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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10012
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, March 10, 1849
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10012

Full Text
:
Anno XXV.
Sabbada 10
0 DIAIt'Opiihllci-setodosasdlaiquenao
forem "le guarda. O preco da asalgnatara he
dciSOOOr* iiorq'iancl. |Hjf aniiuiiciui lo assigmntes so Inseridos a
,- ruo de 20 rs. por liiilii, -10 rj. eiu typo dl/-
r%,,.rrnu\ ca* fepetifdes pela mctaile. Os nao
'aiilgiianl-' ngarau 80 rs. por liuba e 100 rs.
ni Ijpo dlfferente, por cada publlcaj.io.
PHASES DA T.UA TO MEZ DE,MA.R'?0:",,
Creme, a I,s 9 hr.a c - ma. d i urd.
Lua ebria, a8. s lOhafra. mln. da ard.
MiiBaiile,al6.IOIioraar I9mm. dalaid.
lia ..ora, a 24. 11 horas r 46 tula, da ...ao4
trcHcc..le.a3:,a4hora>e35.iii.damauI..
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goianna e Parhiba, * sp5- extat-ffiras.
Ulo-G.-do-Norte, quintas-fciras ao n.eio-dla.
Cabo. Serlribeln, Rlo-Pormoso, Porto-Cairo
Macei, no 1." a 11 e 21 de cada mez.
Garaiilii.ns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Flores, a 13 c 28.
Victoria, ;s cjnitil.is-lV-iras.
Oluida, todos o das.
PRF.AMAR DE 1IOJE.
rrriinrira, s 5 horas e 18 minutos da mai.h
Segunda, s 5 horas e 42 minutos da tard.
de Afargo de 1849.
N. .
dos
PAS DA SKMAN.l.
SSegnnda. S. Thoophllo. And. doJ.
orph.,iloJ.ducivlpdo J'. M. di2. v.
6 Terca. S. Olegarli. Aud. do J. do o. da I.
v. edoj. do p.u do.l. dist. do t.
T Quarta. S. Tbom'. de A quino. Aml.do J.
do c.da i. t. rdo I. de pa/. do 2. dlst. do t.
8 Qnlnta.S. Joode flcoi. Aud. do J. o*
orph.c do '. M. da I. v.
9 Sexta. Francisca Romana. Aud. doJ. do
i iv. cdo J. de paido 1. oist. de t.
III S ihbado. S. Milil.io. Aul. do J. do c.
da I. v. e do J. de paz do 2. dlst. de 1.
11 Domingo. 8. Candido.
CAMftlOS NO DA 9 DE MARCO. .
Sobre landres a 27 d. por 1/000 rs. a 60 das.
> Par
Lisboa IC8 por cenlo de premio.
Rio-dc-Janciro no par.
D<"sc. do lote de boas llrinis a '/. ',',' ao me/..
Acces da comp. de Beeribo, a 30jf rs. ao p.
Oiirn.-Oiiras hesp-viholas. -WOlift a :i'V,.(i
Modas de 61400 v. 17^300 a 17*300
detW400n. Hf'OO a. lb40f
de4*000.... 9/OO a 9*40"
Prala-l'aUccsbrasileircw 1/U70 a 1/990
Peso c.liiii.iiarlo. 1/970 a 1/990
Ditos mexicanos..... 1/900 a 1/92"
EXTERIOR

LONDRES, s DE JANEIRO DE 1849.
Jim historiador prustiano de consdersvel dicer-
nimei.io romrletnu ltimamente osen exame da
(lit'emnfrjiRressnsda moriarchia daca* deRran-
drnbn'gn. desde os lias cm qno ella so elevou
linca militar dehnixo do grande eleitor, al o lem-
po cm que a amhiclo e o tlenlo de seus rr-ig conse-
guirn! apagar os ltimos vestigios il nferioridadn
eieiioral. amenesrama casa da Aust'ia no coracio
de siias pnssessOcs hereditaria, ecollocaram o rei-
no rm uma poaic.Ho igual a dos mis antigos esta-
llos da Europa Porm o prnfossor Ranke, ao termi-
nar sous Irahalhos. nllo podia ter previsto que a oon-
siinimacao da poltica profunda ds corle prussiana,
a qnxl elle tracou por entre as vicissiludes do sec-
lo XVIII, oslivesse, segundo toda a apparencin, tilo
prxima a re*lisar-se. Todava nesta inesma semana
v.do da assembla de Frankfort collocara prova-
velroenleacoroa imperial da Allemanha ao alcance
de um rei da l'nissia. e o gabinete de Hcrlim ter
nnetWeidrr a niomerttosa questilo da accitacilo ou
rVjniilo des'a .suprema digndade cotn todas asjjuas
consequencias.
Tres grandes periodos se pdom racmente traenr
no progresan desta reolurj!lo, qu os esciiptores b
estadistas prussianos descieveu. como o desenvol-
\imento nalural do poder e recursos deseo paii.
Anlcs que a rasa de Brandenburgo se livesso exalta-
do a urna importancia poltica inteiramente compa-
rnvil cuma dos eletorados de Saxnoia o Ravern, o
imperio da AUeoianha, anda debaxo da forma elee-
lva, acheva-so realmente fixado nos descendentes da
rasa dcBorgundy e Austria, ea l'russia permaneca
na relaclo de dependencia feudal para com esta po-
lonria. A'guerra hespanhnla de surcessilo babili-
tou-a a extorquir da crletlB Vienna um titulo real,
e 50 annos do trabalhos bellicos as ordens de um sol-
dado, tal cono Krederico II habililaram-na a fazer
valer'seus diretos de soberana independente sobre
urna grande extenc/m do territorio. Duranle todoe*-
le> periodo a poltica da l'russia fui a gran le anlngo-
nsla do podOr da Austria, C as disputas tiestas duas
nacrtestivrram por principal ohjecto sun ascendeti-
cw respectiva en toda a Allemanlia.'
As gilerrasda revolinjllo franceza finalmente, e as
victorias de IMapolenensinaram-lhes as consequen-
cias fatacs dest desniio. Jena spguib-e a Ausler-
lil?, e as (Titas prncpaes potencias da Allemanlia
foiam proslradas pelo mesmo inimigo Ellas se er-
pueram oulra vez, e se crgueram unidas porin a
Austria ceden da ultima de sua pretencOes, a de
ejercer a autoridade tmpeiial na Allemanha ; ella
rollocou-sumo mesmo p'tjue os outros estados so-
liernnos indepcndcnlcs, e o acto da confederado es-
lalipleceii uma igualdade completa de poder e auto-
ridade en're ella e a Prussia.
Tilo peculiar relcelo teriadadqluifar a um conlliclo
peri.'o.'O, se nilo -iivera sido reinculada por urna os-.
IriMl.iaiiii/adepessoal e uniaalltanca poltica eftlrou
dil.iS ^i.-ni.les esas. Desde IStial 1818 a Sua uniAo
pormaufCru completa e inahalavel. ElUs execcram
juntas urna influencia benigna sobre a dieta federal
reunida eni Kraukfurl; geus Concelhos foderaes e
sua poltica cstrangeira eram urna s e durante es-
te jipi iodo, o qual rliegou a um toreo de seculo,
(coma nica exeepeflo do zolvereid commercial_J
nada oceuncu que >)csse tugara dizer-se que havia
' n n piiiti,lii | nissiiino,un um partido austiiaco en-
ire o pavo iileiufto. I'oroutr.i parle, o governo prus-
siano era fnrlemento accusndu desac ilicar e ceder
-un independencia timeiitos sos diluimos e inspeccSo do chanceller
d'Ausliia.
A revt.|uc.3o germnica foi em gratulo parle diri-
gida contra esto estado decuu-as. A l'russia linlia
ja passadupor transfonnieoes graduaes da condiri
de dependencia e subjeico pura a do igualdad ; el-
la q'ieria agora elevar-se da igualdadi! para a su-
premaca c a dipntdade imperial que seus ataques
tinliam ali .Lulo, c sua deso o fio que tinha nnalmon-
le oiimi elli lo o imperador Franciscu a depr, esla-
va pain ser ressuseitadi na pessna d um sulicaiio
prustriano. A Austria est para cessar, n.losmeutp
de ser rliffrf miiec do imperio, ou juntamente cun
a l'russia o arbitro do coiicclho federal, senilo mes-
ii o iJiii in.iilino do rorpo germnico. A -l'russia,
Para usnrda expresso memuravel do rei Froderico
Cuillierme A l'ru-sia se translrna na Allomanha
e lio-llin prnnrio, por uma coiisequei.cia natural, om
spii eliefo supremo. O fado assim o quiz ; muitos
dos prinripos menores da Allomanha teein.com ad-
miravel ardor, dado o seu assenlii.enio a um pro-
jeeto que os rebslxa ta or.Jcm de soberanos para a
de nobies; e espera-seque nilo se passarSo mullos
iiuisseniqueo voto da assgmbla'popular de Frsnk-
furl sanoriiinceste tiecreto.
To-lavia cm P-osldam .ha aiiKla duvidas o hesitac/io,
o ontre o pono prirssiano neolium partido conside-
rnvel be fortenieiite opposlo a urna mudanza, a qual
levo sitb'mergir seu raiacler nacional e sua inde-
pendencia cm um imperio mais vasto, hoterogeneo
e dividido.
i
\^ NsjWerimos estas cusas como ellas silo, som
ii'iilarMsaiialysar os diversos motivos e cutsaaque
toem conspirado para reahs 'Cilo de tilo extrordi-
iiiio resultado. Setn du'VidjBacham-se di; uma par-
te os excianipi tos da amblPro,' do calculo profutido
da poltica. E-des acontoqJBienlos nilo silo oefleilo
de uma combini.0,10 accidfiital; e o triUmpbo da ar-
le poltica ukt em f.i/er com que esla revolugo, a
qual fora mui habiluieuto preparada, pareca o re-
sultado de um enthusiasmo espontaneo, ou do uma
npcessidade universalmorrte reconbecjda. A Europa
he preciso que soja diga para nito ser da parte dos
homens que com m>* nctvidade teem promovido
osla mudanc*. nmprojecto enorme^de engrandec-
monto concebido sem duvida com um espirito de pro-
funda solicitude e de audacosa empreza para o bem
e grandeza da nacio germnica. Porm, se a arte e
amliiofii lepm feilo muito, o temor tem fe i lo anda
mais Muitos homens pensadores teem julgado que
somonte a uniflo dos estados allem.les debaixo da
coroa prussiana he que po lo preserva-los da disso-
luco, e anarlaros terrores de urna rppublica ileino-
cra\ica universal elevada sobro as ruinas de lodos os
Ihrnnos germnicos. Quinta a nos a Inglaterra lem
milito mais a ganhar do que a perder com a exten-
s.fo da influencia prussiana e d estahelecmento
le um poder mis unilorme na Allomanha, porquan
to entre ella c esta nllo ha nenhuma causa provavel
de hostilidade, antes pelo contrario interesaos cont-
inuos mui extensivos^ Asorte-dos principados ger-
mnicos menores, osquaes parecem dispostos a suli-
mergir sua propria existencia na de urna potencia
maior, he de muilo menos interesse para um estadis-
ta nglez do que a condigno desta monarchin que se
estlido desde as fronleiras da llussia ate as da Fran-
ca. Porm eslas consideracOes fio de mui pequea
importancia, comparadas com aquellas que uma re-
volucilo tilo prodigiosa tifio pode deixar de lor sug-
tterdo ns outras grandes corles continentes. Con-
ferir l'russia um poder supremo que. so eslcude,
para todos os litis militares o commerciaes, desde o
llaltco at o Alpes, o desde o Niemon at o alto Ithe-
no, te elVeif uar, por meio de tima penada e pelo voto
de uma assembla, mais do que nunca ninguem_ fe
ainda por meio ds guerra a mais feliz. He despojar a
Austria daquella posicilo e influoncia de que ella tem,
ha eculos, gozado na Allemanh, e chamar exi>ten-
cia urna lor;a compacta capaz de tirar um di a este
impeiio as provincias gprmanicas que do presente
s conslrangidamenle llie fram uVixadM. He oppdr
a Franca em sua mais vulneravel fronteira um es-
lado militar da primeira magnitude, em vez de uma
confederacuo de poderes da segunda orJe.ni e nvsmo
deumaordem inferior. He aniquilar o equilibrio de po-
der de 1813 por immensas addigOesterr toraeseitus
frca de uma s potencia, o por Conseguinle mudar a
posicio relativa desta potencia e de lodosos outros
estados da Europa.
