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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10010
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, March 08, 1849
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10010

Full Text
Anno XXV.
0 nMB'()piiblici-setod'sndlaquenao
forein de guarda. O preco di astigintura lio
dr 4S001 r p-irquirlfl./i,'/ot|ii mle/'H. Os
annuiicios raiiio de 20 rs,. por tliiba, 4D rs. cm4ypo dif-
forenie, o as ropoiico>s pela-molido. Os n.o
ass-gnanlos fii ir.i i 80 rs. por Uulia e 160 r.
em lypo dill'eroulc, por cada puolleacao.
I'IUSF.S DA UJ* NO MEZ DF. MAjtCO.
Cn-so-nlr. a I, a* fl horas e 4 mi. <" '"'
Miugi.ate.'a 16?.. Whoraae lOml"- *-^-
I,,..,.ova, a 24. 11 hora e 46 .i.ln. da .a h
Ue.ccnlc, a 31, . 4 hora e35.ulo.da manb.
Qiinta-fcra 8
PARTIDA DOS COR REOS.
Rnianna e Parahiba, '* e arTrta*4Wra.
Riu-G.-dn-Iorle, quintatWrs aomrln-ilia.
Galio.Serlnhem, Rio-Por.noso, Porto-Calvo
Macei. no 1." II e 21 de cada mea.
C, n iniiiiiis i- Bnnlio, a 8 e 23.
Iloa-Viata e Flores, a 13 e 28.
Villora, s quiitas-fcirat.
Uluida, todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Pi impira, 3 horas e 42 minutos da tard.
Segunda, as 4 horas e 6 minuto da inaoh.
de Marqo de 1849.
N. M.
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Theophilo. Aud. doj. dos
orph.,doJ.doilveledo.l. M.di2. v.
6 Terca. S. Olegarl.. Aud.'doJ.doc. da I.
v. e do J. dop.i: rln 2 dist.de t.
1 Oii.iri.i. S. Tiloma' de Aquino. Aud. do 1.
do c.da 2. v. e do J. de pai do 2. dltt. de t.
8 Quinta. S. Joo de Heos. Aud. do J. doa
orph.e do <\l. da I. v.
9 S'-xi.,. "i --ncisca Komaua. n, oi. do
i-i v. r do J. de |.a ( do I. lsl. de t.
10 Sihlndo. S. Mili Lio. All, do J. do c.
da I. t. c do J. de pa do 2. ditt. de t.
11 Ddiuingo. S. Candido.
CAMBIOS NO DA 7 DE MARCO.
Sobre Londres a 27 d. por l/OOO r. a60 dias.
Paria
. IJslina 108 por cenlo de premio.
Rio-de-Janoiro ao par.
Dpjc. de lett. de b.ias Urinas al'/, V o mea.
Aeces di coinp. de eberibe, a flOJ r. ao p.
Ouro.-Onca heapanhnlas. 30/WiO a 3'>/TinO
Molidas detiaMOOv. I7f3rt0 a M/TjW
de fl/400 n. 16/200 a \lif\OP
de4/000.... U/200 a 9/400
Pr(a-Patacoe*brasileiroa 1/1170 a l/MO
Pro coluuinarloi. I/70 a 1/090
Dito mexicanos..... J/900 a 1/920
,
PARTE OfF.C.M.
GOVERNtt DA PROVINCIA.
EX'PEUlf.NTE DO DA 6 DE MARCO.
Olleio.Ao promotor publico do Limoeiro, re-
moliendo copia liepal daquell villa lirigio presidencia contra n
'respectivo profcssnr do latim, afim deque, seienta
do que all se conim, liaja do denuncia/ do mesmo
prnfesbr pot reiteradas fullas que ha commeltido
no ejercicio do magisterio.
Dito.Ao director lo arsenal de guerra, determi-
nando que forneca ao commandanle do corpode po-
lica urna homlia de incendio, caso a haja disponi-
vel naquello arsenal.Comrouncou-seao comman-
dante do referido corpo;
Dito.-Ao inspector da Ragadnria militar.Sol-
vendo as duvidas que Vmc. expoem sen oflicin de
16 defevereiro tiUimo, acerca da creaefio proviso-
ria do novo hospital regimental do 4. balalhflo de
artilharia, tenho a dizer-lhe, depois de ouvi.lo o
general commandanle -das armas: 4., que no sen-
do previstos no orcamenloe dstribuieflo do crdito
do ministerio da guerra os acontecimentos extraor-
dinarios de guena queflagella esta provim ia e faz
nvultar ronsidcravelmento o^numero de enfermos
em resuliado dos ferimentos cm combate que torna-
ran! ir.snillcienle un so hospital, o do 2 de artilha-
ria, devo a despoza do novo ser con.tudo levada
rubrica de hospilaes, que leltealmente pertenoe,
sendo a extraordinaria por motivo da guerra auto-
rizada como j o foi pelo Sr. ministro respectivo,
nflo so quanto a esta mas a resuello de muilaa ou-
tias. 8.*, quo nflo pudendo sofTrer demora o fnrne-
cimntodos medicamentos necessanos ao novo hos-
pital, e sendo elle felo segundo o contrato existen-
te niila que por oulro i harmaceulico, nflo descu-
bro nlli prej70 algum fazenda publica, e nem era
pnssivel piaticar-sedeoutromodo, por se no saber
al quando dove existir o mencionado novo hospi-
tal; S., que na lliesouraria existe dea milito or-
dem para fornecor a Yn.o. as quanlias necessarias
pare tos despezase |iroporQiloque frem sendo no-
'' 'S-ariS.
hilo. Ao mesmo, scientiiicaulo-o de que o major
do 2 halalliito da guarda nacional do municipio do
Rio-Forrnoao. Landro Jos da Silva Santiago, que
esleve cwnmandando naquella villa um destac-
iiienlo do meoeionado baialliflo, declarou presi-
dencia que ceda em bencOcio dasviuvis dos sim-
ples soldados modos em defsa da causa da legali-
dade n8o s os venc ilion los que llie compotem por
setielbante. commsndo, stnfio lamben lodos os que
Ihe Imuvorem de tocar por qualqu.r S'-rvujo militar
quo o governo Ihe incumbir.Iuieirou-se o referido
major.
Hilo. Ao inspector da Ihesourana da fazenda,
dizeiidoque, seddo iiisuiDcieiite a quola votada para
diversas ilespezas do arsenal de murinlia, oauloriaa
a ir supprindu aquella repnrlhjlo com as quanlias
quo o respectivo inspector rcquisilar para as refe-
n l.'S despenas al que o Kxm. ministro da nial inlia
resolva a rospoilo.-rCoinmunicou-ae ao iuspuctor do
arsenal do marinlia e ao contador.
j'niliiMii iiiMiiiitindo a Francisco Jnaquim d'Oli-
veira e Souza do cargo de reg nlo do hospital dos
lazaros e nomeando para o substituir a Joilo l-Y.m-
risco d'Oliveira. Si'ienllicou-so a udntuiisli;i^:"io
dos bospilaes de cridade.
Di la.- Di'inillindo da lugar de 4. supplcnle do
delegado do termo do bonito a Antonio ivixeira de
Carvalhu.
Dita.- Nomeando para supplenles do delogado do
termo do Bonito aos cidadflos abaixo declarados.
2 Major Virginio Casado l.ima.
3 Capililo Pedro Kerreira Late.
4.a Candido Jos da Silveira.
5.0 Julio Fercira l.eite.
I'arlicipou-su ao chefe de polica.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO EM 6 DE MARCO DE 1849.
eaffiloFscT no ex'm. so. concm-hib azevedo.
A'8 hora do costume, rchando-se presentes os
Srs. desembargadores l'onre, Ramos, Villares, L^ito,
Snuza e Itnbello, faltando com causa os Srs. desem-
liarcadort? Bastos e Ayres, abrio-se'a sesslo.
(I Sr. nresidente fez ler um olllcio, a ello dlrigiJo
pelo Exm. presidente da provincia, ciu o quaL I lie
cuuiniuniciiva, que nessa mesma iiata bavia nnmeado
o |achi>t Jnflo de Caldas llibeiro Campos para
servir uterinamente o lugar dojuiz municipal e
d'orpbtos do termo de Coianna.
Jutijamentoi.
Fram rropostas cjulgadas as.appellagOrs cveis
cm que so :
Appellante, Antonio Joaqnim de Pontos l.ins i ap-
pellado, Manoel Alvcs Guerra. FYam despreza-
dos os embargos do npjiejlsrile.
Appellanlcs'o apiiCllados. Ilerunrdo l.sserre& Com-
" inliiii c Um nardno Comes de Can albo. Foi
refoftiada a sentnc,a na parto que foi contra o
prirrieiro ap.pellante.
Appellante, l>. Mara Roza de Souza Magalbes ; ap-
pellado, Manoel Rodrigues do Pac,o. Foi o in-
venlariujulgado nullo.
Appellante, D Francisca Nunes Barboza ; appcllado,
o padre Antonio Francisco de Sampaio. Foi a
sentonQ* confirmada.
Appellante, l.uiz Pires Ferroira ; appellados, Manoel
Pires Ferreira e quitos. Fdram desprezados os
embargos do appellante.
Apnellante, o Juizo da provedoria dos ausenlcs; ap-
pellados, Cals & Irmlos. Mndou-se com vista
no |lr. curador a heranga, noDr, p'ocurador de
ausentes oao Sr. desembargador procurador da
corfla e fazenda.
Appellantes, Jos Lopes Dniz e outros ; appellado,
Francisco l'ereira da Silva. Julgou-so nullo o
processo.
Assgnou-se o primeiro da til para julgamcnto
das appeilaci'ies civeis em que sito;
Appellante, o juizo ; appellada, D. Antonia Vieira
Dantas.
Apielianle, o juizo ; appellado, Manoel Joaqun do
Rgo Albuqnurque.
Appellante, Jos Jnaquim de S Maya ; appollado,
Antonio Joaqnim da Roza.
Appellante, Jo3o de Barros Reg Acciolo; appellado,
l.uiz de S Texeira l.ima.
Appellante, l.oureoQo Jos.das Nevos ; appellados,
Me. Calmont & Companhia.
Appellante, Francisco Jos Barboza ; appellado, An-
tonio Comes Villar.
Appellantes, os administradores da casa do falli-
do Francisco Jos da Costa ; appellado, Joilo Viei-
ra da.Cunba.
jWsMa.
Passou do Sr. desembargador Ponce ao Sr. des-
embargador Souza a appellacSo civelem que silo :
"Appellantes, Amador do Aran jo Pessoa de Mello e ou-
tro ; appellado, Jos l.uiz lnnocencio Pogge.
Passaram do mesmo Sr. desembargador Ponce ao
Sr desembargador Ramos as appellacOes civeis em
quo sito:
Apnellante, Daniel Creen; appellado, Carrct Eller
Kainp.
Appellante, Antonio Comes Villar ; appellado, Joo
Pires Ferreira.
Passaram do Sr. desembargador Ramos ao Sr. des-
embargador Villares as appolla^oes civeis cm que
silo :
Appeflante, Jos Carlos da Silva ; appellada, Mara
Custodia das Virgons.
Appellante, Antonio Gomes Villar; appellado, Jo!Io
Pires Ferreira.
passou do Sr. desembargador Vllaies ao Sr. des-
embargador Suza a appellafilu cvel em quo silo :
Appellante, Manoel Fiauoiroa de Faria ; appellado,
Francisco Alves da Cunta.'
.Passaramdo Sr. desembargador Souza ao Sr. des-
embargador Babeljo a appellugOes cveis em que
silo :
Appellantes, Ponles & Mello; appellado, Antonio
Rodrigues Luna.
Appellantes, Iternnrdo Antonio do Miranda e Jusc
Antonio Pinto ; appaliiidos. Mosquita & Dutra.
Passaram do Sr. desembarcador Rabello ao Sr.
desembargador Ponce as appellacOes civeis em que
sito :
Appellante, Jlo Francisco dos Santos Siqucra ; ap-
pellada. D. Francisca Antonia Lins.
Appellanlo, Manoel Antonio Ribeiro ; appellado, Luis
Riimieira Soares.
Appellaiile, Antonio Manoel de Moraes da Mosquita
Pinontel appellada, D. Auna Francisca dos Res
Miranda.
Dislribuifiti-
AoSr. desembargador Ponce o recurso crmo da
cidade da Parabiba en que sio :
Recorrente, Paulino Jos Cuimarles; recorrido, o
juizo.
