Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09951


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Full Text
y
y
XXXVIII. 1DHER0147

tres efadUiUdti 5f 00
tre bc-.e:i veacidos 6J00O
EXCAKstgAtM DA SUttSCHlfVAu uyAunle,
Parahyba, o Sr. Aniooio Alexand.-ino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Mirqa.es da Silva;
Aracaty, o Sr. A. da Lomos Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Oliveira; Maraoso, o Sr. Joaqaim
Marques Rodrigues; Par, Maooel Picihsiro VI
C; Amazonas, o Sr. Jsronymo da Co la.
ENCARREGADOS DA SOBSCB.IPC O DO SOL
Alagdaa, o Sr. Clasdlno Falseo Dia; Bahiai
S. los rarlfni Aira; Rio da Janeiro, o Sr
f ola PartlB Martina.
EPHEMER1DES DO MEZ DE JUNHO.
SABBDO 28 DE JOMO E IIS2.
i
Ptr no adiaatadt* i 9J00O
Parto frmtaMtsabseriptor
*
' PaKTIDa US COKKEIOS.
Oltoda todos oa das at 9}i horas do dia. I ,t /rjtfi
Jguarassti, Goianna, e Parahyba naa segundas 5 Quarto crescento os 2 minuto da mariha.
a sextas-lenas. 12 La cheia an 8 horia e 35 minuto da man.
S. An*%, Betftros. Bonito, Caniar, Altlnh*l18 Qnto minnU M,3i miailot d, urde;
a Garanhena as lercM-feiras. !<. n. ,
L. Pio.dUUn, Nartrelh. Limoeiro, Brejo. Pea- K l" noYSta3horss 35 niatos da Urde
SBira, logazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,I
cefaleas quartas-eiraa. PREAMAR DE HO.
Cabo, Seteeaem, Rio Forrooso, Una, Barreiroa p o hnp .0 mi_-4M*. ,,..
ARuaJr^, Piffienlolras a Natal quintas feiraa.iPritt,,r0 M 3 hor? e 42 mi"t0 *
oecorremanarteni aa 10 horaa da manha Segando ai 4 horas e 6 minutos da manha.
PMTE OFFICIAL.

GOVERNO DA PROVINCIA.
Pela secretaria do governo coo"id.>-se oa
Srs. mdicos que quizaren ir prestar os servidos
de sua arte na provincia do Cear ont.e reina o
cholera-morbus a comparecer na mesma secre-
taria onde se rao contratados com as condiccoes
seguales:
1.a Seguir para aquella provincia,logo que lbe
or ordenado, dando o governo transporte de ida
volts e comedorias a bordo ;
1.a Vencer a gratificarlo diaria de 20$) desde
a dala do embarque at celebrar o contrato de-
finitivo com o presidente da mesma provincia ou
at o dia do aeu desembarque nesta napital, ae
nao ae effectuar esse contrato.
Secretaria do governo de Pernambuco 23 de
junbo de 1862.
Joo Rodrigues Chavos.
anua ana
N. 536.
O bacharel Hanoel Francisco Correia, presi-
dente da provincia de Pernambuco.
Paco aaber a todos osseus habitantei que a as-
aembla legislativa provincial decretou e cu sanc-
cionei a resoluceo seguinte :
Art. 1* Fica aberto um crdito supplementar
de 50:0209650 res para que o presidente da pro
vincia possa occorrer devida mente tsdespezaa
com as verbss especificadas nos seguinles para-
graphos:
1* Expediente da aecretaria ds
presidencia. .-.....J123480
2* Dito da repartido das obrss
publicas........... 360S00O
3o Dito do consulado provin-
Sellada
secretaria
junbo de
itada a presente resoluQao nesta
erno de Pernambuco, em 23 de
Joo Rodrigue Chaves.
a Ka. 5do livro 5 de leis
pro-
Registrada
vinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 23 de
junho de 1862.
Fortunato da Silva Nev.
. 777000
14:2993174
14:79990i
48399x0
2:3103080
1:3165444
4:'3123249
2I097C9
. 10:3683630
as leis e ilisposlces
Reparos das obras publicas.
Eventuaes :..,..
Promotores Aseses. .
Colle
Escriv
Embregados do consulado,
le bebidas eipiri-
H Forca p'oliciai '. '. '. '. '.
Art. 2* Fioira erogadas
em contrario.
Mando,, portento, a todas ai autoridac es quera
o conhecimento execuQo da present resolucao
pertencer, que a cumpram e acaoi camprir, to
inteirameote como nella se conlm.
O secretario desla provincia a faga cu mprir pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco.21 de junho
de 1862. quadragesimo primeiro da inlependen-
cia do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Correia.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta
secretaria de governo de Pernambuco,?:! de junho
da 1862.
Joo Rodrigues Chaves.
Registrada a lis. do livro 5* de leis provin -
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, aos 21
de junho de 1862.
Fortunato da Silva Nenes.
N.537.
O bacharel Manoel Francisco Correia, presiden-
te da provincia de Pernambuco.
Feco aaber todos os seos habitantes, que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
8aoceionei a resolucao seguinte:
Art. 1* Ficam concedidas quatro loteras de
120:0009000 reis cada urna, a Sauta Cm da Mi-
sericordia para pagamento das despezss j feitas
com otratameolo dos enfermos pobres, remetti-
dos pela policia ; cinco ditas de 120:0003000 reis
cada urna, sendo duas para as obras dn matriz de
Garuar, urna para aa obras da matriz de S Den-
t, urna para as da matriz do Bom Coi se.no, e a
outra para as da matriz de Boro Jardini.
Art. 2* O presidente]da provincia (ara exlrabir
as loteras de modo que em esda anuo corram
pelo menos oito partes das loteras concedidas
favor da Santa Casa da Misericordia desta cidade,
e ostras tantas das concedidas para as obras do
gymnasio provincial, teodo preferencia astss e
es demais para a exlracco o restante da lotera
de 100:0009000 reis concedida pela le n. 370 aos
religiosos franciscanos de Olioda para os reparos
da igraja do respectivo convento.
Art. 3 Pica revogada a lei n. 50z de 29 de
malo de 1861 e quaea qaer disposicoes em con-
trario.
Mando, portanto a todas as autoridades, s quem
o conbecimento e execuco da presa ate resola-
Q3o pertencer que a cumpram e ficam cumprir
to ioteiramente como nella se conten.
O secretarlo desta provincia a fa$a ia priaiir,pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, era 21 de
junho de 1862, quadragesimo primeiro da inde-
pendencia do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Comia.
Sellada e publieada a presente resol ucilo nesta
secretaria do governo de Pernambuco, m 21 de
junho de 18o.
Joo Rodrigues Chaves.
Registrsda a fl. do livro 5" de leis provin-
cises.
Secretaria do governo de Pernambuco, 21 de
juaho de 1863.
Fortunato da Silva Nev*.
LEI tyS39 DE I O JCNHO DE 1862.
"O baeh/fel Msnoer-^fMKis'co Correia, presi-
dente da provincia de Pernambuco.
Fago saber lodosos seas habitantes, que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
saneciooei a resolucao seguinte :
Artigo nico. O presidente da provincia, des-
pender pela renda do exercicio de 1862 1863,
a quantia de 1:7163217 ra. por pagamento das di-
vida de exercicio fin dos constantes da relagao qae
acompanba a presente lei, revogadas assim a
lei n: 458 de 4 de abril de 1859 e quaesquer dis-
posi;es em contrario.
Mando, portanto, a lo Jaa as autoridader i quem.
o conheetmento e execucao da presente resolu-
cao pertencer, que a cumpram e far^am cumprir,
tio iopslramsnte como nolla se conten.
O secretario desta provincia a faga imprimir,
publicar o correr.
Palacio do governo de Pernambuco, em 6 de
junho de 1862, quadragesimo primeiro da inde-
pendencia e do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Correia.
Sella e publicada a presente resolucao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, aos 23 de
junbo de 1862.
Joo Rodrigues Chaves.
Registrada a fl.... do livro 5S de leis provio-
craea.
Secretaria do governo de'Pernambueo, 23 de
junho de 1862.
fortnalo da Silva Nev*.
1739608
89840
198880
13J075
22S400
89080
8j310
98560
319200
35$89
' 59400
153400
4J920
N. 538.
presiden-
\
O bacharel Manoel Francisco Correi
te da provincia de Pernambuco.
Faco saber todos os seus habitante, que a
assembla legislativa provincial decietou e eu
anecionei a resolano seguinte:
Art. Io Ficam approvadaa as reformas feitas
ao compromisso ds irmandade do Sanissimo Sa-
cramento da freguezia de S. Lourenco da Malta,
ebem assim o compromisso da irman lacle de N.
S. da Paz, da freguezia dos AffogaCos comas
segurles emendas.
1* O art. 15 seja substituido pelo que se se-
gu:
A mesa geral ser composla de 21 irmaos, in-
clusive ojuiz e msis empregados da mesa rege-
dora ;_ e no caso de que oa prlmeira e segunda
reuniao se nao possa completar este oimero, po-
de r ella fanecionar na terceira reunio com
qualquer numero maior de 16, com tanto que
baja um numero d irmio* nao empregados na
mesa regadora superior aos membroi presentes
flesta.
S 2o No art.' 16, em lugar da palavra sppare-
Sm d'l-seapprovaco.
8* Ao art. 2 emflm aesreacente-nesslva a
liypotheie de se nao poder reunir o o un ero ne-
cesssno para haver mesa geral, devendo oeste
caso a eleicao ter lugar oa terceira resurto com
o numero de irroaos proscriptos no art l!i.
4 No art. 37 aupprimam-se as pa larras con-
fesar aoa oossos irmaos e ,u fa'0ji|H. .
Mando, portanto, a todas as autoridades quem
o conheetmento e execugao da presente resolucao
?.IJae "T05 e f,cs* cumprir, tio
tetramente como nella se contem.
O secretarlo deita provincia a faca imprimir,
publicar e correr. imir.
^Pi5i0 d0#0Tern9d P?"mbc,!!2 da junho
de 1862, quadragesimo pnmelro da ic dependen-
cia e do Imperio. *
L. S.
Manat fnncitC9 Correia.
Relacio da divida de exercicioa findos, a que se
refere a lei b. 539 de 23 de junho de 1862 que
autoras o seu ptgameoto:
Instruccao publica.
los Victorino dos Sanios, vencimen-
.tos como professor-ioterioo .
Antonio Estanislao de Carvalho, expe-
diente e aceio da aula.....
Miguel Archaojo de Mendoogs, idem
Joaqoim dos Siotos, idem ....
Pranciace Manoel Bzerra de Vascon-
cellos, idem........
Manoel Joaqotm de Oliveira Maciel,
idem...........
)uvenci de Barros Correia, idem. .
Seguraoca publica.
Subdelegado de Timbauba, lares para
o quartel do destacamento. .
Alteres Joaqun) Alves de Kreitas,
dem...........
Gapito Manoel da Cunha Wenderley,
idem...........
Joaquim Antonio de Vasconcellos,
idem......:. v. | s- .
Subdvlegado de Ipojuca, idem .
Joaquim dos Santos Figueiredo, tdem
Sustento de presos pobres.
Joaquim dos Santos Figueiredo. .
Joaquim Correia de Reseode Reg. .
Viava e herderos do coronel Joo
Jos de Gouva.......
Viuva e herderos do capito Domin-
gos Alves Branco Muoiz Brrelo. .
Viuva e herderos de Jos Carlos de
Souza Lobo.........
Delegado de Gsranhuns.....
Culto publico.
Padre Manoel Theotonio Pereira da
Costa, coogrua.......
Padre Manoel da Silva Soaza, idem .
Padre Andr Corsioo de Araujo Pe-
reira, idem.........
Fre Alberto de Santa Augusta Cabral
de Yaseoocellos, idem .
Padre Agostioho Godoy de Vascon-
celos, guisamento e fabrica .
Cobranza, arrecadacao e fioalisagio
das reodas.
Guarda do consulado Antonio Manoel
Pereira Vianna, gratificarlo, jubi-
lado...........
Antonio Mximo de BarrosLeite, ven-
cimentos eventuaes. .....
Antonio Concibes de Macedo, resti-
tuidlo de decimas......
Francisco de Souza Guerra, aluguelda
casa que servio de quartel do desta-
camento da Villa-Bella.....
Dionisio Jos Corris, idem idem de
S. Bento :...:....
Manoel Alves Pereira, idem idem da
Varzea......... 15JO00
Subdelegado de Ipojuca,idem idem do
mesmo lugar........
Joaquim Antonio de Vasconcellos,
idem idem de Bezerros.....
Anua Pereira Lelu, idem idem de
Afogados.........
Mauoel Peres Csmpello Jacotne da
Gama, idem idem de Serinhem .
Subdelegado de Timbauba, idem idem
do mesmo lugar.......
Viuva e herdeiros do coronel Joo
Jos de Gouva, idem para acadeia
de Cabrobd e Buique .
Dr. Tristio de Alencar Araripe, idem
idem do Ex........
Delegado do Ex, idem idem do mes-
mo lugar ........
Antonio dos Sanios de Siqueirs,idem
de Buiqee.........
Manoel Joaqnlm Rodrigues Lima,
idem de Tacaral......
Olimpio Theodoro da Silva, luzes para
a cadeia do Barreiros.....
Joaquim dos Santos Figueiredo, idem
Delegado da Escada, conducho de
Presos.....,. s
Agostioho Ferreira Bello, idem .
Manoel PinbeirodeCarvelho, algema.
para a cadeia de Garanhuns .
removido, visto serem all necessarioa es seus
servicos. >
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
por a disposico do Dr. chefe de policia o (ecruta
Jos Raymundo dos Santo*.
Dito ao inspector da theiourarla de faxenda-
Transmitto a V. S., para os Qns convenientes, as
inclusas contss em duplicis da despeza do hos-
pital militar no mez de maio ultimo.
Dito ao mesmo.Pela verba soccorros pu- .
blicos mande V. S. pagar ao director da col- blda
na mtirtar de Pimenteiras, conforme soliciteu c
em officio de 10 do corrente. s qoanlis.de 8flfjGfJ.i mis
por elle despendida com o aluguel de dous ca-
vallos que conduziram de Oameleira at aquella
colooia a aegunda ambulancia para alli enviada
para o tratamento do cholera-morbus. |
Dito ao mesmo. Em vista da conta junta em
duplcala, que me foi apresentada pelo director
das obras militares, msnde V. 5. pagar a Sebas-
tiao Jos Gomes Peona Jnior a quantia de rs.
783500 importancia de urna bomba de japy por
elle collocada. no poco existente oa rea do quar-
tel da compsnhia.de artfices, afim de conduzir
a agua precisa para o banheiro construido [unto
ao mesmo poco. Communicou-e so dirtor
das obras militsres.
Dito so mesmo.Communico a V. S., segundo
participou-me o capitao do porto, em officio de
23 do correte, sob numero 72, o secretario da -
quella capitana Joaquim Pedro Brrelo de Mello
Reg, reassumio naquetla dslao exercicio desea
cargo.
Dito ao mesmo.De conformidade com o que
solicitou o Exm. presidente do Rio Grande do
Norte, em officio de 14 do corrente, reeommendo
a V. S. a expedilo das convenientes ordens pa-
ra que naa repartirles fiscaes sob sus jurisdiego
seja executada fielmente a dlsposico do artigo 2*
junto por copia da lei numero 622, promulgada
pela assembla dsquella provincia em 23 de abril
do corrente aono. Igual a thesoursria provin-
cial, e communieou-se ao Exm. presidente da-
quella provincia.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. para seu
conhecimento e difeegao, que segundo partici-
po u m g o brigadeiro ~commandante das armas,
em officio de 23 do corrente, son numero 1,230,
forara mandados recolber ao stimo batalho de
infantera a que pertencem, no dia 21 deste mez,
os soldados Deoliodo Jos de Santa Ano, Simio
Estelita de Almeida, Jos Francisco dos Santos,
Antonio Pedro e Ildefonso Gomes Sosres, que se
achavam empregados na enfermarla dos cholen-
cos, os dous primeiros como ajudantes de enfr-
menos, e os demais como serventes, visto j nao
serem necessarios os seus servicos.
Dito .ao inspector da thesoursria provincial.
Communico a V. S. para seu conhecimento, que,
segundo consta do officio do secretario da assem-
bla provincial, Joaquim Pedro Birreto de Mello
Reg, datado de 21 do correle, sob numero 54,
foi elle designado para receber dessa thesouraria
a quota votada para o expediente da mesma as-
ubla, Gommunicou-se ao referido secre-
imj Vatouna fiueTBHUfo.
* Alagoas i 5 c 20; para norte AUDIENCIAS DOS XKJBftAt
.14 e 29 d cede tt.
fARTIDA DOS OStHIBVS.
P Reejf.
DA CAPITAL.
rribunaldo coromereio : segundas e oajlnln. '
Ufe: .; de Olinda is 8 da m. e 6* da t.j de Fazenda : quintases 10'horas.
b di "i: A\Ca*ai^& V*r:"* Jnlxo dl> commerclo : segundea ao meio dia.
Vcr?o^eo,%TM. 4. 4 lii '! d,,,i,rphi0,: Ur5 '"t" ,0hlw"-
Jjf, 5 1|2 e 6 da f para OHnda IMT Prlmeira ?ara do
Ipr da t.; pare Jajtoato 1$ 4 da t.; pera
%Jariia s 4 1T2 da I.; para Bem
civel: tarjas extaae meio
___OOT' "* we.s. ros deFaria A Filhn.
LAS LA EBUj*A.
23 Segued*. S. Joao sac. r6. Edeltrsdes rainha.
1 lerca.t^ Naselmelito ee-S.Joo Baptista.
m Quarts. S. Guilherme ab. ; 8. Febrnia t..
26 Oumla. Ss. Joo e Paulo irmos rrjrn.
29 Domingo. S. Pedro e S.'Paulo app.
ASSI6NA-SE
-X
avise, deveodo. Vaec. se J nao o
,ndar abrir concurso para o provi-
to dos sobreditos officios e dos d
tribuidor dasle termo, obtervaD-io
leis e avisos m vigor e enviando
peclivo edital para ser reprodusido
Wat"
'Dr. Gustavo Balduino de Honra Ca-
ew!o-- dispensareis es seus servigos
mares a vista daaeltwiai noticias rece-
:eraa .do estadojjdfepidemia. rtiaanlfl
,*9*&tmtth6V*Wt fiad e seeeoss-
reer>lwe a ssta"capltal>-
? camate manicipal dp Reeifa.Atten-
e Bxpoz a cmara municipal do'Re-
fficio de 16 do corrente relaiiva-
emitacao das lojas da praca da Io-
ia rnencfoQjdas no citado officio decla-
puja cmara que mande por ooramente
em prfrjr^a referidas lojas, servindo de base a
nova arrematado os preros offerecidoS.
Dito cmara municipal de Pao d*Albo.De-
claro a cmara municipal de Pao d'Alho que
approvoa arrematago da obra do novoecongue
dessa villa pele quantia de 2:4959000 rs. men-
cionada no sev, officio datado de 16 do corrente ;
devendo a despeza com semelhaote obra correr
pelas sobras das verbas de que trata o art. 18 da
lei do orcarnento municipal vigente.
Portara.O presidente de provincia, atten-
deodo ao que requereu o secretario da capitania
do porto desta provincia Joaquim Pedro Brrelo
de Mallo Reg, resolve uonceder-lhe 3 meses de
hcenca com vencimentos na forma da lei para
tratar de san saude.
Dita O presidente da provincia conforman-
do-secom aeroposta df),Dr. chefe de policia
interino D.-988 de 23 do correte, resolve consi-
deras) teb elTeito a portarit de 5 deste mez, pela
qul foi Joo Ignacio de Medeiros Reg nomeado
primeiro suppienle dp subdelegado do districto
de Magdalena seajendo da rreguezia dos Affoga-
dos. remela parir eise cargo o cidado Thom
do Reg Barroa.
Dita.O presidite da provincia atteodendo
ao qite requereu 'Jos doa Santos Silva Jnior
resolve corrigir o sega no qut ae da aa portara
de 28 de abril ultimadeclarando e.ue o nome do
quartq supplenle do juiz municipal e de orphlos
nomeado para o termo de Garuar o que fica
cima mencionado e nao Jos Antoni.dos San-
tos Silva Jnior, como por.equivoco se disse ns
sobredita portara.
Dita:O presidente ds provincia atteodendo
ao que requereu Antonio da Molta Silveira J-
nior, resolve corrigir o engaso que se deu oa
portara de 28 de abril ultimo, declarando que o
nome do 5a suppleote do juiz municipal e de
orphoe nomeado para o termo do Limoeiro, o
que fica cima menciouado e oo Antonio da
Motla Siquaira Cav'alcaote/Junior, como por en-
gao ae deu na sobredita portara. Cemmuoi-
cou-se so chefe de policia.
100g960
139g000
779400
2389720
199360
69200
509000
259000
89333
69111
299920
39111
559555
409287
151J733
18SO00
269550
I59OOO
29666
39667
169000
II39OOO
I29OOO
169000
I59OOO
20S000
n.
889560
79380
259800
lOgOOO
taro.
. Dito ao,mesmo.Transmiti a V*S parasen
conhetimerito e direa'o, copia, nao s dcofficio
que me dirigi o director da ropprtico das ob*o-L
pubtics, em id do correle ob 11. 129, mas tam-
bem do termo de contrato a que elle se refere
relativamente & collocaco de 1:900 palmos de
linhas na obra da coberta do gymnasio provin-
cial.
Dito ao mesmo. Traosmilto a V. S. para o
fim conveniente a inclusa relaco nomioal dos
Srs. depulados. que comparecern! s sesses da
assembla provincial, desde o 1 at 21 do cor-
rente mez.
Dito ao mesmo. Autoriso a V. S., em vista
de sua ioformaco de hoje sob n. 362, a man-
dar pagar ao foroecedor dos presbs pobres da
casa de detencoJoao Carlos Augusto ds Sil-
vaa quantia de 1:8799512 dispendida com o
sustento e dieta dos mesmos presos no mez de
maio ultimo, como se v dos documentos que
devolvo, e me foram remettidos pelo chefe de
policia interino com officio de 17 deste mez
968.
Dito ao mesmo. Certo do contedo do sen
officio de 21 do correte sob n. 357, teoho a di-
zer em resposta que spprovo a arrematado do
calcamento das roas do Sebo e Trempe feita pe-
lo baro do Livramento com o abate de 30 por
ceoto no valor dos respectivos ornamentos e sob
fiaoca de aeus bens.
Dito ao commandante do corpo de policia.
A' vista de sua ioformaco n. 276 de 23 do cor-
rente, autoriso a mandar eicusar do servico da
scelo urbana do corpo aob aeu commando o
guarda Joo Francisco de Jess, sendo este sub-
stituido pelo paiaano Jos Carlos Cavalcante Los
que foi para isto julgado apto.
Dito ao director do arsenal de guerra.Trans-
miti a V. S. para seu conhecimento o incluso
termo de exsme, do qusl consta terem chegado
provincia da Parahiba os dous csixoes para ali
remettidos no vapor Jaguaribe, e que os artigos
nelles coudos foram todos encontrados em bom
estado e em numero exacto.
Ditoao mesmoTransmiti a V. S., afim de
qne d sciencia do seu contedo sentenciada
Carlota Lucia de Brito, as inclusas copias das
quaes consta o resultado das diligencias a que se
procedeu na provincia da Parahiba para o desco-
brimento daa malaa contendo a sua bagagem, cu-
ja entrega reqnerem a mesma aentenciada de-
clarando que, sendo ellas apprehendidas por oc-
casio de ser a aupplicante presa, foram deposi-
tadas no termo do Brejo de Areia n'aquella pro-
vincia, sob a guarda do respectivo juiz muni-
cipal.
Dito ao director das obras publicas.Autoriso
a Vine., em vista de snas oformsoes de 2 de
abril e 21 de malo deste aono aob ns. 64 e 111,
a mandar fazer a vala auxiliar que se faz-precisa
para esgoto dss aguas pluvises que se demorara
estagoadas em frente do sitio do subdelegado do
i" districto da freguezia dos Afogados, podando
5S000
1:7169217
eni*aehos do dia 5 de junho
V T_WaP^"ftc7ier4Tr.eruftT.
-AolOlJe da MoU Sreira anior.
portara corrigendo o engao.
Antonio Jos Duaile. Pisse portera cooce-
dendo a prorogaco pedida, com veocimentos na
forma da lei.
Clsudioo dos Santos Lopes Csstello-Branco.
Nao lem lugar a vista da jnformaco.
Domingas Maria do Espirito-Santo.Informe
o Sr. iospector do arsenal de marinha.
Ilacharel Hisbello Florentino Correa de Mello.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
Joo Baptista da Triodade. Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Jos dos Santos Silva Jnior. Corrija-se o
engao.
Dr. Joaquim de Souza Reis. Dirija-se ao
director geral interino da instruccao publica.
Luiz Francisco Vieira de Luna.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Maria Joaquina da Concelco. Informe o Sr.
Dr. ebefe de policia.
Commando das armas.
Qaartel-general do commando daa
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recite em 96 de junho de
1869.
ORDEH DO DIA N. 101.
O general commandante das armas seientifica
a guarniQo para que produsa o devido effaito,
que hontem cootrahiram eogajamanto para ser-
virem por mais seis annosnos termos do decreto
e regulamenlo do 1* de maio de 1858, oa solda-
dos Jos Luciano, eCarlos Manoel de Jess, este
ds companbte flxa de cavallaria e aquelle da 6a
comptnhia do 2* batalho de infantaria, como
foi declarado ara officios dos respectivos senhores
commandaples sob ns. 506 e 185.
Assignado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajodante de ordens encarregado do detalhe.
27
ORDEM DO DIA N. IOS.
O general commandante das armas, faz publico
para sciencia da goarnico e devido effelto, que
Resta dala, presedendo inspeecao de asado, con-
atoa nos termos da imperial provisao de 11 de
Janeiro de 1853 oa muleos do 4 batalho de
artilharia ap Francisco Jos e Virginio Goncal-
ies de Medeiros, que cooclniram os seus coa-
tratos, paja aervlrem por msis tres annol na
musita do mesmo batalho, a este na qualidade
de msico de primeira, e aquelle de segunda
dospeoder cora essa obra atea quanta de 5090Q0, .elasse, percebendo ambos alera das vsnlagens
4.-
Seeretaria do governo de Pernambuco, aos 23
de junho de 1862.
Fortunato daSUca Nevei.
Expediente do dia SS de junho
de 186S
Officio ao brigadeiro commandante das armas.
Tendo de seguir para o presidio de Fernando,
ao da 1* de julho prximo viodoaro o hiato na-
cional Tino, assim o communico a V. Exc. para
seu conhecimento, e alia de que se sirva de ex-
pedir t sum ordens para que eslejam promptas
as pracas e objectos que para alli tivreos de se-
Buir.=OiHciou-se ao juiz municipal para mandar
apromptar o remoller com antecedencia as guias
dos sentenciados que tem de seguir para o pre-
sidio, e ao director do arsenal de guerra para
contratar com o mesmo hiato o transporte dos
passageiros e objectos enviados por conla do go-
verno. .
Dito ao mesmo.Em salisfacao ao que solici-
tou o Exm. presidente do Piauby, em officio de 2
de maio ultimo, sirra-se V. Exc. de determinar
ao segundo cirurgio do corpo de saude do exer-
I cito, Dr. Cicero Aires dos Santos, que siga quau-
I to antes para aquella proriaiia, pare onde Ora
conforme indica na ultima de suai citadas infor-
msces.
Dilo ao mesmo.Respondendo ao officio que
Vmc. me dirigi em 8 de maio ultimo aob o.
101, tenho a dizer que mande fazer, conforme se
ordenou em 5 daquelle mez, os coocertos deque
precisa o calcamento da ra da Imperatriz, vis-
to j haver crdito para easa despeza.
Dito ao mesmo. Sirva-se Vmc. de mandar
examinar pelo ajndanle de engenbeiro, Joaquim
Galeno Coelho os eoncertos, que foram contra-
tados, e se eslo exeeulado na eatrada do norte;
providenciando desde logo, para que nao seja
por causa de taes coocertos embaracado o tran-
sito publico.
Dito ao iospector da sattde do porto.Commu-
nico Vmc. para seu conhecimento que segundo
consta de aviso do ministerio do imperio datado
de 6 de maio ultimo nao se marcou no exercicio
corrente quota alguma para aa despezas com os
lazaretos, visto que, ltenlo o estado da renda
publica, nao ppssivel mante-los permanente-
mente, devendo -estar aberto nicamente em
pochas de grandes epidemias.
Dito'ao juiz municipal de Cimbres.Pelo seu
officio de 10 do corrente fiouei inleirado do que
Vmc. me conrmnoicou csrm referencia a epide-
mia do cholera-morbus reiaanto em algumas
localidades dessa villa. *
Dito ao mesmo.Declare Vmc. em respecta
ao aeu officio de 18 de margo ultimo que a vista
da doutrioa do aviso do ministerio da juslica de
18 de Janeiro deste anno, compete a esse juizo
provir provisoriamente 01 officios de partidor e
contador de que pede exoneraeo Elias Francisco
Bastos Jnior no requerisnento que remello in-
Sibir, porcrlme de fenmenios leves e tentativa
de estelionato, ioqueriram-se cinco teatemonhas
ez-officio. no em que reo por ferimeolos leves
Jos da Silva Ferreira Vinhas, inqeerirem-seduas
teslamunbas ex-officio, e no em que reo por
crimede f-rlmentos leves Jos Rogarlo Marceli-
no, ioqueriram-se tres lestemenhaa ex-officio,
tendo alm disso sida presos e recolbidoi casa
de deteocao a ordem do respectivo subdelegado.
Joro, gaobador, preto, escravo de Luiz Antonio
Pereira, Marcelina, preta, escravs de Rufino An-
tunefl Ferreira, e Benedicto, preto, escravo de
Joo Baptista de S. por desordena, Antonio Joa-
quim, pardo, de 40 srioos de idade, noemiro,
Claadiano Jos da Mello, pintor, crioulo, d 21
annee, Jos Ferreka doa Santos, pardo, sosjiro,
de 25 seseara eaaaao desarvir, MartioisAo fran-
cisco de Lime, pasto, soMelro, de 20 aneo, mar-
cineiro, Maria Joaquina dos Ptazeres, prets, de
26 annos, Frsncelina Maria Joaquina, parda, de
2! anns, porbrigss; Joo Jos, preto, de 40
ao nos, ganh ador, por suspeits de ser escravo f-
gido, Herculeno, preto, requisiceo de seu Sr.
Manoel Antonio Goncalvea, e o prsto Antonio,
escravo de Jos Antonio dos Santos Coelho, por
ter sido encontrado sem bilhete depois do toque
de recolber.
No districto do Recife, ilm de ter sido pronun-
ciado no art. 257 do cod. crim. Jof Gomes lijar-
te Arouca, no processo que se lhes ioataureu
pelo crime de furto, foram presos e recolhidos
casa de detenco a ordem do respectivo subdele-
gado, Perri Le Prial, americano, requisico do
respectivo cnsul, Jote da Silva Lopes, portu-
Kuez, para averiguacoes em crime de roubo,
Firmino. pardo, escravo de PedroJJorge da Silva
Ramos, Malaquias. cabra, a requisico de Lau-
rino de Moraes Pinheiro, e Severlno Aniooio,
preto, por aodarem fgidos; Severioo~Liz de
France, preto, por embriaguez, desobediencia e
resistencia, Authouzboury, ioglez, e Gaspar Can-
dido de Franca, preto, por embriaguez e brig,
e Jos Francisco Cirdoso de Mello, branco, por
desobediencia.
No districto da Boa-Vista, apenas foram pre-
sos e recolhidos cass de detenco palo respec-
tivo subdelegado, Jos espaobol, por embria-
guez, e Claudino, escravo de Jos Alves Lima,
para averiguacea. *
Ni districto dos Afogados," alm de ter sido
julgado improcedente por falta deprovas, o sum-
mario instaurado contra Antonio Dias, pelo cri-
me previsto o art. 206 "de cod. crim., foi con-
demnado a 18 dias de prisao Vicente Jos Fer-
reira, preso na casa de detenco pelo crime de
uso de armas offensivas, visto nao ter querido
sujeilar-sea mulla que ae lhelmpz; -rocedeu-
se vesloria ns pessoa de Delfioa Mara da Con-
ceico, pelos ferimeotos leves recebidos de Vi-
esnte Ferreira, que sendo preso era flagrante,
acha-ae recolbido casa de detenco: foram
tambem presos e recolhidos casa de detenco
e ordem do respectivo subdelegado, Manoel da
l'aixo, pelo crime de furto, Manoel Francisco da
Silva, pelo crime de resistencia, Antonio Gui-
lherme dos Santos, pelo crima de furto de aval-
le* e Antonio Jos Francisco para averiguacoes
em crime de morle, tendo sido remettido che-
Cataia de policia. -
No 2* districto dos Afogados,
pronancisdo a priso e livramento no art. 205 do
cod. crim., a Francisco Bernardo dos Reis, au-
sente, pelos ferimentos feitas em Jaouario Fe-
lippe da Paz, forsm presos e recolhidos casa
de detenco, Justino Manoel da Cruz, Jos Fran-
cisco dos Aojos, por dssordens e insultos, e bera
assim Manoel Joaquim Ferreira, por suspeitas de
ser escravo e achar-se fgido.
Nodiatricto do Poco ds Panella, alm de se ter
procedido o competeote exame 00 cadver do
crioulo Emilio Hilario de Sena, canoeiro, que
morreu afogado ; inslaurou-se ex-officio o devi-
do processo contra Manoel Caate, como autor
dos ferimentos leves feitos ao pardo Benedicto
Maximino de Oliveira.
No districto da Varzea nada digno de menco
occorreu, smente foi preso e remettido a seu
senhor Manos! Goncalves da Silva, o pardo Her-
culano, que andava fgido.
Finalmente a delegada de policia do 1 dis-
tricto do termo do Recife, alm de alguna inter-
rogatorios feito sobre diversos fados criminosos,
procedeu a competente vestoria na pessoa do es
tudante da faculdade de direito Felippe Daltro
de Castro, pelo ferimento leve que lhe fez o par-
do Manoel Joaquim de Jess, preso em flagrante
e contra quem j se instaurou o devido processo,
aindi maia, pdzem liberdade Luiz Francelino da
Cruz Marques, visto como depois das mais mi-
nuciosas indagaedes o competentes interrogato-
rios, nao resaltou indicio algara de que reduzisse,
ou teotasse reduzlr a escravido menor Juiia
Maria da Conceico, que em sua companbia vi-
va, como ae lhe imputara, teodo alm de ludo
prendido e feito recolher casa de detenco, a
aua ordem, Joaquim Macieira de Oliveira, Do-
mingos Pinto de Freitas, por disturbios, Thomaz
Antonio Pereira, por infraccao d posturas mu-
nicipaes, Joaquim Bezerra Cavalcanti, pelo cri-
me de furto de cava lio, Jos Clarindo, por sus-
peitas de ser desertor, os prelos Lniz, escravo de
Josquim Claudio Mooteir Jnior, Julio, es-
cravo do Dr. Joaqaim Jos da Foosecs, e Silves-
tre, escravo de Jeronymo Ignacio Maraohao, por
ndarem depois do toque de recolher, Guilher-
me, escravo, a requisico de seu senbor Manoel
Fernandes Msscarenbas, Maihias, esersvo de
Augusto Pinto de Lemos, por tentativa de mor-
te, e Pedro, escravo de Lourenco Aotonio de Fi-
gueiredo, para averiguacoes no mesmo crime.
Tenho dito.
Deus guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. Carlos Cer-
queira Pinto, digno juiz de direito o chefe de po-
licia interino da provincia.
O delegado aupplente,
Jos Antonio Correia da Silva.
Deas guarde
ves de Souza
desta cidade.
Parahiba, 24 de abril de 18*52. Illra. Sr.
Teodo diversos negociantes desla praca tomando a
resolusao da reunidos agradecerem i V. S. os va-
l osos services prestados por V. S. ao port desta
cidade, por meio de grande ecosomia, e que pa-
rece incrivel haverem sido feitos com lo limita-
dos recursos, os abaixo asslgoados, enearregados
por esses oegociantea, vem trazer V; S. esse
agradecimento. e esperam que V. S. teri a bon-
dlde de o acolher^ e permitlir que seja elle pu-
blicado noa jomaos da capital.
AptoTeitamos a oceejijw para particularmen-
te porosos a dlsposico de 1. S. ooaso limitados
recursos.
a V. S. Illas. Sr. Gaetano AI-
Filgueiraa M. D. espilo do porto.
7". B. Brorone.
Custodio Domingut do Santos.
Os abaixo assignados, negociantes eslabele-
cidos nesti cidade nao podem por mais lempo
delxar de vir agradecer so Illm. Sr. capitao de
fragata, actual capito do porto Caetano Alves de
aouza Fllgueiras, os relevante services, que ha
prestado ao porto destacidalee ao commercio.
c Noaso humilde sgradecimento nao a com-
pleta eoumeraco, e exacta narraco de todos os
fastos que crismara, a atteoco dos abaiiffassigna-
dos, edo publico, que os observa e r-eeonhece
como dignos do maior louvor.
Trataremos ornete daquellesque se acham
mais salientes, e qae sao de grande beneficio ao
commercio, e em geral a esta provincia;
A pona e praca quo serrirsm para a recepcao
de Suas Mageslades Imperiaestem merecido com
razo o especial cuidado de V. S. o aceio e boa
ordem em que tem conservado essa grande praga
proprio de um genio conservador e patritico ;
e honra ao seu bemfeitor. O litoral, desde a Ga-
meleira at a Camboa dos frsdes se sena quasi
aterrado, dando lugar para ancoradouro a pran-
cba a navios de grande lotago ; beneficio este
devido nicamente a V. S. apesar dos poucosre-
cursos de que dispoe esss capitana.
1 Todo e leito do rio, desde a sua fez at a pon-
te do Sanhau, ae ncha desobstruido, sondado e
plenamente limpo, dando lugar e livre navega-
$o aos navios qua demandara nosso porto.
As pootes mandada edificar por V. S. ao
norte e sal do trapiche d'alfandega.so verdadei-
ros auxiliares do commercio ; ellas facilitam o
desembarque dos lastros e embarque dos oossos
geoeros com rapidez, seguranza e economa.
Fazendo derrabar os mangues at a ponte do
Sanhau, e as duas ponas mais salientes, as
duas margena do rio, que constiluem o ancora-
douro. concorreu V. S. para o aformoseamento
do porto, commodidade da navegaco, e para a
salubridade publica, e permita Deus que V. S.
possa continuar nessa importante obra.
a Os abaixo assignados faltaran) aos seus deve-
ras se nao dessem a V. S. um testemunho de
gratido por todos estes beneficios, assim como
pelo bom scolhiraeuto e cosdjuvago.quesempre
lem encontrado nos negocios a cargo de V. S. em
"que lhes facilita seas operacoes msreanlis, pro-
movehdi desta forma os intereises geraes do es-
tado, e do particulares.
Digne-se V. S. acolber esta tranca demons-
_ ae je rer tracao de nosso reconhecimenlo. -
Parahiba, 22 de abril de 1862.
Victorino Pereira Maia & C.
Novaes & Lima.
Manoel P. d'A. Vianna & C.
a Manoel Marques Camacbo.
a T. B. Browoe.
< Jos d'Azevedo Silva,
a Joo Chrisoslomo Pires.
< Custodio Domiogues dos Santos.
Antonio Camillo o'llllanda.
Primo Pacheco Borges.
a P. P. de Joo R. Comes.
< Augusto Gomes e Silva.
< Joo Bussom .
I Do Despertador ].


