Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10008


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Full Text
Anuo XXV.
Ter$a-ei.ra -6
, 0 D/4B/0|>ubllei-setod'>ojdf|neno
|f >reiu le guarda. O prerjo da asilfcnaMra lie
I 41000 rs pirquartej, pigoi i li m ilot. Os
|:i iiniiiciii-t dos asiigniutci^ao inseridos
rasao de 20 rs.jim- linha, 40 rs. un trpo dlf-
I|-, 1,-ntf, cas fnelleijej pela inetyle. 0< nao
lassignantfM > 'arao 80 rs. por linha e 160 rs.
I ein irpodlllerenlc, por cada publioacSo.
PIUSF.SDA LA NO MEZ OF. MARCO.
Cresceme. a l,4s B.horaae 43 un. da lara.
I La chela, a 8. as 10 huras e 42 mlu- "'":
Mlog.iautc.a I6. 10 barata 19 I.U. nova, a 24. i. 11 hora.*46...la.d.wh.
Lrescenle, a 3!, s 4 horas e35.uln.da manb.
PARTIDA DOS COKREIOS.
Golanna c Par.hiba, s seas, e sciUs-felras.
Riu-G -do-liarle, quintasfeiras ao meio-.lU.
Cabo. Serlnl.Sein, Rio-Formoso, Porto-Calvo
Macelo, no I. a 11 e 21 de cada n.cz.
Garanhum e Bonito, a 8 e 23.
Iloa-Vista e Flores, a 13 e 28..
Tictorla, sqnintas-felrai.
Ol.nda, todos os das.
PEAMAR DE HOJE.
Prluielra, 2 horas e 6 minutos da tard.
Segunda, as 2 horas e 3o minutos da i.ianh.
de Marco de 1849.
N. .
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Theopbllo. And. do J. do*
orph.,doJ. doclveledo J. M. da2. v.
6 Terca. S. Olegarl >. And. doJ.doc. da 1.
v. e do J. de pai do 2. dlst. de t.
1 Quarla. S, Tiloma de Aquino. Aud.doJ.
do c.da 2. v. e do J. de paz do 2. dist. de t.
8 Quinta. S. Joo de Dos. Aud. do J. dos
Arph.e do J. al. da I. v.
9 Sexta.Francisca Romana. Aud.doJ. do
civ. e do J. de pai do I. aisl. de I.
10 Sabbado. S. Mllltao. Aul. do J. do o.
da I. v. e do J. de paz do 2. dlst. de t.
11 Domingo. S. Candido.
CAMBIOS NO DA 4 DE MARCO.
Sobre Londres a 27 d. por I/000 rt. a(0 diai.
> Pars
Lisboa 108 por cenlo de premio.
j Rio-de-Janeiro ao par.
Dr-sc. de lett. de boas firmii a I'A % ao rae i.
Acedes da comp. de Beberlbe. a 50/ rs. ao p.
O uro.Olivas hcspanholas. 30/TXiO a 3'i/VM)
Moldas de 67*00 v. i7f.m a 1750P
de 6/400 n. J6f200 a l>4(H'
de4/00.... 9/200 a 9/40
Prald--Pataches branileiros
> Pesos columnarjos.
Ditos mexicanos.....
1/070 a
l/WO a
1/900 a
1/bOO
1/990
1/920
IARIO
PARTE OFFICIAl.
pe-r
MINISTERIO DA. FAZENDA.
[EXTRACTOrOEXPEDIENTE DODIA7DEFEVEREinO.
Ao inspector da ihesonraria de Minas-Ceraes, rea-
r-ndendo As segumos duti.la que Pie?infiisnlado
I pobre a verdedrira intellipeneia do 22 do art 9." da
le > Wdo outubrode1848. que reduzm o imposto
J da si7 a 6 por cenlo pagaveis A vista primeira, sa
'o tnposlo de6 porrento se entende indistlnclarneri-
r* i respeilo de todBs a venda anteriores a citada
llei: secunda, se as lettras de sza passadas A razflode
110 por cenlp. querendo oa devedores remi-las antes
Ideseu vencimento, estilo no meamo caao dos 6 por
cenlo: e lercelra, se ce apresentar qualquer-titulo
com estpulacflo de pagamentos annuos deve eligir-
te iodo o imposto A viata, ou tom lugar passarem-se
ultra, em que rezno: declara, quanto A primeira,
Mue nflo lendoa le elTcilo retroactivo, nao lie pos-
fivel que a disposiqflo da lei novissima. se entenda a
Bspeilo de conlractos que foram feilos anteriormen-
eem virtu.ledalcgslacflo que ale enlflo regula-
la quanto Asegunda, que pela mesma razio nao
odm as letlras passsdas em virtu le de contractos
Interiores snffrer alleracilo alguma : e quanto a ter-
oir, finalmente, quo, determinando a lei que seja
j imposto pago a vista, he claro que nflo deve servir
le embarace o fado de se cstipularem nos contrac-
fcis os pagamentos a prazos para que delxe de ter hi-
lar o pagamento na razflo de 6 por cenlo, corres-
ondenle a importancia total dos mesmoscontractos.
DA 9.
Ao cnsul geral do Brasil em Inglaterra, res pon-
Jemlo ao seu nllicio dirigido ao ministerio de es-
frangeirr.s em 31 de janriro do anno iludo,, que 0 fi-
nal do artigo 158 do rogulamonlo das alfandegas re-
olvn aduvida suscitada no dito oflicio, porque exi-
ke que os certificadas Je laslro sejam passados da
ne.ima forma o com *s mesmas solemnidades dos
nanifextos, entre as qoaes silo essenciaeg a de ser
tscripto om duplicata, e vir urna das vas fechada e
Bii.l.Tccadii ao inspector da alfandega. E como na
roiiformidadedoailigo 152 do dito rugulamento sao
ds cnsules obrigadns a reparar o prejuizo causado
pela sua omissio a tal respeilo, cumpre que indem-
aise na capitfles de navios, que (ver despachado com
ima s via de certificado de lastro, das multas que
liv.Te.n pago por essa falta. hemetleu-se copia
[desie- oflicio ao Sr. ministro dos negocios eslran-
Igciros.
DI A 12.
AoSr. ministro da Justina, devolvendo-lhe ooffi-
[ ci do provedor dos residuos o capellas, c o requ'eri-
Imenlo do solicitador daquelle juizo, que acompa-
[nharam o aviso de 28 de abril do anno pssado, e que
versam sobre a prclencflo do ser o imposto do sello
dos autos da piovedoria averbado, na lrma da por-
tara de 6 de juuho de 18(2, como se pralicava -com
osdosfeitos da fazenda naciuiial, e deseradizima-
las causas que correm na dita provedorta tambein
ivcrlia.iu, na forma da otitra portara dn 18doso-
Wedilo mez de jui.ho e declarando-lhe, em rospos-
la ao dito a viso, que as providencias interinas daquel-
las .las portaras caducaran, com a legislacflo v-
tenlo. Qunnlp a primeira, a lei de 21 de oulubro do
p813, art. 15, 2., isentou do pagamento do sello os
processos em que rorem parles a justica ou a fazen la
bu tilica, sendo por.n o reo, qua.tdo a linal condeni-
iiiidu, subjeilo ao dito pagamento, se nflo fr pobre :
i quanto a dizima, o decreto n. 13 de 10 de junlio
I8i, arls. i", 2" u8", pruvidenciuu ludo quanto
havia dclcrinido tu. meucioda portara de 18 de
ii.hu de 18*2.
DA 14.
A' thesouraria da Uahia, declarando, em solucilo
I duvi.la propoala em o oflicio de 9 dojunhodo anno
ludo, acerca de dever-sc ou nfio admillir os simples
exclusivos certificados dos cnsules brasiloiros
as polios i'Slrai.geiros onde houver alfandegas para
usticaiein a uiiportacflo dos gneros despachados
lo imperio por baldeacflo ou reesportacjlo, que, A
" da espressa disposieflo do 1. do art. 240 do
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 3 DE MARCO.
Offlcio.Ao pommandante .las armas, recommen-
(1,'imlo a cxpedioOo d sitas ordons para quo o com
mandante do corpo policial pre-te o chefodepocia
urna escolta composta de 12homens para conduzir
A cadeia da ciliado dcOlinda olio presos, e que ad-
virt ao referido commandante que d'ora om diante
deve prestar igual frca a aquelle magistrado todas
as vez"es quo llw fr requisitada.Participoue ao
che.le polica.
Dito.Ao commandante da divisilo naval, decla-
rando que conven, em que o padre capellilo da fra-
gata Constituido se passe para a l'aragucut. Sci-
cntificou-se o commandante da fragata Paragua$*.
ce
ugulahnento das alfandegas, de nei.hum n.-udo deve
Idmittir siuiplesmetile taes certificados sem a deci-
kao da alfandega importadora, nflo s porque semo-
Ihaute pratica soria contraria ao que no ciado rti-
co determina, como dana lugar a eminentes risco
pe fraude.
A do Maranliflo, em resposla ao oflicio de 25
maio que acompauhou o requcrimenlo dos con-
jgnutarios do hiigue porluguez Laia, se declara
lie, nao so leudo expedido por circular a declra-
lo fcila na segunda parte ta orden, de 22 de no-
Binbro de 1848 a respeilo a maneira de dar por pu-
blicadas as deciscs das thesourariss em recursos das
bares, como era preciso para ser geral o seu conlle-
eiiuenl e eaecueflo, nflo houve razflo da parle da
llieouraria em i.aver por pereu.pto o recurso dus
luppiicaules, por ser passado o prazo de 13 das
marcados no regulamei.tu, contados da dala do des-
pacho, om vi:lude ds sobrehila ordem, e nflo da
daia da iulimacllo, como al eutflo se pralicava na
Jiiovincia; equeass.in devo adutiuiru recorso in-
jlerj.osto logo que o despacho Idr intimado, remel-
,tcuduao li.buiul todos os papis relativos ao pro-
[ CCSSOi' ----------------
MIN1STEBIODA GUERRA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 9 DE
FEVEREIRO.
Ao presidente da provincia do ParA, declarando-
e, em resposta As observacoes que faz sobre o re-
TR1BUNAL DA RELAGAO.
SESSO EM 3 DE MARCO DE 1849.
PURSIDKNCU DO EXU. SNR. COMCSLBEIRO A/KVEDI).
A's horas do costume, achando-so presentes os
Srs. desembargadores Ponce, Ramos, Villares, L-sflo,
Snuza e llabcllo, fallando com causa os Srs. desem-
bargadores Bastos e Ayres, abro-se a sessflo.
O Sr. presidente apresentou dous oll.'cios, a elle
dirigidos pelo Exm. Sr. presidente da provincia, en.
que participa haver nomeado o coronel Gaspar de
Menezes Vasconcellos de Drumond primeiro sup-
plente do juizo municipal e d'orphflos dn termo do
Rio-Formoso, por se haver mudado para fra do ter-
mo Joflo Baptisia Acciole Litis; e teralteradoa or-
dem dos supplentes do juizo municipal e d'orphflus
do termo do Bonito.
Julgamenloi.
Julgaram-se e fram decididus as appellnces ci-
veis em que silo :
Appcllante, o reverendo guarJiflo do convento de S.
Francisco desta cidade ; appellado, a fazenda pu-
blica. Mandou-se ouvh- ao Sr. desembargador
procurador da croa e fazenda nacional.
Appellanle, Joaqun) Antonio deAmorin.; appella-
do, Claudio Pereira da Costa. Julgou-se nulla a
demarcarlo.
Appellai.les, os administradores eherdeirosda casa
do fallecido Joflo Mara Seve; appellado, Elias
Coellio Cintra;. Fram receidos os embargo.-.
Recurso prime cm que sflo:
Recorrenlo, a justica ; recorrido, Joilo Francisco Sa-
raiva. Julgou-se improcedente o recurso.
Foassignado o primeiro da de sessflo para julga-
menio dus appcllaces civois em que sflo .*
Appcllante, Antonio Joaquim de Pon les l.ns ; appel-
do, Manuel AlvesCucrra.
Appellanteseappcllados, Bernardo Msserre& Com-
panhia e Bernardino Comes de Carvalho.
Appellaqte. D Maria Hoza de Souza Magulhfles ; ap-
pellado, Manot'l Rodrigues do Paco.
Appertanlo, D. Francisca Nunes Barboza ; appellado,
q,padre Antonio Francisco de Sampaio.
Appellanle, I.uiz Pires Ferreira ; appellados, Manoel
Pires Ferreira e outros.
