Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09968


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Full Text
4111 ZXXVIIL I0IE10 24
i m m m
Ht tro* aiui4iaiuiti I$00O
?trtrti*uit nieiitf IfOOl
SABBiDO 18 MODTDBM II fin.
F*r uii Jliita.it ll|fit
FrU fru* ftra tilitriyUr
MARIO DE PERMMBlliO.
CAIIUIOOS DA SDBSCRIPgAO' DO NORTI.
Parahyba, Sr. Antonio Alaxindrino d Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonia Marqaes da SUtb ;
incaty, o Sr. A. da Lamo* Braga ; Caira o Sr.
J. Joi de Oliveira : Marmho, Sr. Joaqnim
Mirquss Rodrigues ; Pari, Manoal Pioheiro &
C; Amaxonaa, o Sr. Jeronymo da Coata.
KCARRRSADOS DA SQDCUPfAO' DO 801.
Ala|", a Sr. CUodlne Flalo Din; Baha,
Sr. Jes Martina Alvea; Rio da Janaro, o Sr.
J >ia Paraira Martina.
EPHEMER1DES DO MEZ-DE OUTUBKO.
PARTIDAS DOS GORREIOS.
sextas-tairas. naa1i5 Qairl BtaglMU o bor d, bmM>
S. Anta, Beierroi, Bonito, Ciraar, AlUohol** Lo noT" ** BOrM M mlnntoa da Urdo.
* pV-'I n't. ,erC,-W", P Qa,rt 9 horat 3 miaMos da
rao d Alho, Hixireth. Limoaro, Brejo. Pea-1 machia.
quera. I.gateira. Floraa. Villa-Bella. Boa^ Vista,
Oarieary a Bx naa qu.rtss-felra. prum m dm.
Cabo Serinhem. Rio Formoeo Dna, Barretros. PREAMAR DK HOJE.
.W K,ll,Bl,rM,"UItalM-fe|pt.PriiBnlMioa54iButM da msnnis.
(Todos oa corraioi p.rtem 10 haraa da manh) (Segando aoa 30 mitoa da tarda.
ARTIDI DOS TAF0RK8 COSTEIROS,
Pira o sal at Alagoaa 5 SO; para o nsrta
at a Granja i 14 o 29 do cada max.
FARTipA DOS MNIBUS.
Para o Radie : do Apipucot a 6 1|2, 7, 7112,8
a 8 t|2_da m.; da Olinda s 8 da na. e 6 da t.; da
Jaboatao a 6 1|2 da m.; do Caxang a Farreo
ia 7 da m.; da Btmfica a 8 da m.
Do Reeife: para o Apipneot ia 3 1|2. 4, 4 1(4,
4 ll2, 3, 51j4, 511* a 6 da t.; para Olinda a 7
da m. et 1I de t.; para Jaboato a4 da t.; para
Caxang a Yarx$a s 4 ti* 4a t.; para Btmfica
laa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Trlbnnal do lommaraa: aagandaa o qaintaa.
Relami : tsrcaa o aabbdoa a 10 haraa.
Fatenda : qnintaa a 10 horas.
Jalao do aommarto: eegndas ao mala da.
Dito da orphos: tereaa a aextaa a 10 botas.
Primaira Tira do cival: tergaa a aaxtaa aa maio
dia.
Segunda rara do eivsl: qaartaa a ubbados a 1
hora da tarda.
das da seitaiia.
13 Saganda. S. Edaardo rei ; 8. Danial m
J* S,CM,.top. .: S.Gd0.0lob .
15 Qusita. S. Thereza da Jeava t c V.J?'
16 Quinta S. M.rtioi.oo m.;s. Gao a'b^
18 Sabbido. S. Lacia evaog.; 8. Trifona "'
19 Domingo. S. Pedro da Alcntara f.p. do iap.
ASSIGMA-SI
laa Raclfa, am a livraria da prsea da Indepeo-
, dela na. i 8, das propriatariaa Maseal FUaal
roa da Parla de Filhe. *M1
NITE OFFICIU
antea, qaa a procidencia nomeoa por portarla de
15 do corrento para o lagr da delegado da poll-
GOVERKO DA PROVINCIA.
xpedlente alo ella 1S Je ontabro
de 18*.
Officio ao Etm. presidente da provincia de
Santa Catharina, Joo Franciaco da Soaxa Coutl-
nhoAccanndo reeebido o officto da V. Etc. de
25 da aatembro ultimo, no craal ma communici
haver tomado tonta da adminislraco desaa pro-
vincia na qnalidade da primelro Tice-praaidenle.
declaro 4 V. Era. qaa ma achara aempra promp-
to a eamprir aaaa ordans, qaer aejam concer-
neatas ao aervigo publico, qaer ao particalar de
V. Etc.
Dito ao director da faculdade de direito.Com-
mnnico V. Exc. para aea conheeimento qae ce-
gando conatoa da partlclpigo da aeeretiria de
atado doa negocios do Imperio, de 18 de aatem-
bro ultimo, fot concedido por portarla d'aqaella
data ao conaelheiro Jos Bento daCanha Figuei-
r Jo, lenta eathedratico desta ficaldade, um an-
uo de iicenca para tratar de saa sade onde Ihe
coaTier.
Dita ao inspector da theaoararia da fazenda.
Recommendo V. S. em additamanto ao officio
deata preaidancla da 22 da abril deite inno, qae
mande pagar a Domingos Jos Vieira Braga, m
qnalidade de procarador de Joo Chriaottomo de
Oltveira Pelagio, a importancia do alagael Taoci-
do at 13 de satembro altimo. da aaaa qae aar-
vio do qaartel io deit aciment daguardaa naci-
oai?da poroacio de Gamelleira, na raxo de
20J00O ria meosies, visto qae o mesmo Pelsgto
gando consta do officio junto por copia do aab-
dalegado de Daaa Birraa, a qaa aa refera o do
bate de polica da S de agoato altimo, sob na
mero 121S, a-jeton-ae a eaae alagael, a bem aa-
sim procaasar desaa importancia a qaantta qae
petteacer a axercicios fiados para ser aatiafeita
lualo hoarer crdito.Officioa-ae ao chafa de
policia para dar aa altanaras ordena no aeo-
tldo da obter-aa oatra caaa por manoa prego,
no ciao de Pelagio oo aa conformar com aisa
preco.
Dito ao meamo.Tranamilto V. S. para oa
deridoi effeitos o incluso axemplsr da le came-
ro 1177 da 9 de aatembro altimo, Quedo a dea-
pea a oreando a recolta para o exarcicio da 1863
a 1864, o qaal ma foi remullido com aviso do
minutario da fizenda da 29 daqaelle mez.
Dito ao mesmo. Mtnda V. 8. pagar ao ba-
charel Joso Rodrigues Chavea, oaaeaa venelmen-
toi como aecrotirlo deata praaideocia ralatlroa
ao mez de setembro altimo, em qaa estove doen-
le na provincia da Pirabyba.
Dito ao maamo.Ricommendo i V. S. qaa em
Uta daa cootts que j devam axiatlr nesia the-
aoararia, segando coaita de officio do director
da obras mtlitarea datado de hooWm o aob Da-
mero 158, manda pagar ao moamo director a
quantia de 1800680 ra., em qaa importaran os
coacertos argantes mandados fizar no qusrtel de
Olinda, forte do Buraco, caaa da gaarda do pala-
cio di presidencia a maa da gaarda do hospital
militar.Commaaitoa-aa ao director daa obria
militara.
Dito ao inspector ds thesoararis provincial.
Aatorlao V. S. noe termoa de aaa informacio de
5 de aetembro nltimo, sob numero 480, a man-
dar pagar qaando hoaver qaota para eaie flm, o
aogmonto de vontimantoa a que tere '".....a o'
padre Francisco Virissimo Biodeirs, professor de
instratgioelemontir na povoacao do Boberibe,
o qae deixou de percobar por falta da crdito nos
exercliios interiore!.
Dito so mesmo.Respondendo ao officio ds 20
do agosto ultimo, sob namero 450, em qaa V. S.
fez ver a neceisidade do am crdito sapplemea-
lir de 52#394 ra., para pagamento do ordtnado
do Dr. Joo Joa Pinto, vencido am junho alti-
mo, tenh a dizer qae esse pagamento dova aer
effactuado pola verb arentaaes.
Dito ao capitao do porto. Figo apresentsr i
V. S. o recruta da marinha Joaqaim Tnomas,
flm de que lhe d o conveniente deslioo depois
de inspecdonsdo.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar dar bilxa a pra;i da aec;ao
velante do corpo aob aea commando Antonio
Ittbiano da Paz, cajo reqaarimento tica aaaim de-
ferido am viata da saa ioformacao namero 452 da
13 deote mez.
Dito ao administrador do crralo.Conatando
de participado da aacrataria de eatido doa oe-
gocioa da agrlcaltara,commerelo a obrn publicaa
de 4 do correte, qae (Ora nomeado por portara
.1 aquella dita Fippa Nenes ds Silva para o la-
gar da sjudinte do correio de Serinhiem com o
vsneimento do agente qaando fizar assaaa veces,
sssim o commuotco Vmc. para aeu conheei-
mento.Gommaaicoa-ae ao inspector da thesoa-
raria de Uzeada.
Dito ao mesmo.Commuoiso Vmc. para aea
conheeimento qaa segundo consta do partid -
pic3o da aacrataria de eatido doa negocios da
agricalturi commercio a obras pablicas, da 4 do
crrante, foram mandadas creer por portarla des-
sa diti agenelaa da correio as villas de Biiqae,
Agaaa Bellaa a Bom ConselhoPapacara.Com-
muoicou-ae ao Inspector da thesoarsria de fa-
zenda.
Dito aoa agentes da companhia braaileira de pa-
quetea vapor.Podam Vmci. fasar aegulc ama-
shia para o norte o vapor Paran de qae trett
o sea officio de boje.
Portarla.O Sr. agentss da companhia bra-
aileira de paqaetaa vapor, mandam dar ama
passtgom de r no vapor Paran at o Gear
em lagar deatinado a paaaageiroa de estado, ao
bachirel Gracliano de Peala Bapllata promotor
publico da Granja.
Dita.O presidente da previntia conforman-
do-te com a proposti do Dr. chefe da policio n.
1537 ds 9 deate maz, reaolre nomear o capillo
J js de Cerquelra Lima, para o cargo de delega-
do da polica da tormo da Buique. Gommaoi-
cou-ss ao chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que requera o altares do corpo de gaarolc&o
deata provincia Alvaro Conrado Ferreira de
Agolar, e tendo em vista o parecer di janta mi-
litar de si le, resolva concedor-lhe doaa mezes
de 11 tanga noa termos do art. 106do reglamen-
to de 27 do outabro do 1880, pira tntar da ana
lole nesta capital. Commanicoa-sa aa com-
mandante das srmas.
Besfgmetioa do da 15 de outabro.
Requtrimtntoi.
Bscharel Antonio Tdslo da Serpa BrindSo.
Diriji-se ao inspector da theioarsrts prorin-
cial.
Padre Francisco Virsiimo Bmdoira.Dirija-se
so inspector dt thesoarsria provincial.
Franciac Joaquina da Goncaco.Informe o
Sr. Dr. chele de polica.
Gervasio Protraeio do Reg Barros. Dirija-se
ao Sr. inapector do areenal de marinha a oaam
se oxpeda ordem no seatido do qaa reqaer o sup-
plicsnta.
Domingos Jos Vieira Braga.Dirija-xe ao los-
pactor da thesonrasia da fazendi.
cia do termo de Buiqae, o Sr. capillo do 4* ba-
tilbo de arttlharta a p Jos deGerqaetra Lima,
qae vai commandar a forri da linha destacada
na comarca da Garanbaos; e coocedeu por por-
tarla da meecaa data, tree mezes do licenco, oos
termos do art. 106 do regulameoto de 27 de ou-
tabro de 1860, ao Sr. alteros do corpo de gaar-
nicao daita proviocia addido ao 9 batalhao do
nfintaria, Alvaro Conrado Ferreira de Agalar,
par tratar de aua aaude neata capital.
Faz corto outro sim, qae bontom se apreaen-
taram no quirtel general vlodoe da corte, os
" m,or ao corpo de enganheiroa Sebiatiio
J oi Basilio Pjirrbo, nomeado commandanto do
presidio de Fernando; o 1* cirorgo do corpo
de lando Dr. Joa Zicariaa de Cirraiho. deaig-
oado para aervir neati gaarnlco, a no dia 15
indo da Baha, o Sr. alferoa Pedfo de Alcntara
Tiberio Ciptatraoo, com o fio rennir-se aa) 7*
taulhao de infantuia a que pertsoca.
Assignado. Solidonio Jote. Antonio Pereira
do Laqo.
Conforma. No impedimento do aiadmie de
ordena eocarregado do det.lhe, Joaquim Jost Pe-
reir Vianna, tenante ajadante de ordena da
penoi.
Rea torio apresent ado a assembla ge-
ral legislativa, oa sesso da decima
primeira legislatura, pelo ministro
e secretario de estado dos negocies
da marinha Joaqaim Jos Ignacio.
(Conltnaacao)
OFFICUES DE NUTICA.
Eleva-ae a 52 o namero de pilotoa empregadoa
00 aervigo da armada.
Esta classe, caja cooperarlo nao nos dsdo
deidenhar. permanece na dobla e ponto lison-
aeira policio qae deaenhei no mea primeiro ro-
tatorio.
O que entao disse dispensa-mehoje de esmian-
5r as razdes que s recommendam voaaa at-
lonco.
O fivorea qae Ibe forem prodigalisados nao
rererterio excluaivamente em prol da marinha
militaremos fructificiro prosperidades mer-
cint 1, tao carecedora de protecQio.
O exemplo de paizes illaitrados attests qae a
oobilitigo de certaa Industrias, pela oatorga de
favorea a regaliaa, meio aegaro, posto qae in-
directo, de acorocoar o ssu exerclcio.
E' assim qae vemos, por exemplo, s Frang
frsnqoear aa flleiraa de aua marinha militar aoa
capites de longo carao, que exbibiodo prosas
de aptido profissional.sitisfazem a oalros reqai-
sitos legaes.
0 brssiielro nao como infundadamente ae
propala avesaoa vida do mar; eaqaiva-a, por qaa
depara em outraa carreiraa axtremea daa fadigia
e perigos que a esta carcam, segarme^ de lucro
e bom ostu, qae ella ainda nao offerece.
Durante o anuo fiado prestarem na escola de
marinha oa exames preacsvptea-osYiigo 140 do
rogalimeoto 20 individuos, sendo 2 opprovadoa
para primelros pilotoa com excepgao de portoa
d'Azia. 11 para sota-pilotos sem limites, 4 para
iota-pilotoa por ama e tres viagens e 3 ropro-
vados.
CORPO DE OFFICIAES MAR1NUEIR03
Segando veris do mappa namero 7, conta
eate corpo 3 mestrs de primeira claase, 20 de
segunda e 43 guardiea ; namero qae est ainda
tonge dos limites trocados pelo decreto e rogu-
Umnnto numero 2.109. de 20 de fevereiro de
1859, qae lhe deu orgmisigo.
Nao baataodo este pessosl para acudir aos ro-
ciamos dos nossos armamentoa, tem aido forcoso
recorrer 4nomei$lo de gaardies extranumara-
rios, allia facultada pelos artigos 23 e 21 d'a-
qaelle regulameoto, que, am namero de 100, ac-
tualmente servem em diversos navios. *
A despeito das vsntagena qae a marinha mi-
Utas boje offerece aos officiaea d'eati calegoria*|
difficil e lentamente elevaremos o aea quadro ao
estado completo. A navegaeao mercante qaasl
amesqaiohada aos estreitos limitss da cabota-
gem, e aesa mesma servida am saa mxima par-
te por escravos, nao aem davlda escola em que
e posaam habilitar officiaes marioheiroa, digoos
d'esse noma, a espizesda preencher os asas de-
veres bordo de um vaso de guerra.
E', por tanto, com os proprios recursos qae
do imperiaes marinbairos peles deserefas, bai-
las, reformas e fallecimeotoa ; mas ainda elevar
maior algariemo a eaa torga.
A experiencio, portento, e as incooteetaveie
vsntagens qae a marinha vai diariamente aafe-
rindo deata areaco, correapondem plenamente
a eaperaocu nalla poitia, ejuatifkam oa eoca-
reelmeotoi com qae a aeu reapeito se tem falla-
do nesta caaa.
Gampre, portn, nlo perder de vista, que aa
mais bem concebidas tnetituicoee, oa planoa mala
hbilmente combinados, defioham a nao me-
drara aem o preatimo, solicitudes actividsde dos
qae sao chamados para oa deaenvolver e exe-
catar.
lato posto, obvio qae a prosperidade do cor-
po de impiriaeaecompaohiaa de aprendlzea ma-
rinheiroa eati intimamente ligada boa OBColha
doa eommiodantes e offleiaea, e que entro os
aorvigoa qaa astes podem prestar ao paiz, nao
occapa lugar lomeos o de fazer boas e prestan-
tes mariobeiros.
Sem el h inte escolha, entretanto, hoje eator-
vada, principalmente ao tocante aoa aabalternos
pela deaproporclonal Inferioridade doe venci-
meatos a rantagoas qae lhe sao abonados em
tal commlsaio ; e dahl resals que, tinta ora a
aoffrsguidao com que am oatroo lempos proca-
ravam estes lagares, qnanta a diligencia com que
presentemente os evitam.
Pede, pon, nao s a jusliga, man cenvenian-
eia do servijo, que soja nivellada a posico dos
offleiaea empregadoa am tal miatir, aenio pela
de effecti va mente embarcadoa em navios arma-
dos pelo menos dos qaa servem nos trans-
portes.
Nem se allegue que esta avantijamento pode
corogoar a indolencii. abrilo campo ao abuso
de minterem-se alguna por largos aonos em
commisses de trra ; por quinto, o correctivo
de semelhante mal eat na observancia do rega-
la ment dotorpo, na observancia do art. 8, qae
manda embarcar rom os respectivos officiaes aa
companhias e aecges que destacaran.
Corpo de imperiaes marinheiros d Matto-
Grosso.
Segundo a organisagio qae lhe deu o decreto
e regulamento n. 2,724 de 12 do Janeiro do in-
no piaaado, compa-se este corpo de duss com-
panhias de imperiaes e ama de aprandizes ma-
rinheiros, aquellaa com 104 pracaa cada ama, o
esta com 216 menores, distribuidos em daas di-
visos.
O sea effectivo vai mencionado no mappa n.
10, que manifeata faltar s prlmeiraa 109 pragaa
de pret, e a ultima 163 menorea para o aompleto
que lhea foi fizado.
Conforma o disposto no art. 2 do activo re-
galimapto eate corpo eipeciolmente deatinado
ao servico e tripolago dos nsvios de guerra qae
compdem fluvial daquella provincia.
davemos contir ; a estes clrcumscrevem-se ao
Aprendizes marinheiros.
Achavam-se incorporadas no principio do an-
co Ando alm da companhia addida ao corpo de
impsrises da corte, mais seto oes provincias do
Para, Maranhao, Pernambuco, Babia, Santa Ca-
tharina, Rio Grande do Sul e M Uto Groaao.
Prevaleceodo-ae da aatorisacao conferida no
V do art. 6 da le n. 1,100 ae 18 de aetembro
de 1860 creou o governo por decreto n. 2,890 de
-S da-fayaeifo de 1851, ama doataa companblaa
tK provincia do Espirito Santo, e por avisos de
5 e 18 de fevereiro altimo. providencio sobre a
.ormi$to do reapectivo estado maior e caaco.
O eatado daa exiatentaa como ia segu :
Corte.Tem por qaartel a fortaleza da Boa-
Viagem ; o aeu effectivo eleva-sa a 173 pracas,
daa qaaes 40 acham-se deitacsdas a bordo de
diversos navios da guerra, vindoaaslm a carecer
da 40 para preencher o seu qusdro.
Para Aquartelada a bordo da mesmi escuns
Tibagy, acha-ae reducida a pouco mais de ama
leccao, visto como spenaa monta o aeu effectivo
4 57 aprendizes, isto 143 menos que o estado
completo.
0 poaso progresso, oa antes decadencia desta
companhia, sem duvida digno de particalar
reparo.
De feito, organiaadaj palo decreto n. 1, 577 do
4 de Janeiro da 1855, elevon-ie o aea effectivo
m 1856 o 63 prsess, em 1857 a 96, em 1858 a
129, em 1859 conservoa o mesmo namero, am
1860 deseen a 121, e Analmente, em 1861 a 571
Se attendermos a qae nenhnma das nossss
provincias rene em msis elevado grao os requi-
sitos indtspensaveieao deaenvolvlmento de crea-
goes idnticas; ae considerarmoa, outroatm, qae
a ndole e hbitos de saa popUg\o affoita deide
os mais tanros snnos sos riscos e fadlgas da vida
miritima, e conaegaintemeote extreme doa pra-
coitoa a repagnanciae qaa effielsm os habitan-
tes do interior de to rada proflisao, offorecem
all ao alistamenlo facilidades que nao se eneon-
tram em oatras partes, terrenos forcoiimente de
imputara decadencia que aasignalei a incuria a
ndiffersDtismo das aatoridadss locaes, a qae
est privativamente incombidodo resratsmaoto.
Convencido disto, procararei dar remedio ao
mal, recommendando a preeidencia qae deaperta
o zelo das meimis satoridades, fszendo-lhes
ompreheoder o alcance do servico qae podem
prestar ao eatido a hnmanidade, arrancando ao
vicio e a perdico a maltido de crlanjae que.
abandonadas aoa proprios intlnctos, vagaeam em
quaai todoa os centros populosos para trana-
forma-lia pela educagio e pelo trobalho em clda-
daoa utoia a si a ao paiz.
M1 ranhao.Datando a ana cresco de 12 de
Janeiro do anno pretrito, nao passa alada o aea
effectivo de 17 pracas. Inclusive nove menores,
qae esto provisoriamente alojados em nm ssl&o
da capitana do porto.
,of?rnal,lbuco""0r*,lnIal", m d9mbro de
1857 tem aata companhia progredido de msoeira
tal, que hojeaobe osen effectivo a 103 aprendi-
zes tendo j concorrldo pira o corpo de imperiaes
com am contingente de 49 pra;ee.
Recoohecendo-se qae o brigue Cearense, oodo
eslava aquartelada,achava-ae am eatado de avao-
;ida reina, aotorisei a despera de 8:0005000 ris,
com a compra de ntn navio mercante, que, foitos
os necosiarios reparos a acommodaedea orgados
em 3:2004000 res, derer ser applicado ao mesmo
flm,
Babia.Noa seta
Iho irmos progreeeivamente elevando a saa torga,
al complacer o qaodro qae iba tai fizado pelo
rogulomanto a dearete n. 1,087, de 24 de no-
vembro de 1852.
Conatitaidoa am namero aafficientt? o batalhao
naval e o corpo de Imperiaes marioheiroa, eer-
noa-ba dado, seao tripolar exclusivamente oa
oossoa vaaoa de | uerra com oe seas centiogentea,
pelo monos faze- os entrar em mais crescioo pro-
porga do affeiti da guirnigoos ; -por este
molo, sobre eonasgairmos aubstitutr a um pea-
oal variaval e rregalar,a mariohagem,ou-
tro fizo e regular,os impernea marinheiros e
oldadoa, lograremos nacionalisar o noseo for-
c, libirtondo-noa de recorrer 00 dispeadioso,
infructfero e por ventura arrisaado espediente
doa engijomentoa de eetrangeiros.
Este plaoo, que sa afflgura tio tocando om re -
ultadoa, offerece ao domis a facilldade de er
reaiiado com oe recursos ordinarios, a aem aug-
mento de forg ou daapexa.
No Intuito de promover qaanto possivel a ins-
truegao militar das pngas, ordenel por avi-
sos de 12 de margo e 9 de setombro do snno pli-
sado, que oa deatacomentos do botolbo noval a
corpo de impeilses morinheiroB existentes em
Qivioo surtos nasta porto aa raanam na fortaleza
de Willegalgnon s quintta feiraa de.cada sems-
na, a flm de all praiicarem regalormente exercl-
cios genes daa erolucea a manobraa de inten-
tarte.
Com este elvitre malto tem lucrido o ensino
prilico dos dous corpos.
Plaosjo subitituir no decurso do presente anno
por ormaa a Minia aa velhoa e Ineflcazee oapin-
gardaa de adarma 12, com que aaacba ainda ar-
mado o batilbo naval.
Cada da aa torna mala argenta asta providen-
cia, acooaelhada nao 10 pela iodeclnavel necea-
aldade de elevar os molos de ataque e deteza dos
oosios soldados a altara doa aperfeicoimenloe da
moderna arte da geerra, maa ainda por ae acha-
ren: aquellaa espingardas, cuja durago extede
em mais da qaa tro annoa ao prax> regulamenlar,
quaii lmpreativeis pelo doamaoUlamento a que
j nao podem acadlr aacceesivos aoncertos.
O msior cuito dis armas a Uini aera compen-
sado pelo menor dispsndio do eqaipamento miie
porttil, e adaqaado ao aervifio de bordo que
allaaaxigem.
t iinoo, porm, aaslm nio aconteceaae, nao
seris semelhante verba da depeza a mais propria
para ae realisirem economas; nao Iremoa, por
certo, regaleer vlntens am qneitoas, a caja pro-
vidente aolec.i ae acham ligadas a honra a dign-
dade nacional.
Resolrida a creagao da mais algamaa eompa-
nhiaa, aera mistar Ir predispoodo a construegao
de quirteii accommodadoa ao agaaalho da am
effectivo mais numeroso ; convindo, talvez, to-
mar occaiio deite (acto para realiear a transfe-
rencia do batalhao para a liba daaCobraa, oaoa-
tro local mais prximo dos ostibelecimenios na-
vaea da corte, caja guarda lha deva especial-
mente caber. 1
Esta madaneja tanto mais digna de ser atten-
dida qaando dentro em pouco, e com o cresci-
mento do corpo de imperiaes marinheiros, oo
seroda sobejs para as seas prag.s os aqar te la-
mentos ds fortaleza da Willegaignon, qae actual-
mente eervem aos dous corpos.
ESTAOO MATERIAL DE GUERRA, ORGAIUSIQO E
verem da coohecer dos fictos calpoaos aellas
perpetrados.
Racommeodei, outrosim, ao qaariel general,
Biene constar am ordem do dia, qaa ma fucuraa
promogooa aeriam de preferencia aitendidoa, na
parte de merecimento, aqaelles commaodootes
qaa, tendo seas navios em mais perfeila ordem e
disciplina, conaegulaaem, sanio extinguir, pelo
menoa redazir o namaro das deserges oatros
crimes bordo de aaaa reapactivoa navios.
Tondo em vista aconomissr a asaltada despea
qaa se fizie com o consumo de combnitivel. re-
gulei o emprego do rspor, ordensndo :
1.* Qjo o quirtel geuersl e commindintes de
ootigdeo, qeando flzerem aablr algum navio de
guerra, devem declorar aa a co-mmtooo tem de
ser desempinhsda vela ou vapor.
2.a Qo oa maahoi'smos daa embarcagosa
vapor lmente aejam atilisadoa em caaoi argen-
tes, e mi viageoa qae posaam effoctuar-ao de
porto a porto, danto do namaro da dias para qaa
aa meamas embareacas recebam combustl-
val.
8. Qae regresssodo ao porto participem oe
commandantes o numero da tonelada de carvlo
gasto, com dedarago do motivo, oa ordem.
Reconhecendo o governo quanto importava
receber na Uragnayana a asqasdrilbs, que em
outroe lempos ali astacioora, oo s a fia de
pohciar a fronteira, como coadjavar os empre-
gadoa do flsso, foi resol vida a aocorporaco deaaa
org de cajo aommaodo inveatio o capito de
(ragata Victorio Joe Barbosa da Lomba, que
eguo ao sea destiao scompanhodo doa officiaes
e pracas nocessarios a guaroigea dos ns-
vios.
Em vista da rapresentsgao que (ora feiti a eate
ministerio pela presidencia da MiUo-Grosso, au-
toriasi-a comprar, pela quanlia de 17:280O00,
um pequeoo vapor, qaa era offorecido venda a
hoje aa acha encorporado armada com o nome
de Alpba.
Convencido do qae a instrue-so dos guardas
marinha muito lacrara com a patrica e coobaci-
merito dos nossos principos portos o rios,
resolvi mondar eate anno o itinerario da viagem
proscripta 00 regulamento do 1* de maio de
1858, ordenando, como ordeoei, que aeguiasem
na corvetaImperisl Marinheiroat a capital
do Para, o paaaando-ae ali para a caoboeira
Bolmootepercorreaaem o rio Amazonia at
Minaos, d'ondo devam regreosar masma capi-
tal, a flm de, embarcando de novo namperiil
Mirinheiro, viaitarem Liaboe e Porto, e na saa
volta aa tlhaa da Hadaira, Tenerife, S. Vicente e
Fernando da Noronha. [Continuar-ee-ha.)
145
axeeugei crian-
do Paula Eatevea
Commando das armas..
$aartel-general do eomirisando olma
artJsUM ato Pernambaeo na sida-
dedo Recite em IV de outojaro
de 18S.
ORDEM DO DIA N. 143.
0 general commaousnle daa srmis fu certo
para conheclmtoto da garai(t floi aonTanl-
corpo de imperiaes marioboiros.
CORPO DE HACHI5ISTA8.
0 namero de micbnlstaa e ijudantes cujos
servigos sao utiliados ni marinha militar sobe
ictaalmente a 112, dos qases 57 sao extranume-
rarios, e os demsis pertencem s classes do qua-
dro instituido pelo regulamento e decreto n.
1,945 de 11 de jlho de 1857.
A ocquiotgSo de penoal idneo formago
deiti elisio, hoje de grande importancia pela
oatnreza das funeces qae lhe incumbe desem-
penhar, sensivelmento embangidi pela defi-
ciencia de aujeltos proficiente! em semelhante
mister, e pelo proveito e facilidade que a in-
dltela particular offerece aoa poneos que exis-
ten) pela mor parte estraogeiros.
Nestes termos, corre s administrago o dever
de curar seriamente dos maios de obviar a estes
embirsgos j modifican lo o regalsmeoto cima
eltido, segando as insptrages da experiencia, j
iniciando na escola especial que fuocciona nc
araanal melhoramentoa apropoaitados a (iza-la
prodeslr resultados mais efflcazea.
Prestaram exame na escola de marinha, con-
forme os regulamento* de 11 de julho de 1857 e
5 de fevereiro de 1854, 65 individuos, sendo ap-
provadoi52, julgaios com habilUsgoespara me-
Ihorar de cluse 6 e reprovadoa 7.
Os approvsdos obtiversm as segaintes clsssi-
Qcages : Primelros machlniatsa doa navios do
commercio 5, segundos ditos 7, tercelros 22,
quartos 10, ejudaotea machinistss de segunds
cluse 2, ditos de terceira 6.
COBPOS DE IMPERIAES MARIXHE1ROS E COMPANHIAS
DE APRENDIZES
Como veris do mappa n. 9, conti actualmen-
te o corpo de imperlohies marinheiroi quitorse
companhias, apreseotando um effectivo de 1,497
pragis de pret, das quaoa 1,285 acham-se am-
bareadas em navios armados.
Comparando eito effectivo com o registrado no
mappa, que ha am anno vos foi preieote, reco-
nhece-se n augmento da 76 pracas; e perpusan-
do oa documentos aonexos da na. 10 e 13 nota-
se sensivel deicreseimanto na cifra dss dessr-
gea.
Daaa caaaaa oneorram mala poderosa monte
pire lio lisoogeiro resultodo : a escrupulosa re-
galarldade com que sao eicuioa do aervlgo 01
que completam prazo regulamenlir, a a mo-
ralldade e morgengao do pessosl escolhido, qae
comeejamoa a tirar daa companhias da aprendi-
ces msrinheiros.
Aeompsnhsi o crescimeoto d.eata til inslitui-
cio, veris, qu1 a medida que alia se alarga e
estsode, ganham as trlpolaces em disciplins e
morslidsde, a torna-aa mala fcil e seu alista-
meato.
Assim que, apezsr da nlo termos rectutado na
corla darsnte o anno fiado, 6 do miogaarem oa
supprimeotos dis provincisi, conseguimos, com -
o auxilio do contingente de 166 pregas, prests- qaipagana, qaer Qnalmanta como oreja ____
> por lgumaa diB companhias existentes, oo spropriada pira guarnecer 01 astsbsleclmentos
o intetrsr ai ragas abenas naa flleiras do corpo mentaos, qaa reputo prorianncia da boa conta-
D1SC PLINA DA FORl\ NAVAL.
O mappa d. 17 moatra o numero, distrlbuigo
e emprego dos navios qaa compdem a forga na-
val; e o de c. 18 menciona oa qua ae acham
desarmsdoB; e o n. 19 descreve o estado e dara-
gao provivel de una e outros.
Conservemos srmodos 45 navios, sendo 30
vapor e 15 de vela, fortes de 272 bocees de fogo,
718 officiaes e 2,654 pngas de guarnlgo ; isto ,
menos 5 oivios, 27 boceas de fogo o 24t prac/i
que o snno paassdo.
Provm eita aifferenga detarem deaapparacldo
do qaadro di forga oa vaporasPedro II?
Paragaissqi|a naufragaran!, aquello em Ponta
Braba o eate em Caatilhoao brigue eocuoe
Xiog-escuna Tibagy9 Transporte Tipsjs,
que foram copdemoadoa por ioavegavets, e as
eanhoeiriaItajahyAngoibye hlatiCapl-
barlbe,qae djesarmeram por diversos moti-
vos.
Armaram-se no decurso do inno os vapores
Beberlbe eJigasro o vapor Alpha, qaa foi
comprado em Hatto-Grosco, e encorporsdo a
respectiva estic, o.
O material de que dispomos, saliafaria aa na -
eessidsdes do 1 iosso servlgo em circumstancias
normaas; sa atindannos, porm, s eventuali-
dades que podem surgir, se pesarmoa a conve-
niencia da crear urna reserva para fazer fice nao
i ties aveotuJalidsdes como a subslitulgo dos
vssos que rao ae Inutiltssndo por accidentes do
msr ou impresti bilidade, reconheceremos qaanto
importa prove por novas conitrorcSes ao aug-
mento da nossa armada.
Em que sntilo, porm, devemos eaminhar?
Qae navioa devi mos preferir?
Til a queatao qua campre previamente
resolver.
Qaando vemos as descobertas suceederem-se
urnas aps outn a, oa melhorsmentos multipli-
carem-se, a o espirito engenhoso da industria
annullar na dia aeguiote o Invento da veapera ;
qaando presenciemos em poneos aonos o navio
vapor supplan
encouragida p
e. finalmente.
tar o de vola, o navio mixto con-
quistar a preeminencia aobra aquello, a fragati
em duvlde a excellancia deate
machina de guerra americana.
ao mesmo tem >o casamsta e navio, fortaleza e
aonos decorridos depois ds
saa creigo, ordenada por decreto n. 1,513. de 27
de jmeiro de 1855, ottlngio t que deJazido o oea effocivo o contingente de 113
pragis qae remetteu para o qeartel control nesta
c-te,ainda apresentajo numero de 166 aprendizoa
Ultanoo-lhe nicamente 34 para o estado com-
pleto.
Tem sea qaartel a bordo da corveta Euterpe.
Ssota Cathirina.Das duas secedes da que de-
ve compor-ae exiote creada a da capital, cujo ef-
fectivo 6 de 54 aprendizes, faltando-lhe ainda
para o completo 46.
Esludo oa meioi de orgaoissr a que deve ter
por centro a cidade da Liguas.
Rio Gnnde do Sul.Tuve orgaoisag&o pelo de-
creto n. 2,725 de 12 de Janeiro do anno paiaado
e san estado o segntote : atractivo 31 aprendi-
zes, falta a completor 80.
BATALHAO NAVAi.
O mappa annexo aob n. 12 demonstra a forga
oamerica deite corpo.
Dasolto companhias que o devem com por apa-
nas exiitem creadaa quitro.
L1gam-ae a elle cooslderaeea de to incontes-
tsvel atilidade ao servio da armada, qaer o con-
sideremos como sgento iadispenasrel poiicia a
a disciplini dos nsvios, qaer a en tiremos corto
elemento de valioa auxilio na formagio das
mete, araeagar de completo e total anoiqoila-
mento as msfs fortes asquadras, aa mala bem
combinadas frotas, cumpre nlo svangar s cegas,
miater marchar certelro, e de eccordo com am
plano maduran ente disentido e adoptdo; se-
guir, em flm, a prudente reserva das grsndes
nac,5ss martimas, que sorprehindidas pelas
prossss do Mar mee e Monitor, prescatam o al-
cance e consequincin de semelbonto innovsco
no gasrra marilim.
O Braail nao >de ter a velleidade de imitar os
grandes irmamentos da Frang a da Inglaterra,
maa nao dav< consentir que potencias menos
pederosss lhe Ismem a dimteire.
Preocupado 1 eate pensimento, ja'geel oppor-
tuno oavir o parecer dos meas camarades offi-
ciaes, generses e superiores da armada, o con-
gregando os ni secretaria de estado, na noito da
10 do correte, com o respectivo director gersl e
dous directores de secgo, aaaentsmoa em no-
miar urna core-siao compoata do vico almiran-
te bario de Tumandar, do chefe de esquadra
Diogo Ignacio Tarares, chelo de divlsio Jesuino
Lamego Costs, eapitao de msr a guerra Prancis-
eo Cordoiro Torres e Alvim, capitao de frsgits
Jos Segundino Gomeoioro, capito-teoeote Sa-
bino Eloy Pessos.director das conitrucgoea navaes
Napoleo Joio Biptisti Level, director das offl-
cinas de machinas Antonio Gomas da Mitos, e
director interino de secgo da aecretiria Antonio
Carlos Cesar de Mello e Andrada, iocumblado-a
da propor aa lasea para so plano da rsorgani-
ngao do matar al.
Urna oatra c< mminio, eompoata do chefe de
divlio Joaqaim Msnoel de Oliveira Figueiredo,
capito de fragata Antonio Affonao Lima, eespt-
to lente Podro Garca, foi oncorregido em
dios do snno plisado de formular um projecto de
regulamento pira o aervlgo interno doa navioa da
armada ; iofeliamente, parea, a morta daqaelle
capltio tenonto, veto iotorromper assa trabalho
de to palpitante urgaacia.
No intuito da facilitar prosaiso a IulgtmeaAo
dos crlmaa eommeltidos tora daita crle, deUw-
mlnel qua nssesticoss nsvies tenham imme^ia-
laaente lugar 01 onsilhos da guarra, qa ho
KEVISTA OIIRIA.
Encerrou-hontem a 5* sesso judiciaria do ju-
ry deata cidade.
Do Ico temoi noticias recentes, qaa do
eaaa locslidade em tranquillldade o boas condi-
gea da aaude publica.
Tfnha aeguido para a capital o Rvd. Theodal-
pho Franco Pinto Bsndelra, afln de ir tomar aa-
aento na assembli provincisi, de que membro
pelo 3* diitricto, esperando oa aeua commiiten-
te> que alte promova oa beneficios e reallse a sa-
tiifagao da necesidades, de qae s*e reaente aquel-
iea lidoa da provincia.
O Dr. Theberga j havia regressado de sea cam-
panha choleriea paloi diffarentes termos das co-
marcia do Ico e do Crato, nos qusas prestir os
relevsntss seivigos, qaa todos sao concordes em
proclamar.
E' maia um motivo de gratido, qae ae liga ao
sen nome nsqaella provincia.
O Jornal do leo continaava am aaa pablicago,
e ia dobrando da ioterease. Nelle lomos o se-
guite : a Chegou a agencia dests cidade pelo
correio ama carta mettida no aeguro palo Sr. Jo-
a Paulino P. Coalbo. j fallecido, em 1852 I 11
Na vardade qae a asganoga naa taes repartigdes
extraordinaris, que choga para reter ama caris
dez annoa I Aasim j vala pagar o porte e a por-
cantagem, porque ssgnrss vo ellas, fleam segu-
ras o volta n atada segara. Emquanto ao lem-
po, isto nao msis que prova da ful seguraaga,
qua ha por to lis as repartiras. Quem eabs, ao
exemplo dests, qaaotos pipis oo fleam por ahi
seguros per omiia scula I Isto aasim j vslo a
paos metter papis na mili publica I... e al
barito o porte naa segursn;as dss tses repsrti
edes. .
Apezsr de nao estir ainda msreado o dia da
eleicio aanatorial, comtudo j se trabalha nesse
sentido por psrte dos varios candidatos. A' este
respeito escrevem-nos estaa liabas : o Vimos en
trar em nova lata parece qae este quatrlennio
tul despachado para os homene apreoiarem a
marcar passo as oletese. Isto por c j est
muito em mods: estss ellas so saecedem, e re-
prodaiem-se como filos de polypos. At mes-
mo me sebo nervoso com recelo de qae me pre-
guen) a peca de rotar im od para senador;
visto qae oo sendo novldade as rssolagdos de
momento, o ser hoje senador por c o mesmo
qua um pssssporta para a morte. E haver alnds
quem procure ae-lo !
Na noito do25 do pinado foi bsstante mal-
tratada do paocadas Eduviges Mircamilina por
Antonio Msnoel, na poroago de Afogados, do
(armo delogazoira.
Jos Antonio Penderaea indo caca, no ter-
mo de Barreiros. juntamente com Themoteo Si-
meo ferio eite com am tiro, cssaitmente.
Repartiqo da polica.
(Extracto da .parte do dia 17 do correnta.)
Foram reca ai j 01 casa de detengio, no dia
16 do crranla :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policia,
Joo Nepomaceno Garneiro da Cuoha, pardo, de
24 annos, dado agricultura, aeolenetado vlodo
do termo do Cabo.
A' ordem do aubdelegido do Recite, Minoel
Late da Silva, pardo, de 30 aonos, ferrelro e Joo
Antonio de Taaconcellos, tambem pirdo, de 18
nnos, sem officio, por brigs.
A'ordem do de Santo Antonio, os psrdos Ms-
noel Francolino, de 30 snnos, criado, a Roairla,
de 45 snnos, asersva de Laii Aotonio Nogueiro
de Moran, por briga, Msnoel, crioulo, de 25 an-
noa, eienvo do Baro do Li'rimento, a Jos,
africano, de Igual idade, aicrivo de Joa Bapliata,
por iafraegao de posturas.
A' ordem do de S. Joe, os psrdos Aagusto
Florencio doa Santos, de 30 snnos, talh-ador, por
espancamanto, a Francolino Garlos da Araujo, de
24 annoa, aapateiro, e Joi de Silva, da 20 annos,
mirceneiro, como easpeitos, Joaqaim Ferreira
Ptnto, de SO annos, saoateiro, pos diatarbtoa. o
Gon?alo, crioalo, da 30 anuos, eeeravo de Do-
mtngoa Valeriano Alvos de Soasa, por embria-
gaos.
O chafo da aogandi satgao,
J. Q. i* Moaouila.
Movmento da asa da datango da dia 16
da outabro :
Kxiatiam...... 86't presos.
Entraran 13 a
Sihlram H
Alimantados s castados sofres provin-
*XL L,.......
riveram baixi :
Flix Ferreira de Agotar Slqaeiro ; dyarrba.
Mina, eacrava do padre Agoitinho : fabre ca-
tharral.
Obituario bo na 17 ai oitubtio, no ci-
MITERIO PUBLICO.
Leopollioo, Peroaabae, 2 annoa, Boa-Vista -
varilas.
Maooel, Pernambuco, 8 dias, Boa-Vista; es-
pasmo.
Hermenegildo da Mello Barreta, Pernambuco, 22
aonos, soltsirs, S. Joa ; dyarrh*.
Joi CUmento de Borros, Pernambaeo, aelteiro,
Boo-Viato ; veriolos.
Gertrades, Pernambaeo, 10 mezas, Sinto Anto-
nio ; iotertte.
Honorio, Pernambuco, 6 anuos, Siato Antonio ;
bexfgas.
Joo, Pernambuco, 7 moxea, Boa-Vista ;' arjai-
palla.
Bento, frica, 7 innos, aoltalra, esersvr, Sinto
Antonio ; palmoniU.
CHRONICA JUOICIARII
JURY DO RECIFE.
5. SESSO. THA16 DE OUTUBRG
Presidencis do Sr. Dr. Bsrosrdo Machado da
Costs Dona jais de direito da primeira vara de
direito criminal da comarca.
Promotor publico, o Sr. Dr. Franciaco LaopI-
dino de Guaroso Lobo.
Eacrivo privativo do jury a
nasa, o Sr. Joaquim Franciaco
Clemente.
drogado, o Sr. Dr. Joe Froncisco Teixeira.
as l borss da maoba depois do toque da
campatona e verificago daa cdulas, foi feita a
chamada dos jarados, a acberam-se praaentes 3
aeohores.
Foram multados am 20*1000 aada um doa se-
ohores maltados nos dlaa aotarioree e mais oa
stnhores qe daixaramda comparecer hoja.
Eolra em julgimento o reo preio Antonio Ro-
drlguei Pinheiro conbectdo per Touquinbo, ac-
cussdo porcrime de tentativa da homicidio per-
petrado na psssoa da Antonio Borgea Gslvo
Uchoa.
t>jary de Jientmga foi aomposto doa senhorss
seguintos:
Luiz Melanio Franco.
Menoel Comee doe Santoa Peraira Bastos.
Dr. Manoel Jos Domiogues Codiceire.
Simplicio da Cruz Rlbeiro.
Tibureio Aotanea da Oliveira.
Joa Felippe Nery da Silva.
Joa Rlbairo do Amara!.
Goraldo Henriqaea do Mira.
Aotonio Misbado Pereira Vianna.
Maooel da Costa Ribeiro.
Antonio Mirtina Saldanba.
Vicente Lictoio de Coata Cimpello.
E prestaram jaramanto doa Santos Evsoge-
lbos.
Foi o reo interrogada a fez-10 a leitara do
proceaio.
O Sr. promotor, pedio 1 condamnaco do reo
no grao mximo do art. %93 do cdigo criminal,
combinido com o art. 34 do mesmo cdigo.
O Sr. advogido dedazindo a deteza pedio a ab-
aolvgo do reo.
Fiodos os debetes a praanchidaa aa de mal
solemnidades ds le, o Sr. jais da diraito propoz
ao jury de eenteoi os-quosltosseguintes :
1." O reo Antonio Rodrigues Pinheiro, conhe-
cido por Touqoho no dia 23 de abril da 1856,
na freguezia dos Atogsdos deits cidade fez ns
pessoa de Antonio Borgea Galvo Uchoa com um
Uro de pistolls os ferimentos que constam do cor-
po de delicto ?
2.* Estes ferimentos prodazirom grava incom-
modo de siude ?
3 Eites ferimentos inhabilitaram de
ao paciente por maia de um max ?
4. O reo com ene tiro tentou mitir ao offendi-
do o que nao reslisou por circumstancias inde-
pendontei de aua vootado ?
5/ Ojary recoohece que o reo deu o tiro de
qae accasado am resistencia a exececo de or-
dena illigies nao tendo exiedtdo os meios ne-
cesaarios para imped la *
6* O reo commettea o delicio com a cir-
cumitiocia aggravanto da noite f
7* O reo commeltou o delicio com a clrcnma-
loncio aggravante de auperioridada em armas, de
mineira que o pecienta oo podera defender-so
com probabilidide de repelltr a offeoas ?
8.* O reo commettea o decto com a circams-
tancia aggravante da aorpraxa ?
9* Exiatam eircamatincias attauaintaa 1 favor
do reo f
Racolhido o jury da sentenca com oa quesltos
o processo a ssla aecrete dss conferencias, aa
2 horaa, voltoa aa 3 horaa depois, respondendo
pala maneira segutote;
Ao 1* quesitoSim, por 10 votos.
Ao 2 "Nao, por 9 votos.
Ao 3.*Nao, por 7 votos.
* o 4" Nao, por 8 votos.
Ao 5.*Sim, por 6 votos.
Deixou de responder aoa domis por Odrera
prejudicados com a resposls dad* ao 5.*
Lldss ss respostsa palo Sr. Dr. Msnoel Jos
Domlogaei Codicelra, presidente do conselho, o>
Sr. jais de direito publicou sus sentenca absol-
vendo o reo, e condemnsndo a municipalidad
naa custaa.
aervlgo
Exiiiana
A libar
Macionaea. .
Malharea. .
Estrangeirbs.
laaravoe .
Esctstss .
T*)U1. ,
860
249
$
39
55
8
Lavantoa a aesso sdiando-a para o dia seguis-
te a 10 horas da naanha.
Communicados
0 cnsioo primario e as 'vaoUgeBs de
um bom mestre.
0 aasioo primario sem duvida o que depen-
de da maior prudencia a attongo, por ser aquel-
lo que se trsosmitte a crlancas aem deaenvolvl-
mento. e cojas idees iluda obicuras nao podan-
do bem compreheader, difflcults-s* a trabalho
do moetre, que lem a aeu corg ensioar, prsdls-
pondo asiim aoa ssus ensioandaa ao dosenvolvi-
meoro de suoo faculdadea at a ponto da otan-
dea acieociae.
Para esss flm nao basta somonte- qua o tneitra
tenha inttlligencis, preciso anda mala que ta-
nha pratlcs do sen magisterio, tenha tina a pru>*
dnela, aem aujoe predicados tudo seria intil.
E pots se tanto necossario, nao muito qaa
oa psls deam a seos filos am bom mestre, qne>
oa instrua a oa ponha camlnho para receoarem.
ama boa educigao.
Para leso abi temos exeellectes mostrea, qua
eabeodo comprehender oa seus encirgoa, multe
se eiforgira pera o progresio de sena discpulos.
Ah est o Sr. miior Antonio Igmcio da Sil-
va, que todoa oa din d provea do adiantamen-
to de aeua dissipalos, e que para tal flm nao pou-
pa at moimo nericioi de sus psrts.
Ah eat o Sr. Dr. Bernardo Pereira do Carmo
Jnior, director do intrnalo de S. Bernardo que
ne menos saloao, o ja ha mullo conbecido, todo
promove para bem eamprir os aaaa encargos.
Vallando entreunto acarea de qae tala do Sr.
mejor Antonio Ignacio da Silva, forga qae con-
Pro'eaMr moieeto, aempre dedisaio, ana ver-
dad airo ca val airo am sa* parto,
1 cairas alo caracteres que
am aaaa
re dstluguom,
ma-
que
i