que por lei lhes competirem o premio de 2009
ris, pagos segundo o regulamenlo do 1* de maio
de 1858.
Assignado. Soiidonio Jos Antonio Pereira
do Lago. ,
Conforme------Jos Francisco Coelho, capito
sjudante de ordens encarregado do delalhe.
Reparlico da policia.
Delegacia de polica do primeiro
districto do termo do Beeife, IV
de junho de 1868.
' Illm. Sr. Me compelindo dar urna parte dos
crmes e tactos policiaes, occorridos na semana
anterior, no.districto de minha jerisdicceo, passa-
rei a camprir.
No districto de S. Jos, apenas foram presos e
recolbido casa de detenco, a ordem do res-
pectivo subdelegado, Joaquim Manoel Torres,
pardo, sem prossao, o Senhorinna Brasilina de
Oliveira, parda, engommadeira, por insultos, Jo-
s da Cosa Gomes, portugus, por ter entrado i
oolte em caaa alheia, Jos Josquim de Lima,
pardo, servente, por briga, e Lourenco, preto,
escravo de Luiz Antonio de Freitas, emprtgado no
maladoure, por desobeoflneiT.
No districto de Santo Antonio, alm de ae les
precedido auto de vestoria ex-officio, no arrom-
bameeto feito caixa de louro perteoceote a pre-
ta de nacao Floriaoa Muix Tavares, ioram en-
queridas duas testemunhas oo processo ex-officio
por crime de morle, em que reo o preto Gas-
par, escraro de Jos Leopoldo da Silva, no pro-

'

;5BM.M8liCu.
INTERIOR.
;***.*
^^
duio para ser alUodido por esse juiao nos ter- ctiso em qae 6 reo Joaquim Jos de SiuVAana
r.__i-
- Parahiba.
Mais urna prove de reconhecimenlo publico dos
relevantes servicos prestados pela capitana do
porto desta provincia acaba de ter o see chefe o
Sr. capito de fragata Cielano Airea de Souza Fit
gueiras. *
O corpo do commercio nao poda ser indifle-
rente aos beneficios qae ao porto e ao mesmo
commercio ha feito aquelle activo e booradoem-
pregado, o por aua vez de ao Sr. capito do por-
to um aolemne testemunho do sea reconhecimen-
lo ; como se ver das pegas offidaes abano pu-
blicadas, e que traoectevemos do Commercial.
Devemos anda observar que, alm'dos benefi-
cios notados no officio dirigid ao Sr. capito do
porto, j S. S. le vori a efleito a bello calcamen-
to em aeguimento a ponte de desembarque, Ua-
zendo assim ao lugar aceio e commodidade na oe-
casio do embarque e desembsrqae ; e fez no lar-
go que segu para a ra da Gameleira urna fonte,
que dere trazar em resultado nao pequea eco-
noma com a factura do caos, come aioda o abss-
tecimento de soflrivel agua para os moradores de-
quellas.visinhmeas.
Conlinue o Sr. capito de fragata Caetano Al-
ves de,Souza Filgueiras em sen nobre empenho
de beneficiar o porto, desla cidade, que tem al
hoja aido lo deap*esado, e que por isso de dia
em dia ae iainutisando, e caminhava com pas-
aos rpidos pas, 'sol complot obslrucco, e o
agradeclment da provincia o aeompanhar por
toda parle, o nstaralmeole aind haver um go-
verno que saib devidamenle preciar seus me-
recAmenios e seus servidos.
Eii aa yscu okiaes que nos referimos.
ASSEMBLA PROVINCIAL LEGIS-
LATIVA.
Discurso do Sr. Dr. Alvaro, na ses-
so de 7 de maio.
O Sr. Alvaro : ; Sr. presidente, antes de en-
trar na materia, que se discute, permitla-se-me,
que proteste pela publicaco, que fez o jornal da
casa, de algumas considencs, que emitli por
occasio de sustentar um parecer, que havia as-
signado, como membroda commisso de peticoes
e que (Ora nesta casa impugnado.
Allerando-se ahi o meu pensamento, enunci-
sndo-se aa minhas ideas de um modo irregular e
incompleto, deu-se-lbes um sentida ioteiramen-
te differente daquelle, que procurei expender,
daodo-se assim lugar a urna inlelligencia errnea
absurda, e mesmo pouco lisongeira. Por occasio
de responder a um aparte, disse es, que com
quaoto fossem as estradas sempredelnleresse o
utilidade geraes, o mesmo se nao poda dizer das
caoalisaces, porque tendo ellas muitas vezes por
fim o beneficio ou melborameoto de um certo e
limitado territorio, deixavam de ser considralas
como obras e construyes de interesse geral, por
isto mesmo que esta utilidade ae limitara a certa
locaiidade ; entretanto que neste resumo, que
publicou o jornal da casa, l-se simplesmente,
que eu sustenlava, que as estradas eram obras de
interesse geral, e as canalisacoes de interesse par-
ticular. Mo se Umita a este tpico do resumo,
que publicou o jornal, o meu protesto, esteode-
se a tado q*uanto ahi se le, por que elle nao 16
deixou de publicar o que eu expend, como refe-
ri aioda aquillo, que eu nao enenciei, e nem
poda enuneia-lo. Feitas estas observacoes, en-
trarei na discussoda materia.
Sr. presidente, nao querendo por em duvida s
illustraco da commisso. que deu o parecer, qu
hoje se discute, nem to pouco a justic, que sera-
pre preside ss suaa deciades, nao me parece toda-
va estas iocontestaveis a respeito do parecer
emillido sobre oassumpto, que se acha em dls-
cusso.
Sr. presidente, duas razes oa considerares
justifleam a minha repugnancia em votar pelo-
parecer, que precede ao projedo em dlscusso.
Estaa razoes sendo acooselbadas pelos verdsdel-
ros prlncipios.que noa devem regular na inter-
pretadlo daa leis, que regulsm a materia, que a
discute, e^inteiramente fundadas na letra o ex-
prsses destas mesmss leis, nao podem ser no
mee frsco entender vantajoaameote contestadas.
O assento da materia, que hoje ae diseute, s
np me engao, a le n. 82, quo concede a
presidente a faculdade de aposentar os emprega-
dos pblicos, regulada posteiiormenta pela lei
d. 276Vque eatabelecem aa condiedes sob as quaes
o presidente poda exercer essa faculdade. Teodo-
em viats estas leis citadas,eu procurare! demons-
trar, se foi regular o acto da presidencia, que
concedeu sposenladorta ao medico do collegio
dos orphos, o regular o parecer da commisso,
julgando legal aemelbanle procedimento.
Em vista dss leis citadas, isto da lei n. 82 e
da lei n. 276,sd podem aer aposentados os em-
pregados pblicos; compre portanto ver, ae o
medico do collegio dos orphos se acha nealas
circunstancias, e se por cootequencia podia ser
aposentado.
. O Sr. Buarque : Mas o nobre depulado nao
den atteoco a discassao sobre a materia 1
O Sr. Alvaro : Del.
O Sr. Buarque : Pois preciso que desttua.
es argumentos apresentido* snlo,
V_______


-z^

:-Jtrrw,
I
Hf
O Sr. AWaro : fi*So no record, desloa
argumentos e ie o tobte depnindo osa oa quiza/
lit e.aa prov., pasque-nesie caao s so pode a-
mittir a ptovs gal, i prora que a le exige. O
documentos epre.entado. apelo peticionarlo sao
DURID DM f M1VAMBDCO. ** SifcfyOfl i Dt IDNHO DB1I61,
'" i i i i *T ii i i i ii i nt-i ..'''

^vjast^if afta.. 4K-.0, p-1^^=:r gr"oo'f',w nenh-m
ce que obr.ti. melhor de.vrum.io m, lti?r' DeJu^oT-So sao .Uest.do.de me-
SU!* rndic do colirio doampiiioaexerco uro l ***?. **>? ?
*mpr*go publico, e i.to o q*i> e* pasee, d dW-
mooWar : m'prago publico. i?gundo eetendo,
ootiste no eiercicio de neto i* O por le, no.de.empeoho de uante, gue ta^eaia- M\*:***!?' ^.S.' '
rntrneeP'-por alguem e*tei*SToairlnden| r "f^iSoo!^
oc us.B nomeCao. Se uuquitrn* rteavliu" -
d-ecend.
Ataba idea, nodem meito ^7t^MtaV> <> Sr Boatt*. :-$rat hoewoso i|to eeW.o j co fue a
xe*W. maa convencido de que loMw cfcmpaeheo- '
a prescioairer4es.es femelo i. Analy.emoe s
tutribuice?, as k-iegoes do ecoo'o collegio
to* orphaos, e yej.ruos se ettt lunecea podean
constituir um-fU)pregpublico. O empregoe-
Mico, corno ha pouco diste, coosif te no xeroicio
ce funecoes creadas por avu>a d spe.icio legal ;
mas ero uue eonsistem af allri joicoes do medico
do collegW dds rajaos ? Nao s ?ro por Tentara
aquellas me.mst qua aotenor mente exetcidla ?
INae serio elso ejercicio daquillas mermas uuc-
Qoes que te* ello o diretto do exrcer desde a ua
formatura, desde que recebeu o eu perg.raioho?
Se teto iocirte.iavel, se as altribuices do me-
dico do collegio dos orphos tft' as mesmasque
lie anteriormente exercia de taaneira alguma se
ipode considerar como emprego publico o servir
wt elle prestado no coUegia iKs orphaos, porqua
sses servkjos eram por elle {restados indepen-
diente de ama nomeaco.
OSr.Bario de Muribece : Apoiado.
O sr. Alvaro : Se as fworgoa de um empre
to publico nao podem eer (>or peaaoa aigcnra
vxercida e nao denote de sua respective o-
rreacr. claro, que se o .pe^icioBario jl ercia
sua proii-sao antes de aua'noGJeago, Dir ocol-
Mglo dos orphaos, i>Xa>.pata iihi nao fee mais do
^ue continuur no eieruicio de fuuccoes, e^ue an-
teriormente exercia.
O Sr. Buarque^auQua'fciocgbes?
O Sr. Alvaro :De medico.
OS'. Buarque: Realmente o argumento *
Portel De maneira qne eu exe-cia as miiihas
fuuccoes de enajewbeiro antes de s#r empregado
xiubhco, deixo de -ser emp.egado; o nobre
Imputado que ja eogenheiro antea de ser no-
meado para os obras publicas, tsmbem deixa de
ser empregado.
O Sr. Mello Hago (Raphael):Escolha outre
cxemplo.
O Sr.-Alvaro :^Por entura rio estar o-me-
dico do cottegio des orobaoa n n mes mas etr-
cuicilancias daquelle, que por um contrato pret-
ta oaaauasetvicoa, mediante u.n-honorario,-em
urna cata parti.i;lar ? ^ao aera > idnticas aa anas
Sjrigacoes e igu-aes as suas faBOjoea? IWo ha
differeoQa alguma : um medico, que presta-servi-
dos no collfgio des orphada esti-enuiparado com-
vleamente a acuelle que pfesta ertqos 'ama
ta particular:
O Sr. Wurusio :O procurndor fiscal tsmbem
est no mescaa cas, porque ecerce (uocees da
advogado.
O Sr. Alvaro :Nao existe dill-renca slguma,
e se existe t ella em favor de medico do ceilegio
lo. orphaos.
Um Sr. Deputado : Em favor como?
O Sr. Alvaro :Digo, que e existe differena,
6 nos salarios, e em favor do cnedieo do culla-
io dos orphaos, visto receber elle ahi maior ho-
norario; di^erenga, que jamis pode dar ao pe-
ticionario direito a exigir dogoverno ama recom-
pensa.
Por essa mesma deferencia queteve para com
elle o go-verno preferindo-o a outro qaalquer, e
fjroporciooando-lhe meios de -eiercer sus pro-
llsso, devia elle mostrar-se sempre reconhecido
e nanea delle exigir semelfaaote recompensa, re-
mujieraeco ougra?.
Alm destas cousideraces. jse jamis podem
aer contestadas, en apres'eoierei outrosargumeo-
os, que me parecem justos, raioaveis e mesofo
irreapoAdiveis.
O gobierno podia chamar para raeuer as tue-
co- de medico do collegio des orphoa a um es-
trangeiro que adoptasse a prosso de medico,
Ao ree-smo modo que os teto mpregade em ou-
tras muitss comrctssoes; ora, se Dgoverno poda-
nmlodoo direito, e mal regularmente chamar
tim eatrangeiro para exercer o flo collegio dos orphaos, efro, Ineoolestave^
publico, porque do cooliario <> .jorn% j&mais po-,
\* pr-eenche-lo por sla futaia. j
O Sr. Buarque :E o director das obra, publ
cas neo estrangeiro ?
O Sr. Alvaro:Se estrangeiro, porque e
lugur que elle exerce-no consiitue emprego pu-
blico mais urna simples commisr.o. Se o gover-
110 pode chamar para esse logar, para exercer o
lagar de medico no collegio dua orphaos um es-
traogeiro, claro qae o luf.ar nao coaatilue
(come di.se) emprego publico, porque e.les ui-
pregoe s poiem ser exercidos p)r cidados bra-
aileiro. Este argumeolo iacontestavel.
Um fir. Deputado :Pode etgi jar.
O Sr. Alvaro :Se o goveruo quizesae, tiohs,
como d feito era casos idnticos, chamado para
sse lugar um estrangeiro.
O Sr. Huarque :Isto rcesao destroeo argu-
mento do nutre deputado.
/Hs outro aparte.)
O St. Alvaro":lm empr*|o publico s pode
aer exercido por cidado brasileiro.
Alm disto acre.ee que os emprego. pblicos
s podem ser creados pela assenibta provincial,
e nao me consta que h-ja lei que creas., o em-
prego de medico do collegio do. orphos.
0 8r. -Witruvio :E nao ha empfsgos anterio-
res as assemblas provinciaes i"
O Sr. Alvaro :Mas datanlc o emprego de pe-
ticlonaiio de poca posterior as assemblas pro-
vinciaes claro que- s podia exwlir depois de ef-
fectivtmtote creado pelas me.m.ts a.temblos. \
provisao oa titulo da presiden:!!' nao podia dar a
ste lugar as gariulias. ou ant>. o caraeter de
emprego publico.
Um medico, sssim como o tdvogado axerce
func;e. publicas, mas mis'.er oo confundir
unc(Oes como emprego publico: e por tanto a
pas.ar a i lea de que os media 3 podem ser apo-
eutados, dev-e tambemoor ;u>1 dado de razao
conceder-ae ipo.entadona aot adVogados ea to-
dos os mais funecionarios que se acham cestas
circunstancias.
Um Sr. Deputado:Ccnceda-eao procurador
fiscal.
O Sr. Alvaro ..... o ento ueste caso tea-
mos de ver esgotadas todas a. rendas publicas,
sor maiores que ellas fostem, coma pagamento
Te gralificacoes a aposentado.
Feila. estas considemees geiaes, ea psssaiei
a apreciar a queslao pelo lado do direito. pelo la-
cio positivo.
O presidente da provincia coa:edeoa posen-
tadoria ao peticionario fundou a aua deciso no
art. 75 do regulamento de 2.'J de Janeiro de
1860.
Um Sr. Deputado :Que fo; dado por aalorisa-
co ds.ta casa. a
O Sr. Alvaro : ....... toa. duendo o final
ueste artigo, que os presidentes s poderao apo-
sentar os empregados do collegio dos orphaos na
-forma da. leis em vigor, e-ua pie que examine-
mos e.sas lei. emitientes, que regulara as apo-
sectadorias, e vejamos se u e icionario eslava
ou nao em ca.o da er aposentado.
Um Sr. Deputado .:.Essa indafrt(ao j fol feita
$B coocluio-se que a aposentador a eslava de ac-
cordo com a lei.
O Sr. Bario de Mu Titee a >Qm conla nio
* ihasourari. ?
O-Sr. Buarque:JE*.
O Sr. 15rao de aaribeo : Z porque nao acei-
Samos a cotia que ella tez? .
O Sr. Alvaro :%m virtude da lei c. 236 para
que o empregado potsa ser aposentado,, neces-
aario que concorram 4 eoodiQies : primeira, 'im-
aVuatibrtidade physict ou moral.; segunda, qoa]
essa impossiilidede phystea cu moral resultasse
*Jo xercicio das func^e. do ai t reg ; terceira,
^aa tenba o xercicio efectivo de 30 afinos;
a.u*rta, que esa* impoasibilidacte phv.lca ou mo-
ral se ja attostada por urna yuta aaedica-crargloa,
ipeculmenle DOBoads para ene fia,
Vaj.auw se a primeira condicao; Uro ae esli elle physic.
mor.lmenU impot.ibililado de eiieccera su. pro-
listo.
Dos documentos apresantsdon |Jelo peticionario
cise pode de maneira alga mi leduzir, que elle
al* cae pby.lca ou moralmento impo.sibiaudo
do xercor s profisso de medico.
(Tfoeam-.e diverso, apartes,; a
O Se. Alvaro:Ob documentos que elle junta
ala maneira alguma u prestam i prova dasta i-
possibilidade phy.ita o mor-l. Quaodo a I "
marca os maios comprobatorios de.sa impo.ibi
lidade, nos nao podemos l.ocrr mi da ostro
lu.iquer, por na elle que neja, pira cauMl-
nobre eputawl
OSr. Alvaro tFpara fcdftrat qoa este a*'
testados nada provsm, que os mdicos fcilmente
podeai,cedr a adidos e a oulfdaxoDsideraes,
como todos nos o't.zemos.
[Haui aparte*) ^^j. *
V) Sr. Alvaro:E' um f*or Telto a um imigi,
e que todas se prestara a fexpr. Alem dtsto. su
a lei estaaelacea, que esta impo.bi4idada.pby-
sica ou moral so pedia ser aUestada par ama jan-
ta medica crrurgica.t.pecielmente noaseadapara
v-ae portaoto o expo.to, que os propnos at-
testado., a que occorr.c* o peticionario, sao oa
primeiros a protestaren pala lempo, qe elle
allega.
Guncluindo, dlremo.: que deixaodo d aero
aposentando empregado publico cor nao eiercer
emprego publico creada por esta a.tedivla, e
que quaodo fissira aeia considerado, nao milita
em sea favor .. coodicoe pela lei exigida, para es.a da Ireoeo, tacto que traduzem como oX
a Concaaaayj das aiwseaaadoriaa; aa polis ser. oos inters... 'aquatta Uaalidade;
como W tpa.erjaa*, a-asja cajosefladotemoata fot
rregMar a posBaoVdoat*coceidie1 pela pra.i-
e lapido faiaala> a )s%-a parecaa d
sao rulga^-fl-at, :
lavaata 4 cas* as atteocxiev
a loofatr, anastfo .aqu
(juem ouaar mal. litigar com aa protegaos
d saos, rosM''o ?
A ohegada.dos Drs. Joio Querlno, juix da di-
reitoj LoAlro, juiz municipal dos termos ru-
HdJKB a vina dbanla Luzla, loeego ptrenne0 e invlo-
lavel. tadf vi. o. habitantes 'aquella villa esli
previnidos com o sbolelamento do Dr. Queriooem
[eoso
.-------1 Vi --! 1 II" 1 III 11
"ggravanle,' Domingos Ferrelra rjar'rteve
sggravsdo, Sil'ino Gilherme de Barros.
Deu-se provlmebto.
X
Nadvmais havendo 1 tratar,' o Sr. praaideot
enceirou a se.so ia 3 horas da Urde.
me oiscuraa.
O Dr. Querioo nio poarfa e.qstivac-se de acei
far a cata d'aquelle cidadio-, o olee qao o foi
encontrar em urna noe taspeseaosa. E' neces-
srio ser-se muito estaplaa psra crer-se que um
juii Ilustrado se dsssvte *m lei, foc atlencoes [a
piria e Mirodoi 1 Os aaaeaoreeeaea deecancem,
Iaawdo. a eatar eentra o pra- fdem gracas ao. edea p*a> aova poca de felici
O Sr. vyitruvle :Eapfctavs o cn>rarto:
0 Sr..Alvaro :Sinto de minha parte, fue tao
Lvolantiiamente asim se eogaae.
HVI5TI DIMIiW-
Os agentes de lilio desta praca_yiente a-
esaeflmTna^VxTstiodoVs.a junta eonreada espe- marga. Pestaa,* Cunba Aeev.do. fiy^to /
Silva, Costa Carvalho e Aatunss, fo%.m conside-
rados irriabeis psra e respctira eiercicio, por]
acta do tribunal do cemaoereio da 6 do corre-
te ; Mo que' deitavam da preafasfi4jiiraque
cialmente para proceder a um exanre oa pessoa
de peticiocano, jmai. se pode na aasenata derse
tuaie admillir, que elle se che, jbysUa ou mo-
raimente impossibilitado de exeTcer suas fon*-
C6es, prieciplrneute coasldersfldo-se que elle
crepois de efTectivamente apasen dotfte, tem exercido fuuccftes medica. .
OSr, Buarque:Cerno prcv* isto?
O Sr. Alvaro : Anda fea {raucos diss sssistio
elle a urna junta medica.
0"Sr. Buarque :Isso dam ou outro cae,
O Sr. Alvaro :Logo nao e.ta aniolulaaaeote
imposibilitado.
f ... -' 'i'.lJ-- I
Correspondencias.
irdo pea. a
fel merma til-
de*
(he fot exigida ltimamente
feu-ntt,-
Aclis-se nowesdo defecado do. termo
Vftle**ella o Sr. leaquim da Silva Tintao.
Poi designado o dia S de agosto prximo
futuro para SHeusjO da junta de quaDQdacao de
motante para e parochta de No.sa Senfiora do
O" de Goianoa ; visto nao ve ter isto reaHsarto no
dia 13-de abrr prximo pastado,' que ff mar-
enlo a mim, nio fea a ImpoasibiUdade p*ry- c.do eeif preateajqfpara e.e flm.^
^ica ou moral que elle allega, nao es. ellf pro-1 Bavanea sido oUllificaa a viri7* no-
vada ; mas aioda danoo-ae tomo provade esta mea^aa do Sif. Jdao Jgnec.o de.JIWrstoagiego,
mpossibilidade, fat-e mt.ter que vejamos, se i para primeke s>ppleote,do' subdelegado da Mag-
ro af fe i lo ella o resultado do exercicia deeuas, dalena. fot pararse cargo nomeado o
faoccoes, porque, tena o resultar deste axarclcto,
nao pode de maneira alguroanevar-n der apossntadoria, que se requer.
(Trocam-se murtos/partes.)
O Sr. Alvaroc-^Qual a impossifeitldade piy-
sic ou moral que.apresante o peticionario? iio
consta doa documentos, nao consta de parte al-
guma, que ellee.teja phy.ica ou meratofnte im-
possibilit.do; e ainda qusndo conste, resultou
cisa impossibilidade do exercicio de eues func-
r;6e. } Qual a molestia que pode resultar do exer-
cicio das fuec^des de um sr.edico/ do partido ac-
cresceuta o Sr. bario <<- Muribeca.
4Jm Sr. Deputado :Muas.-
O Sr. Alvar":S a. que fdtem provenientes
ere um esludo ede-um irabalho constante e apu-
rado, mas qual o trabalho constante., que etr-
eo o medico no collegio doa orphaot? qusndo
sabemos, que elle deixa de visita -lo .emanas io-
teiras. .
O Sr. Arsujo Barros :O. medko. dizeodo que
elle esli doente, eu acredito muito. (Risada..)
0 Sr^Alvaro :Nio para concetsoes de.ta or-
dem.
Fortanto, de.de que nio existe ss. impossibi-
lid.de physic. ou moral, de.de que ella nio est
provada, pelo, meio.quea le exige, lato pelo
exame procedido por urna junta medica-cirurgica,
nio se pode com justica def.rir-sefavoravelmen-
le a pretendi do peticionario.
Um Sr. Deputado:E sonde esli essa junta
medie, ou cirurgica ?
OSr. Alvaro:O presidente deve
par os caso, que occorrer.
, Outro Sr. Deputado :O presidente aceitou a
impossibilidade como provada.
0 Sr. Buarque :Mas. a nobre deputado pee
em duvidaos attestados.
O Sr. Alvaro :Nao os aceito e estou em meu
direito. a
O Sr Buarque:Eu appeilo para a opioiao pu-
blica que est cima da.da nobre deputado.
O Sr. Alvaro:Eu estou tranquillo, porque tr-
gumeoto com a lei na mi, tendo por alvo a jus-
1198.
A quarta condicao que lei exige, a do exer-
cicio efTectivo por 30 annos. Segundo o. docu-
mentos .presentados pelo mesmo peticionaria,
elle de modo algum pode contar 30 annos de effec
tan Aulat.
livo eiercicio.
0 Sr. Witruvio :'Mas a li nio adnriete a apo-
sentad oria proporcional ao. anno. de servigo?
O Sr. Alvaro :0 art. 75 do regulamento, em
que e fuodou o presidente para cooceder apo-
seDtadoria com o ordenado por iuteiro___
Um Sr. Deputado :Prpercional.
Sr. Alvaro:(C-mlinuando.) Nio pode pre-
valecer, e nem mesmo obrig.r esia casa, com
quaoto fo.se feito e.te regulamento com autorl-
sngao dalla, e fosse posto em execu;ao iodepeo-
dentemeote de .ua approvacio, porque o presi-
dente exhorbltou, ou antes abu.ou neita autorl-
ssqo, revogaodo leis, que st achavam em vigor.
Somos oherentes, respeitando aquellos artigos,
que forem nicamente regulamentarea, e revo-
gando aquelles, que coutiverem urna inovacio, a
imi orlarem a revogagao de leis, porque ne.te
pooto excedeu s presidencia a faculdade, que se
he fdra oulorgada.
0 art. 75 est ne.tecsso, porque importa a re-
voga;ao da lei o. 276, que exige o espseo de 39
son, para concederse o ordenado por inteiro.
Cumpre prtanlo ver se tem o peticionario 30 an-
uos de effectivo exercicio, Yomo parece allegar
em su. pelicao.
Um Sr. DepuladQ :Nao apoiado ; elle pede
aposentadora proporcional.
O Sr. Alvaro :Tautooid as.im.quese apre.
sentando urna emenda para que se cootasse o
Jpmpo da data de sus Domescio pelo goveroo, (ora
ella regeitada.
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Alvaro :Elle fui provlsionado em 1847
e entretanto regeitou-se, como di.te, a emenda
que mandava contar o lempo para a aposentado-
ria dos.a poca em disote.
(Ha um aparte.)
O Sr. Alvaro :Continuando na deraoo.lragio,
que enuncie!, vejamos se o peticionario tem 30
anno. de effectivo servico, como allega ; dos do-
cumentos por elle apresentados v-se que de
1813 a 1847 servir elle por um contrato ou en-
gajameolo no collegio dos orphaos, e que de 1832
ou 1833 a 1814 oceupra o lugar' d director do
jardim botnico e o de lente substituto de histo-
ria natural.
Tcndo elle, como contesta., servido de 1844 a
1847 por contrato jamaia podo allegar para a apo-
sentadora esse lempo, porque sabida-,que a lei
s leva em conta o tempo empregado no exercido
de empregos, e nao aquella em que se exerceu
ou prestou-.e servicos, que nio .ao propriamen-.
te proviociaes.
O tempo decorrldo de 1832 a 1833 nio se echan-
do completamente provado, e lendo ido empre-
gado no exercicio de faocQes, que con.tituem
.imples commissdes, como a de director o jar-
dim botnico, nio pode tambero apreveitar ao
peticionario. Todos recooh.cem o oslado do jar-
dim botnico (je Olinda.
Um Sr. Deputado,:Isto naje.
O Sr. Alvaro :-*E pode a dlrecco daquelle jar-
dim, ser considerada como um emprego publico ?
De modo algum. Um emprego publico tem ou-
tro carcter que nio tem a direccio do um sim-
ples jardim.
'O -Sr. Cunha e Figu.iredo :Conforme ; desde
que a leioesiabeieceu como emprego publico, e
que o empregado tem urna rfomeac.io auihen-
tica...
OSr. Alvaro :Nio houve nada dista. O exer-
cicio de lente substituto de historia natural nio
alando bsm determinado, por isto mesmo que se
nio pode eslibelecer o tempo qua elte efTectiva-
mente saUtituio ao lente atbedratico, nio pode
computar-te naquelle, que allega o peticionarlo
para apoaefit.doria requerida. Accrescendo a
tuna isto, que o mesmo tempo, allegado por elle,
atte.iado por documentos meramente gracioso.,
que fieoaum valor juridico tendo, jamis poden
autorkar >ma scisio le|Wativa.
Um dslea documento frJr. tornecido ao peti-
ciooaria per um individuo, que tem a mesma
pretenieda, que do me.mo modo, que lie Impe-
svcom dirtito i aposeo tadoria, que por la nio
hoje s apera um ecemplo, urna eoocesso, para
rfthiertVfa a eata assembla. Um documento
destB*o*rdem pode merecer ou inspirar confl.nca
alguma? Pad lie fundamentar urna reeolucfto
ieaisl.liva? Nio, por ce rio; e nioguem o dir.
Trescindiodo de outraa coo.ider.ce, a qae
podia recorrer para demonstrar, qde o lempo pelo
peticionarlo allegado .enae acha pienamenle pro-
vado, ea recorrer! aa pr-vas por elle m.smo
.presentada.: entre ella, encontramos um docu-
mento tornecido pela directora da in.truccio pu-
blica, a qae devemoa dar inteira qe lepla
de brevea relexdes, conclue dtxenda, qu nio Ibe
"parece liquido ter o aoppHcante de exercicio o
tempo, que alete, rislo^como .6 de 1847 em
diaole que fon elle prorisionado pelar preii-
deoda.
m do Rege Barres..
Go^liiia anda'em um lamenlavat'estado
de deterieracao, a estrada do Cachaas, apejar
de repetidas reclamacoes que bao appareddo-; e
se proseguir aasim, em breve tem decaer diffi-
cuti.do otraesHe para alti I
Convm, pois, que se tome um. medida em
ordem a melborvresra estado, a fin de prevenir,
cataslrephes que' delle pdem reaultar.
' Em rontirmacio do quaoto dissemos hon-
tem, es {actas vem diariamente provar que a
no... praca siada tem muito recurso em a caixa
filial e nevo banco, que de boa vonlade ge pres-
tam a ojudar squelles nembros do noaso com-
mercie, que a lies recorrem com 'ettras de boas
firmes ; e o demonstra o descont que o pri-
meire desees estabelecimentosfez nos das quer-
a a quinta-felra ltimos cor somma superior
ducentos cootos .da res. E'esse de.cooto ums
reaiidade de capitaes que vera entrar no gyro or-
dinario, em quauo que o feito pela comrhandila
limitavs-ae quasl que 4 um. bagatela, deduzi-
das quaotias ficticias.
Fondo-nos dado ao Irabalho deprocurar ler
o decreto o. 2,513, de 17 de dettmbro de 18-VJ,
?otire o qn.l se bafea a Companhia Brasileira'de
Vapor, para oo pagar o servico de nonos
praticos, nelle encontt.mos. a di.po.icao .egui-
te :Fco a companhia ortigada a todV t qual-
quer pagamento de lO%a ou indemnisaco de
servico que sao obrigadmi a* tmbarcaco^t
mercantes etc.na -condicao terceira, onde por
nomea-lajceito te aeran incluido o pagamento do salario
dos pra ticos, 'nao s por estar creado e fixado
por urna le, como porque o. proprio. navios de
guerra sao syjeitos a elle.
Em outra parle vai publicada nma correspon-
dencia dos pralicos, em que, com a maior calma,
expem o histrico de quaoto ha occorrido, e da
legi.lacio em que .efunda o seu direito.
Em data de 30 de maio prximo passado,
e.crevem-oos do Apodyo seguinle :
:< Ao amarillecer do dia 22 do correle, a du-
xenlas o ciacoenta bragas abaixo desta villa, e na
margem do no, no lugar deoomiuado Espinhei-
ros, declarou-.e o cholera-morbus.
Os dou. primeiiod individuos que. for.m ac-
commeltidos, morreram sem o menor soccorro.
De entio paraca o maldito nio tem de.can.ado,
e-pataca querer devorar todas as pes.oa. que ha-
biiem naquellas par.gens. Ao passo CMf denlm
mesmo da villa a mole.lia ainda ala st le*ha
manifa.ta.do. pasma, e inlernece ve-#t* estado
de prslracao e desanimo que domina toda po-
I.~U.;io, ) nou a matriz, como ainda pela patmaCeiri da
polica e da cmara municipal, que parecem
dormir ao som dosgemidos dos infellxes .aerifi-
cados aos furores de lio horrivel flagello.
E que seria de tanta gente sem os valiosissi-
mos cuidados do Dr. Monde?, que noile e dia ae
em prega em anima -la e medica-la? Elle, cuja
pre.enc. infunde coninca e socego no corago
mais alicio e desesperado ; elle que nio te can-
sa, nio se enfada, est nimiamente peoalisado,
vendo que oa remedios de sua ambulancia se
acabam, e nao resisten) a tantas e lio multipli-
cadas applicace I
O e.tado do. indigente, nest. villa O mai.
excepcional e deploravel que se (em visto I
A esridadeaVJublica queem todas as parles, em
ideoticas circum.tancias, colloca a miseria ao
lado d nobreza, e afoga-lhe no peito a ddr das
necesidades, aqu (tita absolutamente, ou se
esconde mesmo em presenca da agona dos mo-
ribundes, que se estorcemgelados le fri, ou
dilaceradosde fome. O primeiro atacado
morreu sobre um chao hmido e paludoso, tendo
por*colxao algn, trapos ensopados em male-
rita-'extercoraes de muitos das, e por caberla
um escasso lecto de palha. apodrecida. I
O segundo, pai de urna numerosa familia, ex-
pirou sobre um velho couro enrugsdo, tendo
por travesseiro um cepo de rispida e tortuosa
carnauba.
Tantos propietarios que ae Inculcam de ricos,
ni-m ao menos mandam ao asylo da miseria, um
punhado de farinha, um taquinho de carne II
* Fa otar roes blazonadorcs, que de homenss
teem o rasto 1 Se fos.e para urna eleico, entao
o negocio mudav.de figura, eo pobre troco de
um Totinbo lobrigaria um facho petado de tri-
pas .ajas e salgadas, e aun gamella de repug-
nante, pirao.
Foi completamente desamparada e abatida,
que a populacho do termo do Apody abri tus.
porta, so mais terrivel doa ioimlgo.-I A Cma-
ra de.culpa-ae com o goveroo, que vem a ser a
mesma couaa que o espelho accu.ado por um
feio, em reproduzir fielmente a aua imagem.
O. alagadicos deixidos pela recente trasborda
daa que vio experimentar. Tead o- Dt. dala-
gado trabiao que da casa de Irene o aahiam afmaa
de jogo embrulhadas em e.teir'.. para aerem oc-
cult.d. em c... d leo- Condungo, compadre
do me.mo Ireno, mando com o tubdelegado
um piquete, o qual depois do conveniente cerco,
varejando a cas., encootreu em um quarlo, e
. aioda- erabsufUadas em erteiras, teia armas de
fugo.fanegadas, limpas, preparadas, sendo tres
c/auinoe, e tres grtmadeira I
Depois de spprtbeodidss, foi interrogado Joio
Condungo, que affirmou perleocerem as rmss to
compadre Migueiinho. 0 delegado enviou ao
chele de polica tudo quaoto poude colbar. O
compadre Migwlinho dit que mentira do Con-
dungo, e que aa armas pertencem a trineo, que
aa tinha para resistir a urna ordem do ex-delega-
do Cementino,
I.to d nada ; o lempo, e a energa da. autori
dad es detcobrirao cousinbaa mais finas I S ca-
receraoa do nocsu promotor letrado, por que o
interino a 1 al que foi demittido de eacrivio em
Maco, por iocapacidadt pby.lca e moral.
Adeos. d #
Rctartcao da poucu.Extracto daa par-
tea dos das <7 db juobo.
Form recolhidos a casa de deten;o no dia
26 do corren le .
A'ordem to IIIm. Sr. Dr. ebefe de polica, o
pardo Gregorio,de 32 annos de idade, eicravo de
Anselmo Ferraira Cmara, e o afric.oo Augusto,
de 30 anoos, escravo de Antonio Emilio Ribeiro,
ambos por briga.
O ebefe da segunda sec;io,
/. G. de Mesqua.
' Movimento da cas. de detenjao do dia 26
de juobo.
Sr$. rtdactoret\ Leude ae Diario de Per-
nambuco de hootem, urna aarresaaodeoata aa-
.igoada pelos Srev Antonio Luis de Olivelra Are-
vedo & C, agetHaa da cornptaha brasileira ie
paquetea a vapor, acarea do raw dieae a Atrista
Diaria a respeito do pagamente devdo aot prali-
cos pelos servido, prestados i mesma companhia,
compre-nos dtrer slgwa. pslavYst a respeito,
afira de resttbelecer a verd.de dos (actos, dos
quaes resulta que emqutnlo temos sido solicitos
em exigir o pagamento qae no. devido, por.ua
f arte a companhia trm envidado todos os estr-
eo., nio s psra prolelar ene, pagamento, como
tambern para exirrir-se delle. *"V
O art. 19 do regula ment dr praticagem, man-
dado observar pelo aviso de 28 da' fefeaeiro de
1854, diz :O. vencimentos to. individuo, em-
pregados na praticagem dts barra, anceradouro
e coalas, desde .. Candelas ate Ro AmatelTo, sa-
hirio dos redimeotos provenientes daa servido
por ellos prestados o. entrada e sahWa doa oa-V
da barra ou tanha a aeu bordo petto. eeatptten-
teujtuta htaHH.da para essa pros.io eaa con-
formldade do citado regulamento.
< 9* Que se aseo de ie nio verificar aa coodi-
coe. cima diUa.a terem ee taAerea da companhia
de recorrer osa su.s entraa* o sahid.s aos pra-
ticoa do .erviQo do porto, como deve fazer oa d-
mala navios, sari despeo..da a laxa addicional
marcada na art. 47 do regulamento de 28 de fe-
vereiro ate 1854, ae tomarem praticos a sua es-
cotar e que comrauoico a V. Exc para sea in-
lellrfeacia, e exaeucio.
Deuign.rdaa V. EicJ. H. .Paranhos.
Sr. presidente da provincia de Peroambuco.O
director Dr T.l. Pinto Slqseira.
PablicsQoes a pedido.
Qual ser o Pernambucaoo. que nio exalte de
prazer, e finalmente todo o Brasileiro 11! de ver
nomeedo am tao Ilustre e sabio gabinete, qae de
corto f.r a felicidade do paiz, j como conhe-
cedores, e praticos, daa neeessidade que care-
cemos, poia, j por diversas vezea estes respaila-
rais andaos esta provatm dado.
Antonio Jos doi%Santos Servina.
A .aber
Existiam.
Kntrar.m.
Sahio. .
Exislem.
Naciooaea .
E.lraogelros.
Mulhere.. t
Escravo*.. .
Escravaa. .
368
2
1
?69
preso*.
>
359
29
4
70
.7
369
146
Total.'. .
Alimentado, a cusa dos cofres pro-
vinci.e..................................
- Movimento da enfermara do dia 11.
Teve alta :
Luiz africano livre.
* Matadoi no ruBLico :
Mataram-ae para o con.umo de.ta cidade no
dia S6 do corrate 68 rezea.
Obituario 00 da 17 de jcsh, no cemite-
aio publico :
Bernardo, frica, 56 annos, aolteiro, escravo,
Boa-Vista, anemia.
CHR0NICAJUD1CIARIA.
Tribunal do commrcio.
26 DEJUNHO
SESSAO
JCDICIARIA EM
DE 1862.
cao do rio ; a copiosii.ima quantidade de vege-
lae. putrefeito., e expo.to. ab raio. solares;
as alternativas da e.tacio chuvosa, mo arran-
chsmento e pa.s.dio, tudo, ludo promet, en-
tre t?r, e alimentar o maldito hospede que no.
diximu lio cruelmente. Dos se compadece des-
ta populacho.
A familia iofez que ha Unto anoos viva ao
captiveiro de Joa Carapinima e outro, p/oteai-
, acata
da pelo i'luttradoe corajoso Dr. Heoder
dealeaocar a liberdade de qua escandalosamente
eslava privada. Thereza e teut cinco lhos trium-
pbaram da prolec;io, preponderancia, e violen-
cia dos (oeit-Aomens do Apody.
Quera dira que houvase um homemque e
arriscara a tanto ?l A liberdade .de Thereza e
seu. cinco filho. j nao urna simples cantiga
do poso, abalada por autoridades apaixoa.d.a 1...
Hoje urna realidad, e urna realidadapesad.
para os novOAo officiaes. A sentebea que
julgou livrea aquella* prelinhat', p.gaou em j.l-
g.do I Ellas gozam de f.clo aquillo que de direi-
to presidio aoa aeua nasciraentos, .mas que ..
garanti.a eleitoriea haviam supplaotado. E' mais
am tropheo qee g.ohou o Dr. Hendet, curador
d.quella familia. E' mala um importante lervico-
feito esta devgraCada familia.
Qaaotot iofellse i semelhanga de Thereza,
nio gemem sobre 0. grilhoes da e.cravldto 1].
Oala quetio digno eillustrado protector con-
linue a residir entre dos, para flagello doa Insen-
sato, e.poliadore, e felicidade doa mieeraveis
'eavaliddi.
presidencia do exm. sr. desembargador
souza.
Secretario, Julio Guxmartt.
A' meia hora, o Exm. Sr. pre.ideote abri a
aessio, estando presentes os senhores desembar-
gadores Villares. Silva Guimaraese Accioli.e de-
putadoa Reg, Lercos, e Bastos.
Lida, foi apptovadar-aacU da sessio ante-
rior
Forsm lirios dous ofBco do Exm. conselheiro
ozeaidenle da rslago. de.iguando juiz para urna
ap^elloQao, Do lmpeolmenio Uos Sr*. d6obac-
gadores Silva Gulmares e Uchda Cavalcanli:
JUtOAMENTOS.
Apptll.Dte, Manoel da Silva Pasioa, represen-
tantes de Novaes & Pas.o. do Rio de Janeiro ;
appellados, Ta.ao i Irmio, curadores da ma.sa
fallida de Novaes & C. desta cidade.
Adiado na sessio anterior.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimares.
Foi conOrnvada a senlenga appellada.
Appellaotes, Alves& Companhia ; appellado,
Antonio Emygdio Ribeiro.
De.ignado odiaade hoje.
Sorteados os Srs. deputado&Rego e Lomos.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimares.
Fol confirmada a senteo<;a appellada.
Appellaote, Antonio Rodrigues de Souza ; ap-
pellado, Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
Designado o dia de hoje
Relator o Sr. desembargador Silva Guimares.
Desprezaram-se os embargo..
Appellanle, Antonio Jos Das ; appellado,
Jo. Alves da Silva Guimares.
Assigaado o dia de hoje.
Sorteados os Srs. depulados Reg e Bastos.
Relator o Sr. deaembargador Silva Guimares.
Foi reformada a aeoteuca appellada.
Appellanle, Benlo Jos da Costa ; appellados,
os administradores da massa fallida de Andrade
& Leal.
Relator O Sr. desembargador Silva Guimares.
Oideoou-ie urna deligeocia.
DESIGNAJO DE DIA.
Appellanle, Manoel Josquim Das de Castro ;
appellado, Antonio Jo. Das.
Designado o primeiro di. til.
Embargantes, Diogo, Filho & Companhia ; em-
bargado, Joaquina Salvador Pea.oa de Siqueira
Cavalcanti.
Designado o primeiro dia til.
Appellanle, D. Marianna Dorotba Joaquina ;
appellado, Manoel Pereira Uagalhiea, cessionario
de Joio Pereira de Andrade.
Nao fol julgada, por nio ter comparecido oSr.
Silveira.
PASSAGESS.
Appellanle, o coronel Gaspar deMenezes Yas-
concellos de Drummond ; appellados, a viuva e
herdeiro* de Joio Henriques da Silva.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. deaem-
bargador Accioli.
Appellanle, Antonio Jo. Di.a; appellado,
Manoel Joaquina Das de Castro.
Do Sr. desemb.rgador Silva Guimares ao Sr.
deaembargador Villares.
AppelUule, o Dr. Juveocio Alves Ribeiro e
outro ; appellado, Antonio Gomes da Cunha e
Slha.
Do,Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Silva Guimarie*.
Appellaote, Joio Pinto Regia de Souza ; ap-
pellada, D. Senborioha Francisca Vieira, viuva
4* Antonio Luis Vieira.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Silva Guimarie*.
appellaote, Antonio Emygdio Ribeiro ; appel-
lado, Jos de Alenquer Simea do Amarale
outro..
Do.Sr. desemb.rgador Villares aoSr. desem-
bargador Silva Galm.rie.
A. nomeseeade juize. muuicepae. aupplente. ^^" *"J" fiStf,"'
vlos nacionaese estrangeiroa, lano de guerra co-
mo mercanii, que demandaram mala da nove
ps d'agua inclusive, e de outros Irabalho. de-
signados no presente regulamento:
A condigio terceira do decreto n. 2.513 de 17
de derembro de 1859, at.ia se exprima-: a Con-
siderados os vapores de companhia oa forma dos
contratos anteriores, como embsrcacoe. de guer-
ra, ficam i.eotos daa despez.s da praticagem em
qualquer barra do seu servigo ou escala.
Com quauto parece ooaaertit de 17 dedozem-'
bro de 1859, que a companhia e.t isent. de pa-
gar os servigo. da praticagem pela generalidad
do referido decreto, todava nao asam em re-
lacio aos portos e barras de.ta provincia.
A dispo.igio do citado decreto tmente pode
ter applicaco sos portoa e barra, onde existam
praticos assalariados pelo governo, como aconte-
ce oa provincia do Rio Grande do Sul: ahi siro,
porque estando os navios de guerra i.entoa do
pagamento doseervicos prestados pelos pratico,
os vapores que Iheisio equiparados, tambera es-
tio i.entos desse pagamento; porm nio assim
quaoto .0. portos e barras de.ta provincia, por
qae aqu e.tio o. navios de guerra sujsito. .0
referido pagamento, o qual e realiaa constante-
mente por intermedio da thesouraria da azenda.
Sendo assim, claro que a companhia
nenbuma duvida devia ler em pagar aos praticos
os seu. salaries.
Guiado, por este, principios, e vendo que com-
panhia j nos era devedfJra da quanlia de tres
conloa irezentos e quarenta a sel. mil quatro-
cenlos e oilenta e oito ris, pedimos em principio
do anno pesiado ao goveroo imperial providen-
cia*, afim de que de.apparecessem todas as du-
ndas a respeito, e desi'arte tlcassemos na habi-
litado, a chamar a juizo a referida companhia pa-
ra realiaar o pagamento do que nos era devido.
Era solu;ao a nossa pretendi houve por bem
0 governo imperial por reaolucio de 9 de de-
zembro de 1861 (como se v do documento n.
1 ) ordenar que ao acaso tivesse applicagio o
aviso do ministerio da marinha de 14 de abril
de 1857.
Este aviso (documento n. 2), que se refere a
urna preteocio dos Sr. Augusto Frederico de;
Oliveira, e Frederico Couloo acerca da compa-
nhia de vapores a reboque diz :
1. Que oa entrada ou sahida desse porto os
navios que estando na. enndiges do regulamen-
to de 28 ne fevereiro de 1854, (ossem rebocado*
pelo* vaporeada companhia, fiquem iseotos ao
pagamento de metade da taxa da praticagem mar-
cada no mesmo regulamento, urna vez que o
vapor rebocado seja commandado por pralicos da
barra ou leona a seu bordo pessoa competente-
mente habilitada para essa profisso em coofor-
midade do citado regulamento:
5." Que no caao de ae oio verificar as condi-
es cima ditas, e ttrem o. vapore, d. compa-
nhia de recorrer oa. suas enlradas e sabidas
aos pralicos do servigo do porto, como o deve
fazer os demais navios, ser dispensada a taxa
addicional marcada no artigo 47 do regulamento
de 28 de fevereiro oa 1854, se tomarem praticos
a sua escolha.
V-se por tanto do expo.to que desde 9 de
dezembro c?ovTinr7rpj*af* ei revolvida t ques-
1S0. -.tu romo .ispeusa da taxa de que trata
O aviso de 14 de abril de 1857 tmente retre-
se a quinta parte com que devem entrar os na-
vios que escolhem praticos a seo goslo, o que
neohuma referencia tem com o pagamento a
queesto suj.itos todos os navios inclusive os
vapores em queatio ; e que a companhia nao
tem motivo algura para justificar a demora do
nos.o pagamento, .eodo assim razio de sobra
temos para queixar-mo-nos da companhia, sen-
do que lhe nio 'pode aproveitsr o dizer que o.
vapores sao equiparados aos navios de guerra e
que deve ser o estado quera nos deve pagar por
que como fica visto j est i.to de ha muito re-
sollido.
Eis por que temos recusado a prestar os nos-
sos servidos a companhia.
Nesta occasio cumpre-no. agradecer ao Dia-
rio de Pernambuco, bem como aos demais jor-
naes da provincia pelo modo por que hio de-
fendido nossa causa.
A companhia .6 de ti se deve queixar umalvex
que s ella tem dado motivos a demora do nosso
pagamento, demora esta que tem, por cerlo,
outro fim, se nio ver se consegue do governo
imperial algum aviso que a exime do pagamento
dos nosso servicoe, segundo se collige de .ua
preleocio transcripta no Diario de hontem, pre-
teocio esta felizmente iodefierid.
Recife, 27 de junho de 18C2.
Os pralicos.
Documentos d que te refere a correspondencia
eupra.
N. 215. 4a directora.Rio de Janeiro.Minis-
terio do. negocios de agricultura commercio e
obras publicas em 9 de dezembro de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Havendo as sssociacoes dos
orticos da barra da provincia de Pernambuco e
provincia da Parahiba representado a Sua Ma-
geslade o Imperador contra a pretenciodascom-
panhiaa Brasileira de paquetes a vapor e Pernas-
bucana, de se julgarem isentos do pagamento de
emolumentos aoa meamos praticos pelas entradas
e sabidas as referidas barra*, foi o mesmo au-
gusto tenhor servid.o ordenar, que sobre tal re-
presen taca o consultasae a'aecco doa negocios do
imperio do cooselbo de estado: o que havendo
ella feito em 16 do mex passado, por sua impe-
rial resolucio de 30 do mesmo -mez digoou-se
ainda o me.mo augusto aeohor, coofermar-se
com o parecer que del que o aviso do ministerio
da marinha de 14 de abril de 1857, em que ae
fundo u a consulta daa .eccoes reunidas dos ne-
gocios do Imperio e face oda do conselho de esta-
do publicada em avise dleite ministerio de 6 do
dito mez de novembro, em lermoa habis, ap-
plicavel ao caso de que trata a representado pa-
ra o effeilo de regatar-ae o pagamento da taxa
segundo as hypotheses figuradaa no dito aviso.
0 que tudo communico a V. Exc, para seu conhe-
cimeuto e execuQio. > <
Deus guarde a V. ExcManoel Felizardo de
Souza e Helio.Sr. presidente da provincia de
Peroambuco.
CQMMgmoo
Pra?a do Recife 27 de
juho de 1862.
\s emmtro horas da tarde.
f.otaces 4a junta de corretores.
Nio houveram col.c&es.
aVMTatadeca.
taodtmeoto do da 1 a 26. .
dem do da 27. ... .
316:7368566
13:6288837
330.365J403
ovlmesnto da altandsa.
Velume* entrados tomfazendaa.. 141
t cora gentrot.. 792
= 933
Veame, .ahidoa com faz.ndaa.. 17
c com genero... 164
-zi- 181
Oe.Carrogam no dia 28 dt junho.
Barca americanaImperadormercadoria.
I.ugrt portugaezJuliovinho.
Brigue inglezElizabeth ferro ecarvio.
Galera francesaAdele mercadoria*.
Importa (ata.
Barca ingleza Cora, viada de Terra Nova, con-
signada a Johoston Pater & C, manife.lou o-
seguinle :
2783 barricas bacalho ; aos consignatario*.
145 tonelada* de carvio de pedra ; a or-
dem.
Exporta ^o
Do dia 27 de juoho.
Brigue inglez Susy, para Liverpool, carrega-
rara :
Patn Nasb Si C., 100 saceos cora 50C arrobas
de assucar.
Barca ingleza Miranda, para Liverpool, car-
regaram :
W. G. Feouelly, 1 caixa coocUCO penn.s da
guar. Hk
Uecebedorla de rfffl tatemas
cerae de Fi
Randimento do dia 1 a 26
Id.m da dia 27. .


