Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09935


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Full Text
*mmmm




Jp treiBMinadiuUitsSfOOO
rir tre aezos veicidtt 6|000
^*A**W
MARIO

SABBADO IBUDgHl DE IM 2.
Pr aut tilMU9 19$000
Porte fruei art nbserlitor
PERIVAMBIICO.
E1CARREGADOS DA SUBSCRIPgAO t>0 NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio AUxandrino d Li-
as; Natal, o Sr. Antonio Marque> ia Silva;
Arasatv, o Sr. A. da Lemoa Braga:. Cura o Sr.
J. Jos da Ollvelra; Minohio, Sr.. Joiquim
Mirqaea Rodrigan; Pira, Maoool Piohtiro 4
C; Amaxonaa,* Sr. Jironymo da Coat.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SOL
Alagoaa.oSr. Cleudino Faino I laa ; Baha.
Sr. Joa Martina Alvo*; Rio da 1 malro, o Sr-
Jato Paraira Martiaa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa das aa 9)( horas do dia.
Igaarau, Goianna, a Parahyba naa legundii
a aextaa-feirai.
S. Antlo, Bezerroi, Sonito, Caruar, Altioho
o Giranhuna naa tercn-feira.
Pao d'Aiho, Niziritb. Limoatro, Brejo, P*a-
oueira, logezetra, Floras, Villa-Baila, Boa-Vista,
Ouricuryo Ex nasquarUs-eiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Forraoio, Una, Barreiroa
Agua Prela, PImenteiraa Natal quinta feiras.
(Todos os eorraioa parlam aa 10 boraa da manhia
IPHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO.
5 Qaarto crasccnta sos 2 mi tos da minhia;
l Lu cheia as 3 horas a 35 minato da man.
18 Qaarto mintuant aos SI minutoa da tarde.
16 Laa not as 3 horas *35 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
i
Primeiro aa 11 horas e 42 minutos da tarda.
Segando ss 13 horas a 6 minato* 4a manhia.
Partida dos yaforss costamos.
Para snl at Alagoas i 5 SO; para o norte
at a Granja 14 a 19 da aada mas.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Reeife: do Apipucot s 61|2, 7, 7 1|1. 8
a.8 1|2 da m.; de Olinda ai 8 da m. o 6 di t.; de
Jaboato 6s 6 1|2 da m.; do Caxang a Varna
is 7 da m.s de Btm/ea s 8 ds m.
. Pi V :. D" *t*r* i >] *> M.
4 1|2. 5 5 1 a, 5 1|9 e 6 da t.; para Olinda la 7
da m. 8 1 [2 da t.; para Jaboato a 4 da I.; para
o Caxang % Varxta a 4 1,2 da t.; para Btmfica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES yq CAPITAL.
Tribanal do aommercio: aegandas qointas.
Relacio: tercas a sabbadoa s 10 borss.
Fasenda : quintas s 10 horss.
Juizo do commarcio : aegandae so mel dia.
Dito da orphiot: Urca* a aaxtaa ia 10 hars.
Primeira vara do rival: Urca sitas aa malo
dia.
Segunda vara do sivel: qaartase sabbados il
hora da tarda.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. S. Erasmo b. m ; S. M .relimo m.
3 Terce. S Ovidio b.; S. Paula v.m.} S.OUvia.
4 Quera. S. Franciaco Caracioli; 9. Quirinn h.
5 Outola. S. Mariano m. ; S. Bonifacio b. es.
O Sexta. 8. Norbarto b.; S. Amando,
7 Sabbado. S. Roberto ab. ; S. Licarit.
8 Domingo. Paschos do Espirito Santo.
ASSIGNA-SE
a livraria da pnce
no Raelft,xan a livraria da praca da Indepen-
dencia na. 6 e 8, dos propri*tarioa Manoel Finri-
roa da Faria & Filho.
PIRTE 0FFICIAL.
G0VERSO DA PR0V1RG1A.
Expediente do da 4 ale junho
de 186*
Copia.Mioiilerio do negocios a fazeoda.
Rio da Janeiro, en 8 de mate da 1362. III m.
Rtaa. Sr.Tendo sido apprehendidas na capi-
tal da provincia da Babia, algumaa notas falsas
da cinco mil ris, imitando ss ds ultima eiUm-
pa do tbeaouro nacional, conforme participo* a
presidencia da dita provincia em off ci de 12 de
abril altimo ; remeti V. Exc par; os Gn coa -
venientes a ineluaa copia do terms tle exame,
qee aa proceden nt respectiva thesoiraria de fa-
xenda, cobre as racimas ootai. E cu n priado que
aja prevenida a polica desea provi id, V. Exc
Ibe reeommendar toda a vigilancia a ileligencia
para obstar ahi qualquer tentativa di Introdcelo
da mesasa atoad* faln.
Dos guarde 4 V. ExcJos liarla da Silva
Prannos. Sr. presidente da proviacia de Per-
na robeco.
Cumpra-ae. Palacio do governo de Pernam-
buco, 6 de janbo de 1882. Manoel Francisco
Correa.
Copia. Termo de exeme feito na sedla de
55 ultima estampa, 5* serie n. 41,871, remeltida
pelo Dr. chele de policis.
Aos 11 dias do mez de ebril de 18t2,nesla the-
souraria de fazeoda da Babia procedirem eo ne-
cessarioexame o respectivo thesoure.ro Antonio
Joa de Lime e o Bel do mesmo Eluirdo Piree
da Franca, ni sdala de 59 da ultima estampa,
6'serio n. 41.871 remeltida pelo Ir. chafe de
polista em ofJBcio de hontem, e em rMultado de-
claranm ser a mesma sedla falsa, por termuito
salientes os seguintea defeitos: o pipel contm
bastante algodo, a chapa em tudo ;ros*eira,
a effigie de S. M. o Imperador ma duenhada
e tem a face direita quasi impercepti re de mado
que flgara que o olho dess* lado es!; fechado, a
oretna esquerde est coberta pelos cabellos, o
sombreado da testa to forte qu* i anota antes
um borro, o tarjado que guaroece a no,a mui-
4o imperfeito, no centro della epenai ha rabiscoa
quinao naa terdadeiraa tem em letl a maisealas
o valor 5|, as letlrss n aotepostaa a numeracao
eatao man deitedas do que oaquellt s e sao me-
nores, e coros imperisl mal feila o nome do
labrteante e e saa residencia collocs los na parte
inferior e sntes do tarjado sao bem vsiveis as
verdadeiras e nests nede se distingue, a final-
mente tambem basss a assignatura.
E psr* constar laocei o presente (Maso que
amigo oscrvodas ceixee asaigosrsin es aobre-
ditos theaoureiroi e fiel. O escriv>. Fabricio
Airea de Araujo e Almelda.O theaoureiro, An-
tonio Jote de Lima. O Bel, Eduardo Pires de
franca.
Conforme.Joa Severiano da Ro ha.
Conforme.Feliciano Jos Teiieir
Conforme.Franciaco Lucio da Cintro.
Offlcio ao presidente da commtaaic de expsi-
to.Com aviso expedido pelo Exm. Sr. minia-
tro da igrie altura, commercio e obrii publicas,
26 de ebril ultimo, foretn-me enriedos os
premios com que o jury geral da exposicio na-
cional da corte distingui a alguns dos producto-
res ou expositores residentes neste provincia, e
que de cooformidade com o ert. 10 lasinslruc-
rei de 8 de sgosto do anno passade, dovem ser
sonferidae em presang da respectiva commisslo
e dee penosa gradas desta cidado.
Convido, poij, V. Exe. e aos ma s mambros
da commissao de exposicio desta previnciaa ai-
aietir a ease seto que ter lugar s 11 horss do
dis 15 deste mez no palacio da procidencia.
Dito eo commaodaote das armas.Sirva-se V.
Exc. de informar-m sobre o que pede no inclu-
so reqserimeoto Manoel Pereira do C>alo.
Dito ao mesmo.Sendo-me decan do em avi-
so da reparlicao da gaerra de 15 da mato uliimo.
que em deferimeato a aapplic* do tenante do 9*
batalhio de iufaotaria Manoel de Azevodo do as -
cimento, se maodcs corregir o almiinack mili-
tar na parte reletive a data doa aasenlamentos de
Kraca do sopplicaole e a do tenente do mesmo
itelhio Francisco Borges da Lina, qae asien-
tira praca am 17 ae setembro de 1841, o nao em
17 de setembro de 1840, e o peticionario em 23
de junho de 1842 e nao em 18 de jm< iro do dito
anno; assim o commuoico V. Exc. tara sen
conhecimenio a aQm de que se eirve srdenarque
se Uqt aemelhante correcto nos competentes II-
vros daquelle batalhao.
Dito ao inspector da thesourerla de fizenda.
Teado o Exm. Sr. ministro ds agricultura, com-
mercio e obras publicas, em aviso de 21 de msio
nltlmo, sob n. 41, bsver solicitado de di fasenda
as ordena precises psra aer posta a disposicao
desta presidencia a quintil de 80:4501 com que
foi contemplada esta provincia, na liitribaigao
do crdito concedido na lei a. 1,114 de 27 de ae-
tembro de 1860, qae o decreto a. 1,14) de 21 de
alambro do aano pasudo, mandou v gorar psra
o exercicio de 1862 a 1863, sendo 45 J para te-
legraphos e 30:0009 P"a obras publii as, genes
auxilios a* proviociaes, com appliciclo nica-
mente as estradas, canees, poniese milborimen-
tos da navegicao fluvial, e as despezai ds cons-
truccao do pisisdico provisorio de ma leim sobre
o rio Capibaribe ; assim o communiso V. S.
para seu conhecimento.
Dito ao mesmo.Em vista de sua informico
de 2 do correle, sob n. 505. dada cum referen-
cia a da contadoria dessa ihesouraru scerca de
requarimento que devolvo, coberto :om infor-
maco da juU municipal do termo de Olinda ;
autoriao V. S. a mandar pagar a .i lolo )oa-
3uim de Almeida tiuedes Alcoforado, a quanlia
1709 proveoiaata do aluguel de dous cavados
qas esiiversm empregadoa desde o 1' at 17 de
abril uliimo, na cooduccao do medico o ambulan-
cia para o tratameoto dos desvalidos < tacados do
cholera-morbus nos lagares miis distantes do
termo de Olinda.
Dito so mesmo.Antoriso V. S. de confor-
mldade cpm s saa informaco de 2 di corrente,
sob n. 594, a mandar que a quantia da 140J120,
que si seba a dever a eass tbesoaratiio cipitao
do 10* batalhao de infamara Antonic Francisco
de Avila, proveoienle de
cebeu pira as deapezia co
commando na comarca d
maio de desconloa mea
da aeui veooimentoi
lio no requeriesen,
iflformacao do brig
mes.
Diio ao Inipactot da
Ealinde em termos a l
pegar a Manoel Jos
dos 9009 que re-
acame iio sob seo
lo, sej? paga por
razio <> 5a parte
e o m non espi-
ro cobt rto com e
mnuodaole das ir-
r sria pr iviocisl.
canta, mand V. S.
Bsstoi oa so seu
procurador loaquim Aoruues da Silva conforme
aceite* oehefe de poluta interino eriaffiela de
Si?. .'Sl.*0b n:888'/ *MBIU de 13 leapen-
^2L! Ln sruatosal don presto* pobres ds ydel
o de GaranbuD, dunnte o me;. dMftril
*i a ao maemo.-Para dar cusspria euteTde-
Jla.0. v' *"mMt UifaUttr<'V*-2t re
mHU-me V. S. um qaadro ds divida 4e exerri-
cios fladeg. com declararlo doa credorea a do
quinto ae deve a cade um.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Autoriso V. S. s mandar dar biixi da seccao
volante do corpa tob seu commando ao aoldado
Francisco Jos ds Hors, por ter sido julgido inca-
paz do servico, como consta do otieslado junto ao
leu offlcio n. 241 de 3 do correle.
Dito eo mesmo.Podi V. S. msndsr dar biixi
o soldedo da aeecio volante Manoel Fraociico
di Silva Gima, sendo este sabtituido pelo ex-
soldado Jote Ignacio, que offerece e de que trata
o seu oficio n. 240, de 2 do correte, depois que
o substitutofor para isso jelgado apto.
Dito ao mesmo.Pelo offlcio de V. S. n. 139,
de 1 do corrente, fiquei inteirsdodehivero cabo
de eiquidra da seccao volante do carpo sob seu
commando, Jotjoaquim Florencio, concluido o
sen engajtmeato cootrahido novo, por ter sido
julgado para iiso apto.
D.to ao direetor d-s obras militares.Em vista
da informaco da tbeeoureria de fasenda de 9 de
maio ultimo, sob o. 403, o aatoriso a mandar col-
locar dous apparelhoa de limpeza oa prisao do
hospital militar, bem como mander fazerocano
de eigolo da latrina daquelle ealabelecimento,
sendo aquMt* obra ,pela qaaotia de 2509 eela
pelando 1009 em que forano orcida segundo se
v de atu offlcio de 4 de Janeiro prximo (iodo,
10b n. 2.
Dito ao commandante superior de Po-d'Alho.
Pelo esa offlcio de 9 do mez pssssdo, fiquei in-
teirado de ter V. S. por caasa da epidemis rei-
nante deixado de expedir es convenientes ordeni
para a reviso aonual da qualiflcacAo da guarda
nacional sob seu commando no praso legsl, e re*
commendo-lhe que logo que cene squelle moti-
vo, prorencie em ordem e ter sitiifeito o pre-
ceito da lei nos termos do 26 do art. 1 do de-
creto o. 1,354 de 6 de abril de 1854.
Dito ao juii de direito do Bonito.De posse de
seu offlcio com dsti de 29 de maio fiodo, expon-
do o eslsdo ds epidemia reinante em differentes
pontos deisi comarca, cabe-medizer-lhe que de-
ve Vmc. enviara conta do qae despenden o viga-
rio da freguezia de Becerros, em virtade de sua
autorisaco psra que se possa cffectuar o paga-
monto, a ter moito em etleoco o meu offlcio de
19 de maio prximo Ando, referencia ao medico
que ahi est em commissao. De miaba parte
louve Vmc. o servicoi preitadoi aos desvalidos
daquella (reguezia pelo cirurgiao Justino Euge-
nio La vener, aos quaee o governo dar o men-
cionado apreco.
Para a colonia militar de Pimeoteiras e em
Tirlude de requisicio do respectivo director, re-
metli hoolem urna ambulancia e baeta aleen de
outroa aoccorroa anteriormente para all envia-
dos. AUendeoflo ao qae Vmc. refere no final do
seu citado offlcio^ mando aeala deta orear pela
reparlicao das obras publicas a despeta lodispeo-
savel para a conaervacio da cadeia deesa| Illa.
Diio ao jais de direito de tiaranhuna.Inteira-
do do que Vmc. mecommunicou em offlcio u. 23
de 27 do mezpessalo, com referencia a epidemia
reiasnte, teuho e dizer-lhe qae se ella tomar
maiores proporcoes me participe inmediatamente
sflm de qae nao faltem as providencias qae as
clrcumstiociii aeooselhirem.
Dito ao director das obras publicas.Psra aa-
tisfaier e deliberacio da assembla legislativa
provincial, mande Vmc. proceder a um exame
oa estrada de Tamindar, e me commuoique o
seu resaltado. ,
Diio ao major Jlo Francisco do Livramento.
Tendo netta dala mandado indemnisar a Ma-
noel Ribeiro de Cirvalho da quantia de 4009000,
que Vmc. tomou por empreitimo a Antonio Bap-
tiita de Mello Pelxoto, para pagamento dos ven-
cimeotos da forca, sob seu commando, segundo
coosla de seu offlcio de 5 de maio ultimo, scabo
de recoenmendar a tbeiouraria de fizeode que o
figa debitar por eise qusotis, da qual prestar
conlas no flm de sua commits&o. O que commu-
oico a Vmc. em resposta ao citado offlcio.
Dito ao eogenheiro fiscal da estrada de ferro.
O Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio
e obras publicas, a quem foi presente o offlcio
que o seu anticesior enderecou a esta presidencia
em 5 de margo ultimo, aolicitaodo urna decisao
definitiva sobre a providencia, que pretende to-
mar a compaohia dacstrida da ferro, de legunr
cootra o inceodios o seu ermezem de (ornee!-
mentoi, trem rodante e offleinas, declsrou-me em
aviso de 8 de maio prximo fiado, sob n. 39, que
Qzesse constar a Vmc. que oio pode deixar de
ser mailo vintijoso aos ioteresses do governo e
ds compaohia, que esta segure cootre os incen-
dios em um eslsbelecimento proprio.de reconhe-
cido crdito, todo o seu material fixo, compre-
henlendo-se nesta especie nao s6 os srmszens e
officiaes, como tambem as esleedes que tirerem
o carcter de permanentes.
Dito ao mesmo.Sendo conveniente a marcha
do servido, como me declarou o Exm. Sr. minis-
tro da agricultura, commercio e obra*, no aviao
incluso por copia, datado de 7 de maio ultimo,
tob n. 38, que se observe s msior uniformidade
ponivel ni organinco dos mappis, que aos en-
geoheiros ficaes da eatrida de ferro incumbe re-
moller, nos termos das ioitruccdes de 22 de agos-
to do anno paisido, recommendo Vmc. que
apreiente com urgencia os modellos que julgar
de ver adoptar-se para os ditos msppis, quer estes
lejam mensaes, semeitraei ou ennuies.
Dito camsrs municipal de S. Bento.
leudo representido a esta presidencia o jutz de
paz do Ia diitricto ds freguezia de S. Bento em
offlcio do 1* de maio ultimo que cimira mu-
nicipal da villa daquelle nome deixou de cum-
2 u0-di,po,to no art. T da lai de 19 de agosto
de 1846, diodo causa essa falta, s que nio livesse
anda procedido i reviso da qualiflcicio daquella
parocbs, recommendo e cmara que de coofor-
mldade com o aviso de 26 de ebril de 1847 21
e o citado art. 7 da predita lei, expeca as oroens
praeUas aDm de que no dis 28 de julho prximo
vindouro, que pin isso designo se rena a junta
de qoalicaQao da meim freguezii e proceda os
seas tribalhoi ni forma di lei.
Dito io conseibo de compres navies.Appro-
vo os contratos que segundo o seu offlcio de 27
de maio ultimo celebrou o conseibo de compras
oavaes com diversas pessoss pira o feroecimeoto
de differonles ertigos pira provlmento do ilra-
xartfado de mariohi.constmtei do termo innexo
ao citado offlcio.
Dito ao mesmo.Promovs o eonselho sdmi-
oiitrilivo a compra de nove llvros constantes do
pedido junio, assignado pelo delegado dr/cirur-
giao-mr do exercito es quaes sao precisos para
a enfermera militar de Tacaretfi.
Portiris.O Sr. gerente da compaohia Per-
nsmboca mande dar ums pusagem de estado no
vspor Jaauari* para o Cear a Joao de Lima
Freir.
Dita.O Sr. gerenta di compaohia Pernim-
bacam mande dir transporte da ida a volta no
vapar Peninunga, em lagares deslioados a pas*
sigeiroi de eiiido a commissa, nomeada pela
issembli legislativa proviociil para eximimr a
estrada de Tamandar composti dos seohore
deputsdos proviociaes Minoel Neto Csrneiro de
Souia Bindein, Pedro Affonio Ferreua t Gu-
par de Menezee Visconcelioi da Dramend e bem
assim ao engenbeiro Jos Ciroeiro da Rocha e
coronel Jos Antonio Lopes.
Dita.O preeideote da provincia attendendo
ao que requereu o bacharel Joaquim Theoiooio
Soares de Avellar, jviii municipal a de arpbios
do termo de Cimbres reaolve conceder-lhe doas
meies de licenca com vencimentos na forma da
lei para tratar de aaa sau le.
Expediente do secretario do
gOTerno.
Offlcio ao commandante das armis. S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda declarar
V. Exc. que neita data se mandn salisfasar o
pedido de llvroa para a enfermarla militar de
Tacerit conslsntes do offlcio do delegado do
cirurgio-mr do exercito ennexo ao offlcio de
V. Exc. de 30 de maio ultimo sobn. 106.
Dito ao 1 aecretario da asaambli legislativa
provincial.O Exm. Sr. presidente di provincia
a quem dei aciencie do aea offlcio de 3 do cor-
rente sob n. 42, manda declarar i V. S. sflm de
fizer constar a assambla legislativa provincial
que a manhia ao meio die ou quando mait fOr
conveniente a commistao recebar no palacio do
governo a depuli^o que tem de apreientar
alguns actos legisla ti ros e saaicio do V. Exc.
Despachos do da 4 de junho.
Aeouertmsnto*.
Antonio Ciimeco Moreira Temporal.Ioforme
o Sr. director dss obras publicas.
Franciaco Bolelho de Andrade.Informe o Sr.
inspector do araeoel de merioba.
Bacharel Joaquim Thetoooio Soeraa de Avel-
lar. Pane portara concedendo a licenc
requerido.
Alferes Joaquim Pedro do Reg Barros.In-
forme o Sr. Dr. chefe de policie.
Joao Quiolino Meoeies Galhardo,A vista da
informaco iodeferido.
Commando das armas.
Cuartel-general do commando das
armas Je Pernambaeo na clda-
de do Reelle em 6 de junho de
IH6Z *
ORDEM DO DIA N. 91.
Pareeendo ao general commandante das armas,
pelo que tem observado que os individuos que se
propoem a servir voluntariamente no exercito en-
tendem que somente o devemfaver por interme-
dio dos leohorej oSciaes encarregidos do recru-
Camenlo oa* aWasae fragaasU* Ueaia cipliil de-
clara para conhecimento dos interinados, qu*
lhes iotiramente livre apresentarem-ae a aqaal-
lea aenhere officiaes, ou directamente o ornar-
te! general, certos de que aerao neste receidos
independente de qualquer intervenes.0 ae tlverem
a precisa idooeideda.
Assignado.Solxdonio Jote Antonio Ptreira do
Lago.
Conforme. Jote Franciteo Coelho, capitio
ijudinte de ordena encarregado do detalhe.
PERNAMBUCO
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
4' SESSO ORDINARIA EM 4 DE JUNHO.
Presidencia do Sr. Bario da Vera^Cruz.
( Concluso. )
Vo mesa e spoiam-se as guiles emen-
das :
Substitutivo do 5* do art. 13.
Obras novis. sendo 20:000$ com a ponto do
Brumzioho, e 50:0009 com a ponte de S. Joao,
imba na eatndi de Pao d'Aiho, Ociado o presi-
dente da proviocia sutorissdo a contratar desde
logo a construeco completa deitai pontei, iberia
devid* concorrencia 70.000J. Bario de Muri-
baca.Souxa Reis.Birroi Barrato.
Ao 7 do artigo 13.
Sopprimam-se as pslsvrissendo 8:000} para
a matriz da S. Jos.- Feneloo;
Substitutivo so srtigo 13 9 3*.
Rduza-se a 50 000J a qaaolla coosigaada de
100:000.Witruvio.
No artigo 13 g 2*, depois da palivra edificios
accresceote-sesendo 1:0000 para reparos do re-
colhimeoto di villa de Iguarassu.Anual.
Ao 13 artigo 13.
Coowvajao-em de 100.000*000, diga-se
DllZvUUffa
S. R.Feoelon.
Inclusive 1.000$ para aa obras ds matriz de Gs-
ranhani.Torree Bandeirs.
No 7, depois ds pilivneidadeaccreacen-
te-aa e 1:000} para a mitris de Iguiriss.
Amarsl.
Para um acude am Pelqueira 4:0003000. Ci-
tanho.
O Sr. Citioho :Sr. preaidente. tenho-ma acos-
tado ssmpre nests cesa opiaiio dos nobres de-
putados membros de commissao de orcamento,
estiva mesn.0 disposto a acompanha-loa vista
do sea bem eotendldo espirito econmico, i vista
da juitigi dejuis ideas emittidaa ueste sentido.
Desde porm, seohoree, qae eu vi hontem fallar
o nobr* deputado o Sr. Soasa Res, membro des-
si commiiao, que ao mudel de eecordo, e mu-
de! de accordo, por comprebeoder o alcence do
system econmico da nobre commissao, mudei
de accordo por ver que os nobres depntidos que
me haviim icompanhido em algumaa ceniuras
fetas em relicao ao ayitami desenvolvido as
obras publicas, nio tiobam por flm extraohirei-
es desperdicios, para que foaaem applieadas ai
rendas publicas s todaa as aecessidides da pro-
vincia, e unto que oa nobrea depatidoa tenbim
por flm applicar todo o reaultadodaa rendaa pu-
blicas, depois de tirados os ordeoados doi em-
pregidos subvenidos e todaa assss outrss verbas
que le applicam especialmente na capital, l-
menle a verba obras publicas. Nao contentes os
nobres membros da commisaso com a verb dai
obras publicas j existente, assentersm de crear
mal a verbaobras novaa na qaal sem duvida
abiorvido todo o importe das rendas publicu
extrahidas aa de que falle!, de sorte qae na pro-
vincia nio ha ontra neceisidide senao obraa pu-
blicas.
Seobores, quando em ama das seuoe* pasu-
das, fazeodo casa algumaa considera?5ei em
relico eo modo porque se fazlam as obras pu-
blicas, i algumss censuras, nao tire am vista of-
fender a individuos, e creio que a casa nio me vio
usar ds expreuio malversscio, pelo contrario
disse que fixii justici a probidade de alguna doa
empregadoa ds setoal repirlicao, qoe tinba mei-
mo relic&ei de emicide com alguna dalles; mis
qae lamentara somente oa orejudos resaltantes
dos engaos, erras de cilculo, e ornamentos, no
desempeaho de obrss, etc. De aorta qua nio pou-
de deixar da aorpraoder-ma hontem, qaa o no-
bre deputido, a quem ma ra&ro, na (orea do seu
enlhuilismo, tinto declamis* lamentando que
tuu causal pirliiiem antes da ailTirai^**, bao
dn repartiedes, mas deita casa. Sorpreodeu-me,
iiohorei. lemelhinte procedimanto, a me pare-
ce, que o oobre deputado nio devia tratar da
questio, lanzando este atigmi sobre a casa, o que
me nao Ibe tica muito digno, porque quando nos
damos o nonos votos s favor de qualquer ques-
tio. porque temoe conecieneia da juitics com
que procedemos. (Apolsdos ). Me parece que o
oobre deputado nao devia prooanciir-se deise
modo, iccaseodo os seas collegis de malversa-
(des, (apoiados) dixeado, que ellas partem dests
caa. Peco, portaoto, ao nobre deputado, lio jui-
tO, COBO ...
O Sr. Souxe Reis :Que se diga mais de oetra
ver.
O Sr. Cateoho... que sej miis generoso pa-
ra com os seus collegis.
O Sr. Bearque:Juaticeiro.
O Sr. Cataoho :Slm. Quesej miis justiceiro,
nio nos lineando este stigmi, que nio nos pode
licar bem.
O Sr. Sousa Reis : Justiceiro fut.
O Sr. Gstsoho; Ee eetou certo que o nobre
deputado fez lato, oio com in'.enclo de offsnder,
e aim arraitrada no calor da argumentacio, e
por torca da auimicio de aeu discuti.
O Sr. Bario de Maribeca :Nao, aeobor.
OSr. Gatiobo: O nobre d*putido como que
quu liodi obrigar aqueliea que tiobam citado al-
guos caiot de extrevios, a denuncia-loi casa,
ei'giodo a punicio dos culpados.
Eu raipondo ao oobre deputado qne tendo ci-
tado ilguoi casos ds desperdicios de diobeiros p-
blicos, erros de calculo, e m administrado as
obras decretadas, nio fallei em mlvemelo de
niogoem e mm ouvi aemelbantes expressoes na
casi, e ae es hoaverim eu nio eslava presente,
e nio estou por isso ns obrigefio ds aa denun-
cia-las. Se o nobre deputado sabe dessas mal-
veraacoea, nio esta inhibido de proceder pelo mo-
do porque se exprime e aconaelha, mas nio quei-
ra impdr aos outroi obrigaco s que nio estio su-
jeitos.
O Sr. Souza Reia:lito o que ea nio echo
bom, dlser que o mal existe, mas nio dizer como,
nem querato fsz.
O Sr. Cstiohe:Quando eu estlver convenci-
do de que hijam malveritcdes, quando eu Bo-
rnear o nome dos individuos, qae ss praticarim
nio heattirei am declarar aeua nomea, e mesmo
reclamar pela sus punicio pera qu* ae nio repi-
ta m com piejuizo dos cofres pblicos.
O Sr. Soma Ru: O mais fallar viga-
mente.
O Sr. Citinho ; Senhores, eu nio tomei de
todo Uvdiicurio do nobre daputado, e por isso
nio peasfere reapooder a loJia a auaa proposi-
coea, pifeaunio-lhe maior aitencio aobre o qua
dis* a rtMpetko da* emendas ofterecida* em favor
da* obra* da* ma triza* e ora rea cao ao* viaa-
rioa.
O nobre depntado oppOz-ie a ditas emendas so-
bra o pretexto da que os dinbeiros pblicos dsdos
sos vigsrios eram mel administrsdos, cbsgando
mesmo a fazer aecusecoea aos vigsrios de que nio
cumpriam seus deveres, de que pela sua m con-
duta oio mereciam cooflaoca. Senhores, eu aeho
muiti iojuiii^a nesta accusicio; verdade, que
o noiso clero tem individuos que nio merecem a
cooflaoca publica camo os ha am todos as claise,
mu nio podemos avaacar a propoaicio de que
todo o clero da proviocia, toda essa classe oio
inspira a oeeestiri conflsnca para se lhes entre-
gar a direccio daa obraa das mstrises.
Um Sr. Depalsdo:E aa excepcoes feila* ?
O Sr, Cataoho : Se as excepedes feitai sio
motiroi para que nao entreguem enes dinheiri-
obos aos vigsrios, tambem esse motive dve pre-
valecer para que aa nao entreguem aoa individuos
de qualquer oulra classe na qual ae facam as mes-
mas exceptes, e em que se teoham dado tam-
bem extravos de diobeiros confiados a sus admi-
outrigao.
O Sr. Bearque s As oxeepcoe sio em fsvor ds
opiolio do nobre deputado. .
O Sr. Calaoho:Misen estou reipondendo aos
argumentos do oobre deputsdo quando disse que
te nio devia dar dinheiro aos vigsrios, porque
elles nio correspondum a coofianca nelle depo-
sitad, porque mattis vezes i thesoorsria se Tia
obrigada a executa-loa para prestarem conlt.
Creio, aenhores, que um oa oulro csso des-
les se pode ter dado, e apello para os nobres
deputados, que tem sido empregados na the-
soursris, quo poderlo confirmar ene meu pen-
ssr.
O Sr. Wilravio : O chamar a contal um
vlgario, nio quer dizer que, elle prevaricasse.
O Sr. Catanho : Mas sendo chamado a con-
tal, nio leudo prosada a mi applicacio, e ex-
travio dos diobeiros, qae Ibe forsm conllidos,
injusta qualquer aecusacio.
Um Sr. depntado : Sao morosos.
O Sr. Souza Reis : Moroioi urna couia, e
reminos oulra.
O Sr. Catanho : Se a thesouraria tem rece-
ido essss coatas, tem-n'as julgado validas,
tem-n'ai ipprovsdo, como aecusir urna classe
iotein ? aitribuindo-lhes tactos, que nio tem o
cunho da realidade.
O Sr. Souza Reis : Como sabe qua tem aido
approvada?
0 Sr. Citiobo : Pelo menos ainda nao vi
nenhum vigsrio proceuado por inexsclidio de
cootas e extravio de diobeiroi.
O Sr. Souza Reis : Porque nao ha verda-
deiro cumprimento de deveres, se houvesie,
tilvez elles fossem accuiados.
O Sr. Cataoho : A thesouraria examina oa
documentos qne lhe lio preieotes, a s dapoia
desie exime que julge valida ss conlas.
No calor da argumentacio o nobre deputado,
chegou a fazer a compareci do clero brasilero,
com os capuchiohos de nossa proviocia, como
sendo os nicos capaza de encarregar-sa de
obras, e Tazer matrizes, etc. Eu soa o primeire
a reconhecer, que com offeito os capuchiohos
tem prestado muito boos servicos provincia,
*ou o primeiro a coateaiar que elle tem con-
seguido muito bons rasnltidos com as suss mis-
adas ; mu nio se diga, senhores, que o nono
clero oio pode conseguir oulro tanto, por causa
de saa m conducta ? Nio, se alguma difieren-
;a ha, s devids ao espirito de novidade ds
oossa populadlo, que deixa-se,errsstar mais por
esni ideiu de um frade aalrangeiro com as le-
gendas de milagree antigos e de impresiio pro-
duzida pelo er tristooho de urna grande barba,
fanaliiindo-ae ao ponto de abriga-la, de beijar-
Ibe o habito, e querer at rasga-lo ios peda-
eos, mas nio por que o nosso clero tenha io-
capacidade para prestar o mesmos servicos.
Ni temos sacerdotes nio menos dignos, que
enes capuehinhoi, cojos nomes respeitaveis
foram hontem aqut citados, como bem, o Rvm.
Dr. Ibiapina, o Sr. padre Fraociico Jos Gorreia,
o quiu tem desempenhado tio" bem o lugar
de miuioairioi comaos mesmos capuchiohos.
E ae se linca mi smente dos eapuchio'
para ai missdes, se sio elles os prefer
brnileiroi, nlalhea pode virdahl falta
crdito.
Mu uahoraa, para que toda cas*
nobfft Oaouiafo ? pata qua tqds atu
lodo ene furor de fuer oppoiicio a decretacio
nenas obras ? Parece-me qu* a caaa vio, qwe o
nobre deputado a leve por flm provara necei-
tdade deieepplicir am todos o exceuos da
renda publica,depola de tiradoi o mencionado!
no parecer di commissao de fazeoda e orea ren-
lo eom a verba obraa publicas.
O Sr. Souza Reis : Sim li, comprebindeu
perfeitimente o meu flm.
O Sr. Catanho :O nobre deputado quer pro-
var_amda fritando dos vigsrios, que nio havia
razia mi queixai que ae levintaram ni can, de
que ha niuaiici ni preferencia para as obras
publica* di capital, dvixaodo lempre em eique-
cimento u mitrizes e ouiru necenidsdes dn
comarcal de fon.
(Ha um aparte.)
Se te fizer urna compara(io das despezas fei-
tai com ai obru di capital, se te attender a que
a&n*&"a ?alrjl 0e S* ,M O"""
o.uuuxuuu, ncando 6 para toda aa outras, se se
attender ao que se tem despendido com a matriz
de S. Jos, e eo que se tem despendido com as
outras mstrizes e mais obras, ver-se-ha a des-
proporcio, a iojastica que ha nena deitri-
buicio.
O Sr. Souza Reii:Eu peco timbem ao nobre
deputado que faca a comprtelo entre a matriz
d* S. Jos e euss oulrss.
O Sr. Citanho :A matriz de S. Joi recebeu
s de lubvencio 37:OOOOOO, tem mais as lote-
rtu provincties, tem mais urna lotera geral, e
que a torna .extriordiniriimenie favorecida em
relajeo as outras.
O nobre deputado dix qae a proviocia nio tem
obrigacio de coocorrer aenio para a capaila mor;
mas pergenio eu so nobre deputado, e isio que
se tem dedo para S. Jos aera s pin a capel-
la mor ?
O Sr. Soaza Reis :Que duvid, meu colleg?
E talvex qu nio chegue.
OSr. Catinho :35:0008000. loteras pro-
vinciies e geral s pira a cipelli mor ?
O Sr. Souza Reia :O nobre deputido j vio
a matriz de S. Joi ?
O Sr. Catanho J vi, e infelizmente lamento
qaeietenhim empregados all tantos capitaes,
porque a obra nao tem lidoteita como devia se-
to, j tem ruinas, nio tem sido talvez adminis-
trada com a economa neceuarli, nao tem ha-
vido baitaote xelo.
E, aenhores, quiodo se clami contra o modo
porque o admioiitradas aa obras do centro,
quando tanto se falla em economa, bom que
iito tambem te appliqae para as obras da ca-
pital.
O Sr. Souza Reis:Sim, senhor, e o que se
tem feito.
OSr. Catinho :Nio, nio o que se tem
feito.
O Sr. Souza Reis;O nobre depntado sabe
qua nio se tem gasto naquella matriz?
Tem-ee gasto msis de 1009000$, e spenu a
provincia tem dado 35:0009.
O Sr. Lucena:Afora ai loteras.
O Sr. Souza Reis :lito nio dos cofres da
provincia, dos Deis.
O Sr. Birros Brrelo:lito nio dos fiis,
dos jogadores.
O Sr. Catanho:O nobra deputado disse ainda
que o extravio dos diobeiros feito pelos vlgarios,
qae o mosefleitos colhidos era unta razio pa-
ra que eata auembli oio dsse fundos para
lemelhintea obras. Se esta razio devesse preva-
lecer, pirase nio dar diobeiros para a factura
de mitrizei do mito, parece que entio bem de-
via previlecer pira se nio dar para i matriz de
S. Joi, pira ae nao dar para as outras obras da
capital, porque tambem celia* se dio dliperdi-
cios, tsmbem aellas, nem sempre ha a melhor
applicacio doa dioheiros pblicos. Mas, dis o
oobre deputsdo, que ss eitrsdu, que es obres
publicas licam sempre, embors se deem desper-
dicios, sempre existem, sempre preenchcm un
oecessidade.
Mas, senhores, as mstrizes, estas pequeas
obras do mallo timbem nio exiiiem, tambem
nio lio ama necenidado psra oa homens do
mallo? Porveotura o homeos do centro qae
tambem eoocorrem para as rendes publicas, oio
tem direito e siguas gozos? Parece-me, que
sim. Entretanto, seohoree, o que qae ee di
psra essis obras ? Compire-se o orcamento, ve-
ji-s* emqusoto monta a raceila provincial, eeo-
nhecer-ae-ba que ella abiorvid quui todi com
as obras da capital, com as utridat que lhe sio
mal* prximas, etc., eubvences e emprezss que
aada sproveitem sos homens do matlo.
Um Sr. Deputado : Com aa obras publica
oio ae gula nem a matade da receita.
O Sr. Catanho: Eu estou dizeodo qae em
compareci guta-ae quui todi a renda com as
obra da capital e outras necessidadu, entretan-
to qae pira as do matto se di urna quantia ri-
dicula.
O Sr. Bario de Maribeca :Pois as subveo-
coe sio para a capital, is estradas, s compa-
ohia de vapores, tudo psra a capital ?
O Sr. Witruvie :O goso commum ?
O Sr. Cataoho :Dlaae ainda o nobre deputa-
do que a diitribuicio deases diubeiros pelas ma-
trizes era estragar as rendas publicss.
O Sr. Souza Reia:Estragar aa rendes pu-
blicn? Die que en deitruir o calculo do orca-
mento.
O Sr. Cataoho :Para o nobre deputido que
quer epplicar tudo as obras publicas, de certo
auim ; mas para aqueliea quo entendem que
tambem ha necentdade de ee fizerem outra*
obraa pelo centro, iuo nio destrair o calculo
da commissao, alendo que abmeate fuer jas-
tica a lodos aqueliea que a teem.
O nobre deputado qaerendo sustentar o necei-
lidade de ae continuar na factura das obras pa-
blicaa, quereodo mostrar a vantagem da conti-
nuarlo deesas obras, din* que nio obstante os
exircicios e todaa etsu cousas, podiamos dizer,
qae era Perosmbsco ume dai proviociuque po-
da cootar melhorea eilabelecimenioi como e ca-
sa de deleoclo, estrada*......
O Sr. Souza Reia:Que apontiva maior nu-
mero de melborameotoi miteriaes, foi o quo eu
die.
O Sr. Catanho :Respondo ao oobre deputado
que se nos fosse ponivel calcular o modo porque
tem sido essss obru feitai talvez o nobre depu-
tado cooeordaua comigo qne deviimoi cercear
um pouco, pira ae nio darem tantos extrevios e
que cunviris antes attender a oulraa neceuidi-
des que alias o nobre deputado quer desatender.
Quem v a maneira, porque se fas o cilcimealo
desta eidade, com o quil se gastara lommis enor-
mes todoi o din pan o qual se exige ama con-
tribtelo dos particulares, quem v que esse cal-
carnelo se coocerta constantemente sem que
baja urna rui perfeilimeote calcada....
O Sr. Souza Reis:Tudo Uto filia de di-
nheiro. "
O Sr. Citanho :Mas podii-i*Ja*jr de modo'
L* nio houvessem lentas ditpassfl ^Kaalrii
Ireasam tanto.
parte.) ^
Ir. Canato :-0 dtpVt diputad! diue aiada
i de q
gozo, porque os homeos do matto timbem go-
zavam em proporcio di quillo com qoe cooeor-
O Sr. Souzi Reii:Nio disie Uto.
O Sr. Citenho : Eu ouvi esta propoiicao do
nobre deputado ou de qualquer oulro.
O Sr Souzi Reis:O que din* qu* se ofe
gozavamoi, elles gozaram tambem.
O Sr. Catanho:Nio ha sr-nio desvaotsaem
para o matulo. .
Nio entenla o nobre deputado, que eu quero
fizer ioteira opposicio a cootinuicio dn estra-
das ; nao, eu quero que is estrada continuaos,
o qu* neo quero que por causs ds factura da
estradas se corle tudo o mais se nio faca cau-
sa alguma,qu se nao deis* de attender necesai-
dadei muito palpitantes para se decretaren) ao-
vas obras. O qae nio convm, seobores, qua
encelada urna obra se abandone pan eomecarou-
lra porque o resultado que dalll ha pouco,
obra qu* ae abandona cata arruinada ou inutili-
adi. Eu j citei um facto com relacao ao Gym-
oasio que quando se mandou cobrir ji estavank
ai naadeiraa podret: isto que prejudicial, ta-
to que inconveniente, edahi vem decretar-ao
para a cootervacio de estradas 100 000&000.
Acabem-se ss obras decreledn, coneervea-aa
mu nao duu maneira, porque assim teri degaa
tir-ae muito dioheiro, qae com vantagem poda
er applicado n'outras cousas.
E' certo que ss eitradu sproveitsm tambem
o homeos do millo, eu nio conteito iito; ma
oao alo lomele as estradas que cooalituean o
gozo de ume populicgo, ha mailae outras neces-
sidades s satisfazer, e ainda assim coocedido que
os homens do matto gozem das estradas, elle
esli em muito peiores condiedes do que o* da
capital em relelo aoi gozos, oio tem Ihestro ly-
rico, dramtico a onlras muitas coasas.
Um Sr. Deputado!Porque nao querem, po-
dem ir ao theatro quando quizerem.
O Sr. CaUoho :Nio lhes ponivel, e se nio
Ihei possiv*!, demos-lhe equillo de que se po-
dem elles utilinr.
D*pois o nobre deputido filis sempre am fac-
tura de eslradu, mas eu lhe direi que nem tem-
pre as estradas tem sido decretadas com atiene.
a conveniencia publica, com o fim de sproveita-
rem tambem aos homens do centro. O que ta-
obo valo que cada um pucha a bran para a
*ui sirdinhi, que se mande fazer urna estrada da
modo que pona de preferencia aproveiUr a mata
oa meooi eogmbos, e msis ou menos individuo
o oio porque s conveniencia geral e publica as-
sim o exija.
(Hs am aparte.)
O Sr. CaUoho :A estrada da Victoria aaUva
muito bem delineada ; e ea boa andamento, de-
cretou eala que ae cootinuaiee cortando a aerra
da Rusia que de um transito muito iocommodo.
e depois de ler sido feila alguma deipeza com a
abertura de urna picada abandono*-se essa es-
trada para ae abrir outra, para ootros lugares
como Tamindar, Jaboato, etc.
Um Sr. Depilado :A eitradi da Santo Aotio.
a meama daJaboatio.
O Sr. Citinho:Est eogsoado, ha urna outra
que principia a peale de Saato Amaro e qae val
- Etcada.
O Sr. Soaza Reis :Eolio quera qae a Eica.
a primeira freguezia productora de aaeucar nio
tivene am* eilndi?
O Sr. CaUoho :Qaerii, mu nio ficindo a
outra prejndicada.
O Sr. Souza Re:Ach eolio que a eatrada
di serra da Ruin en miis proreitosi t
O Sr. Catanho:Eu compreheodo a oppoilcio
do oobre deputado, porque essa estrada ia apro-
veiUr aos sertanejos, que nada valem, nada me-
recem.
ol havia. naia
trato das pesioas.
O Sr. Souza Reii: Ea nao
trato da industrias.
O Sr. Catanho .-Eu direi ao nobre deputsdo
que nio i do aiiucar que provm a renda da
provincia, tambem o nrtio foroece algodo, os
eouroi, o gado, tambem piga o dilimo, a se o
oobre deputado comparar todos es ramoa d
receita, hi de coovencer-ae de que os sertanejo
nio eoncorrem com '.lio pouco para a renda pu-
blica.
Diz o nobre deputado que sempre se tem con-
signado nests cata algumas qaotu s beneficio dos
homens do meti, E' verdade, senhores, mas
com que difficuldade ? Alguns agutes se tem
msndadoconilruir.misisto meimo com mil em-
bancas, e sio sempre em tio pequea escala pa-
ra eisai localidad que taoto seotem a filia de
ig*i, qae quui oio dio resultado nenhum ; o
muitai vezei succede, senhores, qoe so depoi
de vencidas si difficoldides, pma neita cua al-
guma verba para umi deasas obree, mu uio Iba
dio cumprimento, os sdministradores da provin-
cia, e l flea o dinheiro nos cofres para se appli-
cir a construccio de obras publicu.
Hoave, leohor presidente, mesmo um nobra
deputido que chegou iqui e pronunciir-se a res* '
peito ds sitiificio dn neceuidades publicas, di-
zeodo que no mato nio se preciava da tanlaa ca-
deiaa. Ob aenboreil Poii e nio houverem cideias.
no mato o que ae aeguir ? E' quo a impunidad
dos crimes ser em moito maior escala a depaia
soffrerio censura! injuitimente as autoridad*
que serio chamadas relachadas, por que nio pa-
nero os crimioosos.
N* lemoi apenu no centro da proviocia dua
cadeia, que lio a do Brejo a a do Limoeiro quo
te pomm chamar cadelaa.
O Sr. Lucena :Nio ae podem chamar cadeias.
O Sr. Csianbo :Mas lal a desproporcia qo
se guarde, ea relelo a essai neceuidades publi-
css, que mesmo ns maneira de se sustentaren) oa
presos se ola ama injuslica manifest. A caa
voli todos osinnoi 50:000*000 pira a soiienU-
;io dos presos pobres.
Um Sr. Deputado ;E mala.
O Sr. Catanho:Ainda este auno, sa acaba da
autorUir o governo elevar um crdito aupple-
mentir de doze conloa de ris psra aatiifuei assst
despezs ; opfeiideote diz em sea relitorio que a
cadeia da capital val mallo bem, que ha nuit
bom rgimen, muitoi eommodos, ntrela na cai-
ta-se com cida preso da cadeia da capital USO a
400 ra., ao .puso qoe ae pagam 900 r*. a cada
prno das cadeiai do mato.
Acreice a isso ainda, aenhores, qaa o governo
fez urna distribuidlo da quota por tal forma cine a
cadeia do Brejo que muitas vesos roana 40 a 50
presos, lmenla tem quota para austenUeio de T
prnoi, e o remitido qua a aopulieio vl-s
obrigada a auatentar caaes presa* parar** nio
morrim de fome.
O Sr. Sousa Reta: -.kcerto pooto concordo
aislo coa o aobre deptl aeho que aa poda
gutir meaos com a eae> delenclo.
O Sr. Drommood : Dimioua-ie o i
cau de delenclo.
O Sr. Catanho :Senhowa eu
alguma causa, tonal n
oio quero cancar a pactai
o que tenhodito lufflti
preaeader, declarando
portada quinto for em
_________________ eonHadw do hoaem do
quaixa n relelo aoa bem, aullo bem.)
-*
L
- -


