Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09945


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Full Text

*
7
o

a

lIO XXXVilI. 10IEB0I4L
Pw tres M6;!6,.dilatados ftfOOO
Ptr tre eje reicidts 6|000
DIARIO
EJtAtlHKliAUOS DA SUttbUtll'VAU DuMitUt.
Parahyba, o Sr. AntooYo AlexanYino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque dn Silva ;
Araeaty, o Sr. A. da Lomo* Braga; Cenr o Sr.
J. Jos da OUreira ; Maranho, o Sr. Joaquim
Marques Bodrigues; Para, Manoej Pitihiro &
C; Amazona!, o Sr. Jsronymo da Conta
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCiO" DO SOL
Alagae, o Sr. Claadino Falta o Dina; Baha.
o Sr. Joa Martina Aira.; Rio da J.nairo, o S
joio Paraira Martina.
SEXTA FSI1A 20 DE JOMO DE IM2.
ej as
Ptrant dilatado l|00O
Porto fraicojian tilkiriitor
PARTIDAS DUS GORREIOS.
Olinda todoa oa dias ai 9)4 horas do dia.
Iguaraas, Goianna, a Parahyba as segundas
sextas-feiraa.
8. Antio, Bezerro!, Bonito, Caraar, Altinho
Garanhuna as tergas-eirai.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoairo, Brejo, Pas-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricary e Ex as quartas-feiras. PREAMAR DE HOJE.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoio. Un, Barrefroa .. n .
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas eirae. FrIln,,ro 10 nor" e minntos da tarde.
(Toaos o. crrelos partem aa 10 horas da manhiaSegnndo aa 10 horas 30 mnalos da manhia.
EPHBMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
5 Qiiarto arescente aos 2 minutos da manhia;
12 Laa chela as 8 horas e 35 mina, to da man.
18 Qaarto minguante aos 31 minutos ds tarde;
16 Lia ora as 3 horas e 35 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
'aiuiua una fAruHa cusiKiHua.
Para a aul ata Alagoaa i 5 e 10; para o norte
al a Granja 14 a 29 de cada mez.
. TARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife: do Apipueos s 6 Ij2, 7, 7 1|1, 8
a.8 1|2 da m.: de Olinda i$ 8 da m.-e 6 da t.; de
Jaboatao s 6 1,2 da m.; do Caxangd a Yar.ua
ifL'J d" */* < 8 ds m.
4 ll2, 5, 5 1,4 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda Is 7
da m. a 8 1,2 da t.; para Jaboatao ia 4 da t.; para
o Caxangd ,Varzta s 4 1,2 da t.; para Btmfiea
Lie. para
rus. aa- O
da guerra 6 p
na data io\ c
lo exercito *, >

GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 16 de junho
de 1862
Offlcio a Exm. hispo diocesano.Remello
V, Exc. Rvm. para ter execucao na parte que
ihe toca copia da Iei n. 530 de 7 do correte que
eleraodo a matriz a nova capella de Santa Mara
ttainna dos Aojos, da povoagio da Pelrolina cona-
titulo all urna fregaezia.
Dito ao commandante das armas.-Declarndo-
me o Exm. Sr. ministro da guerra era aviso da
0 do conrele junto por copia nao serem regula-
res as explicacoea dadas pelo commandante da
companhia fixa de eavallaria deata provincia emof-
officio n. 134 de 14 de abril ultimo a respailo das
observagoes da 4* directora geral daquelia secre-
taria de estado |relatiras a contas do conaelho
econmico da mesma companhia perteocentea ao
1 semeitre do anoo paisado, sirva-se V. Exc. de
no9 termos do citado eviio fazer constar ao dito
commandante que, acceitando-ae aquella expli-
cares por eata vez.-oio serio mais admittida
como correccSo de erros, que se encontrem as
contas e documentos qaeaa comproVarem.por isao
que aa segundas vias de tses documentos para
que merecam devem em tudo ser authenlicas e
iguaes as primeiras.
Dito ae msamo. Quelra V. Exc. informar-me
sobre o que no incluso requerimento podo ao
governo imperial o cadete do 4o bata'.hio de
artilharia a p Amaro Fraocisco de Moura
Dito ao mesmo.Transmiti V. Exc. os in-
clusos proceasos da eonselho de gaerra dos solda-
dos Macario Flix da Cooceicao. Cisemiro Go-
mes do Nascimento e Leandro Gomes de Almeida
aquellos do V e este do 7" bitalho de infama-
rla, a tn de serem cumprida as sentongas pro-
feridas um ditos processos pelo'eonselho supe-
rior militar de justica.
Dito ao mesmo.Com as inclusas copias dos
commandante! |los batalhoes de eogenheiros e
do 1 de artilharia a p e que meforam enviados
Mi aviso da repartigio da guerra de 4 do corre-
le, fica salsfeita a requisigao do commandante do
4 batalbo da artilharia constante |de offlcio an-
nexe ao de V. Exc. de 21 de abril ultimo sob n
417, a reipeito do soldado Albino Augusto de
Magalhaes Castro.
Dito ao mesmo.Determinan Jo-so em aviso
da repartigio dafguerra de 30 de maio ultimo que
a tnesouraria defazenda desla provincia proceda
ao descont da quinta parte do aoldo do capi-
tao Antonio Cabral de Mello Leoncio, afim de
aer indamnisada a quantia de 27JJ000 em que
importou a passagem dada a um criado do mes-
mo capitio, que o acompanhou da capital do
Lipinto-Santo, para o porto de Caravellas. as-
sim o communico a V. Exc. para fins conveni-
entes.Communicou-se ao iospector ds thesou-
raria de azenda.
Dito ao mesmo.--Communico V. Exc.
seu conhecmento e flns contenientes
gundo consta de aviso da repanicflo da
de 7 do corrosa-** .uuacedera Da meaoi
segundo cirurgfao do corpo da sauae d
r. Abrahao Bruno da Cmara, doui m<)z?s de
liceoga com sold simples psra ir a provincia da
Bahia tratar de negocios seu interesse. Igual
communicagio se faz a thesouraria de fa-
zeada.
Dito ao mesmo.Trsnsmitto V. Exc. psra
fina convenientes os inclusos processos de ave-
rlguago a que aa procedeu para a qualiflesgio
de primeiro e segundo cadetes das pnca.i cons-
tantes da relaco junta.
Dito ao iospector da thesoursrls de fazenda.
Communico V. S. em resposla ao seu offlcio
de 19 de maio ultimo, sob n. 433 que, segundo
consta das informages exiatentes na secretaria
da presidencia os recrutas vindos da comarcado
Limoairo Joo Joa Clemente e Feliciano Lopes
de Lima, sentaram praca no exercito com des-
tino corte e o de oome Jscintho Firmino de
Lima.ffoi posto em liberdade pelo chefe de po-
lica por incapacitada phisica.
Dito ao iospector da thesouraria provincial.
Recommendo V. S. que mande descon-
tar mensalmente conforme soiicitou o iospec-
tor da ther ^arariaj de fazeoda em ofOcio de 6
deste mez, n. 518, a quinta parte dos "encimen-
Jos do mejor Bernardo Luiz Ferreira Cesar Loa-
reiro commandante de orna das compnbias ur-
banas do corno de polica para iodemoisacao da
quantia da 9019814 rs. de principal e juros pelo
alcance em qae ticou para com a fazeoda na-
cional como director da colonia militar de Pl-
menteiras relativamente ao exereicio de 1858 a
1859.
Dito ao mesmo.Autoriso a V. S. em vista
de sua informarlo da 14 do correte o. 346 a
mandar entregar ao director do coliegio do or-
phaoa de Santa Thereza em Olinda, conforme
soiicitou o director geral da instrucr;lo publica
em offlcio de 3 sob o. 135, a quantia de 100000
para as despezas miudas do msamo coliegio no
presente mez.
Dito so mesmo.Aatoriso V. S. em vista de
sua informacao de 14 do correte n. 346 a man-
dar entregar ao director do coliegio dos orpbos
de Santa Thereza em Olinda, conforme soiicitou o
director geral ds ioslruccao publica em oicio de
3 sob n. 135, a qusntia de 10$000 rs. para as
despezas miudas do mesmo coliegio no presente
toez.
Dito ao chefe de polica.Pelo offlcio de V. S.
m. 156 de 14 do correte, fiquei ioteirado de ter
sido capturado e achar-ae recolhido a casa de
detencao 0 crioulo hfalaquias, escraro de Augus-
to Pinto de Lemos, autor do ferimenlo grave fei-
to com um tiro de pistola na pessoa da Luiz de
Fraoga Pantaleo em a noite de 31 do mez pas-
sado.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. fazer recolher ao corpo sob seu com-
mando os guardas da seccio urbana a que allude
em sen offlcio n. 262 desla data.
Dito ao mesmo.Pode V. S. manjar engsjar
na seceo volante do corpo sob seu commando
o paisano Leutbier Antonio dos Santoa a quem
ae refere o seu offlcio n. 263 desta data.
Dito ao coronel Antonio Pedro de Si Barreto.
Constando de aviso da reparlico da guerra de
4 do correte ter aido V. S. nomeado para o lu-
gar de presdante do cooselho administrativo
para forneclmento do arsenal de guerra desta
provincia, assim o communico a V. S. para aea
coohacimenlo, e afim de que trate de pagar na
recebedoria de rendas internas, alm do sello e
direitos os emolumentos coostsntes da -nota
junta por copia, Correspondentes ao aeu titulo,
qu se acha na secretaria do goveroo onde deve-
r ser por V. S. solicitado.
Dito ao Dr. Abilio Jos Tarares da Silva, jtiiz
} d* cm" de Nazareth.Conside-
rando Vmc. extincta em toda essa comuca a
epidemia do cholera-morbus, comodeclanu em
seus offleics de 6 do correle, lenho a dizer-lhe
em resposta que muito me congratulo comee-
melhante noticia e agradeco-ihe os servicos pres-
tados, em soccorro dos desvalidos. Quanlo a
quantia de 4681790 rs. que Voc. dis existir em
seu poder tendo-lhe sido entregua por interme-
dio da reparlico da policia ao cofra deata deve
sor recolhida, e quanlo a de 18000o producto
oesvsltdoi, deve ser applicada as obran daii.
natrrz, se nisso consentirem os subscriptor.
Dito ao jaiz municipal do Buique.De pcW
de sen offlcio de 7 deata mez communicando qae
a epidemia doctnlera-morbua val fazendo estra-
gos nease termo, e accussndo a recepto dos
fipccorroi que ja Iba (oan enriados (eolio i, duer-
Ine em resposta que aguardo novas ioformac.ea
qae Vmc. me Irsosmittir com presleza acerca
do progresso do mal para provideqeiar como for
conveniente.
Dito ao iospector ds ssade publica.Mande
Vmc. apromptar 4 garrafas com alcool campho-
rado, afim de serem remsttida ao juiz de direilo
da comarca do Cabo, que as soiicitou em data
de 13 do correte.
Dito ao administrador do corraio.Espeja Vmc.
suas ordena para que a correspondencia dirigida
ao commandante superior da guarda nacional da
comarca do Brejo seja enviada para o municipio
de Cimbres, donde com mais facilidade e sem
atropello da mesma guarda nacional pode seguir
a aeu destino.Commuoicou-se ao commandante
superior.
Portara.O presidente da provincia atlen-
dendo ao que requeren o regedor do Gymnasio
proviDcial padre Joaquim Baphael da Silva re-
solve conceder-lhe 2 mezes de licenca com or-
denado paia tratar de sua sande.
Expediente do secretarlo do
. soverno,
Offlcio ao commandante das armas.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda remetter o
passo que V. Exc. soiicitou em seu offlcio da 14
do correte sob n. 1191. para o cabo de esqua-
dra do 4o batalbo de artilharia a p, que segu
para Pimentelras pels va frrea.
Dito ao deao da S de Olinda.Em additamen-
to ao meu offlcio de 3 do correte manda S. Exc.
0 >r. presideote da provincia commuoicar a V.
S. que pooderaodo-lhe o cpmmandanle superior
interiDo da guarda nacional daste municipio nao
eatarem (oa respectivos msicos obrigados per
seus contratos a fazeram aervico fora do mesmo
muoicipio deixadeahi apreientar-se no dia 19
do correte a msica por V. S. solicitada em o
1 deste mez para acompanhar a procisso de
Corpus-Chriati.
Despachos do dia 16 de junho.
fequtrimento.
Antonio Jos Pereira.J se corrigio o en-
gaso a que allude o supplicanle.
Franciaca Maria das Ch'g".Opportunamente
ser attendida.
Isabel Maria de Moura.Informe o Sr. caniio
do porto. r
Padre Joaquim Raphael da Silva.Passe porta-
ra concedendo a licenja pedida com veoclmen-
na forma da lei.
Maooel de Azevedo Santos.Aprsenle o me-
nor ao Sr. iospector do arsenal de marinha.
Thereza de Jesas da Azevedo.Informe o Sr
inspector do arsenal de marinha.
CoDimando das armas.
Quartel-general do commando das
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recite em 17 de junho de
1 HG5,
ORDEM DO DIA N. 97.
para o flm Sroniente. aa* fegundo consto
offlcio da preaIdenciada43ddal4 do corren-
o goTeroo de Sua Magalade o Imperador
hosveporbem, por aviso do ministerio da guer-
ra de26 de maio ultimo conceder naquella data
ao Sr- cjpiio do batainao ua oiiiih.ii. a i>e,
Joi Pedro Nolaeco Pereira da Cunha, quatro
mezes de liceoga para tratar de sus saude oa
corte.
Assignado.Solidonio Jos kntonio Pereira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, eapitao
ajudante de ordens encarregadodo detalhe. .
pre
'"for
*r ir
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paris 4 de maio de 18G5.
Desta vez nada se me offerece a dizer s respei-
to ds Franca. Concluidos os debates parlamen-
tare!, resu.-n-nos apenas algumas discussdes in-
iigniQcanles sobre objectos de interesse pura-
mente local. Nao ha questoes de poltica inte-
rior qae oceupem presentemente quer os princi-
pies corpos do Estado, quer a opinio publica.
A Franca acha-se pois preoecupada com os ac-
contecimenlos exteriores ; sob a influencia da ex-
traordinaria crie porque est paliando a sua
industria e commerciovolve os olhos psra os
Estidos da Uniao-Amerieana, e segu sudosa-
mente as vicuiitude de urna lata, cujo Qm de-
seja a todos os respeitos.
A sus altenco se acha igualmente absorvida
as Importaotea questoes polticas, em que tem
parta, e urna influencia irrecusavel. Acbaodo-
sa envolvidas anda na obscuridade essss ques-
toes, espera-se o momeoto de urna explicado
preciss, e ba toda a presnmpco de que a discus-
sao sobre o orcamento fornecer ao goveroo, ao
corpo legislativo, e opinio publica oensejo
mais opportuno para esclarecimentos, visto co-
mo nao bastam as ampliflcacde banaei dos ior-
naes semi-offlclaes.
Entretanto a Franga vae flxando sais vistas so-
bre o Mxico, onde a partida das tropas Ioglezas
e Hespanholas acaba de imprimir ama nova face
ao estado das cousas. E' ioegaVel que o pensa-
mento que inspirou ao goveroo imperiala prin-
cipio esss expedicio longinqua. e depois essa
oceupacao ao e ornea euando se retirara os Io-
glezese Hespanhes um penssmento at aqu
mpeuetravel, e que]deixa assumpto para conjec-
turas as mais cootrovarsas. -
A sua-ettensao volve-se tambem para a Italia
oode vo amadurecendo com o tempo grava
importantlasimas questoes ; para Roma, Aue o
general Goyon acaba de deixar; e para atoles
onda Vctor Emmannel recebeu a visita do prin-
cipe Napoleao. aa^
Presentemente a Franga nao tem em Roma
nem commandante em chefe, nem embiixador:
entretanto o papado'acha-se protegido por ama
especie degravldade especial, por urna imperio-
sa reserva que d lugar a reflectir-ae.
De outro lado o partido unitario exasperou-se
ao ver abortada urna recente tentativa as fron-
eiras da Tyrol: a prisio dos cabecas desss ten-
tativa, que sao do numero dsquelles que quise-
ram para Vctor Emmanuel o reino daa DuasSi-
cilias, fez de Giribaldi um descontente.
Depois da Italia ah est a Allemaoba que for-
nece-nos tambem asaumpto para a presente cor-
respondsncis. A questo da Hesie esteva s pon-
to de perturbar a pax da afio Germnica : mas
agora a dieta federal declioou de ai essa ques-
to, da qual a Pruasia fez urna questa* pessoal.
Vae comecar em Berln |a nova aessSo das c-
maras; talvez que ali teoha de esclarecer-se a
aituacao respectivs de ailherme I e do seu po-
vo: e ais porque hao de ser muito importantes
os debates do parlamento prassisoo.
O parlamento ioglez vae-se tornando de mais
a mala affoicoado causa da Peoinsuls. A cida-
de de Londres dispensa a esta hora no palacio de
bouih-Kens\nglon urna hospitalidade, que alia
desejaria praticar em maior escala, porque a af-
Quencia doa eatrangeiros tem sido por hora mui-
to ofenor de 1851, na razio de 3 para 7. Es-
se dimiouto suecesso ds exposicio universal
por sem duvidaibeoa notavel I
/ em aples succedem-se com enthasiasmo e
exaltaco creseentes: e tsl tem sido o delirio
qne ji parece um pouco perfgoao. Esse estranho
contenumento supp&a extraordinaria osperaoca,
ugmoots a responssbiiidade do goveroo. Por
qt beBe&cios inmediatos e perdurarsis ser
possivel a este corresponde expectativa apai-
xonada de nm povo sempre excessivo quer na
exaltaco, qaer no abatimento?
N'aquelles dias de testas e triumphos o princi-
pe Napoleao foi visitar a seu sogro: os Napolita-
nos acolheram-no como a um menaageiro de
bom agouro. Verdsde que o Jfonor Univer-
sal proteatou ; e talvez a lgica daa populacoes
seja supplantada pelos clculos da diplomacia,
como acconlece quasi sempre: mas a Indepen
dencia Belga disse a este respeito que o prin-
cipe era intermediario de urna nsgociacao deli-
cada, deque ia trstar particularmente at o pon-
to em que permettido fosse diplomacia offlcial
intervir, deixando a esta o cuidado de concluir
as combinacoes privadas.
O caso que o apparato offlcial deesa viagem
nao permilte admittir-ae qne tenha ella sido feita
com o uoico flm de urna visita de genro a sogro,
ou de um negocio familiar.
No dia 20 deste mez Vctor Emmanuel partiu
para Turin : haviam-lhe pedido em aples que
hi se demorasse at a sua viagem Roma. Na
impaciencia e iliuso, am que se acha, o paiz
auppoe quese o re da Italia nao comagrou
aqueiies poneos dias a estudar por si as necessi-
dades dessa popularlo ardente a mobil, submet-
tida sdministracao puramente piemonteze,
que a iorga das circunstancias chama para outro
lado as suas preoecupacei. O enthuiiasmo na-
politano soilreu urna decepcio ao menos momen-
tneamente assustadora, e a partida do rei effec-
tuou-se por isso mesmo antes do tempo previsto.
Eis o caso:
Quando rabenlon o movimenlo iniurreceional
da GreciaGaribaldi cuidon de auxilia-lo ; mas
a solicltacoes do geoeral Turr renuncioa a eise
projecto, e sem duvida quereria utilisar-se dos
elementos qae para tal flm preparara, pensando
primeiro por que lado seria mais vantajoso ata-
car a Austria, no coracao ds qual a seu ver se
dave ir buscar a verdadelra e definitiva soluco
da questio italiana.
Resolveu-se que o coronel Caltabeni, muito
apto para expedicoes avenlureiras, penetrara
com um punhado de bomens na Tyrol italiana
ao pasto qae daoalro ledo se tentara urna su-
blevagao oa Venecia : tal era o segredo da inac-
cao apparente de Garibaldi. No dia 19 deste mez
deveria o coronel apresentar-ae em campo ; mas
na noute de 12 para 13 foi elle preso como com-
plicado no roabo audacioso commetlido em Ge-
nova das antes n'uma casa de banco.
A esta aeguiram-se oatras prisoes, entre ellas
a do general garibaldino Nulio. De ludo isto
provena urna Irritacio incrivel da parte de Gari-
baldi, em nome do qual o geoeral Turr foi a Na-
polea eotender-se com o rei : ninguem sabe o
resultado desse passo.
O goveroo quiz considerar Garibaldi alheio a
todos esies factos ; e tratou de dar algumas in-
dicarles nagazeta offlcial de Turin, declarando:
a Ha dias que o goveroo foi informado de que se
preparava urna expedicio de voluntarios com o
de ir alem daa fronteiraa do reino : aoubs ou-
aim que oeste senBo faziam-se eogaj.men-
-clandestinos, e se rouoiam armamentos: eis
orque dehberou a prijao dos cheles dessa en-
resa imprudente e temeraria.
Entretanto por essa oicasiio produziram-se al-
ea* diaturhio.. Em Krgno m lO bou.o IDl
deroonatracao, sendo preciso empregar a forja
para abafa-la. Em Brescia a prisio do general
Nullo, ede alguna dos seus, produzio ama ontra
demonstrarlo popular em torno das priides qae
forzoso foi defender. Oa asssltantes forsm re-
pellidos deixando Qcar nm morto e tres feridos.
Nestas circumataocias o ministro do interior
dirigi aos prefeitos urna circular em nome do
goveroo exprmiodo a firme inlencio de oppor-
se por todos os meios s semelhantes expedicoes
O ministro pedia aos prefeitos o sea concurso, e
recommeodava-lhes que no caso de necessidade
recorressem forsa armada para reprimir essss
tentativas compromettidas.
Infelizmente comqusnto cessassem os distur-
bios todava aioda permanece a sltuacio qne os
origioou. As temporisaces devem ter necesa-
riamente um termo ; pois nada tio perigoso pa-
ra a Italia como a manutencio de um estado de
cousas provisorio. O impulso da Italia para a
unidade rebenta porque tem sido comprimido
desmedidamente ; o ministerio acha-se n'ums
aingular policio, nao podendo aceitar nem re-
cular abertamente o concurso das torgas vivas
do paiz ; e os symptomas deste estado deplora-
vel sao bem flagrantes.
A rivalidade augmenta no seio do parlamento
conaervador, e a situaclo revolucionaria est
mostrando que s novas eleicoes, exprimi do s
modiricacao porque tem passado o paiz desde o
comego do movimenlo, poderio harmoniaar aa
cousss entre a opinio publica e a representado
Esta necessidade por muito tempo desconheci-
da se aprsenla hoje imponente : o proprio mi-
nisterio o sent, e alguem ha que attribua a M.
Rattazz o deiejo de dirigir sos prefeitos ama cir-
cular, incitando-os a sondar a opinio do paiz
m"e,ra* Pfecir quaes poderiam ser no ca-
so de disolugao do parlamento o resultado das
novas eleigoes. E' bem certo que a manifesta-
gio da opinio publica as eleigoes gerses seria
um eioquante com mentarlo aos enthuslssmos na-
politanos : seria ama resposta cathegorica
aquellas que suppoem que dous annos de este-
res agitages teem abatido no animo dos Italia-
nos a f am aeus projectos e destino, e a vontade
tirme em executa-loa.
Toda a linha do lago de Garde se acha oceupa-
da militarmente por tropas austracas, remet!-
das do outro lado do Mincio : os soldados acham-
ae armadoa e preparadoa como para campanha.
Em urna ordem do da ao corpo de cacadores se
disse mu positivamente a qne a estrada para
Milao tioha sido aborta ao exercito austraco pe-
la ravolugao que rebentou em Bergano e Brescia
Engao I Os factos havidos oestes ltimos pon-
tos nao constituem urna revolngo ; e a estrada
para Milao continuar a ser defendids como urna
Principase entradas para a Italia.
Em Roma deu mnilo qne fallar a partida do
general Goyon, bem que parecesse em nada al-
terar o rlsonho estado de traoqaillidade do Va-
ticano. M. de Goyon deixon a cidade 17 deste
mez, os vespera do dia em qae se abrin a prl-
meira phase das conferencias com os bispos : a
segunda phase ser do i. a 8 de junho, e eon-
sistr 088 deliberares secretes, das quses a
mais importante lera, indubitavelmente a de 7 do
meamo mes, qnando comagaro las ceremonias
da canonisago que teem de durar tres dias.
Essa partida do geoeral Goyoo na vespera das
delibersgoes episcopae, e da importantissim
miDtfestecoes cstbolieas qne se pregaram, tem
leito pensar que isso urna advertencia aos che-
fes da egreja. EmQm os osdipos da poltica dio
proras de urna imsgioagio infatigavel: entre
mallas outras fax-se notavel a segainte eolugo
indicada por nm dellee : A Franja nao deve
exigir mais de Pi IX concessio slguma ; mas
sim declarar que prevalece a soberana deste
deixsndo-lhe o direito de determinar o prazo qu*
llsjulgar neoeiiari para Armara torca material
qae reiide aai dedicagoei armada; e findo ene
prazo aquella |oberania flear as mios de Deas
e dos ssus servos fiis. Ao mesmo tempo disso -
lejso do parlamento, proclamsgio do auffragio
uoivoraal, acceuo de nma nova repreienlaco
nacional que tenha a torca, antoridade a unidade
de acjio qne falta de todo representado actual
eleita por am numerolimitado de eleltores etc.
E desnecesssrio accrescentar que lemos como
gratuita ata noticia, sendo que a consignamos
qut lmente para cimprir o derer qn nos cor-
AD1ENC1AS DOS rKIBUAES id CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda quintas.
Relagio: tergas a aabbadoaslO horas.
Fazenda : quintas s 10 horaa.
Juizo do commercio : aegundas ao mtifi dia.
Dito da orphlos: tercas o sextas s 10 horas.
Primeira vara do eivel: tarcas a sil.. 0 mel
dia.
Segunda vara do aival: qaartase aabbadoa 1
hora da tarde.
re, de dar tudo o que ae acha no dominio da
opimao publica.
Aliemanha.Complicam-se as relaces da Hes-
se eleitoral com as priocipses potencias ds Con-
federagio Germnica. O geoeral Willisen encar-
regado de apresentar offlciosameote ao eleitor as
reclamagoes idnticas da Prussia e da Austria
nao pode obter nma audiencia, e a dieta decidi
que se procedesse oessa questo cooforme a pro-
posta conectiva das dnas principaes nagdes ale-
os corpos 4 e 7 do exercito concentrados para
apoiar a miisio do general Williien oio larda-
riam a obrar efficazmente. Um deste corpoi oc-
capou Hoxter, e o outro Etfurtb, e por tanto maii
um pesso basta para entrarem na Hesse elei-
toral.
Nesta grave aituagio estavam as cousas, quan-
do o eleitor contra a opinio dos seus ministros
retiro ss ordeoangas relativas s eleigoes, sub -
metteodo-ie assim a iojuncgdes da dieta, e col-
locando a Prussia na necessidade de nada poder
fazer sem a dieta federal. Oa eleltores da Hesse
se abstiveram quasi todos de sotte que as elei-
goes podem ser consideradas como um faci nao
consumado. ji
Em semelhante negocio a poltica do goveroo
prussiaoo ae complicava talvez por consideragdes
pa'liculare: porem viata da maneira porque
se flzeram as eleigoes pode-se suppor que o par-
tido liberal o8o se deixe perturbar por esae inci-
dente, qne alias nao passar de urna simples di-
versao.
A probabllidade de urna demonstragio armada
no territorio da Hesse para fazer com que os alei-
tores rsspeitem os principios conslituclonaes tem
despertado a lembranga de modificages minia-
teriaei: e at meimo o goveroo foi censurado
por ter movido urna grande torga no intuito de
terminar esss questio. Nos circuios offlciaes te
diue mesmo que esse movimenlo de tropas o
goveroo prussiano tinha em vista prevenir qual-
quer eventualidade de intervengio da parte dos
outros governos da Coofederagao ; e attribuio-se
ao ministerio o projecto de se aprovaitar da cir-
cumatancia para exigir um empreatimo de cinco
milhdes de chalers.
O qae ha de C6rto que depois da satiafagio
dada dieta federal pelo goveroo da Hesse a
Prutila nao pole mal obrar offlcialmente em
oome'da Coofederagio ; e por isio illudio a ques-
tio, exigindo de sua parte urna satiafagio da in-
juria qae Ihe foi fsita com o acolhimento dadoao
general Willisen pels corte de Cassel. O ulti-
mtum spresentsdo neste sentido foi regeiUdo
pelo eleitor, e o ministro da Prussia em Cassel
retirou-se Immediatamente para Berlin.
Tratamos agora dos negocios interiores da Prus-
sia.
O povo correspondeu opinio publica ; man-
teve o seu direito, e proonnsiou em segunda
instancia nma aolemne condemnago contra aa
teotativas reascionarias do minialro Van-der-
Heydt.
O governo ceovocou para 19 deste mez a reu-
oao daa dais cmaras, e a dar-se crdito urna
correspt^l iota da agencia de Hivas esa cou-
vocagao |m esolvida n'am eonselho de ministro
sobre ujJ.|berase 83poIbarm-e em Uer-
nm boatonem inquietadore. Fallou-ie de um
procedo de lei .sobre eleig5ei, o qual seria sub-
?Z"i ."'.,e. c"<* < >. c-
tabelecendo aeleiao directa baseada n'am censo
asiaz elevado. Se a cmara regeitasse o pro-
jecto seria dissolvldi, e tretar-se-hia de outhor-
garalei, A pslavraouthorgar, diz o corres-
pondente, que julgavamos baoida da nossa lin-
guagem politice, reapparece sgor I
As disposigoes geraes davam entretanto espe-
rsogas de um accordo amigavel eotre a oppoi-
gao a a corda.
Com effeito a 19 do crrante mez abriram se
as ctmaras ; mas o rei nio comparecen ao acto
de abortara. O presidente do eonselho leu por
elle a falla do throoo, A' vista do que se havia
passado essa falla nao poda deixar de ser ou
branda ou provocadora : foi a primeira das duas
cousas, isto branda ; e dahi tirou-se um favo-
revel pressgio para as relages futuras do re e
do psrlsmento, e por eooseguinte paraacoos-
tuuigao prusiiana.
O governo absleve-se de fazer qualquer allu-
aao s eleigoes, aeeitou implcitamente o seu re-
sultado, e compromelteu-se a satisfazer os votos
expressos as sessdes sntecedentes. Declarou
que garantira cooaciosamente os direitos da
coro, assim como os direitos constitucionaes da
representado nacional.
A sessio ser curta, e nicamente consagrada
aoi negocios de mais urgeocis.
Aps a sonsideravel derrota por qae pssson
eis que a fioal o governo encara a situago como
a devera ter encarado desde o principio, urna vez
qae nao era de sua iotengio sahir dos limites Ira -
gados pela aonsliluigio. A falla real nio d lu-
gar a ser suspeitada de alguma intengo ou pen-
samento anta-coostitaelonal : a sua moderagio
pole at aer tida na coola de um lago. Em to-
lo o caso cmara compete manter-se na poii-
gso conquitada.
Nao Ihe convem agora provocar a lula, quan-
do o goveroo o primeiro a declinar dalla. Os
memoroe da cmara dos seohores toram convo-
cados para a decima sesso pelo vice-presi-
denle qne deste modo d moslras de considera-
rais a presente sesso como cootiousgio da pre-
n ?'9' ^E' Ut0 P""rilW* I
O tratado do commercio e navegagio franco-
Pr?M12nV r* "bmettido approvsgo dos es-
tado do Zollverein : somonte a Saxooia decla-
rou que eatava prompta para aceitar esse trata-
do, Ucando-lhe todava salvo o direito |de des-
culpar-se aos olhos dos confederado de Wurz-
bourg declarando que as necessidadee da indus-
tria nacional Ihe Imponham silencio suas re-
pagnaociaa polticas.
O Haoover e o Wurtemberg redamaran: ontra
diiacao, e propozeram a abertura de urna con-
lerencla intermcional allema que se oceupasse
de rever a obra dos plenipotenciarios prussianos
A Baviera e oa ontros Ettados molivaram a
sua recusa assiguarem a convenci propoata na
necessidade de obedecerem aos dictames consti-
lucionaes. que exigem se snbmetta primeiro o
projecto as dsliberagdss das csmsras. Tudo isto
parte, nio mais de prooccupagdes tendentes
poltica exterior, mas sim do cuidado qne des-
perla urna tai questo puramente allemaa.
A Austria nio tem cessado de protestar e en-
redar a respeito da queatio aduanelra allema
que a collosarla tora dos ioleresses commerciaes
da nagao germnica. O seus smigos empre-
gam todos oa meios para obstar o desenvolvi-
mento dessa asaociago de interesses commer-
cisei. quaassegnra Prussia ineontestavel van-
tagem no ponto de viita econmico, e que com
o lempo poder ir produzindo pouco a pouco
ama rusto dos iotsresse polticos da Allemanha
sob a direccao exclusiva da Prusia. #
Dentro deste quatro annos tem de expirar o
prazo da convengio aduanein allema; e a ap-
provagao immedleta daa eatados so tratado fran-
co-prussisno prejudicsrla desde j urna solugo
que a Austria e 8eas|partdoa combatem por.todos
oa meios. Noa debates suscitados em relago a
esse tratado importa muito menos a seus adver-
sarios repelli-lo, do qaa impedir a todo o tran-
se um aconlecimento qno darla como resaltado
a reproduegao de Zollrereio.
E' devido tudo isto ao eterno antagonismo, qne
ruto entra a Anstris o s Prussia I
Polonia.As relages entre o governo ds Rue-
sis e o populsgio de Versovla alada ao pouco
satisfatoriai. Pondo de parte o qne ha de exage-
rado bu comniaicaoftaj telegrapbicu, o csrto
PLA* 1A SKMASA.'
16 Segunda. 8. Jlo Frandscn|Rgls
17 Terga. S. Thereza' rainba; S. Paulo" de Arezzo
18 Ouarta. S. Leoncio m.; S. Amando b
19 Quiota. %> Corpo de Dea S. Justina*.
20 Sexta. S. Silverio p. m. ;'S. Prudente.
21 Sabbado. S. Luiz Gonxega; S. Terenei b. a
82 Domingo. S. Paulino b!;V Nicas.
ASSIGNA-SE
no Recifi', em a livraria da praga da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarioi Manoel Figusi*
roa daFari. & Filho.
que os habitantes daqueila cidade buacam antea
as occasioes do que is evitam.
N*js igrejas continan] os cnticos prohibidos,
e o arcebispo j pedio 6 autoridade militar qu
policiasae por ai o interior daa meamas Igrejas.
O governador declarou que ia deixar por dous
das todos oe ieii entregues direcgo exclusiva
do clero. Pode-se prever qual foi o resultado
dessa medida : durante es dous diaa vio-se ces-
ssr conlo por encanto as manifestares que pro-
vavelmente terio recomegado,
A questio helleoica nio est de todo termina-
da. Na Grecia depois da submisso de Nauplie o
re Othon convocara as cmaras para 17 de maio,
porque o ministerio, julgando-se sem torgas para
afrronlar o parlamento, pedio a saa demissae.
O re com quanto nao quizeiae aceitar, ehamou
todava o seu mioistrojde Loodre, que aa acha-
va entao em Alhemas, e o eocarregou de formar
um novo gabioete, ao que elle se iecusou. En-
treunto o misoiterio persiaiio era querer a saa
demisao e adiou para 17 a abertura da sesiao
a flm de ter tempo de reflectir.
Depois ds reduegao de Nauplie parece que a
gravidade dos scootecimentos,) que se deram,
deveria imprimir poltica grega urna nova atti-
de e um movimento aerio de renovagao. Foi
tu
seguramente alguma coasa a compressao da in-
snrreicio de Nauolie : ma* na *iiu*>>an aoin.i
ro tem nm pleito oem G. Fumes, ax-empreiteiro
deisa estrada no valor de cerca de 500:000
quatro mil e tantos cootos de ri, tal a indem-
Disaio exigida por ees* individuo } o Sr. Bailyt
era o aeu representoote nesta provincia, e o eo-
geoheiro que diriga os rab..|ho9 por parle da
empreitada. Expulso o empreut-.ro das obras
como todos vos sabis, retirvdaa de anas mi
essas coostrneges mal comeesdas, mal dirigidas
vergoohosamente detalbedas, elle poz ama de-
manda t Ioglaterra companhia, exigrodo ti-
tulo de .-demnisagao, a somms qw refer pouco.
O eogeoheiro Bayle, tendo-se retirado para
Londres, foi forgado mais tarde a'vollar a esta
provincia com o lim de ioquerir factos, de ebter
informages mais exactas e novo documentos
com que podease o seu chefe instruir a sua pre-
taogao. Nos ltimos dias de aua etada aqu o
W. Byles procedeu a um exame as obras
saegao da estrada de ferro, em 12 ou
l,de setenbro del860.poca em que se achavsm aa
obras em plena coostruegao, em verdadaro cahos
como se acha geralmeote a execugo de obras
ideotieas. Em aeu exame esse engenheiro con-
siderou as obras como acabadas, nao por que as-
sim pensasse, mas porque assim convinJis-lhe
procedeu j ao nivelamenlo de toda a liSha ve-
ricagao das diversa curvas e rampas, j ao'exa-
me das obras d'arle ; a enjootrou eos alguna pon-
tos um declive superior a aquelle fixado pelo go-
verno, algumas excavagoe que deviam ser re-
bsixadas.mas qae nio seacbavam anda Qnalisadas
alguns pontilboas, boeiros de madeira, mas que
deviam ser substituidos por al veosria ou ferro, do
que tioha elle sciencia. Fazendo a sus exposi-
gao ao publico, disse o Sr. Bailys em concluso :
a 2 aecgao da eatrada de ferro ae acha mal cons-
truida, as rampas vio alm dos limites fizados
pelo governo, as curvas sao muito fortes, o seu
raio muito inferior ao que foi marcado para
termo, as obraa d'arte nao sio de pedra e cal ou
ferro como baviam sido exigidas no contrato, sao
aotes construidas de madeira, tem taee e taes de-
leito*.
Vejamos senhores, que fundamento poderla ter
o Sr. Bayles para assim se exprimir.
Devo dizer, senhores, que o governo nenhum
aprego deu as intormages do Sr. Baily, e os
factos que mais tarde referirei, virio comprovar o
que acabo de communicar-vos.
Nio duvido que o Sr. Bailys encootrasse em
seu exame alguoa atierros que devessem ser ele-
vados, escavages que nio se achasiem anda
nivel requrido ; existia effeclivamenle na linh,
bombas ou boeiros provisorios construidosjde ma-
deira, algnos pootilhes em idnticas circumstan-
c,' pergunto. nio se echando essa secgio
acabada, nao ss teodo dado por construida essa
parta da linha. por ventura esses defeitos. atnda
admittindo sua existsocia. podiam dar lugar a
urna acusagio? De certo que nio. O Sr. Bailys
teria tola a razio em eensurar cases trabalhos,
se por veotuja elles ji livenem sido recebidos
peto goveroo, se por ventura nio se achassem em
O Sr. Buarque : Sr. presidente, convidado P i.exec"J* se..a linha estivesse aberla ao
hoaiem oeita c.i. pot moa aoiimestres da scleu- -, ^!l Publlco- ** e nao se achata ella con-
cia que professo para dar explicagoes acerca de ""nentos pTOduzidos pelo Sr. Bayles
a ferio, onde exergo o ao"? Procedentes, nao podem por forma algu-
rreigao de Nauplie : mas na situago actual
esse suecesso nao do numero daquelles que
permittem a um governo triumphar pura e sim-
'esmente, entregando-se ao desciogo. A corte
rei Othon nao pode enganar-se a este respei-
j pois sabe muito bem que, apesar da suajhe-
sUago em responder ao appello da Grecia, a na-
gio grega se acha profundamente descontente,
abalada, e desejosa de mudaogas.
O paiz como se sabe nio quiz dar aos aconte-
cimentos de Nauplie oatra importancia mais do
que a de urna simple inlimagio ; porem o rei
uao desconheceu que contioha alia elementos
considersveis de revolugo, e o mais prudente
seria adoptar franca e resolutamente urna poltica
anloga aquella que Ihe aconselhava em Janei-
ro ltimos o velho almiraote Camaris, o hroe
glorioso da guerra da independencia, isto urna
reorgaoisago que desse vida propria ao gabinete,
urna lei de imprensa etc., etc.
As ultimas noticias annuciam que a Anal os
ministros se resigoaram aem muito cusi a con-
servarem-se em suas pastas; e que fora publica-
da uma anmistia geral, com excluso porem de
doze individuos.;
G. AI.
Pl
di
to
PERNAMBUCO.
4SSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL-
Discurso do Sr. Dr. Buarque de Ma-
cedo, oa sesso de 30 do passado.
--- ,------ r.ii un i-Aputa^uea a curca ae
alguns pootos da estrada de ferio, onde exergo o
cargo de engenheiro fiscal, nao poda deixar de
acquiescer a to justo pedido, j porque nartia
-iu *uui oavaiuiro multo ilustrado, do ex-di-
rector das obras publicas dests provincia, e creio
....---------V um" iciTincia, e creio a.-ul-------. r* tulla* meiqun
que ex-engenheiro fiscal daqaella es trads. j q",e 8gente "'do a estrada de U
porque em honrado depntado manifeslou inten- pc a?lo, ('ue nSo rosiem a menor anslyse.
goes tao puras, e desejos, para mim lsoogeiros. ^noros, quando o Sr. Bayles procedeu
de proporcionar-me uma occasio para d'ar ex-
plicagoes que me sero proveitosas.
Me e sensivel, entretanto. Sr. preiidenle, que
esse digno collega nao se ache presente para ou-
vir a resposta de auas interpellagoes, para apre-
ciar os esclarecimentos que teoho de ofTerecer
cf" :.a pegada do paquete que tem de condu-
zi -lo i corte a causa sem duvida de saa ausencia,
o que para mim bem desagradavel. Ejpero to-
dava que aotes de cencluir, sua preseaga nos
aeja annunciada, e possa elle assistir esta dis-
cussao por alguns momentos.
Antes de entrar na apreciago dos diversos
pontos que provocaram as interpelljgdes, devo
dizer essa, que protesta pelos extractos de al-
guns dos jornaes desta cidade publicado acerca
da ducussao que hontem se aventou, extractos
que attribuo antes precipitago com que toram
fetos do que intengo de se adulterar a ver-
dade.
0 Diarlo do Reeife diz, que o Sr. deputado
Meno Reg, fazendo vara! cemuras s obras da
eitrada de ferro, servio-se para isto de um meu
rotatorio publicado no Diario de Pernambuco em
1039 acerca das ditas obras.
Eupodia attribuir estas palavras nm propo-
sito, mas nao creio que haja tanta malversagao,
tanto desejo de slterar o que aqu se passa ;
admiti antes que houvesse precipitacie na re
daegao desse extracto. A casa ha de se lembrar
que o oobre deputado o Sr. Mello Reg leu aqu
um relatorio do Sr. Baily!, agente do ex-emprei-
teiro da estrada do ferro, em qae tratando dos
trabalhos da segunda secgio ds dita estrada cen-
surou acremeote o engenheiro ejn ehefe da com-
panhia, procurando por este tneio deprecia-lo
vis-avis da directora em Londres; a-jasa ha de
recordar-se que o Sr. Dr. Helio Reg apenas pe-
dio explicagoes, nio manietou uma de suas
opnioes, nio citou nenhum documento offlcial
autorssdo com o meu nome; alm de que, em
1859, coocluia eu meas estudos na Europa, nao
me achara nesta capital, nem oceupava o logar do
engenheiro fiscal oa estrada de ferro. ___ I
Feita esta reclsmagio, aioda acrescentarei al-
gumas palavras acerca do que leio no Jornal do
Reeife. O Sr. Witruvio, diz o Jornal do Reeife,
interpellonto Sr. Buarqne de Macedo acerca da
emenda que o oobre deputado tnandou mesa,
por ver qne a somma nella consignada muito
superior que devids, etc.
Creio sinceramente que aqui deu-se um enga-
o, mas nm engao que enmpre rectificar, por-
quanto a quantia. que se acha consignada ua
emenda muito interior a aquella que se devia
achar na lei do orgameolo, e que eat obrlgada
a provincia.
Feitas estas reeflcagfjes, eu entrare! na expli-
cago dos diversos pontos sobre que fui iotamel-
lado. "
Sr. presidenta, o honrado deputado a quem
respondo fez appello legislago vigente sobre a
estrada de ferro de Pernambuco, para.mostrar
que se tendo estipulado abi algnmas medidas de
policia para s linha, a eompanhlase achara obri-
gada pelo planto, ou estabelecimento de cercas
ao loogo da estrada. A casa ae recordar, que
raanifestando-me acerca deste objecto, apenas re-
fer factos, espuz ios argumentos de que ha-
via laocado mo a companhia, afim de mostrar
ao govesoo qne ella nao asuma a obrlgago de
realisar o planto dessas cercas, mas sem que me
tivesse pronunciado oa questo, e nao o fiz mui-
to de proposito; a casa nao citar mesmo um s
faci, acerca da estrada de ferro, sobre o qual eu
tivesse emittido a minha opinio; tenho limita-
do-me-por osa referir o que se tem passado
com relago a aquella empresa. Portanto ainda
protesto pelo sentido qne deu o honrado mem-
bro s minbas patarras, qnando tratou deite ob-
jecto.
Neite ponto paro, e deixo da proferir um juizo
a respeito, por s dever faie-lo vis-avi do gover-
no, de quem son delegado.
Agora tratare! das censnrss de que se servio o
nobre deputado, dos argamentoa que podism
ter pesado no espirito desta casa, qne detiam
lar abalado a au conviegio, acerca dos ne-
gocios da eatrada-de ferro, e qae toram extrabl-
dos do relatorio d um dessffecto da companhia.
Sr. presidente, a companhia do eiirada de er-
. --------- -vw, tmmv yvMCMU Ot I___
ma mir a companhia. Entretanto eu entrarei na
apreciago de algumas deesas ceosurss, e compa-
odn-a. om o iciulladO! quu VOU COUmunl-
d!".J?: Te,*U. paIxao' P" meiquinho
quella agente censar.ndo a eatrada de ferro
-.-yles procedeu ao
exame das obrar da 2* secgio, havia talvez dous
ou tres das, nao me record bem, que em com-
panhia do engenheiro em ehefe, e de outro agen-
ei,.".I2Da Percorrido, examinando mioucio-
ffiT? todos. ua trabalhos notando alguus
defe tos mencionados pelo Sr. Bailys, havendo-
oa ate referido ao goveroo imperial em meu re-
il; nessa occasio em que percorri

a estrada, declare ao engenheiro em chefe quaes
eram as modiflcagoes. quses os melhoramentos
qno me parecan mdispeosaveis en varios pon-
tos da linha, nao sobre todos aqueiies de que ira-
jaobr. Balys. porque alm de nio reconhecer
tao largos defeitos, o engenheiro em chefe eitava
em leu direito, ponderando-me que a linha oo
!?i*t?. lcolnc1l",B". ** qne nao poda en dizer
anda, tal atierro est baixo, tal escavaco deve
er rebaixada. *
Um Sr. Deputado :-Mas os trilhos estavam as-
seotados.
O Sr. Buarque:Que importa o assentsmen-
to dos trilhos? lito nao quer dizer cooss algu-
ma. A iospeegao do eogeoheiro fiscal, a sua
lospecgao capital, aquella que tem por flm o
recebimento das obras ; para tudo o mais tem a
companhia resposta; e a minha inspecgao.concer-
nenla a cada um* dessas obras, tam lugar quan-
do ellas se achara coocluidas; antes disso s
ella effectiva para a execucao, vendo que se ob-
serve o plano adoptado, ea escolba no material,
sem qae possa dizer a obra nao ests acabada
antes que se me a tenha dado por tal.
Eu posso afflrmar que esta parte da estrada
nao se achara as condiges de ser recebida,
S?*0 "sim ,e xProssou o Sr. Bailys, nem tal
idea houve ; alguns dos factos, apona do j ti- .
nbam sido referidos so goveroo geral, que tendo
sciencia delles, nenhum aprego den as intorma-
es d Sr. Bsilys, e eu nao me dava ao traba- ,
Ibo de responde-las, salvo ae tivesse o goveroo-
mandado qua ofizesee.
Agora, senhores, vejamos o estado ds linha -*
quando e tratou do seu recebimento. Em2de- '
" Se.iemDro de 1860. poca en que leve lngar sw*
fHlogurigao da segunda secgio, esta parta da
linha nao se achava detloitivanente acabada, o
isto consta de todos os docunentos offlciaes, que,
se referen a este objecto. Mas o principio se-
guido acerca das estradas de ferro que tem ga-
ranta de juros, e que, como a nossa, ae acham.
subjeitas a uma inspeegio do governo, o sa-
guinte : o gverno ou paga esss garanta datar
da realuagao do capital garantido, como eotre
nos se faz na estrada de Pedro II, ou esse juro
io tem curso de pot do recebimento das obraa da
estrada, como se d as estradas de Pernambuco
e Babia; no segundo *" o goveroo procede a.
dua inspecces capitae que podem ter dous fina
diversos; a primeira a que concerne aeguran-
ga publica, a segunda a que tendo por flm ve-
rificar se aa obras se. acham devidamenle
acabadas tras como resultado o pagamento da
garanta. No primeiro caso, senhores, o gover-
no, roconbecendo que ss obraa offerecem a de-
vida segaraoga, nao deve impedir que a linha seja
entregue ao transito publico, elle pode sin, 4ei-
xa/ de pagar a garantia dojjuro.fizeodo-o sonen- -
le eflectivo no recebinento das ditas ocras ; ai
companhia poder efectivamente dizer :tos,
nio deveia impedir, qne en explore esta on aquel-
la parte da linha concedida desde que a eguran-
ga publica se acha devidamente garantida, o qua
est en vossas m8o recozar-me o pagamento
do juro desde o tempo em que essa|portatoia->
berta ao servigo do publico. Estes principias, Sr.
presidente, sao verdadeiros, e aceitando-os, como,
aceito, dominario no recebimento provisorio das
segunda o terceira secges, recebimento este que
tem tido lugar, durante minha ficcalisagio.
Na occasio do exams da linha, com relagio
a segurases'publica, qne foi o primeiro qu teva
lugar para a abertura da segunda seccio, teodo
en de proceder trabalhos fastidiosos, fatigantes,,
e nio tendo quem me auxiliasse, solicite! a be-
neoevoleocia do mnito illnatre director das obran
publicas o Sr. VViliam Martinaau, afim de qu
aconpanhando-me misa Inspecgo podesso
igualmente emmittir o aeu jotro acerca da segu-
ranga desiss obrss; e nio querendo faze-lo tao-
lomente* por convite aeu, Islvex por preienti-
menio do que agora M paisa nosta esss, lolicitii
II
IWI I
r-
ii i
i


