Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10005


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Full Text
Anuo XXV.
m
Sexla-feira 2

0 /.'/ 4/lf'puIilici-setod:>s'>s diaique nao
forem de guarda, prefo da asignatura he
de4)Q00rs. ii:rnnarl(1.j>ajM aiii.unclot .o. asi!rntes sao inierMos i
r.iso de 20 rs. por liaba, 40 r. em typo dif-
f.Tiiile, c-ai'Wpetlftffti pe metida. O nSo
ra'ignante pagar-o 80 rj. por llnha e 180 rj.
em lypodlflfeaenlc, por c,i la piibllcafo.
PHASRS DA LA NO ME?. DF. MARCO.
Crcacente, a 1,4a 0 hora e 43 n>ln..dJ> lar4.
Loa chela, a 8, as H) lioras.e4imln. da tard.
Miiigoante.aie.t llioraae 19mo. datara.
LO uora, a 24, ai 11 horas e*mln.damanh.
i:recente, a 3!, s 4 borai eSSmtft-da manh.
PARTIDA DCS COBREIS.
Guianna e Parahiba, a eg. e imtat-feltas.
Rlu-G.-do-Nurte, qulntat-feirat aomeio-dia.
Cabo. Seriiihem, IUo-Hormono, Porto-Calvo
Macelo, no 1. a II e 21 de cada mcz.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Baa-Vifla e Flores, a 13 e 28.
Victoria, s quiutai-irlrat.
linda, todoi os das.
PB.EAMAR DE HOJE.
Primelra, s 10 boraa e 54 minutos da manh.
Segunda, s 11 boras e*18 inmuto da tarde.
de Mw$o de 1849.
N. 49,
das da semana.
I 26 Segunda. S. Torcato. Aud. do J. do
Vi on.h.,doJ.dociveledo J.M.da2. v.
fl Terca. S. Leandro. Aud. doJ.doc. da I.
v. e do .1. de pa do 2. dist. de t.
28 Quarta. S. Rolno. Aud. do J. do r.
da i. v. e do I. de pa* lo 2. dist. de t.~
1 Quinta. S. Adrlao. Aud. d.o i. do orph.
e do I. M. da 1. v.
2 Seita. Simplicio. And. do J. dociv.c. do
J. de pac do I. dist. d* t.
3 Sabbado. S. Ilemeter|o. Au I. do J. do c.
da I. v. e do J. de pa do 2. dist. de t.
4 Daiulogo.'S. Casimiro.
CAMI'.IOS NO DA 1 DE MARCO.
Sobre Londres a -Jtid.por I/C0 rs. a 00 din.
o Parla
Lisboa 108 por ceoto de premio.
Rio-dc-Janelro ao par.
Deac de lett. de boas Armas a l'/i X ao mea.
Acedes da comp. de lleberlbe, a OJ1 rs ao p
(turo Oncaa hespanholas. 3t)*ni>0 a 3:>/;>UO
Muda de 0**400 v. I7#'3(W a I7#5uP
, de 6/400 n, 16/20J a UifVV
de4>000.... 9/:>00 a !V100
/Vala-Patacoeabraalleiros I/W0 a l/ii'.'O
Pesos columuarios. 1/070 a l.tfWii
Ditos mexicanos..... I/00 a t/!20
)
.BU .OFFCIaU.__
. MINISTERIO DAJUSTIQA.
* .1." SECQAOt
9 DE PIVERIUO dr 1849.
Decreto de 29 do Janeiro de 1848, nomeando o ba-
rli*rl JAs Martins Fcrreira jmz municipal e de or-
philos dos teraaos reunidos de S.-Bernafdo-do-Brejo
e Tulfiya, no Sfaranhfio.
dem de 7 do corrento, nnmeando o hacharel Jos
Paulino de Figuoiredo juiz municipal dos termos
reunidos de llaturite e Imperstriz, da provincia do
Cearl
dem de 99 de Janeiro de 1849. apresentando o pa-
dre Manoellgnacio do Lima na freguezia da.Varzea,
uIImimonte creada na provincia de Pernambuco.
Idcm da mesma data, apresentando o padre Joilo
llmliigoes l.ages na fregoezia das Mercs-da-Pomba,
do bispado de Pernambuco.
dem da mesma data, apresentando o padre Fran-
cisco Marques ila Silva na freguezia do Poxim, da
provincia das Alagase bispado de Pernambuco.
dem da mesma dala, apresentando o padre Joa-
qun) Manoel deLavor na freguezia do Buique, bis-
pado de Pernambuco.
dem da mesma dala, apresentando o padre Anto-
nio liulino Sevcriano da Cunlia na Freguezia de Inga,
do bispado de Pernambuco e provincia da Parahiba.
que pela commocio intima, e encanto e suhlimida-
de do estylo, podom as paginas a juvenlude compa-
rar-se com os priuieiros livros das eonfintu de Jlo
JacquH Uguiseau. Annuncia-se lambem outra do
mesmo autor, intitulada : Historia da nvolufdo &t
1848, e da 1'undacflo da repblica.
. GEOGRAPHIA.
Na occasiao em que o papa se vio toreado a aban-
donar os seus oslados, e a rcfugisr-seemCacta (*J
no deixarlo de inleressar ao publico algumas noti-
cias relativas a esta cidade, no caminho que Sun
Santidade tomou para all chrgar, e aos diversos
pontos para onde se diz que elle se retirara.
Gaeta acha-se na estrada de liorna para aples
pelas lagoas Pontinas. O papa devia sabir do Roma
peta porta de S.-Jo.lo, seguir pela famosa Via-Apia,
coberta d ruinas de monumentos fnebres e de ac-
queductos. alravessar o monto Albano, e continuar
o camiiibo pela magnifica calcada, construida no
lampo de Pi VI, atravessando as lagoas para cliogar
a Tcrraciita, ultima cidade de seua atados, situada
a meio caminho, e a onze dias de correio de Itoma.
De Terencia a Gaeta ha s tres dios o meio de Jor-
nada. Gaeta boa primeire cidade de aples, e a
sua povonco sobe de 4 a 5000 almas, estando a ci-
dade bem fortificada. Atlribue-se a Boeaes a funda-
cflo della. Tem situacBo encantora ; foi por vezes
assodiada, e entro oulras pelos Francczes em 1815
Dic-sequo o papa se retirar de Gaeta para moulu
Cassinoou Casera. Monte Cassinoheo qlebrc mos-
teiro de beneditinos, lundado no eculo soito por
S.-Bento, que all morreu, o cujo sepulcliro anda
all se ve. Cominha-se pelo espaco do algumas vincento de quecoadjuvama revolta,-de que cou-
boras para chegar ao mo tenso A arehitectura delle no oTerece grande in- ,
cm todos os lugares onde podis parar por algn
leresse por ser um conjuncto do renovales feitus em
dislinctas pocas e sb diverssos planos, e principal-
mente em 1619 Omosteiro de monto Cassino era,
como diz Mr. Valery, urna verdadeira colonia reli-
giosa e salda, quo reuniaemsi todas asarles, olli-
cioa e profissOes. Possue O mosteiro mui rica bir
bliolheca, com preciosos manuscriptos. Crea da
abbadiaosl a cidade de Pontecorvo.capilal do prin-
cipado poilencento ao papa, sebom que completa-
mente cncravado nos estados de aples. O litlo
deslo principado foi dado por Napoleilo ao general
Bernardote, depois rei de Suecia. U pontfice pp
dra relirar-se para esta cidad", mas tillo leria,
como em Gaeta, o recurso de embarcar, no caso de
apuro.
Casera he um palacio magnifico, construido em
I75S, segundo o plano de Vaiitivlli, por Carlos.3.%
a alguaMs legoas de aples. Situado u'um valle
triste e&riado, participa da ausleridade monstica
do Escurial, e da maior parlo dos reaes pagos lies-
panhjs. papa poderia, decerto, Viver all des-
cansado-; pori nao hosla a sua missao. Oseu
reinado n.lo acabou, nein como soberano temporal,
nem como cabera da igreja calliolica. A sua resi-
dencia em Gaeta no por isso mais conformcum as
nocessidades,. cuja salisfagao tem que allender ;
podendo ah tomar as resolucOes quo as circumslan-
oias, e os bous desejos d quo so acba anima lo pos-
asen tornar necessanas.
(Do iario do Governo )

l
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 27 DEFEVEREIRO.
OdeloAo commsndante das armas, approvando
a deliboraalo que S. Exc. lomou de ordonar que a
guarda nacional d a guarnic,3o da prasa em os do-
mingos, aflm de alliviar.um pouco a tropa de linha.
Scienlificou-se o commaudante superior respec-
tivo.
Dito.Ao commandante das fiVcas navaes, recom-
mendando baja de dar as convenientes ordens para
que.sejam postosem lil>erdade Macario de Luna Frei-
r, Manuel de Barros Franco e Jos Elias Pessoa,
presos a bordo dos navios de guerra surtos no porto
dests cidade, visto se terem mostrado iseotos do
rrrne do cumplicidade na revolta que ora aqui se
deberla.Communicou-se ao chefe de polica.
Dito.Ao director das obras militares, determi-
nando mande proceder com urgencia ao concert de
quo carecen) os caixilhos das Janellas do s.iliiodo
hospital regi mental do segundo bal al hilo de a rl i I lia-
rla A pe.- Participou-se ao commandante das armas.
Dito.Ao director do arsenal de guerra, autori-
sando-o a despender a quantia de 1:000,000 ris com
a compra de 5 quintaos do chumbo em barras para
fundicSo de balas.Inlelli'genciou-se o inspector da
pagadoria militar.
Dito.Ao mesmo, ordenando, man le aprsenlas
ao commandante dar frcas navaes, para que soja
recolhido a um dos navios de guerra, surtos no
porto desla cidade, o aprendiz daquello arsenal,
Bernardino de $cena, que, leudo desertado da res-
pectiva companhia desde 13 de outubro de 1848, re-
colheu-se a 22 do corrente, eest as circumslan-
cias de servir no exercito.Parlicipou-so ao com-
mandante das forgas navaes.
Dito.Ao inspector da pagadoria mililar.dctcrm-
naudo que, vista da conla que remelle em duplca-
la, pague a Amorini Irinfus, ou a possua autorisada
por cllej, a quantia de 309,600 ris, importancia de
86 arrobas de carne secca quo esses negociantes fui'-
neceram para o sustntenlo das tropas logaes.Sci-
eiildcou-se o inspector do arsenal de matinha.
Dito.A' Thomaz 'Lias Caldas, agradecendo o
*eu patriotismo e os senlimentos pliilantropicos de
que so aclia possuido, cedendo em beneficia das viu-
vas e orphuos dus cidadilus morlus em defesa do
throno constitucional os vencjincnlosqno Ibecom-
petem na qualidade de ca pililo de cummissau em ser-
vico na comarca do Bio-Furmoso.Communicou-se
ao inspector da pagadoria militar
Dito Ao inspector da Ihesouraria da fazenda pro-
vincial, recomiuendando haja de providenciar para
que se adiaul u sold dos mezes de maicoa maio
pioxiinos futuros ao destacamento de trila pracas
do inesiny curjio, qpevai partir para Pajah-de-Flo-
res.scienlilicou-se o commandante do corpo de
polica.
EXTERIOR.
