Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09943


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Full Text
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ftr (res BezosadianlaiUs fifOOo
P#r tres nezos veaeidts 6$000
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TEBC ttllA 17 01 JSMO DE UM.
P#f auno idia.tado 19f000
Porte fraict para sibseriitor
DIARIO DE PEMAMBICO.
E1CARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexaodrino de Li-
na ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Araoaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maraohio, o Sr. Joaquim
Marque* Rodrigues; Para, Manoel Pnhiiro 4
C; Amaxonaa,o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagaa, o Sr. Ciaudino Falto Diai; Baha.
e Sr. Joa Martina Airea; Rio de Janeiro, o Sr-
Joie Pereira Martin.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todoa os dial as 9)4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as aegiindas
e aextaa-leiraa.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altnho
e Garanhuna naa lergaa-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pea-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncary e Ex naaquaitis-feiras.
Cabo, Sernhem,Rio Formoso, Una,Barrelroa
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas eiras.
(Todos os correios partem aa 10 horas da manha
HETE OFFICUL.
GOVERNO DA PR0Y1KC1A.
LEIN 533.
O bacbarsl Manoel Francisco Corris, presiden-
te da provincia de Peroambuco.
Fago saber todos os seus habitantes, que a
assembla legislativa provincial decretou e eu
santcionei a resolugo seguiote:
Att. 1. Fica approvado o acto do governo da
provincia, que concedeu aposeotadoria ao Dr.
Joao Jos Pinto, no lugar de medico do cullegio
doe orphoa de Santa Thereza de Olioda.
Art. 2. Os vencimentos, que o referido apo-
sentado hourpr de perceber, licaro a cargo dos
cofrea proviociaei.
Arl. 3.* Ficam revogadas as disposigoei em
contrario.
Mando, portento, a todas as autoridades quero
o eoohecioento e execucao da presente resolugo
pertencer que a cumpram e fagam cumprir, to
inteirameote como neila se contera.
O secretarlo desta provincia a faca imprimir,pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Peroambuco, em 13 de
junho de 1862, quadragesimo primeiro da inde-
pendencia do imperio.
L. S. ^
Manoel Francisco Correia.
Sellada e publicada a presente resolugo nesta
secretaria do governo de Peroambeco, em 13 de
junho de 1668.
Joo Rodrigues Chaves.
Registrada a fl. do livro 5o de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governo de Pernamboco, aos 13
de junho de 1862.
Fortunato da Silva Nev*.
KPIIEMERIDES DO MEZ DB JUNHO.
5 Quarto crescenleaoa 2 minatos da minbia;
12 La chela aa 3 hers e 35 mina to da man.
18 Quarto minguante aos 31 minatos da tarde;
26 Las nova a 3 horas e35 minatos da tarde.
PREAMARDE UOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minitos da tarde.
Segando as 8 horas e 8 mnelos da manhai.
PARTIDA DOS VAFORBS COSTEMOS.
Para t tul at Alagoas 5 120; para o norte
at a Granja 14 a 29 de eada mez.
PARTIDA DOS 0MIUBU8.
Para o Heeif e.8 i|2 da m.; de Olinda s 8 da m. 6 da I.: de
Jaboatao s 0 1,2 da m.; do Casanga e Yarzea
s 7 da m.: de BtmAca s 8 da m.
4 Ij2, 5.Ml4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda Is 7
da m. e lr2 da t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
o CtnaniAi Varna i 4 1)2 da t.; para BtmAca
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribual da eommercio: segundas a quintas.
Relago: tergai a sabbados s 10 horas.
Faxenda : quintal s 10 horas.
Julio do eommercio : segundas ao meio dia.
Dito de arphioa: torgas a sextas s 10 hora*.
Primeira vara do rival: tercas e sitas ao malo
dia.
Segunda rara do eirel: quartasa sabbados l
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
16 Segando. S. Jo Jo Franesco|Hgis.
o!.5,,. V22 ""; PmIo de Arezw,
o R "."'I->eoneh> : s- Amando b.
i SS^ASCS de De" 8. Justina.
20 Sexta. S. Sitiero p. m. ; S. Prudente
21 Ssbbido. S. Luix Gestan; S. Terend b m
M Domingo, 8. Paulino b,; si Nicw
ASSIGNA-SE
ae Recife, em a livraria da praga dalndepen-
dearia ns. 6 e 8, dos proprietaros Uinoel Final,
roa da Faria 4 Filho.
Expediente do da 13 de junho
de 186*
Officio o Exm. presidente da provincia da Ba-
ha.Rogo a V. Exc. se sirva de etteoder ao que
pede no incluso requerimento o capitn do se-
gando batalho de infsntaria Luiz Paulo da Fi-
gueiroa Couleiras Nabucn de Araujo, expediodo
as convenientes ordena afim de ser remettida pa-
ra a thesouraria de faxenda desta provincia a
guia solicitada por esta repartigo acerca da sus-
pensao da eoniigoago mensal de 12$0O0 que de
sea sold consignara abi o mismo capital.
Dito ao commandante das armas.Communi-
co a ?. Ext. para seu coohecimento e direccao
que, segundo consta de aviso de 31 de maio ulti-
mo, Sua Magestade o Imperador bouve por bem,
por decreto do dia anterior, nomear o Exm. Sr.
conaelheiro Polidoro da Fonieca Qaiotanilba Jor-
oao para o cargo de ministro e secretario de es-
tado dof.negocios da guerra.
Iguaes communicages se fiteram ao director
do arsenal de guerra; conselho administrativo,
commandante do preaidio de Fernando, director
das obras publicas, e director da colonia militar
de Pimentelras.
Dito a,o inspector da thesouraria de fazenda.
Em vista ds conta junta em duplcala, mande V.
S. pagar a Francisco Antonio Bastos a quintia de
cinco mil ris, importancia da encadernaco por
elle feita em dous livros de registro de matricu-
las da capitana do porto. Communicou-se ao
capitiodo porto.
Dito ao mesmo. Ao sargento Martiniano de
Barros mande V. S. pagar, conforme solicitou o
commandante superior da comarca de Santo An-
tio em oflicio de 11 do correte, a importancia
naos dos vencimentes relativos ao ae: de maio
ultimo, dos guardas nacionaes destacados na vil-
la da Eicada, mu tambem da despezi feita na-
quelle mez, com o fornetimento de luz para o
quartel do mesmo destacamento, urna Tez] que
estejam em termos os inclusos documentos em
duplitata, que vieram annexoi ao citado ofi-
cio.
Dito ao mesmo.Declaro a V. S. para seu co -
nhecimeoto e execucao, que com aviso do minis-
terio da fazenda de 23 de maio ultimo, me foi
Dito ao mesmo.Em sslisfscao aoquesolici-
lou-me o brigadeiro commandante da armas em
oflicio de 4 do correte, sob numero 111)7, re-
commendo a V. s. que trate de levar aeffelto
com brevidade aa obras e conesrtos dos diversos
estabelecimeotos militares j autorisados poreita
presidencia, am de prevenir-se maiorea ruinas,
econseguiulemenle m.iores despezas.
Dito ao mesmo.Fica approvado o ajuste feito
por V. S. com Caetano Jos Coilho, para fazer os
concertos de que precita o fogao de ferro do hos-
pital militar pela quantia de 3009000, em que fo-
ram oreados, segundo o seu officio de honlem
datado, sob n. 98, a que respondo.
Dito ao director geral da ioslrucco publica.
Transmiti a ?. S. para seu coohecimento copia
da lei provincial n. 525 de 2 do correte, relati-
vamente a gralinca(o a que tem direito os pro-
fesores syulsos, que forero, chamados a funecio-
nar efectivamente no gyrunasio pernambucano.
Dito ao commandante superior do Rio Formo-
so. Devolvo a V. S. o requerimento em que o
lente quartel mestre dobatalbo n. 2 de arli-
Diaria do municipio doKio Formoso Silvestre Ro-
drigues Pinto, pede ser reformado, afim de que
V. S. mande juntar a mesma peticao certido de
idade, e ouvindo o commaodante do mesmo ba-
talho informe se o supplicaote tem servido com
zelo e sssiduidade nos termos do art. 68 da lei n.
602 de 19 de setembro de 1850.
Dil) ao administrador do correio.Commuoico
a Vmc. para seu coohecimento, que segundo com-
tou de officio da secretaria de eatado dos negocios
da agricultura eommercio e obras publicas data-
do de 28 de marco ultimo foi fizado por portarla
daquella dala ao agente do correito da villa de
Iogazeira, Marcolino Antonio Xavier a gralifleaco
annual de 120) para lbe aer preenebida no caao
de que pela porceotagem aique j leve direito pelo
titulo de sua nomeaco' nao satisfasa aquella
quantia.
.Dito ao Sr. Jos Pereira Viaona, director da
companhia de Beberibe. Picando inteirado de
que pela assembla geraL dos accionistas da com-
pinhia de Beberibe reunida em 27 de maio ulti-
mo, foram eleiloi os membros da directora que
deve fanecionar no anno finaoceiro do 1 daquelle
mez at o ultimo de abril de 1863, e cojos oomes
vem mencionados no seu officio de hontem data-
do, sendo Vmc. director, eu me congratulo pelo
sincero desejo que por seu intermedio msnifeita
a nova admioistraco de promover e coadjuvar
qualquer melhoraniento publico que della possa
dispender.
Dito aos ageoles da companhia braaileira de pa-
quetes a vapor.Podem Vmcs. fazer seguir pira
o norte o vapor Cruzeiro do Sul aminha a hori
indicada em seu oflicio de hoje.
Portara.Os Srs. agentes da companhia brasi-
lera de paquetea a vapor mandem dar urna pas-
isgem de pida no vapor Cruzeiro do Sul at Ma-
ranho, em lugar destioado a passageiro de ea-
laiio. a Eustaquio Jos Vieira.
Dita.O Sr. gerente da companhia pernambu-
cana mande dar transporte no vapor Persinunaa,
para as Alagoas, em lugar destioado para passa-
geiros de estado, a Antonio Francisco de Houra.
Expediente do secretarlo do
governo.
Officio ao inspector di Ihesounria de fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda trans-
mitir a V. S. as duas inclusas ordens em dupl-
cala da repartigo do ajudante general, sob n.
315 e 316, bem como um officio da secretaria do
ministerio da fazenda datado de 6 do correle,
commuoicando a remessa de 20:0009 em moeda
de prata.
remettido o Ululo nomeando a Melchisedec Aro
de Alboquerque Lima para um dos lugares de
praticantesdeesa thesouraria.
Dito ao mesmo. Pode V. S., conforme indica
em sua informarlo de 11 do correte, sob nume-
ro 534, mandar entregar ao quartel-mestre geral
da guarda nacional de Olinda e Iguarass, a
quantii de 1589000, que segundo consta do oflicio
que devolvo do respectivo commando superior,
datado de 26 de maio ultimo, faz-se precisa para
a compra dos objectos necessarios aoa trabalhos
dos conselhos de qualiQcicao e de reviio da
mesma guarda nacional. Communicou-se ao
commandante superior interino.
Diro ao mesmo.Recommendo a V. S. a ex-
pelido de suas ordens para que conforme indi-
ca em sua ioformacao de 11 do corrint, sob n.
530, sejam pagos pela collectoria de Caruar nio
a os vencimentos do soldado da compaobia fixa
de cavallaria Manoel Antonio Rozeodo, que all
se ach destacado, mas tambem a forragem do
cavado sm que montou o predito soldado.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Accusande a recepQlo do officio de hontem, sob
d. 343, em que-V. S. me participou haver Fran-
cisco Bolelho de Ar/drade, dando por fiador o ba-
rio do Livramento, arrematado .a obra do aterro
da ra do Sebo al a estrada do Mondego, com
o abate de 2 por cento no preo do respectivo
orcameolo, tenho a dizer em respoila que appro-
?0 em arrematar o.
Dito ao mesmo.Certo do conteudo de sua in-
fqimaco de 11 do crreme, sob n. 334, recom-
mendo a V. S. que mande indemnisar o delega-
do do collegio dos orphaos de Santa Tberezi em
Olinda di quintia de 22f,400 em que imporlirim
os 28 pares de sapatos comprados para os edu-
candos do mesmo collegio, como se v do recibo
que devolvo e me foi remettido pelo director ge-
ral da instraccio publica, com officio n. 123 de
21 de maio ultimo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Re-
commendo a Y. S. com additameoto ao meu offi-
cio de 21 de maio ultimo, queda porfindo o con-
trato pelo qual o operario belga Jesn Sbamp se
obrigou a servir nesse arsenal, promoveodo V.
S. pelo meio mais econmico o regreiso do mes-
mo operario para seu paiz.
Dito so mesmo.Commuoico a V. S. para seu
conbecimsnto e direccao, que segundo consta
de aviso de 30 de malo ultimo, Sua Magealade o
Imperador bouve por bem, por decreto daquella
data, nomear o Exm. Sr. conselneiro Joaquim
Raymundo de Lamare para o cargo de ministro e
secritarto de estado dos negocios di marinha.
Igual ao capillo do porto.
Dito ao mesmo; Manda V. S. substituir por
outro, visto estar enferma a africana livre de no-
me Honorata, que se seba ao servico dos la-
zaros;
Dito ao director daa obras militares Appro-
to o ajaste que, segundo o seu officio dests d-
la, sob numero 99, fez V. s. com Manoel da Pai-
xao Pat para encarregar-ie de ecllocar no hos-
pital militar olio vidracas pela que alia de 34JOOO
cada umi, menos 19000 do que a oreada para eisa
Despachos do dia 13 de junho.
fequerimentos.
Braz Marcelino do Sacramento.Tendo o phar-
maceutico Joaquim de Almeida Piolo sesujeitado
ao mesmo abatimento offerecido pelo supplicaote,
subsista o despacho de 10 do mez prximo lindo.'
Candido Jos Raposo.informe o Sr. inspector'
da thesouraria de fazenda.
Cspito Joaquim Albino de Gusmao.Informe
o Sr. commandante superior da guarda nacional
do Cabo.
Joo Jos Rodrigues.Como reqaer.
Jos Thotnsz do Amaral e Mello. Remettido
ao Sr. director geral da instruccao publica para
atlender. aosupplicanie oos termos do parecer do
respectivo cooselho de 5 do corrente.
D. Mara Salom de Moura Mallos.Remettido
ao Sr. director geral da instruccao publica para
atlender ao supplicante nos termos do parecer do
respectivo cooselho de 5 do corrente.
Marcelino Jos Lopes. Volts ao Sr. director
das obras publicas.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Josi Francisco Coelho, capito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
PEBrUMBUCO.
1 '" i.. .-, i ii.r i, ____
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA KH 12 DE JUNHO
DE 1862.
Presidencia do Sr. Bar&o da Vera Cruz.
Ao meio dia abre-se a sesso e approra-se a
acta da antirioi.
O Sr. 1* secretario d conta do seguiote :
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario da provincia, remet-
iendo as informales ministradas pelo juiz muni-
cipal da segunda vara acerca da nomeacao do 2"
eecrivo da provedoria de ausentes. A' quem
fez a requisito.
Ostro do mesmo. remetiendo o quadro da di-
vida de exercicioS nJos. A' commisso de or-
namento provincial.
I.-ie a redaegao do projeeto n. 26 deste anno,
que concede preferencia a certas loteras.
O Sr. LutzFelippelpronuncia-se contra a ma-
neira por que eit feita a redacelo da emenda
que se refere ao convento dos religiosos francis-
canos de Olinda, e oflereee em sabsliluico ao
artigo a seguinle emenda :
O art. 2o redija-se aisim.:
O presidente da provincia far exlrahir as lote-
ras de modo que em cada auno corra pelo me-
nos oito partes das loteras concedidas a favor do
Santa Casa da Misericordia desta cidade, e outras
tantas para as obras do Gymoasio Provincial,
tendo preferencia as demais para a extraccao a
restante da lotera de cem contos de ris, conce-
dida pela lei n. 370 aos religiosos fraociscanoi de
Olinda. pira os reparos da igreja do respectivo
convento.Luiz Felippe.
Depois de algumas ceosideracoes que a/em a
favor da redacto o Sr. Fenelon, como membro
da commissao, e o Sr. Catanho, e a favor da
emenda o Sr. Souza Res, a redaeco approra-
da, e a emenda regeitada.
O Sr. Barros Brrelo (pela ordem):Eu peco a
altencao da casa, prometiendo que nao ibusirei
da sua looganimidade.
A casa lembrar-se-ha que eu pedi urgencia pa-
ra apresentar urna indicado ou requerimento, no
qual solicitara ioformagoes sobre o faci que se
propalava de ter sido nomeado o 2* eacrivo de
residuos, quaodo nao constata anda que a lei
bouvesse sido puolicadi. S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia mandou informar ao juiz que o
que actualmente ae echa em oxercicio, e a rospos-
ta desee juiz fot a seguale: (l)
Ulm. Exm. Sr.Ea icipom ao doapaoho de
V. Exc, datado de hontem, e recebido agora mis-
mo, despacho exarado no resto de um officio que
devolvo, do secretario da assembla proviocial,
oo qual ae pedem aa seguintea informbaos: se
est nomeado o 2a escrivo da provedoria e au-
sentes, porque juiz, e quando ; bem como se ao
lempo dessa nomeacao eslava j sanccionida e
promulgada a lei da creacao, e feita a communi-
cacao ao juiz respectivo, cabe-me levar ao co-
ohecimento de V. Exc. o seguiote : que se nao
acha por mim nomeado o 2* escrivo da prove-
doria e ausentes, nem consta cousa alguma a es-
se respeito pelo csrtorio deste jaizo. A resposta
supra prejudica aos quesitos: por que juix e
quando foi feita a supposta nomeacao. (juanto
ao mais nada posso dizer V. Exc, porque at
osla data nao recebeu este juizo commuoicaco
alguma dessa presidencia sobre o negocio deque
se trata.
Dos guarde V. Eie Recife, 10 de juoho de
1862. Ulm. e Exm. Sr. Dr. Manoel Francisco
Correa, muito digno presidente da proTincis.
Joao Francisco Teixein.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Ora, da leitura desse officio parece que houve
da mioha parte precipitago em pedir as informa-
(oes que a casa leve a bondade de adoptar como
; eotretanto eu devo dizer casa que para
-Mae a minha peven-
Copia.N. 956.Ia aecgo. Secretariacla po-
lica de Pernambuco 14 de juoho de 1862.
111 m. e Exm. Sr. Tendo o meu antecessor le-
vado ao conbecimento de V. Exc. em officio de 4
do correle, sob n. 905, o facto de ter sido gra-
vemente ferido com um tiro de pistola na noite
de 31 de maio ultimo no diatricto de Magdalena
Luiz de Franca Pantaleao, sendo autor desse cri-
me o crioolo Malaqaias, escravo de Augusto Pin-
to de Lemos, que cooseguio evadir-se; e leud-
se por esta repartigo tomado com empenho todas
as providencias para a captura do criminoso, ca-
be-me hoje a satisfaco de participar a V. Exc.
que se acha elle preso e recolhido a casa de de-
tengao para ser processado. Informado do lugar
certo em que o referido crioulo estar homisiado,
iocumbi ao Dr. delegado desta cspital de urna to
importante diligencia, o qual dirigiodo-se neila
com todo o zelo e interesse, pdde conseguir o re-
sultado que se desojava, concorreodo mullo para
e.-sa captura o subdelegado da Psssagem da Mag-
dalena, major Belarmino do Reg Barros.
Dees guarde a V. Exc. Ulm. eExm. Sr. Dr.
Manoel Francisco Correa, presidente da provin-
cia. Carlos de Cerqueira Piolo, chefe de poli-
ca ioterino. Conforme. Francisco Lucio de
Castro.
Commando das armas.
Qaartel-general do commando das
armas Je Pernamboco na cida-
de do Recite em IS de junho de
Hca
ORDEM DO DIA N. 95.
O general commandante daa armas faz publi-
co para conbecimento da guaroico a fina con-
venientes, que em offitio da presidencia de hon-
lem datado, com referencia ao aviso da reparti-
go da guerra de 6 do corrate, lhe fora com-
municao haver por bem S. M. o Imperador no-
mear o Sr. coronel reformado do exercito Anto-
nio Pedro de S Brrelo, para o lugar de pre-
sidente do conselho administrativo, para o forne-
cimento do arsensl de guerra desta provincia.
- Faz publico outrosim, que a mesma presiden-
cia, por portara datada tambem de hontem, con-
cedeu na forma da lei, tres mezes de licenca pa-
ra tratar de sua ssude, so Sr. alteres do 9 ba-
talho de infantarla Herculano Geraldo de Souza
Migilbaes, como lhe fora participado pela refe-
rida presidencia em officio firmado nsquell* dala.
em mioha mo um documento que prora que se-
melhante nomeago foi feita.
O Sr. Araujo Barros :Apresente-os.
O Sr. Barros Barreto :Dirig esta carta ao
administrador das rendas internas (16).
Desejo de V. S. o obsequio de responder-me
ao p desta, se foi presente ao sallo o titulo de
nomeago do 2* escrivo de cspellas, e ha que
das, e bem assim que razo houva para se nao
sellar o titulo.
Pego permissao para fazer da resposta de V.
S. o uso que me aproaver.
A resposta a seguiote (l).
Reipondende a perguola da V. S. declaro-lhe
que no dia 6 do crreme foi levado a recebedorii
um titulo assigoado pelo Dr. Joo Francisco
Teixeira, suppleote ao juiz municipal em exer-
cicio de nomeago de escrivo de ausentes ca-
paila e residuos. Tive ocessio de ve-lo ; por-
que o escripturario Angelo Custodio Rodrigues
Fraoca que eslava na verba do sello flxo veio
consultar-me visto que o titulo nao declarara
ser interino ; por esta falta deixoa de ser sella-
do, e foi entregue a quem o apreseniou.
c Pode V. s. fazer o uso que lhe conrier desta
minha resposta.
c De V. S. amigo respeitidor eabrigado cria-
do.-Manoel Carneiro de Sonza Lacerde.
Recife 11 de junho de 1862.
Est assignada pelo Sr. Manoel Carneiro de
Souza Lacerda administrador do sello.
Leudo estes documentos nao me fago cargo de
fazer commeotarios sobre elles, quero soroeole
justificar-me deque de minha parte nao bouve
precipitago ; a casa e o publico que os apre-
cien).
O Sr. Araujo Barros :Pego a pslarra.
O Sr. Presidente :Nao ha nada em discusso.
O Sr. Araujo Barios:Para defender o juizo
municipal aupplenle.
O Sr. Presidente : Nao ha nada a defender.
O Sr. Araujo Barros:Eoto protesto.
O Sr. Presidente :Eu nao digo que o nobra
depatado nao defend o juiz municipal, mas nao
ha nada em discasso, e tendo oSr. Caoba eFi-
gueireJo pedido a palavra em lempo, eu too
cooceder-lh'a ; o nobre depatado poder depoia
pedir a palavra pela ordem tambem.
O Sr. Cuoha e Figueiredo :Eu cedo da pala-
vra para fallar depois do nobre deputado.
O Sr. Presidente :Tem a palavra o Sr. Arau-
jo Barros.
O Sr. Arsujo Barros (pela ordem) :Sr. presi-
dente, j esperara que o nobre deputado se e-
oanciasse pela maneira porque o fez, e esta pre-
vencoda minha parte era muito natural,-de-
pois do que todos nos sabemos...
O Sr. Baro de Muribeca Apoiado.
O Sr. Araujo Barros....acerca da nomeago
de ua funecionario, que interinamente derla
oxercer o cargo, de que se trata:
O Sr. Baro de Muribeca :Apoiado.
O Sr. Araujo Barros....e tambem acerca da
creacao deiaea empregos (o oa dor depoia de
0B" P"** alta-ee para o Sr. Baro de Muribe-
ca;. Desejtva tambem ser apoiado pelo nobre
deputado oeile ponto.
OSr. Baro de Muribeca :Apoiado se a no-
meago pbblice...
O Sr. lujo Barros :
gao ia mais longo...
O Sr. Bario ai Muribecca -.Apoiado.
O r. Araujo Barros... Eslava persuadido
que o nobre deputado levara muilo alem as re-
flexoes acabos de fazer, como porm nao o
fez, limiui-me-hei a dizer multo poucas pata-
rras em refutaco s que acabou de proferir, e
que de nenbum modo podem affectir a dignida-
de do juiz municipal supplente que se acha em
exercicioda vara municipal de quesou proorie-
tario. r
A noraeagio de am funecionario publico, como
o de que se trsts, um acto todo administrativo,
e como tal pode aercissado, emquaoto nao se a-
cha revestido de todas as solemnidades necessa-
rios, para que se possa considerar completo, e
deva por-e em xecuc*o.
Sendo isto exacto bem v V. Exc. que poda
ter apparetido na repartigo do sello a portara,
a que alinda o nobre deputado, e ser ella depois
cassada, antea da ser sellada, oque devo suppor
que tenha atontecido.
Desse facto nao resulta desar algam a quem o
praticou, admittida a hypothese, queors se nos
aprsenla.
O presidente da provinria pergunta so sobre-
dito juiz se eslava feita a nomeago do segundo
escrivo da provedoria ao lempo em que foi expe-
dido, e recibido o officio, que disso tratava, e
desde que qualquer i>ortaris, que nesse intuito
se bouvesse expedido, tivesse sido cassada em
lempo opportuno o competontimente, claro
que tal nomeago nao se schava feita.
A resposta adequada pergunta.
Nao ae tratando de outra queslo mais, acho-
me dispensado de ir adianto em semelhante ma-
teria.
Declaro, entretanto, por fim que ai considera-
goes feitas pelo nobre deputado oo podem pre-
judicar de modo algam a dignidade do referido
juiz, de quem me preso de ter amigo, cuja ho-
nestidade e aiaadez nao podem ser contestadas,
nem nesta casa, nem em .paite alguma. ( Apoia-
doi).
O Sr. Caoba e Figueiredo : ( Pela ordem )
Sr. presidente, eu comprometli-me honlem a fa-
zer algumas roflexdes sobre um discurso do mea
nobre collega o Sr. Araujo Barros publicsdo an-
tes de hontem, e fazendo-o cumpro am dever
exigido pela minha propria dignidada. Pego des-
de j ao meu nobre collega, que me permita ta-
zar estas Mgeiraaconaideragdes, certo ds que nao
tenho a ioteago de accusa-lo, nem de ofren-
de-lo.
Quandp, Sr. presidente, houve nesta cao* 4U-
cuuao trjaradi eoire mlm eo nobre deputado,
discussri que foi publicada nesse Diarto, ao sa-
hir eu daxiui, o (Ilustre depatado na ante-aala me
convdou para que pubtteasaemos os nossoa dia-
cu rsos taes quaes fossem spanbados pelo Sr. ta-
chigrapho.
O Sr. Buarque : E nao se costiima fazer
isto ? ^
(Trocam-se diversos spsrles).
O Sr. Cunha e Figueiredo : Pego a attengo
dos nobres deputados.
Eo, Sr. presidente, para mostrar aos meus no-
bres collegas s deferencia que live para com o
oobre deputado em attender ao seu pedido, direi
que quando recebi o discurso que me foi spre-
sentado pelo Sr. tachigrapho ; passei somente as
vistas por ene trabalho fiz mui ligeiris correc-
gdes como delle se poder ver (mostrando as o-
las tacnygraphicas ) e immediatamente o eolre-
guei aqu mesmo ao Sr. tachygrapho, pedindo-
me elle que se paisasse pela typographia o entre-
gasse eu proprio, o que de facto fiz, e quaodo se
publicaram os trabalhos dessa sesso, disse o Dia-
rio :
a O Sr. Cunha e Figueiredo : ( Daremos em
outro numero).
a O Sr. Araujo Barros : (Nao devolrea o
seu discurso).
como se poder ver oeste Diario. (Mostrando-o).
Fago somente notar isto para que se reja que
oo demorei meu discurso.
O Sr. Araujo Barros : Em que Diario 1
O Sr. Cunha e Figueiredo : No Diario em
que se publicou a sesso de 16, pode examl-
ni-to.
Eu redro isto, para mostrar ao nobre deputa-
do que cumpri a minha palavra e que tambem
trouxe as notas tacnygraphicas, para elle exami-
na-las.
O Sr. Buarque : Mas nao diz que fez altera-
ges ?
O Sr. Baro de Muribeca : Algumas cor-
reegoes.
O Sr. Cunhs e Figueiredo : Pego aos no-
bres deputados queexamioem as notas tacnygra-
phicas.
Mas, yendo eu o discurso do meu nobre colle-
ga e amigo,_pareceu-me que contem elle nota-
reis allerages e mesmo novas reflexes, que eu
oo quero mencionar, porque nao desejo oeste
ponto azedar mais a discasso ; e como oo fim
do discurso rem urna nota, da qual sedeprehende
que o Sr. tachygrapho nao poude apanhar todo
o discurso oo davido que o nobre depatado o ti-
vesse feito em razio dalo e posto que, repilo,
veja ene discurso muito augmeolado nao quero
fazer aecusagoet, o aceito qualquer explicago
que o nobre deputado o Sr. Araujo Barros me d
oeste sentido.
Mas, Sr. presidente, eu vejo aqui neste dis-
curso urna nota que diz : (l)
< Na sesso de 20 de maio o Sr. Ba-
rao de Muribeca disse em que consista
essa mudaoga, expressaodo-se do seguin-
tylos parlamentares fazerea-se notas seme-
ntantes.
<* Sr. Araujo Barros:A queslo se eu pos-
o usar ou nao do qu publico.
OSr. Cunha e Figueiredo :-Nio ooero dis-
ourir asee direito,. as nio sei se costume
acrescentar notas aos discursos pronunciados
nesta casa, mas cerno qner que apparega eata
nota, ea pego ao nobre deputado e caaa que
me deem liceoga para mostrar agora qual foi a
reclarnagao feita peloSr. baro de Muribeca com
relago a mim, a qual rem no Diari de 8 de
abril e que eu quero fazer bem patente para que
se aprecie esta reclarnagao.
O Sr. Araujo Barros :Isto agora nao co-
ntigo.
O Sr. Baro de Muribeca : Nem meu,
protesto solemnemente.
O Sr. Araujo Barros :Quem que linha in-
teresse em alterar o discurso de V. Exct
OSr. Cunha e Figueiredo :Vou lr a recla-
rnagao que fez o Sr. baro de Muribeca, ao pri-
meiro o muito pequeo discurso que pronuncie!
nesta casa as sessoes preparatoria!.
O Sr. Baro de Muribeca :Justamente, foi o
primeiro.
O Sr. Cunha e Figueiredo :___o qual foi pu-
blicado no Diario de 3 de abril, e era to pe-
queo que eu nao poda fazer essas altersgoes
que se pode induzir desta nota.
O Sr. Baro de Muribeea :A nota nao mi-
nha.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Eu nao estou
acensando a V. Exc. estou me defendendo.
O Sr. Araujo Barros .Est aecusaodo o Sr.
barao de Muribeca.
O Sr. Bario de Muribeca : Nao. a mim nao.
O Sr. Cnnha e Figueiredo : Estou restae-
leeendo a rerdade dos fictos.
Eis pois aqui o que reclamou o Ilustrado Sr.
Barao de Muribeca. (leudo).
O Sr.Baro de Muribeca:Eu creio, Sr.
presidente, que a aisembla nao levar a mal
queeu ainda por alguna momentos abuse de
sua attengo sobre esse perecer coja discusso
cootina hoje, e antas de me oceupsr dalle
seja-me permittido fazer urna especie de re-
clarnagao, ou protesto contra o que faz pu-
blicar um nobre deputado em um discurso
por elle proferido na sesso de sabbado ul-
timo.
Senhores, eu quaodo tive occaiio de
fallar sobre as eleigoes do terceiro distric-
toi disse alguma cousa e croio que mesmo
bastante forte, do que uo me arrependo,
porm o nobre deputado quando relej o seu
discurso emprestou-me proposigdes que eu
nao emitti.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Nao apoia
que
por ello aa Tari ue nao allerei nonhama de
suas patavraa eocrlptsa pela lettra do Sr. ta-
chigrapho.
O Sr. Baro de Muribeca : Ea oo eos-
tumo desdizer-me, o que diaie est dito.
Mas, Srs....
O Sr. Cunha e Figueiredo: Nem digo
que o nobre deputado costuma desdizar-se.
OSr. Baro de Muribeca : .... eu
nao disse......
O Sr. Cunha e Figueiredo : E eu tam-
bem que nao reformei.
O Sr. Baro de Muribeca: Ora, senho-
res, urna negaco desta ordem impede-me
de continuar....
O Sr. Araujo Barros : Isso extracto ou
discurso por extenso?
O Sr. Cunha e Figueiredo : E' discurso
por extenso. Felizmente para mim: nao costu-
mmdo o Sr. Baro publicar os seus discursos,
este sahio por extenso ("continuando a lr.)
ar>
Blenda comigo, porque j disse que nao fi
alreragoes oo meu discurso.
O Sr. Baro de Murbees : >V"oi agorar
entrar na discuss do parecer da commis-
sao de poderes.
O Sr. Araujo Barros d um i parte aa* nao
ouvimos. T(tj
O Sr. Cunhi e FigueirotJe: Ms eu
nobre deputado que reflicta esa, seu juixo"ci
IIX -e eit-' r;e,"?C *f"We com a at
eu fiz na sesso de 16 do paseado.
V-se perrunamente que a Sr. Baro de Mu-
ribeca reclamou acerca de ama axpraaso qaa
dizia-lhe hiver eu emprestado.
O Sr. Araujo Barros : E que offendia as suas-
iotengoes.
O Sr. Baro de Muribeca t Que offondia a
mmhas intenges ? Nao podia dizer lato.
O Sr. Araujo Barros rEst ao discurso.
O Sr. Cunha e Figueiredo :V-se, pois que o-
sr. baro leve a iotengo de reclamar sabr ama
expreaso que suppunha ter-lhe ea emprestado.
O Sr. Araujo Barros d um aparte que nao ou-
vimos.
O Sr. Baro de Muribeca :. Eu disse que alia
havia alterado o discurso, mas acrescento agora,
foi nma alteragao innocente.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Ea, pois, nao s6
retire! essa expresso, como eslava prompto a re-
tirar qualquer outra que fosse reclamada pela
meu oobre collega, porque nao pretenda nanea
toroar-me imprudente, e estarei sempre prompto
a attender qualquer reclarnagao doa nobres depu-
tados, principalmente quando minhas expressoes
forera de alguma maneira offenstvss, e o fiz na-
quella occaaio, posto que no meu referido dis-
curso nada houvesse de offensivo.
Eu fiz osla leitura, Sr. presidente, para fazer
conhecer caa e ao publico, que a reclarnagao
que houve lugar naquelle dia, feita pelo honrado
Sr. baro de Muribeca, nao podia da modo algam
ser posta em paralello com aquella que houva lu-
gar entre mim e o meu nobre collega no dia lr>
do mez passido.
Feita esta reflexo, eu deixarei tudo o maia aa
jaizo do publico, e nao cootinaarei neste terre-
no. Como j diste, Sr. presidente, nio qaero
mencionar nida do que me parece eatar augmen-
tado oo discurso do oobre deputado em respos-
ta ao meu, porque nao quero oceupar maia a at-
tengo da casa com discusses desta ordem ; ma
cumpre-me em defeta da mioha dignidade, ou da
digoidada que devo manter neala caaa, que ea
loque muito ligeiramente em alguna pontos da
discurso do nobre collega, am somente de o in-
terpelar, e se a sua resposta oo fr digna da
mim, eu defender-me-bei com a coragem de qaa
sou capaz.
Ua aqui um periodo no discurso do oobre da
do. O discurso deve estar na typograpbja, e_ guiado, em que elle reforndo-se mim, diz, qua