O recurso crime em que silo :
Recorrente, Francisco Concalves Pereira Dulra ; re-
corrido, Francisco Borges de Carvalho.
gulamento do 18 de novembro ultimo, que o arbi-. Passaram do mesmo Sr. desembargador Leilo ao dous o mcio por cento hollandezes de 49 1/2 a
trio notado sobie a quantidade do premio aos vo- Sr. desembargado/1 Souia as appellaQes em quo 49 3/4.
lunlarios foi deixado ao prudente juizo dos nresi-.sSo: | Na llespanhacontinuava anda a guerra civil, nflo
denles em atlencflo As circumstancias das differen-
lea provincias e dos sens municipios por se enten-
der conveniente que os mesmos presidentes fixas-
sem as guantias que julgassem siifiicicntes para,
dentro do mximo marcado, convidar individuos
para o exercilo; e que pdem ser engajados os que
ja houvercm servido o seu lempo embora nflo te
rliain anda obtido escusa ;e finalmente que o en-
gajamei.to pode ser feto por qualquer prazo, com-
anlo que o premio esteja para om o estipulado no
regulameulo na mesma rasflo ao lempo por que se
engajaretn.
Appellanle, D. Francisca Thomasia da'ConceiCflo Cu-.",""V"/."^TlSr^hll'SrX'- q P
llia appellado, Francisco d^Asaumpcflo Torres. 6"s JJ s"^e s d revp",a- ,..
Appellinle, Antonio Pereira do Monte; appellado,! '! "h* rev>^>'a 'U'n.nnente todas as medidas
Joaquim Jos Ferreira. | excepconans, adoptadas pelo govnrno em vnlude du
Arpillante, Auna Klisabet Adello Poirson ; appella-
do, AfTonso Sainl-Marlin.
Appellantes, Juliflo lleranger e sua mulher ; appella-
do, Jos Aulnnio l.oureuco.
Appellanle, Joflo de S I.eitflo ; appellado, Joflo E-
duardo Cl.ardon.
Appellantes, Bernardo Antonio de Miranda e outro ;
appellados, Mosquita & Dulra.
Passaram do Sr. desembarpador Souza ao Sr. des-
embargador lialiello a appcllaces em que sao :
Appellanle, Rila Maria de SA eAndrade; appellado,
Antonio Jos de Mrllo como curador de seu filho.
Appellanle, Joaquim Jos de Sant'Anna ; appellado,
Joflo ile Allemflo Cisueiro
Appcllante, Antonio Pedro de Mendonca Crte-Real ;
appcllad, Maria Candida de Magalhfles
Appcllante, Jos l.azary ; appellado, Jos Tliomaz de
Campos Quaresma.
Passaram do Sr. desembarcador Rabello ao Sr.
desembargador Ponce as appeliaces cm que sflo :
Appcllante, Antonio Comes Villar; appellado, Jnflo
Pires Ferreira.
Appellanle. Jos Rodrigues do Paco ; appellado, Ma-
noel Pereira Magalhfles.
Appcllante, Anna l'.ayinunda da Paz; appellado, Joa-
quim Flix da Silva.
Appellanle, Cnurcnco Bezerra Carneiro da Cunta ;
appellado, Manoel Joaquim Pascoal Ramos.
As appcllaces crimes em que sflo :
Appellanle, a justica; appellado, Alberto Jos de
Carvalho.
Appellanle, a justica ; appellado, Antonio Uaplista
deoliveira.
Passou do Sr. desembargador Rabello aoSr. des-
embargador Villares a appellacflo em que sflo :
Appi'llani.", o jato*) da fazenda ; appellado, Manoel
Joaquim do llego Albuquerque.'
Disiribuit&o.
AoSr. desembargador Rabello a appellacflo civcl
do juizo da fazenda desta cidade cm que sflo :
Appellanle, o reverendo guar.liflo do convento do
San-Francisco ;appellnda, a fazenda publica.
Levantou-so a sessflo depois de utna hora.
ib
Revhte.
Passaram do Sr. desembargador llamos ao Sr, des-
embargador Villares as appeliaces em que sflo :
Appellanle, I.uiz do Reg Monteiro ; appellado, Ma-
noel Cantoso do Nascimento.
Appellantes, Manoel Figueira de Farla e outro ; ap-
pellado, Francisco Alves de Carvalho.
Appellantes, Manoel Figueia de Faria e outro ; ap-
pellado, Francisco Alves do Carvalho.
Passaram do Sr. desembargador Villares ao Sr.
desembargador Leflo as appeliaces cm que sflo :
Appellanle, Josefa Epifana daFonseca; appellado,
Manoel da Fonseca Silva.
Appellanle, o D. abbade deSan-Bonlo de Olinda ;
appellado, Manuel Camello VValcacer.
Appellauto-,1). Francisca da Cunha Baodcira de Mel-
lo > Vfplado, Bernardo Antonio de Miranda.
Passou do Sr. desembargador Leflo ao Sr. des-
embargador Rabello a appellacflo em que sflo :
Appellantes, Antonio Alves Ferreira e sua mulher;
appellado, Jos Joaquim Bezerra Cavalcante.
Bicirr, i di MAnqo de 1849.
ACTOS pnRSinF.NCIAP.S.
Foram nomeados provisoriamente :
Feitor conferentc da alfandega, o Sr. Joflo Her-
menegildo Borges Diniz.
Ajiidanlc do guarda-mr daquella ivpatticflo, o
Sr. Florencio Jos Carneiro Monteiro.
Secretario da nspeceflo do arsenal de mnrinba
o capitana do porto, o Sr. doutor Thom Fernandes
Madeira de Castro.
NOTICIAS DO IIONITO.
De um oflicio do coronel Jos Pedro Velloso da
Silvcira, datado em Ciruar a 1 do correte, consta
que essa villa se acha om perfeito socego, o inlei-
ramente livre dos grupos rebeldes que a nfeslava'm,
hem como que tambein eslflo tranquillas a villa do
Bonito e as povoaces de CravalA, Bozerros, Pa-
nellas, Bebcdouro, Qupap, Capociras e Pimenteiras
Assim, pois, podemos assegurar aos leitoresque
toda a comarca do Bonito goza de plena paz.
NOTICIAS ESTRASGEIKAS.
O navio Rcindeer, entrado ante-hontem no porto
desta cidade, trouxe-nos cinco nmeros do jornal
inglez 7'Ae Ttmes, datados de 23 a 27 do Janeiro, fal-
lando-nos os de 7 a 23, os quaes anda nflo rece-
bemos.
A Inglaterra Picara tranquilla, porm na India a
guerra linha ltimamente tomado um carcter nl-
guma cousa assustador, e na ilha de Ceilflo serios
disturbios liiiham tido lugar.
Oseoniors (icaram a 91 3/8; as apolices do banco,
de 194 a 106 ; os tres por cento reduzidos, de 91 3/8
a 91 1/2 ; os tres e um quarto, de 92 1/4 a 92 3/8 ;
os fundos brasileir.is, do 79 1/2 a 79; os tres por
cento chilenos, do 50 a 52 ; os tres por cento por-
ei de 13 do marco do anuo p pastado, assim como
lamben! ordenara quefssem i inmediata mente pos-
tos em liberdadc todos os in viduos que se acha-
vam presos porcrin.es polticos.
Quanto As pessoas que se tinham refugiado fra
da ll.'spanha, a rainha !!< pernntiira vollarem a
patria. Fram, porm, excluidos do beneficio desta
I mu Istia os senil.ires Snlaiiianca, Escosura, Olozaga
e alguns oulros deputa.los.
As cnes proseguiam tranquilamente em seus
trabalhos.
O voto de gracns linha sido approvado no senado
por urna maioiia de 103 votos contra 14.
No da 7 de Janeiro os vapores de guerra hespa-
nhes Mananta e o Velador lizeramse de vela dj
Barcelona para Cela, onde tinham j chegado a fra-
gata /lula i II, e mais dous vapores, sendo um (lestes
o Lepnnlo. Outros navios de guerra eslavam-so ar-
mando em Cdiz para elevar a oito velas a frolilha
posta pela Hespanha a dSposicflo do papa.
A Franca licara om pa7, porm tflo grandes eram
o cxcilamenlo que reinan entre a pnpulacflo, e a
aclivida.le com que os clubs ltimamente traball.a-
v.im, que o cominercio achava-se outra voz quasi
paralysado.
Nodia 20dejneiroa assombla nacional elegir
pur4!7volosa Mr. Itoulay .lela Meurlhe para o car-
go de vice-presi lento da repblica, tem obtido
Mr. Vivien 277 votos c o general Paraguay d'llilliers
I. Mr. Boulay de la Meurtho fra o primeiro proposto
pelo presidente da repblica,e sua eleic^o p le sar
considerada como u.na prova da eonciliaqfio das
dilferentes fraeces do assembla, ou da boa intel-
ligencia que reina entre esta o o gabinete. Todava
cspaiitou-nos sobremo lo urna tal eleic/Jo, ao 1er-
mos que o novo vice-president.*, logo depois da re-
volucflo do fevcrero, declarara franca e corajosa-
mente que nio era republicano, dcixando por iss.i de
sor cleilo coronel da guarda nacional dol.0 dis-
triclo. Elle recusara laiubem assislir ao grande ban-
quete, precursor da revolucSu, o qual devia ser
presidido por Mr. Odillon Barrot.
Todo o seu merecimenio he ser bor.aparlista de-
cidido ; comelteito em quanto deputado elle propz
sempre na cmara a revugacflo do decreto de ba-
nimento promulgado contra esta familia, e susten-
i.iu a mesma proposta quando feita por outros.
Logo que foi concluida a apuraeflo dos volos, e
se conheceu que Mr. Boulay de la Meurlhe linha ob-
tido a maioriu, o presidente da assembla o procla-
u.ou vice-presidunteda repblica alca sogunda do-
minga do mez de malo de I85i.
u novo vjee-presidoute subi dopois A tribuna e
o presidente la assembla leu-lhe o juramento do
eslylo, o qual, como nossos leitores saben, he con-
cebido nos seguinles lermos :
Km presenca de Dos e peranle o povo francez,
representado pela assembla nacional, juro perma-
necer fiel repblica democrtica, urna o indivisi-
vel; assim como cumprir todos os deveres que a
coiisiiiuicao me impe.
Mr. Buulay.de la Meurlhe, eslendendo enlflo a
mflo dirella. responJcu: 4ssm o juro. Acabada a
ceremonia, refere o correspondente do 7'ie, elle
pedio liecnca para diiigira issembl. alguinas pa-
lavras, o disse que nunca ambicionara a honra que
lito havia sido conferida ; quo pedir ao presidente
da repblica houvosso de collocar na lista trplice
nomes de pesso.s que gozassem do maior cons-
derueflo e autori.lade do que o delle, porcm que ludo
fra baldado ; quo urna affeicio, a qual sora du-
vida muito o honrara, havia lido mais frca que
sna volitado ; quo depois elle esperara quo a justica
da assembla Ihe preferiste algum vellio official ge-
neral mutilado no campo d hatalha, ou algn, ve-
terano experimentado nas lulas parlamentarias;
que sua gralidflo para com a assemblua era por con-
scguiite misturada do tristeza. Que todava elle
nflo pula deixar de orgulhar-se ao vr-se oohjeelo
da esculla dos dous grandes eleilos do sulTragio u-
niversal; que'elle via em sua eleicflo pela assom-
bla, nflo smenla urna deferencia houiosa dada ao
que ella considerava o desojo do primeiro magis-
trado da repblica, senflo tambam um protesto for-
mal contra a aecusaeflo do hoslili.lade, tflo cstranha
e infelizmente propagada, e un. signal de alliai.ca
entro estes dous pou. es, com cojas inlences elle
so couforinava. Que ello via lamhem nesla cleicflo
um convite para contribuir com todo o seu poder
para a consolidado da repblica, o que eslava dis-
posto a cumprir este devercom lealdade, constan-
cia, o se necessario fr com energa; que ojura-
mento que acabava d prestar estara sempre pre-
sente ao seu espirito ; quo ello permanecera nei
aconsliluicflo e nunca abandonara us '"'f"?"
repblica, nem de seu presdeme; que ello liilu
llo no nobre coratflo deste presidente que a honra
do que mala so orgulhava era a de Uro nome O
Nap^oleflo ltonprlebo eleito d tmmMU mtirt*
d* rucad, e de assenlar a repblica sobrei utna
base inabalavel Mr. Il-ulav le la M^1'6"'^
centou depois que. rim* pr-.e. c. d. as^. blea
tuguezes a 26 1/2; os quatro por cent, ditos a 271/2; ruteras, e que.. ***Z^Z*7*sXc7
os cinco por cento bespanhes de 16 15 5/8; e os' consistir sua gloria era continuar a sua obra.




2
l'sta falla fo reecbida pela assembla com estron-
dososapplausos.
M. Napoleflo Bonapa.le, filho do cx-rei de Wast-
phala.fora eleito coronal da segunda legflo da guar-
da nacional do banlieue por 3,962 votos.