DI1RIO M rsnUMBOCO -*- SiBBADO 11 M 0DT1BO DB I86t.
*
>maia te poder* ceotestsr, poique sisen .>* es"
lie paleles ivisls de anea qasr qne ja dal-
le toska o mala ligerro cenheelaento.
Da ordinario a. nitor sari* doa meetres logo
qae tem concluido o cea trabalho, procurara re-'
*>ear, a bascan eolio dedlcar-aea outro Con-
de poeeam gatar algamia vantsgeos, ssm lodsvia
eoaproaalier as aeas obrigacdsa.
latratioto o Sr. major Antonia Ignacio sea-
pra ioceossvel, daatioa qaaai edse i horas 4o!
dia no auiino primario a ama dispalo*, o ama
ptrte da ooits que dedica para mnaiaa vocal e
instrtrameotal a aqaalles qie diiso se anisete*
tilia ir.
O Sr. bschsrel Joiqulm Barboss Lima director
do imperial instituto de Nosaa Senhor do Bono
Conaelfao, nao deix.r por etrto de asieverer o
o qne le*amos dito, oem ttmbem poderi con-
testar qae o Sr. major Antonio Ignacio da Silva
lea o mximo impnlso possivel so sea eetebele-
cimeato na poca da aaa ioaagursoio, j remo-
vendo para sli todos os seas discpulos, ja pro-
curando coa todos os saos esforcos pesioal e por
seas amigos scredita-lo, como aiie o contcgaio.
segando bem publico e aotorio nests cidade.
Hoja porem o Sr. major Antonio Ignacio con-
tinua om a sus aula na ra da Isperatriz, sem-
pre bem considerado, cercado da grande numero
de alumaoa, e eaeedado por mallos dos seus
amigos, que apreciadores do sea mrito, jamis
deizario de prastsr-lbe o derido preito.
O Colkga.
Ao publico.
Ao amsohecer do dia 27 de abril deste anno
Antonio Alelxo, morador do eogenho Pelre-
Rolho assasainea a Joo Juvencio, morador
do eogeoho Gacboaira, em consequencia de
urna brigs que tveram em a noite anterior, 6
qae deu motive a exigencia de certo dinbairo,
que eale cobrou daqaelis.
En porm fai no dia 26 desee mes da menha
taira na cidade da Nazarelb, e l salive qaasi
todo o da na casa am qae eostumo aseiatir, at
que a* eate horas da nolta voltei para a de miaba
reaideocia no eogenho Pedregulno.acompanhelo
de alguna amigo, am doa qnaea peroottoa em
mioha caaa, e onde todos conversaran) at alta
noile. Logo que acordei, soube da morte de Ju-
veocio ; mas, tranquillo am mioha cooicieocia,
iameotei apeaaa, como era natural, a sorte ds
familia desse infeliz, que flcou sera amparo.
Entretanto Joio Fernandos Vieirs de Hallo,
aenhor do engenho C.choeira, qaa me nao goi-
va, maa quem nao faiia mea inimlgo capital,
persuadi a viuva de Javancio para diier qae o
aosaeaino declarara, na occatiio do rima, que a
morte (Ora mandada pralicar por mico : e imme-
diatamente dirigi ao ex-delegado da polica de
Nazareth ama p.rtleip.co por eicti, to, d.ndo-
Ibe a noticia da morte de Javencio, e que ea
fr o mandante. O c.pito S Barreto foi em
continente ao lagar do delicio, onda Joo Fer-
Dindei, ardeodo em raiva e furiosa como am
poieaio, pedia contra mim a maldico do co;
accueava-me de ter mandado perpetrar a morte
de Javeocio ; aiseverava que o aasassino almo-
>:5ra comlgo e eitava no engenho Pedregulbo ;
a iosoffrido, exiga o caico de minha caaa, qae
eu fosse preso e que o capillo S Barreto pro-
cedesie contra mim. Eite mandou cercar mioha
cata, mas para prender-me exigi de Joo Fer-
nandos urna dennncia cora as formalidadea legae,
ao que elle recujoa-se, sem comtudo abandonar
o seu damnado iclento.
Estando aioda com 09 meus amigos, foi mioha
casa cercada, e aaaim permanecen at tarde.
Eoto j ea (sabia, com espanto a aorpreza ao
raeacco lempo, ds leriivel accus.co que me aa-
sacava ene embusteiio ; e para logo me deter-
mine] cbama-lo juizo, stim de qae exhibiste
aa provat do qae, por toda a parte e maitaa ve-
tes, affirmava contra mim, ae me nao deouncias-
se para, mais tarde, chama-Io coatas, como
denunciante falso e de m f. Os meus amigoa,
os nortea de bem, o publico sens.t? exigs isso
de mim,como a salistacio da am derer imparioio
indeclioivo!.
Srienlificado do meu proposito, tentou Joo
Ferusniee intimidar-me; e pare isio, vendo
qae as sutorilades do iugir, informadas dos
acootecimentos, Do lbe dariam ouvidos, a me-
nos que elle tomasse sobre si a responaabilidade
de um procedimantojadicial, foi cidade do Re-
cite, onda apreaantou um memorial, ea consa
que valha, ao Dr. ehefe de polica, contando
ou antes adulterando bel prazer as ocurren-
cia havidas, e fazendo recabir por sobre mim
iodo o veneno de sea odio, sem atraver-aa toda-
Tia a fazer-me ama actuiajo franca e directa.'
Qaaodo voltou, j eu me tioha qaeixido della
ao Dr. jaiz maniclpal de Nazaretb, requerendo
que se procedesse contra asse covarde como ca-
lumniador, ae nao provase quinto se abalancou
a dizer em meu desibono, Eoto resolveu-se a
envidar todoa os meioa a recursos, ainda os!
mais deshonestos e criminosos, para perder-me :
lendo aciancla de que se inelaurra no jaizo da
delegada um processo contra Antonio Alelxo
pelo asssssinio de Juvencio, reqoerea em nome
da viava deste ao capilo S Barreto qae tomas-
se os depoimentos de diversos individuos que
aluciara com promessas da recompeosas para
jurarem contra mim, apezar de saber qae j es-
lava completo o numero de testemonhis admis-
aiveis no formaco de calpa ; todavia nio fallou
da mim, sendo eu a mira de roa trama. O jatz
procaiianle com previa audieocia do Dr. promo-
tor pablico adxit'io am dessss individuos
quem se referir ama das testemuohss do pro
c.aso : qaantoao mais iadeferio o requerimento.
A sltasco tornou-se embarazosa, mas Joo Fer-
nn 1es foi por diente sem desanimar.
Com easa pobre gente segaio para o Recife, e
aht fez inquerir parante o Dr. delegado de poli-
ca, como teitemuohas o sob juramento, a viava
de Juvaocio e mais dous Individuos, i despeito
Ce que eu nao fosse ourido, a nao obstante faze-
lo com ofimde prejudicsr-me mas,' ainda as-
im, nao leve a coragem de fallar no da nim re-
querimento qae fez eolio, asiigoado de sea pro
priopunbo.
Tirando cerlidao dos depoimentos, tornou para
Nazaretb, e, em sea nome, rsqaerea ao delegado
supplente em exercicio a juocco do documento
ao processo, sem ser parte nelle, aioda com o
proposito de conseguir dess'arte a minha pro-
nnocia.
Entretanto, aperar da difficaldade qaa hoave
de fazer a citacio pessoalmenta, eu proaegai na
queia, e Joo Fernandes, mo grado seu, vio-se
obrigado a comparecer em juizo. Ahi empreguei
udo: onerecea-me retractaco, proeurou pro-
var o facto que me attrlbuio, e da reato teolou
uetiflear-se, por ter estsdo com medo irresisti-
vel e ondemoninhado, qaando me accusou de
mandante do astassiosto de Javencio. Nada
Drocaleu, e eu coosegai coavencer Joo Pernao-
d* ""'ower; a por fim fai elle condem-
oado qustro mezas de priso e multa corres-
pondente motado do tsmpo, em audiencia de 7
dejulho.
rasaados poneos diss, fai acidada do R.tife
e Joao Fernandas, dirigiodo-se no dia 37 da Ju-
ina so ex-presidente ds provincia a chafado po-
lica, dase este, referiodo-sa a nim, qae pas-
seava impane as raas da cidade am crimiooso de
morte, pronunciado como tal na comarca de Na-
zaretb; moitrando em prova da saa asse cao
urna ceittdo do processo ea qae fOra condam-
nsdo. O Ur. chata da polica exigi dennncia es-
cripia, mas Joo Fernandes illudio a incauta au-
toridad*, qaa, nessa cesaiao, teodo da ir i
Oliada, mandn em parda ds lempo effectaar a
minha prisso.
O mea covarde inimigo procuro perdar-me,
maa nanea ousoa responsabilitar-se pelas a cea -
aacoee qae me faz : toda a lata o sempre a
No outro da andn o Dr. ehefe de polica
ondasir-me saa preaanca, a, depois de ioter-
re^:y"m^" "rUdio n dra Joo
J" t*, ",0 fom P,,IB0 nenhnma pro-
nuncia havia contra mim, e que pelo coolraiio
raesse dananci.nte falso qae eOeveondamu.
do; o entao conloa, como acabo de referir a
bisloria da minha prhao. enr' '
Geata a crer tanta audacia !
Verificada a condemoacio da Joio Fernandss
tnaodon o Dr. chafe da polica prende-lo : mes
lie, de precavido, se evadir em a noite ante-
rior para Nametb, onde velo vietoriar-ae e dar
mar o delegado lupplaota am exercisio no refe-
"do lafarqnanto i inventada pronuncia ; a vin-
do mato honrosa para mim, essa informacio,
fai olio, dais-da ter astado recluso tras diaa
n oqasrtel de polica.
? aaa* tempo poim, sem qae aa soabsise,
Hilen Joio Perneados da eetrteaca coodemna-
ioria para e Br. jale da dreito de Naaareth, qne
cooflmson aaaa sentase,! n'outra, aa qnt coco la-
cdez cuidadosamente narrofl leda a historfa,
oonforae o allegado o provado das autos, e pul-
verisen ao por na oa tragis srgamentos am qne
se faadoa a appallacao.
Os meas amigos qne estiraram em minha ca-
sa, quando foi ella careada, os qae viraa publi-
cado, no Liberal de 7 de malo, o celanre memo-
rial da Joio Fernandes, o puWieo inteiro com
quem me compromet!, as cerrespondanciss In-
seridas nos Diarios ate Ptrnambuco de 32 de
msio e 4 de agosto, i chamar Joio Fernandes
persote as sntoridsdas competentes, o dar pu-
blicidada ao resaltado da qnaixa qne del contra
ella, todoa leiam aa jaridicas sentencie proferi-
das peles Drs. jaiz maniclpal e de d railo da co-
marca de Nazirath, abati transcriptas, que ea
d'horaam diante coosarvarai cmo dons tropbeos
preciosos. Ellas, digo com a'sitisfacio a mais
Intima e indealvel, aellaram com o sello da justi-
ea o voto da opioiio publica, qae, ananime, se
manifastoa de ama maneira estrendosa e irresia-
tivel mea favor.
Asiim foi em larra o artefacto da mentira, e
Qcoa notoria s impotencia do cslamniador, pars
quem a trdade mtntira muiiat veza repe-
lida.
Nao ; a vardade como a las do dia qaa se
nio pode occullar, a lei de altracco do panaa-
mento que vacilla, ioquieta-ae e procara at echar
o Om, s que elle leode, oode repousa e feliz.
Quaado Diaa dea a palavra i sua crealura fot
para a manifesligao do penoameolo, e, como
lmpido espelho, deva aquella reflectir o penea-
mento para qae foi oreada. Qaaodo o homem
fa-la aoar em deaharmoola com o aea peniamen-
to, e ttrieae de ma f para perder o seu aeme-
Ibaote aquillo que o proprio penaamento repelle,
leva a desordem aa leis de sua constituidlo mo-
ral ; Mea condemnado pelo jaizo de aua conacieo-
cla, que considera perdida a propria dignldade ;
chama aobre si o deapraco, doa borneas de bem e
amigoa da verdade para quem perde o crdito ;
provoca conflictos o s justa represalia dos otleo-
didos ; e por fim ahi vem a aatoridade com a lei
oa mo imprimlr-lne sobre a fronte a ferrete de
calumniador, mais doloroso psra aquello em que
aioda resti algum senlimento de dignidad, do
que a pena com qne essa le faro o criminoso ;
por quanto, embora nao baja naa leie penaa in-
famantes, oem por isso os homens de bemdeixam
conaiderar tal a anstbematisaco jadela! do ca
lamniador, e de ter repugnancia ao infeliz sobre
qaem pesa ease Isbea.
Baata: nao acordarei paixes, nem o sent-
manta de miaba dignldade ofendida ; qaero
guardar a moderaco que sempre um dever, e
principalmente depota da victoria.
Sahindo do meu silencio, veoho imprensa
fallar ao publico, porque se me fez urna aecuaa-
So to grave que davera incorrer em censura, se,
tendo convlcgo da mioha ionoceoria e teodo
sido considerado, em tempo e por toda a parte
oode teobo vivido, como homem pacifico respei-
tsdor Has leis do paiz e dos meus concidados,
deizasse correr sem contastsr a lmpatacSo da
aasassino, qae me fez om assassioo da repataco
albeia.
Eogenho Pedregnlho, 6 de outubro de 1862.
Jos Ignacio Pareira Torres.
Itlm. Sr. Dr. juis de dreito.Jos Ignacio Pe-
reira Torres, rsqaer que V. 8. digoa-se mandar
que o eacrvao Bmdetra de Mello, revendo o pro-
cesso feito por queixa dada pelo aupplicaote contra
Joao Fernandos Pereira da Mello, lbe d por er-
tiJo verbo adverbum a seuienga coodemnatoria
do juiz municipal a a que profers V. S. confir-
mando a primaira.
Assim pede a V. S. deferimento E. R. H.
Deferido Nazaratb, 6 de latembro de 1862
Tavaraa da Silva.
Maooel Joquim Bindaira de Mello, eacrivo do
jury e eiecucdes crlmes, e interioamente nos
oflicios de escrivo de orphos, ausentes, ca-
pailas e residuos, nesta cidade da Nazarelb,
provincia de Pernambaco, por S. H. Imperial
e cooslitucfooal que.Daos guarde etc.
Certifico em observancia ao despacho exarado
oa petico ratro, que revendj o processo feito
por queixa dada pelo aupplicaote contra Joo
Fernandes Vieira da Helio deila com ti ser a aen-
tengs coodemnatoria proferida pelo juiz muolci-
Pl, e a qae confirma esta, tudo da forma, modo
e maneira seguinte :
Vistos os autos, docameoljs juntos, a depoi-
mentos das teitemunhas offerecidas pas defeza
e pela ateasseo, etc.
Verifica-se, asimetro, que o querellado Joo
Fernandes Vieira de Hallo, declarara peraDte va-
rias pesaos, que o asiassioio d?|loo Javencio,
por Actinio Aleixo perpetrado, o (Ora a manda-
do do queixoao Jos Ignacio Pereira Torrea: se
gando, que essa Impataco nao fra assim feils
por motivo de ioteresse e segure nca pessoal do
querellado