No congresso de Vienna um dos pontos mais difli-
ceisde ajustar-se foi acessaode uma porqUn da Sa-
xonia l'russia como meio de conpeusacito. O que
devoremos pensar agora de uma IransaccHo que a-
meaca absorver nfloismenU toda a Saxonia, senilo
tambem todos os outros estados, desdo Siginannga
al a Baviera ? Os Allemcs teem um direito in lis-
piitnvi-l a resolvroslas questes pira si, e relativa-
mente aos interesses inwlezes, repetn'ulj que ne-
nhuma obj"C?ilo seria podo ser proposta. Mas acaso
podei alguem persuadir-se que entro tantas nacOes
zelosas de suadignida.lo econscias.de son pod se
completein sem embarazos em toda a exleus.lo da
ifiuropa central mudancas de Unta magniluJe ? a
frga relativa o a grandeza dos estados fiVam togu
h las por um contrato reciproco, o alt-rar este con-
trato om qiulquer de tas parles e^setrciaes he dar
Ligara quosc desonvulvam aspieten(des e ambico
de todos os outros cheles e naces. forestas rasdes
estamos convencido> que o re da l'russia hesitara
antes de aceitar a coia imperial que llio vai se'
oflerecida. Elle nilo podo assumi-la som excitar
as mais graves suspoilas ; elle nilo p l traz-la sem
por em grande porigo a paz geral da Europa ; a Allo-
manha mesmo se dividir contra ello, e lodos os ou-
tros estados contitiotitaes concorrerilo.em boslilisar,
qtir clara, qur secretamente, uma exlensao de po-
der imperial lilo seo precedentes.
( The Time/.)
NOVO PROTESTO DO PAPA.
Pi IX pana aos seus muito amados subditos.
Neste pacfico retiro, para onde ap.rouve a Di-
vina Providencia o comlpzir-nos, allm do po lrmos
livremente mawifeslar os nossos sentimentns e ven-
ta le. esperavano ver manifeslarom-so os remorsos
de elguns de nossos extraviados subditos pefos cn-
mes o sacrilegios commeltidoa contra pesso.is que
nos serviam, unas das quaes oraui moras, e ou-
tras ultrajadas.
Tambem Asperavamos mostras de arrepenui-
nienio pela alTronlas commitlidas contra o nosso
palacio o nossa mesma iiessoa. Sem embargo disso
nunca nos foi feilo sen.lo um simples convite para
que vollassemos a nos-a capital, sem uma palavra
de reparacQo por aquellas attenlados, sem penhor
algum de seguranea que nos po^esse acob-rto das
fraudes e violencias dosse tropel de furioso*, cojo
brbaro despntismo ainda lyraunisa a cidade de lio-
rna e os estados da igroja.
Esperavamos, emim, que os protestos e orden
de nos emanados cliamaiiain aos deveres da fideli-
dadcesubmisslo os que desaprecian! c faltam a uma
o oulra, na propria capital de nossos calados
Em vez disto um novo acto, e ainda mais mons-
truoso, de declarada traieflo everdadeira rebelda,
audazmente commellido por esses homens, encltcu
a medida de nossas dores, excitando tambom a nos-
sa indignac/to, e contristando por cerlo a igreja un-
vorsal.
Fallamos desse aclodelestavel, sb todos os as-
pelo, com que so pretenden dispr a convocaQflo ]
de'urjia assembla chamada nacional dos eslados ro-
manos, omvirludo de um dbreto datado em 29 de
dezembeo ultimo, para esubeleccr a nova forma po-,
tilica que deve dar-so aos mesmos estados. I
Deste modo, juntando inquiJade a iniqnidade,
tratam os autores o cumplces do urna anarchia do-
mogogica de destruir a autoridade temporal do pon-
tillce romano nos dominios da santa igreja, sem ve- i
PEfttJAMBUCO.
tillee romano nos dominios da santa igreja sem ve-, Plloraaino.i'Rio HOvapQ tumn ox mimad*
ANTOMIO XIMRNIS OS Anl 10 PITAIlA SM O FUIPlUl.
QUESR PROCEDKU NO DI D) C0Rr.KTF. PFI.OS
MARIMIEinOS, IMPKntAFS MARISIIFISOS K
FUZILF.iapS BAVAES.
Paluda mirs eqUO pede pulat
l'.iiipcnini tabernas rcguiUipio turres.
tamaraJaal Nilo ousarla sem dttvda ecboar minha
lebil voz Ueste sgralo tem d i, s- n;1o lvoss
rom aun coi ----------- ., __ i
refragavel. nos mais antignse solidos diretos, sen-
do como tal venerada, reconbecida o protegida por j
toilas as nacOes. Al suppem, ou querem iazer,
acreditar que este poder soberano osla stihjeit.. a
controversia, o dependo do capricho dos facciosos,
NUo queremos rebsixar a nossa autoridade a hu-
milacito do fallar mais sobre a monslruosidade
leste acto nbominavel, nilo menos absurdo m 0,.
gem do que innegavel na forma, e completamente debil voz ueste sagrado tompl, ' |>;1>' '
impo no obicclo. Exige, porm, a Butoridadeapos- dever a cumplir ; estedever que para mim moslra
lolica da qiw estamos ainda indignamente revest-'qual o valor enrgico daqulles guerroiros, cujos
dos- exee aresponsabilidade a que nos ligam ju- uomes doscansam no lugar dos justos.
ramntos sacrosantos prestados anto Heos Todo-' Durante Ireze horas do grande fidiga, tirana
Poderoso tifio s quo protestemos do molo mais treza horas do fogo excessivo, piicontrou-sa nos en-
onersico'o ellicaz contra semelhanle arto, como : raq -s .lestes briosos militares uma eneris luwfc-
tambem condemnemo-lo face do universo, como al-; plioavel, urna bravura inconpr.'hens.vel. cinli-n
lanlado horroroso e sacrilego, commellido em dam- um amor a iiatna que leve ler lo lo o honra, o ci la-
no da nossa independencia e soberana, c por isso diio que reconhecor qual o dever para aquella quo
merecedor'.las penas estabelccidas pelas leis divinas nos da a ni.eionali.Ule' Durante tro/e horas, emum,
huma doixaraln de existir aquellas que out ora en to
. F-tams persuadidos de que, no recbenles lilo viam-se reun los conbate.ido valerosamente allm
^emto^'^mTeiitmttmml irados, de ver Hiialisada osla guerra rratnc.da e desompe-
rf nollieis Paa longo de vos 1,1o culpla e vergo- iihand briosamont-as ordena que se Ibes davam.
nbosa nTinu^cilo. aimludo. para que ninguen. quaes filbos virtuosoi obedec-m aos rogos Jo lerno
'--"'-"---------- pai !
Inmensas coris do louro laacaremoi sobreotn-
mulo destes valenlos guerroiros.
E vos, Ente supremo, vos que premiis a Virlu-
do, peruilli que minha debil voz possa ser ouvi la
por vos, aflm le que'natas honradas almas v.lo gozar
da gloria eterna.
lliillllllEPEBisIBBCiJ-"
Biciri, 9 DinASCO DE 1849.
possa dizer-sc engaado com sedcenos Tallazes o as
snalhadoras i.ingiiein se chame ignorancia do que traman* os
inimigosdeloda a orden*, direito, verdatleira liber-
dado e felicidade individual, resolvemos erguer no-
vamentea nossa voz, e de tal modo a fazer soar por
toda a Piule, que chegneo conlioeimento dos nos-
sos subditas doqualquerclasseou condtQilo que se-
jam a absoluta prohibicHo quo lb"S fazemosde lo-
marom parl lias reunios quo se atreva in a formar
para a elecilo dos individuos quo hilo de compr a
assembla que condemnamns.
a Recordamo-vos ao jnesmo lempo quo esta nos-
sa absoluta prohibicno est tambem sanrcionada
felos decretos dojiossos predecessores, dos conci-
ios,"especialmenlc do goral de Trono (sess. 22,
can. II, de reforma), decretos pelos quaes a igreja
fulmnou, em muilis oecasies, as sms censuras, e
principalmente a exconimunbilo maior em que in-
curre, sem neeessidade do nova advertencia, lodo o
que misar allcntar contra a soberana temporal dos
ponlliees romanos. Igualmente vos declaramos que
ja ncoireram neslas penas espirituaes quantnalive-
rain parle no arto que prohibimos, e cm todos
quanlos anteriormente se liouvorem pralicado eon-
trn a nossa suberana ; acbam-so lambem ncursos
em gnaea penas os individuos que, com mentirosos
pretextos, leeo perturbado, violado, ou usurpado
o nosso poder.
Poiem. so nos vemos obrigados, por dover de
cnnsoioiicia, a defender o sagrado deposito, c o pa-
trimonio da esposa de Jcsiis-Christo, confiados a
no-so cuidado, e a servir-nos da espada da justa s-
veridadeque o Divino Jlliz nos enlrognu para este
Rm, nem |"ir isso esqueerremos que oocupamos na
torra o lugar daquelle que, anda quan lo oxorce
juslica, nunca dexa de ser misericordioso.
Assm, pos, levantando as nossas mHosaoceo,
couriatiilo-lho o rocouimondanilo-lhc nova menta
una causa de lodo o puni josla, que he a sua, e
ao mesmo lemto nossa, o decl.raudo de hovo que.
com o auxilio da sua omnipotente graQa, estamos
dispostos para defensa e gloria da igreja calimben n
beber al as Tozos no calix das pcrseguices sonde
ofilho do Doosquiz piimeiro beber para a nossa sal-
vacilo nilo eessaremos de pedir-lbc c rogar-lhe que
arolb benignamente as fervorosas oracos que in-
cessanlementc Ihe dirigimos de da cdenoile para
salvacilo e conservacilo dos desvairados.
Nilo rira, be cerlo, dia algum para nos mais
hrilh'aiitc e aleg'O do que esse em que nos soja dado
restituir ao aprisco doSenhor as ovelhas quo boje
nos causan! tantas tnbulsces e amarguras. A espe-
luca do. goznimos em breve de tilo feliz dia augmen-
ta em nos cada vez mais, confiados as orac.sque,
unidas as nossas, se dirigem dos labios o corneos
dos liis do lodo o universo calbo^co ao thronoda
inisoricordia divina, supplicaiido-lho com insfancia
quo convsHta a alma dos pescadores, c os lra;a a
Imm camiho de ver Inde e juslica. Dado em (.acta,
no 1.* de Janeiro do ISi.fio Papa IX.
NOTICIAS iiSTnANT.F.IIlAS.
HEPOSTA DO SANTO PADRE A' COMMIS8A0 HE
CONTAS DE APLES, QUE 0FORA SADIMR
EM GAETA.
..Qtiandovejoos primeiros magistrados do reino
geguirem o exemplo de seu sol.erano, lio r'''i'0,
as suas domonstrscOea de a (Tocto a reapc. lo para
rom viga, io de CnTsto, nutro as "^ "f^S
cas de que neste reino so conservo a pa ., a ProsP
'Tl75'e, ."da m., nllo em que cm breve
reascra a prospendade em lanlo.ma.or grao, quan-
[ nS;Vra'm os desastres quo o anno passado
aFin:os:".araeisso, na protecQo da Sanlissima Vir-
wn enade San-Pedro, e San-Paulo. PUftlssl acc,
litii't. plsate ti aptnelur vob$. (Ped, e collioreis;
balei o ser-vos-ba abertaa porla. )
Dos jornnes porlugiiezes que hontcm recebemos
extractamos mais o segtiinto :
Na Austria continnava m la a guerra com a iiuii-
cria, as tropas imporiaes achavam-se ja de pnsse
de Iluda, Pestb e da maior parte das gran les ci-
dailes- todava o exercilo hngaro anda conla f.7
hatahOes de 1200 homens cada um, 18 reginientos
de envallaria completos, o 300 pecas do artilhana.
Secundo cartas do Vienna, n praca de Loninrn
fra bombardeada no dia 10 de janc.ro ose achava
"o exordio austraco consta scluslmente do 500,000
homens, sen lo 338,122 de nfanlana, 74...2 deca-
vi.lb.ria 3l,8l5lnarlilharia. e 10,000emprega.los no
'[rom o baggens. A marinha sobo S5.530 homens.
ocomlud fall.-se, diz o Diario do Uovirno, emum
nevo recrul.iino.ilo de H'0,000. o qual sai venllcara
no.noz de ma-co A Italia e Hungra (lardo a maior
pa.lo destes soldados.
A dieta austraca aboli a pena de morle pela
maioria ile o votos
0 Imperador Francisco Jos ebegara a Praga no
dia 29 de Janeiro, o.rie passara revista a lods a guar-
niC-io, son lo saudado com nnlhus.as.no pelo povo e
'Tmo do Itaviern abrir em' possqa no dia 22 de
.neiro as cmaras daqucllo rt-ino, pronunciando
um eloqtiente discurso, o qual segundn jornal
pTrluguez a quo cima nos refer.mos, term.na do
TnaviraUpolia deixar do sentir as tem-
pestados da poca ; porm deu glorioso exomplo de
Sbus sentimentos honrados e da sua WMM
meio de Ufo dillceis circumstancias Oxsla que
,(i ,,s continuo a proteger, fazeudo conhocor
sua voi.tado ao re e ao povo. lio esta a vereda que
Oda CondOTir-HOS a verdadeira r^WWldlfJft #
Ka I de fevereiro celebroo-se em II inovor a aber-
tura das cunaras do reino. O conde Itoningsen,
oresidento do coucell.o, no discurso quo pronun-
c,,.ra por esla occasiilo, prometiera em nomo do go-
verno que se nao opporla ao dese..volv.me..to do
qusesquer projectos que tenbam por fim promover
a prosperidad.! de toda a Alle.i.anlla.