'i--------------------'r
NUTICIA.S DIVERSAS.
ASSASSINO DE ftOSSl.
O nomo do assassino do conde de Rossi he Bruto
Jergo. .Os conjuradas eram doze. Brulo por calar
mais prximo foi exceulor da sentenca pronunciada
contra o ministro as sociedades secretas.
NOVAS OBRAS DE LAMARTINE.
Este celebre escriptor publica actualmenro em
Pars um novo livro Intitulado: Kaphatl, pagmai da
juvtntude. N3o sabemos at que ponto ser digna do
cantor d Jocolyn das meJitacfles poticas a nova
historia de um"poeta, escripia por elle mesmo. As
pessoas que connecem eila compasivo asseguram
PEnNAMBUCO.
Receita c despeza da cmara municipal do-Recite, no
mcz de fevereiro de 1U49.
RECEITA.
Imposto de 2/ rs. sobre ms-
cales e boceteras .... N 101 a 106 .12,000
Cordeacfles e liecncas ... 33 a 35 58,000
Mullas por infracfOts ie poilurat, ataber:
Da freguezia do Recife N.*60a 61
Dita de Sanlu-Antonio 46 a 64
Dita de S.-Jos ....... 7
Pela reparliciio de polica 1 a 3
Dita por a lei do 1.* de outu-
bro de 1823 ...... 1
Alugueis das lojas da praca da
Independencia...... 51 a 64
Custas........ 1
70,000
19,000
8,000
Suppiment exlrahido .do
saldo do mez de dezembro
prximo passado.....
297,000
30,000
4,000
215,013
31,842
650,855
Rs.
1:654,22
2:305,084
DESPEZA.
Ordenados o commisso do
mez de Janeiro p. p. N.
Limpeza de ras.....
Evenluaes........
Extraordinaria......
4 765,533
a 6 a 10 58,560
a 14 a 15 4,000
1 1:476,9I
Bjr.
2:305,084
Contadoria municipal do Recite, l. do marco de 1849
O contador,
Manuel Grtgorio. da Silva.
Umtlll DEI'EUNAslimi.
BECiri, 1 BI MABfO BI 11(9.
aova d aavoiTA.aloomaS aBrLr.xOas aceb-
CA DELLA.
Os rebeldes acham-so em Pasmado. Foi dalii que
Antonio Borges da Fonseca dirigio-nos urna carta,
que conservamos em nosso poder, loda escripia por
sen propro punho, e na qual, ao passo que busca
justificar a conduela que ltimamente ha desenvol-
vido, appellando sempre para scntioienlos cmque j
nosnflohe possivel acreditar, aflirm-nos liaver fal-
lecido cm Po-Amarello o famigerado Joilo Ignacio
Ribero Roma.
A morte, pus, desse Pernambucano degenerado,
j nSo pode sor posta om duvida por nnguem : he o
propriu Borges da Fonseca, csse homom que tanto se
esmera om oceultar a verdade, quo testifica esse
Tacto,-queod por consummado ; entretanto que
persiste na tortuosa carreira porque vai correndo
desbridado j entretanto que se nSo abslm de ro-
corror aos mais grosseiros embustes para conservar
cm derredor de si e de mais dous individuos, que
ainda o acompanham, (Moraes e Joo Paulo) os mi-
(*; Extrabido d'EI-Guia.de 2| de desembro de 1848.
momentos.
0>governo lio justiceiro sem ser deshumano ; lio
enrgico sem ser cruel: quer punir os grandes cri-
minosos, quer suhjcilnrs penas da lei todos qnan-
los nfluiram, como chefes, para que estojamos a
bracos com QaVa Iota sangrenta, e quo ennegrecer
para sempro as paginas da historia pernambucana,
om quo smento se deveram registrar feitos heroicos,
feitos dignos dos desccnlei|tes dos Vicias, llenri-
ques Das e Camarines: mas poupar os inexpertos; -
acolhcr benignamente, e qual nutro hom pal que nao
Sabe negar pcrdilo nos filhos, oulr'ora desvairados,
queco'ntrictoslh'omploram, todos quanlos dopn/e-
rem as armas ante s, ou ante qualquer do BOUS a-
gentes ; a lodos quantos, abandonando a estam-
pada e infamante bandeiada revolta, vioremasy-
larsesb o manto protector e muniliccnlc do Sr.
D. Pedro II.
O governo pune,sim; mas, aocumpiir esta pe
nosa obiigaco, fa-lo caldosamente, o nBo como
quem so regosija rom ossoffrimentos do urna vcli-
ma. Seduvidaisd'sto, se nao rrdesnnqe acaba-
mos de dzor-vos, informa-vos da manoira romo hfio
sido tratados esses desditosos que, conducidos por
vos ao precipicio, frtram aprisionados pelas filrcas
imperlaes; ndagado quo so ha praticado com cl-
les, e sabereis que os feridos jazem nos hospities,
onde So pensados to cuidadosamente como os
bravos que arrscaram a vida em defensa do throno
e da constituico ; bem como que os demais, com-
quanto reclusos, tecm encontrado todas as commo-
didades que p lem proporcionar as nossas prsiVs ;
havendoo maior esmero em adocar-lhes a infeliz si-
tuacilo que os arrastraram amigos fementidos c re-
falsados.
Sim ; clles, os homens do povo, quo exnminam os
actos do governo, que m tcstemunliam, fallar-vos-
hiam por este tcor, e desl'ai te vos arranrariam das
m.los a alavama da intriga, com que at aqui ten-
dos cavado a ruina de milhares deseos irmilos, sem
temerdes ao menos as estrellas conlas quo vos loma-
r o SUPREMO JUIZ por este procoder tio brbaro,
quanto indigno de um chrslo ; mas os roceros,
os menos Ilustrados,-os schismnticos, esses vos
acreditam. esses vos seguem. Entretanto lio para
clles qoe boje lancamos sobre o papel as linhaa que
ah delxamos escripias. Saibam ellos o como as
cousas se passam na rcalidade ;liquen) inleirados
dos verdadoiros sentiuicntos do governo ;-no igno-
ren! qual a sorto que os aguarda, caso se decidam a
deixar-vos,-caso tomem a louvavol resolucoJo
abandonarcm o caminho tio crime, c virem collo-
car-so sb a prolcccao da lei.
.N3o vos persuadis, porm, que ao exprimirmo-
nos deslo modo, estamos sb o dominio desse terror
que pretndela- derramar por entre os .habitantes do
Recife, fazendo correr pela capital que a atacareis
segunda voz no, mil vezes nflo. Sabemos quanto es-
tis reduzdos e dosmoralisados;sabemos que a
oidade csU sufilcioot.'m.Miio guarnecida, o quo o
Exm. Sr.lanoel Vieira Tosta, de aecrdo com o Bxm.
Sr. general Jos Joaqum Coclho, ha tomado to las as
medidas para que recebis lc,(o anda ibais tremen-
da doqucaquelln que vos dernm os briosos defen-
sores da legalidadoquando nos vicsles inquietar no
memoravel e luctuoso 9 do fovcrero; -sabemos que
duas fortes columnas se acliam bem prosmas de vos,
ese nreparam paraesmagar-vos como de um so gol-
U ;-temos, cmfim, um coraCao verdadc.amon.o
pernambucano, verd.deiramenle brasileiro, e, por
maior que sej o perigo que nos exponhamos,
jamis dexaremos de manifestar alto e bom som
aquillo que sentirmos dentro d'alma.
seros que, Iludidos e como que phanatsados, ah
vaguoiam do ponto em ponto, persoguidos pela nnil-
dilo de lo los quantos sabem prezar a honra ea vida.
Entre estes embustes figura capitalmente aquclle
por quo os cabecilhas buscam fazer crer ao incauto
povo que o governo est disposto a lorlura-lo, a
aniquila-lu.
Seos poucos chefes da revolta, que ainda so a-
cham em circumstancias do jugar a arma da intri-
ga e do aleve, fallassem donlro desla capital, certo
que seriam nimcdalamcnte desmenlidos por a-
quelles meamos cuja boa f procurasso.r. illaquoar;
pos que clles Ihcs driam, como nos agora :
Ments impudentemente, apostlo! da devas-
tacffo : o governo quer proteger-nos : o governo afa-
na-se por preparar-nos um futuro roas prospero do
que esse vergonhoso passado quoahi fica aquem de
nos-do qe este prsenle desgracado e prenho do
desgostos, que, qual alrantilado rochado, pesa sobro
nos, e como quo nos esmaga.
O governo no he persoguidur, n-lo be reactor.
So o fra, nflo veramos as repartieres publicas a-
pinhoadas do empregados que eaposain as desali-
uhadas idelas polticas, em'nomedas quaes tendes
devastado t.nUs p.ragcna, e quo suppomos serilo va
conservados emqu.nto bem cumpnrem suas ob- ^J^^^U-I
gacjjes, -emquanto nSo thouver um prova con-I longo do qui


l2r -
RS
que esto enlre nos os Srs. coronol Cypriano Jos do
Almeida e tenente coronel Francisco de Albuquerque
Maranhflo Cnvalcante, os quacs, podendo escapar-se
dos rebeldes, chcgaram aqu hontcm noile.
Cor respon ciencia.
Srs. Uedatlortt. Temos estado al o prsenle no
ni a o coslumdo nflo dar ao publico noticia atfcuma,
linda que aurcinta seja, do estado do hospital mi-
litar ; e, posto que ncm todos tomem grande inle-
rpsse pela snrte dos nossos soldados, desta porcllo
tilo importante de servidores do Miado, umita gen-
te nflo deixar do f*7-lo, quando Un prestantes ho-
nipns, por suas Piifermidadrs, precisam dos desve-
los e cuidados ilaqnelles a quem he confiado n sen
tratamento : desta ignorancia, em que lodos vivem
a respeito do que se passa em tal casa. Uvm nasrido
sem dvida os juizos, talvez menos favoraveis, que
por ah algures se leeni mito desle estabelccimeuto,
paraoqualo governo de preferencia deve lanzar as
suas vistas solcitas o nilo ser escassn em prodiga-
lisar lodos os meios que tenlam a melhorar a sorte
dos que saerificam seus inleresses c a propria vida,
para defender o throno e as iustituicOes juradas ;
e nos pela nossa parte do vemos tambem sor incaa-
saveis em envidar todas as nossas frcas alim de
que pnssamns ser uteis a nossoscompanheiros, pois
que n'isso se cifra todo o nosso orgulho, todo o nos-
so prazor. Nflo lia dvida quo umitas dcssas ideias
silo nihas de prejuizos populares anligos, e cnrai-
/idus nos i'spiritos pouco esclarecidos, o que op-
pOem a maior resistencia em acreditar no progresso
da rivilisaeii) o dos conhccimentos humanos, rujo
resultado deve ser o meluoramcnln de todas aquel-
las cousas que, falta de meios, ou de noches ex ac
tas, ora m em algum lempo ms, ou nilo preenchiain
lipiiio fim pora que furam creadas. So nos lembrar-
mos da repugnancia que tem o nosso povo, da
aversilo mesmo que guarda aos hospitaes, ningucm,
eremos nos, julgar o nosso dizer exagerado. Quem
nilo conheceque a nossa genio oais balda de meios
tem horror de receber os soccorros muilas vezes
prnmptos, e hem applicados, de um hospital, esco-
tando em sua miseravel cabana os apoucados meios
que Ihe pode furnecera extrema pobreza, e recor-
rendu cari lade do hospital somonte quandoj nao
lia 111 is esparanca de adiar nina mo benfica que
a favoreca enm um podaco do pilo, ou mitra mes-
quinha pnreflo de alimento? no emtanto que no
hospital esse infeliz vai adiar o alimento diettico,
o remedio, a rouna e tudo o mais que conrorro para
o seo aceio, a mu le, a vida em fim ; vai encontrar o
niia^an lo lo randado o li Hilado do medico; que
ussm eveni ser todos.