DIARIO Dfi ffclWAMBUCO *. SEXTA ttllA 10 DE JtiHO DE 116.
V
\
*sn aniaiencia do Exm. pruiidenie da provin-
cia. Com eileilo o Sr. Martines scompanhoa-
m cena iospecco, examinen todos os iraba-
ibo*. reilBeeu comigo aa ramptu de loda a linba,
que te achatara prximo* do liaite marea*)
velo goveino, ai curas, etc.; eximioou fiotl-
meote ludo qse dizia retpei o a tegarance, pa>
bika, e a ac juio foi ndo conforme ocioiao
que havia eu raaoifeitedo -ao gorerno, neisa oc-
ofo, islo qae ledos oa ele ros le acharara
eoocluidoe- com a tgtotao<; -derld#, q6 as o-
brss d'arto-anm con*trasdi de psaka t tal m
(erro ew -eoaenxiidada coa. rasrtralo, ejes) ti
rampas se sebav dentro do ttmiUt e^atte. sue
eicrrrva tinbeni um rio nacaitor, pria maor
rMte, a o limite da comes*-?, e um S^aae
r* inferior a esie limita.
Eis o resultado dena rnaptccfte em Cns de n-
vemete; o puso qua-;o rart txame foi as-
istido peto Sr. iretlor/da* obras publicas, que
tnanSfeslou a miw ptepa.-confiaiiya pelo seguran-
cadas obras exetutadaa, q' t do coosla offi-
lo virgen F Ser id aeootecimenlo que nao te-
nhi explicco ? Ser ars Tacto que te bao potss
dsrrm um rampa del para80, com urna 'oc*-*l
va dse reboca ura coro boy luperor ao quetsej
pira a aje orca Poder-s'e-ha drier
estrado Al nal construida ? Bao ; i
uatUilb crdioario, que se ha de repetir todai Ib
rezsa qu bojirerjios tren* especiaee para mer-
cado*, coa flz'etUbelecer uliimarurjta, to-
das as t?zen,ue tormos obrigido a adoptar os
Irefls mixto oo ptMigearoe e mercadorlis com
urna iMlas^ spToTtrquellaque da** cor-
responder a nracMnsA&e aexplaSerc&o 'iotacto
'akl Bao 8a MVBypji* aanpi
alm do limrte abanaba rj cpmp
que sarta un ftljgtWo aajMseire, se postate -
ra txrrnte osa tafeaba il Osnstiante ekletjtao
coib xada pelo contrato o gorerno. B'etta a exptt- JHihia,Bcando a caita
cacto do tacto, explicacao que a rerdadein e a
nica qare a caaa pode aceitar. Jie t6, Sr. pre
sidente, que s interpellacoes deata ordem se resi
que se meaeionase loaos os melborameotos que
te taxis* mtater para a sus completa execucio.
0 presideerto da- provincia, apreciando devida.
nenie a- miaba propoala coojaotio que aa eele-
btane ena conreoQao, na qual flcou eoetllra-
mente etlipulado nao 6- lodos o lawtfaoto-
meotoa eeigldrjejB o que referiros para o com-
plemento da tecees, como aa obrig*coe* a que
Qcaria sujeita a-companhia com referencia a eoa-
aervigio das obras"j acabarlas. Assim a. qu*
par ea^MHMaWlJ W*f naja obrjeda
dTaS
iilmente, e est no dominio do publico, o do] pondera tem estorbo,
Sr. Bailyt foi feite co firan- proposito de mere-i Fallou-se nesta casa da titila do presidente da
par o eogeohetje^ae' cowpanhia, e com oseo provincia a Eicada com o fim de verificar sao
Sr. Baylet ttoha rarao na poblicaclo que havia
feo, viiita esta que, diese o uobr* deputado a

nico e tuspeiio
Ptrguolo su, pMfr alguem dixesj qaw esees
enturas do Sr. B-aily* ierri o alcance que lbe
quir dar este agente T merecerlo ellas a menor
cioflaoca ; ni* Acaran aoiquiladaa, d-et'anii-
ss com o exam* que proced 1
Creio que niogueco efflrmsrl o contrario-; e
qvelles que duridarsto do qud techo Tefendo,
presentem prora-s que eu procurare. dstrui-lat
con as forcea de qe disponho ; arnirio tragan
clo da ordem dos que atuiyso, frerqu* elles s
maoifettam a flt do melhores aFgunentos,^ o
-.tsejo de se censurar a todo te* ese estrada de
trro, quando notorio qee fHa aunca estere
io regularmente admiotrade orno agora-.
F.ii-ehi, "seohoras, o reevhslo do eHame de
fceT8DC8, da iospec;ao (tita com todas aa for-
fnatidades.'Mm todet os reqars'tios exigidos pela
rt, e em rujo ineolho mpr>piet af r perien-
cas que'sao recommaowadtspe'los pra'...os, ex-
rerieoctas de carga, persas poitesqe exittem
a liona, e de velocidade.-cem um pesediseimo
rem.'percorrendo toda a su* extente ; e de to-
vles ellas colhi os natssatnfaciorios resultado*.
Se isto nao sufficienre pxr.i rs rantir a tegurao-
~-:a poblic, declaro q sigo.
Pareci-ra* ter destruido com o rstultado deste
exeme todas as aie?r;esdD~Sr. fiyt, astercoes
;oc uo merecern para mim c mais pequea
importancia, nempara o goverao'iroperiel, como
Jaros diste, e qe foram iratiflas para acata
cao sei com que fim. *'
O honrado debutado,'trouxecm apolo da opi-
iao dp Sr. Beilys cm acontcimento que te
leu na segunda seceso da etrad il ferro, creio
que em 2i ou 15 de Janeiro de 4861. Naqaella
>^pooa uuj corle ttaoagioda-secc.jio, cujo numero
twra vos nada vare, tan qac eu sempre o direi
pera designa-Io, O oirfe nrlS, ioffreu um griu-
;)e desmorooemnt* em am de seus talude*, dee-
'oroosmeato este, que alen da natureEa-do ter-
reno, troate por cauta es grandes eachorradas
oa diaa 23 e 4 daqueile uei; este tacto, dtsse
0 honrado nerutro, de ve de alguna maneira
oocorrer para corrobbrer a* apprehesses dnSf.
Biyies, pare dar stguoi fanoart eoto eredes.
Mas, sentores, alem de ee (rilar de um aeto
Bailo commum em 'todas aa estradas de ferro,
j nao direi dos poirts '.ropicaet, mais de lodos
i paixes da iEuropa,- direi mesixio, que tc re,
se existe una estrada de (e-re em qne el-
ees desmorona ment* nae teutren lid* tusar,
acteace que o terreno dessa loealidade de na-
turearal.quw. menoe que eeuo destruste com-
pletamente a barreira, eeses tieemoreaamentee
deveriam ser fr*quentet. -O terreno de ana
especie de-granito decompotto, que est sujeito
se etbror ontioaadameote, qualquer que-aej
a inclioacO"dos taludes.
O Sr. Barros Brrelo : Quando nao liver a
inclioacao precita.
O Sr. Buarqoe i Perdoe o nobre deputado :
ha terrenos para oe quass nao ha ioclioaco pos-
ivel.
O Sr Barrot Barreto : H* iecBecao possi-
vei ata para areia.
O Sr. fiuarque : Qual indinado, meu col-
lega I O corte a que me rero de urna altura
de 40 a 60 pea, e o teu talude tem maior iocli-
nacao do que-aquella que se Besara fecada pelo
contrato.
ual toi, senhoret, o nico renado qu acbei
para que-se-sasteotaasem as tenas desae corte ?
Um muro de revwelimento de una forte espes-
ara ; fui necessario qu u exigiese depoit da
mioha rbegada do orle, onde meachava quaodo
Be leu o acuoteclmentO r i|ie c fatla, n>-
irucco deese muro, e s'> depoia de realisado es-
se mefhorameoto continua apenoa a dsslocaQo
dea trra/ pela parte superior, mas sem que te-
pfaa obstraido a ia poia -remediado o mal que como j
tos ditae, vemos repetido em Codas as estradas
le ferro ; e devo diser-vos com (renquera, que
na de fernambuco onde elle aa teeorreprodu-
cido em taenor escala.
Acerca de taludes, j que o sobre deputado
nelles falleu, devo (asee a seguiote reflexioi
eu uo -participo da opiaio dos honrado enge-
cheiros que pensara que as nossas Ierras se tus-
entam mellior, as grandes eochorradas, quando
se acham sofc am talude de grande iaclina^io,
por isso que derendo este talude ser tal que al
tinga a aua astabilidade, ser elle exeessivareeo-
te diepeodieso pela grande quantidade de tr-
ra a extrahir, e ento desapparece urna das condi-
ces esaeuciaes da obra, a ecoooroia ; se deve re-
correr de preferencia ao meio qu-i tensido adop-
tado na estrada de ferro, meio que a experiencia
tem moalrado ser o mais proficuo, e vem a ser,
conservar oa taludes mais vertieses, dando-Ins
urna inclioacao necetsarii na parle superior, for-
mando umajespecie de banqueta, e deixar.peque-
a superficie para o escoamento das aguas. Este
systema dimioue o etbroameate das noisas trras.
O Sr. Barros Brrelo 1J tei que temos a lo-
comotiva enterrada 1 ^v
O Sr. fiuarque:Eu qaisera que o-oobre de-
putado, que tem (antas apprenbentet pela es-
trada de ferro, e que na mioha opinio o3o sao
Justas, examinarse roinuciossmente esta estrada,
e me disseise qcaes a ao esset defeilos de que se
nao tem querido fazer meo-o ; estos certo que
os eoeoDlrtr em grande numero, mas psra os
quaes necenariamente achara explkaro....
(Ua um aparte.)
O Sr. Buarque:Salro aquellos 400 pela mi-
oha iasufficiencra, {n&o apoiado) que peles limi-
taditiimoi conhecimentos de que disponho, nao
tenham ido conherjidos- por mim. Eu aceito
qaalquer raflexao que me offerecereaa a este re*-
1 peito.
Hontetn, tesboref, fsllon-se tanto da estrada
Je ferro, as oio-se npoaio 1 por ioiciillra pro-
-i um so defeito ; porque eu, lenhotet, respec-
tando a autaridade qoe te x.cirpou da materi*,
me daria presea em remedia lo, porquanlo nao toa
-des que qararensustentar a todo o trance aasuat
opiniuet; e peto, oentraro qutndo ccobeco o*
meuserros, trato de corrig-lct. A mesma obter-
varao fago ao nobre deputado, {pata o -Sr. Barros
Brrelo) cuja Ilustrarle teohomuito apreciado
nesla caask... -
O Sr. Barros Bartolo ^lluito brigada.
O^r. Baarque :,...ajo eaVaetsr para nim
muito digno da respetto ; portar; la j v o cobre
debutado qae fazodo-me quth|uY obaervac&o
seata.parte, terei o primeiro a .iceita-la, amo
rinde-de um migo illaatrada, de um- collega que
-curaos oa meamos bancos que eu, e que *!m
tlisso tea pratica do trabalho, a eperienci* da
arte, qae multo mais proficua em ttes casos do
que ssaa Ureorias, qoeodrvenltira tooha eu ad-
quirido ata a idade de <> senos.
O Sr. Bornea Beis :80 f
O Sr. Bateo* Bareto : Afora.,..
Sr. Buarqoe :Sr. presidente, nao poseo dei-
xar de dar urna expticac&o aceren do (acto da pa-
rada do* trena na rampa de Timb Ass, parada
.taque nao se d actualmente, mit qas teve
lagar, e ter sempre; todas a rxe* que concor-
-erem aa circumstaocfia qoe es patio a referir.
Sr. presidente, ba urna poca so anoo emqas
w pode dixer, que a estrada di ferro s exilie
pasa o tramito da ptsiafeiros, e 1 ettaco iorer-
oos*. em que te transporta pequea quaotidade
de mercadorlaa; durant es lempo e quando
as aobrM oUpdot
e#ntr
odesdo
losteni sfaj
oobio uepatado quer oixer, que en qualquer
dea easos se despenden mais, n&o A isto ? ~~
> r. Mello Reg (Raphael): Sin, tenhor.
iS
Bssrqae: Maa sao 6 assim, porque a
lu com a ttgindt seceso tendo tido
rantia
gortr
oitosiaier do qae qaiatia fixs'da, ga
dos Jiros sprla sup*rior fjue obrigoa o g
(H* lm aparte.) *
O Srf Bu.aque : Foi* J nao dsae^naa oa
teguodvooseio tefMrsos alwiiM osaV-^e no
o m petbala to rViamsido pre vi*-
ntot,ahaal>JiastJtd.o espidas por
compasbis basaa isso como pre-
r" '-
o qae nao acontocou oa primeira teccao.
J v a cate que tta contideragao de muito
peso, qae leodo giande parte da reeeiti bruta d*
estrada applicada en favor da garanta do go-
vetno, nao rendo ella desfalcada pela conterra-
ce oa lloia o onut qae por ventura se imtgtnas-
e com pagamente da garant do* juro* achava
neite (acto ora devida compentacot Todo isto
quom me reftro, foi noticiad* pelas'-folba* publi-uoi eombioBdo, o gorerno nao flcou prejsdicado,
cas, I e a ccnvencSro foi-oot toda rantejosa, como pro-
Sr. presidente, eu creio que ha engao da par-
te do nobre deputado, porque nao me centia que
os joreaes detts cidade livessem dito semelheote
couaa. O presidente da provincia,^u entao era
o muilo illufirado e msito digno Sr. Ambrosio
Leilo da Cunta, nunca viaitou a estrada de fer-
ro com o Cm de rericar se o'Br. Bayles Ctnrta
ou nao raze as censuras que fes as isa* obras.
Uro Sr. Bepotado :O Diario So disse isso ?
O Sr. Baarque :Nao, n&o me conita ; e se o
ditae, posto tffiancarqve o fez tem fundamento ;
mas eatou penuadido que o Oearto nao poda pu-
blicar costa semotnante, porque lal visita nao
houve^ o presidente nurica foi a Escada verificar
ta quem liuhs ratoo era o Bayles, ou o engechel-
ro Petiiston, cao ligou. a menor impcrtan'cia a
etss quesio, e o mesoio pralicou o geverno im-
perial.
Eis-me efeegedo ao qrc de maii grsve se ditae
hontem, eis-ne (oreado a discutir os motivos que
me determinaTam a'farer urna convenci com 01
agentes de estrada gunda seocao, e em virtude da quato gorerno ge-
ral deveria pagar a garanta dot jaros, tobre a
somma e que se achava obrigadono contrato pe-
la miltogerfi, desde a poca da abertura da liana,
isto t da dezembro de 1860.
A maneira porque esta interpellico me foi
se aebara o irafego aborto at a 2a teceo, a
rsceita da estrada era insignificante; por ssaa ra-
zao os treoa tanto de marcadoriw,, tomo de paa-
eigeiro, eram coBbioidoa e (oimsrsm um io
-tren mixio, acooteceodo por vexet qae a machi-
na livetta da rebosar um grande numero*de car-
ros, as vezea superior ao qae estar preriit e ao
so achara en relagao com a ssa forga.
Chegando o trem assim fonoado na rampa que
alsto de Timb Aw pira a E*cada, e qae 4 de
1 pora 80, a machina ate pedia algamas rezet
trastpo-la sem tosw nsTo iiiipulto, para o ase
orcoso era parar.
fergsoto ea, Sr. preiident tria ule un fc-
feita, Sr. presideerte, importa urna centura grav
para mira-; estou persuadido que o honrado mim-
bra, que com tanta benignidtde prodigalisou-me
elogioi, que coa tanla bondade ditse n'esta casa,
que eu merecia-lhe toda aconQanga, que mani-
festou ama pureza de iotencoes tal, que eu nao
devo boje, que respondo, por em du vida seus ien-
timedtoi, nao pretendeu (erir-me Essas inler-
pelleQes, esteu bem certo, nao tfreram por (im
eeno provocar explic*ces; estou convencido
que ou Ira nc foi a intenso do nobre deputado,
que por reres me tem dado proras de deferen-
cia. v
Mis, Sr. presidente, urna questao esta mui-
to velbt, sobre a qatl por ver.es havia eu discu-
tido com o proprio nobre deputado, que me ioter-
pellou, 6 urna queitd que provocou centuraa de
meus desafectos, e acerca da qual eu tuppanhi o
nobre deputado esclarecido.
A convouQao asiigoada entre mim, o engenhti-
ro em'chefe e o superintendente da oompanhia
da estrada de ferro desta provincia, fez crer ha
muita gente, que, txhorbitaodo ea de minhat al-
iribuiQea, aisumi o caratter de um diplmala,
entrando em negociacet de alta importancia, ta-
zeodo cancostoe* que empenhavam o Imperio!
Procurou-se por todos os meios lancar o odio-
so sobre esta queeto; e ludo porque lenhores?
Porque nao te havia lido a convenci, por mim
celebrada e aatigaada com aquelles agentes, por-
que nao se havia attendido devidameote aos ac-
tos precedentes do gorerno, porque nao se sabia
quaes os motiroi que me tinham levado a assim
proceder. Eis porque tantas censuras te me fl-
zeram, eis porque se diste que o engenheiro fiscal
da estrada de ferro de Pernambuco quiz compro-
meter a provincia, quiz compromeller o Estado
com urna garantia superior aquella a que elles te
achavam obrigados pelos seus contratos.
Mas, Sr. preaidente, nao puno deixsr pastar
ai iocrepacoes qae foram dirigidas sobre este pon-
to, e a qae sau (ufando rcapnndsr nasla oocaalto,
sem dizer ludo quanto precedentemente occor-
reu, ludo quauto detarmmou-me a dar ase paa-
so, cuja responiabllidade eu nao desconfen um
s momento, mas que nao heaitei em aisoaair, e
ujoa roolt.d3 lc fa/.r:ui ero*, qio o ,rln <
que devo ter mais gloria durante minba liscali-
sacio oa estrada de ferro de Pernambuco.
Sr. presidente, quando *o tratou do recebimen-
toe das obras da 1* seccao da estrada de ferro, o
muilo honrado Sr. conselheiro Taque* effectiva
mente proceden, como hontem se dute neita ce-
sa. Tratando-se pela primeira vez da abertura
de urna estrada de ferro garantida pelo governo,
ms condicoe* em que se achava a de Pernambu-
co, procedeu regularmente o Sr. conselheiro Ta-
ques, nao autorisando o pagamento dot juros ga-
raoiidos desde o dia em que te realisou aquella
solemoidade mas nem por isto menos regular
procedeu o administrador.que autoritou a inau-
gurarlo do Irafego da segunda teceo sob ai con-
dicoes que vou referir.
A deciso do governo com relaco ao paga-
mento da garanta dos juro*, s depoia de con-
cluidas as obra* da primeira seclo, foi commu-
nicada a directora em Londres, e esta lerou-a ao
coohecimento dos accionistas da companhia.
Esta resoluto do Sr. Taques, approrada pelo
governo, de pagar ot juros garantido! para a pri-
meira seccao datar lo tmente da reoepeo de-
finitiva das sus obra*, recepcao que anda nao
tere lugar ata hoje, a para a qual nao dei o meu
astentimento, e nao o darei em quanto n&o forem
satisfeitas todas aa condices, por. mim exigidas e
indispeniaveit solides das dilasnbra*, esta re-
soluto, digo eu, trouxe o desanimo no commer-
cio de Londres acerca da nossa empresa, um dea-
gosto, geral para os accionitlat.
Urna longa quettao suscitou-se entre o muito
Ilustrado Sr. Carralho Moreira, nos.o ministro em
Londres, e o Sr. Bensoo, presidente da compa-
nhia.
{ Ha um aparte ].
O Sr. Buarque :Eu dei-me ao trabalho de
ler esta correspondencia, e verifique! que o nosso
ministro se portou com a dignidade necessiri* 4 e
dizendo-vos que nesta parte o governo sustentou
devidameote a su* resolucao, nao posso tambem
deiconbecer que ludo quanto se diste netea cor-
respondencia parecea-me por domis inconve-
niente aos notso* inleresses futuro*.
0 goverco, analmente.julgou maia acertado con-
ceder etse novo favor a companbia reslModo a
quett&o pelo pagamento dos juros garariRdoi
datar da dia do primeiro recebimento dai obras,
isto a datar da abertura do irafego da seccao
ao transito publico. Eisaqui senhoret qual foi a
-solugao da questo, solaco que o governo adop-
cin para evitar maiores difficuldades.
As vantagens que obtiremo* de nosia genero-
idade nao lbe correspondern!. Na rerdade a.
companhia bem looge de concluir as obras ds
primeira seccao as conservou por longa data 00
estado em que se chavara por occasiao da aber-
tura do irafego, e t depoit de reiterada* exig*o-
cias coocluto algumaa d'eilas, restando inda boje
trabalhos por terminar completamente.
E*ie o ultimo* resultado o'essa complicada
quesio da garanda de juros os primeira secea.
Vejamos, Sr. presidente.se a minba conrenco
trouxe as metmaa contequenciaa, ou ae eviiou
ettai difJicu1dedet4.se em virtude d'ella se acham
atobra daseguodaaecgao concluidas, e qual
o onus que por ella pea sobre nos.
Tratando-te da abertura do irafego da secco
do qae me oceupo agora, a companhia declarou,
que n&o podia lar ella lugar a 2 de dezembro, te-
n&o com algumaa obras por concluir ; que a se-
guranza publica, como j demonstre'! a caa, se
senara garantida, ma que aa obras da seccao nao
ae podia julgar definitivamente acabadas de
COBformidade com as condicoea por mim exigi-
das, Alem disso a companhia baria protestado
por oulris rclama;oea minha*. allegando
que tinham ellaa por fim demorar o prazo fizado
par* coocloio desta parte da linhi, e augmen-
tar a totuma designada para a sua construeco,
entretanto que apenas exigiam maiores garantid
para a seguran;* da liaba. Conaindo de ostra
parlo facilitar quanto antea os transportes do in-
terior, abrindo a segunda seccio ao transito pu-
blico, delerminei-me a propor ao preaideote do
provincia, quem fia rer o salado da lioha, a
meio que pareeia-me o mai* acortado s conre-
oiente para chegarmo* aem damno para sea*
huma das partea, realisar aquella -fim. Foi
assim-que ofereci urna convenci em que se
eilipulaue todaa aa obraa que deriam ser con-
cluida alteriormente, em que M aartse deta-
lbadaiBenle quaes eram u ius dimeoie*, en
Tambos*, ts tesa profiuoi resultados.
N conreeoo-Blosie o prazo de 6 mezes
para a concluao final da linba, obrgaodo-ae o
governo sa fosse saiiifeila esta condico, pelos
juros garantidos desde o dio da ioaugunco do
trafego d? seccao, mai sea garantia s teria lagar
sobre a somma destribuida pelo contrato, e nao
sobre aquella qae effectira mente havia sido des-
penda ; esta ultima era superior a aquella,
haveeia onut na rerdade se sobre ella tivesse ea
feto a conceno.
Decorridos os seis mezo* a companhia solicites
do governo urna prorogaro do prazo, mostran-
do que o sea engeheiro residente e o agente-do
empreireiro haran fallecido, que linha perdido
nesta cidide teii a oito operarioi, qae te acha-
vam oceupadot eos trabarnos, o que estar n
impostibilidtde de coacluir a tecc&o deotro doi
seii mezes.' Efectivamente, senhoret, manda a
justica que eu confesse, que 01 otforcos ds com-
panbia para o cumprimento das condicoet a que
te havia obligado, foram incestantes, foram de-
vidameote apreciados por mim ; que ella os em-
prefou a a ponto da extenuar muitot des sus
agentes pira dar'cumprimento aot teas deveres,
mas nao o i.ie conseguir, por etsas.razes que
aesbo de referir.
ntrenos agora na analyse da casrea^o asiig-
rda. Essa conrenco foi a presentada peitoal-
ente por mim ao Exm Sr. Joo de Almeida
Pereira l'ilho, mioittro do imperio de ento, que
a lerou ao coohecimento de S. H. o Imperador;
ena convenco foi lila e apreciada em contelho
de ministros"; e qual foi o resultado dena apre-
ciado? 0 resultado foi ajiua approvaco, sem
nenhema oulra restriego mais do que a reserva
que se devia guardar acerca do astentimento da
directora em Londrea, de quem flceva anda ella
dependente na parle concernente aot aeui
agentes.
Senhores, ae etta convenco era m, te ella li-
ona prejsdicado ao governo, se havia desfalcado
as rendas do Estado, por Uso que o obrigava ao
pagamento da garanta de jarres antes de ssrem
as otras definitivamente concluidas, porque ra-
zio npprorou-ie etse ;meu acto ? Porque con-
cedeu o goveroo urna prorogaco de prazo ?Sem
duvida porque era ella aceitarel, porque garantia
melhoros nosios iotexitses, tanto assim era que
a companhia achou que seus compromiuos-*nm
mait onerosos qu* os do goveroo. J v porianto
a cas*, que etsa convenci nao tem o carcter
que le Ihe tem querido emprestar t boje, por-
que, senhoret, anda offerecendo-roa. um argu-
mento, se elle era m, para que o muito illuitre
Sr. Manoel Felizirdo deSouza e Mello aceitou as
tuat bases e expedio segundo ellas um aviso de
sua reparticao, autorisando a abertura da lerceira
aec;ao da nosia estrada? S* esta conrenco li-
nha lantoa defeilos, se onersra os cofres para
quetceita-la de noro, consignando-se textual-
mente as tuas tases onerosas ? Eu creio que etle
(acto prora de mais, que a convenco (oi conve-
niente, que ella trouxe-nos resultados proficuos.
E effeciivameote, Sr. presidente, V. Exc. que ha-
bita prximo a loealidade ha de reconhecer que
as obres da seguada secc'io esto conclnidas, en-
tretanto que as di primeira, abarlas ao tramito
em 1858 anda hoje nao esto em estado de serem
rccfbida, depoia de 4 ibow aeMtrU aada
oo dei o certificado de recebimento p primei-
ra sercao, entretanto queja o fie para aegunda.
Portaolo, senhores, o que quereim. ala para
mostrar que easacouvencu nao fot prejudicial,que
esta convenco oo tem n caracleif^ue aa lhe
quer emprestarr yue essas censuras gao antea
lilhst da m vonlade, e que oo reiittem a ana-
lyse ? Nao sei. w
Agora, Sr. presidente, tratarei dos motivos
porque o gorerno n&o asteolio so pagamento dos
juros para a estrada de (erro daBibia, sobre todo
o capital despendido at a concluao das obras,
e tobre a parte effectivamente gasta al o dia
da abertura di liona, e moslraroi a caaa que etsa
decisao nao podia por forma alguma er applica-
da a nossa estrada de trro.
Sr. preaideote, para a estrada de ferro de Per-
nambuco, o gorerno dividi o capital por sen
teccei, dettributQ&o esta .que traz urna giraolia
de mais para o cumprimento do contracto cele-
brado, mas que oecessariamaole devia falhar em
algumas daquellaa diviies ; e rt compreheo-
deis bem, que seodo as obraa mait difficeii em
urnas seccoes qae em oatres. teria dekgastar-se
maior somma em algumas dellts, e que s pro-
porgao da distancia nem sempre correspondera
a do capital diatribuido.
Entre nt, quando *e tratou da seganda aeceo,
quaodo teve edectivomente lagar a abertura ao
trafego em 2 de dezembro se 1860, te hara de-
pendido cerca de 3,400 cootoa de ris, entreun-
to asando te realitou a liquidago da garaniia de
juroUbisa seccao a somma destribuida pela mi-
liagem foi de S30.000 f ou cerca de 2,200 con-
toi: j te v por tanto a differtnga a faror dos
nolsos cofres, isto que ser paga a garanta do
sorerno como devia te-looa estrada da Baha,
corretpooderia ella t detpeza effectlra de 3,400
contoa.
On 3rH1ipaUS:%.* stpstado nao
*rls,j fodia exigir obraa, qae ano esUoostam oo plino
con-' "apnrovado peio go**emo. 0*w
O Sr. "Buirquo; Neo boore ptaospptorado
pelo gorerno, e ain un linha ds perfil oa trac*-
do ;.desigoou-ie sns lomma para toda a linha,
ama parte para aa obras d'arte, natra pasa aa ea-
tagoei, ect. e tudo o mais se achira englobado na
tomma total.
O Sr. Mello Reg (Riphael): O nobra depu-
tado aioda hootem disse que o Sr. Bortwik Mona
feito essa dettribuic&o.
O Sr. Buarque-: Mas a deitribuic.ao Dao
etta de qae falla o nobre deparado, isto o Sr.
Bortwik determinou, urna certa aomma para
cada nalureza de obra, e n&o entroa noa deta-
Ihei, nsm o goverso foi osrido previamente
acerca dos plenos ds exacucio.
Se Uzesemos como me perece querer indicar o
nobre deputado, como aa taz em Franco e em
muitoa paices, onde os ornamentos a&o acompa-
obados da deterip^o completa deuaa obras, e
materaes ne'lai empregadoa, ae assim se liresse
praticado, eoto a* obraa aeriam construidas com
muito mais seguraoca, do que e foram na 1*
sesteo.
(fia am aparte.)
<3 Sr. Buarque: N&o ha, Sr. presidente,
excesso, de despendi em emboa oa easos, como
pretende o nobre deputado, que interpellou-me;
e se desde o cc-meco de miobaa contideracea se
achasse elle na caaa, reria qae osse phanldiado
onus eatava devididemente compeniado pela
applicac&o da receita bruta & garanta doa jur*
durante o* aeis mezes da eooclut&o das obras; e
que Jooge de fiearmus prejudieados vemos qae a
seccao para a qual te asiigoou urna convenco
foi a nica concluida, eotretanto que, existiodo
um rerdadeiro onue para a primeira, ainda n&o
a podemos cootiderar em eitado de nr retebida
pela gorerno.
Craio harer retpondido ai interpellicdes que
me forem dirigidas, e explicado os factoa que
ceuiaram tanta appreheni&o oo espirito do nobre
deputido pelo 4* districio, tactos que meu rer
oso mereciam apreco.
Sioto-me fatigado; fallo ba mais de dnas
horas, e por iiao concluo, convencido de qae oo
serei mais toreado a oceupar a attencio de meut
eollegas com otjeetos de semelhaole ordem.
Muito bem.
O Sr. Helio llfgo (Raphael): lslo n&o res-.
poned a mioha objeceo de hontem.
O Sr. Baarque : J rejo qae o pobre dipu-
tado n&o presto attencio a minha demonstrico,
mas eu repito, te em 2 dezembro is havia dei-
pendido 3:400 contos, e o gorerno id deria pagar
o juro sobre 2:200, v snobre deputado qse a
pagar-se a garanta do qae efectivamente se
havia despendido al a abertura do trafego, te-
riamos um grande prejuito para o gorerno.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque: Es creio que iato malhe-
mathico.
O Sr. Mello Reg (Raphael): Se o nobre de-
putado baria fizado a detpexa da lecc&o com-
pleta em 2 200 cont*, 10 mezes antes da obra
acabar-se, nao podia ter-se despendido eiset
3:200 contot.
O Sr. Buarque-: Ou n&o compreendo o nobre
deputado, on o nobre depulado oo preatou toda
attencio aot meui argamentos.
O Sr. Mello Reg (Raphselj E' potsirel que
nio no entendamos.
O Sr. Buarque : Diz o nobre deputado que a
secgo b&o estando acabada, nao podia ter-te
despendido tanto capital....
O Mello Reg (Raphael): Tanto quanto aje-
lando acabada :'fift> oUro,
O Sr. Buarque: Sim, tenhor.
O Sr. Helio Reg (Raphael): Se estando
acabada s valia 2:200 contoa......
O Sr. Baarque: Mas atienda o nobre depu-
tado que o capital empregadooaa obras, muito
superior aquella que o goveroo Unna distri-
buido. *
O Sr. Mello Reg .Raphael) : Isto importa
pouco.
O 6r. Buarque- O governo ten tanta cona-
ciencia d'itso, que at j tem solicitado informa-
Qoes acerca de conveaienoia do pagamento desia
garantia, tobre o capital efiactiramentc detpen-
dido, Uto em lugar de 2:260 cantoa ene que
baria su fizado a doapeza, teria elle de pagar a
garantia sobeo 3:400 contoa, que ae despen-
dern).
Um Sr. Deputado : O governo andero pagar
aobrs o capital flxado, s nio tem colpa que a
companhia gaste mais do qse aqullo qse isla
fizado.
O Sr. Baarque: Isto ma rerdade, o o
que te tem praticado. Mas, ss ondioiaa do con-
tracto ds airada d fencMla Babia ne paraca
3o datero* alguma ooss on ralapjb a estrada
e farro de Pernmbueo> efisctivestoBte ten
de pigir-ie o joro do asfflal dopsadido at s
dia da abertura, o qse as ti
buco.
(Ha am aparto.)
O Sr. Buarque: O qae ne parees, qse o
Discurso do Sr. Tbeodoro da Silva, na
sesso de 2 do cerrente.
O Sr. Tbeodoro da Silra : Sr. presidente,
lamento, como o illastrado deputado qae me
preeedeu, que esta cata houveneadoptado a re-
cente reforma de lea regiment, por torga da
quil aa posturas municipaes fiearam circumscrip-
tai a urna t discuitio ; e, posto qae nao impo-
nhs a mim mesmo a obrigaco de demoottrar a
inconititucionalidade deis* reforma, o que seria
m pura perda de lempo, visto como do acto
addiciooal que oenbum projecto, em cajo cato
eslo aa posturas municipaes, aeja adpotado pe-
lea asumblas provnciaes sem que patse pelo
turno de tres ditcuises, limito-me a astigoalar
a coiocideocia que deploro netsa reform*. que
to de perto preeedeu discusto das posturas
relativas empreza Cambroooe.
O Sr. Feoelon diz algamas palarras que oo
ouvimoe.
O Sr. Tbeodoro aa Silra : O aparte do illus-
tre deputado....
O Sr. Feneion : Nao dei aparte.
O Sr. Tbeodoro da Silra : Eu osvi algumaa
palavras do honrado membro....
O Sr. Feneion : Foi com relaco ao qae es-
teva conversando o Sr. Souza Res.
O Sr. Tbeodoro da Silva : Bem ; nao insis-
tirei, visto que o honrado membro n&o me per-
miti o pr.ier do reiponfl.r-lhe.
Dfza ea, Sr. presidenU, que lamentara aquel
la coiocideocia, por quv em negocio lao grave
como este, aou obrlgado, bem cono aquelles qu/t ma mixto,
impugnam potiuras, a (aliar mu poucas re-
zee....
Um Sr. Deputado : ruue rallar duas vezet.
O Sr. Tbeodoro da Silra : .... s discut-lo
com mui pouca largueza, em summa, aou priva-
do do salutar recurso da discusso ; por isto que
a recente reforma veda-me esse recurso, que pe-
lo acto addiciooal foi to aabiamente concedido.
Timbem, Sr. presidente, como o nobre depu-
tado qas me preceden, considera o negocio, de
que agora se trata, como um dos mais serios e
gravemente importantes qne so coohecimento
desta casa taem tido submettidos, ao menos des-
de que nella teoho aissnto. Pretend-se favore-
cer por meio dettas potiuras o iotereste do em-
prezario ; mai note a caa que 01 favores, que se
ihe concedem, to em prajuizo de inleresses mui
legtimos, de direitoi summamente respeitareis,
e offendem a t dot contratos, a lei e a propria
constituicto.
Examinem-te, Sr. presidente, estas potiuras a
que me retiro ; attenda-se syndicaocia imper-
tinente, repartir, e talrez mesmo perigosi que
ellas prescrerem; altenda-se ao pesadissimo
onus que ellas impdem, onus nao previsto nem
estipulado no contrato celebrado com Cambronne
e ao qual por consegaiote nSo esto sujeitos os
habitantes da cidade do Recite; e rer-seha que
precisamente este um dos negocios de mais
transcendente graridade, qae a esta casa teem li-
do trazido*.
Nao farei, Sr. presidente, o hittorico do con-
trito Gambronoe ; oo : limito-me a dizer qae
etta -casa houre-se de tal modo na adopeo do
projecto de lei, qae autorisou o presidente a que
contratatse com Cambronne o tervico da limpeza
publica e aiseio da cidade, que as publicacei
diariat de ieui trabalhos, as toas actas, n'uma
palarra, em todo sea archivo quasi n&o encon-
tram-te vealigios de sua adopeo. Dei-me ao tra-
balho de compulsar todoa oa pirecere dai com -
mittes do aaoo de 1858, atiim como os jornias
da can, folha por folha, qse publicaram a sesso
desse auno ; e, j desanimado, por am acaso rim
a encontrar o'um detse joroaes urna declartco,
maa lo concisa que era quasi imperceptirel, de
que a commiisio de peti(es spresentra um pa-
recer, que coocluira porum projecto ; e dotjor-
naes ssguintes via-se que esse parecer e projecto
foram approvadoi sem nenhuma diicutto, sem
a mioima reflexo. E esse projecto qae assim foi
adoptado lo auave, como desapercebidameote,
foi o projecto que autoritou o contrato Cam-
bronne, em virtude do qual agita-ae o importan-
te negocio, o graviasimo negocio, que actualmen-
te pende a alteoco deata casa I
Referiodo este ficto, senhores, eu tnho por
fin (azer bem salieote, oque do ontro modoooo
tem satisfactoria esplicac&o, qae, quando ae au-
toritou o contrato da empreza Cambronne fez-
te-noi crer qae ella, eminentemente til, nao
era, nem linha precito de ser obrigaloria
O Sr. Baro de Muribeca: Voluntaria a mim
se me diue.
O Sr. Tbeodoro da Silra: Ea n&o devo re-
ferir, porque n&o quero confiar em minha memo-
ria, o que entao ae dizii oealaa bancadas ; mss,
se o flzesse, aitaveraria com toda a indiridaaco
qae o'aqoella poca paisou, como cousa corre-
le uesta casa, que o iervic,o, a qae as propuohs a
empreza Cambronne, nio teria obrigatorio. Do
contrario, torca coofessa-lo, n&o comprehen-
der-ie-hia o silencio que houre nesta as*embla.
(Ha um aparte.)
Senhores. sei ao que me dirijo ; deixem-me
apreciar todaa aa circnmstsnciaa anteriores e
subsequentes celebrac&o do contrato Cambron-
ne; deixem-me remontar aos tacto* a qae vou
me referindo; e depoi* attingir o ponto que
lodica o nobre depulado.
aqu campre-me chamar especialmente a atten-
c&o da caaa para esta expreativa circamal*ocia :
pattaram-se dout innoi, repito, sem qae ama t
tentativa, urna patarra ao menoa dennnaaaae
aamelhinte dlielto. <-/
Em 1881, porm, ae me nao samas aa es-
pretidente desta provincia, o Sr. Ambroiio Leilo
da Cunha, dirigi Cambroooe a primatrapetiebo,
J[ na qual requeres que ae fizeste firms ralioso
o sea controto, a parte em que impunba obsiga-
qio aot proprMariot W cidade do Vocfe daxser-
virem-se osmaralbos da emproaa.
EtU.apadac&o tai tracomittida eaojsra muni-
cipal, rjjafjm rirtude ditto frmalos amss'pos-
turs, entujee dost primeirec artigos eatabele-
ceapreaaaa, erara e determinadamente a obriga-
co de qus, desde logo, fosson ot proprietiriot
compellidoa collocar os appiralboi Cambron-
ne em uas respectiva* casis, t
Estas postsraa, que, aa eram nimiamente re-
xatoriaa, como eram, tioham todava o m*rci-'
ment da tranquera, deixaram de ser approra-
das e foram derolrida cmara manicip.I, (a-
ceudo-t* acompaohar o sx-pretideole de*t* pro-
vincia, o Sr: Nanea Goocalres, de um teu noti-
rel oflcio, que peco permtalo caaa para lr.
Dizia o Sr. Nunes Goocalres, fundamentando
o sea proceder, em officio de 15 de jalho de
1861 : o projecto de posturas confeccionado pela
cmara municipal do Recite para execvc&o do
cootracto celebrado com Cirios Luiz Cambronna,
eque me foi enriado com o *eu officio de 23 de
juobo fiado, nao aatiifaze conrem que aeja alte-
rado, tendo-se atlengio aa aeguiotea coosideracoea.
Nao est na Itttrae eipirito desie contrato que
o$proprietarioi data cidade tejam constrangi-
dos acceitar o syitema de ap\arelhot da hm-
pixa, qae o empresario se prope a executar,
como prescrerem ot artigoi 1 e 2 do citado pro-
jecto de potiuras, urna vez que contervem tuai
casas on precitaa coodic.5ea higinicas. O ar-
tigo 41 do contrato, prohibiodo apenas o empre-
go de outro syitema da lalrioas, que oo tejam
as do empresario, salvo aquella* que j exittiam
anteriormente e preeochem ai regras higinicas,
nao obriga comludo acceitar directamente o
meimo systema e aem poderia obrigar aquelles
que por meios proprios podastem fazir o aervlco
da limpeza de aua* cuas, tem|ioconveniente al-
guna com relaco salubridade publica e aceio
da cidade, e ainda menoi aquelles que, por sua
indigencia, oo podessem comprar astet appa-
relbot. Neste sentido, pois, devem ser modifi-
cadas as diiposicei dot citadoi artigos 1* e 2
das posturas, para o qae as devolvo, etc.
Srs.,eu, qus oo tiv a honra de entretr re-
lacoa* estreitai com o Sr. Nunet Goneilves,
compro am dever que i justiga reclama, tecen-
do-lhe o meui sincero! encomios por to atiig-
oalada, como acertada decito.
O Sr. Souzi Reit: Quaii sempre proceda
astim.
O Sr. Tbeodoro dt Silva : Devolvidas as
posturas do modo referido, apraz-me tambera
coofesiar que a cmara municipal em principio
nao recalcitrou pela tua adopeo e que tua res-
posta presidencia (oi digna de lo illuitrecor-
porarjio ; mas infelizmente a mesma cmara o-
briga-me impender a minba conssao, em
contequencia de teu ulterior procedimeoto.
E em prova diito attenda-ie ao que pasto
expor.
4 cmara, senhores, qae havia confeccionado
as sobreditas postaras, que oellas preicrevra a
ettranha obrigaco, que todos detcooheciam,
compenetrada de seus deveres respondeu pre-
sidencia do modo qae tegue : A cmara muni-
cipal, informando com a urgencia que V. Exc
Ihe determina por seu respeitavel despacho desla
data, exarado na petQ3o de C L. Cambronne,
qae devolve, tem a dizer V. Exc. qse. nao sen-
do o contrato obrigatorio, com V. Exc. lhe de-
clarou em seu officio, nao devem tambem s-lo
as posturas [que houver a cmara de confeccio-
nar para a sua regalaridade, etc.
Nida mais louvsrel que essa obediencia hie-
rarebica e o proposito de persistir n'ella ; e por
iiso nao esqueca a casi estaa formaet palarrat:
que nao sendo o contrato obrigatorio, nao de-
veriam tambem se-lo as paitaras, que a cma-
ra houvesse de confeccionar.
Mai, tenhoret, como explicar o procedimeoto
desea mesma cmara, que to pouco tempo de-
poia e o&o obstante a obediencia derida pre-
sidencia, em rirtude da qual declarara que nao
confeccionara posturas obrgatorias, formulou
todava e submetteu a apreciado da mesma pre-
sidencia esaaa postaraa que hoje se discutera e
aai quaes, aem que haja aquella mrito Oa rran
queza, de qae j fal'?i com relaco a* primeira*
postaros, pelo contraro (o adoptado um yate
um syitema hybrido de meios indi-
rectos, mas imcceitavels e de meios directos e
obrigatorio*. lo toaeceitaveis como aquelles ou
mais ainaa r i Como explicar semelbsote proce-
dimeoto ? Na impoisibilidade em que ettou de
fsz-lo, acceito com prazer qualquer explicacio
quedelle te me queira dar.
E astim teito, Sr. pretidente, o histrico daa
postaras que se discuten), o qual t por si faz
claramente transparecer que o contrato Cam-
bronne n&o obrigatorio com relaco aos pro-
prieterioa ; patso agora aaalysar essas posturas
em que temelhante idea foi contida, E' certo,
porm, que nao farei como o nobre deputado que
me preceden e que, defeodeodo-as, desceu
analyse do cada um de seus artigos ; oo me da-
rei essa trabalho,(que desriar-me-hia das idai
capitaei compreheodida no respectivo projecto,
para as quatscumpre fazer convergir toda a ir-
gumentsco.
Por mait que te diga, Sr. presidente, que o
artigo 2* das posturas nao iocoostituciooal e
por maior que aeja o retpeito que eu preste
inteligencia doi que o dizem, nao posto con-
reocer-me,coo(eiio-o,de que me falle e tenham
elles razo.
O artigo 2a das posturas, positivamente deter-
mina que todaa as casas da cidade do Recite de-
vero ser varrida urna vez por da, sob com-
miuacio pecaoiaria ; e que para fitolii*r-se o
cumprimento dessa obrigaco, ellas tero abertas
e franqueadas toi agente* da municipalidade ;
e entretanto noto que esse irligo nao eslabelece
garanta alguma ao abuio do direito de risita
conferido aos sobredito* ageotea ; noto mai* qu
as posturas municipaes, permeltiodo o iogresso
dt dia ou de noute, poia nio o restringen), no
inviolavel e sagrado asylo do cidado, abrem
urna excepeo ao precerto constitucional, a qual
nio podiam abrir ; accrescendo que nao pres-
crereram formulaa para o iogresso, qae s com
essas formulas parmettido I A constituico.
reda, com effeilo, o iogresso de noute em casa
do cidado, salvo por seu contenlimenio ; e de
dia t o permiti ooi cttoi e pela maneira que
a lei determina : oestes termos pergunto que
da lei que autorisa entrar-ae em todaa as casas,
qualquer hora e sem formulas, para proceder-
te visitas domiciliaria* ?
Ditie, porem, o nobre depulado, que fallou
em primeiro lugar, que oa, poder legislativo
provincial, temoa tambem a atlribuico de de-
terminar o* cato*, em que (acuitado o iogresio
na caa do cidado. Ser defeito de miaba in-
telligencia, ser defeito de applica;io dos princi-
pios qas apreodi; mas quer-me parecer que ha-
rerla a mt\% tubsersira ansrehia, ae os podere
provioefaes concorreaiem com o poder legislati-
vo geral para designar o* ao e aa formula*,
com que se deveste ter ingresso na babitaco do
do escrlro on offlcUl de justica e de teitemu-
nhaa, enidrando a infraeco de iaas perscrip-
Css como crime ; ta postaras municipaes de-
israinan psrs Mrnptstnenfe qae e'eaaa do
cidadlo este]* berta para qualquer agente da
anmieia*Hddo poder'examinar te..... ten tido
>|errs4 anda qae o cod. do proc.
coatsgrot IgsalmtDle um bemdedutido capitulo-
pira designar o* caaos, em qas se poderia pro-
codst 4 aaesas oa caaa do citadlo, etlibilecen-
do gangoso pava a concento- do* raipectivos
illas es-offlcio e determinando que i re-
inarte s (otsem concedidas, pre-
da i- da meima parle, jaramenlo
e M|aMbio de teetemnohi* toare o teu
la. e ngaifndo-ie a expdico do manda-
do qwel aterero conttar oa motivot e os
atordl-trfl