A l'russia gozava soeego, todava om Berl.m bou-
vora no dia 31 de Janeiro um pequeo moiim pro-
movido pelos operarios do canal de Spamlau, por
causa de urna injusta redUCCiq do salario. Segu do
o C.vmlilvtionnet, a maioria dos cle.to.es daquuia
capital para a primeira cmara do parlamento pac
tenco decididamente ao partido moderado.
gOttfflC&Clfc
7:583,359
alfandi:ga.
RENDIMF.NTO DO DIA 9............*
Dacarregam hoj', 10 de marco.
Barca -.igeira -jnercadoriaf,
Plu^o'^'^i-rbolacbinha e barrica, a-
batidas.
Palacho-ew-'""" pifas vasias,
i


/
r
*%
8U
S===3
liMI'RTACAO'.
Riin-Deer, galera ingleza, vinda de Liverpool,
entrada no corronte...../, consignada a Deano Voule
i.VC., manfestnn oseguinte:
44 laiT.ii d-ferro ; Callum.
200 brris de manleiga, 100 caicas Tullas de (lan-
dres, 68 fardos, 3 caitas fazendas de algodflo, 10
harris oleo de linhaca, 100 ditos chumbo de muni-
cflo ; a J. Ryder & C.
38 fardos, II caitas fazendas de algodflo, 2 fardos
ilanela, -2 ditos luiiia, 100 barra ciru.iitij, 30 fainas
dilo, 2 resmas papel ; a Jones Patn & C.
6 caitas fazendas caitas, II Irouxas fazendas do algodflo, 1 caita fa-
zendas de 1.1a, 1 fardo pannos, 33 caitas cassas, 30
gigos, e 100 meioa ditos louca, 1 barrica arreios; a
Deane Voule & C.
37 fardos fazendas de algodflo ; a H. Gibson.
3 fardos fazendas de algodflo; ;a Amorim & Ir-
mSos.
3 fardoa fazendas de laia, 58 harris prcgos, 17 bar-
ricas cntadas, 13 ditas fenagens, 25 troutas ps,
4 l.ir.ios e 1 caita fazendas de algo Iflo, 12 caitas
fazendas .le linno, 8 Jilas Hullas, I dita miudezas ;
a G. Kenworthy & C.
10 bmricas salitre, a W. Bravo & C.
11 fardos fazendas de algodflo; a Rozas, Braga
ti i',.
7 faidos o I caita fazenda de algdllflo ; a J. J. Mun-
leiro.
1 lardo fazendas de algodflo, 3 caitas linlias ; a R.
Itoyle
C0caitas e 4 fardos fazendas de algodflo, 1 em-
brnllio papis para escriptorio; a llussell Mellors
1 barrica louca; a I. G. Taylo.
5 barricas, fenagens, 30 ditas entadas; a W C.
Cos.
14 fardos fazendas de algoJilo,
rica louca ; a Fox Brolheis.
100 barricas manleiga, 1 caita
dilo ; a Johnston l'aler & G.
110 gigos e 1 bar-
fazendas de algo-
CONSULADO GERAL.
RE.XDIMENTO IK) DA 9.
Geral.........
Diversas provincias
1:832,163
1:832,163
CONSULADO I'HUVINCIAL.
RENDIMKNTO DO DI A 9............ 591,681
Movimento do Porto,
Navios entrados no dia 9.
Genova ; 34 das, briauo sardo Ki-David, de 253 to-
neladas, capullo Eslevflo Selasa, equipagem 13,
i'in lastro ; a Joflu Pinto de Lemos.
Marseilles ; 34 lias, barra sueca Innocente, de 285 to-
neladas, capiSo Samuel l'clterson, equipagem 13,
em lastro ; a N. O. Bieber.
F.m commissfln ; vapor hrasileirn Pernambucana
eomnrandante Joflo Militiln llenriques.
Glasgow; 66 dis, bu'gue ingbz .tpartan, de 191 to-
neladas capilflo Aiirlre\v-S|.itlle, equipagem 8,
carga fazendas e cerveja ; a Jame.son e Ridgway.
Naros fahidos no mttmo dia.
New-York; brgue liaml urguez Polydnra, capitao
K. C. Ghrislianson, carga assucar.
Babia ; barca frauceza Scrates, capitilo Buol de la
Pin, carga parte da que tioute. Passagems, Joo
Vignes, GoulhierNathalc, David Beduchel, Fran-
cezes.
Gibrallar ; patacho sueco Altrl, capilflo l.umberg,
carga assucar
Canal; brigue inglez. George-Ann, capitilo David
Bruwn, carga assucar.
m u-iaL._iKnaaMam j ......mmtrmmmaamsmm
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da fazenda
provincial, em virluilo da resolucSo do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, nos dias 20,
21 e 22 da,, marco prximo vindouro, ir a prac,
perante o niesmo tribunal, pra ser arrematado a
quem por menos fizer, o acabameutn da segunda
parle do 6. lan^ da estrada do Pao-d'Alho, sh as
clausulas especiaes abaito transcriptas, e pelo preco
do 4:200,000 rs.
As pessoas que se propozeram a esta arromatagflo
com pa regam na sala dasscssAcs do sobredito tribu-
nal nos dias cima indicados, polo mein-dia, compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se maiidou-affixar o presente, e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da th<>souraria da fazenda provincial
do Pernarnbuco, 17 de fevereiro de 1849.
0 2. esrriplurario,
.Antonio Ferreira a"/Innumeiaco.
CLAUSULAS ESPECIAES DA ARREMATACA0.
Estrada do Pao-d'Alho.
Acaliamenlo da segunda parle do 6." lanco.
1." Os Irabalhos e obras para o acahamr.nlo da 2."
parte do 6. lauco da estrada do Po-d'Albo serilo
Vitos pela forma, sAb as condigAes, o do mo lo indi-
cado no orcainenlo approvado eni 8 de fevereiro
crrenle pelo Etm. Sr. presidente da provincia, pe-
lo preco de 4:200,000 rs.
2.* F.m lodo o lempo das obras, o arrematante da-
r livre transito aos viandantes pelo lado esquerdo
da estrada.
3." A obras prncipiarflo no prazo de um mez, e
acabara"" no de cinco mezps, ambos contados em
<.....I'onni'lude do ai t. 10 dn rcgulamenlo das arre-
nmlac'Vs.
4*0 ligamento do importo da arromatacilo rea-
lisar-se-ha em quatro prestagAes do modo indicado
no arl. 15 do regulamento respectivo.
5." Para ludo o mais que nflo est determinado
pelas presentes clausulas, seguir-se-ba inteira mente
o que dispOe o regulaniciilo das arremalacOes de 11
dcjulho de 1843.
Obras publicas, .14 de fevereiro de 1849
O engenheiro,
J. L. Vctor l.icutier
A cmara nrmielpal da cidade ia Reelfe, lie
EDITAK&
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da fazenda
provincial, em viitude da resoluto do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer | uldico que, nos dias 20,
21 e22de marco protimo vindouro, iipraca pe-
anle o iiii'sni'i tribunal, para sr-r arrematado a quem
por menos,lizer o concert ila ponte da Passagem-da-
magdah-na, e daspnnlsiuhas da Passagoni e do Re-
medio, sAb as clausulas especiaes abaito transcrip-
tas, e pelo prego de 8*0,000 rs.
As pessoasquese proi rompa recan na sala das sessOes do sobredito tribu-
nal, nos das cima indicados, pelo ineio-dia, compe-
tentemente habilitadas.
F. para constarse mandou allixar o presente, c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria da fazenda proviqcialde
1 eriiambuco,.17 de fevereiro de t849.
O 2. eacripiurario,
Antonio Ferreira d'AiinuncacOo.
PONTES E ARCOS.
Concert* da ponte da Passagem-da-Magdalena,
e das pontesinhas da Passagem e do Remedio.
Clausula* especiaes da orremalacao.
1.a Os concerlns da ponte da l'aasagem-da-Magda-
lena, e das pontesinhas da Pa>sgem e .lo Remedio,
aerflo folio* do modo indicado no oicamei.lo appro-
vado polo Exm. Sr. presidente da provincia, na im-
portancia de 880,000 rs.
* As obras principiarlo no prazo de quinze illas
e terminarflo no de dous mezes, ambos contados
em conformidad, dv art. \b do regulaiucnlo das ar-
rematacOfS.
3.' O pagamento do imposto da arrematarlo rea-
lnar-se-ha no lim das obra* deppis dellas recebidas
pelo engenheiro director.
4 E'ii lud.ro mais que nflo est determinado naa
prsenles clausulas, seguir-se-ba inlrirameiile o
quediSpOeoiegulauenlo da* arrematares .le II de
ulliode I84J.
J
Obras publicas,
14 de fevereiro de 1849.
O engenheiro,
/. /.. Vctor lleutier.
0 lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da fazenda
provincial, em virluilo de resoluto do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico que, nos dias
20, 21 e 22 de margo protimo vindouro, ir a prac
peraute o mesmo tribunal, para ser arrematado
quem por menos"fizer, o empedramenlo de 400 bra-
cas correutes nos 6 , 7 , 8." o 9. laucos da estrada
do Po-d'Alho, m'.I) as clausulas especiaes aliaitu
transcriptas, e pelo .preco de 3400,000 rs.
As pessoas que se propozerem esta arrematac.lo,
comparecam na saladas sessOVs do sobredito tribu-
nal nos dias cima indicados, pelo meio-ia, com-
petentemente habilitadas.
1 pi.'ii constar se mandn allixar o presente, e pu-
blicar pelo Diario. _
Secretaria ..'a Ihesouraria da fazenda provincial di
Pernainbiico, 17 de fevereiro de 1849.
O 2. escriturario,
Antonio ferreira d'Annunciapao.
CLAUSULAS ESPECIAES DA ARREMATACAO.
Estrada do Po-d'Alho.
Qoatroccnlas hnigas correnles do emredramenlo
nos 6., 7., 8 e 9." laucos da estrada do Po-d'Alho.
1 O cmpedramfiito feilo pelo systema Mac-Adam
etecular-se pela forma, sdb as comlicOes, e do mo-
doindicado no oi^amenio approvado em 8 lie feve-
reiro coi rente pi'lo Em. Sr. presidente da provin-
cia, e pelo preco do 3:400.000 rs
2 Em todo o lempo das obras o arrematante dar
um livre transito aos viandantes.
3.' As obras principiaran no prazo de um mez, e
acabaflo no de seis mezes, ambos contados em con-
formidade do ailigo 10 do regulamento das arre-
ma tacAes.
4' O pagamento do imposto da arromatacilo rea-
liser-stT-ha eir. quatro preslacAes, do modo .indica-
do no arl 15 do regulamento respectivo.
5." Para ludo o mais que nflo esta determinado
pelas presentes clausulas, seguir-se-ha inleiramente
o quedisprjeo regulamento das arrematacAas de II
dejulhodel8i3.
Obras publicas, 14 de fevereiro de 1849.
O engenheiro,
J. L. Xietor Ueutier.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade oficial da im-
perial ordem da Rosa, caoalleiro da de Christo e ins-
pector da alfandega de Pernarnbuco, por S. U.
Imperador, que Dos guarde, etc.
Faco saber que boje, 10 docorrenle, serilo arre-
matados em hasta publica, an mein-dia, na portada
alfandeca, 1 caita coiii 9u lollias de cobro novo, pe-
sando 5i8 libras ; I porcflo.ioretallms de dito, po-
sando 15 libras ; e 1 porc.to de pregos de dito, pe-
sando 8 libras, a 700rs. a libra ; 6n taimas da costa-
do, j servi.ias, a 3.000 rs.; 9 pedacos de dilo, a 5im
rs. : sendo a arrematarlo livre dedireilos ao arre-
matante.
Alfandega, 9 de marco de 1849.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
Joilo Xavier Carneiro da (unha. /dalgo cavalleiro da
casa imperial, caoalleiro da ordem de Christo e ad-
Faz pablico que, m ohsorvancia dos artlaos 3
e4. titulo 5.* das posturas em vigor, tem designa
iludas ras do Rrum e Guarnanos, Imperial ( da fa-
b'lc* desabito para .liante ) a Cabanga e volla dos
Colhos, para a collocaciln "los eslabelecimentiis ora
etistenles dentro da cidade, que trabalham com fe-
gos activse incommodama vizinhanca com o es-
trepido de martellos e com o fumo, taes como ofll-
cinasilecnl.leireiro, ferreiro, etc. apara osoutros
estabelecimentos que tambem irabalham com fagos
activos ese fazem nocivos polo faino e calor, hem
como padarias, relinarias, etc. as mesmas ras in-
dicadas ea da Concordia, as situadas por detras da
do Callrireiro, o terreno devoluto a comecar do fim
das edifiesefies na prala de Santa-Rita, lado da ls-
te, em seRuimento a praia de San-Jos, ao sahir no
largo das Cinco-Pontas, Becco-das-Barreiras e Sole-
dad.'.
