<%BANNER%>
Diario de Pernambuco
ALL ISSUES CITATION
Full Citation
STANDARD VIEW MARC VIEW
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10029
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, March 31, 1849
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10029

Full Text
Jinno XXV.
_
Sabbado
0 )lARIO\iii\>\ic i-srtodasos diasque nao
forriii de guarda. .0 preco da assignatura he
de'4#O0U aiiimneios dos auigninlcs sao inferidos
ruo de 20 rs.por liuha, 40 rs.ein typo dlf-
ferente, eas repelieres pela inctade. Os nao
i asignantes pagaran 80 rs. por liuha e 160 n.
(eiu typodifferuic, por cada pub'licacSo.
piiases dalua nomkz df. marco.
Crescule, a l,as 9 huras e 43auia, d.i lard.
a a cheia, a 8. as 10 hora* e 41 uiln. da tard-
jgoaiilc.a I0,i lOlioratc 19 min. da tai d.
La nova, a24,sllhorase46niin.dainanh.
Creacntc, a 3!, s 4 horas e35tnln.da maoli.
PARTIDA DOS CORRAOS.
Goianna e Pawhlba. a< ses. sextat-feiraa.
RioG.-doNorle, quintaa-felras ao melo-dia.
Cabo, Serinhiiem, Rio-Fonnoso, Porto-Calvo
Macci, no 1. a 11 e 24 de cada roez.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, as qulntas-feiras.
Olinda, todos os das.
FREAMAR DE HOJE.
l'rimeira, s 10 horas e 6 minutos da manb.
Segunda, s 10 horas e 30 minutos da tard.
(1 e Ufarlo de 1840.
N. 7.%.
MAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. T.udgero. Aud. do .!. dos
nrpti,. do J. do clvel c do J. M. da 2. v.
27 Terca. S.Roberto. Aud. doJ. ilor.da I. v.
e do J. depai do 2. dist. de t.
28 Quarta.S. Alezandre. Aud. do J. do c. da 2.
v.edoJ. de paz do 2. dist. de t.
29 Quinta.S. IU rtholdo. Aud. do J. dosorph.
e do I. M. da 1. v.
30 Seita. s. Joo Climaco. And. do J. do civ.
c do J. de pat do 1. dist. de t.
31 Satibado. S. Halliina. Aud. do J. do c.
da I. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
1 Domingo de Ramos. S. Macario.
CAMBIOS NO DMflDM MARCO.
Sobre landres a 2?'/.,e28d. por Cf rs. aGOd.
, Pars 350
. Lisboa 11.8 por ceuto de premio.
Rin-de-Janciro ao par.
Desc. de lett. do boas Urinas a I'/, %' ao mrz.
Acortes da eomp. de Iteberibc,,n 50 rs. ao p.
Ourn.Onras bespanliolas. 2!)#50l> a 30/ntll)
Motilas do 8/400 r. 17/200 a 17/401'
de (i/400 n. 16/200 IfiMfP
de 4/000.... 9/200 a !>/HW
Prn'a-Pataccs brasilelros 1/K>0 a 1/(80
Pesos coluinnarios. 1/960 a OP1
Ditos mexicanos..... 1/900 a I/B2K
PARTE OFFICIAl.
GOVRRNO F)A PHOV1NGIA.
| v EXPEDIENTE DO DA 29 DE MARCO.
Ofllcio.Ao presidente i)a provincia lo Maranhiio,
participando qo esta capia) contina em socogo.e
,,,i( nos oulros potitosda provincia nflo consta que
lenha necorrido scontecmento algum digno tle men-
rionar-.se.
Dito.-Ao da de Alagas, declarando que nosla
oecasiao segu par aquello porto o patacho Pirapa-
i,in. i ara cnnduzir madeiras que teem de ser err.pra-
L'adas no arsenal de marlnha desta cidade, e partici-
pando que esla capital contina em socego e que nos
oulros pontos la provincia nflo consta que tenha oc-
corrido aconlecimcnto algnm digno de mencio-
na r-se.
niln Ao eommandanle das armas, recommen-
dnndo haja do ex< edir suas ordens para que o corpo
policial preste ato duas prac,as a qualqucr dos Oseaos
da cmara municipal desla cidado que as pedir para
roadjnvnrem-no as diligencias a seu cargo, provi-
denciando noentanto pata que nflo se satisfar ao
mesmo tempooredido de dous ou mais lscaes.-
lnleirou-se a mencianada cmara.
Dito.Ao mesmo, recommendando haja de pro-
videnciar para que' a companhia da guardas na-
cionaes destacadas na cidade de Olinda acompanhea
proeissflo do enterro que a mesa da veneravel ordem
terceira de S -Francisco d'aqualla cidade pretende
fazerema noileife sexta-feira santa.- Scientiflcou-
se a mesa da referida ordem.
Hilo Ao chele de polica, declarando que, nflo
sendo pnssivel removere-se para as prsoesda forta-
leza do hruin os sentenciados que se achilo rocolhi-
dosnado erime da cadeia deslacidade]e que all se
conserven at que o.caroereiro interino da mesma
cadeia ullime^rHvista a que lem de proceder em tal
prisflo, cumpre que o mencionado carcereiro, ao
fa?er semelhsnle diligencia',.recorra ao auxilio da
tropa de Jinha. que certo vigiar alim de quenfioo
. otl'endam os ditos sentenciados.
Iiitu. Ao inspector da thesourtria da fazenda,
transmitanlo tres ola falsas, urna de 5,Oii* ris*
duas de 1,000 ris, as quaes lram apprehemli las
pn' falsas pelo chefe de polica da llallis, alim de que
as fQ* examinar, e mande publicar pela imprensa o
resultado do exame.I'arlicipou-ae ao (chefe de po-
lica.
Kilo Ao mesmo, remetiendo urna not falsa de
20,000 ris o (las de 2.000 ris, as quaes foram re-
ceidas de um l'orluguez de nome Fraacisco.Jo.se
lioncalves da Silva por um sargento de imperiaes
marinheiros, e silo reconhecidamrnle falsas, afim
deque mande proceder a exame sobre as referidas
notas, e faca publicar pela imprensa o resultado do
ezameComiiiunicoii-se ao cliefe de polica.
Dito Ao iiiesino, declarando quo, visto o lo haver
om Pesqueira quem poss fornecer duheiro para as
despezas a fazerrom o destaraineiito de 50 prac*s de
guardas nacionaes dos municipios do !r.-j e Cim-
bres que all se ada csUcinnaclo, cumpio qnaS. S.,
dd suas ardeos parn quo o col lector das rends ge-
raes naquelle lugar entregue aocoiiitnandaute supe-
rior ios referidos municipios as quamias que Ihe
ellefor requi>il nido pai.-i seinellinoie (iin ; hem co-
mo para que Ihe seja.it levados em conla 406,000
r. que elle declara h'averja reeebido do mencio-
na collretor.Scienliflcou-se ao referido romuian-
danie superior.
Kilo. Ao coronel Jos da Cosa l'mentel, dizendo
que lien acientede seachar Smc disposto a coadju-
Vr o tenenle-cnronel Antonio Mara de Sonsa lias
manobras que elle projecla prem pratica para con-
>SP^eiirai aniquilacilo do grupo revoltoso, ora acan-
tonado as malas da Prata sb a direceflo do caudi-
Iho Caetauo Alves, e esperaaque.medianln ocslrema-
I do zelu com que se dedica ao servico publico, Smc.
nada poupar para concorrer de sna parte alim de
que aquella paragem soja inteirsmente expurgada de
rebcl.ies, ennperando dcst'ailc para que se completo
pacilicac.'o da provincia, visto que esse ponto he o
nico con que anda hita a legalidade.
I'ilo.Ao delegado do termo de Cimbres,* dizendo
licar seiente de haver Smc. reeebido uo s o arma-
i monto eearluMiue que Ihe remetiera o Exro. presi-
diente das AlagCias, senflo tambem do estado daquilla
enmarca e do movimento da frc;a no mando do te-
nente-coronel Torres Caldudo ; e recommendaudo-
Ibua mannienco da ordem publica no termo srtb
sua jurisdicfno e a mais escrupulosa admiiiistrccflo
i'ajustica.
I'oriarin. Kemiltinilo dos cargos policiaes ahaixo
declaredos os cidadios seguinles :
Svpplenln do tltgndo do termo de S.-Anio.
2.a Antonio llenriques de Miranda.
8 Cervasio Eugenio SimOes.
i. !>rming0rta Cunha aSv.
5 Antonio ^eferino Punce de l.eito.
C.*' Alexamlre Correia de Castro.
Supplinlet do lubde/tgado da cidadt da Victoria.
5.1 M a noel Antonio Das.
r>. Jos de Ka i ros Crrela.
Dila. Nomeando, para os carg*6s policiaes rbaixo
declarados os seguinles cidadfles :
.Svpplentti do delegado do termo de S.-Anio
2. Manuel Huarlodii Costa.
:i. Antonio ue Sa CavolcantC Lins.'
*.* Heoiiiiues Marques 'Lilis
5.1outor Joao Francisco de Arruda Falclo.
. Jos Marques de Almeida.
I Supptentti do mbdetetwlo do leyvndo detlricto da cida-
te do liMortVi.
5. Chrittovo da Rocha Bezerra Cavalcante.
' -
6. Anlonin Rodrigues de Figueiredo.
Participou-se ao chefe de polica.
MaRIO DE PEBIMSBUCl).
BIC1TI, 30DMABCO DK ltMB.
PBISAO OE BOaOES DA F0NSKCA.
Em Tres-Ladcras, districto de Igttarass, toi pre-
so hoje Antonio Borgesda l'onseca por forca do oi-
tavo hatatliilo do caradores, commandada pelo te-
nente-coroncl Luz Jos Ferroira.
A prisflo se nao effctuou sem que se trocassem al-
guns tiros entre a mencionada (rea e os Iludidos
que diiucuiiipainiaVaill a iorges: seiio^desteS
ficaratn morios sobro o eampo mo menos de seis,
ao passo quo os legalistas apenas perdern) o liomem
que osguiava, e que,.segundo nos ffirmam, era
pa de familia.
Rorges deve de entrar amantula (31 u'esla ca-
pital.
Assepuram-nos que, ultimado o lirolciro, as tro-
pas imperiaes poderain colber urnas trnta armas.
I'ublica^oa pedido.
Ao lllni. c Exni. Sr. >tnnocl Viclrrt
i'n-(i. coinmi ii t'hri-to, tlcm iiilmiundov la i-i-
laciio la Kitiii. presiden-
le da provincia de l'er-
nambneo.
TRIBUTO DE COPSIDERACAO F. RESPEITO.
Fuuuanto apascentar o largo polo
As eatreUas, e os >l dr lume ao mundo,
Onde quer que eu vlver, com fama e gloria
Viverao teus louvores em jiemoria.
(Cams, Cant. 2. (. 105.)
Um da desponto.u!... e Maurica,
Curvada ao peso de fatal deslino.
Vio desdohrar-se tenebroso manto
Por lod" p*rto. Os bellos horizontes,
Sempre at'li de purpura bordados,
De variadas coros que deslumbram
Os nlhos, o surgir do sol brilhanle,
Foram coherlos de cerradas nuvens,
Que esse da Ihes trouxe como indicio
ln tremenda exploso, de alroz conflicto.
Trslonho elle surgi. Qc scena horrivel
Entflo se abri patria carinhosa!
Que serie de successns desastrosos!
Mimo dos bens, a Ierra. oncanU lora,
A prnceza do mar que o)ha de longe
O turbllifio das ondas marulhosas,
Sentada no rochedo, ufana e leda,
A formosa cidade do Rccife
Fui assalla 'a!. nao peloestrangeiro,. .
Porm pelos seus filhossoquestrados
Ao brando jugo do dever, da ordem ;
Pelos seus lilhos que o civismo, a glora
Jamis pre/aram, que os queran) morios
No campo do combate fratricida.
Deo9 pode tu lo! Um raio d'espcranca
D'csse tlii uno de luzes vein depressa
Ao coraeflo do lillm obediente,
O^ie a honra n.lo manchou dos patrios lares.
Dos pude todo. A voz da libenlade
Elle nao cessa de nflammar nos peitos,
guando se trava lucia sanguinosa.
Tu Tost, patria, o lgubre theatrn
De (anta confusio, de tanto lucio,
lie 19o terriveis, complicados males.
Mas um Iriumplfh obtveste ovante :
Fillios honrados combtleram fortes;
Patritico ardor, enthusasmo,
Amor de gloria, conseguirn ludo.
Nesse da herosmo assignalado.
A fama conquistou ao llrasileiro,
Quas por le divina destinado
Para o governo desla linda Ierra
Dude ello eslava!' Em meio de sen povo ;
Cheto de vida, enrgico, valente,
Animando os zelosos defensores
Da libenlade com seo pioprio exempln.
Elle que p(ompla recebis o encargo
De lauta clevacilo ; que antes vestir
A respeitavel toga, e a lem honrado
Com rectido e rgida iuieireza ;
Fui vigilante no aeu uobre posto.
Do qual jamis o desviara o me do
Que nao habita o peilo magnnimo.
Sim, charo Tosa, a patria le sida,
Abre-te o roracHo clieio de jubilo,
E te moslra os sinceros sentimentos
De pura gralidilo, de preito ingenuo.