''.


*.


trabalho
O br. Theodoro da Silra : Mas, Sr. preai-
deote, poeto qae, eomo j dte,liiio pretenda
Myrmft-
.certat ta-
o qae
depois s
(azor o histrico da empresa _
ta-ie-me continuar na refere
camstancias, qse com ella teem rea
gaitirei poueta pilivrii, para cheg
poiturii qae ae diacutem.
Contraiada a empresa, pniarim-ie doat an-
not, os de 1859 e 1860, aem qae o respectivo
empreztrio deoandaase, o que n&o era natural,
d nade Prnam-fo proposito, o pretendido direito que agora diz
ter, de qae, ea* rirtade do contrato qso celebra-
ra, o serrteo da limpeza das casas ficra sendo
obrigatorio pera ot retpietivp* proprietarioi. E
cidado; ae aoa poderes provnciaes faite licito
ibrirem excepce coostitui(o, que s pelo
poder legislativo geral as pode loffrer e tempre
de conformidade com 91 seus proprios termos.
O que seria ento do valor dos preceitos cooa-
titucionaei, se nos, poder legislativo provincial,
se a meims cmara municipal, como pretende
o nobre deputado, podeuemos fazer excepQdes
constituico do imperio, excepcoes dos direitot
individuaet do cidado, poii ene o caso de que
te trata ? O abaurdo e o perigo sobrepujirian a
unhfade e ss garantia* do lystema I
Mas, podeatem embora ** taaemblas prorin-
ciaet e a meamas camaraa municipaes fazer o
que pretndela, ainda assim pergunto : aa posta-
ras, posto que facsltem a entrada no domicilio
do cidado ansas hora, cada momento, cada
inflante, pois assim deve ser entendida a per
mits&o que ellas dio aos ageotea fitcaei, ettabe-
lecim todava aa formula*, sempre garanlidorat,
con qae eites devam proceder a viaitas domt-

u- u uvuia uopaiauo. con que eites devam proceder ai visitas floml-
Um1 Sr. Deputado : Ba quero!pospar-lhe o cilariat? A omisto t por li manifsata a in-
b0* cooalitaclonalidade deaaas podaras. Porreotera
nao dlips a cooaiitai^o que a osa do cidado
tmenle tej* ranque*da, alm doa caaos, coa ea
praciaa fornulat etlabelesldaa por lei? Que
desasa formal?
E, seakacee, obeetrai qae ao pista qae em
cumprimento da conveniente, soletar tibia
dltpoticio da constltucio o cod. criminal excla-
ivmente oceups-te em ana longa aessao do
dergnar 01 cues, en que aatoria* a entrada
na casa do cidado, piehibiodo-a sm todos ea
miis ciiot; so passo qae ene cdigo cheg
meimo 4 etUbelecer lgamt* formlas eoseo-
erses para o ingrasso, ceno a orden per e*ciip-
to de quem determinar a airada, e s iseiitefiuM
do,
fundamentofd bijici;': que lomete aera feito,
com astiiteoca do respectivo etetivo, oo offi-
ciaes de jiuliQ e de ama testtmuoha.
Ei shi nm gnode" cortejo de cauteVia para
garantir a caa do cid lidao, mesmo na hypolbese
de'qu* nella a autoridade publica houvesse de
proesrar criminosos, instrumentos do crime oa
objeclos roobadoa. p cujoi caioa o meimo c-
digo permita arbuacaj. Quanto retpeito sos
direito* uiJividmei do tosdo 1......Como ,
pois, que dizem os nobre depulado aer coniti-
tuciooal o artigo em dltcutrto, no qual, em re
daqaelles reipettos, 16 ha despiezo ao direito
individual de asylo na propria caa 1 Cono 6
que dizem juitifttar-te com a mesma letra do
art. 179, 7 de conilitui;o a facnldade conce-
dida tos renle* da municipalidade de entrarem
na ctn"do cidado de dia ou noite, tempre quo
Ihes aproaver e sem........
Um Sf. Deputado: Sem (ormalidade alguma.
O Sr. Theodoro da Si I va:Sem a miamo
(ormalidade, como bem diz o nobre depulado?
E insiitir-ie-ha aioda acerca deconiliiuciona-
lidade do artigo ? Ioeftta-ee embora, porque a
caaa j deve estar esclarecida; e o que tambem
nao se pose deixar de reconhecer que elle iu-
jeita a populaco da cidade do Recite A um emi-
nente perigo,' poii todoa comprehendem o qae
pode reiultar do exercicio da (acaldada ampia s
absoluta, conferida ao agentes da municipalida-
de, de poderem entrar no domicilio do cidado
empre que theaaprouver, de derassarem o ga-
binete o mai reiervado, a cmara a maia recn-
dita de nossas casat. Lembre-ie o nobre depu-
tado de urna poca de eleie.oei, pocsa do
desvarios, imagine um fiscal armado com essa
mortificadd/a faculdade e certo compreheoder
o prejudicial arbitrio, e o perigo resaltante das
poaturaa que se discuten).
Portento, de ludo quanto teoho dito me parece
evideote a coocluso de que o art. 2 daa posta-
ras oo pode snpportar s analyse. (Apoisdoi.)
Porm, senhores, nao (rnente ao artigo, de-
que ma teoho oceupado, que tico aberta oppoai-
cao. Mai* que esse arligo demanda seria analyse
e enrgica cooleilaco o artigo daa potlurae, quo
determina que desde o 1* de Janeiro -de 1864
em diote, nem meimo noi lagares designados
no art. 6a, aeja mais permittido o despejo de
materias fecaes, de lixos e de aguas servidas. Eis
o que dispe o art. 9* dat pottura*: do 1 de Ja-
neiro de 1864 em diaote, nem mesmo nos lagares
desigotdos 00 art. 6*. aer maia permittido lin-
ear material fecaet, nem lixo, nem aguat ptri-
da!, dizeodo haver em cada cata um appsrelho
de latrioa com o competente resorvatoro e ca-
oelitico para etgoto das ourinas e aguas servi-
das, seodo os proprittariot doi predios obriga-
dos a col loca cao dos ditos apparelhos. O art. 10
determina qae enes apparelhos, bem como os
reservatorioa s postara ser comprados Cam-
broooe.
Antea de lado, opponho tambem contra esse*
artigos a prejudicial de inconstituciooalidade.
Todos sabem qu, se ha direitos inrioleveis o
cujo pleno goso deva ser garantido, certo am
delles o de propriedade, direito lo poderoso co-
mo sutceptivele que por isso nao comporta seoo
mui estrellas relaces, que todava oo o devem
offeoder em sua essencia. Todos o sabem ; e co-
mo tal elle considerado pela constituico do
imperio.
Nao pretendo fazer urna diiserltco acadmi-
ca a retpeito deate diceito ; maa oa nobrea depu-
tados, lllaslradoi como sao, conhecem que quaii
todas ai coostituicei cultas aiteguram a plenitu-
de de teu gozo ; e astim a ooesa cooaliluico ex-
presamente determini o'um parsgrapho, cujo
numero agora nao meoccorre, desea artigo 179
que o direito de propriedade ser garantido em
ej toda a sua pleoitude, com a aoica excepeo da
-raeaapropriacaT> por iidade patuca, urna ve quo
esta teja manifetta e '......Sj. -a.;;irirndondo a
respectiva iudemnisneo. E celo), porm, que,
alem dessa excepcao, ha ouira, que e a que se
refere a deeretacao das impoticoes para a maou-
tenjio Jo esiado; porque a constituico tambera
expreisimente determina n'outro artigo que todos
tero obrigados contribuir para aa despezaa do
estado. Afora eataa restricc.es nao ba outras ex-
pressaa em lei.
Asseotadas estas bases, pergunto aos no tres
deputados te o preceito conititucooal nio loffre
ouensa com a ditposico do artigo das potiuras,
que acabei de ler? Poit te um dot caracters-
ticos do direito de propriedade, cujo goso dero
ser pleno, contiste na liberdade de dupoiico, co-
mo que te impoe ao proprietario a obrigaco
de comprar apparelhos e reserralorios psra tal
servigo am iodiriduo certo e determinado, o
exclusivamente elle ? [.
Como qae se lhe delermioa que oo dtspooha
de sua propriedade, de seu dioheiro com a lber-
dada de escolba que inherente ao sea direito ;
visto que directamente obligado comprar taes
e quaes objectot umi petios exclusivamente?
Que se tomaitem medidas indirectas, quo iofluis-
sem para esse retallado, comprehiade-e ; maa
nao descobrem oa oobres deputados na imposico
directa ama reslricgo liberdade de dispoic,o
do direito de propriedade ?
O Sr. Souza Res:Nao apoiado ; nisio oo
acompanho ao nobre deputado.
O Sr. Theodoro da Silva :Bem ; maa eu j
previa que o nobre deputado neste ponto nao
concordara coraigo....
O Sr. Souza Res :Nem potsirel.
O Sr. Tbeodoro da Silra :U nobre deputado,.
posto que esteja de accordo coraigo cortos res-
pectos, discorde em outros, alia de importancia,
e ene era um d'aqaellea em que eu preria a tua
divergencia ; todava proseguirei.
Ouco, porm, 01 nobre deputados dizerom qae-
0" direito de propriedade toffre limitacoea para
garantia de tai meima liberdade de aeco;
que, para o seu regulsr exercicio, 01 poderes p-
blicos ettabelecem regras, como relativamente &
acquisico e transmisso da propriedade.
E' certo que, quando o direito social encontra-
se com o direito individual, limtam-ie ambos,
tem que offendam-se em sua essencia. Compre-
hendo, pois, que por cauta da salobrdade os po-
deres pblicos retlriogem um pouco o exercicio
do direito d propriedade ; asa sem qae affec-
(em, oque nao observaram as posturas, a ssaes-
aencia, os seus elementos constitutivos, um doa
quaea a eipontaoeidade e liberdade de disposi-
gio ds mesma propriedade. Tinto sssim, o qse
prova o absurdo da opinio contraria, que a ca-
raira municipal nao poder jamis determioar,
por mais legitimo qoe teja o motivo que tenha,
que as peisoai que edificaren) na cidade do Ret-
fe compren lijollos somente m piarla de Pedro e
oo os dos eulros oleiros. Semelhanla prohi-
bico n&o seria offeoiiva ao direito de proprieda-
de e mesmo violenta, pergunto aoi nutres depu-
tados?
Repilo ainda urna rez qae quem sabe o qae o
direito de propriedade ten por sea mtii prepon-
derante elemento a espootaoeidade e a liberdade
de diipotic,o, uo pode deixtr de confetsar,
meas teohoret, qae os proprietarioi, que alia
teem o direito de dispor de sua propriedade, da
ieu dinheiro como Ibes aproaver, tendo obriga-
dos comprar Cambronna, como o prescreveat
as potturai, de modo directo, e somente Cim-
brnos 01 apparelhoi de tas emprezi, sofrem
urna rastrieco pleoilade do direito de proprie-
dade, a qual negurada pela conttituicio.
Um Sr. Deputado:Nio ae trata ah de di-
reito.
O Sr. Sosia Reis .-Ainda nio achei ipplica-
?ao. jjk
O Sr. Theodoro da Silra :Pide ser qe sos
nobres depotados sobre a razio qae auppem fil-
tar-me; maa folgo de qae coraigo psasera
pencas tlluslradas; (oigo de qae no rotatorio do>
Sr. Leilo da Caoha, a presentado i esta aeeem-
bla em 1861, ae encontr o tguite tresno la-
teramente de accordo com a minha opinio,
quanto a inconttitucionalidade doa maioa direc-
to-obrig torios.
Dizia o Sr. Leilo da Cunhi: c Ora o art. 44
do costrato, que aHodi, diape que o gorerno
enprejsr todoe oa neios necemrloa pira tor-
nar effectiro o aaprego do tyiUma de limpeza
nos predios conlidosno permetro na planta con-
reaeiooada. Mas cono enea meio nio poden
aeneeoio indirectos, porque itrim tnanifetta im-
eonUitutionalidade obrigar directamente os do-
not dot prtdM/s oceifar e tyritme dt twpita
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1 -' "^g;