Os referidos estabelecimentos se removerlo denlro
do prazo marrado no citado artigo 3.', sh pena de
ncorrerem seus donos na niulla nulle comminada
se o nao fzerem.
E para que chegun ao conhecimento de quem con
vier, se mandou publicar o presente
Pago da cmara municipal da cidade do Recife,
em sessoordinaria de 8 de margo de 1849. Ma-
nuel Jonquim d6 Reg Albuquerque, presidente. Joo
Jos Ferrtia de dguiar, secretario.

Manoel Ignacio d'Oliveira Lobo, fiscal do bairro de 5.-
Frei-Pedro-Goncalves em virlude da le.
Faz publico, as disposicA.-s dos artigos 6, 7, 8, 9.
II, 12, 13, 14 a 15 di titulo 9 das posturas muni-
cipaes cijos nrligos vao transcriptos abaito.
Art. 6.' Ninguem, a cavado, poder galopar, ou
correr pelas roas c pontea da cidade, excepto as or-
denanzas montadas, olliciaes, e soldados em servi-
CO, sAb cena de pagarem 8/000 de mulla.
Arl. 7." Nenhum carro sera conduzido a correr
as pontea ; os cavallos irilo a pequeno trote ; e as
ras nao poder.lo ir a galope : os infractores serilo
multados em 6/000 rs.
Art. 8. Nenhum carro deixar de trazer luzes
noile : os infractores serfio subjeitos s penas doar-
ligo antecedente.
Arl. 9.* as ras ou lugares da ci hule onde houver
lama ou agoa empossada, os cavalleiros irto a pus-
so ; os infractores serAo multados em 6/ rs.
Art. 11. He prohibido eusinar cavallos destinados
para a conducco de carros dentro da cidade : os in-
fractores serflo multados em 12/ rs.
Art. 12. He prohibido que na* ras e dianto das co-
cheras d'alugcl se lavem carros, devendo isto|ser fei-
lo ou em quiiitacs ou dentro dos eslahelecimentos :
os infractores serflo multados em 2/ rs. por cada
carro.
Art. 13. Sobre os passeios ninguem poder carre-
gar fardos, caixAes, palanquins ou anuir qualquer
cousa quo por seu volme possa incommodar os
quepnrelles transilam : os infractores soltrerffo a
pena de 2f000 rs. de mulla, qur sejam livres, qur
escravos.
Art. 14. Ninguem poder andar a cavallo sobre
s passeios : os infractores pagar.to 5g000 rs. de
la.
Arl. 15. Todos os loles ou combois deanimaes se-
rfio condlizidos a pi.sso, e atados uns airas dos un-
iros, levados pelo :neio das ras al o lugar do seu
destino ; e, apenas se liver feito a descarga ou o no-
vo (Mrregament, serilo reconduzidos para fra pela
mesma maueira : os infladores serflo multados em
1/000.
E para que teuham a devida execu^flo pelas pessoas
quem locar faz o presente.
Bairro do Recife, 7 d marco do 1849.
Ohscal, Manoel Ignacio d'Oliveira Lobo.
Declara^des.
Pernarnbuco', Rahia a Malto-Grosso, sero d'ora om
liante denominados inspertoras.
Art. 2 oAsatirihntVOes qiifllhes cnnferoos't.
t|dasinstrurc0i'S de 14 de agosto de 1814, no*
10 e II, passam a flVar a cargo-dos thesoureiros das
iliesourarias das ditas provincias.
* Arl 3.eF.Sles llipsonreiros servinlo ile paga-
dores das pagaduras militares, e perceJierflo a gra-
lillcacflo que Ihes concede, a le i do orcamenlo.
Arl. 4.*Proces->a.loa e i> duplcala todos os do-
cumentos de despeza do minist-rio da guerra, serflo
.'liaiiamenlejgre.metti.los ao tliesnureiro pagador,
com o competentepague-se-ao inspeerbrdapaga-
doria militar, eeffei-tua.lo o pagamento, agotado
com a palavrapago.rubricada pelo th urairo,
serflo diariamente devolvidas ao inspeetaMtfpri-
meiras vias dos documentos, Picando Si segundas
em poder do pagador.
Art. 5.No principio de cada mez, far o ins-
pector Ja pagadura organisar dous bataneles, um
dos quaes remetiera ao inspector da ihesouraria da
provincia, e o outro acompantiado das tabellas ex-
plicativas e dos documentos, enviara directamente
ao contador geral da reparticilo da guerra.
Art. 6-Ficnm em vigor asmis di>pogic<)"B do
decreto e inslruccAea de 14 de agosto de I84i.
Palacio do hio-de-J*niro em 24 dadezembru 1848.
Manoel lelisardo de ouza i Mello. -Secretaria
d'estado dos negocios da guerra, om 4 de Janeiro de
1819.Gonfarmu.Francisco de Paula Vieira^fF A te-
vedo. -Goiifanne.O Oulcial-niaior, Foiiauho Cor-
rea de Brito. .
. J Conforme.
O offlcial e escrivflo-ioterino,
Joaquim Pereira Batios.
Tendo o arsenal do marinha de admillir para
os seus trabalhos malhadores para a ferrara, olli-
ciaes de rarpiua e serventes, preferndo-se os livres
a escravos ; assim manda o Hlm..Sr. inspector fazer
publico paraconhetlmeiito dos que possa Inte es-
sar; deven.lo os prelendeutes apresentar**e-lhecom
toda a hrevidade.
Secretaria da inspeccilo do arsenal de marinha do
Pernarnbuco, 7 de marco de 1849.
Jos Marcellino Aloes da Fonseea.
0 arsenal de guerra compra oculos de ver ao
longe: quem os meamos liver para vender, ruda
comparecer na sala da directora do niesmo arsenal
no da lOdocorrento, com sua proposta em caita'
fechada, e trazando os oculos.alm de se escolberem
os melhores.
Arsenal de guerra 8 de marco de 1819.
0 escriplurario,
Francisco Serfico dt A.ssis Carvalho.
THEATUO DE APOLLO.
A companliia franceza, dirigida por lir. Dupr,
tora a honra do dar, lerca-ferra, 13 de mao de 1849,
para a stima reprcseulacio da assignalura o se-
guiule :
DEUX MENAGES PARISIENS,
comedia em 3 actos do Iheatro franecz.. '
DMiQ-k.
Um passo novo dancado por madama Camoin. 4\f.
INTERMEDIO DE CANTO.
Romances novos cantados por madama Alexandre.
Une filie terrible, vaudevlle novo em um acto.
Htnriethe Charlot, vaudevlle novo em um acto.
Logo denois a prmeira represen tacan de La feni-
lienne, ou le Bouroau de Venise, drama em cinco actos
a carcter e grande espectculo.
PAGADURA MILITAR.
De ordem do lllm. Sr. inspector da pagadoria mi-
litar, se faz publico que, em cumprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de cinco
do correte, lodos os pagamentos, que se acliav.i.n
a cargo desla pagadoria, enmecam a sor vei lirados
desda o primcTiro do prximo futuro mez de abril
pelo lllm. Sr. Domingos Alfanso Nery Ferreira, llie-
soureiro da fazenda geral, a quem lodos os recibos
de pagamento de despesas militares .lvenlo ser
passados eui duplcala ("como ale agora ) desda case
dia cm diante, dcando dependen lo do-pagun-se
do Sr. inspector o verilicar se qualquer pagamento
na conforinidaile do artigo quarto das instruccArts
para as pagaloras, que haixaram com o imperial
decreto n. 568 do 24 de dezembro do auno protimo
pa'saadude 1848, que abaito vai transcripto, com as
citadas nst'uevOes, e offlcio do Exm. Sr. presidente
de 19 de Janeiro ultimo. Pagadoria militar do l'cr-
uaiiiluii'O, em 8 do margo de 1849.
No impedimento do escrivito.
O Odlcial,
, Joaquim Pereira Bastos.
Rcmelto Vmc, para sua inlelligencia.oexecu-
efioua paita que Ihe loca, a. inclusa copia da* ins-
IrnccOi's para essa pagadura, que bataram com o
decreto i.umero 568 de 24 de dezembro do anuo pr-
ximo findo, e que ate fiaui enviadas pelo Km. Sr.
ministro e secretaiio do estado interino dos nego-
cios da guerra, corn aviso de 4 do cor rento.-Dos
guarde* Vine. Palacio do goveino d Pernamlioco,
dezanove de Janeiro, de mil oilocentos quaranla e
nove.-7(a/ l'ieiro Tosa.St. inspector da paga-
doria militar desla provincia. >>
Decreto numero quinhentos sessenta eoito, do
viole quatro de dczombio de mil oilocentos quaren-
ta eoito. Approva as inslruecovg para as pagadu-
ras militares ilas provincias do Para, Pernarnbuco,
Batea c Malto-Grosso. Mrtl por.bcm approvar as
inslrucgoes para as pagaduras militares das provin-
ministrador da mesa do ronsulado dala protincia,\c"s ''" l'ar^ Pernarnbuco, Pabia o Matio-Grusso,
por S. M. o Imperador que Dos guarde, etc.
Faz saber que no dia 16 do curente, ao n ein-.li
seha de arrematar,* porta da mesma,una caita com
assucar mascavado, .le n. 5, do engeuhoSan-Domin-
gos, remessa.la a Victorino do Castro Moura, que foj
appieheiidida, por falsiliracilo da tara, pelo guarda
agente ,lo trapiche do RarnuS, Joflo Baplisla *>-
raujo, sendo a ai Tema tacao iivia do despezas ao ar-
rematante.
Mesa do consulado de Pcrnamouco, 10 de inar-4
co de 1849.
.f O Administrador,
Joo Xavier Carneiro da Cunha.
que com eale baiiam, assignalas pelosloutor Manoel
filiar.o de Souza e Mello, do ineu concilio, mi-
nistro e secretario d'estado dos negocios da mari-
nha, eucarregadointerinainenia dos da guerra, quo
iii.Mn o tenlia enteu lido, a expeca o despacnos
necessar'os. Palacio do governo do Rio-do-Jaueiro
eni vmte qulro do dozambio de mil oilocentos
quarenu e oito, vigesimo-seiimo da in lependencia
e do imperio.-Com a rabrica de Sua Magostado o
Imperador. -Manml lelisardo de Souta e Mello. >
InHiuccBes para as pagaduras militares das provin-
To Para, Pertiambwv, Baha, Malto-Grosso, a que
te refere o decreto desla mata.
Art. l.8-0s commssarios pagadores das pag-
is militares, creadas as provincias do Para,
Avisos martimos.
Para a ilba de San-Miguel pretende sabir, cmn
muita hrevidade. a polaca nacional Sociedade-Feliz :
quem nella quizar carregar, ou ir de passagem, di-
rija-sea ra do Vigario, n 8.
Vende-se o briuue donomnado Algrete, forra-
do de cobre e prompto de lodos os seus perteucrs
para navegar: quem o preten ler, para examinar,
pode ir a bordo, o qual se acha fandiado defmnla do
cacarlo Collegin, o para tratar-se, na ra da Cadeia,
n. 39, com Amorim Dmiis.
Para Lisboa pretende sahir, no rtia 24 rio crten-
le, o brigue pnrtuguez Novo-Vencedor, por ler a
maior parle ra carga prompla : paran resto o ps-
sageiros. para oque lem os mais asseiados commo-
dos, trata-se com os consignatarios Thoaiaz do
Aquitio Fnnseca & Filho, ou com o capitilo Antonio
Jos dos Sanios l.apa na praca doCommercio. .
Vonde-se o veleiro hiate Paquete-de-IHaroim ,
novo, de 98 toneladas com dous bou escravos
marinheiros : que.n o pretender di rija-se para o
examinar borlo, ancorado em frente da ponte,
na amarraeflo da carne secca, e para ajuste, na ra
da Cruz, II, 3.
Para o Maranhflo e Para segu com a maior
brevidade pos-i velo patacho- Jonetna, capitilo Jos
Maria Ua Silva l'orlo; para carga e laisageroaoffe-
rece excedentes commodos : os preten.lentes Iralem
c<>m o consignatario na na do Trapiche, n 44, ou
com o capitilo na prac/a.
Frtte p.iia Macri ou Feneci.
A-harcaca Aurora-Feliz, de que he meslre Henri-
qu Luia de Franca, a cujo lote lio de 2400 arrobas,
recebe carga'a frele para Macelo nucidaJe dePen-
do al o dia 10 do crrante, pos quo lem do nipre- .
terivelmeule sabir no dia 12 : Irata-se com o meslre
la mesma no Forto-do-Mallot, uu na ra do Apolilo,
ar na/e n de assucar, n. 23.