A li que s grande, que voar mo temes
Au campo.da halalha quaudu tiua
Moriifero canhiio; a ti"se deve
l'fiuiero alent d'avida esperanca,
Que reponloo nos peitos generosos,
Quamlo a rouca trombeta da discordia .
Soou nesla cidade amedrantada.
Provaste de urna vez que nao te esquivas
Ao sacrificio pelo amor da patria ;
Accrescenlsste um titulo pomposo
Ao conceito que os bons Pernambucanns
Sempre de t lizeram. Dedicado
Asalvac.loda trra que governas,
lia hi quem possa arrebatadle os lomos,
Colliidos com leu rsro enthusasmo '!
lia hi quem ousc recusar-lo encomios,
Quem te negu lugar entre os da patria
Venerareis hroes? Teu nomc, Tosa,
lie para Pernamhuco um nome honroso :
A gloria que tecoube ntreos seu lilhos
Jamis ha de morrer. Solirevivendo
A' successilo dos seclos que panal
Na elernidade, nelln ha de ir famoso
Para sempre habitar. No pode a torio
Contra o valor da fama que le exalta.
Sede marmore ou bronze (I monumento
A ti ja nflp se ei'gueu ; he porque vemos
Queemnossos rorarGi's mais amplamente
Duram meinnrias que mo dle o lempo:
Se a anliua liorna, nvassallainln o mundo,
A os seus hroes alevanlou columnas,
Deti-lhcs a vida um marmores polidus,
Consagrando seu nomes sublimados
Ao respcilo dos sceulos futuros ;
Se a culta Creca o mesmo pralicra
Nos seus iliasde prspera ventura ;
Dale hojea patria iluracHo mais larga
No Tundo do seu peilo, onde conserva
Tudo que Ihe merece calamento.
A historia ha de apuntar-la aos que vieren)
Depois de li; aos leus contemporneos
I-.' um lypo de sao patriotismo,
l'.etn raro nesto seclo votado
Ao egosmo, l'na indiIfei enea.
E que te posso cu dar ? Vale obscuro,
Que trbulo de affido o de respeilo
l'oderia render-te ? (,'mcanlo, ao menos,
Inda que pobre de harmoniue graca.
Vio silo da lyra os sons que mal t'escutam
Falsa homenagem que a lisonja offerta
So leu subido mrito e vii ludes.
Acolhe-os como um voto mo mentido
De puro cornejo. Ahi Icos lem claro
Meus sentimentos, meu pensar .iucero. '
Unido a voz da patria agradecida
Possa o meu canto em ludo equiprala
Na singeleza. no vigor que a leva
A toda parle no correr do lempo.
Se tanto conseguir, mais na la quero.
Eu sou Pcrnambucano, o tanto basla
Para louvar le. Um canto lisonjeiro
Nflo sae dos labios de quem preza a palria ;
F. iv que a patria aprecia, heme preclaro,
Nao reieite ocanlorque Ihe dirige
A voz da gralidio e da verdade.
Por A. II. de Torre Emitir.
vaki:daih:.
AURORAS BORKAF.S.
{Conlinuacdodo numero antecedente |
Ente autor que por dez nonos consecutivos viven
as raios polares, diz que, sendo o caz hydrogento
inflammavel pela simples iCCBo do finido eleelrico,
lie deste phenomeno que provm as auroras burenes,
poli que nos sous vagos movimentos observou i
combustflo suecessiva de um corpo muilo nllamma-
vel, mas no (aillo como o Huido elctrico sn moslra
no relmpago ; donde concille que a aurora boreal
provm da comhusliio do gas hydrogemn em con
laclo com a electricidade, e tambem da combiistno
de-urna parle, anda que diminuta, de oxigonio da
lniosphera. .
Fellmr, no seo Manual de Meteorologa, rerenndo-
se a esla opinifo, dizque ella he concludenle, c
quecomplcla satisfacloriamentca Ibeoria das auro-
ras borcaes, formadas pela accilo do Ritido eloctrieo.
O autor deste Manual vai, portanlo, mais adianto uo
que lora Cuaier o Aim Martin, porque estes apenas
terminaran! o que escreveram sobro a materia, com
a declaracilu era a base do phenomeno, sem esclarecerem mais
esta stippnsiciio. As conclusoes do manual de le-
lem, mpressoem 1833, apezardo merecido crdito
que lem e>to lvro. | dem ser consideradas como
misadas em dem-.sia, a visla da reserva que sobre o
ponto em questao se nota nos Elemento* de Phuaca e
de Meteorologa Ai l'ouillel, impressosdous anuos an-
tes, mas leimpressos depois sem alteaco ; no Ira-
lado de Meteorologa de Kaemtz, e no manual cm-
plelo de meleoiologia deste autor. Pouillet, no II-
vro citado, mo duvida escrover : Quizera poder
indicar as causas das auroras borcaes ; mas a scen-
cia, poremquanto, s possue a esle espeito idciiis
vagas, e anda mal se sabe se ss auroras boreacs sao
um phenomeno atmosplierico paiao q e, segun-
do a sus opiniao, eiainiilerque Msse mcontestavel
a opiniilo de Iguns, e que era a de l'atnn, do quo
autora era precedida do um ruido ou rumor semu-
Ihante aos que acompanhnm o apparecimenlo das
faiscas elctrica*i averiguado esle faci, o pheno-
meno seria passado na tmospliera, porquo ora
d'ahi nflo pode haver esse ruido.
O que a sciencia conlm de mis positivo em tal
materia, sao as rclacOesque existom etilroo plieno-
meno e o magiielisino. Essas relacOes sflo um Tacto
inconlestavel que talvez um da ligue mais esle pon-
to dos coiiheciuicnlos humanos a um dos poderosos
agente*que a sciencia lem descoberlo no mundo.
Com as duvidas presentadas por PouilUt, o com
a opiniao geral de que nerhiim ruidn precede, ncm
acoinpsnhn a aurora boreal, se concilla o que aflir-
ina linael. />, quando, em conseqiieneia de observa-
(jOes feitas nos invernos do 1838 e 1839, diz que o
phenomeno se passa nos limites da atmosphera.
O pliysco Cantn ja anleriormenle btvia nnnun-
eado isto mesmo.
_/lrn<70, um dos maiores aslrologos da era em que
vivemos, be quem mais lem concorrido para definir
as relaces que oxistem entre as auroras borcaes e as
variacffesads agullia magntica. Nflo tratemos lam-
ben) da nalureza destns vatiatoes, para uo afugen-
tar leitores com o indispeiisavel uso dos termos ne-
cessaros para as descrever. I'.asla-nos a cerle/.a di-
que ellas existen), e a ponto que o aslrnnomn fran-
cs, pelos movimentos da asnilla magntica do ob-
servatorio de Pars, sabe o momento eni que nnu
aurora boreal apparece em qualquef parle do hori-
zonte. Anda netn urna s vez seengannu, e, quan-
ilo dos seus labios sabe essa noticia, nSo tardo que
ella soja comprovaia por qualquer dos observadores
que continuadamente estudam esse phenomeno em
varias ierras.
Oexemplo de Arago, eniquanto ao exame da n-
lluencia da aurora boreal em a agulhn magntica, lie
seguido por mtiilos homens de mrito na F.scossia,
na Mi.uianli'i, na Itussia, entena China.
Se comhiuarmos o que deiumos escripto enn o
principio reconhecido, do que a torra lio um grande
man que setus sobre a sgulhs, e do qual os polos
pireccm estar perto dos polos geographicos sem
coincidir com ellos, o considerando as tentativas do
capitn ltss para determinar o polo magntico,
COmmissflo que a Inglaterra julgra anda mais im-
porlanle que a desojada passngem do oorle para a
China, e considerando mais que os polos sflo os lu-
gares frequentadns por esso phenomeno, ser licito
manifestar a supposicJJo de que o magnetismo, cada
vez mais ligado con) a eleeiricidade. polos CStOdOS
de homens tflo clebres como l'araday, seja o agen-
to a quem so deva a exacta explicaeflo desse pheno-
meno que lao complelamento se nos mostrou em a
(initc de 17, como provaremos pela breve doscripc;.1o
do que observamos depois do comcQO da aurora bo-
real, ja descriplo no principio do presente artigo.
Contrastando com o foco alvo e rcsplamlecenlo da
aurora, duas columnas aCogotadaS eomecaram a su-
bir vagarnsamento pelo horizonte urna vinlin do
lado occidental, oulra do oriental j ao passo que se
hiii curvando para se ai>proximarem mtidavim de
edredo aspecto; ao locarem-se, a forma da aurora
fieou definida, e so porcebeu i|ue das duas classes
que se conhecem, urna denominada de arco, oulra
do rao, esla pertcnco n primeira classe.
Oarcochegava quas 80 /enilli, e formava como
urna abohda de fogo terminada nos confias do hori-
zonte por unta especie de corpo movel, oque seme-
lliava ou acerina maiiie perol nlumiaiia por una
luz que Un' uo lirasse muilo distante ; desse yerdn-
doiro foco do phenomeno pnriiam como estras ou
raiosda inesm cor, quo entre as cambiantes do car-
unm queso nolavam om tola a parto do horizonte
que pareca cheio pelas chammas do incendio de
urna cidade, producan)um clTeilo maravilhoso.* As
nove borase ilez minutos, o phenomeno oslenlava
toda a sua magestosa formosurs : fui a essa hora q'ie
nos parecen vi>r formada o que; se chama a coroi da
aurora, e he a reunan de alguna rain* afogtioados,
que da permetro do arco parecem querer sallar pura
lem do zenith ; saja ou nao exacta osla nossa siip-
posieflo, n pheiiomeno, depois ilesas hora, enfra-
queceu, H s Ol0 era apenas um refloxo prateado
quo illuminava loJos os corpos que liesvam nos li-
mites do nOSSO Imii/onle.
ls-aqui 0 que jnlgiimos dever cscrever, como
oumprimenlo do encargo quo lomamos rodiglndo
ste jornal: he o resumo de quanto at boje lem
chegado ao noaso conhecimento aceres ile um plie-
iiomeno que assusls os nimos receiosos ou ignoran-
tes- as que su be mais urna de lanas pravas eom
niu-'a Divina Providencia maravillia o mundo
As auroras borcaes, das quaes sem causa fft) assus-
lam arj?uns habitantes dos paites maridionaes, as
Ierras frgidas do norte sflo como iris de paz e ben-
efloi >l Snlior, quo desce sobre a sinislra solidflo
que o sol, por espsco de mezes, deixa iibysniada as
trovas.
O homem da Europa que ebega al essas regiCes,
he o symbolo vivo do progresan do espinto "mano,
dea proelamaeflo solemne de que a perleclilnlidade
,,iic Ibe resta da orgem divina, de quo se desMignu
por suas mitos, deixou-s neos nimia no saber, que
be o infinit, porque mala, gaslando-ns, quantas
forcas o querem abracar.
Ouando se estudam os pontos transcenienles que
sereferem o assumpto deste artigo, v-so que >
espectculo sublime do estudo substiluo ao prsenle
a fama de quantas glorias nos legou o MSSSdO .
Como s queremos na Ierra a coniplcla victoria
da civiSSCao emitida no l.vanclli.., porque he a
nica orgem segura do paz, quando admiramos os
que na intrepidez e estudo.das deSCobortas segoom
cis exemplos que Portugal deu ao mundo no lempo
dos lletniqucse dos Camas, vemos os luiros de Ale-
xandra cahirem dcsfeilus pelo Ir.o polar: vemos a
espada de Cezar quebrar-so como se lora dei vidro
no geto Iflo anlgo como o mundo I vemos o ultimo
conquistador da Europa co.no urna **<** ^
cao que desapparece para a om de um tmulo, m
cUrflo dessas tochas, quo Pimo TO ccesas no ceo,
e que. derrama." sua rubra luz pela superficie gola-
da de urna parlo do ocano
Ante as scenas grandiosas da paz, ludo morra em
olla d. luz eterna da sciencia, que lie tambera a
UJ da f.. (Itetista Iniverial .tsbontnu.)


!
2
O admiravel phenomeno da aurora boreal, que
observamos cm a noitfl .'o 17 rando eremos, ha multo uno appareecem nossas la-
titudes de um modo lio hrilhanle, pede que este
jornal Ihc. consagre algumns linhas despccial no-
Chama-se aurora boreal, ou lu do norte a um
clarffo oais on menos vivo, que de ordinario se laz
visivel para as parles do norte, senielliando o nas-
cer do sol He, porcm. esle plieiiomeno to vanavel em
todas as suas circunstancia, que n3o be possivel
des r--ver.se rom a desejada procisAo.
Tambem se observa no polo do sul, contra o que
a prncipin se su ppunha, o entilo se chama aurora aus-
tial, pelo que Diellior llie assentaria o nome geial de
aurora Volar.
