Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09938


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Full Text
eraaeaaa

-#**.*-

Jw treiaaii8a4iaita4sSSO0o
Ptr tres szss veBein 6|000
^sj^*t IK cafia
QUETA Mil H D JBHHO DE 1M.
Por mi adiantada 19|00O
Parta fraieo pan subscriptor ,r
' DIARIO DE PERIVAMBICO.
E1C ARREGADOS DA SUBSCRIPCA3 l>0 NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alaiacdtino da Li-
ma; Natal, o Sr. Antonio Marquos da Silva;
Aracatr, o Sr. A. da Lemoa Braga ; Ceari o Sr.
J- I* da Olireira; Iaranhao, o Sr. Joaquim
Marquea Rodrigues; Para, MaoolPioheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jarooymo da dosta.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SOL
Aligoas, o Sr. Claadlno Fsleo Mas; Bahia.
o Sr. Jos Martini Aira* ; Rio da Janeiro, o Sr-
Jola Pereira Martina.
PARTIDAS DOS GORREIOS.
Olinda todos os dias as 9 4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, a Parahyba naa eegundaa
seitaa-feirae.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
Garanhuns as terges-eirae.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
qaeira, Ingazeira, Floras, Villa-Bella, Boa-Vista,
Oaricarye Ex. naaquailaa-feirae.
Cabo, Sernbem, Rio Formoso, Una.Barreiros
Agua Preta, Pimeotelras a Natal quintas feiras.
((Toaos os crrelos parten aa 10 horas da manba
KPHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO.
5 Quarto erascenta aoa S minatos da machia;
12 La chela aa 3 horas e 35 mnalo da man.
18 Quarto mnmant aos 31 minutos da tarde;
86 La nova aa 3 horas a 35 mina tos da Urde.
PREAMAI DE UOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da larda.
Segando as 2 horas a 51 minutos da manha.
r*RTIA DOS VAPORES COSTBIROS.
Para o aal at Alagoaa 5 a SO; para o norte
at a Gran]. & 14 a S da cada mez.
W ,AJlT,DA D0S onarsc*.
Para o Recite: do Apipucot i 6li2, 7, 7 liS, 8
e.8 |2 da m.; de Olinda a 8 da m. a 6 da t.: de
Jaboatao s 6 1)2 da .; do Caxang a Varzta
i% l *'> da Btmfiea as 8 da m.
4 li2. 5, 5 Ii4, 5 1|2 a 8 da t.; para Olinda as 7
da m. a 8 1[2 da t.; para Jaboatao s 4 ds t.; psra
o Caxang a Varxea s 4 1|2 da t.; para Btmfica
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES yq CAPITAL.
Tribanal do commercio: segundas a quintas.
Relaco: tergae a sabbados s 10 horaa.
Fazanda : quintas s 10 horas.
Julio do aommorcio : segundas ao meio dia.
Dito da orphaos : terges a antas a 10 horas.
Primaira Tara do sirel: tarcas a citaa ao meio
dia.
Segunda Tara do airel: qaarlasa aabbados l
hora da tarda.
PARTE OFFICIAL
DAS DA 8EMAIIA.
t2 .nd' m Prim. 'o mu.
10 Terca. S. Marganda rain ha s 9. Getolid
11 Qu.rta. S. Bernab ap.; 8. Arizio moca,.
\l Ouinta. S JoiodeS. Facundo? S. Onofre,
id Sexta. S.Aotomo f. padroeiroda proTloeia.
14 Sabbado. S. Baziteo Magno b.: S. Elisa
15 Domiogo da SS. Trindade ; S Vito /
ASSIGNA-8E
no Becife, em a lirraria da praea da ladepan-
deneie ns. 6 e 8,dos propristaros Manoel Fitaet-
roa da Feria & Filho. *
GOVERNO DA PROVINCIA.
LE N. 526.
O baeharel M a ooel Francisco Coi rea, presi-
dente da provincia de Peroambuco.
Fago saber 4 todos os seus habi alus, que a
assembla legislativa provincial dtcretoa e eu
sancciooei a resoluco segaiote :
Art. Io. Ficam aupprimidis os pr.muiros offi-
cos de tabelliao do notas e escriv.j do ciTel dos
termos da cidade do Rio Formoso e da cidade de
Nazaretb, substituiodo os de tabelliao de notaa e
escrivao do ciTel. que sao actualmente exercidos
por Fraoklin Aires de Souza Paira, netle termo
naquelle por Auguato Rufino de A meida.
Art. 2o. Picam creados nj termo la cidade do
Recita mais dous oficios d justiga jm de eseri-
Ti dos feitos da fazeoda provincial e oulro da
eicrivao de ausentes, capailas e residuos, cujos
serven'.uarios funccionsro por disti ibuicao com
os actuaos.
Os feitos pendentes serio igualmente repartidos
entre os respectivos estrives pelos i mes aote os
quaes servirem.
Art. 3.* Ficam revogadas as leis t dispoiices
em contrario.
Mando, portanto, a todas aa autorid idea quera
o qpnheeimenlo e execucoda preseote resoluco
pertencer, que a cumpram e fagaru <:utnprir, to
inteiramente como nella se contem.
O secretario deata presidencia a faca Imprimir,
.publicar e correr.
Palacio do governo dePernambaco, 3 dajunho
de 1862, quadragesimo primeiro da independen-
cia e do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Correia.
Sellada e publicada a presente resaludo nesta
secretaria do governo de Pernambuco, em 3 de
junho de 1862.
Joo Rodrigues Chaves.
Registrada as fia..... do Uvro 5 de leis pro-
vinciaes.
Secretaria do governo de Peroanbuco, 3 de
junho de 1862.
Fortunato da Silv Neves.
Expediente do dia 9 de i un he
de 1868
Offleio ao Exm. Sr. preaidente do Rio Grande
do Norte.Respondo ao offleio de V. Etc., de
ai de malo ultimo, dizeodo que na trmetra op-
portonidade ser ramettido para easa provincia
%?V Ca ,at0 1ae fltou.na reme na feita em
XI daquella mez, aegundo declarou-me o direc-
tor do arsenal de guerra em offleio de honlem,
*.Visi*a*o por copia.
Dito ao Exm. presidenta do Cear No vapor
Jaguariht seguem com destino ao Piauhy seis
cornetas de loque, attm de que V. .tc. se sirva
de enva-las ao Exm. presidente do Maranho, a
quem nesta data tambem me dirijo ro sentido de
as rajajllar para aquella provincia. Fer.-ae o ne
ceaaadi expediente.
Dia ao inapector da thesouraris d? fazeoda.
Transmiti a V. S. para osconvenieites exsmes,
a inclusa cpiaB acta do conseiho .idmioisirati-
vo do arsenal de-guerra datada d) 2 do cr-
rante.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. S. que
ios termos de sua informagao de boiitem, sob n.
521, effectuecom o bario do Lirranento o con-
trato para se eocarregar elle de m sudar fincar,
mediante a quantia de 800J.000 os lGesteiosque
ae fazsm precisos para agueotar a pancada daa
ambarcac&es no pasaadijo, construido entre os
bairroa da Santo, Aoton(e. Recite, smdo um em
frente a eada pifar do msmo passad:co conforme
indica o engenheiro W. Msrtineau.
Dito ao mesmo.Com a inclusa ;pia da in-
fornsacao ministrada pelojuiz municipsl supplen-
te em exeretcio no termo de Csruat em 15 de
maio prximo fiado respoodo o offic oque V. S.
me dirigi eni 28 de abril ultimo sob t. 357,pedin-
do providencias por nao ter aquello juizo cum-
prdo precatorias do iuio dos feito da fazeoda
contra devedores daata, ficando V. .. na iotelli-
geneia de que acabo de recommeadar eo mesmo
j uiz SDioicipal que de andamento as i eferidas pre-
catorias.
Dito ao inspector da thesouraria >roiocial.
Transmiti a V. S. copias do orcamento e clau-
sulas que acompanharam a sua infcrma;ao de 5
do crranle, sob n. 328, afim de quu mande por
em hasta publica a obra de que para sua segu-
ranza precisa a bombs do riacho Cliacoo na ra-
BQificaQlo da estrada de Muribeca, ?ols que se-
gundo coosts de offleio do director a reparliQSo
das obras publicis datado de 2 de maio ultimo e
obn. 94,-iorna-se essa obra mullo necessaria
porj terdesabido urna parte daqiella bomba.
Dito ao mesmo.Estando em termos as inclu-
sas contas, mande V. S. pagar aos negociantes
Andrade & Reg, a quantia de U6$60G despen-
dida com o sustento dos presos pobres ds cadeia
do termo de Flores nos mezes de Janeiro, fee-
reiro, margo e abril deste aooo como se s das
mesmas cootas que me foram renettidas pelo
chefe de polica interino com offleio de hontem,
sob n. 916.
Dito ao capillo do porto.Em addiamento ao
zneu offleio de 27 de maio e em re!.posta ao de
V. 5. de 6 daquelle mez.sob n.56. tn osmitto-lhe
por copia a informagio dada pelo delegado do
termo de Iguarass com referencia a materia do
citado offleio.
Dito ao commandanie da eatago i.aral.Pelo
cilicio de V. S. com data de honlem, sob n. 45,
tiquei sciente de harer anegado ao porto deata
ddade procedente d corte, o vapor de guerra
Ypiranga que rem incorporar-ae temporariamen-
te oesta estacio, derendo ser rendido depois pe-
lo vapor Thttis. E em resposta a jltima parte
do mesmo offleio, tenbo a deciarar-li e que neata
data expeco as convenientes ordeos, nao s para
que ae d passagem para o Maranho ao 1 l-
ente da armada Francisco Forjas de Lscerda,
eomo para o transporte dos caixoei com farda-
mento qne se deatioam a diviao naval daquella
provincia.Offieiou-se ao agente paia dar trans-
porta alo s ao 1* lente de que s; trata como
' tambem aos caixoes.
Dito ao director do arsenal de guerra.Para
que ae poasa dar cumprimento ao aviso expedido
pelo ministerio ds guerra em 16 da abril ultimo
sirva-se V. S. de declarar quaes osjoroaes dos
operarios desae arsenal conatantes di relacao que
Teio anoexo ao seu offleio de 2 de miio lindo,
sob o. 118. indicando igualmente se sao superio-
res ou inferiores aos que percebem os operarios
itoao inspector do arsenal de m, rioha.Em
ana informado datada de 5 do corrente,
eb n. 216, o autoriso a alistar na c< mpaohia de
menores artfices desee arsenal os menores Luiz
da Frsoca Csbral e FraucUco Jos "ornas Wan-
derley.
. Dita ao commwidante da Fernn do.-Trans-
mitto a V. S. para ana sciencia e fio convenien-
H'^yP.'* d nformajio dada pelo dilector do ar-
aoal de guirra em offleio n. 39 de de marjo
ultimo e recommendo-lhe que d anas ordens
para que as offlcinaa desse presidio nao se fa-
briquen) sapatos com os defeilos notsdos no exi-
me a que se precudeu naquelle arsenal, ede que
V. S. j tem.conhecimento, devendo os sapatos e
mais objacloa ah manufacturados ser remanidos
de hoje om diante com os precos devidamente
calculados.
Dito ao engenheiro W. Martineau.Autoriso s
Vmc. a mandar fazsr por adminiatracio as obras
de que precisa os edificios que formara o lazare-
to da ilha do Pina, e constara do orcamento que
acompanhou o aeu offleio da 19 de maio ultimo
sob n. 110, menos os canos de chumbo e coberta
dos locutorios na importancia de 1:0190.Com-
municou-sa a thesouria de fazeoda.
Dito aojuiz de diretto do Rio Formoso.Re-
commendo a Vmc. que louveos teneutss Pedro
Joaquim Vieira Lian, Antonio Francisco Cezar
de Vascooceilos Campos, o advogado Antonio
dos Santos Vital, o cidadio Saturnino Jos Vieira
Lima e o' padre Joaquim Baptists dos Santos pe-
los servteos prestados aos desvalidos ascommet-
tidos da epidemia reinante nesss comarca como
coostou de cilicio do delegado do termo do Rio
Formoso de 25 do mez passado Communicou-
se ao mesmo delegado.
Dito ao gerente da Companhia Pernambuca-
na.Para poder cumnrir o disposto no aviso do
ministerio da agricultura, commercio e obras
publicas, datado de 21 de maio ultimo, faz-se
preciso que Vmc. informe com o que lhe coostar
acerca do facto de nao ter o vapor faguaribe
tocado nos portos do Aracaty, Rio Grande do
Norte e Parahiba, quando voltou da aapital do
Cear por ordem do respectivo presidente, sem
completar a aua viagem no norte.
Dito ao presidente da cmara municipal do
Brejo.Respondendo consulta que Vmc. fez
em seu offleio de 19 de maio ultimo, tenho di-
zar-lhe que, haveado o quadrieonio dos supplen-
tes do juiz municipal desse termo, principiado
no dia 23 de julho do anco de 1858, como se de-
clarou a respectiva cmara municipal em circu-
lar da 17 de maio daquelle aono, devendo elles
ter exercicio al 23 de julho prximo futuro, ero-
bora prestaasem juramento anteriormente do dia
em que comegou o meamo quadrieonio, no pra-
zo que para iseo Ihes foi marcado.
Dito cmara municipal de Cimbrea.Remet-
i por copia cmara municipal da Tillado Cim-
bres para tomar na devida considerarlo, o lauta*
ao rarecer dado pela commisso de posturas munl-
cipaes da assembla legislativa provincial acer-
ca da representarlo junte, em que diversos ha-
bitantes da Serra do mesmo nooe queixem-se
com razo dos estragos que soffreram em suaa
lavouras pelos gados dos creadores vizinhos.
Dito ao conaelbo de compras oavaes.Promo-
va o conseibo de compras oavaes nos termos dos
arta. 10 e II do regui.menlo que bsixou como
decreto n. 2,108 de 20 de fevereiro de 1858, a.
acq-jislgao dos objectos de que traU o seu olllcio'
de hontem datado, visto aerem precisos para
provimenlo do almoxarifado do arsenal de ma-
rioha.
Portara.Os Srs. agentes da Companhia Bra-
sileira de paquetes vapor maodem dar trans-
porte para as Alagoas por conta do mioislerio ds
guerra no vapor que se espera do norte, forja
composta de um subalterno, um inferior e um
cabo, e oilo soldados, que seguem psra a villa
do Bom Cooaelho em Garanhuna, com escala por
aquella provincia.Communicou-se aocomman-
dante das armas.
Dita.O presidente da proviocia resolve exo-
nerar do cargo de recrutador da freguezia de
S. Fre Pedro Goo;alvea do Recifo, ao major Ale-
xandre Augusto de,- Frias Villar, por assim con-
vir ao servico publico.
Dita.O presidente da provincia, usando da
altribuicao que lhe confere o art. 7. da lei de
12 de agosto de 1834, resolre prorogar at o dia
21 do corrente, a presente sesso da assembla
legislatira provincial.
Expediente do secretarlo do
_ groverno.
uincio ao comraendaote daa armas.S. Exc,
manda deelarar V. Exc. em rsaposta ao seu
otlicio de hontem datado, sob n. 1126 que fies
oteirado de nao ter sido posto am llberdade o
recruta Manoel Maa, por se achar no hospital
militar atacado de varila?, e em eatado de nao
poder sahir do mesmo hospital sem perigo de
vida, e que (era por tanto alta logo que assim
permiltir o seu est:do de sade.
Despachos do dia "3 de junho.
Requtrimtntoi.
Antonio Firmo da Silveira. Informe o Sr.
jnspector da tbeaouraria proriocial.-
Antonio Jos Rodrigues de Souza.Informe o
Sr. commandanie superior da guarda nacional
deste municipio.
Benjamim Cincinato Utingaass.Dirija-se
thesouraria de fazeoda-
Claudino Ferreira Pinto CaTalcanti.Informe
o Sr. Dr. juiz municipal do Ouricury.
Joao Hyppolitode Meira Lima.Passe.
Padre Gsliodo Firmo da Silveira.Informe o
Sr. Dr. Loarengo Franciaco de Almeida Ca-
tanho.!
Bacharel Henrique Pereira de Lucena.Paa-
se-se portara, prorogaodo por dous mezes.
Joo Bapsista Fragozo. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Jos Franciaco Pinto Guimarea.Passe.
Joaquim Prea da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Zeferino Rodolpho Delgado Borba.Informe o
Sr. Dr. juiz muoicipal do termo do Limoeiro.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL-
CONCLUSAO DA SESSO DE 7 DE JUNHO.
ORDEN DO DIA.
2 paite.
Primeira discusso do projeclo de orcamento
municipal.
E" aprovado sem debate, sendo o intersticio
dispensado a requerimento do Sr. Fenelon.
Loolinuac&o da aegunda diseusso do artigo 13
do orcamento provincial com as ameodas a elle
offerecidas.
O Sr. Buarqua :-Sr. presidente, nao posso
deixar de dizar algumas palavras em addilamen-
to es conaiaeragoea que Uve o prazerde ofTeracer
a casa, quando tralou-se pela primeira vez do ar-
tigo em discusso, nao s porque, tendo apo-
sentado um artigo substitutivo retirei-o sem de-
clarar motivos que a isso me obrigaram, como
para responder a signos argumentos presenta-
dos pelos honrados membros, que impugoaram o
artigo, censurando o procadimento da commisso
por ter consignado urna qaots coosideravel para
os melhoramentos materiaes da provincia.
Com relacao ao substilutivo que retirei, Sr.
presidenta, eu direi, que as railes que me de-
terminaran! a assim proceder, foram de pura con-
veniencia publica. Conhecendo a opioio da no-
bre commisso de orcamento acerca daa obraa
novas, que so pretendiam cooslrulr no exercicio
futuro, parecendo-me que essas razos, que se
nao podiam deduzir do artigo 13, eram pliuai-
reis, eram mesmo preferiveis aquellas qualme
determinaran a formular o substitutivo, oenhuma
duvida Uve em retira-lo para que com meia fran-
queza podesse prestar o meu apoio a commisso
de orcamento....
OSr. Barros Barrete : Muito obrigado.
O Sr. Buarque sustentando o artigo 13 ea
emenda ao 5o sem descrepancie, porque enleo-
do, depoia da correcto offerecida a casa pela
commisso, que nao de ve oesta diacuaso soffrer o
artigo a menor aluragao. O artigo 13. como j
Uve occasio de dizer na casa, o mais impor-
ta ule do orgamento, elle, como muitobem dlsse
o Sr. Baro de Muribeca, o que ha de maia im-
portante sobre todos os actos desta aaaembla ;
deve p,or tanto, merecer o nosso apoio ; a
ds maneira por que se scha confeccionado com a
emenda da commisso sobre as obraa aovas, nao
vejo razo, por ora, para que seja alterado. Nao
quero dizer com isto, Sr. presidente, que negarai
o meu voto mais tarde a algumas das emendas
offerecidas a casa ; preeiso porem que a necas-
aidade da adopfo dessas emendas seja por tal
forma demonstrada que eu me Teja forgado a re-
nunciar o proposito em que me echo de votar
pelo artigo 13 tal como t-at. Com relaco a al-1
guna paragraphos, eu desde me posso pronun-
ciar sem receio de reconsiderar mea roto, por
que nao Tejo possibilidade de se apresentsr a
casa um s argumento que possa destruir aquel-
los que foram offerecido em sua susteotaco pela
nobre commisso. O paragrapho que ae refera
ao calcameoto da cidade, nao deve meu Ter
ser alterado pare menos, e se possivel fosse, se
estiresse aioda em nosass torgas dispor de maiores
recursos, eu acompanharia a cass psra que ele-
va sse essa verba ao duplo ou ao triplo. A con-
aigoacao deata quota, de neceasidade vital, de
urgencia tal, que nao me parece possivel que se
apresantem argumentos nesta casa, que possam
descoohece-la.
O Sr. Cttanho:Nioguem deseoaheca.
OSr. Buarque :Nao comprebenio como am
honrado membro deata casa ae tjvesse lembrado
de reduzir a verba, e reduzi-U a 50 por cento,
quando creio que a maioria dos nobres depuls-
dos reconhece que essa necessidade tal que
aconselbaria antea a sua elevaco.
O Sr. Witruvio :Se houvesse dlnheiro.
O Sr. Buarque :Dinheiro ha.
O Sr. Witruvio:Melhor ; eoto vamos a isso.
OSr. Buarque :O nobro deputado nao se aer-
vio desse argumento, de que nao havia dinheiro.
por quanlo nao ioipugoou o orgameolo na parte
relativa ao seu defflcit. nao demouatrau a sua asis-
tencia, para que noa diga hoje, ha falla de di-
nheiro ; e a nobre commisso negou a existencia
do defficit ; por tanto nao fot easa a razo em que
ee baseou o nobre deputado, nao pode prcTale-
cer eaee seu novo argumento.
O nobre deputado o que nos mostroa, foi qoa
subsistase o equilibrio estabelecido pela commis-
so ; mas que dereodo-se Hender a outros me-
Ihorameolos, como os reparos daa matrices, a
ponte de Papacacinha, e ootras necessidadas do
ioterior.se diminuase a importancia da verba do
orQimento para obras publicas, afim de que se
atiendeaae eases melhorameotoa, que na opioio
de alguns nobres deputados ao exigidos.
( la um aparte ).
O Sr. Buarqua :Perdo, o
nao quiz diminuir a verba para
ceila e a despeas.
O Sr. Witruvio :Ento quiz desequilibrsr ?
O Sr. Buarque :Quiz apenas destribui-ls por
outras oeceasidades ; foi assim que ea entend o
seu discurso, o nao por que houvesse falla de di-
nheiro ; quera umi melhor deatriboico, da ren-
da, no aeu entender, quera que fosse esta appli-
cada a outros melhoramentos, pretendeu final-
mente destribuir os 50 eontos de res, tirados do
calcameoto, pelas constructor e reparos de obras
do interior.
O Sr. Lucena :Ha equilibrio por que a com-
misso supprimio dividas da provincia.
O Sr. Buarque :E' outra qaesto, e nisso es-
tou eu de acord com o nobre deputado ; dessa
questo tratei eu quando impugnei o orcamento,
e reservo-me para quando diacutirmos a receite
verae tenho ou nao razo ; se a nao tiver dou o
meu pleno apoio a commisso.
(Ht am apsrte).
Com relaco ao syslema de calcameoto do que
se oceupou o nobre depatados que bonrou-me
com o seu aparte, eu entendo que a commiaso
osda tinha que dizer, porque nao ella a com-
petente para apreciar o systema de calcameoto ;
eu j Uve occasio de mostrar a casa a necessida-
de que tinha-mos de adoptar um systems unifor-
me, um systems regular, e de conformidsde com
aa nossas forgas, para que se effectuasse o calca-
mente, j entrei em largas considersco sobre
este ohjecto, mas nao posso de forma algama in-
crespar a commisso por urna medida que nao
de sua|eompetencis.
O Sr. Catanbo :Nao se faz iocrepac&o.
O Sr. Buarque :Mas o nobre deputado disse ;
redusa-se a verba, porque o systema nao con-
ven).
O Sr. Cstaoho: Quando tire o'ccasio de fal-
lar aobre isto tratei dos abasos dss despejas dos
desperdicios dos dinheiros pblicos,
O Sr. Buarque ;Mas por ventura ser o re-
medio para esse mal, o supprimir os meios que
temos psra chegarmosao flm ?
De certo que nao.
Vos dizeis que o systema mo ; mas per-
gunto eu, reeoohecels ou nao a necessidade do
calcsmento ? Reconheceis, e entretanto dais como
remedio a reduco da rerba I Creio que dere-
ria ser o contrario.
O Baro-da Muribeca:Disse que o calcameo-
to era luxo.
O Sr. Buarque :E' verdade: pertendea-se
mostrar, que era am luxo.
O Sr. Catanbo :Isto nao fui eu.
0 Sr. Buarque .Eu creio, senhores, que nao
ser fcil demonstrar neata caaa, que o calca-
meoto da cidade do Recife, luxo, creio que nao
mesmo possirol chegar a este resultado.
Os nobre deputados podero dizer, que nos
nao temos dinheiro, maa preciso demonstra-lo,
preciso convencer-nos que pesa sobre os cofres
um dficit capaz de obstar a relisaco daquelle
melhoramento.
Nao t possivel senhores desconhecer a impor-
tancia que devemoa ligar ao calcamento da cida-
de. do qual nao podemos prescindir.
Um Sr. Deputsdo :Como poderiamos justi-
o que eu
nobre deputado ;
equilibrar a re-
car os imposlos que para esse fim pesam sobre a
cidade ? ^
O Sr. Buarque :Portanto eu creio que neata
parle a opinio da casa se deve achar de acord
em que nao e admiasirel a reduccao proposta nes-
aa verba, reducto que vsi muito directamente
ferir a um melhoramento de que carecemos.
Sr. presidente, com relacao as matrices, para
as quaea. se designou 14:0008, sendo 8:0OOJ pa-
ra a deS.Jow.... mr
O Sr. Baro do Muribeca :Sobre
ainda posso mudar de opinio.
OSr. Buarque:....nao deixarei de acresseo-
tar algumas palavras ao que a commiaaao j offe-
*e.t9** *',a i quaoto o que diz reapeito a ma-
triz da S. Jos, nada direi por quaoto a com-
misso demonatrou de maneira irrecusavel, que
de conveniencia publica,ja coneluso daquelli
obra, e que ssudo necessaria para esse fim a
aommade 8:000J,era preferirel que quanto antes
se TOtaseeessa queantia, afim de que se consiga
esse resultsdo to desejado, to reclamado pelos
moradores da qual freguezia.
Quanto ao reatante da rerba para as dsmais
mairises, a a respailo daquella existe na mesa
um aluviio, um deluvio de emendas, noda-se as-
sim dizer.eu reservo-me ainda para a 3" discusso
aum de verse efectivamente se lora demostrado
na casa, a necessidade, nao direi dos reparoa des-
sas rnetrues. mas de se determinar na verba a
preferencia para eeta ou aquella.
E urna mera queato de preferencia, e neste
csao eu enlando que a administraco a mais
competente psra julgar.
O Sr. Witruvio :Ento deixeimo de especi-
ficar S. (apoiados).
O Sr. Buarque :Has ss razoes que militara a
favor da nutriz de S. Jos, nao sao da mesan
nalurea que as apresentadas em favor de todas
as outras matrizes ; os motivoa j referidos e qaa
prevalecer para um, nao podem ter applicaco
as outras.
O Sr. Cttanho :Provam-se al que algumas
deesas matrizes esto em melhores condices de
merecer do que S Jos.
O Sr. Buarque :Mas como ?
O Sr. Lucena ;Nimguem trouxe documentos,
oem escripturas publicas, allegou-g>.
O Sr B*arque :Mas a almioistrago nao se-
r* mi competente para julgar deesa preferen-
cia ? Os nobra deputados nao admitem, que
possam havor outras matrizes, mais nacessiladas
do que as que os nobre deputados apontam ?
O Sr. Witruvio :Nao apoiado, nao ha.'
O Sr. Buarqua :O nobre deputado eat a par
do estado de todos os templos da provincia ?
O Sr. Cuaho e Figuereio : Hi freguezia que
nao tem matriz.
O Sr. Mello Bego (Joaquim) : Taquaritiga
nao tem.
(Trocarem-se outros apartes).
O Sr. Buarque:Eis ahi urna sobre aquel ae
pode dar prefencia ; mas nao havero outras em
idnticas circumstancias ? E seremos nos oa ha-
bilitados para fszer essa applicaco 1 Creio que
nao. 0 que acooselha a razo que o admi-
nistrador despenda a quota atteodendo a ssaa
necessidade; entretanto taires ma demava do
em que saleu na 3* discusso, se os au
ii* awaodas tiverem demostrado, a tola
que conven, que oeceseario mesmo
casa deaigne esae preferencia,
que ie dlsae que coovinha essa designa-
porque o presidente da proviocia em lugar
de applicar easa verba a reparaco das matrizes,
applicava aos reparos e cooserracoee das obres
publicas. Se se demonstrar que effettivamente
o presidente da proviocia, looge de applicar essa
rerba ao fim a que destinada, a deatribue com
aa obras publicas, j urna razo muito acceila-
vel, muito procedente para que aedesignem ss
matrizes que devem ser reparadas por aquella
verba ; mas emquanto se n demonstrar que
assim se pratica, nao ha motivo para ae fazerae-
melhente desIgnacSo.
O Sr. Mello Reg (Joaquim) :Nao se disse
isto.
O Sr. Catanho :Ea disse e estoa promto a
provar, que tem-se desigoado obras que nao sao
(sitas.
O Sr. Buarque : Disse-se que o presidente
longe de fazer applicaco da verba destinada
para as matrizes. a tem distribuido para as obras
publicas.
O Sr. Mello Reg (Joaquim) :Nao fai isso.
O Sr. Catanho :Eu disse que com effeito tem
sido decretadas algumas quotaa para matrizes e
outras necessidsdes, e que nao tioham tidoa ap-
plicaco, que esta casa lhe dea, maa aim tinham
aido applicadaa as obres publicas.
O Sr. Buarque : Eis ahi, 4 o que eu eatou di-
zendo. Logo, dizia eu, desde que se demons-
trar, que efectivamente oa presidentes tem ap-
plicado aa quotas destinadas para concert de
natrizea, oulras obras, coovem a designado.
OSr. Mello Reg (Joaquim) : Ha nieto um
equivoco, maa o que certo que algumas quo-
tas ao tem sido applicadaa.
O Sr.Cunha e Figueiredo .-Quando eu fallei a
faror da emenda, que consigna urna quota para
concert da cadeia de Seriohem, o nobre depu-
tado o Sr. Ignacio Leo disse que a exforcos dalle
tinham j passado aqu diversas quolas, para es-
ae fim, mas, que o coocerto se nao tinha feilo.
OSr. Buarque :Taires razas poderosas de-
terminassem esse procadimento, mas nao se se-
gu dahi que a quota rotada para matrizes, fos-
ee applicada a obras publicas ; eis ahi o que que-
ro que se demonstre.
(Trocam-ae apartes.)
O Sr. Buarque:Mas quem sabe aa razes
qae determinaran! isso ? Eu quero que os no-
bres deputados demonstren], que efectivamente
o faeto se d ; e se for deridameole demonstra-
do, eu serei o primeiro a coacordar em que ae
designena matriies a quaes devem ser appli-
cadaa.
O Sr. Ciianho :E qual a demonstraco que
o nobre deputado quer ?
O Sr. Buarqae iQuero que me conrencam
de que efectivamente isto se d.
O Sr. Catanho :O nobre deputado que costu-
ma provar as suis assergoes com aa suas pro-
prias palavras nao deve exigir que os outros pro-
cedan! por differente modo.
/Trocam-se outros apartes.]
O Sr. Buarque : Isso outra questo. Eu
nao digo que era Tsquaretinga ha matriz, nao
contesto que ae deva dar urna quota para coos-
trueco da capella-mor, a minha questo saber
quel deva ser a preferida ; sobre isto que s
me posso resolver, ourindo os nobres depu-
tados.
Passando a oatro objecto, Sr. presidente, eu
direi que a commisso d ornamento comprehen-
dan rerdadeiramente os interesses da provincia,
quando coneigoou urna grande quota para obraa
publicas. Eu fui o primeiro nasta caaa quecla-
mei contra o deleixo que havia as arrematares,
contra a maneira por que a conslrucco das es-
tradas era feita, etc., tactos esses que tem coo-
corrido psra que o resultado da applicaco des-
sas sommaa nao seja correspondente a impor-
tancia deltas ; mas desta minha censura nao se
deve colligir que us devamos rolar contra a
consigoaco decretada psra reparos das ditas
obrss.
Um Sr.'Deputsdo : Ningaem disse isto.
O Sr. Buarqua :Perdoe; aqui na casa se disse
que se derla diminuir a rerba, porque hariam
esses defeilos, porque hara m flsealisaelo,
quer na conslrucco daa obras, quer no despen-
di dos dinheiros.
O Sr.Catanho :Nao ful eu.
O Sr. Buarque ;O qne qaero prorar 4 que es-
pera que se re-
s argumento nao procedente
duza a rerba rotada.
Eu nao aou dos pessimislas da casa, na son
daquelles que eotendem, que ha malverseces,
que na immoralldadea, qa omflm estamos am
urna poca pervertida : nao; bem longe de mim
tal pensamento, e trate de nos se efectivamen-
te assim fosse. Aqui ha alguma exageraQao. ha
algum calor da parte daquelles qae avancam ee-
melbante proposico.
O Sr. Souza Rea:Quem nao gostar nao ouca,
eu hei de repeli-Io.
(Trocam-ae alguos apartes)
O Sr. Buarqua :Os factoa tem demonstrado
o contrario ; ooae pode negar que existem nie-
les que devem ser curados, que as obras publi-
cas ha defeitos, e que esses defeilos, como j de-
monitrei, proven j da legislaco.j da maneira
porque ae tem procedido naa arrematacoes, te.,
Mas.Sr. presidente, nao quero dizer com isto que a
repartiQo nao v em progreseo, que a moralida-
de nao exista, que a provincia nao tenda a rege-
nerarle ; entendo pelo contrario que eaaes factoe
ae deram ; se elles se reproduziram em algumas
repartios da provincia, nos os ramos melhorau-
do, e nao temos hoje a lameoia-los.
O Sr. Souze Res : Eet comigo.
O Sr. Buarque :Nao estou tal.
Um Sr. Deputado:Disse a cousa mais saave-
mente.
O Sr. Buarqae :Diese a cousa como ella Eu
nao sou como alguns dos nobres deputados, pes-
eiraistaa exagerados. E se o nobre deputado ad-
miti que {inmoralidades, e malreraaces se tem
dado, como que ao mesmo lempo convm que
nos tenhamos melhorado, que vamos em pro-
presso ?
O Sr. Souza Reis :Porque nao ?
O Sr. Buarque : Desda que essas malversa-
Coes se do, como diz o nobra deputado, desde
esta casa at a ultima repartigao publica, nao
possivel que baja progresso, nao possivel que a
provincia marche ; um cancro roedor devorar
as nossas reodas
Um Sr. Deputado :Tanto possivel que ella
marcha, que os factos provam.
O Sr. Biarque : Provam contra o nobre de-
putado, provam que foi um pouco exagerado. Eu
admiti o mal, maa at certo poolo, admiti o
mal remeliavel, mas nao o mal incuravel..
O Sr. Souza Rea:Isto outra questo'.
(Cruzam-se muitos apartes.)
O Sr. Buarque :Eu reconheci a existencia do
mal at certo ponto, e indiquei as causas que para
elle concorriam.
O Sr. Souza Reis : A meu ver creio que, o
mal est nos horneas. (Apoiados.)
O Sr. Buarque:O deleito dos bomens natu-
ral, oerratio.
O Sr. Souza Reis : .0 que o nobre deputado
devia fazer era indicar o remedio.
OSr. Buarque :Mas j apreaeolei at auxilia-
do pelo nobre deputado, aquiilo que na miaha
mente deve remediar o mal, isto a reforma da
legislado vigente, a reforma do syalema das arre-
matacoes, contratoa, etc.
Um Sr. Diputado :E a reforma dos homens,
nao r
O Sr. Buarque :Para Isso era preciso que nes-
ta casa sa demonstraste at a evidencia, que esse
pessoai era mo, que haviam essas malversarles,
porque se assim fosse, eatou muito certo que nos
seriamos os primeiros a tomar providencias para
que o pessoai fosse reformado.
Um Sr. Deputado :A assembla nao pode no-
mear, nem demittir.
O Sr. Buarque :Mas pode apreciar os factoa,
afim de que o poder competente tome as pro-
videncias.
O Sr. Barros Brrelo:Com o dizem,se calum-
nia o mundo inteiro.
O Sr. Souza Reis : Por isso apresento os fac-
tos e o lugar em que elles se praticam.
O Sr. Buarque : Com relaco a verba con-
serveco de estradas eu entenda que esse ser-
vico devia ser feito, em parte por adminiatraco,
em parte pelo syatems de errematago, e que a
apreciagao dos casos em que assim se davia pro-
ceder ficasse a repartigao respectiva.
Mas esta urna idea que est comprehendlda
nosadditivos que acabeide apreaeotar com o no-
bre deputado, e por isso deixarei de me oceupar
dalla.
Quaoto verba, porm, entendo, que nao
ella exagerada, e os factos o tem demonstrado. O
anno passado voton-ae aqui 60:0005 para reparos
e conservarlo, e o director das obras publicas no
seu relstorio moslrou minuciosamente, que nao
era possivel que essa conservago ae effectuasse
regularmente com semelhaotesomma : creio que
esta observagao peaar muito no animo da casa.
(Cruzam-se alguns apartes.)
O Sr. Buarqae : Quando Uve occasio de oc-
eupar a atteoco da caaa sobre idntico objecto,
manifestei-rae aeerca da applicaco especial, que
devia ter o pedsgio das estradas para aquello fim,
mostrel que esse pedsgio nao era conveniente-
mente distribuido; fiz sentir que se a lei fosse de-
vidamente applicada, esse imposto seria suffi-
ciente para a conservago das estradas.
Quando se tratar da receita ou oa terceira dia-
cuaso, eu iodicarei o que me parece convenien-
te para a melhor arrecadaco desse imposto, caja
applicaco deve aer especial.
Concluindo, Sr. presidente, declaro que roto
pelo art. 13 do projecto com a emenda offerecida
pela Ilustre commisso tal qual. (Muito bem.)
O Sr. Amaral : Sr. presidente, sobremodo
desanimado que me levanto psra tomar parte na
discusso da lei do orcamento provincial, e ease
desanimo nssee nao so da consciencia que tenho
de ser o membro manos habilitado deata caaa (nao
apoiados) para diacatir to transcendente materia,
como tambem do receio de ser esmagadopela sa-
bedoria da nobre commisso que coofeceionou o
projecto....
O Sr. Bsrode Muribeca :A commisso qae
tem medo de aer esmagada pelos rotos.
O Sr. Amaral:... projacto, que ella trata de
apoiar com denodo, e com o dearelo proprio de
urna me solicita que se ioleressa pela sida de
seus filbos. Maa o que fazer, se o derer me tor-
ga ? O que fazer, ae eu tire a audacia de tocar
nesse Qlho querido da nobre commisso ; se ea
tire o arrojo de offerecer tres emendas a esae pro-
jecto, e se urna deltas j foi impugnada caloro-
samente por um dos respeitareis membros da
commisso, o Exm. Sr. baro de Muribeca, que,
me provoeou para dar as razoes justificativas des-
sa emenda? Deverei deixar ao acaso a sorie dee-
sas emendas ?
0 Sr. Baro de Muribeca : Nao tenha receio,
que ho de paasar.
O Sr. Amaral: Pens que nao devo assim
proceder ; se assim flzesse, a casa me ceosu-
raria.
E, pois, Sr. presidente, ea supponho que devo
separar o mea desanimo, devo esquacer o risco
que corro empenhsndo-ma n'uaa luta to dei-
egual, e aatisfszer ao nobre deputado, dando as
razes que metaoveram a apreaentar as emendas
de que trato.
Quaudo-Sc.presidente.euapresante! urna emen-
da au paragrapho quarto da artigo que se discu-
te padiad am auganato de consignago tara a
=
verbaestradas do contrato Mamadaa j coa-
lava- com a oppotico do nobra deputado-, a do-
mis alguem, j contara com aa censuras a de-
clameees contra esse contrato j maa>, Sr. presi-
dente, convencido de que com esse augmento se
nao coacorreria para o esbaojamento des dinhei-
ros pu Micos, convencido de que esse augmento.
tanda a saliafezer urna neceasidade e urna neces-
sidade asss reconhecida deata proyocia, cod-
vencido_ de que com elle eu concorreria para
satisacao de urna obrigaco cootrahida pela mea-
ma provincia, eu oo heaitei em aprsenla-la, a
era mesmo agora hesito em tomar a aua dafea
apezar de recoohecer a miuha fraquoza. iNao
apoiados.)
Sr. presidente, nao se trata de saber ae o- coa-
trato llamada ou oo prejudicial a provincia,.
esla questo j foi aqui opportuoamante discuti-
da, e a caaa em aua aabedoria a resolveu negati-
vamente approvando esse contrato ; trata-ae da
saber se a quota consignada pela nobro commis-
so uo paragrapho quarto do artigo 13 ou na
suIHeieole para sitisfazer easa neceaaidade, isto
, para pagamento do empreiteiro deasas estra-
das. Eu supponho que nao sufliciente, o procaa-
rarei demooatrar a caea.
Sr. presidente, na estrsda do norte, que
aquella de que eu tenho maiorcoohecimenlo por
ser morador em Iguarass, conila-me que o em-
preiteiro tem de receber brevemeote dous leacoa-
deasa estrada construidos por Joo de Carvalho
Rapozo, e um lanco construido pelo Sr. Antonio
Raphael de Mello Reg, econata-me tambem que.
o empreiteiro j contratou mais dous laucos para
aerem acabados por todo este anno-; por tanto.
vemos que o empreiteiro no exercicio futuro tem
de entregar cioco langos da estrada do norte, os
quaea importam. segundo o valor dado na coa-
digo 14 do seu contrato, em 82:50#000rs.,
visto que elle tem de deixar em depoaito na the-
souraria um cont deriapor cada laoc.0 que en-
tregar provisoriamente.
Na estrada de Pao d'Alho eu sei com certeza,
que existem dous laocos psra serem entregues no>
corrente anno, acooala-me tambem que elle pro-
cura contratar mais dous langos; mas quando-
raesmo oo realise esse contrato, ella tem neces-
sariamente de fazer entregar oa doua lencos dee-
sa estrada, os quaes importam em 83:0008000 rs.
que reunidos aoi 82:5009000 rs. dos cinco len-
cos de estrada do norte, do o total de 115:500$
rs.; e por conaeguinto tica demonatrado que
verba cooeigoada pela commisso insulicienta
para eatisfigo desse empreiteiro. Eu por ser co-
herente, Sr. presidente, com a demonstraco qua
acabo de fazer, deveria apreaentar urna emenda.
nao pediodo somante o augmonlo de 10 0O0I00O
re., mas o ae 555004000 rs., porm allendend
a que nos lemoa outras necessidsdes que provar.
e querendo mesmo apadrinhar o meu pedido com
o orcamento da thesouraria provincial e com a
opioio do director das obras publicas, me limi-
tei a fazer to pequeo pedido.
Se a nobre commiaaao tem por tantas vezea de-
monstrado na caaa a utilidade qae resulta para a
provincia da factura das estradas, seum dosseua
Ilustres membros o Sr. Souia Reis, dtscuttndo ha
poucos dias na casa to acertadamente nos disse
que as estradas eram as veiaa por onde circulara
o sngue da prorincia, porque razo a nobre com-
misso negou-se a consignar urna quota suffi-
ciente para aa estradas do norte e Pao d'Alho ?
porque razo quiz a nobie commisso dificultar
o andamento dessas estradas? Eu nao aei explicar
o procedimeoto da commisso nesta caso. Seria
por falta de dinheiro ? Eu creio que nao, visto
como a commisso no parsgrapho quinto do mes-
mo artigo consigoou a importante rerba do cera
conloa de ris para as obras novas. Seria por
menosprezar os interesses do norte e centro da
proviocia, que to desfavorecidos tem sido em
todas as pocas nssta casa? Devo soppr qua
nao. Seria por m vootade ao contrato Mamede
Se foi, Sr. preaidente, permilta-me a nobre com-
misso que lhe diga, qua ella obrou menos justa
e convenientemente deixando-se domioar por es-
ta m vootade.
A commisso deva saber qua qaando mesmo
esta casa entenda hoje que sale contrato pre-
judicial a prorincia, apreciado em que eu nao
entro, nao pode resciodi-lo, aem que se prora
que o empreiteiro ha deixado de camprir algu-
mas das condigoes a que se sujeitoa pelo con-
trato ; e pois claro que oo doremos decretar
os meios necessarios a aua execugo.
O Sr. Souza Reis:Basta o que a commisso
faz para ver-se que respeitoa o contrato.
(Ha um oatro aparte.)
O Sr. Amaral: Parlindo meamo do clcalo
que apresentei casa, admiltindo qua o emprei-
teiro s entregue os trea laucos na estrada do
aorte e os dous as estrada de Pao d'Alho, a rer-
ba insuficiente, tsio oa cioco leos Importar
em 81:5005000 rs.
Uo Sr. Deputado: liso est na vootade do
empreiteiro ?
O Sr. Amaral:O empreiteiro pode se quizer
e tiver meios, construir toda a estrada do norte
e-a de Pao d'Alho no futuro exercicio, a a presi-
dencia est obrigada a paga-las.
. O Sr. Souza Reis:Mas desda que elle rir qua
nos s damoa 60 eontos, far obraa somanta rala-
tiras a essa rerba.
O Sr. Amaral:Mas com isto nao iremos col-
locar em falsa posigo a administraco da pro-
vincia, obrigando-a a abrir creditoa aupplemen-
tarea, contra os quaes tanto se tem clamado nea-
ta casa ? Nao concorremos tambem para tornar
mais gravoso o estado da provincia, obrigando-a
a f)agar juros ao empreiteiro? Eu creio,que exia-
te urna condigao que d direito ao empreiteiro a
receber 9 por cento por qaalquer demora qua
hourer no sea pegamento. Se a commisso oo
vota quota suficiente para esse pagamento por
suppr que a receits nao seria bastante para oc-
correr a todas as desperas neceaaariaa. para qa
rotar a quantia da cem cootos para obraa oras?
Eu me record Sr. presidente, que quando apren-
d a escrerer o meu perceptor me eotregou um
modelo ou traslado, no qual ae continha esta m-
xima: Quem ludo emprebende, nada acaba.*
Nao ha principio mais exacto. Se nos nao po-
demos pagar as obras qae se acham fazendo a
nao podemos conserrar as que ji existem, para
que ir-moa decretar novas obraa ?
Um Sr. Deputado: A pona que ae manda
fazer em S. Joo nao obra ora, porque a es-
trada j existe, a a ponte o complemento da
estrada. m
O Sr. Amaral:Nao ama raaoostrru ia, naa
am reparo, a obra nao existe, por coosas, aaaaia
urna obra ora.
Ea creio, Sr. presidente, que com estas poucas
palavras tenho justificado o augmento da dez.
eontos qae pedi para as estradas do contrato Ma-
n ede.
Urna outra emenda apresentei tambem ao 8 a
do art. 13 pediodo a quantia de 1:0001000 para
reparos do recolhlmento do SS. Curasao da Jesas
de Iguaraas. Esta casa am duaa sriaaQiia pasta-
daa votou qaaniia da 000$ para essas raparas
mas, apeoesjo presidente-----la, sjsJrngir 1:000,
o administrador daquella obras] Son tanda com
toda a conslgnago, compra MHsss, eape-