C
c

c te modo: Eu fiz eita reclarnagao co-
< mo urna eapecie de advertencia, que quiz
< fazer ao nobre deputado para nao alterar
outr discursos ; porem agora, avista da
reclarnagao que faz o nobre deputado (re-
feria-se ao Sr. Cuohi e Figueiredo) forga-
me a dizer que eu naquella occaaio quiz
fazer patente que o oobre deputado tioha
feito publicar o que nao disse. (Vide o
Diario de 23 de maio, primeira pag., col.
O Sr. Araujo Barros: Eu sou o sutor da
historia.
O Sr. Baro de Muribeca:Prevaleceu-se da
minha auto.ridade.
O Sr. Araujo Barros :Vinhs muito a pro-
posito contra V. Exc. e contra elle.
O Sr. Cunha a Figueiredo:- Eu pego ao no-
bre deputado que me preste attengo.
O Sr. Araujo Barros :Eu nunca lhe falte!
com ella.
O Sr. Cunha e Figueiredo:Esta nota se re-
fere a um aparte que deu o Sr. baro de Muri-
beca concebido oestes termos; (leudo).
c E' verdade, reclamei sobra algumas expres-
soes que o nobre depatado retirou. >
(Ha um-aparte.)
O Sr. Cuoha e Figueiredo:Em primeira la-
gar, Sr. presidente, eu na sei ae est nos ea-
O Sr. Cunha a Figueiredo: Affirmo
ao nobre deputado que nao allerei as suas
palsvrss.
O Sr. Baro de Muribeca: Eu, senho-
res, nada fallei a respeito dos candidatos
e nem de suas pretenges. E' cousa mui-
to licita querer qualquer cidado aer eleito
deputado, e por cooseguinte eu nao podia
fallar em pretenges exageradas....
O Sr. Cunha e Figueiredo: Mas eu re-
tirei essa expresso.
O Sr. Baro de Muribeca: Isto verdade,
eu dase.
O Sr. Araujo Barros: Eu acho que aquillo
contri o Sr. Cunha e Figuiiredo.
O Sr. Baro de Muribeca : Mis tem havido
cousas peiores, o que elle fex foi urna alteragao
innocente.
0 Sr. Araujo Barros: E' verdade, ea acre-
dito que teohi havido cousa muilo peiores.
O Sr. Cuohi e Figueiredo : Eu nao recua-
rei ounca diante da verdade, ainda que por ella
eu fique supplantado.
O Sr. Araujo Barros : Essa a verdadeira
misio do sscerdoto, diz a verdade nua e crua.
O Sr. Cunha e Figueiredo (continuando a ler) ;
O Sr. Baro de Muribeca :Nao retirou,
e vou mostrar-lhe lando o sea discurso im-
presso.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Lea, lea.
O Sr. Barao de Muribeca (leudo : Ago-
< ra, Sr. presidente, passiodo a apreciar al-
c gumaa reflexes a presentad as pelo oo-
a bre deputado que me precedeu acerca
c das pretenges exageradas no lugar de de-
c putado.
c O Sr. Baro de Muribeca : Perd-me,
c eu nao disse tal cousa ; verdade, porm,
que fallei em cousas msis fortes do que
a isso.
c O Sr. Cunha e Figueiredo :Neste caso,
a seo nobre deputado nao fallou em preten-
< ges exageradas, eu retiro esta expres-
< sao...
O Sr. Cunha e Figueiredo: Eis shi.
O Sr. Baro de Muribeca : Mas ouga, e
veja como conliooa : (tendo) .... eotre-
tanto pareceu-meouvirao nobre depatado
a qae os diferentes collegios do terceiro cir-
< culo tioham recabido imposigos paraele-
c ger deputados a pessoas cujas pretenges
nao enm justas...
Veja sobre que versou a reclarnagao.
O Sr. Araujo Barros : Eu desejo somente que
isto ludo sais publicado no sou discurso.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Ha de sabir : (con-
tinua a ler):
t O Sr. Baro de Muribeca : Ea nio
c fallei nos differentes collegios ; nio.
O Sr. Cunha e Figueiredo : E em al-
guos f
c O Sr. Bario de Muribeca: Isto sim.
< O Sr. Caoba e Figueiredo : Pois bem
c en direi ao oobre deputado, que quanio
a mea respeito nio fui imposto por al-
guem, etc. etc.
Emfim, Sr. presidente, eu iulgo at muito
innocente cada um de nos alterar o ieu dis-
curso como lhe parecer melhar, por at mes-
mo no fim muitoi apoiados, por que foi cum-
plimentado, mas faxendo tudo isto, cao me
emprestem intenges qae ea nio Uve,
O Sr. Caoba e Figueiredo : Isto Dio se
ea eslava diaposto a dar"Ubragoa de amizade
e oaculoa poz am tono* quiuUi encoutrasaa na
minha peregriaago por este mundo e entra
parentheses diz riso.
Eu eris que isto nao foi dito e nem bouve riso.
O Sr. Araujo Barros : O nobre deputado na
disse que era amigo de todos em geral ?
O Sr. Cunba e Figueiredo : Sim. Porm o
mais nao foi ouvido aqui, e nem bouve esta
riso.
O Sr. Araujo Barros :Foi um da choroso I
O Sr.Cuoha Figueiredo :Nioguem ro-secom
relago a mim-
Mas nao ligo importancia alguma a isto.
Em outro periodo eu vejo o seguiote : (l).
Referia-se o oobre deputado a um aparte qua
eu dei, dizeodo que nao tinham havido ordena
masculinas nem femeninas, mas somonte do ge-
nero neutro, e depois de o haver eu explicado, o
meu nobre collega reipondeu-me, segundo pare-
ceu-me, muito naturalmente, e nao podia usar
de ironia.
O Sr. Araujo Barros: Isto prora que o nobra
deputado sabe perfeitameoie rhetorica.
O Sr. Cunba e Figueiredo : Eu, Sr. presiden-
te, me persuado, pelo menos conviego mioha,
2ue nao tenho nesta casa feita papel algum, qua
que abaixo de mioha dignidade, e por tanto ma
parece que o nobre deputado nio podia dirigir-
me esta ironia, sem ao mesmo tempo fazer-ma
injustiga.
O Sr. Bario de Muribeca : Eit claro. Mas
isto, nao objecto de reclarnagao. -
O Sr. Araujo Barros :E oserva te ipsum
quindo se tratava de cousa bem differeote.
O Sr. Cuoha e Figueiredo :Eit peritamen-
te engaado; o nobre deputido foi que oo com-
prehendeu o sentido com que o dei, o creio qua
nem deilou altingo para a parte do discurso do
orador a quem eu o appliquei.
O Sr. Araujo Barros: Est o que nao duvido.
O Sr. Baro de Muribeca : lito a objecto da
reclarnagao?
O Sr. Cuaba e Figueiredo : Ea voa tocando
nieto per accidens para chegar ao meu fim.
O nobre deputado quaodo fallou aqui em refe-
rencia a mim, disse, que nio obstante a redama-
gao que eu tioha feito com acrimonia, elle conti-
nuara a prestar-me todo o respeito como sacer-
dote, etc. etc., respeito que eu nio merego, a
nem posso de modo algum exigir do mea nobre
collega. Mas o que me parece que nesla casa
nao appareceu o seguiote : (l).
O Sr. Arsujo Barros:Lea o resto:
O Sr. Cunba e Eigueiredo:Virtuosoescrip-
ia em grypboll... (Se nao estou engaado), creio
que quando se escreve urna palavra em gripho aa
quer exprimir no presente caso justamente o con-
trario do sentido geouioo que a palana repre-
senta.
O Sr. Souza Res :Para que faz consideragea
a este respeito? Basta contentar-sa com a expo-
sigio.
O Sr. Cunhs e Figueiredo :O meu principal
fim saber se com isio o -nobre deputado leva
em vista alladtr a algum peoaameoto occulto am
referencia a mim.
O Sr. Araujo Barros :Dar-lhe-hei ama expli-
cago que o aalisfaga.
O Sr, Cuoha e Figueiredo : Eu provoco a
nobre deputado pira que ae lbe coasta qualquer
facto que possa de algum modo marcar a mioha
reputago aa vida publica ou particular com
aimples cidado na qualidale de sacerdote, o de-
clare francamente; formule ama aecusago clara,
afim de que eu possa defender-me com a forga
de minha coosciencia, com aquella dignidade com
qae teono procurado manter a minha reputago.
O Sr. Araujo Barros:Eu dar-lhe hei ama ex-
plicago favoravel.
O Sr. Baro de Muribeca :Ns desea a defon-
der-so disso.
O Sr. Araujo Barros:V. Exc. ma abriga m
dizer mais do que quera.
Sr. Cunha e Figueiredo:Proteatande con-
tra as taes griphos de que usou o oobre deputa-
do (contra lodos os estylos at as minhas pala-
vra! com que provoque! o lestimunbo do nobra
deputado o Sr. Luiz Fillppe, para qae esta (lis
seise aa eu linha ou oto o habito de fallar con
aquella emogio) tenbo ea vista demonstrar toa
oo temo por modo algum taes elluzes cent re-
ferencia a mim, a qaero que o publico connota, a
injustiga coa que me foram faltas.
'


i


MM

larrea tPorque entend qae Dio pin a.al, coa* 41 o cobra depatedo, igue-te
fraude eooltnuari a dar-se.
a e Figueirede :'lu apeur de co- | O Sr. Barao de Muribeca :Nao desafio Unto o
OIABIO DB PEBNJLMBUGO. a lER^A. FB1B4 17 DB JUNHO DB 1861.
T

i j& diae ler encontrado granito aimf*jAffi
augmentes no discarso do nobre deputado, toda-
va nao tocarei sobre ella, porque o mea lu nlo
accutir o nobre tteeatedo: penas preleado
provocar ama frasea w^arecao do que com ver-
sada Ihe constar cantta mina ou pro te lar contra
notido de saas palavras que podem ser loten-
-lidaa ata sentido detfavoravel a minha reputadlo
Dorante quem me nio conhete, com isto teab
concluido o man protesto.
OSr. Atsrojo Barros (pete otOema) r-'Sr. prati-
lente achodo-me de algum miido pteTinido, a
eceitido que liveite de surlt*:ar jm largo *
*ate com o nobre deputado, trame hoje de can
rmrn discurso eicripto para rS-ve, e ase-lo Impri-
mir sean embaracar-me tmii coas a respectiva
correccio. O meu fies, da-ndc ene paaso, era l-
mente evitar futuras reclamemos*. A' vista, po-
ran, do discurso proferido pelo nobre deputado,
* vista da impreaaaoqtia-ette catisou sobre o ani-
a da cmara, creio que nao devo mete ocupar
-com eiie diccurso a preciosa attengio da anesraa
otara, visto que nada tenho de que defeo-
ter-me.
O Sr. Cunha e Pigueiredo; NI* o accueei,
penas ped eiplicageos.
O Sr. Araujo Sarro: A nica redamado,
qu6 o nobre deputado fea, e que no meu enten-
der tem algum pavo, e a que versa sobre a pala-
braTirluosoque em escripia m griph* em
un parte do discurso, a que se refere o nobre
lepotado, e como sm vista das naoeiraa delica-
das e erbio**, com que sua exteileocra tralou-
m dsta ve, acho-e desarmado, direi que a
palavravirtuoio, que se ice em gripho em
me citado discurso, nao encerra desar algum
contra o sobre deputado.
O Sr. Soma Leio :Eu nao aceita va a expli-
acio.
O Sr. Cunha e Figaeiredo : Em todo o caso,
jS fue meo protejto.
O Sr. Araujo Barros: Eu ote explico, do -
foro deputado quando fallo aqu na occisio, a
*jae nos referimos, diste que era amigo do gene-
ro humano, qoe perdoava as offeusai resabidas a
seus frroprioa nimigos; e eu achsodo que isto
ra urna vitUde rara nos tempe actuaea, suoli-
Bhei a dita palavra, para prender a attencio de
todos sobre o discurto do nobre deputado.
Ets squi o que eu teobo a diter com relajao
-rectamacio do bonrado membro, e nada mais ac-
(escentarel.
ORDEM DO OA.
J" patio.
Cetra ere ditcustao o projeclo que approva as
posturas de Iogaieira, Iguarassu e Rio Formse,
.- o mal mandado imprimir a requerimento do Sr,
* 'Seoza Reii.
Terceira discussao do prtijctto que aposenta a
Thoroaz da Canha Lima Cantuaria, no lugar de
pvofassor de msica do collegio dos orpbios de
linda.
E' apprevado sem debata a t.* discussao do
projeclo que desliga da freguezia de Jaboatao
*ar unir a comarca do C*o a eugenho novo da
Cetieeicio.
V
ippwtite de commeUer fraudes.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque :Eu titea me retprinaa aos ar-
gumeotoa do nobre deputado, que se me nao en-
gao, foram estes, que imposto sobre herancas
a legados davia ser diminuido, por iaso que sub-
sistindo e actual, se poderiarn dar vendas, que
nada mais eram do que legados desfalcados...
O 9. Bario de luv*te-s:56 per liso, nao.
O Sr. Buwque : Este tei principal argu-
mente; seguod* fui que o imposto ateasa
reciamente prefeiedade. Meeti va mate, es
dbus Imposte* qu elacam mate directamente e
espita!, lao sao fearaogt -e legados, es las-
poste sobre escala.
Me parece par trate, que o principio f nan-
ceiro que regula de urna maneira geral a impo-
sicao nao poda ser revocada para nm csso que
exactamente fac excepcio a elle, nlo podando
igualmeoie justicar a commiatio, por iaso que
no caao de veada, o principio verdadeiro a
jtoudanca da proprtededo psra outras raso, qu
traz o resultado se torna-la mais fecunde, 4
dar-1 he melrror appliasgao. Sendo assim, cla-
ro que est no ioteresse do estado diminuir o
quinto for potsivel esie imposto. Alm disso,
a eoosidereo&o de qu esse imposto presumida-
mente pago pelo veodedor, por isso qu o
comprador ter sempre em vista a aatiefacao
desse oaus...
O Sr. Bario de Muribeca :Ese principio nio
invariavel, nio se pode dixer que existe.
O Sr. tteerque :Eu disee que o imposte pe-
sar sobre o vendedor, nio por que sejs elle
quem o pague, mss porque o comprador quan-
do faz a offerta conla ji com o imposto que
tem a pagar, e o dimioue do verdadeiro valor
venai do objeete; cooseguintemente, o imposto
recia* sobre o vendedor, que ordinariamente
o mata interessado na traoaaccao, o por isso o
prejudicado. Este principio verdadeiro, um
principio flaanoeiro, que esti escripto am todos
os enteres, o que en poderei mostrar ao nobre
deputado.
6 Sr. Bario de Muribeca di um aparte.
O Sr. Buarque: Eu nlo asaeverei, estou di-
zeod que preiumidameote aaaim acontece, nio
quero o-zer que a regra seja infallivel; e al
acresceoto que ha cssos em que arabos os con-
tratante! sao espoliados em fsvor do fisco.
O Sr. Bario de Muribeca d um aparte:
O Sr. Buarque: Podo bem ser que V. Etc.
teoha mais razio do que todos aquellea que teem
escripto sobre a materia, e que team sustentado
esta theorla,
O Sr. Bario de Muribeca :Depende da offer-
ta da procure.
O Sr. Buarque: Bem pode ser; e o aparte
do nobre deputado uso est fora do principio, e
que niodeixa de ser verdadeiro...
O Sr. Bario de Muribeca ; O imposto sem-
pre recabe sobre o mais fraco ; elle quem
Pa.
O Sr. Buarque :Neste Ciro o mais interal-
iado, e nao se ple dizer e mais fraco. Eu disse
que presumidamente so poda avaocar que o
ae peder dizer que Isto verdsdeir? Porven- nlo Cezar de Lima, a Jos* Joaquina de Lime.
tura IB pOileri aasevenr, que o imposto sobre o pardo, deSSaonos, gaohador. por briga.
acuitar a preferencia de se* A' orden do da Boa-Vista, o Austraco, Jos ou
caodoim-
Frai crear-
t aera fcil
sto tenho
Irsas ques-
cultura T Se poder negar, qua
posto obre urna industria ren
lhe difflculdades ? Eu creio que
demonstrar-ie o contrario de ludo
asaeverado na casa acerca deesas
Idea.
O Sr. Bario de Muribeca :-Eu creio que
****** sJJT eMaX** ***""*-.
O S. Basrque:A smbre eomestatio alo po-
dar* aftesaotsr am s4 argumente que na posas
convencer de qu* esia escilacie lio variada do
i mase* sobre o sigo di oio eoacorre para le-
tsaeJer, para dificultar deaavtavaento deas
indaeria. Portaafo, as) aguarda melhores r-
zdea, para dar aaaio apaio aa medidas da com-
missao.
Tenho concluido. (Muito bem.]
OSr. Bario de Muribeca tesonaideraeeadi-
versas em respost ao orador que o precedeu.
Tendo dado a hora, Oca a discossio adiada.
O Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sessio.
OSr. Bario de Muribeca nao enchergaodosli- vendedor era aquella que carregava com o im-
lidade no projecto vota contra elle.
O Sr.-Cuaba e Figuelrado sendo o sigaatario
alate projecto pronuncia se em sua defeza. man-
daudo todava a mesa o seguate requerimeolo,
-que sendo posto i votos spprovado juntamente
como projacto em primeira discussao.
posto da vend, por isso que o comprador quan-
do faz a sua offerta j conta com o imposto que
tem de pagar. Maa emQm, eu abestraio desta
queitao.
J vi, por tanto, a casa, pelos argumentos que
eu tenho apresentado, que a commlsiio nio po-
Requelro que o projecto seja remettitfo soEim. dia ficar completamente justrficada, prevalecen-
prelado diocesano para dar sobre elle o seu pa- do-so desses principios para mostrar que proce-
Tecer, sem prejuizo todava da primeira discus-
sao.S. R.Cunha e Figaeiredo.
ohdeh oo DA.
2* parte.
Contina a segunda discussao do projeeto de
orcamento provincial na receita provincial.
Vao a mesa e sao apoiaJas as leguintas emen-
ta:
Additivo ao art. 36.
50JOOO sobre cada casa em quevenderem cha-
rutos, exceptuadas as fabricas.S. B.Araujo
Barro.
Ao 3.
Em ves de 3 por ceolo do algodio, diga-se 2
por cento do algodao. Catenho.Arruda
Falcio.
O Sr. Buarque:Sr. presidente, o lampo ur-
da bem, quando reduzro o imposto sobre lega-
dos e herancas, mostrando que aisim o fazia
porque elle dava lugar fraudes, dava logar
vendas disfamadas, e atacava a propriedade, ni-
cas rioes que nos foram offerecidas.
O Sr. Bario de Muribeca :Por isto t nao.
O Sr. Buarque : Sr. presidente, deixaodo este
ponto, eu passarei a tratar do imposto sobre o
tabaco.
O nobre deputado disse na cata que o imposto
sobre o tabaco devia ser rduzido, porque ia-te
tornando um imposto prohibitivo, porque esse
imposto ia por assim dizer matando aquella in-
dustria. Mas Sr. presidente, se o principio in-
vocado pela nobre commissao verdadeiro e
para todoa os impostas de consumo ; se este
principio domina nos impostes indirectos, ell
^e, e eu l3o dtsejo oceupar longamente a at- nunca poder ler applicacio a respeito do tabaco,
tesceo du casa sobro a materia, tanto mais que que urna de suas mais oalaveia excepedee.
sel que um tlustrado membro tem de trala-la-0 Ubaco, Sr. presidente, exactamente um
com a prousciencia de que por vezes nos lera do Raneros de consumo q Ui ajaaaasMraa a este
dao pmvt. Nao poo, poim, detxar de fa-.grande principio econmico, de quena contri-
ser lgumas reflexes em resposta ao discurso buigao indirecta, os impostes esli na razio in-
fjroferido pelo honrado membro da commissao versa da sua arrecada;ao. O tabaco, e aa bebi-
de 'Cimento, que constiloindo so seu orgo a dis alcoolicas fazem ezcepsao este principio :
astunfiodo s responsabilidade dos seus aclo, e se entre nos, respeilo deste ultimo genero,
deu nos as explicacoes que haim sido solicite- ella se nao podo dar, quanto ao tabaco verda-
des, quando sobre o projeclo de le que se dis- deira, iocontestavel. O tabaco em toda a par-
cute foi ella interpelloda. Tratando ligairamen- te, em tedos os peizes, faz excepjio esta prin-
te dos argumentos de que se servio aquello hon-
rado membro, eu come^arei por me oceupar do
que nos disse cere do Imposto aobre legados
*s herancaa, e das razdes que no seu entender
determioaram a commissao a reduztr esse im-
posto.
Senhor, presidente, o honrado membro pronnn-
ciou-se na casa dizendo que o imposto aobre le-
gados a heraocas, como ae achava estabelecido,
ra por demals vexalorio ; acrescenlou que esse
imposto atacava mui directamente o capital, a que
aiem disso dava lugar a fraude, por isso que sen-
do elle superior ao imposto sobre a venda, aquel-
cipio, o seu consumo nio diminue na proporcio
do augmento do imposto : a arrecadacio deste
tende a augmentar sempre, embora o imposto
crespa dentro de certos limites, superiores aos
dos demais gneros.
(Ha um aparte].
O Sr. Theodoro da Silva :Oque faz augmen-
tar o consumo 6 a torga do vicio.
O Sr. Buarque :Justamente, a forea do vi-
cio ; isto esti na naturezo humana.
Conseguintemeote o priocipio invocado pela
nobre commissao oio verdadeiro, dimiouijao
do imposte do tabaco nao pode ter por causa a
le que pretendiera fazer legados ou doaede, su elevagao, alie to diminu, porque esse ga-
procuravam dishrca-las por mel de urna venda "
ficticia.
Foram estes os motivos apresentado pelo no-
bre deputado quem me rero para justificar o
pvocedimento da commissao.
Senbor presidente, estas razies nio me parecem
ero faz urna notavel excepcio ao principio -
nanceiro.
UmSr. Deputado : O fumo pode supportar
um imposto pesadWsimo.
3 |Hx0o8rf'.rBv.r2"\:~ ,Um -beCl dfl VC' d6
procedentes, ellas se icham em complete contri- cons.iu nL rm ..i^1-^10 fT1"1 POr
P...... ao..i,.r, .e.hor pn.id.nu. e. cl0..""."' 'IMd. nMir...M co.mn..
direi, que sendo o imposto sobre legados e he-
Tancas o mais directo e o mais simples de todos
os impostes, sendo o nico, ou um dos nicos
qae fazem excapqao ao principio invocado pelo
nobre deputado a quem respondo, de que o im-
cepca
O Sr. Buarque : Porque, como muito bem
usse o nobre deputado, um objecto de vicio,
ca : Ta nciaiarriB o a bjCl de lttxo ; e ""ido a opinio deto-
a oor flm at.nr qo be d.M ""."olroe. 6 am dos que fazem axcep-
a por nm Jtanuar o be- cao ao principo que regula respeito dos ou-
impoato^lWivaaaea- trog objectos de consumo. ?
(Trocam-se alguna apartes.)
O Sr. Buarque :Mas se elle di lugar frau-
Um Sr. Daputado :O nobre deputado argu-
menta com os principios, sem se importar com
os factos.
O Sr. Buarque : Bu estou mostrando que a
commissao nao poda luslificar o seu proced
pc*te dave comprehende. um. pequena-parte do "iso aua 2\3TZ5l .'.11 nosf.olIereceu'
rdito, principio eate verdadeiro. digo, f.zendo go ."? 2Z2*lt labaC 6.[m* Uma
te imposto excepcao ao principio, nio poderia nd nu? rn. x-Pn C,pW' P*'1^-18'.
nobre deputado f.zer .pplicacao deste para sus- D0S," EilSS&V are?adsa0, d >-
tentar o procedimento da commissao. P nm* VSS^J^A "Za Jodlrecla Q6,le-
O imposto sobra legsoss a harineas, ataca ""s^ Deputado :-E porque forma essa ex-
eGectivamente a propriedade, como o nobr
depntado disse ; e assim deve elle ser eta
belecido. O estado, Desse imposto, partilha
do legado ou da berapca
ragula, aquelle que tem
xeficio de legatario ; esse;
(e lanzado aobre a propriedade, sobre o capital, e
tem por um diminu lo. Maa se o compararmos
not ao imposto aobre vendas, e que este laclo da- ad?an,e concind
da vendas disisrcadas : exactamente o que eu
digo, isto que o nobre deputado eotende que o
imposto sobre vendas, deve ser superior ao im-
posto sobre herancas e legados.
O Sr. Bario de Muribeca : Nao tenhor, est
cogaoado.
O Sr. Buarque : Ea nio estou engsnado ; o
nobre deputedo disse que o imposto sobre heran-
e a legados, devia ser reduzido a menos do qua
'"'o que pago pelas vendas...
**** io de Muribeca :F4io disse isso.
J** rque:O orcemento o prova. O im-
poete sobre legados, quanto foi reduzido pela
5mte*o? A 10 por cento. sendo e mi-
niaao de 5 por cante, creio eu.
(Ha um aparte.)
O Sr. Busrqae :E o impoalo sobre at rendas
de quanlo o T
tiim 8r. Depotado :Da 6 por cento
O Sr. Buarque :-Seade assim oio comprehea-
xnalhaatea argumento* para jestilkar asa proce-
0ayesi-ee apartes.
REVISTA DIARIA.
Na isssio de bontam da assembla provincial
(oi desempalada a emenda sobre exJTedieotes,
quanto a aeeretariado goveroo, aeado o resulta-
do da votacao em temido favoravel.
E' dispensado o iateraticio para entrar em 8"
discussio o projecto de orcamento provincial.
Em seguida entra em discussio o projoete so-
bre crditos supplemeotares, ao quai offerece o
Sr. Feoelon uma emenda complementar do pe-
dido, que havia sido restringido pela commissao
de orcamento.
E' votada a approva Ja, sen lo dispensado e in-
tersticio.
Entra em X* discussao o projecto sobre exerci-
cioa Hados, o qul approvado sem debate, sen-
do-lhe dispensado o Intersticio a pedido do Sr.
Sooza Reis.
Entra em i* discussio o projecto d -carnelo
municipal, e sendo offerecidas alguuaaf emenda
ao art. 2*. tema a palavra o Se Cintra cemba-
teodo a de que se uceupa do restabetecimeote do
numero de serventes e coveiros do cemiterio pu-
blico desta cidade ; e aeguiodo-aa lhe o Sr. La-
cena, juatiUca a emenia, de que m sigaata-
rio. ^
A emenda do Sr. A Leio ele vaudo a 12 o nu-
mero doa guardas muoicipaes corcbaii ja pelo
Sr. Cintra, o sustentada pelo Sr. Luiz Felippe.
E' approv.do o artigo, bem como ambas as
emendas referidas, inclusive ama oatra do Sr.
Lucena, que maada arrematar a obra do mata-
douro publico, depois de oreada e approvada pe-
lo presidente.
E* votado o art. 3*.
E' votado o art. 4, depois de algamas eonsi-
deragoes do Sr. Catanbo acerca da verba para
advogido, e de censuras as rauoicipalitedea do
Limoeiro e de Pesqneira.
Sao votados lodoa os demais artigos at o 28
iocluiivamente, tendo offerecidas algu mas emen-
das a alguna delles.
Eolra am discussao o srt. 99, sobre cujos g
sao mandadas algumas em-ndaa, das quaes urnas
sao approvada* e outras regeitadae; e eguiodo
o immedialo. approvado, bem como o additivo
offerecido pelos Sr. Joaquim de Mello Reg,
Witruvio Pinto Baodeira Torres BmJeira, que
maoda exapropriar o cemilerio da cidade de Ca-
ruar.
Votsm-se ot demais artigos com lgumas
emendas, inclusive duaa que mandam pagar des-
de j cusas judiciaes aos Ora. Francisco Oomin-
guea da Silva, e Francieco Leopoldioo de ut-
mao Lobo, e ao escrivio Francisco Joaquim de
Paula Clemente Esteves.
Alem das materias j dadas, compe-se a or-
dem do dia de hoje da 3" discussio dos projeetos
sobre creditossupplementares, orcamento pro-
vincial e municipal, e exercicios Godos; do
projecto n. 33, e poaturas dts cmaras desta ci-
dade e da villa de S. Dent.
Algumaa palavrat sao necessarias para il-
ustrar as pubhcaces, que se deram semana
oda acerca da queelao dos tachvgriphos que
apanham os debales da assembla proviocial.
Estando para este Bra engajado o Sr. L. A. de
Mesquita ralcao, pedio liceoca para uma excur-
eao fora deala cidade t e obtendo-a. atsigoou
lertoo avMal a ella deotro de sei. m.. M.
ee senhor assim o nio cunaprio ; deixrfd-ae fi-
car onde esteva por mais lempo que o perpiittido,
dando lugar a tirarem-ae precatoriae oarao qj
de rompelli-lo a regressar a este cidade. Este
regresso efectivamente se deu ; e propondo elle
entao uma modiflcacao ao seu contrato, antes da
reapectiva;deciaio, desappareceu o'aquiaem con-
senso, forcando por este modo ao emprezario do
Diario a solicite r nova precatoria, o a faze-la se-
guir para a Babia, afim de ser o mesmo 5r. Lalz
Antonio deMesquita Falcio constragindo ao cum-
primento do seo contrato.
Ora, estenio as cousas assim, estando ji aberta
a assembla proviocisl, que o Sr. Carloa Falcio
filho a'aquelle senbor, se obrigou a encontrar em
seu ordenado o valor preciso para o pagamento
do um tachygrapho que substiluisse a seu pai,
como consta do termo assigoado perante o Sr.
julz de paz desta freguezia de Santo Antonio, e
aim obieve acoucessio de permanecer aquelle
senbor onde se echa vara parte do correte aono,
como anda consta de documentos que foram pre-
sentes a commissao de polica, a que se acham
publicados em parte, cumprindo observar que o
valor eoconirado com o Sr. Carlos Falcio nio
corresponde aos servigos, que devia prestar o se-
nbor seu pai na presente sessio ; por quanto a
importancia por elle recebida para cada sessio
aonua superior a quantia encontrada.
~a ? 'onse'no ie qualificacao da freguezia de
S- Frei Pedro Googalves abri bootem a sua se-
gunda reuniio, devendo texta-eira 20 do cor-
rele ter lugar peraote elle a lospeccio dot guar-
das que requereram passagem para a reserva.
O Sr. capilao tenente Bonifacio Joaquim de
S"D'a Anns, commandanle do brigue escuna Fi-
delxdade, obUve do governo imperial dous meze
de licenga para tratar de tua taude na corte. Em
consequencia, passou o Sr. primeiro teneote
Francisco Romano Stepple da Silva issumir
temporariamente.o commando daquelle vaso de
guerra.
Nio tem fundamento o boato espalbade
hontem do naufragio do patacho que cooduzio a
companhia Bogers.
Movimeoto da casa de deten-So do dia 15
de junbo.
Existiam......359 presos.
a silencio da casa, paasarei
O com algumaa observoces
respeito do imposto sobre o algodio.
A nobre commiaio de orcamento pelo seu
orgao disse, que havia elevado o imposto do
algodio porque itio nao obstara ao progresio
dessa industrls.
O Sr. Bario de Muribeca :N'o disse, nem
poda dizer isto; diise que esta industria podia
supportar s imposicio.
O Sr. Buarque:E' a metma eoust qae eu
seibo de dixer.
Sr. presidente, se a nobre commissao de or-
namento nos tivesse demonstrado que o estado
deficiente dos cofre era tal, que ella via-se na
neceisidade de procurar, eolre todos ot produc-
tos, aquellos que na sua opiniio deviaun suppar-
tor maior imposto, anda qua recenbecesse que
esse imposto podia de alguma forma prejudicar
o progresEo da industria, talvez que nio ti ves-
sernos o que retponder-lbe, ou aquellos que a
interpellassam correriam na obrigacao de indicar
nobre commissao quaet at materias que po-
diam ter tobrecarregada da nova imposicio. Mas
nio, Sr. presidente ; a nobre commissao o que
tratou demostrar a esta cata, foi que o impoito
Tf.Birqs:-MM tajconUBui difleranca 5!.4,p2r i?\m f,lguma embacar o progresso
""*" flatit indutrlt. Mas, pergnnlo eu, por ventura
Eotraram......
Sahio.
13
1
A aaber:
Existem....... 370
Nacionaea.....
Estrangeiros ..
Mulberet......
Escravbs......
Escravas......
256
32
5
70
7
870
Total........
Alimentado a cusa dos cofres pro-
vincises.................................... 147
Movimeoto da enfermarla.
Tiveram baixa :
Justino Maooel da Cruz, nerralgia.
Vicente Muniz, bubio eypbilico.
Louraoco escravo de Jos Maooel de Barros,
constiparlo,
Jernimo eacravo de Joio Bernardo Ferreira,
cephalalgia.
Tiveram altas :
Raimundo dot Passos.
Lourenco Gomes dos Passos.
Manoel Gomes da Silva Jnior.
Rbpartiqao na polica.
(Extracto das partes dosdias 15 e 16 de ianho.)
Foram recolbidos cata de detencio do dia 11
do correte:
A' ordem do subdelegado do Becife, Firmino,
pardo, 18 annoi de idade, escravo de Pedro Jorge
da Silva Ramos, por andar fgido.
A' ordem do de Santo Antonio, ot pardot Clau-
diaoo Jote de Mello, da 21 tnoot da idade, pin-
tor, por briga, e Herculano, de 20 annos, eacravo
de Minoel AntonioGoncalvet requerimento das-
te, e a africana Mercellna, da 25 auno, escrava
de Rufina de tal, por embriaguez e haver resiti-
do pritio .
A' ordem do da S. Jet o porluguez Jote da
da Coila Gomes, branco, de 38 annoi eaixero,
por ter aido encontrado dentro da caa de Aoto-
Vicen Merino, branco, de 30 annos, ginbador
por embriaguez e resistido prlsao.
A' ordem do da Magdalena, Justino Mtnoel da
Crux, pardo de 36 aonot tem oCQcio, por desor-
den) e insultos.
Dia 15
A ordem do tubdelegado do Recite o ioglsz
Antony Currl, braseo de 92 anuos, marujo eo
pardo Gsspar Clsudioo de Fraoca, da 29 annos,
pedreiro por briga embriaga ; aaaim como
Malaquia. tambem pard, de S aaaaa eteravo
de Hara Jos de Monea, for andar (agido.
A' ordem do de Santo Aotoalo. o africano Ba-
aedicto, da 30 annas, escaaso as joia Baplista de
Si, por desordem ; a crieaia Marte Joaquina dos
Prazerea, e os pardo Francelioa Mara Joaquina,
de XI annos coslureira ; Jos Peraira doa San'
te, de 85 aonos, criado a Martiniano Franeitco
de Lima, de 20 anoos, martimo, todos por briga.
A' ordem do da S. Jos o crioalo Lonreoco, de
28 annos, escravo de Luiz Antonio de Freitat,
per deanbadieoeia.
A' ordem do da Magdalena, Maooel Joaquim
Ferrelra,crloulo,30 da anooa, dado agricultura,
por luipeila de ser escravo, e Jos Francisco dos
Aojos, pardo de 35 annos, servente, por de-
sordem.
K' ordem do depositario geral, o efioulo Joa,de
20 annos, escravo de Francisco Affeoso do Reg
Mello, por iosubordtoaclo.
O chete da segunda seccio,
A G. de Mesquita,
Matadocro publico :
Mauram-sa para o consumo deste cidade no
dia 15 do correte91 rezas.
No dia 1691 rezos.
Obituario no da 15 de jusiio, mo cemiet-
aio publico :
Mari., Parnambaco 22 das, S. Jos ; eepeeme.
Laurinla Umbeliua de Mello, Peroambuco,
Santo Antonio
20
tubrculos
annos, solteira,
pulmonares.
Lulza Mam dos Santos. Peroambuco, 45 annos,
Recite ; bexigas.
Gullherme, Peroambuco, 4 meses, Boa-Vista :
tnterter.
Claudiaa, Pernambaco, 7 mezes, escravo, Boa-
Vista ; varila.
Antonio Jos da Silva, Peroambuco, 29 aonos,
aolteiro, soldado, Bos-Viata ; varila*.
Pedro de Alcntara, Babia, 37 annos, solleiro,
soldado ; Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Aona, Peroimbuco, 10 mezes, S. Jos ; sa-
rampo,
Domingo Jos, Peroambuco, 50 aonot' tolleiro,
S. Jos ; cholera.
Dia 16
Laura, Peroambuco, 1 anuo, S. Jos ; interile
Fausta, Peroambuco, 2 auno, S. Jos ; cho-.
lera.
Francisco, Peroambuco, 3 mezes, Sante Anto-
nio ; ferida [na bocea.
Antonio Peroambuco, 15 mezet, Santo Antonio ;
sarnas.
Sebaaliao Teixeira Lima, Peroambuco, 36 aonos,
solteiro, Santo Antonio, febre perniciosa.
Vicente, Peroambuco, 5 meias, Sao Jos, es-
pasmo. .
Rogarlo Correa da Silva, Parnsmbuco; 48 anuos,
casado, Sao Jos, iemorrogia pulmonar.
Estevao Vidal. Hspanha, 32 annos, catado. Boa-
Vista, febre amarella.
Vlctorioa Mara da Conceicio, Peroambuco, 38
annos, solteira, Sao Jos, bydropericardite;
Manoel, Peroambuco, 61 aonos, solteiro, escravo,
bronebite.
Antoolo Fraoklin do Reg Barros, Parahiba, 25
anoos, solleiro, Boa-Vala, hemorrhagia ute-
rina-
Publicares a pedido.
ELEIQO
Dosjuizes, juizas e mais me-
sa rios que teem de festejar
o glorioso Santo Antonio do
arco da ponte do Recifa, no
aanodel863- ..
Juiz por eleicio.
O Illm. Sr. Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao.
Juiza por eleicio.
AExma. Sra. D. Antonia Amalia da Cunha Barros.
Juiz pordevocio.
O Illm. Sr. AotooiO Correia de Vatconcellot.
Juiza por devoeio.
A Exma. Sra. D. Amelia Deolinda da Silva Fi-
gueiredo.
Escrivio por eleico.
O Illm. Sr. Joaquim Vieira Coelbo.
Escrivia por devoco.
A Exma. Sra. D. Mara Candida dot Santos
Neves.
_ Thesoureiro.
U Illm. Sr. Joaquim Lupea da Coila Maia,
Procurador geral.
O Illm. Sr. Custodio Jos Alves Guimaries.
Mordomoa.
Os Illm. Srs. :
Jos Joaquim de Faria Machado.
Christovio Pereira Gomes.
Joio Jos Marques.
Autonlo Googalves de Oliveira.
Antonio Doarte Carneiro Vianna.
Maooel Csrdoao de Souza.
Fraociseo Jos Coelho.
Jos Antonio de Araujo e Souza.
Maooel Jos Machado.
Manoel Jos de Souza.
Francisco Jos Leite.
Antonio Augusto dos Santos Porto.
Jos Marques dos Sanios Aguiar.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Antonio Francisco Pereira de Lyra.
O vigario,
Venancio Henriques de Resende.
COMMSKCIO.
llandega,
endimento do da 1 a 14. .
dem do dia 16 ,
2317071673
16.0311997
247:739*670
Movimeoto ala alfandcg*.
Velumas entrados com faiandas.. 284
t Velamos
a
tahidot
>
com fazendat..
com enero..
433
39
111
^=- 150
DescarrsMm no dia 17 dejuoho.
Barca ioglezaEliza Handamarcadorias.
Barca inglezaSuterdem.
Barca ioglezaLinda carvio.
Palacho_ioglezFlorestferrsgens.
Brigue italianoEvelioapedra.
Brigue italianoDaioodem.
Importa^o.
Bergantim ingles Floritta, vindo de Liverpool
consiguado a Ilenry Gibsoo, manifest o se-
guinte :
9 caixaa fazendas de algodao, de lia e dito,
brim de linho. carnizas, luvat e roopat; a Wild
& Just.
5 calxat e 1 fardo fazenda de algodio e tape
tei ; a Joio Keller & C.
- 15 fardot e 3 calas fazenda de algodio ; a
Adamson Uowie & C.
1 caica meiaade algodio ede seda ; a Isidoro
Halliday & C.
7 caixaa fazeodaa de lia o algodio ; a Henri-
que & Azevedo.
5 ditat fasenda de linbo, da algodio, de lia e
dito cbapoa da aol de algodio ; a Raba Scha-
mettau A C.
202 caixaa a 9 fardot fazendat de algodio, de
linho, meiat de algodao, chapeos de feltro, etc.,
18 toneladat de carvio de pedra ; aot consigna-
tario.
60 barricaa cerveja ; a Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva &Georo.
1 calza cordio de algodio ; a Mello Lobo
& C.
1 dita tinta de etererer, 82 ditat e 82 fardos
fazendat de lia, cobertorea de dita e fazenda de
algodio: a Arkvrright 4 C.
W gigos e 1 barrica louea, SO aMta barr Ib a
22 calza e 3 fardos fazenda de algodio, de la,
100 aseos arroz ; a ordem.
8 fardos fazenda de algodio ; a N. O. Bie-
ber&C.
1-engenho completo para assaeat cosiendo 2
analos, 8 Cyliodros com eixos e rodas, 3 ditas
grandes, A cisterna, 2 mezas e 2 calzas, ata. ; a
S. P. Johnston & C.
1 caixa prezuntos, 6 ditas e 20 pacotes machi-
nismo, i caldearas, 2 chapas, 4 rodas e 2 chami-
ces; a G. Pakhatt.
2 ama chl ; a M. J. G. da,Poete.
17 fardo fazendat da alodio, 15 aaixat miu-
dezas : a Jama Crabtrae & C
1 caita biscouios ; a F. J. Lell.
1 dita fatenda da lia e algodio; a Domingo i
Guimarie d C.
7 ditat palitos de fogo; a Ferreira & Martina.
1 dte fazenda de linho ; a Soathall Mellon
A C.
SO ditat e 1 fardo fazenda de linho, de laa e
algodio, peitoa de camisa, etc.: a Auguato C. de
Abreu.
Barca iogleza Linda, vinda de Liverpool, con-
aigoada a Rolhe & Bidoulac, manlfeatou o ae-
guate ;
390 toneladat de carvio|de pedra ; aot meamot.
Exportado
Do dia 16 de juoho.
Barca ingleza Miranda, para Liverpool, carre-
garam :
Patn Nath & O, 1,400 saccot com 7,000 ar-
rrobas de atsucar.
Sauodera Brothers & C.,L1,550 saccot* com
7,750 arroba de assucar.
Barca inglesa Queen, para Liverpool, carre-
garam :
Johnston Paler & C, 1,778 taceos com 8,896
arrobas de asauear.
Barca portugueza Sympathia, para o Porto,
carregaram :
Joo Pereira da Cucha, 10 harriquinbaa com
22 arrobas e 15 lilras de assucar.
Bailar & Oliveira, 45 couroa salgados com 900
libras.
Brigue brssileiro Memagtiro, psra o Rio da
Prata, carregaram :
Amorim S Irmos, 400 barricas com 3,020
arrobas de assucar.
Brigue italiano Daino, para Genova, carre-
garam :
Batios & Lemos, 40.000 chifres.
Patacho italiano Evelina, para Gilbratar, car-
regaram :
A. Muniz Machado, 600 saceos com 3,000 ar-
robas de assucar.
Heeebt3dorla de rendas Internas
iceraea de Pernambaco.
Rendimento do dia 1 a 14. 17:4825585
dem do dia 16......2.-016911
19:t99&496
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 14. 48:7602218
dem da dia 16......; 6:258j880
55:019(098
Movimento do porto.
filaviot entrados no dia 16.
Rio de Janeiro17 diaa, barca portuguesa Flor
de S. Simo, de 396 toneladas, capilao Do
mingos Pereira Lima, equipagem 18, em lastro;
a Carvalho & Nogueira. Veio receber ordena
e aeguio para a Parabyba.
Terra-Nova33 diat, patacho inglez Busy, de
170 toneladat, capilio Hanry Waltars. equipa-
gem 8, carga 2.692 barricas com bacalho ; a
James Crabtree & C.
Observaba.
Nio houveram sahidas. Apparece a leste dous
navios.
estrada dePrsmirlm, tol traniferida para o
da 26 do crranle.
Secretaria da iheeouraria provincial da Per-
oambuco 13 de iuahe de 1W8.O secretario,
-, Antonio Ferreira da Annunchcio.
lonselho ecoiomic do batalio de in-
fanta Han. 9.
Semeitre leguodo de julboa dezambr de i862.
rreciia taeemo cooelho contratar para tua
pracea arraniada ot generot aesuiotes :
hA""4!! br'?2 de,C4.ro?(>. os pilad, azeite
doce, caf em rio, (ar.nba de mandioca, feljio
preio oo mulalioho, maoteiga irancez, toacinbo
de SmIm, Lisboa ou da terra.'vin.gre de Lisboa,
bacalhe. carne seeca, carne verde, leohs em
acaas, pace d qua tro e aeis eneas : as bases do
contrato serio spreseotadas pelo eonaelho na
respectiva secretaria pelas dezhoras em ponto da
manis, sem mais espera, para o qu convida a
concurrencia doa teohoraa negociantea, como tees
conhecidos, e que se obriguem a forneeer todot
ot gneros, meaos pies qoe de ramo diverso
de boa qualidade.
Quartel na cidade 4o Recite 14 de juoho da
1862.O tenente sacreistio. Jote Fraacitco de
Moraes Vaaconcellos.
Por esta subdelegacia se faz publico que a
acha depositado um bol, o qual lhe foi entregue
pelo fiscal da freguezia, dizendo-lhe o terremet-
iido o subdelegado da Passagem ; vista do qu
quem se julgar com direito comparece, 1"e Plo-
rando, lhe teri entregue.
Subdelegada do 1. districto doa Afogados 16
de juoho de 1862.O subdelegado I.* aupplente,
Joa Buarque Lisboa.
Butalhao d2 artilbaria r pe n. 4.
O conselbe econmico ceatrata para o fornecl-
meoto de anas pracas durante o 2. semestre do
correte anno, os gneros alimenticios seguintes;
arroz pilado, atsucar mascavioha refinado, azeite
doce, bscslhio, carne ecee, dita verde, caf, fa-
rinha, feijao, lenba, maoteiga franceza, piea de
6 ancas, dito de 4 oocaa, sal, touciaho e vina-
gre ; os dito geoeros devem ser da primeira
qualidade, e quem oa qalzer forneeer, pode apre-
sentar aa suas propoataa na secretaria do batalhao
at o dia 25 do correte, pelas 10 boras da mi-
ubis.
Quartel na Soledade 16 de juoho de 1862.
Jos Joaquim Ferreira de Paira.
2.* lente agente.
Directora das obras militares
A directora das obras militares necesaite com-
prar biombos para o hospital militar : qaem o
quizer vender aprsente suas proposlat na dita
directora, am qualquer dot das 17, 18, 50 e 21
do correte mes.
Directora dat obras militare! de Peroambuco
16 de junho de 1862.O escripturario,
Joio Monteiro de Aodrade Malvina.
Correio geral.
Relaco das cartas seguras existentes
na administraco do correio para os
senhores, abaixo declarados.
Antonio Nobre de Almeida.
Dr. Demosthanet da Silveira Lobo.
Firmino Theotonio da Cmara Santiago.
Joaquim Ribeiro de Souza Froes.
Joio Marcos Fernaodes Pereira.
D. Lauriaoa.
Dr. Lncaa Malheos Monteiro.
Manoel Jos de Siqoeira Pitsnga.
Dr. Salvador Pirea de Carvalbo Albaquerqae.
Saluitiano Jos de Lima.
Kditaes.
O Dr. Triitao de Alentar Araripe, oficial da im-
perial ordem da Rota e juiz de direito etpecial
do commercio desta cidada do Becife capital da
provincia de Peroambuco a sea termo por S.
M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
guarde etc.
Faco saber aoa qoe a presente carta de editoa
virem edella noticia tiverem, que por parte do
presidente e directores da caiza filial do banco
do Brasil me foi feit a peticao do theor, forma,
modo e maneira seguinte:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio. A direccio
da csiza filial do baoco do Braail nesta cidade re-
quer V. S. que se digne de admitli-la a justifi-
car a ausencia de Silvestre Lins de Barros e Jos
Victorino de Paiva, que se acham era lugar nio
sabido, afim de responderem aos termos da ac-
co de letra que a supplicaotelhes propozera e s
outros, requer i V. S. que justificada e julgada
por sentenca se passe carta de editel para por el-
la serem os sappllcados citados para todos os ter-
mos da accio e sua ezecucao com a peca de re-
velia.Escrivao, Manoel Mara.
Pede i V. S. deferimenlo. Espera receber
merc.Procurador, R. J. Barata de Almeida.
E mais se nao contioba, e nem alguma outra
cousa mais se declarava e moslrava em tal peti-
cao, na qual dei o seguinte despacho:
Sim, marcado o dia 28 do correte mez. Be-
cife, 23 de malo de 1862.Alencar Araripe.
Nada mais se contiena em tal despacho, por
torga do qual se fez a distribuiQao do theor se-
guinte:
A' Manoel Mara.Oliveira.
Nada mais se contioba em dita distribuicio
aqu transcripta.
E tendo a sopplicante produzido suas testemu-
nhas, que decliraram a ausencia dos supplicados
ero lugar nio sabido, sellados e preparados os
autos, subiram minha conclusao, e nelles dei a
sentenga do theor seguinte :
Hei por justificada a useocia de Silvestre de
Barros e Jos Victorino de Paiva, que se mostrou
eilarem em lugar ncerto ; assim mando que se
faca a ctagio edital com prazo de 30 das na for-
ma requerida, pagas pela justificante as cusas.
Recite, 2 de junho de 1862. Tristio de Aleo-
car.
E mais te nio continha em dita sentenga aqu
transcripta, pelo qual o escrivao que etta aubt-
creveu a fez pasaar com o prazo do 30 das, pela
qual chamo, cito e hei por citados os referido
supplicados para qae comparecam neste jaizo
dentro do mencionado prazo, afim de allegaren)
sus defeza pena de revelia.
Portento qualquer peatoa poderi tcientifica-lot
de tudo quanto tica dito.
O preiente aeri publicado pelos jornaes e afil-
iados nos lugares do eslylo.
Recite, 3 de juoho de 1862, quadragesimo-pri-
meiro da independencia e do imperio, do Brasil,
Eu Manoel Marte Rodrigues do Naicimento.
escrivio, o aubscrevi.
Tristio de Alencar Araripe.
Pela intpeegio da alfandega ae faz publico
que no da 18 do correotelmez, i porta da metma
repartirlo, e depoia do meio dia, te bio de ar-
rematar 460 garrafat de carvej contendo 115
medidas, valor da medida 810 ra. total. 968600;
955 garrafas vastas de vidro escuro ordinario, pe-
sando 1,750 libras, valor da libra 60 re. 1159500,
viodaa de Briatol pelo navio ingles Silvan, entra-
do em 13 de maiodo correte anno, e abandona,
das aos direitoa pelot negociantea Tysiet freres,
sendo a arrematado livrede direitoa ao arrema-
tante.
4* aeccio da alfandega 16 de juoho de 1862.
O Io escripturario, Firmino Jote de Olivairt.
Dftciarato^s.
Pela recebedoria de rendaa ioternaa geraea te
faz publico que neste torrente mes te finda o
praso do pagamento, sem multe, do segando se-
mestre do exercicio correte dot leguiotet im-
pottot, decima addicional de mio-morts, impos-
to de 20 por cento obre lojat, dito etpecial so-
bre caas de movis, roupas fabricadaa em pait
eslraogeiro, e que do 1.* de julho em diante se-
rio pagos com a multa de 3 0[0
Recebedoria de Peroambuco 0 de ianho de
1862.O tdmioittrador,
Manoel Carneiro de Sonta Lscerda.
Pela thetouraria provincial te faz publico
que a ariemttacio dot reparot do aillo o. 1 da
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COIPANHIA LYIUC*
DB
G. M \lYii\ AT\GELI.
12.a Recita da assignatura.
O etpectaculo annunclado para o dia.17 lera
lugar no da 18, por ser vespera de dia tanto.
N. B.Sao convidados os artistat da compa-
nhia, que vencem oa ordenados no dis 17. e qae
devem receber algum saldo, de virem HOJE ao
meio-dia, no escriptorio do iheairo.
G. Marinangeli.
Avisos martimos.
Para o
Rio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro
seguir com toda a brevidade o brigaa nacionsl
Marques de Olinda, de primeira marcha, tem
ji prompta a maior parle de seu carregamento:
para o restante trata-se com Maooel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo da Corpo-Santo
n. 19.__________________
Maranho e^ar.
O patacho Paulino segu em poucoa dias, tem
mil barricas de assucar tratadas, para o reato
trata-se com os consignatarios Marques, Barros &
C, largo do Corpo Santo o. 6.
Rio de Janeiro
Pretende seguir coas muir brevidade para o
Bio de Janeiro oveleiro e bem eoobecido brigaa
naciooal Almiranteo; tem parte de teu carrega-
mento prompto ; para o reito qae lhe falta, tra-
ta-te com ot teus consignatarios Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra da Crus
numero 1.
Para Maranho e Para.
pretende seguir com muite brevidade o velelro a
bem conhecido patacho nacional aEmulacio, ca-
pilao Antonio Gomes Pereira, tem porte de asa
carregamento prompto ; para o resto que lhe fal-
te, trata-ae com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C. ao sea eaeriptorio
ra da Cruz n. 1.
Rio Grande do
Sul,
O patacho nacional Palma aegue com toda a
brevidade portivel por ter a miior parte do tea
carregamento ji prompto, e receba o reato da
carga por frete mdico : trata-te com Billar at
Oliveira. rea da Cadete n. 12.
Aracaty
Segu no dia 20 do correte o palaabote aSan-
tt Cruza, recebe carga a frata; a iratar cem Caa-
t.no Cyriaco da C. M. & Irmio, no lado 4o (o-
po Santo d. 23.