A assembla nacional dcci.ira que os individuos
presos por causa dos aronlecimenlos do lia 15 de
mnio f.is'cmj.ilga.tos pelo supremo tribunal de ius-
U AL M. Armand Marrast, Francisco Areo. Carnot
'It^YDup0nt.,,el'Eure' Flocon' Gondcbauxe
Ledru Holln, memorse minitros do governo i ro-
visono, volaran) contra esta resolucJU). M M I a-
martine, Raslide e Paguerre votaran) a favor
Por un, decreto do presidente da repblica'os ba-
talles., guarda mobile de Paris fam reducidos
de 25 a 13: os novos batalhoes deverio compor-so
de SOnfficiaes e 960 soldados cada um
Em Courdon e Nozar linbam havido alguns dis-
turbios por causa do imposto de 45 centino.ordeni-
lo pelo fioverno provisorio. Os campm.ezosarma-
IZfi?vrMar,m PVa r'nllrl,>. o.,de saquearan,
o Ho.el-de-Villo e asubp.efeilura ; afumas tropas,
porem. tinham ja marchado contra cllcs.
O papa aclmva-se ainda em Cela, mas corra me
breve so passaria n Civita-Vechia. onde seria prote-
gido pelo vapores de todas as naees cathnlicas ro-
mi-iias-Franca, Austria, aples, Sarbenha, Hes-
panha e Portugal, e que no entanto secntahola-
nam iiegociacfles em Roma com aquellos individuos
que anida estilo disposlos a ruspeitar a sua aulori-
dado.
Outros, porm, afllrmam que elle, bavendo rejei-
tadoa inlorvenco da llespanha e Sardcnha, tinha
aceitado a de aples e Austria, e que brevemente
um exercilo austraco entrara o territorio romano.
O governo provisorio de Roma decretara que todo o
individuo, oh funrcionario publico que, directa ou
indireclamenle, tentase embaracar a convocarlo dos
colleglos eleitoraes pura o lim de elegercn os re-
presentantes da assembla nacional, ou que pro-
curasse accender a guerra civil, aconselhando o po-
vo e o exercilo para desobedecerem s autoridades
constituidas, fsse declarado perlurhador da ordem
publica e inimigo da patria, ecomo tal subjeto as
n.ais rigorosas penas da le Para este lim elle or-
denara que se cstaheb cesse em Ruma lima commi-so
de salvacflo publica, debaixo da presidencia do pre-
ioit ile polica, qual ssegurassea prompla e enr-
gica exceueflo da le. Cada presidente devera ins-
tallarem sua provincia urna cooimisaflo semell.anle.
Os n cmbios da commis.no de salvadlo |iubliea do
Roma alio ossifiniores Maggiore, .Mulls, Munltchi-
iii e l)r. Nicolao Carcani.
Os parochnseslflo fa/endo ludo o que pdern |iara
paralysaras operaces eloitora.es, e o gitverno pro-
visorio, saliendo dissu.resnlvera inunda, ruiiimiss.ri-
os s piovincias, aiin de coiitrabalaucar a influencia
do clero.
A Toscana ficra socegada : a cmara dos deputa-
dos, depos de baver terminado a vei iliraciio dos po-
deres de seus merolims, oledera paia seu | resiliente
o Mgnior Viiimi, e para Vire-presidentes os signiores
Zaiiuetti e l'.inattoni.
Carlas de Turim annunciain que as clciroes vilo
sahirido d> sfavoraveis aos amigos da paz. Os depu-
tailns ja eleitos, diz-se que eslf.o disposlos a sus-
teniar o ministerio Coberti em seus principios re-
volucionarios.
Carlos Alberto prologara contra a intervencao ar-
mada da Hespanha nos negocios da Italia.
aples licara tranquillo, a despeilo dos leilos por alguns turbulenlos paia sublevaren, a po-
pulacho di co.le. O re liuha resolvido convocar a
assembla para o da i." de fevereiro.
Na Auslria e na l'i ussia nada de extraordinario ha-
\ la iicciiiriiio.
\a Hungra contnuava anda a guerra com a Aus-
tria, mas os imperialistas iam aleaiicando grandes
vaniageiis, ujast acliavam senliorca da n.aior parle
dopaiz. r
l'ubliVa^oesa pedid
i.
Ten.lo do por ve/es ao hospi|a| militar da na da
donas vis.taralg.r.sSrs. oflcaes ,eus miBV
que all so acliam (enho t.do ocessnl,, de obsemr'
mo so a delicadeza e Mnimo desvelo com que pelos'
?l. ,.!' ."'.,,S 8-:sls',nleS s'1" ,rfcl;"S P'Ocu?ando ca-
da un. d. lies ( nao posso occullar os nomes dos ds-
I ir.eos Srs.douloresl'ed.o de Alal.nle l.ol.o Mis-
3.z., Prxedes Con:es Pitanga e Manuel Adriano ,ia
Silva Por.iesj como a porl.a salvara vida preciosa
dos d.ientes connados a sua pericia e cuidados e
abrev.ar de maneira favoravel os seos doloros ," pa!
d..c,in,ntos par. receberem quanto antes o pe-
mo de seu beioismo, eserem ainda uteis o Rredi
Ma alna mas Un.bem a intellgencia e de.te.i la-
de con, que os me,mos Srs. assrslen.es ,ffo eecu-
ado diversa, oper-ertes da su. prolissn cons
lu.ndo-se por ludo d,Knos da meior MidrMflu.
Uibu. ?UV0KU d,B T"" <""le "-ehouro do foa
tubular. Eduardo Firmino da Silva.
ri Uranio seu ferlil slo e exportar para fra do
paiz o azeite dr-via ter um dos prlmeiros lugares
Entretanto, ou seja em corupquencia de seu pro-
prio consumo ou das diminutas coliieilas o ce/to
he que Portugal nflo exporta talvez animalmente
mil pipas deazeite.
O sonsumo, pnis, do az'ite no paiz, sendo grande,
faz com que se.deva procurar animar a cultura das
plantas oleaginosas, cujos productos servem s ar-
arles.
O cultivodoslas plantas offerece grandes vanti-
gens agricultura ou seja como meio de alterar as
culturas, ou seja para so obterem forragens e es-
truines.
A variedades das sementcs oleaginosas he bastan-
temente extensa, exigindo minias um clima tem-
perado como o de Portugal.
Entre estas ultimas, o ssamo ( gergelini) lie urna
das que mais cuniem materias oleosas.
Cultivada em ponto grande na Syri. e na Turqua,
onde tamhem so d a oliveira, esta planta he objec-
todo um commercio mportanlo. O oleo que della
se exlrabe, o que he excellente para a fabricaclo
do sabao he eiportado principalinenlo para a Ita-
lia e para Marselha.
lisia ultima cidade importa, no valor de muitos
milhoes de francos, esta planta preciosa, para Illa
exlrahir os oleus por mel de possantes uiacliinas de
va, or.
Creiohaverdomonstradoque a agricultura por-
lugueza tirara grandes vantagens do cultivo de una
planta que se dara bem as provincias do sul des-
te reino. O fabrico do azeilo de ssamo melhoraria o
de azele de ol.veira, que vem mais tardo, pois que
as machinas, que se einpregam boje, sito do tal ma-
neira poucoexpeililas, que em consequenca desla
demora qiio soirre o fabrico do azeite, as machinas
su deterioran!, e estragan! por consequenca o azei-
te que lidias se faz.
O ssamo ho urna planta quo se nilo arreceia dos
calores. A sua baste eleva-so as boas Ierras at cin-
co ps de nltura. Al os terrenos mediocres leve
mente estrumadns n.u convm.
Asfnlhas, que con.ecam a apparecer altura de 8
ou9pollegadasdoslo, tomamuma grandeza de 3 a
* pollegaiias de largo sobre 5 ou 6 de cornprido ; em
cor.sequencia disto a semciiledcvc ser lanzada Ier-
ra de distancia em distancia, para que os ramos que
dan as llrese depois as capsulas que contaui o
ructo, possamdcsenvolver-seecrear-se vonta.ln.
Cada liaste da Icrino modio, 100 capsulas, con-
ler. iii cada una bi a 64 grTos.
Deslo grilu he que se os I rahe o azeite.
A sementera desla planta f^z-se no fin das chu-
yas, ou para melhordizer no meiado dabril; => de-
ve-so ler o cuidado de fazer com que as sementcs I-
queui bem cuberas pela ierra.
Aterra devo ser bem lavrada.afim de que as rai-
zas du ssamo possam estonder-se livrernente, e ad-
quirir fdrga bastante paia inanter direita a baste .
que, carrejada no alto de capsulas, podara louibar
pila areflo dos ventos ou das el.uvas.
As flores apparccem em jullio e a sement s se
acba relia nos lns de agosto.
Conliece-sequoo s.-samo est maduro, quaudo
asrolhascomecam a seccar, a casca a peder a sua
cor verde, e as capsulas a prinripiarem a fe.ider-se.
A colluia hade se elTecluar antes de estarein de
todo maduras, para evitar a perda das sement, que
possam espBrgir-se pela Ierra no aelo de se arranca-
ren, as bastes. Kstas rurinam-se om molhos, que
sedeixam aosol, para acabar de amadureceras se-
ll.entes, o q ese conhece. quaudo ;de brancas que
silo se teem tomado ainan-llascomo o inillio.
Parase lirarein as sement, das capsulas erhpro-
ga-se o n.esnio piocesso que se usa para o descas-
que domilbo.
O ssamo conserva-se muilo lempo nos celleiros,
e pode ser exportado dentro e:n saccas.
I.uimc.ii aqu observar que ha sompro vanlagom em
exlrahir o azeile logo uepois da colheiU porque
as seinenies ueste lempo dao mais azeite, os resi-
duos serven para eslruine ha economa do trans-
porte, e o cualo da mao de obra lica no paiz.
(J. 1! lanche!.)
Ifeviila Universal Lubonenn)
ts de lita, 3 ditas ditas de lila e ilgoililo; a Kalkmann
& Rosaniniin I.
1 eaix tj-p0s. a MurontCompanliia.
2 fjrdos pannos.; a A. J. A*tley.
2 caixas fazendas de seda e al/o.tlo, I dita ditas de
seda, 1 dita ditas de algodilo ; a C. J. Aslfey.
8caixas fazendas de seda, t dita agua da Colonia,
t dita pannos, i dita llvros e escomilha, t dita fitas
do seda ; a Croco*. Companhia.
4 caixas pannos, II ditas fazendas, 3|ditas palles,
2 ditas chapeos, I dita ditos deso o algodilo, 2 di-
las merino, 1 dita calcado e fazendas de seda, 1 dita
agoa da Colonia, 1 dita fazen las de seda, luvas e
mitidezas, Sditascouro de lustro. 2 ditas obras de
vtdro, t ditarabecas; a Didier Culouibiez & Com-
panhia.
i caixa obras do cobre, de vidro.otc.; a i. J. Mon-
teiro.
100 barris chumbo, 479 bsrris e 245 meios ditos
manteiga, 6 barras de ostanho, 110 barricas familia
de trigo, 140 caixas queijos; a I! I.asserre & Com-
panliia.
CONSULADO GEBAI-
RRNDIMENTO 1)0 DA 5.
Geral .........
Diversas provincias
t,908
89,952
7:964,160
CONSULADO PROVINCIAL.
REVDIMENTO DO DA 5............ 3:650,208
Movimento do Porto,
nnal da r"on seca de Araujo Luna, no despacho por
factura o. 3620, sendo a arietnalac.ao subjeita a di-
r I tos.
Alfandega, 3 de marco de 1849.
Miguel ArcUan/o Vonleiro de Andrade.
Ignacio Jote Pinlo, fitcal do bairro dm Boa-Tiiia lm
tirtvdt da lei ele.
Faz publico, para quo tonham o devido cumpri-
mento.os artigos 10 e 19 do titulo 9 das posturas u.
nicipaes.
Art. 10. Os almocreves n3o poderSo entrar na
cidado montados nos cavallos quando vierem com
carga,e dever3o Iraze-los palos cabrestos : os Infrac-
tores serilo multados em 2,000 rs
Art. 19 He prohibido o ciliado dos carros den-
tro da cidade; os carreirot, ou conductores .los
mesmos, ou seus sanhores, sendo escravoa soffre-
nlo a multa de 4,000 rs.
Epara que cheguo ao conhecimento de iodos faz
publico pela imprensa, psra que nflo alleguen, igno-
rancia os infractores das ditas posturas inuuicipaes.
Uairro da Roa-Vista, 2 de margo de 1H9,
O fiscal
Ignacio iota Pinlo.
Deca raides.
rt.
AOv',n T^KNTE-CORONEI. FELICIANO ANTO-
MO FAI.(.A0, COMMANIIANTE DA COI UM\A
VOLANTE DE OPERADO AO NO.UE DE
PERNAMRUCO.
