Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10115


This item is only available as the following downloads:


Full Text
f

/.
AMO XL. MEKO 13.
Por Ires mezes adiantados SJOOO
Por Ires mezes vencidos 6JO0U
Porte ao con ci por lies mezcs. 71)11

SEGUNDA FE1M 18 DE JANEIRO DE 1884.
Pnr anuo aia'itado. 19$O0O
Porte, ao corrcio por um anno 3$00U
ENCAUREUADOS DA SUBSCIUPCO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lima'
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva; Araratv,
Sr.A. do Lomos Braga; Ceara, o Sr. J. Jos'd
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marqnes Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Puiheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jtrenymo da Coala,
" ENCARRSGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL
Ataga*; o Sr. Claudino Paicao Dias; Baha, o
Sr. Josi'"Jlarlius Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Mar un A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
O inda, Cabo e Escada iodos os dias.
[goarassu', (oyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Suito Anto. Gravat, Bezerros. Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tenas reirs.
Po d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Posqueira.
Ingazeira, Plores, Villa Bella,Tacaratu', Calimb,'
Boa Vista, Ourieury e Exu uas quartas fena>.
Sennhem, Rio Pormoso, Tamal dar, Una, Barre
ros, Agua Preta e Pim-ntciras as quintas feiras.
Ilhi de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/2 dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO
2 Quarto ming. as ; b.. IN m. e 20 s. da ra.
9 La nova as S h., 2." m. e :0 s. da m.
l.* Quarto creso, as 8 b 43 m. e 18 s. da t
21 La chala as 7 h., 43 m. e H s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Phmeira as 10 horas e 84 minutos da m.inhaa
Segunda as 11 horas e 18 minutos da Urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o Slll at Alagas ." e .*> i ara o norte at
a Granja 7eS2 de cada mol; par; Fernand
dias 14 dos mezes dejan, marc main, ful, sel. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife ; do Apipueos a >v,. 7, 7 '/,, 8 e
8 '/j da m.; do OJinda as 8 da m. e (i da larde ; de
Jaboatlo s 6 '/2 da m.; do Casanga e Varzea as 7
da m.; de Bandea s da m.
Do Reeife : para o Apipueos as 3 %, 4. 4 '/,, 4 'A,
5, o '/i, 5 '/j e 6 da tarde; para < 'linda s 7 da
manha e 4 '/da tarde; para JaboaCo as 4 da tar-
de; para Cachanc e Varzea s 4'/? ca tarde; para
Henifica as 4 da tarde. |
AUDIENCIA DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio; segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do eommercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: terca- e sexta s 10 horas.
Priineira vara do civel : tercas e sextas ao nek)
dia.
Segunda vara do civel: quartas e saltados a 1 hora
da tarde.
DIaS l'A SEMANA.
|8. Segunda. S. Leobaldfc}t.AMMM|na,
|9. Terca, s. Canuto rei < 9. Ponciaoo m.
20. Quarta. Ss. Fabin p. e mm
21. Quinta. S Ignei t. J flAmata ni
22. Sexta. Ss. Vicente e Anastasio mm.
yi. Sabbao. S. Ildefonso are.: J tim .. m.
ti. Doinii go. S. Temotheo b. S. Metelte ni.
ASSKiNA-SE
no Reeife, em a livraria da praea da fufependentia
ns. O e 8, dos propnetarios Manoel PJusiroa a-
(Faria & Filbo.
PARTE GFFICIAL.
tiiMsri itio da \ .iiit un -
KA OIlinKHllO
E OllllAS I I 1(11 l< \s.
DBCIBT0 N. 2,210 i>'-: 31 DE DK/.EMimo M 1803.
Manea txuntar oregulamentoi para a nnejardo
do nn Amazonas, porembarcaiyis brasileas e
peruanas.
Considerando quanto vaniajoso promover o
cunmercio e a navegaciio do rio Amazonas, e ten-
do em vista as clausulas estipuladas nos arta. 2*
4' da convencao de 28 deoutnhru de 1858, man-
dada ctimprir pelo decreto n. 2,442 de 16 de julbo
de 1R80, Mi por bem que uo transito fluvial pelo
rio Amazonas se observe proviforjamenle o regu-
iamento que com este baixa, assignado pelo mar-
quez de branles, conselheiro de estado, senador
*lo imperio, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios estrangeiros e interino dos da fazenda, e
presidente do tribunal do thesouro nacional, que
assiin o tenna entendido e faca exeeutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 31 de dezemhro
de 1863, quadragesimo-segundo da independencia
e do imperio. Com a rubrica de S. M. o lmpera-
dor. Marquez de Abi antes.
BKUrLAMUfTU BRGttX PROVISORIO PARA A XAVF.OA-
JAO DORIO AMAZONAS Pon KMBARCACKS HRASH.KI-
HAS K PERUANAS, NA COMFOUODJJMt l>A Convk.Ni;O
KI.I'VIAI. 1)K 28 DE 01 TIIIRO DE 1838 ENTRE O IM-
fOUO E A KKl'l Hl.llA DO PER.
Art. 1.* Sendo livre o eommercio e a navepeiio
pelas aguas do rio Amazonas entre o imperio e a
repblica do Peni, nos termos da convencao flu-
vial de 28 Je outubro de 1888, promulgada por
-decreto n. 2,442 de 16 de jolln de I89, observar-
se-bao no transito lluvial as disfiosicoes do pre-
sente reguiamento, e as do de I', de setembro de
1860, na p;irteque nao fr por ellas alterada.
Art. 2. Os gneros de produceio e manufactu-
ra da repblica do Perd poderao ser importados
pelas aguas do rio Amazonas, em embarc.ieoes bra-
sileiras ou peruanas de qualquer nalureza, deno-
minarlo ou lotaco, qur no porto da cidade de
elm da provincia do Para, qur nos de Manaos
Tabantiga da do Amazonas ; e vice-versa os g-
neros de produrcao e manufactura nacional pode-
ro ser exportados pelos portos indicados em em-
lurcacoes brasileiras ou peruanas para a repbli-
ca do Per.
Paragraplio nico. Este artigo n3o exclue o eom-
mercio directo pelas aguas do rio Amazonas, em
mbarcacoes brasileiras ou peruanas, entre os
portos alfandegados ou habilitado?,do imperio, e os
la repblica do Per, na forma deste reguiamen-
to e mais disposicoes tiseaes em vigor.
Art 3.* Para a repblica do Per, guardndo-
se as mesniiis dispo.-icoes, poderao ser pelas aguas
do rio Anuzmas, as referidas eiubarcacoes.
1." Exportados os gneros e mercaduras es-
trangeiras que tiverem sido despachadas para con-
sumo as all'andegas do imperio.
2. Reexportados os gneros e mercadorias es-
trangeiras, importadas as alfandegas do imperio,
oliservando-se nos respectivos de?pachos os arts.
608 a 621 do reguiamento das alfandegas.
3.* Navegados em transito os genvros e merca-
dorias estrangeiras destinadas a niesma repblica
ou depositadas nos entre|>oslos, na forma dos arts.
622 a 624 do citado reguiamento.
Art. 4. Para esse fin, logo que fr publicado o
presente reguiamento, terao plena execucao na
alfandega do Para as disposicoes do reguiamento
das allandegM relativas ao entreposto publico,
creado no porto daqueila provincia pelo art. 321)
do dito reguiamento c art. 7 das instruccoes de
1" de outubro de 1860.
i 1." O presidente da provincia, sobre proposla
d Mspector da respectiva alfandega e nformacao
da tlie?ourariade fazenda o informaco da thesou-
raria de fazenda, designar os armazens para o
deposito das mercadorias, e da niesma forma no-
meara o administrador e todo o mais pessoal ne-
ci --ario ao exercicio do dito ntreoslo.
i 2.'' A tabella de que trata o art. 276 do regu-
iamento das alfandegas ser fixada pelo presidente
da provincia, sobre proposta do inspector da al-
fandega e informaco da thesouraria de fazenda,
e submeltidaa approvaco do mini:.U"0 da fazenda.
S 'J. O presidente d provincia poder, sendo
neeessario, autorisar alm do entreposto publico,
ate ilous armazens suplementares para deposito de
mercadorias, na forma do art. 217 2o e seguintes
do dito reguiamento, dando conta ao ministerio da
fazenda para a concesso de licenca e linal appro-
vaco.
Art. >. Alt*m da mesa de rendas creada na ci-
dade de Manos pelo reguiamento de 19 de se-
tembro de 1860, haver oulra mesa de rendas na
po' carao de Tabatinga na provincia do Amazonas.
Paragrapho nico. Estas mesas de rendas sero
consideradas estacoes dependentes da thesouraria
de fazenda da provincia do Amazonas, e seus em-
preados licarao immediatamente subordinados ao
respectivo inspector.
Art. 6." Em cada umadestas reparticoes havera
um ebefe com a denominacao de idmilustrador,
o qual servir ao mesmo tempo de thesoureiro,
um escrivo, um escripturario, um porteiro ser-
vindo de continuo, e tres guardas, que serviro ao
mesmo lempo de offlciaes de deseara.
Paragrapho nico. 0 pessoal das referidas me-
sas poder ser alterado pelo ministro da fazenda
como exigir o bem do servico publico.
Art. 7." Os lugares deque trata o art. 6 ex-
cepeao dos guardas, serio provisoriaiaeMl exer-
cidos por emtiregados da alfandega da provincia
do l'ar, designados pelo presidente, sobre propos-
ta il i inspector da alfandega, e informaco da tlie-
sumaria de fazenda da mesma proviicia', mediante
reqttisicoo do presidente da provincia ds Amazo-
nas. Estes empregados percebero, ila dos ven-
cimontos dos seus empregoa, una gratilicacao, quo
Ihes ser arbitraria pido mesmo presidente, at
que sejam organisadas definitivamente as referi-
das mesas de rendas.
Paragrapho nico. Os guardas scriio nomeados
a firma do art. 46 do regukuMai* das alfande-
gas, e ao seu vencimenlo sor o da tabella o" au-
nexa ao mesmo reguiamento.
Art. 8." As mesas de rendas do Masaos e de Ta-
balinga licam habilitadas, guardando-se todava a
disposir.io do arl. 2 para mi|>orta(;o :
j l.' Dos gneros de produeco e manufactura
nacional navegados por eabotagein ;
S i.' l>os ger.eros estrangeiros ja des|iachados
para consumo ravegados com carta .le guia ;
5 3 Dos gneros de [iroducco e manufactura
da repul liea do Per ;
| ." Dos seguintes gneros estrangeiros : sai
commom, carne secca ou xarque, bacalho, fari-
nba de trigo, carvao de pedra, pedra calcrea, ma-
fhinas de vapor e suas perlencas, utensilios pro-
prios |iara a lavoura, maleriaes e insirumentos
para obras publicas, e oulros enumerados na ta-
bella n. 10 do n-gulameiito das alfandegas.
Art. 9.4 As ditas me-is do renda Arara tambem
habilitadas, guardando-se todava a diaposici* do
arl. 2. tiara exiwitacan.
Dos gneros de produccao c manufactura
nacional.
los gneros estrangeiros que ja tiverem
pa(r<> direiio.s de consumo, e se destinaren! aos
portos nai'ionaes do Amazonas ou i repblica do
l'eru.
\i 10. Os gneros de producto o manufaetu-
ra da repblica do IVr, que forem importados na
provincia do Para, ou em Manaos e Taliatinga, se-
rao acompaiiliados de dous i.ianifestos para a res-
pecina alfandega o mesas de rendas, com as de-
dal aeoes e formalidades exigidas no cap. 0-. sec
sera punivel com a multa le 103 a 100-} a cada
pessoa da Iripulacao, e de 80| a tOOf ao eom-
mandanta da enibarcacSo, alm das oatras penas
em que possam neorref, na forma da legislaeao
Cao 2" do tit. 4- do reguiamento das alfandegas do do paiz.
imicrio, na conformidade do qual procederao Paragrapho tnico. Os nassaxeiros une embarca-
aqiie""
! do
em
mil
me- mo reguiamento. didas policiaes, ime a reft
Art. II. As embarcaces peruanas, que fazen- convenientes,
do escala pelos portos de Tabatinga e Manos. na-! Arl. 24. Se por causa de contraveneno s medi-
da Jesrarregarem em qualquer delles, levarao, das concerneiites ao livre transito do rio Amazonas
lljeitu
autoridade
guia do mesm soldado, teulio satisfeito o que V. I Esse sangue derramado no acto de exfreer os ,lhllo
Exc. solieitoa en. sen offlcio de 26 de dezembro seus direitos o povo, guando a autoridade II e deixa K se?n auTo 'vern^de M ? .'.' ,
fe-........,-t*. i.** n.. aftSKatn: s^lrSf.SS~r
sentar ao delegado de polica do termo de Sanio caraeter que anomem os clubs deiloraes, faz.-m Jide prestigio queda a auioV-
Arilo una praea le ravallaria. a qual devo deino- presumir rom fundamento de sobra que as clei- lliimamonto o Bcai lam -- -m
nH-e.ilha1e.M.,,1ndaor1|e,11. C.....para m...bros do congresso J se bao de d?SSTe fSSStota o' ni.e nizer
Diloao inspector da Ihesounria *3 fazenda.- fazer em fevereiro, e as de depulados provinciaes certilicar-, ,,r m. ,'. ,' I'"
Mande V. S. abonar Joaquim Rodrigues Tarares que se etfectuaro em marco, 'bao de ser sangui- S? ?reTOloSo e Z. a wr "' t"" ^
de Mello, procurador do lenle Joao Paulo .le Mi- nolcnlas. eiirera o n,i\ ?^ ,"? "" m
randa a conslgnacao de 83 mensaes, -pie este pro- Os genuinos sustentacu'- <> --"i mmim a, "
nao obstante, das respectivas' mesas de rendas o
ceri ideado de que tratam os arts. 402 e 40o do mes-
mo reguiamento.
Arl. 12. De conforniidade com as disposicoes
do lito reguiamento procederao as mesas de ren-
das de Manaos e Tabalmga no despacho dos gene-
res que forem importados ou exportados nos ter-
mo? dos arts. 8- e 9.
Art. 13. Nos despachos, de que tratam os arti-
gos antecedentes, serviro de conferentes calcu-
listas conjuncl.imente o escrivo e '-criplurario de
cad. una das referidas mesas, sendo dada a sabi-
da |elo respectivo porteiro.
*rt. 14. O prazo para apresentacao de docu-
mentos que jiistiliquem o deslino das mercadorias
rees portadas, baldeadas ou despachadas para tran-
sito, sera lixado pelos ebefes das estacoes fiscaes,
para as einbarc.iees peruanas e brasileiras, so ef-
fectuar na forma dos regulamenlos tienes alguma
apprebensao de mercadorias ou do navio, ou das
embarcaces miudasque as transportaren^ a nies-
ma apprehenso poder ser levantada mediante
llanca, caueo ou deposito.
Se a contravengo commettida estiver imposta
somonte a pena de multa, ser permttido ao con-
traventor continuar a sua viagem, garantindo o
valor da mesma multa por meto de flanea, eaneio
ou deposito e o seu effeclivo pagamento dentro de
um prazo que fr marcado pelo administrador da
mesa de rendas.
Paragrapho nico. Nos casos previstos neste ar-
tigo, ao administrador da mesa de rendas do dis-
tricto, onde so tiver verificado a apprehenso, ou
commeltido a contravencao, compete decidir sobre
segindo a siluacaodo porto da saluda, e dos por-1 a idoneidade da flanea, caucao ou deposito, com
tos lluviaes do Amazonas. I attenejo ao valor dos objectos apprehendidos ou a
Al. lo. Lad a urna das ditas mesas de rendas: importancia da multa, ejulgar a apprehenso, fa-
jera a sua disposicao, para o servigo externo e po- cuitando os recursos eslabelecidos no reguiamento
licia fluvial, quando o presidente d; provincia, ou- das alfandegas.
vida a thesouraria de fazenda, o julgar necessarioj Art. 25. So alguma embarcacao peruana nau-
ate .las lanchas ou escaleres, e m jsmo una bar- fragar, soffrer arara, ou fr abandonada as aguas
ca '
Ibao de infantaria, nao bavendo inconveniente, da Allumie-os Deus todos para que nao se abra a
quantia de 7o60, despendida com a inlminacio porta reaegao do partido contrario, que espia j
do cadver do sol lado daquelle batal o Antonio essas questes de familia, afim do tomar as redeas
Jos Rues, que fallecen no dia Idate mes. do governe !
Coinmunicou-se ao brigadeiro couunsudante das Entre tanto os desacatos de alguns dos cheles de
armas. provincia de Entre-Rios chegaram a um pronucia-
Dito ao mesmo.Com a copiado officio do bri- ment militar capitaneado por um coronel Betn,
gadeiro commanda ite das armas, de 1 i do corren- o queobrigou o general l'rquiza a delegar o go-
te, sob n. 63, remello V. S. as notas o gaz con- vurno as mos do general Lopes Jordo, para se
sumido no trimestre prximo pastado com a illu- 'dirigir Poa, lugar do movimento, com o lim de
minacao dos quarteis dos balalhoca 2 e 9" de in- sulToca-l. Afflrmam as ultimas noticias que Be- \
fantana do corpo de guarnico, coinpaiihia de ca- ron fugio para o Chaco, s em presenta da attitu-
vallaria e do hospital militar para que, nao harn- Je do general l'rquiza.
do inconveniente, .ande pagar ao gerente da ns- ] Em Catamarca houve urna revolucao; porem foi
INTERIOR.
Oltltl >]>o-\ !el Vil \S DO DIA
RIO DE l'l lt\ \TIItl < O.
r.tsa.i.
Blrm, 7 fiVjaHfirodf 1841.
Estamos felizmente no anno do Senher de 1864.
Digo feliz-nenie,
. porque o que se acaba de se-
pcctiva companhia a quantia de 4863075, em que .abalada, sendo fuzilado un dos caberas domo- pultar no abrsmo dos seeulos, nao foi por eerto
importa semelhante despeza.
Dito ao mesmo.-Mande V. S. rccollier ao cofre '.
di viga vela, convenientemente tripulada e do rio Amazonas, proceder-se-ha na respectiva me-
ni; da, e com as mesmas obngaees e encargos Sa de rendas, de conforniidade com o disposto no
mi lunados na seeeio 3- cap. 3" do til. 1 e se.eao cap. 3 do tit. 4- do reguiamento das alfandegas do
de cap..,- do tit. 4 do reguiamento das alfan- imperio e mais legislado em vigor, sendo a final
*as/.. ... o producto das mercadorias salvadas, depois de
Ai 1.16. I.ada urna das ditas lanchas ou escale- \ deduzdas as despezas do salvamento, seguranca e
sljra os remadores necessarios, e funeconar i guarda, recolhido ao deposito, para ser entregue ao
b n direccao de um palrao immediatamente su- cnsul ou vicecnsul da repblica do Per.
i lim. dos melhores
I A ultima hora escrevem de Cordura que os par- Nao sci *e este que comen, sera igual eu
dessa thesouraria a quantia de 253300, que Ihe : tidos de Pena c Passotinbam andado s maos, ten- pcior ; entretanto elle, alm de ser bissexto, pnn-
ser apresentada por parte do tenente-cc ronel com- do que intervir a ferca militar para restabolerer a cipiou em sexta-feira, presidindo ao seu nasc.men-
ordem. I
dos
para a humanidade.
4e este que comen.
re
sob
jeito so administrador da mesa de rendas. Os pa-
tries e remadores percebero os vencimentos mar-
cado, i no art. 105 nico do reguiamento das al-
fandegas.
Art. 17. Na povoaco de Tabatiuga haver urna
forca de lnha ou de polica compoeta de trinta
prap s, a commando de um olllcial subalterno ou \
repi
Art. 26. No caso de naufragio ou avaria previs-
to no artigo antecedente, sera permittido as embar-
caces peruanas desrarregarem, so fr necessario,
as mercadorias ou effeitos que tiverem a bordo sem
que paguem por isso direto algum, salvo sendo
vendidas para consumo.
Art. 27. As embarcaces peruanas que entra-
uenor, a qual lera por dever auxiliar nao so a I rom nos portos de Manus e Tabatinga, ou arri-
respectiva mesa, como as autoridades competentes ''
na re igiosa observancia, e guarda das disposicoes
dos regulamenlos fiscaes, e prevencao de conlra-
bando : para esse lim ser o rommandante da di-
ta ferca immediatamente subordinado ao admi-
nistrador da mera de rendas.
Paragrapho nico Alm das obrigac,es e de-
vores que incun oem as autoridade:. j'udiriarias,
os respectivos chefes ou commandanles conside
ban^o em qualquer dos mencionados no art. 19.
ali carregarem ou descarregarem, ficam sujeitas
ao imposto de 80 rs. per tonelada por cada dia de
estada ou demora, para as despezas de phares
bausas e quaesquer outros auxilios, que por parte
do imperio se lenha de prestar navegago do rio
Amazonas.
Paragrapho nico. 0 imposto de que trata este
em-
ev"!$sa
lam
os arts. 10 e 11.
mandante do corpo d polica, sendo atan quantia
proveniente do descont, que nos mezes de outubro
e novembro ltimos, se proceden no sold do sol-
dado do mesmo corpo, Francisco Jos de Sant'Anna,
que foi sustentado por essa thesouraria, como preso
pobre, durante o lempo em que csteve recolhido
na cadea do Pao d'Alho e na casa do deteneo,
por furto de cavallos.Communicou-se ao com-
man.tante do corpo de polica.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S-, colertos com
eflicio do Exm. presidente da provincia das Ala-
gas, datado de 17 de novembro ultimo, os dom-
nenlos, a que elle se refere, afim de que mande \
,liquidar cumo divida de exercicis udo, para ser
Saga a Jos Goncalves de Albuquerqu.', quando
ouver crdito,
do citado oflicio
to a la iningoante.
Anno fatdico por semelhantes coincidencias,
com especialidade para os que acreditan em agou-
ros, e lieos queira que nao venha a ser o desen-
volvimento pralico de lodos os principios delerte-
gnoramos os pormenores.
lina nova invaso dos Indios que tomaram um
combo y de carros, o fazendo varios prisioneros,
vem mostrar una vez mais, quao precaria a sor-
te dos habitantes do interior desta repblica, e a
necessidade que ha de crear colonias militares nos que no anno lindo forcejaran) para a desirui-
para evitar os continuos estragos de to ferores vi- -ao da harmona social, assim como para o dese-
sinhos. quilibrio polilico do mundo, fazendo a humaaida-
Pelo que respeila quebra de relatos deste go- do retrogar a cerlos residuos o qu tem ganbo
verno com o da Repblica Oriental nada de novo ha tantos annos, e com lmannos sacrificios .'
consta ainda ao publico. Parece que o Sr. Thor- Sim, eu fallo em ludo quanto surcedeu por esse
totil, encarregado de negocios de sua magestade mundo no amo de 1863, porque os actos da Russia
britannica, toinou com empenlio a tarefa de traz- para com a Polonia, da Inglaterra para rom o
los a um arranjo. Brasil e o Japao, da Franca para com o Mxico.
Nao se sabe como isso poder ter lugar, porque dos estados da America do Norte para com os de
existir o ho-
ioncalves de Albuquerqu?, quando Vlt' se sane como isso ponera ter lugar, porque uo3e?,Muos ua America o >orte para
), nao a quantia de 953, constante 'dos os dias se repetem as provoca^es da parte Sul, n'umaguerra tremendajfratncida
o, e sim a de 483, em qte segundo das autoridades orientaes. e tudo o mais em porc.o, onde nossa e
a sua informaco, n. 16, de 11 do cor'r nte," dada \ Nesles ltimos dias navegava o vapor argn- mem, o seu poder e a'sua ambi'cao, foi a negara
com referencia a da contadoria dessa llieseuraria, I J'io Guateguay no rio Uruguay, quando foi assal- da moral, dos principios da justica, da equidad e
importam un.a passagem de estado, 3 de re e II
Art. 28. Paraos favores e effeitos do prsenle
reguiamento sero consideradas embarcaces pe-
ruanas aquellas cu jos donos e capites forem cida-
daos da repblica do Per, e cujo r
rar-se especialmente encarregados da polica fis-
cal as aguas emargens do Amazonas e frontei-
ras terrestres do imperio, como auxiliares das re
partces fiscaes. exeeiitamlo e fazendo exeeutar daos da repblica do Per, e cujo rol da respectiva
este r. gulamenio, e o das alfandegas na parte que equpagem, licencas e patentes certilquem em de-
Ihes compelr. vida.frma que foram matriculados docontbrinida-
Art. 18. A jurisdiccao da mesa de rendas de de com as ordenancas e les da repblica do Per,
Manaes comprehender todo o lemlorio fluvial da a nsao legalmente da sua baudeira.
comar:a do mesmo nome, e da de Parintins ; a] Art. 29. As embarcares peruanas que tiverem '
de Tal amiga todo o territorio fluvial da comarca; de navegar pelas aguas do rio Amazonas, qualquer
de Sol moes. que seja o seu destino, darao entrada na alfandega
Art. 19. Os presidentes das provinms do Para e do Para, e sero obrigadas ao registro na mesado
Amazonas, cada inri dentro do terntor.o do sua ju-: rendas de Tabatinga e Manos, onde se verificar
nsdiccio.e ouvindo as thesourarias de fazenda, a sua nacionalidade, segundo o disposto no artigo
logo qi e for publicado o presente reguiamento, antecedente, c examinara o respectivo, passe vj
designarao os lugares, fora dos portos habilitados sando-se gratis os papis necessarios : e quando o
para o eommercio com a repblica do Per, em recusaren, sero compellidas pelas barcas de viga,
que po lerao coramunicar com aterra as embar- que empregaro para aquelle tim a forca necessa-
cacoes iue no curso de sua viagem necessitarem ria, fleaudo suielio o respectivo commandante a !
reparar avanas ou prover-se de combustivel ou de uma mulla de 5003 a 1:0003, segundo a lotaco da
Mrtros objectos mdispensaveis. embarcacao e sua carga.
de proa dada-, por conta desta provincia nos vapo
res da conipanhia Brasleira.Coramuineou-se ao
Exm. presdeme das Alagoas.
Dito ao capilao do porto.Fajo apresenlar V.
S. o rerruta de marin'ia Fehppe Jos Raymando,
para que Ihe ) o conveniente destino, depois de ,
inspeccionado.Communcou-sc ao chefe de po- caYe'
licia. 1 E islo prova evidente de empenho que aquelles
Dito ao director do arsenal de guerraMande homens tem de originar uma guerra entre ambos
V. S. llimnar da companhia de aprendizes desse os paizes. _
arsenal o menor Manoel Pereira Algarve, visto quo A povoaco de Coya, na provincia de Correntes,
se acba incapaz do servico, como doelarou o cirur- so"re flagello da febre typhoide, lendo sido ac-
tado |vor varias lanchas com pav'ilho oriental, e da igualdade social I E no mesmo Brasil os factos
soldados do governo de Montevideo, sob pretexto polticos, o amalgama, de ideas heterogneas poze-
de revistar o vapor para prender o general Avuil- ram em pralica um estado de cousas em que so-
lar, que suppunham *ir de passagem para Bue- mente se debate o inleresse do mundo, e da pro-
nos- a \ res, alim de curar-se. Nao o encontraram ponderanca pzrliculares.
por felicidade bordo, de maneira que nao pude- A humanidade ha de seguir moralmenle contra
ram eonsummar um acto de piralaria inqualili- este desvio da ordein natural das rousas, pre-
pondere quere tem direto isso, mas seja tir-
gio encarregado da respectiva enfermara no pa-
recer a que allude sua informaco, sob n. 207, e
data de 12 do crrente.
Dito ao provedor interino da Sania Casi de Mi-
ricrr.ia.Mande V. S. adiuttir no collego dos I 5is}ro sardo em Montevideo, que yeio daqueila ci-
uia.io na justica e na igualdade social.
Deixando, pois, este prembulo, adeqnado ao
passadu e ao principie do prsenle, vamos ao que
vai de novo (telo Para.
Noticias sao por assim dizer mui poucas, e to
rommettidas mais de tresenlas pessoas em pouco esteris cqmo ss ultimas que Ihs ennei pelos dou
tempo. transados paquetes.
Ilonlem foi a festa da installac.ao do hospital ita- Entretanto digamos-lbe tue afinal fecbou-se 2
llano, sendo padrinho o cavalheiro Barbolani, mi- do crrente a assembla provincial
regulai icnto das ilfandegas, exigiro durante ella ~
a exl.it icao do rol da ciplipAgem, listas dos passa- ^"P- 2 do "lul 8 gulamento das
geiros, e manifest da carga, e visaro gratis todos, Vv,8 .?', ______. ...j .___r.
ou algtns desses documentos, guardadas as dispo-1 Art- ?,A fri"H"a e bberdade de navegacao
sices .lo mesmo reguiamento d 2"! ,raU- '""T"'0 r,,ulaneDto compreliene
2 As embarcaces a que se refero este artigo se'nl,,rcaCoese transportes da mannha militar
poderlo, sendo necessario, descarregar nos referi- "publica do Per, as. uaes todar.a licarao su-
dos lug.res gneros de producCr.o e manufactura #I^l*ZB%&*J2: liS Aa EPES! "S
da repblica do Per, e receb.;r gneros de pro.; allegas as c.rcums|anc.as nelles previstas
dticco B manufactura nacional, observndose as | Paragrapho nico. F.cam extensivas as retel-
disipos desle reguiamento, o do (las airando- ^s embarcaces, se trouxerem carga, as franque-
as zas e favores de que gozam ou liouverein de gozar
orphos desta, quando houver vaga, o menor de
nome Joo Henrique Eugenio Ayres. filho de Mara
Pranoisea Soares Brando, visto ter ella (rovado o
seu estado de viuvez, com os documentos annexos
ao requer ment, que devolvo, e sobre que versa i
informaco de V. S. de 18 de dezembro ultimo.
\ilinIuistr;i Domingos le Mouz* Leo.
Ceutinuars do expediente do dia 13 de Janeiro
de 1861.
Offlcio cmara municipal do Reeife. Tendo
assumido heje a administraco desta provincia, na
qualidade de seu qnarto vice-presidente por ter de
seguir para corte a tomar assento ua cmara dos
deputados o Exm. Sr. presidente Dr. Jo.'w Silvei-
ra de Souza, assim ocoinmunico cmara muni-
cipal do Reeife para seu coiiheciinento e ireccao.
Fizeram-se todas as coinmunicaces do estjlo.
- 14 -
dadeexpressamente para a lunceao.
l'm peridico de Entre-Rios annuncia que
Fez mais de .jue se esperara, a vista das poucas
sesses que bouveram, urnas vezes como Ihe disse
em ja, porque convinha a maioria e oulra* veze a
brove se proclamar imperador o presidente do Pa- minora !
raguay. Nao sabemos que grao de fundamento Fez lei do orcamento provincial, assim como a
pode ter essa noticia ; porem nao nos parece im- que trata da aposentadora dos empregados pro-
possivel, a considerarmos os antecedentes do povo1 finciaes, varias autunsaedes para a navegacao a
que supportou por tantos annos a dictadura de vapor nos ros desta provincia, melboramento
Francia, e o absolutismo do pai do actual presiden- materiaes, instrueco publica, e emflm 150 conios
te, quo passou a exercer o governo por direito he-1 para o cemeco da censtrueco de um thealro nes-
reditario. | la capital.
lia dias trouxeram presos o secretario do gene- j Isto foi feito sfinal galope, e segundo a vonla-
ral I'enelon e o cabeca do ultimo motim de Cor- de da presidencia.
dova, e agora dizem os peridicos que cahiram em Por emquanto na* se sabe ao cerlo qnaes sao o
poder das torgas do governo Puebla e outros olli- vice-presidentes nwvos, ralla-se em dlflenntes no-
ciaes do mesmo general. l mes.
Atra ests poucas nojicias que de,nonhum in- Tambem aindi nao consta quando a defmlira
terosse apresentam as da quinzena. partida para o sul do Sr. Rrusque, como deputa-
Na Repblica Orintalo mais importante oes- do pelo Amazonis ; entretanto ella nao poder ser
tado de decomposc-e em que se acha o partido que mui demorada.
oceupa os postos ofOciaes. O Exm. bispo diocesano, que eslava em Sutire,
A autoridade do Sr. Berro, como o sol no seu assim come o Dr. chefe de polica que se acha va
Portario.OSr. gerente da coinprnhia Pernam- occaso, ja nod valor situaco; e assim q e | em Camela, regressaram ltimamente a capital
lucana de navegacao costeira, faca transportar pa- j vsl^" tm plena anarchia I Acaba de fallecer um .los depulados provine!eos, o
a o presidio de Fernando, por conta do mi Historie As cansaras nao conseguem reunir numero para major Jos Marianos t.hermont, sobrmlio do baro
_ 3* Feitaa designacao dos lugares de que tra-
ta este rtigo, na .pial wro comorehendidos os
actualmuiiterrequtntados pelos vapores da compa-
nhia de navegacao do Alto Amazonas, os presiden-
tes darao conta ao ministro da fazeuda para linal
approvaco.
g 4o >os lugares em que nao existirem collec-
tortas, c onde fr conveniente, haver agencias,
postos de nscalisacao e registros, ficando os presi-
dentes di provincias, ouvida a thesouraria de fa-
zenda respeeiiva, incumbidos de crea-tos, e desig-
jue gozam ou bouverein de gozar
OS paquetes vapor das linhas regulares transat-
lnticas, em virlude do reguiamento das alfande-
gas.
Art. 32. A escripturaeo das mesas de rendas,
creadas pelo art. 5 do presente regulanieiite, na
parte relativa a arrecadaco de quaesquer direitos
ou impostes e mullas, ser feito em livros espe-
ciaes, os quaes, depois de encerrados no Um de
cada semestre, sero remetlidos com os despachos,
manifestos, guias c documentos de receila e despe-
zas, c mais papis relativos, thesouraria de fazen-
da guerra, no vapor, que deve largar para all a \ oceupar-se dos assumptos que molivaram sua con-
manba. os objectos mencionados na relacao junta voeacao extraordinaria,
por copia, os quaes Ihe sero api esentados por par
d'Arary.
Consta
roes do I
dos de<
*(-" i .-v|#i->.ai a. mu iiiniiMio< uc i i i <*_i '^, o iii:il- I j a n
nar os ompregados, guardas ou vigas precisos, na ,da !, A^ioms, para uella se instituir o compe-
frma d^ art. 18 paragrapho nico e mais dis|wsi- fi* >" sobre sua moral.dade e exaclidao, na
egulamento das alfandegas, e s.ndo torne- tor d" i^^s. 'jm SSJ -
i escaleres necessarios para o s jrvico. Art- 3-'- As autoridades judicianas policiaes e,
5- os jwrtosonde houver collectorias. obser- aae^ peruanas e brasileras com a torca que as
vario es as estacoes, na parle que ronvier, o pre- ofljuvar em suas diligencias, e bem assim os cs-
senie rculaniento e o das alfandegas para pre- caltrcs c outras embarcaces de viga poderao,
vencao i o contrabando e Uscalisaco das rendas fVTCer as suas tonecoes de polica fiscal as fron-
publicas i ,l'iras terrestres e nos nos e suas margens, isoladas
Art. 20. Poderao descarriar toda en narie x 9a colleclivaniente para represso do conlra-
rarga
coinHic
baver questo para o nreenrhimento
O ministerio, quo esleve em crise, parece que desta vaga de depulado ; un* polticos entender
conseguio fazer adoptar suas futuras propostas pelo que deve preceder-so a nova leico, outros que
Sr. presidente, ediipe-se a apresentar um novoj deve ser chamado da lisia dos eleitos o immedlato
plano de campanha. em votos.
No em tanto concentraram-se na capital as for- Corre que a cmara municipal deste parecer,
fas dos departamentos ; a deserciio do exercito em mas que nw obstante foi consultada a presidencia,
campo numerosa c de todas as parles cruzam Sem maior indagaco da lei, pareee-nie mais re-
partidas fortes de revolucionarios. ; soavel a novaeleieao.
O general Flores com o grosse de seu oxerrito Ha dias tiremos aqu um arremedo de incendio
domina absolutamente o norte do BiurNegro, ex- na ra de Santo Antonio, na casa do Dr. Francisco
cepeao das povoaces de Paysandu e Salto, que Pereira de Soma Jnior ; os soreorros foram
anda nao tomn, para evitar o derramamenlo de promptos, c o fugo extinguise em poucos mo-
Dua. Os Srs. agentes da companhia Brasleira' sangue; porem vista da pretencodos blancos de mentes,
de paquetes vapor, mandein dar transporte para (3lar as eleicoespor todo o mez quo vem, estando : Comparecern) todas as autoridades superiores,
Parabiba, por conta do ministerio da guerra no Wl10 l'aiz m armas, provavel que facam um inclusive o Exm. presidente da provincia.
"*a por I A polica acaba de prender um individuo de
Serr nome Manoel dos Res, ou cousa que o valha, mo-
do rador perto da capital, que fazia de um sitio onde
te do director do arsenal de guerra. -Cuuiiiiuni-
cou-se ao commandante do presidio e ao director
do arsenal de guerra.
Dita. OSr. gerente da companhia Pernambuca-
na de navegacao costeira, mando dar transporto
para o presidio de Femando, por conta do minis-
terio da guerra no vapor, que deve largar para all
aiiianba, ao seguudo teuenle Zeferino Jos Teixei-
ra Campos, o os sentenciados militares, Manoel
Antonio do Nascimenlo, e Cassimiro Gones da
Silva.
a Parabiba, por conta do ministerio da guerra no P'* fin armas, e provavel quo lacam
vapor que se espera do sul ao soldado do corpo do sacrificio, e se apodero dessas povoaces para
guarnico daqueila provinrir, Mariano Alves da autoridades suas, como ha em Tacuaremb, S.
Silva Bastos, que veio d'alli escoltando um deser- Cargo e Minas, onde se nao smta a autoridade
I. 20. Poderao descarregar toda ou parte da ?u coiiecuvanieue para represso ao conira-,
.fera dos portos flnviaes habilitados para o tando ; ficando-lnes peruiillida a entrada no ter-
.....ier io com a repblica do Per, as embarca- "tor! do """Perioou da repblica do Per, dentro
cues que, por causa de avaria ou por outro inci- dos lll,lllt!S, de u,!,a ^na fiscal martima e terrestre
dente toiluilo e extraordinario, nao poderem con- 1ue scra determinada sement para esse lim pelo
turnar a sua viagei i. 80,^rno d,cada estado
Paragiapho nico. Os capites das embarcaces Paragrapho nico. Esta disposicao tera vigor
peno,
para pre"onco de qualquer importaco clandes-
tina.
Arl. 21. O perii.'" inminente, previsto no artigo
antec.idoiite, isenta smente da apresentacao pre-
via aos e npregados Oseaos e autordarles locaes,
de que tr iia o mesmo artiga ; sendo em todo o ca-
so obrigados os comuianil,mies das embarcaces
peruanas a provar a necessidade da arribada, e a
exhibir o papis de bordo necessarios, proceden-
do se a r. speito dotes documentos na frma do
arl. 19, i I."
ArL 22. Os gneros c mercadorias, que, nos ra-
sos de in. lenles fortuitos o extraordinarios men-
cionados no art. 21, forem postos em trra, nao pa-
garn dinito algum se forem de novo embarcadas; 1aez ae Aoranlet.
mas toda i descarga de gneros e mercadorias lei-
ta sem privia auturisaeSjO, ou sem as formalidades
proscriptas nos artigos antecedentes, Qeara sujeia
conforme ascircuinstancias, multa de 103 a 1003
por volunte, ou s ponas do contrabando, proce-
dendo-se para esse lim apprehenso na frma
dos caps 1 e 2 do tit. 8 do reguiamento das alfan-
dega.-.
pelas thesourarias de fazenda e pelos presidentes
de provincia, sempre no sentido mais favoravel ao
eommercio e navegacao dos dous paizes.
Paragrapho nico. "Estas decises sero execu-
tadas provisoriamente, dndose conta ao ministro
da fazenda para final deliheracao.
Art 35. Os artigos do presente reguiamento
que nao contiverem disposicoes estipuladas ua
convencao fluvial de 28 de outubro do 1858, man-
dada observar por decreto n. 2,442 de 16 de julho
de 1859, poderao ser alterados independente do
commum accordo exigido pelo arl. 5 da mesma
convencao.
Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1863.J/or-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Continuarn
do exprdirnlr dn dia !l de Janeiro
de 1861,
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
Art. 83. Toda a communicaco com a tem nao -Remetiendo V. Ex. a inclusa copia da senten-
autiirisad;i, ou em biliares nao designados no pre- cu proferida contra o ex-soldado do corpo do guar-
senle rey dauento e lora doi aso di; torea maior, uicAo da Parahyba, Manoel Antonio de Souza, e a
que
lor do exercito.
Dita, O presidente da provincia, tendo em vista
o que requereu o primeiro conferente da airande-
ga desta capital, Domingos da Silva Cuimares; e
bem assim o que a este respailo iuformou o ius-
dector da thesouraria de faZenda, em oflicio de 12
do correute sob n. 16, resol ve prorogar por um
mes, com vencimentos, na torina da lei. I. cenca,
que Ihe foi concedida por portara de 17 de novem-
bro do anno prximo passado, paqa tratar do sua
sade.
Despachos do dia Ib' de Janeiro de ISO 1.
v Kequerimenlos.
Antonio Soares de Garvalho.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Jos Flix da Cmara Pimental. -Informe o Sr.
cominandanle superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Rio Fonnoso e Seriuhem.
Manuel Joaquim Feriiandes do Azevdo.Infor-
me o Sr. director das obras puolices.
Miguel Xavier de Souza Fonceca. Informe di-
rectora do Iheatro de Santa Isabel.
EXTERIOR.
Buenos-Ajrrs, 28 de dezembro de 1863.
Assigtalaram esta quizenna alguns escndalos,
que dcsgracadamciite vem dar rar.oaos que apre-
goam que nao estamos ainda preparados para a
democracia.
Alm dos escndalos de Catamarca, Entre-
Ros e Cordova, deu-se un no da 2o era Buenos-
Ayres, qu* honra pouco sua tustraeo e pro-
gresso.
Por causa das deices municipaes travou-st
entre as freguezias ama reedadeira hatalha cam-
pal, que leve em. resultado vanas mortes e amitos
relmenlos, sellando assim cun sangue a divisao
do partido dominante.
governo de Montevideo. I m rava ceniiterio privado.
Convem chamar aqui a atlenco das naces es- Diz-se que ahi eslo enterrados oilo cadveres,
trangeiras, sobre a siuiaco queso prepara, dado o asseguraudo uus que o honiem ahi apenas enterra
caso de lindaremos poderes das cmaras, e ter- as pessoas de sua familia que niorrem de moles-
minar o periodo constitucional de D. Bernardo ta, e que por falta de meios e pela longitude nao
Berro. j as vem sepultar capital, oulros emlim aflirmam
No 1* de marco vai flcar a repblica sem auto- que o hornera nm grande faccinora ; o fado real
ridades legaes, e nao pode prendarse os poderes e que nao consta que ninguem lenha desappareci-
dos que os exerecra, visto que a constituieo o pro- do da capital que se desse falta
hihe.
Tambem nao pode invocar-se o principio sobre
que respousou a autoridade que sustentou o sitio
dos dez annos, por que ento a naco encerrada
dentro dos morros de Montevideo, defenda a inde-
pendencia nacional das aggressdes de um exercto
estrangeiro, com chefes o offlciaes estrangeiros, e
com bandeira estrangeira, e por essa razio foi pre-
ciso passar por cima das formas da le. Hoje nao
seda o mesmo. Metade do paiz esta com as arma
na mo, protestando contra o espezinliamento da
constituieo, c as leis de um governo, emanado de
traico e dos crimes de Quinteros; hoje a guerra
civil que nos encontra, a lempo de expiraren le- ao norte do Brasil
(talmente os poderes, mis em frente dos outros, dis- ca Septentrional.
lesappi
a polica esta em
avenguaces, e esperamos o resultado, que seja
embora mui favoravel ao hornera nao demonstra
mui bom carcter, a nao ser estupidez, vivendo-se
em um local, onde se tem um ceinilerio para
uso proprio e particular I
De eommercio |*uco ha do notavel alm do que
Ihe z constar no auno lindo. Falla-so n'uma
companhia nort'anierirana que deve navegar para
este porto, viuda dos Estados-Unidos, assim como.
curre que a companhia do Amazonas brevemente
rara navegar o rio Madeira, um dos mais notaveis
e ricos deste paiz, e que alm disto projecta a na-
vegacao para laycnna, S. Thomaz e outros portos.
para ligar o Para com a Ajncri-
postos a nao ceder um palmo de Ierra, isto ca-
da partido dominando metade da repblica com
os seus excrcitos.
Nosia siiuaco, qual dever ser a autoridade com
quem se ho de entender os estrangeiros? At
onde aleanea a jurisdieo de cada um dos pode-
Se apparecer a real dade desles melhorimento-,
unida a abertura voluntaria por parte do governo
imperial do rio Amazonas, as naces e eommercio
do mundo, declaru-lhe. que depois do Rio de Ja-
neiro ser sem duvida este o primeiro porto do
mperie. 0 negar, o para l caminba, da dia ada.
res militares, que constiluem uma autoridade de a provincia progride espantosamente em todos os,
lacloT sentidos, apezar da falta de bracos, de meios pe-
So oslas questes que reclaman) milita medita- cunjarios e do maior atteocao.e ronsideragao da
cao e estada para se resolveren); e foi por isso accao do governo. Aqu os recursos sao da oaiu-
que 0 general Flores acreditou ja um agente con- reza, ella nao se pode mudar, e portante, como
lenci.,1 junto do governo argentino, para recia- est iniciado o progresso, as Ideas civilizadoras, O
mar contra toda a eventualidad* i esse respeito : c paiz com mais ou nene, tempo ir para diaote.
julgo que nao tardara mandar outro ao Rio de Ja Tudo isto tem feito espirito d!assoriaco a va-
nciro, por seren essas potencia?, mais inmediata- por, e sobre ludo a ssUbjlidada de. soreg publico
mente interessadas em removers dilllruldades c a ndole pacifica. .la poputaco iracn-e.
internacionaes que semelhante situaea anormal Acabara de ii'.i dizer que n,. piafa se tero pro-
prepara para o futuro. cedido a assigasjara das aQCdes para a companhia
I Quem tiver estudadu o andar Ja revolucSo. tera de ctimtnhos y ferro d;. provincia do Mtubo,