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AMO M MMMBCO Yffl^A Rl 17 JWWO W im.
Rio de Janeiro
ages eaoa bravl'arla o palhabota tPled.de, re-
Vn urfia,tr^"-' a trt Ceetano Cyriaco
Ja o. g Irmo, notado do Corpo Santo n. 18.
Baha
Sega MsUa das o biate Santa Rila, recebe
r u V tr,Ur *oin Castao Cynaco Ha
C H' & Irmao, lado do Corpo Sanio a. 83.
> Tara o Ro de Janeiro, recebe um reato da
carga afrete a barca braaileira Conceigao : a
tratar no eacriptorio de Amorim Irmaoa. ra da
Cruz n. 3. .
MD1JI
Janeiro.
O brigae nacional Deolinda aegue com tre-
vidade, e receba alguma carga a (rete : trati-se
om os consignatarios Marqaes, Barro & C. lar-
o do Corpo Santo n. 6.
Para
Rio de Janeiro,
segu cono toda brevidade a liada e veleira barca
nacional Ira, de primeira classe, capilo Gaa-
par Leita de Parta, a qnal tem parte de sea car-
regamento prompto : para o resto, trata-se com
o seas consignatarios Aranaga, Hijo & C. ra
do Trapiche Novo n. 6.
Porlo e Lisboa
Segu brevemente a veleira barca portagueza
Sympalha, por ter >aa carga, parte a bordo
parte engajada ; para o restante e paaaageiroi.
trata-se com Bailar & Oliveira na ra da Cadeia
da Recite n. 12.
M
A
Metade do sitio com cata de vivenda
(norg) no lugar do Pere freguezia
de Afogados.
SEM LIMITE.
Sendo metade a dlnheiro e metade a
prazo.
O agente Gunares autorisado pelos proprie-
l*tA* llft ltif\ M<-m* a... A i----- J ------I.* -*
:_____j_
-.-
- Jos Ribeiro de Vasconcellos Jnior a Cae*
tao Pareirs de Brito rogam aos amigos do padre
mestre ex-provincial do convento dos religiosos
Carmelitas nesta cidade, Fr. Joo da Assumpcao
teriee"do sitio com casa'deviVenll'n'lug'ar'aci- "<. fallecido no di. 17 domes altime em
ma declarado, fara latino naln maior n, nu. *"-. P aasistlram a urna musa que, pelo
ma declarado, far letUlo pelo maior prego que
poder obter, sendo a casa a pouco edificada de
gosto moderno com commodos para qaalquer
familia por grande qae aeja pois tem 2 ptimas
salas, 4 qn.rtos, dito para dispensa, cosinha tora
espscosa, cocheira, estribarla para 3 ou 4 cival-
los, cacimba ji principiada d'agaa doce, sitio
com grande exteogao com muitis arvores frac -
Ufaras e quasi todas novas em cujo reside actual-
mente o Sr. Jorge Nasbit: em seu escriptorio i
roa da Cadeia do Kecifs n. 3, primeiro andar,
pelas 12 horas do dia.
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE.
Para qualquer informadlo devera o entender-
se, om a referido agente.
LEILO
DB
3 vaccas de leite.
O agente Pestaa por conta de quem pertencer
vender eos leilo 3 vaccas com has maito boas
de leite : tere-(eir 17 do corrate pelas 12 ho-
ras da manhaa no largo da alfanleg..
LEIUO
DE
Dividas,
Segunda-feira 16 do corrente
a 1 hor* da larde.
O agente Pinto lev ir novamente leilo as
dividas activas da massa fallida de Jos Antonio
Soares de Azevedo, servindo de base o maior pre-
go offerecido, por assim loe haver determinado o
Illa. Sr Dr. joiz especial do commercio : a 1
hora da tarde do dia quarta-feira 11 do cor-
rente.
Aviso* diverso*.
GOIPAMU RIUIBIJCaIU
M
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio-Grande do Norte, Macau,
Aracaty e Cear.
O vapor Iguarassua, commandante Vianna,
aahir p.ra os portos do norte at o Cear no dia
l do corrente s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 18 ao maio dia. Eocommendas pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sabida s
2 hars. Escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
COMPAWIA PERIM1BUC4IM
DB
JVavegaco costeira a vapor
Macei pelas escalas
0 vapor cPersinanga, commandaHe Moura,
ahir para.os portos do sol tocando as escalas
no dia 10 do corrente, as 4 horas da larde.
Recebe carga at o dia 18. Encommendas,
passageiros e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da ao meio dia: escriptorio no forte do Mallos
n. 1.
GRANDE
Laboratorio a vapor
Roupsi lavada je engommada
de Ramos A Pimentel.
Os donos dos nmeros abaizo mencionados
podem mandar bascar as roapas lavadas qae es-
to promptas: 152,123,141, 138. 160, 149,146.
1S6,100,119, 5, 10,93, 6, 25, 86, 31. 40, 20,
58
LOTERA
Rio de Janeiro
O brigue nacional Alfredo, aegae com brevi-
dade o lem meiocarregamtnto tratado : para o
reato, tr.ta-se com os consignatarios Marques,
Brroa& C. largo do Carpo Santo n. 6.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
f AOOETIS A U9M.
At o dia 23 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capitao-teoente Joa Leopoldo ce Noronha
Torrezo, o qual depois da demora do costume
aeguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
ri ser embarcada no dia de sus chegada, en-
commendas e dinheiro a frete at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Aolonio Luiz de Oliveira Azevedo
&. C.
!<*ilde.
LEILO
DE
, pannos avadados,
A 17 do corrate.
O agente 01ivera|fara leilo por conta e risco
de quem pertencer, de am fardo de pannos super-
finos, avariados a bordo do navio DOROTHEA
Capito J. Bonn, na sus ultima viagom proce-
dente de Hamburgo para este porlo ; e ns mes-
eta occasiao aero vendidas a prazo do estylo e
a precos razoaveis, porg&es de pegas de groado-
nsples, setina, sarjas, corles da colletes e grava-
tas de seda, lencos de algoa&o, tiras bordadas e
ntre-meios, e outras fazenda. proprias do mer-
cado :
TERC\FEIRA. 17
do corrate, ao meio-di em ponto, no seu es-
criptorio, ras da C.aia n. 62 primeiro andar,
por cima de ramees do Sr. Heory Giba on.
LEILO
400 a 500 saceos
com feijao preto
O agente Fartene vender sem os vida de 100
568 ateces eom feiao preto para &,,* eoUt
ana aasoa maii latea a voatae
do crranle pelas 10 horas da n...
do armazem do Sr. Aunes defronte aa
SABBA.DO 21 do corrente se devera
extrabir impreterivelmente a terceira
parte da segunda lotera a beneficio do
Gymnasio Pernambucano. (terceiracon-
cessao) no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario de Santo Antonio. Os bilhe*
te* e meio* billietes acham-se a venda
na respectiva thesouraria ra do Crespo
n. 15, e tas casas commissionadag pra'-
9a da Independencia n. 22 toja do Sr.
Santos Vieira, ra dalmperstriz loja de
ferragens n. 44 do Sr. Pimentel, ra
Oireita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia doRecife loja u. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at as de 10$ se-
r5o pagas urna hora depois da extrac-
cao, e as outras, pore'ra, no dia inme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.

aj Urna pessoa com baatante leite e sem fi- %
% lhos se offerece para amamantar urna crian- fj
9 c> em sua casa: quem precisar annuncie.

GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos t Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rele-
vantea servigos seas freguezes pela promptido
e perfeigao com que lava a roupa sem a estragar
PKEgOS.
Roupa sortida (embora nao venham meias nem
lencos] 40 rs. por pe$a.
Tegas grandes isoladamente 100 ri.
Roupas de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doeote de familia que nao fregusza
a 120 rs.
Urna rede ou cortinado do cama ou varaada
a 500 rs.
O prego dos engommados mdico e confor-
me as pecas, como coila mam fazeras engomma-
deiras. 0 praso da entrega da roupa lavada
8 dias, e engommada 15, sendo qae maltas vezes
est prompta antea do praso. Deposito na ra
Nora.
Alaga-ae am preto do 20 snnas, para serri-
fio da alguma taca de familia ou eaalqaer carro,
menos padarii, na.ra Direita n. 95 ; tambero se
informa, para quem preciaar comprar urna dai
melbores libere.a na raeaaa raa. souilo afregae-
zeda, tanto para o mato como para a trra, e se
faz negocio a vontade do comprador, pela rezo
do dono nio querer mais taberna, e tomar oatra
industria.
eterno descanco do rnesmo, pretndeos mandar
dizer 00 dia 17 do correle pelas 7 horaa da mi-
nhia. na igreja do Carao.
Aluga-oe urna casa ns Passigem da Magda*
lena, com 2 salas, 4 quartos, sotao, 2 eamari-
nhas no mesmo, eozlnha lora, quintal murado,
ptimo banbo no fando ; aa peaaaa qae prelen-
derem. dirijan-se a ra Direita n. 3.
Defoar Joao e sua mulber Lucia e um fl-
Iho menor, retiram-ae para o Rio de Jauairo.
Avieo aos Srs. de engenho.
Um homem casado, que tem estado na Franga
ha mais de 10 annos, ae offarece a ensinar prt-
meiraa letras e francez.a sua senhors, costara
prlmeiras tetras, pela pralica qne jl lem do. ter
entinado em alguna engenboa desla provincia :
quem precisar, dirija -aa ao segundo anear do so-
brado da ra do Ltvrsmento o. 31, que ochar
com quem tratar.
Precisa-se alugar um prelo para iodo o ser-
vigo de caaa ; na raa do Livremento n. 31, se-
gundo andar.
Agencia Fluminense
CASA DE
CA1MISS0ES e consignares
DB
Arthur Marte C.
RIO DE JANEIRO,
Aua da Aifandega numero 62.
Reoeben am consignaco toda o qnitquer nrer-
cadoria, podeodo o commilente sacar a metade
da importancia de ansa facfara a 60 dias de
vista.
Cncarregam-se de representar qualqaer casa
commerciai como agentes, atstm como de ven-
der e alugar esersvospagando os alegotie adian-
tados sem perda de dias. comprar o vender casas,
chcaras o qualqaer ettabelecimentos commer-
ciai, fabril ou agrcola, cobraoca de dividas e
herancas lomando a aeu cargo o remellar em
qualquer lagar qae ae lhea designar as quantias
cobradas.
Tiram diplomas, cartas imperiaes e toda e
qualqneT certidao.dao meladas, pagam pensos
de collegio e compram bilhetea de lotera.
- Os proprietarios deste estabeleciment garan-
tem a todas aspesaou que a digsarem hnra-
los com anas ordena, qaeeanpregaro toda aclivi*
dadenecesasria, aBaa de ebtec ao mais breve
lempo poseivel oa interesses de seus commilten-
tes, e que encontrarlo em todos seus actos, leal-
dada e pontoaiidade, que convem a todo o com-
merciaote que preaa sua repaiaco e que deaej*
augmenta-la.
Todas as pessoas qoa quizerem honrar os an-
ouaciantescom alguma ordem, podem selles se
dirigir directamente com toda conflaoga.
Alugm-se as casas terreas n. 1 e 7 da ros
do Hospicio : a tratar na ra do Encantamento
n. 13.
K9B M5Mata* eKMSaKMBSMK
11 ni pena I Instituto doi
Bom ConseUii.
Precisa-ae de nm bom coainheiro.
mmm mmmmxn mmm*
Precisa-se de um forneiro e nm amassador
que saibam desempenhsr o fabrico da arta de f-
aer po : na ra larga do Rosar o n. 16 pa-
d.rla.
Prectsa-se da 3:0C)$ a prsmio, garanliodo-
se com urna propriedade nesta cidade ; a quem
convier annuncie para ser procurado._______
Precisa-ae ae um Dom coznneiro oa ama
boa cozinheira, e tambem para tazer as compras
na ra, sendo escravo preferido, a aeodo capaz
pag.-se bem. T.mbem preris.-ae de urna bo.
costureir. e engommadeira, na mesma casa n. 4i
da ra da Cruz do Recit.
Ra Novan. 32
casa de madama
Theard
Alm de outros muitos objectos de moda para
seoboras e meninas, receben ltimamente e x-
cellentes chapeos de palha de Italia, gosto Ama-
zonas, a Travistas. Addaluz e Beatriz, ditos de
palha branca e de cores, dos gostos cima ditos,
ditos de feltro, dos gostos j indicados, dito de
palha branca e de cores escoras para meninos e
meninas.
Recebem-se flgurinos todos os mezes e faz-se
com perfeigao vestidos, capas, manteletes e ves-
te arios para meninos se bsptisarem.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino eatrangeiro qne se
queira dedicar ao commercio, em casa de Ferro
& Maia ra do Queimsdo o. 10.
Entulho gratis.
D-se urna porgSo de entalho, e callea a quem
precisar do mesmo, para atierros etc. mandando
buscar em c.rrogss, oo principio da roa do Ga-
rarapes, ao p da intendencia de marinha ; diri-
jam-se reflnagao na ra do Pilar n 118.
Na ra do Livramento o. 38 primeiro andar
precisa-se fallar ao Sr. Autonio Pergontioo Mo-
reira de Souza.
Arrenda-se um sitio em Par-
nameirim
com casas de moradia, cocheiraa, feilor estri-
bara, alem de outras comtnodidadea e boa visi-
nhanga.tem cepim diario para 4cavallos, coquei-
ros, e multas outras arvores de Iruto eatilidade,
faz-se o arrendamento por um ou mais annos, e
com condigoes vantajosaa : trata-ae no largo do
Panizo, o. 24 com S. A. Peres.
Preciaa-8 ae am caixeiro de 16 a IS.nnoj,
daases chegadoa ha pouco do Porte, ainda qoa
nao jaiba 1er : a tratar na ra de Imperador, toja
a. x4, aa dir quem raer.
Aluga-ee om molaque para criado : quam
I8r' diriJ***e ,a* 0B Penha n. 1, primeiro
Na ra do Imperador o. 75, Urceire *^t,
precisa-ae de ama ama qae cottahe e tompre
bem.
Francisco Dragn,
Europs.
subdito francas, vai i
Ainda se roga ao Sr. etudas te
que lera recibido Diarios com ono-
me de Daro Fortuna, desde o anno
pajsado, e nao tem pago, fazendo'ul-
timamente mudanza da entrega para a
manffi*na p,oruruaBeUa tfue m"nde 1**5** *W&M
onte-Ba alfandega. 'tura, alias se publicar seu nome.
Attestado
Rheumatismo muito agudo em urna
perna.
Eo abaixo assignado nltesto que tendo aido ata-
cado pelo espago de 4 anoos de om rheumatismo
muito agudo em ama peraa, aam querer obedecer
a immensos remedios qae achei, finalmente diri-
i-me ao Sr. Ricardo Kirk, escriptorio na ra do
Parto o. 119, o qual me applicou as suas chapas
medicinaos, e logo no espago do 15 dias obtive
melboraa que j pedia andar, o qae me era im-
possivel faier antes. Agora esloa livre das do-
res sgudissimas qne soffrie meachoperfeitamen-
te bom.
m teslemooho da verdade lhe pasio o pre-
Manoel Joa Pereira da Ponaaca.
Recooheeida verdadeira a assignatura aupra
pelo tabetpo.Pedro Jos de Castro.
Irmandade do Senhor dos
Passoi.
A mesa regedora dairmaodade do Senhor Bota
Jess dos Passos do Recife. convoca a mesa ge-
ral para o dia terga -feira 17 do crrante, aa 4 ho-
ras da tarde, afim de so approvar o proieato do
compromisao. RacUo 14 da jaabe da 1869.
Oclavlano de Senna Frnga,
EscrivSo.
Perdeu-se
fa de ouro na sexts-feira 13 do cor-
-ido pela ra das Aguas-Verdes at a raa
ae nortes: quem a achou dirija-so a rus de
norias o. 15 que ser generosamente recompen-
saoo.
0 advogado
Innocencio Serfico de Assis
Carvalho transferio o seu escrip-
torio para a ra do Imperador
outr'ora do Collegio n. 50, pri-
meiro andar, onde pode ser
procurado para os misteres de
sua profssao desde as 9 l|2 ho-
ras da manhaa at as 3 horas da
tarde.
Casa para alugar.
Alaga aa ama casa na C'punga-nova, roa das
rornambucanas, com commodoa e bem tratada
com um grande quintal lodo murado, baalaote
arToredos, cacimba tanque; o aluguel bara-
to
na ra do Imperador n. 46.
.letandnna Rtia do Amparo Costa,
Antonio Gongalves Costa, D. alaria Rila da
C isla Bailo e Jnstioiano de Albuqeerque
Bello, mulher, irmo, ttlba e georo do fi
nado Francisco Gongalves Costa, veem, por
meio deste annuncio teslemnnhar o son
etvrno reconecimeolo a todos os seus
amigos do finado que lhe flzerarn o cari-
dos o obsequio de assistir as exequias cele-
bra daa na igreja da Conceigao dos Militares,
oo da 14 do corrente, e acompsnharam ao
cemiterio publico seus restos mortaes, e
novanaento lhe rogam o obsequio de as-
sisiirem a missa do stimo dia que pelo seu
teroo repouso se tem de celebrar oo dia
20 do corrente. s 5 horas da manhaa ns
msama igrej da Concicn do Mihi.ra.
4o publico^
O abaiio assignado encarregado dos negocios
do br. JoaoLuiz Vianna, durante sua curta eu-
setreiadista cidade ao Rio Grande do Norte, son-
de fot a negocio, pede ao respeitavel publico a
suspensao de aeu juizo sobre om aonuncio incer
lo no Diario de Pernambuco n. 136 4e 13 do cor-
rente, em que os Srs. N. O. Bieber successores
declarara que o mesmo Sr. Vianna nao podia ven-
der urna de su.slojss, por dever-lhe letras ven-
cidas, e como taes letras vencidas nao xigtem, o
aonuocianle desafia aos mesmos seohoresaucce's-
sores de Bieber, a que lhe apresentem semejan-
tes letras, para serem iramediatamante pagas. Ha
assim urna questo que se acha em juizo, e quo
aiodano fui decidida pelos trlbanaes competen-
tes, cuja queslo foi originada por molivoa nao
pouco desairosos aos mesmos senhores successo-
res de Bieber. Pur Unto, o abaixo assignado a-
goarda a chegada do Sr. Vianaa que ser nestes
poucos dias, para dar xos. aenhores successores
de Biabar a respoata de que fleam sendo credores
d'aqui al l. E nesss occasiao mostrar-lhe
que nao com meios to mesquiohus que se sa-
ciara vingangas, querendo-se manchar a reputa-
gao de um homem que, desde longos annos tem
sempre trilhado o camioho da honra e probidade
dando cumprimento a seus compromissos, nao
poupando para esse lira qualquer sacrificio.
Recife, 14 de junno de 1862.
Anlonio Jos de Azevedo'
DeoGratias.
A actual mesa regedora da irmandade do San-
tiisiojo Sacramento de Santo Antonio desla capi-
tal, am coosequeocia da cooctoso daa obras in-
lanohes ae su. igrej. matriz, faz celebrar no dia
19 dJ crrente a pomposa solemnidsde de Corpo
de DAin com vssparas, fasta eTe-Deum. proce-
dendd-ae oo dia 18 (vesperaa) pelas 4 hiras da
larde ao acto'solemne da bengo das venerandas
imagees.
Na testa ser execotada a grande orchestra a
celebremissa matrizpregjodo'no Eraogelho o
Exm. Sr. D. Abbade de S. Beato de Olinda, e
noite o Rd. padre mestre Aolonio de Mello .
Albuquerque, cantando-se o Te-Deum grande de
Jos de Lima. OtQciari em todos os actos o mui-
to Rvd. Sr. conego vigario da freguezia.
A mesa julga opporluno declarar para conhe-
ciment do publico que, a vista da bulla apost-
lica concedida especialmente a esta irmandade
por Sua Saotidade e popa Leao XII, lucrara in-
dulgencia plnaria em forma de jubileo tolos os
fiis que coofassadost commangados, concorre-
rem a asta igreja matriz no dia de sua solemni-
dad* e orarem pela paz e concordia etc.
A mesa aproveila a occasiao para pedir aos dig-
nos moradores das ruaa Nova, Cabug e largo da
Matriz, para illuminarem as frentes de suas casas
n.s noiles da 18 e 19.
Consistorio da matriz de Santo Antonio 14 de
junho de 1862.O escrivo, Francisco da Silva
Reg.________^^________________________
Preciaa-se alugar um primeiro oa aegando
oaar, aendo as ras segrate. : Aurora, Llvra-
mento, pateo do Cumo e Imperador (lado do pas-
seio): quem tiver, dirija-se ra do Queimado
loja de ferragena n. 13.
Atuga se a caaa na ra do Corredor do. bis-
poD.24, com commodos para familia ; a tratar
na travessado Queimado o. 9, que faz] esquioa
Pra ra larga do Roaario, taberna.
Salvador Rodrigues da Silva roga ao Sr
major Bernardo Loureiro dirgir-ae casa de
mesmo, para negocio de seu interesse, ra daj
Aguas-Verdes n.13.
Joo de Souza Vieira, subdito
retira-se para a ilha de S. Manuel.
porluguez
Salvador Rodrigues da Silva vai ao Rio de
Janeiro.
Ao publico.
Previne-se a qualquer pessoa que queira
mar conta ou negociar o estabelecimento litho
graphico de A. Ridoux, que pendo ama execugo
contra a meama casa para cobraoga de salarios
vencidos e oo pagos, o que quem qaer que tome
conts, leri de aajeitar-se as cooaeqaeocias
mesma execugo o seus onas.
lo
da
Aviso.
Joaquina Teixeira Arouc, subdito portugaez,
vai a Portugal tratar de aua saude, levando
sua companhia para aeua
Flix, de nago Angola.
aervigos o aeu escravo
Aluga-tse o terceiro aodar da casa na ra aa
Cruz n. 13: a tratar ao armasem.
O Sr. Joaqutm Antonio de Santiago Lessa,
morador ns Parahiba, mande sem demora ajustar
saas contas eom Carlos Fraderico, na cidade de
Pernambuco.
Aluga-ae ama met-agua prximamente aca-
bada, com 2 salas, coiioha, qaarto grande, quin-
tal murado, alta na raa do Gasmetro ; a tratar
no sobrado ao norte do mesmo, o a beira do rio,
que ah aluga-ae por 12 moosaes.
AUeocao!!!
Os encarregados dos festejos de
Santo Antonio da ponte do Recite pe-
dem a quem tiver contal da mf*ma
i-lfesta a presenta-las ao thesoureiro, na
ra do Crespo n. l, para serem pagas.
Precisa-se saber qeam nesta prags o corres-
poaeeote do St. Jas Filtppo de aniiego Ramos,
senhor do engenho Cios Racbada ; na raa Nota
o. 42. loja detronie da igr.ja de N. S. da C.ncei-
Oto dos Militares.________________________
Jlo Ferreim, subdito portagaez, retira-se
para Europa.
Francisco Jos Regallo Braga vai a Europa
tratar de ana saude, e deits por seus procurado-
res, em primeiro lugar aua mulher Cu.todi. lia-
rla da Silva Braca, ota aegaade as Srs. Melle- Lo-
bo, em terceiro o Sr. Mauael Jos Carneiro...
Escravo fgido
Fugio do abaixo aasignado o aeu escravo Ha-
noel, de nago, maior de 40 annos, eom os sig-
nses segulotes : estatura regular, olhos grandes
e avermelhados, cheio do corpo e aem cicatrizes
no rosto, costuma embriagar ae, a levou ao pea-
coge am forre que o aeoita, e contra quem se proceder com
todo o rigor da lei. Para o .-callar o ferro.
---------D-----------------------.--^-. w UM, COS-
ma embralh.r um leogo de tnaneira que Ih'o
encobre, falla pouco o costuma andar ganhando
pela ra e nos depsitos de carvio, foi comprado
a um dos herdeiros do finado Francisco Augusto
da Costa Gaimaries, levou vestido camisa de bae-
azul e caiga de brim : a pessoa que o trouxer
i armazem na raa da C-uz n. 33, ser gratifi-
ca.
Perdeu-ae um bracelel de ouro na uuite de
14 do corrente, do reo de Santo Antonio at a
praca da Independencia : peda ae a quem o achar
querendo restitu-lo a sua dona, na ra das Flo-
res n. 29, ser gntifleado.
Attenijo.
Quem achoa na noite de domiogo, 15 do cr-
rante, ama puiaeira do onro com conchas em
forma de rosea, na praga da Independencia, qaei-
ra restilui-la oa ra Direita n. 93, primeiro an-
dar, onde aor recompensado generosamente.
Adverte -se que foi vista a pessoa que apanhou a
que conhecida.
Ao respeitavel publico.
Atten(?o..!
m ente agradado pela muito digna e honra-
da irmandade de Nos.a Seobora do Livramento
deata idade, diiige os mais sinceros loufor.se
agradecimeotos ao muito approvado e digno Sr.
actual juiz e mais membros da mesma irmaoda-
de pelos seas unnimes votos em prol do mesmo
agraciado.
O mailo digno e honrado publico que tanto se
tem mostrado coadjuvanta aoa actos costumados
na mesma igreja se digne sustentar silenciosa-
mente com benevolencia, por que eates sentimen-
tos de pi.dade e religio, muito se mostra con-
tentes em todas as vezes que se implora lo hon-
rad >_ auxilio ; e que a proximidade de vossa pro-
tecgopara abrilhaotar os actos immaculados, mo-
rera vossa coidjuvago, e a Virgem Hi do On-
oipotente mailo se alegra, tanto mais, que inter-
cede por nos ao seu Baoto Filtro Jess Christo
applaque os furores de todos os hornees, o que
devoraos para ella mostrarmoa-nos sempre ama-
veis aos seua divinos olhos 111
O beneficiado.
Compra-ae na ra Direita n. 99 garrafas
que Sfljam lieapas.
Ao commercio.
Haveodo expirado o praso da'duragao da socio-
dade commerciai eslabelecida nesta praga sob a
arma de Almeida Gomes, Alves & C, os seus
socios abaixo assignados de commum accordo
Teaolveram dissolve-1., entrando desde o Io do
correle mez em liquidago.que tica a cargo da
exmela firma, a qual nao est compromeltda
em responsabilizado de qualqaer natareza, e jul-
ga nada dever nesta praga, pelindo todava a
qaem quer que se julgar com direilo a alguma
reclamagio oeste aeotido de ae dirigir.com a
maior brevidade possivel rus das Cruzes arma-
zem n. 27.
Recife, 14 de junho de 1862.
Antonio de Almeida Gomes.
. Miguel Jos Alves.
Jos Nogueira de Souza.
Havendo expirado o praso de duragu da
sociedade commerciai estabelecida nesta praga
sob a firma de Nogueira de Souza & C, os seus
socios abaixo assignados de commum accordo re-
aelveram dissolve-la, entrando desde o Io do cor-
reate mez em liqaidago, qae Bca a cargo da ex-
lincta firma, a qual nao est compromettida em
responaabilidado de qualquer natureza.
aecite, 14 le junho d 1862.
Jos Nogueira de Souza
Miguel Jos Alves.
______ Antonio de Almeida Gomes.
Antonio de Almeida Gomes, lem a honra
de participar aos seus amigoa e ao corpo d* com-
mercio que, unicameute em seu nome como ou-
tr ora, continua nos meamos ramos de negocio
de qu aa occapava a extiota firma de Almeida
bornea, Alvaa 4 43., da qoal fazia parte Recie
14de junho^da 1862 Rui da C'ui n. 27
S. /oao.
m pequeo fotheto cootendo versos, lano pa-
ra o principio como para o fim. oragoes e ladai-
nnas proprias para se poder fazer a novena do
glorioso S. Joo : vndese na ra do Impera-
?0tA'} 9"B 9 horas da nsriha as 3 1.2 da
tarde doa din ulei. '
O retratisia americano
O retratista americano '
O retratiala americano
O retratista americano. -
Roa do Imperador
-Ra do Imperador
Rus do Imperador
Ra do Imperador.
Novos estylos de enibrMypo
Novos estylos de ambrotypo
Novos estylos do ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo.
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos.
Lindos carles de visita
Lindos eartes de visita
Lindos eartes de visita
Lindos cariosa de vi.ita.
Contra o aonuncio que em nome do Sr_
Lourengo Bezirra de Siqaeira Cavalcaoti ae tero
publicado iie.le Diario, preveoiodo qae nao s
faga traosaego alguma aobre os bens do Sr. Sal-
vador dos Santos Mooteiro Cavalcanli. por todo
Ibe estarem hypolhecados desde 1845 por ea-
criptura publica paasada no cirlorio do escrivaa
Bolco na cidade(da Victoria, se declara, quo
quando. ltimamente o Sr. Joaqaim Salvador
Pessoa de Siqueira Cavalcanli pretendeu com-
por-se com os seua credores, garaotindo-os por
meio de hypolheca, nao s de seus proprios bens,
como dos de diversos seus parentes, mostrou a
pessoas conspicuas e fidedigna ama carta qee>-
dizia s.rescripta pelo dito Sr. Lourengo Bezerrs
ao Sr. Salvador dos Santos, declarando Iba es-
tar prompto a assigosr a escrtptara neceseariar
p.ra nullificago daquella hypolheca de 18f5^
pois que oada maia lhe devia. Em qualquer daa
hypotheses que se podero dedazir de taes fac-
i, os credores directos do Sr. Jesquim Salva-
dor nao prescindiram dos bens do Sr. Salvador
des Sant)s, tanto quanto possam ser bastantes a
soluc.3) do que est sejeito no debito do Sr. Joa-
quina Sslvador, porque cootam com o t.stemu-
nho daquellas pessoas por quem a mencionada-
carta foi vista para authenticar a sua integra era
juizo, corroborando-a pela escriptura de hypo-
lheca commam dos bens dot parales do Sr.
Josquim Salvador, que, apezar da nao chegar a
ser assignada, foi langada as notas do tabellia
Almeida nesta cidade, em Janeiro do presenta
anno, e nella foram compreheniidos os beoa do
Sr. Salvador dos Santos como responsavel am
parte e signatario de diversas lettr.s que conati-
tuem debito passivo do Sr. Joaqaim Salvador ;
havendo o Sr. Salvador dos Santo. Monleiro da-
do procur.go a seu filho Joaquim Salvador par
hypothecar seus bens, do que tudo bem clara-
mente se vi, qae os bens de qae se falla esta
vam desembaragadjis para poderem ser bypote-
cados.
Os credores.
|EsiTptoriodeadvocata|
8 Ruado Imperador n.
S37, primeiro audr, a es
querda.
Neste estabelecimento trabalha o avo- 1
i gado Joaquim Borges Carneiro (graduado ff
* em direito pela faculdade do Recife) des- *
de as 9 at as 3 horas do dia.
o. Advoga em todos os juizos e tribunas X
m desla prag, e enrarregs se de negocios 1
2 para o interior da provincia, principal-
J manta para a. comarcas de Santo Aolo, '
8 Rio Formoso, Bonito, Nazareth e Goianna.
Recebe gratuitamente aa causas doa
desvalidos, nao podeodo cada qual tra-
zer maia de um* questo por vez.
8 No me.mo etabelecimento solicitara-
se ttulos e patentes de empregados pa-
S blico. e oQlciaes da guarda nacional do |
V interior, medanle mdico estipendio. 8
Em sua falta e impedimentos sar JE
8a substituido, nos negocios civeis, pelo Sr. O
Dr. Joaquim Jos da Campos, e nos do gC
crime pelo Sr. bicharel Jorge Dornellaa
i Ribeiro Pessoa.
FUNDICAO DA AURORA.
aSSarSS,aa*,iaMMBsa:
Mhin..,ar.1 """a .e>i. <*," de tolos os systemas e tamanhos.
macnines de vapor de dtversss qualidades.
Taixas fundidas e batidas.
Crivos e boceas para fornalhas.
Bronzes e aguilhoes.
Rodas, rodelas e rodas d'agoa.
Goindastes flxos e portalis.
Machinas de cylindros para padaria.
Serras de ago para serrara.
JCaJ^" PVVf^:^:^-'.tudo. P0.rPJe50,1uf,4,rn convida.
Attenco.
Quem duvidar yenha ver na loja econ-
mica em liquidaco da ra Nova n. 42
)hrarfl*pn a nannA ...Ia .A n. ... *i^_. a .-v/\
Sobracasacos de panno preto s na ra Nova n. 41 a 201.
Palatots de casemira mosclada ultimo gosto 15$.
Ditos de panno e de cores a 15J.
Dilos de alpaca obra bem trabalhada e boa fazenda a 3S.
Ditos de gsnga, para admirar a 4J500.
Ditos brancoa de bramantea e pardos a 3j|.
Caiga de excellente casemira que s o padro admira, sor 7*.
Ditas gosto inglez i5|.
Ditas de brisa de lena a 35.
Colletes de casemira, a escolhera vontade um 4|.
Diiea de gnrgarie ou setim a 3.
Ditos de brim braoco a 2#.
Ceroalas de algodo de liuho 1J200.
E outras muitaa fazeodas que nao seannunciam para nao enfadar aos fregu-
guezes que s se vende barato na loja econmica da California, na ra Nova n. 42.
Admirem as senhoras
Na loj econmica da ros Nova n. 42 graoda sortimenlo de fazendas par liquidar por
todo prego levando dinheiro compram fazenda*.
Cortes de cambraia bordados a |agulhs, de du.s saias, quera se almlrar venia
?or b up,
Dito da dito de babados a t|.
G.rabraia franceza lindos pairos, corado 240 ris.
Chllas muito largas, a 200 ris o corada, para acabar.
Ditas inglesas muito finas a 160 ris o corado, pera liquidar.
-Sedinha de qaadroa goato escoces, corado 500 ris para queimsr.
Cambraia de sed. quadros mtiores, corado 300 ris.
Bar]e, corado 400 ris, liados padross.
Excedente chalim sem reserva de prego
Tatlataoa de todas aa cores cata 8 palmos de latgars, covsdo 390 fl.
. Cambraia de salpico branca boa fazenda vara 500 ris-
Gaflas e ratngaitos a bailo, hoja modernos por 1*500 fi.
Helas para senhoras palo diminuto prego de *0O ris o par.
pitas para meninas de 5 a 8 annos, 160 ris o pac.
Lengos branca Data solos bordados oiasimos a 580 ris.
y
%



UWO M PIRH4OUC0. TE1QA fUfii i? M 10NH6 Jt it*i.
X
Pede-se ao Sr. Dr. Filip-
pe Carneiro de Olinda Can
pello o favor de quando vier
ao Recite apparecer em casa
de Adriano A Castro, que
muito se lhe deseja fallar.
_ Silvio Guilberme da Barros compra esera-
roe de ambos oa aexoa : na raa do Imperador o.
79, primeiro andar.
Nesta typographia prec^a-se fal-
lar O Sr. -lo&o Gontjalves Rodrigues
Francaatemorou em.Olinda e ditera
morar nota cidade do Recife.
Alga-aa am aitio na Batrada Nova, com
boa casa, grandes baiiss de capim, e alguna ar-
Toredoa ; na rna da Cruz n. 56.
m
0 Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
madou-se da ra daa
Cruces para a do Im-
perador, sobrado o.
17, em (rente da igre-
ja da S. Franciico, on-
de continua no exerci-
cio de sus proflssao de
medico.

COMPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)*
De conformidade com as inslrucces reesbidas
da respectiva directora, laz-ae publico que dea-
ta dala em diante aio convidados os accionitaa
deata companbiaa cumprirem com oa lermoa do
a*iso que por ordem da mesma abaixo Ocam
publicado.
Escriptorio da companhia, 20 de maio d
1862.
Por procurscio de E. H. Bramab, thesoa-
reiro.
(Aiaignado)R. Austio.
Atteiieao,
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeiU-
vel publico com especialidade
aosseus freguezes, que. mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est renden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boaqualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
{ Dentista de Pars.
15RuaNova-15. S
Fredarico Gautier, cirurgio dentista
faz todas as oparaces desua arle a e co-
loca dentss anifit iaes, tudo com -sdeln
I rioridade sperfeic,o que as pessoas-.er.
2 tendidas lhe rconhecem.
Tsra gua e pos dentificios, etc.
wswsmsws vKm.mmmxM*
Maooel Perreira da Silva Tarroso, na ra de
Apollo n. 28. saca sobre Portugal por o prximo
paquete ingle. ________________________
Aviso.
Pelo presente faz-se publico que por urna re-
solucao da directora delta compaobia tomada
oeita data tem-se feilo a ultima chamada de urna
libra esterlina por cada accao, a qualdever ser
paga aleo dia 30 de junho do prximo vindouro,
no Rio de Janeiro em casa dos Sra. Maua Mac
Gregor & C na Bihia aos Srs. S. S. Davemporl
k C. e em Pernambuco no escriptorio do the-
soureiro da mesma companhia.
Palo presente fie tambom entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou preatacao sa-
titeita at o dia marcado para aea pagamento o
accionista queincorrer nana (alta pagar juro a
raiao de 5 por cento ao sano eobre tal chamada,
a contar desse dia at que seja realisado o pa-
gamento.
No caso de nao efectuar o pagamento desta
chamada dentro de tres mezes contados do dia
cima flxado para o embolso da meama, ficaro
as aecea que iocorrerem em tal falta sujeitas.a
serem confiscadas, segundo as dlsposicoes dos
estatutos a este reapeito.
Por ordem dos directores.
(Assignado)N. II. Bellsrmy, secretario.
199 Gresham Home, Od Brord Streete.
SEGllAEWCftlO
THESOURO HOME0PATH1CO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo neuior
umm a., hsid.
Este livro que se tem tornado tao popular,
quanto neceasario, acaba de sac publicado com
todos os melhoramentos, qae a experiencia os
progretsos da sciencia tem demonstrado. A o-
ra .dieco em tado superior A primeira, en-
terra :
1.a Maia ampias noticias scerca do cara ti vo
daa molestias, com indicaces mui proveitosss
dos medteamentoa novo recentemente experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2. A eipoaicaoda doutrioa homeopatha.
3.* O eatudo da apropriaco dos remedios se-
gundo as predominancias dos temperamentos,
daa idades, dos sexos, segundo as circumstan-
cias atmospbericas etc., etc.
4.* A preservado ou prophilaxla das molestias
hereditariaa.
5.a A preservado daa molestias epidmicas.
6.a Urna eatampa illaatrada demonatraliva da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anos etc., etc.
Vcnde-se na m arma ca especial hoheopa-
Thica, propriedade do author, raa de Sanio
Amaro (Mundo Noto} o. 6.
Prego de cada exemplar. ; 209000
N. B. Os senhoresaasignantes qaelram man-
dar receber seus exemplares.
Aos Srs. correspondentes
de engenhos.
Para malor commodidade daa pesaoas qae re-
cebem asiacar e tirerem de remelter gneros pela
Ta frrea, se tem eitabelecido um armazem na
raa da Senzala Velha n. 7, por detraz do eatabe-
lacimeoto do Sr. Batrao, onde ae acbari peaaoa
qae se encarrega de oa fazer cooduzir de qual-
quer das ras deata cidade at a estacao, sendo
aemelhante servico feite gratia para oa (reguezes
do armazem, e para oa que o nao forem se con-
vencionars, sendo tado feito com prempiidao e
garaotindo-ae a fiel entrega de tudo quanto ae
receber: a tratar no mesmo armazem.
Attenco.
Preciaa-se de urna ama para cosiohar em casa
de rapas solteiro : na ra das Agoas-Verdes
o.28.
Joaquim Rodrigues Maia de Olireira,
dito portugus, rai ao Rio de Jaoeiro.
aub-
Preciaa-se alagar um sobrado kaalaue gran-
de, de um a doua andarea, sendo em boa rus, as
(regueziss de Santo Antonio oa S. Joa, adan-
la r-se ha alguma quantia sobre a meama renda,
ou se faraoos conesrtos precisos para aerem dea-
contados, caso o mesmo predio assim o exija,
offereceodo-ae aiaim melhorea garantas que pos-
sam haver aobre tai contrato : qaem quizer diri-
ja-ie a loja de louca oa rea larga do Roaario n.
26, que dir qnem 411er.
Eogomma-ae eom asseio e perleicao
raa do Jardim n. 8.
Da
Sociedaie bancaria.
Amorim, Fragozo, Sanios &C. sacam e toman
saques a praca de Liaboa.
Companhia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luis de Oliveira Azevedo 1 C. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da compa-
nhia de seguroa Fidelidade, tomam aeguroa de oa-
tos, mercadorias e predios, no seu escriptorio,
ra da Cruz o. 1.
Fogo de arti
Tara alugar.
Dous andares da casa n. 118, no principio da
ra do Pilar em Pora de Portas, com muito boos
commodos, reclificadoa e pintados de noo, com
toda a limpeza, boa moradia e fresca: dirijam-ie
a mesma rus n. 112.
Vendem-ie Telas de compolco 11J a ar-
roba; r.a ra da Roda n. 48,.primis* sedar.
---------- "'
Rosas artinciaes para cabello
A. L. B. P. lendo recebido um Tarrido sorti-
meoto de bonitas roas que ae esto usando par
cabellos, e de pannos com folhi de velludo, -dita*
de papel lodaa, aa mais riese que se pode encon-
trar vende-se oa raa do Queimado n. 68, loie
do beija flor.
Agulhas.
(stri&pras.
Compra-ae urna caaula com aeua pertences,
daas dalmticas com todos os seus pertences,
am veo de hombro, e urna capa das pergea, ta-
do ji servido e em bom estado : quem tiver
quier vendar, dirija-tea ra larga do Rosara n.
26, loja de louca. que dir quem pretende.
Compram-ie accoes do novo ban-
co de Pernambuco na ra da Cade i a
do bairro do Recife n .22.
Compra-ae um preto de meia Uade, de
bons costames e proprio para ailo, ama escrava
que saibi coser e eogommar bem : aa ruada Ca-
deia Velha o. 35.________________________
Compra-ae constantemente lilao viiho eCo-
bre : na ra da Imperatriz a. 65.
A. L. B. F.tendo recebido agalhas imperiaes da
fondo doursdo, vende os loja do beija flor,' ra
do Queimado n. 63.
Toda attenco.
Custodio Jos Aives Gaimaraes aviaa ao rei-
peitavel pablico, principalmente a todos os seas
I fregaezes e amigos, que se madoa da loja ds
jaguia de ouro~da ra da Cabug para a ra do
i Crespo n. 7, para a bem coohecida e amiga loja
AOS rSS. COnSUmidoreS de CaZ Ide Rudezas que foi do fallecido Joo Ceg, boje
Nos armazeos do des do Ramos os. 18 e 36 e 8et Mohecida pelo-gallo vigilante,-* pede ao
na raa do Tr.picheNovo no Recife 8, se ven" I "Pe'l"el. Pbl.co. aoeseus fregueses e amigos,
degaz
recente
asa
*n~ 'parte
ficio
O bazar da raa do Imperador n. 6 anda a
agencia da muito acreditada fabrica daviuva Ru-
fino, aoode ae tomam todaa e qaaeaquer encom-
mendss em tudo o que for relativo sua arte, ae-
segarando-se nao s a melhor execucao na con-
feceo doa artigos, como a maior modicidade dos
seus precos. Nesla mesma casa ha sempre um
portador para fazer a condcelo daa encommen-
dae, evitando aaaim os frotes que a distancia daa
fabricas acarretam aos senhores compradores.
Compram-se aecea aa companhia do|Bee
beribe : na ra do Crespo n. 25 A se dir qu-m
compra.
Compra-ae urna casa terrea de podra e cal
00 bairro de Santo Antonio, porm que nao ex-
ceda de 1:0001: quem tiver annnncie por este
jornal para ser procurado.
Casa.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado do caes
de Apollo o. 22, que fica em frente da ponte no-
va, com commodos psra grande familia ; a fallar
na ra larga de Rosarlo o. 34.
A arrematacao dos beus do tinado Pearo
Borges de Cerqueira, que nao se pode effectuar
no dia 7 do correle, de ve ter lugar -no dia 17,
depoia do meiodis, no lugar j indicado, em pre-
senta do Illm. Sr. Dr. juiz de orphios desta ci
dade.
V uj* .
Carvalho,Nogueira J.-*w*
* O guezla de Sent
ae o eogenbo S. Gaspar, na fre-
, guezla de Serinhaem, com Ierras todas de var-
P RP7PtllP IT \. zeas muito lavradias, excelleotes partidos i roda
L HCACUUC 116 U* jda moenda,pingue cercado.'malas e mangues
Sacam sobre Lisboa e Porto, na ruado Vigario. para o servico do dito engenho, embarque na
Precisa-so de urna ama qae engomme e
cozinhe : na ra larga do Rosario n. 22, segan-
do andar.
CLUB COMnWIAL.
A reuniao familiar do corrente mez ter lagar
na noile do dia 21.
o. 9 primeiro andar, e
mazem.
ra do Bram o. 58, ar-
porta : a tratar na ra do Hospicio n. 17.
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
O denliata Numa Pompilio planta denles arti-
ficiaos por grampos e ligadoraa o a presso do
ar, denles iocorruptiTois sobre oaro, systema
norte-americano e faz todaa as opera{5es de sua
srtae com promptido e limpeza
-<
Gabinete medico cirurgico.*
SRua das Flores n. 37.
Serodads consaltas medlcas-cirargi- j
cas peloDr. Estevao Cavalcanti de Alba- #
#qaerqueda 6 aalO horaadamanhla, ac- ej
# cadindo aos chamados com a maior bre- el
m vidade possivel. sj
J l' Partos. ^
0 2.* Molestias de pella. a)
3.a dem do olhoa.
4j 4.* dem doa orgos genitaes. a)
^ Praiicartoda eqaalquer operacao em sj
y seu gabinete oa em cass dos doantes con- %
a forme lhes fdr mais conveniente.
Precisa-se de urna ama para cozinhar, para
O Sr. empregado publi- c"a de gSS!Umia;"'ua kwu -iU
que recebeu diferentes iaVIPlAV"
Precisa-se de urna ama para cozinhar para
duas pessoas: na ra de Santa Theraza n. 21.
quantias para pagamentos de
objectos de "sua reparticao e
nOOSpagOU, queira mandar j Precisa-se de um ZSSxo para lomar coo-
PTltrPtrflr pqsaq mmntaa nii \' d.e 1?f ubern e D0c que agrade se lhe
euiregar CSSaS quaniiaS que dar at interesse : em Fora de Portas, ra do
existem em seu poder como Pil" "86,8e dir <,uena que preciM-
deposito, alias se publicar' i
seu nome e mais cartas pelas!|Na rOa dO RD^el D. '8|
quaes se prova a existencia ;<&
deste negocio. i w
Vaccina publica.
Graosaodo presentemente com alguma intensi-
dade a varila nesta cidade, o commissario vac-
cinador lembra aoa chefes de familia qae, pelo
regalamento de 17 de agoato de 1846. sao obli-
gados a apreseotar nesta reparltcao todas as pes-
soas que nao tiverem tido bexlgas neturaes, ou
sido vaccinadas, aflm de se lhes praticar a inno- ,. _T _
culacao do fluido vaccinieo, iato durante asquia- TTlPfl l*> lsPIA TTnfVPrftininA
taa e domingos, no torreao da altaodega, das 81 U*CUll>I Pc, IJI11 VCrMUdUC
s 10 horaa da maohaa, e nos sabbados, na casa 1 Aa PgAmKPo
de sua residencia, aegundo aodir do aobrado da i uc VjU1LI1IJ1*I4
.Da,2eUd0,R0,,J0 W> RpciU 2 de nho d consultas em casa, das 8 s 10 horas da mi-
ne iboz.or. toa* Napomuceno Diaa Fernandes, nhaa, e presta-ae a qualqaer chamado com a bem
commissario vaccioador publico. I conhecida promptido.
No caeao'Apollo n. 45, compra-se ama
escrava preta qae eotevda de costara e engom-
mado, paga-ae bem e se fdr preta melhor.
Gasa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este estabelecimenlo ji bem coobecido, e con-
ceitoado nests provincia pelos relevsotss servi-
cos qaa tem prestado, contina oss melhor es con-
dicoes debaixo da direocao 'de sea proprietario
receber doenles de todas as claaaes, os quaes se-
rio tratados com todo e zelo e icteresse pelos
precos seguiotes :
Primeira classe 39000 ou mais.
Segunda dita...... 23500.
Terceira dita...... 2#000.
Em qualquer das classes os trancos flearao se-
parados dos negros. Os alienados de 2.a e 3.a
classe nao furiosos pagaro a diaria ordinaria,
aendo furiosos pagaro mais a quarta psrte. Os
alienados da 1.a claaae pagaro segando oajuate.
Joao da Silva tamos,
Cortam-se cabellos a 240 rs.
Barbas a 120 rs.
Alugam-ae bixas a 240 rs.
Tiram-se denles a lj.
Sangram-ae na Toja a 15*
Amolam-se navalhas a 240 rs.
Tesouraa de coatura a 120 rs., e as mais
conforme o tamanho.
Na mesma cass precisa-se de um of-
fcial de barbeiro. ss
Attenco ao publico.
Qaem quizer possoir o melhor dos estabeleci-
mentos de coebeira da ra do Imperador, dirja-
se ao da mesma ra n. 12, que achara um espa-
coso eslabelecimento livre e desembarazado por
am negocio mui commodo para o comprador,
com tres carros novos e 6 carelios excelleotes,
tado a voolade do comprador.
Bolos finos para S. Joo e
Santo Antonio.
Os melhores bolos de S. Joo de todaa as qua-
lidades, e bandejaa enfeitadas para casamento,
com perfeico ; assim como creme. podios, e to-
da a qaalidade de pastelera : qaem precisar di-
rtja-ae a ra da Penha n. 25.
Milho barato
a 3;S00 rs. o saco
Vende-ae em lotes dedez saceos para cima ao
referido preco, a dinheiro : no armazem o. 4,
defronle da alfandega.
Vende se um carro de IraDalhar oa alfan-
dega, e um boi .' a tratar no pateo do Terco n.
12, taberna.
Bolacha
de milbo propria para escravos s 2)000 a arro-
ba : na ra estreita do Rosario n. 13.
Vende-se
ra Imperial n.
um clarineto de
82.
13 chaves: na
IMA
Sitio.
Precisa-se alugar um sitio com arvoredos de
(ructo e casa soffrivel, perto da praca : na ra da
Senzala Velha n. 96. padaria.
Faz-se venda de urna escrava de laae re-
gular, ama negrinha de 10a 12 annoa, am mula-
tioho de 14, am moleque de 10, e outro de 5 a 6
anoos : a tratar ds raa do Crespo, loja da esqui-
na o. 8.
Aluga-ae a caaa terrea da ra do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Crux o. 1, eacriptorio de
Aolooio Luiz de Oliveira Azevedo.
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo prec/).
Precisa-se
de um caixeiro peqaeno para padaria ; a tratar ns
ra estreita do Resari n. 1.
das seis portas em trente do
Livramento. 15,20,30 e 40
arcos.
Grande aorlimeoto de saias a balito de arcos,
os melhores que aqu tem apparecido no merca-
do a 49500. 50, 63 e 60500 cada um, d ae para
amostra com penhor ; a loja esl aberta at as 9
horca da noite.
Enfeites para caberas.
Veodem-se ricos enfeites pretos e de cores com
borlla e franja a 50500, ditos de tranca com bor-
lla a 20500, ditos Orancos e lago de fita a'20,
ditos de retroz com vdrilho a 10500, cilos don-
Rados a 20. ditos de fita a 10600, bandos de dina
para marrafa a 500 r*. o par. aaatto de crala
500 rs., e dos a 600 rs., jogo da domin a 10, di-
to de ipora a 800 r. ; na ra da Imperatriz nu-
mero 74.
Cayallo.
Na noile de 12 do corrente desappareceu um
cavallo pequeo ruco com piotaa de pedrez, e
tem signaes anda bem distinctos de tnr sido ata-
cado do saogue. castrado e tem todos os andares:
quem o pegar e levar no caes do Ramos o. 4, se-
r bem gratificado.
INTERNATO
DE
[Estabelecdo no lugar da C a punga, um dos arrabaldesj
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
mmm& fiiicfiA i Mus).
O director do oternalo do S. Bernardo nao leudo editado esforcos nem sacrifi-
cios para proporcionar aoa eua alumnos ama perfeita edacacao phiaica, moral, intel-
ectual e religioaa, ocTereceodo-lhea urna habitaco com todaa aa condicoee de sala-
bridade, abis proieseoree qae sao oeilos em prepara-los convenientemente ao flm
a que ae destinara, medico pratico que Jhes faca compreheodar os preceitos da bygiene
e toes cure as doeocas, e floalaonte am aacerdote Ilustrado e honesto qae Ibes expli-
'!'* o Principios da religiio chiiala., capera qaa assim constituido nao deixsri o seu
eataoaiecimeoo de merecer doa Srs. paea de familias o auxilio e conflanca com tino jl
Iguns o tem honrado ; e Ibes roga, bem como a todaa aa pessoas ioteresssdas, que se
diguem ae visitar o mesmo sea eslabeleciineoto, onde sempre encontrarlo franco in-
gresso.
O collMio1 tem11 sua sede nsa elegaotaa ai espscosss propriedades da Sr." visiva
Lasserre e dos Srs. Roberto & Filho, i Gapuoga Velha.
Coso o fim de ornar maia brevas e eommodas aa communicacea doa Sra. paea
correapoDdentea, o diretor lhes avisa que as eocoaamendaa a todas as correspondea-
-caa poderle ser entregaos na casa de residencia do aea Irmo o Dr. Pereira do Carao
a sa loja do Sr. Joaqun) rsrretra da Cosa, i raa Mofa n. 56.
m
CONSULTORIO ESPECIAL HIEOFATUICO
DO DOCTOR
SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desde aa 10 horas
at meio dia, acerca da seguiotes molestias :
moltttiat ik mulhtrt, molittiai dat crian-
cas, moltttiai da ptlli, moltttiat dot olhot, mo-
tttiat typhilicat,todat ai tsptcitt d ftbrtt
ftbrtt inttrmititnttt s sua conttqutnciat,
PHABJIACU KSeiCUL aOIKOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
jaradoa som todaa aa caatela necoesarias, in-
alliveis em seas effeitos, tanto em tintura,same
em globalos, pelos presos maia commodos pos-
sveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino se
anicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
qae o forem lora della aa falsaa.
Todaa aacarteiras lo acompanhadaa de am
Impresso com am emblema em relevo, tendo ao
1 reopr aa segaintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
I Pinho, medico brasileiro. Este emblema* posto
I Igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras qae nao levarem eses impreaso
assim marcado, embora enham natampa o no-
me do Dr. Sabino aiofalaoa
No amanhecer do dia aabbado 7 do corre-
le, fnrtaram do lagar denominado Estrada Nova,
trea cavalloa de cangalba, aendo am caatanho
andrino, qaasl preto, grande, ferido na aarnelba,
e nascostellas do ladodireito tem um ferro, cor-
tado de peitoral ; outro castaoho qussi amarello,
t ps calcados, arrasta os cascos, ama estrelle na
testa, seguida de urna Ustra estrella, de boss car-
nea bsm feito, o ultimo castaoho, pequeo,
cortado de peitoral, com ama pequea bellide, e
um p calcado : quem os entregar oa der noti-
cias exsetas do lugar onde elles sa acharara, re-
cebera grande paga no eogenho Santa Cruz, na
(reguezla da Luz, ou no Recife na raa do Livra-
mento n. 36, segundo andar. *
gMtMtMsiK mmmmmmm
g Saques sobre Portugal. S
O abaixo assignsdo agente do Banco a
I Mercantil Portuense nesta cidade, asea ft
efectivamente por lodos os paquetes so* f
bre o mesmo Banco para o Porto e Lia- S
boa, por qaalquer somma Ivista e a pra- V
zo, podendo logo os saques a prazo serem o
descontados no mesmo Bsnco, na rszao 8
de 4 por canto so anno aos portadores *
qae assim lhe convier : n'as ras do Gres- S
po n. 80a do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
KCW$i6fil6SI69M -fiiHf6CiefiWfiiCXI
Precisase fallar aos Srs. Fumino
Gomes da Silveira e Joe Antonio de
Carvalho Brito, que moraratn em urna
das casas do Sr. Bartholomeu, as pro-
ximidades, da casa de detenco e desap-
pareceram, segundo diz um companhei*
ro de casa : nesta typographia.
Vendas.
Vendem-se daas caaas na povoacao do Game-
leira, termo da Escada, aendo urna na raa de Pa-
pacara, e a outra ao lado da estacao, muito boas
para principiante que queira se estabelecer, por
aerem perto da feira ; a tratar em Gameleira com
o Sr. Joo Venancio, ou na ra do Queimado nu-
mero 47.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C, successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar bortas e capim.
Ditas para desearocar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selins com pertences a 10$ e 20$.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Suecia.
Veroiz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qaalidade do Par.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixaa de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhanles.
Carroi.-as pequeas.
Vende-ae urna taberna bem afreguezada, em
urna das melhores ras, e com. poneos fundos : a
tralar na ra Direita n 85
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ultimamenta chegadaa : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Urna pessoa convenientemente
habilitada se propoe a ensinar fora da
praca primeira letras, latim e francez:
a tratar no pateo do Terco n. 33.
16Ra da Cruz16]
O Dr. Rocha Bastos
di consultas todos os dias.
Cura radical e em pouco daa moles-
Usa syphilicas e dos orgos geoito uri-
narios.
Consultas da grsca das 8 as 9 horas da
osa Consultas da grac
I manMa.______
M aWa^kfaSaW%^s#uMew