. "-''
-------?r-------



^^^^^^H^
,
BUHO M TERN4MBUC0. ~e SAMADO ^^lO DE 1811.
=
pugnar
Kela :Eunlo lagmpoelaterea-
^^Sanho : O oobre depstado hontim
^uai> levaotou-ae, parece* qau quiz fzer-noi
ata centura, dizendo nio fui* o ai pasa ato etet-
ioral, como que vende a (alta de jaetica na aet-
leotago daaaaa emendas.
Eu direi ao nobra depulade q io htm
paejae neala caa peloa meenea iaaereae,
era defendo. oio devendo exari aher-m pac iaao a
anea proceder, em favor do tiamaar do aMlle, e
que qaando caesmo fizesie ni patelo eleitoral,
nobra deputado nao lio innocente que tam-
bera nio paaa dar o tea
ae poder dar, ser o tea patelo mais com-
anodo.
Uaa Sr. Daputado ; Pelas calenda.
O Sr. Galaono :.... suaa a iptiagoea mercham
-eSe loege, oobre deputado taltea mais esperto
ana parle, da que Si, pobre. > ma lutos, (apela -
do) para melhor direccio dar aaaa aapfreeees
poltica.
Em ceoclatio, Sr. preideotc, d aclaro que nao
meopporei i *erba obra publi as, quero que ella
ge facaro, mas qae se nao d ex;lui.iva preferencia
i ora qae aprmeitam i capital, cena exelnso
4ea que aproveitam aos horneas d j centro, o qae-
nio quero qae e comese* oran oras, sen ae
cooclairem ai qae ealqo em au lamealo, pare que
nao acceda perderam-se, como muitaa rezas
anea acontecido, com perda le dinheiroe, que
preji Jicara a ouiras neceaaidad !.
Aiim pensando, nada mala lenho a dizer.
O Sr. Peoelon : (Nao derulveu o sea dia-
caree.)
O Sr. Presidente nomea par a eommisao qae
Uaa de lerar algn ectoa aa icge. o Sr. Pa-
nelea, Amara! e Calando, leo o pedido dispensa
o Sr. Feneloa, aomoado o Sr. Theodoro da
Silva.
Tendo dado a hora, flea a dis< ua to adiada.
O Sr. Presidente deiigna a ordena do dia ele-
Tanta a aeasao.
a provincial, $ de junho
a a iieeutio, o subititutivo apote-
f rsjgeitido o art. do projecto.
tamben approvadas aa leguintestjmen-
concedida a matriz de Jiboato e Noa
Senhon do Koaario da matriz de Muribeca.
Barroa Brrelo.Ignacio Leo.
Aporovada. a .
o Pieand* agualaMDte aeaMedtea a preferencia
para a extraa doe loterlee j avetada favor
as obesa da au tria-de S. 1^ renace d Matea
. S. B.
Auajaeto. Leav
I Fita araajaaao>guiTtaMoasja]da :
< A rxtracia ae testaanaeri dev IdieriodaVcem''
coolot de cia concedida peta le d. 770 aos reli-
gioso franciscanos de Oliada para os reparos de
pess *to eleitoral, o (rae um convento laza perfereaarl* aa de maia.
Ver Cruz.
e approra-se
SESSAO ORDINARIA tM 5 0E JUNHO DE
1861.
Presidencia do Sr. Bario c a
Ae neio dia abre-ge a $etsi<
acta da anterior.
O Sr. 1 secretario d conta lo seguinle
EXPEDIENTE.
Umoffieio do aearetario da provincia partici-
pando qae S. Exc ficra ioteirado de ter a ae-
aaanbla nomeado ama commisio compoita do*
Sra. Drumond, Nelto e Pedro Al 'ooso para exami-
naren a estrada de Tamandar.loteirade.
Outro do meamo participandc ter ordenado ao
administrador daa obraa publica para que man-
de proceder o exame na estrada do Tamandar.
loteirade.
Oatro remetiendo ai informicoa dadaa pelo
prelado dioeeaaoo acerca da ere; ;ao da freguezia
de Correte..V quem raquial ou.
Outro participando terem lid. pedidas infor-
saecees acerca dos ofQcioa de jt itij da provin-
cia, creaco, diviiio e suppres lio dos meamos
Inteirad.
Urna petico de Roque Antor io Ferreira ttieal
Ha freguezia da Varzea, pedindo que ua gratiQ-
c*$io aeja igual a doa outroa dai diversas fre-
goezias.A' com misso de u rea ment muni-
cipal.
Outro de Luiz Paulino Vieira de Helio aegun-
4o tsbellio de olas e escrivic do crime e ci-
*el do Limoeiro, pedindo a supi reito do oOlcio
te primeira labellio daqaelle li.rmo.
E' lido e julgade objacto de deliberaco am pro-
jecto apoaenUodo Thomaz da G inha e Lima Can-
su avia.
E' lido e jalgado objecto de deliberaco um
rojelo mandando pagar i Liberato Tiburliuo de
Miranda Miele! teua vencimentos.
' lido o julgado objecto de deliberaco am
projecto coocedendo liceo;a Juvencie Tem-
poral.
Sao lidas e approvadaa as red.tccea dos pojec-
toa na. 7, 22 e 25 deste aono.
E' lido o julgado objecto de deliberaco um
projecto brindo crdito* aapple neniares.
A eommisao oomeada para apresentar ao Eira,
presidente da provincia os actoa deila asiembla,
alea de seren sanecionado*, sebe a camprir a
tua rcisso.
' lido e approvado o seguate parecer :
A com minan de ornamento n jn.cipsl a quem
fot presente a petico de Joio livangelista Fer-
reira Paz, eicrivo do crime e c ivel do termo ee
Caruar, e na qual aolicita o meimodeata assem-
bla que se consigne quot para pagamento da
quautia de 43t9890 qua Ihe levida de custa
de procesaos crimioaea em que lia aido condem-
nada a respectiva muoicipalidaile, de parecer
que aeja o referido peticionario deferido, e que
aoercameoto municipal ae maque a quota oe-
ceasaria para esse pagamento, valo que oa do-
cumentos exhibidos provam a legilimidade do de-
bito.
Sala daa commiaioea 5 de junho de 1861.
Witrnvio Pinto Bandetra.Vei|;a Pesaos.
E' lido o dispensado de impresso a requeri-
aneato do Sr. Wttruvio o seguin e parecer:
A cmomisso de negocios eclesisticos a qual
foi presente o requerimeolo d meaa rege a ora
da irniaodade do SS. Sacramento da freguezia
de S. LnreoQo da Malta, que jede approvaQo
desta assembla a alguma reformas relativas ao
cetnpromisso da mesma irman lade attendendo
qae ditas reforma* jforam approvadas na parte
religiosa pelo Exm. prelado diocesaoo de pare-
cer qae seja dita pretenda o defeida e oflerec e a
seguiote resoluco.
A assembla legislativa provincial resolve :
Art. nico. Ficam approvadas aa reforma fei-
tea ao compromisso da irmanc ade de SS. Sa-
cramento da freguezia de S. Lourenco da Malta,
revogada aadeaposiedes em contrario.
Pc.o da aasembla 5 de junbo de 1862.Tor-
reaiBandeira.A. Cunha Figueriedo.
ORDKM DO BU.
1" parte.
S" discuato do projecto qae concede abale a
a Joao Prenciaco: do Reg Maia ex arrematante
fia estrada de Po d'Alho.
E'-epprovado e dispensado o intersticio a pe-
dido do Sr. Buarque.
3a discasso do projecto n. 27 ]ae coaceda ao
4ministrador do consulado pr iviocial Antonio '
Carneiro Machado Ros um noo do cenca
aem vencimentos, pera tratar di aua aaude.
Val a meza e apoia-*e a seguinle emenda.
Ftca o presidente da provincia a atoriaado a
csxrceder um anoo de liceoca c( m iodo* oa veo-
cisnentos ab praticante da theaovraria provincial
Juvencio Temporal, para trati r de aua aaude
onde melhor Ibe convier.Witr ivio.
Encerrada adiscuailo o projecto approvado
coa a emenda.
9a discussio do projecto n. 2i que eoncede 4
loeerias a Santa Casa de Misa icordia desta ci-
WK
(Entra o artigo 1*)
O Sr. Theodoro da Silva [pela ordem) mimbro
da eommisao deputada por esta assembla para
presentar a S. Exc. os aeua actos a saneco, diz
qae cumprira a sua misso e qn S. Etc. disse-
ra qae os tomarla oa devida consideraco.
Encerrada i discussio o ar igo do projecto
approvado com as seguate* emendas:
Fice eoncedida urna lotera da 120 conloa de
-akem favor da matriz de Bom-Jardlm.Perei-
ede Lacena.Mello Reg (Joai|oim).
Fieam concedidas duas loleriaa de 120,0009 ca-
4a ama a beneficio daa obras daa matrlzes da
agaena de S. Bento e da villa .lo Bom-Cooia-
?" 1um aero extra hidas da preferencia.
gwvlo.Mello Reg (JoaquimI-Torres Ban-
S. R.
t Pereira de Lucena. a
Sao regeiladaa as seguales emendas :
Fiea igaalmente concedida preferencia pan
a extraco das duaa loleriaa decretada em favor
dos reparos da igreja d Coogiagacao daata ci-
dade.Pereira de Lucena,
c Pica concedida a preferencia para a extracte
da ama parte daa loteras ja decretadas a favor
d>aa obras da Igreja da Bj-viagea.A. de Sea
za Leo.
. c Preferencia qaalquer nutra para a oxtrago
daa loteriaa j concedidas a irmaadadtdoSS. SS.
da Bda-vitta.Alvaro Cavalcanti. >
< Pica Igualmente concedida preferencia para
a extraco da lotera concedida em favor da ma-
triz de Taquiretlnga Mello Reg (Joaquim).
c Pica concedida igual preferencia a lotera j
decretad* a beneficio da consirtcco do comit-
rio publico de Iguarass.Ama ral.
Teodo aido aa emendaa offerecidaa ao projecto
em 3* diteussao. ficam dependaataa anda de
urna 2a discussio.
2* parte da ordem do dia.
Continnacio da 2a diaeuaaio do art. 13 do
orea melo provincial. '
O Sr. Bario de Maribeca ceda da palavra.
O Sr. Buarque. cede da palavra.
O Sr. Souza Res cede da palavra.
O Sr. Witruvio : Peco a palavra.
O Sr. Preaidenle : < Tem a palavra.
O Sr. Witruvio :Sr. presidente, acbn mnito
natural qso a oobre commiaio de orcamento,
em quem rsconheco mu desenvolvida a boaea da
phitognitur<, se desvela pela austentaco de seu
filho querido...
O Sr. fiaro de Muribeca : Pira as cadeiras
nio, para a casa quando bouvar attencae
O Sr. Witruvio .V. Exc nio ma comprehea-
deu. Oizia eu. que acho mui natural que a nobro
commissio, como pai exlreraoeo, trate de susten-
tar o seu projecto; osea filho querido, eo
amor da pai acooselha sanio autoriaa quaai ta-
maohos extremo. Ma ae o deaenvo!vintenio de
laea aantimeotos louvado com relac a eaaaa,
que se, ligam, nSo deixa com ludo de ter tim-
bero aeus iocoovenientes, que justifican) qualqaer
bice, que o mesmo dasenvolvimeolo encontr
em sua manifeataco livre e franca. Tolere, pola,
* nobre commissio de orcamento que maos pro-
fanas toqoem em sua obra ; pego lhe venia para
apreieotar ama emenda aoseu 3* do art. 13 do
projecto de ornamento, que se refere ao calca-
ment da cidade do Recife.
O Sr. Buarque AugmentanJo a verba ?
O Sr. Wilruvio :Ver.
Parece-me que eata verba tem um pouco de
excesiiva, e como contequencia diaao vemoa, que
ouiras daixaram de ser dotadaa; que deapezas
tambem de necessidaie urgente* foram omillidaa,
nio seodo attendidis com a respectiva cooaigoa-
co no projecto de or^ameoto.
Noto. Sr. presidente, que nos annos anteceden
' nao se votou quota tio avallada para eaaa
le*
da i O Sr. Wirnivio : At arto ponto, nfe deixa
de ae-lo ; perqu am pata qae tem falta abaolatt
de eartoa meiua de vitiHdade, que ae reaear 4o
aeceaainadea pilptaures, que argem por eetisfa-
co, por cerio qae atiendo antea um laxe, def-
iendo de curar dallas, de dar-lbea alguma satis-
faci, para designar ama grande quota para o
calcamente da cidade.
(lia am aparte )
O SkMrttv|>i:-- Pama ta aie c
V. Exttatz; paWfheamvejoconsaajgrtu4pa
4 Rflaaaae seaaiufbiaa, o paaeatq
Iro niaaeeje igajal beaeveteacta
o.
W^trusaa*-' asat) tnita aaaal proposici aese tentldo ?
atirkda a esta eaaa, asas aaa> tenha um i O Sr. Amaral:
idade objecliva e nem poasa ter urna demons
tracio legitima. A prova della^Sr. pxeiiJente.
earepiio aeaa-fl deoreamente qae se piavu que
lado cousigo* para am .permetro que ae refere
! eaudisv
vorecer i mprezaCimbrone, nib, ella ape-
nan Uve em vala fazer cem que a execucio do
eatrato talo fleasse burlada, e tanto asaim qae
em aeua artigo de postares ella quaai qae se li-
mlioa a reproduiir as diversas dlsposicoes rega-
lameoUres comidas nesie contrato, come paseo
a demonstrar.
O artigo 1* das postaras em diacasaie dispde
>aa caaaa desta cidade aerio conservada*
pas, assim coma* o i emsjsTtaes. Qrot* qae eata
poncio, alem ato *aa maassesti alllidade,
ma
ina
ous em dous das.
Um Sr. deputado :t-# $ a*r existe poetara
eoaaeqaeocia do cematat, a qeeTse detr-
a remeci do lixo> .4aa caaes eatotaei de
ffcam eonceoataadues lpteria* de 120,000ca-
sia arma para Wdi matr zde Ciruar ai
-qeees serio exlrahidas dmete encia.S. R.
Terioa Bandeira.Wttravle Pi ito Baodaira
.3. ello Reg. *> '-
(Entra o ar. 2*)
Val a meaa e apoia-ae o agjate substitutivo
<*. 3* o projecto.
0 preidenie da proviocia r extrahir as lo,.
emano em cada an
couc dtda favor
do ileeife, a outra
as olraa do Gymoa- 0"!
revo ada a lei n. 302 0 D00ra
e qaac ar dlrpojic^ji o Sr.
ara lux*.
obra; e isso pode-se verificar pela legielacio
creio, portaoto, que este anco a neceaaidade do
calcamento nSo avalla a ponto talr que autorise
o acto da nobrecommisiio, levando eiia verba
talve*z que ao duplo do qae anteriormente ae tem
votado.
O Sr. Buarque :Nio apolado.
O Sr. Witruvio: liaa nio ha urna razie que
justifique essa elevacio, e como eonaequencia
della, repito-o, nos vemoa que diOerenlea obra*
de necessidade recoohecida pela misma oobre
commissio...
Um Sr. Deputado :Quaes o ?
O Sr. Witruvio:Por exemulo...
O Sr. Bario de Muribeca :Papacacinha.
0 Sr. Wilruvio : Sim, Papacacinha ama,
por exemplo.
O Sr. Bario de Muribeca :A commissio aun-
es ouvio fallar em Papacacioba.
O Sr. Wilruvio :Tudo pode aer. No entanto
a nobre commistio de orcamento votou urna
quaotia inaignificante para aa obraa do centro da
provincia, porque enteodeu quedevia antea dolar
largamente a verba do calcamento desta cidade,
cuja reduccio propooho em mioba emenda na
razo de melade, sem que diato resulte oullifica-
cio daa viatas da nobre commUiio, porquantu
para ease adjutorio anda ha a concurrencia dos
propietarios com 15 por cento, na conformidade
da lei n. 350.
E' verdade, Sr. presidente, que aa obraa publi-
cas alo de utilidade geral; e aa ealradaa, sobre
que tanto se falla como favores ao mato, se a ee- i
te aproveilim, nao acontece meos a esta pra-
a ; porquaoto ae o matulo se utiliaa dellaa com
Bcilidade do aeu transito, nos os moradores da
capital, aproveitamos a abundancia doa geoeros,
daa permutas commerciaea, das relscdea aociaea
ate.; de que aio ellas oa canaes directos. Por
cooseguitite se por esse lado ahi descobre-se um
ioteresse para o morador do centro, claro tam-
bem que a capital lucra tanto, se nao mala na
existencia daa estradas, cujoa beneficioa toma ra-
se aaaim recprocos, communs, e nio espacial e
exclusivamente do malo ; e por iaee preciso
nao deapretar totalmente, como fe-lo a nobra
cemmisso, osoutros ioteresse, aa outrasneces-
tidades nao meos reaea qne se sentem na pro-
vincia, para proveito exclusivo deata cidade so-
mente.
Nao vos pode ser ignorado, Srs., que o deseo-
volvimento do aenlimento religioso, qne ae ma-
nifeiU pelo culto externo, aeja ama daa oeoeaai-
dadea palpitaates do centro ; qua sem a educaco
religiosa, que nos centroee obtem oa igreja ma-
triz pela aaaistencia aos offictos divinos e i licoe
evanglica, nao poaaa o bomem ameniaar os
seus eoatumesimpedindo os impetos da natureza
livre ; e qae Analmente o resallado da falta des-
ee freio sej dar na perversio desses mesmos
costumes.
B essa oeceisidade, pois, nao credora de ama
satiifaco ? Tambem nio ae-lo-hlo outras tantas
de igual alcance para a aociedade ?
Se poia v-se, cerno acabei de referir, qae ha
neceaaidade de fazer entrar o centro aa partilha
daa reodaa com maia igualdade. enteodo que o
podemos fazer rednzindo a verba do salsamento
i melada do que est consignado no projecto.
Eu j o dlsse, e escuaado talvez fosse repeti-lo,
qae noaorcamentoa pasaadoa foram votadas quan-
tias muito ioferiorea aue, aetaalmenta aa acha
cooiignada no projecto ; e ae com eaias peque-
as qusntiaa na tizamos alguma couaa, ae abi
apreientamos algam calcamento, podemos por
este aano tambem nio elevar tanto essa verba,
da qae lognremoa algum retallado, leoiointel-
rameote satisfactorio, ao menos til qae de algu-
ma aorta preenche maia oa meooe essa necessi-
dade, podeodo aaaim acudir tambem a oetras na-
caaaidadea do centro qae de forma alguma dere-
mos esquecer oa negligenciar.
Mea o qae a qae se diz em susientecSo da in-
tegridade do projecto ? Dis-se que o estraogeiro
que vler nossa capital, ficar enleoeado, e dir
qae ietouma poaailga.
O Sr. Soasa Rea : A eommisao nio dlsse
tan
O Sr. Witruvio :Maa parece-me qne se aven-
tn iaao na Caes; a argumentacio baieon-ae tam-
bem em que devramoa aformoaear a cidade com
esse calcamento.
O Sr. Buarque :Nao aformoseamento.
O Sr. Witruvio : E' urna necesiidade, e ao
meamo lempo am aformoieameolo,
(Ha am aparte.)
O Sr Witrnvio : Pola bem, nio aera bonito
nem feio; maa est no Intermedio, e por tanto
dure decliuar maia para o bonito. Porm
lo qae quem nao tem dioheiro, nao deve
uribeca :Apoiado.
Apraz-ma muito o a
mala eipecialmaota a cidade de Recite.
0 Sr. Buarque :Perdoe e notare) deputada.
O Sr. Witruriu :Que ae retere maia eapacial-
mente a cidade do Recife, repito-o.
Um Sr. Deputado :Como iaao poisivel ?
O Sr. Witruvio: E' porque, como ha pouco
acabei de dlter, aa ealradaa, quecenitituem o ar-
gumento capital qua em impagnago se nea traz,
apretenlam urna ommtsmdaae de> iateretiea, do
que partioipam o matulo e o praciano mulla-
neamanta.
Aa vantageoal que deltas resultara, a partici-
para ambo, aio compartea nease gozo; lirado
porm Uto que sendo beneficie leca i todos, o
aproveitado por amasa ae partea o qae ai di ao
malutu ?
O Sr. Bario de Maribeca :Com quanlo concor-
re a cidade ?
O Sr. Witruvio :Acidada concorre com maior
lomma, u coaheco iaao, apezar de nao aer ar-
gumento poderoso.
O Sr. Lceos:O malo coacorre curo mala.
O Sr. Wilruvio : O qae verda.de, porm
que aa a cidade produi a ene ponto, tambem
com oa dififereotes poucoa que reeebldoa do mato,
formam a massa, que coacorre para a renda pu-
blica ; com oageneroa que u'alli procedesn,
cem o producto da agricultura, cem o resaltado
da inlustria criadora finalmente,que tem assenlo
na que lies pontos.
O Sr. Bario de Maribeca :Nao apoiidb.
O Sr. Wilruvio : Tambem a i capot taca o faz
crescer a renda.
O Sr. Baria d Muribeca : E mailia oulraa
COUSas.
O Sr- Wilruvio : Maa arafim, eeavenho em
que, come ha pouco disse-o, a cidade concorra
com maior somma ; maa ioqoeationavel que o
centro tambem oo deixa de coucorrer com a aua
parle. Sem embargo, porm, luda ae di para aa
ealradaa, eujo gozo corumum, e nada para outras
necessidade do centro.
Um Sr. Depalado : Ha preporco.
OSr. Witruvio :Que oo ha proporcao, *6-se
meamo do projecto de orcamento.
Um Sr. Deputado :A parte de S. Joao. -
(.lia um aparte.)
O Sr. Witruvio : A ponte a coosequencia
da airada.
O Sr. Bario de Muribeca : A commiasio a
propuz.
O Sr. Witruvio :Eu oo me opponho a qae se
faca eaaa poole, maa o que quero que se dimi-
nua a verba, que me parece excesiiva, am de
eatufazer ae a outra* necesaidades.
Quaade vi a nobre eommisao propor o seu
ubsliiutlvo, do qual resulta va urna economa oa
diminuicio de 30.0000, amparada com o con-
signado no projecto, eoleadi qae assim abra
margem a urna cooceisio s necessidades apon-
ladaa ; maa essa lupposico cessou logo que foi
por ella declarado hare-lo assim feilo, para aa-
nar a diQereoca que aa dava eom i forca policial.
D'esl'arte, tudo subsista como d'aoles; o estado
era o mesmo ; aa neceisidades por cuja satisfa-
(io se reclamara, nenbuma eaperanea tioham ;
cooliauavam, como cuatiauam no limbo.
D'ahi v-s que apenas ficam 6:000}; e poder-
aa-ha dizer qae aa necesaidades do mato polem
aer atlendidas ceaa 6 000'? A
O Sr. CaUnho :Iaee que ae diz, acJpTacaole
que a quotaa nao ae die. Y
O Sr. Witruvio : Eu nio quera *-/ntinuar a
abusar da paciencia da eaaa (oo apoiladoa, cru-
jan) -se apartes )
Nao ha proporcao, Sr. deputado ; o municipio
do Recife goza multo maia, accreaceodo oa eom-
modoa e os eolreienimenlos subvencionados.
O Sr. Bario de Muribeca d um aparte.
O Sr. Witruvio : Nio sai qual de nos estar
emperrado, ae eu, ou ae V. Exc, permiita-me a
expretsio ; mas me parece que nao eata da minha
parte eaae defeito.
Um Sr. Deputado: Entio cooclua loga, que
est da parte da commiaaao.
O Sr. Witruvio :Declinando de mim esse de-
leito, parece que elle irireilectir oa commiaaao.
A emenda qae aprsenlo, Sr. presidente, re-
duz a verba de 100 a 50 conloa ; com 50 coatoa
na podemoa fazer de certo alguma couaa com
relacio ao calcamento, tanto maia quauto aioda
assim a verba dos 100 contse muito superior ao
que se velo nos annos anteriorea, (eruzam-ae
aparlea) ao paaso que com oa outro* 50 cooto* ae
podem alteoder a uulras necessida es publicaa de
urgencia.
O Sr. Bario de Muribeca faz largaa considera-
res sustentando o artigo do or^ameoto, e em
rrspoita aos oradores qua o precederam em seo-
tido inverad*.
Dada a hora, fiea a diacussio adiada.
O presidente designa a ordem do dia e levanta
a sesic.
. aa ha oa
nio...
.Pala Bao ba 1 N
T..maa upporjtio que e boavasae
a cmara nio a proporia de novo.
O art. 2o, Sr. presidente, qne am corollario
do aolecedeote, dispde1* qae os moradores
daa ditas cita* deverao varre-las urna vez por
da, e oa qnsntaaa ao meooe urna vez por ema-
na, V q calar urna vea por anoo a piola-laida quatro em
qoatro anaoa ;3* que deverao atterrar com
arela greaaa oa quiotaes em que ficarem estag-
nadaa aa aguai pluvtaea.
Contra a primaira parte deala artigo ergueram-
e oa Sra. bario de Muribeca e Dr. Theodoro da
Suva, daa oa da loog a reflexoea para facer
aantlr a eaaa. que havia lod*-a- inconveniencia
em armar o agente* da cmara municipal com
eaaa ficaiiaace, coocluiram qae ella ara inconi-
titucioosl, vtito como oa ageataa da cmara
recebec griode) quanlidade de materias fecacs, a
iT
ioo graauw quanuaaae ae materias lecaes, e expenaaa do emorazario n.^.n *.. d,.ni.
S^^L"-^.^".^ ZXF"* acert *^iVZ&4S
habitantes desla cidade eu ler um grande numero
delles, oa mandar fazer o aeu dapejo erwas qo-
tidianamente, o qae muito oneroso.
Acamara maniclpal, Sr. presidente, estatuindo
por tal modo aa drmentoe* de semelbantaa vaeee,
verdadaque qaiz dlfflculUra limpeza pelo mo
systema actual, qaiz meamo que iodirectamenle
torear oa hetltsuies daata cidaaSar asrecurir etyi-
lema de limpesa convancioatasls ceaa Cambraone
como maia ecooomico. e niela obro a cmara,
como j) evadisaa,, do jenformHad com aa re-
recomiaamalacoesr/ do a4min*smdoa da proviacia,
qae no ar*,4id reeametive eootaaee seoMgon
a empreaat o raeioa para- fasser activo o dito
contrato. *
Com quanto, Sr. presdanle, a commistio an-
t** osov-eaatreio peae traaer nao pequane
utilidade ao publico, aa for convenientemente exe-
cutado, todava ella nao deaejando qae eaaa exe-
cuco tenha com eco. por modo, qae pareja vela-
torio, anoae na anppreaaiu desia parte do art. 3a,
qae marca aa dimemes de vaio de que e trata,
sendo que para iaao tambem mandare! ama
emenda.
0 artigo 4" dispoe que ene* vasos seiam des-
pejados e lavados de 8 em 8 diss. sendo conduzi-
dos aos lugares para Uto designados horaa mor-
tit da noite.
Me parece que ss dispoiic,et deste artigo con-
formam-ae ioletramente com os salutares precel-
toa da hygieoe puMica.
0 artigo 5* diaoeodo eomo diapoe qae o Uto
(las casas seja coaduzido a qualquer hora do dia
ou da notte em- caixe tapado* de forma que nio
*e poata ver o que cootm, supponho qae, se nio
^ --- ---- ,j------------------------------------------ ---- ---- j v i, u su iaa W1IVUUU \4 nata devaaaar, eempre qae lbea aprouvesse, o de grande utilidade, tambem oo traz inconve-
aayie do cidado, cuja inviolabilidade a coaati- i niente algum.
Se^gsjiooitrat-ae qa
Discurso do Sr. Amaral proferido na
sessaode2rJejiinie.