Yilftil de Peraabne feegnnila felra 18 de Janeiro de i *i.
/
que os enrarregados &HN pedido no Par, *1C
hoje tem conseguido600 acedes, c fl.ee lamben ba
.mimaeao cutre os porl igiuv.es pera auxiliar urna
enarena particular o lio mil aquella provincia de
Portugal
Por ora nada ha ail de nevo.
A alfandega renden no mei de dezembro......
111:4,11360a rs. a receboderia provincial res
'16:5575855.
Eslrangeiros entrados f sabidos destapo-
vucia no ni''/, de dezembro pretinas lindo.
Kn IradosSahidos
dr Cursino Benjamit, e ja en orna otra fleSr.
Joo da Malta de Mora t Reg, une, sendo redactor
da Situtro, despedio-sc delta por amar da uijus-
lica feita'ao carcter do Sr. Luir. Carlos. Fui
Valia, i;t V/mkuw.
Cambio, fteguiou ubre Londres i U Ir2 d.
por l rs. : sobro Pars 'lii 343 rs. por Ir.; so-
trste bre llamhurgo 650 e 655 rs. por ni. b. : <: sobre
a'glora quo n'estc n-gwo coube era partiiha ao Lisboa c Porto de 95 i 100 0|o de premio.
Sr i'.actano Souza. Frotes. Fretoti-se um navio para o Canal e um
O Exm. Sr. pros dente da provincia j cipe- porto na tira-BreUnha entre Havre e iiamburgo
dio a- precisas oroVns para a eleicSo senatorial. inclusive a 460 por carga de diizenlas toneladas.
- Chegou, procedente de Pernambuco, a l, o
patacho hollando! Sperulmit, ron: tres dias.
Pwiuguetes 38 8
Mrroqnlnos S I
Franrc7.es 3 0
Alternaos i 0
Ingleses 0 5
Hespaoboes 0 i
Americanos 1 t
Italianos i 0
Pnanos 0 t
llaiulrarguezes 1 o
. -
Total SI 16
Os navios na meena conlormidadc
segrales : E nlrados Salud
lirasileiros 13 18
Portugneses ;i 1
Ingleaes 2 4
Franceies i 1
llcspanhocs i 1
foram os
Total
SO
zt
as precisas l. _
A cenlo primaria nove ser feita 10 de abril,
prximo vindouro e a secundaria 10 de mato.
A imprtam cmutiMomnai pede o recomnienda
aoaseus rangos que se absiealtam da lua alerte-
!ral. Estia am modo as abatenejeea.
Os iiiviirtssiitiis apresentam como seos candida-1
i tos os tres segainles eidadios : eonselheire Fran-
cisco load Purtado, Dr. .Antonio Mareetlloe Sones
Gonealves e coronel Isidoro Masen Pereira.
Fica a chapa bem eooiposla e espera-se que
saia trtumphante das urnas.
Por acto da presidencia de 31 do dezembro
161 dispensada a guarda nacional do servico da
gnaroaa aos domingose das santos. Esta reso-
|lacio de S. Esc. fui geralmente applaudida, por-
que, em verdade, cansera grandes males a con-
ervaeo ila guarda nacional no servido desneces-
sario a que eslava ella condemnada.
No dia 7 do corrento deu se na repartcjio
do correioum facto que causou pe al indignacao.
Apresentondo-ee ao ajndante contador, Valeriano
Alvos de Souza, um v:.l por elle passado, teve
aquelle empregado a Infeliz idea de corlar a sua
assignatura no val, al'n.i de eximirse do paga-
mento da divida.
Foi islo feito em pres< rea dos empreados su
PER1UMB0C0
REVISTA DIARIA.
Em conseqnencia de nao poder seguir o Miman-
guape para o presidie de Fernando, substituido
nessa viagera pelo vapor Parahyba ; mas linda
nao foi marcada a respectiva partida.
Ao Dr. juiz de ilireito da comarca de Gara-
nliutis foi recommondal > que mandandi examinar
or peritos a eadeia daqaella villa, informasse pos-
leriorinenie sobre osen estado e apresentasse nm
orcamento da despea que se deva fazer com os
co'nccrtos de que ella neeossitar, com declaracao
lambem de haver ou nao all pessoa que, sobona
direceae e vigilancia queira so encarregar da efce-
cnei ideases cotcenos.
Por haver representado o primeiro supplente
do juiz municipal do termo de Caranhuns, Antonio
Baplista de Meiio Peixoto, contra o segando sup-
miro Jos Moreira, Antonio da Silva o Antonio Foi preciso forrar as paredes e pavimento do seu
Francisco. qaarto com eolvocs, porque ella, na sua desecpi
Movimento da casa de detenco do dia 13 de racao, quera que arar a cabeea; e at so Iba tirn
aneiro do 1864. o feito, com o qual ella poderia realisar o seu fu-
nesto designio.
A final inorreu, e seu lio pedio e obten de seu
irmo a permissia de fazo* a autopsia do ca-
dver.
Abrindo-se a cabera, onde resida o mal, ohser-
A saber : varam-sc algons desarranjos, mas nada oflere-
ca os signaes c
mdicos diziam ler sido a causa da" morle de
Amelia.
(Juebrou-se o crneo 1
L'm grito de honor c-capou de todas as boc-
eas.
O tnysterio tao procurado, o mvsteroqueaca-
:).'!G ba va de enlutar nina familia, eslava all... vivo,
149 andando e fnguido!
Exisliam..... Entratan---- Sahiram..... 336 presos 9 > '.)
Existan..... . 3M
Nneionaes Estrangeiros.. Mulberes..... Bstrangeiras.. Bscravos..... Escrava;..... . 227 .12 i 2 81 7 i
. navios no P,r,o sao os que vao deelarades : ; baltcrnos; a parle B ritou aU, mesmo contra S^SSS^S^t2SffSS
A" carga.
Hnu-iosa--Rrigue escuna nacional.
Ixubi'll -Bi igue inglcz.
Julin dito diuamarquez.
Feliz-Ventaradito portnguez.
A' descarga.
Crttctwte Brigue ingltz.
\. /-'. I". .4. Escuna dita.
Lnio llarca portugueza.
AdetaidrEscuna hespanhola.
Proyrefso Hiato brasileiro.
Beli'm Biigue franccL
A 3 saino jara I.L-boa o brigue Virante o Itm-
leni para o Havre a barca franceza Havre.
O vapor O iizvii-o do Snl parte s II horas da
nuite de boje.
a f.ileatrua de que foi Victima, e foi logo queixar-
se polica.
Nao sci o que ten havido, de eutao para c ; o
3ue me parece fura de duvida que o governo
ere applicar toda a sua atlenco pata este ne-
gocio.
l'm empreg.ido, que assiffl procede, nao pdc
ser conservado.
Termino aqu, pois esta j vai inuito ex-
tensa.
A alfandega ronde: at o dia 8 do corrrcnie
40:0004.
(' uosouro provlnei 0 renden cerca de ris
15.0004.]
A enlacio offlelal d i algodao de 2O4S00
por arroba, mas tem-se vendido a 21 o 214300.
Tica o cambio sobre Lodres a 28 d por 14 e so-
bre Portugal a 05 "/..
/'. S.Foram feilas as nomeaeSes para a Sania
Casa de Misericordia. O Sr. Dr. Quadros pedio
ntuv\Hle.
S. Luiz. 10 de jineirM de 1S6I.
Ha tres das que ebeguei, de volta das minhas
xeur.MJes festivas. O mou pritneirn dia do nrvo
.anuo foi passado sombra de um tamarineiro e
a beber delicioso vinho de caj, de um que se fa-
brica uo Cear, e que d'alli se exporta. Sabore; n-
o as gottas "aquelle excellente liquido, unt e-
gaei-me ao dominio da rainha dos sonhos, e puz-
me a entreter as liiihas do um hersonte niio m i-
io distante s fecoes bem desenUadas do no- so
progresso industrial, protestando contra a idea er-
rnea daquelles, que sustentan que o lirasil nao
deve nem ha de uassar do un simples plantar"or quae foi portador o vapor nacional Paran, che-
de rafe, canna, algodao, fumo e mandioca. gado houlem, com dalas do Rio de Janeiro ate 10 e
E' ininha opiniao que so havemos de ser e valer ,al,l:l :ll do crrenle. Delles colbemos o
alruma cousa. quando aproveiunno* no nosso pro- que segu. .
prio paiz ludo quaato nelle se produz; prescindir- '" Janetro.O ministerio do imperio publi-
mo do importar do estrangeiro, ticar-nos-hao 08'W decreto n. .1,217 alterando o rogulamento das
productos tnais baratos, c outras e muito meljiores alfand:gas ; i.- na parte que se refero aos entre-
seroas condu-oes de nossa existencia. Mas nao me
este exeretdo jursdieco sem constar impedimento
daquelle, iron-tterani-Ve 10 respectivo promotor os
documentos relativos a esta qnestao, alim de que
procedesse contra qoem lor de direilo.
Para servir no corpo de noticia ordenoa-se o
contrato do paisano Manoel Mara Pitonbeira, que
foi considerado apto para esse (im.
A requermenlo do negociante desli praca
Theodoro Christiansen, foi antorsado o comman-
d.niie da canlwneira Raiakg a rebocar com a pre-
dita canhonaira, se nao bouver inconveniente, orna
galera de que o elle consignatario, pagando aquel-
le negociante ledas as despezas, vist nao haver
vapor algnni do commercio que se prest a este
fun.
Tonda provado isenclo legal, mandou-se por
em liberdade o recluta Manuel Francisco de
Souza.
Expcdiram-se as competentes providencias
no sentido de seren inscriptos nos competentes
demisr-ao do lugar de cirurgiao do hospital, por n "'-' ";'"-'"' -q^portunamente adn.iti.dos
ler sido Dommdo mordemo dos boipUraVoSr. ""2..... .vos collegios os men.res Jo^e e t.r.ni-
llr 4lTonso Saulnier na, blhosde FranciscaSilvcna de Pinbo.
Para substui-lo foi nonwado o Sr. Dr. Fabiol ~ ") director das obras militares Mlh
Raima do Lago, medico pola faculdade da Ilahia. :i '";""1^, fazer com urgencia os conceros prenso-
r i as cavaancas da companbta de cavallana.
Por incendio em bigamia foi preso em Uui-
quo Manoel Alve da Silva, ha pouco casado no
Ollio d'ayiia dos Uredos, do termo de Cimbres, exis-
tindo sua primeira inulher na comarca da Boa-
DIARIO OE PERNAMBUCO
Temos vista jornaes do sul do imperio, dos
alargarei sobre este assumpto, que nao vem a po-
psito ser discutido em urna correspondencia de
provincia, que s se deve limitar narrativa ios
aclos inais importantes occorridos na trra.
Todava, o saborusissimo vinho de caj do Sr.
Carreira exaltou-me a corda sensivel dos progn s-
sob iuduslriaes deste formoso e infeli/meate pie
Vista.
Foi abertl e roubada em pequens. quantia, a
semana passada, a taberna do Sr. Antonio Pereira
de Ollveira Maia, na ra da Senzala.
Teve lugar urna explosao em casa de um fo-
guettriro de Aguas-Relias, da qual resuilou licarem
queimadas tres pessoas, inclusive um menino.
Comecaram os actos preparatorios das festi-
vidades religiosas de 8. Sebastiao do Cabo ede
padroeiros dessas loca-
P*fi auloiisando a sua creaciio na Ilahia Per- Saillo Amaro"de Jaboat.o,
nambuco, Maranhao e Ido drande do Sul, edeler- |j,iai]c<
minando quaes as regras i que sao sujeitos ; 1 _\, n;)V(,nas v5o com |)0m|)a (lexando a esperar
na parte relativa a despacho do bagagens de pas- grande magnifil.enra no dia das festas, as quaes
sageiros; .1." na que diz respeito a mercadonas etl a *i do corrente
apprel:endidas ; 4. na que tratt de mullas ele ; .a"ufragou no mez ultimo a escuna Lindla,
^'^l%,^^f? 0*a rts"t3?9' 2,i' ^ d0 l)or, Ja iwS. Ie navegava para Penedo.
17, 29o, _3V>, Vd.1 4., ibo e 400 desse regula- Ih,aIro d;l c,,la^trophe fo{ a cora do Oliceira.
Alimentados .i custados cofres pblicos..
Movimento da enfermara no dia 16 de Ja-
neiro :
Teve baixa :
Xeuie/io da Encamaefio Vilella, indigeslao.
Joaquim Bcnedirlo da Silva, bronchite.
Libono, eseravo de Conslanuna Jaeintha da Motta,
intermitiente.
OlllTI'Alllo BO DI* 13 MJAHEIRO No CEMITK.niO
im ni.ico :
Genoveva Francisca de Monta, Pernambuco, 83
anuos, viuv.i, S. Jos, diarrh i.
Maria Magdalena da Assampcio, Pernamliueo. 3
annos, solteira, Roa-VlBta, tubrculos pulmo-
nares.
Anua Maria da Coneeicao, Pernambuco, 'J annos,
solteira, Bea-Vista, apoptexta cerebral.
Porfirio, Caxias,30annos, solteiro, Roa-Vista, phtjr-
sica pulmonar.
Manoel, Peinanibuco, 3 dias. Santo ntonio, es-
pasmo.
Maria, Pernambuco, 2'i horas, S. Jos, espasmo.
UM POUCO DE TODO.
Sob o titulo o uiyiU'rio da Concirdo de Maria.
publica a Oh; :
Desde os priineiros seculos da igreja, a piedade
christaa solicita em proclamar os ttulos e previ-
legios, dispensados pela muniticencia suprema a
esta creatura feliz, folg. de recwnhecor nella a
grasa da preservado da culpa, eonfessando pelo
urgao de seus maia proemincules orculos que a
M do Redemptor nao poda ser participante de
piteado original, para que digna fosse de tao au-
gusta maternidade.
Nao era infundada esta crenca, que o catholi-
cisno geralmente abrafou, e em cuja sustenlacao,
nao obsunte o prudente silencio da igreja, res-
peito, seustilhosjurarain sempre sacrificar, se fos-
se neeessaria, suas proprias vida*.
Fraca e limitada como a razao humana para
coinprehender as verdades que approuve ao Eter-
no occultar nos arcanos de sua infinita sabedoria.
ella nao podecomtudo considerar a Maria snjeila,
com os outros descendentes do primeiro culpado.s
funestas consequencias do erro, que ella viera
concorrer para reparar, logrando a ventura de re-
colher em seu seio o Messias promettido pelo seu
Libertador.
Se a sua Coneeicao nada menos importava, que
o desempenho da misericordiosa promessa do
Senhor ; se por ella nos seria dada a vida, assim
como pela primitiva mulher nos veio a morle ; se
emlim no lea seio virginal devia assumir a DOSM
naturezao Filhode Ueus para reintegrar-nos na
posse dos bens, de que a culpa nos. despojara -,
guijoso paiz, de tal sorto quo nao me soflreu o a li- ""uto e dispondo nes casos c-jniprehendidos nesses ds,ant0 do rhei.0 do orle c anda 0 prejuizo por
roo o Arar silencioso tal respeito.
Puado de parle o progresso, a industria e o u-
turo do paiz, dir-lhe-hei n'uma saudosissima sjn-
Hnise, que uiuito me divert e lninquei desde e (lia
de Natal al o dia de Reis. E' verdade que anda
mesmo a'esses dias, todos consagrados ao praier
artigos.
Para cavalleiros da ordem do S. Bento de
Aviz forana Horneados os capiliH Felizardo Anto-
nio Cabral, Manoel Alexandrino de Albuquerque
Pila e Matioel Antunes de Abren.
Foi nomeado Manoel Pinto Alves, pralicante
dalma e do corpo, uns i-aupas relhas. que anu \ do correodo Paran.
e inuito do meu desagrado lean, nunca dei:ta-1 }> senado nao funcciono j nos das 8 e 9, por
raen de me Ragellar com a longuissima e esferi- lalU de numero.licado para ordeiudodia de 10, a
iissiuia diseussao dos negocios das carnes verdes.
Por que tem faltado carne verde por alguns d a*
dentro da ultima quinzena eutcndeni os meus pa-
triotes ronpat-celha& que a salvacao do povo t a
suprema lei, e que o presidente da provincia deve
planto antes abastecer o mercado, ao que parteo
obrigando os eriadores a mandarem gado par a
capital e os marchantes a picaran nos acougn ;S,
qur baja, qur nao baja gado.
N'e>u palriotagem de carne verde muito me fez
nr
lo a hbil peana ojovt
Aranha, no qual se diz que o actual presidente da
provincia deve fazer alguma cousa acerca da qu -s-
lo das carnes verdes, anda que niio seja nuis
nada do quo mostrar-so desejoso de que haja gado
no acougue, porque assim o povo llca satisfeito,
vendo que a tutella administrativa etercida de
um modo proveitoso por via dos hons dearjes da
presidencia, como aconteceu na administraeao do
Sr. consclheiro (hampos Mello. Este Sr. eonselrei-
ro e aquelle Sr. Aranha em 1862, n'uns dias >m
que houve falta de carne, foram ao acougue, la-
mentaran] a ausencia de gado do matadouro e i>o-
zeram-se na gazeta official a discutir o negocio,
aventando a idea de ser creada urna eompaniia
votacaodo parecer da mesa acerca da reforma da
secretaria, 2.* diseussao do parecer, lambem da
mesa.sobrua nomcacao do ollii ial maior da referida n'mo
cerca de 2O:Ot4000.
A escuna acliava-se segura, mas nao o eslava a
carga, sendo os salvados quasi neuhuns.
Na viagom di tticnnr, fallecen, depois da
sabida de S. Vicente, o passageiro poituguez Ber-
nardo Dias Lima, que aneciado de i.ma phtysca
adiantada vinha para a Ilahia.
A demorada endiente do S. Francisco asse-
gura sueca no sertao, e pequea eheia, do que j
vai se resenlindoo commercio de Penedo. O algo-
dao deseen a 184000 e o assuear va* emdesa-
lornava-se indispensavel a sua iseneo do contagio I"1!10 na igreja, donde inais de metade dos liis
* .... -.* V^ 11.1 lll llllllll.KlLlll.lll.1
set;uihlv< sua couscietiria e eunquindo nm dever,
que Nm impde a lei pelo seu rarg
I" lia dirigida igualmente contra no m ra-
lio de procurarmos e demoier o aoaee dfeictti da
prepriedade perante os Irboaaes judiciaes contra
a m vonlade que tem S. S. de reslilui-la. e desta
ai i'. em sen nico proveilo, e com damno dos nos-
sos interesses, usufruir i>or ana nm n n ea ojio
annos esse nuMo capital na importancia ds
desarranjos, m a nada olere- de ,, :WM>snw, e i despeito de ja o ler gozad por
aractensticos da domea, que es i lliais dc ;,am(S S(m ^
8 ama so cunvencau a respeito tenba sido rornt*,*,,
nao obstante ja a reforma de ttulos por mata
ojuatro roiea 11
Pois bem. anda a-sim, qual o meto legitimo do
que devia usar; qual o tribunal ou mizo a eonhe-
cer e julgar sobre os fundamentos dessa qu. i\a ;
qual o processo onde esea preva den lai-
da e apreciada 1 Certo rjue nem o meio, nem o tri-
bunal e nem o processo nm a que recorreo S.
S. porquanto o juizo publico em tal caso le
i--i ntar sobre a decisio dos ltimos julgadn- nos
tribunaesjudiciaes, e uniros ronsUtaidos paras
dec sao em tai materia ja com ivlaeao ao direilo
das parles na lide lendo em alfcmeJ
da Id e a prova prodoiide, e ja em retocio ao cio-
do juizo recorrido, >to os fundamentos -OT^ua
doeisao a linalinenie nos aoM naae tem
de ser a fundo apreciado e julgado o 'ponto da
questao, e |Mjr conseguinte o juiz municipal do ter-
mo d'Agua-Preta pela deeisM que proferir, vi u-
do-a eoiiliimada ou reformada, e nos sobre i pro-
""'""H Tin imprnridenen de nossa hnsnrao na
acebo.
Porianlo, primeiro nao pretenda o Sr. Macedo
0 digno jai] inuni.i|ial de UH mu d'Agoa-Prela des-
ea .i imprensa para vir responder-lba as mjnalas
aigiieoes, que Me fea em sua correspondVnria ;
segi-indo, nem que nos (que eertos da nica rom-
ta ..rnal americano, da a seguinte noticia mu, K^ISCJtttJtfTSLZZ
Ihe fu commnaicaaa de S. Frandseo da Caw-lqae|iecon
furnia :
l'm improvisado ciiiH*'' do vigilancia, forcou ul-1
tintamente a pmao de Los Angelos, e tirn d'ella
cinco individuos acensados de homicidio, toubo de
estrada e reobo de cavallos, e enforcou-os no por-
tal da eadeia.
Depois d'este todos os individuos de m nota
foram intimad.is para abandonar a loealidade, no
espaco de algumas horas, sol, pena de lere i for-
te dos cinco presos.
Por esta oecasiio sospenderam-se os negocios em
Los Angelos, porem o lelegramma que da esta no-
ticia accrescenta : que este aconteciinnto fez pou-
ca ou nenhuma sen sacia
?
No tribunal do Alcal illespanha) corro o pro-
cesso de nina rapariga de 22 annos que depois de
ler assassinado um helfurnheiro eseondeu o rada-
ver, durante quatro ou cinco das e noutes, no sen
enxergae, deitando-se em cima d'elle !
Este facto passou-se em Campercal.