----------------1......
jnteguinie piec m que concor-
w^ agora para que se ultimara aquellet repa-
sos, que sao aliii de toda tatiaitiMU, asan--
aso porque trita-te de um estal elscimento po
ale multa utllidade.
Papo tambem 1:0009 para a inaHs de Igua-
nsa n'uma outra emenda ao j 1 do arl. 1*.
tktt tea ala casa leen consignido quotaa para
reparos da matriz de Igaeras'i, mas tmenle
na ttz te realiiou a entrega da quota votada
para a capella-mr deste ti rapto, que fai recio
pelos ptimeirot habittutet dtil a profineta, e o
quil aa deram tceoaa miiagroias que etlao no
oominio da bittoria.
Eu tanho ou?ido dizer na caca qat a proviada
tea obrigagio de concorrer pata ae ct pellas-asa-
res, por cootequencia miaba escoda esli ao
acaso de paitar.
Qaando principiei o mea discvrso, Sr. ptesi-
tic aenlir cata que me arhavj uto pouco dea-
animado per ter *etratar Oe na materia pera e
qusl nao tenso habilittges (nao ipoiados), e por
tato ea nao devo buiar da benevolencia da ca-
ca; limito-me o estas pequea.i conslderagoet,
aparando que esta astembla etn tua tabedoria
spptove aa emendas que Uve a honra de eflerscer
4 ana considertc&o.
Encerrada a ditcoMo, o artigo do projeclo
apptovado com es emeodaa di cornnJtsio de or-
namento, contignando 20:000 para a ponte do
astermztuho, 50:000 para o forte de S. Joao, Q-
audo o presidente da provincia ltoritado desde
laya a contratar a conttruccao completa destes
forte*, abarla a concurrencia :
Do Sr. Catanho e outroa coDiigoando^OOO
wraODcertot da matriz de S. 1) -oto ;
6o Sr. Ciianh consignando 1:000$ para con-
artos do sgude de Cimbres e 50(13 para a cadeia
ata Pesqueira.
Jtoau empatada na vertagio a emenda do Sr.
Aataral a: 9o do art. 13 que consigna 7:000|
-para a ettradat do contrato Mmele.
Art. 14. Ordenado do administr idor2:160$000.
O Sr. liarrot Brrelo ( pel ordem j reiuer ur-
jancla paca qte se vote sobra d re-iuerimenlo
que vai efJreseotar.
a?oU em diteussio a urgeocii approvada, e
*ui i meta o aeguinle re'iuarimec lo :
O pretidente da provincia inorene eom ur-
Mcii ae e nomeido V eterivio da proveio-
na e ausentes, porque juiz e quati lo, e bem co -
mote ao lempo desta nomeaco mii.?i j aanc-
-aonads e promulgada a lei de creeco e feita a
ommuQicajao ao juiz respectivo. Barros Bar-
ia*.
Tost a votoi o requerimenlo ipprovado.
-Contina a diteussio do art. 14 ;ue approva-
do em debate.
Avt. 15. Forja policial .... 200:000*003
Vai meta a segunda emenda :
Em lugar de 200:0009 diga- se 230:000.
Souza Res.Bario de Huribeca. Barros bar-
reto.
Posto a votot o artigo approvado com a
emenda.
Arl. 18. Caaa de detenco :
Io Empregados, inclusive ciru--
giao, barbeiro e cabelleireiro .
i" Eofermeiro com a diaria ce
^600..........
3* Expediente......
Vai i met a seguinte emenda :
o l aupprimam-te as palavras barbelro
* cabelleireiro.Souza Reia.
j sdditivo ao art. 16 do orgamen.o provincial :
IHumioago....... 896J0O0
a S. Reit.B. de Muribeca.- 1?. Rarrelo.
E' approvado o artigo e rejeilid* a primeira
tajeada, tendo a segunda approvada.
Art. 17. Com 1,061 lampees ce
gtz oa cidade do Recife, deveodo o
pretidente da provincia distribuir
a 50, coja despeta val incluida oes-
la verba, pelos lugares que a ais di -
cesaitarem ...........
Vai mesa a teguinle emenda :
( Com o fiscal 6008. Souza Reis. o
Depois de algumasconsidecagoei Jos Srs. Sou-
za Hela e Muribeca a favor, e do Sr. Fenelon con-
tra a emenda. Oca a discuasao ad ada pela hora.
O Sr. pretidente designa a ordein do dia a le-
vanta a setto.
vemos adopta-la como base do que fcouvermet
de votar.
O Sr. BrSo de Matutees : Sob pena' de nao
termas (talcos.
. O Se. Wilruvio :Se V: Etc. concorda at que
aa miaba argumtotagio ha lgica
O Sr. Souzs Res :A queslio ett em admlt-
tir o principio.
O Sr. WitruTio :-Creio queV. Exc. nao pode
deixtr de tdmitti-ln.
O 8r. Baria da Muribeca : Ka que nao ad-
mit! principio....
O Sr. Wiaramia ;Tsala a aaasmbla ja ata-
do 6009000 para cate tim, aaiata fue Pitoas a
graliaeecae.
O 8c. Bula da aribeca Enao tenaa vota-
do oa acn pasta*, pitacaqua nao reaajaai.
O 8t. Wiinwe :Eu atfia Mee qve flenu aea
duvida para com este funeciooarto, qae contina
a ase/car a auaa funegoea, a que itaa lite pede-
r negar a salisTaclo dessa divida logo que elle o
peg*. Creio al que existe ji um requerimenlo
na casa a esse respeilo.
O Sr. Bario de Muribeca :Ahi est o qae eu
nao duvido.
O Sr. Wilruvio :Astim, pols, tendo eu lidoo
artigo do regulamento que prende e deve regu-
lar a materia, julgo qae a caaa daveri adoptar o
aJditivo que o Sr. Souza Reis mandau i mesa.
Encerra-ae a discutso e epprova-se o artigo
cora a emenda.
Ait. 18. Com 101 dilos de szeile
m cidada de Otinda.....,
E' approvado tem debite.
Art. 19. Com 30 ditos na cidade
de Goianna.........
E' approvado tem debate.
Art. 20. Hospitaea de Pedro 11 e
dos Lazaros e caaa dot expoatoa na
cidade do Recife.......
Vai A meta e apoit-se a aeguinte emenda :
Era lugar de 10:000$, diga-se 20:0009000.-
Luii Filise.
E' approvado o artigo com a emenda.
Art, 21. Saateolo e curativo doa
preaoa pobrea .....50:000jj000
O Sr. Catanho :Sr. presidente, pedi a pala-
vra, nao para offerecer emende algumt ao artigo
em discastio, e tim para fazer brevea reflexet
em relaco ao modo porque to sustentados ot
pretos pobres da cadeia de fra da cidade
i
MAMO Dg gy4MgPC0. W QUAATA TUBA U DS 3LR E 1881.
uo regulamento aaqaella repartico. Eetaempre- potsutasal lia provincia ceuaome auas;cincoen
"- < *be;aa da gado, importado da Ptrshiba"
mas asa verba sa acha lio redaaida ao Bia-Graaaa do Norte. Cear a-Piauby. "nmm>
Cea aiTito, se consldersr-s, que o gtdo que
parte *o sertso com dez e doze arrobas de peso,
'ga-noa aqu com urna srrobtcio menor qua-
95849000
3:2309250
o-.ooosooo
quencia da ma viagem ; aa conaiderarmoa que t
esta dilterenca de peto aufflcienta para dar
randa lucros a empreza, aleas da ptompijdo
toda oxpdien4a a rapatticM do coosumo, e melhor faaliaaaa aa carne: ae
_ ,' oosiderer-se Onalmeola qua aoa centros dss
Iirovincias j referida*, kt praaaclaa que Dio
a \J i-----n ^~!' tj.iwmaa ja reieriat, aa protiactas f que nao
O fc. w!""*j-O "* eam, o Bea- pptrecem consumidera,coa>aa feijBa, o milho
i.o ctrteiro aMatro. t\ RtinitM lru<-in> k. h ^ ^-..i.________*^' ,"""'u
13:5259000
5841000
200^000
69:703JOOO
SESSO
ORDINARIA ea 8 DE JUNHO
DE 1862.
/Vesttiencia do Sr. BatAo da ''era Crus.
A' meis hora da tarde verifleade numero legal
.abre-ae a sestao.
E' lida e approvada a tita da tolcrior.
O Sr. 1" secretario c ronla de teguinle
EXPEDIENTE.
Um cilicio do secretario da provincia partici-
pando que o Eira. Sr. presidente di provincia
piorogra al o dia 21 do corrate as sesses
tiesta assembla.luteirada.
Sao lidaa e approvadas as redaices dos pro-
jectos es. 13, 34 e 27.
O Sr. Bario de Muribeca (pela crdem) diz que
teado-se votado pira que fosae im iresso no jor-
nal da casa o parecer da commiasi > de oreamen-
tofprovincial sobre crditos tuppementares, e
t boje elle nao teoha apparecido, requtr de
aovo seja impresso amtnbaa no jornal da casa.
Posto o requer melo a votos : p[ rovado.
O Sr. Araujo Barrea : (Nao deolveu seu dia -
-curso.)
Vai mesa o seguinte requerimeoto, que re-
sellado :
Requeiro que pelos canees competentes se
peca ao presidente da provincia ae digne informar
com a urgencia precisa te acba-se oa nao sane-
cionada, e desde quando, a lei que divide otear-
torios da fazenda provincial e da provedoria de
apellas, residuos e auaentet, ambos do termo
deaia cidade.
Pt$o da assembla legislativa provincial, aos .9
de junbo de 1862.Araujo Barros.
Contina a tliacuasio ioterrompida, e cosa a
votot a emenda approvada.
Primeira discussao do projeclo numero..... que
concede a aposentadoria do profestor de msica
do collegio dos orphaos de Olioda Ihomaz da Cu-
aba Lima Cmtuaria.
E' approvado tem debate, e o intersticio dis-
pensado a requerimenlo do Sr. Luceoa.
Segunda discussao do projeclo o 14 deste an-
co, qua isenta do imposto da decima o edificio
em que funeciona o hospital portas.uez.
' approvado sem debate, e a requerimenlo do
Sr. Torres Bandeira, dispensado o intersticio.
Segunda discussao do projeclo rn mero.... que
concede iseotjio do imposto ds decima as catas
qate edificar a companbia que pretende encor-
parar F. M. Duprat.
Eatra em discutso o art. Ia.
O Sr. Bario de Muribeca pronuccia-se contra
a artigo em diteustao, depois doqte elle posto
a otos e approvado.
Entra o arl. 2*.
O Sr. Barros Brrelo faz brevet consideracoee
tu oppoticjo ao artigo.
0 artigo posto a votos e approvado.
Eotre em discussao o art. 3.
E*posto a votos e approvado.
Eatra o arl. 4.
O Sr. Bario de Muribeca manifes a-se contra o
ligo, que posto a voloa e regeiudo.
RDEH DO DA.
2a parte.
Orcamanlo provincial,
Eatra em discussao a emenda do Sr. Amaral,
*3e ficara empalada na seatio ante ior.
Depoit de alr,umas considera;oaii qae sobre a
emenda faz o Sr. bario de Muribecn, ella posta
ai votes o approvada.
Art. 17. Com 1,061 Iampeesdt
u sa cidade do Becife, deveodo c
preaideote da provincia distribuii
oa 50, cuja despeza vai incluida Dea-
ta verba, palos lagares que mais ne-
esailarem........ 159:7089000
O Sr. Wilruvio : Sr. presidente, na aeasso
***ds. irataoto-ae desse tdditivo, ilgum ou
alguna dos aobrea col legas diaseram baver pro-
atadoo regulaoaenio respecUvo ada ele apreciar
* ,n.e*' *lue elle "o exialia na caaa. ge
paadeobterum aaasea regula melo, e apezarde
sella nao estar couaigoada a qua mia para esse
fita, comludo eu lsrel a caaa um doi seos srligos,
o anal parece-ane vr algumt coi ta a propo-
ilo.
O artigo 2o diz; (lendo) c Emqsauto pela as-
aambla provincial oio for marcado o ordenado
de flacal, perceber este ama grtiifietcio, qua
aar arbitrada pelo presidente da p'iivincit.
XaVo houvo ama graliueacio arbil ada aira ea-
sa aocciooario, verdade, mas a l i 0.488 con-
dbjsaaa orna qusntla na importanc i da 8009000
pata ta gftificasio, a aaaim o e parece qae
trata lia arbitrada, e qua ot porcoiteiraiale d#-
peco ao Sr. ttchigrapho que tome oola dettst
poucaa pilavrat para que ebegaodo ao Conheci-
mento do Exm. Sr. pretidente da provincia, pro-
videncie elle a modo de reformtr-te etss injusta
deaigualdaae.
Decretou-se o tono psssado a quantia de
5:O00O0O para o sustento e curativo dos presos
pobres, e este aono approvou-se mais um crdito
supplemeotar de 12:001 J.
O Sr. Barros Brrelo :O aono patasdo tam-
ben; nao chegou a quota.
O Sr. Catanho :Pelo relatotio do Exm. pre-
sidente da provincia >i-se, qae elle declara' vui^muici
que a casa de detencSo marcha muito regularmen-' Diento e fabrico das ma
te, que os presos sao muito bem tratados, lendo Cunha Fi,cuelredo.
cada um para inatento, como fiz ver, 380 e 400
rit ; tem os presos elmoco de caf, tem jaotar,
tem bom banho, e ouirat coromodidades.
O Sr. Araujo Barros :Pastsm um vido I
O Sr. Catanho:Em relacio aos presos do
mallo passam excelleutemenle, porque a etaes
miseraveia das cadelas do ioterior d se apenas
200 ris, que sao reduzidos a 160, porque nao ha
quem queiradaro fornecimeulo aem lucro, salvo
um ou outro negociante ; e em geral 6 o que-
remdarcom abate de 40 ris em cada diana.
Ora, bem te v, que com 160 ris, presos que
multas vezet tem familia, vivem morreodo i to-
me, e em resultado pesam tobrea populacao que
te v oa necessidade de susienta-los.
Alem disto tambem da-se mal uma circuns-
tancia.
Um Sr. Deputedo :Se que se nio guarda o
dtnhelro, deixando-os morrer da fome.
ta. o ctrteiro aartro. o Gtinieca.
O Sr. Barao ala Muribeca : Qeot0 mtis ma-
IBVTa
O Sr. Wilruvio : E' do regulamento.
tata Sr. Depalado: empregsdo publico ?
O 5r. Wilruvio : E' empregsdo publico pelo
regulsmenio que o creou, e que rege s tbesou-
rari. Hasidosempre pago pela verba de expe-
diente, taires que nio muito competentemente,
verdade; maa iato questio to diversa : e o
qoe certo que, reduzida como aa acha etsa
verba, nio te podem dola dlstrahir 480$OO0 qae
o ordenado do cartelro.
Emendo, pola que o mea additivo est 00 cato
de sei approvado.
Posto a votos o artigo approvado e regeitada
o additivo do Sr. Wilruvio.
Arl. 27. Consulado provincial :
1 Empregados................ 38:5059000
6 Expediente e asseio da cita 7)(j$00
3* Ditria de 2 ao servente 00a
dias utais......................... 6OO9OOO
4 Cipatatia do algodao....... 3:9609000
Art. 28. Collectoriat e sgencita:
S 1 Promotores fueses.......... 4:9349000
28 Collectores.............j. 6:9i99000
3o Etcrivaet................... 4:6139000"
4 Agente do fumo, tabaco, la-
bio, ele............................ 4 -1469000
g 5 Dito de lquidos espirituosos
vinagre.......................... 3.35^000
Arl. 29. Aposentados............ 9 3I6I06
Art. 30. Jbladot.............. 19:4928914
Arl. 31. Retgate daa apolicea da
I* seria emitlidaa em virtude do art.
31 da le n. 488.................... 60:0009000
Art. 32. Jaros das mesaos apo-
,ic"................................ 15:5029000
Sao approvados aem debate.
Art. 33. Exercicios flodos....... j
Fica adiado.
Art. 34. I mpressoes dos Inbalhot
das repartirles proviociaes, expe-
diente e outrat pub!caques........ 4:1729000
Art. 33. Despezasimprevistaa,... I0:009000
Sio approvados sem discuisio.
Vio & mesa e to spoiados os seguioles addi-
tivos :
Cora oa coadjutores 200f a cada um, guias-
trizet 359 pata cada um.
1 5149210
2649000
1:2755000
1:9538561
O Sr.Catinho....o aono pastado foi expedida
uma ordem, creio que dopresideute da provin-
cia, a quel foi por intermedio do chefe de poli-
ca a todoa os delegados, reduzindo a quota para
sustento dot pretos de fon ; de forma que ca-
deia qu tem muitos pretos como as do Brejo e
Umoeiro, qua recebera presos de todo o centro
e as vezea reunem 50. 60. nao lhes chega para
lodos como bem a do Brejo que epenaa tuttenta
7 o que tem prvido um clamor geral dettet po-
bres homena, tendo um flsgello pera a popula-
?ao, o que veio ao meu cooheclmento por via de
reprseosles dos meemos presos, reclamando
contra etsa desigoagao de numero a pequeoheza
de diaria.
Creio que deve haver um pouco mais de igual-
dade, nio t em relajio a quots que se marca
para a diaria como em relagio ao numero de pre-
sos, e unte sentido nos parece que se deve cha-
mar a silencio do Exm. Sr. pretidente da pro-
vincia para que ello providencie como echar de
justicia.
Encerrada a diteussio o artigo posto a votos
e approado.
Art 22. Recolhimentos :
1. De Goianna .
S 2. De Iguarast. .
5 3. De Olinda. .
4009000
5009000
250JOOO
1:1509000
lugar de 5009. diga-se 1:0009.
Art. 2. Em
Amaral.
O Sr. Btrio de Muribeca manifestou-se con-
tra a emenda, por itso que tendo-te em annos
anterioret eolicitedo ene auxilio para coocerio
do refeitorio do recolhimcnto Ce Iguarast,
e devendo eete concert ler sido rea'itado, nao
comprehende que haja motivo para se continuar
a consignar semelbante quota ; que nio obstan-
te lendo a commisso consignado a quantia de
quinhenlos mil ris como soccorro a essas re-
colhidss, dar o seu voto por esta verba mas
nao pelo augmento proposlo na emenda.
O Sr. Amaral : Aprsente! a emenda, que
acaba de aer impugnada pelo nobre depalado, o
Sr. bario de Muribeca, convencido de que com
isto coocorreria pira favorecer a soite de 16 ou
20 infelizes que ae achato no recolbimento de
Iguaratt. Eu eutendo, Sr. pretidente, que, com-
quanto esta casa nio teoha obrigicio de volar
sempre quotas para austeoto das orphiat e des-
validas que se scham recolhidat no convento de
Iguarast e em oulros, todavia fazendo-o obra
de accordo com os principios philaotropicot que
ella tem sempre procurado manter, principios
que muito a hooram.
O nobre depulado eelranhou que eu lhe dis-
sese em parte que a quota consignada 00 projec-
lo, e eujo augmento eu pedi, ara para alimenta-
rio das recolbidas, e quiz sustentar que era para
reparos do-edificio respectivo; mas, compultan-
do-ee a legitlagio provincial, ver-te-ba que o
nobre depulado nio tem razio. Etta cata volou,
verdade. quotas para reparos do convento de
Iguaratt e de algamas matrtzes, mas ltto no es-
ptalo competente das obras publicas e do
no de soccorros pblicos.
O Sr. Bario de Muribeca : Nao, enhor.
O Sr. Amaral : Sim, senhor, tanto mais que
oesta capital nio ae Irata de reparos de obras,
trata-te de roosignacio de quota para aoccorro
ou alimeotaco dss orphiat, que sa achara reco-
lhidat em divertos conventoa. Eu creio que nio-
guem desconheceri a atilidaie de um eitibele-
cimenlo desle; a com quinto o recolhimeoto
de Igutrtts tenha um patrimonio, elle to exi-
guo, que nio ebega para a alimentacio dta or-
phiat que ali te scham, oem animo com a sub-
vengio que o Exm. bispo tambem d para aquel-
lo estabelecimeDlo.
Creio, poit, que o pequeo augmento de 500S
muito pouco augmentar o dficit, ae que
elle exitte, e por tanto eu etpero que a cata ap-
prove a minha emenda.
Encerrada a diacuiiao, o artigo approvado e
a emenda rejeitada.
Arl. 23 Collegio do Bom-Conie-
Ibo em Papacara......
Art. 21. Hospital da Misericordia
da cidade de Goitnna .
Arl. 25. Belfgioaoacapuehiohos .
Sao approvados tem debate.
Art. 26. Thetouraria provincial :
g Io Empregados ......
2o Seia por cento da cobraoca
judicial ..........
3* Expediente e asseio da etsa
4 Diaria de 2g000 a um sr-
venle oot diaa uteia.....
Vai meta a teguinte emenda :
Com o ctrteiro da thesounria provioeiel
48O9000.-Vitruvio. > .
O 8r. Wilruvio; Sr. presidente, ea mandei i
meta um additivo afim de ter consignado no or-
fiamento o ordenado do cartelro da tbetouraria
provincial, que m empreado camprebeodido
Artigo additivo :
1* Aluguel de ctss para cadeiat
e quatteis da forga policial fora da
capital..............................
2" Aluguel de casas para bar-
te"*..............................
3o Conducgao de preso*.........
4o Despezasjudiciaes............
5o Reslituiges e indeujnistgoes,
inclusive 94094S8 que por leidette
anno te mandou indemnisar a Joio
Francitco do Reg Mtia............
Barros Brrelo.
Souza Reis.
O Sr. Bario de Muribeca oppde-se ao additivo
do Sr. Cunha Figueiredo.
Depois de algumas coosideragoes dos Srs. Sou-
zs Reis e Fenelon, esle contra e aquello em sus-
tentagio do additivo, Oca a discustio adiada por
nao haver cata.
O Sr. Presidente ditigoa a ordem do dia e le-
vanta t setsao.
=====
*------------------------------------------*-- i ----------1------- pj-------
gado tem sido pago sempre peta verba doexpa
diente, m""
orctmeoio .
Uma vox : Ett adiada.
O Sr. Wltiuvio: Perdfle ; ett i0 redu- .
zid etta verba, que nao postivti ^9 paaalU ti aa aetade, lato com tela' e'oito arrobae
tacoutinue a pagar a ene empregaao; a p0rea- 5 abjuro eicolbido com dez e nove, em conie-
ta razio offereci o additivo marcando esie orde- -<--------------------
pido. ^^ ,M
(Ha aa aparta.)
Qaaa cond
oaataiso.
O ar. Fenelon ; fOa o faJb f
a Iructos, ba de ae receaaecer ajue "o tealiascio
da empreza trar-lba-ba vaalaaaaa cartaa. ao pas-
to que all ir promover a industria criadora e a
"lur,2ue Permanece restringida as oecessi-
dioes locaet ftlta de tbida doa productos.
Fszemos votot para o bom xito dena aspirs-
gao, tuja execugio aera mais um paiso dsdo no
irilbo do progresso da nossa provincia.
. Begressou bontem a commitsao da assem-
bla provioeiel, que fora examinar o etttdo dat
obras da ponte de Tamandar.
Fonos obsequiados com ot prime!roa n-
meros de Afnala medico eirttrgiea, que ae pu-
blica na corte, sob a redaccio do Sr; Dr. Pedro
Aulran da Malla Albequeraua Jnior.
Saudaodo a mais esta publicacio, que amplia
01. atpacoa da impraoia com mais om campeio,
daremos eos nossos Ititore a noticia de ter a
Revista tntdico-cirurgica um jornal especialista
de intereste, um jornal qua ae oceup sa espita-
ra de teu programis de maleriis importantes,
que interettaodo em particular ao medico eao
pharmaceulico, em geral oio deixam tambem
de interestar ai demaia peisoat oio profenio-
oaet.
A Revi fia medico-cirurgica cootm oilo pa-
ginas de papel commum ; publica-ae duas vezes
por mez, e nitidameole impressa.
Por detigoagao proviaoiia acha-te enearre-
gado o seguodo tibelliio e escrivio do c.vel e
crime do termo do Limoeiro' Luiz Paalino Vivi-
r de Mello, do registro geral das bypothecas
da respectiva comarca.
No collegio de Papacaga, na eleigio a que
se proceden para um depulado a provincial pelo
4o circulo, ubtiveram volos os Srs.:
Dr. Manuel do N. Machado Portella.... 29
Dr. Affooto d'Albuquerque Mello...... i
Campareceram ao collegio someote trila vo-
tantes.
Teodo-se aggravado oa padecimentoa do
Sr. Dr. Neiva, chefe da polica interino, e sendo
aconselhsdo pelos mdicos a deixar o exerclo do
cargo, foi-lhe dada a sua demiasio pelo Exm. Sr.
presidente ds provincia, que por esss occisiao
louvou o zelo e intereste com que aervira du-
rante o lempo de exercicio.
Por portarla de honlem foi nomeado chefe
de polica ioterino o Sr. juiz de diroito de Ga-
ranhuns Dr. Cirios de Cerqueira Piolo, que te
achava funecionando ns relsgio, emqusnto nio
Vgk "u4 *" conDarc- O Sr. Dr. Cerqueira an-
da hs bem poaco tempo deixou a cbefioca de
polica do Amazonas.
O beoecio em favor da Santa Csss de Mi-
tencordii, concedido pelos Srs. Spaldiog& Ro-
gers no Circo Ocenico, e que leve lugar na te-
guoda-feira, foi exlraordioariamenle concorrido,
deaempenhando a compsuhia teus melhores e
miie importsntes trabalhos, com o que o pu-
blico ficou 00 todo satiifeito, exprimindo-o por
ma chamada de toda a compinbia do Om do
0 tenente general marquez de
Ca i as. (*)
Deveodo paaaar brevemente por etta cidade,
com destioo Europa, o Exm. Sr. marquez de
Caxiss, estamos persuadidos que prestamos um
ser vico i mocidade peroambacana, fazendo um
ligeiro etboco da vida publica d'etse eminente
2-1098806 uma chani8<1 iw/o especlsculo, psrstsuda-la victoriosamente, como *8*4*
f-lo. Desceodente illuslre
=*
Communicados.
SESSAO.ORDINARIA EM 10 DE JUNHO.
Pretidtncia do Sr. Baro da Vera Cruz.
Ao meio dia abre-te a settio e approra-se a
aci* da anterior.
O Sr. 1* secretario di conU do A,**
EXPEDIENTE. .
Bm ofBcio do secretario da preaiiencia\remet-
iendo at relages dos preaoa que forim tecolhi-
dos as cadeiaa dos termos de Florea e Iogazeira.
A quem fez a rquisi{io.
Outro trantmitlindo o balanco ds receita e des-
peza da cmara muoicipil da villa do Ex A
commisso de orgamenlo municiptl.
Outro trantmitlindo ot autpgrtphoa dos setos
de ns. 528, 529 e 530, promulgados na presente
sessao. A archivar.
Um offlcio do presidenU e mais memb/01 do
collegio eleiloral de Caruar, remetiendo copia
da acia da eleigio a que ae procedeu para um
depulado a astembla legislativa provincial.A
commisso de coottituigao e poderes.
Outro do presidente e mais membros do col
Ugio eleitoral de Garaohuot, remetteudo copia
da acta da eleigao a que se proceieu pira um
deputado a assembla legislativa provincial.A
commissio de conttituigao e poderes.
Outro do presidente e mais membros do colle-
gio eleitoral e Papacaga. remetiendo copia da
1 da eleijao a que se procedeu psra um deou-
n tcarr.hlca l..n.!.*!________a_ *
4:0009000
5009000
8645000
32:3119000
3:9475000
730S000
6009000
lado a assembla 1-gialaiiva provincial.A com-
misso de constituido e poderes.
Outro do secretario do colltgio eleitoral do Bo-
nito, remetiendo copia da acta da eleigao a uue
se procedeu para um deputado a assembla le-
gislativa proviocial.-A commitsio de coottitui-
gao e poderes.
Um requerimenlo da irmanlade de Nossa Se-
nhora do Rosario, dot pretos de Nazarena, pe-
diodo approvacio de teu compromiss'.Acom-
mittio de negocios ecciesiasticos.
c ____ Continuar-si Ha J
REVISTA DIARIA.
Ns tessio de bontem, depois do expediente e
de alguns incidentes relativos a materia de or-
dem, occapou-8e a assembla provincial na pri-
meira parle da ordem do dia, da segunda discus-
sao do projecto, que autorita o presidente a ju-
bilar ao professor de msica do cojlegio dos r-
phaus, sendo o mesrno projecto volido e aotjro-
vado. *
Entra em lerceira ciscussao o projecto que vo-
ta loteras para a Santa Casa de Misericordia
bem como as emendas oQVrecidas. E'o projec-
to vottdo com o substitutivo, e igualmente as
emendas na parte da concettio de loteras sen-
do na de preferencia regeitadaa todas, com ex-
cepgio daquella que concerne as obras do con-
veotode S. Francisco de Olinds.
Passa-se a segunda parte da ordem do dis
continuando a discustio adiada do orgameot
provincial, na parte dos artigoa additivoa offere-
cidos na sessao precedente. Ora o Sr. Cunha e
tigueiredojustificando osea 1 aditivo, que con-
signa coogruas para os coadjuctores e guisamen-
to e fabrice para ai matrizet. E' approvada a
primeira parte, aendo regeitada a segunda
E approvado igualmente o additivo do Sr
Souza Reit ctpecialitando certas verbaa de des-
pezas. que tem sido pagss pala de eoeaiuaei; e
sendo lembrsdo em seguida pelo Sr. Buarque
que havia tido adisda a diteussio de alguna er-
tigos de orgamenlo, tio elle pottot em discus-
sao, delxando de ser votados por ftlta de nu-
mero, levanttndo-ae a tenao.
A ordem do dia de hoje, alm das materias
anteriormente dadas, compe-se da lerceira dit-
cussao do projeclo n. 37.
r- Chega-noa a ooticia de que te projecla a
execugao de uma estrada de ferro, que partindo
desta cdsde, siga o ceotro desta provincia com
direegio ao interior das demais que nos fleam
ao norte.
Convencidos, como estamos, de que umt te-
melbante emprtza deve aer de fcil realisagao
julgamos que ser tambem de grande Interesse
para oa emprezariot; se seguir a estrada, como
eremos que ba de ter, uma lioht de iuocgo do
maior numero potsivel de villst e pofcfies/de
que te acha teraeado ste lado da I^Cvincia
airavessando a cidade de Olinda, emate faca
ama pequeoa curva, e aproveitaodo 01 difieren-
tes povoados de modo que deTuturo 1. 57l Pe-
dra de Fogo. r
Isto eito aeri o tea resultado approximar des-
la capital a viagem do gado do coosrou. eoja
coaduegio de um ulerate etpaatoap pira
quem aitim bourer de enctritr ai < liftciti
Nao podemos deixar de dizer, agora que se
relira esst compaohia, que, nio 16 a execugao
dos exercicios, a elegancia e brilhanlismo dos
trajes, o cavalbeirismo de cada um dos seus
membros, o gosto com que ludo all era felto e
executado, captivaram quellea qua assislirtm
aosespecttculos ou entretinham qualquer rela-
ges com o diitincto csvaiheiro o Sr. Rogers.
seu director, hornera de lhaoeza e cordialidade
toda a prova. '
Detejamos-lhe prospera e feliz viagem nos
paizea que vio percorrer, e que ventos propicios
e boDeocoios os conduzam sempre e no-lot traga
anda umt vez, antea de vollarem aos patrios
larea r
Chamamos altane** doa notaoa leitorea
para os dous bellos discursos qoe publicamos
nossa oitava fpagins, pronunciados por oc
. de uma familia distinets
de esforzados militares, S. Exe. alitlou-te as fl-
leiras doa bravos, seguiodo aasim o nobre exem-
plo de seus respeitaveia antepasssdos, e, por ven-
lura, antevendo j eolio a grande celebridade que
o futuro lhe reaervtvs.
Tendo por guia otacro-isntoEvingelho do pa-
triotismo e do amor ededicagio ao ramo bragan-
tino, que com tanta sabedoria dirige os altos des-
lios deste vaato e floretente Imperio, empunhou
na guerra da independencia a espada gloriosa,
que tanto pavor incutira s sguerridis cohortes
luzitsnat, as quaes, pretendendo abafar a liberda-
de brasilica, pretendiera como Xerxes lsngar ca-
deas ao mar, ou como os filos de No levanier
torrea at no cu.
Foi assim pois que, tendo exercitado na glo-
rioaa guerra da Independencia o (moto genio
|(mililar, com que a nttureza tio prodigameute o
tratan de tattatocar a discil
raaiai a candicaa doa
Bciaei ; sendo qua tanjot w
reaea fez aea aoMadoe brssairosque torou-te
providencia da etererte. i forea de ter o tea
Demleilor.
Preaidaota do gabinete de 2 de mareo, a 1-
nialro da guerra do meaoto. S. Exc. i looaa ad-
mira pela tua rara actividade. por teu deeiola-
resse e aboegacao. por aua frtnqueaa a laaMide,
pela tabedoria do seu governo, pela jestigt,
aitetio o morslidade de que revene todot o
seas actoa goveroimenlaei.
Servidor 00 eattdo infaiigavel, e sempre dedica-
do caaaa publica, no correr de aua actual ad-
ojiBiatrtgio teta vino o paiz a reantafio da
grandes obrae, ma prodigiosa reduccio oaa dea-
pezaa do catado, a mtia tevera e resnela eco-
noma doa dioheirot pblicos, a maitat eulraa
cousss, que fora fastidioso enumerar, por etia-
c_^ rem anda fretcat de mala na memoria, nea
s4 olhot, na coDtcieocii, a no coragao de todoa o
m brasileros.
Agora meamo, honrado pela cooficoga da co-
rda, que acaba de etcolhe-lo para o detempenbo
de umi mitsio da maia aubida importaocia, 8.
Exc. vai ao volho mundo contratar o casamen-
to da herdeira presumptiva do tbrooo brasileiro
com o Sr. duque de Chartres, filho segundo do
tinado duque de Orleant, e neto daquelleque,
-rido pela ingratidgo doa povos, que s veces te
comprtzem em detthrooar a virtude o o heros-
momorreu em ierra ettraogeira com o titulo de
conde de Neuilly, depoit de ter sido durante 18
annot o omnipotente rei dot Francezet, o chefe
supremo da primeira naci do mundo.
Cocoecana* a aoparecer e oobresahir na vida
publica o neo ae 18, conta j, portauto.3.
fi* DD0.de longoa e impertaalet aervigoa
militare!, idmioittrativoi e parlaras otares, pres-
tados ao paiz o sua trplice quslidsde de gene-
ral, pretidente e ministro, deputado e senador.
Soldada, t empuobou al hoje t espada en
defeza daa mtiiuicoei e tDtegridade do imperio,
de aua honra e dignidad* : onda quer qoe a or-
dem leoba aido alterada S. Exc. oio se ba feito
esperar; aeu brago ingente eonseguio sempre res-
labelece-la, firmaodo o imperio da lei.
Parlameotar, sua palavra grave, circumspecta.
e aulorisada, echoou constantemente no meio daa
lormentaa polilicaa como a arca da salvaeto, foi
sempre uma.garsolia de paz, uma escola da res-
peilo s iostituigOes do psiz, e de apoio t auto-
ridadet legalmente coottituidaa.
Poltico o que tempre foi; o sol de hoje slu-
mia aa suas creogaa de bontem, e,o d'smanhia ha-
de encontra-lo anda firme nos principios que
abracara em sus javeotude, e as ideas que lera
cultivado desde os seui mal verdet aooot.
S. Exc, podemos aventurar sem receio da pe-
cha de exagerado, o general que mais tem sa-
bido captar o respeilo e as sympalhiai da todo 0-
exercito brasileiro.
Presideote do cooselho de ministros, ministro
e secretario de estado dos negocios da guerra,.
senador do imperio, gran-cruz da ordem mihlar
de S. Btnio de Aviz, cavalleiro da do Cruzeiro e
da Rosa, veador dts serenlssimaa prlncezaa im-
periaet.e ajudante de campo de S. M. o Impera-
dor, o conaelheiro de guerra, lenente-generat
marquez de Caxias um dos maiores vultos da
nsgao brasileira, a um dos mais amigos e vene-
randos servidoras do estado.
A Providencia Divina que nso cessa de vellar
pelo progresso do gigantesco imperio americano,
ha de conservir por loogos e dilatados annos a
sus preciosa vida, para que S. Exe. continu a
prestar 10 paiz servigos igusea aos que este Iba
deve era tio larga escolla.
A gertgio actual j collocou o Sr. marquez de
Caxlat 00 Pantheon dos homens illustretdo Bra-
sil, ea potteridade ba de lsngar o seu nomeglo-
rioso no livro sugatto dot benemritos da pttris.
Recife, 26 de maio de 1862.
em notsa oitava fpagins. pronunciados por oc-l\"T q e D,lureia la<> Prd _
casiao do grao doSr. Dr. Joao Antonio de Souza d;),r'. depois de le tido um lidador denodado
Ribeiro. nesaa moderna cruzada, em que as tropas por-
Por engao de dosso paginado tahio no
numero de honlem aob a rubricaLitteratura
o restante de um artigo aobreAgrcattura.
KEPARTir.AO DA POLICA.
Extracto daa partea do dias de lOjuoho.
I tuguezaa tiveram de ceder ao'etforgo de n
soldados, e de ter contribuido com teu valor e
pericia, para que o Brasil podes se inscrever o seu
nome prestigioso entre as primeiras nages do
uDdo, dirigio-se Montevideo, onde den lices
l de bravura e denodo, cruzando sua espsda vic-
COMMKRCIO.
Caixa Filial do Banco.
EM 20 DE MAIO DE 1862.
A caixa descoma as letras at 4 mezes a 10 */
e recebe diuheiro ao premio, de 8 */
Alrandeca.
Kendlmento do dia 1 a 9 .
Idsm do da 10.....
159.924*870
12.977*972.
bZZZZ------,JZ '" uo ,wJ"Dno. 1 uravura e oenoao, cruzando sua ei
roram recolhidoa cast de deteogio no dia 9 tonosa com a doa Oribes e LavslleKas
De rolla ao Rio de Janeiro, reuni alguns offl-
A' ordem do Illm. Sr. Dr.Ichefe de policis,
Hsnoel Jotquim de Jess, pardo, de 20 annos de
idsde. oleiro, por crime de ferimentos.
A ordem do Dr. delegado do Io dttricto,
rraocieco Jos Marques, branco, de 19 annos,
*eo offlio, e Constantino Apolioario, crioulo,
de 20 tunos, timbem sem offlcio, para recrutaa ;
Maooel Joaquim doa Santos, branco. de 37 annos
servente ; os pirdos Tbeotooio Jos de Camino!
de 41 annos. calafate, e Francisco de Paula Car-
nero, de 17 annos, armador, por insolencias, e
Maooel. de 19 aneas, eteravo de Joaquim Frao-
cisco de Mello Santos ; aitim como os crioulos
1 C!DieVde ?3 008 Jos ffle escravos de
Jote da Cunha ; Candido, de 25 annos, escravo
de Jote Mana da Cunha Augusto ou Aogelo.
tambem de 2o annos, escravo de Isabel das Cha-
gas ; Elias, de 39 annot, escravo da Maooel Gon-
calves da Silva ; Pedro, de 19 anoos, eacravo de
Marcolino Dornellts Cmara; Joio.de 22 annos
escravo.de Salvador dos Santoa Siqueira Caval-
canti a Amaocio, de 18 annos, estrsvo de Cesar
Pereira da Silva, todos por disturbios depois do
toque de recolher.
A" ordem do subdelegado do Recife, o ameri-
cano Pierre Pnal.de 32 annos, cozinheiro, a re-
quisijao do respectivo cnsul.
A, ordem do dos Afogadoa. Maooel da Paixio,
crioulo, de 20 ancos, pescador, como suspeito em
crime de tarto.
A' ordem do do Pogo da Paoella, Cirios Jos
Se o a Ferreira, crioulo, de 45 annos, e Jos Clo-
nndo, igualmente crioulo, de 39 annos, ambos
agricultores, o Io por embriaguez e iosultos e o
2' por suspeito de ser desertor.
O chefe da 2a eeccao:
J. G. de Mesquita.
Movimento da enfermara da cata de de-
teogao do dia 10 de junho de 1862.
Tiveram baixa para a enfermara :
Jos Maooel da Silva ; bronchite.
Francisco Jos Marques ; chaga.
Josephina. escrava de Francisco Ferreira de Mel-
lo ; clica.
Teveram sita da enfermara ;
Jehan Caleun.
Eustaquio Pereira da Silva.
Antonio, escravo, sentenciado.
Hatadouro publico.
Mataram-se para consumo desta cidade, no dia
10 do correte 82 rezes.
Obituario do da 9 de jchho, no cbhiet-
rio publico :
Luiz, frica, 98 annot, casado, Boa-Vista ; di-
tentens.
Emilia Augusta Ferreira Maciel. Pernarnbuco, 27
annos, casada, Boa-Vala : tubrculos pulmo-
nares. .
Joao, Pernarnbuco, 5 mezes, Boa-Vista : hymor-
rhsgia do figado.
Bonifacio Tavsres do Nsscimento, Perntmbuco,
40 innos. solleiro, Boa-.Vista ; alientgio.
vaieotim Monteiro de Aodrade, Pernarnbuco, 30
annos, casado, Santo Antonio ; febre amarella.
Jos Antonio-Alvea, Portugal, 30 annos, casado,
Recife ; anasarca.
Antonia Mara do Ntacimenlo, Pernarnbuco, 50
anoot, vluva. Sanio Antonio ; gastrlle.
Rosa, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Vista : hepa-
llie-chronice. "
Benediclo, frica, 56 annoa, solleiro, atenvo.
Bo-Vta ; gistro-enleritt. *
Dia 10
Rota, Pernambuco, 8 mezei, Boa-Vitta, eterava:
bymoptite.
Rita Mara Firmina, Pernambuco, 54 aonoa, vu-
va, Boa-Viata ; phlbyaca pulmonar. ,
Antonio Fraacitco da Silva, frica. 58 danos,
aolteiro, Boa-Vitta ; molestia interior
Lucia, Pernaobaco, 20 annos, tolteiai escrava,
Becife ; peritociie iguda.
ciaeiseas psrentes e amigos, que formarsm
o heroico batalhio de olnciies soldados volunta-
rios da patria, pelo qual foi acclamado segundo
coramendsnte, nao obstante haver no mesmo
muitos officiaes de patente superior toa ; e
n essa qualidtde roodou incesssnlemeote com a
granada ira do soldadoas rusa da cidadeque
mus ameagadas estavam pela soldadesca insu-
bordinada.
Nomeado instructor geral da guarda nacional,
por occaaiao da organisacio e instruegao da mes-
ma, nada quiz recebar dos cofres pblicos por
eise novo servgo, exigido pelo goveroo da re-
gencia, e por elle prestado com o maior zelo e
lntelligencla, com a melhor vontade e dedicagio.
Lommaodanta do corpo da muoicipaes perma-
nentes, sufTocou frente da 123 homens na pra-
ga da Acclamaco a revolta de 3 de abril de 1832,
e comprimi em Malta Porcos a de 17 do mesmo
mei snno.
Em 1837 prestou importsntes servigos nte-
gndsde do Imperio no Rio Grande do Sul, que se
chiva anda 10b a fatal preisio da revolta que
all rabentra dous annos antes.
Presidente do Msrsnbio e commandanle em
chele de todas aa torgas da legalidade, cooseguio
dessattombrar os nimos aterrados pelaa atroc-
dada praticadaa peloa rebeldea, que em oumeroi
de doze mil te baviam atsenhoreado de todo o
centro e sal da provincia, restabeleceu a ordem,
e a regulandade na irrecsdacao ena despeza dos
dinheiros pablicos, etmigou a hydra revolucio-
naria, e paciflcou a mesma provincia, resliluin-
do-a gloriosamente so Imperio.
Commsndaate daa armaa da corte em 1842. foi
neste lugsr o sustentculo da ordem, tio pertur-
bada naquellea lempos pelos exploradores politi-
cn, que alliae aninbaram.
Levantaodo a provincia de S. Paulo o estsn-
darte revoluciooario am maio de 1842, oa quali-
dtde de commandanle em chafe daa forgaa em
operago, e primeiro vice-presidente da mesma,
a frente de um punhado de bravos veoeeu os re-
voltosos em Sorocaba, destrogou-os em Venda-
Grande, e aniquilou completamente em Taubal
a revolta da mesma proviocia.
Commandanle em ebefe das torgas do governo
em Minas-Geraet, com a sus repentina entrada
em Ouro Preto stlvou esti cidade do essalto de
mais de tres mil rebeldes, aos quses derrotou
em Santa Luzia, depois de uma peleja renhida,
apresionando os teut principies cabecta, a tal-
vando assim das garras da anarchia a importante
proviocia de Minas-Geraet.
Pretidente e commandanle em chefe dss forca
do geverno no Rio Grande do Sul no anno de
1842, leve o gotlo de ver, depoit de dous anoos
e meio de repetidos reencontros, restabelecer-ae a
paz na mesma proviocia, que ealeve delta priva-
da por espago de dez annos.
presidente outra vea do Rio Grande do Sul em
1851, e commandanle em ebefedo exercito brasi-
leiro, que devia operar contra as forcia do gene-
ral Oribe, que litiavam Montevideo, e contra o
execravel general Rotat, goveroador da Buenoa-
Ayret e ebefe da confaderagio argentiua, pene-
trou frente de tata mil homeni no territorio
ds repblica do Urugu.y, e-grs?as is tasa ha-
r\l^^T~*Wl 0r,bd ,rni" 8 capitalou.
resultaodo detse bnlhanle auccesso a celebre vic-
toria Icaneada contri o exercilo de Rosta, que,
com o loiUDcto infallivel do abutre, adernbava na
lormidavei divisao brasileira o ocaao da aeu po-
der, o arranco extremo a derradeiro de sua feroz
e infernal dictadura, de aeu aaohudo a ssngui-
oano despotismo.
Ministro e secrelsrio de astado dos negocios
da guerra em 1855, preaideote do contelho de
ajpislros a tainitlro da guerra em 1856 e 1857,
172.9021842
Movimento da alfaudes{,
Velumes entrados comfaxendas..
om ganaros..
Valamas
c
tahidot
>
om fazendae..
com leeros..
j=- 23a-
[ I O presente eba-se em nosso poaer ba al-
guna dias, e tem deixado do tthir por efflaancia
de matarla.
(4 fedaeso.)
Deacarragam no dia 11 de junbo.
Barca ingieraQaaeobacalho.
Barca ioglezaMirandaidea.
Brigue ilaliaooDainomercadoras.
Barca ingleza Queen of lhe Southservio.
Ilinpurta^o.
Barca ingleza Miranda, vioda de Terra-Nova,
consignada a Ssuodera Brothers C, manifea-
tou o seguinte :
3,830 barricas bacalho, a 49 toneladas carvio-
de pedra ; aos meamos.
Esportacao
Do dia 9 dejunbe.
Polaca franceza Tom6eI, para MaTseille, cir-
regaram :
E. A. Burle 4 C, 800 ttecot com 4,000 arro-
bae de aatucar.
Brigue francs Joao Parmentier, para lir-
seme, carregaram :
Cala & Irmaoi, 1,090 saceos com 5.000 arrobas
de assucar.
Brigue italiano ChritloRno, para Muieille.
cirregoa : T
F. Dragoo, 800 saceos com 4,000 arrobas da
assucar.
Brigue tueco Sidon, para 01 porloa do Ro da
Frita, carregaram:
Amorim 6 Irmiot, 400 birricas e30 btrriqai-
ohss com 3,389 arrobas e 18 librssde awucar.
Barca portugueza Sympalhia, para o Porto,
carregaram :
4 S}0D1 Ferreir" Monteiro, 200 saceos com
1,000 arrobia de assucar.
Jote Joaquim da C. Honra, 25 saceos com 125
arrobas de assucar.
Brigue brasileiro Memageiro, para o Rio da
Prata, carregaram :
Amorim & Irmios, 350 barricas cosa 2,761 ar-
robas e 7 libras de assucar.
Dia 10.
Barca inglesa Queen of the South, para Val-
paraizo, carregaram :
N. O Bieber 4 C, 1,200 saceos com 7,200 ar-
robas de assucar.
Brigue hespanhol Dous Irmos, pira Barcelona
carregaram:
Araoaga Hijo 4 C, 203 saceos com 1,039 ar-
robas e 24 libras de algodio.
Carvalho Nogueira & C, 201 aaccoi com 1,117
arrobas e 21 libraa de dito.
Brigue italiano Cariiiono, para Marseille,
carregaram : '
F. Dragoo, 990 sacros com 4,950 arrobas do
assucar.
Barca portugueza Sympathia, praa Lisboa car*
regaram :
Jos, da Silva Loyo & C, 300 saceos coas 1.50t>
arrobas de sssacar.
Guilherme Luis de Souza, 200 molbot depias-
aive.
Brigue portuguez Activo, para Lisboa, oerra-
garam :
Jote Aolonio de Carvalbo, 77 aacces com 385-
arrobit de aatucar.
Brigue hamburgaez Rosalind, para o Caaa!,
carregaram :
Johnstoo Pater & C, 1,500 saceos cata 7,500
arrobas de aatucar.
Brigue tueco Sydon, pa.a o Rio da Prata, car-
regaram :
Amorim & Irmios, 30 pipas com 5,520 moda-
das de caxaga.
Barca americana Axeiia, para Philadelahia,
ctrregaram :
a ?i.!" AU,IB & C 9t C0"rM *9*'cam
29,916 librar.
Bdgue nacionil Ifenousiro, para aBaaia
Prsta, carregaram i
Fumino alaria Doraily. 3.000 ccoa cem ataca.
Aaaorlm 4 ha^ 10 pipas coa 1,840 mta>-
<" ue caxsga.
m
rmamsta.
>* **
Jim mm^km^mm. -v.* L