ftMMUO pe eaoroz. segacas que 1^7
nexen-se eobrgr oalproprri irlos a
cato* lagar* deaigMeoe nei catada
aanastetfM Uecdaadascaaaa, eob pon* o
ano maii [,C1 >
Oleo o eytem da empreza.
6. portanto, a eaaa q? minhi opiniio .
* *~S? f" Mertca, como taire* parecei
ao nebro i spotodo, que s redad ir melhor t_ _
pavea* pfa?rafl thi ficam ditas, conrencer-
ae-ba de que afllo contrario ella 6 veidadeira.
Poder-ae-ha dher, porm, aenhor presidente,
que....
St Lacena : No rea torio acn sel ha-se o
/?r^a m*iot indirectos.
*_Sr. Taoodoro a Silra :O relstorio ao dae
.* sor iho o citel, directa obrigacao
a eomprar-ae i am individuo oxc'.usirameute
"" aeaobjectoe, porque laso ofende a ple-
UUd do direito ale propriedade doa cidadaoa.
O Sr. Lucena: Maa o nobra depilado oio
adopta os meios indirectos iodwudoj pela ca-
H.
O Sr. Theodoro da Silva : Niio; o que nao
me inhibe de aicolher e adoptar oatros que nao
ajm rexstorios. Onobre deputado nao sabe ein
da qual a miaa opiuio reapoito: depoia hei
te manlieeta-la. -'
praaidenle, ia en duendo qjnn Jo fui inter-^
WtopWo, que o argumento maia poderoso da-
qaaltes qaeimpugnam a minha opiniio, consiste
"*' ** contrato celebrado cono. Canbronoe
obrigatorio por aeus termos; e por iaao dizem
nada podis conseguir, sao esteral* oa rosaos se-
forcos, escueado em aumma miiDifaatardea aa
laconreniencia*. os eexamea e a iocoottitacena-
Udade que as imponha aoa proprietarios, como
directamente obrigatorio, o Borrico da limpeza;
porque saja como fdr, a obrigacao (oi eelipulada
no contrato, e o que exlge-se de pleno direito,
4 o cum-priment do meamo contmto.
Cate, com effeito, seria a mala valiosa doa ar-
gumentos doa nobres deputadoa, ue proeedesse ;
mas espera aaoatrar-lhes que nao fei aatipulado
no contrato, como se aappoe, como se aprega,
que o aerrico da limpez e asaeio da cidade seja
obrigaterio, e conaeguintemeate dar aer impos-
to i todos oa proprtelarios dalla.
Sr. presidente, sabe V. Exc. que, reapeitode
contratos, ji par demaia aedico o recorrer-se aa
uppostaa ristas, is pretendidas iotencoes dos
cootratadorea; e V. Exc. aabe timbera que ease
recurso su m mam en te perigoao. lauto o que
direito eatabelecaa como axiomaque aquella
que deixoa de estipular no contra .o o que pre-
tenda, oque queria.de sisomente derer quei-
(ar-ae e a ai somante imputar a aua omiaaio.
Cm effeito,se fosse licito sos contratadores re-
orrerem reservas menlaea, eu pergunto aoa
nobrea deputadoa o que seria da l' dos contra-
Jos ? Hareria contrato que deixasso de aer illudi-
do, conrengao firme a aolida, se se podesae tor-
*"'* Pr deeleracoea aubseqtienles que de-
vanara ter aido enuncladaa no protrio acto, ae oa
contratante as houreaaem previsto aquerido?
ensate sso, nao recorrera sempre o contratador
patas que nao tere, tanto que nao foram redun-
das estipulares ? Veem, portante oa nobrea de-
putados a iodeelinarel necessidade, para erita-
xem-ae diacuaaoos perigosas, de que seja acei-
to em todos os seus edeitos aquello axioma jur-
dico.
E, nao menos equitativo e neeeaaarlo que elle,
o principio de quenao se de-a interpretar
nqulo que nio Ua oacesaidade de interpreta -
$ao; por quanto tambem ostro tacto commum
qae, quaaoo alguem nao tem a razio por si, o
que procura denle logo obscareei>r o que, alias
patente, bem determinado e claro, para prorar
qae aquillo que se tornos obscuro k precisamente
O qae se quix a a que se contratou.Entretanto
o que certo que, quaodo nmn convenci
concebida em termos, cujo sentido manifest e
nao cooduz a absurdo algum, nao hs considerarlo
que legitime a recusa d'esse seotido.
EitabeleeiJos os dous precedentes principios,
-cuja plausibilidade me parece que nao ae pode
ontestar eainterpello aoa nobres deputadoa, que
sustentan) que o contrato Csmbronne obrigato-
rio, quanto ao tarrico as casas parlicularea, pa-
ra que declarem qual o artigo do contrato, em
que est consignada flxa, posilira e claramente
emelhante obrigacao. Respondan) -mo oa nobres
deputadoa sem inferencia, mostrm-me qual
o artigo que diaponha que a empreza Cambronoe
-e obrigatoria, devendo impdr-se directamente
todos os proprietarios da cidade do Recife a com-
pra doa respeetiros apparelhos e a reiribuico
pelo servico da mesma empreza. otostrem-me,
de novo oa provoco, maa sem inferencia* sem il-
lacacoea, aem combioaedea, quaaa aao oa artigo
do contrato que prescrevam semeltiaule obriga-
qio. (Pausa.)
. Este ailencio, que observo, convence -me de que
nao ha artigo algum que eatipule easa tao apre-
goada obrigacao. Gonfeaaem oa notares deputadoa
qae, ae argumentan) e sustenlam o contrario,
.por inferencias e por dedceles de doutores;
maa deixem a liberdade de que eu nao aiga ess
metho-Jo e por inferencias nao reconhe$a obriga-
cao em contrato algum e cbrigacEc tao onerosa,
cerne easa, que se empreta ao contrato Cam-
bronoe. (poiados, muito bem.)
Nao, nao existe semelhsnle obrigsQao; suppd-
ls, rao haveodo aido eatipulada, seria ioiquida-
de ; tal a applicacao dos principios que esta-
beleci.
Todava o emprezario cita, como sea poderoso
Achules, o art. 44 do contrato, O que diz esse ar-
tigo ? Eia a sna isposico:
< O goveroo dar os regulamentos convenien-
tes para a execucao deste contrato e empregar
os meioa.necessarios para tornar elTe.tivo o em-
prtgo do systema em todos os predios coudos
no permetro marcado na planta, de que trata o
srt. 1.
Onde ealao aqui os termos obligatorios e nem
ao menos urna palavra obrigatoria f......
(Ua ara aparte.)
O Sr. Theodoro da Silra : Procurarei conven-
ce-1 o da sua falta de raza o....
Um Sr. Deputado;Nao porque nao exista
a paldvraobrigilorioque o contrato deixa de
ser.
O Sr. Theodoro da Silra :Permita que con-
tinu, pois talrez leona de serrir-nie desse mei-
mo argumento do nobre deputado.
O Sr. Soaza Res:Eu saln de accordo com
-d nobre deputado.
O Sr. Theodoro da Silva :Senhores, no arti-
go citado observam-se duaacoasa:i: a primeira
a auseocla da patarraobrlgstoiioou de ou-
tras que" lhe sejam aynonimas ; a tegunda que
nouve mesmo em sua redacto cuidado de eri-
tar-se do emprego de palarraa d'aquelle aentido,
provindo disso o circumloquio, a periphrase que
se nota no artigo, e que to impropria nos
contratos, cajos termos derem aer spropriadoa a
incislro o estylo, para que aa couaaa aejam ditaa
cono as realidada ao.
Da redaccao. sois, do artigo o que cooclao
qae, poeto ae preteodeaae anegutar nelle a pos-
aivel proteejao empreza, como se aasegurou,
houve todava, para que nao se confundissem aa
cousas, cuidado de que nao parecesse que com
cssa proleccao fleava sendo obriga .orio para to-
dos oa proprietarios o emprego dos apparelhos de
limpeas.
Cea eff*ito, as preo-ee a quiz-se asea abri-
gaQo, ento o natural era que, em vez do re-
dundante e improprio artigo citado, dereria o
contrato dispor pura e simplesmenlelodos oa
roprietaoe da cidade do Recife ficam obrigados
compnr e fazeL collocar em auas ciaaa os ap-
parelhos iCimbronoe.Por conseguate o artigo
nio trota deaaa obrigagao, trata deoatro objeclo,
para o qual a sua redaccao nao 6 impropria, nem
redundante.
O Sr. Pedro Affoaso:Lea o artigo.
O Sr. Theodoro da Silva :atas,.aenhores, sem
embargo do nio emprego de termos e patarras
obrigstoriaa, l-se no artigo a patarraeffecliro ,
sdesea patarra inftrem os nobre* deputadoa
o propro contratante, qee os apparelhos da em-
preza derem ser receidos obrigatariamente.
Qjem connece, porm, a considenvel differeo-
$,a raTOf tao ditorso das patarrassfectivo
obrigatorio; qasm aabe que aquella apenas
xprime a possibilidade, a capacidi.de de produ
i i i, ..
UMr elas-
faxer obrigatorii
aaohoraa.dasa^ajs, ralead)
J. que deacab^-me-bil. oianeta. a po-
iroso Achulas de que serrem-se os nobres da>
rJlados, easim como quaotoa sustaatam a afi-
lia o contraria i minhs.
^m$^mu uM*t&*M!.
mm pitn ssajlta a^asiia a mpru ;asta ;
aa aaios qae lanbasn paaaihilliiada, pata aua ap-
tdao, de produxirem effeito, mas nio os que a
produzam pela fmposicio. Anda, porm, iosis-
tir-ae-ha aa qae o contrato tem fored de obri*
f ar ?
OSr. CuBha# Figuairtdo: Nio preclio ;
air stteito.
ao passo qae eata exprima a lmposi-
ejao, o corustranglmetg, a coaegao; certo que
nao ha de Meverar. como ofazem o cootrarsdor
alguna dos aorM deputado, qw> fisto ter-se
compromettide o gorerno i empregar oa meioa
neceaaartos para fter effectira a emoreza, ella
-dera( ser rriposta a todos coagidos aceitarem-
os. (Apoiadoa, multo bem).
Sisa; antes de reeolrerem-je.reillctam os no-
bres deputadoa sobre o dinarente quilate das pa-
larras effectlro e oorigHorio; tend a na-
!g" weffecUTopeaaa aampenta a 4e sin naa
atbflidade eoapKidsds-e *ps*wsa-*hiiJtit
-**!* a isposico o caasaamilmsntaraaa
paderi ir at a riolancia; attendaij qoe easaa
ideas alo ai o simptesmeate dilfersstea, asas
fliaii oppoilMi fleo besa carta di ft o ao-
art. 41 do contrato, sp
O Sr. Theodoro da Silva :O nobre deputado
chama a minha atteocio para o art. 41; eu o
satisfago om tanto maloc prazar qusoto espero
mostrar-lhe que o argumento, qae pretende de-
duzir dasse artigo tao improcedente como a
outro qae se deduzla do que acaba! de exa-
minar.
O artigo 41 diz:
c Dentro do praxo do artigo precedente a nio*
guem aera otis permiUido empregar outro ys-
tema de letrinas, salvo as que j se acbarem ae-
seotedos sntes da aesignatora deste contrato a
ama vez qae preencham as regras bygienicaa.
Quem nio v que neste artigo apenas ae ga-
rante o easusieo do privilegio, para qae outra
empreza semelhaote nao se eatabeleca oesla ci-
dade?
Um Sr. Deputado :Torna obrigatoria.
U Sr. Theodoro da Silva .ompreheode-se
que, tendo-se contratado com Cambronoe a lim-
peza da cidale, no qae terie ella de empregar os
seus capitaea, cooviaha conceder-se-lhe am pri-
vilegio exclusivo, nio s para garanta d'eeees
capitaea, como tambem para que a empreza pros-'
peraasea aio se nullificaase com ocambaraeos,
que reanltariam a concurrencia do qualquar ostra:
empresa para o mesmo fim, porem qae asien-
tas em um systema opposto de canalisa^ao o
esgoto, se a concurrencia fosse permlltida ; a
que, nomeu entender, constitua o motivo da
prohibicio do artigo, que, vedando aos proprie-
tarios o aso de qualquer ostro aystema de lim-
peza, nao Iheaimpa todavie a obrigacao de o
empregarem irremasivelmante ora suas casas,
viato que podem abster-ae 'esso emprego.
( Ha um aparte ).
O Sr. Theodoro da Silra :Infelizmente vejo
que nao posso conrencer ao nobre deputado;
renuncio esse prazer ; maa aupponbo qae o
nobre deputado nio tem razio, f Apoiadoa).
Has, aeonores, desojo disaipar todas as dovidas
dos nobres dspntados; desejo tomar evidente que
o contrato.nio obrigatorio ; e, tmente por
amor da argumentado, abro mo doa dona prin-
cipios que estabeleci, desisto de reclamar a sp-
plicacio d'ellea, concedo, em aumma, que o con-
trato seja obscuros qae baja necessidade de in-
terpreta-lo.
Desc j, por tanto, interpretado do contrato;
e, mesmo n'esse terreno, nio ha talvez principio
algum de hermeoeutica que nio venha em-apoio
de minha opiniio.
Senhorea, concedo, como j vos disse, que o
contrato seja dubio e obscuro-no ponto da sup-
poata obrigacao doa proprietarios ; mas vos sa-
bis qae -justamente nos contratos onerosos,
quaodo ha obscuridade, que (eem cabimento as
reslriccoes ; por quanto nao se deve snppor qae
os contratantes houressem aceitado onus gra-
vosos, sem que os consigoaasem expressmente no
contrato. A obscaridade n'esse csso justifica a
applicacao da regra de direito favorabilia am-
plianda, odiosa restringenda ; regra de sarama
equidade
O Sr. Canha e Pigueiredo :E' um principio
de direito.
O Sr. Theodoro da Silra :E' um principio de
direito, na rerdade; mas aceitemo-lo pelos mo-
tivos que o josliQcam.
Nao se dere presumir, no caao de obacuridade
de algam contrato oneroso, que um dos contra-
tadores quizease obrigar-se em favor do outro,
de maneira onerar-se essencialmente si mesmo
ou aquellea cejos interesses representara. O que
se dere crer o'esta nypotheae caao que o con-
tratador nao pretenden eatender aa auas disposi-
ces casos d'esta ordem e que os exceptaaria
ae Ibe houreasem sido presentes. Figure-se a
rontade ou inlencio do contralador como am
ponto Dxo : ae eate ponto claro e manifest,
cumpre que n'elle detenhamo-oos : se, porem,
iocerto e duridoso, melhor, vale mais as cousas
odiosas nio ullrapaasa-lo, nem mesmo attingi-lo,
aasm como as cousas favoraveis dere-ae attin-
gi-lo e pode-se at trsnspo-lo.
Pois bem, aenhores, se o contrato oneroso
para ama das parles, para os proprietarios, que
ririo soffrer um grarame em sua propriedade,
do qual eataram iteotos, como o nobre* deputa-
doa nao negario ; e ae o contrato obscaro e
dubio. quanto eaae grarame ; digo que, ee elle
naceaaita de Interpretacio, vem eata em ep*io da
opiniio que suatnlo ; iato que o contrato,
visto aer oneroso paca oa proprietarios, nao deve
ser entendido de forma obriga-los ao que nao
esli expressamente sujeitos.
Naolimitemo-nos, porem, a applicacao da pre-
cedente regra de direito. E' outro axioma jur-
dico quenio ae dere auppor qae o contratante
bouresse pretendido convencionar urna illegali-
dade; axioma este que basea-se em razoea so-
ciaes, em razoes de ordem publica, que dispen-
sara demonstrarlo. O contratante, em boa (,
nao dere querer urna illegalidade, porque d'ella
pode resultar urna nullidade. Para conlestar-se
este principio, seria necessario reputarem-se os
conlratantea ou de mi t, ou carecedores de bom
senso ; o que nio lieito snppor.
Se por ventura o principio verdadeiro.pargunto
aos nobres deputados: ser o contrato obrigatorio,
se como tal s pode ser considerado, suppondo-
ae qae os contratantes houvessem querido urna
illegalidade2."E' visto, pois, que a ioterpretac.ao,
que desse semelhante reaaltado, nao deveria aer
aceita.
Entretanto, somente confessando-se a illegali-
dade do contrato Csmbronne, que ser possi-
vel attribuir-se-lhe carcter obrigatorio. Por
quanto, nio aendo concebida em termos obriga-
torios a le que autorieou e presidencia cele-
bra-lo, lgico concluir-se que, as o contrato o
, houre de certo illegalidade ns ana coofecclo.
Recorra-se a lei numero 443, j citada pelo
meu nobre amigo e honrado collega, o Sr. Bario
de Huribeca, e oa aens termos mostrsrao qae o
contrato nao. podia ser obrigatorio, nao devendo
conseguinlemente resolver-se a obacuridade, que
se diz existente, e que eu contesto, de modo a
auppor-ae urna illegalidade.
A tei dispoe que o preco doa apparelhos derer
recihir smente nos proprietarios, que d'elles se
aproreitarem ; estas sao quaai as suas testuaea
patarras ; logo, se ha proprietarios que oio estio
sojeitos ao pagamento de sen preco e sao os que
d'elles nio se aproreitam, fora de durida que
a lei nao obrigatoria e aim facultativa, osp
ella mesma quem abre a excepcio.
D'este argumento i contrario tensu resulta,
poia, qne attribuir-se ao contrato o carcter obri-
gatorio, como pretendem os nobres dept*ladoe,
aera torna-lo illegal e talrez nato. E, ainda que,
em razio d'essa indicada illegalidade, elle nio
fosse nullo, se-lo-hia pela razio da ioconstitu-
cionslidade, j por mim exposta com relami ao
direito de propriedade. Vejam os nobres depu-
tados qae absurdo os leva a intelttgencia, que
dio ao contrato I
E' carto que ha algum perigo em maltiplica-
rem-ae casos de nullidade acerca de contratos: a
boa f a os direitos dos contratantes, cumpre
que repousem segaros e garantidos de sorpresas
de nuliidades ; soa o primeiro .a confessa-lo ; o
contrario constituirla um sstado de coasaa emi-
nentemente perigolo, como tal recoohecido pe-
los jurisconsultos e hbilmente exposto pelo Sr.
Dr. Teixeira de Freitas, no sea projecto do cdi-
go civil ; maa, atada qae nao proeedesse a ex-
eepQo de nullidade, resultante da offenaa da
lei n. 443, nio sei cmo deixar de prevalecer a
de manifesta^inconstilucionalidade, pas offensa
ji demonstrada do direito de propriedade ; poia,
aenhorea, embora sajamos benignos para com o
excesso de poder, pela iofraccio da sobredita lei,
nio comprobando qae possamos ser iodal-
gentes para com a infreccio da coBttllaicio, que
oio dere soffrer a mioima dispensV, nio de-
rendo por isso ser dispensada a aaa resoltante
nullidade. i
E agora pergunto ; aera crivel que o govarno,
repieaentando, nio ai mesmo, maa oa interes-
ses pblicos da provincia, tivesse tanta m f oa
fosse tio preciso de bom senso qae quizesse
contratar cousas illegaes a insonstituciooaea 1 E
ae sostente admittindo-se essa Illegalidade,
que o contrato viria a ser obrigatorio, cumpre
concluir qae elle aio tam semelhsate carcter.
Crelo, Sr. presidente, naver demonstrado a
procidencia desss ultima proposicia, e conse-
guinlemente qae, sendo facultativos os termos
do aaa trato, orno sao, poda Utisar-ea dos ap-
parelhos e do servteo ds apresa quem bem
qazer. E' corto qoe o gorerno pode a deve
mesmo, porque iaao fot que aa obrigoo, Influir
por-asios indirectos, palo sea apoio, pala aaa
pretetcao para que a aapceaa seja aceita o pro-
grilla ; i iaao a nada aais dsve-sa limitar a
sae intervoccio, a o emprego de adidas indi-
rectas ; e isso precisamente, o qae querem
(Une m palanas d coatMi wprajar o
0 ?/-J?adr?.A_?on12:""LeU 'e"ora 6 MamiafdJ a a contrata lar bom, todo o manto acei-
tara.
O 6f. Theodoro Ha Sirva :Esse fot o pensa-
mento qus dominou i ssa, quaodo aatoriaou a
celebrago do contrato Cambreone ; aisim
conciso qawnto ten no dito.
Como, pois, adoptaremoa as posturas, qae
cream obrigacBa nio aatipaladas a que, ae tanto
fivorecam ao emprezario, igualmente gravara
com vanmes omr classe numerosa e impor-
tante dos proprietarios dasta cidade ? E' dever
noaso regeita-las, alm dea precedentes razoes,
por nimiamente vexatorias ; sim, regeitemo-las,
a Bao iaponrramoa aos proprietarios a obrigacao
de sujeitarem-seao dispendioso servigo contra-
tado com Cambronne, com aa anas consaquentea
compras a collocaclo de apparelhos, atora a re-
tribuicao annua pelo meamo aerrico.
Senhorea, o que vemos todoa nos? Nesta
provincia, como em toda a parte, a deaigualda-
de de fortunaa um facto talrez providencial; a
delle resalta que, asaim como temos ricos pro-
prietarios. tambem os ha pobriaaiaos proprieta-
rios om nome, porqae aio rerdsdeiroe oscravos
de aaas caaas, tanto que nao podem concorrer
pontealmente para o paga ment dos impostas, da
desiraa, por oxemplo, da qae acceda qae (re-
qaentemente aaas casas aio pastas aa praca,
para sitisfacjao dease imposto: Euaa pobres
proprietarios aio os mais numerosos, a as pos-
turas nio os distiaguem doa ricos, i todos com-
prshendem aa saas determioecss. Neetas cir-
cumstancias, asr equitativo e mesmo jacto qae
i todos imponhsm as postaras a obrigacao de
comprar apparelhoa de limpeza, e retribuir o
reapectivo aervigo ?
Se oa pobrea proprietarios nio podem pagar
8 ou 105 de decimas, nao ser ioiquo que ae
lbea iaponha eqaelle novo coas ?
O Sr. Sosza Seis : Ha remedio para tudo.
ISSO.
O Sr. Theodoro da Silva-: Sr. preaidanre,
nao obstante o que tanho dito,crea Y. Etc. qe
aso sou intenso empresa Cambronne ; oio :
maa V. Exc, comprobando que, antea de tudo,
devo querer e quero o fiel cumprimento do con-
trato, a nio que, pretextando-se ser ella obliga-
torio, qae o nio sajeito-se ame distincta
classe de cidadaoa obri|acoes nio estipuladas
e que, alm do mais, sio eminentemente vexa-
torias.
Reconheco que a eapreza, de que trato, tem
na aua execocio empregado capitaes talrez cres-
cidos ; e essa consideragio faz-rae comprehender
o mo effeito do que ella deixe de vlogar.
Um Sr. Deputado: Pode afugentar os ca-
pitaea.
O Sr.Thoodoro da Silra:Sim; affiancoeo no-
bre depatado qae eaaa considerado tem muito pe-
so aa mea espirito. Has, pergunto ao meamo
nobre deputado, porqae aasa cooeideracio dere
provocar a nossa atteocio e aquello recelo ins-
pirar-nos circumspeccio, aegair-ae-ha que deva-
naos approvaras postura, que infringem oa con-
tratos, a lei, e conetituicio, e que derramara ve-
xames sobre a popalaco desta cidade, cujoc le-
gtimos interesses cumpre nos defender ?
Creia V. Exc, repfto ainda, que eu desejaria
ver a empreza Cambronne em vas de flores-
cencia ; e confio que, sem embargo da lhe na-
ga rmos os meios directo -obriga Ion o, pois sao
apenas devidos e bastam oa indirectos que eu
indlqaei, ella ha de'animar-ae e chegar ao grao
de prosperidade que pode cheger, eendo bem
dirigida. O que nio desejo que o goveroo sir-
va de tutor e dirija industrias.
Quem, como nos, conhece que o melhor meio
para que as industrias desenvolvam-se, nio i o
de excitscoes artideiaes, maa o de liberdade ;
porque com a liberdade ollas achara, na -pro-
cara dos aaas prodactos ou dos servidos i que
se destinara, animacio ao seu desenvolvimento
e progresso, como ha deconrirem que o gover-
no ponha de permeio sua m3o, aa vezee imper-
tinente, no desenvolvimento daa mesmas indus-
trias ? Se a empreza Cambronne, til, se
mesmo urgontemente precisa para aatisfacio de
necessidades desta cidade, como diris, bastam
os meios indirectos e com elles vivera, h de
superardifficuldadea, hade prosperar por fim;
ae, porm." intil eoto com moiona de raxflo
a intervencSo do gorerno prejudicial, impondo
o que intil, o que seria ssericio estril e em
pura perda da popultcio.
Eu. portanto, nio desejo que esta casa, salvo
aa menos o meu voto, faga do goveroo tutor da
empreza Cambronne ; desejo, aim, que a empre-
za ten ha do governo toda a animacio, apoio o
proteegao ; e qae elle empregu todos ospossiveis
meios indirectos para a ana prosperidade. Eestou
certo de que ha de proaparar, porqae eata cidade
para o aervico domestiso, assim como para ou-
Iros tervicos.lem dedia em da maior necessidade
de bracos, que cootinuam a diminuir progressi-
vamente ; e por consequencia, sem imposicao do
gorerno, ella, pela propria inapiracio da aeus in-
teresses, ha de por si mesma adoptar todos oa
melhorameotos, todos os serrigos que economi-
sem e poupem bracos, como os qua se presta a
fazer a empreza.
Eis, senhores, o que entendo com relago ao
projecto. Acaaaasbe o qae pens e quero. O
que nio desejo que, para farorecer-se a em-
preza Cambroos, dearespeite-se a f dos contra-
toa, derramem-ae aexames e o onus exagerado
sobre a cidade do Recife, offenda-ae a lei e in-
frinja-se a conslituigie do imperio, que todos nos
juramos observar e manter.
Votes : Huito bem, muito bem.
REVISTA DIARIA-
Na aeaaio de quarta-feira, oceupou-se a aa-
sembla provincial da continuado do ornamento
provincial, e tomando a patarra o Sr. Buarque,
sustenta algumas emendas que offerecera
mesa,
Eoceradda a discusso, s3o posds votos as
emendas, das qaaes urnas aiaapprovadas, e ou-
traa regeitadaa, ficandb todaa siijeilas ama ou-
tra discussio.
Entra em discusso o orcamenlo municipal, ao
qual sio offeracidas e apoiadas algumas emen-
das.
O Sr. Catanho pede a palavra e austenta duas
emendas suas.
Encerrada a diacussio, sio votadas e approva-
dea todas as emendas ; as quaes devem passar
ainda porTm outra discusso.
Continuado da discussio do projecto n. 16,
com as emendas e addiliros offerecidoa.
O Sr. Souza Reis fundamenta e ofierece am
additiro, mandando que o fornecimento para o
sustento e curativo dos presos pobres e escrards,
seja feto de conformidade com aa coneideracoes
feitas pelo medico da casa de detencio am 16
de agosto de 1861 cobra a tabella organisada
ento.
Nio havendo numero para votar, levantada
a sessio, sendo dada para ordem do dia a mes-
ma materia.
Lotera.Amsahia aa deveri extrahir a
3.a parte da 2.* loteria 'a beneQcio do Gymnaslo
Pernambucano, no consistorio da igreja de Nos-
sa Senhora do Rosario da freguezia de Santo
Antonio ; derendo comegar o pagamento doa
premios de 5:0009 at os de 103 ama hora de-
pois da exlracco.
Amanhia ter lugar a partida menssf do
Club Commercial.
Havendo sido supprimida a sublalegacla
de Haricota, foi exonerado desse cargo o Sr.
espilao Francisco Borgea Leel, qua o exercia.
A pesaos que remeltaa-oos na escripte
acerca de ama oatra qua mal proceder, deve
entender que os seus enunciados contm raspn
sabilidsde ; e que por isso nio podemos pubti-
ca-to sob e nesaa simpleemente.
Demais, am facto cuja publicscio ir cobrir
de vergenha i ama familia, aem que talvez trou-
xeaseasaim a correccao do seu membro qne aal
obrara, e que com o ser despedido da casa em
qae estar, ji tova um comeco de puaic&o.
Teve hontem lagar, aa matriz deata fre-
guezia de Santo Antonio, a festividade do-Carpo
de Daos com a solemaldade conveniente.
Officiou em todoa os actos o Rvm. Sr. conego
vigirio, e oraram no Evaogelho o D. abbade de
S. Bauto, e no Te Dnum o Rva. Sr. padre An-
tonio de Helio e Aibuquarqne.
atesta fi xecateda pela orchestra a proco-'
asJBamiua malriz, eno aeto da noite v grande
ft*aTeum do professor Jos de Lima.
Houve vaaparas solemnes: e aa quarta-feira
tarde Tssltaoa-sacam aa formaUdadea do ritual
a beodicea aa tasajeas.
N'uma poca, como a actual,lio abandanta
da reverendas falsas, tora imperdoavel Saltar am
cala es aervijoa que Basta calamitosa qaadra
(om preaUdo i. onarca do Boollo o raapaciiTQ
Jai ue airaiia, o
concellos.-
Aingf, estafa ella ao gozo tfe nm< lldav;
3ando ehegou s>ata cidade a iofausta noticia
a ter stdo^a mesmi comarca aasa la da pela hof
rirel pidantia, que tantea victimas fitefa em
Goiana, d'ojde aa irradiara fatalmente por qua-
* <0*3lJ^*T^ieci. e pelas qee lhe sio lmi-
feaa ama iotenaidade tao aspentosa quid
Ka taes circunstancias, nada mais natural
qseenotar o Sr. Dr. Julio a sua cenga; bem
lne, mo, escalando somanta as vozes imperiosas de
seu generoso corago, coa a alma dilacerada e
confrangida pelas angustia, que lhe causavam
os rogos e* as lagrimas de aua familia, arrancou-
*a o Sr. Dr. Julio dos bracos de sua consterna-
da conaorte, e foi para onde o chamaran) os de-
veres de aeu cargo, arcar com trac tarrlveis e
indoaaacJa inimigoa, debellar tres peales, cada
qual mais morliferao cholera-morbos, a febre
"""Ira, a a aogina, que devaatavam Caraar
e Boaito, ou morrer no aeu posto de honra, no
mee Toe -seus comrcaos.
Ose diga o Eim. Sr. Machado Portella, (que
diriga ento esta provincia, na qaelidede de
seu rice-presidente, e que o loarou peta aua
resolueao de renunciar o resto da licenca),
quem foi offerecer-se para aegair immediala-
aente para a ana comarca ; qae diga o faculta-
tivo pira |s onviado ; que diga o fre Egydio,
este aojo ifle earidada, que o ajudou com tanto
zelo na foodaoie do cernterio, pregando a pala-
vra erangeliea iqueltes poros que mostraran)
repugnancia 'Tundacio do mesmo; que digam
as autoridades do lugar, que digam finalmente
lodos os Booitenses. qaaes os arrieos prestados
pelo Sr. Dr. Julio em tao dif&cil e penosa con-
juocturs.
Si, poda, recursos sos necessitados, remedio
aos enfermos, e consoUgao aosiiTlictos : i urna
coragom nunca desmentida, urna actiridade
sempre intatigarel, e aaa completa abnegago
de si mesmo ; si, oalmeote, am inteiro esque-
cimeoto do perigo que ee correpara s se t-
tender eo era qu se aebem os nossos irmos
em Chrsto, e am desprezo total pelo serva te
ipsum, podem gerar o respeito e tornar recom-
menderel o funecionario publico, digno da res-
pattee e rodar de gratidao de seue concidaoos,
por tanto o juiz de direito do Bonita, que se
acna neeaae coadicoas de um ciriamo Ilustrado
por rirtudea evanglicas.
No dia 16 do correle auspeodea aeus pa-
ga meo tos a sociedade em commacdila que gi-
rara *b a firmadaAraorim, Fragoso, San-
tos Cestabelecida em margo de 1859, e com
ade na pra< do Corpo Santo, convidando os
socios gerentes os demais para urna reuniio na
manhia de quarta-feira ultima.
Neese reuma o o socio gerente Fregoso expdz
que, achsndo-ae em mu estado de fioancaa a
casa, e nio podeodo conlinaar no giro, havia
requerido a abertura da (alienen, que lhe foi
concedida pelo Sr. Dr. juiz do commercio, que
maodou logo depois de fiada a reuniio sellar
todos os objectos e casa pelo respectivo juiz de
paz da fiegnezia, at o dia 21 do crrante, para
quando foraa convidadoa todos os interesssdos.
A confianza de qae gosava essa casa entre a
noaaa pjpulacio, que alt ia depositar aa sobras
de auas deepezaa, e oa boatos que circulara acer-
ca da perda enorme que deve acarretar para lodos
os interessados, prodaziram am pnico a clamor
geral oestes ltimos das, subindo de ponto a
dizer-ae que, um tal tacto extremamente im-
portante, nio s por diversos motivos, como
pelo -completo abuso de condenes que se nota
na forma de proceder.
Hontem feslejou a Irmandade do StnUa-
simo Sacramento de Saoto Antonio, o orago d
respectiva freguezia, com pompa e grandeza.
No dia antecedente, por tarde,houve lagar a ben-
cio-das imagens, com a aolemnidade devida i
tal acto. Na festividad* pregou o Rvm. Sr. D.
abbade doa S. Benedictimoa e noute o Rvm.
padre Antonio de Helio e Albuquerque.
Na nouta de lerca-feira (17), morrea ala-
gada, no lugar do caes por traz da ra Bella,
ama preta velba que ali fra lanzar ao rio um
vaso de immundicias e que perdeudo o equili-
brio cahira n'agas.
Repabtica.0 da polica.
(Extracto daa partes do dia 18 de junho.)
Poram recolbidos casa de detengo no da
17 da correte :
SSv'rdem do 111 m. Sr. Dr. chele de polica oa
peJAs Luii de Frang da Silveire, ae 23 annus
Ude, e CandiJo Alve Pinto, de 19 auno, a
o_en)oulo Joa da Silva Amante, de33 mauos,
todoa agricultores, viudos do termo de Goiaona';
o primeiro por ser derertor do asquadrio de ca-
vallara delioha. e os dous ltimos por o serem
do balaiho o. 9 de infantaria ; e bem assim os
pardos Antonio Jos da Silva e Joaqnim da Con-
ceigao Reg, ambos de 16 aonoa, o primeiro
marcineiro, e o aegundo carapina, para re-
crutas.
A' ordem do subdelegado do Recite, o crioulo
Paulino Jacob do EspiritoSanto.de 16 annos,
carpina, por suspeito de serescravo, e o africa-
no Manoel, de, 35 annos, eacravo de Guiiherme
Augusto Ricardo, requisigao deste.
A' |ordem do de Samo Antonio, o Porloguez
Jos da Silra Ferreira Vichas, de 20 annos, bo-
leeiro, por estar pronunciado' no art. 301 de cdi-
go crimioaj ; o pardo Daniel Antonio Dantas,
de 23 annos, pedreiro, e oa crioulo? AotonioGer-
mano, de 48 annos, aerrente, e Jorge da Costa
Monteiro, de 39 annos, carpina, para averigua-
ces sobre crime de morte.
A'ordem do de S.Jos o crioulo Antonio, de
30 aonoa, escravo da Joaana Frsociece, por
briga.
A' ordem do da Boi-visla, o crioulo Pedro,
de 30 annos, escravo de Theodoro Frers, re-
quisigio deste.
A' ordem do dos A togados, o pardo Jos Cy-
riaco, de 51 annos, dado agricultura, por sus.,
peito.
O chefe da segunda seccio,
,/. G. de esquita. -
Morimeoto da enfermarla do dia 17.
Tireram alta:
Vicente Mahal (Heapsnhol), por ter sido aolto.
Justino Manoel da Cruz, idem.
Jobo Paulo Francisco, idem.
Joio Martins Ferreira da Costa, curado.
Vctor Jos Ferreira, idem.
Jos Luiz da Costa, idem.
Antonio Manoel Pereira da Silva, idem.
Antonio ( sentenciado), idem.
Paasageiroa do biate nacional nvencivel,
vindo do Ara,csty :Manoel Jos de Souza e An-
tonio Jos dos Santos.
Passageiros do brigue hsmburguez Rosa-
linda, aahido para o Canil ; H. Clerek, aua
mulner e 3 filhos, Henry Wollem.
Pasaagelro do brigue sueco Sidon, aahido
ara o Rioda Prata ; Pedro Brion.
Matadouro publico :
Hairam-se para o consamo desta cidade no
dia 18 do corrente82 rezea.
Obiiuario do da 18 db junho, no caute-
rio publico :
Dioclealano, Pernambuco, 3 mezea, Santo An-
tonio ; broochite.
Anna, Pernambaco, 4 annos, Santo Antoolo :
baxigaa.
Jos Gomea d'Araujo, Pernambuco, 60 annoa,
caaado, Boa-vista ; molestia ioterior-
Joaquim, Pernambaco, 3 annos, Bea-vista ; be-
xigaa.
"Jgf^ota de Vs-
Gesssr prtenlo deve Hutas lagrimas, poia de-
remoa noa conaolar com a rontade do Altiasimo,
e s implorar-lo qae tenha aaa alma em sua
anta gloria.
A (erra lhe seja lere.
Vftte do Cabo, 18 de junho de 1862.
Mara A. P.R\
NOVOBiiflCO
DB
PernaftibucD.
. EM 17 DE JUIHW DE 1862.
O banco descoma na peser emana a 10 */,
ao anno at o prazo de 4 mezea, e a 12 */ at o
de 6 mezea, e loma dinheiro em tontas corren tes
simples e com juros pelo premia s prazo que ae
convencionar.
Taca do Recife 18 de
junho de 1862.
\s qua tro horas da Urde.
Cotaces da j anta de cor reto res.
Fretea.
Assacer daqui para Liverpool25/ d. a 5 OO
por tonelada.
Assacar da Parahiba para Inglaterra 35/ a 5
0(0 por tonelada,
Aaauear de Macei para o canal por ordena
40[ e 5 00 por tonelada.
Algodo da Parahiba par Liverpool5i8 d. e
0(0 por libra.
J. da Cruz Masadopresidente.
John Galissecretario.
Alfaud-arsk,
Kandimento do dia 1 a 17. .
dem da da 18 .
258:887|6I5
9.9205806
268:8089451
Morlmento da IIaudt>ga.
Vele mes e n tridos omf axendas.. 161
om .eneros..
Valamee
a
aabidoa
a
om (azendas..
com generoa..
205
44
"iT
63
-- 117
100-barra breu ; a Rostron Booker & C.
Publicares a pedido.
UM A SAUDADE
Solare o tmulo do Ulan. Sr. Fran-
cisco Ferreira de Barros CampcI-
lo, offereeida a minha amiga O.
Auna Ferreira de Barro Campel-
lo, e a sua Exma. familia.
Li.lmjri c'et le fia da tout ice bas.
***
J oio existe o esposo virUozo.... o jai cari-
nhozo.... o irmo sincero.... o amigo distinto
Francisco Ferreira de Barros Campello t I.. .
Quaodo esperara gosar delicias nos bragoa^da
aua eapoza, a de aeus Qlhoa, eis. que a impiedosa
parca o aepara da face da trra, deixando a tbdoa
enrollo em negro crep 1 U...
Oh 1 altoa sao os designos, do Altissimo ; ante
Ua se abatem todaa aa sclencias, e intoilgencias
humana ; eoraeate a teunam e eforc.ana-ea em
Sroclamar urna verdade. e a q,ue alemtmulo
a outra ?ila, a qual eternamente goasremos
junto Aquella qua tez o hornera a ana imagem '
amainaos.
OUa horas apenas, de aoOrimanlos foram b*s-
taatealsn qae Iraociaco Ferreira de B. Campel-
lo deixaase oa|sJailr; auaiasa junto so Altissi-
mo a Tender a. attiaao4cLbuM. Deixaass a esposo ;
filhos Uaaa* a oJ|oa ai maior dwasoafac^o
da dor.
0acrraam no dia 20 de junho.
Pelecho iogiezBuybacalho.
Barca ioglesaLioda carrao.
Brigue italianoDainopedra.
Barca inglezaElza Handamercedorias.
Brigue inglezElizabelhmercadorias.
Barca inglezaSateridem.
Batacho inglezFloreatferro a carro.
Lugre portugeezJuliorinho e zeite.
Importacito.
Barca iogleza Sisleri, rinda de Liverpool, con-
signada a Rostron Rooker & C manileatou o se-
guinte:
a
30 caixa rinho;' a Rothe & Bidoulac.
164 barricas cerreja ; a C. J. Astley rC.
25 ditaa dita ; a Scott Wilson & C.
167 saccoa arroz. 34 gigoa e 3 barricaa louQa,
ti caixas e 4 fardos tecido de algodo, de linho,
Qo de vela e baelis; a Saundere Brothers & C.
127 caixas tecido de algodao e Iengos de dito ;
a Hnry Gibsoo.
36 firdos tecido de linho e de algodo ; a A-
damson Howie ti G.
25 caixaa qeeijos, 5 ditas baetaa. metas de al-
godo e miudezas; a F. G. deOliveiraScbrinho.
25 feixos de ferro em barras, 5 barricaa ell
caixaa fundoa e folhaa de cobre e ("echadura, 4
caixas tecido de algodo ; a Patn Nash & C.
2 fardos e 6 cairas tecido de linho, de algodao
e meiu de dito ; a J. Keller& C.
56 fardoa tecido de algodo ; a Braga 8oo & C.
1* dito e 3 caixas tapetes, chapeos de sol de se-
da, meias da algodo e tecido da dito; a A. C. de
Abreu.
1 caixa tecido de las e algodo-; a Henrique &
Azeredo.
1 casco de ferro oleo de ligado de bacalho, 2
bsrrica liDha;a em p6 e droga ; a Ctors & Bar-
bosa.
1 caixa tecido de algodo ; a Ferreira & A-
raujo.
1 dita chapeos de palha ; a M. Joaquim Ramos
e Silr & Genro.
1 dita moatarda, 5 ditaa cerris ; a M. Jos G.
da Fonte.
2 caixaa tecido de algodo e la ; a H. Adour
Leer'.
7 ditaa tecido de algodo ; a E. A. Burle & C.
37 ditas e 25 fardos tecido de algodo, chapeos
de sol de dito, alpacas, sedas, fusto, cobertores,
miudezas, brim de linho e algodo, la de cores,
tecido de dita e algodao, 40 toneladas carvo de
pedra, 20 ditas coke ; a ordem.
Galera franceza Adele, inda do Havre, con-
signada a Tisset freres, manitestou o seguinte:
5 caixas marceara e perfumara, 1 dita fitas
de seda. 2 ditse pelles preparadas, 1 dita objectos
de chapeleiro, 1 dita quinquilharia e 27 ditas pa-
pel; a Mello Lobo & C.
1 caixa chapeos, 1 dita barretes de algodo, 1
dita camisas; a A. C. de Abroa.
20 barris e 60 meios manleig, 1 caixa chapeos,
I dita pentes; a Isidoro Halliday & C,
2 caixas tecidos, 1 dita utas de aeda, 1 dita
saias, 1 dita objectoa de ferro, 1 dita biacoitos, 1
dita miudezas, 22 caixis tecido de algodao e dito
de la, 50 ditas reas, 50 ditas viobo, 50 barris e
65 meioa manteiga, 25 caixas queijos, 1 dita por-
celana ; a D. Guimares & G.
12 caixas e 1 barril vidraa e drogas medicinaes ;
a Caors & Barbosa.
1 caixa papel para cigarro, 1 dita tabaco ; a J.
B. doa Reis.
4 caixaa pelles preparadas ; a N. O. Bieber
& C.
2 ditas calcarlo, 9 ditas indianas e tecidos de
la e algodo; a C. J. Astley & C.
1 caixa imagens, 1 dita quadros, 3 ditaa mar-
ceara ; a Seoneur Lego!.
7 barricas e 1 caixa vidros e drogas medici-
naes; a J. M. C. Correa.
1 caixa mobilia; a C. F. C, Alcoforado.
1 dita chapoa ; a Gon^alres Bastos.
10 barris e 1 caixa drogas medicinaes, 3 ditas
quinquilharia, 2 ditas chocolate e biacoitos, 4 di-
tas papel, 1 dita vidros, 1 dita tabaco, 1 dita flor
de laranjs, t dita conservas,! dita boneeas, 4 di-
tas perfumara, 1 dita bengalas ; a Deoker &
Barroso.
10 barris e 20 meios manteiga. 1 caixa instru-
mentos de msica ; a A. Robert & Filhos.
34 caixaa paper, 4 barra tinta; a M. Figueirda
de Faria Sl Filbo
3 eaixsa instrumentos da msica ; a H. Do-
mont.
1 caixa saiss, 1 dita grvalas, 1 dita baldes, t
dita chapeos de sol, 1 dita pauuo, 10 barra pre-
gos, 4 caixas chapeos, 1 dita pannos, 1 dita fitas,
1 dita perfumara, 1 dila*mechaa; a Henrique &
Azevedo.
16 caixaa e fardos, 1 panno tecido de algodo,
indiana, pelles preparadas, chapeos, peitos de
camisa, modas e objectos de chapeleiro ; a Fer-
reira &Ara jo.
20 caixaa chapeos, 50 bsrris e 60 man-
teiga ; a Cala Irmos.
30 barra a 40 meios manteiga ; a Je do S L:
Juoior.
18 caixaa obras de folba ; a Prente-Vianna
&C.
1 caixa drogas, 1 dita modas, 1 dita tesouraa,
2 dita tecidos de algodo, 1 dita vestidos, 1 dita
chapeos de sol, 2ditaa ditoa, 1 dita argoes, 1 dita
pelles preparadas, 4 ditas e 2 barricas porcelana,
1 dita calgado, 1 dita perfumara, 1 dita indianas,
1 dita roupa ; a H. Adour Ain.
6 barrica e 1 caixa aaphalto ; a M. F. Fer-
reira.
25 barris e 50 meios manteiga, 4 caixaa medi-
camento ; a B. F. de Soma.
. 1 caixa tinta. 20 barra e 40 meios manteiga ; a
Manoel Jioaajaim R. e S. 4 Genro.
i caixa pedraa de marrante :.a B. Mlochau.
125 barris a 125 meios' mantaiga ; a J. Petar
&C. -
50 giges champanhe; a Saunders Broiaera
&C,
42. caixaa-01 fardo tecido de algodao, chalea
etc., 8 barris cognac, 2acaixaa lencos, 4 ditas te-
cidos de lia, 2 ditas- amellas; a Schaflieillim
59 barris e 50 otos mauteiga, 7 taixis papal i
a fiaba SchmelU & C. ^
1 calx agradas da tarro, 8 ditas vidros ; a P.
Meare*.
6 ca/ixas calendo .a J. P. Arante.
1 tardo chapeos pe palha, 25 caixaa vloho, 11
' algodOiaF.aioaaaid,
50 brris e 50 meios manteiga, 18 caixas todoa**
i algodo, 1 dita Hito de aeda, 1 dita chales. 1 \
dltXacordloas, 1 dita chapeo, 1 dita relodos?:; *
T Jiut *
liaa tecido de Igodo, 2 ditaa chapeos, 1
MU Diado, 10 diles tecido d la. 1 dita .ido-
de linho, 1. dila camisas ; a Joao Keiler de C
2ferdoyjooos, 1 calza tecido de algodo. I
dita cbapoi, t dita fitas ; a Dammeyer 4 Car-
ne! ro.
19 caixaa tecHo de algodo, 12 ditaa rinho. t
Una queijos, 2 oias pelles nvernissda, 1 dita
objectos para photnogrsphia ; a Linden Wild
& G.
2 caixas chapeos ; a Chratiani Irmao.
1 dita boneta, 1 dita rajadera. 1 dita latido
dita papel, 1 caixa moftilia'.a ordem.
1 dila tabaco ; a-E. C. M 15 barris e 15 malos manteiga. i caita nelle*
preparadas a J. A. Moreira Di&s & t.
1 caixa 1 pelles preparadas ; Ch Lecler.
15 csixas aardnha, 13 barricas, 11 caixas e f
fardo drogas, 1 caita perfumara; aJoSo da Sil**
Faria.
7 caixas perfumara e merqearia, f df'a papel.
1 barril vinno ; a Cmara & Guimares.
5 caixas drogas medicinaes. 3 ditas eonuerrts
2 ditas cognac ; a J. Almeida Pinto.
1 caiva marceara ; a Aires & C.
2 caixas tecido de algodao; a Kalkmann Ir-
mos.
f dita camisaa e chapeos; a L. A. Siqneira.
Z ditas objectos para chapeos; a L. Vieira.
1 carca papel; a Santos.
1 dila obras de prata ; a I,. A. Dubourq.
5 ditos filtros, 3- ditas machinas, 1 dila instru--
mentoa de msica a 2 ditaa miudexaa; a I Do-
loueb.
1 barril lisia; a Almeida, Gomes, Aires 4 G.
86 caixas qaoijos, 50 barris manteiga a 1,608*
pedraa para calamento ; a Tisset freres.
4 caixaa lirrov; a J. Oirveira.
40 barr e 70 meios manteiga ; a J. da Costa-,
25 ditos e 50 ditos diti, 1 eaixa gradea de fer-
ro ; a Tasso Irmiotr
12 caixas e 10 fardoa teciata de algodo. 12
caixas dito de la, 5 ditas dito de aeda, 2 ditas o
2 fardos pannos, 6 caisa* calcado-, 2 ditas arcoes.
2 ditas porcelana, 4 ditas-pelles preparadas, 3 di-
tas chapeos, 3 ditaa cristae, 3 ditaa camiee, I
fardo rolbas, 3 caixas acido sulfrico. 7 barris
Unta, e 4 caixaa roupa ; a F. Sauvage & C.
1 caixa tecido do algodao, 1 dita bonets, 1 di-
ta liohas, 2 barricas alQnetes, 20 caixa papel. 3-
ditis concbaa. 1 dita botoe. 1 dita agulnas, 1
dita agua de colonia, 2 ditas ralogios, f dita per-
fumaria, 1 dita obreias, 2 ditas pelles preparada,
1 dita chaly, 1 dita carteos vatios, 2 ditas pentes
de chifre, 1 dita talos, 3 ditas chipoe.Tdita*
botes de madreperola, e 1 dita fitas; a Honieira
& Lopes.
1 eixa mercearia, 1 dita pelles de bezorro, t
dita sapatos de borracha, 1 dila quinquilharia,!
barrica porcelana, 2 barra tinta, t caira peues>
de chifre, 1 dila perfumara, 1 dita papel, dte
roepa, 1 dila botdea de osso, 1 dita calgado, 1 di-
ta feehaduras, 4 ditas chapeos, 1 dita pelles pro-
paradas, 1 dits bonets, 10 barris pregos; a Vaz
6 Leal.
3 caixas tecido de la, 5 ditas drto de algolan..
7 fardos e 15 caixas chapeos e ditos de sol, Xdi-
ta* roupa Yeita, 6 ditas calcado, 1 dita pelles pre-
paradas, 2 ditas tecido de linho ; a E. A Burle-
&C.
50 barris e 50 meios manteiga ; a J. B. d
Fonseca Jnior.
20 ditos e 25 ditos dita ; a Ferreira & Martn,
60 ditos e 60 ditos dita ; a J. M. da Roaa.
75 ditos e 50 ditos dita; a Ferreira de Lou-
reiro.
Becebedorfa de rendas Intersaas
ATrraes de Pernambneo.
Kandimento do dia 1 a 17. 20.350J6W
dem do dia 18......1.693*837
22i0444S.
Conamlado provincial.
Rendimiento do dial
tdam d dia 13.
17.
57:317JJ13
1:9089396
59:2565530
Movimento do porto.
Navios taidos no dia 18.
AracatyHiale nacional Aracaly, capitn Jjao
Henrique de Almeida, carga differentes g-
neros.
Rio Grande do SuI=Palhabote nacional George.
capiio Francisco Alves da Costa, carga assu-
car, agurdenle e outros gneros.
CanalBrigne hamburguez Rosalinda, cspit.Vj
E. A. Bsacki carga assucnr.
ParahibaBarca ingleza Quetn, capilo Henry
Baily, em lastro.
Nao boureram entradas.
Navioe entrado* no dia 18
Rio GrandedoSul20 daspatachonecfonalNov>
Lima, de 151 toneladas, capillo Luiz Antonio
da Silra. eqaipagem 9, carga 6:(00 arrobas
de carne secca ; a Amorim Irmo.
Anrers 52 daspatacho |hollandez Gruo, de
171 toneladaa, capito I K. Klunder, equipa-
gera 7, eargs dirersaa mercadorias; a ordem.
Navios sahidos nomesmo dia.
Rio da Pratabrigue aueco Sidon. capito J. W.
Hoggren, carga aasucar e agurdente.
Rio de Janeirobarca americana W, H. Keic-
man, capito Ja mea Geret com a meama car-
ga que trouxe de Baltimore, suspenden do
lamardo.
i,ta#*.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espacial
do commercio desla cidade do Recite, capital
desta cidade do Recife de Pernambuco, e seu
termo, por S. M. Imperial e Constitucional, o
Sr. D. Pedro II, a quem Deua guarde etc.
Fago saber aos que a presente caita de edito
virem e dalla noticia tiraren, que por parte do
presidente e directores da caixa filial do Baoco
do Brasil nesta cidade, me foi feila a petico
do theor, forma, modo e maneira aeguiote :
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio.A
direegao da caixa filial do Banco do Braail nes-
ta cidade, requer V.. S. que ae digne admit-
ti-Ia a justificar a ausencia de Estanislao Dantvs
Galizia, que se echa em iugac nao aabido, afim
de aer citado por caita edttat eom o praxo legal
para responder aoa termoa de ama accao ordi-
naria que a supplicante lhe propoz e aos cura-
dore fiscaea da massi fallida de Machado &
Souza e outros : requer que sendo julgad por
sootenca a sua juatincaco e paase a carta re-
querida sendo cilado o upplicado pare todos os
termoa da acgSo e sus exeoacao, cora a pena
d rerelia.Escriro, Manoel Mara.
Pede i V. S. deferimento, a espera receber
merco.O procurador, Rodolpho Joio Barata da
Almeida.
E maia aa nao coolinba e nem alguna ontra
cousa maia ae declarara e -mostrara em tal po-
licio aqui mui bem a fielmente tranacripta, na
qual dei o despacho do theor, forma, modo a
maneira aeguinte: -
Sim. marcado o dia 28do corrente mez. Re-
cite, 23 de maio de 4862.Alentar Araripe.
E mais ae nao coalinha e era alguma outra
couaa ae declarara a mostrara em dito despa-
cho aqu mui bem a fielmeate eopiado e trans-
cripto.
E Undo a supplicante proouzdo auas lestemu-
nbas,as quaes declarara que o supplicado so.
achara ausente o em lugar nao aabido, sellados,
e preparados os autos subiram a minha conclu-
sas, e nellea dei a Matonea do theor, frai,
modo e maneira seguate :
Hei por justificada a ausencia de Estanislao-
Dantas Galuia, que se rnostrou estar em rugar
incerto, por laso mando que ae faca a cacao
edital requerida com prazo de trila dia*. &
psgue a justificante as cuatas.
Recife 31 de maio do 1862.-*ristao da-Alaa-
car Araripe. .
E maia se nao eonUaha nm alguno oatra
cosas naiase declara va a #oatr'a e* B re"~
da cantonea aqui mullo banj fi.elmSe,1.C0P,8*
etoaasiW*osto1"4M,?* Po. theor d*
qual o aacrivo q. to W^rt^ea, a tai pas-
ear com o pvaao fc,lrt I***1 cn ?
tilo a hei por citado o dito uppta*roper qua
dentro do referido orazo comparece, nesta juno.
,am le allegar aua deteza acetas, do expendido,
tfa-
e aalqaer oaafoa, nareuto,
o ato rteMo.anpWea*o o bo-
i ua Bea det**-
stJrt publicado pala imprenaa
'ares do eoatamo.
Recita 4 de \uaho de 1862,141* da iodepetoa^
ci. a do lar;io 4o BtaaU%
aa pea d
PorUttto
amigo o e
dera fazer
rado.
efflxao
.