Invenrivel soldado, a Patria brinda
imnomeefe.tos. dns de .Mav" te
..flinge rebeln extremo corte, '
Combale, va, a0 descansa anda!...
Snr'0",'1'" a.lnnge |,rl oo "''"a
SObreo bum dos cai.LOes clangor mais forte
Ha P. las que o sauda ; en. lodo o norte'
fua gloria refulge lu mlinda.
Ingremes serras, ros paludosos
Areiaes resequidos, nflo demoran
Quem vence d'aguia os gj ros sinuosos
lis Turones que o Sena condecoran)
NaosSo mais q'um Fai.caO, nem mais briosos-
Legalistas como elle o trbono escoram.
l'or J. B. S.
ALrjNDKGA.
HENDIMF.NTO 1)0 DA 5............ 8;479 2(0
Peicarrtgam Ao;, 6 de marco.
Escuna -Blooming familia de Irigo.
Patacho -Joiefina mercaduras.
Rrigue San-Jos fumo esabilo.
Barca Creamnre bacalhao.
Uarca Scrates mercadorias.
*
IMPOBTACAO'.
VA KI EDA DE.
CULTURA DO SHSAMU ( CERCELIil ),
PlilTA OIBAr.IKOSA.
Entre os productos agrcolas que Portugal pode-
nr,'^a"V b"rc fr"ncezi'. v'"' Jo Havre, entrada
no con ente maz, consignada a R, I.asserre & Coin-
paiibla, msnil<-s(oij o seguinto :.
1 "'xaobjaclosdachapaleiroja A. L. Strau-s.
1 Tardo fazendas; a E. Bull.
a a> "e IR'"'?. 4 canas livros em brauco a
*^w.SCrlpt0r0' '"^"f K"t
^an.brull.os livros ; a L. C. Ferreir & Companhia.
50 gigos champanl.a ; a Mo. Calmoul & Companhia
10 gigos cbainpanha. 10 ditos e I caixa vinlio lin-
io ; a La Rrelon Schremm.
14 1/4 oncas ; a A Sommier.
4 caixas fazendas de seda ; a L Rruguire
1 caixa e um fardo fazendas, canas tintas e pa-
pel ; a Scb-fesllin Tobler & Companhia.
l.1.0.Cl,*?.*I*fcnd^*!.l|",di,,, ,d'""ll dse-
la ; a N. O. Biebert Companhia
12 caixas divorsas fazendas, l dita instrumentos
de msica, I dit, fazendas de |;1, para bordar, 12 d-
s papel, 2 ditas obras de foli.a de Flandres 1 ,1-
ta objecios de ci.apeleiro, 1 dita niiudezas, I dita
quincalharias 3dl.schapo.desol, 3 ditas calca-
dsnn.'rc,,"Pe &!""" e obras de papeao. s .liles tintas,
3 dita, miudezas, pen.es e modas, 1 dita chapeos t
d^aas^deurSe,',,,a* ldU bJUt0f"9'
20 cestoscb.mpanha; al. H. uilkena.
I eme. pannos, to di.as e I fardo fazendas de
algodao, 2 caixas d.tas de seda e algodao, 1 dita d
ffWoi cntrartoe no (lia 4.
Babia; lo dias, brigue-escuna inglez Fannu, de 77
lonelalas, capitn Alexis Lombardo, equipagem
10, carga taba cu, caf e mei; a Nascimcnlo e A-
moiim.
New-Vork ; 38 dias, patacho americano Wallcr, de
10il toneladas, captilo \V. L. Norlham, equipa-
geni 7, cilrga lal.oado. a/ondas e mais gneros ;
ao eapitao. Vem arribado; o segua para Val-Pa-
Navioi taidos no memo dia.
"HfiL^ in> Niome, captao William
(.unriingham, carga assucar ealaodao.
Consant.nopla; barca sarda Sagrado-Coracao-de-
I Sul !P',fl0l*?la :nPrr,>' Mr8" "car.
1-islOa, br.?uep..rtug.iez Maria-Jo*, capinlo Joa-
SeriM a'I .Me*1'"U' "'* Cf o mel. Pas*
2"!^, A,,,on" Goncalvos Lopes Jtloreira, Do-
BOre ,eisco c"'n sua ""hora e 2 filhos me-
Pbiladelphla ; briguo americano Andrew- M -Jones
cap.taohamuelP. Willeby, carga aswcar.'
Navios entrados no dia 4.
Liverpool, 43 dias, barca ingleza Dgson, do 267 to-
neladas, capullo Robert Cumming, equinauem 4
traeregr;.rVfU,,nh"eJra P taita I SB! il
ireu 6 Ciimpaiihie.
""uV*1 U'-,.rigue,,rdoC,,l*-rtM do203 to-
ne adas, capitao Angello Celle. eqipage,,, \
carga varios genos : ordem. '
Terra-Nova ; 34 dias. brigue ng|ez Elisa, de 178 to-
Had...c.p.U.,W.Stabb, equip.gem 12. carga
2-6 barricas com bacalhao; a Jamos Crablroe &
ompanhia.
Baliimorc; 33 dias, patacho americano Emma, de
166 ton ladas, capiao Hughes Scolt, equipagem
8, carga fazendas, familia e bacalhao; a L. Fer-
" i rfl. -
Em commissio ; vapor hrasileiro do guerra D -AVm
o.ro'rnnandanteocapitaodo mar o guerra joa-
qu.m Marques Lisboa. b "
Babia ; 39 das, hiate hrasileiro Sm-Sebaslio, de 61
toneladas, capullo Joa.. Pires Silvero, equiuaKem
7, carga fannlia de mandioca, milho. fu.no, cha-
rutos e mais gneros ; aocapitao. Passageiro, Ma-
nuel Joaquim deOliveira, Portuguez.
Nados sahidos no mismo dia.
Rio-de-Janaro ; brigue sardo Calharna, captao An-
Relio elle, carga a n.esina que irouxe.
fcm commissa..; vpor hrasileiro de guerra D.-Affon-
o.comiiiu.idante o captao de mar e guerra Joa-
qiiiin Marques Lisboa^-
Bahjii j biai hrasileiro Sanlo-Anlanio-Vencedor, ca-
piiao JoO Estevaodo Araujo Jnior, em lastro.
Rio-de-Jei.eiro; escuna biaslle.ra Galanle-Uaria,
cap. ao Jos Mando de Souza, carga assucar, agua-
.-n"U "eiroa. J.,ao Antonio da Sil-
va C.rillo c 5 escrayos a entregar.
IS PITAES.
Miguel Archanjo Vonleiro de Andrade oficiai da im-
perial urdem da Rosa, cavalleiro da de Chrislo e im-
ptetor da alfandega de Pernambueo, por S. M. o
Imperador, que Dos guarde, ele.
Faz saber que no dia 7 do corrente, ao meio-dia
se ha de arrematar em hasta publica, porta da
me.ma urna caixa da marca II L A, n 12, em estado
de vana geral, (juntando 48 pecas, ou 269 varas (4,
de casimira .lobrada cinrellna, vallada, segn lo a
Usa 3,600 rs. por var, f4;; cuja arrematado se-
ra fe ta a vista do genero e pelo preco que se ollere-
cer, segundo o artigo 277 do regul.inci.to, sendo a
mesma livrodedireilosao arremata.U.
Alfandega, 3 de marco de 1849.
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade.
A corporacSo da armada nacional e imperial
sobremodo penhorada pela bundade e honra que
recebeu dos Ilustres habitantes desta cidade, e dos
seus amigos que assisliram ao funeral feilo no di*'
2 do corrente nao pode deixar de a todos em geral
e a cada um em particular pedir que aceiten! os seus
massinseri'.s agradecimenUis por tflo clara prova
de consideraclto.
-Ten.lo sido damitidodo servlco da armada de
S. M. Fi.lelissma o aspirante da lerceira ciaste, lar-
celtinoHenriques Pereira Jnior, quo partencia
guarnic.) do brigue filia-Flor, o con.mandante do
mencionado lirigue faz por este anuuncio constar
que tal individuo j nao pertence tua guarnicHo ,
nem a.armada poitugueza.
0 lllm. Sr. inspector da Ihcsouraria da fazenda
provincial, em viru.de da resolucfio do tribunal ad-
mini.t.atvo, manda fazer publico que conlinuam
os pagamentos da divida dos exerccios lindos. Hu-
iro si.i, que de 7 do crrente mez por .liante pagain-
se os ordenados vencidos em fevereiro, e mais des-
pezas provinciaes.
Secretaria da thesouraria da fazen Ja provincial de
Pernambueo, 3 de marco de 1849.
O 2. escriturario,
Antonio Ferreira a"Annunciacio.
OSr. chefe de polica da provincia manda fazer
publico, para conhecimrnlo de quem pertenoer, que
cadea desta cidade fram recibidos, no dia 22 do
mez prximo lindo i sua ordem, lous preos africa-
nos, um de nomo Antonio Mocambique, quedizper-
lencer a Jos Pedro, aenhor do engeuhu Pit, e ou-
tro Francisco, que tambem diz perlencer ao B.rri-
nhos. j fallecido, quo h.bilava em Panallis-de-Mi-
randa, os quacs vie.am remeltidos a esta reparticao
pelo subdelegado'do primeiro di.triclo da rraguc-
ziade Jaboalo : assm como que foram igualmen-
te r geral desta dita cidade, o pardo escuro, de noine
Desiderio, de idado de 16 anuos(naturalde Macei.fi-
IIm do Manoel do Livramcutoe de Mara da Cnnceigao,
o qual llie foi apreseutado por Francisco Mullios Pe-
reira da Costa, morador nesla praca, por ler sido
lurtado ha 3 anuos e achar-se xposlo a venda ;eo
crioulinho de nomo Antonio que tambem diz per-
lencer a l.uiz Tavares, senhor do eugonho da Serra,
termo de S.-Anlao, por ler sido appiehendido por
lim. soldado do baUlhlo de volumtarios un. *u-
jeilo que o havia urliido, e o eslava veudendo pela
quantia do cen mil ris, o qual podo evadir-se dei-
xaudo igualmente um quarlao vellio e magro que
teye igual destino.
Ouem se julg.r.porlanlo.comdiretoaqualquerdos
ditos csrr.vos e liberto h.ja de apresenlar-se nes-
ta roparticao por si ou por seu bastante procurador
munido dos competentes ttulos sulliciciiterneiilo
legalisados, para podrem ler o seu devido eflVilo.
Secretaria da polica de Pernambueo, ademar-
lo de 1849. '
0 primeiro amanuense.
Francisco de Barros Falco Cavalcanle de Aouquerqui.
Pela segunda seceflo do consulado provincial
se raz publico queoprazo de 6 mezes concedidos
pela le provincial u. 228, de 2de seteinbro do anuo
prximo passado, par. o pagamento do meas sizas
dos escravos, que se esliverem a dever, ae llnalisa
no da 5 demarco prximo vindouro : em cunse-
quencie, pois, desse da em .liante nilo se recebera
meta siza, que, vista do papel de venda, se quei-
ra pagar 30 das posteriores a sua data, em enjo caso
licara subjeilo ao art. 17 do regulamento de II de
abril do 1842. Segunda seccilodo consulado pio-
vincial, 15 de fevereiro de 1848.
O escrivao chefe da segunda aer(flo,
Tktodoro Hachado freir Fretro da Silva.
THEATRO DE APOLLO.
QUINTA-FEIRA, 8 DE MAR(.0 DE 1849.

Miguel Archanjo Uonteiro de Andrade, el
Faz saber que no dia 7docorrenle, a
nata de arrematar em hasta publica .
'i"elH."^60 ,,uz",s Je m,c"8 Pr" chapeos, ni
^i*00.'00^; 30 m^0i ua Palhinha para il
taJl^A^L^^M eourlnlioi pira di
9s, niTvi
dia,
da
'alorl
A companhia franceza, sb a direrc.lo de Mr. Du-
pre, tora a honra de dar una represeitacflo exlnor-
diuaria em beneficio do Mr. Dupi.
A TORRE DE NE8LE,
drama em 5 actos e 8 quadros, por Mr. Aloxandre
Du.nas.
Mr. Dupr representar o papel de Hundan.
1NTEHVALI.OS DE CANTO E DE DANCA.
Henrielieel CkarUt, vaudeville novoem um aclo.
Avisos maritimos.