I
'Hl>
I
Mi

i QUfttA
DB JURrfODf'iMI.
ale reaulas Infurtas,
11:551 401
Consolado provincial.
Randimenlo do da 1 a 9
Iltm < da 10.
5
31:?74|178
6:669*665
86:5491843
Movimento do porto.
Navio$ entrado i no dia 10.
Terra-Nova31 dias. brigue ioglaz Baclutha,
da 812 toaeladas. eeptto George Hert, squipa-
gean II, carga 2,700 barricas com bacalho;
James Crabtree & C- Seguio pan a Ba lie.
Livsrpool38 da., barca iogleza Bliza mils, de
254 tonelada!, capitao EWd Lamb, equipa-
ge 13. carga azeodss; a Jamei Ryder
Liverpool33 dias, eicaoa ingleta Fkritt, de
IW tooeleOas. capttao Samuel Haonh, aqiips-
gm 8. carga fazendas ; a Heury Gibscn.
Navios sahiios no mesmo dia.
Rio de Janeiro Brigue avece Bmil, capitio A .
(merberg, em lastro.
BihtaBarca iogleza Julia, capHSo L. Bruce,
com a mesma carga, que irouxe de Cardiff
Suspendeu do Umareo.
3 cadeira.
10Jos Roberto da Caoba Salles 3 faltas.
t SIAlvaro Gamioha Tarares da Silva 1 sab-
batlne>
25Aithur Teiteira de Macedo 8 faltas 0 S
sabbatinas e continua a faltar.
, 45Antonio Pinto de Mandones 6 ditas in-
clusiva 1 sabbatina.
51Joao Gomas Ribeiro Jnior 11 (altas in-
clusive 1 sabbatiaa.
Secretaria da Fecuidade de Direito do Reeife 9
de juoho de 1862.O secretario,
Jos Honorio Bexerra de Menezes.
_______
Declarad)*.
Editaes.
ranip^iiaM
DO
tantes com parecam com seus fiadores ou
declaracSo dos mesmos no mencionado
dia devendo $er as propostas em carta
fechada.
Bazes sobre as quaes se (leve
lanzar.
Bairro do Reeife.
Chafara e bica do caes da
alfandega.....5:097g269
Dito da ra da Cruz. .
Dito da rui do Bruna. .
Dito do Forte do Mattos
bica......
6:5590360
3:5655518
2:753898
ir
A\



Pela inspecgo da alaodaga ee (ai; publi-
co, que no dia 11 do correte mez, i loria da
meama repartigo. e depois do meio-dia su hio
LI^S?"1" 2i T'ols. urna 6J667 rii, total
lWgoOS rla; leavequinhos, um 4*. total 72J
ris ; 6 violoes, um 16|667, total I00j(>)2 ria ;
lados do Porto na barca portugueza Syn.palhia,
entrada a 12 Jj passado mez, e abaodoatdoiao*
direiios, no acto da confereocia do despeen.) por
Jote Brptista da Fooseca Jnior, aendo i arre-
watacao livr* de direitos ao arremtame.
4* aeccu da atfaodaga 9 de junbo de 1862.
O 1 escripturario,
Firmino Jos cTOliveira.
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. eomelheiro din etnr in-
terino, (eco publico que em congregago de 7 do
correte fotam abonadas as faltas que daram os
alumnoe dests (acaldado correspondentai ao mez
da mtio ultimo, excepto as da- primeira cadeira
do quinto aono por nao tar comparecido o res-
pectivo late e as aegointes em oulras cideiras :
SEGUNDO ANNO.
N. 32Antonio Jos Lopea Filho 5 fullas in-
claiive 1 aabbatlaa.
2* cadeira.
N. 3-Liciuo Visira de Macedo Lima 1 sab-
batina. a
6Miguel Gomes de Ffeiredo :i faltas.
. 11Joao Zeferino Pires de Lyra 1 falta.
26 Tito Livio Vieira Dortaa 1 falta.
27Ernesto de Paita Leite 4 faltas.
a> 28Demetrio Jos Teizeira 6(altas inclusi-
re t sabbatina.
29Altioo Rodriguaa Pimenta 1 (a ta.
a 85Joaquim Aoloaio da Silveira 5 laltas in-
clusive 1 sabbatiaa.
43Aotooio Diis de Pina Jnior 1 falta.
* 55Antonio LourenQO de Carvalho Sorra 7
(alias inclusive 1 sabbatina.
53Jos de Hollanda Cavalcaoli d > Albu-
querque 7 (altas inclusive 1 sab )atina.
6tJos dot Santos Pacheco Lima 1 (alta.
68Miguel Augusto do Nas:imenlo Feiloza
1 (alta,
a 69Jos Pedro Carneiro da C inha 27 (altas
inclusive 3 sabbatinas.
9 70Ruflro Tarares de Almeida 2 faltas.
* 'IJoi Joaquim Ramos Fsrr.ira I Ulu.
73Jai fwrcir. de cerqueira 21laltas iu
elusiva 3 sabbatinas.
74GolofreUo Augusto de Soaza \ (alta.
75Miguel dos Aojos Barros 1 (alia.
76Victorino Antonio do Sacramento 7 faltas
78Pompilio Numa Pessoa 16 falta: inclusi-
ve 2sabbalinas.
80Maximino Jos de Inojosa 1 falta.
84Joaqaim Velloso da Silveira 27 faltas
ioclusire 3 sabbatinas.
88Esperidio Zimiro de Sovza .ojies 14
faltas incluve 2 sabbatinas.
92Luiz Caetano Muoiz Brrelo Filho 1
falta,
97Manoel Barata de Oiiveira Mel o 6 faltas
inclusive 1 sabbatias.
TERCEIRO ANNO.
1 cadeira.
1Beato Cciliano dos Santos 'Hamos 1
falta.
y 5Thoodoro Tado d'AssumpQo 1 falta.
20Egydio Francisco das Chagas 1 sabba-
tina.
* 28Tobiaa de Souza Lima 18 falta i inclusi-
ve 2 sabbatinas.
> 29Aolonio Pedro de Sjuza 1 falla.
56Pedro Jaosen Ferreira 1 falta.
57Jos Pereli Seve 6 faltas.
58Joo Thom da Silva Jnior 1 tab'oatins,
d 68Goncalo de Aguiar Talles de alenezes 1
(alta.
2* cadeira.
n 20 Egydio Francisco das Cbsgaa 1 sabba-
tina.
28-Toblas de Souza Lima 8 faltas.
29Antonio Pedro de Sdaza 2falias.
3JLuis Ferreira Maciel Pinheiro 1 sab-
balioa.
56Pedro Jansen Ferreira 2 sabba inas.
62Joo Baplisiad Costa Cuvalto 1 falla.
9 66Joaquim Germano Ramos 1 fa ta..
67Coriolano Augusto de Loyola 1 falta.
63Goncalo de Aguiar Talles de Ilenezes 1
falta.
78Jo Ricardo Gomes de Carralho J-
nior 1 falta.
83Alvaro Fragoio de Albaquerqje 1 falta.
QUARTO ANNO.
t* cadeira.
N. 1Jos Rodrigues Pereira Juoioi 1 sabba-
tina.
16Joaquim Aotap Feraandes Lea i Jnior 1
falta.
50Amantio Gon;alves dos Smt-is 13 fal-
tas inclusive 1 sabbatina.
a> 55Joao Fernandos Chaves Jnior 12 faltas
iucljiive 2 sabbatinas.
56Custodio Jos Leite de Salles 11 faltas
ioclusive 1 aabbitina.
TOAntonio Barbosa de Oiiveira Amida que
perdeu o anno.
2a cadeira.
2Manoel Leocadio de Lima 10 faltas io-
clusire 2 sabatinas.
9Antonio Jos Marques 2 falta i.
10Antonio Raulino de Souza Uooa 1 falta.
12Jea Mana Carneiro de Albuquarque
Laceria 5 fallas inclusive 1 sabbatina.
18Trajaoo Viriato de Medairoa 6 fallas in-
clusive 1 sabbatina.
20 Uanriqua Ladislao da Silva Araujo 6
faltas inclusive 1 sabbatina.
30Manoel Jos G)ncalves Fra(;a 1 (illa.
32Flix Jos da Souza Jaoior 1 falta,
33Jos Alves da Silva 1 (alta.
34Joao Fraok.Ua da Silveira Tavora 1
(alta.
53Lourengd Bezarra Civalcanti do Albu-
quarque 2 (altas.
60 -Antonio Birboss de Oiiveira Arruda
perdeu o anno.
69Franciico Antonio Corraia da Si 2 faltas.
QUINTO ANNO.
V cadeira.
10Jos Roberto da Caoba Salle! i faltas.
' 11Diogo Di~i* Cordeiro 1 sabba ios.
14Ulisaes da Barros Mendonc/ 1 sabbi-
tina.
31 Auguelo Carlos da Asaorim Garca 2
faltas,
a- 33Amreiiano da Azarado Moate.ro 1 sab-
batina.
44Francisca Antonio Farnaadu. Piohairo
u *7Hio. tallecen.
Aatouio Pnto da Meadooca 1 aabbatiaa.
60Maaoal Jaauario Bezarra M< atanegro 1
sabbatina.
BEBERIBE.
O Sr. caixa o commendador Manoel
Goncalves da Silva esta' autorisado a
pdgar o 28* dividendo desta companhia
na razao de 3J200 r$. por apolice:
advertindo-se aos Srs. accionistas que
este dividendo sera' pago em cobre,
visto ser na especie que o Sr. caixa tem
recebido dos arrematantes dos cbafari-
zes e bicas pertencentes a esta compa-
nhia.
Escriptorio da CDmpanliia 27 de mato
de 1862.O secretario interino, Justi-
no Pereira de Faria.
Consellio administrativo.
O eonselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros objectos
seguintes:
Para o 2 batalhio de infantaria de liaba.
803 covados de panno azul.
135 ditos de dito cor de rap.
28 ditoa de caaemira encarnada.
10 ditos de dita azul claro.
760 ditos de hollanda de forro.
1.507 1|2 varas de brim bramo.
852 1)2 varas de algodaoziobo.
40 1|2 varaa de galao de prata de meia polle-
gadss de lagura.
149 bonets para soldados.
27 ditoa para msicos.
132 pares de platinas sem chouricas.
38 pares de ditas com chouricas
27 ditas para msicos.
27 telina para msicos conforme o figurioo.
27 terrados para os meamos;
Quem qaizer vender tees objectos aprsenle as
propostas em carta fchala, na secretaria do
eonselho, as 10 horas da manhaa do dia 13 do
correle mez.
Sala das aesses do eonselho admlbistrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 5 de
juoho de 1862.
Antonio Gomes Leal,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
17:9540045
Bairro de Santo Antonio.
Chafara do largo do Carmo 7:8300096
ulto do largo do Paraizo. 6:4550223
Dito do Largo do Passeto. 3:i 320058
Dito da ra do Sol: 2:9340709
Dito da ra da Concordia. 2:9320769
_23:2S40835
Bairro da Boa-Vista.
Chafa riz do caes do Capiba-
ribe e bica dito. 5:8020157
Dito da caixa d'agua da ra
dos Pires. ..... 5.1760326
Dito da praca da Boa Vista. 5:0270925
Dito do largo da Soledade. 7600868
Barcellooa.
O brigue haapanhol Dona Irmoaa, capitio D.
Fernando Tarrea, que Tai aabir para Barcallona
em poucos diaa, receba alguma carga para com-
pletar o aeu Carregameato, com eaperialidade al-
godao : a tratar coa o m*smo capitao, ou tom
os cunsignatarioa Carvwlho. Nosueira & C.
1 Para Liebna segu com murta brevidade o
brigue Port Activo, tem prompto a maior
parte do carregamento, para o reato que recebe
a frete ou para paasageiros, aos quaes oUerece en-
cllenlas com modos : trata-ae no escriptorio de
Amorlm & Irmos, ra da Cruz n. 3, ou com
capitio Jos Antonio de Oiiveira, na praca do
Comraereio.
LEILAO
w Para alugar.
Dous pequeos andares da cass n. 118 da us
1 PV*r n"'il0 botD ^"g,r. l08 ao t di Int*V.
dencta de marinha, rectificados, caiados e piadav
dos de novo, com todo o tceio : dirija -ae a aie-
ma ra o. 112.
Bairro de S.
Chafariz do largo da
beira. ....
Dito da ra Imperial.
16:7670574
Jote.
ri-
12:6000000
5:2500000
iH3 m
Janeiro.
O brigue nacional Daolioda eguo com Vre-
vidade, e recebe alguma carga a frete : trata-ae
com os consignatarios Marques, Barros & C, lar-
go do Corpo Santo n. 6.

m
Quinta-feira 12 do correte.
0 agente Pinto, aovamente]aatoriaado pelo io-
ventariania dos berra deizados por (allecimento
de D Mara B. Ferreira de Campos, e por dea-
pacho nao s do Ijuiz municipal da segunda va-
ra, como do juiz de direito especial do com-
raereio tari leilo dos predios abalzo declaradoa,
a saber;
10 casas terraaa sitss em chaos proprios na
Estancia, roa de llenrique Das, numersco par
de 2 a 20 cada ama com ama porta e duas ja-
nellas, grande quintal a cacimba, e urna dallas
com grande sotao.
1 dita dita si la no becco do Acougue da Fre-
gezia da Boa-Vista com quiotal e cacimba.
1 sobrada a. 104 na ras da Senzala Velha,
com 3 lojaa no oitio e urna na (rente.
O referido leilo aera effuctuado aa 11 horas
do dia cima mencionado ao escriptorio do re-
ferido agente, ra da Cadeia o. 9, onde se dar
qaalqner informacta a reapeito.
Offeroce-ae urna mulher para ama Je IJU-
mem aolteiro, por pouco dinhelro : quem quizar
dirija se a ruado!Padr Fli.riano n. 44
Attenco.
A pessoa que mandou fater um cortinado de>
caaaa oa ra da Imperatriz n. 5, a oulro que B-
cou encarregado de urna mesa da Jacaranda, per-
tencenla a Guilberme Gortlit, leobam a bodadoi
da mandar resgatar oo -preso da trea dias, ae-
tar desta data, do contraria serio vendidos para
aeu pagamento ; assim como na mesma ae ten-
dam dous bancos un rnariineire.
Aluga-s urna
da Gala n. 26.
preta de 14 auuos : ua rus
Aluga-se o terceiro andar da caaa da rus ui>
Imperador n. 75 : a tratar ao andar tarreo da
mesma casa.
Carlos Henry Lowe val ao Rio de Janir.
a
>