A aurora boreal as nossas regics apparece ge-
ralmenteslva.espess* e bstanle, escura para o lado
do noiJ mas um pouco mais esbranquecada para o
oeste.TssI'a ncvoa loma pouco e pouco a forma de urn
segmento de circulo, apoando-so ambos os lados
sobre o borizonle; a parte visivel da circunferencia,
ato be, i parle superior, no Urda a cercar-se d'uma
luz branca (|iie torna apparenle um ou mais arcos
luminosos ; suceedem-se tlepois jacios e raios de luz
diversamente corados, que parlem do segmento es-
curo, que por vezes se fende em porccs mais bran-
cas, o que parece anniinciar um rnovimenlo de fluc-
tuares em toda aquella mssa. Logo que a aurora
se eslende forma-se em cori no zenilh, por onde
convergeni os raioa luminosos, Dimnueentilo o phc-
nomcno ile ntensllade ; mas de lempos a lempos a-
imla ge observam jacios de luz, urna cora e cores
mais nu menos vivas lano de um como de oulro lado
lo C00. Cessa linalmento o rnovimenlo, chega-s o
claro rilis e maisao horizonte, a iiiivcm abandona
as diversas partes do firmamento e vai (rxar-sc no
norte. O segundo obsciirnfao dissipar-se torna-so lu-
minoso ; a principio he grande a clandade junto do
borizonle, mas vai pouco o pouco a (Tronicando supe-
riormente al que de todo se extingue na abobada
colale.
A aurora he alguinas vezes romposla de dous seg-
mentos luminosos concntricos, tendo as suas extre-
midades no horizonte separadas por segmento
obscuro, o da tena por um ontro igual segmento
tamhom obscuro. Oulras vezes be ella formada por
um SO arco concntrico symelricamenle intrecorlado
por es, acos abertos, a travs dos qtlaes parece* divi-
Aristteles, Cicero. I'linio, Sneca e outros escrip-
toros de mais moderna dala, cilam e descrevem, coin
mais ou menos lidelidade, o plienomeno das auroras
bureaos, que, em lempos passados, o terror exago-
rava como percursores de grandes oceurrencias ca na
trra.
A cor da aurora boreal he de ordinario branca,
mas pode variar paia amar.-llo, e cor vezes ao ver-
rcelho. A materia das auroras nilo lem sulliciei.ru
densidad* para enflaquecer sensivelmeiilc a luz das
estrellas, quocbegam u disliuguir-se atravs della,
sem que se allere a sua posico apparenle.
Pdem perceher-se auroras boreaes soladas so-
bre espacoi extensos ; teui aconlecnloo ver-se a mes-
ma ;n rora em Unta a Furopa sepieiiiinou.il, e na Ita-
lia : a de jaiicim de 1831 ful admirada cm luda a l.'u-
ropa ceniral c seplcmti ional, o perio do lago Kri na
An erica do N'orln : donde pode conelltir-.se que urna
grande pniQilo do globo teui parte lia produce,lio do
nhenomeno Militas vezes acontece lia ver ao ineamo
lempo auroras em ambos os polos da Ierra.
Parece noli.r-se urna lal ou qual pe odicidade an
niinl no sru appaiecmento Sao mais frequenles no
invern do que no veilo, em viilude da maior dura-
ran ilas nuiles ; nas lias proximidades dos cquino-
xios silo anda mais numerosas, pudendo eslabelecer-
se dous inaximos--uni em margo, outit) em sclein-
bro e outubro. Alm deslc periodo animal ha ou-
lro sectalar sobre que nada se pode dizer coin certe-
za. Tem-se notado que durante corlo numero de ali-
os sao as auroras mui [requeutes, e que durante
outros progresa)vamenle deciesee o seu numero para
augmentar depois Assim ro o poiiodo de t707a
1790, cojo mximo foi em 1752, a que so SPgUiO
urna serie de anuos em que raras vezes appareccram,
le que tornaram a sor mais numerosas de 180 pa-
rara.
Huvidou-se antigamente se por ventura este phe-
nomenn era meleoiologicoou astronmico ; atolle,
ge pe ! nce nossa alinosphera, ou se he paSsauo em
urna o-| beia supeiior a ella. As observaces de lliol
nlo deixam, poiem, a menor duvida de que a aurora
" boieal he um pbeiiomeno almospherico.
Porvras vezes se lem preiendido determinar a
altura das auroras pelo mesmo methodo applicado
'' ni ptimos resultados a determinac^n das distan-
cias no kol, lua, etr mas dcbalde, para o que con-
cn im diversas causas que escusamos mencionar.
-Manan da-Ibes urna altura inedia de 175 leguas fian-
Cez-8. Bravais calcula de 100,000 a 200,000 metros
i 25 a 5U leguas ). Neja porm qual lora sua altura,
he ella consideravelmente subjeita a urna continua
tre. Karaday porgunta se por acaso a aurora polar
no sera produzida pela descarga da electricidade
ai-cumulada nos polos da Ierra, que por meios natu-
raes e regulares forceje abrir caminbo pela parte
superior da atniospbera para as regios equaloriaes?
E, pondo de parte as experiencias do mesmo Faraday,
que lendein a mostrar n nstureza elctrica daquelle
phenouieno, citaremos urna outra mais decisiva com-
iiiuuieada por Noli associacilo britannica para o
progresso das scieocias, em Cork no anuo de 1813.
I'oz ello em roUclo un pequeo globo d'aco, passou
magnetes do equailor para os polos ale o magnelisar
completamente. Isolu depuis o globo, e collocou
um aren ou aniiel tambem isolado a roda da sua re-
gulo equatorial : pozdei ois este arco emeommuni-
caQilocom o principal con"uclor da chapa resinosa
da sua machina rheo-electrica, c um dos polos do
globo com o conductor da chapa vi-rea. Logo que a
machina entrou em rotceo observou-se urna bella
descarga luminosa entre o polo livre do globo e o
arco. Em urna atmosphera menos densa via-se um
annel de luz, na parle superior brilbanle, c na in-
ferior oscura; e sobro omine! e na volla do eixo
Cha ni mes folbeadas e divergentes uinas por detrs
das oulras. l'.u.liin llumbol Jt ainda he mais explcito
sobre a causa da aurora boreal, quaudo diz: Oes-
ir plendido phenomeno das vivas o coradas luzes do
iioileheo acto da descarga e terininaco deuma
u lempesladc magntica ; do mesmo modo que em
dnia tempestadaeitctrioa a evolucflo da luzo rc-
lampagoindicd o achar-se rostbelecido lequi-
librio perturbado na destribuico da clccliici-
a dade.
Pode o Icilor consultar l'enny Cyclopieda, l.ard-
ncr, Cyclop Cosmos by llumboldl, Itecquerel, Bl-
iiicnts de i'bysique Terrealre, Ksemtz, Cour de le-
liulugie, ele donde principalmente cxlraclamus.
Cuimhra, 19 d novembro de 1848.
II. Fernandes Thomaz.
( dem. |
las estudantes do paleto, vestuario proprio para casa
ou para passeio do campo, e incompativel com a gra-
vidade e res|ieilo que deve haver em urna academia.
(1 mesmo recnmmendo aos Srs. professo'es do col-
legio das artes, relativamente aseus alumnos. Se-
cretaria do curso jurdico deOlinda, 24 de marco de
18*9. O padre Miguel do Sacramento jipes Gama,
director.
tOglMErtCIO, ___
A! PANDERA. Ilendlmenlo dodia 30 . 8:Ct1,2l6
Deicarregam Ao;, 31 de mareo.
litigue Nellu-Muiliilde mercadoiias.
Marca ht-huradv bacalbao.
lia rea. Khondda carvDo.
liriguo San-tlanoel-Auyuto pipas vasias, fumo
e .-ab.'io.
CONSULAII CEI1AI..
Ilendimento do dia 30..........
Diversas provincias............
. 4:807,616
9,824
4:317,4*0
henil
CONSULADO l'IIOVINCIAI..
i ment do da 80...........-.
1 1 !II' irflf II un MIMMBiej^MII
2:064,919
Movimento do Porto.
Navioi cu i nulos o din 30 .
Camaragibe; 2 dias, biate hrasileiro Novo-Dtsllno,
de 21 toneladas, capitdu Estevfio llibeiro, equipa-
geni 3, carga assucar ; a Jos Manoel Martins.
Aracaty ; 18dias, hiato b-aslli'iro Sui-u-Ulinda, de
8G tuneladaa, capil,1o Anlonio Jos Viana, equl-
pi gem 7, carga sal, couros, cera de carnauba e fa-
milia de irigo ; a Francisco Pedro da Costa. I'assa-
geros.'Joaquim 1'erreiia A'aujn Guiiiares, S,i-
tiioSciadm da Silva com 1 esciavo, Silvestre l-'er-
reiados Santos com 3 escravos, Alexandre Fer-
reira de Alencastio Camiuha e 2 escravos a on-
t regar.
ASsU ; 17 dias, sumaca brasileira Curila, do 64 tone-
ladas, capitilo Jos Gon^alves Simas, equipagem
8, rarga sal, larinha de mandioca, couros e mais
gneros ; a l.uiz Iw de Sa Araujo.
Nurio taludo no mesmo dia.
Marcio ; transporte hrasileiro l'irapamu, capitilo Ca-
ntillo l.elis da l'onseca.
---------nn
eclaracoes.
CORI'O POLICIAL
Din 30 de mareo de 1849.
Fram remellidosaolllm. e Uxm. Sr. concelheiro
presidente da provincia, por orden dolllm. Sr. Dr
chefe ile polica, acoiepanhados com ollicio do mes-
mo, os presos Mnoel do Amparo, Nazario Pereira, Jos Antonio de Cas-
tro, Nicolao Machado Freir, Febx de Souza Bbr-
ges, Flix Faustino de Aiaujo, Thomaz ( pardo i,
Joflo Dau.asceno, Felismino Marcolino da Ora e So-
verinu Macal io que declarou ser este .seu verJadeiro
noinee nilo Silverio de Sant'Anna, como era conhe-
cido aqu, osquaes Uverain destino.
FOrain reco hidoss prisOes destequartel Bernar-
ajudante, Ma-
?.ViCf ll"' "a T"""* aT,'a' COm" S" lorna ,ppt~ ,lih" Jos ScrPa- Jose '"'"o de Faiias e Flix An-
renle pelas repentinas mudancas que o phenomeno
solTre, e pelo progreasivo niovimento dos seus arcos.
Alguna observadores alliimamler ouvido um som
particular durante a aurora boreal, comnaraiido-o
ao iiiidtfde um estufo de seda que se enrola sobre si
mesmo,. outros a creptUcflo ds materia elctrica, e
outros analmente ao rumor de um vasto incendio
agitado pelo vento. Uuirosobsirvadores. porm, nada
dalo leeni sentido ; e Kaemiz fallando a esle res-
peilo, diz que alem de ser mui dillicil explicar a
cauta de sementante ruidu, he mullu natural quoelje
se Ifiiha confundido cum'o sibillar do ventola que
it-Uhunia atiencflo se presta quando estamos dislra-
inuus poi outros rumores diversos, mas que nao dei-
xa de notar-se quando silenciosamente contempla-
mos um (henoiM no extraordinario
A clevacilo dos arcos auroraes o,uasi sompre se ob-
serva do noroeste para o aueale. Moje passa como
/acto aver.gu. do a influencia da auro.a boreal sobre
aagulha m.gnetica WargeMiu en, 170, o totas
dtlle Halley e l.elsio ja a havian notado. .Mas neu.
si Oipre se ob-ei va, acoi.tecendo ser cm um local vio-
lentamente agitada a agulha, quando n'uulro no da
musirs do mus leve movimvniu.
De iodo us arlos observados podemos concluir
com grande | robabilidade, que a aurora boieal be
loru.aita pi t verdad, iras nuven que ger.ilmeule. vem
ilo noite, sflu cou.poslas e materia ixlremnuieiiio
atlenuaiia e luminusa, llucluanifo na aimosphoia
qui- Ir. quemes v. zea se diapOem em s. res de ludias
uucoliimn i acllelas agulha de incliBacilo. yUil|
Si ja, | o m, a natuieza de.la n aleria nilo passa ac-
tii.in.cnii- i,. meias cunjectuias
Sem no. o-cuparinos, o taino, das diversas hypo-
Ibeses oe Hall.y, Cote, Euier, M. ir..n, Bibes, mu,
i ic iiii-m..r. mo11,-nieu e .|iie a aiiruia boreal he
-----------------------. ....... t9a 0 I II.V rtll-
lonioAlves deMascareuhas, este enviado jielo dele-
gado do pnnieiro distncto dcsl'a cidadl, e aquelles
pelo Sr. Dr. chele de p< liria, iodos corto indiciados
no crimede lebelliiio.
0 leferido delegado mandou ir sua presenc* o
preso a sua disposiqilo, Aleixo Fernandes, o qual no
vollou.
Fram removidos para a enfermara da cadeia
desta cidade, poree acharem empesiados da bexiga,
os presos Manoel Alexaudre Bispu, Anlonio C.oiaiina,
l.uiz Alesandre do Barros o Manuel do Nascimenlo
O subdelegado do Itecife mandou entregar ao cn-
sul do S. M. Fidelissiuia os marujos Joaquim Cui-
Ibeime, Manuel de Almeida Luna e JoSu da Luz, quo
se achavam presos a sua disiiosc,Io.
Fui solio Manoel F.uieira OiiQa. ( aj
noel I'orfirii dt Catiro Araujo.
CONSULADO DE PORTUGAL EM PF.RNAMBUC0.