i

1
OUUAN
Ka Maooel Natis Rodrigues o
escrivo o lubscrevi.
Tristao de Alea r A
O cidadao Jos LuU Pereira Jnior, ctufielro
da Imperial ordem da Rosa, caiil&o datiaiei
ro batalhio de iofantsiia da iSarVnaciooal
deit municipio, e juiz de pat o teybelro nno
'tom exercicio oo (Rundo, do i r pairo diatric-
to da ffegoeiia do Santisiimo Sifcrsmeato do
bairro de Sanio Antonia da cWiide do Recife,
. t>ro?nca de Pernambuco, em virUde da le,
etc.
Fajo saber aos que a presente (arta de edito
virem que.por parte do capitio Marcelino Jo
Lopes me (oi feita a fieticjio do theor i< guinte :
Dis o capitio Msrcelino Jos Lope, que tendo
Andr Aires da Fonseea e su* mulhor Antonia
Joaquina de Morae Fooseca ajualado por papel
privado Tender ao/supplicante a raeia ac?o de
un oilao dobradq/da casa terrea n. 17, com (ren-
to para a ra Augtsla da freguezia de S. Jos re-
cebendo ellea >ce prompto o importe da venda e
obrigando-se/prjr ai e seus herdeiros asaigoarem
* necesssri escriptura, auccede ter fallecido a
vendedora/ e deixsdo herdeiro ausente em lugar
desconhnido de nome Andr Alvos da Fonseea
quem requer o aapplican.e teja citado
pore/ito, fifla Aproceder-se permte este juizo
oa cfcnciliaQao perca da asiignatera do mesmo
na/mencionada escriptura e que por tanto seja
lo o supplicante justificar ausencia do
aplicado ; o pede a V. S. Illm. Sr. juiz de paz
deita diatrielo e fregaeiia aaiim lhe defira.E.
B. M.Pereira de Mello.
Na qaal pelicao del o despacho siguite :
JusiiQque.Primeiro [diatricto do Santo Anto-
nio 27 de malo de 1862. Pereira Jnior.
Em virlude do qual deapacho e procedeu a
inquirido de teitemunhas que depuzeram sobre
o livro dos santos evangelhos a respeito da au-
sencia e incerteza do lugar da residencia do jus-
tificado Andr Alves da Fonseea Juoior, e sendo
tudo sutoado e preparado me foram os autos
conclusos, e por mlm lidos, nelles profer a sen -
tenca que se segu :
Julgo por sentenca a justiflcacio de folhas pa-
ra produzir seus effeitos; o escrivo passe a car-
ta requerida com o prazo de 30 dios, e pague o
justificante aa cuitas. Primeiro districto da fre-
guezia de Santo Antonio do Recife, 27 do maio
de 1862.Jos Luiz Pereira Juoior.
Nada mala ae cootinha em dita sentenca dada
nos autos, por bem do qual se pastou ao justifi-
cante, capitao Marcelino Jos Lope, o presente
edital com o prazo de trila dias, polo qual se
chama e cita o referido juitificado Fonseea J-
nior, para qae dentro doa trinta diaa compareca
por si ou por seu bastante procurador para se
proceder aos termos de coociliicio na forma da
peli;ao, o a qualquer oulra pessoa para que lhe
faca saber desta mesma citac.io afim de que elle
nao fique aderezo.
O porteiro interino deite juizo publicar este
nos lugarea mala pablicos desle districto e o af-
iliar passsndo c-rtido em forma.
Dado e paasado no sobredito districto na fre-
guezia doSaotisstmo Sacramento do bsirro de
Santo Antonio da cidade do Recife, pnviucia de
Pernambuco, aoa 28 dias do mez dd maio de
1862.
E eu Joaquina da Silva Reg, escrivo que o
escrevi.Jos Luiz Pereira Juoior.
Ao sello 300 rs. Valha sem sello ex-causa.
Pereira Jnior.
Enada maia aecontinha em dito original a que
me reporto e dou f. E vai a presente sem cou-
sa que duvida faca, na forma do ilylo, e por
inim smento subscripta e assigoada. Recife, 28
de maio do anoo do nascimento de Nosso Senhor
Jess Christo de 186% quadragesimo primeiro da
indepencia e do imperio do Brasil.
Subicrevi e asiignei.Em f de n rdude, o es-
crivio,
Joaquim da Silva Reg.
O Dr. Triitao de Alentar Araripe, o.lcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
docommercio desta cidade do Rec.fe capital da
provincia de Pernambuco e sea termo por S.
M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
guarde etc.
Paco aaber aos que a presente carta de editos
virem e della noticia tiverem, qae por parte do
presidente e directores da eaixa filial do banco
do Brasil me foi feiti a peligao do theor, forma,
modo e maneira seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do coramerdo. A direccio
da csixa filial do banco do Brasil nesta cidade re-
quer V. S. que se digne de admitti-la a justifi-
car a ausencia de Msrtins & Irmao c e ae acham
em lugar nao sabido, afim de que seja julgada
por lentenca a juitificago e aejun os suplica-
dos diados por carta edital com. o praso legal
para respooderem aos termos de orna accio de
letra que a supplicante Ibes propozera e a Ale-
jandre Ferreira da Silva, e a outroi, e para to-
dos termos da execugio at final arrematado e
integral embolso da supplicante.Escrivo, Ma-
noel Mara.
Pede V. S. deterimento. Espera receber
mere*. Procurador, R. J. Barata de Almeida.
E mais se nao continha, em tal petico aquv
mal bem e fielmente copiada e transcripta, na
qual dei o despacho theor, forma, modo e ma-
neira seguinte:
Sim, marcado o dia 28 do correnLe mez.
Recife 23 de maio de 1862.Alencar Araripe.
E mais se nao cootinha e nem alguma outra
couaa mais se deelarava em tsl despacho aqut
mui bem e fielmente copiado e transcripto. E
tendo a supplicante produaido suas teitemanhas
que justificaram a ausencia dos supplicados em
lugar nao sabido, sellados e preparados os autos,
subiram i minha concluso, e nelles dei a sen-
tencia do theor seguinte:
Hel por justificada a ausencia de Martina &
Irmo que se mostrou estarem em l'Jgar incerlo;
assim mando, que se cilem por editos com pra-
so de 30 diaa, na forma requerida.E pague a
jualiQcanle as cusas,
Recife 31 de maio de 1862.Tristao de Alen-
car Araripe.
E mais se nao continha e nem alguma oatra
cousa mais ae declarara e mostrara em tal sen-
senteo;a aqui transcripta, eem sea cumprimen-
to, o escrivo que eita subscreveu fez passar a
presente com o praso de 30 dias, pelo qual cha-
mo, cito e hei por citados os referidos supplica-
do psra que compiregam neste juizo dentro do
referido praso, afim de allegar sua defeza, acerca
do expendido, pena de revelia. Portaoto toda e
qaal quer pessos prente, amigo ou conhecido
dos supplicados poder faze-los scientes de tudo
que fica expendido.
O presante* ser publicado pela imprensa.
Recife 5 de juebo de 1862.-41 ds indepen-
dencia e do imperio*.
Eu Haooel Maria Rodrigue* do Nascimento,
escrivo o subscrevi.
Tristao de Alentar Araripe.
O Dr. Tristao de Aleocsr Araripe, official da im-
perial ordem da Roaa e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife, capital
desta provincia de Peroambuco e eu termo
por S. M. I. e G. o Sr. D. Pedro II, a quem
Deas gaarde etc.
Fago aaber aoa que aprsente caita de editos
virem e della noticia tiverem, que por parte do
preeidente e directores da caixa filial do banco
do Braail oesta cidade me foi feita a pelicao do
theor, forma, modo e'maneira seguidle :
Illm. Sr. Dr. jais do commercio,A directo
da caixa filial do banco do Brasil nasta cidade,
requer V. S. que se digno admitti-la a justifi-
car a ausencia de Joan Pautico & Irm jo, e Mar-
tina & Irmo, qoe se acham em lugar inserto e
nao sabido afim de que julgada a justiflcacio se-
jam citados por carta edital com o praso legal
para {altarera aos termos de orna acro de letra
que a appticante Ihea propozera, e a Cerqueiri
& Silva para todo* os termos da oxecucao, at
final arrematacao e integral embolso da suppli-
cante. Escrifo Manoel Maria.
Pela a y. S. defermento.Espera receber
merc.Procurador, R. J. Barata de Almeida.
E maia aa nao continha e nem alguma outra
cousa mais ae declarara em dita pe:icao aqui
transcripta, na qual dei o despacho do theor se-
guinte ;
> dia 28 do correrle mez ai 11
mu bem e nelosooU copiada a trauacripti, por
forca da qaal o respectivo eserivio re pascar a
prsenle con o prazo de 90 diaa pelo qual cha-
mo cito e hei por citados os indicados suppli-
eadoa para que compare cam neste juizo dect;0
do dito praso, afim de allegarem sua ^,efe
sob pena de revelia.
Portaoto toda a qualquer pessoa, prente, ami-
go ou conhecido dos referidos supplatVos poda-
r faxer-lhea scientes scerca de. ',udo que fica
dito. .
O presente ser publlcsda ^it imprensa e afil-
iado nos Ingares do coa^me.
Recife.5 de Juob* de igflj, quadrsgesimo pri-
meiro da independencia a do imperio do Braail.
Eu Mtnop'i Maria Rodrigues do Nascimenlo, ei-
Ctivao o subicrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesoursria provin-
cial, em cumprimento da resolucio da.junta da
fazend, manda fazer publico, que a irremitacao
do calca ment das ruai do Sebo e Trempe, at
encontrar o da rea do Mondego ; e da alimenta-
cao dos presos pobres da casa de delencio, fica
transferida para o dia 21 do correte.
E para constar se mando affixar o presente e
pablicar pelo Diario.
Secretaria da Iheaourarla provincial de Per-
nambuco 18 de janho de 1862.O secreisrlo,
. Antonio Ferreira d'Annuociscio.
Joo Bernardino de Vasconcellos official da im-
perial ordem da Roaa, major commandante in-
terino do 2 batalhio de infantera da guarda
nacional deate municipio, e presidente do coa-
selho de qualifleacio da freguezia de S. Jos
desta cidade por S. M. o Imperador etc. etc.
Fago uber aos que este edital virem, e a quem
poasa iotereasar, que no dia 20 do correnta mez
aa 9 horaa da manhia se achara reunido o con-
selho de qualificacio no consistorio da igreja de
Nossa Senbora do Terco que ora aerve de matriz
da referida fregaezia como determina o art. 334do
decreto n. 722 de 35 de outabro de 1858.
Quartel do commaodo do 2a batalhio de in-
tentara da guarda naciooal em 17 de janho de
1862.Joo Bernardino de Yasconcelloa.
eemratoei.
torreio
** tmk
m
Ri de Janeiro
O brigue nicional aAUredo, segu com brevi-
dade e tem meio carregamtnto tratado! para o
reato, trata-ae com oa cooaigoatarios Marques,
Birros& C. Isrgo do Corpo Santo o. 6.
Para o
Rio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro
seguir cm toda a brevidade o brigne nacional
Mrquez de Olinda, de primeira marcha, tem
ji prompta a maior parte de sea carregamento :
para o reatante trata-ae com Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo da Corpo-Santo
o. 1. *
Maranho e />af.
O patacho Paulioo segu em poucos dias, tem
mil barricas de assucar tratada*, para o resto
trata-se com os coosigoatarioa Marques, Barroa &
C-, largo do Corpo Santo o. 6.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade part o
Bio de Janeiro o veleiro e bem conhecido brigae
naciooal cAlmirantea, tem parta de seu carrega-
mento prompto ; para o reato qae lhe falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz ds
Oliveira Azevedo, oo seu escriplorio ra da Cruz
numero 1.
Hoje (20) as 3 horaa da tarde em ponto, fe-
char-aa-ho as malaa quedeve condazir o vapor
costeiro Persinunga, com destino provincia
de Macei, e portes intermedios.
Oconselho econmico do batalhio de infan-
tina numero 2, tendo de contratar no segundo
aemeatre do anno que corre, o fornecimento doa
gneros abiixo declarados, de boa qualidade,
para alimentos de suss prscas no referido se-
mestre, convida s pesioas que se quizerem en-
carregar de prover taes generoa, a apresentarem
suas propostas em carta fechada na aecretaria do
mesmb batalhio, no dia 27 deste mes s 10
horss da manhs, a aaber: assucsr brsoco de
caixa, e masoavinho refinado, arroz pilado, azei-
te doce, bacalhu, carne verde, carne secca, caf
em grio, fariona da Ierra, feijao, manteiga fran-
cesa, toucinho, vinagre e lenha. Quartel no
Hospicio em Pernambuco, 20 de junho de 1862.
O alferes secretario,
Manoel Anselmo Pereira Guimaries.
Consulado de Portugal,
Segaoua feira 23 do torrente pelas 11 horas da
manhia, em preaen;a do consal de Portugal, se
ha de arrematar em leilio publico, feilo pelo por-
teiro do juizo de ausentes, na cocheira n. 27 da
ra do Imperador, que foi do finado subdito por-
tugus Jos Ribeiro de Faria, todo o material da
mesma, 4 carros, 1 coup, 8 estallos, 1 carroga,
e varios movis do uso do finado. A venda ser
feita a dinheiro ou a prazo, conforme melbor
coovier aos interesses do espolio. Recife, 17 de
junho de 1862.
Consulado de Portugal.
Quinta feira 26 do correle pelaa 11 horas da
manhia, perante o cnsul de Portugal, se hs de
proceder ao leilo feito pelo poiteiro do juizo de
ausentes, de ums casa que foi do finado aabdito
portuguez Jos Bernardo de Medeiros, sita na Es-
trada Nova do Cachaog, e de varios objectos
existentes na mesma, pertenesntea a urna taber-
na que ah havia. Recife, 17 de iuuho de
1862.
Consulado de Portugal.
Quarla feira 25 do correle pelaa 11 horaa da
manhia, em preaeoca do cnsul de Portugal, se
bao de arrematar m leilao publico, feilo pelo
porteiro do juizo de ausentes, as fazendis e di-
vidas activas pertencentes ao estsbelecimento.
que foi do finado subdito portuguez Joaquim Jos
Ribeiro de Oliveira, sito ns ras Direita n. 55,
onde ae acham as mesmaa fazendas, bem como
em segujda se arrematario varios movis per-
tencentes ao mesmo finado, qoe se acham na raa
do Rengel, casa n. 46 de Jos Ferreira dos Res.
Recife, 17 de janho de 1862.
Conselho de qualificacao da parocuia
de S. Frei Pedro Gen cal ves.
Pelo presente sao convidados comparecerem
no dia 20 do correte, pelaa 10 horas |da manhia
no consistorio da igreja matriz de S. Frei Pedro
Gon^alves, afim de lerem inspeccionados os ci-
dadaos abaixo declarados :
Antonio Leonardo Rodrigues.
Antonio Goelhode Mello.
Cyriaco Joi Coelhc.
Estevio Jos da Molta.
Florippe Liberato Gezar do Amaral.
Galdioo Brasilino dos Santos.
Ismael Cezar Duarte Ribeiro.
Jof Maurioo de Biteocourl Lacerda.
Joaquim Dativo Talles de Souzs.
Jos Francisco Coeiho da Paz.
Joio Gaetano Goelho.
Jcio Cancio de Barros Arsujo.
Joio Pereira Reg.
Leopoldo Marques da Assumpc.ao.
Manoel Pereira Pinto Grillo.
Napoleio Olympio Pralia.
Victoriano Lins Franco.
Sala do conselho 17 do junho de
oimo Emiliano de Miranda Castro,
nenie, secretario do conselho.
Directora das obras militares
A directoria das obras militsres necessita com-
prar biombos para o hospital militar : qaem oa
quizer vender aprsente suaa propoalaa na dita
directoria, am qualquer dos dias 17, 18, 20 e 21
do correte mez.
Directora das obras militsres de Pernambuco
16 de junho da 1862.O escripturario,
Joio Monteiro de Andrade Malvina.
Para Maranho e Para,
Sretende seguir com muita brevidade o veleiro e
em conhecido patacho naciooal Emulacio, ca-
pitio Antonio Gomes Pereira, tem parte de sea
carregamento prompto ; psra o resto que lhe fal-
ta, trata-ae com os seas consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C. no sea eseriptorio
rus da Cruz n. 1.
Aracaty
Segu no dia 20 do correte o palhabote San-
ta Gruzs, recebe carga a frele ; a iralar com Caa-
tano Cyriaco da C. M. & Irmao, no lado do Qoi-
Spo ano n. 23.
IlhadeS. Miguel.
Para a liba de S. Miguel, segu com muita
brevidade o patacho portuguez Lima de primeir8
marcha, tem dous tercos do sea csrregsmeoto
prompto e para o reato da carga, e passsgairos :
trata-ae com oa seus conaignatarioa Joio do Reg
Lima & Irmio : na ra da Cruz n. 38.
do. crreme pi
da associscao i
DE
50barris com vinho de
Lisboa branco PR.
Nao podendo ter aido efectuada a venda dos
50 barris de vinho branco" j annunciados, irlo
effectivsmente hoje sexta-feira 19 do crrante
Sara lerem vendidos pelo maior prego pelas 10
oras da manhia no largo da alfandega.
LEILO
DE
Vaccas e bois.
Sabbado 21 do corrente.
Ai 11 horaa do dia cima mencionado haveri
leilo por conta e riaco de quem pertencer a sem
reserva de precn de cerca de 8 vaccas paridaa o
alguna bois, na rus ds Concordia em frente so
telheiro edificado no porto das canoas.
Frederico Gatoar, cirurgiio dentista
fax todas as opers$oes* deiua arle a e co-
lees denus artificiaos, tudo eMa -sdeln
rioridade e perfeieao que as pessoas-,en
tendidas lhe reconfaecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
4ISM9MQ9K
I
AUga-ae am preto de 20 anuos, para aervi-
qo de alguma casa de familia oa qualquer outro,
menos padaria, oa ra Direita n. 95 ; tambem se
informa, para quem precisar comprsr urna das
melhores tabernas na mesma raa, mnito atrege-
zada, tanto para o mato como para a trra, e se
fax negocio a vontade do comprador, pela razio
do dono oio querer maia taberna, e tomar oatra
induitrla._________________.
Aviso aos Srs. de engenho.
Um homam casado, que tem estado na FrancaJ
ha maia de 10 annos, se offerece a encinar pri-
meirss letras e francez, e aua aenhora, costara e
prlmeiras letras, pela pratica qae j tem de ter
eoainado em alguoa engenboa desta provincia :
quem precisar, dirija-ie ao segundo indar do so-
brado da ra do Livramento d. 31, que achara
com quem tratar.
Prectaa-se alugar um preto para todo o irr-
vico de cssa ; na raa do Livramento n. 31, se-
gundo aodar.
Para Lisboa.
Tem de sihir com muita brevidade o lagre por-
tuguez (iJulio, de saperior marcha, tem a maior
parte de sua carga comprada, e para o reato da
mesma e passagsiros, a quem offerece oa melho-
res commodos, trata-se com o consignatario Tho-
maz de Aqaino Fonseea, na ras do Vigario n. 19,
primeiro andar, ou com o capillo o Sr. Francis-
co Antonio Meirellea, na praca.
Rio de Janeiro
segu com brevidade o palhabote cPledade. re>
cebe carga a frete : a tratar com Caetano CJr' o
da C. M. & Irmio, no lado do Corpo Santo o 3.
Baha
Segu nestes dias o hiate Smta Rila, recebe
carga a frete ; a tratar com Gaetano Cyriaco da
C. M- S Irmio, lado do Corpo Santo a. 23.
1862.J ero-
primeiro te-
Para o Rio de Janeiro, recebe am resto da
carga a frete a barca brasileira Cooceico : a
tratar no eseriptorio de Amorim IrmSos, ra da
Cruz n. 3.
Mili
Janeiro.
O brigue nacional Deolinda segu com bre-
vidade, e recebe alguma carga a frete : trata-ae
com os consignatarios Marques, Bsrros & C, lar-
go do Corpo Santo n. 6.
Para
Sim, mai
coraa da
Recife.
E maia se ni
cousa se
bem e
sopp
justifi
gir
subiram
aa
guite:
Hei por jualiflcada a aseen
& Irmio Martina & Iraak
Arisos martimos.
G01PAMIA PEMAMBUCMA
mi
Navwacao costara a vapor
i cei pelas escalas
0 vaporsPersiDunga>, commandante Honra,
sahiri para os portos do sal tocando as escalas
no dia SO do corrente, s A horas da tarde.
Recebe carga at o da 18. Encommendas,
paassgeiros e dinheiro a frete at o dia da aahi-
da ao meio dia : eseriptorio no forte do Mallos
a. 1.
Rio de Janeiro,
segu com toda brevidade a lioda e veleira barca
nacional Iris, de primeira classe, capitao Gas-
par Leite de Faria, a qual tem parte de sea car-
regamento prompto : para o resto, trata-se com
os seus consignatarios Aranaga, Hijo & C, ra
do Trapiche Novo n. 6.
k
starem am lo
taca e diga q
toa com prazo1
d 18c.Alencar Araripe.
uonjioha n Bem alguma outra
m tal despacho aqi mui
do tranaaet|,t. t tendo
|0 suas tailiSBuobaa que
doa supplicados e m Ib-
loe prepan dOii "o actoa
iba condesil: e nelles dei
s. modo ifti Pfflj0
i aa mostr
lacerto; a
am citados
per darla de edi-
H
-*uf Araripe.
E mal ae ci cotjUohi am
dita rateoea. t%
C0MPANH1A BRASILEIRA
DE
COMPAIWU PEBNAIBUGiNA
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macan,
Aracaty e Cear.
O vapor Iguarasso, commandante Vianna,
sahir para oa portos do norte at o Cear no dia
SI do corrente s 5 horaa da tarde. Recebe car-
ga at o dia 18 ao maio dia. Encommendas paa-
ssgeiros e dinheiro a frele at o dia da aabida s
2 horaa. Eacriptorio no Forte do Mallos n. 1.
Leiioes.
LEILO
Tasao IrmSos fazem leilio por contado quem
pertencer e por intervencio do agente- Pestaa,
de 27 pipaa de vinho linto da acreditada marca
B4F, em lotea a vontade dos comprsdores mes-
mo pipa por pipa, a dinheiro oo a prazo' como se
convencionar no acto do leilio : segundi-feira
83 do correte, ae 11 horaa em ponto, no ara
mazem bario do Livramento do Porte do Mallo.
WI?E$ A
At o dis 98 do correte esperado doa portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o cipitio-tenente Jos Leopoldo de Noronhai
Torrezio, o qaal epeis da demora do costume
seguir* psra oa portea do sal.
Desde ji recabem-sa passageiros t engaja-se
l
LEILAO
DE
2
Avisos LOTERA
AMAN HA' 21 do corrente se devera'
extrahir mpreterivelmente a terceira
parte da segunda lotera a beneficio do
Gymnasto Pernambucano, (terceira con-
cessao) no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario de Santo Antonio. Os bilhe-
tes e meios bilhetes acham-se a venda
na respectiva tbesouraria ru do Crespo
n. 15, e as casas commissionadas pra-
ca da Independencia n. 22 loja do Sr.
Santos Vieira, ra dalmperatriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Direita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Recife loja u. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000j ate as de 10# se-
rao pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outrss, pore'm, no dia imme-
diato logo que se tenbam distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O annnuncio chamando o Sr. esludante da
ra Bella para vir i esta typographia, nio se
eotende com o que mora na caaa n. 21, sim com
o de outra cass, da mesms ra.
Precisa'se de am caixeiro portuguez de 12 a
16 annos, para taberna, com pratica ou aam ella,
preferindo-ae doa ltimos chegados: em Pora
de Portas raa do Pilar, taberna n. 84.
Jos Antonio Alves retira-ae para Portu-
gal, levando em aua compaohia sua cunhada,
Maria Thereza Barboza.
Silvino Guilherme de Bsrros compra escra-
vos de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Salvador Bodrigues da Silva vai ao Bio de
Janeiro.
O Sr. empregado publi-
co que recebeu differentes
quantias para pagamentos de
objectos de sua reparti$o e
noospagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pela
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Sociedade bancaria.
A fallencia da sociedade bancaria, em com-
mandita idb a razio de Amorim, Fragoso, Sao-
tos & G. oesta pra^s nio daquellas que, as
peripecias della fiqaem circumscriplaano proceaao
que ae vai instaurar no juizo competente ; urna
quebra eapantosa, horrorosa, como disse e affir-
mou o socio Pragoso, na sessao d'assembla dos
socios no da 18 do correte, que nio ha ezem-
po em praca alguma do mando : gravea, maito
graves e vergonhosas sio as aecusacoes que
pesam sobre os socioa solidsrios gerentes, cum-
pre, pois, a bem da moralidade do corpo do com-
mercio desta praga, que de entre elles saia um
de seus membros e victima, lance a luva sobre
os socios gerentes, Srs. Antonio Marques de
Amorim, Jos Antonio de Azevedo Saotoa J-
nior e Joio Baptiata Fragoao, oa primeiroa que
mais sssiduos eram na gestio das transaccoes,
que de cara i cara ouviram silenciosa aquella
increpago do seu collega, os obrigue a decerem
de suas posicoes, se sinds nellas se conservara
a apanharem a luva, e na presenca de seus juizes
qae sio centenares de viuvas, orphaos, donzel-
laj, artistas, grandes e pequeos commerciantes
desta cidade, caaas respeitaveis dss differentes
prs;as, com quem entretinham rela;5es de fun-
dos, todos esses que na mais perfeita boa f e
illimitada confianza, enlregaramem voasas mios,
suas pequenss economas, seus patrimonios, seus
futuros, producto de seus trabalhos, o nico
recurso de salvaren) seus rditos, suas fortuoaa
e a de muitts familias, que tudo sacrifleastes e
comprometeste, elles asigem de cavalleiros e
negociantes honrsdos que manifestis publica-
mente, quaes as cauaaa de voasa quebra, que
vos justifiquis das gravea e vergonhosas aecusa-
Qoei que se vos faz, e s assim podareis recupe-
rar os boos.sentimentos que geralmente ae vos
fazia, em cojo numero entra o sacrificio e ainda
vosso affeicoado.
B. T.
Joaquim Jos de Santa Anna e sua ma-
Iher, retira-se psra o Rio de Janeiro.
Faz-se publico a quem convier, que a audi-
encia deste juizo qae devia aer na terge-fira
24 do correte, psssou a ser oa segunda-feira
23, por ser dia aanto o referido dia 14. Pri-
meiro districto di fregaezia de Santo Antonio do
Ricife, SO de janho de 1869.
Vaccina publica.
Graassndo presentemente com alguma intenai-
dade a varila neata cidade, o commisssrio vac-
cinsdor lembra aoa cheles de smilia qae, pelo
regalamento de 17 de agoato da 1846, aio obri-
gados a apresentar nesta repartirlo todaa as pes-
soas qae nio tiverem tido bexlgas naturaes, ou
sido vacclnadas, afim de ae lhea praticar a inno-
cuiagio do finido vaccioico, lato dorante as quin-
tas e domingos, no torreio da alfaodegs, das 8
s 10 horas da manhia, o nos asbbsdos, na csss
de sua reaidencia, segundo andar do aobrado da
raa ealreita do Rosario o. 30. Recita 2 de junho
de 1862.Dr. Joio Nepomuceoo Dias Fernandos,
commissario vsccinador publico.
S Hotel Tro-
I vador. !
N. 44Rosario larga N 44
O proprietario do hotel Tro- i
vador, ra larga do Rosario n. i
1 44, tendo desoecupado o tercei-
ro andar, pela retirada dos ar- <
9 tistas da companhia do circo (
Grande Ocano, ollerece-o para
dar hoepedagem aos visitantes i
$S desta bella cidade, para o que se {
IP acha elle devida mente prepara- j
do, fornece comedoria, feita com |
asseio, por mdico preco, pelo (
9 cialmente aos Srs. de engenho
que, ou por simples visitas, cu i
movidos por negocios, tenham i
de se demorar nesta praca, em \
cui,o centro elle estabelecido. i
'Novu.32
casa de madama
Theard
Alm de ou tros mui tos objectos de moda para
senboraa e meninas, recebeu inminente e x-
cellentea chfeos de palba de Italia, gosto Ama-
zonas, a Traviataa. Addalas e Beatriz, ditoe do
palba branca e de (ores, dos goatoa cima ditos,
ditoa de feltro, doa goslos j indicados, dito de
palba branca e de cores icuras para meninos e)
meninaa.
Becebem-ae figulinos todos os mezee e faz-ser
com perfeicio vestidos, capas, msnteletes e vea-
taarioa para meninos aa bapliaarem.
Arrenda se um sitio em Par-
nameirim
com cssss de moradia, cocheiras, feitor e estri-
bara, alem de oatraa commodidadea e bea viai-
nhaoja, tem capim diario para 4cavallos, coquel-
roa, e muitas ontras arvores de fruto eaulidsde,
faz-ae o arrendamento por um oa mala annos, e
com condices ventajosas : trata-se sio larga do
Panizo, n. 24 com S. A. Peros._____________
Quem precisar ae ama cria ara o aervico
interno do urna
Marlyrios n. 1.
cssa : dirija-te i travesea dos
Convocado dej redores1
Os Srs. credores do Had Marcelino
| Antonio Pereira lio rogados a compare-
Scer no da 27 do crrante, as 12 horaa di \
maohia, no eseriptorio do abaixo asig-
nado, pira serem pagoa de suss conlaa
como for melhormente posiival. Reci-
| fe 17 de junho de 1862. advogado, _
S J- Befl Carneiro.
ltentelo.
Na ra Imperial n. 80 el la-sea tocar flauta
e clarineta maito mais bara que qualquer
outro pode entinar : quem ejalaat dirija-sa a ca-
aa cima s 7 horas da notem diinte.
Gompanbia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & G. compe-
tentemente autorisados pela directoria da compa-
ohia de seguroa Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, mercadoriis e predios, no seu eseriptorio,
ra da Cruz d. 1.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimariea aviaa ao res-
Sieitavel publico, principalmente a todos os seas
reguezes e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo d. 7, para a bem coohecida anliga loja
de miudezas que foi do fallecido Joio Ceg, hoje
aera coohecida pelogallo vigilanA,e pede ao
reipettavel publico e aos seus fregueses e amigos,
que o queiram procurar no dito estabetecirpenlo,
onde acbario um grande sorlimento de miudezas,
queaffisnea servir bem e vender por menos dez
ou vinte por cento. do aue em outra qualquer
parte.
Si\aruadoR3Deln.l8
9 Cortam-se cabellos a 240 rs. '
|p Barbaa a 120 rs. |
gsg Alugam-aebixas a 240 rs.
Tiram-se denles a 10.
V Sangram-se na loja a Ig. I
A Amolam-se navalhas a 240 rs. i
aTesoaraa de costura a 120 rs., e as mais .
conforme o tamanho.
|J5 Na mesma cass precisa-se de um of- >
ft Qcial de barbeiro. t
Jos Peixoto de Almetda, subdito portuguez,
vai para o Rio de Janeiro.
Figueiredo k Irmao
Ra Nova n. 48.
Neste estabelecimnlo haver sempre um
grande sortimento de roupss feitss e por medi-
da, tanto para homens e para meninos a" um
grande e variado aortimento de fizendaa tanto
ioglezia como francezaa de bom goato a baratas,
asiim como tambem diversss joiss de oaro de 18
quilates e de brilbantes dos melhores fabricantes
de Parle.________________________________
AS
de Hamburgo
Alugsm-se e vendem-se por qualquer prego-
na raa do Rsogel n. 18, amola-ae todo o ferro
orlante.
*\ Waw Wk ^a^*a a^aaf ^aa^af^asMiPsaar ^savai^a^i^aw^
Saques sobre Portugal.
O abaixo aaaignado agente do Banco
Mercantil Porluenie nesta cidade, ssca
effectivamente por todoa os paquetea so*
bre o mesmo Banco para o Porto Lia-
boa, por qaalquer somma ivista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aoa portadores
qua assim lhe convier : as russ do Cres-
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaauim da Silva Caalro.
ffitt%*2seCM -4"*%oft'f^^tlB*Jjl
rn fura wwsm wm wmvwwrm WMntwfntwwMWMmwwnmiK
Precisa-se fallar aos Srs. Firmino
Gomes da Silveira e Jos Antonio de
Carvalbo Brito, que moraram em urna
das casas do Sr. Bartholomeu, as pro-
ximidades da casa de detencao e desap-
pareceram, segundo diz um companhei-
ro de casa : nesta typographia.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, pjimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo preco.
AtteiNjo.
Precisa-se de urna ama para cosiohar em casi
de rapaz solteiro : na rua das Agoas-Verdes
n. 28.
Bolos fiuos para S. Joo e
Santo AntoDio.
Os melhores bolos de S. Joio de todss as qua-
lidadea, e bandejas enfeitadas para casamento,
com perfeicio ; aaaim como creme. podios, e to-
da a qualidade de pastelera : quem precisar di-
rija-ae s roa da Penha n. 25.
sitio.
Para alugar.
Doua andares,da caaa n. 118, no principio da
rua do Pilar em Pora de Portas, com muito boos
commodos, rectificados e pintados de novo, com
toda a limpeza, boa moradia e fresca: dirijam-se
a mesma rua n. 112.
Precisa-se alugar um sitio com arvoredos de
frncto e casa eoffrivel, perlo ds pra^a : na rua da
Senzala Velha o. 96 padaria.
Aluga-se a caaa terrea da rua do Fogo o.
16 : a tratar na rua da Cruz n. 1-, eseriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.____________
Casa para alugar.
Aluga-se urna casa na Capanga-nova, rua das
Pernambucanas, com commodos e bem tratada,
com um grande quintal todo murado, bastantes
arvoredos, cacimba e tanque; o aluguel bara-
to : na rua do Imperador o. 46.
_____ m M$n.
fi ser embarcad do i chafada, en-' O agente Pestaa legal manta aatorisado ven-
commendaa e dinheiro a (rete at o dia da sabi- der por conla de qaem pertencer em leilio pa-
da as*2 horas: agencia raa ds Cruz n. 1 et- blics 2 grandes e boallos oavsllos pata carro, i
ando qae $9] carga qua o vapor poder coodaiira qaal de\ve-
eriptorlo de
Antonio Liis de Oliveira Azevedo carrlnho de 4 ro
tallos e uat ,TObJP|
e t rabal ha com le
ade; sabbado
MM
Precisa-se de ama ama, que seja perfeita cozi-
nheira, para casa de homam aolt '
qua aeja de idade, na rua
Alaga-se ama escra
coser, a cosiohar : a trat
largo do Carmo.
Nesta typographia pr
lar ao Sr* Joto GoncalvW Rodrigues
Franca que morou em Olinda dizem
morir nesta cidade do Recife.
Joaquim Teixeira Arouca, negociante eata-
belecido na cidade do Rio Formoso, declara a
todoa quantos manlem relac,des de negocio com
aquelle aeu eatabelecimento, qoe tem dado socie-
dade ao Sr. Antonio Antunes Pereira Basle, o
qual na qualidade de gerente e intereasado no
mesmo negocio, sob a razio deArouca Si Baa-
tos, desde maio do corrente anno, e habelitado
como est para ludo, o competente para rece-
ber e para reformar, como bem lhe approuver,
todos os dbitos aotigos do estabelecimnlo, es-
perando o annunciantede seus devedorea, que
nio se eicusem ao cumprimento disto. Declara
maia que o negocio do- aeu estabelecimento social
somente debitado actualmente nesta praca pe-
los Srs. Cunba Irmios & C. e Marques, Gomes &
G. ; a qae, em particular, elle Joaquim Teixei-
ra Arouca, devedor da ttulos a vencer ao Sr.
Manoel Jos da Cunba Porto, s e nicamente, e
ae slgaem mais ae julgar seu redor, aprsente-
se nesses oito dias no escriplorio doa Sra. Cucha
Irmioa& C, na rua da Madre de Deus n. 3, psra
a aolucao. Recife 17 de junho de 1862.
Arreoda-se o muito conhecido engenho
Qaelaz sito na fregaezia de Ipojuca; tunete e
corrente, muito bom d'agua : tem os necessarios
edificios para o manejo ; e tem algans sitios de
lsrradores : dista da via frrea e do porto de
embarque duaa leguas : os preteodentes, podem
tratsr, com o proprietario no eogenho Poco ds
freguezia da Luz, ou com o Sr. Dr. Antonio Her-
culaoo de Sotiza Bandeira nesta pnce, na liba
doa Batos,
Precisase de um trabalhador que tenha pra
tica de renacio, paga-se bem servindo, a tratar
na raa dos Gasrarapes n. 28.
MM.
Precisa-se alugar um primeiro oa segundo
andar, sendo as ras seguintes : Aurora, Livra-
mento, pateo do Carmo e Imperador (lado do pas-
seio): quem tiver, dirija-ae rua do Queimado
loja de ferragens n. 13.___________________
Aluga-se a casa na rua do Corredor do Bia-
po n.24, com commodos para familia ; a tratai
na travessa do Queimado o. 9, que faz] esquina
para a rua larga do Rosario, taberna._________.
Joio de Souza Vieira, subdito
retira-ae para ailba de S. Miguel.___
portuguez,
Previoe-se a qualquer pessoa qae queira to-
mar conla ou negociar o estabelecimento litho-
graphico de A. Ridouz, que pande urna execuc.io
contra a mesma caaa para cobranza de salarios
vencidos e oio pagos, e que quem qaer que toma
coate, leri de sujeitsr-se s consequenciae da
mesma execucio e seus onus.
Henri Delporte.
Ao
es BasBerte
~
lico.
Na raa de Santa Thereza n. 24 precisa-se
ama ama para cozinhar paraduss pesioas.
de
Precisa-se de ama ama para comprar e.co-
zinhar, para caaa de homem solteiro ; na roa do
Queimado loja n. 42.
Na rua da Palma da fregaezia de S. Jos,
n. 59 se dir quenada a premio 400*000 com hy-
potheca em ciaaterrea. "__________ .
Pehxjuii da,pat do segundo districto da
freguetiTle Saoio Antonio ae faz pabMeo, qae
ib audienclaa terio lagar as qaattaa-felrae.
aabbados asaJi horas da larde, na
geln.ao.
Sr. Henriqaea BasBerte o reo annuncio ao
publico estampado no Mario de Peruambuco do
dia 17, folha 3a cqlumna 4coatem s mentira.
Nunca contratei a venda do mea eatabelecimento
nem ninguem tomou conla d'elle. Sea sempre ea
que o dirijo, Vmc. bem o sabe ." ists) que lhe
zaoga ; Vmc. fez esae annuncio para ose des-
coDceiiuar perante o publico : seas esforcos sio
baldados. Nao.pende eiSssjMaavlahorna conlraa
cass, contra mim, o que e muito differente, a
quandoos tribunaea tiverem pronanciado o julga-
meoto, entie TariaaWV! de nos dous terft
razie.
Recife 18 de junho de 1862.
ji____________ A.Ridout.
Alaga-ae urna met-agua Ma*afment.e ac-
bada, com 2 salas, cozinba, qaftt grande, quin-
tal murado, alta na rua do ^SOttielro a traUs,
no sobrado ao norte do mesmrf a boira do no,
quonhl aruga-ae por i2ymonsies. _
Alinelo!!!
Preeisa-sa aaber qaem neata praca o.eorrea-
popdente do Sr. Jos Filippe de Santiago aanof,
aenbordo eogenho Csooa Rachada; -a ra Moya
n. 43, loja detronte da igreja ale N. 9. d Cancei-
cio dos Militares._________________________
Francisco Jos BejeJsvBaga vai a Europa
tratar de sua aaode, *1b WsaM iwoearado-
ffrsattSSBaSaffctt^
bo, em terceiro Sr- atooWoa* CaraejM
(
(
i
ar^^Saal, aTaP I W


-:.....>" r"
I

I
i
>


*- Astada te roga ao
que tem recibido Diario ex
me dWDano Fortuna, desde o
panado, e nfio tem pago, faaendo ul-
ite madanca da entrega para a
n, lande pagar uaisigna-
tura., publicara seunome.

Dr. -Siht Ramos.
pessoa convenientemente
habilitada se propOe a entinar fora da
prae^i primeiras letfl, latim e franca:
a tratar no pateo do Terco n. 33.
I "feRa da Cruzi 6
O Dr. Rocha Bastos
r di aonsaltas todos o din.
Cura radical a em pasco das moles-
tlaa syphllitieas o dos orgos genito uri-
nrios
Consultasda 'paca das 8 aa 9 born da
laobaa.
_)-N6QIHIIM3NtV
Caballo.
Na norte de 12 do corrate desappar ?ceu um
cavallo peqieoo ruco com pintas de podres, e
tea aiaaaes alada bem distinctos de tr sido ata-
cado do saogae, Mfcsdo e tem todos o andares:
quom o pagar 1 no caes do Ramos n. 4, sa-
ri bem graii"
Este eilabeleoioen
i preio
qa qma tem prestado, contina os melhorea con- da 27 de abril prximo passado toi concedido o
iffoes debaixo da direccio de seu proprietario i praao de 60 diaa a todos aquellea que eslo in-
aceber doentea detodss as clanes, os quaes se caraos no 1.a do art. 64 dos estatutos, aaaim
ao tratados com todo o telo e iateiesse pelos. como Qndo o prsso ser posts em vigor a dispo-
ceituado oeata
I
recabar
rio tratados com
presos segsintes :
Primeia classe.... 3#000 ou man.
Segunda dita...... *t500.
Terceiradita...... 1000.
Em qualquer das claisea os brancos ficarao se-
paradoa doa negroa. Oa alieaadoa de 2.* e 3.a
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
lendo furiosos pagaro maia a quarta parle. Oa
alieaadoa da I." classe pagaro seguodo o ajuste.
ENTE
boas costa mes e
tro xrh,
MH
maia idade, da
ra lito, ama essrsTS
r bem : aa ra da Ca-
ARTISmS SELLEIROS
Emrernambuco.
Scleoco aoa lenhore socios effectiTOS,
,_to ji bem conhecido, e coa- ] Sclentifieo aoa WKKKkWtK^fUKttn, que
iocia pelos relevantes serv- em esio extraordinaria de assembla gsral do
Yendas.
Apparelhos de porceliaoa dou
rada para cha de bonecas.
Aloja da agua branca deaejaodo que todos
a
Veodem-se as raa Direiti n. 99, defronte da
Libras sterlinas
Veode-se ao escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Ftlho, largo do Cerpo Santo n. 19.
Algodo da tiahia.
Proprio para rospa de eaeraTOS o saceos de as-
liucar : vende-ie na rus da Grux n. 1, escriptorio
e telo a iateiesse pelos. como fiado o prsso seri posts em vigor a dispo-
sicio do artigo 72 dos mesmos eilatuios.
Secretaria da sociedade Unio Beneficente do
ArUtfas Selleiros em Peraambuco 18 de jsnho de d, Antonio L.iz de Oliveira Axetedo 4 C.
1862. v
Taurino Cantidio de Moraei.
1. secretario.
Precia-ie de um caixeiro de 12 a 14 an-
aos, qae teohs pratica de tabetna : na ra do
Caldeireiro o. 60.
Pede-se ao Sr. Paiio, morador em Olinda,
que quaodo vier ao Recite, se dirija a esta iypo-
gropbia qae se Iba precisa fallar.
Aluga-se o terceiro e quarlo andarea da
casa da ra do Trapiche o. 18, a tratar oa mea-
ma caaa. ^.
12
Precisa-sa de um menino portuguez de
a 14 aoooi de idada, para caixeiro de taberna na
ra do Carnario n. 13. .
CLUBJ MERfUL
iO corrate mei
Arena
na neite do dia SI,
lera lagar
Precisa-se alegar um sobrado ka itac le gran-
de, de am a doua andarea, sendo em boa ra, as
fregueziaa da Santo Antonio ou S. Jos,, adian-
tar-ae-ha alguna quantia aobre a mesma renda,
ou se tarto os concertoe precisos pira serem des-
contados, easo o Mamo predio assim o exija,
oSarecendo-se aula islhores garantas qae pos-
aam haver sobre tal trato : quem quizer diti-
ia-se a loia de tboej Wu larga do Rosario o.
16, qae dlri qaem qner.__________________
Guilhermo Masdeo, aubdito inglez, vai para
o Norte. _______'
Precisa-ae de urna ama para todo servico
com deiembaraco, para casa de pouca familia na
roa das Cruxes n. 2t. ^^___^_^_
Ama.
facem a vootade a suas bellas menims est vea- ; loja.de mludetar; qoeijos vindos do aorte no ul-
dendo commodimente estes bonitos apparelhos time vapora 2*200, ditoia 2}, ditoi a 1#800, di-
de poreellana dourada, e pintada a 1|500 e J, tos do ertio a ti, ere libra s 560,*4i)oa de qua-
tendo cada as 6 casarca de chicara, e os mals Iba a UO. aletria a 400 rs., meearriflt talhanm a
perteoces, a vista do que todos iro (manidos de 320 a libra, caixtjei do doce de goiaba a 19500,
dinheiro) pera compra-ios oa ra do Queimado toucinho de Lisboaa 320, ag a 21Q,
a 140, e
D. 16.
Camisas inglezas.
P. Baphael Romano, segu a aua viagem
pira o aul do imperio.
Preciaa-sede urna ama para todo servico de
de urna casa de pouca familia : aa ra do Im-
perador n. 50 andan
Fogo de arli
Joo Ferreira,
para Europ*.
subdito porluguez, retira-se
flcio.
O bazar da raa do Imperador o. 6 i inda i a
geosla da mallo acreditada fabrica da vieva Re-
fino, aoode ae tomam todaa e quaesquer encom-
mendaa em tudo o que for relativo i aua arte, ae-
sefurando-ie iiao s a melbor execuco na con-
feceo doi artigos, como a maior modicilade nos
seis presos. Nesta mesma casa ha sempreum
portador para fazer a condcelo daa encommen-
dai, evitando asaim os (retes que a distancia daa
fibricaa acarretam aos senhores compradores.
Perdeu-se
urna pnlaeira de ouro na aexta-feira 13 do cor-
rente, indo pela ra daa Aguas-Verdes al a raa
de Borlas : quem a achou dfrija-se a ra de
Hartas o. 15 que ser generosamente recompen-
sado.
__ Alagase o segundo e terceiro andar do so-
brado da roa da Crot do Recite, n. 25 a tratar no
primeiro andar do meimo. .
O abaixo asiigoado eitabelecido com caa
de negocio na villa de Pi d'Alho previne a seu
devedores qae baiam de mandar satisfazer at o
Im do mez de julho do correte anno ; e tendo
de dar corita de seus pagamentos nao lhe pos-.
elvel continuar a fiar, e para nio causar desgoslo
a seos freguezes, roga-lhea baja de mandar o
dinheiro quaodo maodar fazer auiscomprai, afl-
ancando-lhe, que deste modo aero promptamen-
te servidos, e por presos multo covmodos.
Frsncisco Xavier de Souza Ramos.
OSerece-se urna mulher para ama de leite,
na roa Velha n 19. *_________
Preciaa-so de um caixeiro de 14 a 16 annos,
dos chegados apouco do Porto, quei seiba 1er
e escrever oa ra do Rosario da Boa-Vista o. 41.
Deseja-se saber negocio de intereise da
verdadeira moradia do Sr. Francisco Duarte das
Neves, pois que nao encontrado na ra da Ca-
deia caaa n
n. 136.
46 e nem n ra da Senzala .Velha
Precisa-se de um caixeiro na ra do Impe-
dor n. 24.
Perdeu-se um bracelete de ouro na noile de
14 do correte, do arco de Sanio Antonio at a
praca da Independeucia: pede-se a quem o achar
qaerendo restitui-lo s sua dons, na ra das Flo-
res n. 29. ser gntificado.
Attencjo.
Qaem achou na noite de domiogo, 15 do cor-
rente, urna pulseira de ouro com conchas em
forma de rosas, na praga da Iodependeocia.quei-
ra restitui-la oa ra. Direita n. 93, primeiro an-
dar, onde ser recompensado generosamente.
Adverte -se que fei vista a pessoa que apanbou> a
e que conhecida.
Aluga-se o tercoiro andar do sobrado n. 46
da ruado Amorim, tambem aluga-se o primeiro
andar e armazem do sobrado da roa do Gordoniz
n. 6, pintado de novo, proprio para familia oa
escriptorio de algum commerciante por ficar per-
to do embarque e repartieres publicas: quem
pretender, eotenda-se com seu proprietario Cos-
me Jos dos Santos Coelho, na ra do Vigario
numero 8.
Precisa-se de urna ama que saiba eozinhar
e engommar para o servico de urna senhora ; na
ra das Aguas-Verdes n. 48 primeiro andar.
Aocommercio.
Uavendo expirado o praso da duracao da socie-
dade cammercial estabeVecida neU proqa sob a
firma de Atmeida Gomes, Alvea & C, oa aeus
socios abaixo assignados de commum accordo
resolveram dissolve-li, entrando desde o 1 do
correte mez em liquidaco, que fica a cargo da
extincla firma, a qual nao est compromettida
em responsabilidade de qualquer natureza, e tai-
ga nada dever nesta praca, pedindo todava a
qaem quer que se julgar com direito a alguma
reclamacao neste sentido de se dirigir com a
maior brevidade possivel ra das Cruz arma-
zem o. 27.
Recite, 14 de junho de 1862.
Antonio de Almeida Gomes.
Miguel Jos Alves.
________________Jos Nogaeira de Souza.
Havendo expirado o praso ce d jraco da
sociedade commercial estabelecida nesta praca,
sob a firma de Nogueira de Souza iv. C, os seus
socios abaixo assignados de commum accordo re-
solveram dissolve-la, entrsndo desde o 1 do cor-
rerte mez em liquidaco, qae fica a cargo da ex-
lincta firma, a qual nao esti compromettida em
responsabilidade de qualquer natureza.
Recite, 14 de juflho de 1862.
Jos Nogueira de Souza.
Miguel Jos Alves.
Antonio de Almeida Gomes.
Antonio de Almeida Gomes, tem a honra
de participar aos seus amigos e ao corpo de com-
mercio que, nicamente em seu nome como ou-
tr'ora, continua nos mesmos ramos da negocio
de que se occupiva a extinta firma de Almeida
Gomes, Alves & C, da qual fazia pule. Recite,
14 de junho de 1862. Ra da Qui n. 27._______
Miguel Jos AUes roga as pessoa, que por
qualquer ttulos se possam julgar seus ciedores,
se sirvam mandar apresentar-lh'os no armazem
n. 27 da ra da Crut para serem por elle promp-
tamente pagas.
Recife 14 de junho de 1862.__________________
Sortes para S. Joo e S. Pedro,
Um pequeo folheto cooteodo vrso, tanto pa-
ra o principio como para o fim, oraedes e ladai-
nbaa proprias para se poder fazer a novena do
glorioso S. Joo : vende-se na ra do Impera-
dor n. 15, das 9 horas da manba as 3 1|2 da
tarde doa diaa uteia. _________
Pede-se ao Sr. Al... da roa das Flores, que
pode vir buscar a cisaqulnha que de meia cara
lhe toi concedida, por alvicaraa das mentiraa e en-
redos que foi contar ao Sr.... Oh ?lll que horror!
que papel to ridiculo eat fozendo o tal alco-
vita 11! en parece-me o que elle quer urna ca-
saqninba ou eoto quer passir um seixo.
II. L.
Antojo Jos Vieira, subdito Porluguez, re-
tira-se para a provincia da Baha. i
Jaciotho lopoo ae Almeida, reuro-ie para
Urna mulher branca offerece-ie para ama de
caa de familia, para eozinhar e engommar com
perfeico : no segundo becco largo da camboa
do Garmo, casa n. 5:
Prevloe-se que ninguem faca negocio com
a parta do eogenho Giqui da freguezia da Escada,
pertencente a Hercalaoo Ludgero de Lemos, por-
que existe execuco contra o mesmo pelo juixo
de direito especial do commercio desta cidade,
escrivio Manoel Maria, e ji ae extrahio executivo
dirigido is justicas commerciaes daquelle termo,
oio se tendo effectuado a penhora por causa da
semana feriada.
Gasa para alugar.
Aluga-se urna casa oa Capunga Nova, roa da
Amizade, a moderna, 2 aalas, 4 quartos, coziuba
fora, qaarto ao lado, cacimba com bomba, tanque
pira banho, grande quintal todo murado, com
muitas arvores de fructo, aendo a maior parte
larangeiras: a tratar na raa das Triocheiras n. 1.
Ama de leite
Precisa-se de urna ama de leite ; na ra da
Santa Cruz n. 64.
Sr. Alberto Rldoux.Satisfeito com o an-
nunci feito no Diario de hontem, do que nio
tinha sido traspassado seu eslabelecimeoto a ou-
trem, devo no entretanto declarar ao publico pa-
ra que nao se confunda, que nao pende queslo
alguma entre nos aos tribuoaes do paiz, e ape-
nas existe urna pelic,o minha, pedindo as autori-
dades legaes meio de obrigar ao Sr. Ridoax
pagar os meus ordenados como lithographo con-
tratado e engajado em Franca, poii que de outro
modo l5o tem querido Vme. satisfazer as condi-
edes estipuladaa no contrato, isto a pagar o
qae me deve.H. Delporte. ~
Aluga-se o primeiro andar de um sobrado
com bons commodos, e por prero commodo.: a
tratar oa ra da Praia com Jos Higino de Mi-
randa.
O Sr. Jos Gregorio Pereira tem urna carta
vinda do sul, no escriptorio de Tasso lrmlos.
Precisa-se de um bom
forneiro, e pagase bem: na
ra ds Cruzes n. 32.
Aluga-se um sobrado de am andar e soto,
na ra do Senhor Bom Jess das Ctioulas o. 35:
a tratar aa ra das Cruzes o. 22.
Agua de colonia ambria-
daesem o ser..
Esoa estimada agua de colooia ambreade, de
ue tantoa a tanto lempo seotem s falta, acaba
e ebegir em bonitoa fraicoa verdes, os quaes se
esli veodtndo a i500 cada am ; aiiim como
chegou igualmente um granbe sortimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
e garranchas de differenles tsmsnbos, ludo ii-
so na raa do Queimado, loja da aguia bran-
ca iv 16.______
Veadom-se superiores esmisas inglezas com
pregaa largaa pelo baratiiiimo preco de 359 a du-
xia : na loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.______________.
Ricas golliiihas e punhos
com botes
Vendem-se riess gollinhss e punhos de cam-
braia e fosto ricamente bordadaa com lindos bo-
tes, pelo baratsimo preco de 29 cada guarni-
cio : na roa do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
cevadinba
do reino a 240 a libra, arroz a 140, e dito a 160,
gomma a 120, mantelga ingleza a 800 rs. e 1g.
dita frsocesa a 720 e 800 rs., eh hysson s 2S800,
38, e 39200, dito do Rio 2f, vinhos de todas as
qualidadaa a 500, 560, 640, 800 e U, tainhas
multo grandes vindss da Lsgoa a 400 rs., a ou-
tros muitos gneros. ^ ___________
de compoigao
Vendem-se velas
roba ; na ra da Roda n.
a 11 a ar-
48, paimeiro andar.
Arroz barato
. Na traviesa da Madre da Dos, armazens os.
9 e 16, de Ferreira & Martins, vende-se arroz da
Iodia trigueiro a 18 a arroba, em saceos de 4 a 5
arrobas, que muito convm psra casas particu-
lares.
palitos do gaz.
Acha-se de novo aopptido o dspoaito de pali-
tos do gaz, e continuara a vender-se muito em
cont, na traveua da Madre de Deoa ns. 9 e 16,
armazins de Ferreira & Martina*_______________
VENDE-SE urna mobilia ap amarello so-
ya, conlendo aa seguintes pecas: um sof, 12
cadeiraa, 2 ditas de braco, 2 de balsoco 2 conso-
los e mesa de meio de sala : para ver oa ra Di-
reita n. 127, aeguodo andar, e para tratar nesta
lypographra.__________
Vende-se a taberna sito na rut da Aurora
0.74, com poucoa fundos e tem commodos psra
familia: quem pretender trate na meima.
Bonitos paliteiros de porcei-
laua dourada.
Agora ninguem deixari maia de ler em aua
meta um bonito paliteiro de porceliaoa dourada
pois que ellea ie ealio vendendo a 1 i e 1$500
na ljs da aguia branca n. 16.___________
Btmba japoueza e outras mul-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
sua encommenda am grande e bello sortimento
de finas porfumariis dos msis afamados fabri-
cantes, sendo as bem conhecida e preciada
banhai, japoneza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinhos com lampa de metal,
dita nos copos granies, dita em compoleiras li-
saa e lapidadas, leos de baboaa, philocome e
Lubio, pomadas ou cosmesliques, finos extractos
dos preciosos e escolhidoa cheiros Jackey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, George IV, etc. etc. Recommeoda-se a
todas as seohoras de bom gosto o uso de qualquer
desses estimadoa exl/actoa porque aquella que
em urna sociedade, theatro, ou baile estiver com
teu fino longo orvalhado de to aublimei aromas
lera por certo o praxer de ver aa suas vinnhas
da direita e esquerda lhe reodendo homenagem,
pergantarem donna F. onde comprou esse to
agradavel cheiro ? E ella orgulhoea de aeu bom
goito, maicom ar prazenteiro lhe reiponder :
na ra do Queimado loja da agua branca nume-
ro ^__^_^__
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de lioho com duas varas de
largura a 29400 a vara, atoalbado da linho ada- i
masesdo com duss larguras a 29500 a vara, brim
branco de linho muito superior a 18440 a vara,
dito de corea, fazenda mutto superior a 19, dito
pardo de lioho paro a 800, 19 e 19200 a vara, di-
to do quadrinhos muito proprio para caigas, ja-
Saetas e paletota para menino a 200 ra. o cova-
o, gaogas francesas muito superiores s 400 rs. o
covado, cambraiaa francezas muito tina e de
muito' bonitos padrees a 260 e 280 o covado,
cambraia lisa muito fina a 4f, 5 e 69 a peca com
8 1|2 varas, cambraia com aalpicoa tambem com
8 1)2 varas cada pegaa a 49500, dita muito supe-
rior o malhor que ha neste genero a 11(500 a pe-
ca com 17 varaa, ou a 800 rs. a vara, cbitaa fran-
cezas de mnito boss qualidadea e de lindos pa-
dres a 240, 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
nho liso muito fino a 720 a vara, tarlalans bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalhas de linho para
mos a 79 a dnzia, ditas pelludaa muito superio-
res a 119 a duzia, golliohaa de cambraia borda-
das a 800 rs., manguito e Rollas de cambrsia ri-
camente bordadas a 29 o par de manguitos com
urna golla, longos brancos muito fios com bico,
renda e labyrinlho a 1(280 cada um, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissimo
preco da 4, 5 e 69 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todaa aa qualidadea,
que aendo a dinheiro i vista se veodero por pre-
co mui baixos : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Botinas deselim.
Chegaram no vapor francs aa bellas botioaa de
setim branco para senhora, o vendem-se en
conta na loja do vapor, roa Nova n. 7.
Miilis a 10,000 K
Na ra da Cadeia n. 45, esquina da Madre do
Dos, vendem-se borzeguins de Miilis muito
bons a IOS par, assim como um completo sor-
timento de oulros calcados para horren?, senho-
tras e meninoz, tanto de Paria como de Nsntis;
ambem tem constantemente sortimento de roa-
nas feitas e fazaodss.
Abanhaina,
em copos grandes, chegou para a loaj d.aguia
branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se um escravo preto, de idade de
40 annos, que sabe eozinhar e fazer o mals ser-
vico de urna caaa, e tambem alfaiate, ou per-
mtase por um outro, ou por urna eicriva, sen-
do que o motivo da veoda se dir ao coopradoi:
a tratar na ra da Roda, oo sigundo andar do so-
brado n. 17, da 4 horas em diante.
o Rio de Janeiro.
iio
No da 20 flo cortete mez peto meto da,
Gnna a audiencia do juiz municipal da primeiro
vara tem de serem arrematados varios trastes de
amarello e outraa madeins, e urna escrava pe-
nhorada por execuco de Severiano Pinto a ou-
lros contra Luiz Adolpho Rigord por ser a ul-
tima praca.
Ama,
Camisaseceroulas
Vindem-se superiores ceroulas de linho muito
finas pelo barato preco de 269 > dnzia, dita tran-
cadas de algodo, mas de muito bos qualidade, a
179 a duzia, camisas branca francezas a2J9, 24J),
26 e 309 a duzia, ditaa para meninoa a 22g a du-
zia, ditas para homem com aberturaa de cores a
229 a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 22. _____________
Precisa-se de urna
com toda a perfeico :
ama que saiba cosinbar
na ra Nova n. 47, loja.
Precisa-se de urna
cosinhar para 4 pessoa :
ama nicamente
na ra
para
Direita rg-*^
Papel amisade branco-e de
cores.
Vende-se picotes com 100 folhaa de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacole :
na ra do Queimado loja da aguia branca
mero 16._____
Manguitos com gollinhas.
Yende-se manguitos, com gollinhas, fazenda
muito boa, pelo barato 'prego de 28000, gollinhas
e punhos ultimo gosto a 29000, golliohaa muito
Qnaa e bem bordadas a 18000 cada ama na ra
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
nu-
kM0\ atlencao!
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pecas de ttraa bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeios a I96OO e 29000
cada pega na ra do Queimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.____________^^^
Bonecas francezas.
Vende-se bonecas francezas ricamente vestidas
49000 e 59000, e zJOOO bonecaa de cera com os
olhoe movedeos a 2J000 e 39000, na ra do Quei-
Qaem precisar de ama ama de leite psra
criar com bom leite e de bons cestumes, che-
gada ha poucos diaa do mallo, iiirii.-.a r.,
ao Caldeirelro n. 5, que acharar com quem tralar.
Manoel Jos de Souza subdito porluguez
segu viagem para o Rio de Janeiro.
Joo da Silva lamas,
medico pela Universidde
de Coimbra,
di consultas em casa, das 8 s 10 horas da ma-
nba, e presta-se a qualquer chamado com a bem
conhecida promplido. ________^^
O annuncianle que no Diario do quarta-
feira 18 do correte deseja aaber a moradia do
abaixo assignado para lhe fallar a negocio de
interesse, podedirigir-se ao depoiito de cachaba
na ra da Guia n. 26, segundo andar, das 4 ho-
ras da tirde 11 8 da manha ou 00 escriptorio
do mesmo genero do Becco Largo n. 24, pri-
meiro andar, aonde eiti todo este tempo a des-
pachar seus bons freguezes. Recife 19 de junho
de 1862. Francisco Duarte daa Neves.
Magdaleoa Pagltago Gironi, M. Mari e sua
familia subditos italianos retiram-se para Eu-
ropa.
Fivelas de ac para sintos.
Venda-sa Arelas da acojiara si nio a 1>500 1$. e
29OO na ra do Queimado loja de miudezas
da Roa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ago
para balo a 160 rs. a vara, bandees a 19500 ra. e
29OO o par, na rus do Queimado loja de miadezas
da Boa fama. n. 35.
Aos rSs. consumidores de gaz
Nos armazens do cies do Ramos ns. 18 e 36 e
ns ra do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recentemente chegado a 149 a lata de 5 galoes,
assim como latas de 10 e de 5 garrafas a em
garrafas.
99 *5 ***
S) Urna pessoa com bastante leite e sem Q- 8
% lhos se o fe rece para amamentar urna cren- #
f ca em aua casa : quem precisar annnncie. sjj)
$
A srremataco dos beus do floado Pedro
Borges de Gerqueirs, que nao se pode effectoar
no dia 7 do correte, deve ler lugar no dia 17,
depois do meio da, no lugar j indicado, em pre-
senta do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos deita ci-
dade. _____
Desapparaceu da fabrica do gaz, o escravo
Benedicto, no domiogo 15 do correte a 11 ho-
ns da manha, levou camia de chita e caira de
algodSo azul, tem os ligoaes seguintes : cabel-
los cortados rente, altura regular, um pouco
tullo, idade w17 para 18 annos, costuma andar
calcado, julga-se que anda pela camboa do
Carmo onde dormio no domiogo am casa de um
canoeiro chamado Cyriaco, que mora no pri-
meiro becco quem entra pelo pateo do Carmo
direita : roga-ae a vigilancia da policia e que o
leve a meama fabrica qae aeri generosamente
recompensado e qaem o acollar seri punido.
A C rato.
..Aojan.-20 -4a sua da Imperalria aaha-aa a
venda um completo o variado aortimento de boas
fazenda, e qae i vista desass qualidadea sao ba-
ralissimamente vendidaa, e para maia veracidade
do que fica dito, abaixo vo mencionadas algumas
daa ditaa fazendas, a saber :
Chilaa largaa cor fixa a 240 rs.
Hadapolo fino com 24 jardaa a 59.
Cambraia de cores a 280,320 e 400 rs. o co-
vado.
Velludo preto e de cores a 29*
Lindeza de cores a 160 rs. o covado.
Lencos pequeos a 80, 120 e 160 rs.
Chapeos ds castor fino a 89.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodo trancado preto muito bom para vesti-
dos ds escravo a 200 rs.
Cambraia lis com 10 isrdira 29.
Cassa de salpicos com 10 ditas s 39.
Cambraia bordada para cortinados com 8 va-
ras s 2/. __________^^^^_^_____
Tiras ou entremeios bor-
dados.
Vendem-se tiras oa entremeios bordados de
lindos gostos, pelos bsratissimos precos de 1&500
e 19600: s6 no galo vigilinle, ra do Crespo nu-
mero 7.
Gascarilbas de seda.
Vende-se cascarrilhas de seda para enfeitar
vestidos a 29000 a peca na ra do Queimado
loja de miudezaa, n. 35".______________________
Vendem-ae os seguintes gneros, ltima-
mente chegados, por prego commodo: barricas
com bacalho, raizas .com bat: tas de duas arro-
bas, linguigas, ancorlas com azeitonas, alhos em
canastras pequeas, ssccos com caf, milbo, tre-
lo, arroz de casca e farinha de mandioca ; no
primeiro armazem do caes da alfandega confron-
te ao arco de N. S. da Conceico n. 63.
itteas de borracha.
Vende-ae meiaade borracha para quem padece
de erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
para aenhora a 18000 o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a 19600rs., ditas
com mangas proprias para rapazes a 49500 rs.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 49500 rs.
e 58000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
Quem precisar de oro bom catador, dirja-
se a ra do Raogel nnmero 34, sobrado primeiro
andar. _^___________________
Atso.
Joaquim Teixtira Arouca, aubdito porluguez,
vai a Portugal tratar de sua saude, levando em
sua compinhia para seui servidos o seu criado
Flix, de oaco Angola, ________
Aluga-se o terceiro andar da casa na ra da
Cruzo. 13: a tratar no armazem._______________
O Sr. Joaquim Antonio de Santiago Lessa,
morador na Parahiba, mande sem demora ajustar
auaa contas com Carlos Frederico, na cidade de
Pernambuco.
Precisa-se do um caixeiro que o conheci-
mento de ssa conducta pan cobrarla* e entre-
gar aasucar com urna carrosa is fregueziaa da
refioicao da Passagem da Magdalena ; a tratar
na meaos* casa.
Pede-se ao Sr. tbeioureiro da loteras que
nao pague o meio bilbete o. 84 da Lotera que
tem de correr sabbado 21 do correte, seoo a
seu proprio dono que eiti ecripto no bilhete,
com assigostura sspra Manoel Florentino de
Sobral.
GRANDE
Laboratorio a vapor
Antonia Cesarlo Moreira
Das, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dono seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est tenden
do por menos do que emou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rela-
vantes servicos i seos freguezes pela promplido
e perfeico com que lava a roupa sem a estragar
PRECOS.
Roupa sorlida (embora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. pqr peco-
Pecas grandes isoladamente 100 rs.
Roupaa de navios, vapore e hoipitaes 70 rs.
Dita de familia que oio fregseza 80 rs.
Dita de doente de familia que nio i freguesa
a!20ri.
Urna rede oa cortinido de cama oa varanda
a500rt.
U preco doa engommados mdico e confor-
me as pecas, como costamam tazar aa engomma-
deiras. praso da entrega da roupa lavada
8 das, e engommada 15, sendo qus muitas vezes
esti prompla antes do praso. Deposito ns ra
Nova.
C0MP4INHI4
DE
Seguros mar-
timos.
Utilidad^ publica.
A direccio desta compaohia coovida aos Srs.
accionistas a comparecerem no dia 23 do cor-
rente ae meio dia ao aeu escriptorio na ra da
Cadeia, afim de elegerem um director e um sup-
plente.
Recite 18 de junho de 1862.
Jos P. da Cunha.
Feliciano Jos Gomes.
XOK M9M69M9M SttMQtt3M39MK
U Officina photographica
RA DA IMPERATRIZ N. 14.
SCartSes de visitas, cenotipo, plio-
tographia etc.
Len ChapeTain, photographo e suc-
cessor da casa Stall & C, achando-ae
restablecido da grave eofermidade que
aoffreu, a qual o obrigou a separar-ae de
seus trabalhos por espseo de dous mezes,
offerece-se ao respeitavel publico de-
clarandu-lhe que receben da Europa os
melhores reagenles necessarios a seus
trabalhos, e queae acba prompto a tudo,
que exigem os conhecimentos de sus
proBssao. A sua officina estar aberta
das 7 da manha as 5 da tarde.
Bom e barato.
Para a festa de
Santo Antonio e S. Joo.
Manteiga ingleza boa a 800, 960, e 19120 flor,
em barril taremos abatimenlo, dita franeexa a
720.oita pira tempero a 400 rs., farinha do Rio
muito boa a 130 a libra, amendoas a 240, nozes
a 160, traquea a 280 a carta, vioho Figueira a
600 rs. a garrafa, dito Lisboa a 500 e 400 rs., em
esoada taremos abalimento, velaa sterlinas a 740
a libra, azeitonaa muito novas a 19500 cada urna
ancorela, a 310 a garrah. Alem disto tem um
competente sortimeolo tendentes molhados, que
tudo se vender por menos do que em outra
qualquer parte : no estsbelecimeoto da ra es-
trella do Rosario, esquinada roa das Larangeiras
numero 18.
Veode-se ama bonita escrava de 18 annos,
de boa conducta, e- com as habilidades proprias
i urna casa de familia por aer recolhida ; na ra
da Praia n. 47, primeiro andar.
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber V
C, successores, ra da Cruzn. 4-
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade hygieniqae
verdadeiro a 19000 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denlea a 19O0O, dita de Dotot tambem
para os dentes a 15000 o frasco, pomida france-
za em pios a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetes
mnito fino a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um na
roa do Queimado loja de miudezaa da Roa fama,
n. 35.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande sortimento de saias a balo de arcos,
os melhores que aqui tem apparecido no merca-
do a 49500. 59. 6g e 6*500 cada um, di-se para
amostra com penhor ; a loja est aberta at as 9
horas da noite.________________ .
EnFeites para caberas.
Vendem-se ricos enfeites pretosede cores eom
borlota e fraoja a 59500, ditos de tranca com bor-
lla a 29500, ditoa brancos e laco de fita a 39,
ditos de retroz com vidrilho a 19500, cintos doo-
rados a 29, ditos de fita a 19600, bandos de dina
para marrafa a 500 r. o par. masios de crala
500 rs., e fios a 600 rs., jogo de domin a 19, di-
to de vispora a800rs. ; na roa da Imperatriz nu-
mero 74.________________^_^_____^_
Vende-ie urna taberna bem afreguezada, em
urna das melhores ras, e com poneos lundos :
tratar na ra Direita n.
A 200 rs,,so pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fixa a
dous tusldis o covado : na ra -da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo. _________
85.
A 2#500, s o pavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancos e
de cores, com barras e barbados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva. _______
Preclsa-se -de um bom coxinbelro ou urna
boa cozinhelra, e tambem para fazer aa compras
oa ros, sendo escravo preferido, e sendo capaz
psga-se bem. Tambem precisa* de orna boa
i co tu reir e engommadeira, na melms casa n. 42
donas por serem ae pruneira aa w ds cm do Hecue.____________
Olialidade. Precisa-se de am caixeiro de 16 a 18 anno,
desses chegados ha pouco do Porto, alada que
nao saiba 1er: a tratar ni rea do lmpefador, loja
o, 34, H dixi qaem quer,
Dafear Joioo sao malo T..cia \
Ibo sTJJBfr, nttrwN para o Rio di Juitlro<
" Precia-se fallar com o Sr. Jbio Martina
Goncilves, natural da cidade do Porto, e na sua
falla com algnem que se priste a dar informa-
Sdees suas: oa ra da Cadeia o. 12, escriptorio
e Baltbar & Oliveira.
Compras.
bre
Compra-se constantemente lati valho e ca-
na ras ds Imperatriz n. 65.
Compra-se urna casa terrea de pedra e cal
no bairro dejjftlo Antonio, porm que nao ex-
ceda de 1:00*J quem liver annnncie por este
jornal partqB&fbsot Aviso.
Compra-se uno canosa para rneiro usada j
na dos Pina n. 42.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-ie as mais modernas e flniasimas la-
xinhas de quadrinhos e de flores soltss e palmi-
nhas, deaembarcadis do ultimo navio vindo do
Havre,pelo baratissimo preco de quinbentos ris
o covado, e dao-se aa amostras com penhor : na
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva. ____________^______
Gaz do mellior
a 600 rs. a garrafa.
.Na ra Direita n. 7 e na ra
do Queimado n. 75._____^__
Attenco .j:
Cabaias bespanholas, na
loja do pavo, a -400 rs.
Vonde-se esta nova fazenda de padroes delica-
dissimos com 4 1|2 palmos de largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covado: oa
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de pa-
vo de Gama & Silva.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porco e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C., no seo es-
criplorio ra da Cruz n. 1.
Attenco
Guimsres & Luz, donos da loja de miudezas
da raa do Queimado n. 35, boa tama, participial
ao publico que o sea eslabelecimeoto se acba
completamente prvido das melhores msrcadotlas
leodentea ao mismo stabelecimento, e muitos
outroa objectos le gosto, sendo quasi todos rece-
bidos de suas proprias encommendas ; a estando
elles inteiramente resolvidos a nio venderem
Dado, afiancam vender mais barato do qae outro
qualquer ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que lhes mandem ou venham pagar os seas
dbitos, sob pena de serem iuiticodot.
As afamadas agulbas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marim.
Acabam de ebegar para a loja d'iguia branca,
raa do Queimado n. 16.
A 600 rs* a garrafa de gaz.
Conlinua-se a vender o melbor gaz, na loja de
funUqfjfn.. ras da Imperatriz n. 65.
Atten^ao
Chegoa para a loja da victoria, candieiros a
gax de nevos gostoa e modelos, tanto para sala,
como psra escada e quartos e para outras mallas
cousas: a luja da victoria oa na do Qieimado
o. 75, *^

