Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10113


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Full Text
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AHHO XL. ROMERO ll.
Por tres mezes ada otados 58000
Por tres mezes ,ocidos 6$o00
Porte a correio por tres mezes. 75U
SEXTA FEIRA 15 DE JANEIRO DE 1864.
Por anno ailiantado.....198000
Porte ao correio por am anno 3JfQ0U
I
ENCARKEGADOS DA SUBSCIUPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araratv,
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Mano-I Pinheiro fc C; A-
xnazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
JSNCARREGABOS DA SCBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Cl andino F al cao Oas; Baha, o
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
reira Martins & Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Estada todos os dias.
lguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
eextas-feiras.
Santo Ailo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas reiras.
Fo d'Alho. Nazarelh, Limoeiro* Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu", Gabrob,
Boa Y'ista. Ouricury e Exu as quartas feiras.
Seriihem, Kio Formoso. Tamandar, Cna, Barrei
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
il ia de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, dia.
EPHEMKRIDES DO MKZ DE JANEIRO
2 Quarto ming. as 5 h.. 18 m. e 20 s. da m.
9 La nova as > h., 2o m. e 50 s. da ni.
15 Quarto rese, as 8 h., 45 m. e 45 s. da t.
23 Loa cheia as 7 h., 43 m. e 14 s. da t.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manha
Segunda as 8 horas e 54 minutos da urde.
I PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alaga a 5 e 25; para o uorle al
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Femando nos
dias l dos mezes dejan, marr-, mam, jul, sel. euov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recift : do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 '/*, 8 e
8 V, da m.; le Olinda s 8 da m. e 6 da larde; de
Jaboatao s 6", da m.; do Caxang e Vanea ^ 7
da in.; de Bemiua s 8 da m.
Do Rerife : pira o Apipucos s 3 l-, 4, 4/, Vi,
5, 5 'A, 5 Vi e 6 Ja tarde; para Olinda s 7 da
mauhia e 4'/da tarde; para Jaboa o as i da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4'/la larde; para
Berafica s 4 da arde.
Al'DIENCIA DOS TRIBCNAE3 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quinta:, s O horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas aj 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao me
da.
DAS DA SEMANA
11. Segunda 8. Hygino p. m.; 8. Salrib m.
12. Terca. S'. Salyro m.;S*. Arradio e ZoCicCDifn
13. Quarta. ftr Hermillo e Slraronio mm.
14. Quinta. S. Peine- m.; S. Mrrma t.
15. Sexta. S. Amaro ab.: S. Sersndira v. m
16. SabLado. Ss. Retardo, Acurcio, Othon mm.
17. Domingo. S. Agaffieo ab.; S. Efeisippo o.
ASS1GNA-SE
I: quartae e sabbados a 1 burafe.* Tos' $gtt*S!QBBX
da larde. |Farra & Filtro.
PARTE OFFICIAL.
(OVEREO DA PROVINCIA.
Continuario do expediente do da 11 de jane ir
de 1861.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.'
De conformidade com o aviso da repartico do
imperio de 22 de dezembro ultimo, recommetido
?. S. que faca cessar o descont que com applira-
cao s urgencias do estado so eslava procedendo
nos vencimenlos dos empregados da administra-
do do crrelo desta provincia.Communicoii-se
ao administrador do correio.
Dia l
Dito no bngadeiro cominandante das armas.
tjueira V. Exc. mandar examinar se desertor de
algum dos corpos em guarnico nesta provincia,;
o recrnla Manuel Francisco dos Sanios, poraquem
pede baixa Rosa Mara dos Sanios, no incluso re-1
juerimento, allegando ser casado com elle.
Dito ao mesmo.-Convm qne V. Exc. mande!
proceder s averiguacoes neetssarias, alim de sa-
bcr-se se o desertor Jos Joaquim de Sant'Anna, |
de que traa a sua informaco n. 37 do 9 do cor- j
renle, o marido de Mara Joaquina do Jess,!
para qpem pede ella baixa no requerimento que'
aqu ajunlo, acompauhado da informaco da re-
partico da polica.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. indemnisar a repartico de marinha i
da quanlia de 53787 rs. em que, segundo a conta I
junta em duplcala, imporlam os concertos feilos,
no arsenal de marinha, na canoa comprada para o;
servico da fortaleza de Iumai ac.Communicou-,
se ao inspector do arsenal de marinha, e ao bri-1
gadeiro commandadte das armas, alim de dar as
necessarias ordens para que o commandante da-
quella fortaleza receba a predica canoa.
Dito ao mesmo.Taansmitto V. S. os inclusos
documentos, afim de que, nao havendo inconve-
niente, mande pagar ao gerente da companhia
Pernambucana, que assim o solicitou em ofllcio de
O do corrente, a quanlia de 1:7734989 rs., prove-
Diente do fretes e passagens dadas por cunta do
governo, nos vapores daquella companhia.
Dito ao mesino.Pelos dinheiros destinados
concertos do palacio da presidencia, mande V. S.
pagar Pedro Augusto Pradines, a quanlia de
1695640 rs., proveniente de obras que fez no mes-
mo placi, como se v da conta junta.
Dito ao mesmo.Tomando em eonsideracao oI
que pede no incluso requerimento o Dr. Joo Ma- j
ria Seve, e bem assim o que este respeilo intor-
iriou o brigadeiro commandante das armas, no
ofhcio junio por copia datado de boniem, e sob
n. 40, recommendo a V. S. que mande pagar ao
mencionado Dr. os vencimenlos, que tem direilo
at o dia 31 de dezembro do anno prximo passa-
o, como cirurgio contratado para o servico mili-;
tar desta guarnico.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. i
Estando em termos o vecino junto em duplcala,
c nao havendo inconveniente, mande V. S. pagar'
ao cidadao Antonio Augusto Maciel, conforme so-
licitou o chefe de polica em officio de hontem sob
n. 33, a quantia do0, em que importa o aluguel,
de tres mezes vencido no ultimo de dezembro do
anno prximo passado, da casa que serve de ca-'
dcia no termo de Rarreiros.
Dito ao director 4o arsenal de guerra.Mande I
V. S. alistar na companhia de aprendices desse
arsenal quando honwr vaga o menor Manoel Luiz
Gomes Ferreira.
Dito ao commandante do corpo de polica.P- \
de V. S. fjuer engajar para o servico do corpo sob
seu commando, oi paisanos ^simiro Al ves de
Souza, e Albino Gomes Coutiuho, apresentados
com o seu ofllcio r. 20 desta data.
Dito ao mesmo.Deferindo o requerimento do
soldado do ""^po sob seu mimando, Jos Jerony-
mo de Vasconcelos, em vista de sua informacao
n. 18 de 11 do crrenle, autoriso V. S. a mandar
dar-llie baixa.
Dito ao insperler do arsenal de marinha.Man-
de V. S. fazer, como requi.-itou o capitio do porto
em officio de 8 do corrente, os concertos de que
necessita a beia que servia de balisa ao baixo do
higlez, a qual acha-se em urna das docas desse ar-
senal. Communicou-se ao capitao do porto.
Dito ao coronel recrutador.Mande Y. S. por i
disposicno do brigadeiro commandante das armas,
alim de assentarem praca no exercito, os 7 rcru-
tas mencionados no mappa que acompanliou o tea,
officio n 19 de H do corrente.^-Ofllciou-se ao bri-
gadeiro commandante das armas para mandar as-:
sentar praca aos recrutas de que se trata.
Dito ao director geral interino da insirucc/io
publica.Designe os prefessoros padre Miguel
fleta de Barros Marreca, e Gemmiano Joaquim de .
Miranda, para coni|x)rem a commisso de exame'
le eme traa o seu olllcia de 9 do corrente, sob.
n. 2.
Portara.O presidente da provincia, attendento i
:.n que reqtiereu Jos Feliciano Machado, rcsolve
cOBceder-fbe licenca para ir ao presidio de Per- j
liando no vapor Miimnguape, que para alli tem!
de se?uir, levando comsigo os gneros constantes {
.ia relacao junta, assignada pelo secretario do go-
remo, nao podendo, porm, effectuar o desem-
barqae dos referidos genere, sum que por parte j
do commandante do mesmo presidio se proceda
exame, para se verificar se ha agurdente ou ou-
tra qualquer bebida espirituosa, sendo alm disso'
obrigado a a presentar ao predito commandante, a|
factura dos referidos gneros, attestada quanto aos
iirccos, pelo presidente da junta dos correctores.
Mutatis mulnndis de Basilio Magno dos Santos.
Dita.O presidente da provincia, deferindo )
r'querimenl) que Ihe enderessaram os capites
< aetano Correia de Quelroz Monleiro, da sext.
companhia, e Joaquim de Barros Correia de Quei-
roz, da stima, ambos do batnlho n. 23 de infan- j
Caria da guarda nacional do municipio de Santo
A ntao, resolve conceder-lhes permlssao para troca-'
rom enlre si as companhlas. Communicou-se ao
commandante superior de Santo Antad.
Hita.O presidente da provincia, tendo em vis-
ta o qne rcqiien-u o amanuense da thesouraria
provincial l'lisses Jnstiniano deOlivcira, resolv)
de conformidade com a informacao do respectivo
inspector, dalada de hontem, e sob n. 9, conceder-
Ihe dous mezes de licenca com vencimenlos, n;i
iirma da le, para tratar de sua sade.
DitaO presidente da provincia, tendo em vista
o que reqneren o guarda da alfandega desta ca-
pM, Epaminondas Marianno deSouza Gotiveia, a
bem assim o que a este resneito informaram os
cliefes das repartieses competenUs, resolve conce-
der-lhe tres mezes de licenca com vencimenlos do
respectivo sold para tratar de sua sade onde lho
convier.
Dita. O presidente da provincia, allendendn o
3uc requereu Domingos Jos Marques, solicitador
e capellas, residuos e ausentes este termo, re-
sobre conceder-lhc um mez de licenca para talar
de sua sade.
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
lera de paquetes vapor facam transportar para
r. corte por conta do ministerio di guerra, no pri
meiro vapor que Mwar para o m\ o desertor An
Ionio Bezerra de Mello, que tendo vindo d'alli con
o nome de Manoel Francisco de Soma, na suppo-
sico de per'encer ao nono batalhio de infantana.
verifieou-se nao ter assenlamentn nosse balalhad.
Communicou-se ao brigadeiro commandaute das
arma l
Dita.Os senhores agentes da companhia brasi-
Icira de paquetes mamlem dar transporte para a
P< rahyba por conta do ministerio da guerra, no
vapor que se espera do sul, ao desertor do corpo
df guarnic! daquella provincia Manoel Jos da
Silva, que foi capturado nesta.Communicou-se ao
brigadeiro cimmandante das armas.
Extedieale do secretario de governo.
OHieio ao brigadeiro commandante das armas.
S. Exe. o Sr. presidente ta provincia manda com-
m.inlcar i X. Be. qne aulorisoti-se o director do
arsenal de guerra satisfacer o pedido de objectos
mcessarios a escola ele-neniar do nono batalho
de infamara, a que allude o ofllcio de V. Exc, n.
41 de 11 do corrente.
Despachos do dia 12 de Janeiro de 1864.
RtqueiimentQt.
Basilio Magno dos Santos.Passe portara con-
ce jundo a licenca ao supplicante com excluso dos
barris de mel.
Barharel <:ypriano Fenelon Guedes Alcoforado.
Satisfaca a exigencia do inspector do arsenal de
mirinha constante da copia inclusa.
Domingos Jos Marques Passe portara conce-
dendo um mez de licenca.
Domingos da Silva Guimares.Passe portara
pnrogando por um mez a licenca com que se acha
o supplicante.
Epaminondas Marianno de Souza Gouveia.
Passe portaria coneedendo ires mezes de licenca
co.n o respectivo sold.
fos Feliciano Machado.Passe portaria conco-
de ido a licenca pedida.
los Jeronymo de Vasconcellos.Dirija-se ao seu
co nmandante.
Alteres Manoel Germano de Miranda. Passe
portaria coneedendo a licenca pedida.
5everino Francisco de Souza. Informe o Sr. co-
ro el recrutador.
Thomaz Tavare> de Moraes. Informe o Sr. ins-
peejor da thesouraria de fazenda.
Jlisses Justiniano de Oliveira. Passe portaria
coneedendo dous mezes de licenca na forma da
Tcente Afilio Regulo.A' vista da informacSo
do brigadeiro commandante das armas de 9 do
coi rente nada ha que deferir.
< >ltlli:M'OM>i: V< I AS DO DIA-
RIO di: pkhmjihko.
HAHIltHtO.
10 de dezembro.
Como ainda communicamos em P. S. da nossa
ultima, a sessiio da dieta allema, tixada para o dia
5 do crreme, nao se linha realisado.
A sessao so leve lugar na segunda feira 7 de de-
zembro, o o seu resultado foi a adopcio da propos-
ta ilas duas grandes potencias allemaes, de cum-
prir-se a exeeucao federal no llolstein e Lanenbur-
go, resolvida em primeiro de outubro ultimo, sob
res;rva do ulterior regulaniento da queslo da sue-
cas io pela dala germnica.
.vo sabbado 5 do correle nao havia anda maio-
na de votos a favor disso, e por essa razo,
presidencia da dieta dirigida pela Austria, usan-
do da autorisacao reglamentar, tinha adiado a
ses Ao.
Simultneamente nesse mesmo dia tinha sido
entregue a todos os governos da Allemanha urna
not.i idntica da nustria e da Prussia, na dous gabinetes declaravam semdisfarce que se op-
por am a qualquer outra resoluco, que nao fosso
a e:;ecuco, e que a confederado nao tinha oulra
escolha do que sujetar-se sua vontade, ou de
provocar toda a opposico dos seus dous mais po-
derosos memhros, e isso juntamente com a resis-
tencla de todas as muras gr.iudes potencias. Por
mei) dessa pressao conseguio-se finalmente no dia
7 a maioria desejada, mas lambem s com maio-
ria le um nico voto. Seto votos a saber: Ba-
viera, Wurtemberg, Saxonia, o Graa-ducado do
H.!s:e, Bade, Brunsevik e os Estados da Thurioga
ycUram contra a exeeucao, a despeilo da nota
Idntica e pela oceupacao dos ducados de Holstein
u Lanenburgo, e s oito votos, isto ao lado tas
duai grandes potencias, o Hannover Hesse-Eloito-
ral, Wurtemberg, Nassau e as curias 16 e 17 pela
pri n eir.
M:.s essas duas ultimas curias lambem nao es-,
lavara unnimes em favor, porque emquanlo que'
na cecima primeira curia (a das cidados livres).
ltrsmen dra um voto difireme, o mesmo fra o
caso na dcima sexta curia erm Oldemburgo, de
mi n lira que os votos das duas curias s tram vo-
tos d Miaixria.
As duas grandes potencias dessa maneira, sof-
freram innegavelmente urna grave derrota moral
o feo passo commum ameacador mostrara-se de
IsrOaooda quasi smente perto dos mais pequeos
csiidos, e nem mesmo para com todos elles, I
vf rd.ide que pelo momento fizeram valer a sua
vor t; de na dieta, mas isso lambem nao sem fazer
aos outros a coneesso que a questao da successao
ui' s -ria prejudicada de maneira alguma pela re-
sol icio da exeeucao.
Inunediatainento depois de tomada a resoluco
federal, forarn expedidas as ordens devidas s tro-
pas destinadas para a exeeucao de se aprompiarem
para marchar.
Nao se conservaram agora, porm os limites da
torca primeramente designad. para esse Hin, so-
giu do a qual di>via compr-se o corpo do exeeu-
cao 'I.' Mmenle seis mil hmeos de tropa du Han-
nover e da Saxonia, com um;, reserva de dezuito
mil p-ussianos e austracos; mas a forca do corpo
de exeeucao foi elevada de maneira que seis rail
saxonios e o mesmo numero de hannoveriano de-
viam ;ntrar em primeiro lugar no Holstein e La-
nenburgo, sendo enllocados como primeira e se-
gunda reserva, trila mil prussianos e violo e um
mil anstriaesfl as fronteiras dos ducados. Julgava
se tener prevenir o caso, antes completamente in-
verosmil, mais agora parecendo milito provavel,
que Dinamarca opiiona resistencia armada a ex-
ecii;;io no Holstein.
Faci era, que as Iropas dinamarquezas no Hols-
tein estavam fazendo todos os prepares para se-
melhanle eventualidad, e sobretudo no meio do
paiz, perlo de Segeberg, se levantaram com toda a
press.i furtiucaees, ruja tendencia s podia ser
uina i cfensiva a tentar no proprio Holstein.
Na conformidade da resoluco da execncao fe-
deral, os governos encarrilados da exeeucao (
Saxonia, o Hannover, Prussia e Austria) par-
ticipando ao governo dinamarquez essa resoluco,
deviai i juntara imilacao de sujeitar-se deciso
da confederacao, o marcar-lhe um novo termo pa-
ra resiosla.
D'cssa maneira, segundo se diz, a entrada das
tropas de exeru-o no Holstein, V lera lugar no
dia 22 do corrente mez. A diplomacia ingleza faz
entreunto os ulteriores esforcos, alim deaprovei-
tar esse termo, para se anda possivel fr, impe-
dir a realisacao da exeeucao.
> a pessa de lord Wudehouse, chegou para es-
se lio em Berlin um plenipotenciario extraordi-
nario, e tan fraude qne fosse o desojo possoal do
Sr. do Bismark de Ihe fazer concessoe?, nao foi
isso possivel visla, tanto da irritacao sempre
cii-ci ote na apiniao publica, como da altitude da
grand? maioria dos governos .illemaes. O Sr. de
Bismark obrando assim s leria arriscado de no-
vo :. victoria obtida na dieta no dia 7, o a dieta
quemido ou nao, tera sido obrigaila pela naco
allemaa a resolucSes de maior alcance. Lord
\\ odebouse foi por isso obrigado a deixar Berlin
sem ter feilo cousa alguma, e d'alli se dirigi pa-
ra (.openhague, alim de alli, juntamente com a di-
plomacia russa, fazer com que Dinamarca sof-
fresse a exeeucao urna vez inevitavel, e abstendo-
se de oppor mesma resistencia com torcas no
llolstein. 1
Segundo se diz iillimamente, esses esforQOs s
tiveram successo parcial, tendo Dinamarca de-
clarado querer abandonar a d de resistencia no
interior de Holstein, apezar de eontinuarem ainda
os trabalhos de fortilicaco perlo de Segeberg,
mas recusando de entregar as iropas federaes
fortaleza de Rendsburgo, situada sobre o territo-
rio nolstoinez, e a testa de ponte de Friedrichstadt,
isto e, os pontos do ducado mais importantes es-
tratgicamente.
A Confederacao Germnica porm, visto o es-
pirito irritado na Allemanha nao pedera fcilmen-
te cousenlir na renuncia d'esses pontos, e por isso
anda nao estamos seguros, que a resoluco de ex-
eeucae da coufederaco, apesar das inlences pa-
cificas dos seus promotores, as dnas grandes po-
tencias allemaes, nao tenha por consequencia o
prompto rompimenlo de urna guerra entre Di-
namarca e Allemanha.
As tropas da Saxonia acham-se hoje j na fron-
teira de Lanemburgo no Mecklemburgoas tropas
do Hannover ao longo da margem esquerda do
Liba enlre Hamburgo e Lanemburgo, do mesmo
modo quo ja esta em marcha um primeiro corpo
da reserva prussiana, e que hoje e amanb.ia so es-
peran! aqu em Hamburgo os primeiros cinco mil
e qiiiobentos horneas da tropa austraca.
Entreunto, o principe hereditario de Augusten-
burg, o qual como os nossos leitores j sabem, por
urna proclamaco de 16 de novernbro, como du-
3ue Frederico VIH tomara o governo dos ducados
e Holstein e Schlesoig, bem que provisoriamente
de tora do paiz, nao deixou de tratar dos seus ne-
gocios.
A resoluco da dieta do dia 7, verdade que
nao um acontecimento favoravel, mas nem por
isso elle deixou desanimar-se, e esU preparando-se
para proceder activamente.
Por urna proclamaco datada de 9 do corrente,
elle recominenda aos Holsteinezes de saudar as
tropas federaes esperadas como amig.is, e declara
que apoiando-se na cooperaco dos governos alle-
maes, ia principiar em breve a formacM de um
exercito SchleswigHolstinez, e que chamaria de-
bati das suas bandeiras a mocidade dos du-
cados
Ao mesmo tempo a repartico das financas do
duque pubhcou o convite para assignar um em-
prestimo espontaneo, provisoriamente sem juros,
para o Schleswig-Holstein, para cobrir as despegas
da fonnaco de um exercito.
Em Vienna e Berlin, esses passos do duque des-
agradaram summamente, e a imprensa ministerial
em ambos os lugares se esforca quanto pode, para
desacreditar o duque na opinio publica. Tanto
maior e o apoto que Ihe offorece de todos os lados
a nacao allema.
0 emprestimo, que emitlldo era bilheles de 3,
10 e 50 thalers, acha tomadores era toda a parte,
e segundo se diz j foram .signadas sommas no-
Uveis, sobretudo em Francfort, Hamburgo, Augs-
burgo Berlin e Leipsig. Ao lado disso acham-se
em andamento |ior toda a Allemanha collecces de
dinheiroera favor do negocio dos ducados, e dessa
maneira o duque j recebeu as quantias necessa-
rias para as primeiras despezas com o exercito,
que se vai organisar.
De dia em dia cresce o numero de volunUrios,
que se ofierecem a duque para enlrar no seu ex-
ercito, sobretodo do meio das sociedades de gym-
nastica e de tiro da Allemanha, e onde possivel
os mesmos estao exerciundo-se no servico militar.
Assim j se acham era Stuttgart duas companhias
de voluntarios cada una de 200 homens, comple-
tamente organisadas ; e em Gotha, onde o duque
Frederico at agora reside, jaso encontrara forma-
dos os dous primeiros batalhes.
Para o dia 6 de novernbro linha sido convocada
ja desde mais lempo, una conferencia de deputa-
dos das dietas de todos os paizes da Allemauha e
de todos os partidos polticos, alim de se deliberar
a questao da reforma federal da Allemanha. Uns
cincoenta deputados da Austria, Prussia, Baviera,
Wurtemberg, Badn, Hanover, Saxonia, Francfort,
Hesse e Holstein tinham-se apresentado. Mas em
m*ar da questao da reforma federal, resolveu-se
por na ordem do dia a questao ardente do dia, a
do Schleswig-Holstein, e o resultado satisfactorio
foi, que nessa quosto Unto os representantes da
direce.ao grande-allema, como os da pequena-alle-
maa, mostraran! o maior accordo possivel.
Unnimemente fot resolvido de dirigir a todos
os membros de todas as dius da Allemanha o
convite para urna grando reuniao geral de depu-
Udos allemaes em Francfort no dia 21 do torren-
te, alim de ojie a mesma se encarregue da promo-
gaoda quesUo Schleswig Holstein, instituindo urna
commisso central allema, compesta de todos os
partidos, para dirigir o movimento nacional em fa-
vor dos ducados.
Esse convite foi vivamente applandido em todas
as dietas, e amanhaa se espera a reuniao de algu-
mas ceutenas dos mais fiotaveis membros das c-
maras allemas, e cora isso o reforgo do movimen-
lo nacional por um orgio da maior inlluencia I
moral.
Tambem as cmaras alias da Allemanha, segun-
do se suppe, fornecerao um conlinr;ente numero-
so para essa assembla, e talvez que mesme a c-
mara dos senhores da Prussia, nio bnlhara por
sua ausencia completa.
Os gabinetes de Vienna c de Berlin acham-se nao
poueo incommodados por essa tentativa, na qual
encontrara novas difficuldades para sua poltica
poucu nacional. ,
Do oulro lado os governos, que na resoluco fe-
deral de 7 de dezembro formavam a minora, es-
perara disso um apoto efflcaz contra a pressao das
grandes potencias.
Est claro, que nao ha duvida, que a assembla
do depuudos se ha de declarar contra a resoluco
de exeeucao, insistindo em um procedimento enr-
gico centra a Diuamarca, c sobretodo no inme-
diato reconhecimento dos dlreitos de successo do
duque Frederico, assim como na completa separa'-
co dos ducados da Dinamarca.
As mesmas exigencias j foram manifesUd.is!
as dius actualmente reunidas de Wurtemberg,'
Saxonia, Hesse-Darmstadt, Weunar, Bounsevik,
Oldemburgo, e Badn, assim como as cmaras
dos notaveis de Francfort, Bremen cLubeck.
A mais renhida opposico iwssivel eucoiilrou a
resoluco federal de 7 de dezembro na camar;i dos
depuudos da Croacia. Em consequencia iminedia-
ta dessa resoluco, o ministerio Bismark tinha
apresentado na mesma a proposU de um empres-
tirao de 12 milhes de thalers, em parle para as
despezas da cooperaco na exeeucao federal, e em
parle para preparar-se para as eventualidades quo
da mesma podero resultar.
A proposta foi entregue a urna commisso espe-
cial para exame, c a mesma em pouco flcou de ac-
cordo, que a cmara nao linha motivo de approvar
um s real a uina poltica como a do ministerio,
que havia effecluado a resoluco federal de 7 do
deumbro se o paiz devia fazer sacrificios, isso
s poda ler lugar para urna poltica, correspon-
demlo aos interesses nacionaes, o para essa a com-
misso estava de accordo do por ditpoeiQao to-
das aa forcasdo paiz.
Mas como por snm.-lhantes representagoes nao
se- podia esperar de exercer aoaJqoer influencia
subre o ministerio, a commisso resolveu propor
na cmara um endereco ao rei, pura manifestar
pelo meaoio, tonto a promptdao d.i cmara da mvl"
apoiar urna poltica tendente a salv; r efilcaziiiente re
os direitos deScIHeswig-HolsIeiii e a succosso le- (19)
giiima do duque Frederico, como a resoluco te
recusar todo o apoio a qualquer outra potinca.
O respectivo projecto de endereco foi discutido
ame-hoiiteni na tmara dos depuudos durante cin-
co horas sendo approvado llnalmt ote com 207
contra 103 votos, depois de haver o Sr. de Bis-
mark feto todos os esforcos possivew (raapre-
senlar da melhor maneira a sua polilica na iiues-
Uo do Schlesw|-Holstein.
Os adversario; foram os feudaes i os ultramon-
tanos, a fraeco polaca o
partido progre:
do um lado nao
os iagos polMeos ejaa<
as rwnarrhia sca-
linsnano K Com eafo
_ exeeucao Ir 1erat, salvan-
uo inieiranieulii a queslo da successa A priaci-
pe AugBsteniburg a esses durado* coa* awm fez.
triumphar naquella assembla a Austria'*a Prus-
sia. Sem essa expressa declaracao, a ii awlu aV
oamarqutza ter-se-hia para logo convertidn nao
conflicto eurepeu, que a esta hora poderia j ter
accendide una guerra geral na Europa. Eertre-
fin,, n fi..*.. J_ ________ r
verpool ; do Maranho Einilie (W) a Liverpool.
De fnglaterra segulram para varias portes do
imperio us seguintes navios : de Cardiff Willtam
Miwie(l4)parao Para; de QueensMvu Slaiu-
oow (14) para Pernamboco ; de Liverpool The
Otile of Ihe Slersey (18) para PernamSuco; de
Kilmoulh Gazelle (18) para Pernambuco; e de .
do ^SLt^r^j^ss odnr s S^jp.j^gssu
essisla, que votou conta o endereco, lord Pa n.erston, prosegue seu caminho, seno po- vernos p^r" que estos co^Jm TEsm^rT
ao esperando nenhum resultado do rem hoje crenca geral de que esse personagem ,,,,da^monarrh? d^m^nm-t ^ ^2L
mesmo, e do oulro lado nao inierendo offerecer ao puramente a victima de una intriga poltica tf^*VSZlZ?"*"* "* Un* *"
re apoio algum, emquanto nao se a.har resolvido O advogado desse ministro segu os termos des- pnnu,,a *Bnurga.
o conflicto eunsiiiucional. se processo, na esperanca de fazer triumphar a O senado de Prancfort acaba de voUr ama soai-
.''um ni uiU impaciencia esta-se espera para verdade em favor do sen diento. na de cen mil thalers em proveilo desse preten
ver como el-rei aculher o etdereco da cmara, o S. M. a rainha seguio de Windsor para Osborne dente, e em vanos pontos da Allemanha taaa eaoa
quat iimitando-se nicamente queslo de Schles- no da 18 do corrento em companhia da familia Hamburgo e Bade, se esto organisando bacalMa
*ig-llolsiein, cita hbilmente tod, a allusao a, real. volunUrios que levara era vista apoiar a preteaea
tudo quanto de qualquer modo podesse lesar a el- O principe e a princeza de Galles que se acha- desle prin -ipe allcmao. Receia-se que apeoasa*
vara em Frogmore Lodge Umbem j partiram Iropas federaes hajam oceupado os ducados, o par-
para Osborne, onde passaro as festas do Na- tido allemao venha a proclamar a legilimidade do
tal com S. M. a rainha. Alm desses Ilustres principe d Augustemburgs; e que em taes cir-
hospedes, o principe Alfredo, o principe real da ciimstanchis os commissarios federaes nao pode-
Dinamarca e o principe Guilhcrmc do Hesse, se rao resistir influencia da opinio publica na Al-
acham no numero das pessoas que nessa occasio lemanha a prl da causa desse pretndeme. Mas a
acompanharam a rainha no seu circulo meramen- Europa nao poder olhar com indiflerenca para
te de familia. um semelbante estado de cousas, e d'ahi pode snr-
Na mitilia carta antecedente havia eu annuncia- Rtr o conflicto que al hoje a Prussia e a Austria,
do que lord Elgin, governador geral da India In- tem procurada evitar, na unto me parece palo
gleza.se achava gravemente enfermo e mesmo respeilo que consagra unidade da monarchia di-
moribundo. Essa noticia foi posieriormente ag- namarqueza como pelo reeeio do urna guerra geral,
gravada por urna parte telegraphica, annunciando que exporta a Allemanha a novas correras da
que S. Exc. fallecer no dia 20 de novernbro de- Franca armada.
pois de urna cruel agona. Succumbio aquelle il- j ..____ .. .
lustre servidor do esUdo a urna hvdropesia, que Gmeffeito, o imperador Nipoleao observou com
fez rpidos progressos no clima inhspito da a'tenea /.recentes soccessos pnliticos na Allema-
Indla. nha e na Dinamarca, a se verdade qne acota
A morte do conde de Elgin, par da Gra-Breta- lnou. re ^"^'ano a resistir nao pode isto incer-
nha e da Escossia, deixou urna vaga difflcil de Prela'"-S, tmo um plano para empenhar a Alle-
preencher no qnadro da alta admiuistraco ingle- man n Unia ?ufra' afifn de,,ae a Fran* s*hin*
za, porque nao fcil encontrar unta aptido e do a.cainl" pelo dever que tem de nunter a sue-
re.
Em geral sabe se, que o rei Guilheme toma pes-
soalmente parte |iela causa dos ducad is, e que s-
mente os receios nutridos pelo Sr. de Bismark, o a
adversao contra o movimento nacional em favor da
mesma, o tornara ra al agora favoravel polilica
do ministerio.
A poltica Bismark v-se cada vez mais isolada,
porque nao sume ite a maioria da diplomacia prus-
siana se acha n desharmonla com ella, como
tambem o exercito se moslra mal con tente, preva-
lecendo o desojo de um procedimento bellicoso e
enrgico contra i Dinamarca.
Tambem em V enna a questao de Schleswig-Hols-
tein causou diss chsrath. 0 Rechsrath na sua maioria, igual-
mente por um procedimento em sertido nacional
allemao, em quaito que o governo nao occulla de
modo algum a sua anlipalhia contra a causa dos
ducados, esforcando-se de todo o modo, e per me-
didas polines, le abalar tambem no interior da
Austria a agitacao pelos mesmos. A discusso so-
bre o orcamanto do ministerio para 1884, deu fi-
nalmente occasif o ao Reichsrsm pa-a criticar de
maneira mu acerba a poltica do ronde Rechberg,
e como o mesmo. em consequencia da resoluco
federal de 7 de dezembro, tambem apresentou a
proposU de um empresrao. esU se esperando no-
vas e muito vivas discussSes acerca da questao
Sclileswig-Holslein. Pode ser, que ento romper
a cnse ministerial, a qual na realidide pendente
ja desde-vinos tomara as ultimas semanas um
carcter obremolo ardente e isso justamente por
causa da/discuss > relativa ao Schleswig-Holstein.
O conde VRechb:rg tinha aproveita)o a occasio
para queix|r-a> enrgicamente do m nistro de es-
Udo deScfmwi'linz reprochando a eit, que o seu
liberalismo rfo Heichsialh, nao flzera nutrir urna
dedicaco pelo servico publico como possuia esse .eessa" real ,na Dinamarca, busque lograr as vanta-
illustre varo. Entretanto a escolha para succes- ns a ctoria com que ella sempre conta? Bala
sor daquella alto posto recahio sobre o hornera eslad0 de "usaseeom effeiio grave.e a Inglaterra
mais competente que na aclualidade a Inglaterra ; a R"ss,a Mrocem hav-lo assim campretiendido.
possuia para bem gerir os negocios pblicos da-; ""^ndo acouselhado o governo de Compenhague
quelle vice-reino consentir na exeeucao simples da medida federal,
Sir John Lawrence, nomeado governador geral Icon)0 -meio ? evi,ar ura chIae en,re ** "P*
da India Ingleza, com elTeito muito versado na allemaase dmamarquezas, o que sena o signal da
alta admiuistraco daquelle paiz, oftde ja residi "erra gers.1 europea que cada governo nesta par-
muitos annos ; e pela sua probidade merece Um- 'e do mundo significa recetar e deseja conjurar.
e^f1?'fo?^Pt,0,IKerald0fV0]npJ,!Z- Suan.oraea- 0 gabinete de lord Palmerston tem declarado
cao foi po s a|U. bem aceita, c S. Exc. parti ja com esiar dispmlo a manter o tratado de Londres, om
sua familia, por va de Marselha, para a sede da-, garanto a i.ueRndade da mon-rch.a dinanurqueta;
quelle vice-remo. mas na hora do perigo fara elle aquilto que agora
Apresenca dessa autondade suprema e tanto reconhec ser seu dever ? A opinio g*n OVEn-
ra naquella parte da India neste rao-1 ropa a este ^^j,,, qne 0 goyerno britanniro so-
agora tem feilo acerca da
tratados I A Inglaterra
Sia? mrBaior deris &*^*s**&ys>'? L&s'''e*?jr,,,e*,D de rT'-a yft i TmtSa^a dao* ZwS2*L3m.
SeflrhnJ rondo-de R^hberge o Sr.de a produz.r graves embaraces para a Graa-Brela-, ^ qe fjy |he provem a varitagem certa da sua
fecnmerling assim continuarao por ors. no emprego nha, porque esta se acha alli preparada para essa nrosiieridad.- material de
as opposico, que nei;essariamenle devia enfraquecer i ment, que o governo inglez se acha agora a bra- phisraar ento como acoi
a aefao do imperii para o exterior, etc. O Sr. ios com varios motins em diversos pontos da fron- ,|Uesio polaca a letra dos
3- m,-,nTI5,,inh*J ^ "d'do a sia demjssao,; leira ingleza. w I tem na actoilidade adopta.
um ao lado do oulro, mas o primeiro impulso deve
fazer apparecer de novo a dissenso e finalmente
sera decidido: st Rechberg? ou scSrhmerling?
A conferencia doZollverein reunida em Berlin,
adiou-se por causa das festas de nau.l, e smente
em Janeiro occiiparse-ha de nove dos seus traba-
lhos. Se.mudo tudo o que se ouve dizer, ts dis-
cussoes liveram tof ar de todos os lado- em sentido
muito conciliador, o nao se tem mais |ior provavel
um resultado, queameace a continuado de Zoll-
verein. ebaixo dessas circumstanc ia:; a denuncia
doZollverein, que leve lugar pela Prussia nesles
ltimos dias, nao tim seno urna nipr>nane for-
mal. Se essa denuncia nao fosse feita at o i* de
Janeiro, o Zollverein seria por isso eo ipso prolon-
gado at o anno de 1878; a denuncia actual tem
pois smente a intengodo dar teda a liberdade s
negociacoos actualmente pendentes actrca da mu-
danza da sua urifa.
Landres, 23 de dezembre de 1863.
., de modo que com esse cal-
e\entualidadc ; entretanto e isso sempre um ester- Cll| ,eln cumpletainente transtornado a boa f dos
^ para a admimstracao, e Unto maior poderia ser compromissos que conlrahira com este ou aquelle
na ausencia da autondade suprema, o que sem- e a|,as tremente. Existe aimi um partido pre enfraquecc a unidade de arrio administran- reprova al Berra ponto Unto egosmo por parta
va. Na Nova Zelandia a Inglaterra tem tambem desle ,,uverrie Ina$ dr-, Cllfessar ,r M ^^
Iulado contra a instirreirao, mas all de modo partido tivesse bojedegovernar o paiz, asua chaa-
mais serio, porquanto as tribus rebeldes chegaram I ria ,f ria de ,.er|0 de sfrrer n,od,fieac6es, por qne o
a lomar um forte incremento ; as ultimas noticias gril0 de guerra hje ai)ui jmpopU|ar a menos qoe
porem aununciam que o general Chamberlain con-! para salvar 03 grandes interesses materiaes da
seguir repelbr o inimiifo en todos os pontos, de Gra-Brelanlia esse triste recurso vesse a ser ine-
sorle que a uisurietcao sera em breve su Horada. vu-ivei
que a injurele
Es.-e auccesso foi todava alcancado-acnalo de al
guns morios o feridos, entrando neste numero
aquelle official general.
A noticia deste triste incidente causou nesla ca-
pital viva emoco, sobretodo porque esse bravo
commandante luuva havia muilo lempo.contra um
numero desigual de torcas inimigas. de espe-
rar |K>rm quo o governo inglez faca partir quan-
to antes alguns reorcos para aquolla possesso da
GraBrelanha.
Estava j realisada a nomeaco de lord Wode-
house, como ministro da rainha em misso espe-
cial junto do rei da Dinamarca, quando escrevi a
minha ultima missiva; e com elTeito parti no dia
10 do correle aquelle diplmala para o seu des
vilavel.
Entre tanto o gabinete de Londres procura afas-
tar a crise em que se acha por motivo das ques-
1008 dinamarqueza e polaca e mesmo italiana, qne
de novo aprevena signaos de ebullico, como aa-
nunciam par;, aqu as ultimas noticias de aples,
Milo o Tm ir. Semelhanle Urefa u.ia Ibe cascara
o sacrificio de vidas nem o da bolsa, e por coase-
guinte a isso se presta, ainda no interesse da pa-
tria, o gabinete de lord Palmeriton.
A imprensa ingleza acaba de publicar ama cir-
cular de Mr. Drouyn de L'Huys ao corpo diplom-
tico da Franca, na qual esse estadista diz em nome
do imperador que, apezar de ser hoje impratieavel
tino, sendo encarregado do felicitar em nome da am conpresso geral europeu vista da formal re-
sna ; cusa da Graa-Bretanha, todos os gabinetes une acei-
0 Nacarre, paquee francez da linha de Brdeos
ao Brasil, chegou a isse porto da Franca no dia 18
do corrente e no segrate recebemos nesta capital
a mala |r ello traiida com destino a Inglaterra.,
Acontinuacao da alca no cambio das nossas Pu* Jlierana oinonareha dinamarquez pela -- .
princioaes nracas sobre esta e o asnelo favorivel recen,c elevacao ao throno, bem como de aconse- ur-'n convii, da tranca para esse nm poueriam
de urna ZlSSUXS\SFiSS llu,r 8verno de *^ Gliristiano IX a nao resis- "' bem reu. ,r-se com um tal miento med.anto
favoravel imprS a cota do can b'to do R ^Z- ,ir a Jeuco federal nos ducados e at mesmo a! negociacoes preliminares entre os respectivos mi-
suspender a constiluico novamente promulgada, mstros dos negocios estrange.ros. A Franca insls-
Chegado Compenhague, lord Wodehouse obteve i,t P0IS P*'la llJea de um congresso, apparentando
logo una audiencia de S. M., e posteriormente en- ium araor "inmenso pela conservado da paz ; mas,
tendeu-se com Mr. Hall, presidente do conselho de : ai,,da ass"- quererae as pnncipaes potencus da
ministros de el-rei Christiano. Europa aceitar seriamente este novo expediente
0 elTeito dessa enlrevi.-u, que tambem coincidi i lembrado pelo imperador Napoleao ? Afflrma-se
com urna misso especial do imperador Napoleao 1uc a Austria declarara novamente que por nen-
S. M. dinamarqueza, uarece haver sido promplo; I hum n10"0 sc h representar n um congresso, e
n-' por quanto os jornaes'de Londres annunciam a urna' I'"'"' a Rus>ia ? Priis#la ^ de romprehender
m iui uiuu^iivd ud vpiiiKui o enverno do rei decidir fazer retirar liara ,"le essas potencias nao deseiam bona fide o con-
, mas o governo bntanmeo con-, u* 'I"1- t.^i-rnoaoru uecioira lazer ruirar para |* emn nrotrainma nu m lte Net rir-
iesmi iMilitica nara mm o Bra- a niargem do Eider as suas tropas, deixaudoos gresso, om prograinma ou sem ene. .-"testas cir-
ntsiiia iquilla para ioiii o ura ducai|os do HoKiein dn I annibnrirn livres nara cumsUncias s o futuro pode encarregar-se de
ga situacao das cousas permane- ^Sflggj e d0 ^"rahurgo livres para ^ pn.dsar 0 a|cance dos poiiiicoTque aqui
Entretanto nada se diz quanto suspenso da t tem ultimametle occorrido.
nova constituigo, com quanto algumas -ollias pa-
recam crer que Mr. Hall se moslrava disposto a
acoiiselbar esse espediente aoseu soberano.
El-rei Christiano encerrou no da 18 do corrente
o parlamento dinamarquoz por commisso dada ao
seu primeiro ministro. Na falla do throno S. M.
assigualou a intenrao de nao resistir exeeucao
ore Londres foi de :!7 d. 5(8 por rail res; a do
Recito de 28 d.
A gazeta do Brasil o do Rio da Prata, aqui pu-
blicada, mencionou o tom favoravel cainquanto
digno e firme com que a imprensa brasileira advo-
ga sempre o prompte resUbelecimentodas relaces
polticas entre o im|ierio e a Graa-Bretanlia, elo-
giando muito o nosjo procedimento em U--s cir-
cumstancias. Nao ha pois mudanca
publica contra nos,
tina a inantor a mt
sil, pelo que a amiga situacao das cousas permane-
ce sem attenco alguma.
A noticia de haver o governo imperial contrata-
do no Rio ura empr.'stimo de 600,000 libras nao
influio aqui dasfavorivelmenle sobre a otacodos
nossos fundos publious. Os de 5 J" permanecem
de 99 1|2 a 161; e os de 4 l|i 0|0 a 86 i|2 e 87. O
novo emiireslimo que aqui cotilratamos se acha
com 1 l|2 de descont, o que principalmente
fondo ao juro do de>conto que tem subido no ban-
co a 7 5|8 0|(j. e fra delle a 9 e 10 0|0- Ha ainda
a pagar por cuita desse emprestimo varias prosta-
coes, e por conseguirte us possuidores desses litu-
los se acham embarazados com a oanslia do di-
nheiro, vendo-se mu s d'entre elles na recessida-
de de leva-Ios ao mercado o que neoessariamentc
deprecia o seu valor. Messieurs, N. Rotlischilde e
filhos acabaui de aonuueiar o paeainento do nosso
empresumo de 1843 em Janeiro prximo : a somma
desse emprestimo que tem de ser resgaiado de
S? 362,000:000 havendo sido naquelle tempo con-
tratado com a casa de Goldsmidt, Thompson e
King.
0 algodo de Pernambuco fa colado em Liver-
pool de 27 d. a 28 d. por libra; o da Baha, de 25
d. a 2"> d. 1|2 ; e o do Maranho a 28 d. por li-
bra.
As accoes da estrada de ferro do Recito acham-
se a 17 ; as da Baha a 18 3[4 ; eas de S. Pau-
lo com 1 1|2 de premio.
O cacao do Brasil iica colado de 46 s. a 59 s.
per cwt.
O caf de primeira qualidade 72 s. a 80 s. per
As noticias do Mxico, por va de Sao Francisco
( California,) chegam 27 de novernbro ultimo.
Nesa data escrevem de Colima que o general Co-
montort tora morto no caminho enlre Sao Luiz Po-
; tos e Guaiiaxuato, n'um combate que sustentara
1 contra um corpo de voluntarios mexicanos, parti-
1 dario da occuiiaco franreza.
ordenada pela d.eu federal; mas nem por >so Q et(ircl0 franC(,7 M Mnava pm G|iere,e Gua.
.bs-iuiulou a arb.tranedade cora que essa medida naxua, se di Ulnha a ^^ sobre (uadaIa.
fra decretada por aquella assembla, altendendo M 'colima havia sido coreada pelos
boa f com que o governo dinamarquez tem
sempre respeiudo os lacos federaes.
Nota daU annunciam algumas folhas desta ca-
pital que o general Fleury, a quera o imperador
Napoleao encarregra da misso especial alludida
junto de el-rei da Dinamarca, acaba du deixar re-
pentinamente Compenhague, por haver advogado
debalde a polilica de aggresso, que segundo va-
rios jornaes franrezes, o gabinete das Tulherias
acuiiselhara a Dinamarca a seguir: A Inglaterra
e a Russia parecem haveraconselliado o contrario,
e tendo este conselho prevalecido no animo de el-
rei Christiano, o enviado fraucez nao poderia airo-
samente prolongar a sua misso om Compenhague.
lina parte telegraphica dessa cidade cominunica
para aqu quo o general Fleury reeebera ordem do
imperador para voltar a Paria, e qoe com elTeito
deixra essa capital na mai lva do dia 22 do cor- J***
rente.
Dentro de pouco tempo t- aqui esperada a noti-
ronservadores.
O governo de Jurez nao tinha forca alguma, e a
anarchia reina va por toda a parte onde a junsdiccio
nominal daquelle chefe era ainda proclamada. O
general Brazair.e buscava acabar interamenlecom
os restos do chamado exercito republicano.
As noticias de Nova-York sao de 12 do correte.
O general Longares! levantara o cerco de Knoxril-
le a vista dos retorcos mandados por Grant ao ge-
neral Burnside Desse ponto marchara rom as
suas torcas na direceo da Virginia, |ara onde a>
segua em perseguicao a eavallaria federal.
cwt ; o de segunda dita 69 s. 6 d. 73 s. 6 d. ; e o: cia da entrada das tropas da Saxonia e do Hanover;
ordinario 62 s. 69 s. per cwt. Pao Brasil de 70 s. nos ducados, pois que est a expirar o prazo qne a
a 73 s. |>or tonelada. Assurar branco de l'ernam-; diela federal deu ao governo dinamarquez para a
buco o da Parahyba de 28 s. a 31 s. 6 d. per cwt; evacuacao daquellas provincias. As tropas aus-
maaeavado 22 s. a 27 s. 6 d. Dito branco da Ha- triacas que devem armar parle da reserva do oxor-
Os exercitos do Bapidan fkavam nessa data era
completa iiiartividade, que se prolongar provar-
velmento vista da estago invernosa que ali rea-
OcercodeCharlostoncontinuiva sem notn-
velmoil'ficaco, arhando-se o ForlSumler ainda
em ino dos confederados. Gllmore oceupava
entreunto a illa Morros e o forte Moultrie.
hia 23 s 6 d. 31 s. d. por cwt; ina-cavailo 22 s.
26 s. per cwt. Coaros salgados 4 d. 1|2 a 6 d. por
libra ; soceos do Rio'.' d. a !) d. 1|2 i>or libra ; e
areos saleados 4 d. 1|2 a 6 d. por libra.
Consolidados ingleses 3 i ,d !>i I|2 01 Sfi. Cm-
preslimo do Egypto de 7 |o 99. CMisolidadus
turcos 6 0|() t; i|2. Gregos 5 Ojo 2..' 3i4. Boenea-
Avres ti oiq 91 KJ. Chilenos 6 0|0 UN) 102. Por-
tuguezes 3 0i(i U 1|2. Haapanhoos 3 Mo 53 i
Sardos 5Oin 8." 86. Italianos 5 Oip, 70 t|i. Bus-
sos 5 0|o 90,92. E Hircos garantidos 4 0,0 100,
102.
cito de operaeoea contra a Dinamarca, comecavam
a cliejrarallaiiibiirgo, onde vo tomar pa caso de resistencia, ais improvavel, por parlo da
Dinamarca, a reserva au-itriaca c prussiana entra-
ra dos ducados, lv-andii o couiiiiando era chefe do
exercito ao principo da Prussia.
0< commissarios da dieta federal governaro os
ducados de Vldstein e do Lanemburgs em nome do
soberano 'legitimo, at qoe este estoja resolvido a
cunipri.r seos compromissos federaes, isto a
conc ,-der aquellas provincias allemas urna admi-
m jlrar/io separada consgrala pela constituido
No dia 7 do corrente foram respectivamente
aberlosos eonpressos c federal e confederado, n .
Mr. Lincoln declarou na sua falla que a Unio erjtr
tinuava em paz com as nacfles estrangeira, e deU
noticia ao congresso de urna nova proclar,iarao,
pela qual acaba de outorgar aos reheld .s nina
anmyslia, exceptuando todava desse nr^uero os
altos unceionario.- I
O presidente Davis lamentou a poluta das na-
coes Bacrongeiraa para com a eonfr deroeio aaaff-
nalando ao mesmo tempo varios de <:lstres que tem
soffrido as armas confedei.idas. Talvez pnr sato
motivo, oMaVraoM entrado ho-_l[(,m u0 Nova-York.
annuncia qne neaaa cidade c orna 0 hoato de que
g paz iabrvvi-ni'uic ser ne''v.ada entro os con-
tendores. O ouro loaxa '.i 49 1|2 de premio.