-- Pira o liio-i.i.lude-it.i-Siil seguir breve a bii-
gue C;7r,pnr ter parle riesen carregamento : anda
recebe a Igu ni a carga, cscrnvos e passigeiros : quem
pretender podo outen ler-so com Amoro Irmrtos ,
ra da Gsdeia, n. $9.
Paia a llahia sabe com brevidade, o hiate S h>
por ter mais da melada da .carga /
A nlon io f encedor
engajada : para o resto
Joflo Francisco da C'UZ,
-- Par* o llio- lo-Jaiiei
darle, por ic.r parte do so*
nacional Euterpe : para o
voa a frea e passageiros
carga
pa>*aeiros, Iralasa com
ra da Cruz n. 3.
he com muita brevi-
a prompla ,o palacbo
nte da Carga escru-
ra o que lem exeellen-
flArui
Sah
rtiirg
^ l*ra
les commodos, trata- so com Luiz Jos de S Aiaujo,
na ra da Cruz, u. 33.

MUTILADO


Leudes.
ga-se a q'icm a achou de ficar en ir. o dinheiro e le-
War as lellrasa mesma na ilo Vigario, sobrado n.
ls, que se Ihe agradeera ; assim como se declara que
en
retar Oliveira, o arrendamfnto me-s, daji.in-so
linnca. (I<> terreno e telheiro na ni* Nova, "''Ir ora
do estabolcri monto (l carros Jausome, subdito frhncez : Segunda-rer, 12 do
rorr.-i.le, as II lloras da nj.inhaa, no consulado de
Franca e m presenca do referido Sr. cnsul, na na
do Trapichn-Novo. ... _
Jone Paln & C. facBo leilBo, pnrlMervenc-;i*o
lo eorretor Olira. de. gran le aprtimeiilo de fa-
zonda JngWiza, principal-nenie de pannos, e ou-
tros ocoprio para a aeiual quiresma-: lerga-reira,
13 .lo correnle, as 10 horas da inaudita, no sen ar-
iiiazem, ra do Prapicho-Nuvo.
"* __ i.-it. nr.ni os acollantes so aciia.n prevenidos para nao paga-
- OSr. cnsul da-Franca P* J-*** ,*j rem ,enOo a Mam! de Souz. lavares.
na de quem pert'-ncer,. e por inlervenc o o cor
ram
....-.'.
Avisos diversos.
.- PespJ>receii donlem. 7 do mir^n, urna es-
rrava preta da Costa, bonita figura, i ludo 16 annns.
hem relinta, bons aent-"S, naljflo Tapa, enm o sig-
n il da trra fdnus landos as maefas do rosto), fal-
lando imperfeilamonte. Foi vestida do vestido de
chtl azul escura de raminhos amarellos, e levou
urna cacdorrinlia (logue milito pequea, e de fuci-
iilio prelo : quem a encontrar e der noticias, ou a
levar casa do .Sr. Guslavo Jos do Reg", ra da
l'niilo ser hem gratificado.
-- Antonio Joaquim Teiieira do Carvalho, subdito
ponuiei, vai llaliiu irslar do scus negocios *
Existe no cscriplorio de Oliveira Irmflos & Orni-
pandia ii'na carta para o Sr. Jos Soares de Oliveira,
viuda de Lisboa.
rD. Antonia Florindd Pessoa de Mol-
lo.vinva dotenentc-coroiiel Jos do llego
l,uns, visa aos credores de sen casal,
que ella est procedendo a inventario dos
bensqne licar.un por fallecnienlu do (li-
to scu marido, pelo juio dos orphSos des-
la cidade, para que, uo prazo de oito das
da data deste, apresentem annunciante,
moradora na ra Nova, n. 65, segundo an-
dar, os ttulos de setis crditos para seren
conferidos, depois do que devem elles
jiisiilcar as suas dividas em dito inven-
tario pira se separar bens para seus pa-
gamentos; e findo dito prazo, nSo o fa-
zeudo, a annunciante tratar de concluir
o inventari pora dar partillia aos her-
deiros.
Muga-seo priaieiro. andar da casa *a ruada
Moda n. 7 : a ir.lar na inosma casa.
-- Antonio Ferreira Lima, tendo de ir a Europa
a tratar da-sa le de sua sendora participa aos
seus l'regiipzcs que a sua venda da ra Nova n.
3 contina ho mesmo gyro como at boje ; e ven-
dea sua nutra venil.i na inesma ra n. 40, com os
fu mos a vonladodo comprador ; un terreno na ra
da Concordia com 17 palmos do frente e fundo
S baixa-rhur, con meiacao no oilOo da cas jun-
ao mesmo terreno proprio para se edificar por
ler niais lerrennjunto, que lambem se vende ruin
pnlani|uini em boui uso Oulro siui Icmdra as pes-
soas que teem lettras vencidas em seu po>lr,'que
ella Taz algum abale rasoavel,caso qu.-iram paga-las.
"I'rcrisa-so de um fumen o o do um Irabalha-
dor de massoira : na ra Direila, n 82.
IVsejam-se arrumar de caixeiro de qualquer
eslabeleci Miento dous pequeos brasileiros quem
dell s precisar annuncie.
Una payla muilo capaz, de 40annos, se offe-
reee para'ama secca do casa lugar que ja lenrcxcr-
ci.dt lia anuos : quem della precisar para esse inis-
ler, diriju-ao a ra Ja CaMeia-Velba, n. 17, segundo
andar.
Os Srs. padre doutoi Francisco Antonio de Ol
veini Hozles morador em Oliuda, e Cll' islovflo de
II..llanda Cavaicant de Alhuquerqge mormlor em
Araudipe, eiigeiiho Ipojuca, queiiam diiigir-se, a
negocio do seus in'eresses, ao segundo andar do
sobrado n. 18, no'p.leod fiarmo.
-- OH",rece-se um moco birsiluiro, de boa con-
duela solleirp e que tein boa leltra, para caixc-
rn de i'iigi-nbo, ou oulro qualquer eslabeleciinciilo
queseja di-conlc, menos Venda: na ra larga do
Horario, loja de louQa n 26.
Buhar no Passeio.
Survelc lodosos das, das 6 lloras da tarJe em
t.iule a :>< O rs. o copo, boa mdi i- O suli.-tiluln de pliilosupliia e geouielria do col-
legio das artes avisa a quem convier qde a matri-
cula desta ultima aula se aeda abena em casa do
sua esideiici,na ra de Slaldias-Kci reir, n. i:>.
(iflerece-se una ama para lodo o servico de una
rasa de familia coi az excepto compras de ra :
qnein a precisar, djiija-so a ra do S.-Kiancisco ,
ii 1.
Moje, iodo coi rente, parante o Sr. doulorjuiz
do civel .la segunda vara, vai a praca, por ser a ulti-
ma prac por exeriiCMo dos herdeiros do liudo
M.in.ici jn.s'Viena um grande sitio na estrada do
Arraiul, em cd.tos propripi rcom boa casa de viven-
da de pedra er-l pcnborado aos berdeiros do fi-
nado Joflo Dulra Carcia.
O Sr. Amaro Gomes de Oliveira,
do engenho Cannn-ldaba presenlcmenlo
delegndo, uu~ subdelegado de Cruangy be
a-tugado, .; u!i;ia vez, lo ir ou mxiidar 'u
, lnicar uina caria que existo para Smc.,
no aenuudo andar do sobrado n. 18, no pa-
lco do Orino.
m

A"H UIHINAC Kff DE CAZ EM LISBOA.
Em apoto A esposic.lo de Mr. Rlanchat, somos
phrigadnsa di?er quo nlo s o gnverno como os
partieulHrPS tom adoptado a illuminaciTo a gaz :
principiou pelo luxo e hoje he considerada com o
fim pcnnnmico. Aqui, em o tosso fernambuco j
por economa se leni adoptado em alguns estabele-
clmcntos como a lypograpbi do Diario, o thea-
1ro publico, militas tojas do luxae varias casas par-
ticulares: he bem que se desvaneca o vilo receio do
perigo da illuminarjBo do gaz tratada por escravos;
porqu tanto laz deitar aeite, ouagoa, vinagre, ou
viudo ; pretende-se nSo deitar por fra do vaso pa-
ra nSo esperdicar, ou sujar ; frito isto o maishe
aecender como so accende qualquer vola ou can-
dieiro : e estamos ceitos que nesles estabelecimen-
los que notamos, silo os candieiros de gz tratados
por servente, ou escravos de casa; logo s gue-?e iiua
nenhuma difllculdade ha em tratre aecender : boje
que so vende urna garrofa do azeite de carrapato por
480 rs., vale bem a pena com.essa quanlia comprar
garrafa o meia de gaz havendo a vajitagem na luz,
e no precisar mais de aticnr e derramar a cada ins-
tante ,como acontece com os candieiros de azeite.
Exislem nesl cidade os eslabelecjmentos dos Srs.
Cdardon, na Itoa-Visla ; Cauuion, em S.-Anlonio, e
mais oulros eslabelecimentos que leem excelleulos
candieiros para gaz que de ceno nilo obstarlo mais
que os camtiei'tos de azeite para sala lauto de lu-
so, como dos anligos ferros vejhos portuguozes,
essas bisanuas de lallo suhjeitas ao sulfato deco
breque misturado com o azeile he um veneno mui-
te spffrivel. Alm dos candieiros, he o Sr. Ghardon o
que possue o molhor gaz qu* tem apparecido nesta
cidade milito superior em qualidade ao que nos
vem do Rio-de-Jaiiiro. Hom he que o nosso povo se
v desabusando e deixando do encher a barriga aos
especuladores, que, comprando azeite do carrapato
a dez tustOee a caada o estilo vndenlo n doze
patacas. Us econmicos J. A.
A mesa regedora da Irmandade delS.-Jos de lli-
ba Mar convida a todos os irniSos para urna mesa
conjunela domingo, 11 do correte.
- No paleo da matriz de S.-Antonio, sobrado n.
*, liram-se passapiortes paradeniroe fra do impe-
rio assim como para escravos e correm-se fulhas :
ludo por preco commodo.'
Aviso aos imantes do
bom sor ele
A casa de sorvete da rua do Itangel csteve
parausada por causa u*e molestia do propie-
tario ; mas agora torna a dar priYicipio no
dia 10 do crrente, as 6 doras da tarde, al
havergelo, sempre com o melhor asseio
possivcl, e sala para senhoras, on le serfo
servidas com respeito e proinpti 1.1o., o que
talvez niio acontec! em oulra parte: lum-
bem se receben bilhetes das mais casas
acreditadas. Ksocra-se, porlanto, a concur-
rencia cosiumada de bons freguezes com
os scus 200 rs. por copo.
1
A ahaixoassignada declara ao respeitavel pu-
blico que foi sem sua participaQilo que scu inniie
se acha debaixodcum annuncio assignado pelos ar-
tistas francezes os Srs. Acbille, Gabriel, Jnms, Adol-
plio o Sr." Uruska. Itecif, 8 do margo de 18*9.
Kalhalie.
Precisa-so de una pessoa que sal ha fazerpflo c
bolacha quo quoira ir para o mallo: na rua do
Queimalo n. 4. Na mcsina casa se vende um palau-
quim do reboco.
-- No dia iodo correnle ao meio-dia na sala
las audiencias flnda a do Sr. juiz da segunda va-
ra so hilo de arrematar as rendas das cas is ns. 1 o
2 da praca da Independencia por oxecuc^o que
contra acamara municipal inovo Jos da Silva Mu-
ir. r>
Alnga-se a Inja do sobrado.n. 5 do Aterro-da-
Boa-Vista ptima para todoogonero de negocio,
pela sia excellenle Incalida lo : a tratar no mesmo
sobrado, a qualquer her do dia ondetamhcm se
fa>a negocio com a arinaclo envi.lrocada, existente
na mesma loja.
''ocledadc Harmonico-
i hcalral.
Oprirr.eiro secretario scienliiica aos irs. socios
quo a conimissflo adiiiinistraliva tem marca lo icei-
4a par 10 dia II do corrento o quo faz-se-ha a
dstrilj'tiicSo dos bilhetes no salflo oo tboatro, nos
dias 9 e 10 ; sendo que n'estn ullimo a commissilo
reunir-se-bB pira approvacilo ile convidados.
--Prerisa-se doprelos traballiadores quesejam
fnrtes : panam-se vanlajosanienle : quem os livor,
lirija-se a rua da Concordia, n. 8.
-- Antonio Gomes Moreira Jnior embarca-se pera
l'orlugal.
I'recisa-sede um pequeo de 12 a 1C annos, que
tenha alguma pralica de loja do miudezas : na rua
iar do nzrio M. 2fi. _
-- Precisare de um caixeiro brasileiro, ou porlu-
Iguez, do 12 a 14 anuos : em Dunda, ruB do Balde, no
Varadouro.