IOVO
deposito d charutos s
da Baha
na raa da Horlas m. 15 junto o sobrado novo
que volta pira S. Pedro, neste deposito se en
contriri lempre bons charutos todoa fabricad
na Babia, asiim como teu cigarros de todoA4_
qualidades, uaol cacbiamboo, 1 leas e oJf*,|-----..
rcouias petlencenteaoi tomantes, tudo o**- "
IDDcaoa
Souhall Mellors & C, lando recbalo or-
dem para vender o asa crescido deposito dorslo-
gios visto o fabricada ter-se retirado do nego-
cio ; coovida, portaoto, spessoaa que qaizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricaute Kornby, a apoveitar-ae da op-
portunidade aem perda de tempo, para vir com-
pra-Ice por commodo preco no aeu actiptorio
roa do TrapichojSyW.
~Rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
seilina esilbosinglezos, candieiros oessii;aes
bronzeados, lonas inglezas, fio de Telf; chicotes
para carros e montara, arreios pin carros da
nm a dons carelios, e relogioa^de onro pjrlente
ingle.
os oais fresos qpfiVpm oindsf a o nos so
mercado chegou D jjynio vapor a
enojassadoa'^800.
Amendnas
conl *?* M ma's b01*38 que ^a ^
el# a libra : vende
ista e Progrem-
Ifdofarnio n. 9 e ra das
n.36.
II
srar-"

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..- '..."-
Wjjy r
*>.


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tracS
DA
Fundido Low-Moor,.
Pavo
Veade-eaCMioralaU organdyt com dilieadia-
attWM detenaos 980 rsv: na loje. a araaiem dol
PaVlo, da Gima & gil*, na ra da Imperatriz
n. 00.
ar*i
Baa da. S*fiititl* Nova n.4t
Netia eatabelejimenlo eontisria a havarum Vende-te flafaiimai citan traajtia de rarla-
completo sormenio de motlas maias meten- dos pidrdta a 140, 260, a 280 n?9 carado : na
das para engibo, machinas da vapor a taixai "J* *l**a. 99, loja da Parla a Gama
de farro batido a eoado da todos os lamanho --------------------*
p*._____________________| Aindao Pavo a 200 rs.
Vende-se chita trncela escura cora diminuto
toque de mofo a 200 rs. o corado, e ditas iogle-
zas a 140 rs.: na ra da Imperatriz n. 60, loja de
Gimi & Silra.
320 rs. o covado
Cmbralas de cores finissimi.s, dslieadissimos
padrote, nmita moderan, pelo tir.ratitsimo nre-
?e de rezentot rinte reis o eorodo : na loja de
Guimaries & Sifra, ru >|do Grerpo o. 7 A, eiqui-
ns da rea da Imperador.
Veode-sa noi clarineto de 13 cbares: na
rui Imperial n. 82.
S nao faz bolo para
S. Jooquem naoquuer,
porque do armazem da estrella co largo do Pa-
nizo n. il.rende-se.maoteiga ioi;leza flor a 900
e 800 rs., timbera lem pira 610 e 480, e franco-
za a 610, rlnho bom a 480 e 400 re., traques a
300 rs. a carta. quijos i 8.
Liquidaco de fa-
zetidas.
Na ra do Crespo, loja n. 14
Vende-se para acabar, e por todo proco um
completo torilmente de fateodati ioglexaa, franca-
as, suisias e ellemaes, todas propriis desta mer-
cado, e alcurnia recentemeote chegidas.
Terreno.
Vende-se um terreno com 30 palmoa de frente
pira a ra to Ser ou Unio, e 300 palmos mais
o j meaos de exteniio t i rus da Saudade, com
igual frente de 30 palmos, pilo que se poder!
edificar dous bellos predios ; o dito terreno flea
alraz do edificio que ae est (azoado para o gym-
nasio provincial, e prximos ora ponte da ra
di Aurora para o theatro de Santa Itabel; loca-
1 la le aprazirel j pelo fresco e j pelo bonito
ponto de rista quo daquelle lugar se observa :
a tratar na mesma ra do Sero ou Unio, casa
n. 16. .
Vende o Pavo a 280 rs.
Gorgurao de liaho que falto am restidda para
senhora ou roupa para meninos parece sedinhas
a 280 rs. o corado, por ter grande porcao : na roa
da Imperatriz o. 60, luja e armazem do Paro de
Gama & Silra.
Tarlatana do Pavo.
Vande-se tirlatana de lia coa pilminhia eol-
ia a 320 rs. o corado : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pari da Gama & Silra.
O Pavo vende % 4#500 rs.
Corles de bareges com fioa de aeda tendo St co-
rados, com barra, podeodo-s* fazer babados, pe-
lo baratiisimo prego de 4*600, s na loja do Pa-
ro ra da Impentriz o. 60 de Gama & Silra.
Vestidos de la.
Vende-se rostidos de laazinhas. tendo as salas
j promptas, com muila roda, proartaspara b-
lao a 400, s na loja a armazem do Pari rus
da Imperatriz n. 60. de Gana 4 Silra.
ROS ARMAZENS
PROGRESSISTA
*
DE
Basquinas do Pavo a 40000
Vende-se ricas basquinas de fustio asai boa
bordadas, fazeoda que aeapre sa vendeu por lt
e 16000 por4$000, para acabar : na loja do p7
rao de Gama & Silra, os rea da Imperatriz
n. 60.
Casas
Veodem-se duas casia terreas na ciiade de
Olinda, em boas po*ic.6es, sendo ama n. 16 na
ladeira da Misericordia, e outra D. 1 oa ra do
Mslhias Perreirs, ambas deesqiina fazendo por
uso melhor rista, serriodo a uiiim.i para estabe-
ic imenio, camo se/upre esleve oceupada : a
fallar no bairro da Boa-Vista, rui do Ser oa
UniSo, cas, n. 16.
. Enfeites do Pavo.
Veode-se ricos enfeites turca e i Giribatdi
com ricas franjas e boletas a 5J00O, ditos dos
mesmos msit simples a 2J000 rs., a dito* de Blas
cida um em sea cartio : na rea da Imperatriz n.
60. loja do Paro.
Brilhantina Suissa.
Vende-se brilhantina sultsa de quadrinhos, fa-
zeoda muito encorpada para restidos e mais lar-
ga que chita ingleza a 200 rs. o corado : na rea
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do Pari
de Gama & Silra.
Pee hincha
sem igual
A 10$ o corte.
Riqulsslmos cortes de restidos de barege e de
fil brdalo, bonitos padrees, pelo diminuto pro-
co de 108 o corte : oa loja de Gui maraes 4 Lima,
ra do Crespo n. 7 A, esquina da ra do Impe-
rador.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Veode-sa na loja d'agaia branca mui bonitas
esc^rradeiras de ridros de cores a 4J500, 5 e 6},
assim como palmatorias de ridro lapidado com
mangas bordadas a 4500 cada um : na ra do
Qjeimado. loja d'aguia branca n. Id.
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acha-se im completo
sortimeoto de meias de todas as cualidades e
oreos, sendo para hora pus", san oras, meninos
e m*nioas de 6 m?zes a 12 annos. Ennumerar
os dfferentes pracos confundir o pretndante ;
ssim quero se quizer convencer de quo baratas
se eslao ellas vendendo, dirigir-se com dinhei-
ro i dita loja d'agua branca na na doQueimado
numero 16.
Colchas do Pavo.
Vende-se ricas colchas da tuo de liona de
varios tamanhos a differentet desanos : na ra
da Imperatriz n. 60, loja t armazem do Pari
de Gama & Silra
Chales pretos do Pavo.
Vende-te ot mais moderooa chales pretos de
pona redonda com bolota, guarnecidos de bico
de seda largo em lugar de franja a 600(L: na
rui dilmperatriz n. 60. loja do Pirio.
Bales do Pavo.
Vende-ae ricos bales a rendidos com duissaias
a bicoem rolla, pelo baraliaaimo preco de 6)
dilos de madapolao francOi muito grandes com 6
arcos a 5J, ditos com 5 arcos a 38500: na
do Pavao. rea di Impentriz o. 60.
loja
Bramante do Pavao a 100000 a peca.
Acaba de chegar a loja do Paro.naa ora por-
Cao do acreditado bramante de liobo, com larwi-
ra de brim liso, tendo 27 raras cada peca, eati
fazeoda propria para lencdes,
las, camisas, etc., e rende-se
prego de 10J a
pega
toalhas, cerou-
pelo bsralitsimo
PeC. so na loja do Pari ; ra
da Imperatriz n. 60. da Gama 4 Silra.
Chales Garibaldinos.
Vende-se oa loja do Parao, chales da merino
muito grandes de littrinhst a Garibaldi. pelo ba-
ratsimo preco de 4*500. pecbincha : na roa
Ui Impemlrix n. 60. de Gama 4 StWa.
Chales do Pavao.
Vende-se chales de merino multo grandes a
33, ditos de casias decores a 800 rs. : na roa da
Imperatriz n. 60, loja do Pari.
Superior sebo em velas e em
pes, ca'xafi de urna
arroba
Vendem Antonio Luis deOlireira Azorado &
C, no seu escriptorio ra da Gru?. n. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antooio Luiz deOlireira A-
zeredo & C. no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Coraes lapidados.
Sao grossos que admira.
A loja d'aguia bronca scab de receber urna
pequea quaotidade de coraes grossos lapidados,
os quaes aerrem paca as rollas que ltimamente
usam as senboras, e est veodendn cada fio por
29, 2^500, 3 e 4 : na ra do Queimado, loja
d'aguia brinca n. 16 : assim como recebeu mais
an bonitas pulseiraa de missangaf.
A
i!
sem segundo
Na ra do Queimado n. 55 loja do miudezas
de Jos de Azeredo Haia e Silra, es t rendsndo
lodas as miudezas bmtiesimaa, a saber :
Papis de agulbas balo multo supe-
riores a
Caizas com muito Gnas obreiss a
Csrtes com- clcheles, lera algum de-
feito a
Frascos de macass perola muito fino a-
Csixiofcaa com papel pequeo de diver-
sos gobios a
Pacotas dito dito dito amizade a
Norellos de linha de Cruz a melhor
que ha a
Caizaa com .agulhas curtas de aapeiior
qualidade
ntremelos, a peca com 3 raraa 1|2 n
S 3 bonetes muito unos a
Papis de agulhas francezas com toqae a
Pres de botdes para punhos de amitos
modelos a
Pares de meias creas para meninos ti
Ditos de ditas cruas para pequeo a
Ditos de ditas para meninas a
Frascos com sgua de Lavando embreada a
Ditos com cheirus muito Anos a 240 o
Ditos com bao ha muila fin a 240 a
Ditos com aaperior baoha de urso a
Ditos com oleo babosa muito fino n 210 e
Ditos com oleo do Rio muito superior a
Dilos oea superior phocome-e
Ditos com baeba philocome finissrtaa a
Ditos com banha transparente a
itns com superior agua de colonia a
os com nacan (oleo] a
os com snaerior opii*a a 500 e
"toes de lidsu Pedro V,com200jtrdnsa
Uto\de dito dito, branca de coras a
armis de lioha>*om 100 jardas a
Massos de linha frooaa para bordar a
Pentes de marflm de superior quatidaBd a
Loja do Pavorha da Sitpera-
tri?. iA^tierO 6().
DE
G\MUL\jk SltV
Vende-se nesle eslalVlecimeMo todii*
das por precos mala barajos que t. poi
e apurar dinheNUo, assim i-om
grandeporcio das ditas fazerMos inlohmwte
?as, riadas pelos ltimos narfos : os done* dea-
te estibelecimento rogam a todoSs ou aeusfregua-
ies, que se diem ao trobjUto de\Poeurar oeste
80
40
10
200"
720
720
40
200
JOOO
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
320
500
400
19000
800
500
100
600
60
20
SO
240
18000
DtJARTE&C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
O LARGO DO CARMO O.
fraiiez* orSt^H"*""08 dfl8teS cfedlw arm8 participamos aos nossos naaarosoa
E '22222,2 VP? Vav,O d wla abamos de nossa propria encommeoda os
21 S?*dM,e 0,Hfi?. o P Uso podemos vandar por meoa 10 por canto do
m MaK T/ n^malV < Por isso pedimos a todos os Sn. dTpraQ. e do
EeaZ Mm8 der'm Uth>^ d* """ experimenur, o aror da o fattraWcertos
SZaSS: ESK "^ "*"* f toSSZ lftZ5 iZEZ aos "T10** que na rn. das Cruzes n. 36 alargo
Zsmm^\t:JrltVm- mi"Fr $ PoradorM' Pis mu* oMam com outras casas quasi
dos mesmos ttulos (Progressisia a Prograssivo) paU sao as duas nicas filiaos.
'-^ ^S**8 > aova a mais superior do mercado a 900 rs. a libra.
SU?* lfranCe!la ^or qua sa poda desojar a 650 rs. a li
p, JUXim o mais especial que se pode encontrar a 2880 a libra.
J-/Jia IlySSOn 0 aelfaar que se poda desojar de 2400 a 2*800 a libra.
. Pre~ ^ua M P6*16 deaer nestegenero a 2 a libra e a 19600
Queijos flat3Qengos-chegad0i! nonlUlBOV,por, a, 1|7(KK
QeijO pratO 0 malho do mercado a 600 rs. a libra a sendo inteiro a 500 rs.
^Uei/OS dO Beitta muito superior a 640 rs. a libra taabam tamos para 500 rs.
Passas em caxmhas de 8 libras .2>5oo a500 rs.. i.b,.
FlgOS em CalXinhaS de 8 libras < IVoO a 200 rs. alibra.
Amendoas da casca mole, 320 rs. a noze,. m r,, m. **> a-
Ameixas francezas, Iibr,,emlalas com 5Iibrts a 4,ooa
Marmelada superior, m6ihor do m9rcado em IaU9 d# dui81bras m n
libra.
Doce da casca da goiaba 80o R. 0 cuso. .
J. a maras m caixinhas proprias para mimo a 23500 e 800 rs. a libra.
Latas com frutas em calda.,*, d,B>K0,giD), mhB,
Iperxe a 600 rs.
AlTiendoaS COllfetadaS com diversas cores a 800 rs.
B g^'^rOSOS engarrafados das segu'mtes qualidsdes, duque do Porto, Porto
iaf : T?Ih0 86CC0' 8enuino- doctor, Carcavellos, Feitoria, e Madeira secca a
iz# 6 13? a duna a a 1100 a garrafa e muscaiel a 720 rs. a garrafa.
" am oioa orODros nsr mau A* IT'Rnn j ..j. j. /, __ earr,f
S. JO A O
VENDE-SENO ARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Fernandes Duarte
iargo lia Penlia
Os memores M que vem a asta mercado e por menos 10 por canto do ana am outra
qualquer parte, gar.ntmdo^ a boa qu.lid.da, por isso Voga-se todoa^o. Sal TLTX,
genhos e lavradoras o favor de mandarem suas encommendas a ata moo^SdW^rWl
qualquer parte.
A\miidtia8
confeitadas
o ordinario.
am pipa propnos para mesa de 3 600
do Porto, Lisboa e Figueira. /
^ervejasdas
a 4f a caada e de 500 a 600 rs.
melhores marcas a 500 rs. a garrafa e S&OOO a duzia, chanpanhe das
i mais acreditadas de 14 a 20 o gigo, cognhac o melhor que se pode desojar
Vestidos do Pavo.
E' pechincha, cortes de cambraia brancot com
babados a 2j500, ditos de tarlatana brancos e de
cores a 8J, ditos com babados e duas salas muito
superiores a 4, pe-,as de cambraia branca com
carocinhos brancoa e de corea, tendo 8 1/i raraa
cada peca, por 4#. cortea de castas de cores com
7 1/2 raras, padrdes ooros a 2)500 ; tudo ieio ae
enooDtra na loja do Pavao, qua rende dinhelro
a rista : na ra da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
ma & Silra.
Alburnos de borracha.
Vende-se os mais superiores alburnos ou ao-
bre-tudos de borracha, propriog pira o inferno a
19 : na mi da Imperatriz o. 60, loja do Pari.
Cortes de phantaaia,
Vendase ricos crtesjde phantaaiade.duaa salaa
com delicados larores a 6 cada um : oa ra da
Imperatriz d. 60. loja do Parao.
Calcinhas do Pavao.
Vende-se calcinhas de cambraia bordadas para
enlna algo par: na loja do Parao roa da Im-
meni
peratriz n. 60.
Gollinbasdo Pavao.
Vende'se golinhaa de cambria bordados e di-
tas de fil bordadas a 500 reis: na loja do Parao
rus da Imperatriz n. 60.
Manguitos com gollinhat.
Vende-se manguitos com gollahat bordidaa i
19600 e manguitos muito finos a 11 o par : na
ruada Impentriz n. 60, loja do Paro.
Tiras e entre mcios.
Vende-se liras bordadas tapadas a transparen-
tes, assim como ntre-meios muito delicados :
oa roa da Imperatrit n. 60, loja e armazem do
Parao.
- Lencos e luvas.
Vende-se lencos de csmbraii de linho com la-
byrintbo a 2)500. ditos de imitacode labyrintho
a 19, luvas de sedas da todas aa coree a 500 ris,
enfeites pretos de ridrilho para cabeca lf, lu-
vas de retroz preto abertaa a 500 ris o par ; na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Parao de Gama
6i Silra.
Dxarv) oa atrnvncios di -jeja -rio
***" to* Bi0 P*ttO M t
tirio,
\
Cambraias do PavSo.
Petas de cambraia Qoa com 10172 raras a 6 a
peca, ditas eom 8 1/2 raraa a 4. ditas de 8 pecas
a3, dita para forro, com 8 1/1 raras a 1JJ600 ;
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Parao da
Gama & Silra. "*
Vestidinhos a 40500.
Vende-se vestidinhos de seda enfeitadot para
meninas de 2 a 3 anaos a 4*500 : na ra da Im-
peralriz n. 60. loja de Gama & Silra.
Gtosdenaples do Pavao.
Vende-ae grosdenaples preto multo incorpado
a 19600 o corado : na rus da Imperatriz n.60,
loja de Gama & Silva.
frascos grandes
aOOOrs. agarrafa.
t*eiieora a verdadsira hollanda em-garraoes de 16 garrafas a 68000 cada um.
vxClieDra italiana a mais sublime qua lem vindo ao nosso mercado em
a 29000 cada um.
rraSCJlieira Com 12 frascos de genebra de Holanda S00
Ixarraioes com 5 garrafas de superior vinagre a 1$000
Vinagre puro de Lisbo,M,,t,mh,,m00aii
tljarraS*Wn0 mai.superior que se pode desojar a 18000 a garrafa.
SSpermacete 0 mais superior do mareado am caixinhas de 6 librase 4200e700 rs.
a libra.
VekS de Carnauba ,ll500aarrob. .380 alibra.
ACOretaS comazeitonas as melhores do mercado a 10400.
UaiXaS com 1 arroba hespanhola contando macaro talbarim a aletria a 6J000.
oaiXinlBS com diversas qualidadesde raassas como s.ja estrelioha pevide ele, a 68000
e4+)T3.a libra.
Cboun^as e Pa os os melhoreg ao m9rcado a 560 rS a Iibrt>
bala mes o melhor que se pode desejar a 70O.rs. libra.
I reZU ntOS 0 que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libra.
LlllgUlCaS finas em latas j promptas a 1600.
PeiXe em latas civalnhas pargo;e liuguadosa 1^600.
1 OUC1 lillO do reino a 280 rs. a libra do novo, e 240 rs. do velho.
Banha de J)OrCO a melhor -do mercado am latas de 10 libras i
MaSSi de tomate emlalas del
Mansas para sopa toiharim.
Palitos lixados
o mais superior que lem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
por 10WW0.
contando mais con*
i a 800 rs, alibra.
a potes 560 rs.
Lannnhas allemaa, novidade do Pavao.
Acaba de chegar pelo ultimo rapor un bonito
sortimento de lanziohasda Allemanha coa boni-
tas pilmas de aeda, tendo 4 palmoa da- largura a
800 ris o corado i na loja do Pavao ma da Im-
par triz o. 60.
Paletots do Pavio.
Vende-se palitots de panno preto fino a 6,
ditos de faocy de eOret a 6. alea* da caaamira
prets a 48500: tona raa da Imperatriz 60, de
Gama & Silra.
Pamninhos do Pavao.
Vende-se pecas de panninho floisiirao eom 10
" Ioja.de
rirat a 6f : na ra ata laeeraHii n. 60,
Gama & Silra.
k. Cltita* an corte.
"Venderse cortes ata chita fraueeta ajaate tea,
coa 10 carteos a 2*400, affiaagaaiata awda
Trortpra cdf fin : na raa alrparatriz o. 60, leja ar
amam do Pari.

t a 49000.
librra a 700 rs,
e macarrao a 280 rs, e aletria a 320 rs.
em macos com 20 aacihos a 200 rs.
"a pe gTeve pautado a liso muito snperior a 4000 a resma.
Cil* Va dOCea 360, pimente a 360, canalla 900 rs., e eomiobos
Palitos do gOZ a 2300 a groza a 20 rs. a caixinha.
SE 1 refanadO cm pacotas de mauda urna libra a 160 rs.
OaVgQ muilo ovo a 284) a 4ibra a sevadinha 200 r.
^a^JD"a doMaianhao a 160 rs. a libra egomma a 80 rs. a libra e 29400 a arroba.
dP Cttr o melhor do mercado de 89500 a 99500 a arroba.
vaiXlO naS as m,g eliganias, propias para mimos ou mesmo para guardar joias da 400 rs.
a 19500 e temo com 6 caixinhas a 59000.
Cbscokte hespanbol ver4a(lairot lf0oo n. .iibr..
Kr vil has portuguezas e francezas, feijo verd. da 64o a 7o m
a lata.
I raq lies os melhores do mercado a 109 a caixa a a 280 rs. a caria.
&a Vel em latas chegado no ultimo vapor a 1?600.
Bolaxinha de sodaem jatt8,lsj4oo
BolaXinha ingleza a mais nova do mercado a 4500 a barrica e 300 n. libra.
AVelaaS ebegadas ltimamente a 310 re. a libra.
Sardinhasde Nantesa4oors. aun.
AietC dOCe refinado oaiM e 800 n. agarrafa,
ArrOZ m U(CQt rj0 5 arrobas do vernHfcoa 99500.
LICOreS os nais finos que ha no mercado a 19 agarrafa e 109 a daa, umaea tema
pavainaaRw.
Alim das generes annunciados encontrar o rejpeiuvel publico ludo quaJar pertencen-
te a eaies astabeiacimentes. O* proprtetarioaeiantificam qua estes preoos s servirm^ara aquel-
las Snrs. qoa mandarem sen eompetente importa eiodos os demiis freguezes de livro teram de sujsU
ar-ie palos pcasai cosiUDiodos, salvo aquellas da fim da mez,
para sorte de S. Joo a 800 rs. a libra, tambera tem-sa naca
6Wrs. ahbra sendoem porcao, tanto da urna qualidade eomo da etttra aaanati-
*^5- 2SS2!ida Mra nova de Fta,fa *****B m ** -
Ml*nle\^a f ramia a mais nova a 6i0 rs. a libra, .m barril a 600 rs.
U\J*B QO relia O rauito frescos chagadosneste ultimo vapor a 29000 ditos cha-
fados no ultimo navio a 19800.
Quejo prato
qJufo.11 melh0r qUe ^ n merCad 2'8 6 m libra afianS'-e a **
? S?* que e p8*d63e*"neste gener 3*00 *Hbra-
Clia prctO homeopaihico a 2*200 a libra em porc.ao sa faz batimento.
1. raques hoyos de pavio tolllio, 3ji0 r8 e em CIxas eom 40 ctrt|g
Latas e*m U**tJa mu***. **mm para mimo
fetese assucar candido por 19600 cada urna.
raS8a8em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 29000 cada urna e a realho
a 480 rs. a libra.
llOiaxilllia da soda em latas com differentes qualidades a 19440.
OlrAXAnU* ngleta a mais nova que h no mercado a 49000 a barrica e a ratalna
a 320 rs. a Hbra.
V VOllO a pipa de superior qualidade Porto. Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Vi unos engarrafados Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e de outras mailas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
tambera ha para 19000 a garrafa;
^aaapaa\l\*3 das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo", e em garrafa a
10800
J^rveja da marca cobrinhi ou de ou Iras" marcas conhaeidaa a 59000 a duzia e 500 re.
a garrafa.
~^r Vuaxs franc*s o portuguezas em lataa de 1 libra por 640 rs.
l&ae.* &* tomate 6m uttas de l libra por 800 rs.
rVmaiXtS f raUeeiaS em Utas de 1 e meia libra por 19500, ditas com 3 libras por
- 2fjl800: ^
VmeTAioa'i 6 casca m\9 muto nova8 a 320 rs. a libra, em arroba por 80000.
JiOieS a 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Vletria, maearrae e taWiarim, 40o n. iu,ra, a em caix. com i .rro-
ba por 69000.
i^StreUlsina, pevide e arroz de massa branca ou araarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeitadas se faz obatimenlo.
k alltOS de denteS uxaof M raasbam fehosque tem vindo a este mercado a 280rs.
tambera ha para 200 re.
rreZiHVtOS IngUzeS para fiambre a 800 rs. tambera bambnrguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 re. a libra.
CnOUritjaS epalOS mul0 novas a 560 r8. a Wnm barril se far abatimento.
ataiaine 0 melhorpetisco que pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
T OUeiuh% do Wia muito novo a 280 rs. a bra e em barris da 1 e meia arroba
a 59 e 79 a arroba.
v-. 110 Urinas em latas j promptas para se comer a 19800 cada urna.
Banna de poreo refinada em lalas eom 10 librig por 4|S0Oi
Dita em barril muil0 fina e alva a 440 rg a libra eem ^^ a m n
GaVtOeS eom W\U CraneeZ proprios para mimo a 500 re. cada um.
NlArineuuLa imperial do afamado Abreu e de outros muilos fabricantes de Lisboa a 800 re.
a libra.
m rmela da e Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
^^ m r rUClaS de doce em calda as melhores quehaem Portugal como sa-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e aereijas a 800 rs. a lata.
UOeeS Seceos 6 am calda, emJatas, de 4 a 5 libras por 29000.
UtiOCOlate heepanhol a 19500 re. a libra, drrto trarrcoz a 1*100 diuo ponnguez a
800 rs., afianc,a-sea boa qualidade.
V*ale de primeira qualidade lano do Rio como do Cear, a 320 rs. a fibra, am arroba a
99500, dito mais baixo a 280 rs. e 89500 a arroba.
aevaoinna de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, a em porcao se faz
abatimento.
^*-8** muito novo a 320 re. a libra e em garraes com 5 libras, por 29009.
arinna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a fibra.
Iflta do Maranhao alva e cheirosa a 160 re. a libra e em arroba 49500.
W elaa de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 129000.
Vxeitt dOCe refinado a 800 re. a garrala,- e em caixas a 99000.
Viaagre de Lisboa a 240 re. a garrafa e em caada a 19800.
W laIIO cheTez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
V nllO brailCO de Lisboa o mais superior que ha no mercado proprio para misa a
640 rs* garrafa e em caada a 49500.
*** W suspiros do fabricante Brando em meias caixinhas, por 2*500.
11 llOS suspiros do fabricante Catanho & Filaos em meias eaxinhas a 29H>.
131VOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, a Panentellas, a 29000 a caixa.
AipiSta muila fimpo, a 180 re. a libra, e em arroba 59500,
AzeitOataS rauito novas, a 19600 re. cada urna ancerete, a a 400 a garrafa;
A*f*l de Maranbio a 120 re a fibra, a 99700 a arroba.
Peixe dQ posUS taitas fa memores qualidades de peixe que ha em Partogai a 19509 re.
Cteaebra^e Holianda gucatoes com 25 garrafas por 99960.
ingleza muito aova a 19000 frasco e Traneeza a 6439 rs. o pota.
Alera dos ganan cima mencionados encontrar o respeitavel publico um aplato serti-
oaato de ttdo que tendete a moftados.
\.