Neste prosupposto nilo admira que por alii al-
gliem diga que o hospital militar, alias regimen-
tal, lie s miseria, desleixo, abandono e morle ; que
os docnles, em vez de acharom ah sa lo u vida,
aehain tormentos de morle : felizmente que Lio he
dito por aquelles poneos quo querem ignorar das
cousas como so passam, por u3o terem o insignifi-
cante trabalho de perguntar e indagar ; ou entilo
por osses zoilos mordazes e maldizentes, que so
ili'io expanslo a seu genio e ndole perversa, mor-
dendo o remordendo aquellos que gastnm a maior
parle do sou lempo em ser zulosos, e quo esgotam
at a ultima gota de paciencia, d que silo capazos,
em aturara impertinencia com que os atropellam
os (lenles, em geral tflo difllcois de contentar : lem-
bre-se cada um de si quando se ada no leilodi
dr e do SflVimenlo, e entilo de alguma maneira
desculpara tantas exigencias que, ouibora satisfei-
tas, nunca dlo pleno conteniamento : s a grande
fdrra do habito poder dar baslunle paciencia
quedos que se dedicara a alliviar, minurar e fazer
desapareceros padecimenlos mrbidos da humani-
dadu!!
Passaremos a dizer succinlampnto o co-no se teem
passado as cousas neste hospital ; e hem que nclle
estejamos empregado nilo ha muilo tompo, nitojul-
gamos comtudo fra do proposito rumontarrno-nos
a annos anteriores. Em alguns relatnos, que por
acaso nos leoin vindo s m.los, de hospitaes de oulras
provincia*, temos visto quo com grande contaiita-
mcnlo da parte dus facultativos se ha aununciado
quo a morlulidade nilo tem txcedido a 5%,o isto
mesmo coiilirniou com muilo prazer na cmara tem
poraria o Exm. Sr. Santos llarroU*. entilo ministro
da guerra, quando na mesan cmara so aecusava a
grande ooitaldade dos hospWes da curie, princi-
palmente oda Misericordia. Pelo mappa domons-
Irativo dos doentesquo se tralararn, no hospital dito
reginieiital desla cidade do Itacifo, ve-so que som
prea morlalidade foi muilo menor quedeS/0; e
uestes ltimos tres annos, em que lemos estado
nello empregaio, a mor parle do lempo como en-
carregado acompanha-nos o prazer do ver que a
moitalidade ha sido constantemente menor do 2%;
eja um trimestre houve, em que fui de monos do
1%-. Ora ja se v que he muilo vantajoso em um
hospital iiioirpro.n menos de 2"/a dos doenles en-
trados ; e posto quo a maior parlo das molestias que
se curam om laes eslabelecimenlos, seja da classo
das agudas, pois he raro que o soldado adoeea, e
nilospja logo rocolhido ao hospital, nu doisa com-
tudo do ha ver occasiilo em que o piopno indivi-
duo, uu oulros, deem pouco apreco a oufermi lado,
e va para alli o doente quando j nao ha romo lio :
O anuo passado morreu um do urna pleuro-poucu-
monilc agudissima, duas horas dopois quo entrara'
para o hospital, o nem sequr houvo lempo de o
visicatorios, queso Ihe apuhearam, produzirein ef-
feito.
Se se d, porffl, esta circumstancia favoravol de
que fallinos, guantas oulras se nilo dlo em sen-
tido contrario? Mencionaremos as principaes : o
hospital he regunoiilal, o por consaguiule cono lal
organisado; bem se ve que esta organisagiln, pro-
pria para um hospital que tem do acommodar 50 a
<0 doentes, que he quanto p lo dar cada balalhito
em seu estado completo, n1o coiiv'm a um esta he-.
leei.i cuto que lera do receber 200 dopnles ; pois o
numero de embregados lio muilo pequeo c in-
aufficioiile para so poder fazor o servico : a casa
na mais horrorosa miseria,, ou-entilo no hospital do
caridade : esta ciroumstancia, que nos lem sido tilo
desfavoravel, nflo tem tido lunar no hospital militar
da corle, como nos consta -principalmente depnia
que lemos um discurso proferido na cmara do* di-
putados peto Sr. concelheiro Jubim, em que dira
que urna das rasr}es*de-no hospital da Misericordia
a morlalidade tanto avullar era porque do militar
entravam doentes moribundos, que passavam mu-
tas vesos no mesmo dia ou no inmediato do de sua
entrada. Em urna insperefto ordinaria, qao houve
em 31 de ulho do anno passado, foram julgados jn-
pnpa7.es do servico por moleslias reputadas incu-
raveis nimios soldados, dos quaes um sabio bom lo
hospitalleve essa fortuna-; a mor parta morreu,
e poucos acharp-se ainda m curalivoe alguns
delles breve darSo conlas a Dos.
Em 3.* lugar temos o terrivel flagello da bexiga",
que o auno passado assolou os nossos soldados, e
produzio a mortandarde de-, e he ccrtamenle a
causa quo mais lastimamos, pois "que com tanta
facilidade se poda remover. E comquanto nos a-
compauhe nm profundo senlimento de ver morrer
akuns infelizes desta pesie, a nossa consciencia
est com tudo extreme de remoraos; que tres ou
quatro vezes representamos para evilar-se por meio
da vaccina semolhanto desastre, e apozar das pro-
videncias que os Srs.commandantes dasarmaslo-
marain, nao deixou esse monstro cruol de fazer seus
estragos nos desdilosos soldados.
Ainda temos tido, no fim do nnno passado e prin-
cipio deste, os fornculos de armas de fogo, que
teem ocasionado algumas morios, posto que bem
poucas, vista do numero ogravidade dossas ren-
das: "pois que apenas teem morrillo dous do rendas
penetrantes do thorax, dous do ttano, e dous do
boxitas, que nao sendo accidente proprio, estes ate
nflo rram gravemente feridos.
O hospital achn-se actualmonte com aljamas pro-
porcOes, apezar de nflo seremj sufficientes, para o
erando numero do doenles que cxistem actualmen-
te : e n'esta parte os Exms. Srs. presidenlos o coru-
mandanto das armas nilo se teeni poupado a esor-
cose sacrificios allm de que os doentes sejam ira-
lados como merecem.
O Exm. Sr. Herculano Ferreira Peona, logo que
chegaram os feridos de Mussupinho, oi ao hospital
visita-Ios. e prndigalisou-lhcs palavras consolado-
ras,-nascidas de seu corscSo bondadoso; que nilo
eram essas expressoes de artilicio, e preparadas na
oceasiflo,* mas sim filhas de uma alma candse, e

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SOO, o dest'arte fica ella fra do todas as coiidicOes
hygiencias, base principal da medicina.
Em 2.* lugar temos uma cans que muilo con-
corre para nflo diminuir mortandadedo hospital,
e he o lempo que gasta em cliegar aqui o resultado
das insperces de sade ; iiuismo acconleco que
quasi seinpre qnando chega, j os doentes ou so
aehum inoi los, ou em eslado lal, qua seria uma bar-
bandado dar-lhes baixa psra acabaren seus das ou
cujas omoces bom desenliadas se viam era sua phl-
sionomia : nflo foi s com os nossos soldados que S.
Etc. se porlou por tal guisa; com um prosoda
parlados dissideiK.es S. T.xc. praticou actos seme-
Ihantos de boneficencia e bondade, e, achando-o re-
colhido prisflo, ordenou que fsse poslo na sala
com os oulros soldados, o que com eToito se loz ; e
esse homem tem sido tratado tilo bem como os de-
mais doentes.
O Exm. Sr. Manoel Vieira Tusta foz tambem uma
visita ao estabeTeciinenlo, o leve a paciencia de in-
formar-so do cada doeuto, su.i moloslia, seu estado
e tratamento. S. Exc. parece-nos havor licado mul-
to salisfeito da maneira cm quo achou o hospital,*
do bom tratamento que os doentes teem ; o qua
tudo so infere do Diario de lUmambucon. 5 de do
crranle, quando faz menguo daaas visita.
O Exm. Sr. brigadiro Jos Joaquim Coellio, com-
mandante das armas, tem ido algumas vezes ao hos-
pital, .ejulgamos nilo ler adiado cousaquo indiguo
relaxaineuto, ou dosloixo de nossa parle.
Tanto n.lo aventuraramos, se nilo tivessemos em
nosso favor os documentos auluenticos quo apparo-
ceram aps as visitas dos Exms Srs. Herculano o
Tosta ; digain embora os zoilos o que Ihos suggenr
a sua imaginacilo osqueutada pola Inveja e pola aiu-
biciio ; que nos os entregamos ao desprezo que me-
recem.
S.'S. Excs. teem sido solcitos em promover
ludo que possa concorrer para o prompio resla-
beleci ment dos doentes, e o mesmo pralicou o III m.
Sr. coronel ezerra, emquanlo osleve no cumulan-
do da praca, e a loJos muilo gratos dovem ser os
nossos soldados.
I'indando osle succinto rolalorio,' nflo podemos
deixai de fazer especial mencilo do mui diguue ze-
loso Sr. major llygiuo Jos Coolho, cominaudante
do 2 balaliiiio, a cujo cargo tem estado o hospital,
edo mu honrado Sr. i.' luiieute Jos Antonio Bar-
bosa, quo, servindo do agoulo do hospital durante
mais de um auno, fonieceu sempre gneros de mui-
lo boa qualdade e por precos com.uudos, a ponto
do dar sobras muilo abundantes, nflo olisUnto os do-
entes terem sempre dietas mui Carlas, e prvidas de
extraordinarios.
.N.lo posso dcixar do agradecer aos meus collegas
oSr. Dr. Manoel Adriano da Silva Pontos, e Sr. ci-
rurgflo Antonio Jos Das Marlins, o aos Srs. ein-
pregados do hospital a provcilosa coaJjuvacflo que
uto teem prestado.
is em poucas palavras o que posso dizer a res-
peilo do hospital : fallas hatera muilas : um>s de-
udas a orgamsac.Hu do hospital, as quaes nilo teem
sido removidas, apezar duque eu muilo para isso
loulia tralial na lo, musirn lo, CO U0 O leiiho fmlo
em varios, relalorios, quo para tal numero de doen-
tes a.organisacHo actual nflo presta oulras lilhas
da inhiba iiiaplidflb o- pobreza de conhecimenlos : a
medicina nflo se aprende senilo cuiu a pratica o ou
ha Uiito pouco lempo prfhcipiei a ser medico,--n-
re{o desculpa, o bem a merece quem coulieco, e
ponl'essa SUa ignora npi a : em rel'p.n tenho COIISCIOD-
cia de ler foilu o que posso, e do u na u me ler pou-.
pado,tenho tambem o prazer de adiar gralidflo e
recouhecimenlo en uiuilol iiosque lonho curado..