lina carta de Hamburgo do i do corrente diz
que no domingo anterior houve seems tumultuosas
em inuitas igrejas do Holslein. Um grande nume-
ro dos parochos limilaram-seafazer a orae,o pres-
t ipta pelo soberano legtimo e assim se con-
servaran! neutracs.
O parodio Hanson de W'ansbeck, que conhece
as disposicoes dos seus parochianos, orou simples-
mente pelo rei, sem acrescentar o nome de
Cliristiano IX.
Apezar (Testa precauco levantouse grande tu-
Era o qut! i
Urna aranha gorda, toda negra, eoberta do
sangue e tendo anda as pernal restos dos mo-,
loa, alimento de que se nutrir desde que pna-
trra na rabeca da infeliz joven, no da fatal em
que e-ia aspirou a rosa que Ihe deva causar a
morte I
lxtraliimos o que segne do Porte
Em Boston publicon-se um aviso da auloridade
militar convidando OS fabricantes de calcado a fa-
zerein propoetas para a feiiura de certa quantidade
de pares de bolas, qnese precisavam para os ba-
talhoes de negros organisados pele governo fe-
deral.
As medidas devem ser de 9 13 polegadas de
compriniento, e romo a medida para os soldados
branca* de o II polegadas, v-s que para cal-
car um negro se necessfta dobrada quaniidadc do
conre preciso para calcar um braneo.
secretaria, e ultima dseussaoda emenda ao pro
jecto to senado relativo aos vncimentos dos.em-1
pregados da caixa de amortisaeao, com o parecer
i da comiuisso do fazenda e tabellas respectivas.
I Na cmara dos depulados disculio-so a elei-;
.eao do primeiro dilricto de Scrgipe. tomaudo par-
to nos debales os Srs. Drs. Urbano, Thomaz Alves,
ir um artigo impresso no jornal Paiz e salii- Biliencourl Sampaio, bilveira lobo e Bezerra Mon-
lo da hbil iienna do oven publicista Themistoc'cs loro, a encerrou-se a diseus;ao, nao se volando
por la la de numero.
Foram escolhidos sead ires : pelo Idear
o Rvm. Sr. Dr. Thomaz Pompeo de Souza Brasil,
e por Minas-Ueraes o Sr. Thw philo Benedicto Ot-
loui.
Em dias dasemana linda cabio Jhslrabda-
menie do caes da Lingueta ao mar cbi Individuo,
que logrou salvar-so pelo adjutorio de um chapeo
de sol, que outro Ihe esteudeu, i falla de melhor
soceorro.
Por acto do governo imperial foi ordenado a
suspensao da recepeo do donativo voluntario, com
que concorriam os empregados pblicos nesta pro-
vincia, para os preparativos do paiz na perspectiva
da guerra com a Inglaterra pelas oceurrencias la-
meniaveis do anno prximo lindo.
Tendo os carregadorcseosconductores de car-
ros, cariocas etc., puchados bois ou cavallos,
nestes ltimos lempos olvidado o artigo de postura
que marca o peso que cada um desees vehculos
deve conduzir, os Srs. liscaes publicam no presen-
te numero do nosso Diario, a disposicio desse ar-
tigo, para o qual chamamos a atuiieo dos lei-
lores.
Sabbado teve lugar, no palacio da presiden
Ao subdito portuguez Manoel Jos Alves
Braneo, foi concedida caria de eidadao brasileiro
naturalizado.
Por decreto de 7 do corrente foram promo-
vidos no corpo de engenheiros :
A" lenente-coronel elfectivo, o lenente-coroncl
ES"* ,0 VC1 V,dra da S,1Va' Pr mereci- ca, um baile ofrerecid"o, ao Exm. Sr. Dr. Joao S.l-
'...';>.. ---.- veira de Souza, pelos seus amigos, par oecasio de
ParJuT' raajr p,radual J,-S,! ,Urlt d- deixar as redeas da administraeao, o qual esteve
subvencionada e privilegiada para o lim dc nos g^*b0< lwr merecmienlo, e o cap.tao Lu.z Jos ,uzide e concorrid(1) segun,lo n0S1.,l{rmaia.
dar a carne fresca diaria e barata. Veja que tem-jUL r'^'r;'..por anligiiidade; Honlem embarcou, no CVcro io Sl, a to-
vel opiniao e que terrivel medida era essa Wnda | .A?"y ".l&Bt *&"&** Alfredo de mar assellt0 na assembla geral, o Exm. Sr. Dr.
menos do quo um altentado contra as nossas leisil"rro?,e \as">ncellos e Podro Uaudio Sido. U?M Silvt-ira de Souza, como deputado pela pro-
uudamentaes e orgnicas, e que, se fosse reahsa-l ~ lr decretos da mesnia data foram transfe- vnc|a de San(a Catharina
do, havia de nos por em peiores eomlieoes. Disc.u-1 ridf narma de infamara : i Ct,|ebrou.se hontem a fpsla da Scnhora do
lio-se, gastou-se palavrorio, o l)r. Barrete tambaraL, JL lbS 1 ?aff,? a0^!"'*"' -w"^ n ermida de Olinda, cora pompa e
sanio a campo e no meio da diseussao roinfcariin d;,nIelldo *"baulhao Andre Alves Leile de Olivoi- br|hantismo. Durante a larde e note houve ex-
eommum : porque a iila de um Iteus Reparador
presupoem a pleuitude da graea naquella, qne
elle mesmo predesiinava ab eterna para sua Mil.
E se Deus a elevou esta alta dignidade sem
que a inais lgeira mancha nodoasse a sua pureza
virginal, alim de que na obra da Redempcso ludo
fosse portentoso e extraordinario, fcil crer, que
a exeeptuou tambein da conlraccao da culpa ori-
ginal, anda que lilha do Ado na ordem da na-
tureza.
Foi a nova Esther isenta por um previlgio sin-
gular, da pena infligida ao seu povo ; e pois a ella
podemos applicar as meinoraves expressoes de
Assuero; Ab... prole, sed pro mnibus koc lex
c O silencio do antgo e novo testamento acerca
de um ponto de tanta transcendencia, e que sobre
modo interessa a santidad.; de Jcsus-Chrislo, longe
sorprender-nos, leva-nos a acreditar com toda
a seguraDra, que foi urna omisso pernutlida pela
Providencia, para que a crenca neste inysterio ti-
vean por longos seculos o mrito da sua exponta-
neida>> -oobendo aos bomens a gloria de descobrir
este sd,ii*ein honra daqnella, que o proprio
Deus collocoika frente dos domos destinos.
Assim que, diante do fervoroso enthusiasmo
com que foi sempre celebrada a victoria de Maria
na sua Coneeicao ; em face dos valenies argumen-
tos prodiuidos em todos os lempos pelos padres
e doutores mais celebres da igreja ; das grabas
concedidas pelos soberanos pontificas aos que oe-
lebravam este mysterio, dos juramentos das or-
dens, edas inais famosas universidades, e do as-
senso prestarlo jielos padres de Trento j quando
todas as iiacoos catholicas aguanlavam anciosas
ver incluida esta verdade entre os dogmas da f,
seus votos foram alfin rcalisadosje ao actual v-
gario de Jess Christo Po IX coube a ventura de
a definir e proclamar ao orbe inleiro do alto da
cadeira pontifical, era que a Providencia foi servi-
da colloca-lo.
Firmes portaulo e inabalaveis nesta crenja, re-
a chegar do Anaiatulu c do Monin gabarras cbtias ,ra,}Jel10 \ ,
de gado. I "ra *" batalhao, o coronel conimandante do
O Sr. conselheiro e o Sr. Aranha desistirn de 13
disentir a idea de urna companhia privilegiada,
vautajosamente combatida em todos os tempes e
em todos os lugares.
O Sr Aranha deseja agora qne o Exm. Sr. es-
embargador Ayres faca o mesmo, isto ,v ao acou-
gue, lamente vista dos circumstantes a pobreza
>" biialho Joaquim Jos (encalves Foirles ;
Pata o 13* batalhao, o lenente-coronel comman-,
dante do 3 batalhao Carlos Resin.
Da ordem do dia n. 382, expedida pela re-
particao do ajudante-general, coistao seguinte :
Rernoeoes.Dos Srs. pharmaceuticos alferes do
corpo de saude do exereito Cicinio dos Humildes
do matadouro e peca ao Sr. Aranha que discuta o Pacheco, da provincia de Matic-rosso para a do
privilegio, a subvencao e a companhia, e asseg ir
ao povo que S. Exc' tem grande magoa e tem es
iiielhores desejos de fazer desapparerer a falta de
carne.
Ora, tudo islo pode ser muito philantrophtco e
bonito, mas nao sensato, nem lgico, nem raioa-
vel, nem cousa que se assemelhe razao e a sen-
satez.
A verdadeira causa do mal est era outra par
te ; est na celebre lei do mximo, creada peloSr.
Pfimo de Aguiar e apoiada por todos os patriotas
roupas-velnas, que vi vem nesta cidade.
Essa lei anti-eonstitucional, anli-economica, r,ue-
rendo ferir a classe dos marchantes ou melhor a
nm dos marchantes, nao conseguio outra cousa
senao peiorar a sorte dos criadores e dos consu-
midores, que foram os nicos prejudieados.
Dessa lei que resultam as faltas tmpora as
de carne no acougue e a vinda de bois-zinhos pa-
ra o mercado da capital, tao magros e tao eafosa-
traurdinaria concurrencia de povo.
O vapor Paran, chegado honiem do sul, lira
a mala hoje, s 3 horas da tarde, para os portos do
norte do imperio, na administraeao do correio.
Chegou, bordo do Paran, o Exm. Sr. Al-
fonso Ai!luir de Almcida e Albuquerque, desem-
bargad o r nomeado para a nossa Relacao.
Bepartiqao da polica :
(Exlraelo da parle do dia 16 de Janeiro de 1861).
Foram rceolhides casa de detencao do dia 13
do corrente :
A'ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policia.Jos
Martins de Almeida, portuguez, pir infraeco de
posturas, e olfeiisas physteas graves.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio Bra-
silino de Oliveira, braneo, William Chulham, in-
glez, ambos para averigua^oes polleiaes; Leandro,
pardo, e Manoel, africano, escravos, esle de Jos
ldVV^J>M*eM> fl7w J0***'.00 .*' ba,a: Coelh de Castr e aquello de Late Antonio de Si-
queira, ambos a requisito dos reipectivos senho-
Amazonas, e Manoel Francisco de Oliveira, desta
para aquella provincia.Avisos de 4 do corrente
mez.
Dispensa do servico para estudar.Aos Srs. l-
enle do 5o regiment de cavallaria ligeira Diogo
Alves Ferraz, para raatricular-se no 6" anno da es-
cola central.
Priineiros cadetes do I* batalhao dc artilharia
Ihao do infamara Jos Sergio Ferreira Jnior, para
matncularem-so na escola preparatoria da corte.
Aviso de 4 do corrente mez.
Por portara de 7 do corrente, ordenou-se
que o Io cscripluraro do Ihesouro nacional Joao
Carlos de Souza Ferreira, em co nmissao na alfan-
dega, sirva interinamente o lugar de chefe da 2a
seccao da alfandega da corte, durante o impedi-
mento do respectivo serventuario.
L-so no Jornal do Commt rcio :
S. M. o Imperador, acompanhado dos seus
dinhos, que cada um delles insuficienteffarlada semanarios e dos Srs. ministros da marraba e da
1 guerra, baro de Taraandar e inspector do arse-
nal de marraba, embarcou hontem(8)s 8 314horas
da manha naquelle arsenal e dirigio-so fortale-
za de S. Joao, onde, depois de servir do padriuho
urna lilha do commandante de nomo Thereza,
cuja niadrinba fui Sua Magesiade a Imperatriz por
procuraeo confiada ao Sr. barao do Tamaudar,
para os comiloes da or lem de um Joao Tinoco,
que aqui temos, feliz creatura, que exerce o im-
portante cargo de porteiro da massa na s mar-
nhensc.
Nao terminarei esta parte relativa ao negocio
das carnes sem Ihe consignar aqui de passage n o
grande susto e o immensosobresalto de que victi
res.
A' ordem do de Santo Antonio, Joao, africano,
eseravo da viuva de Silvestre Joaquim do Nasci-
uieiiio. para averigua^ous.
A' ordem do de S. Jos, Maria, crioula, escrava
de um tal Maranhao, tambein para averiguabas
policiaes Florencia, africana, sem declaracao de
motivo.
A' ordem do da Capunga, Malhildos Maria dos
Prazeres, parda, para correceo.
O chefe da 2' secea,
i. G. de Misquila.
Passageiros do vapor nacional Paran, vin-
do do Rio de Janeiro e portos intermedios :
Desembargador Alfonso Arthur de Almeida, sua
senhora, 4 lilhos menores, 4 criados e 1 eseravo,
Francisco Ferreira Borgea e 1 criado, Jos Rober-
to Ferreira da Costa Sampaio e sua senhora, Ale-
ma oSr. JosBoi, massudo, carnudo earredondado 'assislio ao exercieio dc artilharia ao alvo e dig- gandreTossi, Manoel Valentn, dos Santos, sa so-
eidadao maranhense, por ter o Sr. Themistocles
Aranha dito algures que aquelle Jos Boi poda
ser levado ao matadouro publico nos ltimos das
do entrado, afim de se o esquartejar e por ve ida
toda aquella suceulenta carao e laborse gordura,
que bem davara para um dia de farla romesa na.
O crdulo do Sr. Jos Boi tem tomado ao serio
o gracejo e ameaca ao Sr. Aranha cun urna g-os-
sa matilha de alfa tales, armados todos de vigorosas
bangallas e vassouras. L se avenham elles.
Tomou conta do lugar de thesoureiro da fa-
zenda geral o Sr. Jos Gomes de Souza Gay tso.
Esse lugar foi poi mais de um anno exercido
interinamente pelo chefe do seccao. o Sr. Luiz
Carlos Pereira de Castro, funecionario probo, ze-
loso c inlelligente.
Ao entregar o cofre ao Sr. Gayoso, o Sr. Luiz
Carlos conheceu que havia contra si um prej izo
de pouco mais de dous contos de ris. Entrn ;om
o dinheiro, mas espera rehav-lo |Kir estar 'ion-
vencido da existencia de algumas fallas, que natu-
ralmente se deram na escripturacae. Este ficto,
que nao tem alcance algum, serv'io de thema i in-
ionnoOei mal pensadas e inmerecidas, mitas con-
tra a probidad) do Sr Luiz Carlos pelo seu ai ver-
sarin pnlitico o Sr. Caelano Souza, na Situara).
Bateproeodimento do Sr. Caetano.Souza 'causou
estranben, e nao achou eco na opiniao publica,
antes inanifi>stou-sc esta em f:ivor doSr. Luiz Car-
ies, ja em artigos da redaccSe do Publicador Ma
rtummm o da Coaifco. j em urna declarae; o do
digno Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda, An-
sahio tulmutiiariainente.
Em urna igreja de Kel, o parodio Ludcmann
orou pelo rei Christiano IX com a condco de que
seja reennbecido pela Dieta germnica.
Esta declaracao foi aeolhda com issobios e riso
geral.
Toda a gente sahio e o prudente pastor teve dc
continuar a sua oraeao em um templo vasio I

Em Calmar, eidade de C.othlandia, aconteceu o se-
guinte :
Ao anonleeer de um dos ltimos das do mez
de novembro, apearain-se porta da principal
hospedara de Calmar dous modestos viajantes.
0 dono da hospedara mostrou-se inulto atlencio-
so com os dous viajantes, levando-os ao seu es-
rriptorio para esereverem os seus nomes n
de registro, como alli eostume.
O dono da hospedara franzio a sobrancelha e
nao dissimulou o seu desgosto, quaudo um dos
hospedes escreveu no livro Cardos lilteato,
por que sahla que ltteralo synonuno de po-
bre.
No dia seguinte levantaram-se os dous viajantes
muito cedo, pagaram a despeza e pa.tiram.
Na tarde do mesmo dia apresentou-se na hospe-
dara um ofiieial do estado-maor e enlrcgou ao
csialajadeiro una caria, eujo conleudo era o se-
guinte :
Teneionava passar na vossa cas:, urna semana;
porm, notando que vos nao consideraes mnilo
honrada hospedando um llterato, regressei a Sthc-
kolmo. (Assignado) Carlos, littnato e re da
Sutria.
Elleitivamente, Carlos XV, actualmente re da
Sueeia, muito dedicado s letras e autor d urna
collecco de poesas, pelo que nao admira que se
resenlisse do proeedimento do estalajadeiro.
O Jornal de Uresda annuncia que, por ordem
superior, a intendencia do theatro de Calsruhe li-
nha entabolado negociacoes com o compositor Ri-
conhecamos em Mara, a Ilustre triumphadra do "rdo Wagner para o contratar como regent
peccado;sauderao-la do inliino das nossas almas, lonioe";,;-
eheia de graea, na sua Coneeicao; e anda utna
vez. depositemos seus pesos protestos da mais
profunda veneracm.
As condicoes postas pelo celebre' msico eram
exorbitantes.
Pedia 6:000 Horras (2:7005000 ril) de pensao
vitalicia, aposentos no palacio gran-dueal, um ea-
No temporal dos dias 3 e 4 do corrente os au- n,aro,e l"ea,roe uma rruagein da corte a sua
&m't C0SUS ^ ,U!laterra Cflnl,IMe P0ri Nao se eslava longe de acedar estas condQoes,
porm M. Wagner exiga ao mesmo lempo qne i
sua nova opera Tristan fosse representada n um
curto praso.
Eutao os altos protectores do celebre maestro re-
conheceram que elle exiga o impo.-sivel e rompe-
rain-se as negociacoes.
na-
naufragaram 28
arrojado praia
tempesta
Sg
S no porto de Holyhcad
vios no dia 3.
At ao dia o" tinha o mar
cadveres.
Desde 1857 nao havia nolicia de uma
de tao terrivel.
Em Eu (Franca) o vento no dia 3 era de tal im- \
petuosidade, que arrojou uma menina de dous
anno?, quando sahia do umbral da porta de sua
casa, dentro de um tanque quo eslava a 10 metros !
de distancia, onde a pobre menina se afogou.
Do temado de uiqa casa arrancou o vento uma; Breve resposta a mil; calumnia.
PUBLICARES A PEDIDO.
peca de chumbo de mais de 20 quintaes de peso. 4
Este terrivel temporal que involveu toda a In-! '
Sr. Manoel Monteiro de Macedo em
sua cor-
8 de
para o
!' K IVIII'VI H/KIllUllll <1UV lil'WI'VU >ll,l u ni- a I fi
glaterra e as cuetos da Franga, causou naufragios recondnela publicada no Jornal do lecie n.
at no Tamisa 112 do corrente mez e anno, fez um appello p
Alguns navios procedentes da China e India, ao >izo publico, por; meio da impreiisa, ja contra o
trar as docas de Londres, despedacaram-se. <*>e J"'*. municipal do terino d Agua-I_reia_(a
nou-se aceitar uma ligeira releiQao em casa do n|l0ra e 1 lili.o menor, ex-praca Joao Alves Perei
mesmo commandante. ^ ra, Horacio Francisco Tavares, Carlos, eseravo a
bahmdo d alh yis.tou anda Sua Mages'ade as entregar a S. 6. de Barros, Domingos Antonio R.
fortalezas da Boa-\iagem ede Villegaiguon, assis- Guimares, Pedro Angelo, Francisco de Paula
lindo nes a ultima au exereteie do artilharia. HSa, Jos Bernardo Pacheco Serva, Thomaz Equ,
As Ji|4 horas da tarde regressou Sua Magesla- Antonio Ferreira da Silva, Joao de Dos Oliveira
de ao arsenal, donde logo se reirou.. Santos, Manoel da Silva Braga, Pedro Bartholo-
Bulua.- Corra achar-se nomeado Jo de direi- ,,-.. Joaiiuim Teixeira da Silva, Joaquim de Aze-
to da comarca do Lagarto, em Serg.pe, o Dr. Pe- Vedo Maia, Joaquim Bezerra Montenegro, J. M. da
tiro Francelino Guimares, que exerce acjalmen- (>jSia> Antl,0 j. Marques, Jos Francisco de Ol-
te o cargo do promotor oa capital da Babia. veira, Victorino C. Pereira Maialhaes, Jacintho
hahira em coramissio o hiato de guerra jos Nunes Leile, Gondolpho Pelippe, Manoel Gon-
"y'"- calves, Manoel de Vaseoncellos Jonior, Jos A. de
- Falleceu em Sergipe o amigo advogado do AlenlaGuedes, Amerieo Nctto Ferivirade.Moraes,
lora bahiano Jos Mondes da Cjsla t/xdho.
entrar
Por toda a parte se viam
Mesmo as ras de Londres foram mortas c feri
das algumas pessoas. Na ponte do Tamisa o vento
levaiitava algumas, lancando-as ao rio.
Os viajantes que iam na imperial dos mnibus
eram arrojados ao chao.
Calculava-se ser enorme o total dos prejuizos.
Da Estrella do Norte extrahimos o seguinte:
Se doce ver banhada a natureza
De matutina luz nuvens dourando,
E os passaros alegres festejando
A quem a tudo deu ser e belleza :
Se c doce ver das arles a pi inceza,
A agricultura, digo, que tallando
A frtil ierra, em breve vai mostrando
Os solidos cauaes da saa riqueza :
Se doce ler as obras afamadas
De tanto autor scienic e primoroso
No Templo da memoria eternisadas:
Mais doce e ouvir cantar ao som mimoso
De msicas divinas e afinadas
De Mara o Rosario portentoso.
tomados derribados, quera nao temos a houra de eonheier senao tra-
dicconalinente pelos seus actos de juslica) e j
contra nos; e pretendeu para islo tirar pretextos
na aeefio civel, que Ihe movemos em aquello ter-
mo, na merecida sentenea que alcancamos
nella I
Nao supponha o Sr. Macedo que anda dest'arte
' i I laqueara a boa f de todos, porque, perlencendo a
| nossa questo aos triDunaes judiciaes do paiz, ja a
1 elles estando affeela, smente ahi cabe-nos a dis-
eussao e a prova, como aguardar a deciso nos l-
timos julgaoos segundo a razao o juslica que a
qualquer de nos assislir ; e cunto que nos tribu-
naes, a que nicamente a sua deciso pertence, te-
mos a garanta precisa aos nossos direilo sem ne-
! cessidade de declinar delle para juizo estranho.
Trazer essa queslao para a imprensa, como o
i fez S. S., uma inconveniencia bem digna de cen-
sura, uma tangente propria da maligndado de
seu espirito, o por meio da qual, toicendo-se a ver-
dade dos factos procurou S. S. nao somenle preve-
nir jaita no superior tribunal antes de tomar co-
quelle composto, declinemos dos meios legtimos,
para vir aoeeJUr a diseussao no terreno reconve-
niente, onde a quer cullocar, contando que all S.
S. nos encontrar lirnie na pugnacu tm \
dinilos; comoje temos feito combaten !
DUllidades figuradas por S. S. com o proposite de
protelai ajusta resttuico dc nossa propriedade,
que de boa f foi enllocada era suas raaos desdo
uiai de cinco anuos.
U Si. Maculo juntou sua correspondencia al-
gumas resposias de advogados sobre a eonsulu
que Ibes ibera acerca da materia de nossa h-
l de. Respailando as opinies desses senhores. di-
remos ao Sr. Macedo, quo se bem ou nial elles emit-
liraiu o seu juizo, ou manifestarlo suas opinies
sobre o assumpto, cousa que aqui nao nos cabe
demonstrar, e sim nos autos do pleito em susten-
tocla de nossos direilos, como j o fizemos coi
pal te, so por ventura nelle* apparecerem. Eutre-
tantj seuipie diremos : 1, que opraioes de advo-
gados nao menos respeitaveis temos em apon do-
direilo por nos sustentado ; 2", que entre
ines.nas opinioes apresenladis |*r S. S. da-s..- di-
vergencias com relacao a substancia ou fundo da.
materia; e3, que foi bom ler S. S. confessado,
que nao e propietario do engenlm ou fabri<-a de
fazer assuear, e sim simples rtudeiro e sem oulra
forca...
O Sr. Maedo allegou anda, tque quando *in
abril do 1862 assignuu Joao do Reg Lima A Ir-
mao essa escrptura, com a qual o demandamos,
gnorava, e ato i]ue Ihe propozemos a acro ella
eontioha outra cousa alm da simples h'vpothe-
catl -> Felizmente, e porque a I^ovidenci sobre-
ludo vela, uesse mesmo trecho nMpM aS S. a
coulisso u-r-lhe sido lida a referida esciipmra
pelo labellio antes de assigna-la ; logo nao pode
allegar a iguorancia de direilo, porque esta nao
aproveitt a niuguem, e 2." porque, quando nada,
essa leilura perante todas as parles e teslemu-
obaa, sem a atener reetnaufie de s. s., e dnpeb
della ua assgnatura, sao pruvas inconlestaveis
nao Minente da ciencia de S. S. subre todo u con-
teudo dessa escrptura, como que esle foi objecto
das eonvenees do contrato.
E' ceno que era vista das declaracoes, que nos
acata de fazer oSr. Maiaquias de Lagos Ferreira
Costa (para quem appellamos), nada se pode du-
vidar do carcter do Sr. Maedo, porque, enire
outras CMUae, esle senhor declarou a aquelle, ter
algu jiu maudado-o assignar ssa correspondencia,
porm sem Iba ler lido antes, e nem dado-lhe
sciencia de seu coutedo, e se soubesse qual era a
nao teiia assignado II....Sao contos que a essa-
pessoa e ao Sr. Maedo smenle cabe abastar.
Ora, como conciliar e Sr. Maedo es>a sua
aneciada ignorancia, com aquillo que entre S. Sv
e nos passou-se o anno prximo passadom- z 'fe
abril nesta cidade, e presenciado por div. rsos f
Qua ido venceo-se a printeira prestaco a pagar-
nos aSr. Maedo, esle seuhor veio e'sla rjdnnv, e
drigiode se i nossa casa disseque nao poden-
do paga-la estovara todas vencidas e nos com di-
reilo a pagar o imposto de siza sobre o valor dos
tscr.i.'os e elle na obrigacao de entrega-Ios ; mas,
esperava ijue assim nao o lizessemus, lauto mais
quanto esses escravos ne vahara os ll:000, e
tanto e sim menos ; que desseuios mais um anuo
de espera sobre apresiacao vencida (Mi. que elle
a paga va, licando lambem dest'arte alteradas as
segrales : Hespondeinos-lhe, que tonto nao po-
diauos fazer, que nao desejavamos seus escravos,
e sii.i o nosso dinheiro ; o mais que lite fariamos
crareceber alguma cousa por conta dessa pres-
taran vencida, e pelo resto dar-lhe-hiamos mais
algum metes de espera com garanta, lieamlo llo-
rera o contrato da escrplura em sen perfeito vi-
gor : o Sr Maedo di.-se-nos que nao nn con-
seguir o que Ihe haviainos proposlo, e nos llie dei-
xeOMti anda dous das para dar-nos sua ultima
resposta ; porm lindos estes, o que nos uisse
S. S J! (jue nada tinha conseguido, e se paga
ni os o imposto da escrptura, e eonvenenmad". nao
eulr 'gana os escravos seno por meio d'acco, e
neste caso com a nossa propria plvora nos havia
locar fago...Ir Foi depois disto que obremos, e
achando-se nesta cidade o Sr Maedo -como
consta dos autos demos comeco a aeeao E de-
pois, come innocentar-se S. S a respeito J! Como
descre-ver-se uma victima nossa ?! D'onde est o
cap icho mal entendido, do lado de S. S. que a tor-
ca quer reter em seu poder, no sen inleresse o
nosso nao pequeo capital de il:3U9079 rs., ou
de nona pane era procura-lo reoeber pelos meios
legilmos, visto o nao podermos empatar a vonlade
de S. S. com damno dos nossos iuteresses c de
nossos credores 1 ltesponda o publico.
A lega tambera o Sr. Maedo, que a $ deste mex
veio noss casa acompanhado do Sr. Maiaquias
de Lagos Ferreira Costa, e propoz-nos pagar
vistanao pequea quantia de seu debito e o res-
to prazos de anno a auno garantido por aquelle
Sr. Costa III...a Oh 1 isto umita ammosidade ;
verdade qne anda estamos por saber em quaes
das declarad-oes de S. S. pode ser encontrada a
verdade I
Ahi esto o Sr. Maiaquias de Lagos Ferreira
Costa, que contesta seinelhantes allegacoes do Sr.
Maedo, como o fazem oulros que presenciaratn o
facto.
E (poremos ao publico o que se deu :
O Sr. Maedo dirigio-se ao Sr. Maiaquias. e pe-
dio-lho para arranjar o nosso pagamento ; este
senhor declarou-lhe o nao poder fazer, salvo se
nos quizessemos fazer na divida o abatimento de
SO por eeulo e para recbennos l.oOO vista |K>r
conl dos outros 50 por cenlo, e o resto prazos
pag:.veis de anno a anno ; assim dingram-i
nos, e foi esta a proposia que nos foi feita ; o Sr.
Mahquias esta piompto para sustentar esta ver-
dade, como confessa que fez esta proposta em ra-
zio de nao encontrar garantas era Sr. Maedo o
nem nos seus possuidos.
Pergunla-se agora ao Sr. Maedo, fez proposia
com o abatiracnto de 50 por eento 1 estando a
Alagos. -Nada oceorreu NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Mu de Janeiro, 8 di Janeiro.
Cambio.Letras de cambio sobre a Baha, 8
d|T. ao par.
Anobces de 6 0|0. Ao par.
Metaos. -Onras ihx patria, a 295600.
Gneros.Farlqlia de trigo do interior, a 164
por barrica ; carv i miado para forja, a 8J por
tonelada (a cheg.ir); banha de llaltiinore, a HO rs.
por libra (hontem); arroz com casca, i 13100 por
sacco ; carvao do pedra miado, a 165500 por tone-
lada (hontem); torraba de trigo Pliiladelplua ex-
tra, a 163 por barrica (hontem).
- Anda ficavam carga os mesmos navios,
que mencionamos no resumo ultimo.
Sabio |iara Peniambuco 9, o patacho Fafio.
nliccimenlo e decidir uma lide que Ihe est alleeta, i perlo de um anno vencidos quasi 4:U00*. apenas
como ferir por meio de calumnias reputaees, que propoz dar por conta 1:50003 f l'ropondo pagar
esto muito alm do alvo de S. S. para que Ihes de 11:3093079 rs., sement 3:6543*10 rs.. n:io
vigario Antonio da Pureza VascMicelios, Joaquim
dc Souza Ferreira, Manoel F. da Costa Guimares,
Antonio Jos de Almeida i osta, Jos Dias Pereira
Costa, Jos Dias Pereira, Francisco Pereira Dias,
Antonio Maria Monteiro.
Segueui para o norte :
Captao-teiiente Ludgero de Salles Oliveira, D.
Eliza hristina e 1 lilha menor, Francisco r.oelh i
da Foneeca Jnior, Antonio Joao de Sonza Leinos.
Sergio Jos de Oliveira Santos, Jos Soarcs dos
Reis, 7 africanos livres aeompanbados por .'Isolda-
dos de polica, 6 soldados do eiurcile e I eseravo
a entregar.
Passageiros do brigue porluguez S. Mancd
/. viudo do Porto :
Francisco de Oliveira Maia, Jos Gonealves da
possa alcanzar suas aettaa.
____ Se S. S. tem tanta confia nca nesse prelendido di-
l'ra jornal de Nantcs publica o seguinte: reito, quo dizassislir-lhe no nossi pleito se os
A joven Amelia L... resida n'uma pequea tribunaes superiores sao creados para reparar e
casa de campo; e apaixonada por llores, como o corregir os erros ouinjustigas dos inferiores, quan-
so todas as pessoas da sua idade, pois linha 19 an- do por ventura as bajara ; se dessa respeitavel sen-
nos, possuia um jardim, onde nao cessava de fazer tenca alcancada por nos no tribunal inferior reeor-
ramalhetes. reu S. S., como allega, para osnper or; se o vene
Ura da, segundo coslumava, dirigio-se a este, rando tribunal superior nao lera de ajuzar e deei-
onde o seu primeiro movimento foi colher uma dir o nosso pleito pela diseussao da imprensa e so-
rosa para a por na rabeca, nao dcixando de a chei- mente pelo discutido e provado no> autos da ae-
rar primeiro; e, ou porque a aspirarlo fosse mu- c*
lo forie, ou porque aproximasse muito a rosa do do
nariz, sentio urna especie de lilillaeao, que, infeliz-
mente para ella, nao foi sullicieutemente forte para
a fazer espirar; o que, segundo a declaracao de
seu lio, o Dr. T. I-----ter-llie-hia salvado a vida.
O facto que ella nao fez caso, porm, alguns
dias depois. qneixava-se de una violenta dm de
cabeea; e piioeipiou a ni poder dormir, sotrreu-
0 dores atroies; de sorte que chamados muitos juizo publico '! IJual ser o seu lira ?
mdicos, disseram uns ipie era uma congesto ce- Tera S. S. era vistas olTereeer a pialipnr tribu-
rebral e outros nm derramamento no cerebro. nal, que tenha de conhecer judicialmente do feito.
Assim se pasearan seis mena em cuidados inu- um panno de amostrado que S. S. e para quanto
i teis da parte da familia e de solTrimonlos da parte capaz 11
Sera tuna quoila dirigida contra o acto dessa
digna autoridadj do primeira instancia, julgando
lo ; se nesta tira S. S sustentado esse seu allega-
bom direilo contra nossa preteiico, e o susten-
tar no juizo superior contra essa siipposta injusti-
ca dos fundamentos do jateado inferior ; e, final-
mente, se aos tr.Limaos judiciaes i 0 paiz lmenle
pertence i declseo sobre a materia de nossa dissi-
deneia, devendo potMbe termo os ltimos julga-
dos ao qoe ro i sobre tal pleito e>-a eorrespon-
delicia de S. S., esse apnellO para a imprenta 8
Cruz, Jos Antonio da Silva, Francisco Ferreira, j da infeliz joven, que, no lim dos seis mezes, perdeu
Joaquim Pinto Moreira, Jos Gomes Correa, Casi- o juizo.
pretenden anda que o 4:1543500 rs. fo*sera di-
vid los em pagamentos de 1:0003 cada anuo, ga-
rantidas pelo Sr, Maiaquias em letras simples-
ineite, o que iinporlava, nao smenle a perda de
5:6oi3500 rs. desse capital empalado as raaos dc
S. S>. desde 5 annos atraz, como mais anda o em -
pate do resto para mais de 4 aunos e sem vanla-
gODST Desde que tal annuissemos. quando mais
de 50 por eentQ pode desde j produzir esses es-
cravos, nao eaducava essa escrptura que garante
o nosso embolso ecom menos prejuizo T
Entretanto saiba o publico, un tonga de nal-
tratarnos ao Sr. Maedo, luipaacnos Ihe
Si Maiaquias, (|ue se nos pagando a prestarn
ve eida, sobre o mais annuii lanos,menos o abate.
Eis a verdade, como igualmente e cello tero Si.
Maedo nesta oeeasio anda nos ameacado d'"
qiieimar-nos com a nossa propria polvera II
Ouer agora a publico saber de que provem I
debito do Si. Mando?
Alm de alguns foriieciinentos de inanliue ni is
e de dinlieiros fetos a dito Bnbor pela lirma loio
do Rogo Lima e Irnio, esta, a Instancia d aquel-
le, pagou-llie as dividas abaixo mencionadas, divi-
das amigas, tendo esses desembolsos comeco de 2tl
d. abril de 1859 :
.Milaquias de Lagos Fe reir Costa. LiOU^XK)
f
A
\


Mario de Persiaarieoi *rxt*od lr I H de Jameteo le Jftfi-l.