-- Para o Rio-Crande-do-S.il seguir breve o bri-
gue Carlos.por ter parte de seu carregamenlo : ainda
lo.noV.oVd7Vnn".,J'"nn''r,:uur',l,los p,r* "'I 'cebealgume carga, esCravos e passageiro: quem
valor da 7o mm i..T 0>emoto"<>* para dito, no pretender pode outender-se com Amorim Irmuos ,
: ludo impugnado pelo guarda Ma-I ra da Catfeia, n. 39. '


3,
-- Par New-York sabe, no dii 7 <1o corrcnle a
barca iuglez Creamore, epm muilo Iions commodos
para pa.'sai.eiros : quorn lia mesma qliizer r de ps:
sagem dirija-sea ra da Cruz, escriptorio de Ja-
mos Crablrce & C
A escuna Galanle-Uaria sabe para o Rio-dcJa-
"nviro sahbado, 3.de marco, e fech as malas no
mesmo di as 9 horas : somonte pode recober es-
cravos i frote :a Iratar na rtia da Mola, n. II
-- l'aia a llaliia sahe co Antonio-*ence.dor por ler mais da melada da carga
engajada : para o reslo e passageiros, trala-sc com
Joflb Francisco da Cruz, na na da Cruz n. 3.
Para o Porto sahira l>rove, por ler parte da car-
ga prompta, o lindo brigue porluguez Primavera,
deque be'capitflo Manoel de Azevedo Canario, for-
ra lo o pregado de obro e da primeira marcha ;
iicm tu> mesmo quizer carregar ou ir do passagom,
Me com o dilo eaidlflo na praca, ou com o con-
signatario, Antonio Jnaquim doSouza Biboiro.
Par o Bo-de-Janciro sabe com a maior bre-
vidadn possivrl, o brigue Viieonde-de-Comam : pa-
ra o reslo da carga escravos a fete e passageiios,
para o que lombons commodns, trata-so com No-
vaos & Companhia, na ra do Trapiche, n. 34.
--Para o Rio-Grande-d-Sul segu com brevida-
deo brigue Nira: recebe alguna carga a fele:
queni pretender entenda-se com Leopoldo Jos, da
Cosa Arajo, na ra da Moda, n. 7.
Pura o Bio-de-Janeiio sahe com multa brevi-
dado, por' ler parte de sun carga prompta o patacho
nacional Eulerp : para o restante da carga escra-
vos a frete e passagelros para o que lem exccllen-
tes commodos, trata-se com Luiz Jos de S Araujo,
ua ra da Cruz, u. 33.
Leudes.
- 0." J. Aslley fara leililo, por inlerveucflo do cor-
retor Olveira de u>n bollo sortimeuto de panuos
prctosedo cores, casimiras ditas, sarjas, sclins,
chales de 19a e muitas outras fazendas proprias
para a Quaresma t boje, 6 do corrente, s 10 ho-
ras da mantilla no seu armazem da ra da Alfan-
dega-Velha, n. 3, primeiro andar.
- Hoje, 6 do corrente, lia ver leilflo de passas em
m ii i tu bu ni estado o em lulesde 5 caixas, porcon-
ta e risco de quem pertoncer, no caes da Alfandega,
a porta do Sr. Francisco Dias Ferreira.
Avisos diversos.
0 cirurgiflo Jos Francisco Pinto Guimarles
vnltou a carga no Diario de 3 do corrente, c rom
suas cosluniadas alicantinas e alguna insultos jul-
gou, talvez, embrciar ao ahaixn assignado; maso
publico tinba visto a promessa de quelbe responde-
rla, o i orlaulo, apezar do nojo que causa seinelhan-
le polmica com un tal chcanista, por nflo dizer
um lito grande v...., forcosn he dizer-liio quo menle
qtiando diz que be redor do sbuxo nssignado por
cuialivos que fez a um seu escravo e a urna outra
pessoa do su ii familia.
Para provar o genio improvisador de contas do tal
rirurgiao, basta dizor que o ahaixo assignado ora
de menor idade e nflo possuia escravo alguin no
lempo em quo elle diz Ibe curara um escravo seu,
o quanln ao curativo de pessoa de sua familia, an-
da mente porqno o dilo cirurgiflo nunca enlrou em
sua casa, nem dallo jamis precisou, lendo sido
sempre s>u assislente effeclivo o Sr. |)r. Ignacio
Nery.ila Fon seca. Provavclmente querer esse ci-
rurgiflo alludir ao ter assstido a urna conferencia,
a que foi chamado com os Sis. Drs. Comes e Tl>-
berge para ver meu sogro, de que tamhein era assis-
lenle o referido l)r. Ncy ; conferencia que foi feita
em 14 de agoslo de 1844, e paga logo mandando-se
a cada um dos tres Sis. 10,000rs., com o queso do-
ran! por pagos, recebendo-os sem reclnmacflo al-
guna, e se e-sa nclamacilo houvesse do spparecer
nfla ileveria ella vir, de corto, do cirurgiflo Pinto
que, como de inferior graduacin, dt-veria ter sido
pago com menor quatiiia. iceilo lio que n.1o hou-
ve reclamcflo at que se exigi do cirurgiflo Pinto
o que este devia a Guerra Silva & C, e foi entilo
que este Sr., para faztr faceao que nflo pretenda
pagar, e nflo podendo negara divida, phnntasiou as
taes curas que nflo fez, a ver so assim procraslina-
va o pagamento ; mas, decabido emjuizo de todas
as suas indignas chiowias, quer agora pelo Diario
dfsafogar a sua dr por se ver forrado a pagar pi-li
primeira vez, urna divida.
Tinba lencflo de mencionar oulras habilidades do
tal Cirurgiflo; mas em parto elle mesmo me preve-
nio, bulando na biatoiia da cura do Xavier Vianna
(que morreu): isto, porm, jA vai longo e o remuta-
rci diziyido-lhoquo podia, mas nflo quero apontar-
Ihe fados que Ibe dflo pouca honra*, e quanto s suas
extravagantes exigencias de pagamentos de curas
que faz, e peior anula dat que nao /<, ja sflo do do-
minio do publico, de sorte quepaiece que o tal ci-
rurgiflo est persuadido ter descobeito na pouta da
sua lcenla a, tflo intilmente procurada, pedra
|iliiln.Mi|i|ial.
Pela niii:lia paite dou a polmica por concluida,
salvo se fr preeiso anda rebater nova ralsidadc, e
nos irihunaes provarei a veraridade de ludo quanto
tenho dito, entregando em ludo a nm soberano des-
preso o Sr. Pinto, de queai me nflo lembro seno
para cobrar o que nos deve.
Jos Alvet Guerra.
cerito sobre hypoiheca de propriodades pesia C'J-
dc : no pateo do Cnllegio, n. 6, se dir quom da.
Precisa-sede orna pessoa capaz para servir de
ama em urna casa do pouca familia para o serv?
d portas a dentro c que d fiador a sua conducta :
nn run Nova. n. 41.
Oengenhode Tamataupe-de-Flores precisado
um destilador que enfeuda r-erfeitamente do seu
ollicio : a fallar com Narciso Jos da Costa, no palco
do Carmo.
Jos Fsleves Vianna vai a Portugal tratar de
seus negocios.
Quem precisar de urna ama de casa para lodo o
servieo excepto para comprar, diriji-so ra da
Palma, n. 4.
AJuga-se o 1. andar do sobrado amarcllo da
ra Augusta-: a tratar na ra do Amorim.n. 15; e
bem assimo sitio da estrada do Cordeiro, proprio
para qualqurr negociante estranpelro, dousoulros
sitios na ra da Cisa-Forle, e na campia, e varias
casas pequeas.
ATTENCA0!
O pronriolario das trras lenominadas Campo-
Verde, situadas na estrada Corredor-do-Kispo, pre-
vine ans Srs. que aforaran) terrenos em dito sitio,
que tenham a bondade de comparecer om' a ra do
Hospicio, casa n. 12, das 9 horas da mantilla as 6 da
tarde, aJim de legalisarom seus ttulos, salisfazendo
o que for vencido a 18 de fevereiro prximo passa-
do; o bem assim a lodos os Srs. que, estando de pos-
sede terrenos, anda nflo agenciaran! Seus ttulos i
isto at o dia 15 do corrente, alias so aforarflo a ou?
tros que prienden).
No pateo de S.-Pedro, n. 3, ha para vende-,
urna poreflo de rosles*
- Precisa-se de urna ama de leile: na ra da Cruz
no Recifc, n. 40, quarto andar.
Da-se diiibeiro sobre penliorcs de ouro em pe-
queas ou grandes quantias : na ra do Hospicio ,
junto a venda do lefio de ouro.
Antonio Domingues slaia, Portuguez, retira-se
para o Poito.
Lava-se e engomma-se roupa com muita bre-
vidade e o melbor possivel: na ra da RoJa, casa
da esquina, n.11.
--Joo Pereira Lopes Muniz rcllra-se para fra do
imperio.
Quem precisar de um homem para feitorou pa-
ra outro qualquer servido, dirija-so ra I > 11 cita,
numero 2.
Aluga -so a cocheira da casa sila no largo da ma-
triz de S.-Anlonio, n 2:atratarna ra da Cruz,
n. 40 ou na na Dreita n. 29.
Na ra doQuoimado, n. 14, segundo |andar se
dir quem da dinheiro a premio. Na mesma casa
vendem-se 2relogios dn ouro correles, tiancelins,
iiieilalhas conloes cruciDxos brincos, argolas ,
pulseirus, anudos, collar, liotiVs, um paliteiro de
prata sapalos de lustro para senhora a 1,600 rs. ,
sarja,, setim, los, chales, mantas una colcha ada-
mascada e outras fazendas por proco comino lo ,
para liquidaeflo.
Francisco Xavier do Lago, subdito hespanbol ,
relira-se para o Ito-de-Janeiro.
--Jos .Mal lilis l'e lia, lli'.isileini adoptivo Vai I
Macei. e leva om sua companliia o seu escravo de
mime Manoel.
Jofln Conc/alvos de Miranda leva em sua compa-
nhia para o Rio-Crando-do-Sul o seu escravo Ma-
noel de nacflo.
Joaqiiini Jos Ferreira doAlmeida, cidadflo bra-
si'eiro, retira se dcsta provinciapsra a Europa le-
vando em sua rompanhia a sua mulher Marianna Co-
rnos do Itnzario Torres edous filiios menores Joa-
qun) o Rozalina : por isso, quem se jular sonoro-
dor, queira opresenlar sua conla no prazo de oito
diag para sor paga.
Ricar.'o Nunes de Carvalho Siquoira, subdito
brasilcro relira-se para fra do imperio.
~ Jofio Jos Marquos.de Araujo, Brasileiro adop-
tivo, segu para Portugal.
-- H. Lasserre embarca para o Rio-Grande-do-Sul
o seu escravo Goncalo.
Manoel Cariado Pereira de Mcndonga, subdito
brasileiro, rctirs-se para fra d imperio.
Precisa-sede um bom cozinbeiro : a bordo da
barca nacional Tnntativa-Fttit: a tratar com o ca-
pullo da mesma, a borJo, ou na ra da Moda, n. II.
Prccisa-scslugar urna pretu para o sorvico in-
terno e externo de'uma casa : paga-so bem : naro larga do Ro/arin, n. 43, segundo un lar.
~ A pesso que sonber, ou liverqna dizer alguma
cou'sa respoitoao pricedimento do abaixn nssigna-
do, annunclc por esta follia dentro do prazo do orto1
da som excopc.Ho de pratlcado aluum siMi pen* .
porm, do juslifica;flo o rcsponsaliilidade. ^it/'.
nio Evaristo da Rocho, propietario do engenho Uni-
verso, na fregueziade Agoa-Prcta.
(I coronel liento Joso l.cuiciili i l.insfaz constar
a quem convierque ost disposto a vender ou fazer
qualquer negocio sobre os bous e terrenos sitos na
Ireguezia de Una, comarca do Rio-Formoso, que Ibe
locaran) por heranen de sou finado sogro, o marquez
do Recife, dando preferencia aos rndenos que cstflo
no gozo dos ditos bens. Sflo o]les os segnintos .- a po-
voacilo do Abren com lodos os sitios e terrenos an-
nexos, os engenhns Manguinho, Agoa-Fria, Po-For-
ro, metade do nngcnho Bom-Jardiin odeoutrosque
se levantaran) as mesinas ierras, a propriedadoa-
meloira, metade da propriedado San-Jos-da-Cora-
Grandoe metade das Ierras da povoar,flo dos Rarrei-
ros. Tumbem se negocia o bem conliecido engenho
Jurissara, sito as varzeas do Cabo, mocnle correle,
com escravos, bois e ludo o que Ihe perleuce. A con-
tratar com o mencionado coronel nesta praca, na
ra do Seve.
, _____ > i
FN
I olc 3a do Ihcatro. publico.
Nflo obstante a morosdade que tem havido na ven-
da dos bilheles da ultima terca parto da 18.' loleria,
todava o thesoureiro, desojoso de fazer andar as res-
pectivas roi!as o mals breve possivel, convida ero-
ga aos amadores desto jogo que se apressem a com-
prar o resto dos bilheles que exislcm.
I
:^>,
formado em malhematicas, ft-
tem aborto f;
jg -- 0 hachan
f^ Bernardo Pereira do Carmo, ..,., ^
K um curso das seguintes disciplinas: arir |3
>S Ihmctica, algebra, geometra, trgnomo- \'?
^ lria.recti|nea : aquellos Srs. que o quize- g
9 rcm froquenlar, dirijam-so ra larga do L%1
S Rozario, n. 12, segundo andar. '
100,000 ris de gralificac-lo a quem deseobrir
dous escravos fui lados do tejbeiro da roslil.ic.u) de
Franca & Irinflo, na praia de S.-ltita, na noile do
quarta-feira 21 ilo coironlo fevereiro, ambos de na-
Cflo llengucla, e mcio buQaos, com os seguintes sig-
naes Manool, alto, magro, rosto redondo c peque-
o, ar alegre, ps o mflos pequeos, emolas linas,
representa 25 anuos de idade, lavou vestido camisa
e cuica de riscado do algodflozinho, foi vaccinado ha
poucos dias; o Joflo, lambem alto, porm menos
quo o outro, grossura do corpo correspondenlo ha
altura, roslo sobre o comprido, tosa larga o arram-
pada, ps grandes, tornozelos ochados, ventre
bstanle salime, falla um i once fanhosa, repre-
senta 35 anuos de idade; lambem foi vaccinado ha
poneos dius, levou vestido camisa do algodflozinlu)
riscado e calca de algodflo azul: quem os appre-
bonilcr, ou dellos dr noticia certa, recebor 100/
ris de grulilicaeflo, na ra do S.-Hila, n. 85.
Ra la Caricia de S.-AnIonio.
No seguadb'andar do sobrado da esquina do bec-
co do Ouvidor, ibno-so, no dia 5 do renlo, urna
aula de prlmeiras lottras, onde eosinam-so meninas
ler, escrever n contar, gnmmatica portugu'oza,
costura, lavarintoo bordar de todas as qualidades, de
soda e matizes : ludo com pcifciQflo e bom adjanta-
mciito : aoeitain-se moias pensionistas, e lambem
cnsinam-sn meninos : proco 2,000 rs. mensaes.
No sabbadoilo madrugada desapaieceu, do sitio
do Sr. cnsul incbz na Capunga urna canoa de
carreira pertoncento ao lllm. Sr. Vianna, subdele-
gado do Afogados pintada por fra de encarnado
e sem asscnlo algum doutro; qualquer pessoa que a
adiar e entregar ao dito Sr. Vianna ou| no sitio do
dilo cnsul, receberi a grsUlicacflo do 20,000 ris.
S. los da Agona.
O secretario da referida irmamade convida a lo-
dos os irmflos pata que no dia 11 do eorrente pelas
9 horas do dia so reuoamem mesa garal, no con-
sisterin da mesma afim de se proceder a eleicfiodos
meml rs que devem compOr a mesa re'gedora do an-
uo de 1849 a 1 50.
-- Da-se 1:100,000 rs. a Jaros a um e meio por
rara as pessoas que Inicio-
nara seguir viajera.
Na ra do Rangol, n. 9, continuam-se a tirar passa-
porles para dentro e fra do imperio, despacham-so
escravos o correm-sc folhas, ludo com brevidade o
proco muilo commodo, como se lem dado provashi
oitoannns.
-- A pessoa que pretendo fallara Mmool Caelano
1'-lena de Meo,ino i lilho do Manoel Caelano do
Pitillo e M iiiliinca o podo fazer em casa do Sr. Ma-
noel Joaluim llamos e Silva, na ra da CaJeia do
Itccife, n. 38.
AOS SRS. di; engemio.
Na fundigflo dos Srs Mesquila o Dutia na ra do
Brum lia sempro cmsere por preco commodo tim
IMiofio de tijulos de fogo, iogiezes muito proprios
para ussentainenlos das laixas, por causa da sua
grande durabilidade e resistencia de fogo por muitos
anuos.
Na galora de daguerrolypo.do artista Cuilher-
# me Frederico Waltor, na ra da CaJeia de S.- $
<) Antonio, n. 26, terceiro andar Viram-se retro-
tos muilo superiores,pola invenefio de Daguer- ?
O rer, tanto em fumo como coloridos, das 7 f
horas da mauhSa s 5 da tarde; adirmanJo-se ?
e garantndo-so tanto a durabilidade das o- +
ras, como a porfeita semelhanca.
As pessoas que se dignaren) fa'vorccO-lo diri- >

N. B. Adverte-se ao respeitavel publico que ?
a*j lem urna machina para tirar retratos das 4
*r criancas no espaco de 15 segundos, o terflo lu- ;>
a gar das 10 horas as duas da tarde. ff-
?????>Sti#it###Jl*
- Um rapaz solteiro se propOe a dar lices de pri-
nioiras lellras francez e geometra em algum en-
genho porto da praga, mediante urna mdica re-
compensa : na ra Bireila, n. 102, ou annuncio.
~ Aluga-se um dosarmszens da travessa do Ca-
rioca ; bem como o thealro da ra da Praia promp-
lo de ludo para qualquer espectculo : a tratar no
Aierro-d-Boa-V'ista.ii. 10.
A pessoa que annuncinu querer administrar um
engenho entrando com 8 tscravos quoreudo um
muito porto da praca, dirija-so ao Alerro-da-Boa-
Visla, A. 49.
Frederico Robilliai <1
respeilosamonte participa aos Srs. negociantes o
pessoas interessadas no commercio desta praca, que,
leudo oM ido da thesouraria goral dcsta provincia ti-
tulo de corretor gcral, prestado lianoi baslauto, co
devido juramento, osla habilitado para offreccr seu
presumo, c-aproveila esta occasiflo para sciciitilicar
ao rospoitavel publico que esla prompto para tratar
de qualquer ramo do negocio que perteuce ao corre-
tor geral, o nesta qualnlade prumetle emprogar lo lo
o telo, cuidado e actividade possivel as transac-
Ccsq'ic lie lrem confiadas.
DENTISTA.
M. S. Mawson, cirurgiflo dentista, tondo-se do re-
lirur breve paro IngMcrra, oflorecu o seu presumo
ao respeitavel publico desla cidade, durante o curio
espido do lempo quo anda lem de su demorar, em
quanto arranja os preparativos de sua viago.m ; nd-
vorlindo que ser incansavul om servir bem a to las
as pessoas que sequizorem utilisar .le sua urte, que
far a lempo, o lambem com commodidude nos pre-
C<>s; plem-o procurar em casa de sua residencia,
M tua .Nova, o. 21, 1 andar.
-. Antonio Cranon & Companhia, ra Nova,
n. 69, ollereocm ao respeitavel publico e a sius lie-
guo/.cs o soi I iineiito so-u i uto :
t onseivas
de sarJinha.i, hervidlas, juliennes, cenouras, scu-
los copes, espargos, covo-floies, trussas elimn-
eos conservas surtidas com vinagro, frascos com
frutas surtidas, mostarda, galeas do grozolas o de
marnela la etc. presuntos para fiambre, salames
de arlos.
Vi n los
de Bordeaux em quarlolase em garrafas de diversos
procos e qualidades, dito de S.-Julicn dilo de
Itoussllon, dito da Madeira dito do llivcsaltes di-
to moscatel, dito de Cha upan ha, ele.
Licores doces
finos, em garrafas muilo ricas, de todos os presos e
qualidades.
Licores espirituosos
eognac velho de diversos precns ahsinth kirsch de
Jersey e l.ecouttre vermout, genebra de llollanda :
lambem se acham oulros mnilos gneros como
agua de flores de larauja, a/cito doce ilc l'lagnol.
O respeitavel publico achara nesto cslabelcci-
mento
Sorvetes
todos os dias das 6 horas em dianto e todas as
qualidades de refrescos. Um lugar fresco e agruda-
vel-l'oi disposlo nesta intencflo.
Deposito de charutos
de Francisco Croz da Babia, dilos da fabrica de
S.-Felix e outros.
Os propietarios deste cstabelccimento emprega-
rflo lodos seus esforcos para salisfazer os freguezos,
lauto pela boa qualidado dos gneros como pela ba-
raleza dos presos.
Agencia rie passaporles.
Na ra do Collegio, n. 10, e no Ateno-da-Boa-Vis-
ta lojas ns. 48 c 78, continuam-se n tirar passapor-
les tanto para dentro como para fra do imperio ,
assim como despacham-se escravos, ludo com bre-
vidade.
C. Starr cV (,'., cngtiiheitni, com fundlcao de ferro e
brem/e, o 1,-ii.n i i, ludoeiH pnnlo grinilo, movido por
iloas ni leloiias do v.ipnr, moudas na casas novas ua
ina da Aurora t-m Santo-Amaro avisam aos seui fre-
guezea, e ao publico em gcral, que cecm acabado protnlar para vender varias machinas de vapor de bai-
la e de alia preiao, e de diverso lamanlios : ellas ma-
chinas sao providas de bombas para supprlr a caldrlra
com agoa j qurntr, c com vlvula, com os leus arrau-
jos muito slni|ilei para regular a i|iiaulidade da mesma
agoa ; mas os aiiiiuiicianioi, longo do inculcaiem rutas
inventos como suas, aJvrrtrm que a primeira foi adop-
tada pelo celebro Savaiy era I69S. e a segunda inventa-
da por Mrindlev j nais que crin anuos passadus, e
ambas iotroduilda nesta provincia om \S3'j pelos ao-
nniii i .mies na machina de vapor do engenho Caraune
(n primeiro fabricado urste imperio) o qual ainda est
em ell'octiva operacao, e desde oniao se ha extrahido
prrio de urna duela das mesmas machinas, nn i- nesta
fabrica, contriido os momos apparelbos, o com siimmo
aproveltamcnlo dos compradores ; portanto impingir
isCo agora como cousa nova, era impostura. Os anuiin-
oianli'S leeui silo a salisfaco de informar ao respeitavel
publico, que hao conseguido um melhorameiilo de nao
pequea importancia, e verdadeirameute novo no-la
pai, que be por meta de una modilioacao da caldrlra
e um 'simple arranjo de canos c registos, aproveitar
o fogo supcrOuo do assentnmciito paru fazer mover a
machina tje vapor sem mais gasto de coinuustivcl de-
nota do engenho ter ganho sua marcha : esta muito mil
louinranca tem sido experiuiriit ida com bous resolla-
dos em os rngeiihos Trapiche c Jardlm. Esta fabrica es-
t semprc surtida de
Mocndayde tambores abortos para huchas do ma-
deira, grandes e pequeas, com seus pcrlcnces.
Ollas com aguilhes acuiihados chamadas moias
inoendas, de lodos os tamai.hos c com rodetes de ferio
ou sem ellos, para agoa ou animis. '
Dita inleias, todas de fono, cndepcodcnlo, rom a-
marras diagouaos de gancho, invenrao dos anniinciaii-
le, e muilo approvadas pela tua lortidao c faciiidadc
'i'.n ui ii e desarmar.
Alambiques do forro, cousa nova muilo approvada.
Aluinhns e prensa? de mandioca c lu nos de faiinha.
(.'arios de mao e arados de Ierro.
Ciando un (menlo de bron/os, agllilhes, chuiliaci-
ras, parafusos e mais pcrlcnces de engenho.
Bodas o rodetes de varios lainanhoi.
Boceas c crivos do fornalha.
Bochas para carrocas, ierra d'aco para serrarlas.
Iiolinoles, bronzes e roldanas para navios.
Os aiiiiiiiiciantes, pelos longos anuos do pralica ues-
te pai/., pela grande capac idade e cominodos de seu
novo c8labelccimcnio, o pelo creSCldo numero e muita
rspericncia e pericia dos seus operarios c einprcgailos,
iilloi t-t lio aos freguezos vantagens mo possmdas por
nenlnina oulra fabrica ueste imperio, c oslan, porlanto,
vcrdadriraiiicnie Aabilitadus a rinprchoudcr e execu-
tar com a maior proinpiidao c poiTcico qualquer obra
de cngeiiuaria ou iiiachiuisiuo.
IIOMOKOPATHIA.
As bexigas cstflo assolando ha tempo, c conti-
iniam a assolar esla capital; poucos sflo os que se
lembram de recorrer a homccopalbia, quaudo ella
tom em si o nico verdadeiro especifico contra e to
lerrivol fligello.
No periodo da invasflo, faz abortar rapidamenlo
as bexigas de peior carcter, impele formar-so me-
tastase no pesenco e apparecerem soifrmenlos gs-
tricos, tosse o rouquidflo, calarrho, salivaeflo, diar-
rhea, etc. Finalmente, lio o antidoto desto ramo de
peste, lauto no periodo felnil e eruptivo romo no
da madrela e dececaeflo l'oriiainbuco, 6 de mar-
co de 1819.