AS
de Hamburgo
Alugam-ae o vendem-se por qaalquer preco
na raa do Rsogel n. 18, amola-se todo o ferro
orlante.
Preciaa-se de 2:0009 a premio de 1 por cen-
to sobre hypotheca em um sobrado novo que
val o triplo da quantia cima : quem tiver an-
nuncio para ser procurado.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda enfeitadas a 1S600,
29000 e 29200, ditas fio de Escossia braocaa a ra.
700. ditas de cores 800 ris. ditas de algodio a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas para denles finas de diversas
qualidsdes a 120,160. 320. 400 e 500 ris : oa
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Aos senhores funileiros.
Vendem-se bigornas calcadss de seo, bsm
feitas, a 12} cada urna, marteloa calcados a 500
rs., trancas a 3g50u ; a elles; antes qae se aca-
ben: : na raa da Imperatriz D. 65.
mmmmmmmmmmmm
i Acaba dechei
gar ao novo
armazem
JBastos k Rego\
Xa ra Xova junto a Conceico
5 dos Militares n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roapas feitas, calcados e lasendaa e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como de sea costuras, aaaim co-
mo sejam sobreessseos de superiores pan-
nos o casacos feitos pelos ltimos figuri-
noa a 269,288, 309 e a 359. paletots dos
meamos pannoa preto a 16f, 18f, 209 e
a 249, ditos de casemira de sdr mezclado
e de novos psdroes a 149.169, 189, 209
e a 249, ditos de casemira de cor mes-
ciado e de novos padres a 14f, 16|, 189,
209 e 2i|, ditos saceos das mesmss ca-
semiraa de cores a 99, 109, 129 e a 14|,
ditos pretos pelo diminuto preco de 69,
109 e 129, ditos de sarja de seda a so-
brecasacados a 12$, ditos de merino de
corda o a 12g, ditos de merino chicez de
apurado gosto a 159, ditos de. alpaca
preta a 7$. 89, 99 e 109, ditos saccoa
pretos a 49, ditos de pslhs de seda fa-
zenda muito superior a 49500, ditoa de
brim pardo e de fustao a 39500, 49 o a
4$500, ditos de faslo tranco a 49, gran-
de quantidade de calcha de casemira pre-
ta e de corea a 79, 89,9f e a lOg, ditas
pardea a 39 e a 49, ditas de brim de co-
rea finas a 2|500, 39, 39500 e a 4f, ditaa
de biim brancos fioaa a 4V500. 59, 5|500
e a 69, ditas de brim lona a 58 e a 69,
colletes de gorguro preto e de cores a
59 e a 69. ditoa de casemira de cor e pre-
tos a 49500 e a 5$, ditos de fusto branco
e de brim 1 89 e a 39500, ditos de brim
loos a 49, ditos de merino para lulo a 49
o a 49500, calcas de merino psrs luto a
49500 e a 59, capas de borracha a 99000.
Para meninos de tolos os tamanhos : cal-
Cas de casemira preta a de cor a 59,69 e
7$. ditas ditas de brim a 2g, Sg e a 39500,
paletota saceos de casemira preta a 68 e
a 79 ditoa de cor a 69 e a 79, di- |
tos de alpaca a 39, aobrecasseos de pan-
no preto a 129 e a 149, ditos de alpaca 1
preta a 59, booets para menino de todas i
as qualidades, camiaas para meninos do '
todos os tamanhos, meios ricos vesdos
de cmbrala feitos psra meninas de 5 a
8 anoos com cinco babadoa lisos a 8| e
a 129, ditos de gorguro de cor a de lia
a 59 e a 69, ditos de biim a 39, ditos de
cambraia ricamente borbados pora bapti-
sados e muitaaoulraa fazendas e roapas
feitas que deixam de ser mencionadas
pela sua grande quantidade ; asaim como
recebe-se toda e qualquer encommenda
Sde roupas para ae mandar manufacturar
e que para este flm temos am completo
sortimento de fazendas de gosto e urna
grsode officins de alfaate dirigida por um
hbil meatre qae pela sua promptido o
perfeico nada deiza a deaejar.
W'nr'^aawBaa awwaaaa'at^aamvisans'ist
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as nacSas
pdeos testemnnhai as virtudes deste remedio
iucomparavsle prova rem caso necessario, qus,
pelo uso que della fizeram tem seu carpos
membrosinteiramentesosdepoisdehatar em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilnosas pelaleilura dos peridicos, quelu'as
relatam todos os dias ha muitos araos; a a
maior parte dellas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedar
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tai
deviam soffrer a amputacao I Dellas ha ant-
eas quehavendodeixado esses, asylos depade-
timenios, parase nao submeterem a essaope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
ohecimento declararais estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de asis autenticaren aua a firmativ
Ningueas desesperaria do estado de saude se
tivesse bastante confianca pera encinar este re-
medio constantementeseguindo algnm tempo o
trataaento que necesstasse a natureza do mal,
eujo resultado seria provar ncontesuvslmsnte,
Qus tudo cara.
O ungento be a til, mais particu-
larmente oos Keguintes casos.
Figoeiredo k Irmo
Ra Nova n. 18
Neate estabelecimenlo hareri sempre um
grande sortimento de roupaa feitas e por medi-
da, tanto para hoinens e para meninos a um
grande e variado sortimento de fszeodas tanto
ioglezas como frsncezaa de bom goalo a baratas,
assim eomo tambera diversas jola* de oaro de 18
quilates e de brilhanles dos melhores fabricantes
de Paris.
Jogo de domin.
Vende-ae jogo de domin finos a 13-2OO
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
na
Botes para puaho.
Vende-se boldesde ponho finos de diversas
qualidades a 200 rcia o par. que tambem servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Aluga-ae o lerceiro andar do aobrado n. 46
da ruado Amorim, tambem aluga-ae o primeiro
andar e armazem do sobrado da roa do Cordoniz
o. 6, pintado de novo, proprio para familia oa
escriptorio dealgum commereiante por flear per-
to do embarque e repartieres publicas: quem
pretender, eotenda-se con seu proprietario Cos-
me Jos dos Santoa Coelho, na ra do Vigario
numero 8.
Atten^ao.
Na raa Imperial o. 80 enrina-se a tocar flauta
e clarioeta maito mais barato do qae qualquer
outro pode ensinsr : quem quizer dirija-a* a ca-
aa cima ia 7 horaa da noite em diaote.
Jos Pelioto de Almeid, subdito porluguez,
ra psra o Rio de Janeiro, '
Vende-se occulos finos de armaco de
39 19. 640 e 400 ris : loja do beija flor,
Queimado o. 63.
ac, a
raa do
Ricos sintos dourados.
Vende-ae aintoa dourados a 29, ditoa de fita
com fivalla doursda a 19500 : loja do beija flor,
ra do Qaeimado n. 63.
Enfeites
para cabeca.
Vende-se requiasimos enfeites para cabeca com
franja, e aem ella pelo baratiasimo preco de 51
e 58000, ditoa de vidrilhoa a 19600 ; na loja do
beija flor, rua?do Queimado n. 63.
AJporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera
das costas.
dos meabros.
Enfermidades da cutis
em gsral.
Ditas de auui.
Erupijes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gtngivas escaldadas.
Incbaces.
nflammaco do ligado
Infla masca o d*lboxiga
-da matris
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquiles.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoss pulridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor da ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacoes;
Veias torcidas oa no-
dal as pamas.
Carteiras.
Vende-se ricas csrleirss para guardar dinheiro
de oaro e prata a S9OOO, 2J500, 19000, 1f280 e
19500 f na loja do beija flor : roa do Qaeimado
mere 63.
Vende-se esta ungento no esUbelecimenta
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e oulras pes-
soas encarregadis de sua venda em toda a
America do sul, Ha vana Hespanba.
Vende-se a 800 rs cada bocetinna contera
urna instrubeao em portuguez por explicar t
modo de fazer uso deste* ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soom,
ptosnansntico, na ra de Gnu n. 4S, eos
Pernambuco,


ma
a.
**">
DlAMO M HUUMMNO. ~ TEafcA FKlBA U DE JOIHO OS UM.
-!"
Rival
sem segundo.
Ha raa do Queimado n. 55, defronlc do sobrado
novo, loja do miudezas de Jos de A:evedoMata
e Silva, est qaeiaeando todas as auna miudezas
pelos presos que abaixo ae declara, pois s quadra
boa para apreciar:
Duiia dt metas cruas mullo eneorpadas a 29400
Dita de ditas brancas multo boas t 19600
Bita do ditas cruas muito finas a 4$000
DIU de ditas branca* para aenhora, mui-
to finas i 3J000
Carriteia de retroz de todas aa corea a 60
Crozas depenoes de ac da todas as c sau-
dades a 500
Dita d-e diUa cslligrsphicas 19000
Nvelos de lloha muito grandes a 60 a 120
Gaitas de agulhas perfeitas s 160
Baralhos portugueses a 1S0 e 160
Croza de boioes de osso pequeos para
alca a 120
" para Mokas muito superior qua-
lidade a 400
DiUa para costara maito finas a 400
Ditaa pequeas porm finas a 200
Baralhos (rsncezea maito finos a 240
Agalbeiros coro agulhas superiores 80
Caivetes d aparar peonas de 1 folhi a 80
Paras de sapatoa de tranca da la a 11280
Cartas de alfioetea francezea a 100
Pares de luvaa brancas de algodo a 100
Escotas para limpar denles muito Ci-
as a 800 e 380
Masaos de grampoe de todaa as qua 1-
fladee a 40
Dedaes com fondo de ac a 100
Carias com colietes francezes a 40
Tirrteiros de vidro com tinta a 160
Dos de barro com Unta superior a 120
Aris preta muito fios s libra a 120
Labyriotho por todo preco,
Yara de franjas largas brancaa a 200
T5es de nova iovenc&o para meninos a 200
Linha branca do gas pelo preco ja sabido que
10, 20 e tres por dous, e ostras maltas miudezas
que vista far f pelaa anas boas qualtdades e
procos entao nao fallemoa.
320 rs. o covado
Cambraias de cores fioissimas, delicadsimos
padre-es,-e muito modernas, pelo taratissimo pre-
go de trazamos e viote ris o ovado : na loja de
Guimaraes & Silva, rui|lo Grespo n. 7 A, esqui-
na ds ra do Imperador.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-se na loja d'sgaia branca mui bonitas
scarradeiras de vidroa de coros a 4*500, 5 e 6|,
sssim como palmatortaa de vidro lapidado com
maogaa bordadas a 4*500 cada im : na raa do
Qaeimado, loja o'guia branca n. 16.
Piano
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acha-se um completo
aortimento de meias de todaa aa qualidadea e
procos, sendo para homens, seohoras, meninos
e maninas de 6 matea a 18 annos. Enuumerar
os differeoles precos confandir o preteodente ;
assim qaem se quizer coovencer de quao baratas
ae esto ellas vendando, dlrigir-ae com dinbei-
ro dita loja d'aguia branca na ra doQueimado
numero 16.
Vende-ae am piano ingles em bom oso, por
prego com modo, |proprid pira principiar-aa to-
car : a fallar [na ra do Seve ou Uniao, casa
0.16.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Neste estabeiecimento vende-se: to-
chas de Cerro coado libra HOrs. dem
de LoWMoor libra a 120 rs.
Superior sebo em velas eem
pes, ca xas de urna
arroba
Vendem Antonio Laiz de Oliveira Azevedo &
C, no sau eacriptorio ra ds Cruz n. 1.
Jacaraud superior.
Tem psra vender Antonio Luis de Oliveira A-
tavedo & C, no aea eacriptorio ra da Craz n. 1.
Coraes lapidados.
bao grossos que admira.
A loja d'aguia bronca acaba de receber urna
peqaeoa quantidade de coraes grossos Ispidados,
os qaaes servem para as voltas qae ltimamente
usara as senboras, e est vendendo cada fio por
2*. 29500, 3 e 49 : na ra do Qaeimado, loja
d'aguia branca o. 16 : assim como receben mais
as bonitas pulseira de mtsssngss.
Gauetas caligraphicaa
a 500 rs
Recentemonte inventadas pelo professor Scul-
ly, asquaes com a extraordinaria vantagem de
obligar e acoslomar para sempre o discpulo a
pegar na penna de modo adequado, sendo guar-
necidas essss esnetas de peqaeoas chapas conca-
ras noa logarse onde se devem collocar .os tres
dedos, facilitando assim muito a escripia, e con-
tribulado sobiemaneira para qaalqaer peaioa em
pouco tempo adquerlr urna boa letra. Note-ae
anda que servem tanto para adultos como para
meninos. A' venda, em casa de Gnedes & Gon-
cilves, raa da Gadeia o. 7 : Gailberme Scolly,
profeasor de caligraphts, Rio de Janeiro.
Arroz barato
Na travassa da Madre da Dos, armazena ns.
9 e 16, de Perreira & Martina, vende-se arroz ds
Indis trigaelro alga arroba, em saceos de 4 a 5
arrobas, que muito convm psra casaa partica-
larea.
Ameudoas.
Vendem-se ameodoaa em frascos e avalaos e
os bons o ricos pspeis com estalo psra sortes:
os raa da Seozala Nova o. 30.
Algodo da Baha.
Proprio pira roapa de eacravoa a saceos do aa-
sacar : vende-so os ras da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz de Oliveira Asevedo & G.
palitos do gaz.
Acha-se de novo supprido o deposito de pali-
tos do gaz, o continuam a vender-ae muito em
conts, na travesea da Madre de Dos ns. 9 e 16,
armazans de Ferreira & Martina*_____
Libras sterlinas
Vende-se no escriptorio de llanoel Tgnacio de
Oliveira & Pilho, largo do Cerpo Santo o. 19.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
Essa estimada agua de colonia ambreada, de
que tantos a tanto tempo sen tem s falta, acabs
de ebegar em bonitos frsscos verdes, os quaes se
estao vendando s 19500 cada am ; assim como
chegou igualmente um granhe sortimeoto ds
verdadeira agua de eolonis de Piver em frescos
o garrafiohaa de differentea tamanhos, tudo is-
so na ras do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16. J
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas inglezas com
pregas largaa pelo baratlasimo preco de 359 a du-
zia : na loja da boa f, na rus do Queimado nu;
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com botes
Vendara-se ricas gollinbas e punhos de cam-
braia o fuslo ricamente bordadas com lindos bo-
tos, pelo baratlasimo prego de 29 cada guarn-
cao : na ra do Qaeimado n. 22, na loja da
boa f.
Para doces seceos,
Veodem-ae mallo bonitas calxiohas redondaa,
de madeira, de diversos tamanhos, forradas de
papis de cores, multo lindas, proprias nica-
mente para doces seceos de quaquer qualidade,
pelo barato preco de 4, 5 69 a duti : na ra
do Queimado, oa bem conbecida loja de miude-
zas'ds boa fama o. 35.
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejando que todos
facam a vootade a suaa bellaa meninas est ven-
deado commodamenle essee bonitos apoarelhos
de porcellana dourada, e pintada a 19500 e 2.
lendo cada um 6 casarea de chlcaraa, e os mala
pertences, a vista do que todos irao (maoidoa de
dioheiro) para compra-loa na raa do Queimado
o. 16.
Vende-ae o terreno sito oa Tua da Aurora
n. 74, com poucoa fundos e lem commodoa para
familia : quem pretender trate na meama.
S nao faz bolo para
S, Joao qaem nao quixer,
porque no etmazem da estrella do largo do Pa-
nizo n. 14, vende-se manteiga inglesa flor a 900
800 rs., lambem tem para-640 e 480, e trance-
xa a 640, vlnho bom a 480 e 400 rs.. traques s
300 rs. a carta, qneijos s 28-
Liquidadlo de fa-
zendas.
Na ra do Grespo, loja n. 14.
Vende-se pare acabar, e por todo proco um
complete-sorlimeoto de fazendas ingleza, france-
zaa, auistes e allemes, todas proprias deste mer-
cado, e algumas recentemente chegadas.
Ollieiii para o pavaO
leiain
Csmislnhss cem golliohas e manguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
dernissima a
Ditas de fusta o com salpicos do cor
Gollinhas bordadas cora botozinbo
Ditas de todoa os gostos a 640 e
Ditaa com manguitos de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordados maito
finos a
Gollinhas bordadas a
Rometraa de cambraia enfeitadas para
lato a
Camisiohas para aenhora a
Lenciokos de lioho core labyriotho para
mao a
Ditos a imitarlo de labyriotho a If e
Luvaa da lorgal enfeitadas com vidrilbo
Eofeiles pretoa com vidilho a
Ricos Afeite* pretos e de cores, a Turca
e Garibaldi
Grosdeeiple preto s .I96OO, 19800 o
Todas estas fazendas vendem-se na ra da lm-
peratriz n. 60, loja e armaiem do pavo, de Ga-
ma & Silva.
Superior caldo Lisboa.
Tem para vender em porco e a retalbo Anto-
nio Laiz de Oliveira Azevedo & C, no aen ea-
criptorio raa da Cruz n. 1.
59000
39OOO
19000
800
19600
I9OOO
240
39OOO
39000
29500
11280
500
800
680O0
29000
Terreno.
Venderse um terreno oom 30 palmos de frente
para a raa do Seve ou Doiao, e 300 palmos mais
ou menos de extenso al a raa da Saudade, com
igual frente de 30 palmos, pelo que se poderi
edificar dous bellos predios ; o dito terreno flea
etraz do edificio que se eetfazendo para o gym-
nasio provincial, e prximo a aowa pools da raa
da Aurora para o Ibeatro de Santa Isabel.; loca-
iidade aprazivel j pelo fresco e ji pelo boolto
ponto de-vista que daqualle lugar ae observa :
a tratar sa mesma raa do Seve ou Uoi&o, casa
a. 16.
Gasas
Vendem-se duas casas terreas na cidade de
Olvada, em boas posicoes, sendo urna n. 16 oa
tadeira 4a Misericordia, e ou-tra n. 1 na ra do
afakkiaa Perreira, ambas de esquina fazendo por
laso melbor vista, serviod a ultima para estabe-
leciasento, -como sempre estove oceupada : a
fallar no bairro da Boa-Vista, ra do Seve ou
Doiio, casa n. 16._______________^___
Pee hincha
sem igual
A 10$ o corte.
Riqaisslmos cortes de vestidos de barege e de
fil bordado, bonitos psdrdes, pelo diminuto pre-
co de 109 o corte : na loja de Guimares & Lima,
ra do Crespo n. 7 A, guia da rus do Impe-
rador.
ILUfJL
sem segundo.
Ns ra do Queimado o. 55 leja da mladezas
de Jos de Azevodo tfaia e Silva, est vendendo
todaa as miudezas b&riliasimaa, aoeber :
Pspeis de agulhas a balao muito supe-
riores a
Caizas com muito finas brelas a
Cartes com clcheles, tem algum de-
feito a
Frascos de macass perola muito fine a
Caxinhai com papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacolee dito dito dito emizade a
Novetloa de linha deCrux a melbor
qae ha a
Caixas com agulhas curtas de superior
qualidade
ntremelos, a peca com 3 varas 1|S a
Sabonetes maito finos a
Papis de agulhas (rancacas com toqoe a
Pares de boioes para punhos de muitos
modelos a 240
Parea de meias craas para meninos a 160
Ditos de ditas cruas para pequeo a 16o
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascoacom agua de Lavande ambreada a 800
Ditos com cheiros muito Osos a 240 500
Ditos com baoha muila fina a 240 e 320
Ditos com superior banha de urso a 600
Diloa com oleo babosa muito fino a 240 e 320
Ditos com oleo do Rio muilo superior a 500
Diloa com superior philocome a 900
Ditos com banha philocome fiuisima a i$000
Ditos com banba transparente a 800
Ditos com superior agua de colonia a 500
Ditos com macass (oleo) s 100
Ditos com superior opiata a 500 e 800
Cartes de linba Pedro V, com 200 jardas s 60
Ditos de dito dito, braoca de cores a 20
Carriteia de linha eom 100 jardas a 30
Masaos de linha frouxa para bordar a 240
Pentes de marfim de auperior aualidada a 15000
80
40
10
200
720
720
40
200
1S000
120
10
KUtVSO QUEIMADO R.k$
.GBANDE201TIMENT
DASEROUPKSF
Sortlmooto eonpleto do sobretasacos do panno a 159. 28, 30* e 359, easacoi millo bam
lenas a 251,281, 30f t S5f, paletots achacados de panno preto de 16 at 259, ditos do eaaemira
00 cor a 159,181 201, paletots saccoa de panno e eaaemira de 89 at 149, dito a saceos da alpaca
w,,2* tt < 49 at 69. sobro do alpaca o merino do 7 at 109, celcaa preUa do eaaemira de
1141, ditoa do cor do 79 at 10 J, roapaa para menino de todoa os tamanhos, erando sorti-
monto de roupas do brins como seiam calcas, paletots o colletas, sortimento do colletas oretos ds
!.' m?u T.eUud0 da ** ** dit01 para ""menl 5 paletoU brancos do bra-
aa#oar, caicas brancas maiUi finas a5f, am grande aortimento de fazendas fina a e mo-
nas, coanieto soriimeato do caaecairaa ioglezaa para homem, menino o aenhora, sroslas da
linfco algodio, apaos da eol de r.jJa, turas do soda do Joavin para homem o aenhora. Ta-
ima grande abrtea de alfaiaU coda recabemos oncommendas do grandes obraa, qao para
aiminiairada por am hbil mostr de somalhsnte arte o um pessoal do mais da
prprnptidio ornis barato
Vv;^^[Tnmi 5t,,B0, i**9in
Brincos pretos a Dalao, e
outros objectos para
luto.
Desses objsctosde que boje infelizmente tantas
familias precisara, na loja d'agaia branca acha-se
am bom sortimeoto delles, sendo brincos e rose-
tas a balao, palseiras modernas de grossas e tor-
tea contas, alftnies para pelto, ditos tambero pre-
tos, em caixinhaa. bonitos e modernos aderemos,
e meios ditos, clateiros de fitas o fivelas pretal,
eofeiles para cabera, grampoa de novos moldes
para segarar cabello, lavas de torcsl de seda e
pellica, meias de seda e algodo para bornees o
ssnhoras : com os compradores de taea objectoa
se ter a maior contemplado, atiento o fim para
que sao: por isso dirigirem-se raa do Quei-
mado, loja d'aguia braoca n. 16.
Bonitos paliteiros de porce-
lana dourada.
Agora ninguem delzar maia de ter em aua
mesa um bonito palitelro de porcellana dourada
poia que el les se estao vendendo a 1e 19500
na lojs da agaia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres.
A loja d'aguia branca recebea orna porco de
srroelae ou argolas de borracha, que acertado-
mente se applicam a differentea fias, como tam-
bera seja para emneeassr papis oas diversas re-
partiQOts publicas, nos cartones, escritorios,
armazens, lojas, boticas, tabanas, etc., etc., e
mesmo de alguna particulares, o que na verdsde
vale apaa comprar-se pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, para pouper-se o trabalho de
atar e desatar um masso de papis todas as veces
que se precisa, assim como aa maia largas servem
para segurar carteiraa, o manguitoa de seohoras,
o mesmo para pulseiras de missangas, adveran-
do, porm, que cada argola tem aua flvele ; veo-
dem-ae em dita loja d'aguia branca, ra do Qaei-
mado n. 16.
Banha japoneza e outras umi-
tas novas perfumaras.
A loja da agula branca acaba de despachar, de
sua encommeoda um grande e bello sortimento
de fines porfumariis doa maia afamados fabri-
cantes, sendo as bem conbecidss e apreciadas
banhas, japoneza, transpsrente, philocome im-
perial em bonitos copinhos com tampa de rrelal,
dita nos copoa granjea, dita em compoteiraa li-
sas e lapidadas, leos de* bsbosa, philocome e
Labio, pomadas ou cosmestiques, fines eztraclos
dos preciosos e escolhidos cheiros Jackey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Alberto, George IV. etc. etc. Recommeoda-se a
todas as seohoras de bom gosto o uso de quaquer
desses estimados eztractoa porque aquella que
m ama sociedade, theatro, ou baile estiver com
seu lino lenp.0 orvalbado de to sublimes aromas
teri porcerto o prazer de ver as suaa visinhas
ds direits e esquerda Ihe rendendo bomeoagem,
pergantarem donna F. onde comprou esse to
agradare! cheiro ? B ella orgalhoss de seu bom
goito, mascom ar prazeoleiro Ihe responder:
na raa do Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
Fazendas baratis-
sirpas
Superior bramante de lioho com duas varas do
largura a 29400 a vara, atoalhado da lioho ada-
mascado com duas larguras a 29500 a vara, brim
braoce de lioho multo superior a 1|440 a vara,
dito de cores, fszsnds multo superior s 1?, dito
psrdo do lioho paro a 800, 19 a 19200 a vara, di-
to de quadriohos muilo proprio para calcas, ja-
qoelas e paletota para meninoa a 200 rs. o cova-
do, gangas trancen* muito superiores s 400 rs. o
covado, cambraias francezaa muito finas e de
maito bonitos padres a 260 e 280 o covsdo,
cambrsia lisa muito fina a 4g, 5 e 69 a peca com
8 1)2 vsrss, esmbraia com salpicos tambem com
8 1 (2 varas cada peras a 49500. dita muito supe-
rior o melhor qae ha oeste genero a 11|500 a pe-
ca com 17 varas, qu s 800 rs. a vara, chitas fran-
cesas de muilo boas qualidades e de lindos pa-
dres a 240, 280, 300 e 320 o covsdo, fil de li-
oho liso muito fino s 720 a vsra.tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalbas de lioho para
mos a 79 a duzia, ditaa pelludas muito superio-
res s 119 a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e ollas de cambraia ri-
camente bordadas s 29 o par de manguitos com
urna golla, leocoa brancos muilo tipos com bico,
renda e labyriotho a 1$280 cada am, ditos de
cambraia de linho para algibeira pelo bsralissimo
prego do 4, 5 o 69 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todas as qualidadea,
qao sendo a dinheiro vista se vendero por pre-
coa mui baizoa : na bem coohecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-se caixinhas com grande porco de
amendoas coofeitadaa, o alguns eonfeilos pro-
prios para o festejo de S. Joo e S. Pedro, pelo
bsrsio preco de 800 rs. cada ama : na roa do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezaa
da boa fama n. 35. __________
Allentio
dos senhores boticarios.
E' chegado pelo ultimo navio um grande sorti-
meoto de dxogas dos Sr*. Lanmao & Kemp, in-
cluindo a salsa parrilba de Brlatol, pastilhas ver-
mfugas, peitoral de Anacoherita, pillas de Bat-
chins, e bitters de Hosteller : os senhores boti-
carios que precisarem deslas drogas, eocootraro
no armazem de Heory Forster & C, rus do Tra-
piche o. 8.
Camisas eceroulas s
Vendem-se superiores ceroulas de lioho muito
finas pelo barato preco de 269 a duzia, ditas tran-
cadas de algodo, mas de maito boa qualidade, a
179 a duzia, camiaas brancas francezas a 229, -13.
26 e 309 a duzia, ditas para meninos s 225 du-
zia, ditas para homam com aberluraa de cores a
229 a duzia : na bem conhecida loja da boa f
oa ra do Queimado n. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com golliohas, fazenda
muilo bda, pelo barato prego de 2g00O, golliohas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinhas muito
fina* e bem bordadas a IgOOO cada urna na ra
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
0.35.
Papel amisade branca e de
cores.
Vende-se pacolescom 100 folhas de pspel ami-
sade branco e de cores s 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da agula branca nu-
mero 16.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se percas de tiras bordadas de 2,500.1
3,000, 3,500 e 4,000 entremeios a I96OO e -9000
ceda peca na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
Attenco
Guimares & Luz, donoa da loja de miudezas
da raa do Qaeimado n. 35, boa fama, partlcipim
ao publico qae o sen estabeleciraenio ae cha
completamente prvido das melfaores mtreadorias
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos
outros objectos e gosto, sendo qua si todos reco-
cidos do suaa proprias encommendas ; o estando
elles ioteiramente resolvidoa a nao veoderem
fiado, afianc.am vender mais barato do quo outro
quaquer ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que Ibes mandenfou veoham pagar os seus
dbitos, sob pena deaerem iaatir;adof.
Soahall Hellors & C, tando receOido ur-
de m para veoder o seu crescido deposito de rslo-
gios ;sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, a pessoas que quizerom
poaauir um bom ralogio de oaro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunldade sem perda do tempo, para vir com-
pra-loa por commodo preso no seu eacriptorio
rna do Trapiche n.28.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vend-se em casa do S. P. Jonhston di C,
sellias e sillioes inglezos, candieiros e casticaesj
bronzeados, lonas inglezas, fio do vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patenta
ingles. _________ ____________
0 Livro do Povo.
Sanio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direcgo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, o contera a vids de N. S. Jess Christo
segundo a narrarlo dos quatro evangelistas e
mais os seguiotes artigo: ovigario, o professor
primario, o bom bomem Ricardo, a moral prati-
ca, Simio de Nanlua, mximas e pensamenlos
a hygiene, os deverea dos meninos, e o Brasil '
A publicacio do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim uniformisar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portelo facilitar o trabalho do mes-
tre e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
um preco baralissimo, a bisloris do silvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Vende-ae o -Livro do Povo, no Recite, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e8 a
500 rs. o ezemplsr em brochara, o a 800 rs. cs'r-
tooado.
Queijos
os mais frescos que tem vndo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2#000 e no passado a 1#800.
Amendoas
coneitadas at mais bonitas que ha no
mercado a 800 el$ a libra : vndese
nos armazens Progresista e Progresi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Cruzesn. 36.
ltenlo! attencao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja o. 20 da ra da Imperatris acha-se a
venda um completo e variado sortimento de boas
[azoadas, e qae A vista d auas qualidadea sao ba-
rtaicnaBoDte vendida, e para maia veracidade
do qu Dea dito, abaixo vo mencionadas algamas
das ditas fazendas, a saber :
Chita largaa cor fiza a 240 ra.
Madapoln fino com 24 jardas a 59.
Cambreiaa de corea a 280,320 a 400 ra. o co-
vado.
Velludo preto e de cores s 29.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Lencos pequeos s 80, 120 e 160 rs.
Chapeos de caalor fioo a 89.
Chitaa pretas muito largas e finas a 240 rs.
Algodo trancado prelo muito bom para vesti-
dos ds sseravos a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 jardas a 29.
Cassa de salpicoa com 10 ditas s 39.
Cambraia bordada para cortinadoa com 8 va-
rea a 2/.
Tiras ou entremeios bor-
dados.
Vendem-se liras ou entremeios bordados de
lindos gostos, pelos baratsimos precos de 19500
e 19600; s no galo vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Bom e barato.
Para a festa de
Santo Antonio e S. Joo.
Manteiga ingleza boa a 800, 960, e 19120 flor",
m barril taremos abatimenio, dita franceza a
720. dita para tempero a 400 rs., farinba do Rio
muito boa a 130 a libra, ameodoaa a 240, nozes
a 160, traquea a 280 a carta, vinho Figueira a
600 rs. a garrafa, dito Liaboa a 500 e 400 rs., em
caoada taremos abatimento, velaa sterlinas a 740
a libra, azeitonaa muito novas a 19500 cada ama
ancoreta, a 310 a garrafa. Alem disto tem um
competente sortimeoto teodente a molbados, que
lado se vender por menos do que em outra
quaquer parte : no estabelecimento da rus es-
trella do Rosario, esquinada raa das Larangeiras
numero 18.
Booecas francezas.
Vende-se bonecas francezas ricamente vestidas
49OOO e 59000, e 2|000 bonecas de cera com os
olhos movedeos a 2*000 e 39000, oa ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se fivelas de ac para sinto s 19500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja de miudezas
da Roa fama. o. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cada urna aspa de ajo
para balo a 160 rs. a vara, bandees a 19500 rs. e
-29OO o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. o. 35.
CascariJhas de seda.
Vende-so cascarrilhas de seda para enfeitar
vestidos a 29000 a pera na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padeee
de erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
para senhora a IgOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama. n. 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a I96OO rs., ditas
com mangas proprias para rapazes a 49500 ra.,
cada urna, escarradeiras de vidro a 49500 rs!
e 5J000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Bda fama, o. 35.
Perfumaras muito Unas e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 rjs, dita franceza a 500
rs., 640, I9OOO, oleo da sociedade hygisntque
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para os denles a I50OO o frasco, pomada france-
za em poa a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetes
maito tino a 640 rs., 800rs. e 19000 cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama
o. 35. '
Vende-se ama bonita escrava de 18 annos,
de boa conducta, e com as habilidadea proprias
urna casa de familis por ser recolhida ; na ra
da Praia o. 47, primeiro andar.
Polassa da Russia.
I
Vende-se em casa de N. O. Bieber d
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Queijos.
Vendem-se na ra Direita n. 99, defronlo da
loja de miudezas, queijos vindos do norte no al-
tlmo vapor a 29200, ditos* a 29. ditos a I98OO, di-
tos do sertio a 29, em libra a 560, ditos de qus-
ha a 440, aletria a 400 rs., mscarro e lalhanm a
320 a libra, caixdea da-doce de goiaba a 19500,
toucloho de Lisbos a 320, ssg 320, cevsdinbs
do reino a 240 a libra, arroi a 140, o dito a 160,
gomma a 120, manteiga iogleza a 800 rs. a Ifi.
dila franceza a 720 o 800 rs., cha hyason s 29800,
35, e 39200, dilo do Rio 2g, vinhos de todas as
qoslidsdoa a 500, 560, 640, 800 e 19, tetonas
mallo grsndes viadas da Lsgoi a 400 rs., ou-
tros mullos gneros.
Vende-se urna negra de meia idade. sem
vicios nem achaques algum, e por barato proco :
na raa d Prila n. 31, primeiro andar.
Gaz do melhor
a 600 rs, a garrafa.
Na ra Direita n. 7 e. na ra
do Queimado n. 75.
A200rs.,so pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor-fixa a
dous tustoas o covado : os ra da Imperatriz
60. loja e armazem do pavso.
n.
A 2$5U0, s o pavo.
Vendem-ae cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, diloa de tarlatana brancoa e
de corea, com barras e babados a 39: na rus
ds Imperatriz n. 60, loja o srmazem do pavo de
Gama 4 Silva.
A 500 rs., s p pavo.
Vendem-se ss mais modernas e finissimas la-
zinhas de quadriohos e de flores solas e palmi-
chas, desembarcadas do ultimo navio viodo do
Havre,pelo baratlasimo preco de quinhentos ris
o covsdo, e dao-se aa amostras coro penhor: oa
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Ga-
ma & Silva.
Attencao
A 600 rs* a garrafa de gaz.
CoDlioua-ss a vender o melbor gaz, na loja de
funileiro, rus ds Imperatriz n. 65.
Attencao
o
Chegou para a loja da victoria, candieiros a
gas de novoa goatoa o modeloa, tanto para aala,
como para eacada e quartos o para outraa maiiaa
cousas; na loja da victoria ni raa do Qaeimado
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ae esta nova fazenda de padr'es delica-
dlssimos com 4 1|2 palmos de largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pa-
veo de Gama & Silva.
Para brinquedo de S.
Joo,
Continua-se a vender amendoas pelo barato
preco de 640 rs. a libra, na ra Velha da Boa-
Vista n. 33, rus do Raogel n. 9, defronte a esta-
cSo das Cinco Pootaa n 140. ra Augusta, esqui-
na do becco do Marisco n. 1, ra do Crespo nu-
mero 7.
Borzeguins inglezes.
Ni rueda Imperatriz n. lo defronte da boneea
loja do Pinto, recebeu-se pelo ultimo vapor um
grande sortimeoto dos j bem acreditados bor-
zeguins inglezes qae vende-se por 10ge lijf, di-
oheiro logo contado.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
cha, vendem-se sementcs de horlslices vindas de
Lisboa.
Muita attencao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do lm'
peradorn. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
Kua do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
Nesta nova loja ha grande porgao de caixinhas
com amendoas proprias para brinquedo de S.
rJoao qae se vende pelo barato preso de 800 n>.
cada urna quem deixar de dar a urna menina
urna caixinba ; tambem tem grande porco de
caixas proprias psra doces secos que vende con-
forme seus tamanhos a 69, 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulsas a 800 e 640 rs. a libra : s no
vigilante ra do Creapo n. 7.
Vende-ae muito boa caroe do serto a 400
rs. a libra, cha byason superior a 19800 a libra,
e velaa de apermacele a 700 rs. a libra : na ta-
berna denomioada do armazem do sal, ra da
Concei;o n. 6.
VENOB-SE urna mobilia ae amarello no-
va, conlendo as seguintes peess: um sof, 12
esdeiraa, 2 ditas de braco, 2 de balaceo 2 conso-
los e meaa de mel de sala : para ver na ra Di-
reita n. 127, segundo andar, o para tratar neals
lypograpnia.
lotinas deselim,
Chegaram no vapor francez aa bellas botinas do
setim branco para senhora, o vendem-ae em
coota na loja do vapor, ra Nova n. 7.
Vende-se um bonito cavallo, quo trabalha
com carro; na ra da Imperatriz n. 20, loja*.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
ededaes de marfim.
Acabam de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16.
MOFO
deposito de charutos s
da Bahia
na raa d Borlas n. 15 judio o sobrado novo
que volta psra S. Pedro, neste deposito aa en-
contrar sempre bons charutos todoa fabricados
na Bahia, assim como lem cigsrros do todaa as
qualidades, rumo, cschimbos, boleas e oulrss
rcoasaa pertencenteaaoa femantes, tbdo por ba-
ato prego.
Vendem-se aeces da Cftmpanhis Parnam-
bneana : Ba praca do SoTpo Santo o. 11.
Millies a 10,000 rsa
Na raa da Cadeia n. 45, esquina da Madre do
Dos, vendem-se borzeguins de Millia muilo
bons a lOjJ o par, sssim como um completo sor-
timanto de outros calcados para homens, senbo-
tras e meniooz, tanto de Paria como de Nautas;
ambem tem constantemente sortimento de roa-
paa feitas o fazendas.
Vendem-se os seguiotes gneros, ltima-
mente chegados, por preco commodo: barricas
com bacslhio, caixas com batatas de duas arro-
bas, UoguicM, ancoretas com szeitooas, alhos eos
canastras pequeas, saceos com caf, milho, tar-
lo, arroz de casca e farinha de mandioca ; no
primeiro armazem do caes da alfandega confron-
te ao arco de N. S. da Conceicio n. 63.
Vende-se am escravo prelo, de idade de
40 anoos, qae sabe coziohar e fazer o mais aer-
vico de urna caaa, e tambem alfaiale, ou per-
muta-se por um outro, ou rJor urna escrava, sen-
do que 0 motivo da venda se dir ao comprador:
a tratar na roa da Roda, no segando andar do so-
brado n. 17, das 4 horaa em diaofe.
A banha fina,
em copoa grandes, ebegea para a loaj d,agaia
branca, raa do Queimado n- 16.
Vendem -se duas camas de irmac>o em
bom estallo, am par de bancas, urna duzia do ca-
neares, lado do relio ; na ros dea Cruzas nu-
mero 1.
'