*

Conselho de compras navaes.
Teodo-se de contratar no dia 12 do corrente
mez, aob as condiQes do estylo, o approvat}ao
do Ezm. Sr. presidenta da provincia, o forneci-
melo de ambulancias para os navios da arma-
da, e o aviamento ro receitaario daa eofermariaa
de marinha e dos Wricanos, bem como os servi-
rlos de barbeiro necessarios a estes estabeleci-
mentos, porm refarindo-ae somente sangras,
applica(o de bichas e ventosas, foroeceado-aa
o onlr.laBts, exlrafao de eolrs, mpaneoto
de caberas, tu io por lempo de doze mezas (indos
em juoho do anno proximameote vindouro ; con-
vida o coselho aoi p>a^>iti^ TTpaeg'itgr"
neaae dia saaa propoatas at as 11 horas da ma-
nhaa.
Promove-se tambem nesse mesmo dia a com-
pra, sob as ditas coodicoes do estylo, dos objec-
tos do material da armada, abaixo declarados, e
couvids mais o conselho Sos que queiram vende-
loa a apresentarem igualmente suas propostas na
referida hora.
Para os navios da armada e arsenal de
marinha.
6 barra de breu, 20 libras de cera preta, 500
caibros de qualidade, 50 folhas de cobro de 16/0,
1 escaler da 6 remos, 1 dito de 4 ditos, 10 arro-
bas de estupa de algodo, 1 livro mappa de 100
folhas, 100 paes de obreias, 1 arroba de pregoa
de cobre de 1)2 pollegada para forro, 16 duzias
de taboas da amarello para assoalho, 2 duziaa
de taboaa da pioho da Suecia de 3 pollegadas,
16 duzias de ditas de 2 ditas, 12 duzias de ditas
de 1 [2 ditas, 8 duzias de ditas de 1 dita, 6 duzias
de ditas de louro para assoalho, 20 duziaa de di-
tas de pinho de 3|4 de pollegada, 5 arrobas de
secante, 500 libras de tinta preta, 50 vigas de
qualidade de 40 palmos cada urna, e 6 ditas de
dita de 60 ditos.
Secretaria do conselho de compras navaes em
5 de juuho de 1862. -O sscratario,
Alexandre Rodrigues dos Ahjos.
Directora geral da instrueco
publica.
Fago saber aos Srs. professores e profasioras
directores e directoras de estabelecimentos par-
ticulares de instruego primaria e aecuodaria da
provincia que o conselho director em sessio de 5
do correte, delibero* que os mappaa trimeosaes
dos alumnos dettes estabelecimentos fossem como
terminantemente dispe o art7 4 da lei regu-
lamentar n. 369 de 14 de maio de 1855, remelti-
dos a esta repartirlo por intermedio dos respec-
tivos delegados luteranos; exigindo os mesmos
professores e directores daquelles delegados um
recibo da entraga do mappa, com i declaracao do
numero de alamooa nelle conlido ; recibo que,
para sua resalva faro recolber a esta repartido
at o ultimo do primeiro mez que ae aeguir a
aquella trimestre. Com a falla da entrega do
mappa pelo delegado Iliterario, ou do recibo pas-
aalo por este ao professor, deotro dos 30 diss
marcados, depois de lindo o trimestre, ter laxar
a imposico da multa comminada pelo art. 100
da citada lei. -J
Secretaria da instrucr^ao publica de Pernambu-
co, 9 de junho de 1862.
O aecretario,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Conselho de compras navaes.
Fago publico que nos objectos do material da
armada, cuja compra se promove no dia 12 do
corrente mez, conforme est aonanciado, in-
eluem-ae tambem os seguintes:
Para os navios ds armada a arsenal.
20 (echaJuras da gaveta, 1 balanza para pesar
100 arrobas, 30 parea de goveroaduras para saca-
ler, 20 arrobaa de pregoa de ferro de 6 pollega-
das, e 20 milheiroa de pregos de batel grande. -
Sala do conselho de compras navaes, em 9
de junho de 1862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Companhia
eo
BEBERIBE
No da 14 do corrente pelas 12 horas
do dia teta' lugar no escriptorio da
companhia ra do Cabuga' n. 16, a ar -
rematac&o do rendimento dos chafarzes
e bicas por bairros ou totalidade e por
espaco dgrtom a tres anuos, como mais
convier a companhia, sob al bases
abaixo transcriptas e mais condicqoes
patentes no escriptorio ; os Sr. lici-
17:8500000
Escriptorio da Companhia do Beberi-
be 10 de junho de 1862.
O secretario,
Justino P. de Furias.
Correio.
Pala administrado do correio desta cidade ae
faz publico, que em virtud a da .con venci postal,
celebrada pelos governoe brasileiro o fraocez,
serio expedidas malas para a Europa, no dia 14
oa 15 do corrente, pelo vapor ingles Paran.
As cartas seo receidas at duas boraa antes da
que fer marcada para a aahida do vapor, oa
joroana al quatro boraa antes. Administrarlo
do correio doPernamboto 10 de junho de 1862.
O admioiatrador.
Domingos dos Pasaos Miranda.
THEATRO
DE
Santa Isabel
COHfiNHU FtttIUlBUCitU
a
Navegago costeira a vapor.
Parahiba, Rio-G rande do Norte, Macau,
Aracaty e Cear.
O vapor Iguaraas, commandsnle Vianna,
sahiri para oa porioado norto at o Cear no dia
21 do corrente a 5 boraa da larde. Receba car-
ga at o dia 19 ao maio dia. Encommendaa paa-
asgeiroa e dinheiro a frete at o dia da aahida a
2 boraa. Escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
LEILAO
DE
Saceos com feijo
Quiotateira 12 do corrate
0 agenta Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer cerca de 200 saceos com frijao
preto para pagamento de deapezas e aero ven-
didas pelo malor prec,o offerecido : quinta feira
12 do correrte pelas 10 horas da manhaa no r-
mateos do Annea deTront* da alfandeaa.
Porto e Lisboa
Segu brevemente a veleira barca portugueza
Sympathia, por ter sua carga, parte a bordo
parte engajada ; para o restante e passageiros,
Irata-se com Baltar& Oiiveira na ra da Cadeia
do Recite n. 12.
LEILO
DE
COMPANHIA LYRICA
M
G.M\KIi\\l\GISlA.
10/ Recita da assiguatura.
AMaNHA
QuiQta-feira 12 de juuho de 1862.
Repett-ae a MUITO APPLAUDIDA OPERA
BELIZARIO.
Com asSras. Stella e Corbari, e os Srs. Tarti-
ni, Barlolucci, etc.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes eslo venda no dia do espect-
culo.
N. B.Est se enssiando e quasi promptas pa-
ra ir 4 acea, as novas operas SAPHO e LU1ZA
M1LLF.R, com os sobreditos artistas e o Sr. Or-
landini.
G. Makisanueli.
(CDUPAHIlJi
DAS
VIessageries imperiales.
At o dia 14 do corrente eapera-se dos porlos
do sul o vapor francez Bearn, commandapte Au-
bry dla No, o qual depois da demora docostu-
me, seguir para o Rio de Janeiro, tocando na
Babia : para passagens, etc., (rala-se na agencia,
roa do Trapiche n. 9.
un isci&m
Hoje, 11 do correte.
O agante Guimarea por deapacho do lila).
Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara a re-
querimento do testamenteiro doa bens dcixados
por fallecimento de Filippe Nery, levar no-
vament a leilo um eacravo moco com oOicio de
pintor, aervindo de base o maior prego offereci-
do : em seu escriptorio na raa da Cadeia do Re-
cite o. 3, primeiro andar.
CONSULTORIO ESPKL14L HUSKomttitfr
DO D0UT0R
n SABINO O.L.PIHHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) D.6.
Consaltas todos os diaa atis desda aa 10 aevaat
at meio da, acerca daa seguiatea molestia:
toiasttor di vnMtrs, molntiat dai trimm
ns, moltttias da ptllt, moUttias dot olkotmo-
tttiat syphiliticas, todas as tsptcil dt ftttrf,
ftbrts intsrmitttntss a suas consequtncias,
FHARJUCU ESfSCUL HO*OP*THICA .
Terdadeiros medicamentos homeopathco pr-
jarados aom todaa aa aautela necoaaarias. to-
alliveis em seu eSeitos, tanto em tintura,i
emglobalos, pelos pregoa mais commodos i
svais.
M. B. Os medicamentos do Dr. Sabino
nicamente vendidos en? sua pharmasia ; todosa
qaa o forem (ora delta a falaas.
Todaa as carleiraa o acompaohadas da bmb
impresao com um emblema em relovo, tendo ao>
reopr aa seguintea palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaiieiro. Esta emblema po*to>
Igualmente na lists dos medicamentos qu a so pe-
da, Aa carteiras que nao 1 a varara esa impresa
aasim marcado, ambora enham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino io falaoa
Aysos diTersos.
ara
Aysos martimos.
aDeifo,
segu com toda brevidade a linda e veleira barca
nacional Iris, de primeira classe, capitio Gas-
par Leita de Faria, a qual tem parle de aeu car-
regamento prompto ; para o resto, trata-se com
os seus consignatarios Araosga, Hijo i C, rus
do Trapiche Novo n. 6.
Leudes.
Rio de Janeiro
O brigue naciooal Alfredo, aegue com brevi-
dade a tem meio carregameato tratado, para o
reato trata-se com oa consignatarios Marques,
Barros & C. largo do Cirpo Santo n. 6.
Para o Rio de Janeiro, recebe um resto da
carga a frete a barca brasileira Cooceicao : a
tratar no escriptorio de Amorim IrmSos, ra da
Cruz n. 3.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
Espera-se doa portos do sul at o dia 13 do
corrente o vapor Cruteindo Sul, commandante
o capitao de mar e guerra Gervasio Mancebo, o
qual depois da demora do costuma seguir para
os pQrtos do norte.
Desda j recebem-se passageiros, o engaja-ee
a carga que o vapor poder coaduzir, a qual da-
ve r aar embarcadaoo dia de sua chegada,dinhei-
ro a frete a encommendaa at o dia da sabida s
2 horas da tardo : agencia ra da Crax n. 1, es-
criptorio de Antonio Laiz de Oiiveira Azavedo
& C.
LEIM0
QuiQta-feira 12 do corrate.
O agente Almeida far leilo por conta e risco
de quem pertencer da casacas de panno fino,
chapeos de sol para seahoras, vestidos para me-
ninos, bicos, v% para chpeos, relogios de ouro
a deprata dourada e muitasoutrss fazendas, as-
sim como diversas miudezas para fechar aontas,
no dia cima mencionado na roa da' Cadeia n.
49, toja que foi dos Srs. Leite & Irmo.
M
de Hamburgo
Alugam-ae a vendem-se por qaalquer prego
na ra do Raogel n. 18, amola-ae todo o ferro
orlante.
LEILAO
Para o Rio Grande do Sal aegue com muita
brevidade o brigue escuna Gaanabara, recebe
carga a frete : para tratar, no escriptorio de A-
soorim Irmos, ras da Cruz 0.8.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
rMfrji? i8 k nm.
At o dia 23 do corrente esperado dos portos
do noria o vapor nacional /'aran, commandan-
te o capito-tenenle Jos Leopoldo de Norooha
Torrezo, o qual depois da demora do coatuaa
seguir para os portos do aul.
Desde j racaboa-sa paeaageiree eagaja-se
a carga qua a vapor podar condazr a qual Jera-
r sarembarcada ao dia da.aoa ehagade, n-
commendas a dinheiro a frete at o dia da aahi-
da aa 2 auras: agencia roa da Crias n. 1, ea-
eriptorlo d Antonio Luix da Oiiveira Axevedo
4 c.
Qu i uta-fe i ral 2 docorreate,
O agente Pestaa vender por onti da quem
pertencer cerca da 600 libras de cha do Rio de
Janeiro, o qual ae achara patete a ser vendi-
do sem reserva de prego para fechar conta : ter-
ga-faira 12 do correte pelaslO horas da manhaa
no armazem do Aanes d*fronl da alfandega.
Farinha de trigo.
Quarta-feira 11 do corrente.
Wild 4 Jast (ario leiiio por intorvengo do
agente Pinto a por conta a aco da quem per-
tencer de cerca 42 barricas com farinha de trigo,
existeoWa no armazem doa Srs. Anluoes Guima-
rea & C, onde ae effectuar o leilo slO ho-
ras do dia aaima menciouado.
A ptssoa que annuociou precisar de quem se
encarragasse de urna menina de dous annos e
meio para acabar de criar ; pode dirigir-ae a ra
Velha o. 73. ___________________________
GRANDE
Laboratorio a vapor
DE
Lavagem e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, que vai prestando rele-
vantes aervicos seus freguezes pela promplido
e perfaigo com que lava a roupa sem a eatragar
PREgOS.
IMopb surtida Veaaborn oio veoham maiaa nem
leogos] 40 ra. por pega.
Pegas grandes isolsdamente 100 rs.
Roupas de navios, vapores e hospitaes 70 rs.
Dita de familia que nao fregaeza 80 rs.
Dita de doeote de familia que nao freguaza
a 120 rs.
Urna rede ou cortinado de cama ou varanda
a 500 rs.
O prego dos engommados mdico e confor-
me as pegas, como costamam fazeras engomma-
deiras. O praso da entrega da roupa lavada
8 diaa, e engommada 15, sendo que muitss vezes
est prompta antes do praso. Deposito na ra
Nova.
LOTERA
SABBADO 21 do corrente se devera'
extrabir impreterivelmente a terceira
parte da segunda lotera a beneficio do
Gymnasio Pernambucano, (terceira con-
cessao) no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario de Santo Antonio. Os bilbe-
tes e meios bilhetes acham-se a venda
na respectiva thesouraria ra do Crespo
n. 15, e as casas commissionadas pra-
ca da Independencia n. 22 loja do Sr.
Santos Vieira, ra dalmperatriz loja de
ferragens n. 44- do Sr. Pimentel, ra
Direita n. o botica do Sr. Chagas, e
na ra da Cadeia do Reeife loja u. 45 do
Sr. Porto.
As sortes de 5:000$ at as de 10$ se-
rao pagas urna hora depois da extrae-
rlo, e as outrs,porm, no dia imme-
diato logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Pede-se o Sr. Dr. Filip -
pe Carneiro de Oliada Cana -
pello o favor de quando vier
ao Reeife apparecer em casa
de Adriano A Castro, que
muitoselhe desej fallar.
v*dft******a
Us abuzo aastnuadus participan1 ao reapei-
tavel publico, eapecialmente ao corpo do com-
mercio, qae compraram, livre de qualquer emba-
razo, a luja da ra da Imperatriz o. 82, petten-
ceote ao Sr. Joo L-iiz Vianna. ficaodo desta data
em diante sobre a tirma de Monteiro & Duarto.
Recire 11 de juoho de 1862. Manoel Pereira
Monteiro da Cruz.Dusrte Antonio de Miranda.
Auseutou-se desde o da do correuieuos*
negrinba de 12 sanos, de nome Mara, com os
signaes seguintes: cor fula, seccf, levou um
roupo de chiiaj rolo, intitula se da forra, coos-
la que andou pela Capunga ; roga-ae s autori-
dades policiaea a captura da metma.e o favor de
mandar entrega-la aua eenhora na ra do Pa-
dre Plorano n 41.
Joa.( jira Viaira R'iOrigues vat Europ*.
Aluga-s uai sino na Estrada ISova, tom
boa casa, granles baixas de capim, e alguns ar-
voredos na ra da Cruz n. 56.
Galdino Jaci nlio de Mello, subdito poriu-
guez, vai ao Para.
M-ii'n'l Pereira
Grande do Sul a sua
Mana.
Lemot embarca para o Riu
escrava mulata, de nomo
LEILAO
BE
Dividas,
Quarta-feira 11 do corrente a
1 hora da larde.
O agesta Pinto levar novamente leilo as
dividas activas da masea fallida de Jos Antonio
atoarse de Azevedo. serviodo do baso o maior pre-
go offerecido, por assim Ihe havar determinado o
llm. Sr. Dr. juiz especial da commercio : a 1
hora da tarda do dia uarla-fetra 11 do cor-
reare.
I
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado na raa
Nova o. 23, aobrado da aa
quina qaa volts para a
camboad Carmo.
:
:
i
i
: _________________
Sortes para vespera de
Santo Antonio.
Vendem-se folhas com sortes para as
senhoras e cavalheiros se dvertirem na
noitede Santo Antonio a 80 rs. cada fo-
Iha : na livraria n. 6 e^ 8 da praca da
Independencia. /"
t'Apoiio a.
Alugam-se aa casas oa. 18 e 20 da ra da
Florentina, tendo urna dellaa aecummodecao par
grande familia, cujo quintal um pequeuo aitio-
cheiode um grande e novo parrairal, algn ps
da aapoli, ara coqu*iro. tanque para banho, q lar-
tos para escravos, e porto para o alagado da raa
da Santo Amaro : quem pretender dirija-ae a rus
do Hospicio n. 50. tratar com o proprietario.
r~tm ha. ,w ty j^,^ a ua 3 6 ,j.
tarde.
Tirara-aepassaportes para tora e dentro do
imperio, folhas corridas, patanter re officlaes da
guarda nacional, matriculaa para boleeiros e car-
roceros, ludo com presteza : a tratar na ra Au-
gusta n. 31, ou na ra do Crespo n. 20 B.
..-v
No
escrava
aado, paga
HVApoi
aga-aalssa
45, eompra-ee
aotsada da coatara o
a aa for prata malhor.
ama
:
Programma
Da festa do miraculoso
Santo Antonio do arco
da ponte do Reciv, des-
ta cidade, nos dias 14 e
15 destemez.
No dia 14 s 5 baras da manba ser arvorada
ajbandeira deste miraculoso Santo, precedida do
girandolaa de fogo o'artiQcio, tocando nesta oc-
casio as msicas dos distinctos corpos, 1" ds
guarda nacional, e 9a de infantaria.
Ao meio dia, e noite desle mesmo dia, aquel-
las referidas msicas ex*cularo riquissimsso
harmoniosas pegas, indicando assim a pomposa
fesla do dia subsequeote.
Pela madrugada do dia 15 as referidas msi-
cas desempenbaro de novo novas pegas, con-
vidando por esta forma aos devotos deste Santo
padroeirojda provincia a acompanharem-no em
solemne procissao, sobre um riquiasimo a boa*
armado andor para a igreja do Divino Espirit>
Sanio, onda tem de celebrar-se sua fesla.
Urna luzida guarda de boora, a dialinct e
preslimosa Irmaodade daquella igreja, a uro es-
collado numero de bellas meninas, trajadas da
braceo, formarlo o cortejo desta pomposa pro-
cissao.
As. 10 horas da manhaa do dia 15 entrar a
festa, sendo o cantante da misss o Rvm. pdr
Jos Esleves Vianna, qua pela primeira vez vai
ter a gloria de subir ao altar para celebrar, sen-
do pregador o Rvm. Sr. conego Joaquim Fer-
reira dos Sanios.
A masica de orchesta dirigida pelo mui dig-
no mestre de capailas Manoel Francisco de Pau-
la, o qaal far executar um novo glorio
compoato pelo eximio profeasor do piano, o Sr.
Jos Coelho da Silva Araujo.
Termioada a festa regressar o mesmo glo-
rioso Santo Antonio para o seu arco, scompa-
nhado em procissao com a mesma pompa e res-
peito com qae sanio, o ahi fica'r exposto vis-
ta dos fiis at s 10 boraa noile.
. Os eocarregados desta festa pedom aba mora-
dores da ra do Crespo e Imperador de orna-
rem aa auaa varandaa com colclua no dia da fot*,
e com illumioaco as noitea desle dia a do dia
antecedente, aflm de mais abrilhantar este seto
digno do msis profundo respeito.
Precisa-ae oe ama ama para lodo o aarv-
co de caaa de pouca familia : na raa das Cruzes
n.22.___________________________________
Alfred Baudoax continua com asa CRcina
de ourivea oa ra daa Larengeiraa n. 7, onda ao
achasempre prompto para fazer qualquer obra o
coocertos da joiaa pelo qae eat habilitado visto
ter retebido ltimamente da Franca ferros o mo-
delos novos. Espera qae seus numerosos fre-
guezes a amigos aonltnuaro corro d'aotas
honra-lo com suas eocommandss.
Pede-se
ao Sr. Sfarinangeli, empracario lyrico,
que anda urna vez nos d o prazer de
ouvir a meliflua vos de sua Eira. Srsr-
na sempre aplaudida operstTRI IA-
TAna quaf ella tanto britha. Isto Ihe
pede us#iBB^dSafsi
Diletanti,

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--rasw:
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SJ.. _


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asa*
1

4
Aula.
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PUMO PfctilUUmug^ (HJfTA^FBilU4>fipjPi40 Jft lW.
_. Metime tem iberU sua tula da ingles na
ra do Hospicio n. 44.
Precisa-te de um portu.uu ptra feitor de
um pequeo aitio, e que teoh i b litante pratica de
plaotegas e jardim : quem
dirija tea ra da Cruz n.44.
Na ra Direita, aobrado deom andar n.33, de-
f'onte do oicho, arrsnja-se comida diaria para
quilimer petaos que queira, tambem ae engom-
aos, faz-ae docea de todas aa qualidadea, tanto
saceos como m calda, fazem-ae bandejas dedt-
ia qualidades de bolinhos com figuras de lin-
e nchar habilitado, dos modelos, tanto pin casamento
scriptorio.
Quem preciaar de urna ima para coxinhar
engommar, ou s para cozint ar, dirja-se a raa
do Imperador o. 54.
Quem preciaar de urna nulber para ama de
homem solwiro ou viuvo.pan cjrinhar com llm-
peza, dirija-ae a ro de Sanu Trierea n. 9.
Msooel Alvea dos Sanie a tai para o Ro de
Janeiro a negocio.
Precisa-t ia pidarta da ra Imperial o.
179, da am meuino de 1S a 14 annoa, para cei-
zeiro. dos ultimoe erogados __ p. Browu. aubdiio iuglm, vai Montevideo
__O eicmo ae paz do 2. d nuncio da (regu
zia'do Recite, t.uio-se mudado para a raa da
Senzala Nova, casa n. 33, ahi coniioa a lavrar
escripluras de compras e vaodat de eacravoa.
Victorino Candiao Pvietra de ttagalhaea,
negociante na villa do Pilar las Alagoas, tendo
TelscOes commerciaes com a iiraj de Pernambo-
co desde 1857 at hoje, conii lerando-ie desqui-
tado de qualquer divida : roga a qualquer um
qu se julgee seu credor a .presentar aeua do-
cumentos no praso de 30 diai, em caaa do Sr.
Ilanoel Jos Hachado, para ncoolinente ser em-
bolsado.
O abaixoaiaigoado faz (cente ao publico e
com eapecialidade ao reapeitivel corpo do com-
mercio, que deiiou de aer cnixeiro da casa de
Silvino Guiberme de Barros. Recite 9 de iunho
de 1862Jos Carlos da Rocha.
Domiogoa Rodrigues a Audraoe declara
qae Antonio Lniz de Aodrade Dio mais seu ca-
xeiro desde 9 do correte. __________________
Domingo fugio um corr pio, de urna casa
da ra da Imperatriz, dirigir..lo-se para os quin-
ases da raa da Aurora : queo o pegar e quizer
reslitui-lo so sea dono, rece :>er-208 de giO-
agio, na meama ra da Imperatriz o. 14, segun-
do andar.
Attenco ao publico.
Quem quizer possuir o meimr dos estabeleci-
meolos de coebeira da ra de Imperador, dirja-
se ao da meama ra n. 12, que achara um eapa-
$oso estabelecimento livre e desembarazado por
wm negocio mui commodo >ara o comprador,
com tres carros novos e 6 ca vellos excedentes,
tado a vootade do comprador.
------------. como para
Dalles, fatem-se pastis de nata, doced'oToa com
eneitee de alfinim para presentes, bolos chama-
dos de S. Joto com ramos, flores, cspellas, le-
tras. a tambem te faz jalaa de substancia.
1:200$, na ra do Qoeimado n. 26 se dir
quem os empresta, garantidos por hypolheca em
casa terrea.
g hnnlul Ha P.ci
I
i
i
I
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fas todas as operagdes desua arl a e co-
ico denlas artificiaos, ludo com -sdeln
rioridade perfeieao que as pssoas-,er.
tendidas lhe reconhecem.
Tara agua e pos dentifieios, etc.
SM3M3MSM M3M9 OHMMMIla
A viuva inventariante do fallecido Manoel
Antonio Torres participa a todos os sfilhsdos de
baplismo do mesmo a se habilitaren) para reco-
ber a dadiva de 20S leixado pelo mesmo ; aasim
convida a quem se achar credor, para apreseutar
suas conlaa no praso de 8 dias para serem pagas,
como tambera todas as pessoas queesto deven-
do ao casal, de as vir satisfezer quaoto sotes-
Para ensinar particular!
Precisa-se de urna pessos competente- 9
) mente habilitada para ensinar primeiras
lettras. latira e mais algum prepralo- *.
, rio : quem se achar celtas coodieces e *&
quizer exercer aquello magisterio diri- y
ja-se a-rua de S. Gonzalo desta cidade g
n. 32, que achara com quem tratar.
Heitor Cordeiro, subdito porluguez, retira-ce
para Macei.
&i(b-Ruada Cruz6
X O Dr. Rocha Bastos
d consaltaa lodosos dias.
Cura radical e em pouco das moles- *
8 Uii syphiliticas e dos orgios genito un- S
narios. *
Consultas de graga das i> as 9 horss da <>
rnanhaa. af$
Casa.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado do caes
de Apollo n. 22, que fica em frente da ponte no-
va, com commodns para grande familia ; a fallar
na ra larga de Rosario n. 34.
m
Arrenda-ss o auto do finado Mtooel Joa
quim do Paraizo, no Bongi, cujo sitio tem boa
casa de pedra e cal, boa cacimba que bebe-a,
com muitos e diverso arvoredoi, baixa para ca-
pim, etem trra para plantar : quem o preten-
der, dirija-se a padaria da ra Imperial o. 51, ou
atrez da matriz de Santo Antonio n. 16, primeiro
andar.
O retratiaia americano
O retratista americano
O retratista americano
O retratista americano.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ruado Imperador
Ra do Imperador.
Novos estylos de ambrotypo
Notos estylos de ambrotypo
Noves estylos de ambrotypo
Notos estylos de ambrotypo.
Multo baratos
Muito baratos
Huito baratos
Muito baratos.
Liodoa cartes de visita
Lindoa cartes de visita
Liodoa cartes de viaila
Lindos cartes de visita.
SUDA EDKfjAO
DO
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo tteuior
1111 i. MU.
Este liTro qae se tem tornado to popular,
quaoto neeessario, acaba de ser publicado com
todoa oa melhoramentos, qae a experiencia e os
progreisos da aciencia tem demonatrado. A no-
va sdiccao em ludo superior primeira, en-
cerr: '
1.* Mais smplss noticiss acerca do carativo
das molestias, com indicares mui proTeitosss
dos medicamentos novos recentemente experi-
mentados oa Europa, nos Eslsdos-Unidos e no
Brasil.
!" n exP0,i?*0 da doatrina homeopatha.
o. O estudo da apropriago dos remedios se-
gundo as predominancias doa temperamentos,
i das idades, dos sexos, e segundo as circumsttn-
cias stmosphericas etc., etc.
4.* A preservagao ou prophilaxia das molestiss
hereditarias.
5." A preservagao das molestias epidmicas.
6. Urna estampa illastrada demoostrativa da
I conlinuidade do tubo intestinal desde a bocea at
o anua etc., etc.
Vende-se na pharmacia especial homeopa-
tmca, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Prego de cada exemplar. ; 20#000
N. B. Oa seohores assignantes queiram man-
dar receber seus exemplares. .
O Sr. em pregado publi-f Sociedaie bancaria.
co que recebeu diflerentes' a^ggvgg^g*& c" "c'm c tomam
qua II ti as para pagamentos de Silvino Guilberme de Erna compra escra-
objectos de sua repartido e ;S" mXSSZf: Da r"do IfflPe"dorn
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que ComPanhia fidelklade de 8e-
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas j
quaes se prova a existencia
deste negocio.
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Joaquim dos Paaaua, ex-professor
do collegio de Berotica, legalmente aatoriaado,
e m aberto as suaa aulas de lalim e francs ra
BIla n. 21.
Freciaa-ae d urna ama forra ou captiva
para cozindar e eogommar em caaa de pouca fa-
milia : na ra da Imperatriz n. 47, primeiro
andar.
Manoel Ferreira da Silva Tarroso, na ra de
Apollo n. 28. saca sobre Portugal por o prximo
paquete ingle?.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. compe-
--------- ------------- tentemente aulorisados pela directora da compa-
. ? da ra das Cruzes n. nhia de seguros Fidelidade, tomam seguros de na-
2, pjtmeiro andar, tinge se para todas v'0, mercadorias e predioa, no seu escriptorio,
sa cores com presteza e commodo preco. n Di'
Ha para lugar tres escravos mojos para qual-
quer servicos e urna escrava, casada qae sabe
vender na raa, mas s se aluga com o marido ;
qnm pretender dirija-se a padaria do mangni-
nho que se dir quem tem.
Joaquim Jua de Oliveira e Souza, risidnle na
Parabiba do norte faz sciente ao respeitavel pu-
blico, especialmente ao corpo de commercio que
de boje em diaote se assigna por Joaquim Jos
de Oliveira Apoiim por haver outros do mesmo
nome.
Precisa-se de um escolente cozinbeiro pa-
ra casa insleza : na ra do Vicario n. 2.
C0MPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada)-
De conformidade com as imtrucces recebidas
da reapectiva directora, taz-sc publico que des-
ta data em diaote sao convidac os os accionistas
desta companhiaa cumprirem com os termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo icsm
publicados.
Escriptorio da companhia, 20 de maio de
1862.
Por procurado de E. H. Braman, thesoa-
reiro.
(Assignsdi)R. Austio.
Aviso,
Pelo presente faz-se publico qae por umare-
aolucao da directora desta companhia lomada
tiesta data tem-se feito a ultima chamada de urna
libra esterlina por cada accio, a qaaldever aer
paga ateo dia 30de jucho do prximovindouro,
no Rio de Janeiro em caaa doa Srs. Haua Mac
Gregor & C na B>hia aos Srs. S. S. Davemport
A C e em Pernambuco no scriptorio do the-
coareiro da mesma companhia.
Pelo presente fica tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou preatacio sa-
tisfeita al o dia marcado pan sea pagamento o
accionista queincorrer nessa falta pagar juros S
rsxao de 5 por cento ao auno sobre tal chamada,
a cootar dease dia at qae se ja realisado o pa-
gamento.
No caso de nao effectuar c pagamento desta
chamada dentro de tres mez< i contados do dia
cima Qxado para o embolso da mesma, ficaro
as ac(es que iocorrerem em tal falta sujeilaa a
serem conflacadaa, segundo is disposices dos
estatutos a este respeito.
Por ordem dos dire:tores.
(Assigoado)N. H. Bellarmy, secretario.
199Gresham Houie, Od Bnrd Slreete.
Jos Gooctlves Perreira Costa, tem
ama casa acabada de novo para alugar,
com duaa salas, quitro quarloa e cosi-
os fra, cuja casa de esquina e tem
janellae em todos os quartos : oa ra
da Fuodco em Sanio Ami ro.
Perdeu-se hootem (domingo 8) urna argola
de ac, contendo tres pequeas chavea de gaveta
e ama da relogio: quem a llv >r echado fara o
favor entrega-la na ra da Concordia n. 12, qae
ae gratificar sendo iodigeote.
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
O dentista Numa Pompilio planti deste*
,.;.. pn ,..o,,r a ligia
ar, dmtes iocorrurtiveia sobre
rli-
presiao ou
ouro, ayalema
norte-americano e faz todaa asoperaces de sua
srta e com promptido e limpeza
Precisa-se de l:Ou0j) por 6 mezes, dando-se
garanta em predios oesta pra$a a vootade : quem
este negocio quizar fazer, annuBcie para ser pro-
curado. r
Gabiaete medico cirurgico.1
Ra das Flores n. 57. m
Serodadssconsaltas medicas-cirargi- 1
9 cas pelo Dr. Estevao Cavalcsnti de Alba- 5
qaerque da 6 as 10 horas da manhia, ac- 2
fj cudindo aos chamados com a maior bre- A
aj vidade possirel.
f 1- Partos.
0 2.* Molestias de pella.
8.* dem do olhos.
*den>,losorgaosgenitaes. m
sj frailear toda e qualquer operacao em a
aj aeu gabinete ou em casa dos doantes con- !
a^ tormo Ihes fr mais conveniente.

Vaccma publica.
Graaaando presentemente com alguma intensi-
dada a vanla neeta cidade, o commissario v.c-
einador lembra aoa chefes de familia qe. pelo
regalamenio de 17 de agosto de 1846, sao obri-
gadoiii apresentsr resta rep.rti5ao todas as pes-
soas qae nac. tirerem lido bexlgas n.turaes. ou
culagao do fluido vaccinieo, iato dorante esqua-
las e domingos, no torreao da alfaodega, das 8
s 10 horas da manha, e nos sabbados, na casa
de su. reaidencia, segundo and.r do sobrado da
LB,.S!Lre,, lo Rosario n. 30. Recife 2 de junho
Gasa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Este estabelecimento j bem coohecido, econ- guia de ouro da
eeituado nesta provincia pelos relevantes sarvi- 9re,P *
Perdeu-se!!!
Onem tiver achado desde a repartlco do sello
at a esquina da raa de S. Francisco a dahi at
casa abaixo meocionada, daas letras, aceitaa
ambas por Placido Ferreira de Helio, sacadas em
19 de maio, urna a tres mezes e outra a cinco,
ambas de igual quantia de 264$680, e quizer res
titui-las ao seu propretario, podo leva-las roa
larga do Rosario n. 24, loja de joias, que ser
recompensado, certo de que nao pode servir a
quem as tiver achado, visto que esl&o tomadas as
cautelas legaes para nao serem pagas pelo acei-
tante.
Toda attenco.
r
Custodio Jos Alve Gaimares avisa ao rea-
peilavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que. se madou da loja da
ra da Csbug para a ra do
provincia pelos relevantes' servi- ure,P <> Para ben> conhecida a amiga loja
gos qua tem prestado, contina as melhores con- de miudezas que foi do fallecido Joio Ceg, hoje
dices debaixo da direegao de aeu proprietaiio conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
receber doentes de todas as classes-os quaes se- reiPeilavel publico e aos seus freguezes e amigos,
rio tratadoa com todo e zelo e icteresse pelos qu0 1ueiram Procurar no dito estabelecimento,
presos seguinles
Primeira classe.... 30000ou nuil.
Segunda dita...... 25 Tercetra dita...... 39000. I>
Em qualquer das clatses os braaoi aro se-
pTrfn_ do negro*. Oa alieotdoi de,"Jf.f e .-
clasae nao turio oagario a aendo futiosos psgaro maia a qaarta parte. Os
alienados da 1.a classe pagaran segando o ajuste.
Joao da Silva Ramos,
medico pela Unlversidade
de Coimbra,
di consaltaa em casa, dss 8 s 10 horas da ms-
nha, e presta-ae a qualquer chamado com a bem
conhecida promptido.
Precisa-sede um caixeiro Porluguez de 14
a 20 aonos de idade, e que teaha bastante pralica
de taberna : em Pora de Portas, ra do Pilar, ta-
berna n. 84.
onde acharo um grande aortimenio de miudezas,
que affianca servir bem e vender por menos dez
ou viole por ceolo. do au em outra qualquer
parle.
9
Deaappareceu no dia 5 do corrente, do sitio
do Sr. L. A. Dabourq, na Cipunga, am cavallo
alaiao pequeo, clinaa e cauda da mesma cor.sem
andares, magro: roga-se as autoridades compe-
tentes, ou a quem o apprehender, de o levar ao
seu dito sitio, ou ra das L*rangeires n. 7.
Aviso.
Precisa-se para as o
bel, dous cravadorea
commodado8.
tas da ponte de Santa Isa-
bons, que sejam bem ac-
Offerece-se ama ama de maito boa conducs
para casa de familia ingleza : quem a pretender,
dirija-se a esta lypographia, que l achara em
carta fechada onde ha de procurar