3fc556J577
1:6861808
Consta la do proal
Randimento do di. 1 a 26. .
dem de dia 27......
3:S4*f385
'. 81:8505177
; 5:368712
87:29S'89
Movimeoto do porto.

' Dia rr. -
Nao houveram enlradas nem sabidas.
V
fii v
DisTRiBunoEs.
Appellsnte, Beato Jo. da Coila ; appellada,
D. M.ri.nna Dorotha Joaquina.
Ao Sr. desembargador Villares.
Appellaote, Sebaaiiao Jos da Silva ; uppella-
dette termo, reeanir.m em pe.seai de urna s
familia, monopolio desgranado, que tem por fim
immobiliaar e vincalara verdadeira ilifluencl. da
ju*tle.
Neite termo a ha um advogado, qae o ia-
charel Manoel Antonio de Oliveira, da familia
sahe muito. Ora sendo o. nomeados membro*
de.ta familia, cl.ro qne neohum detlea tem de
faoccioo.r em quaiqu*r. cauta em qae Manoel
Antonio interv.nha. Elle que o nico tam-
bern procurtdo, reiponda-ao. aonde quiz chuar
com o aeu giganeito braco ?!
Na cmara muotclpalr noa diri alia sem duvi-
da.ll Ah4 sim )..,. na cmara municipal. Tanto
faz seis como meia d.zla: Oh I li tenbores de-
mindiitat... cuidado que eitiea enlre Scilla e
Cbtribdea I
r-
Ao-Sr. desembargador Silva Guimarie.
Appellanle, Joio Piolo de Oliveira e Sonza ;
aprJellado, Manoel JaouarVe Beaerra.
- Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
Appellanle. Manoel Rodriguea Costa Maga-
Ihaes; appellado, N. Bie.ber Companhia,
su cceaaores. '% -
Ao Sr. deaembargador Vtllarer.
9 'a.|BRATOI.
Aggrav.nta, Jos Franciaco de Carvalho ; ag-
Sravadoa. oa administradores da massa fallida de
ovaee A C.
De-ae provimento.
N. 41'. Ro de Janeiro.Miniaterio dos ne-
gocio d. marinha em 14 de abril de 1857.
Illm. eExm.SrvFoi preaenta a S. M. o
Imperador o offido que a essa presidencia diri-
girn) Augusto Frederico de Oliveira e Frederico
Conloo, por oces.io de ataignar o contrato em
conformidade daa.condiges que baizou com o
decreto %. 1511 de' 30 da dezembro de 1854, con-
codendo-ihe privilegio exclusivo por 15 anno*
para eslabel.cerem um oa dou. vaporea destina-
dos ao servicn do porto de.aa capital, no qaal pe-
dem qae o. navio, rebocado pelos ditoa vaporea
sejam vaeoiog de despean de praticagem marcada
no regulamento de 28de fevereiro de 1854, urna
vez que oa vaporea rebocados sej.m commanda-
do, por praticoa da barra ou por um mostr com-
petentemente habilitado per.ntt a capitana do
porto. E o me.mo augusto aeahor atleodeodo a
conciliar o* iotereaaee da companhia com oa da
a..ocl.(io doa praticoa daaaa provincia oa quaea
ambo* soligam aoa ioteraaaaa do oslado edo pu-
blico. Houve por bem, conformando-jo com o
parecer dasta presidencia e da capitana do por-
to determinar o aeguinte: *
< 1* Que na entrada ou sahida dasse porto os
navio, que estando naa condleoeedo rtgal.men-
o de 28 de fevereiro de 1854 foaaea rebocados
pelo vaporea da companhia fiquem iaeotoa ao
Aggravinte, -o Dr. Josquim Joa da Fon.ec.;]pagamento de met.de* da taza" da praticagem
ageravado, Manoel Jos Gon<;.lve. marcada no mesmo regulamento, orna vas que o
Deu-.e provimento. J vapor retocador seja coamandado por pralicos
O Dr. Trisiao de Aleocar Araripe, olcisl da im-
perial ordem da Rosa ejuiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife e seu ter-
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e conatitucional o Sr. D. Pedro
II, que Dees guarde, etc.
Fago saber pelo prsenle que no dia 30 de ju-
nho do corrente anno te hio da arrematar por
venda a quem mais dr, em praga publica deste
juizo, depoia da audiencia respectiva oa predios
seguintes:'
Um sbralo de dous andar lito na ra do
R.ngel o. 73, freguezia de Santo Antonio, tendo
o primeiro andar duas salas, dous quartos e co-
zinha na sala de detraz;e 00 segando andar tem
duaa salas, quatro quartos, e no solio tem trea
quartiohos e urna sala, quintal morado dividido
em dous, tendo a propriedade 28 palmo, de vio
e 81 de vio do fundo, avaliado em 10:000^000.
Sma cata terrea na mesma ra com o n. 75, com
20 palmos de vio e 80 de fondo, eoi;eaizo, com
venda, um lelheiro no fundo, cozioha fura, um
pequeo quintal, aliada m 2:5009000. Urna ca-
ta terrea na ru. Imperial com o n. 67, freguezia
de S. Jos com duaa portas na frente, em caixio,.
com 20 palmoa de vio e 70 de vio do fundo, ava-
hada em 1:0005000. Urna casa terrea na mesma
ra com o o. 263, com duas portas na frente, len-
do 16 palmo.de vio e 46 de fundo, dous quartos,
duas .alas e cozioha o. ..la de detr.z, quintal
em jaberto e mo estado, avaliado em 500)000.
Urna casa terrea as Cinco Pontas com o n. 57,
com duas portas n frente, duas salas, quartos e
quintal em mi estado, avallada em 1:0009000.
Urna casa terrea oa Soledade com o n.62, tendo
20 palmoa de vio e 39 de fundo, com duas sala,
um quarto e cozioha na sala de detraz, quintal
em aberlo em mo e.tado, avaliado em 600{000.
Um sitio no lugar dos Afilictos, com casa terrea
em ponto alto com terraco, murado na frente,
dua: portas, cinco jaoellas, com duas salas e um
gabinete tambera de frente, sala alraz, seis quar-
tos, solio dentro com janella psra 0. lados, cozi-
oha, cocheira e estribarla ao lado da aala de.de-
triz, precisando de concert, tendo entre estas
e a sala de junto do gabinete na frente um pe-
queo quintal com porta para a cozinha, lendo
80 palmos de frente e 83 de fundo, litio grande
com arvoredo* de fruclos e murado em toda a
frente, divide por um lado com o sitio de Rodolfo
Joio Barata de Almelda por outro lado com o Dr.
Velloso Soares, e pelos fundos com o do Augusto
de Oliveirs, urna pequea casa a beira da estrada
com o n, 36, de pedra e cal, com sala na frente e
atrtz dous quartos, sem -cozinha, avahada em
10:0009(00. Urna casa terrea nos IUirros Baixos
o. 26 na freguezia de S. Jo., com um. porta 0-
jaoella oa frente, tendo 21 palmos de vioe 49 do
fuodo, deas salaa e dous quartos, quintal e cozi-
nha na sala de detraz avahada em "6005000, os
quaes predios sao pertencentes a Manoel Csmillo
Pire. Falcio, e vio a praga por execocio que
cajltra o meamo encaminha Antonio Jos Rolri-
gues de Souza, e na falla de licitantes serio arre-
matados pelo prego da adjudicado, com o abali-
mento respectivo da lei.
E para que chegae ao coohecimeoto de todo*,
maodei pas.ar.editaea qae aerio adiado, nos tu-
gare* do coatnme e publicados pela imprenta.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Per-
nambuco, ao. 28 dia* do mez de tosi da. 1862, .
quadragesimo primeiro da independencia e do ./
Imperio do Brasil.
Eu, Hsnoel de Carvalho Pae* de Aodrade, ei- *.
crivao aubseacrevi /
Tristo de Aleocar Araripe. ,
0 Dr. Franciaco Domingas* da Silva, juli doa Cai-
tos da fazenda, e auditor de guerra ueita cida-
de do Recife por S. V. C. o fir. D. Pedro
II, qae Dtoa guardt etc.
Fago saber aot que o presente vlram, que
tendo a lei provincial n. 528. de 3 do correte
mez, creado 00 termo de.ta cidade mata am ee-
crivt dos feito da fszeoda provincial, acha-se
abtrto o concuo para o provimento definitivo
dessa olido ; e por lsao os pretendoatea devera
.presentar oa ttt requerimiento, ilocumentadot
na forma da lei no pra.o de 60 disi, contado, de
boje.
E para que chegae a noticia da t >dot, m.ndei
pasaar o preaente, que aeri publicado palo Diario-
Dado e paaeade aeata cldsde do Recife aoa ti
de juoho de 1862. Ea Antonio Jou de Oliveira
e Miranda, eacrivio o eaerovi.
f raneieco Dominguea da Silva.
-I
w
^.S


^=~E
QUISO P* IStfflAffftQO. ^ gBfa^fBfr ffiffltt 00 ifj
Jo ordem de inspecco o illa adegaToo fas do arsenal de guerra, ten de comprar o objectos
publico, que existindo no ecotezem u 6 un eai-
xo.eada marca JMCP, viodosdailha de S. Miguel
pelo navio Clio, entrado em 23 ile deaembro
do aono prximopassado, contando florea arttfi-
waes de panos, tao convidados os dono oucon-
signatarios a vireaa despacha-los o praso de 30
da*, cootados deata data em diaoie, de oenfor-
idade coas og 2 do ert. 301 do regalameoto
de 19 da aetembro de 1880, fiodo o qusl sarao
ellae arrematadas em haata puHiea, larn que lhas
fique direilo a allegar contra oa efieitos desla
yenda.
4.a seccSo da alfaodega da Pernaiebuco 2T d%4*
junho de 1882.-0 eecripiurario,
JoSo Francisco Regs Quiotella.
Pela Dipetco da alfsndega se fs pablico
que no da 28 do corrente mez a porta da mea-
ras repartirlo e depois da meto "da se hio de
arrematar os objactos constantes dos rolnmes
abaixo declarados, considerados abandonados
em virtude do 2* art. 301 do reglamento de
19 de setembro de 1860 sando a arrtnatac.o 11-
Tre de dlreitos m arremtente.
1 embrulho conteodo 2 eaiiinhas le papeleo,
sera numero 24, com'inovelos de lioha de algo-
d&o pesando i\i de libre, valora libra 1$, tola
250 rs.
1 embrolho da marca SXCP n.144 e 146, enr-
iendo 4 pares de meias de elgodim ordinarias
curtas e grandes, valor da deiia 1*500 rs., tulul
1&066 rt. .
1 barril da marca DJGB, conteodo 12 tioteiros
da cobre e sus* ligas bromeadas afli oora, nao
classicado, pesando 38 libras valor da libra
19200 rs 459600 rs.
PRC1 caixa n. 13 rinda do Porto na barca in-
glaxa Oleysos, contando 12 libras ee lixa em
panno, valor da libra 134 rs., total 18608 rs.; e
10 libras de areia para escripia, valor 320 rs.
1 caixs sam na maro vinda do Porto na barca
Ingiera Bonita, conteodo 42 frascos cora mus-
tarda em conserva, pesando 36 librar, valor da
libra 267 re., 9061 ra.
5 caitas da marca AUS conteodo 576 libras de
botos de malha, valor da libra 600 is., 3452600
ris.
1 caixa sem Damero da marca GG, vinda do
Rio Grande do Norte, contendo 5 chapeos de
seda redondos para homam. em 59. total 25$.
13 chaDos ie li ordinario para hornera valor
de nm 1&200 rs., total 15&600 rs.
1 embrulho da marca CM, d. 19 !!0, vindo de
Ilamburgo, conteodo 4 pares de meiss de algo-
do. valor da duzia 329, total I9O66 rs.
20cais.se, da marca diamante A, viudas de
Lisboa na- barca portuguea Progressista, con-
tendo 18 1|3 de (lui as de garrafas inteirss de 4
por medida, com 55 medidas de vioho doce, va-
lor da medida-29IOO ra., total 1158500 rs.
4.* seceso da. alfaodega 25 de junho de 1862.
O 1* eacriptursrio,
Firmino Jos de Oliveira.
O Illm. Sr. iosoeelor da tbesouraria pro-
viacial em cnmprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 7 do corrente. man-
da fazer pablico, que nodia 3 de julbo prximo
viodouro, perantea junta da tascada da mesma
tbesouraria, se ha de arrematar a qu sm por me-
nos fizar a obra da bomba do riacho Chacn na
raojitlcacSo da estrada de Muribeca, avallada na
qeaotia de 1:3209000.
A arrematacao aera feita na forma da lei pro-
vincial o. 313 de 15 de maiodel85i, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas-
As pessoas que se proposerem a >ssa arrema-
taQo coinparegam na sala das sesioes ds referi-
da junta, no dia supramenciooado pelo meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se mandn affixar o presente e
peblicsr pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
nsmbuco, II de juoho de 1862.
O secretario, Antonio Ferreirada Annenciscao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." Os reparos precisos 00 areo do (Chacn, na
importancia de 1:3209000, serao feitos de con-
formidade com o respectivo orcamer to, approvs-
do pela directora em conselbo.
2.* No prazo de 15 dias o arrematante princi-
piar a obra, reuoindo os materises, e logo que
as aguas do riacho Chacn derem lugar, far o
aterro do rombo e as mais obras,
3.a O arrematante observar restrictamente as
inslruccoas doengenheiroeocorregacio da flsea-
lisaco e direceo dos trabalhos, e bem assln-j
que a raapcilo lie o ii r 1, r "" -=****-
4 a O naca man'"-"1 e*eluB,io bb pr-
acues few, niao apnmeua quando O aterro
estiver de todo concluido, e a segunda logo que
as obras eativerem concluidas. O arrematante nao
ficar sujeito a respoosabilidade alguma, depois
de ter entregado a obrs.
5.a O arrematante nao ter direito a iodemni-
saco alguma, qualquer que seja o motivo em
que se bssear para tal fim.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Anniincincao.
seguintea :
Para o boles do hospital militar.

^4 -O--
A administrsco do correio desta cidsde
precisa engajar estafetas : quem se ncbar nestas
circunstancias apreseute-se so respectivo admi-
nistrador munido de sttestados que abonem os
seus costuraos e conducta.
Conscllio administrativo.
O cooselho administrativo para Fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
Para o 9" batalhao de infantaria de linha.
2 estadios triangulares de metal.
2 trenas de 15 bragas cada urna.
Quem quizer vender taes objectos apreaeote as
suas proposlas em ca'rta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 2 de
julbo prximo viodouro.
< Sala das sessdes do conselho admioistralivo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 25 de
junho de 1862.
Antonio Pedro de S Barreto,
Corooel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Perante o lllm. Sr. juiz de paz do 2.* dis-
triclo da Boa-Vista o teen le T hora Carlos Pe-
ratli, se tem de arrematar por execaco de Joa-
quim Ignacio Ribeiro Jnior, contra Thomaz Pin-
to de Queiroz, diversos movis constantes de ca-
deiras, marqueza, bancas, lanlernas, e quadros,
sendo a primeira arrematarlo no tlia 23, a se-
gunda 0 26, e a terceira no da 30 do corrente, s
9 horas da manha.
Por esta subdelegada se faz publico que se
acha depositado desde a manhaa do dia 24 do
corrente, um cavallo caslanho de tamanho rege-
lar, com o p esquerdo calcado de branco, e in-
teiro, com o espionado bastante maltratado pro-
veniente de cangalha. o qaal cavallo (Ara appre-
heodirtopor suspeitas de ser furtado ; quem for
aeu legitimo dono, comprela neata subdelegada,
que provaodo Ibe ser entregue.
Subdelegada da freguezia de Santo Antonio do
Recife 25 de junho de 1862.O aabdelegado,
Mauoel Antonio de Jesi s Jnior.
Consulado de Por-
tugal.
Nao se tendo eftectusdo o leilo d.i casa e mo-
bilia parteocentas ao eapolio do Osado subdito
portuguez Jos Bernardo de Medeiros, de novo
se aoouncia que o referido leillo ter lugar
qainla (eir 3 da julho, na Estrada !Hova do Ca-
xang, onde est cita a mesma coia, pelas 11 ho-
ras da maoaa.
Consulado de Portugal.
De-novo se annoncia, que nao tendo havido
concurrentes bastantes DO leilo da ocheira que
foi do finado subdito portnguez Jos Ribeiro de
Farta, aa roa do Imperador, proceder-se ha a
novo le\Vao>oa qaarta-feira 2 dejulh), pelas 11
Acras d machia.
mSMML
Indemnisadora
Em cumprimento da disp*,icao do art 19 dos
estatutos da Companhis de Seguros Martimos
Indemnisadora, serao vendidas BQ, leilo publi-
co, porte- da-Asaocia'cao Commettisj no dia 28
00 correle, peses 10 horas da machis, 45 aeces
da mesma Compaobia, em 6 lotea, se4
O 1.a de 10 aecea de ns. 51 a 60.
0 2a de-Watcea de oa. 61 a 70.
O 3.a de 10 ar;es de os. 121 a 130.
O 4.a de 5 aeces de ne. 251 a 2S5.
O 5.* de 5- ecces de os. 466 a 470.
0 6a de 5 aeces de os. 496 a 500.
Coflselua adnistralive.
O conselho administrativo, para foroecmeilo
16 libra/ de acido tartrico.
16 libra de slfazema.
60 garrafas grandes de agurdente.
12 arrobaa de assucar raOnado em 6 barriqui-
nhss de 2 arrobas cada urna.
60 garrafas d'agaa de .abarraque.
50 garrafas de elcool a 36 graos.
5 caoadaa da azeite doce.
16 libras de alcatro.
6 libras de amoniaco liquido.
. 6 libras de bicarbonato de aoda.
200 bichas hamburguesas, deveodo serem re-
mettidss em caixo contendo barro proprio.
1 balance decimal pequea com pesos.
4 libras de beojoio.
25 boioes de poreellana de 8 oseas.
25 ditos de poreellana de 6 onjas.
20 libras oe cevads.
50 canas de capselaa de copahiba.
2 libras de chloraformio.
4 libras de carbonato de soda cryalalisado.
8 libras de cer em grome.
20 libras de chlorureto de cal.
1 libra de deutochtorarelo de mercarlo.
2 libras de esponjas linas de Ia qualidade.
2 libras de extracto de murung.
12 jardas de esparadrapo ioglez.
4 oecas de essencia de canalla.
4 oo(as de dita de cravo.
2 oncas de dita de flor de Isranja.
1 libra de extracto de alcacus.
2 ongas de extracto de bardana.
2 ditas de dito decentauris.
2 dltaa de dito de coloqamtidas.
4 ditas de dito dedaleirs.
2 ditas de dito de fumaria.
4 ditas de dito de genciana.
4 ditas de dito de rhuibarbo.
4 ditss de dito de scilla.
4 ditas de dito de sapensrio.
12 esptulas de osso sortidas.
6 ditas de ac sorlidss.
2 oncaa de etbige marcial.
4 ongas de essencia de rosss.
8 libras de folhas de digitales.
2 libras de fumaria nova.
1 libra de folhas de hortelia pimenta.
1 libra de ditss da tunilago.
16 libras de fios de liobo.
2 funis de vidro grsodes.
12 fundas do lado direito.
4 graes de marmore de 1 libra.
1 gral de pedra grande de 16 libras de capa-
cidade.
8 libras de gomma arbica em p.
2 oncu de hydroferrro cianalo de quinioo.
2 libras de herva doce.
2 libras de incens.
4- libras de ipecacuenha em p.
8 libras de ioduralo de potassio.
2 Ubraa de iodureto de chumbo.
1 libra de iodo.
8 oncas de kerme mineral.
6 arrobas de tinhaca de Ia qualidade.
2 libras de limalha de ferro pulverisada.
2 arrobas de maoteiga de porco.
2 arrobas de malvas.
64 libraa de mann commum de Ia qualidade.
24 libras de macella nova.
8 caadas de mel de abeihas.
4 oncas de nitrato de prata fundido.
lOcaderoos de papel de cojea sonidos.
2 resmas de papel de Hollanda de marca gran-
de pautado.
2 libras de mirrha.
24 vi jros de oleo de mastrugo.
32 libras de oleo de ricino.
32 libras de oleo de amendoas.'
1 libra de protoiodoreto de mercurio.
4 libras de pommada de pipino francesa.
30 caixas de psstilhas de Naff.
2 libras de pasiilhss desanlonina.
4 libras de precipitado rubro de mercurio.
4 roaos de papel de ti I tro.
60 vidrosde pllulasde Blaocard.
12 caixas de pilulas da vida.
12 vidros de pillas vegetaes.
2 libras de pommada de cacao.
70 vidros de pos de rog.
2 grosas de peonas d'aco de Ia qualidade.
2 libras de protocblorureto de mercurio.
2 ditas d raiz de valeriana.
?A^do*dt^'\#si;:"
1 Otia ao dita so termenlUla.
1 dits de dita de gilbarbeira.
1 dita de dita de sipo.
8 ditas de resina de angico.
300 rolbas de cortica (oovas).
2 libraa de salsa hortense.
8 libras de espermacete tino.
8 oncas de sulphsto de qaiolno de Pellitier.
4 libras de sueco de pepino.
48 vidros de salsa parrilha de Bristol.
4 arrobaa de sul; hato de magnesia.
2 arrobas de salsa psrrilha.
2 librar de trtaro emtico.
5 garrafas de vinagre de Ia qualidade.
Vidros de 1 on;a, 2 ditas, 4 ditas e 8 ditas, 3
duziss de cada um,
50 garrafas de vinbo do Porto de Ia qualidade.
12 vidros de xaropes de Naff.
12 garrafas de xarope peitoral inglez.
2 resmas de pspel azul para embrulho.
50 rolos de encerado de Sepeldriel.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
proposlas em carta fechada, na secretaria- do
conselho, is 10 horas ds manha do dia 30 do
corrente mez.
Sais daa sesses do conselho administrativo
para foroecimento do arsenal de guerra, 20 de
junho de 1862.
Antonio Pedro de Si Barreto,
Coronel presidente.
Francieco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel voeal secretario interino.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oa objec-
tos seguintes:
Para a companhis de cavallaria.
11 espadas com baiohas.
Para o 2a batalhao de infantaria.
378 botdes grandes de metal prateados com o
o. 2, amarello.
162 ditos pequeos de metal prateado com o
n. 2, amarello.
Para o 7 batalhao.
2 caldeiras de ferro para 100 praess.
Para a escripturaco do eterivo das officinas
desle arsenal.
1 livro grande oblongo com 30 folhas de pspel
pautado.
1 dito para tallo dos conhecimenlos do farda-
meolo arrematado com 200 folhas de papel pau-
tado.
Qatm quizer vender taes objectos, aprsenteos
as suas proposlas em cartas feixadss na secreta-
ria do conselho as 10 horas da manhaa do dia 4
de julbo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 27 de ju-
nho de 1862.
Antonio Pedro de Si Barreto,
Coronel presidente.
Francitio Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal, secretario interino.
A accao pas-se anj Miltlenas, capital oe Ar-
menia, no anno 267 d floisa r.
S
Alisos aanlisao*.
Para o 4racaly.
Segu brevemente crhiate Exhalacao, para
carga e passageiros, tratase com Gurgel & Ir-
rusos, no escriptorio da rea da Cadeia n. 28.
COMPANKIAEBRASILEIRA
MQH1T1SE A IlIPflME.
At o dia 29 do correte, esperado dos
portos de tul o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro lente Antonio Marcelino Pentes
Ribeiro, o qual depois da demora do cosame
seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-ie passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qusl devo-
ra ser embarcada no da de sua chegada, ea-
commendas e dinheire afrete al o dia da ani-
de as2 horas: agencia rae da Crux n. 1 es-
criptorio de Antonio Luis de Oliveira Azevedo
& C.
C01P4NHIA PERNAMBICAIU
DK
!
I^avegacao costeira a vapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assu', Aracuty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor cJagusribe, comnundsnte Lobato,
sahir para os portos do norte at a Granja,
no dia 7 de julbo as 5 horas da tarde.
Recebe carga at odia 5 ao'meio dis.Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da aahida as 2 horas ; escriptorio no Forte do
Mattos a. 1.
Para Maraohao e Para.
pretende seguir com muita brevidtde o veleiro e
bem conhecido patacho nacional Emelaco, ca-
pitao Antonio Gomes Pereira, tem parte de sea
cerregamento prompto ; para o resto que lhe fal-
ta, trata-se com os seus consignalsrios Antonio
Luis de Oliveira Azevedo & C. noseu escriptorio
roa da Cruz n. 1.
aioes.
LEILAO
DA
Armado exeuspertence eo resto de
genero* da taberna sita na roa da
Praia n, 42.
BOUr-fl DE JNBO.
O agente Guiarles nao havendo concluido o
leilo da teftrlda taberna lendo.Dcado a arma-
ele e. sgaos gneros, de novo vender em lei -
lio sem oenbnma reserva de preeo, a II horac
do dia cima eoniudo maito a armaco pela sua
boa localidad^'.
Salibado 5 de julho prximo andarao
mpreterivetraente ag rodas da primeira
parte da primeira lotera a beneficio da
matriz da freguezia da Ecada,no con-
sistorio da jgreja de N. S. do Rosario
de Santo Antonio. Os bilbetes e meios
billietes acham-se a venda na respec-
tiva tbesouraria ra do Crespo n. fS,
Imperatriz loj
ferraganrn. 44 doSr. Pimentel, ra
Direita n. ^ botica do Sr. Xhagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja u. 45 do
"Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
c,ao* e as outras, pore'm, nodia inme-
diato logo que se tenbam distribuido as
listas.
O tbesoureirr,
Antonio Jos' Rodrigues de Souza.
asfioctaco ^gpogvap tuca
3cvn.imiiuciiA
Domiogo, 29 do correte, se reunir a assem-
bla g-ral para tomar conhecimento dos neg
cios relativos aoa fundos socises.
Todos os Srs. socios efectivos sao convidados
a comparecer s 10 horas da macha uo lugar
do eestume.
Secretaria da Associacao Tyoogrspbiea Per-
nambucana 23 de junho de 1362.
Juvencio Cesar,
Io secretario.
Constando ras que o bacharei Sanios Al- r
lela.'' procura desacredttar-me dhendo que eu
riada pv'aeo por dever muito, teubo a declarar
que* sjes&rjiemenle possuo 5 captivos, os quaes
se ac.iDi livre e desembarazados porque nada
devo a pe\ios algums, e se o Sr. basharel se
julga ser mei credor espero que se declare pelo
jornal a qusnti* dequsnto Ibesoa devador ea- Remedro infallive Contra a -
sim cemu provocc aoroesmo bscharel psra farer ru__. ?._ .
a mesma declaraccrque acabo de (asefa Recife rbe?% antigs e recentes", nico deposito
26 de junho de 1882. .* ootica francesa, ra da Crua n. 22.
Jps Cecilio Csraeiro Monleiro Jnior, prec 3$.
ignor-
I
Dentista de Pars.
Perdeu-ifl uuia letra da quaolia oe 32IJ>80
sacada a B do preaeute a praso de 60 dir-,'aceite
por Beoto Jos Ferreira Lm, e sacada per Ren-
t Antonio Carptnteiro da S.l-a; quom eho fa-
r o favor a* levar ao paleo da Ribeira o. f5v
visto de nada servir a oulro, por j se te dado
as providencias.
15 Ra Niyva15.
Frederico Giuiiar, cirurgiao dentista
faz todas as operaces dess arte a e co-
lees dent.s artificiaos, ludo coa -sdeln
I rioridade a perfeicao que as pesoas-,er. 8|
. tendidas lhe reconhecem. ~. Domingo 29 da corrent*. as 9 horas do coslu-
Tera agua e pos denuncios, etc. J roe, bser sasso ordiosria, psra o que sao con-
9H8H6tf^lKr ftRvV ClWCW'JijCaWlW vidado* lao i-maos, cortos de que o irmo
presidente pora em esecucao a pena de elimina-
Gompanhia Fidelidade de se- 5?? -|0- vi*ll*?_ Si
i
s
SOCIEO.VDB
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
. Janeiro com o capital de
16:000:000$
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisedos osla directora da compa-
obia de seguros Fidelidade, tomam seguros de ns-
riof, mercadorits e predios, no sea escriptorio,
ra da Crot o. 1.
DeelaracaO.
11 ha de S. Migue).
Para a lina de S. Miguel, segu com mura
brevidade o patacho portuguez tina de primeire
marcha, tem dous tercos do seu carregameDto
prompto e para o resto da carga, e passageiros :
trata-se com os seus consignatarios Joao do Reg
Lima i Irmo : na rus da Cruz n. 38.
segu com toda brevidade a linda e veleira barca
parLefte
D!l meira classe, capilo Gas-
B prrrw: jr bou lai-
os seus consignatarios Aronaga, Hijo a rj"/.""^
do Trapiche Novo n. 6.
C0MPANH1A BRASILEIRA
DE
nmtm a nm.
Espera-se dos portos do norte al o dia 30 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
oa portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-ae
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada.dinhei-
ro s frete e encommpudas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C
Pevra o Aracaty
Segu o hiate nacional Invenejveb, que an-
da recebe alguma carga : a tratar com Jos S
Leilo Jnior ou cora o capilo a bordo.
Precisa se de urna ama para coznhsr
comprar; na roa das Larangeiras n. 16.
Precisa-se alagar um eacravo queaaiba co-
zinhar o diario de urna casa : na ra ds Cadeie
do Recifri n. 52. lerceiro andar.
I'recisa-se de urna ana para coziobar
de urna casa de peuca familia : na roa
do Recife n. 31. sgando andar.
o disrio
da Croz
Avisa ae a quem cunvier qae ninguem
lance na casa que foi do finado portuguez Jos
Bernardo de Medairos. sita na estrada nova do
Caxaog. a^ual s acha hypothecada a D. Mara
Amelia Constancia de Freitas por urna leltrs
aceita pelo mesmo em favor desta e a respeilo
do qual se est precedendo no juizo commercisl.
S Precisa-se alegar urna creada rscrava f&
9 psra lavar e engommar a roupa de duas @
j pessoas : ua ra do Imperador n. 41. 9
Irmahdade do Divino Espirita
Deparando no Jornal do
Rftcife de 24 do corrente, sob
n. 173, com una demonstra-
cao i-as pessoas que retiraram
quantias por lettras e bilhe
tes da saciedade em comman-
dita de Aniorhn, Fragozo,
Santos A C, hoje fallida, e
nessa demonstraco viudo
um nome de Joo .Rodolfo por
12.000$ (doze cotitos de reis),
apresso-me em declarar ao
respeitavel publico e espe-
cialmente ao corpo do com-
mercio, que nao sou devedor
porquautia alguma a seme
lhante estabelecimento, e ao
contrario sou credor directa
e indirectamente da predita
casa na qual iufelizmente fuj
empregado ; e bem assim que
a mencionada quantia de
12:000$ sao saques de Joo
Rodolfo Gomes, da Parahiba,
descouUda na referida socie-
dade. Recife 27 de junho de
1862.
Joao Rodolfo B. j
ididosno i* art. 19 dos estatutos.
Secretaria da sociedade Amor ao Prcsimo em
26 de junho de 18f>2,
Theodoro Oresles do Patrocinio.
I ___________Prfmeiro secretario.
Gasa de saude em Santo
Amare.
Dr. Silva Ramos.
Este estabelecimento j bem coobecido, econ-
eeituado nests provincia peios relevsot*s servi-
dos que tem prestado, couiins nse melbore coo-
dicoos debsixo da direcQo de seu propretario
receber doentes de todas as classes, os quaes se-
rao tratados com todo e zeio e icteresse pelo
presos seguintes :
Primeira classe 33000 ou maia.
Segands dita...... 2*500.
Tercoira dita...... *00.
Em qualquer das classes os trancos ficarSo se-
parados dos negros. Os alienados do 2.a e 3.*
chsse nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
sendo furiosos pagaro mais a quarla parte. O*
alieoados da 1.a cl-sse pagarso segundo o njust.
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeit-
vel publico com especial idade
aos seus freguezes, que mu-
don o seu armazem da ra da
Moeda ara a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a