.
NO
Totead* M\
2$~Largo do Trpo-SS
Maotelga ingle flor i 800 e 969 ti. libra,
dita'francesa a 6(0 n.. banha de porco a 400 rs.
a Itera, matis nsito finas para sopa a 400 rs. a
libra, queijos do reioo a 2$,dito do sertao a 360
ri.a libra.serTejs das melhores mrcas a 500 ra.
garrafa, sardiohas de Naote a 400 rs., toucioho
a 320 rs boTachioba Inglesa a !?S0 rs. a libra,
amm como se vende ouiros mu'toi gneros Ira*
ratissimos, pastas a 400 rs. a libra, sao muito
novas, e ae alguem davidar veaha ver no Torn-
dor largo do Terco n. 23.
mmmm mmmmmmm*
Loja das ti por-
tas em frente do Livra-
ment
[Baldes de 15, 20. 30 e 40 arcos.
Grande aortimento de baldea de arcoa
os melbores nesti razendd e grandes,
chitas francezas largas escaras a 220 e
240 rs. o corado, ditas estrellas miudi-
nhas a 160 rs. o eovado, cambra! lisa
oara forro com 8 1(9 taras a 20 a pega,
ditas finas a 3, 4j, 5 e 6J muito finas,
ditas de salpiquiniw com 8 l|2 raras a
3j>500 a peca, cobertaa alcoxosdas bran-
cas e de cores para casia a 4$500 e 55,
casis de eores franeezaa l nas seguros
-~ a 320 rs. o corado, peca de brelanba de
i rolo a 2$, algodao trancado airo muito
X largo para toarhss a tya rara, eofeites a
f Garibaldi todos pretos a 59 cada um, len-
tjos brancos com barra 4a cores a 120 ca-
da um, roupa feita d todas as qealida-
des muito baratas, a loja est abarla at
as 9 boraa da noits.
Veadein se bois mancos de
pasto.
Vendem-sa bois mansos gordos de pasto na
estrada doa AfiTclos defronte do S'. mejor An-
tiioes proprio para campos e tambem bois de
samposno mesmo logar.
Roupa feita da Arara
Vendem-se paletota de panno preto a 6M0 a
SI, ealcss pretaa de casemirj a 4|500 91300,
pajelola de alpaca a 3|500 e 4. talcas de brim
Tje cores a 2J50O, camisas francezas Anas a 21 e
8*00. coroolaa da linbo a 11600 s a*. eoUrlnEos
de Moas finos a 600 rs.: na raa a Imaaratriz,
loja tfa Arara n. 56.
A le tria.
Aletria ora com 25 libias, a caiza por 400O
ende-se na ra da Imperatriz n. 6.
Atteoco.
Vendem-se raccas paridas e boia para carroca:
no becco das Barreiras, olaria n. 10, se dir quem
rende.
Attenco
Na grande exposiqao de fazendas bara-
tissimas, na loja earmazem da Arara,
na ra da Imperatriz n. 56, de Ma-
ga I hSes & Mendes.
Vendem-se fazendas muito tintas para liqui-
dar, a saber: lezinbaa escossesas dequadriobos
para reslidos de senhoras e roupa para meninos
a 320 rs. n corado, ditas muito Ooas a 500 rs.,
ditas chioezea de 41|2 palmos de largo a 640 rs.
o corado, fusto de cores para restidos de senho-
ras a 280 e 320 rs. o eovado, cassas toda de co-
res para restidos de seohores e meninos a 240 e
280 rs. o eovado : na ra da Imperatriz, loja da
Arara n. 56.
Cambraia da Arara
Vendem se pegas de cambraia brinca lisa a
1600 e 2J. ditas finas a 2S500, 3 e 3*500, casia
pira cortinados muito fina com 20 raras a peca a
9, ditas de 10 varas a 4500e 33, gollinhss para
senhoras e meninas a 500 rs., manguito e golla
de lioho a 2fl50O: na ra ila Imperatriz, toja da
Arara n. 56.
Arara Tende os bales.
Vendem-se balota da 15 a SO arcos, o mala mo-
derno qoe ha para aenhoras por todos oa precos,
ditos de brilbantina muito grandes, saias de cor-
do que faz rezes de balso por 2J500, satas bor-
dadas para senhoras a 21500, ditas de 4 pannos
3g e 3|500 : a ra da Imperatriz, loja e armi-
sem da Arara n. 56.
Madapoio da Arara.
Vendem-se pegas de m/dapolo Elephante en-
festado, muito fino, com 40 jardas a 141 poca,
ditas de 24 jardas a 41400, 41600, 5g, 51500 a 6,
dito entestado a 31 : ira ra da Imperatriz, loja
da Arara d. 56.
Libras sterlinas.
Vendem-se em casa de Wilg 4 Just, praca do
CorpotSanto n. 13.
Vinde-se nt loja da ra do Crespo n. 25,
um riolao aioda norc, excellente, por prego com-
soodo.
Carne de Serid.
E' chegada a rerdadeira carne de Serid, e oa
bellos queijos de Serid maito frescos ; no aoti-
go eatabelecimento da ra estreita do Rosario,
esquina da ruadas Larangeiras.-
Pose cemto
amo iBUi7nrs
NOS AHMAZNS
PROGRESSIST
PR06BBS8IV0
DE
Esperaoca
Loja de miudezas,rua do Quei-
mado n. 33 A, de Guimaraes
4 Rocha.
Cli ega r a ra ot botes de coroarhra brancos a ea>-
carnados, que se rende por 31a duzia, oa por 1J
o par para puobos, s ha nesta loja, crazes de
cornalina para'rosarios, e proprtas para encastoar
em ouro a 11, flautas de bano de 5 chares com
caiza, pelo barato prego de 20S, pos de arros aro-
matiaado a 11500, am frascos maito lindos s 31,
agulbis rictoria chegou noro sortimento, o proco
o mesmo de 120, carteiris para ascrerer, pro-
priaspara riagem, com tiuteiros etc. a 12 e 161,
ntremelos bordados, e trsnsparentea a 11500,
13800, z|, 21500 e 31, tiras bordadas para caigas
de maninaa e saias a lg e 21, labyriotho inglez a
80, 100, 120,160, 200 e 240 rs a rara, fitas finas
de. grosdeoaple achamalotado proprtas para cin-
tos a J50 a vara, colberes de metal prineipe
para cb e sopa, a 51 e 28500 a duzia, facas de
cabo de balanco a 6 e 71000, cabo de riado por
45500. meiaa para homem a 11800, 21200. 31600,
51 e 61 a duzia, metas de seda para crianga ras-
cem-nsseida, lindas cores a 21 o par, meias de
algodo para meninos o meninas a 240 o par, flo-
rea artificiaos para eofeites a 11, capellas para
noira, s a Esperanga rende por 5f, de flor de
laraogeira, fitas de velludo largas e eatreitinbas
como ae procura a 11 a pega da estreita, tesouras
para unhas de ac finas a 11500, carras etc. para
costura a 600, 800, 11280 e 11600, pontudas de
ago para corlar fios no comego do labyrlnlho, s
tem a Esperanga, que rende por 1$, tinta azul d
preta (verdadeira inglesa) a 820o 40, que se
rende barata por ser recebida directamente do
fabricante, penosa de ago Inglezas e de mnitas
qualidades a pregos differentes, papel almago in-
glez, rasma de 500 folbas a 61 (pastado), dito al-
mago frsncez, resma de 420 folbas a 41 (pautado),
dito sem ser paulado a 31200 e 41, dito pequeo
tarjado do preto a 115O0, donrado a ii560, de
cores a 11600, bordado come renda, e pintado
com palmas, rosas, etc., por pregos razoareis, e
ma infinidades da artigoa baratos, escoliados
com gosto e acert para uso domestico,especiali-
dades vindas de encommenda, nao vistas oeste
mercado, que recebe esta casa constantemente.
I1IIM& 1
DE
andr & Miranda.
Ra do Crespo numero 8 A.
Sao chigados a loja da Unio Commerciil de Leandro & Miranda, os desojados
e muito commodos baldas de 13,15, 20, 25 e 30 arcos de pregos de 31500 a 61.
[Vos quatro eslaklecimentos
bem conhecidos da ra Real
do Manguinho ds. 5, 61, 62 e 63.
&4DDRS. 4IUI1M
Presiiito de fiambre.
O melhor que tem vinclo a este' mercado aflangaodo a boa'qualidada a 400 n. a libra.
Man I i el 3 Ca 0 melhor qae ha a libra a 700 r*.
* ftSSiS ,s mjj novas que ha a iibra a 4go rs_
^lieiJO 0 serto o melhor que ha a 500 rs. a libra.
wiaHtlg,l fraocsza a libra 700 rs.
IVlanteiga ingleza a libia 720, 800, 900 o 11 o melhor qns ha.
a a 11 IOS d0 g gro a<500i UI, 24Q
E mais lud quanto teniente a molhadoe que aa toros enfadoobo annuociar, pois que
a vista eos estabelecimeotoi rerao os Sra. (regaezas como aa acham completamente sorttdos da tu-
do qaanto lbe perlence e que logo continuaremos por asta folba.
Guimaraes k Villar!
COM LOJA NA
BA *>*> CRESPO m. 17-
Teodo um grande sortimento de fazendas da gosto pedem
As senhoras que
manden r 5u#i. fazeadi aromtien4o sri-las o melhor eossirel.
acb*ra a* recebar t.lo ultimo rapor francez um grande sortimento de restidos
brancos bordado pTa 30, 49e 90f e entrmelos ricameola bordadas largos e es-
trwto propTios pin enlmar restidos braneoa e roapas de norai; manteletes e ca-
pas a Luiz XIV e sitos tafeis e todas as qoaltdadoa.
Esperam a proteceo
1 das respsitarsi seaboras.
DUARTE & C.
36 Ra das Cruzes de S. Antonio 36
. 9L4WGODOC1RM00.
s os proprietaTios destes acreditados armazens participamos aos nossos numarosos
fregutzes que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
melhores gneros;tendente a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por cenlo do
que outre qnalqner, como a experiencia o mostrar por isso pedios a lodos os Sra. da praca e do
matto, que ainda se naoderamao ttabaJhoisLmandarem experimentar, o favor de o fazerem, certos
de nada perderem, pois para isso no pouparemos forjas para bem servil-es inda mais ajesaoss
menos entendidas, certos de esclarecer aos compradores que s ta roa das Cruzes n. 36 e largo
do.Carmo n. 9, que devoro inderecar os portadores, pois muito se ovildam com outras casas quasi
dos mesmoj ttulos (Progresista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaos.
lvlailteig,a 1 Ilgieza a ^3 nova emas SUper0r do mercado a 900 rs. a libra.
Manteiga fra IlCeZa a melhor que se pode deseiar a 650 rs. a libra e em barril a
600 rs.
L/tia liUllilJ o mais especial que se pode encontrar a 2|880 a libra.
Clia ySSOn o melhor que se pode desejar ds 2*400 a 2800 a libra.
vyj-ia pretO 0 que se pode desejar neste genero a 2# a libra e a 1*600 o ordinario.
Queijos flinaengos chegadog nouUirfl(, vapor a 29e i700. -.
{QlSfJO pratO o melho do mercado a 600 rs. a libra e sendo inleiro a 500 rs.
V liey OS dO Sertao muito superior a 640 rs. a libra tambem temos para 500 rs.
Passas era caxitilias de 8 Jibras a 2*500 esoo rs. a libra.
Figos em calxinhas de s ibr.1*600 e200 rs. aifl.
AmendoaS da CaSCa mole_,.320 rs. aozwa 160 .a libra muito novas
AmeXaS franceZ^S a 1 a Ubr, e em latas com 5 libras a 4*000.
Marmelaad Superior a melhor do mercado em latas de dutslibras a 400 rs. a
libra.
JJ*3ce -da casca da goiaha 8oo rs. o caixao.
X a Illa ras em caixinhas proprias para mimo a 2*500 e 800 rs. a libra.
Latas COm frutas em Calda comopecego, damasco, ginja, ameixasa
alperxe a 600 rs..
Amendoas confeitadas com amm cores a soo r?
f mnOS generOSOS eDgarrafados das seguintes qualidades, duque do Porto, Porto
fino, Pedro V, velho secco, genuino. Nector, Garcavellos, Feitoria, e Madeira secoa a
12* e 13* a duzia a 1*100 a garrafa e muscaiel a 720 rs. a garrafa.
UltOS Am pipa proprios para mesa de 3*600 a 4f a caada e de 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figoeira.
^erveja das melhores marcas a ROO rs. a garrafa e 5*000 a duzia, chanpanhe das
marcas mais editadas da 14 a 20 o gigo, eognhac o melhor que se pode deseiar
a 900 rs. agarrafa. ( '
1 mGU e I) ra & rerdadaira hollandaem garrafoes de 16 garrafas a 6*000 cada um.
\*eneora italiana a mais sublime que tem vindo ao nosso mercado em frascos grandes
a 29000 cada um.
rTaSqiieira Com 12 frascos de genebra de Holanda 9800
IxarraiOeS com 5 garrafas de superior vinagre a 1*000
Vinagre puro de Lisboa aa40ri. .g.rraf.e. isoo.c.nd..
IriarraSqUinO 0 minsuperior que se pode desejar a 1*000 a garrafa.
ftSper mcete 0 mais superior do marcado em caixinhas de 6 libras a 4*200 e 700 rs.
a libra.
Vel&S de Carnauba a 119500aarrobs e380albra.
AUCOretftS comazeitonas as melhores do mercado a 134.00.
V-;aiXBS com 1 arroba hespanhola conlendo macaro talhtrim e aletria a 6*000.
IjaiXinaiSS com diversas qualidades de massas como s*ja estreliqhapevide etc., a 69000
e 640 rs. a libra.
CllOUricaS e PaOS os melhores do mercado a 560 rs/a libra.
OaiameS o melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
I reZU UtOS 0 que so pode dezejar de bom a 640 rs.U Iibr?.
LllgUICaS finasem latas jpromptas a 19600.
r*eiXe em lataS cavallinhas pargo, e linguados a 1,5600.
1 OUCinhO do reino a 280 rs. a libra do novo.e 240 rs. do velho.
lianII :\ de J)OrCO a melhor do mercado em latas de 10 libras a 4*000.
MaSS 1 de tomate em latas de 1 librra a 700 rs.
IllaBSaS para SOpa talbarime macarrao a 280rs,ealetria a 320 rs.
a alltOS llXaaOS emmicps-com 20 macinhos a 200 rs.
"a pe greve puntado e liso muito superior a 4*000 a resma.
Cil* Va dOCea 360, pimenu a.360, eanella 900 rs., ecomiohos a 800 rs. a libra.
Pt lltGS do gaZ a 2*300 a groza e 20 rs. a caixinha.
5I&1 reunaUO flm pacotas d mais de urna libra a 160 rs. potes 560 rs,
agU muito novo a 280 a libra e savadinha 200 .
tarn na doMaranho a 160 rs. a libra e gomma a 80 rs. a libra e 2*400 a arroba.
. doCear o melhor do mercado da 8*500 a 9*500 a arroba.
Ca X1U lia S M maiseUgBies, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs.
a 19500 e temo com 6 caixinhas a 59000.
Chocolate hespanllol verdadairo a I9OOO rs. a libra.
tirvilhas portuguezas e francezase feijao verd.da64o.720 rs
a lata,
1 raques os melhores do mercado a 109 a caixa ea S80 rs. carta.
S. JO AO'
VNDESE NO ARMAZEM
PROGRESSO
DE
Francisco Fernn des Duarte
Largo la Penlia
Os melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 por cen to do que ei
qualquer parte, girantindo-se a boa qualidade, por isso roga-ee a todos oa Sors. da praca de en-
genhos e lavradores o favor de mandarera suas encommendas a este muito acreditado armazem de
molhados, afim de verem a diferenca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
qualquer parle. r
^M**?*8 conWta'l" para sorte de S. loao a 800 rs. a libra, tambem tem-se para
6*0 rs. a libra sendo em poroao, tanto de urna qualidade como de outra se faa abi-
mento.
1&amteg& Imgleza
da safra nova de primeira qualidade a 850 a libra,
barril se faz abalimento.
MLameiga fta**za a
#mci}aa do teiao
em
muito frescos chegados aeste ultimo vapor a
gados no ultimo navio a 1*800.
Quijal g^ia^irtatpre aloaa4ja.
Savel
em latas chegado no ultimo vapor a 1*600.
Bolaxinh a de soda em tatot t is40o
Bula XlU ha ingleza a mais nova do mercado a 4*500 a barrica e 300 w. a libra.
A VelaaS chegadas ltimamente a 320 rs. a libra.
Sardinhas de JNaotes4o r. a uu.
Sete dOCe refinado 99 a eau SOO .agarrafa/
ATTOY era saceos de 5 arrobas do vermelho a 2*500.
LlCOre os mais fiaos qae ha no aereado a 19 a gurata e 109 a duzia, tarabeas temo
para menos.
AUra dos generas annunciidos encobrar o re*pertavel puHreo tudo que for pertencan- }
te a alee estabelerimeles. Os propratarios scisnficaraque estes precos s sarviram para aquel-
es Snrs. que mandirem sen competente importe e todos os demais fregueses de livro teram de sujei-
tar-se pelos procos acosiumados, salvo aqualles de fim de mez.
mais nova a 640 rs. a libra, am barril a 600 rs.
2*000 dilOS che-
navio a iPBUu.
f 1. *** o mais superior que tem vindo a este mercado a 800 rs. a libra.
r k/ meUl0r qUe h mercado a 2*800 e 4*200 libra afian^a-se a boa
dsa\a UUXim 0 que e pode ^it nesle ged(jro a $ Cn ptetO homeopathico a 2*200 a libra em porcao se faz abalimento.
1. Taques HOYOS 0 pav0 uansa(j0 a 32q n. e m caixas eom 40 cartas por 10*000.
Latas C01B ameadoaS confeitadas, proprias para mimo, contando mais con-
feuese assucar candido por 19600 cada urna.
raSSaS em caixinhas de 8 libras chegadas altimamente a 2*000 eada urna e a retamo
a 480 rs. aOibra.
ttOiaXiUnll soja em jatas com differentes qualidades a 1*440.
uOiaXlB Ha ingleza a mais nova que h no mercado a 4*000 a barrica e a relamo
a 320 rs. a libra.
VllillO em pipa de superior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500, 560 a 640 rs.
a garrafa, e em caada a 3*500, 4*000 e 49500.
VlllttOS engarrafados Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Carcavellos, Fei-
toria velho, e de outras mnitas marcas acreditadas a 1*200 a garrafa, em caixa a 12*
tambem ha para 1*000 a garrafa.
-llalli pilan lie das marcas mais acreditadas a 15*000 e 209000 o gigo, e em garrafa a
1;>800
Serveja da marca cobrinha ou de ou Iras marcas conbecidaa a 5*000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
** tilias francezas e portuguezas era latas de 1 libra por 640 rs.
l*aea de tomate em taitas de l libra por 800 rs.
eixmS trncelas era latas de 1 e raeia libra por 19500, ditas com 3 libras por
2,5800.
amenaoaS de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, era arroba por 85000.
WOZeS a 120 rs. a libra e em arroba a 3)51000.
rVletrta, maearrae e talnarim a 400 rs. a Bbrt, a em caixa com i arro-
ba por 6*000.
EiStretliana, pevde e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em can
xinhas muito enfeiladas se faz obatimento.
"*tltOS ae aenteS UtadoS os raaisbem feilosque tem vindo a este mercado a 280rs.
tambera ha para 200 rs.
TreitintOS ingleZ.es para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
6(0 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Cnonrteas e palos n,at0 novas a 560 rs. a nbra eem barrU M far abatimeato.
salame 0 melhor fetisco que pode haver por estar prorapto a toda hora a 800 rs. a libra.
F oneinn do reaO muito novo a S80 rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 59 e 7* a arroba.
v>nonriC.aS era latas j promptas para se comer a 19800 cada urna.
Banna de porco refiaada em laUi com 10 libras por 4|300<
utta em barril raut0 fioa e ^ a 440 rs# a Hbra eem ^ a 400 r3>
Cartoes COM bollo franeeZ proprios para mimo a 500 n. cada um.
lll.aTmetaaa imperial do afamado Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra.
Harmelada de Alperehe em latas de 2 libras por 1*000 cada urna,
* C m\ sr metas e i0C6 em calda as melhorej que ha em Portugal como e-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs, a lata.
UOCeS SeCeOS e em calda, era latas, de 4 a 5 libras por 2*000.
UnOCO late hespanhol a 1*500 rs. a Hbra, ditto francez a 1*100 ditto portuguesa
800 rs afianga-se a boa qualidade.
l-iRlC (je prraera qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
9*500, dito mais baixo a 280* rs. e 89500 a arroba.
sCVaalnna de Franca a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porco se faz
abalimento.
^*R muito novo a 320 rs. a libra eam garrafoes com 5'libras, por 2*000.
* artnna do reino das marcas SSS ou galega, a 1*0 rs. a libra.'
Ita do Maranhao al va e cheirosa a 160 rs. a. libra e em arroba 4*500.
das de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 12*000.
rVietta aOCe refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 9*000.
Vinagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.
ITlnnO eberez verdadeiro a 1*500 a garrafa, e em caixa 14*000.
Mino tomnCO de Lisboa o mais superior que ha no mercado proprio para missa a
640 rs- a garrafa e em caada a 4*500.
Cnarutos
Ditos
UltOS em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, ePaneniellas, a 2*000 a caixa.
AlpiSta mu la lirapo, a lSOrs, a libra, e em arroba 5*500,
AZCllenaS muito novas, a 1*000 rs. caa urna ancoris, e a 400 n. a garrafa.
aTn?* de Maranhao a 110 rsa libra, e 3*700 a arroba.
reiXe Je p0SUs em jrt,, iu memores qualidades de paixa que ha em Fortugal 41950t n.
wenebra de Hallanda m Bj^rse, com m garrafas por 9*000.
NaOStarda ngleza maito nova a 1*000 o fipaa a f raneara a 040 rs. o pota.
Aleta dos ganaros cima mencionados encontrar o respaiuvel paWico um completo
ment de todo qne tendente a molhados.
suspiros do fabricante Brando em metas caixinhas, por 2*500.
suspiros do fabricante Catanho & Filhos em meias caxinhas a 2*000.
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--y-, .llamar i j i i '
nu utRmuiM* tute rik 17 db radio db Un
losas artfficiaes pra ca-
bello.
X loja do bsls-ttor tanda recebidc bonitaa ro-
*it qMH eslo usando pira os cataeLloi, veuds
na raavdo Qmlasado oa loja cima d. 63.
Aljfar fino imitando perola.
T*4*M a 500 n. fio do aljofir fino, imi-
tando PWolii: na r< do Queimado, loja d'aguia
Gambraias
Vendom-ie cambraia* de coreo de bonitos o
logontea desechos a 280 o 3X0 ra. o covado : na
na da Imperatriz. toja o. SO.
Oliados.
Vendem-se oliadoa piotadoa de liadas vistas e
paistgens, larguras de 6, 7. 8 o 9 palmos, pro-
pnoa para maaa de jactara J* o corado : na ra
da Imperatriz. loja o. 20.
Sapat
OS de borra-
cha para senhorasa
1,500 o par.
Eatamoa no mez ftfarianno, o por Liso i do no-
cesaidade que as sanhoras que bm se appllcam
a esaa boa devoco se previoam de uin par de es-
patos de borracha, para aaaim tereso os pea res-
guardados da bumidade, eem altenco a lio jus-
to o loevavel flm. eslo ae vendando a 1S500 o
Pa': na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Borcegues. .
Ba da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Vende-se pelo bsratissimo prco :
Borzeguins de lustre para homem a 89.
Ditos de beierro para homem a 89.
Ditos de cordavo para dito a 8$.
Por este preco s a dinheiro i vista para li-
quidar.
Moendas e meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc.,"etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior nelo dimi-
nuto preco de Sj o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9S o covado, casemira preti
muito fina a 23, 25500. 3, 30500 o 4) 0 covado,
mantas pretas de blondo muito superiores a 12$,
manteletes de superiores grosdenaplea pretos ri-
camente bordados a 355, sobrecasaess de panno
preto muito fino a 309, casacas tambera de panno
preto muito fioo a 305, paletots de panno preto
fino a 18 e 209, ditos de caaemira de cor mee-
elada a 189, superiores gravalinhas estrellas a
19, ditas de setim maco t de gorguro muito su-
periores para duas voltaa a 29, ditas estreitichai
com lindos alQnetes a 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o corte, ricos nteites pretor
a 65, e assimoutraa murtas fazendaa que aendo i
dinheiro vista, vendem-ae por precos muito ba-
ratos : oa ra do Queimado c. 22, oa bem coohe-
cida loja da boa fe.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedas de quadros, ditas de listras ao
comprido, e ditas de listras atravessadas, dita*
de quadrinhos, sendo dos melhores padrdes ede-
licadiisimos goatos, com largura de chita ioglcza
a 500 rs. o covado, pechincha, e dao-se ss
amoatras com penhor : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armaiem do pavo de Gama & Silva.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Keate rico e bem montado estabeleeimento en-
contraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o caranda.
BANHEIRUS de todos os tamachos,
SEMCUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
Bacas idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caias de todas aa groaaurai.
FRATOS imitando em porfeicao a boa portel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flaedres para qeal-
quer sortimecto.
VIDROS em caixas a a retalho de todos os ta-
maodando-se machos, botar dentro da cidado,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
roza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Nova altelo.
O vigilante acaba de recebar novo sortimento
de diversos objectos que se veodem por manos
20 por cento do que em outra qualquer parte.
Sintos para senhoras.
Riquisaimos sintos douradoi, pelo baratissimo
prego de 29. e com fivela ao lado a 49, aasim co-
mo de tita de seda ou velludo a 29 : s no gallo
vigilante, rna do Creapo n. 7.
Enfeites.
Vendem-se os riquisaimos enfeites do cabeca
com franja e vidrilho a 59. ditos sem franja a 39
ditos trao;ados a 29500, ditos de lago de fita e
laico de seda a 29: s no gallo vigilante, rna do
Crespo n. 7.________________
Fivelasparasinto.
BJquissimas Arelas de ac com madreperola no
centro a 15200. ditas de madreperola a 820, ditas
douradiobas a 340 : i no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 19600 a libra : s no gallo vigi-
lante. ra do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 19400, Iludas cal-
f .ai00. J8< de vispora a 900 rs.: t no gal-
10 vigilante, ra do Crespo n. 7.
[7-.!-Se"?- "?'. ""ca par cavado: no
Mangulnho. sitio defronU, da r.nll
Vendem-se travaa de louro muito novss e
por preco mais barato do q.. em 0Urt .SlVlj
5 V?;J,IB !" wmprir. dirija-,e a! eM
do Raaos n. 4, o a roa Direita d. 90. '
YGENC1V
Fnndlco Low-Moor,
Roa da Se a zallas Nova a. 4.
Nesla esUbelesimento continua a haverum
completo sortimento de moeodas s meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos oa tamanho
para dito.
Vende-se o engenho Venturoso, sito na fre-
geezla de Agua-Prtta, por preco mdico, moen-
te e correte, com ndame par* 500pies, estufa,
una diatilaco toda de cobre que distila urna car-
ga por dia, com caaa de vivenda, senzala, casa
de farlnha, estribara, tudo cobertode telha, com
urna aafra para 1,500 paes, e 20 animaes de roda,
d-se com algum dinheiro i vista e desobriga na
praca, ou letras con boas firmas : quero preten-
der, dirija-se ao mesmo, a tratar com o propie-
tario Manoel Fillppe Paea de Lima, tambem ven-
de-ae urna proprledade na mesma freguezia per-
tencente so mesmo com 1,500 brecas em qaadra-
do, por preco mdico, toda coberta de matas,
com abertura para edificar-ae uso engenho com
diataocia de trea legoaa da citacao de Trombeta :
quem preteoder, dirija-se so mesmo eogcnbo,
ou ama do Queimado o. ti, que dar as infor-
maces necesearias.
Superiores pennas deago
Gnedes & Goo;alves com loja de miudezs* na
ra da Cadeia do Recite n. 7, teem para vender
as mais acreditadas peonas de fino ac de difie-
ren tea autores com graode eomeada : quem as
pretender, dirija-se a citada loja, teus preces sao
bem raziareis.
A verdaeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Mnito lindas caizinhas e cabazes para meninas,
de 100 ris al 29500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhorea enfeites pretoa e de corea que ap-
parece a 59500. 69 e 6J500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimeotos de fraojas pretas e de cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado n.f~"
m
iuhasdtrpeso verda-
deiras..
Lichas finas de peso verdadeiras, meadas
graodea a 240 ria : na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguranza
Phosphoros de segranos, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores liabas decrozel para labyrintho,
no vellos mooatros a 320 ris un : na lq|a da Vic-
toria, na ra do Queimado n. 75.
Sinios dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados para senhoras a 29200,
ditos de ponte cshida a 49, ditos de fita a 19600:
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porco de ricos espelhos de varios tamaohos para
ornamentos de salas, aftlancando-ae serem os
melhores em vidros que tetn vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La mnito boa de todas as cores para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Liohas do gaz*
Caizinhas com 50 novellos de liabas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandea
a700 ris, brancaa epretas: na loja da Victoria,
na ra do Qoeimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz qae tem vindo ao mercado, por
precos commodos : na loja da Victoria, na rea
do Queimado o. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricas fitas, to boas
em qualidade quao bonitas nos desechos, tendo
entre ellas o mais largo que possivel; assim
como algumaa pecas brancas com o centro liso
proprio para iuscripcoes, e multas oulras de dif-
fsrentes cores como de caf, rxa, eacura, etc.,
etc., e como de sea louvavel costume : a loja
d aguia branca, na rea do Queimado n. 16, ven-
de por preco commodo easas boas e bonitas fitas.
Gravatas de setim com
ponta larga al#
Vendem-se gravatas pretas de bom setim
com ponas largas a 19 cada urna, to baratas
assim s se acha na rus do Queimado, loja d'a-
guia braoca n. 16.
Vendem-ae dous escravos, sendo em criou-
lo, multo moco, de bonita figura, e bom.offlcial
de taooeiro, faz toda e qualquer obra tendente a
sua profiaso, e monta qualquer distilaco por
ter disso pratica, e urna negra tambem crioale,
mnito moca, bonita figura, e propria para qual-
quer servico de cssa : no caes do Ramos, sobra-
do p. 3.
45 -Roa Direita--45
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo deaappaiecimento est prximo I O
proprielario deste bem sorlido eatabelecimeoto
convida os seus numerosos fregueses a substituir
o calcado velho, que todo est cholerico, por no-
vo, e que possa resistir s mil sebolis e mazzur-
cas qoe vo aer dansadas em louvor do resta be-
lecimecto da ssude publica. Oa precos con-
vida m :
HOMENS.
Botinas afamadas Milis. ; : 18J000
a non-plus-ultrs Nantes......... I29OOO
Nenies 2 bateras.............. 11J00
lustre.................... IO9OOO
ioglezes de botes.............. IO9OOO
> bstedores....................... 9#500
couro de porco....... 99000
> bezerro e lustre............... 99000
ioglezes ps selvsgena......... 79500
s taxiados brasileiros............ 5500
Sapates non-plus-ultrs................ 79000
3 bateras e meia.............. 69500
> esmaga cobra.................. 59500
> Nantes 2 bateras vaqueta..!.. 69000
a 2 bateras bezerro...... 59500
a trabalbadores.......... 59000
> brasileiros de 3S500 a.......... 29000
Spalos 2 solas e salto.................. 59000
tranca portoguezes.......... 29000
a francezes...... 19280
SENHORAS.
Botinas dengozas......... 59500
> sallo de bater....... 5&000
pechincha de 49500 a. 4g000
> americanas 38500 a 29500
Sapatos de sallo (Joly) 3&000
sem elle (idem)...... 19920
tapete:........ 800
a econmicos. ;...... 500
lustre 32 e 33....... 800
MENINOS E
Ha de tudo em relsc.o e nao
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordsvao, bezerro francs, couro de lustre, mar-
roquim, sois, courinhos etc., que tudo se trocs
por dinheiro vootade do comprador.
MENINAS.
deixa
se
sabir
Grande
lquidacao por todo*
o preco, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
Rua do Queimado n. 4o.
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escuras finss a 160, 180 e 200
rs., cortes de vestido pretos bordados a
velludo de cusi de 1509 e se vendem
por 309,409, 509 709.sahidaa de baile
de velludo e setim a 129 e 139, camisas
para senhora a 28000 e 39500, golliehas
de cambraia bordadas a 500, 600, 700.
800, 900 e 19, ditaa de Ol bordadaa a 120 <
rs., cssaveques defuslio a 59, 69.7J, 89, '
meias de seda brancas e pretas para se-
nhora a 15200 o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., lasde quadro enfeatadas a
300 e 360 ra. o covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, orgaodys de cores a
600 rs. a vara, 616 brinco adamascado
para cortinados e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortea de collete de casemira
bordados pretos a 29 e 39000, ditos de
velludo de cor e preloe s 3, 49, 59 e 69,
paletots de brim branco francezes a
39500 e 49500. ditos de casemira de co-
res e pretos a 149 e 109. ditos de slpaca
preta e de cores a 39,35500. 49 e 49500,
camisas de peito de lioho s 29500, cortes
de collete de orgurao a I95OO, 19700,
29200, 3$ e 3g500. col le tea feitosde brim
brsnco a 29500, ditos feitos da gorguro
a 2^500 e 33500, ditos feitos de casemira
a 38500, 4$ e 48500, ditos de velludo a flj
59, 69 e 79, ditos de fus to de cores a
15500, um variado sortimecto de meias
para homem e .senhora, grioaldaa com
flores, chales de froco, espartilhos, e to-
da a qualidade de roupas feitas para ho-
mem que tudo se rende por metade do .
seu valor.
Nobilia.
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
a. 42. *
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 3 babados pelo baratissimo preco
de 59 o corte: na rna do Queimado n. 22, na
bem conhecids loja da boa f.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente ebegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Panno de algodo da Babia.
Vende-ae no escriptorio de Antonio Luiz de
Olivelrs Azevedo & C, ns ra da Crw n.l.
Tamaneos
por menos preco do qee em outra qualquer parte,
de todas ss qualidades, tanto a retalho como em
porco : na grande fabrica da ra Direita, esqui-
na da travesea de S. Pedro n. 16.
Vende-se o engenho Poeta, sito na fregue-
zia da Varzea : a tratar na ease da esquina da
rea do Grespo para a roa das Cruzei.
Re lo g ios.
Vende-se em casa do Johnston Pater & C,
. do Viga rio n. 3, um bello sortimento de
elegios de onro, patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variedado de bonitos trancenins para os
mesmos.
Pombos.
Vendem-se casaea de pombos e barrenos : na
rea do Hospicio n. 48.
Antiga loja fraoceza que foil
de Gadault ra Nova n. 11.
Acaba de receber de sua encommenda m grande e variado sortimento de di-
versas mercadorias que se scham a vendaos dita loja por menos 10 por cento do que
em outra qualquer parte, e saber :
Agua de malabar
do verdadelro fabricante Lascombi, psrs
liDgir cabellos da cor que se quizer e com
um guie para:seu uso.
Para presentes.
Ricas cazas de costura com msica e
sem ella, o meihor presente qee se pode
dar a ama senhora que se estims.
Para hornees.
Ricos estojos eontendo todos os utensi-
lios necessarios para toilet de qualquer
pesaos que se trata com muita limpeza,
cociendo navalhas, tesouras. pentes, ea-
covas, frascos para pomada echeiros, aa-
dores, tinteiros, espelhos, pssts psra pa-
pis e muitos ouiros perteaces para o mes-
mo flm.
Eucerados.
Especiaes para cobrir mesa a 19, 18500
e 29 o covado.
Para retratos.
Machinas de todos os tamanhoa francezas
e americanas chimicas para trabalhar em
todos os procesaos, copos graduados, fu-
. nis de vidro, um grande sortimento de cai-
zinhas, de chagrn, passepartousde coreae
pretos e dourados, cuvetas horizontaes e
vertieses, papel para retratos e todoa os
tencilios tendentes a esta arte; tambem
se collocam retratos em caixinhas e pssse-
partous, mudam-se os qae estiverem mo-
fados tudo a vontade de sene donos.
Ricas bengalas
de verdadeira cana da India com pontei-
raa e caaloes de marfim, tenda nos cssloes
muito bonitas figuras aberlas em relevo,
as mais bonitas que se podem acbarneste
genero.
Ditas de massa imitsndo nlicorne.
Luvts de pellica
do verdsdeiro fabricante Joavin & Ftlbos,
para homens e senhoras, brsncas, de co-
res e pretas, e que continuarlo a receber
por todos os vapores franceses preco fizo
29500 rs.
Espelnos.
Desde o maior at ao mais pequeo ta-
maoho com moldaras pelas e dooradas
psra ornamento de sala, seodo os vidros
muito grossos e de primeire [qualidade.
Para msica.
Instrumentos completos de chavas e
spiston e tapibem grande sortimento delies
avulsos com muitos melboramenlos e dos
sistemas mais modernos do muito conhe-
cido fabricante Gautrt Ain. eates instre-
montos se tornsm mnito recommeodaveis "jf
por serem muito perfeitos, e os mais mo-
dernos que ezistem no mercado.
Objectos diversos.
Fumo de harlebeke, marilaode, caporal,
vervlque e americano, para cachimbos e
cigarros.
Seroulas de slgodo de cores para ba-
nbos a 500 rs.
Camiaas francesas de todas as qualidades.;
Capotiohoade la para meninos, muito
lindos de diversas cores a ljj50O.
Ricaa cepellas brancaa e de cores para
caaamentos o mais elegante qae aqni tem
vindo neste genero.
Chicotes americanos e frsncezes com
soeis e sem elles psra csrros, cabriolis e &
cavallos.
Bandejas grandes de 30 pollegadas s 39.
Um grande sortimento de ocelos e Ue-
tas de grao e miope.
Fundas para os quebrados das virilbas.
Velas para carro e piano.
Lequss de madreperols,
Ricos puchos e grsvatinhas para senhora.
Porcelanas e vidros.
Apparelhos e meios ditos de porcelana
para jantar, candelabros de 4 e 5 lszes,
serpentinas e lanternss com pinguetee e
sem elles, escarradeiras de vidro brancas
e de corea, ricas lsnternss psra carros e
coupa, callees para vicho e licores, redo-
mas com peanhas de todos os tamaohos
para imagena, vasos para flores e encera-
dos para carros de cores *e pretos, ditos
redondos e quadrados para botar pratoa,
lanternas e cendieiros a gaz.
Ao rival sem igual.
Ra larga do Rosario numero 36.
Fitas de relindo estreitinhaa para efeite a
pe?a 720 rs.
Sintos dourados a 19600.
Ditos ditos com poetas cnidas a 3t000.
La para bordar sortidss, libra a 69400.
Escovas para cabello a 19.
Duaia de meias cruas para homem a 29400.
Carias de alnetes a 100 rs.
Franjas pretas com vidrilho a 320 a 400 rs.
Enfeites de retroz com franja a 59000.
Duna de meias psra aenhora a 2*400.
Feotes de m*ssa para atar cabello a 500 rs.
Tesouraa ordinaria para cortar pavios a 30 rs.
Sabonetea de bola de corea a 400 rs.
Franjas de seds.
Bicos pretos largos e aslraitos.
Trancas pretas com vidrilho e branca.
Escovas para unhas a 320 e 500 rs.
Carriteis de retroz a 300 ra.
Tranca de seda de cores a 200 ir.
Carreteis de linha a 30, tO e 80 rs.
Linha do gaz lustroza a 30 rs.
Dita de Pedro Va 30 rs.
Rap Paulo Gordeiro e Gisse a I96OO.
Dito Meuron a 19.
Caizinhas com papel para namoro a 2$ e 39.
N. B. O dono deste ealabelecimento prompli-
fica-aea mandar um caiieiro com as miudezas
que qaizerem em casa das familiae que late
ezlgir.
Toda attencao ao gallo vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdadeiraa luvas de Juvio, chegadinhas
no vapor francez: s ho vigilante, ra do Cres-
pn. 7.
Para os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e galors.
A superior trina e volantes do Porto para ur-
nas, oratorios ou igrejas, que se veode por me-
nos do que em outra qualquer paite : s no vi-
gilante, rna do Crespo n. 7.
Cascarriiha
Lindas pecas de cascarrilba de todas as cores,
pelo baratissimo preco de 13500 a peca: s 00
vigilante, rus do Crespo n. 7.
Chapelinas para senboras.
Lio las chapelinis ricamente enfeitadas, pelos
baratissimoa precos de 89 e IO9OOO.
Ditos com pequeo toque de mofo a 08000: i
no vigilante ra do Crespo n. 7.
ARMAZEM
*msi
ROUPAJUTA
Joaquim F. dos Santos
40-Rua do 0ueimado-4
Defronte do becco da Congrega cao letreiro verde.
Neste estabeleeimento ha aempre um sortimento completo de roupa falta de
todas ss qualidades e tambem se manda ezecutar por medida vontade doa fregue-
ses para o que tem em doa melhores professores.
Casacas ae panno pre to a 09,
35i o 309000
Sobrecasacosde dito dito a 359 e 309000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 259,109,189 o 209000
Ditoa de casemira de cores a 229,
151,129,79 o 99OOO
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezaa a 109000
Ditos de merino setim pretos e
de coris a M e 89000
Ditos de alpsca de cores a 59 e 89500
Ditoa de alpaca preta a99,79,59e 3g500
Ditos de brim de cores a 5f,
49500,49 e 39500
Ditos de bramante delinho bran-
. eo a 69, 55 e 49OOO
Ditos de merino de cord&o preto
a 159 e 89OOO
Calcas de casemirs prets ede co-
res a 129, 109, 9S> 79 e 69OOO
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 59, 69500 o 49500
Ditas de brim brsnco ede cores a
59. 49500 e 5S500
Calorada ganga de coras a 2000
Collete de vellido preto e de co-
rea lisose bordados a 129,99 o 89000
Ditoa de casemira preta e de co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59 3J500
Ditos de aetim preto 59000
Ditos de seda e setim brsnco a 6 a 59000
Ditos de gorguro de seda pretos
e de cores a 79, 69, 49 a 59OOO
Ditos de brim e fustao branco a
3S500, 29500 o 39OOO
Saroulaa de brim de linho a 29 a 29200
Ditas de algodo a I96OO o 19280
Camisas de peito de fustao branco
ede cores a 29400 o 2$00
Ditas de peito delinho a 59, 49 e tMQO
Ditas de madapolo brancaa e de
cores a 39, 29500, 29 e 1J600
Chapeos pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10a,
8S5O0 e 79000
Ditos de feltro a 69. 59, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda ingleses e
francezes a 14f, 129, llf e 79000
Colarinhos de linho omito fines
novosfeitios da ultima moda a 9800
Ditos de algodo $500
Relogios de onro patente e hori-
zontal a 1008. 909. 808 a 708000
Ditos de prsta galvaniaadoa pa-
tente e horizontaes a 409 30800o
Obrsa de oaro, aderecoa o meioa
aderecos, pulceiras, rosetas e
sneis s 9
Toalhas de linho duzia IOS, 69 e 9g000
Ditas granes para mesa nma 39 e 4800(>j
veij\in
DB
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Maia.
43 Ra db Queimado 43
Esquina que volta para a Congregarlo.
Neste moderno estabeleeimento se en-
contrar um completo e vsrisdo sorti-
mento de fazeodas e roupas feitas por
precos mol rszoaveis. O desengao da
vista 6 ver:
Paletotsjde casemira saceos e sobrecaaa-
coa a 109.
Ditos de meia casemira dito dito a 59.
Ditos de brim pardo de linho maito fi-
nos s 59.
Ditos de alpaca preta fina de 49 a 69.
Ditos sobrecasacoe de panno muito fi-
no 229.
Ditos de fustao de cor miudinho a 3f.
Caigas de caaemira de cor a 59, 69, 7|
e 89000. t 7
Ditas de dita preta a 79, 89 e 109.
Ditaa de meia casemirs a 39, 39500 e 49.
Ditas de fustao e ganga de cor a 29,2M00
0 29500.
Ditas de brim pardo de linho a 29. 3$,
49e59.
Ditaa de dito branco a 29, 39 e 49-
Coiletea de casemira preta ede cor a 4g
e5000.
Cambraias organdys padrdes] maito bo-
nitos a 600 re. a vara.
Ditas moderna daqeeza de Orleans a
560 ra.
Chitas largas escuras finas o corado a
240 e 260 rs.
Ditas muito finas verdsdeira francezas a
300 e 320 rs.
Cambraiae branca fina* a peca 39, 49 e 58-
Ditaa de aalpicos com 9 varas peca a 49.
Chales de lie escoceses para as senhoras
andarem em casa a 39.
Lazinhas para vestidos o covado a520.
Cambraia preta maito fina a vara a 500
ris.
Chitas fostio para vestidos o corado a
840 rs.
Saias balo arrendada a 59.
Lences de brsmsnte de linho fino a 89.
Ditos de dito de algodo e 18280 rs.
E outraa meitas qualidadea qae a a
vista do freguez. Tambem manda faser
roupas por medidas.
De tedo sodio amostrsscom penhor.
Touquinnas ou chapozinnos
para enancas.
Lindos chspoziohos para menina e menino a
49 e 69OOO, ditos de feltro pelo baratissimo pre-
go de SJOOO, bonetes de panno Qoo e lico de fi-
ta a 38000, ditos de veludo fioo a 49 e 39500,
ditos de palbioha a 38000, lonqoinbas de seda
muito lindas a 19500, ditos de ril a 19000: s
no vigilante, ra do Grespo n. 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com gollioha o mais fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratissi-
mo prego d7{f000, ditos sem gol linha a 1-300 .
s 00 vigilaote, ra do Crespo o. 7.
Gollinhas de linho.
Lindas gollirhas estampadaa.............. 500
Ditas de linho muita Goas................. 800
Ditaa pretas com vidrilho................. 29000
S6 no vigilante, rui do Crespo o. 7.
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para homem
como para senhora, seodo de homem a 1800 e
29C00. e finos s 2J8O0, ditas de fio de Escocia a
59000 a dozia, ditas para menina a 29400 ditas
para menino a 29OOO : s no vigilante, rna do
Creapo n. 7.
Vende-se urna morada oe caaa terrea sita
na ra de Santa Cecilia n. 27, esquina da ra de
S. Jos, com urna mei-agua no fundo e taberna
na frente, e soto, que ludo rende perlo de 600S:
a tratar na mesms.
Escravos fugioos.
Escravo fgido.
Fugio de casa do abaizo assignado o escravo
Eufrazio de nego, represeota ter de 26 a 35 an-
cos de tsate, ecom um pequeo lobinho cima
do olbo, foi comprado ao tenente-coronel Joo
Francisco de Carvalho Paes de Aodrade : quem
o apprehender leve-oa ra do Trapiche o. 14
que ser bem recompeosado.
^^^^^ Manoel Aires Guerra.
150^000.
A quem trouxer o preto escravo de come Fe-
ionque ie atha u8'd0 dde odia 4 de abril de
18WJ, cojo escravo tem os aignaes seguictes : es-
tatura baixe, corpo regular, cor fula, pouca barba,
ps um pouco apalhetados. representa ter 35 a
4U aono, nagao Mocambique, tem dous denles
aberlos oa frente do lado de cima, e por cima do
nariz entre as sobrancelhas dos olhos um calom-
binbo pequeo, que paree* aer aignal da trra
delle : obteve-se noticia certa que o dito preto
anda por trras dos engenhos Muribeca, S. Joo
e Engenho Novo, como trabalhador e intilulan-
do-se de forro com o nome de Joo Pescador
pois j tem por costume quando foge mudar o'
nome para Joo, elle tem uns poucos de offlcios
que sao os aeguintea : foi pescador, canoeiro'
caiador. e ltimamente era padeiro, a que per-
tence, porisso roga-se aos capitea de campo ou
qualquer pessoa que o encontrar, prende-io e
traze-lo no pateo da Santa Cruz padaria n. 6 aue
eceber a quantia cima.
Fugio no da 12 de abril deste conente an-
uo do poder do abaizo assignado, o pardo de co-
me Francisco de 17 ancos de idade, que tem bo-
nita figurs, lodosos denles, cabellos carapinbos
e ruivos, Undo sido este pardo escravo do Sr
Dr. Antonio Borges da Booseca, de presumir
que ande por algum dos lugares por onde o mes-
mo senhor tem viajado, como sejam Iguarass.
Goianna, loga S. Joo, Campia. Serra do Tei-
zeira, Pao d'Alho, Limoeiro, as tresvillssda co-
marca < Paje de Flores, sendo que segundo se
suppoe esleta tambem no engenho Inhama por
haver sido visto ha poucos das em Iguarass por
ter amizade com uns mulatiobos desse engenho,
aioda de presumir que o dito escravo por ah
se inculque como a servico do dito Sr. Dr. fior-
ges da Fonsecs, afim de nao ser spprehenddo :
quem pois o aprehender ondeqaer que for encon-
trado esse esersvo e o vir entregar so sea legi-
timo dono ns rus do Hospicio o. 6, quesera mm
generosamente por elle gra tincado.
Ignacio Luiz de Rrito Taborda.
.~".Emfio?.(le deten,br desappareceu o nearo
cnoulo, Bonifacio, sinda moco, baixo do coreo e
grosso, nsdegss grsndes, tem falta de doua den-
les, ns frente, olhos abugalhados, mnito regris-
ta ote psracerandeiro ; tem sido visto pela Boa-
Vista e pelo bauro de Santo Antonio : quem o
pegar e levar ao caea do Ramos n. 4 sera beca -
recompensado.
Acha-se fgido.
O escravo Innoceocio, crioulo.de30 annos pou-
co mais oa menos, bem preto.corpo secco, esta ta-
ra regalar, com pouca barba, cortador de car-
ne, e costume va trabalhar no acougae grapde te
ribeira de Santo Antonio, roga-se a qaem o pe-
gar de leva-le a ra da Gloria j^K qae sexi
gratificado, onde igualmente se reseter noticias
do mesmo, caso nao o qiieiram prender.