J. II. Cntamva,
Medico francez.
* Primeiro consultorio gratuito para os pobres
* na ra ila Cadcia de .S.-Anlonio, n 22, dirig- 9
t* do p.lo Sr. J. II. C.isauova medico, francez. #
% Este consultorio estar abarlo deade ae #
f ras da inanhfla al as 4 da larde. Os pobre*
i recoberflo consultas o remedios graluitainen- *J
4 le: apresenlundo um iillesladode pobreza de
9 seos vigai ios, ou mesmo de oulro qualquer
* sacerdote.

(lomocoptitliia.

m
-- Aluga-sc a venda da esquina da ra do Caldoi-
reiro com rinscflo para nmlhados por mdico
aluguel a qual be oplima pora quem quizer princi-
piar : na praca da Independencia, livraiia ns 6 e 8.
Loipras.
Compri-so um cavallo novo sem achaques o
c-iin aL'ims an lares : mi plac da lililopoiidonoia ,
l). 19.
-Compra-so urna negrinha de 6 a tOannos e um
molequo da mesma dado, isto para urna encum-
incinla : na ra larga do Bozario. n 35.
-- Compram-se barris vnsios, de todos os tama-
nhos : na praca do Commercio, n. 2, primeiro
andar.
Compra-so una escrava moca com habilida-
des, principalmente de cozinha e ongommado, pro-
ferindo-se rccolhida : paga-so bem : na praca do
Commercio n. 2, primeiro andar.
Vendas.
Lotera do Itode-Janeiro.
Aou 20:000^000 rie fis.
Na loja da prac da Independencia, n 37, acaba de
chegar um novo sortimeuto meios bilheles, quar-
tos, oitavos o vigsimos da lotera do Bo-do-Ja-
nciro, concodida a benolicio da casa da Misericor-
dia da corto. Na mesma loja se mostra a lista da lo-
leria passada c se trocam os bilheles premiados.
Vende-so ago'urdenle du Fianca, verdadeiro
cognac, de qualidado muito superior, em caixas de
una duzia ; barris de oilo om pipa com viuho ile
clarcl, como nflo costuma vir c ; una poreflo de
charutos de lluvana, vurdadeiros : na ra da All'un-
dega-Velha, u. 5.
r**4k


-------------:------
; '. -------
T-
-T-


*4>
V

Ni ra estrella do Rozarlo, n. 3*, vendem-se os
sepililes livros : o Panorama, 8 v, ; Chronica de
-Clanmundn, 3 v. ; Tratado 'la religiflo 3 v.; Ani-
maos rallantes, 3 v. ; Historia los crimes do gover-
no inglez, 1 v. ; o Espillo do camiio neutral 4 v.;
PhilosophiadeCousiu, 3 v. Fonnosa donzellade
Terlh, 2 v.; Manual incyclopedico, 1 v.; Kevolucflu
de 1817, i v.; Escudo adiniravel ,1 v. ; a Mediiacflo,
1 v.; Ceorgicas portuguezas, 1 v. ; Pensamenlos su-
blimes do bisco-de Clermonl, I v.; E oquenoa ua-
eional, I v.; Pratica criminal, 1 v. ; < imsiiiuic."o do
imperio,* v. ; Li?Oes de direilo publico 1 v.; So-
berana do poro, 1 v. ; as Qualro estncOes do dia ,
1 v. Saudadesde Bernardin llibeiro, 1 v.; o Masca-
ra negra 1 v.; o Dousmarqueze 4 v. o Malfeilor
de Guadraque, 1 v. ; Magnum Lexicn,1 v.; Virgilio,
3 v. Tilo Ijvio ; Cornelio ; Cicero ; Phodro ; Salus-
tio; Selecta; Horacio; gcammalica ingleza dita
franceza ; Telemaco ; FebuUs de La Fonlaine ; Dic-
cinnario inglez de Vieira ; livros embrancupara es-
cripturaeflo por inuito eommudo proco ; assim co-
mo contnuam-se a trocar obras.
Fe i, j fio mu la lin lio
o mais superior possivcl, novo o sem mncula : no
aimazem de Francisco DiasFeireira.no caes 'la Al-
fa ndega a preco rasoovel, o ainda mais n quem le-
var os competentes cobres.
Vende-se farinha de mandioca, em saccas;
lioiri como queijosde Minas : ludo Otorgado ltima-
mente do Itio-o-Janeiro : na ra do Vigario, ven-
da n. 15.
Troca-sc um sancluario de Jacaranda com tres
imagen* guarnecidas com ouro, obra de milito bom
go.-to, feila no Porto : quem o pretender, .lirija-se a
rua da Ci uz, loja de trastes n. 54, a fallar com Anto-
nio Coellio do Itozario.
Vendem-se 10 accOesda companliia de Beberi-
bc, porpaeca commodo: na praciuha do Livramen-
to n 67.
-- Vendem-se riscadinhos azues e encarnados ,
proprios para toupas de meninos e prelas a 100 e
180 rs. o covado; chitas limpas a 120, 140, 160 e
120 rs. o covado; linhas grossBS a treze vintens a
quarta ; ditas finas a320rs. ; pecas de madapolflo
* largo a 9,800 e 3.200 rs e varejado a 7 e 8 vintens ;
loncos de carribraia com barrado retroz ,_ muito li-
nos a 240 rs.; briin branco trincado de linho, a 320
rs. a vara ; bretanha de algodflo a 180 e 20 rs.; sus
penso ios de borracha a 320 rs.: na ra do Passeio,
loja n. 17.
Vendem-se semeas em saccas muito grandes ,
a 4,500 rs.: na ra da Madre-de-Deos, armazem de
'ente Fcrreira da Costa.
Vende-se urna escravada Costa, de 25 anuos,
com urna cria de 14 mezes o quo lava e cozinba o
diario de urna casa ; urna negrinha de bonita figu-
ra, de 6anuos: na ruado Crespo, n. 12, se dir
quem vende.
Vende-se urna elegante tradcelo ao pe da
letlradasprimcira e segnnda F.neidas de Virgilio,
por 6,000 rs. : na ra iias I.arangcuas, n. 16.
Vende-se um prulo de 18 annos proprio para
qunlquer servico : na ra do Vigario, n 8.
.Na loja deGueira Silva & Companhia, na ra
Nova se acliam bymnos patriticos dolodas as na-
ces iiieitiudos de Itodolpho, lindos duelos das se-
guinlcs leltras:
Quando o chime combato
.No coi:ii;o iie quem ama
O que faz a vil intriga
lleacceuder mais a chaina.
Menina voccniToquor
liiubeiro para gastar?
Bem sabe que tom palavras
Nada se i dearranjar.
Assim commo arias, cavatinas .caneos com par-
tes ja lilailas para-giande e pequeaorcheslra,musi-
rs para dramas e larcas, a 5,000 rs. cada peca de
msica, tanto ai aa como duelos, tercetos, bym-
nos ele o que se ver do catbalogo que se apre-
scntai aos coinpi adores.
Na loja de f-rragens junto ao arco da Concei-
cilo defi unte da botica vendem-se famosos can-
il ieiros de gaz, grandese pt-uUeiio* por preco mui-
to cornil iodo ; lima rede do Maralihflo avarmnlada,
e que tamban)serve para tipoia do lindas cores,
por preco cun modo.
Na ra dasCruzes n. 22, segundo andar ven-
dem-se 5 escrava*, sendo : 3 uegiulasde 16 a 18 an-
uos, com Igumas habilidades ; 2 pretasde35 a 40
annos que silo quilandeirus.
NOVIDADE.
Acaba de cliegar do l'aia.pelo patacho Josephina
um encllenle |*ixe deiiomiuado l'iaiuc.o qunl lu
supeiiorao baCalho, alui Ue que nflo lom espi-
iiinis vende-se na ra da Madre-ne-Deos armazem
n.9, a 2,560rs.a airona. I'ede-seao publico mau-
lle a elle, nao s para expeilmeiilar o avallar o que
he boro, eomi) para dar um iu pufsOa urna industria
m i le i lmeme nacional, c que pode o (.ai/ tirar um
bom resultado.
Vende-se um cavallo ruco-pombo, que est gor-
do elem bous andares, sellado e prumplo; urna
marqueza de amarell, quasi nova vende-e porseu
dono retirar-so para lora do imperio : na ra Nova,
n. 56.
Vende-se sola, couios cuitidos, la mancos, s-
palos bonetes de panno lino pura homein : ludo
Vendem-so queijos londrino os mais frescaes
que lia no mercado; massns finas,a 320 rs. a libra ;
Chocolate de canella, fino e do Lisboa; latas com sar-
dinlias; azeile doce fino, por proco commodo.* na
ra da Cruz, n. 62.
Viho barato.
Acha-se estabelecido na ra da Madro-de-Deos,
n. 36, um armazem de
Yinlios da Figueira,
de ptima qualidade, a pre?o de 1,200 rs. a caada,
o a 160 rs a garrafa ; e para n5o haver dolo do com-
prador serBo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e dando-se immediata-
mente a outra cheia: tambero ha barris muit pe-
queos proprios para quem passa a festa. 0 pro-
t-rietario deste estabelecimento pede encarecida-
mente que se nBo illudam avahando, pelo diminuto
preco e sem conhecimento de causa a qualidade de
sua fazenda digna por certo da estima, dos verda-
deros amantes da boa pinga. ElleconU que quem
una vez provar, continuar com goslo e sem arre-
pe idimento. E o bom preco!!.' A todo o exposto
aceresce o asseio e boro acondicionamenio o que
tudo sepoder verificar em dilo estabelecimento.
PUflO VINHO DA FIGUEIRA.
Existe no armazem de molhados, atrs do Cor-
po-Sanlo n. 66 urna grande porcHo deste genui-
no vinho que se est vendando pelo diminuto pre-
go do 1,120 rs a caada o a 160 rs. a garrafa ; tim-
beo ha em pipas quo se vender mais em cunta : he
esloo melhnrdetodosos vinhos que se teem n-
nunciado pela sua simplicidade e ptimo paladar :
quem urna voz o beber jamis deixar de o com-
Vende-se cal virgem de Lisboa, de superior
qualidade, em barris de 4 arrobas, chegada nesle
mez pelo brigue Hara-Jo t : a tratar na ra do
Bruin armazem do Antonio Augusto da Fouseca ,
ou na ra do Vigario, n. 19.
Algodao ir Aligado da fabrica
de Todos-os-Santos da
llaha ,
muito proprio pan saceos de assucar e roupa de es-
cravos : vende-so em casa de N. O. Biober & Com-
panhia na ra da Cruz, n. 4.
CHA'BRASILEIRO.
Vende-se. on armazem de molhados atrs do
Corpo-Sanlo, n. 66, ornis excellente cha produci-
do emS.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por preco muito commodo.
Presuntos.
Vcmlcm-se superiores presuntos inglezes para
fiambre chegados no ultimo navio: no armazem
db Braguez ao j do arco da CuncecIo.
Taixas para engenho.
Na fundiclo de ferro da ra do Brum acha-se a
venda um completo sorlimento de taixas de 4 a 8
palmos de hoeca, por preco commodo, e com promp-
tidflo embarca-so, ou carrega-se em carros sem dcs-
pezas ao comprador.
Vcndeni-se sellins inglezes e camas
de ferro : na ra da Senzalla-nova, n. !\i-
Agencia da fundicao
Low-Moor, ra da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estabelecimento contina a ha-
ver um completo sorlimento de moendas
e meias moendas, para engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dilo.
Ferro
de todas as qualidade; e dimensOes, em barra ver-
galhflo, vcrguiuha, arcos e chapa por preco com
modo : na roa da Madre-de-lieos, arroazcm n. 26.
Vendem-se queijos ile praln, ditos londrinos
moilo frescaes latas com bolachiiihas de Lisboa
ditas com ditas de ararula ditas com horvi has di-
tas com sariliubiis, ditas de marnielaila de 1 2 o 4
libras garrafas com vinho moscatel deSelubal di-
las de dilo da Madeia ditas de licor fino', avelaiu,
velas de espcrmacele de nilo em libia proprias pa-
ra lanteriias caixinbasde massas finas de eslrelli-
nbas frasquinhns dourados com agua do flor Je la-
ranja : na ruada Cruz, no '.ccife, n. in.
Calcado.
Vendem-se botins e meios ditos de Lisboa, para
homem e menino ; sapatos de maroquim francez,
por preco mais baialo do quo em outra qualquer
dos de barricas : vende-se a preco que o comprador
far lodo o negocio: atrs do theatro, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida.
Charutos da Baha.
Vendem-so os melhores charutos, chegados ha
pouco da Halda hem como cavalleiros, cacadores,
etc., em pequeas e grandes porpes por preco
muito em conta : na ra do Trapiche-Novo arma-
zem de Joflo DawsJey & C. .