boa quaiidade destas merca-
dorias por serem de primeir
qualidade
"divido todos
os Bosaw irmaos. a comparecerom em nossa
igreja domingo 29 do corrente, as 10 horas da
manha paTa assistirern oo acto da posse da no-
va masa ea leitura do relatorio do irmo juiz.
Consistorio da irmandade 26 de junho de 1864.
O escrivo da irmandade, Antonio Augusto
dos Santos Porlo.
Destilador
Offerece-se um mojo Portuguez para estilar
nests praga ouem algum engeoho, para o que
tem bastante pratica ; quem preciaar, dirija-se
Capunga Velhe, nos qualro cantos, taberna do
Hespsohol, que dir quem sa offcrece.
-Precisa-se de urna ama pars casa de pouca
familia ; na ra doAmorim, segundo aodar, nu-
mero 31.
1
lima uessua com bastante pratica de miu-
dezasse offerece para caixeiro : a tratar na tra-
vessa do Rosario loja de miudezss de Mala &
Laodelino, que dar as inforroscoes necessariss.
Quem precisar de urna peasoa
em cobrsncas tanto para fora como
cidade annuocie ou queira procurar
Queirnario n. 18 A.
habilitad!
dentro da
na ra do
Rio de Janeiro
O brigue nacional ir Alfredo, segu com brevi-
dade e tem meiocarregamenlo tratado : para o
reato, trata-se com os consignatarios Marques,
Barros & C. largo do Cirpo Santo n. 6.
Para o
Rio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro
ssguir com toda a brevidade o brigua nacional
Mrquez de Olinda, de primeira marcha, tem
j prompta a maior parte de seo carregamento:
para o restante trata-se com Manoel Ignacio
de Oliveira & Pilho, no largo da Corpo-Santo
n. 19.
THEATRO
DE
Santa Isabel
COiPAHlA LYRICfr
os
O emprezario previne aoa sniores assigoantes
que em coosequeocU de varios casos imprevistos
e de forfa maior, as recitas interrompidas toma-
rao seu curso regular, Deus nao se opeando,
QUARTA-FEIRA 3 DE JULHO, com a nove e
Itndissima TRAGEDIA-LYRICA em tres actos,
de Donizelli, intitulada
Maranho e ^ar.
O patacho Paulino segu em poneos diss, tem
mil barricas de assucar tratadas, para o resto
trata-se com os consignatarios Marques, Barrosa
C, largo do Corpo Santo n. 6.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para lodo servico de urna casa de pouca familia :
na ra de Hurlas o. 50.
Precisa-se de urna ama sem tiiho, que te-
nba bom e bastante leite : a tratar na ra Nova
de Santa Rita n. 17. defronte da ribeira do peixe.
Precisa-se alugar urna prets escrava que
saiba cozinhar ; na rus das Cruzes em Santo An-
tonio n. 41. segundo andar.
Precisa-se alugar um sitio com
arvoredos e pasto suffictente para 6 vac-
cas animalmente : na ra da Lingoeta
n. 1, taberna de Duarte.
Perdeu-se um par de oculos ingleses com
aros de ac em orna caixa, na qual lera o nome
do fabricasteAdiquem achou, leve ra da
Seozala Nova n. 42, que ser gratificado com 10JJ.
MI&,
Precisa-se alugar urna ams de leite sem filho
na ra da Cideia do Recife. loja n. 50.
ATlSO.
Joaquim Teizeira Arouca subdito portuguez
vae a Portugal tratar de sua saude, levanto em
sua compaohia psra seus-servicos osen criado
Pelixde oaco Angola.
Rio dejaneiro
Pretende seguir com muita brevidade para o
Rio de Janeiro o veleiro e-bees conhecido brigae
nacional AlmiseUe, tete parte de seu carrega-
mento prompto ; psra o resto qes The falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveir Azevedo, no seu escriptorio ra da Crus
numero "1.
0 enredo desta bella opera e martyrio de al-
guna christios que se sscriQcaram pela propria
religiao, perseguidos peios sacerdotes de Jpi-
ter Decio; imperador romano, Severo, Hit pro-
cnsul.
Para Lisboa.
Tem de sabir com maita brevidade o legre por-
tugus Julio, de superior marcha, tem a maior
parle de sua carga comprads, e psra o resto da
mesma e passsgsiros, a quem offerece os melho-
res com modos, trata-se com o consignatario Tho-
maz de Aqaioo Fonsscs, na rus do Vigsrio n. 19,
primeiro aodar, ou com o capilo o Sr. Francis-
co Antonio Meirelres, ns prase.
Quem livor coalas com o brigae dinamar-
qus Johanoei, capito H. Breckmolds, eppa-
reca no consolado de Dinemsrca, ra do Trapiche
o, la para se verificar e pagar nestes tres dia^.
Recif 25 de juaho te 186X
m mulato de bonita figura com IS anuos
de idade, deseja earvir e um Pernambucaoo :
quem o pretender dirija-se a ra Augusta n. 66.
EnSIxd
Pratico-Theerico
DA
NGUA FRANCEZA,
SEGUNOO
O NOVO METHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA
Aprender urna lingua em seis mezes
POR
C icero Peregrino,
Bacharei em direito.
2 volumes em 8.
Sabio do prelo o !. volume desla obra, inlei-
ramenle nova, e nica escripia em portuguez por
aqnelle systema, approvada pelo conselho direc-
tor da iostruego publica para servir de compen-
dio nss aulas publicas de instrueco secundaria
da provincia, e accommodada ao uso de quanlos
pretenderem fallar e traduzir com propriedade
a lingua franceza.
Acha-se venda no escriptorio do autor, ra
do Oaeimado n. 26, onde anda se recebem as-
signatur.s (7g000), at a publicado do 2 volu-
me ; depois do que vender-se-ho a OJOOO os
ezemplares.
Precisa-se fallar ao Sr. Manoel
Joaquim Pereira Magalhes: nesta ty-
pog rapia.
C. J Astley & C mudaram o (
seu escriptorio: e armazem de i
fazen das para o largo do Corpo
Santo n. 15.
m MMMNaU
m-t
Caixeiro,
Precisa-se de um caixeiro para a taberna gran
de da Soledade
Jerooymo Joaquim Rodrigues, subdito por-
tuguez relira-se deata provincia.
Aluga-se
0 dono da casa e'paalo Habana oo becco
da Bola mudou-spsrs a rueda Crus n. 9, ter-
ceiro andar, e contina com seu estabelecimento
de dar comideras pessoas que quizerem honra lo
com sua freguezia, tem querloe mobilhadoepare
alugar, assim como toma peosionistss para co-
mida.
Offerece-se um.homem mogo, de boa con-
ducta, casado, sem lhos, com alguna esersvos,
para administrador, de qualauer servico de cam-
po ou mesmo cocheira nesta praca, por entender
desloa servicos, poden do. entrar oa esersvos que
poisue .- dirijsm-se a povoaco dos Afogados,
ra de S. Uiguei, anea do Rv'm. Se. padre Luis
jlfeujo Barbees._________________
Terrenos de ujarinha
o sobrado de um andar soto n. 26 na travess
do Pocinho, com bastantes commodos para fami-
lia, com qainltl grande, cacimba e plantas : a
tratar na ra da Parma n. 41, ou na ra Nova
numero 3.
Criado
Precisa.se de um bom criado para tratar de
cavallos e serv; i de sitio, dsndo garanta para a
sua conducta : dirija-ie ao sitio com porto de
ferro, no Corredor do Rispo.
Oanouocio publicado ao Diariu do fer-
uamburo do 14 do corrente sob o n. 137, <-
nadoos credores(da ra do Ctbug soroente).
declara que pessoaj conspievas e fidedignas
mostrei eu urna carta do Sr. Lo rene :> Beierrn
de Siqueira Cavalcaoli, meu lio, dirigiia a mea
pai o hr. Monleiro Cavalcaoti, da qual se depre-
hendia echar-se invalida urna hypolheca dest"
paro com aquelle, e que como tal pretendiam le-
var a effeito a sua nullidade com o t-stemunhu
d-ssas conspicuascreaturas, que nao ni como se
apresenlaro em juizo susteotando o queim-
possivel haver Ihes mostrado sem que nunca me
viesse s n.os semelhaote carta, scr.do que, a
que existe em meu poder, somente do pucho to
Sr. Monleiro Cavalcanti, meu pai, e nunca ts*e
sssignalura de meu to Lourenco, foi qae lhe
mostr!, na data a que allude, conjjctameote
urnas procursjes e cojia to tr'.spasao de um
escriptura de bypotheca de meu lio 1/iJuro a
mim. Pessoss conspicuas e fidedignas poden
enganar-se, mas nunca inventar tricas a pro-
prias dechicanistss qu.> procurara ieventar moda-
para offusfar o direilo alheio.
Recife 19 de jobo de 1862.Joaquitr Salvador
rVssoa de Siquelra Cavalcaoti.
Aluga-se
um soto de um terceiro andar com 4quartos
um grande salo, jsnellas de um e oulro lado,
em boa ra, o qual proprio para caiieiros as-
sistirern qusndo o patro nao lenhs todos c
commodos preciaos, s se alaga com caria de
flanea : quera pretender, dirija-so a rui larga do
Rosario o. 33, s tratar na loja.
SOCIEDADE BAMMRI.l
Coovida-se aos socios commanditarios da so-
ciedade Amorim, Fragoso, Santos & rem-se no salo do tbaatro de Apollo, no dia 2
do prximo mez de julho, s 10 horas da ma-
nha, alirn de tratar-se dos ieteresses dos mea-
mos socios.
Fugio nu principio de maio prximo paso-
do, do engenho Maravilha*. o escravo Antonio,
coohscido por Antonio pequeo, o qual foi com-
prado a pesoa da freguezia do fiuique, e u'oode
natural, e para onde lera fgido deas vezes,
tendo os signaea seguintes: cor pre;.#, pouca
barba, altura regular, bastante ebeio io corpo,
mos e pea graades, lera urna cicatriz sobre um
do olhos, e pode ter 35 s-nnos. Ha noticias que
dito escravo seguir para o Buique, i.onde lem
proteceo, e tem sido apprehendidp duas vezes \.
por isto roga-se as autoridades policiaes desse
logar, capites decampo, e qualquer oessoa par-
ticular, a sua apprehenso, viadeo entregar no
mesmo engenho, a seu senbor Emydio Poreiro de
Araujo, que ser mui generosamente por ello
gratificado.____________________
Padaria
Na padaria da ra dos Pires n.
de um amastador.
'
.

precisa-se
G. Helaold, Saionio, vai
viorle.
para tora da pro-
Precisa-se e urna ama que seiba cozohar
o diario de urna casa e engommar alguna tous-:
a tratar na ra eslreita do Rosario n. 2), segun-
do andar.
Precisa-se de urna ama
eo n. 12, segundo andar..
no paido u lee-
Monte Po Popular Per-
nambucano..
os senhores.sscios effeetivos a com parecer era do-
mingo 29 do corrente asiembla geral, que te-
0 agrimensor dos terrenos de merinha convida r lugar peta 10 huras da manha na casadas
o Sr. Dr. Francisco Augusto da Costa por si, e a sesses.
Sra. D. Rosa Candida Goocalvea Ferreira por seu* Secreteis, do Monte Pro Pop lar Pernambuce-
procurador, a compsrecerem na casa de saa re- no 27 de junho de. 1862.
Pea i gio 4*\ Magteleiu
Os arrematantes do pedagio da Magdalena em
virtudo de prejitsos que posteriormente tem eof-
ra. Sr. director, sao convidados iVde, devidoe aeecassez da arrecadacio do pre-
Bsmjsmin do Carmo Lopeav
!. secretario.
Preeisa-se
sidencis, na roa Direita n. 74. ailm. de se Ibes
marcar o dia em que tem de se proceder a medi-
co dos terrelos de marinba, de que reqnererem
os respectivos ttulos.
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 12
16 anuos, para taberna, dando fiador a sua con-- aiugar urna escrava para o servirle dev urna casa
ilucta, na Gaea Ferte, preferindo-se doscheg*- de pouca familia : na ra larga do tegario t,
daa : e trartar no Hospicio e. 26% _______ loja de calcado.
Antonio Pereira oe 8anioe, subdito. edtu> Rea do Trapiche Noto n. 21 guez, retira-se para Portugal.

tant io eommereio, pretlaa-ae t dona copeiros. I
dito, pedagio, e da falla de pagamentos de men-
salidarJes de alguns dos senbores ansigoantee.
ptevlsie e tedoe os roterie'' seehorse, que d*
1. de julho vere ees deU as maneadedee
aereo pasas *disni4a i Desudo aa vencidas su-
ieitas a Daajrest mais 20 por cenlo sobre o valor
da sua asaSriiatura ; e squeftes senhoree esetg-
nstes aue Ibe nao couveoha a condi ;ao supra.
sirve-se declarar por esta folha. Igualmente ro-
gamos aos meemos senhores, que logo que, per
qualquer motivo deixem de ser sssignantes ou.
mudem de vehculo, tenham a bondsdi de cone-
municara barrelrs, aftm de peder a*f etlendida
no pagamente das sus meoeelidadea. Bar reir
d Magdalena 25 de junho de 1862.
Oa arrematantes,
C>tlo Cor Wio.

X.
1 MI Ix Ann>
ln cr?f\/nl
->v


0U1I0 DB PEReUMJJCO SABIA DO i8 DI JDNHO 1163.
CoDsultorio medicocirur^eo
*- Consulta por ambos os systemas,
Bm consecuencia da mudanza para a aua noTa residencia, o proprietario deite estabsleci-
rcento acaba de fazer nina reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem d6 qn os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os da
nenhum oulro, visto o grande crdito, de que sempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precvelo de inscrever o sea nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aqueltea que fbrem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira tr maior certeza acompanhar umaconta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo em pa-
pel marcado com o sea nome.
Oulro sim : acabado receberda Franca grande porcao de tinctara de acnito a belladona, re-
medios estes de surma importancia e cujas propriedades sao tao conhecidas que os mesmos Srs.
mdicos allopathaf empregam-ai constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas custaro a 1J o vidro.
101'
O proprietario desle estabelecimento sonancia a seus clientes e amigos que tem commodoi
tes ou que pree
e promplido, como sabem odoi
aufficieates para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que preisem de alguma
operaco, amaneando que sero tratados com todo o disvelo e prdjnptid
aquelles que i tem ttdo escravos na casa do annunciante
A, sitaacSo magnifica da casa, a commodidade dos banhos sallados sao ostras tantas vanta-
ens para o prompto restabelecimento dos doentes.
Aspessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manhaa at 11 horas
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acharao em cui pessoa com quem se podarlo en-
tender ra da GHa n. 3 caaa do fuodao do Dr. Libo Moseoio.
wpts
mmm& mnma m mmum
E JUNTa CENTRAL DE HYGIENE PUBLIC1
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Bicardo Rirk
aBBBBBBBBBBBBBBBBBBBal
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incmmodo
Com estas Chapas-elegtro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical a in-
fallivel em todos os casos de inflamma$o ( cantado ou falta de reipirafio ),-.sejam internas ou
externas,como do figado, bofes, estomago, bago, rins, tero, pello, palpitaQao de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., teja qual for o seu
tamanho e profundeza por meio da suppuraco sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas oblidas o lazem merecer e conservar a confianza do pubKco
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 anuos de existencia e de pralica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou crianza, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, brajo coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumfereneia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamanho em um pedaco de papel a declaracao onde existem, afim de que as chapas sejo da
fojmaj da parte affectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicares e tarabem de todos os acces-
orios para a collocacBo dellas,
Cnsa: seas pessoae que dignarem honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
acharu abertoe todos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
||9 Ra do Parto ||<)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
INTERNATO
3&H
sm
RA DO QlEIMADO W.W
SMummmmn
30
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 15$, 289, 30$ e 359, casacos miito bsm
fejjpt a 25|, 28f, 30|e 851, paletots acamados de panno pretodal6 at *5)}, ditos da casemira
da eor a 159,18 a OJ, palatets saceos d panno e casemira de 89 at 149, dito a saccoa de alpaca
m trin a la da 49 at 69, obra de alpaca a merino de 79 at 109, caigas pretas de casemira da
89 at 14 J, ditos de cor de 79 at 10$. rompas para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam algos, paletots e colletes, sortimento de colleUs pretos d
sstim, casemira a velludo de 49 a 9J, ditoi para casamento a 59 a 65, paletots brancos de bra-
mante a 49 a 5|, caigas brancas mallo finas a 6f, e am grande sortimento de fazendasfinas e mo-
dernas, completo sortimento de casamiras ioglezas para homem, menino e senhora, seroalas da
linho a algodao, chapeos de ol de sed, luvas de seda de Joavin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiata onda recebemos encommendas de grandes obras, qae pan
sso est sendo administrada por am hbil maatro de aamelhante arte e um pessoal de mais dt
oneoenta obrairoa eacolhidos, portento secutamos quslqeer obra com promptido e mais barato
de qae em oatra qualquer casa.
>ic>rc
Guimares & Villar!
COM LOJA NA
RUADO CRESPO H, 11.
Tendo um grande sortimento de fazendas de gosto pedem
As senhoras que
mandem ver suas fazendas prometiendo servi-las o melhor possivel.
Acabam de receber palo ultimo vapor francez am grande sortimento de vestidos
brancos bordados para 309, 409 e 509 e ntremelos ricsmenle bordados largos e es-
treitos proprios para enfeitar vestidos brancos e roapaa de noiras; manteletes e ca-
pas a Luis XIV e saias bordadas de todas as qualidades.
Esperam a proteccao
das respaitavais senhoras.
Quem espera sempre alean ca.
||Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabalds|
pf mais prximos da cidade do Recife.
||| DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
8iisti fiiioiA m ums>.
O director do internsto de S. Bernardo nao tendo evitado esforcos nm sacrifi-
cios para proporcionar sos seus alumnos ama perfeita educacao phiaica, moni, intel-
ectual e religiosa, offareceodo-lhes uma habitago com todaa as condicoea da sala-
bridade, habis professores qae sao solcitos em prepara-loa convenientemente so fim
a que se destiasm, medico pratico que Ihes faca compreheodar oe preceitoa da bygiene
e Ibes cure as doeocas, e finalmente um sacerdote illustrado e honesto qae Ibes expli-
que os principios da religio chrisla, espara qae assim constituido nao deizar seu
estabelecimeoto de merecer dos Srs. paea de familias o auxilio e confianza cora que j
alguna o tem honrado; e Ihes roga, bem como a todas sspessoas ioteressada, que se
diguem da visitar o mesmo seu estabelecimeoto, onde sempre encontrarlo franco in-
gresso.
O collegio tem a sua sede as elegantes e espsensas propriedades da Sr.a viuva
Lasserre e dos Srs. Roberto & Fho, Capunga Velhs.
Com o fim de tornar mais breves e commodas as communicaces dos Srs. pses e
correspondentes, o director Ihes avisa que as encommendas e todas as corresponden-
cias poderao ser entregues na casa de residencia, do seu irmo o Dr. Pereira do Carmo
ou na loja do Sr. Joaquim Ferreira da Costa, ra Nova n. 56.
Figueiredo k Irmo
Ra Nova n. 18
Neste eslabelecimento bavar sempre um
grande sortimento de roupas feitas e por medi-
da, tanto para horneas e para menioos e um
grande e variado sortimento de fazendas tanto
ioglezas como francezas de bom gosto e baratas,
assim como tambem diTetsas joias da oaro de 18
quilates e debrilhantes dos melhores fabricantes
de Paria.
Para as encommendas informales dirijam-se a pharmacia
ra do Queimado n. 15.
Jos Alexandre Ribeiro
B
ROPA
JE
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roapa falta da
todas as qualidades a tambem se manda executar por medida a vontade dos fregue-
ses para o qae tam am doa melhores professores.
j' I Antga Ioj: franceza que
de Gadault ra Nova n. 11.
Acaba de receber desuaencommenda um grande e variado sortimento de di-
versas mercadorias que se acham a vendana dita Toja por menos 10 por cento do que
em outra qualquer parte, a saber :
Casacas ua panno preto a 05,
35g a
Sobrecasacos da dito dito a 359 a
Paletots de panno preto e de co-
res a 35, 30, 25, 10, 18 a
Ditos de casemira de corea a 22,
151,12.7 a
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francesas a
Ditos de marin setim pretos e
da corsa a 91 e
Ditos de alpaca de cores a 5 a
Ditos de alpaca preta a 9, 7, 5 e
Ditos de brim *de cores a 5f,
4500, 4 e
Ditos de bramante delinho tran-
co a 65, 55 a
Ditos de merino de cordao preto
a 15 e
Ca'gas de casemira prata a de co-
res a 11$, 10, 9|, 7 e
Ditas de princesa e merino de
cordao preto a 5, 6500 a
Ditas de brim branco a de cores a
5. 48500 e
Calesa da ganga de cores a
Collete de vallado preto e de co-
res litse bordados a 123,9
Ditoa de casemira preta e de co-
rea lisos
550O,5
e bordados a 6,
30^000
308000
205000
99OOO
108000
88000
38500
3J500
38500
48000
85000
68000
48500
28500
|000
88000
3|500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 a
Ditos da gorguro da seda pretoa
e de cores a 7, 6, 4 e
Ditos de brim e fuatao branco a
31500, 28500e
Saroulas da brim da linho a 2 a
Ditas de algodao a 1600 a
Camisas da peito da fustao, branca
ede corea a 254-00 a
Ditas de paito delinho a b, 4 a 3O0
Ditas da madapolao blancas a de
eores a 3, 28500, 2 o
Chapeos pretos de massa franceza
forma da ultima moda a 10.
8$500e
Ditos de feltro a 6, 5, 4 a
Ditos de sol de seda ingleses e
franceses a 14J, IX, UJ c
Colarinhoa de linho maito fines
novotfeitios di ultima moda a
Ditos da algodao
Relogios de oaro pstente e hori-
zontal a 1005, 90, 80| e 70|000
Ditos da prata galvanissdos pa-
tente e horizontaea a 40 e SOgOOo
Obras de oaro, aderecos e meios
aderecos, pulceiras, rositas o
aneia a
Toalhaa de linho duzia IOS, 6 9fi000
Ditas grandes para mesa uma 3 e 4O0o{
58000
5000
58000
3000
28200
1280
2200
18600
7800O
2000
75000
8800
500
Especial hOmeopathico
1 lia. MMW1
Pateo da Matriz de S Antonio n. 2.
Reste consartorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora ha ven do
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopalhicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Cullan e Weber, os mais acreditados pbarmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todavia, que sejam os seus medicamentos
ufalliveis, porque nada ha iflfallivel em factor humanos; nem tao pouco superiores aos que por
ah ae preconiaam, porque certo quo o que nos laxemos, outro o pode egualmente fazer tao bom
senao melhor. Mas afiance que nelle nao ha traficaneia, o que o servico da|preparaco como por
He meemo propnetorio, que nSo tendo grandes eomraerclo de carteiras, acha-se sufficiernte para
aiisfazar as neesssidades daqaella preparadlo.
Reste consultorio aoham-se i venda elementos da homeopalhia, acommodados i intaUigeucia
de qualquer pessoa ; assim eoroo presta-s gratuitamente o t'eu proprietario, com seu esforcos e
medicamentos, todas as pes-oas necessitadas, sem distincf.v) alguma, que o procuran, pois
que o seu maior prazer ser til humanidad! sofiredora.
Agua de malabar
do verdadairo fabricante Lascombi, para
Ungir cabellos da edr qae se quizer e com
um guia para seu uso.
Para presentes.
Ricas csixas da costura com msica e
sem ella, o meihor presente que se pode
dar a ama senhora que se estima.
Para hornees.
Ricos estojos contendo todos os utenci-
Hos necessarios para toilet de qaalqaer
pessoa que se trata com muita limpea,
contendo navalbas, teaouras, pentes, es-
tovas, frascos para pomada echeiros, fia-
dores, tloteiros, espelhos, pasta para pa-
pis e muitos outros psrteac6spara o mis-
mo fim.
acerados.
Especiaea para cobrir mesa a 1, 1J500
e 2 o covado.
Para retratos.
Machinas de todos os tamsnhos francezas
e americanas chimicas para trabalhar am
todos os processos, copos graduados, fu-
nis de yidro, um grande sortimento de cai-
xinhas, de chsgrin, passepartous de crese
pretos e dourados, envetas horizontaes e
vertieses, papel para retratos e todoa os
atencilios tendentes a esta arte; tambem
se collocam retratos em caixinhas e passe-
partous, mudam-se os qae estiverem mo-
fados tado a vontade de seus donos.
Ricas bengalas
de verdadeira cana da India com pontai-
ras e castoes de.marum, leude nos castdes
maito bonitas figuras abertss em relevo,
as mais bonitas que se podem achar neste
genero.
Ditas de massa imitando ulicorne.
Luvas de pellica
do verdadeiro fabricante Joavin & Filhos,
para homens e senhorss, brancas, de co-
res e pretas, e que continaarao a receber
por todoa os vaporea francezes pre$o Co
2500 rs.
Espelhos.
Desde o maior al ao mais pequeo ta-
manho com molduras pelas e doaradas
para ornamento de sala, sendo os vidros
muito grossos e de primeira [qualidade.
Para msica.
Instrumentos completos de chavea e
apiston e tambem grande sortimento delles
avulsos com muitos melhoramentos e dos
syitemas mais modernos do muito conde-
cido fabricante GaatrOt Ain. estes instru-
mentos se tornan) mnilo recommendaveia
por serem maito perfeitos, e os mais mo-
dernos que existem no mercado.
Objectos diversos.
Fumo de harlebelte, marilaade, caporal,
vervique e americano, para cachimbos e
cigarros.
Seroulas de algodao de cores para ba-
nhos a 500 rs.
Camisas francesas de todas as qualidades.
Capotinhosde laa para meninos, muito
lindos de diversas cores a 1500.
Ricas espelias brancas e de cores para
casameotoso mais elegante que aqui tem
vindo neste genero.
Chicotes americanoa e francezea com
aneis e sem elles para carros, cabriolets e
csvallos.
Bandejas grandes de 30 pollegsdas a 3.
Um grande sortimento de ocelos e lune-
tas de grao e miope.
Fundas para os quebrados das virilhas.
Velas para carro e piano.
Loquea de madreperola,
Ricos punhos o gravatinhas para senhora.
Porcelanas e vidros.
Appsrelhos e meios ditos de porcelsna
para jantar, candelabros de 4 e 5 lazes,
serpentinas e lanternsa com pinguetea e
sem elles, escarradeiraa de vidro brancas
e de cores, ricas lanternas para carros e
coupa, clices para vinho e licores, redo-
mas com peanhas de todos os tamanhos
para imagens, vasos para floree e encera-
dos para carros de cores e pretos, ditoa
redondoa e quadradea para botar pralos,
[lanternaa o sendieiros a gaz.
KaVBUUlt
de Hamburgo
Alugam-ae e vendem-se por qualquer prego
na raa do Rsogel n. 18, amola-se todo o ferro
orlante.
3a9I6Sf6&16 aettatSSM 3K2KfiK&tSl3
Tscripterio de advocacia|
Ra do Imperador n. *
37,primeiro andar, a es
querda.
Neste estabelecimento trabalha o advo-
gado Joaquim Borgea Carneiro (graduado 1
em direito pela faculdade do Recife) des-
de as 9 st as 3 horas do dia.
g_ Advoga em todos os juizos o tribun.es S
I desla prac, e entarrega se de negocios
S P*ra o interior da provincia, prineipal-
jC mente para aa comarcas de Santo Anlao,
SRio Formoso, Bonito, Nazarelh e Goianna.
Recebe gratuitamente as causas dos
desvalidos, nao podendo cada qual tra-
zar mais de ama qaesto por vez.
tNo mesmo estabelecimento solicitan)-
blicoi e offlciaes da guinda nacionVS"
interior, medame mdico estipendio.
MEm sua falta e impedimentos ser
substituido, nos negocios civeis, pelo Sr.
Dr. Joaquim Jos da Campos, e nos do I
crime pelo Sr. bscharel Jorge Dornellaa
Ribeiro Pessoa.
Bolos finos para S. Joo e
S. Pedro.
Os melhores bulos de S. Joo de todas as qua-
lidades, e bsndejas enfeitadas para casamento,
com perfeicio ; assim como creme. podios, e to-
da a qualidade de pastelaria : quem precisar di-
rija-sa ros da Penba n. 25.
Aluga-se uma ama para casa de familia :
na ra d* Imperatriz o. 42. segundo andar.

i
I
I
I
I
O retratiaia americano
O retratista americano
O retratista americano
O retratista americano.
Roa do Imperador
Ra do Imperador
Raa do Imperador
Ruado Imparsdor.
Novos estylos de ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo.
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos
Huito baratos.
Lindos cartes de visita
Lindos cartes de visita
Lindos cartes de visita
Lindos cartes de visita.
.Bailar 4 Oliveira
Porto.
sacam sobre a praga do
A padaria do leo do norte, ra do Cotovel-
lo, precisa de am foroeiro que desempenhe o ssu
dever. _________
Aluga-se um preto mo;o para caaa de pas-
to ou botequim, com a coodicao de ser desconta-
do no aluguel o importe de comedoria que se
tratar, para o mesmo o ir entregar a um preso na
casa de detenco : a tratar na ra Diretta n. 106.
Esli para alugar-se o primeiro e segando
andares de am sobrado na ra de Aguas-Verdes,
e a loja do sobrado da ra Direita ; quem preten-
der, falle na ra das Cruzes, sobrado o. 9, penl-
timo sobrado quem vsi da ra do Queimado para
S. Francisco, lado direito. Tambem se alaga
este mesmo sobrado, se houver quem compre a
mobiliaqueno mesmo se cha.
Preclsa-se para uma casa eslrangeira de
pouca familia, uma boa cozinheira, preferindo-
se uma que seja Portugueza : a tratar na rus do
Trapiche n. 8. 1* andar.
Aos rSs. consumidores de gaz
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
ns ra do Trapiche Novo no Recite n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qaalidsde e
recentemente chegado a 14 a lata de 5 gales,
assim como latas de 10 e de 5 garrafas e em
garrafas.
' &~t>. rn._m.ikra Por tu eral
Mercantil Portaense nesta ciaae, \,t5
8 efectivamente por todoa os psquetes so-
bis o mesmo Banco para o Porto e Lis-
Sboa, por qaalquer somma avista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
5 descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto ao anco aoa portadorea
que assim lheconvier : as ras do Cras-
_ po n. 8 o do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castre.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimares avisa ao res-
peitsvel publico, principalmente a todos os saas
freguezes e amigos, que se madou da loja da
aguia de ouro da ra da Gabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida e anliga loja
de miudezas que foi do fallecido Joo Ceg, hoje
ser conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
respeilavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimeoto,
onde acharo um grande sortimento de miudezas,
que afflanca servir bem e vender por menos dez
ou vlnte por cento. do q.ua em outra qualquer
parte

Precisa-se de Orna ama s para cozinhar
na raa do Rangel n. 7, aegundo andar.
Nos quatro estabeecimentos
bem conhecidos da ra Real
do Maoguioho s. Mt 61, 62 e 63.
Presunto de fiambre.
4
L
_ O melhor qae tem rindo a este mercado afianzando a boa.'qnaUdade a 400 rs. a libra.
narmelada 0melhor qte ht a UbM 1700 M#
r assas u ma, noT que hI a libra t tt0 rf#
SLie] JO do aertio o melhor que ha a 500 rs. a libra.
Mantwga ttncm utra^oo M.
Uanteiga ingima ubr, 7ao^800,900 e l o melhor qae ha.
Palitos d0 x g^,, t95O0t duria i40 n
E maia toda quanto tendete a moldados qae se toros enfadonho annunciar, poia qae
a viata dos eatabeleclmentoa verao oa Srs. fregaezef como se acham completamente soitidos de tu-
do quacto ihe perlence e qit logo continaaiemos por esta folha.
COMPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)*
De conformidade coa aa inatrueces recebidas
da respectiva directora, faz-se publico que des-
ta data en diante sao convidados os accionistas
desta companhiaa camprirem com os termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo cam
publicados.
Escriptorio da compaohis, 20 de maio de
1862.
Por procurado de E. H. Bramab, thesou-
refro.
(Aaalgnado)R. Austin.
Aviso.
Pelo preaente faz-se publico qae por uma re-
soluto de directora desta eempanhia lomads
nesta data tem-se feito a ultima chamada de urna
libra esterlina por cada aegao, a qual daver ser
paga at o dia 30 de junho do prximo vindouro,
no Rio de Janeiro em casa dos Srs. Uaaa Uac
Gregor & C, na Bihla aoa Srs. S. S. Davemport
& C. e em Pernambuco no escriptorio do the-
soereiro da mesma companhia.
Palo presente fica tambem entendido que no
caso de nio ser a dita chamada ou prestado aa-
lisfeila ale o dia marcado para sea pagamento o
accionista que incorrer nessa falta pagar juros a
razio de 5 por cento ao sano sobre tal chamada,
a contar desse dia at qae saja realisado o pa-
gamento.
No caso de ni* eftectoar o pagamento desta
chamada dentro de tres mezea contados do dia
cima fizado para o embolso da mesma, fiearao
u aceea que ineorrerem em tal falta sujeitae a
serem conOscada, segundo as dlsposrces dos
estatutos a este respeito.
Por ordem dos directora.
(Assignado)N. H. Bellsrmj, aecretario.
199 Groaban Hoaae, Od Brord Streete.
j 3--Raa estreita do Rosario3
9 Francisco Pinto Ozorio continua a col- 10
# locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re- #
0 cebe paga alguma sem que as obras nao 0
fiquem a vontade de seus donos, tem pos >
# outras preparace as mais acreditadas #
# para conservacao da bocea; #
*
Urna casa para dlugar.
Aluga-se ama cssa terrea na na da Conceico
da Boa-Vista o. 31, com muitas commodidades
pera uma familia, por prego commodo; a tratar
na ra Novan. 10, loja de Carneiro Viaona.