O Sr Amaral:Sr. pretideote, tendo eu como
membro da commisio da posturas e negocio de
cmaras, aasigoado o parecer approvando as pos
turas da cmara municipal do Recite, que ora
se discatem, e teodo esse parecer tido impugna-
do, corre-me a obrigaco de diier algumas pata-
rras em aua eusleotscio; aendo que o farei eom
a coocieio qne a materia exige e que o mea aca-
nbameoto requer.
- Haveodoeata asiembla autoriado o admlnit-
(rador da provincia pela lei namero 433 de 2 de
junho de 1858, para contratar com Carlos Luiz
Cambrone a limpeza e eagoto das sguas servidaa
daa caaaa desla cidade aob as bases apretentadis
por elle ou oulraa que fossem mala convenientes,
o preaidenle, qne entio era o Sr. consilheiro
Taques, depois de ouvir o parecer de urna com-
missio composta dos illnstridos Sra. Veri&to de
Medeiros, Manoelde Barros, e nio sel a am oa-
tro ..
Um Sr. depatido :O Sr. Collaco.
O Sr. Amaral...e o Sr. Nery Colajo, effectuou
o contrato, compromettea Jo-se pelo arl. 44 do
mesmo contrato a dar nm regalamenio para ana
execuQio.
Maa, reconhecendo posteriormente este admi-
nistrador, ou o leu succassor, qne a confeceo
dette regulamento lhe nao competa, e sim a c-
mara municioal respectiva, em virtude do art.
66 1 e V da lei do 4* de oulubro de 1828,
remetteu copia do contrato a referida cmara
para formular am projedo de postaras, afim de
por-te em exerncio o dito contrato; sendo qae
nessa occasiio recommendou a cmara que flzes-
te esae trabalno por modo tal, que constraoges-
se, aioda que indirectamente, os habitantes des-
ta cidade i aeceitar e procurar mesmo como mala
econmico o syatema de limpeza adoptado nesie
contrato.
A cmara municipal, Sr. presidente, depois
da estudar reflectidamente este contrato, depois
de consultar por vezes o administrador da pro-
vincia, a depois meamo de disentir demorada e
sabiamente a utilidade que resultar podia deste
contrato, recooheceu qae ella nada poda inno-
var, e que per conseguate apenas lhe cumpria
eoofeccionar o projecto de postaras para ana
execucio, tendo em vista a recommeodaeso do
preaidenle da provincia, qae com quanto nio 11-
vease forca de obrigar, todava, meu ver, mul-
to devia influir no espirito e as deliberarles da
cmara...
O Sr. Bario de Muribeca :Nao apolado.
OSr. Amaral:Me parece que ama recom-
meodaeJo, qne parte da Ia autoridade da pro-
ia, sempre acatada pela autoridade sabat-
ina ae dirige, e multo deve Influir no
ento dtta.
irada e digna corporecio a que me refl-
"aata, organtiando
taaeio garaat*.
Eu peca licenca aea nobra deputado para di-
vergir de auas eaclarecidaa eplnidaa nesle ponte,
aaim carne em outroa de seus eloquentes dis-
cursos.
Eu antendo, Sr. presidente, qae com quanto a
con aula icae atesar. 9 % V asavanUaao a inviola-
bilidade do asylo oo cidedao, e prohibiste por
cooaeguintea entrada na eaaa alheia aem licenca
do aea dono, todava tendo a meama cooalitui-
co exceptuado oa caiot am qae por lela poite-
rioret tate permiitida a violado deaae diraito,
ceta sembl, legislando deatro da rbita de
sosa aitribuices, podeeaiabelecer casos em qae
aa visitan domiciliaria teoham lugar aem com
iatn ofleoder a cooeliiuico...
O Sr. Bario de Muribeca :Misericordia I Que
principies eateal <
O Sr. Amaral:Parece-me qae ela doutrina
oao absurda, como suppoe o nobre depalado ;
ella aededas de ultima parle de citado artigo da
cooatilaico....
Um Sr. deputtio:Que lei geral.
O Sr. Amaral:E o que importa uto ? A coni-
ttuicio exceptuou (oacaaoa qae forem designa-
dos per le... ,
Um Sr. depalado :-Por lei geral.
O Sr. Amaral:Geral ou provincial. Quando
a coneiitujco secoofeccionou e nos foi oatorga-
da nao existam aaaemblas provinciaes, qae fo-
ram posteriormente exeadaa pelo acto addtciooal,
e pois o legislador nao poiia ter em menta essa
distiuceo de lei geral ou provincial.
Dizla eu, Sr. preaidenle, quando fui interrom-
pido, que se a cooslituicio excepta os caaoa que
forem .designado por le, a aa eata aasembla,
as maNria de aua competencia, pode eatabel-
lecer lei, claro que legislando aobre a espe-
cie de que ae trata, ella pode autoriiar as visitas
domiciliarias.
O Sr. Bario de Muribeca :Nio, ella nio pode
fazer isto.-
OSr. Amaral:Mas pode a cmara munici-
pal?
Uo Sr. dopulado:Peior abada.
O Sr. Amaral: Supponho que posta, urna vez
qae o aeu auto aeja approvado por esta eaaa.
Compete ou oo a cmara .municipal legislar ao-
bre a limpeza daa casa ?
O Sr. Barii de Muribeca:Do interior, nio.
0 Sr. Amaral:Compete ou nao cmara mu
nlclpal legislar sobre tudo quanto concerne a
salida publica, ?
O Sr. Bario de Muribeca :Publica, da parte
de lora.
O Sr. Theodoro da Silva :Terrivel direito
esae I
O Sr. Amaral:Oh I aenhorea, pola ae oa no-
brea depuladoa oio contestara que a cmara mu-
nicipal polo legislar sobre limpeza a tudo quanto
possa alterar e corromper a ealubridade publica,
como lhe querem negar o direito de inspeccionar
aa habitacea para fazer remover aa materias
coptaa, que no aea interior possam existir ?
A negagao aeste diraito qae- aa acho terrivel
para a aociedade.
0 Sr. Barro Barrillo :O qae verdsde ,
que aem ha ver poatuiaa esto inradiudo ae-cesee
quiotaes por toda a parle.
O Sr. Amara!: Eu reoenheco, Sr. preaidenle,
que os agentes da cmara podem abusar na exe-
cucio desla lei municipal; mas por que o exe-
cutor de urna lei pode exceder-ae na execuco
della, dever-se ha revoga-la oa deixar de eata-
bellece-la, seodo ella de recoohecida utilidade?
Creio qae nio. O remedio em tal caso res-
poosabilisar o funecionario qae abasa de suas
aitribuices.
Supponho, Sr. presidente, qua, entre na, o
mal nio proveen da execocio daa lela, e aim da
falla de cumprimento dellaa. Quantaa lela rigo-
rosa* se nio tam ealabelecido no noaio paiz;
us cuja execuco nio tem levantado clamorea ?
Eu en tendo que temos leis um pouco anti-hnma-
nttariaa.
Um Sr. deputado :Logo?...
O Sr. Amaral...porem que entretanto aio exe-
cutadaa por tal modo que nem ama representa-
do vehemente tem apparecido a respeito del-
laa...
0 Sr. Bario de Muribeca :A do recrutamen-
lo?
O Sr. Amara!:Eata) e outras muitaso .que
bem revela que os seos executorea aio mais be-
nignot do que severos.
Maa, Sr. presidente, a commisio queraodo
varrer do espirito publico a m impreaaio que
lhe podia causar oa eloquentes discursos dos no-
bree deputados contra o varrimento daa casaa,
concorda na suppressao daa varridelai, Uto ,
oio hesita em propor a suppreaaio da primeira
parte do art. 1* daa posturas, e nesse sentido
mandare! urna emenda.
O oobre deputado o Sr. Theodoro da Silva tam-
bera embicou com a ultima parle do artigo 2*. na
!;ual se determina que o aterro dos quintaos se
ac com areia grosta e nio fina.
O Sr. Theodoro da Silva : Fallei nisso maito
por accidens.
O Sr. Amaral: 0 nobra denotado nie tem
razo. A utilidade detta medida incontea-
tavel.
Todoa aabem qae per falta da caoalisacio da
cidade o esgoti daa aguaa pluviaea ae nio pode
ftzer perfertameote, e ninguem deaconhece que
da eetagoaeio dessas aguas reaaltam charcos e
lamacaes, cajas exhalecdea aio asssz nocivas ; por
tanta neceisario prever de remedio ette mal, e
o remedio nie podia aer outro senio o do areia-
mento doa qolotaaa oa lugares em qae essas aguas
aa demoram, visto como nio podemos anda fazer
a canalieacio.
Um Sr. Deputado :Fagamos pouco pouco:
O Sr. Amaral : E' sabido, Sr. presidente, qae
a areia fina, qual a que ae nio tira do lelto doa
rio, cootm em si malta p6, e este, com aa en
churradaa procurando a superficie dos terrenos
onda aa aguas ae demoram, ahi liga ae o forma
urnai cruta quaii impermeavel, que obsta iofil-
traco daa aguas e coocorre para o appareeimento
de charcoa e lamacaea ; por tanto o nobre depa-
lado, a qaem respondo, deve concordar que a
cmara municipal leve razio quando exigi qae o
aterro doa qniotaea se Otease com areia groaaa,
lato com aquella que exlrahida do leito doa
rio e que neohum po cootm.
O art. 3*, Sr. presidente, determina que o va-
sos, em que se depositaren! ss material fecaes e
guas ptridas, devem ser feitos por modo apro-
priado i este aervico, teodo lampas para oa fechar
de sorte i Dio exhalar mis chelro.
Eata disposlco de recoohecida utilidade. To-
das ss pessoaa, que tramitare nolte pelas ras
desta cidade, as horaa em que o despejo se faz,
sabem o qoanto esta medida proveitoaa.
Ha, pordm, Sr. presidente, ama parte dette ar-
tigo que nio tem merecido a approvaco de al-
gosa Srs. deputados, e aquella esa qne se de-
termina que esees vasos nio possam ter maia de
am palmo da basa e mel de altara. Bu concor-
o projecto 4e
a ae dscola nio teve por intotto fa- deqaa-em taa* dlmentoet estes raioinio pem
Os artigo 6,7 e 8 determinan! que o despej
se faca em taea e taca lugares deata cidade.
Ea ola coaheco bem a topographia da mearas
cidade, maa ael como eat diairibaida a ana po-
pulaco noa differeotea bairros ; mas me parece
qae a cmara municipal, qae deve estar bem in-
formada (taquillo que a tal reapeito convem aoo
aeus muoicipe, obrou com acert designando os
lugarea que deaignou para o despej.
0 Sr. Soasa Rala : Devia ter ido maia looge
um bocadinho.
O Sr. Amaral: Nio ael ae convioha designar
maia alguna lugarea para eaae fleo.
0 artigo 9o diapoe qae do 1 de Janeiro de 1864
em diaota, era meamo no- lugares deaignados
ao arl. 5* aera maia permittido tancar aa materias
fecaea, devendo cada casa ter um apparelho e
caoo para eagoto.
B* verdade, Sr. preaidenle, qae a cmara com a
diapoaico deste artigo e com a do artigo 10, qae
determina qua rnente ae aaa doa apparelhoa
empregadoa pela empreza Gambroone, qaiz obri-
gar quaai directmeate os habitante* deala cidade
a aceitarem taes apparelhoa ; maa ae attender-
moa qae o presidente da provincia no art. 44 do
contrato celebrado com o dito Gambroone ae obri-
gou a envidar os meios a seu alcance para faze-lo
effectivo ; se attendermoa qae o meamo preaiden-
le da provincia, oa o aea saccessor, recommen-
dou esmara qae ao projecto de posturas, qae
e discute, procurasse, anda queipelos meioa in-
directos tornar eate contrato obrlgatorio, vere-
moa qae a cmara nao ae excedeu quando tal
diapoz.
Urna outra razie, Sr. presidente, anda teve a
cmara para aaaim proceder. A cmara via que
tendo-se determinado no art. 28 do contrato
que ae cinco aonoa depois o empresario nio livor
ealabelecido 12 mil apparelhoa, possa haver da-
quellae peeaoas, que os tiverem adoptado, a parle
proporcional de valor doa que (altarera para com-
pletaren) o numero d 12 mil...
O Sr. Theodoro da Silva : Itto prova maito I
O Sr. Amaral :Sem duvida ; porqaanto, ae o
contrato oio for plenamente execulado, os doze
mil apparelhoa nio serio empregadoa, e entio
aquella qae oa tiverem admittido em aeua pre-
dio, lerio de carregar com um acrescimo de
deapeza, onus que a cmara quls evitar procuran-
do generaliaar o uso doa referidos apparelhoa.
Supponho, Sr. preaidenle, qae a cmara devia
eapacar maia a poca em que se deveri abolir o
actual systema de limpeza para adoptar o Cam-
bronnaiico, e ae algn doa meu nobre coliega
quicer mandar ama emenda para a lomar am pou-
co maia remota, eu nio leiei da/vida em aceita-la,
iato em coacorrer com o ma voto para a aua
approvaco.
Creio qua nio ha inconveniente em flxarmos a
de Janeiro de 1865.
O artigo II diapoe que oa proprietarioa daa ca-
aaa que ae eiticarem ou reedificaren!, naa ras
em que o aervico da empreza eateja em adianta-
menio, devem deade logo eaiabelecer celias oa
apparelhoa respeclivoa, antea de comecarem a
pintura daa maamaa, sob pena de psgirem ao
emprezario o accreacimo de despeza quedabi re-
tallar.
A commiasio entendendo que da adopQio dos
apparelhos em taes circumalanciaa, provinba ao
emprezario am beneficio, qual o da dimiouicao
do trabalho, propoz ama emenda para que oa
propnetarios, que aceitaesem oa apparelhoa noa
casos previstos por essa artigo, gozassem de um
abate de viole por cento sobre o preco ordinario
dos mesmos apparelhos, o que me parece equita-
tivo.
Um Sr. Deputado : E' urna inoovacio que te
faz aem accordo da parte contratante.
O Sr. Amaral : Creio que o emprezario oo
ter repugnancia em annuir neala iunoraco,
viato qae poaco ou quasi nada o pode ella preju-
dtcar.
Os arts. 12, 13 e 14 das posturas reproduzsm
as disposiedea dos arts. 16, 23, 24 e 25 do contra-
to, que preacrevem o modo e o lempo da remocio
do lixo e materias fecaet.
O art. 15 dispoe qae as carracas determinadas
ao servico da cooducQo do lixo deverao trazer
nma aineta, qae tocar quando eatrarem oas ras
em que a limpeza tenha de aer feita.
E' urna ionovagio, que, aenio atil, nio traz
inconveniente algam...
O Sr. Souza Reit : E' a mais innocente que
tem as posturas.
O Sr. Bario de Maribeca : E* talvez a mais
til.
O Sr. Amaral :O artigo 16 que fiza aa tenui-
dades, qua devem pagar oa inquilinoa daa ca-
aaa pelo servico da limpeza, ama reprodujo
do que se acha estatuido no arl. 57 do contrato, e
conaequentememe oio carece de juatifleagio.
O artigo 17 determina que o prego da aonaida-
de marcada no artigo 16 aeri redazido a melade
para todas as familiaa nimiamente pobraa, favor
qae pelo artigo 18 ae concdela familiaa indigen-
tes, qae morarem as roas em que o servico da
limpeza j eateja em andamento.
Um Sr. Deputado: E' atada urna ionovagio
no contrito.
O Sr. Amaral:E' verdade, viato que o con-
tratante se nio obrigou isto ; maa a cmara mu-
nicipal que propoz esta modilcagio do contrato,
porque aem duvida teve certeza de qae o em-
prezario i ella te sujeita ; e foi convencida dalo
que a commissio offereceo ama emenda redazin-
do i am tergo a importancia da a anuida de, que
devem pagar aa familiaa pobres.
Um Sr. Depalado :Ouviodo-tetempre o em-
prezario aobre esae estado de pobreza I
O Sr. Amaral:E'juato qne o emprezario seja
oavido a respeito; de outro modo elle nio poda
aceitar ama tal Innovacio.
Os artigo 19 a 20 estabelecem penas contra
aquellet, que por malveraagio, damnificaren! oa
apparelhoa collocadot as cataa em qua morarem,
e cootra aa que damnificaren! a caoaliiagio naa
ras oa letrinas e ourioatorios pablcos.
Alm da conveniencia qae hs em panir oa con-
traventores doa preceitoa aanitarioa qae cootm
aa posturas em dlacuttio, accreace qae not casos
previstoi pelot arligot 19 e 20 trali-aa de puair
am crime contra a proprledade e contra ama
obra publica; teodo, que a cmara nio podia
prescindir de ettabelecer taea arligos em vala do
que foi conveocionado pelos artigos 7, 14 a 56 do
contrato em qaealao.
Os artigos 11 e 22 designara os lugarea deata ci-
dade em que tem a cmara de estabelecar latri-
oaa e ourinatorlos publicot. Nio tei aa aio oa
maia cooventenlea a popalagio, porque, como j,
tive occatilo de dizer nio coohego bem a topo-
graphia dos difiranles bairros da cidade; mas
devo presumir qae aio, urna vez qae a cmara os
detignou como taea..
O artigo 23 est redigido de acord com o qae
(Ira eatlpalado noa artlgoa 10 e 15 do contrato, a
ma parece eatlifazer aa oecaaaldadea 4o servico de
qae ah se trata.
Os artigos 24 e 25 determinando qae o concer-
t in latrinae e ourlnatorio pablicot tej fallo a
atan.
Poderi aarvir-ae dee respeeli-
de iiniiatoaai CWto ,M ,0 mm
.0.'ftlfJ8.d',Pe que o emprezario poder fe-
cewr es reaervatono publico as 9 horas da oHe>
devendo abri-loe aa claco horaa da manase Ife-
parece que- da iaculdade que eate artiga i ao>
*2S>u"m "** pode Inconveniente no-
As nove boraa da noite quaai todaa aa pessoaa
.-ae aavaaaa casas, e poseas to ai qae
oaav-raae antes daa cinco da manhia.
a JTe28 obrigam o emprezario a ta-
zetjtjtmoeer na carroca* para iato dettinadaa o
lirtr dai ras e preca; assim como aa materias
feccaet daa la trinas publicaa, pagando lbea a c-
mara a quaotia, qae cem o meme eaepieaatiojof.
tjustada.
A commistio vendo que no contrato, artigo 26
coBcedeodo-ta pagamento ao emprezario pelo
irabalbe da remeci do lixo daa ras e praca, o
mesmo ae ofie empato*, pelo da limpeza dee la
trina publicas, propoz emenda a laea artiga* ao
temido de tornar grstuito eate ultime satvioo, a
com isto supponho que a ammisaio nie ter uom
iojuitiga ao emprezario, visto que esta achaodo-
ae aaaia favorecido com s di versa* condiges es-
tipuladas ao contrato, oao muito que aceite et-
te- pequeo ooua
O Sr. Pedro Adorno : Aaaia como ladea os
maia.
** ** Amarat r uencedoe por tal modo, Sr.
preaidenle, oa ariitma de posturas, coja approva-
co a commiasio propoz com peqeaaaa altarages,.
eu devo dizer a eaaa, que levantando-me para ea-
te fim, eu nio tive em vista autteolar ou favore-
cer o contrato, nao, eu ano queso entrar na apra-
cugao da utilidade oa nao slilidado do meamo-
coaieato, coaita a- qawt osota eaaa so tem decla-
mado.
Se ea, Sr. presidente, livesie tide a aoara da
aer deputado na poca em que eata iiluitrada-aa-
aembla aatorisoe pela lei numero 443 io presi-
den le da provincia para contratar com Carlos Luiz
Cambronoe a limpeza e eagato daa caaaa desta
cidade lb a$ batu por Cambronne aprtttn*da*-
ou K,b oufree que fostem mai$ e* uve meare, tal-
vez que esaa le pasaaaae aem o meu veto ; nio
porque eu oio auppuohe til o avleme de laan-
peza contratado; poim tira porque enteodo qata
etta eaaa nao deve conceder autoriiaeoes illiesv-
ladas, e por attim dizer arbitrarias, para celebrar-
te conlratoe deala ordem.
A aisembla nao deveria ter concedido essa au-
loriaago aem ter ealabelecido aa baae* seo que o
contrato cumpria aer feilo...
Um Sr. Deputado :Admitlindo a cooeoiren-
cia.
O Sr. Amaral:Maa assembla, que maito
confiara no administrador da provincia, autori-
ou-o para fazer o conlrato, elle o fez em virtud-
de deaaa aatorlaagio, boje, creio, qua- a aeeeim-
bla oao [Oda ravogar eale contrato nio qa sa-
jo o emprezario deixar de cumprir as coeoices
a qae nell* as sajeiiou, o ceutrario seria fallar a
t doa contratos e dar lugar a exageradas reela-
magea da parte do emprezario, que talvez esti-
maate maisisao do qae o cumprimeato do meamo
contrato.
Dadaa, Sr. presdante, eataa explicagoes aerea
do meu procedimaoto neile negocie, aguardando
oa discursos doanoDrea depuladoa,qaeealo com
a palavra sobre a materia, para dizer maia algu-
ma couaa, se fr neceasario.
HEVISTA DIARIA.
Hontem nao funecionou a aaaembla provincial
por falta de numero do enhores deputados.
Lotera.Hnje se deveri extrahir a pri-
meira paria da primeira lotera a beneficio da ma-
triz de uricury, no coasiatorio da igreja de Nos-
sa Seohora do Rosario de Santo Aatooio. Hoje
mesmo de urna hora da tarde em diante, come-
cari o pagamento doa premios marorea.
Na prxima segunda feira d o Circo Gran-
de Octano a ana ultima rapreaeMacio, a qual
dedicada i beneficio da Santa Caaa da Misericor-
dia desta cidade.
Fecha asaim os sea IrabaHio arltilicos entre
na eom um acto, que nos penhora, e tal o malo
bello elogio aoa sealimeoloe generosos da res-
pectiva direccio.
O Sr. Crlo Rogera na eaponlaneidade dessa
tus accio, revela ama alma elevada, ao paaso
que preda am relevante servico essa inatitui-
gao pa carecedora de todoa os auxilio, aem
dntiocco de procedencia ; porque a bamenida-
de nio conhece campanario especial, tem o uni-
verso por patria, aendo ama e indivisa.
lmportt agora qae a poprselo secunda o acto-
generoso |do Sr. Carlos Rogara, abrllhantando-o
com a saa coocurrencia. Com sm entreteni-
mento compra aaaim am alltvio para os qae tef-
freo e prencam delie.
Para o cargo de recrutador nesla fragaesi
de Santo Aatooio acba-se nomeado o Sr. capi-
llo Candido Leal Ferreira.
Teodo ido concedida a exoperagoqae na-
dita o Sr. Maooel Ferreira Aataoet Villaga do-
legar de mordomo da Santa Casa da Misericor-
dia, foi o Sr. Dr. Augusto de Sooza Lelo nomea-
do para aubalilui-lo oo meamo lugar.
Na qaiala-feira (5 do correte) recolhea-se
ao boapicio da Penba o Rvra. capuebioho Fr.
Egydio, de volta de ana misso i Cmaro, Gr-
vala, Bezerroa, e Bonito, que haviam sido affe-
tadoa do cholera e da febra amarella. Como qvret
que o mal ae achaeee quaai que extiocto naqael-
lea lugarea, e incanaavel misionario eocetou em
Caruar featividade do mez de Mara, conclum-
do-a aem que apparecetae am s eaae dos males
all aaleriormenle reinantes.
A populago corra vido eaaaa pralicaa reli-
giosa, e como que beba oella a esperanga de li-
vrar-ae do mal, tornando-ae maia importanteaoa
actos, pelo espirito de religiosidade de qae se
achara poaauida.
Alada continuara o contratecapoa nanotta
companhia lyrica, o qae levoa o emprezario a
mudar a opera, fazeodo caotar oDue Fosear*.
Na qaadra epidmica em qae coa achamo, o
anda nao acclimatado o pessool da companhia,
devem aer relevadla astas faltas filhaa de am
mo fado. O baixo Sr. Belli soffre anda des en-
commodoa que-fizeram traaaferlr o espeetscalo
de quarta-felra para hnje.
Eia o ceatessena qaadraceeimo-qaiato
Boltlim o/Heial.
Em am officio de 25 do mes prximo pasta-
do, dirigido do Rio Formoao ao Dr. chefe de po-
lica e por eale levado ao coohocimeoto da pre-
idencia da provincia commuoicou o respectivo
delegado lente Joaquim Herculano Ferreira Cal-
das, que a epidemia, ua freguezia de Ro Formoao
liaba aido benigna, da qual s haviam fallecido
seis peaaoaa ala aquilla data, e achava-se em
decreacimento ; que no dia 91 4o meamo me*
Pedro Joaquim Vianna Lima e Antonio Franco
Ceaar de Vaaconcallea Campas orgaoitaram nm
boapital, oa quaee recassado o exilio do gover-
no, que Ibes tora offereeido pelo Dr. Jais de di-
reito iolerioo, sabearregam-ae com a despeza do>
meamo, aeodo por tanto dignos de louror, aaaim
como Antonio do Saotoa Vital. Santarnioo Joif
Viaana Lima e o coadjuelor Joaquim Faptiaia doa
Santos, aquellos pela exarcicio do caridade para
com oa deavalidoa e eale por aer o nico sacer-
dote da freguezia que aa havia p restado aoccor-
rer eapiritaalmeote oe enfermos.
c Commuoicou mata, que na tregenla de Una
em pouco das haviam fallecido maia de sesseata
peasoas at aquella data, oque talvez (ateo devido
a nio terem oa maamoa soccorroa, o cteeJtuie di-
zeado que brevemente remetteria o iaao aa da
mor lidade palo cholera o'aquella tanaa.
< Em um officio de 17 do mez prximo pama-
do dirigido de Garanhuna ae 0c. abete 4e polica
e por eate encaminhaao S. Esa. ptitkipoa
reapeclivo delectado Ailooio Baptlete de Mello
Peixolo qae poregj > o aquella dato
de Correolea tobw ^^muateado a eemais-
aio de soccirros m, qae n'aquello logar
haviam morridoesUi aaette petsoaa da epide-
mia, em Palmeir 4e*v urna ptsoa no primeiro
dUtrkto d'aquello- Me, quarleirao de Poco
Comprido, e no da Sorra de Bola liaba appare-
cido a molestia reinante, senda qae ta'rqeetlej
villa alguna caaoa de, cJoolanaa, (|e apsamceum
liaban camodo.
c A'a 6 horaa 4a tarde de 6 de jaaho do
Foram reeelhidot k mea de detentan no dia
5 do torrente :
:
v