Diario de rernambnco ->- Sexta felra 15 de Janeiro de t fti.
DIARIO DE PERNAMBUCO
ro este accordo previo, que me.
rio estaholecor antes dc ora uto
ao plano concebido por vtatsa magostado.
Aproveilo a occasio para renovar os proles
tos da alia estima o iftviolavcl amisade com que
< Senhor moa irmao
sou
Do vossa agestado bom irmaoFrancisc-
Jose.
t 3." Do r-i da Italia. Sr., mcu irmao. A car-
ia quo Y. X. I. me dirigi foi k| itaJaparum pea-
samonlo fraude e generoso, a que se aesoci;mi os
que coaaprehendea as tendencias da nossa epoeft.
A's 3 horas o meia da lardo de lionicm c egou
ao nosso porto, o vapor francez uienne, proteden-
le da Europa, com datas: de llamliurgo 20, de
Londres e Parts 23, .lo Porto 2G e do Lista 29 do
passado.
Anda por esto vapor nao rwebem m no cor-
respondencia de l.isi *, devida s&j i deleixsdo
eorreto i'i i, que coHocou-a em algum 4 accos
pie vo para os nonos do sul do imperio.
Alera das missivas de nossus corre spon. lentes de
LoBdre?e H.ii)!".ii\'". que vo om outro lujar, e
qoe conten ludo-quaiito ha de importante de In- ca ,,0esMt) j0 ,:uusas ,.,, ^
g I atorra o Allenwnha, colligimos mais o J843.
iiik recebemos. D'aqui um mal estar que continuar a aug-
11 -EJ-re Cailos XV eneerrcii os ta cilios r.lllar emquanto a ordem europea nao mr consti-
pa dieta de Bf1803, declarando que in.frpona tuilla na LaS(J dos prncipios o nacioDalidade e -|
seus bons oficios as qwsioes -ternas t$ui pen- Lertlatlo que sao a nropna vida dos povos mo-
dem actualmente na balanza europea, snn mnea dernos.
desembainhar sua espada, monos que ai sim O Ante urna situ.v-ao lo amcacadora para o pro-
xigisse a seguranca dos mus i judo*, gresso da rivilisaco* e para a ikiz do mundo, Y. M
Dessa declarado originaram-s.- opeair.es diver- |. turnou-sc o interprete de um seutimento geral
sas, primando a de que este remo tonara partf na |,|-()pundo a reuniao d'um congresso cojo fin con-1
actual lula dinamarquesa, duzir um accordo duravel antro es direitos dos
i'oh'.iia.As execueoes capitaes c as deporta-
rles para a Siberia continuara em grande escala
em todas as provincias revolucionadas, ipeiar do
que a insurreieao crespo Remore
parece necessa- Reatriz, e pelo vapor Lora l.'i caixas c 88 han cas;
o meu cuncurso para Liverpool ti caixas, v.i barateas a W saceos
pelo vapor Hruytnza. Us possuidofOS cin visla das
ultimas noticias dos mercados de Inglaterra con-
tinuam sustentando es elevados procos, que cu-
tamos :
Pernamhuco branco.......... i&m a S5300
lonenos......... 1h a 1*930
mascavo......... ltlO a IATi.'o
Babia branco.............. 15HW1 a I5'.W
mascavo................ I5MW a 15t
Rio ............... lUWai600
Couros.Importarain-sc 230 atados pelo Fort ti-
A polieia de ItyabastoA, nao contente cam baver
fechado todos os armazens dc negocio, proceden
u'lles um niiiuicio-o exame.
O governo rtisso, qwrcndo diminuir \ emigra-
cio polaca no etrangeiro, (na elle Ssfpto roncer-
a para excitar a Europa contra si, aba de orde-
. nar uina ren*a<;iie dos ptaaapOPlM dos pt laeos,
residentes em paiies estrangeiros, (om um prazo
Ualirt.O gabinete Italiano consagiiio triu nphar
em as questoes -polticas, no parlamento.
Tendo sido espalhados boatos de que se prepa-
lavam arntamontos censideraveis, para una tenta-
tiva, por parte do rei Victor Emmanuel, no Vne-
to, foraoM-Hes desmentidos por alguns jernaes,
que coRduiram declarando pretender n governo
diminuir-sua* dspotas militares.
J-havia sido receido por S. M. o novo tinbai-
xadorfrac<7. em aoma, o Sr. Sartiges.
Fra^*.A' *1 voltou de Compigne o iripcra-
Jor para Paris.
A epposicao cansegulo triumphar as eleiooes
nin. O candidato governamentil, o Sr. Pirero,
uja*k>icao lra annullada pela camiira, sal: re-
elete pelo mestno circulo.
O foverno do imperador insiste, pela 'i%a1-sa;ao
6Baogresao. para ciijo flm fe expdir peo nii-
awslro-dos esarangeiros, Mr. Drouyn de I.'Iiun ;, ama
circular dos diversos agentes diplomticos junto
*rte francera, para nma reuniao preliminar, ita
^aal se trate dos assumptos que devela ser tr itados
ao cen gresso.
O senado, na resposia ao discurso da cor;., deu
m voto de conflanga ao governo, logo ai*s as ile-
'laracoes do orador ministerial favoraveis paz e
i cessacao da oceuparjo do Mxico.
(hitrotanto nao aconteceu no cor|K legislativo.
esperande-se mesmo ah graves censuras ao fovor-
Bfi, princijalente por causa da quesf ao aaexi-
ana.
Em consequeneia >da rejeicao da vaiidade d i elei-
^ao de banquoire :Buitelle, o "presdeme ca cmara
twe nana seria dteotssao com o marque* da Ila-
vrncourt, que combateu aquella elek-Jio.
Us debilitados ta opposicao preparim, er.i reu-
nDes particulares, os meios de atacar -m o gover-
no, sendo todos concordes em pugnaren) por tnaior
iberdadti nos negocios de poltica interna Na
regresso doexercito de oceupacao; e nnquella da
t ira hita permanente se cslabolecou ii'unw' mto, de Hambiirgo; 3386 couros pela barca bra-
gram.'j pule da Kuropa entre a ccmsiieneia publi- sileira Urilhnnle, do Maranbao; 22.*io pela barca
pelos tratados de Flor da Mua, da tnesma procedencia.
Venderam-se 9239 couros, grandes e pequeos
do Rio-Grande, nao constando vendas nos das on-
Iraa procedencias.
Exporlaram-se nestaquinzena I300couros gran-
de-, do Rio-Grande para Hespaoha,
Lisboa, 8 de dezfinbro.
Assocar. Depnis da nossa ultima revista se
transacees foram limitadas para rcexportaeao, e
api as se venderain cerca de 1600 saceos.
Para consumo as vendas foram regalares, e aos
presos de nossas ultimas eotaeoes que se eonser-
vain inleirainenle lirmes. O lim do auno a prin-
cipal razao de se nao terem cITocluado transacees
de inaior vulto.
(s suppriinentos que tivemos durante a presente
qninzena foram de 704 saceos do Maranbao pelo
soberanos c as justas aspiracoes dos povos.
Adliiro com prazer ;i proposta de V. M. I. O
meu concurso e o do uu u pow estao ao servido da
rcahsacao deste prelecto, queraarcaria um grande
progrv'sso na bistona da humanidade.
IvOgo que a reuniao das conferencias interna- ion Suceesso, 67 barricas e 61 saceos de Madeii a
cionaes se ellV'ctuar.apressar-me-hei a lomar parle peloGn/yo.
n'ellas. querem pessoa, querazeiidu-me represen- Para eonsumo desparharam-se 222 caixas, 26
lar n-ellas. feixes, 183 barricas e \'M)i -accos.
A Italia ir para o congresso animada do espi- A existencia boje de 1877 caixas, 763 feixes,
rito mais sincero de equidada o de moderacao. RH eigos, 2:1 paneiros e formas, 197 barriquinlias
KUa esia eonvoiicida de que a justica c o espirito i(J67 barricas, 16583 .-acebs.
aos direitos legtimos sao os verdadeiros funda-1 Algodao.Logo depois da sahida do Matjtlalenu
mentos em que pode aiseotar um novo equilibrio' realisaram-se algumas transacees para consumo,
ewropcu. soffrendo os precofl nlguma baixa. Conseryou-se
meu mais vive desojo C que a obra do sabe- depois disso o mercado sen movimento at a ac-
doria e de coHeordiade quo V. M. 1. tomou a ini- toaldade, e ueste intervallo tivemos os seguintes
eiativa consiga afaslar s perigos do guerra, e es- supprimcnlos
Almeida Freir (ouveia, branco, por insultos;
Antonio, erioulo, escravo de Antonio Luiz d'Ohvei-
ra, a requeriinento de-te.
A' ordem do de Santo Antonio, Clemente Jos
da Silva, pardo, para averiguacoes policiaes; Ma-
ria, africana, escrava de um tal Mereiles, para cor-
receao; Flix, erioulo, escravo de Antonio Jos
Leal Res, requerimento d'este.
A' ordem do da lla-Vista, Francisco da Cunha
Nevos, branco, para rorreccaoj Jos, cnoulo, es-
cravo de Leandro da Silva Cavalcante, por fgido.
0 chefe da 2' secce,
J. G. de Mes/mita.
Movimento da casa de detenco do dia 13 de
Janeiro de 1864.
Existiam...... 327 presos
Entraran)...... 7
Sabiram...... 3
a saber
Estelen
Nackmaeg...
Estrangeiros.
Mnlheree
Estrangeiras.
Escravo-....
Eserav.e___
329
226
30
3
i
61
8
329
Alimentados a rusta dos cofres pblicos.. 140
Movimento da enfermarla no dia 14 de Ja-
neiro :
Tiveram alta :
Sebastiao Siman de Araujo.
Joaquim de Suuza Revoredo.
tunar os lacos que devein existir entre as na-
ooes.
Aproveilo esta oorasiao para vos renovar a se-
guranza da inviolavel amisade e da alia conside-
rado com quo sou.
Senbor meu irmao, da V. M. I., o bom irmiio
Tu tor Emmanurl. >
k.' Do rei dos lielgas.-Sr. mcu irmiio.Re-
ceti a carta que vos serviste enviar-me por mao
de Mr. de Malaret, e nao posso deixar de applaudir
os seiiiiineiiins que vo-la inspiraran!. Seria milito
Pelo vapor D. Estrphania
De Loanda......... 10 fardos c 10 saceos.
DeBenguella....... 33
De Mossanicdes..... 11 >
Pelo Francfort
De Liverpool....... 120
Pelo Bom Successo
Do Maranbao.......
Total..
163
23
43
Para consumo despacharam-sc 144 fardos c 21
para desear que, por effeito d'um accordo pacifico, saceos,
se dissipassem os motivos de inquietacao que exis- Agurdente.-As vendas se effeetnaram depois
lem na Europa, o sem querer prejudicar, desde j,: da nossa antecedente revista foram feitas com al-
os meios que se combinaren) cornos outros estados[ guma vantagem de preco. Em algumas compras
interessados em alcancarem o flm que se tem em {ehegou-se a pagar por 434O0O, mximo pre^o que
vista sem a menor pertubaeao, julgo-me felia em as-
segurar a Y. M, I. que o meu governo est dispos-
to a concorrer para o Dm commum com o que (te-
jiendo t elle.
t Pelo qme me toca particularmente ser com
colamos.Em agurdenle estrangeira o movimen-
to foi pouco consideravel.
Os supprimentos chegados de todas as proceden-
cias foram de 28 cascos de hsgou pelo Rebecca,
48 pipas da mesma procedencia pelo IJrorno, e 2
urna verdadeira satisfaco que, no caw previsto : cascos de Rsseterre (Sant Kilz) pelo Mathilde.
por V. M. L, aproveitarei o cordeal offerociraento
que leve abondade de dirigir-ine.
Aproveilo esia occasio para vos renovar a se-
guiauea da alia oslima e inviolavel amitade com
que sou.
< Senbor meu irmao, de V. M bom irmiio Leo-
poldo. *
Htiptna.Conta-so pouco com a sustentacao
do ministerio actual, apezar de suas tentativas de
mediador dos partidos, que continan)
disseuQves.
As noticias de S. Domingos sao favoraveis aos
heepannoes, e a extincrao da revolta.
/d<-'nJo.Nenhum combale imprtante
operou-se ; e mesmo Para consumo despacharamse 102 pipas e 8
barris de todas as procedencias.
-*-
A's 7 e ){ horas da noute fundeou o vapor nglez
Magdalena, procedente do Rio de Janeiro e Baha,
nao lendo mala at as 9 horas da noute.
Por pessoas que foi abordo seubemos que levo
lugar a abertura da assembla geral no dia 2 do
em graves | corrente, pronunciando S. M. o Imperador a falla
do eos tu me.
O vapor brasileiro .tix nao sal ira 7, e o Mag-
dalena portador de todas as malas.
Bolonia, divergjnio alguns, concoraraD> em que i ^ewre 'as fonaa do amral" M^SvTiM e s
ra ounio entender. do 9Mml confederado Longstreet, nao se sabendu
Eisas respostas mais imporlantoi acea do
ongpesoo :
4..' Do imperador da Russia.Sr. n-.eu irmao.
Confirmando >o profundo mo esta da Europa e
a utiUdade do um accordo entre os soberanos, aos
quaes est ronliado o destino das raemos, vossa
raagestade exprimw um pensamento que sempre
foi u nteu, que mai de nma vex lem ido objecto
de raeus votos, e ha eslabelecido a orma do meu
proceder. Todoe os actos do meu reinado teste-
inunham o desojo de substituir as retaces de con-
tianca o cooexirdia ao estado de paz arm da que
um gravsimo encargo para os povor.. Toniei, lo-
90 que pude, a iniciativa de urna redi ce io consi-
deravel das minhasforras militares; durante seis
aanos vrei o meu imperio da obrigajao do recru-
lamento e erapreheadi reformas impsrt.'nte.;, pe-
Dhores de desenvolviaiento progressi)1 no interior
e de poltica pacifica do exterior.
c Foi nicamente perante eventualidades que
podan) aaieacar a seguranea e at a integridade
ao corto qual dellas licou vencedora.
Enoontraudo obstculo as forcas dos confede-
rados o general Meado retinan para a quem do Ka-
pidao.
Era Ncxv-York corra terem sido substituidos os
generaes Meado e Bragston Bragg, aquel le pelo
genaral Sedgwick e este pelo geueral liardee ; al-
guns, porm, nao crem nellas.
Liac.oln, em sua mensagem na abertura das c-
maras, sustenlou a emancipacao dos escravos, de-
clarando continuar em boas relacoes com a Franca.
Loso depois desse acto publicou elle urna procla-
inacao offerecendo amnistia aos confederados, se
quizerem entrar em obediencia confederacao.
A questo de alislamenlo, tanto no sul cmo no
mirle, tornavase vital, chegando j 600 e 700 os
doUars olerecidos por cada voluntario.
Mea ico.- As noticias cada vez sao mais contra-
dilorias, pois que as do orgo official do governo
francez do as cousas alli marchando do melhor
4oe meta eslados que" me affaslei da^uolla" ienda. 12?S^SS^LSS T.llt'TZ'
O meu maior desejo poder entrar ZZ m^SSSZ Stf SSL SSSJSS.
novamente e poupar aos meus povos faciificios
4|ue o sea patriotismo acceda, mas con os quaes a
sua prospehdade padece. Devemos fr HM ipres-
sar o moMiento de realisar a paeiliiag.io geral das
queaies qvie agitam a Europa.
< Demonstra a experiencia que as verdadeiras
ondiooosdooocego do mundo, nem se ene< ni rain
tu iinmobilidade impossivel, nem na inslab lidade
do combinaooes polticas que cada geranio seja
chamada a destruir e a construir de novo, .i von-
tade das paixoes e dos interesses do non ento ;
mas antes se encontrara na cirrumspocc:) 1 ratiea
^ne impoe a cada na o respeito dos direlton esta-
tieleeidos e aconselha a todos as transaccOes acces-
sorias para conediar a historia, que um legado
indelevel de passado, com o progresse, que ti urna
le do presente e do futura.
Mesas eondiedes um leal accordo ontre os
soberanos, sempre se me figurou dcseiavel. Terei
grande satisfaco de que a proposta do vis-a ma-
gestade possa alii conduzir. Mas para que se rea-
liso pratcanienlc, austero asseutincnto das nu-
tras potencias, o para obter este resultado julgo
ndiipeosavel que vossa magestade euaoelaca
previamente as questoes que, no sen entei d r de-
ven) fazer o objecto de tun accordo, e us bases
sobre as quaeS poder fimdar-se.
Posso em todo o caso asegurar que o Qm que
se propoe, o de chegar sezn graves (mmo^oes
pacificacao da Europa, encontrara sempie em
inim vivas sympaibias.
Aproveitoao mesmo lempo esta occasiajpara
reiterar a vossa magestade o protesto de all con-
sideracSe e sincera amisade com que sou, 61. meu
irmao, da vossa magestade, bom irraao.'nm-
2.a Do imperador da Austria.Sr. meu ir-
mao.A carta que V. M. roe escrev<;u en) % de
novembro pede a aun ha attenco sobre o oslado
precario da Europa, e sobre os perigos quo dalii
podera resultar; e propde-rao regu&r o pr;seote
assegur.ir o futuro em um congresno.
Este procedimento dilado vossa magesta-
de pelo desejo sincero de affastar to mundo as
calamidades que nroduz a guerra. Conservar e
assegurar Europa os beneficios da paz, preser-
vando de todo o accordo a honra e a dignidade
dos paizes que governamos, tal deve ser con 1 effei-
to, urna das nossas constaates preoecupaed >s. Tal
tambera o meu ardente desejo, e, para eonse
guir um (ini semelhante,
contar sempre com
< Guiado por
cienriosamente
considVrei prime.. =
projectode vossa magestade reuaia todas ai con- ?a!g.ados sec,"os' .dlsPon,ve,s.
cupaco faz conter os senlimcntos de nacionalida-
do. que aluda aniraam aquelle povo.
Segundo essas ultimas o general Bazaine, que
substituto ao general Forey, pede um reforro de
50,000 homens para acabar de debellar lodas as
resistencias.
Era Franca de dia em dia cresce a opiniao con-
tra a oceupacao do Mxico, o que pe em serios
embarazos o governo franooz.
Portugal.Em Braga houvcraiu grandes feste-
jos, por occasio da chegada alli do Sr. Alves Puf-
sos, professor do lyceu, um dos chefes da revolta
do anuo passado, que foi amnistiado por occasio
do nasciuxnlo do principe real.
Corra como certo que o governo pretende pro-
pr s cmaras a liberdade do tabaco.
Fallecen, em Coimbra, o Exm. Sr. Tiago Horta,
ex-ministro das obras publicas o vire-presidente
da cmara dos deputados na ultima sessao legis-
lativa.
Dentro em poneo deve ter lugar a reuniao das
cortes.
Acerca do commercio eis o que culhemcs dos
jornaes:
Havre, 20 de dezembro.
Algodao.as pouco imfiortantes transacyiies
ne-ie artigo,eoulain-se 160 balas da Parahvba ven-
didas a 330 fr.
Assucar.Nao durou muilo a reaceao que nota-
mos na nossa precedente revista. A alta continuou
i esta semana, c as transacees foram do alguma
importancia. Meacionarenios a venda em leilo
PERHAMBGO
REVISTA DIARIA.
Na forma do respectivo regulamento, abrem-
se hoje os exames de preparatorios para a matri-
cula do Curso Commercial Pernambucno," a qual
lem de encerrar-se no dia 13 do futuro me#y
Aha-se na administragao da pri riocia o
Exm. Sr. commendador Dr. Domingos le Souza
Leao. a
Na quarta-feira ultima suicidou-si por into-
xica^ao de arsnico, um caixeiro da c.i dos Srs.
Henry Foster C
Chamava-se Amancio Clemente des Santos, de
cerca de 30 annos de idade,portugnez de naciouali-
dade, e casado.
ConsU-nos qoe em dias da festa foi assassi-
nado na porteira do engenho Caxang, reguezia
da Esrada,um morador do mesmo engenho por um
individuo morador para lados do Bonito; e que es-
te evadio-se sea salvo.
Nos informara lambem, que pelo mesmo tem-
po dera-se urna tentativa de morte em um propie-
tario das immediacoes da Escada com Serinhaem,
sahindo anda elle ferido. Ignoramos porm quaes
tenham sido as providencias dadas para punicao
deste crime.
No dia 31 do corrente ter lugar nos Arrom-
bados, em Olinda, a festividade do Nossa Senhora
das Necessidades, em a sua capcllinhaalli erecta.
Levantar-se-ha a bandeira na noitc do dia 20,
e acompanhad pela maioria das senhoras residen-
tes alli e das que ora passam a festa em Olinda,
sendo seguida por urna das nieihores bandas inar-
ciacs.
llavera novenas, as quaes sero cantadas por
mocas e acompanhadas piano e por orcheslra.
Em vista das razoes apresentadas pelo enge-
nheiro fiscal da obra da ponte nova do Recife son-
veio a presidencia em que osse alterado o respe-
tivo plano, dndose mais 2 ps de altura uas ca-
beceiras da mesma ponte, por assim convir ao
anerfeicoamento d'aquella obra, ser indispensavej
a navegaco de peimenas embarcaeoes que por alli
tramitan! e nao exigirem os empreiteiros indem-
nisacao alguma pelo excesso de trabalho que d'ahi
resulta.
Foi approvado pela presidencia a deliberafao
que tomou a diivrco da Asseciagao Commercial
Benclicenie de fazer retirar da Caixa Filial nesla
capital alim de ser convertida em apolices da di
,--ivida publica a quantia de 61:249^174 rs., quo se
t}~\ 4,las' ** batcos Maroim avariad,>. fr- achava alli depositada, proveniente da subscripto
* a z-t. agenciada para a eonslruccao do um asylo de men-
Cacao.-Duas pequenissimas transaccOes se fi- dicidade nesta cidade.
zeram nesta ultima semana. Trinta sacras Para a | Mandou-se por em liberdade os recrutas Jos
r._74os 50 kilog., e 40 saeeas Babia a fr. 58 dito. Luiz, Izidoro de tal o Manoel Alexandre por serem
a quinzena entraram 4251 saeeas do
Durante
Para.
Caf.Transacees regulares. Os precos sus-
tentam-se.
Algumas vendas tiveram lugar no do Rio nio
lavado de ir. 81 a 86 50; bem como no do Cear de
fr. 82 50 a 83 50.
Nao temos a mencionar nenhuma importaco.
Chifres.Sem transacees.
(iouros e pedes.Bastantes transacefes se rea-
iisaram durante o periodo d'esta revista. Mencio-
naremos as mais importantes : 6100 couros seceos
do Prata, de fr. 7 50 a 106 os 50 kilog., segundo o
Em leilo
trabalhadores da estrada de ferro.
Permittio-se aos professores de instrueco
elementar do i.* grao Joao Fernandes Vianna, e
Virgilio Vieira da Costa Pinto, este de Tamandar
e aquelle de S. Vicente permutaren) entre si as
respectivas cadeiras.
Acha-se no exercicio do seu eroprego o juiz
municipal do termo do Bonito bacharl Francisco
Jos Fernandes Gitirana, a quem se roncedeu
nma prorogacao de 2 mac para a apresentaco
do seu titulo.
Tambem se concedeu 3 mezes de licenca
com vencimenios ao chefe da i.' seccao do consu-
lado provincial Theodoro Machado Freir Pereira
da Silva para tratar de sua sade.
O vapor inglez, portador da mala de Soulhamp-
ton, no corrente ra o Oneida, que devia par-
tir 9.
Ao porto do Havre chegaram : 6 do passa-
dieoes que me aermrttissem esperar um resultado ^rnb'm) nuvea Iguuias vendas de Buenos-A y res, do, a barca franceza Ville do Boulogne, proceden-
conformeaos vossos e aos meus desejos. !^^P?e'1,',S?V__l _^" Ja_ne,ro' R.10 <,rjinde. P?rnam" e io Parj e '. t,rir"? francez Amtral Hame-
! buco.Pelles venderam-se algumas partidas de
O ex.to de qualquer empresa depende quasi vitellas do Prala, e de cavado seccas e salgadas da
sempre da maneara porque a tratam e do plano mesma procedencia,
arayado. Tanto mais diflicil a eniireza e recia-1 Receberam-se 2091 couros seceos do Para,
ana o concurso de forcas e vonladea di.ersas, Porto, 24 de dezembro.
Juanto mais se torna urgente que todos ce enten-! Agurdente.Foi muitissimo limitado o mov-
ame lar ament sebre o ponto de partida, que ment n'este artigo durante esta quinzena.
Un, procedente do Maranbao e Para.
Sabiram do mesmo porto: para o Maranbao
e Para, a barca franceza Ffrur du Para, i 13; e
para Pernambuco, a galera franceza Adle, 18.
0 vapor franeei Gueme, conduzio seu
bordo da Europa 102 passageiros, sendo : 3 para
! Pernambuco, 12 para a Baha, 46 para o Rio de
procisem o lim e os meios de aceo que se tem As eotacSes conservam-se seni nenhuma alte- Janeiro, 5 para Montevideo e 34" para Buenos-
em wsla, e que determinem, emum, antw.pada- racio. lAyres
mente o eaminhoque se deva seguir. Esta con- Imnortaram-se 144 pipas pelo vapor inglez Ale-] mo tempo nos mares europeus e um des-
oicom, parece-me, importam essercialmente ao xandre, procedente de Glasgow. arranjo na machina, foram os motivos da domora
xito da obra que vossa magestade desoja tentar e Algodio.O mercado foi supprido com 160 sac- do Gueme
Kllt^aSl* i"0 coyv,da- Antes de me associar.' cas pela barca brasileira Brilhante, e 4.'i7 ditas Te ve hornera lugar, com assistencia dos Srs.
^L?^ ^ e,!,a^ecld*, ^f""6 ,:crlos Pela ,arf Flor pontos preminares. Desejarla conlieeer rom al- Maranbao: e 75 fardos pelo vapor Custiliun, de da 2.'da vara, Francisco Leoprtdino de Gu'tnao
guma vremao as bsese o programla das deli- Liverpool. Lobo, promotor publico, e Angelo Henriques da
Mraeoes do congresso que devera inaugurarse. Venderam-se 40 sacras do procedente da China, Silva, presidente da cmara municipal, no naco
.^l iaati',rec.lsamene osa.sumplosque per via de Inglaterra de 420 a 440 ris. desta, a reviso dos qualilicados para jurados,
-^"8^odeva examinar, resolvenco-se a direc-, Pelo do Maranho pedem os possuidores 560 procedendo-se a ellminacodosque nao se acliavam
aJ a **" SseU5 lr.al'alll0s. evitar-se-hia ris. as condlces de se-lo; o que era por certo demui-
a aiscuss.10 de imprevistos obstculos, que pode- Do algodao importado pela Flor da Maia do Ma- ta conveniencia.
r.iri.,na.rrJ*<'ar u.d<> t aflasla',-so-liiam problemas ranlio, 200 sacias foram para a fabrica de Vizella Amanha correr a lotera no lucar do cos-
pero>ose quasi insoluveis, que, surgindo inopi- o 200 para a do Sr. Pereira Magalbes. lume.
cl,.,w^ ><'r,oenv,cnenariam cs (Macs e Kicam en. ser para o consumo do mercado 35 Passageiros do vapor francez Gitininf, vindo
mr-i ni, "0Va* coml,llcaCies' em Vez dl! aPla" sancas d Maranho e 210 ditas do da China. de Bordeaux e portos intermedios:
',i exiU!|n. Assuiar.Os supprimcnlos durante a quinzena Eduardo Alexandre Burle e sua senhora, Lottise
1. mn^ai'Ks!.',',e eslas consideracoes -le mui- foram : 383 feixos pelo Fortunato, de Hambur- Lasne, hs Rodrigues da Silva c Antonio Jos Pc-
,VSlMI d,' d.e mereeeie-n a sttencao go, e 76 caixas pelo Henninio, de Undres. reir Reg.
^nrarriL.! S l,rJnr|Pe dc Mettern.cli esl As IratwaeflM no meiieiona.lo periodo foram in- Reparticao da NUCU !
damen e a r.f form,ular ma'. circuimmcia- signilicantes, e nicamente para o consumo. (Extracto da parle do dia !4 de Janeiro).
rZ. mil a ir ,,enevolenna 9 a coi.lianca: Para reexporlacao nada-pe fez porm das tran- Foram n-colliidos casa de deicncao no dia 13
'm..n!,a',. ,J?- ||,V81wn>Pro P<>r hn tes-; aacoea feitas anteriormente reex|MTtaram-se pa.:i do corrente :
.mnnnar ao meu enibaixador, espero quo Kitita- Londres 27 cunhetes e 100 saceos pelo bnguo A'ordem do subdelegado do Recife, Miguel de
UM POUCO OE TODO.
0 Sr. Armando remelle-nos as suas
.notas ti LAPIS..
Vil
Restos de presepe. Inconvenientes da curiosidade
e dos charutos.
Hontcm queiraou-se a lapinha da visaba :
Adeus, meu menino,
t Adeus, meu am;
' Al pera o auno,
So nos viva f.
Era te o que se ouvia no alarido da azafama.
Ora I vamos outra cousa. Isto de presepe de-
vo ser lo velho, como o christianismo. O que ser-
ve novidade.
Sabem que vou muilo mal 7
E' certo.
Nem dinbeiro, nem charutos, nem livros para
! lr.....I
Isto bom para o Casusinha qne tem sempre
, imilla china. Aquelle que um prximo feliz.
E forca confessa-lo algum charuto ma-
gro, que bei queimado nestas paragens to esteris
a tabaco, devo-o elle s o bom anota, que
clieira mbar, como o lenco da sua namorada,
i que j l vai.
Tambem as namoradas que se Ihe vaosou ca-
paz de jurar pelo que digo nao Ihe fazem a me-
nor inossa no coraco elstica
I Anda u'aquelles primeiros dias da separaco
, do verbi gralia elle simulava-se todo ferido
! de saudade no adro da cathedral engendran-
do versalhada grussao o mais que se segu.
Foi, porm, fro de razoes passou para voltar
a febre ardente e consumidora. O coraco agora
; -lho um vulco os labios riemos olhos se ex-
: pandera 110 co cerleo e lmpido nos creps-
culos nubferos as alvoradas ridentes nos
olhares das mocas das ras de S. Bento e Vara-
[ douro.
Oh I Lovelace de primeira forca, s um dam-
< nado 1
Ha pouco encontrei-o n'aquelle seH andar por
: escala.
! Oh I aquelle ? ... Oh! Casusinha TI.. Que
fim levaste ? Quem to feliz que te ponha os
olhos em eima f Vem. Quero sentirte o contacto,
palpar-te, para convenrer-me de que anda te nao
deslizesle em neblina. Vem.
Hornera, eu seu o mesmo; nao alterei ainda
o mais insignificante habito. Fumo, namoro___
A' proposito : tens um charuto ?
Chegaram-me hoje dez caixas da Baha.
Veuliacesse roana balsmico, refrigerante,
que os pululos j me nao jogam, pelo peso das
salivas accumuladas. Olba : desde que deixei de
vr-te, que nao fumo.
O que ? I
E' o que te digo. A quebradeira cerrou-nra
os queixos, como mordaca daquellas dos ro-
mances de -A-.-ttuinaspiiai.
Cora effeito. A quebradeira urna mordaza
horrivel, posta, nao nos queixos do individuo, po-
rm nos dous beicos da algibeira, que nao ha de
entrar ahi o menor saib de cobre.
Dmos-nos os bracos e passemos.
Conta-me a tua vida destes quatro dias lti-
mos. Ests bem nutrido, bruido epiderme ar-
rebicada abdomen crescido, retumbante altiso-
nante
Sabes que devo toda esta estranha meta-
morphose f
Vamos a saber.
A' um novo naraorico.
Ah I Sim t
Ora I Foi um haver. Alli esto encerrados
todos os fabulosos thesouros de Creso.
Que dizes ? Feliz !
Feliz, como nao nenhum frade de convenio
e refeitorio. Toda a noile cha suceulento, reunios,
partidas, brinquedos de prendas, passeios, doutor
para aqui, doutor para acola. Nao fazes idea. Urna
consderacao immensa I
Ensina-me a vereda que va ter esse dem
de gozos.
Qual I Monte-Christo ninguem ensinou o
roteiro das suas riquezas, o roteiro do abbade
Fana. Nao te adujas, meu rapaz, que algum dia
has de dar com o Sezamo, ubre-te das Mil e
urna Noites I nigo-t'o eu.
Consolo triste I Mas ento ?
Nao avadas, meu raro, nao avadas nem n
summa Nao avadas, nao avadas 1 E' exacto; nao
podesde modo nenhum poders avallar I
Mas-----Vamos por partes.
Quaes partes I Isso nao se conta assim em
um passeio. Da um volume 4* francez enca-
dernaco chagrn quairocenlas e cincoenta o
sete paginas I Eu preparo-me para metter esses
pormenores em um grosso in folio. E' a mioha es-
peranca litleraria.
Tu queres que eu te diga urna cousa ? Esl-
me parecendo pilheria tudo laso I
Duvidas de mira f
Homem, tu mostras-me um tal prisma...
Podes crr. Pagodes, comezainas, dancas, j-
gos, etc., etc., etc. Acabaste j o charuto quo te
dei T Fumas, como um Clnm toma opio. Toma
outro.
Porm, Casusinha, dize sempre alguma cousa,
que me inteire do que alli vai menos vagamente.
= Pois ainda queres em memores termos ?
E nu desta vez.
De que te ris ?
Odia para li o vers.
Seria alguma cauda que a beata mandou
pregar-me no paletol ?
Reflecte sobre o papel que tens representado.
Homem I Oh I .. Diabo I Parece-me que
estou comprehendendo. %
Tu havias de pagar-me o me haveres intro-
dluido as tuas notas lup,s, a dar embigadas as
beatas da S e nos velhus de largos abdomens !
Estou vingado.
Conheci ento que, pretexto de toda aquella
moxinifada, alimentada por dous charutos e pela
minha curiosidade de folbetinista, eu havia servi-
do de moleta ao Casusinha. 'Era j a decima pri-
meira vez que passava pelas ras de S. Bento e
Varadouro.
Toma nota desta para as tuas notos disse-
ra e COm iuleiico.
Sera duvida. E ba de ser para sexta fe ira
prxima.
Porm, pelo proprio Christie, que o marreco ha
de pagar-me I
Extrahimos os seguintes versos, que na corte
acham-se em msica compondo nma modinha.
VIGILIAS DE AMOR.
Acorda, desperla, levanta-te, virgeni
Que a la ja brilba nu raeio do co ;
Esvaem-se as flores aos beijos da brisa
E as ondas se eufeitaiu de lmpido veo.
Que ameno silencio I
Que imite to bella I
Se dorraes ainda,
Desperla, donzella.
Vem, corre, depressa.. .meas bracos te 'speram :
Depressa nao temas ten leilo deixar,
Que os anjos, que os ares perlustram cantando,
Teu leilo de virgen, bem Babem guardar.
Quo ameno silencio!
Que noitc lo bella I
Nio tremas de nudo,
Nao tardes, donzella.
Vem ver sobre a relva de perlas um telfo
De pe 'las lie puras, que eega o tulgr
Sao lagrimas doces, que em temos enlevos
Os genios da noite derramara de amor.
Que ameno silencio I
Que noite tao bella I
Meus rogos atiende,
Formosa don/.ella.
Vera, quero estreitar-te bem contra o meu peito,
Dizer-te, era segredo, rail cousas, que sei,
E em paga smente dos labios ouvir-to :
Dorraindo e sonbando eointipo sonhei.
Que ameno silencio !
Que noite lo bella '
De amor as delicias
Vem dar-me, donzella.
O Sr. K. Vallo remette-nos as suas
NOTAS S NOTAS.
I
Todos leem esenplo as suas notas.
l'nsnotas a Lipis ; outrosnotas tinta ; ou-
trosnotas .....deitam-lhe em seguida uns pon-
tinhos, que, postoaem btoeos muidos e reduzidos a
expresso mais limpies, saonotas nada I I
Todos as tem escrpto, verdade ; e como nao
seja eu o mais feio de todos, por cssa razo e pelo
mais que dos autos consta, vou escrever tambera
as minhas notas, e porque o que ha de mais doce
e aprazivel o sabor da novidade, escreverei
olas s notas!!
Agora, sim, sou cu um grande; e como diante das
sociedades modernas tenba expirado no leilo da
decrepidez o latinzinho do velho mundomlul ik-
tum est. i/iwd non sil jam dirtum prius, peco venia
aos seuhores das notas, para com o devido respei-
to apresentar embarp ie teretku aos seus artigos
e artigos de preferencia ao seu bom gosto ; e como
nao seja isto materia de aggreto, reeebidos os em-
bargos, prepareiu-se que lii vai obra.
Isla preludio, e por alu nao pensem que eu
irei mui longe, porquanlo eu c sigo o preceito do
meu amigo o velho Horacioalo brevis et plcete.
S Ibes pos>o allii inar uina cousa ; dizer sem-
pre a verdadepor isso que dizemos livros santos
veritasest inura duum pal triam testium ; e eu
fallo pormim, por minha consciencia, e pela senhora
minha critica.
Agora, Quintes, permitti que eu diga alguma
cousa acerca de Olinda, si quid est in me imjenii,
quol sentio (uam sit exigitum '. I
Eu eomecarei, si roas plait, a fallar dos dlver-
timeiitos dessa ainavel capital, e com toda a inge-
nuidade de coraco irei pitando, ifyon please as
variadissimas pbases porque temos passado, at
que os seus habitantes exclamen) enfurecidos,
quousqae tndem abutere pacientia nostra f
Ecce appropiniu(tt hora ; vou comecar.
Lina tarde; e que tarde Les zephyre soufflaient
doucetnent por enlre as palmas dos coqueiros, re-
petindo era soluco o canto merencorio das aves,
que era trilos maviosos davam adeos tarde que
expirava em desmaios as sombras do creps-
culo.
Le soleil jetant ses demiers rayons, dourava ape-
nas com friso fugitivos as ultimas folhas da cora
dos montes.
E o per lu ne que se exhala va das faldas das co-
linas, fazia os espiritos tomber dans une icrisse.
Ento eu vesti-me foul < fait. Calcas Quintel,
paletot Daumery, cllete a Pinelie, botinas I
Mellier e luvar a Jouvin, e eis-me tofo foro, tota
urbe vagare.
Cbeguei a Olinda, era urna perfeita pantomima. |
Alli chora-se e ri se ao mesmo tempo. Um Ue-
raclito um emocrito.
O cynismo, como que de proposito, transpondo
os mares dos bretdes e dando adeos lgubre In-
glaterra, abri as azas por sobre a ve Iba, queja
erguendo a fronte, e exttico jaz em somnolencia.
Nao ba sociedade, o como infeUce chi aora la
tubmilad della con/ksiuiui, por cssa razao, povo
de Olinda, tenha paciencia e ourx
Olinda urna pantomima porque os mocas vao
ao bando de luvas, e s dansas sem ccroulas ;
igreja de chapeo e em corpo, e s partidas de ca-
poto e enfeite ; as festas entera calor e fran-
zera-se, as dansas lavam-se de suor e riem-se. E
nao nos riamos nos disso II...
As vezes o cynismo tal, que por cynismo vej-
me forjado a repelir este versinho :
Ah I llorar llorar? no puedo
Ni ceder mi tristura,
Ni consuelo m amargura
Podr jamis encontrar.
As mocas na maior parle..., benza-rae Dos,
sao bem sem graca; oulro tanto podero ellas dizer
do filho dc minha mi ; mas que ellas o nao co-
nhecem.
Le monde marche, dizia Pelletan; mas Olinda
marcha para traz ; vade retro, digo eu agora.
Agora s estou a espera do vapor do sul, porque
nelle ha de sera duvida chegar o decreto da apo-
sentadoria das megas ieias; e enlo talvez eu possa
passciar melhor em Olinda.
J nao posso continuar, da outra vez conversa-
remos melhor.
O que segu extrabido :
o eoiug.u.'.
No mel de um pequeo mundo,
Vivo, e faco viver,
Pele espaco de mudos annos
Sem agente intrnseco,
E sem artificioso instrumento ;
Em mim se acha o movimento continuo,
E deixando de bulir,
Tudo o mais flca parado
Suramamente sou necessario
Mas quem de mim necessita
Nunca me v, nem me vio,
Nem me ver em nenhum tempo.
Sem ser cruel sem ser tyranno
Amo o sangw, e o derramo,
Para o largar o reeebo,
Para o receber o largo,
Com esta alternativa o conservo.
Sou pyramyde as avessas,
Com a nouta para a ierra,
Olha a base para o co,
Onde tem seu assento.
Sendo eu lo obrigado
A ir sempre bem direito
Naturalmente me inclino
Para o lado esquerdo :
Da que deve-rae proceder
Tanta iniquidade no mundo %
Sem sabir do men lugar
Cada instante o mudo,
E em pequeo espaco
Muitos contrarios agasalho,
Medo, valor, tristeza, alegra,
Ira e mansidao, amor e odio.
Tenho irmos infinitos
Irmas nenhuma tenho
Que nem por nome quero
Parecer afeminado.
Sem vaidade o digo
Sendo na substancia pequeo
E nao fallando em espirito
Eu sou a maior cousa
Do mais admiravel compostov
O AKKL.
Tive principio e Uve lim,
Mas no estado em que rae vs,
Por onde coraeco nao sabes,
Nem sabes por onde acafco,
Adorno ao que prendo,
E sem oITcusa da liberdade,
Ao un u hospede aporto.
Sou parle de urna cadeia,
E so me do a desposados,
E" porque o primeiro dia
Do mais feliz b) mineo,
E' principio de capliveiro.
A FOLHA DK PAPKL BSCRIPTA.
Em urna planicie mais direila,
Que as folhas da acucena.
Apparecem militas irmas,
Que sera citaran de nejo
Andain vestidas de luto.
Este campo to ferlil
Que ten sol e sem chuva,
Nelle logo se v nasccr
O que nelle se semea.
Andam por elle Apollo,
As Musas e Minerva,
E na superficie capan
De cousas muito fundas.
Todos nelle tem lugar
Viras, ausentes e morios,
E para todos igual.
Olanlo nui- branco
ET menos para visto;
Smente da para entender
Quaudo se faz escuro.
PUBLICARES A PEDIDO.
lo Lim. Sr. ministro da guerra.
l'm faeto revollaate acaba de dar-se n'esta ci-
dade, ijue a todos encheu da mais pungente cons-
ernae.io, a que reclama do Exm. Sr. mini-tro .-
mais seria, a mais enrgica e prompta providencia.
Apopulaeo inteiradota cidadeacha-.-e non
horroroso estado o direito de propriedade a o di-
eito individual esle completamente postergados, e
por quem devera ser a sua mais forte garanta.
O corpo de guarnicao desta cidade, salvas mui pou-
eas boarosas excepedes, i a inimigo mais terrivel,
que tem o cidado pacifico e honesto.
No dia 21 do mea prximo passado, traicocira c
mlseravelmento, fora - meia da noile, no becco da Companhia desta cida-
de, o ex-cadele d'aquelle corpo Jom: de Carvalho
Cesar e segundo voz publica, unisona, e con-
leste, por dous soldados do rori de guarnicao, a
mandado do Sr. alferes Lcopoldiim, com isseti-
inento previo do Sr. coronel Ernesto. () Sr. Cesar
0 um 111050 de vida recolhida, de excedentes quali-
, filho de nma familia Mseata, de procedi-
mento cxcmplar, ed-ee a son rosaetto a eirea
tancia de ser una enanca inolensiva, de coin[dei-
cao debilissima, o que atiesta a requintada miseria
e perversidade de sens malfeitores, que o manda-
ra m esbordoar, ou melhor, assassinar por dous vi-
gorosos individuos, e Iraiefm.
E voz publica, nao Bouleetada, que a razo mo-
vente desse servil attentado fora o ter attribuido o
(oronel Ernesto ao Sr. tesar uns escriptoa publi-
cados ueste jornal, em que se dava scieocia ao pu-
blico de alguns fetos d'aquelle coronel, e de al-
guns ollleiaes do corpo; e tambera por ter u Hr.
l*sar, segundo couslou ao alferes Leopoldino, em
virtude de insultos receidos deste, chamado-o |de
cabra, o que muito olfendeu ao Sr. alferes.
Circuinstancias que esto, e que j estavam em
publico, provam exuberantemente, que dou* sol-
dados do corpo de guarnicao, o alferes Leopoldino
Evangelista Parahiba, e o coronel Ernesto Emilia-
no de Medeiros foram os autores do facto de que
tratamos.
O Sr. Cesar j tinha recebido aviso de que con-
tra elle se projectava tal attentado; e n'este senti-
do o >r. Jos Maria de Carvalho Cesar, seu pai ti-
iiha mandado a esia typographia um artigo em qne
1 ava sciencia ao publica e as autoridades de o
horrivel projeclo responsabi usando o Sr. coronel
Ernesto pela sua realisaro ; e dando ao mesmo-
tempo a razo que levara a este a conceber to hor-
rivel idea.
A pedido, porm, de amigos, que sempre enga-
ados suppunham o Sr. coronel incapaz de prati-
car o mais infame dos actos, deixou de ser publi-
cado tal artigo.
A traduccao d'aquella idea em facto ao se fez
esperar; no dia29 do passado mez ella se deu.
E teriam aquelles sicarios procurado dar sim-
plesraente eacetadas no Sr. Cesar ? Nao.
O facto da ma'neira por que foi dado, pelas cir-
cumstancias qusacoinpanharam, mostra mui pa-
tentemente, que se nao foram assassinos que pro-
curaran) tirar a vida aquelle moco eram homens
perversos e desalmados, a quem pouco mporlav
que d aquelle acto se seguisse morte ; o que pe-
dera fcilmente ter acontecido, se nao tivesse elle
podido evadir-se das mos de taes lodividuos, que
s o abandonaran) qoando em sea soccorro vie-
ran diversas pessoas.
Entre Unto serios recejos ainda acompanhara ao
padceme ea sua afflictissima familia, que nao so-
Lrevenhaa morte, a vista da gravidade dos eri-
nonlos, que anda um momento de socego nao de-
ram ao offendido ; tornndose ao contrario, mais
perigosos, cada dia que se passe. Parece que foi
liem revelada a intenco, que era tempo ser apre-
ciada I
E se isto exacto, forca confessar, qne sao as-
sassinos miseraveis e rommuns, a quem fallando
a coragem para acrommetterem de frente a sua
victima, aproveilando-se de sua falta de forca", e
protegidos pela sombra da negra traieSo, alterna-
ran) roubar-lhe a vida.
Quem quer que fr o criminoso Oque desde ja
liem sciente e prevenido que o Sr. Cesar ha de ter
plena satisfaco, completo desaggravo, do que aca-
ba de soffrer.
E questo que nao diz s respeito ao Sr. Cesar a
a sua familia ; mas afferta mui de perto a te-Ios, a
1 oralidade publica ; o que todos devera n'ella lo-
mar parte, a fim de qoe nio passe desapercei
c- ficarmos lodos garantidos em nossos direitos indi-
viduaes, evitando a repeticao de taes Tactos, que se
poder daro amanha sobre qualquer pessoa.
( Do Jornal dti Parahiba de 10 de dezembro Je
1863. )
I HA I V4.ltIM %
A' prematnra norte ala Bi
%v.i. D. Zeferina de Brida
sos, mu digna esposa do lllsat.
Mr. (cnrntr-coroBrl4o* Mar-
tlnlano Fonfanellea.
J nao existe a esposa terna, a mi caris
c anjo prolector, cojo coraco jamis foi savia i
voz do mendigo 1 Quando ainda na primavera do
puro e casto amor matrimonial, quando as suas
forcas mais se vigoravam, qoando a naturoia Uta
sarna nos labios dc seus innocentes Olbiakos c o
luturo mais brilhante se Ibe mostrava, guiada
finalmente elevara-se a urna posieao, que una a
gloria e o orgulho de sua Ilustre familia, a ioea-
oravel parca roubou-a aos bracos de seus|pais, que a
idolatravam ede um esposo que a adora va, deixan-
do urna orphandade em numero de oito iaaocraii,
fructos de seu santo amor.
Oh I morte quem te cuthorgoa poderes taaose-
[ara arrebatarnos objectos lo charos in t
Deus, quo profundos sao os leus arcanos t Coca
sentenciar podes a um ente, que se insania 1 a
arvore, cuja verde folhagem serve de abrigo a to-
1 os quantos a ella se chega T que uza thesuor
dc virtudes e honestidade ? e qne finalnva
como que urna iterla, como gue um oojocto sa-
grado que serve para adoracao, de adoxirafo
satisfaco a todos os seus T porque era om asaa>
o os anjos s provisoriamente habiaaa este aado
de corrupeo.
Que ella goze para sempre, Senhor, da niia
de teus eseolhidos, e seus lacrimosos pas, iariaan
lavel esposo e queridos irmao*, qneiram aceitar
estas linhas, como orna lagrima sauduta, canuda
sobre sua campa em lestemunbo de aoaso asaaav
do sentir.
Olinda, 12 de Janeiro de 1WV
S.C. Rnent Filho.
Anaeahulta peldoral de
Urna simples tosse pode chegar a ser asortal so
nao se ataltiar tempe, porm evitar plelameiile o perigo fszeodo se oso iaidii
da anacahuila peitoral de Kesao, a sai aaaaaaasa
a sua benfica influencia faz ceder raadaaataet a
irritaclo dos pulmes e garganta, e rastaeilitu
sua aeco vigorosa, regular e sauoavel.
Os que dizem quo a asthma iarura*ol osossO
se engaara. Esta forlilicaate eumouMcio vejreul
-ubjuga essa afOicliva molestia ainda meso (Jasa-
do debaixo das formas as mais ob-unida o aa>
gravantes.
As anginas nunca terminarlo era broacastes. o
tosse em phtysica, nem a rouqunlo eso
se desde logo de seu principio (orein auihaekt 1
este balsamo vegetal suavisador e slau*o: <
benficos effei tos sao promptameate aotaaoa aa
enfermidades dos pulmes, dos vasos brusataaoo o
da plcuja.
Pode se adiar venda em todas as boticas o lo
jas de drogas.
COMMERCIO.
NOVO BANCO
M
SKI\IvUIH FCII
O novo banco de Pernambuco convida
dores das m.i--as fallidas de Mes-pula A Boara, e
h'ianci-eo Antonio Corma l^inlo-o a aprevara-
rein saus ttulos no banco para s* prr a rev
poetiva vi 1 un ai o ate o da l do correle jaori-
10. depois do qoal se proceder o divideado
ttulos que estiverera verificados.
<
aajaoaMOMK''


Diario de Pernambneo Hexta fefra 15 d Janeiro d i*i.
! social de Josd Moreira da Silva Mo Jos da Silva
V
\
i
J
Rendimento do d.N a*". ***.. 16:533*040' '^^f^^t^i^^^Sx
dem do lia 14................. 47:690:til a. ". '**** da Sllva ^'!lar ^Ja "'
_________so ultimo pode usar, romo nico respoYiwvel;
213:223*353
linimento da alfandega
Voluraes entrados com fazendas.
com gneros.
Volumes sahidos com
c c com
fazendas..
gneros..
145
194
~94
468
3)9
532
Oesrarregam no da 15 do Janeiro.
Brigue inglezioanila pedra, comento e carvao.
Brigue inglezArtisticmercaduras.
pode
devendo dita sociedade durar dp 4 de outul'fo do
anno prximo lindo 4 do outubro de 1863, com o
capital de 2:482*221 fornerido pelo socio eomman-
; diario Jos Moreira da Silva om gneros, arma-
rio, etc., existentes no estabolccmento social.
Secretaria 9 de Janeiro de 1864.
Julio Guimaracs,
Olncal-maior.
Correio.
Pela adminstrxcao do correio desta cidade so
fa.: publico para fins convenientes que rm virtude
Araoljr-
O hiate Sania Rita tem parte da carga p.'ompla:
para o resto, trata-se com Tasso Trraaos, ru *
Amorun n. 3o, ou com o mestre no trapiche do
algodo.____________________________________
A barca Limo 1 sahe para o Porto era poucos
dias, por leniuasi prompto o sen carregamenla :
para o resto e passageiros, -trata-se com os con-
signatarios Carvalbo & ogueira, na ra de Apollo
Damero 20.
liKll.AO
DE
'ni {grande sobrado de mu an-
dar na cidade do Araeaf y.
O agente Almeida far leilo requer ment dos
administradores da massa fallida de Seve Filhos
A C. e manu'.ado do lllm. Sr. Dr. juiz especial du
coinmercio, de nm sobrado de um andar com 3.'
Para Lisboa segu rom brevidade o brigu
portuguez Actioo, eipitfio Augusta Wenceslao dos
Santos ; este navio tem parte do campamento
prompto, e tiara o resto a frete, trata-se com Amo-
>" j'H ..... ("ni lili.' l"ll .....Ulll.l lllll Ull MIIIIMi ,' .- n .,
do disposto no artigo 138doregulamento geral dos rim Irmaos, riia da Gruz n. 3, ou com o mesmo
palmos de largo tendo 3 janellas na frente, na ra m^illar f,or, enucleardo de
- das Flores da cidade do Aracaiy em chaos forei- utermo com e peso de 20 oneas,
c ros cmara municipal de dita cidade. exercicio de Irinta e tantos anuos.
Brigue Ingha-Wf* 0/ (fe /.r.-farinha de trigo, co-reios de 21 dodezembro de 1844, e artigo 9 do cap.tao na praca do commeicio_
HOJE.
a porta da agsociacao commercial as 11 horas ; os
pretendentes podein obter qualquer informarlo do
agente cima.
Patacho inglczGeorgume ferro-
Brigue inglez Liliancarvao
Bina francezaOrean carvJo.
Barca ingleza Revolution -carvao.
Brigue portuguezMargaridapipas e barricas
vastes.
Polaca nacional- -Marinhocharque.
Recebedoria de rendas internas
geraes de Pernainbuco.
Rendimento do dia2a 13........ 6:2104911
dem do dia 14................. 1:049*216
7:2604127
Consulado provincial.
Rendimento do dia i a 13......... 57:87848')5
dem do da 14................. 2:6864126
de:reto n. 183 de 15 de maio de 1851, se procede- Para Porto Alegre pelo Bio Grande do Sul
r o consumo das cartas existentes na administra- segu o patacho nacional ous de Dezembro : este
c.i i pertencentes ao mei de Janeiro de 1893, no dia navio recebe carga para os dous mencionados por-
3 >le fevereiro prximo, s 11 horas da manhaa. tos a um frete commodo : quem quizer carrejar,
na porta da mesmo correio ; e a respectiva lista se pede entenderse no escritorio Amorim Irmaos,
acia desde ja exposta aos interessados.
Adminislracao do correie de Peruambuco 12 de
DE
Janeiro de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Conselho administrativo.
(I conselho administrativo para fornecimenlo do
ra da t!ruz n. 3, ou com o capitao Joao Cbrisosto-
mo Jnior.
I'ma taberna e metade de ama
casa terrea.
HOJE.
a 1 hora em ponto.
0 agente Pinto autorisado pelo Sr. Manoel JosA
Segu com muita brevidade para Lisboa, por
ler prompta a maior parte do carregamento, e bri-
gue portuguez Florinda, o qual recebe o resto da
59:7654221
Maabnrge, 30 df deieabrodr 1863.
Relatorie Commeral.
O mercado tem continuado em nosicao bastante
tranquilla,para oque principalmentecontribuiram
as circumstancias polticas.
Ca/.As noticias, que nos trouxe o paquete
francez de novembro nao foram animadoras; to-
dava o mercado sustenta firmemente os precos, e
nos dias passados houveram algumas traosaccoes
aliares, porm exclusivamente para o consumo
do dia, tendo-se afastado toda a especulado, os
Mipprimi'iitos rnoebido* do Brasil desde o n'osso
ultimo loraui de 10,621 saccas; venderam-se
12,000 saccas do caf do Rio e de Santos 6 V
7 Vi schillings.
Cetaaioa o caf real ordinario do Rio : 6 5A 7
schitlings.
Aburar.O mercado tem estado muto tran-
quillo, e os prefos apenas se sustentan). De assu-
car brasileiro venderam-se 1,000 saccas.
Tabaco.A anima^ao do mercado contina la-
voravel, e os presos do tabaco brasileiro tem-sc
tornado rnuito armes; as ultimas vendas foram
preco um pituco mais elevadas. Venderam-se 947
bailas de tabaco da Baha a 3 ';', 7 >/i schllings. Km
leilao foam vendidas 21i bailas de tabaco da Ba-
bia avariado 3 Vi. 1 "tu ch., e 9 bailas de dito
Couros.Muito firmes; mas n deposito nao offe-
rece essonavenderam-se nos ltimos dias 6,700
.couros di Rio-tirande.
Algodo.Em estado opprimido, visto as diffl-
culdades no mercado mundano de Inglaterra:
tambem nao ha escolba ueste genero. Venderam-se
apenas 25 bailas de algodo do Maranhao 28 >/c
sihillings.
Cc(io.O carao de Guayaquil subi de pr&jo;
as outras qualidades nao solTreram altera^ae.
Na quiueoa passada partiram para o Brasil os
navios :
Abendroth................. Para Santos.
Ilaus Egedc e Dora........ Bo de Janeiro.
Johanna................... Maranhao e Para.
Eutraram:
Do Bie-Grande do Sul..... Conttance.
Da Baha.................. Ana Ckrtint.
Do Bo de Janeiro......... Trena, Clarisse e Trie-
dtrike.
Do Cear--------........... Spica.
Esto carregando para o Brasil:
Vara Peroamburo......... D. A. N.
J'aia o Pi de Janeiro...... trena.
Para o Rio-Grande do Sul. tathilde.
Para a Babia...............Constance.
Cambios.
Sobro Londres, mezes. data 13 marcos 1|4 schil-
hngs por /
t prazo curio 13 3 3|4.
Sobre Paris, 3 mezes, dala 194 francos por 100
marcos banco.
prazo curto U>L
Sobre Lisboa, 3 mezes. data U 7|8 schillings por
1 mil reis.
Descont 5 12|, 6 0|0.
lasemira verde. 34 covados.
Para a companhia do Itio Grande do Norte
Casemira verde 25 covados.
Quem quizer vender taes ubjectes aprsentelo as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manhaa do dia 18 de cor-
rente.
Sala das commissoes do conselho administrativo
para forneciuieobi do arsenal de guerra, 13 de
Janeiro de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastio Antonio do fego Rorros,
Yugal secretario.
dado o patacho Jarro, capitao Jos Marques Goe- tuado na referida taberna paleo do Terco n. 11.
lito Sobrinho, por ter parte de seu carregamento -
1 tratado : para o resto que Ihc falta, e passageiros,
tratase com os jeus consignatarios Palmeira &
Beltro, largo do Gorpo Santo u. 4, pnmeiro
ndar.
LEILAO
DE
lima cscrava
HOJE
Sexta-feira 15 do eerrentr as II horas.
O agente Olympio em seu armatem ra do Im
THEATRO
DF.
PARA 0 EIO EE JANEIRO
pretende sahir com muita brevidade o patacho
i GVmtm por ter a maior parte da carga tratada :
para o resto que Ihe falta e escravos afrete, tra-peradorn. 16, vender em lelo urna escrava de
ta-secom es consignatarios Palmeira & Bellro, 26 annos de idade a qual costaba a diario de urna
; largo do Corno Santo n. 4, primeiro andar.______ casa de poma familia.________ ______
Para a Baha
O nalhabote GartbaLli pretende seguir com bre-
vidade para este porto, tendo parte de seu carre-
gamento, e para o resto trata-se no escriptorio de
Tasso Irmaos na ra do Amerim.
APOLLO.
Segunda-feira 18 de Janeiro
de 18154.
COXCRRTO
BE
com a coadjuvajo da sociedade Melpomene.
PROCRINI t.
Primeira parte.
Pan a Haba pretende sabir com muita bre-
vidade o veleiro patacho Thereza, capitao Joao reia Lima, por ter a maior parte da carga ; para o
LE1L40
Im
DE
itwio r\iio
ESTABLECIDO ItACIHilte DO PORT'
Agentes em PrrnamtnHW
Antonio l.nlz deOllvelra
Azeredo & C.
Sacim por todos os paquetes ><*re o
mesmo banco prazo ou i risa, sota
caixaliliali'in Lisboa, e agencias em fi-
gurn, Coimbra, Aveiro. Visen, Viu-
Real, Regoa, Viannade CasteHo, Guinia-
raes, tercello, Lamego, Cnvilha
Penaflel, Bra^aoea, Amarante, Angra,
liba da Trrceira, liba dr Patas, llha da
Madeira, Villa do Conde, Valeuya, Bastos,
Oliveira de Azemeis, Chaves e Fafr, a
oitodas vista ou ao prazo que se conven-
cional, no sru escriptorio ra da Gnu
n. 1.
I
ATTK.I'VAllo
Oabaxo assifiado, lquidatario da eitineta Ir-
ma de 9H a, Bastos 4 C-i faz publico qiii- na dve nesta |r*;a e nem mesmo fura Vtla, Os
Icrrciiio con olaria no lugar des l'.or-
Ihits ii. 1.
egunda-felra 19 do eorrente
O agente Pestaa autorisado legalmcnte vender
resto que Ihe falta trata-se com os consignatarios ^r conta e risco de quem perleiiccr um terreno
Palmeira Beltro, largo do Gorpo Santo n. 4, 1 mura
andar.
f*isrlo
O brgne portuguez Ksperanea, capitao Leuren-
?o Fernandes do Carino, segu com brevidade :
recebe carga e passageiros : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros 4 C, largo do Gorpo
Santo n. 6._________________________________
Para o Itio de Janeiro
segu com brevidade o brigue nacional Castro l :
para carga e passageiros, trata-se na ra do Tra-
Logo que a orchestra tiver executado urna de PIC ""----------_____-----------------------------
suas escolhidas ouverturas, representar*-! o 1 Para o Rio Cirande do ttul
acto do drama do Sr. Firmiuo Candido de Figuei- segu com brevidade o patacho nacional Satiipne-
T do des : para carga e passageiros, trata-se na ra do
0 MEMHGO MGRO. Tp M----------------------
Segunda parte.
Grande phantasia sobre motivos da opera0
Trovadorcomposta e exocutada por Arthur Na-
pileao.
Terceira parte.
2 acto do drama.
Quarta parte.
Phantasia Venezana, composta c executada por
Arthur Napolrao.
Quinta parte.
3 acto do drama.
Sexta parte.
murado com olaria dentro sito na travessa dos Coe-
Iho n. 1 onde pode ser examinado pelos Srs. pre-
tendentes : ser vendido segunda-feira 19 do cor-
rele pelas 10 horas da manhaa no largo do Gorpo
Santo junto ao armazem dos Srs. Palmeira & Bel-
tro.
I'ara L sboa.
Val sabir no da 18 do corren-
te o veleiro e bem conhecido bri-
gue portuguez La //, capitao
Antonio Francisco Vieira, apenas
pode receber alguma carga miuda
o passageiros, para o que se trata
rom o consignatario E. R. Babello, ra da Cadeia
n. 55 ou com o capitao.
n
104 saceos com as sacar
Seguu'hi-Tii'a 18 de Janeiro.
O agente Pinto far leilao requerimento de
Joaquim Elvrio Aires da Silva e por mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz especial do comm >rcio de 104
saceos com assucar de diversas qualidades apre-
hendidos Francisco Santiago Ramos, os quaes
se arham em poder do Sr. Joio Velloso Soares e
existentes em seu trapiche ao larfO do Corpa San-
to n. lil.onde se effeoiuar o leilo s 11 horas do
da cima marcado.
CONSUETAQES CIRIRGI0:.\S,
60 Hoit vM, GO
O Sr. JO** Francisco Pint > Guimar.Vs, cirarglao
p'la escola real de cirnrgta dr Lisboa, a-
nhecdo nesla cidadr, onde a tSo numrro-as quo
brilhantes curas, como a bom numero de opera-
roes at intao desroaliecida. na nralica da arar-
gia Pernambucana (lalha, ectomin. enteretomia, re-
sream de todo o mturillir superior, iTametud'' ihi
um corno /broto
etc.), une longo
annos, que leenm o re-
C"iilirrimento d> rao relevantes serviros prestado^
biimanidade sofredoia, e exprimen) glorioso
impulso por elle dado a arte de curar em nosso
paiz : sendo o primeiro que nelle tem empreado
os anesthesicos tsnar. cklorofnrm>, asnj/lfHa para
facilitar a execuco deltas, nem um fallecemlo
n'iima serie de 40 operados da segunda operario,
e, d'entrc as outras, algumas s por rile tem sida
praticadas nesta provincia, e tal vez fossem as pri-
nieiras que tiveram lugar mesmo no imperio, se-
gundo se deprehende das estadsticas da obra de
SigaudDu Climat et Des Matedles Du Ifrcsil
impressa em Paris em 1844: transferio o sai con-
sultorio para a ra Nova n. 60, primeiro andar,
em que pode ser consultado todo os dias uteis,
das 7 s 10 horas da manhaa, acerca das doenos
denominadas cirurgcas ou externas, com espena-
li'lade daquellas.emcujo tratamento mais frequen- iransac^oes (eils em norae da re. rida tirwa, -
temente intervem a medicina operatoria.________ sim cenv decbra mais que a dita firma se ni
'. | acha compromettida em transare) alguma ; bub-
Ikflill1!! % 4# \l 4 vi >e alxuem se julgar crm)nr por qualqner titnlo
I llU ll" \ II [TI \ *PP*ro > ^ov n- para ser pago. Reri-
r\k ; fe 14 de Janeiro de 1864.
-P, j i Ct i_______________Sebastio }qm- da Silva.
testa dO glOriOSO martyrD. No a do crreme nia^lorna
ii _l ^i.** ii 3 r\ *t_ Esperanca no Caminho JCov, nrtw 6 horas m
hebaStiaO lia Villa dO OaDO. *** ImSn e*mn cabra, de fia* poneo ma.^
A mesa regedora da irmandade do glorioso u menos :i armos, estatura regular, de wme
marlyr S. Sebastio, erecta na igreja matriz da Justina, para man* >inal esta .111 nm 6 7 me-
villa de Cabo, faz saber ao respeitavel publico que "* d.e barriga, fo visu no lugar pon*! de UeM*
tem de festejar seu excelso padroeiro no dia 24 de "en* n -str*la de Ifclem : a pessoa que a ltvr
Janeiro do eorrente, tenda porm, principio no dia visto ou d.HIa der noticiadinja-se ao lugar cima.
14 as novenas com toda a pompa r brilhantismo.
Na noite do dia 14 lera lugar o levantamento da
bandeira cem a efligie do glorioso S. Sebastio. as
som de urna bella musir marcial e ao estrepitoso
ruido de immensas girndolas de foguetes.
No da 24 principiar a testa as 11 horas, rom
aquella decencia e ceremonial devdo a tao excelso
Senhor, bem assim o Te-Denm, as 7 horas da
noite.
Na tarde do dia da fesla, assim como na do da
3, havero grandes e elegantes cavalhadas, arhan-
do-sc presente a msica, que desempenhar as me-
Ihores e mais lindas pegas do seu repertorio, em
victoria dextreza dos cavalleros : havendo tam-
bem a acostumada procsso de S. Sebastin, que
percorrer a villa. A noite, em lindo o Te-Deum,
queimar-se-ha um variado e lindo fogo de artificio
ao som da mesma msica.
Para maior commoddade e concurrencia dos
fiis do Her fe essa solemnidade, a companhia da
estrada de ferro resolveu mandar um trem espe-
cial s Cinco Pontas no referido dia 24, afim de
conduzr os passageiros que se destinarema ir pre-
scnm-la. Convem mencionar que esse trem le-
var a msica, para volta vir deleitando os pas-
sageiros com as suas harmoniosas pecas.
LEILO
LEILOES.
MOVIMIENTO DO PORTO.
utios entrados no dia 14.
Ro de Janeiro i dias, palarho nacional Sillo,
de 117 toneladas, capitao Francisco de Souza
Bibeiro, equipagem U, carga 10,000 arrobas
de carne; a Balthar& Oliveira.
Bordeanx e portos intermedios Vapor francez
6'ihciibc, de 1167 toneladas, commandante Blp-
polyle Enout, equipagem 116, carga diferentes
gneros.
Terra Nava41 dias, barca inulcza Elizabelh Red-
ley, de 232 toneladas, capitao Richard Bulles,
e jiiipagem 13, carga 340 barricas com baca-
llao; aSaunders i roiher & C.
y ir ios sahidos no m'smo dia.
CanalGaleota hollandeza Union, capitao I. G. Os-
tra, arga assucar.
ShanghiVapor inglex Pufon, capitao C. Banker,
em lastro.
-Bie de Janeiro e BahaVapor francez Guientu,
commandante H. Enout.
LuCILAO
De nina padarla e um escravo.
Domingos Caldas Pires Ferreira far leilo
poi intervenro do agente Pinto de sua padaria
com todos os seus utencilios, e de primeira quali-
Grande phantasia sobre motivos da opera l'm dade; assim como de um escravo moco de boa
Bailo in Maschera -composta e executada por Ar- couducta.
thur Napoleo.
Stima parte.
Bepreseutar-se ha a comeda em um acto
RODA VIVA.
Oitava e ultima parte.
OTnrhilho. segundo galope de concert com-
posto e executde por Arthur Napoleo.
Principiar s 8 horas.
Qualquer encommenda de camarotes ou cadeiras
e podem fazer at quarta-feira uo hotel d'Europa
: no dia do concert no theatro.
' na esquina da ra Imperial, defronte do viveiro
do Munz, onde se effectuar o leilo, s 11 horas
do dia cima mencionado.
AVISOS MARTIMOS.
DECLARARES.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte espendo
at o dia 16 do eorrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante o
capitao de mar e guerra Gervasio
I ^S ^ Mancebo, o qnal depois da demo-
ra do costume seguir para os portos do sul.
27 cairas cm palitos de deRtes e 225
ditas om salan.
ikpJi:
e\ta-felra 15 de Janeiro.
as lO horas em ponto.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem perlenrer de 27 caixas com palitos de den-
tes. 200 ditas com sabao amarello e 2o ditas com
sabo castelhano, isto ai 10 horas do dia cima di-
to a porta do armazem do Sr. Annes em frente a
alfandega-
jLEIIAO
DE
1 sitio na Capunga.
O agente Almeida autorisado pela vinva do fal-
lecido Joao Evangelista da Costa, vender em lei-
lo um grande sitio no lugar da Capunga Velba,
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
| carga que o vapor poder conduzr, a qual dever rom urna boa casa de pedra e cal, contehdo 3 sa
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen- las e 8 quartos, cosinba fura, rasa para escmvos
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 lio-
Pela mesa do consulado "provincial se faz publ- ras: agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
co que no da 15 le Janeiro eorrente se prncipiam tonio Luiz de.Oliveira Azevedo & C.___________
a contar os trinta das uteis marcados para a co
Consulado provincial.
branca becca do cofre dos impostes segu ntes,
pertencentes ao anuo tinanceiro de 1863 1864,
4 0)0 sobre os estabelecinienlos de fra da cidade,
Mensas de algodo, typographias, cocheiras, caval-
larices, hoteis, boteqins, casas de pasto e fabricas;
15 0|0 sobre estabelecimentos de commercio em
groase e a retalho, armazens de recolher, de >-
posiios e trapiches ; 8 0|0 sobre consultorios m-
dicos e cirurgicos, escrptoros e carinos ; Sti
sobre casas de modas, buhar, chapeos, roupa es-! rommendas, passageiros c dinheiro a frete at o
trangeira, e commissao de escravos; l:000Ji000 dia da sabida s 2 horas da Urde: escriptorio no
sobre casas de operacoes bancarias com emisso e! Forte do Mattes n. 1.
privilegios ; 3005 sobre as com emisso e sem'
privilegios; 300$ sobre companhias anonymase
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgaco costelra a vapor.
Pa rali\ ha. Natal, Ma'n. A rara I), e Ciar.
O vapor Mamanguape, comman-
dante Marlins. seguir no dia 22
do crrente s 5 horas da tarde, I
e feitor, 2 tanques, viveiro margem do rio,
muilas arvores de diversas fructas.
IIOJK.
Sexta-feira 15 do eorrente porta da associago
commnrrial s 11 horas do dia.
LEILAO
tu-
agaaaiai; 2004 sobre casas de cambio ; 1004 so-
bre correctores commerciaes e agentes de leilo ;
500 rs. sobre as toneladas de alvarengas -, 304000
sobre escravos empregados no servico das mes-
mas ; 10 0)0 Mitre os terrenos oceupados com o
pJanlio de capira, e o imposto de carros, carrosas
a mnibus.
Mesa do consulado provincial 13 de Janeiro de'
4864.O administrador,
Antonio Carneiro Machado Ros.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi
co me os trinta dias marcados para a cobranca
borra do cofre do Io semestre do imposto de 20
0|0 do consumo de agurdente das freguezias des-
ta cidade, dos Alegados, S. Louren^o da Matta,
Sante Amaro de Jaboalao, Vanea e Muribeca, per-
teneente ao anno tinanceiro correte de 1863
IHtii se principian) a contar do dia lo de Janeiro
correrte.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
13 de Janeiro de 1864. O administrador,
Antonio Carneiro Machado llios.
Tribunal do commercio.
COMPANHIA PEHNAMUCANA
DE
Navega^So eostelra vapor.
Murci e escalas.
O vapor Parayba, comman-
dante Moura, seguir para os
portos cima indicados no dia
25 do eorrente as 5 horas da
paraos portos cima indicados! MohiaS Completas piilUOS (le ditft'l'rii
les autores, cabriolis, mallos, var-
eas com crias, relogios de alibeira e
parede etc.. etc.
MftdW
Sexta-feira 1* de Janeiro s 11
horas.
O agente Olimpio em seu armazem ra do
Impera lor n. 16, vender o seguinte : urna rica
mobilia de Jacaranda nova chegada directamente
da fabrica e despachada ltimamente na alfande-
ga compost de 18 cadeiras de guarnico, 2 de bra-
tarde. Recebera carga al o da 2 g ba| ^ s fonsolos e uma mesa
23. Encom.nendas, passageiros e dinheiro a treta de'mejo desa, com tampM de ^^ uma mou.
ate Odia da saluda as .(horas da tarde : esenp- |a dn diU) rom 18 Padeiras de Ruarncao, 4 de
torio no Forte do Mallos n. 1.
i.onipanliia Pemambucaiia
DE
IVavegaco eostelra a vapor.
liba de Fernando.
Peta secretaria dotrbiHal du ro.ninrrcio da <". reccb, cargai.M^cravos a fete : trata-so com
PsnnniMni so faz publico que nenia data fica re- *nool Woio de OUvtura .v Prtho, largo do Lorpo
gistrad i a : i de es'ar dissolfida a socieda- panto n. 19.________________________________
de de JoaoRaptista Goncalves Bastos e Joio Rer- Para o Itio ie laiicii-o.
"">" toCo/ta R.-so. Monteiro, que tcruinou o o patacho nacional Capuam, pretende seguir
pas de sua duraran em 3 de dezenibr t iiliimo ; Com mua brevidade, tem partele sen carrea*
brande Qmealvea Bastos a Antonio Leite de Maga- mento en(,ajad0i ,,ara resl0 mf the ra|la e es
4hM Haslos
social, e obri
i braco, 1 sof, 2 consoles e uma mesa de meio de
sala com lampos de pedra, 1 mobilia de Jacaran-
da composta de 12 eadeiras de guarnico, 2 de
braco, 2 de balance, 1 sof, 2 consolos e uma mess
de meio de sala cora pedra, 2 pianos de Jacaranda,
(de armario), 1 dito demogno (de mesa), lavatorio
com pedra, pares de lanternas com pingentes,
Nao podendo seguir hoje (15) candelabros, pares de jarros para flores, espelhos
o vapor Mamanguape, sera subs- com molduras donradas. mesas para jantar, rom-
tituido polo l'arahyba, logo que modas de Jacaranda e amarello, quadros sortidos,
regresse do sub_______________cabides, bereos para meninos, cavados de sella,
relogios de algiltera, de ouro e prata, guarda nti-
ca, cadeiras avulsas, bidets, 1 vacca rom cria, 1
novilba, 1 garrota, espingardas de (;<>*. registros
e candimos [tara RSX, 1 fanlamentode guarda do
esquadrude cavallaria, paletoi i: caigas de biin,
tuna claim-la, bombas para agoar jardins eoutros
mullos artigos que se tornam eufadonho men-
cionar.
I'ara o io de Janeic.
Sahir com brevidade o brlcne nacional Miner-
-_ W |' "O io. HU ll/IIUI UIO'-'IH, ]|l I' II'
sua duraran em .1 de dcz.-mhr t iilhino ; C0(n muiu BrevWade lein |iarle m
tealvea Basto* a Antonio Leite deMaga- ment0 enKajad0i ,,ara (ire,,0 1ll0 |he fa..
* de posse ilo activo do .-labeleciinento era vos frete para os quaes tem bons commodos
irig^dosipsIasoJucodopassivo, o o so- traia-secomoasena ewsignatarios Antonio Luiz
<:i,. llego desonerado e eml oleado do seu principal Jc 0|ivejra Azevua0 ^ ( ,,0 seu escriptorio ra
lucros, em letras aceita; por Antonio Le le uc jar;ruzn \
Maaalhaes BactM, --------'-------------
fura o liio de Janeiro
Secretaria do tribunal dti commercio do Pernam
B de Janeiro de 180't.
Julio Raimara
Ofllcll-maior.
T'ela mesma secretaria se faz ignalmontB publi-
I ie na mesma dala Tira registrado o contrato mero 19.
sahir com a maior brevidade nossivri n palhabo-
le nacional Vinmo : rrerbe anda alguma carga
i frete t sseravos : trata-se CHin Manoel Ignacio
de Obveira Filho, no largo do Corpo Santo nu-
LEMLU
DE
Cerca de 200 saceos demilho.
Oagente Almeida tari leilo por cont a risco
de quem pertencer de corea de 201) sacros de milho
de Mamanguape, o qual se acha em o armazem n.
17 da ra do Trapiche denominado alfandega ve-
Iba aende se effecluara" ob-ilo.em uut ou mais lo-
tes, a vonladcdos compradores.
BUJE.
Sexta-feira 45 do eorrente is H hsras dsdia.
lina tiibci-n' na Casa Faite.
Tcrea-felra 111 da eorrente.
O agente Pestaa autorisado pelo lllm. Sr. cn-
sul de S. M. Fidelissma far leilt da taberna e
mais pertenec que fazem parle do expolio do fi-
nado subdito jiortuguez Luiz Jos de Magalhes
muito propria para qualquer principiante por ter
poneosmndos. em presenea do lllm. Sr. cnsul :
lerri-feira 19 do eorrente uo mesmo lugar da
Casa Forte s 11 horas da manira.
T^rs. pretendentes pidein pedir qual |ner es-
clarefirsentoem mi do agente ou no" consulado
de Pp-rldgal.____________ ________________
VMAaS
v>
1
DI.
di
L'ma taberna na na do Rosario
Hoa-Visla n. o i.
O agente Pestaua legalmente autorisado far
leilo da amafio, gneros e mais utencilios exis-
taates na taberna da ra du B/iaario >la HoaYsta
n. 54 por conta e risco de quem pertenrer. Os Srs.
pretendentes podem examinar o ba.anco em mo
d* agente eo loil) lera lugar quarla-fera 20 do
correntepelas 12 boma da manhaa na mesmi ta-
berna.
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AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou]
a sua residencia da ra do!
AM\ DE LKITE
Precsa-se de uma ama que tenha bom lea e
sem filho : na ra da Senada Velha n. 22, segun-
do andar.______________________________
llotulos para charutos.
Esto venda na ra do Imperador n. 15, de- [para o servico interno de uma casa de poura f;
fronte de S. Francisco, rtulos para charutos de inilia.
diversas invencoes, em papel do differenles cores,
por pre^'o commodo.
RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande amusca de linus.
Este armazein conten ti ido quanlo
fpreeis i para ipi<'a industriada pintura, de
qualuer gi-nero que soja, dcstfnpwihr
seu lim, Uto embeilirzar, conservar e
reprodnxir.
Montado em grande esrala e supprid..
directamente por grandes fabricas .1
ris, Londres >- llamburgo, pode oftVn-r.-r
producios de eonli.inea. e satisfazer ipjal-
quer mcommunda groase trato e a re-
talho.
Os Srs. artistas piniores, m os dones d
obras podran escoiber v.-ntade, peis
que ludo estar vista, as diferente ce-;
res de que tiveivm arceifidiV.
Ha tintas em masa I em pe impalne-
vel, e como as obras ) aasenanar s se
deve rnipregar timas muidas, e nao iih-
l ir.i do riiiil.inr.i asquevem di; fura para
commercio, por volitas, e lalve faLsiiica-
das, ueste armasen) se as mo
ta do iHiisiiiuidor, oue so assiiu lera tin-
tas frascas e vornaneiraa
Ha UuiiIh'iii ouro verdadeiio, \ei Je em
p e 'iiifollia, prala em follia. p debrvn-
zear de varias otras, diamantes para av-
iar v.dros, biirnidoio.iiaearsiiperl'inaen-
carni da, amar.'lla e verde, tintas vege-
laes, azul, roa, verde e amarella, inoflen-
sivas, nicas que se devem empregar na
confi liaras, colleccoes fe pmceis paro
Bngir madeira, enronrunfieanat, ouiros
de varias qualidades, vernizes. ro(ial.
graiva, branro ou escuro para o interior
e exterior, tara etiquetas e quadros. ttn-
la.s linas em lulms, em crayoes ou pastel,
tellas para quadros. caixas fe tinta anas
e pa te I para, desenlio.
Biiannriaa nranattieaa verdafeiras, fras-
eo- e vidroa para vidraca fe todos os ta-
manbea, t miiitos outros ob)ectos. cuja
iitilidadc e emprego s com a vista pode-
rlo .-er in.slrados.
Joao Pedro das Xeves,
(".rente.
Resposta, e respoala muito caibegonra. se dar
ao annubco que desde sabbado 8 at 12 tetn ido
publicado em relaeao trave>sa das Croaro, neste
Diario, se seu autor o assignar; se o nao lizer pas-
sar, como est j sabido, por um indigno nesproV,
por um intrgame, mi>eravel, ignoraute, e digno
de d.
Prmsa-se de 700i a joros dindo-se por
aluguel um escravo : quem pretender annonrip.
Na ra da Cruz n. 5, pret-isa se de uma ama
ueimado paiji a
Cruzes sobmdo n.
meiro andar, por
Xa roa estrela do Rosario n. 43, primeiro an-
niin rlaeidar> precsa-se de uma ama que tenha borne
1 Ud lid abundante leite.
t30 1*~! Francisco Antonio Coelho, antgo proprieta-
, i rio do hotel Fi
, rancsco, tendo-so mudado fiara a ra
(1Q' da Florentina n 20, avisa aa respeitavel publico,
11 que contina a encarregar-se nao s de jantares
'lWTPSSWtil IOll- para fra romo de apromplar ceias o cha para bal-
IUpITOlM.1, (tun J- (.asanienlS et(. goa|menCe se incumbe de
fio O lPlinrJO eOlllO Seilllire qualquer encommenda em escala pequea; a an-
UL U lUltUlU WlU^ OCJtiiJic uncante sendo bem conhecido nesta provincia,
tendente
Tam-
bem recebe escravos para esinar a cozinhar.
Antonio Monteiro de Squeira retira-se para
o Rio de Janeiro.
nrOllllMO a niiaiOlier llOrl a- Jaladesnecessario ualquer explcacao tei
[IIIMIWHJ R qucuquui uuxci pti .' de4emp,.nho daquillo de que se incumbe.
ra o exercicio de sua pre-
fissilo. Chamado por escripia,
- Prerisa-se de uma ama para
cozinhar para duas prssoa.<, pa-
ra lavas* e engommar: na na
da Cadeian. 99, primeiro andar
Corre amanha.
Sabbado, 16 do eorrente mez, se extra-
hir, a nona [irte da terceira lotera do
Cymnasio Pernambncano ('V concesso) no
consistorio da igreja de Nossa Senhora do
Rosario da fieguezia de Santo Antonio.
Os bUhetes e meios acbam-se venda na
respectiva thesouraria ra do Crespo n. 15
e as casas (ommissionadas ra da Impera-
triz n. 44, toja do Sr. Pimentel; ra Direita
n. 3, botica do Sr. Chagas; ra estreita do
Rosana n. 1 i, typographia do Sr. Mira e ra
da Cadeia n. 45, toja do Sr. Porto.
Os premios de 5:0005000 at f0000
sero pagos uma hora depois da extraccSo
at s 4 boias da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureir,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
H--------------
J3 | O / i:i B T a o -i i -1 w 1 3 m p 8? -i E c | > -1 i O O o-P o
r_ . -,
a 0 c O p 9 a>
p c c O B 5 s ^4 a 5 -i V a j. V. 1 fia 1 ra -1 z -1 r> -. S O -1 3 i v. 7
.
^AN
PKKITO\VKIill\HE.
Pelo presente atiesto, e juro se precisofer, que
offreiulo longo tempo de urna inflammago de Q-
gado, nao pude obler melhoras em quanto nao re-
corr s chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,
com escriptorio na ra do Parto n. 119, com o uso
das quaes fiquei completamente restabelecido em
28 das.
Rendendo este preilo verdade, e annuindo ao
pedido de escrever tal declaraco, creio tambem
fazer um servico aos que por desventura soffrerem
da molestia que eu soffiia.
Pedro Rernardino de Moura, redactor do jornal
Echo do Sut.
Rio Grande do Sul t de agosto de I8C3
Reeonheco verdadeira a assignalura supra. Rio.
Grande do Sul 17 de agosto de 1863.
Em testemunho da verdadeO tabelliio,
Manoel dos Santos do Nascimento.
( Extrahido do Jornal do Commerrio, Correio*
Mercantil a Diario do Rio de Janeiro de 30 de agos-
te e 2 de setembro de 1863.)
EXTEH\\T0 GADULT
Ra da Aurora n. 81
Este eslabelecimento de nstrucco primaria,
secundariae recreal va recebe aluoanos externos
para tolos os preparatorios. O preco de cada ma-
teria Si mensaea injgos adtantadoi no prinetpio
de cada mez; aquella estudante, porm. qOa esln-
dar mais de duas material tera vim abato de 20
por cont. Os professores s:io os molborcs, eo
ensino se far pelos compendios adotoados nai
aulas pnblcas. As matriculas est > abortas ale o
ultimo de Janeiro: portante as pessoas que qni
zerem seguir qualquer curso, podem procurar o
director na ra da Inperatrz n. :K, lerccro ;in
dar, at as 9 horas da nanhJU, ou das :t as 'i da
tarde.
o principio da ra da Auro-
ra n. 80.
HypoUtoGadanll, professor titulado de francez,
abri um curso pralico para as possoas do con.
merejo, das 7 s 'J horas da noite. 20 cartoes por
1OAO00. ______
a-WIA ISTREITA DO R0SARIO--3
FrancLsco Pinto Ozorio ontiana a enl-
locar dentes artiliciaesjaoto por mei de
mol 18 como pela pressSo do ar, nao re-
cebe paga alguma sem tiquitm a vontde de sen dono, ten* fde 9
e outras preparaces as niai acrednariae
para conserva^io da boeea.
ATi
Kugo m>da 28 de despinbro a eserava, crioola.
de noui'j Auna, com os signaes seguinJes-: baiaa,
seca do ior|io, bracos curto, nana ne-umoaa um
pouco Riossas, anda da- va palmas encarnadas o da prevencao um de tu com
listra verde debruado som. lita de w Iludo pret e
um diales preto rom|>alinas encirnadis.: portm-
lo qii'jm a pegar leve-a sua Vdna n. S ou de-
lra*da matriz sobrado u. 31 env frente i ra da
Glora.___________________________________
Precisase u> un ama ijue saiba coslnhar
eengommar : na ruad Goncofuia n. 6.'
__ Precisa-sftdeuoM ami para casa de familu
iv) ra do ApoBo n. i8, prinwtro, andar.________
Ri uc Ontirodo e Xieobu Hsono, sobdiv
italiano-. va-> para o Aracaiy.
Precisase de unc;u\eiro de lia 16 aneo,
com pratiea do taberna e que il> dador a sua, con-
ducta : a tratar pa ra da Monda u. 29.________
Piecisa-se de 6i4 premio de 2 ppr cwito
por 8 .'es. dandu-se h>poheca em um preda :
quem liverannnnci*.__________________
__Precisase deOOA .'. juro- i re hypothera
em om escravo ; iwem pretender annunrie
Nicolla GeMOv Narde Sicolia, Prospi
reno, liali.ni"-. v.io para o Geatd
MIJDti
CAUKETOS
No oito da secretaria de pol
lila amarella. ha uma possoa encarregada da mu-
danca de mobibas de urnas rasas para outras, e do Offereco-se un moco snlieiro para criado,
transporte d) quaesquer volumes sob a direc^ao cozinheiro ou dispenseiro tb ca-a de familia : na
da mesma pessoa : a tratar no lu'/ar cima. ra da Lapa, casa do pasto do Saulos,
Precisa-so do um menino de 12 14 anuos
Q j. para caixeiro de taberna, enm alguma pratioa :
na ra da Sentala Nova n. 9.
TLVIlRARtA.
Tingc-se com perfumo pira qualrjner
cor, e o roais barato itussivel: na ra do
Rangel n. ;IH, sfunindn alelar.___________
KLOC.IOS,
Vende-se em um <\- MMrtM Mer A
C. rua do Vigarin, n. 3. nm 'rt-
menlo de relogios de nitro pal
gter, de nm dos maHafammlos abricanles
de Liverpool, c tautbem uma variedade d
bonitos IranceUins pata os tuesnuts.


*
bUtlv de Peroaiubiseo Meita feira 15 de Janeiro de 1 Hit4.
AOS 5:000,000
m v roRTiiiSi
ti i I he fe garantidos
V rua i! Crespa u. ti risas do costuuie
Sabbado lti do corrente se ijtrhir a nona par-
t da terceira lotera do Gymnsio Purnatnbuuno
fterceira cefloessao.)
o abaixo assignado, iveommendando ao respei-
tavel publico a compra dos seus mu felizes bil ie-
tes garantidos, lembralhe a vanlagcm que ha em
receber os prontos por inteiro, por quanto quem
tirar a a sortede 3:0005 em bilhcte garantido nao
receber smente 4:2005, cm virtude dos descon-
t* de 16 por cento que lhc farao em vista das
tois, mas sim os 5:0005 que vem a ver os ditos
4:2005 c mais 8005 que pagar o abaixo assij.uv
do, importancia de ditos dcscontos. Os premios
rio pagos como de wstume.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 65000
Meros Mtttetes...... 34000
Para as pessoas que coiuprarom
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 5*580
Meios......... 2JJ30
Maiml Mailiui Fiuza.
wmmmm wmmmu
.Va roa da Aurora junto ao raprtao Sk>
Porfirio, entre a psnte Starr e a ontra es- ;
t por alugar-se urna excellente casa sg>
terrea com sotao c muitos cominodos, g
com agua potavel da companhia do Be- ??>
beribe, pelo preco de 305 mensaes. &
Alberto Cohn, subdito francs, vai para fra
da provincia._____________
noyes
DK
PARTIDAS DOBMDAS
Fft_CH)AS
A ASSOCiAC.10 CflllMEKCUL BEXEFICENTE
DE
t Pi:ii\Ainmo
POR
Festa da ttenhora do Monte.
S. Eic. i Sr. D. nabade c S. Bento
de utoi ilo cora o abivo assinnado ten
removido a fcsla da Seahora do lo'.-.te
do dia 31 d corrent<* mez, tara 7 de
Janeiro \indoaro* Ulinda, lo de de-
zembrode 1865.
Manoel Luiz Vires.___
0 abaixo assiguado tem as chaves de qualro
risas 110 iiiteiro da Senbora do Monte, que as cede,
! por permissao de S. Exc. o Sr. D. Abbade, a quem
eoncorrer com alijiima quantia para ajuda da mes-
iua Testa. Oliada, 2 de Janeiro de i Mi i.
Manoel I.uii Vires.
Terceiro escrilurat io da Ihesouraria
de hienda de IVniauboco e corapeteHtemcule au
torisado para excreer pro-
Tessoralo particular de trilhiuctica natnesma
provincia. |.se
*t^\%Jto\^Jtoi aW.S oi ". W da roa da Cadeia, esquina defronte da
8 porluguez.
Precisa-se de nma ama :
Rosario ti. 18, primeiro andar.
na rua estreiu do
Quem precisar de urna casa terrea para pas-
sar o resto da festa, com bastantes commodos v em
sauito bom estado para urna familia, e por preco
raurto cemmodo, na ilha do Retiro, tallo na rua do
Imperador n. 17, luja de marcineiro._______
Precisa-so de un caixeiro de lia 20 a anos
4e idade para taberna ; na rua da Aurora n. 54
dando fiador a sua conaucta:
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico e principalmente aocorpo do eommerrio
Corapoe-so esta obra do un volunto, dividido em
urna parte theorica o outra pratica, de fcil alcan-
ce as pessoas que se queiram dedicar ao esludo da
cscrituraco.
A respectiva assignatura acha-se aborta em to-
das as livrarias desta cidade, ao preco de 5*000
dor volunte.
Maques sobre Por I a
O abaixo assignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fec ticamentepor lodosos paquetes sobre
o mesmo banco pan o Porto e Lisboa, por
i|iial(|M('r ni urna, vista o a prazu, po-
dendo logo os saques a prazo serem des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por cento ao anno aos portadores que as-
sim Ihe convier : as ras do Crespo n.
8 ou do im|>erador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Precisa-se de ara raiieiri que
cutenda akiima cousa de pharmacia '
na hotic da roa dn C.a' iii't n. I'.
Quem precisar de uina nuilher de meia ida-
de para o servieo interno de qualquer casa de fa-
je'dexou deTser"caiieiro do Sr. VaTenliin do" Val- j milia, dirija-se ao Forte do Mattos, rua do Cordo-
t Lobo desde o da li de Janeiro de 1864. niz n. 9.______________ ____________
Joao Jos tktsta. _. a viuva de Joao Baptista da Rocha roga a
todas as pessoas que se julgarem credoras de seu
casal a aprcsen_rem seus ttulos no praso de oito
dias em casa de sua residencia, na rua Direita n.
94, ilim de seren descriptos no inventario a que
vai proceder com audiencia do cnsul de S. M. Pi-
delissima. Recife li de Janeiro de 1864.
beleiiinento, tendo armazem no fundo da mesma
loja com commnnicacHo por dentro e portas para
a traversa da Senzala, alugando-se tamb.m o pri-
meiro andar da niesma casa, o ahi acharao com
quem tratar.____________________________
Precisa-se de urna ama para comprar o cozi-
nliar : nobeccoda Boia n. t, primeiro andar.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 6 da
rua da Lapa com suflicientes commodos e por prc-
co razoavel : a fallar na rua Vclha n. 57.______
Aluga-se una cata terrea com commodos
para familia, na rua da Manguelra n. 8 : a tratar
na rua do Queimado n. 38._________________
t asa de edUcaco
Jeronymo Pereira Villar achando-se melhorado
de sua saude, transferio o seu estabeleeimento de
instrueco primaria c secundaria para a rua do
Imperador, sobrado de tres andares n. % esquina
que vira para a rua do Crespo; o participa nao
saos Ilion, pais de seus estimaveis alumnos, co-
mo ao respeitavel publico, que as aulas estaro
abertas no dia 8 de Janeiro do corrente anno.
O abaixo assigtiado, devidamentc auto-
risado pelos Srs. administradores da mas-
sa fallida de Faria nuncio j militas vezes publicado por este
jornal, convida de novo os devedors da
dita sociedade fallida para amigavelmen-
te solverem seus dbitos ate o dia 31 do
corrente mez de Janeiro, prevenindo-os
de que, se assim nao llzerem, ter de cha-
mados juizo para obrigar o pagamento,
como tem suecedido a respeito de al^'uns.
Outro sin declara aos mesmos tleveoores,
tanto d'esta como de outras provincias,
da capital como do centro, que nao po-
de m fazer pagan entoalgum senao aoan-
nunciante ou a p;ssoa por elle mtorisada
com procuraijao bastante, e de modo al-
gtim podem pagar ao fallido, fgido e oc-
culto, luvino Carneiro Machado Rios, sob
pena de nullidade do pagamenro, e dete-
rnn de rerwti-lo ao annunciante ou aos
ditos administradores.
Recife 4 de Janeiro de 1864.
Uno de Faria.
Coiupanhla Qdelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Aalnnio Lniz de Olive ira Azevedo C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidel ida-
de, tomam seguros de navios, mereado-
e predios no seu escriptorio rua da
n .1.
Precisa-se de um bom cosinneiro o de urna
erna que saiba engommar e lavar : tratar no
sobrado n..'!., da rua da Aurora.
Aluga-se o armazem n. 4 da rua do Apollo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da rua da Impera-
triz ; na rua da Aurora n. 36.
! DENTISTA DE PARS
I 9Rua Nova-19
Frcderico Gautier, cirurgao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca denles arliliciaes, tudo com superio-
ridade e prtetelo, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
Carvalho i\ Nogueira na rua de Apollo n.
20, saccam sobre Lisboa, Porto e ilha de S. Miguel.
i" Ensino primario.
Na rua das Cruzes n. t, primeiro andar, tem
aula sob a direccao de Dio da Silva Coutinho.
Aluga-se a casa n. 8 da rua dos Prazeres
bairro da Boa-Vista : para iratar, no primeiro an-
dar do sobrado n. 8 da rua do Queimado.
Aluga-se um sitio na Capunga Ve I ha, com
boa casa, ciiendo 4 quartos, gabinete, cacimba
com boa agua, quartos para preos, estribara e
frueteiras, todo murado : quem pretender dirja-
se rua de Crespo n. 18, primeiro andar.
Antonio Jos Rcdrigues de Sotiza aluga i sna
:asa e sitio do Monteiro, em frente ao oitS) da
igreja de S Pantaleao, cora bastantes commoJos :
a tratar na Ihesouraria das loteras, rua do Cres-
po n. 15.
I'recisa-se de uina ama de leite para nina
crianca de 6 a 7 mezes: na rua estreita do Rosa-
rio n. 31, terceiro andar.
Quem tiver par:i vender um esc.ravo
preto (
triRiTIVO
pelas pllnlas panllstanas.
Hjdropisia.
Por ter conhecimento de um curativo de hydro-
[lisia, oblido por Carlos Pedro Etchecoin, deS. Pau-
o, procurei o mesmo tratamento para um escravo
meu, inehado este desde os pea al a cabeca eom
as affliccoesda morte; logo que tomou as pilulas
paulistauas e os xaropes, as alRiccoes foram dimi-
nuindo, e em menos de 50 dias o meu escravo sa-
rou perfeitamente ; nao se pode chamar curativo,
mas sim um milagre. (J sabido que a hydro-
pisia molestia curavel.)
Em testemunlio da verdade assignei o presente
para ser conhecido de lodo o publico e a gloria ao
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao respe- sennor o Iwra e infallivelcuravo. Freguotia
tavtl publico e aos seus fregoezes, iiue em vistas ,j0 o' 20 de dezembro de 1859.
de se achar seu estabeleeimento em obras afim de, j08 j,(Iz de Barros,
alargar mais o campo para o gallo de novo cantar, AGENCIA PRINCIPAL /
alim de melhor poder servir seus bons freguezes, m rua ,je Janeiro, rua do Parlo n. 119. '
com tudo em quanto durar as ditas obras conti- DEPOSITO EM PERNAMBUCO
nuar a servir seus freguezes no seu grande ar- na pharmacia do Sr. Jos Alexandre Ribeiro, rua
mazem eom frente para a rua do Imperador com do Queimado n. 15.
Aluga-se o 20 e 3o andar do sobrado da roa
Nova, com excedentes commodos para familia : a
tratar na rua da Cadeia n. 62, 2 andar.
Agencia de passaporte.
Claudino do llego Lima despachante de passa-
porte, tira-os para dentro e fra do imperio por
coinmodo preco c presteza : na Tua da Praia pri-
meiro andar n. 47.
juttKCta
entrada pela dita loja
Crespo n. 7.
do gallo vigilante, rua do
Bernardino de Senna Almeida Lisboa fa:: pu-
blico que tendo compiado por conta do Sr. riajor
Antonio iot dos Sanios do enge.nlio Aripibti na
loja do Sr. Fiuza o bilhete n. 1999 (garantid)) da
nona parte da terceira lotera do Gymnsio Per--
nambucano que de ve correr no dia 16 do pre: ente
mez, perder dito bilheto razo porque previre ao
Sr. thesoureiro das loteras da provincia para nao
pagar o premio que en dilo bilhete possa fahlr
se nao a seu legitimo clono.
D-se dnheiro a premio em pequeas e
I grandes quantias : na rua Augusta n. 45.______
Manoel Luiz dos Santos & C. tem just e Jos joaquim nos i\eis tendo justo e contra-
contratado a compra do armazem de cabos no lu- ,ado a sua ,0ja de calcado sita na rua do Livra-
mento n. 33, por isso pede aos seus credores que
andares i'o Maduro da-Fonsoea : quem se julgar com di- )c a,iresentwii os seus dbitos para serem pagos
reitc a qualquer reclamacao, dignar-se-ha apre- visla e aquaUe que na0 |lm apresentar ficar fra
sentir no espaco de 15 das. Recife 1J de lanelro de nua|auer responsabilidade a dita venda.
que saiba cozinhar, d rija-so a rua do Vigario n. 5
Ka linaria da praca da Init-pii-
denria n. 6 c 8 se di.a* quem compra gar(l;
iiii solr ild de un ou dous
era bom estado e em boana.
Precisa-sede urna ama para comprar c cozrliar:
na rua da Cruz n. 35, primeiro andar.
Eugene llins,
Europa.
cidad.lo belga, retira-sc para
Aluga-se o armazem da casa n. 37, e c pri
meiro andar da casa n. 45 da rua da Cruz do Re-
cife : atratar na loja da bandeira.
de 1864.
Precisa-so de uina ama que cozmhe e en-
rom:ne perfeitamente : na rua do Imperador n.
71, segundo andar.
Aluga-se um sitio com casa de vivenda, ten-
do 4 quartos, sotao o cozinba fra, no lugar da
Boaviagem : a tratar na rua da Concordia n. 1,
tetra ru.
O bilhete n. 1270 da nona parle da terceira eslabelecido na rua dalmperatriz n.24com fabrica
oteiia do Gvmnasio Pernambucano, que corre a de chapeos de sol, mudou-se para rua do Queima-
16 do corrente, perlence ao Sr. Joaquim Jos Al- do n. 22, aonde se cobre e se faz toda qualidade de
ves, do Porto. concert perlencente esta arte, c avisa a todos os
------------------------------------------------------ seus fri'guezes desta ridade e de fra, que est
Desemcaminhou-se do poder do abaixo assig- resolvido a vender mais barato do que em outra
DE
EST.VBKLECni-MO.
Francisco Maestrali
O abaixo assignado, outr'ora negociante des-
la praca, vendo no Di vio de Peraamlmeo do 9 do
corrente nma prisao l'eita pelo Sr. subdelegado de
Santo Antonio em um individuo com igual tome
da annunciante, declara nesta occasiao, que para
evitar equvocos assignar-se-had'ora em dinnh por
Joao Paulo de Nepomuceno Soura. Recife 11 de
Janeiro de 1864.Jofie Paulo de Souza.
No largo da Assmibla n. 16, casa do pasto,
precisa-sede nm moieque paraajudar a comluzr
taboleiros e fazer o mais servieo : na mesaa se
precisa do um caixeiro que tenha pratic; da
mesma.
nado urna letra da quantia de 2245000 rs. vencida
em 24 de oulubro do anno passado, saccada por
Joaquim Gonjalves Ferreira e aceita por Jos An-
tonio Ferrelra e Silva, assim cerno o competente
l>rotesto, dentro do qual se achava dita letra : j
se acham prevenidos o sacador e aceitante da mes-
ma, para nao i pagar se nao ao abaixo assignado,
a quem ella se acha indossada : pede-se a quem a
ichou o favor de entrega-la no escriptorio da rua
do Vigario n. 41.
Recife, J3 de Janeiro de 1864.
Antonio Jos de Castro.
AMT
Precisa-se de urna ama forra ou escrava de boa
conducta que saiba engommar e cosinhar : na rua
cas Cruzes n. 36, primeiro andar. Pagase bom
crdtuado.
Professor de piano
Jos Coelbo da Silv.t e Aranjo, bem conhucido
tiesta cfdade, contina leccionar piano e Musi-
r vocal por commodi preco : quem de seos ser-
vieos precisar, dirija-se rua doLivramento n. 21,
reguolo andar.
I'recisa-se de-un a ama para casa de pouca
familia : na rua do Sol n. 15.
Quem precisar de urna ama para cozinhar,
dirija-se rua de S. Francisco n. 2(1.
Aluga-se a casa terrea da rua do Mangucira
n. 9 : a tratar na rua da Cadeia do Recife n 31.
loja da primavera.
Alugam-se o primeiro e segando andares do
sobrado da rua da Guia n. 55 : a tratar na r. tina-
(So da Senzala Nova n. 4.
OlTerece-se ama mullier honesta para ama
de casa de hornera solleiro, para servieo interno :
na rua da Gloria n. 31.
Luiz da Cosa Leite, abaixo assignado, faz
publico para quem lhe coovier ou interessar jos-
sa, que elle annunciante nao autorisou nem deu
poderes a pesfioa aJguma para vender a casa do
annunciflQt sita na rua Imperial n. 117, nem o
t' rreno nos fundos da mesma casa que foi oceupa-
(I i pela estrada de ferro; c quo qualquer papel de
venda ou autoritario para ellaem mime de annun-
ciante que appareca n.io verdadeiro, reas sim
falso. Reeife 13 d'e Janeiro de 1864.
Luiz da|Costa Leile.
O Dr. Casanova |K'to ser pronurado em s
coactltorio especial homeo|atliico no largo da ma*
trizf Santo Antonio n. 2. No mesmo consult-
lo ha sempre grandesortimonfo de medicamentos
em litttuj-as e em glbulos, deixando elogiar os
nossos Bjedieainentos pelas pessoas que os tem ex-
perimentado e continuara a servir-se em mssa
liotii-a. Teaios tambem obras aetammodadat a
inteJIgeoeia Ao povo.
W eneananif'ntos para agma".
Na rui Nova q. 23 .'azem-se oncanaraenios da
companhia do Beberib* nuito bem feitos por i're-
*o muito raz jav.-l.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
qualquer |iaric, e pede que lhe dem preferencia,
e todas as pessoas que tem chapees nesta fabrica
Cara concertar, tenham a bondade de os virem
uscar at 80 pneo de 8 dias: passando o praso
seram vendidos para pagamento dos ditos con-
cert.____________________________^^^
GKOiWEThIA
O padre Francisco Joao de Azevedo, habilitado
pela directora geral de instrureo publica, tem
resolvido abrir um curso de geometra, para o que
convida aos senhores estudaBtes ea quem convier,
promettendo-lhes empregar lodos os exforcos afim
deque possam tirar o desejado proveito de suas
licocs : a tratar com o mesmo, na rua do Rangel
n. 43, primeiro andar._____________________
Sociedade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
i ni io na eldade do Porto.
Os agentes nesla cidado o provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife a. 1, estao autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclareci-
mentos que forem necessarios, as pessoas que de-
sejaroro concorrer para tao ulil e benfica empre-
tc n. 11.
----------n ------ .----, .. _' oiiaii.iii nuu imm i pata ijv utti ** uvuviihb ^p -
Precisa-se de um menino de 14 a b annos za se(;urando um futuro lisonsero aos associades
d j idade para caixeiro de una loja de calcado na ;------------:---------;i. -,.
cidade da Victoria; tratar na rua do Livramen-: ~ ^ escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo- C, na rua da Cruz n. 1, precisa-se fal-
lar com o Sr. Luiz Soares Botelho, filho de Jos
Soares Botelho e de Fortunata Candida de Souza,
e neto de Francisco Manoel de Souza, natural da
ilha de S. Miguel, o qual consta ter vindo para es-
ta cidade em 1856, para lhe dar noticias de sua
mai e i maos que se acham no Rio de Janeiro.
Aluga-se por 400,6000 annualmente o arma-
zem n. 7 da rua da Cruz, o qual se acha livre de
qualquer impesto; tratar-se na rua do Itnpera-
dor n. 83.___________________________'
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
Imperial cora excellentes commodos para urna fa-
milia numerosa : a tratar na rua do Imperador,
aun; zem de louca n. 41.
Manoel
Portugal.
Xavier Paes Barreto Jnior vai
Precisa-se alugar urna pessoa escrava ou li-
vre que saiba comprar, engommar e cozinhar : na
rua do Rangel, sobrado n. 33.
OLEO
DE
Mercbant
para as nolestias externas dos animaos domsticos
e com especia I idade dos cavados.
w
d'agula branca.
A aguia branca dirige seus sinceros cumpri-
mentos toda sua boa freguezia, estimando que
tivessem boas folaa e entrada do novo anno. e
RIVAL
SEM SEGUNDO
Rua do inclinado ns 41 r _.
o Mata C,
loja do miudezas
is
j te proverera-se dos variados e differentes objeetos t j:o rs.
de gosto que constantemente se acham no ninhe j d,(OS ma'jores a voo e 500 rs
d'aguia branca, pagando-os deprompto como bro- FrlSCS dil de Co|i)nia nM1 ^
, smente costumam. Em quanto porem a boa fre-1 Satneles muito linos a 160 200 e 400 r
^j^i!^l^^^ll^^^jrt rYaj^grandcs agua d'e Lub.n, nelbor,
de prmeira qualidade, fabricadas com o maior
esmero, as quaes pelo modo i dicaz que matara as
formigas, realisam urna economa de 9 0|0 sobre
as fabricadas pelo antigo systema.
freguezes diflerentemente praticam, aranhando-sc
inteiramente em salisfazerem suas comas, passan-
do atapressadamente pelo lado opposto e ttm o
chapeo de sl aberto e inclinado para o lado d'aguia,
nestes mos freguezes a aguia branca bota-lite os
pontinhs.
VERMZ 01 ALCm\0l|f1foefa' descampe-
do gaz, cujas multplices applicacoes sao por de-
mais conhecidas : vende-se ao prefo da fabrica no
oito da secretaria de polica, armazem da bola
aniarella.
T0!McIO\
J. Falque querendo acabar com todos os artigos
(menos o artigo chapeos de sol) existentes no seu
estabeleeimento, continua a vender ditos artigos
por preeos haratissimos, as pessoas econonicas de-
vem aproveitar a occasiao de se proverem de mui-
tos objeetos bons e por pqueo dinheiro, amaneando
que nao Dlhar a sacrificio, para acabar mais bre-
ve, afim le sortir de novo a sua amiga fabrica de
chapeos deso, rua do Crespo n. *.
Hua da Sentada \ova n. 42.
Neste estabeleeimento vendem-se: tachas de
ferro ciado libra a 110 rs., ideradeLov
Moor libra a 1_0 rs.
Veidem-sc ferros para lazer hostias : na rua
Direita n. 73.
Vende-se a casa terrea n. 26 da rua da Ale-
gra : a tratar na rua da Impcratriz n. 40.
Saibam todas as boas freguezias, e apreciadoras
do bom, que a loja d'aguia branca recebeu as bo-
Lapis de tinta encarnada muito finos a 40 rs.
Novellos de ludia cora 800 jardas a 1_) rs.
Ditos de dita com 400 jardas a 80 rs.
Frascos de macass, oleo muito superior, a 100 rs.
Dorias de dedaes hrancos em canas de vidro a
320 rs.
Papis de agnlhas a balao Victoria a 60 rs.
Ilanlia transparente muito superior a "00 rs.
Dita Japoneza muito fina a 800 rs.
Duzia de sabonetcs muito finos a 720 rs.
Papis de ngulha com loque de ferruprm a 10 rs.
Ditas e delicadas fivelas de acoe compridas, c que Grqzas de botes de madreperola muito Aw a
tambera estao se acabando ; ssim pois dirijain-se '50 rs.
logo rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, i Pecas de fita de eos, estreitas, com 10 varas, a
para nao licarem sem essas bonitas fivelas. | 320 rs.
nrnniMinilC iiniflC Novellos d.: linda branca do gaz a 30 rs.
rhnrUYlAnlAO NUVAO :&rreledelir^^etnnilaf*.f_
VnriiiKiitfl iin i,,,,,, Cartcs e caixasde clcheles francezes a 40 rs.
>. plMn*n< uo, r',,\ Botoadoras brancas e de cores para coi i des a
L cousa ja mu sabida, que a loja d agu branca J3 uo cwc" **'* "" ^m "
ln,epO.t0de.li"as l'erun,arias> ale"? d0 c,ons- FrJcos'debanha, pechincha, a 240 m
i ^ wt.nwnlo que ne la senjpre se acha, nota-se ,m(,ls ^^f^Jki al*-
! mais que acaba de receber pela barca franceza ul- c orel)ara(las ,r. C i timamente chegada, um grande soi tmenlo de lin- ca.au5r,',araaas P*ra casiureiras a l#auu, ^ e
dos e agradaveis objeetos proprios e excollentes Mjssos de pramnac |,, para presentes, senda bonitas caixinhas envernisa- gj^ de mK S c^de cera teeTa rs.
1 das com fechadura espelho e perfumarias, outras ^ fc fS?2 o gaff" d7 ImS^S^
toda de vidro tatnbem com perfumaras, lindos ;;'joo ^^ ^.a.-
bornes de porcelana dourada com maviosas e joco- rjuzia d ditas p dinvj.lp 2 hruM ftni_Ma
senas inscrincWs, outros igualmente llralos e de r^ d'US e dUOs Ue b0toes au3*mu *
diversgg moldes sem inscripcao, mas todos ellos Gri), ,s n nalitosdo iru a _S*tt
com fina banha para cabellos: Nessc especial sor- A^a iire m it fina a 100
tnnento vieran) os bem conhecidos leos pl.iloco- JT^^r*"rm, l" ,ap *J ,' a 100 rs.
me, de Lubm, e babosa; assim como pomadas, eos- 0 a 10U T_________
nietii|ues,sabonetes, opiata, linos extractos de agr- (imnile liuniil:ipa- de aZf_lS al
Attertco Iquidaco.
Na ruti Imperial defronte do chafariz n. 35, ven-
dem-se para acabar as segu mes mercaderas, pe-
los preeos abaixo declarados, os quaes merecem
alguma'attenco : raeias cruas para hornera, duzia
a 15iMK), ditas para senhora a 22O0, marroquim
surtido, duzia a U\&. bezerro a 363000, cartas por-
tuxuezas finas a l*KfK.i, dita; francezas a 25SOO,
sapatos de tianca esco<;ezes a 1800, pentes para
atar cabello em masso a Ifituo, dilas era caixinlia
a :(800 escovas muito finas para roupa a lij i
duzia, chapeos pintados sotlidos x 125 a duzia,
ditos muito finos a 20, facas e garfos, dilas de
pona, Ixtoes para rollete e calca, perfumara, gaz,
linda do gaz, clcheles, e limitas mais cousas que
se me torna enfadonho estar apresentando : as
pessoas jue precisarem appa recam, que farao ne-
gocio, vhto a vontade que o dono tem de acabar.
Vende-se um. excellerte cozinheiro sem vi-
cios nem achaques, preto e moco, mais s se ven-
de a quem o queira exportar para o Ro de Janei-
ro : na rua da impcratriz. na Boa-Vista, n. 7, a
qualquer hora.
Senhores tamanq ueiros.
Na ru.i Imperial n. 3o vende-se marroquim a
Ui<5 a duzia, fitas de la sortijas a 160 rs. a pera
bezerro idem dem a 362 a duzia.
iS.I_ll Precisa-sede um caixeiro para taberna : a tra-
tar na rua Imperial n. 37.________________
- OITerece-se una mulher de meia idade para
ama de casa de hornera solleiro ou de pouca fa-
mi ia : na rua da Glora n. 13.
COMPRAS.
D-se SOOi por hypotheca de urna escrava
bos, ou escravo, sendo o servieo pelo juros : quem
quizer dirija-se a loja do Lyra, rua do Queimado
n. W.
~- Rogase a quera apandou ura canarinde do
imperio, com o corpo de urna s cer e a cabeca
pintada, o favor de o restituir, pagando-se o valor
do dito canario generosamente, e tirando-so muito
agradecido a quem entrgalo na rua da Aurora n.
86, legnndo anar.
Compra-se urna raobilia de Jacaranda: na
rua do Crespo n. 23 se dir quem trata.
| --------------------------------------------------------
Comprum-se escravos
de ambos os sexos, e pagam-se bem : no escripto-
rio da rua da Madre de Dos n. 3, primeiro andar.
1 Comprase cffeclivamente ouro e praia em
obras velms: na praca da Independencia n. 12
loa de bilhetes.
Compram-so constantemente garrafas vasias:
na fabrica de espirito na rua Direita n. 17.
Compram-se Diarios : na rua Novan.S.
VENDAS.
=- DA-te dinheiro a Juros : na
rua do riangel n. O.
Aluga-se o st/rundo andar do sobrado n. 6
da rua da Lapa, com suflicientes eommodos e por
preco razoavel: a fallar na rua Velua n 57.
Aluga-se o 2o andar do sobrado da rua do
Imperador n. 71t, bastante fresco, e decente para 73 recebeu agora novo material para ladrilho, etc.:
ozjja familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues os pretendemos podem procralo que surao prorap-
xsvn a/ro
O fabricante de asphalto da rua da Concordia n.
Pede-se toda aUruco.
Custodio Jos Alves (uim: raes, dono da loja in-
titulada Gallo Vigilante, rua do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respeitavel pu-
blico, que tendo de reformar no lim deste anno seu
estabeleeimento, equerendo liquidar grande quan-
lidade de diversos objeetos, estrosolvidoa vender
ludo por preeos baratissinios, como sejam :
Pechas com 4o varas de franjas de lindo a 3.
Ditas com 4o varas de galo le linho a 3.
La surtida para bordar, libra a 4.
Froco de cores sonidos, peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Colindas de bonitos gostos a 400,500 e 15.
Salvas d metal principe a 1.5'i)0, 2 e 2o00.
Ditas cota copos de metal proprio para meninos a
1200
Facas e garita para sobre-mesa a 45 a duzia.
Hitas e ditos dita com cabo de marlim a 6$.
Bandejas de todos os tamaitos muito finas a 15.
15200. i > 4(10, 15600, 25590, 35500 e 55.
Ditas redondas para copo de 500 rs. para 25800.
Tesouras em carteiras, a uzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
IVitus para camisas, a duzia a 25.
Camisinhas bordadas para senhora a 15500 e 25-
Cdapelinas para senhora a 35-
Ditas para menina a 25.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
25e33.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Touras di la para meninos a 500 rs., fil a 500e
600 rs., de seda a 800 rs.
Sapatindos de merino a 800 rs., e de la a 500 rs.
Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
Botdes dourados para nunlio a 200 rs. o par.
Tinteiros de metal a 320 rs.
Trancelii s para relogio a 100 rs.
Ditos de ita cdamalote a 20G rs.
Escrivanndas de metal a 35500.
Colheres de metal para cd a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
Cartas Insuanholas para jogos a 15200 a duzia.
Caslicaes brancos e amarellos de metal a 15.
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 15-
Sabonete; muito finos a 15200,15600 e 25 a duzia.
Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes do ac para calca a 320 a groza.
Caixinta; rom allinetes, grampos e clcheles a 320,
40Qeo00rs.
Fitas de Ijorracha prctas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas con dous massos de agulhas por 800 rs.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.^
Caixinhas para costura de senhora a 15500,25.
3,4,5 35-
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 35 e
45000.
Franja di laa para debrunhar tapetes a 25 a peca.
Palitos do fogo, prova d'agua, a 15 a groza ou 120
rs. a duzia.
Assiu como tem grande sortimento de muitos
mais oojectos que se tornara enfadonho mencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ruado Crespo n. 7, e rua do Impera-
or n. 59 junto ao passo, e casa da llquidacao.
Vende-so pedra de alveniria lruta de muito
boa qualidade, mui propru para edificarnos c
principalmente para alicenes, que tornam os
edificios muito mais solidos, se fornece qualquer
quantidaJe com presteza e posta no lugar preciso,
com vinte por cento menos do que o preco do li-
jlo geralmente usado. Becebem-se as encommen-
das na fi.brica da travessa do Carioca n. 2, caes
do Hamo5._______________________
Cal de Lisboa e pofassa da
Rnssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se raudou o antigo e acreditado deposito da
mesma r ja n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
utra qua quertparte.
AHENQAO.
Vendem-se duas casas terreas, urna no Mondego
n. 28, outra na rua Imperial n. 53, e ura armazem
de sal na mesma casa da rua Imperial: a tratar
na mesma.
Fariuha de mandioca
do boa qualidade, ensacada, a preco cemmodo o
no trapiche do Cunta prximo do ancoradour:
dos vapores da companhia Pernambucana.
daveis cheiros, etc. e. Assim, pois, concorram
os bons freguezes para a loja d'aguia branca, rua
do Queimado n. 18.
III ^ B fil D AGUIA
branca
scientificar sua boa freguezia sempre que recebe
novos e aprecia veis objeetos, porra' os seus afaze-
res durante o mez passado a privaram dessa satis-
facao, e mesmo agora sendo-lde impossivel des-
crever minuciosamente a infinidade dos novos e 56, loja de Mendes Guimares.
differentes objet tos que ha recebido por lodos os
vapores, limiu-se apenas a dizer que o ninho d'a-
guia adiase constantemente mu bem sortido, e
porconseguinle o ponto mais acertado para nelle
se achar que de novidade e de bom se deseje ;
assim, pois, conunue a sua boa freguezia a dirigir
Grande liquidaca* de iaze_ds ale a
fcsla, para se fiodar coilas, aprt ei-
uiicni que des tas per hie has li* ha
sempre : na rua da Imperairiz, laja
e armazea d < Arara a. 56, de ita-
remo Pereira eadesGaimaraes.
Cobertores da Arara a .
Vende-se cobertores de pellos a 15 e 15600,
roberas de chita a 25 ; na rua da Iraperairix n.
A Arara vende as lazinhas de 9 pal-
mos a 1$_00.
Vende-se lazinhas de urna s cor e qnadrisbos
proprios para capas, com 9 palmos de largura a
l.i'OO o covado, dilas para vestido a 280, 320 e
se munida de dinheiro rua do Queimado, loja: 40) rs. o covado : na rua da lmperatriz, loja da
d'aguia branca n. 8, que acharo explendido c va-
riado sortimento de finas perfumarias, galanteras,
etc., etc., tudo isso vendido com barateza, agrado
e sinceridade.
Arara n. *>t, de Mendes Guimares,
iirlm da Arara a 400 re
covado.
Vende-se brim pardo de linho com peque** lo-
que de mofo, que depois de moldado larga, proprio
para calcas e palitots, a 400 rs. rs. o covado ;
costurarlas com miislcas e sem : brim branco de linho a 15 e 15200 a vara, fuso
ellas. '''' cores I'ara calcas, coletes e palitots a 500 rs
A aguia branca acaba de receber lindas e deli-2J_*9 : .na r.ua.da ,.mDeratriz. loia da Arara
cadas caixinhas com msicas e sem ellas, propras -__;_'_ef _u_Jira^_
e excellentes para um bom presente : como de seu
1IXDVS
louvavel costme, a aguia branca da rua do Quei-
mado n. 8, vende-as por preeos razoaveis.
FITAS BRANCAS FINAS
para debrunhar eoll-tcs, paleols e ves-
tidos.
Arham-se venda na rua do Queimado, loja da
aguia branca n. 8.
_KN_f_MI t AC
Inglezas.
A aguia branca recebeu as superiores pennas de
a^o inglezas, do afamado fabricante Perry, sendo
o sortimento grande, e das qualidades que mais se
apreciam, inclusive a amanlaca a balao etc. etc.;
cada caixa traz urna groza : os pretendentes, pois,
dirijam-se com dinheiro rua do Queimado, loja
d'aguia branca n. 8.
otoaduras de corna-
linas para colletes
Quem quizer botar em seu collete urna bonita
abotoadura oval, de fina cornalina, ha de chegar-
se com 25 loja d'aguia branca, rua do Queimado
numero 8.
Loja do beija-floi*.
Meias mas para liuinmi.
Vendem-se meias cruas para homem a 25 a du- )>rhi'nrha
zia : na rua do Queimado, loja do beija-flor nume-
ro 63.
Meias para senhora.
Vendem-se meias para senhora a 35200, 45 c
i5500a duzia : na rua do Queimado, leja do bei-
ja-llor n. 63.
La para bordar.
Vende-se laa para bordar, de diversas cores, as
mais lindas que se pode encontrar,' a 65500 : s
quem vende por este preco na loja do beijaflor de casemira infestada a 15600 e 25. e era covado -
da rua do Queimado n 03. 15 na rua da lmperatriz n. 56, luja da Arara de
Trancinha para enfeites. Ucndes Guimares.
Vende-se traucinha para enf roupa de meninos, que tambera serve para enfeitar Vende-se palitots de casemira a 45500, 65
caraisinha de senhora ; vende-se tranca branca 8,5. calcas de 35500 a 55, palitots de panno a 105.
com 40 varasa SOOrs. a peca, com 20 varas a 500 ditos finos de 125 e 145, palitots d- brim de 1 r
rs., com 10 varas a 260 rs. : s quem tem na a 25500 e 35, ditos de meia casemira a 35500,
L.azlnha Mara Pa da Arara.
Vende-se lazinhas a Mara Pia muito finas, rom
quadros e palmas de seda, para vestidos a 500 o
cov-ado, sedinhas finas a 500 rs. o covado ; na rus
da lmperatriz n. 56
A 4rara vende as capas a 8,000 rs.
Vende-se ricas capas para senhora a 85, chales
de merino estampado a 25500, ditos finos matisa-
dos de novo gosto a 55, dito de pona redonda
horlota a 75500 : na rua da lmperatriz n. 50,
loja da Arara de Mendes Guimares.
Oh que pechinrha, laaziihas a 280 rs.
Vende-se lazinhas finas para vestidos a 280
e 320 rs. o covado, lencos brancos com barras de
cores a 200 rs., meias linas para senhora a 400 e
509 rs.. ditas cruas a 400 rs., ditas para hornera a
169 e 200 rs.; na rua da lmperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende as cassas a 200 rs. eevade.
Vende-se cassasde quadrinhos a 200 rs, o cora-
do, ditas finas a 250 e 280 o covado, organdys fios
a 240 e 280 o covado : na rua da lmperatriz n.
56, loja da Arara.
Perhincha, sedinhas da Arara a 800 rs. s esvade.
Vende-se sedinliascom quadros e lisas, escuras.
propras para quem est de luto, por ter uina s
cor a 800 rs. o covado, ditas da mesma qualidade
de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi-
nhas a 500 rs. o covado. na na da Impcratriz a.
56, loja da Arara de Mendes Gnimar i
na Arara, corles de chita a -5300.
Vende-se cortes de chita Iranceza rom peqoeao
toque de mofo a 25500, cortes de rscado fraaeez
com 14 covados a 35, cortes de cassas francezas
pintadas a 25 o corte, ditos de barras a 25, 35 e
45 : na rua da lmperatriz n. 56, loja da Arara *
Meados Guimares.
Casemiras a 1AC00 s revads.
Vende-se casemiras de cores para calcas, cole-
tes c paletols, infestada, a 15600 o covado, cortes
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Tesouras linas para mida e costura.
Vendem-se tesouras finas para unda e costura a
400, 500 e 640 rs., ditas para costura a 500 rs.:
na rua do Queimado, loja do beija-llor n. 63.
Facas e garfos.
calcas de brim de cores a 25 c 25300, ditas bran-
cas de linde a .'t.?" a 25. coletes a SfSOQ e '1-5. camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 e 25500, ditas de linho
prega larga a 35, serouas finas a 15600, ditas de
Idilio a 25 e 25500 : na rua da lmperatriz n. 56,
Vendem-se facas e garfos otavados a 25800, | loJ;i da Arara de Mendes V"'??^'
llalles da Arara a ib. 3500 e \b.
Vende-se baldes americanos, os meldores que
tem vindo, de 20, 30,35, 40 arcos a 35, 3550,
45 o 45500, ditos de brillantina a 45. ditos de
madapolo a 35600 : na rua da lmperatriz n. 56,
loja. da Arara.
120, 240, e 500 rs. : na "rua do Queimado, loja do ahilas da Arara a i
beija-flor n. 63.
Can abas
ditas cravadas a 35, ditas de cabos pretos a 35200,
ditas de cabos de bataneo com 2 botes para mesa
a 65200 a duzia : na rua do Queimado, loja do
beija-flor n. 63.
Escovas para denles.
Vendcm-so escovas para denles muito finas a
com grampas.
Vendem-se caixinhas de grampas a 40 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Colarinhos para homem.
Vendem-se colarinhos de linho para hemem, de
diversos gostos, a 560 e 6W) rs. : na rua do Quei-
mado, loja do beija-il r n. t3.
('.rayalas para senhora.
Vende-se chitas a 240 rs. o covado. ditas fran-
cezas com pequeo toque de mofe a 280 rs., ditas
lim tas a 320, 360 e 400 rs. o covado : na roa da
lmperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara recebeu pelo vapor am sartiawalo de re-
lucirs para senhsra, dos rfcaru issles tae
Icm vinde, a prece de id. loUOO e 24.
Vende-se romeiras para senhoras de rambraia
de salpicos brancos e de cores e bordadas a 15,
Vendem-se grvalas para senhora, de diversas lafOO e 25, golinbas com botozinho a 580 rs..
Vendo-se urna taberna
n. 106 : a tratar na mesma.
ita na rua de lionas
de S'uza, na rua do Crespo n. iB.
I lamente servidos, e por preco commodo.
po_i:
No armazem de raateracs da rua da Concordia
n. 73 j ebegou pixe para fabrico das embarcaces,
e se vetado pelo raesiuo preco do costme.
cores, a 500 re., 800 e 15
loja do beija-flor n. 63.
Botes de pnulio para manguitos de senhora.
Vendem-se botes de punlio para manguitos de
senhora, de diversos gostos, a 200 rs. o par : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Filas para debrum de vestidos.
Vendem-se litas para debrura de vestido de la
pretas bordadas, com 10 varas, a 15100, dita de
seda preta. a 15200, dita do cor adamascada a
15.200, dita branca de laa com H varas a 400 rs. :
na* rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Pcntrs travessos para meninas
Vendem-se pintes travessos de borracha para
meniua a 400 c 500 rs.: na rua do Queimado, laja
do beija-flor n. 63.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se pajiei amizade a 640 e 700 rs., dito de
cores a 600 rs., dito adamascado a 15, dito branco
900 rs., dito beira dourada a 15200 : na rua do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Itolocs de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola para collete,
na rua do Queimado, ditas rom peitos e botozinho a 15, ramizinhas
i para senhora a 15,15600 e 25, aventaes e corp-
ndo para meninas a 500 rs. : na roa da lmpera-
triz n. 56, loja da Arara.___________
im:< iiim 11 %
Custodio Carvalho Compa-
nhia.
2 3 -lina lo inel-aadA-t 3.
Novas lazinhas esrossezas minie* n das, fosea-
da encorpada, propria para vestidos fe --nhora a
rnancinhas, pelo barato preco d 1 re-
vado.
FARINHA FONTANA.
Familia Fontana csembarcan'a hoje, vende-se
por prero mais commot. do tae tm
qualquer ontra pacte : na rua da Cm
que tambem servem para casacos de senhora a 1 ... \ U Itiplipr (* SirrM-
400 rs. a abatoadura : s quera vende por este 4 ,- L* s
dreco na rua do Queimado, loja do beija-flor nu-
mero 63.
Luvas de Jourin.
Vendem-se luvas de Jouvin para homem e se-
nhora, chegadas no ultimo vapor : na rua do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Charuto flttos.
No armazem da aurora brildantc ha grande sor-
timento de charutos finos em caixas e meias, dos
melhores fabricantes da Babia a 25, 3, 4 e 55 a
caixa, tem caixas com 100 charutos com furo a
500 rs. : no largo da Sania Cruz n. 84.
so re..
CAL VI)V\
No armazem do Avilla, no Forte do Matto es-
quina dobecco da Roa vende-se cal de Lisboa a
mais nova que na no mercado a 35500 o barril.
~ Farelo de Liaboa.
Na rua do Amonio n. 50 ha farelo dessa proce-
dencia, muito novo e das melhores marras, que se
veande preeos commodos.
/
'
/


Diario de Peruanihuco Sexta fera 15
QIIAMDE Ki;\ OIi3 V
<
NO
0 ^oinem do movii tiento nao estaciona.
AVANTE E SENPRE
GUERRA AOS INIMIGOS
Xao se admiti a nnio ceramercial:
Nao sequer a diaba da allianca.
Nao se Irme a f tria dos corsario*.
Estfeanno ha de ser bissexto.
Os eanhdes esto preparados.
FOGO! BOM FOGO!: JDBLHOR FOGO!! I
Abaixo a liga d'agoa no vinagre
Viva a liga do genuino dieres com u fiambre!
Viva o conservador das conservas inglezas!!
Vivam os libertes fregares do IJALIZA!!!
Vivara todos que lerem este annunci.
WA&i
DKIiO
RCANTIL
ltna do (Inclinado nntueros
4 e sa,
est disposto a continuar a vender pelos precos
abaixo declarados, pois para principar o novo
anno.
Caixas de obreiasde cola muito Qnas a 40 rs.
Varas de franja de laa de lodas as cores a 40 rs.
Hilas de tranca de laa de todas as cores a 20 rs.
Ditas de tranceln" branco muito superior a 20 rs.
Trancas de algodtb brancas e de cores a 80 rs.
Duzias de meias para senhora muito superiores a
35800.
Grozas de pennade aeo muito tinas a 300 rs.
Caivetes de duas e tres fothas a 300 rs.
Milus de urna folba a 80 rs. <
Caixas para rap, medio bonitas de caluugas, a '
100 rs. ,
Capachos redondos e compridosa 300rs. .' Francisco remandes Duarte acaba do abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, um grande esorlido arraazemde molhados de-
Caixas com muito superiores obreras a 40 rs. i nominado Inicio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sortimento dos melUres
160 r? a"jaS aS C CreS' argas' a ^eneros^qtie vera ao mercado, tanto estrangeiros, Como nacionaes, os quaes sero vendidos em porgues ou a retallio pc.r piejos astas
Pares de botoes parapunho muito bonitos a 120 rs.
RA DA CADEIA DO BElFE 53.
NOVO E
GEA1TDE A'SUZBU DE UO'JSD'
IH'V DA CADEIA DO RECI i?E X. 53.
>s
SE NII0 RES E SEN 110 RAS.
0 proprietario do grande Armazem do ializa estabelecido rua do Livramento ns.
38 e 38 A, defronte da grade da igreja, acab de roduzir os presos de quasi todos os
generes do seu magnifico deposito.
A tarifa abaixo publicada atiesta bem es .a verdade.
A guerra aos inimigos, est portanto, assim declarada.
As pessoas, ainda as mais exigentes, que se dignitrem vir este eslabelecimento,
ficarao por certa muito satisfeitas, nao s quanto s quididades dos gneros, como com o
tratamento todo atteocioso que se Ibes dar.
Alm do cumpriraeoto dos deveres da toa educado, naveta d'oraem diante ainda
rnaior capricho em satisfacer todos que honra .era esta casa.
Os gneros, pelas qualidades e precos innunciados, sero offereeidos ao exame
dos Srs. compradores. Noreceieo publico que se pratique o contrario, comoem outras
casas, que at annunciam o que nao tora.... 0 Baliza nao Ilude....
Ameixas francezas emcai.vinhas eem frascos Licores inglezes e franeczesem vazos de di-
versos lamanhos a l.ooo, l,5oo e 4,8oo
rs. a duzia.
.Manteiga .ngleza flor a 800 rs. a libra e de 8
libras para cima ser aberto um barril na
presenta do comprador.
dem de 2.a e 3." qualidade a Too, 600 e 4oo
rs. a lilra.
de diversos tamanhos a i,2oo, -i,(too,
2,ooo, 2,5ooe 2,8oo rs. e a libra a 800 rs.
Amendoas novas a 32o rs. a libra.
Azeite doce retinado a 800 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa e 4,800
rs. a caada.
Alpiste a 16o rs. a libra, e 4,8oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho, da India, e Java a 8c e dem fran;eza a 560 rs. a libra, e embarril
loo rs. a libra. I por meios.
Aletria branca e amarella a 4oo rs. a libra. Llemem alas a 2#0Q0 e a l#o00 a lala.
Araruta verdadeira a 32o rs. a libra. '___. A____
.Massa de tomate em barril a 480 rs. a libra.
Batatas novas emgigos de 36 a 4o libras por ^memh a 040 rs. a lata.
i.ooo rs. e a 4o rs. a libra. Moslarda inglcza 400 e 600 ris o pote.
Iiiscoitus ingleses Lunch a 18oo rs. a lata de Marmelada imperial dos melhores fabrican-
5 libras. tes de Lisboa a 600 rs. a libra,
dem de. diversas marcas em latas menores Marrasquino de zara a 800 rs. o frasco e a
a l,3oo rs. j 80 a duzia.
dem de Lisboa de qnalidade especial em la- Ma^J_s par sopa, talharim e raaearrio a
tas grandese pequeas a 3,ooo e l,5oo rs. _. ***_rs-a n,,,x ,. ,
I Icem tinas, estrclinha e pevide, caixinba
Bolachinhas americanas, a 3,000 rs. a barrica com 8 I lnas a l5 e 2oo rs. a libra. 1
Banhade porco a 44o rs. a libra,e embarril N,,zes a l,> rs- a libra.
a 4oo rs. Ptixe preparado de escabeche, da melhor
Baldes americanos muito proprios para com- qualidade que lera vindo ao mercado, a
Carreteis de linha lexandre com 200 jardas a
100 rs.
Cartoes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.'
Ditos de linha de 30 jardas a 26 rs.
Duzia de meias brancas para homem a 15600.
Caixas com soldados de chumbo a 120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a ICO rs.
Ditos de barro a 100 rs.
Grozas de betdes ae louea pratiados a 160 rs.
Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
Escovas para limpar dentes muito Unas a 200 rs
Das para unhas a 800 rs.
Lia de todas as cores para bordar a 75 a libra.
Caixas com phosphoros de seguranca a 160 rs.
Cadmios de papel branco e azul a 20 rs.
Pacote de panel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 ansvlopes muito superiores a
800 rs.
Cadernos de papel de cores, grande e pequeo, a
40 rs.
Silabarios portuguezes com calungas de todas as
qualidades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
Callas e taimadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores iscas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
Baralhos muito finos para voltarete a 280 rs.
Bodinhas com alfinctes francezes a 20 rs.
Cartas de alftnetes francezes linos a 40 rs.
Caivetes de cabo de madreperola de duas folhas
a 500 rs,
Lavas brancas de algodao finas a 80 rs.
Miadas de linha frxa para bordar a 60 rs.
Um Desrobriinento Espantoso!
O .Hundo Sricutifico nnanimamrnte o approva.
prasa l.ooo rs.
l->a lata.
Cha huxvm, hyssoo e porola a 3,ooo, 2,8oo,! asunto de lamego muito superior a 480
2,3oo, 2,ooo el, 6oo rs. '.r''alllll;!: ,. in ..
., !- ... Id Jm para hambre (inglez) a 640 res a
dem protoa2,ooo, l,6ooc l.ooors. alibra., yli>r K b '
Chanpagne a raelhor do mercado a 12,oooo id,.m americano a 400 rs. a libra,
gigo e a l,2oo rs. a garrafa. L
Chocolate francezpnmeira qualidade a I,loo K ,alrn,,,) a i000 a resma-
rs. a libra. m de peso a ^ a resma-
dem hespanhol a 1,2oo rs. a libra. iPa 'tos para dentes a 100 rs. o maco.
dem suisso a l.ooo rs. a libra. 'Duo dito te flor a 200 rs.
Ditos rio g.iz a 20200 a groza
Cervejabranca marcaAllsoiips a 4,5oors. a ,,,.,. ion-, n *
duzia, e a 4oo rs. a garrafa. **.?? a 48 "" a 1,bra 00 a
A (ouiposifo Auacahuita
IVitoral de kcnip.
Por esparo lenaaiMBte en Tninpieo para a cura de
TSICA pulmonar,
CATABRHO, ASTHMA,
BEONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CEPO O GARRCTILHO, e
Inflammac/es da Garganta e do Feito,
c isto com mu resoltado to feliz c venladei-
ranientc assonibroso o pao ou madura d'uma
arvoro & que chamlo Anacauiita, c que s
se encontra no Mxico.
A Composico Anacahuite. Peito-
ral de Kemp 4 um Xurope delicioso, intei-
ramente difterento na sna compcsiciio de
tolos os mais l'eitoracs o Expcctoniu-tes nia-
mifacturados de fnictos astringenUs, cascas
c raizBS, Ae.. o meamo nao conten nenlinm
Acidt Prut ico ou outros quaesquer ingre-
dientes venenosos.
Todas as molestias c an"ccc,ocs da garganta
e dos pulmocs dcsapparecem como por um
mgico encanto, mediante a accao cesto n
comparante] c irresistivel remedio.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Jo3o da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
commbdos.
Manteiga inglcza especialmente escolhida
de pi imeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. embarril
ou meio.
Prezuntos inglezes para hambre, de superior
qnalidade, chegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 24600.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castat has muito novas a 120 rs. a libra e
e 3#000 a arroba.
Cha uxin o raelhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
1(91500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2:'-> a libra.
Biscoutos inglezes em latas com dilerenles
qualidades. como sejara crakncl, victoria,
piquelez, soda, caplain, seed, bornez e
outras mu;las marcas a 1350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15e2i5cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abalimenlo.
'Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tera vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das methorfs qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs a garnifa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porco e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14* e i 50 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Lnz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinhcvde pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a'
Vinagre rie Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinhasdc Nantesa340 rs. o quarto c 560
10200 a caada. j rs. meia lata.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a Lalas com peixe em posta : savel, corvioa,
800 rs. i vezi;go. cherne, linguado, lagosiinba, a
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e' 103uO rs.
40800 a caada. Salmoem latas, preparado pela nova arte
Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e i decozinha, a 800 rs.
50800 a frasqueira. j Maca de tomates em latas de 1 libra a 600
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas ris.
com ricas estampas na caixa exterior, Chouricas e paios era latas de 8 c meia libra
muito proprias para mimo, a 1020'', 10500 por 70.
e 20. ; Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com lampa do mesmo, con-i 80600 a arroba.
tundo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
10200. | barrica.
Marmelada imperial, dos melhores coosar- Safniuito novo a 240 rs. a l.hra.
v.jiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a ceva 2 libras a 600 rs a libra. Fannha do Maranhlo a 120 rs. a libia.
Fruclas em calda das melhores qualidades'Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
qae haem Portugal em latas hermtica- Gevada a 120 rs. a libra e ?0 a arroba.
mente lacradas a 5UO rs.
Peras seccas muilo novas a 640 rs. a
Notes muito novas a 160 rs. a libra.
libra.
Alpistaa 160 rs. a libra e 4*etua arroba.
Batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 10 e a 10 rs. a libra.
Amendoasd casca mulle a 400 rs. a libra.;Cebollas a ^ molno com mais e ,00ca-
Ave as muito novas a 200 rs a libra. ^a "n1*
Amcndoas confeiladas de diversas cores a Caf lavado de Primeira qualidade a 3C0rs.
800 rs. a libra. | a llbra e 9 a arroha-
Magaase peras chegadas neste ultimo vapor, Ca[eJ ?arLm.nl! !"Per,or a 2* "*"
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervi'has seccas muito novas a ICO rs. a
libra.
Chocolate francez, o que lia de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhol a *02OO a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca epreta das melhores marcas
que hanomeicado a 500 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qualidades :
bra e 80iOO a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranho a 100 rs a libra e 258CO
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra o 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixn.
Macarrii), talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellnlia,pevide earroz demassa para sopa
a 400 rs. a libra e 20 a caixa c>m 6 libras.
Palitos ele dente lixados com flor a 00 re.
cmasso, ditos lixados sem flor a i(J0 rs.
o masso com 20 massinhos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa |ora
e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e; 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia. Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
40(1 480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200 Mostarda ingleza em potes j preparada a lix, era caixas inteiras ou emmeias.de
e 3^500 a caada. 400 rs. 10600, 20 e 30.
Vinho branco de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de conta propria
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
a 10 cada um.
Sai refinado a 500 rs. o pote.
do caa particular, a 400 rs. a libra Ma-
ro se faz a bal i ment.
Os senhores que comprarem de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.

Cognac inglez a 6lo rs. a garrafa a 800 e a
l.ooo rs.
aixa.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20500.
Concervas inglezas em frascos grandes a 75o '.l(> londrino a 900 rs. a libra.
rs. o frasco.
dem francezas de muitas qualidades a 5oo
rs. o fiasco e a 5,5oo rs. a duzia.
Dio prato a640 re. a libra.
Sardinhas de Nantes a 320 rs. a lala.
Dita de Lisboa a 640 rs. em lata grande.
Charutos neste genero temos grande sorti- ^l' muito superior a 240 rs. a libra,
ment tanlo da Babia como do Rio de Ja-#S;l1 refinado, em potes do vidro, a 600 rs.
neiro a 1,600, 2,2oo, 2,5oo, 3,ooo e4,oooT P0,e-
re, a ciixa. S3*'30 maS9a a 120, 160, 200 e 240 rs. a
Caf do Cear muito superior a 28o rs. a libra
e a 8,000 rs. a arroba,
dem do Rio a loo e 28o rs. a libra.
Ceblas a 9oo rs. o molho com mais de loo
ceblas.
Chouricas e paios a 72o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 2oo rs. a libra.
Cevada muilo nova a 80 rs. a libra.
Copos lapidados a 5 e 6,000 rs. a duzia.
Doce de goiaba em latas a 4oo rs. a libra,
dem de caj en Utas a 320 rs. a libra.
Ervilhas francezas e portuguezas a 5oo e 64o
rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
Figos de ixrniadre em caixinhas com 8 libras
por 16oo rs.
Farinha do MaranhSo a 12o rs. a libra.
Farinha de trigo muito superior a 12o rs. a
libra.
Farclo em saceos grandes a i.ooo rs. o sacco
Genebra ingleza marca gato a 1,000 rs. a gar-
rafa.
dem verdadeira de Hollanda em frascos muito
grandes a 1,2oo rs. o frasco,
dem de Hollanda em frascos pequeos a 5oo
rs. o frasco.
dem de laranja a 1,000 o frasco.
Gomma do Aracaly a 80 rs. a libra.
Graxa a too rs. a lata o 1, too a duzia.
Linguas americanas de grande tamanho a
|,ooo cada urna.
libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Dito de Santos e 300 rs. a libra.
Tijdo para limpar facas a 140 rs. caria um.
Vajsouras americanas a G4o rs, cada urna.
Ide n do Porto a 400 rs, cada urna.
Vehs de carnauba e composico a 320 rs. a
1 bra ea 100 a arroba,
Iden stearias superiores a 560 rs. o
maco, e em caixa por menos.
Vinho do Porto, neste geneno temos o me-
lhor sortimento possivel, que vendemos
por pre-^os muilo haixos a 10 a garrafa e
a 10/ e 12 a duzia.
Idera Cherry, e da Madeira om barris e em
c xa, a 120 a caixa e o barril conforme o
tamanho
dem de Figueira e Lisboa, em ancoras de
8 a 9 canarias, por 280000.
Dito em pipa a 30000, 30800 e.40ooo a ca-
nida
dem do P)rh, ricnoraiuado Baliza, a 50 a
canaria.
dem idem em garrafoes a 20500, com o
garra fao.
dem de Borrieaux, das melhores marcas que
vi m ao mercado, a 60 a caixa e a 640 rs.
a garrafa.
Vinagre do Lisboa a 10600,108oo e 20000 a
canaria.
Idera idem.em. garrafoes com 5 garrafas, por
1 : com o garrafao.
Vinlo de caj a 10 a garrafa. Este vinho
ten de? annos.
GRAGEAS
deGELISe CONT
Ao lactate de ferro
Anprovadas da academia imperial de medicina
de Paris.
Segundo o relatorio feilo na academia em
4 de fevereiro de 1840 pelos Srs. profes-
sores Bouillaiid, Fouquier e Bally, esfe fer-
ruginoso reconhecido superior a todos os
outros para curar : a chlorosis (pales cou-
leurs), e leucorrha (pertesblanches), a
anemia (flaqueza de temperamento nosdous
sexos), difficuiriade de menstruaco sobre
tudo as mocas, incontinencia de uri-
nas, etc.
E' o mais agradavel de tomar por sua
forma de pilulas assucararias, e essencial-
menle mais efficaz do que as outras prepa-
racoes etc., por ser muito soluvel no sueco
gstrico, como consla do relatorio lirio re-
centemente na academia de medicina de
Paris pelo Sr. Flix Boudet, em nome de
urna commisso composla dos Srs. Velpeau,
Depeau, Bouchardat, Trousseau, etc., to-
peando as experiencias feitas sbreos princi-
pis seres ferruginosos com um sueco gs-
trico fresco no laboratorio do Sr. Botidaul,
pelos Srs. Drs. Corvi/art e Rarreswil, que
o lactato de fe.no o mais soluvel e por
consequencia o mais efficaz.
Deposito geral: em Pars, ra Bourbon-
Villeneuve, 19
Em Pernambuco, na casa de Cabrs Bar-
bsoa, ra da Cruz n. 22.
Optinia ncquislco de es-
tabcleelincnto.
Vende-se a luja de fenagens da ra da Cadeia
do neeia n. 64, eom pequeo fundo e ainda bem
sortida, tanto de ferragens como de miudezas, as
i|iiaes estao em l>om estado, vende-se s com as
merradorias, e garante-se o arn-ndamento da ras;i;
propria para algum principiante, nao s por ter
pouro fundo romo por estar j afregueula e ser
urna das lujas mais bem localiaadas deata ridade :
os pretndanles podem dirigir-se nn-sina luja.
nao s liara examinaren) o baUnco como o estado
das mercadorias.
Vende-se a padaria pertencento a Colla Si
Carvalho, sita na Cidade Nova de Santo Amaro
travesea do Lima : trata-so na mesma.
Duarte & C. receberam rie sua propria encommenda pelo brigue |j:
Florinda, ebegado ltimamente de Lisboa os seguintes gneros todos de pri- ^
meira qualidade por serem escolhidos pelo Sr. Uuarto chefe de nossa casa 5
ltimamente chegado daquella praca.
Nozes as msis novas que se pode de-
sejar a 160 rs. a libra, e comprando
em barricas a 4,500 rs. a arroba.
Sebollas em caixas as mais novas do
mercado a 6,500 rs. a caixa, a 800
rs. o molho, e a 640 rs. o cento.
Batatas em caixas de 2 arrobas muito
novas e grandes a 2.400 rs. a caixa.
Scxtirihas com figos proprias para mi-
mos rie enancas a 60 rs. cada urna
Verdarieiro vinho collares em ancore-
retas de 0 caadas a 50:000 e 800
rs. a garrafa.
Vinho branco B & Filhos, em barris de
?s) quinto a 60,000 e 560 rs. a gar-
rafa.
p|| Vinagre P R R, em ancoretas de 9 ca-
@ nadas a 18,000 e 2,000 rs. a ca-
; nada,
fe Passas em caixas, meias e quartas a
^ 8,000 4.000 e 2,000, a 480 a libra.
gijjk Peras seceos em caixas de quatro li-
(jf5fl bras o melhor que se pode desejar
g a 2,500, e 640 rs. a libra.
< Caixinhas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinba.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
jgg 1,000 rs. a libra.
m* Marmelada propriamonte dito de mar-
^gl' mello, a 640 rs. a lata e em caixas
Y^h de 100 latas a (00 rs.
Mira de tomates a mais nova que se
g pode desejar a 640 rs. a lata e em
g> caixa de 100 libras a 600 rs.
W4& Ervilha portugueza a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 640 rs.
Passas corinthias para pudim a 640
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
Os propietarios afiancam que estes gneros sao muito novos e tudo
de primeira qualidade, tudo isto se vende nicamente no armazem Unifto e
J^ Commercio na ra rio Queiraado n. 7, e largo do Carmo n. 1) armazem pro-
5^ gressivo.
gf Queijos
AGENCIA
DA
FUNMCAO DE L0W-M00R.
lina da Senialla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moenrias para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jolinston c C,
ra da Ser zalla Nova n. 42.
FAKIMIa
Saceos com farinha nova e igual a de Mnrihcca
a 34300 : no armazem da aurora brilhante, largo
da Sant Cruz n. 84.
Vaiida de urna hy\n>lhnn.
Os liqtiidalarios da massa TaH'dade
e comprando em duzia lera grande ^g Jos Antonio Kaslovendcm a hvooi^
ca qne tcm nos engenho> l?ttofir>s
c Cajabuss no termo de Seriuha>m no
valor de ;H:83o$9H rs.; iraiar ns
casas a ra do Trapiche n. 34.

-. /.
abatimento.
Erva doce muito novas a '500 rs. a li-
bra, e comprando em arroba a
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a li-
bra e 10,002 a arroba.
Licores portuguezes das marcas mais
acreditadas de Lisboa a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,000 a duzia, as quali- "^,
dades sao as seguintes : crome de ;^,.::
vilelas, geroflez, msa, absintho, ves-
peiro, amor perfeito, amenrioa amar-
ga, percicot deturin. botefin, moran- -^si;
gos. limao, caf, laranja, cidra, gin- &S;-
ga, caoella, travo, ortela, pimenta ^j
e outros muitos de qualidades menos
superior que serao vendidos por pre-
cos em rclaco as suas qualida-
des.
DEPOSITO
H^H do alemtejo, das ilhas e flamengos, todos chegados neste ultimo vapor, a
2,500 os flamengos e 800 ris a libra rio alemtejo c das ilhas, nicamen-
te no armazem Unio e Commercio, ra do Queimodo n. 7 c largo do Car-
rao armazem progressivo.

aeahair.
Sedas de qnadros e de listras a 320 rs. o cora-
do, lindas laas de mudrtnbos a .')60 o covado, sn-
periores cassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
muito finas a 240 o covade : na loja das colnmnas,
na roa do Crespn. 13, de Antonio Corrcia de Vas-
concollos & C.
Vende-se Em sitio com casa. i|u;irt para
venda, rancho novo, no lugar do Marro Ycrmelho :
onem qnizer, dirija-se casa de Joaqiiim de Al-
enla Queiroz, passando a entrada do engenho
l'I loa.
Vende-se a taberna sita no mercado ila (libeira
da Ila-Vista, com pouco fundo propria para urna
pessoa principiante; a tratar na mesma i. 47.
MI HE LISBOA
Vemlem-so barris com cal les-
ea procedencia, einpedra, choca-
da boje, c nica nova, que ha no
mercado, na rua do Trapichen.
13, armazem de Manoel reluci-
r Dato. ________^____
Em casa de Mills Latliam & C. na rua d-
Cruz n. 38, vende-se ferro fialvanisado de um doa
melhores fabricantes inglezes, proprio para couers
tas de casas.
Cal de Lisboa
chegada ltimamente ; na rua do Vigario n. 19,
primeiro andar.
de rap princeza fiasse, do Ri de Ja-
neiro, na rua da Cruz n. t8, ivciip-
lo'io de J>s Joaquim l.itna Hnirn.
Acha-se o deposito supprido de rap proso.
meioprosso o lino, assim como de Paulo GenMra ;
nos ltimos vapores vieram as qualidades mencio-
nadas, as quaes se fazem recommendar aos seas
apreciadores____________________________
Vende-se a taberna da poveacnde Apiparos
junto a padaria, muito bem amfnada, cmih i i li-
eos fundos, r ropria para qnem qoer principiar, a
localidade a melhor possivel, a dinheiro a na
se faz todo o negocio, ou mesmo a preso brm ga-
rantido : quem pretender, dirija-s i do
Carmo n. 4, que achara com quem tratar, ou a lia
lar na mesma.______________________ _
Vende-se umrylindro usado : na padaria da
rua Real do Manguinlion. 3o, e na, inesmase pre-
cisa alugar um preto : quem livor, dirija-se a
mesma.________________________
fara quem quizer principiar.
Vende-se a loja de miudezas rila na na fui-
perial n. 3o, com poneos fundo> bem 1ida,
por precos bastante favoravris ao rooipraW, Ia
mais a seo hvasf a loja ter armario, patea nao
obrigado o comprador Gcar com ella : em quan:a
ao alugoel commodo ; o dono faz nef
que ti'iii a sct inr nutra carreira.
Vende-se o cmicnho S. Manoel, silo ni Ira-
guezla do Itio Formoso, e margera do rio 8
nliaem.o qual demarca eom os rug
ra, Chango e GameUeira, nmeroni agua m
copeiro, tem ea[>acidade para aarrejai i M<
ananaes, e se acha quaaj tn'io ani naia rra>m,
distando do embarae H^ l''Sii;l: qio m i
dirija se a fu do Vigario n. i", qu. con
quem tratar.
Vcnde-se a verdadeira |rtli n. 97
em barricas: na i u> do raichc n. \%
cscriptorio de tiinanlo Feutoa.




Diario de pcrnanibueo -- Sextn lelra 15 de Jaurlro de 1881

ALLIilNCA
Di
PECHINCHA
cono vi \ \ mol ve
NO
ARMAZEM
RAVBB
i
57 RA DO IMPERADOR 57
Nabein conhecida loja que foi do Sr. Flix alfaiate.
Panto Perrelra da Silva prf prietario deste novo estabelecimento, tendo
chegaclo da Europa, aonde escolheu um .grande c variado sortimento de molhados, tera
a honra de os expor ao respeitavel publico desta cidade pelos mais resumidos precos.
Em tao ptima occasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietario do j
grande armazem Miae* offerece aos seus amigos e freguezes que o conhecem desde \ Preco* baratissimos como vero pea s*guinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
quando foi socio dos armazens Progressivo e Progressista as maiores vantagens era com- P0> de engenhe e lavradores para que manden suas relacoes para N despachadas
no armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, afim de verera a grande vantagem
rarem em seu armazem. "
Hoje de novo establecido maisprecisi da concurrencia de todos estos sentares 1 ^am, tanto na superioridade dos gneros como nos precos asss resum.dos
ao seu estabelecimento. certosdeque esto c jamis deixarao de ser curapridas as Sn. que nao poderem vir podero mandar seus portadores ainda que nao tenham pra.
grandes vantagens por ella offerecidas.
LNIO
COMMERCIO.
IO I, % IU.O DA PEIHA fO
Francisco Feraandes Datarte dono deste muito acreditado armazem
de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
por elle na Europa, todos multo propries para a festa os quaes est resulvido a vender por
Manteiga ingleza a mais superior neste ge-
nero a 800 rs. a libra, o comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais
superior que pode haver, tambem ha mais
baixas para menos precos.
dem france/a muito nova a 600 rs. a libra
e 5<5o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. a bra.
Cb perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a lilira.
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a
libra.
dem uxim a 2,5oe rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2,000 rs. a libra.
Jdem preto de qualidade muito especial a
2,009 rs. a libra.
dem jdem inferior a 1,600 rs. a libra.
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, a
9oo e l,2oo rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e de qualidades especialmente escolhidos,
de 2,000 a 4,5oo rs. acaixa.
Fariat.a do Maranho mu i lo alva a 14o rs. a
libra.
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, I). Pe-
dro V, l). Luiz 1. Buque genuino, Nctar
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros
a II.000 e t2.ooo rs. a duziae i,000 rs.
a garrafa.
Idea Gheruy e Madeira a 1,5oo rs. a garra-
fa e l,ooo rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a 10,000 a duzia c 800 rs. garrafa.
Bolaxinhas americanas a 4,000 rs. a barrica,
e a 3oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,00o rs. o gigo, e 60
rs. a libra.
Cognac de superior qualidade a 800 rs. a gar-
rafa.
dem muito superior a 4,000 rs. a garrafa.
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
9,000 rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, o 5o
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8,600
rs. a duzia.
Doce em calda a 64o rs. a lata.
Ervilhas francezas muito novas a 64e rs.
dem portuguezas a 7 o rs. a lata. t
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Bassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
[dem de carnaulta e composico a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
lijlo para limpar facas a 12o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa c Santos a 320 rs. a
libra.
tica, que serlo t3o bem servidos como se viessem pessoalmente.
O interesse que tira o proprietario deste acreditado armazem, j deve ser bem co-
nhecido pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem e ga-
nhar pouco, afim de conseguir a continuacao daquellas pessoas, qae a primeira vez se dig-
naron! honrar o seu estabelecimento.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a i,000 rs. cada
lata.
Passas muito novas a lo,ooo rs. a caixa e
5oo rs. a libra.
Palitos lixados para denles a f 4o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezes e americanos
a 860 rs. a libia.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijo prato a 64o rs. a libra.
dem flamengo viudos no ultimo vajwr a
2,5oo rs.
Sardinhas de Nantos muito novas a 32o re.
a lata.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 2,ooo rs.
dem do vapor passado a i,800 rs.
dem prate muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixes com 2 1
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. era barris ou
meios.
1
Cha perola neste genero n?lo ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir d conta propria a 2,800 rs. a libra.
dem huxim o melhor do mercado a 2,6oo
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,000 rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2,5oo rs. a li-
bra.
dem preto homeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra.
Banha de porco refinada a 44o rs. a libra o Sa^ U) novo 2oo rs ahbra.
em barril a 4oo rs.
.... ,. .. -o dem muito superior a 28o rs. a bra.
Vinho em piqa de Lisboa, eFigueira, de 3,ooo r
a 4,ooo.rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. Sab-0 ,,,, ^ ^j^ a2oo e
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 caa-
das por 27,ooo rs.
2io rs. a libra.
dem inferior d!2o a 18o rs. a libra.
dem'do Porto muito especial a 5,5oo rs. .1 Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
caada e 72o rs. a garrafa.
dem em garrames cora 4 '/* garrafas po.-
2,.'3oo rs. com o garrafao.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,000
rs. a caada.
dem mais baixo a 1,5oo rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafies corn 4 garrafas por
l,2oo rs. com o garrafao.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
eada urna.
dem em frasco de vidro de diversos tams-
nhos a |,5o e 2,5oo rs.
dem em latas de f 1/S: e 3 libras a l,3oo e
2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em ciixinhas de 4, 8 c 16
Bbrrs a l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
una caixa.
dem em caixinhas de ulha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas ermetimente lacradas de 1.600
a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba
Amendoas de casca mole mutfo novas a 4.x
rs. a libra.
Ccblas novas a I.2oo rs. os molhos gran-
des e a l.ooo rs. ocento.
AlpisU a 1 o rs. a libra e 4,6oo rs. a arroba.
Macarrac, talharira e aletria muito nova 1
4oo e 48o rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglesas as ultima >
chegadas ao nosso mercado a l,2oo >i
1,4oo rs. cada lata.
res.
dem li3tnburgueza em frasqueiras a t,8oo
res.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5,5oo rs cada um.
dem ern botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafes vasios de diversos tamaitos a 5oo,
64o e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a8o rs. alibra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial de todos os eonserveiros
de Lisboa a 600 e7oo rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasea,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominlios milito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-docca 24o rs. alfbra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Gravo da India a C4o rs. a libra.
Cannel'.a a l,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado cm frascos de vidro a 600 rs. o
fraco.
Copos finos para agoa a 0,000 rs. a duzia.
Chouricas novas a 72o rs. a libra.
Mostarda france/a preparada e muito nova
a 3o rs. cada um frasco.
Conservas francezas de superior qualidade a
6i0 rs, o frasco e 7,ouo rs. a duzia.
Azeite doce a 64o rs. a garrafa.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e a retalho a 5oo rs.
cada um.
dem em botija hamburgueza a 4oo rs. ,
Genebra de laranja a i,ooors. os frascos
grandes.
Vinho de caj o melhor que ha no mercado
a l,ooo rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs.
a caixinha.
dem de dentes lixados a 160 rs. o maco com
2o macinhos.
Ervilhas seccas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porco se faz aba-
timen to.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas com ricas eslampas a
l,2oo, l,5oo e 2,000 rs. cada urna.
Bolachinha de soda chegada neste uliinn
navio a 1,35o rs. a lata, deste .genefb ha
grande porco e de differentes m/rfas,
que se vendem todas pelo mesmo pireco a Idem {rmxu& em frasco d(! vjdr0 com ^
vontade dos compradores. pa d? mesmo cm^Q { y, ,ibra a (>290
Iem em latas grandes a 2,ooo rs. rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oo rs.
a l,9oo rs. a retalho, c a 800 rs. a libra.
M^^.'^dosme|hcres fabrican-' F de ^ bh
tes de L.sboa a 64o rs. a libra. ^ mHt() propros ^ mJmo a| ^Q rg
Frutas em calda em latas de 1,000 a 5oo rs.,',.__ <.
neste genero ha diversas qualidades a es^Xa ca,xas Para relaIli0 a 16 rs- a
colher.
1 Passas de carnada a 48o rs. a libra e em
quarto com 8 libras por 2,5oo rs.
Champanha superior das marcas mais acre-
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs.
o gigo.
Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Serveja das melhores marcas que vem ao 2,000 rs. a barrica, e a 2oo rs. a libra,
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.'
a duzia. Chocolate francez o melhor que se pode de-
sejar neste genero a l.ooo rs. a libra.
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,4oo rs. a duzia.
Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
maca a 48o rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
rs. cada urna, macarrao, talherim, e ale-
tria a 4oo rs. alibra.
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar-
rafas a 6io, 7oo e 800 rs., garante-se a' Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
boa qualidade.
.. 1__.. ... lD Avelans muito novas a 2oo rs. a libra.
dem I- igueira de superior qualidade a 48o,
rs. a garrafa e 3,5oo rs. a caada, Ervilhas francezas muito novas em latas
, grandes ; 64o rs.
dem de Lisboa a 2.8oo rs. a caada e 4oo |
rs. a garrafa. Wem em ditas pequeas a 4oo rs.
dem do Porto de superior qualidade para!M de tomate em ,aU|S de 4 e 2 libras a
mesa a 560 rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a ca- j.4o rs
nada.
Salmao em latas de 1 lf% libra a 800 rs.
Mera fino do Alto.Douro da colheita de 1833, Lagosnho em latas grandes a 1.4oors. ca-
cme sejam: D. Luiz, r doria vellio, Nec- da uma
tar, Carcavellos e Carnees em caixa de!
uma duzia a 9,ooo rs. Sardinhas de Nantes a 36o rs. a lata.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac inglez a 800 rs. a garrafa.
a 1,000 rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa.
Duque do Porto, Madeira secco, duqe ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e 9,5oo rs. a duzia.
Garrafes com vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Licor francez das melhores marcas do mer
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por 1,600 rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado em potes a 5oo rs. cada um.
J.
a^JEiim/!
Defronte da loja do Pregle*.
HITARTE % l/lli:i II %
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem do molhados denominado Um* e Com-
memo. Este grande armazem um dos mais bem montados que temos em nossa praca.
Do s em limpeza e aceio, como as qualidades especiaes de seas gneros. O proprie
tario do Ifnido e Commereio offerece todos os senhores da pra*a, saibores de engenta
e lavradores a seguinte tabella, por onde vero a grande economa que ltae resulta em
comprarem em to til estabelecimento, aflancando 0 mesmo todo e qualquer genero
sahido de seu armazem.
ollinho francez em latas e caixinhas as mais! Erva-doce a 5oo rs. a libra,
delicadas que tem vindo ao nosso merca-
B
do de 7oo a 2,5c Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
Champmha de 20 a 22,ooo ogige.
Pahtos do gaz a 2,3oo rs. a groza e 2o rs. a
caixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra,
dem franceza chegada pelo ultimo navio a'
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen- Cominh*) ninito novo a 4oo rs. a libra, e
to. I comprando de 8 libras para cima a 32o rs.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a Gomma muito alva par engommar a 80 rs.
800 rs, a libra e o pote separado,
a libra, e em arroba se far abatimento
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Cha uxim o melhor neste genero, mandado'
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra, g^ verdadeiro hespanhol, que raras iem
vem ao nosso mercado a 28o rs. a bra.
Azeite doce refinado em garrafas grandes a Mostarda ngie-aa l,ooo rs. o Irasco.
800 rs.
Bulichinha de soda c lunch em latas grandes, Sevadinha de Franca muito nova a 2oo rs. a
a 2,ooo rs. cada lata. i libra.
ATTENQftO.
Ne=te grande, armazem do molhados vende-se era grandes porcoes e a retalho,
faz Mido se differens consideravol a quera comprar de 100# para cima.
dem de Lisboa a 64o rs. a garrafa, e em
taada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
:<20 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5, e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba retinada a 32o rs. a libra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Aracaty a 4oo rs.
alibra c lo,5oo rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Araruta verdadera a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e ch.'irus:,
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a bra.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra e 4,800 rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe era posta ermeticamente
lacradas das melhores qealidades de pei-
ie (pie ha em Portugal a l,2oors.
Caf lavado de 1* qualidade a 32o rs., dito
do i* a 28o rs. a libra e 8,2oo rs a arro-
ba, dito de 3* a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
de S. Eelix a 2,5oo rs. a caixa com loo
charutos.
Idom finos de diversos fabricantes a 1,600.
l,8oo e 2,ooo rs. a caixa cm loo charu-
tos, [o preco nao indica a boa qualidade
dem hysson, grande, muito bom a 2,6on rs.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais bawo, a 2,ooo rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banlia de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e era barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Crakncl, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a lata.
Bolachinha de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a (ata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l,8oae3,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras'secaas cm caixinhas de 4,000 a 2,ooo
rs. cada uma.
Figos em caixinhas de I '/ arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,000 rs, e a 3eo rs.
a libra, taambem ha serinhas para meni'
nos a 60 rs. cada uma.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e
em arroba ter abatimento.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muilo novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,000 rs.
Massa de tomates a 64o rs, a bra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranho a 14o rs, a libra.
Cbelas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para hmpar facas a 16o rs,
Cerveja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7,5oo a duzia, e de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra,
Genebra de laranja a l,ooo rs, o frasco,
Chouricas as ma.s frescas do mercado a 800
rs. a libra,
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e io,5oo rs. acaixa com urna duzia.
Licores 'francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo.ooo a 18,ooors. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a 1,000 rs. o gigo com 38 libras e
2,oeo a caixa com duas arrobas cadauma
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
rs. cada uma.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa,, e 9,ooo rs. a caixa com uma du-
zia.
Conservas inglezas das seguintes marcas:
Mixed. Piches, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote. ,
Nozes muito novas a 160 rs. a libra e 4,800
rs. a arroba,
Vasos inglezes vasios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l.ooo a 3,ooo
rs, cada um.
Vinho branco o melhor nerte genero a 800 rs,
a garrafa e 4,3oo rs. a Canad.
dem Bordeaux de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa mm
uma duzia, e a 700 rs. a garrafa.
Garrafn com 5 garrafas de vinho do Porto
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinho Figueira. mais
proprio para a nossa estoco por ser mato
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
o garrafao,
Sabo raassa de superior qualidade a 18..
2oo, e 22o rs. a libra do melhor que ha
Graixa era latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e 1.3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo : savel, pesca*.
curvin, salmo e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2oo a 2,ooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escoltado pessoalaente por un
dos socios que se acha em Portugal, das
seguintes marcas : Duque, Genuino. Ve-
lho secco especial. Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho su-
perior, Madeira Seeca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Lniz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l.ooo a 1 2oo rs. a gar-
rafa e de lo.ooo a 12,ooo rs. a caa com
urna duzia.
Vassouras americanas a 800 rs. cada
urna.
Velas de spermacete as melhores que ha no
mercado a 56o e 64o rs. o masan, e era
caixs se far umjgrande abatimento,
dem de carnauba e composicao, de 4oo a
32o rs. a libra, e de lo.ooo rs, a ll,5oo
rs. .1 arroba.
Caf de 1* e 2a sorte de 8,3oo a 8,600 rn. a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor,
Arroz da India, Maranh3o e Carolina a 3,ooo.
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a ioo'rs. a
libra.
Frasqjeira de genebra a 5,8oo rs. e a 5o
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
# a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel greve pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de coala a
44o rs. a botija.
Passas corintoas a 5oo rs. a obra e 12,8o*
rs. a arroba,
Ervilhas franceza e portuguesa a 40 rs a
lata de uma libra.
Chocolate francez, hespanhol, suuso a por-
tuguez a 1,000 rs. a libra, eT28o n. ca-
da pao de uma l\.
Ameixas francezas era caixinhas elegante-
mente enfeitadas, com diversas estampas
no exterior da caixa de 1,500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se venden por
mdico proco.
Massas para sopa: maearrJo, talharim e ale-
tri 1 a 48o rs. a bra, e em caixa se tari
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra de
Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas o dos mento-
res fabricantes da Baha de 3,ooo a 4,00o
rs. a caixa.
lTTE*AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 1005 para
cima tero mais 5 a 10 por /o de abatimento; 0 proprietario scientinca mais que lodo*
pormdeem-se ao trahallw de virem ou' os seus gneros sao receidos de sua propria encommenda, razio esta para poder v.
mandarem o vero a realidade. der por muito menos do que em outro qualquer csUbdlecunento.


Diarlo de Fcrnambuco sexta felra 1 de .lanriro de 1(981.

ATTENCAO
9 LARGO II MI ( AKMO 9
GRANDE SORTIMENTO
ARMAZENS
f
DO
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Partk-ipam aos seus numerosos freguezes c ao publico em geral que acabara de
leeober de sua propria encommenda, o ni; is lindo e completo sortmento..de molbados,
os quaes vendem por grosso e a retamo per menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como ver3o pelasegainte tal* lia que abaixo notamos, garantindo os mes-
uios proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senUores que comprarem para negocio ou casa particular de 100? para
cima terao mais 5 a 10 por cento de abatiriento, os proprietarios scientificam mais que
todos os seus gneros sao r cbidos de so a propria encommenda, razo esta para pode
vender por muito menos do que outro qnilquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a fibra.
Castanbas muito novas a 2,ooo rs. a caia, :
a 16o rs. a libra.
BoJinbo francez e em caixinhas de 7oo n
l,5o rs. cada urna.
dem franceza a mais nova do mercado a Mo
rs. a libra, e 54o rs. em barril.
dem de porco refinada muito alva 46o rs,
a libra.
Prez unto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta proprh,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libr;.
dem ayson de superior qualidade a2,6oo n.
a libra.
Klein perola o melhor que se pode desejar i
i,7oe rs. a Ubra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais bajo pouco a 2,ooo rs. a libra.
klein mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engai-
rafado gar.mto-ce a saperoridae deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
\wbo -veluo. Nctar superior de 1833, Du-
que do Porto de 1834, vioho do Porto ve-
luo superior, madeira secca de superiu:
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
izl.'de 1847, lagrimas do l)ooro espe-
cial, vinho do Porto de l,ooo a l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,ooo rs. a caixi
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e i
Mis nova que ha no mercadoa i,-ioo rs. i
lata.
Hiscoitos ingieres das meHiores marcas em
latinhasde 1 libras a l,3oo rs. a lata.
Mera inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra
8ors.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a ,5oo rs. cada tira.
dem prato a 7oo rs. a libra.
VinUo em pipa das mais acreditadas marca;
como sejamB F., PBR, JAA, outra
multas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto tino em garrafa, e em nada 1
3,ooo, 3,5oo, 4,oeo e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais.acreditadas marca)
a 700 rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
iarrafoes com 5 garrafas de superior vinh:
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao. t
Id era com 5 garrafa de vioho da Figueira mai;
Vellas de carnauba e composiejo de 32o a
36o rs. a libra e de 10,000 a 11,000 rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
ilassas para sopa macarro, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinba e a 600 rs. a
libra.
Doce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a 1,000 rs. o caixao.
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em
caixa ter abatimento.
dem hespanhol a 28o rs. a libra.
Peixe em latas muito novo; savel, pescada,
corvina, sahnao e outras rauitas qualidades
preparada de escabeche 2." a arte de cosi-
nha de 1,2o a l,8oo rs. a atav
Figos em caixas de 1 arroba, \t 8 bras
a 8,000 4,000 e 2,000 rs. s caixinba.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
* Fimo a 60,ooo rs. o barril.
Marmelada imperial dos ra^ mores conserva-
ros de Lisboa a 64o rs. a Uinhade 1 libra,
ha latas de 1 '/ e 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de 1,000 a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 '/ a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com lampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguex, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles c cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colaros a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. agarrafa.
Sardinlias de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
2,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
a 24,000 rs. o gigo, e de l,2oo a 2,000 rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rst a resma.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
PROGRESSISTA
RA U\S (IU/JS Y. 36
E
RA DO CRESPO N. 9
No feairro de Manto Antonio.
Joaquina fos Gomes de ttonza scientifica a seus numerosos fregu
zes e ao publico em geral que acaba de estabelcer nm novo armazem de molhados
do Crespo n ), aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderao a retalho e per atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, affiancando-sc aquellas pessoas que comprarem nestes armazens a superior qua-
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamente.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-
seio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro-
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estaltelecimento aonde se encontra sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se nao o/Terecem tantas vantagens.
Sendo este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
cidade, nao ser difOcil quelles senhores que tem de partir nos omnisus darem suas
encommendas neste armazem, que sempre Ibes offerecer os mais agradaveis gneros*
dem muito superior a 1,00o rs. a garraa
Caf a 28o e 32o rs. a libra, e a 8,000 e
CONSERVATIVO
DE
JOAQUOI SOI AO l>OS SA \TO*
23Largo do Terco23.
O proprietario deste armazem de molhados participa ao publico ea todos 11
que tem um grande sortimento de tudo quanto perlenccnte a molbados, e
um armazem para somonte receber os gneros t|emaior quaniiiladc-, faz suas 1
coes embnasquadras, e que sempre pode vender por menos de 10 20 jai-
que em outra qualquer parte, garantindo u proprietario qualquer genero gabid
armazem, tanto em peso como em qualidade.
Manteiga ingleza flor mandada vir por conta propria a 800 rs. a libra,
dem franceza, vinda pelo ultimo navio a 560 rs. i libra e 540 rs. em barris.
Banlia de porco retinada, propria para pastis a 80 rs. a libra, eem barril a K
Vetas de espermacete e carnauba do Aracaty a COO rs. o masso e 400 e I 10 rs
Caf lavado do Bio e do Cear, o melhor deste genero, a 280 rs. a libra e s-'
roba.
Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 2,3000, arretalham-se a 4o rs. a ubra.
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo is. a libra, em barril ou arroba a 8A800.
Cha de I", 2a, 3 e 44 sorte a 2,>800, 20500, 20000, e 10600 a libra
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa r car
20ooo.
Genebra verdadeira de Hollanda, em botijas, de conta certa, marca gallo a 360 rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a 160 rs. a libra a 5000 re., a arroba.
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs.. a
libra.
Mero uxim a 2,5oo rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idera a 2,ooo rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,000 rs. a Ubra.
9,000 rs. a arroba.
Cerveja das melhores marcas de nosso mer-
cado de 5,ooo a 6,000 rs. a duzia, e 5eo
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8.600
rs. a duzia.
Doce em calda a 5oo rs. a tata.
dem de goiaba em caixas e diversos tama-
nhos e de diversas qualidades de 64o a
l.ooo rs. cada urna.
""US? l,00 "' *" e !'00 W i** t<> da 48o a 40
Chocolate francez, hespanhol, e portuguez, a Idea portuguezas a 72o ^
a Jioo e i,zoo rs. a hora.
~ ___... ,. ildemseccasa 2oors. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
ede qualidades, especialmente escomidos, | Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
de 2,000 a 4,Seo rs. a caixa. rs. cada urna.
dem idem inferior a l,6oo rs. a Fibra.
Champagne a melhor neste genero a 1.5oo
rs. a garrafa e 18,ooo rs. o gigo.
LO JA DO P AVAO
Cassas puritanas.
... Vendem-so as mais modernas cassas puritanas com bonitos desenhos pelo baralissimo pr^co de
0ib 280 rs. o covado, por haver grande pw<-3o, pechinelu : na ra da Imperatriz n. 60, loa
Cassas persianas a 360 rs. o covado.
Farinha do Maranho muito alva a 14o rs. a
Ubra.
Yetas de espermacete da iielbor fiafidade
a 600 rs. o maco.
dem de carnauba e composic a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro engarrafado, e os mais.
bemescolhidos, lagrimas do Douro.D. Pe-' 1 i- r ..
dro V, D. Luiz I, Duque genuSo Je.fur! ^P ^ ***a l4 re- um-
superior, Malvasia fina, Bastardo, e outros Toi.cinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra,
a H.eoo e I2,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.'
a garrafa.
proprio para a nossa estacao por str mai Milho alpista e painso de 10o a 2oo rs. a li-
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao. bra.
dem com S garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
^nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e n
l,3oo w. a can -da.
Vetes de pspamacate as memores neste ge-
Qfro_de 56o a 64o rs. o maco, e em cai
xa ter grande abatimento por have
girando porcio.
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs
a garrafa e 4,8oo a caada.
Idea franca refinado a 800 rs. a garrafa
Erviluas franceeas e purtuguezas a 64o rs. 1
lata.
Boretas eora doces seceos de Lisboa de 3oc
a 3,Soors. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 .. a arroba.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba.
Caf de i.*, 2.1 e 3. qualidade de 26o, 3oc
e 36o rs. a libra, do Cear de 7,8oo, 8,600.
e 9.200 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java e.Uaranhlo de 2,8oo ,
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,,'ioo a caixa e 5oo'
a libra, ha caixas meias e quartos,
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vastos, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,000 rs. a garraa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caca.
Chourioas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de taranja em irascos grandes a
l.ooo rs. o frasco.
Senreja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
a garrafa.
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Ceblas eramolhos grandes a Sooomolho
640 o cento, e a 6,5oo rs. a caixa
Pimenta da reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a Ubra.
Erva doce a libra.
Caaella a l.ooo rs. a libra.
Batatas a 1,00o rs. o gigo com 32 libras liqui-
das e 3,ooo rs. a caixa de duas arrobas.
dem Cherry e Madeira a l.oo rs. a garra-
fa e I6.000 rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,000
a lo.ooo a duzia, e 800 rs. a garrafa.
Bolaxinhas americanas a 3,ooo rs. a barrica,
e 2oo rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a Ubra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, e outras qualidades a 1,000 rs. cada
lata.
Papel greve pautado e liso de 3,ooe a 4.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Batatas muito novas a l,ooo rs. o gigo, e 60
rs. a libra. Palitos lixados para denles a 14o rs. o maco.
Banha de porco refinada a 48o rs. a Ubra, e Idem de "&r a 2o rs- maC0.
em barril a 44o rs. Prezunto piara fiambre inglezes e americanos
Vinho em pipa de Lisboa, eFigueira, de3,ooo' a 85 rs- a lit)ra-
a 4,000 rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa. Idem do Porto a 48o rs. a 1 bra.
"daV^or 27^oonrsanCretaS de8, CaM" Qm08 Prat0 de 48 a a ,b.
Mem em garrames com 4 % garrafas per/^TSt'*08 ^ UUm V3Pr de
2,5oo rs. com o garrafao. I
, _,.' Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
Vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo a lata.
rs. a caada.
dem mais baixo a l.Soors. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 */ garrafas por
l,2oo rs. com o garrafao.
Manteiga ingleza a 600, 7oo, 800 e Ooors. a
Ubra de primeira qualidade.
dem franceza a 56o rs. a Ubra em barril, e
a 600 rs. a retalho.
Ameixas francezas em caixinhas com ricas
estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
cada urna.
dem em frasco de vidro de diverses taa-
nnos a l,5oo e 2,5oo rs.
Idem em latas de 1 1/2 e 3 libra a l,3oo e
2,3oo rs. cada nma, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre era bazmhos de folha pro-
prio para mimos a 1,600 rs. cada nm.
dem em caixinhas de folha a 32o rs.
dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em latas emticamente lacradas de
I.600 a 3,000 rs.
Arroz da India e Maranho a 80, loo e 12o
rs. a libra.
Amendoas de casca mole maito novas a 4oo
re. a libra.
Azekonas superiores a l,2oo rs. o barril.
Alpista a 14o rs. a Ubra e 4,6oo a arroba.
Le tria a 4 00 rs. a libra.
Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
chegadas ao nosso mercado a l,2oo c l,4oo
is. cada lata.
Bolaxinha de soda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lata.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
Sag muito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo mar,a de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. .t libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra do Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a loo rs. rs. cada urna.
Garrafes vasios de diversos tamanhos aioo,
64e e l.oo re.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixa a Ico rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada urr.
Marmelada imperial de t dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a Ubra.
Massa de tomate muito noa a 64o re. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem era frasees grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a Ubra.
Erva-doce a 24o rs. a Ubra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a l.loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco.
Vendem-se as mais bonitas cassas persianas a imiUQo de laa transparente com os
teeidos e inleiramente novos, pelo tiaratissim preco de 360 rs. o covado e nao desboUm na tota do
Favao ra da Imperatriz n. 60. ^
Cortes de cassas de Maria Pia a 4#000.
^^ Vendem-se os mais modernos cortes de cassa a atada Pa, de lo Jas as cores, com palmas Ww-
ntissimo preco de i* : na toja do Pavao roa da Imperatriz n. 60.
As percalas do Pavao a 500 rs. o covado.
Vendem-se as mais linas percalas que ha no mercado, de desenhos maito miudinhos e das mzm
nonas vanadas cores cgaraate-se serem lixas.com 4 palmos de larjjnra, faxenda piwia para ves-
tidos de senhora e roupas para meninos, pelo muito barato preco de 500 rs. evado Da i*ta Oo Pa-
vao ra da Imperatriz n. 60. ^
Gorgurito de laa a 500 rs. o covado.
Vende-se gerguro de laa de cor escura propria para vestido de senhora, paletot para homarn
roupa para menino, pele barato preco de 300 rs. o covado : na loja do Pavao roa da Imperatriz n. 60.
As colchas do Pavao.
Vendem-se colchas de Iinho adamascadas com bonitos iavres de cor de rosa, aznl e braceo,
pelo baratissimo preco de ; cada urna : na loja do Pavas roa da Imperatriz n. 60.
Organdys a 240 rs. o covado.
Vendem-se organdys malisados fazenda muito fina, de bonitos desenhos, pelo baratissimo preco
de 240 rs. o covado : na loja do Pavao ra da Imperalri;; n. 69.
As alpacas do Pavao.
Vendem-se alpacas de seda de cores muito fina propria para vestido de senhora. soatembor-
ques e roupas para meninos e dita branca muilo tina propria para vestidos e paletots, p>r preoo mu
to commodo : na loja de Pavao ra da im^ratriz n. 60.
Chitas do Pavao.
Vendem-se chitas escuras e alegres fazenda muito 811a, padroes modernos c que nao desbotaoi
pelo barato preco de 320,360 e 400 rs. o covado: na toja do Pavao ra da Imperatriz u. 60.
As lasinhas do Pavo.
Vendem-se lasinhas com 9 palmos de largura de urna s cor e deqnadrinhos pelo baratissimo
nrecade UOO o covado, ditas enfeitadas com 4 palmos de largura a 500 rs., ditas malisadas mu:*
tinas de bonitos desenhos a 560 rs., ditas a 320 e 360 rs., ditas de quadrinbos a luuiar.to de sedinha
a 400 rs. o covado. ditas a Maria Pa com palrainhas de seda a 500 rs., ditas transparentes cora palmi-
nkas matisadas a 440 rs., ditas de quadres grandes a 240 rs. o covado, ditas pretas transparentes de
cordaozinho a 200 rs.: na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Vestidos soutembarques.
Vendem-se os mais modernos vestidos a soutembarqne com lindas barras e enfeits para rea-
ptaho e mangas, pelo baratissimo preco de 55 cada ura : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa com barra.
Vendem-se cortes de laa com barras matisadas e enfeites para roupinho e mangas, os mais fi-
nos qaevxistem no mercado, pelo baratissimo preco de 18$ cada corte : na loja do Pavao ra da lua-
ratm n. 60.
Os soutembarques do Pavao.
Vetndem-se os mais modernos soutembarques de j. rosdenaples preto ricamente enfeitadot, ditos
de cor de nm tecido de laa com seda multe bem enfeitados, por preco muito commodo : na loja do
PavSo ra da Imperatriz n. 60.
Capas do Pavao.
Vendem-se ricas capas pretas de grosdenaple bastante compridas, fazenda superior c mais mo*
derna que ha no mercado, por preco muito cm conta : na loja do Pavao rna da Imperatriz n. 60.
Atoalhado de linho.
Vende-se atoalhado de linho com 8 palmos de largara pelo baratissimo preco de 2*300, bra-
mante de linho com 10 palmos de largura proprio para Iences e toalhas rnufto encorpado a 2#500 a
vara : na loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60.
Crinolinas ou baloes americanos.
Vendem-se baloes americanos os mais modernos por serem muito fortes e bem armados de V
arcos a 3, ditos de 30 a 3300, ditos de 33 a 13, ditos di madapolao francez de diversos tamanhos a
1&, ditos de inusse ina com babado e sem elle podendo-se tiraros arcos pelo barato prego de i
4J0O, ditos para uenina, de arcos a 2, ditos de mussel.na a 3 : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60.
Chapeos de sol do Pavita
Vendem-se chapeos de sol de s'da muito encorpada com cabo de caaa e basteas de baleia r lo
baratissimo preco de 65,7j e8, ditos marquezinhos para senhora e meninas a 25300: na loja do Pa-
va roa da Imperatriz n. 60.
Cortes de laa do Pavao.
Vendem-se cortes de lias matisadas com desenhos muito lindos contendo 15covados cada corte
peto baratissimo preco de 75, ditos de cor de safe* com palmas matisadas contendo 15 covados cada
corle pelo barato preco de 65 : na loja do Pavao ra da Imperatriz 60.
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progresista jamis deixar de offerecer aos seu
freguezes tudo o que for preciso para que sejam bem servidos, e como a Testa se aproxi-
ma ptima a occasio dos seus freguezes experimciiiarera a realidade, que nunca dei-
axr de ser raantida pelo proprietario destes armazens.
B 4 -#LOES
de papel fino de seda todo variado de cores de diversos tamanhos, proprios para as testas de igrejas
etc., ricas lanternas de papel para illurainae5es e velas de spermacete, tudo muito barato; n. 60 ra
da Caaei oo Rerife ao grande armazem da expsito de Londres.
Kna da Senzalla 42.
Vende-se, em usa de S. P. Jobnston A C,
seHins e silbes inglezes, candieiros e casti-
cms bronzeados, lonas inglezas, Go de vela,
chicotes para carros e montana, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
onro patente inglez.
/i
II
Barricas de breu com 8 arrobas, de superior
qnabdade : na ra da Cadcia do Recite n. 56 A,
loja de (erragens de Bastos.
ESCRAVOS VUGIDOS.
Fugio do engenho Pirau da comarca da ci-
dade de azaretk em 20 do mez de inaio do cr-
rente auno 1863, um mulatinho de nome Manoel,
de idade 15 annos, levou vestido camisa e ccroula
de algodaozinho azul, um tanto descorado da cor,
temos ps feios e os dedos delles ai rehilados, os
pii adianto largos e os calcanhares linos, tem o
coslume de andar com a cabeca baixa, cabellos
estirados, de calmelo : quem o pegar e trouxer
em dito engenho ser recompensado com 2005-
No dia 4 do c urente fugio o escravo Bazi-
lio, crioulo, estatura regular, secco do corno, cor
amarella, nflre de rrialdade, tem falta de denles
na frente, ps apalhetados, tem callos nos calca-
nhares, pisa muitodevagar, levou calca de brim
pardo, camisa branca, cnano de massa preto
muito usado : quem o pegar leve-o ra Direita
n. 30, prmeiro andar, que ser gratificado.
i foKrpha fugio.
Ansentou-se da casa do Maranho, na roa da
Aurora, aonde se achava para ser vendida, no da
8 do crrente, a preta Jospba, crioula, de idade
quareuta e Untos annos, lema vestido de cassa e
chale ureto ou azul escoro, quando anda na ra
tem |h r costume fallar s, tem o andar aprestado,
estatura regular e secca do corpo, andava outr'o-
ra vendendo bolos todas as tardes : quem a pegar
pode leva-la a seu senhor H. de Aquino Fonseca na
ra de Vigano n. 19, torceiro andar, que se re-
com M-u- ara.
l'ugio do abaixo assirnado. no dia 5 de cr-
reme auno a sua escrava Ciara, cabra fula, idade
18 annos, estatura baixa o ebeia do corpo,'rosto-
redondo, bocea regular, com falta de dous denles
na frente da parte de cima, mos e ps pequeos
e grossos, toi comprada a 8ra. D. Francisca Coleta
Komaia, moradora no engenho Santa Cruz do leo-
mo da Escada : quem a pegar ou der noli* ia certa
em A iipucos ao abaixo assignado, ou no Rrcife na
ra hjrga do Rosario, padaria o. 9, ser gratificado.
Joao Machado Brando.
Fugio no dia 6 de Janeiro corralo o escravo
pardo Geraldo, de idade de 29 30 annos, baixo,
prossf, cor clara e desbotada, caliera grande e re-
donda, cabellos crespos bons, rosto largo, olhoe
grandes e um tanto amarellos, urna pequea mar-
ca de ferida no braco, diversas marras de talhos
atraressandoa barriga, pernas grossas, ps largos,
coftnma trazer barba e bigode, que raspn antes
de futir : quem oapprehender leve o ao engenho
Pitada, comarca de Nazan-th da Valla, a" senhor
do nii'-mo, Feliciano Gomes Percira Gallo, ou
ra do Qneimado, loja de ferragens n. l-'t. de A. de
S. Oliveira i C, que ser recompensado genero-
samente.