CONSULTORIO ESPECIAL H0!!E#PATBIC0
DO BODTOK
SABINO O.L PIIHO. j
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda aa 10 horas
at meio dia, acerca da seguintas.molestias r
moltstiat da mulhtrit,
o
Sin tea i
*$ ertan-
St,moUstia$ da ptllt, moltttxa dot olhot,
lia$ typhilitieat,toda$ apastes dt ftbru,
ftbrtt inUr*ilttnttt $ i onuqutnciat,
ruAiuucu isrsaAi eohsoi'aiiic. .
Verdadeiros mec3e>entoa hom jopathicos pre-
jaradoa som todas aa cetela necessarias, in-
allivais em seus effeltos, tanto em tintara,come
sm glbulos, pelos pregoa maia commodos pos-
W. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anieamante vendidos em saa phsrmscia ; todoa
qae o forem lora della si falsas.
Todaaaacarteiraa So a.companhadas do am
Impreuo com am emblema em relevo, tendo ao>
reopr aa aegaintea palavraa: Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Eate emblema* posto
ga smente na lista dos medcame .atoa qae ao pe-
do. Ascarteiras qae nao levaren! esse imprease
assim marcado, embora enham natampa o no-
mo $ Dr. Sabino alo faltos
a r^
11
1^*1% #11 Ir



DlAtlO DK PlkNAMICO. SUBIDO 28 DE JUMO M 1861.
Joao da Silva tamos,
medico pela Universidade
de Coimbra,
di consultas em casi, das 8 i 10 horas da ma-
nhia, e presta-se a qualquer chamado com a bem
conhecida promotido.
Os herdeiros e cooaeohores do engenho Bre-
jo na fregutzia de Serinhaem juoto ao transito
da via frrea team assenlsdo entre si vender ou
trocar por casis nesta cidade as suas respectivas
partes ou mesmo levar o engenho a praca por
arrenda me oto a quam mate dar : quem preten-
da dirija-se a ra da Croz n. 47, te redro andar.
Precisa-ie de um bom coiinheiro ou urna
boa cozlnhein, e taobem para faser a compras
na ra, sendo escravo preferido, sendo capaz
paga-se bem. Tambem precias-so de orna boa
coitureira e engommadeira, na mesms casa 0.42
da ra da Cru* do Recife.___________
Gasa para alagar.
Aluga-se urna usa na Cipaoga Nova, roa da
Amizade, a moderna, 2 salas, 4 quartos, coziuha
fora, qaarto ao lado, cacimba com bomba, tanque
para banho, grande qniotai todo morado, com
maitas arvores de fructo, aendo a maior parte
^rangeiraa: a tratar na ra daa Trinchelras n. 1.
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que Tai prestando rele-
vante* aervigos sens fregezes pela promptido
e perfeigao com que lava a roupa sem a estragar
PRECOS.
Roupa aortida (embora nao venham meias nem
tongos) 40 rs. por peca.
Pegas grandes isoladamente 100 rs.
Roupa* de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nio fregaeza 80 rs.
Dita de doeole de familia que nao a fregutza
a 120 rs.
Urna rede ou cortiaado de cama ou varaoda
a 500 rs.
prego dos eogommados mdico e confor-
me aa pegas, como coatumam fazer as engomma-
deiras. O prsso da entrega da roupa lavada
8 dias, e engommada 15, sendo qae muilas vezes
est prompta antea do praso. Deposito na ra
Nova.
Aluga-se o -sitio da Man-
gabeira.em frente ao Jardim Botnico em Olinda,
sobrado com oito quartos, tres salas de frente e
sala de tras, cosicha fora, boa agua de cacimba
a melhor da dita cidade, com arvores de fructas,
mingueiras, mangabeiras, maracujaes, coqueiroi
e muitsa mais fraetsiras, baixa de capim, regado
para plantario, capoelra com lenha, olaria
prompta para fazer lijlo grosso e fiuo, louga e
telbi; quem pretender dirija-se as Cioco-Pon-
Uacasa o. 118.
Aluga se a casa terrea
junto do sobrado cima citado e multo fresca
pequea ; com aa meamas qualidadea de
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planta denles arti-
flciaeapor grampos e ligaduras pressao do
ar, denles ocorruptiveis sobre otro, syslema
norte-americano e faz todas asoperaces de sua
rlae com promptido e limpeza
Feitor.
Precisa-se de um feitor casado
ondego d. 105.
na ra ;do
SJ99t9#9>jBisjj -9 ajy ****m
Oai-inuto fl*od cirurgico.J
Ru das Flores n. 37. *
# Serodada consultas medicas-cirargi- tj
# cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu- 9
# querque da 6 aa 10 horas da manhia, ac- s)
0 cudindo aos chamados com a maior bre- tjp
m ridade possivel. *
5 i- Partos. y
m 3.* Molestias de pella. *
w 3.* dem do olhos. Z
q 4.* Idemdoaorgios genilaes. m
a Praticartoda eqaalquer operagio em m.
0 aeu gabinete ou em sJfesa doa doantea con- m
a> forme Ihes fdr mais conveniente. _
0 fivro do Povo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direegio do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e conten a vida de N. S. Jess Ghristo,
segundo a narragio dos quatro evangelistas, e
mais os seguiotes artigos : o vigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simio de Nantua, maximaa e pensamentos,
a bygiene, os deverea do* meninos, e o Brasil.
A publtcago do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portaoto facilitar o trabalho do mos-
tr e do discipulo, como tambem vulgariaar, por
m prego baralissimo, a historia do ailvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o ezemplar em broebura, e a 800 rs. car-
tooado.
f unileiro e vidraceiro.
Grande e nova oflkina.
Tres portas.
31 Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimenlo en-
contrarlo os fregezes o mais perfeilo, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHElROSde todos os tamanhos.
SEMICUflAS idemidem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caizas de todaa as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porce-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qual-
qaer sortimento.
VIDROS em calas s retalho de todos os ta-
mandaodo-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualqaer nata-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado s
contento.
m*a
fructas que
dirija-se s
o do sobrado; quem pretender
Cioco-Pootas cass d. 112.
O abaixo assigoado estsbeleeido ha muitos an-
uos com taberna na ra do Arago, querendo
desviar de si qaalquer juizo desfavorarl acerca
de um adui ao Illm. Sr. Dr. juiz da direito es-
pecial do commercio, publicado no Diarlo de
Pernambuco de 7 do corrate, en que por par-
te da direegao da c flHai do banco do Brasil
nesla cidade se jst\B*ou s ausencia de los
Duarte Coutinho, eate cbamsdo por editos
para fallar aos termos de um accj0 ordinaria :
declara para coohecimento do respeilavei publi-
co e principalmente docorpo da commercio que
nao com o aoounciante que se evn Je o men-
cionado tdital, e aim com outro de igal rime
como j fol reconhecido pela referida direccao'
Recife 26 de junho de 1862. airecgao.
________________Jos Duarte Coutinho.
Na travesa da ra das Gruze n.
2, pjimeiro anclar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo prec/).
Aluga-se a cass terrea da ra do Fogo n.
lo : a tratar na ra da Cruz a. 1, eictiptorio de
Antonio Luix de Olirsiia Awedo*
SEGUNDA EDlCfjAO
DO
THESORO HOMEOPATHIXO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo deator
MMM Este livro que se tem tornado tio popular,
quanto necesssrio, acaba de aer publicado com
todoa os melhoramentos, que a eiperieocia e oa
progresaoa da aciencia tem demonstrado. A no-
va ediego em tudo superior i primeira, en-
terra:
1.* Mais ampias noticiss acerca do curativo
daa molestias, com iodicagoes mui proveitosss
dos medicamentos novos recentemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brssil.
2.* A ezposigoda doutrina homeopatha.
3.* O esludo da apropriagio dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
das idsdes, dos sexos, e segundo as clrcumstan-
ciaa atmospheriess etc., etc.
4.* A preservagao ou prophilaxia das molestias
hereditarias.
5.* A preservagao daa molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada demonstrativa da
continuidade do tubo Intestinal deade a bocea at
o anua etc., etc.
Vende-se ns pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do autbor, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Prego de cada exemplar. '. 20*000
N. B. Os aenhorea aasignantes queiram man-
dar receber seus exemplare*.
Thomaz de Aquino Fonaeca saca sobre Lis-
boa, na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
*'-' ^VT
Attenco.
Na casa de pasto da ra do Arago d. 1, em
frente *o largo da Boa-Vista, forneca-se comidas
em casa e para fora, por commodo prego e com
asseio.
Urna pesio convenientemente
habilitada se propoe a ensinar fora da
praca primeiras letras, latim e francez:
a tratar no pateo do Terco n. 33.
xmmmm mmmmmmm
m bRua da Cruz--\
8 O Dr. Rocha Bastos
d coniultaa todos oa dias.
Cura radical e em pouco daa moles- -
lias syphiliticas e dos orgios genito uri- I
narios. O
Consultas de graga das 8 as 9 horss da fe
manhia. w
mmmmmm -mmmmumm
Antonio da Costa e Silva Maduro faz scien-
te que o Sr. Julio Dias da Cunha deixon de ser
seu caixeiro desde o dia 23 do corrente.
ATTESTADO
de cura de urna grande iriammacao de
ligado.
5r. Ri
*m
Eu abaixo assisnado ceijifieo aue i
*- rr'.rt, com eacTILHOFltl na ra do l'_
curou com ,u uu.yi. uuttuiuLuaua uif.1 "."..,\?ti
escrava que padeca de urna grande rnlfammaQo
defigado ha maia de 4 annos, e obtevecura tom-
pleta no curto espsgo de 28 dias.
Pelo que Ihe passo o presente altestado para
aer conhecido publicamente, e pela prova de mi-
nba miis sincera gralido.
Ra Formosa n. 41Rio de Janeiro.
Carolina Augusta de Miranda.
REMEDIO INCOMPARAYEL
UNGENTO HOLLOWAT
Mhares de individuos de todas as nacoei
podes, testemunhar as virtudes desteremedie
iocomparavaleprovaremcaso necessario, que,
pelo uso que delta fizeram tem seucerpos
membrosi n teiramen te sao sdepoisde h a i e r em-
preado intilmente outrostratamentos. Gad*
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravhosas pala leitura dos peridicos, quslh'as
ralatam todos os dias ha muitos annos; i
maior parte deltas sao tao sor prndenles qu
admiram os mdicos mais celebres. Quantai
pessoasrecobraran com este soberano remedie
o uso de seus bracos e pernas, depois dedal
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tai
deviam soSrer a amputado I Dallas ha imu-
cas que'iavendodeixadoesses, asylos depade-
timentos, parase nao submeterem a essaope-
radlo dolorosa f o rase curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seureco-
nhecimento declararan estes resultados benfi-
cos diants do lord corregedbr e outros magis-
trados, afim je mais autenticarem sua a firmay
Ninguen desesperaria do estado desaude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo c
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
eujo resultado seria proTarincontesUvelmente.
Que tudo cura.
O ungento b mil, mais par tica
rmente nos seguintes casos.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de cabeja.
das costas. .
dosmenbros.
Enfermidades da cutis
em ge ral.
Ditas de anus.
Erupees escorbticas.
Inflamnago da bexifi
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurarles ptridas.
Fistulas.no abdomen. Tinha, en qualquei
Frialdade ou falta de parte que seja.
calor as extremida- Tremor de ervos,
des Ulceras na bocea.
Frieiras. do figado.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nfl'ammagao do figado.
Precisa-ae de ama ama para caaa de m uito
pouca familia : a tratar na ra da Seozala o. 140,
junto ao becco do Capim,
Aluga-ae um sitio no principio da Estrada
Nova, com boa caca de morada, cocheira, aatri-
baria, quartos para pretoa, duas grandes baixa :
de capim e alguna arvoredos por barato pregoa
na rea da Cruz n. 56, ae dir.
Aluga-se
o sobrado da ra do Caldsireiro n. S ; a tratar na
ra do Cabug n. 1 A.
Algod de larguras.
Vende-se superior algodo moostro com 2 lar-
garse, proprio para lescoes e toalhaa de nesa a
700 rs. s vsra : na ra do Queimado n. 22, na
bem conbecida loja da boa f.
Francisco A. de Pinho deixa eocarregado
de aeus negocios e como seu primeiro procurador
o Sr. Estevao da Caoba Medeiros, em segundo
lagar o Sr. Jos Ribeiro da Cuoha Guimaraea, e
em terceiro lugar o Sr. Cosme Jos dos Ssntos
Calsdo. Recife 26 de junho de 1862.
l'recisa-se de urna ama qua saiba coxinhar
ecgomrnar para o aervice de urna senbora ; no
ecife, b*cco Largo 1 A.
Precisa-ae de urna ama para casa de poexa
familia, que aafba engommar e cozinbar perfeita-
mente ; na ra da Concordia n. 65.
Ao respeitavel publico em geral, e ao"
corpo do commercio em particular.
A. C. P. de Burgos Pooce de Len, em aaliafa-
C9o aoa desejos de seu sogro o Sr. commendador
Antonio de Siqueira Cavalcanti, tendo deixado a
vida de agricultura e depofa a do commercio,
acha-ae boje em pregado no (oro desta cidade co-
mo solicitador de causas, e neata condigao offe-
rece seus servigos aos que qaiserem ihe confiar
aa soas demaodaa, esencialmente as qae devem
aer tratadaa peranle o juizo commercial, nio s
porque se julga de alguma forma habilitado, co-
mo porque neata especie mais se dedicar.
. O sollicilador Burgos se prestar gratuitamente
a fazer valer ee direitoa doa que realmente po-
bres, esliverem dolorosameote sob a oppresso
dos descomedidos e iosuportaveis caprichos de
injustos poderosos.
Elle pode ser procurado na raa de Santo Ama-
ro, caaa o. 26, que Oca por traz da ra do Sol,
das.6 s 9 horas da manhia, e das 3 s 5 da tar-
de, e no intervalo de 9 as 3 horas, no esejiptorio
da ra estreita do Rosario, sobrado n. 27, ou na
sala daa audiencias.
Curativo
Pelas plalas paulistanas.
Hydrpisia.
Por ter conhecimento de um curativo de hy-
drpisia, obtido por Carloa Pedro Etchecoin, de
S. Paulo, procurei o mesmo tratamento para um
escravo meu, iochado eate desde os ps at a ca-
beca com as sfflicgdes da morte ; logo que lomou
aa pilulaa paulistanas o os xaropes, as efiliccoes
foram diminuindo, e em menos de 50 diaa o meu
escravo aarou perfeitamente ; nio se pode cha-
mar curativo, mas sim um milsgre. (J sabi-
do que a hydrpisia molestia curavel.)
Em testemuoho da verdade assigoei o prsenle
para aer conhecido de todo o publico e a gloria
ao senbor de tio bom e infsllivel curativo. Fre-
guesa do O' 20 de dezembro de 1859.
Joo Luiz de Barros.
AGENCIA PRINCIPAL
119 Huado Parto119,
RIO DE JANEIRO.
E em Pernambuco, deposito na pbarmacia de
Jos Alexaodre Ribeiro, ra do Queimado n. 15.
Francisco A. ce Pinbo vai a Europa tratar
de seua negocios.________
Sancha Candida Correia, Potlugueza, reti-
rase para Portugal, levando em sua companbia
Mara Alvea de Araujo, Braaileira.
Antonio Joaquim de Aievedo, subdito por-
tuguez. rellra-se para Sersipe.
Precisa-se de um Portuguez para feitor de
engenho, preferindo-se soltiro ; quem preten-
der dirija-se prsga da Boa-Vista, casa n. 5,
segundo andar.
Precisa-sede um homem para trabalhar
emum sitio de capim ; na ra Nova, segundo
andar n. 37.
ORAMUlL
RA
TMolTOi
rospp
K*- DE
Roupa lavada e eogommada
de Ramos A Pimentel.
Oa donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as ronpaa lavadas que es-
tn promptas: 139. 138. 77, 20, 161, 113. 45. 79.
! lf4>.3' 107' 83 "s 24. 36, 78, 34, 132,
159,35.121.8.160.162. '
Compras.
Compra-ae ama caaa terrea com bons com-
modoa, as principaea ras das fregueiias de S.
Jos ou Santo Antonio : na ina Direita n. 60,
primeiro andar, se dir quem faz este negocio.
Compra-se um cacnorriobo o'agua peque
oo; quem tiver dlrija-ae a ra Direita n. 60, de
psito: na mesma casa vende-se um carro da
alfandega com tres mezes de praio.
Compra-se constantemente lati vilho e co
bre : na ra da lmperatriz n. 65.
As tiras e eotremeios da
arara.
Vendem-se tiras bordadas da largura de 4 e 5
dedoa a 19280 e 19600 a pega, ditas de eotre-
meios finos a 15, 1J2C0, 1J1400 e 15600 a pega,
collarn lio de linho para homem a 500 rs. : na
ruada lmperatriz, loja da araran. 56.
Arara vende os palitos.
Vendem-se masaos de palitoa unos com
massiobos, por 200 rs.; na ruada lmperatriz
oja da arara n. 56.
20
Vendem-se duaa negrinhaa, com alguma
babilidade : nalrua larga do Rosario n. 34.
Vende-se a caaa terrea n. 2 da ra da Paa
nos Afogados, com 2 salas, 2 quartos, coziobi
fora, quintal murado, e cacimba ; quem a pre-
tender, dirija-se a ra Direita n. 41.
Venda.
Urna pessoa que retira-se para fora da provin-
cia vende urna escrava moga com ama cria, cuja
escrava cozioha, lava bem e angomma soffrivel-
me ote ; na ra de Apollo n. 36. primeiro and a r.
Superiores atoalhados
adamascado. ,
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largura a 15600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Para luto.
Pomos de seda elsticos para chapeos largos e
estreitos a 1*500 : aa ra do Queima Jo n. 22,
na loja da boa f.
A 2,400 rs. a duzia.
Lapcos brancoa Doos para algibeira pelo dimi-
nuto prego de 2*400 ra. a detia : na bem conbe-
cid* loj* da boa f. na ra do Queimado n. 22
Cambrafas de cores
Vendem-se cambraias francezis de cores fa-
zanda multo ais pelo baralissimo prego de 260
e 280 rs. o corado : na laja da boa f na rea do
Queimado o. 21.______________^^^
Superior brim braaco de
linho
Vende-se superior brim brsnco de linbo tran-
cado pelo baralissimo prego de 1*200, 1*440 e
1*600 a vara, dito mullo encorpado de dous os
e de lioho poro izji vara : na, ra do Qaeima-
don.2*l na bem conbecida loja da boa f.
-
X
Minas de selim,
Chegaram no vapor francez aa bellas botioaa de
setim branco para senbora, o vendem-se em
conta na loja do vapor, ra Nova n. 7. ^^^
Algodo da Babia.
Proprio para roupa de eeeravoe o aaccos de as-
sucar : vende-ae na ra da Cruz n. 1, eacriptoiio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
--Jf>
Ricos basquines
A loja da boa f recebeu saperiores basquines
de multe fina camb'raia a imitsgio da de linho,
bordadoa e enfeitadoa com aourado gosto e os
vende pelo barato prego de 8* cada um, tendo
sido sempre aeu casto de 165 209, apressem-se
pois em compra-Ios na mencionada loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
La a z i n has muito finas
para vestidos.
Supsrioresliazinbas para veatidos de muito
bonitos padres que se vendem pelo baralissimo
prego de 440 ra. o covsdo '. na ra do Queima-
do n. 12. no leja da boa f.
Agua- de colonia ambria-
da eseo a ser.
Essa eslimada agua de colonia ambreadi, de
que tantoa a tanto tempo aeotem a falta, acaba
de chegar em bonitoc frascos verdes, os qaesse
estio vendando a 1*500 cada m ; asaim como
chegou igualmente um granhe sortimento da
verdadeira agua dejuaiiua de Piver em frascos
e garratinhas de aWerffPte* tamanhos, tudo is-
so na raa do Rimadb, Iota da sguia bran-
ca n. 16.
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae manguitos e gollas de superior
cambraia ricamente bordadoa pelo insignificante
prego de 2* o par de manguitos com urna golla,
sendo que sempre costaram 6* cada par, asaim
pois recommeoda-se aoa amigoa da santa eco-
noma que aproveilem a boa occaaio, dirigi-
do-se com dinheiro a loja da boa f na ra do
Queimado n. 22.-
Camisas inglezas baratis-
simas.
Veodem-ae camisas inglezas com aberturas e
pnnhoa de linho.e com pregas largas pelo btra-
lojirego de 305 a duzia, assim como outraa umi-
tas superiores a 40*: na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Queijos de coalha
Vendem-se os maia novos qneijos de coalha
em pequea e grande porgio a 500 ra. a libra:
na taberna grande da Soledade.
Milho e farello.
Vendem-se saceos grandes de milho e farello
de Liaboa : na taberna grande da Soledade.
Vendem-se caixes va-
sios, proprios para funileiro
e bahuleiro, a 1280 cadaum :
oesta typographia se dir.
rtn rarTTi a.
oven, saive e versos, tres toinetos, tudo por
500 rs. r'oatu* do Imperado? n. 15, daa 9 horas
da manhia a 3 1|2 da tarde.
Magalhaes des,
recebando variaa fazendaa novas aa vende por
prego baralissimo para acabar, na roa da lmpe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
Cortes de chita da arara.
Vendem-se corles de chitaa finas com 12 Ii2
covados por 2*500, chelea de lia por 1*. ditoa de
lia e seda a 25, ditos de merino estampados a
25500, manguitos e golla de linho para senbora a
2*500, gollas bordadaa a 500 rs. : na ra da lm-
peratriz, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
Vendem-se capas para aenhora a 65, ditas de
laazioha finas 10** manteletes de grosdeoaple
preto modernos a 25 e 30*, baldea de arcos mo-
dernos para aenhora, ditoa de brilhantina, ditoa
de arcos para meninas a 25, salas de cordio que
faz vez de balio por 1*400; na ra da lmpera-
triz. loja da* arara n. 56.
Arara vende as saias.
Vendem-ae saiaa bordadas para aenhoraa a
2*500, ditas de 4 pannos a 3*. cambraiaa lisas a
pega 156OO, 2, 2*500, 3*. 3*500. madapolio fino
de 24 jardas a pega a 4*400, 456OO. 55, 5*500 a
6*. dito enfeatado a 3* ; na ra da lmperatriz,
loja da arara o. 56.
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se corles de cassa preta a2*500,diloa
de corea a 2/500, cortes de ergandya com 15 co-
vados a 7*. ditos com 25 covadoa a 8*, ditos de
laa com 22 covados a 85, ditoa de gorgario com
18 covados a 6g500 : na ra da lmperatriz, loja
da arara n. 56.
Queijos de coalha a 400
rs. a libra,
e inteiro a 320 a libra, manleigaiogleza flora 960
e 720, franetza a 640, cevadinba a 200 rs., sag a
240, banha refinada a 440,-e m barril a 400 ra.,
gomma de ararata a 100 rs., e em arroba a 2*80o,
vioho do Porto, Figueira e Lisboa a 480, 560 e
720 a garrafa, e 3*500, 4* e 4*800 a caada, es-
pirito de viuhoae 38 groa a 240 agarrafa, 1*600
a caada, caen engarrafada a 200 rs. : na ra
das Cruzes o. 24, esquina da traveaaa do Ou-
vidor.
das articlaseos;
Veas torcidas ou no-
das nai pernas.
Vende-se este ungento no estabeleeimentc
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadss de sua venda em toda t
America do sul, Ha vana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha contis
urna nstruecao em portoguex para explicar c
modo de fazer uso des le ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
harmaeeutico, na raa de Gru n. 22, em
pernambuco.
Advocada
O bacharel A. R. de Terrea Baodeira coatioa
oo exercicio de aua profiasio de drogado, tem o
mi escriptorio na casa de sus residencis, raa do
Imperadora. 37,segundo andar, entrada a direi-
ta, onde pode ser procurado das 10 horas da ma-
nhia ata as 4 da tarde.
Damasco para eolxas e para
ornamentos de igreja.
Vinde-se muito superior damasco de li de
orna sOcor, muito proprio para colzas e para
ornamentos, com 6 palmos de largara pelo ba-
rato prego de 2*800 rs. o covado : na ra de
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pecbincha.
Vendem-se corte!de superior gorgurio de se-
da pira colletes pelo baralissimo prego de 1*,
2* e 3* o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Para os tabaquistas.
Lencos muit unos aimitagio doa de lioho de
muito bonitos padres e de cores fizas muito
proprios para as pessoa* que tomam tabaco, pelo
barato prego de 4*800 e 51500 a dezia : na rea
doOueimodo n. 22, na bam conhecida loja da
boa f.
Peixeem conserva.
Vende-se salmn e IsgosUs em Usas de 1 a
2 libras, ebegado ltimamente no patacho Inglez
Busy de Terra Nova, em casa de James, Crab-
treedf C, ruada Cruz n. 42.
Apparelhos de porcellana dou-
rada para cha de bonecas.
X loja da agua branca d'esejando que todos
fagam a vontade a suaa bellaa meninas est ven-
deudo commodameole esses bonitos apparelhos
de porcellana dourada, e pintada a 1*500 e 2g,
tendo cada um 6 casares de chicaras, e os maia
pertences, a vista do que todoa irio (munidos de
dinbeiro) para compra-loa na ra do Queimado
o. 16.
Bonitos paliteiros de porcel-
lana dourada.
Agora ninguem delzar maia de ter em aua
mesa um bonito paliteiro de porcellana dourada
pois que ellea se esli vendendo a l*e 1*500
na loja da aguia branca n. 16.-
36 Ra Nova 36.
Acaba de chegar neste cslati lisiasen* um
completo aortimeoto de relogios de ouro c prste,
aendo deseuberto, com ponteiro grande no cen
tro, e vende-se por prego muitissimo barato.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas inglezas com
pregaa largas pelo baralissimo prego de 35* a da-
lia : na luja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
Vendem-se ricas golliohaa e punhos de cam-
braia e fustao ricamente bordadaa com hados bo-
tos, pelo baralissimo prego de 2* cada guarni-
cio : na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
Banha japoneza e outrasmui-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
aua encommenda em grande e bello aortimeoto
de finas perfumaras dos mais afamadoa fabri-
cantes, sendo as bem conhecidaa e apreciadas
banhaa, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitoa copinhoa com tampa de metal,
dita noa copos granees, dita em compoteiraa li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Lubio, pomadaa ou cosmesliques, finos extractos
dos preciosos e escolhidos cheiros Jackey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Uarechal, Principe
Alberto, George IV, etc. etc. Recommeoda-se a
todas as aenhoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimadoa exlractoa porque aquella que
em ama sociedade, theatro, ou baile estiver com
seu fino lenco orvalhado de tio sublimes aromas
ter por certo o praier de ver aa suas viaiohaa
da direita e esquerda Ihe reodendo homenagem,
perguntarem donna F. onde comprou eaae tio
agradavel ebeiro ? E ella orgulhoai de seu bom
gosto, mas com ar prazenteiro Ihe reaponder :
na raa do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
Papel amisade branco e de
cores.
Vende-se pseotes com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linho com duaa varas de
largura a 2*400 a vara, atoalhado da linbo ada-
maacado com duas larguras a 2*500 a vara, brim
branco de linho maito superior a 15440 a vara,
dito de cores, fazenda multo superior a l;-, dito
pardo de linbo puro a 800, 1* e 1*200 a vera, di-
to de quadrinhoa muito proprio para calcas, ja-
qaetas e paletota para meninos a 200 rs. o cova-
do, gaogaa francesas muito superiores a 400 rs. o
covado, cambraiss fraocezas muito finas e de
muito bonitos padres a 260 e 280 o covado,
eambraia liaa muito fina a 4g, 5 e 6* a pesa com
8 1[2 varas cada pegas a 4*500, dita muito supe-
rior o melhor que ha neste genero a 115500 a pe-
ga com 17 raras, ou a 800 ra. a vara, chitas frao-
cezas de mnilo boas qualidadea e de lindos a-
droea a 240, 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
oho liao muito fino a 720 a vara, Urlatana bran-
ca e de corea a 760 a vara, loalbas de lioho para
mios a 7* a duzia, ditaa pelludaa muito superio-
res a 11* a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e gollas de cambraia ri-
camente bordadas a 2* o par de manguitos com
urna golla, lencos braocos muito linos com bico,
renda e labyritho a 15280 cada um, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baralissimo
prego de 4, 5 e 6* a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todaa aa qualidadea,
que aendo a dinheiro vista se venderao por pro-
cos mui baixoa : na bem conbecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e ceroulas
Vendem-ae superiores ceroulas de lioho, muito
finas pelo barato prego de 26* a duzia, ditas-trao-
gadaa de algodo, mas de mailo boaqualidade, a
17* a duzia, cimisas brancas francezaa a 28*, 24*,
26 e 30* a duzia, ditas para meninoa a 225 a du-
zia, ditaa para homem com sberturaa de cores a
22* a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 22.
Attenco! ailencao!
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazendi
muilo toa, pelo barato prego de 25000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 2*000, gollinhas muito
finaa e bem bordadas a IfOOO cada ama na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n.35.
Tiras e entremeios bordados.
Vende-se pegas de uraa bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeios a 1*600 e *0CO
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraucezas.
Vende-se bonecas francezas ricamente vestidas
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da lmperatriz atha-se a
venda um completo e variado aortimenlo de boaa
fazendas, e qae viala de suas qualidades sio ba- ------------------ ...-_... .........
ralissimamente vendidas, e par| mais veracidade [ 4*000 e 5*000, e 21000 bonecas de cera com os
eo que Dea dito, abaixo vao meocionadas algumas'iolhos movedgos a2g000 e 3*000, na ruado Quei-
*chirs"irriparco"; sirria rs. mado loia de mi',d"" > B '. 35.
Madapolio fino com 24 jardas a 5*.
Cambraias de cores a 280,320 e 400 i$. o co-
vado.
Velludo preto e de cores a 2*.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Longos pequenoa a 80, 120 e 160 rs.
Chapeoa de castor fino a 8*.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodio Irangado preto muito bom para vesti-
dos da escravo* a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 jardas a 2*.
Cassa de salpicos com 10 ditas a 3*.
Cambraia bordada para cortioadoa com 8 va-
ras a 2/.
I
S
Vende-ae a
das boaa ras da
lualmente 400* :
n 58.
parte de um sobrado em urna
Boa-Vista, a qual rende ac-
a tratar na ra da lmperatriz
Vende-ae ama casa terrea na rea do Soce-
go da Boa-Vista, a qual tem booa commodos ;
tratar na rUa da lmperatriz o. 58,
Venda de predio e terreno
com algum dinheiro a vista e o resto
a praso, com seguranca no mesmo
predio.
Vende-se a metade do aobrado site na raa da
Concordia n. 34, e tambem a metade do terreno
no fondo do mesmo sobrado, com frente para a
casa de detengo; para qualquer inforoajcao de-
verlo oa pretndanles eotandar-ae com o agente
Guimaries, em sea eicriptorio na ra da Cadeia
do Recife n. 3, primeiro andar, da* 10 horaa da
manhia ao meio dia. e das 3 s 5 d* tarde.
Vende-se multe superior bramante de lioho i Vende-se urna grande case de doua aoda-
eom duas varas de lsrgura proprio para leoges, res e solio, sita na raa da Gala, com 33 palmos
Lewt!il0.pteS()dK V "' "/"^ nf b"> ,<>' 130 de fundo, com am pequeo
conhecida loja da boa f, na rus do Queimado quintal, em chios proprios, vre e desembarace-
B* w I Bramante de linho.
i Acaba deche-i*
gar ao novo
armazem
i
Bastos & llego]
Na roa Nova junto a Conceico
dos Militares n. 47.
Dm grande e variado aortimente de
roupas feitaa, calgados e fazendaa e todos
estes se vendem por pregos maito modi-
ficados como de seu coatume, aaaim co-
mo sejam sobrecasacos de superiores pan-
nos e caaacoa feitos pelos ltimos figuri-
noa a 26*.28*. 30* e a 35*. paletota dos
meamos pannos preto a 16|, 18f. 20* a
a 24*, ditos de casemira de edr mesclado
e de noroa padres a 14*. 16*, 18*. 20*
e a 24*, ditos de casemira de cor mes-
ciado e de novos padres a 14g, 16*\ 18*,
20* e 24f, ditos saccoa das mesmaa ca-
semira de cores a 9*, 10*. 12* e a 14f,
ditoa pretoa pelo diminuto prego de 8*,
10* e 12*. ditoa de sarja de seda a ao-
brecasacados a 12f, ditoa de merino de
cordio a 12*, ditoa de merino chinez de
apurado gosto a 15*, ditos de alpaca
preta a 7J. 8*, 9* e 10*. ditos saceos
pretos a 4*, ditos de palha d* seda fa-
zenda muito superior a 4*500, ditoa de
brim pardo e de fustao a 3*500, 4* e a
4*500, ditos de fustao branco a 4*, gran-
de quantidade de calcas de casemira pre-
ta e de corea a 7*. 8*. 9f e a lOf, ditas
pardas a 3* e a 4*. ditaa de brim de co-
res finas a 2500, 8*. 3*500 e a 4f, ditas
de brim brancoa finas a 4J50O. 5*. 51500
e a 6*. ditaa de brim lona a 5* e a 6*.
colletes de gorgurio preto e de corea a
5* e a 6*. ditoa de casemira de cor e pre*
los a 4*500 e a 5$, ditoa de fuatio branco
e de brim 3* e a 3*500, ditos de brim
lona a 4*, ditoa de merind para luto a 4*
e a 4*500, calcas de merino para lato a
4*500 e a 5*. tapas de borracha a 9*000.
Para meninoa de todoa oa tamanhoa : sal-
?as de casemira preta a de cor a 5*, 6* e
5, ditas ditas de brim a 2J, Sf e a 3*500,
paletota saceos de casemira preta a 6* e
a 7* ditos de cor a 6* e a 7|, di-
toa de alpaca a 3*, sobrecasacos de pan.
no preto a 12* e a 14*. ditoa de alpaca
preta a 5*, booets para menino de todas
aa qualidades, camisas para meninos de
todos os tamanhos, meios ricos ve tidos
de cambraia feitoa para meniaas de 5 a
8 annos com cinco babadoa lisos a 8f e
a 12|, ditos de gorgurio de cor e de lia
a 5* e a 6, ditos de brim a 3*. ditos de
cambraia ricamente borbados para bapti-
eadoa e muilas ostras fazendaa e roapas
feitaa que deixam de ser mencionadas
pela aua grande quantidade ; assim como
retaba-se toda a qaalquer encommenda
de roupaa para ae mandar manufacturar
e que para eate fim temos um completo
sotlimento de fazendas de gosto e urna
Einde offlclna de alfaiate dirigida por um
bil mestre que pela sua promptidio e
perfeigao nada deixa a desojar.
Fivelas de ac para sintos.
VrS?d8"M fiTel8S de ,? P8r' 8D, 1500 8
2*000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ego
para balio a 160 rs. a vara, bandea a 1*500 ra. e
2J00 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
Gascarilhas de seda.
Vende-se caacarrilhaa de seda para anfeitar
vestidos a 2*000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padece
de erysipela a 15*000 o par, meias de seda preta
para aenhora a 1J0O0 o psr na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a 1*600rs., ditas
com mangas proprias para rapazea a 4*500 rs.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 4*500 rs,
e 5*000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
e
Perfumaras muito finas
baratas.
Opiata ingleza a 1*500 rs, dita francoza a 500
rs., 640, 1*000, oleo da sociedade hygienique
verdadeiro a 1*C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denle* a 1*000, dita de Botot tambem
para os denles a t$000 o frasco, pomada fraoce-
za em poa a 500 rs. e 1*000, 320 rs. sabonetes
muito fino s 640 rs., 800 rs. e 1*000 cada um na
rea do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
Da JO.
A200rs,,sopavo.
Vende-ae chita franceza escura de cor fiza a
dous lustois o covado : na ra da lmperatriz n.
60. loja e armazem do pavio.
A 2#500, s o pavo.
Veodem-ae corlea de cambraia branca com 2 a
3 babados a 2*500, ditoa de tarlalana brancoa e
de corea, com barrea e babadoa a 3*: na ra
da lmperatriz n. 60, loja e armazem do pavao de
Gama & Silva.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-ae aa mala modernas finissimas lia-
zinhas de quadrinhoa e de flores solas e palmi-
nhss, desembarcadas do ultimo navio viodo do
Havre.pelo baralissimo prego de quinhentos ris
o covado. e dio-ae aa amoalras com penhor : aa
ra da lmperatriz n. 60, loja i armazem de Ga-
ma r Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ae esta nova fazenda de padres delica-
dissimos com 4 1|2 palmos de largura, propria
para veatidoa de aenhora a 400 rs. o covado : na
ra da lmperatriz n. 60, loja a armazem do pa-
vio de Gama & Silva.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabam de chegar para a loja d'acaia branca,
roa do Queimado n. 16.
Cabriole*.
Vende se um cabriole! da deas rodas e desco-
berto, em muito bom estado, e pintado de novo,
com arreios para uaa cavallo : para ver, na affl-
cina de Mr. Cr*i**av rae da Florentina,
para tratar, na raa de Trapiche n. 14, primeiro
andar.
Um terreno.
Vende-ae por prego commodo am terreno na
ra do Hospicio, proprio para ae edificar ama ca-
ss, haveodo terreno sufflciente para ficar com
em quintal espagoso : a tratar na tus do Trapi-
chean. 14, primeiro andar.
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01
SiBBftD* M M JUHO M 1841
Ricas fitas para chapeos,
cinteiro, etc, etc.
A loja d'agatt branca acaba 4a rseeher un ex-
traordinario sortimento de ricas fltaa, to hoai
em qualidade quo bonitas dos desenos, tendo
ectra ellas o mal largo que possivel; assim
como algumas pecas brancas com o centro liso
proprio pira inscripcoes, e mallas outras de df-
fareales cores como de caf, rota, escara, etc.,
etc., cono de sea louvavel costume : a loja
d'aguis brinca, na ra do Qaeimado n. 14, vea-
de por preco commodo essas boas e bonitas fitas.
Gravatas de setim com
ponta larga a 1 $
Vendem-se graratai pretal de bota setim
com pontas largas a t# cada urna, to baratas
assim l se cha na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 1C.
Nova ltenlo.
O vigilante acaba de recebar boto sorlimento
4e diversos objeclos que se veodem por menos
2ft por cen lo do qun *m outr qualqoor o*te.
Si utos para sen horas.
Riquisiimos sintos douradoi, pelo baratissimo
preco de 2*, e com U*ela ao lado a 4*, asslm co-
mo de fita de seda ou ?lindo a 2$ : s no gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se oariquissimos enfeites do cabeca
com franja e ridMlho a 5tf, ditos sem franja a 3j,
ditos trancados a 20500, ditos de lago de fita e
bico de seda a 28: s no gallo vigilante, roa do
Crespo o. 7.
Fivelas para sinto.
Riquissimas Arelas de seo com madreperola no
cintro .a 10200, ditas de madreperola a 320, ditas
douradiohas a 340 : t no gallo vigilante, ra do
Cresoo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 1*600 a libra : s no gallo vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 40400, lindas ca -
xinbas com jogos de vispor a 900 rs.: s no gal-
Jo vigilante, ra do Crespo o. 7.
Esperanca
Loja de miudezas.rua de Quei-
mado n. 33 A, de Guimares
A Rocha.
Cbegaram o botes de cornalina braceos e en-
carnados, que se vende por 30 a dezta, oa por 1$
o par para punbos, s ha nesla loja, erases de
cornalina para rosarios, e proprias para encastoar
em ouro a 10, flautas de bano de 5 chaves com
caixa, pelo barato preco de 20$, pos de-arros aro-
malisado a 10500, esa frascos muito lindos a 30,
agulhaa victoria chegon novo sorlimento, o preco
o meimo de 190, carteins para sscrever, pro-
prias para viagem, com linteiros etc. a U e 160,
ntremelos bordados, e transparentes s 10500,
10800, Xg, 20500 e 30, tiras bordadas para calcas
de meninas e salas a 15 e 20, labyrintho inglez a
80, 100, 120,160, 200 e 240 rs. a vara, fitas finas
de gresdenaple achamslotsdo proprias psra cin-
tos a 1J500 a vara, colheres de metal principe
para cb a sopa a 50 e 2J5O0 a duzia, facas de
cabo de bataneo a 6 e 70000, cabo de viado por
40600, meias para homem a 10800, 20200, 30640,
50 e 60 a dezta, meias de seda para enanca rea-
cem-nucida, lindas cores a 20 o par, meias ds
algodao para meninos e meninas a 240 o par, fio-
rea artificiaos para eafeitea a 10, capellas para
noivff, s a Esperance vende por 51, de flor de
laraogea, tilas de velludo largae e eitreitiohas
como se procuras 10a peca da eetreite, leaouraa
para unhaa 4e a?o finas a 10500, carras etc. para
costara a 600, 800,10280 e 10600, pontudas de
ago para corlar fios no cornejo do labyrintho, s
tem a Esperanca, que vende por lg, tinta azul e
preta (*erdadeira inglesa] a 820 e 640, que se
vende barata por ser receida directamente do
fabricante, peonas de 150 inglezas e de mnitas
qualidades a precos difiranles, papel elmaco in-
gles, reama de 500 folbas a 60 (paitado), dito al-
maco frincez, reamado 420 folbas a 40 (pautado),
dito sem ser pastado a 80200 e 40, dito pequeo
tarjado de pretc* 10590, donrtrdo a 1*500, de
cores a 10600, bordado como renda, e pintado
cora palmas, rosas, etc., por prego racoaveis, e
ama infinidad de arligos baratos, escollados
com gosto escerto psra aso domestico,especiali-
dades rindas de eucommenda, nao vistas oeste.
mercado, que recebe esta casa constantemente.
raas m%
NOS ARMAZENS
A banha fina,
ira copos grandes, chegou para a loaj d(agaia
branca, ra do Queimado n. 16.
E
DE
Kelogios
Vsnde-aeem casa de Johnsion Pater de C,
. j do Vigario n. 3, um bailo sorlimento de
iel9gios de ouro, patente ingiez, de um dos matis
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
urna variedad* de bonitos trancellins para os
mesmos.
|Loja das 6 por-]
5 tas em frente do Livra-
mento.
BBalOes de lo, 20, 30 e 40 arcos.
Grande sortimento de baldes de arcoa
2 os melhores nesta fazenda e grandes,
i chitas bancazas largas escuras a 220 e
C 240 rs. o corado, ditas estrellas raiodi-
3 nhas a 160 rs. o corado, cambrais lisa
Spars forro com 8 1(2 varas a 20 a pega, X
ditas finas a 30, 40, 50 e S$ muito finas,
ditu de salpiquioho com 8 1[2 varas a
11 30500 a peca, cobertaa alcoxosdas bran- 9f
J cas e de cores para cama a 40500 e 5$,
I cassas de cores francezas tintas seguras 1
a 320 rs. o covado, peca de bretanba de "
rolo a 23, algodao trancado alvo maito
largo para toalhas a 10 a rara, enfeites a
Gsribaldi todos pretos a 50 cada um, len-
cos brancos com barra i cores a 120 ca-
da um, roupafeita da todas as qualida-
des muito baratas, a loja est abarU at aj
as 9 horas da noite. M
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
LAGO DO CARMO O.
Nos os proprietarios dastes acreditados armazens participamos aos nossos numerosos
freguezes que por lodos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria eneommenda os
melhores gneros; tendeo te a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por cento do
que outro qualquer, como a experiencia o mostrar por isso pedimos a todos os Srs. da praca e do
matlo, que anda se nao deram ao trabalho de maadarem experimentar, o favor de o fazerem, certos
de nada perderem, pois para isso nao pou paremos forjas para bem servil-es e ainda mais a pessoas
menos entendidas, eertos da esclarecer aos compradores que s na roa das Cruzas n. 36 e largo
do Carino n. 9, e-qna-fovemtodareear 0% portadores, pois muito se ovildam com outras casas quasi
dos mesmos tiiulos (Progressista e Progresivo) pois sao as duas nicas filiaei.
-vi anteig'a 1 ngleza amis nova emais superior do mercado 900 rs.
P ABA A FEST
8. PEDRO
VNDESE NO ARMAZEM
PROGRESSO
BE
Francisco Fernandes Dtiarte
largo ila Penia
libra.
railCeiSa melhor que se pode desejar a 650 rs. a libra e em barril a
1'
Superior caldo Lisboa."
Tem para vender em porco e a retalbo An;J
ala Lai, da Oliva*
criptorio rus da Croz n. 1.
Mobili
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimento de saias a balao de arcos,
es melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 40500, 50, 63 e 60500 cada uro, d se para
amostra com penhor ; a loja est aberla al as 9
ores da nolte.
Guimares & Luz, donos da loja da Aaluduzas
da raa do Queimado n. 35, boa fama, participan!
ao publico que o sea estabelecimento ae acha
completamente prvido das melhores mercadoriaa
tendentes ao meamo eBtabelecimanlo, e muilos
oulros objects e goslo, sendo quasi todos rece-
tados de suas proprias encommendaa ; e estando
lies inteiraraente resolvidos a nao Tenderen)
Gado, aanQam vender mais barato do que outro
qsslquer ; e juntameote pedem aos seus dorado-
res que Ibes m arriera ou venhara pagar os seus
dbitos. *nt> pt>o doaerem iuilicadot.
Soahall Mellors & C, tendo receido or-
dena para Tender o sea crescido deposito darslo-
gios Tisto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanlo, ispessoaa que quizerem
poaauir um bom relogio de ouro oa prata do c-
lebre fabricante Roroby, a aproveitar-se da op-
portuoldade aem perde .z iempo, para rir com-
pra-Ios por commodo preco no aau eacriptorio
roa do Trapicha n.18.
Na rua da Gamboa do Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de rnobi
lia tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phanthasia etc. por pre^o mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de eneommenda com a malor brevida-
de e o maior apuro da arte.
nmmmttm-wMmm mam
i
quilacao por todo
o preco, n bem co-
nhecida loja do Ser-j
tanejo.
|Rua(!o0ueimadon.45.|
Appare^am com di-
I nheiro que nao deixaro
de comprar.
Rua da Seozalla Nova n. Al.
Veadt-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellios esilhesinglezos, candieiros ecaslicaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicles
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogtos de onro patente
inglez.
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2#000 e na passado a 1^800. .
Amendoas
conleitadas a<: mais bonitas que lia no
mercado a 800 el$ a libro : vende-se
nos armazens Progresista e Progressi-
'o no largo do Garmo n. 9 e rua dsnrf
Cruzes n. 36.
Attencao
Chegoa para a lo}*, da yidorls, candieiros a
gas de novos gostos en>,dMoe, tanto para aala,
orno paraescada e quartos* para outras muilaa
coasas: na lojs da victoria na rua do Qaeimado
a. 75.
Rfee& pianos 3
de varios autores, vendem-se A
emeasa de Kalkmann Irmo & A
C, rua da Cruz n. 10. m