Antonio Borgcs, sua mulher Anna Julia seus
lllhos menores Slanoel e Joflo.e-seu sobrmlio Jos
Maya, todos subdito portuguezes, reliram-se para
fra do im| erio.
DENTISTA.
M. S. Mawson, cmagita dentista, tondo-se de re-
liiar breve para liigMcrra, oflereceo seu prestimo
KO'reCpetUrel publico des'.a eiddn: durante o curio
espaco de lempo que anda tein dse demorar, em.
quanlo arranja os preparativos de sua viagem ; ad-
veriindo que ser iucansaval em servir bem a to las
as pessoas que se quizerom ulilisar Ue sua arlo, que
Tara a lempo, e lamben) com conunodidade uo> pr-
ojs pdem-o procurar em casa de sua residencia,
na rua Nova, n. 31, 1 andar.
Lotera do llteatro publico.
Nno obstante a morosidade que tem havido na ven-
renfeu-sc, no dia 9 docorrenloj s 3 horas da
tarde, da la do Vigariu atea iravessa da Unguta,
im- c.i teira de al^ibei a, contendu 4 lellra,,uma .le
.:t4,H00 rs aceita pelo Sr Joflo Tavares Cordeiro ,
,(im o leciliono'vefade un cont de ris;ulr
de25S0Urs aceita>4eo Sr Jos d Fouseca Soa- da dos bilhetes da ullima terca parta da 18.* lolena,
~ toda*ia o ttiesoureiro, desejoao de fazer andar as res-
pectivas rodas o mais breve possivel, convida' e ro-
ga aos amadores .leste jugo que se apresseni a com-
praro resto dos bilheleSque exiatem.
res Silva ; oulra de 1000,000 de lis aceita pelo
Sr. Joaquim l'iiiTrrn Jaroinc ; e a oulra do 200,000
rs. aceita pelo Sin J.iflo da Molla Hotelho ; 30 a
40,000 rs.eui ceJulas; eonlros papis miudos. Ilo-
Engomma-sa e sosa-se toda a qnali.iid" de cos-
lurs mesmo rtaalfaiatn nnsinam-se meninas 'ler
e escrever, como tambeai escravas : na ruaila Glo-
ria, n. 25.
-- Aluga-so um sitio na entrada de S.-Amaro para
Rele!, iiin boa casa e sotfle. .lastan'.es nrvoresdo
frueto, bom pocod'agoa de beb"r, boa balea para
melcse melancias : a inilar na rua .Direila, n. 27 ,
priinn.ro andar
Oabaixo assignado roga ao Sr. Francisco Ro-
drigircs .la Cruz, queira responder por esto Diario,
se esta cerlo de ler recebido 40,000 rs..#o anuo pas-
sado pela armaeflo da loja na p.ra(a da Indepeu-
dencii, n 25 : pedc-se-lde esto favor, por se ter
dpsenciminhado n recibo ese precisar traspassar a
loja e tambem para evitar quo o Sr. passo oulro re-
cibo como se tem excusado.
Antonio SenlodeA.
Carlos Claudio Trcssc fabri-
cante de orgos c realejos ,
na ru* das Flores, n. 10,
avisa o respoilavel publico que concert nrgilos e
realejos, ptie marchan modernas desle paiz cun-
earla pianos sarapMna*. eaix.s de msicas enr-
dflns n qualquer inslrumnnto que anparoca : tm
bem faz obras novas e vende um orflo proprio pa-
ra capella ou altar-mr, com boas vozes por pre-
co commoo.
-Na loja da Joo Donnelly, alfaiate, na rua da
Ca leia do Reeife, n. 16, ainda restam alcuns dos
palitos do linho vindos de Inglaterra a 3,200 rs.;
assim como collolos a 640 rs. cada um os quae<
leoin dous forros no Irazeiro ; o ouiras multas
oliras quo se vender.lo baratissimas como sej.ain
de pannos finos, casimias de cores o pretas,ecolletes
de gorgurflo. Cheguem a ver,
Fazom-seeaixas para aderpc0" > ou qualquer
joia por preco cammndo : na rua das Flores, n. 19.
FUNI)IAO DE FKULtO
Na fabrica de Bowman & M. Callum, onge-
nheiros machinistas e fundidores do ferro, na rua
do Bruti), nollecife, contina havar um grande sor-
t iuienlo do laixas para engenbos e moendas le can-
a de todos os tamaitos e dos modelos os uniis
modernos e approvados. Na inesma fabrica conli-
nuam-se. a construir de encommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todoiOI mais
nbjectos de macbinismo, com a porreigHoj conhe-
cida, por preco commodo.
Bowman & M. Callum desejam chamar a alten-
cao dos Srs. propietarios de engenhos as machinas
do vapor construidas na sua fabrita visto seren el-
las de um modelo muilo foi te e seguro e todas as
pecas peTeitamente adaptadas urnas as oulms, poi
meio do tornos automticos, machinas deaplainar
forro,o outros appareldos modernos: alm dislo, as
machinas do sua consliucQio teem as vanlagens se-
guintes: possuem urna cisterna de ferro, oride agua
deslioada para a cnldeira se deposita por meio de una
bomba movida pela machina, e ondoso acha aquon-
tada pelo vapor superfino antes do ser por meio da
segunda bomba de l introduzida na caldeira aliin
de nao esfriar a agoa nella existente: pela indroduc-
'clo d'agoa fri [como be de costume em machinas
inferiores].e assim ptoduzr grande economa do
combus'livci.
Alm da supradila economa de combustivel na
produceflo de vapor, estas machinas possuem urna
modificaclo nova das vlvula por onde o vapor en-
tra c sube do cylindro, pela qual a mesma quanli-
dadede vapor produz maor cfiVito do que as ma-
chinas de conslruccflu anliga augmentando assim
de urna manera, nflo pequea, a econumia do com
buslivcl necessario pura maiiter a machina em mo-
vimcnlo.
As ditas machinas possuem tambem um appare-
llin pelo qual a quantidado d'agoa introduzida na
caldeira se acha regulada automticamente com a
maor corteza pela machina mesma evitando des-
ta nanPira o grande perigo que existo as machi-
nas, onde por causa da mcsquinlis economa dpi
fabricantes o fnnicemenio d'agoa pura a cnldeira
ha do ser regulado por mo d> negros.
Estes esclarecimentos silo respetosamente olferc-
cidosaosSrs. propietarios le engenhos, que anda
perseveran) em o methodu truco, dispendioso e
nisalisfactorio do moer com anmaos, afim de sa-
tisfaz-los que, no emprego tiestas machinas, nflo
existe o menor motivo para receio ncm do cxplo-
sflo, nem dequebra non) de demasiado consumo
de combuslivel ; o Bowman & M. Callum nflo
teem pequea salisfacfloem assegurar-lhes que pe-
la pericia dos seus administradorese offieiaes, pela
pe-feic.no dos seus instrumentse apparelhos c po-
la nbundancia e boa qualidade das suas materias
pinnas, seacham habilitados para constiuuein ma-
chinasde vapor de todos os tainandos o paia todos
os lins : assim como loda especio de maclunismo ,
com urna pe feicilo n3o inferioras obras das uielho-
res fabricas de Inglaterra, e indi superior as geral-
ineiite importadas daqiicllo paiz.
LuizPcdrodasNevesliansferioa sua bolfea di
rua da Cruz, n. 47, para a mesma rua, n. 0
--Boga-sc aos Srs. Alexaudrino Ayres da Paixflo
e Bai tliolomeu Tavares di-Oliveua o favor de irem
na iravessa da ruado Vigario, n. 1, a negocio que
Ibes oiz respeilo, islohe.no prazo de lies das.
O Itvni.0 Sr. padre Manuel Joaquim do .V henho
ra Mfli dos llouions queira procurar duns caitas que
-beacham na rua do Queimado, loja n. 16.
.- Precisa-so do urna ama do leile quo o leuda em
abundancia, sendo forra ou captiva : alias da nialnz
do Saulo-Anlunio, I). 16.
i'ara as |)essoas que tcneio-
nam seguir viapem.
Na ruado llaugel, n.., continuam-sea tirar passa
pones para denlroe fra do imperio, despaham-se
escravoae correm-se fulhas, ludo com brcvi.lade i
preco muito commodo, como setenidaJo provasDi
oito aniGS.
ATTENCAO !
Arrenda-sc um sitio, bstanle grande, perlo desta
praca meia legua, sendo este a n.irge.udo no l.api-
dar.be, leudo 3 baixas. urna ja plantada do capun
asmis por plantar, terreno devolulo pura oulras
l.vouras: tambem da-se a orna pess.m capaz para
planlar e tratar do que existo do meia#o, tendo pa-
ra isto eciavos par manejo du mesmo:: tambem so
aluga um.i canda de carrea : quem pretender, di-
riju-se ao butiquim da Esperanca, na rua da Sefizal-
l-Velha, n. 12, onde tambem se alug* urna Canda
de carrea. .
--Aluga-soa venda da esquina da rua do Caliei-
reiro com arma^no para uiolhados por mudico

m
0
r
m
*
aluguel, a qual he ptima Mr* quem qnlzer princi-
piar : na praca d* Indepen lencia, livraria ns 6 o
-- Precisa-sealugarurpa pret ou moleq-ie para
o sarvico de urna casle "ouca familia : atril n
rua de S.-Francisco, n. 34. .
4*
t Na galaria de >lnruerr->lyp'i do artista C.utlhoi- ^
me Frederien Wall^r. na roa da Caieiu de S.- *
% Antonio, n. 26. lerceiro andar itiram se reir- *
tosinuih)superiores,|iela Inv^ncSo do Daguer- ff
rer, tanto em fumo como cotornlos das 7
horas da mandila asida larde; afflrmando-se (*
e garanlindo-se tanto a durabilidad* das ed- <>
res, como a porfeita seinelbanca. W
As pessoas que se dignaren). favorecC-lo diri- ^i
jam-secasa cima mencionada. *
O annunciante previne ao respeitavel publi- ^
_. co, que pretende demorar-so muito pouco
%> lempo nesta capital, por wso previne a qual- ?
'# qner pessoa que, precisar do seu retrato mili- <>
^> to fiel, ou qualquer pintura copiada, que p-fl)
. paree antes do liin do mez, em casa de sua *
4 icsidcnca. *
100,000 r!s do gralificac.no a quem deseohrir
dous escravos furtados no le.eirn da rostiU'.'flo do
Franca & Irmflo, na praia de S.-Rila, na nnile du
quarta-lera 21 .lo crrenlo fovcreiro, ambos de ni-
eflo Rengela, e meio bucaes, com o seguintes sig-
naos : M .nool, alto, magro, roslo redondo o peque-
no, ar alegre, ps o mflos pequ-nos, c.in.'llas lliias,
representa 25 anuos de idade, Ihvou vestido camisa
o cal^a da fiscado doalgodflo/.inlio, fui vacciil ln ha
pouco dias; e Joflo, lamben alio, porm menos
quo u oul.ro, grossura do corpo correspondente lia
altura, rosto sobie ocomprido, testa larga c rram-
pad, ps grandes, iornoelos'incbados, ventor
bstanlo saliciae, falla um potice fanhusa, repre-
senta 35 annus de idade; tambem foi vaccinado da
poneos dias, levou vestido camisa de algodllozuiho
risca.lo e calca do ulgo.lflo azul: quem os apure-
bender, ou dilles di noticia ceda, receber too>
leisde graliQcafflO, na rua do S. -Hila, n. >
Fabrica de Todos-os Santos.
Firinino Jos Flix da Hoza, com escriptorio na
rua do Trapiche, u. 44 avis i nos scits Treguezes quo
cala do recebar pol escuna Curiosa novo sorti-
menlo .lo excediente panno de algudiln enlranqail.)
Jaqella fabrica ptimo |ur- ensacear assucar o
para rotipa de escravos. O annunciante conta que,
alemda fazonda ,o desejo do animar o desenvol-
vimentodu urna fabrica iiiteirameute nacional, pro-
mover o promplo consumo da sua receila.
"iWMOEOPATIIIA.
As bexigas estflo nssolando da lempo, cconli-
nuam a aifsolar esla capital; piucos so os que se
leindram de recorrer n boimiiopalbia, quamlo olla
tem em si o nico verdaduuo especifico contra esto
lerrivi'l flagello.
Noperiod.) da invisto, faz abortar rpidamente
as bexigas de peior carcter, impede f(irmar-so me-
lastase no pesenQo o appareceiem soifrmentos gas-
iricos, losse erouquidflo, calando, salivac.no, diar-
rdea,&c. Finaliiioiite, lio o antidoto desta lamo de
peste, lano no perolo febril e eruptivo como no
da miidureza e docecaeflo Ivrnambuco, 10 do mar-
co de 1819.
. i. I!. Catanow,
Medico franee/
Ilomo'opatliia.