Tibnrco Valeriano d >s Santos. I 'iOOJOOO
Josi Luiz de tarro*. l:Oji"Mt
Estanislao Floienlim, por 1 hypotheca. 1:700000
lio. ha Carvalho. 680*000
Jos.' Rodrigues Machado. 480-VwO
Manoel Francisco do Mont. 3305000
Anlonio llogerio Freir de Carvalho. 3S0JRMX)
Soturna.
10:3605000
I'ipial a todo esse tenipo empatado no proveilo
do Sr. Mndo, h sera que lenlia pago a seus gene-
ros credores, a nao ser com as ameacas e des-
ennmosturas vomitadas nessa sua corresponde li-
ria I !
.Mas <' Sr. Marido senipre allega tantos e quan-
tos pies de assucar que tem de fazer, etr. I.. Ago-
ra mesmo em sua fallada correspondencia alarde-
is.':!
F perguntamos-lhe : pois se os tem anda nao
IBO0I em raima al agora, quando todos os enge-
ahos esli quasi em lilis de safra Tf
Pois estamos em meado de Janeiro, e agora que
S. S. vai moer toda essa canna allegada, e que tan-
lo ta de pruduzir? E se o nao fez al aqui, mor-
mente leudo a extrema necessidade de pagar-nos
para remir esses escravos, em que temos culpar .
S. S. que tao mal tem precedido nesse negocio des-
de os credores rdenles, Joo do Kego Lima e lr-
mfw, al nos, que conaaca mais quer nos me-
recer e a ponto de nao agilarmos o nosso receb-
ineiUo 1!....
Crea o Sr. Macedo, que tal o desejo, que te-
mos de Mear com esses escravos, c pelo preco do
contrato, que Ih'os cedemos de bom grado por mili-
to menos, porm para rebermos o dinheiro e nao
para Ucar em jalavroes : tambem pela mesma
maneira e com algum prejuizo de nosso capital
concluiremos com S. S. esse negocio, o que muilo
de.M'jaiiios, e s de S. S. depende; mas, nao pode-
iiiu^ estar fazeudo sacrificios para acudir a nossas
prreioes e deixar que S. S. no sea interesse e de
sua familia, esleja assim gozando de nossa fazenda
e ameacatido-nos com demandas quando a ludi-
mos, porque para seus infortunios em nada coa-
corremos, e antes tem S' S. prejudicado oes e aos
mossos antecessores na divida.
Finalmente, no proposito de llgurar-se urna vic-
tima, e de ferir ao digno juiz municipal do termo
d'Agua Preta, o Sr. Macdo avancou falsidade
t de ter essa autoridade j asignado um manda-
do de captura contra dito senhor por nao ter feito
-entrega dos escravos as S4 doras I /
Em resposta e para concluir-sea inexactdo des-
se allegado, resta- dizer que apenas ha a intima-
rn da seiitcnca au Sr. Macdo (depoisde para nao
reretuMa ler dilo senhor occiiltad-se por das),
afim de ve-la pascar em julgado, tendo o decendio
Jlcado interrompido em razao das ferias ter en-
traJo.
l'er isto nao podendo-so tratar da execucao da
senteuca, e em ser ella extrahida para esse Um :
J v o publico, que nao havendo anda execucao
de sentenea, nao poda um tal mandado ter sido
asignado, salvo na mente do Sr. Macdo c para
o Um da calumniar.Logo depois da inlimacao da
sentenea, della appellou S. S., e fui isto mais una
razio para que nao baja execucao antes da expe-
dicio do recurso, e segundo os seus effetos.
Porm, preciso que S. S. nao ignore, que om-
juanto appellacao nao tem sido reeehida e expe-
dida o juiz aquo nao larga a jurisdieco da causa.
Recite, 14 de Janeiro de 186*.
Borges & Mdllo.
Nalsa d Bristol.
O URAXUE K rURIFICADOR 00 SAIfttOl !
a nnica proparaco original e genuina para a cu-
ra radical dos mais perigosos e confirmado* casos
de escrophula em mal de re, chagas antigs, le-
censos, tumores, abeessos, ulceras c todas as qua-
lidades de empees escabrosas e eserophulosas, o
a legitima salsa*parrilha de Bristol preparada por
I.anien 4 Kemp. igualmente um remedio cor-
to para rhcuniaiismo, es|Hgens, tinha, escorbuto,
tumores nraaeos e affecces neoralgicas, deblida-
de geral e Nervosa do systema, falla de appetite"
languidez, lonteiras, e todas as molestias do liga-
do, febres febles biliosas, fri- e tericia. O me-
Ihor e emfim o uniro remedio certo para a cura
de todas as molestias provenientes de um estado
impuro e viciado do sangue. us que soffrem des-
tas molestias podem estar na certeza que nao tm
a menor paaticula de substancias mineraes, mer-
curiaes, ou oulro qualquor veneno nesla medici-
na. Ella inleirameiile innocente c pode ser to-
ma pas |Kir pessoa.- DO IMO.IOT estado de fraque/a ou
ou as enancas mais delicadas sera canear-Ibes o
mesar mal. .' preciso acr.ulelar-se contra as tres
alsifieac,6es c imilacoes que existem, pedindo a
legitima salsa de Bristol preparada nicamente
por Lanman A Kemp.
A' venda por Caoas & Barbosa, J. da C Bravo
4C.
ranada
arroba
libra
um
arroba
um
arroba
urna
libra
cenlo
um
cento
libra

um
cenlo
libra
um
[600
800
14200'
:$ooo:
7*000
7J500
(11 MI
410
360
280
500
2*8(MI
3*000
isooo
K5IHHI
230
360
l*700
2*oOO
13>000
3."00
:m
180
240
110
380
10*000
1*000
320
500
4*000
2*000
15*000
1.5600
I Azeiie de aiiu-ndoim ou mendo-
bun.........
dem de coro.......
dein de mamona.....
Balitas alimenticias. ....
Bolacha o diara, propria para
embarque.......
dem lina........
Caf5 bom........
dem aceita ou reslolho .
dem torrado .......
Cal nos.........
Cal...........
dem branca.......
Carne sen-a (xarque) ....
Carueiios........
Carvao vegetal......
Cavernas de sieupira ....
Cera di' carnauba em bruto. .
dem ideni em velas ....
Cha..........
Charutos........
Ovados (parcos)......
Cocos iseccosi........
Colla..........
Couros de boi, salgados .
dem dem seceos espichados. .
Idet.i idem verdes.....
dem dem cabra corlidos. .
dem dem de ooea.....
. Dores seceos *.....
blein em golea ou massa. .
' dem em calda......
1 Estaadores grandes ....
Ide n pequeos...... .
Esteras para forro de estivas
18 navio........
Estipa nacional......
Fai inha de de mandioca. .
Ide n de araruta.....
Fei.ae de qualquer qudlidade. .
Proteos........
Km io em tolda, bom .... arroba
dem ordinario ou restolho
blein em rolo bom......
' dem ordinario ou restolho ?
I Gal inha -........
Goi una.........
llpeeacuanha (raiz)......
Le ha em adas......
Ttos..........
Linhas e estelos.......
Me ou melaco.......
Milio..........
Pa| agaios........
Pal Brasil........
Ide n de jangnda......
Pedral de amolar.....
Ide n de filtrar......
dem de rebolo......
Pia.sava.........
Portas, ou chifres de vareas ou
n ivilhos........
Pranehoes de amarello de dous
costados........um
Ide n de louro....... >
Raii..........libra
SaLo.......... >
Sal ..........alqnein
Saha parrilha.......amiba
Sel o em rama.......
dem em velas.......
Sola eui vaqueta.......urna
Tainas de amarello.....dur.ia
dem diversa?.......
Tapiocas.........arroba
Tatijuba.........quintal
Travs.........urna
(Jobas de boi.......Cento
Va^souras de passava. ...
Di! is de timb......
Dil is de carnauba.....
Vii agre.........can ida
Affandega de IVrnamburn, 16 de Janeiro de 1864
(Assignados) :
( I.""eonl'erente, Mmod Peregrino da Silta.
da Silva.
() L*COnferente. Francisco Affonso Ferreira.
Approvo. Alfamlegn de l'ernanibueo, 16 de
jan mo de 1864. l'aes tFAndraili:
Conforme. O 4. cscriplnrario, Joao dos San-
tos Porlro.
Ilccebcdorfo de rendas internas
geraes de Pernamhueo.
Reidimento lo da 2 a II........ 9:069*8":;
dem do da 16................. 8045940
Proles......... Par o Canal ingto de 40 a 4i
6, |iara BsrselhafOfr. por to-
nelada, o do algodo para Li-
verpool a V por .
cento
arroba
alqueire 1*700
arroba 55000
1*800
;50h>
i40<>0
8*500
8*00
53000
00,
1*900
255IKI0
1*500'
11*000
8*000
2001
1*500
2*100
5*000,
5*000
840
4*000
1*200
120
um
urna
arroba

cenlo

um
ranada
arroba
um
quintal
uro
urna
molho
MOYIMENTO DO PORTO.
iVariiM entrados no dia 16.
Terra-Xova38 dias, patacho inglez Uash, de 100
touelladas, rapilao llenry Col, eqoipagem *,
carga 1,333 harneas, 91 ieias ditas e 61 caixas
com bacalhao ; a Saunders Brolbers & C
Liverpool50 dias, patacho inglez tellow Crat, de
178 toneladas, caitio I). Camm, equipagom 8,
carga 858 barris com lolvora e outros gneros ;
a Mills Lalliam & C.
Afectos saliidui no mtsmo dia.
BarcelonaGalera hespanhola Angelina, capilao
I). Jos Izern, carga algodio.
Navios entrados no dia 17.
Ilio de Janeiro e |>ortos intermedios6 das e 19
horas, e do ultimo 11 horas, vapor nacional Pa-
ran, de 194 toneladas, commandante e capitao
de fragata Antonio Joaquim de Santa Barbara,
equpagem 56.
l'orlo-29 das, brigue portuguez S. Munoel I, de
192 toneladas, capitao Ca los Ferreira Soares,
equpagem 13, carga vinho e outros gneros;
a Manuel Joaquim liamos e Silva i\ Genrns.
Terra-Nova-31 das, harra ingleza Metcor, de 248
toneladas, capitao George llar!, equpagem 13,
carga 3,000 barricas com bacalbo ; Saunders
Bramera & C.
dem -24 das, barca ingleza Constante, de 249 te-.
neladas, capitao Charles Itic.hardson, equpagem
12, carga 3,620 barricas com bacalhao i a
Jonston l'aler Si C.
Rio de Janeiro-27 dias, polaca austraca larga-
reta, de 428 toneladas, capitao A. l'aicurich,
equpagem 13, em lastro ; aJohnston Pator A C.
MSBtM sabidos no mesmo din.
Marseille por GibraltarBrigue-escuna francez
Pkenix, capilao Magnan, carga assucar.
CanalEscuna dinamarqueza Molas, capillo J.
Rokrs, carga assucar.
CanalBarca iagleza Annie Seott, capitao Me.
Downel, carga assucar.
Portas do Sul Vapor nacional Cruzeiro do Sul,
commandante o capitao de mar e guerra G.
Mancebo.
Rcliico !s carias scygra tiiHas do
ul pelo vapor Prau, e das exis-
tentes na t.liniii'strarao io corre o
deftta cidade, para os .seiilireubai-
ioiecl rallos:
Alferes Alexandre Gomes de Argollo Ferro, Dr.
AlcbadesJos de Azevedo l'edra. Amancio (mc,al-
ves dos Santo?, Antonio de Castro Alves, Antonio
Jos da Osta Reg. Antonio Jos Duarle Draga,
Antonio Ricardo do Reg, Antonio da Silva Cam-
pos, bario do Livramenlo, Firmino dos Santos
Vieira, Francisco de Paula Araujo e Almeida, l-
ente Gaspar Jos de Miranda, Joaqunn Cabral de
Mello, Joaquim F'erreira llamos, Joaquim Cilscno
de Mesipiita, Joao Opperman, Dr. Jos Sergio Fer-
reira, Luiz Jos Monteiro, alferes Manuel de Faria
Lome, Manuel da Silva Mendonca Vianna, Phipps
Brolbers G, Symphronio Cesar Couiinho.
i onselhi adiuiulslratiro.
0 conselho adminislralivo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o corjio da guarnicao do Cear. '
Casemira verde 34 covados.
Para a companhia do Rio Grande do Morte
Casemira verde 25 covados.
Quem quizer vender taes objectos apresenlem a>
suas proposUu em carta fechada na secretara do
conselho s 10 horas da manhaa do dia 18 do cor-
rente.
Sala da commissoes do conselho administrativo
para furneciHiento do arsenal de guerra, 13 de
Janeiro de 1864.
Antonio Pedro de Si Bar reto,
Coronel presidente.
Sebailiiio Antonio do Reg tarros,
Vogal secretario.
Para a Bahfa
O palbabote Grrribiitdi pretende segOff com bre-
vdade para este pwto, tendo parle de ser, carre-
gamenlo. e para o resto1 traase no eseiij.-'orio de
Tatso Irniaos na ra do Amvrim.
PABA 0 BIO EEliSF
pretende sabir com milita brevidade o patacho
Correa |>or ter a maior parte da carga Halada :
para o resto que Ihe fall e escravo* a frele, tra-
la-s com os consignatarios Palmeira \ Beltrao,
largo da Carpo Santo n. i, primeiro anda.
A barca Limo /sabe para o Porto er poneos
dias, |r terquasi prompio o sen carreganmt :
para e resto e pasBageiriB, trala-se rom os con-
signatarios Carvalho & Nogueira, na ra de Apollo
numero 20.
>Tm
THEATRO
DE
APOLLO.
iio.ii:.
CONCERT
EDITAES.
I>B
cento 5*000
20*000
10*000
10IH)
120
400
25-5IHM)
5*000'
7*000'
2*soo:
110*000
73*000|
2*800
2*000
6*000
s*ooo
10*000
85IHK)
6*000
500
COMMERCIO.
NOVO BANCO
DE
1*l.K?lkTA]fIBU0
O novo banco de I'ernambuco convida os ere-
dores das massas fallidas de Mesquta & Dutra, e
francisco Antonio Correia Cardoso a apresenta-
rem seus ttulos no banco para se proceder res-
IKctiva veritica^ao at o dia 31 do corrente Janei-
ro, d> pois do qual se proceder o dividendo pelos
tilulos que esliverem verificados.
Alfandega
endimento do dia 2 a 13........ 235:877*864
dem do dia 16................. 20:113*093
255:890*957
Mov ment da alfandega
Volumes entrados com fazendas...
com gneros... 89
------- 89
"Volumes sabidos com fazendas... 174
com gneros... 40
------ 214
Descarregam no dia 18 de Janeiro.
Driguo inglez Liliancarvao
Darca francezaOcean carvao.
Barca ingleza.Wirijnreltmereadorias,
Barca inglezahnbellu Waid bacallao.
Brigue portuguezUp/Tunravarios gneros.
Piilara nacionalMarinkocharque.
Barca portugueza Gratido varios generes.
Darca franceza Pyrrho- idem.
ImportacSo.
Brigue francez /'/r;7nis,entrado sabbado de Mar-
seille, consignado E. A. Burle, manifeslou o se-
guirte :
16 quartolas, 150 barris e 220 caixas vinhos. 22
ditas cognac, 33 ditas licores, 25 ditas sardinhas,
42 ditas conservas, 950 ditas passas, 15 ditas atue-
xaa, 325 ditas massas, 50 ditas sabio, 40 ditas en-
xfre, 0 barricas alpista, 4 ditas painco, 44 caixas
132 bailas papel, 10 saceos avelaa, 20 ditos
.imendoas, 17 ditos figos seceos, 11 ditos pimenta,
30 ditos feijao, 10 ditos erva-doce, 25 ditos cora-
nhos, 15 ditos alfazema, 400 ditos farelo, 200 bar-
ricas cemento, 100 barris chumbo, 32 caixas azei-
te de oliveira, 8 ditas mobilia, 3 camapes, 6 radei-
ras de bracos, 15 sacros nozes, 10 ditos ervilhas,
0 dilos ava, I dilo zinco, 4 caixas dito em fa-
llas, 146,946 kilogrammas de sal; ordem dos
mesmos.
Barca ingleza Fsihella Ridlea. entrada sabbado
de Terra-Nova, consignada a Saunders Brothers
\ C, manifeslou o seguinte:
i.400 barricas bacalhao l aos mesmos.
ISxportaco.
A barca ingleza Sharston, para Liverpool, car-
retn
6.000 sacros Bascando e 463 ditos com 2,522 arrobase 1 libra
As algodo.
ALFANDF.A DE PBRNAMBUCa
IA DOS PIIKQO DOS (ENEROS SCJEITOS A IllllEITO IlR
I xi-..iitai;ao. SBMIU dk 18 a 23 no mez de ja-
m$ de 1064.
Hereadorias. Unidades. Valores.
Abanos.........cento 1*400
Agurdente de cana.....caada OU
dem restilada on ilo reino MO
dem raxaea......... .4<)0
Idktm guaewi....... 720
dem aleool on espirito de agua- 720
ardente..........
Algodio en earoco.....arroba 5*750
dem em rama oi em laa. t 23*000
Arroz com casca...... 1*000
dem descascado ou pilado 2*000
tcar mucavado...... 2*5imi
] lem hranco......... 3*000
jdem roteado....... 4*160
9:874*835
Consnlado provincial.
Re'idimentododia* a 15......... 62:736*171
dem do da 16................. 1:974*422
64:710*593
PRAQA DO RECIFE
o i>h: j a\i:ih : isa a.
As 3 boras da tarde.
Revista semanal.
Cambios........Os saques de que fui portador o
va|H>r Magdalena, olovaram-se a
110.000 st. dos cambios de 27
'i a 27 '/,, e alguns insignifi-
cantes a 27 %.
Algodao........O desta provincia vendeu-sc de
23*0(M) a 24*500 por arroba,
fieando boje a 24*, do de Maceio
posto a bordo venderam-se cer-
ca de 900 laceas a 24*800 por
arroba, e d* da Parahyba cerca
de 200 a 25*500 tambem posto
a bordo.
Aisucar_______ Vendeu-se de 3*',00 a -4*200
por arroba do bramw, de 3*000
a 3*200 do Borneaos, de 2*700
a 2*800 do mascavado purgado,
e de 2*400 a 2*600 do bruto.
A ;i.anlen!e.....Vendeu-se a 75*000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados venderam-se
a 180 rs. por libra.
Aroz..... -----Do pilado da India vendeu-se
urna partida de 30 saceos a rs.
2*600 por arroba, a o do Mara-
nh.io variou de 2*600 a 3*000.
A :ete doce.....O de Lisboa vendeu-se de 2*800
a 2*850 por galao; continuando
a haver falta do do Estrella
B;.calho".......Obtov. por atacado 13*150 por
barrica, e a rctalbo de 12* a
14*-, licando em deposite 8,500
barrieas.
Batatas......... Venderam-se de 50) a 800 rs.
por arroba.
Bi lachinha...... Idem a 3*200 a barriquinha.
& Je........... Vendeu-se de 7*200 a 7*700
por arroba.
Cha............ Variou de 1*800 a 2*400 por
libra, conforme a qnahdade.
Chumbo........O de munifao obteve 2:t* por
quintal.
Cl rae seeca.------A do Rio-Grande do Sul vendeu-
se de 2*000 a 3*500 por arro-
ba, e a do Rio da Pr.ita de 2*800
a 3*400; licando em ser 68.000
arrobas da primeira e 24,000 da
segunda.
C( rveja......... Vendeu-se de 5*250 a 5*400 por
duzia de garrafas.
F( ijao.......... Vendeu-se a 10*000 a sacra.
Gonebra........A de Hollanda vendeii-se a 350
rs. a botija, e a de Hamburgo a
310 rs.
I.i -uea..........A ingleza ordinaria tom sus-
tentado o prego de 310 |mr ren-
to de premio sobre a factura, pe-
lo cambio de 3*600 a .
Mtnleiga....... A franceza vendeu-se a 510 rs.
por libra, e a ingleza de 710 a
730 rs. a dita ; licando em de-
posito 3 200 barris de ambas,
Massas......... Venderam-se a 7*000 a caixa.
Oleo de linlura.. Vendeu-se de 1*900 a 2*000 0
galao.
l'.issas.......... Idem de 5*000 a 7*000 a caixa.
I'resunios....... Sustentaran) o prero de 1-4*000
por arroha.
Q eijos........ 2*100 a 2*200 cada um.
Sibo........... O amarello vendeu-se de 145 a
C>0 rs. a libra, e o do Mediter-
rneo a 2i0 rs.
Tiiicinhn....... O de I.ish ia vendeu-se a 8*000
por arroba.
Vinhos......... Os de Lisboa venderam-se de
220* a 230* a pipa e os de ou-
tros paiz.es a 210*.
Vinagre........ O de Portugal vt ndeu-se de
115* a 120*000 apipa.
Velas.......... As de coinposie.o venderain-se
de 500 a 510 rs. o mateo de seis
velas.
leseontee......0 rebate de letras regaln de 8
a 10 por cento ao anuo.
Os liscaes das quiltro l'reguezias desta cidade
etc., etc., etc.
Fazem publico, de conformidade rom a resolu-
cao lomada pela lllma cmara municipal, em ses-
sao de 11 do corrente, que o artigo tnico da pos-
tura addicional de 9 de julhode 1858, abano trans-
cripto, esta em perfeito vigor, cumprindo a todos,
a quem sua disposicao tocar, a fiel observancia,
aliiu de uo incorrer as penas fulminadas.
Artigo umeo.
Nenhum carro, carroca, ou qualquer outro ve-
hculo de conduzir gneros para os estahelecimen-
tos e casas desta cidade, ou para fra della, podc-
r levar mais de 40 arrobas, sendo de 4 rodas e
conduzido por um boi, e de 20 se tendo o mesmo
numero de rodas for cmiduzido por um cavallo :;
se o vehculo for conduzido por mais .le um boi ou \
cavallo, levar somonte mais um tero/) do peso es-
tabelecido em razao de cada um animal; se porm
o vehculo for de duas rodas nao peder conduzir
mais do que dous tercos da quantidade estabeleci-
da para os de 4 rodas. No caso de contraveneno,'
os donos de qualquer vehculo ser multado em i
10*, e no duplo aa reincidencia, licando prohibido
sol as mesmas |ienas o coslumc de seren os men-1
cionados vehculos impelbdos ou auxiliados em
seu movimento por escravos ou pessoas litros, >
E para que conste, e nao appareea ignorancia,
fazem publicar o presente pelo Diana.
Cidade do Becife 14 de Janeiro de 1864.
Os fiscaes
Maneel lunario de Oliveira Lobo.
Manuel Joaquim da Silva Bibeiro.
Joao Xavier da Foaeeca Capbartbe.
Tlisipaz Augusto de VaM'oncellos A. Maranhao.
ijuvaea > ila sociedade Melpom
i*ii;ii\fin%.
Primeira parte.
com a coadjuvaco da sociedade Melpomene.
l'IIOliRtMMl.
DECLARACES.
Consulado provincial.
Pela mesado consolado provincial se faz publi-
co que no dia 15 de Janeiro corrente se principiam
a contar os trinta djjaL ateta marcados para a ro-
branca bocea do 5t?e dos impostns seguintos,
pe lencentes ao anno linancciro de 1863 1864,
4 0| sobre os estabeleementos de fra da cidade,
prensas do algodo, typographias, cocheiras, caval-
larices, botis, boleqdins, casas de pasto e fabricas;
12 0|0 sobre cslabelecimentos de commerco em
grosso e a retalho, armazeus di; reeolher, de 'e-
|Misiios e trapiches; 8 0| sobre consultorios me-
dieos e cirurgico.-, escriptorios e carlorios ; 50*
sobre casas de modas, bilhar, chapeos, roupa es-
trangeira, e rominissao de escravos; 1:000*000
sobre casas de operaijoes bancal ias c-nn emissao e
privilegios : 300* sobre as com emisso e sem
privilegios ; 3(X)* sobre ruinpanhias anonyinasc
agencias ; 200* sobre rasas de cambio ; 100* so-
bre correctores commerciaes e agentes de leilo ;
500 rs. sobre as toneladas de alvarengas ; 30*000
sobre escravos empregados no servido das mes-
mas ; 10 0|0 sobre os terrenos oceupados com o
planto de capim, e o imposto de carros, carrosas
e oufliihiis.
Mesa do consulado provincial 13 de Janeiro de
1864. O administrador,
Antonio Cameiro Machado Ros.
Consulado provincial.
Pela mesado consulado provincial se faz publi-
co que os trinta dias marcados para a cobranca
bocea do cofre do Io semestre do imposto de 20
0|0 do consumo de agurdente das freguezias des-
ta cidade, dos Afogados, S. Lourenro da Malta,
Sanio Amaro de Jaboalo, Vanea e Muribeca, per-
tencenle ao anno linanceiro corrento de 1863
1864 se principiam a contar do dia 15 de Janeiro
corrente.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
13 de Janeiro de 1864. O administrador,
Antonio Carneiro Machado Ros.
Companhia Pernamhntana.
Sao convidados, de ordem do conselho de direc-
eao, os Srs. accionistas, para se reumrem em as-
sembla geral, no salo da Associaco Coramer-
cial, no dia 25 do corrente ao meio dia.
Pernambuco. 15 de Janeiro de 1864.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
segu ntes :
Para o presidio de Fernando de Noronha.
800 alqueires de farinha de mandioca, medida
velha.
Para aula do 9' batalhio de infantaria.
Papel ateneo, resmas 2, pennas de ac.o, caixas
2, caivete 1, tinta prela para escrever, garrafas
2, lapis de pao, duzia 1, taimadas 12, grammaticas
portugueza- 7, compendin de arithmetica 1, paulas
7, lapis de ardera 12, compendios de doutrina
clirisla 7, ditos de metrologa 7, lapis de pao para
desenlio, dtmas 2, estojo para desenlio linear 1,
papel para desenlio linear, resmas 2, esquadros pa-
ra desenho linear 7, canelas, duzia* 2, gis 1 libra.
Quem quizer vender taes objectos apresentem as
tas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manhaa do da 22 do cor-
rente.
Sala das sessdes do conselho administrativo pa-
ra fornecimento do arsenal de guerra 15 de Ja-
neiro de 1864.
Antonio Pedro de S Barreta,
Coronel presidente.
S. A. do R. Barros,
Major vogal e serretario.
orrei Pela administracao do correio desta cidade se
faz publico para fui- oonvi nienles que em virtude
do disposto no artigo 138doregulainento geral dos
crrelos de 21 dedezembro de 1844. e artigo 9 do
decreto n. 185 de 15 de iniio de 1851, se procede-
r o consumo das carias existentes na administra-
5ao perlencenles ao mez de Janeiro de 1863, no dia
de fevereiro prximo, s 11 horas da manhaa,
na porta do mesmo correio : e a respectiva lista se
acha desde ja exposta aos iuleressados.
Administraeao do correio de Peruainbueo 12 de
Janeiro de 1864. O administrador,
Domingos dos Pasos Miranda.
Ctiteitgenrt.
Pela administraeao do correio desta cidade so
faz publico que as malas, que tem de conduzir o
vapor nacional Paran, pan os partos do norte,
sern fechadas boje !I8) |s 3 horas da larde : os
jornaes al uinu hora, o o ae(urus at duas horas
om ponto.
Logo que a orrhestra liver exewado tima de
suas escarnidas otiverluras, represen!ar-se-ha o 1*
acto do drama do Sr. Firmino Candido de Figuei-
redo
0 MEMIIliO Wm,
Segunda parte.
Grande pliantasia sobre motivos da opera0
Trovadorcomposta < execulada por Arthur a-
po I eo.
Terceira parte.
2 acto do drama.
(harta parte.
Pbantasia Veneziana, coaiposia e executada por
Arthur SUpoieao.
Quinta parte.
3* acto do drama.
Sexta parte.
Grande pbantasia sobre motivos da opera-l'm
Hallo in Maschera composta execulada por Ar-
thur Napoleo.
Stima parte.
Hepresenlar-se-ha a comedia em um acto
RODA VIVA.
Oitava e ultima parte.
Ofnrbilbao. segundo galope de concert cem-
potto e executado por Arihur Napoleo.
Principiar s 8 horas.
Qualquer encoinmenda de camarotes ou cadeiras
se imdem fazer al quarla-feira no hotel d'Europa
e no dia do concert no theairo.
Os MHtetes de platea inferior, acbam-se venda
no theatro pelo preeo de 2* c as galeras a 1*.
Para a Itahia pretende sabir com milita bre-
vidade o veletro patacho larreao, capitao Joao Lor-
ela Lima, por ter a maior parle da rarga ; para
resto (jue llie falla trala-se rom os consigr alarios
Palmeira & Hellro, largo do CorpO Santo n. 4, 1
andar.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERXAMBUCANA
DE
Xavesaeo costeira a vapor.
I'araltilia, Natal, Maco, Aiacalj, f Cear.
O vapor Mamanguaie, comman-
dante Moura, seguir no dia 22
do correle as 5 hoias da larde,
para os porlos cima indicados.
Keceber carga al o dia 21. n-
coinmendas, pas^ageiros e dinheiro a frele at O
dia da sabida s 2 horas da tarde : C-serptorio no
Forte do Mallws n. 1.
COMPAN H1A PEKNAMDL'CANA
DE
!%avegaeio costelra vapor.
Mam e escalas.
O vapor Parayla. comman-
dante Martins, segura para os
portos cima indicados no dia
25 do crreme as 5 horas da
tarde. Iteceber carga at o dia
23. Encominend is, passageiros e dinheiro a Irete
at o dia da sabida s 3 horas da tarde : escrip-
torio no Forle do Mallos n. 1.
Para o -io de .hiiicir..
Saldr com brevidade o brigue nacional .Wiicr-
ra, recebe carga e escravos a frete : Irata-se com
Uanool Ignacio de Oliveira 4 Filho, h.rgo do Corpo
Sanio n. 19.
Para o lliode Janeiro.
O patacho naeional Cupuam, pretende seguir
com muita brevidade, tem parte de seu carrega-
ment engajado, para o resto que Ihe falta e es-
cravos frele para os quaes tem bous commodos
trata-se com os mus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
' da Cruz n. i.
rara o fUo de Janeiro
1 sahir com a maior brevidade possvel o palhabo-
te nacional Vinmao ; recebe anda alguma carga
a frele e escravos : trala-sc com Manoel Ignacio
de Oliveira tu Filio, no largo do Corpo Saulo nu-
mero 19.
Aracty
0 late Santa Rita tem parte da carga prompta:
para h resto, irata-se com Tasso [ranos, ra do
Ainonm n. 35, ou com o inestre no trapiche do
algodo. ____________
Para Lisboa pretende sahir com muita brevi-
; dade o patacho laico, capitao Jos Marques Coc-
ino Sobrinbo, |K>r ter parle de seu rarregainento
tratado: para o resto que Ihe falta, e passageros,
tratase com os seus consignatarios Palmeira &
Dcltro, largo do Corpo Santo n. 4, primeiro
ndar.
Para Lisboa segu rom brevidade o hrigno
ortagfez AcUi o, capitn Augusto Wenceslao dos
Santos ; este navio tem parte do carregaueiilo
proinplo, e para o resto a frete, trata-se com Amo-
nm iriuos, ni;, da i'.ni/, n. 3. ou com o mesmo
capitn na praei do commorco.
Para Porto Alegre, pelo Ho Grande do Sul
segu o patacho nacional .'Mus ii Dnratbro; este
navio recebe carga para os dous mencionados por-
tos a um frete oomodo : quom quizer carregar,
pode entender-sR no escriptorio Amorim Irmos,
ra da Cruz n. 3, ou rom o capitao Joao Chrisosto-
I mo Jnior. ________^^
Seguo com muita brevidade para Lisboa, |ior
ter prompta a rnaior,parte do carregamenlo, bri-
gue portuguez Floriiida, o qual Mcebi Q roste da
curga a frele : para tratar, no eser otaria n. 3 da
ra da Cruz, ou com o capilao Joaquim Augusto
de Souza na pnca do commercio.
Porto
0 brigHe portuguez Sspmsaca, capitao Louren-
recebe carga e passageiros : trala-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
Para o Rio de Janeiro
segu com brevidade o brigue nacional Castro I:
para carga e passageros, tratase na ra do Tra-
piche n. 4. _______
Para o icio brande do sul
segu com brevidade o patacho nacional Sa'sipue-
des : para carga e passageros, Irata-se na ra do
Trapiche n. 4.
Para Lsboa.
Vai sahir no da 18 do corren-
te o vete lio e bem conhecido bri-
gue. portuguez Mia II. capilao
Antonio Francisco Veira, apenas
pode receber alguma carga miuda
_'e passa;eiros, para o que se trata
com o consignatario E. R. Rabello, ra da Cadea
n. 55 ou com o capitao.
MMwdO, 23 do corrente mcz. so extra-
Wr, a quinta parte da segunda lotera da
.Sania Casa, no consistorio da igreja de
Ni tasa SoM do Rosario da freguezia de
t Santo Arilonto.
Os liilhctes e meio9 acham-se venda na>
rapeotm thi-srniraria na de Crespo n. 1&
e as cas.is commissionadas na da Impera-
ttiz n. 44, luja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. S, botica do Sr. Clwgas: roa estreita do
Rosario a. 12. tyfiographia do Sr. Mira erua
da Cadea n. 45, loja (lo Sr. Porto.
Os premios de 5:000,5000 al 10(5000
[serio pagos urna hora depois da extracclo
ateas 4 horasdtarde, e os outros no dia
| eguinte deps da distrihiiiifio das listas.
0 thesooreiro,
Antonio Jos. Rodrigues de Souza.
LEILOES.
LEILiO
1 K
l'm lerreino com olaria no lagar dos Cec-
ilios n. 1.
iio.ii:.
O agente Pestaa auio-isado legalmente vender
por conla e risco de quem perlencer um terreno
murado rom olaria dentr.) sito na travessa ros Coe-
Iho n. i onde pode ser examinado pelos Srs. pre-
tndenos : sera vendido segunda-feira 10 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa no largo do Corpo
Santo junio ao armazem dos Srs. Palmeira <& Re-
tro.
fiik
(Jmisultiicoes cirurgicas.
60, Roa Vova, 66.
O Sr. Jos.1 Francisco Plnfo Guimar-'s, cirurgio
pela escola real de cirurgia de tiihflo, asss" eo-
nheeido nesla cidade, onde a to numerosas quo
brilhantcs euras, como a bom numero de opera-
foes at enio desconhecidas na pratica da cwor-
gia Pernaml.iicana (lalka, ectonua. enterofomia, re-
secco de iodo o maxillar superior, d'umetade do
ina.iillar inferior, enucleaciio de km corpo fibroso
uterino rom o peso de 20 oneas, etc.), une longo
exercicio de trinta e lautos anno, que tecem o re-
conheci ment de to relevantes ser vicos prestados
a humanidiide solredora, e eaprimem o glorioso
impulso por elle dado a arte de turar, em nosse*
paiz: sendo o primeiro que nelle tem empregado
os anesthesicos tiiker, ehloroformio, tmnjlenat pa-
ra facilitar a execucao dellas. nem um fallecendo
n'uma serio de 40 operados da segonda openejio,
e, d'eatre as outras, algumas s por r\\p tem sido
pratiradas nesta provincia, e talvez fossem as pri-
meiras que tiveram logar mesmo no Imperio, se-
gundo se cieprehende das estatisticas da obra de
SigaudDu Climat et Des Maladies Du Rrsl
impressa em l'aris em 1844: transfeno o seu con-
sultorio para a ra Nova n. 60, primeiro andar,
em que pode ser consultado todos os dia ulcis,
das 7 s 10 horas da manh, acerca das doencas
denominadas cirurgicas ou externas, com especia-
lidade daqnellas.emctijo tratamento mais frequen-
temente intervem a medicina operatoria.
I'K
104 saceos com assucar
IIOJKs
O agente Pinto far leilo a requerimento de
Joaquim Elvirio Alves da Silva e por mandado do
llhn. Sr. Ir. juiz espeeial do commercio de 104
saceos com assucar de diversas qualidadej apre-
hendidos a Francisco Santiago Hamos, os quaes
se acbam em poder do sr. Joo Velloso Soares e
existentes em seu trapiche ao largo do Corpo San-
to n. 19.'inde se elTecluar o leilo s 11 horas do
dia cima marcado.
a = 1 3 p i O | Br z 9 3 5 r-3
w O ^. =, y-i rT / H E O
c B O O S* v. '/-':- o c i i t. 'r. a B -i 5 z. a. i w r s > 5 K c i 9 1 O O" M -1
i..
LEIL10
Wm
Urna tahern* na Casa Pode.
Tcr^a-feira I do correnle.
O agente Pestaa autorisado pelo lllm. Sr. cn-
sul de S. M. Kidelissima far leilo da taberna e
mais pertences que fazem parle do expolio do_fl-
nado subdito portuguez Luiz Jos do Magalhaes
muilo propria para qualquer principiante por ter
poneos fundos, em presenca do lllm. Sr. cnsul :
lerea-feira 19 do correnle no mesmo lugar da
(asa Forle s 11 horas da manhaa.
Os Srs. prelendenles podem pedir qualquer es-
clarecimenteem mi do agente ou no coasulado
de Portugal.
Te n; a-fu ira 19 ilu correle s 11 ho-
ras ra da < atleia n. o3 armazein
DK
| ni piano novo c lio i.
lina moliilia de jaitranil c oulra de
amarello.
Im enfre de ferro proprio at para
paiede.
Pelo agente Euzeba se vender cm leilo os
seguinles objectos : consolos de magno bem en-
tablados obra de primor com tampo do podra e
pequea mesa oval, canias de amarello para casal,
dita de Jacaranda e cali de, mesas elsticas gran-
des i: pequeas, ranchas, camas de ferro para
menino, grade de ferro, batanea decimal nova,
obras de ouro, apparelbo de metal principe para
cha rovos, relogios americanos, mesa para advo-
gado, carrinho para menino, calix para champa-
nhe e outros artigos que serio presentes.
1)K
i'ma taberna na rna do Rosario da
!oa-\Ha n. 54.
O agente IMstana legalmente autorisado far
leilo da armaco, gneros e mais utencilios exis-
tanles na taberna da ra do Rosario da Ra-Vista
n. 54 por conta e risco de quem perlencer. Os Srs.
prelendenles podem examinar o bataneo em mao
d agente co leilo ter lugar quarta-fira 20 do
correnle pelas id horas da manhaa na mesma ta-
berna.
OE
l na taberna sita na ra de *.
Jos n. 9.
Quinta feira 21 do correle.
Jos Antonio Anselmo Moreira far leilo por
intervengan do agente Pestaa, e por conti e risco
de quem perlencer da armaco, gaz e gneros
existentes na taberna da ra de S. Jos n. z, mul-
to propria |ra qualquer principiante, por ter pou-
cos fundos e garante-sc- a casa : o leilo tira lu-
gar qiiinta-feira 21 do correnle pelas 10 hidras da
manhaa na mesma taberna.
AVISOS DIVERSOS.
0 ciriirfdo Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado poca a rua das
Oruzes sobrado n. 3G, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acliarao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissflo, cliamado por escripta.
-- Jos da Silva Capella, sitbdilo portuguez vai
ao nraealy.
PltEITO \ VKII\!IK.
Pelo prsenle attesto, e juro se preciso for, que
soffrendo tongo lempo de tima inflammacao de fi-
gado, nao pude obter methors em quemo nao re-
corr s chapas medicinaos do Sr. Kicardo Kirk,
com esrriplorio na rua do Parlo n. 119, com o oso
das quaes fique! completamente reslabclecido em
28 das.
Rendendo este preito verdade, e annnindo ao
pedido de escrever tal declara^ao, creio tambem
fazer umservico aos que por desventura soffrerem
da molesti? que cu soffria.
Pedro Ibrnardino de Moura, redactor do jornal
Echo do Sul.
Rio Grande do Sul 12 de agosto de 1863
Reconheco verdadeira a assignatnra supra. Ro
Grande do Sul 17 de agoste de 1863.
Em testemunho da verdadeO tabelliao,
Manoel dos Santos do Nascimenfo.
( Extrahido do Jornal do Cnmmrrrk, Correio
Mercantil f. Diario do Rio de Janeiro de 30 de agos-
to e 2 de Mtembro de ^63.)
Precisa se de 3505 com garanta n'uma hy-
potheca de dous escravos : na rua da Viraco .
13, das 6 a> 8 horas da manhaa, e das 4 da tarde
em dianle._________________________________
Na na da Cruz n. 5, prei-isa-se de urna ama
para o servco interno de urna casa de pouca fa-
milia.
Precitado de UOM ama paracas;! de familia:
na rua do Apollo n. 28, primeiro andar.
Iiiaze Embrodo e Nicolau Fixono, subdito*
italianos viio para o Aracaly.____________________
Precisase de utncaixeiro de 14 a 16 annos
com pratica de taberna e que d fiador a sua coa-
I ducta : a tratar na rua da Mocda n. 29._________
Precisase de 7003 a Juros sobre hypotlieca
em um escravo : quem pretender annuneie.
Nicnlla Conie, Narde Ncolia, Prospre Ame-
reno, Italianos, vao para o Cear.
TINTURARA.
Tinge-se com petfeieo para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na rua do
Rangel n. 38, segundo ailar___________
Offerecese um moc solteiro para criado,
cozinhero ou dispenseiro de casa de familia : na
rua da Lapa, casa de pasto do Santos.
~m m um
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite c
sem filho : na rua da Senzala Velha n. 22, segun-
do andar.
Itotiilos para charutos.
Eslo venda na rua do Imperador n 15, de-
fronte de S. Francisco, rtulos para charutos de
diversas invencoes. em papel de dinereutes cores,
e por prego commodo.
iscravo libido.
Fugio do ongehlko Maxicauba, comarca do L.L-
moeiro, a escrava parda de neme Antonia, idado
36 anuos pouco maisou menos, corpo seero, altura
regular, urna orelha murena, dente! limados, cora
cicalnzes jielo corpo. Esta escrava tem estado ja.
nesta cidade, est fgida doste o hde novembro do
anno pass-ido. Quem a apirrehender leve-a nesta.
praga, rua do Queimado loja de ferragens n. 13 ou
no mesmo engenhogue ser gmtiflcado.
Pede se aos abaixos assignados que lenham
a bondade de appai ecer rua do Vigacio u. iti a.
negocio que nao ignoram :
Victorino La dos Sautos.
Francisco Koino da Cruz (guarda muucipal),
Hermenegildo Baduoni (eaixeiro).
Jos Leonardo Radieh.
Jos Mara Nones.
Manoel (andido Pereira de Lyra.
Alujia-Sf1.
a loja da esquina da rua de licitas n. 3i cera
urna boa armaco o mais perteoeos para taberna,
bem loialisada, j desembarazada dos imposlos
quo se achava a dever o que intunidava os pre-
lendenles que qtitiriam arrendar para coatinuarcm
comaquelleestabeleciinento ik: nwoifOi 0JM boje
nao tem mais du que sorli-lay assim como aluga-so-
tambem uina excelente casa na travessa da Trews.
pe n. 9 pata o Mundge muilo fresca I couirando-
para grande familia ; no 3? andar do. sobrado da
rua do Imperador n. 44.
fferecese urna seidiora provisimuda pela
directora da lUStrucoJe publica para uusinar pri-
meiras lottras e costura em qualquer engenho oa
lugar fura desta cid.de. : quem proetsar dirija-se
a rua de dorias u 84.
Precisa-se alugar um molequo para criado.
e urna escrava que saina engommar bem : na rua
da Cadeia do Recife n. 32, terceiro andar.
Pede-se ao nosso charissimo irmau ministro que
d as providencias para que se ho* a prerissao do
cinza,jdeliberada; um acto loedificante o que
oschrisios tanto veneram, a ve-tmenla est mili-
to boa, e ah temos a opinio de nosso milito dig-
no irino procurador geral, que nesta materia o
digno de se attender, e mesmo porque -eus serv-
gos e amor ordem sobromaueira diitno de ser
a sua opiniu uccolli'nla. Assim o espera I I 7...
0 irmo terceiro.