Chitas escaras fioaa a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pretos bordados a
Talludo de casto de 1509 e se veodem
por 309,409, 50 70, sshidas de baile
de velludo e setim a 12> e 139, camisas
psra senhora a 2(000 e 39500, golliehas
de cambiis bordadas a 500, 600, 700, m
800, 900 a 19, ditas de 016 bordsdae a 120 1
re., casaTeques de fustio a 59, 69.7J, 89,
meias de seda brancas e pretas para se- |
nhora a 19200 o par, tiras de babadoa a
500 e 700r?., lasde qaadro enfeatadaa
300 e 360 rs. o covado, cambraia preta
400 e 440 rs. s rara, orgaodys de coras
600 rs. a vara, 016 branco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500 3
rs. a Tara, cortes da collete de caaemira fi
bordados praios a 29 e 39000, ditos de V
Tallado de edr e pretos s 39, 49, 59 e 69, j
paletots de brim branco francezea a i
38500 o 49500, ditos de casemira de co- 9
res pretos a 149 e 109, dltoa de alpaca
preta e de cores a 3,3f500. 49 a 49500,
camisas de pello de liuho a 29500, cortes 2
de collete de gorguro a 19500, 19700, gf
29200, 3J e 3JJ5O0, colletea leitos debrim S
branco a 29500, diloa feilos de gorgoreo I
a 29500 e 39500, diloa feiloa de casemira
a 3|500, 48 e 4$500, ditos de velludo
59, 69 e 79, ditos de fnslio de corea a
15500, um variado sortimento de meias
psra hornera e senhora, grinsldss com
florea, chales de troco, espartilbos, e lo-
da a qualidade de rovpae feitas para ho-
mem que tudose rende por matado do
I sea valor.
Caetas caligraphicaa
a 500 rs.
Recentemonteinrenladas pelo profes'sor Seal-
ly, ai quaes com a extraordinaria vantagem de
obrigar e acosiumar para sampre o discpulo a
pegar na peona de modo adeqaado, aando gaar-
oeeidas essas caetas de peqaenaa chapas cnca-
vas nos logares onde se deven enllocar os tres
dedos, fseilitsnd assim muito a eacripta, e con-
tribaiodo sobiemaneira para qualquer pestoa em
poaco tempo adqaerir urna boa letra. Note-ae
que serven tasto para adoltoa como para
" Gon-
aioda
meninos. A* rende, em casa deOaedaet
(lves, rua da Canela n. 7 : Guilberme Seally
professor de cillgrspbta, Rio de Janeiro,
Manteig-a
600 rs.
Clia IiUXlIU o mais especial que se pode eoconirar a 2f880 a libra.
Cia hjSSOn o melhor que se poda desejar da 2400 a 2800 a libra.
. P'*e o q;aa sa pode'desejar neste genero a 29 a libra e a l#60O o ordinario.
QueijOS fl4*efgOS cbegados no ultimo vapor a 2e 1700.
VOeSjO pra 10 o melbo do mercado a 600 rs. a libra e sendo iotiro a 500 rs.
^|Uey0S UO Ser to muito superior a 640 rs. a libra tambem temos para 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libras ,2Woo esoors. a um.
FigOS em CaXirth^S deSlibrssaWeOOeaOO rs. alibra.
Ameildoasda Casca mole t 320 rs.e nozes a 160rs, a libra muito novas
AmixaS franeCZiS a 19 ibra e emlaias com 5 libras a 4000.
Marmelada Superior amelhordo mercado em latas dedutslibrss a 400 rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba 800 rs. o caixo.
1. amaras em caixinhas proprias para mimo a 29500 e 800 rs. a libra.
Latas COm frutas em Calda tam 96COio, damasco, ginja, ameixasa
alperze a 600 rs.
AliiendoaS COIlfetadaS com diversas cores a 800 rs.
% inllOS geiierOSOS engarrafados dasseguintesqualidades, duque do Porto Porto
____fino Pedro V, telho secco, genuino. Nector, Carcavallos. Feitoriju a Um** *~>
^^ I2V e i a duzia e a ianra a carrafa e muscaml 71Q xa. t^uafi,
01tct5 om pipa propnos para mesJlde 3^600 a 4 a caada e da 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto*, Lisboa e Figueira.
derVf. JllS das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 5>000 a duzia, chanpanhe das
_ marcas mais acreditadas de l4f a 20} o gigo, cognhac o melhor que se pode desejar
a 900 rs. agarrafa.
vxeiie Dra da verdadsira hollanda em garrafdes de 16 garrafas a 6$0O0 cada um.
l_*eneura italiana a mais sublime que tem viudo ao nosso mercado em frascos grandes
a 2|000 cada um.
FraSqiieira com 12 frascos de genebra de Holada 800
varratoeS com 5 garrafas de superior vinagre a l$0O0
Vinagre pprO de L'Sbo=s ,24o ag.mfaea U800 a caada.
JrlarraSCJUinO o maii superior que se pode desejar a 19000 a garrafa.
liSper mcete o mais superior do marcado em caixinhas de 6 libras a 49200 e 700 rs.
a libra.
Veli8 de Carilfllba all500aarrobs 380 alibra.
AnCOretas comazeitonas as melhores do mercado a 10400.
t_jaiXaS com 1 arroba hespanhola contando macarao talharim e aletria a 69000.
OaiXinnBS com diversas qualidades de massas como s*ja eslrelioha pevide etc., a 6>000
e 640 rs. a libra.
OllOUricaS e "ai OS os m8lhoresdo marcado a.560 rs. a libra.
SmlameS o melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
t reZU n tOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LiilgUlCaS finas em latas j promptas a 1*600.
PeiXe em latas cavallinhas pargo, e linguados a 1$600.
I OUCinhO do reino a 280 rs. a Ubra do novo, e 240 rs. do velho.
Banlia de pOrC'O a melhor do mercado em latas de 10 libras a 49000.
MaSSa de tomate 6m latas de 1 librn a 700 rs.
-vlaSSaS para SOpa talharim e macarrao a 280 rs,e aletria a 320 n.
PaHtOS liXadOS em macos com 20 sciohos a 200 rs.
Papel greve pautado e Uw muito soperior a 49000 a resma;
VjV Va docea 360, pimenta a 360, canalla 900 rs., e cominos a 800 rs. a libra.
PalltOS O g'aZ a 29300 a groza e 20 rs. a caixinha.
5>a 1 retinado m pacotes de mais de urna libra a 160 rs. potes 560 rs,
5*agU muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
f ari O na do Maranho a 160 rs. a libra e gomraa a 80 rs. a libra e 29400 a arroba;
tm do IO e do Gear o melhor do mercado de 89500 a 99500 a arroba.
V^aiXl n lias as mais elegantes, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs.
a 19500 e temo com 6 caixinhas a 5000.
CllDCOlte IieSpanhol verdadeiro a 1000 .alibra.
Ervilhas portuguezas efrancezase feyo verde da 64o a 720 rs.
a lata.
I Taques os melhores do mercado a 109 a caixa e a 280 rs. a carta.
aVel em latas chegado no ultimo vapor a 19600.
Bolaxillha de SDda em latas a 1400
BolaXnha ingleZ l a mais nova do mercadba45Wa barrica e300 rs. a libra.
AVelaaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes a 400 rs. a uta.
Azeit dOCe renadO a 9 a eaixa e 800 rs. agarrafa,
ArrOZ a saceos da 5 arrobas do vermelho a 29500.
LlCOreS os mais finos que ha no mercado a 1 agarrafa e 109 a duzia, tambem temo
para menos.
Alim dos gneros annuneiadosencontrar o respeitavel publico tudo que for perteneen-
tea estes estibelecimantos. Os proprietarios scieniificam que estes procos s serviram para aquel-
los Snrs. qoe mandarem sea competente importe e todos os demais fieguezes de livro teram de sujei-
tar-se palos presos acosiumados, salvo aquellas da fim de mez,
libra por 640 rs.
1 libra por 800 rs.
Os memores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por cento do que em outra
qualquer parte, garantmdo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Sara, da praca de en-
genhos e lavradores o favor de mandarem suas encomraendas a este muito acreditado armazem da
molhados, afim de verem a differenca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em ontra
qualquer parte. r
,t*,l!?*S afeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambem tem-se para
640 rs. a libra sendo em porc,ao, tanto de urna qualidade como,da outra se faz abat-
ment.
narnteiga lagieZ* aa safra nova de p'rmera qualidade a S50 a libra, em
barril se faz abatimento.
1%*l\\MgH fIkUCZa\ a mais nova a 640 rs. a libra, em barril a 600 rs.
^^**#** AO Teimi muito frescos chegados neste ultimo vapor a 29000 ditos che-
gados no ultimo navio a 19800.
^IICIJO praio 0 ^^^ SUp6ror que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
UUa ny aSOU. 0 melhor que h no mercado a 29800 e 29200 a libra, afianca-se a boa
qualidade.
^* auXim 0 que se pode desejar neste genero a 39000 a. libra.
una BTtitO homeopathico a 2*200 a libra em porc,o se faz abatimento.
1. Ta%\a2S HOVOS de pavio transado a 230 rs. a carta e em caixas com 40 cartas por
99000.
LiataS COm am^naoaS confeitadas, proprias psra mimo, contendo mais con-
feiiese assucar candido por 1*600 cada urna.
JTaSSaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 eada urna e a retalho
a 480 rs. a libra.
DOlaXinna de soda em latas com differentes qualidades a 19440. "
oOlaXinna ngleza a mais nova que h no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
VAnhO a pipa e superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 e 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
VnnOS engSifatados Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e de outras muilas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ha para 19000 a garrafa;
^\\aaa%pan\\Q das marcas mais acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, e em garrafa a
&*>* *V*Vs aa marca cohrlnna ou de outras nWcas r nnlim"iIfTIfj^B^a^ i eftft
a garrafa. *--auza e 500 rs.
KastVllnaS francezas e portuguezas em latas de 1
Mtatja ia tomate em unas de
^^tXftS ITanCaiaS em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libras por
20800.
an\t>na0aS de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8#000.
ftOZeS a 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Wettla, macattaa e talnatn\ a 400 rs. a libra, a em caixa com l arro-
ba por 69000.
i*Strella 118 pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeitadas se faz obatimento.
* aiHOS a nenies ixaciog os maisbem (ettMqtM tem vindo a este mercado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
aTf eZnntOS inglCZeS para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
tjnOUYlCa& epaiOS muito novas a 560 rs. a libra e em barril se far abatimento.
^**l*e o melbor petisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
1. OnCinno AO )?eiaO muito novo a -SO rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 5* e 79 a arroba.
duOUtVQ&S em latas j promptas para se comer a 1*800 cada urna.
llanna de pOCO reaaada em latas com 10 libras por 4*300.
Dita en barril muito fina e alva a 440 rs. a libra eem barril a 400 rs.
CaTtoeS COS bollo CraneeZ proprios para mimo a 500 rs. cada um.
ninTineana imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
^taYinel&da de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
LiaiaS e?*an U metas e doceem calda as melhore quehaem Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 ri, a lata.
DoeeS SCee08 e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
CnOCOlate hespanhol a 19500 rs. a libra, ditto francez a 19100 ditto portuguez a
800 rs., afianca-sea boa qualidade.
V*aie de primeira qualidade tanto do Rio como do Gear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99500, dito mais. baixo a 280 rs. e 8*500 a arroba.
^^^Olnna de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porijo se faz
abatimento.
S&gl mnito novo a 320 rs. a libra e em garrafes com 6 libras, por 29000.
r aYinna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Hita do Maranho alva e cheirosa a 60 rs. a libra e em arroba 49500.
VelaS de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 12*000.
Vzeit% dOCe refinado a 800 rs. agarrafa, em caixas a 99000.
Vlnagte de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
W Vano cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
Vinno uTaneo ae Lisboa o mais superior que ha no mercado proprio para missa a
640 rs- a garrafa e em caada a 4*500.
^HatntOS suspiros do fabricante Brando em meia* caixinhas, por #500.
"HOS suspiros do fabricante Catanho ft Filhos em meias caxinha* a 29000.
UltOS emcaixaa da 100 regala Imperial, Viagantetj e Panaotellas, a 29000 a caixa.
AVplSta muita limpo, a 180rs. alibra, e em airaba59600,
AzeltonaS muito novas, a 19600 rs. cada urna ancorla, e a 400 rs. a garrafa.
AtlTOZ de Maranho a 120 rs a libra a 39700 a arroba.
\faXe da postas em latas das melhores qualidades dn patxe que h* em Portugal a 19-OOth
GrenebTa de Hollanda tm gamfow com 25 garrafas por 9*000.
^lostaYda ingleza muito non a 19000 o frasco e.kaiueza.a-6iars. o pola.
Alem dos gneros cima mencionados encontrara o respeitavel publico nm completo sorti-
i manto de todo que (endent a. molhados,
*


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DaJO B .FgJlUMtTJCP fcUBBJPO M Pl JQHHO DI 1SM
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45-toa irati~4S
k epidemia declina jensivelmente, e o tea
tomplato desappareclmento eit prximo 1
proprettritf deste bem lortido estabelecimento
convida ot seus numerotoi fregueies subatttHir
o (aleado velho, que todo est cbolerico, por do-
to, e que posas resistir l mil sefaolis e mazzur-
cn que vio aer dansadea em louror do restabe-
lcimento da asede publica. Oa precos con-
vidan :
HOMENS.
Bolioaa afamadla Milis.
8