Assiui. hilo Taco caso de intrigas c calumnias, ui-
to monos de seus autores, leos me ajude a poder
sempre sar til a humanlade, e eu pola iniuha ar-
te vou fazendo maiores esforcos para o ser melhor.
Em outra occasiilo daremos conta do algumas.fo-
ndas foilaspelas armas do fogo que frem mais dig-
nas do relatar-se, pode-ido desde ja annunciar que
grande numero de fracturas comminulivas, exten-
sas, o com grande peda de substancia, e oulras
fendas que, em regra, reclamara amputado, leem-
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1MPRTACA0'.
Mentar, brigno bremense, vindo de lluonos-Ay-
ros, entrado no crrante moi, consigna-lo a Gaudi-
no Koslinho de Barros, man foslou o saautnte :
-12318 arrobas o al libras carnosecci, 28J couros
seceos; txs consignalario.
CONSULADO GKRAI..
RENDIMBNTO l>0 DIA !.
Geral ..........i*"
Diversas provincias....
6:261,658
M0.SS7
:59a,015
destinada para 50 a 60 pessoas nao podo cliegar para ^ curado sem olla, e que de mais do 150 feridos
luir 1 *. -I ..ni'. 1 .. I i .^.. nlhi 11 i-.i iln tmlqj > ".-... \ '...'. 1 I_ I ^ ^ ^ ^> _>__
queso teem tratado ueste hospital, anda nenhuin
fui mutilado, e a mor parle tem sabido curada ;
pelo que agora tenho ohsorvado, parece-me que
posso asseverar que a imprudencia', e mais alguna
cou cessidade de lautas amjiutacdes.
Hospital rcgimontal do a. batalh.lo de artilharia
a p, 15 de Janeiro de 1849. r. I'eilro de Alkaide
Lubi Mascota, cirurgiS-mrencarregado do mesmo.
COMMERCIO.
ALFrNDKGA.
RE.NDIMENTO DO DI A 1> .------..... 15:425,022
Deicurrigam hoj; 2 de marro.
Barca Socrale merca Jorias.
Barca Cteumori bacalhao.
trala EefdarH toucrfho.
COlNSLADO PUVINCUL.

RENDIMKNTO DO DIA l."........... 2:849,1 IS
IMPORTANCIA DOS RENDIMESTOS ATOBCADADOS
PKI. \ RECEBEDORIA DE RENDAR I.NTEH.NAS f!E-
RAES DA PROVIMglA DE PERNAMHCO, EM TO-u i
DOMEZDEFEVEREIRO PRXIMO FINDO. r \\
A taher :
Czadosbensderaiz. ........ 1:972,0(0
Direitos novse voltios ......... 873,751
Ditosde chancellara.......... 2,540
Dizima da mesma.........,. 151,491
Matrculas do curso jurdico ..... 4:659,oo
Cartas de hachareis ........ 4,000
Sello flxo..........868,8*01 a.13uUn
Dito proporcional........ 1:261,620i *' WlW0
Emolumentos de crtidues....... 4.35Q
Imposto de lojas abertas........ 751,200
Dito de barcos ............. 24,000
Taxas de escravos......... 116,000
Total.....9:992,075
Rccebcdoria, 1.* do ruarcu de 1849.
No impedimento doescrivfio.
0 1.* cscripturario
Joio Itodrigut* de Mrunda.
Movimento do Porto.
Navioi intrads no Ha i'
Havre ; 53 dias, barca francesa Soeralee, de 130 tono-
ladas, capitlo lluot Lepine, eqQipagem 10, Carga
fazendas ; a Ii. I.asserro & Compsnhia. Passsgei-
ros, Philip Feidal, M C. Cancanas, David llernehit,
M l'arion Adolpho Belot.
Costa da Patagonia, tendo sahid da NW-l.ondon ha
6 mezes, galera americana Heberni, Ae 541 tone-
ladas, capililo James Smtlb, equipagem 25, carga
guano; ao capililo.
aaaaaaaaaaaaa i i msmmmmmmeme^mm
KIIAKS,
Miguel Archanjo Monleiro de Andrade oficial da im-
perial nrdem da Rota, eaealleiro da de Chritto e int-
pector da alfandega de Pernambuco, por S. M. o
Imperador, que Deoe guarde, etc.
Faz saber que lo dia 5 de marco, ao meio-dia e na
porta da alfandega, se hilo de arrematar em hasta
publica 128 pares de sapatos para meninos, decr-
nera, no valor de 64,000 rs. j 17 ditos do lustro para
senhora,-no valor de 27,200; 31 ditos de dito pan
homem, no valor de 99,200; 2 arrobas de peixe salga-
do, no valor de 1,600 j 2 cestas de vimes, no valor
de 2,000 rs.; 88 estampas coloridas, to valor da
4,400: ludo apprehendido no mar sem despacho,
polo guarda Gomenian de Aievedo Mello, sendo di-
la arrenisiacao livre de d^reitos.
Alfandega, 28 de fevereiro de 1819. '
Miguel Archanjo tonllim d Andrade.
Miguel Arrhanjo Monleiro de Andrade, etd.
Faz saber que no dia 5 do corrento mez, ao meio-
dia, na poda da mesma, so hilo de arrematar em
hasta publica 2 duzias de afladorcs psra oavalbas,
no valor de 30,000 rs. ; 400 grozas de peonas d cu,
no valor de 120,000 ; SOdur.ias de cprrontps de Istao,
no valor d 40,000; 5 ditas de escalas, no vilordo
25,000 ; 12 dita decolheres de zinco para soup, no
valor de 36,000 ; 12 ditas de dito para cha, no valor
de 18.000 ; 3 ditas de dito para assucar, no valor da
6,000; 1 dita de dito para terrina, no valor de 10,000;
1 jugo de mola para carro, no valor de 40,000; iei-
q/os para dito, no valor de 28,000; 24 cobeitas de
metal i ara pratos, no valor de 36,000; 2 barricas
com ti em forrado de louca para cozinha, no valor da
260,000 : tudo impugnado pelo guarda Antonio Lo-
pes Per. ira de Carvalho, no despacito por factura
abn 3583, sendo dita arrematadlo subjeita aos di-
reilos.
Alfandega, 1.' de marco de 1849.
Miguel Arcnanjo Monleiro dt-Andrade.
Monoel Ignacio de Oliveira Lobo, fiscal do buirro de S.-
. l-iei-l'edro-Guncalve em virtud da le.
Faz pi.blico pelo presente o que disupem os arli-
gos 10e 19 do litulu 0 das posturas inuuicipacs q"8
s3o do teur seguinlo:
Art. 10 Os almocreves nao poJero entrar na
cidade montados nos cavados quando vieron coia
carga a deverflolraze-los pelos cbrs4os : o* '"'
fractures serio multados em 2,000 rs.
Art. 19. ile pruhibido o chiado dos csrros den-
tro da cidaoe: os caneiros, ou conductores do
mrsmos ou seus scidiores sendo escravos, sollie-
rflo a mulla de 4,000 rs.
E como tenha de fazer executar lars disposicoes,
fazjiublieoppla impreusa para que. nflo alleg-m-in
ignorancia os infractores das ditas posturas uni-
cipaes. .
Bairro do Recife, 27 d fevereiro do 1849.
Oflscal,
Manoel Ignacio de Oliveira tobo.


ato
s
Declaracocs.
A cmara municipal-principie al." sssSIo ordi-
naria do oorro'nto anno, no din 5 diste mw-
0 secretario, -
Joo Jos Ferrtira de Jguiar.
Pela segunrla seceso ilo consulado provincial
tchi publico que o prazo d6mzes concedidos
pelaei provincial n. 828, de 2 Je Miembro rio aneo
jiroximo passado, paVe-o pagamento do meias sizas
los escravos, que so estiverem a dever, se llualM
mo da. 5 cuencia, poli, dessu dia en)' diante n.lo se receberi
ineia aiea, que, .vista do papel de venda, se quoi-
m pagar 30 das posteriores a sua data, cm cnjo caso
cara aubjeito ao aft. 17 do regulamo.ntu de 11 de
abril de 184. Segunda seccflodo consulado pio-
vincial, 15 de tovereiro de 184.
O escrivSo chefe di segunda otilo,
Thttdoro Hachado freir Pereira da Silvm.
THG4TRO DE AFOLLO.
SABB.XDO, '3 DE^MARCO DE 1849.
5.* representado da asignatura.
/ 00
X.A m* OBT COWSEIK,
opera dramtica em 5 actos por .Mr. Dumcnan.
INTERVALLO UK CANTURA.
A grande aria de Crac de Roberto, cantada por ma-
dinie Alexandre.
j>anc.
U Craootienn*, dentada por madame Caitioin.
Deux femmet contre un homme, vsuJovillo novo em
un acto.
Avisos martimos.
_^_
A escuna Gafante-Maria sahepara o Rio-lo-J-
neiro sahbado, 3 de marco, e focha as malas no
mesmo dia as 9 horas : smenle pode receber. ea-
pravosa frele :a tratar na rua da Mola, n. 11.
Para a llahia sahe com brevidade o hiele S -
Antonio-Vencedor, por ler mais da metada da carga
engajada : para o reato. e passageiros, trala-se com
Jo jo Francisco da Crin, na rua da Cruz n. 3.
-Para o Porto sal Ir brove, por ter parte da car-
ga prnmpta, o lindo brigue portuguez Primavera,
deque he capitn Manoel de Azevedo Canario, fr-
ralo pregado de, cobre e da primeira marcha;
quem no mesmo quizer carregar ou ir de passagcra,
trate com o dito rapil.lo na praca, ou *com o con-
signatario, Antonio Joaquim deSouza Riboiro.
Para o Itin-de-Janciro sahe com a maior bre-
vidade possivel, o brigue Vitcondi-de-Camain : pa--
ra o resto da carga escravos a frele e pnssageims ,
pare oque lelb hons commodns ir.ita-.su com No-
vaeadi Compendia, na rua no Trapiche, n. 34.
."*>"1t barca Helia-Pernambucana subo imprcterivel->
tmeirte parao Porto no dia 8 de mar^o prximo : os I
Srs. carregariorcs queiram levar quanlos antes os ca-
nhecimeritus a casa do consignatario, na rua da
Cruz, no Recito, n. 34, torceiro andar.
-- Para o Rio-Crande-do-Sul segu cora brevida-
de o brigue ero: recebo alguma carga a frele:
quera pretender enlenda-so com Leopoldo Jtfscda
Costa Araujo, na rua da Moda, n. 7. i
-- Para o Ro-de-Janeiro sahe com muita brevi-
dade, por ler parte de sua car-a prompta p patacho
nacional Eulerp para o restante da carga escra-
vos a frele o passagejros para o que lem oxcolle'n-
les com modos, trata-so com l.uiz Jos de S Araujo,
na rua da Cruz, n. 33.
apa
Leudes.
? C. J. Aslley far lelo, por. inlerventfio do cor-
relor iiveira ,' du m bello snrtimeuto de pannos
preos'edi) cores, casimiras ditas, sarjas, setins,
( hales de lila c multas outics lazciidas propas
para a Quaresma : lerta-foira, C do correle, as 10
horas da maniota no seu annazein da ruada Alfan-
, dcga-Velha, n 5, primeiro andar.