9 O Dr. Carolino Fren-
cisco de Lima Santos,
madou-se da ra das 9
41 CTuzes para a do Im-
fj perador, sobrado n. #
17, em frente da igre- 9
m ja de S. Francisco, on- 0
9 de continas no exerci- aj
m ci de sus prossao d
aa medico. m
Uma pessoa convenientemente habili-
omS7nDor-vccSio.NdoPr0?.'." D" FerD"de,> ^ <***"?* P* ^ >*"
9oes commerctaes por partidas smgellas
Antonio rimo dos Santos, aubaito portugu
tira separa o Pr-X
Cear e Uaranhao.
tetira ae para o Para com "eca'la'pii Yarlib!
ou dobradas
93.
a tratar na ra Velha n.
%&
IIVTERNATO
DE
8
S
3-llt 4WtMlta U Francisco Pialo Ozono eos liosa a eoi_ $
locar deatea artiflciaestanto pc meio do
IgEstabelecido rio lugar da Capunga, um dos arrabaldesE
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
siikmm mmrn m &mm,
O director do intrnalo de S. Bernardo nao tendo evitado esforcos nem aaerifi.
cos para proporcionar sos aeua alumnos ama perfeila educado phisica, moral,
kmh Kh''10"',0 ceBdo"lh6,umah,bit,SocoB1 lod" condicea d<
intel-
bndade, habea professorea qae sao solieilos em prepara-loa convenientemente ao Um
a que se deslinam, medico pralico que Ihes faca comprehendor os preceitoe da hvgiena
e Ihes cure aadoencas e finalmente um aacerdote illuatrsdo e honesto qae Ibes expli-
que os principios da rehgiio chrlstaa, espera qae aasim constituido nao deixari o seu
estabelecimento de merecer dos Srs. pses de familias o auxilio e coofiaoca com que i
alguna o tem honrado ; e Ihes roga, bem como a todaa aa pessoas ioteressadas. que aa
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
goMMunm mmm mmmm
i Saques sobre Portugal. 8
5. O.abaixo assigasdo agente do Banco S
Mercantil Portaense nesta cidade, ssca jp
effectivsmente por todos os paquetes so- ]
bro o mesmo Banco para o Porto a Lis- 9
g boa, por qualquer somma avista e a pra- S
zo, podeodo logo os saques a prazo serem 8
descontados no masmo Banco, na razo S
de 4 por canto ao anoo aoa portadores
que assim lheconvier : nss russ do Crea- ]
po n. 8oa do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Caalro.
M ttSS#r55fCttW5it -flHMKM 6HMN
Fogode arti-
ficio.
O bazar da raa do Imperador n. 6 anda a
agencia da muito acreditada fabrica da viuva Ru-
fino, aonde ae tomam todaa e quaesquer eocom-
meodaa em ludo o que for relativo a sua arte, as-
seguraodo-se nao a a melbor execucao na con-
feceo doa artigoa, como a maior modicidade ooa
seus pregos. Nesta mesma casa ha sempreum
portador para (azer a condnecio das encommen-
das, evitando assim os (retes que a distancia das
fabricas acarretam aos senhores compradores.
molas como pala preaao do ar, ato re-
cebo paga alguma aem que as otras nao
fiquem a Tontada de aeua doi os, toso p4s
outrasprepanajeaunais acraditadaa
daboccau

onde sempre encontrarlo franco in-
diguem da visitar o mesmo sea estabelecimento
gresso.
O follMioitMi a sea sede nss elegantaa a eapaoosas propriodadta da Sr.* Ti?a
Uaoerre o dos Srs. Roberto A Filho, Capuoga Velha.
Com o fim de tornar mala brevas e commodas as communcaces dos Srs pata
correspoideotea, o director Ihea avisa qae as encommendas e todas aa correaponden-
cas poderla ser eatregueina casa de residencis do sea irmao o Dr. Pereira do Csrmo
oa na loja do Sr. Joaquim Ferreira da Coila, raa Nova n. 56.
A9 publico! I
Olegario Saraiva de Carvalho Neiva, declaraie-
respeitavel publico e especialmente so respeiiao
vel corpo de commercio, que em virlade de su
concordata judicial peraote o Illm. e Exm. Sr.
Dr. juiz de direito especial do commercio, cele-
brada em 24 do mez prximo passado, foi em-
poasado do seu estabelecimento de fazendas
siio na ra Nova n. 42, defronte da igreja de Nos-
sa Senhora da Conceic&o dos Militares que gy-
rava sob a firma social de Tertaliaoo Candido
Ramos & C, ds qasl o abaixo infra era socio, fl-
cando o dito Tertaliaoo Candido Ramoa desliga-
do da dita aociedade ; oulro sim, o abaixo asig-
nado protaata receber segunda vez de seas de-
vedores que pagsrsm, e o pagarem depois do
seu protesto failo no auno prximo passsdo no
Diario d Pernambuco; e finalmente pede en-
carecidamente a todos, oa aeas devedorea qae
venham pagar suas contas dentro do prazo de
trinta dias, e depois 'desta data em diante en-
trega ao sen procurador par* cobrar judicial-
mente.
Recife 9 de junho da 1862.
Uma pessoa convenientemente
habilitada se propSe a ensinar fora da
praca primdMS letras, latim e francez:
a tratar no pateo do Ter^o n. 33.
I 0 atado '
mt mnocenao Serfico de Assis
^ Carvalho transferio o seu escrip-
1 tono para a ra do Imperador
outr'ora do Collegio n. 50, pri-
g meiro andar, onde pode ser
S procurado para os misteres de
JS sua profissao desde as 9 112 ho-
. ras da manliaa ate as 3 horas da
i tarde.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos rmateos do caes do Ramos na. 18 e 36 e
ns rea do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemente cbegsdo a 145 a lata de 5 gales,
assim como latas da 10 e de 5 garrafas a em
garrafas.
Casa de saude
DO
[Dr. Ignacio Firmo Xavier.
HA
PASSAGEM DA MAGDALENA.
A tratar para a entrada dos doantes
com o mesmo Dr. roa nova da Santa
Rita n. 7.
Carvalho, Nogueira C,
eRezende C.
Sacam sobre Lisboa e Porto, na ra do Vigario
o. 9 primeiro andar, e raa do Brum n. 58 ar-
mazem. '
No vidade
Amendoaa coofeladas, sortes das mesmss, pa-
pis com estalo, todo muito novo, vende-se por
menos do qae em outra qualquer parte : na ra
a Senzala Nova n. 30.
Attenco.
Antonio Cosario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n. 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Seraflm de Souza subdito porluguez reti-
ra-se psra o Para.
D. Mafal la Anguila Pereira de Parias pro-
fessora particular mudou sua aula para o pateo
do Tere, onde continua receber alumnas ; os
pais que se quizerem utilisar de aeu presumo'a
pode procurar no mesmo pateo n. 1, sexuado
andar.
Alugo-se p caaa terrea Oa ra do Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luii de Oliveira Azevedo.
Em Lus at feveieiro 00 aneo de.1859 fuaio
do mosteiro de S. Bento da Parahiba, o eacravo
Angelo, cabra, e hoje de idade v25 anooa, altura
regular, com tres dedos aleijados da mo esqner-
da, beigos grossos com um dente quebrado na
frente da parte de cima, anda calcado : consta
andar pelo Recife trabalhando de pedreiro, e que
j Irabalhou na estrada de ferro, mas nao Mona
esse officio : portanto roga-se as autoridades po-
ciats ecapitesde campo para o prenderem e
Invarem-no a ra da Aurora casa do Sr. Domin-
gos Antunes Villaga, que sero recompensados
pelo mesmo senhor.
Arrenda-se o primeiro aodar da travesaa do
Campello n. 4, no Recife, propria para escripto-
rio on pouca familia.
Aluga-se o lerceiro e quai lo andares do so-
brado da ra do Trapiche n. 12: a tratar na
mesma casa;
Alfonso do Reg Barroa declara que nada
deve a pessos alguma nesia praca, como tam-
bem que nao se respoosabiliaa por qualquer de-
bit que for conlrahido em aeu nome.
Precisa-ae fallar com oa lilms. Srs. abaixo
mencionados, a negocios de seus ioteresses : na
ra do Amorim n. 36, segundo andar:
Padre Ignacio Antonio Lobo.
Pranciico Gomes Ferreira.
Joao Ignacio Avilla.
Joao Xavier da Silva.
Jarooymo Pinto de Souz.
Manoel do Rosario.
Joo Valenlim Dias Vilells.
Manoel Ferreira Lima.
Joo Ferreira da Fonseca.
Antonio Frsoclico Brinco.
Tenente Uenrique Duarte Costa Gama.
Padre Veriasimo (ex-capello do 4o batalhao de
arlilharia a p e da ilha de Fernando.)
Beoio Jote da Silva Magalhaes, cidauo
brasileiro, retira-se para iDglsterra.
Escriptorio de advocaeiaj
Rvia do Imperador n.
37,j>rimeiro andar, a es-
qurda. .
SNeste estabelecimento trabalha o advo-
gado Joaquim Borges Csrneiro (gradeado
em direito pela faculdade do Recife) des-
de aa 9 at aa 3 horas do dia.
-j Advoga em todos os juizos a tribun-.es fi
desta pragi. e entarregase de negocios I
jrj, para o interior da provincia, principal- i
mente para aa comarcas de Santo Aolo,
Rio Formoso, Bonito, Nszsreth e Goianna. fi
Recebe gratuitamente as cautas dos-
desvalidos, nao podeodo cada qual tra-
zer mais de uma qaesto por vez.
No meimo ettabelecimento solicitam-
se ttulos e patentes de empregsdos p-
blicos e officiaes da guarda oacional do
interior, mediante mdico ealipendio.
Em tua falta e impedimentos sera
_ substituido, nos negocios civeis, pelo Sr.
Dr. Joaquim Jos da Campos, e nos do.
Scrime pelo Sr. bicbarel Jorge Dornellas
Ribeiro Pessoa.
Attenco.
s
Precisa-se alugar uma eicravtPfara o ser rico
de pouca familia : qaem tiver diri-
l.'de ama casa _
| ja-se a o armazem do gaz n. 31,
. rador.
na raa dolmpe-
A Sra. Uiunab Gee. tubdita ingleza, retira-
se para Inglaterra no vapor jptfn Paran.
I George B. Le Havre, subdito britannico
val para Earopa.
Manuel Ferreira da Silva Ramos, subdita
portaguez, retira-ae para Lisboa.
Compras.
- C >mprnm-ie acces do novo ban-
co de Pernambuco na ra da Cadeia
do bairro do Recife n. 22.
Compra-ae m pelo o* meta idade, da
bona costames e proprio para sito, ama eterava
qae saibs coser e eogommar bem : aa ruada Ca-
deia Velha n. 35.
Compra-ae cooatantemente latao vilho aco-
bre : na ra da Imperatriz n. 65.
Compra-te am cyliedro para padaria, em
bom uso: ns raa do Imperador, loja n. 59.
Compram-ae duas vaccaa, garaniiodo-se tres
garrafas de feite para cima ; quem aa tiver pode
dirigir-se a raa da Concordia n. 34.
Compra-se ama casa tarrea em bom estado
o boos commodos, tendo quintsl, cacimba a por-
tio, as ross dos Mariyrios ou Hortas : quem
quizer vender, anuuncie por este jornal para ser
procurado.
- Compram-se aeges da Companhia da Bo-
beribe : na raa do Creapo o. 25 A, ae dir quem
compra.
Vftiida&.
VENDE-SE uma mobilia de amarello no-
va, contendo as seguintes pecas: um sof, 12
tadeiras, 2 ditas de brago, 2 de btlsoco 2 conso-
los e mesa de meio de sala : para ver na ra Di-
reita n. 127, segundo andar, e psra trstar neata
lypographia.
Tapetes parasala
(3,000 rs.)
Ra da Imperatriz n. 48, juato a padaria fran-
ceta, loja do Porto.
5,000 rs.
Chales de merino estampados muito grandes :
na ra da Imperatriz n. 48, jauto a padaria fran-
ceza, loja do Porto.
AtteiMjo.
Aos senhores advogados e
acadmicos.
Na ra do Imperador n. 67, vendem-se obras
de litteratura e de direito ; livros de nm senhor
advogado que retira-se para o centro.
Milho, farinha e farelo.
Vende-sa milho muito novo em saceos gran-
des, farelo e farioha por prego commodo : na ta-
berna graode da Soledade.
Nova attenco.
O vigilante acaba de receber novo sortimenlo
diversos objectos que se veodem por manos
por canto ao qug am outra qualquer parle.
Siutos para seuhoras.
R-lialatlmos aintoa dourados, pelo baratiasimo
prego de 2J, o com tivela ao lado a 4*. aasim co-
mo da tita de seda ou velludo a Sf : s no gallo
vigilante, roa do Crespo n. 7.
En'eites.
Vendem-se os riquissimos eofeites de caneca
com franja e vidrilho a 5, ditoa sem franja a 3tf,
ditos traogadoa a 20500, ditoa de lago de fita e
bico de seda a 2f: s no gallo vigilante, roa do
Creapo n. 7.
Fivvlasparasinto.
Riquissimas fivelaa do ago com madreperola no
centro a I92OO. ditas de madreperola a 320, ditas
douradinhss a 340 : no gallo vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Vidrilho.
Lindos vidrilhos pretos e de cores, pelo bsra-
titsimo preco de 1J600 a libra : s 00 gallo vigi-
lante, rus do Crespo n. 7.
Para entreter o tempo.
Os lindos jogos de dminos a 1JJM00, lindas cai-
xinhas com jogos de vispora a 900 rt.: s no gal
lo sigilante, ra do Creapo n. 7.
Vende-ae, Iroca-se ou arrenda-se o enge-
nbo Junqueira, silo na comarca do Cabo, fregue-
zia de Santo Anto : quem quizer f destes negocios, dirija-se a raa da Moeda dc,
seguudo andar.
Fundicao da Au-
rora.
Nesta grande e bem montada fabrica de machi-
nismo, a meis antiga no imperio, continua-se a
execalar com a maior preateza e perfeigao en-
commendas de toda a qualidade de machinas usa-
das no paiz, tendo sempre prompto o segainte :
Grande sortimenlo de moendas d canna de
todoa os systemas e tamaohoa.
Machinas de vapor da diversas qualidades.
Tajxas fundidas e batidas.
Crivos e boccat para foroalhas. _
Bronzea e aguilhoe*.
Rodas, rodelas e rodas d'sgua.
Guindastes Cxos e portatis.
Machinas de cylindros para padaria.
Sertas de ago para serrara.
Fatezas para barcos, etc., etc., ludo por prega
que bem convida.
No amanbecer do dia aabbado 7 do corre-
te, furtaram do lagar denominado Estrada Nova
tros caralloa de cangalbs, sendo um csstanho
andrino, quaal preto, graode, ferido na earnelhe
f n" co,lel1" do lado direito tam um ferro, cor-
tado de peitoral ; outro castaoho qussl amarello
* ps calcados, arrasta oa cascos, uma estrella na'
testa, seguida da uma luir estreita. de boaa car-
nea bem feito, o ultimo caalanho, pequeo
cortado de peitoral. com ama pequea bellide e
um p calcado : qaem os entregar oa dar no'ti-
eas exactas do lugtr onde ellet aa acharam, re-
cebar grande paga no engenho Sania Cras, na
fregoezla da Laz, oa no Recife na raa do Lira-
mento n. 36, segando lodar.
.~ 5*?f"T2"TS "" tr*D'bdor ae asaeira"
na padaria da Cspunga.
6,000 rs.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA.
Ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria fran-
ceza. loja do Porto.
Fil
a 400 rs. a vara.
Na ra da Imperatriz n.
franceza, loja do Porto.
?8, junto a padaria
laias de musselina
a 3^200.
Manteletes.
.-M,nll**s de grosdenaple preto a 10, 15, 20 o
; na ra da ImperatiU n. 48, juaUo a padaria
fraoceu, loja do Parlo.
.
f ~ amf -------
1 **> ^asaw > ....


-------------'
DiAAi Di PKUUlIftUGO. ~ QUAftTA fWU U J
1861.

'
*
Ctisas-ingiero
Veudem-se fuperiore esmisas inglezs con
pregM larga* pe'0 baratiseimo preco dn 3tt a du-
zia : na loja da boi f, na ra do Qu simado nu-
mero .
Hicas golliohas epimhos
com botoes
Vendam-ie ricas gollinbas 6 pannos de cam-
braia fusto ricamente bordadas con lidos bo-
Idos, polo baratiasimo proco de 2* cada guarni-
co : 4 /iw do Queimado n. 22, aa loja da
Para doces seceos,
Vendam-ae multo bonitas eaiziobas redondas,
de madeira, de diseos lmannos, forradas de
papis de cores, muilo lindas, propriss uoica-
menle para docea seceos de qualquer qualidade,
pelo barato proco de 4, 5 e 6$ a dexia : na rea
do Queimado, na bem conhecida loja de miude-
zaa da boa (ama n. 35.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linho com du s varas de
largura a 20400 a vara, atoalhado da linho ada-
mascado com duas larguras a 89500 a vara, brim
branco do linho multo superior a lg 140 a vara,
dito de corea, fazenda mullo auperior a 19, dito
pardo do linho puro a 800, 1J o 1&200 a vara, di-
to do qoadrinhoa multo proprio para calcas, ja-
Saetas e paletots pera meninos s 200 rs. o cova-
o, gangas francesas muilo superiores a 400 rs. o
corado, cambraiss francezaa muito finas a de
muilo bonitos padrees a 260 e 280 o covado,
cambraia lisa muito fina a 4f, 5 o 6 i peca com
8 1[2 Taras, cambraia com aalpicoa tambem com
8 l[t varas cada pecaa a 4 $500, dita ni ni lo supe-
rior o malhor que ha nesle genero a 11 g500 a pe-
a com 17 Taras, ou a 800 rs. a Tara, chitas fran-
cezas de mnito boas qualidadea e de lindos pa-
drees a 240, 280, 300 e 320 o covado, 0 da li-
nho liso muito fino a 720 a vara, tarlalana bran-
cae de corea a 760 a Tara, toalhas de linho para
mos a 79 a dnzia, ditas pelludaa mui o superio-
res a ItJ a duzia, golliohas de cambala borda-
das a 800 rs., manguitos e gollaa de c imbraia ri-
camente bordadas a 29 o par de mar gitos com
nina golla, lencos braocos muito oom com bico,
renda e labyriolho a 1g280 cada um, ditos de
cambraia de linho para algibeira pelo aaraiissimo
preco de 4, 5 e 69 a duzia, o assim um completo
sortimento de fazendas de todas as qualidadea,
que sendo s dinheiro vista se vender >o por pro-
cos mui baizoa : na bem conhecida lija da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Para S% JooeS. Pedro.
Veddem-ae caixiohaa com grande porfi de
eoendoaa confeitadis, e alguna confeitos pro-
pios para o festejo de S. Joao e S. Podro, palo
barato prego de 800 ra. cada urna : na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miudezas
ds boa fama n. 35.
Camisas e ceroulas
Vandem-ae superiores ceroulas de 1 oho muilo
finas pelo barato proco de 269 a dnzia, ditas tran-
cadas de algodio, maa de muito boa qialidade, a
179 a doria, camiesa brancaa francezaa a 229,249,
26 o 309 a duzia, ditas para meninoa a 28$ a du-
zia, ditas psra bomam com abertaraa de corea a
229 a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado o. 22.
Manguitos com golliohas.
>"nde-se manguitos com gollinhai;, fazenda
muito boa, pelo barato preco de 2$00C, gollinbaa
e {mohos ultimo gosto a 2&U00, golliohas muito
finas e bem bordadas a IgOOO cada urna na ra
de Queimado loja de miudezas da 3oa fama,
D. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pegas ce liras bordadas de 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 entremeioa a I96OO e 29000
cada pe^a na ra do Queimado loja do miudezas
da Boa fama, o. 35.
fioaecas fraocezas.
Vende-se bonecas francezss ricamente vestidas
49OOO e 59000, e 2|000 bonecas de cora com os
olhos re ovedgos a 28000 e 39000, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para si utos.
Vende-se relas de ac para ainto a I$500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama. n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120rs. cada urna apa de ac
para bajo a 160 rs. a vari, baodea a JS500 ra. e
29OO o par, na ra do Queimado loja di miudezas
da Boa fama. n. 35.
Cascarilhas de sed i.
Vende-se cascarrilhas de seda para enfeitar
vestidos a 2J-000 a pega na ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha paraquim padece
de erysipela a 159000 o par, meias de aeda preta
para senhora a 1(000 o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatoriis de vidro a lp6C0 r., ditas
com mangas propriaa para rapazea a 4&500 ra.,
cada urna, escarradeiraa de vidro a 49500 rs.
e 59090 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da Bds fama, n. 35.
Perfumaras muito l as e
baratas.
Opiata ingleza a 19500 ra, dita franceza a 500
rs., 640, I9OOO. oleo da aociedade 1 ygienique
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 ra. o frasco, agua balsmica
para oa dentea a 1*000, dita de Bolot tambem
para os dente a IgOOO o frasco, pomsia france-
za em pios a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabooetes
muito uno a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
e. 35.
A 200 rs ,so pavo.
Vende-ae chita franceza escura de cor fixa a
dous tosidas o covado: na ra da Im jeratriz o.
60. loja e armazem do pavo.
A 2#500,sopavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tsrlatsoa brincos e
de cores, com barras e babados a 3;: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo de
Gama & Silva.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-se sa mais modernas a fioistimas la-
zinhaa de quadrinhos e de flores sola5 e palmi-
chas, desembarcadas do ultimo navio viado do
Havre,pelo baratiasimo prego de quinientos ris
o covado, e dao-se as amostras com ptohor : na
roa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma fe Silva.
Cabaias hespaoholas, oa
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se esta nova fazenda de padrees delica-
dissimos com 4 1)2 palmos de lsrgurn, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o cevado: na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armaz< ra do pa-
vo de Gama & Silva.
AUencao
dos senhores boticarios.
E* chegado pelo ultimo navio um grande sorti-
mento de drogas dos Srs. Lanman & Kemp, in-
clinado a salsa parrilha de Briatol, pastilhaa ver-
mfugas, peiloral de Aoacoberita, pilulaa de Hat-
chins, e bittars de Hoaieller : os senhores boti-
carios que precisaren) destas drogas, encontraro
no armazem de Henry Forater & C, ra do Tra-
piche n. 8.
cabadechei
gar ao novo
ariTHzeni
DS
J Bastos k Rego\
_ Y tmn \Aira nnln PnilAA*AA '
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfm.
Acabara de obegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
novo
tara brinquedo de S.
Joao.
Conlinua-se a vender amendoas pelo barato
prego de 640 rs. a libra, na roa Velha da Boa-
Vista n. 33, ra do Rangel n. 9, defronte a esta-
os o dsa Cinco Pootas n 140, ra Augusta, esqui-
na do becco do Marisco n. 1, ra do Crespo nu-
mero 7.
Chegfm ao gallo vigilan-
te que est torrando
como sejam.
Franjas.
Rtquiasimas franjas de aeda de lindos gostos
pralsa e de corea pelo barilissimo preco de 200,
300,400 e 600 rs., dita preta com vidrilho a 400
e 500 ra. : s no vigilante ra do Creapo n. 7.
Fitas.
Hiquissimas para cinteiros s 800, i$ e 13500
a vara, ditas com um pequeo toque a 400, 500 e
600 ra.: s no vigilante ra do Creapo n. 7.
Bicos.
Riquissimos bicos de seda de largura de 1 de-
800, 1 e
e 200
do a um palmo a 100, 200, 300, 400,
lpOO a vara, ditoa de lindaa cores a
ra.: s no vigilante ra do Creapo n.
100
7.
Botes.
Grande Sortimento de botoes de todas as qua-
lidadea por lodosos precos, ditosamarellos mui-
lo lindos proprios para booets a l;50O s groza :
s ni vigilante ra do Creapo n. 7.
Franjas de linho.
Grande sortimento de franjas e galozinboa de
linhoa pelo baraiisaimo de 80 a 100 rs. a vara,
dita para cortinado a 25(00 e 30 a peca : a no
vigilante ra do Crespo n 7.
Borzeguins ingleza.
Ni ruada Imperatriz n.lO defronte da boneca
loja do Pinto, recebeuse pelo ultimo vapor um
grande sortimento dosj bem acreditados bor-
zeguintioglezes que vende-ae por 10} e 119, di-
nheiro logo contado.
Vende-se um balco de amarello enverni-
sado com vidros, e proprio para qualquer esta-
belecimento, muito barato, aproveitem a pe-
chiuchi : oa ra eslreita do Rosario n. 25 loja de
funileiro.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
cha, vendem-se semen tes de bortalices viudas de
Liaboa.
Muita attenco.
*
Na loja de Silva Gardozo, ra do Im*
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
la ra Nova jonto a Con ce i cao
dos Militares n. 47.
Dm grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcado a e fasendas e todoa
estes se vendem por precos muito modi-
Ocados como i de aau costume, assim co-
mo sejam sobrecasacos de superiores pan-
nos o cssscos feitos pelos ltimos figuri-
nos a 169,289, SO e a35. paletots dos
masmoa pannos preto a 16f, 18|, 20 e
a 24, ditos de casemira de cor mesclado
e de noToa padroes a 14. 16, 18, 20
e a 24, ditoa de casemira de cor mes-
clado e de novoa padrees a 14J, 165, 18,
20 e 24|, ditos saceos das meamaa ca-
semiras de coreas 9, 10, 12 e a 14g,
ditos pretos pelo diminuto preco de 8,
10 e 12, ditos de sarja de seda a so-
biecasacados a 12f, ditos de merino de
cordao a 12, ditos de merino chines de
aparado gosto a 15, ditos de alpaca
preta a 7f, 8, 9 e 10, ditos saceos
pretos a 4, ditos de palha de seda fa-
zenda muito auperior a *5>500, ditoa de
brim pardo e de fusto a 3500, 4 e a
45500, ditos de fasta o branco a 4, gran- ]
de quantidade de calcas de casemira pre- ea
U e de sorea a 7, 8, 9f e a lOf, ditas R
pardas a 3e a 4, ditas de brim de co- j
res finas a 2*500, 8, 33500 e a 4f, ditas ?
de brim brancos finas a 4|500. 5, 5J500 f
e a 6, ditas de brim lona a 5 e a 6, m
colletes de gorguro preto e de cores a 1
5 e a 6, ditoa de casemira de cor e pre- I
tos a 4500 e a 55, ditos de fusto branco St
e de brim a 8 e a 3*500, ditoa de brim O
lona a 4, ditoa de merino para luto a 4)8
e a 418500, calcas de merino para luto a f
4500 e a 5, capas de borracha a 9000. M
Para meninos de tolos os lmannos : al- 9
ca de casemira preta o de cor a 5, 6 e I
78. ditas ditas de brim a 2g, 8g e a 3b00, S
paletots saceos de casemira preta a 6 e m
a 7 ditos de cor a 6 e a 7, di- S
toa de alpaca a 3, sobrecasacos de pan- If
no preto a 12 e a 14. ditos de alpaca
preta a 5, bonete para menino de todas }j
; as qualidadea, camisas para meninoa de o
1 todoa oa tamanhoa, meioa ricos vestidos S
de cambraia feitos para meninas de 5 a i
8 annos com cinco babadoa lisos a 8j e S
a 12, ditos de gorguro de cor e de lia
a 5 e a 6, ditos de brim a 3, ditos de
cambraia ricamente borbadoa para bapli-JK
sados e muitaaoutraa fazendas e roupas I
feitaa que deizam de ser mencionadas
pela sua grande quantidade ; assim como
recebe-se toda e qualquer encommenda
de roupas para ae mandar manufacturar
e que para este fim temos um completo
sortimento de fazendas de gosto e urna
grande officina de alfaiate dirigida por um
hbil meatre qae pela sua promptidao c
perfeico nada deiza a desojar.
Rival
sem segundo.
Na rus do Queimado n. 55, defronte do sobrado
nevo, loja de miudezaa de Joa de Azevedo Maia
e Silva, est queimando tudaa as suaa miudezaa
pelos presos que abaiio ae declara, pois a quadra
boa para apreciar:
Duzia de malas cruss muito encorpadas a 2400
Dita de ditas brancas, muito boas a 18600
Dita de ditas cruas muilo fioas a 4$000
Dita de ditas brancaa para senhora. mul-
to finaa a sjooo
Carriteis de retroz de todae aa corea a 280
Grozaa depennaa de acode todas aa quali-
dadea a
Dita de ditaa calllgvaphicas
Nvelos de linha muito grandea a 60 o
Caizaa de agulhas perfeitaa a
Baralhoa portuguezea a 1X0 e
Groza de botoea de osso pequeos pas
calcaa
Teaouraa para unhaa mnito auperior qua-
lidade a
Ditaa para costura muito finas a
Dilaa pequeas porm finas a
Baralhoa francezea muito finos a
Agulheiroa com agulhas superiores
Canivetea de aparai pennas de 1 folha a
Pares de sapatos de tranca de lia a
Cartea de alfiaelea francezee a
Pares de luvas brancas de algodio a
Escovas para limpar denles muito fi-
nas a 200 e
Masaos ds grampoa de todaa aa quali-
dades a
Dedaes com fundo de ac a
Caizaa com colietes francezea a
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta auperior a
Areia preta multo fina a libra a
Labyrintho por todo preco, '
Vara de franjas largas brancas a
Pides de nova invengao para meninos a
Linha branca do gas pelo preco j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outraa muitaa miudezaa
que i vista far f pelas snas boas qualidades e
precos entao nao fallemos.
500
1600
120
160
160
120
400
400
200
240
80
80
lf280
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-se na loja d'agara branca mui bonitas
eacarradeiras de vidroa de cores a 4500, 5 e 6,
assim como palmatorias de vidro lapidado com
mangas bordadas a 45O0 cada um : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acba-se um completo
aotlimento de meias de todaa as qualidadea a
precos, sendo para homens, senhoras. meninoa
e maoinaa de 6 mazea a 12 annos. Enoumerar
os differentes precos contundir o pretndeme ;
aaiim qoem ae quizer convencer de quio baratas
se esli ellas vendendo, dirigir-te com dinhei-
ro i dita loja d'aguia branca na ra do Queimado
numero 16.
13
Bom e barato
S no Torr
Largo 4o *K
_~rr
13
O proprietario deste estabelecimeoto est re-
sollido a rendar os gneros muito maia baratos
do que em outra qualquer parte, manreiga ingie-
ra a 15 e 15120 a libra, dita franceza a 680 e 640,
baoha de porco refinada a 400 ra. a libra, queijo
do aerlao a 560 a libra, ditoa do reino a 1J800 e a
28400 cada um, meias latas de sardiobaa de Nan-
tea a 400 rs., sao muito novas, e vendem-se ou-
tros moitoa generoa que se torna enfadooho men-
ciooa-lns, a dinheiro contado.
Superior sebo em velas e em
pes, ca'xas de urna
arroba
Vendem Antonio Luiz deOliveira Azevedo &
C, no seu eseriptorio ra da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira A-
zevedo & C, no seu eseriptorio ra da Cruz n. 1.
I
1
i
s
Coraes lapidados.
bao grossos que admira.
A loja d'aguia bronca acaba de receber urna
pequea quantidade de coraes grossos lapidados,
os quaes aervem para aa voltas que ltimamente
usam as senhoras, e est vendendo cada fio por
2, 25500, 3 e 4 : na ra do Queimado, loja
d'aguia branca o. 16 : assim como receben maia
a bonitaa pulseirat de mitaaugas.
Vende-se urna bonita escrava ce 23 a 24
annos de idade, propria para todo servico : quem
a pretender dirija-te a ra da Praia n. 31, pri-
meiro andar.
Grande california.
Na ra Nova ni 42, loja de fazendas, defronte
da Cooceicio dos Militares.
Attenco e attenco!!
Na ra Nova n. 42 loja de fazendaa defronte da
Conceicio dos Militares, vende-se fazendas por
toda o prego para liquidar.
California de fazendas ba-
ratas :
na ra Nova n. 42, por todo e qualquer preco*.
Saias de baldo.
Sao chegadas as commodas saias de bailo, de
arcos de differentes tamanhos, de 8, 10 e 12 ar-
cos para meninaa, de 15, 20, 25, 30 e 42 arcos
para senhora, por precos maia commodoa do que
em outra qualquer parte : oa loja do sobrado de
4 andares na ra do Creapo n. 13, de Antonio
Corroa de Vaaconcellos & C, successorjes de Jos
Moreira Lopes.
luita attenco
Ra larga do Rosario n. 08.
Vendem-se ricos sinlos de fita de pontas cni-
das com franja na poota> couaa muito moderna,
ditos de camafeu, ditos bordados com franjas a
2$, 2$500, 35, 45 e 55 cada um, rap de feisboa,
dito grosso e meio groaso, dito Paulo Cordeiro,
dito fino, dito Rocha e Meurcn, ac coberto para
baldea e mui tos maia artigis de miudezaa s
avista ae dir o preco de tudo.
Novo sortimento de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
DE
G\M.%l& SUA\.
Vendem-se as seguintes fazendas por precos
baratissimos afim de apurar dinheiro : capas
suissas a iaiilacao de sedas de quadrinhos sen-
do de todaa aa corea e corea muito Cas a 200
rs. o covado, brilhanlinas de quadrinhos muilo
encorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meninoa aendo muito maia larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurio de linho fazenda
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado,
musselina branca com 4 \\i palmos de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de caisas para vestidos aendo oa padroes moder-
nisaimos e as corea fizas a 280, 300 e 320 rs. o
covado, chitas francezasde cores fizas escuras e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 320 rs. o covado,
chitas ioglezss a 140,160 a 200 rs. o covsdo,
cortes de cases tendo 7 1)2 varaa cada um a
25400 rs., corles de orgaodys com barras Icndo
12 varas cada corte a 55, cortea de bareges com
22 covados a 55. ditos com as saias feitas a 55,
liaziohas de cores a 280 rs. o covado, de. todaa
estas fazendas dao-se ss amostras deiando o
penhor na loja e armazem do Pavio, de Gama &
Silva, oa ra da Imperatriz n. 60.
lhem para o pavio
leiam.
Csmisinhss com golliohas e manguitos
de cambraia bordadoa, fazenda mo-
deroissima a
Ditas de fustio com aalpicoa de cor
Gollinbaa bordadas com bolaozioho
Ditaa de todoa oa goatoa a 640 e
Ditas com manguitos de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordados maito
finos a
Golliohas bordadas a
Romeiras de cambraia' eofeitadas para
lato a
Camisiohaspara senhora a
Lencinhoade linho com labyrintho para
mao a
Ditoa a imitaco de labyrintho a 1J e
Luvas de lorcal enfeitadaa com vidrilho
Enfeiles pretos com vidrilho a
Ricos anfeiles pretos e de cores, a Turca
e Garibaldi
Grosdeoiple preto s I56OO, U800 e
Todas estss fazendas vendem-se na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do pavao, de Ga-
ma Silva.
5000
15000
800
U600
1500d
240
35000
35OOO
2J500
lf2S0
500
600
6S0O0
25OO0
Bom e barato.
Para a festa de
Santo Antonio e S. Joo.
Manteiga ingleza boa a 800, 960, e 19120 flor",
em barril faremoi abatimento, dita franceza a
720. dita para tempero a 400 rs., farioha do Rio
muilo boa a 130 a libra, amendoas a 240, nozas1
a 160, trsquaa a 280 a carta, vioho Figueira a
600 rs. a garrafa, dito Liaboa a 500 e 400 rs., em
caoada taremos abatimento, velaa aterlinas a 740
a libra, a:?ilonae muito novas a 19500 cada urna
ancorela, a 310 a garrara. Alem disto tem um
competente sortimento tendente a molhados, que
tudo se vender por menos do que em outra
qualquer parte : no eatabelecimento da ra es-
lreita do Rosario, eaquinada rna das Larangeiras
numero 18.
M&dapolodo Pavo.
. VeuiiBtn-id fio mas pecaa da madapolao com
24 jaro* a 49500. 498OO, 59. 5(500 e 69, ditas
franceza* enfeatadas com 14 jardas a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Pavao do Gama &
Silva.
Lisa32 rs.
Vendem-se modernissimaa liazinhas com pal-
mas a 320 ra. 0 covado: na ra da Imperatriz n.
60. loja do Pavao.
Luvas de Jouvin.
Vende-ae luvas de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente chegadas : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luvas de seda.
Vende-se luvas de seda eofeitadas a 1J600,
25000 e29200, ditas fio de Escossia brancas a rs.
700. ditas de cores 800 ris, ditas de algodio a
280 ris ; na loja do beija flor, ra do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas para dentes finas de diversas
qualidades a 120, 160. 320. 400 e 500 ris : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin figos a lg-200 : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Botes para piuiho.
Vende-se botoes de punho finos de diversas
qualidades a 200 rcia o par. que tambem servem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Ra do Crespo n. 7, no
gallo vigilante.
deposito de charutos s
da Bahia
na ras de Hortas n. 15 jao|0 0 gobndo novo
que toIU paraS Pedro, oeste deposit > se en-
contrrteos! pre booa charutos todoa abricadoa
na Baha, aaaim como tem cigarroa da todaa as
qualidadea, fumo, cachimbos, boleas e oulras
rcouns pertesjcentesaos fumantes, tud<> por ba-
a tofreco.
Naata nova loja ha grande porcio de caixiohaa
com amendoaa proprias para brinquedo de S.
rJoo qae se vende pelo barato preco de 800 rs.
cada ama quem deizari de dar a urna menina
urna caixinba ; tambem tem grande porcio de
caizaa propriaa para docea secos que vende con-
forme seus tamanhos a 69, 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulasa a 800 e 610 s. a libra : s no
vigilante ra do Creapo n. 7*
Vende-se occulos finos de armarn de
25,19. 610 e 400 ria : loja do beija flor,
Queimado n. 63.
ac, a
ra do
Ricos siotos dourados.
Vende-se siotos dourados a 29, ditos de fita
com fivella dourada a 19500 : loja do beija fior,
ra do Queimado n. 63.
Eufeites para cabeca.
Vende-se requisimos enfeites para cabeca com
franja, e sem ella pelo baratisaimo preco de 5g
e 5J1000, ditos de vidrilhos a 15600 ; na loja do
beija flor, ra do Queimado o. 63.
O Pavo vende a
Pegas de cambraias de corinhos brsncos e de
todaa as cores tendo 8 1(2 varas a 49 : na ra da
imperatriz o. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende
cortea de cambraia multo flnacqm dona babados
e duas saias sendo delicadamente bordados a
49, ditos sendo todos adamascados a 45, cortea
de phantasia iazenda finissima a 6$, ditos a 45500
e 59 : oa ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-se paono preto muito encorpado a
lg60O, 19800 e 29. e dito cor de caf: na ra da
Imperatriz n. 60. loja do Pavao.
Chales do Pavo.
Vendem-se chalea de merino estampados mui-
to grandea a 39. ditos de caasa adamascada a 800
rs.: na rus da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavio de Gama & Silva.
mrm*
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55 loja de miudezas
de Jos de AzeTedo Maia e Silva, esti vendando
todaa as miudezas baralissimas, a saber :
Papis de agulhas a balao muito supe-
riores a
Caizaa com muito finaa brelas a
Candes com clcheles, tem alguna de-
leito a
Frascos de macasi perola muito fino a
Caizinbaa com papel pequeo de diver-
sos gostoa a
Pacotea dito dito dito amizade a
Novellos de lioba de Cruz a melbor
que ha a
Caizaa com agulhas curtas de superior
qualidade
Entremeioa, a peca com 3 varas 1|2 a
Sabonetes maito finos a
Papis de agulhas francezaa com toque a
Pares de botes para punhos de muitos
modelos a 240
Pares de meias cruas para meninos a 160
Ditoa de ditas cruas para pequeo a 160
Ditos de ditaa para meninas a 200
Frascos com agua de Lavande ambreada a 800
Ditoa com cheiros muito finos a 240 e 500
Ditos com banha muita fina a 240 e 320
Ditos com auperior banha de urao a 600
Ditoa com oleo baboaa muito fino a 240 e 320
Ditos com oleo do Rio muilo superior a 500
Ditoa com auperior pbilocome a 900
Ditoa com banha philocome Qnisima a 19000
Ditos com banba transparente a 800
Ditos com superior agua de colonia a 500
Ditos com macassa (oleo) a 160
Ditoa com auperior opiata a 500 e 800
Cartea de linba Pedro V.com 200 jardas a 60
Ditoa de dito dito, branca de corea a 20
Carriteis de linha com 100 jardas a 30
Masaos de linha frouza para bordar a 240
I'entes de marfim de superior qualidade a 15000
80
40
10
200
720
720
40
200
isooo
120
10
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar dinheiro
deouro e prata a 29000. 2g500, I5OOO, 1$280 e
1550O : na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63._____________________________________
Rosas articiaes para cabello:
A. L. B. F. tendo recebido um variado sorti-
mento de bonitas roaaa que ae esli usando para
cabellos, e de pannos com folha de velludo, ditaa
de papel todas, aa mais ricas que se pode encon-
trar vende-se na ra do Queimado n. 63, loja
do beija flor.
^ reodea-a scces da ConpanhU Pernam-
bucaaa : na prega do Corpo Santo n. 11.
sem igual.
Cortea de chita franceza larga, de 11 covados,
pelo baratiasimo preco de 28500, lindaa cbitaa
francezaa largas a 200 rs. o covado, superiores
cassas francezaa de corea a 240 o covado, lindaa
liaziohas de cores de superior qualidade a 400
ra. o covado: na loja do aobrado de 4 andares
na ra do Creapo n. 13, de Antonio Correia de
Vaaconcellos & C, succeisores de Jos Maris
tope*.
Agulhas*
A. L. B. F. tendo recebido agulhas imperiaes de
fundo dourado, vende na loja do beija flor, ra
do Queimado n. 63.
/los senhores funileiros.
Vendem-se bigornas calcadas de ac, bem
feitas, a 129 cada urna, marteloa calcados a 500
rs., trancas a 31500 ; a elles, antes que se a ca-
bera : na ra da Imperatriz n. 05.
Barricas.
Veodem-se 160 barricas despejadas, de farinba
de trigo ; na rna Direita o. 72
hRUA SO QUEIMADO MA6
-
Sortimento completo de sobreeaaacoa de panno a 259, 389, 309 359. cuacos multo bem
taitas a 251,28|, 30$ e 85J, paletots acasacados de panno prelo de 16 at 259, ditos de casemira
da cor a 159,181 e 20J. paletots saceos de panno o casemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
m erin e li de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, calcaa pr'etaa de casemira de
8f at 14|, ditos de cor do 79 at lOf, roupas para menino de todoa oa tamanhos, grande aorti-
manto de roupas do brina como sejam calcas, paletote e colletes, sortimento de colletes pretos da
salim, casemira velludo de 49 a 9J, ditoa paracaaamento a 59 69, paletote brancoa de bra-
mante a 49 e 5f, calcaa brancas muito finaa a 6f, e um grande sortimento de fazendaa finas e mo-
dernas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino e senhora, aeroulaa de
linho ealgodad, chapeos de sol de aeda, luvas de seda de Jouvin para homem t senhora. Te-
moa ama grande fabrica de alfaiate onde recebemos ancommendaa de grandea obras, que para
seo esti sendo adminiatrada por um hbil meatre de eemelhante arte e um peaaoal de maia de
oncoenta obreiroa escolhtdos, portado azocalamos qualquer obra com promptidio mal barato
de.que em eetra qeaUaer eaea.
Vende-ie um civallo ruco, gordo e bonito,
bom de sella, e proprio para carro e cabriole! :
na coebeira do B, por baizo do convento de S.
Francisco.
No armazem da ra da Cruz n. 33, vnde-
se um preto de meia idade, muilo sadio e bom
para servico domestico, e um mulalinho de 11
annos proprio para pagem.
Venda de engenho.
Vende-se, bypolbeca-se ou permula-se por
casaa aqui dentro da cidade, ou accoea de com-
panhias, o ezcellenie engenho Musaambique, de
muilo boas ierras, com machina nova a vapor,
cujo engenbo est aituado logo adiaote do Ca-
chang, e acha-se linee desembarazado : a pea- .
oa que o pretender, pode eniender-se com o seu
proprietario Francisco Ribeiro de Brito, morador
na estrada dos Allietos, terceiro sitio depois da. -
greja.
Vende-se urna carroca para cavallo : co
Manguinho, sitio defronte da capella.
REMEDIO NGOMPAR A VEL
UNGENTO HOLLOWAT
Miihares de individuos de todas as nacoei
podena tesiemunhar as virtudes destoremedla
incomparaveleprovaremcaso necessario,que,
pelo uso qae delle Azorara tem seaorpoe
merabrosi nteira raen tesaos depois de haver ere-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa podE-?se-bconvencer dessascuras mx-
ravilhosas pala I ei tur a dosperodiMS,'queRP
relatam todos os das ha muitos annos; a a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos o pernas, depois dedtu
permanecido longo lempo nos hospitses.o tai
deviam soffrer a amputado I Dellas ha u-
casqueiavendodeixadoesses, asylos depade-
timentos, parase nao submetereas aessaope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de sen reco-
nhecimento declara rana estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros saagis-
irados,afim de atis autenticareis sua a firman?
^ Ninguea desesperara do estado desaude sa-
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmonte.
Que tudo cura.
O ungento he til, mala particu-
larmente nos seffuintes casos*
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdad* ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gsngivas escaldadas.
Inchacoes.
do figdo.
Inflammaro dalbexig*
da matris
Lepra.
Males das pernas..
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
SupuracSes ptridas.
Tinha, ea qualquer
parte que soja.
Tremor de ervos,
ulceras na bocea; -.^.
do ligado.
das articulaces;
Veias torcidas oa no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinba eontem
urna nstruccio em portugus para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
Dharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
rernamtuco.
americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C., auc
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas e capim.
Dilaa para descansar milho.
Ditas psra cortar capim. *~^-
Selina com pertences a 109 e 209. ,>*.,
Obras de metal principe prsteada*.
Alcatrao da Suecia.
Vernii de alcatrao para navios.
Salsa parrilha do prisaeira qualidade de Para.
Vinho Xeres de O* em calzas de 1 duzia.
Cogaao em caixaa de 1 duzia.
Aradoe grades.
Brilhantes.
Carroca 1