.r
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."." w

*>'
'.' 11^1
"M'H Wj.
7 WMBfltt**<
-
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A' Or
- ^
A'.ordea do sutdefegdo 4o Recife : Msnoel
AWaato Francolino, pardo, de $4 uaos, alMale,
por bga ionltov o crionlo I imiioo, de 38 eo-
aod^jewarnde Balthar A Oliv Un, par* ser cat-
fF*" ,r*1,,*lC*o doa meimoi iieaborea, e
fctfljHijiUJierU kM, de 9 a toco, qoitandelre
A ornOm do da Boa-Vista, Antonia Marta da
Coucogao, parda, da 32 aouo.i, nostureira, por
inaottoe e palavtas deshonesta i.
A ordem da doa Aflogadot : Miguel Vlritsimo
de Hallo, pardo, de45 anoot, dado a agricultura,
por (arto da cavellot.
A' ordam do da Magdalena, Antonio Thomat
Airea, pardo de 35 anoos, oleiio, por desorden,
A' ordena, da do Pogo da Pao ella, Joo Paulo
Francisco, braneo, da 22 anoc i, canoeiro, pot
querer feeir com urna faca de pe ota a Manoel
Fresfcieco.
O ebefe da a* seceso;
J. G d* Moquita.
Moriaieoto da enfermen! da ata da de-
Cnelo do dia 4 de junho da 1i)62.
Ttreraej baa da enfermara :
Jos Pitea Licate, dore etlo< apta.
Eustaquio Pareira da Silva, dtrto.
Jateollas Mooteiro de Aodnda, (abra ama-
a.
Thomat, escraro, sentenciado, sarna*.
Vetii, osera vo do aaajor Cesa-.
Ti'wara alia da enfermarla:
Mattalane Lopes-de Araujo.
AWxandre Jote Barbota.
Luii Teixeira de Sena.
Antoaio"Francisco dot Santo .
Jai o Francisco da Silva.
Dia &
Teve bew pare- a enfermar u:
Honorio Nenes Ptnhetnr teatt.
Ausento, escravo, ientenciad3,*.fbre.
TireretQ alta da enfermara:
Aot.okt Chin Cogorainho.
Ha, osera va de Antonio G incaives.
Zsfeno, eteravo do Joaqun Trsvasso Sarino.
Patricio, escraro de Marcolioode Tal.
" Obtuarut mr bh B de rsiio, no cEam-
10 PUBLICO :
Joio, Peroambueo, 8 anaos, Baa-Visla, varilas,
aacraro.
Jlo, Peraimbiieol6 metas, Si uto Antoaio, cob-
vutsoos.
Antooia Hara dos Prtzeras. P >f nambuco, 30 ao-
oes, aolleira, Saoto Anttnlo cholera.
Emilio, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vista, byJro-
pesia.
Maria Antonia dos Prazeres, frica 50 anno,
aolleira, Sao Jos, estupor. .
Joaquim Perelr, Atrios, 60 ania, aoUeiro, Boa-
Viata, diarrha.
Atftooio, Perotmbuco, 6 anaos, Boa-Vists, be-
xtgas. "
Senhorinha Pereirada Rocha, Puma albuco, 35
aanoe tolteira, Poc.o da PaciUa, gastro ence-
pbMite aguda.
E FraneWco Crouto da Boirlagem, offlcial-
aior escrevi na iapedimeato do secretario,
Rogo e Aibuquerque, pro-pr.sidnte.Heorqees
da Silve.Reg.Mello.-Leal ve.
5.* SESSO ORDINARIA 1A0S 19 DR ABRIL
DE 1863.
Presidencia do Sr Reg e Aibuquerque.
Presentes os Srs. Manriques da Silva, Ser, Re-
g, e Mello, abre-se a aesas; e lida e appro-
rada a aeta da aatecedenta.
L-se o teguiote
EXPEDIENTE.
Um arito expedido pelo ministro do imperio,
commuoicando que S. M. o imperador houre por
beai Hornear per carta imperial de-i de- merco
ultimo ao bacharel Manoel Francisco Correa, pre-
sidente desta proyocia,Ioteirada.
Um officio do Dr. juiz de dlreito da segunda
vara, presidente do jury, dizeodo que, resentio-
do-se a casa onde o metoso fuocciona.da falta de
duao dutiea- de cadeirar, nnrr mesa para o con-
selho. duas cadeiras de brego, e um panno fino
para forrar duas mezas, houveise acamara de
providenciar para que taea objectos fossem fbr*
necidoa.Que sa ordenaste ao procurador para
satitfiier a requisito.
Outro do procurador sprasentaodo o balaocete
da recolta a despeza municipal no mez de mar-
go ultimo.A' commissao de polica.
Outro de Bacal do Recite, dizaodo ler diapen-
aado os dous guardas provisorios de Sus fregue-
sa como foi deliberado na aetsio ultima, mas
achaodo-seum dos effectUos doentes, e com II-
eenga de trila das, os dous que restam npo po-
?S*,'4,*,.be?* e unrregularidadeo servl-
CAMARA MUNICIPAL DO RBCIFE.
4* SESSO ORDINARIA AO: 23 DE ABRIL
DE 1868.
Pretidencia do Sr, Barros Reg.
Presentes os Srs. Reg e AI wqverque, Cezsrio
de Millo, Henriques da Silra, Maa, Reg, Mello
Seve, abre-se a setsSo, e lida e approrada a
acta da antecedente.
L-se o seguiote
EXPEDIENTA.
Um officio do Exm. presiden' e da provincia, re-
meneado de conformidade coai o'aviso da repar-
ticio de agricultura, commercio e obras publicas,
de 5 do correte, quatro exenvilares do Auxilia-
dor da Iisduitria Nacional d > mez de ferereiro
ultimo.Ao archivo.
Um informado do adrogado, no requerimeoto
do juiz de paz do 1 districto Frei Pedro Oongalves, /os Pe Irb das Neres, que
deilara haver fallecido o jaiz da paz do t arino.
padre Jos Leite Phta Ortigueira jS afloalisar-s^
o aune de aeu exeracio-, e ten lo a cmara jnrt-
"atsda t awnnionve para etercer o 4* aono.
go da limpeza da freguetia, a bem assim vigiarem
que nao continen) oe despejos nos'lugares nao
marcados par tai flm, pelo que pedia permissao
para conservar um daquelles guardas emquaolo
durasse o impedimenta do que so achacan liceo-
ca.Handou-te responder ao fiscal que nao li-
aba lugar o que peda, e que o serrigo ss fosse fi-
zeodo com os dous guardas qae se acharsm
promptos.
Outro tixf fiscal da -Boa-Vista, informando o re-
querimeoto, na qualjacintho Eleodoro do Sa-
cramento Ramos pede coocessao pars f*char
com parala aiugella oa iaierveilos da- sua nwia-
agua, sita na ra das Ntophas, declara que a ci-
ss lem triis palmos de frente, que esta cons-
truida sobre pilsres nos otldes, e com a freole de
pereda dobrada, de conformidade com as posturas
em rigor.Concedeu se.
Outro do fiscal doa Afogados informando a pe-
ligio de Victorino Teixeira Leite, na qual pede
para levantar urna casa na ra do Motocotomb
em um terreno de qustorze palmoa de fretue,
declara o fiscal que etse terreno Oca entre duas
casas.Concedeu -se.
O Sr. Mallo apresentou a seguiote prososta
que ficou adiada a requerimeoto do Sr, Reg.
Achaodo-se qaasi eztincto o pernicioso costu-
me dos etterrameotos as igrejas, rislo que cada
dia se rsi adoptando esss medida nos lugarea em
que ae estabelecem cemiterios, e porque baja
outro, o deposito dos corpos a maior parte em
putrefaegao que muito concorre para a intalubri-
dada doa templos e por consegua le da popule-
cao ; proponho que cesse esse coslume prejudi-
ctilissimo, ou por meio de previdencias emana-
das do Exm. bispo diocesano, ou por meio de
urna postura.
Recite 29 de abril de 1862.Mello.
Despschou-se urna petico de Jos Ferreira
Domingues e levantoa-se a sessao.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem. official-
meior a escrevi ao impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente Reg e Albuqaerque.
Henriques da Silva.Reg.Mello.
do cipftaT; IHraaWsjt
mo de trabalho, e o publico na ntaior quantidade
abartela dos productos, proveniente do sug-
mento do capital, que taeistiole sr inaatriss
f^r progredlrem.
A reUeao que ba do supprimenU i procura
do trabalho, determina a paga do trabalbador,
o guando na mais obreiroa de que obras a exe-
cutsr, desee a paga do trabalhador, e sobe qaso-
do ba mais obras a fazer do que obreiroa a Ira*
balhar.
A rstio da balsa do lucro do capital tanto
mais fcil de explicar, qaanto que, com o aug-
mento do Capital, gtnnt menos o capitalista, e
quegaohaodo menos coju o pjoRresso de espita es
em relagio ao augmento e baraleza dosuppri-
meoto dos productos a venda, aera sempre mais
ventajoso, que Of espitaos augmeatam e prut-
peram.
Se com o progfesso dos ca pitaes ganham am-
prezarioa, capitalistas e obreiroa, e o sugajeoto
do salario depende do progresao dos |capilaes,
nao baque desesperar do melboramento pro-
gressivo da condigo dos obreiros, cspitaitsUs e
empresarios.
Se com o progresao do capital a parta relativa
doganbo do capitalista dimioae, a aeu lucra ab-
soluto augmenta, ae dadaa certas circuosslancias
100.000 raodam 12 por canto a* anno, melho-
radas estas circuraatincias com o augmento de
maii rOO:0005 podem readertO-por canto ao an-
oo, e este lucro sobre an capital maior abso-
lutamente maior da) que. o do capital menor ;
por isso qusolo otis rpido fur o progreaso do
capital menor ser relativamente o'.luero do ca-
pitalista posto que seja absotutsmente maior ;
absolutamente maior, porque, e o capital de
100:000$ ganhava 1S por ento ao anno que cor-
responde a 12:000#, 200.000 g.nhando 10 por
ceoto ao anuo corresponde a 20:Q00 ;j se
deiza ver, que sendo o capital malar lucrando
urna laxa menor em relagio a sua quaotidade,
o lucro absoluto maior, e a sociedad em geral
mats beneficiada, surgem a pragredem as in-
dustrias, ba baratazae abundancia da productos,
augmenta a quaotidade do traba'bo, e, augmen-
tando a quantidado do trabalho, nao ae compre-
hender que o salario suba desarrasoedemeote-
porqo a ptoporgao que a paga- dV Uabaibo
for maior, porque as industrial prosperara,
ha fslts de bragot, e assim harer tambem a
concurrencia dos trabalhadores, sem qae alies
soffram nos seas gaohoe, o ser mais vsn-
lajoso nao s ao capitalista gaahar urna laxa
menor, com o augmento do capital, porque
esse Lucro ou laxa menor em relagio so aug-
mento da agricultura, e das industrias, e un
bnneficio para elle, e o capitalista, quecom....
100:000 aja eb a va 12:M0 ompraodaAudaj auite
caro, e lbe era difficil commerclar com largueza, e
sempre acabrunhado pela falta doa elementos
commerciaes, tem com o augmento de mis ...
100:000 o lucro de 20:000, que faz maior effei-
to que 12:000$, quaado haviam ero-baragos e dif-
culdaaes de obter oapitaeoy aoa ganaros alimee
ticios e todas aa citases de productos eram ca-
ros, que oom o progresan do capital diminuio de
prego, e augmento* em quanWdade.
^5,*^*,,iW|PWr*B>--Ms) nqui-fies
rertiedrrlam copiada transcrita s qual sen*
do-me apresentada, del o segatnte despacho.
Sla^msrcade odia 14 do correte me* pelas
10 horas da rasnhis.
Redf 9 de raaio de 1861.Alencar Arsripe.
ads mais secootinha era dito despscho aqu
aseno.em observancia do mesmo os peiicioM-
notapreseotaram suaa testemuohas, que depot-
ram>, como cooviohs, acerca du justificado M-
aa ^I2ni Ferre,ra da Sl,,. e eodo Prepara-
ose-deviiaiueute sellados os autos, me foram
coocluaos, nos mesmos dei e profer a seotengs
dotheor seguiote:
Hel por justiflesda a susencis de Msnoel Ao-
tooio Ferreira da-Sflra. que provou-se aehar-se
em lugar iocerto ; a assim tusado que se faga a
citagao por carta da edilos com prazo de triota
das para o fino requerido. E pague o justiflcaate
as cuitas.
Becife 21 de maio de 186.-Tii$tio de Alencar
Araripe.
E mais ae nio conlinha e oem outri coasa si-
geos se declarara em dita senteoga, qua aqu se
acha Ipsis-verbia transetipta e copiad*, em cum-
primeoto da qual o respectivo eacrivao Manoal da
Garvalho Paes de Aodrade, qae eite subscreveu,
fez paaaar o presente edUs* con o- pravo oOHrint
diati pelo qual e seu theor chimo, cito e bef por
citado ao justificado ausente Msnoel Aotooo
Perrena da Silva para que dentro do mencionado
prazo comparegaa este juizo, allegando o que for
a bem de seu direito e justiga, sob peoa de pro-
seguir a cauta seus devidos termos a sua revelia ;
por taato toda e qualquer peasoa parete amigo ou
coohecido do sobredito justiQcado poder-lbe-hs
fizar seiente de todo o expoeto.
E para que todos teoram noticia, maodei pts-
ssr ediUes, que serio sffixsdos nos lugares do
costuma e publicados pela impreosi.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
oambaeo aos dias do mez da de 1862 quadra-
gessimo primeiro da independencia e do imperio
do Brasil.
Eu, Msnoel de Carvaiho Paea de Andrade, es-
cririo o suberavi.
Tristao de Alencar Aceripe.
Eu. Mtooal de Cavalbo Pasa lf%lt*S> ss
erivio, o snbtcrari.i
O Dr. mata d Al*Mar1iaVi^
parial ordera da. Rosa o Juit da di
do commercio, desta cidade.de
termo, por' 9. M. I. e C. o Br.
que Dos guard, etc.
Pago aaber pelo presante, que o presidente e
directores da caixa filial do Banco do Brasil nes-
ta eldade por aeu procurador o solicitador Ro-
dolpho Joan- Barata de Almeida mo eadereg-
ram a netigoaeguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.A djreegio
da caixa filial do Banco do Brasil nesta cidade,
^^,uf!.*=^.!3ae/idifnVam)l,^i^*j"t,?"I ,**? de'proseguir a causa ses devidos- teVI
mos a sita revelia, portanto toda e qual juer ps-
- qiil o a-apptfcanti.jsamii a jarisdlagao pa-
nioflear preterido de exercr r o seguado anno,
''o qual Mra eleito, mas-eolendendo que Ihe
ompele o exercteio no citado auno, todava, nio- o
pode etereer sem qae a cmart Ihe certifique se,
pelo nico fado de haver elle -acusado o exer-
cido de lugar no diminuto lapsi de tempo deixs-
do peto primeiro juiz de paz, ficou preterido do
direito que lha assisto ; dir o adrogado que pa-
rece-lbe que a morte do juiz d s paz eleito em pri-
meiro lugar oip deve privar nos que se seguem
na ordem da votsgao de terem o exercicio qua Ihe
compete nos senos para que I oran eleitos, salvo
se o ti ver m tido no aono aotnrior, como explica
0 svisode 12 da-jsneiro da 1856, e q^te como a
morte do primeiro ju4s de paz acootscesse ao
concluic-se o aneo em que lhscabia o exercicio
que efecUvamenio leve, e no restante deste anno
foi o cargo exereido pelosupp icante, seu pare-
cer que deve eHe servir o segundo aono para que
foi oomeado, o que conforma a doutrioa ex-
pendida nos avisos de 22 da fevereiro de 1855 e
1 defevereiro de 1836.Que se coosultasse ao
governo dt provincia.
Un officio do ongeoheiro cordeador, remetien-
do e orgameato de urna parte do atierro do ce-
tniterio dafreguezia de S. Lou-engo da tfats, pa-
ra Relia se construir a capella do mesmo cemite-
rio, na importancia diloorcamento da 900*000.
Posto em discussao, resolveu ne pedir antorisa-
;ao do Exm. presilerrteda prorlncia para despea-
der-se a quantia mencionad i no orgameato, e
CDisdsr fazer a obra.
Oatro do admioislrador do cemiterio publico,
ommaaieando qua a irmandale de ossa Sealto-
ra da ConceigSo dos Militares j tem catacumbas
para iohumagao de prvulos.Que se participae-
ae ae procarador.
Outro do fiscal do Pogo, i ommaaieando que
pelo aubdelegadoda mesma fraguezia foram man-
dados recolher a casa de detangio Miguel Joa-
quina Ferreira e Joaquim Jn de Saota Anoa,
como infractores das posturas muoicipaes, por
que se acharam no mercado daquella freguezia
vendando farinba so povo, eos bora a tivessem ido
comprar oa Estrada Nova, de:lara que aqaelles
individuos estavam vendendo com eooseatimeolo
delle fiscil em coosequeacia da iostruegio que
ihe (Ara dada pela cmara eu officio de 24 de
margo ultimo, que s coasid irasse alravessador
dquetle que> comprando o gtoero oo mercado,
netle reveadesse, e oo que les que o fossem
procurar em lugares loogioqujs.Posto em dis-
cussio o Sr. Reg, pediodo a palavra, requereue
foi approvado, qua se fiteass im novo artigo de
posturs, addicMoaado o art. 4 do tit. 11 das pos-
turas de 30 da juoho de 1849 cousiderando que
ao deia emendar por atravetsidor todo aquel!
que comprasse o genero no niercado, no, mesmo
o rereodesse, evitando astim i|ae se deeai abusos
par paria a polica, o qaa (eilo ae officissse a
Ex. presidente da provincia para provisoria-
majejte epprovar.
IV>1 approvado um parecer da commissao de
poMca, dando por conferidas, e no caso da aerem
pnrovadis aa; coalas apretar tadaa pelo procura-
dor ao trimestre da Janeiro i margo ltimos.
andou-secommunicar ao |roturador e cooia-
or.
A* requerimeoto do Sr. prfsiiaota Bsrrot Re-
g, maadou-se ordem aaa Baesee para dispeoaa-
resj oe goardaa prorisorios, e bem aasim dous
erreotes em cada frsgu*iia.--(Jue qeanto a die-
paeMa dos guardas se commaiiienaae ao governo.
Mandn -se chamar para juramentar o 1* sup-
pleate do juiz de paz do 2* d ttricto da freguezia
6.1 SESSAO ORDINARIA AOS 30 DE ABRIL
DE 1862.
Prestencta do Sr. Barros Reno.
Presentes os Srs. Reg e Aibuquerque, Henri-
ques da Silrs, Reg, e Mello, faltando com causa
o Sr. Barata, abre-se a aessao e lida e appro-
rsda a teta da antecedente.
Le-re o seguiote
EXPEDIENTE
Um officio do Ern. presidente da provincia,
eonvidaodo a cmara para assistir boje a urna bo-
ra da tarde no palacio da presidencia o acto de
poste do Exm. Sr. Dr. Manoel Francisco Correa,
soa, parele, amigo ou conhecido de lobredito
]stiUcsdo ausente, poder lhe-ha fazer scieote de
o expendido supra..
todo
m-
tn>nRfln n.r. q.^
ulcar.L
rada.
Outro do engoheiro corefeador, communlfando
aue teodo-se dirigido ao lugar do Peres, como Ihe
foi determinado para medir a porcao de terreno
do eogeoho do mesmo oome, conoecida debaixo
da deoomiasgio de cercado do Pacheco, que a
amara preteode comprar para oelle fazer pastar
o gado destinado ao coasumo desta cidade, nao
pOde proceder medigao aem ao levaotameolo
da planta do meamo terreno por te-lo achado em
grande parte coberto d'agua, sendo que este tra-
balho s pode ser feilo em tempo de rerao ; to-
dava, diz que o dito cercado nao Ihe parece suf-
ficiente para alimentar todo o gidu que sema-
nalmeote vem a esta cidade.
Posto em diaeusso, resolren-re offictar an mes-
mo eogrnheiro para declarar, com urgencia, se
uaido ao dito cercado do Pacheco a outra parte
de terreno que Ihe tica viziulia, da qual elle en-
geoheiro ji tratou com a commissao comeada,
nao ser anda sufficienle o terreno pira o tim a
que se preteode destinar.
Nada mais haveodo a tratar-se leraolou-se a
sessao.
Eu Fraoeisco Canuto da Boa-Viagem, officisl-
maior a escrevi ooimpedimeate do secretario.
Barros Reg, presidente.Reg e Aibuquerque.
Henriques da Silva.Reg. Mello. Rege
Male.Leal See.
Gommunicados.
A importante empreza de lsvagam e engom-
ando de roupe vai gaohaado affeigdes, e apezar
da lula com prejuizoa arrelgados, j coota boje
um grande numero de freguezes, que todos a
abaagoam,porque ella oa reio llvrar das lavadei-
ras, em cujas mios ssroupssse estragavam pelo
pessimo systema de lavar, a pela demora qusodo
sujas.
A empreza preenche satisfactoriamente o flm a
que se prope, a roopa perfeitamente bem la-
vada, e boje a promptido admira re. 0 tem-
po tem mostrado que a.acgio das mtchinat in-
teirtmeote inofensiva, dooda se pode concluir
que oellas nao ae empregam alkalit oem subs-
tancias corrosivas.
Para se convenceren! da rerdade do que flea
dicto, podem os incrdulos msndarem algama
roupa para experimentaren!.
Os proprietarios esperara continuar s merecer
a coofiaoca de seas freguezes, pois a nada se pou-
pam para deridameDte os servir.
COHHKRCrO.
, Pratja doTRecife 6 de
juaho de 1862.
\s t\uatro \\oras da Urde.
Colaces da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Loadret 90 dtv. 25 7|8 d. por 1000.
Prtte.
Algodie de Mstei pees Liverpool 3(4 d. e
0(0 por libra.
. da Cruz Matedo presidente.
John Gatissecretario.
Alfandesjat.
Reodimentode dala 5 .
dem do dia 6 .... 4
98:858*478
16.7605733
115 619}2I1
Hovlmento da alfaudepra.
Velumes entrados emfazendas..
c > som gneros..
46
Coocedeu-ee lictoga por mais triota dias ao
arda da ir futtia do Recifo Jote Candido de
Carvaiho, pan traltr de ana taada.
tpachtram-se ss petjg'S de Aotonio Joa-
^steadaif lindada. Albino Jo Ferreira da Cu-
s'. A-adoaio de Creso Xavier Houteiro, Aatoolo
dilf '^'Ousmfte ieurtoT, Bra; ilmo Aotoaio Joa-
57'*l|i*)rt*>S]K'-IVMcit:o Jos dos Passos
-"^M'f^tH M6 Fslf.:, Joio Fraocuco do
???*. I *+ dllUttf, Joto Jos
tires Btlario A lr-
Itcrasnente R-9S,
., a Jofor, /os /a-
c,^. 'SaaMsW4* ^-TeUsira Coa*a, Ma-
*** *rtf a ;o4co Figtteiro-
raotoa-le t teeaio. r *"^*-*m*a; -
ssimjBsju1:
Aolllm. Sr. Dr. FrancUco Pinto Pessoa,
professor do curso commercial per-
nambucano, pelo estudante do se-
guado anno do raesmo curso, Jovi-
nianno Fernandes da Slra Manta.
ECONOMA. POLTICA.
Mistrar como do progresao do ca-
pital resulta o augmento de salario e
a bsixa do lucro do capital, aem que
por efftilo da baixa do lucro do capi-
tal peiore a condico do capitalista.
A applicagao sobre a ecooomia poltica, pres-
tar luzes a qualquer esludaate da curso com-
mercial peroambucaoo, para definir o program-
la como quer a seleocia econmica, e, nao tazan-
do de minha parte mais do que eslud-lo, offe-
rego o resultado de miaas fadigas ao mea mui
distiocto professor o Illm. Sr. Dr. Francisco Pin-
to Pessoa, a quem pego venia e complascencis
para meus arros.
Acoadigao do capitalista e ser sempre a
mala feliz e vantajoss ; porque, alem de trazer
comslgo o melhorameoto progressivo daanagoes,
(iciliti ao commercio, aoa agricultores e indus-
triosos os meios mais facis e uleis de oblar es-
pltses, para empregarem em suas empresas.
Capital, quer dizer riqueza empregsda em ef-
rectlva repredueco; a patarra capital nio com-
prehende por st s o dinbeiro, nio, porque o
trigo, o estucar, o caf, e ludo mais do agricul-
tor, as mchicas e utensis dea industriosos sao
tambem capilaes, que os tuxiliam e que coope-
rara para ama nova produegio.
O capital o mala vivo e mtit enereico ele-
meato de civilitagio ; porque promesa a uniao
e comraunicagao dot povoa, fatendo eom que
todos coocorram, para o fim mais til a rana
vtniajoso ds sociadade.
O progresao do capital depende do seu o (Tacti-
vo emprego, quer na produegao, quer nae in-
dustrias, lima seciedade augmenta coa o pro-
gresao de seue capitaes, assim cerno nio ha
exemplo, nem oaa sociedadaa asis antigs, oom
moderte de haver induttrtr exercids sem c-
^italt
O augmeato do satirio 4, e nem poda deixar
da str, o efiaito do progresto do capital ; por-
que a medida que o captttl creaca, cresce com
leo numero dos agricultores e amprezariot, o
que causa o augmento do trtbaiho. a, teodo o Ra.-
batho augmentado, da se a falta de obreiroa, e
desss falta prorem o augmento do salino.
Por effeito do progresso do capital, malar da-
mero de productos da qualquer das industrias
urge, e apparece almena snriedtde por um pse-
(O nsooor de que quaado heriam diOculdades de
btareapitaaa teodo o oapHai
genham ossspiuiistts em
Velamas tbidos aem fazaadat..
C com gneros..
-=- 284-
Beoebedorla ele renda* Internas)
Xeraes de Pernambneo
Rtndimonlo do dia 1 a 5 6:280(040
dem do dia 6........ 556J601
^83fi#644,
Conaulado provincial.
Bandimento do dia 1 a 5 20:760*313
dem de dia 6......: 1:9948004
75S316
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 6.
Rio Grande do Su! 20 dias, patacho naaiooal
oGuarany. de 301 toneladas, capit&o Mtthiaa
Ferreira Braga, equipagem 12, carga 10,500
arrobas de carne aecca ; a Marques Barros &
C. Trouxe a familia de eapitio.
A10 dito, hiato bcaeileiro aAracty, de 35
tooeladas, capillo Joio Henrique de Atmeida,
equiptgem 6, carga sal e cera de carnauba.
Trouxe um escraro entregar.
Navios sahiioi no mesmo di*.
Pari pelo MaranhaoPalhtbote nacional Gm-
baldi. espitio Cuttodio Joi Vianoa, carga
difiranles gneros.
Obserragio.
Bordeja no lamsrio a barca portuguesa Flor
de Sao Simio.
Edita.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial de im-
perial ordem da Rosa a juiz de direito especial
do commercio desta cidade -do Recife e eeu
termo, capital da prarincia da Peroambueo por
WVfV.uda i,r> e*netttsional 8r.
i). Pedro II, que Dos guarde etc.
Figo sabsr pelo presenta, que o presidente e
directores da caixt filial do Bmeo de Brasil nesta
cidade por seu procurador o solicitador Rodolobo
Joio Btrata de Almeida oe dirigiram a peticio
do theor seguale:
Ulo. Sr. Dr. juiz de commercio. -A direccao
da cana filial do Btace do Biaatl satals etdad
requex iV.S, que savdigno da adoiiui-la a joa-
tictr a ausencia delieooel Aatouio Forraira da
Silva, que ee acha ees lugar iocerto e nle saJ-
do, afim da str citad eos carta edital coas o
prazo legal pare todos os termos da amaan, qua o
suppliaaota lha aove e a antros e apa aaeoofia
W final arrematago ; raque* a V. S. que juarti-
ficada e julgada por senteaga a sueeaslt do j ?
tiflcado, aa passe a carta froquortdt. ^essveo
pao- Patt de Aedindo.
O Dr. Trislio de Alencar Araripe, offlcial dt im-
perial ordem da Rosa, e jaiz de direito espe-
cial do commercio desls cidade do Recite e
seu termo, capital da provincia de Peroam-
bueo, porS. M. Imperial e coostitucional o Se-
. ohor D. Pedro II, que Daos guarde, etc.
Fago ssber pelo presente, que o prndente e
directores da cana. DlieA da baaco do Brssil atto
tt cidade por stu procurador o tolicitador Ro-
dolplio.Joao Barata de Almeida me enderegaram
a petigio do theor seguiote :
lllui. Sr. Dr. juiz do commercio.A direegao
da caixs filial do banco do Braail nastt cidade,
requer V S. que ae digne de admitti-la a
justificara ausencia de Jote da Rocha Cavalcanti,
qae se acha em lugar tneecto e nio sabido, se-
gundo a precatoria Junta,que nio pole ser cum-
prida, aum de que seja citado por carta edital
com o prazo da le, paro responder aoa termos da
aceo, que o supplicante lha mova e a outros, t
nal etecucio; requer i V. S., que, julgada
por seoteoga s justilicagao, aapassq a earta re-
querida.Etcrivo Paea de Aodrate.
Pede V S deferimento; espera reseber raer-
te-.Procurador Kodolpho Joio Barata de Al-
meida.
B mais ae nio conlioha e nem outra alguma
cousa se declarar aa tal petigio que aqu se
acha verbo ad vorbom transcripta e copiada, a
qual dei o profer e seguiote despicho : Slm,
msreado o dia 14 do correte mes pelas 9 li2
horas di machia. Recife, 9 de maio de 1862.
Alencar Araripe.
Nada mais se contiena em tal 'despacho que
aqu est mui boo e-neimente transcripto e co-
piado, em cumpnraento do qual os peticionarios
presentaran) suaa teetamuohaj, qua de pose rara
convenientemente acerca da auzeatia do justifi-
cado Jos da Rocha Oaralcanti, qne se acha em
lugar iocerto e nio sabido, e sendo sellados e
prepartdos os autos, foram-me concluios, e nos
mesaos dei e profer a aeojeaga do theor se-
guiote :
Hei per justificada a auzeneia de Jos da Ro-
cha Cavalcanti, que se mostroa achar-se em lugar
lacerto ; e assim mando que seja citado por carta
da editoacom prazo de 30 dias e na forma r-
qUAcide. Recife, 21 de mato de 1862.Trtalio
darAlencar Araripe.
K uuie ae nao conlinha e oem outra*cousa
alguma te dad a rara em dita uolaaga, que aqu
esta mui beta e fielmente transcripta e copiada,
por forga da qual o respectivoascrtvao Manoel do
Carvaiho Paes de Aqdrade, fez psssar o prsenle
editar eom o prato de 30 dttr, poto qoai e ten
theor chamo, cito e hei por citado ao justificado
ausente Jos da Rocha Ceeatcanti para que den-
tro do mencionado prazo comparec ante este jui-
zo, allegando o que (6r a bem de aeu direito e
juetiga ; por tanto toda e qualquer pessoa, pareo-
te, amigo ou conhecido do sobredito justificado
poder-lhe-hs f-zer scieote de todo o expendido.
E-para quss torhrsthegue a noticia,mande) pas-
tar editaes que serio aluzados nos lugares do
costme e publicados pela imprenta.
Dado e passado oesla cidade do Recife de Per-
oambueo, aos 3 diaa do mez de juaho de 1862 ;
quadrageskio primeiro da iodependeneida e do
imparto do Brasil.
Eu-, Manoel de Csmtho Ptes
escrivo o subserevi.
Olivefra, qu se mostrou aehar-se ene
assim mando, que seja citado
^^es em XHtcsptra o fim seguido. -t-B
fMefcvjttCffBear
Recife 23 de majo de 1862.Tristao de Atenesr
te conttolia em dita seateog* que
Inscripta por forga da swal o rfSpeettV
etcrivfafraTSnoel de Caralno Pa de Aodrade.
que este tubjereveu fot pastar o presento edit-l
com o prazo de 90 diaa pelo qatl e teu theor cho-
ran, cite e hei por citado ao justificado aaser**e>
Paulino Jos de Oliveirt pan que delIro do-
referido prszo comparega ante este' fen al-
legando o que (or a bem de seu direito e jttsttg,
i aAh nan. "
s amencia de Jos DuaiteCoulinbo.que se acha
em lagar iocerto e nio sabido, seguodo a cei-
dlo do offlcial que o procurou, afim de ter ci-
tado por carta edital com o prazo legal para res-
ponder aoa termos de urna aegio ordinaria, quo
ao tuppiicado e oulrot propoz, a supplicante ;
requer por isso V, S. se digne de admiltir a
jiMtificagio requerida e julgada por sentenga, se
passe a carta para o fin exposlo, e psrs todos os
termos da execegio.Kscrivio, Paes de Ao-
drade.
Pede V. S. defer monto. E. R. H Procu-
rador, Rodolpho JoOoBtrata de Almeida.
E mais te oao cootinha, e aem outra alguma
cousa se declarava em til petigio, que aqui etti
verbo ad verbuOs copiado e traoteripts, oa qual
dei e profer o detpacho eeguiate :
Sim, marcado o da St do correte mez.
Recife, 16 de maio do 18S3. Alencar Ara-
ripe.
Nada mais se conlioha em dito despacho que
aqui fice mui bem e elmente tranteripto e co-
piado, "por torga do qual os peticionarios apre-
seotaram auaa testemuohas, que depozeram con
vertientemente acerca da ausencia do justifica-
do Jos Duarte Coutinho, sendo sellados e devi-
da man te preparados os autos, foram-me conclu-
ios e nos mesmos dei a seoteoga do theor que
se segu.:
Hei por justificada a ausencia ds Jos Duarte
Coutinho, que ae mostrou estsr em lugar in-
cerlo; assim, mando que se faga a cilagao edital
com o prazo de trlnta dias, para o fim requerido.
E pague a justificante as cusl.s.
Recife, 23 de msio de 1861Tristao de Alen-
car Araripe.
Enada mais se conlinha em dita senteoga que
aqui tica inscripta, por forga da qual o respectivo
etcrivo Manoel de Carvaiho Paes de Andrade,
que este subscreveu, fez pastar o prosele edital
com o prazo de triota dias, pelo qutl e teu
theor chimo, cito, e bei por citado ao justifica-
do ausente Jos Duarte Coulinbo.ptra qae dentro
do referido praio comparega ante aate juio.
allegando o que Mr a bem de seu direito e justi-
ga, sob peoa de proseguir a cauta seus devidos
termos a aua revelia, portanto, toda e qualquer
pessoa prente amigo ou coohecido do sobredito
justificado ausente poder-llie-ha fazer scieote de
todo o expendido supra.
Recife, 36 de maio de 1862Tristao de Alea-
car Araripe.
E para quo chegue todos a noticia, maodei
pasear editaos, que serio aluzados nos lugares do
coslume, e'publicados pela imprenta.
Dado e patstdo ueata cidade do Recife de Per-
oambueo, aos 2 dias de juoho de 1862, 41 da
independencia e do imperio do Braail.
Eu, Manoel de Carvaiho Paes de Aadrade, es -
erivio, o subtorevi.
Trislio de Aleaear Arsripe.
O Dr. Tristao de Aleocsr Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rasa, e juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife e sea ter-
mo capital da provincia de Peraatnbuco por S.
M. Imperial a Constitucional o Seohor D. Pe-
dro II, que Deus guarde etc.
Fago saber pelo o presente, que o presidente e
directores da caixs filial do banco Brasil nesta
cidade por seu procurador o solicitador Rodolfo
Juao Bsrtta de Almeida ae enderegaram a peti-
gio seguinte: 18 das posturas muoicipaes de 30 de junho
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.A direccao 1849 : Declararam que do travejameato de
da caixa filial do baaco da Brasil nesta cidade
\
relagio to augmento ( E matt eenio coatlaha e nem oetrt alguma
de Andrade,
Tristao de Alencar Arsripe.
O Dr. Trislio do Aleocsr Araripe, ofJrkial ds
Imperial ordem da Rosa, e juiz de direito es-
pecial do commercio desta cidade do R-icife,
e seu termo capital da provincia de Pernam-
buco, por S. M. Imperial e constitucional o Se-
ohor t. Pedro II, que Dous guarde, etc.
Fago saber pelo presente que o presidente e
directores da caixa filial do baneo do Brasil, nes-
ta cidade, pof'la procurador o solicitador Ro-
dolpho Joio Barata de Almeida, me enderega-
ram a petigio teguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.X direegio
da caixa filial do banco do Brasil nesta cidade,
requer V. S. que se digne admitti-la a justifi-
car a ausencia de Joio Marqus Eulropio Mi-
randa que est em lugar incerto, e nio sabi-
do, afim de ser citado por carta edital, com
o praso legal, para os termos ds teco que a
supplicante Ihe propoz, e s outros pira todos os
da execugio, requer por isso i V. S. que justi-
ficado, o deduzido e julgado por sentenga se pas-
se a caria requerida para o fim ezposto.Etcri-
vo Paes de Andrade.
Pede i V. S. deferimento; espera reeeber mar-
e.Procurador Rodolpho Joio Barata de Al-
meida.
E mait ae nao cootinha, e oem outra alguma
couta se declarava em dita petigioque aqui se acha
verbo ad verbum transcripta e copiada, na qual
dei e profer o seguate despacho : Sim, mar-
cado o dia 21 do correte mez. Recite, 16 de
maio de 1862.Alencar Araripe.
Nada maa ae cootinha em tal
mui bem e fielmente transcripto
observsncis do qual os peticionarios aprsenla-
ram suas testemuohas que deposerajn conveni-
entemente acerca da ausencia do juatificado
Joio Marques Eulropio de Miranda e sendo sel-
lados e preparados os autos forsm-me conclu-
sos, e oes mesmo dei e profer a senteoga do
theor seguinte :
HelJpor justificada a ausencia de Joio Mar-
ques Ertroplo de Miranda que ae provou estar
e lugar incerto: pelo que mando que se faga a
eittgao edital com prazo de 30 dias para fias
requerido, pague o juatificaote ascuttaa. Reci-
fe, 23 de maio de 1862.Tristao de Alencar Ara-
ripe. *
Nada tois se coatinhi em dita sentenga qae
squl fies inscripta, por forga ds qual o nspscti-
vo escrivo Manoel de Carvaiho Paes dt> Andra-
de, que esto sebiereveu. faz pistar o presente
odital com a arate de SO das, poto qual a seu
theor chamo, cito, e hei por citado ao justifi-
cado ausenta Joio Marques Eatropio de Mi.
randa para que dentro o referido prszo com-
parecen anta este juloo allegando e o*o for
a oem da teu direito e jutllga, sob pan* de pro-
seguir a causa teat devidos termos o- tua reve-
lia ; por tanto tuda a qualquer peosoa, paronte,
amigo, oa conheefao de sobredito juititeada
anente, podor-lhe-Ut tozer tcieele do todo a
expandido eupre.
E para que a lodot abague a noticia, maadel
Bastar editaes que aaro anisados nos lugares do
ettutne ofNtWtoodoa ptU iatp/eaee.
Dado o pateada oaau eidedodo Rosita, copitei
despacho aqui
e copiado em
ao uueao.de 1862,41 de iadoao
pedo do Brasil.
1LADQ
requer V. S., que se digne de admiltir a
justificar a ausencia de Ismael Clemealioo dos
Santos, qas se- soba em lugar iocerto, e nao sa-
bido, seguado a precatoria, que nao pode ser
cumprido por nao aer encontrado, afim de que
julgada por senteoga a justilicagao, se psssa a
carta edital com o prato legal para ser o suppli-
cado citado para tolos os termos da aegao e aua
execugio al fioal arreraatacio. Etcrivo, Paes
de Aodrade.Pede V. S. defeiimeato. Espe-
ra reeeber merc. Procurador, Rodolfo Joio
Barata de Almeida.
E mais se nao conlinha e nem outrs alguma
cousa se declarara em dita petigio, que aqui se
scht verbo adverbum transcripta e copiada, na
qual dei e profer o seguiote despacho :
Sim, marcado o dia 14 do crrante mez pelas
deas horas da tarde. Recife, 9 de maio de
1862.Alencar Araripe.
Nada mais se continua em tal despacho aqui
mui bem e fielmente copiado e transcripto, em
observancia do qual os peticionarias apresenla-
ram suas testeraunbat, que deporeram conveni-
entemente acerca da ausencia do justlflcido Is-
mael Cleraenlino dot Santos, e sendo sellados e
preparados oa antea, foram-me conclusos, e nos
mesmos dei e profer a saoteoga do theor que se
segua-
Hei por justificada a ausencia de Ismael Cle-
mentloo des Santos, que se provou estsr em
lugar incerto; pelo quemando, que se fags a
citagio edital coso praso de 30 das safa o flm
requerido. E pague a justificante aa Mistas. Re-
cife. 21 de maio Je 1862. Tristao de Aleaear
Araripe.
Nada mais se conlinha em ditt sentenga que
aqui Oca inscripta, por forga da qual o respecti-
vo escrivo Manoel de Carvaiho, que este subs-
creveu, fez pascar o prosele edital com o praso
de 30 dias, peto qual e seu theor chamo, cilo e
hei por citado ao justificado ausente Ismael Cle-
mealioo dos Sanios para que dentro do referido
praso comparaca ante este juiro, allegando o que
fr a bem de seu direito o jusligs, sob peas de
proseguir a causa seus devidos termos a aua re-
velia.; por tanto toda e qualquer pessaa, parete
amigo, eu conhecido do sobredito justificado
ausente poder-Ihe-ba fazer scieote de todo o
expendido supra.
E para qae a todos chegue a noticia, maodei
passar editaes, que seram afflzados nos lugares
do costme e publicados pela impreoas.
Dado o pastado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Perotmbuco, aos 2 dias do mez
do junho de 1862.Qjadragessimo-priaieiro da
isdependencia e do imperio do Brasil.En Ht-
ooet de Carralbo Paes de Andrade, escrivo o
subserevi.Tristao de Aleaear Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rota e juis da direito especial
do commercio desta cidade do Recita e seu ter-
mo, capital da provincia de Peroambueo por
S. M. Imperial e, Constitucional o Senhor D. Pe-
dro II, que Deue guarde etc.
Fago saber pelo presente que o presidilo e
directores da ctixa filial do Binco do Brasil nesta
cidade por sea procurador o solicitador Rodolpho
Joio Barata de Almeida, me eaderecaram a pe-
ligio seguiote :
Illm. Sr, Dr. juis do commercio.A direegio
da caixa nial de Baaco do Brasil aceta cidade,
vem requerer a V. S. que so digne admitti-la a
justificar a ausencia de Paulino Jos de Oli-
veira, que ae acha em lagar iocerto e nao sabi-
do, segundo a precatoria junta, afim de aer cita-
do per etrii edital com o prazo legal pota todee
os termot da caaaa, de qne trata a metra a pre-
catoria e sua execugio requer por iseo a V. S.
qaa aa digne de admiltir a dita justifleagao para,
julgada por senteoga, paosar-ee a arta edital re-
querida, para o flm exposto.Etcrivo Pace de
Andrade.Procurador Rodelpho Joio Barata de
Almeida,
E mais senio eeutaha e ata oetra algpma
coata te declarara coa dita petigio que aqui se
aobo verbo adrorbam transcripta e copiada na
qual dei e profer o secutte despacho :
Sim, mareado e dia 14 do correte mez pelas 10
t ! Meda S de maio de 1883.-Aleaear Araripe.
Nada raHtie ss constaba- em tetdespaeho aqui
ni besa o fielmente transcripta a copiado, em
oheamneia do qual os petietontrios presenta
tea eatsa lettsaunhss qne dapocaraas cooresnea.
tantate acare de esencia dojorrjlctdo Paa-
lioovfood doAvrvelf,, a aeado soHsdos a pra-
paradot ue autoa foram-me camela
mea del e profer a
tjaiaoe.'
Hei por jusUfictda a aaceacia fe Pautis Je-
E para qae a todos chegue a ooticia niindei
passar editaes qae serio afflxtdot not lugares do
coslume s publicados pela imprensa.
Dadoe passadt oetta cidade do Recifs capital
da provincia de Pernambuco aos 2 das do mez do
junho de 1862. Quadragesimo primeiro da
dependencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel de Carvaiho Paea de A adrad,
erivio O subserevi.
Trislio de Alencar Araripe.
Peraote a cmara municipal desta cidas>,
estaro em prsga dos dias 9, 12 e 16 do correlo
ss rendas dos predios e impostos que conslitoem
o seu patrimonio, sendo o arrenlamtnto doa
predios por um Irienoio. talhos de agouguo o
impoatoa por um anno, ludo pelos pregot por qao-
actualmenteae acbam arrematados, como consta
do eteripto em mi do porteiro, taber :
Atugueit ds Praga da Independencia.
Impostos de aferiges de pesos e medidas.
Ribeira do peixe da freguetia le S Jote.
dem do bairroda Bta-rltta.
Talhos de agougues pblicos da freguezie do
S. Jos e Boa-vista.
Aluguel da casa da ra Imperial.
Imposto sobre carga de farinhs.
Nioguem, excepto aqaelles que quizaran pa-
gar no acto da arrematado, ser adatittido Ioq-
gar aos impostos da sferigo. ribeiras, talhos do
(ouguei e medidas de farinhs, sem que apre-
teotem fiadores habilitados oa forma da le :
para as outras rendas baatam tmente ctttas do
Baaco.
Pagoda cmara municipal do Recife. ea tri-
tio de 26 de maio de 1862. Jos Casarlo da
Mello, pro-.presidente. Francisco Cae uto da
Boa-viagem, oulcial-maior serviodo de eecre.-
tario.
O fiscal da freguezia de S. Joa, faz publico
o termo de exame abaixo trsotcripio :
Copla.Termo de exame feito na caaa de so-
brado de dous andares n. 4 sito na ra doa Mir-
lytiot, perteuceale a Domiogos Antunes Villaca
e a viuva e herdeiros de Pedro Ignacio da Cunh*.
Aos 30 de maio de 1862 nesta fteguesia da &
Joto do termo da cidade do Recife, sendo no rua-
dos Marlyrios, aonde foi vindo o fiscal da asao-
ma freguezia Joao Xavier da Ponseca Capibari-
be, acompaohado dos peritos Francisco Xavier
Soarea e Joio dot Sanios Fernandas Barro*, o
proprietarios Domingos Antunes Villaga ea viu-
va e herdeiroa de Pedro Ignacio da Cunha, re-
presentados pelo herdeiro J avino Epifanto da
Cunha e as lettemunhat Jote Patricio de Siquei-
ra Varejio, Joio Joaquim de Siqutira Varejo e>
Agapte Latino do Sacramaolo, totes sbaixo as-
signados comigo amanuense la cmara qoe sir-
vo de etcrivo das funeges a cargo do mesmo
fiscal, para effeito de te procedei a exame na
cata de sobrado de dous andares n. 4 sito o mo-
dos Msrtyrios do qual sao proprietarios or men-
cionados Domingos Antunes Villaga e a viuva a
herdeiros de Pedro Ignacio da Cunha, a qual casa-
da sobrado constou o dito fiscal,1 por boatos o ov-
nuncios que se schavo arruinada ; e pastando os
peritos a fuerera as diligencies em taea cato*
pralicaveis de conformidade eom o art. \* do tit.
de-
que do travejameato do se-
guodo andar ao vrtice da comieira encontr-
ram sele pollegadas de deiaprumo, observndo-
se que esse mesmo desuprumu para dentro,
pois verificaran! elles peritos pela paite interior,
que com quanto o referido oilio seja siogeto
naja uma^pequena fenda, esta nada ioflu* pera
sua ruina, tanto mais estando aprensado o eito-
meeiro com o sobrado adjacente que dobradu :
que finalmente o desaprumo cima mencionada
appareceu justamente na occatiio de te cellocar
as madeiras da robera e por eonsequeaeia nao
lendo naquella o:c**iao causado dainno algn?,
tambem presentemente nao ameagao menor p*-
rigo e pelo.contrario em face do exame minucio-
so que procedern! oo dovidam declarar qu a
predio promette looga durv;o.
Enada mais tendo os ditos peritos a declarar,
houve o fiscal o exame por Codo. Do quo par
constar msndou o dito fiscal lavrar o preseot
termo m que assigaou com os peritos, testemu-
ohas e proprietarios.
Eu Augusto Genuino de FigueireJo, amanuen-
se da cmara que sirvo de estrivb as fif-ece a
cargo do mesmo fiscal o escrevi.0 fecal Joo
Xavier da Footeca Capibar'be.Francisco Xa-
vier Soares.Joi dos Santos Ferreira Barros.
Domingot Antones Vil;aga.Juvino Epifanio da
Cunha.Jos Patricio de Siqueira Varejio
Joio Joaquim de Siqueira Varejio.Agapio La-
tino do Sacrameoto.
Fiscalisago da freguezia de S. Jote 5 de ju-
nho de-1862.0 fiscal, Joio Xavier da Fonseea
Capibaribe.
Pela thesourarla provincial se faz publico,
que o contrato do aterro a fazer-se desde a roa
do Sebo at a entrada do Moodege, foi transferi-
do para o dia 12 do corrento.
Secretaria da thesosraria provincial do Per-
oambueo 5 de junho de 1862 O secretaria,
A. F. d'Aaaanciacao.
Declara co -v*.
O
Crrelo.
Pela admioittragao do correio se faz publico,
que hoje [7) aa 8 horas da tarde em ponto fechar-
se-hio smalas que deve ccodazir o vapor cot-
teiro Jaguaribet cora destino s provincia* do
Parahiba, Rio Grande du Porta, Cearl.apoxU*
intermedios.
Conseliio de compras navaes.
Tendo-se ds contratar ao dia 12 do coarent*
mez, aob as condiges do ettylo, o approvagaj
do Ezm. Sr. presidenta da provincia, o foroeci-
meolo da ambulancias para os atrios da, arma-
da, a o avia ment do receituario dtt enferman.
de mtrinha a dot africanos, bem como os seri-
gos de barbeiro necesssrios a ettes ettabeleo-
mentos.porm referi de-se somente 4 sangras.,
applicagao de bichas e ventosas, forneeeudo as
0 contratante, extrago de dentes, e raspement
de ca becas, ludo por tempo de doze mezas fiados
era juoho do sano prximamente viadewte ; con-
vida o cooselho aos prelen Untes s eproseatarem
nesse dia suas proposlss al as 11 horas da ma-
chia.
Promove-se tambem nesse mesmo dls a com-
pra, sob as ditas coodicoes do eatylo, do* eSfoc-
tos do material da arm.dt. >a.ii. aedsradaV.0
convida matt o conselho Sos qae queirtra vnde-
los a apreseotarem igualmente suas proposite na
referida hora.
Para oa navios da trm? da e arsenal do
> marinha.
6 barril de breu, 20 libras de cera prela, 500
ctibros de quelidade, 50 fuHias de cobre de 16/0
1 escaler d remos, 1 dito dt 4 le, agarra-
bas de estopa- de argtrdio. 1 rrro mappa de 100
folhai, 100 pin de obr.ias, 1 arroba daaraffo*
de cobre de I|2 pollegtda t.ara forre, 16 doria
da taboas de amaroklo para MMotae, dome
de t.bois da pinho da Seetia da 3 pollegadoe.
ildutiae.dadjtMdetfliM. 4faJoCdodita.
ds 1)2 ditas.8 duztss dedal* d. I dita. 6 duziaa
da diut do loWo para aeaaalao. .satosMfealfe.
Usdap4kao de 3(4 do pol logada, 5arrooood
acento, ^m*-.&WVK M rigoaa
n ntlidadaaftajjutas* cada ateta, o t etaadav
- tUa da 60 ditps.
Sccrctart|s4l !# Wgljltjstt*! *
e jBohiTrir-
oojieago