<
UiAttu de Tr.imlii.f .... fccgunda felra 18 de Hauclio de i84.

>v
ICO
FOLHINHAS PARA 1864.
Na praca da Independencia livraia ns. G
e 8, acham-se venda as seguin es folhi-
nhtspara I80i impressas Resta ty[ugrapliia
era excellente iypo eliona papel,
Folhinlia de porla coutendu as Hate-
ras do costume, rs.........
Dita de algibeira, sob aepigrsphe
religiosa, contendo alm das mattrias
Je Nosso Sonhor Jess Chrislo ; c nti-
cos do mea Mariano; hymnos e jacula-
torias ao Santissimo Sacramento; ex-
phcacoes de diversas oracoes; ce roa
Serapliica ; exercicio ao sagrado c<>ra-
igrejas no dia da Porciuncula ; omeo
para escolha dos estados da vida ; Jila
a Senliora da Conceico ; e med tai oes
sobre a reforma da consciencia, rs. .
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas uleis e necessarias
aos diversos mysterios da vida ; ph;-si-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilheriase ralices; poesas; charadis;
mximas e pensatnentos colligidos por
um curioso..............320
Ditas eclesisticas ou de padre p.ira
resar o officio divino, redigida pelo re-
verendo conego penitenciario da S de
Olinda...........640
NOYES
PARTIDAS DGBRABS
OfMMKIOAS
\ 4SS00IAQiO IMHMEItCIAL HEXEUCENTE
PER.MMBI'CO
POR
Tereeire escriturario da Ibesoararia
de faienda de Pernambuco e competentemente an-
lorisado para eiercer o pro-
fcssiiralu particular de aiill.....-tira nanifsnia
provincia.
Aclia-se esta obra nos pelo da typograplria
Cenunerclal, d'onde em breve sahir faz da pu-
blicidad* em ntida impressao e sob o formato do
, 8 purtuguez.
4fi Campoe-se esta obra de um volume, dividido em
urna parte thoorica e outra pratica, de fcil airan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
escrituraran.
A respectiva assignatura acha-se aborta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preco de 5,5000
por volume.
Alus
a ioja n. o da ra da Cadeia, esquina defronte da
fu da Madre de Dos, propria para qualquer esta-
belecimento, tendo armazem no fundo da mesma
luja com cuiuinnuicacao por deutro e portas para
a travesa da Senzala, alugandose lamben) o pri-
meiro andar da mesma casa, e ahi senario com
quera tratar.
< a.sa de educaco
Joronymo Pereira Villar achando-se melhorado
de sua saudc, transferio o sen eslabelecimento de
instrurcao primaria e secundaria para a ra do
Imperador, sobrado de tres andares n. 9, esquina
que vira para a ra do Crespo ; e participa nao
s aos Illms. pais de seus eslimaveis alumnos, co-
mo ao respeitavel publico, que as aulas estario
aberlas no dia 8 de Janeiro do crreme anno.
mmm mmmm mm mmmmm
j| Coiupanhla fldclldadc de g
j|| segnros niaritlnios e ter- jaj
g resres estabeleclda no S
Rio de Janeiro.
H AGENTES EM rKI-NAMBCCO
eg Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
SE competentemente antorisados pola direc-
J loria da cnmpauhia de seguros Fidelida-
Jjgff de, toman) seguros de navios, mercado-
gg rias e predios no seu escriptorio ra da
I Cruz n 1.
O abaixo assignado, devidamente auln-
risado pelos Srs. administradores da r las-
sa fallida de Paria & C, reiterando o an-
nuncioji muitas vezes publicado por este
jornal, convida de novo os devodore; da
dita sociedade fallida para amigavelmen-
te solverem seus dbitos ate o dia 3i do
correnle mez de Janeiro, preveaindn-os
de que, se assim nao iizerem, ter de cha-
ma-tos juizo para obrigar o pgame ito,
como tom succedido a respeito de alguns.
Outro siui declara aos mesmos deveoo-es,
tanto d'esta como de outras provincias,
da capital como do centro, que nao po-
den) fazer pagamento algum seno ao an-
nuncianle ou a pessoa por elle autoris.ida
com precuraeao bastante, e de modo al-
gum |H)dem pairar ao fallido, fgido e oc-
culto, Juvino Carneiro Machado Ros, sob
pena de nullidade do pagamento, e dt te-
rem de repeti-lo ao annunciante ou aos
ditos administradores.
Recife 4 de Janeiro de 1864.
Lino de Furia.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os saques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na raza o do 4
por cento ao auno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo u.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaqnim da Silva Castro.
Aluga-se oarmazem n. 4 da ra do AikiIIo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
: triz ; na na da Aurora n. 36._______________
Carvalbo o Nogueira na ra de Apollo n
20, saccam sobre Lisboa, Porto e ilha de S. Miguel
Eusino primario.
Xa ra das Cruzes n. 2, primeiro andar, tem
aula sob a direreau de Dio da Silva Coutinho.
ATT 12\^ \ O.
O abaixo assignado, liquidatario da extincta fir-
ma de Silva, Bastos it C, faz publico que nada
de\e nesu praca e n m mesmo fra della, das
tra saccoes bitas em nomo da referida firma, as-
sim como declara mais que a dita linna se nao
acha coinpronicttida em transaceao alguma ; toda-
va se algiicm se julgar credor por qualquer titulo
apparera na ra Nova n. 35 para ser pago. Reci-
fe 14 de Janeiro de i8fii.
Sebastin Jos da Silva.
COMPRAS.
Compra-se urna mohilia de Jacaranda
ra do Crespo n. 23 st- dir quem trata.
ATTENCAO
9 liAliGO 1IO VltUO 9
GRANDE SORTIMENTO
na
DE
Comprara -se escravos
de ambos os sexos, e pagam-sc bem : no escripto-
rio da ra da Madre de Dos n. 3, primeiro andar.
Comprase effeciivamente ouro e prata em
obras velhas : na prac;. da Independencia n. 22
loa de bilhetes._______
Compram-se constantemente garrafas vasias:
na fabrica de espiritos na ra Dircita n. 17.
VEID1S.
Vendem-se 26 jardas de incerado de superior
quabdade e de milito bi.m gosto para forro de sa-
la, pelo barato preeo de :\& a jarda ngleza : quem
o pretender dirjase iua do Imperador, casa do
retratista americano.
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos frepuezes e ao publico em geral crue acabam de
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados.
Precisa-sc de um raixeiro que
cutenda alguma ceusa de pharmacia
na lio lie i da ra do Ca uga n. 11.
- Precisa-se de um tom cosinheiro e de urna j
urna que saiba engommar e lavar: tratar no
; sjbrado n. 32, da ra da Aurora.
DENTISTA DE PARS 1
19Itua Nova -19
Frederico Gautier, cirurgio dentista, M
faz todas as operacoes -He sua arte, e col-
loea denles artificiaes, tudo com snperio-
ridade e |ierfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhe.ciii.
Tem agua e pos denuncio. '
Aluga-se um sitio na Capunga Veda, com
boa casa, contendo 4 quartos, gabinete, cacimba
com boa agua, quarlos para pretos, estri jaria e
fructeiras, todo murado : quetn pretender dirja-
se a ra do Crespo n. 18, primeiro andar.
Angelo Lacorle, Lino Pasqual, subditos ita-'
lanos, retiram-se para fra da provincia.
DE
ESTABELEC1HEM0.
Francisco Maestrali
\ estabelecido na ra da Imperatriz n.i\ com fabrica
de chapeos de sol, mudou-se para ra do Queima-,
! do n. 22, aonde se cobre e se faz toda quabdade de
concert pertencente a esta arte, e avisa a todos os
| seus fregueses desta cidade c de fra, que est
resolvido a vender mais barato do que em outra
qualquer parte, e pede que Ihe dem preferencia,
e todas as pessoas que tem chapeos nesta fabrica
para concertar, tenham a bondad de os vreo)
bascar ataopraso de 8 das; passando opraso
srram vendidos para pagamento dos ditos con-
ciertos.
Vende-se mantei^, i ngleza flor a %0 e 720
rs., ditahollandeza muit fina a 800 rs., dita fran-
25600, "dito de prato'a GOjlgos *novosa tw,t\e- \os 1ua tria e maaarrao a 480, sabo preto muito secco a annuncianto, como vero pela seguintc tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
?JS a!i.b^i,, c e,n c,ihi a 180 S1'!? de ricino M0S proprietarios nao s o peso como a mialidade de seus-generos.
480 rs. a libra, amendoa- novas a 200 rs., nozes a
i 2'", presunto a 460, gomma a 60 e 120 rs., bola-
i chinha de araruta a 280, dita ingleza a 280, dita
de soda a 15410 e 25 a lata, assucar em caroco
muito alvo proprio para doce de caj a 45300 a
arroba : no largo do Carino, esquina da ra de
: lionas n. 2.
AVISO.
Todos os senbores que comprarem para negocio ou casa particular de iOO<5l para
cima tero mais S a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que
todos os seus gneros s5 recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Aluga-se o 2 e 3o andar do sobrado da ra
Nova, com excellentes cotnmodos para familia : a
tratar na ra da Cadeia n. 62, 2 andar.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
Vende-se urna taberna sita na ra de Hortas
n. 106 : a tratar na mesuia.___________________
Em casa de Mills Latham C, na ra d-
Crnz n. 38, vende-se ferro galvanisado de um doa ,
melhores fabricantes inglezes, proprio para cobers Castanlias muito novas a 2,000 rs. a cana, e
tas de casas.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a /ibra.
a 16o rs. a libra.
Charutos liuus. Bolinlio
No armazem da aurora brilhante ha grande sor- ..
timento de charutos finos em caixas e meias, dos! 1>Jo
melhores fabricantes da Babia a 25, 3, 4 e 55 a dem franceza a mais nova do mercado a 56o
francez e em caixinhas de 7oo a
rs. cada urna.
Vellas
36o
arroba.
de carnauba e composico de 32o a
rs. a libra e de lo.ooo a U,eoo rs. a
ATTK
Antonio Jos Rodrigues de Souza alu a a sua
casa e sitio do Monteiro, em frente ao o lio da | de se achar seu estabelecimento em obras
Custodio Jos Alves Guimaracs avisa ao respei-
tavel publico e aos seus freguaaes, que em vistas
afim de
igreja de S. I'antaleao, com bastantes coramodos :
a tratar na tbesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
Precisase de urna ama de leile pan urna
crianca de 6 a 7 mezes : na ra estri'ila do Rosa-
rio n. 31, terceiro andar.
Va livaria da praca da iid'pen-
dencia n. 6 c 8 se dir quem eompra
um sobrlo de um ou dous andares
em honi cstailo c em lio i ua.
Aluga-se o armazem da casa n. 37, ( o pri-
meiro andar da tasa n. 4o di ra da Cruz do Re-
cife : a tratar na Ioja da batuleira.
Profesxor de piano
Jos Coelho da Silva e Araujo, bem cor herido
nesta cidade, contina leceionar piano ( msi-
ca vocal por commodo prego : quem de seus ser-
vicos precisar, dirija-se ra doLivramento n. 21,
segundo andar.
Aluga-se a casa terrea da ra do Man,rueira
n. 9 : a tratar na rua da Cadeia do Recife n. 21.
Ioja da primavera.
Alugam-se o primeiro o segundo andares do
sobrado da rua da Guia n. i3 : a tratar na elina-
co da Senzala Nova n. 4.
O Dr. Casanova pode ser procurado cu seu
consultorio especial bomeopatliico no largo da ma-
triz de Santo .-tntonio n. 2. No mesmo consulto-
rio ha sempre grande sortimento de medical rentos
em tinturas e em glbulos, deixando elog ar os
nossos medicamentos pelas pessoas que os tt m ex-
perimentado e coutinuara a servir-se cm nossa
Iwtica. Temos tambetu obras accommodaJas a
intelligencia do povo.
^P* Encanamentos para a:ua.
Na rua Nova n. 26 fazem-so encamenos da
companhia do Reberibc muito bem feitos por pre-
eo muito razoavt I.
= Da-se diulieiro a juros :
rua do Itangel n.
ua
Ao n. 29.
-Nova Ioja ios baralcires na rua do Qucimao.
Ricas saias de fustoa "o, camisas ingleza: para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, colierlas de ustao
brancas a 55, chitas com lustro para coberta com
0 palmos de largura a 640 o covado, cambriua de
cores para vestido a 320 o covado, lias para vesti-
do a 480, 560 e 640 o covado.
Ao n. 29.
Nova leja dos barateiros na rua do Qoeimalo.
Tarialanas de todas as cores, fazenda muiti lina
a 720 a vara, cambraia para cortinada, peca de 22
varas, por 105, chales de lia por 35, 45, 55 e 85.
camisas inglezas para homem a 385, 3^5 e 6"5.
*o n. 29.
Nora Ioja dos barateiros na rua do Queima' 0.
Bicos pretos, franjas de todas as qsalidides,
trancas de seda, de algodao e de 15a, mangu los e
eamisinhas bordadas, collarinhos e punhos, fjlhos
bordados, bolees de velludo, de seda e de fi stao,
bandos de cabello, meias de seda, leques ; Mijos
artigas se vendem pormetade do seu valor per ser
para aeahar.

O Dr. Cvolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador b. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercicio de sua proflssao de me-
dico i sendo meio dia at 4 Uoras da tarde, devem ser
dei xados per escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegne, com o
maior atrinco, no das mais difflceis e deli-1
cada ofieraces. como sejam dos orges t|
ourinari6, dos olhos, partos, etc.
Domingos Jos Marqaes faz sciente aos >eus
constituintes, que darante o lempo que estiver fra,
podem-se entender com o Sr. Jnaquim Pinto de
Barros, que fica encarregade do fazer suas vezes
Jos negocios do foro.
Aluga-se urn sitio na rua de S. Miguel los
Afolados, eon boa casa, estribara e quartos para
mos, muito* arvoredos do fruelo e baixa de ca-
pint : a tratar na mesma rua con Manocl Gri lo.
Aluga-se o primeiro andar do obrado da ia
osireda do Rosario n. 6 : a tratar na rua Dircita
numero t.
Aloga-se a casa n. 8 da rua dos prazers
Iiairro da Boa-Vista : para tratar, no prime/ro ;.n-
dar do sobrado n. 8 da rua do Queimado.
Quem aununciou precisar de 7005 a juTiVs",
dando um escravo por aluguel, dirjase rua (k>
Col vello n. 31.
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar,
afim de melhor poder servir seus bons freguezes,
com tudo em quanto durar as ditas obras conti-
nuar a servir seus freguezes no seu grande ar-
mazem com frente para a rua do Imperador com
entrada pela dita Ioja do gallo vigilante, ruado
Crespo u. 7.
Manoel Luiz dos Santos & C. tem justo e
contratado a compra do armazem de cabos no lu-
gar da rua do Vigario n. 5, pertencente a Theodo-
zio Maduro da Fonseca : quem se julgar com di-
reilo a qualquer reclamacao, dignar-se-ba apre-
sentar no euMCfl de 15 dias. Recife 13 de iaiu 1 w
de 1864. _____________
Precisa-so de urna ama forra ou escrava de boa
conducta que saiba engommar e cosinhar : na rua
das Cruzes n. 36, priuieiro andar. Pagase bom
ordenado.
Precisa-sc de urna ama para casa de pouca fa-
milia na praca do Corpo Santo n. 17.
Alagarse por MMfOOO annunlmente o arma-
zem n. 7 da rua da Cruz, o qual se arba livre de
qualquer imposto; tratar-se na rua do Impera-
dor n. 83.___________________________
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
Imperial com excellentes coinraodos para urna fa-
milia numerosa : a tratar na rua do Imperador,
armazem de louca n. 41.
BAXCO l \ I AO
ESTABELECIDO NA CIDADE DO PORTO
Agentes em Peroambnco
Antonio i,uiz de Oliveira
Azevedo C.
Sacam por todos os paquetes sobre o (9
mesmo banco prazo ou vista, sobre a jjg
caixa filial em Lisboa, e agencias era Fi- j
gueira, Coimbra, Aveiro, Vizcu, Villa- y
Real, Regoa, Vianna de Castello, Guima- jj[
raes, Barcellos, Lamego, Cevilliaa, Braga,
Penallel, Bragan^a, Amarante, Angra,
llha da Terceira, Una de Faias, liba da
Madeira, Villa do Conde, Valenca, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafe, a
oito dias vista ou ao prazo que se conven-
eionar, no seu escriptorio rua da Cruz
n. 1.
caixa, tem caixas com 100 charutos com
500rs. : no large da Santa Cruz n. 84.
furo a: rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de torco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
pechmcha
Custodio Vcirvalho Compa-
nhia.
99Ruado QueimadoS1.
Novas laazinhas escossezas muito lindas, fazen-1 i,jem nvson de superior qualidade a 2,600 rs.
da encorpada, propria para vestidos de senhora e, r '
cnancinhas, pelo barato preeo de 240 cadaco- a IIUld>
dem perola o melhor que ;e pode desejar a
; Prezunto para fianbre a 8c>o rs. a libra.
i Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
vado.
Vende-se o sobrado da rua Direila dos Afo-
gados com os commodos seguintes : 2 salas, 1 ga-
binete, 4 quartos, cozinha, 2 lojas e quintal mura-
do com portan para o beccodoQniabo : quem pre
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,000 rs. a libra.
'"rofcgS dem mais brizo pouco a 2,000 rs. a libra.
Sirvino, nos Aogados, ou com o Sr.
Quinteiro, na Ponto dos Carvalhos.
ftE O padre Francisco Joo de Azevedo, habilitado
pela directora geral de instrucco publica, tem
resolvido abrir um curso de geometra, para o que
convida aos senhores estojantes e a quem convier,
promettendo-lhes empregar lodos os eifarcos alim
deque possam tirar o desejado proveito de suas
licoes : a tratar com o mesmo, na rua do Rangel
n.' 43, primeiro andar. ~~""^
ttociedade de seguros mutuos
de vida instfallada pelo Banco
l'nifio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necesarios, as pessoas que de-
| sejarem concorrer para lio til e benfica empre-
za, segurando um futuro lisongeiro aos associados
No escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, na rua da Cruz n. I, precisa-se fal-
lar com o Sr. Luiz Soares Botelho, tilho de Jos
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 6 Soares Rotelho e de Fortnala Candida de Souza,
da rua da Lapa, com sufiicientes commodos e por;,, neto de Francisco Manoel Je Souza, natural da
proco razoavel: a fallar na rua Velha n. 57. |hade S. Miguel, o qul consta ter vindo para es-
Aluga-se o 2o andar do sobrado da rua do ta cidade em 1856, para Ihe dar noticias de sua
Imperador n. 79, bastanto fresco, e decente para mi e irmaos que se acham no Rio de Janeiro,
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na rua do Crespo n. 15.
HUDAM^Afl
No oito da secretaria de polica, armazem da
bola amarella, ha urna pessoa encarregada da mu-
ilanr.i de mobilias de urnas casas para outras, e do
transporto de quaesquer volumes sob a dreccao
da mesma pessoa : a tratar no lugar anima.
Francisco Antonio Coelho, amigo proprieta-
rio do hotel Francisco, tendo-se mudado para a ruaj
.iGRADECO PCBLl AMENT.
Forte Inflaiumaco e erisipela
as las pern.is.
Sendo do meu maior dever ir por meio desta fo-
ilia agradecer publicamente ao Sr. Ricardo Kirk,
com escriptorio na rua do Parto n. 119, o disvello
e melindroso curativo que se dignou fazer a meu
lilbo de urna forte nflammaciw e erisipela as
duas pomas, de que era
rem to disformes q
tronco do corpo I I en
longo espaco de 9 annos, sem que possivel fosse
obter melhoras ; felizmente, porm, o dito Sr. Ri-
cardo Krk se eucarregou do curativo, do qual Ihe
resultou quasi perfeito restabeleciraento com a ap-
Vende-se na laja de miudezas, calcados e funi
leiro, rua da Imperatriz n. 78 :
Bicos de linho, vara a 200, 280 e 320 rs.
Rendas de algodao, vara a 60 e 80 rs.
Ditas Ibas, vara a 40 e 60 rs.
Papel de peso, 40 cadernos, resmas 35-
Limas de cores em carreteis, 30 D. a 320.
Ditas pretas e cor de caf, libra a 15120.
Carloes com clcheles a 40 rs.
Ditos em caixinhas a 60 rs.
Cartas de alllnetes de ferr a 100 rs.
Caixas de (landres com palitos a 40 rs.
Frascos regulares com tinta ingleza a 120.
Luvas de cores para homem, par 160 rs.
Duzia de botesinhos de louca envernisados a;
20 rs.
Caixas grandes com obrcia a 60 rs.
Botoes de metal para calca, duzia 20rs.
Ditos de osso para calca, groza a 180 rs.
Tesouras a 60 e 80 rs.
Caetas a 10 rs.
Retrozazul ferrete com um toquo de mofo, oilava
a8rs.
Borracha para borzeguim, vara a 25600. ^
Fio para sapateiro, novello a 40 rs.
Dedaes para meninas a 10 rs.
Vidrilho preto, libra a 15-
Laa de cores, libra a 65.
Canecas e espumadeiras de flandres para engenho
a 15000.
Cocos e candieiro a 140 rs.
Chaleiras para 8 chicaras d agua a 400 rs.
Ditas pequeas a 240.
Flandres para 10 libras de doce a 700 rs., para 8
libras a 500 rs., para 6 libra a 400 rs.
ra achacado, a ponto de tica- Marmitas pequeas a 500 rs.
pie excediam a grossura do Bacas, regadores, bules e ou
fermidade esta que durou o -ue se ,orna enfadonho menci
da Florentina n. 20, avisa ao respeitavel publico, i P1'"!* ^ suas chapas medicinaes no curio espa-
; 1 co de um anno.
Com quanto o dito senhor ficasse satisfeito com
o diminuto estipendio que recebcudoseu trabalho,
eu seria falto de reconhecimento se nao confessas-
se o grande beneficio de que Ihe sou devedor.
RUA DO CATTETE N. 192.
Rio de Janeiro.
Francisco Joaquim Nogueira Neves.
Reconhecida verdadeira a assigualura supra pe-
lo tabelliao Pedro Jos de Castro.
que contina a cncarregar-se nao s de jantares,
para fra romo de apromptarceias o cha para bai-!
les, rasamentos. etc.; igualmente se incumbe de I
qualquer encommenda em escala pequea a an-1
nunciante sendo bem conhecido nesta provincia,!
julga desnecessario ualquer explicacao tendente
ao desempenho daquillo de que se incumbe. Tam-
be m recebe escravos para ensinar a cozinhar.
tiua deleite
Precisa-sede urna ama de leile : na rua da Con-
cordia n. 71 junto ao sobrado do Sr. Manoel Fir-
mmo.
Augusto Coelho Leite declara ao corpo do
commereio o aquem interessar posea, que em data
do 1" do corrente mez fez sociedade com Francis-
co Antonio de Alhuquerquo Mello em sua prensa 1
de alKodo sita no Forte do Mallos n. 5 orando Pro'nel,"do envidar todos os seus exforeos alim
o 1 ou de bem cumprir o seu magisterio. Assim como
Manoel Jos de Albuquerque Mello, provisio-
nado pela directora geral de instrueciio publica da
irovnca para ensinar nesta cidade as primeras
Iras, tem aberto a sua aula desde odia 11 do
corrente, no pateo do Terco, sobrado n. 141, se-
gundo andar, onde pode ser procurado por todas
as peesoas que Ihe quizerem confiar os seus lllhos.
d'ora em diante sobre a firma de Augusto Leite
i Albuquerque, podendo qualquer dos dous usa-
ren) da dila firma.
Precisa-se de 7005 a
lauguel um escravo : quetn
juros dando-sc por
pretender annuncie.
Precisa-se alugar urna ama para servco de
casa : a tratar na rua larga do Rosario n. 33, se-
gundo andar.
Precisa-se de urna preta boa quitandeira, pa-
Ra-se 205 mensaes : quem a tiver, dirija-se rua
de Hortas n. 106, que se, dir quem quor.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que o Sr. Jos Francisco de Souza Lima
nada Ihe devo. Recife 16 de Janeiro de 1864.
____ Amaro Jos dos l'razeres.
Precisa-sede una ama para comprare cozi-
nhar para urna pessoa : a tratar junto da groja de
S. Jos n. 27, c prefere-se que durma em casa.
ATTENQAO.
Frecisa-'se de urna ama para cozinhar
Imperial n. 13.
na rua
cumprir o seu magisterio,
recebe tambem pensionistas.
Os abaixo assignados srientilicam ao corpo
do commercio desta praca que dissolveram amiga-
vi'luiente no lia 31 de dezembro prximo passado
a sociedade que tinham na taberna sita na rua do
Vigario n. 33, que gyrava sobre a firma de Lages
& Lima, ficando o socio Lagcs responsavel pelo
activo e passivo da mesma sociedade. Recife 15
de Janeiro de 1864.Joao Jos da Cunha Lages.-
Antonio Raymundo Paes de Lima.
Precisa-se alugar una escrava para o servi-
do interno e externo de urna casa de pouca fami-
lia : na rua do Caldeireiro n. 60 se dir quem pre-
outros muitos objeclos
que se torna enfadonho mencionar, que vista do
comprador que trouxer dinheiro se Ihe dar por
diminuto preco.__________^^_^^_^^__
Vende-se o sitio da Passagem de Olinda, que
demarca pela frente com a estrada que segu para
os Arrombados, tem casa de viveuda, algumas
fructeiras de. varias qualidades, baixa para capim,
e bastantes ps de comieiros, demarcado, cujo
solo proprio, e vende-se para pagar dividas que
se acha obrigado : quem o pretender, dirija-se ao
mesmo sitio.
NOVAS
seiiientes de kortalica.
Chegaram 110 vapor francez OwflM as novas se-
mentes de hortaliza : na na da Cadeia do Recife '
n. 56 A, Ioja de ferragens de Bastos. I .
-- -,>'i-----------:----------r-a 11 Vmho branco o mais
Vende-se urna casa terrea no bairro da Boa-
Vista, rua da Mangueira n. 18, com 2 salas, 4 quar-
tos, cozinha fra, quintal murado e cozinha: quem
pretender, dirija-se mesma com muita attencao
para examinar : a tratar na Capunga Velha junto
ao sitio do Sr. Feliciano Jos Gomes, com a viuva
do Sr. Jos Evangelista da Costa e Silva._________
] dem mais baixo a 1,800 rs. a libra.
I Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-sea superioridadedeste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho vellio, iNectar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, viLho do Porto ve-
lbo superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1 de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de loooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo.ooo a 14,000 rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
klem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,oo rs. cada um.
dem prato a "00 rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejam B A F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, LisLa e Figueira ;
de 48o, 3oo, 56o, 04o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em o nada a
3,000, 3,5oo, 4,000 e 0,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Gamitas com ?J garrafas de superior vinho
do Porto a ,2oo rs. com o ganafo.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaca a por str mais
fresco a 2,4oo rs. com o garralao.
dem com 5 garrafas de vinagre a I,2oo rs.
com o garralao.
superior que vem ao
nosso mercado a fio rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Peehincha para um rapaz que
qusira negociar.
Jos Auslneliano Tolentiuo de Almeida tendo
de retirar-se para fra da capital, pretende vender
seu estabelecimento de charutos no largo do Ter-
co n. 2, nao s proprio para charutos como tam-
bem para deposito de massas : quem pretender,
dirija-se ao mesmo, que se vender razoavelmente.'
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, eem cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porcSo.

i AGIO
S
1.W
"l T 1
los instrumentos de mgicas, |
------------- meairo ou divertimentos de saldes, e bem assim
QlP'111 pretendere SCgUlldo ;n- excellentes machinas de phantasmagoria rom ex-
proprios para
bem
Aluga-se urna easa com 3 grandes quartos,
2 salas, cozinha fra, cacimba eporlaocom peque-
no quintal, naSoledade, rua da Conquista : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recife n. 3.
dar do sobrado 11, \ \ em a ru
da Aurora, d rij -se rua Nova,
cm a luja de Basles i. tiagalhes, que
achara < oni quem tratar. Assim tam-
bem aiugani-se as lujas do mesmo so-
brado. _
FJBITOR
Precisa-so alugar um moleque : na rua Imperatm n 75._________
Manoel da Silva ferreira muda seu non"e
par Manoel Perrelra .Wattosiows por haver o 1-
iros nome iguae* ao delie,
Jos Antonio de Paria Couto,
guez, rera-se para a Parahiba.
________ Precisase de um feitor que seja entendido para
subdito portu- formar um jardim, c tambem aparejar um sitio,
sendo entendido paga-se bem ; adverte-se, porm,
______^^_^ a essa chusma de quadrupedes que infestam as
"-~~~ estradas, ntitulindo-se feitores, e que nem para
! carroeeiros serven, que nao se proponham a oc-
n. 96, nadara, tem | cupar o lugar que nao sabem proeneher : a tra-
cellentes vistas, o muitas com movimento; vende-
se por preco razoavel na rua da (adeia do Recife,
armazem da exposicao de Londres n. 60.
MASCARAS
Grande sortimento de macearas, sendo de vel-
ludo, seda, setim, cera c de papclo; vende-se em
grosso por preco razoavel : na roa da Cadeia do
Recife, armazem-da exposigao de Londres n. 60.
MILHO ISFVItl t O
Milho bom em saceos de 23 cuias a :i^'iO0. e a
160 rs. a cuia, farelo a 3*200 e 35800 o sacco :
na taberna pintada de amarello do pateo do l'a rai-
zo n. 16, oito para a rua da Florentina.
Cartas.
Na rua da Senzala Velha
cartas vindas do norte para os Srs. llanoeJ Morei-1 tar no Maiiguinho, sitio que fo do Bastos, de ma-
r de So Ui-a e Jezuino Alves Fernandes. jaha at as 8 horas, de Urde depois das 6 aeras.
al
Vende-se sal muito grado e por preco commo-
do : a tratar ua rua da Madre de Dcos n. 2-
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezis a 64o rs. a
lata.
Rocelas eom doces soceos de Lisboa de 3oo
a 9,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
Caf de i., 2.' e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, doCcar de 7,800, 8,600,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranho de 2,800 a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrao, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 600 a l.ooo rs. o caixao.
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
corvina, salmao e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2 a arte de cosi-
nhade I,2oo a 1,800 rs. a lata.
Figos em caixas de 1 arroba, '/ 8 libras
a 8,000 4,000 e 2,000 rs. a caixinha.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
& Filho a tO.ooo rs. o barril.
Marmelada imperial dos m-lhores conservei-
ros de Lisboa a 64o rs. a Ltinhade i libra,
ha latas de i */ e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de i libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo r
caixinha, tambem ha latas de 1 '
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a 1,60o
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
elegante-
I'/taC li-
a 5o,ooo rs., e
Passas muito novas a 8,000 a caixa e
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. i libra.
Sag muito nove a 28o rs. a libra.
5oo
Ancoretas de vinho colares
a 72o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinba.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,ooo a 4,000 rs. a caixa.
Champngnhe a melhor do mercado de 12.000
a 2 i.ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,000 rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l,ooors. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 8ck>
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1,00o rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas de-
i.ooo a 6,000 a duzia e de mais a 5oo rs>
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito credilada marca T de 6,000 a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas emmolhos grandes a Sooomolho-
640 o cento, e a 6,500 rs. a caixa
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
I Canella a l,ooo rs. a libra.
1 Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras Iiqui-
1 das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.