5
*8> Primaro consultorio gratuito para os pobres ;^
- na ruadaCadeiadeS.-Aiilonio, n. 22, dirig- ^
do peloSr. J. R. Casanova modicolfrancez. Este consultorio eslara aborto desde as 9 lio- f*
v- ras da manhaa al as 4 da tardo. Os pobres .f>
-9 receber.lu consultas c remedios gratuitamen- l
4 le: apresenlaiido um atteslado do pubreza de *
<) sciisvigarios, ou mesmo do oulro qualquer ^i
i sacerdyle.
gcncia de passaporlcs.
Na rua do Coltegin, n. 10, e no Alerro-da-Roa-Vis-
ta lujas ns. 48 o 78, continuam-se tirar passapor-
lcs tanto para denlro cuno par., fora do imperio,
assim como despacbam-so escr.vus, ludo com bre-
Vidade.
;i)iii?r^s.
_ Compra-s a pello de um veado capoeira s na
rua du Caldoireiro, atis dos Martyrios, sobradi-
nho n. 4.
C.impram-sc duas escravas que snibam coser,
engnmmare nflo sejam VClOSl : na ruatiil+ila, n.
21, esquina do boceo da Penha.
Compra-se, sem feitio um Iranrelim de bom
ouro com sua cruz ludo com o peso de 8 a 10 oi-
ti,v,is : na tua do Queimadn, I. ja do fazondas, n, 14.
C.impia-se lima baliinca (.quena de flinlr.s,
ou de pu e.nn o's' posus de lima quarlaali-8 lid. as,
em segunda inflo :quein livor annuncie.
CompTa-se um hiato do 30 a 40 loneludas, pro-
prio de manejar nesta costa : quem livor annuncio.
-Compra-so una nogrinha de 6 a 10 anuos e um
moleque da mesma idade islo para urna ejicum-
menda : na tu larga do Rozarlo, n. 35.
-- Comprani-so bnrris vnsos de todos os tanu-
nbos : na praca do Commercio, u. 2, piiineiro
andar.
-Coniprani-se tres mil paUcoes brasileiros, alo
2.020 rs. : na praca do Commercio, arniazem UObr.
Palmeir a tratar com Eduardo Das llraga.
-Compra-so urna escrava muca.com habilida-
des principalmente de coxiohi o engominado. pro-
ferido-so recoltda-: paga-*- bem I na praca do
Commercio, n. 2, primeiru andar.
Pendas.
Os mais ricos corles de cambrnia slo chegados
a loja da run do QueWiado n. 17 : vendem-so pelo
diminuto preso do 2,240 is. Aelles.quese acabm.


;'
Vend-M urna cscravamoga, da bonita figura ,
que 'mil iiiniia ,|,> 7 j, h HnniK muit lio-la e que lem
principios de costura : na ra doFogo, n. 23, se di-
r qunm venda.
~ Vende-so Cumo em Cuida para charuto, po-
rnjgo co.i.ino.lo : no armazem de Joaquim Flix da
Roza. na ru;i da Madre-de-Uros.
--v'endem-se sorocas em saccaa muito grandes,
a 4,500 rs.: na ra da Madre-de-Deos, armazem de
"cenle Kerreira da Cosa.
- Na loja de Guerra Silva & Companhia, na ra
Nova se acham liyniuos |>atrioticos de todas as mi-
gues meihodos d Rodolpho, lindos duelos das se-
guintes lettras i
Quando -a ciume combate
No coragllo Je-quem ama
0 quo Caz a vil intriga
Heacceoder oais a chama.
n
Menina voc nfio quer
Dinheiro para gastar '
Bero sabe que com patarras
Nadase pdearranjar.
Assim commo arias, cavatinas .candes compar-
tos j* liradas para grande e pequea orchestra,msi-
cas para dramas e Carlas, a 5,000 rs. cada pega de
msica, tanto arias como duelos, tercetos, hym-
nos, ele ,o que n ver do Cstlialogo que se apre-
scntai aos compradores.
-- Na lojn de Cerragens junto ao arco da Concei-
gfio deCronte da botica vendem-se famosos can-
diciros Ue paz, gran les e pequeos por prego mui-
to commodo ; urna rede do Maranhfio avarandada,
e que lanihem serve para tpula do lindas torea ,
por prego commodo.
-- Ve.nde-se superior potassa em barris pequeos,
desembarrada ha poucosdias ; bemeomo tres bar-
ricas de tabaco em j. : ludo por prego commodo:
no raes da AlCandega, armazem de Das Ferreira.
Aos amantes da bo i pilada
so oflerece orar Novo-Lisboa, no seu deposito da
na larga do Hozarlo n. H.
. Fejo mulalinho
o mais superior possivel, novo e sem macula : no
armazem do Franclaco Dias Ferreira, no raes da Al-
Candega a preco rasoavel o anda mais a quem le-
var os competentes cobres.
Vende-se firinha de mandioca mili-
to superior por prr50 commoiio : a bordo
do pitadlo A/alivitlade, chegadode San-
te-Catliarina, Aindiado no caes" do Clla>
gio ; assim como tambem.se. vende nos
armazens do caes da Alfandegn : tinta-se
a bordo 011 com Novaes cv Companhia,
iMTia do Trapiche, n. 34
Vende-so un n logio, abnete de ouro muito
bom regulador por prego commodo : na ra larga
do llozario, 11. 26.
Vende-se uin lerrcuo na ra do Sobo, encos-
tado a casa que est em respaldo pe tunenle ao Sr.
Manuel Filippe pela parle de leste-, cujo terreno
tem 62 palmos de frente e per lo du 150 de Cundo :
a tratar com Joo Vazde Olivcira na la da Cruz,
n.51,
Vende-se um bom cavallo de sella: na ra da
Cadcia ue S.-Antonio n. 25.
Vende-se urna esciava moga, sadia e de muito
boa conduela : vende-se para pagamento de una di-
Vida : na la da Saiubde piiioeira Casa COni Solfiu,
que lira n mil coni Cenle para o Hospicio.
Vende-se, un aluga-se uina canoa que carrega
800 lijlos: a tiatar cum o teneule-coionil Mauuel
) ;.ipil 111 ilu llego Alliui] 111 r.pic.
\ ende se, no *rn azrn do] Bacelar feijilo 1ni
to novo, de todas nsqualidades a 7,000 rs. a sacca
de tres quartas e Calinita a 4,500 rs. muito su-
perior.
Vcnde-se vinbo do Porto e de Cbampantia de
n 11.tu suprim qualidade, por piogo coinmodu : na
ra a Ciuz, n. 40.
Ffijlo ni ti la (libo.
Vende-se feijflo niilalinlio : na ra da Cruz, no
ReciCe, armazem n. 43.
N ra dn Crespo, n. 17, vende-se velludo ver-
de mnilo superior.
Na ra da Aurora, n. 62. tereciro andar conti-
- Vendem-se 12 molerolesde bonitas figuras, por
prego muito commodo visto o dono ter da retirar-
se para a Kumna : na praga do Cnmmereio arma-
/.em do Sr. Palmeira. a tratar com EJuardo Dias Bra-
ga, a qualquer hora do dia.
Agoa de perola.
para litar sarrias, rugas e em
bellezar o rosto.
Este celehre'.coametico Coi por muito lempo s
condecido de pnucas pessnas nos Estados- Unidos;
porm sua grande utilidade tornou-o o comeslico
mais popular qu se usa nostoilets modernos : cus-
la cada Crasco 2,000 rs., euvolto no. competente re-
ci tuna rio: vende-se no escriptoiio de Novaes S;
Companhia, na ra do Trapiche, n 34.
--Vende-se sarja de seda despalillla, muilo boa
para vestiilos preoa, pelo commodo prego de seto
patacas o cuvaJo : na ra da Cruz, n. II, primeiro
andar.
TIIOLOS DEMARMORE.
Jos Saporiti vende lijlos de marmore azues e
luancos, por prego commodo: na ra da Cruz,
11.I8.
LONAS CftlJAS DE I.INIIO.
Jos Saporiti vende lonas rruas de. lindo da lar-
dura das da Russia, por prego commodo : na ra da
Cruz, n. 18.
--Vio,iie-se urna prctn ptima engnmmadeira,
uoziabeii .1, i'iisliireira e luvadeira : O motivo por que
se vende se dir ao comprador : dcCronte do tdeatro
velho n. 16, segundo andar.
Vende-se urna uiobilia 1110 lerna em meio uso,
cnnglanto do cadeirus su, lia um jugo de bancas,
nina mesa de meio sala, por baralissimo prego ,
una riquissima cama frauceza a mais rica que tem
aqui se visto, eanda nfio servida, de Jacaranda ,
um excelleuto guarda-livros com sua banca um
nplimo guarda roupa : na ra da Cadeia du Itecife,
n. 51, segn lo andar.
Vende-se, por sen dono relirar-se desta pro-
vincia, um preto de nacao, proprio para todo o
servigo at da mar menos de governar por agulha:
na ra Augusta, n 2, segundo andar.
Ven le-se um preto de iiai.au proprio para lo-
do o servigo por prego commodo : na na das Flo-
res, n. 19.
--Vendem-se 3 escravos milito bons tendo um
dclles principios de alCaiate e quo sfio proprios pa-
ra o servigo de engenho: na ra do trapiche, 11.
34, casa de Novaes & (!.
Na ra da Ciuz armazem n. 33, vende-se cal
vir superior,cliegada ltimamente pelo brigue Mi-
sa* Vencedor de Lisboa, por prego mais em contado
i|ii,i em mi ira qualquer parle.
Vendp-se urna preta crinula de 30 annos poueo
mais 011 menos que lava de sabflo, coznda alguma
cousa .cuse ehilo e Caz todo o mais servigo de una
casa : vende-se por sen senhor relirar-se para Cora
da provincia : na ra da Muela, n. 19, segundo an-
dar.
Vendem-se queijns londrinn os mais Crcscaes
que ha no mercado ; massns linas a 320 rs. a libra
Chocolate de canilla, lino e de Lisboa; latas cum sai -
(lindas; azeile doce lino, por prego commodo." na
ra da Cruz, n. 62
V.nho barato.
Acda-se estabelecidn na ra da Madre-de-Reos ,
n. 36 um armazem de
Vinhos da Figueira,
de ptima qualidaric, a prego de 1,200 rs. a caada,
e a 160 rs a carrafa ; e para nfio daver dolo do com-
prador spr?to lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cehendo-se a garrafa vasia, e dando-sn immediata-
mente a nutra cheia 1 lambem ha barris muito pe-
queos prnnrios para quom passa a Cesta. O pro-
prielario deste eslabelecimento peda encarecida-
mente que se n!io illudam avallando, pelo iliminuto
preco e sem coiidecimento de causa a qualidade de
sua fazenda d(ina por certo da estima dos verda-
deros amantes da lua pinga. Elle conla que quem
ui 1.1 vez provar, continuar cmn gostu e sem arre-
pi nlimenlo. Eo bum preco!!.' A todo o exposlo
accresee o sseio e bom acondicmnamenlo o que
ludo se podera verilicar em dito eslabelccimenlo.
PUROVI.NIIO DA FIGUEIRA.
Existe no armazem de moldados, atrs do Cor-
po-Santo n. 66 urna grande porgilo deste genui-
no viudo que se esta voodendo pelo diminuto pre-
go de 1,120 rs a caada o a 160 rs. a garrafa ; tam-
edecado ulnmamenledo Rio-dc-Janoiro quemd. I-
le precisar pode mandar buscara qualquer hora do
dia.
Vende-so um preto carroeiro de 25 annos, bem
aadio : na ra da Madre-dc-lhos, loja 11. 34. '
Fot lia de Fia nd res.
Vendem-se caixas com folda de Flandres : em
casa de J. J.Tasso Jnior: na ra do Amorim, n. 35.
Vendem-se 2 lindos moloques ; um dito de 20
anuos, muilo bom odicial ue ouijves; um piolo
bem lobusto do meia idade; 3 pelas com habili-
dades : no pateo da matriz de S.-Aulonio, sobrado
n. 4, se dir quem vende.
Yende-se um preto pega o motivo por que se
vende sedia ao comprador : no Alerro-da-Boa-Vis-
ta n 12. primeiro andar.
-* Vendc-e urna" venda com poucos fundos, a
qual vende muito para Ierra o que podera presen-
ciar o comprador a dinheiro ou a lellras com bous
lirmas: no paleo do Tergo, n. 28.
Livrament, n. 14.
Vende se chita escarate, a 240 rs o envado brins
de Imliode cores, para cagase jaquetas ; um sur-
t ment de chitas de cOi es fixaa a ni ve viiitcus o
eovado ; longos de cambraia bordados para mfio;
um sin tinienlo do madapulors de 160 al 240 rs ;
cortes do cassa de ricos padrOes a 3,200 rs. e oti-
tras muitas Cazendas por barato freg.