"TH&*
riiiini
Grande armsizemj Gal e potas
J
l;
TRES rOKl&S
53-Ra Direita53
VinS/M!
Rie bandejas para os bolles de 30 SgOOO
Ditas Ata* recortadai e bordadas Ezcelleotea facas e garlos cabo, de omo dazia
SJ30Ot280O.
Din dita dita e.bo'de j-iado a 4*.
Sita dita de balaceo da 7* a 4*800.
Colhetea finas da natal principe, sopa e cha
51500 a 3*100.
Dftae lutinaera. duzia 1480O. .
Cima de veo te. fodrspeneaveia depcis do bollo,
louro a amarello da 59500 a 5f.
Ha da maia um sortimento complato de tado
que tendente a ferrageue a miadeua por un
preco ridiculo. _^__^_____________
*!
"Wff^"
ni'aaaj......
BMir'
"*&-
l*WMnKU!UW)~WXLm**BtmMl(*1Mnm
Vendem-se ex callentes
presuntos part fiambre, os
melhores que tem vindo a es-
te mercado, chegados ltima-
mente, a 600 rs. a libra, ein
porco se far abatimento: no
caes d'Apollo n.67, deposito
de sabo.
Vendem-se estes
tigos ulkBftmente
no bem coihcido e acredita-
do deposito da ra da*Cadeia
doRecif^ n. 12, mais barato
de que em outra qualquer
parte.
Panno de algodo da Babia.
Vende-ae no eicriptorio de Antonio Loiz da
OKveire Azevedo & C, na ra da Cre 1.
Pombos.
Vendem-ae caaaea de pomboa a barracho
ra* do Hospicio n. 48.
na
r
Ricos pianos
autores, vendem-se
Sde varios
em casa de Kaikmann Irmaos &
| C, ra da Cruz n. 10.
De boje em diante continua a hnvarleite ao
p da vacca de maoba cedo, na caa o. 12 da
ra do Imperador, e tambera em alguma casa
particular, e para isio sahiri a vacca por eslaa
raaa dar lelle>quell peaaoas, qa<> quierem.
Barato e bom.
Na ra do Queimado u. 43, es-
quina que volta para a Con-
gregado.
Anda se continua a vender.
Chitai largas esearas e fiza, corado, a 180 e
200 r.
dem dem idem fina a 220 e 240.
Cambraia de cor muito tina e fiza a 480 e 500
rs. a vara.
Organdy de lindoepadroesa 640a Tara.
Cambraia de salpicas, a pega cora 9 varas a 4$.
Dita branca multo fina, pega a 49800e 5.
Ufla preta muito fina, a vara a 500 ia.
Chita preta franceza fina a 300 rs. o covado.
Laiioha moderna para vestidos a 500 rs. o
ovado. Dio-ie amoatraa cora penhor.
Vende-ae um riquissimo sitio as aras do
Giqoi, tendo o meamo 72 palmoa de frente e 300
de fundo, com boa caaa de taipa, a qual tem 2
salas, 2 quartos, cozioha fore, estribara para um
cavallo; quem pretender, dirija-se no meamo
lugar, a tratar com sna dona junto a laberua do
Sr. Thom.
Theatro lyrico.
Vende-se por metade do valor urna aasignatu-
ra de cadeira : gatas, quizer annuneie.
Para doces seceos,
Vendem-se mallo bonitas caixinhas redondas,
de madeira, de diversos tamanhos, forradas de
papis de cores, muito lindaa, propriaa nica-
mente para doces seceos de qualquer qualidade,
pelo barato preco de *, 5 e 69 a duzi : na ra
do Queimado, oa bem coebecide loja da miude-
aas da boa fama o. 35.
Para S Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinhas com grande porco de
amendoaa confeitadas, e alguna conleitos pro-
prios para o fcatejo deS. Joo e S. Pdro, pelo
barato preco da 800 ra. cada urna : na ra do
Queimado, na bem conhscida loja de miudezaa
da boa fama n. 35.
Alteado
dos senhores boticarios.
E' ebegado pelo ultimo navio um grande sorti-
mento de drogas dos Srs. Lanman & Kemp, in-
cluindo a salsa parrilha de Bristol, pastilhae ver-
mfugas, peitoral de Aoacoberita, pilulas de Hst-
cbins, e btters de Hoaieller ; os senhores boti-
carios que precisarem destaa drogas, encontrario
no armazem de Henry Foreter&C, ra do Tra-
piche n. 8.
Luvasde Jouvin.
Vende-ae luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senbora, ltimamente ebegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvss de seda eofeitsdas a 1(600,
29000 e 8200, dilaa fio de Escoasia brancaa a rs.
700. ditas de corea 800 ria, ditas de algodo a
280 lis ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escoras para dentea finas de diversas
ualidades a 120,160. 320. 400 e 500 ris : na
ja do beija-ilor, ra do Queimado o. 63.
Jogo (le domin.
- Vende-ae jogo de domin finos a l-200
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Botes parapunho.
Vende-se botes de punbo finos de diversas
qualidadea a 200 rcia o par. que tambera aervem
para manguitoa de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Vende-ae occulos fiaos de armaco do
29. 1, 640 e 400 ria : loja do beija flor,
Queimado n. 63.
ajo, a
ra do
Ricos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29, ditos de fita
com Avalla dourada a 19500 : loja do beija flor,
ra do Qaeimado n. 63.
Aljfar fino imitando perola.
Vende-se a 500 rs. o fia da aljfar fino, imi-
tando parola: na raa fio Qaeimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Superiores pennas dea^o
Guedes & Gon;alre com loja da miudezaa na
raa da Cadeia do Recife n. 7, teem para vender
aa maia acreditadae penoaa de fino ac de diffe-
rentee autores com grande nomeada: qaem as
pretender, dirija-se a citada loja, aaus preces sao
bem razoaveia.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Qaeimado n. 16._________
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no brafo.
Hnito lindas caizinhss e cabazes para meninas,
de 100 ris at 29500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhores enfeltea pretos e de cores que ap-
parece a 59500. 69 e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Loja de miudezas.rua do Quei-
mado n. 3S A, de Guimare*
Chegsram es botosa da cornalina braoeoa a en-
carnados, que ae vende por 39 a dezia. ea por tf
o par para punhos, a ha neats loja, arases de
cornalina para rosarios, e propriss psra encaatoar
em ouro a 19, flautas de abano de 5 chaves com
eaia, pelo barata preco da 20$, pa de arras aro-
metisado a 19500. em frascos mrito lindes a 99.
agulbaa victoria chsgoa novo sortiaento, o preco
o meamo de 120, cartelraa psra sacrever, pro-
priaa para visgsas, com tlateiroa etc. a 19 e 169,
ntremelos bordados, s trsnsparente* a 19500,
19800, 2$, 29500 a 89, tiras bordadas para calcas
de meninas a aaias a 1$ e 29, labyrintho inglez a
80, 100, 120,160,100 e 240 rs. a vara, fitas finas
de groadanaple achaanalotado prlfriae psra cin-
tos a 15500 a vara, colherea de metal principe
para cha e sopa, a 59 e 2f,500 a duzta, facas da
cabo de balaceo a 6 a 79000, cabo ds viado por
495OO, meias para homem a I98OO, 29200, 39600,
59 e 69 a dazia, meias de seda para crance rea-
cem-naseids, lindas cores a 29 o par, meiaa da
algodo para meninoa e meninas a 240 o par, fio-
res artificiaos para enfeites a 19, eapellaa para
neiva, a a Esperance vende por 58, de flor de
larangeira, utas de velludo largas s estreitinbaa
como se procura a 19 a pega da eatrsita, tesonrae
para unhas de ac finaa a 19500, curvas ele. para
costura a 600, 800,1928O a 19600, poaUdee de
ac para cortar fios no comego do labyrintho, s
tem a Esperance, que vende por lg, tinta azul e
preta (verdadeira inglesa) a 820 e 640, que se
vende barata por ser recebida directamente do
fabricante, pennaa de ac inglesas e de omites
qualidadea a precos differentes, papel almaco in-
glez, resma de 500 folhas a 69 (paatado), dito al-
maco francs, resma de 42o folhas a 49 (pauUdo),
dito sem ser paatado a 39200 e 49, dito pequeo
tarjado de preto a 19500, donrado a 1$500, de
cores a 96OO, bordado como renda, e pintado
com palmea, rosas, etc., por prego rszoaveit, e
ama infinidades de artigo baratos, escolbidos
com gosto e acert para aso domesttco.especiali-
dadea viadas de encommenda, nao viatas neste
mercado, que recebe esta casa conatantemente.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretas e de* cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
deiras.
Liohas finas. de
grandes a 240 ris :
do Queimado o. 75.
peso verdadeiraa. meadaa
na loja da Victoria, na raa
Phosphoros de seguranca
Phoaphoroa de seguranca, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa muito grandes e boaa a 160 ria ama
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxei para la-
byrintho.
Aa melhores liohas de crozel para labyrintho,
no vellos monatroa a 320 ris um : na lo|a da Vic-
toria, na ruado Queimado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa aintoa dourados par aenhoras a 29200,
ditos da pnnt. *.hida m y, nos de Ota a 13000;
na loja da Victoria, na roa do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegoa para a loja da Victoria urna pequea
porco de ricos espelhos de varios tamanbos para
ornamentoa de salas, affiancando-se serem os
melhores em vidroa que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia muito boa de todas as cores para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75-
Liohas do gaz.
Caixinhas com 50 novellos de liohas muito fi-
nas do gaz a 900 ria a caiza, ditas com 80 no-
vellos a-700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ria, brancaa epretaa: na loja da Victoria,
na raa do Qaeimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegoa para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz qaa tem vindo ao mercado, por
precoa commodoa : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
Ao rival sem igual.
Ra larga do Rosario numero 36.
roaade. reliado eetrtsjlnhas para anfeta a
peca 720 ra.
Sintos doarados a 19809;
Ditoa ditos com ponas eahidas a 89000.
Lia para bordar sortidas, libra a 69400.
Heevas para caballo a lf.
Dazia de meiaa eras para homem a 29400.
Carlas de alflneles s 100 rs.
Franjas pretas com vidrilho a 890 a 400 rs.
Enfeltea de relroz com franja a 59000.
Darla de meias para senhora a 29400.
Pealas da mtaa para atar cabello a 500 ra.
Tesouras ordinarias para cortar parios a 80 n.
Satjooetes de bola de cores a 400 rs.
Franjas de seds.
Bicos prstoa largos e eatraitos.
ranea pretas com vidrilho e branca.
- Esloras para unhas a 320 a500 rs.
Cajrritela da retro a 300 ra.
Tranca de seda de corea a 900 rs.
Carrsteis de linha a 30, 60 e 80 r.
Linha do gaz lastroza a 30 rs.
Dita dePedroVa30rs.
Rap Paulo Cordeiro e Gasse a 1860O.
IMa- Mearon a 19.
"n*8 tom p,pel P*" namoro *8 "*
N. B. O dono deate eilabelecimento prompti-
fles-saa mandar am caixeiro com aa miudszas
que qaizerem em casa das familias que iato
ezlgir.
Borzeguins inglezes.
Ni rus da Imperatriz o. *0 defronte da boneca
loja do Pinto, recebea-ae pelo ultimo vapor um
graada sortimento dos j bem acreditados bor-
zeguins inglezes qae vende-se por 10$e 119, di-
nheiro logo contado.__________________________
Enfeites para caneca.
Venda-ae requiaaimoa enfeites para cabeca com
frsnja, e sem ella pelo baratlaaimo prego de 51
e SfOOO, ditos de vidrilho a 19600 ; na loja do
beija flor, rua'do Queimado o. 63.
Carteiras*
Vende-se ricas carteiras para guardar dinbeiro
de ouro a prata a 99000, 25500, 19000, 1 ,280 e
11509 : na loja do beija flor : ra do Qaeimado
amara 63.
Rosas artiliciaes para cabello:
A. L. B. F. tendo receido um variado sorti-
mento de bonitas rosas que se esto asando para
cabellos, e de pannos com folha de velludo, ditas
de papel toda a, as mais ricas qae se pode encon-
trar vende-se na ra do Qaeimado n. 68, loja
do beija flor.
Kicas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'aguia branca acaba da rsceber um ex-
traordinario sortimento de ricas fitas, to boaa
em qualidade quo bonitas nos desenhos, tendo
entra ellas o mala largo que possirel; assim
como algomas pecas brancas com o centro liso
proprio para inscripcoe, e muitas outraa de dif-
ferentes cores como de caf, roza, escara, etc,
etc., e como de sea louvavel costume : a loja
d'aguia branca, na raa do Queimado a. 16, ven-
de por prego commodo eisas boaa e bonitas fitas.
Grava tas de setim com
ponta larga a 1$
Vendem-se grvalas pretas de bom aelim e
com pontaa largaa a 19 cada urna, lio baratea
assim s se acha na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Nova altencao.
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
de diversos objectos qae se veadem por manos
20 por cento do que em oatra qualquer paite.
Sintos para senhoras.
Rlqalssimos sintos dourados, pelo baratisaimo
preco de 29, e com tirela ao lado a 49( assim co-
mo ds fita de seda ou vallado a 9$ : s no gallo
vigilante, rna do Greapo n. 7.
Agulhas.
.& LiB' ''tcBo0 Habido agslhas imparisas da
landodourdo. vende ns loja do betja flor, raa
" yaaiaaaao n. 6a.
4os senhores funileiros.
ra., trancas a 3fl50p ; a alies, antes qaa te aca-
*m: oa na tUIpWttij a. W?
Enfeites.
Vendem-se os riquissimos enfeites da cabeca
com franja e vidrilho a 59, ditos sem frsnja a 39,
ditos trsncado a 29500, ditoa de lago ds fita e
bico de seda a 29: a no gallo vigilante, na do
Creapo n. 7. ________ 1
Fivelasparasinto.
Hiqeiseimaa flvelaa de ac com madreperola no
centro a 19200, ditas de madreperola a 890, ditas
doaradinhaa a 340 : s no gallo vigilante, raa do
Crespo n. 7.
B elogios
Van de-se am casa da Johnstoo Pater & C,
. -A do Tigario n. 3, um bailo sortimento da
telogioa de ouro, patente inglez, de am dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
ama variedade da bonitos trancallins para os
mesmos.
Loja das 6 por-
tas em frente do Livra-
ment.
Balees de 15, 20, 30 e 40 arco.
Grande sortimento de baldes de arcos
. os melhores nests fazenda e grandes,
i chitas francezaa largas escuras a 220 e
I 240 ra. o covado, ditas estreitas miudi-
I nhaa a 160 rs. o covado, cambraia lisa
Z para forro com 8 lr2 varas a 29 a peca,
g ditas finas a 39, 49,59 e 65 muito finas,
ditas de salpiquinho com 8 1[2 varas a
I 39500 a pega, cobertae alcozoadas bran-
S ca e de corea para cama a 49500 e 55,
I caaaaa de corea francezaa tintaa aeguraa
E a 320 ra. o covado, peca de bretanha de
" rolo a 25, algodo trancado alvo mallo
largo para toalhaa alga vara, enfeltea a
Garibaldi todoa pretoa a 59 cada um, len-
cos brancos com barra se corea a 120 ca-
da um, roapa feita de todas as qualida-
dea muito baratas, a loja est abarla at
as 9 horaa da noite.
Libras sterlinas.
Vendem-se em casa de Wilg & Just, prsca do
Corpo Santo n. 13.
Grande
liquidacao por todo
o pre$o, na bem co-
nbecida loja do Ser-
tanejo.
[Rna do Queimado n. 45.;
Apparecam com di-
nbeiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escaras finaa a 160, 180 e 200
rs., cortes de vestido pratos bordados a S
velludo de cueto de 1509 o ae vendem
por 309,409, 509e 7, sahidaa de baile 8
de velludo e setim a 129 e 139, camisas f?
para senhora a 2]|O0O e 39500, go*lliahas *]
de cambraia bordadaa a 500, 600, 700,
800, 900 e 19, ditas de fil bordadaa a 120 f
rs., caaaveques de fusta o a 59, 69,75,89,
meiaa de seda brancaa e pretas para se-
nhora a 19200 o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., laade quadro entestados a
800 e 360 rs. o covado, cambraia preta a
400 e 440 ra. a vara, organdys de cores a
600 rs. a vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos a 100 e 500
rs. a vara, cortes da collete da cssemirs
bordados pratos a 29 e 39000, ditos de
velludo de cor e pretos s 39, 49,59 e 69,
paletots de brim branco franceses a
39500 a 49500, ditos da casemira de co-
res o pratos a 149 e I69. ditos de alpaca
preta e de cores s 39,35500, 49 e 49500,
camisas de. peito de linho a 29500, cortes
de collete de gorgurc a 19500, 15700,
29200, 35 e 35500. colletes feitos de brim
branco a 29500, ditos feitos do gorgurao
a 29500 e 39500, ditoa feitoa de casemira
a 35500, 4$ a 45500, ditoa de velludo a
{59. 69 e 79, ditos de fusilo de cores a
15500, um variado aortimento de meiaa
para hornera e senhora, grinaldaa com
flores, chales de froco, eaparlilhos, a to-
da a qualidade de roupaa feitaa para ho-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
mm Mmmve mmmmwzm
^Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phanthasia etc. por preco maia
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Sementes de hor-
talices
Na raa da Cruz n. 32, depotito de pao e bola-
cha, vendem-se sementes de hoitalicea vindaade
Lisboa.
Para brinquedo de S.
Joo,
Continua-se a vender amendoas pelo barato
preco de 640 rs. a libra, na roa Velba da Boa-
Vista n. 33, raa do Raogel o. 9, defronte a eata-
Cfio das Cinco Pontas n 140, raa Augusta, esqui-
na do becco do Harisco n. 1, ra do Creapo nu-
mero 7.
tosas artiliciaes pan ca-
bello.
*. loja do baija-flor tsade recebida bonitas ro-
sas qae se asilo ueaodo para so caballas, vende
oa raa do Queimado na loja cima n. 63.
Cambraias
Vendem-se cambraiaa de coree de bonitos e
sleganteedesenhoa a 280 e: 320 rs. o covado: na
ra da Imperatria. loja n. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paiaagens, larguras ds 6, 7, 8 a 9 palmoa, pro-
prios para meaa de jantara 29 o corado : na ra
da Imperatria, loja n. 20.
Borzeguins.
Ra da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Vende-se pelo baratissimo preco :
Borzeguins de lustre para .homem a 89.
Ditoa da bezerro para homem a 89.
Ditoa de eordavao para dito a 89.
Par eate preco a a dinbeiro vista para 11-
quldar.
Fazendas pretas
Superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9g o covado, casemira preti
multo fina a 25, 29500, 3, 39500 e 49 o covado,
mantea pretas de blondo multo saperiores a 129,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 359, sobrecaaacas de panno
preto muito floo a 309, casacas tambem de paone
preto muito fino a 309, paletots de psnno preto
fino a 18 e 209, ditos de caaemira de cor mes-
dada a 189, superiores gravalinhaa eatreitas 1
19, ditas de aatim macio e de gorgurao muito sa-
periores para daaa voltas a 29, dilaa estreitlnhas
com lindos alfinates a 29, superior gorgurao pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos enfeites prelos
a 69, s assim ostras muitas fszendas qae sendo s
dinheiro i vista, vendem-se por precos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, oa bem con na-
cida loja da boa f.
Moendas e meias moendat.
Taixas de ferro batido e
coa do.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Bodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Novidade.
Na nova exposicao de fazendas baratis-
simas na loja e armazem da Arara,
ra da Imperatriz, n. 56, de Maga-
lhaes & Mendes.
Veode-se fazendas baratissimss pars liquidar
a saber : chitas de cores bonilaa a 160,180 a 200
rs. o covado, ditas francezaa a 220 e 240 o cova-
do, ditas gsribaldioas muito finas a 280 e 300 ra.
o covado, cassas de cores fixsss 280 e 300 o co-
vado, organdis de quadriohos muito finos a 320
rs. o covado : na ra da Imperatriz, loja da Ara-
ra n. 56.
Milho barato
a 3;500 rs. o saco
Vende-se em lotes dedez saceos para cima ao
referido preco, a dinheiro : ao armazem n. 4
defronte da allandega.
Bolacha
de milho propria para- escravoa s 29OOO a arro-
ba : na ra estreita do Rosario n. 13.
_____ NO .
Torrador.
23 Largo do TercoW
Mantelga ingleza flor a 800 e 960*rs. a libra,
dita franceza a 640 r.. baoha de porco a 400 rs.
a libra, massas meito finaa para sopa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a 29,ditoa do aerto a 560
ra.a libra,aerveja das melbores marcas a 500 n>. a
garrafa, tardinhas de Nantes a 400 rs., toutiohe
a320ra., bolajchinha ingleza a 320 rs. a libra.
aisim como se vende outros muitoa generoa ba-
ratissimos, passaa a 400 rs. a libra, sao muite
novas, e se alguem duvidar venha ver no Torri-
dor largo do Terco n. 23.
Muita atten Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas "as qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditas de listras atravessadas, ditaa
de quadrinhos, sendo dos melhores padroea ede-
licadiasimos gostos, com largura de chita inglesa
a 500 ra. o covado, pechincha, e dao-se aa
amostras com penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pavo de Gama & Silva.
Ra do Crespo n. 7, do
gallo vigilante.
Ntsta nova loja ha grande porco de caixinhas
com amendoas proprias para brinquedo de S
rJoaoqaese vende pelo barato preco de 800 rs
cada urna quem deizar de dar a orna menina
urna caizinba ; tambem tem grande porco de
eaixae propiiaa para doces secos que vende con-
forme seus tamanhos a 69. 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulaaa a 800 e 640 ia. a libra : s n
vigilante ra do Crespo n. 7.
Vende-se um carro inglez de 4
rodas em muito bom estado, urna pare-
lha de cavatios com todos os arreiostudo
em bom estado, e um cavallo de sella:
na ra do Imperador n. 45, coche ir a.
Cassa a turca do Arara.
ee cassas k tarca para veatidoa de i
20 e 280 o covado, iaatoea ae cores
o covado, laazinbaa ds quadrinhoa
loa gosto a 320 o aovado. Sitas chi-
ito finas a 500 a 610 o covado : na raa
da Imperatriz, loja ds Arara, n. 56:
Barato para
acabar.
Ra do Crespo n. 14.
"JgjUutes de vestidos de seda de 89 a 60.
Ditos de barege gaza de seda de 49 a
A Arara vende as cambraias.
Vende-ae pecas de cambraias lizas, a 1S600,
e 29000, dita finas a 29500, 3g000 e 39500. peca
de caasa para cortinados, de 20 vsras, 99, ditas
de 10 varas49500e 39 : na raa da Imperatriz,
loja da Arara, n. 56.
Vende-se os bales do Arara.
Vende-se baldes de 15 a 30 arcej para senho-
ras, os mais modernos qae ha; ditos para meni-
nas a 29, ditoa para- aenhora, de brilhantina,
muito grandes saias da cordao que faz rezea de
balo a fciOO, saias bordadaa para aenhoras
a2S500, ditas de 4 pannos a 39000 a 39500 ; na
ra da Imperatriz. loja da Arara, n. 56.
A Arara vende as capas.
Vende-se canas para senhoras as mais moder-
nas que ha a 69, ditas de laazinhaa.109 ; mante-
letes de groadenaple preto, maito moderno a 259
e 3Q9 ; manguitos e golla de linho a 29500 ; gol-
la para senhora a 500 ra., ditos de botaozioho a
640 rs. : na ra da Imperatriz, loja Ida Arara,
namero 56.
Madapoio da Arara.
Vende-ae pecaa de madapolo elephaote, mui-
to fino, com 40 jardas a 14$, ditos do 24 jardas a
4gi0, 48, 59, 5g50O e 69 : na ra da Imperatriz
loja da Arara, o. 56.
A toja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligas de aeda para senhora.
Grandea e bem tecidoa bandee de clioa.
Aspas de ac, e fita elstica para cea de balo.
Bonecas grandea mu bonitas e bom vestidas.
Bonitos baazinhoa com 9 frascos do chelros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Trancellim grosso de cor para guarnecer vestidos.
Luvaa de camursa brsncaa e amsrellas.
t09.
bordados
Toda attencao ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdadeiras luvas de Juvin, chegadlnhat
no vapor francez: s no vigilapte, ra do Cres-
po n.7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galdes.
A saperior trina e volantes do Porto para ur-
nas, oratorios os igrejas, que se vende por me-
nos do que em outra qualquer parte: s no vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Cascarrilha
Lndss pecas de cascarrilha de todas as cores,
pelo baratissimo preco de ls500 a peca : a no
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Chapelinas para senhoras.
Lindas chapelinas ricamente eofeitadas, petos
baratissimo precos de 89 e 109000.
Ditos com pequeo toque de mofo a 69OOO:
no vigilante ra do Creapo n. 7.
i
de
Chales e manteletes de touquim
10 a 159.
Chapeos deieda a palbinha para senhora e me-
lisa de 19 a 59.
Sedaa de cores com pequeo deleito covado
500 rs.
Enfeites e camisiohss para senbora a 19.
Luvas de seda o par de 100 a 320 rs.
Chapeoa de sol de seda para aenhora de 500 a 29.
Paletots de brim e alpaca preta e de cores de
28 a 69
Chitas e cassas pretas francezas covado a 100 rs.
Riscadoa fraocezea covado a 140 rs.
Alpaca de la e seda lisas e quadros de 320 a
500 rs.
Velludo de cores covado 29.
Corles de colletes de fuslo de 200 a 400 rs.
Ditos de seda e velludo de 29 a 45.
Casavequea e manteletes de fuslo, cambraia
bordadaa, de aeda.de fil e saludas de baile
para senhoras e meninas de 28 a 59-
E outros mullos srtigos que sero patentes aos
compradores e que se vendem a -prec.03 muito
mdicos.
Na raa da Madre de Dos armazem n. 10
A, ha para ae vender superior farinha de man-
dioca a 39700 o sacco, a ellas antes "que se
acabem.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindos
boiea da porcellana dourada com fina banha s
mavioias inscripcoe, o quaes porsuasdelicade-
zas e peifeicas torna m- se dignos para presen-
tes, e com especialldade na actual quadrs, quem
goalar do bom dirlgir-se com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qae acha-
ra em que bem o empregsr.
DE
Modas francezas.
Ra da Imperatriz n. 1, de M-
dame Buessard Millochau.
i Recebeu novamente um bello sortimento de
modas, ricos chapeos de cllna, e palha da Italia
fiara aenhora e meninas, ricas csmiiinhas, e pe-
erinas com manguitos, gollinhas de bico e de
cambraia, ricas fitas maito largas para vestido,
lindas rosas, e camelias para cabeca, capellas para
noivas e bailes, vestidos e mantas de blondo pa-
ra casamentos, vestidos para baplisado, luvas de
pellica com doaa botes, eaparlilhos feitos naa
melhores casas em Parla, fil de seda e de linho
para vealido, crep e tarlatana de todas as cores,
lencos de cambraia bordados, fitas de seda de to-
das as larguras, trancas, franjas e galoes, e bo-
tes de todas as cores para enfeite de vealido, lu-
do de novo goato e por preco muito razoavel.
Vende-se ums caaa terrea com solo, alta
na raa daa Cinco Pontas n. 19 : quem a quizer
comprar v entender-se com Henriqae Jorge, na
traveia da Concordia.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e da cores, pelo bara-
tissimo preso de 19600 a libra: s no gallo vigi-
lante, raa do Creapo n. 7.
Para entreter o tempo.
Oa lindos jagos de dminos a 19400, lindas cai-
xinhas com jogs de vispora a 900 n,; i no gal-
lo vigilante, ru do Graspo n, 7.
Abados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & C ,.rua da Senzalia Nova
a. 42.
Ghegaram as desojadas rosas
artificiaos.
Agora dve cesssr o dssgosto qae maitss se-
nhoras ssnliam por nao terem comprado das pri-
meirasrosas que aloja d'aguia branca recebsu,
isso porque dita loja acaba de receber am novo e
maia brilhante aortimento dellas, vindo estas de
mais a mais dtlicamenle orvalbadas. A senhora
3ue com a pequea qaantia de 21 comprar ama
essss formosas rosas, sentir um efteito anda
mais rpido (relativamente ao caso) do que
aqaelle que prodaz o prompto allivio em qual-
quer molestia. Compre, pois, qua ae nao de-
moren) em aa mandar comprar na raa do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 16, pola do contra-
rio ficaro aem ellas para S. Joo, o que nao
convm. Na mesma loja vendem-ae outris rosas
maia baratas.
Piano
Touquinhas ou chapozinhos
para criancas.
Lindos chapozinhos para 'menina e menino a
49 e 69000. ditoa de feltro pelo baratissimo pro-
co de 3SO0O, bonetes da panno uno e lino de fi-
ta a 3S000. ditos de veludo fino a 49 e 39500,
ditos de palhioha a 38000, touquinhas de seda
muito lindas a 19500. ditos de fil a 19000: s
no vigilante, ra do Creapo o, 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollinha o mais floc
que se pode encontrar, vende-se pelo baratissi-
mo preco de79000. ditos'sem gollinha a 1S50O
s no vigilante, ra do Creapo d. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas gollinhas estampadas.............. 500
Ditas de linho muita finas................. 800
Ditas pretas com vidrilho................. 29OOO
S6 no vigilante, rui do Creipo n. 7.
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para homem
como para senbora, sendo de homem a 19800 e
29C00. e finos a 2800, ditas de fio de Kscocia a
59OOO a duzia, ditaa psra menina a 29400, ditas
para menino a 29000: s no vigilante, ra do
Crepo n. 7.
Escravos fagido*.
Vende-se um piano ioglez em bom uso, por
prego commodo, proprid psra prlncipiar-ae to-
car : a fallar na ra do Seve ou Uoio, casa
0.I6.
Escravo fgido.
Fugio de casa do abaizo assigoado o escravo
Eofrazio de necio, representa ter de 26 a 35 an-
uos de idade, ecom um pequeo lobinbo cima
do olho, foi comprado ao teneote-coronel Joao
Francisco de Camino Paes de Andrade : quem
o apprehender leve-o a ra do Trapiche n. 14,
que ser bem recompensado.
Manoel Abes Guerra.
150^000.
A quem trouxer o preto escravo de nome Fe-
liz, que ae acha fgido desde odia 4 de abril de
1860, cujo escravo tem oa signaes seguintes : es-
tatura baixs, corpo regular, cor fula, pouca barba,
ps um pouco apalhetados, representa ter 35 a
40 annos, naci Moca mbique, tem dous dentes
abertos na frente do lado de cima, e por cima do
nariz entre as sobrancelhss dos olhos um calom-
bioho pequeo, que parece aer slgnal da trra
deHe : obteve-se noticia certa que o dito preto
anda por Ierras doa engenhos Muribece, S. Joio
e Engenho Novo, como Irabalhador e intitulan-
do-se de forro com o nonve de Joao Peacador,
poia j tem por costume quando foge mudar s
nome para Joio, elle tem uns poneos de oflicio,
que sao oa aeguintes : foi pescador, canoeiro,
caiador, e ltimamente era padeiro, a que per-
tence, por isso roga-ae aos cepillas de campo, oa
qaalquer pessoa que o encontrar, preode-lo
traze-lo no pateo da Santa Cruz padaria n.fi, eu
reteberi a quantia iclma.
Ricos
cortei de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortas de veatidoa brancos
boraadoe com 8 babadoa pelo baratisaimo preco
de 59 o corte: na ra' do Queimado n. 22, na
bem conhscida leja tfa boa .
S- Joo e S. Pedro,
Bonitas sortea para namorsdo; Na raa Nova
n. 8. leja do viada, acaba da receber una pe-
quena porcio de aoitea dedicadas sos amantea do
bom gosto, s qual se vnde a 160 cada ama,
vista da bar ateza amanta algum deiiar de aa
comprar antes qaa ae acabem ; tambem ba da
cuato de 100 rs.. e a 40 rs. eada ama.
Batata* novas
rere. i W.
Batatas
a 80 ri, a libra; no largo do
Caetas caligraphicaa
a 500 rs.
Recentemente inventadas pele profassor Scal-
ly, aa quaes com a extraordinaria vantagem de
obrigar e acoetamar para sempra o diacipulo a
pegar na penna de modo adequado, sendo guar-
necidas essaa canelas de pequeas chapas conca-
vas nos lauras onde -se devem collocar os tres
dedos, facilitando aaaim muito a eacripta, e con-
tribuido sobiemaneira para qualquer pessoa em
pouco tempo adquerir ama boa letra. Note-ss
ainda que aervem tanto para adaltoa como para
meninos. A' venda, em caa de Guedes 4 Gon-
;lves, ra da Cadeia n. 7 : Gailberme Scully,
profeesor de cagraphta, Rio de Janeiro.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 130rs.
Fugio no dia 12 de abril deato correnta an-
co do poder do abaixo assigoado, o pardo de no-
me Francisco de 17 asnos ds idade, qae tem bo-
nita figura, todos oa dentes, cabellos cerapinhoa
e ruivos, tendo sido este pardo escravo do Sr.
Dr. Antonio Borges da Fonseca, da presumir
qae ande por algum doa lugarea por onde 6 mis-
mo senhor tem viajado, como sejam Iguarass*
Goianna, Inga S. Joio, Campia, Seira do Tei-
zeira, Pao d'Alho, Limoeiro, astros villas da co-
marca de Paje de Flores, sendo que segundo se
suppde esteja tambem no engenho Inhamia por
haver sido viato ha poucoa das em Igaarass pos
ter smisade com ans mulallnhos desea engenno,
ainda da presumir que o dito escravo por ani
se inculque como a servico do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonseca, afim de nio sar appreheodidoi
quem pois o aprehender ondeqaar qae for encon-
trado esse escravo o o vir entregar ao sea legi-
timo dono na ra do Hespais a. 6, qae sari mu:
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luis daBrito Taaorda.
i i m ii iij
Em fias de dezembro desappareceu o negra
> Amendoas.
! Vendem-se amendoaa em fraseos a avalaos a
os bons a ricas papis com eaUlo para sortea :
aa rea da 9asjaaia Nava n. 90,
erioulo. Bonifacio, alada moco, baixo do corpo
grosso, nedegas graaams, tem faltada doaa dea-
tea na frente, olhos abtgalfaados, malte regrta-
U e d peraearandejtro ; tem sido visto pala Bea-
VlaSt e pelo baiiro da-Santo Antonio : omem
pagar a-levar ao caes do Namos n. 4 sari basa
Tejajasapeasaue,
I