Diario de Fcrnanibuco ttegtinda fclra 18 de fuuciro de 18tt4.
>.
ARMAZENS
DO
PROGRESSISTA
RA II %S i llil/KN \. SO

ra do crespo n. 9
\o bairro de fano Antonio.
Joaquina los Gomes de ftonza scientifica a seus numerosos fregu
zes e ao publico em geral que acaba e estabelecer um novo armazem de molhados
do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
Ditos de linli;i de 30 jardas a ft rs.
se venderSo a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer Duzia de meias brancas para homem a 15000.
Caixas cum soldados de chumbo a 120 rs.
parte, afliancando-se aquellas pessoas que comprarem oestes armazens a superior qua. liateiros de vidro com superior tinta a ico rs.
Ditos de barro a 100 rs.
lidade de gneros, presos commodos e bom acondicionamento. Grozas de botoes oe loara pratiados a 160 rs.
Tesouras muilo linas para costura a .'12o r>.
0 armazem da ra do Crespo situado no mclhor local desta cidade. com o as- DasdHasmaloree meihorcs a 400 i.
Escovas para litnpar dentes muito linas a 200 rs
seto que e de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro- Dirs paraunbas a800rs.
. ... Lita de todas as cores para bordar a 7,5 a libra.
pnetario, que nmguem deixara de sortir-se uum estabelecimcnto aonde se encontra sin- caixas com phospboros de segurancia 160 rs.
.... Cadernos de papel tranco e azul a 20 rs.
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao offerecem tantas vantagens.
NIAO
MERCANTIL
Una do Qneiiuado unineros
4 e ..,
est disposto a continuar a vender pelos procos
taita declarados, pois para principar o novo
anno.
Caixas de brelas de cola muilu finas a n rs.
Varas de franja de aa de todas as cores a 40 rs.
Ditas de tranca de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de Irancelim branco muito superior a 20 rs.
Trancas de aleodo brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de mcias para senhora muito superiores a
35800.
Grozas de pennade a?o muilo finas a S00 rs.
Caivetes de doas e tres folhas a 500 rs.
Ditos de urna folha a 80 rs.
Caixas para rain-, muito bonitas de calungas, a
Capachos redondos e compridos a 500 rs. ; Francisco Fernandos Duartc acaba de abrir na ra da Cadeia do Recilen. 5.1, um grande esortido armazem de molhados de-
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs. | nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encomiar sempre o respeitavel publico um completo sorlimenlo dos melliores
Va60 rs6 franJaS biancas c de core's ,areas>a | gneros que vem ao mercado, tanto esiiangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porces ou a retalho por pretos asss
Pares de botoes para punho muito bonitos a 120 rs. \, ,,-. .... ___
Carreteis de linha Alexandre com 200 jardas a Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhas deNantesa340 rs. o quarto c 360
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
RA BIA CADEIA UO It VA I FE 2. 53.
NOVO E
GEAHDS ASMA2SK DE MOLHADOS
Kl'A IIA AI)EIA DO ItECIFE \. 53.
100 rs.
Cartocs de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Senda este armazem no verdadeiro pento de partida para os arrabaldes desta
cidade, nao ser difficil quelles senhores que tera de partir ios mnibus darem suas
encommendas neste armazem, que sempre lhes offerecer os mais agradaveis gneros.
a garrafa
Caf a 28o c .12o rs. a libra, e a 8,ooo e
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l.ooo rs.
a libra,
dem hysson muilo superior a 2,7oo rs.
libra,
dem uxim a 2,5oo rs. a libra.
dem bysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2,ooo rs. a libra.
9,ooo rs. a arroba.
Pacote do papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvclopes muito superiores a
800 rs.
Cadernos de papel de cores, grande e pequeo, a
40 rs.
Silabarios portuguezes com calungas de todas as
Iiialidades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
Cartas c taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Haralhos muito finos para voltarete a 280 rs.
Rodinhas com allinetes francezes a 20 rs.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer- hartas de alfinetes francezes finos a 40 rs.
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5o c
rs. a garrafa.
dem preto de qualidade muito especial
2,eoo rs. a libra.
dem idem inferior a 1,600 rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a
rs. a garrafa e 18,000 rs. o gigo.
l.ooo
a 500 rs,
Luvas brancas de algodao finas a 80 rs.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600 Miadas de linl,a frxa *? ,,ori]ar a M rs-
rs. a duzia.
Doce em calda a .>oo rs. a lata.
dem de guiaba em caixas c diversos taa-
nnos e de diversas qualidades de Oio a
l.ooo rs. cada urna.
IdeJne,rr)r 4'000 gig C M9 rS- Ervilhas franco muito novas de 48o a 64o
rs.
a garrafa.
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a' Idem porluguczas a 72o rs. lala<
a9oo e l,2oo rs. a libra. |
r. .. ... _,., dem seccas a 2o o rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
ede qualidades, especialmente escolhidos, Vassourasdo porto com arcos de ferro a 32o
de 2,000 a 4,5eo rs. a caixa.
Farinha do Maranho muito alva a 14o rs.
libra
1l
garrafas por
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe-
dro V, D." Luiz I, Duque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina. Bastardo, e outros
a 11,000 e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
dem Cherry e Madeira a l,5oo rs. a garra-
fa e I6.000 rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a duzia, e8oo rs. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,000 rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Banha de porco retinada a 48o rs. a libra, e
em barril a 44o rs.
Vinho em pipa de Lisboa, eFigueira,dc3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 000 rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
des por 27.000 rs.
dem do Porto muito especial a 5,5o rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4
2,5oo rs. com o garraao.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a l,5oo rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 l% garrafas por
1,2oo rs. com o garrafo.
Manteiga ingleza a 600, 7oo, 800 e 9oors.a
libra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o rs. a libra em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diversos taa-
nnos a l,5ooe 2,5oors.
dem em latas de 1 1/2 e 3 libra a I,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em bazinhos de folha pro-
prios para mimos a l,6oo rs. cada um.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermeticamente lacradas de
1.600 a 3,ooo rs.
Arroz da India e Maranho a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas do casca mole muito novas a 4oo
rs. a fibra.
Azekonas superiores a l,2oo rs. o barril.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,6oo a arroba.
Letria a 4oo rs. a libra.
BfSCOiUM e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a 1,2oo e 1, 4oo
k. cada lata.
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,ooo rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
rs. cada urna.
Velas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
dem de carnauba e composica-a a 32o e 36o
rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixc em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, cnutras qualidades a l,ooors. cada'
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooo a 4.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa c 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14o rs. o mato.
Tdem de flor a 2oo rs. o maco.
Prezunto para fiambre inglezes e americanos
a 85o rs. a libra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato dc.48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontram
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem flamengos vindos no ultimo vapor de i
2,8oo a 3,ooo rs. !
Sardinhas de tantos muito novas a 32o rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabao mata de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem liamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a loo rs. rs. cada urna.
Garrafes vastos de diversos tamanhos a5oo,
64e e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, c l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de t/ dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito no vos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Gravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a l,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro
o frasco.
Os fasos
OS MAIS AGRAVANTES
E
D'iim iKTtiiiaz iiracao
IIK
ESCRFULAS,
G ERPCOES ESCROFULOSAS,
Ulceras de toda a especie,
SYPII1LIS, OU MAL VENREO,
TUMORES,
EbiilUcJMS]
BERTOEJAS,
OPHTHALMIA,
Bjfaffeia,
Empgens,
RERPES,
I fiar tros,
ERYSIPUllS
ESCORBUTO,
Tinhn,
CHAGAS ANTIGS,
Rfieumfttisrn Chronico,
IOJLIMDE (ERAL,
Ncrvosidadc, Neyralgias,
FALTA BE AITKTITH, FISTO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
Biffil II FE MICAS,
Rcteuciio das ltinas,
EMACIAgO,
Ou mmagrecimeiito iiii iiic do estado vicioso do muigue,
ISFLAMMACOES CHEONICAS,
Anecies Chronicas do Figado,
A8aM OiMo TODAS AS MAIS BIMILHA^TES Mu-
LB8TIAS, l'KIXCll'Al.MKNIK yL'ANUO SAO
CACSADAS, OD PRODCZlDAfl f Kl.o Mu
UVBB VSO IK) Mkuciuij ou
(UIX I.Vil,
A>lm mino iniitbrm pelo froquente ata iln Alt.
HBNIOO f nittriu. iri'i>iii'ii^fM Mluci-m-H
Todas estas Eufcrniidades prompta e clicaz.
mente cedem A benfica, poderoza e
purificantes qualidades da raui
justamente afannd.r
uuvmitii m BRisoi,
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joao da C. Bravo t C, ra
da Madre de Dos.
em barril se faz ahatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 5G0 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 201)00.
Queijo prato muito fresco e novo a GiOrs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30OOO a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 23 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com difieren tes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras militas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarlo ;
e em caixa se faz abalimenlo.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de diTerentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
10200 a caada. j rs. meia lata.
Azeile doce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
800 rs. j vezugo, cherne, linguado, bgostinba, a
Azeite doce de Lisboa a CiO rs. a garrafa e 10300 rs.
40800 a caada. -Salmiioem lalas, preparado pela nova arte
Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e' de cozinha, a 800 rs.
50800 a frasqueira. Maca de tomates em latas de 1 libra a GOO
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricase paiosem lalas de 8 e meia libra
muilopropriasparamimo,a 1020", 105UO Pr 70.
e 20. ; Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-! 80000 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
10200. I barrica.
Marmelada imperial, dos melliores conser- $**" muit0 novo a 24rs-a libra-
veiros de Lisboa, em latas de I e meia a ceadinha de Franca a 200 rs. a libra.
2 libras a GOO rs a libra. j Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Fructas era calda das melhores qualidades Ariiruta verdadeira a 320 rs. a libra.
que ha em Portugal em latas hermtica- Ceva(la a l20 rs- a llbra e ?$ a arrol)a-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muilo novas a G40 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 100 rs. a libra.
Avelas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maguas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e porluguezas em latas de
1 libra a G40 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 1G0 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca epreta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs a garrafa e
5800 a duzia.
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a airona
Btalas muito novas em gigos com 40 libras
por 10 e a 40 rs. a libra.
Cebollas a 10 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra o 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a fi-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranho a 100 rs. a librae 20860
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra c 28400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaha a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide earroz demassa para sopa
e iozuuagariata. o masso, ditos lixados sem flor a ICO rs.
Licores francezes das seguintes qualidades: j 0 masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a.
e de outras militas marcas a 10 a garrafa ihra
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200 Mostarda ingleza em potes ja preparada a
e 30500 a caada. | 400 rs.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
j engarrafado a 640 r 3. agarrafa e a 500 a 10 cada um.
rs. de barril. ] Sal refinado a 300 r. o pote.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; inlei-
ro se faz abatimento.
V
A'
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
/x-f^; b-'$?-^< '.

Duarte & C, receberam de sua propria encommenda pelo brigue
Floriwhi, chibado ltimamente de Lisboa os seguintes gneros todos de pri- 5
meira qualidade por serem escolhidos pelo Sr. Duarto ebefe de nossa casa
ltimamente chegado daquella praca.
ptima ai-qulsl^o de es-
tabcleeimento.
Yndose a loja de ferragens da ra da Cadeia
do Reeffe n. Gi, rnm pequeo fundo e anda bem
soi lula, tanto de ferragens como de miudezas, as
quaes estao em bom estado, vende-se s com as
merradorias, e garante-se o arrendamiento da casa;
propria para algum principiante, nao s por ter
pouco fundo como por estar j afrejuezada e ser
una das tojas mais bem localsadas desta cidade :
os pretendentes podem dirlgir-se mtsma loja.
nao s |iara examinaran o I a I meo como o estado
das mercadorias.
ATTEVCAO
CiLIIEMSBOt
Vendein-sc barrfs com cal des-
a 600 rs, I ta procedencia, em podra, chega-
da hoje, e nica nova, que ha no
mercado, na ra do Trapichen.
13, armazem de Manoel Tcixci-
ra Basto.
O proprietario dos armazens do Progressista jamis deixar de offereeer aos seu
fregufcze ludo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a festa se aproxi-
ma ptima a occasio dos seus freguezes experiraentarera a realidade, que nunca dei-
axr de ser mautida pelo proprietario destes armazens.
Kua da Senzalla \ova a. 42.
Neste estabelecimentn vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs,, idem de Low
Moor libra a 120 rs.
Verdadeiro vinho collares em ancore-
retas de 9 caadas a 50,000 e 800
rs. a garrafa.
Vinho bramo B A Fimos, em barris de
quinto a 60,000 e 560 rs. a gar-
rafa.
Vinagre P B B, em ancorlas de 9 ca-
adas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
ada.
Passas em caixas, meias e qoartas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
Peras seceos em caixas de quatro li-
bras o melhor que se pode desejar
a 2,500, e 640 rs. a libra.
Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
g^ Marmelada propriamente dito de niar-
^53 mello, a 640 rs. a lata e em caixas
: de 100 latas a 600 rs.
'^l Maga de tomates a mais nova que se
pode desejar a 640 rs. a lata e em
caixa de 100 libras a 600 rs.
Ervilba portuguesa a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corintbias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Nozes
sejar
em barricas a 4,500 rs. a arroba.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o mlbo, c a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas (le 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
i
as msis novas que se pode de- pgjsj
a 160rs. a libra, e comprando \.'\.''
*2
@X3
Sextinhascom figos proprias para mi
mos de crangas a 60 rs. cada urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Erva doce muito novas a 500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali-
dades sao as seguintes : treme de
violetas, geroflez, rosa, absintho, \es-
peiro, amor perfeito. amendoa amar-
ga, percicot delurin. botefin, moran- Kgsy
gos. limo, caf, laranja. cidra, gin- fcy?t'
ga, canclla, travo, ortela, pimenta
e outros muitos de qualidades menos
superior que serao vendidos por pre-
g.os em relago as suas quali la-
dos.
AGENCIA
DA
FNDIGO DE L0W-M00B.
lina da Sfnialla ima n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas c meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
FMIMIA
Saceos com farinha nova e igual a 4e Muri'
a 55500 : no armazem da aurora brillante, largo
da Santa Cruz n. 8i.
Vn Osjiqnidatarosda massa fallida de
Jos Antonio llasto vendis a bvpollie-
ea que lem nos engenhos Mlto (r s e Cajabuss no icrino de Scrinhcm no
valor de 31:83S$911 rs.; tratar as
casas a na do Trapiche n. 34.
IIKPGMi
Os proprictarios aancam que estes gneros sito muito novos e ludo
de primeira qualidade, tudo is-to se vende nicamente no armazem Unilo e
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro-
gressivo.
Qu'ijos
do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
'$tl ->S0O os flamengos e 800 ris a libra do alemtejo c das ilhas, unicamen-
/"@ "io armazem progressivo.
- 'jM>.$
Ra da Senzalla n 42. i FARINHA FONTANA.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstondtC, Farinha da milito acre ita a marca
sell.ns e silhoes inglezes, can.lieirose cut- Futan "escnib;irc;Ha hoje, vende-se
gaes bronzeados, lonas in?lez?s. fio devela, i ^ ., i %'
chicotes para carros e montara, arreins para Por preco mais commod. do que em
carros de um e dona cvanos, e relogios de,qualquer outra pule.: na ra da Cruz
ouro patente inglez. |It, 4 asa de X. 0. Bichcr & C SUCCes-
sore>.
IHLB0-A 5SS00
Barricas de bren com 8 arrotas, de superior
qualidade : na ra da Gadeia-do Rocife u. 56 A,
loja de ferragens de Bastos.
o sarro, e a ruia a 160 rs. : no
Irelln, largo do Pai aizo n. 14.
armaze.-n da es-
Vende-se a casa terrea n. 26 da ra da Ale-
gra ; a tratar na ra da Imperatrir n. 40.
Vendem-se ferros para fazer hostias: na ra
rcDlila n. 73.
de rap princeza (asse, do Hi de Ja-
neiro, na ru da tiruz n. i8, cmjr-
toi-io de J- s Joaquim Lima llair.
Acha-se o deposito supprido de rap<^ (!roso.
meioprosso e lino, assim como de Paulo Cordeiro ;
nos ultiiiHis vapores vieram as quali I io-
nadas, as quaes se fazcm recommendar aos
apreciadores.____________________________
Vende-se a tabana da povuariio de Afi|M
junto a padaria, muito bem alreginzada, com lOtv-
cos fundos, propria para quem jiur principiar,a
localidade a melhor possivel, a diolieiro a vi*r
se faz todo o negocio, ou mesmo a pi i ga-
rantido : quera pretender, dirija-M n i
Carino n. 4, que achara com qitem tratar, on a tra-
tar na mesraa.
'ara quem quizer priuripiar.
Vende-se a loja de miudezas sa na ra Im-
perial n. 35, rom poneos fundos e bem
por presos bastante favora.eis ao roasprader, ti-m
mais a sen favor a loja Mr armario, porm nao
obligado o comprador fecar eom cMi en
ao aluguel c commodo ; o dono faz leg
que nm a seguir outra carrn a.
Vende-sc o ciurenfao S. Manoel, sito n;.
guezia do Bio Fonnoso, e mnrgem *ri-
nhiem,o qoal demarca com o aornbus
ra, Changoi e Gamelleira, noe ron asna
copeiro, lem raparidade para -
ananaes, e se acha quasi todo rrn mala vir
distando do embarque 1|2 '
dirjase i roa quem tratar.
Vende-se a vertadeira rr\\r\ 07
emjbarricas; na n do 'la-iclie ;i. i?,
esiriploilo de Edgardo Fulot._______
M'icaas.
Xa travr | Ir. dfl DcO! B. ''. 1
caixas com marias a 3*.


Diarlo de Pernambuco Segunda felra 18 de Janeiro de 1HI.
ALLIANCA
GRAIDE
57 RA DO IMPERADOR 57
Nalbem conkecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Paulo Ferrelra da Silva proprietario il.sto novo estabelecimento, tendo
ahogado da Europa, aonde escolheu um grande e variado sortimcnto de molhados, tem
a honra de os expor ao respoilavel publico desta cidade pelos mais resumidos precos.
Em to ptima occasio, por estamos prestes a festa de Natal, o proprietario do
grande armazem Amanea offerece aos seos amigas e freguezes que o conhecera desde
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores vantagens em com-
rarem em seu anraxem.
Hojc de novo estabeleeido mais precisa da concurrencia de todos estas senhores
ao seu estabelecimento. cortos de que esta casa jamis deixaro de ser cumplidas as
grandes vantagens por ella offerecidas.
COMO \l\(A iioi vi:
NO
ARMAZEM
nn
Cognac de superior qualidade a 800 rs. afar-
n.fa.
dem muito superior a i ,00o rs. a garrafa-
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
9,ooo rs. a arroba.
Ceneja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5oo
rs.a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e8,600
rs. a duzia.
Doce em calda a 61o rs. a lata.
Ervi has francezas muito novas a 64o rs.
Iden portuguezas a 72o rs. a lata.
Iderr seccas a2oo rs. a libra.
BassDuras do Porto enmaros de ferro 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacete da melhor qualidade
a Boo rs. o maco.
dem de carnauba e composiro a 32o e 36o
rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Tijolopara limpar facas a 12o rs. cada um.
Tounho de Lisboa e Santos a 320 rs. a
libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peix>; em latas grandes, savel, pescada, cor-
vi ia, e mitras qualidades a i,000 rs. cada
la-a.
Passas nmito novas a lo,ooo rs. a caixa e
5oo rs. a libra.
Paliios lutados para dentes a i4o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezes e americanos
a 800 rs. a libra. .
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijo prato a 64o rs. a libra.
dem flanit-ngo vindos no ultimo vapor a
2,500 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32* rs.
a lata.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabiio mar de diversas qualidades a 2oo e
2-'io rs. a libra:
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Geni-bra de Ilollanda em frasqueiras a 6,5oo
ris.
dem hamburguesa em frasqueiros a 5,8oo
vi is.
dem de Ilollanda em garrafes grandes a
5,5oo rs rada um.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Gan afes vasto de diversos tamanhos a 5oo,
6io e l,2oo rs
Gomma do Aracaly a 80 rs. alibra muito alva
Graiva a loo rs. a lata, e i,2oo rs. a duzia.
Licores finos franeczes em garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
ri; um.
Mannelada imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 600 e Too rs. a libra.
Masa de tomate muito nova a 64o rs. a l-
bia.
Manasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos raiito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-docea 24o rs. alibra.
l'ini 'lita a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannclla a l,loo rs. a libra.
Alazema a 2oo rs. a libra.
Sal iefinado em frascos de vidro a 600 rs. o
frico.
Copos finos para agoa a 5,ooo rs. a duzia.
Chouricasnovas a 72o rs. alibra.
Moslarda franceza preparada e muito nova
a 32o rs. cada um frasco.
Conservas francezas de superior qualidade a
6i0 rs, o frasco e 7,000 rs. a duzia.
Azeite doce a 61o rs. a garrafa.
Bolachinba de soda e lunch em latas grandes! Sevadinha de Franca muito no a 2,000 rs. cada lata. I libra.
Manteiga ingleza a mais superior neste ge-
nero a 800 rs. a libra, e comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que podo Laver, tambern ha mais
baixas pai a menos procos.
dem franceza muito nova a 600 rs. a libra
e 56o rs. em barris ou meios.
Penis seccas muito novas a 48o rs. a libra.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra'.
Jdeti uxim a 2,3oo rs. a libra.
dem hyssen a 2,3eo rs. a libra.
Iden dem a 2,000 rs. a libra.
dem prelo de qualidade muito especial a
2 000 rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, a
9oo e I,2oo rs.a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bah3
e de qualidades especialmente escollados,
do 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
Farinlia do .Maranhomuito alva a 14o rs. a
libra.
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, I). Pe-
dro V, D. Luiz I. Daqu genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, fiastrdo, e outros
a ll,ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
dem Cherry c Madeira a 1,5oo rs. a garra-
fa e 16,ooo rs. a duzia.
Iden Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa.
Bolaxinhas americanas a 4,ooo rs. a barrica,
e 1 3uo re. alibra.
Batatis muito novas a 1,00o rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Barita de porco refinada a 44o rs. a libra o
em barril a 4oo rs.
Vinho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo
a 4,ooo/s. a caada, e 5oo rs. a garrafa
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
das por 27,ooo rs.
dem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 '/ garrafas por
2,5oo rs. como garrafo.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
rs. a caada.
dem mais baixo a 1,5o rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 '/ garrafas por
l,2oo rs. com o garrafo.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estanpasno exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
Jd:m em frasco de vidro de diversos tama-
nhos a l.Seo e 2.5oo rs.
dem em latas de 11/2 e 3 libras a l,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixinhas de 4, 8 e 16
brra a |,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
urna caixa.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1,600
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amendoas de casca mole muifo novas a 4oo
rs. a libra.
Ceblas novas a l,2oo rs. os molhos gran-
des e a l.ooo rs. o cento.
Alpisb a 14o rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
Mararrao, tilharim e aletria muito nova a
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolacbinlias inglesas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo e
l,4oo re.cada lata.
O LA II CU da pemha 10
Francisco Fernandez Uarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos muito proprios para a festa es quaes est resulvido a vender por
precos baratissimos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a tados os Srs. da
praca, de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para serem despachadas
no armazem do Progresso do largo que tiram, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resumidos,
os Srs. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que nao tenham pra.
tica, que sero to bem servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem 0-
nhecido pelos seus numerozos fregueses, pois simplesmente consiste em servir bem e ga-
nhar pouco, afim de conseguir a continuaco daquellas pessoas, que a primeira vez se dig-
naren! honrar o seu estabelecimento.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
dem do vapor passado a l,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixes com 2 V*
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou
meios.
Cha perola neste genero nao ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de cunta propria a 2,800 rs. a libra.
dem buxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a bra.
Cominhos; ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Ilollanda a5,5oo rs. a frasquei-
ra rom 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs.
Genebra de laranja a 1,00o rs. os frascos
grandes.
Vinho de caj o melhor que ha no mercado
a l.ooo rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a carnuda.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
2o macinhos.
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, c em porco se faz aba-
timento.
Banha de porco refinada a. 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas eslampas a
l,2oo, l,5oo e 2,ooo rs. cada urna.
Bolachinba de soda chegada neste ultimo
navio a 1,35o rs. a lata, deste gene o ha
grande porco e de differentes margas,
que se vendem todas pelo mesmo preco a Idem f f
vontade dos compradores. pJ ^ mem (m{cno ,, ^ a, ^
Iem em latas grandes a 2,ooo rs. rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a l,9oo rs. a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelada imperial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 64o rs. a libra.
Figos de comadre muito novos em bahuzi-
nhosmuito proprios para mimo al,28o rs.
Frutas em calda em latas de l.ooo a 5oo rs.. ._____... ... ,.
neste genero ha diversas qualidades a cs^ ,d*m em "^ Para reta,l' a 16 rs- a
colbcr.
libra.
Champanha superior das marcas mais acre- Passas ,de carnada a 48o rs a libra e em
ditadas a 1,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. 1uart0 com 8 ,,bras Por i",0 rs-
o gigo.
, Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2j000 rs. a barricaj e a 2oo rs a ,bra
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.
a duzia Chocolate francez o melhor que se pode de-
sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Magas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
rs. cada urna, macarrao, talherim, e ale-
tria a 4oo rs. alibra.
Vinho Bordeaux de diTerentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,000, 7,5oo e
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-
' rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
boa qualidade.
.. ... ... IO Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
dem Figueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada. Ervilhas france/as muito novas em latas
t I grandes a 64o rs.
dem de Lisboa a 2.800 rs. a caada e 4oo
rs. a garrafa. \ dem em ditas pequeas a 4oo rs.
dem do Porto de superior qualidade para' M de tomU m ]ms de { 2 ,bras
mesa a 5uO rs. a garrafa, e 4,000 rs. a ca- f)io rs
nada. j
, Salmao em latas de 1 i libra a 800 rs.
,dem fino do Alto Douro da colheita de 1833,' Lagoslaho em ,atas randes a 4oo rs
como sejara: D. Luiz, l-eitona velno, Nec-| ja nma
lar, Carcavellos e Cames em caixa de!
urna duzia a 9,ooo rs. Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
a l.ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa. UcQT ^^ d)S melhores ^^ Q ^
ATTENQftO.
Neste grande armaxem de molhados vende-se etn grandes porceti e a retalho,
fazendo se iliifereisa coasideravel a quem comprar de 100/5 para cima.
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e -,5oo rs. a duzia.
Garrafes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a64o-rs, agarrafa, e em
caada a 4,800 rs.
Presuntos nglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Touciuuo do reino o melhor do mercado a
320 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por ubra
a 56i rs e em caixa so faz abatimento.
dem de carnauba retinada a 32o rs. a lilna
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oors.
a libra e lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosj
a 12o rs. alibra.
Sag muito novo 2io rs. a libra.
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas ingle::as a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda inglesa a l.ooo rs. o Irasco.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,800 rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Lalas oom peixj em posta emticamente
lacradas das melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a 1.2oo re.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o rs., dito
de 2* a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba dito de 3* a 2lo rs. a libra e 7,800
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
dem finos de d versos fabricantes a 1,60o.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa com loo cbaru-
tos, {o pre?o nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalh de virem ou
mandarem e vero a realidade.
LNIAO
COMMERCIO
Defroute da loja do Pregulea.
III ARTE %IjMI;|| %
acaba de abrir o seu grande e sortdo armazem de molhados denominado Um$ t Cm-
mercio. Este grande armazem um des mais bem montados que temos em nossa praca,
oo s em limpeza e a tario do Unio e Commercio offerece todos os senhores da praca, senhores de engento
e lavradores a seguin e tabella, por onde verlo a grande economa que lhe resulta em
comprarem em to ulil estabelecimento, afiancando o mesmo todo e qualquer genero
sahido de seu armazem.
B
ollinho francez em lalas c caixinhas as mais' Erva-doce a 5oo rs. a libra.
delicadas que tem vindo ao nosso merca-> ^
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha. Uiampanha de 20 a 22,ooo o gigo.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada Palitos do gaz a 2,3oo rs. a irou e &>
vir de cont propria, a 7oo a 800 rs, a eaixinha.
libra.
Milho alpista a 16o re. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen- ;Coninho muito novo a 4oo rs. a libra 9
to. comprando de 8 librs para cima a 32o re'
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a Gomma muito alva para engommar a 80 rs.
800 rs, a libra e o pote separado, a ,ibra- e era arroba se far abatimento
Cha uxim o melhor neste genero, mandado *** muU D0V a ^ a libn'
ir de cont propria a S,8oo rs, a libra. SaMo verdadeiro hespanhol. que raras ve.
dem hysson, grande, muito bom 12,6oo rs. ^ 3 D0SS mereado a 28 "
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceedc, Captain, Travelies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
i,4oo rs, a lat.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,030 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oae 3,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos empipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,coo a
4,5oo re, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em lalas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixinhas de 4,000 a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas de 1 '/ arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3oo rs.
a libra, taambem ha serinhas para men
nos a 60 rs. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo re, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
Massa de tomates a 64o rs, a tbra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Cbelas a 800 rs. omclho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para Impar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja s l.ooo rs. o frasco.
CboHricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglsz a 9oo rs. a garrafa,
e lo.Soo rs. a caixa com urna duzia,
Licores 'francezes e portugueses de todas as
marcas de lo.ooo a 15,ooors. a duzii.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa com das arrobas cada urna
Bocetas com doces seceos de 3,oeo a 3,5oo
rs. cada urna.
Bolachinba ingleza a 3:!o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9,ooo rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas ingle/as drs seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e cbolas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,800
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de 1,000 a 3,ooo
rs, cada um.
Vinho branco o melhor norte genero a 8oo rs,
a garrafa e 4,3oo re. a caada.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 re. a eaixa com
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Port
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira, mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a 1,2oo re.
o garrafo,
Sabo massa de superior qualidade a 18o,
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muit nova a 12o re. a lati-
nha, e 1.3no rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pescada,
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
coznha, de l,2ooa 2,000 rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escolhido pessoalmente por um
des socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino. Ve-
lho secco especial. Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Secca de superior quali-
dade. vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1347, Lagrimas do Douro. especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo re. a gar-
rafa e de lo,ooo a 12,ooo rs. a caixa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o re. e masso, e em
caixa se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composico, de 4oo a
32o rs..a libra, e de lo.ooo re, a H,5oo
rs. a arroba,
Caf de l1 e 2* sorte de 8.3oo a 8,600 re. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranho e Carolina a 3,ooo.
2,8oo e 2,4oo re. a arroba e a loo re a
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo re. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5o re. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de cont a
44o re. a botija.
Passas corinteas a 5oo re. a libra e I2,8oo
re. a arroba,
Ervilhas franceza e portugueza a 640 re. a
lat de urna libra.
Chocolate francex, hespanhol, snisso e por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, e a 28o re. ca-
da pao de urna \'\.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo re.
cada urna; tambern ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico preco.
Massas para sopa: mararrao, talharim e ale-
tria a 48o re. a bra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Ilollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos melho-
res fabricantes da Babia de 3,ooo a 4,eoo
re. a caixa.
ATTEIl^AO
Todos os senhores que comprai em para negocio ou casa particular l: J0 para
cima tero mais 5 a 10 por /o de abatimento; o proprietario scientifica n?id que todos
os seus gneros sao recobidos de sua propria encommenda, razad esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.