AoSr. desembargador Ramosa appellacSo civel
desta cidade em que silo :
Appellante, Jnaquim Antonio dos Santos Andrade;
appellado, Antonio Uaptisla Piulo de Mosquita.
A appellacSo ci me da comarca de Sobral em que
sfio i
Appellante, Vicente Vieira do Nascimento ; appella-
do, c juizo.
AoSr. desembargador Villares a appellsc.lo crime
dos jurados da comarca de Coianna cm que silo:
Appellantr-i o juizo ; appellados, Anastacio Itibeiro
de Jess, JofiO Itibeiro de Jess, Joo Ribeiro, Joilo
de Mello e o prcloLui?.
A appellacfio civel do iuizo municipal e d'orphfios
da villa de Campo-Grande, proviucia da Paialiioa,
em quo silo:
Appclanlc, o juizo; appellado, JofloBaptista Gomes.
Ao Sr. desembargador l.eflo a appellacflo crime
dos jurados da comarca da Victoria em que s.1o :
Appellante. o juizo; appcllado, Jos Honorato do
Nascimento.
AoSr. desembargador Souza a appellacSo crime
dos jurados do Po-d'Albo-om que iSo : '
Appellante, Marcos de Souza Soares; appellado, o
juizo.
Levantou-se a sessio urna hora.
PEnNAMBUCO.
niscuaso raoraaino I'blo segundo tsente d\ bmaiu
RMEAS JUSTO DE BU1BOS T0RRF.u0 EM O FONFRII. A
QDRSR PROCEDFU NO I1IA 2 DO COIlr.EiTF. PRI.OS
MAlllMIKIIinS, IMPRRURS UAaiMIRIHOS F
FUZ1LRIROS RAVAES.
No* non, nion Dleu, si la celpste gloiro
Leureut ravit touttoiivenir humain.
Tu nous aural enlv loiir meiiioire :
Nos pleura tur cux couleraient-ils en vain ?
(J.amartine, Pende in morl$)
t;ma lagrima derramada sobro a campa do guer-
reirn tom, seniinres. urna expressSo quo se nfio po-
de ilefenr. Ella parte de urna especie do voluptno-
siilado, narto de iirnTi esperi" do d6r, queso mistu-
ran ambas.se penetran! .simultaneas, e como que ao
depoisambas se aniqnilam ; porque a silucSo do
nossa alma he extraordinaria, estunenda ilante do
tmulo, quando dalle reflecte a gloria' O nossopensa-
mento. assaltado onllo pelas recordarles do valor, e
nnrosse futuro desco'ibecido, oncoborlo pela lousa,
prpcipita-se. como por encanto.no deial do ren enveja Msa necossidade. essa fatalidade, que nos abro
novns horizontes aln do tmulo E quando essa la-
grima sobre o fretro do guorreiro cabo solitaria e
ardentodosolhosdoguorroro que se enternece de-
ante desloa.............. ello, tflo mplacavel na lula,
na guerra ; elle, lito estranho as solicilaces do ego-
smo da vida; oh! essa lagrima he de lo lo incoin-
prohensivel, apenas sentimos que ella, embora n-
volvida na materia, lie espiritual co no o pensaman-
lo, svmpalhica como a felicidado, nnl.ro como a ge-
nerosidade, como a alinegapiln do soldado.
Quando, senhnros, o homem encara a mortn como
o paradeiro necessario, commum a tolo o vvenle
por maisalijecto que soja, devo som duvida a .lemo-
eiacia do sopulchro, a lea da aniquilarlo tortra-
lo, horrenda, insuppnriavel ; nas, quando o v-lor
do guorreiro sabe obler da mesma mSo da inerte o
privilegio de urna vida cierna, sempro radiante,
sempre fecunda de reminicencias, de tradiQles,
corlo que a morle, direi antes o fallerimento, licum
termo vilo, nonhuma realidadeobjeotiva Ihe corres-
pondo, porque o guerreiro nunca fallece para ess.-s
coracOes g.-nerosos que palpitan por ludo oque he
grande, por ludo o que he verdaderamente nolire ;
porque o guerreiro est na bucea de lodos, noeora-
qfio de todos, e ha coitos momentos em que, como
por nina ost.auba reverberaeao do'pcnsamontn, In-
dos os prodigios do sua coragem. de sua dedicacSu
reunein-se para caplivar a mais profunda ailmi-
rarSo. ,
Em um desses momentos, seniinres, estamos nos!
No fogo do mais brioso dos sacriDciOS ceiraram os
nlbos para sempre a luz 8o Sol, no ii.cmoravcj da 2
do prximo pausado mez, os meua eamaradas impe-
riacs marinbeiros. Nesse da de horrores vos teslc-
piunhastes as maravllias do seu valnr, eninn loste-
munham hojo os seus manes, na solemnidade one-
ire dcstas exequias, as demonslraciies da nossa sau-
dade, e o reronnccimenlo da patria. NSo be mister
que o araslamenlo dos secubs vonha para engrande-
cer, exagerar as pnepnrefles do herosmo com que os
meua cantaradasd'arma sodslnguiram nosse.ha ;
basla a realidade prosaica o palpavcl do presente
rara assgnala-lo, para reronimeuda-lo a mais re-
mota posteridadB. Ol! quenada inspira tao nnlue
devolii(,-3o som que seja iim verdade digno dola. 0
throno imperial ea constitualo poderiam somonte
elevar ISo alto enthusiasmo; o v..lor que nada espera,
que nada calcula senocom o triumplio, equo, como
a flor preciosa que nSo leu conscioncia do aroma
que exala, at guora-so a si proprio, e desconbece
o arraj.tameuto do mais sublime dos sacrificios.
Ao recordar, senliores, faeanlll tflo dislincta, sem
duvida reconhecercis commigo que lia occasioes, e
esla lio una dellas, em que parece que senli.nos que
una su alma lio insullicieule em nos para admirar-
mos, para agradecennus, pBra ainarmos. Manes
dos inius eamaradas!! Vos vveressempro comnos-
co por essa commutih.lo mstica, snela, prouinda
das almas. Oti em qualquer imite em quo futuras
tempestades polticas possam pordesgraca acomunl-
ler-nos, a IcmbraiiQa de vossa gloria estar sempre
com
nunca
be
d
iioil
cos
se
dr.o
vu
A Unirlo Americana ficra tranquilla, porm o co-
lera ia fazendo terrives estragos, principalmente em
Nova-Oileans, Mobile o Texas. Em Rayley morre-
ram quarenta pessoas cm urna hora, e O'ilras tantas
om urna noitc; e em Lavaca o numero do mortos ja
suba a 135.
O congresso prosegua em seus trabalhos, sendo
dentro os objectos com que se tein oceupado os mais
importantes a questilo da escr.ivatura, a compra da
Iba de Cubil, e a elevaclo da California catbegoria
de estado.
AemigraQSo pura o novo El-Dourado, ato h, as
Californias, continuava em gran le escala.
As ultimas noticias do Mxico sito decididamente
favoraveis restauradlo da ordem naquella repbli-
ca : o governo tem desnvolvido muila activilado o
energa ; e, comquanlo anda se falle em (ironuncin-
mentos, cr-se todava que seus autores, os ambi-
ciosos c descontentes, nada poderiio conseguir, por-
que os Mexicanos om geral j vSo conhecendo que
Ibes he muito mais vantajnso alten lercm a seus ne-
gocios individuaos do que lonareiii parte nos tramas
dosses aventiireims.
Herrera, diz o Pentylvanniu Inquirer, merece ge-
ral crdito pola manalra por que tem dirigido os ne-
gocios pblicos, depois quo tomou posse do cargo
de presidente da repblica. Elle he um Mexicano I-
lusliadoe liberal, um verdadeiro patriota, o um c-
dailSo todo dedicado ao bem de sen pila. Julgamos
conveniente lomlirar a nossos l.'ilores quo elle fui
chamado 80 poder immediata'oiento depois do trata-
do de paz de (iuiidaloupe, e cm um momento em
que os amigos de S.-Anna, Paredes o outros descon
lentes meneavam resistir ao trtalo, o opprimir
com a ndignaclo populara tolos aquelles quo pro-
corassom por ain execucSo assuas determinacoes.
.Vilo obstante sso. Herrera o sou gabinete mostra-
ra m coragem cresol mo, alies proseguirn calma
emoliera mente na tarefa que Ihes lnlia sido assg-
nada, e convenceram lugo nos desaffeciosda a Imi-
iiislracno do qno ell i mo podarla ser derribada com
tanta facilidado como ellos a principio tinham ima-
ginailo. o
Continiicm o governo e a populaoilo do Mxico a
obrar assim com sahedoria o |iatriolismo, que n3o
duvdamos que brevemente aquella repblica recu-
perara sua posieflo de respeito, poder e influencia
enlrcas naees da Ierra.
A fel.re amarella anda lavrava em Rarbadoes, po-
rmji nao com tanta forga como dantes.
Em Jamaica a assembla achava-se em guerra
com o concedi, porm a tranquilizado nSo havia
sido alterada. .
Finalmente o estado do llayti anda nao he satis-
factorio, o muito iiidividuos.lugindo perseguido,
lem se refugiado em Jamaica.
Caiiimiincn1o.
TillUTRO p? APOLLO.
Ten de subir hojea scena pola companhia fran-
oe/a sdb a dinecin. de Mr. Hupr o importante dra-
ma de Alexandre Duf/iaS, A Torrede Nesh.
Aos limadores quo ja leem tido occasiSo de apre-
ciar o mrito de Mr. Hupr nada diremos f pensamos
que uo deixsrao de mais urna vez ir Noplaudi-lo
,o dillloilimo papel de llurhlan, remiendo assim o
llovido trbulo ao seu recouhecido talento : convi-
damos aos que linda nflo as,isliram as represen-
lacOeada companhia francow a que concurran ao
heatro do AppoHo, onde aeharfio um espectacu o
e os deixatl summamente Mh.fe.to, o pagos de
la ir Os quo goslamda msica frauceza, reconhe-
oi fio que madama Alexandre, vcrdale.ra d.sc.pula
oWMi oscol, caula com perfe.tu estylo, dando a
mainr exi.rcss'io ao calilo.
NSo Percam, pois, os amadores a nmledehoje:
pola nossa parioi.no faltaremos, o desde ja nos pre-
pTamosa appl.udir Mr. l^tMM Ote-
nos t.-ilo nos importantes papis de Chabel, V Ctar
d\ Basa, oapiH Koland.e l.aestalot, na magnilica
o hein executada Graca de Dos.
jusque a nuil ) Amateur.
sm
mm.
orrt*spoi(lci>cia.
Srs Redactores.Km virtiiile do decreto de 17 de
feverciro do 1832, os medicamentos pna os hospi-
taos regmentaes nflo pdpm sor Tornenlos soi.jio
por hasta publica prVfcrindflfc sempre aquello
licitante que mus vautagens offereqa a favor da la-
zenda naefoaal, esta pratica ha sidoconsUntemejv
|)|A|||l!PBi.ABtC.
biche, 1 bk maco sx 1849.
Recebemos varios jornaes dos Estados-Unidos, os
quaes alcancam a 97 de Janeiro.
corridos mais do quatro mezequando o
i. Tosta m.ndou ouvr ao ' |'" M
g.dor;e como este proced.menlo dS.tt
S- ..tica uueo c-reOTisa emseus acios, rogo-Ibes
o ,!t euu. do Pnlibcar no sou copceitu.do jornal a
c d equcr.ineu.o, e logo IheS m.nda.er para o
mesmo flu il.n.avflo dad. pelo commandaute
das armas.
I'eruambuco, 7 de maro do 18*9.
Jos Rocha Parankot.




lllm. e Exm. Sr. prndente. Jos Bocha Pra-
nnos, phsrmacpuiiro cstahplecidft npsla cnpit-l ,
anligo fornccednr dos medicamentos para o hospital
regiment!. tendo spmpre sali-feito com prnhhlade
prn.Tiplirin'o as obrgacA-s dos contratos respec-
tivos, p hvpndo sido excluido na ultimn hasta que
tpvp. lugar no dia II do corrcnle, dando-so o ramo
a Jos l.nix Innocencio l'ogge: vem cxpor a V. Ex.
a inlnst'ta que se Ihe fct, rom detriinpnto da fa-
zenda publica, e requera V. Ex. reparago mere-
cida.
