou para
Mauricio le Treoil.
SKGl.NDA FAHTK
(Continuago.)
Os amigos de Mauricio, certos de se nao encon-
traren! com o tcrrivel e odiado capitalista dos col-
leles amarellos, tinhain voitado de novo officina,
uns apoz outros. A presenga delles fez renascer
n'aquelle recinto dias antes eccoando com loucas
parlengas e conversagoes insupiwrtaveis uma no-
va vida alegre e placida. Porem estas visitas de-
rara causa a iufinilas reenminagoes da parte de
Agatha Sorbier. L'ns enlamcavam as escadas.outros
nao se desviavam quando encoutravain alguein no
portal; estes fumavam sera censar e derrama vara
por toda a casa um cheiro tal, que nem o da mais
rels lasca. Mas, sobre todos, um tal Lamber! usa-
ra um pa ci inadmissivel nusmo na mais pobre
ante-camara. Era absolutamente impossivel dar
entrada a -emelhantes senhores: davam bera a co-
nhecer qi.e nunca tiuhhain posto os pea u'uuia
sala.
Um dia, em que ella rapizara, o mesmo capitulo
e cem na s vivacidade, respendeu Mauricio :
Nao se afilija, niinha cara, sogra ; temelhantes
senhores, romo Ibes chama, quando se resolvt-ram
a voltar minba officina, foi com acondigo deque
eu os nao havia de obrigar a irem s salas.
Agatha fez-se vermelha como urna papoula Cha-
mar-lhe sogra era flagella-la. Mauricio bera o sa-
bia, e era o nico epigramma que Ihe diriga,
quando qieria raortlica-la.
Uma ni. nli.iii entrn na officina de Mauricio Fe-
lippe, aeonuanhado de Laura.
Meu amigo,disse elle nao estamos conten-
tes eomtgo... Que o que leus feito ha tres me-
zcs?
Trabalho...
Felippe encolheu os hombros.
Qua frabalhas Quando muto, enfarruscas
papel 1replcou elleQue O que ali veto? Uma
ridicula pjntade panno.romduasarvorese ummoi-
nho... uma. bugiaria propria pan pendurar as salas
dealgumadessasbaronczas de loucadosguarnecidos
de raraos de flores, cuino as que usa tua sogra!..
Dize-me : apossasle-te do cofre de teu sogro e fazes
d'elle radeira para te repotiear indolentemente,
raeu ricas-o raandrio?..
Mauriciino Ihe deuresposta : correu ao fundo
da sala, deu volta ao cavalete, e tirando um panno
de sarja \erde que o cobria, patenteou aos olhos
do seu amigo Felippe ura grande quadro meio pin-
tado.
Laura siltou um grito admirativo.
Felippe, surprezo e alegre, tocou com a mo
no hombro de Mauricio, dizendo-lhe :
Muilo bem I muito bem I Isto sim, chama-
se um quadro I.. Porque que nao m'o tens mos-
trado ha mais tempo ?
Quera deixar passar mais quatro ou seis
semanas para ento poder dizer-te : V !
Ha milito lempo que tra.ialhas n'elle t
Desiie que estou livre... Ah tu nao sabes.
Felippe: tu vivo aqu como que dentro n'urn re-
ducto. .ningueni c entra, nem o Sr. Sorbier, nem
a senhora Sorbier, nem os amigos do Sr. e da so-
nhora Sur iier, e al nem o barao de Marvejols.
A presen i;a dos meus amigos deu motivo a este
hinquen, mrre.sire era volta da inuha otlleina e eu
nao trato de o fazer levantar.
E Sophia ? perguntou Laura.