*
*
ir
IHnrlo d FrrnaiubucA (Segunda felta 19 de laarlro de I4.
LOJA DO PAVAO
Cassfw puritiuias.
Vendem-se as mais modernas cassas pu -lanas cora bonitos desenhos peio baratissimo preco de
240 e 280 rs. o covado, por ha ver grande porco, pecluuelia : na rua da Imperatriz u. 60, loja do
Pavo.
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
Vendem-se as mais bonitas cassas pers mas a imitacao de lia transparente com os desenhos
leeidos e inleiramente novos, pelo baratissimo irero de 300 rs. o covado o nao desbotam : na loja do
Pavo raa da Imperatriz n. 60.
Cortes do cassas de Mara Ka a 4#000.
Vendem-se os mais modernos cortes de 'assa a Mara Pia, de todas as cores, com palmas bor-
dadas e de variadas cores que garante se a boa qualidade contendo 8 varas o nuia cada corte pelo ba-
ratissimo preco de 44 : na loja do Pavo ra ca Imperatriz n. 60.
As percalas do Pavao a 500 rs. o covado.
Vendem-se as mais finas percalas que ha no mercado, de desenhos muito miudinhos e das mais
lindas e variadas cores o garante-s seren lixas.com 4 palmos de largura, fazenda propria para ves-
tidos de iob^rfc>gupas para meninos, [telo muito barato preco de .'00 rs. o covado : na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60.
Gorgntao de laa, a 500 rs. o covado.
Vende-se gorguro de 13a de cor escura propria para vestido de senliora, paletot para homem e
roupa para menino, pelo barato prego de 500 rs. o covado : na loja do Pavio ra da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavao.
Vendern-se colchas de linho adamascadas com bonitos la\ores de cor de rosa, azul e branco,
peto baratissimo preco de 54 cada urna : na loja do Pave ra da Imperatriz n. 60.
Orgaiidys a 240 rs. o covado.
Vendem-se orgaudys malisados fazenda muito fina, de bonitos desenhos, pelo baratissimo preco
de 240 rs. o covado : na loja do Pavo roa da Imperatriz n. 60.
As alpacas do Favila
Vendem-se alpacas do seda d cores muito fina propria para vestido de senhbra, soutembar-
ques e roupaspara meninos e dita brama muito fina propria para vestidos e paletots, pjr prego limi-
te conunodo : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Chitas do Pavao.
Vendem-se chitas escuras e atogres fazenda muito lina, padroes modernos e que nao desbotam
pelo barato preco do 320,360 e 00 rs. e covado: na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
As laasinlias do Pavao.
Vendem-se lasinhas com 9 palmos de largura de urna s cor e dequadrinhos pelo baratissimo
preco de 14200 o covado, ditas enfeitadas com i palmos da largura a 500 rs., ditas matisadas muito
linas de bonitos desenhos a 360 rs., ditas a 32(1 o 360 rs., ditas de quadrinhos a imitacao de sedinha
a 400 rs. o covado, ditas a Mara Pa com palu ubas de seda a 300 rs., ditas transparentes cen palini-
nlias matisadas a 440 rs., ditas de quadros grardes a 240 rs. o covado, ditas pretas transparentes de
eortlaozinho a 200 rs.: na loja do Pavo ra da Imperan n. 60.
Vestidos soutemharques.
Veiidem-se os mais modernos vestidos a soutembarque com lindas barras e enfetes para rou-
pinro e mangas, pelo baratissimo preco de 54 cada um : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa com barra,
Vendem-se cortes de la com barras ma isadas o enfetes para roupinho e mangas, os mais fi-
nos que existuiu no mercado, pelo baratissimo in<;o de i4 cada corte : na loja do Pavo ra da Im-
ratra n. 60.
Os soutemharques do Pavao.
Venidem-se os mais modernos souteraba ques de grosdenaples preto ricamente enfeitados, dito*
de cor de ura teeido de la cora seda multa bem enfelado>, por prego muito commodo : na loja do
Pavao roa da Imperatriz n. 60.
CONSERVATIVO
DE
. O A i} \ i n sin A O DOS sinos
28largo do Terco-23.
O proprietario deste armazem <1e molhados participa ao publico c a todos em geral
que tem um grande sortimenlo de tudo quanto pertencente a molhados, e que tem
um armazem para somenle receber os generes de nuiior quantidade, faz suas especula-
c/es emboasqtiadras, e que semprepode vender por menos de 10 20 por cento du
que em outra qualquer parte, garantindo o proprietario qualquer genero sahido do seo
armazem, tanto em peso como em qualitlailc.
Manteiga ingleza llr mandada vir por conta propria a 800 rs. a libra.
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris.
Banha de porco relinada, propria para pastis a 480 rs. a libra, e em barril a 400 rs.
Velas de espermacete e carnauba do Aracaty a 600 is. o masso e 400 c 440 rs. a libra.
Caf lavado do Rio e do Cear, omelbor deste genero, a 280 rs. a libra e 85oo a ar-
roba.
Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 20000, arretalham-sc a 4o rs. a libra.
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo ts. a libra em barril ou arroba a 8)5800.
Cha de 1, 2, 3a e 4a sorte a 2,5800, 2(5500, 20000, e 1*600 a libra.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e de carrai ato a 280 rs. a garrafa, e caada
2i5ooo.
Genebra verdadeira de Ilollanda, em botijas, de conta certa, marca fallo a 360 rs.
Milito alpisla o mais limpo que ha a, \0 rs. a libra a 54000 rs., a arroba.
RIVAL
Capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas pretas de grosdemple bastante compridas, fazenda superior e mais rao"
ido, por preco muito em cinta : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
derra que ha no mercado,
toalliado de linho.
Vende-se atoalliado do linho com 8 palmes de largura pelo baratissimo preco de "4500. bra-
mante de lindo com 10 palmos di' largura propiio para lences e toalhas muito encorpado a 24500 a
vara : na I aja do Pavo ra da Imperatriz n. 60
Crinolinas ou jaloes americanos.
Vendem-se bailes americanos os mais modernos porserem muito fortes o bem armados de 20
arcos a 34 ditos de 30 a 34500, ditos de 35 a 4>, ditos de madapolo francez de diversos tamanhos a
.14. ditos de musjelioa com baado e sem elle pxlendo-se i raros arcos pelo barato prego de 44 e
44300, ditos para menina, do arcos a 24, ditos te musselina a 34 : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60.
hapos de sol do Pavao.
Vendem-se chapeo de sol de seda muito encornada com cabo de cana e hasteas de baleia pelo
iiaratictirao preco de 64, 74 o 84, ditos marquezinhos para senliora e meninas a 24500 : na loja do Pa-
vo ru* da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa do Pavao.
Vendem-se cortes delas matisadas com desenhos muito lindos contendo i 5 covado; cada corte
pelo harainuino prego de 74, ditos de cor de cal com palmas matisadas contendo 15 covados cada
corte palo tarato prego de 64 : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60.
ba-#lOes
do pitpcl lino de seda lodo variado do eores de di versos tamanhos, proprios para as (estas de igrejas
etc., rica lanternas de papel para iilununacoes n velas de spermacete, tudo muito barato; n. 60 ra
da Cadeia do Recife no grande armazem da espescao de Londres.
SEM SEGUNDO
Rua do laciniado uv i? e 55.
loja de miudezas do Jos de Azevedo Maia & C,
principia o novo annoa torrar miudezas pelos pro-
cos que a todos causa admiracao, a saber :
Pares de sapatosde tranca muito linos a 14600.
Frascos de oleo babosa dos melliores fabricanles a
240 rs.
Ditos ma ores a 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito Anos a 400 rs.
Sabonetas muito linos a 160, 200 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Ltibin, o nielhor, a
14500.
Lipis de tinta encarnada muito linos a 40 rs.
Novellos de lnha com 800 jardas a 120 rs.
Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito superior, a 100 rs.
Duzias do dedaes U/ancos em caixas de vidro a
320 rs.
Papis de agulhas a balo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito superior a 700 rs.
Dita Japoueza muito Tina a 800 rs.
Duzia de sabonetes muito finos a 720 rs.
Papis de agulha com toque de ferrugem a 10 rs.
Grozas de botoes Je madreperola muito Unos a
560 rs.
Pecas de lita de eos, estreitas, com 10 varas, a
320 rs.
Novellos de lnha branca do paz a 30 rs.
Carreteis de linda de cores muito fortes a 0 rs.
Cartees e caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Domaduras brancas e de cores para coiletes a
120 rs.
Frascos de banha, pechinelia, a 2M) rs.
Hollis para meninos, fazenda lina, a 24.
Caixas preparadas para costureirasa 14500,24 e
34000.
Massos de grarapas lisas e tinas a 30 rs.
Caixas de palitos do gaz e de cera finos a 20 rs.
Duzia de facas e garfos de 1 botao superiores a
54500.
Duzia de ditas e ditos de 2 botoes linissimos a
64500.
Grozas de palitos do gaz a 24200.
rea preta muito tina a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
tlllt|/IO
O fabricante de nsphalto da rua da Concordia n.
73 receben agora novo material para ladrillio, etc.:
os pretendentes podem procura-lo qoe serao promp-
tamente servidos, e por prego commodo.
Vende-se a taberna sita no mercado da Ribeira
da Boa-Vista, com pouco fundo propria para urna
pessoa principiante: a tratar na mesma n. 47.
XAROPE
GAL NOVA
No armazem do Avilla, no Forte do M.-.ttos es-
quina do becco da Boia vende-se cal de Lisboa a
mais nova que ha no mercado a 34500 o barril.
Pharmaceotico da primo ira classe
Effl l'ari*.
Esle medicamento empregado ba mais 20 annos, com successos coosianles, pelos
melliores mdicos em todos os paizes, con-
tra as molestias do corarlo, as hydropisiaa
e as affecces do pedo, icaba de receber
um novo sulTragie por nao ter por ora ap-
parecido otitro igual para curar infallirel-
menle todas as doengas do corceo orgni-
cas ou inorgnicas, palpitagoes, hydropisiaa
geraes ou parciaes. Itydruthorax, asthmas
chronicas, bronchites nervosas, e fluxos
I clirunicii:, aphonia (extinego da voz ), ele
As gaze'JS medicas fallatu calorosamenU
sobre os eleitos preciosos d Xaropt de
Labelonye, quetem hoje adquirido um dos
primeiro lugares no quadro dos medica-
' menlos os mais afamados e da tberapeutica
i uoiversal, como o declarant os celebres m-
dicos francezes : Andral p>a e fillio, Bouil-
jaud, Cottereau, Desruelles, Fouquier, Le-
nuire, Marjolin, Fasquier, Rostan. Rous-
seau, elaberge, l'armantier, Puche, Ther-
jim, Vid.it (de Poitiers), etc., e outros ft-
cultatico. dos mais celebres.
Vende-se em garrafinluis de vidro verde,
: trazemlo um rotulo, fundo cor de violeta
clara, japeado, no qual sobresahe o nome
Labelonye, o gargalo da garrafa traz urna
tira azul jaspeada, com a firma de Labe-
lonye, e a rollia coberla com urna capsula
de metal branco com a inscripr;5o Sirop
de Digil'tale de Labelonye, pharmacien,
Pars.
Deposito geral: em Pars, rua Bourbon-
Vllenetne, 19.
Em Pernambuco.na casa de Caors 4 Bar-
baos na rua da Cruz n. i:'..
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssla.
Vende-s; na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se m idnu o antigo e acreditado deposito da
mesma rua n. 12, ambos os generos sao novse
legimos, o se vendem a precc mais barato do que
utra qual(|ner parte.
l.u>;is de pellica.
ChegaraTi para a loja d'agnia branca, ruado
Queimado n. 8.
Pe,dc-sc loda alteuco.
Custodio Jos Alves (uimaraos, dono da loja in-
titulada Callo Vigilante, rua do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao rcspeitavul pu-
blico, que teudo de reformar no lim deste anno seu
estabelecimento, equerendo liquidar grande quan-
tidade de diversos objectos, estrosolvidoa vender
tudo por piceos baratissimos, cono sejam :
Peras com 45 v; ras de franjas de linho a 34.
Ditas com i-'i varas de galo de linho a 34.
Laa sortida pan bordar, libra a i^.
Proco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senliora, o par 800 rs.
Colinhas de bonitos gostos a 400, ."> *) e 1.5.
Salvas de metal principe a 14500, 24 e 24300.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
14200.
Facas e garfos para sobre-mesa a 4$ a duzia.
Ditas e ditos dili. com cabo de inarflm a 64.
Bandejas de lodos os tamanhos muito linas a 14,
14200, 1J400, 14600, 24500, 34500 e 54-
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 24800.
Tesouras em carteiras, a duzia a .'00 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 24-
Camisinhas bordadas para senliora a 14500 e 24.
Chapelinas para senliora a 34-
Ditas para menina a 24.
Chapcozinho para meninas de escola ou passeto a
24 e 34.
Plores francezas, caxos grandes, a 600 rs.
Lavas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Touc.as de laa para meninos a 300 rs., fil a 500 e
600 rs., de sed i a 800 rs.
Sapatinlios de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
Bolsinlias de niissauga para meni as de escola a
800 rs.
Botoes dourados para punho a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Tranceln? para relogio a 100 rs.
Ditos de lita chanialote a 200 rs.
Escrivaninhas de metal a 34500.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 24 a duzia.
Botoes de duraque pelos a 400 rs. a groza.
Carlas hespauholas para jogos a 14200 a duzia.
Casticaes brancos c amarellos de metal a 14.
Carteiras para alfibeira a 500, 600, 800 e 14-
Sabonetes muito linos a 14200,14000 e 24 a dnzia.
Fivelas para calc.i a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para calca a 320 a groza.
Caixnhas com allinetes.'grampos e eolebetes a 320,
400 e 500 rs.
Pitas de borrarhs. pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
Caixinlias para costura de senliora a 14500,24.
3,4,5e64.
Coinpotcras de vidro com pratos de metal a 34 e
Alten cao Uquidacao.
rs'a rua Imperial defronle do cr..r.:i.z n US, vco-
dein-se para acabar as Kguinle mcrrWoriii. po-
los pr.eos abaixo declarado, os qnaes merece
alguma atlencao : meiascrua! .ni.duzia
;a 14600, dita- para senl
sonido, duzia a 164, bezerro a 30-JOOO. rana* por-
tuguezas finas a 14800, ditas i i4W),
sapatos de ti anea escocezes a 1480-
atar cabello em masso a 14600, ditos em raixinha
a 35800, escovas muito finas para roupa a 65 a
duzia, chapeos pintados sonidos a 124 a duzn,
ditos muito finos a 204, facas e garfos, ditas de
ponta, botoes para cohete e cali ?az.
linlia do gaz, clcheles, e multa-
se me torna enfadonho esUr apn a
as que precisarem apparecam. qm br
godo, visto a vontade que o dono
Senhores lamanqueirm.
Na rua Imperial n. 35 vende u iparroqoim
165 a duzia, litas de 1.1 sortidas a 160 rs
bezerro dem dem a 364 a duzia.
FAZEMAN
barata para acabar.
Sedas de quadros ede li.-lras a 320 r.-. ora-
do, lindas laas de quadrinhos a 36o
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, dita
muito linas a 240 o covado : na loja das o
na na do Crespn. 13, de Antonio Corma de Vas-
concollos di C
PULE
No armazem de maleriaes da rna da Concorda
u. 73 ja chegou pixe para fabrico d,i
e se vende pelo mesmo preco do costme.
iao
i to.
Pranja de lila para debrunhar tapetes a 25 a peca.
Palitos de fogo, prova d'agua, a 14 i groza on 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sortiir.ento de muitos
mais onjectos que se tornara enfadonho menco-
M-h, que tndo se vender muito barato para li-
quidar : na ruado Crespo n. 7, e rua do Impera-
dor n. 59, junto aa passo, ecasa da liquidarao.
DE
Merchant
para as molestias externas dos animaes domsticos
e com especiahdde dos cavallos.
do primeira qua idade, fabricadas com o maior
esmera, as quaes pelo modo efBcaz que matam as
formigas, realisam urna economa de 9 OpO sobre
as fabricadas pelo antigo svstema.
VW1Z 01 ALCATRAO
do gaz, cujas mu tlplices applicaeSes sao por de-
mais eonhecidas vende-se ao pre^o da fabrica no
etf da secretaria de polica, armazem da bola
amarella.__________________________________
Vende-sc pedra de alvenaria Muta de muito
boa qualidade, mui propria para edificacocs e
principalmente para alicerces, que tornam os
cdifieios muito mais solidos, se foruece qualquer
quantidade com presteza e posta no lugar preciso,
coat'Vinte por ceato menos do que o preco do li-
jlo geralmeute usado. Recebem-se as encommen-
das na fabrica d; travessa do Carioca n. 2, caes
do Bamos.
ESCRITOS FGIDOS.
I No da 28 de dezembro do ann
sade fugram doengenho Mussure e do .- .-.na*
ilo mosteiro de S. liento de Oiinda, a
Damasceno, pardo, estatura m<|llI
corno, cabello crespo, barbado, n
peitos, e alvejando no alto da r^
annos, pouco mais ou menos; e Bene<
lo, sem barba, vista meia espantada, rosto largo,
falla meio tato, constantemente fuma
estatura regular, idade 30 anuos, tem -i'lo atnfeos
encontrados e vistos em diver-os lupare, qur ao
Recife,qor era Oiinda, e mui principalmente as
fregnezias da Boa-Vista, nos ngare Ti upe e
Moiiieiro, e em Oiinda m Varadour : ropa-se <
autoridades policaes e capitais de campo a rapta-
ra destes cscravos, c sna entrega em Oiinda a*
Rvm. padre D. Abbade, no Recife ao Sr. Zacafia*
de S. Isabel, rua dos Tanoeiros n. 1, oa ao eaga-
nhn Mussurcpe, ao seu administrador, que serao
generosamente recompensados.
Fugio no dia 28 de dezembro a escrava frionlt
de nome Anna, com os signaos -i; niales : baia,
seca do corpo, bracos curtos, mios pe punas e on
ponco grossas, anda de vagar, kvon vtrrtido de
palmas encarnadas e de preveucao um de laa mi
listra verde debruado com fita de veilo.io preta c
um chales preto com palmas encarnadas : portan-
te quem a pegar feve-a roa Ve I ha n. 53 oa de-
trs da matriz sobrado a. 33 em frente i roa i
Gloria.________________________
Jonfpha fngle.
Ausentou-se da cas* do Maranho, na rua da
Aurora, aonde se achava para ser vendida, no da
8 do correte, a preta Josepha, crioula, de idade
quarenla e tantos annos, levou vestido de rassa e
chale preto ou azul escuro, qnando anda na rua
tem por costme fallar so, lem o andar aprensado,
estatura regular e secca do corpo, anda va ootr'o-
ra vendendo bolos todas as lardes : quem n pegar
pode leva-la a seu seohor M. de Aquino Fonseeana
ruado Vi gano n. 19, terceiro andar, que se re-
compensar.
No dia 12 do crrante mez do lugar rua da
Espcranca no Caminho Nove, pelas 6 horas da
noite fugo a escrava cabra, de idade pouco mais
ou menos 24 annos, estatura regular, de nome
Justina, para maior signal est ella rom 6 7 ato-
zes de barriga, foi vista no lugar ponte de Ucha
depos na estrada de Belem : a pessoa que a ti ver
visto on della der noticiadirija-se ao lugar ai-ima.
Ilsrravo fgido.
No dia 4 do corrente fugio o escravo BaziRo,
crioulo, estatura regular, secco do corpo, cor ama-
relia, soffre de frialdade, tem falta de dente na
frente, ps apalhetados, tem calos nos calcaoliares,
pisa muito de vagar, levon cal?a de bnm pardo,
camisa branca, chapeo de massa preto muito usa-
do : quem o pegar, leve-o rua Direita n. 30, pri
meiro andar, que ser gratificado.


^
-'
DOS PREMIOS DA
J. PAUTE DA
LISTA GERAL.
75.*
LOTERA, CONCEDIDA POR LE PR0V1.NCL\L 492, PARA A EDIFICACAO DA CASA DO GY.M.NAZIO PERNAMBUCANO (3. CONCESSAO), EXTRAHIDA EM 16 DE JANEIRO DE 1864.
NS. PREMS. NS. PRFMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. ,NS. PREMS NS. PREMS iNS. RPEMS. NS. PREMS NS. PREMS NS. PREMS NS. PUEMS NS. PREMS. [NS. PREMS NS. PREMS. NS. PREMS.
4 104 174 34 329 54 526 54 669 54 838 54 980 54 1118 54 1238 54 1446 54 1613 5J 1773 5J 1919 54 2077 5J 2229 Si 1 2369 3 12508 *! i 2689 54 2859 i 3049 54 3219 5#
7 54 76 39 27 70 45 83 22 59 104 47 204 19 7; 20 104 82 30 72 9 91 60 50 27
8 81 41 29 72 104 46 86 28 61 54 49 54 20 __ 77 21 54 85 37 74 11 95 65 51 __ 36
10 84 42 42 74 54 54 _ 91 29 63 50 22 7 25 86 38 _ 77 14 96 _ 68 59 ^^ 42
14 104 88 19 - 43 76 58 _ 95 1004 30 67 .^ 61 24 _ 79 26 92 39 _ R 20 109 2700 70 71 _ 13
18 54 95 50 46 - 79 60 96 54 31 70 _ 62 28 80 33 93 42 85 23 Si 1 73 72 45 ___i
n 97 51 47 80 61 98 32 71 mmi 63 32 _ 83 _ 34 104 98 44 91 OBI 33 2 76 76 46 _
23 203 53 49 82 64 1000 35 75 M 65 104 35 _ 84 _ 43 54 2100 W _ 94 _ 34 3 78 78 _ 47 --
27 6 59 53 84 - 65 _ 4 37 ~ 79 . 68 54 36 86 _ 44 3 46 _ 95 _ 36 5 81 79 48
28 7 69 1004 55 M 73 5 104 40 81 69 6004 39 89 _ 47 7 _ 18 _ 98 __ 46 8 88 91 _ 49
37 11 72 54 57 88 74 11 54 44 82 71 54 40 90 49 10 _ 53 __ 9! __ 47 9 90 82 ^m 59 _
39 21 76 60 90 204 75 13 48 86 73 45 92 50 12 .^ 36 2401 51 11 91 83 204 60 .___,
44 25 77 104 63 91 54 77 14 _ 56 89 74 46 93 52 14 j^^ -56 11. 53 21 94 _ 88 54 66 .__
43 8 104 79 54 4 92 78 15 58 90 73 30 97 404 54 15 ^ 68 __ 191 54 22 95 __ 96 67
47 29 54 85 5 95 80 16 63 93 87 51 98 54 60 16 62 Ifi 60 23 2901 __ 97 75 _.
48 31 87 66 5:0004 96 81 17 6o 97 89 54 1800 61 19 . 65 10 61 27 4 _ 99 80 .jgB
33 32 104 90 69 54 97 82 18 _ 67 99 93 56 2 63 20 ,_^ i 67 18 69 31 5 _ 3101 87 ^m
55 33 54 92 70 701 91 28 70 1302 1503 59 4 64 25 M 68 - 19 73 33 10 4 89 20#
30 40 93 72 2 94 38 72 5 4 66 6 66 28 mm 7t 25 76 35 104 18 9 90 54
39 43 97 74 26 404 95 42 7G 7 9 _ 69 8 67 31 a. 73 27 80 42 1004 25 13 92 1 2004
60 46 403 81 27 54 96 u 82 10 15 72 17 74 36 404 76 30 ^^ 81 49 54 27 20 _ 98 54
61 46 6 82 31 900 50 84 21 16 . 81 24 79 38 54 76 39 _ 86 54 30 24 3303
63 47 11 84 36 1 52 94 23 19 p, 85 26 80 49 84 41 88 57 36 29 5 ^
70 48 16 83 404 37 2 53 96 24 104 22 __ 86 29 81 51 _ 83 42 _ 90 60 104 40 _ 30 7 ^
74 49 20 89 54 39 3 53 97 29 54 26 __ 97 30 89 104 53 M0 84 . 43 93 61 54 44 37 8
75 53 27 91 43 4 56 99 32 33 wmm 98 - 31 95 54 55 _. 86 44 .j^ 99 62 47 40 104 12 __
78 54 - 31 92 45 5 60 1202 34 _ 37 4B 1704 .... 38 96 56 _ 87 45 2604 73 48 42 204 13 a
7 55 32 94 46 7 62 3 42 104 42 --- 6 __ 39 99 37 104 88 104 40 9 _ 74 50 45 54 14
80 60 40 97 48 11 67 - 4 43 54 45 --- 8 __ 44 204 2005 59 4 89 54 47 __ 15 104 78 -i 55 46 404 21
82 1 43 98 53 14 69 5 48 47 MI 9 .... 45 54 6 60 93 4ci ^_ 21 54 81 56 49 54 31
89 62 45 3004 99 55 17 70 6 49 48 M 12 ^^ 50 7 63 ... 94 4f _ 23 82 58 51 39 53 55 62 34 _
90 6fi 46 54 607 61 18 71 11 54 52 la 15 ifW 54 , 13 70 ... 96 50 __ 24 83 59 35
9J 7 Si 13 64 21 72 12 50 54 _ 17 _,_ 57 Hl 18 74 . 96 93 lmt 26 _ 86 70 37
96 69 62 14 73 26 73 14 66 53 _ 19 104 01 _ 22 76 104 99 51 B, 28 _ 93 78 __ 38
97 73 65 16 78 30 74 16 69 _ 62 __ 2! 54 66 - --- 23 79 45 2304 55 mm. 29 ^^ 94 1004 83 __ 3
IOS .^, 81 71 17 83 31 79 19 70 _ 66 --- 22 67 26 80 5 59 _ 30 2S04 54 84 104 64 42
9 204 84 73 20 85 33 81 - 25 71 _ 68 25 _ 68 _ 32 82 9 64 31 _ 8 _ 87 54 65 45
12 54 86 - 73 23 91 40 104 83 26 74 _ 69 26 _ 71 33 83 10 65 43 404 9 _ 95 - 66 48
13 90 76 24 94 204 41 54 84 * 27 76 _ 71 --- 32 75 _ 38 86 II 68 44 54 11 _ 96 74 50 204
15 __ H 80 33 801 54 45 85 " 28 80 _ 72 33 80 204 41 88 12 73 --- 48 16 1001 75 204 54 51 m
28 __ 98 86 35 11 46 88 34 81 _ 75 --- 35 82 54 43 90 17 74 54 __ 17 aMM 5 78 54
29 __ 300 89 37 12 51 89 104 37 85 _ 77 36 85 50 93 23 76 57 __. 18 ^_ 15 _ 81 59
30 _ 1 91 39 13 55 404 91 54 38 88 _ 78 --- 40 86 51 94 28 79 58 _ 20 ^_ 16 _ 86 61 ~~
31 _ 2 93 40 14 59 54 92 "" 40 1402 404 81 42 89 53 95 33 80 62 __ 21 MMk 19 91 66
46 6 - n 51 16 61 94 41 3 54 82 --- 43 * 90 55 97 48 88 64 __ 22 _ 20 93 _ 70
48 9 95 52 17 62 90 42 8 84 --- 48 96 56 93 43 90 66 _ 23 mm 21 96 72
53 g| 96 ,.54 18 64 99 44 18 _. 89 --- 52 97 57 1207 5 91 67 __ 26 aaj 28 97 75
62 13 98 60 19 66 1100 45 22 _ 98 37 1902 61 11 47 94 204 69 _ 29 aria 30 204 1200 _ 76
n 18 104 505 61 104 20 68 2 47 24 mm 99 59 i n 12 49 M 500 54 71 33 _ 32 54 t _ 82
68 20 54 14 62 34 29 70 4 49 27 __ 1603 62 5 104 71 14 - 60 1 75 __ 50 36 4 90
6 22 19 63 31 72 10 50 28 4 --- 67 204 17 54 74 21 62 3 _ 82 55 40 7 91
68 23 20 64 - "-V "" 32 77 13 53 39 10 ~ 72 34 18 75 104 22 ." 00 _ 7 ^_ 84 _ 56 i 45 __ 17 1400 _.
71 28 25 67 >: 36 78 16 57
0 e*cr'\T3o, Sevtriano Jtse' de mura
Pem.Typ. de M. F. de Faria A Filho.1864.