Osuppljpanle nln-receii pm sua proposta um por
cento de ahatimenln em favor da fazenda publica
sobre o melhor ofierecimenlo por qualquer modo
que se ap'esentnsse, segundo o misino cosume das
sua* anteriores propostas, pelas quaestem sido sem
pre preferido desde muilos annos. Jos l.uiz Inno-
oencio Pogge fez a sna proposta nos termos cons-
tantes do documento junto n. 1. O su mcante de-
claran ao concelho que tomava o fornecimento, co-
mo propozera sobre olango do cima mencionado,
invocando em seu favor o aviso le II de Janeiro de
1815, pelo qual liavia o governo imperial decidido
(luvida cm tudosemelhante presento, ocenrrida na
arrcinaiacffn para o dito anuo, como provam os do-
cumentos lstenles nesta stCretaria.
N|io obstante, porm,ocoficclhod''cil lo que fos-
se rejeitada a proposta do supplicanle, e lie desta
uecisHo que r. suoplicante recorra para V. Ex., de
cuja justica e imparciali la le espera prnvimonto.
l'nmeiramenle, a base sobro que o supplicanle
POCCe calcula n< nmrn! por qu" se obri"* g fajero
fornccimentii he Ilegal, arbitraria, porcons-gum-
te pode lnrnar-se Ilusoria c sobremodo gravosa
razenda publica
< Ede feitn, pelo art. 21 do regulamento de 17 de
levereiro de 1832 se delermiua que o governo, len-
do recebido os formularios, os remetteni a un ho-
ttcaiio do confia rica pela sua pericia o prohidade
encarregando-o deimargem de cada formula ar-
<> bitrar o prego rasoavel, pelo qual podessem esses
medicamentos ser pagos.
Ora, a inteneo da lei be que os precos do formu-
lado sejam, n0o a arbitrio do arremalantc, mas sim
pelo que justamente valerem.
E guardou-se nesta parte o espirito dolcPNio;
porque os precos fram marcados pelo mesmo Pojt-
ge, que fui o arreniatante, de modo que a reduceflo
ao preco da arrematago b.- urna ver-iadera burla.
He il oslarte que, sesltendendo ao formulario que
servio de base arrematadlo, v-se que ahi figuram
medicamentos por um preco exorbitante niuito a-
lem do rasoavt-1.
Resulta Pahi que se eleve fazer urna revsSo dos
precos do formulario com a impareialidade recom-
mendada pelo artigo citado, o que uuila be aneina-
lacan feta pulo supidic ido Pogge.
Esta imparcialidade he tilo essencial, que o art. 22
parle 2.' manda examinar os formularios para vr-se
se devemscralleados.
Em segundo lugar, nopodia ser rejeitada a pro-
posta do supplicanle; porque olTerecendo elle um
por cenio subre a mellior proposta, rido a Pogge, por assim inais ronvlr aus interesaos
da razenda publica e nalureza do pmcess > dear-
rematacBo. O concelho, interpretando o sentida da
proposla desfavoravelmenle ao sui Meante. con-
traveiomui claramente ao aviso citado; menospre-
sando desi'arte una deciso do governo, que na hv-
pulhese vrteme faz casnjulgad. E naveriad'e,
pelo citado aviso se determinou que f6s.se o suppli-
i'ante preferido ao boticario Jos Mara Freir G-
meiro, upezar de ter este offerecido cinco por cento
sobre o mellior prego, como ora fez o mencionado
I'of-'ge, porque o Unco do suppliciuitn cobra o me-
llior olT-recimento nos lermos de sua proposta, o
liavia entilo o concedi entendido mal o verla teiro
sentido da mesma propusla em todo igual que ora
fez o supplicado E como vista de urna uYcisAo
tffii> expressa, que ebegnu ao conhecimenlo do con-
celho, o conceibo decide de maueira inteioamenle
con ir'a ?
<> supplicado l'ogge oiTcrece quarenta por cento
monos sobre as condicOes eslabel-cidas as ante-
rioiesairematuces, eccrescenla que, se oulro lan-
co.ipparecessoiie mais va rita ge m para a fazenda, elle
0 ilcrlaiava cuberlo Cnin m gando-se a mandar buscar os va ios a sua cusa. Eis
a proposla do supplicado.
O supi Itcanle, sem determinar o preco cerlo, o-
briga-se a fazer a remessa ilos medicamentos '
um por cento mais sobre o mellior
monto.
Ora nilo he visto, em acedo expen lido, que a pro-
posta de l'ogge lie vencida pela do supplicanle, que
ilTerece sobre ella mais Um por cento?
I'iirventura a modificac^lo feita na proposla de
Pogge |b conslilui-la urna proposla duplicada
para prejudicar a do su plicanle, cujo contexto sim-
ples aniquila a do supplicado ?
Parece que, mesmo quando nilo bouvessoadecis5o
do aviso imperial, a rasilo eslava luda da parle do
supplicanlc.
Almdislo, deve ser perdida para oiupplicante a
prohidade e deligcncia cmi que se ha prestado
sem pre ao cumpnn.enlo dos s-us contratos ? Os re-
laionos dos diversos mdicos enea i rogados do mes-
mo hospital elogiam de urna man ira bem uotavol
o bom desempenho que deu sem pre o suppliranto
aos seus dovo es; e nao he esta ci>cun>staucia urna
garanta que falla altoem favor do supplicante?
NBo quer o supplicanled'esi'arte prtr em duvi-
dao|onlual cumprimenlo do contrato pelo suppli-
cado; mas, em todos os lempos, coiiselha a justi-
ca que se nao nlvidem servias passados que se nilo
d de mflo a una garanlia, cujo valor su nHo pode
deseonMecer
O supplicante, segundo oque bn exposto, sea-
cha injustamente pretendo pe|i, concelho, e por i-so
requera V. Exc que, tomando em consideracilo as
ra-rjes expendidas e o giaie prejuizo que vai soll'rer
a lazeuda com a arrematacao aulorisada pelo coil-
cellio, d provimento ao prsenle recurso do suppli-
cante, mandando que soja aceiio olanco do snppli-
cante, nilo sendo este regulado pelos precos ini.itra-
dos i elo supplicado l'ogge, lguus dos quaos silo
exorbitantes, mas sim petos | recos que, na forma
do artigo 21 docilado regulamento, fdrem arlnlra-
dos por um boticario de couJuuca pela sua pericia o
probidade.
i'- a V. Exc. seja servido deferir-lhe. E It. M
mJt
IV
por
oITcreci-
Publica^oesu pediiii.'.
AgratidSo he urna das virtudes, que niais demons- [
tram o bom corav'fio de qualquer individuo. A mais I
doce recouijieusa de un licnifkio felocoin deJi-j
cacilo e desiiiieresse be por cerlo esse generoso seu-1
limento que nos leva a manifestar publicamente o
obsequio quo havemos recebido. OSr. Dr. Ignacio
Firmo Xavier Jnior he um dos l'ern unbnca-'os que
na quailr actual so leem mostrado dianos da etims
de todos os homens sensatos. Cirurgiflo ajndante do
k-ilaliifoi de voliiinano.s, quan lo no dia 2 de feverei-
ro, os j 11 v: n.s e extrenuos d< fen-oes da lei e do
tbrono f<>ram feridos pelas balas, do inimigo. elle
vava em soccnrrn d'aquelles que reclamavam o
beneficio da medicina, n desinleresse o dedicado,
que carectensavam todas as suas ucroes, o tornam o
mais charo objeclo de iodos os coracoes que batem
pelo santo amor da patria.
O abaixo e assignadn. voluntario aperarlo do ar-
senal de guerra, que leve a honra de ouvirdesua
bocea palavr.'.s consoladoras, quando fui ferido no
combale do iiia 2, ufln tendo oulro meio do mostrar
a sua gratidflo, fa-lo por meio desle Diario. <
pueira o Sr. Dr. Ignacio Firmo Xavier Jnior a-
ceilar os meps votos de sincera e>tima, eida ficar
rerto que iijbi me poupkri de mostrar, que sou com
didlcaclto o respelto.
KeClfe, 7 de marco de 1849.
Mtmael loaquim da t'onuea Ilota.
DO a ,/*
Sr. Jone Pairo Jorge. Gonnalvea
COMO
EXPZIESSAO DX PROFUNDO StRTTIMEWTO.
S33S32^a
/
!' pigaram sem annos rleste gelto
A' trate l.ihitina cu dlreito.
Cmoei. L$. C. 30H. LXXXIil.
Do corpo pm que lu-illdi va na alma pia
He quasi, he quafl altar a sepultura.
Ilnragr. Tom. .'>" Son(.
Saudade porque vens tilo pressurosa
A' um triste coraqo npsle moinenlo?
Nfln Un' bata O gemei ? Inda be preciso
Que so augmente o seu dure sufTrimeiito ? '
Porque vens embeber no peito afllicto
Essepuuhal quo o fere, e qe"o-lra*passa,
,\o peito que o marlyrio, a pana acerba
Incessante lacera e despedaza ? !
Um probo cidaiblo ahi jaz na esmpa,
A familin o pranla consternada ;
E depois desse transe tilo funesto,
lie justo v-la Olalf atribulada? !
Porm nilo devo a ti que s Nume,
(jue senes de expressiln a dr pungente,
li.teriog.ii' mystenosque le incumbe
Um euscheio d'amor, um Dosclemenle.
T < grato consol a quem supporta
's toimentos d'ausenoia eda insteza,
s um doce trbulo, um desabito
^as horas cm quo geme a uatureza.
NSo s cruel, niO vibras deshumana
Ferro homicida em coracKo chagado :
Allivias a dr que o dilacera,
Minislrando-lhe um halsamo sagrado.
Presta-me as crtres lgubres, escuras,
l'roprias do quadro que esbncar desejo :
Assnn penelrarei na fea estancia,
Que de sombro veo cercada vejo.
II i vi,i um cidadilo probo; prestante,
l'.ico de singeleza e de candura :
\n -em da lamilla respeilavel
Eia uni lypo 'amor e de ternura.
Irm.'io sincero, esposo d-'.svdla.lo,
Seus deveres cumpria lielniente ;
i ni iis su iie.slisoii da senda honrosa,
Que oslu'aiu lilo frvido o contento.
A sa religilo resplandecia
Em tu'alma que a f linha oceupado ;
Mo cmuho da vi.ia transitoria
Ella fui o seu guia ussigualaUo.
Os lagos da amizade reforgando,
He lo los coiiquistou alio respeito ;
O refolho, a lisonja montuosa
Jamis ( te habitar cu terno peito. '
Da chara esposa, dos irmffoa queridos
A intima umilo guanlou con.iUnie;
"Fram-lhe grato vinculos tilo puros,
Que respettou cuidadoso o vigilante.
Esse amor sublime que s'eleva
Do coraeo de pai, esse desvelo,
K'le.....pregou na llha innocentinba,
No linio d'bymeueu lilu puro e bello.
E boje onde repoisa 7.... No sepulcbro,
Na escura habitac.lo volada ao praulo,
Ahi onde, em perituo csqupcimenlo,
Mincha da vida o delicado encinto.
Elle morreu !... Que scena mplancnca
Ab. io-se entilo aos olhos da amizade |
N'um inomeulo, sequ', passou da Ierra
A' inmensa legnlo da elernidade.
Eia o que somos nos [lapido golpe
Arranca a vida ..o enteque parece
Dominio o universo, e de repeine
Elle sozinho ao tmulo ja desee.
Assnn, ilo que vive puro de crimes,
A unirte se aroojou, e n'um mu.non lo
Esse que ouir'ora caminhav.i alegre
Foi repoisar no fuuobie mu ment.
E delle o que nos resta, a mis que o vimos ?
Um nome assaz honroso e abenguado :
E familia resta urna saudade
Que selraduz no pranlo amargurado.
Nos tamhem no sentir acompanhamns
A familia que ., chora conliisUda ,
N3o he uiissa expressilo falsa, mentida,
Pela rude lisonja despertada.
Vos que, entregues soluto, ao sentimento,
Assiiu pagis um vol derradeiro,
Recebei osle cntico funreo,
Du uiinli.i dr trbulo verdadeiro.
Mas vede que no tmulo no i ara
Aquclle que morreo, que foi piedoso ;
Dos justos a mansito alm s'lta
l.a onde ro na o Todo-Pudoroso.
Al i i residen jualo que rerdesles.
All f'd conseguir eterna gloria ;
V. do lempo voraz lirme zombando,
Ha de permanecer sua memoria.
A e*posa que flcu entregue ao luto,
Dos a proteger benevolcnto ;
Ea filha que inda em llrsu pa deixra
Jamis ha de suffrer seudo Innocente.
A crenga o christo assim nos dicta ;
Nilo saido peito seu doce esperanga,.
Firmado nella o coragfln que geme
Allivio dos seus males cedo alesnga.
r.i. pois, cessn o pranto mavinsn.