Sophia----- responden Mauricio, hesitan-
do oh I essa vera aqu algunas... militas vo-
la-----Senta-se ali junto de mim, bordando era
quanlo quo eu trahallio. Anima-mc cora sorrisos
e cu sinto me cheio de prazer dando-lhe as expli-
cagos que ella me pede acerca dos segredos da
arte. Oh quanto a presenta d'ella me faz fe-
liz I O sargno dos paes nfn! amorterou aquello
coragosingelo sensivel I Comprehende-me, adi-
vinha-me os pensamenlos: cot feliz; va o tem-
po quando a tenho a meu lado. Ainda ha pouco
ella aqu esteva...
Enii.oj viuesta obra ?
Viu. Estava ali sentada, quando eu con-
ceb o pa ;io- Se viessem minutos antes, encon-
travani-se aqui com ella ; a me mandou-a cha-
mar para darem um passeio e ella deixoumc s,
com bem pesar seu. A me tona-lhe bstanle tem-
po e muito aconstrange. Se ella vvense s co-
ntigo, se a deixassem seguir (" impulsas do cora-
gao, seria ella o meu bom anje e nunca me desa-
companharia.
Elle mente dizia Felippe l comsigo, sera
tirar os olhos prescrutadores, era um momento,
dos de Mauricio.
O que o ivia ao seu amigo causava-lhe o mes-
mo efleito que causariaui asptlavras de uma or-
dem l.archica a quem as ouv.sse, applicadas por
artista lonco a uma msica fnebre. Perianto,
apressou-so a por termo conversa e convidou o
seu amigo a ir com Sophia jmiar com elle no sab-
bado seguinte.
lo a Mauricio e Sophia, declarou logo que nao de-
viara aceeitar e que sua filha de nenhum modo
podia ir.
Porque ? -perguntou Mauricio.
Ella esqueceu que proinetteinos ir n'essa
noute a casa da senhora de Yitteaux ? NSo sabe
que demos a nossa palavra
Para este sa abado 1
Para este sabbado, sim!.. .E' notavel que te
esquecesses, minia filha. OSr. de Courtalin pro-
inelteu mandarle um ramo... J vs que nao
podes ir a casa do Sr. Duverney.
Mauricio insisti. Podiam 'muilo bera dizia
ellepassar dez noutes em casa da senhora de
Vilteaux, mas ura anniversario nao podia trans-
ferir-se. Que falia faziam duas pessoas n'uina
numerosa e brilhanle sociedade, como era a da
senhora de Vilteaux ? Nem por ella dariam, ao
passo que duas pessoas amigas deixariam um va-
cuo immenso na eslreita mesa, onde Laura espera-
va ver Sophia. A senhora Sorbier apresentaria as
suasdesculp.is e ellas seriara bem acceilas do pa-
lacio da ra de Anjou, ao passo que no modesto
quinto andar da ra de La Bruycre nao deviam
laes desculpas ser dadas e menos ainda admiti-
das.
Quanto ao r:.mo do Sr. de Courtalin, acres-
centou Mauricio, rematando o seu arrasoado
sao lanos os que elle manda, que nao muito que
fique um d'elles na ante-camara.
Que o que qur dizer 1 perguntou a so-
gra.
Nada que a senhora nao entenda mui clara-
mente responden Mauricio. Sophia est bem
callada, e, comtulo, ontendeu-me perfeilarnente.
Eu ?! perguntou Sophia, fazendo-se mui-
lo vermelha.
te tjue comega-te debaixo dos neUmres aospi-
CiOS .
A posigo do marido que se moslra aloso, s
por algnmas leves galanteras dirigidas mulhrr.
nao la das iiielbores. Mauricio callon-se,
no dia seguinte chamou a sogra de parte e i"
Ihe :
Nao acredita era nada de quanto Ibes dis>
a respeilo do Sr. de Courtalin J
A sogra encolheu os hombros.
i K essa uma loucura de que o Sr. Cloeeau
du Tailli nem palavra nos disse, qoando o apre-
sentouna (xlombiire .-ragiMella.