Tendo de ser arrematado, a quem por menos o H"-
zcr, o fornecimento de vveres para os dous navios
de guerra de S. M. Fidelissima Douro e Villa-Flor,
surtos nesle porto, ou para outros quaesquer que
elle venham, a prii.ripiar do prximo mez de abril ;
por este se anuncia e convida a todas as pessoas que
sequizerem propr a esta arremataeflo a enviarem
a este consulado, casa n 6, na ra do Trapiche, suss
propostas at o da 31 do corrente, o meiodia, e
ahi comparec-rom para definitivamente se ultimar
esle contrato. Consulado de Portugal cm Pernam-
buco, aos 27 de marco de 1849 Miguel Jos A/ves,
chancellar encarregado do consulado.
-- Perante o concelho de adminislragiTo naval,
lem de eontralar-se por arromatac.lo para os navios
da armada e hospital de marinha.u fornecimento dos
seguintes gneros: a/cite doce de Lisboa, ago'arden-
le, assucar branco, arroz pilado, bacalho, caf mol-
do, carne verde, dita serca, de porco e de vacca sal-
gada, leijo, toucinho de Sanios, vinagre de Lisboa,
espermacete, o sebo ou carnauba cm velas; pelo
que manda o concelho d'administracao naval con-
vidar a lodos aquclles a quem possa convir tal for-
necimento a comparererem na sala de suas sesses
pelas 12 horas do dia 31 do correte, com suas pi o-
postas em que ileclarem o menor prego e o nome do
liador que ser pessoa para esse (im habilitada: ad-
verte-se que o fornecimenlo da carne verde he or
lempo de um mez, e o dos mais gneros por lempo
do tres mezes. Sala das sesses do concelho d'ad-
minislraco naval, 2i de marco de 1849. O secre-
ta rio, Chrislotdo Santiago de Oliveira.
THEATRQ DK APOLLO
DECIMA IIEPRESEimcAO DA ASSI0NATlTr\A.
nouisGO,. 1 . ne abril de 1849,
a companhia franceza, sb a direc^ilo do Mr. Dupr,
lera a honra de dar :
O terceiro acto da
TORRE DE NF.SLE,
A PRI4A DO CHATELT,
om o qual o director far o papel de Biridan.
DANCA.
A Seviglia, danzada pela Sr.' Camoiu.
CANTO
Grande aria italiana, cavatina de Attila, cantada
pela Sr.1 Alejandre.
LA l'EAU DE CHAGRN,
vaudeville jocoso, intermediado'de canto, em tres
actos.
UNE FILLE TERRIBLE,
vaudeville em um acto.
O espectculo comecar s 8 horas.
Tera lugar dentro em puucn a ultima das repre-
sent icoes da compaahia franceza.
1
Leudes.
Avisos rnaritinios.
--Olllm Sr inspector da thesouraria da fazenda
piovincial convida aos possuidores de ttulos da di-
vida lumlada, que pediram a assemhla provincial o
pagamento coin o abale de 15 lorcenlo, a compare-
cerem mi dia 3de abril p oxmo vin.louro a secio-
laria da inesma lli.souraria, vlim de serem Quvidos
acerca de sua pretencilo, e po.ir effectuar-se a dis-
Irihuicflo da cuusignac,3o volada para esle pagan.en-
10. Secretaria da Uiosourana da fazenda provincial
ue l'eriiaiiibuco, 29 de marco oe 1819. i) segundo
csciiplurario, Antonio terrttra d'Aniiunciafdo.
CURSO JURDICO.
No sendo conformo s regras da civilidade edo
decoro que se deve guar.rar em um cstabolecimento
como oslo, quo, ao pas-o que os Srs. lentes se apre-
entwii uas aulas o acmsdesle curso vestidos com
Par ol'orto sahira, impreterivolmenlc no dia
8de abril, o brigue pnrtuguez Ventura-Feliz, por se
arhar com o carreamen'to quasi completo : para o
resto da carga, ealguns passageiros, aos quaes ain-
da offerece bons enmmodos, trata-se com o consig-
natario, Joaquim Ferreira Mendes Guimarlies, ou
com o capitilo, Zeferino Ventura dos Santos, na praga
do Commercio.
-Para Macei sabe, no dia 4 de abril,o patacho na-
cional Alfredo : quem uelle quizer ca regar, ou ir de
passagem, dirija-se ao seu ronsignataiio, Francisco
Alvesda Cunha, pa ruado Vigsrio, n. II, primeiro
andar.
Para o Bio-de-Janeirosahe.em poucos dias, o
patacho Cnnciro : pa'a o resto do carga, escravos
a frele e passageiros trala-se com Novaes & C., na
ra do Trapich-, n. 3*
-- Para o Itio-Grande-dn-Sul sa he, al o dia 12 de
abril, a escuna Tentadora: pode ainda receher al-
guma carga miuda escravos a frele e passageiros ,
Irata-se com Novaes & C., n* raa do Trapiche, n. 34.
Para a Bahia em poucos dias o hiato l'lor-do-
Recife. pregado e forrado de cobre, por ja ler maior
parle do seu rurregamento prompia: para carga e
passageiros, na ra do Vigario, n. 5.
-- Para o Rio-de-Janeiro segu com muila brevi-
ade o brigue Astombro, por ler parle de Seu carre-
g.imeiilo prompta: quem quizer Ca negar ou ir de
passagem, di-ija-so a ra da Cadeia, n. 61, a fallar
com Joilo Jos Fernandes Magalbles.
Para a Bahia segu, em poucos dias, o patacho
S.-Cru; : para carga e passageiros Irala-so aojado
lo Corpo-Santo, loja do massame de Caelauo da
Costa Moreira.
Para as Ibas dos Acores c Lisboa sabe a barca
portuguesa Fluminense, do loto de 240 toneladas o de
boa marcha, a qual esta a chegar do Rio-de-Janeiro,
segundo os avisos, e deve nesle porto deinorar-se
poneos dias : quem na niesnm quizer canegar a di-
lo destino, ou seguir viagem, podo com anteceden-
cia contratar coni Amorini Irmfius, ra da Cadeia,
n. 39, os quaes garantem os bons com modos mesmo
para familias.
Para o Cear segu viagem a escuna nacional
Maa-Fimina : para carga ou passageiros, trala-se
rom Jos Anlonio, na ra da Cadeia do Recito, nu-
mero 34.
Para Lisboa o brigue portuguez Triumphanls ,
capitilo Sabino Antonio do Cabo Almeida,sabe com a
maior brevidade possivel: quem no mesmo quizer
canegar ou ir de passagem para o que olfercco
excellentes commodos, dirija-se aosoousignalarios,
Oliveira I nulos & C. na ra da Cruz, n. 9 ou ao
referido capitilo.
Para Lisboa o birgue portuguez Sublime, capi-
llo JoOo Francisco de Amor, sabe imprelenvel-
ir en te no dia 6 de abril viuduuro : quem nu mesmo
quizer carregar Jou ir de passagem dirjase aos
consignatarios, Oliveira Irmilos ruada Cruz, n. 9, ou ao referido capitilo.
Para o Itio-Grande-do-Sul sahira breve o brigue
Siciou, o qual pode receher alguma carga a Dele :
quem quizer uo mesmu carregar e embarcar escra-
vos, pode dirigir-se a tratar com Amonio Irmilos, na
ra da Cadeia, n 3B.
Para Lis >a, com escala pelas i Ibas dos Acoies,
segu com mullo bievidade a polaca 'nacional So-
ciedudt-Filis: quem na mesma quizer cairegar, uu
ir oe passagem para u quo lem umito bous com-
inudu;., irija-su a ra do Vigario, n. 8, a tratar coui
JoOo Tavares Cordeiro.
llenry fiibson Tara leililo, por nleo ffvencilo
corretor Oliveira, de grande e variado eorUmonlo de
fazendas inglezas, as mais venda veis e propriagrin
mercado : segunda-felca, 2 de abril, as 10 horas di
manhia em ponto, no seu armazem, ra da Cadeia-
no Recife.
Ilenrique Zmimer, tendo de relirar-se para a
Europa lelo primeiro navio, far- leililo, por nter-
venco do corretot Olive ira, de toda a mobilia e mais
objeclos da casa da sua actual residencia, consis-
lindo em um ptimo piano perpendicular, mesas do
sala de visita, Iremos, sofs, cadeiras, mesa dejan.
tar, aparadores, commodas, guarda-veetido, alma-
ios, loucsdores, lavatorios, quadros, enfelsiig
cima de mesa, lampees de bronze inglozos, letos
grandes e pequeos, bergo, garrafas e copos pan
vlnbo e agoa, aparelhns de mrsi, ditos para rh,
trem ilc cozinha, e muitos oulrns objeclos uteit .'
indispensaveis, assim como obras de prata, &c.
terca-feira, 3 de abril, is 10 horas da mantiila, na
casa recentemenle edilicada pelo Sr. Alvra da (:u.
iilni, com exterior cor de roza, ra nova por detrs
da do Rriiin, enm entrada pelo lamSda margemdo
Capibaribe.
Avisos diversos.
-- Deseja-se saber quaes fram os deputados ztv. f 1
lambos que se oppozeram a reuniSo da iuisenibli
provincial, vislo que assim 0 diz certo peridico .pu-
se publica nesla cidade.
Pi ocissfio (las Cimbas.'
A mesa regedra da rmandade do Sr. Rom Jesm
das Chagas convida aos Rvms. Srs padres, para-
mentados com seus roquetes, para acompanharcm a
procissilo do mesmo Sr no 1. de abril prximo,
que lera lugar s 2 horas do mesmo dia, percorren-
li "fuinto '"M = da Roda, de Santo-Amaro,
Uu*.'...?. H8*! T*5' la Independencia, ra das Cru-
Zra, UftM i ou-FlaiiCiCO, i un ti( lia Irl.i ii |.
reilura au Recife, ra da Madre-de-Deos, Azeite-de-
Pene, ra do Vigario, largo do Corpo-Santo, Liti-
gela, ra da Cruz, Cadeia, Collegio, largo do I i-
vramento, ras Direila e d'Agoas-Verdcs, largos de
San-Pedro e do Carmo, ras do llozario estreita o do
Queimado.a recolher-se : pede-se aus moradores das
ditas ras u favor de mandarem limparas mesmas
ras ; assim como tambem pede-se aos encairega-
dos da illumiiacfio, que faeain o obsequio de arrea-
rem os lampees das ras de que se trata, afm de
no desorganisar a mesma procissilo. Antonio ja-
cintho Carruiro, escrivilo da rmandade.
Caso raro!!!
Amnnhaa, domingo, das 9 horas ao meio-dia, na
ra do Pires, casa n. 880, estara patente ao publico
um erro da natureza Dous caboclinhos gemeo,
( macho e feuiea de 10 anuos, pegados por toda
urna perna e braco, tendo apenas um lirado e umi
perna cada um, eandam como nutra qualquer pes-
soa A secca fez com que a mai, xausta de meio.
viessedo sertfio exp-los ao publioo, medanlo 80
rs. por pessoa : val a pena.
Vestem-se anjos para prociasae,
com lodo o aceio e preco coinmorlo, e al-
gam-se szas para os mesmo ; na ruado
Gabuga. n. 9
Jos Francisco Belem aluga te oleras de sin
propriedado, sitas em Parnameirim ; assim como
tambem precisa de um feilor para cuidar de sitio:
a fallar com o mesmo, no Forle-do-Mattos, n. 18.
-O aferldor, emcouforini-
dade do artigo 8.* do regulamento da cmara, roga
aos Srs. Iisc.es, que estando a lindar-se o lempo da
afei icao ainda nao appareccu individuo algum part
aferir regoas de 10 palmos, era ve i ras que silo obri-
gados a usarem todos os mesires pedreiros, carpi-
nas, canteiros, vendedores de madeiras e todo a-
quelle que tem necessidade dessa medida, afim de
que venham a ten-las, do contrario ser prejudiei-
do em sua arrcnatacjlo.
o ff'ritlor roga a lorias
as pessoss que conduzem mel agoardente, szeila
;c para o mercado desta cidade em ancoras; e que
anda no aferiram,quequanto antes venham aferir,
pos o tempo da afericUo est a cabr-se,e os (iscaes
respectivos passarilo a dars corridas locostunie, e
aquellas que encontraren) sem estar afeudas ne-le
auno de 1849,ser1o multadas em 2,000 ris cada um.i,
e ubrigadas a aferir; assim como previne aos senlio-
res de lojas, que, estando prximo o lempo da revi-
sito, no Ibes 1 a.-sai a verba de revisad, sem que es-
tejam exactas com o padrSo da cmara, e para esse
tim j lem preparado una purcilo de var.s o covadus
ja ateridos para aqucllea^que precisaren!.
--Jos Maria Guncalves deixou de vender agur-
dente, genero de prodcelo brasileira, na sua ven Id,
defronte da matriz da Roa-Vista, n. 88.
-- P'recisa-se do urna ama de leite : na ruado Rsn-
gel, n. 38, primeiro andar.
--Precisa-se de um boinoui de meia idade p*r>
administrador de nina olariu, preferiedo-se os que
desle eslabelecmenlo liverem pratica : na auliK*
ra dos Quarleis, n. 18. No mesmo lugar precisa-se-
de um padeiru branco que emenda peifeiUmoule da
sua arle.