Vertido sobre a campa do finado :
O premio da virlude um Dos qun he juslo
Por cerlo que no con j Ihe tom dado.
Nto mais Idhrigosom retumbe, eche
No campo d-> silencio e da sauda le ;
Morreu tun ridado, mas vive agora
Na corte da suprema Diviudade.
A. R. deTobrf.s Randeis.
COMMERCIO.
ALFANDKqA.
ItENDlMENTO DO DIA 7............U:*88,767
Dttearreqam hoj; 8 de marco.
Calera Ketn-Deer morcadorias.
Patacho Loptr idem.
Brigue Emma idem.
Brigue Eagle ancoras e correntes.
Brigue Elita bacalho.
Brigue Novo-Vencedor lagedo.
CONSULADO GERAI..
RF.XDIMENTO DO DIA 7.
Ceral .
Diversas
provincias
: 188,098
168,626
4 356,724
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DIA 7.........'. , 1:924,680
Movimiento do Porto,
Natos entrados no dia 7.
Jj>T-*'ort; 35 dias, luger dinamarquez Hydra, de
145 toneladas, capilao Gaspar Jorgenson Muer,
equipagem 10, carga carvilo de pedra ; a nrdem.
Belfort; 37 dias, barca ingleza Ncriey, de 36t tone-
ladas, capitflo Wiliiiin Cubliin, equipagem 15
cm lastro ; a J. Ryder & Companhia
Mar-Pacilieo, leudo sabido do Sag-llabor ha 38 me-
ze. galera americana 1'lijmanth, de 425 toneladas,
Capiiio I.. B Edwards, equipagem 23, oarga azei-
t; ao canililo.
Liverpool; 30 dias, barca ingleza Wild-his-Girl, de
551 ton-ladas, c pililo E Graba :n ; ajames Crab-
tree & Cumpa ,i a.
Mar-I'acilico, tendo sabido de New-lledfnrd ha 29
mezes, barca americana Newton, de 300 tonel i-
dis rapiUoAugustusllale, equipagem 23, carga
azee; aocapilito.
Nova-llollanda ; 8i dias, barca ingleza Sir-Edumrd-
l'adget, .le 482 toneladas, capiMu Andrew Ueckley!
equipagem 27, carga lila, azole e couros ; ao ca-
pullo.
Rio-do-Janeiro; 25 dias, patacho brasileiro Dout-
Irmnos, de 153 toneladas, capitilo Jeronymo Jos
I elle.-, equipagem 9, carga farinha a atas najas ;
a Antonio Francisco da Silva Carneo-, Passageiro,
Joaqun Facundo de Castro, Brasileiro.
Londres; 37 das, barca ingleza Hambler, de 250 to-
neladas, capililo lleniy Nicholas, equipagem 18,
oin lastro ; a Le Bretn Schramm. Nilo quiz fa-
zer quarenlena por ter do seguir para Buenos-
Ayres.
Parahiha ; 25 horas, hiale brasileiro PuTaAoaio, de
36 toneladas, capillto Nicolao Francisco da Costa,
equipagem 3, carga fazendas, ago'ardenle e loros
de mangue ; ao capitilo.
Londres; Odias, brigue inglez Nilt, do 287 tonela-
das, capitilo Joln Sinclair, oquipagem 13, em las-
tro ; a Le Bretn Schramm..-- Ficou em observa-
c.io com 6 dias de quarawlrn
Bristol ; 31 dias, brigue \ut>iti Albion, de 173 tune-
adas, capilSo Geoige Fellicrs, equipagem 10 em
lastro ; a Me Calumnie & Compauhia.
Rio-de-Jaiieiro ; 19 dias, brigue americano Whig de
221 toneladas, capitilo Josopii B. Wliippiug, enui-
paeui 10, em lastro ; a Me Calmont & Couipanhia
desiejos da culada, sb rena iIp inenrrerem na dis-
posigo do citado artigo os que os ll/.erem fr delles.
falrro do Rcife.
1.'Em frente do Baco-Largo, junto ao Trapiche.
2.'No Forte-do-M-ttos entre a prensa, de Manuel
Ignacio de Oliveira Lobo, o de Jos Fwncisco Bel n.
I,*-Km Fra-de-Portas, em frente do segundo
becco, lado da maro.
Barro de Sanio- Antonio.
1.-Em frente da ra de S.-Francisfjo, no mundo
novo.
2.No flm do becco em que termina a ra do IUn-
gel, pelo lado do sul.
3.No fim da rus do Pocinho.
Rairro de San-Jot,
!.No fim da travess de S.-Jos. ladoaV mar.
2.0No lim do becco da ra Augusta, lado da maro.
. Ilairroda Ba-Vitta.
i.'Junto a ponte da ra d'Aurora.
2.No fim da ra Velha.
3 No rurtume do Cnlho.
E para que chegue ao condec ment .de todos se
mandou publicar o presente. Pago da cmara mu-
nicipal do Recife, emsossilo ordinaria de 5 de margo
de 1849.
Manoel loaquim do Regie Albuquerque.
Presidenle.
Joao Jos Ferreira de Afufar.
Secretario.
......... i. i a-ca-
/
Declarares.
Tendo o arsenal de marinha de admillit para
os seus trabalhos malhadorps para a ferrara, dli-
ciaesde carpira e serventes, preferndo-se os livres
a escravos ; assim manda o. lllm. Sr. inspector fazer
publico para conhecimenlo dos que possa interes-
sar; devendo os prelendentes apresentar-ae-lhcrCom
toda a brevidade.
Secretaria da inspeegio do arsenal de marinha de
Pernam buco, 7 de margo de 1849.
Jot IHarcellino Alves da Fonieca.
0 Sr. chefe de polica da provincia manda fazer
publico, para conhecimenlo de quem perlencer, que
a cadeia desta cidade foram recolhidns, no dia 22 do
mez prximo lindo sua ordem, dous pre ios africa-
nos, um de nimio Antonio Mogamhique, que diz per-
lencer Jos Pedro, senhor do engeuhu l'ii, e nu-
tro Francisco, que tamhem diz perlencer ao Barri-
nbos. ja fallecido, que hahilva cm Pauellas-de-Mi-
randa, os quaos vieiam renu-tlidns a esta repariigilo
pelo subdelegado du primeiio dislriclo da frguc-
zia de Jaboalflo : assim como que fram igualmen-
te r.'collndos, ilo dia 27 do mesmo mez, ao deposito
geral desta dila cidade, o pardo escuro, de nome
Desiderio, de idado do 16 anuos,natura I de Macei.li-
Ihodo Manoel do Livramento edeMaria da Conceicao,
oquai Ihe foi apresentado por FranciscoMathiasl'e-
reira da Costa, morador nesta praga, por ter sido
furtado ha 3 annos e arhar-se es posto a venda ;eo
cr:<>u 11iilio du nome Antonio, que tambero diz per-
lencer a l.uiz Tavares, senhor do engenho da Serra,
termo de S.-Antio, por ter sido appichendido por
um soldado do bataliiilo de volumlaros um mi-
jeilo que o liavia furtado, e o eslava vendendo pela
quantia do Cen mil res, o qual pode evadir-se dei-
xando igualineule mu quarlao velbo e magro que
teVe igual destino,
Quemsejulgar,portanto,comdireitoaqualqucrdos
ditos escravos e liberto baja de apn-serilar-se nes-
ta repariigilo por si vu por seu bastante procurador
munido dus competentes ttulos bulfirieiiteineule
legalizados, paia polrem ler o seu devido elTeilo.
Secretaria da polica de l'oinaiiibuco, 2 de mar-
go de 1849.
0 primeiro amanuense.
Francisco de Barros FalcSo Cavalcanle de Abuquerque.
THEATK0 DE APOLLO
IIOJE, 8 DE MARfJO DE 1849.
A companbia franceza, sob a direcgilo de Mr. Du-
pr, lera a honra de dar una representagilo exlraor-
diuariaem beneficio de madama Dupi.
A TORRE DE NESLE,
drama em 5 actos e 8 quadros, por Mr. Alcxandre
Domas,
Mr Dupr representar o papel de Buriian.
DANCA.
A Sei iglia,-dangada pela senhora Camoin.
INTERVALI.OS DE CANTO.
Um romance novo, cantado pela senhora Alexandro.
Ario variada na rabera, executada no scenarlo pe-
lo Sr. Alexandre, dicte da orchostra.
Un Uonsieuret une Dame, ou una noite de viagem.
Nnrios sahidos no mismo dia.
Avisos martimos.
-Para Rahia sabe,na presante scman,o hiale Fhr-
de t.'tirnripe, de prmeira viagem : quem tullo qui/er
carregar n ir de passagem, dirija-se a ra do.Viga-
rio, armazem n 5.
O brigue portnguez Ftor-do-Tefo sahe par* Lo-
anda domingo, 11 do corro.le : ainda recebe carga
miiida e tem commo los para dous passageiros : tra-
ta-so com o ca xa J F da Costa l'.ouXo, na ruado
Crespo, n 10, ou com o CapitiU' na Praga-do-Coin-
Gennva; polaca sarda Sitensto, capit.to Pasqual An-
lolla, carga assuear.
Parahiba; hiale braailero, Sanla-Crus, capilSo An
Ionio Manoel ATonso, carga varios gnneros.
Baha; .Trgala brasileira de guerra ConstituicXo,
coiumananle o capitao de mar e guerra Joa
Baptista de Suuza.
UbsercacaO.
Fundaram no Lamerilo, para acabar de carre-
H^tmn'^o brgu0e 5 "2%, ^So'b "' '^ wto-ta Mhfr' " ? d T"
vjdBrown. "- ^a, capnao Da- te, .o brigue portnguez ;Vot>o-r*#iic/<.r por ter a
uoiior jiarle d.i caiga poompla : para t resto e pas-
sageiros, para o que tem os mais asseiados coinino-
dos,lrla-se com os consignatarios Thomz de
Aquiuo Fonseca & Filbo, ou com o capitn Antonio
Jos dos Sanios lp na praca do Cnmmercio.
- VenJe-se o veleiro hiale l'aquetc de-nroim ,
novo de 98 toneladas com dous bous escravos
mu inlieiros : que o u p> etoiid i ili i ija-se para o
examinara horio, ancorado em frente da ponte,
na ama'rragto da carne secca crpara ajusle, na ra
da Cruz, u. 3.
EDITA L.
A cmara municipal da cidade do Recife, 4c.
Faz publico aos moradores da mesma, que em ob-
servancia do artigo 5 mulo 5 das posturas em vi-
gor, tem designado os lugares abaixo declarado,
em que da dala deste por diante devem ser leilos os
a> a^^ ^m*. m rnt^ ai
ILLbIVtL


-
-r-

3
-- Para o MaranhSo e Par segn com a maior
brevi.fa.le possiv?lo patacho Joxifioa, capit3o J'^
Mara da Silva Porto : pura carga e passajteiros oh?
rece excelentes com nodos : os pretendentes 'ratnm
rom o cnusiunatarin na rus do Trapiche, n. 44, ou
com o capitn na praca.
i A harcace Jurora-Ftii;, 'le quha mrslr- Hnnri-
que Liz .te Franca, e ojo h.t* he do 2400 arrollas,
icceb carga a ffcle para U-c-m ou cela le de J'eii-
do'Hiiu .l" 40 do correte. P'"s1"8 l"m (le ""l^"-
ipriveUneote ahir tudi 1* : tata- c"' "'"* '
da mesma no Forte-do-Mallos, ou na ra do Apolllo,.
armaiinde assucar, n. 83-. ,
-- P.r o nio-Grande-do-Siil seguir breve o bri-
gue Carlot.pw ter parte de seu carregamento : anda
recebe algum carga, escravos e passageiros : quem
pretender podo enteuder-se com Amorin IrinoS ,
ra da (Taei'a, n. 39.
Para a Italiia sahe com hrovidade, o hiate S -
Antonio-rcnccilor por ter mais da melada da carga
engajada : para o resto o passe,{eiros, trala-so com
Joan Francisco da Cruz, na ra da Cruz n. 3.
-- Para o llio- le-Jaueiio aalie com inuita brevi-
dade, por ter parte de'sua carga prompta o patacho
nscional Butrpe : par o restante da carga, escra-
vus a lete e passageiros para o'que tem exrollen-
les comuio.los, trU-so com Luiz Jos lo S Araujo,
narua.dCiu/,n. 33.
Leudes.
r~-.-. ------------------------------------------------------------------------
1 Moje, no caos da Alfandcga haver leillo de
urna prcflo-de harria de banha ile porco por conta
da qiiem perteocer em pequeos lotes.