JtRMV*

m UHfiO 7 OS JNHO t* MU.
e doa carlea
ro proprio pa-
olhia eoave-
;[m 4* diiei-
artas atrasadas petteocemes o
1861 coadamnada
do reaulameoto do* corra!
de 1844 ; mio o cemm
dr* RitMtro.
Deata tortora reaaltou tebar
coa doeaaaeatea deicriploa em li
ra este flan deetieado, flcaado re
nieoleanontc para Jc ealregua a
to perteacer,
Uma carta da SeiUm Abirglla do Rio de Ja-
neiro part^NymeSica, com uro r>rtiQ de Jlo fisto da cidade de Liiboi para Joao
Ferrtira e Souza Vasconcellos, lom ama cei-
dlo de caiamenlo.
Por ultimo proced-e quema da carta
sellada o nao aellada* de que s la"rou o res-
pectivo termo, o quai o que se si'guu.
Correio de Pemambuco 4 de juiho de 1862.
O admioiitrador,
Domingo doa Pai o Miranda,
a Termo de contummo da cartas atrazeda do mez
de maio de 1861.
Ao 4 diu do mez de junho de i 862. oeita id -
mioistracao do correio, U bo-sada mmhla,
estando presente o Sr. admini.tr. dor Domingo*
doa Fasio Miranda e mais empiegadoa abaixo
declarado, procedeu-se o coniam no de 371 car-
tea e SI joroaea : sendo 182 caris aellada e
189 e 21 joroae nao sallado, na mportancia de
S8#Sh20rs. como consta da factura ibaizo decla-
rada, cuja importancia val descarregada nest
data ao referido administrador e t esoureiro.
E para cooslar lavrou se elle termo em que
aiaigoaram o referido admioitlrador e msis em-
pregado
E eu Francisco Simoes da Silva o escrevi.
O admioiatrador, Domingos dos Tasco Miranda.
Os officiaes papelista, Eduardo Firmioo da
Silva, Ismael Amav.l Gomes da Silva, e Luir da
Franca Oliveira Lima. O pralic inte, Vicenta
Ferreira da Porciancula. O porleiro, M.noel
Blariobo de Souza Pioieotel.
Cousellio administrativo.
O comelho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oa>objectos
eguinte:
Par o V batalho de infanlari de liaha.
803 corados de panno azul.
135 ditos de dito cor de rap.
28 ditos decaiemira encarnada.
10 ditos de dita azul claro.
760 dito* de hollaoda de forro.
1,507 1(2 viras de brim branco.
852 1|2 varas de algodaoziobo.
40 \\ varis de galo de prtta di meia polle-
gsdis de lagura.
149 bonets para soldados.
27 dito pir msicos.
131 pares de platina sem chouri;.
38 pare de dita com chourica
27 ditas para msicos
27 telina para msicos conforme c figurioo.
27 toreados para os mesmos.
Quera qaizer vender taes objectos aprsente aa
propostas em carta fechada, na lecretaria do
coDselho, is 10 horas da maoha do da 13 do
correte mez.
Sala das sesses do cooselho aiministrativo
para fornecimento do arsenal de ;:uerrs, 5 de
jucho de 1862.
Antonio Gomes Leil,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretorio interino.
Conselho administrativo. *
0 conselho administrativo, para 'ornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de compri r os objectos
segoiotes :
Para a escripturacio do hospital militar.
1 "'fo para registro dos medican, oto, de 8 a
180 folbas.
1 dito para registro do material da enfermara
de 80 a 100 folbas.
1 dito ptra o receiluario de 80 al JO folhas.
.0 D,ra codU eoenle ou razio, de 80 a
lOOlolba.
1 dito para enlradaa e sabidas de 60 a 80
folhas.
I/"10 par* a correspondencia oficial, de 60 a
80 folbas.
. Jil Pe registrar os officios qze receber de
de 60 a 80 folhas.
1 dito para registrar os objectos a cargo do en-
fermeiro mor, de 60 lolhes.
j '..l'10,0"' c,,8* doa inslrumenlos cirurgicos,
de 50 folbas.
Todos estes livros devem ter o mesmo formato
e contendo todos papel da mesma qualidade,
quaesquer que sejam as folbas de aue acoropo-
nham.
Ptra oarseoal de guern.
50 grosas de Avallas de ferro eatanhadas para
grvalas.
Quem quizer vender taes objectos aprsente aa
auas propostas em carta fechada na secretaria do
cooselho, aa 10. horas da manhia lo dia 16 do
correte mei.
Ssla das sesses do conselho st mlnistrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 6 de
junho de 1862.
Antonio Gomtt Leal,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Per tira Lobo,
Coronel vogal secretorio interino.
Perante o Ulna. Sr. Dr. juis de orphios des-
ta cidade tem de aerem arrematados de venda,
no da 7 de junho do correte anno ao meio dia,
em o armazem da ros do Amorim do bairro do
Recite em frente a nova rampa d> trapicha de
Jote da Cuoha, todos oa beos movis, hiate, bar-
cacas e canoas pertencenles ao inventario do fi-
nado Pedro Borges de Cerqueira como ludo
consta do respectivo edilal e eeeripto de praca
que ss acba em poder do porteiro o mesmo jul-
io, e que poderi aer examinada pelos preteo-
denles.
Por esta subdelegada sclentifl:a-se que se
acha depositado um cavallo castaolo que lbe foi
entregue pelo fiscal da mesma fregtezia ; a pes-
soa que se juigar com direito a dito cavallo, com-
parece na mesma subdelegada, que provando le-
gelmente, lbe aeri entregue.
Subdelegad de Muribeca 1. de janho de
1862.O subdelegado,
Albuquerue.
A administrado do correio dasta cidade
precisa engajar estafetas : quem se echar neslas
circumatancias, apreaente-se ao riapectivo ad-
ministrador muoidoa de atteatados : ue abonem a
sua conducta e costumes.
Dona ir go de noite.
.nndae seos habitantes,
con am encysJopedio deatiovidade. de circo.
SEGII\DA-FHRA DE NOITE.
Em beneficio da Santa
Casa de Misericordia.
C0LLECCAO DE TRABALHOS NOVOS
para oa q'u.os at aqai nio tem harido lampo.
N. B.Para que a receita por occaaiio deste
beneficio potsa aer digna do fim aagrado a que
destinada, o director declara, qae a compaohia
te demorar aqui, oo caso da noite de aeguoda-
feira ser churos; e aaeim o diverlimenlo tari
lugar na seguinte noite de bom lempo.
A baodeira ieida oa nao icada oo topo do am-
pbitheatro, oa tarde de aeguoda-feira, indicar
se o beneficio teri oa nio lugar na noite de 9.
Ter^a-fera, 10 de junho
se principiar a empacotar o ampbitheatro.
11 dejunho
partida para o Rio de Janeiro.
Todas as contas, sjam de
que nalureza for, quer contra
a compaohia, quer contra o
brigue Hannah da compaohia,
deverio ter presentada oeste escriptorio, como
de cosame, para serem sstisfeitaa: e todas as
contaa de dias sabseqaentes esse, deverio aer
apresentadaa no mesmo escriptorio psra serem
paga, na lerca-feira prozima de manhia.
rasar
carrancla, por ser vapera do Espirito Seat
Trr
--:- ^asrf^ja^'ssta:
......., r '-^-;- "pinra sanio. II ao 8* andar.
Entrad, para horneo. 22000. .-. ...u... iV.i'^"1'.*.'^ _" gratis.
Ji-
para horneo 8*000, para sonhoraa
Atsos martimos.
Freta-ae p.r, 0 Rio da Prata um navio de
pnmeira classe. loUdo em 1,500 ou 1.600 barrl-
caa : quem o pretender, dirija-se a Baltar & 01 -
veira, ra da Cadeia do Recife n. 12.
Rio de Janeiro
orna andar, na
- corresponden a
per lo d amelado do seu ioteiro valor, e rendem
vinte e tantoa mil ris mensaea ; tem quintal, e
cacimba. Tere pola lugar o leilio deatea predios,
cojo previo came seri multo conveniente aoa
prebndente :
Sabbado, 7 do corrente
Ao meio dia em ponto, no eterpitorio do
gente Ohveira, na ra da Cadeia do Recle. 62
primeiro andar.
O DIRECTOR GERAL
vero por eate meio reapeitosamante manifestar
os seus sinceros agradecimeotoa pela extrema
bondade e polides que todas ss clssses teem
prodigalisido, nio s a elle como a sua comiti-
va, e tambem pela benevolente e generosa pro-
teccao com que-tem sido acolbido os seus eo-
, treienimenlos: com especialidade do Exm. Sr.
presidente da provincia, o lllm. Sr. Dr. chefe de
polica, o lllm. Sr. Dr. delegado, cmara muni-
cipal, empregadoa da alfandega e do servico
do porto, e finalmente doa diatioctos titulares e
do respeitavel publico em particular, de cujas
peaioas tem recebido immeosss alteocdea e fa-
cilidad ooa seos humildes pedidos, que o tor-
nan) aummameote pesaroso, de ver-se coostran-
gido a partir tio cedo para a capital do impe-
rio, o que devido ao tempo chuvoso.
De volta da sua digressio para oa Estadoa-
Unido*, que aera para o anno vindouro, elle
apressa-se desde j a anticipar a inezplicavel
aliifsccao, que teri de apreseolar ao publico
em geral deaia cidade, jiovoa trabalboa com
mais arte e coidado do que lbe tem permittido
fazer, o curto espago de aua ealada aqui, e para
tambem pesaoalmente poder expressar os seas
cordeaes sgradeciuientos, o que agora s pode
fazer palo meio da impreosa, em cooaequencia
da aua partida ser tio rpida.
Charlee J. Ilogers.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COHPANHIA LYRICi
DB
9." Recita da assignatura.
Sabbado 7 dejaahode 1862.
Representsr-se-ha a opera
1 Due Fosean
.unJ^F nooaUAlfredo, segae com breri-
dde a tem meiocarregamtnto tratado, para o
reato trata-ae com o coDiignai.no
Barros& C. largo do Corpo Santo n
Marques,
6.
Pra o Kio de Janeiro, recebe am reato'da
carga a frote a barca braiileira aCooceicao : a
tratar no escriplorjo de Amorim Irmios, ra da
DB
Farinha de trigo.
Providencias.
Pede-se ancarrtidameota ao lllm. Sr. Dr. de-
legado, e aosSrs. subdelegados daa frcgaeziaa de
Santo Antonio e S. Josi, que por cuas bondades
lancera auas beoigass vistas policiaca, para as
grandes immoralidades que se pratieam na ra
de Aguas-Verdes para os toques e cantigas once-
nas psra os sambas, o priodpalmeote para certa
espelunca que aerve de balinqueaos vagabundos,
e de lastimar que ama ra oo centro da cidade
"" *'' d policia, ae torne o foco de immo-
rslidades. Isto pede e espera providencias,
__________________ O rsiz de altea.
- Quem quizer dar a premio a quantia da
2009 obre garanta, annancie para tratar-sa a
tal respailo. ..
~ Alaga-se ama casa terrea na ra Direila o.
83: quem quizer, dirija-se a raa da Peona n. 5.
do
Quarta-feira 14 do corrente.
Wil A Juit fario leilio por intervenco
agente Piolo e por cooia e risco da quem per-
tencer de cerca 42 barrica com farinha de trigo
exutantaa no armazem dos Srs. Aotunes Guima-
riea & C, onde se effeetuari o lailio islO ho-
ra do dia cima meodouado.
JQfe
IIEA8
Segunda leira 9 do corrente.
Matheas, Austio i C. fario leilio por nter-
COMP*HI*tBRSILEIRA rS^^JS^&V^SE
Desde j recebem-se
Aviso.
Por pedido de algamas senhons o professor
da liogua italiana vai breve comecar o carao da
dita liogaa e pode anda admitlir tras seohoras
ductpul. As licepes sio psrticulare e toma-
daa com toda exacdio em aun reapeetivas ca-
sas e vendas com um cenlo de liedea para ea-
ir e fallar com o verdadeiro acento
O prefessor mora
caaa com jardim e
rever, i
dita li
a dita lingua e auas poezias.
na ra da Soledade n. 66,
+
sitio.
O Sr estudaote que tem
recebido o Diario com o nome
do Sr. Dario Fortuna Pessoa,
queira vir a esta typographia
a pagar a assignatura alias se
publicar seu nome.
passageuos, e engeia-aa
a carga que o vapor poder conduzir, a qual da-
ver ser embarcada no dia de sua chegada.dlohei-
ro a frele e encommndaa at o dia da sabida is
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1 ea-
eriptono de Antonio Luiz de Oliveira AzeVedo
te, ao mel di em ponto.
dos an-
*nd! SilvinoGuitherme de Barroa compra esefa-
corren-1 to de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
LILAO
DE
I No eogenho Mega de Uaixo com
porto para embarque vende se cerca de
tres mil caadas de mel rovo.
COMPANHIIJRASILEIRA
'AQPaffM..* nm.
At o dia 23 do corrente esperado dos porto
ao norte o vapor nadonal Paran, commandan-
te o cipitao-tenente Jos Leopoldo de Noronha
Torrezao, o qual depoia da demora do costume
seguir para os porto do sal.
Desde ji recebem-se passsgeiros e
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
ra aer embarcada no dia de aua chegada sn-
commendaa e dioheiro a freto at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia rna da Cruz n. 1, as-
eriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azeredo
LvrOS im-
portantes.
Na ra do Imperador n. 73,
armazem, a 1 hora da
tarde do dia 6 do corrente.
O agente Gregorio de Oliveira fari leilio oo
da 6 do correte sexta-feira, a 1 hora da tarde
em ponto, de urna rica livrari, pertencenle a am
engaja-se Sr. Dr. advogado auaente que nao poupou dea-
Compantiia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luii de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisado pela directora da compa-
ohia de seguros Fidelidade, tomam aeguroa de ca-
vo, mercadoriis e predios, no seu escriptorio,
ra da Cruzo. 1.
Perdeu-se!!!
zem precito tanto aos Srs. sdvogados como aos ---------
no dia do especia-
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes estio venda
culo.
K. B. Oulro certiQcido do Sr. Dr. Ramos.
allela que o Sr. Belli contina a soffrer de gar-
ganta de modo a nio poder cantar.
G. Marn angel.
CAS POPULAR
BAILE
DE
Mascaras e sem mascaras.
H0
MAGESTOSO SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 7, vespera do Espi-
rito Santo.
i casa abaixo mencionada, duaa letras, aceitas
de direilo ; cons- ambaa por Placido Ferreira de Helio, sacadaa em
i aeguintea obras : Robertson 2 volumes, 19 de maio, urna a tres mezes e outra a cinco,
yoiume, Mirabeau 8 rolumes,' ambaa de igual ausntia de 2643680 auizer rea
Sfillr!"^ "lumes, commeo-' tilui-l.s ao%eu proprietario pVde Uv.-la. 4 ru.
m. ano.e. da2TU?e'i Demolhen" vola- larga do Ro.ario n. 24. lo a de jo?...
ei.atnaea da Tcito i volume, diccionario! recompensado, certo deque
Srs. esludantea da faeuldado
tando daa aeguii
Flavius Joseph 1
Barcellona,
O brigue nsipaohol cDous Irmos, capllao D
Fernando Torras, que vai sabir para Barcellona
em poucos dias, recebe alguma carga para com-
pletar o aea earregameolo, com eapecialidide al-
godao : a tratar com o mesmo capitio. ou com
o. consignatario Carvalho. Nogaeira 4 C.
do Brasil 2 volumes, Lt tires de Ju- quem as liver 'echado, visto que ealao tomadas as
^md,CC,H0,"0 d ab'U 2 f0lme'. ca"lel" leaM P ni0 P8 elo ce"
)lumes, historia da impreosa 1 to- tante.
da Tcito
geographico do Braail
dus 2 volumes
Girardio 3 o
lume, Grada adparuasum 1 volume, plano c
urna bibhotheca 1 volume, galera doa centena ; ~ rreclaa-ae de um amanador
rio 1 volume, Urbaio economia poltica 1 volu- ; que ,eDten^a b*n) de ieu nido
me, Girardin la libert 1 roame, Wardeo hiato- 'ru* WP o Rosario p. 16.
ria dos Estados-Unidos 5 volumes, projeclo de I l'iecisa-ae oo urna ama
paz perpetua 1 volume, Carrn Jaaa Chriato 2' n-12. aagundo andar,
volumea, livro do cbrislio 1 rolume, Horas xa-' '
tohci 1 volme, Reyband le Bresll 1 volame
que ser
nao pode servir a
e um forneiro
na padaria da
no paleo Ou Tergo
. J Para Lisboa segu com malta breridade O
brigue cPort Activo, tem prompto a matr
parte do earregameolo, e para o resto que rece..*
a frete du para paasageiro, aos quaea offerece ei-
cellentta coaamodos : lreta-ae
Amorim & Irmos, ra
capilio Jos Antonio de Oliveira, n praca do
Predta-se oe *0UU premie sobre bypo-
theca em casas, pagando-se os juros meosalmen-
meio : quem ti ver e quizer, annun-
ae ao largo da Ribeira d. 13.
Commereio.
opusculus sociaas por
esquiase lur le Canad
Toaa attencao.
AUenc.
d.?Je,j'? rl.*0 fcido Jolfeeori*jrs>*7
da Silva, Jos Henrlque da 1. -m reposta
so annundo doa dem.i. herflelro's,"s3mS
/Jiano de qoarta-feira 4 do correte TlrT
apenas diz o seguiote : Que escusado foi a deV
claracao de nao poder o respndeme contratar
cous alguma na qualidade de procurador do ca-
aai, desde qaa o proprio responderte no mesmo
joroal e numero dalle tinha declarado que se de-
mlttirs do cargo de procarador, que Ihe liaha
sido commellido por aua mii meeira do caaal
quem reitituio a respectiva procurarlo, e com
quem tinha mandado enteoder-se os iaterea-
dos ;
Que aioda mala escasado foi a Iprevencio do
ser invalidada qaalquer transseco feita pelo
respndeme naquella qualidade, -aioda qae
moatrasae a procuracio, porque alm de fazer-se
ao respndeme muita juatica, para nio desear
i sopposicio de que tal preveocio tivetse o al-
cance de insinuar um procedlmento doloso, de
que com iogenuidade o reipoodente ae declara
incapaz, elle meamo respondeole ji lioha de-
clarado que dorante aua procuradoria negocio oa
transaccio alguma fez icerca do caaal seu cons-
tituinte, e qae at lmenlo sabia dos promovidos
peloberdeiro Gabriel Antonio, depois delles rea-
lindos.
Finalmente qae a nica caasa aoanouneioa
que respondo, foi e o dsspeilo em que se
aeham oa herdelroa, por nio ter querido a meei-
ra assigosr-lhe a procuracio qae lhe apre-
asntaram. *
A.sim, responde e repelle qaalquer insinbsgio
oiTeoiiva de aua repulacio, qne lhe Itvewe sido
tentad. Recife 6 de jacho oe 186.
Antonio Joaquim doa Faaaoa, ex-professor
do collegio de Bemtka, legalmeote autorisado,
tem aborto aa auas aulaa de lalim e francat i ra
Bella n. XI.
Precisa-se da urna ama forra ou captiva
para cozindar e eogommar em caaa de pouca fa-
milia : Da ra da Imperatriz a. 47, primeiro
aodsr.
Auseotou-ae desde odia 1* de junho, do
poder da abaixo aasignada, a sua ecrav, cbra,
de nome Luisa, que representa ter 18 anooe de
idsde. estatura regular, com falta de dous denles
na frente, do lado superior, tem o dedo polegsr
da mi eaquerda quaai sem unha, bem desem-
barazada no andar a no modo de fallar ; levou
alguma roupa de seu uso, entre islo urna ssla de
labyrioiho de largura de am palmo e bico cor-
respoodente, um vestido deorgaodya azal e cha-
le de merino amarillo com barra ; costuma an-
dar descalca. Roga-se a qualquer pessoa que
apprehend-la ou souber noticia, participar ou
leva-la a ra eslreita do Rosario, segundo sndsr,
o. 32, que seri generosamenle gratificado.Can-
dida Rosa DiasFernandes.
Hanoel Farraira da Silva Terroso, na ra de
Apollo n. 28. aaca aobre Portugal por o prximo
paquete ioglez.
Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
:
Serio dadascousallaa medicas-drargi- (
ca pelo Dr. Eslevio Cavalcanti de Alba- ,
qaarque da 6 ss 10 horas ds manhia, ac- ,
cudiodo aoa chamados com a maior bre-
ridade poasivel.
I- Partos.
2.* Molestias de pella.
3.* dem do olhos.
4/ dem dos orgios genitaes. ,
Praticaritoda e qaalquer operacio em .
seu gabinete oa em casa dos doentes con- .
forme Ibes for mais conveniente.
volume, Tacbet!
5, moralistas ao- t*
e 8 f. oiu"neavJiTatigue dea greei 2 volumes Cuatodlo Jos Alves Gulmaraea avisi ao rea-
i. 3, oa com o ore livre de jeuoea peraooea 1 volume, nov PWel publico, principalmente a todos os seas
gala de Fars e seas arredores f roame, manual reaea e amigo, que se madou da loia da
dos pesos a medidaa 1 volume, Perbrer hiatolrs **"*" ** *""* ".....A ""'
noanciare 2 Tolumea, monoRraphia de cbi 1 vo-
lume, Beata Juris esoonici 1 volume. Homero 1
volume, Koho vida de Jess Christo 1 volume
arle de_fazer-se deputado t volume, Guerio Re-
4racalVs
Segu no dw 10 do mez corrente o hiate S.n- SS ^V/lE^U mK Sffii
a Cruza, recebe carga a frete e passageiros : a lame, Santa Biblia 1 volume, e"atras mala
tratar com Caelano Cvrlaco da C. M. lm. ... obra anta aWaa. m.i... .7..' :I..,r" m,lg
no Cyriaco da C. M
lado do Corpo Stnto o. 23.
Irmio, no obf" qc nio se menciona pata nao tornar este
annuncio mais extenso.
lahia.
ILEUlLi
Hiate Santa Rita segu nestes dias ; para o r
Sg t S^Tgc?raDeotasD.0otCoyrniac.da Se8UIia*-feira 9 lte.
p. w. r::------- --------"" *?eDe. P.Dt0 ,r leil5 requerimeoto de
rarii r* (,raDdeao Stf' "8u com muita Joaquim M. Portilla e por despscb
""^""^^"^^^^bssjissjijiim-. G\ tr*mt\f\m n*n ^.lk. rft j__(
rara
A aociedade
CIRCO
GRANDE OCANO
DE
SPALDING & ROGIRS.
Os ltimos dos dias do circo.
D#iig8fJejDho.
SeguBda-feira 9 de junho.
Caasino Popular tem a honra de
it^'I ,.e,P,"> P"lico. que sabbado
vespera do Espiro Saotodari am grande baile de
mascaras e sem ella. O insigne mestre de d.n.
o sr. Magalbae, deaejaodo coolribuir para o bri-
Ihantismo deste baile obiequiosamenle ae presta
a executar algumas danaas de seu variado reper-
torio ; as damas serio brindadaa com lindas sor-
les. fetas de proposito para esse fim, Coslminte
serao empregidos os meios possiveis, sfim de
que o baile Gassioo oeste dia nada deixe a deso-
jar oque nelle continu a reinar ordem. mora-
iidade e respeiio, e que sejam observadas as dis-
poaicoes do regulsmeoto Interno.
Tntrada para damas, gratis
para cavalheiros
O director respsitosaasesrieanounc
fie de divertimento. terminar na s
twei
neas-
prealaa de asile, e que as resienten sffRaenu-
coes seria) ittribaid da segainte maneira.
Domingo de tai le,
Para a joveitade e
cosb am escolfaido projjr,
eelfs.
Grande baile
Mascaras esem mascaras
' NOS
Magestosos saloes
Caes de Apollo.
Rio de Janeiro,
segu com toda brevidade a linda e releira barca
nacional Ira, de.primelra classe, capitao Gas-
par Leita de Paria, a qual tem parle de sen car- :
regamento prompto : para o resto, trata se com '
os seus consignatarios Aranaga, Hijo & C., ra
do Trapiche Novo n. 6. i
60 frascos com molho, 50 dudaa de copoa, .
burra velha, 12 cadeiras, ama meaa, um aof,
2coosolos, umacommoda, 2 pares de lanternas
2 jarros eoalros objectos existentes no armazem
e primeiro andar do sobrado da ra da Cruz n.
n. 7, onde se effeetuari o leilio no dia cima
menciouado.
Principiar as 10 horas.
freguezes e amigo,
aguia de ouro da ra da Cabugi para a ra
Crespo n. 7, para a bem conhecida snliga loia
de miudezas que foi do fallecido Joio Ceg, hoie
aeri conhecida pelogallo vigilante,e pede ao
repeitavel publico e aos seus freguezes e amigos
que o queiram procurar no dito estabelecimenlo'
onde acharao um grande sortimento de miudezas'
queafflaDca servir bem e vender por menos dez
ou vlnte por cento. do que em outra
parte
Vacciaa publica..
Grassando presentemente com alguma intensi-
dade a varila neata cidade, o commiaaario vac-
cinador lembra aoa chefes de familia qae, pelo
regulameoio de 17 de agosto de 1846. o obri-
f-'.T '""M "mm rr'^rtlci'tout mi uta "
soaa#que nao tiverem lido bexlgaa naturae, oo.
aido vacclnadaa, afim de e lhe praticar a inoo-
cuia5ao do fluido vaccinieo, ialo durante asquin-
*Vin on"D0'. loneio da alfandega, das 8
s 10 horas da manhia, e nos sabbados, na casa
ae sua rendencia, segundo andar do sobrado da
d"iSe n d0i\"i0 *> Recif 2 de Jn
ae lean.Dr. Joio Napomuceno Dia Feroandea.
eommissario vaccioador publico.
mmmm *.
qualquer
Na roa do Crespo o. 19, precis-e de ama
ama forra para o servico interno de casa, que ai-
ba^ eogommar com perfeicio.
Avisos diversos.
LOTERA
C01PANHU PEKIAIBUGAIU
DB
u.K* 8 ,?." d" noUe de nie 7 do crranle,
banda militar execatari riquiisimaa peas do ,e2
repertorio, acbaodo-ae o .loe ricamente ador-
nados na forma do costara... Apparecer pela
primeira res por meio de illumioacio a cas trae
grandes trinspa rentes com 70 pea de comprimeo-
jtoe dez de aliara, .representando a cidade do
jjauario, com a ponta .aspen... o convento da Sar-
"fj*- -*- tf VUU Nor- 4^,|' Bbdea-
Navegacaocoslciraa vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assti', Aracaty, Ceara' e
. Acara cu'.
0 japor cJaguaribe, commandante Lobato
aanlri para oa portoe do norte ati o Acarac*
no da 7 de junho as 5 horsa da tarda. '
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dU
da sabida a 1 hora; escriptorio no Portado
ataltoe n. 1.
LoMloe.
LEILAO
A 7 do corrente.
0 gente Oliveira offerece outra res para se-
rem vendidoa dtfinitivsmente, em leilio, os pre-
dio aegaintes: *
^f ,el!S,n!f c,w de ""> ehois proprio.
conatfaida do gosto moderno com ptimos re-
partlmeotoa, a com sitio contendo cochelra, es-
>tai o um aov e utia, e Bombardea-
tolo nos armazena de Villa Nora, e incendio
dos mesmos. pelaaUopasmlgaelistas, vista da
raa Direila, a.
s ae terreo e
-- gabinete ao la-
^aas-qetaisi eeaelaibaeu,,
AMANHA' 7 do corrente anda-
r5o impreterivelmente as rodas da pri-
meira parte da primeira lotera a bene-
ficio da matriz de Ouricury, no consis-
torio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
acham-se a venda na respectiva thesou-
raria ra do Crespo n. 15, e as casas
commissionadas ra da Imperatriz loia
de ferragens n. 44 do Sr. Pimentel,
praca da Independencia n. 22 loja do
Sr. Santos Vieira, ra Direita n. 3 bo-
tica do Sr. Cbagas, e na ra da Cadeia
do Recife loja do Sr. Porto.
As sortes desde a 5:000$ ateas de 1 Os
ser5o pagas de i hora da tarde em dian-
te desse mesmo dia da extraccao, e as
outras logo que se tenha feito a distri-
buicSo das listas.
. O tbesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
a O seohor que por engao tirou ama 2
51 .MC..reio p,.ra Msoosl Jos !
ag de Santa Rita n. 53.