Tem-se justo econtratado a compra da casa ter-
rea e sitio da Capunga, n. 49, porlencenu a Nicolau
Gadaut : quem se juigar comdireilo a mesma, hJ*
de an nu nnar por estes oito dias.
Manoel Jos da Cunha, por haver oulro de igual
nome, d'ora em dianleseassignar por Manuel Jos*
ila Cunha Faria.
O tbesotireiro da irinaudade de San Jos d'Ag0.'
nia, leudo de entregar as alfaias sb sua responsatu-
lidade ao novo thesoureiro, pede (jue!lea-irmos
que lecm capas em seu poder, ou outru qualquer ob-
jeclo pcrtenceule a mesma irmandaJe, do as entre-
gar na ra Dirclta, n 17.
Precisa-se de um homem que lenha bastante
pralica de venda ,% que queii a lomar cunta de umi
por balauco dando-se-lbe socie la.le ; o qual do lia-
dura sua conducta : uu paleo do Terco ji. at, se
dir quem precisa.
Alugase um moleque para todo o servir inter-
no e externo de urna casa, o qual lem boa piatica de
cuzinhar : na ra da Guia, n. 46.
Precisa-se de um feitpr porluguez, para um
sitio lego e meia (lisiante desta praQ, que eaien-
da bem de tratar vaccas e tirar leite semio aclivu e
liel : da-se-lhe hom ordenado : a tratar atrs doCor-
po-Sanio, venda do Sr. Fonle.ua lerca-feira as 1"
horas ao meio-dia.


rv
\- a
- Jos Soares de Azs^lo, professor de lingo. Jo^in. da Sil, d. Conceico. e cisco fi.hos fa- Lolera d() iheatrO DUbCO. Vendem-se Larris com bren, no ar-
francezano yceu, lem aberlo cm sua casa, ra do minas. < ... ** p**unv\#. ______
i i'rocisa-so de um caixeiro que d fiador a sua
lloftrio larga n. 36, wgun.'o andar, um curso oeleoiu|l,ct, ,eqUe tenhe liaslante pratlca de venda.
I'IIII.OSOPHIA e otilro de I.I.MGOA KKANCEZ.V. As ptTB reeeher por balance urna das melhorea vendas :
pessoa*. que dcsejarem estudar urna ou outra des-
tas disciplinas, pdom dirigir-se a indicada ros-
dencta, demsnhna al as 10 horas, cde tardo a qual-
quer hora.
-- Havendo no hospital renmental da Soledadc
alguns doentes, esendoo.Sr. I>r. Alexandre de Snu-
za Pereira do Carmn o encarregado do mosmo hos-
pital, he justo que S. Exo. oSr presidente e o Exm.
Sr. commandante das armas conhec^m o quanto lem
fUo caridoso o mesmo Sr. I)r. Pereira do Carino,
para preslar-se a aquelles enfermos quo all se
echam tratando, e pelas suas diligencia*, pois lem
conseguido a sade dealguns deseus doentes, semi
que haja grandes dispendios. Craza a Dos que o
mesmo Sr. Dr. poasa gozar neste mundo a digna re-
cumpenca de suas virtudes.
j$ .. Novo pBo de Provenca.
m Na padaria do boceo das llarrniras e no de-
3 psito da Eslrella.no Alorro-da-Boa-Vista, n.
M 39, fabrica-seo novo pilo de Provenga, oqual
he fabricado pelo methodo do sou primeiro
m introductor que veio a esta provincia o com
3 as melbores liirinhasque ha no mercado, o as- Z
Sseio que lie possivel: da mes na sorle so f- 2
bricam as ftas da rainha de llespanlis bo- |
iinhos, iiiscoulos, lusco ituiin-, filias, cava- :j.
* cas : ludo do melhor gosto possivee proprio |
para clia ; Uiinlicm ha bolachinha de Lisboa 9
cm Iatus;de8 libras!, por preco comnii.do ; 9
f amcudoas cnfeiladasje do varias qualidudcs. jft
i
vmwvmmwmwww wmmmwmwmmm&Q
-- 0 Portuguez Francisco Jos relira-se para fra
do imperio.
U abaixo assignado faz scienlo ao respilavel
publico que coniprou a laborua da ra do llangei ,
.ii. *, pertencenle ao Sr. Antonio Jos de Araujo
Visir. Uncir,.. l>!I do'uurco de 1849. .ittxmder
l'erreira da Silva. .
Appateceu, no sitio S.-Amaro-de-Agoa-Kria ,
perto de Olnda de Jos Francisco llibeiro do Sun-
/i, para o comprar um cscravo que diz chamar-sc
Concalo, de nacfio Cal)inda e seu senhor, o Dr.
Francisco do Paul morador no engpnho Tracu-
niimii. Pelo presente se annuncia para quo vnnham
ou inandem tomar conta do mesmo nln se respon-
s.ilniisaiido pela tuga.
-- Precisa-so deaprendizes para oKicio de mar-
ceneiro : na ra da Cadeia do S.-Antonio n t8.
Guilherme Augusto Hodrigues Set-
le, leiiilo aun iniciado por este Diario,
que i bo Uio-de-Jneiro, a un tilia agora
este annuncio, visto que, h>Vendo leito
accomrnodaco na coifsa do compiomis.so
que inovia a seus ciedores, nao segu
inais para a corte o recurso de revista que
os mesmos interpozerain as sentencas ob
tidas era favor do annunciante no tribu-
nal di retacan desta ridade. Guilherme
Selle, agora que est nova mente rehabi-
litado no cominercio, e de pos-e de todos
os livros, titulse mais papis pertcncen-
lesa sua anliga casa de negocio, que exis-
liam no deposito ge ral, avisa e roga a
todos os seus devedores, tanto na praca
como no mallo,.para quelhes vo pagar
no Atierro-da foa-Vista, n .o, pou-
p*ndo-u assim os meios judiciaes, e pu-
blicaco por esta l'ollia, de que usar con-
tra aquelles que se recusaiem a pa-
gar- Me.
Jos Zeferino da Silveira, subdilo portuguez,
retir a-se para a ilha do Acures. .
'0Sr hachare! Juaquim Elviro de Murajes Car-
va thotem orna carta para se l>e entregar pu.-soal-
mente na livraria da ra do. Collegio.
o Uacl. re ti. Coulinho.
pede aspessoasque teem conlas em aberlo-na sua
livraria-, hajam de Ih'as mandar pagar at o lien do
prximo abril.
-- Olfr-recc-se um homem portuguez casado com
ponen familia para feilor de sitio por ler pralicn
suMeiente lauto de plantaces como de tratar d'
jardim : qnein o precisar dirija-sea ruB eslreila do
Hu/iinm, ii. S9, ou iiiiiinucie por esta folha.
-- JoSii Fiuza retira-s* para Portugal.
O Sr Francisco (oncalves da Costa, que leve
padaria em Ulinda, queira iiirigii-.se a prafadalu-
depencia, na. 6 e 8, para se Ihe fallar a negocio de
sey interetwe.
Aluga-se a luja do sobrado n. 5 do Aterro-da-
HoH-Vis'a uptima par* ludo o genero de negocio,
pola sua eioellenlelocalidade : a tr.itar no mesmo
sobrado, a qualquer hura dodia cJinle lambeui se
lara negocio com a armaco envi.lracada, existente
na mesilla luja.
Alugain-semobilias da forma qu convier aus
Iregujes, para cusas particulares ou pordias ; beni
onmocadeiras para qualquer feslividade, ou fune-
ral, por preco muilo cununodo : na ra Nova, ar-
uiazeni ii 67.
O doiitor Jos liento da Cimba Fi-
gueiredo mudou-se para a ra da Auro-
ra, ewsa n. i\H
-OSr. Josctuncalves, que o auno pastado veio
=(>Os para esta cidade, e la deixou man,
queira apparecer na ra das Cruzes, u. 41, primeiro
andar, para rtober urna Carta o una enconiraeoda.
- I*rcisa-se ge um caixeiro de I2"a 14 anuos, pre
fenndo-se dos chegados ha pouco : na ra da Flo-
rentina, n. 30-
Para as pessoas que tencio-
nam seguir viagem.
Na ra do llangei, u. 9, couliuuaiu-se a tirar pas-
sapoili's para dinlio < f se exravos e correm-se f.illies : ludo coa brevia-
de e preio muitocou modo cotilo se toiu da.lo cx-
colleBt piova nodecurs de 8 amos
Juaquim Jos' da lloclla, subdito portuguez ,
retira-se para fra do imperio com s*a seuhora,
quemestiver neslas circiimstancias aununcie.
iloga-ae aos Srs. Josjoaquim deAlmeida Que-
des o padre Francisco Antonio deOliveira Rnzelles,
moradores em Olinda, Chrislovfio de llollanila Caval-
vinlede Albuqoerque, morador em Arandepe, enge-
n lio Ipojuca, Amaro Comes de Uliveira, senhor do
engpnho Canna-Braha, e Antonio Correia Pessoa de
Mello, senhor do de Vertentes, o favor de dirigirem-
se ao segundo andar do sobrado n. 18 do pateo do
Carmo, para negociosde interesses, e na falta dir-
se-ha quaes silo esses negocios.
Quem annunciou querer comprar o drama lio
radio ou Focas, por 2,000 rs., dirija-so aloja dos
Srs. Cuerra & Silva, na ra Nova, onde tambem a-
chara Alzira ou os Americanos, encadernada, por
3,000 rs., e outras militas que se desejarem, cuja en-
cnmmenda ae recebe, deixando d'iinoiro de signal;
assim como vendem-se msicas para theatros parti-
culares, etc. *
Arrenda-se urna grande olaria na ra do Coto-
vello : a tratar na ra da Alegra, n. 34. Na mesma
casa vende-se um cavallo.
Moje, 21 do corrento, se lino do arrematar va-
tios objeelos de urna pequea botica que bavia no
puleo do Teico que fram penhorados por execu-
Cilo de Francisco Casado Lima contra Jos Nicolao
Nunca Selle, cuja arreinalacfo ho perante o Sr. Iir.
juiz do civel da segunda vara ilepois da audiencia:
o escripto se acha em mo do portniro onde se po-
derSo ver exactamente quaes os objdos.
- O Sr. F.zcquiel, mestre de danca, queira nnnun-
ciar sua morada.
Agencia de passaportes.
Xa ru do Collegio, n. 10, e no Alerro-da-Boa-
Vihta lujas ns. 48 e 78, contiuuam-so a tirar passa-
portes, lano para doutro como para fra do imperio,
assim como despacham-se esernvos: ludo com bre-
vidade.
- lloje, ;ii docorrenle, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz do nivel da segunda vara na sala das
iiiuBsideiiciss ss !:u Je srrcrr.s.sr ::.:.? >*'*
do sitio do Arraial, penhorado a U. I.uzia Theodora
Chacn : quem pretender compareca que he a ultima
praca, ja com o abale da le.
liernardino Jo.-e da Silva, subdito portuguez,
morador na ribeira de i'.-Antonio, retira-se para f-
ra do imperio.
Joflo llessa Jos Martillada Silva, Antonio da
Silva llibeiro Maya Jos Joaqun [Pereira Cuima-
riles, sumlitosdeS. M. Fidelissima, reliram-se para
lia do imperio
Despedida ao helio sorvele.
Avisa-se ao.s apaixonadas desle ptimo refresco
queamanhita segunda e terca-feira mu la have-
ra sorrele sendo de uianhua ao meio-dia as 7 o 9
horas da noile ua ra da Cadeia do Recite, toja do
Bourganl os prelendonles aproveilem-se e deape-
cam-se emquanlo he tetnpo.
Na ra do Queimado, n. .4, se dii quem d di-
nheiro a premio. Na mesma casa vendem-se cordoas
de ouro, medalhas, Iranceliiis, crrenles para telo-
nios, ,'inneliV, e outras obras chales de seda sai-
ja, selini cassa, urna bandeira nacional, urna ent-
ena da India galheleiras ooulras fazendas por lu-
do o preco pai a liquidarlo.
Preclsa-sc, paia o seivi^ode urna pequea fa-
milia, alugar una mii-er forra, ou escravn, queco-
zinhe e engomme : na ra larga do Itozario, II. 46 ,
segundo andar.
- Aluga-se um escravo moc,o, e de excedente
conducta: ten' o preslimo de cozinhar o ordinario
ile una casa : quem carecer dirija-se ao Forlo-do-
Maltus, .a prensa de Juaquim Jos Ferreira, ondea-
chaia com quem tratar sobre o objeclo oni quts-
13o.
Precisa-sealugaruma escrava que seja moca
com habilidades de cozinhar e de tratar betn uina
menina de 5 anuos : na ra larga du lluzaiiu, u. 8.
Precisa -se lugar una preta de inu.u anda
mo^a-, pura cozinhar e tratar de una menina de
anuos : paga-su beiu : na ra larga do Itozario, n. 8,
Dentista.
0. W. Raynon, cirurgilo dentista americano.
leudo mudado a sua residencia da ra.da Cadeia du
Saiilo-Antoiiio (ara aiua do Trapiche-Novo do llc-
cife, aguia olterece aus seus amigos e ao publico o
seu preslimo, islo he, chumbar, por denles posticos
e as inais opcraeesda sua arte, pelo melbo.lo lti-
mamente descoherto.
fe#ff# fc fS!S
m #
m Na galera de daguerrolypo do artista Cuilher-
me Fredercu Waller, na ra da Cadeia de S.-
9) Antonio, n. 2G, terceim andar..liram se rclra-
tos milito su|>eriores,pela i n venci. de llaguer- y
ja? rer, tanto em fumo como coloridos, das 7
* horas da maiihSa s5da larde; allirinaiidu-se
? e garuiitiudo-se lano a durabilidade das co-
res, como a perfeita setuelhanca.