aa vista da legislado citad, etWrana ea falta,
nio resolveoeemes proferir, cornolaxemo#, a pr-
senla sentones ; ordensndo ao aaacivio qae vis-
to lbe haver ido entregue o dlohelr para o
ello, ea taca sellar dentro de viole e qaatre
horaa.
Nazmrh7de julho da 18M.JoaquiaJos de
OUveira Andrado.
Em teapo. faca o eacrivo aaostar deales
aatoa a desisto do ja da dreito, acerca da aas-
oicio va. ae foi poeta a consta do termo a A.
Erat.ut supr.ajVIlveira AndradeJ
I aais aa nio eontinha a oem daelarava outra
algama consa am dita sentenca aqai fielmente
escripia e copiada, depois do qae se vis e mos-
trar a des meamos auto constavs ser s canton-
ea qaa conflrmou cata, da forme, modo e minei-
ra seguinte :
Vistos estes asios eletterat, delles coosts, qae,
ao smsohecer do dia 27 de abril prximo pasea-
do, em torras do engenho Cichoera, proprleda-
de do ip pallan le Joo Juvencio e Antonia Aleixo,
moradores o prlmeiro no mesmo eogenho, e o
segundo em trras do eogenho Pedregulbo, da
qaa randeiro o appellaote, travando se de ra-
ides e trocando insaltos recprocos, por caasa da
cobranza de urna divida, fra aasaisioado Juven-
cio por Aleixo, raalisando este assim a amec,e,
que, por eise mesmo motivo, na nonte do dia 16
bavia feito aquello infelix, faci eate que apenas
fra presenciado pela mulher do morlo, Igoacia
Baria da Conceicio.
Que o appellaote, qae ha muito votava odio a
aeu vlzioho, o apellado eproveitara-se deass oc-
casiao para vingar-sa de seu inimigo, attribaio-
do-lhe o mandato de ssmelhanta morte, dando
logo parte nesse sentido de tl atootecimeoto ao
delegado de polica deste termo, em caja prsen-
se, da escolta, qaa o acompanhava e de diversas
[-peasoas comparecidas no lugar do delicto, amas
de proposito, a oatrss casualmente em altaa vo-
zes, nao ceaaava de aecaaar o appellado como
autor do atteotedo, exiglodo ao meamo tempo,
com instancia da meama aatoridade a prtso des-
te, presentando como causa bastante para ella a
declaraco da viuva do floado Javeocio, que com
effeito dizia ter onvido do aaaassioo, no acto de
malar seu msrido, que o fazia por mandado do
appellado; sem que coa lado apresentaaseella
nessa occaslo am motivo qsalquer, que podesse
ter dado orlgam a samelhaote procedimenlo da
parte do appellado.
A singulsridade de semelhaote dito, por paite
da viuva, alias pessoa offeodida, o facto da int-
mizade exilente entre o appellaote e appellado,
e os precedentea da um e outro fieram cora que
a aatoridade se satlsOzesse naquella occasiao com
varejsr o eogenho Pedregulho.onde, dizia o ap-
pellante achar-se homisiado o aasassino, qae
aiia ahi nao foi encontrado e nem veatigios de
l ter eatado, agaardando-se par no decurso do
reapeclivo prozesao verificar a exaclido da im-
putado (elta aaa o menor fundamento ao appel-
lado, pelo appetlante e pele viava de Juvencio,
que logo perecea para isto insinuada.
Tal procedimenlo do appellsote, qae, desde
aquelle dia, persnte todos, e em toda a parte
qualifieava o appellado de assaasioo, com refe-
rencia a essa morte, foi cansa para que est, no
dia 6 da maio, daae contra elle a queixa a fls. i,
por crime de calumnia verbal.
Sibeodo o appellaote que se teotava criminal-
mente contra elle por qaelle motivo, no di SO
do mesmo mez, nio se sabendo i que pretexto,
apresentou-se na capital ao ehefe de polica, com
aua petico de folhas 35, ofierecendo a viava da
Joao Javencio e mais tres outres pesaoss, todos
seus moradores a depeodentea, aflm de serem
all ouvidas, sob juramento como foram acer-
ca do assassioato am quaslio, e isto revelia
da jasttea e daqaelles a quem, por qaslquer
modo podisa intereissr suas declarares, e com
as quae, entreunto, pretende boje provar a ver-
dade da impetaso feits ao appellado, o eximir-
ae dett arte, das penaa em que por ventura in-
correo, por aquello sen reprovsdo procedi-
menlo. v
Semelhinte srdil do sppellmte por domis
pueril ; porque, alm dos defeitos que destes
utos se evidenciam contra as referidas informa-
Coeaiuradas, inclusive a ds propria viava offen-
dida, por alie prestadas, depola que foi aqu cha-
mado jaizo a ae oceultou. como ae v a fls 3,
succede que era nests cidade, no juizo ds culpa,
e peraole oa iataresados, qa, em lempo oppor-
tuoo, deviam ser inquiridas taes pessoas como
teslemuonas, em cajo acta bem podlam ser con-
vencidos de deleituosos ou perjuros, e nao em
juizo iotelrameote eztrauho, tora do dlatricto da
culpa, e da reaideocia das putas
Demaia as le teman lisa maiores de toda excep-
Qao, que se ashavam no lugar do delittJ, segun-
do seus depoimentos de folhs, a folhaa depoia
ae lerem ouvido aquella impataco da parte do
*PPieL,le' e *at insistencia, para qne fosse o ap-
pellado logo preso, dando como Dase para iaao
uQieameoie o dito da vinva, dli.ro, que. procu-
rando saber desta a causa, que poda ler levado o
appellado a talexcesao, a mesma astegarra-lbea
oenhuma existir, qaanto a esta; sendo qae, quan-
to a Aleixo o vardadeiro aasassino, Ibes dissers s
sseistlo a todas os termos do proeesso, nunca 11-
veasa falta a menor reclaaaco acerca das pre-
tendidas nallUadaa contra aa quaes boje protesta.
Portento aa viata do exposto e do aais que
des autos consta, confirmo a sentenca appeliada,
por ser conforme a direito o as provssdos oes-
rae* a uto ; pagas pelo appellaote as castas.
Nazareth 95 de agosto de 1862. Abilio Jos
Tavsres da Silva.
E mala se nio eontinha e nem declstava oetra
algama consa aa dltss aanlencae aqai bem a fi-
elmente escripia e copieda dos proprios autos ds
processo a qna me reporto, a val na verdade sem
cousa qna davlda faca, aabacripto e assigoado,
pelo eacrivo no principio desta declarada a no
Oa assignado, conferido e concertado, todo os
forms do eityio nests sobredits cidade de Naza-
relb, provincia de Peroambaco, nos IX das do
mez de setembro do snoo do oascimeoto de Nosso
Seobor Josas-Christo de 1862, qaadragesirno prl-
meiro da indepeodeoci a do Imperio do Brasil.
Eu Minoel Josqim Bsndeira de Mello, eacri-
vo flz eaarever e subscrevi.Em f de verda-
de Hanoel Joaquim Baodeira de Mello.
COMMKMCIQ.
Pra*?a alo Beeifo IV de oaUsJsro ato
186*.
, Mi qumtro horat da tarde.
cotasSe* oviicum.
Frote.
Assucar para o Canal por ordena42/6 a 5 OO
por tonelada. .
Craz Macadopresidente
John Gatiasecretario.
illaadieca,
iaudlmente Se da 1 IP .
(dea de di 17 ,
190:685*991
18.500|o77
109:186J868
viava ter o conflicto procedido de umi rixa, da
tercairo, que o querellado nao pro- vespera motivada por ama eobranea, que aeu ma-
rido fizera quelle, o que anda confirmada,
pela propria testemanha da defeza a folhas cio-
coenta o oito, o inspector, a quem nessa noate
se fra queixsr Javencio d ameaga de morte,
feita por Aleixo, sem so qaer fallar nessa occasiao
no nome do appellsdo. como era nstnral.
Accrasse sinda a lado isto, qaa inlerco cri-
minosa do appellaote ae aclia evideolemente pro-
vada pelos depoimeiitos da sgaoda testemanha
a folhas quarenla seta, da quinta a folhas cia-
coents a duss, e da stima a folhas setenis, aa
va a s impataco feita, segundo a torca dos ter-
mo do artigo 234 do cdigo criminal.
Que a imyutaco fra pelo querella do larcada
ao queixoso, nem elle o contestn am paite aigu-
ma destes autos.
Que nao o fizera por motivo e ioteresse de se-
guranza pessoal, v se dos autos; poia qae to
dss as laaiemenhaa sffirmaram, que nunca ouvi-
ram o queixoso desojar e ao meos tentar contra
o querellado ou pessoa soa ; sendo que a mesma
iolmisade dada entre elles nao era por ellas con-
siderada capital
e capaz de autorisar semelban- quses contantemente afflrmam que o appellaote.
te attentido : urna nica testemunha, que d<- '
cliroa ler ouvido do assasiioo, que eipancorio'
ao querellado ou a qualquer do% cus filkoi, oao
s deizoa de asseve'rar, que o aasassino declara-
re, que o fasta por ordem do qveixoao, como af-
Qimou qu o dito isssssioo era Aomen turbulen-
to e bebado eiXando eate estad na ocedtio em
que aitim o vira.
Que o querellado nio provou a calumnia, te-
se clara mete .dos actos ; visto como at sus
propria telesounfaa declara, que t delle ouvira
eua impw.aco, nao ouvindo-a repeiir por outra
qualquer peuoa.
Deas ttsiemunhas que dicemtsmbem, que ou-
vira m da viuva do floado dizer ella, que seu ma
rioo (ora morto a mandado do queixoso, nao po
dem fazer prova suQlcienta. para que se d como
provada a calumnia ; nao so porque sendo se
melhante dito sem fundameotu eonhecido a
Qlbo lalvez do catado de deseapero da mesma viu-
va, prompta a abrigar o primeiro motivo, que se
lhe offareceiie j como porque o dito de tres oa-
trss testemaobss deixa suppor, que semalhante
causa lhe fra antes indicada pelo querellado.
De nenhuaa forca esse depoimeuto de alga -
mas testsmunbas, tomado em juizo extraobo a
squellaem qae se deu o facto, sem conhecimeo-
to ds peaos s quem esa imputaco se .zia ;
testemaohss estas levadas pelo proprio querelle -
do para om juizo nao informado das circumatm-
las do delicio, e nao coohecedor das mesmas
testemaohss : esas prova assim dada aa outro
loteo, sem que razio tivesse o querellado de du-
vdar das autoridades da comarca, qee pressuro
sss se dispozeram a indagar do facto, aam qae
mesmo offerecesee-a para fazer paso oa forma-
2o da calpa, oenhuma forja tem, repelimos
e qaando mesmo alguma tivesse nao sarta tanta
qae por si s fosse suffieleote psra dar como pro
vado um fseto de tanta gravidade, aitribnido a um
cidadao honesto a pacifico, ; no dizer das pro-
priaa testemunhs.
Assim, pois, nio estando provada a cilumoia,
come j o temos demonstrado e como melbor-
meote-ae v da ieiloradoa autos ; jnlgamos pro-
cedente o presente processo, e por sua forca con-
demoaaoso querelido Joio Fernandea Vi.ra de
Mallo como incarso naa penaa do artigo S32 do
cdigo crimioal, combinado com o art. 233 do
mesmo cdigo ; deveodo o qnersllado 8)flrer
ditss pansa no grao mJio; visto qaa nenhuma
circumstaocia attsfiuante ou aggravante se alle-
goa ou provea .; assim como porque ae conira-
oalanca o que a asse raspeito se poda ancntrar.
E digno de notar, qae tedas aa testemunbae
sabam qaa esse faomem o assasiioo seodo
turbulento Uvera com o morto sliercifes, a que
prometiera .matar Jsabeodo mais o motivo das-
",,i.'; SiS.'.?'?S!f' v1? -"sy 2SKJ. S,
depois da morte de Javeocio, sabendo qae delle
o appellado se queixira, proeurou aluciar teste-
muohas para deporem contra eale, assim como o
tioha feito com a viura de Juvenci. Nao apro
veita ao appellinte a coarctada de que foi a isso
levado por medo irreitivel. art. 10 3 do c-
digo criminal ; porquanto htvendo entre elle e
o appellado, ba multo lempo, iolrigas a quesles
nanea foi causa para que se arreceissss de seu
conleador, tsolo que contra elle, jmais requereu
medida alguma, em taea casos sconselbada por
lei; nao aendo poriaoto, occaslo propria de se
tomar de medo e terror esaa, em qae Alelxo, por
um motivo ioteiramente extranho a ambos, ap-
pellaote e appellado, e s relativo a elle e a Ju-
vencio, matou a este, para, looge de dar urna
queixa em regra contra o appellado, oa tentar
qualquer meio legal, se delle lioba justo motivo
de receio, procurar decariar-ae de seu iolmigo,
pedindo verbalmeote aaa prlso, a imputndo-
le um crime, em qae nao Uvera parte algoms,
como jamis coosegsio provar o sppellaote.
Quanto as supposlas nullidadee deste processo
em ita das quses nao se pode nelle fundsr nma
seo tenga qualquer, na opioiodo appellaote, taea
nnllidadea nao exiatom ; porqaaoto, o faito de ter
sido s petico da queixa despichada em 6 de
maio, e a sentones final proferida am 7 deju-
lho, lendo-se aisim demorado desta causa mais
lempo do qae o reaommendado pela lei, acho a
miis cabal expllcacio na interrupio de exercicio
do juiz processante, o efieetivo, e na circumstao-
cia de por Iaao tero proceiso de percorrar todos
os seis suppleulcs, al ebegar a mi do presi-
dente ds cmara municipal como saccedeu, e
coosla destes silos o saa eppeoso ; seodo en-
tretanto, certo, como se v a folhaa deiesete, fo-
lhaa viole e nove e folhss ilocoeots a cinco, qae
penas em tres audiencias fot a causa decidida ;
o que nao para admirar em am proeesso em qua
foram ioqulridaa oito testemanha a f a Harem tan-
tos advogado, tanto mais qaant*, acha-se lato
autoriaado pelo decreto da 6 de julho de 1859 a
aviso de 14 de novembro do mesmo anno, em
face dos motivos mpeneioeis, declarados na sen-
leoca condemn.loria a (olbaa sosenla a tres.
Anda mais, o defeilo da citacao ioidsl com hora
certa ou por edial.eiso oio tone para isso bas-
tante as ctrtides dos officUss da justica sobre a
occulttcio do appellsote, que se letm a folhss
tres Pereira e Souza nota deselos a vinta, o sea
comparecimento espoutanco om jaizo, qua ao v
a folhaa dez, e sotes da primaira audiencia, ea-
oou qualquer defeito o'aqnella citacao. quando
tve... sid ,11. iueg.1; Peral e San.. 4 oo-
t* 232. Repertorio oame 2 pagina 260. Si la-
men pare non cUa'.a comporta*, i judilio ad ss
defendendum, tune tupplelur ornan difeciut -
tatt'onis.
Nio se deu Ismbca a falta da leitara da pe-
tico de queixa na primeira audiencia, recoa-
meodada pelo art. 209 de cdigo do proeesso
em vista doa termos de aadiencia da folhas qua-
torxe a folhss viole e nove ; a lente sala que,
em vista della, foi qaa o appellatte presectou
sua defeza escripia a folhas trioU.
Finalmente nao se infringi de aodo algum
o mesmo ai ligo citado, quando manda qae o juiz
fsca as partes, ss pergontss qae entender ceces-
ssrias ; por liso que de folhss quioz a folhss
asieseis eoaslam os autos da pargaotas feit.a as-
iim ao autor cobo reo ; seodo para notir qua o
ippI*40te, qae icompanhido da seas adrogidol
Pablica;oes pedido
Dissemos em o n. 12Z do Diario de Ptrnam-
buco qae o sobrado de. doas sodsrss da ra dos
Hartyrios n. 4 offerecia dasaprnmo da impena a
comteir, e assim ae veriflcou conforme o exime
a qua mandou proceder por si s Illms. cmara
municipal.
Feito elle, '6 se da certidSo extrahida, que os
peritos comeados sao de opioio qaa o desaprumo
de seta polegalaj para o lado de deotro oo in-
flue de maneira que cause, por or, receio, por
que o sobrado o. 6 serve de amparo, visto que
ua cooslrucco ioteiramente solida, e qae por
tanto nao ha receio de am desabamooto.
No, porm, somos de opioio coolrsria a doa
patitos, porque em nosso entender o oilo qne
pende, feito de am s lijlo, para o lado de deo-
tro, e o peso dea madairas, qaer aeja do traveja-
meoto do segundo aod.r, quer seja o da cobert,
pode muito inflair obre o oilo do sobndo n. 6,
que, embora de dous lijlos, com o andar do
lempos, ha de necessarismaate aoffrer grsnde
dareno e vir a ceder por saa vea, visto como des-
de j se lhe uta desaprumo viaivelmente.
0 valloss para que o oito do n. 4 seja demolido,
poia que.o facto de asceotsr o sea alicoree 'um
beeco qua por muito tempo servio da despejo,
lento qae foi mandade tapar, e que nio obstan-
te est sempre hnmido, ha decausar-Ihedelerio-
reco.
Da mencionada ceilido de qua fallamos se ve
que opioio dos peritos se basea somante na
coodlcoea da solides que offerece o predito oilo
do sobrado n. 6, porm nos parece que maia
conforme aos principios de rectido que a Illma
cmara mande proceder a demolico do oito do
sobrado o. 4, porque do desaprumo existente
consequencia que elle seja demolido.
A deliboreco que pedimos nao deve ser guar-
dada para o caao de sioistro que por ventura se
d psra ofataro.
Offerecemos estis cond'roes de novo Illms.
cmara para que proceda com a Imparcialidade
qua deva caracterizar todos os seas actos.
Pedro sacn sobra Paulo ama letra, a este
acceitoa por ser devedor directo ; no vencimento
da mesma nao foi psg. pelo acceitaote n.m pelo
a.ccador, o credor nao protestou ; mas pedio a
reponssbilidde dostecador por um carta obri-
gaodo-se osle a pagar oa falta do acceitaote, o
saceador anoaio ao pedido do credor : o accei-
laote nao pagoa, a letra nao foi proteelada. O
credor agora promovo a execuco contra os de-
vedores da dla letra duendo que ella se scha
proteatada.
t.0 Perguota-s, a responaabilidada por ama
carta obriga o saceador a pagar nio loado sido
proteatada a letra ?
2.* A carta do responsabilidide poda ser con-
siderada como proteito da dita letra ?
3. A nio *er o bro que deve ter o commer-
ciante na f daa Iranssccdea, obrigado por lei a
pgr a dita letra qua nio foi protestad, mis
que tendo sido descontada palo saceador consli-
tuio-se este girante ?
Eotendo, qae o saceador da letra em questio
responssvel ao pagamento della a despeito da
falta do protesto judicial.
Embora o art. 381 do cdigo criminal brasilei-
ro dieponha, qae o protesto oio tirado por falta
de pagameoto faz perder todo direito contra o
iaccedor, fo!$a coofessir. qae~6ifanrSpoateac
ilectlvameote uo pode excluir qaelquer coas
venci qae por ventura poisa haver da parte do
meamo a.ccador da pagar ao portador da mesma
. re.peativa importancia a despeito da falta do
predito protesto, cooveocio esta que equivale a
lei entre as partes contratantes.
A irresponsabilidad desse pegamento seris
am facto todo am favor do saceador, mas nma
vez, que elle o reouociou por modo expnsso
qusl o de ama carta oa alias se sujeitoa so pre-
dito pagamento a despeito da falla do protesto
da letra, segu-s que o mesmo ssceidor issu-
alo a respectiva respoossbilldsd. Volenti non
fit xnjuri.
O protesto, segundo um distioclo jarisconsallo
d origem dir.itos e obrigeces reciproca,
pelo que de rigor que grande circamspecco
deve hever acarea da dispensa della.
Goujet et Herger, no dicciooario de direito
commercialverbo, protesto, tomo 4 n."
70 diz: qu d tt vedadeira ditpenta do
protato desde que ha promessa pura e simples do
endossador de garantir de qualquer prescrip(o
o portador da letra, ou alias de paga-la, inde-
pendente da extraco do protesto. >
Este mesmo junscooiulto, iotinn sind a
pos.ibilidade de ser feita easa promessa verbal-
meote, e at admita a prova desea promesa por
meio de testemnobas, sendo q em spoio deisa
sua vsliosa opioio cita os arestos da cd t. de
Ctssscia de 20 de junho de 1827 e 11 de julho
do mesmo snoo.
De feito, se o sseesdor oa letra ligara de en-
dossador, se o protesto apenas serve psra con-
servsr illssos os direltos regresivos a favor de
qaem tem inleresse na letra contra o mesmo
saceador. eos demaia ex-obrigados della, obvio
que qualquer destes tem renuotiado isse seu di
rito. de que reconheceu por escripto (a tal carta)
a aua obrlgaco ao ropeitivo pagamento, e por
consegoiote conservados os direito do portador
da mesma letra.
Nem pode embaricar ser essa promessa de
pagamento feiti em urna carta, e oio por um
acto judicial, porque o vinculo da obrigacao de
pagar resulta, a constitae-se sempre sem formu-
la alguma particular, mas sim procede do sim-
las consentlmento, como consideram Msss ti
Bravard, com relaco a validado do aecsite fra
do corpo da letra.
Assim pens, e opino, silvo melhor juizo.
Recife, 13 da ontabro de 1862.
Dr. Antonio de Vascoucellot Menezes de
Drumond.
Em .aditamento offerece-se-me slnds dizer,
qua se prevslecesse a doutrioa contrariaseria
favorear-ss a frande, dendo-ae vantigem, e iri-
ampho ao emprego desea meio indirecto de
abassr da conflso^a depositada pelo portador na
pessoa de ssicsaor d letraqaaodo por ama
certa, e sob sua palavra honrada de negocian-
te lhe asaegnrava qaa effeclasri prompto
pigimtoto da letra por ella firmada, dispensan-
do o mesmo portador della o respectivo protes-
to,sem davida psra evitar qne.pelo facto desse
protesto nio comecisse i pairar sobro o sea
iilibado crdito mercantil a mnima saspeita de
impontaalidade, ou alus de Insolvencia.
Nio, mil vete oio, i lei nio poderla aatoriaar
eaaa revoltinte immoralidade, injustlca, inlqal-
dadeXemini /roas sua patrocinan debe\.Do
proprio dolo, s malicia ntnoswm dos tirar
commodo, erd. liv. 8* tit. 21 S 25 e 26
Uv^-i-Ut.-14-sj-l. tit.44 6-, ."i '
Pelo contrario. raioivel, e jnsto, qae a fraud
faca expiar caro ao sea proprio autor, a contra
ella .llmente se revolte, como ansias a lei
peoultim.Cod. de legal.Mqutm si ut fraui
tu siwise-auclorem relorqueatur
Nio ha le qae immoralidade consagra, naa
juitic iojasts.
O negociante, qne se qaixessa aproveitar desee
seo meio ardiloao paro neg.r-se ao pigamsnto
da saa obrig.eiodeveri ser repellido *de ama
prtea dacommerciemoralisada, porque bem ee
perecer! com um tr.csnteverdadeiro.Nem
meamo qaero crr, qae boj qaem assim prtl-
qee,' presando propria reputcao commercial
e oio teodo soa cooscieocia depravada.
Becife, 13 da ontabro de 1862.
-Dr. Antonio de Vatconetllot Menese de
Drummond.
laa do Imperador, n. 41 primeiro andir.
ovitaeato a allaaetosa.
valimos entrados comaiendas..
* > soa ganaren..
Velamos sabidos sera f zondas..
* > com gneros..
154
885
Oescarrcgtm no dls 18 do ontabro.
Brigoe portugusRelsmp.gomercadoiiss.
eeabedorla de rendan internaa
fferaes ale Pernaanseuco.
Rendimentododia la 16. 18:85588t
(dem de dia 17......; 8:2664253
S2.12tf87
Coa m la do arovlaelal.
Rendlm.ntodo dil i 16. 14:933$17
Id.m da di, 17......2;197671
17:130,811
MoYimento do porto
Navios entrados no dia 17.
Terra-Nova30 das, barca iogleza Nilhsrtoo
de 250 tonelad.s. capito Thom.c E.les, qul-
ptgem 14, eirg. 3,263 barricas com bacslbo ;
a ordem.
Terra-Novs-37 diss, barca irgleza Olind, de
263 tonelada, espitio Kaikoess, e^aipagem
W, carga 3,525 barricas com bscalbo ; a
Johnaton Pater & C. Seguio para a Baha.
Navio -taido no mesmo dia.
BihisBrlgue ioglez cJono. capilo M. Brea-
klnndge, em lastro.
Oojerraco.
Fuodaou no l.ro.ro ama barca iogleza,
ne tere communia(o com a larra.
mas
Iditaef.
A esmara maniclpal deata cidade faz pabli-
co para coobecimento de seus manlcioes a poa-
lura abaixo transcripta que proviaoriamente foi
.pprovada pelo Exm. presidente d proviocia.
Paco da cmara maniclpal do Retif, em aes-
so ae 13 de outubro de 1862.Luiz Francisco
de Barroa Reg, presidente.Frsocisco Canuto
da Boa-Viegem, secretario.
4a aeceo.Palacio dogoveroo de Pernsmbu-
co, em 6 de outubro de 1862.
O presidente ds provincia altendendo ao qae
reoreaentoa a cmara municipal deata cidade em
officio de 9 de setembro ultimo, sob n. 82, resol-
ve approvar provisoriamente o seguinle artigo de
postaras.
Ailigo nico. Os proprietarios das casas qae
se concertaren) ou reedificaren] neila cidade,nao
podero mandar lanzar naa ras a seu arbitrio o
entulbo resultante dsa mesmas obras e fazondo-o
sem conseottmsnto dos respectivos flseaes, se-
rio obrigadoa a faze-los remover dentro de oito
das para o lagsr qae os mesmos fiscae desig-
u.rem, peoa de 20$ de multa, o de f.zer a mes-
ma remocao a saa cuita.Joio Silveira da Sou-
za.Conforme, Antonio Lene de Pinho.
A csmsra municipal do R.clfe, faz publico
para coobecimento de aeua muoicipea, o afim de
que tenha exocucio a postura abaixo transcripta,
approrada temporariamente pelo Exm. presidente
da provincia.
Pa;o da cimera municipal do Recife em ees-
sao de 13 de outubro de 1862.Luis Fraocisco
do Barros Reg, presidente.Francisco Canuto
da Boa-Viagem. secretario.
4a aeceo.Palacio do goveroo de Pernambu-
co, em 8 de outubro de 1862.
O presidenta da proviocia, altendendo ao qae
representou a camera manicipal do Recife, em
-eScto-de 8, do correte, aob o. 85. reaolve ap-
provar proviaotiamerue o "rilgo de poalura e-
guinte :
Artigo nico. A cmara municipal podar con-
ceder liceoca para se eelabelecer paaariaa a refl-
n.jo. em lagares nio mencionados no srt. 4* ds
potur (ddicional de 13 de janho de 1855, urna
vez que teja em terrenos qne se prestem a este
fim. sam ineooveniencta publica.Joio Silveira
de Souze.-Conforme. Antonio Leile de Pinho.
0 Dr. Tris to de Alencsr Araripe, ofScial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio deata cidade do Recife e seu
termo, capital da provincia de Pernambuco.
por S. H. I. e conalitacional o Sr. D. Pedro II
que Deua guarde etc.
Fago saber aoa qua o presento edital virem,
que dis 4 do mez ae novembro do correte inno,
se he de arrematar por veoda a qaem mais der,
em praco publica deate jaizo. oa aala dos audi-
torios os objectoa seguintes: 1S caeirascom as-
Jode pairaba, de po a'olo, avalladas a 3,
361,000 ; t cadalras da masma msd.ira. de ba-
taneo, valladas s dez mil reis, 208000; lee-
deiras de braco, avalladas a cinco rail reis, 10J ;
1 sof com encost de palinha, avahado por 25j>;
2 cooaolo da amarello, vallados a dez mil rea
cid um, 20S000 ; urna cama francesa de ama-
relio/ avallada por 25^000 ; i commoda de ji-
caraod, por 10&000 ; 1 mexa de jaotsr, da a-
marello, avallada por 15(000 ; 1 relogtode oaro,
patente i glez, avallado por 709000; um adere-
co de oaro, lendo apenas o segaiote : 1 par de
reeetis, 1 pulcelra de fila, 1 aldneile de ienho-
ra cravado de pedra, avallado por 60*000 ; os
S***, !* Pf.8oceotea a Francisco Xavier de
S Leitao, vio a praca por execoco que Ib
mov o Dr. Antonio Gomas Tarares. E nio ba-
vendo laceador que cabra o preco da avallicio
a arrea- atro ser feita pelo valor da adjodiea-
cao com o abatimeoto da let.
E para qae chegue ao conheciaento de todos
rnaodei passsr editsss, qne serio publicados pela
impreosa e afflxados nos lugsres do costume.
Dsdo o pasudo neste cidade do Recife capitel
da provincia de Pernambnco, aob men signai e
sello quo ou valha asm sallo ex caaes, aos 16
dias do mez de outubro do anoo do N.scimeoto
de Nosso senhor Jess Carillo de 1862, qui-
dr.geslmo primeiro da independencia a do im-
perio do Brasil.
Ea Maooel Hara Rodrigues do Nsscimento,
escrivo o subscrevi.
n r. Tf'etio de Alencar Araripe.
0 Dr. Tristao do Aleocar Araripe, offitial ds im-
perial ordem da Rosa, jais de dir.ito espacial
do commercio dests cidade do Recife asea
termo, capital d provincia de Peroambaco,
por S. H. I. a contlitecional, Sr. D. Pedro II,
quo Dens guard, etc.
Faco saber pelo presente qae no dia 20 do cor-
rete mez, depois ds asdieoeia respective, se
hio de srrem.t.r por vende a qnea asis der
em praca publica ss faxendas seguintes : 17 pa-
litos da seda, svalisdo cada na por cinco mil
r.is, 1359000 ; 5 ditos docasemirs, a qalmemii
reis, 459600 ; 10 pega de fil de seda com 150
jardas, a 19000, 15O5OOO ; 10 ditss de cblts fran-
cesa com 740 corados a 140 rs., 1761600: 20
ditss da Igodio com 400 jsrdas, s 200 rs., 801-
1 citas de panno preto cea 84 covsdos a mil
qaitro ceios reis o covsdo, 117000 ; 1 dita de
pmno acal eoa 48 cov.dos, avahado o cov.de a
dols mil e laheotos reli. It0|000 ; profazando
uld".0,0^l.8V8$5*ao; lia Pertenceale e
Miguel BapUala da Costa, o a este penborado, a
vao a praca por execuco qua lhe enesmiaba
aanoel Antoniojda Ais vado, e 04 talla da llai-
tmlss serio irremsl.das pelo preco da adjadi-
c?ao com o respectivo aballmanto da le.
E para qne a noticia ebegue a qnem convier,
mande! paasir eoit.e qaa serio ffixados nos
lugares da cosame, e publicados pele imprenee.
Dado a peesado netla cidade do Recife da
Peroambaco, 10 17 diaa do mee de ontabro de
1862, quadregeeime primeiro da independencia
e do-imperio de Brasil.
Eu Maooel de Cirfalho Pies de Andrada, es-
crivo o subscrevi.
Tristie de Alencar Araripe.
0 Dr. Tristao de Aleocar Araripe, oficial da im-
perial ordem da Ros e juiz especial do com-
mercio desta cidade do Recife, por S. M.
I., etc.
Fsco siber qu no dis 17 da ontabro do cor-
rantaanno, se ha da srreaiter por vead i quero "
mala dar4_a^s>rea publico deste |u!xo. ns si
dosaaditorio, depaie da audiencia o segeiote : *
aa essa sitans ma da Palas, n. 73, com ama
leja da asea porta; dividida ea dass sslss, tres
qaartos, cozinhs fr, qaintsl a cacimba meelra
aa arlaetro andar com daas jene'l.s de frente,
dua salta, tresqosrtos, cozlnha fra, avallada
por 2:0009, a qn.l fra penhor.d por execuco
de Francisco da Silva Reg, contra Jos Higioo
de Miranda, a nio havendo laceador, aefaii a
referida arremetecio pelo proco da sdjidicscio
com o abatimeoto da le.
O presenta ser publicado ni forma do es- "
tylo.
Recife, 6 de ontabro da 1861.
Eu, Maooel liarla Rodrigues do Nascimento,
escrivio o subscrevi.
TrUtao de Alentar Ararip.
O Dr. Tristio de Aleocsr Araripe, cffici.i da im-
perial ordem da Rosa e juiz da direito epecl. 1
do commercio deit. cidade do Recife capital da
proviocia da Pernambuco a aeu termo, por Sua
Mage.lade Imperi.l e constitucin.1 o Sr. D.
Pedro II, a qaea Deas guarda etc.
Faco aber pele presente qne no di 27 de ou-
tubro do corrente anoo se ba de arrematar por
veoda a quem mis dr, em prsc* public deste
juizo, depois ds audieocia respectiva, melado do
sobrado meiagua na ra da Prais o. 68, tendo 13
palmos de largo e 54 da fondo, com duaa portea
no sndsr terreo e ama veranda de pao no pri-
meiro andar, urna s porta e urna pequea iri-
peir no solio, avallada a mesma melado em
1:0008600, s qusl perlencente a Thorn Leio de
Caelro e outros, e val a pre;e por execuco que
contra o meimos enesmioh Domingo Ribeiro ^
da Csnba Oliveira, e oa falta de licitantes ser
arrematad, pelo preco da adjudicarlo coa o aba-
timeoto da lei.
E para qaa chegue a noticia de quem convier
rnaodei passar editaes, qae sero afflxados oos la-
gares do cosime a publicados pela imprensa.
Dado e paseado nesta cidade do Recife aos 6
diardo mez de outubro de 1862.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrada, es-
crivio o subscrevi.
Tristio de Aleocar Araripe.
O Dr. Tristio de Alencsr Araripe offitial da im-
perial oroem da Rosa e jais de dir: to especial '
do commercio desta cidade do Recife e seo
termo, capital da provincia de Peroambaco,
por S. H. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a qnem
Dos guarde etc.
Fago saber qae no dia 4 de novembro do cor-
rente se b de arrematar por venda a quem maie
der, em pnc* publica deste juizo, na sala dos
auditorio, o segaiote :
Um obrado da dous andar e eolio no piteo
do Carmo n. 5, lendo tres porta n frente, ando
duss que servo de loja o ma de corredor que
d para o primtiro e segando andar, tendo o pri-
meiro dase salas o doas qusrlos. o segando aoes
salas e dous quinos e o soto, coziaha, quiolal
morado a cacimba meeira, vahado por 10:000.
o qual fon penborado por execuco de Joaquim
Manoel Ferreira de Souza contra Joaquim Jos
Coimbr de Aodrade Jnior ; e nao havendo lac-
eador se far a arrematado com o aballmento
da lei.
O presente ser publicado oa forma doeitylo.
Recife 9 de outubro de 1862.
Eu Maooel Mara Rodrigues do Nascimento es-
crivio o subscrevi.
Tristio do Alenear Anripe.
.De!eM*t?*.
Consulado de Franca.
Neohem lanesdor se tendo apresentado ad-
jadica;io do emprestimo a risto martimo necas-
sario ao oavio francs Le Dartagnan, espito
Dixae, annapciado para o dia 6 do corrento mez,
o contal tem a honra de prevenir a quem inte-
resssr posss, que a adjudicirao pira o dito em-
prestimo, montando cerca oe 15,000,000 de riis,
garantidos pelo mesmo navio, casco, spparelbos,
messame, victuslbaa e seu c.rregsmento, tari
legar de novo na chancellarla do consulado, e am
sus presen;, sabbado 18 do correle, ao meio
dia em ponto, e ser adjudcalo como j foi dito
nos primeiroe annoncios, a quem por menos fi-
zer, e ultimo lsocador.
Conselho de compras navaes.
Tendo-se de promover sob a forma e condicoes
doestylo a compra dos objettos do material da
armada, abaixo declarados, convila o conselho
aos qaa pretenderem vende-los a apresentsrem
o.s propostis no dis 21 -do corrente mez at ss
10 horas da manhaa.
. __Pira provimento do lmoxarifado de
marinh.
200 aducas de pipa, 40 cedeades sonidos, 5
arrob.s de fio de ve!., 1 collecciode mappas go-
graphicoa de Colln, 60 libran de pregos ripata
de cobre, 200sapetllhosds ferro sortidos, 3 pran-
chis de cedro, 50 melos de sola da trra, 2 da-
ziis de tabo.s de pinho da Saecii de 1 polleg-
d, lOduzi.s de tabo.s de louro par forro, 20.
daas de tabeas de pinho ds Suecis da 11.2 pol-
legad, 1 arrobas de tilias de cobra, 1 rsrgon-
tes de pinho pirs vergas, urna de 62 ps a
outra da 63 ltl da comprimento de pont pon-
t, e imtin com 14 pollegadas de grossura no
rxeio e 7 aa pont.
Sala do conselho de compras nivsas, 14 da
outubro de 1862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojo*.
Secretiria da polica de Pernambu outubro de 1861. *o ua
De ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe de poilcia in-
terino da provincia, tajo publico para caobeci-
mento de qaem poass intereisar, qae nos termos
do srtigo 1. do decreto o. 1692 de 14 da novem-
bro da 1860, a nioguem permittido estabelecer
on conservar tasas oa esetiptorios, em qaa fas-
bitaalmtnte se facam emprsslimos sobre penho-
res, sem mostrsr-se legelmente sutorisado na
forma do art. 2.* do meamo decreto, e matricu-
lado nesta raprtelo, como determina oart.il
sob as penis impostas no referido art. 1 nue
embeleco ss de 2 a 6 mores de prisio, a malta
de nm a cinco contos do riis.O secretario,
Dr. Josqaim Jos de Campos.
Por esta subdelegada sa faz pablico qaa se
echa recolhido delenco o preto Miguel, de na-
ci, o qaal foi captarado pelo inspector da Im-
birlbelr, que i em seguid para o mato, de-
monstrando eitir ausenta da casa da sen senhor
declirou ceresersvo de Francisco Ribeiro, mo-
rador na Pissigem ; aisim como acha-se depo-
sitsdo nm civallo c.stmbo que foi remettido a
e.te jaizo por Joi Laiz da Silva, morador na
Bomgi, tendo sppreheodido em sen sitio des-
trutudo Isvonrss; quemsejulgsr com direito o
ama e outra coass, compareg., que pravsndo.
Iba ser entrego.
.M!!egau.d0, Afiao 4 da ontabro de
1862.O sabdelegsdo,
Pedro Maria da Abrea

o
5J
Xtairmaos Beislay tem a honra de avisar so
pablico que se achia preparando am elea.nte
circo, mais eipacoao e apropriado aos seas axer-
cleios, do qaa o thestro. e qae nelle pretender
aar o sorprendente exeriirio, a no /UJ ujtro {t
audacia humana, da HONTANHA RSPIIUL.
com 45 pe. de altura, ASOUICAO NO BALO
com o traperio, paca de srtUhjris. c.vallo e di-
versos oatros objecio. e innmeros exerciclos
nanea vistos neeta cidade. e qae. esli conven-
cidos, sgradaro tanto como noa demaia paizea
em que tem Inbilh.do. ^
a ,'*,?*,*t*, *wl* P**s*iee oa programans
deacnpttvoc dos diverso! etpeeuwlo.
fc nal


DUmi* D*f mfHPBO; au O*. DO lS -M OfTUMM E i:
4o Para
redonda, 1 eouaeloi com grandes espelhei de
moldara de Jacaranda: ee pretndante* dirijam-
ss s raa di Cidai*,o. 9.
S*gu* am diteitara o veleiro btlgaa aicui
Grasoa**, capKae Antonio aria fe Costa
Si Ira, por Ui pan* do carregamento presnple,
para o reato trata-a* com eoaeignatario An-
tonio da Almeida Gomai. rm da Crax a. 27.
Maranho e Para.
Segmiri pata oa ladlcadoa portoi aoaa pouea
demora o bam eoohacido hiato Liado Paquete,
tpitio Jaeintho Nanii da Coata, a chegar por
itaa din, visto aatir cootratido parta do aea
carregemeoto: pira o q lhe falta trata-*a om
coasignsttrio Antonio da Alaaidr Gomei, oa
ra daCrai n.27.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegado costeira a vapor.
Paralaba, Natal, Macau, Aracaty, Cea-
r, Acaracu'.
No da 22 do aorranta aagoir para oa portoa
do norte at o Acarac am do* Tapora* da com-
paonia, a horaa do coitaaa*.
Recebe carga at o da 21. Encom mandas,pas-
ageiroi dinbeiro a (reta at aa 2 horaa do dii
da sahida. Ewriplorio no Forte do Mattoi nu-
mero t.
DI
Fazendas ioglezas
e francezas
SegunU-feira 20 do corrente
Aagusto C. de Abroa tari leilio par interven-
aoao agente Paitina, da eiam itampidas,
ehapaoi d* cabala, chapeos da aol, chales de
louquim, ditoa da lia, brloe, grava tea, groadeoa-
pie, li. meiet pira aeuhir, dttaa .p mam, lpica da aordao, organlys, tiriitina a
oatrai fasindae p*n fechar fittaris: saguo ia-
(elra 20 do crrante i 11 horaa da maohaa im-
pretetivelmenta, om aea armazera raa da Cedeia:

41minak da provincia,
Estando se confeccionando o alma-
nak da provincia roga-se as pessoas que
sao nelle mencionadas de mandarem
seus nomes, moradias e oc~upaoao a li-
vraria da praca da Independencia n. 6
e H, para serena inscriptos, e o mesmo
se roga aos Srs. de engenho.___________
' classe do commercio.
I
levista popular.
Noticiosa, scientica, industrial, hist-
rica, litteraria, artstica, biographica,
anedotica, musical, etc., etc.
JORNAL ILLUSTRADO.
Condices da nsignitura.
A Revista taha do* din 1 e 15 de cada mea,
aob a forma de um elegante 11 ro brochado, en-^
riqueedo deillittrscoea executadaa com eamero.
Cads trimestre forma am magnfico volume de
certa de 400 pagion da impreeso, contando a
materia de 5 rolme* ordinarios.
A Revista Popular forma poi* cada anno 4
bellos e grosaos volumis, offerecendo a materia
de 20 vol mes, e conteado lindas gravaros his-
tricas e artsticas, de modas, de pec.as do msi-
ca, etc.
PREC ) DA ASSIGNATURA.
Pira a corte.
Um aooo. ....:..,. 20*000
Hela mezes.......... IO3OOO
Tres mezes......... 5|000
Uo mez.......... 9000
Para a* provincia*.
Um aono......'.."?. 218000
Sala moza*......... 11*000
Trea meze.......- 5f000
Um miz .......... 2*000
SEGUNDA ENCGIO
O hiti D.ju Irmioi legae para o Aracity
por este* da* : a tratar com Taaao Irmo* oa
am o cipito Joaquim Joa da Silveira.
Para Lisboa.
A veleira e bam conhecida barca porlagneza
Gratidao, capito Antonio Pares Borgss Peala-
ra, pratsnde aeguir com muita brevidade ; tam
pirte do san carregamento a bordo : para o reato
que lhe falta, trati-ae com os saaa conaigostirios
Antonio Lata d'Oliveira Azevedo & C, do aea
os ene torio rui da Cris n. 1, 011 com o capito na
pra?a.
Para o Para.
Com muita brevidade pretendo aegair o hiato
Sa'lo Amaro, tem parta de sea carregamento
prompto para o reito qae lhe falta triti-a* com
01 seas conslgaatirios Antonio Laiz de Oiiveiri
Ativedo no sea eierir-t jrio rea da Cruz o. 1.
Curso de lingua franceza
noite.
Jos Soares d'Azevedo, professor de
lingua e [literatura nacional no Gym-
nasio do Recife, tem abetto um curso
praco-theorico de lingua franceza pelo
novo systema de Ollendorff, para a
classe do commercio que nao pode fre-
quentareste estudo de dia. As pessoas
que desejarem fallar e escrever esta lin-
gua, podem dirigir-se a' residencia do
annunciante, ra de Rita Santa Nova
n.47.
lio de Janeiro,
pratsnde aegair aom malta brevidade veleiro e
"Mm onheei lo patache nacional Capuana, *a-
pta Theotonie Jos da Silva Roaa, tem parte
da aea carregimanto prempte : para o reato qae
ha fall, trsta-srcornos mi onsigatarioa An-
i*aio Laiz de. Oliveira Azavedo & C. no aea sa-
natorio, ra da Cruz n. t.
Attencao.
0!nPA!!Hl BRASILEIRA
DB
m
At o dia 18 do crrante, 4 esperado doa
porto* do norte o vapor Oyapock, commandan-
ts o primairo tenante Antonio Uarcelino Pontea
Ribeiro, o qual depoia da demora do costam
seguir para os por tos do sul.
Dusde j resebem-se passageiros, a engaia-ae
a carga qae o vapor poder condazir, a qual deva-
r a-ir ambareada no diada auachegada: mau ot-
ro 1 trate encommendaa at o dia da aahida aa
2 horn da tarde : agencia raa da Craz n. 1,
ustriptario de Antonio Laiz de Oliveira Azeve-
do & C. ______
Porto*
O briga* portagaez Esprense, capito Lou-
reatjo Feroandaa do Curco, segae coa brevldi-
'i recebe algum, carga e pisiagiiros : trati-ie
=: >m oa eoosigaetarios Uarqaes, Barroa & C,
largo di Cor,o Sinto o. 6, oa com o capito na
praQ1______________________._________
Ass
Com 22 annoa de grande pratica de meslre de
aiaeotimeoto de aparar o aasaear de esnas pelo
melbor systema adoptado Das Aotilhas, o tam-
bara meatre do mesmo sssucar, como de nma o
ultra coasa coosts pelo* Iilms. Srs. de engenhoi
a qaom tem tido a honra de trabalhar Maooel
Joaquim A. de Oliveira, assim offerete o presti-
mo de sea trabalbo, fructo da tantos annos de de-
dicarlo e fadigsa aoa respeitaveis S *. de enge-
ntaos, tanto deata provincia de Pernambnco como
de outra qualquar do imperio, qae o qvizerem
bonrsr com a sua sffavel aceitadlo o amor a in-
dustria ; aproveitando por aaaim o poasairem am
bom e econmico asaentamento, tanto na grande
dioiiouigo de consumo de combuativeis como na
presteza e facilidade da iimpeza da csldeira e
apuro das taina,080 se empregando msis qae mui
pequea quaolidade d.e biRagos a proporc.ao doa
vasos; apurando por trela, em termo regalar,
50 pes de magnifico aaaucar, como CODlta do qua !
foi oltlmamente aprasebtado emlaca oa ezposi-
cao desta provincia de Pernambuco.
Pelo melbor systema asseots os alambique de
destilar aguardante, montando com goato e asseio
s destilarlo para dimiooi;o de bracos o facili-
dade do trabalho.
Tem a seu cargo offiefaes ds pedreiros, e as
suas empreitadas ajuats-as pelo mais commodo
poisivel, pois desoja mais seivir bem que gaohar
muio : pode ser procurado na praca do Livra-
mento, lojs de fazendas de Jos Rodrigues Coe-
Iho n. 8, ou por este jornal.
DIRECQAO.
Ra do Ouviior n. 69, livraria Garnier
Rio de Janeiro.
Maitaa psasoaa ficam algamas vezes embsra-
gadas na aacolha de IWros de lilteratura a de pa-
blicsces nacime*. Grande numero deltas pa-
blica;ds* Do raunem as materias necessarias pa-
ra instruir e recrear ao mesmo lempo.
A cRevitta Popular veio porm preencher esta
lacaoa, e todoa oa que procurara oa leitnra um
attraativo e urna utilidade, nao podero escolher
cuulhor. Scientiflca e retreattva, bistirUa o lit-
teraria, artiatica e industrial, aoaedotica musi-
cal, biographica e oottcioaa, et*., ama obra
que deve figurar oas bibltothecaa, que dssd-
sivelmente forma un encyclopedia brasilairs,
de lado quanto mereja sir publicado.
Quom porcorrar as paginas da Revista nao
deizarS da encontrar, qaalquer que seja o aeu sa-
lado pjs:cio social, artigo que juntando o uli
o sgradavel, loitrnam a deleilam, faiendo pas-
ear rpidas as horas eonsagridas sua leitura.
Seus redactores, cootam-ae entre os horneo
msis eminentes do Brasil e de Portugal, nao s
pelo talento, como pela illostrafo. O poetada
a m* ao economista, o biatortador ao romancis-
ta, o biograpbo ao cbonista elegante.
A Revista Popular o jornal de familia* por
por ezcellencis. Bccrapulosa na observancia dos
principios de moralidad, pieside o mator cai la-
do na eacolha dos seus artlgos, e pode o pai o
mais austero entrega-la i sua fllha sem lamer
que ama idea, urna etpreaso menos digna a faga
corar.
A barte material oada deiza a dsssjar, a im-
pressao 4 feita com o maior eamero, aa gravnraa
que acompanham cada numero sao ezecatadas
pelos molhores artistss, e representen) vistas de
cldsdes e monumentos oa retratos de homeos
celebres nacionaes e estrsogeiros; todos os me-
zes ss suas leitoraa recebem o msis primoroso
figarino.com o qaal podem aeguir as mil traos-
formeedes da caprichosa moda ; emfim msicas
oovsa doa melhore* compositores orosm esta in-
teressnDte quio otil pubcacao.
O Sr.|Edusrdo Morisson recebe asiigniterss do
hotel Laiz Puech, ra do Trapiche, desde 8 ho-
ras ds maohs ate as 6 da tsrde.
Se podetambem trocar ou comprar os volomes
encadornados, E em collecces completas.
WW9er#9W9WlaB!#"CeWCar51'li;
THE90URO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
paslo doutor _______
SJ5JHH8 Qi 1, HH10.
Este livro que se tan tornado ti* popula
quanto neeessario, acaba de ser publicado com
todos os melhoramentos, que experiencia e os
progressos da sciencia tem demonstrado. A no-
va ediccao em ludo superior primeira, en-
cerr:
1. Mais ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indicages mui proveitosas
dos medicamentos novo* reeentemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos a no
Brasil.
2. Aexposicaoda doutrina homeopatha.
3." O estudo ds apropria;io dos remedios, se-
gundo ss predominancias dos temperamentos,
das idades dos sexos, e segundo as circumstan-
cias atmosphericas ele., ote.
5. A preservarlo das molestias epidmicas.
6 Urna estampa Ilustrada demonstrativa da
continuidade do tubo intestinal, desda a bocea at
oanus etc., etc.
Vende-se na pharmacia especial homeopa-
thica', propriedade do autor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo)| n. 6.
Preco de cada ejemplar.... 201000
N- B. Os senberes essignantes queiram man-
dar receber seus exemplares.
LOTERA i
Quarta-feira 82 do corrente mez se
extrahira' a sexta parte da segunda lo*
teria do Gymnasio Pernambucano (3.,
concesso) no consistorio da igreja de
N. S. do Rosario de Santo Antonio.
Os bilhetes e meios bilheles acham-se
venda na respectiva thesouraria ra
do Crespo n. 15, e as casas commis-
sionadas ra da Imperatriz loja de er-
ragens n. 44 do Sr. Pitnentel, praca
da Independencia n. 22 loja do Sr. San-
tos Vieira, ra Direita n. 3 botica do
Sr. Chagas, e na ra da Gadeia do Re-
cife loja n. 45 do Sr. Porto.
As sor tes de 5:000# at 10$ serio
pagas urna hora depois da extraccao e
os outros no dia segumte, depois da
distribuidlo das listas.
Servindo de thesoureiro
Jos Rodrigues de Souza.
Arr*nda-*a aga grande parte do sitia ate
f ?ero, denominado Marta Farinha, oa (ra>aa>-
sla de Marangaapa : a tratar 00 eoganba llr-
bars, freg.at.1, de S. Uaranco da alatu.
Aluga-e o arinaieui do
becco da Boia n. 1. a tratar
na ra t> Iraperatriz q. 40.
Guilbermino de Albuquerque
artins Pereira e Jos Marianno d Al-
buquerque declaram que te acham no
exercicio do lugar de eicrivao de pro-
testos de letras : na ra do Queimado
n. 15.
em Btberlb : a tratas
rui doTrapi.be b. 31.
Alaga-se ama casa
com J. I. de 11. Reg ni
Queui ter
psra vender 150 lijlos de marmore? comprara-
sens ras larga do R^ssrlo.loj de iouga d. 25.
Alaga-se o armasim da ra do Vigarioo.
15, preprio para ( tieza da negocio ; quem pretender, diriia-ae a
,*ia viainha o. 13, taberna.
I
i
f Saques sobre Portugal.
O abaixo aaelgnade agente do Banco
Mercantil Pertuenae nesta cidade, asea
ffectivaraente por todos os paqaetea ao*
bre meamo Banco para o Porto Lis-
boa, por qaalquer aomma iviata e a prs-
xo, podando logo os saqaes a prazo sereat
descontados no moem* Banco, na rasa*
de 4 por acoto ao auno ao* portadores
qu* assim Iba convler : naa raa a de. Crea-
pe n. 8 ea do Imperador a. 51.
Joaquim da SilvaCaatre.
a mmx*x*j -mmmmmm
Couipiihi9. Fi-ielicade de ae-
guros maritimoa e terrea-
tres, estabelecida no Rio de
Jaoeiro com o capital tie
16:000:0005
Agentes em Pernambuco
Antonio Laiz do Oliveira Azavedo ak C. compe-
ten temante enteriaada* pela directora da compa-
ahia de aaguroa Fidelidade, tomam aegaroa do na-
Tioa, mercadoriaa e predioa, no aea eaeriptorio,
rea da Cruzo. 1.
D. Clementina Tbeodora da Sil-
va viuva do finado commendador Ma-
noel Gonqalves da Silva, avisa ao res-
peitavel publico, ao corpo commercial
desta praca e a todas as pessoas que se
acham ligadas por transaccoes com a ca-
sa de seu finado marido, que tem coto
os de mais herdeiros dado procura cao
bastante a seu mano o Sr. Luiz Antonio
Vieira para gerir os negocios de sua ca-
sa commercial debaixo da firma de viu-
va de Manoel Goncalves da Silva, se-
guindo o mesmo andamento como em
vida daquelle finado, e assim espera dos
amigos e committentes do mesmo a
continuacao da confianza que sempre
nelle depositaram. Recife 15 deoutu-
brode 1862.
AUIH.
Dentista de Pars,
19RuaNo^a19
Frtd*rierjGautier,eirargiao dentista
fu todas as oparacoes desua arte a co-
loca denles artificiaos, ludo com -sdoli
rioridade a perfeicao que as pessoas-,an
tendidas Ib* reconhecsa.
Tea agua e pos denuncios, ets.
ahe icnpretarivelcceote nj dia 23 do crrante o
hiato Jagaarib: qaem quizer cerragir oa ir
Ce psasigen, dirij-se a raa da Crespo n. 14.
Para Lisboa.
Sahir com t jda a brevidade o mallo veleiro e
bem conhecido brigue porUguoz Constante co-
pilao Augusto Carlos dos Res, por ter j a bor-
do grande parte do sea carregamento: pira o
Testante da carga e paasageiros, parsosquaea
tam ezcellentes commodos : trata-se no escrip-
(orio da Haoosl Ignacio de Oliveira & Filho lar-
go do Corpo Santo n. 19 oa com o capito na
ytatje.______________________________________
O brigue portoguez Margarida sabe pira
Liaboa no dia 22 do corred", tem ezcalleolss
colmlos cara psssagairos ; a tntsr com o ca-
pito Joa E. Ribeiro, oa praca do commercio.
Janeiro.
O patacho Candidas tem malo cerregamento
contralado, e segae em piucos da* ; para o res-
to trats-se com os consignatarios Marques, Bar-
ros & C largo do Corpo Santo n 6.
Para o Rio do Janeiro sahir em das do
correle mez o brigue nacional Imperial Pedro,
capito Vital Jos da Motta ; recebe carga are-
te, e trata-se com o mesmo eipilo na prifi do
com mar co ou bordo.
MA
jl Baha
OTKOTOSa GEHEV01X
(Oleo puro de castnnlias da India)
Boticariorua desBeaux-Arts, U,emPars
O uso d' este Antiooo, e nico que nBo seja
um remedio mv-terioo i sem perigo para a saude
e ne cmltava^ u cffettos de qualquer outro trata-
: 'ni" interno.
O oleo de c.astaohas da India emprega-se tSo so-
meiitc f m leves neles exteriores sobre o parte elTec-
!ada dnrante o aceesso e como preservativo da Gotta
c dos Rheumali.-miis.
Depositamos : Rio de Janeiro, Eugne Chcve-
l't; Babia, Jos Gatano t'erreira Ksprimheira
* Pernambuco, d'Almelda Pinto; MaranhSo. Ker-
iroira eC-; Rio-Grande do Sul, Cauto cGodoy
>xsHaan *an tmmmm*
^J^HCO Unio.
Istabelecido na cidade do Porto.
Agentes em Pernambuco.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C.
Sacam por todoa oa paqaetea aobra e meamo
Banco a prazo ea i vists, e sobre as agencias em
Lisboa, Figuoira, Coimbra, Weire, Viseo, Villa-
Real, Regoa, Vianna do Castalio, Goimsrssa,
Bareelloa, Lamsgo, Corilhs, Braga, Pe&aflel,
Braganca, Amarante, a cito diaa, oa ao prsse
qae ae sonveaciooar: n* aea eacriptori* raa da
Oras n. 1.
e^&8t9&9309a99*
Commisses,
Jo&o Biptist^ da Rocha
conlinaa a raceber assasar, algodo, coeroe e
maia'gneros que lhe a;am a honra consignar
do qae prometa dar inteirocumprlmeoto de saa
proflaao e se comprometts a remellar peloa mea-
moa poitadores o liquido das gneros rscebidos
ou cumppir as ordens de seus remetentes psra o
qae oa Srs. de engenho e autroa podem dirigir
suas remessaa ra Oireila n. 94 e 95, que shi
o domicilio e e*Ubel aonde asr encontrado todos os disa o a toda a
hora.
3Roa etreita da Rosario~S
Frauciaco Pinto uxorio continua a col- fj
O lecsr dantas artifleisea tanto poi malo de 9
% molas come pela presae do ar, nao re- 9
9 *abe paga algurna aem que aa obraa nao 9
9 fiquem a vontade de aaas donas, tem pos 9
0 outris preparacoe as maia acreditadas %
% para conservaro da bocea; C
9999999 9999 999 9999999
A pessoa que deseja saber notiiias de Jjo
do Costo Alvea da Silva, pde dirigir-se so asa
cstabeletimento a raa das Crataa n. 41 A.
sn malta brevidade pretende aegair o bes co-
rherido e veleiro brigae escans Joven Arther>,
espite Joaquim Antonio Goncalvaa dos Santos,
tsm parte de aea carregamento prompto ; para *
rssto que lhe (sita, trata-se com e* seas eig-
t-starlos Antonio Luis 4* Oliveira Axevedo a C,
oe aoa eearipterlo w da Croa m. 1. ____
Loo^.
Leilao
Vende i* ama rica moblla da Jacaranda can
tampo d* pedra, composta de 1 oa. 12 eadeire
de gaaroisao, 4 de arre;*, 4 de elanc,o, t naca
0 ANTIG0T0S0 GENEVOIX
OLEO PURO DE CASTANHAS OA INDIA
lie o remeillo eilerno eseellentlsalnao centra gotta, rheanaaatlianaoa < nevralitlaa
Approvado pelo Conselho medical de Ssc-Pelersburgo em 20 de marco de 1839.
0 oleo de caslanhas da India, empregado por uncoes leves, pelo meio de um pincel, I
sobre, as articulacoes irritadas, possua urna accao superior a de todos os mais calmantes
da ramilla medical. Esta aeco sedativa, reconhecida por numerosas experiencias, he devida
a fluidez characteristica do oleo de castanhas.
O oleo de castanhas alliria oito vezes sobre dez. Este oleo entranha-se com tamanha
rapidez que muitas vezes necessita-se de quatro ou cinco une/es repetidas urna sobre a
outra para embeber completamente os poros da pelle. Entranhando-se n' ella este oleo a
aquece levemente e uniformemente. Sua accao he tal sobre a fluxao articular que as vezes
u calma se produz repentinamente, mas isso quasi sempre aps algumas horas.
Entre aa numerosas provas da elllcaela Uo leo Oe castanhas ala indi, els algaans anrsuUos
anedleaes < oniros de valor tberapeutico d' eitte producto:
Pars, 5 de julbo de 1861.
Um caso de nossa clnica medical provara a eflkada do oleo
de caslanhas da India.
0 senhor Hamelin, empregado na estrada de ferro, o morador
ra Harcadet (Montmarlre-Pars), padeca desde 5 de Janeiro de
1861, de dores gollosas nos desdos dos pes e de rheumalianm got-
toso nos joelhos. Em 12 de fevereiro elle se fez transportar do carro
no meu gabinete aonde lhe ordennei mas inullraenle o emprego do
xarope de galac,das tisanas d'Astruc antl-alhridicas, sudorco
estibiado, as pipulas L (18 de fevereiro); a pocSo colchitica, exci-
tante antimotida a mixtura terebenlhina (22 de fevereiro); os
banhos alcalinos; os de vapor (!' de marco); os blsamos Opodeldocli,
os do Commandeur (6 marco); o p alterante de Rlchter, o p de
Dover (12 marco), etc. No da lk o* marco o aceesso augmenta ;
as dores nos joelhos ftelo intupportaveis ; ordennei o emprego do
oleo de catlanhat da India, preparado por Qenevoix, em uncoes
levas t feitas com um pincel sobre as articulates enfermas. No
mesmo dia a acclo sedativa tica manifesla; as unefies se continuBo
tres veses por dia; apa* dois dlaa, o senhor Hamelin achou-se inicua-
mente livre de suas dores e em 18 de marco voliava no seu emprego.
Aitignadi: Docteur Lcnkl, em Paria.
O oleo de castanhas da India se conserva Ilimitadamente sem alt.erac.ao. Os vidros e meios
vidros rolhados de vidro e accompanhados d' um pequeo pincel, d' um prospectus, e de
urna folha de papel mata-borrao, ficao fechados dentro urna caixinha quadrada de cor roxa;
a etiquelta de cor de laranja traz a firma.
Cada virs ru ssbre am des lass as iniciaes IG, \ 0\ iA_ar-^. ... otiario
sokre am entro as artas laeby|rsaiea segaiales: ty\+ U\ Jr f9St*uf23*& r.cesleaai-lrli, 14
Em Pars, em casa de Emile Gekbvoix, rna des Beaux-Arte, 4.
Depositajiios : Re de Janeiro, Eugene Chvelotj Babia, Jos Gaetano Feateira Esprimbeira;
Penaoinbaoe, d'Atmeida Pinto Maraaiio, Ferrelrc e C* Rio-Orando de Sol, Oouto e Godoj.
Pars, 15 de fevereiro de 1860.
Eu abaixo assignado, doutor em medicina, cavalheiro
da Legiio de honra, medico da secc&o de beneficencia da
aegunda treguezia morador, ra du Hail, 12, cerlico, ter
feito empregar muitas vezes contra os accessos violentos
da golta, o oleo de caslanhas da India preparado pelo
senhor Oenevolx, boticario ra desBeaux-Arts.H, ter
constantemente reconhecido os felizes resultados do em-
prego d'este producto que sempre proiluzlu um allivio
rpido: em f do que aofma flxa passei o presente attes-
tado. Anijnado: Jm,D. a. t.
Fennos (Pas-de-Calais),\em 21 d* iulho.de 1860.
Um rheuraatismo ao gclho me faxa padeceT*orrivel-
monte. Apenas eu poda por o p no chao; eu fleava pri-
vado do somno. Se me inadore vr um vdro do sen oteo
de caslanhas da India ; empreguel-o: resent nmediala-
mente um grande socego e actualmente me-acho perfein-
mente curado. Queris mandar-me um meio vidro ;
desojo sempre ter debaix das mos este precioso reme-
dio. Em pagamento, envio4he 5 francos em sellos. Tenho
a honra, etc. Atnanadc : bUiuiux, cor adjunto.
i Companhia I
DE |
^Seguros martimos.*
SEGURIDADE
g Estabeleci--*a no Rio de!
# Janeiro. I
I AGENCIA RA DO VIGARIO N. 10.ffi
Oflareci-ae am* malher par* ama da ama cae*
de poaca (amilla, para coaer e engommer, ota do
homaro, aoltelro para coziobar ; os rae do Forte
Damero 15.
Alaa-se a sala da trente do primairo an-
dar dama Nova n.35: a tratar os mesma raa
o. 39. _____________
Ella tam por alug.r dass cusa na ilha do
Bemflc, com commodoa para familia oanho na
(rente: na raa eatrelta do Rosario n 4 so dir
qaem alaga. _______
Alega ae para ae psssir a fasta ma granee
caea com altio, aasim como daaa maia pequea*
junto a mesma, com *ea* grande* qaintaes, junto
a povoaQao da Versea, tambam aloga-** an-
nualmenta; qaem pretender, dirija-se ao pato*
do Ctrrxo, sobrado novo que bou a (rente para a
ra de Horlss n. 2, prlmelro andar, oa no car-
torio de escrivao Santos, na mesma rae, qae ebi
ae dir qaem alaga.
O secretario interino da irman- XXAHeg-^IXl o
dade de Nossa Senhora do Terco convi- ",,.l1ro l,8d", C"V PO'osco Jo Monteiro,
i i i multo pronmas do rio Cipibaribo. com duaa
da a todos os irmaos da mesma para gr8ndea aalaa e quatro qaartoa, tendo Uabem
reuna ) de mesa geral no domingo 19 nm* deapenaa e coiinha tora ; aaaim como outra
corrente pelas 11 horas da manhaa pa-: ""1|Jq. "> deas .ala*, don* qa.rto*
ra seelegerem os novos funecionarios
uue tem de reger a irmandade no fu-
turo anno de 1863.
O Sr. qae emprestou na noite de 14 do cor-
rente, na ra* ds Gloria, am cbaro de sol a urna
familia, podo procura-lo na ra Dir ita c 93,
primairo andsr. ____________________________
Alaga-ae a casa terrea na ra do Palacio do
Bispo o. 12, com commodos para familia ; a tra-
tsr ns prega da Boa-Vlata o. 18.
Deseja-se fallar com os horeiros do finado
Dr. Joiqaim Apolioario Uaier a negocio de sea
intereaae : a tratar oa raa eatreita do Rosario,
leja de miadeaa a. 18 C, oa anouncie para aer
procurado.
deaa
, quem aa prateoder dirija-se
Craspo o. 10, ou no Monteiro no sitio
Xiato.
cozinba
a raa do
do finado
Baltar & Ottl
Porto.
r
team aobra a paace 4*
Mudanza.
Fraorois de Jong
Janeiro.
ritira-sa para o Rio de
Sitio.
Trenafere-ae o arrendameoto de om sitio em
ama bella estrada, o qasl tem boa casa de vi-
venda agua potavel, muitos arvoredoa de frutto,
baixa de eapim, capoeira para tirar lenha, co-
cheira com eatribarix para 4 caralloa, o pasto pa-
ra algamaa vaccas: qaem pretender, dirija-se a
tea do Q.airj.do p. 18, loja. que se dir.
Alaga-ae o armasen) di cala da rea do
Rangel n. 36 propro para algum eit beltcimen-
lo oa offlcioa per nao ter repartimeotoe: a tra-
iar na rna do Trapiche n. 14, primairo andar.
Eu abaiio aaeigoado declaro a esta hmj<
e principalmente ae corpo do commercio, qe
cmprela pharmacia e casa de drogas ds raa d*
Cideia n. 66, qa. partencia a Srs. viuva Antonio
Pedro dea Naves & Filho, de cuja csss faaia parle
como socio, fleando sqaelles seohores desonsra-
dos e quites desde o 1. do crrenle, fleando a
liqaidacao do activo e passtvo a mea cargo Re-
cife 16 de outubro da 1861.
_________ Antonio Jta Lope* da Silva.
brsry, ra do Trapiche Novo. By orderof.
Ib." M. Coaasn
Saeta ry.
Domingos Jos Fernandos viao Rio de Ja-
neiro^_______________________________________
A uga-ae um doa andaraa do aabrado da
raa daa Trincheiras o. 48: a trttar no pateo d
Carino n. 15.
m
Alugs-seuma eicellente ama escrava que faz
toio ser'ico, para cesa do fsmilis, meito fiel e
limpa : a tratar na ra dos Pires n.54.
Joo Perreira Ramos madou saa loja de fa-
zendas ds rus ds Imperatriz n. 36 para a ru*
Nova d. 42 defronte da igreja ds Cooceicao do*
Militara*. v
>ende-te urna caiexe
nova de muito goato, forrada
de leda aiul, com arreios de
metal principe: na ra do
Apollo n 30, priu'eiro andar.
Alugam-sa dous grandes arreazens sitos na
ra do Brum contigaos a antiga fandtcao de Mes-
quita & Datra, e qaestiversm occapsdos peloa
Srs. Jos da Silva Loyo & G.: a tratar na travesea
da Madre de Deas o. 12.
Precist-se
de ama passos que trabalhe em velas de car-
nauba com perfaicao, ns raa de Impsrador n. 4f:
no estabelecimento do Sr. Francisco Jote Ltite
ae dir com qaem devea tratar.__________
Tainos para alugar.
Alugnm se dous tainos noagougue grande jun-
to ao quartel de polica : algum enarenante *)
qafzsr, dirija-so ao meamo, oa no pateo do Pa-
raizo o. 7 para tratar om o dono.
Mudanca.
O protessor de moaica Maooel Augaato de Me-
neiet Costa madou-se para a raa V ha o. 10.
-i-i A S8,l8 ot lB* memoers ot tha British > Pretlaa-ae de ama ama para o servio iotirno
Uerka Providaot Asaoti.tion will b* bel! onieexterno: na ra de Aoat-vrdes o. 10.
Juesday 21 *t October ( 4 pm in the Brilish L- ------,, .--------------7::------------------------f,
O bi'.M sssigoado declara qae sempre foi
morador no 1.* districto da reguetia da Boa-Vis-
ta desta cidade, e agora ns rus do Mondego do
3.a districto da meama fregoezia. casa 1.1. 13 e 15
Marcalino Jos Lape*.
Bsliar A OUvelra vet-dem librea aterlipat.
Roubram
ds esta da rea estreits do Rosario o. 18 um ra -
logio de ooro ptenla inglez o. 57142 ; rogase
a todaa aapeasoasque o meamo for offeretido de
apprehende-lo, que se recompensar generosa-
mente.
Prectss-se slugar urna
aalba coziobar e aogommsr:
38, primeiro aodar.
prela ea>rava que
na ras da Cruz o.
Gabinete Portugoez de
Leitura
Nao se tendo reunido Dinero- legal de mm-
broa do coosilho deliberativo pira a aesso ordi-
naria do dia 15 do cerrente, da ordem do Illm.
Sr. presidenta 6 convocado no amante o mesmo
conaelho para terQi-feira2l di corrente, aa 6 1,-2
horas da tarde.
Secretaria do conselho deliberativo rio Gabinete
Portugoez de Leitura aoa 17 d oatubro de 1862.
A. A. dof Santoa Porto,
! secretario._______
Retratos al#000!!t
Um r t-at) ds ambrolypo por mil raa I Ns
maia antiga e acreditada cffi-iu photogrsphica
deata cidade, ra do Cabuga. 18, entrada pelo
patas da mMrii.
Alaga-a* o armitem e dous anlirra da ca-
aa d. 18, raa doTrapi.he: a (aliar na eaerip-
torio.
Prciai-se de serventa de ptdreiro a 1J000
por dis, preferiodo se escrava* : na taberna da
rut daa Cruzes n. 22.
%88oci&cha 1BypoQV*phic&
IJcvuamUucanA
Amsaha, 19 do correte, haver sessao ex-
traordioaria d*o coaselho, o qae se commioica
aos**nhor*8 qae o compam, convidaodo-ae a
aomparaceram a 10 horas da msnhaa, na casa
d. 120 da rea Direita.
Secretaria da Asio.-ir'io Typographica Pir-
nambacana 17 da oatubro de 1862.
O primeiro secretario. Silva Litis..
Ja chegaram osj verdadeiros re-
medios do Dr. Radway
Prompto alivio
Resolutivo renovador e
Pilulas reguladoras
os quaes se vendem nicamente na ra
da Imperatriz n. 12, droguistas R. G.
Leite Si IrmSo.
N. B. Os compradores tem direito
ao supplemento que sahiocom o Jor-
nal do Recife a 6 do corrente, o qual
acompanharao 01 vidros.
Aiagt-s* tu povoicio de JahMlao ama
grande casa de ljalo com I sis*, 3 qiarto*. 1
gabina!*, costana (or. tem mentira de emerelle
qae incommoda manas a qaem pasee a (cata,por-
teo ao lado, todo o aillo careado e murado, tem
grandes jsqesirs*. lareogoiraa, maia basta, o
o melbor e o rio Jatoatlo q*e corre pelo fundo,
* banhalro faite: os ptaladoras de fasti no frea-
cp psdem dirigir-se a rna Direita n, 95, qae
asteria eeos qieja tratar,
Grampos a balao.
Chagou ulli'BsmeDte pelo vapor Bearn lia-
dos grampos a balo, multo neceaaaros para as
ssnhoras prender o cabello, os qv-aee se vendem junta
por prego commodo ; na loja
da Gadeia n 21.
da piixsvers, na
LICES PMTICAS
DB
mwa& WBMM&
I DB
ARITHMETICA
Tres vezes por semana
SEGUNDAS, QARTAS, E SEXTAS,
Ra larga do Rosario n. 28, Io andar.
PREGO IO4OOO POR MEZ.
ATTENgAO!
A sala de escrituracio mercaotil dirigida aior
M. Fonaeca de Madeiroa, principiara a functiooar
do 1* do oatubro vlndouro *m diante, ra-.ebando
diacipuloa para serem lecionadoa trae vezea por
emana, das 7 horaa as 9 da noite, 00a dias so-
gan jas, qusrtei, e sezlas, pelo honorario rxensal
cima mencioosdo, aarisfeito adiantado, como 4
praxe em todaa as tulas de ioslrac^ao superior.
A loogs pratica que tem o anauociante de *-
Tiptorar pelo mstbodo de partidas dobrada,
de lesionar ha quaai cinco annoa oeata
Alaga -so a loja da casa a. 54 da ra Direita
desta cidade, com armtQao e gaz ; quem preten-
der dirijaae a ra dos Martyrios n. 4.
e,
atten^o.
Arrenda-ae o engenho Santo Araari-
obo silo na fregoezia da Varzea, a orna
legua, moeata d'agaa com boaa maitaa
e terna i* pUntacoes, s tratar na raa da
Praia casa n. 53, terceiro andar. A pro-
pietaria o maia hardeiros protestam
eontro todo a qaalquer da amo qae a ai-
rendeira fizar de consentir, visto nso
ter arrendado dito eDgenho de novo e
por conseguinle n* poder criar nova
aafra. Becife 10 de setembro de 1862.
&inm!
Praociaco Antoaio de Csrvalhe, residente os
villa da Bscadi, aolisitador daquelle foro, ae
eocarrega de quslquer qaesto oa cobranza ami-
gavel ou judicialmente, para o que tom aa nacea-
aartaa htbititacia, e pode aer procurado na re-
ferida villa, na raa do Gomprsfiade, ou enten Jer-
ae, qaem qaiter atilisar-se dos seas aervicoa,
eata prega com Antonio Gomes da Caoba e Sil-
va, ni rus da Cadela do Recife, loja n. 50.
s
Escriptofio de procu-l
radoria. s
S
A. C. P. de Burgoa Ponce de Lean,
olicitidor nea aulitorios daats cidade,
encarrega-ae de qaalquer qaeatao pe-
rants os jeitos eccleslastico, civil, cri-
minal e commercial, como das sppella-
cSee vinds* doa termos do fors, como
de outras previnciaa. Continua, a rece-
ber casaa de partido.
Qaem poi* qaiter lhe eoaflar aa saaa
tJeasMdas podero dirigir-se a rna es-
traita da Rosarle no eaeriptorio n. ti,
* 01 em ana rasidencis na rea de Santo
Amaro casa n. 26, qae flee per tres da
9 ru do Sel junio a 11a Nova.
mmm*-mmmmmmmmmmm
Alugi-si o lagmado andar do
na da Saosala Vean* o. 48
BMQtBO. __________
MUSH cjm ee di a jiro* com aegirenca ea
Cidade, com o melhor aproveitameota daa di-
versas pesaos* qo* ee echam empregadia do
commercio, garantem o quem de aeu preatimo ae
quizar uttllaar o desojado resaltado.
A escriturario do* livro* commerciaee por
psrlida* dobraaa*. alem de aero nico systema
que pode satisfszer o disposto em ooaao cdigo
commercial, e urna aeiencia facillima qaa pode
aer conhecida de qualquer que lenha vontade da
aprende-la.
Cerrem-ae os oividoa a voz do egosmo de al-
gias guarda-livros que pregare aa grande* di fa-
tuidades daa partidas dobrsdas com o intento do
reaamirem o msis possivel o numere dos qie>
poesuem esse grande theiouro.
Como comolemento do entino de escritursc.3o
sddicioaari o annaociaote aquello da reduccio
de moedaa eatrangeiras, clcalo do jaro*, e for-
ma de extrabir ama conta correte limpese com
jaros ; fioslmoate tado quinlo for atll a necea-
sirio saber aquellos que ee dedieam ao com-
mercio.
A pessoaa portento qae desejarem matrica-
lar-ae, queiram deixar a*ue nomes raa Larga
do Rosario n. 2, primeiro andar, junto ao arma-
zem de louga de porta larga.______
4a commercio
n. Fonseea de Mcdetro se offerece aoa
Sra. commarciaotes, que desejarem aprender^
escriturar por partidas dobradaa a dar-Ibes licoeo
em seas escriptorios, a Urde oa a noite, nos dia
tercas, qaiotss e sabbado* da cada semana, me-
diaata urna mdica psgs.
Entre aa grandes vaolagens que resultara para
oa Sr*. commerciantea do conheeimonto da fa-
cillima aeiencia do guarda-livroa, sccresce aquel-
la de habilitarlo* a poderem CKolhar quem bom
oa sirva nessa rimo de trabalbo commercial, d
modo eaoSo serem illudidos por chsrlataeu, co-
mo acontece sempre com aquellas que avallara
do mrito do giarda-livroe pela sua boaita latir.
As pessoss qae do offereclmeoto do anoaa-
ciinte ae qoizerem utiliatr dlrijam-se a raa Lar-
ga do Rosario n. 28, primeiro aodar, jacto a lo-
ja de looca de porta larga.
.. 1. 1 1
Na abaixo aaaigoados declsraeaos ao res-
pettavel corpo do commercio qa* temos a miga-
velmente eissolvido soiiedada qna Unhsmoa na
''pharmacia aetsa de drogas ds ros da Gadeis do
8; Recife a. 66, qie gyrava debaixq da firma de
j Viivs de Antonio Pedro des Nevaa & Filho, de
caja firma fasis parte Asosle Joa Lope* da Sil-
va, a quem ficou pertencaado o meamo sstsbale-
.r,h..in a2 lesentepot compra qua fes, fleando obrigado o
""trate na fa do "t P ^0 > c . a traiat na loja ibtUo MligMdM B TMpwiwbtUdade slguma
sokre todos 01 debites de meara elote
10. por tseo julgim se qaitea para coa a a
hypotheea de eaaa terrea neeta cid uto, na tea praca.Ifiria lita da Cras eve*. '** p#4r*
Olrelt* 82, prieielrn nder. I du Weve*.Antonia joee Lepee *e SUre.
M
n
Ti -^
% #1
1


2:
BlMXQ 1 tUMltkiXMQ. t, SaBJUDO II D* OUltlBRO M. j*l.
iBASTftc INDICIO DA AURORA.
Ufe JLL 1 f^B *J?,U r"(U *" ou'* '-abrita de tnacblotamo, mita amiga do Imperio. ooUli.-m
^Slk. ,L. Grande SOrUmDU fin mainilu il unm rfa tn.. k. ......... 4____...
rJ^k ird U oou4* ^writ* de ma.nini.mo, uli antlga no mptrio, coolinea-se
mS.."."^ *todM M ,y,tf,nM **"
Til faoftdee batidas.
Crtvoe bocas para fornalhae.
Bronxoa egnilhdoe.
Rod.a.rcCetat rodas d'agaa.
Oeindettes fliu e peitatis.
Machines da y liad roa para p.d.rte.
Serrata da ?o para aerr.ria.
Fatexae para barcos, ate.. aU.. tad* por pro? qae bom comida.
Consultorio medico-cirnmeo
1- m\3\B\ GLOIlW GASA BO WNBlkO-1
Consulta por ambos .os systemas,
Em consecuencia da mudanza para a la nova residencia, o proprietario deste estabeleei-
mento acaba de fiar urna reforma completa em todos os seus medicamentos
i U desojo que tem de que os remedios do seu estabelecimente nao se eonfundam com os d
?SL SZ grande c,6dt0 de rsempre gozaram e *ozam i 5SSirJt
'g^B* ,D7ever "" ** em "*" 8 *K ^vendo ser considerados como falsificados
qtitreS ytf- ca, .quando a pessoa que os mandar comprar
SdT "mo:rsrpa ar uma con,a ass,gn,da pe,Dr- Lob Mosew ss
medio^m8La"b;t 2S d6 FMD5' gr" ?orSo de tine,ur d ><> belladona,
meaios estes aesuromaimnertancia. e. n*a nrnnrial^aa s s___u..u____ 5
o
i summa importancia,
Senim.nto completo d.*obrecacos de panno a 25*, 28, 30 86. casacas omito bem mdicos Mo^th^ emft^m^r^ulSJZ^ ** COnhecida8 taitas a 25, 28, 30, 35, paletou aeasacddos de panno preto de 16 at 25f, ditos de case mi ra Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas custaro a 11 o rifa
?'** i-!' A*\ ** P*?101! Mfsde Pno 8 at 14, ditos saceos de alpaca, I .0 proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e anieos oua -----------
m.rinolade4t4 6,ebredealpaca.emerinde7.tiO, calcas pretas de casemira de sufficientes par. receber alguasescravos de um e outrosexo doen es eu Z nrlJTX
2a fLSSS Cr 7* !<*f rUpaf ^ mer d* todS Um,nh0S' gr,nd' "* i01^ affi"nSand0 qUC"*lr,tdos com wdo d*v" promSqcomoP Xm todos S
ente de roupas e brins eomo sejam calcas, paletots e colleles, sortimento de coUetes pretos de ,es ?*J em tido escravos na casa do annunciante. >P"aao, como s<.nem todos aquel-
. pretos .
-'.6**?1!**' Ve,Uudv d* 4* ^ it* P'/* c,8am<,Dl 5* e 6, paletou brancos de bra- A situa5o magnifica da casa, a comraodidade dos bachos saleados sao outras tantas
ante a 4 e S, calcas brancas muito -finas a 5, e um pande sortimento de fazendas finas e mo- Pa o prompto restbelecimento dos doentes
SSaSS*! 'otUmenJto de, cfs ilnho e alterno chapeos de sol de seda, luvas da seda de Jouvin para homem e senhora. Te- ,ras &*'& i" 5 em dianto, e fra destas horas acharaoem casa oeSo. ?amaL\TJLrL
mos urna ptnd.l.brK!. de alfaiate onde recebemos oncommend de grandes obras, que para ______ tender na ra da Gloria n 3 u do So do D
uso esta sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais de i
etncoente. ebreiros escolhidos, portento axecutamos qualquer obra com promptidoe mais barata
po queesa outra qualquer casa.
r.
i vanta-
pessoa com quem se poderao en-
Lobo Moscozo.
!\0V0 ARHAZEM DE PIANOS
17 Ra da Imperatriz 17
LAUMCIT1TIEE
tea a honra de participar ao publico am geral, e aos amadores de pianos em particular, que aca-
ba de establecer um deposito de pianos coa CONTRA-TIRAGEM em ferro, especialmente
construidos para o clima desta provincia. Este novo systhema vantajoso por evitar a corrupeo
do instrumento, e conservar sempre os mesmos todos as cordas. Alem da mais perfeita solidez
voz urna e maviosa, estes pianos sao garantidos por dez annos quanto defeitos de conslrucco'
JVo mesmo estabilecimento afinam-se pianos, por preep rasoavel, bavendo uma pessoa n-
carregada de ir aos arrabaldes e casas particulares. Egualmeate ahi te encontrar uma bella col-
tecao de msicas, tanto para piano, como para canto, dos melhores autores.
lDTffllEISJlU S JUPIPMTJLICift
ELECTRO-MAGNTICAS EPI8PASTICAS
ve Bleardo KIrk
Para serem applcadas s partes afectdas
sem resguardo nem incommodo
Atiettado.
InflaurjsiatjSo e dores de figado.
D'pots d Urioffride d it,flimime dortt
de Ogao pelo Umpo de safe da 8 nno, teo-
4o pplicado e toxado todos medlctmeaUa qae
Uram reeeitados, aem algtm bono resaltado,
lUaumenle retotri ao Sr. Ricardo Kttk coro -
criptorto na na do Parta d. 119, este seohor me
applicoi ion chipia medictuaea, qae no peqee-
do espaco do 40 diae me puzeram io, sem me
caaa*r o maior tacomnoolo.
Praca da Gonatltuijie d. 38, Rio de Janeiro.
D. Roca Dar Ion.
Ama.
Precita se alagar ma ama para levar e an-
gamoDar, e o mala faroleo de vaua caat de fami-
lia da daes peeaoaa : na rae do Hospicio n. 39,
eaqaiac da rea do Camarao, aobrado de am an-
tter.
No dia 11 de correle mez, ., cala dat e-
diencie, ta 11 horas do die. perante o Sr. Dr.
jan da orpbaoi aapplente, ae ha de arrematar por
er a ultima pr(ll-i am moleqae de 18 enooe,
em vicoe de boe Agir, peohoredo t Leopol-
do do Reg Barros por exacecao de Maueel Ja
ciotho Pareira o oitrof.
Monte Pi Popular fer-
nambucano.
O Illm. Sr. director mirnia convocar a ataem
bla Br>l domingo 19 do correte mez pelaa 10
boraa da maohia per* ae proceder a eleicio do
noo coocelho, como determioa oait. 48 dot not-
aos estatutot: pede a todoeos Sra. tocloi que et-
tao em dia, nao deixem de Cf rn^arecer tetio
para te poder ({Tactear a metma elei^o.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no, 16 de oetebro de 1862.
Baojamin do Carreo Loprs,
1.* secretario.
Preciaa-ae oe ama ama para cotiohar e
comprar para ama caaa de poaca familia : Da
rea da Cambca do Garlito o. 15.
Alag'-ae o 2* aodarda caaa o. 1 no paleo
de Nosta Senhora do Terco: a tratar na raa Di-
reita o. 6.
1). Jjtepba Jaatiaa de Jetea Uoocaivee,
teue filboe e irmaos, feridoa do mala do-
loroeo aaoiimetito agradeeem a todos ot
tasigoe do tan sempre chorado marido,
oai a canhao Minoel Antonio Got$il?ee
iue te dlgo-rstn ataistir o enterro do mea-
reo e de noo os convldtm para no dia 18
do corrate p.lt 6 horas da machia aa-
tUtlrem a trusa do tetimo dit qae deve
ter lagar ni ordem terceira de S. Fren-
tico.
SYSTIAIEBICOHODBLLOWAY
PILDLA8H0LLW0IA.
Este nestiaavel especifico, composw inuira-
saente de hervu medieinaes, nio eontea mercu-
rio nem alguna outra substancia delectarla. Rei
nigno mais tenra infancia, a a eosspleicio aus-
Wicada, iguahnante prompto aseguro par;
deearteigai o mal na compleijio mais robustas
entairamete innocenu am suas operaepese af-
feitos; pois busca a remova u doencas de qual-
quar especie grc por mais angas a tanaiat
que sejam.
Entre milbares da peesou curadas com ui
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando am seo oso conseguiram
recobrar a sauda a forjas, depois de haver tonu-
do intilmente todos o outros remedios.
As mais afflictas nao devem entrega r-se a das-
aspera^o; acam um competente ensaio dat
efficazes effeitos desta aseombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da sande.
Nio se perca tempo am tomar asta remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidadas;
apilopticos.
salde).
ccidentes
Alporcas.
Ampolas.
Areias (
Asthma.
Clicas.
Gonvulsoes.
Oebilidade on
cao.
Debilidado
ou falu da]
forjas para qualquer
eousa.
Desimana.
Dor de garganta.
de barriga 4
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Herysipela.
Fabre biliosa.
Febre intermitente*
Febreto da especie.
Gottt.
Hemorrhoidas,
Hydroparia.
Ictericia.
ndigos toas.
Infla mmaeoas.
Irregularidades ele
menstruacio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Aben-necio do ventre.
Phtysica ou eonsnmp-
(io pulmonar.
Retenfio da ourina.
Rhaumatismo.
Symptomas secundarios.
Tn moras.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (al)
RA
B0
BPEBAD0R
55.
RA
ao
ISPEBADOB
55.
Muito eonbecidas nssla corte e em todas a
provincias deste imperio pelos seus infallivsis re-
I sultados em todos os casos de inflammacao stjam
alternas ou internas ( com cansaco e falta de
resftrafoo ) como do estomago, figado, bajo,
Mies, rins, tero, paito, palpilaco de corceo,
gtrganu, olhos, erysipalas, rheomatismos, pars-
lysia e todas as effecces nervosas, ate; etc.
Igualmente para quaesquor inchacSes, feri-
das, tumores intestinaes e veneraos, escrophulas
lobinhos, papos, etc., etc, sejam qual for o sai
incontestavel, a as innmeras curas completme
obtidas as diversas molestias em
applicadas, o fazem merecer e
que forsa
conservar a
Precisa-se aigar pre
Us para vender tructaa : a
tratar na raa Lir^ueta n. 1.
mies.
Vendem-se astas pilulas co estabelecimento
pM da Londres n. 224, Strand, enaloja
da todos os boticarios droguista e outras pessots
ancarregadas de sua venda am toda a America
Vendem-se as bocetinhas a SOO rs., cada
um dallas contem uma instruejo em portu-
ugu para explicar o modo de se usar destas pi-
dis.
O deposito geaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Crn n. 12 em Par-
nambuco.
Alugam-se dais casas n< raa da Eiperanga
confi,n5. do il.ustr.do publico, ^ jT*i ." !KSSa^l!Ste^^
ftonra de merecer dalle 25 annos de existencia I fni>'i: '"t com Jos Joaqaim Lima Bsb2e
de pratica. raa da Crax n 30.
N, B. Nesta corte e de todcs os pontos
. deste
imporio recebem-se participases satisfactorias a
respailo das ditas Chapas Medieinaes.
^ As encommendas das provincias devem ser
aau dirigidas por escripto, com todo o cuidado de
C Estas Chapas nao nodem fazer .l aAC ? 1se?hor' menino. ianca
fom. alguma, turnar apoicadas aos" IS"*0 **** emqUe *" *'
olnos com o melhor successo, vejam-se os attesta- ,
dOS de nirtt i>nmr,Li.. t i_____ ....
Arreodam-tadeta caata com grandea com-
modos para a fasta, do Cachang, com estribarla
e cocheira para cirro, e ama boa caea com mel-
los commodos e noya, no Mingaiobo, principio
dos Afilietoi : a tratar no aitlo do Chora-meni-
noe da capeil nha.
declarando a molestia e
existe.
Para inchajoes, feridas, lobinhos, papos etc.:
ESZr** qMJ Or>B P^o,!omo.de ju8t^uVm,nh7rumPK
O uso deUas acconselhado e receiudas ^iSt'JSTt^^^^d^: *1-
.-----------------------""" ve, v a.
babeis e distiactos facultativos.
DI
DI
J. VIGNES
Os pianos desta antiga fabrica sao hoja assaz conheeidos, para que seja necessario insistir
y?."" WJ y*nugens garantas que offeracam aos compradores, qualidades astas
mconiestave que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem appareeido n'esta
praoa ; possumdo um teclado a machinismo que obedecem i todas as vontades e caprichos dos
pianistas, sem nunca fainar por serem fabricados de proposito e t.r-se feito ltimamente melho-
Wu,J.T^ttnll?"n), P"* c,im* dest P*iz ; ?u,nt<> V0ZM s melodiosas e flautadas, a
por st muito agradaveis aos ouvidos dos apreciadoras.
Fazem-se conforma as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Bloadel do Paris,
sidesC0rra5 "^ d,I# Vign**' ,m cui' MpiUl fortm PrIP'ni A*. JL?nm 8,abAei;0 d>* sempre um esplendido a variado sortimento de msicas
dos melhores compositores da Europa, assimeomo harmonios a pianos harmnicos, sendo tudo
vendido por procos muito razoaveis.
BE
ROUPA FEITA
por chapa seja da forma da parte, affectada, pa
aSr&.53rS3tEg
A?22?5?Ildar d.e qualquer ponto do imperio
cessonos necessarios para suas applicacoes.
I Mpcio s 9 toras da manha s 2 da tarde.
119 Ra do Par
I EM KMAM_
do Ooaem."oTTir 8U Df0r,n,S5eS drJam-3e Phfficia J* A
CASA DE SALDE
Em Santo Amaro
o 119
ra
DB
TOS 4II.
Na ra Nova n. 47, junto Conceifo dos Militares.
.1'l!?g-!ie*i."m,l*m */ itaalia tido qa.oto tendente a roapta eit.t, tedo po
Pl**t,">1i0 noaineadoa como de aea coatama: aobrecaaacea e casacas
"%,i9 5r Paletotado mesmo panno a 14. 16J. 18J a I altos tace
LXA9' l& ?**** dit" "" 181. altea de .S d.
de panno fino a 259,
aaccoa de eatemira de cor
ciaste. v
2.* clasae.
3f000 oa mait.
reta

j dos deentee tem aldo mal vantajoso.
ntes serri;os e a
-i7" Pr**lM-- m homem cae i ttretse ser-
trea aonos e 7 mezts de praca volantarla. medi-
ante o premio de St-ej vi.t,, tendo de reSSt
tatai prcLso.. de 100, primeir. a cabo de 7
Sfii!!^ oul" "t""00 n" oe tree annos:
dinja-ae a roa da Imperttru p. 13.
fTnf.r,U,',a '.*" ,IDa > P arrKt"r
faiendaa : pa raa do Hospicio n. 62. 8
Tinturara.
Na roa do Rangel n. 38, primeiro
dar, ttnge-se de todas as coros com
prego razoavel.
an-
presteca
Odepoeito de oleo de Hercbaat qae tinto tem
Pprov.de naanolasUsa dea aavalloe, cootinJa
" ',/BJ,,d0 d0 ollio d0 "eai do Vea arma-
zem da bolla tmarellt. aos precos i annancla-
do. daN, 1*280 640 rs. ? frsc" me,0 .
coiiDh.remeM.de poica familia: na raa de
Rod.. obr.do de om ,nd.r p. 48. e.qoin..
e f.eendee eaclhide dto tode. ee epMU-
menda qae nos for iBmmMY o n.,.. Jiai PV" mtai"^09 aprompt.r q.tlqaor eaeom-
eparioa dirldda mi^m maeU fr?B.. aVV*?1 t,mo, Bl8 l'daoffldna da alfaiate om cem
mV.Mda.m.^^^^
rTptorU.taobraV?lnd^^ L,-
Sts gnode aBeins pl< Mrfelcao p-ampMdlo nada deiza ,seiff.
h.T.? }. ",in,a. ce.tion.rio dae^pTrlee
t?JWr.nc-,*te"df pw Ulli<.t> do JosI Pin-
to de Alma da, cujo inventario ainda ae oao fer
tendo noticia deque fallecer Joao Guadas, mo-
rador qa. era no aMio deaomioado Pao, termo
iM&tFJtl^n eom "m' < do dito
Joi Piolo de Almeida, provino ao Illm. Sr. Dr.
teta de orpbao. dtquello termo para qae nao pro-
ns "<'eLti,0 ao% talMdea p.|. me.mo
oo Cvedee. por qa.Lto ditos beoa procedemda
herang. de seo ato, o mencionado Jote] Pinto
tendo qae por feto., ich.m proiodiviee: e oer-
laolo dependente, de inventario o paittUiaa da-
?"!HS5f' que mtta>0 b,Uo *"l"do pw.
tetla promorer quanto antes.
Ignacio Perreire Urna B.r.eay.
Na abalxo caalgoado. decleramoa .<
retpeitiTol eorpo do commercio deale
praca e particularmente aqaellas pes-
soa. com quem timos relicdts com-
mercaee, qe tetnoa amia.Telmanti dla-
aolvide acata date a aocied.de qae (ji
gyr.va 10b a raxao de Gergel A Perdi-
gao fletode o socio Bemviodo Gargel do
Amar.! de pota, do ac i?o de dita fir-
PB., o aeeim re.pona.vel pelo aea p.a-
sfve. Recite 16 de cnlubro de 1862.
pars
Entalhador 1
N. 11 RA DAS CRUZESN. II.
Tendo observado que em muitos saldes desta I Catadura*
cidade falta-lhes um dos primeiros ornamentos, | *'M tacabega.
EftEDICINCOiMPARVa
UNGENTO HOLLOWAT
Milbares de individuos de todas as ntct.e
aedem testemanhar as virtudes desteremies
incomparaveleprovaramcaso necessario,qure
pelo uso que delle fiseram tem seu eorpo*
membrosinteiramentesaosdepoisdehater m-
pregadointilmente outrostratamentos. Csda
passoa poder-se-haeonvencer dessascuras rxa-
ravilhosas pela: aitura dos peridicos, quelh'a
relatam todos os das ha muitos annos; c a
maior parte dallas sao to sor prandentes qne
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobrara com este sobersno remedie
o uso de seus brscos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospit.es, o te
deviam soffrer a amputacio I Dallas ha imu-
easquehavendodeixadoesses, asyloi depada-
timentos, parase nao snbmet.r.m aassscpa-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precios o remedio. Al-
gurnas dastaespessoanaenfusaoda seureeo-
Bfcecimento declararam estasresultados bene?-
t^aonte do lord aorregedor e outros magis.
irados.snmd* maisautentiearam sua afirmatit
ivmguem desesperarla do astado desande se
tivessebastanteconfianea para encinar este re-
medio constantementeseguindo algnm tempe a
tratamento que necesstssse a natureza do ma<
ujoresultado seria provarincontestavelss.nte!
Que tudo cura.
Gaimbra s
Callos.
Aneares.
como seja:
Guarnigo das janellas
(para uso dos cortinados) geralmente adoptado
na Europa, e hoje bem conhecda no Rio de Ja-
neiro, e que talvez por falta de quem se encarre-
gue desse trabalho, seja a principar causa pela
qual ainda senSo techa tambem aqui desenvol-
vido este gosto.
Convida, pois, aos senhores que se quizerem
utilisar de seu prestimo, a virem a sua oficina
para yerem os MODELLOS e as diversas com-
posices concernentes a esse fim.
Igualmente se encarrega de fazer
QUADROS PARA RETRATOS DE FAMILIA
com molduras, qur simples, ou com entalba
Assim como recebe SANTUARIOS trastes ve-
Ihos do amigo gosto para os eonsertar e dar-lhes o
BRILHO MODERNO.
Sitio.
que te-
Precisa-ae de uma ama
nha bastante e bom leite, paga se bem:
na ra larga do Rosario n. 26, pri-
meiro andar. r
Ama de leite.
P/ecfti-ee de me ama
Corpo Sioto o. 17.
de leite ; aa prsea do
~ *^"f4s oaegundo todar eaotlo da casa
oore
No boteqain
Alaga-te ama t aeran qee
ogommar peftflamente, o fu
lerno de ama i aea, din
de poaca famll a
ta o. 9.
sab* coxinbar o
a, e f.s todo aervico irr-
do-ae preferencia a car.
a 4r.tar na pr.fa da Bea- Via
Urna carta
Alega-te o bem eonhecido aitio oa eatrada do
Monteiro, onde altimamecte etliverem oa Sra
consoles hespanhes, D. Miguel e D. Joao. Tem
excellenlea commodos para grande familia, eo-
chein, ettribaria, todo morado, gnode terr.co
na frente, porteo na frente e no lando para e b.-
nho, arvoredo. de fracto, e gr.ode jardim com
baln ebem di.pertaa flores : tratar com o Sr.
Antonio Jos Gomes do Crrelo, no Monteiro, oa
com Henriqae Jorge, oa obre da travesea do Po-
cinho.________
iT|T
-S55.SS-2 *
lflN i
o.-ggB* H
m
das costas.
dos membros.
Enfermidadas da cu ti
n gara!.
Ktas de anus.
Erupoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdad, ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
fiengivas escaldadas.
Inchaces.
nflammacao do figado.
Inflammacao da btxiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
do olhos.
Mordeduras de reptia.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Quaimadelss.
Sarna.
Supura$3es ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
dat articulacoes;
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabeleeiment
geral de Londres n. 144, eStrand, a na lo ja
de todos os boticarios droguista o ontras ps-
oas ancarregadas de sua venda em toda a
America do tul, Havana e espanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha eontm
uma instrueclo am portugus para explicar e
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral am casa do Sr. Soum,
harmaceutico, na raa de Crus n. 12, em
peroambueo.
CONSULTORIO ISPICIAL lOIEIPiTUCO
es
9
S
15?
e
2 o a
c 2 m o o *
m ta. "
n ; 9
ii m
le Bgni miar o auiao oa cata
-.- n,un* d0 A*orim ; qaem pretender, pro-
Vt* n" l*l* a baratos do Sr. MigoeL
msstn/ rea, a ah masmp i tratar.
_ a qae M do finado Pti. iim __,
mp.,. e 2. J.ie da Silva llml ViSrS!
~ Franciact
8. Miguel co
Bernardo da Coat
oscaia per Liaboc.
Gasa de campo.
Allega-te ennualmeote, para ptsstr a (esta,
er.n sobrado eom mtitos bona commodos para
Si eda familia, trrico, jtrdim, coxeira, eitriba-
i o' cacimba, porto do baohe, no Peco da Pa-
val A liba 4* i nella qaem o pretender i tratar na raa
poratrL* WB Frederite Chavea, a. 1.
da Im-
ao BOUTOa
SAIINOO.L. PINHO.
Raa de Santo Amaro (Muudo
Noto) n. 6.
Consultas iodos os dias otis desde as 10 ho-
ras, at o meio dia, acerca das seguintes moles-
tias ; molestias da mulheres, molestias das
crianfsu, molestias da pelle, molestias dos
olhos, molestias suphihticar, todas as espe-
tes de febres, febres intermitientes $ swu
consequenetas,
PHARMACIA ESPECIALHOMEOP ATHICA
Verdadeiroa medicamentos homeopsthicos pre-
parados com oda cautela neeessarias, incluiiveis
seas effeitos, tanto em intups, como em glo-
ba,0' P810 Pre5< mais commodos possiveis.
. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmada; todos
que o forera fora delta sio falsas.
Todas as carteiras sao aeompanhadas de um
mpresso com am emblema em relevo, tendo ao
repor a seguintes pa larras Dr. Sabino 0 L
Pinho, medico brasiltiro. Este emblema nono
igoalmeate aa lista dos medicamentos que se pe-
da As carteiras que alo levarem eme imorease
aesim marcado etnbora enhim na tampa o no-
me do Dr. fieboo sio falsoa.
^ -
Ki itii a r\r\
i
ru Pe-.il
i% # i