Pois bem Eu me encanta*, de Um bser
ver que uo as>ira.. S Ihefi^r que nao (ac
sabedor o publico destes nossos dis-abores de u-
railia.
A quem que chama o publico .' Tal re a
senhora de Yitteaux 1 llontem era ella urna tola,
hoje o publico! Sempre muito cortes par eem
as pessoas da minha amisade Oh I se en disses-
se oulro tanto do Sr. Felippe ou do Sr. I-arabert, o
que ahi nao ira !
Mauricio retirou-se sem Ihe dar resposta.
Chegado o dia em que deviara ir janlar a casa
de Felippe, .Sophia, sul.jugada pela me, disse a
Mauricio que, visto elle nao querer ir a casada
senhora de Vitleaux, tambera ella o nao acota pa
nhava a casa de Duvernay, e, por consequencia,
que nao ia a parle nenhuma. Mauricio iswiitin.
ella conservou-se inabalavel.
Aflliges-me mais do que pensas Ibe disse
o marido.
E' se me tens amor, deves consentir n'um
arranjo que pode conciliar tildo.
Assomouuraa lagrima aos olhos de Sophia.
Mauricio, nao podendo ver nem uma tenue som-
bra do tristeza no rosto dc sua mulher, cotntff
a hesitar. Ella, que Ihe viu a hesitago, aprove
tou-se hbilmente.
FelippeIhe disse ellaWru muita ntrili-
gencia e bom coragao : hade, pois, comprehender
uiie uma filha deseje condescender cora a voolatte
da me.. .Um dia podemos ir ter com elle e cora
laura,
., e todos quatro irmos jaolar ao pavilhio
Sim, tu, mu ha cara Sophia ; ma> eu co- ii..nri(1U(, iv e aimrns d. orraa im \usm
nheco-tee nao te crimino por o Sr. de Courtalin I J;n^"*Je ** *T22?S toV*!!S
lejulgara mais inda mulher dequantas pizami ^V^r S
os sales da senhora de Vittoaux. Tambem essa .' c..nhia sto Aiti. ,-...
affifiS s6 ran,w r el, ^-^^^S^^^s^i^
tanto em Ihe provar que toma parte na m.nha con-. 0,har tio mei Maurjc0 C(deu
M< gaO. U:..,. AmmX------------------ -II- <
Agatha juntouas mos.
Esquecc-se de que est fallando na pre-
senga da me de Sophia, senhor ? I exclaraou
ella.
Tanto nao o esquego, que, se nao fra o in-
cidente do ramo, que a senhora mesmo lembrou,
nunca eu alludiria s reiteradas assiduidades do j
deputado. Em concluso : esteramos fallando de!
Felippe e nao do Sr. de Courtalin. Sirva-se des-
culpar-nos para cora a senhora de Vitleaux, por l
nao irmos. Agora quanto aos rarnalnetes, pens
que Sophia pouco caso faz d'elles, e ento julgo
conveniente que de hoje em diantc se devolvara
ao seu proprietario.
A senhora Sorbier fez um gesto de agaslamento
que Ihe era peculiar e observou que o Sr. de
Minutos depois, appareceu ella toda deslum-
brante de belleza.
Saltou para o coup, baiendo palmas e ebria de
prazer.
Agora sim disse ella, assim que te
ame I...
O jantar de Felippe nao foi alegre.
O rico traje de Sophia, as joias qoe a enfeila-
vam, como que expulsaran) a franqueza e asoisa-
de que de vera reinar em to modesta mesa.