Fasla de flor de lyrio.
nni.-se a vender o verdadeirp xarupo de busque bom ha em pipas que se vender mais em conla : he
esto o melhnr de todos os viudos que se teem an-
nunciado pela sua simplicidade e ptimo paladar :
quem urna vez o beber jamis deixai de o com-
prar.
Vende-se um cavallo rugn-pombo, que est gor-
do e lem bous andares, sellado e.prompto; urna
marqueza de amarello, quasi nova ; vende-se por seu
dono relirar-se para tia do imperio : na ra Nova
n. 56.
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade em barris ue 4 arrobas, cliegada nesle
mez polo biigue Mara-Jvt: a tratar na ra do
Rrum armazem do Antonio Augusto da Fouseca
ou na ra do Vigario, u. 19.
Algoriao trancado da fabrica
de Todos-os-San tos da
llahia ,
muito proprio para saceos deassucar e roupa de es-
cravos : venda se em casa de N. o. Biober Com-
panhia na ra dg Cruz.n. 4.
CIIA'RRASI.EIRO.
Vende-se,oo armazem de moldados atrs do
Corpo-Santo n. 66, o mais excedente ch produzi-
do emS.-Pauln, que tem viudo a este mercado
por prego muito commodo.
Vendem-se scllins inglezes e cama
Agencia da fiindicao
iO\v-Moor, ra da Senzalla-
nova, n. 49.
Neste eslabelecimento contina a ha-
ver um completo sortimento de moendas
e nicias moendas, para engenho ; ma-
chinas de vapor,e tachas do ferro balido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Ferro
de todas as qualidade edimensoes, em barra ver-
galho, verguinha, arcos e chapa por prego com
modo : na ra da Madre-de-Deos, armazem n. 26.
Calcada,
- Vendem-se botins e meios ditos de Lisboa para
homem e menino ; sapatos de maroquim Crancez,
por prego mais batato do que om outra qualquer
parte : na ra larga do llozario, n. 24.
Na ra do Crespo loja de 4 portas, n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
Mercadorim a vender em gromo e a relalho.
Chapos,dosol, de soda, ricos e simplos, para ho-
mem o seodora ,- sapatos para senhora ; bicoa pretos
ebranco-i; chapos de palha ; lilas; floies ; mante-
letes; chales ; robes de baregee de outras Cazendas ;
dejouferias ; nieias de todas aa quali.lades ; luvas de
oda novas ; longos de todas s qualidades; grvalas;
aventaos ; roupa Celta ; porCumarias e papi 1. Dirigir-
se ra da Senzalla-Velha n. 112, terceiro andar.
FAREI.0 EM SACCAS DE 90 I.IRftAS :
vende-so no armazem de Vicente Ferreira da Costa
na ra da Madre-de-Deos, a 3,500 rs
Vende-se a verdadeira potassa da
Russia, desembarcada hontem, por pre-
co muilo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ra do Trapiche,
n. 17, e ra da Cadeia, n'. 34.
Madcira de pinito.
Na ra de Appollo, pegado ao armazem do Sr.
Molla, ha um novo armazem rom madcira dn pi-
nd da lucidor qualidade que tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas >s*grossuras e comprimen-
tos : vende-se pelo menor prego que he possivel.
CHITAS ESCARLATES, A 240 RS. O COVARO
Na ra do Liviamcnto, n. 14, vendem-se editas es-
carales, fi-lo diminuto proco dedozo vinlens o en-
vado ; longos de n fio rom bico as puntas a *80
rs. .e outras muitas chitas a nove vintenio co-
rado. -
Vende-se tolda de Flandres surtida da melhor
qualidade possivel ,em poraflo grande e pequea :
na praga do Corpo-Santo n. 11 casa de Me. Cal-
moni & Companhia.
Vendem-se taboas america-
nas al 5 palmos de largura
e de todos'os oomprimenlos.quo ha niuilotempo nfio
teem vindo e os frccuezesexperimentando a Culta
desta cxcellenle qualidade. A ellas que sao puncas e
toprego he barato. Atrs do theatro, armazem jun-
0, a maro, de Joaqim Lopes de Almeida.
N O V 11) A R E.
Ver* 11/Aa.
No armazem da ra da Madre-de-Rens. n. 36 aca-
ba A,e oliecar ( para experulacfio ) pelo hrigun Ven-
luta-1'tlis recentenionle rlicuado do P-rlO, O mais
excedente vinhn verde., para os amantes se reCrrs-
carem com este gle : mandem a elle emquanto se
nfio acaba^por ser una s pipa ; e para nfio escaiida-
hsar os amigos o frecuezos nfio se altera o prego
de Kio rs. por garrafa.
Taboado de pinito da Suecia,
de 10 a 35 palmos
lecomprimrntn o melhor que tem ehegado a este
mercado, em razfio de se poder envernizarcm qual-
Snerobra por nfio ter nos e ser muito alvo sen*-
o costado, costadinho, assoaldo, forro e para'.Cun-
dosde barricas : vende-se a preco que 0 cpmprador
Cara lodo o negocio: atrs do theatro, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida.
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos inglezes para
fiambre chegados no ultimo navio; no armazem
do braguoz ao i- do arco da Concoigfio.
Esta superior prrparag.lo, a melhor al hoje co-
ndecida para limpai os denles B conserva-Ios sen- Tftia* riAra *m rrorilni
pre alvos elivre da pedra e carie, conserva a Corli- aoi*aa |/aia i,iiiwin>.
licagfio das gingiva* e evita a accumulagfio dotar- Na rundicilii de Cerro da ra do Brum cha-se a
taro peto auu uso tegular: cusa cada boifio 2,(100 venda um completo soriimento de laixas de 4 a 8
rs. e Vai cnvollo no competente receilnarii ; ye- nalnina de doren, por pre"; co:::r::0::o c ;:r
dc-se no cscriptorio de Novaos & Companhia, Da ra lidfio embarca-se,' oucarrega-se em carros
do Trapicha, u. 34. I pezas ao comprador.
H*Ahlw
1 ---r
seai dcs-
Tnboado de pin lio.
Vendem-se taloas de pinho no
Forlf-do-Wallos | armazem do Vianna e
no armazem do Machado, na ra de
Apollo, junio ao porto velho das emoas,
e os (reidores pranedoes, costados, costadinhos e ta-
doas de todas as.groasuras e comprmanlos por to-
do o prego.
s::eaa!asaBuea!Bsa;a!
9S Cera em velas.
CB Vende-se na ra do Vigario,n. 19, C
CQ segundo andar, caixas com ceraem
9? velas fabricadas no llio-de-jancro, 5?
S em timadas melhoies laLricas, sor- J
tidas ao gosto do comprador, e por
preco mais barato do que em outra
H qualquer parte.
.56F9:sa:es:seB::esriea5!e:^e:
Ni ra da Grus, armazem n. 33, vendem-se peo-
nas de eme, chai eos Je | alba coi a de carnba e
sola, por prego cornudo, para liquidagfiode cuntas.
Veiule-.se ca.' viigem ue Li.-boa,
cuc^ua no uima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ra do Trapiche, arma-
zem. n. I7.
No Aterro-da-Boa-Vista loja n. 78 vendem-
psapalrtesfirossos, a 1,000 rs. o par; ditos do Ari
caty 8,1,000 e 1,280 rs ; sapatos do lustro para se.
nhora ,1 2,800 rs.; ditos para meninas a 1,920 ri.
ditos de curdo vilo, a 1,280 rs. ; botina para homem '
a 3,000 o 5.000 rs. o par ; sapaloa de sola e vira, i
2,000 rs.; bahus de madejra envernizados da varios
tamanhos e pregos ; bonetes ripeados a 28a rs. cada
um ; ditos para meninos a 800 rs. ; ditos do mar-
roquim preto para homem a 2,500 rs. cada um ;
ditos de merino, para crinngas a 3,500 rs,
Vende-se a venda da rua do Apollo, n. 21, coni
poucos fundos.: quem a pretender, dirija-sea.ma da
Madre-de-neoa, tratar com Vicente Ferreira di
Costa.
No deposito de Me. Calmont & Companhia ni
rua de Apollo, armazem n. $, aeda-aa constante,
mente grande soriimento de Cerragena inglezas para
engenhos de assucar corro sejan: tai xas de ferro
coado de dilTerentes modelos, os mais modernos;
ditas de Cerro balido ; moendas de Cerro do mode-
lo adoptado, para armar em madeira; ditas todas
de Cerro, tanto para egoa como para animaes; ma-
chinas de vapor de Crga de qoatro cavados e de al-
ta pressfio o mais moderno esimples que he possi-
vel ; repartideras ; espumadeiras ; reafriadeiras de
ferro estandado; Cormas de Cerro: tudo por prego
commodo.
Na pad.aria da rua da Cuia, no Red Ce, ha ver
todos os dias a venda o novo po de Provenga fa-
bricado poroulro modo que o actual e de melhor
Carinha que ha no mercado : por este motivo nfio ae
pode' Cazer sen fio a 40, 80 e 160 rs.
-- Vende-se ago'antrtite de Franga, verdadeiro
cognac, de qualidade niuito superior, em cairas do
urna duzia ; barris de oilo om pipa Cun vinho do
ca rol, como nfio costuma vir c; urna porgfie do
Charutos ile Ha vana, verdadeiros : na rua da Alfan-
dega-Velda, n. 5.
FARELO
emsaccas muitogfandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
ao armazem do Braguez ao p do arco da Coneeigao
Farelo,
em barricas a 4,000 rs. ; saccas grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas, a 2,800 rs : no armase* de J.
J. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. S.
Potassa.
Dcsembarcou ha poneos dias uma por-
co de harria pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham Venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na rua da Cadeia-?elha,
armazem de Bollar &jiveira, o. 1%,
Vende-se o Tratado das ArcSe* por
Helio Freir, Iraduccao do Dr. lleguen-a
Losta, a 3^)oo rs. cada volume : na rua
doCahug, loja n. 18.
Veudo-se os trastea seguintes : um toar de
amare|lo, de bordar, umacaxleira de amarello de
urna s Circe; cadeiras, soC, mesa de meio de sala,
jogos delaucas, toucador, tudo de Jacaranda; cadei-
ras, soCa, mesa de meio de sala, tudo de pao 11'olho ;
e mais diversos trasUs, tudo por prego muito com-
modo ; lambem so vende um moleque, com princi-
pio de ollicio do in.'ii'eeooiro, idade do 12 para l.'l
annos: na rua da Cadeia de S'-Antonio, loja de
trastes, de Antonio Teixeira dos Santos n. 18.
Vende-se l'arinh de mandioca, de
muilo superior qualidade : a bordo do
patacho Conceico, fundiaiK) em frente
do caes dqCollegio; assim como tcm-
bem se vende nos armazens do caes da AI-
fandega por preco multo commodo : tro-
ta-se a bordo dn mesmo patacho, or com
Novaes & Companhia, na rua do Trapi-
che, n. 34.
-- Vende-se, para se liquidar uma conta um pe-
queo sitio : tanidem se dar de graga por aljtom
lempo a alguma pessoa para botar sentido. A elle,
que so Cara lodo o negocio. Na rua do Pires, n. 19.
--Vendem-se queijns pralo ultimameiiie edega-
dos : no armazem junio aoarco da.Couceigfio, 11. 64.
Vende-se urna eecrava moga de boa figura ,
Com algumas habilidades: na ruaestreita do Boza-
rio n. 20, seguiido andar.
FRECUF.ZIA.
No pateo do Terco, venda n 7, passas superiores,
a 160 rs. a libra ; Carinha em saccas o em cuias a
230 rs.; c contioua-so a vender lodos os mais gene-
ros de superior qualidade por prego cominoun.
, G. A. Prendera Rrandis relirando-se para C^a
ao imperio vendo um earriulm de 4 rolas, pra
4 pessoas em bom esiado; um carrindo de 2 rodas,
com o seu bem condecidotravallo rugo, a're..s,etc.",
o ultimo a entregar no dia de sua sabida : (la rua
do Trapicho, n. 16.
-- Vendem-se batatas o m arrollas de muito toa
qualidade : no caes da AlCandega, armazem do Fran-
cisco Dias Ferreira.
Continuam-se a vender sbccps com suprrior
colladas Cabricas do Itio-Crande-do-Sl por pre-
go commodo : na rua da JUoda, n. 7.
-- Venilc-se urna | reta crioula, nga, para todo o
sqrvigo de uma casa : na rua das Cinco-I'ontas,
n. 112.
Escravos Fgido
- Dosaprareccu. nodia8 docorrerrte a 10 ho-
ras do dia, um calmuda de nonie Tliiago do 12
annos, cor amarellada, lingos branca, odos gran-
des o upados ; levou camisa de chila azul raigas le
Casimba cinzeirla ja velhas e outras por >aij,o (es-
las ; quom u peg.r levo-o a rt;a do Cullegio, sobrado
de um andar n. 5, que sei recom ensao.
Ii

rr^s-: na ttp. di .r. ub raaia. 1849


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