-'JoOo Kcller 6c ''ompanha fario leillo por cun-
ta 0 risco de qocnf peirencer e por inleivenc3u do
COfrcltir iiveira de 192 duzias de lencos de casia
boi dados e 310 pe;as de casia lavrada ludo a va-
riado de agoa salgada : segunda-fon a, 5 do corren-
te s 10 horas da niantiua no seu armazem da rua
da Cruz.
.. i.i
- i i .
Avisos diversos.
-- lloje, depos da audiencia o na sala da mesma,
se hilo de arrematar os bens pcnburados a Jos Al-
ves-Guorra por execuco quo conlra o mesmo ino-
vo Jos Femeniles Eiras, pelo juizo da segunda vaia,
escrivfin llego
UueiM precisar de urna ama para casa dinja-sc
airas da rua.de S.-Jos, n. 27.
Jnaqiiim Antonio Carneiro faz sclenle ao publi-
co que, por liavcr nutro de igual nomo -de boje em
diaiilo se assignar Joaquim Antonio Cameiio de
Souza Azevedo.
Prccisa-se de urna ama de leite: na rua da Cruz,
no Recito, n. 40, quarlo andar. .
-- lloje, 2 do crrente, llavera leillo no caes da
Alfan.feg* de passus em bom oslado rrecntemen-
lechegadas e que se vndenlo om lotes do 5 Caixas,
pi lo preto que se encontrar.
-- Precise-ie de unie senhora para cnsinar meni-
nas em ti ni envendo distante desta prega 12 leguas ,
a qual seiba grammalica poituguRza e'francezoi
!irefcrindo-s"e,n que souber msica : faz-so inuilo
ma viintagem a quem estivur ncsias circumslanejas,
ou me.nio sendo bomem com estos predicados e te-
lilla boa conducta : a tratar na pitea da Boa-Vista ,
piincipip da-rua do Aiagiiu, Jos Comes Moroira embarca para o Rio-de-Ja-
neiruuscu escrav) Antonio.
Francisco Sovonano Habello Jnior retira-se
para lora da provincia.
FranciscoXavier do Lago, subdito hcspanliol,
retiru-ae para o Rio-dc-Jaiieiro.
-Na'lnja de Francisco"Rabello Junfor na roa 'Ja
Cadele-Vellta ha urna carta para o Sn. JuS" de
Lima Bastos viuda do Porto.
-- llm rapaz sol tei roso propOe a dar (toes depri-
meiras letlrtt ,-franceze gfometria em Igum cn-
geuho perto da prBQa me.:auto urna mdica re-
compensa: na rua Direila, n. 102, ou nnuncie.
'--Francisco Antonio Pereira Pinto de Lentos An-
tonio Joaquim Rodrigues e Joaquim Antonio Rodri-
gues, Porluguezes, retlram-so para fra do impeli.
"'Gasparla Silva Loyo relira -sn para Porlngaf.
Antonio Contal ves Lopes Macieia, subdito por-
liigucz, reirra-se para tora do imperio.
Aluga-se um dos ermazeus da Iravcssa do Ca-
nora ; bem como o theatro da ruada Praia prorop-
lo de ludo para qualquer espectculo: a tratar no
Al('ro-da-Boa-Vista,n. 10.
- Desnja-se saber de um rapaz de nomo Albano
dos Santos, quo esleve com Miguel Rodrigues Viei-
ra na rua da Cadeia de S.-Antonio ou tioticia do
mesmo: aTallarcomfiulIbermc Sello, ^io Alerro-
da-Boa-Vista n. 10, ou nnuncie.
- A pessoa que annuncinu'querer administrar um
enganbo, entrando com 8 escravos, querendo-um
muito perto da praca, dirija-se ao Aterro-da-Boa-
Vista, n. 49.
I'recisa-sealugar urna preta para o servico in-
terno e externo de.una casa.: paga-se bem : na rua
larga do Itnzaiio, n. 48, segundo andar.
Manoel Joaquim Uarboza tendo de retirar se
para fura do imperio, jurga nao dever nada a pessoa
alguma;- mas, se alguem se julgar seu credor, haja
de apresentar sua cunta no prazo de 10 das; e roga
a um Sr. esturianteqiie va re.sgatar tres livros que
os empenhou por 1,000 rs,
-- Precis'a-'Se de um bom cozinheirp : a bordo da
barca nacional 'fmMivaiFetin : a tratar com o ca-
piliio da mesma, a bunio, ou na rua da MOda, n II.
Joo Jos de Convela mora na rua do Uuoimado,
n. 27, onde pode ser piocurado pelo autor do an-
uuncio linse ido no Diario de bontem que 0 cha-
mo rua rua das Cruzes, n. 30.
--Jo.1o Jos rio, Andrade, subdito portuguez, rcti-
ra-se para l.ondies.
--Quem precisar de um caixeiro brasileiro, de ida-
de de 16 anuos, dirjale ajuaDireila, n. 14, einda
dando algum lempo de grata, excepto venda.
A pessun que annunciou querer tomar conta de
urna venda, appereca na rua Direita, casa n. 6.
--A sociedade cummercial sb a lirra'a do I.. G.
Ferreira&Coinpanhia flea boje dissolvida por mu-
tuo consenso. Todas as trnsactOes pendentes serflo
liquidadas por L. C, Ferreira nico autonsado a
cobrar todes as divides pertencenlos i exlincla fir-
ma. l'ernainbuco, l.de martodc 1849*.
-r A pessoa que souber, ou tiverque dizer alguma
colisa respeilo ao procedimcnlo do abaixo assigna-
do, annuncie por esta folba dentro do prazo de oito
dias sem exceptu de pralicado algum sb pena ,
porm, de juslillcatilo e responsabilidade. Jnlo-
nio Evaristo da Rocha, propi-iotano do engenho Uni-
verso, na freguezia de Agoa-Prcla.
Manuel Machado Leile relira-se para forado
imperio.
o secretario da irmandadede S. Jos de Riba
Mar convida a lodos us moos para que compare
cam no consistorio, da mesma ivmaudade na pri-
meira domiuga de marco, a fin de se procoder a' no-
va elejfio da mesa que ha de reger no anno de 1849
a 1850.
Lngomma-sc e cose-se toda a qualidade de eos
turas, mesmo de alfaiale, co.m muita pcrleicao :
na rua da Gloria rn 25. Na mesma casa ensinam-so
meninas forras e crias a ler e:coser.
^CHAPEOS DESOL
Rua do Passeio, n. 5.
Oh! que pe\incha para o amavel e respeilo ve I pu-
blico : novas sedas de nclbor qualidado quo se po-
de fabricar, por sorem de i ncommonda. oda mellior
fabrica de Franca, recebidas agora.
O fabricante destn cslabelechnenlo adverte ao res-
peilavej publico desta cidade que ellc'pnssue pre-
sentemente um rico sortiment do chapeos de sol,
assim como chapeos deso de seda furta-cores, dos
mais ricos que tecm appareci.do neste mercado, e-dc
cures contiendas ; ditos para senhoras de bom tom,
adamascados, lavrados.com suas competentes fran-
jas de retro/, ludo que tora de u.ais moderno o do
melhor goslo ; um completo sorlimento do chapeos
de sol de panninho de todas as cores e do lodosos
tamauhos, para hnmens, senhoras e meninos : ha
lamben igual sorlimento do fazenrias para cobrir ar-
maeOes, tanto do sedas de cures, cuino de panuinhos
trancados e'lisos imitan Ib seda. Advorte-se que os
freguezes serlo servidos com brevidade, escacha-
ru> satisfeitos da boa qualidade, do hom gusto o do
bom Tvrcgo.
^!f '>'S ft
9
IIoiiKi'opnthia.
i Primeiro consultorio gratuito para os pobies C4
na rua da Cadeia de S.-Antonio, n. 22, dirig-
*
------. H_---------------- BV------"- ------------------, -- .
do pelo Sr. J. B. Casanova medicoJrancez.
Este consultorio estara aberto desde as 9 ho-
ras da mandila al as 4 da tarde. Os polnes
recoberflo consultas o remedios gratuitamen-
te: aprcsenlando um attcslario de pobre/a de
soiis vigarios ou mesmo de oulro qualquer
sacerdote.

O coronel Bento Jos Lemenha Lins faz constar
a quem convierque osla disposto a vender ou fazer
qualquor negocio sobre os bous e leirenos silos na
Iregueza de Una, cwiuarca do Rio-I'ormoso, que Iho
loca a ni por heranca de seu finado sogro, o marques
do Recito, dando preferencia aos rendeiros que estilo
no gozo dos ditos bens. Silo ellos ussegnintos : a po-
voacAo do Abren com lodos os sitios e terrenos an-
noxos, os engenhos Manguind, Agoa-Fria, Pao-Fer-
ro, uietade do engenho Biim-Jardiin e de outros quo
se lovanla-ram as meaniasIerras, a propriedadn Ga-
meleira, mi lude da propriedaile San-Jos-da-Cora-
Grndo a metade das trras da povoatOo dos Barrei-
ros> Tambem se negocia o bem conbecido engenho
Jurissaca, sito as varzeas do Cabo, mocte correte,
com escravos, bois e ludo o que llie perteocc. A con-
tratar cora o mencionado coronel nusla prac i, na
rua do Seve.
DENTISTA.
M. S. Mawson, cirurgi.lo dentista,' tondo-se de ro-
tirar breve para Inglaterra," offerecu o seu prestimo
ao reapeitavel publico desta cidade, durante o curto
espato de tempo que anda tem dse demorar, em
quanlo arrauja oa>reparalivos de sua viagem ; ad-
Iverl.in'Ioquesera'incansaval em se/vir bem a todas
as pessoas que sequizerem utilisar de sua arle, que
far a lempo, e'tambem com commodida Je nos prc-
tos ; pdem-o procurar em casa de sua residencia,
na la Nova, n. 21, 1 o andar.
*##*# @,.'?**
?
Na galera de daguerrolypo do artista Guilhcr-
A me FreUerco Walter, na roa da Cadeia de S.-
Antonio, n. %^ lereeiro andar 'itiram se retra- #
tos muito superiores,pela irrventfio de Daguer- ^
A rer, tanto em fumo como coloridos, das 7
horas da manbia ns 5 da tarde; sdirmanJo-se
e garantindo-se lauto a durabilidade das c-
res,como a perfeita jemelhanca.
Aspesaoasquese dignaren) favoreco-lo diri-
jam-secasa cima mencionade. )>
N. B. Adverte-se ao respeltavel publico que
tem urna machina para tirar retratos das
orientas no esputo de 15 segundos, e terSo lu- %
gar das 10 horas as dues da tarde.
_^ 1
^##
Antonio Grenon & Companhia, rua Nova ,
n. 69, ollcrecem ao respeilevel publico e a seos fre-
guezeso sorlimento seguinte:
Conservas
de sardinbas, hervilhas, juliennes, cenouras, oseil-
les copes, espargos, cove-flores, truasas chouri-
cos conservas surtidas com vinagre, frascos rom
frutassortides nioalerda, galeas de grozclas e do
mermelada etc. .presuntos para fiambre, salames
de arles.
Ymlios
de Bordeaux cm quai tolas e em garrafas de diversos
pretos o qualidados dito do S.-Julien dito do
Roussillon, dilo da Madeira dito do llivosaltos di-
to moscatel dito de Champanha, etc.
Licores doces
finos 6m garrefes muito ricas do todos os pretos e
q utilidades.
Licores espirituosos
cognac velho de dlvorsos precos absinth kirsch do
Fersey e Lecoullro vormout, gonebra de Hollanda :
lambem so achara outros minios genoros como
agoa de llores de laxanja, azeile duce de Plugnol.
O respcitavel publico achara nesto eslabelcci-
menlu
Sorvetes
todos os das das 6 horas em dimite e (odas as
qualidades de refrescos. Um lugar fresco e agrada-
vel foi disposto nosla intenoAO,
'Deposito de charutos
do Francisco Croz da Baha ditos da fabrica de
S.-Flix e outros.
Os proprietarosdesle eslabelecimento eraprega-
rflo todos seus esforcos para satlsfazcr os freguezes,
tanto pela boa qualidade dos gneros como pela ba-
rateza dos pretos.
Precisa-so de 3 ofllciaes do choruteiro quo sc-
jam bous : em Oliuda, rua do Coixo n. 9.
-- l'recisa-se do dous motos para caixeiro de en-
genho, e de outro para fra do engenho, distante
desta preta 20 leguas : na rua Augusta, n. 34.
Na rua da Cadeia n. 39, primeiro andar, de-
aeja-se fallar aoSr. rdele do segundo balelhlo de
encadares Licencio Liberto l'assos, ou se ficar agra-
decido a quem pussa dar du mesmo noticia para
ellV lo de dar-sc cumplimento a um pedido do | ai do
mesmo.
-- Joilo Goncalves de Miranda rolira-se para o llio-
Grandc-do-Sul.
Jos de Suuza, subdito de S. M. F., rclira-se pa-
ra Portugal.
No pateo da malriz do S-Antonio, sobrado n.
4, tirara-so passapoiles para dentro o fra do mne-
rio assim cUino para escravos, o correm-se l'olhas,
por i'icco com modo.
Roga-sc ao Sr. tbesourciro da lotera du llica-
tro publico quo, sendo saia premiado o meio'bilhe-
to ii. 1194, nio pague senlu a seu legitimo dono,
SebssUIoJosdeOliveirs, vista ter-se perdido dilo
meio bilbete.
OSr. JosJscinlbo Tavares deArruda procure
urna carta na travessa da rua do Vigario, n. 1, luja
do barbeiro.
Agencift de passa-porlcs.
Na rua do Collegio, n. 10, eno Ateno-da-Boa-Vis-
ta lojas ns. 48 o 78, conlinuam-so a tirar pssapur-
tes tanto para dentro como para fra do imperio,
assim como despacham-se escravos, ludo com bre*
vidade.
Arrenda-se um pequeo sitio, com arvorodos
do fruclo cacimba casa de vivenda no lugar do
Barbalbo i a tralar na rua dos Pires, n. 19.
G. A. Brendcra Itrands, tendo de rclirar-se
breve para a Europa, traspassa o aluguel do sili
ao'nde mora na Ponlo-de-Ucha : a case lem sufll-
cientcscommodos para qualquer familia roebeira,
estribara, um famoso copiar, quintal plantado e
banbo no fundo: os prelcndenles dirijun-so ao
mesmo silio at as 8 horas da manhila ou a rua do
Trapiche, ii. 16, primeiro andar, das 9 horas era
d'*"16- ,,.
-- Aluga-se a vcuda da esquina da rua do Caldei-
reiro cora irmacBo para molhados, por mdico
aluguel, a qual he ptima para quem qtiizer princi-
piar : na praca da Independencia, livraria ns 6 e 8.
MUANCA.
D. W llaynon, crugiilo donlista participa ao
respeilavel publico quo mudon e sua residencie da
rua da Cadeia de S.-Antoiio pura a rua do Trapiche-
Novo n-14, do baiiro do Recito terceiro andar ,
onde contina a calcare por denles artihciaes o es
mais obras do sua prolsslo.
--Precisa-so de urna ama preta, ou (arda, para
casa eslrangeira do pouca familia, quo cnlenda hora
do eiigorainarc lzaro mais necessanode urna casa :
dvoite-so que nOu precisa de cozinliar: na rua da
Cruz, armazem n. 18.
Tetnpette
participa aos scus freguezes que mudon a
sua ioja de ulfaiate para o Aterro-da-Ba-
Vista, n 12, onde promeltc servi-los com
presteza, como lie sen custume.
ATTERR0-l)A-HO.\-\'ISTA, N. 11.
Na leja de l.rcomle ebegou urna grande por;3o
do caixinhas de fruclas cryslalisudas chegadas ago-
ra da Franta pelo ultimo navio; o preto do cada cui-
xe he 1,000 rs.
- Preelsa-se de um preto queseja fiel, dando-es-
Ibe 15,000 rs. mensaes e sustento no paleo do ler-
Vo",ab8KOssignad..H declarara que nen^r'a-
rara nraigavelmente a sociedade da venda j.la r da
Gula, ... 9. que gyrava.L t.a.xo da firma e 8ou/a&
Ir no flcando com a dit-. venda o soco Jo.ro F -
cisco da Souza o ohrigarjo a pagar as dividas que
a casa deva. Recito, 2V de fevereiro do. 1819.
.Siu;ii & IrmAo.
-- Urna pessoa que tem pratica de ongenho se olTe-
rece para administrador levando 8 escravoide tre-
balho : quem Iheconvier annancie 4eelarandoo no-
ine do engenho. .. .. .. ,
-FranchfeoXTerdo Lago, subdito brasileiro,
retira-se para o Rio-de-Janeiro.
-O abaixo assignado faz sclenle aos pas de seus
alumnos, e aos que de aeu prestimo se quixerem
utiliaar,que tem aberto sua aula de grammalica
latina e franceza j e que contina a receber pensio-
nistas e meios pensionistas na rua do Queimado ,
. 37, o padre Jote du Coala Ribiir.
Precisa-se de um caineiro portuguez, de li a
14 annos, preforindo-se doschegadps ltimamente,
para eaxo;ro de urna pallara-: no pateo da S.-Cruz ,
n. 6
Compras.,
- Compra-so urna negrinha de 6 a 10 annos o um
mo'.equo da mesma idade islo para urna encum-
menda i na rua larga do Rozario. n. 35.
Compra-so urna preta do idade para o servc,b
de urna casa e vender na rua : na Boa-Vista, na Irt-
vesse doQuiabo, n. 1.
Compra-so Ulna niolnlia enuncio uso conten-
do 18cadeiras, um par de banquinhas n urna mesa
de meio de sala : na loja de ferragens do Joflu Jos de
Carvelbo Moraes..
-- Compram-so barris vasios de todos os tama-
itos: na prata do Conimercio, n. 'i, priuieiru
andar.
Compra-se urna escrava mota com habilida-
des principalmente de eo/.inhu e eiigoinmado, pre-
ferindo-sc recolhida : paga-so bem: na preta do
Commerciu n. 2, primeiro andar.
Vetadas.
frutera do Itio-de-.Janeiro.
Aos 20:000^000 de i is.
Na loja da prata da Independencia, n 37, acaba do
chegar um novo sortimento meios blbetes, quar-
tos, itavos e vigsimos da lolora do Ri-da-Ja-
noiro, concodida a beneficio da casa da Misericor-
dja da cOrlo. Na mesma luja se raustra a lisia da lo-
tera passada o so trocara os bullles promiados.
Paneno a 2.000 ris.
Farinliade mandioca de superior qtia-
lid ule, em paneiros, ao preco commodo
de 2,000 rs. regulando cada um por
meia sacca : ."vende-se ao pe do arco da
(jonceico, armazem que foi do Bragucz,
e na Iravessa da igreja da Madre-de-
Deos, n. 7.
Vendem-sedous casaes do pombos mariolss ,
muito grandes c bonitos a 2,000 rs. cada ura : na
rua da Florentina, n. IG.
Vcnrlem-so, no armazem da rua da Madre-de-
Deos, n.3l .dolado da alfandega alguidares v-
drados de lodos ns lmannos proprioa para lavar
criantes, e oulra mais loiica cliegada ltimamente
do Franta ; ceblas em mullios e despencada ; foijlo
preto; banha le jorco; um cocl.icho muito canta-
dor : ludo por preto commodo.
Vende-se um cavallo ruco-pedrez,
bom carregador e esquipader: na rua do
Crespo, loja da esquina que volla para a
cadeia.
~ Vendcm-se. rscadinhos azues e,encarnados ,
proprioa para rotipns de meninos c pretal, a 100 o
I20n. ocovadu; chitas limpas a 120, 140', 160 e
180 rs. o covado ; lindas grossas a treze Tnteos a
quarla; ditas linas', a 320 rs. ; potas do madapolSo
largo a 2,800 e 3,200 rs c Varejadu a 7 e 8 vintn ;
lentos de cambraia com barra do relroz, muitu fi-
nos a 210 rs.; hriin hranco trancado de linbo, a 320
rs. a vara ; bretanha de algudu a 180 e 20o rs.; sus
pcnso ios de bojracha a 320 rs. na rua do Passeio,
loja n. 17.
-- Vendem-se sacces com familia de mandioca ,
de boa qualidade por preqo commodo : na rua da
Cadeia do ftecfe, n. 19.
Vende-se um cavallo castanho-escuro, gordo e
grande oque he ptimo carregador : na rua das
Flores casa de l.uiz Caelano Burgos.
gs::ess:sa::ea::@f.:*is'.:ss;:es::s3:
B sfH I
Cera ein velas.
M
Vende se na rua do Vigario, n. 19, U
f segundo andar, caixas com cera ein i
velas fabricadas no Kio-de-Janeiro, 5?
em una das niel botes laLricas, sor-CQ
tidas ao gosto do comprador, e por ?
preco mais barato do que em outra H
rs qualquer parle. ^
:@a-a{:ea!.^a:ies::ea9'S^a:
Vende-se a loja do couros da rua Direita, n. 39,
cora poucos fundos : a tralar na mesma loja.
MKRCA00R1AS A VENDER EM CROSSO K A
RETALIIO.
Chapeos de sol ricos o simples, do seda ; ditos pa-
ra" senhora; spalos para senhora; blcos protos'o
brancos ; chapos de peina ; litas ; flores ; mantele-
tes ; chales ; robes de barege, e de nutras fazendas ;
bijulrria ; meias de todas as qualidades ; luvas du
seda novas; lentos de tudas as qualidades ; grava-
las; avenaos; roupa feita ; perfumaras o papel. I)i-
rigir-so a rua da jenzalla-Vollia, n. 142, lereeiro
andar.
Vende-so resina de angicn as arrobas, a 320 r.
cada libra -. na loja do Joo Jos de Carrilho Moraes,
anea



e
J8.
--Vondem-se semeas m saccas muito grandes,
4,500 rs. : na ra da Madre-de-Deos, armatero de
"cente Ferreira da Costa.
Vendem-se queijos londrino os mais frescaes
que ha no mercado; magias linas a 320 rs. a libra ;
chocolate de canda, Tino u de Lisboa; latas com sar-
diuhas ; azete doce lino, por piego commodo: na
ra da Cruz, n. 62.