DUUO B*-VIUIAMNCO SiiDO l DI fcfUfinO DI Itfl
_
Escravos fugtic
No dii 15 ie seumbro do eotrente iodo l*g-
ram do togeano Lgee di Ciplbtrlb, (roso '
S. Vietnte, Miuit de Nasirelb, doui eseriv.t
cnouloe, de 30 aoaoa de dde, ponto mil cu
menoi, aber: tm dt nome Joi, ello, bom
corpo, bem preto, pamas groseii, pe* grande*
eh*o* da ndbkiu; o entro de nomo Alexia-
drt, baiie, cor fel, eabcgi pequea, ei cacto
di teati bom (a Jos, beldado, bocea grande, des
deatado, peroaa flota, es paqueaos, e uro 3 oa
4 caroeiab.ee do vinco doa paitos a maneta da
eepUbM; desconfa a* qae todo* oa etcravoi te
nhaaa tegeldo pera o urtio: quena oa pretender
leve-oe ao referido eoganho, oa no Recl'e. rea
de Apollo o, 43, prtmeiro anlar, qae aira gene-
rosamente raeompenaide.
Foglo no dia 15 do correte ama mWla de
nomo liabel, ripresenta ter 35 anaoa de idale,
qual tem oa segulntet ticnaee : alta, migra, com
oa cibelloi graodec e meltratidos, tem implo
geas nos palios; folosuiva do sr Dr. Brcei,
aada com ami eotortiigio da aaa tenbora cm
procurar quem a compre : pede-ie, portadlo. Si
autoridades poHelaea, capitiae de campo oa quil-
qier pciaoa do poro sppreheniio da dita eecri-
va, devendo ter coodaiida pera a raa da Imperi-
tas p. 14, que ie gntlflcari geoereaamante.
Alugam-ai doa* moleqaea com bailante
pratica de botcqoim : oa roa Djreiti o. 8.
Alaga-ie por fasta ea mesmo por anno *m
sitio na travest da Ctpsngt, defroote do portio
do Arante* : trate-ia na rna da Gtdeia do Recie
n. 15. cuando andar. __________ i
Precies ae de id criado portugus oa et-
uto, qae nao tenha ilade aaperior a 13 anooa :
na ilba doaRatot n. 6.
O BALIZA.
Cojunha-se
eom todo o aceio o nerfeigio. por commodo pre-
;<; narmlo Qmimado n. 24.
Aloga-ae ama prota boa coiioheira e tam-
bera te venl* a qoem a quitar comprar: a tr-
l>r n* tu tari* do Rnaario n. 23.
Joao Goncalv*s Rodrigue Franca agra-
dece cordialmeote a todoa oa tea* piren-
tea o amigo* que usUtinm ao enterro de
ene prenda fllha Iiabel Alexandrina Fran-
g Lima e de novo pede aoa meamoa o
earidoao obaeqaio de ouvirem a mieaa do
timo dia naigreja de Santa Rita a 7 ho-
ra* da minhaa do da *2 do corrite.
DE .
Manoel Pedro de Mello
Largo do Livramento ns. 38 e 38 A
Defronte da grade da Igreja,
Il'IT.1 ATTEPiCAO
Todos os gneros sabidos das-
te rovo armazem levarao urna
etiqueta para segura nga dos Srs.
que Dio qniterem vir fizer is
suas compras, a mandarem por
seua escravos ou fmulo*.

Esta prevengo atiesta bem,.
que a mais perfeita a duradoura
confianza se deseja possuir de to-
dos {oralmente.
Prosita-ae d* 600| por
theca em om bou raoleqae :
nuncio por cata folh.
3 m>na jo hy/o-
qao-n quizer an-
Attencao
Grande aposta de carreiras dos dous
excellentes cavallos faisca e furao,
amanhaa 19 do cor rente na Estrada
Nova as 4 1 [2 horas da tarde.
Dipoii do itio do cepito J. M. acha-ae am
grande barracao com duta ordena de galariaa
pera aa aonhoraa apreciarem oa doaa corredor**
e metmo para nao aataram sajeitia a ioI ou
thuva, do l*!o oppoito acha-ae oatro em ponto
menor, eom urna banda do maiic* marcial, e
*m Taita deitoi acham-aa qaatro excellentea bo-
taquini, cooteado doue dellea dous ricos bilha-
rea pata a bella rapazeada darem boaa bolada*,
logo depoisdaa carreiraa haver danta de cord*,
exesotada pelo Sr. J. B. S., ante* de comegtr aa
carreiria soltar-aa-ha am grande balio de goito
moderno, no flm oatro, e qaando acabar-se todo
o divertimeoto loltim-ie qaatro, acorapanhado*
por aeia gyraadolaa de (ogo do ar e daca de bom-
ba roae*. Correr no caballo diica o Sr. J. G.
A., o no (ario o Sr. M. J. H. pira maior eom-
medldade do pablico eslaro adicionado* na ra
do Craapo aa 4 hora* em ponto dou* omnib**
para o lagar complente.
Irmandade das Almas do Re-
- cife.
A meaa regdor* da iraudade daa Almia da
matriz do Gorpo Santo avisa ao* seaa charoa ir-
moe para qu* ae dfgoeai comparecer no con-
tistorio da mesma irmindide no dia 20 do cr-
ranle it 4 1 p2 horas da tarde pata deliberareis
obra negocio urge o te. Recite 17 de oatebro
de 186.Jos Uonteiro de Siqaelr*, eicrivo.
AVISO PARTICULAR
Previne-se as pessoas de fora
desta cidade que podem seai rs-
ceio algum mandar o saus pedi-
dos por escripto, que sarao satis-
fetos com a maior pontuilidade
e boa f possivel, anda mesmo
de objeetos que nao sejam pro-
prios des te esubelecimento, como
ferrigens, miudeus, ou medies-
Chegado no yapor francez
S para o vigilante, ra
re#po n. 7.
parlo de atas encomminda,
Jadaa.
irtaruga e fingindo.
im oa Uodos ptntea doarai-
nhoa e com ett eliohaa eom pentioho* de Igaae
padrdea para narra!*, qae se toroam de moito
delicado goato, jeeia vende por precn malte ra-
soaTtl: i no (alo vigilante, ra do Craapo nu-
mero 7.
Para nkeniat ou senhoras.
Lindo* enfelti s do retrox para monloaa oa le-
nhon, palo batato prec.o de 29 : 16 no vigilan-
te, raa do Cresi o d. 7.
Pos de arroz.
Lindaa caixin laa oa vaso* de metal com liado
bon*ca* com to >eiler p* de arres de 1)500, 2$,
3 e *S ; a ao \ igllante, raa do Cre>po a. 7.
Para costura.
Lindaa caixin taa com seua pertence* ricamen-
te enfeitadas, piopriaa para qualquer mimo : i
no galo vigilict i, me do Crespo d. 7.
Sin tos.
Riqaitaimoseiatos de flt* de 1*qo e-franjar, ul-
tima meda de Paria, pelo barato preco de 4?,
assim corro para meoioa, de fita pret*, a 1$500
doaradiohoa a if500 ; i no galo vigilante, mi
do Creapo v.7.
Plvora e chumbo
venda.
JooJos deCarvalho MoraesFilho,
competentemente autorisado vende pl-
vora superior de diferentes marcas e
chumbo de varias qualidades por pre-
co commodo : os pretendentes poder5o
dirigir-se a sua loja de ferragens na ra
do Queimado n. 13, a contratar.
Carlas finas para voltarele
A loja d'ageia branca acaba de receberim bom
lorlimento de cartea com tlntae mal fins, papel
laatroio opaco, e caracterea de novoa desenhos,
representando a* figura* ee grandee personageni
. dae gaerraa da Ittlia e oatro*. J se v, tola,
molfito snrtimpmn u, |K encao do respeitavel q om B0, Dmlhoi ,im boni bonitos, tor-
*W. Ulm v^mpleU? Mr;iment0 de molhados, que actualmente possuo, os quaes oa-ae ainda mala deloltavel o entreter-ae parte
em ordem alpbabetica a baixo vao mencionados com a competente declaracao dos procos e qualidade.
annunciante declara mui sincera e positivamente a todos os senhores que se dignaren, ler
o presente annuncio, que todos os gneros a qui annunciados, tem excepfao de um s existem em
depos.to em sua casa ; bem como que os precos publicados s.ro escrupulosamente mantidos de
forma que a todos possa intimamente convencer da verdade do expendido.
Leiam todos.
Com o mais firme e'decidido proposito de possuir o maior conceito possivel da quellas pessoas,
que prefenrem prover-se dos gneros deste estabel,cimento ; o annucciante mui solemnemente e sb
sua palavra da honra, declara que est prompto a restituir a importancia dejqualquer genero sahido
de sua casa que por ventura deixe de agradar aos senhores compradores, tanto na qualidsde como
O proprietario deste novo e conceituado estabelicimento, grato a todas as pessoas que o tem
honrado com a sna freguezia, tem a satisfaco de vir de novo chamar a
publico para o mais peifeito
GlAlDEUdOaBACaQ
DA
Loj* do Pavao.
Acba-se ene tabeheimeoto completamecte
orudo da toda* aa Uzeadas d* la, eao, algo-
dao aftda, a* qaa* *e vende mata barato qae
em itra qualquer parte a diahairo a viata, e
roga-ae aoa aenbores compradora* de darem-i*
ao trabilho de vlcitarem e*le ilabelecimento oa
procmrarem n**ie Diario, oa annanclo* d* loja
do Pavio qae nao deiiaro de ae agradaren,
tanto daa faxenda*, como doa pre;os, e de todaa
te dio aa amotina delxaudo ficsr um penhor, ou
m*odam-M levar ai faiendaa amoalraa pelo*
caxelros da cata, acha-ae cooitaDiemeol eate
eatabeleclmcnto aberto da* 6 hora* da manhaa
aa nove da noite na ra da Ia>pratria n. 60.
O Pavo veiide para luto.
Selin da China, fazenda i< m lastro proprla
para vestido*, capa*, roap* para horneo*, tendo
6 palmoa de largora 2)500 r. e 3$000 o cova-
do, alpaca pret* fioialm* de todos oa presos e
qaalidadet, dita* de cordao, prioceza* pret, e
catiai preta, malas de leda preta para senhora
a 1$000, enfeitea pretoa o* mala moderno* a
5JO00, chalea de merino pretoa a 5*000, na raa
da lmperatrlz o. 60, loja do Pavo.
Grosdeuaple do Pavo.
Viada- groadeneple preto moito encorpado
que sempre *e vendea 2)500 r*., vende-ae
a 18600 re o corado, dito a 1)800 r*., dito a
2)000 o covado a com o flm de a urar iuheiro,
vallado edr de cat com peqaeno toque de mofo
a 1)600 rs. qae proprio para vestidoa oa roupa
de meninos, na raa da Imperatris n. 60, loja do
Pav8o.
Camisas para senhora e me-
ninas vende o Pavo a
1000.
I
/
i.
AlIEJ!5aA "y ? Ul d' "M BbrM. "HBU ingleza p-rfeitemente flor de 800
uLSJ TS^'um libras .n..1 I 21"' ,bra' da f?M quaUdada d
em irscos de tres libras a mais, mercado, neste genero exista sempre um nu-
Idem idem
29800.
AMENDOAS de case, mole de 200 240 rs.
. libra.
ALPISTE. 160 rs. libra, 49800 arroba
ARROS de Java de 100 a 120 rs. .libra, e em dem francez. a
mero de 10 15 barris abarlos par. os com-
pradores escolher a su. Tontada,
dem de segunda qu.lid.da de 500 .640 reis
. libra.
arroba de 39000 39200.
dem d. India 60 rs. a libra, e em arrob. .
19800.
dem do M.ranhao de 100 a 120 rs. a libra,
e om arroba de 39 a 39200.
dem idem a 80 rs. a libra e em arroba 29240.
dem com esc. a 160 rs. cuia, e 29500
o sacco de 20 cutas.
AZBITONAS em ancoretu de 8 garrafas a
19400.
AZE1TE doce refinado de 750 ^JJOJtlL.^
garrafa.
600 reis a libra.
dem de porco em latas de 10 libras a 39400.
dem em barris muito fina 360 rais libra.
MaRHELADA de primeira qu.lid.de a 600
rs. libra.
MARRASQUINO de Zar. a 800 reis o frasco.
MASSAS par. sopa, maearrio, talharim .
300 reis libr. aletri. 400 rs.
dem finas estrellmh, pevide a outras a 560 rs.
. libr..
dem de tomate em latas com 2 libras a 1)280
w *4tttr--------
da noite no divertido voltrete, tendo aempr*
spadilha, manilha, baato, etc., etc., o pelo con-
rario um pichoto, ao qual es bolinhoa e a cb a va-
na do bom cha do dono da a** far eaquecer *
pouco qae perder. Os baralho* de canto redon-
do e doerado castam 6) a duzia, os immediato
59, oatroa 4), 3|&0O o 3). Tambem ha finas
para oa apaixonados da bisca, eipadilba, etc., i
viata do que nao ha maia a canaar-ae, o pretn-
dante dirigir-ae com dinhelro raa do Qaein-a-
de, loja d'agaia branca n. 16, que s*ra bem aer-
vlde conforme o lonvavel cotame.___________
Luvas de pellica.
Vendem-ae aa verdadeiraa lavas de pelln de
Jouvin para homem o senhoras, ntidamente
chegadas no vapor ingles rindo da Europa, pelo
barato preco de 2)500 cada par : na ra do Quei-
mado, loja de miad*!** da boa fama n. 35.
Pulseiras
trancelkts
e correntes
bello.
deca-
Compri-ae arca casa rerre* no bairro d*
Santo Antonio, com commodo* para ama familia
regular : oe*ta typographia te dir qaam pre-
tende.
Compram-ie accoea da companhia de B-
berib* ; ao escriptorio de Manoel Ignacio de 0-
liveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
dem idem em barril a 640 rs. a garrafa. .MOLHOS inglezes
dem idem refinado em latas de 12 garrafas a' 19800 o frasco.
79500 a lata. IROZES muito novas 160 reis .
dem idem m potes de 2 gallees por 5)400. PH0SPHOROS do g.z 200 rs.
fr.ncazes de 500 .
libra.
. duzia.
1.7
f;>
Boa tinta pera escrever.
Veade-ie a 610 r*. garrafa : na lWraria ns
6 8 da prsca da Iadaptodancia.
O Barateiroj.
Vendem-se na ra Dlrsita n. 99 travs de lou-
ro de 30, 35 e 40 palmos de comprldo, e sendo
de boas qualidades, sssimeomo manteiga inglez*
a 960 a libr*, dtti francesa a 640, quelje do aer-
lo a 400 e 820, o lntelro a 280 em libra, lingai-
f j do aorto a 400 rs., amendois a 320 a libra,
queijo* do reino a 1)500 at SflOO, tainbaa do
Rio Grande o cante alte 12), csixio de doce
a* oleb* a 800 re. cada am.
dem decarrapato a 320 rs. a garraf., em ca- PREZNTO do Lamego o melhor do mercado
nida se f.i diflerenja. 480 reis libr., e sendo inteiro 440 rs.
BOLAXINHAS de Lisbo. em l.us de 2 4 dem n'gVez par. fiambre a 700 rs. a libra,
libras a melhor m.ssa que tem indo a este jdern mericano. 400 rs. a libra,
mercado, por lar sido preparada exprassament. PASSaS d da nmi 32o Hb
par. o armazem do, Balua. .PALITOS para dentes macos com 20 maci-
Idem americana a 300 rs. a libra. nnog a {qq rs *
Biscoutos e biscoutinhos, araruta.aados a deou- idem idem conj or 24fJ
tras excellentes qualidades a 320 rs. a libra. I
Vende-ae urna casa tema n ra do Am-
paro n. 24-, em Olioda ; quem pretender, dirja-
se a rea do Pilr em Pora de Portas o. 22.
Cylindr.
Vende-se um bom cyllndro
para padaria: a tratar no ar-
mtzem deftriuha do reino no
caes de Apollo n. 57.
Meias barricas
No armazem de Jos Duar-
te das Neves vendem-se melas
barricas de farias a mais
nova e superior do mercado.
Veade-se orna srmscio em bom estado,
propris para taberna ou deposito de genero*, li-
ta na ra. da Seozala Vilba de Rsclfa n. 110,
onde pode **r tratad*.
Veode-ie uai mulatiaho de 12 sanos de
idade, aem vicios nem achaque, proprio para
pigm : tratar n rna Nova o. 63.
Manteletes.
Chtgau i loja da Paredes Porto, raa da lmpe-
ratrlz n. 48, junto a padirla trancan, um aor-
t'mento de mantelstea que vende a 10), 15, 25,
e 35)000.
Vendm-* 6 doziaa de Jacaranda : no *-
cripterio de Kothe & Bilonlac, raa do Trapicha
namero 18.
Sebolas.
Vend-se om restis e eelUa moito duradou-
ra* por serem de lugar arenoso: na rta do Cor-
doati o. 6._________.^_________
Attenco.
Tende-ao nma srioula de estatura regalar, in-
leiramente inalruid*, cose perfeitamente, fas la-
byrinthe, engomma com toda perficio e goato o
acha-ae compleUmeate habilitada para o servl-
cu interno de ama casa : qaam quizar dirfji-ae
a raa da Fundido em Sinto Amaro Oa c**a an-
astt a tabtrea qa. fia. bem ao caatro da ra,
dem em latas de 2 a 3 libras a 19400 lata,
dem Lunch 29200 lata com 4 libras.
BOLLIiNHOS de ovos am caribes a 500 rs. o
carrao.
BATATAS eaaxaii. a 3)000 a eaixa.
GAF de diversas qualidades de 140 a 300 rs.
a libra.
CHA' parola, quaUdada esta que raras vezes
vem este mercado a 30200 a libra.
dem uxim a 29800 a libra.
dem hysson de 2)700 a 20800 rs, a libra:
dem soffrivel de 19600 a 10800 a libra.
dem do Rio de 19100 a 19500 a libra.
dem preto muito superior a 29340 rs. a libra.
dem idem menos superior de 19400 11600,
. libr..
CHOCOLATE de Lisboa, hespanhol, suisso e
francez, de 720 19200 a libra, entre estes
chocolates ha qualidades que nunca vieram a
este mercado, o que se torna raro por sua ex*
callente qualidade.
CHOURKjAS muito novas a 400 rs. a libra.
CHARUTOS do afamado fabricante Jos Fur-
tade de Simase outros, dedifferenles marcas
como sejam Ipirsngos, Suspiros, Delicias,
Parisienses, Guanabar.s, Senadores, Napo-
lees, etc., etc., que se vendem de 19400 a
4)500 a caixa.
CEBOLASe 800 rs. o cento e 1)000 o
molho
CONSERVAS inglezas a 800 rs. o frarco.
COGNAC inglez em barril, a 640 rs. a garrafa.
dem em garrafado a 800 rs. a garrafa.
CHAMPAGNE superior a 800 a garrafa e 400
rs. maia, e89 ogigo com 12 inteiras ou 24
meias garrafas.
DOCES em calda vindo de Portugal am latas
muito bem acondicionados, a 500 rs. a lata.
ERV1LHAS em latas da 1 a 2 libras a 700 rs.
a lata.
FAR1NHA de trigo SSS, Fontanea, galega, fa-
msly, de 120 a 160 rs. a libra,
dem do Maranhao a 160 rs. a libra,
dem deararuta, especialmente preparada, a
820 rs. a libra.
FIGOS muito no vos a 200 rs. a libra.
GARRAFES vasios de 500 a 19200 cada um.
GENEBRA da laranja em fraseos grandes a
19000 o frasco,
dem em botijas a am fraseos de 400 a 600 rs.
dem ingleza verdadeirade marca Gato a 19400
a garrafa.
GRAIXA am boioes a UO rs.
GRAO de bico a 100 rs. a libra.
GO VIM A axcellente do Aracaty, a 100 rs. a lib.
dem menos superior a 60 rs; a libra.
LICORES dos malhoras fabricantes inglezas a
francotes a am diferentes rasos de 300, 500
e 800 rs, t garrafa.
res o maco.
PEIXE de escabeche pelas milhores formas'pre-
rados, am latas da 1 a 2 libra, a 19300 e
19-100 rs. a lata.
QUEIJO flamengo do ultimo vapor a 29000.
dem idem vindos por navio a 19200., cada um.
dem prato de 600 a 640 rs. a libra.
SALPlCOES vindos da encommenda a 640
reis a libra.
SARDINHAS de Nenies 360 rs. Uta.
SERVEJA marcaTenent, Cobrinha, Caval-
linho, rainha Victoria e outras marcas a 49,
59000 a 59800 a duzia.
SEVADINHA de Frana muito superior a 160
rs. a libra.
SAG' a 240 rs. a libra.
SABAO massae de diversas cores e dos melho-
res, de 120 a 200 rs. a libra.
SAL refinado em potes de louca por 500 reis,
s o pota yale o dinheiro.
TOUCINHO de Lisboa com mais de meio pal-
mo de altara e muito novo a 300 rs. a libra.
dem idem mais baixo a 200 rs. a libra
TI JLOS para limpar facas a 160 rs. cada
um, e de grande tam.nho.
VASSOURAS americanas muito fortes alin-
das a 640 rs.
VELAS stearinas a 600 rs. o masso.
dem idem a 640 rs.
dem da carnauba do Aracaty a 400 rs. a libra.
dem de Baennos-Ayres a 440 rs. a libra,
VINHOS engarrafados, vindo parte dalles de
coma propria, das acreditadas mares' Pe-
dro V., Madeira, Malv.zio, Carca vellos, Por-
to, Feitoria, Ghamisso & Silva. Menezes,
Comdes, e outras muitas marcas da 19000
a 19280, a garrafa.
dem do Porto engarrafado denominado BALIZA
qualidade esta que honra muito o titulo que
se Iha dar, a 610 rs. a garrafa ; os senho-
res compradores que se munam de urna gar-
rafa, para qpa possam fazer um juico exacto;
o preco nao faz a hondada do genero.
dem Bordesux qualidade esta preferida a todas
quintas vem a este mercado a 640 rs. a gar-
rafa.
dem do Porto em pipa de 5S00O a 69000 rs.
a caada, e da qualidade muito superior.
dem da Lisboa, Madeira, CarcaveUos, Figuei-
ra a diversas mareas a 39000, 39500, 49
e 49500, a caada.
dem do Pofio am garrafes de 5 garrafas, por
39000.
dem verde por 29800.
dem de Lisboa em ancoras con 9 caadas, por
989000.
VINAGRE de Lisboa de primeira qualidade
am garrafes da 6 garrafas, por 19600 eom
o. garrafao,
dem de Hamburgo am garrafef da 5 garrafas,
por 19000.
Vendem-se pelo baralissimo preco de 5) cada
ama pulaeira, trancelioa para relogio a 10), e
correntes tambem para relogio a 7), ludo o maia
bem teito o melhor gosto que se pode desejir
neate genero : na ra do Oueimado, na loja de
miedosas ds boa fama n. 35.
Retroz de familias
Vendem-ae saixinhaa com 24 carretela de re-
tro o mais fino que se pode encontrar e com *or-
timento complato n*s corea, pelo barato prego de
2:00) cada caixlnha ; na ra do Queimado, na
loja da miudazas da boa fama n. 35.
Enfeites para cabera.
Vendem-se ricos enfaites de sabeea para se-
nhoras, pelo barato prego da 5f cada am, ditoa
para meninaa a 9)500 : na raa do Queimado, lo-
ja de miadszaa da boa tama n. 35.
Caetas caligraphicas
Estas caetas a melhor coass que tem sppa-
recido para menlnoa o meninss de escola pela ra-
zio de que, aem trabalho doa maatrea, sao obri-
gados a pegar na caeta na melhor poiigao pos-
sivel, veode-se cada ama por 500 rs. : na ra do
Queimado, na loja de miadezas da boa fama nu-
mero 35.
capachos
muito bous.
Vendem-se capachoa compridos de corea boni-
tas, o o melhor que tem vindo a este mercado,
pelo barato prego de 19 ceda om, dito* redondo*
tambem de core* e muitiidmo bona a 800 r.;
na raa do Queimado, loja da miudessa da boa
fama n. 35.
Visporas,
Vendem-aejogos de viiporia com *ei* collec-
Qpee muito fian, em caita* de madeira invarni-
tadaa, com marcea de vidro, nameroa muito bona,
e blainho, tado pelo barato prego de 31, ditos
em caixa de papelao por 19 : na raa do Queima-
do, na loja do miadesaa da boa fama n. 25.
Fivelas para calcas
e colletes.
Veodsm-ie fivelas doaradas multo bonitas pro-
pris* para calca* a colletea a 400 rs. duzia, e s
retslho a 40 r. cada fivela : na raa do Queima-
do, loja de miadesaa da boa fama n. 15.
Para
machinas de costura.
Vende-se linha de carretel da 200 jardea bron-
cas a da todaa sa cores, americana, nicamente
propria para aa machn* de eoatura, para o qae
eapecial, nao a as grossaraa a tamanho de
carreteii como na qailtdade da linha, pelo bara-
to preco do 19300 cada duzia ; na taa do Quei-
mado, loja de miudexas da boa fima n. 35.
Pentes abalo.
Vendem-ae multo bonitoa pontee a balao, oa
mala moderno* qae ae aaam cesta prsca, vindoa
pelo Vapor paaaido, pelo birato preco de 6f, 79 e
8f cada am: na rna do Queimado, loja de mie-
dosas da boa fama n. 35. *
Sebo
de superior qealidada, am barricas a eaixotee,
venda-se a prego mdico : aa raa do Vigarlo
n.9 prtmeiro andar._____
pechincha do PAvaoaJMO
ris. "aj
Vende-se fszende de sede com Halas, para ves
tldos a 240 ria o aovada por ter aula peqaeno
toque de a varia, em ame dasourellaa eendo coa-
t multo leve: na rna da Imperatris o. 60, loja
da Gima & Silva.
Popelina a280rs,
Vendem-se popelinas de qaadros, fssenda i8-
tsiramente nova no mercado, propria para vesti-
dos de senhora a 180 ris a covado: aa raa da
Imperatris n. 60, loja e armazem do Pavio de
Gama & Silva.
Vende-ae camina de madapolao francs muito
hem *nfeitads proprlaa para meninas de 10 a
14 annoa e ditas psra senhora pelo barslissimo
prego de 1*000 cida ama, toroando-se esta
fazenda multo rnsis barata, allendendo ao alto
prego que tem chegado o madapolao, vende-ie
eeU pichincha s na loja o armazem do Pavo
na ra da lmperatrlz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante do Pavo a 10J5000
a pessa.
Vende-se pessa de bramante de linho cem 35
jardas, com u largura da Hamburgo tendo pro-
prio para lengea, toalha*, a*roula*, etc., esta
fasenda venda-se a 10$OGO a pessa e meia pesia
por 5S0C0 tornando-ae mullo mais barsto qu* o
prego que atualmente se vende o madapolao e o
algodaosinho, veode-se esta pecblncba s na loia
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Sebastopool do Pavo.
Vende-te eita fizendi muito nova o muito
encorpada e de urna a cor propria para palitos,
calgaa, coletea, tc, ns loja do Pavio na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Palitos do Pavo.
Vende-se palitos de panno preto e cor de caf
pelo baratinimo prego de 79000, ditoa de Fmcy
de corea a 69000, caigas de casemira preta a
51000, ditaa de cor a ft'UO, s na loja do Pavo
ra da Imperatriz n. 60, de Gara Silva.
Bordados do Pavo.
Vndese manguito* com punbo gola, pelo
baraltsiimo preso de 1*180 re., mangulloa de
cambraia bordados a 800 reis, golinba* de cm-
brala bordadla e de fil a 400 reis, cada urna,
um* grande por cao da tiras bordadas a. ntre-
melo*, por pr*gos baratlnimoi, s na raa da
Imperatris n. 60, loja do Pavo.
Chales do Pavo.
Vende-ae chalea de merino estampados sendo
multo grande a 39000, ditos imitago de rstroz
com palma a 88000. dito de tirlatina a 800 ris,
ditoa Garlbaldi 4$O0O, na ra da Imperatris n.
60, loja do Pavo.
Biscadinhos do Pavo.
Vende-ae riacadinhoa francez miudinhos pro-
prioa para vestidoa e roupis para meninos a
240 ria o covado, na ra da Imperatriz n. 60
loja do Pavio.
Cortes de vestidos
s o Pavao.
Venda-se cortes de vealtdos de cambraia
branca com bebidos pelo baraticsimo prego de
2*500 ra, cada um, corle* de dilo* de larlatana
com barra e babado*, brancos e de toree a
3*000, ditos de cambraia brincos com babados e
duaa saiaa a 4(000 ditos de fantazia com baba-
do de corea i 59000, ludo isto por menos di
melado do seu valor, e vende-se s na loja do
Pavo ra da Imperatriz d. 60, loja de Gima &
Silva.
Musselina do Pavo.
Vaode-ae masielina branca com 4 1/2 palmos
a 240 ris o covado, laaioha com palmioha* a
320 ria o covado, ao na ra da Imperatris n. 60,
loja de Pavo.
Organdy do Pavo.
Vende-se cortes de orgsndy com bonilsa bar-
ras, tendo 22 1/2 covsdoscada corte, pelo bara-
ttssimo preco do 4J500 rs., s ns ra da Imps-
rstrlz n. 60, loja do Pavo, de Gama & Siva.
Alpakin do Pavo.
Vende-se esta nova fazenda de linho, sendo
maito leva propria para vestidos e roupa de
mimnoa por ser de ums s cor de listra e de
iusdros miudos proprio para as aenhoria que
orem pissir a feta no campo, e vende-te a 280
ria na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silvs.
Cambraias do Pavo, com sal-
picos, a 3$.
Vendem-se pegsi de cambraia* com salpico*,
cirocinhoa branco* e de cor, tendo 8 1/2 varaa ca-
da corte, pelo berititiimo prego de 3{ cada urna,
ditaa maia fina* com aa meimai vira* 4|, cor-
te* de casia de cor ultimo gosto, com 7 1|2 varia
a 29500 ; na loja o armasem do Pavio, raa da
Imperatriz n. 60 de Gima & Silva.
Organdy do Pavo.
Vende-ae caaaa organdy a 280 ris o covado,
caass de varios padroes a 240 ris : i na loja do
Pivo mi da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Organdy de la a 800 ris.
Vende-se flnisdmo organdy de lia, sendo fa-
zenda inlelramente nove no mercado, com dell-
cidinimoi deaenhoa maito transparente* a 800
ris o covado: na rea da lmperatrlz n. 60, loja
do Pavio.
Cabala do Pavo,
Vende-ae esta nova fazenda com o titulo de
cabsia, propria pars vestidos, tendo 4 e 1,2 pal-
mo* de largara com delicado* padroes mludinbo*
a 400 rie o corado : na aaa da Imperatris n. 60,
loja do Pav&o.
Crinolinas do Pavo.
Vendem-ae crinolinaa oa bdoes de arcos, ten-
do americanos que sao os msis bem armados,
maia fortes, tendo de 6,10, 14, 20, 25, 30 e 40
arcoa, vendem-ae maia barato que em ostra qual-
quer parte, timbem te vendem baldea multo fi-
noe eom grandea babtdoa, que parece duaa tilas,
ditii de brtminte muito bem feitaa : na ruada
Imperatriz n. 60, loja do Pivo, de Gima & Silva.
La e seda do Pavo.
Vende-ae lia o aeda de quadroa propria para
veatidosa 400 rli o covido : na raa di Impera-
triz n. 60, toja da Pavio.
Las do Pavo.
Vendem-se liizinhai, aendo de quadrinhoa da
palmlnhaa de llstrinhaa e de um. cor, mo-
gamblque piracipis e vetttdo* a 400 e 500 rli
o aovado : i na loja do Pavio, raa da Impera-
tris n. 60.
Phantaiia do Pavo.
Vendem-se ricoi vestidos de cambraia pbaata-
llado* com lindoa lavores de aeda, pelo baratla-
simo proco de 69 cada corta, tendo de todaa as
coree, vendem-se por eate prego para aaa bar :
aa loja da rata da Imperatris n. 60, de Giaai
* Silv*.
Vestido do Pavo.
Vendem-se ricos vestidoa brinco* bordado*
eom, aeda, proprioa para noivac, e esaistir cm-
measoe, pelo bsrato preco da 69 : na loja do Pi-
vio, ra da Impentrlx n. 60, de Gima & Silva.
Seda do Pavo a 500 ris
Vnd*m-ie sedss de quadriohos e de luir a
500 reta o covado, dllss miadiohe 720 ria ,
6 ni loii do Pavio, raa da lmperatrlz n. 60.
Cambraias do Pavo.
Vendem-ae peca* de tmbrala lisa com 8 e 1|2
vane a 89, ditaa a 49: s na loja do Pavio, Joa
da Imperatris n. 60.
Turiatana do Pavo.
Vende-sa terlaUns branca a de corsa, fil liso
branco, dito lavrsdo, dito de palmicha : na roa
da Imperatris o. 60, loja do I-avio.
Cera de Carnauba.
Vende-ae cera da carnauba de tupsrlor quali-
dade : na raa da lmperatrlz n. 60, foja do Pavio.
Exposi$o decassasna loja do
Pavo.
Vendem-ae aa modernaa caan orgtndyt, ler-
do i* mu bonita que tem ebegedo ao v.ercide
pelo bin Ultimo prego do 280 e 320 rii o cora-
do, dio-ao ae atnoilm d*ixando peobor : n* lo-
ja e armaiem do Pavio, tai da Imperatris a. 60,
de tiim & Silva.
Kicos vestidos brancos a 20$
ni loja do Pavo.
Vtndm-t* rico* vestidos de cmbrala braoco
bordadoa a agulha, qie chiman croch, mallo
proprioa pira baile* e calamentos, fazenda que
em onlra qualquer parle vende-se por multo
mal dinheiro e vende-aa apenas por 209 cada
envi na raa da Imperatris n. 60,loja do Pavio.
Lasinhas transparentes
a 400 ris na loja do Pavao.
Vende-se liisiohaa de quidrlobos transparen-
te*, sendo fizenda inteiriinente nove a imitigo
daa leda* de quadrinhoa multo leve*, ahogada*
pelo ultimo vapor e vende-ae e 400 rt. o cova-
do : na roa da Imperatriz o. 60 loja do Gama &
Silva.
Vestidos a 3^500
S o Pavao.
Vendem-e ricoe venido* de cimbrii* com2
babados grande*, branco* e de cores, aendo de
lavorea intriramente novo*. fiar g.nrto-s teiem
bastante fannda o venda-se pelo baralissimo
prego de 3*500, por haver grande porcio : na
ra da lmperatrlz numero 60, loja de Gama di
SllTfle
Vestidos ricos
a 8J000
s na loja do Pavao.
Vendem-se ricos viatidos ebegados pelo altj-
mo vapor tendo de cmbrala brancos com salpi-
coi e adamiscsdos com duss ssiis, tendo bastan-
te fizenda e trszendo cada um corte urna porgo
de fitas ssselinadas, proprWs para os enfeites,
e vende-se pelo diminuto preco de 89000 o cor-
te : na ra da lmperatrlz n. 60, loja de Gama &
Silva.
^pechincha na loja do pavo
Lencos de seda a 1/jfOOO.
Vendem-se lingos de seds muito grsndes com
liDdos padroe, e eatando em perfeito calado,
fuenda que nao se vende.por meos da -2$ e lor-
rsm-seal9 cada um : na roa da Imperatriz
omero60, loja o armazem do Pavao de Gama 4
Silva.
Casemira preta barata
na loja do Pavao.
Vendem-se casemira* pretsa de moito supe-
rior qualidsde a 29 e 29240 o covado, fazenda
que val muito mais dinheiro e vende-s oa Iota.
do Pavio na ra da Impentriz n. 60, de Gima &
Silv*. **
Extraordinaria li-
quidado
NA
Loja da Arara ra da Impera
triz n. 56.
Vendem-ie reUlhos de fezendas de todaa aa
qusildsdes por barsto prego, chitis eneras a
180 e 200 rs. o covado, ditas francez as core* fnis
a 240,280 e 320 rs. o covado, cassaa francez
finas a 280, 300 e 320 ra. o covado, organdva
maito floo para vestidos a 280 e 320 ra. o cora-
do : s na Arara roa da Imperatriz.
Arara vende olentim a 280 rs,
Vende-se olestim de linho psis vestidos a 280
rs. ocovsdo, fustao de cores pira veali.os de te-
nbora a roupa de meninos a 180 e 320 rs. o co-
rado, popelina da China para vestidos a 320 r.
o covado, lengos brancos finos a 200 ra. cada
um, milis cruss pira homem a 120 rs. o pir
o* raa da lmperatrlz loja da Arara n. 56.
.Roupa feita da Ar* ra.
Veode-se Matela de tinco preo a 6*500 e
89,ditoi de brlm ede giog a 2J500 e S$, cil-
gai de caiemira pete a 495C0, dllia de crea a
5$500, dltn de brlm de core* a 29 a 2}500, ci-
muai frincezn a 19600e29 laroulis oe llnbo
a 19600 a 29, eelarlnboe de linho para bomem a
500 r.: na raa da Imperatriz loja da Arara na-
aero 56.
Laazinha da Arara a 320 rs.
Vendem-se laizinhte para vestido* a 320 rs. o
coado, ditaa flcaa* 400 e 500 ra. o covado, sai-
na chinezaade quidrinboa para vealidoa de te-
nbora a imilagio de aedichaa de quaoroi a 240
e 280 rs. o covsdo, pegts de cmbrala llaa a
19600, 29, 39 e 89500, cobertorea da algod* a
19: na rna di Imperatriz loja di Arara n. 56.
Arara vende fil para moiqueteiro de
cama a 160 rs. o covado.
Vende-se fil pira moiqueteiro de cims s ICO
rs. ocovido, dito de linho pin vestido a 720 a
880 rs. a vira, dito lavrado a 1|120 a vara, lar-
latina a 800 r*. a vara, lengoi pira rap a 120
rs. cada um : na roa da Imperttris loja da Ara-
ra n. 56.
Para as reunioes do club Arara vende.
Venda-se urna nova fasenda por come vtre-
citnas de qssdrinbos de aeda de com a 500 n.
o covsdo, ditia com cimpo icimpinido e pil-
mas de eede s 640 rs. o covsdo : aa rea da Im-
peratriz loja da Arara n. 56.
Arara vende ss casemiras a 1#280 rs.
Vendem-se caiemiria finas psra cipas de t-
nhorss s 1S280 rs. o covsdo, ditaa para caiga a
cort a 29500, 39500 a 49 finas: na raa da Im-
peratris loja da Arara n. 56.
Arara vende o babadim para vestidos
a 500 rs.
Vende se babadim para vestidos a 500 ra. o
covado, ricoa cortea de orgindyi pira veitidoi
com 21 covidoa por 89, ditos com 16 covidos a
7J, rlcoa cortes de lie Garibildl com 22 cova-
d*i a 85,ditos de gorgorio do quadroa com 18 co-
rados a 69500. cortes do cassas Gnu a 2)500,
ditoa de ditaa finas com 12 1)2 covadoa a 29500 :
na raa da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Biscado a Garibaldi da Arara a 280 rs.
Venda-se rucado a Garlbaldi pira vtitidoi a
280 ra. o covaoo, chiles de corea a 640 ra., ditos
de merino estampa oa a 39, enfeites psr* siabo-
ra a 29 : na raa da Imperatris loja di Arara nu-
mere 56.
Baldes de 15 a 40 arcos.
Vendem-se ricos bclee americanos do 15 a
40 arcoa psra seahora, ditoa para mentn a -2g,
ditoa de brilhanlina e de madapolao para ae-
nhora, saiatde eordo que fas ves de bilo *
29400: na rea da Imperetriz loja da Arara n. 56-
Finos bordados da Arara."
Vendem-ae fios bordsdoa de tiras transpiren-
tes da largura de 45 dedee a 192*0 a 19600 a pe-
ga tem 3 lt4 viril, pega* de entrnelo* 19,
19300 el9600, miogultos e gollinh* de lino*
per* tenbore* 29, golln bordili* \$, dita
da betioziobo a 640 ra., eipinot* bordaoea para
menina* a lf ; na ra da Imperatris leja da Ara-
ran. 56.
Arara vende madapolao a 4$.
Vendem-ae pega* de madapolao muito fleo
eom 10 1(2 Urdas a 41, pegas de panainbo com
48 jardas a 59. gorgarao de lioho para vetttdo*
a 280 ra. o aovado: na raa da Impentriz loja di
Arara n. 56.
Palitos de dentes a 200 rs.
Vendem-se mano* de palitos de dentes cem
20 miiiohii par 200 n. pira acabar: oa rae de
Imperatris luja d Arire n. 56.
Veetdem-ee QArae atetiraae : oint
do Trapiche e. e tratar coas FeHeHAo.Joi
1 Jl
i