- No armazem de M J. Corbett, n. 48, na rus da
Cadeia do llecife ha sempre urna porcjlo de Cham-
panha dos celebres autores l.onson & Companhia ,
lauto em garrafas como om meias ditas, a 25,000 rs.
a duzia, garantida.
AGOA DETINGIR CABELLOS E SUISSAS.
Contina-se a vender agoa de Ungir cabellos e
suissas : na ruadoQueiinado, n. 41. (1 melhodo de
applicar a dita agoa acompanha os vidros.
Charutos da Baha.
Vendem-so os meihorcs charutos chegados ha
pouco da Bahia, bem como cavalleiros, cacadores ,
quem-fumar-saber, regala, regalos de Devana, em
pequeas e grandes porcOes, por preco muito em
cjnta : na ra da Madre-de-Deos, loja de chapeos ,
n. 32.
por preco commodo tanto a lelalho como om por- | parte : na ra latga do Rozario, n. 24.
C-iiO : na ra do Livranienlu na entrada du becco ) Na rua do Crespo loja de 4 portas n. 12, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
do l'adi junto ao nicho, | rimeira e segunda lujas
de urna s pona, de Jos de Paia Fereira Junor.
Vende-se urna prela cribiiU oe 30 anuos pouco
mais ou menos que lava de sabo, cozinba alloma
cousa cose chao e faz lodo o mais servido de una
casa vende-so por seu senliur relirar-^o para lora
da provincia : na rua da Muda, n. 19, segundo an-
dar.
Merradoric a vender em grosso e a relalho.
Chapos do sol, de seda, ricos e simples, para lio-
meiii e senhora ; sapatos para seuhora ; bicos pretos
e brancos ; chapos de pailia ; lilas; floies ; maule-
leles; chales ; robes de baregee deoulras razendas ;
bejoulerias; meias de todas as quididades ; luvas do
seda novas ; lencos de todas as qualidadea; grvalas;
avenlaes ; roupa feila ; perfumanas e papi I. tnrigii-
se a ruadaSenzalla-Vellia, n. 112, le ceno auuur
Comprase urna escrava moca que saiba eu-
goinniar e sirva para todo o servico de urna casa: na
rua do Cabug u. 9, lerceiro andar.
Um bom armazem.
Vende-se um bom armazem para carne do Cear ,
na rua da l'raia n. 27, por baixo do theatro : a tra-
tarcomCuilhcnne Selle, no Ateno-Ua-lioa-Vista ,
n. 10.
Vende-se sarjj de seda hespa-
tiliol.-i, muito superior; setim de
i\]acio proprio p.na vestidos; los de
linho pretor, bordados a seda; meias
pretas de seda de peso; panno pre-
to muito fino e prova de limo;
casimira preta elstica ; sarja de
listras, setim proprio de collele; as-
sim como oulras mnilas iazendas
finas, proprias para a quaresma :
tudo mais barato do que em outra
qualquer parle : na loja de Jos
Moreira Lopes & Gompanhia, rua
do Queimado, quatro cantos, ca-
sa amarelh, n. 39.
Vende-se a verdadeira polassa da
Bussia, desembarcada hontein, porpre-
90 mullo rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e ruada Cadeia, n. 3$.
Madeira de pnho.
Na rus de Appollo, pegado'ao armazem do Sr.
Molla ha um novo armazem eom madeira do pi-
tillo da melhor qualidade que tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas ss grossuras o comprimen-
tos : vende-se pelo menor preco que he possivel.
Taboado de pulio da Suecia,
de 10 a 55 palmos
decomprimento o melhor que tem chegado a este
. mercado, em razo de se poder euverniz.irem quai-
qnerobra por nflo ter nos e ser muito alvo, sen-
I do costado, costadiuho, assoalho, forro e para fun-
- Ycndem-se chales de laa pelo di-
minuto preco de duas patacas cada um i
assim como sarjas, cazimiras, setim pre-
to e outras umitas iazendas, ludo por
preco commodo : na Aterro-da-Boa-Vis-
la, n 24*
-- Nos armazens n. 1 do caes da Alfandega e do
fallecido Braguez ao p do arco da Conceicfl", ven-
de-se superior farinha de maadioca em saccas de
alqueire, por preco commodo.
Taboado de pin lio.
Vendcm-sc taboas de pinho no
Forte-do-Maltos armazem do Vianna e
no armazem do Machado, na rua de
Apollo, junio ao porto velhodas canoas,
e os melhores pranches, costados, costadinhos e la-
hnns ile todas as grossuras e compritnentos por to-
do o preco.
--No armazem de liiasferreira, no caes da Alfan-
dega vende-se superior farinha de mandioca em
sacras de alqueire ; bem como superior polassa em
harriquinlias desembrcala lia ppucos das, por
preco commodo.
Vende-se caJ virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na rua do Trapiche, arma-
zem n 17.
No Alerro-da-lloa-Vista loja n. 78 vendem-
se sa pal fies grossos a 1,000 rs. o par; ditos do A ru-
ca I y a 1.000 e 1,280 rs.; sapatos de lustro para sc-
iihoia a 2,800 rs.; dilos para meninas a 1,920 rs. ;
ditos de cnrilovo, a 1 ,-jso rs. ; butins para liomem ,
a 3,000 e 5,000 is. o par ; sapatos de sola e vira a
2,000 rs. ; hahus de madeira enveruizadns de varios
tamanhos c pi 1 eos ; bonetes riscados a 280 rs. cada
um ; dilos para meninos a 800 rs. ; dilos de mar-
oquim 1 reto para homem a 2,500 rs. cada um
ditos de merino, para enancas a 3,500 rs.
Vende-se um cavallo de sella cura muito bons
andares : na rua do Ciespo, loja 11. 2 A.
Cigiiriilliosde pal lia de milho:
vendem-se nicamente no armazem de moldados
a Irs do Corpo-Sanlo, n. 66.
~ Contina-se a vender cera de carnauba, por a-
lacado e a retalho a vajilade do comprador, por pre-
Co commodo : na ni8 da Cadeia-Ve! ha, lojas de fer-
ragens, ns. 59 c 63, de Jos Das da Silva.
Vende-se a venda da rua do Apollo, n.21, com
pnucos fundos : quem a pretender, dirija-se a rua da
Madre-de-Deos, tratar com Vicenta Fcrreira da
Costa..
No deposito de Me. Calmonl & Companhia na
rua de Apollo, armazem n. 6 acha-se constante-
mente grande sortimculo de ferrageus ioglezas para
engenhos de assucar corro sejam : taixas de ferro
coado de difTerenles modelos, os mais modernos;
ditas de ferro balido ; niuemlas de ferro do mode-
lo adoplado para armar em madeira ; ditas todas
de ferro, lauto (ara agoa como para ammaes ; ma-
chinas de .vapor de finca de quatro cavados o do al-
ta prcssfio o mais moderno esimples que he possi-
vel ;-reparlideiras ; espumadeiras ; reafriadeiras de
ferro estanhado; formas de ferro: ludo por preco
commodo.
Vende-se urna esciava de nacflo, moca: 00
comprador se dir o motivo por que se vendo: na
rua da Cadeia do llecife, escriptono do correlorOli-
veira.
Na padaria da ru da Guia, no Recife haver
lodos os dias a venda o novo p3o de l'ruvenca fa-
iicado por outro modo que o actual, e da melhor
farinha que ha no mercado: por este motivo nflo se
pode fazer senSo a 40,80 e 160 rs.
Vende-se um cavallo caslanho-escuro, gordo e
grande c que he ptimo carregador : na rua das
Flores casa do Luiz Caetano Borges.
Aos amantes da boa pilada
soofferec'eorop Novo-Lisboa no seu deposito da
rua larga do Rozario, n. 2*.
-- Vendo-se farinha de mandioca, muito superior,
por preco commodo : a bordo da escuna .S -Cruz, ad-
orada em frente do trapicho do algodflo.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3,500
rs., ditas pequeas a 8,800 rs : no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na rua do Amorim, n. 3. '
Polassa.
Dcsembarcou lia poucos dias urna por-
cao de barris pequeos, com muito nova
e superior potassa, e se acham venda,
por preco mais barato do que ultima-
mente se venda, na na da Cadeia- Velha,
armazem de Bailar & 01 iveira, n. 13.
FARELU
em saccas muito grandes,
a 3s'6oo rs. a sacca:
no armazem do Braguezao.p do arco da Conceda
Vendem-se taboaw america-
na^ al 5 palmos de largura
e de todos os comprimcnlos.que ha muitnlempo no
teem vindo e os freguezesexperinientando a falla
(testa excellente qualidade. A ellas que silo poucas e
topreco he barato. Atrs do theatro, armazom jun-
o] a mar, de Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se a loja de couros da rua Dir.-its, n. 49,
com poucos fundos : a tratar na mesma l"j
-Vende-se umsellim com pouco uso, muito em
conta : na rua do Cotovello, n. 31.
Vende-se um burro de Horatis para a rapazia-
da que quer fazer exame na academia : na praca da
Independencia, loja n. S.
NOVIDADE.
Viril ciinho.
No armazom da rua da Madre-de-Deos, n. 36, aca-
ba de ehegnr ( para expeculacflo) pelo hrijuo Tcn-
lura-FiU recenlemente chegado do P-tIo, o mais
excedente vinho verde, para os amantes se refres-
caren! com este gle: mandem a elle emquanto se
nflo acaba, por.ser urna s pipa ; e para ntlu escanda-
Usar os amigos e freguezes nflo se altera o preco
de 160 rs. por garral
I
Cera ein velas. B
Vende-se na rua doVigario, n. ig, (
segundo andar, caixas com cera em Jfj
velas fabricadas no Hio-de-Janeiro, W
em urna das melhores aLricas, sor- 98
ty lidas ao gosto do comprador,.e por P.
) preco mais barato do que em oulra ^
'- qualquer parle.
Vendem-se saccas com muito bom milho o
estas milito grandes a 4,500 rs. cada sacca : na tra-
vessa da Madre-de-Deos, venda nova de Antonio J.
llamos.
CHITAS F.SCAI1I.ATES, A 240 KS. O COVADO
Na rua do l.iviamento, n. 14, vendem-se chitas es-
carales, pelo diminuto preco de dozo vintens o co-
vado ; lencos de n flo com bieo as ponas a <80
rs.. e outras muitus chitas, a nove vintens o co-
vado.
Vende-se folha de Flandrcssortida da melhor
qualidade possivel, em ioic/io grande e pequea :
na praca do Corpo-Santo n. II casa de Me. Cal-
moni & Companhia.
Vende-se urna escrava de 14 a 18 annos, de bo-
nita (lgura ,sem vicios nem achaques : na rua for-
raos, penltima casa, a diroila.
Vende-se um habito do Christo para casaca,
com cruz de rnbim e laco pequeo de diamantes!
urna cama grande de Jacaranda com imrDilidos ,
quasi nova por tenido pouco oso : na Iravcssa do.
Carino, n 1, segundo andar. Na mesma casa bor-
da-te de ouro e prata qualquer obra de seda com
pe le cao e prcQO commodo.
Vende-so urna ptima preta perloila engom-
madoira e cozinheira : o motivo por que se vende se
dii ao comprador: na praca da Uoa-visla venda
n. 13.
Escravos Fgidos
rugi, em Janeiro prximo passado un monv
que cabra de nome Caudencio ; levoo camisa e ce-
roulasdealgodilozinho bonete de relo de panno
azul e branco ; representa ter 15 a 18 annos. eom ci-
calcizes do hexigns ainda mui visivel, e cara redon-
da : quem q pegar leve-o a rua do Queimado,' n. 27-
Fugio.no dia 3 d corrate do 'sitio Cortume,
no lugar dos Afogados um moleque do nome, Cae-
tano de 12 a U annos estatura regular : Bloio fu-
lo, eom falla do denles na rreulo nariz o beico
griissos pos grandes ; levou caigas do la velhas,
camisa velha com leinendo de estopa as costas :
quem o pegar levc-0 ao sitio cima referido que se-
l gratillcado.
Aiisontou-se, da casa do abaixO assignado um |
Africano de nomo Manoel, no dia 3 do coi rento de
9 annos pouco mais ou menos fallaj muilo expli-
cado olhos grande o um pouco abdoados para fo-
ra um tanto cambado dospes; cosluma trocar o
nome para o do Joflo ; levou camisa do algodao tran-
cado coro liatraa azues e Calcas da mesma fazenda :
quem o pegar leve-o i rua de Apollo, n 16.
r Jte l'edro do llego. _.
lIL""..'-!.- J-11.~~tzzj.i:.:jj : ,i gg
LPfSN. : NA TTP. DI *.r. DI rifil. iB49
MUTILADO I


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