8
t
lurlo do Peraarabnco ffiuml.i felra IA de Jincho de #961.
LITlERATM.
Slauicit de Trem.
UO, TOA PASTE
(Couinuacau.)
1\
Concordo que o jue ella fez lhe parcha digno
de ce-nsu lando a caita na officina, poda
Hia, e ni iba Giba, quoo araa, ceden, talvez, a
oro raovimento de cumies, bem desculpavol na
li.ulc, o quai um niinulo depois pagou, c com
bem amarguras.
Esse movimento de que falla, senhora, nao
lhe seria inspirado por ninguem ?
Ol I eu lamhcm me nao rebaixarc a negar
o pie qoor ilar a entender. Siin, senhor, fui cu a
primeira que ti ve a idea de abrir a carta... Tan-
ta era a eonfianea cpie eu liona era si, senhor, que
nem idea me \ eiu que ella pudesse compromette-
lo em cousa alguma. Oh t quio horrivelineute era
mentirosa a minia conlianc I
Mas, etnliin, senhora, que c o que dizia essa
terrivol e nefanda carta ?perguntou Mauricio, j
do todo impaciente.
Oh I omito pouco, talrez nada, segundo o mo-
do de ver dos artistas. Os artistas teem osos e
costomes que, ronfesso, me sao pouco familiares, c
por isso |iile muito bem ser que aquillo que a
n5 os ignorantes nos parecem escndalos e cri-
mes, aos que esto habituados a viver l no sen
ciroulo sejam meras ninharias, e, que sei eu ? at
virtudes. Traase, era summa, de uui encontr,
do um jantar, de urna partida um tanto equivoca'
do urna traicaosila, emfim. Se lhe parece que a
minha emocao e a de minlia filha sao desproposita-
das e ridiculas, ro nos gueira mal por isso; se
peccamos, por ignorancia.
Izidoro Sorbierr sem dar patarra, conticuava a
passear cotn as mos atraz das costas, c apenas
approvava o discurso da muilier com leves mori-
mentos de cabeca repletos de unco.
Posso vera carta ? perguntou Mauricio.
Aqui a tem.
0 mancebo recebeu o papel da mao da sogra e
passou-ihe urna rpida vista deolhos.
O I nada falta treplicou a Sr.' Sorbier
Ponto de reuniao no Paiais-ltoyal; jantar nos Ir-
mos Proroncaes; os termos bem expressivos I Os
enhores artistas teem o estomago franco e o es-
tro claro I..
Mauricio, soltando urna gargalhada, interrompeu
aquella tirada da sogra.
Ah I isso indigno t..disse ella Ri quan-
do Sophia chora 1
Ouca meu genro disse enlao o Sr. Sorbier.
Os meus principios raoraes nao sao rgidos como
os dos quakers, anda que em Pithiviers, leuvado
Dous, nao tivessemos idea alguma dos coslumes re-
laxados que cm Pars se notara; mas que ao fin de
*cis ou o lo mezes de casamento o senhor tenha a
pouca delicadeza de sustentar correspondencia com
gente de ri ver assim desregrado, o que nao posso
desculpar-lhe I
E muita razao teria para me condemnar, se a
carta fosse para mim.
Como ? Pois a carta adiada...
.Nao me era dirigida.
A Sr.' de Vilteaux, que eslava ardendo em de
sejos de saber como terminara a scena que vira
comecar to calorosa, voltou ao salao, o, ouvindo
as ultimas palavras de Mauricio, ao passar por elle
disse-lhe a meia voz :
Assim, assim vae muto bem I
E accrescentou em voz alta :
Sophia est mais socegada e pedin-me que
Tiesse dizer-vo-lo.
Agatha Sorbier agradeceu com um aceno de ca-
boca, e. voltandd-se para o Sr. de Treuil :
Como assim? Ento sustenta que a carta nao
lhe era dirigida ?
Sustento, por que sustento o que verdade.
Foi encontrada na sua oflkina, ao pe do
quarto onde trahalha cora tanta assiduidade.. e
datada de hontem.
Que importa a data ? Sou eu o nico que
entro na nimba oflkina ?
Note, poi w, que urna pessoa que o conhece
muito de perro aflirma qne a carta para si.
Sim !... E ter a bondade de rao dizer o
nome d'cssa pessoa que est to bem informada?
. O Sr. Closeau du Tailli.
Mauricio, que at ento nao perder a fleugma,
flcou fra de si, ao ouvir pronunciar aquelle
nomo.
Ah 1 o Sr. Closeau du Tailli o meu aecusa-
dor ? I exclamou elle.
Sim. Eslava elle aqui ha pouco e nos mos-
tramos-lhe a carta tergi versou a principio, mas por
flm, obrigado pelas nossas perguntas, veiu a con-
fessar que era deslinada ao Sr. de Treuil. Force-
jou porque se nao fallasse em soirielhante cousa e
tentou desculpa-lo, mas alinal venceu-o a aficco
que viu em rainha lha.
E' o Sr. Closeau du Tailli... repetiu o man-
cel)o.
- E', sim, senhor ; agora ainda ter cara de o
negar ?
Mauricio pegou rpidamente no chapu e cor-
ren para a porta, todo agitado.
Aonde vae, senhor; perguntou o segro.
Aonde vou ? repetiu Mauricio. Vou casa
do Sr. Closeau du Tailli o heide obriga-lo a con-
tsar a verdade, porque esta caita perdeu-a
Jlo...
Agatha Sorbier mudou de cor e gestos.
Como I Entao diz...
Digo que todas as loucuras que aqui se me
tem dito, foi elle quem a mspirou I... E, visto que
ello mistura o meu nome as suas facecias, vou
diz-r-lne j e j que nao admiti gracejos de to
niu gosto... So a algum dos presentes iica a me-
nor duvida acerca do verdadeiro hroe desla aven-
tura, sirva-se vir coraigo a Sra Sorbier e breve
se convencer de que elle tem lugar mui distiheto
entre os seus mais ntimos amigos.
A Sra. de Vilteaux sorrin-se, e acercando-se de
Mauricio, disse-lhe ao ouvido :
Si non vero, i ben trvalo I
Mauricio fltou-a sem responder ; j tinha a mao
no bolo da porta e ia sabir quando Agatha o fez
parar.
Um insume, senhor I disse ella.
A Sra. de Vilteaux desatou a rir como perdida.
Como assim I -Pois isto realmente nao com
o Sr. Treuil ? O famoso D. Joo que mspirou tao
galante epstola com effcito, o Sr. Closeau du
Tailli ? Ora vejara onde dlabo a seduccao foi ani-
nhar-se I O horaem dos casacos azues e das pan-
lalonas cinzentas I Nao ha em quem a gente se
fie I Eu, a toma-lo por um capitalista bonacheirao
elle saho-me um terrivol Lovelacc I A que pe-
rifos nao andamos expostas sem o saber Credo!
Oh agora deixem-no comgo I Jsci como heide
irata-lo, Sr. Closeau Faublas !...
Agatha amarrotava o lenco, cheia de accessos
do impaciencia, que nao poda reprimir.
^o, disse ella, nao hade dizer-lhe nada, mi-
nhacara senhora...
Mas, porque nao ? Dexe-me gozar do timi-
jdo acanhamento desto conquistador desmassa-
irado...
Peco ou... O Sr. du Tailli umamigo desta
casa... Sera justo que o adujamos por causa de
um peccadinho ? Oh! fura sermos pouco genero-
sos A rainha uniga nao hade recusar-me o favor
que lhe peco de guardar segredo.
Ah! rainha amiga, seo exige, farei o sacrifi-
cio. .. mas priva-mu de um grande prazer. Oh t
qi.ao agradavel me seria observar a confuso que
hi.via do apoderar-se do Sr. du Tailli, .piando elle
se nsse apandado era Qagranie delicio !
Agalha apertou entra as suas as raaos da Sra.
de Vilteaux, dizendo-lhe com ar meigo.
Pois sim, sin | peco-lhe e supplico-lhe que
sea discreta; nao diga nada, nao ?... Tenho mo-
laos mudo ferial para desojar que nada disto
transpire... algum dia os saliera. Por agora, pe-
co lhe que volle para junto de rainha lillia ; trisle
cano ella esta, carece tanto que a sua amizade a
co:isole Nao lhe diga nada do que presenciou;
eu me incumbo de arranjar lud isso... Promet-
i fazer-mo o que- lhe peco, nao assim ?
J que assim preciso, prometi ; mas olhe
quj rae obriga a um grandu sacrificio O Sr. Ci-
se; u du Tailli arvorado em seductor Tanta mal-
dade acobertada cora tao enormes suissas Nm-
gu ;ra tal diria!...
E, qoaai que arrastada por Agatha, sahiu da sala
s argalhadas.
apenas a Sra. Sorbier se viu s com o marido
eo geuro, dirigiu-se a Mauricio, dizendo-lhe :
Siuto muilu que viissesse o que disse diante
da Sra. de Vilteaux.
-- Foi a senhora que me obrgou, respondeu
Ma iricio.
Devia calar-se, inventar, fallarme ao ouvido;
em m, ludo, menos dizer o que disse.
Mas a senhora failava bem alto e com toda a
sen -ceremonia.
Que importa isso ? O seu dever era nao fal-
lar uo Sr. Closeau du Tailli.
Poupado a elle, ao autor de tudo, ao culpa-
do, porque ?
Agatha fez urn movimento de impaciencia.
E' singular, replicou ella, que nao rae tenha
entendido 1
Na verdade que nao a emendo.
Pois muto bom de entender. O Sr. Closeau
du Tailli padiindo de Sophia. Parece-me que o
sabe
Sc.
E rico, mais rico do que se pensa. Nao tem
filtro i era sobrinhos; muito amigo da afilhada e
conla deixar-lhe ludo que possne.
E que tem isso ?
Agatha olhou espantada para o genro. Se visse
succi der sera transigi o idiotismo mais absoluto
mais vira inlclligencia, nao se espantara unte.
Como que tem isso ? replicou ella.
Se quer que eu a emenda, explique-se com
clarea. Eu nao sei que a riqueza do Sr. du Tailli,
padrinho de minha mulher, tenha a mais leve re-
lacao com toda a historia da carta.
Agatha Sorbier, desesperada de poder faxer-se
entender de um espirito to obtuso como o genre,
limitcti-se a erguer as mos e por osolhos en
ora neo.
Izidoro Sorbier julgou ser ebegada a occasio de
nter* ir, e, virando-se para a mulher, disse-lhe com
modo i conciliadores :
1
ler. O genro que nos convinha era o Sr. de Cour-
lalin. Este sim; hci de lamntalo toda a minha
'ida. Oh que hornera E" um hornera que nos,
iavia de fazer honra, em quanto que Mauricio
lira artista...
O nosso genro nao tem Culpa ; artista, e
como tal nao admira que nao jaiba compreheoder
como tu lodo o alcance e consequencias que pode
ler o i egociu de que se trata : ignora a lnguagem
dos interesses materiaes, porm vou fazer diligen-
cia per sercomprehendido.
Rec lado que foi este exordio, virou-se para Mau-
ricio, n, cora ares de advogado que pretende con-
rencei o seu adversario, emlratiu-Ihe o segumto
discurso:
Dsse-se-lhe, mea genro, que o meu amigo, o
Sr. Closeau du Tailli, mnito rico, e nao lhe men-
t rain. .. eu posso dizer alguma cousa a esse res-
peito, rorque fui sou correspondente moitos annos,
quando elle viva no Havre. So se lhe mettesso em
cabeca comprar toda a planicie de 0. Dinlz, linha'
dinhei o para adquirir. O que, porm, nao lhe dis-
seram que ello muito susceptiva e que nao
perdoa nunca a quem urna vez o ofrenden, por
mui levemente que seja. Emende bom slo, nao en-
tende ? Mas ha alguem qne nao tenha defeitos, pe-
queos ou grandes ? Ora, seo meu genro for dizer
Soptia ou Sra. do Vitteanx que a carta de que
se trata era para o Sr. Closoau du Tailli, era o'
mesmo que ir apregoalo por toda a cdade de Pa-
rs. Todos rirara, todos zomharam.e o nosso ami-
go vn i a ser victima de centenares do chufas e I
sarcasmos, dos quaes, como eu, acabou de ouvir '
urna anostra. Emende, nao emende ? Ora, o Sr.
du Tailli nao dexiaria de saber que o aecusador de
tudo li.iba sido o Sr. de Treuil, que, como muito
bera sabe, meu genro, e por consequenca quera
pagarii. o resenlimenlo delle seria sua mulher, e
s eus sabe ondo ira ler a heranea !... Pens
jue o meu geuro nao capaz de atirar pela janel-
la fra dous railhoes de francos porquo o caro
padrinl o de sua mulher nao lera menos de dous >
inundes. s pelo fulil prazer de contar os pecca-!
dillios de bom do hornera a todo o flel patito que
os quisse ouvir. Nao; eu, apezar de saber que
arlist, nao faeo lo mu conceito do seu juizo kl
Basu-nos termos a prova de que nao culpado, e
do raai: uo faco caso.
Hade peniiiiiir-nie quo faca algura caso da
opiulo de sua filha.
O.i! minha lilha, passados qualro ou cinco
das, era disso. se leinbra. Se ella se mostrar
amuadu, compre-llie alguma bagaleila, um chale,
um bra:olele... Ouco dizer que uo ha desespe-
racao fcmiuil quo resisU a urna dadiva deslas. Se
uecessano for, miulia mulher du-lbe que se euga-
nou e qae seu marido to inuteente como o tnais
innocente que Herodes, uiandou matar.
Mauricio agilou a cabeca, o replicou com
calor :
Mas Sophia, por mais que eu faca, sempre
ha de conservar resenlimenlo contra mira.
Alil ah Um bocadito de resenlimenlo de
mais ou de menos entre casados nao fax nada ao
caso ; a questao essencial que se nao percato os
dous milhoes!
Chegc u a vez de Mauricio ficar pasmado. Le-
vantou-.se, e, soffreaudo a indignaco que senta
disse :
Senhor, eu bem quizera nao fazer cousa que
contrariasse os seus projeclos, mas dever meu
prevenido quo menor mostra que Sophia me d
de que desconfa do meu bom procedimento digo-
Ihe coir tardado tudo o que se passou : nem doui
nem vil le milhes me ho di! tapar bocea I
1 'tu i.lo, sahiu, demando o sogro e a sogra abys-
inados te espanto.
Et bem Ufo linha dito! exclamou por flm
Agalha, quebrando o silencio cm que ambos fica-
ram. Este pintor ha de ser a causa da uossa des-
graca I
Epor culpa minha? redarguiu Izidoro,
com imdosde enanca a quem tivessem ralhado.
Tu bem sabes que, se o Sr. Closeau du Tailli se
nao lirera mettdo nisto, nunca elle casara com
nossa lilha.
E' verdade, mas foste muito promplo em ce-
facaraos por dormir como pdennos... Mauricio
esla novo... at boje tem vivido como a cigarra...
nos lhe ensillaremos o que viver com familia, e
com o lempo ha de vir a aprender.
Quem? Elle I redarguiu a mulher com
violencia. Tu nao vs quanto elle abusa das nos-
sas bondades ? Trata-nos cono seus criados ; com
passeata n3 quarto
Nao digo nada I Com isso j cuconlava! Na-
da rae espanta de lodo quanto Uzer o Sr. de Treu-
il.... Mas eu lavo d'ahi as maes; nao fui eu que o
cscolhi!
O terrivelnao ^iii em que o escolla /na bocea
Mauricio fez um signal a Mirai-Soleil, e, levan-. teu padrinho, qne tanto inleresse tnhimos em
tando-se, disse : ameigar, conservava-se nosso amigo Perder urna
> ou escrever urna carta o volto aqu j. | heranea daquellas por causa de urna maldita car-
Logo que Mauricio sahiu, apresentou o Sr. du tal.. Que susreplvel nao eavirtudedoSr.de
Tailli um curso completo de seduccao. O amor Treuil, que toda se asosla e toca a rebale s por
que linha a Mirai-Soleil era lano mais vivo quanta qualro lindas de pessima letra!.. Oh! a virlude
Mis o nue est Uto feito est o me resia f? a crueldade 1ue e|l demonstrava por elle em de teu marido nao te cusa nada menos de dous
aias o que esta luto, eito esta, o que resta lodas as eecagHIes, e at porque ella tinha suas se- milhes l
dar-se remedio ao que pode remediar-so... Bem raelhancas com Macella.a quem elle lauto amara.' Izidoro eslava fra ce s
abes o adagio : Quem bem flzer a cama, bem A' proporco que failava, ia-so animando e fazia como lobo n'uraa jaula.
se deitara nella. a cama est mal feita, mas Pro,l"'ssa* 'I''- e as cumprisse, foraomesino qoe Hela Que dizes t a isto? replicou, vran-
arrancar-loe as entranhas. Mimi-Si leil nao tinha do-se para a mulher.
mais que dispor delle em todo e por tudo. Casa] Agatha. at entao a costurar ao fogaoc sem di-
posta e magnficamente mobilada, ricos rostidos, zer palavra, quando o marido a loterrogoo, levan-
desliinibrantes joias; ludo, tudo quanto ella appe- tou os oHp>9 e respondeu :
tecesse. A cada nova promessa responda Mimi-
Soleil com um novo movimento de cabeca.
Ah I dizia ella, quem que pode flar-se em
si?... A quantas outras nao lera feito egOaes
promessas?
t.loseau du Tailli tomou o cu por testemunha de Agalha Sorbier fazia as'vezes de chicote na mo
tauto que elle coma bem o tenha .pie vestir, d'onde da sincendade dos seus juramentos, e parecendo- de um boleeiro: era a arma de que ella se servia
o dinheiro vem nao o quer saber... Mostrase sefflj "'e (,ue Iinl,a nH'io convencida, ia redoblando de para atontar o exasperar o marido.
enfastiado de nos; foge-.nos sempre que pode... iTa!:13',,uando nlerrompcram abafadas gar- Pois bem! exela.nou elle, furioso. Quem fez
pre
Al parece que se envergonha de se ter enlacado
com a nossa familia... Eu de per mim aborre-
qo-o !...
E pensas que eu o eslimo ?
Os dous esposos acabavam de se comprehender.
Desde enlao, flcou sabendo Agatha que era a mais
forte contra Mauricio, porque o chefe da casa lia-
rla de a apoiar.
galladas.
Closeau du Tailli levantou-so e viu agitarse o
reposteiro.
Quem est ahi? perguntou elle, lancando a
Minn-Soleil um olhar furibundo.
O riso tambem se baria apossado dclla, o com o
rosto escondido as mos, nem patarra poda pro-
nunciar.
Neste momento, sahiram do gabinete Sophia c a
Sra. de Vlleaux.
Nao se agaste, meu caro padrinho? disse
Sophia. Tnhamos entrado por um acaso naquelle
Noros incidentes, nascidos uns do acaso, outros gabinete; rerdade que rirnos e oorimos qoaoto
de combinaces bem calculadas, mais complcaram a,lui se passou, mas olhe que fui sem o querr-
osla situaco, j de si to difDcl. m v-1"'"., .. ... .
Nao pode continuar : cortou-lhe a patarra um
Sophia nao failava aberlamente na caria que sua flexo d.e rise-
mu havia adiado na ofllcina ; mas, orgulhosa com
a sua mocidade e cora os triumphos obtidos as Mar'io.
reunies em que a Sra. de Vilteaux a tinha apre- Closeau
sentado, nao poda perdoar a Mauricio o have-la
esquecdo, ainda que momentneamente. Este
mriie uo era urna ferida feila no seu corarlo ;
era um ullrage feito sua belleza. O seo amor
proprio resentra-se e demonstrava-o ao marido as
repetidas alluses que a conversaco lhe propor-
cionara.
Se, por exemplo, se fallara de traicoes:
Oh I dizia Sophia, a traicao nao rale nada,
com tanto que seja bera oceulta !
E outras rezes :
Cartas I Oh deriam ser queimadas, apenas
lidas .. Cahem dos bolsos tantas rezes!...
Batas alluses eram sellas que rasgavam o cora-
o de Mauricio. Poucas palavras que elle pro-:
erisse o livrariam de tao repetido supplicio, mas
a sua delicadeza sellava-lhe os labios. Porm as
constantes recriminaces de Sophia e as perseve- '
rantes e aborrecidas visitas do padrinho delta po-
Mimi-Soleil lancou um chale pelos hombros,|poz
o chapu e-escapou-se na occasio em que entrava
diain, de um momento a outre, faze-io esquecer
da sua prudencia e delicadeza, e o que reiu a
succeder.
O Sr. Closeau du Tailli, que,havia dias, deixra
de apparecer ao artista, cntrou urna manha na
ofllcina, fazendo um ruido despropositado.
Sou eu I exclamou elle. Venho de Chaillot...
Oh meu charo, havemos de l r jantar arabos!..
S esculpieres que podem ler habilidade para
descobrir caca to lina como a que por l ha!...
linha o rosto lvido de raiva e os olhos
chammejanles de furor. Agitava-lhe os labios um
riso contraludo e nervoso.
Lancou a Mauricio furibunda olhadura, dizen-
do-lhe :
A invenco foi sua; obrigado!
Precisara de conrencer Sophia...
E conseguiu-o completamente !----- Direrti
muito estas senhoras; reja como ellas choram de
prazer! O Sr. Closeau du Tailli ajoelhado dianle
do um modelo ... como actor dramtico, sura-
mamente chistoso!
Sophia desconhecia a voz do padrinho: cessou de
rir e olhou atienta para elle.
Est de mal comgo? perguntou Mauricio.
Eu nao. Itia a bom rir; a minha vez de rir
tambem ha de chegar.
Pegou no chapu e sahiu, dizendo ao artista :
Al mais ver, Sr. de Treuil!
Sophia correu atrz delle.
Um! murmurou a Sra. de Vltleaux. Ou eu
muto nio engao ou elle nunca lhe perdoar
urna loucura ha de ler torea para a emendar!...
O resultado mais positivo do que lea narrado foi "'T'pSta n m
ganhar Agalha para o seu partido Izidoro .Sorbier, ,,,,
que,desde enlao, licou sendoescravo delta em cor- S A',h-i r
nha havido at hoje ninguem que o lenha recom-
mendado ao governo para roneedeMhe una con-
decoraco, que tanto direilo tem.
Sorbier pousou o lapis e a carteira, replicando
com emocao:
Nao sei, mas parece que mui difflcil oeter
qualquer condecoraco.
tem sei que diOicil, porm nao m|p
re. Mudos outros, com menos merenuitntos, a
teem oblido.
E' verdade, disse a Sra. Sorbier.
Tambem nao digo que nao, replicou e man-
do, e, se eu liresse pensado >eriaunnic. lalrez me
eonreocessedeque um bocadralMda lita enramada
posto na minha casaca nao me havia de licar mil
antes, sim licar.i mais bem niiiatO do que ao peitu
de mtiitos que conheco; perom nem leni|K tenho
de pensar Disse, absorrida, como trago sempre, a
atlenco em negocios mais serios. E, demais.
inister me fra jiedir, requerer........
I'ois, meu caro senhor, eu sei que ha quem
de bom grado lhe evite esse incommodo, se M
servir autorisa lo.
A alegra e a surpreza fizeram tremer as enru-
gadas mos dobanqueiro, o qual exrtamou. euiu-
siasmado : /^ '
meu amigo teria tanta bondade
Ha de ver I... Faca de modo que possa por al i ap- em gelo.
- Que me importa, comante jue Sophia me le-
nha afleico, respondeu Mauricio.
Quando Sophia rollou, o marido, com prazer es-
tampado no rosto, foi ao encontr delta.
Entao, agora j est conrencida da rer-
dade?
Eslou, respondeu ella framente, mas talrez -
tessemos mal-----meu padrinho rae muito agas-
tado.
O coracao de Mauricio flcou como que immerso
parecer ura destes das... Espere; janto c hoje
e direi que o meu amigo me convdou.
. Eu ? I
Os bracos, prestes a abracar sua mulher, cah-
ram desfallecidos.
Muito peior lhe foi, porm, quando chegou aos
Sim, pois porque nao? Para outra vez, eu ouvidosdos paes de Sophia a noticia da scena pas-
me larei o mesmo servico... Se Mimi-Soleil qui- zeo lomar parle na sucia, leve-a comsigo... Dei
com urna casa de pasto quo tem vinhe de Pomard
como nao ha em parte nenhuma, era nos Irmos
Prorencaes... A proposito : ha das que eu lancei
s costas do meu amigo urna loucura da desasada'
Agla; bem sabe de quera fallo : aquella Iriguei-
rinha que ri sempre... Mas bem v que os amigos rico
sada na ofllcina.
O marido apertou as maos na cabeca, cheio de
pungente afflicco; a mulher desafogou em agu-
dos gritos, perguntando se Mauricio tinha endou-
decido.
Elle jurou a nossa ruina! dizia ella. Ludibriar
assim o padrinho de Sophia----- um homem tao
derem ajudar-se uns aos outros... e," se d'ahi re-
sultar alguma cousa, eu arranjarei isso.
Oh I nao tem duvida, jarranjou muito liem!
As suas loucuras leem-mo causado mais desgoslos
do que lem de cabellos nessa cabeca!... respon-
deu Mauricio cora raudos seceos.
O Sr. du Tailli olhou para o artista cora ar de
pasmaceira e replicou :
Enfada-se comgo ? f... Est galante brin-
Correu a casa da Sra. de Vilteaux, a pedir-lhe
que nao contasse a ninguem a historia da malfada
da declaracae.
Infelizmente, a Sra. de Vitteanx, que nao poda
recordarse de semelhanle scena sem que o riso
lhe arrancasse lagrimas, conlou-a quera a quiz
urir.
Ainda bera Agatha nao tinha sahido de casa da
sua amiga e jesta se baria esquecdo da promes-
cadeira I... Ah I percebo I Disseram-rae quo leve sa que lhe flzera, e nao cessava de narrar a indes-
no sei qne desaguisado com sua sogra... O meu criptivel eloqnencia e o fogo pathetico do ar-
amigo sempre muilo rreanca Se, como deve, mador do Havre, rejuvenescido com os ares de
lhe raptivasse as gracas, ludo correra s mil ma- Pars.
ravlhas! Falle-lhe das suas fitas cor de junquilho Tambem Sophia, arrastada por aquelle exemplo,
ejure-lhe que nunca as viu to lindas; louve-lhe se ra, contando o successo no limitado circulo das
a sua peregrina dislinrco de senhora e a exquisi- suas amigas, de modo que em breve lempo lodas
la delicadeza do espinto. A boa da mulher nunca as pessoas que frequonlavam o salo da ma Godot-
foi inimiga de lisonjas, faca-se-lhe essajustica. B- de-Mauroy sabiam a burlesca aventura, com lodas
po e alma.
.Mauricio foi aecusado convicto de ingrato para
con; o homem quem ludo devia.
Em quanto se trataram quesles do dominio da
intelligencia, o banqueiro de Pilhiviers conser-
rou-se mudo e surdo; mas, logo que ellas desce-
ran) a arena de ama heranea, com que elle de ha
muito ronlava, revoltaram-se as entranhas de Sor-
bier-o-LolH) a refervcu-lhe o sangue as vea-.
Esse homem que havia acceitado para genro. em
attencao a heranea de Closseau du Tailli, a qual
desto modo coma assegurar a sua lilha, transfor-
marase no seu mais encarncado inimigo, quo
havia jurado a perda do sogro o de loda a sua
familia.
Lembron-lhe entao a somma fabulosa que o Sr.
du Tailli lhe dissera que Mauricio poda ganhar
pelos sous piieeis; e onde eslava ella l Nunca
mais ou\ira dizer a ninguem que o governo, os
amadores ou quem quer que fosse tivessem procu-
rado o genro para lhe encommendar nem um s
quadro. E donde provinha essa inercia do senhor
do Treuil ? Talvez porque, achando-se abundante
de tudo, se propunha a viver, sob o lecto dos paes
de sua mulher, vida regalada e ociota, como o rato
da fbula dentro do queijo.
As alluses comecaram a chover sobre o man-
cebo e nem na presenca do estrautios Ufas poupa-
ram os dous ronjuges Sorbier.
Urna nouto, em que mais azedados estarara os
espiritos, apresenlou-se o senhor de Courtalin em
casa de Sorbier, o qual f dheara um livro de con-
tas, sentado ao p da mulher.
Estavam sos; o deputado bem o sabia; mas,
flngindo grande espanto, perguntou a causa porque
estaram assim solitarios.
Oh! disse a Sorbier, Sophia nao quera sahir,
porm o mando quasi a obrgou : julgo que 'oram
jamar com o Sr. Durerney e depois a urna primeira
representa?o, nao sei a que thatro.
E o senhor de Treuil paga o jantar e o ca-
marote com o dinheiro que ganha pintar qua-
dros! disse Izidoro.
Pois se elle artista I respondeu o senhor
de Courtalin.
se me
Amanha mesmo fallo ao ministro,
quizer aceitar por seu padrinho.
Ah! emn que prazer nao lhe dra eu um
abraco replicou Agalha Sorbier. Se estivesse na
edado de minha lilha!......
Oh! respondeu o senhor de Courtalin. dan-
do-lhe um abraco, se eslivesse na edade da senho-
ra de Treuil, baria cu de a disputar ao Sr. Sor-
bier !
Esta galantera de gosto equvoco agradou exlre-
mamenle Sra. Sorbier, e n'uma olhadclla. que
lancou ao marido, pareca dizer-lhe :
Eis o hornera que nos trocamos por um pin-
tor Dos nossos desdens vinga-se elle com obse-
quios!......
Ora dgame : disse Izidoro, j mais acalma-
do da emocao que sentir, romo que soube que
eu escreri em lempo aquella memoria acerca do
commercio de cereaes ?
Pois como quer que eu ignore o que todo o
mundo sabe ? Ainda ha pouco dias que ouri fal-
lar dclla era urna reuno de deputados. Nao ha
um ofllcial de secretaria do ministerio de agricul-
tura e commercio que nao tenha um exemplar na
sua banca.
O senhor de Courtalin menta como urna gaxe-
ta. Soube dclla por um acaso. Um dia, passando
no caes de Orsar, deu-lhe para remecber na lenda
de um alfarrabisia, c entre um monlao de IobOM
relhos viu um, cujo nome lhe den nos olhos : era
a memoria de Sorbier. Dcu dez cntimos por ella
e levou-a.
Olhe, meu amigo, acrescentou o deputado,
rindo, nem o senhor sabe quanto rale o que es-
creveu.
Izidoro Sorbier ficon plenamente covencido de
que a sua memoria, escripia com o flm de esclare-
cer um processo pendente no tribunal superior de
Orlcans, era urna pega de summo merecniento.
O senhor de Courtalin, como orador hbil, le rao-
lou-se aflm de nao enfraquecer o effeito que baria
produzido.
Amanha comego a tratar do negocio; disso elle,
nao dundo que hei de consegu-lo, porm nao roe
tenha por descuidado, se nao o obtiver tao depres-
. A visita do deputado, em occasio que estavam I xa.ra0 descJ........ Bem sabe 1ue a us,ia
lis os dous esposos, tinha sido calculada pelo visi- 0l
lhe bem mel, que, por muto que seja, ella engo-
le-o todo I Em caso de necessidade, ura bocadnho
de galantera tambem nao faz mal. Ella tem sido
rirtuosa : que outra cousa poda ella ser em Pi-
thiriers ? Faca-lhe crer que, se ella quizesse, ha-
as notas c addilamcntos.
Alluses e ragos rumores brere fizeram sabedor
o Sr. du Tailli de que a sua aventura corra de
bocea em bocea.
Urna manha apresentou-se elle na officina de
va de dar brado em todos os sales deParis e seus Mauricio. Na apparencia era o mesmo homem, ira-
suburbios. .. Apenas livor a me do seu lado, to- java do mesmo modo e tinha nos labios o costuma-
da a casa lhe obedecer. Asseveram-me que o do sorriso.
meu amigo tem muita ntelligencia: em que dabo Nao est aqui sua mulher? perguntou elle,
a emprega? Tenho d de si, meu pobre amigo ; Aqui nao, mas creio que est no quarto.
semelha a arle na infancia! Logo que romsiga ler De la venho eu.... Quera fallar-lhe, mas
a me do seu lado, a lilha ronfessar que lem o pode encarregar-se do que ___ Tem papel e
melhor dos maridos. Se aquella dis.-er: amen, dir Unta?
esta : assim seja I E enlao que nos nos podemos
direrlr!... Est tratado: amanha ramos jantar
como rapases de bom gosto I
Mauricio tinha pegado nos pinceis e nenhuma at-
tencao prestou ao Sr. du Tailli; |wrm, no flm do
jamar, o cancioneiro do Harro declarou que nao
podia acompanhar a Sra. Sorbier Opera no so
guinte dia, porque Mauricio o haria
para urna partida ao campo.
Quem ? Eu ? I perguntou Mauricio. -
Bom I Ahi o temos, queja se esquecer de me
ter convidado jantar com elle I...
Algum jantar derapazes?! obserrou Aga-
tha, j azedada.
Tenho; mas para qud ?
Paraes'rerer e assignar recibo de uns trinta
mil e tantos francos que quero cntregar-lhe.
A mim?!
SSo de Sophia; mas, na ausencia delta basta
a assignatura do marido. Aqui esto em notas.
Cont e escrera a quantia por extenso Muito
conridado bem ; agora, que saldamos estas conlas, estamos
Jules por este lado-----Ento estes trinta mil
rancos nao o fazcm rir a si, que costuma rir de
ludo?...
Mauricio nao estara contente : aquella quantia
que se lhe entregara, e cujaorigem desconhecia os
modos do Sr. du Tailli e um sorriso que nos labios
Desconfi que nao ser nenhum jantar de pa- lhe notara, ludo o surprehendia. Receiou lerof-
triarchas, mas eu acceitei. E acceitei por nteres- fendido o homem que o havia obsequiado, e por
se teu, inmlia pequea ; quero ter conla em teu | um movimento sbito c inspirado pelo coracao, es
elle j nao carece disso I respondeu So-
disse Mauricio, veremos ama-
marido I
Oh
phia.
Muito bem
nba.
A's quatro horasrenhoprocralo,redarguiu
O capitalista.
Ao leraotar da mesa, mellcu du Tailli o braco a
Mauricio e disse-lhe :
Ento nao r ? Engoliram-na como man !
No dia seguinte, pouco antes das quatro horas,
entraram Sophia e a Sra. de Vilteaux na ofllcina
de Mauricio.
Mimi-Soleil estara serrindo de modelo, trajando
brlhanles pedacos de estofes.
A minha amiga Mathilde reiu procurar-me
para irmos ver urna exposico agrcola que mui-
to linda ; quer acorapanhar-nos ? perguntou So-
phia.
Agora nao me nossivel, respondeu Mauri-
cio, vollandoso um pouca. Dcscul|>e-me, Sra. de
Vilteaux, porm a cabeca que desenlio est muito
bem apanhada, nao quero deixa-la escapar.
demais, ha una partida, de que escusa-
do fallar, e cuja hora est prestes a bater I redar-
guiu Sophia. Vamos, minha chara Mathilde; nao
incommodemos ninguem!
Mauricio arremessou com o pincel para o lado.
Ento, disso elle, tomando a mo da mulher,
anda acredita nessas loucuras que lhe contaram ?
Ol! nao fallemos mais nisso; bem sjibo que
a minha convieco esta bem formada I
A este lempo, ouviram-se pesados passos na es-
cada e o ruido de una bengala balendo nos de-
graus.
Tois bem Enlrcm para ali! disse Mauricio
Impelllndo as duas senhoras para um gabinete e
correntio de|>ois n reposteiro.
Turuou a sentar-so diante do quadro c entrou
Closeau du Tailli.
Ola! Mimi-Soleil!... exclamou elle, todo
alegre.
Mimi-Soleil fez um morimento para lerantar-se,
mas releve-a um gesto significativo do Mauricio e
que ella bem comprehendeu.
Bom I disso ella comsigo. Temos scena de
vaudeville I y
Mademoiselle Mimi-Soleil quercr vir com-
nosco ? perguntou Closeau.
Comvosco bom de dizer; mas quem forma.
__ Oh as pessoas com quem rae encontrar-so
so-lheinferiores, mademuiselle, bem o sei; mas,
anda assim, una que eu cscolhi nao dcxa de ser
linda, mesmo sentada a seu lado I
Sera duvida, ha de ser Agla... Sempro
Agla I
_ Nao ; essa j tem qninze dias do dala, e eu
nao rendo lo longo culto IMelidade 1 rcs|>ondeu
o capitalista com ar leviano. Mas se urna pessoa
que eu conheco quizesse dar-me ouridos...
tendeu-lhe a mo, dizendo-lhe
Meu caro Sr. Closeau du Tailli, nisto ha cou-
sa que nao emendo... O senhor tem algum resen-
limenlo. .. Se o offendi, dga-ro'e...
so
lano. Oque ello hara observado no vivr intimo
desla familia e a nolavel benevolencia com que
Agatha o acolhia fizeram-lhe crr que a occasio
era propicia para fallar com Sorbier acerca das
minas de chumbo argentfero, cuja concesso aca-
bava de obter do gorerno, e para as quaes careca
tanto de capitaes, como a sement lancada Ierra
carece da agua e do sol para germinar. Por conse-
quenca, entrn logo na qnesto.
Venho pedir que me aconselhe em um nego-
cio importante, disse elle, driglndo-sc Izidoro e
tirando do bolso uns paj eis. Encarreguei-m i de
um negocio de minas de bastante consideraco,
pelas boas nformaees que me deram pesras
competentes. Alguem que est incumbido da ad-
ministrado superior deltas, e que est mui ligado
com o governo e que inleressado nesta especula-
cao, sabendo que o Sr. Sorbier me trata com ami-
sade, pediu-rnc que o consullasse. O Sr. Sorbier
era materias de financas lido, e com razio, por
mesire consummado, e eu, mesmo cm risco de o
importunar, nao pude eximir-me do pedido que so
me fez. Eis aqui unta nota o alguns algarismos
que o ho de por ao facto do valor das minas e do
seu rendimenlo. Isto quanto ao todo da operaco;
agora quanto s minudencias, aqui estou para lhe
dar as infonnaces de que carecer.
Este curto discurso produzu excedente resulta-
do. O pouco Irabalho que a casa commerrial de
Pilhiviers dava ao seu chefe em Paral nao lhe pro-
porciona va o necessario emprego sua aclividade,
de modo que muitas rezes chegara a noulc e arha-
ra-se como que fatigado de nada ter tido que fa-
zer de dia : em taes occasies, nao havia cousa
que mais o alegrasse do que ler de examinar um
calhamaco cobcrlo de algarsmo agni| a los. Esten-
deu, pois, rpidamente a mo e apossou-se da me-
moria que lhe entregava o senhor de Courtalin com
tanta avidez, como o faria um rapaz esfomeado a
quem acenassem com urna golodice.
A Sra. Sorbier permilte-me que lhe faga um
pedido ? perguntou o deputado. Se me dsse licen-
ca, vria amanha offerecer-lhe o camarote do mi-
nistro, no thealro francez. Nao para assistir a
una primeira representaro, porm cada um d e
que tem; e mesmo porque noute em que entra
mademoiselle Rachci.
Apresentar-se no camarote do ministro! Agatha
Sorbier sentiu-se como que deslumbrada e o que
primeiro lhe saltou ao pensainento foi a cscolha da
touca que havia de levar era noute to solemne: o
olhar que ella lancou ao senhor de Courtalin asse-
gurou-lhe bem claramente que podia contar com
urna flel adiada.
E, quando o deputado acrescentou que tinha re-
ceto de incommodar a Sra. Sorbier, tratando na
sua presenca da projectada operaco, respondeu-lhe
o marido:
Oh! nao! Agatha entende destes negocios
quasi tanto como eu : podemos continuar.
Sorbier semelha va velho e rbula procurador,
farejando n'um monto de autos lindos os elemen-
tos para tentar longo processo. Os olhos tinham
dobrado fulgor, e os labios, ao soletrar os algaris-
mos submetlidos ao seu exarae, pareciam amei-
E o que que lhe hei de dizer?... E man- ga-los. Eslava extasiadocom aquelle estudo. Tirou
cebo, gosta de se rir, lanto melhor... Quando a i do bolso urna carteira e um lapis, e comecou a lo-
occasio se meoflerecer, tambem me hei de rir !....
I'ortanto, receba o dinheiro e nao pense mais
nisso.
Dito slo dobrou o recibo que Mauricio acabara
de assignar e meleu-o no bolso.
At mais rer, continuou. Diga a Sophia que a
procurei.
Deu um rigoroso aperto de mo a Mauricio e
sahiu.
Apenas Sophia enlrou em casa deu-lhe o marido
parle da visita do padrinho e da somma que lhe ha-
via deixado.
Bem sei do que ; porque que elle a
trouxe?
Conlou ento ao marido que aquelle dinheiro era
proveniente das pequeas sommas que havia ajun-
tado de presentes recebidos nos dias deanno novo,
do seu natalicio e n'outras occasies solemnes. O
padrinho havia-se encarregado de as fazer render,
o de lempos a lempos, pondo-lhe a mo na face,
costuma va dizer-lhe
mar notas. Este trabalho mudo s o interrompia
com rpidas exclamacocs, de duvida urnas, de
satisfaco outras.
Em geral, o negocio parece-me bem, disse
elle por lim, se que as cifras sao exactas, porque,
como bem sabe, ludo depende dellas, c nada ha
mais fcil do que cada um calcula-las sua fei-
o; porm, com os documentos que me trouxe,
avernos de conhecer o negocio a fundo. E lambt ni
posso diz-lo, ainda ha de nascer quem me mella
um -i por um ti I
E deu urna risada secca, semelhanle ao som da
lima no ferro.
Tem muito capital neste negocio? replicn
elle, tocando com as pomas dos dedos as folhas
da memoria que linha na mo.
Cousa de cem mil francos, que posso elevar
trezentos mil ou reduzir a nada.
Hura I Tem mil francos j alguma cou-
sa....... Eu tinha cem mil francos as mos
daqnelle patife que me fez perder dez mil, e cuja
Socega, peqtierrucha; as tuas economas l historia nao sei se j lhe contei........
se van augmentando. Sim, senhor, ja contou. atalhou o deputado,
E, nos das de gala, levava-lhe bagatcllas, pagas que j a sabia de cor e argumentada.
do rendimenlo daquelle capital, que elle fazia i Oh! que miseravel I Quantas cousas nio
render. I tenho eu deixado de fazer por causa de mil fran-
Era tenco delle comprar cora aquelle capital j eos!........ Em negocios, o dinheiro a alma de
una casa decampo nos arredores de Trutiville, na tudo; e olhe que as suas minas, por abundantes
qual linha convencionado que a afilhada lhe reser
vana um quarto por occasio dos banhos.
Que se hade fazerdestedinheiro? perguntou
Mauricio.
Guardo-o c veremos.
Izidoro Sorbier nao recebeu a noticia daquelle
embolso com a mesma indifferenca com que a fi
que sejam, s ho de valer na proporco do capital
que se empregar. Pergunte-o a minha mulher.
Haremos de estar sos no camarote do minis-
tro? perguntou Agatha.
O camarote est todo sua disposico; pode
9 colindar quem muito bem quizer.
-I Estimo! Conridarei a senhora de Vilteaux e
Iba a recebera. Eslava elle no seu quarto, a ler o: a condessa quem ella hontem me apresentou c
jornal da noute, quando a soube. Deu um salto na mais minha lilha.
cadeira. Izidoro Sorbier cstava far.endo urna somma,
- Entrcgou os trinta mil francos! Estamos per- quando o deputado, querendo dar um golpe de
didos I mestre, o iulerrogou:
Sophia fliou-o pae cora olhar admirado. pernSo> mou cr0 Sr Sorber. permitla.nie
T nao emendes nada disto 1 continuou elle, que lhe faca urna pergunla. Como posis el
Essa loucura da ofllcina que deu causa a seme- que nao lenha una fltinha encarnada a esse
Ibante desgraca Iliram cusa delle, chasquea- peto?
ram-nol... Tiveram, na verdade, urna bellissima
idea !... Agora corre atraz da heranea, corre,
corre, anda !... Vae agarrar o passaro depois de
le fugir da gaiola I...
Mas-----balbuciou Sophia, eu nao sabia
que...
T nao sabias, mas sabia-o muito bem teu
marido!... Cancei-me e malei-me a dizer tifo I....
Com elfeilo, foi urna obra areiada Que importava
que t licassa com uns lelosilos i Nao murrias,
Quando j ia a sahir, acrescentou :
E' rerdade, ahi fleam esses apontamentos;
se lhe palpitar o negocio, meu caro Sr. Sorbier,
sabe que pode tomar a parto que quizer.
Ah! disse a Sra. Sorbier, apenas elle rirou
as costas, olha se Mauricio se lembrou nunca da
truz de honra para ti!......
O Sr. de Courtalin conheceu que tinha andado
hbil e acertadamente. A qnalquer hora que se
apresentasse, era sempre bem recebido ; reuno
a que nao assistisse, nao era festa completa.
Agalha Sorbier tratava-o cora rail attencoes e
citara- o sempre como o typo dos horaens de bem e
de boa educajo.
Ao mesmo lempo que a mulher elogiara o bom
gosto,a vivacidade do espirito e a elegancia das ma-
neiras do deputado, dava o marido a entender que
elle era um homem com capacidade para negocios
e que de certo havia de fazer fortuna.
O Sr. du Tailli,caso pasmoso tendo, at en-
to, minado surdamente o crdito do deputado pe-
ranto a familia Sorbier, havia passado para o seu
campo.
Por esta parto bem iam os planos do Sr. de Cour-
talin ; porm, nada poupaodo para conseguir o lim
de que dependa todo o seu futuro, tambem care-
ca nao perder de vista o lado agradavel da dupla
empreza que erapreheudera.
Eslara, desde muito, convencido do pouco aftee-
to que Agatha senta pelo genro, e tinha bastante
experiencia do mundo para concluir que Agalha
Sorbier, lalvez mesmo sem o querer, mais o aju-
daria do que entorpecera no proposito por elle for-
mado.
Tinha o deputado a seu favor a arersao que a
sogra consagrara ao genro, e isto j nao era
pouco.
A intimidade cora que era tratado autorisava o
a visitar a toda a hora a familia Sorbier, sera que a
sua assiduidade causasse reparo, e tratar de perto
Sophia, a quem o haviam iudigilado como um per-
feto c.aralheiro. E" certo que tinha a vencer dif-
lculdades para triumpbar por este lado, porm o
deputado contava supera-las, porque bem tinha
observado que a ternura que Sophia tinha por seu
marido era mediocre e pouco solida : amava-o
como todas as raparigas amara o esposo que os paes
Ihes eseolheram, quando esse esposo nao muito
fro nem demaiado idiota.
A' proporco que o Sr. de Courtalin ia ganhando
terreno, perdia Mauricio o que at ento conserra-
ra, e que -diga-sea verdade era bem niesquinho
e movedico.
Em nada o consultavam. Dispunha d'elle para
passeios, bailes, concert* e jamares, contentndo-
se com o prevenir de que tal dia havia baile em
casa da Sra. de Vilteaux, n'outro um concert na
sala Herz.
A' hora de irera para a mesa era que Sophia o
adverta de vestir casaca preta, porque tinham gen-
te do tora a jamar.
Pelas manhas ao levantar da cama, davam-lbe
a saber que haviam ceulado com elle e com a rao-
Iher para irera ouvir urna missa de casamento ou
assistir a urna sesso de coramisso de benefi-
cencia.
A mor parte das vezes alara um lenco branco ao
poscoco e entrara no coup sem dizer palavra, mas
outras nao podia reler urna exclamaco do en-
fado :
Valha-me Deus! Ainda mais concertse sem-
pre a mesraa msica I.. Se cora isso te enlrelens,
vae o deixa-me ticar...
Agatha, instrumento talvez iuvoluntario do Sr.
de Courtalin, desejava encontrar resistencia no
genro, porque dessa resistencia nasceria um cho-
que, urna lucia ; porm o mancebo mostrara pa-
ciencia inalterarel : deixara-a fazer o que quena,
sem oppor nem a mais leve resistencia.
Dir-se-ia que a sua paciencia tocara as raas da
indifferentismo.
Tudo quanto nao bulisse directamente com a sua
honra ou com certas delicadezas intimas, em nada
lhe alterava a paz de espirito.
As loucuras do viver quolidiano da sogra, suas
pequeas miserias e todas as contrariedades quo
nos causam os espiritos vulgares e maldosos, fa-
ziam-lhe a mesma impresso que o zumbido de mi-
litares de insectos produziatn n'uma lamina de
crvstal.
Nao porque elle fosse ceg ou mudo, mas sim
porque era lo largo o circulo que o mancebo dar
as puerilidades da sogra, que bem podiam ellas gi-
rar vontade.sem nunca irem de encontr unas s
outras. Alm desse circulo, que elle nao eslava
resol vido a dei xa-las ir.
Havia, porm, mullas pessoas, cuja oceupaco
mais importante metter-secom a vida dos outros,
que, em lugar do verem neste procedimento de
Mauricio o bom senso de um mancebo de espirito
elevado e inimigo de discusses, diziam d'elle ;
Deve soffier tudo : para isso casou com una
mulher rica 1
Mauricio deixava-os fallar ventado ; nao perdia
a esperanca de fazer entrar Sophia nos seus deve-
res, c, era quanto nao o consegua, centenlava-se
com a sua pureza de consciencia.
Agatha nunca mais entrou na officina, depois da
scena passada com Closeau du Tailli, c Sophia,
seguindo o exemplo da me, rarissimas vezes l ia.
Quizeram obrigar Mauricio a dar satisfaces ao
honrado padrinho de sua mulher, mas neste |K>nlo
foi elle inuxeravel: negou se positivamiMtte e So-
phia nao ousou temiar mais cora o marido.
Nada I dissora elle, rindo-Se rae elle per-
doassem, tinha de o aturar de novo t
a cruz de honra ?
Sim, a cruz de honra. Lembro-me que o Sr.
Sorbiar exerceu em Pithiviers funecoes adminis-
trativas, que nao foram inatuis aquella cdade. E,
alm disso, sei muito bem que publcou urna me-
moria acerca da ultima crise do commercio de ca-
reaos, quo eaiiNiu vivasen-aro no publico ... A-
cham-se nella preciosos e proveitosos documento,
que merecen) ser consultadas. Admiro que. pus-
suindo lautos ttulos que > recomiuendm, nio le- PBRNAMBUCO. I'YP. UE M. F. F. & FlJ.
(Continuarse-lid.)
A
>
P
s


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHPENGSLO_GYHUAN INGEST_TIME 2013-08-27T23:17:03Z PACKAGE AA00011611_10115
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES