Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10105


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Full Text
MI
S
1
/
AMO IL. IDMEBO 3.
Por tres niezcs adiaiiiados 5$000
Por Iras mezes vencidos 6$UQ0
Porte acorreio por tres niezcs. 750
'* >!- -------
DIARIO DE
.'I -
TERCA FEIRA S DE JANEIRO DE 1864.
Por anno adiantado. .... 19$H0O
Porte ao correio por m anuo 3<00U
lMBCO.
ENCARP.EGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima?
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silv; Araratv.
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira: Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoei Pinheiro & C.; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
FNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagas, o Sr. Claudino FaJco Das; Baha, o
Sr. Jus; M.irtins Uro; Itio de Janeiro, os Srs. Pe-
reir Martins A Gasparino.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Esrada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sxtas-feiras.
Santo Aniao, Gravat, Bezerro?, Bonito, Caruar',
Altinho e Garanlmns as trras feiras.
Pao d'Albo, Nazareih, Lkaoeiro, Brejo, Pesqneira,
tngateira, Flores, Villa Bella, TacaraUl', Cabrob,
Boa Vista, Ourirur> e Exu tas quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Rarrei
ros. Agua l'reta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as raes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/, da.
EP^EMKRIDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Quarto ming. as S b., 18 m, e 20 s. da m.
9 La nova as 5 h., 23 m. e SO I. da m.
18 Quarto rese, as 8 h., 45' m. e 45 s. da t.
23 La cheia as 7 h., U m. e 14 s. da f.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 minutos da tarde.
Segunda as o horas e Si minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTKiBOB.
Pan o ni I at Alagas a $ e 25 para o norte at
a Granja 7 e 22 de rada mez; pura Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, maro., mnio, jwl, sel. enov.
PARTIDA DOS OM.N BUS.
Para o Recile : do Apipucos s ti '/, 7. 7 '/j. 8 e
8 /j da m.; do Olinda as 8 da m. e 6 da tarde ; d"
Jaboatlo s 6 7j da m.; do Caxar g e Varzea as 7
da m.; de Henifica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 % 4, 4 >/i. 4'/?.
->. 5 '/> 5 '/i < 6 da tanle; para Olinda as 7 da
inanhaa e 4 '/, da tarde; para iaboatio s 4 da tar-
de -. para Cacha nga e Varzea s 4 '/ da tarde; para
Henifica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBINAE8 DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacio: tercas e s< bbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do ci"el : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a Inora
da tarde.
DIAS DA SEMANA.'
4. Sefunda. S. Prisco presb. S. Roberto ab.
ti. Terca. S. Somete Eslellila S. Syocietiea.
6. Quarta. u Bpiphania ou .Manifestarte do Senhor
7. Quint. S. Luciano presb. S. Clero diar.
8. Sexta. S. Bereriano ab; S. Tbeophilo diac.
9. Sabbado. Ss. Jtilo e Basifica sua esposa mm.
10. Domingo. S. Nicanor diac.. S. Agatho p.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livrara da praca ds Indc*ndenda
ns. 6 e 8, dos propretaros Manoei Figueiroa di
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAL.
WWM DA PROVINCIA.
TEI1MO DO CONT1UTO CELEBRADO COM OS II.I.MS. SUS.
DR. JOS BERNAOO GALVAO ALCOTORAUO, AJ1AO
1 cando entendido que este artigo nao romprehen-
te os irilhos que se poema construir para direr-
COM diversas. uia vez que se nao sirvam de iri-
I ios da empreza.
Art. 11. Ser permitiido empreza formar urna
(ompanliia ou vender o privilegio que llie conce-
t ido, sob as condices estipuladas.
Art. 12. Seogoverno duraute a execucao dos
do livr\mknto,b antonio lor dos santos, para fabalhosou emquanlc funrcionar o servico dos
a coNSTRcego de uma va frrea Ott TRii.Hos "imos fizer qualquer desvio ou mudanca na estra-
i hbanos da cidade do recife povoACAo i E a actual Picara empreza o direilo de servir-se
appipit.os. Ai-roRisADo pela le provincial n. i nova estrada se I he convier, rcmoveiido para
318 de 21 de junho de 1863. ella os trilitos, Meando entendido que no caso con-
Aos 30dias do mez de dezembro de 1863 no pa- ario ser-lhe-ha garanlida a propriedade da anu-
lado do governo de Pernambuen, cotnparereram Pa estrada, in&peodenlemente de qualquer indeni-
o Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado, o barao nsaeoouonus, assim como que no raso de alleraco
do Livrainento e Antonio Luiz dos Santos, para *i qualquer parte na actual estrada pelo governo,
contrataren! cora o Exm. Sr. presidente da manota ni execucao da obra, ser a desapropriaro e as
provincia o Dr. Joo Silveira de Souza, a constrne- obras que forem precisas em virlude desla altea-
So de urna via ferroa, ou tnlhos urbanos da ci- t;' a rusta de- governo.
ade do Bacila povoaco de Appipncos, e S.Exc. Art. 13. A empreza gezar de todas as garantas
o Sr. presidente da provincia, tendo em vista a e privilegios que Ihe competir pela citada lei n.
proposta apreseutada 4>elos contratantes em 4 de '8 de 21 de junho de 1861, o lera gratuitamente
imo passado, resolveu euVctuar dito P'ra seu uso exclusivo os terrenos de marinha
?'a/ueffa'TOnfor01<'5''nu-mecmavisode campamento qne levar dito navio semouenor
14 do correte, que do 1" de Janeiro proxi.no vio- parte do cwnmandante do mes,," \m5Sfm.
douro em dian.e, se eleve a 240O diarios, o jornal ceda a exame. alim do v.Tiiier J sTha 'aguar-
do artifiVe be top.de arsena. "da guerra des pro" le ou m ,, SS
vinca Manuel Pantaleo da Costa Monleiro : assim Dila.-O prs i j,.,1 da 0r vtne i !;
"e"rU'C^ V-S-Panseuconhecimento e di- que refre Henriqu!j?vi5S da-S
reccao.
Di io ao rftesmo.Participando o bacharel Jlo
Floripes Dtys Brrelo tei
mez, pelo respectivo juiz
lerinamente ocargo de p
ea de Goiartna, no impedi
re Jos Antonio Correa d
meo -i V S inri con-----------~.- "" ~" ....."" I"-, se mi frraa i exame. Cas nav
Tomando eii consideracao o que, no incluso reque- -
lendo ao
troed^do hiato c.....**^fo'5Z '^A^S^Z^.W^aM'deS" T
apresentar ao predi lo ronunandanb:
hrigad.
a factura dos
fio
rimento expf)e a mesa regedJra' da irmandde do 7h^M^S^Sm no?pe
Senhor Bonn Jess das Dires da iRreja de S Gon- presidente da juma dos corrector V ? P
falo nesta capital, recommendo V. S. que mande J coneciores.
apuradas conjunctamente.
Cullejio de lguape.ite protestos exarados na-,
dade fetes nos acias das eleinSes parochiaes de Iguape e Ipocao-
ireguezia ga, alem de nao serem corroborad.r* por documeu-
ae outros lo algurn, foram re.luiado com toda a apparencia
oceurren- de razao nos con'raprutestos das resiieciivas me-
na eleican primaria daquella fre|oe- sas. Cunipre, p..rm, observar que na ac"a da
I am _\-ac -.Bpii,. formacao da mesa de Iguale ha urna rircumslan-
0 s,, ffiiio cS:S-Por eren, sido fei- t^SSV^SL?^.^^^:
aetembro pmi
contrato sob as condices seguintes
djsoccupados que forem neeessarios para eonstruc-
affectoar a ejitrega que por offlcio de 2o de agosto
ultimo, se mandou fazer ao lliesoureiro daquella
irmandde, do cont de rus, votado no S do art.
13 na lei do orcamento vigente, para as ooras da
predita igreja.
Art. 1' Ser permitiido aosemprezarios collocar cao da estrada o de suas obras.
a via frrea, ou trilitos de ferro na estrada actual,
que vai desta cidade a Appipucos
aqui declarados.
estrada actual, Art. 14. No caso de ser o servico fcito por loco- Ferreira, alim de ser admittido na companhia de
, pe pontos iroliya se obriga a empreza: aprendizes arlifices desse arsenal, so para isso for
S 1* Antes de screm as locomotivas entregues considerado BPto. Communicou-se ao Dr. chafe
Art. z Partir a va frrea do largo do Capim, ai cervico deverao ser examinadas por possoa
Mundo Novo no bairro de Santo Antonio, ou competente nomeada pelo governo alim de vcrili-
Exprdirntr do sccrrtario do i|overno.
Offlcio ao inspector da thesouraria' de fazenda.
O lixm. Sr, presidente da provincia, manda trans-
mitir \.S. as 10 inclusas ordeiis do thesouro
Dito ao" inspector do arsenal de mar.nha.-Faco ^"|>S2SI^,,2 ;i 2 "en. assim dous offl-
apresentarV S. o menor Manoei Luiz Gon^s d^ l/fJr, lcm ^ fazenda, data-
tas estas offensas physicas nesta parto do corpo
perdem de sua natareza egravidade f
l'm protesto feilo pelos tres Miembros da mesa
legal da villa do Inga, os Srs. Joao Silverio de Ar-
ruda Cavalcanti, Belchi >r Nicolao de Anuda Fran-
ou jiunao novo no Dairro de Santo Antonio, ou ce mpeientc nomeaua pelo gov .
de qualquer outro ponto que for escolhido de ac- car se se preenchem as condices tstabelucidas.
cordo com o governo e atravessando o rio pela i 2. As mesmas locomotivas construidas na
ponte ou passadico, que sera ronstruido custa conformidade do art. 5 deverao ter oceultos a vis-
apto,
de polica.
Dito ao Dr. juiz de direito do Rio Formoso ba-
charel Manoei Clementino Carneiro da Cunta.
Remeti Vnic. para o fin conveniente a inclusa
Despachos do dia 31 de dezembrode 18C3.
Rtwfrmniu.
Antonia Maria da ConceicJo.Informe o Sr. co-
ronel recrutador.
A maneia Maris, de Araujo.Nao pode ter lu-
da empreza, seguir pela ra Formosa, pela nova ta todos os apparelhos de transmissao do mov-1 premo tribunal de jusfica.
"ta projectida em continuacao a esta", ra da Es- ment e caldoiras alimentadas, e antes de seren
eranca a .^ahir no Manguinho, e d'ahi |>or Ponte en |
eUchoa, Santa Anna, Casa Forte, Monleiro, ale WT
ra projectida em continuacao a esta, ra da Es- monto e caldoiras alimentadas, e antes de seren Dito ao director das obras publicas. Respoa- ca,,' erecta na igreja daCVnrtio dos'Mili
Se
portara, qne (he dirigida pelo presidente do su- ga[.
Devotos de Nossa Senhora da Coneeicao da Es-
ta igreja da Coneeicao
iif-rme e Sr. tbesonreiro das lotei las.
I'ielilen Brothers Dirija-se thesouraria de
tari
pregadas, deven a empreza apresentar ao go- i dendo ao ofUcjo, que Vmc. me dirigi em 23 do
no os desenhos respectivos, que ficarao archi-1 corrente, sob ti. 260, relativamente ao recebimento ,
Appipucos, no ponto indicado na planta. vados na secretaria da presidencia. da obra do 14 lanco da estrada do norte (empresa 'enda.
1" Sera permitiido aos emprezarios estender 3o Os carros ou caixas das locomotivas deve-! Mamedej tenhp a dizer que para se poder tomar Hl'"ril
um ramal do lugar da estayo da praca do Capim rao ser abertas na pai te anterior de modo que -
segurado pelo caes, Campo das Pmcezas, ra do quando estas estiverem em sen-ico o machinista,
Imperador, para d'ahi partirem os trens para mais coi locado em seu lugar, possa discortinar o carai-
commodidade dos passageiros, e bem assim sob as ntu que lera de percorrer.
eeodifOM aqui estipuladas outras que julgarem 4* 0 machinista nao dever sahir do seu In-
convenientes estabelecorem at a povoaco de Ga- gar, quando tiver de abrir ou fechar as chamins
xanga, as estradas comprehendidas na zona de e as torneiras da descarga dos cvlindros.
que irata o art. 10. } 5 As locomotivas sero munidas de podero-
em consideradlo a materia do citado offluio, faz-se
preciso que \nc. declare o que ainda falta para 'charel Joaquim Jos deOliveir;.
completar-se amella obra, visto que na informa- Ennminne-se.
cao ministrada: no citado offlcio, apenas se diz que M-1B--<-l-lli^^
por estar ella ompleta nao pode ter lugar o seu
recebimento. ,
Dito ao juiz municipal de Cimbres. -Com a co-
pia do parecerjao conselheiro presidente da rela-
posthuma.
O Sr. Carneiro da Cinha :Nao podia ser pre-
via. ..
O Sn. 1 Secretario, obtendo a palavra pela or-
dem, procede lei tura dos seguintes pareceres,
que vio a imprimir para entrar na ordemdos tra-
ba I hos :
ELE1CAO DO RIODK JANEIRO (1* dislrkto.l
A 3* commissao de poderes, a qnem loram
presentes os diplomas dos Srs. deputados eleitos
pelo 1 disiriciuilo Riod Janeiro, Francisco Ocla-
viano de Almeida Rosa u Jos Caetano dos Santos,
examinou attentamento as eleicoes primarias de
lenriqne Jos Vieira da Silva Passe-se or- l0',as as Parocnias d* qe se compe o districto. e
a. nada encontrou que possa fazer menos regular a
sobredila eleicio. antes notan aue se proceder
Andrade.
IlfTERIOR.
tuadas pela cmara municipal ou pelo governo 8 6." Cada Iocom6iiva ter a capaeidade para certido negativa de que trata o aviso de 8 de inar-
provmcial, logo que para isso se achem habilitados reci ber a quantidade de combu-slivel necessario co de 1830.
com a quota necessana : desejando. entretanto, os par duas horas de servico, e um tanque para con-! Parecer a qup se refere o offlc.io cima :
emprezarios facilitar quanto possam esses grandes ter a agua necessaria para igual tempo de tra- Illm. e ExmJSr.Era respo^ta ao offlcio deV.!
rnelhorameritos pblicos, nner da abertura d'aquel- ballio. Exc. de 22 do torrente, c( nt?ndo una consulta
la ra, quer do estabelecimentodos trilhos, sugei- 7." Na frente das locomotivas collocar-se-hao ] (que devolvo) db juiz municipal do termo de Cim-
tam-se a contribuir para as despezas das referidas gua das ou defesas de ferro, que possam apanhar : bros, tenho a dzer, que ainda quando a escriptu-
desappropnacoes com a qnantia de 4:000^000. ou ceitar fra dos carris, ou da via frrea, os ani-1 ra de flanea qui', segundo o S 1 da ordenaci li-
Art. 3* Os Irilhos sero collocados de ura lado niae> ou outros objeclos, quo sejam nelles encon-1 vro 1- titulo 89, deve prestar o escrivo d'e or-
da estrada e por tal modo que nao impidam o tran-, trados. phos, fosse |)0r esse mes no passada, nao vejo '
sito as mesmas estradas e a servidao das casas, 8. Cada Iscomotiva ser munida da sua cor-1 nisso nullidadej e antes parece-me, que mais obri-!
fazeiido-se passagerfs de nivel nos lugares onde neta tocada vapor para dar sigHal da sua appro-1 gado dover-se-ha julgar
cruzarera coa) as mesmas ras ouestradas, assim *>>3*>; Mas nao se pudendo dizer o mesmo quanto a cer-
como desvos para que se possam encontrar dous 8 O gorerno poder nomear um engenheiro : tido negativa exigida pelo aviso (n. 29) de 28 de
trens sem prejnizo as viagens, e que firem d
signadas pelo governo, de arcordo com a empreza. e>iai eieemas, sem aispemho da empreza. regularisar, hartnonisar, as diversas disposicoes da
Art. 4. O privilegio nos termos do art. lOdesic Alt 10. A execucao dosie contrato fica depen-1 legislacao Vicente, outro remedio nin ha m nao
BIO IftE J \ > I lito
ASSIIIBLEA GERAL
CAMABA DON SKXIIORKS
DEPUTADOS.
CARTA SESSAO PREPARATORIA EM 17 DE EZEM-
IIRfl DE 1863.
l'rcsiilrwia do Sr. Zacaras.
As II horas da manlia, feita a cbainada, achan-
ao-se presente numero sufllciente de memoras,
brese a sessao.
L^se e approva: e a aria da antecedente.
O >r. Secretaiho d ronla do se!uinle
KM'ElllENTE.
eicao, antes notou que se
com todas as formalidades legaes.
Apenas observa a commissao que na fregue-
sa de S. Jos se-nao faz meiicio nr. acta do rece-
biment das cdulas do que fizeram as chamadas
dos votantes, segundo dispOem os arts, 48 e 49 da
1-i de 19 de agosto de DI46 e aviso de 13 de feve-
reiro de 1849, deprehendendo-se, porm, d'uma ac-
la rliamada eorapleihentar que se fizeram as refe-
riilas eliamadas, quando iiz quepassou-se a ve-
rificar o numero de votantes desta freguezia que.
nao conipareceram .'! chamadaetc.
Que na freguezia de Iraja liouvo um protesto
contra a eleicao de Jos rerreira Alvos de Maga-
lliaes e Jos Manoei da Silva, por no seren Bra-
sileros eslmPortuguezes, e como taes nopodiam
ser eleitores; mas do mesmo protesto nao est pro-
vada a identidade das pessoas de urna maneira
fiara e indubitavel que |Kissa privar os aecusados
do direilo de que gozara como cidados brasileiros
em virlude do 4 art. 6 da eonstiiuico do impe-
rio ; e foi noreste fundamento que o collegio elei-
toral despresou o protesto, e reconheceu como le-
contrato, sera garantido aos emprezarios pelo pra- dent da abertura da ra, de que Irata o art. 2
so de 20 anuos estabelecido na lei provincial n. I8 S 2o, contndose desde entios os prazos que eslo
de 21 de junlio de 1861, attendendo-se porm sje KMOS pan. as obrigacoes no mesmo estipuladas.
expirado esse praso ser oneroso aos emprezarios Ait. 16. Os preeos de carga, de que trata o art.
continuar com a sua empreza sem o dito privile- 6* % 2*, serao ulteriormente estabelocidos em ta-
gio, e attendendo igualmente a utilidade publica da beila organisadas do accordo cura o governo, as
onlinuacao da mesma empreza, resol vara os era- quaes serao annualmente revistas pelo raesnio
prezarios desde j o seu direilo de reclamar a as-
sembla provincial, em qualquer de suas vindou-
ros reunioes, se o julgarem necessario a proroga-
<;a p daquelle privilegio |K>r mais alguns annos m
qualquer outros favores equivalentes.
modo.
E, tendo os contratantes satisfeilo na recebedo-
ria de rendas internas nesta data o sello de cento
e oitenta mil ris correspondente quantia decen-
t e mienta conlos de ris, valor total da obra,
Art ..' Sera permettido a empreza fazer condu- como consta da verba lancada na guia que se Ihe
zir os carros ou mnibus, que empregar para o passou. e fica archivada, se mandn lavrar este
servir,i dos Irilhos ou por animaos ou |>or machi- termo em que assignaram o Exm. Sr. presidente
lias locomotivas vapor, sendo estas construidas da provincia com os ditos contratantes e as (esto-
por tal forma que no exterior representen um munlias prsenles. Francisco de Paula Sales
carro e nao deilem fumo, ou facam barulho que Secretorio do governo o fez escrever. Joo Sil-
cause detrimento ou damno ao publico, e a veloci- veira de Souza. Jos Bernardo Galvao Alcofora-; Exc. de 22 do corrente contendo a consulta
dade nao exceda a oito mil bracas pon hora. do.- A. Luiz dos Santos. B. do Livramento. -Ma-! juiz de orphaos de Ciruar, tenho a dizer (pie po
fe 1. O governo por si ou pela cmara municipal noel de Miranda Castro. Rufino Jos Fernandes : torca do precito do 8 do titulo 89 da ordenara
Expediente do dia 31 de dezembro de 18C3.
! perlencea um termo de importancia na provincia.
Deve pois ser a nanea do escrivo de ornnos
um.-io ao fcini. presidente da provincia do Rio daquella cidade prestada nin tal conformidade. ten-
R.'cebi com o ofiicio de V. Exc. do-se em atleneao os avisos de 4 de feveieiro de
chamar o eseriiaodo paz, que era muilos casos
serve de labellii o como v-se no art. 6 da lei de 15
de outuro de 18 17, na lei de 30de outubro de 1830. ,M:S genes para deputados a qne se procedeu no
e no aviso de 3i d Janeiro de 1851.
Este o meuiparecer que submetto Ilustrada
consideraco del V. Exc.
Deus guarde fi V. Exc. Recife, 26 de dezembro
de 1863.Illm. e Exm. Sr. Dr. Joo Silveira de
Souza, presidente da provincia.O presidente di
relacao, I). Fraticisco Bnlthnzar da Silcrira.
Olllcio ao juu municipal de Caruar.Com a durante o processo das eleijdcs primarias.A 3
copia do parecer do conselheiro presidente da rea- comnisso de poderes.
cao. cora o qoal me conformo, respondo ao ofiicio Dma representaco dos eleitores de Vianna, da
de Vmc. de 22 de oulubro ultimo relativamente a provii.cia do Maranhio, contra OS abusos fradese
flanea prestada pelo escrivo de orphits desse violen -ias que dizem i,.r rulo lugar duraite o pro-
termo. cesso elcitoral.-A 1' commissao de pod Tes.
Parecer a que se refere, o offlcio cima : Outra da cmara municipal da villa de Valenca,
'"'"' '"J;"1"- ""'Em respista ao ofiicio de T. provincia do Piauliy, contra a eleicao primaria que
do teve lugar na freguezia de Nossa Senhora doO' da
por.mesma provincia.., mesma commissao.
naci I Outra no mesmo sentido do juiz de paz mais vo-
i do livro Io julge'que a llanca deve ser do maximoj do da referida freguezia.A mesma commissao.
j visto como Captar non cidade, que alm disto Outri de Ravmundo Ferreira de Araujo Lima,
l m oficio do ministerio do imperio enviando o ,!
oflicu da mesa do (ollegio eleiloral da villa de San- P"imos eleitores os ja mencionados Jos Ferreira,
la Helena da provii.cia do Maranhao, acomoanha- i Alveide Magaibaes e Jos Manoei da Sibra.
do das acus das eli coes a que se proceden no di-1 j ",rta"w- "a0 *e dando detono ou irrefiilarida-
to co lagio no corrente anno.rt 1- commissao do ?, a Kuma esencial na eleigao do 1 districlo do i 2 Que se ann'ulle a eleicao da parochia
poderes. '0 de Janeiro, antes tendo sido feita legalmenle Inania.
em todas as parochias, a commissao dr
pareceram 19 eleitores para rlegerem os dous m-
sanos que representasM'tn a sua turma, e tstH 19
eleitores ceram entrelaulo 20 votos a ura de entre
elles para mesario ; mesmo succedeu na votacio
da turma dos supplentes, em que um dos eieSt
le\-e um voto de mais do que o numero dos votan-
dizer tamto'm qne o
esso nao poda influir
outros qne nao o
Na larochia de Juqui, porm, fez-se a teree-
ra chamada no mesmo dia em que se ultimou a se-
gunda e se m aviso previo, contra o que determina
expressamente a lei. Ora, tendo-se apenas rece-
bido 48 cdulas e dando esta parochia 6 eleitores,
e claro que deixaram de votar mais de doas tercos
dos cidados qualicados, e este faci pode ter pro-
vmdo da violado daquelle preceito legal.
Coffcoio de S. SebastianA este collegio com-
parecer in os eleitores de S. Sebastiao e 5. Fran-
cisco, e duas turnias de eleitores de Villa-Bella,
cuja votac.io foi tomada cm seiiarado. Nenhuma
duvida se olTereceu a respeito da validado da elei-
cao das doas primeiras parochias : quanto s du-
pNeatas de Villa-Bella, a quarta commissao nio po-
de interixir juizo, porque nao Ihe foram presente
as respectivas acias.
Collegh de Soroeaba.Aos protestos apresen-
Lados pela minora da mesa parorhial de Sorocaba
e por alguns individuos, rada qual por sua vez,
respondeu a maioria confidentemente. A' com-
missao nao foi presente documento algum por par-
le dos protestantes, ou de qualquer outro cldadao.
Confroniando-se as actas dos collegios com a
da apuragac geral, V-se que sao legtimos deputa-
dos do districlo os Srs. Drs. Joao da Silva Carra,
conselheiro Jos Bonifacio deAndradae Silva e
Antonio Francisco de Paula Souza.
Concluindo, a commissao de parecer:
1." Que, contando-se os votos tomados separa-
damente na eleicao de Juquery, se declarem elei-
tores os quatro primeiros cidados na ordem dcs-
la apuraco :
Io Jo> Antonio Fagundes........... 87
2" Ca[lilao Custodio Correa de Moraes. 85
3o Joaquim Jos Santos Ortiz......... 85
4" Joo Paulo de Moraes............ 82
Altores Benlo da S I veira Ramos... Hl
(^apilo Candido Galvao da Franca. 80
Tenenle Joo Fernandes Tenorio... 7!
Capiao Jos Joaqun l.ee Penteado 7:
votos.
de
Ouiro do mesmo ministerio, enviando as acias
las eleicees primarias e secundarias e das apura-
'inelle anuo as | rovinc
Sul, Rio de Janeiro, Goyaz
As respectivas coiumisses de poderes.
Outro do mesmo ministerio, enviando o ofiicio .
em que a presidencia da provincia de S. Pedro do ..' V"c "s diplomas dos dopuia los eleitos ptdo lu
Rio-Grande do Sul t conla das occurrencias .uie 'lslrl|,, estao conformes com a acia geral da elei-
tiveram lugar as parochias da mesma provincia (.-ao e esta com a lei, e que sejam reconhecidos de-
putados os Srs. Joaquim de Saldanha Marinho, F.
Oelaviano de Almeida Rosa e Jos Caelano dos
Santos.
i Sala das commissSes. 17 de dezembro de 1863.
Pinto de Mciulaiir-t.Felicia doi .SontosPues
Brrelo.A S. ImIm.Joo Leite.
elf.ic.ao de s r.uLO. (Io districlo.)
Compoe-se de 10 collegios o Io districlo elei-
loral da provincia de S. Paul y.
' Nenhuma rerlamaco existe contra a valida-
de da eleicao primaria ias parochias que formara
os collegijs de l'orlo-Feliz,lid, Atibaia, liraganra,
Mogy das Craxes e S. Roque.
Mas a respeito da eleieao de algumas paro-
chias periencenies aos collegios da capital, Iguape,
S. Sebastiao c Sorocaba ha protestos a reclaina-
goes, que cumpre examinar.
i Cotleijio da capital. As parochias do collegio
parecer 3 Que se adic oconhecimento da eleicao das
que sejam approvadas taes quaes se acham naspa-, parochias de Villa-Bella e do Braz.
rocinas de S. Jos, Sanio Antonio, Sacramento, i 4" Qm se approvem todas as mais ele:c>s
ias do Rio-Grande do !an,'''"'"' Sanla ,,,,a' SantAna, Gloria, Santa primarias e secundarias do 1" di.-tncto da provin-
e Rio-Grande do Norte '?8,'rl'0e,7 ''a8oa. Ilh:> do Governador, Guara- cia deS. Paulo,
tilia. Campe-Grande, Inhauma, Jacarjiagu, S.
n Christovo, Engenho-Velho elraj.
acompanliadaile documentos contra as eleicdes do
3" districlo da provincia do Ciar. mesma
commissao.
Acham-se sobre a mesa, e sao remedidos s res-
pectivas rommissoes d,. poderes, os diidomas dos
dezembro ; uo oe nriio, peta provincia do Paran; Antonio1 leniio o presidente na provincia alterado as
Francisco Francisco de Paula Souza, pelo I districlo de S.' divisas dos distrirtos de paz da fregue/ia da S,
Paulo; Francisco (ornes dos Santos Lopes, pelo2"; Beon a matriz em differenle disiricto daquelle em
li.Aoof-' Antonio da Cesta Piulo e Silva e barao i.e S. Joao que se acliava anteriormente. Allegou-se, em um
estabeleceri as medidas de cautellas que Jever de Fijueiredo.
tomar a empreza para evitar acdenles e sinistros,'
fetos quaes ser ella responsawl conforme as leis
do paiz, sempre que estes liverem logar por des-
cuido ou omissao dos empregados no servico, e a
mesma ra niara de accordo com os emprezario;
establecen por meio de postoras as condices o datade do 20denovembro ultimo, dous exemplares 1839 e de 8 de ujarco de 1830
regirs (|ue torera necessarias para regulansar0 da collecyao de leis promulgadas pela asserabla Devolvo V. xc o ofcio do juiz de orphaos de Srs. Manoei de Jess Valll.daro.depiiiado cleito pe-1 da capiiai cuja eleicao contestada sao as da S,
I ansilo das mas e dos lugares por onde tiver de dessa provincia na sessao do correnle auno. Caruar com os papis que o acoinpanliarain. lo 2" districlo do Rio de Janeiro; Laurindo Abelar- do Braz, do 0', de Juquerv c de S. Bernardo,
passar a locomotiva Otto no bngadeiro coinmandanle das armas. Deus guardo V. Exc. Recito, 26 de dezembro do de Unto, pida provincia do Paran; Antonio' Tendo o presidente na provincia alterado as
. J, p/cf de um P^ageiro nunca exce- Retira ello a V. Exc. os inclusos processos de con- de 1863.O presidente da relacio, D. Francisco
d-ra de ato res por mil bracas as quaes pai este selho de guerra, do ofllcial e pracas dos corpos talthazar da Silreira
fin serao medidas e devidarnenie assignadas, e mencumados na inclusa relacio, aflrn de serem Offlcio cmara municipal de Nazareih
qualquer excesso das mil bracas sera contado como cump idas as sentencas proferidas pelo censelho ficic que me dirigi a cmara municipal da cidade do Rio-Claro, pelo 3, da mesma provincia. i protesto, qne semeihante alleraco fra feita sem
'''Tiip !;/'' ft'-aSim C0,1''ll,aiuer ""OCU Mprenio militar de justica nos mestnos pro- de Nazareih. em 19 J corrente, respondo dizundo-; Acu-ho sobre a mesa, e remettido 4" rom- autoridade legal, e que embira preraleeesse.de-
q'l' i' 'Jr "v r,or- irR' r, Ihe que appro voas arremataedes dos ininoMos de missio de poderes, um documento acerca de um vera a presidencia da mesa paroclual competir ao
nrL, JXtiSSESS?" es,,Pu,ad.0 ?ue a ^m_ i, u"? a- 'nesmo.-Em cumprimento do aviso da 500 rs. por cabena de gado varcum, e de alTerices protesto feilo por occaso da eleicao para eleitores j"i' de paz do districlo em que estiren anterior-
priiapomn mi dihrareste preco.estabelecer elas- reparticao da guerra de 11 do corrente. haja V. de pesos medidas, constantes dos termos de con- da freguezia do Ro-Njvo, provincia de M.nas-Ge- mente a matriz. Mas provouse era umeontrapro-
ses e taz. r ajustes para a conduccao por mezes, o Ere. *> mandar verificar no 9 talalhio de infan- trato annexo; ao citado offlcio. raes. tasto que duas leis provinciaes, ai de27 de feve-
'Unf.!iri-na ass'8na,ura- se ass,m convier aos; tana oque norequmenlo junto, pede o J* sar- luto ao superintendente da estrada de ferro. O Sr. Aristides Lobo offerece um documento, reiro de 1836 e de 26 de fevereiro de 1838, autori-
'''''.nl^ i : gento do batalbao naval, Manoei Joaquim Paes Accuso recebido o offlcio de 28 do corrente que vai a i' commissao de poderes, acerca da nul- savam o presidente da provincia para o acto con- ,
8- u preceda carga sera estipulado por arro- Brrelo Jnior. em que o Sr. superintendente da estrada de l'dade do eleitores da Atalaia, provincia das Ala- testado petos protestantes, e a quarta commissao ,)r-Joa'l"im Fliriano de Godoy
ia- e poi i .ua urna nao exceder de ..... Iican- Dito ao Dr. cheto de polica.Ministre-me V. S., ferro coinmunica-inn quo havendo sido supprmi- goas. i de poderes verilicou, com a eitura de taes leis, a Seguindo-se outros cid idos com pequeo nu-
efi Il^..we,!^^'eJPS?e.r? mJ?lS#,^^0?pl^^^.fl.wwl., "*"ra para olTerecer i Ilustrada aprecincao mclhante acto do governo da provincia era le- E.porianto, a 4" commissao de parecer
misso de verificaeo de poderes alguns gal, devia produzir a ronseqnenca legitima de es- 1* Que se approvem as eleicoes primarias e
que enneerneni eleicao do Io dis- labdeccr a competencia exclusiva do juiz de paz secundarias do 2* districto da provincia de
iba provincia. Passo a fazer a sua re- do districlo em que nen ltimamente a matriz,
o que tratasse de ohler o senna : para nao se dar o absurdo de jurisdiccao cumula-
ai i oi.as de carga. O que (le mais arcresccr sera segund) constou de ofiicio da secretaria de estado consenso do coverno brasitoro para a continuacao ma jiiifioacao. dad. pelo tenenle-coronel Ma- liva de dous juizes de paz.
;"~'"," ,'' ""'lll;inl0 alwte de Vln,u nn(0 Pr *f ne'!OC'.0* do ""P'Tio datado de 17 do corrente, dessa despeza, tenho a dizer-lhe que nao compei'in- noel Soarus Nogueira de Muraos, con. citaco das | As outras allegares do protesto contra a va-
m 7- \i' !l"""u".n-. ... ^ eon redido |wr decreto de li, ao bacharel Anto- do a esta presidencia resolver sobre semeihante partes interessada>. contra os vicios c irregr.lari- lidade da eleicao da S, alm de carecerem de pro-
h- ., a J* c'".Irc! sr,rue,s'! "0,,e Tu,ano de &,uza Bandeira. professor de questo, cumpre esperar deciso do governo impe- dades constantes da doptieata do 3 juiz de paz da! va e de se aeharem refinadas
IV 1P-,m i p,)"10 %,d" da C",a1e i Bufi^M do ."'I-so de preparatorios annexo a rial a qnem nesta data aprsenlo por copia o seu Jacoca, Jos Goncalves de Ca Tallin e Costa, assim
ale a casa ou sitio da viuva do Gibson, a segunda ; Faculdsde de Direito desta cidade, o augmento da citado ofiicio. como da sua mudanca e de seu paL o eleilor Mi
desde esta casa ato entre Sanl Anua c as propne- 4' parte do seu ordenado, nos termos da 1' pa '
5o Que se declarem deputados os Srs. Drs. lait
da Silva Carro, cmsell eiro Jos Bonifacio de An-
drada e Silva e Antonio Francisco de Paula Souza
Sala das commhsnes, em 17 de loantM d.
1883.Aragav e Mello. Jos Caetano dos tintos.
F. Ortaviano.J. L. da C. Paranagna
eleicao de s. paclo. (2' districlo.)
O 2' districto eleiloral da provincia de S. Pau-
lo ronipreliende os segrales collegios, em numero
de II, a saber : Taubato, Pin.lamoiibangal.a. Gua-
raliiiguet, Lorena, Aras. Bananal. Queluz, Jaca-
rchy, Parahybuua, S. Luiz el'batuba.
Foram prsenles a i" commissao de podere-
as actas da eleicao secundaria a que se procedeu
em todos es.ses eoilegios, bem como aadaa eWf
primarias das respectivas parochias, fallando ape-
nas as de duas. onde se deve pre-umir sai a elei-
cao correu com a necessaria regularidad--, rtste
quinos collegios as cominiss6<'s verificadoras n.'io
enconlrarain reclainaco alguma, nem descobri-
rain vicio ou falla qne inralidasse a flecie daquel-
las parochias.
as acias da eleifao primaria das parochias
de l baluba e Bananal lavraram as parcialidad.-
contendoras protestos e cmlraprotestos cora reci-
procas allegacoes de anOSOS e preiKilencias. que
nain foram provadas entao. nem agora em duco-
meulo algum ipie se offeriH-esse a eslacauaiu uu
coinraisso.
A cmara apuradora, procedendo com regula-
ridade e de accordo com as actas parei.w-, i
nheeeu que linhim obtido votos os Srs. :
Cominendador Antonio Moreira da Cosa
Guimares...........
Dr. Martim Francisco Ribero de Andrada.
Dr. Francisco Gomes dos Sanios Lopes. .
Dr. Manoei Antonio Duarte de Azevedo. .
312
.."I
260
liT
I2:
parto
dades da Casa-Firte, a a terceira era Apipucos. do art..31 do refulament, aporovado pelo decreto midade com o a'rl. 30 do reguainento de 30 de ja- da capital da Paralnba.
i quab|uer das secco.s n. 1,131 A, de 17 de fevereiro de 1854, e do art. 24 ; nelro de 1884, resol ve nomear Jos Epaminundas Urna ce-lidao do vtgi.rio da freguezia da. Jacoca
Portara.O presidente da provincia, de confor- guel Antonio da Costa, daquella freguezia para a
"' de ja-
nondas
sera entregele transfic e servico a que se desli-1 do regulamonto de :. d.- maio do 1836, a contar do Nogueira de Barros juiz commisario de medicao acerca da modanea de domicilio dos dous
.?..J)rr.^_a* .paf!ig^.S '*.? 1>- S.'ll'n,ir,0 d,^ami" Plisado, era que com- das tenas publicas no municipio da Villa-Bella! | dos Jos Goncalves de Carvalho a Costa e
do artigo anterior, ficando porm en- plelou 2 annos de effuctivo exercicio no magisie-
e privilegio s principiar a conlar-se rio.Coinraunicou-se ao director da Faculdade de
|ne i-livor concluida a ultima scelo Direito .lo Recife.
na. percudiendo a empreza
pela forma
tendido que
do dia em q
o for franqueada por ella ao transito. I Ditoao mesmo.Participando o juiz municipal
Art. 8. A eii| reza se obriga a principiar a obra do term) de Cabrob, bacharel Angelo Jos Gon-
no prazo de 11 mezes e a conclui-la no de dous zaga, le era 30 de novembro prximo lindo entra-
annos e II mezes a contar da assignatura do con- do no goso da licenca que obteve; assim o com-
' munico i V. S. para sen ronhecimonlo.
indivi-
Miguel
da ca-
trato e no caso de falta que nao seja plenamente
justificada perante o governo, pagar a multa do
2:OtM),5O0O, para cuja garattia prestaro flanea
idnea.
Ait. D." A empreza ficar Isenta de imposto pro-
vincial oo municipal que j nio esteja eslabekKido
ou que Me soja especial, e tei o auxilio e proter-
clo qne depender do governo e na forma dai l--i-
flo f aiz, e o governo provincia prestar a coadju-
\a?ao necessaria para que obtonha iseny.io dos di-
reitos sobre os carros, locoinoiivas, trilhos e obje-
tos empregados exclusivainenie ua construeco da
de reserva,
for desig-
uperior, visto
em ins-
.peetivo
presidenria. commandante superior.
i v"1' mesmo-"ao havendo inconveniente Dita. O presidente da provincia, attendendo ao
mande \ S. pagar ao gerente da companhia de que requereu llcnrique Jos Vieira da Silva, mes-
'(u'"i?'a0 a gaz '"'Ma eapilal, a quantia de tre e dono do hiato nacional Sergiimno, resol ve con-
*'^T send-.47600<),_proveniente da illunii- [ ceder-lhe licenca para levar o referido hiato ao
Fernando, ficando porm obrigado a
Communicou-se ao nomeadu | Antonio da Costa, da sua freguezia para a
Dila.-O presidente da provincia, attendendo ao pilal.
que requereu o capilao da 3* companhia do bata-! lima certido exlr.ibida do livro da qualificaco
Ihao n. 4 de infamara da guarda nacional do mu-1 da freguezia da Jacoca, em como nao se achara
nicipio do Recife, Francisco de Paula do Reg Bar-' mencionados no alistamento geral dos cidados vo-
tos, resol ve de conformidade com o disposto no Untes daquella parochia, no corrente anno, os no-
art. 69 da lei n. 602, de 19 de selembro de 1850, mes dos iious mencionados individuos, assim como
conceder-lbe passagem
nacan dot quaii.is da Soledade, do Hospicio, do 2" presidio de
e 9" batalhoes de Infamara, e do corpo de guarn-; fazer transo
r ni ili ......i. ...,l.. A.. i t i
nao nenhi ma reclama;in consta ter sido por elles
feita perante a junta de qualirarao.
Outra certido do secretario do* governo no mes-
mo sentido.
Certido das indicacSos em sessoes da cmara
municipal la capital por um dos vereadores de sua
parcialidad)1, propondo ess.- 3U juiz de paz para 08
lugares vagos de procurador da cmara c de fis-
cal do 2u districto da mesma capital, por ser nclle
rldenle.
Os corpos de delicto e exame
de sanidade pro-
portar gratuitamente al 3 passageiros cedidos nos ferimentos graves feitosnas pesseas de
va frrea, a seo erviro. gao, da companhia de ravallaria bem como do hos-' designados pelo governo e bem assim os objeclos e delegado de (Milicia do termo do Pilar, Jos da Cos-
i I. Pica entendido que. o givcrno nao tera ou- pilal mil tar durante OsmezavAS agosto outubro I gneros do estado, que nao exeederem ao peso de t. da Melenos, e de outros cidados, no dia 9 de
ira ingerencia e ii-cali-acao na empreza, quo nSojdesto an io, e o restante de colicortos toitos no urna tonelada, o que sera verilic.do pelo director agosto, poroecasio das eleicoes primarias daquel-
savel parg retar sobre aexecujao quarlel la mencionad! companhia de cavallaria, do arsenal de guerra. la freguezia.
nelte impostas n empreza,
A t 10. Nao ser permittido durante o tempo
do privilegio a qualquer companhia ou particular
esuibelerer tnlfaos de f.-rro ou d; madeira que con-
iliiza-.n pan qualquer dos pontos percorridos pela
linli.i de que se trata, e na zona comprehendida
entre o rio Capibaribe a urna linha a distancia d<
orna niillia parallela tnargem esquerda deste
como so v dos IneluMM doeumentos.
Dito an mesmo. -8eaaV> approvado pelo Exm. Sr.
Outro giro, ficar igualmente obrigado nao s a
transportar no mesmo hiate para aquello presidio,!
l'ina ceriido da cariara municipal do Pilar
apresenlando a lista dos mimes dos juizes de paz
ministro da guerra, conforme dectarou-me em ; os demais empregados, pracas, sentenciados milita-, daquella freguezia pela ordem da retacao.
aviso de 13 de crrente, o contrato celebrado com
o padre. Lopes Das de Carvalho, paraexereer
o sen mi lisierio no presidio de Fernando: assim o
commtin eo i v. s. para seu conneeimento e direc-
'izerain-se as necessarias eominiiniraefea.
Dito ao mesmo.U-solvendo o Exm. Sr minis-
res e de ustira, mediante a ndemnisaco de con-1 Duas cerlidoes do vicario collado da freguezia
forraidade com a tabella de 27 de outubro de 1K62, do Boiii-J.ndim, da provincia de Pernamboeo, acer-
couio tambera a nio consentir que para a Mi se ea da residercia no lugar Fnndtio, da mesma fW-
iransporie, sem permisso da presidencia gneros,
e qnaesquer oulrns objertos pertencentes a particu-
lares, nao podendo elfectuar D desembarque do
guacia, de Felippe Jos de Miranda, que presidio
a eleicao primaria da fteguezia de Mataba, da pro-
vincia da Parahyba.
s em um eontraprotes
lo da maioria da mesa paroclii.il, nao sao de natu-
reza a invalidar nina eleicio,
< A mesa da parochia do Briz apurou separa-
damente as cdulas de alguns votantes, em nume-
ro da 6, nao porque Ibes conlestasse a idenlidade
de pessoa, mas (e o confessa na acta, nome por no-
mo) porque os reputou indevidamente qualicados.
Esta exorbitancia de attribuicdes teve inlluencia
sobre o resultado da eleicao, porque, reunidos os
seis votos aos outros que oblivjram os supplentes,
senara estes os eleitores da parochia.
t Nao protesto contra a validado da eleicao do
Braz ha outra alleraco uipoi tanto. Recebeu-se
(dizem os protestantes) um nuriero de redulas que
combinado com o dos votantes ausentes, excede o
total da qualificaco. A redarrao da acia oeste
ponto deixa muito a desejar, para se poder emltflr
juizo seguro.
Sem urna certido que faea f a respeito do
numero total dos qualiticados, e attendendo ao mo-
do pouco explcito por que se enuncia a acta do
recebimento e conlagem das cdulas, a commis-
sao nao misa propor nem a ann illaeo absoluta da
eleieao, nem a sua approva(o :om a clausula de
se contaren! os 6 votos tomados separadamente.
Arunselha a prudencia que se adi a deciso des-
te ponto.
t Contra a validado da eleicao das parochias
do O" a de S. Bernardo ha apenas allegacoes va-
gas, destituidas de toda a prora, e qne nao condi-
zem com o que se deprehende das actas respec-
tivas.
Na parochia de Juquery a nesa apurn sepa-
radamente grande numero de cdulas qne appa-
receram fechadas com urna s obra, fundando -se
as instroeyoes eleftoraes, segundo as quaes de-
vora as redlas ser fechadas de modo a evitar-se a
fraude de conterem outras que caiam na urna des-
prendendo-se da capa mal fechada. Mas reronhe-
Paulo.
2 Que se declarem depulados por aqnelle dis-
tricto os Srs. commen lador .-volunto Moreira da
Costa Guimares. Dr. Marlim Fram seo Ribeiro de
Andrada, e Dr. Franci.-co Gomes dos Santos Lopes.
i Sala das commlssoes, em 17 de dezembro de
1863.F. ctaviano.J. L da C. Paranaat. -J.
Caelano dos Santos. A. M de Ara nio e Mello.'
EURCAO DE MINAS r.KUAKS. (1 dislrictO-l
t A' 4* commissao de poderes foram presentes
copias aulhenticas da acta da apuraco dos votos
para depulados pelo 7* districlo da provincia de
Minas a das acias dos collegios de Par.ic.itii. Baga-
cni, Patrocinio, s. Rondo,Grao IbfDl e Jaamsra,
aliando smente do collegio de Montes-Claros.
< A apuraco geral nao pode ter lugar no dia
designado por le, porque al enlo nao haviatn
chegado cmara apuradra as actas do- colle-
gios da Bagagem, Patrocino c S. Romo. De-
apuraco, combinada com as acias dos collegios.
v-se que a volarlo do districlo fot como se
gue :
Dr. Alfonso Celso de As sis Figueiredo 184 to-
los e mais 41 tora?, los em serrado.
Dr. Henrique I.impo de Abreu 183 e ma. 35
em separado.
Dr. Luiz Carlos daFonseca, 104 c mais 8 em
separado.
t Dr. Joaquim Pedro de Mello. 103 e atis 1 ea
separado.
t Reconhcce-se das actas do collegio que em
geral se observaran! na aleteio primaria e secun-
daria os preceitos legaes.
t Tomaram-se em separados os MS/ninM votos :
O de Luiz Vieira de Agotar, 18 atetar da pa-
roebiado Alegre (colli-gio de Paraeatui. porque a
presidencia da provincia havia en lasnpa liada
numero de l" cleitorea para a dita parochia ; o de
Dr. Wenceslao Amonio Pins Jequilinhonha. da pi-
roebia da cidade do Grao Mogol, por estar pronun-
nunciado em cr.me de responsabilidade anisa da
eleicio ; o de Rogerio Paulino de Sonsa, i* snp-
plente da d*,ta parochia. que o deve subeliajir w\
caso de a-.sim o resolver rata augusta rimara ; o
dos 12 eJleitores da parochia de Sauto Anl
m ii t 11 Ann
ii rciun


Diarle t eru.ambuco Ter?a felra & de Janeiro de 18*4.
rv
Palos (collegio do lenocinio), pur U-r havido B (|0 e preponderante o espirito vortiginoso das du- accordo com os principios |uee\pcndeu tratando
eleicao primaria mu protesto contra a saa voltea-1 prcalas. l*m collegio, convocado para fazer una da duplcala da Fox dos Tijucos. ealende que de
de-usdos C eleitores da uaroouta di; Morrinlios iclojao de depulados ousenadores, mal so pode cada minios candidatos votados no collegio se de-
(collegioda Januaria), por ter igual motivo ; os dos Kmiginarque aprsente duas turmas de eleitos, ve subtrahir 3 votos, e apurar os lomados era se-
10 da parochia de S. Rumio, por ter tiavido dnpli-' que lambem difflcil i aduiittir (llhas da apuracao parado. Esta subtraeco em nada altera o resul-
cala Je eleicao ; e liualinente de 12 eleitores do geral, conferida a municipaiidade da cabeca do dis- lado geral obtido pela cmara apuradora, c por
coll. ;io de Montes Claros por motivo que amia I trelo ou assembla parochial. Sendo nica a conseguinte o diploma do Sr. major Joao de Souza
so nao pode conhecer, nao leudo vindo a acta ia 'assembla primaria dcada freguezia, nico o col- Mello e Alvim, salvas as modilicacoes menciona-
eleicao nesse collegio. ; legio de cadacirciimseripco, nica a municipali- das, est de accordo com a apuracao geral, e esta
Nao so relativamente a estes I2eleitorcs,eoino dade apuradora, ha contrsenso na suppocao_iAo. com o resultado das diversas authenticas dos col-
lamben) aos de S. Antonio dos Palos, Morrinho c I que urna mesina freguezia possa dar simultanea -' :'-~>*_jjcm como as authenticas confor-
S. Romao, a commissao se abstem de emittrjuizo mente duas turmas de eleitores, um mesmo col le- Bm *Tlcao primaria.
at que sejam presentes acamara as actas das elei- gio duas authenticas da mosma eleicao, e a muni- t E', pon*u. i uta commissao de poderes
edes primarias de todas aquellas parocluase a do cipaldade apuradora, que igualmente nica, urna de parecer :
!. Que sejam
o ou nullidade de lo- te urna das turmas de eleitores suppusta, urna
Como, porm, a validado
dos csses ve'
o resultado
v da apu
parecer
eleitoracs deviam ter o direito, dcbaixo de sua res-
rcconhccidas validas as elei-
Coes primarias e secundarias dapioviucia de San-
ta Catharina, salvas as raodillcajoes resultantes
dos tems seguintes :
i.' Que, reconhecidos eleitores da frognezia
de S. Sebastiao da Foz dos Tijucos os constantes do
1 Que so annulle o diploma do 18 eleitordo ponsabilidade e sob penas severas, de nao admitlir acta da eleicao presidida pelo juiz de paz los Joa- Janeiro de 1864.
Alegre, Luiz Vieira de Aguiar. sanio o documento que authenlico (osse. No en- quim Gomes, sejam annullados os diplomas da du-
t* Que se annulle tambera o diploma do l>r. tanto parece que a le apenas imaginou por hypo- plicata.
fnMM Antonio res Jeqiiitinhonha. e se deca- these a duplcala de eleicoes n'um collegio, ou an- 3." Que sejam annullados os diplomas da du-
re ultimo eleitor da parochia do Grao Mogol a lio- tes duplcala de authenticas, suppondo una falsa, plicata da fregueua de Nossa Senhora da Penha
gene Paulino de Souza. e que o espirito vertiginoso, que tantas vezes tem de Ilapacoroy, de cujos eleitores foram tomados os
t Que se approve as eleicoes de todas as pa- i falsificado as eleicoes, ampliou a deploravel hypo- volos em separado,
roen as do 7- districto da provincia do Minas, en-! these e inventou as duplcalas na eleicao primaria i. Que, reconhecidos os eleitores nomeados
copinando as de Santo Antonio dos Palos, Morri-; o at as duplcalas de diplomas, que envergonham pela eleicao do primeiro juiz de paz da hvguezia
de Cannavieiras, sejam annullados os diplomas de
co, talos por desobediencia ; Gaspar, crioulo, es-
rravo de Mosquita ou Eduardo Hallar, por infrac-
i,-o de posturas.
A' ordem do de Santo Antonio. Manoel Jos, por-
tuguez, requprimento do respectivo cnsul.
A' ordem do da Boa-Vista, os pardos Jos de
Moura Varejao, Justina Mara do Espirito Santo,
para correc^ao ; os africanos Joao c Mara, escra-
vos, esta de Joao Muniz do Reg, e aquelle de Car-
lota de Brito, ambos para averiguares policiaes.
No da 3 do mesmo mez :
A\ ordem do subdelegado de S. Jos, Jacintbo
Manoel do Reg, branco, Podro Jos Ribeiro, criou-
lo, por disturbios ; Ignacia Mara Claudna da Con-
cecSo, parda, por insultos.
A' ordem do do Perut, Corielano Paes dos An-
jos, pardo, para recruta.
O chefe da 2* seccao,
/. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detenoao no dia do
nlos, S. Romao e Montes-Claros, que deven) car
adiadas por falta do csclarecimentos.
ku Que se declarem depulados assembla ge-
ral pelo referido distrieto os Drs. Alfonso Celso de
Assis Figueiredo c llenrique Limpo de Abieu.
Saladas coromisses, 17dedezembro de 18113.
F. Ortariano.J. Caetano dos Simtos.J. L. da C.
Par enagua.A. M. de Arago e Mello.
eleicao no cear. (1* dislricto.)
' O I* dislricto eleiloral da provincia do Cear
compSe-se do 16 freguezias, que furmam 11 colle-
gios. Das 16 freguezias, que sao, Fortaleza (capi-
tal i, Aquiraz, Casca vel, S. Joao do Principe, Arn j
ro, Maranguape, Mara Percira, S. Berna
330
o paiz.
Sendo estes em geral os principios da 5/com- duplcala desta freguezia feila sb a presidencia
missao de poderes, razio dobrada Ihe assiste para do juiz de paz do Kio-Vermelho.
propor a annullacao da duplcala de S. Sebastiao t S.' linalmenle, que sejam declarados deputa-
da Foz, visto que nenhuma ciicunistancia atle- dos pela provincia de Santa Catharina os Srs. :
nuante esl provada que desculpe ao menos urna Dr. Joao Silveira de Souza.
tal aberracao. Major Joao de Souza Mello c Alvim.
.No em Unto a duplcala da freguezia de S. Se- t Sala das commssoes, 17 de dezembro de 1863.
baslio da Foz, apresentada no respectivo collegio T. Ottom.Martinho A. da Silva Campos.^--Ia-- Janeiro de 1864 :
eleitoral, teve ah as honras de eleicao legal, apu- Ido da Cunlia.Mello Franco.J. M. de medo. Teve baixa :
rados os seus votos promiscuamente com os dos Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente Antonio, africano livre, gastrite.
Movimento da casa de delencao do dia 3 de
A saber
Existan)..... Entraram----- 329 presos 16 15 >
330 .
Estrangeiros.. Mulheres..... Estrangeras.. Escravos..... 226 > 26 6 2 62 8 .
Dourada lousa nao me OOfeite campa,
Nao quero as pompas que a riqueza tem ;
Simples cruzeiro collocado em frente,
Cypreste esguio, que se avistem alm.
Hrotem os goivos e saudades rxas,
Tristonhos Tyrios de sentida cor;
Fnebre emblema dos neos das tristes,
"i ii.i a campa do infeliz cantor !
E lu, donzella, vai culher as llores
Que germinaren) sobre o peito meu;
Se umaiouvires de saudade inunda.
Nao temas, virgen, de quem j morreu !
Rega-me a campa com teu pranto amigo,
Zelosa guarda raeu feral jardim ;
Ergue teus olhos para o co, clemente,
Enla um cauto ao Creador por raim 1
Mas quando um dia minha ossada negra,
Covero estranho ovolver do p,
Guardem-n'a os poucos meus amigos fidos
Uocemiterio l u'jiii caalo s.
Entao, donzella, tu vers um crneo,
Que oulr'ora vivo s pensava em ti;
lloje coitado I sobre a ierra tria
A mo da morte empoeirou Hli!
Vers a um lado minha mo inirrada,
Crispada a esmo, desprezada an chao I.
Ah I Quanlas vezes comprimi teu corpo,
Na louca dansa do genlil salo 1
Alimentados custa dos cofres pblicos.. 134
Movimento da casa de detenoao no da 4 de
eleitores incontestados ao mesmo lempo que eram levanta a sesso urna hora e um quarto da lar-
, Xrn si-1 tomados em separado os dos eleitores da eleicao do de, e d para ordem do dia :
rdo, As- 1." juiz de paz, nica que, no entender da commis- Dscussao dos pareceros das respectivas c
do primeiro
segundo
inas-Ge-
do Santa
Destas, a primeira foi desmembrada da da ca-1 lam o diploma de um ou mais eleitores tem obriga- Catharina
pital e Ihe foi marcado por deliberaco do p-e i- cao de lomar em separado nao s os votos dos elei- ^^^^_
denle da provincia de 26 de junho ueste anno o; tores declarados nullos, como os daquelles que os
Minero de 10 eleitores, tlcando a da capital danio I substituirem, devendo de ludo fazer na acta minu-
61, menos 10 do que dava ; e segunda, que ol
desnn intirada da de Quixeraraobim, Ihe foi ni; r-
cado o numero de i 1 elditores por deliberaco e
da nwsma data, ficando a de Quixeramobim redu-
zida a menos de 11 do que dava ou a 38.
Quanto ao numero de eleitores de cada uira,
nada lom a commissao a observar, uas actas la
eleiciio primaria, que commissao foram presentes
e que; sao as e todas as freguezias, menos das lo
Assar, S. Bernardo e Aquiraz, so conhece que as
da capital, Parazuho.Aracaty, Quixeramobim, Ma-
rangnape e Cascavel, nenhuma irregularidade ;e
deu -, qne das do Saboeiro e S. Mathias nao se re-
netteu a acta ds recebimento das cdulas dos vo-
tantes, e smenle as da formaeao da mesa e as la
apuracao ; que nada Cacboeira nao foram mencio-
nados na acta es nomes de 1,000 votantes que nao
comparecern); que na de M ira Pereira se pn-
cedeu eleicSo pela qualifleacao de 1862, nao leu-
do harido era em 1861 e nem era 1863 qualific i-
<;5o, accroscendo que mesmo a de 1862, que servio
ce concluio sera que se reunisse o consclho de r-
sorso, se bcra que nao houve reclamaeies, como
ciosa derlaraco.
t Esquecoido esla terminante disposigo da le,!
foram approvados enylohadamente com os vntos
dos eleiioies nao con tortadas os votos da duplcala
da S. Sebaslo. Quando em um collegio tem vo-
lado promiscuamente eleitores lgaos e suppostos, (
ou a votacao unnime ou nao. Unnime ades-
criminaeao dos votos legtimos simples, abatidos
em cada candidato tutos quantos sao os eleitores
nullos.
PERKAMBGO.
REVISTA DIARIA.
Janeiro de 1-64.
Existan) .
Entraran).
Sahiram .
A saber
Existen). .
Naconaes. .,
Estrangeiros
Mulheres ,
Estrangeras
Escravos .
Escravas. .
330 presos.
4 >
6 >
328
227 presos.
26 t
o
2 .
60 .
8
328
Alimentados a custa dos cofres pblicos. 135
Movimento da enfermara no dia 4 de ja-
Moje corre a lotera no lugar do rostume.
S. M. Napoleo III acaba de mimosear ao
hospicio dos missionarios Capuchinhos com urna' neiro:
rica custodia, de prata e ouro onlremeada, de | Tiverara baixa para a casa de sade do Dr. Ra-
Aprcellada "impossivel descriminar apurado gosto e delicado irabalho, toda formada | mos ;
aunes os candidatos cuja votacao deve ser coarcia- do urna s peca, com lavores delicados. I Antonio Pinheiro Arcoverde.
da ; o problema tem mais incgnitos do que equa- Fallecen domingo pela manha o Sr. Jos Joao Donizio.
c5es. O expediente de abater nos mais volados Goncalvcs Malveira de urna hernia. Movimento dos doentes tratados no hospital
candidatos um numero de votes igual ao dos diplo- Era estabelecido nesta cdade com loja de fazen- portoguez, no mez de dezembro, ultimo, sob a di-
mas annullados pode envolver grave injuslica. por das, sendo commerciante matriculado e deputado reccao do Dj\ Pitanga :
que em mu tos casos possivol que todos os elei- do tribunal dojcommercio desta provincia,
lores nullos votassem justamente nos candidatos O Sr. Gamlwa, director da escola central
menos considerados na ordem da votacao. E, pois pelo methodo do Castilho, propoe-se a ensinar ai
que uo fra injuslica fulminar de nullidade abso- artistas e outras pessoas de pequeo commercio
lula o collegio que tvesse englobado com os votos que nao saibam 1er.
legtimos os illegtinios, justificado fica o expediente,- k para desejar que se nao negligencie eslaes-
que em casos taes a commissao aronselhar, a sa- ponlanea offerla, pois della devein resultar vanla-
ber : a suppressao d'entieos votos de lodosos can- gens reconhecidas com a diffusao de luzes.
ludo oem o afflrna o presidente da provincia ; que! didalos, de taulos quantos forcm illegitimos, ou, se Falleceu no sabhado noito Antonio Jos
as de S. Joao do Principe e Arneiroz se observa' a votacao fr inferior ao numero dos eleitores ille- Nones, soldado do 2o batalhao de infamara de li-
uma rapidez que parece excessiva no processo d ts gitnios, a suppressao de todos os votos que livor o nha, que rondava na freguezia da Boa-Vista, sen-
chamadas e da apuracao. candidato. Assim poder Bear prejudicado em seu do accommettido da gotta quando ia pelo porto das
Entretanto, excepeo da freguezia de S. Ma- voto um ou mais eleitores legtimos, mas segura- Canoas, de modo que rabio no rio, e ahi suecum-
iheus em cujas acias se t um protest de 8 vota a-1 mente nao ficar na apuracao um s voto illegi-! bio asphixiado por submersao sem soccorro promp-
Existara.
Entraram.
lahiram. .
Falleceram...
Exstem. .
33 doentes
20 >
53
Total.
12
3
38
~53
278
273
270
2;;7
235
SIS
1
i
es, contendo alias futilidades fioprovadas,ao qual
toda a mesa rontraprotestou, nenhuma reclamado,
nenhuma queixa, nenhuma represerrtacao.appare-
ce contra o processo eleitoral de nenhuma das fre-
guezias do dislricto, o que induz a conwnissao a v>
tar p<;la approvnco das eleicoes cujas actas Ihe ti-
nta presentes e supra se mencionan!.
t As referidas 16 freguezias formam os 11 col-
legios em qne est dividido o distncto. Todasjis
actas dosses collegios foram prsenles commissaj,
o examinadas ellas e sommados os votos, seoble\e
o spguinle resultado :
Dr. Frederico Augusto Pamplona........
Conego Antonio Pinto de Mendonca......
Dr. Jos Liberato Barroso..............
Dr. Manoel Fernandes Vieira...........
Dr. Domingos Jos ogueira Jaguarbe...
Dr. Jos Martiniano de Alenrar.........
Dr. Joao Ernesto Viriato de Medeiros ....
Dr. J( s Lourenjo de Castro e Silvaa.
E por que os votos dos eleitores das tros pa-
rocbirs que nao mandaran) as actas da respectiva
eleicao primaria e que por isso nao podem ainla
ser approvadas, nao inBuem no resultado da cloi-1
Cao geral do dislricto, nao duvida a commissio
propor :
1." Que sejam approvadas aselci<;es prima-
rias das freguezias da capital, Parazinho, Aracaty,
Cascavel, Boa-Viagem, S. Jno do Principe, Cu-1
choeira ( Riacho do Sanguc ;, Arneiroz, Mara Pe- \
reir, Quixeramobim, Maranguape, Saboeiro e S.
Matheus.
2.* Que se requisito do governo as actas das
eleicoes primaras das freguezias de Assar, S. Ber-
nardo e Aquiraz, para que a cmara possa lio ir
habilitada a julga-las.
< 3." Que se declare depulados pelo 1." distriito
da provincia do Cear os senhores :
Dr. Frederico Augusto Pamplona.
Conego Antonio Pinto de Mendonca.
Dr. Jos literato Barroso.
Paco da cmara, em 17 de dezembro de 1863.
J. Saldanha Marinho.J. Madureira.C. )i-
toitCnrmnjki Moreira. Alfonso Oiso.
ll.iai.lu ni: SANTA CATOARUt'A.
Foram presentes 5.' commissao de poderes o
diploma do Sr. major Joao de Souza Mello e Alvim,
eleite deputado assembla geral pela provincia
de Santa Catharina, as actas de todos os coliegos
cloloraes e as das eleicoes primarias om as divr-
sas fregueias da provincia.
Segundo a acta da apuracjio geral, feita na fonia
da le pela cmara da capital, o resultado da el si-
cao o segunte :
O Sr. Dr. Joao Silveira de Souza. 159 volos.
c O Sr. major Joao de Souza e Mello
e Alvim.......i 131
O Sr. chefe de divisao Jesuino de
Lamego Costa.......... 92
< O Sr. primeiro tenente da armada
Thomaz Pedro de Bittencourt C. 32
E mais tomados em separado nos respectivos
eollegios :
Da freguezia de S. Sebastiao da Foz de T ju-
cos, no collegio de S. Sebastiao :
U Sr. Silveira de Souza.......8 volos.
- O Sr. major Alvim.........8
c Da freguezia da Peuha de Itapocoroy, no n
mo collegio :
O Sr. Lamego...........5 vo:os.
O Sr. Cntro)...........5
Da freguesia de S. Francisco de Paula de Ca-
navieiras, no collegio do Desterro:
O Sr. Lamego........... 5 vttos.
O Sr. Cutrim._...........5
A commissio vai-se oceupar das rregularida
Dos fallecidos foram : 1 de colite, I de pulmo-
na, e i de tubrculos pulmonares.
Passagero da barca porlugueza Sympalhia,
timo. | to ; visto que o companheiro foi primeiro procu- saluda para o Porto : Agostnho Marques Cam-
Tal o caso do collegio de S. Sebastiao em rar o inspector de quarteiro para este fin, cuja patao.
razo da votacao unnime que tem um dos candi- chogada de naia Ihe valeu. Obituabio bodu 1 de Janeiro no cemiterio
datos.edebaverdissdenc.ade um so voto que per-1 O respectivo subdelegado procedeu a competen- plblico :
deu ooulro candidato, sendo que os velos tomados te veslora.e o cadver foi em seguida conduzido Pedro, Pernambuco, 22 mezes, Sao Jos, varila,
em separado recahiram nos proprios candidatos, em urna padiola mandada pelo commandantc do Caloriana, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio,
corpo. espasmo.
Na semana Onda deu-se um comeco de ten- 2
tativa do roubo na casa, em que tem escriptoro BernardinoDomingos Moreira, Portugal, 40 annos,
commercial o Sr. Thomaz Jefferes, na ra do Trapi- solteiro, Boa-Vista, aneurisma,
che, achando-se aberta orna pequea porta, que d -Antonio Francisco dos Santos, Pernambuco, 46 an-
entrada para o mesmo escriptoro, c cuja chave s nos, solt ro, Santo Antonio, pulmonite aguda,
tinha o referido Sr. Jefferos. JoSo, esrravo, Pernambuco, 3 annos, Recife, es-
As suspeilas despertadas neste proveram de en- pasmo,
ganisad a mesa e encelado o processo eleitoral, oontrar na cscada, quando suba, um desconhec- Manoel Joarum da Vera Cruz, Pernambuco, 33
relirou-se, sem que nenluiin motivo plausivol fosse do, alm de ter visto outro na esquiua prxima,' annos, solteiro,Boa-Vista, phtysica laryngea.
provado, ou ao menos allegado, que justificasse um cujas intences Ihe paroceram duvidosas. No en- Caetana Caiidida de Jess, Pernambuco, 28 annos,
tal procedimenlo ; e assim, por virtude de recia- tretanto, prsente o subdelegado c guardas, e pro- casada, Sio Jos, phtysica pulmonar,
maco regular dos oidadaos presentes, sendo cha-1 cedida a indagacoes, nada se achou falto, bem Damiana, Pernambuco, 14 dias, Boa-Vista, es-
maios o segundo e tercoiro juzes de paz, que se' como nao revelava violaco algumaa porta encon-! ^ pasmo.
cscusaram de comparecer, bem e devulamento' trada aberta. Clonnda Mf_ria da Penha, Pernambuco, 25 annos
funooonou o quarto, terminando a ejeicie nos ter- ] Ohrigue inglez tris, entrado de NeW-C.astle, casada, Sao Jos, gasiro intente,
mos lgaos, em quanto o primeiro juiz de paz, I encontrou os seguintes navios : 13 do passado, Joao, escravo, Pernambuco, 18 mezes, Recife, he-
acompanhado do mais ou menos volantes, ia para na lat. 24" 17" N. e long. 22, 51 O. a galera ingle- patte aguda.
sua casa fabricar clandestinamente urna duplcala, a Qhdeator. de Abcnleen para Melbourne; e a 25 Manoel, Pernambuco, 3 dias,Boa-Vista, espasmo,
cujos eleitores votaram no collegio era separado, e o brigue inglez Jnpitor, na lat. 4N. e long. 22 30" I 3
propoe a commissao que sejam annullados. O., de Bordeaux para Sngapore, com 32 das. Antonio Jos Nunes, Pernambuco, 34 annos, Boa-
Na acta da cleicjio primaria da freguezia da A barca franceza Orea/i, entrada de Swansea, Vista, asphyxia.
cdade de S. Jos1, existe um protisto, em que va-' encontrou os seguimos navios : 19 do passado, Mara, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista, hydro-
rios cidadaos allegan) : i na lat. 11" 9' N., e long. 29" 39" O. a barca ingle- tara.
1, que as actas foram feitas por um cdadao za Fatrima, perlencenie ao porto de Liverpool, Maaoel, Pernambuco, 3 annos, S. Jos, interite
recahiram
Porlanto, a commissao de parecer que se decla-
re eleitores da freguezia de S. Sebastiao os da tur-
ma resultante da eleicao do primeiro juiz de paz.
Jos Joaquim Gomes.
t Passemos eleicao da freguezia da Penha de
Ilapacoroy. E' anda outra dupiicata do mesmo
collegio, sb forma differenle. No dia aprazado, o
juiz de paz do primeiro auno, depois de ha ver or-
aguda.
- 4
que nao era memoro da mesa vindo das Indias ; 25, na lat. 2" 14" N. e long.
2", que votaram individuos nao qualilicados ; 29*5" O., a barca ingleza Ferozepore, >\ Cochryan
3, que se nao admittio a votar quatro oda- para Sngapore; e a 29, na lat. $ i" S. e long. 33*
daos devidaiiionloi|iialilicados i" O., a barca ingleza Entrepise do Lverpcol para
i", que votaram diversos, tambem qualficados Calho.com 30 dias.
n'outras parochias; Visto haver apresentado isenoao legal, man-
5 que votaram dous estrangeiros nao natu- doti-se por em liberdade o recruta do exercitoJoo Josephiua, Pernambuco, 7 dias, S. Jos, lelano.
ralisadose duas pneas de prel. Baptista do Nascimento. Antonio Macario Ferrera, Cear, 49 annos, soltei-
Contm o protest outros ittmt de menor in>-1 Foram concedidos tres mezes do licenca com \ ro, Varzca, febre gastro-encephalico.
portancia, todos dcsacompanhados de prova, ao vencimontos ao guarda da alfandega Jos Loureu- Rayinunda, escrava, Pernambuco, 40 annos, soltei-
passo que n'uin coatraprotesto, inserido em segui- \ co Bastos, para tratar de sua sade. ra, Santo Antonio, cancro no ulero.
Joanna Mara da Concedi, Pernambuco, 39 an-
uos, soltura, S. Jos, febro perniciosa.
Manoel Bei.to de Bairos Wanderley, Pernambuco,
34 annos, casado, Poco da Panella, pbthysica.
da, vera refutadas ventajosamente todas as allega-
das irregularidades, nao licaudo duvida no espiri-
t da commissao acerca da legilimdade desta
eleicao.
t Ha mais urna duplcala na freguezia de S.
Francisco de Paula de Canaveiras, perlencenie ao
collegio da cidade do Desierro. A arta da eleiciio
primaria, feita no dia aprazado pelo juiz de paz capital ser substituido : 1 pelo juiz municipal
competente, conten especfioaoo legal das mais da 1* vara, 2 pelo da 2a vara,
minuciosas particularidades ; nao tem nota cu ves- 2 O juiz de direito da 2' vara ser substituido:
ligio de vicio algum que duvida faca : ludo ahi 1* pelo juiz municipal da 2" vara,2 pelo da 1* vara,
est na melhor ordem. Ha, porm, urna duplcala | 3 O mesmo juiz municipal ou supplente nao
desta freguezia, cuja acta comeen pela notavel de- poder accumular duas varas de direito, e passar
clararan de que a mesa installu-se no dia 14 de a ultima que vagar ao juiz a quem tocar no seu
agosto, e que era presidida, nao por juiz de paz da impedimento c emquantoeste durar,
parochia, mas pelo do Rio-Vermelho, convidado Art. 2 O juiz de direito da comarca de Olinda
para fazer aquella duplcala por tres cidadaos ti! ser substituido : Io pelo juiz municipal do termo
A eleicao legal linden no da 11 de agosto, e foi de Olinda, 2 pelo do termo de lguarass.
nosse da que por Francisco Luiz de Macdo e ArL 3 O juiz de direito da comarca do Bio For-
outros foi dirigida ao presidente da provincia urna moso ser substituido : Io polo juiz municipal do
representac/io contra a eleicao bita, c foi tambera termojde Serinhem, 2" pelo do Rio Formse,
nessa dala que os Ires cidadaos mencionados con- Art. 4o O juiz de direito da comarca de Palma-
vidaram o jniz de paz do dislricto mais visinho res ser substituido: Io pelo juiz municipal do ter-
para a duplcala. Em neobum desses dous docu- mo de Barreiros, 2- pelo de Agua-Preta.
mentos se articula a mais pequea objeccao contra Art. 5 O juiz do direito da comarca de Santo
aorganisacoda mesa, sendo notavel que em am- Antioscr substituido : 1 pelo juiz municipal do
bos se faca referencia a protestos que se diz terem termo de Santo Antao, 2- pelo da Escada.
sido apresentados no dia 10, e nao admittdos pela Art. 6 0 juiz de direito da comarca do Bonito
Em vista do quedispoc o g Io do art. 211 do Fernando, jscravo, Pernambuco, 4 mezes, Santo
regulamento n. 20 de 31 de Janeiro de 1842, deter- Antonio, convulsoes.
minou a presidencia, que as subshtuicoes dos Mana do Concia de Jess, Olinda, 80 annos, viu-
juizes de direito das comarcas da provincia, se ob- va, S de Olinda, febre cerebral,
servasse o seguinte : Mara Gerlrudes da Silva, Cear, 65 annos, soltei-
Art. 1." ra, Recile, encephalite chronica.
Io O juiz de direito da 1" vara da comarca da Jos Goncalves Malveira, Cear, 40 annos, casado,
Poco da Panella, hernia estrangulada.
mesa parochial, nao se apresentando taes protestos,
nem ao menos urna copia. Os signatarios da quei-
xa ao presidente da provincia veem assi^nados
em grande numero rogo, e entre os procurado-
ros oftieiosos dos representantes ligura Justo Go-
mes da Cunha, subdelegado que apenas consegui-
ser substituido : 1 pelo juiz municipal do termo alfaiale.
UM MUCO DE TODO.
A s.-gunda poesa que honlein publicamos, sabio
com erros de composicao que Ihe alteram lodo o
pensamento, visto terem precedido estrophes que
oceupam I igar posterior.
Assim, pois, para poupar nova publcacao da
mesma, devein os letores considerar as estrophes
8* e 9* cerno sendo as 4* e 5* o que restabelece
o peusamento do respectivo autor.
Do Ftgaro traduzimos o que segu :
Um joven pensionista, rico de futuro e de credo-
res, tem uoi lio milliao, de quera o nico her-
deiro.
E assim, costuma elle alempar tedas as contas
dos seus fornocedores para a morte deste lio.
E' esperar muilo, dizia-lhe outro dia e seu
do Bonito, 2o pelo de Caruar.
Art. 7J O juiz do direito da comarca de Gara-
nhuns ser substituido : 1 pelo juiz municipal do
termo de Garanhuns, 2 pelo do Buique.
Art 8. O juiz de diieilo da comarca do Brejo
Paciencia I respondeu elle. O que quer Vmc.7
Todos os mezes coulo que elle se liquide; mas, ah I
pelo contrario elle vai se reportando.
A Sra. X queixa-se do marido.
infeliz -, nao pode mais sotTrer; chora; grita
E porque, Ihe disse alguem, casou a senhora
cora ello '
Ah I os mdicos disseram que elle nao vivi-
ra mais que tres mezes I
se ontre os signatarios muilos nomes de votantes do Brejo, 2 pelo de Cimbres,
que esto mencionados como nao tendo comparo- Arl 9 O juiz de direito da comarca de Flores
odo terceira chamada. Alm dos documentos ser substituido : I* pelo juiz municipal do termo
mencionados, foi prsenle commissao urna cert- de Flores, 2o pelo de Ingazeira, 3 pelo de Villa-
dio dos depoimentos de seis testemunhas dadas Bella. ------
em una justiheaoao nao julgada, nos quacs se Art. 10. O juiz de direito da comarca da Boa- Traduzimos do .Vain Jaatte
especifican) mais em dctalhe os fados de violencia Vista ser substituido : Io pelo juiz municipal do Mademoisolle ti..., que lu pouco estreou na
s irregularidades aitribuidas uos documentos termo da Boa-Vista, 2 pelo do Ourieury. Opera Cmica de modo lo bullante, mu caus-
juiz de direito da comarca de Cabro- tica, graciosa e cheia de espirit; mas a natureza
commissao que logo a primeira lestomunha o b ser substituido : I.* pelo juiz municipal do ter- como una madrasta dotu-a de urna bocea eapaz
des com que deparou na eleicao primara e secun- raeer primeiio supplente na elei;ao linda. Nota- ser substituido : Io pelo juiz municipal do termo
aria da provincia de Sania Catharina.
Na freguezia de S. Sebastiio da Foz de liju-
'Cis, o juiz de par, Jos Joaquim Gomes, pnco-
deu eleicao com a maior regnlaridade, constan-
do da acta que se cuaipriram exactamente as ifo-
psi<;5es legaes. Na.acta faz-se apenas tefejei c*
a un) protesto, que se diz nao ter sido transcripto
por que os reclamantes o nio exiglram, esnurtte e as irregularidades aitribuidas uos documentos termo da Boa-Vista, 2* pelo do Ouricurv.
e authenticasse a sua apresentacio.
Nosle protesto, que /o presente ao collegio
eleitoral, se allegou sera prova : que o l' juiz de
paz fara a chamada por urna lista de qualificicao
falsificada; e com este pretexto um eerto nun.ero
de ciidadaos retirou-se do corpo da igreja par o
consistorio, e ahi fabricou urna duplcala sai a
presidencia do juiz de paz de um dislricto rsi-
nho.
A commissao se apressa -otn condemnar do
modo mais tminante o jogo iranoral das duplica-
bas, que ameaea porverter o nosso systema eh to-
ral. precise que todos os partidos regulare! se
<:onvencam le que perante a cmara dos depula-
dos nao Ihes vaiero outros se nao os recursos l-
gaos contra os abusos das autoridades cncarnga-
das le presidir ao processo das eleicoes as sais
ilifferenies instancias. A rerdade da eleicao wm
por jriacipal garanta a mutua Bscalisacao das di-
versas parcialidades dentro dos limites tracdos
pelas leis -. e a privacodos direitos eteitoraes co-
minada, sem exoepcao, contra todos os que s.ta-
iem fra dos reduetos legaes, quaesquer qne sejam
as circunstancias d i caso, ser um poderoso cor-
rectivo contra a lotera das duplcalas.
A commissao nao dosconbece que o abuso das
duplcalas difflcil de extirpar, e qne parece tote-
rana nda art. 87 da lei ole 19 de agosto de I 46,
quando admire por hvpothese duplcala de olei-
;ii) um collegio. "
l'ma tal concesso prova somonte qne ': nii-
propno principal Tpicixuso, o subdelegado Justo mo de Cabrob; 2." pelo do x quando'for orea-
Jos da Cunta. Da cerlidao consta que a justifica- do o lugar por decreto.
cae nao ro julgada, lancando-se este facto em cul- Art. 12. Os juizes de direito das comarcas do
pa aos justificados, quando corto que, inqueridas Cabo, Pao d'Alho, Na/.areth. Goianna, Limoeiro e
as testemunhas revelia delles, vieram juzo, e Tacarat serao substituidos pelos respectivos juizes
negou-se-lhes audiencia,conseguindo somonte ser municipaes.
ouvidos por meio de um aggravo que iuterpoze-
ram para o juiz de direito, e <\w. teve provimenlo: municipaes, torio substituidos pelos supplentes
accrescendo que a cerlidao nao conten) tudas as uestes, observando-so nao s a ordem emqueos
pecas constantes da justilicacao. A ooimnissio en- ditos juizes municipaes se acham designados para
tende que documeatos desta "natureza s revestidos a substilucao, como tambem aquella em que es-
das maiorcs solemnidades pdem invalidar pecas lo os supplentes as listas de suas nomeaces.
ofllciios regulares, nao merecendo alias a menor No dia 30 do passado foi brbaramente as-
coufianca. Nem pode a commissao dar peso cir- sassnado, no ongeiiho l^ixang da freguezia da
de engolir em um bejo ambas as raaos de Mr.
Courbet.
Traava-se no lar das Vtri edades desta enferm-
dade, e hdos diziam a urna voz
E' |>ena 1
Ah! meu Dos I diz entao Alphonsna com
Art. 13. Os juizes de direito na falta dos juizes um dess s suspYosiuhos mauhosos e csses lignos
tremoli tos rins, de que tem ella o privilegio; de
que a lasliinaes vos 1 Ella bem feliz, porque pode
fallar seu proprio ouvido I
cumstancia de haver o collegio eleitoral, referin-
do-se documentos que niio mencionou o ao que
diz ser publico e notorio, annullar a eleicao presi-
dida pelo juiz de paz Pinheiro, visto como de sua
imparoialidade nao deu o collegio grande docu-
mento, approvando como ele<;io legal a eslranha
duplcala do da li. Em eonsequencla, a commis-
sao ter de propor que, annnllada esta, sejam re-
conhecidos os editores Olhosda elicio principiada
no dia e hora aprazada. presidida pelo juiz de paz
competente, e apurada pela mesa parochial legal-
menle organsada.
E, como o collegio eleitoral englobou os volos
da duplcala com os incontestados das ouiras fre-
Suezias, tomando em separado us que, pelo que
ca exposlo, parcem legtimos, a comnusso, do
Escada, o pardo Manoel Joao por Lauriano Ferroi
ra, con> dezeeeii lacadas do umbigo ana peitos. O
assassino logrou fugr.
REPARTIQAO DA POLICU !
(Extracto das partes dos dias 1 c 2 de Janeiro).
Foram recelhidos casa de detenoao no da 31
do dezembro:
A' ordem do Dr. delegado da capital, os portu-
guezes Victorino Guedes, llenrique dos Res, An-
tonio Silvestre, Francisco da Cruz o Francisco Da-
niel Sccundino de Souza e Mello, crioulo, todos pa-
ra eorreeels j Jos.1, tambem erioulo, eseravo de
Thomaz Lins Caldas, a rei|iieiimento deste.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Francisco dos Santos, Indio, os pardos Manoel Per-
reir do Nascimento, Catharina Mara da Cancel-
O barao P... v*entrar-lhe pela casa mademo-
sello B..., urna pequea sanguesuga de iheatro.
Baio, eu te an nuncio urna novidade: Eu
quero mu arranjar.
Ah !
Sini... Tens tu tres mil francos a minha dis-
posicao 1
Para que ?
Para me ajudar a per a panella no fogo.
Obrigado I Nao quero ser a carne.
O Sr. Firmino Candido do Figueiredo pede-nos
a seguiu e publcacao :
(JLANDO EU MORRER I
Quando neu corpo se abysmar na campa,
Descasco eterno do infeliz mortal,
Deixem |ue a vrgem, que adorai na vida,
Veja meus rosten na mansao final.
Quando meu corpo se abysmar na campa,
Descancc- eterno do infeliz mortal,
Vem tu, oh I virgen), que adorei na vida
Chorar meus restos na mansao final!
O Commercio do Purto escreve :
No dia 16 de noverabro a cdade de Messina
(Sicilia) foi devastada por urna terrivel tempes-
tade.
Innundaces qu.isi sbitas seguiram-se queda
de urna massa d agua, que em torrentes se preci-
pitou das montai lias sobre a cidade, arrastando
rochedos, arvores a pedras.
Pontes, casas, o gazomelro e a igreja do retiro
foram destruidas, pe recomi 50 pessoas.
Mais de 500 familias licaram sem asylo, depois
de terem perdido quanto possuiam.
Urna carta daquella cidade d a seguinte noticia
sobre os desastres causados pelo temporal :
a cada passo se recebem noticias desoladoras
dos elleitos do terrivel temporal.
Chega j a mais de 00 o numero das victimas,
urnas enterradas debaixo da area c ierra arras-
tada pelas torrentes, e outras levadas para o mar.
Citase urna familia de que s a mai se salvou.
Aos primeiros ruidos da agua, o marido fez su-
bir sua niulher sobre o telhado e mandou-lhe que
se abracae chainin.
Urna menina eslava ao lado da mii, agarrando-
se-lhe ao vestido.
0 pai levou para o telhado o filho mais novo no
bcrco e collocou-se ao lado de sua mu Iher.
Momentos depois, a casa desabou, hcando s a
parede que sustenta va a cha min.
A infeliz mai vio desapparecer seus filhos e seu
marido.
A menina arrancou u'um aperio convulsivo o
pedaco do vestido em que procurava segurar-se.
Nao foi esta a ir.ioa scena terrivel.
Vam-se passar, <:omo em turbilhao casas arras-
tadas nteiras, e eia tal a forca da corrente, que
em alguns sitios deslocou e lvou volumosas pe-
dras a 40 passos de distancia.
as ras de Messina ha um metro de areia amon-
toada.
Foi preciso abrir passagem para chegar s lojas
e mais de urna porta solida foi arrumbada pelas
aguas.
No caes formaram-se verdadeiros bancos, que
recuaram o mar.
O gazomelro ficou metade destruido.
E' preciso ter visto e ver anda os lugares para
se comprehender a violencia da tempestado e a es-
pantosa alluvio que causou.
O conselho munit pal votou 30,000 francos e o
consellio provincial 25, para soccorros.
O profeito deu 1,000 e o general Modici offere-
ceu 361 do producto de urna subscrpeo voluntaria
entre as tropas da guarnicao, que durante o desas-
ir Ozeram corajosos servicos para salvar tudo o
que poderam.
O ministro da casa do re envou 4,000 francos,
esperando as ordens de S. M.
Na quinia-feira houve no theatro de Vctor
Emmanuel urna representaeao, que, pelo menos,
produzio 2\500 francos ^ara as victimas da innun-
daco.
Por toda a parte se organisam subscripcoes par-
ticulares para soccorrer estes desgranados.

A extraccao de todos os mineracs, incluindo o
carvao, deu em 18i2 urna quantidade total depor-
t d9 90 mlhes do toneladas, sendo mais de 81 e
meio millies de carvao.
O valor geral de todos estos mincraes reunidos
eleva-se a perto de 28 milhes eslerlinos, em que
o cobre ligura por 1,216:000 libras sterlinas ; o
chumbo por 1,191:000 ; o ouro e prata por 15,000
cada um.
Os metaes sabidos das ofllcinas inglezas em 1862,
tanto no estado puro como extrahilo dos mineraes
indgenas representan) um valor de mais de 14
milhoes sterlinos, sendo 10 milhes slerlinos para
0 ferro, 1,500,000 para o cobre, 1,436:000 para o
chumbo, 983:0001 ara o estanho, 189,000 para a
prata, 50,000 para o zinco e 20,000 para o ouro.
Se se accresceniar os resultados que do o va-
lor dos carves, ebega-se a um total de 34:601.000
libras sterlinas que representan! o total da pro-
dcelo mineral ou metalrgica da Inglaterra em
1862.
*
Os dollars de prala tem desde o eomeco da sua
introduccao na China, parecido de um uso lo
vantajoso ao goveruo, que uo s a animou, mas
autorisona contrafaccao.
Yin-lum (tratado ohinez sobre numerario) diz
a este respeito qu com quanto os falsos dollars
(os fundidos na Ciiina) lenham desde o primeiro
lempo da sua emisso, um curso mais elevado que
os dollars da Europa, nao tardar que liquen) in-
feriores a ustes ana conservan) sempre o seu grao
original de pureza de liga.
A fabriraeao dos dollars, actualmente prohi-
bida pelas leis; porm, segundo dizem os naturaes
do paiz, continua anda n'uma escala conside-
ra vel.
Cita-se mesmo, om Shuntith, ao sul de Cantao,
um csiabelecimenio importante em que frequen
tmente se ompregam 100 operarios. Fabricam-se
all dollars de todos os valores ; uns com liga de
chumbo e outros fabricados de metaes ordinarios,
sao cobertos com urna capa do prata. Em outros
fazem-se buracos tapados com chumbo, sondo esta
falsificacao disfareada com carimbos.
Esta ultima fal.-ilicace a mais ordinaria e
mais perigusa por |ue e muito diflieil descobrir os
chopped dollars, q je sao em geral muito oscureci-
dos pelo numero dos carimbos. >
Ja se v que a falsificacao da moeda industria
universal.

Houve ltimamente urna grande catastrophe em
duas minas do enxofre na Sicilia, situadas na
communa de Helia, perlo de Caltauisetc.
N'uma grande lempestade que houve a 30 de
oulubro, com saraiva da grossura de un ovo, um
barranco de arveres quehradas e reunidas com a
ierra, represou o escoamento das aguas, que for-
maran! urna especie de lago, que inuundou as ga-
leras das minas que estavam prximas.
As victimas que os seus prenles de Sorra-di
Palco, Corricol e olia reclamara sao em numero
de 60, e acredta-se que estavam tamben as ga-
leras trabajadores de outras localidades.
Nao foi possivel soccorrer os pobres mineiros,
que foram afogados instantneamente.
Parece-nos qr.e se entende com algum esculapio
a seguinte poesa que nos enviaran) :
Ul'EMME MATA OTEH ME CURA.
Quando estou de t distante,
Sem gozar dos teus carlnhos,
Sinto os agudos espinhos
He urna saudade constante ;
.Mas, so vejo o leu semblante
De celeste formusura.
O meu ser euto se apura
Nos leus olhos matadores,
E nesse morrer de amores,
Quem me mata quem me cura I
Cunta o Jomiutl de Pars que, qnando o pintor
de marinhas Lanneur, depois de ter habitado Ires
annos na llussia, se foi despedir do czar Nicolao,
esle, como lemlranca, Ihe deu um cachimbo mons-
truoso, guarnecido do diamentes. Esle cachimbo,
cuja fornallia era do tamaito de um chapeo, tinha
1 quatro vezes o di amostra eotossal, qne feralmen-
te sai l'arH se >' as vidrneaade todos os fabri-
cantes de cachimbos.
A'vista devt monstruoso presento, qne vala
i mil rublos, o artista cuii pensativo.
Em que peoiais peiguiitu o > zar.
Sire, estou amedrentado, responden opiMar.
pon,-ue, para que a espuma do mar possa idiftm'm
tim sabor agradavel, necessarw que um tuaf
uso Ihe d esta eY escura, que.. .que...
O artista buscou urna expresoia roaveaicMle,
mas, falla do melhor, xctmou :
Emtiin, necessario que e-teja queimado.
Nao sois fumista t
Perdo, si re, mas n.rio vV. M. que me -rio
n.'e.'-sarios, pelo menos, 10 annos para poder
que! mar um cachimbo desenfilante rroura *
Depois de urna curta rellexio, o imperador per-
gunlou
Quando parts ?
Dentro em quinze dias.
O cachimbo hade estar prompto.
E' impossivel l
Basta iii querer, disse o auto. rala.
Cuidadosamente coziilon'uma pello de om ave-
lal de porta-machado, foi levado o cach:iat_ para
a sala dos guardas do palacio ; prencVraava cwa
urna oadeia urna mesa, o nurn' cachiaotxt (m
acompanhado de urna ordem <{<> da, que foi pi.-U
na parede da >a'a, concebida Ma
Ait. I." bT prohbala datur oV fumar.
Art. 2." Sob pi na do knout. nin^uen) podVr fo>
mar por outro cachimbo qio- nao adji o que rata
em cima da mesa.
Art. 3." Todo o guarda que >alx- de aHaadla
obrigado a fumar la.- hm
Art. 4.- O aarriea de note HT fnlo sn inter-
riipc'io ; oofflrial de aarriea dever vigiar
execucao desia ordem.
Art. 5.* Os doentes serio mandado-, pan o hos-
pital o immeiliatamente -ub-tuuidos.
Art. 6." Toilo o tahaoo que fr necessari' -r x
dado pelos negociantes, com um laaana 4 tvimt-
mandanle da guarda.
Durante quinze dias e qoinze noite-< o earuimbo
nao descancou um minuto, e no fim etava pr**a
eoaM umazevicho, o o imperador Nicolao Irt-aV
gravar na tampa esta hueriefia :
Queimado cm quinze dasNicolav<, iaaaera-
tor MVCCCXXXV1II.
J se v que o imperador Nicolao nao partIha-
va o (dio da rainha Victoria pelo tabaco.
t a
*
PBLICAtOES A PEDIDO.
lileifo dos deirotaM e devaHaw
que leende f estelar a laaaaarai-
lada Coaeelco da Vlrgea Ha-
rta, nesta igreja de Matada Rita
de Csala na fiitnro anno de
Juiz por eleicao.
O Illm. Sr. Hometerio Maciel da Silva.
Juiza por eleicao-
A Exma. Sra. D. Guilhermina de FreiUs Fak ar
ann do Illm. Sr. Carlos de Mesqoista Palca.
Juiz por devocio.
O Illm. Sr. Dr. Augusto Carneiro Mooteiro 4a Silva
Santos.
Juiza por devocio.
A Exma. Sra. D. Alexandriiia de Lima t \ttm-
quer |ue, esposa do Illm. Sr. maior Jos Ifnacio
Xavier.
Juizes protectores.
Os lllms. Srs. :
Dr. Manoel da CosU Honorato.
Fr. Joaquim do Espirit Santo.
Aurelio de Figuera Fara.
Capitn Miguel Bernardo Quinteiro.
Alfcres Leopoldo Ferreira Mariins Ribeiro.
Francisco Jc9 de Campos Pamplooa.
Juiz.is protectoras.
As Exmas. Sras. :
D. Nyinpha de Mello Accioli Fonceea.
U. TeiDoiheaJosepha Carneiro Maciel daSilva.
D. Elvira Augusta de Lo)ola Rosa.
D. Candida Elcidia Cesara de Mello.
D. Francolina da Hora da Silva Oiiveira.
D. Mara Queruhina de Lima Nones.
E.-crvao por ekicao.
O Illm. Sr. Sebastiao de Mello Accioli.
Escrivia por eleicao.
A Exma. Sra. D. Nvmpha Ner> da Fonceca-
Escriva por devocio.
O Illm. Sr. Jos Joquiu Ferreira Lian.
Escriva por devocau.
A Exma Sra. D. Mara Madaglena do Cana
Nunes.
Thesoureiro.
O Illm. Sr. Antonio Ferreira da Luz.
Procurador geral.
O Illir. Sr. Joaquim Bernardo da Cunta Botan.
Procuradores.
Os lllms. Srs. .
Francisco Joaquim do Carmo Nuaaa,
Joao Paule da Rosa Celcio.
Deliuidores,
Os lllms. Sra. :
Eliziaiio Augusto de Moraes.
Christovo d'Hollaoda Lyra i'.avalcanti.
Antoi io de Menezes Cysneiro Bandeira e Met"
Augusto Theopbilo da Cunha Pern.
Jos Ignacio d'Albuquerque Xavier.
Joaqun Manoel Vieira de Mello.
Mano d Correia Maciel da Silva.
i '.restes da Costa Rogo Monteiro.
Mor domas.
As Exmas. Sras.
D. Auna Fausta da Cunha Pera e Souza.
D. rsula do Sacramento do Rogo Cosa.
D. Mara Valeria Maciel da Silva,
l). Emilia Augusta de Moraes.
I>. Maril Ferreira d'Annunciaco.
D. M.'ircionilia Rila do Reg Costa.
D. Gliceria Leopoldina d'Araujo F.
D. Isabel Ribeiro Pires Ferreira.
Mordemos.
Os lllms. Srs. :
Manoel Jos Victoriano de Borba.
Manoel Sabino Paulo e Albuquerquc.
Capilo Candido Leal Ferreira.
Juviniano Jos d'Albuquerque.
Francisco Ferreira J'Aiiiiunciaeao.
Antonio Fernandes altro.
Miguel Jos da Silva Jnior.
Jos llamos e Silva.
Recife, 13 de dezembro de WM.
O vigario interino Fr. Antonio i

Pastilhas verraifngas de laeaap
Ciu\.x;as atomk>t\.\s ooii vehxks podtw -r
aliviadas com urna s dose de Paslilha* Vermfu-
gas de Kemp que sao incitantes om apparencia n
deliciosas domis no seu gosto para serena rej-iia-
das. Estas pastilhas sao muito procurada
quatro motivos : ellas nao ronlem minera*, nao
precisan] depoM do purgante, eflectuam o que so
deseja sem cansar dor, as enancas esto pronpus
a lu ar mais do que marca a recolta.
Neuhuina mao que j as tenha experimenta.!>
urna voz i|uer outro vermfugo na sua casa, a*
venda por lodos os primeiros. droguistas no impe
rio e em Pernambuco por Caors C. Bravo ^ C.
Rio de Janeiro, 12 de dezmare.
A inculcada compresso exorrida pelos conser-
vadores na provincia de Pernambuco era una dan
razos que nos altos circuios mais se alienta a
bem da nutaaldlda do urna nova ordem de ruo-
sas. Dizia-se que all nao se respirara ionio po-
los pululos do Sr. visconde de Camaragibo: qon
mais do que em outras provincias todas as lberda-
des estavam conliscadas, todas as garantas ns-
pensas, e despotismo mais ferrenho nao pe
bre a populaco porque a poca actual mo >m-
portara cruezas.
O procedimenlo an heroica provincia uando na>
uso de um direito inquestionavcl panana ruwnr-
maro mandato parlamentar ao Sr. S e Albuj
que por se haver passado com armas e
para as fileiras oppostas, exacerbou as cotrras i
regeneradores. As ambicies vidas de urna
Ca na governaoo do paiz desnaturaran) o faca, o
o servilismo, ossa chaga hedionda das pocas de
decadencia, o revala) das mais negras core. En-
treunto a lgica justificava a recusa da continua-
cao do mandato ao mandatario, rujo pensamento
dvorsifioava daquelle qne determinara a sua
cao, adignidade humana exultava nessa rerusa. >
direito a legitimara, e o principio que aeonorlna a
necessidade de urna nova elicio do depotado rba-
ms.do aos conselhos da corda desoa das regie
thoorcas ao mundo da realidade.
A questio ciin.-tiluoional havia sido naVii idi
cn'.re o eleito e os eleitores. no sen verdadeko ter-
reno, rom franqueza e lealdade, assim da parte de
un como de outros. O Sr. S e Albnqncrqoe re-
pollia a doutrina do mandato impera!
a responsabilidade de seus arlos, otandei
pensava. porque julgavaassira servir melrv.r
leresses do paiz ; os eleitores usavam da sen i
io "ecusaudo- Ihe o mandato porque nao rootf
mando sen novo modo de ver as cousas pul
nao queriam reforcar no parlamento at pnaliofu
de us adrenarioa.
lis amigos sinceros das formas representativa*
%
4
4
MUTILADO


Mario de Pfrnambuc Terca felra de lancho de f 804.
'
'ir .-i) cim aaji>licafo praliea de nina desos
thc irias mais iuconeusses, e a um lempo conside-
raram no seu direito o Sr. S e Albuquerque quaii-
do eessava de ser representante das ideas conser-
vadoras e oseleiloresde Pernambuco quando mi-
nifestavam ao paix que continuavam a permanecr
firmes aas suas antigs opnioes.
to pensaram porm assim os humeas do podt r
eos seus defensores. A recusa do mndalo fol con-
siderada um attentado que coarclava a prerogatha
da cora da livre nomeacio dos ministrasa
prora mais concludonte da necessidade de acab;.r
2o una vezeom a uligarehia medonlia de Pernan-
boco, alim de se nao respirar mais ali pelos pul-
nio.-s Jo ir. Camaragibe.
Pan se punir o uohr.; visconde, rebaixaram-;o
os bros da provincia heroica, nao so vendo em c.i-
da Pe uambucano genio o instrumento ceg (e
un seihor feudal.
Nao p.nsava de certo assim o Sr. marquez ce
Olnda quando frente, no senado, da cruzaca
contra a eleieoque dera om resultado a escolla
dos Sis. Chichorro e Ernesto Franca, exclamaba
ter nascido ou urna provincia cujos habitantes II-
nham julgado conveniente desobedecer ao rei paia
meihor servir ao rei. Nao pensava de corto assin
o Sr. marquez de olinda, mas pensa hoje, porqi.e
j cessou de ser o que dantes era para nao ser ac-
tualmente seuao urna fructa de tempo.
Est escripto qne o erro das apreciacoes do ga-
binete acerca das cousas de Pernambuco, se que
elle era sincero, nao neeessitaria ser demonstrado
por nos. Essa tarefa devia ser commottida aos
ongos proprios advrsanos e por modo tao espon-
taneo e eoncludenle a teu desempenhado que roa s
nao pode ser.
E de feto, os Srs. Urbano e Feitosa ah dizem
alto e liom soto a quem os quer ouvir que. a com-
presso C.amaragibe era urna burla, urna mentir i.
Ellos o dizem, quando asseveram que usando os
praieiros do direito o mais Ilimitado da manifes-
tar o de seus pensamenios por via da imprens,
da assjciacoes e dos iwlmjs, em urna provine a
tao ciosa de seos bros, do altiva, inlslligente e il-
lustrada, cada momento que decorria era assigm-
lado por urna defeccao praieira.
Embora exprobre o Sr. Urbanoesse facto ao Sr.
Feitosa como o resollado indeclinavel de sua intn-
toilidade na directo do iwrtdo, o laclo nao u-
os verdadeiro, e a exprobracao j incursaen
suspeila pelas exigencias de uuia polmica acera
o criminosa, nsvae-se de lodo ante a declarar;; o
|mw e sincera do Sr. Feitosa que afrma tur
feilo pelo sen partido tudo quanlo era humana-
mente possivel. .
Se alguem liouvesse atis hbil para dirigir o
partido do que o Sr. Feiiosa, seria esse o chefe e
na i o Sr. Feitosa.
O desfallecimeuto dos partidos eraopposicao mo
.su a culpa dos chefes, orno as suas animaco's
nao sao o mrito e Hem 3 gloria dos que os dm-
Um i poltica moderada, justa, honesta, intelli-
gente o. Ilustrada, sempre a causa essencial e
mais eificiente desses desfallecimentos.
E a nioderaco, a justica no poder que criara
centros irre -odios, restabelecendo a eonnanca em todas as das-
sos da sociedad* pela wwcucao iraparcial e sinc-
ra da lei.
jkj unitilam oo nentralisam.
loaNetfM pela sua posie.lo mais devia n
sentir mu Pernambuco es*>s abusos, mais aproen r
<\ rigor da compresso, confessam hoje que so;is
sileiras so rarefaziam quotidianamente, confessan
tambem, embora o no digam explicitameiite que
ram nenhuns os abusos apregoados, phantaslica e
irrisoria a compresso.
A lolemica to interessanto, pela luz que tein
derramado sobre i siluaco, entre os Srs. Urbaro
rt Feirosa, e os factos que se tem dado em Per-
namhuco. provam que ali mais do que em outras
provincias, se revelaran i luz da evidencia as oii-
-j-ens da simarlo.
O paiz as conhfce hoje referidas pelos nossos
proprios adversarios, e a diseusso que improteii-
velmontese abrir no parlamento sobre as elelco-s
daquellaprovincia, embora a compresso da lija
nos iuipedisse de obtermos ali um ergio de nossi.s
tifias, demonstrar que os conservadores disi-
dente; de Pernambuco aceitando as aprecac s
mo verdades mcontest^veis praieiras acerca da
jiolitica conservadora, nio s condemnaram seu
proprio facto como sacrificaram os dictamos da sua
(Oo Constitucional.)
Ou
danta superior allm de verificar logo se esli
uo no caso de ser recrutados.
Dos guarde V. S Assignado, Joao Silveira
de Souza.Sr. coronel recrutador.
COMMEHCIO.
NOVO BANCO
M
i*KltVVn HLCO
O novo banco de Pernambuco convida os ere-
dores das massas fallidas de Mosquita & Dutra, e
Francisco Antonio Correia Uardoso a aprsenla-
rem seus ttulos no banco para se proceder a res-,
pecliva verificacao at o da :il do correte janei- j
ro, depois do qual se proceder o dividendo pelos
ttulos que estiverem verificados.
Alfaadega !
Rendmento do da i............ 10:155*S?
dem do|dia 4 ................. 18:2115364
28:3665449
Hoviiueutu da alfandega
DE
JUMA DE TOlCO.
COMPANH1A PEIINAMBUCANA
DE
IVavegacio eostetra a vapor.
I'aratnba, Natal, Nacao, Ararat), Cfara,
Aearaen' r Granja.
No dia 7 s S horas da Urde Se&ta-felra. d frrente,
segu um vapor da rompanhia o agente Pestaa vender p:r conta e risco de
pari! os porlos cima indicados, uem pert.incer 140 latas com excellenle banha
Recober carga ate o dia 5. En- j c |,0rco djsembareada ultmanente, a qual ser
comihendas, passageiros e dnhei- vendi la em urna ou mais latas i voniade, sexta-
da da sahlda as 3 horas da lar- fera ,j0 frrente pelas 10 horas da manhaa no
38RA DO IMPERADOR 38
Agua natural de ( ondllae.
muito recommendada as affeccoes do tubo gastro-intesHcal, no^ dosrinf, e bexira mirinaria, m
t,'rande quanlnlaaV
escriptoro o Forte do Mattos n. I.
| armazem do Annes, defronte di. alfandega.
suas proprit-dades alcalinas, c o acido rarlwnro que naturalmente conlm em sosaensao. de pm
commodoqi;eaagua de Vicky, e de propriedades tai vez superiores pela grande qnantidaoV d*
acido carbnico. Injrralo llrou, agua d l Cherini, cupahiba de Mege, iniecrCw Fmnat 4e
mais

60MFANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos |Krtos do norte esperado
al o da 16 do correte o vapor
t'i'M .viro do Sal, commandante o I
capito de mar e guerra Gervasio R SU<1 l'eSl(lCUCia (Itl l'U'd (10
Mancebo, o qual depois da demo-j A11Awa.l. ,i
ra do costume seguir para os porlos do sul. UUrllllallO JUily l i l
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgifto Lal mudou
!
ra
Volumes entrados com fazendas..
com gneros.
Volumes
c
sahidos
f
com
com
fazendas..
gneros..
57
32
28
100
Descarregam no dia 5 de Janeiro.
Patacho nacionalJafto Sumaca hespanholaAmelia charque.
Barca inglezaScharston -lastro de pedra.
Barca inglezaJohn Matheusfarioha de tritjo.
Barca ingleza Revolulion carvo.
Barca ingleza Anne Scoit carvao.
Brigue ingle'.lonnita fazendas.
Escuna inglezaAnmi Bclle taboado.
Escuna inglezaCoilafarinha.
Brigue intflezHebe o tlu Bx.farinha
Barca francezaOctan carvo.
Patacho hamburguez C'iuiiw-mercadona.
Patacho inglezMary Belle baealho.
ilccrbedorla de rendas Internas
ge raes de Pernambuco.
Rendmento do dia 2............ 3484722
dem do dia 4................. 1:110*11/
Desde j recebem-se passafeiros e engaja-se a (\,.. _., cjv1\i/i/\
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever \jl UZ6S 8()01*il(10 11.
ser embarcada no di;, de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sah da as 2 ho-
ras : agencia, roa da Cruz n. 1, escriptoro de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.____________
COMPANH1A BEASIIJIRA
79 DE
PAQUJET1ES A VAPOR
, Dos portos do sul esperado
at dia 14 do correnle o vapor
Apa, commandante Alcanforado,
o qual depois da demora do cos-
tme, seguir para os porlos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a'
carga que o vapor peder conduzir, a iiual dever
; ser embarcada os cla de sua cheuada: encom-1 fcirrf annia rdiaMin il-i feira
mendas e dinheiro a frete api o dia 2a sabida s 31 HHVeu SSSdO mUM Id qilinia-iriM
'horas, agencia ra da Cruz n. 1, esejiptorio de:7 Cr entf, asi lloras da lll l)lia:t.
I Antonio Luiz de Oliveira Azevedo o> C.
das
meiro audar, por cima do!
aniiizei Progresista, aou-
de o acharao como sempre
prompto a qualquor hora pa-
ra o exercicio da sua pro-
tissao. Chamado por escripta,
Instituto Archeologico e Geo-
giiiphico Pernal nhucano.
di' zinoo, muito rcommendada as gonorrheas. JerrJy francez verda'deiro ;
algumas calzas de instrumentos cirurgicos para operai-Ses de Matieu e Charriere.
KOIJPA FITA
NO
AIRftMI
i
DE
dU-Ul'JT IDD f'JilAJ)i)---dD
IETREIHO V1EROB.
Neste ostabelecimento ha sempre um sortimenlo completo t roupa fetu de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vonlade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melnores profesores, assim como taabem tem oa
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidada. para senhoras,
homens e meninos.
Para o Rio de daneiro
i segu impreterivelmente no dia 5 do correnle o
i veleiro e bem eonhecidopatacho nacin! H-beribe,
s recebe escravos a frete, para os quites tem ex-
! eellcntes commodos : trala-se com os sen consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
6eu escriptoro ra da Cruz n. 1.__________^^
1:458*839
Coagulado provincial.
Rendmento do dia 2............. 4:104*880
dem di da 4................. 8:554*770
MOVIMEHTO DO PORTO.
Navios entrados u dia 3.
Ko de Janeiro, 15 dias, barca franceza Antoine de
403 toneladas capitao Rachon.equpagem 14, em
lastro; a ordem.
i ISIHHi
Segu com brevidade para o indicado porto o
veleiro brigue porluguez Jovtm Autelia, capitao
Rodrigo Antonio Branco : quem quizer carregar,
dirija-se ao seu rons gnatario Antonio de Almeida
--------------Gomes, ra da Cruz n. 23, primeiro andar.
12:659*650 para Ljsnoa pretende sabir cem malta brevi-
mmmmm^m dade o patacho Jare, capitao Jos Marques Coe-
lho Sobrinho, por ter parte de seu carregamento
tratado : para o resto que Ihe falta, e passageiros,
traase com os .-eus c)onsignatarios Palmcira de
Beltrao, largo do Gorpo Santo n. 4, primeiro
dar.
PARA 0 RIO EE JANEIRO
Bahia, 7 dias, brigue J^^J^9>^m^^ \ ^orS por ter
com muita brevidade o pataeho
a niaior parte da carga tratada :
tra-
, lonsignatanos ranneira & Beltrao,
New (.astlle. 10 das, |bngue inglez res de 337 o- ^ 4 in)eiro andar
,.!,, i, niiiiin Hiviil P-iarinn miiiiiiaBe.nl 10 '"e" <-"rll ul" 1"""^"" "_______
nelada, capito Antonio Pereira Mesqujta, equi
i para o resto que lhe falta e escravos a frete
uno; a Ainoiiinliiiuo.^^ ^ g^ cQm fts%on!ti(?nalanos pa|rncir
quipagem 10,
carga carvo de pedra ; a ordem.
neladas, capito David Peterson, equipagem 10,
Para o Rio de Janeiro.
Terra-Nova, 36 das, oatac.ho inglez MaryUeU.ae, q patacho nacional Capuam, pretende seguir
13o:iloaeladas,capilaoKnii,'IU,equip3gai9,carga ,, muiu brevidade, tem parte de sel carrega-
"' monto engajado, para o resto que lhe i'alta e es-
; era vos frete para os quaes tem bons commodos
1980 barricas c
/Vacio sahido no metmo dia.
Porto, barca portugueza Sympathin, eapilo Anto-
nio Nogueira dos Santos carga assucar.
.Vino entrado no dia 4.
Maranho peloAss28 dias do 1" porto e8dose-
undo, hate nacional Sonta Hita, Ao 55 tonc-
adas, capitao Joaquim Antonio de Figueiredo,
equipagom 8, carga alttodo, couros e outros g-
neros ; Tasso & Irmo.
Navio sahido no memo din.
Porto por Lisboa-brigue porluguez Onutanle, ca-
pitao Augusto Carlos dos Beis, carga assucar e
outros gneros.
Observacao.
Suspe ndeu do lamarao para o Maranhao o brigue
inglez Iris, capitao David de Peterson, com a raes-
ma carga que trouie New-Castle.
trala-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C., no seu escriptoro ra
da Cruz n. 1._______________________________
Para o Araealy
O hiate Dous Irtnos pretende seguir com bre-
vidade, tendo parle da carga, e para c resto tra-
ta-se na ra do Aiucthh no escriptoro de Tasso
Irmaos.
Illn. Sr. majordo qna-lo batalho de artilliatia
ap Orlos Fe.lippe da Silva Muniz e Abreu'h
olllciaes do corpo de giarnicao de Pernambtuo,
aliaixo assignados, agora que V. S. tem de deuai o
commando do iuesino corpo, cumpreni um dos se s
mais im^resriiidiveis deveres maoiCestando V.
S. a sua gralido pelas maneiras distinctas que
soubt em pregar para com elles duraute olem.)o
que es conimandou.
V. S. em seis mezes, que por feUeidade do ccr-
po exerceu as funecoes de seu commandante,
par d.- sua vasta intelligcncia, zelo, e assiduidade,
vigorou a disciplina, deu a forca moral aos ofll-
s. pauloii os seus actos por meio da juslica, e
- esqueceu de que era com o prestigio dado
aos olllciaes que alcancaria a glora de bem coia-
inandar : assim, pois, gratos os referidos offleass
apreseotam a V. S. os sejs respeitos, desejando-llie
felicidade e um outro enramando ende V. S., por
seus justo actos se lorn') saliente, como acontec u
no corpo de goarnice.
iju.1 le na Soledade, oidade do Recife, 4deji-
eiro de 1864.
Jos Joaquim de Barros,
Canito.
Joao Mara Petra de Bitlanrourt
Capito.
Joao Antonio da Silva.
Tenonte.
Jos do Reg Barros,
jfoaeote-
B>raar*aobandido de Araujo,
Alten s quartel-mestre.
los Ignacio Ribe.lro Koma,
/Iferes ajudante.
Jeo Bapti; la de Meoezes,
Alferes secretario.
Joaquim Pedro do Reg Barros,
Alferes.
Francisco do Reg Barros,
Alferes.
;j* Para Sr. coronel recriai-
tlor e subdelegado da freguezl
do Poo-o vereiu. r^$
o;i;.itel do commando do 4. batalho de infau-
saria da guarda nacional do Recife 12 de dezem-
bfo de ROS.
Illm. e Esm. Sr.Foi recrulado para o servil o
o exercilo o guarda do batalho sob mcu coiii-
ma:id i Felisinino Ferreira de Mello, e como e&c
guarda prompto ao scrvic do batalho, est fa -
do, e tem a seu cargo miii e irmas ; vou por lino
4idir i V. Eic suas ordens para que seja elle pos-
to em liberdade.
Dos guarde V. Exc Illm. e Exm. Sr. Vi:-
coode da BoaVista. brhradeiro commandauto su-
perior.Assignado, Jos Francisco Pires, teen e
(Juartel do commando superior da guarda n;i-
vional do Recife 14 de dezembro de 1863.
Illm. e Kxm. Sr..llavendo eu recebdo do tu-
nate coronel commandante do 4." batalho do ii -
tanta da guarda uacional deste municipio o o-
licio que incluso remello V. Exc. acerca da pr -
sao feia para o servico do exercilo, no guarda do
liatalhio de seu commando Fehsmino Ferreira de
Mello : peco V. Ble. que se digne dar suas or-
ara'que o dito guarda soja posto em liberd-
iilendendo-se ao que expe o supra dito con-
mandante de achar-ae elle fardado, e sempre
prompto para o servico, quando para isso rharn:-
ilo.; *tondendo mais a promptido, com que se
ondina prestar o i.' batalho ao servico publico,
aetupra que para isso elle lenha ordem. Cumpri -
me tambero pedir V. Exc. que se digne ordenar
liial encarregadodo recrutainenlo i|ue se ei
la amigo quando liver prendido algum ind -
iduo [iara o servieo do exercilo. e que elle allegue
ser guarda nacional, para q te, informando-me ei
do respectivo commandante, e a vista das qualif,-
iesqae parara em men poder, elle possa ser
ulgado no caso de poder ser, ou nao recruti-
. Exc. corto que erapregarei todos i.s
| ira facilitar o rocrutamento na guarda na-
ioikiI, tanto mais quanlo o julgo um grande me o
de uiauter a disciplina na guarda nacional.
guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. r.
loa i Silveira de Souza presidente da provincia.
\-signado, Visconde da Boa-Vista commandante
liol.
Segunda seeco.Palacio iiaiiljuc<) 28 de dezembro de 186:}. Illm. Sr.Bo-
nn milo V. S. que sempre que recrutar ind -
vid i mi que alleguem ser guardas nacionas de'c
municipio, en'^nda-se com o respectivo comman-
Para o Rio de Janeiro
At o dia 30 do correnle pretende seguir im-
preterivelmente o patacho nacional liib'iihe, para
o resto da carga que lhe falta e escravos a frete
para os quaes tem encllenles commodos trata-se
eom as seus censignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no su es(^ipl-io rua da
Cruz n. 1.
SetTfiaria do Instituto, i dejaneiro de
18G4.
J. Soai-es de Uevedo,
Secretario perpetuo.
" ra"
AOS 5,000:000
Corre hoje.
Tira-feira, 5 do frrente mez, se ex-
traliirn, | elo novo plano alnaiio publicado,
a quarta part- da segunda lotera da Santa
Casa de Misericordia no consistorio da igreja
de Nossa Senliora do R de Santo Antonio.
Os I11II1 'tes e muios achatn-se venda na
respectiva thesouraria rua do Crespo n. 18
e as casas comraissionadas rua da Impera-
triz n. 44, loja do Sr. 1'iiiki tel; rua Direita 1
n. 3, botica do Sr. Cliagas; rua estreita do :
Rosan* n. 12, typographia 10 Sr. Mira e rua |
da CadeiS n. 43, loja do Sr. Porto.
Os premios de :i:000,W)()0 at 10^000
ser5o pag)s urna hora depc i s da extraeco
e os outros no dia seguinte depois da disjri-
liiiiein das listas.
O thesoureire,
Antonio Jos Rod -igues de Souza.
PLANO
para a partes ordinarias das
loteras.
3,400 bilhetes a 55000 17:0005000
Benilicio. sillo e commsso2o'U 3:4005000
DEGLAHACOES.
Consulado provincial.
Pelo consulado provincial se avisa aos contri-
buintes dos impostos da decima dos predios urba-
nos das fregnezas desla cidade e da dos Afoga-
dos, o de 0|0 sobre a renda dos bens de raiz per
Para a Bahia pretende sabir com muita bre-
vidade o veleiro paacho Tlureza, c;.pito Joao
Correia Lima, por ter a maior parle da carga :
para o resto que lhe falta, tratase com os consig-
natarios Palineira & Reltro, largo do Corpo Santo
B. 4, primeiro andar___________________
Para a Bahia
O palhabote GartbMi pretende seguir com bre-
tencenles corporales de mi morta, que os 30 vidade para este parto, lando parte de seu earre-
dias utes marcados para a arrocadafo bocea gamento, e para o acato trala-se no eseriplorio de
do cofre do Io semestre do anno financeiro cor-
rente de 1863 1864 se findam no dia 9 do cor-
rente mez, c que fleam -sujeitos a mulla do 3 OjO
sabr seus dbitos todos os que deixarem de
pagar.
Tasso Irmos na rua do Amorim.
LE [LOES.
c
*
lint ile Janeiro
Segu com brevidade o palhabote Pirdade, capi-
to Marques Vianna : recebe carga a frete : a
Mesa do consulado provincial de Pernambuco 2 tratar com Caetano Cyriaco da C. Morcara & ir-
de Janeiro de 1864. -O administrador. i mo, no lado do Corpo Santo n. 23, ou com o ca-
Anttmio Carneiro Machado Ros. \ pito,
Pela subdelegara da Varzea se faz publico ,,.^^..,.^^.gj^^
que se acha depositada um cavallo castanho, intei-
ro : quem for seu dono, compareca, que provan-
do, lhe ser entregue; e bem assim que se acha
recolhide casa de doteoco o preto Januario que
diz ser escravo de Joaquim Maneel do Kego. O
subdelegado 1" supplente em exercicie,
Francisco Sutter de Figueiredo Castra
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
grales :
Para o arsenal de guerra.
Ferro inglez em barra do 1 e meia p llegada de
largura e oitavas de grossura 60 quintaes, idem
redondo de 3 oitavos 4 quintaes.
Quera quizer vender laes objectos apresentem as
suas proposlas em carta fechaba na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 11 do cor-
rente.
Sala das commissoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 4 de
Janeiro de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebasliao Antonio do Hego Rorros,
Vogal secretario.
' ORKFICH.K.iAL.
DE
120 acc-5es da compauhia Ti-
iilaue.
O agente Almeida legalmenle auturisado far
leilo de 120 aceoes da companhia Vigilante re-
boque.
MOJE
11 ho-
Terfa-feira
as
o de Janeiro dr 1864,
1 as do dia.
Era seu escriptonc na rua da Cadeia do Recife
48.
Helaran das cartas seguras existentes
r\
liK
SO^barris com manteiga iu-
i?leza.
Irari rorrpiu dp^t- aRen,e Peslana leila0 de .?? Jbarris 00m
OH dfimiHIMldCdU -i tOlietU ueM.I mant.^^a inaleza de superior qiialidadt., reconle-
Ci'l^de liara es SCUhureS abailO (le- mente desembarcada : era umou mais lites a von-
tade dos compradores.
HOJE.
Em frente a aorta da alfandega.
lilAO
clarados
Coronel Antonio Gomes Leal.
I. Escolstica Francisca Cavalcanti.
Fernando Affonso Coelho.
Ur. Francisco Cordeiro da Rocha Carapello.
Francisco Moreira da (2osta.
Francisco Xavier de Mattos Telles.
Ignacio Francisco Pereira da Silva (Jaboatao).
Jos Gomes da Frota.
Jos Joaquim Alves de Amorim (2).
Jos Joaquim Freir de Carvalho.
Padre Tranquilino lavares Cabra) de Vascon
cellos.
.'. Vicencia rtlexaadrna Pereira Dutra.
Crrelo.
Pela administrado do crrelo se faz publico que municipal de dita cidade.
as malas que deve conduzir o vapor costeiro Pa-
rahibn cora destino ao< porlos do sul at Sergipe,
sero fechadas hoje (>)
ponto.
DE
Um grande sobrado de um an-
dar na eidade do Aracaty.
O agente Almeida far leilo requerimento dos
administradores da niassa fallida de Seve Filhos
& Ce mandado do 'Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, de um sobrado de um andar com 35
palmos de large tend 3 janellas na fronte, na rua
das Flores da cidade do Aracaiv em chaos forei-
' Liquido 13:6005000
1 premio de 5:0005000
1 dito 1:2005000
1 dito C005000
1 dito 30W500I
4 diin- de 1005008 4005000
8 dito, de 05000 3205000
J dilos de 205000 2805000
:w ditos de 105000 3005000
1040 ditos de 55OOO 5:2005000
1100 premiados
2300 brancos.
13:6005000
3400 billetes.
. B. As tartos maiores de 4005000 estao sujei-
las aos descontos das bis.
Thesouraria das loteras 1{I de dezembro de
1863.O UiesoureiroAntonio Jos Rodrigues de
Souza.
Apprwvo. -Palacio do goveruo de Pernambuco
10 de dezembro de 1863. Joao Silveira de Souza.
Esta plano para ter vigor do Io de Janeiro pr-
ximo em di inte
AOS 5.000,000
CAS i IH FOKTIM
Billhetes garain*idos
i' rua di Crespo a. 23 r casas do coslume
HOJE*
No dia 3 de Janeiro se exlrah r a quarta parle
da segunda lotera da Santa Casa de Misericordia.
O abaixo assignado recommendando o respei-
tavel publio a compra de seus inuito afortunados
bilhetes garantidos, lembra-lhea vantagem que ha
cm reeeber os premios por ir teiro, por quanto
quemjirar a sorte grande em bilhete garantido
nao receber somonte 4:2005, em vrtude dos
descontos de 16 por rento que llie farao em vista
das leis, mas sin os 5:0005, que vem a ser os
dilos 4:200. e mais 8005 que pagar o abaixo
assignado] importancia de ditos descontos. Os pre-
mios sero pagos como de costume.
Prec-os.
Bilhetes intuiros..... 65000
Meios jubetes...... 35000
Para as pessoas qoe cemprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes........ >*380
Meios......... 2#750
3funoffI Martins Fiuza.
Aloga-se a loja e sobrado 11. 1G2 da rua Im-
perial, cora tnuitos commodos para grande familia
e proprio p: ra qualquer estabc.ecunento ou offl-
cina : a tratar na padaria da ru;. Direita n. 84.
Casacas de panno preto, 35(5 e 3Or?000
Sobrecasacas idem, 30* e 25*000
Paletos idem e de eores, 25*,
20*, 15* e......io*ooe
Ditos de casemira, 20*, 45*,
12*, 10* e...... 7*000
Ditos de alpaca, o* e. 3*500
Ditos ditos pretos, 9*, 7*,
5* e........3*500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*. 3*500 e. 3*000
Ditos branco de lidio, 0*, o* e 4*000
Ditos de merino preto de cor-
do, 10*, 7* e..... 5*000
Calcas de casemira preta, 12*.
10*. 8*e......7*006
Ditas de cores, 9*, 8* e. 7*000
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*500 e.....4*000
Ditas de priuceza e merino pre-
to de cordio, 5*, 4*500 e 4*000
Ditas de brim branco e de <6-
res, 5*. 4*500, 4* e 2*500
Ditas de ganga de cores,
3*500, 3? e.....2*500
Colletes de velludo preto e de
cores, 9* e. 7*000
Ditos de casimira prela, 5* e 4*000
Ditos de ditas de cores 5*
i* e........3*500
Ditos de setim preto. 5*000
Ditos de dilos e seda branco,
6* e.......5*000
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, (>*, 5* e 4*000
Colletes de fustn e brim brap-
ct-, 3*500, 3* e .
Sen tilas de brim de lmho,
2*400 e ...... .
Ditas de algodo, 1*600 e. .
Camisas de pettos de Imito.
5*, 4*, 3* e.....
Ditas de madapolo, 3*.
2*500, 2* e .,.,..
Chapeos de ma$sa, pretos fran-
cezes, 10*. 9* e. .
Ditas defltro, 5*, 4*, 3*500 e
Ditos de sol, de seda, 12*,
11*. 7* ......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
Toallias parroslo, du/ia, 11*,
9*e........
Atoalbado adamascado de li-
nho vara......
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....
Lences de linho.....
Cobertas de chita chineza.. .
Penuasdaco, as mais superio-
res, a grosa......
Relogius de ouro orizontaes,
90*,80*e......
Ditos de prata, galvanizado,
patentes e orisontacs, 40* e
Olir is le ouro, adercos, meios
aderecos. pulceiras, rozetas.
aneis e cruzes.
2*500
1*400
2*500
1*000
8*500
**5fJi
840!
|
8*000
!#2*0
44000
3*000
250CO
60|
70*0O
.30*000
MMmmmmmmwmmmmmmm
\\[\ DO OIEIHAIN) W. 11.
Loja de fazenda de Augusto PllllllJH dos Sales Porto.
KNTKIKAM PARA N.IL %N.
A este estabelen ment chegou um ptimo sortimento de esleirs para sala, sende de diversas lar-
guras at 6 (Uno; e da mais superior quriidade .que sa venden por presos mais mdicos que em
outra qualquer paite.
SOUTEMBARQIES.
Os mais superiores souiembarques de casemira de cores ricamente enfeitados acabam de ehefiar ;
este cstabelecimenlo.
ENKEITES PAR* BAILE de Irados gostos.
Ll'VAS DE PELLICA E JOVIN para homens c senhoras.
CHAPEOS DE PALHA DA ITALIA para senhoras, enfeilades com flnissinas flores a 145 e 165
CHAPEOS DE PALHA para meninas, enfeitados ricamente a 75.
CAMISAS INOLEZAS para homem. colarinhos, peitos e punhos, de linho, a 42*000 a diua.
CAPAS DE SEDA PRETA para senhoras, bordadas e enfeiladas de 225 a 505000.
7.1'AVOS de seda pretos para senhoras, enfeitados com o melbor gosloa 25-
CHAPEOS DE PALHA para homem a 35500.
CAMISIIfflAS COM MANGUITOS E GRAVATA para senhoras, bordadas com rouito gosto.
ATOALHADO DE LINHO para mesa fazenda superior.
Finos chapos pretos de seda, chales de diversas qualidades, grosdenaple preto e de cores, pannos
pretos linos, casem ras prelas c de cores, brim branco e pardo, finas lasinhas para vertidos e ootras
militas fazendas que se vendera.por commodos presos. A mesma loja chegaram os
Ricos cortes de la de barra watisada.
Snta-feira 8 de Janeiro de 1M1
Ht horas' da"tardeB'em Porta da saoclcio commercial s 11 horas ; os! 7*
pretendentes podera obter qualquer mformagao do .
agente cima.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA I'MtNAMIJUCANA
Mavegacao costeira a vapor. Casc> W** ** g*"* da
mi e srgipc. eseu.-a nacional l.m.1.^
No dia 5 do crrente segu o exa-felra. de Janeiro.
vapor Parayba da companhia s 3 0 agenteSiinoes, f.ua leilo a requerimento do
horas da tarde, para Macei e es- capito da escuna nacional Hmitai Joao Ferreira
calas, Penado e Aracaj, com- de Souza, e despacho do Illm. Sr. Dr. jun: espacial
mandante Mcrlins I do commercio, c por conta e risco de quera per-
Recebe carga at o dia 4 ; eneommeiidas. pas- tencer, de todos os perteuces da nwMaa escuna,
sageiros e dnheiros a frete at o da da sabida s constando do casco, urna valla grande
3 horas da tardo : escriptoro no Forte do Mal- ferros de meio uso, correol<
In8lru^&o secundaria.
iMt O bai barel A. R. de Torres Bandeira,
*J p'ofessor cathedratico de geogropha e
S historia noGymnasiedesla i -ovincia. con-
tina no ensino particular ce ambas estas
j|k' disciplinas, e Itera assim no de philoso-
^ pliia e rhetorica.
B A platica de mais de 14 minos, adque-
jC rida pelo annuncanteno m gisterio a que
H se ha dedicado, olfereee-a elle como ga-
jfe ranlia sutrieie.nie, quanlo a.< pontual des-
3. empenl o de suas obrgai,'oes no exercicio
S[ de to importante ministeri .
fu Igual nenie se acha disposto a ensinar
'it"* estas iluminas disciplinas em qualquer
S collegio ; assim como a habilitar conve-
mcuten ente aquellos estmi.mies que, j
tendo uoces geraes e elementares sobre
qualquer destas materias ireparatorias,
quizerein rocorda-las, com aotacodeneia
aos evaues na Faculdade de Direito, em
os mezas de (everoiro e man;o. -^
Quem de seu prestinio pretender utili- 5*fe
sar-se |ide procura-lo na casa de sua re- J
sidenci;, rua estreita do Rosario n. 31, g
terceiro andar, das 3 s (i horas da larde.
liupeslal IniitHuto de X. S. do
Hom Conselho, rua da Auro-
ra n. .0.
Acham-se aberlas as matriculas do anno lecti-
vo para todas as disciplinas neste instituto, cujas
aulas principiarn no da 7 do correnle.
Brevemente ser publicada a lista dos senhores
professores, que s3 todos de grande caparidade
professional, estando a cadeira de ialim conada ao
reverendo padre mostr Flix Brrelo de Vascon-
celos, que tem urna pratica de 40 anuos do ensino
desta lingua. na qual se acha bem versado; e a
de primeiras lettras ao Sr. Victorino da Cruz Mar-
tins, amigo professor publico e particular de gran-
de mrito, j bem eonhecido nesta cidade.
Os alumnos externos pagaro 205 por trimestre
ou 75 mensaes por qualquer das disciplinas que
estudarem, sendo 35 para os d'aula primaria.
Os internos pagaro 100* por trimestre de casa,
mesa e luz, e 155 por cada preparatorio.
O director, tendo se cercado de um pessoal il-
lustrado para o mai isleo, cuja frente se acha o
Illm. Sr. Dr. Jos Snares de Azevedo, espera mere-
cer a conliausa dos pas de familias e concurren-
cia de alumnos.
A professora juo reside no segundo audar no
largo do Livraraento n. 20, nao concluio as foras
na forma do costune, em razio de ter sido ataca-
da de urna erysipel! a recolhida que esleve grave-
mente enferma, ecjmo gracasa Dos se acha res-
labelecida de sua artiga saude, participa aos dig- (
nos pas de suas alumnas, e aos deraais que qui-.
lerem confiar a educaco de suas filbas; e tam-
bem aceiu pensionistas que ticarera distante desta
praa, de idade de 6 at 8 annos a abertura de
sua aula no presente anno ser no dia 11 do cor-
rente, cuja edurae,aa e esmero bem eonhecido do
respetavel publico.___________________
Os abaixo assignados, socios da firma Barbo-
sa & Simos, que ate o lini do anno passado gyrou
nesta prar.a. fazem publico e especialmente ao cor-
po do commercio desta cidade. que dita firma dis-
solveu-sc amigavclmentc no fim do referido anno,
fleando a liquidaco activa e passiva da mesma a
cargo do socio Antonio Barbosa de Barros. Reci-
fe 1" de Janeiro ds 1864. Antonio Barbosa de
Barros, Manoel de Souza Cordeiro Simos Jnior.
Unsiao primario.
Joaquim Jos de Sant'Anna Barros, professor
particular de nstruccao primaria, seienlifica aos
pas de seus alumms e ao respidtavel publico, que
abre sua aula no dia 7 do correnle todo o pai de
familia que deseja .i augmento de seu filho, asse-
gurando ipie esmcrar-si'-ha o meihor possivel na
educaco a ensino le seus alumnos : podem os n
lanssadw dirigu-s- rua da Cruz n. 31, primeiro
andar.
HAMO l \lO
ESTABELECJDO NAQDADE DO PORTO
Agentes ra Prrnuaauc
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo 4 c.
Saram por lodosos paqueti sofcre
mesmo banco praio ou a \isti. sobre a
caxa filial em Lisboa, e agem-ias om Fi-
gueira, Coimbra, Avejro, VbML Villa-
Real, Regai, Vianna de Castelb.. liuima-
ros, Barcellos, Lamego, Covilha, I
Peualiel, Kraganca, Amarante. An^i...
IIha da Terceira, liba de Faias, liba da
Madera, Villa do Conde, Valenca, Baaaaa.
Oliveira de Azemeis. Chaves e Fafe. a
oito dias vista ou ao prazo que se conyeo-
cionar.no seu eseriplorio -
n. 1.
Ai'renda-se
um sitio na rua do S. Miguel dos Afogados junto a
fabrica de SibSo, eom boa casa, strib'ina, quartos
para pretos, manos arvoredos di roslo e baixa de
cainiu : a trilarcom Manoel Jos da Silva Grillo
na mesma rua.
os n. 1.
nova, dous
baas, oalws, ver-
gas, iiiacaines, velantes, um hule novo com seus
perlences, e nina lancha tambem com seus per-
tenees, tudo existente no porto do Mac; n ; como
consta do iuventai io que se aeha em poder do mes-
mo agente ao exame dos pretndeme >: najo leilo
lio de Janeiro.
0 brigue Trovador seguo por estes dias, recebe
s escravos a frete : trata-se cora os consignata-
rios Marques Barros & C, largo do Corpo Sant" ser effectuado porta da Assocaco Commercial
numero 6. I s 11 horas da manha.
D-sefi005 a premie : quem preienier, di-
rija-se rua da Paz n. 38, rua t i'ora do Canno,
freguezia de Santo Antonio.
Roga-si) ao Illm. Sr. Luis (lonoalves da Silva
o obsequio de ir reeeber urna carta viuda da Rio
de Janeiro, que j lhe nao foi entregue por i
rar-se sua residencia; na praca da Independ acia
ns. 6 e 8.
A directora d j collegio S. rsula declara au-
pis de suas alumms que ostrabalhos de seu col-
legio principiam nc da 7 do correnle mez. *inda
pode admittir per sionistas, meios pensionistas e
externos : na rua l'ormosa. sobrado n. 9.
Alug'a-se
o sitio da rua Imperial n. 106 que foi do faileoido
Antonio Jos Maciel, tem muitas arvores do l'ructo
c boa casa para mr radia : a tratar no mesmo. ou
na rua da Peala de Santa Rita n. 43. _________
Alugam-se ra -triolets por mer. o viagem on
passeio, a vontade dos freguezes, por commodo
prejo : na rua da /mperatriz n. 88. no fundo da
loja de currieiro.
rua da Ouz
Na rua do Crespo n. 8, loja de Sonza. A mira-
de & de Oliveira.________________________________
AO PI'BI_tO.
O bacharel abaixo assignadi o a decla-
rar, q.ie o sollicitador Hermino Erne.-to de Latan
Amaral depositario da lypographia KtmM>i
ftdmtitoa luiversal. na execueao que contra
misino abaixo assignado novara Jos Franrisr
de Camilos Pamplona, nao est auU>risaik> a con-
tratar impressoes, sendo que nos termos do con-
trato celebrado entre o aitaixo assi.na'to e o n_s-
mo Lemos Amaral, apenas pode este imprimir na
referkia lypographia duas vetea por semina, o jar-
nal de que edtelortIProgressistn (>ou/ii#rs_i.
0 aliaiio assiHOado faz esta derlaraeo no intui-
to de evitar contcnilas cora os operarios, ernaf
dos na mesma typographia, e com aqo
bouverom de incumbir ao mesmo I.
de quaesquer isnpressoes, os ijaa ambem
em lorio caso obngados a pagar ao abaixo s*i(r_-
do a importancia respectiva as inprcss&ei de ajue
tiverein encarregado ao mesmo Ilermino _rne*tr>
de l-'inos Amaral. Recife, 4 A janei. de 1864
O hacharel J. de B. F. de Aibmqnerqm Marankao.
Preetsa-se rallar ao Sr. Antonio Jos l-?ite de
Araujo ; nalivraria da praca da lnrie|temlencia.
- O Sr. Joao Kernandes Haplista, que lee U-
Itema na rua do Vi a-ario, lera urna oarU na livra
ria da praca da Independencia.________________
IlliVlllO >_. A VOLIDO.
Socivlade _elpotnrne Pi-rH_bi'a_a
De ordem do Illm. Sr. vice-diM-tor, n-irti.
aos Sis. socios que quaita-f.ira 6 do correal
10 horas, havera sonsao extraordinario-
Gil Braz de Sena Santiago,
1- secretario. .
AVISO.
O abaixo assignado participa ao respetavel pu
blico e a seus numeroso> fregueies, que compran
o estabeleeimenin de bartK-iro da rua da Cm
51, primeiro andar, onde contina aexercer a dita
proftsiio, para o qual pode ser procurado a qual
quer hora do dia ou da noite, para tirar
limpar e abrir dentes. applicar ventosas e bu
assim como amla lodo ferro cocanle, tudo com
asseio e promptido
Joao Martimano Coelho.


Diario di: I'eruamlmco Ter
INTERNATO

DE
5SD
TINTURARA.
Tinge-se com perfeicao para qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Hangel n. 38, segundo andar.
!755
Estahelwido na cidade do Rccife !
Sob a Protecco do 'mumii PontlOce Pi IX.
Director0 luid arel em nialhematkas
BERNARDO PEREIRl DO CARMO JNIOR.
O director do intrnalo de S. Bernirdo, nao tendo evitado esforcos nem sacrificios
para proporcionar aos seos alumnos una perfeita educaco physica, moral, intelleclual e
religiosa, oferecendo-lhes urna habitaeao :om bastantes condicoes de salubridade, habis
professores que sao solicitos em prepara-los convenientemente ao din que se destinam,
medico praticoque Ihes faga comprehendor os preceitos da hygiene e Ihes cure das doen-
cas, e finalmente um sacerdote Ilustrado e honesto que Ihes explique os principios da re-
igio ihrlstaa, espera que assim constitu lo nao deixar o seu estabelecimento de mere-
cer dosSrs. paes de familias o auxilio e emfianca com que j alguns o tem honrado; e
Ihes roga, nem como todas as pessoas Ir teressadas, que se dignem de visitar o mesmo
seu estabelecimento, onde sempre encontiarao franco mgresso.
Cadeiras de ensino :Primeiras letlras dividida em duas classes, tendo cada urna o
sea professor, latim, francez, inglez, aritlmetica, algebra c geometra, geographia, philo-
sophia, rhetorira, desenho e msica.
O collegio tem a sua sede no spacoso edificio n. 32 ra d'Aurora contiguo ao do
collegio dos orphos.
Nos estatutos do collegio, que eslac a disposicao de quem os quizer 1er, se acham
consignadas as condicoes de entrada c matricula as diversas aulas do estabeleci-
mento.
csaf 5x es*- y$ -6spQ&^,j8si
M
Msicas para piano e cante de todas as forjas, e methodos dos melhores autores, e vende-^
|;e barassimo.
EXCELLENTISS1MAS SENIIORAS,
Auroveitem as pecliiochas da loja ra do Crespo n. 17
DE
JOS GOMES VILLAR.
Para apurar diuheiro 'st vendeudo barassimo,
Aprqveii em todos.
Rocebeu de New-York 2,000 bair>es de 20 arcos e vende a 25500 cada um.
lUraoriliiiaria peihincha, sera igual.
Laas de cores, de quadros a 280 e 400 rs. o covado.
Cassas de cores a 200, 240, 280, 320 o covado I!
Chitas francezas muito boas a 320 e 160 rs. o covado.
Madapoles, pegas de 20 varas a 7-5. 84, 9.S, 105 11-3 e 125 a peca.
Cambraias lisas, pecas de 8 1|2 varas a 2&'<00, 45, 55, 63, 75, 8 a pega.
Capas pretas, manteletes pretos bordados a 205 e 325 rs. 1
Soiambarques pretos de 255 a 305 rs.
Capas de casemira de cores a 255 e 305 rs.
Outras fazeudas de muito gosto.
PROTEJA] TODOS
Cortes de cambraias bordadas ; cortes de vestidos de blonde para noivas, com capella el
fmanui. Chapeos Maria Pia a 123 rada um I Meias para senhora a 45, 53, 105 e 125^
rs. a luzia. Bramante de linho, de 10 palmo:, a 25 a vara. Bramantes belgas a 35 a vara ;
MfOfSes de linho flnissimo ; bombazinas pretas para luto ; merinos pretos el*, etc.; da-
mascos de lade 8 palmos de largura, proprbs para colchas e para cortinas de salas.
oluauicMiaqeisa oumsiiaeijodun assac '-sbjs -setuxa 'oeSoajojj
ojiaquip 'sBinissjiBJuq sepaozej
i:|iuo|||t: > K.ioa ep Bipnfqaad se iuopi.iao.mIv
soiuaoMvaisa a soM3iawvNaad^
Aloga-se um sitio na Capunga velha, com
boa casa, contendo 4 qnartos, gabinete, cacimba
rom boa agua, quartos para preos, estribara a
fructeiras, todo murado : quem o pretender, diri-
ja*e ra do Crespo n. 18, primeiro andar.
t ompanhia fldelidadc de jf
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda do
mo de Janeiro.
AOKNTKS EM PEPNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C,
competentemente autorisa tora da companha de seguros Fidelida-
de, lomam seguros de navios, mercade-
ras e predios no seu escrptorio ra da
Cruz n .1.
~ Os administradores da
niassa fallida de Seve Filhos
& C, convidam aos credo-
res da mesma massa para no
praso de oito dias apresenta-
rem os seus ttulos no es-
crptorio da praca do Corpo
Santo n. 17 (de Augusto F.
d'Oliveiraj afim de serem ve-
rificados._______________
Festa da Senhora do nonti.
S. Evo. o Sr. D. i bbade de S. iteuto
df arronlo rom o abaixo assignado tem
removido a fesla da Senhora do Monte
do da :l do corrate mez, para 17 de
Janeiro viudouro Olinda, 1o de de-
lembrode 1&63.
Manoel Luiz Vires.
FOLHINHAS PARA I864,
Na praga da Independencia livraria ns. G
e 8, acliam-se venda as seguidles folhi-
nhaspara 1804 impressas nesta typographia
em excellenie lypo e bom papel,
Folhmlia de porta cometida as mate-
rias do costume. rs.........160
Dila de algibeira, sob a epigraplie
eliginsa, contendo alero das maleiias
Jo costume os sete passos da Paixo
Je Nosso Senlior Jess Ghristo ; cnti-
cos do mez Mariano; hymnos e jacula-
lorias ao Santissimo Sacramento; ex>
plicagoes de diversas oracoes; cora
Seraphica ; exercicio ao sagrado cora-
;ao de .Maria ; oragao para visitar as
igrejas no dia da Porciuncula ; oraco
,iara escolha dos estados da vida ; dita
i Senbora da Conceigao ; e medilaccs
i obre a reforma da consciencia, rs. 320
Dita de dita, sob a epigrapheVa-
riedade, contendo alm das materias do
costume : receitas alis e necessarias
ios diversos mysterios da vida ; physi-
ca e recreativa ao alcance de todos:
pilherias e ralices; poesas ; charadas;
mximas e pensamentos colligidos por
um curioso..............320
Ditas ecclesiasticas eu de padre para
resar o officio divino, redigida pelo re-
frendo conego penitenciario da S de
Olinda...........640
Aluf a-se o armazem n. 4 da ra do Apollo, e
o terceiro andar da casa n. 88 da ra da Impera-
tnz ; na ra da Aurora n. 36.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da ra do
Iir.perador n. 79, bastante fresco, e decente para
urna familia : a tratar com Antonio Jos Rodrigues
de Souza, na ra do Crespo n. 15.
Precisa-se alugar una escrava para o servi-
So interno u externo de urna casa de familia, pag.in-
ose S03 mensaes : a tratar na ra dos Guarara-
pes n. 18, sobrado de um andar.____________
Na ra do Destino n. 10 precisa-se de urna
anu que saina comprar e cozinhar, para duas pes-
>oas.
c
A pessoa que Um oceulta a
pneta Espcranca, queira entre
ga la quadto aritos a seu se-
nhor, do contrario pr ceder se-
lla com- U)d- o ri/'ir da lei.
No escrptorio de Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo A C, na ra da ar rom o 6r. Luiz Soar. oares Botelho e de Fortunata Candida de Souza,
e oeto de Francisco Manoel le Souza, natural da
illa de S. Miguel, o qual consta ter rindo para es-
ta^flidade em 1836, para Ihe dar noticias de sua
jni<: irmaos que se achim no Mi de Janeiro.
- Precisa-se de urna criada para casa de urna
sendera: na travessa do ferino n. 12, primeiro
andar.
tasa de edumeo
Jeronymo Pereira Villar achando- mol horado
de sua nade, transbrio o seu estabejeciraenlode
nstrucco primaria e secundaria para a roa de
imperador, (obrado de tres ailares n. 9, esquina
que vira para a ra do Crespo e participa nao
saos Films, pas de seus estimaveis alumnos, co-1
moao respeiiavel publico, que as aula< esttro
atiertis no dia 8 de Janeiro do crreme anno.
O/Terece-se um liomaiu de idade para cria-
do : q ein precisar, dirija-se a ra das Cinco Pon-
as n. Jo junto a.fabrica de sabo.
'oeiedade le seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
Unlo ua eldade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
I.uiz de Oliveira Azevedo & C escrptorio na ra
da Cruz do Kecife n. 1, estao autoris.idos desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec-
nientos jue forein n^cessarios, as pessoas que de-
s'jarem concorrer para tiio til e benfica empre-
z>, segurando um futuro lsongeiro aos associads
Os abaixo assignados, administradores da
massa fallida de Camargocv Silva,auiorisados pelo
Illm. Sr. juiz do commercio, cncarregaram ao Sr.
Manoel Pernandcs da Silva para pmmover a co-
hranca das dividas da mesma massa, e nesta data
Ihe fizeram entrega dos livros e documentos que
e listiam pertencentes mesma massa fallida. Re-
cie 31 de dezembro de 1863.
Linden Wild Si C.
Precisa-se de 2:5005 a premio, dndose hy-
potheca em urna casa : quem quizer annuncie
para ser procurado.
i
m
Maques sobre Portugal.
O abaixo asignado, agente do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
o mesmo banco para o Porto e Lisboa, por
qualquer somma, vista e a prazo, po-
dendo logo os caques a prazo seren des-
contados no mesmo banco, na razao de 4
por rento ao anuo aos portadores que as-
sim Ihe r.onvier: as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Ama.
Precisa-se de urna ama para urna casa de pouca
familia : na praca do Coroo Santo n. 17.______
"STTEN9A0.
D. Dina da Silva Continho avisa aos pais de fa-
milia que no dia 8 de Janeiro prximo vindnuro
tem de abrir sua aula de instrur^ao primaria na
ra das Cruzes n. 2, primeiro andar, rerebendo
! alumnas externas, pensionistas e meio pensionis-
tas, assegurando que empenhar todes os seus ex- i
(orcos na educacao 13 ensino de suas alumnas.
*:
Manoel Jos de Faria Simoes,
com aula de primeiras ledras pelo
methodo de Castilho, Taz sciente aos
pais de seus alumnos assim como ao
respeiuivel publico que no dia 7 do
corrente contina no exercicio de
seu magisterio na mesma casa na
ra da Penlia n. 25, isto emquanto
no eneontra outra que tenha bous
commodos.
%'>'+ v
;?;
W
CilSA DE SAUDE
Em Santo Amaro
lio Dr. Silva lliamos.
nico estabelecimento desta natureza
que existe entre nos, m. ntado do modo
que pede com ledo o com modo e zelo tra-
tar qualquer doente, que nella seja reco-
Ihido.
O edificio magestoso e conserva-se
em pe feito estado de liinpeza e conve-
nientemente mobilado.
Os dientes sao seiiarados, segundo os
sexos, natureza das molestias e cbndiroes
isetaat.
Ha quartos fortificados para os aliena-
dos, e urna enfermara para as partu-
rientes
O proprietario encarrtga-se de qual-
quer operacao.
O eslabelecimento franqueado qual-
quer pessoa que o queira visitar.
Primeira classe .'10X)diarios.
Segunda dita.... 200 >
Terccira dita.... 20IX)
Para que qualquer doente sejaali rece-
bido, basta que se mande onomedo doen-
te e da pessoa que e remelle, com a de-
claracao da morada.
O proprietario aceita contratos annuaes
com qualquer que queira ter um ou mais
leitos sua disposico.
3--10 ESTREITA DO ROSARIO- 3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artillciaes' tanto |r meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem i|ue as obras nao
liqunii a vontade de seus donos, tem pos
e unirs preparacoes as mais acreditidas
para conservaciio da bocea.
Alabase
' a loja n. 50 da ra da Cadeia, ?squina defronte da
ra da Madre de Dos, propria para qualquer esta-
, bek'iimciito, t.ndo armazem no fundo da mesma
loja com coi.iniiinicacao por d'nlro e portas para
a traversa da Senzala, alugand:>-se tanbem o pri-
meiro andar da mesma casa, e ahi acharan com
quem tratar.
! mmm wmmmmwm
1 ig. Joao da Silva Ramos, medico pela uni- *
'^ versidade de Coimbra d consultas em 13
I s|5 sua casa na ra Nova n. 50, das 8 as 10 fS
! )flS horas da mauhae das 4 s 6 da tarde e ^f?
recebe igualmente convites para dentro ^S
ou fora da cidade com o lim de se en- sj
carregar de qualquer servico de sua pro- M
Dssao. ^J
Os chamados deverao vr por escripto.
E.eitura repeatina.
PriscillaS. Meadas Albuqui-rquc, com aula na
ra larga do Rosario 11. 117, avisa aos pais de suas j
alumnas e a quem mais convier.qiietein aula atar-:
ta do dia 3 de fc\ereiro em diante para continuar
nos seus trabalhos. Faz tamben) sciente a alguns
dos pais de suas alumnas que m icham atrasados
com as mensalidailes, que nao recebe meninas sefli
que haja recebido o que Ihe sao devedores.
lilla do <|ii(>ni;tilo nu 111 r-ros
4 e 55.
esta disposto a continuar a vender pelos precos
pois para principar o novo
A escola central do methodo
Castilho,
na ra das Flores esta aberta do dia 7 de Janeiro ^TErados"'
em diante. Recebe alumnos internos e meio pen- annc,
sionistas; tem aulas de latim e francez, e das 7 as ^^ dc obrftiade ro|a muj|0 fina w
Varas de franja de laa de todas as cores a 40 rs.
cores i" r-
Uuzias de meias tiara senhora muito superiores a
:(5800.
9 da noite escola para emeos gratuitamente ; e
porque esta palavra pode offender os que podem niu
pagar, havera um mealhciro onde deitarao a quan- "
luizeriMii
turna. Durante as liedes prohibida a entrada s
pessoas de fra para nao vexar os alumnos.
Precisa-se de um pequeo porluguez dos che- Crozas de penna de ac muito finas a 500 rs.
ados ha pouco, de idade de 12 11 annos, para Caivetes de duas e tres folhas a 500 r-
rua Imperial Ditos de urna folha a 80 rs.
gai'
caixeirode um armazem dc sal
n. 87.
na
Manoel Jos de Albuquerque Mello, proviso-
nado pela directora geral do iiistmrcao publica
da provincia para ensillar nesta cidade as primei-
ras lettras, offerece o seu prestimo todas as pes-
soas que Ihe quizerem confiar os seus filhos, pro-
metiendo envidar t idos os seus exforcos afim de
bemeumprir o seu magisterio ; e abre a sua aula
no dia 11 do corrente no paleo do Ter^o, sobrado
n. 141, segundo an lar.
Caixas para rap, muito bonitas de catangas, a
100 rs.
Capachos redondos e compridosa 500 rs.
Caixas com muito superiores obreias a 40 rs.
Varas de franjas brancas e de cores, largas, a
160 rs.
Pares de botoes para punho muito bonitos a 120 rs.
Carreleis de linha Alexandre com 200 jardas a
100 rs.
Cartdes de linha Pedro V com 200 jardas a 60 rs.
Ditos de linha de 50 jardas a 2fl rs.
- J que o Sr. padre Francisco Virissimo Bao- "a~dVuwTas"branca" para*homem a 1*600.
deira esta agora na sua anliga morada, ebenbe, Caixas com soldados de chumbo a 120 rs
venha a ra do Mondego, olaria n. 13, dar cum-1 Tinteiros de vidro com superior tinta a 160 rs.
&$&&>:.*>:
iiiiaii..
Aloga-s o sobrado de um andar
e solo, na ra Velha n. 15, cen
coxeira o mu lo bous cu 1111:10 'os o a
moderna ; e vende-sea motiilia de Ja-
caranda que nelle existe, cuja cas*
muito propria para alguma familia
que venha dc fra: a tratar na ra
do Sebo n. 24.
/fi| O Dr. Carolino Francisco de Luna San-
aS tos, contina a residir na ra do Impe-
^g rador n. 17, 2 andar, onde pode ser pro-
|jS| curado a qualquer hora do dia e da note
JH para o exercicio de sua profisso le me-
W1 dico ; sendo que os chamados, depois de
Mi meio dia at i horas da larde, devem se:
$5| deixados por escripto. O referido Dr.
W nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior affinco. no das mais difilceis e deli-
cadas operaedes, como sejam dos orges
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1" molestias
2o
3o
de olhos;
de peito :
los orgaos geniti
urinarios.
Em seu escrptorio os doentes se-
o examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manha, menos nos de-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
0*05
pnmento ao que promotteu em sua carta, ou man-
de, meu padre.
Rabello naci na casa n. 26 da ra dos fluararanes desta
cidade, tem contratado com Joaquim da Silva Fer-
reiracomprar-lhe todos os utencilios e mais per-
tenres que possue no cstahellecimento igualmente
de relinaco sito na casa n. 42 de dita roa; por
isto fazem publico e especialmente aos credores do
dito Joaquim da Silva Ferrcira, ou do referido seu
estaliellecimento para que no praso de tres dias op-
ponham o qr.etiverem contra dita venda.________
Quem quizer dar 7005 a juros com hypothe-
ca em urna escrava. annuncie por este Diario.
O abaixo assigoado avisa ao respeitavel pu-
blico e com especialidade ao corpo do commercio
em geral, qnedeixou de ser empregado da casa da
senhora viuva de Manoel Goucalves da Silva, e
bem a:-sim terceiro procurador da mesma senhora.
Recife, 4 de Janeiro de 1883.
Francisco de Albuquerque Mello.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico, e principalmente ao corpo do commercio,
que admitlio para socio a seu caixeiro Joo Evan-
gelista de S Sonto-Maior, ficando desde huje em
diante gyrando sob a razao social de Lopes & S.
Recife", 2 de Janeiro de 1864.
J0S0 Fcrnandes Lopes.
Na roa Dimita n. 38 offerece-se urna pechin-
cha aos Srs. retratistas, ou mesmo algum parti-
cular, urna machina para tirar retratos, com todos
os seus pertences: quem pretender dirija-se di-
ta rasa que achara com quem tratar.
O abaixo assignado declara quem possa in-
leressar que associou a sua prensa dcalgodao sita
no Forte do Mattos n. 21, seu lilho Manoel Isi-
doro de Oliveira Lobo, o qual tica na rosti dos
negocios da dita prensa, qual girar d'ora em
diante soba firma de Lobo & C.
Recife, 2 de Janeiro de 1864.
Manoel lpnario de Oliveira Lobo.
Aluga-se urna mulata que cosinha e engom-
nia : na ra do Imperador n. 50, terceiro andar.
Aloga-se o segund j andar do sobrado do pa-
teo do Paraso n. 29 : a tratar na ra da Roda
n. 17.
reita n. 84.
-''Ni
9SME=5 ff=3*S=3 BSli
Precisa-so alugar urna ama forra ou escrava'
de meia idade, que tenha boa conducta, e saiba co-
zinhar e engommar bem : na ra das Cruzes n.
36, primeiro andar. Paga-se bem.
! DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Prederleo Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artlliciaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.
As pessoas que anuuneiaram precisar de
l:5005e 6003 sobrehypothecaempredios,dirijam-
se em carta fechada na loja ns. 6 e 8 na praca da
Independencia com as iniciaos N. de A.
Luiz Moreira da Silva declara pelo presente,
para seiencia do respeitavel iniblico, e com espe-
cialidade do corpo do commercio, que venden ao
Sr. Joaquim Luiz Ferroira Leal a sua taberna da
ra de Santa Cruz n. 7, lire e desembarazada.
Recife, 26 de dezembro de 1863.
Aluga-se o primeiro andar do
ra do Crespo n. 23 : a tratar na loja. ____
- Antonio Jos Rodrigues de Souza aluga a sin
casa e sitio do Monteiro, em frente ao oitap da
igreja de S. Pantalen, com bastantes commodos :
a tratar na thesouraria das loteras, ra do Cres-
po n. 15.
Finio
Furtaram do Manguinho dous cavados alasoes,
grandes, com os signaes seguinles : um grande
o bonita figura, frente aberta, tres ps brancos,
tem piitinhas branca na anca e urna cicatriz na
anca esquerda ; como ha pouco se l*otou no carro
est cncabellando a marca que Ihe fez a coleira,
anda muito bem dc baixo a meio; o outro gran-
de e est um pouco magro, tem urna estrella na
testa, as dinas aparadas, e os dous ossos da anca
salientes ou esporados : recompensa-se bem a
quem der noticia dos mesmos na ra da Cadeia do
Recife n. 35.
Precisase de um bom cosinheiro e de urna
tma que saiba engommar c lavar : tratar no
sobrado n. 32, da ra da Aurora.
Precisa-se de una ama livre ou escrava, que
seja lioa engommadeira e se preste a todo o servi-1
(o de urna casa de familia, excepto o de cozinha: \ Gub lele
ua ra estrella do Rosario n. 31, terceiro andar.
Aluga-se a rasa terrea n. 5 da ra do Hos-
picio : a tratar na ra do Encantamento n. 13.
Na ma da Cruz n. 16, segundo andar, preci- j Aluga-se baralo a casa da ra Imperial n-
sa-se de urna ama para cozinhar e comprar, e ou- 213, com duas sala-loas, sete quartos, cosinha,
tra para o servico interno dc urna casa de pouca qotatal P cacimba : a tratar na padaria da roa Dl-
famiha.
1 RA DO IMPERADOR
N. 22.
Grande armazem de tintas.
Este armazem contm tudo quanto
preciso para que a industria de pintura, de
qualuer ronero (pie seja, desempenhe
seu lim, Isto cmbellezar, conservar i
reproducir.
Montado em grande escala e supprido
directamente por grandes fabricas de l'a-
ris, Londres e llamburgo, pode oflerecer
productos de contianea, e satisfazer qual-
quer eiicoiiinienda gTOSBO trato e i re-
taino.
Os Srs. artistas pintores, e os donos de
obras poderao escolhcr vontade, pois
que tudo estar vista, as dilTerentes co-
res de (pie tiverem necessidaile.
Ha tintas em massa e em p impalpa-
vel, e como as obras a envernizar s se
lleve emprear tintas muidas, e nao me-
meando conflancaasquevem de fra para
commercio, por velhas, e talvez falsifica-
das, neste armazem se as moer vis-
ta do consumidor, que s assim ter bu-
las frescas e verdadeiras.
Ha tambem ouro verdadeiro, verde em
p eem folha, prata em folha, p debron-
zear do varias cores, diamantes para cor-
tar vidros, burnidores, ncar superfina en-
carnada, aiuaiclla e Tarda, tintas vege-
laes, aznl.roxa, verde e amarella, noflen-
sivs. orneas que se devem empregar as
confeitarias, collec^oes de pinceis para
fingir madeira, com propriedade, e oulros
de varias qualidades, vernizes, copal,
grafa, branco 011 escuro para o interior
e exterior, para etiquetas c quadros, tin-
tas linas em tubos, em crayes ou pastel,
tollas para quadros, caixas de tintas finas
e papel para desenho.
Essencias aromticas verdadeiras, fras-
cos e fiaros para vidraca de todos os ta-
manhes, e inuitos outros ohjectos, cuja
utilidade e emprego s com a vista pode-
rao ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.


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- Aluga-se o 2. e 3 andar do sobrado da ra
Nova, com excellentes commodos para familia : a
tratar na ra da Cadeia n. 62, 2" andar.
COMPRAS.
Na ra da Senzala Nova n. 33 compra-se um
mulatinho uumolequc de bonita figura, de li ate
18 annos.
Couipnim-se escravos
de ambos os sexos, e pagam-se bem : no escrpto-
rio da ra da Madre de Heos n. 3, primeiro andar.
Compra-se una mobilia de Jacaranda: na
ra do Crespo o- 13 se dir quem trata.
Na ra do Crespo n. 15, compra-se urna ma-
china com seus pertences para copiar cartas, em
bom estado.
(HUI'gKO
ra
Precisa-se de urna ama que se queira sujei-
tar a cozinhar e comprar na ra, paga-se bem :
na ra de Santa The reza n. 14.
k^Y
mm
urna boa propriedade de sobrado no lugar da Tor-
re, em muito bom local, muito fresco e com una
linda vista por ser pe.-lo do rio, e est toda forrada
de papel.com bastantes commodos para urna gran-
de familia, tendo banheiro, cocheira, estribara
para 6 cavallos, cacimba com bomba, muitns arvo-
redos noves, urna grande baixa de capim bem
tratada ; cuja propriedade perto do Sr. Francis-
co Gomes de Oliveira, (cando a mesma proprieda-
de confronte a Capunga nova : quem a pn tender,
poder procurar a chave na ra da Senzala Velha
n. 100, no primeiro andar, das 10 horas da ma-
^' nhaa s 3 1|2 horas da tarde, ou na Capunga No-
\t* va (estrada do Jacobina) em casa do Amaral Ju-
>^<: nior, antes e depois das horas marradas, promet-
jffy tendo-se alugar por preco muito commodo.
Preeisa-se de urna ama de meia idado para
fazer o servico de casa : na ra Nova n. 25.
Perdeu-se um hotao de brilhante : gratifica-
se bem a ipieiu o entregar a seu douo, morador no
sobrado n. 32 na ra da Aurora.
Manoel de Souza Cordelro Simoes avisa aos
pais de seus alumnos que no dia 10 do corrente
Janeiro abre a sua aula particular rontimiar os
exercielos de seu magisterio de insti uccao prima-
ria, na ra travessa os Expostos, casa n. 16 ; t
tambem ao respeitavel publico, que contina ad
mitiir alumnos externos e internos.
medico
Flores n. 37.
O Dr. Estevo Cavaleanti de Albuquerque d
consultas medico cirurgicas em seu gabinete das
8 s 11 horas da manhaa e das 11 ate s 3 horas
da tarde, os chamados deverao ser por escripto e
dessa hora era diante dever ser procurado na ca-
sa de sua residencia no Chora-Menino.
l. Partos.
i.* Molestias de pelle.
3. dem dos olhos.
4." dem dos orgaos genitaes.
Praticar toda e qualquer operacao em sen ga-
binete ou em casa dos doentes conforme Ihes fr
mais convementi.
Compra-se urna escrava que seja boa cozinheira,
sadia e de boa figura : na ra do Queimado n. 39,
loja.
dos! ~
O abaixo assignado, aulorisado peles senhores
administradores da massa fallida de Carnargo &
I Silva para receber as dividas pertencentes mesma
, massa, faz sciente a lodos os devedores que tem
marrada at o dia 30 do correle mez, para ami-
ga\ cimente Ihe virem pagar, e lindo esta praso nao eoncorrer cora alguma qtiantia para aj ida ds mes-
tera remedio senao empregar os meio* judiciaes m fMta< oiiada. 2 de Janeiro de I8 para aquelles.que a istooohrigarem ; sua residen- y.,| i.., vfc-5
cia, na ra da Flores n. 25. Recife 2 do Janeiro _________________Manoel miz vraes.________
de .864. Precisa-se de una prta escrava que saiba
Manoel Fernandes da Silva. cozinhar : na ra do Queimado n. 16.
D-se dinhelro a juros : na
na do Itangel n. .
Manoel Francisco da Silva faz sciente a quem
convier, que elle se acha contratado com oSr. Jos
Joaquim Aires para veuder-lhe o seu sitio na fre-
guezia da Vanea, o qual Ihe coube por heranca
de seu sobrinho uiz Francisco da Silva.
Jos Antonio Ernesto faz publieo, que desta
data em diante atsignar-se-ha Jos Antonio Ernes-
to Para-Ass.
Kecife. 1 de Janeiro de 1864. _______
Precisa-se de um menino para caixeiro de
um deposito no becco do Campello n. 4.
Precisase de um menino porluguez para
p \ caixeiro, de idade de 12 16 annos, que tenha al-
guma pratica de taberna: a tratar na ra do Itan-
gel n. 48.
0 abaixo assiguado tem as chafes de pairo | prerisa-se contratar urna senhora com a
casas no oiteiro da Senhora do Monte, que as cede, instrurc.o e mora idade precisa para se eucarre-
por |iermissao deS. Eu. o Sr. D. Abbade, a quem gr da edueacao e ensino de duas meninas j cres-
cidas, na villa do lrejo da Madre de Dos, pro-
meiteiulo-se Uim trataraente e paga conforme o
ajuste que se ll;er a tratar no Forte do Mattos,
prensa de a^feodao de Brito & Jos Lins.
Na ra do Sebo n. 25 precisa-se de urna ama
para tratar de urna pessoa.
Compra-se urna escrava que tenha habili-
dades e de boa conducta : na ra da Cadeia n. 35.
- Compra-se urna mulatinha de 12 14 annos,
sendo sadia e de bous CDstumes: na ra do Cres-
po, loja n. 15._____________________
Compra-se effeetivamente ouro e prata em
obras velha? : na praca da Independencia n. 22
loa de bilhetes.
Ditos ae barro a 100 rs.
Grozas de botoes ae louca pratiados a 160 rs.
Tesouras muito finas para costura a 320 rs.
Ditas ditas maiores e melhores a 400 rs.
Escoras para limpar dentes muito finas a 200 rs
Ditos para unhas a 800 rs.
Laa de todasas cores para bordar a 75 a libra
Caixas com phosphoros de seguranza a 160 rs.
Cedernos de papel branco e azul a 20 rs.
Pacot( de papel amizade a 600 rs.
Caixas com 100 anvelopes muito superiores a
800 rs.
Cademos de papel de cores, grande e pequeo, a
40 rs.
Silabarios poi tugiiezcs com catangas de todas as
qualidades a 320 rs.
Graxa em latas muito nova a 100 rs.
Carlas e taboadas para meninos a 60 rs.
Caixas com superiores seas para charuto a 40 rs.
Carreteis de linha de cores com 200 jardas a 60 rs.
BaralhDS muito fin para voltarcte a2H0 rs.
Roditibas com allinetes francezes a 20 rs.
Cartas de allinetes francezes finos a 40 rs.
Caivetes de cabo de madreperola de duas folhas
a 50) rs,
Luvas brancas de tlgodao finas a 80 r<.
Miadas de linha froxa para bordar a 60 rs.
RIVAL
SEM SEGUNDO
Ra do <( 11 cima do iiv 49 e 33.
loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia & C,
principia o novo anno a torrar miudezas pelos pre-
cos que a lodos causa adunraco, a saber
Pares de sapatos de tranca muito finos a 1(J600.
Frascos de oleo babosa dos melhores fabricantes a
240 rs.
Ditos maiores a 400 e 500 rs.
Frascos d'agua de Colonia muito finos a 400 rs.
Sabonelcs muito linos a 160, 200 e 400 rs.
Frascos grandes de agua de Lubin, o melbor, a
14000.
Lapis de tinta encarnada milito finos a 40 rs.
Novellos de linha ciin 800 jardas a 120 rs.
Ditos de dita com 400 jardas 1 so rs.
Frascos de nncass, oleo muito fuperior, a 100 r.
Duzias de dedaes brancos em caixas de vidro a
320 rs.
Papis de agiilhas a balo Victoria a 60 rs.
Banha transparente muito super r a 7(10 r~.
Dita Japonesa muito fina a 800 r-
lluzia de sabonetes muito linos a 72o 1
Papis de agoHia com toque da brragMi a 10 rs.
Groaaa de batoes de nudreperota muito linos a
i(>0 rs.
Peras de fita de eos. estreitas, com 10 vara-, a
m rs.
Novellos de linha liranca do gaz a 30 rs.
Carreteis de liona d; cores omito fortes 1 1^ rs.
Cartes a caixas de clcheles frsunMsa M rs
Botoaduras brancas e de cores para cohetes a
Iftj rs.
Fraseos de beaba, pochincha. 240 rs.
BonetS pira meninos, fazendafina, a 2.
Caixas preparadas para costureiras a I55w>. 24e
3JW00.
Ifassos de grampas lisas e linas a II
Caixas i|e palitos do gaz e de cera linos a 20 rs.
Diuiade facas e garfas Je l hoate luneriewjsj
..00.
Duzia de ditas e dit >s de 2 botoes ios a
61500.
de palitos do gai a -.' |M0
An'a preta minio lina a 10 Caixas 11 rape com espelho a 100 rs.
Vende-se ou troca-se por casas ou terrenos
nesta cid ule urna sorlede tenas ao sul d
da Victoria (Santo Aotao) dcexrellente prodm
e proprias para plantario de algo la > an caf : a
fallar na rui do Crespo, loja de blendas n. 17.
Vendem se batoias uollandezaT,
em 5,gs de mais de amiba; im arma-
zem do Aunes, tiefi'onlf da alf ndfg,
Vende-se urna |iequena taberna. >ta na ma
da Solcdade n. 8 : ipiein pretender, dirija-se
mesma.
GRAGEAS
deGELISe CONT
de ferro
imperial de meJirisa
VENDAS.
Tanque para oleo.
Vende-se yin, na ra da Cadeia do Recife n. I 2
Vende-se um escrarobora do servico de cam-
po, e apto para qualquer servico por ser muito
mogo e sadio, uo bebo 1 tem bons costamos : para
ver e tratar, na ra do Vigario, casa n. 29.
Vende-se una taberna sita na ra de Hurtas
n. 106 livre e ileseinharagada, pois nada deve ao
commercio : a tratar na mesma.
Vende-se a armacao do deposito da ra Nova
n. 58, com gneros ou sera alies, a vontade do com-
prador.____________________________________
Vende-se ama boa escrava mulata, de idade
24 annos, pouco mais 011 menos, bastante dili-
gente no servicodeuma (asa, sabe engoininir per-
feiamente, cozinhar o di;.rio de una casa, lavar
de sabio, nao tem vicios nem achaques, o que se
aflanca : a tratar era Otioda, taberna do Varadoti-
ro de Antonio Ledo.
~~ .IB/illD .
Barricas de bren com 8 arrobas, de superior
qnalidade : na ra da Cadeia do Recife n. 56 A.
loja de ferragens de Bastos.___________________
barato que admim!
Vende-se um bom piano por prego commodo,
quem o pretender dirija-si a esta typographia que
se dir quem vende.
\o laetate
Approvadas da academia
de Pars.
Segundo o relalorio feilo na academia em
4 de fevereiro de 1840 pelos Sis. profes-
sores Ito lillaml. Fouquier e Bally, esle fer-
ruginoso reconliwidosuperinr a lodosos
outros para curar : a cliloro-is (fei am-
leurs), (! leticonhea (perles lilanclie.-). a
anemia (Traquea de tempTiimH nos Jnus
sexos), dilliciiMatle de mensliiiai-rio sobre
tudo as mocas, incontinencia de uri-
nas, ele.
E' o mais apratlavel de tomar por sua
forma do pillas assocaradas, g ew
mente mais efflras do (pie as o 111 ras prepa-
racoes ele, por ser milito soltirel no sueco
gasifico, como consta do relalorio ido re-
cenlemente na academia de medicina de
Pars pelo Sr. Flix Boudel, em nome de
tima commisso composla dos Srs. Ve'[>eau,
Depeau, Bouclianlal, Troosseau, ele, lo-
cando as experiencias feilas solire os princi-
paes seres rerrfginofos com um surco gas-
trico fri'scn no laboratorio do Sr. Boudant.
pelos Srs. Drs. Coivi/ail e llaneswil, gjag
o lclalo le ferro o mais solmel e | r
consequencia o mais elliciz.
Deposito geral: em 1'arK rua Roml>..11-
Villeneuve. 19.
Em l'ernamhuco, na casa de Caors A Har-
bsoa, rua Ja Cruz n. 2.__________________
Queijos do ultimo ?apar a
2400.
Macal rae e alelriaa 400 rs., nianteiga in-
flor a 800 rs., franreza a 560 rs., l.anha u i> 1 -.
cha iniudo a 25600 e 21JO, cafe lavajo 1 MQ rs.
a libra e 8200 a arroba, presanlo a W) rs. 1
cinho alvoa i'so rs, chi'iiii is a 708 is, ama a
100 rs., spermaeete aS60rs., carnauba a.biOe
:i20 r>., hlalas a 10 rs., \i.ilio a 2-5SOO a .
VOO rs. a garrafa, eoulros mudos genefiM I
no armazem da aslrella, largo do Paraian, n IV
Cyndros para padaria
Na padaria da rua Mreitan. Si, ai aaai re pata
vender a commodo preco, os conhecid m t a I
lados cylindrns ainensaii( para padaria.
Vende-se um habito de Chii-to : na i
Cinco I'onta; n. 62.


\

ii; rio de I'cruaiuliuco Terca elra S le fuiu-fro de 18<4.
7 RA DA IMPERATMZ 7
\0\ BII\lli:S \OVIIAI>E$
Madama viuva Lecomtc tem a honra do pan cipar ao respeilavel publico que acaba de receber
lelo ultimo vapor francez um grande sonimento di objectos de porcelana, crystal, tanaruga, inadre-
iwrolas, bromes, marlim etc., assim como um rico sortimento de alfinelcs de peito e fivelas para cin-
tos quer de madeira, quer de metal novos modelos.
Cuitas para senhoras e meninas.
Lindas cintas decouro e velludo enfeitadas eom a competente bolsa, tal e qual est se usando
tm Paris, ligas de seda para senhora, rkraissima; caixinhas para presente de fesla com preparos
ce costura ou sem ella, de tartaruga, madreperohv, marroquim, etc., capellas brancas e para uoivas
ce flores de laranja.
Finissimos chicotes com cartas de marflm, sndalo, etc., para honiens e senhoras.
Perfumaras.
Perfumaras dos mais afamados fabricantes de Londres c de Paris.
(Meo e banhas para cabello. Pos de arroz para refrescar.
Sabonete s finissimos. Escoras para denles e cabello.
Ditos inferior. Ditas para limpar pentes.
Agua para limpar dotes. Pentes de tartaruga de pontear.
Pos. Ditos de bfalo dito.
Agua de colonia. Suspensorios para homem.
Cheiros para lencos e gavetas. Espelhos grandes e pequeos.
Agua para tingir cabello de todos os fabricantes.
Na mesma casa contina-se a fazer cabeileiras, tanto para homem como para .senhora, assim
como qnalquer cabello suppeste.
Corta-ce cabello e frisa-se por JOO rs.
Leite antliepelico.
Approvado pelas academias di- medicina de Paris e Londres.
Este leite cura em poucos dias as sardas, ephelides, manchas de gravidez, tez queimada, no-
doas, cravos, borbulhas, bortoejas, espinhos, etc., a mo consta do livrinho que o acompanba, cada fras-
co tem um livro que indica o modo de applicar o l< ite antephelico.
O nico deposito na casa do madama viuva Leeomte.
7 RA DA IMPE1UTRIZ 7
CHEGARAM
45
CALCADO.
Ra Direita
45
Aproveiteni eiu quanto lempo !
i Borzeguins francezes de lustre pa-
1 ra homem................. 5,3000
Borzeguins francezes de cores pa-
ra meninas-............... OQO
Borzeguins fra&cezes pretos para
meninas.................. 20500
Sapalos de lustre para senhora.. i000
Sapatosde lustre s avessas..... 500
l'ede-se toda aUeaio.
Custodio Jos Al ves Guimaraes, dono da loja in-
Ululada Gallo Vigilante, ra do Crespo n. 7, avisa
aos seus numerosos freguezes e ao respoitavel pu-
blico, que tendo de reformar no fin desto anno seu
eslabeleeimento, equerendo liquidar grande quan-
tidade de diversos objectos, est rosolvido a vender
tudo por precos baratsimos, como sejam :
Pecas com 4 varas de franjas de linho a 33.
Ditas com 4o varas de galao de linho a 33.
Laa sorlida para bordar, libra a 5.
Froco de cores sortidos. peca a 160 rs.
Manguitos para senhora, o par 800 rs.
Golinhas de bonitos gostos a 400, 300 e 13.
Salvas de metal principe a 13500, 23 e 2*500.
Ditas com copos de metal proprio para meninos a
1*200.
Facas e garios para sobre-mesa a 45 a duzia.
Ditas e ditos dila com cabo de marlim a i3-
Bandejas de todos os tamaitos muito linas a 1*,
I 1*200, 1S400, 15600, 25500, .15500 e 55.
Hilas redondas para copo de 500 rs. para 2*800.
Tesouras em carteiras, a duzia a 500 rs., 640 e
800 rs.
Peitos para camisas, a duzia a 25.
Camisinhas bordadas para senhora a 1*500 e 2*.
Chapelinas para senhora a 3*.
Ditas para menina a 2*.
Chapeozinho para meninas de escola ou passeio a
! 25 e :I5.
Flores francezas, caixos grandes, a 600 rs.
, Luvas de seda com pequeo toque de mofo a 300
rs. o par.
Toucas de lia para meninos a 500 rs., fil a 500 e
! 600 rs., de seda a 800 rs.
Sap.itinhos de merino a 800 rs., e de laa a 500 rs.
I Bolsinhas de missauga para meninas de escola a
800 rs.
UIAO
MERCANTIL
RIJA RA CADEIA RO It IX II K Jtf. ;*.
NOVO E
GKAITD3 SMASELE DE LCLEAE:
1*1'A DA CA1IEIA DO KEtIFE A. 33.
>s
Frar cisco Fernandes Dnarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Becifen. 53. um grande e sortido armazem de molledos de-
nominado Vnio Menantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sorlimenlo dos meii ores
gneros que vem ao mercado, lano csuangeiros, como nacionaes, os quaes serio vendidos em porces ou a relallio por preces assb
commodos. v l s ^^
Manleiga ingleza especialmente escolhida
de prime ira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 500 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Sardinfias deNantesa3iO rs. oquarto.:
.i00 a caada. | rs. meta lata.
Azeitedoce refinado em garrafas brancas a Latas com peixe em posta : savel, corvina,
800 rs. vezugo, cherne, linguado, tagoni. u
Azette doce de Lisboa a GiO rs. a garrafa e 10300 rs.
458O0 a caada. Salmo em latas, preparado pela nova arle
Frezunios irglezesparaiiambre.de superior Genebra de Hollanda a 500 rs. o frasco e decozinha, a 800 rs.
Os lindos chapeos de palha de Italia enfeitadas com muito goslo acompanhados do competente finteiros de metal a '120 r< F> ^
veo de seda copa "alta a Canotier para senhora : a Ir ja das columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Trancelins para relogio a 100 rs
; Ditos de fita chamalote a 200 rs.
ggrre Escrivaninhas de metal a 35500.
Correia Je Vasconcellos & C
FAZENDAS BARATAS
29--RITA RO QlTfi|]EADO-*9
Custodio, Carvalho & C.
Finas cambraias organdys indianas pelo baratissmio prego de 300 rs. o covado ou
500 rs. a vara.
Grande so rtiniento
dos mais tinos baldes de arcos para senhora e pelo barato prego de 35 cada um, ditos de ma-
dapolao para meninas a 25500.
Xovllade
Os mais lindos e mais finos e modernos certes de laa com ricas barras, tendo cada corte
20 covados e pelo baratissimo prego de 20*.
Fil de linho vara a 500 rs.
Modernas lazinhas para vestido o covad) a 440 rs.
mwmmwmmm mmmmmmm wmm msm mmmmm
LIQUIDACAO
de fazen-'as e roupas feilas, por pregos ba 'atissimos
O
na ra do
Crespo n. 1.
Colheres de metal para cha a 200 rs. a duzia.
Ditas de dito para sopa a 25 a duzia.
Botoes de duraque pretos a 400 rs. a groza.
j Cartas hcspanholas para jogos a 1*200 a dnzia.
I Casligaes brancos e amarellos de metal a 15-
Carteiras para algibeira a 500, 600, 800 e 15-
i Sabonetes muito tinos a 15200,15600 e 25 a duzia.
( Fivelas para calca a 300 rs. a duzia.
Botoes de ac para caiga a 320 a groza.
' Caixinhas cmalfinetes,grampos e clcheles a 320,
400e500rs.
! Fitas de borracha pretas e de cor a 120 e 160 rs.
a vara.
Latas com dous massos de agulhas por 800 rs.
Brincos de aljofares a halao a 320 o par.
Alfinetes pretos e de cores cora pedrinhas a 200 rs.
e .120.
Camisas para homem fetas em Lisboa a 25-
Fitas de velludo lisas e lavradas a 800, 15,1*500
2*e 3* a prca.
Ditas para sinteiro a 300 e 400 rs. a vara.
j Caixinhas para costura de senhora a 1*500,2*.
3,4, 8 e 6*.
Compoteiras de vidro com pratos de metal a 3* e
4*000.
Franja de laa para debrunhar tapetes a 2* a pega.
Palitos de fogo, prova d'agua, a l*a groza ou 120
rs. a duzia.
Assim como tem grande sorlimenlo de muitos
mais objectos que se tornara enfadonlio niencio-
na-los, que tudo se vender muito barato para li-
quidar : na ra do Crespo n. 7, c ra do Impera-
dor n. 59, junto ao passo, ccasa da liquidagao.
i


v,
Duarte A C, receberam desta propria encommenda pelo briguc
Flm'tuda, chegado ltimamente de Lisla os seguales gneros todos de pri-
meira qualidade por serem escolliidns pelo Sr. Duarto ebefe de nossa casa
ltimamente chegado daquella praca.
Verdadeiro vinho collares em ancore- Notes as msis novas que se pode de- [;
retas de!) caadas a 50,000 e 800 safara 160 rs. a lidia, e comprando ..^
rs. a garrafa. em barricas a i,500 rs. a arroba.
| Vinho brancaB 4 Filhos, embarrisde Sebollas em caixas as mais novas do
quinto a 00,000 c 500 rs. a gar- morcado a (5,500 rs. a caixa, a 800
rafa. rs. o mofli, 8 a 640rs. o cont.
Vinagre P R R. em ancoretas de 9 ca- Batatas em eaixas de 2 arrobas muito
nadas a 18,000 o 2,000 rs. a ca- novas e grandes a 4.400 rs. acrixa.
Sextiiiliascom ligos proprias para mi-
mos de enancas a 00 rs. cada urna
e comprando em duzia ter grande
abatimento.
Krva doce muito novas a 500 rs. a
bra, e comprando em arroba
10,000 rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a
brae 10,002 a arroba.
Licores portugueses das marcas mais
acreditadas de Lisha a 1,000 a gar-
rafa e 10 a 12,OOOa duzia, as quali-
dades sao as seguintes: ceme de
violetas, groflea; rosa, ahsintlio, ves-
peiro, amorperfeito, amendoaamar- -,>.:
ga, pereicot detorin, botono, moran-
gos. limaO, caf, laranja, cidra, gin-
ga, canella, rravo, ortola, pimenta >N'.
e outros muitos de qualidades menos -'
superior que scrao vendidos por pre- '--
g.os em relacao as suas qualida-
m
confeito e espec;/" j para
expeilir os Venns.
nada.
Passas em eaixas. meias e quarlas a
8,000 4.000 e 2,000, a 480 libra.
Peras seceos em eaixas de qnatro li-
bras o melbor que se pode desojar
a 2,500, e (40 rs. a libra.
Calimbas de 4 libras e 2 com ameixas
a 1.500 e 2,500 rs. a caixinha.
Chocolate portuguez, o melhor que
pode haver de bom neste genero a
1,000 rs. a libra.
'Inundada propramente dito de mar-
mello, a ti rs. a lula e em eaixas
//.; de 100 latas a (500 rs.
Maca de tomates a mais nova que s
pode desojar a 640 rs. a lata e em
cnixa de 100 libras a 000 rs.
Krvilba portugue/.a a 700 rs. a lata,
e em caixa de 100 libras a 040 rs.
Passas connthias para pudim a 040
rs, a libras, e 400 rs. comprando de
arroba para cima.
r/T*

v...-
a

mas
DE
Vensigsisps
KBMP.
U-
;o
des.
Os proprietarios afiancam que estes gneros so muito novos e tudo 55^
de primeira qualidade, tndo isto se vende nicamente no armazem Uniao e
Commercio na ra do Queimado n. 7, e largo do Carmo n. 9 armazem pro- ^.s
gressivo. -v>.:
Qwijos
Os mollinos t 1 o ellus sao de cheiro, Babor o er agrada*
ret. A I< ;;uu-i:i. a scgHridHde da .-ie-
co, 1 vo das
Pastilhas Vermifligas de Kemp
a r>K da sr\
fomposic,ao exclusivamente Vegeta!,
so estas pois aa snaa melliores e inaia
completas de todas as recomtuenda^ea
que se possa fazei e eom justa raza .
colloco na categera i!'iim favorito uni-
versal.
A Biiperordade das
Pastilhas de Kemp
Bobrc toda- al praparafea destinadas
para o mesmo fin devido sua him-
ples eonijiosiyao o sen aroma agraiia-
vel e rpido/, e nfallibilidade com
que alcanea a deafmicao total das
qualidade, ebegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos llamcngos chegados neste ultimo
vapor a 2(5000.
Queijopratc muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3000 arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 280O
rs. a libra.
Cha hyson nuito superior a SI5560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
l$5O0 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2 > a libra.
Biscoutos inglezes em latas cem differenies
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
Mitias ni.iii.is marcas a l.'id.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2#.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a I500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de ligos de coma-
dre a l->e 2.-> cada urna.
Passas muilo novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 33 um quarlo ; [
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem viudo ao nosso mercado a 18o gigo,
garante-ss a superior qualidade.
Vinho Borceaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75300 a 85000 a
caixa e 70 a 800 rs a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 109a duzia, e 900 a 13a garrafa; deste
genero hf grande porcao e de differentes
marcas acrediadas que j se venderam
por 148 e 153 a caixa, como sejam: Duque
do f'orlo. Lagrimas do Douro, D. Luiz,
paiqbes, Madeira secco, Caroavellos, Nc-
tar de 1633, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
55800 a frasqueira. Maga de tomates em latas de 1 libra a 000
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas rm.
com ricas estampas na caixa exterior, Chourigase paiosem latas de 8 e meta litra
muilopropriasparamimo.a 1520", 15500 por 75-
e 23- Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-! 85600 a arroba.
tendo meia libra de ameixas francezas, a Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 4# a
15200. barrica.
Marmelada imperial, dos melhores conser- SaKu muit0 novo a 2i0 rs-a *"
veiros de Lisboa, em latas de I e meia a Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
2 libras a 600 rs a libra. jFarmba do Maranbao a 120 rs. a libia.
Fructas em calda das melhores qualidades Araruta verdadeira a 320 rs. a 1
que baem Portugal em latas hermtica- Cevada a ,2 rs- a llt)ra e W a arroba.
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muilo novas a 640 rs. a libra.
Nozes muilo novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a
Avelaas muilo novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Alpistaa 160 rs. a libra e 45^'Oa arroba.
Batatas muilo novas em gigos com 40 libras
por 15 e a SO rs. a libra.
^a Cebollas a 15 o mollio com mais c!e 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs,
a libra e 93 a arroba.
Mafias e peras chegadas neste ultimo vapor, Ca[ do Cear muito superior a 280 rs. a I.-
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas era latas de
I libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanhola 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a l.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5800 a duzia.
Caf do Rio, proprio para negocio, ar>3.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e 258C-0
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra c 2*100 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra a a
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de guiaba a 640 rs. o cai>.
Micarrao, talbarim e aieltia a 4o rs. a li-
bra ; em caixa se faz abaiimenlo.
Eslrellinlia,pevideearrozdema>M :n 1
Cognac inglez de superior qualidade a 800 plTL'l^Tf \CV B,ras'
t ijwnn 1 frarrar* Palitos de denle hxados com lbr a zOo rs.
e ifljiu a garra a. Q mmo dJlQs ,jsados sem fli|. a ((|) ^
Licores francezes das seguinles qualidades: ( 0 masso com iu m^U<
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito lina a 80rs. a
e de outras militas marcas a 15 a garrafa libra,
e 105 a caixa. ganha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
9^ a duz,a- Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
4(M', 48o e5i>0 rs. a garrafa, e 35, 35200 Mostarda ingleza em poles j preparada a', lix, em caixas inteiras ou em meiv
e 33500 a caada. I 400 rs. 15000, 25 e 35.
Vinlirr bramro de superior qualidade, vindo Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, viodos de com.i
de ca.*a particular, a 400 rs. a libra: it.ie-
ro se faz abatimento.
Os senhores que comprarcm de 1003000 para cima, tero o descont de 5 por cenlo, pelo prompto pagamento.
j engarrafado a 64o rs. a garrafa e a 500 a 15 cada um.
rs. de barril. Sal refinado a 500 rs. o pote.
t
da Madre de Dos.
L O M E5 R I G A S.
venda as boticas de Caors & Barboza,
do alemtejo, das ilhas e llamengos, t^dos chegados neste ultimo vapor, a H^'rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
2,500 os llamengos e 800 ris a Ultra do alemtejo e das ilhas, unicamen- .v\) '
te no armazem Unio e Commercio, rita do Queimodo n. 7 e largo do Car- -/*
mo armazem progressivo. IMS
c o o t? sr*-^ b p o -
: -. v.y!).^My.@*.y ^.y.^y. tty&
r.LiiB 1,1 StO \
2 B "> -'Q.C.B i =n o 1 x S
:- j Z-
ua -9 sa 5" s
r-
gg*
as
'j.
co
lendeui-sr barra com cal des-
ta procedencia, em pedra, chega-
da liojc, e nica nova, que ha no
mercado, na rua do Trapiche n.
13, armazem de Manoel Tei&el-
ra Basto.______________________
Vende-se farello de Lisboa, cal ulti-
mmente chegada e carvo animal: na rua
do Vigario n. 19, primeiro andar.
Vende-se na ridade de Olinda I casa- no Va-
radotiro com cacimba e soto, quintal murado t
rhSds proprio*, 1 dita na rua do ("armo, com pe
quenii riti, 1 dila nos Quatro Cantos, com taber-
na, i ditas na rua de Baixo, tudo proprio, 1 escra-
vo com 19 annos, 1 negra com ti 12 annos, t
sitio na estrada Nova com tanta de capim, 1 ta
Lerna e os pertences do urna pequea reliiiaco
a tratar na mesma taberna, rua de Malinas Fer
reirn. 1. ou na ladeira de S. Pedro comoSr
Luiz Jos Pinto da Costa.
___________^____________________
Fardo e mllho.
No armazem da aurora briUiante, largo da San-:
la Cruz n 8i, ha sacros com milho da trra i
33300, e farelo a :I3800, h$ e 43300, hrinha i
43300 o 33. _____________________
boalJ^^^adp^V^P^; eCajahuss no -ermo dCS
valorde31:83$9H rs.
a Cu ^ ^
-^3 b a
3 2. n^
5 O. Sg C^_T3
.&"aSCBweOS
I"!"-?! "ce?3 "*<;
"^sirE'-P?'li!>i:giB
a.o <* r- <= s:& g."^
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M
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S g
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T i*, v
09
FARINHA FONTANA.
Farinlia da muilo acrela a mana
Fontana i espinliaicaia liojc, vende-se
por prero mais commorfo do que cm
qualquer oulra parle : na rua da Cruz
n. 4 rasa de M. 0. Biclier & C. succes-
sores.
iot senhorcM fiinileiros.
Na caldeiraria da rua do ltruin n. 40, de Villa-
ga, Irmao & C, vende-se por pre^o razoavel fer-
ramenia completa para fonilero, como tesouras,
bigornas, etc., de um dos melhores cutileiros da
Europa.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vendc-se na rua da Cadeia do Recita n. 26, para
onde se mudou o antigo o enditado deposito d>
mesma rua n. 12, ambos os gneros sau novos e
legtimos, c se venden a preco mais barato do que
utra qualquer parte.
----------------!---------------------------------------------,
Venda deuma hynothr.ca. .______"__________________
Ha I i i* l> m. r> II' l< I Vende-ee una rscrava crioula de 30 annos
*'s nquiuaiarios ua niassa lamuaue bonita frn,nropnapara iodo serveo, assim co-
Jos Antonio ItastO VCiidem a livpolllf- n>" moUUnbn de ti i 7 annos, fllho da mesma:
.. ~.. i. ....!., 11 n^*r a tratar na loja de fiiragens, rua da Cadeia do
ca que tem nos eiigouhos alto firsso Reciren. s A..i.< BustoT

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FAZENDAS DE BOM GOSTO
Superiores cortes de seda de cur a 303, 603, 703,803,903 e 100> cada corte, os mais modernos que tees vinde a Pernambuco.
Ditos de moreantique de cores e pretos.
Lindas sedas de cures a 2300 rs. o covado.
Ditas de ditas de qoadrinhof a 13 e a 13200.
.Morcantiquc carmezim cor la moda a 13200 o covado.
Superiores corles de blondo para noivas.
Lindos corles de trepe de llespaaha eom barra de cores as mais Indas que se pode desejar.
Cortes de laa com barra de cor.
DilOS de laa com barra aquillo.
Lindos corles de grinadme de seda com barra de gostos inteiramente novos.
Linda duenda para vestidos denominada crep de Hespanha de cores mui lindas. <
Superiores lias de cores ma Usadas.
Grandj e variado sortimentn de percales de cores para vestidos.
Dito de chitas francezas mi ito Anas escuras, claras e matisadas.
Linda:, camnelas para ves ido, gostos inteiramente novos.
Superiores cortes de cambiis brancos bordados e eutras muitas fazendas de bom gosto para vestido do senhora
Para hombros de senhoras.
Superiores capas pretas a !!03, 233. 303, 403 e 303.
Santiem ha ranas de eambrtla ricamente enfeitados.
Ditos de cachemira de cores e brancos enfeitados com muito gosto.
Linda- capas de casimira de cores as mais modernas que tem viudo a esta praca.
Superiores zuavos de cambraia e de seda preta.
Lindos postilhoos de merino de cores.
Granee e variado sortimento de camisinhas bordadas
dem de chales de merino lisos de barra estampadas de quadros e de crep a 43500, 53, 63, 73,83,93 e 103.
Para cabera de senhora.
Superiores chapelinas de palha de Italia.
Lindos chapeos de palha d Italia enfeitados com muito gosto e grande variedade para escolher a 123,143 e 163
Modernos enfeites de flores chegados no ultimo vapor francez.
Variado sortimento de enf ites denominados conservadores para cabera.
Bordados.
Grande sortimento de entremetes bordados a 13,13200 c 13500 a peca.
Lindas tiras bordadas larg-s a 23, 33 c 43 a peca.
Calca bordadas muito tin.'.s para senhora.
Supeiiorcse modernas laL'is bordadas.
Espartilbee superiores e 01 iras muitas fazendas de goslo na loja das columnas rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Tateme
Pechineha sem igual.
Na misma loja das columnas vende.se cortes de cambraia organ.vs de barra de duas salas e de babados malisad MMB || a 16 varas rada
corte a 63, l<3, 103 e 123 o corte.
AGENCIA
HA
FUNDICAO SE L0W-M00B.
Una da Senzalla nuva 1. 12.
Neste eHabelecimeoto coritina a haver
um completo sortimento de tnoendas e meias
moendas para engenho, niaeiiras de vapor
e tachas di) ferro batido e COadO, de todos os de panno de linho |.elo barato preco de 23000.
\o arniazenti de fazendas bara-
tas de Mantos C'oelho
Rl'A DO Ql'EIM \DO N. 19 VENDE-SE O SE-
GL'INTE :
K-lcia da India
propria para forro de sala, de 4, 5 e 6 palmos de
largura, por menos preco do que em outra qual-, 97Wlia do <|liclm:id -91.
quer parte. Novas lazinhas wronniii nimio hml h
Lfnfes da encorpada, propria para vi
PECHIMCIIA
,Custodio (arrullio i Com-pa-
nhu
lamanhos lara ditos.
Arados americanos o machinas para
lavar roopti: em casa de S. P. Johnston A C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
FtZEMMS
bnratas para acallar.
Sedas de ipiadios e de lislras a 320 rs. o cova-
do, Hadas laas de qoadrinhos a 300 o covado, su-
perfores eassas de cores a 200 rs. o covado, ditas
muito finas a 240 o covade : na I ja daseolnmnas,
na roa do Crespn. 13, de Antonio Correia de Vas-
concollos e C.
na da Scn/.alla 11 42.
Vi'iiile-s'. em casa do S. IV Johnston & C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
Icacs bronzeados, lonas ingieras, fio devela,
Lencrs
de bramante de linho fino de um s panno, pelo
barato preco de 33J00.
Colierti s de rliila da India
pelo barato preco de 23000.
Ilrainante de linho
com dez palmos de largura, pelo baratissimo pre-
co de 23400 a van.
Ilrelanha de rolo
Pecas de brelanha de rolo, propria para saia,
com 10 varas, pelo baratissimo preco de 33000. .
IV. is do cambraia
adamascada com 20 varas, propria para cortinado
de cama, pelo baratissimo preco de 105000.
Peen de cambraia
de salpicos,
emaciadas,
vado.
lelo barato preco de 240 rau
Meia* do Porto.
Vendem-se na loja de ferraeens da ra l '
deia Velha n. 14, un
algodao, por prei^o muilo tw
ptima acqiiiMico de es>
tuhelecimcnto.
Vende-se a loja de fer'
do Recife 11. Si. cooa Um
I sortid.i. tanto deferragem como de miudnai, as
quaes eslao em bom -:.-.! vi n
mereadoriaa, e garanle-seearn ndaieni
j propria para algum principiam. i,r
i pouco fundo co
com K ii* varas fa?ent i nnerior ''.......,""T ,0"'"- '" r ,>l,r '* fl,'K'ada e 1 limadas lojasnnis bem loralisada
pelo baratissimo preco de 43.
fundos e estar bem afreguezada, tanto para a tr-
ra como para o mato; c tambera se faz negocio
s com a armacSo.
mEi\(j.lo.
casas a roa do Trapiche a. 34.
- Vende-se ama armado de taberna cora toaos i cliiootos para carros o montana, arreios para
li-'itnp n'is os pertences, na Iravessa das Crnzes n. J2 : a ira- r ,
} tar na mema cm o ab.iio assignado. | r* ,le um e dous cavallo, e rolog.os de drcjr0), da mil0 loa condoctt
I Jos de Sa Lopes Fernandes. i ouro patente inglez. mado n. 37, loja de ferragens.
Veude-se um excellente escravo, oflirial de pe-
na rua do Quei-
os pre tendentes pndem dirii^
nao so para exaainareai o 11 lateo
da< nurcadorias.
Vinho verde
o mais mperior am ;
garrafa, en
n. 24. esquina da trav j



Diarlo de ernanihnco Terca felra de Janeiro de 18414.
i
ALLMCA
GHMDE
1
57 RA DO IMPERADOR 57
Na^bem conhecida loja (iue foi do Sr. Flix alfaiate.
Panlo Ferrelra da Nllva proprietaro deste novo estabelecimento, teudo
caegado da Europa, aonde escolheu um grande e variado sortimento de molhados, tem
PECHINCHA
COMO JUMCA iiorv:
NO
ARMAZEM
n
UNIO

m-z
COMMERCIO
10 Mitra ii% riMii ie
Francisco Fe mandes Dnarte dono deste muito acreditado armazem
a honra de os expor ao respeitavel publico desta cidade pelos mais resumidos preces. |de molhados, acaba de receber neste ultimo vapor os mui desejados gneros escolhidos
Em tilo ptima occasio, por estarmos prestes a festa de Natal, o proprietaro do j P na Europa, todos muito proprios para a fosta os quaes est resu vido a vender por
fraude armazem Allianca offerece aos seus amigos e freguezes que o conliecem desde Pre?os baratissimos como vero pela seguinte tabella, e mesmo pede a todos os Srs. da
quando foi socio dosarmazcnsProgrcssho e Progressista as maiores vautagens em com- praf*. de engenhe e lavradores para que mandem suas relaces para isrem despachadas
rarem em seu armasen, ino armazem do Progresso do largo da Penha n. 10, flm de ?erem a grande vantagem
Hojo de novo establecido mais precisa da concurrencia de todos estes sectores ;* tram. tanto na superioridade dos gneros como nos prefos asss resumidos,
ao seu estabelecimento. certos de que es a casa jamis deixarao de ser cumpridas as os Srs- grandes vantagens por ella offerecidas. Hca' *w ser5 t5 bem enim n se viessem pessoalmente.
. O interesse que tira o proprietaro deste acreditado armazem, j leve ser bem co-
Manteiga ingleza a mais superior ueste gj- Cognac de superior qualidade a 800rs. a gar- ... mMM. r v
nema 800 rs a libra, e comprando de 8 rafa. noeciao pelos seus numerozos freguezes, pois simplesmente consiste em servir bem e ga-
Defroate da loja do Preguica.
HITARTE \l/fli:ill%
acaba de abrir o seu grande e sortido armazem de molhados denominado Um e Cmm-
mercw. Este grande armazem um dos mais Lem montados que temos em aossa pata.
nao s em limpeza e aceo, como as qualidades especiaes de seus gneros. O propm
tario do Unido e Commerch offerece todos os senhores da praca, seobores de eagssfco
e lavradores a seguinte tabella, por onde verlo a grande economa que lhe rewlu na
comprarem em to til estabeleci ment, afiancando o mesmo todo e quakmer geaero
sahido de seu armazem.
n
ollinho francez em latas e caixnhas asmis Erva-doce a 5oo rs. a libra
delicadas que tcm vindo ao nosso merca-
do de 7oo a 2,5oo rs. a caixinha.
11MO a 8uo rs a libra, e comprando de 8
libras para cima a 72o rs., esta a mais Um muit0 ior a rs fa>
superior que pode haver, tambem ha mais
baixas para menos precos.
dem franceza muito nova a 600 rs. a libia
c 56o rs. em barris ou meios.
Peras seccas muito novas a 48o rs. alibni.
Cha parola de especial qualidade a 2,8oo rs.
a libra.
dem hysson muito superior a 2,7(o rs. a
libra.
dem uxim a 2,5oo rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo rs. a libra.
dem idem a 2.000 rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,ene rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Chocolate francez, hespanhol e portuguez, i
9oo e 1,2oo rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
o, de qualidades especialmente escolhidos,
de 2,ooo a 4,5oo rs. a caixa.
Fanal do Maranhao muito alva a lio rs. a
libra.
dem de araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Vinio do Alio Douro engarrafado, e os mais
bem escolhidos, lagrimas do Douro, I). Pe-
dro V, Luiz I. Buque genuino, Nctar
superior, Malvasa fina, Bastardo, e outro
a H.ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
a garrafa.
Idem Cherry e Madeira a 1,5oo rs. a garra
a e 16,000 rs. a duzia.
dem Bordeaux de diversas marcas de 8,00c
a lo.ooo a duzia e 800 rs. garrafa.
"Bolaxinhas americanas a 4,000 rs. a barrica,
e a 3oo rs. a libra.
Batatas muito novas a 1,00o rs. o gigo, e Co
rs. a libra.
Banha de porco refinada a 48o rs. a libra 3
em barril a 44o rs.
Vinho em piqa de Lisboa, e Figueira, de 3,ooo
a 4,000 rs. a caada, e 000 rs. a garrafa.
Idem de Lisboa em ancorlas de 8 a 9 cana-
das por 27,000 rs.
Mem do Porto muito especial a 5,5oo rs. a
caada e 72o rs. a garrafa.
nhar pouco, afim de conseguir a contmuacTio daquellas pessoas, que a pr meira vez se dig-
Car a 28o e 32o rs. a fibra, e a 8,000 e""6111 honrar o seu estabelecimento.
9,000 rs. a arroba.
. Jueijos flamengos chegados neste ultimo
Ceneja das melhores marcas do nosso mor- vapor a 2,ooo rs.
Idem do vapor pajsado a l,8oo rs.
dem prato muito novos e de superior qua-
lidade a 4oo rs. inteiro, e a 5oo rs. a
libra.
Doce de goiaba fino em caixoes com 2 V*
libras por 600 rs.
dem mais baixo a 54o rs.
Manteiga ingleza flor a mais superior do
mercado a 72o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 64o rs. a libra.
Manteiga franceza de primeira qualidade a
56o rs. a libra, e 52o rs. em barris ou
meios.
Cha perola neste genero nto ha nada a de-
sejar, e de especial qualidade, mandado
vir de conta propria a 2,800 rs. a libra.
dem huxim o melhor do morcado a 2,600
rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 2,ooo rs. a
libra.
dem hysson muito superior a 2.5oo rs. a li-
bra.
dem preto hemeopathico muito fino a 2,ooo
rs. a libra:
cado de 5,000 a 6,000 rs. a duzia, e Soo
rs. a garrafa.
Consenas inglezas a 75o rs. o frasco e8,6oo
rs. a duzia.
Doce em calda a 5oo rs. a lata.
Emilias francezas muito novas a 64o rs.
dem portuguezas a 72o rs. a lata.
dem seccas a2oo rs. a libra.
Bassouras do Porto cora arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
Vellas de espermacetc da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
dem de carnauba e compos-iro a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijotopara limpar facas a 12o rs. cada.um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 320 rs. a
libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pefeada, cor-
vina, e outras qualidades a l,ooo rs. cada
tata.
Passas muito novas a lo,000 rs.'a caixa e
5oo rs. a libra.
Palitos lixados para dentes a i4o rs. o maco,
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre ingleses e americanos
a 85o rs. a fibra.
Idem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijo prato a 800 rs. a libra.
dem flamengo viudos no ultimo vapor a
2,800 rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
lata.
Sag mito novo a 2oo rs. a libra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
ris.
dem hamburgueza em frasqueiros a 5,8oo
ris.
Idem im garrafes com 4 /* garrafas por
2,5oo rs. como garrafao.
. Idem de Hollanda em garrafes grandes a
Vinagra de Lisboa muito superior a 2,ooo 5,5oo rs cada um.
rs. a caada.
Idem mais baixo a l,5oo rs. a caada, e 2oo
rs. a garrafa.
dem em garrafes com 4 j garrafas por
1,2jo rs. com o garrafao.
Amasa* francesas em catatabas com ricas
1 tas no exterior de l ,200 a 2,000 rs.
cada urna.
dem e:n frasco de vdro de diversos tama-
nhos a 1,5 o e 2,5oo rs.
Idea en latas de 1 1/2 e 3 libras a l,3oo e
2,3oo rs. cada urna, c a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em caixnhas de 4, 8 c 16
librrs a l,3oo, 2,5oe e 5,ooo rs. cada
urna caa.
dem em caixnhas de folha a 32o rs.
dem era caixas grandes a 2oo rs. a libra.
Idem em latas ermelimente lacradas de 1,600
a 3,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao a 80, 100 e 12o
rs. a libra, e 2,5oo e 2,8oo rs. a arroba.
Amandoss de casca mole muif novas a 4oo
rs. a libra.
CeboJM novas a l,2oo rs. os motaos gran-
des e a 1,000 rs. ooento.
dem em botija a 4oo rs. cada urna.
Garrafes vastas de diversos tamanhos a 5oo,
64o e I.200 rs
Gomma do Aracaty a 80 rs. alibra muito alva
Graixa a loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos francezes em garrafas e frascos
de diversos tamanhos de 600 a 800 rs. ca-
da um.
Marmelada imperial de todos os conserveiros
de Lisboa a 94o e 7oo rs. a libra.
Vlassa de tomate muito nova a 64o rs. a li-
bra.
Marrasquino de Zara a 640 rs. o frasco,
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
I'imenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a 1,100 rs. a libra.
Ifazema a 2oo rs a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. o
fraeo.
Copos finos para agoa a 5,ooo rs. a duzia.
Ciouricasnovas a 72o rs. alibra.
Sevadinha de Franca a 2oo rs. a libra
Sevada miito nova a loo rs a libra.
Cominhos, ervadoce e pimenta do reino a
36o rs. a libra.
Genebra de Hollanda a 5,5oo rs. a frasquei-
ra com 12 frascos, e aretalho a 5oors.
cada um.
dem em botija hamburguesa a 4oo rs.
Genebra do laranja a 1,00o rs. os frascos
grandes.
Vinho de caj o melhor qn? ha no mercado
a l.ooo rs, a garrafa.
Palitos do ^az a 2,3oo rs. 11 groza e 2o rs.
a caixinfa.
dem de dentes lixados a 16o rs. o maco com
2o macinhos.
Ervilhas sexas chegadas neste ultimo navio
a 16o rs. a libra, e em porcao se faz aba-
tmento.
Banha de porco refinada a 4So rs. a libra e
42o rs. em barril.
Vinho branco de superior qualidade proprio
para missa a 64o rs. a garrafa.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, mandada
. vir de conta propria, a 7oo a 800 rs, a
libra.
Champanha de 20 a 22,ooo o
g>g.
Bolachinba de soda chegada ueste ulumo
navio a 1,35o rs. a lata, deste genero ha
grande porcao e de differentes majeas,
que se vendem todas pelo mesmo preeo a' M._ ,, ...
_.j a________i_ dem francezas em frasco de "idro com tam-
Ameixas francezas em caixnhas elegante-
mente Toadas com ri as estampas a
l,2oo, l,">_e 2,ooo rs. cada urna.
vontade dos compradores.
Iem em latas grandes a 2,ooo rs.
pa do me^mo contendo 1 'i libra a l,2eo
rs. s o frasco val quase o dinheiro.
dem propria para lanche em latas grandes dem em latas de 2 libras por l,4oors.
a l,9oo rs. a retalho, e a 800 rs. a libra.
Marmelada imperial dos melhores fabrican- a 1 ..
tes de Lisboa a 64o rs. a libra. 1 F,*9f de ,madre muit0 nov?s em, bahuz.-
nhosmuito proprios para mimo al,28o rs.
Frutas em calda em latas de l,ooo a 5oo rs., ,. _
neste genero ha diversas qualidades a es- Id^ em Um para reta"10 a 1(>0 rs' a
colher. IlDra-
Champanha superior das marcas mais acre- Passas ,,,e ^^SL" 48 n- a libra e em
ditadas a l,5oo rs. a garrafa e 15,ooo rs. 1uart0 com 8 llhras Por 2'r>o rs.
o gigo.
_ ., Bolaxinhas inglezas de superior qualidade a
Seneja das melhores marcas que vem ao 2,oon rs. barric<% 0 a^0(, rs4a ,b
mercado a 5oo rs. a garrafa e a 5,ooo rs.'
a duzia Chocolate francez o melhor que se pode de-
,. sejar neste genero a 1,00o rs. a libra,
dem preta superior a 56o rs. a garrafa e a
5,400 rs* a duzia- Macas para sopa estrelinha, pevide, arroz de
Vinho Bordeaux de differentes marcas, e as' ma^ a 4*> rs. a libra, e em caixa a 2,ooo
melhores do mercado a 7,ooo, 7,5oo e n: cada una> macarrao, tilherim, eale-
8,000 a caixa com urna duzia, e em gar- tr'a a 4o a ''bra
rafas a 64o, 7oo e 800 rs., garante-se a Amendoas de casca mole a-400 rs. a libra,
boa qualidade.
,, ... ,..., Avelans muito novas a 2oo n, a libra,
dem tigueira de superior qualidade a 48o
rs. a garrafa e 3.5oo rs. a caada. Ervilhas francezas muito nevas em latas
.... Q grandes a 64o rs.
dem de Lisboa a 2. Son rs. a ranada e 4oo
rs. a garrafa. dem em ditas pequeas a 4oo rs.
'v.^w.TSKKhutr*em 'aus"ei e2,ibrasa
nada. 40 rs'
' Salmio em latas de 1 libra a 800 rs.
dem fino do Alto Douro da colheita de 1833, 1 ,,:nVl, .... ,. u 1 1
como sejam: D. Luiz, Feitora vellio. Nec-1 ^0 *" tatM grandes ;' '4o rS" ^
tar, Carcavelles e Caraes em caixa de
urna duzia a 9,ooo rs. j Sardinhas de Nantes a 36o rs a lata.
Lagrimas do Douro, especial vinho do Porto Cognhac ingle/, a 800 rs. a garrafa.
a libra.
dem preto muito fino, a 2,6oo rs, a libra.
dem preto, mais baixo, a 2,000 rs, a libra.
dem, verde, miudinho, mais proprio para
negocio, a l,5oo rs, a libra.
Banha de porco refinada muito alva a 46o
rs, a libra, e em barril se far abatimento.
Biscoitos inglezes das seguintes marcas;
Craknel, Soda, Ceede, Captain, Travellies.
Lunch, Cabin, e outras muitas marcas, a
l,4oo rs, a laU.
Bolachinba de sdo, especial encommenda, a
2,2oo rs, a lata.
Biscoito inglez Craknel em latas de 5, 7 e 15
libras a 5,ooo e 6,000 rs, e de l,2oo a
800 rs, a libra.
Queijos do reino pelo baratissimo preco de
l,6oo, l.Soee 3,ooo rs os do ultimo
vapor.
dem prato muito fresco a 64o rs, a libra,
dem londrino muito fresco a 800 rs, a libra.
Vinhos em pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
48o, 56o, e 64o rs, a garrafa, e de 3,ooo a
4,5oo rs, a caada.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa em latas de 1 e mais libras
a 7oo rs, a libra.
Peras secaas em caixnhas de 4,ooo a 2.000
rs. cada urna.
Figos em caixnhas de 1 '/arroba e de 8 li-
bras a 8,000,4,ooo, e 2,ooo rs, e a 3eo rs.
a libra, taambem ha serinhas para men
nos a 60 rs. cada urna.
Amendoas de casca mole a 36o rs, a libra, e|
em arroba ter abatimento.
PaJiros do gaz a 2,3oo rs. a grou e ao rs. a
crixinha.
Milho alpista a 16o rs. a libra.
dem franceza chegada pelo ultimo navio a
56o rs. a libra, e em barril ter abatimen- Cominho muito novo a 4oo rs. a Kara, e
to. comprando de 8 lbr s para rima a Mo'ra.
dem ingleza em potes de 4 a 16 libras a!Gonlma miito alva para engommar a 80 rs.
800 rs, a libra, e o pote separado, a ''bra, e em arroba se far abatimento
Cha uxim o melhor neste genero, mandado ^ "^ DW0 >26oni *
vir de conta propria a 2,8oo rs, a libra. ^ vcrdadero he8panbo| ^ ^ ^
dem hysson, grande, muito bom a 2,6oo rs. ^ a D0S-S mercado 3 a '*"
'Vinho branco o melhor nerte genero a 800 rs,
a garrafa e 4,3oo rs. a caoada.
dem Bordeaiu de differentes marcas, garan-
te-se a qualidade, a 8.000 rs. a caixa casi
urna duzia, e a 7oo rs. a garrafa.
Garrafes com 5 garrafas de vinho do Forte
do Alto Douro a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem cora 5 garrafas de vinho Figueira. nus
pn 1 .rio para a nossa estaco por ser mata
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafas de vinagre a l.aoo rs.
o garrafao,
Sabio massa de superior qualidade a 18o.
2oo, e 22o ra. a libra do melhor que ha
Graixa em latas muita nova a 12o rs. a lati-
nha, e l,3oo rs. a duzia.
Peixe em latas muito novo: savel, pescada,
curvin, salmio e outras muitas qualidades
preparados de escabexe, segundo a arte de
cozinha, de l,2ooa 2,ooe rs. a lata.
dem do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado e escoltado pessoalmente por um
dos socios que se acha em Portugal, da
seguintes marcas : Dnque, Genuino, Ve-
lho secco especial, Lagrimas Doces de
1819, vinho especial D. Pedro V, vinho
velho. Nctar superior de 1833, Duque do
Porto de 1834, vinho do Porto velho so-
perier, Madeira Secca de superior quali-
dade, vinho do Porto superior D. Luiz I
de 1847, Lagrimas do Douro, especial vi-
nho do Porto, de l,ooo a 1 2oo rs. a gar-
raa e de lo.ooo a 12.000 rs. a caixa com
urna duzia.
Alpista a 14o rs. a libra e 4,600 rs. a arroba.
Macarrao, tafearla e aletria inuito nova a|M,)Stfda franTa Preparada e muito nova
4oo e 48o rs. a l-rira. a 30 rs- cada um frasco-
Biscoitos e bolacliinhas inglesas as ultimas
Chegadas ao nosso mercado a I,2oo e
l,4oo rs. cada lata.
Bolachinha de soda lunch em latas grandes Sevadinha de Franca muito nova a 2oors. a
a 2,000 rs. caca lata. I libra.
G mearas francezas de superior qualidade a
640 rs, o frasco e 7,ooo rs. a duzia.
A :eite doce a 64o rs. a garrafa.
ATTENAO.
Neste grande armazem de molhados vende-se em grandes porces e a realho,
fazenrJo se ditfercisa cnsideravel a quem comprar de 100^ para cima.
a l,ooo rs. a garrafa e lo.ooo rs. a caixa
Duque do Porto, Madeira secco, duque ge-
nuino, lagrimas doces a 9oo rs. a garra-
fa e 9,5oo rs. a duzia.
Garrafes cora vinho do Porto a 2,2oo rs.
cada um.
Vinagre de Lisboa de superior qualidade a
2oo rs. a garrafa e l,2oo rs. a caada.
Azeite doce refinado na garrafas grandes a
800 rs.
dem de Lisboa a 64o rs, a garrafa, e em
caada a 4,800 rs.
Presuntos inglezes para fiambre a 7oo rs. a
libra,
dem de lamego encommenda particular a
48o rs. a libra, e inteiro se faz abatimento.
Toucinho do reino o melhor do mercado a
:20 rs. a libra, e em arroba a 9,ooo rs.
Velas de espermacete de 4, 5. e 6 por libra
a 560 rs., e em caixa se faz abatimento.
dem de carnauba refinada a 32o rs. alibra
e 9,ooo rs. a arroba.
dem de carnauba pura do Araeaty a 4oors.
a libra e 10,900 rs. a arroba.
Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
Aramia verdadeira a 32o rs. a libra.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 12o rs. a libra.
Sag muito novo 24o rs. a libra.
Licor francez das melhores mi reas do mer
cado a 800 rs. a garrafa.
Batatas chegadas neste ultimo navio em cai-
xa com duas arrobas por l,6oo rs., e 4o
rs. a libra.
Concervas inglezas a 75o rs. o frasco.
Sal refinado en potes a 5oo rs. cada um.
Mostarda ingle ;a a 1,00o rs. o rascs.
dem franceza a 4oo rs. o pote.
Milho alpista a 16o rs. a libra a 4,8uo rs. a
arroba.
Graixa muito nova em latas grandes a 120
ris.
Latas com peixe em posta ermeticamente
lacradas d.is melhores qualidades de pei-
xe que ha em Portugal a l,2oors.
Caf lavado de Ia qualidade a 32o rs., dito
de 2' a 28o rs. a libra e 8,2co rs a arro-
ba, dito de 3a a 26o rs. a libra e 7,8oo
rs. arroba.
Charutos suspiros dos melhores fabricantes
d-' S. Befa a 2,5oo rs. a caixa com loo
char.it'
dem finos de diversos fabricantes a l,6oo.
l,8oo e 2,000 rs. a caixa com loo charu-
tos, to preco nao indica a boa qualidade
porm deem-se ao trabalhu de vrem ou
mandarem e vero a realidad.?.
Sardinhas de Nantes a 32o rs, a latinha.
Toucinho de Lisboa muito novo a 3oo rs, a
libra e em arroba a 9,ooo rs.
.Vlassa de tomates a 64o rs, a libra.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra,
Farinha do Maranhao a 14o rs, a libra.
Ceblas a 800 rs. o molho, 64o rs. o cento
e 6,5oo a caixa.
Tijollo para hmpar facas a 16o rs,
Ceneja das mais acreditadas marcas de 5,ooo
a 7.5oo a duzia, 0 de 5oo a 600 rs, a gar-
rafa,
Prezunto para fiambre muito fresco e novo
a 800 rs. a libra.
Genebra de laranja a l.ooo rs, o frasco,
ChoHricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Cognac, verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa,
e lo,5oo rs. a caixa com urna duzia.
Licores 'francezes e portuguezes de todas as
marcas de lo.ooo a 15,ooors. a duzia.
Passas muito novas a 5oo rs. a libra e a 8,5oo
rs. a caixa. Ha caixas, meias e quartos.
Batatas a l,ooo rs. o gigo com 38 libras e
2,oao a caixa com duas arrobas cadauma
Bocetas com doces seceos de 3,ooo a 3,5oo
rs. cada urna.
Bolachinha ingleza a 32o rs. a libra,
Azeite francez e portuguez refinado a 800 rs.
a garrafa, e 9.000 rs. a caixa com urna du-
zia.
Conservas inglezas .las seguintes marcas:
Mixed, Pickes, e ceblas simples a 800
rs. o frasco.
Mostarda ingleza preparada em potes a 4oo
rs. o pote.
Nozo muito novas a 160 rs. a libra e 4,8oo
rs. a arroba,
Vasos inglezes \asios de 4 a 16 libras, muito
proprios para deposito de manteiga, doce,
e outro qualquer liquido, de l.ooo a 3,ooo
rs. cada um.
Vassouras americanas a 800 rs. cada I
ima.
\elas de spermacete as melhores que ha as
mercado a 56o e 64o rs. e masso, e em
caixa se far umjgraiide abatimento,
dem de carnauba e coinposico, de 4oo a
32o rs. a libra, e de 10,000 rs, a 1 l,5oo
rs. a arroba,
Caf de 1* e 2* sorte de 8,3oo a 8,600 rs a
arroba, e de 28o a 32o rs. a libra do me-
lhor.
Arroz da India. Maranhao e Carolina a 3,ooo,
2,8oo e 2,4oo rs. a arroba e a loo rs a'
libra.
Frasqueira de genebra a 5,8oo rs. e a 5oo
rs. o frasco.
Azeite doce em barril muito fino, a 64o rs.
a garrafa, e em caada ter abatimento.
Papel grava pautado e liso a 3,5oo rs. a
resma.
Genebra de Hollanda em botija de conta a
44o rs. a botija.
Passas crtateos a 5oo rs. a libra e 12,8ou
rs. a arroba,
Ervilhas franceza e portugueza a 640 rs a
lata de urna libra. -
Chocolate francez. hespanhol. SOtasp e por-
tuguez a 1,00o rs a libra, e a 28o rs. ca-
da pao de urna 4/.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas. com diversas estampas
no exterior da caixa de 1.500 a 3,ooo rs.
cada urna; tambem ha frascos e latas de
differentes tamanhos que se vendem por
mdico proco.
Massas para sopa: macarrao, talharim c ale-
tria a 48o rs. a libra, e em caixa se far
abatimento.
Garrafes com 14 garrafas de genebra Hollanda a 5,5oo cada um.
Charutos de todas as marcas c dos metbo-
res faLricantes da Baha de 3,ooo a 4,eoo
rs. a caixa.
ATTEH^AO
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100J para
cima ter3o mais 5 a 10 por % de abatimento; o proprietaro scientiea mais que todos
os seus generes sao recetados de sua propria encommenda, razo esta para poder ven-
der por muito menos do que em outro qualquer estabelecimento.
II II T 1 1 Ano


Diario de t*rr Httnih uro T*r<-: felra 5 de Inelr de 1 I
m
s
ATTENCAO
9 LARGO DIH C tlino 9
GRANDE SORTIMENTO
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participan aos seus numerosos fregueses e ao publico em (feral que acabam de
receber de sua propria encommenda, o mais Indo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por trenos 10 por ceoto do que outro qualquer
annunciante, como tero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
mos proprietark nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos ossenkores que comprarem pan: negocio ou casa particular de lOOl para
.ima terao mais ."i a 10 por ceato de abatimont), os proprietarws scientiflcam mais que
todos os seus gneros s3o recebidos de sua propria encommenda, razo esta para p ode
vender por muito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Mantaiga ingleza flor a 8oo rs. a (ibra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a ca xa, e
a lu is. a libra.
biJiuho francez e em caixinhas de Too a
l,5oo rs. cada urna,
dem rraneeza a mais nova do mercado a 56o
rs. a libra, e 34o rs. em barril.
dem de poico refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Preiiuito para fiaubre a 8oo rs. a libra.
Cha uxim miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hysoo de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libira.
Idem perola o melhor que se pode desejar a
2,7oe rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais. baixo a l,8oo rs. a libra.
Vinho do Alto Douro viudo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade dusto vi-
nho, das seguirte* marcas : Duque, Ge-
nuino, velho seeco, especial lagrimas do-
ces ile 1819, vinho especial D. Pedro V.,
viiilio velbo, Nctar superior de 1833, Du-
que do I'orto de 1834, vinho do Pollo ve-
lho superior, madeira secca de Wpeftor
qualidac'.e, vinho do Porto superior 1). La-
ja I de L847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs.
a garrafa e de 10,000 a 14,ooo rs. a caixa
cura urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ba no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos i agieses das memores marca em
latinhas de 2 libras a l,3oo rs. a lata.
Mero inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,000 a 6.000 rs. a lata, c em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 2,3oo rs. cada um.
dem prato a 7oo rs. a libra.
vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como s.;jamid- F., PRR, JAA, outras
militas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 96o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em caada a
3,000, ;i,5oo, 4,oeo e G,;ioo rs. o melhor
do Porto.
Mem Bordoaax das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafoes com 3 garrafas de superior vino
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo.
V illas de carnauba e composic5o de 32o a
36o rs. a libra e de 10,000 a U.ooo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
4iO rs. a botija, e em duzia eu em barrica
ter abaumento.
Massas para sopa macarrao, talharira e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
raento.
ARMAZENS
DO
libra.
Id 1'iii uxim a 2,3oo rs. a libra.
dem hysson a 2,3oo fs. a libra.
dem dem a 2,000 rs. a libra.
dem preto de qualidade muito especial a
2,000 rs. a libra.
dem idem inferior a l,6oo rs. a libra.
Champagne a melhor neste genero a i.5oo
rs. a garrafa e 18,000 rs. o gigo.
Idm estrelhnha, rodtnha e pevide em caixi- ,, ...
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de,,dem Menor a '0.000 rs. o gigo e i,00o rs.
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a, a 8arrafa-
Bn. : Chocolate francez, hespanliol, e portuguez, a
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-j a 9oo e I,2oo rs. a libra.
nhos de 600 a 1,000 rs. o caixo. Charutos dos melhores fabricantes da Babia
Sabo massa de 2oo a 24o rs. o melhor, em; c d quadades, especialmente escolhidos,
caixa ter abaumento. de 2,000 a 4,5o rs, a caixa.
Idsm hespanhol a 28o rs. a libra. Farinha doMaranho muito alva a 14o rs. a
libra.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada, ,, ..
corvina, salmo e outras multas (Hialidades Idem de mam verdadetra a 4oo rs. a hbra.
preparada de escabeche 2. a arte de cosi- Vinhe do Alto Douro engarrafado, e os mais
nha de l,2oo a l,8oo rs. a teta. bem escolhidos, lagrimas do Douro, D. Pe-
Fijos em caixas de 1 arroba, '* e 8 libras! dr0 V: D- *fl: Duque genuino, Nctar
a 8,000 4,000 e 2,000 rs. a caixinha. I 8UPfr'^' M*'vasia ,ina' S^.e outros
1 a H.ooo e 12,ooo rs. a duzia e l.ooo rs.
Barris de vinho branco de quinto, marca B a garrafa.
4Filhoa60,ooors. *barril. ,,, rk,. u 1
dem Cherry e Madeira a I.oo rs. a garra-
M rmelada imperial dos m-lliores conservei- fa e IG.000 rs. a duzia.
ros de Lisboa a 64ors. al.tinha de 1 libra,'.___ ...
ha tetas de i 'i e 2 libras Bonieaux de diversas marcas de 8,000
a lo,ooo a duzia, e 800 rs. a garrafa.
Massa de tomate em latas domadas de I libra 0^1. -u .
I 64o rs a lata Bolaxinhas americanas a 3,ooo rs. abanica,
e 2oo rs. a libra.
Ameixas francesas em caixinhas elegante-! ,,
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a UalaLa;> "^'t0 novas a '.ooo rs. o gigo, e 60
caixinha, tambem ha latas de 1 '/i a 6 H-' lb' a llbra-
brasde l,2oo a 4,5oo rs. a teta.' Banha de porco refinada a 48o rs. a libra, e
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
iuisso a l,2oo rs. a libra.
PROGRESSISTA
. ra has im/i:s *. so
B
RA DO CRESPO N. 9

\<> bUno de tanto Antonio.
Joaqun] Jos Gomes de ttoaza scientifica a seus numerosos fregu,
zes e ao publico em geral que acaba de estebelecer um novo armazem de molhados
ra do Crespo n 9, aonde se encentrar sempre os melhores gneros de estiva, que
se venderao a retalho e por atacado, por menos dos que se venderem em outra qualquer
parte, afflancando-se aquellas pessoas que comprarem ncstes armazens a superior qua"
lidade de gneros, precos commodos e bom acondicionamento.
O armazem da ra do Crespo situado no melhor local desta cidade com o as-
seio que de necessidade manter-se com estes estabelecimentos, faz crer a seu pro-
prietario, que ninguem deixar de sortir-se n'um estabelecimento aonde se encontra sin-
ceridade, para ir-se comprar aonde se n5o fferecem tantas vantagens.
Sende este armazem no verdadeiro ponto de partida para os arrabaldes desta
cidade, n5o serdifficil cjuelles senhores que teni de partir nos mnibus darem suas
eucommendas neste armazem, que sempre ibes offerecer os mais agradareis gneros
Cha perola de especial qualidade a 2,8oo rs. dem muito superior a l.ooo rs. a garrafa
a libra,
dem hysson muito superior a 2,7oo rs. a Caf a 28 e 32 rs- a libra a 8>oo e
9,000 rs. a arroba.
Cen-eja das melhores marcas do nosso mer-
cado de 5,000 a 6,000 rs. a duzia, e Seo
Vinho em pipa de Lisboa, e Figueira, de3,ooo
a 4,oqo rs. a caada, e 5oo rs. a garrafa.
dem de Lisboa em ancoretas de 8 a 9 cana-
Conservas inglezas das seguintf s marcas das por 27:00 rs'
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs dem do Porto muito especial a 5,So rs. a
3 fiasco. caada e 72o rs. a garrafa.
Ancoretas de vinho colares a 00,000 rs., e, dem em garrafoes com 4 / garrafas por
2,5oo rs. com o garrafo.
:i 72o rs. agarrafa.
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha. vinagre de Lisboa muito superior a 2,ooo
Charutos das mais acreditadas marcas do rs- caada.
dem mais baixo a 1,80o rs. a caada, e 2oo
,5oo a 4,000 rs. a caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.000
rs. a garrafa.
a 2i,ooo rs. ogigo.ede l,2ooa2,ooors. a dem em garrafoes com 4 *% garrafas por
garrafa- l,2oo rs. com o garrafo.
Papel greve pautado ou Uso a 3,:ioo rs. a res- M^ga ngleza 9oo> 7oo> ^ e 9oo rs. a
a# i-i.
hora de pnmeira qualidade.
Id'm de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
4,000 rs. a resma.
l< emcon3 garrafa de vinho da Figueira mais Gomma muito fina e alva a 80 rs. a libra.
nrunrin nara a nncca octavan i\m- c. i- miu Milliu aloisia o naincn da 111a i 4nn ,. n i;
proprio para a nossa estacao por str mais
fi <\sco .a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garraao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 5o rs. a garrafa, e a
i,3oo m a caada.
Vtlas de esparmacate as melhores ueste ge-
nero de 56o a 64o rs. o raac/>, e em cai-
ta ter grande abatimento por haver
,jraade porylo.
Aztile doce em barril muito fino a 6io rs.
a garra/ e 4,8oo a caada.
dem francs refinado a 800 rs. a garrafa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a
lata.
Bocetas eora doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a Kbra. e a
9,ooo js. a arroba.
Noasi muito novas a 16o rs. a libra e 4,800
rs. a arroba.
Caf de 1 .\ 2.2 e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. a libra, doCear de 7,8oo, 8,6oo,
e 9.2oo rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java eMaranh3o de 2,2oo a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5o a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 2io rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
dem franceza a 56o rs. a libra em barril, e
a 6oe rs. a retalho.
Milho alpiste e painso de 16o a 2oo rs. a li-' Ameixas francezas em caixinhas com ricas
bra. estampas no exterior de l,2oo a 2,ooo rs.
-i-.- a a a cada urna.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a!
duzia. dem em frasco de vidro de diversos tama-
ir ,,.,.. nhos a l,5oo e 2,5oors.
V? sos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito;
proprio para deposito de doce manteiga.Wem em latas de 1 1/2 e 3 libra a l,3oo e
ou outro qualquer uquido de i,000 ai 2,3oo rs. cada urna, e a 800 rs. a libra.
Figos de comadre em bazinhos de folha pro-
Liwres das melhores marcas e mais finos' Prios Para mimos a l,6oo rs. cada um.
al ,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-1 dem em caixinhas de folha a 32o rs.
ment. ^
; dem em caixas grandes a 2oo rs. a libra.
dem em tetas ermeticamente lacradas de
1,60o a 3,000 rs.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa |
e lo,5oo rs. a caixa.
Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra. Arroz da India e Maranuo a 80, loo e 12o
Genebra de laranja em frascos grandes a rs- Ubra.
l.ooo rs. o frasco. Amendoas de casca mole muito novas a loo
Serveja das mais acreditadas marcas de
5,5oo a 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs.
rs. a libra.
AzeHonas superiores a l,2oo rs. o barril.
a garrafa.
,. .... Alpiste a 14ors. a libra e 4,6oo a arroba,
dem em botijas e mera?, sendo preta da Letria a 4oo rs. a libra,
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia. j Biscoitos e bolachinhas inglezas as ultimas
. .. k-' ,. chegadas ao nosso mercado a l,2ooo l,4oo
(.emolas em momos grandes a 800 o momo jg, cada lata
340 o cento, e a t?,5oo rs. a caixa
I Bolaxinha de suda e lunch em latas grandes
a 2,000 rs. cada lata.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranho a 14o rs*. a libra.
Tijilo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Er/a doce a libra.
Caiella a l,ooe rs. a libra.
Cognac de superior qualidade 800 rs. a gar-
rafa.
rs. a garrafa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e 8. rs. a duzia.
Doce em cada a 5oo rs. a rata.
dem de goiaba em caixas e diversos tama-
itos e de diversas qualidades de 64a a
l.ooo rs. cada urna.
Ervilhas francezas muito novas de 48o a 64o
rs.
dem portuguozas a 72o rs. a lata.
dem seccas a 2oo rs. a libra.
Vassouras do porto com arcos de ferro a 32o
fs. cada urna.
Vetes de espermacete da melhor qualidade
a 600 rs. o maco.
Mem de carnauba e composicj a 32o e 36o
rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Tijolo para limpar facas a 14o rs. cada um.
Toucinho de Lisboa e Santos a 32o rs. a libra.
Sevada muito nova a loo rs. a libra.
Peixe em latas grandes, savel, pescada, cor-
vina, eoutras (realidades a l.ooo rs. cada
lata.
lapel greve pautado e liso de 3,ooe a 4.000
rs. a resma.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 48o rs.
a libra.
Palitos lixados para dentes a 14ors. o maco.
dem de flor a 2oo rs. o maco.
Presunto para fiambre inglezes e americano?
a 85o rs. a libra.
dem do Porto a 48o rs. a libra.
Queijos prato de 48o a 600 rs. a libra.
dem londrinos os melhores que se encontrare
neste mercado a 800 rs. a libra.
dem ftemngos vindos no ultimo vapor de
2,800 a 3,ooo rs.
Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
a tela.
Sag muito novo a 2oo rs. a Ubra.
dem muito superior a 28o rs. a libra.
Sabo maca de diversas qualidades a 2oo e
24o rs. a libra.
dem inferior de 12o a 18o rs. a libra.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6,5oo
rs.
dem hamburgueza em ditas a5,8oo rs.
dem de Hollanda em garrafoes grandes a
5,5oo cada um.
dem em botija a 4oo rs. rs. cada urna.
Garrafoes vasios de diversos tamanhos a Soo,
6e e l,2oo rs.
Gomma do Aracaty a loo rs. a libra.
Graixaa loo rs. a lata, e l,2oo rs. a duzia.
Licores finos franceses em garrafas e fras-
cos de diversos tamanhos de 600 a 800 rs.
cada um.
Marmelada imperial de U dos os conservei-
ros de Lisboa a 64o e 700 rs. a libra.
Massa de tomate muito nova a 64o rs. a
libra.
Marrasquino de Zara a 64o rs. o frasco.
dem em frascos grandes a 800 rs.
Cominhos muito novos a 5oo rs. a libra.
Erva-doce a 24o rs. a libra.
Pimenta a 36o rs. a libra.
Cravo da India a 64o rs. a libra.
Cannella a I,loo rs. a libra.
Alfazema a 2oo rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs.
o frasco.
CONSERVATIVO
DE
.14 MK I H SI ti AO 1JOS SA YTOS
23Largo do Terco23.
O proprietaiio deste armazem de molhados participa ao publico ea lod
fM tem um grande sortimento de tudo ipianto periencnite a moihad
um armazem para somonte rereher os gneros denator ipiantidad.', (. ces em boasquadras, e que sempre pode vender por menos de 10 20 por rento '!u
que em outra qualquer parte, garantindo o propietario qualquer genero saludo do tea
armazem, tanto em i eso como em qualidade.
Manteiga ingleza llr mandada vir por conta propria a 800 rs. a libra,
dem franceza, viada pelo ultimo navio a 560 rs. a libra e 540 rs. em barris.
Banha de porco refinada, propria para pastis a 480 rs. a libra, i .'in Larri! a 400 rs.
Velas de espermacete e carnauba do Aracaty a 600 rs. o massu e 400 e 440 rs i M u.
Caf lavado do Itio c do Cear, o melhor deste genero, a 280 rs. a libra e 85oo a ar-
rota.
Batatas novas em caixas com 2 arrobas por 20000, arretalham-se a 4o rs. a lihn.
Toucinho desembarcado ltimamente a 3oo is. a libra, em barril ou arroba a 8(5<
Cha de 1*, 2, 3* e 4 sorte a 2,?800, 20500, ,JOOO, e 10600 a libra
Azeite doce de Lisboa a 600 rs a garrafa, e de carrapato a 280 rs. a garrafa, e caada
20ooo.
Genebra verdadeira de Hollanda, em botijas, de conta certa, marca gallo a 360 rs.
Milho alpista o mais limpo que ha a ItiO rs. a libra a OOO rs., a arroba.
Chegado pelo \apor:
* para o vigilante, roa da Cres-
po BL 9.
At que chegaram as rumio wpiaa cu am-
inas de todas as cores com urna tilinha 4a vpliudo
no centro, cousa muito elegante para cnftiie. a--ira
como do outras qualidades, e preces mnito raza**
veis : s no vigilante, ra do Crespo, o. 7.
Para dar de nirat.
Checara.-n as riquissimas Imneras fo todos o
tamanhos, vestidinhos rieamenl. enfiia-ii -, r,.'a
nm em sua caixinha, propriamente para en *Ht-
cado mimo, por barassim pre^o: s no vigilan-
te, na do Crespo n. 7.
Para os seakares hachareis.
Chegon i tempo a riquissima fita de chamal
para cartas dos senhores bardan K assim coa
branca, li, propria para abrir l sintos : s no vigilante, roa do Crespo n. 7.
Peale* 4a aavrafa.
( Tambem ebegaram os riquassimos pentes e
p raarrafa cora pedrinhas.os lindos peam di n gaga
, para meninas, meias de seda e sapatinbos proprios
para baptizados, meias de seda para senhora, titas
de I a a para debrum, ota de linh*>. traaca*iU laa,
de linho e de seda, luvas de seda < aeifcra, e fia4a
Escocia e (amurca, aifinetes de cabrea chata, rar-
teirinhas c?m todas as agulhas pretwa para cos-
I tura, flvelas da atadiaparora esn.aliadas da sea
I para sintos. dores de toda* as qualulaJes. 'aiaaas
com pastillias de pexumaria, abafadmaa de a.
' para senhora, toucas e sapatinhos de lia, pbl.-e-
nhas de borracha para segurar mancBotos, Ofc*
, cordes de borracha, sabonetas redwada, dMa*
chamados de familia, poaaadas de Untas as aaaaV
. dades e dos fabricantes mais afamad*, rokhalw
' pratiados muito finos, retrozde todas as aailifalw,
retroz em carretel e em novclln, r ) n arfa, te
; todas as cores, escoras para dentes, ditas para ia*>
I pa, ditas para chapeo e ditas para unha, de toda
I os precos, e outros mais objectos, ojw se icrna/ia
i enfadonho annnnciar, e vista dos fn-rueies pro-
mette-se fazer todo o negocio: s no vfgAtoh, na
do Cespo ii. 7.
lia rhaaa par 400 rs
Sa aa Vigilante
Custodie Jos A Ivs Gnirrares, tendo arremata-
do urna grande por;ao de chapeos de sol para mi-
ninas, e querend que seus freirnezes pa;tilhe if
tal perhincha, esti os dando pela diminua <|i.-nfia
de 400 rs.: qnem deixar de rtmpnr mesmo pa-
ra as senhnras irem ao banho colarla* d<> *at.
S nt Vkjilaute, ru da Crespa 7.
Liaba.
Tambem arrematou urna grande porcao de lina
preta muito forte em massos d-- Ufara, ajM M vea-
de pelo baratissimo preco de WH) rs. cada om s
no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Partee*.
Lindissimos botiies para ponhos tan'n para ha>
mem como para senhoras. pt-lo barato pvaa aa
?W rs. o [ar : s no Vigilante, ra do Crespa,
n. 7._______________________________
Kua da Seozalla Aava n. \l
Neste estabelecimento vendem-se: tachas ra
ferro coado bra a 110 rs.. idem de I >w
Moor libn. a 120 rs.________________
Em nasa de Mills Latham A C,., na roa 4-
Cmz n. 38, vende-se ferro ealvanisari de un daa
melhores fabricantes inglezes, proprin p^ra cobers
tas de casa*. ____________^_^^____
Cal de Lisboa
chegada nltimamente na ra do Vigano n. 19,
primeiro andar.
Grande quidaraa de fazfmlas at a
Testa, para se li rular cotilas, ajiro ei-
vf iit'in pe desta? pe< hinchas na ha
sempre : na roa da Imperatriz, laja
e armazem d< \r ia n. >6, de Loa-
renco Pcriira MendesGmmares.
Cobertores la airara a l.
Vende-se cobertores de pellos a H e 1^600,
aabertas de chita a i& ; na ra da Imperatriz n.
'{56, loja de Mondes Guimaraes.
i Arara vende as (aazinhas de 9 pal-
mos al $200.
Vende-se laazinhas de urna s cor e qoadrinhos
proprios para capas, com 9 palmos de largura a
,180 o eovado, ditas para vestido a 280, 30 e
> rs. o eovado : na na da Imperatrfs, loja da
Arara n. 56, de Mendes 'Juimanies,
Urina da Arara a LOO rla o
eovado.
Vende-se brim pardo de linho com pequeo to-
que de mofo, que depois de molhado larga, proprio
pan caleas e palitots, a 400 rs. rs. o corado ;
brim branco de linho a 13 e {#200 a vara, fustn
de cores para raleas, coleles e palitots a 500 rs.
0 cavado : na ra da rrnperatriz, loja da Arara n.
56, de Mendes Guimaraes.
Laataha .arla Pa da .rara.
Vende-se laazinhas a .Mara l'ia minio Anas, com
quadros e palmas de seda, para vestidos a 560 o
eovado, sedinhas finas a 500 rs. o eovado ; na ra
da rrnperatriz n. 56
A Arara vende as capas a 8,000 rs.
Vende-se ricas capas para senhora a 8$, chales
de merino estampado a A.'<00, ditos traes niatisa-
dos de novo rosto a S&, dito de punta redonda e
borlla a 7&>00 : na ra da Imperatriz n. 56,
tejada Arara de Mendes Guimaraes.
Oh qne pechincba, laazinhas a 2S0 rs.
Vende-se laazinhas linas para vestidos a 280
e 320 rs. o eovado, lengos brancos com barras de
cores a 200 rs., meias linas para senhora a 400 e
500 rs., ditas cruas a 400 rs., ditas para homem a
160 e 200 rs.; na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende as cassas a 200 rs. o cavado.
Vende-se rassasde quadrinhos a 200rs, o eova-
do, ditas finas a 250 t 2J-0 o eovado, organdys Anos
a 240 e 280 o eovado : aa ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara.
Perhincha, sedinhas da trara a 800 rs. o eovado.
Vende-se sedinhas com quadros e lisas, escuras,
proprias para qtiem est de hito, por ter tima so
cor a WXl rs. o eovado, ditas da mesma qualidade
de cores para vestidos a 800 rs. e ditas de listi-
nhas a 500 rs. o eovado: na ra da Imperatriz n.
56, loja da Arara de Meides Guimaraes.
Pechincba na Arara, < orles de chita a 2&>00.
Vende-se cortes de chita franceza com pequeo
toque de mofo a 2,5500, cortes de riscado francez
'om 14 corados a 3,ccrtes de cassas francezas
Hatadas a i o corte, ditos de barras a 2, 3J c
hS : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendos Guimaraes.
Casemiras a I -5600 o eovado.
Vende-se casemiras iln cores para caleas, cole-
es e paletots, infestada, a 1*600 o eovado. cortes
le casemira infestada a 14600 o 2, e em eovado a
15 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara de
Mendes Guimaraes.
A Arara vende roupa feita e barata.
Vende-se palitots de casemira a 45500, 64 e
<-3, calcas de .'15500 a "i-'i. palitots de panno a I0,
ditos finos de 125 e 145, palitots de brim de cor
1 25500 e 35, ditos de meia casemira a 35500,
calcas de brim de cores a 25 e 25500, ditas bran-
eas de linho a 35500 e 45, ditas de meia casemira
a 25, coletes a 25500 e 35, camisas francezas a
15600, ditas finas a 25 e 25500, ditas de linho
prega larga a 35, sern lis Anas a 15600, ditas de
linho a 25 e 25e>00 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara de Mendes & Cuim.iraes.
Balfirs da Arara a .!>. 3500 e 10.
Vende-se baloes americanos, os melhores que
tem vindo, de 20, 30, 35 40 arcos a 35, 35500,
45 e 45500, ditos de brilhairtina a 45, ditos de
madapolao a 35600 : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Chitas da tiara a 210 rs.
Vende-se chitas a 240 rs. o eovado, ditas fran-
cezas com pequeo toque de mofo a 280 rs., ditas
limpas a 320, 360 e 400 -s. o eovado : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara receben pelo rasor um sortimento de ro-
neins para senhora, dos melhores gostos que
tem vindo, a preco de 15, 1(5WM) e M.
Vende-se romeiras fiara senhoras de cambraia
de salpicos brancos e de cores e bordados a 15,
IJ600 e 25, golinhas com botaozinho a 580 rs.,
ditas com peitos o botaozinho a 15, camizinh3s
para senhora a 15,15609 e 25, aventaes e rorpi-
nho para meninas a 500 rs. : na ra da Impera-
triz n. 56, laja da Arara.
R'HMIA
Saceos com farinha nova e igual a de Muriheea
a 45600 : no armazem da aurora brilhante, largo
da Santa Cruz n. 84.
ATTENCAO
O proprietario dos armazens do Progresista jamis deixar de offereeer aos seus
freguezes tudo o que for preciso para que sejara bem servidos, e como a festa se aproxi-
Ba atas a l.ooo rs. o gigo com 32 libras liqui- !ma ptima a occasio dos seus freguezes experimentaren! a realidade, que nunca der-
las e 2,5oo rs. a caixa de duas arrobas, axr de ser mantida pelo proprietario destes armazens.
Ao n. 29.
Nova loja dos barateiros na ra do Queimado.
Meas saias de fustaos. 55, camisas Inglezas para
senhora a 25, 25500, 35 e 45, cobertas de fuslo
brancas a 55, chitas con lustro para coberta com
6 palmos de largura a 610 o eovado, cambraia de
cores para vestido a 320 o eovado, laas para vesti-
do a 480, 560 e 640 o c jvado.
Ao i. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Qnrimado.
Tartalanas de todas a; cores, fazenda muito fina
a 7S0 a vara, cambraia >ara cortinade, peca de 22
varas, por 105, chales de laa por 35, 45, 55 e 85,
camisas inglezas para homem a 385, 505 e 605
A a. 29.
Nova loja dos barateiros na roa do Qneimado.
Bicos pretos, franjas de todas as qualidades,
trancas de seda, de algodao e de laa, manguitos e
camisinhas bordadas, ci I lminos e punhos, folhos
bordados, botes de vellido, de seda e de fustao,
bandos de cabello, meias de seda, loques ; cojos
artigos se vendem por metado do seu valor por ser
para acabar.
Queijos, Queijos
Chegou ao armazem da Aurora Brilhante largo
da Santa Cruz n. 8'i, queijos mnito frescos do
Alentcjo, dito prato e do reino, vindos nesto vapor,
assim como aletria, macarrao e lalharim de massa
branca propria para doeute.
ESCBAYOS FGIDOS._____
Fugio do engenho Pirana da comarca da ta-
lada de Nt zareth em 20 do mez de mato do rec-
rete ajino 1863, um mulatinbo de Dome k*r<.>i,
deidade If annos, levou vestido ramisa rn
de algodaoiinho azul, um tanto aVseoraaa >:a car,
lem os ps feios e o dedos delles ain i'ibdo, ea
psadianle largos e os calranhares 6n">. ka a
cestume de andar com a rabera baila, i-atx
estirados, de raboeolo : qnem o pegar e trouxei
em dito enimnho ser recompensado com 2005
Nejtr futida.
Fugio no dia 27 de dezembro de 186;). da pata
ria da ra Real do Manguinho. um rscravo de no-
mo Balbino, o qual pertence Sra. O. Thrreta Fta-
rentina, na mosma ra n. 23. r.>m 20 annos da
idade, levou camisa de madapoln araara, t
de ganga amarella, chapeo de palha alvo, sai
em moestado, altura regular, pega-M a falta al-
nma cousa, c desconfta-se andar para a- rapdas
e Beberibe, ou no Recite no trabalho de aso<-ar
portanto rojta-se s autoridades nHaiaa* e vn rav
pilaes de campo a captura do dito. ferr-a em
casa da dita senhora, que Ihe gralilicar beme
seu trabalho.
r?Tfi
o eteravo Adao, de vinte e tantos annos de irfadr-,
boa figura -i ceg de uro olho : qnem o petar to-
ve-o a ra da Cadena n. 33, loja, que sera be a
recompensjido.
Continuam a estar fgidos desde o dia 8 da
ontuhroprximo passado deste corrite anno da
1863, os de us escravos mulatos perienrentes ao
abaixo assirnado, sendo um de nome Odrltm, ror
bastante clara, de 18 annos Ve Hade. I m aagnra-
do e plido, cabellos sollos, rosio taaaaaa, raa ta-
co de barba, othos, nariz e bocea ngulairs, t'rnMB
limados na frente, ps grandes, um aora panzu-
do, tem na canela e no tornozelo do pd urna cica-
triz j fech ida, e do lado junto as costi las marra
de caustico, levou roupa de sobrecelenle ; e o na-
tro que o eduzio chamase Thoin.i/. alto e grosso
do corno, d 45 para 50 annos, arahorlado, rosto
redondo, com algumas marras de aiadaaa, mal ea-
carado, olhos pequeos e morios, visto twna, aa>
ris e bocea regulares, falla descansada, r. -turna.
embriagarse, muito sagaz, tem nina vrna mato
grossa do que a entra, e nesta militas marras da
chagas j lechadas, conservando orna pequea na
canclla; estecaboelo fbi escravo da Caratulada
Norte, enpenho Itapu, vendido n.-'.> ;. .* ibi
1856, e salie o caminho do sen aoas ve-
zes tem fnrido, onde na pnmeira m toar qiulro
annos, e foi preso para aquellas bandas, da outra
em Agua-I'rela, trabalhando moa har, de nomo
mudado na. estrada de Ierro, e Manto W anlar per
lgurn engonho trabalhando romn f rro porajaa le-
vou enxada. foice e facao de cortar capim. aml.o
sao trabaIhadores de enxada, e RjMipi ato
50 de campo : rogase s autoiii! ."i ;
pitSes decampo, ou qualquer p
omandem pegar e levar no Recite, roa d li
dor, tereciro andar n 44, que sera'
> pensados.


Mario de iVrnftmhiiro Trrca felra 5 de J;inclr de 1 **.
LITTERATRA.
L
0 que vae pelo mundo.
o Jornal otoal de Vnova abucoa a seguint ?
amafio dirigida pele graa-duqne Constantino
as tropas do ruino da Poluia :
< Ofianda, i Jo novembro.
Pur um roscripto Imperial datado de 3l|de
mimbro, fin a meo pedido, exonerado Jas miaas'
fnneedes ii>' lugar-lenente to imperador e de con -
un cheje Jas lropas no reino da Po-
lonia.
A serie nao iiit>Tronpida de victorias alean-
cadas p >r vos sobre os insurgentes polacos teem
sili um novo Bario pan as armas russas, o tau-
B tem provado mais uina ni que o exercilo
rasso, eonoprebendando toda a santidade do seo
dever, es: sempre prompto a sacrificar-se pe o
bj:u oslar di patria que Um lio cara.
Talentos soldados I vencendo todos os obstu-
*, 8 expoodo-TOS comuma abnegacao generosa
Nas prjvaveis, tendes atrabido para vos a
atUnoae io augusto imperador, quo todos DOS ado-
ramos. JolfO-me feliz de poder dar este teslemi.-
nha dos brilhantes servieos que tendes prestado ao
imperador e patria.
Cutame a separar de vos, valorosos caman -
das, que leudes sido para mim urna segunda fam-
Iia, e una veuladeira consolacio no meio de taotis
res e provaedes.
< Aprsenlo as minhas mais sinceras e cordears
f!icitac5es a lodos os chefes de destacamento i.
gen-raes do ,estado-maior, offlciaes superiores e
grajuaces inferioras, pela soa constante dedicii-
Co e pelos assignalados servidos qu^ prestaram so
imperador e patria.
t O meo pensainento e os raeos desejos hao de
acompauhar-voo nos novos actos de valor quo na j
deixareis de platicar sob s commando do nova
olile, choto de mrito, qoe o imperador vos den.
O general ajudante de campo do imperador.
Constantino.
O Czar pobhca as seguintes noticias de Vai -1
sovia:
< Depois do infeliz combate de Lobowidz, do
palatioado de Plook, em que, o bravo major ita-
liano I enca, e ocapito Gastowt, antigo discipob j
da osela de Batignolles, encontraran) urna morU;
gloiiosa, os moscovitas lizeram uns vinte presione.-
ror. polacos, feridos pela maior parte, os quaes fo-
rain conducidos presenta do coinmandante mil-
iar da cidade de Mlava, chamado BogdanowitcL
Este mlsoravel, vendo entre os presos um manee -
bo de dezeseis annos pouco mais ou menos, f-lo
aproximar para o cobrir dos mais grosseiros ii-
sultos.
t Esto nao perdeo um onico instante a sua atli-
tode tranquilla, mas chela de altivez e de dignidu-
da que cinvm a um soldado. O moscovita, exa ;-
perado por esta attitudc, comecou a gritar: Pol;.-
co damnaJo! escoria do catliolico! Pois bem, lu
agora lens medo I.
t Eu nao Moho medo de ti no campo de batalh i,
replicou o mancebotambem aqoi nao me assus -
taras.
t Ah naoreceias; nos veremos. Ao mesmo
tempo aquello miseravel tirando do sabro desea -
reg >'i-o sobre a cabeea do infeliz mancebo, Nio
duvido que este liornvel assassinato chegoe asir
negado, como loen sido muitos oolros, pelos organs
da imprensa que dofendem o despotismo moscovi-
ta no ostrangeiro. Invoco o testemuuho dos Ru Ha
que habilam Mlava e da guarnicio daquella cidt.-
de. Ninguem em Mlava desminor esla scena atroz
queteve numerosas testemunhas. Conncco un
Uusso chegado lia pouco da Russia ao reino da Polo-
nia, para tomar posso de um cargo importan!;,
qno, sabendo do facto que acabo de referir, e vei-
do a a ijecgi i moral dos nacionaes do |iaiz, agredi-
era ira me lulamente ao governo a misso de qi.e
eslava encarroado, e regressoo logo para a
Basan.
t A 8 de novembro, os insurgentes espalharam
o alarme na ciliado de Wloclawek (palatioado te
Plock). Tendo tomado posicao d'iiiu ponto eleva-
do, coberto por um espesso bosque romperam o
ogo c >m as -iiis carabinas contra a casa habitat a
pelo general Wittgeostein. que em nada cede a
crneldade de Monrawiff. O tiro era tambem di i-
gMo que as bailas alcancavam o aposento do pro
cnsul moscovita, travessando os ferros collocados
em frente da casa. Wittgeostein cabiu enfermo lo
mel que experimentou. Agoarnlcao fez avancir
artUharia para os terracos do episcopado, rompen-
do sol.re os Rasaos um cunhoueo que nao fez mil
algum. s insurgentes s se retiraram quande a
noule se approximava.
Os presos sabidos a 8 da cidadella, fora n
transferidos para a cidade de Pskow, donde se 11-
rigiram para diversos pontos da Russia para serem
internados. As autoridades de Varsovia adoptaram
um principio que todas as pessoas que de futuro
fossem presos, sob qualquer pretexto, nao fossem
mais posto* em liberdade, mas que, por medida de
seguranza publica, fossem deportados para is
provincias alfasladas da Russia.
Segundo escrevem de Londres, assegura- e
n'alguns circuios polticos que sera querer formar
um programma, o imperador Xapoleio manifesta-a
o pensamento de que o congresso podesse occi-
par-su das segointes questoes:
Qoeslao polaca.
Queslo allema dos ducados.
Questio italiana (Veneza e Roma).
Queitio roumania (reformas que se deven
introduzir nos principados danubianos).
Reproduzimos esus indicacoes com toda a n-
serta, comquanto tres das questdes que acabo de
indicar s^jam evidentemente as questes predon i-
nanfos da actoalidade, e aquellas que reclamara
mais prompla solucao. i
Sobre o convite para o congresso das poten-
cias entrevia o Times, o segointe:
" .......... Nao pretendemos que seja difftell
comprehender as dedaraefes do imperador. Algii-
mas pessoas de espirito mais engenboso podem vir
nellas om sentido oceulto. Pela nossa parte p io
nosdeixamos arrastar pelas apparencias, e acha-
mas que o discurso foi evidentemente sincero. O
imperador dos Franceses encontra-se n'oma gran-
de diTicoldade. Fez-nos conhecer claramente os
S0O8 sobrseos, e indicoo o nico meio de sahir
dilles, c que a sua mente tinha concebido. A sia
franqueza tem de corto alguma cousa de surpri-
hendeite. Disse-nos o que nos sabamos mui o
bom, comquanto o nao houvessemos annunciaeo
com lana franquezaque desde que acabou a
guerra da Crimea, a Franca e a Russia teem tido
orna | ara com a oulra relaedos tan amiga veis, qie
olio nao liesilou em ompregar a palavra alli-
'iiica >
t Jaig;,vamos ter algum direito de nos queixai-
m*s do appoio que a Russia recebia da Franca, 8
no entretanto eis que o imperador chama a atter-
gaopara acquiescencia sincera e cordeal daRussii
para a annexago de Saboia e Niza. S a pop -
bridado da questio polaca pode decidir o leapenv
dor a comprometter urna allian^a tao inqiorlaii-
to. A Franca nao se jul^ou obrigada a encelar a
qoostn s; tentn tazer pesar obre a Rusniauma
pressin moral, c todava descobre que esla inter-
vencia, de accordo com a Inglaterra e a Austri,
longe ile |>0r termo a iula, s servia para a enve-
nenar.
t Nada poderia ser mais justo do que a expsi-
to desla dilliculdade e das causas ipie a produzi-
ram. () imperador perguntou o ipie era MCOSSft
rio fazer, e se se doria licar reduzido alternativa
da goerra oo ao silencio. Era impossivcl expli-
car a questio mais brevemente c rom mais clareza.
O imperador juigoo que nos eslava aborto um lar-
ceiro caminho, e recommendou-no-lo vivamente
tpresentou as suas cmaras jiropostas quo em ge-
ral formara sssurapto de negociaedes secretas.
Temos ouiiosidado de saber se a proposta fei-
ta pelo imperador naci francesa foi tambem
bita SS oullts potencias da Europa. Se o foi, pa-
rece extraordinario que o imperador tome o seu
parlamento por confidente do nofOCtakOBos ainda
pendentes. Se o nao foi, parece egualmente ex-
traordinario qoe elle faca om appello para o seu
povo sobre um assumpto que deve ser resolvido
pela diplomacia.
O imperador ve na convocacao de um con-
gresso ouropcu o meio de sabir desle dilema: si-
lencio ou guerra. A Russia, ao que parece, disse
que conferencia em que se discutissem todas as
questes que agitam a Europa nao olTenderla a
sua dignidade.
O imperador laneou mito desta declarado c
Interpreta-a como um consenlimento dado pela Rus-
sia a um congresso em que se submettesse a ques-
tao das suas relacoes com a Polonia, com tanto que
todas as questoes que agitam a Europa fossem su-
jeitas mesma autoridado. O congresso examina-
ra, por exemplo, se a Polonia deve continuar a fa-
zer parte do imperio da Russia.
Nao podemos deixar de considerar isto como
urna interpretar ao um pouco forcada da declaracae
muito vaga do imperador da Russia. Sabemos, por
outro lado, que a Russia recusou formalmente sub-
melter a solucao da questio polaca a decisao das
cinco potencias, e quo deelarou que nao queria de-
liberar arespeito da Polonia senao com as duas po-
tencias suas cmplices no crime da partidla.
Eslas deelaracoes muito francas da Russia pa-
recem privar a declaracio de que o imperador dos
Francezes laneou mao da alta signilicago que elle
Ihe pretende dar.
fcil para o imperador dos Francezes des-
envolver-so sobre as vantagens d'um congresso, e
dizer que inaugurar urna era de paz e de felicida-
de universal. Tanto como o imperador dos Fran-
cezes desojamos nos ver urna nova ora de paz e de
tranquillidade.
conveniente tomar nota do que est irrevo-
gavelmenle consumado de certo para desejar
que os tratados de 1815, que parece terem perdido
nma parte da suaautoridade, sejam substituidos por
um novo pacto da Europa.
Um congresso era que desapparecam os amo-
res proprios e as resistencias seria, na verdade,
urna cousa nova, principalmente se-se reunisse sera
systema premeditado, sem arobjo exclusiva, com
o nico pensamento de estabelecer urna ordem de
cousas fundada de futuro no interesse bem coin-
prehendido dos soberanos e dos povos.
Na examinaremos se a Russia quereria sub-
metter a decisao de om semelhante congresso o di-
reito que tem de governar a Polonia. Mas admit-
li-lo-hemos per cm instante ; ensina-nos porventu-
ra, a historia moderna que a Europa possa produ-
zir urna assembla qoe possa a sabedoria, a vir-
tode e o desinteresse qoe o imperador presta aesse
seo coogresso imaginario ?
t Como grande patencia nao podemos natural-
mente recusar-nos a unirmo-nos aos ootros se qui-
zerem deliberar sobre os negocios da Europa, roas
prevemos que se suscitaro grandes difflculdades
sobre este negocio apparentemenle to simples; o
reconhecimento dos factos consommados.
t Algons factos podem estar irrevogavelmentc
coosumraaJos, sera que a Europa queira confrma-
los solemnemente. A Franca, por exemplo, anne-
xou-se Saboia e Niza; mas nao pode esperar que
a Inglaterra ratifique urna medida quedesapprovoo
notoriamente.
A Russia pode esmagar a Polonia ; mas nao
pode esperar qoe a Inglaterra, a'Austria e a Fran-
ca regstem a catastrophe que tanto procuraram
evitar. Julgamos que nao poderia esperar urna
grande harmona nesse congresso, mesmo para o
exercicio das suas" mais simples funches.
Mas que xito se podo esperar quando esse
congresso chegar ao que o imperador chama arbi-
tragem suprema? Quererla a Russia resignar-se a
renunciar a Polonia, a Austria a retirarse de Ve-
neza, a Franca de Roma ou de Saboia, porque urna
raaioria dos estados europu* fosse de opinio que
ellas deviam faze-lo 1 Neste caso, j nao ha goerra
o conselho amphtyonico das nacScs est estable-
cido, e o mundo est satsfeito de ser governado
pela razao e pela persuasao.
Que razoes nos devem fazer presumir que se
operou orna semelhante revolucao moral o porque
deremos imaginar que urna assembla de estados,
dos quaes cada um esta, sem contradicho animada
de sentimentos de amor proprio, de ambicao o do
cubica, tomara resolocoes isentas de todas essas
influencias corruptoras, o nao ser guiada senao
por urna razao pura e urna Justina integra ?
Comprehendemos que taes desvarios orcupam
a iraaginacao de um poeta ou de um anachoreta,
mas nao poderia ser tomado ao serio pelo monar-
cha energieo, hbil e ambicioso que governa os des-
tinos da afio mais bellica do mundo, e que
frente de (00,000 homens, declama contra os arma-
mentos exagerados.
Indicamos a parte mais seria do discurso do
imperador dos Francezes. Depois de ter proposto
um congresso como nico meio de escapar alter-
nativa do silencio ou da guerra, diz-nos t que estao
abertos dous caminhos, umqnecondnz ao progres-
so pela conciliario e pela paz, o oulro quo conduz
tarde ou cedo fatalmente guerra, pola obstinacao
em manter um passado que desapparece rpida-
mente.
Pois, se o congresso que elle propde se nao
reunir realmente, seas suas deliberacoes nio forem
coreadas do xito de que se lisongeia, nao ha, afinal
de contas, outra alternativa senao a guerra ? Quc-
rer elle dizer que a guerra inevitavel, senao a
nica condleio mediante a qual se pode evitar a
guerra impossvel no estado actual de imperfei-
co em que se acha a natureza humana? Se isto
assim a visio do congresso imaginario desvane-
ce-se; atraz delle abre-so a sccna.e nos vemos um
exercito formado em ordem de balalha.
Da Gaceta da jmdves traduzinios os seguin-
tes despachos, concedientes ao congresso euro-
peu :
1." Extracto de um despacho do conde Russell,
de II de novembro de 1863..
c Mylord.ivu iif..rmar V. Exc. que a rai-
nha receben do imperador ilus Francezes urna car-
ta com dala de 4 de novembro.
t Em resposta a esas carta, a rainfaa diz que o
imperador podia contar que qualquer sinrgestio oh
proposta foita por S. M. I. merecera sem Ve a mais
seria e promuta alteocao de S. M., principalmente
quando se trata do bemer-lar geral das nages;
que S. M. don, por roosequeneia erdem aos seus
conselheiros confldenciaes para Ibe apresentarem a
opiniao, que, depois de atadura deliberacao, podea-
sem adoptar relativamente as importantes medidas
ruja adopc.'iu o imperador recoinnienda aos sous
adiados, t[ue o seu principe secretario de estado
na rcparlgao dos negocios estraugeiros ha de o
mais breve possivel autorisar o embaixadorem Ta-
rjs a communirar ao governo de S. M. I. a conclu
s;io que S. M. julga dever adoptar depois de pesado
bem o valor dessa opiniio.(Assignado) Rits-
sdl.
2." O conde Russell ao conde Cowlev, embai-
xador ingles em Pars.
t Foreign-Olllee. lude novembro de W43.My-
lord.Tendo S. M. a ranilla pur bem deferido aos
seus conselheiros cunlidenciaes una caria do im-
perador Nspoteao dir gida s. M. a mspeito de um
Congresso. vou infonua-lo do modo polo qual n go-
verno de S. M. considera a propbsta mencionada no
referido documento.
t A carta convida S.M. atontar parteen) jm cn-
gresso (pie se remira em Pars pa.a deliberar
acerca dos negocios da Europa.
Teono ordem para dizer em primeiro lugar
V. Exc. que o governo|do S. M. v neste preliminar
um novo lestemunta do inieresse que S. H. impe-
rial tem na prosperfdado da Europa.
Vou agora referir a razio allegada pan justifi-
car esta proposta e depois examinarei esta proposta
em si.
S. M. imperial afflrma que em todas as pocas
em que profundas eonunogdss hio abalado as ba-
ses e deslocado os limites dos estados, leen sobre-
vi ndo transaceoes solemnes com o fim de coorde-
nar os elementos novos, c de consagrar as trans-
forniaeoes consumma las.
Tal foi o lim do tratado de Westpbalia no XVII
seculo, e das negociaooes de Vienna em 1813.
neste ultimo fundamento que assenta boje o edifi-
cio poltico da Europa, ecomtudo observa S. M. im-
perial que esse fundamento se desmorona em toda
a parte.
O imperador arcresccnla que se se considerar
alternamente a situacio das diversas nscoes. nio
pode deixar de observar-se que, era qnasi todos os
pontos, os tratados de Vienna estio destruidos, mo-
dificados, esquecidos ou amearadss.
Quando urna proposta tio imprtame como a
que o imperador antecipadamente eslabelecc
apoiada era corlas razoes, do nosso dever exami-
nar, com toda a solicitude, as razoes em que se
funda.
Deccorrcu meio seculo desde que se assigna-
rara os tratados de 1815. Aquelle trabalho foi de
certolrnodo precipitado pela necessidade de dar soce-
go Europa depoisde tantas commocoes. As trans-
formaces, todava operadas nesse lapso de cin-
coenta annos, nio nltrapassaram o que.se devia
esperar do correr dos lempos, do progresso di opi-
niao publica, da poltica inovel dos governos, o das
necessidades mudaveis dos povos. Se tomamos o
meio seculn que separa o tratado de Westphaha
do anno de 700, ou um periodo egoal entre a paz
de Ulrerhl e o anno de 1763, encontre-los-hemos
caraclerisados por no'aveis nmdangas, assim como
o intervallo decorrido de 1815 1863.
t Nao se julgou, entretanto, necessario as po-
cas cima mencionadas, proceder a urna revisio
geral, j Jo tratado de Wesphalia, j do tratado do
L'trechl.
O governo de Sua Magostado est can vencido
de que as principis cstipulacdes do tratado de
1815 esto em pleno vigor; que a miior parte
dessas estipulacoes nao foram abaladas, e que
ainda nesses fundamentos qoe assenta o equilbrio
da Europa.
Se era vez de dizer que o tratado de Vienna,
deixou de existir, ou que .foi destruido perfuma-
mos se algumas disposices desse acto f iran mo-
dificadas, esquecidas ou ameacadas, surgem-nos
outras questdes.
Entre as modifica?5es que se realisaram have-
r algumas que recelieram a sanecao de todas as
grandes potencias c que formara hoje parte do di-
reito nublico da Europa?
Prop6e-se, porventura, dar a essas modillca-
Cdes sanecao mais geral e solemne ? Ser necessa-
rio sementante trabalho? Contribuir elle para a
paz da Europa?
t Outras partes do tratado de Vienna teem sido'
esquecidas ou despresadas e as modificar/tes assim
operadas de facto nao foram reconhecidas de direi-
to por todas as nacoes da Europa.
_ Propoe-se alcanoar das potencias, que ainda
nao esto assoriadas a semelhante reconhecimento
a sanecao das modiflracSes de que se trata?
Chegamos emlim' a essas partes do tratado
que estao ameacadas o por causa dellas que
surgem as mais importantes de todas as ques-
toes.
t Quaes sao as prepostas queconta fazer a este
respeito o imperador Napoleo i Km que direccao
devem caminhar? E, principalmente, se forem
adaptadas pela maioria das potencias, devera ser
impostas pelas armas ?
t Quando os soberanos ou os ministros da Aus.
tria, da Franca, da Prussia, da Russia, e da Graa-
Rretanha se reuuiram em Yerona em 18i3, para
tratar dos negocios de Hespanha, as q latro pri-
meiras destas potencias deterininaram-se a fazer
executar as suas resol ucoes por nielo da forca ar-
mada, nio obstante os protestos da Gra-Brctanba.
Deve seguir-se tal exemplo no congresso actual no
caso de discordancia?
O governo de S. M. deseja obter cxplrac5es
satisfactorias acerca de cada ura destes pontos, an-
tes de tomar qualquer deliberacao relativa pro-
posta feitapelo imperador.
O governo de S. M. est promto sempre a dis-
cutir cora a Franca e com as outras nacoes, por
meio de correspondencia diplomtica, qualquer
questio especificada, a respeito da qual se, possa.
chegar a unta solucao que assegure a paz da Eu-
ropa.
c Sentira mais apprehensio que conlianca na
reunio de um congresso de soberanos e de minis-
tros, que nao tendo lim determinado, comprehen-
desse a carta inteira da Europa, e desperlasse es-'
peraneas e aspiraeoe.s, que os membros desla as-
semtrfea nio estivesseu egualmente n caso de sa-
tisfazer ou serenar.
O governo do S. M. nio tem razoes para du-1
v.dar de que o imperador Napoleo nao levasso ao
congresso o espirito de moderaclo e justica. Est
porsuadido al de que o seu intatte procurar pe-
nhoros para a paz da Europa, que se traU ni-
camente de saber porque meio se deve alcanzar
o lim.
t Queira Icr e deixar copia da presente ola ao
Sr. Druuyn de LIiun.vReceba etc.Ru-tselt.
t 3." Ao marquez ("adore, embaixador francez
em Londres.
f Palacio de Gompgne, 23 de novembro de
1863.Senhor. O conde de Cowley.communicou-
tase, ha muitos das, ura despacho de S Exc. o con-
de Russell, com dala de 12 deste mez, em que se
manifesta a opinio do governo britannico relati-
vamente proposla de reunir em Pars um con-
gresso para deliberar sobre os negocios da Europa.
Remetto-vus junto nina copia desse despacho.
t A minha anterior correspondencia responda
antecipadamente a algumas das consderat-es des-
envolvidas n'aquellc documento. Julgo conttudo
dever resumir n'este despaeho, de que entregareis I
urna copia S. Exc. o principal secretario de esta-
do, os motivos quo deteriiiuiaram a resoluc;ao de '
Sua Magestade.
O governo imperial nao tem tenr;ao de fazer
nem a apologa, nem a critica dos tratados de
Vienna. O imperador deelarou, quando subiu ao
throno, que se ronsiderava ligado pelos compro-
missos conlrahidos pelos seus predocessores. Ain-
da ha pouco, na sua carta aos soberano, moslia-
va que S. M. os actos diplomticos de 1815 era o
fundamento em que assentava o edlicio poltico da
Europa. Mas, segundo as suas vistas, mais unta
razio para examinar se cssa base nio est profun-
damente abalada.
t Ora o gabinete de Londres reconheceu com-
nosco que militas dessas dsposodos teem sido vio-
ladas. Entro as modilieaoVs que lver.im lugar,
urnas foram consagradas pela sanecao de todas as
grandes potencias e formara boje unta parle do di-
reito internacional ; outras, pelo contrario, opera-!
das de fado, nao foram reconhecidas era direito |
por todos os gabinetes.
Quanto s primeras, nio podemos deixar de
notar a forca irresistivel com que se impozeram
aceeitaeao dos governos. A promptidio, com que
a propra Inglaterra adheriu a ellas, prova quanto
as antigs contbinaces satisfaziam ponen, segundo
a expressao de lord Russell, ao que exigia a mar-
cha do lempo os progrossos da opiniio, a poltica
movel dos governos, e as hecesssidades raiiaveis
dos povos. Por oulro lado nao so oslar autorisado
a acreditar, que mudaneas lio importamos podem
ter alterado de certa maiiora a harmona e o equi-
librio de todo ? Admitinos com lord Russell que
nao absolutamente necessario dar a essas mu-
daneas urna sOBoelo mais geral e mais solemne ;
mas pensamos que haveria vanligem em despresar
as ruinas e em reunir D'um mesmo corpo todos os
membros v vos.
Quanto s modificacoes a que as potencias
nao deram um assenlimento unnime, constituem
ellas tantos litigios qno, de un momento pareo
outro, podtni dividir a Europ em dous campos.
Em vez de abandonar a decirio violencia e ao
acaso, nio ser melbor proseguir de commum ac-
cordo a solucao equitativa, e sanecioiiar cssa-
transformaces revendo-as ?
A terrnra rathegnria contprehonde a das pas-
tas do tratado de Vienna que esli ameacadas.
a esse respeito, diz S. Exc. o principal secre-
lario de estado, que surgem as questoes mais
i importantes. De que natureza sao as propostas
que conta fazer a este respeito Napoleo III ?
Qual seria a direegao que ellas tenderiam, e
alera disso, se fossem adopiadas pela maioria
das potencias deveriam ser impostas pela for-
ca
O imperador, indicando Europa os perigos
de urna sil lacio profundamente alterada, apoulou
o meio de ifaslar as temiveis eventualidades, que
previa, e di que, menos que outras taires, teria a
lamenlar-se ; porque as questoes que boje podem
produzr a guerra nao dizem respeito Franca se-
nao indirer amento, e s delta depende intervir na
lula, ou conservar-se afastada. Uirgindo-se com
confianza e simultneamente a todas as coras, f.
lo sem accCrdo previo com qualquer dellas, afim
de melhor testemnnhar a sua iiuparcialidade, e de
tocar, livre de todo o compromisso, as graves de-
liberacoes e m que conviesse. O mais moderno de
todos os soberanos nao julgou dever assumira
posicao de arbitro e Gxar antecipadamente s ou-
tras cortes o programma do congresso que propo-
nho. Este o motivo da reserva em quo se encer-
rou. Ser muito diflloil enumenr as questoes nao
resolvidas r|ue podem perturbar a Europa ?
lua lula de sangue enche i Pelona, agita os
estados vsinhos, e ameaca o rrundo com as mais
graves perturbacoes. Tres potencias, para Ihe por
'ermo, invo^am em vo os tratados de Vienna, que
fornecem ;.s duas parles argumentos contradicto-
rios. Durrr esla luta sempre'?
t Preten;6es opposlas poem em crise a Dina-
marca e a Allcmanha. A consorvacao da paz do
norle est i merc de um incidente. Os gabinetes
j iutervier im n*esle debate por meio de negocia-
Coes; ter-se-ho elles tornado noje indifferentes ?
< Continuar a reinar a anarchia no baixo Da-
nubio, e dever ella abrir a cada momento urna
arena sanguinolenta ao debate da questio do
oriente ?
Ficarao a Austria e a Inlia diante urna da
ootra n'oma attilude hostil, sempre promptas a
romper a tregoa que suspende a explosao dos seus
resentimentos ?
c A oceupacao de Roma pehs tropas francezas
ha de prokngar-se indefinidamente ?
t Emlim, dever renunciar-se, sem ter feito no-
vas tentativas de concliacio, i esperanca de ali-
viar o fardi que imnoe aos povos armamentos ex-
cessivos sustentados por urna mutua descon-
fianca ?
t Na nossa opinio, senhor, o estas asprinci-
paes queslies que as potencias julgaram, sem du-
vida, til examinar e resolver. Lord Russell nao
espera de certo que Ihe indiquemos o meio de so-
lucio applicavel a cada um desses problemas, nem
o genero d3 sanecao que as dei ises do congresso
poderia m comportar.
s potencias que ali esliveram representa-
das que compete o direito de se pronunciar sobre
aquelles diversos pontos. Accrescentaremos ape-
nas que seria, no nosso modo de ver, urna llusao
proseguir n'essas solucoes por meio de correspon-
dencias diplomticas e de negociaedes separadas,
c que, longe de ir direito guerra, o caminho pro.
posto o mico que pJe condtizir a urna pacifica.
Cao duradeura.
t N'unu. das oltimas sesses do congresso do
Paris, o conde Clarendon, invocando orna estipu-
laciio do Halado de paz quearabava de seassgnar
e que recmiraendava qoe se recorresse accao
mediadora d'om estado amigo, antes de se appellar
para a for;a, no caso da desintelligencia entre a
Porta c outras potencias signilarias, exprimiu o
pensamento de qoe t aquella feliz invorarao po-
deria ter urna applieacao mais geral, tornndose
assim urna barreira oppos'.i a conflictos, que
c muilas vesos se susctam s |r nao ser possivel
sempre explicarem-se bem o entenderem-se.
Os plenipotenciarios de todas as cortes asso-
ciariam-se unnimemente intencao dos seus col-
legas, o nii hesitaran] em exprimir, em nome dos
seus governos, o desojo de que os estados entre os
quaes se suscitassem serias tiesintclligencias, re-
corressem a urna mediaco amgavel antes de re-
eorrorem ;is armas.
A sollicitude dn imperador vae mais alem ;
nio espora que tenham rehentailo desintelligencias
para recorunendar a applicacio as actuaes cir
cumstancis, do principio sal.lar inscripto no ul-
timo monumento do direito publico europeu, e
S. M. convida desde j os seu: adiados a expli-
t carem-si! e a entenderem-se.
Drouyn 'Ir fc'iwyt.i
4."Do conde Russell ao conde de Cowlev
embaixador inglez em Paris.
Foreign-Ollice. .'i de novembro de 1863.My-
lord.O governo de Sua Magesiade recebou do Sr.
marquez de Cadore copia da nota dirigida a osle
ultimo pele Sr. Drouyn de Lh ns, em resposta
que eu c-nevia V. Exc. era deste raez.
O governo de Sua Magestade, obtondo respos-
ta aos quesitos que ostabolecei; nao se demorara
em responder dranitivamente i cana que o impe-
rador dos f-ancezes dirigiu rainba, convidando-a
para tomar parto no congresso das imtencia, eure-
ropas, que se devia reunir em Paris.
Transuiitio-lbe junto copia da caria de convite
do imperador reinha, a qual caria seinelhante
qoe appareera no Jfmtfntr, e fora dirigida a
confederac.io germnica.
O governo de S. M. roronht :e plenamente nes-
te intuito o desojo que o imperador dos francezes
tem de por termo agitaco que reina em diver-
sas parles da Europa, e de estabelecer a paz geral
em ba>es mais solidas que aqoe las sobre as quaes,
na sua opii io, assenta actualmente.
O imperador declara qne a Franca desinte-
ressada na questio ; que nio procura, .polo que
Ihe diz respeito, nenhum engnndecimento. e que
i s inieressos a defender sao,' i lo os da Franca,
mas os da Europa.
t O governo de S. M. pode ta abom declarar qne
a (iraa-Urelanlia ile>iniore-sac i oeste assumpto;
que ni precura nenhum Ongnindeeimento, e que
s Ihecurapre soonsetbar a motieraeao e a paz.
Mas a -"ranea o a r.raa-llirlaulia. sendo desle
modo desinieressadas, devem ciunlndo considerar
qual a posicio, o i|ua' sera ll'um eongrOMO o pro-
cediraento provavot das naedes que possam sor
chamadas a fazer sacrificios' de territorio, ou de
preponderancia o forca moral.
Win ta voz anda a pronos!lo fallar nesia oc-
casiio dos Halados de 1815.
O mi" redor dos francezes admtte no ponto
de vista praliro a fon;a oblgalo! la de moitos pon-
ios dosses Halados, e'u governo de S. M. tambem
admilte que corlas partes destes artos foram modi-
ficadas ou esquecidas, e que o ilras paites estio
actualmente ameacadas ou em i Iscussao.
O governo de S M infere das expliracdes da-1
das o Sr. Drouyn de l.buys, qm na opiniio do go-
verno do in peraii repara lodos evidente que ha
inultas questoes nio resolvidas, o que pdem per-1
lu bar a Europa
Taesseriam :
O conflicto na Polonia deve irolongar-se mui-
to mais ?
A Dinamarca deve estar em guerra com a Al-
lemanha, e as naces que oulr'ora tomaram parto
na discussan deste assumpto devem ficar indiffe-
rentes a ella ?
A anarchia deve continuar a reinar nos prin-
cipados danubiano;, ameacando fazer assim resur-
gir a todo o instante a questio do Oriente I
A liaba e a A istria devem sempre conservar-
se era aiiiiude hos il ?
A oceupacao de Roma pelas tropas francezas
deve perpefoar-se mdoflnidameate ?
O governo do imperador esiaboloeo anda este
quesilo : devenios antes de novas teptaUvas conci-
liadoras, reannciai a esperanca de alhar o encar-
go imposto as naedes da Europa pelos armamentos
excessivos que alirnentain osenlimeuto do descon-
Qanca reciproca?
t Sio eslas na verdade as principos questoes que
perturbam ou ameacam a paz da Europa; mas ha
oulra queslio que, segando o governo de Sua Ma-
gostado, serve de Lase a todas as outras, e a se-
guidle:
O congresso geral dos estados europus po-
de com elfeito resolver em sentido pacilieo os di-
versos pontos era latgio?
Eis a verdadeira questio que importa aos go-
vernes dos dilferentes estados considerar seria e
attentamente.
O governo de Sua Magestade pensa que existe
urna consideracao maior, que deve levar-nos a urna
conclusao.
Depois da guerra que desolou a Allemanha,
de 1619 1648, o depois das lulas successivas que
allbgiram o continente curopu, de 1793 1815,
foi possivel repartir os territorios, e definir os di-
reitos por intermedio de um congresso, por que as
nacoes da Europa estkvam fatigadas do carmtieina,
e exhaustas pelos encargos da guerra, e por que
as nacoes que se reunirain em congresso linbam
por effeito das circunstancias, os meios de fazer
executar as suas decisoes.
Mas hoje, depois de urna longa paz, nenhuma
potencia estar disposta a ceder territorio, ao qual
tem direito era virlude de ura tratado, ou a respeito
de qual pode invocar a posse.
Por exemplo, entre as questes cima mencio-
nadas, como perturbando ou ameacando a Europa,
as duas mais inquietadoras sao a da Polonia ea da
Italia.
Examinemos 3 estado actual destas questoes,
e vejamos se prevavei que um congresso possa
dar-Ibes solucao pacilica.
Pelo que respeita Polonia, a queslo nio
nova para a Frene, ne,n parea Austria, nem para
a Gr.ia-Rretanha. Ha muitos mezes estas nacoes,
evitando cuidadosamente as ameacas, esforcaram-
se por obter da Russia, por meio de representa-
ces amigaveis, que adoptasse providencias de na-
tureza reparadora ; e essas nagoes s conseguiram
a pronitssa, muilas vesos renovada, de que tanto
que a insurreicio fosse reprimida, recorrera cle-
mencia e conciliico. llavera alguma vantagem
em reiterar, em nome de um congresso, represen-
taces que j se flzeram com to pouco xito ?
E' provavel q.ie um congresso possa assegu-
rar Polonia ronilicoes mais favoraveis sem o cm-
prego combinado da forca ?
Grecas sua superiordade militar e inflexi-
vel severidade, a Russia faz grandes esforcos para
a represso dos insurgentes.
< E provavel que a Russia no orgulho da forca
conceda o que recusou nos primeiros dias de des-
animo ? Querer crear urna Polonia independente
pelo simpjes pedido de um congresso ?
Se nio qulzcr, nao restar era perspectiva se
nao a humilhacio para a Europa ou a guerra com
a Russia.
As potencias que nao estio preparadas pare
concorrer com as despezas e seguir as aventures
da guerra, pdem muito bem desejar subtrahirem-
se a segunda alternativa.
Pde-se accroscentar que estamos verdadera-
mente u'um periodo de transaccio. Se a insurrei-
cio fr vencida, ver-se-na ento se as promessas do
imperador da Russia sao realisadas. Se a revolu-
cio nio fr vencida, ou se para a conseguir se tra-
tar o povo polaco cora maiores rigores surgiro
outras questoes, que pediro novo exarae, masque
seriara diflicilmenle resolvidas por una numerosa
assembla de representantes de todas as nacoes da
Europa.
t Na verdade, i para temer que as questoes,
que surgem todos os dias e reflecten! os variados
successos do mon:ento, dem occasio a discussees
frivolas, em vez tle serem assumpto de delibera-
Coes cora carcter de utilidade pratlca, no seio de
um congresso de vinle ou trinta representantes,
que nao reconhecerio nenhuma autoridade supre-
ma nem se limitario a regras de accao determi-
nadas.
t Se passamos questio da Italia, apresentam
se novas ditliculdades. Propor-se-ba, era primeiro
lugar, sanecionar por um novo tratado o estado
actual de posse da pennsula ? O papa e os sobe-
ranos aparentados com os principes destituidos po-
derio, de 0111 lado, opporeiu-se a dar ao rei da Ita-
lia um titulo que Ihe recusaram al hoje ; de outro
lado, o rei da Italia oppor-se-ha de certo a um ac-
cordo que pareca prohibir-lhe, ao menos implcita-
mente, a posse de Roma e Veneza.
< Mas tem a in:oncio de pedir a Austria, no seio
do congresso, que renuncie a posse de Veneza?
t O governo de S. M. tem boas razos para acre-
ditar que nenhum representante da Austria assis-
tiria a urna assembla onde semelhante proposta
fosse discutida. O governo esta informado que se
semelhante proferto fosse previamente annuncia-
do, a Austria recesara tomar parte 110 congresso ;
e que se o assumito se apresentasse sem previa
notilicacio, o ministro da Austria se retirara da
assembla. Anda ueste caso as deliberares do
congresso levara n rpidamente alternativa de
humilbacio 011 dt guerra.
Sera possivel reunir um congresso e convidar
para elle um repiesentaute da Italia, sem discutir
a situai;ao de Vereza ? O m|ierador seria o pri-
meiro a reconhecer a impossibilidade de evitar a
discussio.
Quanto Allemanha e Dinamarca verdade
que muilas potencias da Europa sio interessadas
nossa questio ; iras, o concurso da Hespanha, de
Portugal, da Italia e da Turqua nio parece auxi-
liarem uina solucao satisfactoria ; e se pelo que
respeita Polonia e Italia nao se prev que se
possa obter ura resultado propicio, haveria utilida-
de em convocar um congresso geral de todos os
oslados da Europa para encontrar remedio anar-
chia da Moldo Valaclua ?
c Se todas esta:, questes, as da Polonia, da Ita-
lia, da Dinamarca e dos Principados Danubianos,
podessem resolver se por urna simples manifesta-
cao de opimoes,. vr-se-bia tal vez que as apreria-
oos do governo deS. M. nao differeni notavelmen-
e das do imperador dos francezes.
Porm se a simples manifestaofio de opinies
e votos nao pdem produzir nenhum resultado po-
sitivo, parece evidente que as deliberacoes de um
congresso consistriam em preleoedes e pedidos
apresentados por uns e repellidos por outros; e
como nio haveria era semelhante assembla ne-
nhuma autoridade suprema, para lomar executo-
ria- as docises da maioria : o eongrooao havia de
provavolmente separar-se deixaudo muitos dos
seus membros mais mal dispostos entre si do que
antes da sua primeira reunan.
t Ora se tal deve ser a consequencia provavel
do congresso propnsto, segue-se que nao seria na-
tural que se pode.-se effecluar urna redueco dos
armamentos da Europa.
t u Sr. Drouyn de Lluiys recorda urna proposla
foita por lord Ciarendou, em unta das ultimas ses-
ses do congresso de Paris. Mas o governo de S.
M. considera essa proposla como tendo tido |tor
lim remoller para os bous odnos de uina naci
amiga qualquer divergencia entre duas ou tres na-
coes, e nunca como indicio de reunio do congres-
so geral.
Nao podendo pois entrever a probabilidade de
resultados propicios do que se lisongeou o impe-
rador dos francezes quando propoz o oongrnsso, 0
governo de S. M. cedendo a fortes convieedes e
depois de madura deliberacao, encontra-se na im-
possihihdadede acular o convite de S. M. imperial.
t Tenho a honra, etc. nttHI,
1 P. vS. Queira entregar urna copia da presen
te nota ao Sr. Drouyn de Lhuys.
Homilas sobre os plncipaes mi
lagres lo lesiis 1 iiristo, pelo
II. I*. Ventura.
DECIMA PRIMEIRA.
A visan el i" licus no rru.
fConlionaeio.)
Mas, qnom esta augusta matrona, esta rainha
magestosa, assenta la junto de Jess partilhando
com elle as hemonagens do universo, e augmen-
tando com sua hollr/a a alegra dos santos o a glo-
ria desla feliz mansiio? Reconheco-a por seu as-
pecio gracioso, por seu amavel snrrso, por -eu
Olhar nii^ei icordiosc, por seu magnifico manto or-
nado com o ouro di caridado, e embellecido pela
rica variedad de Indas as virtudes. a verda-
deira Bethsabe, que o ventadeiroSalomao rollocou
sua doxtra sobro um throno rosplandecente ci DM
o seu. Siui. miiilu uiae. 0 Maria I Oh doce, di-
vina Mara! rainha, advogada, terna ne f veje-vos
emfuri e conlemplo-vos; -me dado estar juaS a
vos, e ser feliz comvosco para sempr
Os apostlos, vendo a face de Jess ChriMo res-
plandecen le romo o sol, e seus vestidos bra
como l nevo, licarara fra de si, estupefactos e 1
mos. E entretanto, a|x-nas virara uma freq
parle de sua gl-jria, porquanlo SO Movss e I
viara de cortejo.
0 que ser, quando os santos virera este dmno
Redenipior em toda a gluria do s.'u reina, Miare
um tbrono lozemisrimo, ceresdo de militos V es-
piritos beraaventofanse, Misos ia fazerem arorv;
ao Verbo Eterno unido a sua humanidaoV. de rr-
vi-lo como seu senhor e adma-lo emo sea De- *
Que ledo espectculo, ineus i!
os ari1 banjos, as virtudes, as dominac, as patca-
nas dos eus, qoe, era nome de toda a rraacjte,
rendein-lhe as homenagens e as aJoracdes da nai
verso I Eis os Ixtns ajos, guardas dos hameas.
que prostrados em sua pmiaw, apresentam-lhr
os vasos preciosos, os perfumes ni
oraedos dos jaslos. Ali estao os anr'iaos do pavo
dos eleitos, que, depondo a seus pisas suas eora-
em noine de lodos os santos, Ihe aitribaem me-
n rmenlos e a gloria de todas as suas virtudes ;
aqui is virgens, que, offuscantes de brescara, de
graCas e de uma belleza particular, com as ssias
clicias dos lizes da intacta candura, teem-se ao la-
do do eordeiro, com a eontianca das esposos, eiha-
lando do seu roraco o suave cheiro da rs tididr
e deixando escapar de seus purissimos batas
cntico novo e mysierioso de amor, qoe aeaiiuma
outra bocea pode repetir. E lodos estes foros di-
versos dos espintos bemaveniurados nunca sern
san de reunir suas vozes pin harmonios eoorerto,
repetindo ao eordeiro : Senhor, a todos n.>
galastes cora o vosso precioso sangue, sem du-linc
(io nem de linguagem, nem de tribu, nem de asan,
nem de naci, e de nos todos fizostes ura s rWno
para iosso eus. Benco, louvores, reconbeciawa
lo, sa jedora, esplendor, glora, honra, virtudes e
forra- sejam pare sempre dados ao nosso Deus nao
serulos dos seculos. 1 E incesantemenle faiem
retumbar as abobadas celestes da divina Siao roa
estes liymnos de um entbusiasmo e encanto mai|iri
novos Oh quanto bello ver, que no osas
do di fino Redemplor. no cu, na trra e nos inter-
nos, todo o joelho dobra-se, todas as frontes ror-
vam-se, todas as espheras abaixam-se, todas as in-
lelligcmcias humilhain-se, todos os coracoes estre-
mecein, e todas as linguas celebrara as suas gran-
dezas !
Mas; lembremo-nos, diz o doutor da greca, ejne
S. Joao escreveu ser a cidade eterna du plantale
esclarecida pela sabedoria de Deus e pelo esplen-
dor do eordeiro, para ensinar-nos que, em quaato
o olhc> dos bemaveniurados recrea-se nos r piensa
res da humanidade gloriosa de Jess Cariste, as
olhos do espirito acham sua felicidade aos jiSs
rios da divndade que se manifesta. E' o ojm nos
ensina tambem o Thabor. Porquanlo. diz om in-
terprete, deve-se ter por certo qoe a Saasissiiaa
Trindade mostrou-se aos apostlos, do myslerio da
transliguracao sobre o Thabor, romo ja se havia
manifestado as margeos do Jordo.
^ De feito, o Pae fez-se conhecer por sua vez, e a
Espirito-Santo por sua nuvem, ao mesmo lempo
que o Flho deixava-se contemplar na gloria de saa
humanidade. Mas, ento os tres apostlos seau-
ram, sem v-la, a presenca desta augusta Triada-
do ; creram nella sem conhece-la e oui-la ; e por-
que, sendo ainda do numero dos peregrinos sera
esta trra nao podiam ver o mvsieno da Dinaaae
em sua magestosa claridade, Deus moslroa-st a
elles em sua nuvem.
Ora, esta viso obscura dos mysterios do Deas,
que es tres discpulos tiveram sobre a ni ntinlu.
foi a ligura e o penhor da visao sem sombra, ene
os sanios teem deste myslerio no cea. Raza* par-
que o espirito divino, no dia do baptismo de Jesas
Chnsto, appareceu sob a figura de uina pomha, e
mostrou-se sob a forma de uma nuvem resptaade-
cente no dia da treradiguracao.
A |iomba o symbolo da stmplicidade, a nnvea
o emblema da visio. E per estes signaes sosnasafti
nos claramente ensinado, que no cu lerentos a
visio clara dos mysterios da f, em que tivenaos
crido coma simplicidade do roraco, e qoe desta
simplcidade da f chega-se intelligenei clara na
cont aiplacao.
Quanto sao bellos estes pensamenlos e ao mes-
rao tempe consoladores, meus irmos Ver-se-aa
ento claramente tudo quanto hoje se er hurail
denii. ntc Ore, nos eremos hoje em Deas, em
sua natureza, trplice em suas pessoas, eterno
seu principio, immortal em sua duraco, imsa
so em sua grandeza, infinitamente sabio em seos
conh "cnenlos, omnipotente em suas forras, iaes-
gotavel em suas riquezas, infinito em sua gloria o
em sua magestade. Mas, carregados coa este-
mos rom o peso dos sentidos, cheios dos phantes-
mas dos objectos corporaes, conhecemo* actual
ltenle esse Deus grande e incomprehensivel, rosna
contemplamos o sol, quando no invern obscuras
nuvens offuscam nossa vista : nao o conhecemo*
senio como enigma e aor meio de reflexo, sendo
as obras de_ suas raaos espedios fiis.
Assim nao ser no cu, onde tendo desappareri-
do as sombras, estando explicado o enigma e dila-
cerado o vn, velo-hemos face a face, e nao mas
por intermedio da autoridade, ou atreves da oas-
curidade do myslerio ou da f. Conbece-lo-hemos,
diz S. Paulo, com a mesma clareza rom que elle
nos conhece. E S. Joao diz, que rnnhi 1 I lu awn
precisamente como elle no esplendor de soa
substancia, e no abysmo de suas perfeicoes imV
ntas.
Como ser possivel, que o nosso entendimem
possi, lixar o seu fraco olhar sobre o rnk-mfimea-
to lanado, e contemplar tana luz inaccessivel. sem
licar offuscado e oppres-o i lsiu, meus irmao-, se
tornar possivel pelo effeito de um grande mila-
gro, que Jess Chrisio operar no cu : porquanlo
o propheta diz : t Vos, Manar, soes a tente da
da : o na luz da vossa gloria veremos a luz da vav
sa divndade. Como Ji*us Christo, meas ir-
inio-, unido nossa vonlade far-nos-ha aanra
Deus rom o proprio amor de Deus ; assim unida 0
nossa intelligenei far-nos-ha conhecer Den rom
a mesma sriencia do sua gloria, e veremos Den
em Deus mesmo.
Xa transflguracao a face de Jess Christo bri-
Ihou como um sol, porqne, como a luz qoe emana
desle aslro, e que se reflecte de todos os carpas.
sustenta o nosso olho, de sorte que apesar da pe-
quenhez do sua rbita tornase efM rapaz de al-
eancar mallo longo e de abrenner .-imiiltaaeamea-
te urna grandissima rarid.de de objectos, assim a
luz que vera do sol de JoaUea, de Jess Christo glo-
rificado, fortifica a nossa visto e-piriiual. o amaa
entendimento, angmenra-o e eleva-o al poder,
apesar da sos fraqueza, contemplara migintidi
mllnila de Deus, eos profundos segreilos do Ser
infinito. Esta divina luz, pela qual podemos ver a
proprio Deus, chamase na linguagem da iheoto-
gia a luz da gloria, que vera do Verbo. E .1 que
fez dizer S. Thomaz, que os bernaventuraaw.
quo vem tudo no Verbo, vnaSS e eatendrm Unto
inolhor totlasas grandezas de Deus, quanto maior
a perfeieio na qnaleontemplam o Verbo. as-
sim que o verbo incarnado e a bizque esrlareee.
nao s rada humera que vemao munlo, mastaat-
bom a alma que entra no ivu. Elle para aos a
fonte do [oda a vida : da vida da graca que
santifica, oda vida da gloria, que nos 'tornar fcr-
lizes. (ximo resgatou-nos por seu sangue, escla-
recer nos-ha por sua luz. Como foi j,or ser me-
recimentos, que chegamos a possuir Deus. um-
bem de sua gloria que nos vira o esplendor, que
nos far ver Deus, o onsinar-nos-ha a coahece-to.
Nossa intelligenei, uma vez revestida desla
luz superior, nao s parar, sem vacMtof ou roo-
fundii-se. na presenca do ser infinite, mas lam-
bom.segundo a expressio do proph-ta entrara as
propr as potencias de Den*, o lixara intrepdamea
te o sen odiar na contemplacio da verdade, e da
natureza de suas |>erfeioos e de sua gloria; por-
quanlo conforme S. Agosiinho. i isto pe *'gr-
lieaver a descoberft a face de Deus. i>h inrm
pode, diz S. Bernardo, entender e explicar a fc-h-
cidade de considerar Deus em si mesmo, de rua>-
dera-lo em nos, e nos n'cllr
Arrebatada e como que fra de si pelo r-a-mo e
alegra d"uina tio grande viso, a alma rxrlamara
< Eis preseitlenteiile o met Deus ; Vf^an linal
mente,como era si mesmo csie Ser inliniarm-n.
te grande, incomprchensivel, que existe peta ne-
conidade de sua exisleacia, pela poilikJ Ir soa
natur za ; Ser perfeito. do qual cada ni. .
realidadc, rada |tensaineule unta le, rada arto de
sita volitado uui prodigio; Ser prinripii, nm de
Unios js Reres, e elle s principio e lint 0> i
mesmo I Compreheiido fraalineitte os m\.
natunza divina, dos quaes o universo me hiten'
lanas VOSCO, sobre os quaes as esrol r,,m
lauto, e 1 respeito dos ipiaes a fe. a nul sobaetti
o raen oniendiinento sera comprehender. 1
dado d'instruir-tce.
C^tinnortf-hn.J

PER.NAMIIIUO.- TYP. UE M. F. P & KILHu


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