Nem o dcil genio de Laura e sua bondad* e
meguice, nem o bom coragao de Felippe e eukira-
gao de seu espirito, puderam animar a conversa-
cao. Fallou-se do quadro em que Mauricio traste
lhava, e, pelo grande espanto que Sophia demoos-
irou, viu-se que nao sabia da existencia de tal
, obia. Esta inesperada descoberta mais dimiouiu
Treu.I resolva aquestaode um modo muito sin- 0 ^ os C0Dvjvas gosayjm. Soph.a
guiar; que he pareca comtudo, que comum moslrU.^ desStenie e Mauricio oorou. Elle
bocado de boa vonlade ella poda ser resolvida
mais satisfactoriamente. Que o meio seria escre-
ver a Felippe, dizendo-lhe que um comproraetti-
tnento anterior es priva va do prazer de aceeitar o
seu convite. Que a senhora de Vitleaux era uma
senhora da alta sociedade : que o seu marido
pertencia ao circulo dos primeiros hanqueiros e
podia ser muito ulil familia : e deveriam escan-
dallar a mulher Porque ella, sem duvida, nao
acceitava a desculpa de trocaren! uma noute de
reunio em casa d'ella por causa do jantar de
Felippe. Demais, que o verdadeiro lugar de So-
phia era n'essa boa sociedade, onde Ihe davam
entrada nascimer.to e educaco, e nao entre Lam-
ber! e ouiros quejandos. E, einfim, que ella era
me de Sephia e devia ser bastante querer sua ti.
Iha junto de si para que Mauricio Ihe satisfizesse
logo o desejo.
Chegada a queslae a este ponto, interveio So-
phia, dizendo :
ludo se pode combinar.....Vou jamara
casa do Sr. Felippe e vou passar a noute a casa
de Malhilde.
Mauricio acenou com a cabega, dizendo :
Isso nao pode ser ; seria raostrar-me supe-
rior a elle, e eu iuero trata-lo como meu amigo
que Ha vemos de jantar e ficar at horas de
recolher.
A senhora Sorbier exclaraou )ue o genro que-
ra tyrannisar a filha. Todos sabiam que era cos-
tume em Pars retirar-se cada qual quando mui-
to bem Ihe parecesse. Que, depois da concessao
que Sophia flzera ao mando, seria do dever d'elle
ceder, porm que j nada estranhava, porque seu
genro julgava empentada a sua dignidade em nao
ceder nunca e in ventar sempre estratagemas para
contrariar sua familia.
Mauricio nao responden e a discusso nao foi
mais adianle, iras todos se separarara descon-
tentes.
havia engaado o seu amigo para poupar Sophia,
e agora via rasgado o vu com qoe tentara eneo-
brir-lhe a falta de ternura para com o ma-
rido.
Eram ainda nove horas e j Sophia tinta olea-
do duas vezes para o relogio. A's dex, qnando
Mauricio, ura pouco animado, discuta coso sea
amigo sobre o raerecimento d uma nova comedia
que enlao dava que fallar, interrompeu-os Sophia.
dizendo.
Desculpem-nos, porm o sarau da senhora
de Yitteaux, acaba por um baile e sa* horas de
irmos.
Ah I deixas-nos para ires a casa da senho-
ra de Yitteaux I.....Diverte-te mnito, Mauri-
cio. ..
Pelo caminho, nenhum dos dous esposes se
senta sua vontade. Mauricio estava descon-
tente comsigo mesmo; Sophia tinha uma vaga
desconfianga de nao se ter portado como devia e
ainda por cima se mostrara despeilada com o ma-
rido. Alm deste motivo de tristeza, tinha ain-
da outro : o receio de ter amarrotado o vestido.
Porm a sensago que a sua entrada fez em casa
da senhora de Vitleaux socegou-a e re>tituiu-lhe
parte da alegra. A' primeira walsa, Sron de lo-
do alegre. O rumor que ouviu, ao vollar a sua
cadeira, convenceu-a de que a acharara linda, e o
modo por quo a olhava o Sr. de Courtalin ne-
nhuma duvida Ihe deixou de que era tida pela
rainha da noute- O sitio onde ella estava senta-
da, ao lado da me, breve se viu cercado por ura
numeroso grupo du mancebos. Euto de lodo se
esqueceu de Felippee nao sabemos se se lembrava
do marido.