- ExisUodo em poder de Sr. Fraariico AotT
nio Pontual.eomo que acouttdo o e.cravo de nome
Jerooyme, que aerteoceo ao Sr. Joio Bernardo
Ferreira, a boje da propriedede do abaixe mia-
ado, e nie teado dito seohor mandado at o pre-
sente entregar easa mesmo eaoravo, come teabo
baataotas proras, por ino venho desde ji protes-
tar eoatra ase proeedimeoto, fleando o Sr. Poa -
tu.l certo do que seri reoponsarel por qualquer
deicaminbo que mauescravo posea ttr, como fu-
ga oa mora.
Florentino Jos da M-lio.
O Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
madou-se ds ra das
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado n.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
co dess proflsiao de
medico.
0 advogado
Innocencio Serfico de Assis
Carvalho transfeno o seu escrip-
torio para a ra do Imperador
outr'ora do Collegio n. 50, pri-
meiro andar, onde pode ser
procurado para os misteres de
sua profissao desde as 9 Ii2 ho-
ras da manha at as 3 horas da
tarde.


Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
gsMewMSMB mmtmmmmm
baques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco S
Mercantil Portuenie nesta cidade, laca I
efectivamente por todos os paquetes so- 1
bia o mesmo Banco para o Porto e Lia- S
boa, por qaalquer somma avista o a pra- I
zo, podeodo logo os zaquea a prazo serem 8
descontados no mesmo Banco, na razio &
de 4 por canto so aooo ao portadores
que a.sim lheconvier : na ras do Cres- B
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim di Silva Caatro.
rogo de arti-
fieio,
i O bazar da raa do Imperador n. 0 aioda a
ag.ncia da mallo acreditada fabrica da viuva Ra-
floo, aoade ae tomam (oda. e qaaesqaer eocom-
meodaa em ludo o qae for relativo i sua arte as-
segarando-ee bao s a melbor execacio na on-
feccao doa artigos, como a maior modicidade oos
ses procos. Nesta mesma caa ba sem ore am
portador para fazer a eondaecio daa encommen-
i! ,.""D relM (>oe itaocia daa
tabticaa acarrelam acs aeohorea compradorea.
,TT, Uma pewoa convenientemente
habilitada se propOe a entinar fora da
praca pnmeiras letrat, latim e francs:
a tratar no pateo do Terco n. 33.
.^^
Aos Srs. cousuminores de gaz.
Nos armazeos do ciea do Ramos na. 18 e fi
na raa do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ren-
de gaz liquido americaoo primeira qualidade a
receotomenle chegado a 14# a lata de 5 aaJol
aaaim como lataa da 10 e de 5 garra (aa a en
garra faa. m
<
Casa de saude !
DO
[Dr. Ignacio Firmo Xavier.
NA
PASSAGRH DA MAGDALENA.
A tratar para a entrada doa doentes
com o mesmo Dr. i rua_nova de Santa
Bita n. 7.
i
ka)
'.
I?

Carvalho, Nogueira C,
e Rezende C.
Sacam sobre Lisboa e Porto, na ra do Visarlo
n. 9 primeiro andar, e ra do Brum o. 58 ar-
mazem. '
-- A pessoa qne aonunciou^dar uma enanca
a "?r-: ^ der'ir- rna da M.tris da
Ba-Vi.ta n. 26 p.d.ria.
coaimenoaoor Jos Francieco reri
da Silva, Ignacio Francisco Pereira da Su-
ya, Jos Franciaco Pereira da Silra Janior.
Jos Ladislao Pereira da Silva, Miguel Ger-
maoo doa Santos Pereira de Bastos e
Francisco de Paula do Souza Leio Jnior
agradecer cordialmente a todas aa peaso.s
que se dtgoaram acompaohar o fretro de
aua multo presada esposa, mii, ave e so-
gra, e convioa-os de novo para assislirem
a. missa do aelimo dia pelo repou.o eterno
de sua alma que teri lugar no dia*10
correte pelas 8 horas da manhia oa
pallado cemilerio.
m.4.lg8*!?e.ain' eacrara costnrelra, eogjm-
?! I"* e2,ioh"bem d|art.e tr* d(
ama csss. do que tem tido prstics : a tratar na
f* *'Ir'!'"' ,0D"d < um aadar por cima
oo waretneiro, cea. do Sr. Moralra.
Eogomma-se com toaafa perfeicio e brerl-
rrearuj. n.
.Alaga-ae ama preta pare o servico de caaa,
* W f'sMMoasBaaieirs : n roa eo Crespo
aw WeSat. ata) Jm wmcm'i 4 4M WjJJM
do
ca-
. !
Jos Ladslio Pereira ds Sil
mala profundo aeotimento
aeua collegaa e amigos para
missa do stimo dia
de aua muito presa
Pereira da Silra,
do corrente pola*
repellado cornil-rio-;
Muita alte
Alaga** aa villa do
l a raadaatrix, eott
4 qaartoa,
quintal gra
f.ojo.n.1-------------


i--

ITftn
DURiODl
-5A14D7
SEGUNDA EBICtVO
THESOU1 HOMBOPATHLCO
or
Vade-medum do horneo patha
pelo mentor
lele livro que te tem tornado lio popular,
quanto necesserio, acaba de aar publii ado com
todos o melhoramentos, qae a experinncia e 01
progreaaoa da ciencia tem demonstrado. A no-
va ediccia em lado supirior priniirji, en-
terra :
1.* Maii amplaa noticias acerca do curativo
da* molestias, com iodicacoes mi pi oveitosea
doa medicamentoa novoe reeentemenvi ezpert-
mentados na Europa, noa Estadoa-oidoa e no
Brasil.
2.* A expoeicioda doattina homeopntha.
S.* O ealudo da apropriacio dos reciedioe se-
gunde as predominancias doa temperamentos,
daaidades, doa aexos, e segundo as circunstan-
cias atmosphsricas etc., etc.
4.a A preservado ou prophilazis da: molestias
hereditarias.
5.* 4 preservacio daa molestias epii emicaa.
6.* Urna estampa illuatrada demoosi raliva da
continuidad o do tubo intestinal desde i bocea ate
o anas etc., etc.
Vande-as n phahmacia especial homeopa-
thica, propriedade do aathor, ra de Santo
Amaro (Mundo Noto) n. 6. .MB1U1
Prejo de-caria exemplar. '. 209000
N. B. Os aenhorea assigoantes queitam man-
dar receber seus exem piares.
Na ra Oireita, obra^o^e aada1fc.83.de-
fronte do nicho, arraoja-ee comida *"
qualqaer pessoa que quelra, tamben *o_engor-
me, faz-ae docea de todaa as qealidadee. tanto
seceos como aro calda, faxemae bandejas de dl-
Tettas qualidadea de bolinhoa com Oguraede lin-
dos modelos, tanto pira caaameolo como para
bailes, iatem-ae pastis de nata, doce d ovoe com
enfeltes de al fin m para preaentea, boloa chama-
dos de S. Joo com ramos, flores, capellsa, le-
tras. lambem ae fas jalaade aubslancia._______
Aluga-ae na ra Imperial o aegeodo andar
da casa n. 144 perto da casa do ssbio : a tallar
na ra Direita n. 6. ____________
de jiwbo huii
IMHa


Quem precisar de" orna ama
criar, rodar! proc-ror, qae achara <*> ojeo tra-
Ur, na rae da Lapa o. < ne ter ee4l>o andar.___
fara
Bj.
peasoa que eonuneou dar ama clauca
criar, dirija-ee ao neceo do Carioca n. 8,
Por briocadeira, no dia 27 do prximo paa-
aado, carregaramde cima de urna com moda um
relogio de repeticao.de casa n. 6 da roa Direita,
e por isao pede-se ao carregador qae o T levar,
que lera de gratificaco -25, ou qualquer peasoa
que o descobrir. _^______________-
Prectsa-M (aliar com o Sr. Antonio Joaquim
de Jess Rodrigues da Fooseca. natural da Iro-
guezia da Graca do Arcebiapado de Braga, para
se lbe entregar carta* de su familia, na aerra-
ria de Paulo Jos Gomea & Medetros, na na do
Imperador, oa na aerraria da rea da Concordia
numero 1. _________
Alaga-aa am eecravo bom carroceiro, ou
meamo para oalro qualquer aervico : na rea ao
Litrusento a. 22, terceiro andar.
D. W. Bowman e aua familia pretende
visitar Inglaterra.
Mantciga
inglea flor a 800 rs a libra,
francesa a 640. cha a 3960, caf lavado a 320 e
28. queijosa 1700. vinho a 400 ra. e 480, arroi
a 120. eapermacete a 740, etaouese a 560, nova*,
looelnb/a 300 re., grao debicca 160 eabio
masa a 160. aieit* de earrapalo a 360, cerveja de
oaitoboa marca a 500 ra., genebra a 560 o fras-
co ; no armazem da estrella, largo do Paraso
numero 14. ^____
preie
Aluga-ae um mualo bom boleeiro, para
casa particular, ou meamo para algama cocheira
que seja boa : a fallar na ra larga do Rosarlo n.
84. botica. _______'_________,
Novidade
Ameodoas confeiladas, aortes das m asmas, pa-
pis com estalo, Indo muito aovo, veade-sepor
menos do que em outre qualquer par e : na ra
a Sosala Nova a. 30.
Precisa-ae de um pequeo Ooa ltimos che-
gados do Porlo: a UsUr oa taberoa da roa da
Lingoeta n. 5.____________ .
Antonio Joaqutm Vidal perdeu ma ceriei-
ra no aabbado 24 de maiodo crrante anno. con-
teado oito letras, ou antea notaa promiasoriae,
sacadas a seu favor pelo sea ex-socio o Sr. Joa
Carlos Bastos de Gliveira na importancia
Compras.
__ Compram-se accSes do novo ban-
IOVO
Na loja de Silva Cardozo
perador n. 40, vende-so
de todas fes qualidad
maii baratos pouivetl que se pode ima
ginar, poi pode vir os fregueies com-
prar porque pechincha._____
CHOLES
m &
oa loja do
de
Attenco.
Antonio Cosario Moreira
Dias, faz sciente ao reipeita-
vel publico com especie ilidade
aos seus freguezes, que inu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos u. 32, e est vonden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boaqualidade destas merca
dorias por serem de p::imeira
qualidade. ______ ______
4:500g, aendo as aeis primeiraa de 570* cada urna,
a aetima de 580, e a oltava e ultima de owm.
aacadas am 2* de abri do correte anno, a pra-
aos de 6. 9,12, 15.18. 21,24 e30 masco, assm
comoqaatroceotose laotos muris, sendo duas
sdelas de 2009 cads urna, e o restante de menor
valor, e oatros papis, e porque lhe nao tenbam
sido entragues os objectos que deixa menciona -
doa, pos do accordo ao secador da releridaa no-
tas para as nao pagar a quem lta'ea apreaentar,
tanto mais quanto nao flrmou o anuuucianie ai-
gama deltas, nico caso que daria direito a al-
geem recebe-las. Recite 31 da malo de 1862.
Aluga-se o sobrado do largo do chafaris n.
1 (ra do Brum) : a tratar om Santo Amaro, paa
aando a fundicao. oa casa que
done primeiraa arvorea.
deposito de charutos s
da Bahia
aa rus de Horias n. 15 junto o sobrado novo
I que volta para S Pedro, neste deposito ae en-
contrar! aempre bona charutos todos fabricados
oa Babia, siaim como tem cigsrros do todas ss
qualidades, fumo, cachimbos, boleas e outras
. rcouaaa perlencenteaaoa fsmantea, ludo por be-
ato preco. ___________^_
do bairro do Recife n. 22.
Compra-ae um prelo de meia idade,
bons costantes e proprio pars sito, ama eatraye
3ae aaiba coser o eogommsr bem : aa roa aa id-
ete Velha n. 85.
Compra-ae conaUotemenie lilao vslho eeo-
bre : na raa da Imperatrlx n. 65-
Vendas.
tica defroote As
__ Eduardo Duclus. cidadao
para fora da provincia
fraocez, retira-se
Re-
* Joo Acin,
para Inglaterra.
aubdito bniannic), retira-ae
Atten^ao
. Joaepha Mara doa Prazerea e S Iva, meaira
do caaal de seu finado marido Joo 1' eariques da
Silva,faz cerlopelo presante, que ledo seu filbo
Jos Heoriitues da Silva restituido a procuraco
que lbe tinba aido dada para tratar toa negocios
do casal com a aoounciaole, em seu sitio na ra
Real, freguezia da Boa-Vista, n. 2, smente ago-
ra devem ser ellas tratados.
O* abaixoaasgoadoafazem scienle ao corpo
do commercio e aaeua freguesas em geral, que
tem transferido a aua casa de negocio da raa oa
Cadeia do Recife n. 55 para a ra *"
onde acharao aempre grande soilimenlo de fazen-
d.s de diveraos goatos qualidadea, sendo aem-
pre servido com sincerldade e promptldao
cife 4 de jaoho de 1861.
Figueiredo & Irmao.
1:200, na ra do Queimado n. 26 ae dir
.quem oa empresia, garaotidos por bypolheca em
" I caaa terrea.
__ Uina pessoa habilitada em esenp-
turaqao mercantil por paradas simples
ou dobradas, do que ja tem pratica of
ferece-se para fazer esenptas commer
ciaes mediante razoavel paga : as pes-
soas que de seu prestimo quizerem uti-
litar se podem dirigir-se a ra larga do
Rosario loja de louca da porta larga do
Sr. Joaquim Antonto Pereira, de quem
colherao todas as intormaqoes precisas.
Aluga-se urna bella casa de campo, com ex-
cedentes commodos, bella vista e bom banho :
quem a pretender, dlrija-se a ra da ConceiQio
da Boa-Vista n. 26, qae achara com quem tratar.
Preciaa-ae de un amassador ; na padaria
llama de Sanio. Amato.
~ Precisa-se de i.'bUO^a juros de um e meio
por cenlo sobre hypoiheca em um predio neata
tea : quem tiver dirija-a a ra da Concei?ao ,
V Boa-Vista n. 41.__________________________I
O abaixo assigoado (az scieo: ao respetla-
el publico o principalmente ao re.ipeilavel cor-
>o do commercio, que tem jnsto e contratado
render a sua taberna sita no pateo da Ribeira o.
1, aoSr-Jos da Silva Santos, por isso pede a
todos os seus ere Jorea, para no praio de tres dias
lhe apresentarem suas contas crranles, afim de
realisamenle de seus pagamentos conforme coo-
vencionarem, visto ter tarebem ven:ldo o praao.
Recife 3 de junho de 1862.
Jos Bernardino Alves._____
Jos Baplista Nizel,subailo t anees, retira-
se pata o Rio de Janeiro. ___^_^___
A pessoa que aoouociou pre( laar de quem
sequizesse encarregar de urna minina de 2 an-
ooa e meie para acabar de criar, mediante urna
meosalidade, pode dirigir-se ao piteo de S. Pe-
dro o. 22, que ae dir quem ae prope.
Arrenda-aa o aillo do floado Manoel Joa-
aaim do Paraizo. no Bongir cujo sitio tem boa i
casa de pedra e cal, boa cacimba que bebe-ae.
com muitos e diversos arvoredoi, baixa para ca-
pia, o tem ierra para plantar : quemo preten-
der, diriia-se a padaria da ra Imperial n. 5t. ou
atraz da maUix de Santo Antonio n. 16, primeiro
andar. ______^
Rabe Schmeilau 4 C. avisam ao reapeiiavei
eSfB0-O"O"_COU" = +mmtm pre. OUB a. T ,-~
W Quist co|m a sua retirada deala provincia del-
xo'u de aer oejo de aua casa commerclal deade
hoje. aeodo oditosenhor deaonerado de todos e
quaesquer negocios pendentes a mesma ca*.
Recife !. de Junho de 1862.________________
Vende-se ama exeellente caaa terrea mol
rejada, aita na ra de Hortaa n. 92, bem cons-
truida, com duaa grandea aalaa, tres quarioa, ao-
xinha fora, quintal murado, com porteo para a
raa do Caldeireiro : a tratar aa risa daa Lraxea
numero 11. '"___________
Gaz do melhor
a 600 rs. a garrafa.
Na ra Direita n 7 e na ra
do Queimado n. 75. _______
tara brinquedo de S.
Joo.
Cootinua-se a vender amendoas pelo barato
preco de 640 rs. a libra, na raa Velba da Boa-
Viala n. 83. ra do Rangel n. 0, defroote a eata-
c8o das Cluoo Pontae n-140. ra Auguaia, esqui-
na do becco do Marisco n. 1, ra do Creapo nu-
mero 7. ______^___
Pechincha sem igual.
Cortea de chita francesa larga, de 11 corados,
pelo baratiasimo preco de 28500. lindaa chitas
francezaa largas a 200 rs. o covado, aapenores
cassaa ranceas de cores a 240 o aovado, hndaa
laazinbas de corea de superior qualidade a 4tH)
rs. o covado: na loja do aobrado de 4 andares
na roa do Creapo n. 13, de Antonio Corroa de
Vasconcellos 4 C, successores de Jos Mara
Lopes. _________ .
Saias de balao.
Sao chegadaa aa eommodas saias de balo, de
arcos de differenles lamanhos, de 8, 10 e \ ar-
cos para meninas, de 15, 20. 25. 30 e 42 arcos
para senhora, por precos mau commodos do que
em ootra qualquer parte : na loja do obrado de
4 andares na rus do Crespo n. 13, de Antonio
Crrela de Vasconcellos & C, successores de Jos
Moreirs Lopes. _____________________
Bom e barato.
Huellos do Setid a 500 rs. o libra, gomms de
araruta muito alva e nova a 100 rs. a libra, e em
arroba a 2*800, cevadinha de Franca a 200 rs. a
libra, ancoretae com azeitonaa a 1J200 -na raa
daaCruzes n. 24. esquina da trsvessa do Ouvidor
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do aobrado
novo, loja de mlodezas de Joa do Azevedo Maia
e Silva, est qaeiasando tedaa as suas miudezaa
peloa precos que abaixo se declara, pois a qaadra
boa para apreciar:
Duzia de metas cruas muito encorpadasa 59400
Dita de ditaa brancas muito boas a 15600
Dita de ditaa cruas muito finas a 4$90
Dita de ditaa brancas para aenhora, mal-
to Dnaa a 3Jp0
Carriteis de relroz de todaa aa cores a ^80
Grotas de peonas de seo do todas aa qaall-
ddea a 500
Dita de ditaa calllgraphicaa 18600
Nvelos de lioha muilo grandea a 60 e 120
Caixaa de agulhaa perfeilaa a 160
Baralhoa portuguezes a 110 e
Grosa de botdes de osso pequeos para
caiga a
Teaouras para unhaa muito superior qua-
lidade a
Ditaa para costura maito'flnas a
Ditas peqoanaa porm tinas a
Baralhoa franceses muito finos a
Agalheiroa com agulhaa superiores
Canivelea de apara-/ pennaa del folha a
Parea de spalos de tranca de la a
Cartea le afinetea fraoceiea a
Parea de luvaa brancaa de algodo a
Escotas para limpar dentea muito fi-
nas a 200 e
Masaos de grampos de todas ai quali-
dadea a
Dedaea com fondo de ac a
Caixaa com colxetes frsocezes s
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditos de bsrro com tinla auperior a
Arela preta muito fina a libra a
Labyrinlho por todo prego.
Vara de franjaa largas brancaa a
Pioes de nova invenco para meninos a
Lioha branca do gas pelo preco j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outras muilaa miudezaa
que viala (ai f pelas suas boas qualidadea e
presos entao nao fallemos. _________________
-se os mais ricos chales com posta re-
donda eborloSaa teodo aa barras a iraitago 0
peludo e aseetlnadas imitando ao eepioa*e mais-
re oderoaa pelo baratiasimo preco de 4*590, ditos
pentea a 4&50O, ditoa a Garibldina sendo
grandea a 58 : na _ua da Impeie4ars a.
60.leja do Pavio de Gamf 4 Sila.
Saias bordadas a 2#500.
Vendem-se aalaa bordadaa mallo bonteS* a
l]i500 cada ama : na ra da Imperatris n. 60,
loja do Pavio*. de Gama & Silva.
Bales do Fa\o.
Vendem-se baldea de bramante francs com
arcos, sendo aa melhoreaarmacoee, pelo diminu-
to preco de 39 a 3|500: na ra da Imperalriz a.
60. loja do Pavo. de Gama & Silva.
Saias com arcos de lidio,
Vendem-se as acrediladaa aalaa com arcos de
linho que fazem aa vezea de balao a 3S200 e a 42
cada um, estes saias s ha na loja do Pavo, raa
da Imperatris n. 60, loja e armazem de Gama fc
Silva. -a.a. tg.
120
400
400
200
240
80
80
15280
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
Parameuioos a 4#500
Vendem-se vestidinhos de seda para meninas,
mnito bem enfeitados, pelo diminuto prego do
48500 cada um : na ra da Imperatris o. 60, loja
do Pao, de (ama & Silva. ________I
Moyo sortimenlo de
zendas baralissimas,
Farinha.
Attenco
A 600 rs- a garrafa de gaz.
2onoua-se vender o melhor gaz, na loja de
funi_Bro, ra da Imperalriz n. 65.
Attemjao.
O Sr. Francisco Fernandes de Paria que leve
taberna na ra Velha, queira ter a bondade de
apparecer na ra das Flores n. 37, segundo an-
dar, a negocio de sen intereaae. __________
Moleque
Na ra da Imperalriz n. 47, terceiro an'dar, ha
um moleque para alugar.
"~ Sr. Antonio da Mona e Silva lem na ra
do Imperador o. 44, prtmeiro andar, ama carta
de importancia, que pode procurar das 8 aa IV
horas da manhaa. .
Pelo prseme sao couvidaoi s oa ami-
amigos do finado Francisco Joi de Paula
faepuliado com o nome do Faociaco de
Paula) para aaaistirem a urna aiaaa. que se
ha de celebrar pelo repooao de sua alms,
no dia 9 do correle, pelas 7 huras da ma-
nhaa no convento dos religiosos francis-
a.
:
caaes
__Serafim de Souza subdito
ra-se para O Para.
pDrluguez reti-
D. Mafalda Augusta Pereira de Ferias pro-
fesaora particular mudou sus aula para o pateo
do Terco, onde continua receber alumnas ; os
paia que aa quizerem ulilisar de seu preslimo a
pode procurar no mesmo paleo n. 1, aeguodo
andar. ^^^^^
Frecisa-se para urna casa tranceza
de ura perito cosinheiro: a tratar na
ra Nova n. 21.
Joaepb Louis Galln, aubJilo
relira-ae para fora da provincia.
ontannico
__Preciaa-ae Mugar um moleque de 14 a 16
anooa : na ra da Palma n. 7. .______
Vendem-se saccas com artoba vlodaa do Pe-
nado, maito boa, saccaa eom arroz de casca, di-
las com milbo, ditas com farello, oleo de ricino
em latas de 30 librae: no armazem do Teixeira
defronte do caea da alfandega. ______________
Gheguemao gallo vigilan
te que est torrando
como sejam.
Franjas*.
Riquissimas franjas de seda de lindoj goatoa
pretas e de coree pelo barstiaaimo preco de 200.
300,400 e 600 re., dita preta com vidrllho a 400
e 500 rs. : s ao vigilante ra do Creapo o. 7.
Fitos.
Riquissimas para cinteiros a 800, 15 !j}5^
a vara, ditaa com um pequeo toque.a 400, 500 e
600 rs.: a no vigilante ra do Creapo o. 7.
Nuita attenco.
Ra larga do Rosario n. 38.
Vendem-se ricos sintos de fila de ponas cabi-
das com franja na ponta couaa maito moderna,
ditos de camafeo, ditos bordados com franjaa a
2$, 2g50O, 3, e5# cada um, rap de Lisboa,
dito grosso e meio groaao, dito Paulo Cordero,
dito fino, dito Bocha e Meuron, ac coberto para
baldea e muitoa maia artigaa de miudezaa s
vista aedir o preco de ludo.
NA
Loja do Pavo ra da Impera-
triz numero 60.
DE
GOiVk SILVA.
Vendem-se as seguintes fazendaa por pregos
baratissimos afim de apurar dinheiro : capaa
soissaa a imitado de sedaa de qaadrmhos sen-
do de todas as cores e cores muito fixas a 200
rs. o covado, brilbantinaa de quadrinhos muito
encorpadaa para vealidoa de senhora e roupas
para meninos sendo muilo mais larga que chita
a 200 rs. o covado, gorgurao de linho [exonda
muito nova para veslidoa a 280 rs. o covado,
musselina branca com 4 ti* palmoa de largura a
200 ra. o covado, grande o variado sorlimento
de cassss para vestidos sendo os padroes moder-
nsimos e as corea flxae a 280. 300 e 320 rs. o
covado, chitas francezaa de corea fixas escuras e
alegres a 240, 260. 280. 300 e 320 rs. o covado,
chitas inglezas a 140,160 e 200 rs. o covado,
I cortes de cassa tendo 7 1\2 varas cada um a
240O ra., corles de organdys com barras tendo
12 varaa cada corte a 5|, cortea de bareges com
22covados a5!>. ditos com as saias feitas a 58,
laazinhaa de corea a 280 rs. o covado, de todaa
eataa fazendaa do-ae ae amostras deixando o
penhor na loja e armazem do Pavo, da Gama &
Silva, na ra da Imperatriz n. 60.______^^^^
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja da miudezaa-
de Jos de Azevedo Maia e Silva, esta vendando
todas as miudezas baraliasimas, a aaber :
Papis de agalbas a balo muilo supe-
riores a
Oiiss com muito finas obreiss a
Cartes com clcheles, tem algum de-
leito a
Frascos de macass perola muito fino a
Caixiohaa com papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacotea dito dito dito amizade a
Novellos de lioha de Cruxe a melhor
que ba a
Caixas com agulhaa curtas de superior
qualidade
Entremeios, a peQa com 3 varaa li2 a
Sabonetes muilo finos a
Papis de agulhas francezas com toqoe a
Pares de botoea para punhos de muitos
modelos a
Pares de meias cruas para meninos a
Ditos de ditaa ciuaa para pequeo a
Dilos de ditas para raeoinea a
Frascos com agua de Lavando embreada a
Dilos com cheiros muilo finos a 240 e
Ditos com banha multa fina a 2*0 e
Ditos com superior banha de urso a
Ditos com oleo babosa muilo fino a 240 e
Ditos com olto do Rio muito superior a
I Ditoa com superior pbilocome a
Ditos com banha philocome Qnissima a
Ditos com banha transparente a
Ditos com auperior agua de colonia a
Dilos com macass (oleo) a
Ditoa com superior opiata a 500 e
Carios de linba redro V, com 200 jardas a
Dilos de dito dito, branca de cores a
Carriteis de lioha com 100 jardas a
Massos de linha rcuxa pora bordar a
Pentea de marfim de auperior qoahdade a
80
40
10
200
720
720v
40
200
iJOOO
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
320
500
900
19000
800
500
100
80*
60
20
30
240
18000
Aluga-ae a caaa terrea da ra do Foge n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Aze'edo. ______^^
C J. Shau. logez, vai para Ioglalerra.
Sociedaie bancarit.
Amorim, Fragozo, Sanios &C i acam e tomam
aaqoee a praca de Liaboa^_____________________
Em ros de ievereiro do anno de 1859 Ugio
do mosteiro de S. Bento da Parahiba, o esoravo
Angelo, cabra, e hoje de idade 25 anuos, altara
regular, com Ires dedos aleijados Da mo esquer-
da, beicos grossos, com um danta quebrado na
freote da parte de cima e anda i aleado, consta
andar pelo Recite trabalhando de pedreiro e que
ji trabilhou na estrada de ferro, mas nao tioha
eaoo oficio : porlaoto roga-ae aa autoridades po-
liciaes e capiles de campo para o preoderem e
levarem a ra da Aurora casa du Sr. Domingos
Antones Villana que aero recompensados pelo
mesmo senhor. ________
Precisa-ae de alugar urna preta para carre-
gar fazendas com outra peasoa : na ra do Hos-
pteio n. 62- _______ ._________
- Preciaa-se de um caizeiroide 16 18 anooa
da idade, que seja portuguex. ejque tenhs pratica
de taberna, para urna taberna no Cachang : a
tratar na ra Imperial n. 4, cofronte a matriz
nova._______________________
Attenco.
Na ra da Cadeia Velha n. 24, primeiro andar,
entrada pelo becco Largo, ha urna pessoa que sa
prope a fazer algumaa eacriptaa commerciaes,
tanto por partidas dobradas como singelas, o por
presos commodos.___________________
Bicos.
Riquissimos bicos de seda de largara de 1 de-
do a um palmo a 100, 200. 300, 400, 800, 1# '
1J50O a vare, ditos de lindaa corea
ra.: a no vigilante ra
do
a 100
Crespo n. 7.
e
200
Luvasde Jouvin.
Vende-se luvss de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, ltimamente chegadaa : na loja do
beija flor, ra do Queimado n. 63.
Luv8S de seda.
Veode-se luvas de seds eofeltsdas a 1|600,
2^000 e 29200, ditaa fio de Escoaaia brancaa a ra.
700. ditaa de corea 800 ria, ditas de slgodo a
280 ria ; na loja do betja flor, raa do Queimado
numero 63. ^^____________________
Escovas.
Vende-se eseovas para denles finas de diversas
qualidades a 120.160. 320. 400 e 500 ria : na
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.______
Mftdapolo do Pavo.
Ve-dem-ie fioissimas pecas de madapolo com
24 jardea a 4*500. 4}800, 5, 58500 e 6. ditaa
francezaa entealadaa com 14 jardaa a 3#: na ra '
da Imperalrlx n.60, loja do Pavio de Gama &
Silva. ______\
Lasa320 rs.
Vendem-ae moderniasimaa l&azinhae com pal-
mea a 320 rs. o covado: na ra da Imperatriz d.
60. loja do Pavio: _lL_________________-
Botoes.
Grande aortimeoto de botoea de todaa aa qua-
lidadea por lodosos precos, ditoaamarelloa mul-
to lindos proprios para bonete a 19500 s groza :
s no vigilante ra do Creapo o. 7. ___
Jogo de domin.
Vende-ae jogo de domio finos a 13200
loja do beija-flor. ra do Queimado n. 63.
na
Preciaa-ie de dous meninos de 10 a 12 an-
uos, para taberna fora da praca : a tratar oa raa
larga do Rosario n. 35._________________.
_ Quem preclsai alugar urna ima de leite pa-
ra criar dirija-ae a ra di Roda 1. 13, que acha-
r com que tratar
SPara ensinar particularl
Precisa-se de urna pessoa competente- _
Oante habilitada para eosiosr primeiraa 9
e mais algum prepralo- g_
Hachar nestae 1 ondiecee o _
sr aquelle magisterio diri- V
le S. Gonzalo desta cidade jj
ari com qoerr tratar. _
Ufo Mirrooi, aubditos
do ispedo.
querer
Uiario annunciou
abe de criar am 1 raaoioa seml-
branca.com idade da 2 anoos e meio procure oa
casa da roa de&,0i Thereta n 20, que acbar
com qeem tratar.
Attenco.
No dia 18 de fevereiro do anno correnta fu-
gio do engenho Cachoeira, comarca de Goiaona,
um escravo do abaixo assigoado, de nome Flix,
com os algosas seguintes : cabra, altura e corpo
regulares, reprsenla a idade de 35 annos, pouco
maia ou menos, aem barba, cabelloa carapiobos,
oarlt achatado, cor um pouco desbotada, est am
tanto descarnado, o o que mala o caracterisa sao
daaa ou Irea cicatrizes grandes na regtfo dorsal
aobre as costellas, procedontes de facadaa que
soffreu ha maia de 18 aonos, deve lambem con-
servar vestiglos antigoa de acoites naa nadegaa,
exerce o officio de carreiro, enlrega-ae a embria-
guez e Iraz camisa o ceroula de algodo azol ame-
ricano, ou eamlaa de madapolo usada a cil(a.de
castor com vivoa doa lados, a camisa aberta pela
frente com baldea 4 maooira de paleto!, e a (a-
zenda ji esti desbotada, quando foge muda aem-
pre de nome, nega o seu legitimo dono, a diz-so
escravo de fazeodeiros do Aracaty, do Ico, e ou-
tros lugares : o abaixo assigoado rogo aa autori-
dades policiaes e aoa capiles de campo que o fa-
cam prender e remeller para aquelle engenho
amarrado, e eom toda segurancia possirel. Pro-
testa, pagar com generosidade a quem o apresen-
jlr,__Joaquim Jos Nunes da Cuuh Machado.
Franjas de linho.
Grande aortimeoto de franjaa e galaozinhos de
liohos pelo baratiasimo da 80 a 100 ra. a vara,
dita para cortinado a 29100 |e 39 a pega : s no
vigilante ra do Creapo n 7.
Fentes para atar cabello.
Lindos pentes de tartaruga de todos es gostos
a 89 e 109, ditoa de massa virados a 19, ditos li
sos pequeos a 400 rs. a duzis, ditoa travesss
para menina de tartaruga a 39, ditoa de borracha
a 600 rs.: a 00 vigilante ra do Craaoo n. 7-
Facas.
Grao ^e aorlimento de facas da 'cabo de marfim
com pequeo toque pelo baralisaimo preso de
89 a duzia, ditaa para menino muito finas a 7S,
ditas de osso a 29400, 39 e 49 : s no vigilante
raa do Crespo n. 7.
Colheres.
Grande aorlimento de colheres de todaa aa
qualidadea que aa vende por baratiasimo prego
conforme suss qualidsdes : s no vigilante ra
do Crespo n. 7._____________^^^^^__________
Laa.
Grande sortimebto de lia para bordar a 6f a
libra." dlU em caixiohaa proprla para familia a
79: S no vigilante roa do Crespo n. 7.
Botoes para puaho.
Veode-se botoea de punho linos de diversss
qualidades a 200 rcia o par. que lambem aervem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
ra do Queimado n. 63.
Occulos.
Yende-ae occulos fios de armacio de
29, 19, 610 e400 lis : loja do beija flor,
Queimado n. 63.
ac, a
ra do
Kicos sintos dourados.
Veode-se siotos dourados a 29, ditos de fila
com fivella dourada a 13500 : loja do beija fior,
raa do Queimado n. 63.
O Pavo vende a A$.
recas de cambraias de corinhoa brancoa e do
todaa aa corea tendo 8 li* varas a 49 : na raa da
imperatriz n. 60, loja do Pavio._______________
O Pavo vende
cortea de cambraia muito fina com dona babadoa
e duaa aaiaa aendo delicadamente bordados a
49. dilos sendo todos adamaacadoe a 49, c.orrle"
de phantasia iazenda flnissima a 6J, dilos a 49500
e 59 : na ra da Imperatriz n. 60, loja o arma-
zem do Pavao de Gama & Silva. ^^^________
Attenctt! aUeneaO!
A.os pais de fumilia, bom e ba-
rato.
Na loia n. 20 da ra da Imperatriz aaha-se a-
venda um completo a variado aorlimento de boaa--
fazeodas, e que vista de saas qualidades sao ba-
ratissimameute vendidas, e para mais verscidide
do que fica dito, abaixo vio mencionadas algamas
das ditaa fazendas, a saber :
Chitas largaa cor fiza a 240 CSW
Madapolo fino eom 24 jardas a 59.
Cambraias de cores a 280. 320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo prelo e de cores a 29.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Lencos peqaenos a 80,120 e 160 ra.
Cbapeoa de caalor fino a 89.
Cbitaa pretas multo largaa e finas a 240 rs.
Algodio trangado preto muito bom para veati*
dos da scravos a 200 rs.
Cambraia liai com 10 jardas a 29.
Cassa de salpicos com 10 ditaa a 39
Cambraia bordada para corlinadoa eom 8 va-
raa a 2/. _______________'__________
Panno preto.
Vende-ae panno preto maito encorpado
1S600,198OO e 29, e dito cor de cat:
Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
na
a
raa da
Chales do Pavo.
Vendem-ae cbalea de merino eetampados mui-
to grandea a 39, ditos de cassa adamascada a 800
rs.: na ra da Imperatris n. 60, loja o armaxem
do Pavio de Gama & Silva.
Pechincha
Saias de mussulina.
Vendem-ae saias de mussulina bordadas a 39 o
395OO, espartilhos a preguicoaa a 39 e 89500: na
ra da Imperatriz n. 48. junto a padaria franceza.
il liso
Vende-se fil liso muito fino a 320 o covado :
na ra da Imperatris o. 48, junto a padaria frao-
ceza.____________________ .
Vende-se am clarioeto de tresehevee e uma
flauta de cinco chaves boa a barata, o Bala algu-
ma coasa : na ra Imperial p, 80.
Enfeites para cabeca.
Vende-se reqoiisimos enfeites para cabeca com
franja, e sem ella pelo baratiasimo preco de 5g
e 5(000, ditos de vidrilbos a 13600 ; na loja do
beija flor, rua'do Queimado o. 63.
Ltnhas.
Grande sortimenlo de linha de cores em novelo
pelo baratissimo preco de 1$ a libra, dita de car-
retela d corea a 210 rs. a duzia : e no vigilan-
te raa do Crespo n. 7. ____
Iho e aia familia reti-
tratar 4 s aaa aaude.
di na da Cmt o. 31.
Eduardo miz Cerquaira faz sciente que dei-
xoa da aer caixeiro dos Srs. Vicente Ferreira da
Costa & C deade o dia 6 do correte.__________
A peasoa que quer 2t om garanta,
I piroca ao las do Penba n. 25, amaohia.
P*
Roa do Crespo n, 7, no
gallo vigilante
Neata ora loja ha grande porco de caixiohaa
com amendoaa proptiaa para brinquedoido 8.
Joio que se vndemelo barato preco de 800 r*.
cada ama quem deixar de dar a urna menina
uma caixioba ; lambem tem grande porco de
caixaa proprias para docea aacoa que vende con-
formo aeua tamanhee a 69, 59 o a 4 dona,
amendoaa avalsas a 800 a 640 ra. a libra : a no
vigilante toa do Creapo n. 7i ^^^^^
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras para guardar dinheiro
de ouro e preta a 29000. 2J500, 19000, 18280 e
19500 : na loja do beija flor : ra do Queimado
numero 63. ^^_________________.
Rosas artiticiaes para cabello.
A.L. B. F. leodo recebldo um_ variado sorti-
menlo de bonitas rosas que se stio usando para
cabellos, o de pannos com folha de velludo, ditas
de papel todas, as mais ricas qae se pode encon-
trar vende-se na ra do Qaoimado n. 63, loja
do beija flov. '
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Maia.
43 Ra do Queimado AS
Esquina que volta para a CongregacSo.
Agulhas.
A. L. B. F. tendo recebido agulhas imperiaes de
fundo dourado. vende na loja do beija flor, roa
do Qoeimado n. 63.__________________________
Veode-se uml eacrava muala, de 22 anoos
de idade, aem acbaquea e de bonita figura, a qual
lava, engomma e cozinha o diario de ama caaa
de familia : na roa do Hospicio n. 31.__________
Aos senhores funileiros.
Vandam-so bigornaa
Vende-se um cabriole! em multo bom es-1feitas, a 12 cada a
asco do Ti
oalcadaa
martelos
de ac, boa
lado : para ver no becco
na roa do Imperadora. 67.
raml
calcados a 500
. 14 t traiarIra., trancae'a 8$500 ; a ellea, antee qae se aca-
bem : oa raa da Imperatris o. 5.
Neate moderno estabelecimento ae en-
contrar am completo e variado aorti-
meoto de tazeodas o roapaa feitas por
precoe mui raxoaveis. O desengao da
viata ver:
Palelolelde casemirs saceos o oobrecasa-
coa a IO9.
Ditoa de meia casemira dito dito a 5f.
Ditoa de brim pardo de linho maito fi-
d os a 59.
Dilos de alpaca .preta fina de 49 a 69.
Ditoa aobrecaaacoa de panno muilo fi-
no 229.
Ditoa de fustao do cor miudinho a 3g .
Calcas de casemirs de cor a 59, 69, 7|
e 89000.
Ditas do dita prata a 7#, 89 e 10. *
Ditas de meia casemira a 39. 39500 e 49.
Ditaa de fustao e ganga de cor a 29,2iOO
Ditaa de brim pardo do linho a 29, 8f,
49 e 5.
Ditaa de dito branco a tf, ..
Colletea do.caaemira preta e de cor a 4f
bo-
Cambraias organdys padroesl muilo
oitoa a 600 rs. a vara.
Ditaa moderna duquesa de Orleana
560 rs.
Chitas largaa eacuraa finas o covado a
240 e 260 re.
Ditaa muito Anas verdadeira francezas a
300 e 320 rs.
Cambraisa branca finas a pega 3, 4 e 5$
Ditas da salpicos com 9 varaa pe$a a 4.
Cbalea de lia eacoeezea para as aeahoras !
andarem em caaa a 8.
Laazinhaa para vealidoa o covado a 520.
Cambraia preta maito fina avara a 500
ria.
Cbitaa fustao para vestaos o covado a
840 rs.
Saias balao arrendada _>9. ^__
LenceosSTamenVC^oholoO a 8f?<
Ditos do P de algofllo a l$80 rs.
E ooUTiBailas qaalidadeo qae a a
p .vista do freguez. Tambora man
1 roupas por medidas.
I &
De lado se dio amostras eom penhor.