n


--~

DI-nUMlUCO -OUMTA
Mi lili.
K3
A banha fina,
em copos grantoa, diego* pira i loaj d,aguia
branca, rea do Qaaimado n 16.
Vende-se no eacriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Pidi, largo do Cerpo Santo n. 19.
VNDESE NO ARMAZEM
PfiOGRESSO
DE
Francisco Fero andes Duarte
8 largo dm Penlia s
Os melhores gneros qu vera a esta mercado e por menos 10 por cerno do que em outra
quaiquer parte, garantiodo-se a m qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praga, de en-
genhos e lavradores o favor de miiodarem suas encommendas a este muito acreditado armazem de
raolhaJos, afira de verem a differinca de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
quaiquer parte.
iVaaMolelllAS confeitadas para sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, tambera tem-se para
6i0 rs. a libra sendo era porco, tanto de urna qualidade como de outra se faz abati-
mento.
nftaaVtfJiga 1l&(1QZio\ da safra nova de primeira qualidade a 1^000 a libra, em
barril se fazabatimento.
ML^ntelga t fel&Cfafta a mais nova a 720 rs. a libra, am barril a 600 rs.
^WWj-* uO T4JiH\ muito frescos chajaes neste ultimo vapor a 2?K)00 ditos che-
gados no ultimo navio s 1$300.
V'*"*'* pr*0 0 ma5 superior que (em vindo a este mercado
Gna nyssoiv 0 meBlor que ll no mercado a 29800 e j$2oo
Superior caldo Lisboa.
Tam para Tender em porco e a retalho Ante-
Dio Liix de Oliveira Auvedo & Q., no aeu ei-
criptorio roa da Cruz n. 1.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
luto
Desaes objactoade que hoja infelizmente tanta
familias preeisam.na loja d'aguia branca acba-ae
m bom aortimeoto delles, sendo brinco e rose-
tas a b>lao, palaeiras nodernaa de groaaas e for-
tes contas, alflneles para peito, ditos tambera pre-
tos, em eaizinhas, bonitos e modernos aderemos,
e meios ditos, ctoteiroa de filas e ralas pretas,
eofaites para eabeca, grampoa de novos moldes
psra segarar cabello, lavas de torcsl de seda e
pellica, meias de seda e algodo para homens e
senhoras : com oScompradorea de taas objectoe
se ter a maior cootenplacio, atiento o fim para
que sao: por isso edirigirem-se raa do Quei-
mado. loja d'agaia branca n. 16.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Nette estabelecimento Tende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
VeDde-se
no ailio da viuva do fallecido Joa Cetvalbo da
Coata, eatrada que vai para Belm, em fraote ao
ceaaiterio dos Ioglexes, seis caberas de gado,
sendo vaccas e bezerro.
Amendoas.
Veodem-se amendoas em frascos e avulsos e
os boos e ricos papeia com eataio para sortea :
na ra da Seozata Nova n. SO.
Algodo da Baha.
Proprio para roapa da escravoe e saceos de as-
sacar : vende-se na raa da Cras n. 1, eacriptorio
de Antonio Laiz de Oliveira Aievedo 4 C.
Agua de colonia ambria-
da esem o ser.
a 800 rs. a libra,
a libra, afianca-se
a boa
Esas estimada agua de coloniaambreada.de
que tantoa a tanto lempo senteos a falta, acaba
de ebegar em bonitoa frsacos verdes, os quaes se
esli vendando a 15300 cada um ; aaaim como
. ___i.._ ~ rZZ!Tm~3r------~ chegou igualmente um graobe sortimento da
ArrOelaS 0U argOlaS de DOrra- j verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
phq nnra SPanrar nnnaic a e t"aflnhas- de differentes tsmanhos, ludo is-
Clia para Segurar papeiS e ao na raa do Queimado, loja da aguia brao-
muitos outros misteres. M "16-_______._____________
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de bouecas.
A loja da agua branca desejando qae todos
facam a vootade a suas bellas meninas esta ven-
dendo commodamente esses bonitos apparelhos
de porcellaua dourada, e pintada a 19500 e 2$,
tendo cada am 6 casares de chicaraa, e os mais
pertences, a vista do que todos irio (munidos de
dinheiro) para compra-ios na raa do Queimado
n. 16.
=s
MENOS DEZ POR CEMTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
pamas
36.
SsaV UUXim 0 qU0 !e p0je desojar nese genero a 3#000 a libra.
vina pT5tO bomeopath(0 a 29200 a libra em porcao se faz abatimento.
Y. TS.t^U*S HOYOS je pav0 transado a 320 rs. e em caixas eom 40 cartas por 109000.
Li&VaSClft HM!.0&8 confortadas, proprias para mimo, contendo mais con-
feitese assucar candido por 1600 cada urna.
VaaaaS em caixinhas de t libras chegadas altimaraente a 29000 cada urna e a realho
a 430 rs. a libra.
oOiaXSAiia da soda em latas com differentes qualidades a 19440.
oOVaXlli'4 inglezaa mais nova que lia no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
VislllO 5sat pipa desiperior qualidade Porto, Figueira e Lisboa 500,-500 a 640rs.
a garrafa, e em caad i a 39500, 45000 e 49500.
VlUilOS BgaTraCaioS Duque do Porto," Lagrimas do Djuro, Carcavellos, Fei-
loria velho, e deoulras multas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caita a 129
tambam ha para 19000 a garrafa.
Clia^pa'&l&.e das roarcis mais acre-litadas a 159000 e 209000 o gigo, e em garrafa a
i#8oo
SWVeja da marca cobrinhi ou de outra3 marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
aaYllluaft francezas e portuguesas em latas de 1 libra por 640 rs.
MjMgSi &$ tomata em taitas de 1 libra por 800 rs.
A.s.eHXfc8 frai*C4%ttS em latas de 1 e meia libra por 13500, ditas com 3 libras por
2,0800.
tm*3Uia-v.<4 de ca?ca mol i muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8#000.
POlCa 120 rs. a libra e era arroba a 3.W00.
MeWll, UiaCrXrrSlft ba por 69000.
"EiStreWftlif, pevide e arroz de massa branca ou araarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeilidiis se faz obatimento.
PUlltOS dfc \%a\tftS ljxados os maisbam feilosque tem viado a este mercado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
*rf XUUloS illgVrZ''S para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
lJnO\&Ta*3a& i paiOS muil0 n0Vas a 560 rs. a libra eera barril se far abatimento.
salame 0 melhor pelisco que pode haver por estar promplo a toda hora a 800 rs. a libra.
S OUtlll3 OO ?tlUO muito novo a 280 rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 59 e 79 a arroba.
\AkUT1<&8 em latas j promptas para se comer a 1*800 cada urna.
3anlia lie porCO afinada em latas com 10 libras por 41300.
Mita eiH barril muito nna e alva a 440 rs. a libra eem barril a 400 rs.
CatloeS COaft bo\\t l'ranCCX proprios para mimo a 500 rs. cada um.
^I.a?melau9. imperial do afamado Abreu ede oaitros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra
TH.aTlliel%aa de Alperche em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
LanliiaS %fa s radas de doce em calda as melhores quehaem Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 rs. a lata.
UOCeS S? CCOS e em calda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
v nOCOlat* hespanhol a 19500 rs. a libia, ditlo francez a 19100 ditto portuguez a
800 rs afianca-se a boa qualidade.
V*aie de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99500, dito mais baixo a 280 rs. e 89500 a arroba.
^evaOlnn de Franca i mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porgao se faz
abatimento.
3* gil muito novo a 320 rs a libra e em garrafoes com 5 libras, por 29000.
r arlnna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs. a libra.
Dita do Maranho alva e cheirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
Vela de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 12*000.
LZeitft daee refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 99000.
Vinagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.
VinnO cherez verdadeiro a 19500 a garrafa, e em caixa 149000.
VinVlO Y)TanCO de Lisboa o mais superior que hi no mercado
640 rs. garrafa e em caada a 4)500.
^WHtOfll gU8pros d0 fabricante Brando ero meias caixinhas, por 21500.
* suspires do fabricante Catanho Se Filhos em meias caxinhas a 29000.
A loja d'aguia branca recebea ama porco de
irroelas ou argolas de borracha, que acertada-
mente se applicam a differentes fins, como tam-
bem seja para emmassar papis as diversas re-
partidas pablicas, nos eartorios, escritorios,
armaiens, iojas, boticas, tsbernss, etc., etc., o
mea rao de alguos particulares, e que na verdsde
vale apaa comprar-ae pelo diminuto prego de
240 e 320 a dazia, para poupar-se o trabalbo de
alare desatar um masso de papis todas as vejes
que se precisa, assim como aa maia largas aervem
para aegarar carteiras, e manguitos de senhoras,
a niesnio para pulsetras demsSDiias. advertin- ii...:,.~___i:i_i
do, perm, qae cada argoia lem sua fivela ; ven- OUltOS pallteiTOS <1 pOfCei-
dem-se era dita loja d'aguia branca, ra doQaei- laiia (i011 rada
Agora ninguem deiiar maia de ler em sus
mesa um bonito palitetro de porcellana dourada
pois que elles se esto vendendo a 13 e ljoO
; na loja da agoia branca n. 16.
DE
DUARTE fc C.
36 ra das Cnizes de Santo Antonio
9 Largo do Carmo 9
Nos os preprieurios destes acreditados armazens participamos aos nossos numerosos
freguzes que por todos os vapores e navios de vela recebemos de nossa propria encommenda os
memores generosjtendente a molhados, e por isso podemos vender por menos 10 por con lo do
que outro quaiquer, como a experiencia o mostrar por isso pedimos a todos os Srs. da praca e do
mallo, que anda se nao deram ao trabalho de mandaren, experimentar, o favor de o fazerem cenos
de nada perderem, pois para isso nao pouparemos forcas para bem servil-es e ainda mais a pessoas
menos entendidas, certos de esclarecer aos compradores que s na ra das Cruzas n. 36 Tlafi
do Carmo n. 9, que devem inderecar os portadores, pois muito se ovildam com outras casas quisi
dos mesmos ttulos (Progressista e Progressivo) pois sao as duas nicas filiaei.
wlanteiga ingleza a mais nova einag superor do mercad0 a 9o0 rS
Manteiga ranceza melhor
600 rs.
V^lia II U\ lili o mais especial que se pode encontrar a 2880 a libra.
1_/Iia IiySSOll o melhor que se pode desojar di 29400 a 29800 a libra.
L tta ^ pre tO 0 que se pode desejar nesta genero a 2 a libra e a 19600 o ordinario.
OueijS flmieilgOS chegados no ultimo vapor a 29 e WOO.
\|ueijO pratO 0 maih0 do mercado a 600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
QueyOS dO Sert&O muito superior a 640 rs. a libra tambem temos para 500 w.
Paseas em caxinhas de 8 libras
Figos eiu caixinhas
ruado n. 16.
AttencAo
Guimarea i Luz, donos da loja de miudezas
da raa do Qaeimado n. 35, boa fama, partitipim
ao pablico qae o seu estabelecimento se scha
completamente prvido das melhores raercadorias
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos
outros objectos le gosto, sendo quasl todos rece-
idos de suas proprias encommendas ; e estando
elles inteiramente resolvidos a nao vsnderem
dado, afiancam vender mais barato do qae outro
qaalquer ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que Ibas mandem ou veoham pagar Os aeas
dbitos, son pena de serem instigados.
Bauba japoneza e outras mili-
tas novas perfumaras.
A loja da aguia branca acaba de despachar, de
sua encommenda um grande e bello sortimeoto
de finas perfumaras dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem coobecidaa e preciadas
banhas, japoneza, Iranspareote, philocome im-
perial em bonitos copinhoa com tampa de rrelal,
dita nos copos grandes, dita em compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
Labio, pomsdas ou cosmestiques, finos extractos
dos preciosos e escolhidos cheiros Jackey-Club,
mil flores, miel de Inglaterra Marechal, Principe
Soaball Mellors & C, tando recebiao or- Alberto, George IV. etc. etc. Recommeoda-se a
dem para vender o seu crescido deposito de rslo- lodas as seohoras de bom gosto o uso de quaiquer
a libra,
que se pode desejar a 650 rs. a libra a em barril a
a 29500 8 500 rs.
& v ~ |uttav de 8 libras a 19600 e 200 rs. a libra.
Amendoas da casca mole 320 rs.
Ameixas francezas
libra.
gius visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, as pessoas quo quizerem
possuir um bom ralogio de oaro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda da lempo, para vir com-
pra-Ios por com modo preso no saa eacriptorio
roa do Trapicha o. 18.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livrainentu. -
Cassas francezas de bonitos oatok a
320 rs. o covado, luvas de trogal pie" *
e da seda a 500 ra. o par, chitas Trauco-
xaa largas escuras a 340 ra. o covaj'lo,
ditas fioaa a 260 e 280 rs., fil de ttnho
liso *646 ts. -a rara, tarratana flrra de
todas as cores a 800 rs. a vara, lencoe
brancos com barra de cor a 19400 a du-
zia e 120 ra. cada a"m, meias para ho-
rnera a 15200 a dazia e 120 rs. o par,
chitas para coberla de bonitos deee-
nbos a 220 rs. o covado, pegas de bre-
tanha de rolo a 2$, ditas de cambraia lisa
com 6 1)2 raras a 3U, musselioa encar-
nada a 240 rs. o covao, calcinbas para
meninas de escola a 1} o par, peitoa
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pecas de cambraii branca de salpi-
co a 395OO, algodo enfestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para loa-
lhas alga vara, enfeites dos mais mo-
dernos a garibaldi a 63,1 loja est aber-
ta al as 9 horas da noite.
desses estimados extractos porque aquella que
em ama sociedade, theatro, ou baile estivor com
seu Uno lenco orvalhado de tao sublimes aromas
ter por certo o prazer' de ver as suaa visinhas
dadireita e esq isrda lhe rendendo homenagem,
perguntarem donna F. onde comprou ease lo
agradavel chei ru ? E ella orgalhoaa de aeu bom
gosto, mas com ar prazenleiro Ihe responder:
na ruado Queimado loja da agua branca nume-
ro 16.
como pecego, damasco, ginja, ameixas
Papel aniisade branco e de
cores.
Veode-se pacotes com 100 folhas de papel ami-
sade branco e de cores a 800 e 640 cada pacote :
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
Allencao! aUeiita!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja o. 20 da ra da Imperatriz scha-se a
venda um completo o variado sortimeoto de boas
I fazeodas, e qae vista de suas qualidades sao ba-
raliseimameote vendidas, e para mais veracidade
do que fie dito, abaixo vo mencionadas algamas
das dilaa fazendas, a saber :
Chitas largas cor fita a 240 rs.
Madapoln fino com 24 jardas a 59.
Cambraias da cores a 280.320 e 400 rs. o co-
vado.
Velludo preto e decores a 2J.
Lindeza de cores a 160 rs. o covado.
Loncos pequeos a 80, 120 e 160 rs.
Chapeos de caalor fino a 8}.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodo trancado preto muito bom para vesti-
dos da aacravos a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 jardas a 29.
que um vindo ao nosso mercado em frascos grandes
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vendt-se em casa da S. P. Jonbston & C, Cissa de salpicos com 10 ditas s 39'
sellins e silhes inglezos, candieiros e casticaas
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, a relogios de onro patente
ingles.
0 Livro do Povo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Msrqaes Ro-
drigues, e contera a vida de N. S. Jess Cbrislo,
segundo a oarrac&o dos quatro evangelistas, a
mais os seguiotes artigos: o vigario, o profossor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simo de Nantua, mximas e pensamentos,
a bygtene, os deverea doa meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim umformisar a leilura as escolas piima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portaoto facilitar o trabalho do mes-
tre e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
um preco baratissimo, a historis do salvador do
mando, e os melhores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Recife, na
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em broebura, e a 800 ra. car-
tonado.
Cambraia bordada para cortinados com
ras a 2/.
8 va-
Tiras ou ntremelos bor-
dados
Vendem-se tiras ou eotremeios bordados de
lindos gostos, pelos bsralissimos precos de 19500
e I96OO; s no galo vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Sintos para senhora.
Vendem-se os riquisaimos sintoscom borla ca-
bida ao lado, muito chique, sendo o ultimo gosto
de Paris, pois parece-me que nao haver senho-
ras que deixe de comprar : isto s no gallo vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Enleites de eabeca.
Vendem-se os riqaissimos enfeiles, tanto com
franja como sem ella, por baratissimo preco de
29500, 39 e 59: s no vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se as verdadeiras linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2J500 o mas-
sinho de 30 misdiohas, assim como de outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
proprio para missa a
Hitos
em caixas de 100 regala Imperial, Viagantes, e Paneniellas, a 29000 a caixa.
Alpiata muta limpo, a 180 rs. a libra, e em arroba 5500,
AZQltOlia&s muito novas, a 19600 rs. ca 'a urna ancorela, e a 40D rs. a garrafa.
ATTOX de Maranho a 120 rs a libra, e 39700 a arroba.
VX.fc de postas em latas dii melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 19500 rs.
Genebra de Holln am ^^^ eom 25 g,,,,^ por 99000.
Wm8vMPua ingleza muitc nova a 19000 o frasco a (ranceza a 640 rs. o pota.
Alm dos gneros cima mencionados encontrar o respeitavel publico um "complet serti-
mento de lado que tendente a nolhados.
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2#000 e no passado a 10800.
Amendoas
confeitadas as mais bonitas que ha no
mercado a 800 e 10 a libra : vende-se
nos armazens Progressista e Progressi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Gruzesn. 36.
Polassa da Russia.
Vende-se em cata de N. O Bieber
C, successores, ra da Gruzn. 4-
e nozas a 160 rs. a libra muito novas
a 19 a Iibra|e em latas com 5 libras a 49000.
Marnela (la SUperor m9ihor do mercado em latas de duas libras a 400 rs. a
libra.
Doce da casca da goiaba a soo rs. o caixo.
1 a UiaraS 6m caixinhas proprias para raimo a 29500 e 800 rs, a libra.
Latas com frutas em calda
alperxe a 600 rs.
AliendoaS Confeitadas Com diversas cores a SOO rs.
% 111 llOS generOSOS engarrafados das seguintes qualidades, duque do Porto, Porto
fino, Pedro V, velho secco, genuino. INector, Carcavellos, Feitoria, e Madeira saeta a
129 e 139 a duzia a a 19100 a garrafa e moscatel a 720 rs. a garrafa.
JJ1 8 etn piPa ProPrios Para meSa de 39600 a 49 a caada e de 500 a 600 rs. a garrafa,
do Porto, Lisboa e Figueira.
derVejflS das melhores marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia, chanpanhe das
marcas mais acreditadas de 149 a 209 o gigo, cognhac o melhor que se poda eiejar
a 900 rs. agarrafa.
irenebra fe verdadira hollanda em garrafoes de 16 garrafas a 69000 cada um.
jeilCura italiana a mais sublime
a 2|000 cada um.
rraSOjUCira com 12 frascos de genebra de Holanda a 69800
vjrarraiOeS com 5 garrafas de su pe ior vinagre a 19000
Vi nagre puro de LSbOa 240 rs. a garrafa e a 19800 a caada.
.vi arra >(JU111() o maiisuperior que se pode desejar a 19000 a garrafa.
-*1 a libra.
VeUS de carnauba a 119500 a arroba a 380 alibra.
AUCUret&S comazeitinas as melhores do mercado a lj$400.
l_> 11XO S com 1 arroba hespanhola contendo macano talrurim e aletria a 69000.
A\ XinnaS com diversas qualidades de massas como sja eslrelinha pevide etc., a 69000
e 640 rs. a libra.
CllOUriCaS e ra I OS 03 melhores do mercado a 560 rs. a libra.
dala meS o melhor que se pode desejar a 700 rs. libra.
i reZUUtOS o que se pode dezejar de bom a 640 rs. a libr?..
LiligUicaS finas em latas j promptas a 19600.
HeXe em lataS caval/inhas pargo, e linguadosa 1A600.
TOUCillllO do reino a 280 rs. a libra do novo, e 240 rs. do velho.
Banlia de JJOrCO a melhor do mercado em latas de 10 libras a 49000.
MaSS 1 de tOlllLte em latas de 1 librra a 700 rs.
MaSSaS para S0pa talharime macarrao a 280rs, eilelria a 320 rs.
a alItOS llXauOS era rasgos com 20 macinhos a 200 rs.
Papel gTeVe pautado e liso muito superior a 49000 a resma.
Cil* Va dOCea 360 pimenta a 360, canella 900 rs., ecominos a 800rs.
Pfc llt-L S do gaZ a 29300 a groza e 20 rs. a caixinha.
*3al reiina am pacotas de mais de urna libra a 160 rs. a potes 560 rs.
"5agU muito novo a 280 a libra e sevadinha 200 rs.
Ir an 11 Da d0 Maranho a 160 rs. a libra e gomma a 80
Gafe do Rio
1/8.1X1 n lia S as mais eUgantes, propias para mimos ou mesmo para guardar joias de 400 rs.
a 19500 e temo com 6 caixinhas a 59000.
ChOCOlate llespanliol verdadeiro a 19000 rs. alibra.
Krvilhas portuguezas e francezas feijo verd* de 64oa 7o r.
a lata.
AUm dos gneros annunciados encontrar o respeitavel publico ludo que for pertencen-
te a estes estabeleci roen tos. Os propietarios scianlificam que estes precos s serviram para aquel*
les Snrs. que mandirem seu competente importe e todos os demais f>eguezes de livro teram desujei-
tar-se pelos presos acostumados, salvo aquel les de m de mez.
dalos para seohoras a 29500, ditas de 4 vanaos
3 e 3J500 : oa raa da Ioaperatriz, loja e arma-
zem da Arara n. 56.
a libra.
rs. a libra e 29400 a arroba,
e do Cear o melhor do mercado de 89500 a 99500 a arroba.
Queijos.
Vendem-se oa ra Direita n. 99, defronte da
loja de miudezaa, queijos viudos do norte no ul-
timo vapor a 29200, ditos a 29. ditos a I98OO, di-
tos do serlao a 29. em libra a 560, ditos de qua-
lha a 440. aletria a 400 rs., macarrao e talharim a
320 a libra, caiioea da doce de goiaba a 19500,
toucinho de Lisboa a 320, saga a 320, cevadinba
do reino a 240 a libra, arroz a 140, e dito a 160,
gomma a 120, manleiga iogleza a 800 ra. a 1g.
dita fraocea a 720 e 800 rs., cha hysaon a 2S800,
3|, e 892OO, dito 4o Rio 2}, Tinbos de todss as
qaaHdadas a 500, 560, 640. 800 e 19, tainhes
mallo grandes rindas da Lagos a 400 re., os-
tros muitos ganaras.
Vende-se um cabrielat em muito bom as-
tado : para ver ao becco do Tambi o. 14 e tratar
na raa do Impender. 17.
Gaz do melhor
a 000 rs. a garrafa.
Na ra Direita n. 7 e na ra
do Queimado n. 75.
Bom e barato.
Qaeijos do Serid a 500 rs. a libra, gomma de
ararais muito alva e nova a 100 rs. a libra, a em
arroba a 29800, cevadioha de Franca a 200 rs. a
libra, ancoretas com azurronas a 1J200 .- na raa
das Crasas n. 24, esquina da trivessa do Oavidor
Attenco
A 600 r; a garrafa de gaz.
Coftlinua-sa a vender o melhor gaz, na loja de
i fanlUIro, raa Ha Imperatriz n. 65.
Attencao
Na grande expoair^o de fazendas bara-
tsimas, na loja e armazem da Arara,
na ra da Imperatriz n. 56, de Ma-
ga lliaes & Mendes.
Vendem-se fazendas muito baratas para liqui-
dar, a saber: laaziobas eacoaieaas de qaadrinhos
para vealidos de senhoras e roupa para meoinoa
a 320 rs. o covado, ditas muito floss a 500 rs.,
ditas chioezes da 41|2 palmos de targo a 640 rs.
o covado, faatao de cores para vestidos de senho-
ras a 280 e 320 rs. o covado, cassas toda de co-
res para veatidoa de aenhoras e meninos a 240 e
280 rs. o covado : na raa da Imperatriz, loja da
Arara n. 56.
Cambraia da Arara
Vendem-se pecas de cambraia branca Usa a
19600 e 39, ditas finas a 2|5O0,39 o 39500, cassa
para cortinados muito fina com 20 varas a paca a
99. ditas de 10 raras a 4950Oe 39, goUiohas para
senhoras e meninas a 500 rs., manguito a golla
de liobo a 2|50O: na ra da Imperatriz, loja da
Arara o. 56.
Arara vende os bales.
Tndem se baldas da 15 a 30 arcos, o mata mo-
derno qae ha para seohoras por todos oa praeo,
ditos de brilhantina mallo randas, eeiee de ar-
di qae faz vetes e bsllo por 2f5Q0, alee ber-
Madapolo da Arara.
Vendem-se pecas de madapolio Elephante en-
festado, muito fino, com 40 jardas a 149 a Pec"
ditas de 24 jardas a 49400, 49600. 53. 59300 e 69,
dito enfestado a 39 : na ra da Imperairis, loja
da Arara o. 56.
Roupa feita da Arara.
Vendem-se pslelots de peono preto a W5O0*
81. calcas pretae de casemirs a 4J500 e 5joTO,
paletots de alpaca a 39500 e 49. >!" e *'"*
de cores a tfrOO, camisas rranceaa Qnss a 2f a
29500. ceroulaa de lloho a 19CO0 e 29. colarinhoa
de linho finos e 500 rs.: na raa da Imperatriz.
toja da Arara n. 56.________________________
Tantlicos
or meaos preco do qae em oatra qeilqaer parte.
e loda as qualidades, Loto a retalho ano n
por?io : as grande fabrica da rae Dtreita, esqot-
na da travesea da S. fodro n. 16.
Veoda-aa por baralo preco usa reoste Pe
ara p*tt saiesa oat aaU de flasU,
o : oa raa de Llvrameote a 5.