0 Sr. cnsul da Franca pora em leililo, por
conta da queni perlencer, e por inlorvmicfln do cor-
rotor Oliveira, o arrendamento a mezes, daiido-se
flanea, do terreno e telheiro na roa Nova, ontr'ora
do eslahelecimrnlo de carros do fallecido Augusto
Jaiissome, subdito francez : scguiida-feira, 12 do
corrente, a II horas da manha, no consulado de
Franca e em preseuca do referido Sr. consol, na ra
do Trapiche-Novo.
Jones Palim & C. farllo leilil, por intervencSo
do corrclur Oliveira, de gran le sortiineiilo de fa-
zen las inglezas, principalmente de pannos, e ou-
tros proprios para a actual quaresma : terca-feira,
1) .lo corrente, s 10 horas da mandila, no scu ar-
in.-.zein, ra do Prapicho-Novo.
:'-. .....
Avisos diversos.
No-dia 10 do corronte ao meio-dia na sala
das audiencias lida a do Sr. juiz da segunda va-
ra se hao de arrematar as rendas das Casis na. 1 n
1 ila praca da Independencia por oxeccflo que
contra acamara municipal move Jos da Silva Mo-
rcira.
fiogomma-sn e sose-se toda a qualidad* de cos-
turas niesmo lUalfaiale ensinam-se meninas aler
e escrover, como lambem escravas : ta ruada Glo-
ria, n. 85.
-- Ouerece-sc um rapaz de 18 a 10 annos para
caiseiroda pedira, ou de cobranzas e mesnin pa-
ra oulro qualquer estabeleeimento, e que d fiador
a sua conducta : 11 rua di Agas-Ver les n. 1 jun-
to a catacumbas do S.-I'clro ou annuiicie.
-- Aluna-so um .sitio na estrada de S.-Amaro para
Bolem, cun boa casa o sold bastantes, arvorosdo
mirlo, bom poco d'ag.ia do beber, lina baixa para
melOeSH melancias: a tralarna ra Direila, n. 27
primeiro a miar
-m rapaz brasileiro, que escreve sniTiivelmen-
te, ecom suHicicnto pralica para por em limpo qual-
quer eseii|.lu>acBu atrasada offerece o seu presti-
nioaqui'oi dellu se quizer utdisar, mediante o que
soronmucioliar : na ra do Hospicio, n. 7.
-- O a ha i so assiguado ruga ao Sr. Francisco Ro-
driguea >la Cruz, (jueira responder por este Diario ,
se esta cei lo de ler receblo 4O.000 rs. o anuo pas-
sadu, ptlaarmac-odaloj na praca da Indepoo-
denciv ,11 25 : pede-se-lhe eslc favor, por se ler
ilesenc.niiiiiliailoiirecilioe.se precisar Iraspassar a
loja e lambern para evitar que o Sr. passe oulro re-
cibo como se tem excusado.
Antonio fenlo de A.
--Jos Ignacio de Lima faz ver ao puhlieo que he
nlllcial lujusiica do juiz do civel, ti subdelegado
coronel Francisco Maine.lo de Almei.la Paz .le.S.-Aiituoio, to juiz de lircito da primeira
vara do criinc o llhu. Sr. doutor Jos Thomaz
Na buco, e mora-no Bureo-Largo, n 3|,
Precisa-so Je um administrador para 11 ni coge-
nho porto de S.-Ant9o, que emenda do servieo de
canino e eiigenho, a queiu d-se bom ordenado de-
vendo apfeaenur liador a ana conducta : n pateo
do Carino 11. 18, segundo andar.
-. La ra Hiioita, n. 82. so ilira quem compra urna
rasa torrea no bairro de S.-Autonio, oj Boa-Vista
sendo-em boa ra. '
Carlos Claudio Trcsse labn-
cante de orgftos e realejos,
na ra das Flores, ti. 10,
avisa ao respeilavel publico que coucerta orgos
realejos, pe marchas ,nioderoasdesle paiz con-
certa-pianos saraphinas, caix^s de msicas acor-
dilos e quajjur inslrunionlo que appareca : tam.
I"'iu faz obras novas e vende um orgo propro pu-
la capella oualtar-mr, com boas vozes pur pre-
co rom modo.
--.Temi corrido o boato que o Sr. Dupr tinha
aiiguieiilado sua compauhia artistica para a repre-
sentaeflo da Torr de Ncsle os ahaixo assignados
p.iisaoj de seu dever declarar ao respeilavel publi-
co i ara seu duaengano.q-e desde o dia piimciro do
Tevereir de 1819 elles nao fizem mais parte da
compauhia desleaenlwr, o nc-nlium d.-lles menos
que nunca est disi oslo a contratar do novo com
elle. Achitlet AJolphe tlroika. Gabriel Jemt Na-
tkaii*:
-Nalojade Jofio Donnelly, alfaiato, na ra da
CaJeis do lente, n. 1, ai'ida restan alguna dos
palitos de ioho^ viudos de Inglaterra a 3,200 rs.;
assim como cohetes, a 640 rs. cada um os quaes
tem lc;.s forros i.o trazeiro; o nutran muiUs
o'Tas que sevender.lo baralissimas como sejam
da pannos linos,.casinuias .le cures e prcta*,ecollete*
^dajjtguiiJo. Cliegii'.-m a ver,
(iflerece-ae una muliiez com bom c bastante
lelte para criar: no llocife, no Becco-Largo, casa
terrea seni numeo.
T-OSr. Policarpo que mornu o leve venda ao Man-
guinh'i comprela nos Ai rom hados para realisar
i) que.Smc. nlo ignora; do contrario ae far ver
por este jornal a xigencia do aiin-inciante.
Kaiem-aa caixas para adorecos ou qualquer
joia por prcQO coiwnodo : na ra das Flores, n. 19.
--No di 9 do corrente, peranle o Sur. doutor
juiz da primeira vara do civel, na sala das amen-
cias, se ha de w rematar, por ser a ultima praca. um
fssVo, .or ccciiyn :c kai Antonio d Oliveira
Coulia Luiz do Beso Barros.
Prerisa-se alugar urna preta ou moleqne para
o servieo de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra do S -Francisco, n 34.
Jus Marlius Pedra resolveu n.1o ir mais a Ma-
rei como tinha aununciado por esta folha.
-- .uiz Pedro das Nevcs transferio a sua botica da
ra da Cruz, n. 47, para a mesma ra, n 50.
Miguel Archa ojo de Figueire lo embarca para o
Rio-de-Janeiro os seos escravos de nomes Merenci-
annaeJos.
ATTENgA
Arrpnda-soum sitio, bastante grande, perto desta
praca meia legua, sendo rst^a margem do rio Gapi-
haribe, lenilo 3 baixas, urna ja plantada de capim n
as mais por plantar, terreno devoluto para oulras
Uvouras : tambom da-se a urna pessoa capaz para
plantare tratar do que existo do melagOo, tendo pa-
ra islo escravos para manejo do mesmn : lambem so
aluga urna canoa de carreira : quem pretender, di-
rija-se ao.botiquim da F.spernnga, na ra da Sen/al -
la-Velha, n. 126, onde lambem se aluga urna canoa
da carreira.
~Roga-.se aos Srs. Alexandrino Ayres daPaixto
e Raitholompu Tavares de Oliveira o favor de irem
na travessa da ruado Vigario, n. 1, a negocio que
ihesdiz respeito, fstbiio. no prazo de tres dias.
Arreo.la-se o engeiiho Le.lo, situado na fregue-
zia da Escada, com casa de vivenda, snzalla, serra
d'agoa, forno, casa de purgar com furos e correte,
casa de relame com asientamento, dita de engenho
cm moenda para moer com agoa, um molenete de
bostas na mesma casa.assentamento do cinco taixas
sem defeito, cinco casas para lavradores, todo co-
berto do telha, com 400 fO mas boas o pelo comnio-
do preco de 600,000 rs, annuaes : os protcndenles
dirijam-se ao engen.lio Vicente-r.ampello, a tratar
couiManoelGoiicalvcs Pereira Lima, ou com.Anto-
nio Condal ves Percira, na ra Nova, n. 58, lerceiro
andar.
~ O II vm." Sr. padre Manuel Joaquim de N. Sen lu
ra Mi doslloiiioiis queira procurar duas cartas que
se acham na jta do Queimado, loja n. 16,
--Precisa-so de una ama de leile que o lenba em
abundancia, sendo forra ou captiva : atrs da matriz
de Santo-Antonio, n. 16.
O abaixo nssignado, com padaria no Aterro-da-
Ba-Vi-ta, n. 66. leudo de rclirar-se para Portugal a
tratar de sua sm'i le no nrimeiro navio que para ahi
parta, faz scienle aquellas pcssi a* que teem penhores
em scu poder de os ir tirar no prazo de oito dias da
data desto aonuiicin, e nao os tirando no dia marca-
do, passar a vend-tos para seu pagamento, licanio
deaonerado de qualquer responsahilidade. Kecife, 8
do marco de 1849. -- Manuel Ferreira do Santos..
Quem ptraunta Um homem rico pode meltcr no hospital dos laza-
ros urna fillia para ser tratada de graca e costa do
patrimonio so concedido aos pobie ? Q"em congen-
ie nislo, ser responsavel ?
' Perdeu-se, no dia 6 do corronte, urna rarteira
de marroquim rouxo, cnnlendo dentro 43,000 ris.
sendo duas cdulas de vinte.uma dedu.nulra de
mil ri, assim como um titulo de residencia com a
firma de Boi nardo Cerqneira Castro Monleiro : foi
perdida desde a ra da Guia al o Trapiche-Novui
qualquer pessoa que a liver adiado e a quizer resli -
luir, lera metade do importe, e no caso de niio que-
rer, ao menos faca entrega do titulo, visto nSo ser-
vir senlo a propria pessoa, no c irroio desta cidade,
com o nome cima nieucionado, ou no Alerro-da-
Ba-Visla, u. 66.
Para as pessoas que tcncio-
nam seguir via^Cin.
Na ruado Rangel, n. 9, conlinuam-se a tirar passa-
portes para dentro e fra do imperio, despacham-sc
escravos e corroui-se folhas. ludo com brevidado e
preco muito commodo, como se tem dado provas ha
oito anuos.
AOS SRS DE ENCE.MIO.
Na fundicilodos Sis Mesquita a Dulza na ra do
lli o o ha sempre em ser e por preco commodo um
poreflo de lijlos de logo, inglezas muito proprios
para asseotaint-ntos das taixas, por causa da sua
*' ande durabilidade e re-istenci de fogo por iliuitos
anuos.
- Deseja-se saber quem he o correspondente ou i
procurador do Sr. Miguel Joaquim f, zT, senhor do I
engenho Marragilo, para se Un: onlragar una en-
com meada.
Fahriea de Todos-os-Sanlos
Firmino Jos Flix da Roza, com escriptorio na
roa do Trapirhe, n. 44 avisa aos seos fregoe/es que
araba do rpceber ppla pseona furiosa novo sirti-
uicntO .6 fSceeme panno de SS::d.1:; onraiiQado
daquella fabrica ptimo para ensarcar assucar e
para "rniipa ile escravos. 0 annunei-nitc conta que,
alm da fazemla o desejo.de animar o desenvol-
vinn'iiio .le urna fabrica iiitpirampule nacional, pro-
mover o promnto consumo da sua receba.
No salina.lo de madrugada desaparecen, do sitio
ddSr. cnsul incb'Z na Gauunga urna canoa de
carreira pprtcnepnttfao lllm. Sr. Vianna, subdele-
Itado dos Afoga tos pintada por fra de encamado
e sem assento algum dentro; qualquer pessoa que a
adiar p entregar ao ilitoSr. Vfanua ou, no sitio do
dito cnsul receher a gralilicacflo do 20,000 ris.
Antonio da Costa Campos, Portuguez, relira-sc
para fia do imcorio.
~ Prccisa-se de urna ama : na ra do Rangel,
n.22.
Ouem precisar d um homem que rotando bem
de cozinha dirija-se a ra do ICncanlamento, ar-
IIIII .'oIII II. II.
--Manuel Antonio Fernandes, Portuguez, retira-
se para o Porto.
Troca-se um preto por preciso, que fielmen-
te d por dia 480 rs., por urna preta que saiha eu-
g.mimar liso com perfeifo e coziubar: mo se
ollian.lo paran idade : na ra da Madre-de-l)eos ,
venda n. 31.