immio Bi-tsuMsoce --T~~ 1r Tginnnipr tm$$m
36, Ra fa Cruzes da Saatu Antonio 36
9 Largo do Garmo 9.
resolvm vHtt?^*I0S WU8 reguazM V* em ,irtuda do Mu] etodo d PU nuMrcul,
Sr.!w t0d<* ?' ,u' ,geMros Pr DMnM d0 "6 <"ro P^w nmncianu off.recorn
3? ESt. ropenr ,U>Udad' d,Mns8wero M amostras de .S
tos arma^^r""* *0 PIUC d M2T'a P,,P*rWB- baual,n*> 100 8:000 conforme costum.da despen
SSS P"Va5t0 CUSlUffldodirio d. mu p,ss.r, d.ven'do Ita., ,os a
U VaS, da Lisboa ckagadas neste ultimo paquate a 700 a 800 rs. a libra.
lidad" ,B8le" dC fTmn qutIidada I 80 nbn garante-, a superior qaa-
Idem franeera a melhor do aereado a 640 rs. a libra e 600 rs. sendo am barril ou meio.
PlmLw mJ Ubra Pedims "8 S"' itAwi o favor da rn.ud.rem
esperimenlar, serios da sar o mau saboroo e aromtico que tam viudo o nosao
mareado. *
Vi 'l!? m,,.hor ^ P0*6 da8eJar na qwlidtfc cha, a 29800 a libra,
aem Mysson o melhor e m.is aromtico que temos no marcado a 2*800 a libra.
Wem da India superior a 2*700 a libra, e 19600 a 2000, o mais baixo; estas dous ltimos
sao mmto proprios para nagocio.
Idea pretohomeopathieoa2800 a libra, umbom ha para 19400 e 1600 que poda subs-
utuir o mesmo fim. ? c
Wrf ."T' unaiV C*neUa a 900 e *likra' d0 'dadairo baspanhol a
19200, tambem ha para 760 rs.
\aeiJOS flamengos ehagados no ultimo vapor a 29500 e dos chegados no ultimo navio a
. 19400e 19600 cada um.
dem sussos muito fraseos a 800 rs. a libra, a em poacao ter .batimento.
dem prato o melhor do marcado a 600 rs. a libra.
l/rtoes oom bollo francaz chagado no ultimo vapor a 500 r. eada um.
LiltaS eom biseoitos a bolachinhas da soda de differentes ualidades a 1300 as latas pe-
quenas a a 29400 as grandes.
AlHeil UOaS confeiladas muito novas a de diversas cores a 800 rs. a libra, e sendo em
poroso se faz abatimente.
ra&SaS flm caixinhas com 8 libras a 1|600, e 69000 a caixa da urna arroba, e 320 rs.
* ^n* aflanc,a-se serem as melhores que se poda desejar.
iTiariiiel a imperial dos mais afamados fabricantes da Europa a 700 a 800 rs. a
libra, ha latas de libra a meia e duas.
J-JOCeS de todaas qualiidades que ba na Europa como sejam pera, pecago, damasco, unja,
. seroja, ameixas rainha Claudia, e outras a 600 rs. a lata.
Lr VilaS fr.neazas e portuguezas a 640 rs. a lata d.s francezas, 'a 7*0 das portuguezas
tambem ha lata com feijo carrapato a 600 rs. cada urna.
V 111 IlOS generosos viudos engarrafados, Duque do Porto, Porto fino. Genuino,, Velho secco,
Nadar, Carcavellos, Madeira superior, Cam5es, Chamisso e Pedro V., a 131000 a
duzia, e 19100 a garrafa,
dem em pipa Porto, Lisboa, Figueira, muito superiores e proprios para o diario, de res
3*600 4JP0OO e 41500 a caada, tambem ha Porto muito especial para sobre-masa
a 59500 a ctuada e 720 a garrafa- I
dem em garrafes com 5 garrafas de superior vinho do Porto a 39000 com o garrafo.
dem Bordeiuxde differentes mareas mnito fino, a 800 rs. e1*000 a carrafa, e 81600 a
91600 a duzia.
dem verdadeiro Muscatel de Setubal, vindo de encommenda especial em garrafas brancas
29500 cada urna, afi.nca-se ser o melhor que pode haver neste genero. ^
-OgnaC verdadeiro inglez a 900 rs. a garrafa e 109000 a duzia. '..
-ulCOreS finos de differentes qualid.dese em diversas vasilbas a 1*000 a garrafa, tambem
ha Marrasquino verdadeiro de Zara, para U500 a garrafa, e do mais baixo a 800 rs.
AlC lie OC3 pirificado a 800 rs. a garrafa e 91000 a caixa com una. duzia.
V inagre puro da Lisboa a 240 rs. a garrafa 19600 a caada.
M* lg"OS de comadre chegados no ultimo vapor em caixinhas enfeitadas de diversos tamanhos
para 1|000 e 1*600, e 240 rs. a libra.
"feraS seecas em caixinhas com 5 libras a 3#000, e 800 rs. a libra,
/\rrOZ da India e Maraaho superiores a 100 rs. a libra a 31000 a arroba.
Catt do Rio e Cear de I.4 soru a 300 rs. a libra, a 81500 a arroba.
oer Vejas das milhores marcas a 100 rs, a garrafa e 59000 a duzia da branca.
? O IlO Or IICO engarrafado muito espacial a 600 rs. a garrafa, a em por$ao se faz aba-
t ment.
-lOUCinnO da Lisboa auitonovo a 320 rs. a libra, a 79500 a arroba.
^TeZUIltp naabre inglez o melhor que tam vindo ao nosso mercado a 500 rs. a libra,
dem portugnez, vindo de casa particular a 500 rs. a libra.
_ylOUI*iC3Se paios muito novos a 600 rs. a libra, e em barril se faz abatimento.
*iaS com peixesda escabeche como sejam savel, pascada, curvina, Iinguados fritos a ou-
tros a i|40t e 19600 a lata.
eiaS diesparmaceti em caiunhas com 6 libras a l#800, a660 rs, a libra, tambem ha
muito especial com 1 libra completa para 720 rs,
I!sm do Aracay de composijlo ou carnauba pura a 400 rs. a libra, a a 119500 a arroba.
francezas em latas cora libra e meia e mais, por 19500 cada urna,
r '' erdadeira de Hoanda a 600 rs. o frasco e 69800 a frasqueira com 12 frascos.
1 ,^U. .eevadinha muiu> nova a 80 rs. a libra do sag, e 200 rs. a libra da sevadinha.
d t"naS francezas para sopa e guisados a 200 rs. a libra e 6J000 arroba, este o
melhor legume nao t para os fas indicados, como para saude,
E>eVaaa mut0 nova ,60 rs a ,bra> e 2f8oo a arroba.
*arinha do Maraniao BU10 .., m., ,1>r,.
y. de Wanles do fabricante Basset chegadas ltimamente a 380 rs. a lata.
jJlaSSaS para sopa estreUinha, pevida a rodinha a 500 r. a libra.
A le tria maearrao e talhirim a 320, e 400 rs. a aletria.
"'^ italiana ou espirito de nebrina parauso medicinal em frascos grandei a 21000
eada um.
almor 0 melhor e mais novo do mercado am latas de 1.2 libras a 800 e 19400 a lata.
Amend )aS da casca mole a 240 rs. a libra das melhores, a a 200 rs. as mais ordinarias.
? a pe gTGVe pautado e liso, o melhor do mercado a 49 a resma.
Champagne das aelhores marcas a 151 a 209 o gigo a 11500 a 29 a garrafa, afian-
ca-sa a superior qualidade.
MJCv da casca dagoiaba a 800 rs. o caixao com 4 libras, tambem ha grandes com 8 libras
a 21 eada um.
AZeitOnaS de Lisboa a 11600 a ancoreta, a 19300 as do Porto, a am garrafa a 320 rs.
AlpiSta e palCO 160 r..alibr*ei 41500 a arroba
PaUtOS do gaZ a 21300 a groza e 20 rs, a caixinhi.
iSanfia deporeo refinada em lataa com 10 libras a 4#, a a 480 rs. a libra.
v/ilarillos verdadeiros suspiros a 2 a eaixinba de 50, e tambem temos guanabaras e
outros para 11600 as raeias caixas e 3 as caixas intairas.
5 1 -
n te?* muito fittM tm mtcw grandes t m t um litos $0 M
memores que at boje tam vindo ao nosso mercado.
*ia$a de tomate #m pott,; vmStt ^ lltai, 640,760 rs
* U I0 ,, Umpar feeea .uo r, cada um
oorintnias oupUap,r,pudim, lf6000 (ttsco com 2 1|t [hmt e m M (mm
CeDOla no rnolo com mais da ICO, a 900 rs. o cento.
aI rS;ss;: --"- -!.,--.i-10^
DIMINUICAO DE PRECO
menos de 15 a 20 por cerni.
FRANCISCO FERNANDES IUARTE.
10 Largo da Penba 10
CALCADO
-Baa Dirata -48
AefUemU dacHaa eoeatTelaaante, a aea
#m,Si0 .*>Pparaiaeto eatf prximo I O
propri.Urio deate b.m torlide eaUbeleeiaeBtc
eonTlda #e mh naaarosoa (ri|iau a aabatitair
a eticado talhe. qaa todo atti eholarico, por na-
t, a qna poaaa raaUlir i. mil itholis a manir-
aaeaavaaaw dauadaa am loiror do reit.ba-
TW.'m" "** p,blu'* 0| P"Sa aon-
HOMENS.
Botinas alam.daa Mili. : : ixfOOO
non-pla.-altr. H.ntaa......... 1J1000
a Nantea 2 bateriti.............. lifOOO
a

>


j i. .T"tafam que ProPrfeario desta acrediudo armaxem de molhadas tam oflaracidorh*
do conhecida pelos seus namerosos freguezes, mas como aasim inda haiam alguns senhores que
nao ae tem dado ao trabalho de eaperimenUr, rogo a todos ellos o favor de mandaren) comprar
suas encommendas no armazem Progressodo largo da Penha n. 10, afim de verificarem a axacti-
dao do mea annuncie a a diSerenca de preco e qualid.de que e, se fossem comprados em ou-
tra qualquer perla, por isso desojando o propietario a continuado de todos Srs. que se dianarem
frequentar esteestabelecimento, tem deliberado garantir toda e qualquer qualidade de gneros ven-
didos neste armaiem, podendo assim mandar comprar suas enoommendaa por pessoas pouco
praticea que serio tambem servidas como se viessem pessoalmente, devendo haver para com os
portadores, toda racommenda$Io, afim da que nao se engaen com o armazem indicado.
V111 IlO dO PortO 8uperor ,m garrafes de 5 garrafas a 29600 com garrafo
Lagrimas do I>OUrO especial vinho do Porto, o aelhor que tem vinde ao nosso
mercado a 19 a garrafa, e em caixas a 109.
VinllOSgenerOSOS Cmea, D Luiz, D.Fernando, Mara Pia, Nctar, Du-
que do Porto. Carcavellos, Chamisso, e Feitoria de 900 a 19 a garrafa, a ea caixa
de 99 a 101.
dem CllereZ 0 melhor que se pode desejar a 19200 a garrafa.
* Bf Oa\00 engarrafado a 640 rs. a garrafa, afianc.-se ser de superior qualidade,
tambem ha da barril para 500 rs. a garrafa.
1UUO fam OlOO orto, Figueira e Lisboa das marcas mais acreditadas a 400, 500 a
*69 n. garrafa, a am caada a 39000, 39500 a 49000.
" o l*0****^^! Chat la rosa, Marg, Medoque e S. Jalies de Medoqae,
A m ** 80 "* garrafa 9 *m caix" 8*500 a 9*000'
Xlem i>I flSCa tel verdadeiro da Setubal a 640 rs. a garrafa e am caixas a 7000.
HA le gal mgleZm perfeitameate Qor a 700 e 800 rs. a libra, < em barril se faz
abatimento.
aianieiga iraUtC a mais nova do mareado a 560 rs. a libra, a am barril a 560
a 600 rs.
^'la perOia 0 qUe 8e ^t desejar neste genero a 39000 ajibra.
HUX1D1 0 maj8 SUperor qUt tam vindo ao mercado a 2*400 e 29800 a libre.
VllO njSSOal nao disfazendo no parola e huxim, o que se pode desojar a 19700
liaoOe 11600 rs. a libra. w w
Cna OfOtO homaop.thico a 21000, U800 e 19600 rs. a libra, afianci-se ser de
superior qualidade.
{ eiyos dO reOO chegados neste ultimo vapor a 19600, 19800 a 2. a dos do
ultimo navio de vela de 19400 e 19500.
rio0S Ce C 01111 na (i re chegados neste ultimo vapor em caixinhas, muito proprias
para mimo de 8 libras por 19500, eem libra a 240 rs,
raSSaS a3 mais novas dO mercado a 880 rs. albra, aero cixas de 14 a 15 libras por
21500.
U "**S rochas e braneas d.s melaores que ha em Portugal a 500, 640 e 720 rs. a libra.
LlOCe de gOlaD* (dacasca) muito superior a500, 560 a 640 rs. o c.ixao.
"* aaOl&f&a imperial doafamado Abren e de outros muito i fabricantes de Lisboa em latas
muito enfeitadas da t 1(2 e 2 libras a 640 rs.
|Oem Ce ai perClie a mais superior que tem viado io mercado, em latas de 3 li-
bras por 500 rs. eada urna. ~^-------------
r mi*8 em f,a\a pera> peceg0> damaeeo, ameixtj^eias, ginja a alpercha, emj
latusde 1 [2 libra por 600 rs. ^-^
**"***'"**'i da soda da mellior marca eom difiranles qui lidades a 11400. afianga-se a
qualidade assim como tem latas grandes com bolachinha proprias para lancha a 21400
I? lg"OS (emlata) proprios para mimo bem enfeitadas com 5 a 6 libras por 19200 cada urna.
A.tilr >I VlS II HHCeZ'JS em compoteirau de vidro com tampa do mesmo, com 3 1|2
a 4 libras por 31.
onOCOtOtO dos melhores fabricantes da Europa, hespanhol a 19000 rs. a libra, fran-
cez a 11000 rs. portugus a 640 rs. a libra, garante-se ser do melhor que ha no
- marcado.
AmeilQOaS da casca molle muito novas a 240 rs. a libra, e em arroba a 79000.
KlVlilaaO francazls a portuguezas em Iatta, da aeias libra por 640 rs.
MaSSa par SOpa estrellinha, pevide e rodinhas a 480 rs. a libra.
rf CltlU 40 TOla\0 vindo da casa particular de Lamego a 320 e 400 rs. a
libra,
J*? para fiimbr9 cheao neste ultimo vapor a 400 500 rs. a libra.
XOUOi&tlO 4 UftllO* 28O n. a lik. em barril 7900O
CjIlOUriQ-lS do raillO as mais novas do mercado a 440 rs a libra, a em bar-
ril com urna arroba por 109000.
salame franceze hamburguaz a 640 e 710 rs a libr, palisco prompto para se comer.
Sfllta\l*d4 1**HtO ilttM .Seors^emporcaosefazabatimanto.
fiOIIIim TOlVlloda ,m latas com 10 libras por 39800, a em barril muito fina e alva
a350e400rs.
CeOOlaS IlOVaS novas a 640 rs.o cento e era caixas a 79000.
vi"Omm:l de engommar muito alva a 100 rs. a libra, a em sacco a 21560 a arroba.
Uaitas Oaa OOIXO de escabeche das seguintes qualidades: savel, frito, dito de es-
cabeche, corvina, cherne, verugo, congro, gors, Iinguados, peixe espada, pescada
etc., etc., a 11300 rs. a lata. .
OOS OO 00pOfMO8Ot0 as mais superiores do mercados 640 rs. a libra, aam
caixa a 151500 rs.
OUOS dO 00?Ataba refiatd, 360 rs. a libra, e em arroba a 11 u,
-liariltOj? SUSpirOS m caixas ioteiras dos melheres fabricantes de S. Flix a
3500> dilQ3 am caixinhas cora 50 por 2|.
- Oavanairos em caixas inteiras a 31090, ditas em meias ditas, por 19600
aarri Illa de Havana os melhores que tem vindo ao mercado a 19800 a caixa
com50 charutos. I
eW Regala, Imperial, Paaentelas, Qusm fumar sabara, Trovadores, Viajantes e Emi-
nos a 2| a caixa eom 100 charutos.
Ih'^ 1? ^^ d" mmM t*MnU' ou XXX 5500 dMla' garrafa.
. garrafa"400 rt8 m'rC" mais'aeredi,ad" 4' 4<>0 e 4|800 a dazia, eem
Sodittkn0V0 *" gamf8M COm 5 lU,r" Pr 1M0 co e"nr*0' 'em ,ibr' ,,0"
O aaiQHa de Franca a 200 rs., am porcao se faz abatimento.
Sfc >laranha -0 rs. libra, e 4,500 .arrala
79o00??|. 0 d RiowmodflCrtaS^ 2600280rs., em arroba 79500,
'***** d"ahJ* que M poda des*iar nMte geMro de 80 a 100 rs., e em arroba a
29400 e 29800. "
magre OranCO em gemfoes com 5 garrafa por U400 com garraf.o.
&3eit6 dOCe refinado am garrafas braneas a 800 rs, eem caixa a 8|50O.
1 muito nova a 140 rs. libra, e em arroba 49000.
Vimgvd* Lisboa 940 .. pmu. ^^. 19000, umb ^
gamfoes oom 5i garrafa? por 000 fi. eem garrafo. ~
tngleiee da botoaa..............
batadoraa.......................
aoira da porca.......
kererre a lu.ira...............
Inglezea pea aalvagana.........
lixidoa braailairoa............
S.p.ta.non-plM-altr.................
a 8 bateriaa a mala..............
maga obra..................
N.nte. 1 bateriaa vaqaat......
2 bitaritt btxarro......
a.tr.balhadoraa..........
_ bfnlroe da 3|5O0 a..........
OfaaateaVa alto..................
tranca portagaaxaa..........
r.neaiei. % ,
SENHORAS.
Botln.a daogous.........
a salto da balar.....
pichincha da 4*500 a.
> amarie.oaa 31500 a .
Sapatoa da aalto (Joly) f
aam eUa (dem) .
tapeta: .....
acn amito. : .
lastra 3* e 33. .

iftaooo
109000
91500
91000
91000
71500
5|500
71000
61500
&1500
6*000
S|6O0
5*000
2*000
51000
tjOOO
1*280
51500
5*000
4|000
2*500
Da completo anmente da aoaro da oreo,
eordavie, bmrra franau, euro de laatra,^eaar-
ieqia, ol. coarinhaa ata., qaa tade aa\troea
por nUia 1 jomUmU ~
4tteoco.
GerHBl bofan aiHo a.rior*. mea
cama na Mlraa, vaatearlM 4a uaaaita 4* aor
SL'.iLTJ"*' n^m 'tabMea*e.la par.
*aa eicar.a (raaaaxaa maita fiaae, chapooa deel da
da idglasea doa miia aparUraaTahaMM da
sol ptra maoiooa. ahapaoa floaa da aabiaea atn
hornea, maDgvitoa a gaiiinhaa para aaohara
multo aaperlorea, bonitas aalehia da fatUo para
cama a maitaa ostra, falcadas o qn tado ea
Mode por pr?0 maito commodoi, na laja de
Auguato Parto ra do Qaalaada n. 7.
Vaode-ae am bem plano borlaootal om mai
ponto oo. por preeo commodo ; a tratar ne r
Not. n. 20. ioja do Sr. Vlanna.
800
500
800
MENINOS E MENINAS.
dinhiro.Ud* *m rU?S n5 a* *** **
AlteBCad.
Venda a toda qa.Hdada da boliabinbaa da
rarat. como sejam : regala, ed, ariadoa. co-
ra;o a eatnllaa. biicoatoa o biieoatinho de-
cae, biieoatoa agnados proprio para raagauda
por nao ierarcm banha de 'poreo, tado por pr-
5o eom modo*; bem orno eicalianta too eaaata
dapoia d 6 boraa da tarde em dianta : na de-
poeito di im de Rangel n. 8 confronte ao boceo
qaa val para o irpl de gaerr*.
Vaada-a oolaaccavo da 24 annoa, de bo-
nu Ogari, maito bom minador a fornairo. aam
ieio, a por praeo commodo : a tratar na ra
do Amorlm o. 36.
Vende ae am piano da mogoo horiaontil,
com muito boia vozaa, a proprio para ae .pren-
dar por ar maito barato: a tratar sa tm do C-
bog n. 3, egaodo indir.
-."; VeDd,,-,e umrv., moc, bo. flgera,
talara alta, bem rabiata : qaam pretender di-
M.noel Joi de Brito Barrelroe.
ARMAZEM
13Largo do Terco13
,r^ ^
Queyo. fl.engo. chegados ultiaaaana a 1, do vapor paaa?. llOOO* *"'
Cf da primeira a segunda sorte a 260 IMi tonv. .Tu *wow.
S.rvejlsPd,s ^ m,rCM 48o6,,0; ^**X '' W
Vinho ngrraf.do do |orto a 19000 1S00 a garrafa duluVMMM
gto em pipa da. melhora marea, a 480, 560 640 r, garr
Maau, par. sop. 320 r.. libra, m cax, de urna afrobl por 69000
toatojoeeatJaOoe 720 garrafa a de crrap.to 360 n.7g .?
Alm dos gneros annuncudos, amontraro sortimento completo e mais barato a* .,.
am outra qnalquar para, por vire maior para d.U por comTprojria. qU'
Defroute do boceo Goiigregco letreiro Yer^ts.
Beata aitabalecimente ha aespre na ort->r,t m^a .
ted.a qa.Uo.d.. t.mb.m a. tlt^TiSVS^iiuVV'liL**
sea para e qaa tem a doa melhoree profanoraa. 'a,,, vaat.ia dea fragie-
Cisaea e rone pete Of, I Ditoe de aetlm preto
851 !*20! D,t A* tim br... f ,
St>r*asacoade dito dito a 361 30*000
Paletn da piano prato o da ae-
rea a 35, 101, 25*. 101,181 a 90*005
Djt de suemira da carea a 22*.
151,12*. 7* e ^' moo*
Ditoe da alpaca prat. gella de
vallado francezas a lOftXN
Dtba da merin6 aetin pretoi o
da aerea 9{ e
Ditos da lpaca de coiaB a i* a
Ditoa da lpaca preta 91,7f, S a
Iiti da brlm de cerai ||,
41500, 4 a '
Ditoe de bramante daiinbe bran-
o ..*
Dito, da marini 4a j* pate
15*
Cal^ia da mira preta a la ;o-
,/ ia- 10,t|,7
Ditaa da arincasa a iro de
cordao prato a 5. 6*500 a
Ditas de brim braaco da cara, a
1. 4*500 a
Clc*dnK de oree
Colleu da vaiade r>rto a de eo
rasliBOse bordados a lt*,9*a
Ditoa d gemir* preta a de te-
res llaoa a eordidos **,
*500,5* **
8*000
l*.500
ipofl
3*500
4*00*j
8*000
*0i)0
4*500
ISO**
yooo
6*000
SfSOO
5*000
5*000
2*t00
1*280
Ditos d^ gorgaro de indi prat*
a da orai a 7*. 6*. 4* a
Dito, da bri nVtl. B0 **m
81500 1*500 a ,00
Saronlaa da brim de iinbc a 2*
Dit. da algado a 1*600 a
Cimlsaa da paito defaatae biaaeo
eda carta s SJ400 a 2^jnn
D;UBdS.PlV'*ht *' <93o00
uit.a da mariapolSc brancas a da
cer.a S*. J*500.1* U00
CaapaeapratoaUamaaa* lrat<
sr;:i d* ultima roed loa
8I500 TJlOn
a i: 2/t; a^ix.'.*88
. u;zv"vs" ess
*loio da onra paWnta b#Ii. **W
,,, "ntl JOOf, Of. 80f 701000
Dito, de prata galTanlBadei pa-
Obaul'lu horiM,M ?# OfOOO
Obrw da oara, adcracM a malee
adarect.^altaj,,,, oceUs a
neis t
Dlua grande para maaa um. 3* a ^000^
\
*
ea
chimico om pHvl^lo ato lavante^.tor da aaedialaa a-
anesiiua toa pair.es calidos, ate.
, -??. ^ Pr8P,do co substancias paramea vagetaes amaido ea
ao eom xito pelos medios mais eminentes no tratamento das molestias svohiliticas
e os benficos resalados colhidos de sua pnlicacao, am rendido a sen autoTiZ-
res de certificados, que provam sua efficacia as molestias venreas, eecrobuto trun
CtlaSe/nphU,t' (a,p>rC") bbr' PVi"-.Wp*6. ophettlmi,emp*inga,
leucorrba, (flnxo branco) sappressio de menstro, gota, arna, lesbeoftiul 4m
membro. inferiora e odas asaffeccoescounease syphiticaa.
tiBJiiLSJiiit(D ^irnir juLiiriiia.
para curar compltamm ea U horas pancadas, sicatme.. fehd.s eaakutr
naturea que sejam por H"ir
Awiult chamico
liico deposito la pnirmacu
58-aA. 00 IMPEI
1
l\i iT'ii A rvrv
i




y
NttO #fc FWMAmqefc *~ flBBAfiO 18 SE f DtUBBO M 1861.