O acolhimento que a Sra. de Yitteaux fez ao ar-
tista e os cumpriraentos da sogra misturados de
certa irona pouco apropriados eram a restilur-lhe
a alegra.
Reiirou-se, pois, para outra sala, onde s viu
A senhora de Yitteaux, avisada por Agatha do j desconhecidos, excenco do Sr. de Courtalin
acontecido, prorcrnpcu em altos gritos. Era nou-, que eslava u'uuia roda conversando e lodo cheio
eos minutos esgotou o vocabulario dos palavroes, de si.
empregado por certas damas da boa roda as mais
pueris circuinstaicias da vida. Se Sophia nao fos-
se, deixa-la-hia incnnsolavel, seria uma calasnUa-
de para os seus amigos e especialmente para ella,
que fra o mesmo que lacerar-lhe o coragao, iiiu-
fiar-llie a existencia. Nunca ella, senhora de Vil-
teaux, pregoera infatigavel do nome do Sr. de
Treuil e sua admiradora, poderia sonhar que elle
um dia Ihe pagasse rom fo ttrica e nefanda in-
gmfio. Nunca imaginara que uma desgrara
assim a flagellas*?. Fallava-lhe o animo, falle-
riam-Atoas forgas para supporfar to nefasto gol-
pe. .. J nem sabia aonde tinha a cabega...
A oflicina de Mauricio, que ella invadir, por
mais de um quarlo de hora resoou com recrmi-
nagoes, taraentardes e importunagoos de toda a
especie, e nem quiz sahir sem levar a certeza de
que o Sr. de Treuil havia de desistir da sua odio-
sa e inaudita resolugo.
Oh I meu leus I exelamou Mauricio, es-
gotado de paciencia, e quando o vestido, de seis
ordens de rendas, da senhora de Vitleaux desap-
pareceu da ofTlcina Nao podia livrar-me d'esta
tola i
A sogra, a que ti era dirigida esta interpellago,
olhou para a lilha dizendo :
Tola a senhora de Vilteaux Tola uma se-
nhora to amavel, to graciosa, to distincta, o
modelo da elegancia parisiense !... Que podemos
esperar de um liomeui que trata por tola a senho-
ra de Vilteaux f Mas, acrescentou ella depois
que elle aeensou o Sr. de Courtalin de te fazer a
corle, de nada devenios espantar-nos I
Sophia nao se tinha esquecide da alluso directa
do marido acerca do bello deputado, porm nun-
ca ousara chamar a conversa para este delicado
capitulo. Talvez porque se nao senlisse to pura
de.pensamentos romo fra para desejar. A me,
que nao tinha as inesmas nades para se callar e
que nao perda occasiao de apoqoentar o genro,
nao deixou fugir o eusejo que se Ihe offereceu,
certa noute, no camarote da opera, onde foi visita-
da pelo deputado
Tenha caulella; disse ella a Mauricio
olhe que elle offereceu rebugados a Sophia : nao
tern zelos ?
Como isso ? perguntou a senhora de
Vilteaux, que se achara senlada ao lado do So-
phia.
E'oSr.de Trem que Ihe deu para ter ze-
los t E zeles de quem ? Santo Deus I Do Sr. de
Courtalin, que so por pura amisade nos rae visi-
tar! ...
(lomo assim ? Pois devoras zeioso ?
E' dia de annos do Laura; acrescenloii' Zeioso! replicn Agatha, antes que Mau-
elle-quero festjalo com amigas ntimos. Sero rieio podsse dar resposta Aquillo nio c l ne-
apenas quatro, e por i.-so nao convido teu sogro nhun zeioso de punco mais ou menos; um Oros-
um Otbello Sophia bem pode acantellar-
ao Sr. de Courtalin Ihe esqnece ura dia
sem demora o seu convite para tomar parte n'um que se devem empregar para esse fim, o prelimi;
congresso que vossa magestade propoz se reuniwo nar indispensavel de qualquer deliberaco de ra-
er I';,ns, e cujo ol.jecto deve ser assegurar as ha- racter geral.
quo, desde ento, podia contar com sua mulher. elle e disse Ihe, rindo.