O abaixo assignado faz ver aquellas pessoas que
teem penhoros em seu poder, hajam de os tirar al
o dia 20 do correte ; do contrario passar a ven-
dc-los para seu embolco sem responsabilidad
alguina. Joaquim ilarqun da Silva titilo.
Urna crinla forra propOe-se a opinar a coser a
pequeas pardas o pretas por modioo preco i na
roa eslreita de Rozario no primeiro sobrado da es-
quina, n II.
Francisco Domingos dos Santos, Porluguez, r
lira-sopara fi a do imperio.
--Antonio Jos dos SantoF, Portuguez, relira-se
para fia do imperio.
Quem precisar de urna ama para o servico inter-
no de urna casa, dirija-su ao Aterro-da-Boa-V'ista|,
Ti. 3.
--A firma de Cbrislopliere; Donal Isnn nesla pra-
ca'lica dissnlviila por mutuo cousentimento o a li-
quidaco contina no mesmo escriptorio dirigida
por o palmeno assigoaiite o o segundo abaixo as-
signado retira-se para Inglaterra, aondeso eucar-
rega de quali|Uer liquidacilo qm- houver a fazer. -
Becife, 6 de marco de 1849. Hy. Chrittophrn. -- J.
S. onnliion.
m
% Na gnloria de daguerrolypo do arlfsta Guilher-
% me Frederico Walter. na ra da Cadoia de S.- #
% Antonio, n. 26, lerceiro andar.jliram-se reir- gf
tos muito superiores,pela invencSu de Dagucr-
JP rer, tanto em fumo cmo coloridos, das 7 %
horas da manh3a as.", da larde; aflirmando-se
(^ e gaianiiiido-se tanto a durabilidade das c-
a> res, como a perfeita semelliauca.
? As pessoas qtie se dignarem favorccfi-lo diri- $
? jain-se a casa acuna mencionada.
? N. B. Advertc-se ao respeilavel publico que
% tem urna machina para tirar retratos das
ja criancas no espago de 15 segundos, o terSo lu-
t> gar das 10 horas as duas da larde.
?
i
-- Precisa-sc de um caixeiro de 12 a 14 anuos, que
tenha algum pralica de venda na ra Direila, ven-
da n. 18.
Oahaixo assignado como de presente nada dova
nesta praca e iieui fra della, por isso retira -se para
onde Ihe convier. Maxoel Jote Barbota Braga.
Precisa-se de um caixeiro : no palco de S.-Pe-
dro, venda n. I.
itiDANCA.
D. W. Baynon cirurgiio dentista parlieipa ao
respeilavel publico que inudoii a sua residencia la
rgadaCideade.S.-Antonio para ama doTrapiche--
.Novo n 14, dobairroTiu Recite, lerceiro andar,
anude contina a calcar e por denles arlificiacs e as
mais obras de sua proliss.lo.
Quem se julgar crelor da eilincta firma de
Brinco & Leite aprsenle suas contas no prazo de 8
das para seren pagas.
Aluga-M urna grande olaria na ra do Coto-
vello a primeira naasaiido o becco das Barrenas :
a tratar na ra (Ja Alegra n 34.
S. .los da Ag! ia.
O secretario da referida irmandade convida a lo-
dos os irmfos para que no dia 11 db correnta (olas
9 horas do dia se i .una m m mesa gcral, no con-
8 storio da mesma alim de se proceder a elcieflo dos
nieni11< qoe ilevem compr a mesa regeJora do au-
no de 1849 a 1850.
-Da-se 1:100,00 rs. a juros a um e meio por
cento sobre hypolheca ile propriedades nesla rida-
de : no pateo do Collegio, u. 6, se dir quem da.
-- l'recisa-s.'de una pessoa capaz para si'i'vn le
ama em una casa do pouca familia para o servico
de portas a dentro e que ue hador a sua conducta :
na ra .Nova, n. 41.
(I engenho de Tamalaiipe-de-Flores precisado
um destilador que enlenda perfeitainenio do scu
ollicio : a fallar com Narciso Jo. da Coala, no paleo
do ('.armo.
Jos Fsteves Vianna vai a Portugal tratar de
seus negocios.
Aluga-so o 1. andar do sobrado amarello da
ra Augusta : a tratar na na do Ainoriin, n. 15 : o
bem assim o sitio da estrada do Cordeiro, proprio
para qualquer negociante cslrangeiro, dousuulioa
sitios na loa da Casa-Forte, e ni campia, c varias
casas i equenas.
Aluga so a coelieira da rasa sita no largo da ma-
triz de s.-Antonio n 2 : a tratar na ra da Crin ,
ii. 40, ou na roa Huella n 29.
Na rua do Queimado, n. 14, segundo 'andar se
dir quem da liiiheiro a premio. Na mesilla casa
ndein-si: 9 relogios d uro, Corrente, tiancelins,
medalhas cordiies crucilixos brincos, argolaa,
pulseias, anneles, collar, botOes um palhdrode
prata sapatos ile lustro parasenhora a 1,600 rs ,
saija, setim, los, chales, mantea una colcha ada-
mascada e oulras fazendas por preco commodo,
para liquidacilo.
--Aloga-sea venda da esquina dama do Caldei-
reiro com armaijflo para ini.llia.lns por mdico
aluguel, a qual be ptima p.ra quem quizer princi-
piar : na praca da Independencia, livraria ns 6 e 8.
O coronel Bento Jos l.emenha Lias faz constar
a quem convier que esta disposlo a vender ou fazer
qualquer negocio sobre os bens e terrenos sitos na
Ireguezia de lina, comarca do Rio-FormoS", que Ihe
locaram por heranca de seu liuado sogro, o marque/
do Becife, dando preferencia aos rndenos que estao
no gozo .los ditos bens. Sao elles os segninles : a po-
voacflo do Abren com todos os sitios e terrenos an-
nexos, os engenlios Mangoinho, Agoa-I'iia, Pao-Fer-
ro, metade do engenho Bom-Jardim edeoutrosque
se levantaram lias mesillas trras, a propriedade Oa-
Olfelrit metade da propriedade Sau-Jose-da-Coroa-
Graodi! e metailo das Ierras da povoaclo dos Barrei-
ros. Tam bem se negocia o bem conhecido engenho
Jurissaea, sito lias varzeas do Cabo, nioenle corrente,
com escravos, bois e ludo o que Ihe perlonce. A con-
tratar com o mencionado coronel nesla praca, na
rua do Seve.
Lotera do Ihcatro publico.
Nilo obstante a morosidade que tem bavido oa ven-
da dos hilhetes da ultima terca parte da 18.' lotera,
todava o Ihesoureiro, desojoso do fazer andar as res-
pectivas rodas o mais breve posiivel, convida ero-
ga aos amadores .leste jogo que seapressem a com-
prar o r-sto dos hilhetes qoe existom.
100,000 ris de gratilicacilo a quem dcscobrir
dous escravos follados do U.eiro ua resillado de
Franca i Irmlo, na praia de S.-Rita, na n.ile de
iioarta-feira 21 do enfrento fevcre.ro,. ambos de na-
no Benguela, e meio buca.s, com osseguintessi-
M .noel, alto, magro, rosto redondo e pe.iu.-
i___I
altura, rnglo sobreoconprido, tsta larga earram-
>.la, pjs grandes. !.. ozclos inrhaoos, v .re
Listante salomo, falla um | once fanhosa. n i.ra-
s-nta 35 annos de ida.lo: lambem foi fee*nn 10-ncnsdia, levou vestido camisa de al-.....'l''0
r'jcaile* cale de algov.o azul: quem os Ptr*-
hender, ou telies l. ntUcia certa, rrcelwra U.Ojf
riada gratificacilo, na rui de S -Hita, n. 85.
II0.MOF.OPATIIIA.
As lirxiins eslilo assolando ha lempo, econti-
nuam a assnlar osla capital; poneos silo os que se
leuiliram de recorrer a homoconatllia, quando olla
tem om si o u'iico verdadeiro especifico contra este
terrivel fl-gello.
No periodo da nvsto. faz abortar ranidamantc
as liexigas de peior carcter, impe lefor^nar-so me-
la-lase no pescc,o anp.reeerem sdltriinootos gas-
trico, losse o muquidlo, catarrlio, salivaefio, diar-
rhea, esc. Finalmente, he o antidoto d st ramo de
peslp, lauto no penlo febril e eruntivo como no
la ma lureza e dececaco. l'ernambuco, 8 de mar-
co de 1849.
J TI Coan ova,
Medico francez.
1
i
11 mu (i'upa tliia.
i
Primeiro cnnsultnrio Rratuilo para os pobres
? na roa .laCadeia de S.-Aulonin, n 22, dirig- *JJ>
f> do p.-loSr. J. B. Casanova medico francez. fJJJ
# Esto consultorio estar aberto desde as 9 lio- (fi
receber.lo consultas c remedios gratuitamen- ifl>
4) te: apresentaiulo um atlesladode pobreza de 'f
% seus vigarios, ou mesmo de outro qualquer *>
sacerdote.
DENTISTA.
M. S. Miwson, cirurgiflo dentista, tondo-se do re-
tirar breve para Ingltrra, offerece o seu prestimo
ao respcitavel publico desta eidade, durante o curto
espaco de lempo quo ainda tem de se demorar, em
liianto arranja os preparativos de sua viagein ; ad-
verlindoque ser nrausaval oin servir bem a to las
as pessoas que sequizerein iililisar ilc sua arle, que
far a'tempo, o lambem com commodidade nos pre-
cos; pdem'-o procurar em casa do sua residencia,
na rua Nova, n. 21, 1." andar.
A^enciit de passaporles.
Na rua do Collegio, n. 10, eno Aterro-da-Boa-Vis
la tojas ns 48 c 78, continuam-so a tirar passapor-
les tanto para denirocomo para fra do imperio ,
assim como despacham-se escravos, ludo com hre-
vidade.
Cimnpr.s.
K
nacs
no, ari.l'g'1', pe-, e nios pequeos, Candas finas,
representa 25 anuos do idade, levou vestido camisa
e calca de i lacado de algodilozinbo, foi vaccinado lia
poucos das; e Joo, lambe'.u alto, porui meiios
que o oulro, grosaura do corpo correspondente ba
Cnmpram-se tres mil pitacoes brasileiros ate
2,020 rs. : na pracido 'iminereio, armazem do Sr.
Palmcira a tratar rom E luardo Das Braga.
Compra-se um cavallo novo sem achaques, e
com nlguns andares : na praca da Independencia ,
n. 19.
- Compra-so urna negrinhi de 6 a 10 annos c um
molequo da mesn.a idade, isto pa>a urna eucum-
menda : na ru larga do Rozarlo, n 35.
Compiam-se barris vasios de todos os tama-
itos: na praca lo Commercio,n, 2, primeiro
an lar.
Comprase urna pserav moca quo saiha en-
goinma. e sirva para lodo o servico de urna casa : na
rua do Calinga n. 9, lerceiro andar.
Compra-so urna esciava moca com habilida-
des, principalmente de rozinhe ngoniuiado. pte-
ferifido-se recnlhida : pagase bem na praca do
Coinmrrcio n. 2, primeiio andar.
Compra-so una uu dms canoas decarreira, em
meio uso, esendo por proco commodo : na rua da
Concordia, a fallar com Manuel I irinino Ferreira.
Vendas.
Vendem-sc pastas milito boas, a 160 rs. a li-
bra: ni venda da esquina quo entra para a Cani-
boa-do-Carmo.
Vendc-se o Tratado das Accoespor
Mello Freir, traduccao do Dr. Ilegueira
(^osta, a 3,oo rs. cada volunte : na rua
doCol'iig, loja n. i8.
Vendc-se is trastes fecuinles : um loar de
amarel, do bordar, urna cartela de amarello de
una si'i f..ce; cadeiras, sof, mesa do meio desala,
jogos de bancas, toucador, todo dr Jacaranda; cadei-
ras, sof, mesa de meio do sala, tudo de pao d'olho ;
e mis diversos trastas, ludo por preco mudo com-
modo; lamheni se vende um moleque, com piinci;
pi de ollicio de marconeifO, idade de 12 paia 13
muios : na rua da Cadoia de S -Antonio, loja de
trastes, de Antonio Teixeira dos Santos n. 19.
\ en.I. ni -se saCc S de faiillha de man i !;', do
Rio-de-Janeiro, mullo lina : na rua Diruua, n 69.
Vendc-se familia tic mandioca, de
inulto superior qual'nlade : a bordo do
patacho Conceico, fundiailo cm frente
do caes do Colicgio ; assim como tam-
Ijciii se vndenos arniazcnsilocaes da \l-
fandcg4 por preco muito commodo : tra-
ta-se o boi do do mesmo patacho, ou com
Novaes & Compinhia, na rua do Trapi-
che, n. 34.