Vinho barato.
ra da Madr-de-Deos,
Acha-se estabelecido ni
n. 36, um armazem da
Vinhos da Figueira,
de ptima qualidade, a preco de 1,900 rs. a caada,
e a 160 rs a garrafa ; e para nSo haver dolo do com-
prador serSo lacradas as garrafas e com rotulo, re-
cebendo-se a garrafa vasia, e dando-se inmediata-
mente a outra chela: tambem ha barra muito pe-
queos. proprios para quem passa a festa. O pro-
pietario degte estabelecimento pede encarecida
mente que senSo illudam avahando, pelo diminuto
pceo e sem conhecirrtenlo de causa a qualidade de
sua fazenda digna por ccrto da estima dos verda-
deros amantes da boa pinga. Kilo conla que quem
ui m vez provir, continuara com gosto e sem arre-
P nmento. E o bom preco !!.' A lodo o exposto
accresce o asseio e boro acondicionamento o que
tudo se podcr verificar era dito estabelecimento.
PUnO VINHO DA FICEIRA.
Existe no armazem de molhados, atrs do Cor-
po Santo n. 66 urna grande porgSo deste genui-
no vinho que se est ventando pelo diminuto pre-
go de 1,120 rs a caada e a 160 rs. a garrafa ; tam-
bem ha em pipas que se vender mais em conla : he
esto o melhor de todos os vinhos que se teem an-
nunciado pela sua simplicidad) e ptimo paladar :
quem urna vez o beber jamis deixar de o com-
prar.
* Vende-se vinho do Porto, muito superior, e
de oulras qualidades em barris de quarlo, quinto,
seilo, stimo, oitavo eem pipas, por preco muito
commodo : na ra do Vigario armazem de Fran-
- cisco Alves da Cunta, n. II.
Vende-so tima escrava de naclo, moga : oo
comprador se dir o motivo por que se vende : na
ra da Cadeia do Itecife, escriptorio do corretor Oli-
ven-a.
Vcndem-se caixOes de doce de goiaba novo de
C em arroba a 800 rs. : no palco do Carmo loja
do sobrado de Gabriel Antonio, n. 17.
Algodao trancado da fabrica
de Todos-os San tos da
Baha ,
muito proprio para saceos deassucar e roupa de es-
cravos.: vende-se em casa de N. o. 'Bieber & Com-
panhia na ra da Cruz, n. 4.
CHA' BRASILEIRO.
Vende-se.oa armazem de molbados atrs do
i.orpo-Santo n. 66, o mais excellente ch produzi-
do em S.-Paulo, que tem vindo a este mercado ,
por proco muito commodo.
Presuntos.
Vendem-se superiores presuntos inglezes para
fiambre, chgados no ultimo navio.* no armazem
do Braguez ao p do arco da CnnceigSo.
FAIELO EM SACCA8 DE 90 LIBRAS :
ende-se no armazem de Vicente Ferreira da Costa
na ra da Madre-de-Deos, 3,500 rs.
Taixas para engeaho.
Na fundicflo de ferro da na do Brum acha-se a
venda um completo sortimento de taixas de 4 a 8
palmos de bocea, por preco commodo, e com promp-
iidiio embarca-se. ou carrega-se em carros sem des-
bezas ao comprador.
Vcndem-se seliins inglezes e camas
de ferro : na ra da Senzalla-nova, n. 4^
Agencia da fundico
i .ow-Moor, ra da Senzalla-
nova, n. 42.
Neste estalclecimenlo conlina a ba-
ver um completo sortimenlo de.moendas
e meias ntoendas, para engenho; ma-
chinas de vapor,e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, para dito.
Fabrica de Todos-os-Santos.
Firmino Jos F. da Rosa com escriptorio na roa
do Trapiche, n. 44, avisa aos scus freguezes qiio aca-
ba de rcceler pela escuna Curiosa novo soilmen-
lo do expeliente panno de le,odflo entramado da-
quclla Talirca oplimo para ensaccar assucar, e pa-
ra roupa de esravos. O aniiunrianle conla que,
alm da nreiida, o desejo de animar o desenvolvi-
mcnlo de urna fabiica inleiramente nacional, Jjro-
luover o promi lo consumo da sua receila.
Ferro
de todas as qualidades edimensOes, cm barra, ver-
galhflo, vcrguiuha, arcos e chapa, por preco cora
modo : na ra da Madre-de-Deos, armazem u. 26.
Familia de mandioca.
No armazem n. i,"no caes da Alfandega vendem-
se saccas com arnha de mandioca.de alqueire,
muilo-superior, por prego commodo.
Nos armazens de Joaquim Flix da Roza, na ra
da Mad/e-de-Deos, ha para vender ferro em folha
por prego commodo. .
. Vendem-se queijos de prato dilos londrinos ,
muilo frsese, latas com bolachinhas de I-'"0"
ditas com ditas de araruta ditas com hervi'has, tai-
tas com sardinhas, ditas de mermelada de 1 2 e 4
libras, garrafas com vinho moscatel de Setubal, di-
las de dilo da Madera dus de licor fino a velaos,
velas de espermacele de oilo em libra, proprias pa-
ra laiilernaa,caixinhas de massas linas do eslrelli-
nhas frasquiuhosdourados com agua de flor de la-
ranja : ua ra Ua Cruz, no Kecife, u. 49.
Vende-se cal virgem da Lisboa, de superior
qualidade, em barris de 4 arrobas, chegada neste
mez pelo brigue Mara-Jote: a tratar na ra .do
Brum armazem de Antonio Augusto da Fonseca ,
ou na ruado Vigario, n. 19.
M tsicas para piano.
Na loja da praga da Independencia, n. 37 anda
ha para vender um resto de bellas msicas para
pianos, lindas polkas, vala arias, qusdriloas,
ate.; por menos prego do que em outra qualquer
parte ; tambem restam algumas valsas para nauta.
Na livraria nova do pateo do
Collegio, n. 0, de Joo da Cos-
ta loii ra do,
vende-se papel para corles de vestidos, dito de mu-
sica muilo lino proprio para copiar modinhas para
pianos de phantosia ou papel de encommendas ,
lapes finos verde, azul, encarnado e amarello, se*
mentes, obreias de gomma-arabida, com pasaos n-
quissmas carteiras do marfim.reguas de dilTerentes
qualidades e tamanhos peonas de ac multo boas e
oulros muitosobjeclos que se acaham de recenere
'estilo patentes aos freguezes : tudo por prego com-
"'--Nos armazens n. 1 do caes da Alfandega e do
fallecido Braguez ao p do arco da ConceigQo, von-
de-se superior arinha de maadioca em saccas de
alqueire, por preco commodo.
Tabeado de pitillo.
Vendem-se taboas de pinbo no
Forle-do-Maltos armazem do Vianna e
no armazem do Machado, na ra de
Apollo, junto ao porto velbo dan canoas,
e os melhores pranchOes, costados, costadinhose la-
lioas de todas as grossuras e comprimenlos-,#por to-
do o pceo.
-- No armazem de Iras Ferreira, no caes da Alfan-
dega vende-se superior farinha de mandioca em
saccas de alqueire ; bem como superior potassa em
barriquinhas, desembarcada ha poucos dias, por
prego commodo.
la presslo o mais moderno e simples que he possi-
vol ; repartidoras ; espmadeiras ; nsfriadeiras de
ferro estanhado; formas de ferro: tudo por prego
commodo.
Yendem-se barriqunhaa com cal vrgom de
l.isbOa muito nova; fecha duras para portas de
irmazem ; retroz do Porto ; barris com alcatrio da
Suecia ; por preco commodo : na ra do Vigario,
n. II, armazem de Francisco Alves da Cunba.
Vendem-se taimas america
as at 3 palmos de largura
e de todos os comprimentos.que ha muri lempo nSo
teem vindo e os freguezes experimentando a falta
desta excellente qualidade. A efls que sSo poucas e
topreco he barato. Airas do theatro, armazem jun-
o a mar, de Joaquim-Lopes de Almeida.
Aos amantes da boa pilada
seolTereceorap Novc-Lisba, no seu deposito da
ra larga do Roza rio, n. 24.
~ Vende-se superior doce de caj, em porgSo e a
retalho a 320 rs. a libra : no recolhimonto da Con-
ceicSo, em Olimla.
Vende-se farinha de mandioca, muito superior,
por preco commodo : a bordo da escuna S-Crus, an-
c,irada em fronte do trapiche do algodlo.
Vende-se farinha de muito superior qualidade,
por preco commodo : bordo do patacho Conteieio,
Tundeado no caes do Collegio.
Farelo,
em barricas a 4,000 rs.; saccas grandes, a 3,50o
rs., ditas pequeas a 2,800rs*: no armazem de J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim, n. 3.
Potassa.
Dse m liare ou lia poucos dias urna por-
co de harria pequeos, com muito nova
e. superior potassa, e se acham venda,
por preco mais barato do que ltima-
mente se venda, na ra da Cadeia-Velha,
armazem de Baltar& Uliveira, n. ita.
tanto em garrafas como cm meias ditas,"a 25,000 is.
a duzia, garantida m
Vendem-se os seguintas trastea novos de urna
familia que se retira : duas duzia* de cadeiras do
Jacaranda um soph urna mesa.de nieio de sala ,
um pardo bancas, um linda par de loucadores : na
ra do Hospicio, sobrado junto a venda do loflo de
ouro.
-- Vende-se a armac.no da loja do sobrado da ra
Direita, n 68, cuja anda nflo sa acha do toda ulti-
mada sendo esta propria para calcado : a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
Vende-se sarja de seda hespa- \
nhola, muitp superior; setim de
VI a cao 'proprio para vestidos; los de
linhopretos, bordados a seda; meias
pretas de seda de peso; panno pre-
to muito fino e prova de limao;
casimira preta elstica ; sarja de
listras, setim proprio descollete; as-
sim como oulras minias lazendas
linas, proprias para a quaresma :
tudo mais barato do que em outra
qualquer parte : na loja de Jos
Morera Lopes & Companhia, ra
do Queimado, quatro cantos, ca-
sa amarejh, n. 29.
j> ovas chitas escarales.
Acaba de chegar na ra do l.ivramenlo, n. 14, um
rico sortimenlo destas chitas a imacflo de volludo,
vendem-se pelo diminulo preco do ireze vinlens o
covado; eoutro sortimenlo do chitas escuras, pelo
prc^o de nove vinlens.
Freguczia.
No pateo do Terco, venda n. 7, vende-so vinho
da Figueira a garrafa a 160 rs.
Vende-se um moleque de 3 a 4 anuos de idsde
e urna cadena de arruar nova o muilo rica : na
ra Bella, n. 40.
Vende-se cu.' virgem de Lisboa,
chegada no ultima navio, em barris pe-
queos, por menos do que em outra qual-
quer parte : na ,rua do Trapiche, arma-
zem n. 17.
Cevadae caf moldo.
No Forte-do-Mallos, rua do
Amorim, n. 5C,
na anliga fabrica que pertncu ao finado Vaz de
Uliveira hoj pertencente <: sb direr^o de An-
tonio joaquim Vidal & Companhinha, vendc-se,alm
do superior caf moido o muito excedente e esli-
mado caf de levada da melhor qualidade que ha
no mercado por prego mais commodo do que em
oulra qualquer parte.