8
Diario de l+eruaittbite* *e\a fclra 15 t ntieiro de l t* l.
LITTERATRA.
A Ivareza.
(Cnchate.)
:,j istir -, engaos, dureza:, ve-
xaces, emprostimos usurarios, negocios impos,
iK.j 6 olla causa? VlicnpfUia quorum not est
MMMTWM. (Psalm. 30). A cubica, diz o apoclo,
raii di irte de mates. (Tmotb. 6) B
na rerdada, de que emprego faz i'lla a am hornea
capaz? Um SN irento un hornera intil, olleiii'm
serve, iieui faz bem algum, seno qtiaaclo morre;
c anda cutio sempre contra a sua vontaile, e
icni nureciuiento albura Pde-sc dizer, qmum
atronlo nao fallando propriamenle, senio um
ecnomo, ou para incllior dizer, o rendoiro do na
he i deiros.
O propheta Oseas animado de um santo zelo da
relig, uo ansian de pregar aos judeus a ebri-
gaoo i|uo linliam de perseverar na fe de seas paes,
e de llies reprehender a sua nfidelidade para com
o Dana de IsraeL Quando um liomem da tribi de
Ephraim Um respondeu com audacia, que nao ti alia
nada com o Deas de Israel, porque linlia esco'liido
outro mais do seu gosto; outro, rujo custo era
ni lis conforme s suas ndinaeoes; que este ovo
Deus era o seu dinheiro, que elle seria d'ahi por
dianle a sua divindade, o que elle tinha feito o seu
dolo: Et iSixit unus deEphraim: Verum tomen
dims e/feciu sum, inveni idolum milti. Eu sou
riro, cm miuhas riquezas tenho adiado um i lulo
para mim. Um avarenlo serve a outro Senhor f A
quo outra divindade faz elle votos? Faz-se-lhc al-
guuia injuria cm se le attribuir a mesma lincua-
geui?
Estae bem persuadidos, diz o apostlo, que odo
o avarenlo, rujo vicio 6 urna especie de idola ria,
nao tem pane alguma na heranra do reino do Ji sus
Ohristo. Ephes. 5. Quem ama tan lo o ser di-
nheiro, nao tem ordinariamente o seu coraco-em
outra parle : lbi et cor tuum erit Malth. 6>. I us
nao tem pois muita parle no coraco de um a varen
lo. O seu dinheiro o posse todo. Que condicao
n ais deploravel I
A avareza sempre moi despresivel; mas nuica
tao odio-a, como quando reina as pessoas, i uc,
segundo a linguagem do apostlo, devera ignorar
ato o seu nome : Avaritia nec nominelur in vos,
tatl decet Sonetos. Ephes. 5.
E certamen le. que cousa roais deteslavel, que as
perseas consagradas ao ministerio dos altares, e
obrigadas pelo seu estado a nao ter outra heranca
enao o Senhor, deixarem-se vencer da paixao de
doixar urna heranca da sua srdida parcimo lia
aquelles, que devem ser seus herdeiros, ao mesmo
lempo, que tantos pobres Ibes pedem com just ca
a ronda do seu patrimonio, que a piedade dos Ibis
depositou as suas mos: nao esta aquella funes-
ta vaidade, que o propbeta com razao pe em o
numero das aborainacoos, que se commettem 10
templo? Nao esta aquella mucura ridicula, e
fatua, como falla o sabio, que escandalisa, e de re
fazer horror a todas as pessoas de bom juizo ?
PJe haver fraqueza mais deploravel ? E' possi-
vel que pessoas, a quem Deus por um privilegio
especial tem separado para si, cujo reino nao
deste mundo, nao se oceupem seno no que ple
contribuir fortuna, e augmento da sua fami-
lia" Pessoas, cuja renda das esmolas dos liis,
e a quem mu tas vetes so o p do aliar susto n a,
se privetn a si do necessario, s para deixar a se is
sobriuhos, ou tal vez a estranbos, com que possam
sustentar superfluidades i Estas trazem pintado
no seu pouco asseio a sua srdida avareza; sie
mais dadas ao negocio lucrativo, raais solicitis
para os seus inleresses, mais anciosas do seu sah-
jrio, do que os mesmos seculares, mais pobres qi o
todos no seu oonceito, sempre mais inhumanos
para com os necessllados, sem perderem occasii.o
de negociar. Mas que attrativos sao estes, Senhor,
que motivos para accoes to vis, e para urna tao
veronhosa economa ? Nenhum outro mais que o
de ongrossar sua propria cusa um capital, de
que ellas nao ho de gosar, e smente ba de servir
so luxo, a ambieo, e tambem s dissolueis
daqueites, quo suspiram por se verera senhor js
delle.
Se ao menos as censuras do publico podessem
abr r-lhes os olhos, e faze-los mais racionaveis, a
sua doeoca podara ter remedio. Mas os doeotos
desle carcter nao estao em estado de admittir (li-
ra : Anditbant autem omnia h trant man, diz o Evangelho, et deridebail
eum. Luc. 16. Os Pharscos, que eram avaren-
tos, ouviam ludo isto tranquillamenle, e zomba-
van.. Nenhuma paixao ha menos dcil: como
ella se sustenta na escuridao, conudit in tent-
bits Eccles. ,'i, abate o coracio e o espirito. Aeos-
tumada ao despreao, nem anda as mesmas mofa.,
que della se fazem, Ihe servem de remedio. A
abundancia a azda, e inquieu; a penuria airntii,
e sobresalta; a raediocridade a altera, e morti-
fica.
O avarenlo tem o dominio de seus bens, ser i
dclles ter o uso. Como sao dignos de lamentar-si
aquelles, que se deixam senhorear de urna tao hu-
millante paixao I E* tao servil, e irracionavel o
aperlo, que elle lem ae seu thesouro, que se pd;
dizer, que ba nisto fascina^o ; necessario que a
morle Ihe arranque a alma do corpo, para tazar
desapegar o coraco do dinheiro. Quanto dev;
islo humilhar um liomem, que tem algum senti-
miento de honra I Mas quanto isto mais verge
utos) para um chrislio o qual est ohrigado a vi
ver tao desapegado dos bens da torra, como so
elle nao possuisse cousa alguma: Tamquam no),
postlente*. 1. Cor. 7.
A avareza faz viver e morrer na indigencia: un
avarenlo, que nao 6 pobre, o cem effeilo; porqiu
ou seja um ladrao, que o priva da posse dos seus
fieiis; ou seja a sua insaciavel paixao quem Ihe
tira o uso, os effeilos sao os mesmos, ainda qu(
sejam diflerentes os principios da sua necessida-
de. Um avarenlo nao tira mais soccorros do sol
tlie-ouro,que um pebre de sua indigencia: Dintet
tffurrml. et esurierunt. Psalm. 33.
Afortunado seria, se fazendoeslas reflexocs, oste
so fizesse sensivel s suas proprias necessidades, e
s dos outros. Quanto a sua caridade honrara a
sua parcimonia? Elle adiara na outra vida um
fuudo de grandes lucros. Mas de que consolado,
c de que utilidade ser para um avarenlo mori-
fcundo a vista, e lembranoa das suas riquezas, de
que fez o sen idolo? E quanlos retiram os olhos
deltas, ouvindo esta formidavel sentenca: Pecunia
tua tecutn tit in perditionem ? Acl. 8. 0 vosso
dinheiro pereeja juntamente comvoseo.
(DaEstiettadoSulJ
A mu I i ligua.
Senhor, lime a minha al-
ma dos labios iniquios, o da
lingua delosa. E que remo-
dio se dar, ou que opposr;ao
se far contra a lingua do-
losa ? As sellas da lingua
do homem poderoso sin a-
gudas ; e ainda mais com os
carvoes devorantes do odio
maligno.
Psalm. 119 Ad Dominum, ele.
para provar o quanto e" torrivel a m lingua, e
quanto sao perigosos os seus elfeitos.
Ej nao possOj nem me atrevo pensar ou dizer
couta alguma quo seja nova ; ou que possa por-
soadir sor penaamento mea; seria sem duvida
alguma loaca vaidade uu louoa prelencao; depois
dos prophelas Iluminados pelo Espirito Santo, c
w mais illustrados sabios leran. fallado sobre a
tiiaiodicencia em pbrases tao sublimes...
Eu apenas vou referir suas palavras, e desejava
que ellas fossem referidas quotidianaraente jior io-
dos os escriptores, e por todos os paes de fami-
lias aos seus Qlbos desde a mais toara edade ;
tal vez i/ue ollas bom sabidas desde a infancia pro-
diuissem bous offeilos.
Quem podesse-as gravar em laminas de ouro*
com penna de brilhante: ou rom o cinzel cm
marmore, nara seren destibuidas pola humanida-
do !!...
Todos nos temos obrigaciio de concorrer com o
nosso bolo (conforme as nossas possibilidades)
para os edificios consagrados a rchgiao e apieda-
de Os que nao tem tres juros, podem lambcm
ajudar,levando poilras para a sua conslruecjao
os grandes e os forles pdem levar pedras que
sirvan) para fortes alicerces; os fracos e os pe-
quvios tambem pdem levar sua pedrinba para
ajudar sua elevadlo.
Bis a ida que animou-me a escrever esle mal
fornido artigo que nada mais tem de bom seno
as referencias que faro, e o desejo que lenho de
ofTerccer meu diminuto trabalbo illustrada re-
dacCM da Estrella do Sol.
Sao incalculaveis; nao se pode comprebender os
malo- que produz a m lingua. A lingua m
peior do que o ferro, o fogo o o veneno ; estes s
ferem ou matam quando podem tocar de porto
(corporalmeatej mas, os tiros da m lingua alcan-
yam e ferem a pessoas que existem separadas do
i malediconte, por montes, ros, penhascos, e al
mesmo pelo ocano, em paizes distantes I Kilos
penetram o sanctuaro, e rompem as trovas do
respeiiavel silencio dos morios I! Exdama o ad-
miravel Monte Al verne dizendoMaledicencia I tu
cobres de lucto a religiao -, enegreces a virtude -,
inutilisas os servicos ; lares esi|uecer o merec-
meato ; eronhas ao maldizente os meios de se jus-
tificar diante de Deus, porque quasi impossivel
sua reparaco entre os homens.
Contina o mesmo sabio nestas sublimes pala-
vrasSe a mais feroz, e mais iniqua de todas as
paixdes nao cerras se os nossos olhos aos males ia-
termuiaveis, que pro luz; se o lurblho tempes-
tuoso do mundo, acostumado a dourar a laca, em
que propina seu veneno mortal, e cobrr de flores
o abysrno, emquo precipita asgeraces, nao alur-
disso o homem para ddxar doouviro grito das vic-
timas que elle assassiua com o punhai de sua lin-
gua ; elle recuaria de horror diante da torrate
de desgracas, que promove por seu orgulho, e sua
depravacao.
O ferro, o fogo e o veneno liram vida corpo-
ral, nao ha duvida, porm a m lingua d morle
physica e moral. Tira a vida corporal ; porqne
coin a m lingua se tecem os enredos, promovem
as discordias, as intrigas o os odiosd onde pro-
vmas vingancas que sao a causa dos assassina-
tos ; se causara dissabores que produzem, (muitas
vezds) enferraidades ipac dSo a morte. Tira a vi-
da espiritual ; porque nao s morro a alma do mal-
dizente e calumniador como tambem faz morrer
muitas almas boas que por Ibes preslarem ouvi-
dos se deixam (Iludir eas seguern ; e oulras que
instigadas e vilipendiadas pela m lingua que in-
sulta sem temor, sem piedade e sera le, aggredin-
do com palavras injuriosas faz exasperar o mais
prudente animo ; fazendo (muitas vezes) commet-
ter crrnes horriveis, qualquer que nao seria ca-
paz d'oteuder ao mais humilde insecto seno fosse
instigado e aggredido pela m lingua. Quanlas
reputadles nao estariam intactas seno fossem vic-
timas da m lingua ? E quintos nao oxistem lon-
cos por teda a sua vida per causa da m lingua,
por nao terem forjas para resistir aos seus golpes
moraos I...
Vejamos como se expressa um escriptor sagra-
do fallando sobre a morte de Jess Chrsto.
Verdade que Plalos sentenciou Jess e o man
dou medicar, e pode dizer-se que em certo modo
o fez morrer ; porm vos Judeus, fesles o* que
realmente o malastes. E como o matastes : Com
a espada da lingua, pois afiastes vossas linguas
como urna espada de dous los. E quando o fe-
ristes seno quando clamastes : crucitica-o, cruci-
flea-o ?
Geralraente julgamos m lingua s a do indivi-
duo que falla desabridamente da vidaalheia; esta
lingua na verdade tomivel, porm ha dilferentes
qualidades de ms linguas que preciso conhe-
rer-se, algumas vezes a m lingua que falla a tor-
to e a direito de todos nao lo Dengosa* como a
m lingua encuberta com astucia, porquo aquella
j est bem contienda e os bons nao Ihes dao cr-
dito ; |i ri-rn a m lingua doembusleiro que falla
o que nao sent e pralica o contrario do que ensi-
na : desfazendo rom as obras e exemplos o qne
manda com palavras ; e com lingimenlo e astucia
seduz ao fraco ; sabe compr ptirases misteriosas
para Iludir ao ignorante ; e com palavras (ao pa-
recer dous) introduz veneno mortalesta lingua
a pcrigosissima, sem duvida a de que falla Da-
vid quando diz : Condnzi-me Senhor, pelos pas-
sos da vossa justica : e por causa dos meus inimi-
gos dirig os meus caminhos na vossa presenea.
Porque a verdade nao esl na sua bocea ; e o
sen cor i cao todo vaidade. A sua garganta um
sepulcbro aborto ; eUes se servem das suas linguas
para enganarom cora destreza 1 Julgae-os meu
Deus. Psalm. 5.
Toda m lingua calumniosa, porque a calum-
nia um dos seus alimentos; por isso a tema o
propbeta dizendo :Nao me entreguis vontade
que me perseguem, porque se levantaram contra
mim testemunhas injustas ; e mentio a iniquidado
contra si mesma. Psalm. 26.
Fallaremos agora da m lingua de alguns paos,
filhos, maridos, mulheres, protectores, protegi-
dos, etc.
Uns e outros, estes ou aquelles; quando por
qualquer pequea falta, ou justa reprebensao, ou
por so verem contrariados em seus loncos capri-
chos-, agucara suas linguas como urna espada ;
amaidicoando, injuriando, torturando com recri-
minaeoes injustas ; atassalbando por lodos os la-
do*; vomitando fel, veneno e fogo em todas as
suas palavras al fazer o aggredido perder a ra-
zio, que desvairando-se coinmotte por palavras ou
por obras ama aceito indigna de si e borrivel aos
olhos da sociedade que nao pode comprebender a
intensidade do fogo coraco do infeliz com as chammasque vomilou o
iiifernal vulco da m lingua I...
Com razao diz David : .i i
Permittistc que meus amigos se declarassem
por contrarios, e at meu proprio sangue se suble-
vasse contra mim. Psalm. 37.
Feliz daqnelle (pue escudado e defendido pela
prudencia, conformidade o coragem evanglica,
sae vicloriose do assalto infernal da m lingua.
Por maior infelicdade da humanidade, a peior
arma, o peior fogo, o peior veneno, justamente o
mais diflicil de evitar.
Quantas vezes junto e bem junio de nos temos o
maior inimigo, armad* com armadura a mais te-
rnivel, sem ihmIcrrnos conhecr ? e vamos sem
pensar entregarnos em suas proprias mos I
Por falalidade aquelles que muitas vexes julga-
mos mais inoffensvos, sao os mais perigosos, os
mais fracos na appareneia So muitas vezes os pie
causam inaiores damnos; sao quasi sempre estes
que com a sua arma mordaz lavram e semeiam
males, tino depois de goriiiiriados e produzidos ap-
parecem aos olhos da sociedade ; depois de terem
causado ruinas que (Kissam de familias familias,
e quando j nao ha remedio.
Por desgraca (com prazer o digo) o sexo fraco
o mais forte para esta lula infernal : entre elle
annde se encontrara mair numero das perigosis-
simas linguas.
.
E sem duvida d'entre algumas mulheres, e par-
ticularmente dentro aquellas que nao se oceupam
nos trabalhus nldiectuaes que Ibes sejam uleis
erulim ociosas e imitis (ou antes) perigosas Si
e a sociedade, a bem dizer d'entre osla dasse de
iniilheresdonde provm todos os maiores males
causados pela ma lingua. Sao ellas quem prepa-
rara edispocm as peleias e as batalhai infernaes;
invocando e convocando, d.-iriluiindo e manejan-
do, petas orgos da discordia, da intriga e da ca-
lumnia as ordens quo Ibes prewreve a vbora de-
Entao a mesma in veja com o seu facho-arcen-
de-lhes os carvoes devorantes do odio maligna, o
com o seu sopro infernal faz soar o orgao d m
lingua que agujada como urna espada de dous lios,
fero, mala, devasta 0 fax. innumeiaveis malos !...
Bem atlestam estas verdades os immensos fac-
tos dos quaea est a historia chela. Deixando de
referir aqueNes ; basta s um que ha bem pouco
lempo se passon, para mostrar os males que pro-
duz a m lingua de ama mullior. 0 ficto do I
Lonco do CeanLt infeliz Pedro, hornera honra-!
do, exlrcmoso lilho, desvolado esposo, i xcdlente
amigo, e csperaiicoso pao : quo um momento lor-
nou-se am liorriv.'l assassino da esposa amada, e
ao mesmo lempo infanticida de seu proprio lilho
que estava encerrado nns ontranhas ila infeliz !..
E parrecida de sua adorada me II... Quem foi
a causa desta horrivcl scena? Quem causn tantos
niales ? Quem deu a morle espiritual esse ho-
mem que perdeu a razao para sempre ? (e Deus
sabe se a sua alma.) Elle o infeliz Pedro/Que
poucas horas antes era lo virtuoso e tao ama-
do I... Quem manejou o infernal enredo ? l'raa
fraca mulher,sua propria mae I !... Com a m
lingua, com acalumnia II...
Emliin, o homem ou a mulher de m lingua,
urna vbora insaciavel; deleila-se em atassalhar
suas victimas ; nao tem religiao nem moralidade ;
nao ronhere aiiencoos nem parenleseo ; a amisa-
de Ihe eslranha, a graldao Ihe odiosa I A in-
veja a domina I A discordia, a intriga e a calum-
nia sao os seus alimentos...
Vejamos ainda o que diz o propheta rei : De-
pois que nada escapou na trra maldade de sua
lingua, sua bocea inslenle investiu o cu vomi-
tando blaspbemias contra o Senhor. Psalm. "i.
Nos impossivel inteiramente fugir da m lin-
gua. Nao ha innocencia, nem virtude alguma que
possa escapar aos seus golpes I Porm, digamos
continuadamente cora David.
Senhor, livrae a minha alma dos labios iniquos
e da lingua dolosa.
(Da Estrella do Sul.)
.110. ,.
i voradora,a infernal inveia I Senhora absoluta e
fcsta deprecacao do propheta rei, s bastanto dominadora de tudas as mas linguas.
Discurso com que o padre Felii Brrelo de Vascon-
cellos abriu a sua aula de latim na cidade do II.-
rifr, a* dia 11 de crrate.
Meus jovens alumnos. N'este agradavel momen-
to, em que vou encelar mais um anno de exercicio
na ardua e laboriosa tarefa de preceptor da moci-
dade, cora que luto ha mais do vinte annos, en me
encho de orgulho por me ver sentado na cadeira
de mestre entre urna mocdade tao dislncla.
Novos trabalhos, jovens alumnos, novas fadlgas,
novas vigilias, novos combales, e tambera novas
glorias, novos trophus de hoje avante nos espe-
ram; e antes de darmos o primeiro passo na espi-
nos.-, estrada, que irnos irilhar, eu vou levantar
um pouco o vu que encobre aos vossos olhos o
vasto campo, sobre que temos do assentar nossas
tendas de batalha, dirigindo-vos algumas palavras
acerca da importancia da lingua, que vindes apren-
der, do methodo porque a ensiuo, e porque vos a
deveis esludar.
A liogua latina, jovens alumnos, com quanto se-
ja urna lingua mora, por nao ser fallada em parle
alguma do globo, desde que fol riscado do Uvre das
naces o famoso imperio dos llomanos, i cuja or-
gera ella remonta, com cojos tnumphos ella trium-
phava, com cuja vida ella viva, e com cuja marte
ella tambera morreu, nao deixa todava de ser an-
da um precioso deposito de luzes, que nos servem
de subsidio no estudo de oulras muitas linguas, e
de todas as sciencias naturaes e positivas.
Herdeira da lingua grega, ella comraunica ao
mundo scientico os inaprecaveis legados, com que
a enriquecer a amiga me das sciencias e das ar-
tes. Tendo viajado por todo universo, de: do o
Ocano al o Eupbrates, desde o Atlante at o-tlhe-
no e o Danubio, sempro tao conquistadora como
era conquistador o povo que a fallava, ella colhcu
em sua peregrinado e nos deixou em eternos mo-
numentos tal somraa de conhecimenlos humanos,
que ainda hoje respeitada na sabia Europa como
a lingua das artes o das sciencias.
E nem ha duvida. E' nos classicos latinos que
encontrara os estudiosos a maior pureza de lingua-
gem como em Cicero, as mais sabias liedes de rbe-
torica como em Quintliano, a mais sublime philo-
sophia como era Sneca, os mais elevados encantos
da oratoria como no mesme Cicero e em Plinio, as
riquezas da historia como em Tito Livio, as belle-
zas emim da potica como em Virgilio, Horacio e
Ovidio.
Nao tendo deixado os Romanos de escrever so-
bre parte ou ramo algum oas sciencias humanas
conhecidas no lempo que decorreu, desde Livio
Audronico at o lim do reinado de Augusto, sera
excluir mesmo a pintura e a esculptura, de tanta
'mportancia se torna a lingua latina, quo todas as
naces modernas a estudam com afinco, |>rocuran-
do por meio della nao s aperfeicoar o proprio
idioma, como tambem beber na lico continua e
reflectida dos seus escriptores as luzes ou a riqueza
de conhecimenlos, que jamis nos foram transmi-
tidos em outra qualquer lingua.
Sim : com o auxilio da lingua latina que temos
ainda idea de muilos povos, de muitas monarchiast
que nasceram, cresceram, floresceram, definharam
e acabaram. E' com o auxilio della que sabemos
ainda que existirn! Persas e Assyrios, e (lalvez
mesmo) Gregos e Romanos. K com o auxilio della
que temos ainda idea de muitas leis, do muilos
costumes, de muitos cultos, com que, nagoes que
j nao existera, horrivelmenle se degradavam nos
horrores da immoralidade e idolatra. E" com o
auxilio della, que, comparando nos os seculos pas-
sados cora os que se foram succedendo e com o pre-
sente, admiramos a inelTavel sabedoria, com que o
supremo Creador do mundo foi fazendo succeder
a luz s trevas, a civilisacae barbaridade, a rege-
neradlo emflm da especie humana esse estado
quasi de irracionalidade, em que viveram os pri-
roeiros homens. E' com o auxilio della que ainda
hoje admiramos as fafanhas de Alexandre, os he-
rosmos de Thernistoeles, as conquistas de Cesar,
os triumphos e as glorias de Augusto, as cruolda-
des de Mario, as tyrannias de Scylla. E" com o
auxilio della que vivera e vivero sempre em nossa
memoria Scrates, Sneca, Plalo, Demosthenes,
Terenco, Cicero, Virgilio, Horacio, Tilo Livio, T-
cito, e quanlos sabios Ilustraran! com seus es/rip-
tos, e ao mesmo lempo com sua moral, com sua
doulrna, eum suas virtudes a amiga Grecia o
Roma. |
Mas, para quo outras provas da importancia da
lingua latina, alm do urna, de urna so, que temos
em us mesmos? Lingua da nossa santa religiao I
Lingua da historia dessa arvore celeste plantada
no calvario pelo Unignito de Deus I Lingua da
egreja universal, debaxo de cuja bemfazeja sombra
descansan! os desceudentes do primeiro homem
que os havia feito esbarrar do cume da graudeza
aos abysmos da miseria Oh I Que lingua mais
importante do que esta, que rene ao p do mes,
mo aliar a tantos e tao dfferentes povos, quanlos
sao os que povoam a face do universo, ensinando
ali, an mesmo lempo, ao soberano e ao vassallo.ao
grande e ao pequeo, ao rico o ao pobre, que todos
somos eguaes por natureza, filhos do mesmo pao,
siijeilus s mesinas leis, s mesmas noce*sdades.
ao mesmo deslino, ao mesmo lim que egualraentc
nos espera? Que lingua mais importante do que
esta, em que osla escripia a palavra de Deus, em
que se lo a linguagem dos aojos, em que so, admira
o conceito dos prophetas, em que se aprende o
exemplo da raais sa virtude e santidado era tantos
e lo abalizados hroes? Quem, sem saber a lingua
latina, poder aquilatar a plillesophia de um Salo-
man, as inspiraedes poticas de um David, as agu-
dezas de um S. Joao Evangc lista, a sublime rhoto-
rica e o elevado tlenlo de um Sanio Agostinho, a
urea eloquencia de um S. Joao Chrysostomo, os
rasgos emfim da brilhante penna de tao numerosos
sabios, qric illuslraram com seusescriptosa egreja
universal?
Mnito, meus jovens alumiiis, mallo demorar-me-
lla aaste assompto, se quizo-se dizer ludo, quanto
me orcorre; mas, nem urgindo a necessidade, nem
convindo ao lempo que nos ij tao precioso, vou ter-
minar osla especio de prova somonte rom un pen-
satnento, para o qual peco toda vossa atienco.
Dous nico, porque a idea de Deus exclue to-
da idea de egualdade, eassin como Deus nico,
assim tambem nico o cullo verdadeiro, com que
Deus deve ser adorado.
Deus sabio por excellencia ; logo nao pode
queror seno um culto ver Jadeiro, um cullo que
seja digno da sua sabedoria infinita. Dizer que to-
do o cullo agrada a Deus ; r ue tanto adora a Deus
quem Ihe oflereceo sacrificio da Cruz, como quem
Ihe offereee um sacrificio h'jmano, um absurdo,
ou, como dizem os ibeologo.i, urna heresia, urna
blaspberaia. Mas o verdadeiro cullo de Deus nao
esta limitado parte alguma do globo, em que ha-
bitamos.
Deus creador do universo, logo o seu culto de-
ve ser o mesmo em todo o universo. Mas, como
essa universalidadc, ou autos, como essa unidade
de culto em todo universo sim a unidade tambem
de urna lingua, que prenda rom a cadeia da mes-
ma f, que trausmiita o conhecimenlo do mesmo
culto lodos os homens, tfdas as naodes da tr-
ra ? Eis a maior necessidade que temos de saber
a lingua latina, o eis a sua maior importancia.
por meio della que os pastores da egreja se reu-
nem em concilios, e diseutem as mais importantes
materias da nossa f e dos nossos coslumes.
por meio della, que o successor de S. Pedro, o che-
le da greja catbolica, o pastor universal do reba-
nho de Jess Christo, se communica com as suas
ovelhas, e estas se communicam com o seu pastor
universal. por meio della, finalmente, que o
christao, cm qualquer parte onde esteja, ou por
onde o conduza a Providencia, encontra sempre
1 um templo, um altar, urna cruz, um sacerdote, os
meios do conseguir a sua eterna felicidade.
Bastando, jovens alumnos, o pouc* que tica dito,
para que comprehendaes a necessidade que tendes
desatiera lingua latina, passarei agora a expor
vos, anda mais resumidamente, o methodo porque
| a ensino, e porque vos a deveis estudar.
No ensino da lingua latina nao admiti o metho
do de grammatico algum, ou por outra, nao ad-
rnitto um methodo invariavel; porquanto a prali-
| ca de mais de vinie annos que lenho ensinado esto
! lingua, assim como outras malcres, me ha tambem
ensinado, que o methodo mais vantajoso, de que
pode colher um mestre felizes resultados, nao 1er
melhodo algum especial, servir-se de todos os
methodos conforme a inlelligencia e capacidade
dos discpulos, oceupando-os smente com o fcil,
coiil o diflicil smente, com o fcil e com o diflicil
ao mesmo lempo, conforme as torcas intellecluaes
de cada um. J vedes, pois, que seris vos mes-
mos que me haveis de ensnar o methodo, porque
beide dirigir-vos.
Nao obstante o que fica dito, nao dexo todava
de adoptar no ensino do latim alguns principios
sanecionados pela propria experiencia, principios
que tendem a economisar e tempo indispensavel
para levar-se um estudante a pan passu segundo
os diversos methodos existentes.
Era dar de cor, de principio Um, a arteznha
do padre Pereira, a grammahea de Moura, o me-
Ihsdo de Caslro Lopes, ele., etc., estudautes ha,
que lero gastado us anno, dous o lalvez mais ;
entretanto que neslas mesmas fonles podem beber
em muito curto espaco de tempo as luzes aecessa-
ras para entrama a traduzir.
depois de muilo haver pensado este respeito
e de muitas ligues de minha propria experiencia)
que eu mando decorar primeramente as derlina-
ces dos nomes substantivos, de alguns adjectivos,
e dos pronomes simplices. Emquanlo o alumno se
oceupa ueste estudo, aprende a coshecer os gene-
ros pela terminaco do nominativo, e a concordar
substantivos com adjectivos e pronomes por meio
de exercicios diarios verbaes e por escripto.
Bem pratico o alumno em declinar qualquer ne-
ni, e em concorda-lo em genero, numero e caso,
passo-o a decorar as quatro conjugac&cs regula-
res, e outros verbos irregulares o defectivas que
Ihe sirvam de regra para por elles conjugaren to-
dos os verbos da mesma especie cm exerclcios
diarios verbaes e por escripto.
i Preparado assim o alumno com nominativos c
verbos, de sorte que conbeca fcilmente qualquer
j caso e qualquer modo, tempo, numero e pessoa,
passo-o logo a traduzir, e na regencia das licoes o
aperfeico no conhecimento des gneros, e Ihe en-
sino praticamente as regras da prosodia, e da syn-
laxe. Decorar a theoria dos gneros, da prosodia
e da synlaxe, sem della fazera devida applicaco
por meio de continuados e variados exemplos, se
nao perder totalmente o tempo, pelo menos con-
sumido sem maior vantagem.
i>a regencia das licoes, desde a primeira at a
ultima classe, todos os meus discpulos, desde o
mais adiantado at o mais principiante, esto l-
tenlo?, porque com todos me entretenbo, o com to-
dos revolvo as quatro partes da grammatica, foi-
inando assim um exercicio geral de todos os ru-
dimentos, que a pralica me tem mostrado ser mili-
to mais til e proveiloso, do que as argumentacoes
por decurias, ou de alumnos contra alumnos, como
usam muitos professove, cuja capacidade alias
eu rendo as minbas homenagens. A escola, diz
Mr. Cousin, o mestre; e eu, arompanbando o
pensamento deste illuslre escriptor, digo que o de-
curo da escola, o estudante capaz de argir outro
estudante, de guia-lo com acert, de corrigir seus
erros, e o mestre. Nao dexo todava de servir-me
alguma vez do auxilio dos meus discpulos mais
adianiados, quando a somma de trabalho excede
ao tempo disponivel.
Assim que preparo os meus alumnos para en-
trarem no vasto e delicioso campo da alta latini-
dade.
Senborcs j dos segredos da lingua, adestrados
na sua elhimologia, prosodia e synlaxe, conhece-
dores do estylo dos classicos mais facis, como Sal-
lustio, Cumpli, e Phedro, vencedores emfim das
duas grandesdiffleuldades da lingua, querertamen-
e nao sao outras mais do que saber reduzr sua
ordem hyperbatoniea ordem grammaliral, e co- \
nhecer os casos dos nomes; enlao que Ibes en-
trego a chave de ouro para abrirem com a propria
mo o cofre, onde so encerrara os riqusimos the-
soros dessa lingua universal. Nesse rofro elles
vo adiar de um lado a importantissima historia da
liiua desde sua origem al sua decadencia, e nes- i
sa historia conheoer a origem. a existencia, a bar-1
bandado o a civilisaco, os vicios e as virtudes, as
leis, a ndole, os coslumes do muilos povos, de que
nunca bveram noticia. De outro lado, ellos en-
ronlraro abarle da metrlico. essa arlo divina, com
que lautos e lo elevados genios assombraram, e
assoinbrara ainda boje a repblica das lemas. K'
cntio que o geuio do alumno tambera so expande
c rio apparecendo os novos lillios de Apollo, aos
quaes aguarda o Pind com novas e hrilliantes ga-
las. De oulio lado, iialmeulo, elles encaulraro.
as regras e precelfos de bem comprehenrera os
classicos latinos antigos, e menos antigos. de co-
nhecerem os ardiaismos o bellcnisuio* da lingua e
aua immensidade de figuras, de fallarem-n'a fcil-
mente, de escreverem-n'a emllm correctamente,
qur om prosa, qur em verso. B' enlo, quando
se entra a saborear lo deliciosos fructos, que o es-
tudante abenco;. o lempo de suas pasudas amar-
guras, e at agradece a divina Providencia de Ihe
haver deparado nm pae que nao popon sacrificios,
e tambera um mestre, que nao popon fadigas para
levar o seu espirito esse mundo de luzes.
Sabido, meus jovens aiumnos, o methodo de quo
uso no ensino do latim, sabido tambem fica o modo
porque deveis estudar esta lingua apreoawl. Na
marcha do ensino haveis de encontrar maltas vetes
diflleuldades, quo vos parecero insuperave8;mH
nao desanimis Com a perseveranca e appli-
caco, medanle o apoio do vosso preceptor,
ainda que mu fraco, ludo venceris; eo terreno,
que principio so vos aprsenla juncado de car-
dos e de espnhos, tornar-se-ba depois o jardim di-
licioso, onde se respira a fragrancia das mais mi-
mosas llores. Esludae, pois, euche-vos de esperan-
za e fortaleza e nada recais.
Sim, jovens alumnos, o que desejaes, o que aspi-
rae vos ? Sardes um dia bons paes, bons sacerdo-
te!, bons cidados, bous magistrados'. Aspiraos,
desejaes a vossa felicidade e a felicidade da vossa
patria? Esludae, instrui-vos. E' sem duvida a ins-
trueco o dol mais inextmavel, cora que a parte
racional do homem se enobrece, aperfelcoa e feli-
cita, elevando-so at Dous. urna estampa ainda que imperfeita dos caracteres
da divindade, o mais brilhante diadema doentendi-
mento humano, o trophu com que so perpetua a
fama, o thesouro com que se enriquece a memoria
o edn com que se deleita a vida, a valenta com
que seaflroiita a morte, o trumuho emfim com que
se immorlalso *as cinzas. Tao nobre, iSo subli-
me a sua origem, que deu lugar a que pensas-
sem os antigos ter ella desodo do cu, como um
raio de luz sabida do cntendimento do mesmo
Deus. ]
Estudae, pois, jovens alumnos, estudae. A histo-
ria nos cnsina que-o paiz mais ditoso sempre
aquello, onde menos abundam os vicios c os cri-
mes, e que os vicios e crimes tanto mais abundam,
quanto o paiz menos Ilustrado Instrui-vos, pois,
para felicidade vossa e do vosso paiz. Estudae,
estudae muilo, estudae sempre, e nunca dexeis de
estudar E ainda mesmo, depois de laureados, de-
pois de haverdes receido os premios de vossas lo-
cubracoes, depois de formados para logo entrardes
na vida social; na vossa jnventude, na vossa mo-
cidade.na vossa virilidado.na vossa velhice, na vos-
sa decreptude, continuae a estudar, compenetrados
sempre deste pensamento do sabio pontfice < le-
menle XIV : tOs cursistas das arles e das scien-
cias no primeiro anno s* doutores, no segundo
hachareis, no terceiro licenciados, e depois sao na-
da, porque, quanto roais vo esludando, tanto mais
vao saliendo que nada sabem, e quanto eram me-
nos as luzes, tanto mais era a presumpcao e orgu-
lho. Nao pensis que os trabalhos do homem, que
qur instruir-se, param algum da. Aquello que
urna vez ebegasse a dizerbasta, j sci tudose-
ria um louco, porque repular-se-hia um ente infi-
nitamente sabio, e esse ente s Deus.
Jovens alumnos, mocidade pernambucana, os vos-
sos paes vos abrein os bracos e vos esperam para
serdes o apoio de sua velhice; e vossa patria cha-
ma por vos para serdes a sua gloria; a humanida-
de emfim vos acea como as esperanzas do seu fu-
turo. Preparae-vos pelo estudo para em breve
deserapenhardes esta trplice raisso; esta misso,
que est ligada a vossa propria felicidad*. Os
nossos trabalhos, depois de adormecidos por alguns
das, vo tomar nova forea o vigor.
A sabedoria de Deus vos Ilumine.
Exerelelos commerclaes offere-
cldos ao i lim. %r. los Azeve-
do de Ai '4e, em sfgual de
amizade.
i
O commercio, troca de mercaduras, sem duvi-
da a mais robusta columna sobre que se sustenta
o mais florescente imperio do mundo; e impossivel
ser prosperar qualquer na^ao sera que nao tenha
um forte e regular cemmercio.
Olhernos para as pocas passadas, encaremos
para as mais antigs cidades do velho mundo, exa-
minemos suas sabias leis, e veremos que tendiam a
melhorar e a fazer prosperar os meios commer-
ciaes.
Os Egypcios, os Babylonos.os Tyrios, e outros
povos d'esta mesma poca, mostraram sempre pro-
gresso em sua marcha, porque davam torcas cons-
tantemente ao seu commercio,
Portanlo se o commercio sem duvida nenhu-
ma, a tonto da riqueza de um paiz ; se elle o ni-
co meio de melhorar a sorte dos povos, devemos.
acaso, trala-lo com indifferenca, deixando de em-
p rogar nossos esforcos para o desenvolver, a lira de
que tendamos abundancia de bens em nosso solo ?
Mas, resta ponderarmos, que todo o resulladode-
ve estar contido em urna causa ou principio que o
promoveu ; e sem perda de lempo tornar esse prin-
cipio digno de bons c favoraveis resultados.
O commercio, nao cabendo mais em sua aleada
do que trocar as mercadorias urnas por outras, de-
ver necessariamente faze-lo de modo que essa tro-
ca venda sempre resultar em favor de toda a socie-
dade; elle dever tirar de seu capital empregado
em ganho consciencoso e honesto na proporcao
d'essc seu mesmo capital; e nao despir de si esse
nobre carcter e equidade que deve ter, para uzur-
par da fraca eiocxperento humanidade um ganho.
muitas vezes, cima desse seu mesmo ca nial.
Sim, a palavra equidade, palavra expressi-
va, palavra respeitavel, que nao se deve encarar
somonte como um puro sum, deve andar sempre
em face de todo quelle que querendo, na troca de
suas mercadorias, tirar um ganho licito c honesto,
se tornar digno do viver em nossa sodedade.
E se a origem do commercio fo""as nossas neces-
sidades, corollario d'esias necessidades a honra e
a equidade ; porque d'outra maneira a humanida-
de existir nao gozando de modificarn e suavidade
em seus trabalhos ; porm sim debaixode um jugo
de ferro d'aquelles que, uzufruindo, sera comuai-
xao, dos fracos o dos Ignorantes, o suor de seu tra-
balho, os facam depois de exgotar-lhcs o ultimo es-
forc perecerem na mais despresivel e abjecla con-
dicao.
Portanto, vejamos, como disse, a orgera do com-
mercio recorramos a historia amiga, e tomemos por
modelo, esses governos que s tendo em vista a
properidade de sua patria, apresentaram sempre
leis a favor do commercio e da industria.
Elles olhavam para a agricultura romo urn cen-
tro do qual sahna inevitavelmenle a prosporidade
do estado ; e enriquecendo seus subditos de abun-
dancia e fruices faziam tracar no mappa do tantas
naodes a sua patria : a fertilidadc de seus campos,
e a abundancia de seus animaos eram para elles e
nica lim de seus desejos.
E sor, porventura, o nosso solo differente d'a-
quelles ? nao precisar o nosso povo das mesmas
circumsiancias de que oulr'ora careciam aquelles ?
nao dever o nosso governo lanear os olhos sobre
nossos bellos campos, sobre o solo tao rico, capaz de
ter em seu seio aquelles formosos fructos dos quaes
cantn Virgilio no onlliusiasmo de seu espirito ? '
E se esses governos de nossos anlepassados em-
pregaram o seu disvello em fazer prosperar a fer-
lilidade dos campos, o augmento dos fructos, e a
abundancia de todos os vveres, para por esse meio
fazer progredir a industria de seu solo, e minorar
as mais pungentes necessidades de seus subditos,
com mais razao deve o nosso governo, sem perda
de lempo, cuidar cm dar asposlo industria me,
principio evidente de todas as outras industrias ;
della resultar, sem duvida, o progresso do nossa
sociedade; por ella lera o pobre trabalho, e o rico
meios do ernpregar c seu toinpo, talvez quasi sem-
pre perdido: e por ella, finalmente, teremos a abun-
dancia, a riqueza e o descanso.
E de que servir para um reino ou urna cidade
o augmento da industria commercial, quando para
ella Ihe faltarem os recursos da agricultura? pede-
r, acaso, subsistir aquella sem esta? nao ser
esse um pensamento desorganisado o quasi que
allneinado?
Eo que dever pensar o homem em seu juizo
normal, seno que a agricultura deve ser sempre
o norte de todo o governo que deseja ver a abun-
dancia entre seus iwvos, e abastanza no centro de
innumeraveis familias? Sim, ello deve ernpregar
toda a torca de seu espinto o de sua illustrada ra-
zao, para conseguir a ferlilblade em seus campos,
e |Kir tanto para v-la desenvolver-se, de mos da-
das rom o commercio, a sciencia c as artes.
E de certo, de quanta alegra nao se eneher o '
coraco desse homem, quando, em resultado de seui
to caprichosos estorbos, presenciar os feriis o es-
paosos campos chelos de abundamos Rearas ; ver
a ahastanca em todos os seus concidadaos ; ver a
alegra estampada em todos os seus reatos; ver o
pae do familia cora facilidadc e pouco dinheiroob-
ter alimento para seus tristes filhinhos; ver, feliz-
mente, Unios como em urna s familia, se ntrela-*
carern para preencherom o grande lira da natureza
humana!
Hecorrarnos, finalmenfl, ao principio de nossa
ciistencia; qual foi o primeiro passo dado pelo
hemem ueste mundo? Seria,acaso,a vaidade, o lu-
xo, e ludo isto que a razao cheia de pbanlasia ede
engao inventou ? Nao, o primeiro passo foi o ca-
var a ierra, enterrar a sement, e della tirar a pri-
meira e indispensavel suslentaco; ora, fixemos
bem o nosso espirito soDre este ponto, meditemos
e empreguemos toda a nossa sciencia, que nos con-
venceremos de que sendo essa a primeira industria
de nosso primeiro pac, necessariamente a em que
in, i- so aove cuidar, a em que deve firmar o go-
verno o seu pensamento ; porque a que mais se
act'ommoda a nossa natureza ; porque coobecemos
qu i s ella nos podera trazer o descanso: porque,
se desappareeer esta, o commercio seniir-so-ha em
seos 'andamentos e a industria .-odrera sem re-
medio.
J. J. Raimundo de Mknhom, \.

VARIEDADES.
Carla de Paulo Midosi sobre BiarriU.
Partindo de Madrid a Bayonna pelo caminbo de
ferro do norte, sentia a maior satisfaco ao por p
em ierra firme.
Digam l o que disserem, as viagens em cami-
nho de forro, as grandes dislaucias, aborrecem
como as viagens por mar, porque isto de viajar
ten. grandes gozos o tambem grandes enfados. Oh!
se tem Metlam-se n'um [rain, de Santa Apolonia
a Badajoz, baldeiem-se depois na silla del correo ;
cneguern a .Madrid, d'ahi al Olazagutia (nem me-
MK de quinlientos o tantos kilmetros, se a memo-
ria me nao falla) continuem para Bordeus, e quan-
do chegarem a Pars so nao estverem derreados,
declaro-o de caoutehe I
-io minha intonco nem descrever-te Bayon-
na, nem dar conla do quo vi por Madrid; porem
dizer-le sem rodeos, que estando m Bayonna to-
ra neceado mortal nao ir a Biarritz logar que a
inlelligencia de Napoleo lornou agradavel e for-
moso, e para onde vae o beau monde banhar-se,
sera prejuizo de liaden-Baden e Wiesbadcn etc. etc.
Eu poda expender aqu a minha opinio sobre
Lu;: .Napoleo, o dava-ie margem para um bello
fraudo de poltica; no entonto pas si bte.....(
preciso parecer estraogeirade, visto que viajo por
Franca;) estou a ver tomar banhos e raais nada ;
e per isso devo lateralmente apresentar-me pe
fresco.
Que encantos ha em Biarritz I
Urna extensa praa, tendo ao fundo um edificio
compridissimo, todo em columnas, dividido em
quartos, que recebem as Xereidades depois de des-
encardidas. Alm o Cassino, ende ha jogo, soire,
theatro, gabinete de leitura, e tudo quanto se pos-
sa apetecer para matar o tempo em quadra aqna-
tica.
Sobre a praia elevam-se rochas alcantladas, cc-
bertis de verdura, com caminhos ora planos ora
acci jentados, |>ontes toscas, de uraa elegancia que
mal se faz idea; em summa, a arte auxiliando a
natureza e apresentando-nos aquella unidade des-
lumbrante, que por ora senio comprehende era
Portugal.
Lembrar-me nestas alturas de Paco d'Arcos, Be-
lem 'i Cascaes, o mesmo que depois de um es-
pen Jdo banquete comer acorda ifalho I
A praia esta cheia de elegantes dos dous sexos.
L-se, borda-so etc., e s cinco horas da Urde de-
mola em cheio, porque tudo loma banhos de vaga
alta, banhos deveras, de grande effeilo para gran-
des doencas de ervos.
Atravesseraos as pontos, subamos os roebedos
que espectculo magnifico I Avisu-se o palacio
man Jado construir por Napoleo e que elle eccu-
pajm poca dos banhos, (nao c de grande gosto
entro parenthesis) o Cassino, o mar, as banhlstas,
os bi.iiheiros; pesca-so rede nos inqualilicaveis
pexinhos, pelo tomando descobre-se a praa coa-
Ihad.i de leoas, leoes, e como cae l ms fados ka...
Urnbern se vem phocas dos dous sexos. Nao mui-
tas, teja dito para glora da Franca.
Al. (leamos exiasiados por muito tempo, quan-
do somos despenados por urna creatura anglica
(nao arrisco a expressao) que doudejando atraves-
sa a ponto, trazeodo aps si urna senhora de eda-
de, e justamente trepa a montanba onde estamos,
indo om arapitar-se no cume...
Nao te posso descrever devidamente a cara des-
ta ra|ariga. porque o tempo falto.
linda 1
Ve'le de urna maneira que deixa a gente de
queizo cabido.
O estofo piqu bronco, bordado a preto; urna
especie de casaco Luiz XV, ou antes trajo com-
pleto, imitando o dessa poca ; e na caneca, asseu-
tando o melhor possivel um cbapu de palla de
Italia, dos que destocadamente l se usavam de pe-
quenas abas, e com pluma prela...
E a moda em Biarritz este anno, vestuario
Lulz XV, e para que nada falle, as senhoras em
vez de cajadinho, trazem bengalla alto de canna da
India polola, e borlas compridas de seda I
Yodemos a nossa belleza (ja me apropriei della o
porque sou generoso tambem pardillo; e assim, di-
go nossa.) sta mulher lem urna historia, como to-
das as mulheres. Um dos meus companlieiros eu-
carrega-se de a referir.
E a marqueza de foi a Italia por occasio do
casamento da nossa rainha Mara Pa. L'm diplo-
mata portuguez, novo e esvelto viu-a e morreu de
ameres por ella; mas a marqueza tinha dono, ma-
ndo ou quer que era... nao ba tempo para pro-
fundar... O negocio complicou-se, a paixao ateou-
se;e na occasio em que estova tudo combinado
para & primeira entrevista... a marqueza tinha par-
tido ni vespera nosei para onde, licando o dipl-
mala ''odilhado, como acontece muitas vezes a di-
plomacia I
No entanto linda, estouvada e coquetle, pala-
vra de honra.
Yodemos os odos para as banhistas, j que a
marqueza, fugiu de nos...
A distancia que se percorre da praa casa on-
de as laudista- se despera parase tornar a vestir,
grande j e muitas vo p descalco.
O trajo variadissimo, mas em geral, reduz-se a
roundes largos, pretos, com orlas escarales, e am-
pias eaJaaa as calcas ornadas de urna especie de
cotias de oleado, com enfeiles de cores na frente...
NSo preciso dar tratos a magnaco para obter
seja oque fr em Franca. Logo a entrada do edifi-
cio que recebe as banhistas ominadas, e estafadas
de lutarcom a vaga, ha estabelecimento que aluga
fados para binho e nao sei se para mais alguma
cousa.
Agora que vimos a praia, justo que perco Ta-
mos lliarritz.
D'antes era um sitio como a rocha do conde de
(luidos, hoje por (oda a parto chalets lindissimos,
arvores, cafs, relva, llores e muu agua.
Urna escola de nataco a valer, e tanta gente a
nadar, principalmente do sexo feminino, que dei-
xam um homem mesmo a nadar !
Os melhoramentos conlinuam, e as cousas agra-
daveis aos olhos e a imaginaco, crescem de da
para dia. Agora mesmo se irabalba em eonstruc-
coos; agora mesmo se enchem as pedras de mus-
go e verdura; agora mesma se fazem pequeos ca-
minhos piiorescos, e se crguem muraihas mais
ou menos elegantes para regular os passeios...
C est em chusma a lorelte dos Russos e dos Io-
glezes... Sera objecto para serios estados e larga
descripeo. Nao ha lempo; aqu appareee tujJo-^cr
quanto a haut noutaut est chamando.
Trajo; garridos, ii ajos singelos, botn has, senda-
lias de panno cr, com enlode decores, sapatos,
chapus de infinitos feilios, n'uma palavra, Oca a
gente com a eabeca esquentada.
E ere o que foi essa razao porque om clair de
la lune nos sentamos a tomar sorvete.
A nonio estova agradabiiissima ; e nos tres sor-
vamos om os beicos o gelado, e cora os olhos a-
quella especio de camara-oplica, que nos pa-.-^vi
por dianle, e que se compiinha de tantas e lautas
figuras, pie quasi entonteca a eabeca.
Ora. quem depois disto fr passear para Pe-
droucos, l ir para onde o pague 1 Mas que re-
medio, se estylo do paiz; e cada trra com sen
uso, e cada roca com seu (uso f E por l ha muito
(uso I
Assim mesmo sempre se gosto de virer na ier-
ra dos Innans Unida, 9 dos dezoitos rintens, nao
achas ? como Ihe chama com chisto um no i i
odente compatriota, que urna dolorosa molestia
rctm ha muito lempo era Pars.
Mas lano, e devenios voltar para Bammna.
Tomemos o mnibus, e partamos. Dito e feito.
Que tormosa estrada quo nos conduz a Buyonnm'
Toda bordada de arvores, mas muitas quintas, e
em grande quanlidade (que o que por iva an-
da l se nao usa), e o caminbo magnifico. Causa
prazer pensar por elle de carroagvm, eu mesmo
a pe.
E' mcia noute, portanto sao horas de dar a t-
rela i>or acabada, c por ponto, o que toco, assig-
nando-mo
(Monitor Porluguez.j
(


-
I PERNAHUUttX TYP. 1>E M. P. P. 4 KtLHO.


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