Vende-sr, para se liquidar urna coula um pe-
queo sillo : taiiihoin se dar da graca por algum
lempo a alguma'pessoa para botar sentido. A elle,
que se'faia todo o negocio. Na rua do Pires, n. 19.
-- Veiidem-aequeijos prato ltimamente chega-
dos : no armazem junto ao arco da Conceico, n.64.
Venle-se firinlia de mandioca mui-
to superior por preco commodo : a bordo
do p.ticho SSalixdade, chegadode San-
ta- Catliirina, liindlado no caes do Cile-
ffio ; assim como tambem se vende nos
aniMzens do caes di Alfjndega : liata-se
a bordo ou com Novaes Sr Companhia,
na 1 na do Trapiche, n. i'\.
-
Mi


J
s=*
-<&
-- Vonilem-se nos Arrnmhalns as madpiras so-
gninles: travs de _>.> a 44,enohameis .le 22 n 36. al-
tos, n.flris travessas de25 a 30 ditos i todas estas
ni.oirs silo do primcira qualiJade, por prego com-
modo.
. . nde-se urna escrAva p-npa, do bonita figura ,
que rr>7in|mf tanto ilo torno como de OgMof um
mu t .iba do 7 a 8annos muilo linda, e que lem
principio* do costura na ra do Fugo, n. 23, se di-
r qu<'i vende.
Vende-se fumo em fitina para rharutns po'
prego rommodo : no rm7om 'le Joaquim Flix da
Roza na rua da Madre-de-Doos.
Vende-se superior potasa em harria pequeos,
desembrcala ha poucosdias ; bem como tres har-
neas .le tabaco em | : tudo por prego commodo :
o caes da Alfandega, arroazem de ias Ferreira.
Aos a man tes ca boa pilada
se nffereee o rap Novo-Lisboa, no seu deposito da
rua larga do Rozario, n. 24.
Vendem-se semeas em sacras muito grandes ,
4,500 rs.: na rua da Madre-de-Deos, armazem de
"cenle Ferreira da Costa.
Vendo-se urna escrava da Costa, do 25 annns,
enm nma cria de 14 mezos e quo lava e cozinha o
diario do urna casa ; urna neurinha de bonita fisu-
ra, do finimos : na ruado Crespo, n. t2, se dir
qncni vendo.
Na loja de Guerra Silva & Compendia na rua
Nova so aeli.-iin hymnos patriticos de todas as na-
g>s methodos de Rodolpho, lindos duelos das se-
guinies leltras:
Quando o ciume combato
No coragilo do quoin ama
O que Taza vil intriga
He accender mais a chama.
Vcndp-se urna prol crinub de,30 nnnns pnuco
mais ou monos qMP lava do sah.lo, cozinha alguma
rousa cose chlo e faz todo o mais servido de nma
casa : vendo-so por sen s^nhor relirsr-se" para fra
provincia : na rua da Mo la, n. 19, segundo -an-
dar.
Vendem-se riscf'linhos azuos e encarnados.
proprii para roupas do inoninos e prolas a 100 o
180rs. ocovado; ehitislimpas a 120, 140', 160 a
120 rs. o eovado; lionas grnssas a troza violos a
'loarla; di'as finas a 320 rs. ; pecas dn madapnlflo
largo a 2,800 o 3 200 rs e va reja lo a 7 e 8 violos ;
longos do cambraia com barra de retroz muito fl-
nos a 240 rs.; hrim branco trincado de linbo, a 320
rs. a vara ; hretanhaMc algmlilo a ISO e 20 rs.; sus
pensorios de borracha a 320 rs.: na rua do Passein,
loja n. 17.
Venciom-se quoijos londrino os mais frescaes
que lia no morcado ; massas finas a 320 rs. a libra ;
chocolate >io canella, lino a de IJ-boa; latas com sar-
'i i olas ; azoito doce lino,'- por prego commodo; na
rua da Cruz, n. 62.
Vinlio barato.
rua da Madre-de-Deos,
Acha-se estahelecido na
n. 36 um armazem de
Menina voce nilo qner
Iiinheiro para gastar?
Bem sabe que com palavras
Nada se pode arranjar.
Assim commo arias, cavatinas ,eangoes com par-
tes ja liradas para grande e pequea orchpstra,msi-
cas para dramas e largas, a 5,000 rs. cola pega de
msica, lauto arias Como duelos tercetos, hym-
nos, etc o queso vera do catlialogo que se pre-
sentis aos compradores.
Na luja de forragen* junto ao arco da Concoi-
elo, defionte da botica rpmlom-.se famosos can-
dieiros do gaz, gran tese pequeo* por prego mui-
to commodo ; urna rede do Maranhflo avaramlada,
e que lanibein serve para tipoia do linda* cores ,
por prego commodo.
Na roa dasCruzes n. 22, segundo andar ven-
deni-so 5 esclavas, sendo : 3 negrotas do 16 a 18 an-
nns com nl^umas habilidades ; 2 prelas de 35 a 40
anuos que siio quitandeims.
Fcijao ni"l tlinho
o mais superior pnssivol, novo e sem macula : no
ai iiia/riii de Francisco Ilias Ferieir, no raes da Al-
fj:*.:!*^- S irprn lasnaVel i- rtiiwju ^2!- 2 "'JO!!! !?-
varosconi|ietcntes cobres.
Vinhos da Figneira,
do ptima qonlidade, a prego de 1,200 rs. a caada,
o a 160 rs a garrafa ; e para nlo baver dolo do eom-
orador serflo lacradas as garrafas o com rotulo, re-
cobondo-sa a garrafa vasia, e dandn-sa inmediata-
mente a outra ebeia lamhom ha birria muito pe-
queos proorios para quom passa a festa. O pro-
pietario doste estabelecimento pede encarecida-
mente que se nflo illudam avahando, pelo diminuto
prego e sem conhocimento de causa a qualidailo de
sua fazonda digna por corto da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Elle conta que quem
in ia vez provqr, continuar comgosto e sem arre-
pt idimento. Eo bom preco !! .' A todo o exposto
accresce o asseio o boro acondicionamonto o que
tudo so rodera verificar em dito estabelecimento.
Vende-so um oavallo rugn-pombo, que est gor-
do e lom bous andares, sellado e prompto ; urna
marque/a de amarello, quasi nova vende-so por seu
dono retirar-so para lora do imperio: na rua Nova,
n. 56.
Vrndc-.scsola, couros curtidos, lamanens. sa-
patos bonetes do panno (no para homem : lirio
por prego commodo tanto a retalhn como em por-
g/Jo na rua do l.ivranenlo na entrada do boceo
do l'adi junto ao nicho, primeira o segunda Iojas
de urna so poita, de Jos de l'aiva Ferreira Jnior.
l'UHo VINHO DA FIGUfilBA.
Existe no armazem de molhados, airas do Cnr-
po Sanio n. 66 urna grande porg.lo doste genui-
no vinho que se esta veudemlo pelo diminuto pre-
go de 1,120 rs acunada o a 160 rs. a garrafa ; lam-
ben! ha em pipas que se vender mais om conta : he
este o melhnr de lodos os vinhos que se teem an-
nunciado pola sua simplicidado e ptimo paladar :
ijin ... 7w VCZ 0 "- "'i 1'im-i.i i-' i*ta*u QQ CG.
prar.
Vendo-so cal virgem de Lisboa de superior
qualidado em barri* > moz pelo brizne Maria-Jnt : a tratar na rua do
llriim armazem de Antonio Augusto da Fonscca ,
nu na rua do Vigano, n. 19.
soda novas ; longos de tnds as qunli da les; grnyatas;
aventaos ; rnup fella ; perfumaras o papel. Dirigir-
se a rua da S>nz*lla-Velha, n. 112, lerceiro andar.
FAREI.0 EM SACCAS DE 90 LIBRAS :
vende-se no arm7om de Vicente Fereira da Costa
na rua da Madre-de-Deos, a 3,500 rs.
Vende-se a verdadeira potassa da
Russia, desembarcada hontem, por pre-
co muito rasoavel, vista de sua muilo
superiorqnalidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e rua da Cadeia, n. 3J.
N0VIDADE.
Acaba do ehegr do l'ara pelo patacho Jotephina
um expeliente peix-- denominado l'irarucl.o qual lio
supoiinrno bacallio alm de quo nilo lem espi-
nhas vcodo-se na rua da Modre-iie-Deos armazem
n. 9, a 2,560rs. a arroba. IVde-se ao publico man-
de a elle, nao so par* experimentar e avaliar o que
lie bom, romo para dar um in-pulsoa umn industria
iiiteirainenie nacional, de que pode o paiz tirar um
lioni resultado.
Eduardo Dias Braga, leudo de rclirar-se para a
Europa resolveu vender todas as soas proprieda-,
des, sendo om grande sitio na estrada de Jofln-de-' m,"to pronrto para saceos de assucar e roupa de es-
llanos 3 sobrados do dnus andares silos na rua'eraros: vendo so om casa de N. O. Biober & Com-
Alffo.dao trancado da fabrica
de Todos-os-San tos da
Uali a ,
d:i Ciuz, e 4 casas terreas na rua do C-l leireiro : os
1 1 ei.-o leiiies dirijam-se praga do Commcicio, ar-
mazem do Sr Palmcira a tratar com o mesmo.
AOS AMANTES DA BOA I-INGA.
Eduardo Dias Braga lem para vender urna porgio
dccaixas com vinho do Porto, engarrafado, por
prego commodo vislo ter de liquidar corlas ronlas:
na praga do Commercio armazem do Sr. I'almeira.
Vendeni-se 12 inolecoles de bonitas figuras, por
prego milito commodo visto o dono ter de reinar-
so 1 ara a Europa : na praga do Commercio arma-
zem dn Sr. I'almeira, a tratar cun Eduardo Dias Bra-
ga, a qualqucr hora do dia.
-Vende-se surja de seda hospanhola, muilo boa
para vestidos | rotos, pelo commodo prego do sele
patacas o rotado : na rua da Cruz, n. II, piimeiro
andar.
TIH'LOS DEMARMORE.
lose Saporili vende lijlos do uianimie azues o
branco*, por prego commodo: na rua da Cruz,
11.I8.
LUNAS CRL'AS DE I.INIIO.
Jos Saporili vende lonas rruas.de linho da lar-
pura das da Bussia, 1 or prego commodo ; na rua da
Cruz, n. 18.
Vpvde-se urna prrta ptima engommadeira,
cozinheira, cus m en a c lavad-'ia : o motivo por quo
se vende se dir ao comprador : diTronte do thealio
vellin 11, 16, segundo andar.
Vende-se urna mobilia mo lerna em meio uso,
1 -oiislanle ile radeiras si>,,lia um jugo de bancas,
urna nirsa do meio sala por baiulissimo prego ,
urna riquissima cama francoza a mais rica que t--m
iqni se visto, cainda nao seivida, de Jacaranda ,
um excellenle guarda-livros com sua baiira,uui
ptimo guarda lonpa : na rua da Cadeia do Recife,
n. 51, segundo andar.
Vende-se I'.h mi.a de mandioca muito superior,
por prego commodo : a bordo da escuna S.-Cru* ,
ancorada em frente do trapicnedo algo.lflo.
Vende-se, poi sen dono retirar-se dosta pro-
vincia, um preto de nariio, iioprio para ludo o
servigo al de mar menos de guveruir por agulha:
na rua Augusta, n 2, segundo amlar.
- Veotie-se uip prelo de uago proprio para lo-
do o servigo por prego commodo: na rua das Flo-
res, 11 19.
Vendem-se 3seravos muito bons tendo um
delles principios de alfaite equesSo proprios pa-
ra o servigo de engolillo: na rua do 'trapiche, n.
34, Casa lio Novaos & C.
Na rua da Cruz armazem n. 33, vende-se cal
vir superior. chegada ulinnameiilo pelo brigue No-
va-Vencedor de l.isl-rta, por prego mais em contado
i|iia em outra qualquor parle.
Veniloiii-se Casaos de ponidos :nuitn bons bate-
dore* gran-Us e bnuitos a 1,000 rs. cada um ; bem
como dou casaes de legtimos pombo* mariolas ,
taipbcm muito glandes e bonitos, a- 2,(;00 rs. cada
casal: na rua da Florentina, n. 16.
paiilna 11a rua da Cruz, n. 4.
CHA* BRASII.EIRO.
Vendo-se.on armazem de'molhados atrs do
Corpo-Sanlo, n. 66, o mais excedente cha prnduzi-
do em S.-Paulo, quo tom vindo a este mercado ,
por prego muito commodo.