i

J^^^oAa.
n i i


-^rr-
rrt
WO10 M EMlAMliCO Q&XA fttRA 11 DE JKHO DE 1862

lisas rtiiciaa jrnra ca-
bello.
K loja do bei|e-flor lando tecebidc bonitas ro-
sae que se esto usando para oa cabellos, vende
na ta do Queimado na loja cima o. 63.
Aljfar fino imitando perola.
Tendo-ee a 500 ra. o fio da aljofi r fino, imi-
tando perola : na ruado Queimado, loja d'aguia
braaca a 16. _______________' '_____"^
Gambraias
Vondem-se casobreiaa da corea de bonitos e
alegantes deaenhos a 280 e 320 ra. o aovado : na
ra da Imperatriz. loja o. SO.
\G,V.NCl\
Oliados.
Vendem-se oliadoa pintados de liiidas viitis e
palease, larguras de 6, 7. 8 9 palmos, pro-
prioa para mesa de sotara 1J* o co-i do : na ra
da Imperatriz. loja o. 20.
Sapatos de borra-
cha para senhorasa
i,500 o par.
Estamos no mez Mananto, e por iso 4 de ne-
cessidade que as sanhoras que bsm se applicam
a esas boa devoco ae previnam de uta par de es-
patos de borracha, psra assim lerem os ps rea-
gua rdadoi da humidade, eem atiendo a tojua-
lo e louvavel fim. esto se vendendo a 1J500 o
par: na rus do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Borzcgios.
Ra da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Veode-ae pelo baratiasimo prf co :
Borteguins de lustre para hornera a 39.
Ditos de bezerro para hornera a 8#.
Ditoc de cordavao para dito a 8$.
Por este prego s a dinheiro vista para li-
quidar.
Moendas f metas moradas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Rua do Brum n. 58, fimdicao
de D. W. Bouman.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple prelo muilo superior pelo dimi-
nuto preco de Sf o corado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e M o covado, can mira preti
muito fina a 2$, 28500, 3, 35500 e (; o corado,
mantas pretas de blonda muito sepeiioresa 129,
manteletea de superiores grosdeoaplei pretoa ri-
camente bordados a 359, sobrecasaca de panno
preto muito rTno a 309. casacas tambe n de panne
preto muito fino a 309, paletota de 1 anno prete
fino a 18 e 20}, ditos de casemira d ? cor mes-
ciada a 189, auperiorea gravalinhaa estrellas 1
19. ditas de aetim maco ede gorguro muilo si
periorea para daas voltea a 29, ditas slreitinhaa
com lindos alOnetee a 29, superior go guro pre-
to para colletes a 49 o corte, ritoa er.f ites pretoi
a Gjf, e assim oulraa muitas hiendas que aendo 1
dinheiro vista, vendem-ae por presos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na i em conhe-
cida loja da boa f.
Attenco
o
Chegou para a loja da victoria, cmdieiroa a
gaz de novoe gostos e modelos, tanto para aala,
como para escada e quartoa e para ou raa muitas
coasas : na loja da victoria na ra do Queimado
n.75.__________________________
SEDAS-
DA
Fundio Low-Moop,
Roa da Senzalla Nova n.4S.
Neste estbeles i ment continua a haverum
completo sortitnento de moendas a metas moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os tamanbo
para dito, ___________
Cinco tustoes.
S na loja do pavo
vendem-ae aedaa de quadros, ditas de Jijiras ao
comprido, e ditas de listras atravessida, ditas
de qaadrinbos, sendo dos melhores padrees ede-
licadissimos gostos, com largura de chita inglesa
a 500 rs. o covado, pechincha, e do-ee aa
amostras com penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pavo de Gana & Silva.
Vunileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Keate rico e bem montado estabeleci ment en-
contrarlo oe fregueses o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todaa aa cualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRUSde todoa os tamanbos.
SEMICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAUUS idem idem.
FOLIIA em caixas de todaa aa groasuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qaal-
quer sortimento.
VIOROS em caixas e a retalho de todoa oa ta-
mandaodo-ae manhos, botar dentro da cidada
em toda a parte.
Recebem-se eacommendaa de qualquer nata-
reza, con cer tos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Relogios.
Vende-so am casa da Jobnston Ptter & C*,
... do Vigario n. 3, um bello sortimento de
1 elogios da ouro, patente inglez, de un dos mais
afamados fabricantes do Liverpool; tambera
ama varieiado do bonitos trancallins para os
mesmos.
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Creapo n.7, aonde o reapeitavel pu-
blico achata um grande e variado sortimento de
miudezaa que ae vende por presos sosia baratos,
10 por cento do que em outra qaalquer parte,
assim como sejs, franjas pretas com vidrilho e de
cores, Otas de todas as qaslidsdes, franja e galo
de lioho, caacarrilhaa pretas e do cores, frocos de
todas aa corea, os riquissimoa enfsitea de cabeca,
galozinhos de lioho e de aeda para enfeites,
chapeoziohos pars enancas, chapeliohaa para ae-
nhora, bonete de panno e velludo muito fios
pata meninos, titas muito chiquea para sinioa,
manguitos e golliohaa muito finas, lencos de
cambraia de linho muito finos, e muitos mais
objectos que se continuar annuneiar, pois ven-
de-so tado por precos baratiaaimoa por ae achar
em liquidadlo. Na meama loja ae acbari um
rico sortimento de amendoaa e confeitos proprios
para qualquer mimo, que se vende pelo baratia-
simo prego de 1(600 a caiiinha.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado o. 16.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
nobra<$o.
Muito lindas caixinhas e cabazes para meninas,
de 100 ria at 29500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melboraa enfeitea pretoa e de corea quo ap-
parece a 59500, 69 e 6g50O : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com y-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretas e de cures
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado n. 75.
i o has de peso \erda-
deiras..
Linhaa finaa de
grandes a 240 ria :
do Queimado n. 75.
peso verdaderas, meadas
na loja da Victoria, na ra
Phosphoros de seguranza
Phoaphoros de segursnca, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caxa : na loja da Victoria,
oa ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelas muito grandes e boaa a 160 ria urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores lionas de croxel para labyrintho,
novelloa monstrosa 320ria um : na loia da Vic-
toria, na rua do Queiraado a. 75..
Sinios dourados para se-
nhoras.
Lindos siotos douradoa pan senboras a 28200,
ditos de ponta cabida a 49, ditos de fita a l6C0:
na loja da Victoria, na rua do Queimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
pprco de ricos espelhos de varios tamanbos para
ornamentos de salas, afliaocando-se serem os
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na rua do Queimado n. 75.
CALCADO
45 -Rua Direila45
A epidemia declina sensivelroente, e o sea
completo desapparecimento est prximo! O
proprietario deste bem sortido esta heledme oto
convida os seus numerosos freguezes a aubstituir
o calcado velho, que todo est cholerioo, por no-
vo, e que possa resistir a* mil scbotis e mszzur-
cas que vio ser dansadas em louvor do realabe-
lecimeoto da saude publica. Os precos con-
vidam :
HOMENS.
Bolinas afamadas Milis. ." 12&000
non-plus-ultra Naotes......... 12*000
> Nantea 2 bateras.............. IJOOO
> > lustre.................... IO9OOO
ingleses de botos............. IO9OOO
> batedoret....................... 99500
couro de porco....... 99000
bezerro e lustre............... 9*000
> ioglezes ps aelvagena......... 71500
taxiadoa braiileiros............ 5|500
Sapates non-plus-ultra................ 79000
3 bateriis e meia......'........ 6*500
> eamaga cobra.................. 59500
> Nantea 2 bateras vaqueta..... 6*000
2 btteriaa bezerro...... 59500
trabalbadorea.......... 5*000
> brasileiros de 3$500 a.......... 29000
Sapatos 2 tolas e salto.................. 59000
> tranca portugueses.......... 29000
o franceses...... 19280
SENHORAS.
Botinas dengozss......... 59500
> salto de bater........ 59000
> pechincha de 49500 a. 4$000
> americanaa 3(500 a 29500
Sapatoa de asilo (Joly) ..;... 39000
t aera elle (idem)...... 19920
tspete:........ 800
i) econorcicoa. :.....* 500
lustre 32 e 33....... 800
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relico e nao ae deixa sabir
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, couro de luatre, mar-
roquim, sola, courinhoe etc., que tudo se troca
por dinheiro vontade do comprador.
i
I
I liquidado por todo.
i o pre^o, na bem co-
g nhecida loja do Ser-1
tanejo.
Roa do Queimado n. 4o-j
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro i
de comprar.
Chitas escuna finas a 160, 180 e 200 "
ra., cortes da vestido pretoa bordados a S
velludo de custo de 1509 o ae vendem "
por 309,409. 509 e 709. sahidas de baile
de velludo e setim a 129 e 139, camisa
pira senbora a 2*000 e 3*500, gollinhaa
de cambraia bordadaa a 500, 600, 700,
800, 900 e 19, ditaa de fil bordadaa a 120
rs., caaavequea de fusto a 59, 69,7$, 89,
meiaa de seda brancas e prelaa para se-
nhora a 19200 o par, tiras de babadoa a
500 e 700 rs., las de quadro enfestadaa a
300 e 360 rs. o covado, cambraia preta a
400 e 440 ra. a vara, organdya de corea a
600 rs. a vara, fil branco adamascado
para corlinadoa e veatidoa a 400 e 500 3
ra. a vara, cortes de collete de caaemira Q
bordados pretoa a 29 e 39000. ditoa de >
velludo de cor e pretoa a 39, 49, 59 e 69, 8
paletota de brim branco fraocezea a S
3*500 a 49500. ditos de casemira de co- 8
rea a pretos a 149 e 169. ditoa de alpaca i
preta e de corea a 39,3J500, 49 a 49500, 8
camisas de peito de lioho a 29500, cortea S
de collete de gorgarac a 1*500, 1*700,
2*200, 38 e 38500. colletes leitos de brim S
branco a 2*500, ditoa feitoa de gorguro 1
a 2*500 e 3*500, ditoa feitoa de caaemira S
a 3500, 4S e 4g50O, ditoa de velludo a g
59, 69 e 79, ditos de fusto de cores a J
18500, um variado sortimento de meiaa S
para homem e senhora, grioaldaa cora |
florea, chales de troco, espartilhos, e to- 1
da a qualidade de roupaa feilaa para ho-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
Miga loja franceza que fbij
de Gadault rua Nova n. 11.
Aciba de receber desuaencommenda um grande e variado aortimeoto de di-
versas mercadorias que se acham a veodana dila loia por manos 10 por cento do que
em outra qualquar parte, a aaber:
Grande
i
La para bordar,
LSa muito boa de todas aa cores para bordar, i
79 a libra : na loja da Victoria, na rua do Quei-
mado n. 75.
Liuhas do gaz,
Caixinhas com 50 novellos de liobas muito fi-
nas do gaz a 900 ria a caixa, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ria, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodoa : na loja da Victoria, na rua
do Queimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A ioja d'aguia branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricas fitas, lao boas
em qualidade quo bonitas nos deaenhos, tendo
entre ellas o mais largo que possivel; assim
como algumas pecas brancaa com o centro liso
proprio psra inscripedes, e muitas oulraa de de-
ferentes cores como de caf, roxa, eacura, etc.,
etc., e como de aeu louvavel costume : a loja
d aguia branca, na rua do Queimado n. 16, ven-
de por prego commodo essas boas e bonitas filas.
Grande pe-
chincha.
Na rua do Queimado n 43 es-
quina que volta para a
Congregaco.
chita larga cor escura e fixi^TsoTStJt
vado, dita mais fina a 220 e 250 rs <
adverte-ae que qaem quitar aer servido
quanto antea qne pechincha deata quali
dars sempre ; ns mesma loja vende se
ds superfina a 480 e 500 rs. a vara ll
ra vestido a 500 rs. o covado, da-se
com penhor,
rs. o co-
eorado,
appareca
iada nao
cambraia
iohaspi-
amostras
Gravatas de setim com
ponta larga al#
Vandem-se gravitas pretas de bou setim e
com pontas largaa a 19 cada urna, to baratas
assim so se acha na rua do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
gJNao duvidem que na rua2
g do Crespo n. 17, loja de
GuimaresA Villar.
Vettese urna senhora dos ps
at a cabeca. a
Principiando peloa chapeoa de palha a 8
Garibaldi e chapelinaa de palha de Italia 1
os mais superroras qne tem vindo de
Franca.
Manteletes de gros bordadoa, capas e
casacoes a Luit XVI, sedas de cores o
moireaotiquea pretos o de cores e aca-
8 bando peloa respeitaveis bsldes de crox
e de muasetioas o que vendem barata-
msndem ver. <
uuntoril m.m: k jjk.mjmji.
enea geMNCM mmmmmn
Nobilia.
Na rua da Camboa do Carmo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anji -
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & C rua da Senzalla Nova
u. 42.
ICOS
cortes de vestidos "brancos
bordados.
Vendsm-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 3 babadoa pelo baratissimo preco
de 59 o corte : na rua do Queimado n. 22,
bem conhecida loja da boa f.
na
Attenco P
43 Rua do Amorim 43
Vende-ae arrot pilado de maito boa qualidade
pelo barato preco de 19600 a arroba, taceos de
Mi arrobas. |
Cal e potassa. I
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Gadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Libras sterlinas.
Vende-se em casa de Wild & Just, na praca do
Corpo Santo n. 11, primeiro aodar.
Panno de algodo da Baha.
Vende-ae no escriptorio de Antonio Luit de
Oliveira Atevedo & C, na rua da Gras n.l.
Agua de malabar
do verdadeiro fabricante Lascombi, psrs
Ungir cabellos da cor que se quizer e com
um guia para seu uso.
Para presentes.
Ricas caixas de costura com msica e
sera ella, o meihor presente que se pode
dar a urna aeobora que se estima.
Para homens.
Ricoa eatojos contando todos os utenci-
lios necesssrios psra toilet de qualquer
pessoa que se trata com muita limpezt,
contendo navalhas, teeovraa, penlea, es-
coras, frascos para pomada echetros, sfla-
dores, tloteiroa, espelhos, pasta psra pa-
pis e muitos outros perteacespara o mea-
mo fio.
Encerados.
Especiaea para cobrir mesa a 19, 1$500
29 o covado.
Para retratos.
Machima de todos oa tamanbos francezas
e americanaa chimisaa para trabalhar em
Modos os procesaos, copos graduados, fu-
' na de vidro, um grande aortimeoto de cai-
xinhas, de chagrn, passepartous de corea e
pretoa o douradoa, crelas horizootaes e
verileae, papel para retratos e todos oa
ulencilos tendentes a esta arle ; tambara
ae collocam retratoa em caixinhaa e paaae-
partous, mudam-ae os que ealiverem mo-
fados lado a vontade de seus donos.
Ricas bengalas
de verdadeira cana da India com pontei-
raa e caaloes de marfim, teodo noa caates
muito bonitas figuras abertas em relevo,
aa maia bonitas que se podem achar nesle
genero.
Ditas de msssa imitando ulicorne.
Luvfis de pellica
do verdadeiro fabricante Jonvin & Filhoa,
para homena e senhoraa, brancas, de co-
res e pretas, e que contlnaaro a receber
por todoa oa vaporea francezea preco fizo
29500 ra.
Espelnos.
Desde o maior at ao maia pequeo u-
manho com molduras pelas e doaradas '
para oroameolo de aala, sendo oa vidroa
muito grossoa e de primeira [qualidade.
Para msica.
Instrumentos completos de chavea e
apiston e timbera grande aorlimento dellea
avulaos com muitos melhorsmentos e dos
syitemas mais modernos do muito conhe-
cido fabricante GaalrOl Ain. estes instra-
mentos se tornara muito recommoedaveia
por aerem muito perfeitos, e os mais mo-
dernos que existem no mercado.
Objectos diversos.
Fumo de hsrlebeke, marilande, caporal,
vervique e americaoo, para cachimbos e
cigarroa.
Seroulas de tlgodo de cores para ba-
nhoa a 500 ra.
Camilas francens de todaa as qualidades.
Gapotinhosde la para meniooa, muito '
lindos de diversaa corea a 19500.
Ricaa capellas brancas e de cores para
caaamenloso mais elegante que aqu tem
vindo neste genero.
Chicotes americanos e franceses com _
aneis e sem tiles para carros, cabriolis e <
csvallos.
Bandejas grandes de 30 pollegadas a 39.
Um grande sortimento de ocelos e lune-
tas de grao e miope.
Fundas para os quebrados das viruas.
Velas para carro e piano.
Lequse de madreperols,
Ricoa puchos e gravatinbas pars senbora.
Porcelanas e vidros.
Apparelboa e meioa ditoa de porcelana
para jsntrr, candelabroa de 4 e 5 luzes,
serpentinaa e lanternaa com pingeles e
sem elles, escarradeiraa de vidro brancaa
e de corea, ricaa lanternas para carros e
coups, clices para vinho e licores, redo-
mas com peanhas de todoa os tamanhoa
para imageos, vasos para florea e encera-
dos para carros de cores e pretos, ditos
redondos e quadradoa para botar pratos,
lanternss e cendieiros a gaz.
Rival
ARMAZEM
ROUP AFEITA
>*R2
loaquim F. dos Santos
40-Rua do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neate eatabelecimento ha aempre am sortimento completo de roupa taita de
todas aa qualidades e tambem se manda executar por medida vontade doa fregue-
zes para o qae tem am doa melhorea professorea.
Casacas ae panno preto a Oj,
85f e 309000
Sobrecasacosde dito dito a 359 a 309000
Paletota de panno preto o de co-
res a 359, 809, 259,109.189 a 20000
Ditoa de casemira de cores a 229,
15f\ 129.79 e 950O0
Ditoa de alpaca preta golls de
velludo fraacezaa a 10JJ000
Ditoa de marin seiim pretoa e
de coras a 9J 88000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditos de alpaca preta a 99,79,59 3J500
Ditos de brim de cores a 5|,
49500,49 e 39500
Ditoa de bramante delinho bran-
co a 69. 5 e 49000
Ditoa de merino de cordao preto
a 159 89000
Calcas de casemira preta a de co-
rea a 1S9, 109, 95, 79 o 69OOO
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 59, 69500 a 49500
Ditaa de brim branco ede corea a
59. 49500 e Z850O
Calesa de genga de cores a 8000
Collete de velludo preto e de co-
res lisos e bordadoa a 129,99 e 88000
Ditos de caaemira preta e da co-
rea lisos e bordados a 69,
59500,59 3S500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de seda pratos
e de cores a 79,69, 49 e
Ditoa de brim e fuato branco a
3S50O, 2J5500 a
Seroulas de brim de linho a 29 a
Ditaa de algodao a I96OO e
Camisas de peito de fusto branco
ede corea a tft400 a
Ditas de peito delinho a 59, 49 a
Ditaa de madapolo brancaa e da
cores a 39, 2950O, 29 a
Chapeoa pretoa de maaaa franceza
forma da ultima moda a 10|,
8JJ500 o
Ditoa de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de aol de seda inglezea a
francezea a 14J, ltj, 11$ a
Colarinhos de linho maito fines
novosfeitios da ultima moda a
Ditoa de algodo
Relogioa de ouro patente e hori-
zontal a lOUf, 909. 80g o 705000
Ditoa da prata galvaniaados pa-
tente e horitontaea a 409 SOfOOo
Obras de ouro, aderemos a meipa
aderecoa, pulceiras, rosetas e
aneis a
Toalhaa de linho duzia 10$, 69 o
Ditas granea para meaa urna 39 e
59OOO
58000
58000
39OOO
29200
19280
29500
3O00
1S600
78000
28000
79000
9800
9500
sem igual.
Miudezas e rap.
Rua larga do Rosario numero 36.
Laa de cores sorlidaa, libra a 68400.
Slotoa douradoa a 18600.
Ditoa ditoa com pontaa a 3|500.
Agulhaa trancazss curtas e compridss a 60 ra
Ditas CJOtofas a 120.
Pentes de mssa para atar cabello a 500 is.
Ditos da dita idem (dourados) a 1800.
Carretela de retroz de corea a 320.
Escovaa para cabello muito boaa a 800 e 1*
Cartaa de alfioetes a 80,100, 120 e 140 ra.
Escoras para unhas muito boaa a 320 e 500 rs.
Franjas prelaa com vidrilho a 320 a 400 rs.
Trancas pretas com dito 240.
Dicos pretos muito bons a 180, 240, 320 a 408
ris.
Carreteis de linha a 30. 10 e 80 n.
EofeUea de retroz com franja a 59300.
Meiaa para senhor (duzia) a 28500.
Ditas cruas para homem a 28400 e3$,
Teaouras ordinarias a 30 rs.
Franjas de las estreilas (peca) a 900 rs.
Saboneles de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
Botes para casaveqoe a 20, 30 e 40 re-
Rap Paulo Gordeiro (verdadeiro) a 1861)0.
Dito gasse grosso e meio grosso a 18600.
bito dito fino a 1(280,
Eoutraa muitas mais miudezas que com a pra-
sencado frbonsguezeease vendero baratas
A 5$ o covado.
Panno fino cor de rap : na rua do Queimado
namero 47.
Sortes para S. Joo.
. Veedem-ae na rua dos Prea n. 20, sortes de
' estelos ricamente enfeitadas, a razo de 2f o cen-
to, tanto em porco maior como a retalho.
Escra^os fqyioos. ,
Escravo fgido.
Fugio de casa do abaixo assigoado o escravo
Eufrasio de naco, represeota ter de 26 a 35 an-
noa de idade, ecom um pequeo lobinbo cima
do olho, oi comprado ao lenente-coronel Joao
Francisco de Carvalho Paea de Andrade : qnem
o apprehender leve-o a rua do Trapiche n. 14,
que ser bem recompensado.
Maooel Alves Guerra.
150#000.
A quera trouxer o preto escravo denome F-
lix, que se a.-ha fgido desde o dia 4 de abril de
1860, cujo escravo tem os sigoaes seguintes: es-
tatura baixa, corpo regular, cor fula, pouca barba,
ps um pouco apalhetados, representa ter 35 a
40 annoi, nacao Mogambique, lera dous denles
abertos oa frente do lado de cima, e por cima do
nariz entre as sobrancelhas dos olbos um calom-
bioho pequeo, que parece cer sigoal da ierra
delle : obleve-se noticia certa que o dito prelo
snds por trras dos engenhos Muribeca, S. Joo
e Eogenho Novo, como trabalhador e iolitulan-
do-se de forro com o nome de Joo Pescador,
pois j tem por costume quanrfo foge mudar o
nome para Joo, elle tem uos poucos de oflicios,
que sao os seguintes : foi pescador, canoeiro,
caiador, e ltimamente era padeiro, a que per-
tence, porisso rogs-se aos capiles de campo, ou
qualquer pessoa que o encontrar, prende-lo a
traze-lo no paleo da Santa Cruz padaria n. 6, que
receber a quantia c Ausentou se desde odia l'uejunho, do
poder da abaixo asslgnada, a sua escrava, cabra,
de nome Luisa, que reprsentt ter 18 aunos de
idade, estatura regular, com falta de dous denles
na [rento, do lado superior, tem o dedo polegar
da mo esquerda quasl sem unha, bem desem-
barazada no andar e no modo de fallar ; lerou
alguma roupa de seu uso, entre islo urna saia de
labyrintho de largura de um palmo e bico cor-
respondente, um vestido de organdys azul e cha-
le de merino amarellocom barra ; costuma an-
dar descaiga. Roga-se a qualquer pessoa que
apprehend-la ou aouber noticia, participar ou
leva-la a rua estrella do Rosario, segundo andar,
o. 32, que ser generosamente gratificado.Gan-
dida Rosa Dias Fernandes.
Fugio no dia 12 de abril deste correla an-
no do poder do abaixo assignado, o pardo de no-
me Francisco de 17 aonosde idade, que tem bo-
nita figara, lodos os denles, cabellos carapinhoa
e ruivos, tendo sido este pardo escravo do Sr.
Dr. Antonio Borges da Fonseca, de presumir
que ande por algum dos lugares por onde o raes-
mq sennor tem viajado, como sejam Iguartss,
Goianna, loga S. Joo, Campia, Serra do Tei-
xera, Pao fl'AUw, Limoeiro, aa trea villas da co-
marca de Paje de Flores, sendo que segundo j*
suppoe esteja tambem no eogenho Inhamaa por
naver sido vit0 ha poucoa dias em Iguarass por
ter amizade cora uns mulatinbos desse engenho
anda de presumir que o dito escravo por ah
se inculque como a servjcodo dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonseca, afim de nao ser apprehendido :
quem pois o aprehender ondequer que for encon-
trada esse escravo e o vir entregar ao seu legi-
timo dono na ruado Hospicio n. 6, quesera mui
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.

faWBEtM
DE
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Maia.
43 Rua do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregaco.
Neste moderno eatabelecimento se en-
contrar um completo e variado sorti-
mento de fazendas a roupaa feitas por
precos mui razoaveis. O desengao da
, vista ver:
Paletotsjde casemira saceos e sobrecosa-
eos a 109.
Ditos de meia casemira dito dito a 59.
Ditos do brim pardo de linho maito fi-
nos a 59.
Ditos de alpaca preta fina de 49 a 68.
Diloa aobrecasseos de panno muilo fi-
no 229.
Ditos de fusto de cor miudinho a 35 .
Calca de casemira de cor a 59, 69, 71
6 89000.
Ditas de dita preta a 79, 89 e 109.
Ditaa de meia casemira a 39, 39500 e 49.
Ditas de fusto e ganga de cor a 29,29100
e 29500.
Ditsa de brim pardo de linho a 29, 3$,
49 e 59.
Ditas de dito branco a 2|, 39 e 49.
Colletes de casemira preta o de cor a 41
6 59000.
Gambraiaa organdya padres] muito bo-
nitos a 600 rs. a vara.
Ditas moderna duqueza de Orleans a
560 rs.
Chitas largas escuras finaa o corado a
240 e 260 rs.
Ditaa muito finas verdadeira francezas a
300 e 320 rs.
Cambraiaa branca finaa a peca 39, 49 e 5.
Ditaa de salpicos com 9 varas peca a 48.
Chales de la eacocezes para as aenhoras
andarem em caaa a 3.
Lazinhaa para veatidoa o covado a 520.
Cambraia preta maito fina a-vara a 500
ris.
Chitas fuitao para vestidos o corado a
340 rs.
Saias balo arrendada a 59.
Lences de bramante de linho fino a 39.
Ditos da dito de algodao a 18280 rs.
E oulraa mutas qaalidades qae s a
vista do fregaez. Tambem manda faier
ronpaa por medidas.
De tado se do amostras com penhor.
Escravo fgido.
Contina a estar fgido desde os ltimos diaa
de abril prximo passado o moleque Herculano.
que foi escravo do finado Manoel Antonio dos
Passoa Oliveira, tendo oa sigoaes seguintes : cor
fula, estatara regular, a falla um pouco descan-
sada e afinada, tem urna cicatriz n'um dedo de
urna das mcs, proveniente de um unheiro, e re-
presenta ter a idade de26annos: roga-seaaaa--
toridades policiaes a apprehenso do mesmo, v
sua entrega a Manoel Antonio Gongalves, na xua
do Cabug, loja n. 3.
Anda fgido nesta cidade um escravo de nome
Crispiniano, com idade de 25 aonos, estatura re-
gular, barbado, e leve bexigaa ha ponco lempo:
pede-se a polica e a quem o poder pagar, que
leve a rua do Sol n, 21. Consta apparecer perto
do ailio do Guo, onde tem irmSo serrindo no
sitio do Sr. Dumle.
Attenco.
No dia 18 de fevereiro do anno correte fu-
gio do engenho Cachoeira, comarca de Goianna,
um escravo do abaixo assignado, de nome Flix,
com oaaignaea aeguintea : cabra, altura e corpo
regulares, representa a idade de 35 annoa, ponco
maia ou menos, aem barba, cabellos carapinhoa
nariz achatado, cor um pouco desbotada, eat am
tanto descarnado, o o que maia o caractesa sao
duaa ou trea cicatritet grandes na regilo dorsal
sobre as costadas, procedentes de facadaa que
aoffreu ba maia de 18 aonos, deve tambem con-
servar vestigios antigoa de acoitea as nadegee,
exerce o tfficio de carreiro, entrega-se a embria-
guez e Iras camisa e ceroula de algodo axal ame-
ricano, ou camisa de madapolo usada e calcado
castor com vivos dos lados, a camisa berta pela
freote com botos maneira de palelot, e a fa-
tenda j est desbotada, quando foge moda aem-
pre de noaae, nega o aeu legitimo dono, dit-se
escravo de ftzendeiroa do Aracaty, do Ico, e es-
tros lugarea : o abaixo aaaignado rogo aa autori-
dades policiaes a aos eapites do campo que fa-
cam prender e remellar para aquella eosjeako
amarrado, e com toda segaraocs poiisjreL Pro-
testa pagar eom generosidade a qaem o apreaea-
tar.Joaquim Jos Nunes da Cuaba Machado.