As pesnoasque se dignarein favorcc-lo diri- $-
jam-se a c.isa cima mencionada. ?
O amiuncianto previne no respeilavel publi-
co, que pretende demurar-se muito pouco ?
lempo insta capital, por isso previne a qual-
quer pessoa que precisar de seu retrato mu-
10 bel, ou qualquer pintura copiada, que ap- jj
pairea ante* do lilll do 11162, em Clisa de SUS
tcsidencia.
Estando vendida quasi melade dos bilhetei 'la ul- m.izem ti. 2o,
tima terga parle da', 18.' lotera do Ihcalro publico, fiU1,lp eapnarocendocom a paciliciiQilo da provincia algu- ,ouucB" l'ul l"rV"
ma iiflneiicia na compra dos bilbeles que resUm, o
respectivo thesoureiro, leva.lo por esla influencia
que! esDcra nao ser arrefecida, designa odia arde
abril prximo futuro para o andamento das rodas,
e confia nos amadores desle jogo que o coadjuvarflu
na realisaefio do referido andamento.
Fabrica de Todos-os-Sanios
Frmino Jos Flix da Roza, com escriptorio na
ra do Trapiche, n. 44 avisa aos seus freguezes que
acaba de receber pela escuna Curiosa novo sorti-
mento do escolente panno de algodlo entramado
daquella fabrica, ptimo para ensaccar assucar e
para roupa do escravos. 0 annunciante conta que,
alm da fazenda o desejo de animar o desenvol-
vimento de urna fabrica inleramenle nacional, pro-
mover o prompto consumo da sua recela. #
Fabrica de espedios.
Joo Dubos faz publico que presentemente acaba
de montar urna fabrica de por (o em espolhos do
maior tamaito : as pessoas que se quizerem utilisar
de sua arto pode o procurar em casa de sua resi-
dencia na ra larga do Itozario sobrado ns. 6 e 8
_ AviuvaP. Francisca Tuomazia da ConceicHo
< india sciontilica a todos os seus devedores, inqui-
linos e a quem o coiibecimenlo do presente eonvir
possa que desde o din 10 do correte marro cons-
tituir em ludo seu bastante procuradora seu lilho.
Antonio do Cunha SoaresCuimar5es, que lien igual-
mente cncarregado da gerencia de sua casa K pelo
presente rovuga tOilas as anteriores proCuracOes ,
para que nenhum effeito inais possam prodiizir, vis-
lo como ha por caca Jos todos os poderes nellas con-
fu idos, os quaes passiim em toda sua plenitud pa-
ra seu dito lilho Antonio da Cimba Soaies Cunia-
riles.
i^a na [Novan. (Jo, precisa-se de
olliciaesde alfaiate para obras mitidas.
Precisa-se de urna ama porlucueza para urna
casa de boitiem solleiro : na ra do Vigerio, u. 5, das
Os 4 horas da arde.
-- Precisa-so deum hom amassador, que enlenda
bem desla aile e seja capaz em seu coniporlaiiien-
lo : na ra Dircila, u 79.
Precisa-sealugaruma escrava para o servico
de urna casa : na ra da leuliu, sobrado de un an-
dar n. 7.
~ Oidoua Srs. quo moiam no Arrombado J. I).
C. hajam de vir pagar o que devem a Jos Juaquim
de Novacs na ra do Qiieiinado ; do contrario ve-
r.lo seus uomes por excuso neslo jornal emquanlo
n/io pagnrem.
-- Aluga-se o prin.eiro andar di- cusa n. 30 da ra
do Quejinudu : u Iralar na luja do mesmo sobrado
--O ahiixo assignado faz constar as pessoas com
quem lem negocios que o Sr. Francisco Jos da
Silva Moraes deixon de ser seu caixeiro desde o dia
27 do crtenle. Amaro Utnediclo de Sonta.
e boje em (liante llavera carne de carnei-
ro gordo mais barata do que a de boi no achin-
gue de Joflo Pubuis, na ra larga do Rozarlo, n. (i.
defronte da guarda da al-
muito pommodo: no
mesmo armazem compra-se um pardnno
ou moleipie de doz- a deznseis anuos: a
tratar ds i) al 4 lioras da tarde.
Na ra da l'raia. Iravess do Carioca, srmazcm
Ha
do Carioca
de Piulo Soares, vend"m-so sacras com arroz da
eir com alqueire ; dito vermellio dito de casca ;
saccascom farinba : ludo muito em conta a dlnhel-
ro a vista.
-- Vendem-se costados de^io d'oleo muito bara-
to : na ra da Concordia ultimo sobrado, atra"n
com Manuel Firmniu Ferreira.
m
i
9
t
m
^CUAPfias DEMOL
Ra do Passeioy n. 5
Oh que peiincha para o amavel e respcitavcl pu-
blico : novas sedas, da tnclhor qualidade que se po-
de fabricar, porserem de incommeiid e da im-lhor
fabrica da Franca, recudidas agora.
' O fabricante neste estalMdeciinento adverte ao res-
pelavel publico desta cidade quo elle possue pre-
sentemente um rico soi tmenlo de chapeos de sol,
assim como chapeos de sol de seda furta-cres, dos
mais ricos que teem apparecido neste mercado, e de
cores contiendas ; ditos para senhoras de boni tom,
adamascados, lavrados, com suas competentes fran-
jas de relroz, ludo que lem de ti.ais moderno e do
melhor gusto ; um completo sortimento de chapeos
de sol de panuinbo de todas as cores e de lodos os
tamauhos, para homeiis, senhoras e meninos : ba
umbeiii igual sortimento do/aaeudas para cobrir ar-
uia^Oe, tatito de sedas de cotes, como d panntihos
Ira neldos e lisos imitando seda. Adverle-se que os
freguezes aerao servidos com brevutade, e se echa-
ro snatenos Ua boa qualidade, do boro gosto e do
oom pre;o
Compras.
Comprahi-SO ossos de boi : na ra d;i Concordia,
n. 8.
Compra-se urna cartera, em hom estado : na
ra larga do Itozario, luja do iniudezas, n -Ji
Compra-so o Vclho e N..vo Testamento, IratlOli-
do por Lui'z Paulino da Silvae Azevcdo ea Historia
cccliciaslica, por Beile : na praca da Independen-
cia, n 12.
Comprase urna canoa de cari eir en hoin esta-
do : na ra da i ti/, II. 21.
Compra-se una preta, ou parda que co/inhe
bem e nugoiuiiio, e seja desembarazada: uo se
olba a ptcci.): ua ra do Vigario, n. 24'
Cumpia-se um billiarquo esteja em botn esta-
do: quem liver aununcie.
Compra-se uina escrava, mucama tecolbida,
preta ou mulata, que eiigoinuie bem ec.oza qualquei
r.i.-iuia com pe l'eieo ; paga-se bem na rila Nova,
n 23.
ii dono desie cstalielecimcnlo nKo leudo
i podido conseguir vende-lo por causa dos
ffi bretendentei uflo querurcra de modo algum
g (car rom ns dividas que por seren inultas o
H monlarem em grande quanlia uo pde.o
H annunciantedeixarde menciona-las, para g
c9 com o producto dolas poder mais facilmen- <**
j le saldar conlas com seus crodores para K
j$i cilio fin tom o anitunciaule feito todas as SS
S diligencias de negociar (lilas dividas, | anda ^L
&> mesmo com grande prejuizo sen tanto -f;.
|^ Com os prelendenles a luja, como com os ^
mesmos i'.evedo-es 1 como de seus aiiniin- ^
- cios anteriores se dei\a ver e que, leudo S
JS| elles comparecido em muito pequeo minie- 9|
g ro talvez pelas cirriimstaneas do lempo ^
< e mesmo por mullos morare u a grande dis- 2j
; laneia da praca resol ven o annunciante Z",
^ eniriaio.. que elles CltegUCUI SOrtirdC ^'
S novo a luja com hiendas novas, de dlITe- i^
^ rentes qualidados e todas mu i bein compra- ?
."53 ''*s > 'auto cm preco como em qualidades Ii- f3*
" nns e r'inripalmenle de algumas para a j^j
'0. quaresma a saber : sarja hespanhola a 52
JSj i'.IOOrs. ; inerini'i, a 3,20(1 rs. ; solim illa- J^
jM cao, a .1,500 rs. ; pannos linos, a 3/, 8,500 >
R i/e 1,000 rs. ; princeza do duas larguras a ^
(S GiOeSOO-rs ; n (odas as mais fazendas < ^-
B vonderflo por diminuto preco. "* forma do
ffl oostunic; nssmcoino nina grande porefio gj>
fS de lencos (nos abertos e bordados de mu- !j
SS lo bonitos goslos, tanto para nio de senbo- >&'
jj ra como para meninas de escola a 160, 200 ?
j e 210 rs. ; e urna grande poreflo de chitas
de bous pannose tintas litas j a l(0 rs. o
covado.
H9
Vendas.
nslt
G' digo criminal C C
lui^ao*
Vende-so o Cdigo criminal, a G40 rs ; e ronsli-
tiic?lo com a reforma e interpretando a 480 rs. : na
praija da liideiiendoncia livraria ns. 6 e 8.
-->;<-!fs
Vendem-se ricos corles de seda para ves- 1^
tidos | voapretosde linlio e bordados de Bbn
seda ; lindos diales e inanias do seda dos [&'.;
melhores padies que leem viiiilo ao mei-
cado ; plumas brancas com passarinhos ;(,,
propiias para noivas; sarja preta hespa-
nliula ; luvas de seda cun dedos e sem el-
les, para seuhora ; ditas de pellica ; cha-
pos para
para hom
lira n cus
cores e pretos para homeui e senhora; cha-
malote pretO, liso e de listrasde selim pa-
ra vestidos ; e nutras mullas fazendas de |
gosto : na ra do Calinga, lujan It, jun- :;
lo a botica do Sr. Joo Moreira Marques. fr>"
m
ra menina; ditos prelus franeczes -4
meiil ; hicus do Monde pelos e j*1.
1; chapeos ile sol, de seda finta- S
:
m
de
Vende-se .uiulii de inamloea
Sanla-Catharina, por preeo muito eom-
iiioilo, a IumiIii do patacho JSativid'ide,
indeadoderoiUe o trapiche do algodan-
tratar Com o c'apitao a bordj, ou com
Novacs & Coinpanhia, na rui tio Trapi-
che, n.
34.
Vendem-se lotos de 8iigicodesuperor qualidade,
de 12 a 21) palmos de compido, assim como vinle
e olio curvas de sicupira, proprias para canoas a ber-
tas, por prego commodo- na ra do Vigario, n. .
Casimiras tinas, a 7,500 rs.
Vendem-se superiores casimiras de cores, de su-
perior gusto e melhor qualidade, pelo barato preco
de 7,500 rs. o corte ; ditas tambem de cores a 5/e
6,ouo rs. o corte : na rtia ao Collegio, luja da estrel-
la, n. I.
Na ra do Trapiche arinazem n. 14, dcfrnnie
do lloiel-l'isior, vendem-so presunto! queijos lon-
drinos, conservas moslarda atraparas, salmo .
tardinhas em latas : ludo o mais fresco possivel
camisas de algndfiozinliu brancas o de cores len-
cos de seda verniz prelo de nova invencSo qu
conserva a ma.kra : lado por precor. rasoaveis
Vendc-.se, pata qualquer balalhao,
urna bandeira nacional, nova leda de da-
masco, e brdala de ouro: ni ra Nova,
seundo andar da casa n. :8, aleas f) lio-
r.isdo dia, c das a s ] d i larde,
Vendem-se 12 lindos molequesde moBo e cr.ou-
los, de l a 20 anuos sem vicios iiein achaques; 4
prelos ptimos paia ludo o servigo 2 ditos demeia
idade, muiloeiii conta, e que so ptimos para sitio;
3 prelas ..sendo urna dolas boa vendo lena de ra :
na ra do Vigario, ti. 21.
-- Vende-se una parda de ti anuos, perita en-
gommadeira e que cozuiha buui 0 diario de urna
casa e cose muiio bem ; no lem vicios nem acha-
ques: vende-se por precisao : na la da Concordia,
a direila, segunda casa torrea se diri quem vendo.
3 Machado & l'inheiro vendetn B
no armazeui de Antonio Anus m
'S .lacome l'ncs, no caes d Allandc- 54
3J
IIIIIIIO
d.ide, i
leijao de su*
a piceos mais
g. fdrin,w
g perior qual
'S mdicos do que em outra qualquer
^ parle.