Presuntos.
Vcndom-se superiores presuntos inelezes para
fiambre ehegndos no ultimo navio: no armazem
do llraguez ao pe do arco da Conceiglo.
Tai xas para engonho.
Na foniliclo do forro da rua do Brum acha-se a
venda um completo sorlimenlo de laixas de 4 a 8
palmos de borra, por prego commodo, e com promp-
lidio ombarea-sfl. ou carrega-se ern carros sem dcs-
pezas ao comprador.
Vende m-se rellins inglezft e cantas
deTerro : na rua da Senzalla-nova, n. 4^-
Afiducia da fundicao
Low-lloor, rua da 8enzalla-
nnva, n. 42.
Neste cslaLelecimento contina a ha-
ver um completo sorliinento de nioenias
e meias moendas, pora engenho; ma-
chinas de vapor,e lachas de Ierro Latido e
ro'.xlo, de todos os tamaitos, pata dito.
Ferro
do Indas as qualidades e dimensOes, em barra, ver-
galhio, vergiiinha, arcos e chapa, por prego com
modo : na rua da Madrc-de-llcus, armazem n. 26.
Calyxlo.
Ven homom e menino ; sapatos do maroquim francoz,
por prego mais da i ato do quo em outra qualquer
parto : na rua lilrga do Rozario, n. 24.
Na rua do Crespo loja de 4 portas n. 12, ven-
dem-se chapeos de caslor pretos, de muito boa qua-
I ida.le ,a 4,400 rs.
Neicadartnt a vender em gromo e a relalho.
Chapeos do sol, de seda, i icos e siuiplos, para ho-
mem o senliora ; sa| atos para senbora ; bicos pretos
ebrancos: chapos do pabia j fitas; lloies; mante-
letes; chales ; robes de b^regec dcoulras fazendss;
bejouterias; meias de todas as quslidades ; luyas de
lladeira de pinito.
Na rua de Appollo, pegado ao armazem do Sr.
Mbtta ha um novo armazem com msdeira de pi-
nito da molhor qualidado que tem vindo a este mer-
cado e serrado de tenias as grossuras e comprimen-
tos : vende-se pelo menor prego que he possivel.
Taboado de pinito da Suecia,
de 10 a 55 palmos
dccomprimenlo omelhor que tem chegado a este
mercado, em razilo do se poder envernizarem qual-
qnorodra por nilo ter nos e ser muilo alvo son-
do cOslado, costadinho, assoalho, forro e para fun-
dos de barricas : vende-se a prego que o comprador
far todo o negocio: atrs do theatro, armazem de
loaquim Lopes de Almeida.
Charutos da Baha.
Vendom-se os melborcs charutos ebegados ha
pouco da Rabia bom como cavalleiros, cagadores,
ele., em pequeas e grandes porgOes por prego
muilo em conta : na rua do Trapiche-Novo, arma-
zem de Jolo Dawsley & C.
No armazem de A. J. Corbett, n. 48, na ruada
Cadeia dn Recife, basempre urna porgilo de Cham-
panha dos clebres autores l.onson & Companhia ,
lauto om garrafas como em meias ditas, a 25,000 rs.
a duzia, garantida.
Til hondo de pinito.
Vendem-se taboas de pinito no
Forle-do-Maltos armazem do Vianna e
no armazem do Machado, na rua de
Apollo, junio ao porlo vellio das canoas,
o os molhores pranchocs, costados, costadinhos e ta-
imas do todas as grossuras e comprimenlos por to-
do o prego.
mBt &.& mm mm ss:g 3i:e mm a:m s:
.35 Cera em velas. ^
? Vende-sena rua doVigario, n. 19,
( segundo andar, caixas com cera em
5B velas f.ibricadas no Hio-de-Janeiro,
) em timadas mellioies (aLricas, sor-
{ lidas ao gosto do comprador, e por
Y preco mais bnrato do que em outra
Vende-se urna pserava moca do nagflo Cos
enm urna cria mulatinha de poucos mezo* : na rua
dSen7lla-Velha n. 54.
Vendcm-so 3 lindos moloques do 13 a 18 an-
nos ; 4 pardas de 16 a 25 anuo*'; J pretos do25 an-
nns; umapardinha de 16 annns ; 4 prolsil do 12 a*
20annos ,ton''o algnmas de'las habilidades ; u(na
neurinha de 10anuos ; um moloque do (o annns :
na rua do Collegio n. 3, segundo andar, se dir
quem vende.
J qualquer paite.
n
i
8
i
n
a
1
5e BV.& g::g :g s::e S6BH0 BsmM &:
~ Vende-so um habito de Chnsto para casica ,
com cruz do rnbim e lago pequeo do diamantes i
urna cama grande de Jacaranda, com imbutidos,
quasi nova por ter tido pouco uso : na travessa do
Carino, n 1, segundo andar. Ma niesma casa bor-
da-so de ourn c pratl qualquer obra de seda com
perfeicSo e prego commodo.
Vendem-se taboas america*
uas at#5 palmos de largura
o de todos o* comprimenlos.quo ha muilolempo nflo
loem vindo e os fre(!uezpscxppri dcsla cxcell nlo qualidado. A ellas que sAo pouens e
toprego be barato. Atrs do theatro, armazem jan-
Oj a mar, de Joaquim Lopes de Almeida.
N O V 11) A I) E.
Verde .linho. .
No armaznm da rua da Madre-de-Deos, n. 36 aca-
ba do obelar ( para expeculaglo ) pelo briguo Ven-
tuia-leli; reeenlemenle chegado do P-rlo, ornis
excellenle vinho verde, pura os Binantes se refres-
caren! enm osle gle : mandem a elle, emquanlose
nlo acaba, por ser nma s pipa ; e para nilo escanda-
llar os amigos c freguezes nflo se altera o prego
de 160 rs. por garrafa
--' Vendem-so saccas com muito bom milho e
estas muilo (randes a 4,500 rs. cada sacca : na tra-
vessa da Madre-de-Deos, venda nova de Antonio J.
Ramos.
CHITAS ESCAHLATES, X 240 RS. O COVADO
Na rua do l.iviamento, 11. 14, vendem-se chitas es-
carales, pelo diminuto proco dedozo viutens o eo-
vado ; h-ngns de o 3o com bico as ponas a *80
rs .e ouiras mu i las chitas a novo vintn* o eo-
vado.
Vende-se folda de Flandrossorlida da molhor
qnalidade possivel, em porgilo grande e pequea :
na praga do Corpo-Santo 11. II casa de Me. Cal-
monl & Cnmpaiibia.
-- Vende-se urna escrava de 14 a 16 annos, de bo-
nila figura sem vicios ncin'achaques : na rua For-
mosa, penltima rasa, a direita.
Vemie-se urna ptima prcta.perleila engom-
madeira e cozinheira : o motivo por que se vende so
dii ao comprador: na praga da Boa-vista venda
n. 13.
--Na rua da Cruz, armazem o. 33, vondom-se pea-
nas de en-a, chapeo* Je palha cera de carnauba e
sola, por prego cmodo para liquidagilo de cuntas.
-- Vende-se urna preta cnnula, de bonita ngura ,
moga, si dia bstanle diligente, e quo lava e coso ;
una cabritilla de 12 anuos, muilo propria para lodo
o servigo de urna casa : na rua Nova, n. 50, segun-
do andar.
Vende-se um forte e pouco usado cabriolet, por
280,000 rs : na rua da Roda, cocheira do Miuuel.
Vendem-se mil e quindenios patacOes brasiloi-
rosehespanhes, a 2,000r*.: quem pretender an-
uiiurie.
A EI.I.ES, FRECUEZES.
Conl inuam-se s vender chapeos de palha da Italia,
muito bem feitos, pelo barate prego de 1,280 rs. :
nis Cinco-I'oulas, n, 82, e na roa da l'raia, n. 74.
Vende-se sarji de seda hespa-
nliol.'i, muito superior; setim de
Mac. o proprio para vestidosiV8 te
i nlio pretos, bordados a seda; meias
pretas de seda de peso; panno pre-
to muito fino e prova de limSo;
casimira preta elstica ; sarja de
list ras, setim proprio de collete; as-
sim como outrd|pta8 iazendas
finas, proprias pan a quaresma :
tudo mais barato do que em outra
qualquer parte : na loja de Jos
Moreira Lopes & Companhia, rua
do Queimado, quatro eantos, ca-
sa amarella, n. 09,
Vende-se ca? virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em' barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na rua do Trapiche, arma-
zem i) I7.
No Alerro-da-Boa-Vista loja n. 78 vendem-
se sspalfles grossos a 1,000 rs. o par : ditos do Ara-
caly a 1.001) e 1,280 rs.; sapatos de lustro para e-
nhora a 2 800 rs.; ditos para meninas a 1,920 rs.
ditos de cordovio, a 1,280 rs. ; botins para homem ,
a 3,000 e 5,000 rs. o par ; sapalos de sola e vira a
2,000 rs. ; liados de maileira envemizados dn varios
1 ainaolios e pregos :bonetes riscados a 280 rs. rada
um ditos para inoninos a 800 rs. ; ditos de nwr-
loquim prelo para humein / a 2,500 rs. cada um ;
ditos de merino, para criangas ,a 3,500 rs.
Cig-iirrilhosdc palha de nilho:
venilem-so unicamenlo nn armazem de molhados
atrs dn Corpo-Sanlo, n. 66.
Vende-se a vendada rua doApolIn, n. 81. com
poucos fundos : quem a pretender, dirija-se a roa da
Madre-de-Deos, tratar com Vicente Ferreira di
Costa.
Nn deposito de Me. Calmonl & Companhia, ni
rua de Apollo, armazem n. 6, acha-se cojiaialile-
mente grande snrlimento de ferragens ingieras para
engenhos do assircar, corro sejam : laixas de ferro
rondo do dilTereiile* modelos, os mais modernos;
ditas de ferro balido ; moendas de forro do mode-
lo adoptado, para armar em madeira ; ditas Indas
de ferro, tanto para agoa como para animaes; ma-
chinas do vapor de Torga de quatro cavados o de al-
ta presslo o mala moderno e simples que he possi-
vel ; repartideras ; espumadeiras ; resrriadeiras de
ferro estanbado; formas de ferro: ludo por prego
commodo.
Vende-se urna esciava de nagflo, moga-: ao
comprador se dir o motivo por quo se vendo: na
rua da Cadeia do Recife, escriplont do corretor Oli-
veira.
-- Na padaria da rua da Guia, no Recife haver
todos os dias a venda o novo pilo de Provenga fa-
bricado 1 or mili o modo que o actual e da molhor
farinha que ha no mercado : por este motivo nSo se
pode fa>er senao a 40, 80 e 1.60 rs.
Vende-se ago'ardente de Franga, verdideiro
cognac, de qnalidade muilo superior, em caixas do
una duzia ; barri* do oilo em pipa com vinho de
ilaiil, como nao cosluma vir c ; una poigfio de
charutos de llavana, verdadeiros : na rua da Allan-
dega-V'elha, o. 5.
PRELO
em saccas muito grandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
"o armazem do Braguez ao pe Jo arco da Conceiglo
Farelo,
em barricas a 4,000 rs. ; saccas grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas, a 2,800 rs : no armazem de i.
). Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 3.
l'olassa.
Desembarcou ha poucos dias urna por-
?5o de harrh pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham venda,
por preco mais barato do que ultima-
menle se venda, na rua da Cadeia-Velhs,
armazem de Bollar & Uliveira, n. 12.
\
iSMSL...'
Escravos Fgidos
~ Tugio em Janeiro prximo tasando um molc-
que cabra do nomo f,audi-ncio lovou camisa e cc-
roiilasdealgodilozinho bonele de nrelo de panno
azul e branco ; representa ter 15 a 16 ann*, com ri-
rati iz-'S de bexigas inda mui visivel e car redon-
da : quem o pegar leve-o a rua do Queimado, n. 27.
Auscnlou-sn, da casa do abaixo assignado um
Africano de uoHe llanoel, no da 3 do couenlo de
9 annos pnuco mis ou menos falla j muito expli-
cado olbos grandes c um pouco ahotoados par f-
r* um tanto cambado do* pos ; cosluma trucar O
nome para ti do Joo ; levou camisa de algulio trin-
gado com lislrasazueae caigas da niesma fazSnd :
quem o pegar leve-o a rua do Apollo, n te. j
Ji l'edro Ke0.
YCIN NTTI. UlM.f. Vi FAHIA.---l*9