non-plus-ultra NaoUf.........
Nantes 2 bateriai.............. nfOOO
a lustre..................~ 1QJ800
ioglezes de botes.....
ba ledoret.......... .....
couro da porco.......
bezerro a lastre...............
ioglezes pea selvsgens.........
taxiados braiileiros............
Sapates doo'-plus-ultra................
109000
9*500
a&ooo
gjooo
7*500
5*500
7*000
6*500
5*500
6*000
5*500
5*000
2*000
5*000
2*000
1*280
8 bateriaa e meia..............
esmiga cobra..................
> Nantes 2 bateras vaqueta.....
2 bateriaa bezerro......
> trabalbadorea..........
> brasileiros de 3500-a..........
Sapatoa2 lolaa aalto..................
traeca porlaguezes..-....... .
> frincezes. .....
SENHORAS.
Botinas dengozas........ 5*500
> salto de bater...... ; 5*000
> pechtoeha de 4*500 a. 4Q00
> americanas 31500 a 2*500
Sapaloa da aalto (Joly) J 3*000
iem elle (dem)......1*920
> pate;........ 800
econmicos. :...... 500
- lustre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relaco e uo ae daixa aahir
diobeiro.
Um completo aorlimento de couro de porco,
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar-
toquim, aola, courinhoa etc.. que tudo ae troca
por dinhpiro i vontade do comprador.
Attencao.
Ao rival sena igual.
Ra larga do Rosario numero 36.
Fita* de velludo estreitinhas para anfeilo i
pee* 720 ri. __
Sioloa dourados 11*600.
Ditos ditos com pootaa cahidas a 8*000.
La para bordar ortidaa, libra a 6*400.
Escovas para caballo a 1*.
fia de meiat cruai para homam a 2*400.
Owtaa de tlfinetea a 100 ra.
Frenjts pretaa com vidrilho a 320 a 400 ra.
Bofettea de retroz com franja a 5*000.
Duzia de meiaa para aenhora a 2*400.
Pentei da matea para atar cabello a 500 ra.
Teaouraa ordinarias para cortar parios a 80 "P.
Sabonetas de bola de corea-a 400 ra.
Franjea de seda. '
Biaoapralos largos e estreitos.
Trancas pretaa com vidrilho e branca.
Escoras para unbas a 320 e 500 ra.
Carriteia de retroz a 300 ra.
Tranca de oda do cores a 200 rs.
Carretela di linha a 30, 0 e 80 ra.
Llnha do gas Iestroza a 30 rs.
Dita da Pedro Y a 30 ra.
Rap Patio Cordeiro e Gzsee a 1*600.
Dito Mearon a 1*.
Caixinhas com papel para namoro a 2$ 3*.
N. B. O dono deate eslabeleciment promptl-
fia-se a mandar um csiieiro com aa miudszas
que qaizerem em caaa daa familias que lato
exigir. _______
Sitio venda.
[Cimbraiasorgandysa 280rs.
1 Venda-aa cambraiaia organdys com dilicadis-
timos desenhos a 280 ra. : na loja a armazem do
Vende-se um sitio pequeo, porm ptimo da p*vao, Urraa, com mmitas larangeirss, coqaeiros e maia n. go.
arvorea fructferas, chao proprio. na estrada 8a
Joao de Barros, em frente ao porlio do da viscon-
deca de-oianoa; a tratar na roa eatreita do Ro-
sario n. 38. llegando andar.
Vende-se ama negrinba com 11 aonee, bo-
nita figura, recolhlda, propria para todo entino :
na ra Diraita n. 82-
Cambraias
Vendem-se cambraias de corea de bonitos e
alegantes desenhos a 280 e 820 ra. o eovado : na
raa da Imperatriz, loja o.'W). _____i____'
S o Pavo.
Vende-se finiasimas caaaas frincezas de varia-
dpa padrote a 240, 260, a 280 ra. o corado : na
ra da Imperatriz n.60, loja do Parlo da Gama
& Silva.
americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C>, seccessores,
ra da Crus n. 4, vendem-ae :
Machinas para regar hortas e capim.
Ditaa para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com pertencea a 10* e 20*.
Obras de metal principe prateadaa.
Alcstro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Par.
Yinho Xerez de 1836 em caitas da 1 duzia.
Cognac em caixaa da 1 duzia.
Aradoa e grades.
Brilhantes.
Carrocas pequeas.
Engenho.
Vende-se por spolicea da divida publica, e
tambero arrenda-se- mediante aa devidas garan-
tas, no caso de nao apparecer comprador que
chegue ao justo preco. o engenho Serrarla do
municipio da villa do Cabo, e que nelle existe co-
mo rendeiro o Sr. Antonio Manoel do Reg Bar-
ros, cuja venda ser effectuada comprehendendo
todas as trras que demarcam o mesmo engenho :
os pretendentes dirijam-sa ao abaixo assigoado,
que se acba debidamente autorisado para tratar
dease negocio.Caelano Pinto de Varas.
Carne do
Serid
E' chegada a vardadeira carne do Serid, que
ae est vendendo pelo dimiouto preco de 320 ra.
a libra, pela grande porcao que recebemos ; no
antigo eatabelecimeoto da ra eatreita do Rosa-
rio, eaquina da raa daa Laraogeiraa n. 18.
Vende-se ama escrava crioala, de idade 25
a 30 annos, que lava, engomma e coziuha lado
com perfeicio: trata-se na travessa da Madre
de Dos n. 13.
Vende-se oa arrenda-se o engeebo S. Pau-
lo, perto da praca, o qaal d muito boas aocas e
ressocas, bom de (roca e ontraa lavoaras, ten
matas e oatraa vaotagena: a pessoa que o pre-
tender entenda-se com o Sr; Manoel Eleuterio
do Reg Birror, no pateo do Terco n. 44 ou no
mesmo engenbo com o aeu proprielario Joo
Francisco de CarvalboPaea de Aodrade.
Vende-se urna excellente negrinha de ida-
de de 11 a 12 annoa, de muito bons costumea e
habilidosa : a ver tratar dirijam-se a ruada
Aurora n. 72, daa 6 aa 10 da manhaa e daa 3 da
tarde em diante.
Attencao
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdenaple prelo multo superior palo dimi-
nuto preco de 2* o ovado, panno preto muito fi-
no a 3. 4.5, 6, 7 e flf o eovado, eaeemira pela
muito fina a 22, 20, 3, 3*500 a 4* O cavado,
mantas pretas de blondo mnito superiores a 12*.
manteletes de superiores grosdenaple* pretos ri-
camente bordados a 35*, sobrecasacaa de panne
preto muito fino a 30, casacas tambem de pauns
preto muito fino a 30*. paletots de panno preto
One a 18 e 20*, ditoa de eaaemira do cor mes-
ciada a 18*. superiores gravatiohas oatreitaa i
1*. ditaa de aetim maco ede gorgurao mallo su-
periores para das voltas a 2*. ditas estreitluhai
com lindos alfinetes a 2*. superior gorgoreo pre-
to para colletea a 4* o corte, ricos enfeitea pretoi
a 6*. o assim outraa maitaa fszendas que sendo i
dinheiro vista, vendem-se por presos amito ba-
ratos : na roa do Queimado n. 28, na bem coohe-
eida loja da boa f. .. '
Anida o Pavo a 200 rs.
Vende-se chita francesa escara com diminuto
toque de mofo a 200 rs. o-eovado, e ditas iogle-
zaa a 140 rs.: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gama & Silva.
Vfede o Pavo a 280 rs.
Gorgoreo de liaho que feito m vestidos pora
senhora ou reupa para meninos parece sedioha*
a 280 rs. o eovado, por ter grande, porfi: na ra
da Imperatriz o. 60, loja e armazeaa do Pavo de
Gama & Silva..
Tiras ou ntremelos bor-
dados.
Vendem-se tiras ou ntremelos bordados de
lindos gostos, pelos baratissioos precos de 1*500
e 1*600; s no galo vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
iVGEtNClrV
OA
TariataDa do Pavo.
Vsnde-se tarlatana de la com palminhas sol-
tas a 820 rs. o eovado : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavao de (jama & Silva._________
O Pavo vende a 4#500 rs.
Cortes de baragos com fios deaeda tendo 22 co-
rados, com barra, podando-se fazer baados, pe-
lo barstissmo preco do 4*500, s na loja do Pa-
vo raa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
SEDAS
Cinco tnstes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de liatraa ao
comprido, o ditaa de listras atravesaadaa, ditas
de qaadrinhos, sendo dos melhores padres e de-
licadissimoa gostos, com largura de chita ioglcza
a 500 rs. o corado, pechincha, o dao-se aa
amostraa com penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armaxem do pavo de Gama & Sil>a.
Vestidos de la.
Vende-se vestidos de lsziofaas tendo ss salas
j prometas, com maita roda, propriaapara ba-
leo a 4*00, ra loja e armaxem do Pavo raa
da imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Basquinas do Pavo a 4#0D0
Vende-se ricas basquinas de fustao nsui bem
bordadas, fazenda que sempre se venden por 12f
e 16*000 por 4*000, para acabar: na loja do Pa-
vo de Gama & Silva, na raa da Imperatriz
n. 60.
Enfeites do Pavo.
Vende-se ricoa enfeites 4 torca e Gsribaldl
com ricas franjas e bolotas a 58000, ditos des
meemos msissimples a 2$000 rs., e ditos de utas
cada um em sea carto : na raa da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
Fundico Low-Moor,
Boa da Senzalla Nova n.4*.
Nesta estabelesimento continua a haverum
completo sortimonto de moendas meias moen-
das para engenho, machinat de vapor e taixas
de ferro batido coado de todos os tamanho
para dito,
Fhosphorosde seguranc
Phoapnerea de segsrranea, por qno Bvra de io-
cendio, a 160 ria a caixa : na loja da Victoria,
na raa do Qoaimado n. 75.____________________
Baleias para vestidos.
Balelaa multo grandes e boas a 160 ria urna :
na loja da Victoria, es ra do Queimado n. 75.
Linha de croxei para T
byrintho.
Aa melhores lionas de rroxel para labyrintho,
novellos monstros SSOris um : na Iota da Vic-
toria, na raa do Quejando o. 75.
S nao faz bolo para
S. Joo quem nao quher,
porque no armazem da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14, vende-se manteiga iogleza flor a 900
e 800 rs., tambem tem para 640 e 480, e france-
sa a 640, vinho bom a 480 e 400 ra.. traques a
300 rs. a carta, qnaijos a 2*.
Liquidaco de fa-
zeiidas.
Na ra do Crespo, loja n. 14
Vende-se para acabar, e por todo proco um
completo sorlimento de fazendas ioglezae, france-
sas, suisias e allemes, todas proprias deste mer-
cado, e algunas recntenteme chegsdas.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos douradoa pan aenhoraa a 2*200
ditos de pona cabida a 4*. ditoa de fita a I96OO:
na loja da Victoria,'na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porcao de ricoa espelhos de varios lmannos para
ornamentos de salas, afHan;ando-se serem os
melhores em vidros-que tem rindo: na loja da
Victoris, na rus do Queimado o. 75.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro soado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Vende-se a taberna n. 13, no correr da Sole-
dade.
Vende-se urna barcaca muito teleira promp-
ta a navegar, urnas (olhss de candas e um pran-
cho todos cem 60 palmos de cumprimento pro-
prios para se abrir urna alvarenga, e um pardo
moco o robusto : a tratar com Jos Hygino de
Miranda.
Para doces s^oeos. [
i'..acui'-,o muito bonitas caixinhas redondas,
de madeira, de diversos tamaohos, ferradas 4c
papis de cores, muito linas, proprias nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato prego de 4, 5 e 6* a duzia : na ra
do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama o. 35.
Para S. Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinhaa com grande porc,o de
amendoas coofeitadas, e alguns confeitos pro-
prios para o festejo de S. Joo e S. Pedro, palo
barato preco de 800 rs cada urna : na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezas
da boa fama n. 35.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber
C, successores, ra da Cruzn. 4* .
Arados americanos -e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
42.
a
Vende-se carne do serio a 102 a arroba e
em libra a 360 rs., vinho da Figueira e do Porto
a 3*200 a caoada e em garrafa a 400 rs. : na raa
da Senzala Velha taberna n. 102, esquina do
becco Largo do Recite.
Vende-se ama morada de casa terrea na
ra do Dique, choa proprios ; quem a quizer
comprar, procure na raa Augusta, casa terrea n.
56, que se dir quem vende, e ajustar, podendo
procurar das 6 s 9 do dia em diante.
Grande arma-
zem de ferragens e
miudezas na ra do
Queimado n, 49.
Antonio Francisco do Souz Magalhea J-
nior, proprietario deste estabelecimento partici-
pa ao commercio desta prica e a todos os seas
devedores, que desde 19 do correte mez o Sr.
Francisco Jos Correa Marques, deixou de ser sen
eaixeiro.
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadas a 1J600,
2*000 e 2*200, ditas fio de Escossia brancas a rs.
700. ditas de cores 800 ris, ditas de algodo a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Veode-se escoras para denles finas de diversas
qualidades a 120,160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a lg-200
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Botes para punho.
Vende-se botes de puoho finos de diversas
qualidades a 200 res o par. que tambem servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-sa occulos finos de armaco de
2*, 1*. 610 e 400 ris : loja do beija flor,
Queimado n. 63.
ac, a
ra do
Ricos sintcs dourados.
Vende-se sintos dourados a 2*, ditos de fita
com relia dourada a 1*500 : loja do beija flor,
raa do Qaeimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-se requissimos enfeites para cabeca com
franja, e sem ella pelo baralissimo prego de 5$
e 5S0OO, ditos de ridrilbos a 1*600 ; na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
A loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Recebeu pelo ultimo vapor oa seguales ob-
jectos:
Bonitas ligas de seda para senhora.
Grandes e bem tecidos bandes de dina.
Aspas de ac, e fita elstica para ces de balo.
Bonecas grandes mui bonitas e bom vestidas.
Bonitos bauziohoa com 9 frascos da chelro.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvas de camua brsncsa e a amellas.
Moendas p meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas 'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru doBrum n. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paisagens, largaras de 6,7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para meaa de antera 1*o corado : na rus
da Imperatriz, loja n. 20.
Toda attencao ao gallo vi
guanta, tjtjio est quei-
mando.
Luvas de pelica.
Aa verdadeiras luvas de Juviu, chegadinhaa
no vapor francez: s ao vigilante, ra do Cres-
po n.7.________
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galSes.
A superior trina e volantes do Porto para or-
nas, oratorios oa igrejas, que se vende por me-
nos do que em outra qualquer parte: s no vi-
gilante, ra do Crespo o. 7.
Brilhantna suissa.
Vende-se-brilhantlna suissa de quadriohos, la-
zonda muito encorpada para vestidoa e maia lar-
ga que chita ingleza a 200 rs. o eovado : na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pavo
de Gama & Silvs.
Colchas do Pavo.
Vende-se ricas colchas de fuato de linho de
varios tamanhos e differentes desenhos : na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pavo
de Gama & Silva
Chales pretos do Pavo.
Vende-se oa mais modernos chales pretos de
ponta redonda com bolota, guarnecldoa de bico
de seda largo em lugar de franja a 6*000 : na
raa dilmperatriz n. 60. loja do Pavo.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-se na loja d'agaia branca mui bonitas
escarradeiras de vidroa de cores a 4*500, 5 e 6*,
assim como palmatorias de vidro lapidado com
mangas bordadas a 4*500 cada um : na raa do
Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
La para bordar,
La muito boa de todas as corea para bordar, a
7* a libra : na toja da Vietoria. na raa do Quei-
mado n. 75.
Linha s do gaz.
Caixinhas com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 80 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
700 ris, brancas e pretas: na loja da Victoria,
na raa do Queimado n. 75.
Meias em quantidade
Na loja d'aguia branca icha-se um, completo
aottimento de meias de todaa aa qualidades e
precoa, sendo pera homen, aenhoraa. meninos
meninaa de 6 mezes a 12 annos. Ennumerar
os differentes prscos confundir o pretendente ;
sssim quem se quizer convencer de quo baratas
se esto ellas vendendo, dirigir-se com dinhei-
ro dita loja d'agaia branca na ra do Queimado
numero 16..
Lindos boies de banba para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boies de porcellana dourada com fina banhs e
mavioias ioscripcoes, os-quaes por suss delicade-
zas e perfetcesiornam-se dignos para presen-
tes, e com especialidade na actual quadra, quem
gostardo bom dirigir-se com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra era que bem o empregar.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar diobeire
de ouro prata a 2*000. 28500, 1*000, lg280 e
19500 : na loja do beija flor : ra do Qaeimado
numere 63.
Chegaram as desejadas rosas
artifciaes.
Agora da ve ceaaar o desgoslo que muilas ae-
nhoraa sanliam por nao terem comprsdo das pri-
meirss rosas que a loja d'aguia branca recebeu,
isso porque dits loja acaba de receber um novo e
mais brimante sortimenlo deltas, vindo estas da
maia a mais dtlicamente orralhadss. A senhora
que com a pequea quanlia de 3* comprar ama
deesas formosas rosas, sentir um effeito anda
mais rpido (relativamente ao caso) do que
aquello que produz o prompto allivio em qual-
quer molestia. Cumpre, pois, qua se nao de-
morem em as mandar comprar na raa do Quei-
mado, loja d'aguia branca d. 16, pois do contra-
rio ficaro sem ellas para S. Joo, o que nao
convm. Na mesma loja vendem-se oulras rosas
mais baratas.
Cascarriiha
Lindas pecas de cascarrillia de todas-ss cores,
pelo baratsimo preco de 1*500 a peca : s no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Chapelinas para seuhoras.
Lindas chapelinss ricamente enfeitadas, pelos
baratissimos precos de 8* e 10*000.
Ditos com pequeo toque de mofo a 6*000: s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para enancas.
Liados chapozinhos para menina e menino a
4* e 6*000, ditos de feltro pelo baratissimo pre-
co de SJOOO, bonetes da panno fino e lco de fi-
ta a 38000, ditos de veludo fino a 4* e 3*500,
ditos de palhioha a 38000, touquinhas de seda
muito lindas a 1*500. ditos de ril a 1*000: s
no vigilante, ra do Crespo o. 7.
Bales do Pavo.
Vende-se ricos bales arendados com duss salas
o bico em volla, pelo baratissimo preco de 6*,
ditos de madapolio francez muito grandes com 6
arcos a 58, ditos com 5 arcos a 38500: na loja
do Pavo, ra da Imperatriz o. 60.____________
Bramante do Pavo a lOflOOO a peca.
Acaba de chegar a loja do Pavo, urna nova por-
cao do acreditado bramante de linho, com largu-
ra de brim liso, tendo 27 vares cada peca, esta
fazenda propria para lences, loalhas, cerou-
las, camisaa, etc., e vende-se pelo baratissimo
preco de 108 Pcs, s na loja do Pavo ; roa
da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Chales Garibaldinos.
Veode-sa na loja doPavao, chslea de meiin
muito grc|des de liatrinhaa a Garibaldi, pelo ba-
r.llseimoAr.^o do 406OO, pechincha : no TOO
o. -.p^.a>Tt. .. a. G.o.. a su.
C'/ialos la JPavao.
Vende-se chales de merino multo grandes a
38, ditos decassas decores a 800 rs. : na ra da
imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Superior sebo em velas e em
pes, ca' xas de urna
arroba
Vendem Antonio Luis de Oliveira Asevado &
C, no aeu eseriptorio ra da Cruz n. 1.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhoree
candieiroa de gaz que tem rindo ao mercado, por
precos commodos : ns loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Vestidos do Pavao,
E' pechincha, cortes de cambraia brancoa com
babados a 2*500, ditos de tarlatana brancos e de
corea a 3*/ ditos com babadoa eduaaaaiaa muito
superiores a 4*, pe^as de cambraia branca com
carociohoa brancos e de cores, tendo 8 1/2 varas
cada peca, por 4*. corlea de cassas de cores com
7 1/2 varas, padrea novos a 2*500 ; tudo isto se
encontra na loja do Pavo, que vende dinheiro
a vista : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma Si Silva.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores alburnos oa so-
bre-ludos de borracha, proprios para o invern a
12*: na rna da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Cortes de phantasia,
Vende-se ricos crtesfde phantasia de duas saias
com delicados lavores a 6* cada um : ba raa da
Imperatriz o.0. loja do Pafo.
Rosas artifciaes para cabella:
A. L. B. P. tendo recebido um variado sorli-
mento de bonitas rosas que se esto usando para
cabellos, e de pannos com folha de velludo, ditas
le papel todas, aa mais ricas que se pode encon-
rar vende-ae na ra do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
Agulhas.
A. L. B. F.Uado recebido agulhas imperiaes de
fundo doutado. V6ae Da i0:a 0 Dejja flor, roa
do Queimado n. 63.
VENDE-SE urna mobiiia de amarello no-
va, contando as seguales bcm: am sof, 12
cadeiras, 2 ditas de braco, 2 a bataneo 2 conso-
los e mesa de meto de aala : pat, Tflr oa rua Di-
reita o. 127, segundo andar, pr trttar neate
ypographi.
Pauno de algodo da Baha.
Vende-se no eseriptorio de Antonio Loiz de
OHvetra Azevedo & C, na roa da Cruz n.l.
Aljfar fino imitando perola.
Yenda-sea 500rs. o fio do aljfar fino, imi-
' toado perola : oa rua do Qaeimado, loja d'aguia
Granes a. 16.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinhs o maia fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratissi-
mo preco da 7*000, ditos sem gollioha a 1(500:
s no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Goliiiihas de linho.
Lindas golllohas estampadas.............. 500
Ditas de linbo maita fioas................. 800
Ditas pretaa com vidrilho................. jOul)
S no vigilante, roa do Crespo n. 7.
Meias.
Grande sorlimento de meias tanto para homem
como para senhora, sendo de homem a 1*800 e
2*000, e finos a 2^800, ditas de fio de Escocia a
5*000 a duzia, ditas para menina a 2*400, ditas
psra menino a 2*000: s no vigilante, rna do
Crespo n. 7.
Batatas novas
Terco o. 23.
Batatas .
80 rs. a libra
no largo do
Grande armazem
TRES PORTAS
Ferragens e miudezas.
53Rua Direita53
Viva S. Joao!!
Ricas bandejas para os bollos de 31 a igoOO
Ditas ditas recortadas e bordadas de 3,500 a 2*500
Excelleotea facas e garios cabo de oseo dtzia
38200 a 2*800.
Dita dita dita cabo de viado a 4*.
Dita dita de bataneo de 7* a 4jg800.
Colherea fioas de metal principo, sopa o cha
5$500 a 3*100.
Ditaa lotinagre, duzia 1*800.
Camas de vento, indispensaveis depois do bollo,
louro e amarello de 5*500 a 5*.
Ha de mais um sorlimento completo de tudo
qae tendente a ferragens e miudezas por um
preco ridiculo.
Urna carroca.
Vende-se sima oarroca em malte bom estado,
com os competentes arrelos novos para nm ca-
vallo : a tratar aa rao do Trapiche n. 14, prlmei-
ro andar.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calcinhas de cambraia bordadas para
menina a 1* o par s na loja do Pavo rna da Im-
peratriz n. 60.
Gollinhas do Pavao.
Vende-se golinbas de cimbria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 ris : na loja do Pavo
rua da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhas.
Veode-se manguitos com gollinhas bordadas a
1$600 e manguitos muito finos a 1* o par : na
rua da Imperatriz n. 60, luja do Pavo.
Tiras e entre meiot.
Vende-se tiras bordadas tapadas e transparen-
tes, assim como entre-meios muito delicados :
oa rua da Imperatria n. 60, loja e armazem do
Pavo.
NO
Torrador.
iiLargo do Terfo--!S
Manteiga ingleza flor a 800 e 960 rs. a libra,
dita francesa a 640 rs., bsnha de porco a 400 rs.
a libra, maesas muito finas psra zopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a 2*,ditoa do serio a 560
rs.a libra.servsja daa melhores marcas a 500 rs. a
garrafa, sardinhas de antes a 400 rs., toucinho
a 320 re., bolachinba ingleza a 320 rs; a libra,
aieim como se vendo oatros maitos gneros ba-
ratissimos, psssas a 400 rs. a- libra, ao muito
novas, e se slguem davidar venha ver no Torra-
dor largo do Terco n. 23.
Lencos e luvas.
Vende-se lencos de cambraia de linho com la-
byrintho a 2*500, ditos de imitaco da labyrintho
a 1*, luvas de sedas de todaa aa cores a 500 ris,
enleites pretos de vidrilho para cabeca a lf, lu-
vas de retroz prelo sbertas a 500 ris o par; na
rua da Imperatriz n. 60, loja do Paro de Gama
& Silva.
Cambraias do Pavao.
Pecas de cambraia fina com 101/2 varas a 6* a
peca, ditaa com 8 1/2 varas a 4*. ditaa de 8 pecas
a 3*, dita para forro, com 8 1/2 varas a 1*600 ;
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de
Gama & Silva.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Loiz de Oliveira A-
zevedo & C, no sea eseriptorio raa da Cruz n. 1.
Coraes lapidados.
bao grossos que.admira.
A loja d'agaia bronca acaba de receber urna
pequea quantidade de coraes grossos lapidados,
os quaes aervem para aa voltaa que ltimamente
usam ss senhoras, e est veodendo cada fio por
2*, 2*500, 3 e 4* : na rua do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16 : assim como receben mais
ss bonitas pulseiras de missangss.
MflL
sem segundo
Na rua do Qaeima de Jos de Azevedo Hala e Silva, est vendando
Ice*. .0 miiidava, V. r I i.ai m Buhar
Papis de agalhas a balo muito supe-
riores a 80
Caitas com muito finas obreias a 40
Cartes com clcheles, tem algum de-
leito a io
Frascos de macast perola muito fino a 200
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos a 720
Pacotes dito dito dito amizade a 720
Novellos de linha de Crux a melhor
que ha a 40
Caixaa com agulhas curtas de superior
qualidade 200
ntremelos, a peca com 3 varas 1 a 1J000
Sabonetes muito uosa 120
Papis de agulhas francezas com toque a 10
Pares de botes para punhos de muitos
modelos a 240
Pares de meias crass para meninos a 160
Ditos de ditas crusa para pequeo a 16o
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascos com agua de Lavando ambreada a 800
Ditos com cheiros muito finos a 240 e 500
Ditos com banha muita fina a 240 a 320
Ditos com superior banha de nrso a ______600
Cal e potassa,
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Gadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para
raa do Queimado n. 16.
a loja d'aguia branea,
cortes de vestidos -brancos
bordados.
Vandam-se ricos cortea de vestidos braococ
bordados com 3 babados pelo baratissimo pre<;o
de 5* o corle: na rna do Queimado n. 22,
bem conhacida loja da boa f.
na
Attencao
A 600 rs- a garrafa de gaz.
Continua-ss a vender o melhor gaz, na loja de
unileiro, raa da Imperatriz n. 65.
EscraTOS fugieo*.
150^000.
A quem trouxer O preto escravo de norte F-
lix, que se atha fgido desde o dia 4 de abril de
1860, cojo escravo tem os signaes seguintes : es-
tatura oaixa, corpo reguhr, cor fula, poucu barba,
pea um pouco apalhetados, representa ter 35 e
40 onuo, no^o MoCotxitriqae, lem dous denles
Vaberloa oa freole do lado de cima, e por c in. a do
nariz entre as sobrancelhas dos'olhos um calom-
biobo pequeo, que parece ser signal da Ierra
ello ; uliicc-c noticia caita que o ilo prele
snda por trras dos engenbos Muribeca, S. Joo
e Engenho Novo, como trabalbador e intitulan-
do-se de forro com o nome de Joo Pescador.
pois j tem por costume quando foge mudar c
nome para Joo, elle tem uds poucos de officioa.
que sao os seguintes : foi pescador, canoeiro,
caiador, e ltimamente era padeiro, a qae per-
tence, por isso roga-se aoscapilesde campo, ce
qualquer pessoa que o encontrar, preode-lo e
traze-lo no pateo da Santa Cruz padaria n. 6, que
receber a qasnlis c'ms.
Fugio no dia 12 de abril deste lorente ati-
no do poder do abaixo a&aignado, o pardo de no-
mo Francisco de 17 annos de idade, que t-;m be-
nita figara, todos os denles, cabellos carupinhoa
e ruivoa, tendo sido este pardo escravo do St.
Dr. Antonio Borges da Fonseca, de presumir
que ande por algum dos lugares por onde o mes-
mo senhor tem viajado, como sejam Iguarass,
Goianna, loga S. Joo, Campia, Serra Jo Tei-
xelra, Pao o'Alho, Limoeiro, as tres villas da co-
marca de Psje de Flores, sendo que segundo se
suppoe esteja tambem no engenho Iohama pos
haver sido visto ha poucos das em Iguara.;s por
ter amizade com ans mulalinhos desse engenho,
anda de presumir que o dito escravo por ah
se inculque como a servico do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonsec*, afina de nao ser appreheadido :
qaem pois o aprehender ondequer que for encon-
trado esse escravo e o vir entregar ao sen legi-
timo dono na rua do Hospicio n. 6, qae ser mal
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
Vestidinhos a #500.
Veode-se vestidinhos de seda enfeitados psra
meninaa de 2 a 3 anaos a 4*500 : na rua da Im-
peratriz n. 60. loja de Gama & Silva.
Grosdenaple* do Pavao.
Vende-se grosdensples preto multo incorpado
a 1*600 o eovado : na ras da Imperatriz n.60,
loja de Gama & Silva.
Lanzinhas allemaa, novidade do Pavao.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor um bonito
sortimtnto de lanzinhas da Allemanha com boni-
tas palmas de seda, tendo 4 palmos de largura a
800 ria o eovado : aa loja do Pavio rua da Im-
peratriz n. 60.
Rna do Crespo n 7, do
gallo vigilante.
Nasta nova loja ha grande porcao de caixinhas
com amendoaa proprias para brinquedo de S.
rJoo qae se vende pelo barato preco de 800 rs.
cada ama quem deixari de dar a ama menina
urna caixinba ; tambem lem grande porcao de
calas proprias para doces secos que vende con-
forme seus tamanhos a 6*. 5* e a 4* a duzia,
amendoas avalsss a 800 e 640 is. a libra : s no
vigilante raa do Crespo n. 7i
No dia 21 do correte fugio ao chegar no
engenho Camaragibe. vindo de volta do Recife
para o eegeobo Tiuma na freguezia de S. Lou-
renco da Malta, o escravo Jovencio, crioulo, de
Idade de 20 a 25 annos, poaco msis oa menos,
que tem bonita figura, altura regular, cor fula,
reato redondo, alguma barba, o coetuma trajes
aaissas, testa larga, nariz ambilado, boecs regu-
lar, denles limsdos, levou camisa e calca de al-
godo, e chapee de pslha, ludo j usado, cojo es-
cravo foi comprado ao Sr. Jos Ezequiel da Silva,
morador no engenbo Borbe, na comarca do Li-
moeiro, freguezia de Bomjardim: roga-sa as au-
toridadea policiaese capitSes de campo asna cap-
tara, e lava-lo ao engenho Tiuma, ou na rua da
Aurora, casa n. 82, terceiro andar, que ser ge-
nerosamente gratificado.
Enfeites para senhora.
Oa melhores enfeites pretos e de cores quo ap-
parece a 5*500, 6* e 6$500 na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Loja do Pavo rua da Impera-
triz numero 60.
DE
GzVMLA & SIL.VA.
Vende-se neste estabelecimento todas ss fazen-
das por precos mais baratos que o possivel s
com o fim de aparar dinheiro, assim como urna
grande porgo daa ditas fssendas inteiramente no-
vas, viudas pelos ltimos aavios : os donos des-
te estabelecimento rogam a todos os seus fregu-
es, que se deom ao trabalho de procurar neste
Diarv os annuncios da loja do Pavio, porque
esto cortos que nao perderlo ora lempo.
Paletots do Pavao.
Vende-se palitots do panno preto fino a 6*,
ditos de faney de cores a 6*. calcas de casemira
prata a 4*500: sena raa da Imperatriz n. 00, de
Gama $ Silva. ______________
Panninhos do Pavio.
Vende-se pecas de panninho fintaaimo com 10
varas a 61: na rua da Imperatriz n. 80, loja de
Gama & Silva.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no brao.
Muito lindas caixinhas e cabazas para meninas,
de 100 ris at 2*500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Franjas pretas com y-
drilho e sem elle.
Ricoa sortimentos de frsnjss pretas e de cores
com vidrilho e aeu elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
Chitas em cortes.
Vende-se cortes de chita francesa maito fina,
com 10 corados a 5*400, amancendo-ae ser da
cor fiza: na roa da Imperatriz n. 60, loja o ar-
masom do Pavo;
linhas de peso verda-
deras.
Linhas Unas* de
grandes a 240 ris :
3o Qoeimtdo a. 75.
peso verdadeiras, meadas'
na loja da Victoria, na roa
Attencao
o
Fugio no dia 20 do corrente, o es-
cravo pertencente ao Sr. Dr. Caroline
Francisco de Lima Santos, de nome
Adalberto, o qual bastante conl ecid
nesta cidade e intitulase de forro, com
os- signaes seguintes : olhos grandes,
testa Tai ga, pouca barba, pernas um
pouco arqueadas, baixo etc., etc. : re-
commenda- se aos capitaes de campo e
mais autoridades polieiaes de o prende-
rem e remette-lo a casa de seu senhor
na rua do Imperador n. 17, que sera'
generosamente recompensado aquel le
que o levar.
Fugio hontem i noute a escrava Jasephs,
crioala. alta, chela do corpo e muito prele, pro-
cara o Recife : quem a epprehender o a trouxet
a sea senhor abaixo esa'gnado, ser muito bem
recompensado.
Serrarla 25 de junho de 1862.
________________Prlippe > ss Leao.
No da 17 do correte fugio do lugar de
Agua, do termo de 8. Lourenco da Matla, o pre-
to Sebaatiao, crioulo, de idade 25 annos, pouce
maia, esta tara regalar, Um na testa sobro o olbt
esquerdo ama cicatriz, rosto carnudo, pouca bar-
ba, levando vestido calca de brim arenco com
listras ao lado, jaqueta de panno tino preto, e ji
foi visto nesta cidade ns rua da Cadeia Velha :
quem o jeg"sr, leve a rua do Queimado n. 57, oa
a aeu senhor no dito engenho, capilo Bernarda
Dornellas da Cuaba Bandeir, que ser recom-
pensado,
V
s

r^^-TV
V----' '-----TT----------
- J I ajoo* ^ow _
-_-_.


DLUUO m PEBNiMBDCO. m SAifiAX) jj DR jUHHO Dg 1861.
1
Litteratura.
1^
Quadros histricos do catholicismo no
Brasil por Francisco lanoel Rapozo
d'lmeida.
O dcscobrimenlo do Brasil.
( Continuas&o.)
c Chegado o lempo em que 8 nus ilavam
prestes pira poderem partir, foi el-rei, que eoto
esta?a m Lisboa, um domiogo 8 diis de margo
do anuo de 1500.com toda a curie ouvir missa a
N. Senbora de Belm, que em Castello, ooda
j as nus ettavam com leu llardo da gente d'ar-
mas feito. Na qusl mista houve termio que fex
D. Diogo Orliz, bispo de Ceuta, que depois foi de
V'seu, todo fundado sobre o argumento delta
emprea : ealaodo oo altar, em quaoto ae diste
a mista, arvorada urna baodeira da cruz da or-
dem da cavallaria de Cbristo, que do Ora da mis-
sa o mesmo biapo beozau. E de si el-rei a o-
tregou a Pedro Alvares Cabral, com aquella so-
lemnidade de patarras que os taes actoa reque-
rem : ao qual, em quaoto dase a missa, el-
rei por honra do cargo que levara, tere contigo
dentro na cortina.
Acabado este acto, atsim como estar arrora-
da, com urna solemne procisto de reliquias e
cruzet, foi lerada aquella bandeirs, algnal de
Dossis etpirituaet, e temjioraes victorias : a qual
el-rei acompanhou, al Pedro Airare*, com aeua
capitits, na praia Ibe beijaram a mo, e dea-
pedirem d'elle. A qualdeapedida geralmeole a
todos foi de grande cootemplac.no, porque a maior
parte do poro de Lisboa per ter dia de testa, e
ruis tao colebrada por el-rei, cobria aquellas
praia.*, e campos de Belm : e muitos em balis,
que rodearam ai nus, lerando uos, trazando
outros, assim serriam todos com suas libres, e
baodeiras de cores de dirisa, que nao 'pareca
mar, mas um campo da flores, com a flor d'a-
quella manceba juvenil, que embarcara.
E oque mais lerantava o espirito deslas cou-
sas, cram as trombelas, atabaques, setlros, tam-
borea, flautas, pandeiros: e al gaitaa cuja ven-
tura foi andar em 01 campoa no apacentar dot
gados: naquelle dia tomaram posse de ir sobre
as aguas salgadas do mar, B'esta, e outras ar-
madas que depois a seguirn), porque para via-
gem de tanto lempo ludo oa hornees busesram
pera tirar a tristeza do mar. Com aa quaes
diferenr.ai que as vistas, e oaridos senliam, o
coragao de todos estar entre prazer, e lagri-
mas : por eata ser a mais formosa, e poderosa
armada que at aquello tempo para lio longe
deste reino partir. A qual armada era de treze
velas entre nus, navios, e caravelas : cajosca-
pitaes eram eatea : Pedro Alvares Cabral, eapi-
lo mor, Sancho de Toar, fllho de Mirtim Fer-
nandes de Toar, Simio de Miranda, filho de
Piogode Azeredo, Ayret Gomas da Silra, filho
de Pedro da Silva, Vasco da Taide, e Pedro de
Taid* d'alcunha Inferno, Nicolao Coelho que fdra
com Vasco da Gama, Bartolomtu Das, oque
descobriu o cabo de Boa-Esperanca. e leu irmo
Podro Dias, Nuno Leilio, Gaspar de Lemos, Luiz
Pires, eSimo da Pina. Seria o numero da gen-
te que ia nesta frota, entre mareantes, e ho-
mens de armas at mil e duzentas pessoas : toda
gente scolhida. limpa, bem armada, o provida
para to comprida riagem.
E alm das armas materiats, que cada um le-
vara para aeu uso, mandara el-rei outrat etpi-
rituees qae eram oito fndet da ordem de S.
Francisco, de que era guardiao frei Henrique,
que depois foi hispo de Ceuta, e confettor de el-
rei, varao de vida mui religiosa, e de graa pru-
dencia : com mais oito capelles, e um vigario
pa administrar em trra oa sacramentos na
fortaleza que el-rei mandara faxer, todos vares
escolhidoa para aquella obra evanglica. E a
principal cousa do regiment, que Pedro Alvares
levara, era primeiro que commettesse 01 mou-
ros, e gente idolatra daquellat partea com o gla-
dio material e secular; e deizasse a estes sacer-
dotes, o religiosos asar do seu espiritual. Que
era denunciar-lhes o Evaogelbo, com admoesta-
goes, o requerimeclos da parte daegreja romana,
pediodo-lhes que deixastem mas idolatras, dia-
blicos ritos, e costumes, e se converlessem
fe do Christo, para todos termos unidos e adjun-
tados em caridade de lei t amor : poit lodos
eramos obra de um creador, e remidos por um
Redemptor que eta e\e o Chriaio Jau, pro-,
meltido por prophetas, e esperado por patriar/
chas lanos mil-annos antes que vitase. Para o
qual cato Ibe trouxosse todas as razdea nalurats
e ii'gaoa : usiodo aquella* oorltoDas q-*o .o di
reilo cannico dispde.
Quem nesta occatio da aupremas emoges,
para os que partiam e para os que ficavam, ae
chegasse ao rei venturoso, e lhe dissesse :da-
que a um mez de viagem, e quasi a meio caml*
cho da India se descobrir um paiz nunca Bo-
chado, nanea suppoato pelos geographos, nunca
visitado nos lempos histricos ; um paiz que
desprezareis pela India ; maa que um dia ser o
abrigo da vossa descendencia, quando aaguia da
usurpaco esvoacar sobre esse vosso ihrono ; um
paiz que um dia ser um floretente Imperio,
em que se perpetuar a gloria porlugueza ; o que
ousasse fazer tal prophecia seria tido e bavido
por um louco rematado ; e no entretanto, ao ca-
bo de um mez, e ao cabo de pouco maia de tres
scalos, veriflcou-se esta deslumbrante reali-
dtde.
No immediato dia ao da ceremonia religiosa,
levantou-se os ferros, desferraram-ae as velas, as
embarcaedes moveram-se, e Iranapozeram essa
onda revolts, em que o Tejo se confunde com o
ocano em frente a torre de S. Vicente, que en -
to se ergua sobre seut alagados alicorees. E
que de saudades, que de lagrimas, qie eatalar
de suspiros nao rebentariam dosolbos e dos co-
ragdes desses mil e duzentot aventureiroa, que
quem sabia te toroarlam a vol'ar ?
I Quem eolio eitiveite no cabo de Espinchel
veris que essas treze embarcadora, que esse a-
poatolado de urna oova e etlranha navegacao,
aahla a foz do histrico rio, e semelhante a tre-
ze castalios fluctuanlea ganhavam a largueza e a
immenaldade do mar, n&o para ir i Coicos buscar
o velocino do ouro, mas para levar a estranbas
gentea a remotos paizea o sustento da palavra
evanglica, e o* gozos da cirilitacao com todos
os seus boos e pernieiotos retultsdo*.
Vera maia que, ao cabo de algumas horas de
navegar, essas irze embarcaedes trantformaram-
se ao longe como u'uma especie da grupo de
lylphides, executaodo urna danga misteriosa ;
depois como um bando de cisnes, depois como
urna con'ilelaco de estrellas, e finalmente como
pontos imperceptlrels, que se sumiam nesses es-
pacos infinitos da immensidade, ondea intelli-
gencia humana nio lem mais um ponto de apoio
para concentrar aa autsreflexoea
A inlelligencia humana, quando pretende son-
dar os arcanos da Ltelligencia eterna, como o
liquido ;que transvasa e cahe no areal do de-
serto :deaepparece.
XI
Ao cabo de treze dias, aa treze embarcaedes
da segunda armada da India acbava-se entre o
Cabo-Verde e o archipelado do mesmo nome.
Ah aa apanhou urna rija tormenta,que obrigou a
ou de Vasco d'Atayde a desgarrar das outras, e
rer-se obrigada a regresaar ao Tejo.
Depois de psssar a ilha de S. Nicolao, a frota
lomou ao largo das Ierras de Gui para evitar
as calmarlas da costa africana, e pastar ao largo
do cabo da Boa-Esperanza, que nao obstante o
nome, era e o lugar de horrorosas tormentas,
vomitadas por etse gigante Adamastor tao poti-
camente celebrado pelo maior e mais infeliz dos
poetas portugutzes, o famoso Luiz de Csmdei.
Ao cabo de um mez, andando a frota descre-
yendo urna tonga curva, ao longo do golpbo de
Guia, viu-ae bolsr plantas martimas e esvotca-
rem avs, o que era indicios de Ierra. Succedeu
isto s SI de sbril, os altura do polo antartico,
dezgrus da parte do snl.
A sciencia dos pilotos flcou maravilbada com
este indicio, pois nos mappas que conheciam
nio se achava Ierra alguma arrumada nesta al-
tura.
A idi de que serla- urna ha como a Antilha
ou um archlpelago como o dos Acores tornou-se
urna idea fiza naa conjeetnras da sciencia hu-
mana.
No dia 22, lalvez pela volta do meio dia, fia-
se para o lado do occidente como assomar urna
nuvem, que repousava oa superficie do mar. Es-
sa ouvem comegou a avultar, ea tornar-se como
um promontorio que se detenlranbara do seio
das aguas. Esse promontorio comegeu a repar-
lir-ae em montes, depois em quebradas, depois
appareceram negras e verdes florestas, recerta-
das no azul aoilado dos cus, e por entre ellas
os lenges de eteuma branca das cscalas e as
loogaa filas dos ros, e depois a orla branca da
vaga, que ae ia despedagar na areia das praias.
Os portuguezts, que a poder de muita perseve-
raras, do muito scismar de seus sabios geogra-
phos, presididos pelo infmle D. Henrique, de
muita tenacidade e empenho de vontade dos
seus monarchas, haviam por lim descoberto a
India atravez dos mares, acabavam de descobrir
por acaso urna nova e igoorada regiao.
A descoberta da India pode dizer-se, poir, um
premio que Deus concedeu tenacidade de von-
tade dessa histrica naco, mas a descoberta des-
ta regiao foi um dom paternal da Providencia
Divina.
XII
De quaoto set em escripto, nos chronislas e his-
toriadores, sobre o descobrimenlo do Brasil, na-
da nos parece to ingenuo, e por consequencia
to verdadeiro, como a pitoresca carta de Pedro
VazdeCaminha escripia so rei D. Haooel, na
occasio do descobrimenlo, e sob a grata im-
pressao desse acontecimento memoravel.
Essa carta a pedra angular da historia do
Brasil, o primeiro verbo da existencia poltica
deste povo, que ao cabo de tres seclos tioha de
figurar no xadrez maravilhoto das nagdes civil-
sadas.
Em oosso entender um lio precioso documen-
to, alia pouco vulgar, deveria aer traduzido da
lioguagem quiobeniista para a nossa linguagem
de hoje ; essa tradcelo deveria fazer parte das
le turas escolareis; porque, em verdade, nesta
caria eal a. primitiva historia do Braail. como.a
arvore est aa aemeote.
E' detta carta que vamot tomar o texto hist-
rico para esta humilde oarracio, tiosomente o
<|uo pJc 4isor rcapcilo & Ibvee dt.lv lliii/, ^vof
como j dissemos, tem por flm demonstrar ogo-
verno immediato da Providencia nos deslinos
deste povo de eleigao, e desta regiao previle-
glada.
Depois de descrever os primeiros reconheci-
mentos da Ierra, a ndole, feicoes e costumes dos
pacficos habitantes, conta o seguinte :
Ao domiogo da Pascoella, pela manbia, de-
termioou o capitao de ir ouvir missa, e pregagao
naquelle ilheo (Goroa Vermelha); e mandn a
todos os capilaes que se congregassem (ordenas-
seo,) nos balis, e fossem com elle ; e assim foi
feito.
Mandn naquelle ilheo armar urna esparavel
(barraca de campanhs) e dentro delle alevantar
um altar mui bem corrigilo ; e ahi.com todot
nos outros, fezdizer missa, a qual disse o padre
Fr. Henrique am voz alta, e oiiciada com aquel-
la mesma voz pelos outros padres e sacerdotes,
que all todos eram. A qual missa, segundo meu
parecer, foi ouvida por todos com muito prazer e
devogio. Ali era com o capitao a bandeira de
Cbristo, com que sahiu de Belem ; a qual este-
re sempre parte do evangelho.
Acabada a missa, desvallu-se o padre, e poz-
se em urna cadeira alta, e nos todos langados
por essa arela ; e pregou urna solemne prove-
loas pregagao da historia do evangelho ; e em-
fim nella tratou da nossa voda e do achamento
dessa ierra, conformando-se com o signal da
cruz aob euja oDeaieocia vimos; a qual vea
muito a proposito e fez muita devogio.
Emquanto estivemos mina a pregigo, se-
ria oa praia oulra tanta gente, como os de hon-
tem, pouco mais ou menos, com os aeua arcos
e saltas ; os quaes andavam folgando a olhando-
nos, e asseutaram-se ; s dapois de scabada a
misaa, assenttdos nos pregagio, alevintirtm-
se muitos dellet, tangen corno ou botina;
e comegaram a saltar e dancar um pedaco ; e
slguns delles se meltersm em almadias (nalgas)
duas ou tret que abi tinham ; ai quaet nio to
feitas como as que en j vi : tmente slo tres
travs, atadas juottt, e ahi se mettlam quatro
ou cinco, ou esses que queriam, nao se aftas-
lando nada da Ierra seoo qosnto podim to-
mar p.
A' terga-feira, depois de comer, fomot em tr-
ra dar de lenha, a lavar roopa. Estavam na
praia, quando chegamot, obra de setsenta ou
setenta, sem arco e aem nada.
Tanto qne chegamoa viram logo para nos,
sem esqaivarem ; e depois aecodiram muitot
que seriam bem duzentos, todos sem arcos ;
e mitturam-se todos Unto comnotco, quenos
ajudavam a carregar a lenha e metler noi' ba-
tis; e lutavam com osnossos e tomirim mul-
to prazer.
Emquanto nos faziamos a lenha, faziam dous
carpinteiros urna grande cruz de um pu, que
hontempara itso se cortos. Muitos delles vi-
nham ah estsr com os carpiotsiros, e creio que
o faziam mait para ver a tarramenta de ferro,
com que a faziam, porque ellea nao tem cousa
que de ferro seja ; e cortam sua madeira e pua
com pedras, feitas, como cuchas, mettldss em
um pu entre duas talas, bem atadas e por tal
maneira que aodam fortes, e segundo dizism os
homeot, que hootem as suas casas foram, por-
que Ih'as viram li.
Quando sahimoi do batel, disse o capitao que
seria bom Irmos direito a eruz, que eslava en-
costada a urna arvore junio ao rio para se collo-
car de manbia, que lexta feira ; e que nos
pozessemos em joelhos, e a befjassemos, para
ell es ver m o acata ment que lhe ti o hamos ; e
assim o flzemos : e s esses dez ou doze, que abi
estavam, accenarem-lhet que flzesse astim e fo-
ram logo todos beija-la.
Parece-me gante de tal innocencia, que se os
entendettemos e elles a nos seriam logo chris-
tios, porque elles nio tem nam enlendem algu-
ma crenga, segundo parece ; e portento se os
degradados, que ahi hio d Bear, apreoderem
bem a sua falla e oa entenderem, nao duvido
segundo a tengao de votsa alteza fszerem -se
christios, ecrerem na nossa santa f, aquel
praza a Nosso Senbor que os traga ; porque cer-
to eata gente boa, e de boa aimplicidade ; e
imprimir-se-ha ligeirsmente nellet qualquar cu-
cho, que lhea quizerem dar ; elogo que Nosso
Senhor lhesdeu bons corpot, e boos rostoscomo
a bons homens ; e elle que nos por aqui trouxe
creio que nao foi sem causa.
E portento vossa alteza que tanto deseja acres-
centar a sania f catholica, deve entender em aua
salvagao, e aprazer a Deus, que com pouco 1ra-
balho ser assim.
Elles nao lavraro, nemeriam, era ha aquiboi
nem vaces, nem cabra, nem ovelha, nem gali-
nha, nem outra nenhuma alimaria, que coito-
mada teja ao viver dos homens ; nem comem
aenio desse inhame que aqui ha muito, e des-
sa sement e fruclos, que a Ierra e as arvoresde
si langam ; e com iaso andam taes, e lio rijos, e
tao nedios, que o nio somos nos tsnto com tan-
to trigo, e legumes que comemos.
Emquanto all neste dia andavam, sempre ao
som de um tamboril nosio, dancaram e bailaram
com os nossos em maneira que sao muito mais
notsos amigos qae nos seas ; e, se nos lhe ac-
cenavamoa se queriam vir t nius, faziam-se
logo prestes para isso.
Hoje, que sexta-feira, primeiro dia de maio,
sahimos pela manbaa. em Ierra com a uossa ban-
deira, e fomos dsembarcar cima do rio contra o
sul, onde oospareceu qae seria melhor plantar
a cruz, para ser melhor vista ; e ali assigoou o
capitio, onde flzessem a cova para a plantar : e,
em quanto a flearam fazendo, elle, com todos
nos outros, fomos pela cruz, abaixo do rio, on-
de eslava.
Trouxemo la dahi com estes religiojosje sacer
'toa.
Eran
oliente
sdiante cantando maneira dfjprocisso.
FOLHETIM
A FILHA
DO
dote. _
Eram ja ahi slguns dellet. obra ae elenti ou
; e, quaodo nos assim Tlram--v, alguna
delles ae foram metler debaixo delle. vara aju-
fomo-la por, onde havia de ficar, quesera do
rio obra de dous tiros de beata. Ali andando
nisto viera m bem cento e cincoenta ou mais.
Plantada a cruz com as armos e devisa de V.
A. que lhe primeiro pregaram, armaram o altar
ao p della, e ali disse missa o padre Fr. Henri-
que, a qual foi cantada, e officiada por esses pa-
drea j ditos.
Ali estiveram comnoseo a ella obra de cincoen-
ta ou sesssnta dellet, assentsdos em joelhos, as-
tim como nos ; e quando veiu ao evangelho, que
nos erguemos lodos em p com as mios levanta-
dla, elles se levantaram comnoseo, e algaram as
mios, estando assim at aer acabada ; e entio
toroaram a se asseotar como nos : e quando le-
vantaram, que nos puzemos em joelhos, elles se
pozeram todos, assim como nos eitavamoa, com
as maos levantadas ; e em tal maneira assocega-
dos que certifico i V. A. que nos fez muita devo-
gio ; e eativeram assim comnoseo at acabada a
communhio ; e depoia da commuohio commuu-
garam esses religiosos e sacerdotes, e o capitio
com alguna de nos outros.
Alguna delles, por o sol ser grande, em nos es-
tando commungando, alevanlarara-se, e outros
estiveram e ficarsm. Um delles, homem de 50 ou
55 annos, Qcou ali com aquelles que flearam.
Em nos assim estando ajuntava os qae ali flea-
ram e chama va outros.
Andando assim entre lies, fallando-lhe, cce-
aou com o dedo para o altar, e depoia mostrou o
dedo para o cu, como quem lhts dizia alguma
cousa de bem ; e nos assim o tomamos.
Acabada a mista, tirou o padre a vettimenta de
cima, s flcou na alva, o atsim se subiu junto com
o altar em urna cadeira, e ali nos pregou do evan-
gelho a dot apoatolos, cujo dia hoje : tratando
emfim na pregagao desse vosso proseguimento
lio santo virtuoso, que nos ciutou mais de-
vogio.
Esse, que os pregagao sempre estiversm, es-
tavam assim como nos olbando para elle ; e
aquello, que digo, chamava alguna que viestem
psra ali alguna vinham e outros iam-se.
Acabada a pregagio, trazia Nicolao Coelho
multas cruzes da estanbo, que lhe flearam anda da
outra viuda ; e hoaveram por bem que langas-
sem e cada um aua ao petcogo para o que te *b-
tentou o padre Fr. Henrique ao p da cruz, e ali,
a um e um lingiva a sua, alada em um fio, ao
pescoso, faztndo-lh'a primeiro beijar, e levantar
as mios.
Vinbam a lsso muitos, e langaram-as todaa,
que aeriam obra de quarenta ou cincoentt; e isto
acabado, en j bem urna hora depois de meio-
dia.
Viemos a nus comer, .onde o capitio trouxe
com sigo aquello indio que fez sos outros aquella
indicagao para o altar e para o cu ; e um aeu
irmio com elle, ao qual fez muita honra, e deu-
lhe urna camisa de mouro ao oulro urna camisa
das outras.
E segundo que a miro e a todos parecen eala
genteoio lhe fallece outra cousa para ser toda
chritlaa que entenderemos ; porque attim toma-
ram aquillo que nos viam fazer como nos met-
mot : por onde pareceu a todot que nenhuma
idolatra nem adoragio tem ; e bem creio que te
V. A. aqui mandar quem mal entre ellea deva-
gar ande, que todot serio tomados ao desejo de
" A*
E psra isso se alguem vler, nio deixe logo de
vir elerigo para os baptizar ; porque j entao te-
rao mais conbeeimento da nossa f pelos dous de-
gradados, que aqui entre elles fleam : os quaes
ambos hoje timbem commungaram.
Entre todos estes que hoje vieram, nao veiu
maia que urna mulher moga, a qual esteve sem-
pre missa, e qual deram um panno com que
ae cobrsae e pozeram-lhe ao redor de si. Assim,
senhor, a innocencia desta gente tal que a de
Adi nio aera mait grande em vergonha.
Ora veja, V. A. quem em tal innocentla vive,
entinando-lhet o que para sua salvagao perlence,
te se converterao ou nao.
Acabado isto, fomot assim perante elles beijar
a cruz, o despedimo-nos e viemos comer.
Esta ierra, senbor, me parece tamanha, que da
ponta que mait ett contra o tul, vimos at ou-
tra ponta que contra o norte vem, e de que deste
porto houvemos vista, ser tamanha que baver
nella bem 20 ou 25 leguas por costa: traz ao Ion
go do mar, em algumas partes, grandes barreiraa,
urnas vermelhas e outras brancas; e a Ierra prea-
mar toda cbaa, e muito cheia de grandes arvore-
dos de pona ponta.
E' toda praia preamnr muilo chia, e muito for-
mosa.
- Pelo sertio nos parecen do mar muito grande ;
porque, a estender os othos, nio podamos ver
seno trra, que nos parecia mui longa Ierra. -
Nella at agora nio podemos saber se baja ou-
ro nem prata, nem oenhima cousa de metal,
nem de ferro, nem lh'o vimos ; porm a Ierra em
si de muito bons ares, assim fros e temperados,
como os de entre Douro e Hiobo ; porque neste
lempo de agora assim o acharamos como os
del.
As aguas sao muitas, infladas. Em tal maneira
graciosa que, quereodo-a aproveitar, dar-se-
hia nella talo por bem das aguas, qae tem.
Porm o melhor fructo, que nella se pode fa-
zer, me parece que ser salvar esta gente ; e esta
deve ser a principal sement, qae V. A. em ella
deve langar; e qae aqui nio houvesse mais que
ter esta pousada para esta navegago de Calecute
bastara, quanto mais disposigo para nella cum-
prir e fazer o que V. A. tanto deseja ; a saber, o
acresceotamento da nossa santa f.
E nesta maneira, aenhor, dou aqui a V. A. con-
ta do que nesta trra vi ; e se algum pouco me
alonguai, ella me perdde, porque o desojo que li-
nha de ludo vos dizer, m'o fez por assim pelo
mado.
Esta deteulpa que Pero Vaz pediu a el-rei D.
Manoel, pedimos nos tan bem aquelles de nossos
leitores, que por ventura nio nao tenham levado a
bem o inserirmos em nossa humilde narragio esta
*r loog uorro^Bo. *
E parnaUtam qu a prcJpoalto lhea lRaulus 14uu
se este livro se podesse comparar a um annel, as
cedras desse annel seriam ai eitacoes. aue. como
esta, teonamos ae tazer aessas preciosas e raris-
simas chronicas, que sio as minas onde temos de
ir cavar e desentranhar os preciosos metaos, que
tem de ser lavrados, embora dessgeitosameote,
pela nossa humilde penna ; ou melhor, sio como
ruinas monumentaes, d'onde teremos de desobs-
truir alguos espitis e columnatas para o nosso
modesto edificio.
Agora, que j haremos disposto as tintas, com
que tragar, ao menos os contoroosdo nosso qus-
dro e deseohar a silbueta dss figuras, agora que
haremos a furto laogado um relsncear de olbos
sobre esse deslumbrante panorama, que nos apre-
senta a ora Caoaan de um noro poro de Israel,
agora que j.esl plantada a imagem da cruz da
redempgio, espera do ssogue do missiooario
christao, para a regar e fazer fructificar os seus
dons, permitta-te nos que antes de tentar a rea-
lisagio desse empenho, concentremos em um
ponto as nossa rtflexdes, e que este ponto sirra
como de prego d'onde teremoa de pendurar o Boa-
to quadro, embora incorrecto nos tragos da elo-
quencia, mas com ludo verdadeiro nos trtgot da
verdade historia e pblloiophica.
XIII
Assim como o sol o ponto qae faz reverberar
e expandir a luz, assim ha pontos na Ierra qoe
sio msreados pelo dedo da Providencia para nel-
les reflectir urna verdade, urna doutrina, um mys-
terio.
[Continuaco do n. 146.)
i
A prediego do cirurgiio te verificou. Eugenio
guardou o leito por tres mezes; e no flm desse
tempo os dooos do esttbelectmento, em que te
achava elle empregado, dirigiram-lbe urna catta
atteocloss, declarando que .sentiam a sua detgra-
ca, mas que se viam na necessidade de subtli-
tui-lo por outro, pois nio esperavam velo lio
cedo prompto para vollar s suas obrlgages. A
essa carta acompanhara a importancia dos orde-
nados vencidos dursnte os tres mezes, era que
elle estlverade cama, e mtisde um trimestre por
supererogacio.
Foi aquello um golpe fatal para os dous espo-
sos ; o cirurgiio mais augmentou-lhes a critica
posigio prohlblndo a Elliott o entregar-te logo
aoa trabalhos de escripia, aob pena de aggra-
vsr-se muito a sua molestls. Madama Elliott co-
rajosa, como o sio sempre as mulhere as oc-
casioes excepcionaes, metteu-se n'ums carrua-
gem e foi ao banco vender cincoenta libra ester-
linas do sea pingue patrimonio, depoaitado nos
fandos pblicos. Foi o primeiro pssso dado pira
a ruina completa I
Tinham de pagar algumat contas provenientes
de dividas cootrahidaa com a molestia de Euge-
nio, e nisso abaorveram-ae trala libraa esterlinas
das cincoeott. Gomprimindo os proprios pozares,
Maa dedicou-se com abnegagio a minorar os
soffrimentos de leu marido; sabia que se elle
podeste 1er o detgoslo que lhe ia o'almt, seria
muito mais infeliz; e pois abafava os sea suspi-
ros e lagrimas, e mostrava-se, seno alagre, pelo
menos tranquilla e animada.
Para vitar o abysmo da divida, e nao se etgo-
tar de todo o mediocre capital j muilo diminui-
do, foi mittet os dous esposos recorrer mait
estricta economa. Quantaa vezes Elliott nao cen-
surou brandameote a dedicada esposa, vendo-a
entrar com a cestinfla ch\a de guaras delicadas
e vinhos finot, cujo uso Ihu lecommendra o si-
rurgiiO) objecto de que ella nio quera com elle
partilharl
Pouco a pouco a sade de Elliott se (o resta-
belecendo; mas como o cirurgiio lhe nfflrmiase
que, entregando-te de novo is antigs oceupa-
ccs, nie etcaparia a urna recahida fatal, deci-
diu-te elle a preparar meamo em casa algunt tra-
balhos de escripia; o prego d oderado que exiga,
a promptldo com que din conta do traba-
Jhoibe graogearaia alguna freguezei; infeliz-