ndao


LADO
<




/
/
1
DIAR
VENDESEN0ARM4ZEIW
PiOGRESSO
BE
Francisco Fernandes Duarte
Daro la Peolia
A banha fina,
em copo, are.dee, ateao. par* Uwi i arta
Libras Merlinas
Vende-ae no eacriptorio de lianoel ig,,^ ^
Oliveira & Fttho, largudo 0^08.^6^?^
Superior cal de Lisboa.
TB para vendar em porglo e a retalho Anta.
Dio La da Oliera Azevedo 4 C, no ,eVlt
eriptorio roa da Croz n. 1.
Amendoas.
! ^?*? I60* P*lnr eatato para lortu
M-nseda S*ozala No* n. 80.
MENOS
NOS ARMAZENS
Brincos pretos a fcalao, e
outros afcjectos para
luto
Deise objtctetde qa troja ibf#liinie tatU
fa mili ,s precia, m, oa loja 'uui branca .ha a.
um bom aorlimenlo doalit. .MdoJK'e o"
a.a b.lao, pahair.s moderna, de gro^.tor-
e. eonu. flnae. p.r. pello. diU. limban p?e-
los, em cauuhae. bonitoa e modernoa aderacoi
e ED1UI dllna rinl.Uno / m.- .. n "aCOa,
Algodao da Baha.
Proprio para roopa de escritos a sacco. de 11
"" ?nde-ae na rus da Cruz n. 1, eacriotorlo
Q> Aplomo Lata de Olirei,. Ax.ved.Vc.
Agua de eoloftferafflbria-
da esem o ser.
q. tanto. t.ntoTem.T .7^. f^T^.b.
^.Voh:ead,?dob^f,^.re^q'u:e:"
cjegourmeiJ*Z Vrnhe^oTtKto"^
verdadwra agua d colonia de Pirer fraeen.
.joadiU-TcWt.iro de flUT Mut^S e*rraBo6".. *> ^nie. t^hJ.tad'bT.!
pelIUa. melaa de teda e aliodn ^r. u !!? 1 --------------------'--------------------------


Os melhores. gneros que ven. a este mercado e por menos 10 por ceoto do que em oulra
qarfaoar parle, garenundo-se boa quadade, por isso roga-se a todos os Snrs. d praca deT.
Stta'Ifi!?i 8Vr r" l8T 8U" encon"Mndas ito acreditado* armazem de
Jaguerpifia! '"* qU,,d"de qU '"' 0SSem ""t*" "
AMWt!?r?*. .TrieUda/ lT ""* de S' Jft5 a 800 rs' libr. "* M par.
ml '"'^ <" MamUiga llZ1i d, safra or. de primeir. quriid.de ,000 a libra, e
barril se fai aban meo lo. '
aftaiUeiga Trancezm a mas n9va a 720 rs# a 1ibra> em Larril a 600 rs>
Ktljttal dO reino nuto fre,cog ebrios neste ultimo vapor a 29000 ditos cha-
gados no ultimo navio l$800.
Oueio o rato
GV 1 ma'S !uperir que ,8m vindo a ese n,ercado 80 n-" l*m
qShto!1 meih0r qU< H merCad 8 a,8 6 m Ubra' fiwl*
' i? V Xim 1ue e Pd< deseJr ese genero a 3&000 a libra.
JUha ptetO hdmeopaibico r 2*200 a libra em porcio se faz abatimento:
1 qaeS HOYOS e pa,0 lMnsad0 a 320 f8. eem caitas eom 40 carias oor 109000
Latas com amoMo^ confeiladas, propras amira contend; mais ;
felese assucar candido w 1600 cada urna..
aMa?iA Cax!rhuaS de8!ibras cheadas Himamente a 2000 cada urna e a relalho
a ipu rs. a libra.
aXlllua da S0(ia em ialas com differenles qualidades a 19440.
BOlGXVnUa ngieza a rass nova que hi no mercado a 49000 barrica e relalho
a J20 rs. a libra.
W lUhO Sal pipa de superior qualidawle Porto. Figueira e Lisboa 500, 560 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
Vincos engarrafado a Duqu9do Porto> L,grima8do Douro> crcavelIo w.
tona velho, e deoulras manas marcas acreditadas a 1200 garrafa, em caixa a 129
tambem lia para 19000 1 garrafa.
^,*WaP**'1* das marcas tiai3acreditadas a 159000 e 20*000 o gigo, e em garrafa a
1$800
9erve|a da marca cobrinhi 01 do oulra3 marcas conheeidaa a 59000 a duza e 500 rs.
a garrafa.
linas francezas eportugjezas em latas de 1 libra por 640 rs.
Kaea 4e tomate em uu de i iu>ra por soo re.
AWeiXaa (ranelas. em latas de 1 e raei. l&ra por 1*500, ditas com 3 libras oor
2#800. 1 *
&uiena0&8 je casca mo]e n u\l0 novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8^000.
NOZeSa 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
Alatli, maearrae e talnarim a 400 m ubr.,. em mh com 1 arre-
ba por 69000.
KiStr^iliatia, pevide e arroz de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeudas se faz obatimento.
ralltOS ae a$nteS ixado8 03 maisbam feitosque tem viado a este marcado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
rreZnntOS tlig\>ZS para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 ir. a libra.
^nonmjaa e palos milit0 n0fas a 560 a llbra e em barr, m ui lklimm
*1U^a o melhor petiseo que pode ha ver por estar promplo a toda hora a 800 rs. a libra.
Toneinna do reino rauto novo a 2S0 rs. a libra e em barris de t e meia arroba
a 5* e 79 a arroba.
u atlQIS em ]atasj promplas para se comer a 1*800 cada urna.
nna de poreo rennaiU em ,alas com 101bras por 4f300>
uarril muil0(oaealva aA4Q rs a 1bra eem barr1 a ^j0n
viaitoes coa bollo fian**! **
i ll duce*' propnos para mimo a 500 rs. cd. ura.
... imperial do afamado Abreu ede outros muitos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a fibra.
tarmelada de Alperhe em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
uetas de doce em ca|da 8S melhore que ha em Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e soreijas a 800 ra. a lata.
uaeea steeos e em caldl) em lataS( de 4 a 5 libra8 por 2W)00
UnaeolaU hesp.nbol a 1951>0 rs. a libra, dilto francez a 19100 ditto portuguez a
^ 800 rs,afian5a-se a boa quadade.
^ deJH?"? d Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
9o00, dito mais babeo a 280 rs. a 8*500 a arroba.
badiana, d8 Fraosa a mais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porco se faz
abamento. Irr^
J 'gn rnnio novo a 320 rs a libra e em garraoes com 5 libras, por 29000.
v airona do reino das marcas 5SS ou galega, a 140 rs. a libra.
Vita do Maraado alva e cheiros a 160 rs. a libra o em arroba 49500.
* elaa de carnauba refinada a 4(0 rs a libra, e em arroba o 12*0*0.
Zeite ttae refinado a 800 rs. a garrafa, e em caixas a 09000.
Wtnagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 1*800.
Vlnno eberez verdadeiro a 195(0 a garrafa, e em caixa 149000.
WlBnO bianeo de Lisboa ) mais superior que ha no mercado proprio para missa a
640 rs. garrafa e em canadn a 4*500.
CnaratciH
wa suspiros do fabrican .a lrando em meias caixinhas, por 2*500.
aspires do fabricante Catinho & Filhos em meias caxinbas a 29000.
?encalla de 100 regalia Imperial Yiagantes, e Paneotellas, a 29000 a caixa.
1 muia limpo, a 180 rs. a libra, e en arroba 59500.
?as muil0 novas> a 15j.00 n Ma-jma ancoreto a 1400 ^ag,,^.
A POZ dt Maranho a 120 rs. lira, e 39700 a arroba.
postas em Uus dai mernores qualidades de paisa que ba em Portugal a 19600 r.
nenra de HoWand
MLaf W com ^irrtiu^ 9*000.
Mjd nova allOOO o (rasco e francesa a 6*0 fs. o pota.
mmi-b-nrqn-i_______j^neoaiwi o *aBpuvaJ patito omcompkto aert-
aenbem-: hb oaaawpradeaa d^Uaa^tWioa
?ie.rA* m0.r5*eDpl.?So. .tteotoTflmTara
o^eaio: porisodirigUan,.,, rB, do Oiei"
mado^loj d'igula branc. n. 16.
-eoa e algodao para homena i
rada para cha d bonecas.
A toja da agua branca deaeiaodo m tadoa-
Sa,S'T'"'e a*at.baa. mTSSLVmlt^
Arroelos ou argolas de ^^^^T1^11^^^^
cha para segurar papis e SaS!r5'i,,n" d2urad, pinUd iw*>*t
muitos^utros mistere, 13g2S2 &aSbU&
A loja d'agola branca receban tana porcio d i ,0' P"a C0IDPr-a na ra. do Queimado
arroelaa ou argol.a de borracha, qoe ateriada-
mente se apphcam a differeotes flbi, cao tea*.
tSJgt fuS'S'a?^SP0niUMl P^iawp de poroel-
armaaena, lojaa. bolleo., tob.ro, ate, ,ic ,' lana dOTM*da
que se precisa, assim cono a. mais larga tervem 71--------r na!._______________
do porm, na cada argol tem wt Brela vea- tttS D0 VaS PrfumaraS.
Sffi "S J" *"*' ^ M-d.Q.'S. A |.j. da agu, br.ofa ae.b. de desJS r. de
,a. encommenda .m gr e bello Lumeoto
de fioaa porfumarua dos< mais afamado. fabt-
cantea, arado as bem coaUecida. e apreciada
banbas, japonesa, transparente, philocome im-
perla! em bonitos copinos com lampa de ttetel
dita nos copos grandes, olla em compoteiras li-
fihf-lapS22^ 0leM de l*0M. Ph"ocome e
GaimaraeaALut, donoa da leja de ahideaa J.' Pf^^wwMieatiqfea, Anos eitractoa
da nado Qeeimado n. 85, boa fama, partUinam o'ttciotot eescolhidos caHroa Jackey-Club
aapebiteoqea o sen esUbelecimentoae ae! TllV'r miel diIa*terri*II.recha!, Principe
5? V-i0. B,Vmo e,lbelecimento, e muitos Ii..at.8,e!,horis de ^D^aaleo uso de qu.lquer
oatro. objecto. se goate, aendo quart todos Teca- f!,I. e"'ma.d^ ,fact* orque aquellaqoe
bdo.deauaapropiIa.encorameSd; a eatando tT. 5"* f0CKM*. theatro.o* baile eativer com
ellea inteiramente resolvidos a nao vanderm ?!.4 len.s """''o de Hb aublimea aroma
Dado, atiancam vender mais barato do qoe OTtro 'er*.P0'ce"o Pr>ier de- m aa suas vl.inhas
arqwr; juntamente pedam ,. aaj.id.v32 t'J"*!1* e eTer resqee Iba. manden o. vwham pagar o.ae. f!,8?BUremi.da"0i F- 0a* comjro. ea.f ta
dabttna. oD p<>n. daaer^m ia.tlc.rtn/ W"' agradavel chairo ?. Eell.eaailho.s de seu bom
gosto.mascom ar prazerJMrs lbe responder:
Atencao
3o- ra da* Gruzes do S-anto Atoio U.
- M-pqxrrr.-^ Wu noa.
osmahores gaeres, poi qM fSZ^TZtfSSr^Tba, da w* P^ ^mmeada
para osecolherem, eos vended^por Zos"hSL2SE1 a" ilfm" *aU>$ da EuroP'
roga-e a todos os Srs. d praca.de engenho a SSanS fSI 7 m*\ qa, ao mm armazens, afim de verem a%i* a.TB J f"VOf J ***mai
aei/os do sertaoH-T ltie"*"'*>*"**<***.
Geneora ifalTanR "T *Z? T** & ***
_98 *em latas jprompus a 1*800.
Caixinhas
'T,,toi fabrieant '- relirado do neg- --------1------------------: '___________
aSS^^^svu/siPapel amiSttde branco e de
nr!nMb,anU Kor,nby' aprovalUr-aa da op- CO TO,
S?. ?. n 'em Pe*?" d* le,D,50 P"a ir'n- Vende-ae pacoles com 100-felh.s de-traneJ mi
P^por commodo Pre5o no a.....ripiorio ^^^-^Z^S^
[Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Ca.as francazaa de bonitoa goatoa a
daOra. o coriOo, l.ra. de trocal pretaa
9 da aeda a 500 rs. o par. chitas rranae-
xas largas escuras a 240 ra. o eovado.
dita fio.a a 260 e 0 ra.. li d itnho
Uso a 640 ra. ar rara, tarlstiaa loa de
todaa aa corea a 800 ra. a vara, lencos
brancoa com barra de cor a 1*400 a du-
aia e 120 re. cada im, meia para ho-
mem a IJtOO a daiia 120 r. o par,
chilaa para coberta de bonitoa dese-
nhoa a 220 ra. o eovado^ pega de bre-
tanhada rolo a ), ditas da catnbraia tiaa
com 6 lji varas a 3*. muaaalina encar-
nada a 240 rs. e eovado, calcinhaa para
meninaa de escola a 1* o par, peitos
para camisa brancos e~ de core a 200
rs., pecas de cambra i* branca de salpi-
co_a SS500, algodao entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para loa-
lhas slg i vara, eofeites doa mais mo-
doo*gribal ta al as 9 horas da noite.
Ra da Seuzalla Nova n. 42.
Yenda-se em casa da S. P.' Jonhston & C.,
sellins e silhes inglezos, candieiros e casticaee
bronzeados, lonas iogreras, fie de vela, ehicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallo, a relogtos de onro patente
ingles.
boa lama
I IVL 0"'0]1" e P^hos com botes para se-
* I!,"eD' muUo b0e Pel barallMimo pre-
a?iedd8eg.:daabor.nar.o..Quemadq g g d
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinha com gollinha. e manguitoda cam-
Jral^bordadoa, fazenda muito modernsima a
Ditaa de ruaUo eom aalpico* de efir a 3*000.
(olliBbaa bordadaa com bolaoxiohoa a laOOO.
Ditas ditas de gostos a 640 e 800 rs. ^^
11600 Cm maogailoa de hrai bordado a
Manguito, de eambrai* Boa-bordadoa-a-lO0O,
GolliDha. bordad a 240 rs. """""""^,9W4
SSOOO?81"1 d* M,Bbr,i' e'"a<* para- lato a
Camiainhaa para seahora bem enfeitada a 31
e 95O0 com laby,iol,a Para mi
Ditos a imilaco do labyrintho iljei 1280
e 640*" l0rC" e^eilB.t,a, de dtllho a 500
Eoeitea pretoa eom vidrilhoa a 8000.
Ricos eTifetles a turca e Garib.ldi a 5S500
Dito muito bonitos a 2*500 e a 3*500
i .De'ud^d_a-sed mostras fleanoo penhor: na
Psilv. rM ImPeratriI D- 60. *8 Gama
Sin tos paraseohora.
kXenae.l,l'sa os rit"''>oa aintoacom borla ca-
htai ao lado, muflo entque, sendo o ultimo gosto
e Pars, pois parece-me que nao haver senho-
ras que deiie de comprar : isto a no gallo vi-
gilantp, ra do Croapo n. 7.
0 i^ivro do Poyo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO. publi-
cado aob a direccao do Sr. Dr. A. Marq.es Ro-
drigees, e conlm a vida de N. 8. Je.us Chri.to
segundo a oarragao doa quatro evangelistas
mais os aeguiotes arligos: ovigario, o profea'sor
primario, o bom homem Ricardo, amoral prati-
ca.Slmo de Nantua, mximas e pensamentos
a hygiene, os deverea doa meninos, e o Brasil '
A publcacao do LIVRO DO POVO nao s6 tem
por Um uniformiaar a leitura as escolas prima-
ra, onde cada menino aprende por .o Uvro
differente, e portanto facilitar o trabalho do mee-
treo do discpulo, coao tambera velgariear. por
um prego baratissiao, a historia do salvador do
mando, e os melbores preceitos de moral.
Vende-se o Livro do Povo, no Reeife, na
jarana da praga da Independencia na. 6 e 8. a
oOO r. o ezempiar em brochura. e a 800 r. car
tonado.

nfeites de cabera.
Vendem-saortqulaslmosenferte, tanto eom
iMojacomo aem ella, por baratsimo prego de
5W, $d e 5 : so no vigilante, ra do Crespo
o amero 7. "
Linlia de peso.
Vendem-se as verdadeiraa linbas de peso, o
oais lino que se pode encontrar a 21500 o mas-
ainno de 30 miadinhas, aasim como de outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7. '
Faietots e caigas.
Vendem-se paletots de panno preto fino a 6*
calgaa de caaemira preta a 4*500. paleta de fanev
de cores a 6*. calgaa de dito a 3*500 : na ra da
Imperalrli o. 60. loja do Patio.
Venda de p-edio.
Com algum dinheiro a rista e o reato a
prazo com segur/anca no mesmo
predio.
Vende-ae a matad, do aobraio silo na ra da
Coocordia n. 34. e tambem a metade do terreno
no lando do meeme aobrade, qa tes 300 a 400
palmos da eiteogao a 28 a 30 de largo com fren-
la para a rus que olba per a cesa de de tenca .
o sobrado tem por metade de rendimento 405
aowae*, -edHi*ed* e-*eMee muito freseoem
coaaequencia de olbar para o nascente : qualqusr
que pretenda deveri dirigir-te a ra da Cadeia
do Reeife n. 3. primeiro andar, eacriptorlo. das
10 horaa ao malo dia e dea 4 aa 5 da tarde.
As seroulas do Pavo.
Vendem-ae seroulas delioho francs a 2* o
par o. a 24* a duzia: na rea da Imperatru n
0. loja da Gama & Silva. ----m
Tiras ou ntremelos bor-
dados.
Vendem-ae tira o. eotremeios bordado de
lindos gestos, pelos baretiaeimo preces de 1*600
e 1*600. s no galo vigilaste, ra do Creepo nu-
mero 7.
Queijos
o mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegado no ultimo vapor a
20000 e no pactado a 1/1800.
Amendoas
fconeitada at mais bonitas que ha no
mercado a 800 el# a libra : vende.se
nos aimazem Progrestiatai e Progreasi-
vo no largo do Carmo n. O e ra das
Cruzesn. 36.
Venderse aperior Ttnho de Bor-
deaux |S. Julien) em quartolas e meias
quartoiasltimamente cliegado pelo Va-
por francez : no armazem do Sr. An-
nes confronte a porta da alfandega.
aaan-aa aso
5.dmirem as IsJ
8 baratas. }
Lindas iaae.de cores de quadroa e de 0
Ra da: Seozalla Nova n.
Narta eitabalanKnto .anda-aes ta*
chas de ferro tjoado libra llOrt. dem
de LowMoor libra a iSOr*.
lloras, de s.penor quadade, pele bera-
tiasimo prego de 390 ria o eovado na
laja do aobrado de 4 aodarea, ra do
Creao n. 1?
concellos Si
raiza. Lapa
CrtiiDD. 13. de AotooUoeU deVat- m
A concellos & C, auccaetorat de Jo Mo- ft
X raiza. Lapa.
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Biabara
Q., sucoenores, ruada Cruz a. 4-
I va
fazor mimos ^Ta^Se?" ^ P^^,5,' P^P^a^^-rr jomr r
Salames do8> melhores do merc'do a 800 r. libra.
Mant?.fl!^o,eza d' ** ^- 80 *> K ^ -
Cha bis? (Fa nCe*a a mi B0T'' 70"'a ,ibra e -b,rr1'm "'
m- n-oxii..vlrkr(h ,(,MBgMero, 2>500 e3J0()011br(
ChA FwZT*"""** "***" m.u..moo,iik.
JSSSaf" *" "" m'~em'"""' aa. nn
9 *?*%. tSETJT* -"- --
Palta8 o^chSurlc"T "* 0,M ""* ,M, "b"' ^ *m -
^*J^-atat\TaSa^^
Banha de porcom ,., mm, mm, m,libra
Latas com frutas em lil.i
. m^mHf^Z.^d' **aA aaa *. .it.r-
f nIT,l'ada de /'P61,0? 1 ta- S Uta. por 1,000 t, ...
oce da casca da goiaba ,m.. m Mrt.M(.ri.bllimM,..
SecCOS de differenles qualidades em bcetas muito bem arranjadas a 3*000.
I amaras em caixinhas a 28500 e 600 rs. a libra
Passasera caxinhas de 8 iibr-m.^^,^^ 1bra
Oa Comadre muito novos em cixinha de 8 libras a muito bem enfeitaas a
^ a 2*200 a 320 r. a libra.
[**vilhaa-fr*BGezwe portuguesasa640720/. a ua>,
B?f*GiS a de tomate era laiaj 35 j ViliitrTBVVTi;-----------f
Amendoas da casca mole ,uho m, 4oo ,. ubra.
W OZe 8 nujto nom a 20o rg# a Ubra
ti^*?* dancen Sam latas com 5 libras por 4*000 e a 1*000 a libra.
WlOCOIate hespanllol 1200, francez a 1*000 a portuguez a 800 rs. a libra.
oOIi Xilina d SQda amlatas com differeoles qualidades a 1&400 a lata.
iTlasgas pa ra SOpa macarro e Ulharim a 240 rs, a libra e a caixa por 5W00.
XiniiaS muito bem enfeilada com pevide, rodinba, estrellinht, etc. a 700 e 5tO
aiHOS llXadOS paradentes em molhos com 20 aacinhos a 200 n.
*j J*& EaalCeZ^ra-iimpar facas a 180 rs. e em porgo se far abatimenw.
A-Sperinacete Superior em .variaa 740 eemcaix. a 760 rs. a libra.
^ardinhas de Nantes muil0 MT400 e odo rs.
AlpiSta muito aova a 200 rs. a libra e 5*500 arroba.
meil@ doce refinado de divergas marcas a 800 rs. a garrafa e 9*000 a duzia.
OOiaCnilina Dglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a barrica.
vOma muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
V lQnOS eflgamfadosduque do Porto, genuino. Porto fino, madeira secca, Carcavallos,
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 1*200 a garrafa e 12*000 a duzia.
UH OS em pipa Porto, figueira e Lisboa da 500 a 600 rs. agarrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
serve jas .das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duria.
^ll&mpanne 3S marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
LOgf iaC ingieZ 109000 a caixa e 19000 a gawafa.
Ginebra d Hollatida verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
AZeitanaS em ancoretas as melhores que ha no marcado a 2* a a 400 rs. a garrafa.
1 ra<|UeS superiores em caixinhas a 10* e a 3i0 rs* a carta.
Pa llt S do gaZ a 500 a groza a 240 rs. a duzia de caixas.
5>a 1 retinado a pacatas de mais da ama libra a 240 rs. a em porgo lera abaiimento.
iJAte do til O o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9|000 a arroba.
Sevatiiflha d*5 Franca mais nova do mercado a 210 rs. a libra.
55ag"U muito bovo a 320 a libra.
Farllha do MaranhaO mnito alva a nova a 160 rs. a libra 4*800 .ar-
roba.
Velas de carnauba e de coiuposico a4oor. a libra a a i*
a arroba.
Vinagre pUrO de LSboa ,JW rs. agarrafa a a 1*800 aeanaa.
Marrasquino vardadeiro de zara, de limoae, caf, manta, genapro, rnandol'aaaira,
curacu, rosa sublime e outras qualidades da 19500 a 29 a garrafa.
ErVa dOCe muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOI COUI toque a9ayaria6uccoaa<)5.rrob.s.5.sa.e,#||r:
a arroba.
CharutOS vardadairoa superiores a 2* a eaixinha da 50. \Jl
Salmn em latas com duu.br0 mis bem .. ^ riai(t w
eado a 19400.
Ivfanteiga em latas ^ 4 llbrM. me1E,.r d0 amti9 )ttn*miumm
39200 cada urna.
\ lliagre ,m garrfas eom 5 garrafas it superior qualldae a l920f.
r*^!?f,a ?ardadaira muitoova a 30libra. *
Alm daatoa genero eneeairara ? respetHvel pabtieo em nottoa araaTaa nnntto
aorumenta datadotandenla a molbados.
Aliiendoa S CO afeitad aS uaiis baratea qoe aa naWlli a 800
mi