.- Vendem-se,na ra do Crespo,loja n. II, osse-
cuintes iivros de direito para os Srs. acadmicos ;
i;ebliacli, Miniial onryclopedico jurdico, l v. Zeil-
|er Direito natural, 1 v,*; Folien, Direito natural e
las gentes, 4 v. lurlamaque. Direito. natural e das
gentes, 5 v. ; Cnienio, IllSlllui^Oes de direito ecclo-
iartico, em portuguez, I v ; Rossi, Ilireito penal
lito dito, t v. ; Cdigo criminal do Brasil, I v. ; Her-
rarla, liilictos e penas, I v. ; ConcideriiQoes, ou ma-
Ivse sobre o cdigo criminal do Brasil, I v.; Cuizot,
De la peino do inort, 1 v ; Manual do jury, I v. ;
CharlesComle,Dospouvoirs cides obligations dus
juii 1 v. ; Mello freir lliatuiCDM de direito ci-
vil e luztano 1 v, ; Azuni Ilireito maiilinio ii v.;
Couvea Piulo, Tratado dos testamentos I v.; ala-
KslhAea, Principios de economa politioa, 1 v.; Sa>,
Cathecisino de economa poltica, I v. ; Couvea Pili-
to. Manual da apppllac.lo, I v Crrela Talles, Ma-
nual do processo civil t v. ; Itegleiiienl coneernanl
xereiceetles manoeuvics de iiil'anlerie, .1 v.: tO-
do* .-.e venJem barato;.
Vende-se urna venda com poneos fundos, na
ra de Agoas-Verdes : a tratar na ra do Cantiga ,
n. It.
Sao chegados os mais lindos
e superiores corles de casimiras que so vendetn por
baralissuno preco: na ra do (Jueimado, vindo do
Itozario segunda loja n. 18 A elles antes que se
acabein.
Vendcm-se saccas com superior
l'eijo innlatinlu, a ,mo rs. cada uina :
na porta da All rateiro n. ao.


Vende-se potassa superior e por
commodo preco : no armazem do Das
rerreir, no caes da Alfandega.
Vende-se farinha de mandioca, a
inelhor que lia no mercado, e por preco
commodo, cm saceos : nos armazens de
Dias Ferreira, Bacellar, e n. i no ces da
Alfandega.
Vinho barato.
Acha-se cstahelecido na ra da aladre-de-Tteos,
n. S6 ura nrniazem de
Vinhos da Figueira,
de oplima qualidade, a prego do 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa ; e para n3o haver dolo do com-
prador serflo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
oebendo-se a garrafa vasia, e dartdo-se inmediata-
mente a outra cheia : lanihem ha barris muito pe-
queos proprios para quem passa a fesla. O pro-
j rietario deste estabelecimento pede encarecida-
mente que se nflo illudam avallando, pelo diminuto
preco e sem conheciinenlo le causa a qualidade de
sua azenda digna por corto da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conta que quom
ui ia vez provar, continuar cmgoslo e sem arre-
poulimenlo. Eo bom preco!!.' A todo o exposto
hon> acondicionamenlo o que
%
" -.
accresco o asscio o
ludo se poder verificar en dito estabelecimento.
Vendem-se sellins inglezes e camas
de ferro : na ra da Senzalla-nova, n. /i.
Agencia da fiuidicao
Low-lloor, i na da frenzalla-
nova, n. 42.
Nesle estalielecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e ineias moendas, para engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Ferro
de todas as qualidades edimensOes, cm barra, ver-
galnfio, verguinha, arcos e chapa por prego com
iiiodo : na ra da Madre-de-l>cos, armazem n. '26.
I odia de Fiandre.s.
Vendem-se raixas com -folha de Flandres : em
casa de J. J. Tasso Jimior : na ra do Amorim, n. 35.
Vende-se resma de'Angiro muito superior a
820 rs., levando de 8 libras paia cuna: na ra da
Cadeii do l'.crife, loja de ferragens, deJoo Jos de
Cnrvaldo Moraes.
Vende-se a verdadeira potassa da
P.ussin, desembarcada hontem, por pre-
co nmilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na la do Trapiche,
u. 17, e ra da Cadeia, 11. 34
Calando.
Vendem-se bolins e meios dilng de l iboa para
homem e menino ; sapatos de maroquim francez
por preco n ais barato do que cm outra qualquer
parlo : na tub larga do Rozano, n. 2*.
Vendem-se presuntos inglezes para fiambre
latas con liolacliinbas de Lisboa j ditas oias de mermelada de 1, 2 e 4 libras ; ditas, do sar-
ilinlias ; ditas ile hervilhi s ; ditas de chocolate de
Lisboa; frascos de conservas ditos d'agoa de flor
de 1,11-uij.i ; barris com azeilonas bianras de Rival
garrafal com viudo moscatel do Setubal e iIb Ma-
di'ia ; quejjos de pialo, frescaes : ludo novo e
elirgndn ltimamente do Lisbo : na ra da Cruz
no reclle, n. 46.
Aos Srs. armadores.
Trina, votan le, galflo l vende por prigo commodo, na ra larga do Roza-
lio, n. 21,
CHA' BRASII.EIRO.
Vcnde-se,ou armazem de molhados atrs do
Cnipo-Sanlo, n. 66, ou.ais escolente cha produzi-
do emS.-Paulo, que tem vindo a este morcado ,
por preco n.uito commodo.
A!o(lao trancado da fabrica
de Todos-os* Sari tos da
Babia,
muito prouiio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos: vende-se em casa de N. O. Biober & Com-
pauliia, na ra da Cruz, n. 4.
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos inglezes para
Hambre, legados no ultimo navio; no armazem
do Braguez a o j do arco datCunceiclo.
Taifas para enj-enho.
Na fiin.liciD do ferro da ra 1I0 Brum acha-se a
venda um completo sorlimenlo de tainas de 4 a 8
palmos de bocea, por preco commodo, e com promp
lidflo einharra-.se, 011 carrega-se ern carros sem dcs-
pezas ao comprador.
Barato.
Capachos de lodos as qualidades ; luvase meias de
seda preta.e deoutras militas qualidades ; uicos c
fitas ; le.-ouras ; gargantillas ; e onlios muiros od-
jectos por prepo n ais burato quir parte : essiin como um resto de colgado para
Sinhora, por lodo o pi eco : na ra luga do Roza-
rio, n. 24. .
Luwsde pellica-
Vendem-se luvas de pellica para lioniem e senho-
ra ; diia.s | reade seda, com palmas e sem ellas;
meias de seda, brancas e pelas para senhora : na
na do Queimado n. 16 loja de Jos lilas Simes Companliia.
JLu vas de pellica, a 40O rs.
o par.
Vcndem-se luvas de pellica para senhora e me-
ninas a 400 rs. o par : na 1 ua do Qucimedo n. 16,
loja de Jos Dias Simoes & Companhia.
Aos fumantes de boiugcso.
n. 66 recebe-se por todos os vapores viudos do sul
porgSo de cigarrilhos hespanhs ditos, de palhs de
milho assim como superiores charutos de varios
qualidades : tudo se vende por preco mais barato do
que em outra qualquer parte.
PARA LIQUIDAR.
Vendo-so cal vimem de Lisboa de superior qua-
lidade por precio mais barato do que em outra
qualquer parte : na ra da Cadeia do Recife n. 50.
Bom e barato no Patseio-Publico, loja de Uanoel
Joaquim l'atcoal Ramos n. 19.
Vendem-se pannes finos de muito boas qualida-
des, prnloa, a 3/, 4/, 4/500 e 5/000 rs. ; merino, a
3,200 rs.; alpaca, a 80o rs.; sarja a 2,000 e 2,400
rs ; lencos de sarja a 1,000 rs.; riscados ministros
do padres os mais modernos que leem viudo, a 280
rs.; ditos francezes a 200 e 240 rs.; cortes de lila, a
2,000 rs.; ditos de casimira a 4,000 rs.; riscados en-
carnados 1 a 220 rs.; chitas muito finas e modernas,
a 280 rs.; um completo sortimento de outras mais
ordinarias a 160e 200 rs.; selim piolo, a 640 ; ris-
cados para camisa, a 100 rs. ; pecas de brotanha corri
varas a 2,000 rs ; urna poreflo de madapolffo Tino
4,000 rs. a pega ; pecas de cambraia Pina entestada,
3,500 rs. ; suspensorios, a 100 rs.
l'arelo de Utba, em barricas :
vende-se no armazem do Vicente Ferreira da Costa .
na ra da Madre-de-Deos a 3,600 rs. novo e le-
gada ltimamente do Lisboa.
Tabeado de pinito,
Vendem-se taboas de pinho ,
Forle-do-Wattos armazem do Vianna
no armazem do Machado, na ra d
Apollo, junio ao porto velho dan canoas,
e os melhores pranchOes, costados, costadinhose la-
boas de todas as grossuras e comprimentos por to-
do o prego.
Vende-se ca.' virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
< _
1 j-
1 ni ii
Conlinnam-se a vender saccas com superior
colladas fabricas do Rio-Crande-do-Sul, por pre-
co commodo : na ra da Moda, n. 7.
raimado de pinito da Suecia ,
de 10 a 55 palmos
dccomprimrnto, o melhor que tem chegado a este
mercado, em razflo de se poder envernizarem qual-
quer obra por nlo ter nos e ser niuilo alvo sen-
_> 1 <> costado, costadinho, assoalbo, forro e para fun-
dos de barricas : vende-se a prego que o comprador
far todo o negocio: atrs do Iheatro, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade, em barris de 4 arrobas, chegada neste
mez pelo brigue Mara-Jote 1 a tratar na ra do
Brum armazem do Antonio Augusto da' Fonseca ,
011 na ra do Vigario, n. 19.
Potassa.
Desembarcou ha poucos dias urna por
cao de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham a venda,
por preco mais batato do que ultima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Baltar&Uliveira, n. 13.
ALCODAO' DA BAHA.
Cunlia & Amorim vendnm o superior algodilo
trancado fabricado na llahia cm pecas, pelo pre-
go de primeira mito na sua loja da ra da Cadeia
do Recite, n. 50.
Vendcm-se barricas com farinha de trigo SSS e
americana cm barricas e meias ditas; familia de
mandioca muilo sui erior em saccas grandes : lu-
do por prego cominodo : na ra do Vigario, n. 11.
;*<)s pcsH'idos de bom posto.
Vende-se um par de pistolas inglezas primorosa-
mente 1 cabadas no fadrico com lodos os occesso-
rios paia a sua conservaglo c asseio tudo arranca-
do em urna caixa de madeira de moguo forrada, do
velluiiocaimisim : para ver, na ra da Cadeia do
Recife, loja n. 31.
Car 11 a tiba.
Vcnde-se, na ra da Cruz, n. 21, una poreflo de
cera dej'.rami-iba do superior qualidac'e, o por lo-
do o prego.
" Unofre Jos da Costa vende saccas
com f ijo de lodas as qualidades, muito
superior, pelo diminuto preco de 5,000
rs. rada sacca : no aimazem de Bacellar,
em frente a escadinba da Alfandega.
-- Vende-se urna negrinha des'annos mnilo lin
da e queja cose soflrivcl : na ra Nova, n. 5.
Vendem-se caixas, meias ditas, oquartas ditas,
com passas. as primeiras a .4,000, as segundas a
2,000, cas ultimas a 1,000-; no largo da Alfandega,
armazem n 7, de Francisco Ilias Ferreira.
Yende-se superior fumo cm folha
para capa de cbaiulos, por pico com-
modo: no armazem de Francisco Dias
Ferreira, no ces da Alandega .- tanibem
se vendem no inesmo armazem barris com
toucinho de Santos, muito bom e barato
No Alerro-da-Do-Vista, de-
l'rt nte da 1 oneca,
a dinlii iio a vista, os lieni couhecidos borzeguins
Irancezes para ioinem a 4,000 rs. ; sapatesdo cou-
ro de lustro a 5,000 rs. Cheguem freguezes quo
se estilo acabando.
Fainha de mandioca,
Vendem-se saccas de farinha muito bou, chega-
dasuliimameute do Rio-do-Jaiieiro eda Baha por
prego muito commodo : no armazem ao p do reo
da Couceigflo, n. 64.
No armazem da ra Nova n. 67, acaba de re-
ceher-be um sorlimenlo de loucadores de varios ta-
mandoa cadenas ile palhmhas, a-duzia a 24/|, Si/,
45,000, 50 000. 72,000 e 84,000 rs ; ricos suplas ,
laiilode Jacaranda como de oleo; bancas de meio
tas de jogo de mogno e deoutras qualidades ; I gSo; Lhc Teixeira, direitft civil, ultima dieflo: Coe-
com modas, bancas jeslojos para navalhas; cartei- Ido da Rocha direito civil, ultima edic5o ; Historia
ras do viagem ; ditas para escripturagSo; oslante [ do consulado e do imperio, por Thiors.UiluoQfloW-
para livro; armarios, guarda-roupas; e outros mui- i tugueza ; Contos do minha h-rra bella^radicgSo d\
tosobjectos que a vista dos pratendentes eataro (provincia do Minho pelo Iitterato A. P. da Cunlia
pateles ese venderSo por prego muito comino lo. Viagens na minha Ierra pubcagfio muito Inte'
No armazem de molhados atrs do Co'rpo-Saplo, I de sala ; nasas elsticas para 20 e oais pesaoaa; di-
Vende-se panno de algodilo da torra, m uito en-
cerpado, por prego commodo: na ra do Crespo,
n. 23.
Vendem-se chitas finas de muito superior qua-
lidade, pelo prego de 120,140 e 160 rs. o covado :
na ra do Crespo, n. 23.