Potasa k Um.
Vende-seemcasadeN.O. Bieber
C., successores, rut da Croa n. *.
&
J chegaram os remedios
do Dr. RaduayResolutivo
renoyador, prompto allivio
e ptalas reguladoras,
No droguista Raymundo Carlos Leite
Irmao. ra da Impertriz n. 12.
Enfeites para senhora.
Oa meiorea eafeites proteo t do cores que aa-
aa isa de Queimado n. 75.
Caixinhas e cabazes pars
as meninas trazerem
no bra^o.
4*100 ris .14 29600: ao leja da Victoria, na Va
da Queimado n. 76.
Franjas pretas com t-
driiho e sem elle.
lisoo eortimeotos da fraajaa ptataa a da cores
10* vidrlho a sam alia : na loja da Victoria, na
na do Qaeimsdo n. 76._________________
inhasde peso yerda-
deiras..
Llcaaa Inaa da paaa rardadairaa. maadaa
f tandee a 140 reta : na loja da Victoria, na raa
do Qaaimada n. 75.
Pbosphoros de seguran?
Phosphoros da seguranza, poi qaa livra da la-
candi, 160 ris a caixa : na laja di Victoria,
aa iaa do Qaaimada n. 75.__________________
Baleias para vestidos.
Balaiaa maito grandee a boaa a 160 ria ama t
a a Io|a da Victoria, na rae do Qaeimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
Aa mclkore* liohaa dacroxal para labyrinthe,
aevelloe monstros a 810 ria ara : na laja da Vic-
ie ra, na raa do Qaalmad* n. 75.
Sinios dearados para se-
nhoras.
Lindos antaa da erada* para aonkoraa a 1#206,
i tea do ponte cabida a 4#, ditoa da fita a 1*600:
ta loja da Victoria, na raa do Qoaimado a. 75.
Ricos espelhos de
moldara donrada par?
salas.
Chago* para a loja da Victoria ama pequea
porcia do ricoa aspeihoa do rarioa tamanfaoe para
arnamantoa da aalaa, affitncando-a* caram oa
raelhoree tm ridraa qao tora rindo: na loja da
Victoria, aa raa do Qaelmado n. 75.
La para bordar.
Lia maito boa da todas aa core* para bordar, a
76 a libra : aa loja da Viatoria, na raa do Qoei-
mado 75.
Liihas do gaz,
6aixiabas cara 50 novellos do linhes maito 1-
aas do gsz a 900 ria a celia, ditea com 80 no-
**" 700 ris, ditai com 10 novellos grandes
700 ria, breccac a pratas: na laja da Victoria,
aa raa do Qoaimado n. 75.
Papel de diversas quadades.
Veaos-oe Pa*l*Vbeira doeada 1|400 ; di-
toadamascado 10O0; alto do ccVu a 800 ra.;
aa loja do beija-flor da raa do Qaaimado n. 68.
Gravatinhas para senbora.
. Vaadam-so gravitinhn do seda para senhora
direraoa goatos a 800 rs.: na do Oaalmado,
loja do Bcije-flor a. 63.
Tinteiros e arieiros.
Vendem-le escrlvaniohis do metal fino a 1$ :
raa do Qusimsao, loja do baija-flor d. 63.
Fitas para debruar.
Vendem-se filis para debrum do vestido a 280
ria; traocinhea de linho para oofeitar roapa da
meninos o aenhoraa a 80 re. a 110 poca : raa
do Qaeimado loja do beija-flor n. 63.
Carteirinkas para senbora.
VjeBl#B",# ,rl'fioha para gaardar dinheiro
iO00 a 1200 ra.: na do Qaaimado, loja do
beija-flor n. 63.
Pentes de tartaruga.
Vendem-ae pontea de tariaraga virados do
mala moderno, qao ha a 8&000 ; na do Qaaima-
do, toja do beija-flor n. 63.
Pentes de burraxa para menina.
Vendem-ae pedes para atar cabellos da me-
nina* a aenhoraa a 640, 800 ra. ; raa do Qaai-
mado, joj* do beija-flor n. 63.
Bandejas.
i*l?*22? b,ni>i" fi"aa do diversos goatos a
18500, 2*000 : raa do Qaaimado, loja do beija
flor n. 63. *
Toucas de la.
Veodem-ee touca de las para meninoa, de dl-
I,"r<",lld*d? 800 re. sapatiohostambem
a 800 rs. : na do Qaaimado, loja do-baija-flor.
Toucadorcs,
a-V,?d,B,"*a ,ou 2o00: na do Qaeimado, loja do beija-flor n. 63!
Coral.
.JES* M <> coral a 580 ra. e voltas a
JJBUU. na do Qaeimado. loja do baija-flor n. 63.
Anvelopis.
Vendem-se snvelopes adamascados a 1S4200 ;
ditosi brancos a IJfOOO; ditoa asuea a 1200 rs.
raa do Qaaimado, loja do beija-flor n. 63.
Algodo da Baha.
C^g^gg V'U* ** & C, ra. da
Vende-se potaesa da Re.ii., no bem co-
ohecdo depotito da raa da Apollo n. 24. por me-
noa prego do qaeem oatre qaelqaer parta
7.
Potassa da Russia
e Americana.
tU ssuiptorio de Uasoallgoacia da OUreira 4
fOlv, largo do Corpo Santo n. 19, por proco
mala barato do qaa em oatra qaalqaar parta.
lVIoends p meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Bruto n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
CA
nova de Lisboa.
O antigo deposito da rna do Bram n. 66, arma-
zam, acaba de recabar a aaparior cal de Lisboa
da mais nova qaa ha no morcado, chegada am
deries di*s pelo brigao portagaez cConstante,
qae se vende por prego muito sommodos.
Sal do Assu'
Para m a bordo do hiato Santo Amaro, o pa-
lf Si C. no cea eacriptorio rna da Croi n. 1.
Conservadores para ca-
bellos de senhoras.
A loja d'agnia branca receben esses delicado*
enfeite* para cabecea de aenhoras, os qnaoa alm
da galantera tem meia a aingalaridado de con-
servar perfeitamente o atado doa cabello, o sao
ellas do um grediado mni fino o ornado com fl-
nissimos vidrilhos, o qaa os tornam to agrada-
veia vista detodoa, a veodem-ae palo diminuto
preco da 19500 cada am, laso na na do Qaeimado
loja d'agaa branca n. 16._______^^^^^
A 2400 rs. a duzia.
Vendom-ae lencos brancos finos para algibei-
ra a 2|400 rs. a dazia : na raa do Qaeimado n.
22, na loja da boa (:
Brim branco de linho.
Vende-so maito bom brim branco do linho
bastante encorpado a 1J280 rs. a vera : na raa
do Qaeimado n. 22, na bom conhecida loja da
boa (.
MaDguitos e gollai bordada*
por menos de metade.
Vendom-se maito soperioiea mangaitoa e gol-
as de cmbrala de fil ricamente bordidas pe-
lo baratitumo preco de 2j cada am par do man-
guitos com ama golla : na raa do Qaeimsdo n.
22, na bem conhecida loja da boa l.
Gollinhas baratas.
Vcndem-so gollinhas do cambraia bordadas
pelodiminato preco de 640 rs. cada ama > na
na do Qaeimado n. 22, na loja da boa f.
Paletots brancos.
Vondom-se aaperiores paletola brancos.de
bramante do linho pelo barato prco do 56500
rs.: na na do Qaeimado n. 22, na loja da bo*
fe.
E'
mais
fhantasia
Pentes com enfeites.
A loja d'agaa branca acaba de receber lindo* a
noviisimoa peotea com enfeites pendentes, obra
de maito gosto o ultima moda para senhoras, os
qaaes castam de 5 a 12?, conforma os difierentea
e agradaveia moldes ; assim os prctendentes man-
dem qasnto antea na loja d'sgaia branca, raa do
Qaeimado n. 16.
Vende-aa am fardamento rico a oatro ordi-
2-rio para oficial da gearda nacional, tado am
parielto catado : ne raa Nova loja n. -
Fio de algodo.
Fio de algodo de difieren te* grossaras pro-
prio para parios de velas e ptra linhaa de pescar,
asiim como os psvios de slgodo j promptos :
vende-aa na raa da Gadeia do Recife n. 56 A,
loja de ferrsgcos de Bastos.
Vende-so a taberna com poneos fondo, a
maito afregoezada : oa na do Motocolomb om
Afogdoa n. 24 : trstsr na mesma ciss.
S no vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Manguitos e gollinhas.
Lindos manguitos maito fino, palo barato pre-
co do 16500, mangaitoa com gollinha do esm-
Drsie do linho e 6}, gollinhaa de linho de liodos
padrea a 800 re., ideen de fil maito nnaa a 2$,
dita eetampadta a 500 rs;: s6 no galo vigilante,
na do Crcapo n. 7.
Para luto.
Gollinhas pretas com vidrilho e sem ello, pelo
barato prico de 21500: no vigilante,, raa do
Crespo n. 7.
Lenco.
Lengos do cambraia de linho o mais fino que
pode ser, o de liados gostos a 3 o 46 : s no galo
vigilante, raa do Crespo n. 7.
Fr i rijas.
Grande aortimento de franjas pretas com vi-
drilho o em elle, com listra da vallado, pelo ba-
rato preco do 400 ra. a vara, dita muito larga pa-
ra nfeite de capa oa mantelete, de maito gosto,
a 36,36500 a vera, assim como de corea pelo ba-
rato preco de 320. 400 o 500 ra. a vara : s no
vigilsnie, raa do Crespo n. 7.
Franjas de linho.
Grando aortimento de franjea de Hnbo e galao-
ziohes, pelo barato preco de 80 rs. a rara : s no
galo vigilante, na de Crespo n. 7.
Babaios do Porto
proprioo para toalhss oa fronhaa a 100 rs., a
mala largo a 120 a vara, pee* com 30 varas por
29800 : s no vigilante, ras do Crespo o. 7.
Babadinhos bordados
pelo bsrsto preco de 500 rs. a tira de ama vasa,
assim como tiras oa eotremeios bordados a 1&200
e 16400 : s no vigilante, raa do Crespo n. 7.
Alfinetes em eaixinha.
Lindas eaixinha com alflnctea do cebeca chata
pelo barato proco do 160 rs. .
Froco.
Grande sortimento da froco de cores qae se
vende pelo barsto prego de 240 a peca, dito fino
pira bordara 120 ; a no vigilante, raa do Cres-
po n. 7.
Alamares.
Grande sortimento de aiamarea amarillo e
bronzeido* para capa oa capote, pelo bsrato pre-
go de 800 Mi a da ta : s no vigsote, na do
Crespo n. 7.
Para sinteiras.
rsnde intmenlo delindts fitas para sintelro.
s com a Tlsta aa ppd,r4 iprttUr 1|odot
droe. : s no g*>0 vlganta. raa do Crespo n. 7.
Atten$ao
Vendem-seS excellentcs carillos
dores e novo* ni raa da Hortss d.
bans anda-
1 oa 2.
Burros.
Venlem-se doas bonitos barros chsgsdisaltl-
mamante do Lisboa: para ver, na eoehiira con-
fronte ao arsenal, o para tratar, no escriptcrlo de
Antonio Luiz de Olireira Aievedo i C, ni da
Crax b. 1.
Ra da Sen,ralla Nova n. IX
?anda-sa am casa da S. P. Jonkston 4.C.,
ollias o silhas ingleoi, cindktfsrrZTtu^i*
bronzeados, lonas fuglezas, fio do vela, chicotes
para carros a montara, arraios para carros de
na a dons es vellos, relogios da onro patente
inglex.
Abacaxis.
V'endem-se abacaxia a 500 ra. e a 1} cada am,
awim como quem preciaar de algoma encom-
mende avallada qaeira participar diaa antes, pois
o sbiixo assignsdo tem grsnde qaantidide effec-
Uvamente: raa do Trapiche o. 26.
Joo Gomes Jirdim._____
Fonileiro e vidraceir.
Grande e nova officina.
Tres portas.
SiRuaDireita31.
Reate rice e bem montado eatabelecimente en-
tentraro oa fregaezoa o mais perfeite, sem ata-
' ado a barato no aea genero.
URNAS de todae as qaalidades.
SANTUARIOS qao rivelieam como|acaraadi.
BANHEIROSda todoa os tamanhes.
SKMICUP1A idem dem.
BALDES idem idem
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
70LHA em caixas da tedas as grossarasi
PRATOS imitando am perdicio a boa percal-
lana.
CHALE1RAS de teda* as qaalidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, GANDIEIROS c fleedres para aaal-
qaer eortimento.
VIDROS om caixas o a retelho de todos os ta-
mandando-so manhos, sotar dentro da cidade,
em teda a parte.
Recobem-ee encommendas da qaalqaer natn-
rexa, concertos, qae tado eerf deaemponbado i
contente.
Vende-ie am escravo peca, com 22 anco*
de idsde e bonita figure, proprio pera todo o ser-
vico o tambara carreiro : a tratar na na da
Craz n. 88, aegandb andar.
barato do que
chita.
Saperierea sambraiaa francesee de riqaisiimos
psdroes dlo barilisslmo pnco de S80 e 310 re.
o corado, aeodo que maito barato do qaa chi-
ta : na raa de Qaoimado n. 2J, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Ricas mal vinas.
Acabam do chegar a loja da boa f na na do
Queimado n. 22, laiinhaa maito finas para ves-
tidos denominada* malvloas, com riqnissimos
?inr5e*<,0# Tend,m P10 mdico prego de
500 rs o corado : na referido loja da boa f na
raa de Qaeimado n. 22.
Chapeos de pslha escura
Vendem-so maito bone cbspees do palha es-
caro para homena maito proprios para o campo
pelo barstlaaimo prego de 3: na raa do Quei-
mado n. 22 na bem conhecida loja da boa f.
Fil de liiho e tarlat&na
oyD e 800 rs. a rara, assim como tarlatsna branca o
. do coree tambem pelo barato prego do 800 re. a
vara: na raa do Qaaimado n. 22, na loia da
boa f*. '
superior bramaute de al-
godao.
Vendo-so saperior bramante do algodo cora
10 palmoa de largara maito proprio paralenge*
vlito qaeaa econmica todo otrabalho de coa-
tora, pelo barato preso da 1600 rs. a vara : na
na do Qaeimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Gu^riiiLiiapes para mesa.
f Vendem-se excalientes gairdanapo para mo-
U pelo baralissimo preco de 2S500 rs. a duxis -
aa loja da boa f na rae do Queimado n. 22.
Camisas inglezas.
Vendem-se saperiores camfsaa ingleses com
n 2'de Iinh0 D,, b"i"imo preco de 30,
40 a 505 a daiia : na na do Qaeimido n. 21. na
loja da boa f.
Cambraias finas com flficos.
Vande-se cambraia fina com aalpicos para ves-
tidos a 4500 o corle, dita maito fina a 800 rs.
vira: na raa do Qaeimado n. 21, na loja da
boa le.
Lazinhas muito finas
para yestidos.
Saperiores laziahaa para vestidos do malte
bonitos padrea qae so vendem polo baralissimo
preco de 440 rs. o corado na na do Qieima-
do n. 11, no leja de boa .
Caudieirosa gsz.
Dinheiro avista.
Na raa da Cadeia do Recife n. 56 A, loja de
terragena de Bastos, chegeram novos canieiros
SJ"; ano-ao pelo diminato preco de 29500,
*9 e 48 cade am ; o dono den. eitabeleclmento
tDdo de> recceberam grando aortimento do can-
aieiros, desde j previne eorespeitavel pabllco e
aos seas fregu.xee, qae vende msis barato do qae
outro qaalqaer, pois recebo asto genero de sai
sonta propria.
Liquidado de camas de
ferro.
Na ra da Imperalriz n. 75, ha um
grande e lindo sortimento de camas de
ferro batido e fundido com armaoSes e
sea ellas para urna e duas pessoas, di-
tas para meninos-com grades, mosque-
teros e arma vatorios,' tudo de gostos modernos que
tudo se vende muito barato para li-
quidar.
Casemira a 31200*
Na loja do pavao.
Veadem-so csaemiraa Infealadas de qoadrinhos
a Matas miadinhaa aendo corea eacarsa a 3J200 o
corte pira calca o vende-aa a meama faxejda
tendo 2 largaria a ljOOO o eovado, isto oa ra
da Imperatrli n. 60 loje do Pavao.
Riyal seni
igual
Ra larga do Rosario n. 36,
junto da botica do Sr. Bartholomeu.
Pedro Paalo Tinoco de Soaxa, dono desl.es-
tabelecimento eslsempro reaolvido vender mal-
lo barato toda* is miedexie de saa loja, para o
qae tem om rico sortimento, como sejim :
Cartoea de clcheles a 40 ra.
Carril*!* de linha igual 6 de Alexendrea 80 re.
Ditoa da dita de 100 jardee a 40.
Linhia do croxel! para bordar (maaao) a 640 rs
Tinteiros com lints o lempa de metel a 180 rs.
Pontea de borracha para alisar a SCO ra.
Escovss psra limpar aohaa a 320.
Ditas para limpar dentoa a 240.
Dltaa para limpar roapa a 1*1000.
Ditaa para limpar cabello IJOOO rs.
Estampas da todas ss qaalidadea a 160rs.
Laii para bordar, eorttda, libra a 6400 ra.
Hotoea de linho para casaveqae a 10 ra.
Ditos de seda para dito a 30 o 40 rs.
Sintoa doaradoa a 1&500
Gaixie de penaa de eco a 400 rs.
Dita de metal com panaa a ICO e!200 rs.
Boldee pare panhe e 120 o 160 re.
Aaulhas francexsa om eaixinha a 220 rs.
Roxetie com podra maito bonitas s 400 r.
Colxetes preloe, 14 parea a 60.
Alunares pera capote, dasia.a 800 rs.
Palaeiraa do contaa miadaa a 19280 o par.
Gravataa com bote a IgOOO.
Mala pers senhora a f400. re. a dnxia.
Btco preto de linho por todo proco pire ecebar.
Assim como tem para trocar imsgene de aan-
lo Antonio, Senhor doa Passos, o S. Benedicta
do berro a 3*000 re. cada am.e maito barato i
por ser maito perfeito. ________
Fondicao Lsw-Moor,
tur da Sesiiamiia Notss bi.49.
Neste estbalos insania continua a kaverusa
somplato sortimento da moendas a meias moen-
das para engento, machinas da vapor a taixas
da farro batida o eoado da todos ostamanko
para dito,
Lencos brancos
com barras de cores para meninos ais
a duzia.
A loja d'agaia branca tambem vende bens e
bonitos lencinhosbrancoa com bsrrss de cores,
proprios para meninos, pelo diminato preco de
15 a daxia. Avista da limitsco do preco talves
Igaem desconfe ds bondado da fasonoa, mis
para desengao dirigir-so,prevenido de dinhei-
ro, a roa do Queimado, loja d'agaia branca n. 16,
onde oe echar patentes.___________
Reiogioi.
Veodc-so esa casa do Johaston Vator C ,
- do Tigsrio n. 3, um bello sortimento ds
islogios da onro, patenta ligias, da um dos mais
sismados fabricantes da Liverpool; tambem
orna variedads da bonitos tranoallins ara es
meneos.
Gil e potassa,
Vendem-ae catea dous ar-
tigof ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. 12, maia barato
do que em outra qualquer
parte________.
Machinas americanas,
ImeaaadaJi. 0. Biabar a C., saccessores:
raa da Cruz a. 4, vendem-se :
Maehinee para regar hortss a aaplm.
Ditaa para descarogir milko.
Di lis para cortar capm.
Salios com pertences a 10* 20>.
Obres da metel principe preteadas.
AJcatrio da Saecla.
Vernix do alcatro para novios.
Salea panilha de primeire qaalidade do Par!,
Vinhe Xeroi do 18M om caixaa do 1 dosis.
Cgete em caixaa de 1 daxia.
.radoa a grades.
Brilhaates.
Carroeae peqaenas.
, Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston;.* C ra da Senzalla Nova
u. *2.
Pulseiras de cabello com cha-
pa dourada, e trancelins
para relogios.
A loja d'agaia branca acaba da receber a sas
ancommendsidas tao deiejidis polieino deco-
netto com differentese bonitas trmce. tendo el-
la ebapa doarsdes de delicados modelloa com
:JS"J Mm el1"- V* de melbor gosto se
"i ,m ul.; "">> como trancelins
comprldos e curtos, com passsdor doarido pin
relogios, o por qae de talo isso s qaantidsde i
peqaena e nao chegir para todos oa protn-
rnmn:.C,nTeiS qa8 M Pr""n m mandar
SoT.m.d'o^n:^" l0J' gg bf""' '
Para o baile do
club.
Vende-ae na loja do pavo.
Ricoa cortea de veatidos do cimbris branca,
primorosamente bordados a erox, aendo oa mais
bonitos qae tem vindo a este mercado, o ven-
dem-so por procos baratiasimos, ni raa da Impe
rain n. 60, loja a armssem do pavo.
~ Vendem-ne caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1J80 cadaum :
neita typographia ae dir>
Aos Srs. consumidores
degaz.
Noa armazens do caos do Ramoa ns. 18 e 36. e
na raa do Trapiche novo { no Recife 1 n. 8, ae
rendo gas liquido americano primeire qaalidade.
orecentamentachegedo, a l&ftOOO s lsts de 5 g-
leos, aeaim como letas da 10 o de 5 garrafas: a
em garrafa i. '
Novos pentes
de tartaruga e wass,
com dourado e sem elle,
para atar cabello.
A loja d'agaia branca aceba do -receber osses
pentes do qae as senhorea tanto precisavam para
igaalaraospeqaonos doarido. O sortimento
peqaeno, porm completo, porque tem do tarta-
raga a maaaa, doaradoa a aem o ser. A belleza
o perfeicao delles i difflcil desirever, o por isse
limitsmo-nosa dlzer qae ellea sio do am dese-
nlio novissimo do apurado gosto, o de costosa
eiecacao, na qaal o artista elevoa-se por eos
pericia. Tem ellos a forma de am lago do fita do
centro do qao ae aonhece o feche por meio de
ama nvolla, iaao elem de rendedoe, tanto os de
tartaraga como oa de massa. Agora, pois, qae
apparoco obom.convem qao as lenheras se ne
oemorem em mandar compnr na lola d'igai*
ranea, ru do Quelmido n. 16.
Obras de labyriniho
Nii loje d'sgois branca vendem se teelhss de
eegaiao com bonito* e bem teeldoa lebyrinthoa,
tendo de done e qaatro lado com bicoe o aem
elle ; aaeim como mal bonito* e bem sabidos
bicos Isrgos, o gndea para lencoa, o qae todo so
vende bsrito aviste de perfeicao de lies obras
rests, pols, qaa approveitem esss boa
e dirijsm-se com dinheiro
loje d'agaia branca n. 16.
occaaiso,
raa do Qaeimado,
Vimes
f,rt,B0,,r; 'ndo-se na raa da Meada nomo-
Cal de Lisboa
4$ o barril.
Tem para vender Antonio Lais do Olireira A-
zevedo, no ssa escritorio rae da Craz n. 1.
Southsil Hellore & C, tendo recebido or-
dem para vender o aea crescide deposito de relo-
gios, viato o fibricicte ler-ie retirado do nego-
cio ; convida, portsnto ss peatn qae qniserem
possair um bom relogio de oaro oa prats do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproTeitsr-ao da op-
portanidede sem perda de tempo, pero vlr com-
pre-loe por coromodo prego no sea osciiptorioras
do Trapiche o. 38.
Jarros de porcelana com
banha.
Vendem-se bonitos jarros do porceiena deara-
da com banba fina, pelo admlraval preco do 3
o par, a sam alie a If : assim buto, j so sabe
qaa 4 no raa do Qaeimado, loja d'agaia branca
numero 16._________
dl2,V,Vl5a b"Mr\no"' no Mlairo,
de Misu da boas mideiru : tratar na raa
9* **aalat Do V,
Pao quente.
Vende-so pi da melbor feriaba SSSF, dea 4
horaa da tarde em dianto, na pedera da raa doa
Peaeadoree aa. 1 o8, e ae raa do Rangtl, depo-
sito o. 9, dss 5 em diento ; recebe-ee qualqusr
encommenda por grando qao aoje 8 horas sotes
do rocebimento ; obriga-se a mandar levar ao
logar qaa ao tratar, hjm assim iprompta qasl-
oaer encommenda de bolacha oa bolschinhs por
grando qao eeja em menea tempo da qae qasl-
qoer am oatro por motivo do toda a sis mana-
faciera sor lado por machina,
Rival
sem se-
gundo.
Raa do Qaoimado o. 55, loja do miadosaa de
Joa do Azevede Mala o Silva, conhecido por Jo-
so Bigodinho, est vendendo tado poloe procos
ti sebidos, porm qaem nao soaber tenba a
londsde do ver o qao 4 bom o bar*tisiroo:
Frascos da Lavando maito finos, a .
Ditoa da oleo babosa saperior, a 320 o..
Frescos do egoa do colonia maito fina a
Ditoa de dita grandee saperior, a .
Caixaa com pos cor de rosa para limpar
denles, a..........
Dazla do saboneta moito fines, a .
Varea de bico das libas, eati noreste, a
{.irritis de linha preta maito grande
o tem malta linha, a.................*
Bengalaa do melhor goato, as...
Tinteiroa com tinta maito boa, a .
Barslhos do cartee fraocesas, a .
Ditaa do csrtss portagaezaa maito fi-
naa, a ;.......
Varis do Dts de reliada recortada, a 160
Frascos do benha de arco maito aape-
*ior, e...........
Ditoe de dita transpsrente, a .
Priscos de macaca parola, maito fine, e
Ditoa da dito oleo, maito fino, a .
Varas do fita para tazar aintoe doa me -
lhoros goato, a........
Babado do Porto para todo o proco. .
Labyrinlo maito fino para todo proco.
Barra com phosphoros maito bons, a .
If sesos de linha fina para bordar, a ....
Cartaa de eolebetea superiores a 40 o
Eacovee pare limpar dentee, a 200 o
Cerrileie de retros de todee aa cores, a
Booecas nnaa porm maito bonitas.
_a40................. .
Gravataa de daaa voltaa maito snpe-
rioree e...............................
nosii massos de corel de qnilqeer qaa-
lidade a.................;.........
Sabonetea grandee o mnito fln.'a.".'.'.'
Agolheiroe com agalhaa......
fitaa pera eapartllhoa grandes o pe-
qaenoe a 60 o ....... .
Vares de bico de 3 o 4 dedoe, a .
Caliaa com agalhaa francezaa cartaa, a
unnas am eartoeo brancas a da co-
ree, a.................
806
500
400
600
160
600
80
160
500
160
140
160
S40
600
800
ZOO
100
500
160
UO
80
400
240
320
800
500
120
80
8U
120
100
20
wmm*
sem segundo
""i* Qaoimado a. M ],] d,
ttJoU d Azovodo Hala o Silva, eati
todae u sosa miadaxaa maito h.. .
miodezea maito boaa
Spalos do tranca do lia maito se per!
mae, e
lase
oakor
mladir/. i
qneimacco
e biraiisi -
rea a
o-
^,tot dt !* P" meninoa de pofto a OO a
Paree do boto* pan panhoaa
Ditoa de coree o melhor qae ba i
Tbeaoarai do 6 polegsdia a
Ara preta maito fina (libra)
nSaS fta p"*t6''de perlot >-
Noveiloe do linha qao tem 200 jardas a
dem idem de 400 jirdae i
dem idem de 800 jardas a
Linha do gaz do 10 o SO jardas a trea por
dona 4 barato.
Geixie de folha com pbosphoros a
Cornetas de chifro para entreter meni-
nos a
iATtli*}* i! llnlu d# 10 I"*"
n-J? a Alex,tulr aio saperior a
"o ai!, ," *"t0"' "b# p"10-
Caixaa com colxetea fraacezee a
piteo com phoaphoroa do gaz e
Ditaa com dito de vela mallo aopsrior a
Caixaa com iscas para a ce andar charutos
Dazlas de meias traes maito encorpa-
Dazia do meias brancas a
Dazia do meias brancaa moito unas para
aenbora a '
Massos com grampos de todaa aa qaali-
diee a
Boleas malte finas para guardar diobei-
re, servem tambem para gaardar fumo,
o servem tambem para senhora a 600 a
peqnenas, por4m maito J-
l4i0
40O
340
700
700
40
100
sao
40
60
UO
maito sapc-
T ^'*"M Tll<, no oecriptorio de Antonio
Theeonrae
nesa
Ditas para nnhas tsmbem
ri ores a
Marcas psrs cobrlr.so pequeas, porm
o preco convida a
lili*, h' ""l" e eor, P,r* manlnoa a
rarea de mola* brancas psra meninas a
ua 5"penn" '"**lod" q-
lidadee a
Caixas com 100 snvelopes moito finos a
broza de botoee de Iones pretisdos a
80
0
80
ICO
as ico
40
20
50
iO
28400
1}600
SJ00O
40
6C0
200
ISO
10
ICO
200
500
HOCO
240
Libras sterlinas.
cor elogioe a esta obre, basta e nome de sea ao-
im E"rV ,0r? '"Jimendada, do. volamos
em brochara 10B, eneadenude llg.
Hua da Senzalla Noya a. A%.
Nest'e estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
losas e bouquets
artiiciaes com cheiros.
A loja d'agaia branca acaba do receber lindas
roass eboaqaets artificiaos com agradareis chai-
ros, as qaaes servem psra trszer-ao na mo as
oecBioes de bailes, easamentos, etc., etc., o qae
qui o novissimo, porm de maito gosto, e poses
despeze ; castsm 1J e 19560, e ich*m-ie nica-
mente aa raa do Qaeimado, loja d'igaii brmci
numero 16.
rame branco
para atar craveiros, r.oseixas,
etc etc.
A loje d'sgaia branca receban desse arsme
brinco, caja serventia 4 reonbecije para llar
crevoiros, roseiris, e oatrss pislas nos sitios,
sendo elle de qualidide mni flexivel, e qae nan-
ea ferajs, feaderesalta a malta daracao ebo-
nitezi ; vende-ae a 800 rs. a libre, na raa do
Qaeimado, loja d'igula bnnc n. 16.
Linlus americanas
para costuras de Diachicas.
Vendo-so na loja d'sgaia branca essa forte o
propria linha pira costnrss de michinis, stndo
em carretela de 200 jsrdss, tanto brsncaa como
de corea a 100 rs. o csrretel: ne raa do Queima-
do, loja d'sgaia branca n. 16.
Agoa ecarlate
para tirar toda e qualquer
uodoa
A loja d'sgaia branca receben essa precias e
proveitosa rgoa ecarlate pira tirar toda e qaal-
qaer nodoa e em qaalqaer fazenda, asm qaa dea-
merece a cor da mesms, e nem eixe o mo
encaro que se encontrs em oatres. Ella se torna
lio atil ac alfaistes, como mermo is famillia,
porque ds fslts dalle resalta emita vezes o per-
der-so obrss de velor, o qae agora se pode re-
mediar com a peqaena qaintia de 5J, qaanto
uits cadafrssco : ns rus do Qaeimsdo. loja d'e-
guia branca n. 16.
KeMfiniisaftsfiwae sm:mk
| Nsva loja da bandeira
f que vende barato, gi
ca ra da Cruz do Recife I
!*}* de Uiiudtza*
Ra do Queimado c. 33A.
Especislidades do Rocha.
Brincos a baleo izaes, encarnsdos, brmecs e
pretos psra lato por 1}. -a
nito" orl" b'15C dB t0d" ,,eon"' "'o so-
Brsceletes' a balso 2 e 3*
fortes" b,,a 2 3*C0, ID,t0 aliaa"
Rossssrtiflcists o mais bem acabado qae Um
viedo i i e 3f o pir.
Obras dr> cabello.
Chegeram oibrateletea de cabello ; is csoo
I" ,paT,BI iwa comprar nao tem msis do ese
se drl|irm Etpcrsnc com dinheiro.
Brieeletee de l*co a 5f. idem com 3 peds? a
6, idem com ama cobrinha a 6, idem com um
O I1DI8 $ 4v
Para relogios.
Cadeiae b*m feita* cem chave o mole p^ra
prender no ero do relogio por 8#.
Trsncelins comprldos e forte, os miis bem lat-
ios o elegintee a 8$.
Corea lina.
Botee Se cornalina para panno o pr II.
Ditoa para cellete, 6 por 1J500.
Avalso, un c'oiis 3.
Anosso pedido vlersm pretos para pachos com
Ilstrsa sraness. aniform.s, o ire5o do pir 1.
Variado soitlmento de baldes por pie0 mu.-
tissimo berilo. v v
Perfumaria ioglezas.
Booqaet de napciaa a 2-e 3.
Boaqaet de Lthota a 2 e 3
Boaqnet de alto tnm a 2 e 3-.
Roa* de oaro a 2 e 35.
Boaqaet ae prinferas s &tf.
Bovqaet doe principea a 2f.
Boaqaet de Victoria a SM.
Boaqaet de Aborto a 2ft.
Senoy lind boaqaet por 3$.
Opera boaqaet a 1&50C.
Lerander a 15 e 1;500.
Fraccezas.
Santal (oo ssndslo) 19(00.
JSXhl0'.'; 'a4"?' 'Di'"". ""ine lo-
res de Italia .rosada, etc., por 1, IJ500 e 2f.
*#Tng'i5 r"C0, d0,rd0 "m l6 de erre
jjuu, dem em ceiza de pipelio. a 1J5O0.
roza
^craTos
gicos.
Hanoel Jos ds Foncecs, psrtocips a
todos os seas fregaezee e jantamente so
respeilavel Bausas*o, qae tem grsnde sor-
lmente de regedores, aso da Earopa, isto
vende-so moito bsrato, bahos, bacas,
biobeiro, baldes psrs despejo, bsciss do
senleaps, gamelas psra banho, latas psra
deposito do farinha oo oalra qaalqaer
serventie, canecaa para conduiir agaa,
macbinaa para aale, bibio* para compras;
ha sorlimentodeontraa mailaa obraa o to-
das de diferentes tamanbos o juntamen-
te envernissdss de diversos cores ; rece-
bem-ee encemnsendae o so fabricara I
vootado do aooe donos o jantamente se
alian; a boa qaalidade o perfeicao das
mssmis obraa; ha folha de flandreaa es-
,a1 amJ.er*,inh,, 70 ?aroiz co-
pal 1S200 rs.. latas de arroba i|000
ra., cocoa a 1400 rs., esnecos s 1J0OO rs..
*!50,M l28 "- b,n" gndos a
SOOO rs. o pequeos a 600re., bacias
grandee a 4000 rs. e peqaenaa a 600 rs.
Tado lato vende-ae ne loja do fanileiro
qao por aignal tem orna baodeira na por-
ta que gira com o vento, oata chama-sa
a loja da bandeira.
ewipoiw fmmmmmmmS
Riquissimas gnlias bor de traspasso.
Vendem-so saperiores gollinhas do trsspaaao,
do cambrsia, ricamente bordadas, do verdedeiro
ponto ingles, pelo baralissimo proco de 2a cada
ama (sempre cosUram 4 a 5f) : na roa do Qaei-
msdo n. IS, na bem conhecida loja da boa f.
a dazia de pares de meisa da ilgodio c pira
homons: na loja da boa f, na raa do Queimado
numero 21.
Chapeos deso.
Vendem-se cbopeoe de sol do saperior alpaca
prole o do corea, pelo barato preco da 49 cada
2"i: B*-r"l d0,9Btita*d< M, na bem coohsci-
da loja do boa f.
Vendem-se tachas de
ferro cuado do fabricante mais
acreditado: ua ra do Brum
n. 28 B, armazem de Jos da
Silva Loyo otC.
Escravo fgido*
Desdo o dis 13 do corrite pela tarda acha-so
gido o escravo Victorioo, molato, com sismes
de biiig. no roste, caballo qoisi caraplohaTicB
birba, eattara sbiixo de mediena, om poico
sseco do corpo, (alta dedentes nafrecte do qael-
SsAZC rl";fcolee fi'olro, o alto ladino,
intitula-, forro, anda coleado, costana traisr
am psletot de psnoo, comprido psrs o corpa
d.lle, cbaio defeltro.ora pr.to, ora aciientaoo,
camisa preta e ouiraa vezea branca, deaconfia-ie
qae anda pela fregaezia do Santo Amaro do Ja-
do tacios Murbeca: qaem o capturar oleva-io
raa do Imperador n. 50, primeiro andar, ser
recempensedo. '
lOOjJOOO.
Do engenho Gameleira fugio o earravo Jos
Mm ossiga.esseg3i.Ua: preto, baixo, rosto r"
St'T^ *"ain' bigodo- P ioabeaa
feitoe, de 25 annoe, o com am callo as costas,
proveniente de oms sorra ; oi de Joe Clemema
doa Santos, ns fregoexia do S. Castao ds Rspo"
5L 1" "Ptarsr o levo ao dito engenho da -
Antonio Monteiro de Paiva.oo. oo Becife, ra
.,. Ri""i0 ^ ,oia d'". > J*
recompenaado eom a qaantia aopra.
Fogio no ota 21 de gosto deeto sano, do
engenho Amirogi, de enimaes, do termo de Se-
rinhaem, Loendro, crioolo, eecravo de afinoel
Beserra Cavelcanti, rendeiro do mesao engenho,
cojo eacrevo tem oa sigoses oegaiotea : altora
regular, rosto descarnado, o aa macis altas,
falta de denles na froote do ledo aaparior, pooca
barba, qoiudo olba poxe es belfos pira a frente
falla groase, casccc peqaene, pernae finas, pea
chitos, teodo no estonssgo orna marca de eaosti-
co, o ventosas o prs.e.i..,, fleid# j eonlr,
o livor maliaioaamento occoltedo : roga-sc a
qealqaer aotoridado policial oo capitn do campo
.ffP ? Mo erero. oa noticia ceita ende
oaieja : a treter com o sea sanhor ao dito ense-
oao, oo no Recife com o Sr. Joequim Lois Vf-
?.,-na *" a' P'aia, qae geneross mente sera o
gratifica doe.____________
Fogio
no dio 15 do corrate o escravo Flcenlo maia
conhecido por Eugenio, o qoal repreeenta te, d"
35 a 40 annoa caletera regoler. barbado, tendo
jiaifOM cabellos braoeoe na barba a no ce baca
com principio do rivs, folia da dantos m?-
to. a qoando folie costme transir a testa coma
jeite richida par ter sido qoeimida com calI .
STiitV ? q,t,oi ,a",i0 iM* ""!
m i!* dU ^,B" "'. aUto escravo
t compraio so Dr. Francisco do lego Barreo
arralo, senhor do engeoho Micag da fregaezia
de Santo Amaro de Jaboitio, em ceja fregueiia
dito escravo tem rmlos : roga-se a appreamslo
dalla, lerendo A traveesa do Corma o. 1, segando
andar.
nr