mente porm um so mez de trabalbo o tornou In-
capaz de applicar-se a qualquer aervigo dursnte
um anno.
O desespero penetrou oaqaella triste habitago I
Mara renovou os seus passos e tentativas junto
a seu pae: muitas vezes o esperou i porta ; maa
elle vendo-a detvlava-ae como te temene o con-
tacto de urna mendiga que o importnnane. De-
pois que Acara sem a Alba o velho, cojo carcter
era j por natureza delestavel, se tornou ainda
mais irritado. Algumas especularles mal succe-
didat, e de maia a maia os remnosderam-lhe
urna irritagio constante que o tornava iosuppor-
tavel a lodos aquelles de quem se approxlmava.
A lia paralitica perder o uso da nzio ; e nova
personagem, isto urna prima do Sr. Hallory, te
encarregra do governo de sui casa.
Essa prima era urna malher magra e alta, do-
lada de muito egosmo e astucia, que sa ligara a
seu prente com vistas oa riqueza deste. Miss
Gubbley (era o seu nome) nada receiava tanto co-
mo a recoociliacio de Hara com seu pae. Co-
mecou por cooseguinte a trazer sob sua depen-
dencia todos os criados da casa, a quem procu-
rou gsnhar com ameagas ou agrados; e por urna
constante espionagem, exagerando as ordens do
mercador quanto prohibidlo relativamente a
Mara, chegou a levantar entre esta e seu pae
urna bsrreira impenetravel.
Era a mesma miss Gubbley quem augmentava
a irritagio do velho, inventando boitos quecom-
prometttam a conducta de Hara I Era ella quem
corra i janella quando ouvia baler-se portt, e
reconhecendo Hara dtela precepitadimente, ex-
pellia a pobre moga, acompanhando essa aegao
perversa de imprecagdes que o Sr. Hallory nio
lhe recommendava.
Mara acabou por deseogadar-se, e um dia em
que miss Gubbley ttnha augmentado a dse de
sua violencia ordioiria, vollou casa, pegou em
seu fllho, beijou-o mil vezes, e promelteu nao
submeller-se mais a urna humiliagio tio pun-
iente. Os dedinhos da creaoga errando sobre a
faces humedecida da mi flzeram aeccar-lbe a
lagrimas nos olhot, e ella pensou n'um momen-
to encootrar toda a sua felicidade.
Entretanto de dia em dia a pobreza augmen-
tava, e cada vez mal oa contraogla em aoa limi-
tado circu. Foi-lhet preciso reouociar ao ban-
co em que na egreja oravam juntos, e ir para os
bancos commuos; alagar um aposeoto mais ba-
rato ; privar-se de cha nos dias fros do invern ;
nao ler mais noute para poupar-se a luz. Oci-
rnrgiao exigiu urna aomma coutideravel como re-
Iribuigio dos seus cuidados. Venderam mais qua-
renta libra tterlioa do pequeo cipital que ia
sempre dimiouindo. Do tegundo aposento pst-
saram a um terceiro-mais triste, mais escuro e
doentio. Hara continuara a cumprir 6 seu pesa-
roso dever, e nao ae quetxava 1
Ella e aeu marido ali estarn firmes no posto,
amboa Utando contra ettt mar da miserias, cu-
ja yagia oa tubmerglam ; ali eaUvamaeoipr re.
Laogandoos olhos sobre o velho continente, o
chrlttio fixa-ot n'um ponto e para elle fax reflec-
tir ai suat medittgdes.
Ene ponto o Calvario, onde ae conaumou o
aublime e misterioso drama da notsa regeneragio
pelo Verbo encamado.
E porque foi nsste, e nio em oulro ponto do
globo, qae ae dea esas aeooteetmeoto, o mais
memoravel da humanidad ?
E' qae o Gilvirio a altura que limita aa tres
partes do munlo antigo ; e como o outro do
velho continente.
Se fdra possivel, marcando um ponto no Cabo
da Boa Esperanga, outro no extremo da Escandi-
nava, e outro no promontorio occidental do es-
trello de Bering, reduzir o velho continente a um
triangulo equiltero, o seu ponto central seria no
Calvario ; e o antpoda dette ponto seria a Aua-
tnlla.
O que tacto Inconteitavel que, ao cabo de
14 annoi, a imagem da cruz parece voarda alta,
ra do Golgolha, sacramentar-te na egreja de Be-
lm, em Poriagal; e. por acaso ou por myiterio,
vir hastear-se neata ignorada regiao. em cujo cu
htvii j a mi da-Providencia engaitado a ima-
gem deisa mesma cruz, formada de quatro es-
trellas, que parecem tymboliiar os quatro pontos
csrdeaes do mundo.
A frota portugueza, qae na altura do Cabo-Ver-
de leve de pdr-se ao largo para, segando as ios-
truegoes de Vasco da Gama evitar as calmaras
da costa africana, deveria descobrir trra no Cabo
de S. Roque, ou no de Sanio Agostinho, ou em
samma n algum dos poutos dessa immensa sa-
liencia de Ierra, que descreve urna liaba esphe-
roide, desde a ilha do Mar j, no Para, at ilha
de Itaparica, na Babia; matnio tuceedeu assim,
poit bouve-se vista de Ierra na altura do Honte-
Patchoal.
Se nao cahe i folha de urna arvore, nem um
caballo de nossa cabega sem que isso seja previs-
to pela Providencia Divina, como que se deu
esta notavel circumitaocia de nio descobrir-se a
trra da Vera-Cruz seoao oesle ponto ?
Eis o arcano da sabedoria eterna. Porto Se-
guro precisamente o mio da cotta do Brasil
eotre o Amazonas e o Prata ; e as divisas nata-
raes do impario do Vera-Cruz ou do Cruzeiro de-
rerao ser o Amazonas e o Prata.
XIV
Nos acreditamos que da Ierra ao cu vae urna
escada como a de Jacob, por onde os aojos da
miaercordia divina sobem a levar os sacrificios
humanos, e deecem a trazer at gragaa, que se ob-
(em pela oracao e cootriccao.
O dous sacrificios, offrecidos pela primeira
vez nesta trra pagia era honra da pairio do Re-
demptor, deveriam de certo esusar urna alegra
celestial, quando foram depositados ao p do thro-
uo do Etaroo.
Os dous sermes, que abi pregeu um pobre
monge franciscano, foram como duas centelhas
do fogo celestial, que um dia teriode acender-se
em vaato clario ; e que detrada se tentar apa-
gar com o aangue do miasionario, ou com as tre-
vas do farro e das heresiat.
Cootam aa chronicas coevas deite notaval sut-
cesso que o franciscano Fr. Henrique nio s pre-
gara aos christei; maa aos proprios pagaos. O
padre Lafllau na aua estimadissima obra sobre as
descocerlas e conquistas dos Portuguezes no aovo
mundo exprime-se assim :
Cabral, vendo diante de si am povo que pa-
reca bom e simples, maoifeatou o desejo de que
o padre Fr. Heorique, superior dos oito missio-
osrios da expediegio, e depois bispo de Ceuta,
lhe annunciasse o Evaogelbo, o que elle fez por
mel de um excellente discurso em liogui por-
tugueza de que ot selragens, posto qua extrema-
menta alientos, nao pareceram compreheoder
cousa alguma : porm o missionario nem por lsso
leve menos merecimento diente de Deus, nem
menos gloria aos olhos da sua nagio.
Ot bibliograpbos lamentara a perda de muitos
cdices, e manuscriptosclassicos, que sedestrui-
ram na tnvasio dos barbaros.
Nos lamentamos que o discurso de Fr. Heori-
que nio chegasse at nos. A carta de Pero Vaz
sera a historia do acontecimento, humanamente
encarado, o sermo de Fr. Henrique seria a his-
toria deate mesmo acontecimento, porm provi-
dencialmente considerado.
Has a palavra do apostlico misiionario foi
como a aemeote langaJi trra. Etta nio tem
inlelligencia para compreheoder o que a semen-
t ; mat, influenciada pela humidade e o calor,
aporlroco a ocmculu, o-dopol. pr.d. mm plantas
a flores e os fruclos. T
E' assim a sement da doutrina em todos os
tempos : foi assim que suceedeu com os sermes
ae rr. ueonque.
A palavra foi laogada oaquellas almas, entao
esteris pela aridez do paganismo, mas em breve
essss almas, auxiliadas pela graga divina, produ-
zlram plantas, flores e fruclos ; e o paiz entio
selvagem, gragis smenle da doutrina evang-
lica, que aeivilingao por excellencia, est hoje
um impario de primeira grandeza nos deslinos
civis da humanidade.
Mait um reparo.
Em quaoto aa celebravam oa mysterioa da notsi
santa religiao, um velho indio dingia-se aos com-
panbeiros, e, com um brago eitendido para o al-
tar, o oulro levantado para o cu, lhet explicava
o qae havia de aublime e mysterioso eotre o
Creador e a creatura. E a proposito : aeja offe-
recido esta facto iocoolestavel como prova con-
vincenlissima aos que tem dito que este povo nio
tioha nogao alguma da divindade t....
Um ludio, aem a mais leve inslrucgo ou edu-
cagio religiosa, pela simple iespecgao de urna
ceremonia, comprehende as relagoes que ha entre
um altare o cu : desgragidameotehoje ha doc-
tores, estadistas e sabios que nao compreheodem
as relagoes que ha entre o cu e a egreja, entre
a egreja e o estado.
A philosopbia nio explica humanamente o myi-
terio da uniio da alma com o corpo; mas reco-
nhece-o : a sabedoria de muitos de nossos sabios
nio comprehende e at nega aa relagoea da egre-
ja com o eatado. Em laicato ettamos mais atra-
- -
signados, sublimes e ignoradosquando a sort
permittiu que eu os conbecesse I Elliott se linha
tornado para bem dizer o criado iofatigavel de
am corretor que o eocarregava dos trabalboa
mais cuitosos, e o recompensara muito mal. A
sua sade empeiorava : um e outro viviam con-
tinuamente lio preoecupados, o marido em auas
eseriptss, a mulher nos seus bordsdos, que mal
tioham tempo de conversaren).
Esse silencio era lalvez urna ventura : pois o
quepoderism dizer-se mutuamente? Que pas-
eado a percorrer, que futuro a meditar I Qual era
o crime desses iotelizes lio maltratados pela sor-
te 1 E eotretanto o pae, & testa de um grande com-
mercio, senhor de muitos milhoes, recebia de to-
das as partes os testemunbos de estima que a for-
tuna obtem aempreelle tao miseravel; elle tio
calpado I
Um mez depois da mioha primeira visita ctsa
daquelles jovens desgragados, roas distinctos e
nobres, restava-lhes pouco mais ou menos qua-
renta libras do sea capital para prover s neces-
sidades da vida : a aeohora eslava prestes a dar
luz o aeu segundo fllho. Ea Aquel tio seosibili-
sado com a sltuagio, em que ot via, que resolv
tentar ao menos um esforgo em favor daquelles, a
quem s podia lastimar e admirar.
Um collega meu frequentava a casa do Sr. Hal-
lory por achar-ae tratando tua irmii paralyttca :
lendo de paatir alguna dias no campo pediu-me
que me eoearregasse dos teus doentei, e apre-
teotou-me ao mercador. O elogio que de mim
fez o meu collega deu-me alguma Importancia
aoa olhos do velho, cujo carcter procurel eatu-
dar na esperanga de tirar dahi algum proveito em
beneficio dos dous esposos.
Aquelle homem era tal e qual m'o haviam
descripto: espirito grosseiro e calculador, obsti-
nado e egosta toda a prova. Tinha adquirido
muito dinheiro: era o seu dolo favorito. Has
faltava-lhe o repouzo d'alma que nunca pode
adquirir.
Entio, me perguntou elle um dia ( pare-
ce-ms ainda o estar vendo com asmaos meltidas
as algiberas e sitiando para a' ra com o ar
aborrecido) o que pausa da pobre mulhtr?
Vae-se... hein. doutor?
Recelo muito isto, Sr. Hallory.
O mercador apresentou-me urna das mtgnifleas
cadeiras de bano esculpido, que ornavam o sa-
li, e recostou-ie n'um canap.
Diabol A coitada quer-seir!... Pois era boa
criatura, e muito conde.icendeote... Aqui est,
doutor, de que serr ter dinheiro? A morle pode
mais do queosl
E levantou-te, e poi-se a andar de um lado pa-
ra outro.
lito verdade, lhe respond aa: porm o
dinheiro bem empregado proloog a vida, e tor-
na menos tormeoloaoa oa nossos ltimos mo-
mentos. Por exemplo: o emprego generoso de
tui fortuna. Sr. Hallory, pode tornar maia suave
o paasameato de sua Irma a, .
E o Sr. bem aabe, doutor, qae nio tenho
poupado despezaa: ella foi bem feliz em encon-
trar um irmio como en ; porque emfim quando a
gente pobre e doente os negocios nanea andam
bem.
O mercador tornou a sentar-se lodo cheio de
si mesmo ; a vaidadetranspirecia-lhe as feiges
grosseiras. Julgaei o easejo fivoravel: o amor
proprioera o nico caminho que me podia con-
duzir aquelle corago impederoido pelo egosmo.
Pois fiqui certo de que etta aegio que pra-
ticou, lhe ha de trazer felizet e consoladoras re-
cordagoet. O que o Sr. disse muita verdade : a
miseria e a doenga.dous flagellos terriveisse tor-
nara quando reunidos. O acaso permiltiu-me hs
poucos dias que eu fosse leslemanha de ama
seena semelhante ; quero fallar de dous jovens
bem nascdos, eque nunca esperaran) certamen-
te cihirnesse profundo abysmo cavado pela mo-
lestia sem cara, e ama situagio sem esperangas.
Ah 1 E' Uto meimo 1 gente bem nateida....
Ha por ahi em Londres tantos fidalgos arruina-
dos!.... Se Isto fdr assim continuando a nossa
fortuna pertencer toda a esses meus senhores.
A propotito, doutor, j via a aubscripgao que*an-
dsm promovendo para as familias cahitas na in-
digencia ? Oh I foi urna lembraoga feliz I... Com
dez libraa que dou de ama a vez poupo algumas
duzeotas por anno. E demiit eu ci tencionoqae
fallem multo de meu nome depois de morto : um
hospital, atylo de beneficencia, ou cousa que va-
Iba___Com urna institutgao deste genero reha-
bilitare! o meu paasado, presente e futuro. Que
diz, doutoro Hospital Hallory em letras de ou-
ro sobre urna grande pedra de maraaore preto I
hein ? Nao ha de aer bonito ?
' Approvo muito eata aua ambigSo nobre e
philan tro pica. Ha tantas miserias neste mundo,
quintas pessoas ricas que fiagtm ignora-lai I
Pastam-se nat trilles choupanas dos pobres tin-
tas scenas dejheroismo que nio sio recompensa-
das! Esta manbia, por exemplo, as pessoas de
que ha pouco ftllei commoveram-me a ponto de
derramar lagrimea
Diga a mioha familia o que quizer, replicn
o mercador que comegira a receiar que eu foaae
fazer um tppello sua bolsa, e que procurara
por isso desviar a cooversagio 'do ponto em que
se achava ; o hospital hade ser fundado, e a do-
tagao ser espantosa I....
Goato de v-lo possuido de tses senlimen-
tos ; elles me animam, e me persuadem de que
serei aitendido no pedido q.ue tenho a fazir-lhe...
Ah 1 E' samla que vem pedir-me para al-
guem, hein, doutor ? Pois olhe, eatabeleci urna
regra na mioha vida6 occultar ao mundo intei-
ro o bem que posso fazer ; e nio me desvio des-
te principio. Eu e a pessoa a quem fago a esmo-
la aio oa unicot que o devam saber. Assim poit,
doutor, veiu mal encaminhado.... Entretanto....
entretanto, contiouoa elle vendo-me franzir o
sobt'olho e estender a mi para o chapea que es-
lava sobre a mesa, ae o aeohor me garante a la?
gidmidade da etmola, se conhece bem as pessoas
de quem falla, faroi um'aacrificio por sui causa,
urna excepgao jaiuha regra de conducta. Olhe
que os senhores doutoros quanlo se apresentam
em casa da gente rica e poderosa teem sempre
urna conlribuigio para impor-lb.es !___Ah dou-
tor t....
Que quer ; Sr. Hallory? Nio ha geilo ae-
o9o coofiar-me na alta posigio sociil, e na no-
breza d'alma da pessoa, a quem supplico um
favor.
Realmente, doutor, isto me lisoogea bas-
tante ; nio ha quem posta resistir aos seus argu-
mentos ; e urna vez que verdade o que diz per-
mitta-me offerecer-lhe deide j o que destino
para oa seus protegidos.
Dizendo isto, tirou vagarosamente da algibeira
do seu coleto um guinea que me estendeu ; nao
recutel, tomeio-o.
Devo reclamar de sua bondade um outro
favor: contente que eu revele aos desgragados,
a quem protejo, o nome do seu generoso bemfei-
tor, sim ?
Como quizar, como quizer, acudiu logo elle
esqueceodo-se do profundo silencio em que que-
ra sepultar a sua generosidade. E quem sio es-
sas pessoas ? Onde moram e d'onde vieram ?
Horam actualmeote em Took'a-court, mea
creio quo aerio forgadas a mudarem-se ; porque
o proprietario vexa-os.
Isto urna historia muito antigao pro-
pietario vexiodo o inquilino 1 Etses proprieti-
ros nio faxem oulra costa I Mas eolio os seus
protegidos nio sabem traialhar? Sio to fidal-
gos assim ?
O mancebo at muito trabalbador ; mas
prorelu-lhe um incidente que o inhabilitou, paa-
sou-lhe um carro por cima do peito. Catou-te
nao ha muitos annos. /
Com alguma mulher sem dote....
Infelizmente assim foi.
Que aaneira I
Na tida de amboa s conhego urna impru-
dencia, urna falta grave lalvez, de que teem sido
muilo punidos.
A' palavra de casamenta nio sai que pensa-
meoto agilou a alma de Hallory: levantou-se, e
poz-se a passeiar a passos largos.
Que falta? Que falla ? perguntou elle. Al-
gum casamento imprudente contrahido apezar
da opposigao patern, nio ?
A fronte do commerciante enfirruscava-se.
Hoje a sua familia, qua os despresa, conti-
nuei eu, ignora qual tem sido a conducta, he-
rosmo e miseria desses desgragados.
Hallory nio responda ; oa beigoa lornaram-ae
brancos, e elle caminhara com o passo precipita-
do de um lado para outro. Julguei a proposito
dar o ultimo golpe, e repliquei :
Se aua familia podesie vft-loa, secoosentis-
se om ouvi-los, e ae foase teslercunha doa aoffri-
meutot, e io airependimento delles, pens que
lados do que o velho indio, de que nos falla o
ingenuo Poro Va: poit, vendo pela primeira ves
um altar, comprehmdau que elle era na trra o
ponto d reverbero, onde Deui faz retplindeeer
as luis misericordias.
Agora mais alguna tragos lineares neite oaasdro
e a sai animagio que aeja tupprlda pelaJaugi-
necio do leitor. ;
XV
Na immeoidade do otpago, na largueza do
oceaoo, e tob um cu, retinto da azul, e esclare-
cido peloa raios temperados do tol, deaenlranha-
le das aguas ama paysagem de mil s duzentas
leguas de costa.
A molduri deste quadro representada na di-
reita pela larga correle do Amaiooas, na eaquer-
da pela do Prata, em baixo pelo ocano, no alto
pala immensidade infinita do espago.
Pela vasta xtensio deata puysagem vem-ae
lago, como mediterrneos, cascataa de um fragor
lerrirele sublime, como as cata lupas do Nigara
com taui vatloi lengei brancon e aeus penachos
de lubtil otralho : montanhas como as do Thibet
e Cbimboraso, ralles profundos, onde o echo do
lrorao|faz urna consonancia parOrosa : extensas
veigss, cojos limites n&o pode alcangar a vista :
florestal, que escaparais adestraigao do diluvio:
animaes e aves de urna vartedade pasmosa ; e
homens simples, rudet, de boos e miut iostinc-
(os, segundo ss impresides, que recebem dos ami-
gos oa inimigos.
O frmito das torrentes, a queda daa eatadu-
pat, o uiros dos animaes, o canto dos pastaros,
aa patarras quasi mooosyllabas, mas onomalo-
paicas e pitlorescas dos telragens, o vento eoado
pelos troncos e ramas das arrorea, eis a harmo-
na sublime, mysterloia, que te icnte, e nio ia
comprehende"; mat que eleva a alma n'um xta-
sis indiflnivel, e a faz ouvir os acentos mysticos
dos aojos, dos cherabins e dos santos.
Urnas vezes esla harmona orno ossooi pis-
nissimos das harpas eolias, outras vezes a or-
cheatra estridente do estalar do ralo, do ribombo
do trovao, do rento em furscao, da vaga embra-
vecida do mar, da ooda impetuosa da torrente
precipitada, do uivo das feraa e do grito horri-
pilante do kelvagem.
Abstrahlodo-nos detta quadro, qus o piocel
humano ouoca poder reproduzir, e desta har-
mona que a voz e ot instrumentos nunca pode-
rio entoar, venhsmoa precitamente ao meio da
paysagem de que apenas acabamos de dar urna
paluda idea.
Ahi, neste ponto mytteroio, que* divida ao
meio a costa desta vasta regiao, vamos presenciar
um espectculo, humilde como o do niscimefi'.o
do Cbristo, em Belm ; mas de rsageslosar coc-
sequenciai, como foi a missio desse Menino Deus.
que, trila e tres annos mata larde, consummou,
pregado na cruz, o myiterio da redempg&c-'hu-
maaa.
XVI
Nessa pochi memoravel de lC'O, em que t j-Jo
se fazla por Deus e para Deus, a religiao vioha
legitimar e santificar todos os actos da vida pu-
blica e da vida domestica.
O almirante, o cooselho, o toda a religiosa
gente, que ia nestas doze moradas {actuantes,
tinham do tomar posse civil tfaim l'rra psra o
patrimonio da corda portugueza, segundo o di-
reito doprimi capienti; mas esta- posa tinha de
ser dominada por um outro direito mait aublime,
qual o que tem a egrejs sobre todas as almas, ou-
ja remidas as aguas do baptiimo, ou qae ainda
permanegam naa trevat da idolatra. O marco
da etphera armilar, que foi o brasiojde Dv Ma-
noel, era sempre levaotado ao par ra urna cruz.
Estamos no primeiro de maio de fOO, e no
ponto da Ierra da Vera-Cruz, a que o almirante
portuguez denominou Porto Seguro.
N'uma colina, de cujo cimo se perda a vista
pelos vastos plaioos do mar, esl arvorada urna
cruz colosial de madeira. Frocteira ao crente,
(ponto mittico da redempgio, ; destende cri3on-
talmenle os bragoi para os queirantos do norte
e do sul.
No cimo dette novo Golgotha esto maia de
mil individuos humanos, de differentot rostas a
edades, de differentes trajos ecoodigoes; mas
lodos dominados pela mesma impressio, e ava-
das no mesmo pensamenlo.
Na raz da cruz ett arvorado um altar, no
qual acaba de celebrar-se o incruento sacrificio
do Calvario. A' direita desse altar um homem,
de ligara e trajos magettalico, tem em sua'
dexrcl a ona..-x santa cruz, que tora benzi-
daum antea pe\o mi.. >. rw,y 0rliz na
egreja de Belra : esse homem Pedro Aimes
Cabral, o almirante da segunda expedigao da
India.
Em seguida ao almirante, est um elerigo e
alguos capelles, com seut hbitos talares e so-
brepelizes brincas. Difronte, do lado esquerdo
da cruz, eil um grupo de mooges franciscanos e
oo meio desse grupo urna alta cadeira, ua qual
acaba de subir, ainda revestido de longa alva
branes, o missionario Fr. Henriqa, que n'uma
posigio esttica espera ae reslabelega o ailenco,
e como que aguarda um*. inspirado do alio.
Por detrz do almirante corre como urna pa-
red composta doa capilaes das nao.
O crescido numero da tripulagio e passsgei-
ros da frota, mais de um cento de Indios, entre
os quaes urna nica mulher, bastante moga,
bordam o fundo e o primeiro plano do quadro ; a
de joelhos, em p ou sentados, guardara a pa-
tarras do pregador com a mesma ancia e religio-
tidade, com que o povo de Israel aguardara a
Moites, quaodo deicia .do Siaai com os manda-
meotos de Deus.
Aquellas mil e tantas respirages humanas es-
tao como suffocadas. De repente houve um pro-
fundo silencio, apenas ioterrompido pela vaga
preguigosa do mar, que vinba batir e quebrar-
se na raz da colina ; e aemelhante pndula
de um relogio, que se agita em um palacio de-
serto.
[Conlinuar-se-ha.)
Ibes pordoaria urna falta, cujo castigo tem sido
terrirel.
Hallory parou dlante de mim, etlendeu o pes-
cogo, curvou ot hombroi, e abaixando a cabega
quaai ao nivel da mioha, fixou-mecom olhar pe-
netrante, e me perguntou arrebatadamente :
Como sechamam os seus protegidos?
Os Elliott.
Presum isto mesmo, replicou elle sacudi^
do a cabega de onde piogavam gottat de auor. Ha.
muito que vi poueo maia ou menos o ponto em.
que o aenhor ia bter. Sim, aim, j nio teoh*
duvidao Sr. veiu aqui para insultar-me....
Perdoe, porm....
Nio aceito deaculpat; tei agora quem nse~
nhor #..
E nao me poupou ameagas e execracoe?.. Fia
o mais que pude por conservar o sangue Itio-na-
cessario, e diste-lhe :
O Sr. Hallory eal Iludido sobre a* minkaa
iotengdes.
E o senhor doutor illudiu-se tambera re-
dondamente a meu respeito. Sa conhece essa
gente, e quer apatrocina-la, laga-o, ninguem o
impede....
Se Uve a infelieidade de offende-lo___
Offsnder-me I Fez ainda mait : veiu in-
sultar-me em minha cata.... E chama a isto of-
fenderl....
O Sr. falla de intuito : pego-lhe por me*
turno explicacao dat *uas palavras estratihas....
Nao tenho necessidade de txplica-lis ; tu-
to mais quaoto o stnhor bem as comprehenee 1
O guinu que lhe dei, est na sua algibeira ; son-
sidere-se pago, seja esta sua ultima visita,
percebe ? dase elle balbuciente de furor.
Deixei-me levar pela indignagao de que me
achava potauido ; joguei com o guinu que foi
retiir no assoalho ; e calcando as minhas iuvas,
disse-lhe encarando-o com olhar severa:
Adeas, aenhor Hallory. Deus nio ser jus-
to se o senhor acabar tranquillo no su leito de
mortal 6
Vi-o empalidecer e procurar em vio algumas
palavra para responder-me. ltetirei-me logo.
A mioha iudignagao era tamanh> que voltand^s,
casa formei mil projectoa de vlo|;ang.
Penaet em servir-me contra o monstro da ar-
ma da publicidade, declarando peloa jornaea a
ma deshumanidade, eeterevendo ama memoria
aobre o eatado de Elliott e de tua mulher: po-
rm reflectindo com mait ctlma, parcebi que os
meus deveres de medico se oppunham imperio-
samente a aemelhante passo, e que me corra a
obrigsgio de guardar o segredo daquelles Crimea
que aorprendi no exercicio da minha proflssio.
(Continuar- se ha.)
1
.'

?IRN. TTP. Pl M, F,DB F**IA WIHO, 1862.

i II 1*8^11 #
1
as-


Full Text
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