9
T
i
tlUJUO DI flHAWBOCO. TUC I 17 01 JOMBO 08 IMt.
=
Y
^ W ^
fcitteraiura.
i familia de Germandre.
CAPITULO VII. ,f4-
(Contiouagio)
Excedii-ie no governe de sai isa ni or-
dem doi cuidados domsticos, rimlmenie era
rxuiio amavel e amada; e todoi quo a co-
Dbeceram e frequentaram a sui casa, considera-
vam-oa como una pessoa de roui.o roereeimenlo.
Taobo lastimado doloroaameote a sua morte, por
que se mease mea pae, de caja seteriJade, sua
ternura me protega, nao se obstinara talvez em
fazer abracar o estado ecclosiastico, que nio con-
vinha oem aos meus goatos, oem s miabas
ideas.
O abbade terminando o elogio de >ua mae, por
urna consideragio toda de nteiesie pessoal, e
tro oquil I o sobre as dispoiicoes de espirito do ca-
pitio, vollou a lomar algunas horas de descaogo
depois de urna noute muito agitada para seus h-
bitos. Octavio esleve anda pensando diante do
retrato, e um ioalante depois parliu a galope em
seu ligeiro corssl, sem saber que direcgio que-
ra tomar.
Hortensia eslava j bem longo, elle soubera,
informando-se que a capella de Santa Diooizia,
tlnba ama subida batanle diffic I, eo mordomo
mandara preparar a toda a pressa a carruagem,
afim de qae nao eativease fatigada qaaodo cha-
gale ao p das mootanhaa. A. niootanhas do
Buuibonoais, sao apenas collinas, ora ridas, ora
encantadoras, o algumas vezes muito escarpadas
para os delicados pea de urna sentina elegante.
Os cavados do defunto eram vigorosos. S aa-
hindo para o parque e bosques vuiobos nao po-
diam estar fatigados.
Vendo-se levada tao rpidamente ?or ama bel
la eatrada, Hortensia peasou se nao irte seria pos-
sivel ir al a cabana do cavilleiro, e sem estar
decidida a cousa alguma, perguoiou a Labreche,
que para refrescar-se de sua vida nocturna, e
para arrogar-se a importancia de um cicerone,
aaseotsri-se ao lado do coebeiro.
Nao em algam lugar perlo daqui, que mo-
ra mademoisella de Germandre, a irma do Sr.
csvalleiro ?
Estamos nocaminbo de sua morada, porm
mallo longe, Sra. condena ; entretanto com estes
cavallos, em tres horas. .
E maia tres para voltar I. disse Horten-
sia ; nao I ficar para outro dis I
Em meos de um quarlo de hora, madama de
Sevigny acbou-ae ao p do rochedo que domina-
va a capella, porm, do momento em qae deacia
da Carruagem, ezperimeotou ama sorpreza que a
fez esquectr-se de examinar o lugar agreste e a
belleza da cachoeira. Um camponez apresentou-
ee para offerecer-lbe a mo, e este camponez,
queeatava tao admirado como ella, era o caval-
ieiro de Germandre.
Eis o que acontecer : na vespera, qaaodo vol-
tava para casa, ocavalleiro, vira que sea velho
cavallo manquejava. Querendo partir iofallivet-
mente, nao flzera caso dialo. Porm no lira de
ama legua, viu-se obrigado a parar. Nao que-
rendo abandonar o el animal, que Ihe prestara
tantos servicos, pozra Corisanda eseusfllhos na
rotonda de urna deligencia que passava, e deci-
diu-se a perooilar em ama herdade visinha. Pela
manhaa, o animal eslava melhor, porm elle que-
rendo dar-lhe ainda duas horas de descaogo, de-
cid ita-se a ir dar am passeio al a capella, que
j ha muito conhecia, porm cuja situadlo apre-
ciaba muito, e Hortensia tendo formado o mesmo
projeclo, o que tioha de melhor a fazer era acei-
tar seu braco.
Todava bouve antes alguma hesilacao de par-
te a parte. Depois de dadas aa explicsgoes, deso-
jaran) aubtrabir-se ao embaraco do encontr ; o
cavalieiro por que sentia-se violenta e loucameo-
te apaixooado sem esperanza, Hortensia porque
seotindo-se amada via-se exposli a estar a sos
com am homem cujo amor nao devia animar. Po-
rm que pretexto tioha ella para recusar a com-
panhia deaeu pobre prenle, e porque meio aftas-
tar-sebia do daver da polidez ? Elle ofTereceu-
lhe desasadameote o braco que foi tmidamente
aceito Hortensia julgou sffastar o perigo encar-
regaodo Labreche de seu chale. Era o mesmo que
ordenar-lbe que a seguase.
CAPITULO IX.
A subida era tao rpida que bem depreaaa Aca-
ra m dispensados de toda ceremonia e al de to-
da a conversaco. Hortensia, esbaforida, e mal
segara sobre aa pedras desmoronadas, viu-se obri-
gada a aceitar nao s o braco, porm a ma"o, e al-
gumas vezes as duis mos do cavalieiro para su-
bir rochas escarpadas,e as occasioes de medo e
vertigem, procarava vidamente esta proteccao
nocessarii.
De sua parle, madama Germandre, feliz e alti-
va, pelo papel que represenlava, reassumiaseu
equilibrio moral, procurando tornar bem Arme o
de sua pessoa. Seu pbisico pareca muito frgil,
e a natureza nao o dotara de vigorosa estatura :
porm o habito do trabalho dra a seus mscu-
los urna forga real, e ao mesmo lempo urna des-
treza superior, e este homem que nao sabia an-
dar, saudar nem assentar-se em sociedade, ma-
nejava as ferramentas mais pesadas, e carregava
o majares pesos, com tanta facilidade, quanta
tinha Octavio em governar os cavallos, e mane-
jar suas armas. Madama de Sevigoy, a quem em
muilos lugares perigosos do passeio, elle leve de
receber e sustentar em seus bracos, era para elle,
o mesmo qae ama penna.e quando ella tegurava-
se nelle tremendo, pareca que de p tomara rai-
les a beira do precipio.
As circumstancias mais simples, e malcriis
se assim se pode dizer, lomam algnmas vezes urna
importancia siogular as relagea, e parecem do-
minar, com toda a energa do facto natural, as
subtilezas do pensamento e as delicadezas dos
orteniia chegando ao eume de
a mais o fue fdra meta Hora a-
era mais a mulher delicada, loriado
itos, e iosnctoi. Era ama cromes que
tivera mallo medo, qae por poaco toril abraca-
do mi primo, como a um charo pae, que a havia
traiido a salvamento. Tioha muito calor, a ea-
lava cansada. Atirou sea chapea de palha aobre
a herv, e assentou-se a sombra da pequini ca-
paila, rinlo-ie deiua fadiga, e gritando que da-
ra am reino por um copo com agua fresca.
Labreche quiz ir busca-la a prxima fonle; o
cavalieiro impediu-o de faze-lo. Era muito ce-
do, madama de Sevigoy liaba muito calor para
beber essa agua gelaaa, e tambero oao se devia
levar o chale, qaaodo havia mais precisio dalle.
E como Hortensia se revoltasse contra estas
duas prescripgoee o cavalieiro envolve-i aa ca-
chemira, com am aentimento de autoridad! pa-
ternal, que a penetrou como de am Quilo puro,
e poderoso. Elle perguntoa a Labreche, se trou-
xera am copo, e como este nao o trouxesse, o
cavalieiro tirou de sua algibeira urna taca flexi-
vel de couro eovernisado, que correu a lavare
eocber: depoisdeixou-a aquecer um pouco ao
sol aotes de apreaenla-la a saa prima. Alguna
justantes depois, mostrou-lhe as cerijasque bri-
Ihavam como perolaa negras em um cerejeiro sel-
valgem. Ltbrecheapreisou-sea procurar se ha-
via na collioa um outro ceregeiro, porm o ant-
eo que havia era eate, e eslava entre o rochedo,
na borda do abysmo aobre o qual loclinava-se
com mais graca que solidez. O pobre rapaz jul-
gou de sen devar aproximarse delle, nao sem
temor. Labreche nao era animoso ; e em quin-
to Hortensia prohlbia-lhe que se arriacasee, e
declsrava nao lar o menor desejo dessea fruclos,
to bem guardados pelo abysmo ; o cavalieiro
tirara a veste e o chapeo, e trepava a arvor* co-
mo um esquilo. Trouxe grande ramoa cirreg-
dos do froctos ; porm achou Hortensia paluda
e com os olhos cheios de lagrimas. Realmente
elle expoiera-se a grande perigo, o melhor que
fiando se em sai egilidade e pratica, nem nelle
pensava.
Cortamente Octavio teria feito oulro laoto, po-
rm nao sem se dar a algama importancia, en-
tretanto que o camponez nao comprehendia nada
do susto e recoohecimeoto de sua prima.
Ella o fez assentar a seu lado e ambos colhe-
ram cerejas no mesmo ramo. Deram um a La-
breche que eslava asienlado a pouca distancia, e
que todava nao ousou iotrometter-se na coa-
versagio, por que a figura do cavalieiro iofuodia-
Ihe mais respelto do que oulra qualquer qae li-
vesse encontrado. Como bomem acostumado a
ISr romances a aventuras, Labreche dizia com
aigo, que ib este rustico trajo, o cavalieiro oc-
cultava a magestade de um principe diafargado,
e, coniolava-se assim,.de tersidona vspera res-
tituido a seu lagar um pouco speramente. O
primeiro recelo da Hortensia estava diaiipado.
Bem conhecia pela atitude e conversago do ca-
velleiro, quaoto estava em asgurang com eate
coragao leal, carcter modeato. Em quaoto a
elle, seu embaraco etaa tambem dissipado.
Ficaria seohorde si tornando-se o protector dea-
ta joven a quem se esforgava poi amar paterna-
mente, e a grande prudencia qae lulava contra
saa natureza impressiooavel, alcangara a lupe-
rioridade. Elle fallara com facilidade, o bem ;
de vez em quando, a proporgo que um pouco de
prazer delitava-lhe a alma, filliva lo bem,
que Hortensia ticava lorprehendid. Parecia-lhe
mais instruido que lodos os homem a quem ti-
nha encontrado, e esta instruegio, ou pelo me-
nos esta s5a nogao de todas as coasas dava a sua
conversago um grande inlereisa.
Exprimia-se sempre com perfeita simplicida-
de, e vislumbres de viva iotelligencia saneadas e
como fortificadas pelo supremo bom senas da
vida rustica.
Hortensia, que sem ser iostruida, havia lido
muito e comprehendia tudo fcilmente, tornou-
se iostioctamenle mais criaoga do que era a flm
do poder interroga-lo, e faze-lo fallar.
Em quaoto converaavara enlrarim na capella,
deixando Labreche roncar sobre a relva.nem mais
oem menos como um simples mortal.
A capella era de construegio romana antiguis-
sima, e bem conservada, como se encontraro
muitaa similhantes no interior da Frangs, Hor-
tensia, que nao possuia noges algumas archeo-
logicas, desejou saber sobre que aignses se ba-
seava a certeza dos eruditos, para precisar a
poca de ama conitracgo deate genero.
Nao s aempra postivel saber exactameate.
disse o cavalieiro ; porm com algumas horas
de estudo a senhora raestna podara determinar
os ciocoenta ou caro anuos da um monumento
qualquer, sem o soccorro de alguma .inscripgao
ou de algum emblema. Digo ciocoenta ou cem
anoos pela razo que ha de que tanto as artes
quanlo as modas ha certss localidades qae as
conservan) ou abandonan) maii ou meos, K%
poca de tramigo causaram sempre o deses-
pero ou o erro dos archeologos que quizerem ou
muito ou pouco Uxar as datas ; todava com a
pratica ou examinando muilos monumentos ca-
jas datas sao histricamente certas, chega-se a
nao duvidar muito de si, quando se escrupu-
loso, e a duvidar, quando ae nao bastante.
Em lodas as cousas da vida succede o'mesmo.
nao verdade, minha prima ? E' preeiso mo
destia, nao muila, quando nao, de nada valemos,
nao assim ?
O senhor suspira dizendo islo, responda
Hortensia. E' por que talvez duvida muito de
ai mesmo ?
Duvido, verdade ; porm jalga qua du-
vido muito ? A questo era delicada, da parle de
um homem loucamenle apaixonado, porm fra
proposla com tanta candura, e tao destilada de
segunda tengao, que Hortensia, que atinha pro-
vocado innocentemente, respondau a ella aem
hesitar:
Sm, mea primo, jalgo que o seohor nao
conhece o mrito que tem. Parece-me at, pelo
que posso julgar, que 4 um homem superior doi-
conhecido de torios, que am vez de soCfrer os-
eientemente ni vida tai austera e penosa, de-
vera conquistar seu verdadeiro lagar na socio*
dado.
Micha querida prima, replicn o cavalieiro,
aodedade sendo ma cousa facticia, quero di-
zer, urna inveogo dos homem, nem por liso
Das marcou o lagar do pesaoi alguma, oem
maia alto, nem mais baixo neste monumento que
vedes. Ueu a cada am da ni loaientias e a-
culdades distiuctas, dizendo-nos: Caminas como
souberes.
Achei-me um pouco maia airar, bem contra a
minha vontade, pelo faci das clrcumalauciai,
um tanto por minha culpa por que goslava de
gazeiar. Nao nasci para pensar nem meditar.
Se Iba contasse a minha vida, eolio a senhora
comprehenderia ....
Sim, coQte-m'a, conle-m'a, disse Hor-
tensia.
Nio, seria muito longa I
Um bomem como o senhor, sabe resu-
mir I
Pois bem l Eotio em umi s palavra
reiumire tudo. Amei !
Hortensia corou, nio sel por qae, tanta foi a
ternura o paixio com que o camponez pronun-
ciou osla palavra lio simples.
Eotio conheceu nelle ama forga de dedicagio,
e um ardor pouco commum, o peoaoa se a ver-
dadera superioridade deste homem nio se resu-
ma loda ahi.
Amei aquella que foi minha mulher, repli-
cou elle, amei-a desde a infancia. Prometti aer
sea marido antes de comprebeoder o que era o
amor e o casamento. Ignoro se Ihe tinha amor
ou amisade, porm a iffeicio foi lio forte ver-
dadera, que deixei por ella a carreira dai ar-
mas, onde poderla fazer minha fortuna como
outro qualquer, o renonciei a todo e qualquer
futuro a nao aer aqun*, qae me liga va a ella.
Heu pie dera-ma a fculdade de escolher, ou
flear sendo cimponez, ou Iliterato.
Minha ooiva era eamponeza, fiz o que elle fi-
zara ; despose a trra e a pobreza. O amor, o
trabalho a algum estudo prehencheram a miaba
vida.
Porm minha felicidade foi de corta durigio ;
minha companheira, morrea, joven, dando a luz
a pequea Margarida. E j linba j perdido mea
paes, os delta fiearam em minha companhia,
Tinha ama irma muito joven o dous Albos, aem
dinheiro algum para emprehender qualquer modo
de vida, cora minha familia paterna exilada,
dispersa, que nio me conhecia que sem duvi-
da nada poderiam fazer por mim ; com um come
qae, nesla poca, era ainda mais um inconve-
niente e um perigo, que urna recommendagio,
alm disto, am carcter sem preumpc,ao. e de-
veres urgentes que seria preciso cumprir sem
admittir reflaxao alguma. Bam va qae rae fil-
ia va o uso, e exterior feliz e brilhante. Uni-me
a minha charra, deleitiva-me com meus Blhoa,
distraia-me com meus alfarrabios, econsolava-
me com o testemunho da propria consciencia.
Sai bem qua seria preciso ser mais hbil que
isto, saber sollicitar o obter um emprego, e com-
prehender alguma couia da eipeculagio. Sei que
a honra um grande capital para os negocios :
porm preciso que saibamos fazer-nos apreciar,
e eis verdaderamente do que ssmpre fui incapaz.
Como nao foi por culpa minha, nio poaso censa-
rar-me por isto ; porm eovergonho-me lanto'
por este motivo, como ae fosse urna eofarmidade.
Sei que quem me vlr tao pobre dir :
Por que razio este homem, lio bem apsz
rentado o educido por um pae destincto, nao fa-
melhor Agora no mando? Algam devem julgaar
me preguigoio ou indolente ou muito altivo -
ridiculamente susceptivalou idiota de natureza
que sei mais?
Aqaelles quem a fortuna desfavorece nunca
lm razio I Sa algumas vezes aflijo-me com a
idea que s pode fazer de mim por causa do
mea filho. Recelo que elle alo aeja fatalmente
arrastado a seguir a mesma -vicia que eu, pela
minha posigio, quero dizer, ama vida pura de
qualquer mancha, porm muito oceulta e obscu-
recida pela solidSo. E se este menino ti ver, co-
mo a senhora diase-o com minha Alba, goatos
cima de sua condigio...... Repito-lhe o que j
Ihe disse, minha prima, julgo que saber por-
tar-se bem, segundo parece, quero dizer, te fr
mais ousado qua en, para apriientar-fe na socie-
dade. Teoho trabalhado sempre para preserva-lo
do mea defelto, e al ao presenta parece oso te-
lo ; porm aeja elle o que fdr, nao Ihe puderel
< tais eteravitado* como eu ful. Nio ha ar-
tista qau pi clamo contra o sea offlcio, e qui
alo su quuica de ana sorte. Finalmente o desejo
do todos 4 oievirem-se, e am desojo perigoso.
Nio ka lautas voeagoei particulares, como ae
dlzem. O homem ci'ilisido devia ser proprio pi-
ra todo, parque tudo matara du desenvolv-
ment pan o espirito sensato o recto.
Por maia bem regulada que posn ser a socie-
dade, quando livor alllogido ao meio ou ao Bm
do seculo em qae estamos, ser ainda um campo
fechado para a lula dai intelligenciai, e d'aqui
mil anuos, como boje, 01 melhore sustentculos
somao sobre am livro qae desfijara scahir...
Ha muitis outras penas, a malores pirlurbi-
goea, a renuncias maia amargas.... Algumas ve-
zes digo comigo mesmo : c Se mea Albo, por-
que sobre meas Albos qua fallamos, cuidando
nellis que me torno fraeo e duvidoso se meu
pobre Luciano, qaaodo fdr homem, se apslxonar
por ama mulher encantadora, hoi, seosivel, se-
ductora.... da meima ordam qua alio, porm
miis elevada, muito elegante a rica para olio....
Isto nio acooteceri, disse Hortensis iotir-
rompendo o cavalieiro ; Luciano (ara como o avd
e como o senhor, amar ama bella eamponeza.
e cooselheiros de um mancebo serio urna eicel- prudente e simples como sus av a lia, e como a
lente mi e um pae activo e prudente. Ora di -
ga-me, minha prima, ser provavel qae este
mancebo progrida sob urna tulella estraogeira)?
Se meo visinbo, o preceptor, quer que seu filho
seja msico ou pintor, de que Ihe servirla invo-
car urna fralernidade em urna carreira, em que
nio ha relagio alguma estabelecida ?
Em vez de langa-lo neite mando desconhecl-
do, onde irrlsci-se desde os primuiros passos a
Acar arruinado pelos obstculos, desgoslos e pelo
abandono, nio seria melhor para elle eoainar-
lh a regular contaa, e toroa-lo proprio para suc-
ceder-lhe na adminislragio, em que poder velar
eu comego, emendar aeas primeiros erros, o as-
segurar-lhs o apoto |e affeigo dos faccionarios,
cuja estima tem conquistado em premio de tan-
tas provas o perseveranga ".'
companheira que mea primo tanto chora.
E' o que pego a Deus para elle, disse o ca-
valieiro tornado asi, pelo que dissera sua prima
e que elle lomou por urna ligio, e sem se aper-
ceber qua era esto o grito involuntario do am
ciume retrospectivo.
Desde este momento lornou-s forle e calmo
aa appsrncia, o eotrou a fallar em archeologia
para mudar de conversagio. Explicou madama
de Sevigny urna ioscripgio latina, de que um
fragmento apenas de legival apparencia sobre urna
pedra encaixada na parede, o qae provava que a
espolia de Santa Diooiaia fdra ediQcada sobre as
ruinas de urna capella dedicada a S. Dionisio, o
Deusaatigo levado para Gallia, quando conquis-
tada pelos Romanos.
Hortensia admirou-sa de o ver decifrar esta