.rar



OLUO M PnHAMKH. -
LHteratuira.
j mente meui i
Hsjbss^^^^^^HT^

. v
A familia de Germasdre.
CAPITULO VII
(ConUanaglo) *-
Parece le Uolo, que pergenio mim tses-
no, se olo roviver na senhcra, porque foi educa-
da do meimo rulo, e era lamben superior to-
das as mulheres de seu patz, usqueMo lempo.
Porm eu nflo sou superior a posioa alguma.
Zomba de rr.im, meu primo !
Nao, nao zumbo; vejo na lenhora urna pts-
soa que nao se parte com entra quilquer, e por
quem lenho tai eslima e respailo, que nao me
pe'rmiliiria combar. Acresceute a lito urna ami-
zade verdadeira, urna confianza cbi Muta, e diga-
me se ha no mundo lenmenlo melhor, mesmo
aquelle a que se chaaia amor?
Corisaoda tioha tanto juuu que n tornara ex-
periente. Cooheceu qne sea primo se aniraava
e que sempre pretextando calma em sua affeigo,
estar de novo, aioda roais que na respera,
apoderado por ama emqgo bailante viva. Ou
isto fosse roterneclmentb ou paixio, nao se de-
veril arriicar a animar urna inclinado nascenle.
Corisanda cao era eeihusieata, o as asperezas
desua existoncia, nia_b*viam deixado lugar pa-
ra assubtilezas romnticas. Pacifica como o la-
go sombreado e perfumado quo formara o ribei-
to por traz de sua comporta, uo couhecia as cr-
tenles impetuosas. Nao era urna-igotta d'agua,
urna Ugrima que apparecease nos temos olbos do
sptico Ociarlo quem poderla elevar e fzar trans-,
lindar esto lago immorel. Ella nao mostrou per-
turbagBQ alguma, porque seu espiito absoluto
nao admittia desarraojo algum na aerenidade de
sou dever, e mudou de conversado sem parecer
ter compreheadido a necessidade de distrahir
Oclario de suaadmiragio por ella.
Como elle indilTereole I pensara Octavio ;
indiffereole como os golfes destes lagos dor-
meolea I Ora I islo para mim urna lelicidade
por que se ella fosse alguma cousa apaixonada,
eu a amaa, e seria urna grande inf;licidade pa-
ra ambos.
Octario eaganara-ae absolutameate. Era a au-
sencia da paiio, e a traoquillidade quo davam
Corisaoda um ascendente sbito e como um im-
perio misterioso, sobre aeu espirito iocerto;
e critico. Ella era a nica mulher que poderia
elicila-lo, e poderia gragas a seu juizo recto, e
genio paciente, uio irritarse com as fallas de
um esposo caprichoso, conseguir a cura de ana
doenca moral, e nao se julgar iofeliz com elle
Para um carcter impertinente e allrkbulado,
preciso a influencia de urna alma pura, mais go-
bernada pela razo que pela emocao, mais pela
boodade que pelas aeosibilidade.
CAPITULO XII.
Por mais disposto que se esteja conversago,
na i s regenera em um hora, e Octavio por
mais convencido que esUvesse do raciocinio que
acabara de fater, sentiu algum despeilo pela
iodifferenca de sua prima. Nao podia aupportar
a i Jis de ser desdeohado ; poii quera que sua
anuale fosse accolhida com mais sucia e satis -
faco. Sem multo procurar nem premeditar, en-
controu a mararilhosa facilldade que tinba para
inquietar e contrariar, quaodo elle mesmo sen-
tia-se inquieto, e, aproreitando a occasiio em
que os meninos leraram os lagostios para casa,
disse a Corisanda:
Mioha prima, a senhora pergnntou-me por
que tire honlem ciumes de eu irmo ? Nao re-
parn que elle que.ria imprudentemente tornar-
se meu amulo ?
Nao o entendo, respendeu mademoisella
de Germsndre.
Finges nao entender-me, minha respetarel
tia I por que bem riu que o caralleiro torniva-
se apaixooado por nossa prima Hortensia, de
tal forma que nao podia occulta-Io.
O que diz, meu primo ? I exclamou Cori-
sanda estupefacta. Ora I isto anda urna de
suas extravagancias.
Um accesso talvez ? Julga-me louco I
Julgo-o muilo leviano I Peoson no que
disse ? Meu irmo est riuro, a to pouco tem-
fo......
Que tempo faz ?
Oito annos. Minhs cuohadi morreu dan-
do a luz a pequea Afargarida.
Eoto 1 oito anuos, j muilo. Seu luto
i i est acabado.
Elle amou tanto a sua infeliz mulher 1
Razo de mais, para amar a urna outra.
Un homem ardente nao pode passar multo tem-
po sem amar.
Meu primo, o seuhor Julga meu Irmao
muito leviano I nao o conhece.
Coobeco-o mais que a senhora. Basta ter
visto seus olhos fliarem-ie a seu pesar sobre
madama de Sevigoy, para fictr bem certo, que
elle pensa e pensar nella por muito tempo.
Por muito tempo 1 sempre tilvez 1 Acre-
dita isto ?
Hiria as pergantas de Corisanda mais inquie-
tacioque negatirai.. Ontario conhecou que ha-
va enternecido convenientemente ; e accres-
ceotou :
Madama de Sevigoy tambem enthu-
siastha ;oao reparn nulo minha prima ?
Ella tem o coragio muilo generoso, diise
Corisanda. E' urna mulher a quem se pode amar
a primeira vista.
Eoto nao se admira do meu cuma ?
O senhor dlsse-me que nao a amava
mais.
Dine-lhe que nao conhecia verdadeira-
FOLHETIjM
por etse. Por toomen-
e, de repente, fies ferio-
io por ter sil rival.
Ora! qaer reeomegar, meu prisat lito
me afflige bailable I
E, mioha prima, vas eborreesr-me, aaldi-
zer-me, ou, pelo menos, arrnfar-je I Poii bem I
antes quero Isto do que seus modos iodiQerentei.
Nao sos isdiflerenie pata com o senhor.
Dei-lhe mioha aaizade sem contaste-lo, conhe-
eendo que tioha bom coracao e -muilo espirito.
Se do um homem razoarel, se olo pJe dizer:
c Eii como pens e como quero comportar-
me, a., peoearei que isto urna fatalldade. e a-
rei coa que meu irmao nao torne a ver madama
Hortensia, afleo de q\& nio baja deshirmonia
entre elle e senhor por causa dalle.
Octavio, querendo prolongar a agonia de sai
prima, nao responden. Estara assentado ao lado
delta sobre um roebedo e (logia brincar com o
bigode com ar diatrahido, eiperaodo que Cort-
sanda lbe supplicssie mais ternemente. Porm
ests calra-se tambem. Pora sorprendida por
ama idea ora-, e estar absorta em suas refle-
xes. Seria poasivel que madama de Seriguy e o
caralleiro algum dia secasassem? Nao era ella
muito joreo para elle T Nao era elle muito pobre
para ella? Corlaaoda nao ssbis dar a razio da
dille renca presumir! de seus gostos e ideas.
Seu irmo era um homem tao superior i seus
olhos, que deveris ser ama felicidade pars qual-
qaer mulher perteocer-lhe : todavia Hortensia
seria bastante razoavel para apreciar esta felici-
dade?
Hortensia havia agradado muito Corisaoda, e
ella amava-a, principalmente depois que a sou-
bera amada por seu irmo ; porqee agora se
apercebSra disto. Urna palavra de Octavio tinha-
lhe arirado as lembrangas da vespera. -Esta pa-
tarra explicara-lhe ludo qne a tioha sorprendido,
Indo o que ella s podra presentir vagameote.
Eslava to compenetrada deite_>peniamento,
que nao pdle deixar de expriml-lo em voz alta.
alen Deusl disse ella filiando ao mesmo
lempo a Octavio e i sen proprio irmo, agora vae
ser infeliz I Elle se aborrecer em sua casa, e a
felicidade que deseja nao Ib'a poderemos dar I
Nao, isto nao como diz I Elle tem muito juizo
e ama extremamente aens ihos.
Ha nm remedio, para o qne a senhora tinto
receia, que cassr-me com Hortensia.
Porm, se ella nioquizer?
A senhora j eosioou-me o meio de fazer-
me amar. Serei amavel com ella.
certa de qne se arrepenoia Moceramente
mis peosemenlo ; porrs, nio qnereode
que a amasas coa tanta sioecridade,
em todo caso qne nao era pristi
IraoquiUinr tio
rivel.
Ella torta
a vivacede das
bo. Octavio senta
tos, desesperando
la, tioha ffj
Eotranhou
tsvam sol,
camioho qte
mala hmido,
nma estreita cabegada
la i um
a, se polesee
liofcl:
O, BOt
dar eorrigir
rrores q
impene
toros va-se casi vas
epressa achou-se sobre
ir dous lagos, porque o
eotrou
E pensa que meo irmo ficar curado, por
r-lo feliz em seu lugar ? Julgo que seria me-
lhor, lano para o aenhor, como para mim, deixar
que elles se amem.
Certamsote, islo seria muito bello da oossa
parte, porque eu representara um papel ridicu-
lo, e quanto senhora, seguramente sua vida
domestica nao sera perturbada por urna to gran-
de mudanga.
Nao pens em mim. Tudo me conviri, ae
meu irmo fdr feliz 1
Porm eu pens em mim, e perguoto o que
alcangarei pelo meu sacrificio.
A arrizado dos outros.
Dos outros, dos ontros E se por acaso eu
s quizesse a sus?
Oh I lmente a minha I disse Corissnda
sorriodo com simplicilade ; pois bem, ter toda
a mioha estima.
Someote estima ? A amizade, que ha poaco
lirou-me, nao rollar mais ?
-* T-la-ha toda, se quizer amar meu irmo,
como eu o amo.
Sabe que torno-me ciumento de seu ir-
mo ? S pensa nelle, s vive para elle 1 Esta
amizade to grande que acabar por torna-la
iosemivel tudo o mai3, e eis por que detesto
este mal, que me rouba ou me fecha todos os co-
races.
Corisaoda cooheceu claramente, pelo tom e po-
li pbysionomia de Octavio, que elle quera fazer-
lhe a corle. Offendeu-se com esti m e pueril
promesia, quo tinba a vida ou a felicidade de
seu Irmo por abonos.
01 disse ella leraolando-se, e balendo-
Ihe sobre o pollo com urna rusticidade maternal; diipoita a lastimar-me, a reconciliar-me com
regalo, leodo encontrado ahi urna cndale bas
tinte grande, havia timbem initallado ahi sus
toslha traoipareote, e, com a continnago das
churas da tempeslsdt, os dous reservatorios nio
faziam mais do qne um. As arvores ae nniam
cada vez mais, urnas direitas, altas, procuraodo O
ar e a los, e mooopolissodo-os i cuita dos.snli-
gos troncos qne ellas tioham excedido. Estas ve-
Ihss, corcovadas e decrepites, cahiam suffocados
obre a bera queasiovadia e apressava a aua ruino.
Algumas, j meio mortal e iocllosdas de nm modo
ameagador, outrism sobre seus ramos altoa fe-
tos, e lirios que haviam aido levadas at seas
ramos pela iouodscio. Os salgneiros, psra esca-
paren) sombra cruel, ae ioclioavam sobre as
margeos at perderem o equilibrio, e algum, le>
vados pelo seu peso, vergavam-se al ficarem
submergidos. Serpeles que se rojavam pelo*
abrlhos com nm ruido siaistro. Neste ion>>rio
dia -de vario havia um fro extraordinario.
Octavio senta este fro doloroso oa alma, mas
que sobre os hombros ; camiobava sempre, pro-
curaodo ioitioctivamente sabir desta flsireila
inundada que o embarazara em seus perQdoi ro-
deios, e qne linha algasia cousa do horror qne
infunde urna malti rirgem.
Nao qaerendo rollar airas, eoeamiobo desip-
pareceodo sob a herva lodeata, riu algumas ps-
drai que promeltiam urna aahida, saltn urnas
apz outras; porm riu-se obrigado a parar. Urna
graode distancia separara-o da ultima, e um sal-
lo mal dado poderia precipita-lo em um labyrio-
to iodesemmsranhavei de plaas aqualicas.
Seria preciso rollar strez. Cooheceu eoto
que isto ere dlfncil e at pergoso, porque o ro-
chado era mnito estreito e coberto desta verdura
gelatinosa que faz escorregar traicoeirameote.
Onde estou eu mettido ? dizia elle lomando sais
medidas para niocahir. E, como, tioha experi-
mentado algum temor, quiz puoir-sedisto, afron-
tando com o olhar a especie de abyimo, delicioso
de aspecto, porm muito inquieta dor pela sua pro-
fuodidade, em que se achava interoado. ._
A aociedadedissipon-selogo; porm a tristeza
apoderon-se delle ; tristeza irnica e profunda,
mais penosa que a colera cootra ai mesmo. lito
assemelha-se, pensara elle, com o ligo mgico
onde Melusina se muda va em peixe todas as sex-
tas-feiras. Nao seris de admirar ouvir aqu o
canto da sera e descobrir que estou retido, co-
mo se fosse attrabido por algum encanto funesto.
Na verdade, dizia elle, todo aqui transpira
o pensamento do suicidio. Tendo-se alguma ver-
tigem,bem depressa se estara morto e enterra-Jo;
estas mis berras nio lhe permittiriam que mudas-
ee de parecer, ede oda lhe servira ser bom na-
dador. Ellas o oecullsriam em suas moutas pe-
gajosas, e oioguem talvez eaberia nunca, como
havia desappareeido. Dir-se-hia de mim : elle
deserton de sua bandeira, por causa do realismo,
ou : baleu-se com o caralleiro de Germsodre por
causs dos bellos olhos de madama de Sevigny,
e o campooez dea urna bella estocada do furioso
duelista. Hnilas pessoas diriam que foi muito
bem feito. Quem me chorara ? Nioguem I Meu
carallo talvez I Porm nao ae deixaria morrer de
foms. A quem son eu necesssrio neste mundo ?
Nioguem me ama.... Algsos boas camaradas fa-
riam a miaba oracao fnebre dizeodo : elle era
maa dessgradarel, que man, e muitas vezes nos
fazia rir com a sua mysantropia.
E Octavio, sonhando acordado, continuara :
Nao peosei ha pouco qne havia urna peisoa
i Di JUHHO H iM
I___ I M. II. I
bre Octavio, ae, em-vei^de sana voz
fosie urna voi knmaoi e caritativa
Wrigis ssj olhar espantado
de arvoree snbmtrfidss, e de
de ierre fetos pelas ultimas iouo-
sihir d'ahi, em sa berco, o csval-
asdre.
em em, o ei villeiro soabe de
, qae eeraecava a ioquietar-ee por nio
reeer Octavio, qne este viera fazer-ihe
visita, e, persas*** por slgnmas perguntis,
tanda, nao sasfkdo mentir, cootara-lhe ludo
lascintsmente.
O caralleiro Uvera tempo de refleclir condu-
zindo sen pobre carallo estribiria. Elle se ti-
oha de novo armado dos ps at a oabeca cootra
oslacoi do amor. Alm disio qaaodo nao esla-
va mais em preseoca desua feiticeira toro ara-se
o homem estoico que ssmpre fdrs na ippatencia.
Se flcou pertnbado por tndo qne ouviu, soube
occulla-lo. Corisanda so lhe eocobria nma cousa
qae foi o ter Octario misturado, Dacoofioca qae
lhe testemuo'hsvi, penssmentos de smor por ella.
Cooheceu que o caralleiro nio seria indulgente
para com semejante Taita, deixou portento qae
pensiaue que file riera sement pars fallir-lhe
de Hortensia, e para procurar saber se elle linfas
pretences sobre ella.
Eite mancebo est loseo I disse o carallei-
ro levaotaodo os hombros; porm t medisseste
qae o repreheodeste serlsmeote por sais amos-
cas cootra mim e que elle cborou ? Portelo ji
sexque nao miu, preciso que o desengae
iem eocolerisar-me cootra elle. Alm de que i
bosso hospede, e t obraste mal em nao man-
> ier Luciano a mais tempo para o trazer a casa.
Voa procara-lo ; espero qae nao me fallar oas
loocuras que te disss a respeito de nossa pri-
ma Hortensia ; porm ae o flzer, prometi rei-
ponder-lhe com docura, e ser pradeote por am-
bos.
Porm o que lhe dirs para evitar esta con-
teoda qae sempre temo ?
Dir-lhe-hei qae teoho trila e olio aonos,
que sou pobre, e oio cont tornar a rer madama
de Sevigoy.
A
o senhor nio tem coraco, pobre rapaz 1 o espi-
to toroi-lo-ha tolo e o aborrecimeolo mala-
lo-ha 1 Parece-me que iato sao palarrai perdida,
e eu faria melhor em ir preparar o jantir de meu
irmo, que cerlsmeote est para chegar. Se qaer
armar conten Ja com elle, nao Ih'o prohibo. E' o
que lenho a responder-lhe e envergonho-me de
ter-lhe pedido piedade para elle.
Corisaoda afastou-ae; porm nio era tio ani-
mosa a respeito de seu irmo, qusnto quera
faz-lo crer. Deaappareceu nos eapiobeiros, dea1
urna rolla, e tornou sem ruido a observar o que
fazia Octario depois de eemelbante reprehenso.
Cousa singular, Octario chorara como urna
criaoca. Toda quaota bondade e lealdade linha
o'alma se rerelaram diaole desta condemnacio
severa, mais motivada pelo seu genio leriino, do
que por seo verdadeiro carcter. Cooheceu neste
momento que amara Corisanda, com urna verda-
deira affeigo, com urna real amizade, diante da
qual o amor de que elle era capiz nio represen-
tara o primeiro papel; que nao amara nunca
mais, oem tanto a outra mnlher, e qne acabava
de irritar o coraco que lhe era mais necesssrio.
Tero um accesso de colera cootra si mesmo, e
passon as mos pelos cabellos, como para arran-
ca-Ios. Nao os arraucou, porm despedacou o
lenco; e, eovergoobado pelos solucoi que o op-
primiam, poz-se a andar com furor em torno do
pequeo lago.
Corisaoda perdeu-o de vista, evoltou para ca-
sa, saiisfeita porque elle tiohs bom coraco, e
vida.e a conierrar-me urna terna lembranca? beml
e esta amiga improvisada, esta irmia encontrada
como em nm sonho, esta Velleda aahida de urna
azioheira onde dermia a mil annos esperando
minha passagem em sos floresta encantada, Uve
a idea de offeode-la, e ei-la qae entra para sua
casa gritaodo que o espirito toroa-me tolo e qne
o aborrecimento me matara. Juro, que oio lhe
quero mal por islo ; ella tem razio. Porm co-
Iohego um remedio ; seria matar o aborreoknento
e virar... aten pe nao era mais reino ^jue eu
quaodo cahin aob as bailas na cha meca d< Pen-
mark I miaba ma morreu de pesar, eu Silppor-
tel por muito tempo urna existencia miseraVel ;
ora oceulto por campooezes immuodos, ora reco-
lbido por estpidos burgueses, fazeodo medo .-
lodos squeilea que se espnoham para salvar-ae
privado da iostruegio, de nada, srviodo, obrija-
do a servir urna causa que nio era a mioha, e
a bater-me por qneatdes de opioides com meui
companheiros de armas, e at urna vez a matar
um joven a quem estimara.... e cuja sombra ap-
parece-me muitas vezes em sonhos, quaodo bebo
poothe para divertir-me I
E admiram-se de qne eu tioha ideas som-
bras e o espirito megoado I Pobre Berlbelot 1
Que golpe de sabr levou sobre a cabeg 1 Pare-
ce-me que sens olhos observam-me aioda atravez
das ondas de ssogne I Sim, certa mente ea os vejo
sempre I vejo-os no fundo desta agua negra 1 O
que qneres ? Que voz esta qne me chama ?....
Nio sei at onde este trgico monologo mental
A FILHA
DO
(Continuagao do n. antecedente.)
Pssson-se urna semant sem que eu ouvisse fal-
lar de madama d'Elliolt. Urna aexla feira ooute
rollando da roa acbei sobre a mioha banca um
bilbele escripto pressa as costas de urna carta
j antiga.
Era de madama d'Elliolt que me pedia qae fosse
S sus casa em Took's Court n. 4, mas qne nio
dsse a coohecer a sea marido a consulla que ella
me havia feito.
Guardei a minha visits para o dia seguate.
Urna loja de marcieiro oceupava o pavimento ter-
reo, e por urna escada muilo estreils sabia-se so
segundo aodar habitado por Elliolt Chegaodo
ao patamar da escada dei com a porta abarla, e
parei siguns minutos.
Um homem anda moco estar sentado e ador-
mecido qnasi em frente da porta, junto a ama
mesa coberts de papis e registros de cor verde
guarnecidos de chapas de lati: a peooa que se
lhe escapara dos dedos traeos e emmsgrecidos,
jasia per terr: via-ae qne essa arma destinada a
toaibaler a miseria baria elle abandonado s
na ultima exlremidade, qnendo lh'a arrancara a
adiga do tribalho.
Diante de si sobre a meima meia entre dous
enormes esderoos brincara nm menino de jaqae-
zinho verde com outra penna, qne lhe oceupava
toda a attencio.
O mancebo adormecido poderia ter trila annos;
era um desses rostes expreetivos em qne a belleza
physlcs se scha eclipsada pela bel lea moral e
interior qae despsrli o interesse sem qae posn-1
mos explicar s causa desee interesss. As saas
faces encoradas, e por assim dizer transparentes ;
os seos esbeltos pretos, atirados pira tras, del-
xaram ver com todo o sea deseorolrmenlo urna
fronte larga e elevada: o braco d'oud-i se escapara
a peona penda at o chio.
Apesar do rigor da eitaco nio hi.via fogo na-
quella salinha. O Sr. Elliolt (pois.nio podia ser
ostro) tioha o seu canco aboloido at a barba,
sem duvida para resguardar-se do fro. A aala
cooUnha somonte os movis que eram de abso-
luta necessidade, mu mnito aceiade s, edema
deira branca.
O ruido que fiz ao entrar cbamou a attencio do
menino que vollon-se para mim, e icordou seo
pie.
Queira entrar, me dme eile aioda meio ador-
mecido, nio icrmioei o trabatho: o mal difflcil
eicripturar-ie o balanco de urna coota ; entre-
tanto oio perdi tempo, trabalbei todo o dia, e....
So o Dr. W..... diue-lbe eu iuterrom-
pendo-o.
Ah 1 perdi, Sr. douior. Techa a bondade
de lentar-se. Minha mslher sabiu a poaco;
sinto que lio eiteja presente.
Eitimaria aoito v-la; porm a mioha vi-
sita ae dirige ao senhor, coja sido coaeta-me
os conselhos e soccorros, que me permilte a mi-
nha u/oflssio.
E' verdade que padeco, Sr. doutor, e ha
muito que nio te sinto bom : mas a temara de
minha mulher exagerou-lhe sem duvida o perigo
que corro.
As saas reipostai s minhas perguntas medicas
foram expressas com urna clareza e preciiio, que
moita honra faziam ao seu espirito, e compre di-
ze-lo tambem sua corsgem. Padecia de ha
muito ama affecco no figado, a qual ae aggra-
vra com a vida assaz sedentaria e laboriosa qae
elle tioha. Coutou-meoaccideole deque me fal-
lara madama Elliolt, descreveodo todas as suas
particularidades.
O pobre mogo marchara com passo rpido para
a phtysca hepathica ; e se bem qae o seu estado
de fortuoi, ao qne pareca, toroava impoisivel,
oo pelo meos mui difflcil de executar-se o con-
seibo qae j eu dera, presereri-lhe de novo a
mudaoga de ares, como o nico remedio que po-
deria aproveitar no aeu caso.
Nesse ioterim entreva madama Elliolt.
Viajar na Italia I exclamou ella.
E os consortes se olharam mudando de cor. |
Naquelle duplico olhar li toda a amargura da sua ]
siluaco, o que soffria um pelo outro, e as angus-
tias que Ibes causavam a cruel necesiidade, a
pobreza e a doenga. O que mais me commovia
era a vergonha do infeliz mancebo, qne procara-
va anda disfsrgar a sua miseria a miseria qae
entre nos tida como um grande crime I
Aquello menino, louro e risonho, que fixava em
mim os seus grandas olhos negros ; aquella me-
nino, nica coosolagao, uoica esperaoga de seus
paes, j lio criabga langado n'uma rida sombra
e sem fntnro: sqoelles dous destinos aoniquilla-
dos de encontr eos embstes da lorli: aquella
rirtude para a qual nioguem alteadla, e aquella
dedicagio que o poder ignora : aquella graodeza
mais bella e corajosa qae a do campo de batalha:
aquella tragedia domestica aem lagrimal, quasi
sem pslavras, cajos nicos autores eram urna
joven amante, soffredora e resignada; ua meni-
Podars jarsr-lhe, replieou Corissnda, pro-
curando 1er nos olbos de seu irmo, qae oio teos
idea, de toroar a cassr-te ?
Cortamente I replicn o caralleiro com mais
riracidade do qae era necessaria ; porque se eu
tiresse semelhante idea havia de repelli-la como
me coorm fazer. Fica, entreten: a pequea para
qne nio me siga. Dizes que viste o espillo diri-
glr-se para o lado das comportas ? Vou de-
pressa 1
Corisanda ven Jo seu irmio lio calmo, nio se
inquietou msis, e foi com Mirgarida assegurar-
se se Luciano Iratava bem do carallo.
O caralleiro oio procurou por muito tempo a
Octavio.
Viu o trago que os saltos de saas pequeas bo-
tas deixaram sobre a areia, e bem depresia des-
cobrin-o na exlremidade do lago em qne elle se
tioha imprudentemente aventurado.
O caralleiro despreodeu logo o sen barco de
pesca, e apresson-se a Ir livrar seu hospede,
gritando-lhe qae esperssse e qne nio se mo-
vesse.
Octavio flcou muito envergonhido quando re-
conheceu a pessos qae vinbs srrsnca-Io a um pe-
rigo msis serio do que elle penssvs.
Suis ideas de suicidio compsrsdas a serenida-
de um homem muito mais experimentado pelo
destino, lhe psreceram vis. Sea primeiro mori-
mento foi dar na ar risonho a sua phisiooomia
alterada ; nio teve tempo de pensar ser o caral-
leiro, advertido por sua irmia, vioha soccorre-lo,
oa pedir-lhe ama reparagio.
Via logo que se Corisanda tioha fallado, nio
havia dito tudo ; porque o caralleiro nada tioha
de hostil em saas maoeiras.
O senhor emprehendeu um passeio singular I
disse este fazeodo-o entrar oo barco. E' este um
lugar oode se tomara um banho muito desagra-
davel.
Tinba ama idea louca, porm Ota, respon-
deu Octavio que temia muito deixar presseotir sua
exallagSo. Quera achar a sahids deste labyriotho
aquatico. E' mnito misteriosa a vossa proprie-
dade, men primo I Isto vae dar muito looge I
Huito longe, disse o caralleiro ; porm se
quer desembircsr do oulro lado, tome a outra va-
ra, e li chegaremos em dez minutos. Oh I nao
seiocline tanto, nio procure o fundo 1 Por aqui
ha pelo meos trila ps deprofoodidale. Occu-
pe-se lmente em evitar as pancada d'agua.que
eu vou dirigir o barco.
E' um bsreo, com efleilo, replieou Octavio.
Foi cavado em urna grossa arvore ?
sim, divert-me com lito. E' multo comaao-
do para a pesca lioha, para a caga dos ger-
manos.
Vejo qae por aqui os ha em graode qusotl-
dade.
E' um lugar encantador I
h' um lugar esquecido e abandonado, como
v 1 Serism precisas mnitss deipezas para tragar
urna correte ragulsr psrs todas estas aguas, e
imped-las de se derrsmsrem em barcos pelas
maltas... Porm no esmpo, nunca se chega a fa-
zer tudo 1...
Faltam bragos no paiz ?
Falta esseocialmeoto o que pde os bragos em
movimeoto, responden sorriodo o caralleiro, qne
nio gostava muito de fazsr a coofissio de sua mi-
seria, porque recetara psrecer lastimar-se delta,
porm da qual nio se envergonhava.
Isto, responden Octavio, perderla muito pro-
ravelmente em aer esgotado, e plantado. O se-
nhor deve eolher aqui na caga e a peses...
" Com que comer todos os das, replieou o
caralleiro de G-eraacsdre ; j' eTalgama
alea de que eonfesso qae gesto desta lugar sr
vsgea, onde nioguem se ventara alm de mim.
E* na parque ua tanto triste ; pora lea suas
bellezas. Se sisas Isto ea teapo de invern,
3sendo lu ebeia brilha aobre gelo qne pende
e todos os raaos, s que preciio se ibrir na
camioho oeste eipelho de nev.. e os primavera,
todos estes 'paisaros aquitlcoi qne iihem dse
maltas com s peooagem da veipen... Na gnn-
des tempeitidei torna-ie mais serio ; estabele-
cem-se correles, qae levarlaatteu barco sa
pouco maia depreisa ae eu oio as cooheceise ;
porm nos dias serenos como o de hoje, qasodo
os lagos pdem ser regulado* fot um nivel sem-
pre fresco pelas pequeas caseatas da comporta,
oio ae fica triste por achar sua porta sma io-
dio tio profunda.
Te o eapirito potico, meu primo, replieou
Octi aeho-me tambem dominado do seu
seol ..o pela naturezs. Ora, oio vamos mala
looge ; oio attiogimoi aos limites do seu impe-
rio. Prero persusdir-me que essis gretas de fo-
lhagem cooduzem pars a morada ioicceisivel de
alguma nympha que deseja esconder-se nossas
vistas.
Ors I dine lorriodo-ie o caralleiro ; o se-
nhor lem a meama idea que acaricie! ea mioha
mocidade ; aotea de ter cooieguido construir sa
birco, oio tioha aioda, (oem ea nem pessoa al-
guma) explorado certos ressntos destls aguas
dormentes, e a primeira vez que pule ir a toda a
parte, fui. com um medo supersticioso, como se
oise profanar o palacio dai Oodioas. Porm o
leouor tem razio ; o qae se v, nio rale sempre
o qne se pensa, e taremos bem rollar, para nio
descobrir um campo de trigo mouriico no fnndo
de minha floresta encsntsds.
Elle fez voltar o barco, que levaodo por ama
correle ioseosivel, deseeu leotameote para a
comporta.
Tioham largado saas varas, e estsvam allan-
tados um em frente do outro; eiperando por urna
explicigio que nenhum delles se sents disposto
a provocar.
Octavio bem via qae sua inesperada visita era
urna extravagancia, ae nio lhe dsse um pretexto
qualquer; porm elle desojara saber como ma-
demoisella de Germandre havia-o spresentado i
seu irmio.
De sua parte o caralleiro julgari saber bastan-
te para nio admirar-se ds cousa alguma, e nada
tendo a confeisir, nem a explicar, conserrara-se
prompto a responder com brandura a qnalqner in-
vestigarlo.
A silnaco tornara-se delicada, e o silencio,
prolongando-se, parecia torna-la iosolnrel, quao-
do o joren capilo, vendo-se ns exlremidade dos
expedientes preparados em pura perda, decidi-
se a fallar franca o sinceramente.
su 1.1 ,
i nuoea me anisaos, a quao*ecl mea ib-
EjU albir nio me ama, e
antis sila o
a si tenbe
i Tenho dito Indo,
ulta rasfoj
em todos os
nem preteo-
iro-o pela mt-
,*< knbj>.MUMsf-lb*, respoosea o
ccvsllelro onslnngido e srto ; o qus o senhor
acabou dr J
peito.
nsf>lecoii
na mu i
t
acabou de dixer, nio ae diz, sbsolnUmente, res-
peito.
Nio devsriadixe-lo? o aenhor deve ao me-
aeonhecer que nio tul lando a fize-lo por
sentimento 1
Reconheco-o, disse o caralleiro com s mea-
ma graridade; porm reconhega tambem que nio
lenho nada coa a qneito entre o senhor, e uta
tenhora.
Pono fallir agora a singue fri desta quss-
tio que lhe perece tio delicada. Quer o aeohor
queira quer olo eit involvido sella, por qne cin-
sira-me clames I'
Porm.... o sensor j eonfeisoa, que Uto
ers sma idea loara I Oes-me a asa palavra.
Eu lh'a dos, agora qne estou emendado.
Nao ha muito lempo, te i primo, aislo po-
deria faz-lo coatinuar. promelter-me...
Men Deui I Eu nio deis *recer-lhe pedan-
te, a o melhor saris rifase justos da faciUdado
qae o senhor tem de exsltsr-se I....
Nio rio ssmpre, choro slgnmas vetes 1
i. Nao me parece coore-
a prenla como, dt a ob-
CAPITULO XIII.
Meu primo, diue Octario, apollo que pen-
sa no que rim fazer sua casa, coohecendo-o l-
mentele honlem, e nio sendo talrez destinado a
toroa-lo a rer? Pois bem I besitei muito em di-
ze-lo, e voa eoofesaar-me. Hontem portei-me
imprudentemente com o senhor, a pooto de in-
quietar sua encantadora irmia ; nio aei ae ella
disse-lh'o ?
O caralleiro fez um gesto afrmativo, e Octario
continuos :
Bem 1 Argoi-me pela mioba attitude ridicula,
e por miabas palavras destitafdss de sentido.
Dorm mal 1 Esta manhia moolel carallo aem
ter tomado resolugio alguma. Conlinuei a cami-
nhar aem estar decidido a -chegar. Urna vez che-
gado, pisseei so redor Vsus casa sem me resol-
ver a bater. Sen ci presseolin-me, seus filhos
viram-me, sua iimiafez-me almogir ; cooversei
com ella ; e arrependendo-me da mioha conduc-
ta, comecei de novo a encolerisar-me contra o se-
nhor. Ella deveria expellir-me, porm fez peior;
rolton-me as costas, dizeado-me que de ora em
diante deixaria que o senhor me repellisse com
rigor. Tire disto tanto pezar, que chorei. Sim, o
diabo me lere, chorei como um imbcil, por ter
afligido e offendido urna prenla a quem amara
como irmia. O senhor vein procurar-me ; e foi
pars dar-me urna ligio, declaro-lhe qne, teado-a
merecido, estou prompto a reeebe-ls, com o sa-
br em puoho, como convm a dous militares; os
daodo-nos ss mos como convm a dous prxi-
mo* prenles, que nasceram talrez para se esti-
maren].
Aceito a ultima solagio e suas coosequen-
cias, quero dizer, a amizade de familia que o se-
nhor invoes, responden o caralleiro aportando a
mi da Octavio. Nio sou msis joven psra irri-
tar-me por causa de ama palavra leviana ; e ven-
do no aahor mais um Trhrinhn aue um primo,
uo aneciare! um despeilo qne oio experimento
Alm disso o senhor arrepende-se de sma pre-
vengao injusta, vela preciaamente para repare la,
laitimon um novo arrebatamento... Esqnegamoi
todo isto. J ao te com nosco, partilhar esta larde
do no$so bom fresco, como dizemos aqui.
E nio me pergnnta, replieou Octavio, o
motivo de miaba preveogio ?
O eavalleiro pert depois traoqullisou-se, e respoodeu com urna cer-
ta antoridade, qae repellia urna maia ampia in-
formagio :
As prevengss nio se explicam I
Octavio cooheceu o aoflrmento qae havia
nesta reserva. Elle tomara a peiio desarmar Co-
risanda e justificar Hortensia das duvidas amargas
que o came de nm pretndeme podiam produ-
cir na alma do eavalleiro.
Bem vejo que o aenhor nio quer saber, dis-
se elle, porm eu quero dizer tudo. Saiba que
eu imaginara poder aspirar a mo de urna mulher
Entio I certa mente 'im homem tanto ex-
cellente um tanto original I Ama-lo-hei tal
qual Todavia ofleessario qae nio volte ao
asiumpto ds bs poso.
olale fallar de ;
jecto qne dispnla
S posto ter por lila sentimento de profundo
reipeito e mullo reeonbeclmenlo -pelo interesse
que teitemanhou sos msus filhos.
Quinto ao isnhor, meu priao, qualqner qne
seja o motivo qne posas ter de esperir alcancar
a sua mo, julgo que seria melhor nio fazer a
coofinio disto s pessea alguma, e nio tomar pa-
ra confidente nma joven sea experiencia cobo
minha irmia.... Sei qae olla provocou esti esn-
Qdencia com boas loUsedes, por qne pensara
Islo afrailar a imnenel > de um desaecordo entre
mim e o teohor. Tndo lato tem-se encadelsdo
um pouco fatalmente talvez ; aceito o que est
feito ; porm nio isria razoavel insistir. Rio
pensa tambem asiim ?
Certamente, se o senhor renuncia a idea de
que eu aspiro a mi de Hortensia ; por que nao
posso deix-lo em semelhante erro.
Ora 1 e o que importa qae eu posss pensar
de tudo isto ? disse o eavalleiro affecfaodo ua
sorriso que mil occsltava urna parlurbacio lo-
veosivel ; o senhor bem deve saber que nio fal-
larei i este respeito;nio vejo nioguem.....* nem
sou tallador 1 Eis-nos chegados ; juntar eom-
oosco, nio verdade ?
Nio, disss Octavio, laponivel I
Impossirell porque?
qaslquer outra circumslancii: ambos seguiram-
me com os olhos.
Annaes da pobreza, aooaes ds dor e do soffr-
menlo I Quem ha que vos posss bem descrever 1
As minhas visitaa aquella casa toroaram-se
freqaentes: todavia custoa-me muito a acabar
com a reserva que o Sr. Elliott e ana esposs guar-
davam para comigo.
Um trabatho assiduo e comante ia destruindo
a saude do mancebo ; trabalho que me pirecia
nio receber a recompensa equivalente. Has co-
mo reeommendar-lhe o descanso? Seriaeondem-
na-lo morle. Trabalhar ou morrereis para el-
le o dilemma da vida. Algumas vezes via a es-
posa oceupada eom extremo zelo e assiduidade
em trabalhos de bordado muito reos psra qne
fossem destinidos so ssa proprio uso.
Um dia em que a vi muilo preoecupada nesse
affazer, disse-lhe:
Nos primeiros annos do meu casamento mi-
oha mulher trabalhava assim como a senhora.
Ella levanton a cabega, deixou a agu ha, e -
xouem mim um olhar admirado: depois as la-
grimas cahiram-lhe dos olhos.
A minhs intimidado nio era aioda tanta que
aquella gente me deixasse penetrar o aegredo
daa suas desgrasas; mas no fim de nm mez,
quaodo a aaade do marido declinava aeniirelmen-
te, obtire oa soles sorprend os esclarecimentos
que rio consignadoa na seguinte narracio.
Leltor, qnem qaer que seja, nio a lata, ss
despreza a intimaa particularidades da vida, os
pezarea de lodos os diss, e as peqaenas miserias
que coostituem infelizmente as grandes miserias
da humanidad! I
Os erros dos paea pessm sobre o destino dos Q
O senhor vae ser o juiz I Diga-me, meu pri-
mo, est inteirimeote deeidido s nio voltar ama-
nhia ao castello ?
Certamente.
Eolio.... nio nos tornaremos a ver nanea
mais, talvez ; porque minha licenc/a acaba d'eqsl
ha poucos dias, justamente o tempo necessario
para que eu me junte ao meu regiment qss, sa-
pero, oio estar muito tempo aem entrar em ba-
talh*. Quer es aeja morto por nma baile, qser
viva aioda dez aooos ligado a orna dependencia
de que j estou caneado, bem provavet ose ss
dos encontrsrmos algum dia terei j o bigode
branco e o coraco mirrado. Pois ber, no mo-
mento de lhe dizer um adess, seoo eterno, pe-
lo menos absolato sobre certos respeilos, quero
abrir-lbe completamente minha alma.... Peco-
Ihe qae nio ae afilija I Vou deixa-Io aqu.- Nio
quero voltar a sus casa. Nio tornare! a ver 8o-
rsanda I....
Corisanda i Porque ?
Porqne amo-a 1
O aenhor 1 a minha irmia ? exclamou o ea-
valleiro caja pbysionomia tornou urna expresso
amsegadora.
Hontem, replicn Octavio com ardor, julga-
va amar Hortensia, porm hoje sel que ella o
ama....
Ah I cale-se, senhor I
Porque ? Ella ama-o saola e fraternal-
mente, m qu en a esiime meos por isto.
Pelo contraro, se ella tlrer coragem para seguir
seu ioitincto, julga-la-hei a mulher mais gene-
rosa qne poseShavsi ; porm sobre iits, direi, o
que ha poseo disse o senhor. < Isto niome im-
porta. Nio voltarei meis, l a nio aer qae ella
me pega um eonselho; neste caso dir-lhe-hei
qae o senhor o uoico homem digno delle, eu-
tende ?
Nio gracejo, nem dirago, ha duas horas que
rejo perfeitamente claro em mim mesmo. Nio
foi absnlutsments para filiar de Horteisia qna
rim aqui, foi para tornar a rer ana irmia, e para
destruir s m impressio que lbe deixirs ; e qain-
do ella exproboa-me os mena defeitos, nio foi a
conBanga de Hortensia, e sim a estima de Cori-
sanda, qae chorei al ter o coraco despedagado...
Devo dizer-lhe todo ? Sim 1 quero dizer-lhe in-
do I Qasndo hs pouco o senhor veio procarar-
me, eu eslava lonco a ponto de querer suicidar-
me.
(CotUinuar-se-ha.)
no qae sorri; e sm mancebo enfermo: alm
disto a altivez ns pobrezs, mas sem orgalho ;
a morte que avangava terrivel e ameagidora no
meio da miseria: tudo isto formara um espect-
culo triste s deipedagador para a almaurna
icena lastimavel aem gritos e sem violencias 1
Como poderla eu aceitar o pagamento da mi-
nha visita? E como tambem recusa-lo? Nada
mais susceptivel do qae' a honestidsde infeliz.
Nio era cruel offender com a mioha recusa a de-
licadeza e a susceptibilidad* da honra? Aioda na
vespers daqaelle dia um homem mnito rico do
condado de Esees; havia quasi mendigado o gui-
nu qss me devia: deixou-o cahir em miabas
mos com mais pina, s com mais dor do que se
Uvera derramado urna gota de singue do seu co-
raco.
Na presenta desse homem a rergonha apode-
rra-se de mim ; mas em preseoga da familia
Elliott isniis-me embsrsgado sem ssber como re-
cusasse o dinheirp qae me pigavam : reeelava
qne tomatsem aqullo por ama eamola. Feliz-
mente o menino ss tinha chegado a mim; pu-lo
"nha o bri-
tldo.
aobre os joelhos, e fechel-lhe ns
laints guinea, eom.que elle fie
O Sr. Elliott empallidecea,
ligrima brilhon si pilpebra
qae nio boa. Esioi prompto prestar-mi cog 1 parti arrebatadamente cono
ar: nma
osi; o eu
eilosu
Ihos: urna injuitiga da lorte ; maa nm in-
jastig eterns, inevitavel. Henrique Elliott, co-
ronel de cara liara, homem bravo e distiocta, po
rm jogidur de proassio, saioldon-se em 1812
depoii de tersoffrido consideravels perdas. A ni-
ca heranga qne coube e aea filho Eugenio Elliott,
eitudaote em Cambridge, foram dividas eoormes
e um nome minchado. A mulher do coronel
morrera n'umaa aguas furladas des mezes sntes
do suicidio de seu marido.
Eugenio parecia-ie com sai me, de quem
herdra toda a delicadeza, resignagio e diitinc-
gio, que ponuia, e essa (orea d'alma cheia de
modestia e brandura, qne oa homens adquirem
muitas vezes pela timidez. Com edade de vinte
annos via-ae obrigado a deixar os estados, ven-
der os livros, leparar-ie dos seus companheiros
de clssse, e abdicar oaaeus hbitos elegantes pa-
ra entrar na qaalidade de caixelro de escripia na
casado commercio de Frederieo Hillory & C.\
perlo de Ludgate.
Foram assim mesmo precisss mulls recom-
mendagoes e empenbos para conseguir esse lu-
gar, qae nio lhe deixava ama a hora de desean-
go em todo o dia. Grande correspondencia a pre-
parar, moilos livros para eseriptirar, flageas e
cobrangas a fazer, sessents guineas por atino, um
pequeo quarto do terceiro andar n'um dos ar-
rabaldea, pinguea refeigdes, nem nm s amigo,
porqne ere pobre, sma saude miito fraea e qne
era alada em cima alterada pela multiplisMsde e
fadiga dos trabilbos, essa tyrannia miseravel qne
desceodo dos altos fastigios da sociedade aug-
menta de peso e de rapidez ssgand** numero de
degrins qne pereorre, o desprsao e kdifarenca
dos ontros empreados da cisa para eom-o reesm-
Tiuio- qta 10 wUnift* i V>t waedjd, <\w
trouxera para o meio delles ontros hbitos e eos-
turnes tal foi a existencia de Eugenio Elliott
dorante um anno inteiro.
Com tndo isto oio dessnimon ; proearoi ven-
cer eom o trabalho a indifferenca, e o odio com a
benevolencia. Com effaito, reconhecendo-se que
era elle mais til que qualquer outro, comega-
ram a pagar-lhe um pouco mais ; como se trata
de um carallo que presta melboresservlgos ases
dono. O seu salario foi pois augmentando pro-
gresivamente at chegar a noventa libras ester-
linas por anno.
O Sr. Hallory, dono do eslabeIeeia.ento, era
urna deesas boas cabegas commerciaes, qae se
oio interesal va por qnem quer que fosse, e psra
quem os homens nio sio homens, porm machi-
nas necesssriss que se deve empregar com o me-
nor gasto possivel; e por laso nio prestir at-
tengo alguma a Eugenio Elliott.
O retrato do Sr. Hallory era de um typo mnito
commum : imagine-se um homem baixo, grosso,
cabellos crespos e braocos, testa estreita e arre-
dondada, cabeca ossuda, sobre qae se lia em gros-
sos caracteresO GANO. Como negociante ti-
oha o aeu mrito ; sabia espersr, escolher e es-
preitar as ocessides. Qaaoto ao maisinsolente
quando era bem aaccedido, brando na adversida-
de, aubmiiso psra com aqaelles de qaem preci-
sara, tytanoo para com aqaelles qae delle de-
peadism. Comegira lendo caixeiro de cobraogai,
pissara depois a guarda livros, e a final coose- ]
gira subir por sua prudencia emprehendedora.
Tornando-ae eapitalista acabou por despoiar a
viuva do seu patrio, a qnal morreodo deixoa-lhe
ama lhi uoica e bem iatereasinle. A sui in-
tangi era de espeeulsr com essa filha em faror
do aen orgalho, cassodo-a com algum aristcrata
qae trouxesse familia Hallory o morgado do pi-
nato, e a heranga de Ilustres nlepassados: e
nesie intuito empregra todo o cuidado na edu-
cagio de Mara.
Um dia, em que essa homem apeara'-se do seu
cerro em frente da Bolia, pisn em falso, e canto
estendido nacalgada, do qne lbe resultaram al-
gumas grares contuioss. O medios o condem-
naram a eatar de cama durante maia de nove me-
zes: fot um grande suppllcio psra elle, qae sem-
pre setivo, srdente, emprehendedor, incapaz de
qualqner eitndo e reflexio, temia qne os sens
competidores o exeedesiem do camioho do lucro,
que os empregsdos do estabelecimento se deicui-
dassem dos seas deveres, ou qne o roubassem im-
punemente.
Sua filha serri-lhe de enfermeira ; e Eugenio
Elliott, por ser o mais diligente e mata trabaja-
dor ds todos os caixeiroa, foi eneirregedo de ir
todas as maqhaaa is oito horss reesber as suas
ordena, de desempenhar na cidade as eommii-
ses msis importantes, ete. Ers dobrsr se fadi-
gas do mancebo aem augmentar-lhe os lacros: e
alea sso expunoa-ie este de mais perto i into-
lerarel impertinencia do enfermo,,"* quem irrita-
ra o proprio estado, e que nao vis Jpjotiros para
tratar bem a ara homem, que delle dspendie n-
teirimsnte, e ganhava apenas norsntsfiibras ster-
linss por anno.
Per easaslldsde liara s Esgeaio se coobece-
ram em pocas melhores, qaando o mancebo es-
perara fazer na soeiedade um brilhante pssel,
confiando qae lite serla sorte propicie. Em
mis fastas, qne se eelebrsram no campo, Es*
genio foi o per assiduo ds joven Mari! ea todas
ai qaifli, Popla qw entioupa ewa 4o
pae, nunea lhe lembrou essa cireumstancia, pois
sabia que a riqueza e a pobreza se acham sepa-
radas por um abysmo invensivel.
Maris o comprehendeu. O tom sspere e im-
perioso, ssordens brutses com que Hallory hu-
millara o seu caxeiro, fizeram-na apiedar-ae del-
le. E' um dos bons sentimentos das mulheres
esss indigaago, que sentem, cootra as iniquida-
des que o mundo respeita I Aquella pobre caxei-
ro magro, paludo, extenuado de fadlgas, submis-
so sempre ni presenga do grande senhor pecu-
niario, atormentado pelas mil perguntas deste,
exposto ss suas insolencias, e brutalidades, pare-
ceu a Mara tanto mais digno de interesse, por
quanto tioha aido destinado a oceupsr ima poii-
gio elevada. '
Infinitamente superior ao aeu carrasco pela
edacagao, equalldadea d'alma aquello mancebo
representava urna nobre figura, armsndo-ae ds
msis heroica resignagio: lado isto nio passou
desapercebido i joven.
Nio querendo o mercador que o aervisse ou*
tra pessoa que nio a filha, achava-se esta sempre
presente qnando elle trinsmittia snss ordena ao
caixeiro: e o tratamento qne entio este recebia
affligia o coragio da moga.
Mara perder sua me, e ums Ua velha enear-
regada do gorerno da cass achava-ss paraiytica.
Ora, mostrando-se o Sr. Hallory tio spero para
com ella, como o era para iodos os mais, a pobre
moga julgara-se sem direito estima de leu pae.
Triste e doloroso insliocto do despreso BliaU Ter-
rirel sentimento, que prirando-a de affeiges le-
gitimas, econdemnsndo-s ao simples derer, aug-
mentara a temara natural de um coragio, que
clamara por um alimento, por um apoio 1
A joren nunca lera romances, poicas vezes la
aos theatros, e pois igoorava que o coragio pree-
dia-se-lhe a aea pezar: j ella amiva esse cai-
xeiro, de quem snppuoha apenas compadecer-se,
a qnem jalgava apenaa eitimar.
Coa os seus sentimentos grotseiros, sna von-
tade de.ferro, e eom i eoosciencia da torga bruta
que o dinheiro d, Hallory nada via, estsva per-
feitamente ceg : nio percebia o perigo a qoe elle
mesmo expanda os dous jovens. A sua filha era
obrigada a eslsr sempre ali, a oivir a modeata
eonta que o caixeiro dava do desempenho de suss
commissdes, a sna vosdoce s pesarosa, e asim-
precacoes do amo, emflm a medir toda a dialin-
cia que os sepsrevs.
Elliott nem suipeitas tinha de que Mara lepo-
deise interessar por elle, e multo menos ama-
lo. Elle tio pobre I Ella tio rica I Porm, urna
entrevista de duas horas todos os dias spproxl-
mava poaco a ponco os doas jovens, lio seme-
Ihantes no csraeter e edaeagao, mas tio sffisli-
dos pele fortuna s pela corte I E s pee nio
calculara os resallados de uma'.ial approxiaacao.
Um dia Elliott trouxe ao aeu patrio sitsaii
cartia, que este arrancn-lhe dn mioe eom vio-
lencia. O maocebo flcou em p diante delle,
como o soldado no seu posto e com o semblante
paludo, com as pernss fatigadas s trmulas.
Moa pae, disse Hera, o Sr. Elliott parece
estar seffrendo : posso dsr-lhe um copo coa vi-
nho? ^
Sim, respoodeu mschioalmeote Hallory qae
devorara coa os olhos urna carta cuja leitsra
causava-lhe profsnda impressio.
Tratava-ie ds chegadi de sai grande porelo
de gomma arbica, que poderla destruir ua mo-
nopolio locraU,vo por ello prep4o eos *lUt
-
despezas: desia cireumstancia dependan! urnas
triuta mil ltbria ealerlinaa de mais oo de menos
psrs a sua csixa. O copo de vlnbo que Hara
offerecia com a mi tremola Eugenio Elliott,
nio o distrshiu da sea preoecupagio.
Elliott tornou o copo Inclioando-se para agra-
decer joven: eolio os olhos azues de Mara
scintillaram com sm brilho magntico, que de-
cids de toda a sna vida. Doas deslaos se fixe-
ram naqnells oecssiio. Hiria abaixos os olhos
eipanladade ai meima, e foi colloear-se i iaoel-
la dando as costas a Eugenio, que fleoo sobmer-
gido em modo icismir.
A perturbiiio de um, e o aipecto da ostra
escspsrsm egualmebte ao Sr. Hallory, ameagado
oo singue das suss veiss, e nos lucros da sis
caixa. Sabito exclamou com voz de trovio :
A minha escriraDinha, Marii.
Maa meu pae nio me tioha dito....
Harta nio sabia o qne diisesse: do seio das
nuvens em que eslava mergnlbaJa nio tiohs
compreheadido o pedido muito simples de asa
pae.
Ests douda, Haria I Ests surda I btadoa
o relho Hallory. A minha escrvaninha 1 A minha
raninha I
_I sabia elle que naquelles cinco minutos,
durantes os quaeso sm espirito se absovveraraes
libras esterlinas, nos premios, e monopolios, um
drama comegara qae compromettia oaaeus desig-
nio e enredara toda a sna vida.
Hallory eaereveu pressa, algumas cartas;
falln ao oivido de Elliott, eocarrogou-o de ums
multidio de commissoei, qne era difficil cua-
prlr-se n'um s dia, e bateu-lhe nos hombros
recommeodando promptidio e o amoscando, no
caso de descuido os (ordanga.
Quando os mdicos permilliram so doento le-
vaotir-se do leilo, j o mal esteva feito. A ti-
midez e pudor natursea da joven trnhem sido
vencidos pelo interesse profundo qie lhe Inspi-
rara a situago do mancebo. Nio foirelmen-
te fallandoumi intriga amorosa; nio honre ao
daegio di parte de Elliott, nio houre paixio ro-
manesca da pao de Hera. A posicio, ea qoo
se scharam ambos, o isolamenlo da joven, a in-
timidada a que os expnnbe a imprudencia, do
Halloryesda dia os tornstam necessio* ua
so outro: aquellas duas existenciaa estsvam aya.
teriouaente ligados.
Victimaa da mesma craeldade, sasoetados nos
soff rmenlos que um carcter imperioso, inflinge,
a todos T^ue o csrcaa, forim Iosensivel e tnvo-
luntsniasnte cedendo fatalldade que os unia.
De semelhante estado nasceu ua destes lagos
enrgicos, ioMsssIsveis, qns naoja pode destruir,
porqne nio sio creadoi pe* tontada dos ho-
mem. .
Um 'domiago- Eogenio ElHotl rendo Mara sa-
bir sosinhe ds egreja offireceu-lhe o brego,
coDdozlu-a assim al a casa do seu pae, que cer-
tamente teria rebentsdo n'uma exploiao ds cols-
rs ae sens olhos prasenclassem tal. espect-
culo.
Os doas jovens corsgosi, cumplices de malta
tempo entendersm-S'is final.
[Continuar-te ha.\
mw. TTP. DK N. F.DB FAtUa e> MULO. \9Hi
i
,

ii.


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