DIARIO M riMAMIDCO, AMADO 1 DI OUTUBiO Dt &s%
Litteratura
Da operago Cesrea debaixo do ponto
de vista reli|ies# e medie, pele Dr.
Jos Soriano de Soiza.
(Conlinaaclo)
O sabio autor das Recktrchet phisiologiquet
sur la ote et la mort diz que o feto nao teto, por
aniai diaer, nada do que caracterita o animal ;
que a toa existentia 6 metmt que a do vcge
tal, que so atacando 16 se deatroe tsa ter vi
va, mss nanea m ter animado, e qoe aisim, na
alternativo di sacrificar 01 oxpor a me a ima
mort quati certa, a escolba nao deve ter duvi-
dota 1 (1) E nao i o pbyilologiita quem falla
asaim, os praticos lm a mssma llogaagtm, e ae-
aim nos diz Velpsan com nm maravilloso eangue
o que o lto nao aioda nm aer huma-
no 1 (2*
O ag moa o que diz oatro medico francs, qoe
aao aabe fallar sanio a llngaagem da da cons
ciencia a da razio. o Or. Deehambre, que em
um deaaea raagos io frequeotes aoi panudoree
Uvms dis c O medleo que toma a grsve rula-
cio do provocir o aborto ou de motilar um feto
para calvar a mi, obedece a um sen timen* o ir-
resislivel.... neaaa hora auprema spparece-
he na consciencia urna luz diente da qual ae
diaaipim como sombras todaa aa obscuridades do
ca'uitmo. Com ama mo ae pesa o feto, mane
inerte, ebuche peine commence, e com a os-
tra pesa-se a mi de familia em plena actividado
sotial .... o senUndo-st a enorme diferenca
que eotre ellos ha, nao te raciocina mai$, nem
si consulta Llgorioi ou Ambroaios, e obedete-se
fi essa tos que manda aerificar a enanca (11;
Finalmente entro n j se falla, cono o Sr.
Dr. Honleiro de Barros, que em asa thae para o
doutoramento, entre outras maltaa com s, diz o
seguinte qae ioimitavel : O feto um ente
dbil, sem sonsciencia, sem intelligeocia. nao se
diatlogulndo do animal irracional seoao pela for-
ma ; e portento (12) ......Pobre feto hamano,
que nao tam maia do que o porco aenio a for-
ma I I Qaando ter eaae feto aqaelle intellecto
que o faz lemelhmU Dess e aos mjoi ? Nao
aoa dizem, mas provavelmeote ha de ser depois
que respirar e mammar I u
Eis-aqai como hoje ae trata o feto hamano.
Podia copiar ainda oatras muitaa citacea leme-
hentec fia precedentes, bastam, porm, as qae
cam para que o leitor fique convencido, de qae
.-aao Improvleo. Adianto ver-ae-ha ainda outraa
bonitas couaas, que com relicao ao feto tm dito
os discpulos de Cabanis.
II
Como 03 philosophot considerara o feto.Este
urna criatura dotada de urna alma racional,
provavelmen te dude ot primeirot instantes
da conceico.Importancia detta doutrina.
Males que causam a tua negando.
Acabanioa do ver no esptalo precedente de
qoe maneira o fet j humano coniiderado por
alguna mdicos da nova eacola pagaa, dizendo
ana que elle nada maia 6 do que urna mana iner-
te, outroe que nao de maneira aigama um ter
humano, ontros finalmente qae nao mais qae
um puro vegeial, ou urna coma qae a nao mere-
ce o oome de broto por caasa da sus forma, pois
quaoto ao mais, nao ha entre elle e o bruto nen
'juma oatra differeoca; em urna palavra o feto hu.
mano na opioiao deaaea novoe atoicoa nao urna
criatura dotada de orna alma nlellectiva. Nao
ponaavam de outro modoea antigos pagaos.
Eis aqu o que sobres crianca nistida e por
oaeeer pennvim oa grandes homens do pigtnli-
310.
A prattea legal do infanticidio entre os anti-
gos, dlzem Termo e Hontalcoo, estiva em perfi-
la harmona com as creng! populares, coitames
pblicos e opiniao doa phllosophos. Em qusnto
a criaoea eslava no Tentre materno nao parten-
cia i familia hamana, e podia-se dispr da sua
-ida sem crime e sem pejo. No livro de Plutar-
co aobre sa opiniet dot philotophot encontra-ss
um artigo com a aegainte epigrapho : A crlaoca
qua ainda est no ventre materno serfi oa nao am
animal ?
Platao dizia qae era um animal, tinha movi-
mento e se nutria no ventrs. Oa stoicoa eram de
opiniao qae nao era am animal dittincto, mas
sim urna parte do veotre da mi, e qua como os
fruttos cahem da arvore depois de maduros,
asiim a depois de oaacida davia-se considerara
crianca como completa. Aisevarsva tambem
Smpedoclet que ella nao era ac animal, mas que
nao obstante tinha vida. Diogenes snstentavs que
ella se gerava sem alma, a com o calor, e que
por itao apeoaa nasca e ealor natural era attra-
hido para 01 palmos. Finalmente Herophilo
coneedia-lhe am movimento nstaral, mss dizia
quo eram animaos perfeitos qaando retpiraram
depoia de nascidos.
Se a crian;a no ventre materno nao partencia
ainda como individuo especio humana ; se o
pae para conserva-la oa mata-la nao toosultava
ssnSo aa suaa convenienaias peasoaes, o infantici-
dio nao era am crime, e por iaao os phlotopho,
cuja moral tanto admiramos, reiommendavam o
nfsnticidio.
O divino Plsto nao quera qae se consentisse
vi verm ss crisncis que nisciam mal conelital-
daa, oucom deformidade, o mandara que se ma-
tassemiodaa qua naacesssm da anio de paea
qae ttoham cincoenta anoos com mes que t-
nham maia de qnarenta.
O sabio Aristteles clsmava qas devia haver
da elle vem a ia tradazlr na pratica, e sahindo
das estolas eaU balaca -ae na sociedad a. Elt-
qui a razio por qae a pratita lo aborto provo-
edo, da embryotomia tanda a generaliaar-se
hoje.
Mas o feticidio medito ni* a a nica cont
quancia da do trina do feto-planta. Esta osean-
daloia dontrina nio fleando i nos livros para
aso doa mdicos, nem 00 recinto daa academias
onde diseatida, e sustentada pablieamante, pat-
ea logo nituralmenta Si crengai popolare, e o
resaltado pratlco done entino 6 o aborto, e o n-
fsnticidio, crimea qae tem aagmentado eonelde-
raTelmente com 01 progrettoi da modarn civi-
lsimo pagla, de qae tanto te orgulha o nosso
socalo (2). Com isio nio qaero dzer que as don-
trinas shyiologicu tejam a anica unta do'aug-
mento doa crimes de Infanticidio e de aborto ;
por qae a indlfTeranca religiota oatrt nio me-
not inflaente, mat ae nio 4 a nnlct cama, in-
contattarelmente ama dellas.
Poraqai, poit, v-te quaoto pagia e prejudi
cial a heresia medica do feto planta, a quaoto
convm ter lembrada a verdadera doutrina da
egreja cobre etse ponto.
A egrejs catholica qae como diz o apoatolo,
a columna e o firmamento da vtrdaie, eempre
eosinou, que o Uto ainda cootldo no Tentre ma-
terno urna cultura dotada de nma alma racio-
nal, creada para o cu, o por iaao aempre tere o
aborto como um grande crime. Quanto porm
ao lempo em qae Deas crea a alma e a ene ao
embriio ; aobre o qua os pbilosophos, theolo-
gos a mdicos teem discutido.
Sabe-ae qae Ariatolelea Da va o tempo da tni-
mtcao aos quarenta das para os fetot do aezo
masculino, eaoa oitenta para ot do femioioo, e
ena opioiao domiaou as eicolai pouco mait oa
menos at o seclo XVII. Compre entretanto no-
tar qae eaia desarazoada opiniao nio era abra-
cada por todos, nem quanto ao tempo, nem quan-
to a diitincQo que Aristteles admittia antro oa
aszoi, diitinccio qae, ilm de aer falaa liden-
la ; e aaalm sgaos antigos doutorea da agreja,
como S. Basilio, nao queriam que ae fizessa dis-
lincc,io entre o fito animado a inanimado, o di-
ziam que a alma era creada no mesma instante
da conceico.
S Gregorio de Nyisa era tambam da meama
opioiao, e diiia que o bom eeoao nio podia da-
miltir que urna couaa inanimada tiveaae forcee
para mover-aa e creseer: Enim vero pot'etlorem
etse originem animarum, ipsasque recensores es
se corp-rum cemposiUone, memo sana mente pre-
ditus in animum induxerit : cum manifeslum et
perspicuum sit quod nihil examinit habeal in se
vito movendi parixer at que creicendi. (3) 8. Ca-
zarlo tambem pansiva do mesmo modo, Ion je
dlzia ella, eiam mihi velii ab illa retiliat opi-
nione, quod corpore posterior sid anima.
O celebre P. Zachlai, e o illaalro aator da
Grande Embryologia aagrada ensinam qae a aoi
ma$io tem lugar no mcamo inatante da conceieio.
Tal hoje a opiniao commum ootre os theologoa
a oa medicoi. O aabio arcebiapo de Reima diz:
< Nio faiemoa diatlnccao nenhuma entre o feto
animado e o Inanimado, poia qaeparece-noa mais
provavel que a anima;ao teaha lagar no metmo
imtinte da tonceigio. (4)
o pidre Debreyne, aoutor em medicina da la-
culdade de Paria, auatenta egualmente qua o feto
6 animado desde o momento da conceieio. Se a
vida do homem, diz elle, cesta apenas a alma te
separa do corpo, poda-ae crer que ella tambem
come;a deade que a alma ae ano a elle por mai
pequea e rudimentar que aeja a aua forma. Ora,
desde qua o ovalo fecundado, o qae tem lugar
no meimo inatante em que cooaummado o acto
da gerago, comed a creseer, e aa cresce por*
que vive, e se e vivo porque animado ; logo
o germen humano recebe a alma no mesmo Ins-
tante da coneeigao. (5).
O profeaaor Cazeauz, posto qua apologista do
aborto provocado e da embryotomia, diz qae os
progressos da sciencia tem ensinado que o germen
recebe o principo vital, o sopro divino no maamo
ioatante da conceico, e qae nao poiaivel aob
eite ponto da vista admittir nenfturoa differenca,
entre a crianza que acaba de nascer, e a que ain-
da ta no veotre materno, entra o feto do nove
mezes e o ovlo fecundado fi algumas horas. (6).
Apenaa o licor seminal se pe em contacto com
o vulo, apenas a virtude activa da sement vi-
ril obra aobre a morera passiva foraecida pela
mulher, isto deade aqaelle myiterioio instinto
da conceijo, comeg logo o ovalo a morer-se, a
erescer, e por tinto a nutrir se, pois qae aem a
natrlcao i impostivel o crescimento e o movi-
::
Eft o qat a razio esclarecida palo analoo rell-
gloio demonstra quaoto a antmacle da ete. Pa-
raca, poli, ineontasUrel que adontrlnadoa que
anatnam qae a anicaacio aa opera no maamo loa-
Unte da cooeeicto vardadeira, segando oa prin-
cipios rasionaat; mu entretanto, per mate ra-
eotval a bem fondada qae aeja eemelhante don-
trina, tampra aujelta s disputen dot homem.
O que, porm, vardade ioconcaua 6 qae o feto
quando anda no otero tem ama alma racional,
porqaa aasim o anana a egreja.
No tenlo XVII corra not llrrot a reipeito da "r
Qaanto lio terli maia loavavel qaa O profoi-
tor fram ez aniaaa a eaa tos a dot homene ee-
rloe, par t dar gragea 1 Dona por ter ejodida a
esa pip ido. qae hoje lio miseravelmaou se n-
ealta, a Ivrar a Earepa da barbaria do ialamla-
mo a aal rar daita eorte a ei'ilieaclo europea,
qno aem alia tarta Otado enfocada debaizo do
craieent T Qaanto nio corla mala digno da nm
espirito ivilieedo, como o de Ciseeax, o ren-
dar homjanagem a eesea grandes papas qua tio
poderow mente contrloulram para aquelUa aem-
pre fam eee victoria de Vieona a de Lepanto ?
Para ) omans ingratos e eontaminadoa do mfiu
etplrlto do scalo, ae crazadaa hio da aempre
ment ; ora, o movimento.o crestmento e a nu-
tricio tio actos vitaes que s perteneem ao ser
vivo. E porque razio aquelle ovalo, que antea
paresia completamente inerte cornaca agora a
goiar diquelle predicados; em virtude de que
crasa daquelle estado de inercia passaetie ovalo
ao eatsdo de vid, estados lio eontrarioi e diffe-
rentei?
Evidentemente nao ae pode dizer que ello por
ti podease pasear da ioaigao ao ecto, porque
abaardo que urna cousa inerte poasa tornar-so por
ai em oatra que antea nao ara ; logo easa muden-
ca nao ae pode operar aeoio em virtude de nm
agente extrnseco ; esse agente, ease principio
a alma.
Com effeita, aem admittir ama alma impoaii-
rol explicar-te porque aquelle vulo materia pee-
iva tam movimento o crescimento, poia a mate-
ria i por sua natureza coodemnada a inercia, e
portento abeolatament incapaz de mover-ae
nma le que determinaeae o numero de Glhoa que por ai, e se elle ae move nio pode aer aeoio or
te devia eonaerrar, o que toaos oe que ee gerat- obra do espirito ou d'alma. Por iaao dizia Aria
aem alm deate numero foaaem ezpellidos pelo totolee que o priraeiro inatrumanto da virtude
aborto antes que tireatem movimento e vida. E, motriz o espirito : Pmum imlrumenlum vir-
o som Plutarco nao era o tiene o fi essa pratica. (1) ut'i motricit est spiritus.
animacio do feto a aegainte propoeigio : Tidelur
probabile omnem /artnm quandi in tero est, (
carero anima raiionali, et luncprimum inciptre
eamdem habere cum parhur ; ae eonseeuenter
dietndum innullo abor\u humecidium commMe.
Ora, esta propoaicio nio comente fot condemna-
da pela faculdade de theologta da Loralne, e pela
clero da Franja, qnc dizia aer ella nma propoai-
cio escandalosa, errnea, infunds homicidas et
parricidiis ttrocitraniit apta, como o papa Inno-
cencio XI formalmente a fnlmlnou. Logo dlzer
que o feto qaaodo alada 00 ulero nio urna crea-
tara dotada d'ama alma racional sustentar nma
doutrina heterodoxa; logo 01 medlcoa que pro -
voeatn o aborto, on mutilam o foto commettem
um verdadeiro fetlciJio, qualquir qoe ae] o pre-
texto com que ae qaairam desialpar ; logo, como
diz o bario Dunot de Saiot Maclou, matar acien-
tifleamente aempre maWr, e entre o craniotomo
do medico e o panhal do aesastlno nio ha ne-
nhuma differeoca.
CAPITULO III.
Do pretendido dlreito de matar o feto que se at-
tribaem alguns mdicos.Erro doa que pre-
tenden: encontrar em eertoa tutos biblicoe o
fundamento dease anpposto dlreito.Rajetelo
de alguna argumentos do profeeeor Ciseauxem
relacao a preaeota questio.Prova-ae que e
prattee da embryotomia 6 contraria ao entino
positivo de egreja.
Vimoi precedentemente que a crianza era con-
siderada entre 01 pagioi como ama cousa quo
portando ao pae, e que portante eate poda faser
della qaanto quera para aatiifacio doa aaus fina,
podando expo-la, vende-la, prendo-la, ac.outa-1
com varee, entrega-la aoalnaia daros trabalhoa,
e at mata-la 1 A lei das dote taboas eatabelecia
qae o pac tinha direito de rida, de morte e de
venda cobra aeai filhot legitimot, e formalmente
mandava que oc pace mataaiem ot filhoi que nas-
cesiem gravemente deformes : Endo liberes jut-
tie jus vUce, necit venumdandique poleslas ti
esto Paler intignem ad deformitaltm puerum
cilo necato. (Tab. IV.}
O cdigo onde Uea coaeaa eram coneigradaa foi
publicado pelos deiemviroi quatro eeculoe e meio
antea de Jesae Christo. Hoje dezolto seculos e
mole depois do niscimento do Redemptor do ge-
nero hamano pratende-ie exhumar aquelle bom
direito, o p lo em piatlea I Somonte aqai ha urna
difieren;, qae hoja eeie direito de vida e de
morte em vez de pertencer eo pae, cabe ao me-
dico parteiro, que pode tambam matar o Uto na
niacedoero, ae o jalger conveniente.
Um afamado parteiro allemao doa noeeoa diae,
Naegel, eacrevea ama obra intitalada: De jure
vi'a et necie guod compeM medico in partu, e
ahi p em urjo todos oa teutreeureoe para de-
monstrar, que o medico tam o direito de matsr o
Qlho para salvar a mi. (8).
O profeasor Cazeaux partidario da opiniio de
Naeleg.em laitentacio de pratica da aborto pro-
vocado ae estriba nos argumeotoa do porteiro al-
lemao. Acompaobemo-lo naata discussio.
Todas aa forcee de Cazeaux, como aa de todos
01 deUnaoree da barbara pratica da mutilado
do feto, ee dirigem contra doua principios fun-
damentaee que eervem de baie fi tranquilidad
publica a a moral social. Eitea prtactpios sio :
1. Non occxdes; i." Non faciamut mala ut evt-
nxant baa.
Vejamos agora como Cazeaux procura achar
nos livros santoa exceptes fi aqaelles dous prin-
cipio, para dabi eonctuir qua o medica pode
matar o feto. Comeca elle referi do a hiatorii
de vanos homicidio de quo talla a Biblia. Moy-
se matando umaypcio, Phineat commetteodo
um duolo homicidio para viogar um adulterio ;
Jadilh matando Holophermes. Taessio os exem-
plos de que ea serve Cazeaux para moitrer que
o preeeitodo quinto mandamento nao deve aer
tomado em sentido abaoiuto, e qae por tanto o
medico pode mt>r a crianca Innocente I
Ora, todoe caaes factoa, e moltoa outroe da mea-
ma natureza que ae acham na Biblia tiveram um
motivo particular, que nao pode ser julgado por
nos ; traduzem todoa am deaigoio de Deaa com
mu tltoa fine para que potiam aer conhecldo
de ne, e te como te deve crer, e como ensinam
S. Thomaz, Bergier e outroa doctoree urna ina-
pira;io diviaa foi o mobil doisea aconUcimentoa,
nada ha ne'.les a reprehender, e multo menoa
com elle se pdem alguem autoriaar. Todas se-
ise mortea foitia por ordem de Oeus sio multo
justas e legitimas, pala Deas como aator da vida
a pode tirar quando Ihe approver, e quem ae
atrever a dizer qae injusto acto daqaelle em
qaem a jaiti^a tem o eeu fundamento I Na qeel-
le que eoberanamento justo, diz S. Gregorio,
nada ha de injuato : Nihil injuttum quod placet
jutto.
Nio me aeria diffi.il, analysando cada um doe
exemplos citados pelo profetsor de partos, moa-
trar quanto todoa elle sao dlaaimilhantea eom o
caao que se discute, maa iseo na faria calendar
maia do que me convm ; beata pote dizer qua no
caso de feticidio medico trata-ae de ama creatu
ra innocente, o q ae nao d* em nenhum dot
casos.citados por Cazeaax. Ora, a ests queatio :
in liceat inaliquo catu interficere innoetntem ?
reepondem toaos oe moralistas com Alagoaa ;
Non, niti exmandata Dei, qui ut dominus vi\a.
E de que maia preclaa o medico calbolico par-
obrar conforme 01 principio! di moral chrlataa ?
Pialando ao preceito do apoatolo das gentet :
Non faciamus mala ut eveniant bona, diz o pro-
fessor o eegainle :
o Este preceito encontr um tolemne damen-
tido naqaellai cantas creudac qae eneangueota-
ram o mundo... poato que tivetsem por fands-
monto um pretexto ftil... nessas axecucee ca-
pitaea qua ae autoriaadea reconhecem aer neces-
aariaa... e em todas ae calamidedea do campo da
oaroaridade, oa goerraado pretexto! fu-
le ; ca ia para o homem recoahecido e obeer*
vedor li iparcial alia aereo aempre consideradas
V
. n
ea da actual elvlliia$ao earopoe.
ilMltlt d' '" n,t""" ,ni0 ?! f0M|- rdi perolcioio, a crime caplM. vielo qe
daradoe como am acto lo|nato evidenla que lende dlre;Umenta perde de cria8. q.e MtS
" treasoreiedp am nm Uju.to Vi*;Soy\~,7f*\t\!o'?m^
teceor. Oree ooe 6 permltttdo svatot orna innocente ; o que essenclalmante am gre.
Pnnaaua elle nio poda
Ora
peeeoe pire cooservacio da noaea vid, qaando mal.
eiiei um tryueto meqremor; mu oa nao con- BWrtl de 1648, (181
trarlo fe lele de jaetic, qaa o feto ea gew em Ku col que eetaa el
me mulher cuja bada i rxai ectreit, nio I causam tedio i certn
Feito no colleglo de Navarra
ejae
am
oda
aoa 55 da
ttecea eneommodam, a at
t peaioa, qne proclamara a
Se boje mallos medicoe nio peneam fi reepeito
Assim, polt, te o ovalo apanat fecundado
co-
du criancat de nm modo differente do qae pon- ""S* cre"er e a mover-ae, o que ningaem po-
savem os antigos pagelos, nao pois detarezoado de ne". Prque deade eate instante elle
qae estes ee d onome enovospagaos. Aquel- v%vo> ,e T tambem evidente que anma-
le nio trepidevam em mitar ai crimen, ou em do> Pfqonto a alma quem vivifica o corpa do
expo-lee, qne o metmo, cttet tambtm nao he-, hoiBn'. mo Deut vivifica a tai alma, e aisim
sitam boje em camigtr-lhci a cabes com o ce- 'llD ,omo dix tublime doator da grigi, a
phelotribo. I Tida do corpo, como Deaa a vida d'alma : Yivit
Um. vez edmittldo, qaa o feto nao nm eer da '2?!"!""* d9anima *""et vivU anima
mea de te. (7).
dt matlltcio do feto ame cooeeq.tncU lgica, augmentado Y relio d.1 MCeogr.phT oEe"
e nem deve caviar admlncio qae o medicoi Uittca med.t. 2* p. 93.)
planto, prati-fv W, DUI de enim. cit. por Cengiamila. (Em-
ie or aua co.!brt,0u 8a8"d. P-26Ed. doabbadaDloouait.)
u, por que, eo- j4j Bou.eet. Theologla moral, t. i p. 278.
eee rapporli
etpecie humana, e qae qaando ee leva aobre elle
o ferro nio ee deitre eenlo am vegetal, a pratica' .'Jv.l \ a' '/ .?'' Bo"dH>. o nume-
... ,-,-.. B '.p,c r daa aecueicpee de ofeotic dio e de aborto tam
1 nma coneequancu logice, augur-'
idmirecao qaa
que profeinm a theoria do feto
quem aem heelttcio a embyrotomi
mo diz jndiclotamenio certo eatriptor, nio ha (5) Eieai aur la 1 ior. (
erro qae permanece ne regiio da tbaorie ; urna avec 1 phyeiologie p. 181.
" vez admiltidonm erro especulativo, cedo oa tir-' 6) \ 9 rnlaiorlo sobre o aborto provoca-
\^c^.Riherchu,,p.K.Edi.aodo t^XZe^X^ fmSSSs^
U) Catem med. de Porte. 1852, n. 27, de no- feto nao 6 am aer hamano ; entretente^J? Sai
vembro. Villaneuve Memoria cobra o aborto tB,"x Ia9 reconhece que o foto tem ama alma
proodo, 1853, p. 39. aeonselhs tambem a embryotomia. Nioeoeom-
(14) Thaoe cobre a Embryotomia, p. 4. Rio de preheoderia tal conlradicio em tal profeoeor.ee
Janeiro. 1852. si nio aoubeeee qae o erro eempre Incooee-
II) Hiatolr. de. enfint. trov, p.30 v.Umbam \&S^SSS!: ^^ q" M' "-
Gaume* 1-7! iVffSSK MW 'bb,d* dU0-' Mm0 V"-H,nlonl
. como
Stahl, dlztam qaa a alma iotellectiva
preexiit
Como oeiolmigoa da agrej nio eecolhem oe-
caalio, I non logar para oMeode-la, a at em um
aacrpto puramante|medlco lhe atirem injnria a
dotttoa, nio ee julgarfi fra.de propoaito qae ea
timbera me aprovelte deiU oecaalio pare clter
fi respailo dea crazadaa o jalzo de nm homem
qae posto teja padre calbolico, nio ae lhe pode
coate! ar a eompetencie ne philotophia da his-
toria :
Longo de ee coneiderar ea erazadee como am
acto da barbarla ou de temerldado, diz o eibio
Bilmi, ellas sao justamente tidee como ume
obra meatra de politice, qae etiegaroa Inde-
pendencia da Europa ; craoa pera os povoi ens-
taos u 11a decidida preponderancia cobre ot mu-
eamacoe ; fortificoue deaenvolveu o espirito mi-
litar i as oicoes europea! ; commuaicon-lhea o
sentimento de fraternidade que Uz della am a
povo : deaenvolrea em muitos sentidos o espiri-
to hu nano ; contribua para o melhorimeolo
do ealado doa vaaaaloa ; preparou a total reina
do fec laliamo ; creoa a marinha ; deaenvolveu
o core mercio e a lodaatria, e detta sorte deu um
podar >ao impuleo pan adiantar pordlvereaa vies
a canaira da civilieacio. )9) Emquioto o filho
iogr!.oa refletem na gravldado da iojustica com
que atacam a mi e a mestrs da civiliacio de
qaegiaem.aem saberem d'onde lbee veiu, exa-
mine ooe brevemente os oatros argamentoi do
prole sor de partos.
Se ouve infelicijdali na eico'.ht do exem-
plo d ii crazadaaguerras licitas contra oa in-
fleis 1 limigos ds psznio houvo menoe e res-
pello das execacoes espitaee ordeoedaa pela au-
torid de publica. Como poealvel em verdade
comp irar urna execucao capital ordenada por um
tribunal eoutr um criminoso, o exeeutada por
am ct rrasco, com morte de am innocente pra-
tic*di por um medico pela ana aotiridade priva-
da, o 1 eom o apoto de algans collegas ?!
Qapr-se e todo a forea aehar em falta o pre-
ceito do apoatolo, e ei-loa qas ae apreeentam
em campo com a queatio da pena da morte. O
profeitor da partoa coohece o oentimentaliamo
da poca, e por iaao nio te esqaeceu da execu-
Cio doe crimiootoi ordenada pela juatica pu-
blica.
Ente direito de morte nio pertence aenio a au-
torldado pablica ; tem aids deede o origem daa
tociedade|reconhecido{comoneceseerlo elegtti-
mo. el seguido com perfeitofaceordo por todos os
P o 'os do aniverao.
A eicriptara amia, a tradlccio e a egreja, fiel
interprete de embat, tem tempre ncoohesido
etae dlreito como legitimo. Nao le 4, diz o ti-
bio ibbade Icart am i povo ni hittoria doa lem-
pos panadoi nam na hiitoria actaal daa aotie-
dades, tone nao teaha admettido ene direito ;
tem sido meit oa menos temperado em aeut ri-
gores igaado o ezigia a conitltuigio do palz, e
a aua moralidade ; maa sempre e por toda apar-
te ae pebaoa que aa lelt nao teriam ama sincero
lufficierJte contra_certoi crimea atrozee, ae a ca-
pada del juatica nio podeaee ferir oa malfetoree.
Aqaelles1 que hoje em dia pedem a abolicio da
peona d morte, parecem ae compenetrar mais
do sentimento de commiaerac.io peloa culpa-
doa, do qne do rerdaieiro zelo pela dofeza do
innocentca. 10
Ser-me-hla fcil oxpor aqu mil teitemunhoa
valiosoa em favor da legitimilade done tertlvel
e myiterioio direito, eo a autertdirerrnhrlli^,
a mattra da moral publica j oiotiveese allad;
maa nio obelante ae me re'ovarfi citar o qae dii
am homem, que o celebre cardeal Beaearton
chama o mais santo dos sabios, e mais sabio dos
santos,
c E' permittldo matar 01 animaei, diz o Dr.
Angelice, por qae aao desttaadoi pela naturera
ao uso do homem, poii o imperfeito tubordl-
oado ao perfeito. Ora, ease genero de relacio
exlate entre a parta e o lodo, por coneegalnte a
exiitencia daquella eitfi eabordinada a deata ;
por isio vemoi que ea nio hesita em amputar
um membro qaaodo a comervagio do corpo o exi-
ge, por qae eate membro gnngaenido pode
communicaro mil aos outroi. Mas todo o in-
dividuo est pera a aociedade na maama relacio
em qae a parte est para o todo ; e auim ae am
homem perigoao para a aociedede, ama me-
dida \t>at>eJ a salutar livrar a totiedade della,
aflm de por ene meio ettabelecer-ie a conten-
cao da bem conmam ; am pouco da fermento,
diz o apolllo, corrompa toda a mana. H
Eie aqal qaal a liogoagem doa grandea ho-
mene do chriitienimo ; e qatl foi o doator
chriitio qat jfi diese qae era legitima a morte
da pobre langa com o fim de atllidade privada,
nem meamo com o de ntilidede pablica ?
O que acabo de dizer daa execucee capitiee
pde-ie tpplicir fie mortee pratitadaa no campo
da batilha, qae ee pretende oppor eo Non facia
mu mala. Ora, pira qaa ettai calamidades
do campo da batalha fotiem nma violceo ao
precaito do epoitolo, caria miiter que fossem
um mal moral, am crime, porque do contririo
nio tei como dizer qae sao um mal para obler
um bem. Se a gaerra legitima, ae delirada
pele chtfc do Ettedo, te motivada por ama
caen jaita, a felta conforme o direito da gen-
tes, ella aatorieada por le divine ; a portento
nio podem eer nm mal. Cumpre alada nio
rgumentot em que te fnodam os ft-
cidia medito.
A loteeeio com qae o medico pratica a nati-
legao do feto boa, dizam oa apolotriatoi deesa
barbara pratiea, e auim como ee mulilicoea o aa
terldea que o medico diariamente faz, nio eoosii-
tuem um crime, como teriim te fossem feitt por
outraa mi, asim tambem a morte do feto qua
o medico faz com intencio de aalver a mulner
nao poda ser criminoee.
Ora, qaem qne alo v a grande deuemelhen-
;a qaa ha entre os doas caaos, que melttioa-
mente ee pretende comparar'!
Qaaodo o cirargiio se decide a pratlear ama
das operacoia que se apontem, a tm om vitta
a conaervagio do doeota. a quem elle prosee, o
por qaem aceite, a aesim qaando ae pratie,
verbigralia, ama ampuUc/io de braco para ae!-
vira vida do doeote, fas-se locooteatavelmeota
urna boa accao, pola sicrifleando-se urna partv.
qua j nio ple eervir ao iaiUiluo, nio ce tem
oatro fim que a cooaervagio do todo, poia como
praetdectameote vlmoa o Dr. Aogelico dlzar, a
ex'stencla da parte eat aabordinada a conaervi-
cio do todo.
Eotretinlo na embryotomia nio sobre o cor-
po da mulher que ae dirige a operacao, maa prin-
cipalmente aobre o da crianca, qoe ee ecdfica
direciamen\e pare diminuir oa perigoa qaeamaa-
c,am a mulher. No primeiro caso o medico salva
urna vida ame;da de perda eam prejadiear a
catrera ; 00 cegando pelo contrario oscolhe eotre
dan videi ame, e a aicrlflca em bem da outn,
pronuncia urna Beatones da morte, que elle maa-
mo a executs, e ene direito de etcolba qu
Ibe contestado, e que elle certamente nio o
tem.
Ninguem nega que a intencio do me'ico aej
maito boa, muito louvavel; mal nio biata que
a ioteogao eejt boa para que o acto final dalla
poaia matar aem crime nm lojuato aggreaeor,
qaa a peuoa atauda nio lenha abaolatimente
outro meio pira ae livrar do aggreaaor, aioda
qaando o atecado aoffra algam damao.
E' exactamente ieao o qae ee nio dfi no caeo
de que ae trate, porque a acieacia o Efe rece fi eeee
mi outro meto de poder aalrar-ae o jantimeo-
te a eaa filho ; eate meio a operacao cacarea.
Mai eaea operario maito perigoe, dizam 01
defeoaorea do feticidio-medico ; verdede,
ama operario muito grave, maa nio essencial-
mente mortal, por mete della podem aer salvos
mis o filho, come o prova a expriencie de por-
to de tree aeeuloa, e portinto ae ba outro meio
nio pode a mi reclamar o dlreito de legitim
dafeza. lelo poito, o argumento qae coneiite em
convertor o feto em tajasto aggrettor Improce-
dente, quendo nio foaae Inadmlialvel no caao de
que ae trate.
Pere demonstrar as coosequenciee a que ae
pode chegar com 1 observancia rigorosa do non
ocides, o profenorC'zeauz figura o caso em que
a muiber recoce aoffrer a operario cenre
Neite caio, dase elle, que faria o medico, que
obedeceodo ao 5o preceito, si lombrar qae nio
calvando aquelle que polia aalver o mata :
Quem non servaste, dum potuisti, illum occidis
ti f O medico nio querendo fazer a ambryoto-
mia, e abandonando a mi aoi recurioi da nata-
reza entrega dous Individuos e ume morte certa,
quando poda motilando o feto i*lver quasi com
certeza a mi, portento, conelae Caziauz, neaie
ceso o medico ae torna culpado da morte da
mi, poli legando o texto sagrado elle foi quem
a matoa : Illum occidieti. (il
Recooheco que ocaio propoito ipertidiisl-
mo, muito proprio para amargurar o corecio de
todo o medico dotado de eeotimentos verdadel-
ramente catbolisoi. Mea tambem penco qae nio .
hi?dP0n 21521X2" elhollco.M P" "i ttcuo se na e.peeie a intencio boa tala-
nir deiie sem onenaa da aua consciencia. Rea- vaauoto a mulher
bitalha; e entretanto, conclne Cazeaax, todaa uqaeeerque nat gaerrea oanca ce tem por fim
una couasi fazem-te ut eveniant bona.
Diixando de parte aa expreaaoea peradexaea,
perfidei e grqueirii empregadaa pelo profet-
tor de partos, que nio lervem meit do qae pera
mostrar aa eoctradicc.5e e aa laclas que ce dio
00 aeu eipirito entre a verdade a a mentira, ve-
ja moa ae com verlade 01 templo apontadoa
podem aervir de feodamento, on ee quer de ji-
tilieac,ao fi eiae eeppoito direito de qne ee pre-
tende ermar o medico contra a innocente cris oca.
Em verdade precito nio ttr ergumentoe de
valor pare lencar mi de meioa tio fracoa, de ex -
emploa tio desparatidot. A' que vem ateruzadaa
a que irnicamente ee chamam pwrrai santas ?
Naoforam porventura guerrea jeatee. legitime e
aurtaadae pelo poder competente ? E de mate oe
Qlhoe de M.homet eram porventura cr'oeai
innocentes como aa de ceje morte ee trete t Hi
oa pode haver tal cegaelra de tntelligenci, qae
aisemiihe fictos tao deuimllhaatca por tus ne-
tureza I
Nao ; nio ponvel, a o impulso dt moda
podarla levar Cizeaaz a frezar pera aaui 11 cru-
zidas. E moda fallar contra aa crazadu, para
atecar o isus heroee, o aie porqaa trouierem-
nesaoceso.
na ssmente, e passiva eom acta na formacio do
novo aer, o qae am erro, oa antee urna haretii.
O que a philoeophia chriatia, e o aeu principe S.
Thomaz d'Aqalno aoeioam que Dae crea a al-
ma no meimo iniUnte em qae a ane eo corpo.
A alma reelooal nio pola, girada, mai creada
por Deu: Anima ralionalis non teminaiurper
coilum ; diz o llvro dot dogma eccleiiaalicoi at-
tribuido a S. Agostioho. (V. a phlioaophla cbrltt
do padre Ventura, t. V p. 416.)
(8) Nio me fot ponivel oblar a obra da Ni-
gale, msa un falta me fot am verdeda poaeo
eeaaivel, porqaa Csteaax, te rotatorio qae u-
t"eu cobro o aborto provocado, reproduzla oe
Bolletim de academia 1.171851.)
mtir innocentu.
Qee tem pote essai regrn de commnm oa de
nmelhante com a morte de urna criatura criti-
cada pele eutoridade privada do medico ? Oe
cidadioi qee jaranm obediencia ao podar.publi-
co aio moralmeote obrigadoa a pagar oes arma,
e marchar pareo campo da batalha ; mat quin-
to ao medico, quem o obriga a empunhar o cra-
niotomo contra o feto f
DeungenadO! oa defenioruda Embryotomia de
encontrar noa teztoa biblicoa fuodamsot ao ex-
travagante dlreito de vida a de morte do medico
em relami ao fito, abandonam eaae terreno ; o
ei-loa agerradoe ao principio da legitima dtfexa.
Un para iaao s.r precieo converter o pobre fe-
to em ini'uz'o aggrusor, niohesitam diente dea
ea ebsardo, e accuaam no de vnatrieia I Eie a
crianca que nio tem uto da razio, e portento aem
vontide livre, tranaformada em aaaaaaino de aua
propria mia I
Nio ee pode comprehander como ceje ponivel
comparar a creanca, que a mulher trec em cea
ventre, e qae volantariamente garon com am
injusto aggresior. Seria talves mait racional di-
zer qae ena creanca, que nio tere nenhuma cul-
pa de quo eaa mi contrahleee ame nnlio pare
a qual nao era apta, qaem poda reclamar o di-
reito de legitima|defeta em aao favor. Com effaito.
eaaa creao;a tem inconteatavelmente dlreito de
viver, o de deunvolvor-ae cegando ae lela di
tai n- tarozs, e ninguem pode dizer que ene di-
reito pone eer. luedo em beneficio da outrem.
Sa a vida, e o duenvolvlmento do feto ligan-
(9) O proteetaolamo comprdo t. 2o p. 58
1U Coura d'ioattruction religieuae. t. 3. p.224 v
timbem o Poder Pablico do P. Ventora, p. 8*
pde-ae ver a bella argumaoticio do lnelioe
Bslai tobre t pena de morte no protutintli-
mo comparado, lit. 2. p. 106.
II Som. theol. 219 q. 14 art. 2. v. Do Feticidio
fwtn P9l b*""J D*n* S' M,clou" P-65.Ttrit
ponderel ao argumento precedente ixpooloaia-
ceremente o qae ea feria te me vine em tiet
conjancturat.
Animtrii a mulher por todoa 01 meios que
me fossem pouivel; lbe ferie ver qu por meto
da operario ceiarima ella poderla eelver a aaa
fidae a do aeu filho ; fallar-lhe-hia de exemplos
de mi heroicn que te reiigosn lo; toffrer pelo
intereiee da vida de aeua fllhos, Deua aa tinha
recompesaado parmlttlodo qae ambos eo eelve-
aem. Aconaelharia a familia e particularmente
a aeu marido, que lhi fieeeem no mesmo sen-
tido, encorajando-a a praticar aqaelle grande
acto de herotimo proprio de urna vardadeira mi.
Nao me eiqaecerla de chamar am auxilio os
coaielhoa de um paire, qae deveria fazer ver 1
mulher em confiao, oa em simples coaveraa,
ae trines conaequeneiaa que aaa teima podaris
ter a reepaito de aeu innocente filho, que irla
morrer tem 1 grece do baptismo etc. (14)
Cim ene meio eeria muito difflcil que um
mae digaa deaae nome.ae nao reiigoaese a aof-
frer a operario ; ma emfim ae por urna perver-
sio da mtureza decebida ella pereiatitsa em seu
egostico proposito, entao ludo quanto me reata-
rla a fazer em beneficio da pobre criar-ri seria
adminiatrar-lhe o beptiamo pelo melhodo intra-
uterino ; (14) e feito talo, a deixaria entregue a
Deua, qe me prohibe manchar ae maos com lan-
ga 3 do innocente : Sex sui, qua odii Dominus,
el septimun detestaiur anima ejus ; oculos su-
blimes, linguam mendancem, manus effunden\es
xnnoxium sanguinem. (Ptov. e. vi v. 16 e 17 ]
Hte o medico, que aisim obraaie, nio poderie
aer accaado pela morta da malher? E como ae
llvrarta daa ceoeuraa do aeue collegee? A' pri-
mera accunrio reepoaderei com o Dr. De-
breyae, diiendo que nio foi o medico qaem
abindonoa a muiber, mai que foi ella propria
quem ae eotregou fi urna morte quasi tnevitavel,
nio denso do llbirdide ao poder d'arte, oque as-
sim toffrcu 11 cooiequeocitt di policio terrivel
em qe voluotiriimcnte ae eollocou ; e por tan-
to nem o medico nem a medicina podem aer ac-
cuaadoi : a desgrana deve aer a imputada fi
vontade de muiber (15j.
Qaanto fie censuras doa collegas s direl que,
aos cees; --2 Je a autoridade reiigioaa diz
Nao e a eciencia, ou antentalguo homene del-
les dizem Slm o medico ctholico nio tem
que heeitar: compra o aea dever, abaize a ca-
bege, deixe pisur o jaizo doa homem, e epere
pelo juizo de Deus.
O medico citbolico nio deve eiquecer-tt de
que em caso nenhum permittem ee lei di mo-
ral religiota, qae te mate urna ereatura inno-
cente. O preceito : Znnocenlem non occidei, eo
innocente nio matar, abaoiuto, oae admilte
exc.3p5.10. A theologla catbolice ee pronuncia
claramente aobre eele ponto, e diz que nem e
autoridade publica, nem privada, tam direito pa-
ra matar um innocente, anda metmo quando a
morte deste prodazitte nm bem publico : Nun-
quam ficet direct innocentem occidere, sive au-
toriate pricala, sive publica, etiam ad bonum
publicum procurandum ; est enim actio intrin-
sice mala, et divina lege expresse prohibita (16).
Pin que eemelhaatt acta fue licito, leru pre-
ciso qae fono Uito por ordem di Deui. que ee-
nhor da vida. Por iaio, em reipoala fi queatio :
Serfi permtttido matar directameote a um inno-
cente ? S. Affonao de Ligorio reapoode : Directa
intenHone, et ecienler nunquam ice, niii Deus,
omnis vi a dum us, concedan.
A prohibicao do 5' preceito ci menoi ge-
ral e absoluta am relacio aos que podem aer ob-
jecto da morte, < porqae, diz o Cithecitmo de
Trento, nao ha ninguem, por mait balza e b-
jacle que aoje a aua condlco, que ae nao aehe
comprahendido no rigor do preceito. (17)
Por aqai, pois, -se quinto perigosa e er-
rede a opiniio doa medicoi, qoe dizem qae pre-
ferem a muiber ao foto, porque eile e de pouco
valor, aendo am ente dbil o fraco.
Em 1648 foram 01 doutores de fa theologta de Par consultado sobre a aegainte
qwestio : Se sitando urna muiber com dorea da
parto e em tal perigo que julga-se deve necee-
seriamente morrer com seu filho, mai que, ez-
tnhiado-ae o feto ( o que ae oao pode fizar sa-
neo malando-o) ple-ae aelvar a mi ; ae em
tal cato terfi permiltio extrahir o feto mitan-
do-o, tendo eido entec biplindo no veotre de
mi ?
Eie-aqul a reapotti que tirerim o conial-
taotei :
< Ni abaixo asilgnadoi, doutorac em tipolo-
ga da faculdade de Paria, aomoa de opioiao que,
ae se na > pola extrahir a crianca aem mata-la,
nio ae o deve fazer, porque aeria commetter um
peccado mortal ; e em til caao coovem obeervar
a roixlma de S. Ambroiio, 3 de Offic. c. 9 : Si
ateri subvenire, nisi laia\ur, commodius eet
neutru7i>Mi7are. Perle, 24 de ebril de 1648.
a O doctores di faculdade de theologla de
Perii de ciaa de Nivarra julgam que o aobradito
(12) O Dr. Villeaeuva faz ooaervir com multa
razio, que o texto citado por Cizeaux como aa-
grado, nio ae acha em parte aigama doa llvroa
santos. O texto que citaee, diz Villaneuve, um
azlome de direito, o tenho lido com variante,
como por examplo etti : Occidit enim quiquie
eervari poteti, nec terral. Or 01 texto isgrado
nio apreeentam ta variante ; logo o qae citan
nio um texto aegredo, nio tem por conseguio-
te nade de divino, nada da obrinatorio. De l'a-
vortenant provoqui ote. p. 15,1853.
(13) Se oc mdicos julgam, diz o cardeal Boue-
tet, que a operacao ceaarea necetsaria para
calvar a mae a o filho, deve-ee exhortar a mu-
iber a tubmttter ie com conflioc a relgoic/io,
apreiantendo-ie-lhe 01 motivo que forem met
proprioe pire resolva-U- Mea o coofeetor pru-
dente, qualquar que aeja a aua opiniio a roa-
pello de qaeetio tio delicada como ule, nio de-
ve obrigsr a mulher eob pena de neger-lh ab-
aolvicio ; pola que, auppondo meamo qoe ella
foaae obrlgada a aoffrer a operario, oovm dei-
xe-la na boa f. Theelogia moral t. 2 p. 51.
1858.
(14) Vida no fim deite eccripto oeppendlce co-
bre a validado do biptlimo iotre-uterloo.
(\5) Tbeol. mar. daa eme repporU avec la
medicine, p. 234.
(16) Gary. Compendiam theol. morolio. 5* ed.
t. i* p. 168.
(17) Nemo proreus ut, qui hac lege t>s ene
non pouii. Si vero inspectan^ur. qui iwerfi
ciuntur, aa* omnte hosc lex neninct ; nec qu\s-
quam ut toen Anmifts et abjeca eofiditioms ho-
mo, quin Ugis hujus vi defendanur (Cathec.
Rom, Do Qaint. pieect, a, ya.).
. quaoto a ostra peaioi ella
lntrinticemente mi, o por contegninte o reealti-
do do acto nio pode aer moralmeote bom. Se a
intencio pode torar mi ama accao que de eue
natureza boa, diz o aabio Goniaet, ama atrio
mfi nunca ae pode tornar boa, nem meimo d -
culpevel ;ela pureza da intencio, poit como an-
ana S. Piulo, do devemos fazer nm m>l para
obter am bam : A^on faciamus mala u\ eveniant
bona. Portanto, conclue o meemo theologo, um
acto nio pode ur mortlmeote bom aeoio qaando
o for ao meimo tempo em relscao ao tea obje:-
to, fie clrcumstsncisc que o acompaoham, aem
relacio a intencio daqaelle que o pratica : Non
es ac io bona, dtz S. Thomaz, nist omnei boni-
tatet concurrant; quia quilibe sinoularie de-
/eclm causat malum ; bonum autem causatr ex
\n\egra cawa (t9). Em vlele, pula, de doutrina
ds theologta calboiica aobre a intencio dea ai t
humanos, ple ae concleir que a pratica di em-
bryotomia moralaiente mfi, nio obalinte a boa
ioteocio coa qua ae a pratct.
Finalmente, oe medieoa francezea defensores
da embryotomia parece qae confiando pooco ni
moralidede de pratite, appilltm pira o exemplo
da Inglaterra, oade. diz Cizeiaz, a mutuario do
feto praticada todos os das um hesiKaco, e
entretanto, dix aerapra Cazeauz, a Inglaterra oio
menoa il/itetrada, nem menos moral do que a
Franga.
A' eise argumento responden o Dr. Vllleneuve
tao acertad imeote, quo tenho por molhor ctalo
qui integralmente. Por favor, dis elle, me nio
oppoDhsm como examplo a pratica doe parteiroa
iogleze, de cojo sentimentos morees ninguem
davids ; mas posto que sejam mui reapeliavei
qurote aoa aeaa amtimeoloi peaoaea, tem etaes
bomena a lofelicidade de eer mu coneiqueates
com es suee doutrina religlosse, qae em vez de
ser baseadi do fundamento ioabalaval do prin-
cipio eaiaocialmeat conaervador da autoridade,
nao aisentam senao na areia movedic, da liber-
dede do ezame, leto oa anarchie religin,
lima moral vacada em aemelhante molde,qualqae.-
qae aeja a aiaceridade doa que a praticam, nio pode
deizar de aceommodar-se todoa oa caprichos do
espirito humano, i mobilldade doa intereaaee da
autoridede poltica, que abiorvendo 01 dout po-
deres, espiritual a temporal, tem obrigadoo pri-
meiro a aubmetler-ae ao aegundo, e a eonaidera-
-h'ije fo-"H?, bMtttl em meterla religiosa, o qua
bootem ae tioha como iocontestavelmenta tn-
dfipentevel, como ainda fi pouco se dea 4 rei-
peito do baptiemo, que era reconhecido como um
sacramento ilispensavel, mai qua jfi hoje nao
mai, depoia qae cm nomo da rainha lord Jobn
Ruel decidi que ae podia muito bem penar
tem elle (20).
Em viita da que ae acaba da ler, nio ae pode
eonceber que medieoa cathollcoa queirem tomar
como ezemplo ae dctrin da Inglaterra am urna
queatio, que ei'enciafmen'e urna quet\o mo-
ral.
O parteiro iogleze que mutilam o feto en
heiitac/ao, aao comeqaeote com 01 icui princi-
pio religloeo eobro 01 dogmai do poecedo ori-
ginal, e da regenerado do homem pelo aacra-
mento do biptlsmo. Sa acriance nio tam pec-
cido, e nem por comiquete praciiio do baptis-
mo, que muito queaquellee perteiroa o muti-
iem todoi 01 din um huiUcio ?
Eotre n, porm, que, gracaa fi Dtai, temos 1
felicllade de pertencer a vardadeira egreja de
Jeaaa Chiisto, e que cremoe como dogma que ti-
doi 01 homem sao coocebidoi a nettem com o
peccedo de Adi (II), e qae todoe oe que nio re-
naecem d'agua do Espirito Santo nio podem
eotrar 00 reino do cu : Amen digo Ubi, ni qui
renalui fuerii ex aqua, et Sziiritu Snelo, non
polest iwroire in regnum Dei. (S. Joio. III. 5 1
entre na digo eaiet perolcioio principio nio
podem prevalecer, a devem aer regelladot ebtj-
lutamente como contririoa verdade.
Sai qaa a doutrina d matilscio do feto, vae
tomando ezteoeie no cempo de aciencia ; qea
mesmo na Frang a muuUgo pratieade muitae
vezea, aitim como j entre n ; ni qae ena
pratie immorel e herbara entinada noi livros
de pirteiroa reapeitaveia ; mu tambam tai, qae
apezar de tudo ieao nao ae lem podido fazd-la
adoptar aem muito eacropaio, e que oa Franca
como em outree partea ella tam encontrado va-
leottaadverearioa como Stoltz, Villaneuve, Le-
bleu Bourgois da Toureoiog, etc. E' tsmbem
nbido queem varlae academiae da Europa e ma-
ma pratica tem oecaiionado viva diieniiae, e
tem aempre encontrado noa aeloi di anemblia
madicee homeoa geooroeo e natrido eom os
bons principios, que lhe hio fe to eearrlme guer-
ra, de modo qae a pratica ingleta anda nio po-
de domiotr todoa oa espirito, nem com o poder
de Deue jemeia oa dominar!.
Pan homena da bom eeoao bastam asna dis-
putie, eiees contesteces e contrariedades, para
qoe coohegim pelo menoa qae e pratie* da em-
bryotomia contm alguma cousa de centrarlo aa
bom eeoao, e a moral religin.
Quando a eciencia, diz um jadieioao medico
no apraeeotar am prece t>. oa nma lei contra-
ria fi religtas, devemos ter por corto qua etse
preceito ou essa lei contm o erro.... Ora, que
vemos fi reipeito d queitio di embryotomia t
Nade de poiitivo, nade da fizo ; por toda a parte
cootradices o ineertezaa catre oe primeiro per-
teiroa. V -ee um r pellindo com cnergii, ostro
eniimndo com legursnge a doutrina du Mci-
dio.
Ora, cootio o meamo etciiptor, no meio
dene conflicto, niaaa queatio, qae 4 cbrete do
una queiUo de moral, que ha de mai aeguro
de melhor, e de maia lgico qee eegair o camiobd
Indicado pe moral e pela religiao ? Que ht de
maia racin! qua adoptar-u a cooaoladora dou-
trina qae eegare a vida do feto, a ealva mutis.
vezea a da mi ? faTonitewr 9t HoyHeaux )
-.
ifio.'.8' vm; Pf,lq,,e <> cco-chem. p. 364.
1694. Vllleneuve, loe. cit. p. 16 ; e o Bjrao da,
Seint Micloa. Filicidio med. p. 82.
(19) Theol. mor. t. 1 p. 17.
(20) Do Aborto crovocado, p. 36.
(ti) Ezcept9.a Bemavectureda Virgaes Mari
cooeabida aem maaula do peccido original .- Si'
ne labe originaliconcepta. Jeremin foi iact Ace-
do mtea de naecer : Aniequam exire de vulva
tanUcavi\e. (Jer.), como S. Joio Baptita : b\
Szirim 5ancto revfeii.ur ad* hue ex ulero ma-
tria cu*. (Lea. I, 15), maa ambos foram, como
aie todu oa oatroi homene, concebidu no nec-
eado. A iraei da lar tldo concebida aem pecca-
do .6 fot dada 1 Abollo qoootUvooMS;
pa ur mi de greca ; atoter Diviny grata.
PMAMlCQ--liriDli|1f.lif 1(t flLfl
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