Vende-se um habito de dirigi, esmaltado;
urna cabrinha muito bonita com habilidades: para
liquidacSo de contas : na roa Ursa do Rozarlo ,
n. 35. w
Madeira d pinho.
Na ra de Apollo, pegado ao armazem do 8r. Mol-
la ha um lerceiro armazem com madeira de pinho
da melhor qualidade que tem vindo a este mercado,
o serrada de todas as grossuras e comprimentos :
vende-se pelo tnenorprego que he possivel.
-Vendem-se 12cadeiras, duas bancas de jogo e
urna de meio de sala tudo de madeira de oleo por
prego barato: na ra do Crespo, n. 15 loja de An-
tonio da Cunda Soares Cuimarfles.
Na ra do Vigario, n. 19, vondem-se becerros
francezes de superior qualidade por menos preco
do que em oulra qualquer parto.
Vende-se una preta de 20 a 2-2 annos, que co-
/ inda o diario do urna casa, engoman o lava: si
so vende para o matto, cujo motivo se dir ao com-
prador : na ra Bella, n. 40.
Sarja hespanhola verdadeira.
Vende-se verdadeira sarja hespanhola pelo prego
de 2,700 rs. e da melhor a 2,800 rs.; pannos linos
pretos al 3,000 rs. o covado; casimiras pretas, mul-
to linas; ditas de cores, proprias para faci de me-
ninos ; cortes de seda moderna, de lindissimo gos-
lo ; dito de cassas de cores, milito modernos o bo-
nitos : no armazem de fazendas de Hay mundo Car-
los Leite, ra do Qeimado, n. 27.
Vende-se urna mobilia de pao d'oleo, com mul-
to pouco uso, constante de 19 cadeiras com asson-
lo de palhinha um soph duas banquinhas de co-
liiui,is, mi-sil irufiMS uc n:eo c sala, 2 prcs de
lanternascom os seus competentes casligaes de cas-
qii inda ingleza 2 vasos com flores e mangas urna
cania de angieo com colchfle.se cortinados: tudo
por preco commodo: as Cinco-Ponas, n. 71.
Acha-se na estribara do Sr. d'O', na ra da
Conceigflo, um lindo cavallo rugo-assa, ptimo
andador o sem achaques : vende-se barato.
Vende-se um-lerreno no Aterro-dos-ATogados,
pouco adianle e do lado oposto a fabrica fie sabif ,
com 220 palmos do frente e mais de tres mil de fu-
i: na ra Diroila, n. 121.
Luvas de trocal para senhora.
Con ti uuam-.se a vender luvas pretas de trogal para
senhora, pido barato prego de 1,600 rs. : na ra da
Queimado, n. 27, armazem de fazendas de Raymun-
do Crios Leite.
--Vendem-se, na ra da Cruz, n 91,pedras de mar-
more franrozas para mesas redondas e consolos.
Vende-se urna morada de casa, na ra de Hurtas,
n. 112; urna tipoia : na ra de S -Thereza n. 48.
Vende-se superior ario por pre$o
commodo: no armazem do Das Ferrei
ra, no ces da Alfandega.
Calcado.
Sapatos inglezes de muito boa qualidade e ou-
tros muitoscalgados francezes, tanto para hornero
como para senhora e changas : vendem-se na pra-
ga da Independencia os. 13 o 15.
Vendem-se, na ra do Crespo, n. fl, livrns
multo baiptos, para as aulijsde i'ort'jgui'z, Trance/
e inglez : tambem sel roca m por outras obras.
Na ra do Rangel.n. 8, continuam a haver saccas
com farinha; ditas com arroz de casca dito bran-
coda Ierra, dito vermeldo, dito de vapor; saccas
com feijflo ; ditas com milho ; lambem se vende de
cuia para cima, por prego muito em conta, a di-
ndeiro a vista.
Vende-se um escravo crioula, para fra da pro-
vincia, muito moga, e do bonita figura : no hecco da
Lingola, n. 3. Na mesma casa compra-se urna os-
era va moga,e que saiba cozindar.engommar e com-
prar.
Vende-se, ou permuta-se por urna casa em
qualquer do* bairros desta cidade, um sitio na es-
trada de Belm, com arvorodos de fruclo o bastante
Ierra para plantar, com casa nova de pedra e cal,
bom pogo d'agoa de beber ua ra Direita, n. 10.
Na ra Nova, n. 41, loja.de Terragcns do Joa-
quim da Cosa Maya, vende-se um sortimento de
apparcldos para cha, de varios modelos ; bem como
bules, caMeiras jarros e bacas: tudo de metal lino,
por prego commodo.
Vende-se urna porgflo de rotm : em casa de
Russell Mellors& C., na ra do Vigario, n. 23.
Vende-se um preto crioulo, de 25 a 30 annos,
muit robusto e sadio, e que he proprio para o ser-
vigode campo : na ra da Cadeia do Recife, loja de
Joao da Cunda Mngalhfles, das 9 horas do dia em
dianle.
Vende-re um balco, proprio para venda ou
para talho ile ngougue anda no servido na ra
Direila, n. 113, se dir quem vende.
--Vende-se um sitio na matriz da Varzea, com
150 palmos de frente e 344 de fundo, bem planta-
do com boa casa de vivenda para grande familia ,
ti'indi jiintu a mesma casa urna padarra o que ludo
se vendo por prego muilo commodo por haver pre-i
cisilo : a tratar no mesmo lugar, ou na ra L'ireita
desta cidade com Manuel Joaquim Soares.
Chitas finas e baratas.
Na ra do Livramento, n. 14, vendem-so chitas es-
curas pelo prego de nove vintens o covado ; dilas
escarate, a920rs. o covado; brihs do lindo para
caigas e casacas, a 400 e 480 rs. o covado ; um rico
sortimento da corles de cassa a 3,200 rs. o corte ;'
leogi.s d iii.ii. para senhora cum dieo lias ponas,
a48o rs. cada um ; casimira preta ; merino; panno
fino preto ; chamalote para vestido ; e outras inui-
las fazemlas por barato prego.
Vendem-se duas escravas, urna crioula, 16
a 17 anuos, por 350,000 rs. a outra de nacfl.. de
18 a -20 anuos, de linda figura, que cozinha.ei goni-
nia liso e he de boa conducta a qual se vende por
6u seiihor relirar-se para fra : na ra do Fogo,
n. 23, se dir quem vende.
Vehde-se urna parda de 20" annos, do bonita fi-
gura com aigumas habilidades : no beccu do Sara-,
patel, sobrado o. 12
l.ivros baratos.
Vendom-sa as Ordenagoes do reino, ultima rcssanlee divertida, do bem condecido litterifo
Carrett; Jornal das bellas artes archivo de pintura
lilteratura etc com muito boas estampas; Rovist-
niversal Lisbonense, jornal muito condecido
acreditado, pelos sena interassantes artigos cn||o-
btM pelos mais eminentes escriptores porlugue-
zes ; Revista popular jornal para as classes menos
abastadas da sociodade com hons artigos : na casa
defroate do trapiche novo n. 6.
Attenco. ''*
Venderse superior sarja larga hespanhola pelo
baralo prego de 2,000 rs.; pannos Anos prelos, pro-
ra de limito, pelo baralo prego de 3, 4, 4,500,5,500,
6,500 e 7,000 rs, o covado ; casimira preta selim de
superior qualidade, a 2,800 ,3,000 e 3.500 rs. o ca-
vado : selim llaco, doverdadeiro e de excellente
qualidade a 3,500, 4,000 e 4,500 rs* o covado jcha-
peos de massa francezes os mais modernos, a 7,50o
e 8.000 rs.; ditos de sol, de seda furla-core do
melhor gosto, a 8,000 rs. ; e outras muitas fazeno
das de superior qualidade, e muilo mais barato do
que em oulra qualquer parte : na ra do COllegio
nova loja da estrella, n. 1.
Cortesa 1,880 tf.
Vendem-se superiores cortes de brins para caigas
a 1,280 rs. o corte fazenda haratissima pela su
qualidade e cor fixo : na ra do Collegio, loja da
estrella, n. 1.
Bom e preco commodo.
Vcnde-se um completo sortimento de los prelos
bordados de seda ; meias de seda preta de peso; i
verdadeira sarja de seda hespanhola ; selim frrrto do
Macan liso e com flores ; o outras muitas fazendas
de gosto: na ra doQueimado qua tro-cantos ca-
sa ainarella, n. 29.
Luvas de pellica, a 1,000 rs.
Vendem-se luvas do pellica, para homem, da me-
Ibor qualidado possivel, a 1,000 rs. cada par ; ditas
pa Daui' i iia Tila uO QaoiiiiO, i. 6, loja de
Jse Sin,Oes & C
Superiores charutos.
No armazem de Vicente Ferreira da Costa, na ra
da Madre-lieos, vendem-se superiores charutos,
ebegados da Baha no hiate S.-Htnedieto, em caixa*
e barricas, pelo diminuto prego do 6,500, 7,000e 10/
rs, o nkildeiro.
HemeWtes de hortalice.
Vendem-se sementes de hortalice de ludas as qua-
lidades chegadas prximamente do Porto; bem
como aigumas de flores: ludo por prego commodo:
na ra Direita, u 76, esquina do boceo de Jos-Lou-
rengo.
Vendem-se saccas com foijSo.de muito boa qua-
lidade : no armazem do finado Uragucz junio ao
arco da Coiiceigfiu, pelo barato prego de qualro
"I rs, |
-- Vende-se a parle de um litio na (P^ssagem-de-
Haria-Farinha no lugar do Rain albo, com bastan-
tes coquearos para desfrutar, ierra para plantar ro<
c e fejao com urna grande varzea para plantar
cannaa e capim com porto de embarque o desem-
barque ao p do si:io por prego commodo: n ra
Augusta, n. 1,a tratar com JoSo Estilarte Burbu-
rema.
Vende-se, no fim da ra da Aurora, n. 4, um b-
Ihar: os pretendemos pdein ir ve-lo de maunAa at
9 horas ou de tarde dopois das 4 horas.
Vende-se urna cabra (bixuj, de raga de Lisboa',
a qual d gariafa e iu.eia de leite, e he boa criadeira,
por estar acostumada a criar menino: na ra doCa-
marflo, n. 3.
Vendem-se, na ra Direita taberna n. 53, sac-
cas com um alqueire de milho novo, a 3,500 rs.; di-
tas com anoz pilado; dils com cafe; ditas com
leijflo ; e tos os mais efeitos de venda rilis barato do
quo iiii outra qualquer parte ; bem como urna por-
co de madeira de louro e oleo para marceneiru, e
travs de diversas grossuras
Vende-se o biliiar do Passeio, cola os seus per-
teneces : na ra uoCabug, n. 11.
Escravos Fgidos
Fugio, no dia 22 do corrente, um preto de no-
me Jos, de nagfio Congo, bem ladino, baixo, cor-
po regular, nariz pequeo com um taldn pequeo
a baixo do queixo, i ei as linas, ps pequeo; tem
na cabrga da parle esquerda cima da orelia una
costura que parece ter sido de postema na>vou ca-
misa e cumulas do i ise-du americano sendo a ca-
misa bastante comprida : quem o pegar lene-o a rua
Diieita, o 59, ou no engenho Novo do Cabo, onde
mais perto Ihe Mear, que sera generosamente re-
compensado.
Fugio, do engenho Poco-Comprido, no dia 90
do corrente, um casal de escravos, com os Biguaes
seguinles : Bernab, pardo, oflloial decarpina ca-
bello gi'osso e pouco espiedado, mas bem preto, ros-
to descarnado barba bem preta ; tem o dedo ndice
do p direito sobreposlo sus.seguinles, por te-lo
quebrado ; lie de estatura ordinaria ; viudo de Ser-
gipe-de-EI-Rei; foi vend'do nesla cidade por Na-
uoel Alvos Cuerra ao seu aciual senlior. A mnlher,
Luzia, cabra ; lem a bocea pequea beigos gros-
Sos ; tem urna cicatriz do ferida no rosto de um p
junto aos dedos peinas fina* e um tanto zambias ;
he de estatura alta : ambos silo mogos, lioga-se as
autoridades policiaes ca pitaes de campo e pessoas
do poVo que os appredendam e levom-os ao dito
engenho ou ao eacripiorio da rua da Cadeia do Re-
cita n. 8 que recbenlo urna gratiticagao bem pro-
porcionada ao seu trabalho.
Fugio, no dia 10do corrente, urna prela don-
me Mara, de nag.lo Congo, do 3J anuos j Iwron saia
de ganga azul ja veflia mas com a bar a mal. viva
por se lar desmanchado urna prega. KsU prla foi
comprada aoSr. Antonio Jos Vioira do Souta ao
da priuieiro de margo c bem salisfeita se inoatra-
va a mesma preta rom o iiovosenliono ecouio mo
iivase dado motivo para a fu/ auppue-ae estar
furia la: por isso se protesta com touo o rigor da
le contra quom a y ver ooculla. Ilega-M.a todas as
anlornlades policiaes, nflo desia cidade como do
toda a provincia bem comO aos cap.tes de' eaupo,
quoa'appieuuiidaiiie leveifl a ruado Hangel, a. 75,
delroiiicda boliea.
mk
tt. VS H. F" ve FAJIUI 849