Cora que, delino a nao beijou elle na fronto Ento que isso ? Galanteras insignifiean-
Que vo/ej ilcen.tlui-iisiiij e ternura. Ibe nao djri-1 las, phrases sem peso, assustain um artista l
Isto faz exasperar!... disse Mauricio com-
sigo.
Pouco depois, estando a conversar com o Sr. de
Marvejols, observou que o Sr. de Courtalin escre-
via a lapis as varas de leque, que Sophia deixar a
sobre uma consol, em quanto ia Janear.
Mauricio nao se nioveu; porm, acabada a wal-
sa, foi direito consol e pegou no leque, que o
depuiado havia tornado a coltocar juuto do ramo
de Sophia.
Teras a bondade de rae 1er o que ahi est es-
cripto disse ellea mulher. Creio que te i dirigido
por uma pessoa que cooheces, e eu coiiuuelleria
indiscripgo, se o esse antes de ti.
Apenas Sophia lancou os olhos ao leque, te-se
muilo vermelha e apenas pode balbuciar.
Eu uo sei... nao compreheudo I...
Mauricio retiren o leque das inos da mulher.
Meu amigo, murmurou ella de novo, jur-
le-----
Que o que recelas ?... Eu nao li nem nun-
ca lere o que ah esta.
Ura olhar de Mauricio fez parar a mulher, pres-
tes a levautar-se. E, indo ter com o Sr. de Courta-
lin, disse-lhe com voz e gesto soregado*:
A Sra. de Treuil euca regou-rae de Ihe mos-
trar esle leque e de Ihe dizer que o Sr. de Courta-
lin. certameulc por engauo, escreveu nelle algu-
nas palavras que nao sao para ella.... Manda-
dlo, pois, para que as possa copiar... se o care-
cer....
Mauricio tinha o riso nos labios, porm o depu-
tado bem Ihe traduziu a expresso dos olhos.
Que seria das suas minas, se elle respoudesse
cora altivez a esta impertinencia, alias l civil 1
E, dernais, os usos fradicionaes nao periniltiatn
que elle se indispuzesse com o marido.
Por consequencia, baixaude a cabega, respon-
den :
Pego-lhe que aprsente os meus agradeci-
mentos a Sra. de Treuil. Quanto as palavras aqui
escripias, couto que uo me ho de esquecer...
Dito islo, correu o leugo pelas varas do leque c
safou o autographo que o havia trahido.
Assim o farei, disse Mauricio, mas nao es-
quega o que Ihe rrcomiueiido : quando outra vez
quizer escrever, faga por nao se engaar...
Quando lornou par., junto da uiulher, bem viu,
pelo modo com que a sogra olhou para elle, quo a
lilha Ihe havia contado o que se passara.
Que o que fez 1 Ihe perguntou Agatha.
Nada... Sophia que Ihe diga se eu rao tinha
engaado!
ura sempre faz caso de cousas!... Ento o
que 1 Palavras sem signilicago, curaprimenlos,
miliarias que.lodosdizein nos bailes e que nao pas-
sam de meros nadas... Sophia disse-me ludo... ludo
sei Na verdade, nao entralo como pos-a justi-
ficar esses seus ares to terriveis O senhor era
que inundo lera vivido at hoje?!
O Sr. de Marvejols chegou uesla occasiao e poz
termo a conversa.
Imprudente !.. murmurou a Sra. Sorbier ao
ouvido da lilha. Se te julgavas culpada, devias
mostrar-te agastada com teu marido!
FIM DA SKL'NDA PARTE.
PER.SAMBUCO.-~ YP. VE M. F. F. & FILHO.



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