Como I o trabalho e o mrito de toda sua viia I nscripgo feita em resumo, e restituir oao ao-
.FOaLHETIM
EL CACHUPN.
POR
M. THEODORE PAVIE.
servir de cousa alguma a se,u favor, a nb ser
qae qaeira ser agricultor. < *
Ha occasioes em que mPassasto por hav-lo
envolvido na fstalidade que pesa sobre mim. Ha
outras em que me persuado ter Ihe preparado a
sorte mais feliz. Minha prima, nio de parecer
que o novo estado das cousas vae produzir em
Frang, no meio dos melboramentoa geraes, des-
gracia particulares muito serias? Quero-fallar do
nivelamento as familias. Nao est mais em mo-
da os filhos seguirem as coodiges de seus paes.
Um camponez quer que sea filho seja escrevenle
de tabelliio, ou vigario de alguma freguezia. ca-
bellereiro ou qualquer outra coasa, com tanto
que nio seja camponez. Se nio a familia que
quer nivelar o individuo, este quem quer rom-
per com os hbitos o tradigoes da familia. Cada
um pretende ter ama rndividualidads, palavra
nova creada pelaa necessidadea *e ama nova so-
ciedade. Nio censuro nem a palavra nem a cou-
sa : um impulso para a lberdada peasoal, que
aprecio e respeito; porm, qoaoto ao facto, isto
ameaga ir muito depressa, e despedagar brusca-
mente os lagos domsticos. Todos soflrerio na
medooha quadra da revolugio e todos soflrem
ainda, liga-ae seu deslioo particular. Todos que-
rem subirahir seas Alhos sos trabalhos que sup-
portaram, e todos os dias ouve-se dizer, desde o
tamanqueiro da aldea at o mais rico funeciona-
rio : < Nao quero que meas Alhos aojara misera-
nio servirlo de nada para seas Alhos, e pansa
am procarir-lhes em outra parlo aa mata segaras
proteegoes e melhores ioslrucges? E' urna loa-
cura I Acredile-me, minha prim, o meio me-
lhor para aquelles que devem recolher a nossa
heraoga aquello em que se tem trabalhado, sof-
frido e merecido. Todos os estados sio miui, te,
como tal se enteode, d trabalho e reclama pa-
ciencii. Julgar que do outro lado da parede ha
um paraiio, um jardim, urna ioucara e acerba
illusiol -
Constranger de ama maneira systematica e
absoluta os verdadeiros iostinctos de um menino
sem duvida um crlme ; e ainda crime maior
Isstimar-se dlinle delles da fadiga, e ioculcar-
Ihes necessidades de repouso e de bem estar,
que nunca ae Ihes poder satisfazer.
Por lano, se os meus Alhos quizerem absolu-
tamente, e em nzio de faculdades bem eviden-
tes, tentar a grande vanlegem do nivelamento,
ser necessario que isto me rssigoe ; porm,
nao podando abrir-lhes camioho, e nio aabendo
cobri-los com a minha respoosabilidade sobre es-
ta descida descoohecida, Acarei bem inquieto,
assustado e trale I Eis a razio, mioha prima,
porque recusei-lhe minha filha.
Sim, comprehendo-o, respoodeu Horten-
sia, admirada do grande senso de M. Germandre,
e nio me atrevo mais a pedir-lh'a ; porm res-
la-me de tudo qaanto acaba dedizer-me de bom
e verdadeiro, urna extraordinaria tristeza que nio
posso vencer nem explicar.
Eu Ihe explicarei, replico o camponez com
viva sagacidade : minha prima diz interiormente
qae eu mesmo sou um exemplo infeliz da fatali-
dade do nivelamento. A senhora sabe bem que
nio escolhi a mioha sorte; porm acredite-me
qae, voltando condigio dos ociosos, meus fi-
lhos tomariam no mundo seu verdadeiro lugar.
Nio isto o que pensa, minha prima?
Preciaamente, meu charo primo l
Hortensia, sem pensar, proounciou eata pala-
vra de charo primo, com tanta ternura e suavl-
dade, que o cavalieiro commovido perdeu a cal-
ma necessiria para seu raciocioio, e fallando de
repente sem saber onde quera chagar, disse :
Eu poderia, responder-lhe.... Responder-lhe-
hia mil coasas que Ihe aborreceriam l
Nao; nao, diga, replicou Horteosia, cooso-
la-me ou traoqeilize-me a esse respeito.
Ah I respoodeu ocavalleiro aindamis per-
turbado ; meus argumentos sio traeos, e partera
talvez de ama alma abatida. Se eu fosse mais
bem disposto.... tmido, nio Ihe parecera tio
misera vel, e digno de lastima !....
Ah meu Deus I mioha solicitado humi-
Iha-o.
Nao, nio t Nio creia nisto, disse Mr. de Ger-
oandre cujos olhos se humedecern] ligeramen-
te ; sua piedade me agradavei ; e faz-me tanto
bem I acredite-me ; ha tanto lempo que urna mu-
lher amada, quero dizer que urna mulher ama-
vel, nio se ioterissa por mim I
Sua irma, um anjo, replieou Hortensia
corando.
Sim, certamen le, um anjo, urna santa joven,
pelo meos ; tao corajosa que considera-se ver-
dadeiramenle felia t >
E ella nio suspeila que o senhor nio fe-
liz ?
Porm.... eu o sou I sou muHo feliz I
Duendo isto,o pobre camponez, o generoso, o
desclaasiAcado, o homem iotetligeole e liberal,
reduzido a urna vida parcimooiosa e som elevs-
gio, deixou correr, sobre suas faces queimadas
pelo sol, lagrimas que nao poda maia reter.
Hortensia voltoa-se para oceultar as suas. Ella
estava dividida entre a terna piedade e o temor
de provocar muito eoternecimenlo da parte do
objecto de sua piedade.
Porm a seu pezar o golpe j estava dado, e o
cavalieiro nio tinha mais valar para conter-se.
Quinto mais quera conjurar o perigo de sua ex-
panaio, maia se senta invadido por elle.
Ora l disse ella esforgaudo-ae por sorrir, a
seabe-ra bid pensar que sou um espirito fraco I
todava era bastante ser um espirito sean recursos
e usa carcter sem iniciativa Enternece-se pe-
la sua sorte, dir a senhora ; tez-se animoso, al-
tivo e philosopho, e nio aais que um pobre
diabo qae luta contra a m sorte." Talvez haja
disto, alguma cousa, porm nio o qae pensa I
Ah t meu Deus I um homem nio se pode consi-
derar feliz,dormindosobre um mi leito, beben-
do do ruim vinho, usando de roupa remendada,
comendo mal, estando todas as noites a cahir de
(Scenas da Luiziana.)
v
(Conclusio.)
Dizendo essas palavras Cora passou ss mios ao
redor dos joelhos, e poz-se a balaogar o corpo
de um para oulro lado: poaco depois accres-
ceotou :
Isto devia acabar assim I
Nio le comprehendo, replicou D. Jacinlba.
Vmc. nio conhece mea sinhor; nio sabe
o que lem feito nem o que capaz de fazer esse
homem lerrivel, a quem Vmc. cuama-o Sr. Ho-
pwell. Em primeiro lugar nao este osen no-
mo....
E que me importa o seu nome? O qae elle
tem feito sei eu : recoheu-oos em saa casa e
tralou-noa como prenles.
Sim, sim, repito: isto devis acbar assim I
Eu j o esperava I D. Pepo cahiu no Rio-Verme-
lho porque alguem o emparrou.... Pois Vmc.
nio v logo qae um homem da edade de sea ma-
rido nio se deixaria escorregar assim pela borda
de um oavio como se fosse um menino l....
Heu Deus I exclamoa D. Jaciotha : se fosse
verdade o que ella diz !....
E porque nio hei de dizer a verdade? Por-
que nio sou branca como Vmc. ? Has o sangue
qae me corre as veas da mesma cor que o seu.
Quando, ha qainze anoos, me ezpozeram ven-
da no mercado de Nova-Orleans, nio me trocava
"por maitas senhoritas da <.cidade: e eii porque
meu senhor psgou-me a peso de ouro....
Deixs-me, replicou D. Jaciotha; o qae te-
cho com lito ?
Uis tenho eu: meu senhor desfez-se do
Cachupn pan conservar sua mulher; se Vmc.
desposa-lo eo fleo seodo nada aqni ... voltarei
i condigio de humilde escrava, e i.'.to o que nio
quero.
Vaa-te, deixa-me, ii te disse, torooa im-
periosamente D. Jaciulha, Veos de proposito
insultar-me, e aecusar leu senhor de um crime
odioso?
Senhorita, disse Cora quo se tinha levantado,
escote- me, eu ihe pego. Se meu sen aor tem mu
boas maneiras porque pertenoe a urna familia no-
brs, nio menos verdade qot ji foi negreiro,
corsario o qae sai mais I ii fez muito mal na
sua vida. Ora, isto tudo nada para mim....
leobo Hoto orgulho em pertencer-lhe como ae
fosse elle o homem mais honesto do mando. Na
minha Infancia ninguem ma fallou de virtudes, e
mea senhor nunca cuidou de reformar a minha
educago....
E'a umi creatura perversa I exclamoa D. Ja-
ciotha indignada.
Pode sei, senhora, mas a culpa nio mi-
nha. Depois que Vmc. veiu ter floresta mea
senhor tem-se revestido dos seus ares arrogantes,
me tem tratado com desprezo, guardando todas
as suas alteogoes par Vmc. o seu marido. Por-
que assim pralicava sanio para illudir a ambos ?
J elle estava aborrecido de mim, e agradou-ae
de sua pessoa ; porque cumpre confessar Vmc.
muito bella, e seu marido era de mais neste
mundo....
D. Jacinlba nio respondeu ; as revelagoes in-
sidiosas de Cora Gzeram germinar-lhe no espirito
suspeitas que buscava era vio arredar. O homem
qae ella eocarava como um protector e amigo de-
dicado, seria com effeilo um mooslro, sisasiino
de seu marido? Havia as maneiras de Hopwell
urna dialinegao natural, era claro que perteocia
a urna familia aobre: mea nio fora elle o proprio
a fallar das loucaras da sua mocidade ? Nio fra
o proprio a dizer: Tenho um passado a ex-
piar ? >
Ellas reflexdes mais ainda augmentaran) a
affiiccio da esposa do Cachupn; maia ainda Ihe
fizeram desesperar da volta deaeu marido ; e olla
tremia ao pensamento de achar-se i merc de
am estraogeiro desleal, capas de todoa oa crimes.
Cora, se ests menlindo muito mal fei-
to.... As las palavras redobram a minha inquie-
tacao.... j nio me julgo aquiem seguranca.
Senhora, Vmc. havia deachar que fui mal-
como se receiasse
menle ai letras truncada!, como as palavras io-
teiramenta destruidas.
Oude o senhor eprendeu, tudo o que sabe ?
perguntou ella.
Oh l isto nio nsda, disse o cavalbeiro,
rin lo-se de ai mesmo, com boobomia ; sei outras
cousas l Sou urna especie de aabio sem parece-
lo I E' um ridiculo de mais que entrego a zom-
baria. Imagine qae, viveodo nos campos, de-
vesse, muito naturalmente, oceupar-me da bola-
nica e entomologa, de qualquer ramo de historis
natural, qae me servisse na agricultura, e cajos
maleriaea se achavam em abundancia i* miaras
ordena ; eotregssse-me aturadamente.a estados
que nio poderiam aproveilar de modo algum aos
oulros nem a mim mesmo, oa aiiuagao em que
me achara. Nisto parego-me bam com o deten-
to marquez, que, aborreceodo-se de ser grande
senhor. fazia se serralheiro ; u por isto que
oao o trato de louco, como muitos oulros.
Se refledir um pouco a este respeito, mioha
prima, veri que este capricho do espirito huma-
no mais lgico do que parece. Imagine que
viria no meio das florea selvagens, dos fruclos da
trra, e de todas as produeges da natureza ; quo
oascida em um sulco de trra, coobeci desde a
infancia, os coitumea de tudo o que formiga no
campo e no bosque, desde a lebre que ae esconde
nos grandes centeiaea at o pequeoo iasecto que
desenvolvesaa existeocia sobre umi folba iraper-
ceptivel ; entio a forga de ver saber a historia
deste lugar, a senhora sentira necessidade de
coohecer urna cousa inteiramente differeate.
Sua imaginagip serla levada para urna anlhi-
tese, e arremegando-ae para bem longe do meio
indicado o sea desenvolvimento, desojarla apo-
derar-so de um outro mundo desconhecido, phao-
laslico e heleroclilo.
Foi deste modo que, desde minha mais tenra
edade, vido como todos os meninos, de stber o
que nio era de minha coi etencia, pensei em
adquirir conhecimenlos qu se arrancassem aos
vulgares hbitos de minha sOrte. Heu pae pos-
suia estes conhecimenlos, e tioha algumas obras
obscuras, incompletas, ridas, que raramente eu
o via consultar, porm sempre com grande appli-
cago. Multas vazes, no meio da nossa feliz vida
de familia eu o va toroar-se preoecupado e som-
bro. Pareca combater urna anxiedade tecrets,
de que nio poda dislrahir-se ; chegava a domi-
na-la, ento abra seus livro, lia-os urna hora
ou duas, aorria-ae e tornava ao saa socego ha-
bitual, com aua figura radiosa e verdadeirameote
real sob sua corda de cabellos braocos cobertos
com um barrete de lia azul.
Heu pae era bailo, bom, grave eterno. Ppuco a
pouco obtive a confldencia de saa preoceapagio
passageira. Aprend com meu irmio mais velho.
disse-ma elle ; e at sei mais do que elle, cousas
que sio hoje completamente inuteis, e que dese-
jaria esquecer, pois qae s servem de muita ve-
zes importunar-me o jaizo. Porm por urna con-
tradiegao de espirito, que nem sempre posso ven-
cer, oslas cousas, eslimulam-me e atormentam-
me. Parece que ama aciencia adquirida per am
bpmem que oao a quer mais, obstina-so a nao
s r esquecida. E' por isso qae de lempos em
lempos deixo-me vencer por ella. Laio meui
livros, e quando asseguro-oae que aei sOmpve o
que sabia, torno-me tranquillo, e vulto com pra-
zer aos meus trabalhos e deveres ordinarios.
Qual era, pois, esta seencia, a que meu pae,
tornado lavrador, pareca fatalmente encadeiade?
Minha novel.cabega fes a osle respeito os mais
phantasticos commeotarios.
CAPITULO X.
Desde esse momento, continuou o-cavalieiro, a
miobi nica ambiguo foi aprender o que sabia
meu pae. Elle quiz dissuadir-me disto, dizendo
que ser-me-ba superfluo, e que- eu lioha ad-
quirir conhecimenlos de um intereise e de urna
applitagio mais directa. Porm veaci sua pru-
dencia ; e como mostrava facilidade em aprender,
goito em ensinar-me. Um velho beaediclioo se-
cularisado, que era nosio visioho, legou-me saa
bibliolbeca ; e quando ea voltei da armada, pu-
de as minhas horas vsgas, fazer alguns progres-
sos. Bem v que mea saber urna especia de
mana que preciso perdoar-me. Por ventura
lodos nio tem a aua ?
' Porm, nio me disse ainda qual esta ma-
na, replicou Horteosia ; de que scieocia oceupa-
se especialmente ? Ser por acaso a mechanica ?
Seria o senhor directamente escolhido por nosso
tio para triumphar da prova do Esphioga ?
Nio, mioha prima, nunca me oceupei da
mechanica ; mea tio nio tioha esta phantasia
qaaado mea pie tribatbiva com ene ; t este nal'
ca me deu nogao alguma a este respeito. Eis a
razio porque nio tentare! a prora do Esphioga. A
scieocia som qua dourava mea ocio 4 muito mala
frivols e absurda: sou numismtico I
Qua quur dizer islo ? diste Hortensis, nio
a setnele dis moadss ?
Preiisimeole, minhi prima, a lnhora taba
tudo t
Sei somonte, ou antes prevejo que para ser
numismtico, preciso saber multas cousas serias :
primeirsmente a historis, depois asliDguas mor-
as, a archeologia... e nio aei maia o que I
Sim, am pouco de tudo isto; divertido,
porm toma muito tempo qae seria mais bem em-
pregado," dlzem, em fazer fortuna. Que quer I
Quando nio se tem geito para enriquecer l Bem
v que foi a seencia do passado, a scieoeia da
morte, que tomei para antithese da cuitara do
meu canto de trra, onde seria melhor appliaar a
scieocia da vida I Sou um bomem desageiteso,
que fago ss couias s ivessas, e intempestivamen-
te I Mioha vida acabar sem ter somegado Ah I
minba chara senhora, seu primo campooez, um
pobre fldalgo I
Nio puoso assim, respoodeu ingenuamente '
Hortensia, eslendendo-lhe a mi. Porm o sol
j est muito alto,/ minha mis espera-me para
almogar. O senhor mesmo esperado em casa...
Ah l sim, sim, disse o cavalieiro, tornndo-
se pallido, a cujos olhos animados sa amortece-
rn! de repente ; e at saa voz extinguiu-sa tam-
bera ; e oio eocotrou urna palavra para expri-
mir a dr viva o amarga de aea coragao em pre-
senta do eterno adeui que acabara do sorpraa-
de-lo.
AjuJou Hortensia a descer a ladeira at saaito
da colina, e nio pode romper o silencio desca-
rado qne o opprimia.
Hortensia jurara com aigo nio toroa-lo a var,
porque senta nelle urna torga de persuasao irre-
sistivel, a forga de um amor verdadeiro, que tudo
traduzia eloqueolemente, at o silencio. Ella pre-
via pela agigio do seu coraca-o, qoe ae este ho-
mem sincero apaixonado ae atrevesse a dizer-lha :
Amo-aI ella seria forgada a ama-lo, e, por
urna singular invasio de senlimento, eate homem,
que oa vespara tremer tinto diaote della, causa-
va-Ihe agora ura medo extraordinario. Porm no
momento de deixa-lo, nio pode su-pportar a dr
que via sobre sea rosto. Eslava nervoso o pertur-
bado.
Quasi que eamigado pelas rodas da carrua-
gem quando os cavallos parliram. Nio tinha ala-
da dito urna s palavra; nio quera dizer mais
oada. Gritou : Adeusl a seu pezar, a neste
adeas havia um aoffrimento inexprimivet, urna
deaordem d'alma que nio lem nome.
Hontanaia nio ae pode cooter. Indinou-se foca
da poriinhola, e gritou tambem :
Adeua 1 nao I at amanhia I venha ama-
nilla I eu o quero I
Quando conversou com elle, expoz-lhes am-
ias razdas para resoUe-lo a teotar a prova do
Esphioge, e nio se a-tlrabiu por esta solicitado.
Abslivera-se porexcesso de prudencia, eagorr
deizava seu sagrado eicapar-lba sob a forma da*
urna supplica imperativa.
Sou urna louca I exclaosou alia, cobriodo
com o longo seu rosto banhadode lagrimas ; nio
sei mais o que fago I
O cavalieiro nao poda mais ve-ta. Segua com
olhar triste a carruagem que se efTestava com
rapidez espantosa. Tinha vertigem ; repeta ma-
cbinalmente as ultimas palavras de Hortensia ;
porm, nao as comprehendia.
De repente leve um vislumbre de razio. Elle
dissse :
Ella me ama ; nanea eusaria de-lo ; po-
rm, murmurou : Adeus I niel
Atravessou correndo um curinho, que por en-
tre os trigos, certava a estrada em lioha recta.
Os trigos eslavam maduros, e ia-se cemegar a
colheita : porm o cercado de espinheiroe seceos
estava ainda da p, e o campooez atravesaou-o
derribando-o como um ja val perseguido.
Chegou antes di carruagem, escalou urna alta
eitacida, esallou para a estrada. Porm abien-
vergonbou-se, e vendo chegar a earruagem>, es-
condeu-se precipitadamente no espinheiro para
oio ser visto.
Labreche nio vh>, porm Hortensia viu-o, por
mais bem occolto que elle se lisongeiasse de es-
tar. Viu-lhe os olhos ardentes, o peito arquejante.
Vollou a cabega o conheceu que o aman. Este
desastrado que fazia lodas aa cousas intempesti-
vamente, que corra apoz ella como um louco, O
ae oceulta va como- u-m llo, pariendo assim O
fructo dse trabalho, obtivera todavia>o-qae nao
aabia pedir, e o que nao ousava mes tao esperar.
Saa paixo ata corref>endida.
Por que razio nio o amarei? dista comiigo
madama de Sevigoy. lia por ventura um homem
molhor, maie instruido, franco, ingenuo-e honra-
do? Porque me ceoaurariam ? E quem me impe-
dira de ser sua mulher ?
Pensou ota aua mi, a quem semelbante esco-
lhi desgosiaria bstanla, e leve razio em pensar
nella ; pensou timben em Octavio qae a oppri-
miria com a aua irona,, o injuriou-ie por fazer
oolrar o temor do ridiculo em seus receios.
Soffreu amargurameale com asta perplexidade,
e entrou no castello de Germandre sem ter toma-
do resolugio alguma.
Sou muito iraca, dizia, o entretanto amo,
bem o aio-io, ainda que isto succeda agora pela
primeira vez na minha vida Ob I mau Deu*, isto
urna agona I um sapplicto I e capaz de cau-
sar a morte I
O que-teos ? perguntou-lhe a baroaezaven-
do-a empallidecer ao Ir para a mesa.
Apanhei muito sol, e de-me a cabega-, res-
poodeu Hortensia, seottndo-se baobada de um
suor fri.
Qua sol-1. perguntou a baroneza.
Porm aua fllha nio poda responder-lhe,. esta-
va desfallecida, foi preciso levarem-na para sea
quarto.
[Continuarse ka.)
to franca i pouco fallando de mim mesma ; por-
que nio o serei egualmeote fallando de meu se-
nhor ? Talvez que Ihe venha agora menle o de-
sejo de viver como um quiker; mas emAm Vmc.
est s com elle, e no abandono em que a vejo
ba de acabar por forga desposaodo-o.
Nunca 1 nunca I exclamoa D. Jaciotha.
Vmc. diz Isto agora: veremos para diinle...
Julga qae muito fcil resistir-se a meu senhor
quando elle quer alguma cousa ? O seu pleno es-
lava ji combinado qaando atirou D. Pepo no
abysmo....
Oh I meu Deus I exclamoa D. Jacintha.
Estou perdida, entregue sem defeza aos projectos
de om bomem capaz de ludo!....
fichara com todo o cuidado,
que a foisem ali atacar.
Quando pela manhia do dia seguiote Hopwell
madou-a convidar para o almogo, recuiou ir al-
legando que se ochava Incommodada. Por volta
de meio dia aquello foi visita-la, e dabalds pro-
curou tranquilizar: ella conservou-se moda e
constrangida em sua presenca, trema como se
astivesse face a face com um ioimigo.
De repente sxclsmou desfazendo se em so-
lugos:
Seohor, deixe-me partir daqui: mande sel-
lar a mua em quo eu vim irfti soziaha pela
floresta at chegar ao Mxico onde esli os meus
protectores natu raes....
Ainda nio, senhora, respondeu Hopwell po-
ndamente : hoje i noute, ou amanhia ao mais
tardar teremos noticiaa de D. Pepo; e entio a
senhora tomar o seu partido.
Hopwell relirou-ae sorprendido por aquella
liDguagem, cujo alcance oio compreheodeu logo ;
porm aps alguns minutos de reflezo viu que
nio poda deixar de aer alguma auspeti que te
apoderara do espirito atribulado de D. Jacinlha.
Pollo que profundamente o afigiise ver-se o ob-
jecto de qualquer accuiagio injusta, todava to-
mou o partido de calar-se antes do qae empre-
hender urna justificagio que julgara inoppor-
tani.
Durante o resto diquelle dia percorreu a cavallo
todos os trilbos da floresta esperando encootrar-ae
com algum dos portadores que mandara em pro-
cura de D. Pepo. A' tardezinha vollou muito in-
quieto por nao ter tido noticia alguma, e resol teu
sihir a campo elle mesmo no dia aeguiole muita
cedo.
A' hora do jantar sentou-se i mesa, que Cora
I acabara deservir. A escrava apressou-se em
() Vida Diario n. 134.
oferecer-rlha um copo de porter preto como tin-
ta e coberto de urna escuma espessa e amella-
da. Hopwell eavaalou o copo da um trago, e co-
meu I pressa alguns pedagos de cerne isiada.
Cora a um canto da sala tinha oa olhoa pregados
em aeu senhor: pouco a pouco se foi aproximan-
do da porta, e largou a correr para o lado da flo-
resta, no momento om que Hopwell apoderado
desubits pallidez exclamoa arrebatadamente :
Cora I Cora I O que foi lato que me dite a
beber ?
VI
Ha noa movimenlosde qualquer creatura, que
acaba de commeller urna aegio criminosa, signaes
os mais evldeotas de partarbsgio o de terror.
Senhorita, replicou Cora, deixe tudo correr Cora foi direto floresta, onde penetrou; porm
por minha conta: ae elle tem o aea plano, eu atemorizada pela obscuridade que comegiva a
tambem tenho o mea. reinar, vollou a oceultar-se por detrsz de urna
Cora Jesappareceu deixando ficir D. Jaciotha moate. Com nrtei a coragao procurara
mais afflicta e desanimada do que a encontrara, comprimir-lhe as pa* groes; ardentes lagrimas
A pobre esposa passra a noute em continuos sus- corriam-lhe pela fas* ebitzo ; e o olhar curioso
tos, sozinba mquella casa iiolada, cajas portas .dos pasiariobos qus para all enca.ra,Yim atravz
dos rsmos das arvores causavam-lhe um mal io-
supportavel.
De repente ouvlu o galope de um cavallo ; es-
tremecen dos ps cabega, e estere quasi a per-
der os sentidos reconheceodo o Cachupn que
chegava a toda a brida.
Apenas D. Pepo penetrou na clareira poz-se a
gritar com todas as forgas: Jaciotha 1 Jacinlha I
E D. Jacinlha a estes gritos repetidos pelos ecbos
da floresta precipitou-se para fra da habitagio.
Palpitante de emogio deu alguns passes para a
frente, mas um tremor nervoso apoderou-se do
seu corpo, e ella senliu-se qaasi desfallecer.
Vago terror comprimia-lhe os impetos do cora-
cao : a pobre moga eslava entregue a essa lerri-
vel anciedade. de urna alma perturbada que nio
sabe distinguir o sonrio da realidade I
Jacinlba I repella o Cacn'aptt atirando-se
do cavallo abiixo : vem a mim I Aqai estou ea
leu Pepo t
D. Jacintha loltou um grito de alegria, e lan-
goa-se nos brsgos do marido desfeita em lagri-
mas.
Cora esttica de surpresa e terror por detraz da
moula que a oceultava aos olhos de todos, via
d'all voltar a vida, e renascer para a felicidade
aquella mulher afflicta, cuja alma ella procurou
eneberde sustos, a crueis inquietscoes. Era es-
se o primeiro castigo do aeu crime !
Urna vez que o marido de D. Jacintha voltava,
de que Ihe servia ter dado veneno a beber a seu
senhor I Podiaelle estar fatigado da vida das so-
lidoes, onde nio tinha por companhia senio urna
mulher que de mais a mais nio era branca ; mas
tornava-se claro que a sui conducta para com os
dous hospedes nio occullava intengio alguma
deileal.
Estas reflexdts alravessaram o limitado espirito
de Cora : mas o remorao nio leve entrada n'aquel-
la alma desconcertada fpor tumultuosas paixes.
Assim como a lea mal domesticada que depois
de ter ferido mortalmeote n'um momento de ca-
prichoso furor o guarda, cujas mios e cojos ps
lamba todos os dias, foge da saa prisio e salva-
se rsgindo, assim tambem a escrava, cega de
raivi, poz-se a fugirpor entre a floresta, sem sa-
ber para onde ia.
J era noute fechada, e o Cachupn admirado
de nio ver luz oa habitagio de Hopwell, e de nio
ter elle vindo ao aea encontr, dirlgiu-se para la,
e bateu i porta. Urna voz fraca maodou-o en-
trar.
D. Pepo penetrou ni sala de jantar, a no meio
de profunda obscr|dj(le' a sua mi eocotrou a
man glida de HopWI.
O qoe isto f tique tem, seohor? perguo-
tou elle.
Chime D, Jiciothi, responden Hopwell:
quero fallar a ambos.
D, Pepo lehlu, voltando a'ahi poaco toom-
panhado de aua esposa, e trasendo urna luz, que
allamiando as feges lvidas de Hopwell revela-
ra a triste verdade.
Eu morro I disse este. Oode est Cora ?
Desappareceu, nio assim ? Bem ; ninguem a
procure; perdo-lbe o aeu crime. Nio podendo
elevar at a mim essa creatura selvagens, eu nio
devia abaixar-me a ella...
Mas, interrompeu o Cachupn, o que
preciso agora um medico...vou chama-lo a to-
da a pressa. Dapois fallaremos dessa mulher
odiosa...
Nio, nao se eocommode ; o medico mora
longe, e a morte se aproxima a grandes paasos.
O venenoque ella me deu a beber veiu da Costa
d'Africa ; os seus effeitos sio rpidos, e nio tem
remedio. D-me a sua mi, mau amigo ; per-
dio, aeohora ; ae a fugo assiitir a urna sema tio
triste, quando mal socegava das amarguras por-
que passou. Esta habitagio Ibes pertence por
um contracto, em baixo do qual declarei qne j
estava pago : assim pois estio quites commigo.
Antes que aqu viessem ter ea vegetava v.ergo-
nhosamente entregue aos hbitos de urna vida
mal regrada, e al mesmo condusindo-os a este
lugar nio sel se as minhas inteogoes eram bem
leaes 1 Porem veodo-os no meio da desgraga te-
lizes assim mesmo pela afleigio que os une, con-
siderei na minha vida, e conheci que ii caminho
errado. O men nome nio este que Ibes disse:
tambem pouco importal Elle deveficar ignorado
porque a minha familia amaldigoou-me. Depois
de ter perdido grossas lommas no jogo, alirei-
me s aventaras: fui negreiro e corsario. Se-
nhora, perde a um moribundo qua deaeja reha-
bilitar-se de seus crimes: eu nao quiz assassioar
aeu marido como a senhora talvez peoiou...Dis-
culpo as suspeitas de um coragao atribulado...
Porem fui eu quera atacou a Mariposa, fui eu
quem a aprisionou. Seu pao auceumbiu oa luta :
urna desgraga qae me nio dado reparar.
Aceilem pelo meaos como iodemnisagio da per-
da do navio tudo o que encontrarem nos meui
cofres, a Aqaelie qau com o ferro fere com o fer-
ro ser ferido diz o Evangilho. Aqaelie qae
por lio longo lempo zombou da vida dos seus so-
melhanles devia acabar de morte vilenla I
D. Jacintha aterrada por achar-se face a face
com o bomem que havia assusinado seu pae del-
le atailou-ae com horror,
Senhora, dissi o moribuodo tazando um es-
forgo afim de voltir-se pira ella, nio queira ac-
crescentir a sua maldigio aquellas, de quo me
eocheu minha familia, e que hoja se cumprem.
As dores de urna alma que nada tem de que ac-
cusar-se nao se podo comparar com aa de um
coragao rilado de remoraos 1.4 o irrepeodi-
melo como o fogoparifica ludo I
Emquanio Hopwell assim fallara M sois fei-
fides contrihidis voltaria I traQquillidedt habi-
toal; os soflmenlos atrozes contra que lutara
durante urna hora iam> ie extiogaindo por graos:
dir-se-hia que elle cedia necessidade de dor-
mir. Pouco a pouco seus olhos fecharam-se ; o
o moribundo cabio n'um entorpecimenio com-
pleto : os cabellos negroi faziam aindi mais so-
bresahir a alrura da fronte sulcada de tugas pa-
coces.
Com a cabega reclinada no encost da sua ca-
deira, as pernas cruzadas e os bracos peadeates,
pareca sclsmar, e repasssr na memoria as sce-
nas da primeira edade, em que o espirito se re-
fugia aos momentos solemnes, porque ellas re-
cordara din de candura o de innocencia.
O msdico mandado chamar pela Cachupin s
pode cnegar no da seguate par volts de meio
dia: sra multo tardea veneno propio do poc
Cora tioha completado a sua obra com espantosa
rapidez. O medico segaron ni mi de Hopwell;
mas deixando-a cahir logo declarou que desda
pela manhia cessara da vivec.
Com quaoto o moribundo tivesse perdosdo a
aquella que Ihe assassiuava, todava a jaaliga
nio podia renunciar ao seu dever. Poz-se genaa-
por toda a pirte em procura da criminosa. O na-,
gro velho, que resida com a sua companhia .
margam do Sabina para passar os viajantes na
sua barca, disse que urna mulher ainda mota, e
qaasi branca, se Ihe apresentri afim de q/te-el-
le a paisasio para a margem mexicana; mas
que a Isto se tioha recusado. Era pois avldente
que Cora errara em torno das lagas que eos-
team o Sabina.
Depois de ha ver percorrido durante qaslroe*'
cinco diis as baixas coberlas de somtaios typres-
tes o sheriff deacobriu um ando ds negros abu-
Ires qae volteavam no ar abaixindo-se progre-
sivamente para o chio : era isto. o indicio mala
certo da preseoga de algum csdivir, a o sharisT
encimiahou-ae para esse poeto.
Um espectculo hedionda ae apreaintou a sua
vista : no chio tamcenlo jazia om cadvero
cadver de Con, mort foms nenas lolides.
Os vestidos despedagados mal cobrism aquella
corpo, pouco antes chito de vid e de mocidide,
e eolio aalpicado de lama, e serviodo de paste
s avea de rapia. O lingo de csssa branca ar-
rancado pelaa garras adaacas de um abulre es-
tiva coberto do sangue, e outro com o sou hice
agudo havia j forado aqaelles olhos negros
siguas diis stles scinlillsvam com ledo o Irirou
da palxo u do feroz eiume.

:.
;
S
i.
-
i

Fim,
PIRN. TTP. 01M, r.DE PARIA di PILHO. 1813.
i

.1-~ITP
4
--


Full Text
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