__*=-- Mh




_______________________^___i------- Hl**i
Discarso prooonciado pe) doutoraio
Joo Antonio de Soiza Ribeirt J-
nior por occasiao de lie ser confe-
rido o grao dedoutor en direite, pela
Faculdadedo Recife. >
Senhores Doutores]Veuho I ojo traser-vos o
neu toIo de gratido e o meu ultimo adeus I
O meu olo de gralido, Sr*. ou lores, porque
foi i vossa mao que me abijo o templo da scieo-
cia, e a vossa palavra illuslrada e eloquente que
me revelou os seus mytterios.
Po'que a senda era loriga e rude, e eu era fra-
co a so ;porque era misler carniohar seguro, e
cu era sem norte, tem guia. Postes tos que me
mostrastes o camioho, e me ensinaatea a prece
do crate nss horas de desanimo ;tos que, oo
meu lidar de cinco annos, muiti Tez me disses-
tes que a esperanza no futuro c o pao quolidiano
com que Deua nunca falta ao trabalho das leitras.
E quindo me moitraveis essa .sociedade agitada
por mil vilai que se eotrelacam. por mil crengas
que morrern e reviren), expaodem-se e combi-
oam-se incessantemeDte, por o. 1 aspiraedes que
eamagam os medrosos, que precipitam os Icaros
e ensoberbecer os grandes da Ierra, lamben me
uieis, o vosso sxemplo me mostrara, que ha
nelli urna solido amena sob ur.i co tranquillo
que tem sempre urna benc^o para a fronte que
nao teme encanecer na paltidez das vigilia.
E ao mssrno lempo que me enainaveis a scien-
cia e buscaveis communicar-me o amor que ella
inspira, tambem me dizieis e o vosso exemplo
me moslrava que o Terdadeiro s>:eplo dessa reli-
gio venejanda que tos Ilustro o ennobrece, se-
nhores, ha de ser igualmente recto de cooscien-
cia e homem de bem, se nao qulzer romper com
impa mao as paginas santas deise grande eran-
gelho com que aabeis combater pacificamente
pela oossa patria e pela causa dnhumaoidade.
-
DIARIO m r
ca QU4BTA fUlA 11 DI JNHO DE IMl.
---------------------------------------------------
sr sem haiUcoe* ea na esminho onde
nao raro, o spid se oeculta anire as flores da.
aeo ; onde o* marcos miliarios sau citadas dos
roaos. ^
Ueixai-me, poi, parar um momento & sabida
deste templo ; ea veobo depr eoi sea altar o
meu voto da gratidlo e> o meu ultimo adeus os
seus sacerdotes : ao menos, nlnguern ha de en-
chergar osUntgo neata offerende, e vos, Srs.
doutores, tambero sabis receber com agrado o
bolo da sinceridade que dado de corelo.
Resla-me gora pedir-vos, Exm. Sr. Dr. direc-
tor, que ns forma dos estatutos que regem esta
Faculdade, vos digoeis conferir-me o grao de dou-
tor em diralto
Recife, 9 de junho de 1862.
Joo Antonio de Souza Ribeiro Jnior.
Discurso de felicitaco do Sr. Dr. Jos
Antonio de Figne'iredo, como padri-
nho do acto da collado do
muito grande dora de aer o o** prater polo
triumpho que alcancaetea. Baos moco anda, te
supra.
Sr. Dr. Joo Antonio de Souza Bibtiro.Por
e. mentos a atienco de to respeitarel auditorio,
no dia em que a faculdade de direito do Recife
solemnlsa o feliz xito dos tossos esforcos e ta-
lentos no estudo das aciencias sociaea e juridicaa.
Quizestes, Sr. Dr. Ribeiru, que um dos lentes, que,
oo com eco de tosss carreira guiara-vos os pr
meiroa paasoa ua sciencia do direito, fosse o vosso
padrinho no dia em que a conclualas, com tanta
honra para vos, e plena approvacao dos Tossoa
Ilustrados mestres ; e s essa circumslancia, to-
ds fortuita e casual, motivando o vosso convite,
alias para mim honroso, fez com que cu, aem es-
crpulo, o aceitasse.
PreacreTendo o art. 104 dos estatutos desta fa-
culdade coodices e limites, que (levo observar
em to solemne occasiao, no meu breve discurso
s posso ter por fin dirigir-Tos patarras de con-
gratulado pelo honroso griu, que acabaes de re-
Pela nossa patria, Srs doutores. porque sabis ceber.'e mostrar-Toa a sua importancia, bem ct-
ensinar a bem servi-la s geracoes que nascem.:
porque dizeis cada dia ao Brasil do futuro, re-;
preaentado aqu porseua filhos aioda jovens, que
i bora adiaotada que sa no relugio dos seclos,
miitconquista a peona modesta dos Papinianos
de boje, do que o gladio dos Cimillos.
Pela causa da hutnanidade. po-que ssbeis tam-
bem eoainar, em os%ublirce iboegac.ao, que o
aslro do futuro a verdadeira estrella dos Ma-;
gos do progresso que mostrara ao hornero social,
o infinito, no infinitoOeus, sua ultima e su-
prema tendencia. E repetindo as palavras inspi-
radas do propheta do Senhor para que tos ou- !
vissa o tomo discpulo, ensinaveis lhe aioda essa
.roaxima suave da urna juslica bmidili que a
cirisa de nosia classe ; Vas qu. diciiis bonum
naJutiv, tlmalttm bonum pone ates tucem tee-
bras, el tentbra4M%m ; ponentes amarum in
dulce, tt dulce in nmarwn.
Essa tosss soliatule sempre constante, vossa
palana sempat) iaetrucliva, toss.i bondade sem-
pre amiga penhoraram al ultima moeda o hu-
milde thesouro do meu recoohecimeoto :quan-
dodeixeiesti Faculdade coui o honroso grao eBa-
charelem Direito que me destes anda ha pouco,
julguei-019 muito pobre para solver tal divida.
Ditem, Sts. doutores, que aqu 'lie que nao se
cansa de fazer o bem, prepara sempre ingratos,
porque o corarlo se fatiga de derer tanto e se
ravollt por nao poder pagar.
' lias, cerlo que assim nao pensaste*, senhores,
porque a mim que de novo ten ei tosss bene-
volencia, a mim que de doto quiz prestar em
Tossas mios o juramento mais sagrado de Tossa
rc'.igio venerauda, a mim que, i em ttulos, am-
bicinela medalba de honra que brilha em vosso
peito, nao durdastea ainda desta vez conceder a
mala generosa eoimac,o.
Vos m'a coocedestes, Srs. doutores, bem con-
vencidos sem duTida de que nao Tira aqu con-
quistar um grao a que nao linha jus ;eu qulz
smenla proferir vm roto que me obriga o'aqui
por diaote a Telar dia enoile o fugo de Vesla.
E?se grande penhor que nao lemesles confiar
ios meus hombros anda fracos, a prora mais
cloquete da vossa gooerosidade de homens di
sciencia que perdoam a ambigo que trabslha, e
nunca recusara alent & boa voi.tade queesper.
Porqua quiffjstes, Srs. doutores, ajunlar mais
esta Ululo a tantos que ja me penhoraram a gra-
lidao ?Foi para que, mais tarde, eu nao tivesse
?o o bom uso, que dveis fazer de rossaa leltras
Os homens, Sr. Dr. Souza Ribeiro, queso visam
aos ioteresses materiaes, e absortos nelles, es-
quecem a grandeza do bem moral, nao concebem
como o da em que urna faculdade scientiGca, con-
fere graos aos seus diilioctosfilhos, possaserum
da festivo para estes, e capaz de despertar o ju-
bilo oa icuUade que os concede.
N8o snecede assim com aquelles que, ligando a
devida importancia a materia, e araliando-a pela
maior ou menor relago com o espirito, a cujo
servico destinada, reconhecem que as Tarda-
deiras conquistas, dignaa do hnmem,' e aaque
mtis o innobrecem, sao aa da indiligencia, sao
aa que lhe produzem um bem moral, fructo de
lougas fadlgas escolares, de peoosos estados, de
sacrificios e priTscoes de lodo o genero,conquistas,
que, aformoseando-lhe a alma com todas as vir-
tudes, sob as insuiracoes da religio, da moral e
do direito, a enchem dos mais uteis e mais bellos
conhecimeotos theoricos e pralicos.
Para avaliar, Sr. Dr. Souza Ribeiro. o jubilo, de
que, com tanta razio tos achaes possuido, para
justificar o real contentamento e plena aatisfago
dos tossos respeitareis mestres, nesta testa Ilite-
raria, em que sois o protagonista, eu nao preciso
de nada mais do que-comparar a vossa situagao
presente com a passada em reWcJio a esta facul-1
dade.
O que eram os tossos digoos mestres, e o qae
eris tos hontem e o que sois hoje ?
Vossos mestres enm horneas incumbidos de
transmittir-Tos pela patarra, epor seus escriptos
o fructo de longos trabalhos e vigilias no eatudo
das scieocias sociaes e jurdica; eram homens
zelosos em communicar-vos a rerdade, sem cor-
rompe-la ; e modestos na onsciencia de ai mes-
mo, ltenlos m evitar-Tos o erro, eram, como
que urna providencia em esclarecer-ros, em guiar-
ros no meio das difficuldadea, e escolhos do rosso
curso; e para dizer ludo em urna s phrsse os
tossos mestres eram bornees, que tinham por
proQssao, por derer, por honra, por dignidade
callirar a propria intelligencia para Ilustrar a
vosas razo.
E vos, Sr. Dr. Souza Ribeiro, oque erisnesse
tempo? Um discpulo applicado, dolado de nao
vulgar tlenlo, vido da sciencia, a que ros des-
tinases, sem que lodavia, possuisseis, nem se
quer, os seas rudimentos ; porm, dia por dia,
auno por anno as licoes de illusiradoa mestres, e
urna s aspirado, nao mirasse n > horisonte a es- os tossos esforco's tos foram pondo ero estado de
trella esperanzosa dos deslios humanos, sem as- penetrar os segredos da igoorada sciencia, e d*
sociar os tossos nomes, para mim tao caros, a conhecer-lheos priocipios, atqua depois de pro-
cesas aspiraQoes que por reotori se dar o luzir ras successivas e cada Tez mais solemnes e diffl-
d'essa estrella ? ce'*, podestes sentar-Toa hoja, ah, a par dos roa-
Oh 1 senhores, nunca me esquacerei que esse sos mestres, nesta cadeira de honra, justo galar-
luturo 6 a rossa obra, sa algum futuro me acenar do do tosso mrito. A boa sement, que em
ud) dia. tos exista, desenvolrendo a propria e natural
V Has ao mesmo tempo que, sem ter a louca rai- virtude, auxiliada pelo cuidado de diligentas cui-
dado de harer justificado o meu arrojo, eu me lores, metsmorphoseou-sa.cresceu.fez-searvor,
orgulho ao receber de Tossa3 maos esse deposito capaz de, por sua rez, produzir bons fructos.
de honra que me ides dar, pesi-me, Srs. dou- E qusndo em umacorporaQaoscientiuca secon-
tores, a lembranca de que um ultimo aperto de segu Iriumphos desta ordem, ra preciso dea-
mao rai em breve separar o discpulo de seus
mestres que foram tambem seas amigos ; peza-
ma que partindo para bem longe, ten lia boje de
trocar pelos vossos exemplos e lindes o adeus
saudoso que tos deixo.
Amaohaa, sao outros cuidados, outrss lutas
muito graves que lalvez me deiribem ni arena ;
amanha. a toz da sociedade que me chama
ainda inexperto ao seu torrolioho que causa rer-
ligem ; amanha, a lei do dev -r qae me falla a
conhecer aa mais vulgares leis do coraqo huma-
no, e o quanto pode o amor da sciencia, em ho-
mens, que a prezam e esludam, com afinco, am
de communica-la a mocidade de sua patria,para
naocomprehender o bem fundado jubilo de que
se acharo possuidos os lentes desta faculdade, ao
vereca hoje o culto das ciencias sociaes e jurdi-
cas, que professam, eoriquecido com mais uro mi-
nistro prestimoso.
Porm, Sr. Dr. Souza Ribeiro, ae grande a sa-
linguagem severa da consciencia a me manda ca- lisiarn dos vossos respeilaveis mestres, grande
maito de veis ao voaso raro tileaU a seria appl-
cacio, nem por isso menor o vosso debito para
coa esta faculdade, tao justa apreciadora do vosso
mrito, que, mal lera lampo de depr sobros
mesa a borla com que vos confera, ha pouco
tempo, o gru de bacharel, para toma-la de novo
am de roa conceder outro gru mais importante,
mais honrse, o ultimo qae Iba permiltido dar
aos seas mais dislinctos filhos o gru de dOator
em leia I
Agora, Sr. Dr. Souza Ribeiro, dir-ros-hei al-
guraas palavras sobre a importincia do gru que
recebestes, e o uso que dveis fazer de tossss
leltras, e terei coocluido.
Esta faculdade ros reconhecea a proclamou hoje
doutor em direito ; poisbem, s le fiel ao rosso
titulo, arae a justiga emostrae-ros sempre adheso
ao seu culto, seje qual for a applicago a aso, que
facaes dos vossos conhecimantos jurdicos, quor
tenhaes, um da do oceuper a cadeira do mestre,
quer a tribaoa do legislador, o estrado do jais, a
banca do advogado, o gabinete do eacriptor, a
tantos outros dislinctos empregos para os quaes
o voaso titulo vos habilita.
Lembrae-Tos, porm, que o honroso titulo que
ros conferiu asta faculdade, am instrumento so-
cial de subida importancia, que, as vias da ver-
dade, pode eflectaar o maiar bem, e concorrer
para a garaotia da ordem, para a defeza da lber
dade, da estabilidad* e imperio.dos boos prioci-
pios, mas, que W9 mesmo instrumento capaz
da produxir os maiores males sob aa iospiracoes
da mentira. *
E sobre ludo, Sr. Dr. Souza Ribeiro, lembrae-
ros dos solidos priocipios, qua vos foram trans-
mittidos por esta illuslrada corporago, que, ape-
lar do indifferentismo religioso, si anima a en$i-
nar um direito chritto a ama mocidade nascida
em um paiz, que logra a fortuna de ter a religio
catholica apostlica romana como religio do es-
tado; e pois. como filho desta faculdade, como
cidado brasiteiro, nunca separis os praceitos de
jasti;a, os direitos a deveres do hornero edo ci-
dado, dos priocipios religiosos, que sao os seus
verdsdeiros e eternos fundamento*.
Debalde a razo humana, am sua loaca vaida-
de, pretende explicar e fundar a juslica em me-
ros principios phtlosophicos, que vsriam de ho-
rnero a horneo, de escola a escola, ella, sopor si,
nao conseguir dar-nos seno o triste espectculo
de urna sociedade bateada oo direito da fora
dominando a fraqueta. E nao ha ah o que ad-
mirar ; porque a aabedoria e a verdade so regu-
lam as relaces do homem, da familia e do esta-
do, qaaodo estas relaces repousam na razo di-
vina.
Se o principio religioso nao esclarecer a razo
do legislador, do magistrado, do juiz, do advoga-
do, e Ibes nao vivificar o corceo pelo fogo sa-
grado da caridade, nunca os deveres serio bem
cumpridot, porque a tero o egoismo por objee-
to ; nem ot direitos bem definidos, porque s tero
o orgulho e a cobica por interprete o por limite.
_ O genio do viscoade de Bonsl 1, dtsse publicista
tao profundo, quaoto fervoroso calholico, resumiu
nestas poueas palsvras ludo quaoto ea quizera
dizer-vos sobre este pooto.
a S a religio estabelece a ordem na socteda-
c de, porque s ella d a razo do poder e dot
< deveres, e naiodo pelos lieos da caridade os
< homens separados pordesegualdades pessoaes,
torna o imperio mais benfico e a obediencia
menos pesada, semelbaote a essas materias
oleosas, qae, as machinas complicadas, pro-
duzem a torga sem o esforco, o moTimeoto sem
raido, dimiouindo as resistencias, a abrandan-
do os atritos.
Como estou persuadido, qua professses os mes
mos principios, oenbum receio leoho de que, no
exerclcio de rossas leltras, separareis jamis a
jusiiga da religio, o estado da egreja; ao con-
trario nutro as mais aolidas esperanzas de que,
sempre, a boa causa vos contari em su as flleiras,
as fileiras daquelles que considerara a unio
da sociedade religiosa e da sociedade poltica to
necessaria para constituir o corpo social, como
a simultancido.de da vonlade e da acr.o l ne
cessaria para constituir o eu humano.
A anio dos brasileiros, a iolegridada do im-
perio, o eograodecimenlo da nossa patria, a o
sea brilhante faluro pendem, inicuamente, da
completa a fiel observancia da dous artigos, qae
em si, resumem loda a nossa liberal consti-
tuidlo. \
Quero fallar-vos dos arta. 3o a 5*, ato do
lac.o religioso que congrega todos oa tuastleiros
so mesmo templo, ligaodo-os a um a*pa*tor, e
do lajo civil que submelle-os a um s tbrono,
sob a forma de am governo monsrehco heredi-
tario constitucional, e representativo.
E como o juramento qua acabaes de prestar se
refere, especialmente, a esaes dous pontos car-
deaes da nossa organisaco social e poltica, sede
fiel ao vosso juramento, qae assim taris o me-
lhor uso de voseas letras, a honrareis a esta
faculdade de quem sois filho.
Nada mais tenho a dizer-vos, Sr. Dr. Souza
Ribeiro, e vou conclair.
Honrado, como vos achaes, com dous gras
cientficos, munido de duas 13o importantea
credenciaes, a vossa carta de bacharel, e a de
doutor em direito, podereis entrar animado na
carreira da vida.
Poaco importa, que os factos veoham, infeliz-
mente, provar, que todas as portas ainda se nao
abrem com a facilidade, que fra para deiejar,
ao homam de talento, e instruido, pouco impor-
ta qae a instrueco e o mrito oooccupem,
algumaa vezes, os lagares, a nao logrera os fa-
vores da que |j gosam, por aoticipacio, oa opi-
aio paWiea; alas, poaco importa...... porqua
se o mrito e a superioridade legtima nao diri-
gir*) a sociedsde qua outro principio a diri-
gir?
A orr;a a o nascimento j tiraran a sos vez,
* vio balando am retirada. O direito da torga,
dia por dia, val aendo dominado pela torca do
direito.
Disse.
Dr. Jos Antonio de Figueiredo.
A
de Germandre.
!OLULII>l
EL CACHUPN.
POR
, M. THEODORE PAVIE.
(Scenas da Luiziana.)
CAPITULO I.
Os pnmeiroj das de julho de 1808 foram assig-
najados, no castello de Germandre, no'Bourbo-
nai*. por acontacimentos romntico*.
E' doa tres primeiros das deste mezqee vamos
procurar seguir todas as phases, e fazer urna nar-
ucao fiel.
Germandre era urna trra coosideravel, do vslor
de um milhBo pouco mais ou monos.
O aoligo caslello, situado em urna agreste pai-
sagsm, estara sumpluosamente tmobiliada a
moda aotiga, sem alguma proporQo a mo-
derna, que a admittii pobres a meotirosas
imitacoes das artes grega e romana.' Viam-se,
pois ah, leitos com columnas torcidas ricamente
esculpidas, qae o desprezo dos moderos appel-
lidava ehurries, oa destes leitos a Francisco I
posto* sobre estrados, elevando at o tecto suas
cabeceiras ornadas de alcochoado e setim, rer-
dadeiros monumentos que daram a idea ds im-
portancia dos persooageos que ahi dormiram ou-
tr'ora.
Em todos os quartos, uos forrados de couro
dourado outros de tapetaras as mais curiosas,
um amador de aoligualhas, (antiguallas era an-
io am termo desdenhoso) poda demorar-se
muito tempo a contemplar, entre outrasraridadea
o guarda rento das portas, as cbamios adorna-
das de figuras egrinaldas urnas de marmore, ou-
tras de madeira ou de podra, pintadas de coras
tao vivas que pareciam acabadas da respera ; po-
rm sobre lado os aasumptos representados sobre
as paredes, e que merecem urna particular meo-
cao.
No tempo em que o castello fra decorado, oa
porque o propietario fosse um marido engaa-
do, ou um celibatarioinimigo do bello sexo, ou
porque a moda deste lempo fosse dada a um cor-
lo genero de satyra, a nica occupaQao do artista
encarregado de decora-la foi aatignalar a perrer-
aidade feminina, a ridicularisar a bondade do
homem.
Naa almofadas das portaa, via-se urna mulher
acepbale esperando que dous demonios acabas-
em de forjar a cabe;* que lhe era destinada.
Mais adianta a mulber petaca em urna balanza
urna eraz, aymbolo da virtude e do dever, e urna
pena ds pavo emblema da friTolidade e Taidade
mundana. A concha que conlioha a panna pe-
sava mais do que aquella que cootioba a cruz,
um pouco mais looga, urna mulher, armada de
um-punhsl, dispunha-sea sssassinar seu marido,
ou amante ; depois outra que coma conloes
humanos. Mais de dazentas reprasentaedes at-
teslavam a amarga fecundidada de idaa do artis-
ta ou do Hecena que dirigir seu pincel.
No pateo, sob as arcadas elegantes de ama es-
pecia da claustro, riam-se pintaras muito curio-
sas, exacutadas da ama maneira barbara, a que
representaran! moostros phaolssticos : a bigorna
o chicheface, especie* da monatros com cabera,
ou representando a forma de mulher, que dero-
ravam pobres morlaet vencidos e ensaoguentados.
Por baixo deslas pinturas, liam-es mximas oa
legendas rimadas em anliga lioguagem, e apro-
priadas ao assumpto. Poeiias siogulsres, irni-
cas, alrozea e ran torosas contra as prfidas sedc-
eles da mulber, e de desprezo coutra a estpida
credulidade dos amantes.
Entre estas pintaras dispostas em quadros,
viam-se caberas de animaes cornados, como vea-
dos, carneiros, reonas e bois, sahirem da parede
por cima dos das medalhss, com mximas do
mesmo genero em honra dos maridos ridiculos.
Tudo isto pareca pouco mais ou menos intacto;
porm dizia-se que o ultimo propietario, que
morrera solteiro em urna edsde arencada, fizera
reparar com cuidado os assumptos e as inscrip-
Qes, tanto por averaSo ao casameoto, qaanlo pe-
lo respeilo qae tioha pela archeologia.
Quanto a mobilia, parecia qua a grande des-
truido revolucionara nao passrapor all, e com
etfeito ella ae detivera diaote da porta, que con-'-
aervava seu* escudos e brazoea, toda ana deco-
rado arcbitectural.
O marquez Symforiaoo de Germandre, naacido
am 1728, fra o mais velho de seus qaalro ir-
moa, a saber: o conde Julio que, no lempo de
Luic XV, (ora encarregado de aro regiment, e
Qzera um excedente casamento ; o baro Antonio
qae vivera da diversos empregos e penses ; o
cavalleiro que nada teve, e o abbade que alcan-
cou am beneficio. V -se que em virtude do di-
reito de primogenitor*, o marquez tivera todo o
patrimonio.
O conde morreu no eadafalso no tempo da re-
voluto, e o baro na emigrarlo, o ambos deixa-
ram filbos. O abbade lanzara o habito s reivas
e viva em boa intelligencia com a sua governan-
te, vivendo de um legado que lhe deixra urna
de auas tiss. O cavalleiro depois de aro casa-
mento de amor, qae foi feliz epezsr ds pobreza,
morreu de tristeza por ter perdido sua mulher,
deixando uro filho que s herdoa seu titulo mo-
desto, e sua heranca mais modesta ainda.
V-se que a excep;o do abbade, o marquez de
lhe da partida ? Quando por-nos-hornos a ca-
minho ?
Fallei ; porem elle responde* com evasi-
vas. Hoje tarde voltaremos nos ambos ao
mesmo assumpto at que se elle decida a rece-
ber nossas despedidas. Sera pouco delicado dei-
xa-lo assim sem maia satisfaeces.
A' larde D. Pepo e D. Jacintha fallaram ao seu
hospede da resoluto em que estavam da par-
tir pela maoha do dia seguinte muito cedo.
Esperem mais um poaco, disse llopwell:
que pressa alta 1 Tenho tambem ama viagem
a fazer, a partiremos enlo juntamente.
Estas palavras ehegarsm aos ouvidos de Cora
111 que eslava sentada a am canto da aala d* jamar,
/CABiinn.fiAi con os olhos meio fechados, na allitude de mudo
(lonunaacaoj. animar. Cora professava violento odio para com
Assim conversaran! os dous cavalleiroe ao pas- os dous astrangeiros, que sea senhor procurara
ao qaa os seus cavallos troiavaas sobre a verde deter junio a ai; A presenca da D. Jacintha na
reir. Caminhavam alies ao acaso costeando oa habitaco aa lhe tornara Insopportavel; pois nao
pequeos sobre os quaes pendam os pesados ra- poda habituar-se a ver todoa oa das sentar-se
mos de gigantescas arvoras en trelacadas da groa- mesa de seu senhor eaaa mulher da raeja sope-
sos cipos a maneira da cabos.
A' margem dos regatos grandes magno-
lias 4* haste cimenta Uaa ergaiaai noa ares
suas cabecas vardejantaa coroailas da largas flo-
res brancaa como a nave, e que eapargiam ao
longo aan perfume embriagador. Os ramea ne-
gros dos cjrptestea cobriam-se dessaa fainas da
naa verde teor* e delicadamente tecorUdaa. que
naqualles climas assigoalam a rolla 4a eetetja*
quaat*.
De todas aa partes rebentavaaa rico a sel-
va ; via-ae a cada pasao a lotnagesa a* conden-
san ; os troncos nodosos desipparecer sob ho-
tos rebentoes. Myriadas de iasecloa respondaos.
Germandre sobravivera a todoe os saos lrmos,
a desles s o abbade era viro, porque no primal*
ro de julho da 1808, faxia-sa o funeral do mar-
quez, morto quinzo das antas, com oiteota an-
nos. Esta marquez era um personagem myste-
riosoo slngalar. Nunca fra avaro, porm sem-
pre psssra por egosta, nada recusando a si, a
s fazendo pelos outros oque era absolulimente
necessario, a professando como regra da conduc-
ta qae cada um deve star satisfeito quando saos
recursos esto em relaco com a sua capacidade.
V-se fcilmente que sob eits mxima austera
oceultava-se, ou antes, revelava-se o orgulho de
urna intelligencia astisfeiti de si mesms. Toda-
va o marquez nao era um homem de geoio. Era
sabio, porm sem especial'dade, a meaos qoeira
chamar assim a urna grande habilidade para cer-
tas obras sem ulililade alguma, das quaes falla-
remos por diversas vezes, mais adianto, e absor-
rera at a paixo e monomana os ltimos dez
aooos de sua existencia. Cousa singular, e que
nao era um dos lados menos mysleriosos de sea
organiaaco ou de seu carcter, apezar do orgu-
lho da seu nome a da sua fortuna, nunca cuidara
em easar-se, deixando aempre para o dia seguin-
te este dessrranjo de seus hbitos.
Absorto por eatudos ora serios, ora frivolos, e
dando quaai sempre prefereocia a este, complica-
ra de tal modo aua vida oteira, e a obstruir de
tantos projectos, phsolasiaa, curiosidades a aspe-
culsgoes iotelleeluaes que nunca ttrera tempo de
ser feliz, e aiola menos de aer um sabio fecundo.
Era homem das mioucias e srgumeotos pedantes-
cos, passara aea mezes a escrerer urna brochu-
ra para refutar urna patarra sem importsncia de
urna antiga obra scieotiflca de que oioguem se
lembrara mais ; que queris aprender as linguaa
moras, que nao tioha a capacidade de recons-
truir, e das quaes s se apropriara do esqueleto,
amava o que era dispendioso tanto para sua bol-
sa quanto para sua iotelligencis. Dotado de
muits memoria, de urna certa facilidade, de um
lerrirel espirito de coolradicc&o, de ami pacien-
cia a toda a prova sem verdadeira perseverarla,
pde-ae dizer que elle amera a intil, a a inren-
cirelnecessidadede procurare descobrir alguma
cousa em que oioguem livess cuidado, que a
tinha. valor a seus olhos, porque a sa razo nao
lhe poda attribuir algum.
Nos ltimos das da sua vida o al sua ultima
hora oo podendo mais ce -upar-se em seu labo-
ratorio, dirertia-se em propor pueris enigmas a
seus medico*. O velho eiphioge,- nao existia
mais, porm levara comsigo o msis terrirel do*
seus enigmas, o de sua successo ; e para ter-
se a decifraQo delles que tolo* os seu* herdei-
roi, mogos e velho, pequeos a grande*, se
chavara reunidos no primeiro de julho, no cas-
tello de Germandre.
Nao nos esqueja dizer como a rerolufo pas-
sara pelo castello de Germn ir e seu dono sem
abalar nem um nem outro. Muito tempo antes
da rerolaco, o marquez mostrar-se pouco cuida-
doto do* prejuizosde su* classe, esoubera rollar
as costas a tempestado sem parecer teme-la.
Adato e zombador, fizera a proposito habis
sacrificios de dinheiro s ambices dos mus
agente*, e disputadoras coneessdes de o rige r-
aos influentes de bda f, de aorta que atraveaaou
esses tempo* d* terror aem emigrar, aem ser de-
nunciado e sem perder fortuna.
Depois de ter exprimido saa ultima rontade
em presenca de numerosas teelemunhai, embsl-
simsram sau corpo, e o exposeram na capelta
do castello, e avisarsm-se a todoa oa prente*,
a dupla aolemnidade para a qasl elle o* convida-
ra por assim dizer da outra vida : a ceremonia
de seas fuaeraes no caroeiro da familia a a reu-
nio immediata na grande sala das audiencia*,
onde se devia fazer a leitura do testamento, a
saber em flm quem herlaria um milho em pre-
dios, a sommss considera veis collocadss em casa
de dirarsos banqueiro*, ou oceultas em caixiohas
misteriosas.
Dizia-se, o mais da ama ralba mulher acredi-
tara firmemente que elle fizera ouro mediante
am pacto com o diabo. Arrependera-sesem du-
vida, pois morrera chrslao, e cora malta calma ;
porem teria elle entregado os theaouros a Ssla-
oaz retomando-lhe a alma? Alegravam-se por
elle lar expirado christamenle ; porem nao se
otrlsteciam de encoolrar os do os infarnaea e de
aer delles o feliz berdeiro. Ninguem poda sus-
peitar aa i*a*s**jea | asvT-aal
deixara presielir, tratando cora a ma*ma indif-
farenga a lodo* o* menDrai da familia; ajudan-
do-os osa necexidadea com proporc.de* mano
prudente*; nao permittiodo a nenhum o extor-
rar-lhe o tempo, nem pertarbsr-lhe a solido,
nao respondendo nunca a carta alguma, a meos
que se lbe nao pediste um favor, porqua oeste
caso, mandara responder por seu primeiro criado
grave, para conceder, quaodo jalgara a proposi-
to, e sempre com os mais severos limite*, o soc-
corro que delle reclamaram.
as pequeas cartas qua dictara nanea se mos-
lrava brutal oem pedante, porem sob a frieza po-
lida da um corac,o ioaensirel ou dosabuaado, ft-
zia aempre lentir a zombara a desconfianza.
J que fallamos no criado grave, que dava
forzosamente represeotar um papel nesta roman-
ce, permitta-se-nos o esbocar tigeiramente ont
retrato.
Alto, mal feito, marcado de tsl sorte pelas be-
xlgas, qae nao tinha aobrancelhas.
Mr. Lsbrche, que se fazia chamar Mr. de Sa-
breche, palos remecedores do castello, era o ty-
po do tolo em toda a sua axtanao. Como elle
tioha ama letra bonita, o marquez empregara-o
em recopiar seus numeroso maouscriptos. A
i torc de escrerer, cootaodo as leltras a as silla-
da san senhor eaaa mulher da
rior i ana, ornada de lodaa as grac*a e encante*
cea qne a virtude reveste a belleza.
Alea disto notara coa pezsr e eiuae qu* de-
pois da chegada doa dous eaUangeira* liopwall
nio era o atestao homem ; porquaato coohecan-
4*-* apaixoaado. violente, e dominado por ins-
tinclot p h a na aleos, va-* tornar-a* esda dia
maia serio e reflectido : o saleen, a que ara su-
jeito qae combata quaai aeanpre coca rama e
o taiissV, cadera o legar i profuuda melaacolia.
porem suave e resignada. Os seus pensamentos
nao seguase cara* habitual: era indabitarel
qne germinara alguma resolacao imprevista na-
ao despertar da vegetacao por .m zumbido con- .?" P*'ilLSST-ffi? JTL*" **'
fnzoTo peeaeno esq.o dVcor parda, e o pan- *?. !!TEL2tiZt25sT\** *-
de 4* cOr aaarella wrriaa e paiavaaa pelos ra-! !". .' ..* "* *
a* aem sa iaportarea cea os do.. caV.lleiroa.' Hopwoll era no enlaader de Cera ama desgr.ea
eojoa cavallos egualmenta animada* pelo arda irwparaf el, parque Uasstornana ao
primarara faziam ourir os seas riachos sonoros.
De ves ea quando os caproloa, perturbados oe
sen rapoaso, levantavam-s* por um a*vimenio
repentino e correnae por entre aa florestas dasap-
pareciam ligairos cobo aombraa pa densidade das
balsas.
Neeaea grandes espseos, onda nada ha qae
marque aa distancia*, cunea se tea passeiado
beaa aem percorrar qaalro oa cinco leguas de ca-
minhe. Aasia Hopwell e D. Pepo s voltaram
eaaa depoiada ama ausaacia o* tres horas. D.
Jacintha, qae nao peda estar sopanda a s
omento 4a sen marido sem santir ama vaga in-
qeiettco correa prccipiudatiecte ao se* en-
contr.
Sr. HapwaH, dissa ella ao fazendeiro, o Sr.
demorea Pepo aaito tempo ; si* coasioto mais
qaa al'e v ca sua coapsnblt.
fai* tira ves, rata)dt* liopwall retiran
e qaa olham entretanto para Vmc. com ares de
fidalgos 1 ....
Cala-te, Cora, ordenou Hopwell.
E Vmc, prosegua a escrava, dispansa-lhes
cortos cuidados, que se tornaa cada vex mais
animados; Vmc, parante quem todo o mundo
trema bordo da escuna I nao tarda que oo o
veja de joelhos aos ps desse Cachupin e de sua
esposa 1
Hopwell psroa, o Uncou sobre a escrava um
olhar colrico.
Aqui eal, aenhor ; aqui est o sea acau-
la : bata, bata na pobre Cora....
Com o gesto rpido como o pensamento Hop-
well apoderou-se do aconte, e tinha-o j levan-
tado sobre a escrava, quando pouco a poaco o
foi abaixaodo, a poz-ae a sacudir lentamente o
p de sua cal?a.
Naa ama reaposta s Biabas pergenias!
Naa ao menos me castiga quando mereco I dis-
se Cora com a voz anrde. Ua ci serta maia
bem tratado....
Cora, vaa dizer aos bou hospedes qaa a
espero para ceiar eoaaigo, e que tenho necessi-
dade de fallar-Ibes.
Nao, ae* aenhor, nao obodeeo. raspeada*
Gata ahanaado cabera ; a tai emtar-se a *a
canto da galera ccalund* a caa*c entra as
hmidos de lagrimas. Da ambos alies dependa
firmar oa aeus psssos errantes e fugitivos alli to
poueas leguas distante da fronteira. A incerteza
do futuro, a inquietado pelo dia seguinte, que
causam mais insomnias e agonas do qae os ma-
les presentas, se esvaeciam para elles como fan-
tasmas da noule diasipados pelos primeiros cla-
mes do dia. Ambos experimentaran! essa sorpre-
sa qae consola, e assusta ao mesmo tempo, pois
a alma humana nao pode passar da dor espe-
ranza sem temor de lornar-se o ludibrio de algu-
ma illutao.
O silencio de D. Pepo a D. Jacintha apreseota-
va toda a eloqueocia de urna resposia affirmalira.
Ao menoa Hopwell assim ocompreheodeu, e con-
tinuou:
Alegro-ae por ver qae aceitara a mioha
proposta. Gracas a Deas, e ios meus hospedes,
vo emfim deixar esta existencia que serve so-
monte psra augmentar-me o spleen. A solido de
nada Vale para aquella que nao tea a conacien-
cia~tranquiiia. D'squ 4oaa das iremos todos a
Nora-Orleans: all ae* labeilio terminar
pelos aeos legses e aathenticos o aoss* nego-
cio.
Baa, seor Hopwell, concordo, responda* o
CaaaaBaaa.
E tirauad* 4o ae* dado *a grosso naael de oa-
D"> BB". por meio da prallca a acertar com.
a orthographia da seu amo, e a podar escrerer
dictado. Julgsa-I9 u(n homem aaito instrui-
do dava a entender as fj*a*oas le alala, qae
eetudre. e aabia o latim. Eofateao em sea
mrito, e julgtndo de M, f, qu o defanto,
que, aqei para n*. a o conservara em sea aer -
vico por causa de aaa estupidez, lhe fizara jnstl-
ca, Labrcbe nao ooUva eemeote coa o qu* a*
chama urna lembranga. poras. e01B alstiinai pen-
sao qae lhe permittiria aatisftzer sua paixo pela
pregulga, e leitura de romancea. JulRsva-u i
em urna cazinhicom um criado aa auas ordoaf
e am contracto com os lirreiros doa arredoree*
para ter todas as obras novas. Mr. Labzcha de-
sejava tambem ama companheira da aua escolhi
porem que ettivesse habituada a lr aventuras d
hroes e priocezas, nao quera descer a pessoaa
da sua condieo, porque, alem de tudo, desaja-
va ser comprehendxdo.
Quando chagou o grande dia, Mr. Lsbrlehala-
vantou-se mais cedo que de costume. Vestio
am traga de luto de escolhtda eWgsocis, perfu-
mou-se. atou um grande crpe no bra;o e lo-
mou modos de senhor com os outros criados, la-
vejando neste dia as funcedes da Mr. Guillot, o
mordoroo, qae levare a espada, a devia recabar
aot que cnegaram ; procurou uiurpar-lh'a*, pro-
metiendo perorar um poaco, quaodo esta, como
lhe succedia muitas vezes, se loinisse suscinto,
aos grandes cumprimentos.
O primeiro que chegou foi o cavalheiro Silra-
no de Germandre, com seus dous filhos, am me-
nino de doze sanos, e urna meoios de oito,
quem accompaonava urna aldea decentemente
vestida de luto. O cavalheiro era am dos mais
prximos prente* do defunlo, pois era filho de
seu irmo. Bem como seu pae, fizera um casa-
mento de ioclinac.o. Estar viuvo, a tioha tra-
la e oito aonos da edsde. Era um homem do
estatura e appareocia mediocres, excessiramenl*
tmido, porem de fisionomij agradare! o distin-
ta. Omordomo perguotou-lhs polidamenl* quem
elle era.
O caralhtiro disse seas nomes a qualidades, a
foi convidado a entrar para o aalo, e esperar a
ceremonia; porem elle preferiu ir paaaeiar nos
jardios. aua timidez ftz-lhe receiarfidas petsoss
da sociedade com as quaes ser-lbt-hia preciso
conversar.
Lsbrche vendo o caratbero descer da ama
miaerarel carreta puxada por uro magro rocim,
oo se dignou encommodar para perguolar o no-
mo e a con diga o de um personagem to mediocre.
Reserrou seus gastos de toillete, e saa eloqueo-
cia para pesioa* mais capszes de aprecia-U.
Depois do caviihiiro chegou montado em um
bailo carallo de batalhs o conde Octavio de G*r-
msnir, neto d'eqaelle que morrera sobre o ea-
dafalso, a por cooseqaeocia obrioho do defanto ;
seus parete* se tinham arruinado na Vend,
ea pae ali morrera am um combata, a sos abe
morrera de pazar a miaeria. Ostario aaa recur-
sos e sem iastruccio, porem porssiado de saa
infeliz pae ama altivez patritica boa entendida,
ooquiz procurar fortuna no serr\> do eetran-
geiro. Depois de ter encalado, desde a edad* 4*
treza a quatorzo annos. aua carreira militar no
axercito lbrelo, co***rvara-se oecullo, errant,
nao acbando, oem jdesejando acbar occasiao da
iostruir-se, s comprebendeodo, o pensando na
carreira militar, e esperando coa impaciencia
qae aa goreroo permanente acabases|s retel*-
(o o lhe permittifse servir a Franja saa trakir
seus priocipios a seotlmento*.
Esta momento chsgnu, a 18 do bramarlo. El-
le, vu em Booaparte o aojo qe* destrata o
moostro da anarchia, e ootriolo-se taires 4*
vaa esperances com Bailas passoas da su* el*s-
*, coa a idea da qae o primeiro cooaal, traba-
Ibavs pelos Bourboo, entro* *e oarrico, a des-
tioguiu-se rapidtmenta por sua bravura.
Ns poca em que o vemos a aparecer, Octano
de Germandre tinha viola e oito anos* e era ea-
pio de cagad ore*. Foi-lbe precise principiar
por eoldado, pois oo era aais o tempo dos
adisotam. ntos fabulosos ea qae alie pensara
ver-te general com vinie cinco son*. Todo
estsva regulirissdo ; lodts as iedividoalidadea
obscureciam-se, bom oa ai* grade, diante da
da Napoleo, e destinadas s se appsreeerem co-
mo papis dictado* e limitado* por aua vootida
soberana. Era iito aaa dacep(o para o* jovens
da opioio e do carcter de Octavio: porem ellas
eram obngados pela baodaira tVaoceza, pelo pun-
donor e pala oc*sd*d> rroeegmtr coa sr-
reira qua nao lioba outra sabida alam do adiaa-
tamento regalar.
Dotado de urna verdadeira e*pectalidade mili-
tar, ou prente de algum dos poC roso* do tem-
po, Octario poderii esperar cousa melhor. Era
bravo como um lao, porem taifa a-lhe nstrac-
qSo militar, que oo teado aprendido a tempo
nao procurara maia oella exercita; a sua capaci-
dade. Era alem disto de na carcter difflcll. Ir-
ritado pela desgrana desde saa mais lenra edade,
e leudo talrez, por oalureza, e espirito de con-
tradicho do marquz seu lio, estafa descontente
do partido que toman. No da seguate ao do
uma victoria; elle achara aempre da qua fallar ;
a carallaria dereria arencar maia celo oa mais
tarde, rod'iar certa posicj* a atacar oulia ; to-
dos commetliam faltas, e o general em chafa
mais qaa todo*. Disto rssultarsa-lhe discus-
ses, duelos o ioimigo*.
Maltratara mais de um adversario e recabara
mais de uma ferida, aem fallar oas do campo la
balalha, e apezar das eminentes qualidades a dos
bon* serricos, merecer* o epitbtto soldadesco da
mi* companheiro.
Continfr:.Ja.) .
......;
de ae, levar l*4*e 4a aa do qua teapo
pasa* sana aais ligeiro psra onda aa 4* nos.
Ulii T sergas'ee D. Jintha s ee* aari-
q*a o fazaadaire
i ae retiro* : fallaste-
() Vid* Diario o. 1.
Sea dizer ee*sa alguma Hopwell foi pestaeal
asele lascar Cmckupi* aua spaaa, c algaaa
iaalo* depois volUra ala*** braco a eU ul-
tima. Naquelle dia liaba alie a graviaa> aaatara
de *a qmmktr. a dignidade as* **a**aBBes
D. Pepo, tasaba a bandada 4* escur-ae,
a sen hora Uaa baa, D. Jicietha. Foraaei pr*-
jeclo, e qsec* dar-lha Jefinilivaaait* axacoco.
Pasao fallar coa fraaqaeza a aaa receio do ser
eavido par algaea aais. aais a* aeas *scrav*s
esto loage. Dev* abandonar estes lugares. o*de
a vida nao Ua sida boa para aia: daasais to-
nh* aa paas*4* a expiar. Mus tarde saben* la-
do; por ora liaito-ase a dizer qae Iba* eed* esa
hsailaco, e lodo se* toce, pal* preee qae
quizer ea c va*ictosar. Os mesas escrava* aera o
hrrea, ea livra toabea 4* caaacar aaa aera
ezirteaicia. iodo fixar a aniaba ressdaania *as *-
lid*** 4a Aastralis. Toda lagar 4 b*a par*
quea ai* tea palria I Aqu, D. Pao*, se***r ti
cara poaee distante 4* pas qaa adapto* cea*
sea, a* qaal ser-lhs-ha Ul**s aa dia pacait-
do voltar: D. Jacintha peder cairelar cea a
aaa familia relaces ni* ialerreapida*; pwqaa
Sabia* corre parto desta babitacae.e alea 4a-
a* rio eoaeca paiz qae a vi* aascer, e qae a
saahora ua* pode r***aciar 4* toda.
A voz ribrjato 4a Jama Hopwoll Uabia aaa ve*
Ud* eaergica; esa* boaea paaaaia aegreda
de iaaac aaa entras aqaille qaa qaeria: qaaada
aprazia Iba repnaalr os iap*t*s do asa caracUr,
Kaatarasa altivo iaperieae. coaaervava ao-
aqaatle* qaa dalle ea approxiaavaa pres-
ligie q* d uaa espirito forts ceaosao a ai
Oateira desla j sceiUr este asigalcsnto
preseai* cea* penhor ato a aaa recoahecaeat*
Hapwell toa*a aauel qaa ib* otTereca D.
Papo, airoa-o coa aUawejo; asas veado **ile
r*pr*a**l*da *a avio coa as valsa cbei*s,
esU legenda Mariposa Dios te guardelort-
p*lli* esa vi vari dada eiza* lo:
Guarde, guarda esU jais, era* de*pe*U re-
c*r4c**s b**a craa* 4*lsras 1 rib* deve pes-
acri-la.... Maia Urde, coaaua* elle saasanaasa t*w
e*Tdid* aaa hospeda cea a saa graaseira ree* -
aa, aaia tora* qasad* negadj estiva csariadi
aptoaatas 4ea**s 4a aasigaslara 4* *a traUio.
Na poca das aataciacatos. 4a que **s ec-
cepaaa**, ai* baraa aada csaiabea 4* tetra
aaa Estados-Laidas ; pavea ji o* re* da
rica 4* Mata crea alead** p*r tare**
Graaaa teaascr* partuee ato Hava
aaccaaaa sur a sal cate* 4* MUtasis. li-
ta iBieaws aa auiaasiiyi, u-
a cantil da LuizU** lacali-i laer
tpertaa.
po a aaa existencia ; assia pois estremec! a*
pensamento da ver o sen senhor abandonar sbi-
tamente acjaetlas pacificas solido**, 4* cajo tays-
Urios* encanto coa ello partilhava.
As patarras prooaociadas por Hopwell foraa
direito ao coraco da escrava. Qaand* o Cm-
chupin e aaa esposa se reliraraa, aproiimou-aa
ella de sen aenhor, e a casto ceapriaiad* a eao-
0o qae a daaiaara, perga*to*-lb* :
Porqaa Vmc. na os dexa partir T
A sea lempo sabe ras. responde* Hopwell.
Eolio ai* a* quer dizer ? A pobre Cara j
pardau a saalaace 4* as* senhor f
Hopwell sea reapdadar caat*bava a psssoa
Urge* pela galera : estova paludo agitado.
Moa scehor, Vac. soaTra, toa elgaa pe-
zar I .... Deada que esss geols para aqol veto,
j ninguea o eenbec* I .... E" toase qae se vas
cabera para aaa baa a para ae* descaece.
Oa greta 4* impaciencia qae eeesfwa a Hep-
wsll fot a ualca r.aposta qn* antev Caes, a qaal
ao obaUaU caatiaaaa:
Ella* viaraa aqoi asUbelacer-ss: aaaora
coas as aasa asaaairsa afiactadaa rae a rea aa
^"ato,^ 3assa^aa*j4a? Mtiescl* vendo es deas
estrangeiros oecupado* em seus preparativos de
viagem : a sombra tristeza que dells so spossira
dinipoa-se como por encanto, delxndo-a aotre-
gae ao* transportes de fantica alegra.
Hopwell do aeu lado parecia mais tranquillo ;
occupavam-lha o eapirito os serios projectos qae
ia por em execuco.e cuja extenso a ninguem
revelara. Etqaecendo o seo psaaado lodo cheio
de penosas recordarlas, eoearava com olhar aais
sereno a perspectiva de ua fataro aelbor dis-
posto. era um s dos que osarvam suspeiUra
a rssoluco que tinha elle tomado ; e quaodo lea
ordem para que sellassem-lh* o carallo Cora
nao se lembrsodo do projecto de viagem com qae
o vira oecupado doas diss aotos, penaou que o
sen fia ers acoapaobar os doas hospadea al-
gaaaa leguas distantes da babileclo para indi-
car-Ibes csainbo qae deram seguir.
Meo seobor, di*** ella coa alegris, enti-
na-Ibes boa o caaiobo, psra que elles nao i*
percaa aa floresta, e veabaa outra vez ter aqui.
Dexa estar que se nao ni 4* parear, re-
alice* Hopwell, porque eu o* acesspanbo. Tae
va a aiaba aais.
O que aee seabor I Vac. Uabea va* f
pergaaU* Cava cea sorprez*. S at aeactof At
viasf
Mais leage nada ; vea cdad. Daqei a
qaiaze das sUre da vetta.
EaU respasta caatea aewa* toqiat>;d>s es-
crava. O qae iris fazer aaa atabav ees lleva Or-
to*** f Sea da rila aqaalla part la *ft*lUra al-
g*a ayturto.
Presa ato* aria tristes preseottaentos Cara se-
gsa coa e elb*r tras vtaa4aatos qa desap-
par ea* a par taire aa faaadaaaa a rvares 4a tto-
rceto, aacsjsad* 4* asldca a Cmckmp* i
aaaaa*. aspasaato **asi ama aaa aaaai
voltasse ptra elU aba de Ib* lirtjir *a g*U U
deteedida; at Hiawril sfaataa aaa Uaa*
vaatar a aanatja, Cara Icaala a aa ttaaibato 4a
caes desfez-se aa lagriass.
Jatgaea q*e para ella estova lato acaba-
da, atoaaabcfto* atas *U priaavera. aasbaas
rid*s peto ea*U d*f pasear**, vnicattos petos
brilbaaUc rato* 4* sel .toa patwcer-lhe trtates a
peosas am sus palpebrts. Pobre reataraboa
digna de lastima a mulher qu* tem o espirito
vasio, a o coraco a trasbordar I
Em quanto Cora se eotragavs a am tedio deses-
perado naqualla hsbttseo solitaria e silencio**,
Hopwell e os seas conrfiohtlro* de riagem ehe-
garsm Nova-Orlsia*. O negocio qaa oslsvira
ali conctaiu-te deprssss.
Por um contracto aa ragra J*ba Hopwell
tratpastava D. Pepa 9 san aslber D. Jacintha
toda* a* tuas pleoUede* cea a* cavaltos, gado, a
instrumentos de taveara, aala tacto q*t lhe
perUnci*. maoos as aaataraa, a par aodko pra-
co, calculado sobra e seaftal 4s qae pedia diser
a Caehupim. "''
Ett renda au trapsaso eqeivalia aa*ei a aaa
dadiva: entreUaip eqeelle qae w dastosls dos
seas beos, psrecead* ase coa asneada valor
que elle* lobea, .xpar*t**Ura U*U oa asatot
sstisfaei* deq**sqelu* q*a Isa aatrar sa
delle. fl
Hopwell dt^mbsr*Ca4a pita ttoisar sana Miz,
s q*e aahaa l;o o preadto, estova tapanaata
er rolur htaitacbe, ala 4a por tala aa r-
dea, e ergeer o sea fea para peus diatsaUs :
coaero* laaedistoatato ira paaaajsaa pars
D. Pepo, a D. Jactotbs *a aa st> *r, qaa es
reeoalaziria s* lagar, 4a 9$ ttbs liad*.
O tostis* aavris tajaf* esm w saa aaaac
r*s*sd*s tflicali 4a priaavar, qaa eba-
gavaa, at jaato 4*4 carca* tovsatela sabr aa
da** asargeas para ptaUfa a* esaaawfeee, AJ-
faas traar** 4a arverea 9tts\t*U pal* cavwat*
l*ct**v*a a* fte- a avaribausfa 4* cseaaa,
ansa* iaaaeas m caaar*arsa m g*res c*a
teattoa uatatosto aastaiea s^aaria Jasara
pa^paaa av'svatstsas1^
Ai**tu qaa tras a car*ce
i aspaatva aarrir ato m
aaaasrg*. aa auasto aato itaaanVI
Es
qaaato Hapwell UlUva, a Cachupn allanto
paUvraa abaisira a casaca, o. Jaeiaiha
ajaaaaa
dedeo ansaassSjB, qa*
caatrae 4a papaiacics 4a ceasidera vel I
da.
Os aspara qaa *avegavaa aa Rio -Vaaelbe
cbagavaa Macate daraato a asfJa a a torera*
at a poTMca de Aiexaodna; asa pala priaa-
vara aa poca dea eheias, qaaada a gals atoa M**-
uahas R*ch*sas abria-M dapajsals su lata des
risa taavaatoa 4a aaa agua aaardtoato limeta,
elleaergaiaa at as uturnas baUtaces 4a psra-
ebu des NacbiuehM. **
Jaba Hepwall coaduztu Caehapto D- '-
cintb* villa dente noas, distaate qaiaxe tsgaaa
4a aaa habiuca. ala 4* eaaa rea re m
ahi cea deslino i Hsvs Orieaaa.
*
r*aU
Eaa
rcsja aspirto tavcctiu as*
padia lava-ai ida* das a***;*** aa ai
saaaa rcpsaiasaaaa 4a tetotora
lar*.
Paz-ss s calcar cea as ps aa latan) aaarstora,
a* dsMesda jattaat **tae**ea am toatses *m
tora* da* avaras, a s peraageU ia psdrad** ee
q* aa baagas saltivaa ee aaas i*-
rtcaad* s a aatrega* a aaa actealdato abac-
iato aeeeava barea ssgaealdaa aa ala* 4* aaa
asesar: sil defreau de *a atpelb* eatriUre-oa
de ail aaaeiraa. pasar, aa tarea aaa baetaa
cabellos boatu* careas da falbaa a da lera*; a
depei* aUrava ae chic asa latela sraata. pt-
ara-os rslvna pa rer lgaaas lsgrim*s sei-

i
ergvlbavaa
i aapWsia parecia a tacar to jeBato
U ae mtU da ag*a gtsase a aaaatoaa.
ae laica da ca*** caaUbtraa a m anana
u.s* *ad*vsa. asease ae dapto prM Pea
a* a catira a asuren ea-caaafd i
ftallr-*- da aaas foraa.
(Cealtoaer-a
PMN. TTP. 01H. f.M PAllA at i

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