No Aterro-da-Boa-Visla loja ri. 78, vcndem-
se sapales grossos a 1,000 rs. o par ; ditos do Ara-
caly a 1,000 e 1,280, rs.; sapatos de lustro para se-
nhoia ,a 2,800 rs.; ditos para meninas a 1,920 rs. ;
ditos de cordovflo, a 1,280 rs. ; botina para homem ,
a 3,000 e 5,000 rs. o par ; sapatos de sola e vira, a
2,000 rs.; batios de madera envernizados, da varios
tamanhos e precos ', bonetes risrados a 280 rs. cada
un ; ditos para meninos a 800 rs. ; ditos de mar-
roquim preto para homem', a 2,500 rs. cada um
dilos de merino, para enancas a 3,500 rs.
Vende-se um cavallo de sella cora muito bons
andares : na rua do Crespo, loja n. 2 A.
Cigariilhosle pallia do milho:
vendem-se unicamenlo no armazem de molhados
atrs do Corpo-Santo, n. 66.
Conlina-se a vender cera de carnauba, por a-
(acado e a retalho a vonlade do comprador, por pre-
go commodo : na rua da Cadcia-Velha, lojas de fer-
ragens, ns. 59 c 63, de Jos Dias da Silva.
Vendeni-sc corlas de tripa
e bordes para violo e rabeca ; papel paulado para
msica: ludo de superior qualidade e por prego
commodo, lano em porefioeomo a retalho: na pra-
ga da Independencia, loja n. 3.
~ Vende-se um relogio de prala horizontal, mui-
to bom regulador: ua praga da Independencia
11. 34.
Vendem-se 3 lindos moloques de 13 a 18 an-
nos ; 4 | ai dos de 16 a 25 anuos ; 3 pretos de 25 ali-
os ; urna pardiuha de 16 iinnos; 4 pretas de 12 a
20 annos, leudo algumas dellas habilidades : na rua
do Collegio, n. 3 segundo andar se dir quem
vende.
Na pailaria da rua da Cuia, no llecife llavera
todos os dias a venda o novo p8o de Provenga fa-
bricado por oulro modo que o actual e da melhor
farinha que ha no mercado : por este motivo nSo se
pode fazer senSo a 40, 80 e 160 rs.
Vende-se a venda da rua do Apollo, n.21, com
poucos fundos: quem a pretender, dirija-se a rua da
Madie-de-licos, a lia lar com Vicente Ferreira da
Costa.
NO deposito de Me. Calmont & Companhia, na
rua de Apollo, armazem n. 6, acha-se constante-
mente grande sorlmento de ferrageus inglezaa pata
engchhos de assucar coito sejam taixas de ferro
coado de diOeroules modelos os mais modernos;
ditas de ferro balido ; moudas de ferro do mode-
lo adoptado, rara armar em madera; lilas todas
de ferro, lano para agoa como para animaes; ma-
chinas de vapor de forga de quatro cavallo c de si
FARELO
em saccas muito grandes,
' a 3'6oo rs. a sacca:
no a'rmazcm do Braguez ao p do arco da Conceigflo
Vende-se a verdadeira e muilo superior fari-
nha SSSF, a retalho e era porgSo ; dita de oulros au-
tores : na rua do Vigario, armazem de Francisco Al-
ves da Cunha, n. 11.
Calcado.
Vendem-se botins e mcios ditos de Lisboa .para
homem e menino ; sapatos de maroquim francez,
por prego maja barato do que em oulra qualquer
parto : na rua larga do Rozario, n. 24. t
Na rua do Crespo,' loja de 4 portas, n. \%, ven-
dem-se chapeos de castor pretos, de muito boa qua-
lidade a 4,400 rs.
Vende-se a verdadeira potassa da
Russia, desembarcada hontem, por pre-
co muito rasoavel, vista de sua muito
superior qualidade : na ruado Trapiche,
n. 17, e rua da Cadeia, 11. 34.
Madera de prnho.
Na rua de Appollo, pegado'ao armazem do Sr.
Molla, ha um novo armazem com madeira de pi-
nito da melhor qualidade'que tem vindo a este mer-
cado e serrado de todas as grossuras e comprimen-
tos : vende-se pelo menor prego que he possivel.
Taboado de pinito da Suecia,
de 10 a 51i palmos
decomprmcnlo, o melhor que tem chegado a este
mercado, em razQo dse poder ehvernizarem qual-
3ner obra por nflo ter nos e ser muito alvo sen-
o costado, cosladinho, assoalho, forro e para fun-
dos de barricas : vende-se a prego que o comprador
far todo o negocio: atrs do theatro, armazem de
Joaquim Lopes de Almeida.
Vende-se urna morada de casa terrea na rua de
S.-'l lieie/a, 11. 54, dolado da sombra com-quin-
tal-muito grande porlSo para fra cacimba s :
nao precisa de concert algum livre e desembar-
gada de qualquer cousa que possa oflerecer a mais
pequea duvida : na rua Nova, n. 51.
Charutos da Baha.
Vendrm-se os melhores charutos chgados ha
pouco da Babia bem como cavalleiros, cegadores,
etc., em pequeas e grandes porces por prego
muilo em conla : na rua 10 Trapiche-Novo arma-
zem de Jofto Dawsley & C.
Vendem-se 10 lindos moloques de nagflo e
crioulos, de 8 a 20 annos.; 4 prelas de 20 a 30 an-
nos ; 1 dila de meia dade; I preta boa coz inheira
e vendedeira ; 1 dita de meia idade, que engom-
mi, coznha muilo bem cose, e he boa coinpradei-
ra ; 1 cabrinha muilo linda de 10 annos, e que co-
se soffriveI: na rua do Vigario, n. 24.
\ nde-56 urna escrava moga, propria para todo
o servigode un a.casa : na rua VoLivramonto, 11. 7.
AGOA DETINGIR CABELLOS F. SUISSAS,
Conlina-se a vender agoa de tingir cabellos e
suissas : na rua do Queimado, n. 41. O methodo de
applicar a dita agoa acoropanha os vidros.
Charutos da Baha.
Vondem-sc o me.lunes charutos chegado ha
pouco da Babia, bem como cavalleiros, cacadores ,
quem-fumar-saber, irgalia, regalos de llavana, em
pequeas e grandes porgues, por prego muilo em
conla : na rua da Madie-de-l>oos loja de chapeos ,
n. 32.
Vcnde-se una escrava crioula de 18a 20 annos,
com irincipios'deengomoiar ecozintiar, e que be
fateira ; nao tem vicios ncm achaques: na ma da
S.-Ci u/, 11 66.
No armazem de A. J. Corbett, n. 48, na rua da
Cadeia do Itecife, ha semprc urna porgto de Cham-
panha dos celebres autores Lonson & Companhia,
Vende-se urna casa pequea na travessa da rua
da Alegra : na rua Velha, n. 80.
Vendivse um relogio do cima do* mesa bom
regulador; um espelho grande de parede ; urna re-
de de oilo bragas maia de camarilo ^alguna oaui-
Ihos e porladas-de alcova en.vidragad.as: tuJp por
prego commodo no ACerro?da-l)oa-Visla n. 17.
Vendem-se e alugam se bixaa che-
gados prximamente de II unburgo : na
traves i da rua do Vigario, n 1, loja de
baibeiro, deSebastiao" Jos de uliveira.
Vende-so urna porgao de cera de carnauba do
muilo boa qualidade, assim como 10 saccas de gom-
ma'muio nova : quem quizer comprar ditos gene-
res, trate com Antonio Joaquim deSouza Ribeiro,
tua da Cadeia, n. 18.
Vende-se um mlequinho muito esperto e ladi-
no, de 7 a 8 annos : na rua da Florentina, n 30.
Vendem-se dous relogios muilo bous regulado-
res, sendo um de ouro e nutro de prala, ambos ja-
bonetes : na rua larga do Rozario, loja n. 26.
Vcndem-se chales.de la pelo di-
minuto preco de duas patacas cada um ;
assim como sarjas, cazimiras, setim pre-
(0 e outras umitas fazendas, tuda por
preco commodo : na A terro-da-Boa-Vis-
la, n "xl\.
-Vende-se um prelocroulo, de 25 annos, de boa
conduela ede bonita figura : na rua da Madre-de-
Deos, loja n. 34.
Vende-se urna preta de 20 annos, propria para
todo o servigo de urna casa ; trocam-se dous orato-
rios ricos, com algumas i mseos : a tratar na So-
ledade sitio que foi do fallecido Francisco Antonio
Vieira da Silva.
Vende-se urna preta boa quitandeira, cozi-
nheira, engommadeira, ensaboadeira, e que be pro-
pria para todo o serrgo. de urna casa: na rua de
Moras, n. 52.
Escravos Fgidos
Desappareceu, no da 17 de Janeiro, o prelo
Antonio, de nagilo Congo olhos grandes; tem
falta'de alcuns denles nfrente euma ferida em
ump; ltimamente tem estado trabalhsndo no
arsenal de guerra com o nome do l.uiz : quem o pe-
gar leve-o a rua da Cruz, n. 2, que ser gratificado.
Na tarde do dia 8 do correnle furtaram do si-
tio do abaixo assignado no Remedio, um prelo de
nome Vicente, de nagilo Bengnella altura regular,
olhos aportados; parece mudo porque nunca falla, e
quando falla herruito poucoeapenando oa olhos,
muito confuso Bm Unto gago e amalucado anda
comas pernas um pouco esharradas reprsenla 30
a 35 annos ; levou camisa de mangas curias e cerou-
las dealgodiio e sem chapeo; lu onconlrado com
urna botija na mflo na mesma larde ao sabir da es-
trada dos Romedios-para a l'assagem, a pon-
eos passos dille, um Sr. <|iio anles 5. OU 6 r
em urna niaoliila oscduziocom uma'trouxinha e o
Irouie at o Itecife que o prelo escapando-so delle,
coireu paia o silio : quem o pegar leve-o a rua do
Itangel, 11. 5t, casa do aiinuucianlo, que sera re-
compensado.
Victorino Franciieo do Santa:
Fugiram, no da 25 para 26 de fcvoreiru, dous
escravos de nome Antonio sendo um crioulo o o
oulro de nagilo Congo que reprcsnnUm ier de 30 a
40 annos ; 1 Tem os ps torios semblante muito car
lancudo e mal encarado ; tem una cicatriz na tes-
ta ; he bastante encorpado ; levou calcas de brim
muilo sujas o embreada camisa de algod.loziulio
muito suja chapeo de couro : este escravo vt-io do
Maranlifm : o oulro he baixo c grosso do corpo, bem
prelo ; levou caigas do riscado de algo'dSO america-
no, camisa de madapolSu ja velha ludo multo su-
jo e chapeo de palha : quem os pegar leva-os a rua
do Vigario n. 24, que sera recompensado.
Deaap'pareceu, no diu 25 do passado um eacr-
vo crioulo do Muranliflo, de nome Mariano, do 25 an-
nos pouco mais ou menos, altura regular^ roslo
com pr ido, olhos pretos, cabellos carapiuliad"* >
nariz e bocea reglalos cr prnla, com pouca bar-
bu ; foi vislo na l'assageiii-du-Magdaleiio. ltoga-e
as autoridades policiaca e capililes le campo q"e
apnreheiidauui leveni-uoa rua do Trapiche, ariin-
zem n.')9, do Domingos Suriano Googalves Ferrei-
ra que eerOo recompensados.
Pc^N : n> rrp, o**.r, ni ra.nu. i*9


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