LADOl


UeEI I
"
II l" I I III
..
M ,
iAtotDo^nr-Miw m *
.........*-
PHIOK
bdk
loria

i
A loja do betfs-flor Undo receido tanitai ro-
M4( MRr hMo para o cabal 1o, veod
Aljfar fino imitando {erla.
Venda-se i. 500 ti. o fio dt aljfar fino, iml-
Ustd porols : na ra do Queimado, lo. a d'aguis
toasaan,. #0._______,
Gambraias
Vendem-ie cambraiaa do core de bonitos
alegantes desenos a 280 e 320 n. o orado: na
raa da Imperatriz, loja n. 20. ___
06vas de vi
escarrftdeiraK e
lapidadas com mangas
Vende-sena loja d'agala branca mu bonitas
HNmMMa vidro de corea 4fB0t. 5 69.
aaakn eoss palmatorias do vidro lapidado eom
vaovsa bordada* a 49600 cada ata : na raa do
Qaeimado, loja O'tgula brinca n. 16.
Oliados.
Videm-se otiadeeointadoe de lindia islas a
pstesgeoe, litgoraa da 6, 7. 8 e palnoi, pro-
prioe ateta masa de jamara 29 o corada : na rui
da lenperatrit. loja n. 90.
Sapatos de borra-
cha para senhorasa
1,500 o par.
Estamos no moz Mariana, por liso de no-
cesiidide que ai stoboras que bm se applicarx
Meias em quantidade*
Na loja d'sguia brinca acha-ie un completo
serUsaento de meias do todas as qutlidsdes e
procos, aendo para horneo, icahoraa. meninos
a mininas de 8 meses a 11 annos. Eanumarar
os differeatee prscos contandir o pretndante ;
auim queaa le quizar con vincer de quo baratar
aa eitao ellas veodendo, 6 dirigir-so com dinhei-
ro i dita toja d'aguia branca na raa do Queimado
numero 16.
^amisasingleas.
Vendam-se superiores cimisis ingieras com
pregas largas pelo baritfisimo preco de 5*1 a da-
lia : na loja da bba f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Kicas gollinhas e pimttos
com boloes
Vendra-ie rlcis gollinbn e panhoi de eam-
braia e fatlo ricamente bordadas com lindos bo-
loes, pelo barattisimo preco de 29 cada guarnl-
o : na raa do Qaeimado n. 12, na loja da
f. ____________
Superior sebo em vetas eem
pes, ca xas de urna
arroba
Vendem Antonio Laix de Oltveira Azevsdo 4
C, no aeo escriptorio ras da Cruz n.,1.
Jacaranda superior.
Tem para tender Antonio Luiz de Oliveira A-
zavedo & C. no tea escriptorio ra da Cre n. 1.
Coraes lapidados.
Sao grossos que admira.
A loja d'aguia bronca acaba de teceber
urna
BA
Fundido Low-Moor,
na da Senzalla Nova n. 4*.
Neste estibelesimento continua a haverum
completo sortinrento de motndas meias mosn-
das psrs engenho, machinas de vapor e taixas
dio ferro batido o coado da todos os lmannos
para dito.
a eass boa devoco ae prevlosm de usa par de aa- PMien, quantidade de coraea grossos lapidados,
patos de borracha, para sssim lerem es ps res- 0, ,,,", pBra n volts qae Wmamenti
guardado* da ban>)dade, a em attaneao a lio jua-
t e louvavel fia. eslo te vendando i it|500 o
pai: na ra d Queimado, leja d'aguia branca
numero 16.
---------..... II i Tin. I I----------.....
Borzeguins.
Ba da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Vnde-se pelo barStinimo preco : *
Bovoegoini de lustre para horaem a 8}.
Ules de bezerro para homem a 85.
Diloade cordavo para dito a 89.
Por este preco 16 a dinheiro vista para li-
quidar. K
usis as lenboris, e eal veadeod cada fio por
2g>, 29500, 3 e 49 : na ra do Qaeimado, loja
d'aguia brinca o. 16 : auim como recebe mala
a bonitai palseirai de mrOaarit.
Olhem para o pavaO
leiam.
Moenda e metas moendis.
Taixas de (erro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 58 fundicSo
de D. W. Bouman.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple pteto muilo superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o corado, panno pret > a. uito fi-
no a 3, 4,5, 6, 7 e 9f o corado, caiemiri preti
maito Qni a 2J, 29500, 3, 39500 e 49 corado,
inaoUs pretas de blondo muilo saperixesa 12*,
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 35$, sobrecaaacaa de panno
preto muito fino a 309, casacas tamben de panni
preto muito fino a 309, paletots de panno preto
fino a 18 e 209. ditos de cuemira de cor mee-
clada a 18a, saperiore grivalinhai eilreitai 1
I}, ditaade setim maeo o de gorgerc muito sa-
periore para daas rollas a tf, ditas eilreitinhii
com lindoi ilQnetes a 29, superior gor,ro pre-
to para collelea a 49 o corte, ricos mfeitei: pretoi
a 6t. Mttim ouiras itma iifnitmm.q aad.
dinheiro vista, vendem-ie por pregos maito ba-
ratos : na ra do Queimado n. t, na bom conha-
cida loja da boa f.
Camiainhsa com golliohai e manguitos
de cambraia bordadoi, fazenda mo- CMXnei
daroinima a ^001;
Ditaa de faslio com salplcoa de cor 39000
Gollinbaa bordadas com botozinho 19000
Ditas de todoa os gostos a 640 e 80C
Ditas cora maogstitos de cambraia bor-
dadas a 19600
Manguitos de cambraia bordados maito
finos a 1*000
Golllbhas bordadas *40
Romeirai de cambraia enlutadas para
lelo a 39000
Camiainhaa para senhors a '89000
Lencinbosde liohocom libyrinlbo para
maoa 29500
Ditos a imilacio de labyrintho a 11 e 1JS80
Luvas de torcal enleitadaa com vidrilho 500
Enfeites prelos com vidrilho a 800
Ricoe anfeites prstos e de corea, a Tarca
e Garibaldi 6SOO0
Groadeotple preto a I96OO, 19600 a 29000
Todia eitaa (asendaa vendem-se na ra da lm-
peratriz o. 60, loja e itmazem do pivao, da Ga-
ma & Sllvs. ._____
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaste de Itnho com duas varas de
largara a 29400 a vara, atoalhado da linbo ada-
maacado com duas largaras a VMOiiiri, brim
brinco de linho maito superior a 11440 a vsrs,
dito de cores, tszsnda mullo superior a 18, dito
pardo de linbo paro a 800.19 o 19200 a vara, di-
to de qadrobe.B. multo preprio para cilcaa, ja-
3netas e paletotapara meninos s 200 rs. o cova-
0. gangas tsncesss maito superiores a 400 rs. o
corado, eambraiss Irancezis muito flaaa a de
cambraia Haa amito fina a 41,5 e 69 pna coas
8 liS vara, cambrata cera aaipieoe tatnbem cora
SlSveraaeada pecase 49500. dita moltospe-
rier o soelhor q ha neste genero a 11 $500 a pe-
ca coas 17 varaa, oa a 800 rs. a van, chitas tran-
cens de mnito boaa qealidadea- e de lindos pa-
drn a 240, 280, 300 e 320 o covado, fil de U-
oho liao muito fino a 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalhaa de linho para
mioa a 79 a dnzia.diUs pelladas mallo superio-
res a 119 a dazta, gollinhaa de cambraia borda-
da a 800 rs., manguito* e gollas de cambraia ti-
camente bordidis s 29 o pir de manguito* com
urna Bolla, lencoa brancoa muito finos com bico,
renda e labyriniho a IjSBO cada m. ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baraliaatmo
nreco de 4, 5 e 6i a duzia. e aseim ara completo
sortimento de fazendis de toda aa qualidades,
que acodo s dinheiro vista se vendereo por pro-
cos mai beizoe : oa bem conhecida loja da boa
f, na roa do Queimado n. 22^________________
Vendem-se estes L
tigos ltimamente chegados^
no bem conhecido e acredita* V KU3
do deposito da ra da Gadeia
do Recife n. \% mais barato
do que em outra qualquer
parte. ^____
Gallo Vigilante.
Na roa do Greapo o. 7, aondo o respeilavel pu
blico achata um grande o vsrisde sortimento de
mludezaa que se vende por preces malo baratos,
10 por cento do qae em oatra qialquer parte,
auim como saja, franjas pretas com vidrilho a de
coreo, fitae do todae aa qualidades, franja a galao
de linbo, eascarrilbas pretas e da corea, frocos de
toda aa cons, os rtquitsimos enfaitea de cabeQa,
gaozinboi de linho e de seda para entortes,
chipeoziahoi para crianzas, chapellnhia pota so-
nhora, bonetsde paooo.a velludo maito fian
para meninoi, fitas maito chiques para siolos,
mingnitoi e gollinhaa maito finas, lencos de
cmbrala de linha muito finos, o moitos mala
objectos que te continuar annaneiar, pote ven-
de-ie lado por preco barallssimoa por so achar
em llquidi(ao. Na mesma loja so achara un
rico sortimento da smendoss e confeitos proprios
pira qualquer mimo, qae ae vende pelo baralia-
airao prete de 11600 o eeisinfca. _______^^
Libras sterlinas.
Vende-se em casa de Wild & Just, na praca do
Corpo Smto n. 11, primeiro andar.
A epidemia declina ieosielaseat, o o sao
complete deaappaieclmeato eit prximo 1 6
proprielario diste bem lertido ntatetocias'*)
convide oa seos numerosos fregaezn a substituir,
o calcado velbo, que todo esl cbolerico, por no-
vo, e qae poise reiislir Si mil sebolis e minut-
en que i ser dansadss em louvor do rtslibe-
lecimenlo da ssude publica. Os preeos con-
vdsm :
HOMENS.
Botinas afamadla Milis.
Grande pe-
chincha.
Na ra do Queimado n 43 es-
quina que volta para a
Congregar;o.
d non-plus-ultra Nantcs.........
Nantes 2 bateras..............
luilre....................
> ioglezes de boioes.............
a bstedpret.......................
b couro de porco........
beierro e lustre...............
ingieres ps selvegens.........
tiiiados braiiteiros............
Sspatoes non-plus-ultra................
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16. ^___
Camisas e ceroulas
Vendem-s auperiotea ceroulas de linho muito
fines pelo barato prego de 269 a dazia, ditas tran-
sadas de algodo, mas de multo boa qualldade, a
179 a dazia, camiaaa brancas frincezis a 229,249,
36 e 309 a duzi, ditaa para meninos a 221 a du-
zia, ditaa para hornera com aberturaa de corea a
329 a dwsia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 92 ______^^^
Caixmhiis e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Maito lindas caizinhsa e cabazes para meninas,
de 100 rit tl 29500: ni loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.___________________
chita la.ga cor escura e fiza a 180 e 200 rs. O co-
rado, dita mais una a 220 e 240 rv. o aovado,
adverte-te que qaem qatzer ser servido sppareea
tjoaito antes qne peehincha deata qualidado nao
dar tempre; ns mesma loja vndete cambraia
da superfina a 480 e 500 rs. s vara, laszinhas pi-
ra veslido a 500 ts. o covado, do-se smoslrss
eem peohor.
iajoo
129(100-
i atoa
109000)
1090W
9*500
OoOOO
9906O
79500
5J508
79000
9500
5930
690OO
J9SOO
5900#
28000
58000
nooo
19280
5950O
Vende-se ama mobilia de amarello, cons-
tando da seguintes peess ; 1 sof, 12 esdeirss,
2 ditaa de braco, 2ditas de balan50, 2 eonsolos,
e 1 mesa redonda : para ver, na ra Direita o.
127, segando andar, e pira tratar, msta lypo-
graphia. _____________________
Atten Ra do Amorim 43
Enfeites para senhora.
Os melboraa enfeites pretos o de cAres que ap-
parece a 59500, 69 e 6g500 : na loja da Victoria,
aa ra do Queimado o. 75.
43
Vende-se arroz pilado di
pelo barato proco de 18600
4 a 5 arrobas.
muito boa qaalidade
a arroba, taccoa de
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pi e bola-
cha, vendem-se sementes de hortallces vindss de
Lisboa.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazenda
muilo boa, pelo barato pr<-;o de 2)000, gollinhas
e puobos ultimo gosto a 29000, gollinhaa muilo
fioas e bem bordadas a IfOOO carta ama na raa
do Queimado loja de mludezas da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos Dordados.
Venda-so pecar de tiras bordsdss de 2,500.
3,000. 3,500 e 4.000 ntremelos a 1J600 e 29000
cada peca na ra do Queimado loja de miodezas
da Boa fama, o. 35.
Boecas fraucezas.
Vende-se bonecas francezis ricamente vestidas
49OOO e 5)000, e 21000 bonecas de cera com os
olhos movedeos a 2f000 e 39000, na ra do Qaei-
mado loja de miudesas da Boa fama, n. 35.
A vender.
Urna victoria em bom estado e am lindo ca-
briole! novo ambos com arreios : psra ver e tra-
tar ra Nova n. 59, cocheirs de P. Eduardo Bour-
Attenco
o
Chegoapsrs s loja da victoria, candieiros a
gaz de novos gottos e modelos, tinto pata sala,
como pira eseada e quartos e para outrss muilss
coosas: na loja da victoria na ra lio Qaeimado
D.75.
Novidades da Arara,
S na grande exposi^o de
fazendas baratissmas
na loja earmazemda
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
lhesMendes.
Vende-se o mais bsrato possivel s saber: lia-
zinhas para vestidos de senhorai, e roupa de me-
ninos a 320 rs. o covado, lia chineza de ama t
cor propria para cspss da moda com 4 e meio
palmos de largara a 640 rs. o covado, fualao de
cures para vestidos de senhorss a 280 e 320 rs. o
covsdo, csssss s Tares muito ana a240e280rs.
o covado : na ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sorlimeotos de frsnjas pretas e de coree
com vidrilho e sem elle : oa loja da Victoria, na
ra do Queimado n. 75. ______^__
inhasde peso verda-
deras..
Linhas fins de peso verdaderas, meadas
grandes a 240 ris : ns loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75- ________ .
% Mobilia.
> 3 bateras e meia..............
esmiga cobra..................
> Nantes 2 baleras vaqueta.....
> 2 bateras bezetro......
> tribilhadores..........
brasileiroa de 3(500 a..........
Sapatoa2 tolas e sallo..................
ttanca portaguezes........ .
o > francezes. .....
SENHOKAS.
Bolinas deogozas.........
> salto de bater.......
pechincha de 49500 a. -.
> americanas 3|500 a .
Sapatos de sallo (/oly) .
sem elle (dem) .
tapete: ....
d econorricos. ; .
lustre 32 e 33. .
MENINOS E
lia de tudo em relac.ao e uo se daixa sabia
dinheiro. .
Um completo sortimento de couro da parco
cordavo, bezerro francez, couro de lustre, mar
roquim, sola, courinhos etc., que tuda se troca
por dinheiro i vonlarte do comprador.
A 3#U00* asacca,
Vendem-se saceos com arroz pilado com toque
de averia, proprio para galinba ; no caes do Ra-
mos o. 4.
I
MENINAS.
uao se daiza
n.
Na ra da Gamboa do Carmo loja
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Veodem-ae ccvs aa Compan Parnaso
bucana : na praca do Corpo Santo n. 11.
Phosphoros de seguranza
Phosphoros de seguranca, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Fivelas de ac para siiitos.
Vende-se fivelss de ac para sinto a I96OO ra. a
29000 na ra do Queimado loja de raiudezaa
da Boa faro, n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias & 120 n. cada urna aapa de ac
par balo a 160 ra. a ara. bandu a 19500re. e
29OO o par, oa ru do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
iJascarilhas de seda.
Vende-se essearrilhas de seds para anfeit
vestidos a 29000 a pera
loja de miudezas, n. 35.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes e boaa a 160 rola urna
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
- Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Veadem-se ricos cortes de vestidos srioccs
bordados com 3 babados pelo baratissimo proco
da 59 o corte: na raa do Queimado n. 22,
na roa do
bem conhecida loja da boa
fe.
na
Johnston
42.
& C ra da Senzalla Nova
Escravos fugicoav.
na ra do Queimado
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
vendem-se sedis do qaadros, ditas do listrss so
comprido, e ditas de listraa atraves idas, di tai
de qusdrinhos, sendo dos melhores padroes e de-
licadiasimos gostos, com largura de chita ingleza
o 500 r. o covado, pechincha, e dio-te ss
antoetras cora peohor : na ra da Imperatriz n.
60. loja e armasem do pavo de Gana & Silva.
PuDileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bom montado estabelec monto en-
contraro oa freguezes o mais perfeito. bem aca-
bado e barato ao le genero.
ORNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rvalisam com o Jacaranda.
BANHElBUSde todos os tamanhos.
SEMICUPUS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa do todas ss gron rai.
f RATOS imitando am perfei;ao atoa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todaa aa quslldideii.
PANLAUdem idem.
, CANDIEIROS e flandre pira qual-
quer serciajeoto:
PJaoa a a retalho de te dos oa ta-
maodSJado-ee boa, botar dentro da cidade,
era tada a parts. *
le encommendas de qua.qaer natu-
rezo tf* l*do ier de,et'P,IDh*'0 a
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pegas da cambraias lisas s I96OO e
29000, ditas Onaa a 29500. 39000, e 38500, golli-
nhas psra eenhoras a 51)0 ra. golla e manguitos
de linho a 29500, lencos brsneo a imitacio de
labyrintho a 19600: na ra da Imperatriz loja e ar-
maiem da Arara n. 56.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quem padece
de eryaipela a 159000 o par, meiaa de seda preta
ars senhora a I9OOO o pir na ra do Queimado
aja de miudezaa da Boa fama. o. 35. _____
Linha de croxel para la-
; byrintho.
A snavbMe* llohaa de croxel par labyrioth,
novalloa moOstrosa 320 ris um : na lo|a da Vie-
torla. na ra do Queimado o. 75. .
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria ama pequea
porco de ricos espelhos de varios tamanhos para
ornamentos de salas, afSancaodo-se serem os
melhores em vidros que tem vindo: na loja da
Victoria, na roa do Queimado n. 75. ______
La para bordar.
As saias da Arara.
Vendem-se saias braneaa bordadas a 295U0,
ditas de 4 pannos a Rf e 3S500, cambraias d ca-
r ocio boa com 8 e meia varaa a- 4 a peoo, corles
de chitas finas com 13 covsdos a 29500 : na 11a
da Imperatriz loja a armasem da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pee,ss de msdapolio elephante
maito fino com 40 jardas a 149, dito de 24 jardas
a 49400, 49600, 59000, 59500 e 68000, dito in-
festado a 38. cortes de cambraia com barrea a
2$500: na ra da Imperatriz loja da Arara
o.56.
Sapatos de borracha para
eenhoras.
Vende-se espatos de borracha para senboraa o .
meninos a 19500 rs. o psr, sapatlohos de la para Laa muilo boa do todas aa cre para bordar, 1
tresnea* a 13O00 rs. o par, ditos merino a19500 rs. 79 B libra : na loja da Victoria, na raa do Quei-
toacis de la para creoste a 2|000,19000.800 rs. mado o. 75 ~- -_______
sapatiohos de seda ricamente bordados proprios --------------------. .------.
par. baplisados a 39000 o par na ra do Quei- gmiOS (iOUrailOS para SC"
mado loja de miadezaa da Boa fama, n. 35
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palraalorlia de vidro a I96OO rs., ditas
com msogas propriai para rapazea a 49500 ra.,
cada urna, escarradelras de vidro s 49500 rs.
e 59OOO o pir, na rao do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 35.
nhoras.
Liados sintos doursdos psrs senhoris a 292OO,
ditos de.pona cabida a 49. ditos de Ota a I96OO:
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Arara j vende as roupas.
Vendem-se pslitots de panno preto a 69500 e
89OOO, ditos decasemira de cores a 1O9OOO, cal-
cas de cssemira preta a 49500. ditas de cores a
55500, palilot de alpaca a 3$500 e 49000, ca-
rnizas francezaaa I56OO e 29OOO, seroulss de li-
nho a I96OO e 25, collsrinhos de linho a 500 rs.:
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56-______
Arara vende as capas.
Vendem-ae capas perfeitsmeule modernas a
69OOO e 109000, manteletes de groidenaple pretil
maito modernos a 258000 e 308000, chales de
laa a 18000, ditos de la e seda a 2*000, ditos de
merino a 29500 e 49500 ditos de crep de poota
redonda a 78500 e SS: na raa dalmperatriz loja
da Arara n. 56.
Perfumaras multo tinas e
baratas.
Opiata inglesa a 19500 r, dita franceza a 500
r., 640, I9OOO, oleo da sociedad bygUniqeo
verdadeiro a 19C00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para oa denles 19000, dita de Botot tambera
para oaoeotea a 18000 o frasco, pomada france-
za em por a 500 rs. e 19U00, 320 rs. sabonetes
maito fino a 640 ts., 800 rs. e 1000 cada am na
ra do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs ,so pavo.
Vende-ae chita franceza eacura do cor fiza
doas tuslois o covsdo: na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do pavo.
Liiihas do gaz.
Caiziohaa com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a iza, ditia com 30 no-
vellos a 700 ris, ditss com 10 novellos gtandes
a 700 ris, braneaa e pretas: ns loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
precos commodos : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
A 2$5U0,s opavo.
Vendem-se cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancoa e
de cores, com barras e babados a 39: na ra
da Imperatriz n. 60, loja a armazem do pavo de
Gama & Silva.
Na uberoSa ra de Horlaa u. 18, confron-
te 10 buceo de i". Pedro, vende-z espirito do
graduadlo subida, licores de todas as quididades,
aniz, reino e geoebra, tudo por meos do que em
potra qoilqoer parte._____________ _______
- Vendo- uto bom cavaMo para tolla ome-
cirro, o troca se por oId que sirva
para vlsgem e que tenha bom carrego baixo: no
argo do SotOAado. obrad n. 48.___________
Re
Venda-sa am casa riohnsion J ster C ,
4*Ti|tfi n. 3, asa bal s tinento as
eing
Arara vai liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Vendem o mtis barato possivel para acabar,
chitas com pequeo toque de mofo a 160 rs. e
limpas a- 200 ra. o covado ditas largas a 240, 260
e 280 rs. o colado, sao preta para luto a 500
640 rs. o covado, cana preta a 280 ra. o covado
cortes de casemirs prets para calca a 39 a 3|500,
e outraa muitaa fazendas qae se do as amoa-
tna : na ra da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se masaos de pililos finos psra den-
tes com 20 matsinhoa a 200 rs. para acabar: na
ra da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56
de Magal^es & Mondes.
Borzeguins ingleses.
Ns roa da Imperatriz n. 10 defronte da boneca
loja do Pinto, recebeuse palo ultimo vapor um
grande sortimento dosji basa acreditados bor-
zegains ingleses que vende-se por 108ell|, di-
nheiro logo contado.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-se as mais modernas e flnisaimas la-
zinhaa de quadrinhos e de flores solas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo nato vindo do
Havre.pelo baratlasimo prego de quinhentos tis
o covsdo, e do-se as amostrss com peohor : na
raa Imperatriz n. 60, loja e armasem de Ga-
ma & Sil*a.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'aguia brinca acaba de receber um ex-
traordinario soriimento de riess filas, to boas
em qualidede quo booitis nos desenhos, tendo
entre ella o mal largo qaa possivel; assim
como algumss pecas brancas com o centro liso
proprio para inscrlpcoes, e muilaa outru de de-
ferentes cores como de caf, roza, sacara, etc.,
etc., e como de sea louvsvel coitume : e loja
d'aguia branca, na ras do Queimado n. 16, ven-
de por preco commodo eisas boas e bonitaa fitas.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 40Ors.
Vsnda-se sstsoovs fazenda de padroes dellca-
dieaimoe com 4 1|2 palmos de largara, propria
para vestidos de senhora 400 rs. o covado: na
rus de Imperatriz o. 60, loja a armazem do pa-
vo de Gama & Sirva.
Grava tas de setim com
ponta larga a i$
Vendem-se gravitaa pretas da bom setim e
com ponas largas a 19 cada urna, to baratas
assim s6 a ach na raa do Queimado, loja 'a-
guia branca n. 16._____________________________
Vende-se um balco de amareUo enveroi-
ssdo com vidros, e proprio psra quslqaer esta-
belecimento, maito banlo, sproveitera a pe-
chincha : oa cas estrella do Rosario o. 25 loja de
funileiro.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabara de anegar para a loja d'igaia branca,
ru do Quaiataoo n. 16.
Feijo superior.
Na ra do Viga rio n. 10, armazem,
tem para se render afeitcr luperior
feijaoV, *
Panno de algodo da Baha.
Vende-ae no escriptorio de Antonio Lniz de
Oliveirs Azevedo & C, ns roa da Gras n.l.
Sapatos de bor-
racha.
A 19. 1*500 e 2f o par, Jftulhss Vctor! 1 a 120
rs. o papel, lamparinss econmicas a 100 rs. a
calis, csrteiras para eairever a 14$ e 169, calas
psrs costara a 8J e 16j, gr*iia franceza econ-
mica a 640 o pote, facas americanas para mesa a
69 e 79duzia, meias para senhora, homem, me-
ninas etc. por todo o preco, braceletes de cabello
com pedrorOte e emarefla a 59 cada um : so
ha na ra de Qaeimado loja Bepvraaca a. 95"A,
Gulararas & Roche.
Vendem-se pipas com sguardente da
na : no casa do Hamos o. 6.
Grande
liquidaco por todo
o pre nhecida loja do Ser-
tanejo.
[Ra do Queimado n. 45.|
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escnrss finss a 160, 180 e 200
rs., cortea da vestido pretos bordadoi a
velludo de cuito de 1509 o ae vendem
por 309,409, 509 o 709. sahidas de baile
de velludo e setim a 129 e 139, canutas
para senhora a 2&000 e 39500, golliehaa
de cambraia bordadas a 500, 600, 700.
800, 900 a 19. ditss de 016 bordadas a 120
rs., casaveqaes de fusto a 59, 69,7$, 89,
meias de seda brancas e pretas para se-
nhora a I92OO o par, tiras de babados a
500 a 700 rs., lasde quadro enfestadas a
300 e 360 ra. o covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, orgaodys de cores a
600 rs. a vara, fil braoco adamascado
para cortinadoa e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortes de eollete de cssemira
bordados pretos a 29 e 39000, ditos de
velludo de cor e pretos a 89, 49,59 e 69,
paletots de brim branco francezes a
39500 a 495OO. ditoa de casemira de co-
rea pretoi a 149 o 169. ditoa de alpaca
preta a da corea a 39,3J500, 49 a 49500,
camisas de peito de linho a 29500, cortea
de eollete de aorgaro a 19500, 19700,
292OO, 3f e 3(500, eollete feitoa da brim
branco a 29500, ditos feilos do gorgurao
a 29500 e 39500, ditoa feitoa de casemira
a 3|500, 4$ o 48500, ditoa da vallado a
59, 69 e 79, ditoa da fastao da corea a
18500, am vsrisdo sortimento de meias
para homem e senhora, grinaldaa com
floreo, chalea de froco, espsrlilbos, e to-
da a qualidade de roupas feitaa para ho-
mem que tudo se rinde por melada do 3
seu valor.
BannfiSJm ^SMaKOatt aaneaaaaaaf ABMkSU
anarV la*^* r*% S^SsTV isv^t'W^s^srW a?V* ^a^aVW aarrarr a*^arW ^l44T sr*1)
RivaF
sem igual.
Miudezas erap.
Ba larga do Rosario numero 36.
La da cores sortidss, libra a 69400.
Sintos doaradoa a I96OO.
Ditos ditos- com pontas a 38500.
Agulhai francs cartas a compridss s 60 rs.
Ditas cintotas s 120.
Fentes da msa para atar cabello a 500 rs.
Ditos de dits idem (doaradoa) a 19100.
Carretela da retroz da corea a 320.
Escovn para cibello maito boaa a 800 e 1}.
Gartaa de ilfioetes a 80,100,120 e 140 ra.
Eaeovaa para unhas muito boaa a 320 e 500 rs.
Franjti pretas com vidrilho a 320 o 400 rs.
Transas pretss com dito a 240.
Bieos prstos muito bons a 180, 240, 320 s 4001
ris.
Carntiis da linha a 30, 60 e 80 rs.
Enfeites de retroz com franja a 59300.
Meias para aenhor (dusia) a 29500..
Ditaa cruas para homem a 29400 e 39.
Tesn raa ordlnariaa a 30 rs.
Frsnjas da las estrelles (pecal a 900 rs.
Sabonetes de bota finos a 640.
Frascos de diversos chairos a 320.
Linha da Pedro V a 30 rs.
Bolees para 6>ssveane a 20, 30 e 40 rs.
api Paulo QoY&iro (verdadeiro) a 1|N0.
to gaaae grosso e nielo grosso a I96OO.
lito fino a 1|280,
l multas msls mladezis qae com a pro-
bos fregonas aa Tenderlo baratas
Fugio aoamanhecer ao da 2 ao crranlo
mes do engenho Pedregulho da comarca de Na-
zaret da Halla, o escravo crioulo de nome Be-
nedicto, com os sigoaes seguintea : idade 23 an-
nos, alto, seco, ms(es altas, rosto descarnado,
ps e moa grandes e secas, levou vestido este*
e jaquetabrarca, chapeo d massa, lavando em
sos compsnbis urna escrava de nome Bosa o
ama cria filha da mesma de idade 3 anoos pouco
maia ou menos, e a escrava lera 16 a 18 annoe :
roga-ee as sutoridades policiaea capilea d
campo o aprehendan! levem a aeu aenhor no
maamo engenho Pedregulho que aero recom-
pensados com 1009.
S
15J9U0.
A quem troaxer o prelo escravo de nome Fe-
liz, que se acba fgido desde odio 4 de abril de
1860, cujo escravo tem oa signaes seguintea: es-
tatura baila, corpo regular, cor fula, pouca barba,
ps am pouco spilheiados, reprsenla ter 35 a
40 annos, nsco Mocsmbique, tem dons denles
sbertosna frente do lado de cima, e por cima do
nariz entre as sobrsncelhas dos olhos um caloni-
binbo pequeo, que parece ser signal da torra
delle : obteve-se noticia certa que o dito prete
anda por Ierras dos eogenhos Huribecs, S. Jeo
e Engenho Novo, como tnbalhador e intitulan-
do-se de forro com o neme de Joao Pescsdor.
pois j tem por costume qusndo foge mudar o
nome para Joo, elle tem uns poneos de odelos,
que sao os seguintes : fot pescador, canoeiro,
caiador, e ltimamente era padeiro, a que per-
teoce, porisso rogt-se aos capilea de campo, ao
qualquer peasoa que o encontrar, prende-lo o
traze-lo no paleo da Santi Cruz padaria o. 6, qua
receberi a quintia c'ma._______
Pedido
polieia oa qualquer pessoa do povo, a aparo-
benso de um preto de nome Hilario, crioulo, do
idade 28 anoos, mais ou menoi, fgido em 2S"an
presente, estatura e corpo regulares, tallante
preto, pouca barba, quando falla, alem de aso
apressado gagneja am poaco, no andar muito
direilo e miudioho e affectado, os ps apalheta-
dos, usava de calca e camisa de algodo de lia-
tr, mas quando fugio furtou urna caiga de panno
preto, duaa de brim brinco, algamas camin o
ceroulas, ss quaes tem o ultimo nome do abaizo
asiigosdo no cs, urna manta de pescoco de* sida
azul com peqasnos bordados da branco, a am
alfinete de ouro com oro retrato de cornalina
encarnada, ora relogtode prata dourada com um
trincelim de ouro, e outros objectos que linda
seno pdeos descobrir; fllho de Santo Anlo,
e foi escrato nesse lugar de Conrado Nonea da
Souto : quero o pegar leve-o a ra DireiU u. 17
ou 28 Jos Joaquim Lima Bairo, que genero-
sament* recompensar.
Pugto no ais 12 de abril oeste corrento au-
no do poder do sbiizo asiignado, o pirdo de Do-
ma Francisco de 17 anoos de idade, qae tem bo*
nita figura, todos os dentes, cabellos carapinboa
I e ruivos, tendo sido este pardo escravo do Sr.
Dr. Antonio Borges da Fonteca, de presums
qae ande poralgnm dos lugares por onde o mis-
mo senher tem viajado, como sejam Jguartsi.
Goisnna, Inga S. Joo, Campia, Serra do Tei-
xeira. Pao o'Alho, Limoeiro, aa tres villas da co-
marca de Paje de Flores, sendo que segundo so
suppe esteja tambera no engenho Inhama pos
haver sido visto bs poucosdias em Iguarass por,/
ter smizsde com uns mulatinbos desse engeano.
ainda da presumir que o dito escravo por ata
se inculque como a servicodo dito sr. Dr. Bor-
ges ds Fonseca, afim de nao ser ipprebenddoj
quem pois o aprehender ondeqaer que for encoja-
trado esse escravo e o vir entregar a o seu legi-
timo dono na ra do Hospicio n. 6, que sari saC
genaroiamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brtto Tborda.
O

5
'
1
i
Escravo fgido.
Contina a estar fgido desde os ltimos das
da abril prximo passado o moleque Herculan.
Se fol esersvo do finado Manoel Antonio 601
ssos Oiiveir, tendo os tignaes seguintes : cor
fnli, estatara regular, a falla um pouco deact
cada e afinada, tem urna cicatriz n'am dad* ds
ama daa mos, proveniente de um unbeiro, ere
presenta ter a idade de 26 snnos: rogi-seuau
torldidea policiaes a apprebeiraao do maimo, c
ana entrega a Uinoel Antonio 6oo;atves, na roa
do Cibugi, lojt n. 8.
Fagiu de
escravo Euf
de idade,j
Jaoo'd.l
hender lave-o & raa do Tripk
bem recompensado j
Maooe! Airas Gaerrs.


w
"""mi.

I
6


DlA&ftO Mt
--'. -
Depois'da pblicaco fe Coitos o luar,
foi. donante o eatio. o livre i moda, fea *go-
lunif, entrar oa qu*dn florida da prima-
vita, o voluroa da Scenas daiinha trra, obra:
depila aoi bico* da mesmsapurada penna, e que
dein logo ad*iohar ni prinn.r p*gina, o eiiy-
lo siogello e icil, gracioso a < mi'oo do filhetu-
recordac>o doce a meigi.
pira aa qaeixar na vi-
oo aea eaatiobo mais
r, d*vem amar aioda maia o Pe-
a Madilacio que o da Saui.de. R' mi|,
ve. maia triste, maia aaataro, o por ranura
II bello par o que rirem da nxio, um *by*-
o iocomuaosuravel em que te perda o olhar :
m horisooto agrade qaeanragela a alma : pro-
cipicio obre precipicio, qaebradt sobre lebra-
da, e oa baixa a ribeira da Cocelha*. cujaa guia
sutiurram arr**t*d*t a lamentosa* por aquella*
peaedias da um echo aterrador 1
plnr com beroismo e preservo anga dosseusad-
versarios.
B-^nhida lem lido a lula que hn taotado im-
pedir o vo de so tatemo qu i ae manifaatav*.
contumaz e chelo da vontade, de vigor e de es-
peranza, teimando sempre por moto de um tra-
balho assiduo, a sshir victorioso la guerra mes-
quinha e suris que lhe tecioi iucessantemente
o competidores invejosos do ixplenlor com que
8j iotelhgeocia se ia ilargiado em progresio
no mundo das lettras.
para o outro. O dome
de cada um dellet explica-lhe bem a feicio e ot
inlimos agrados d'alma, que.a sua vista nosdos-
perl* ; nene o coracio recorda-se, a idi oaquel-
le abytma-se.
De dia paradla, onome obscuro queapparecia
aeaehado e tmido oo Qm das streitas columoas
da* jamaos Iliterarios oa no fro itesptcio de algum
pequeo romance, que pissou Jesconhecido en-
tre a alluviao das publicages desta qualidade,
cem*ca a figurar depois na Rtoolucode Selem
bro, pode Cezar Machado principia a mostrar-ss
soui bnm discpulo de Lopes dn Meadooca, eolio
o principe do olhetim da oosse Ierra.
o neitre chimado a figarer na poltica a no par-:
lamento, abandonoj o lugar ao ueophito, que em
pouco lempo toube mekhordo quo niaguem lor-
uar-ae digno de o occapar pelo merecido crdito
uo Ihegraogearam algumaaamostras de excel-
ente genero, onde sobresahisni a fioissima oh-,
servacSo, um espirito agudo, e um* iinguagem
flasole a adequada aos difireme* assumptos qua
eocelou com felicidsde, e que lhe ganharam os
primeiros elogios da impjensa, que o (oram con-
oeituar entre os louvores do publico.
Desde entio os leilores habitiaram-se sos seas
eseriptos a o seu nome icostuaiou se aos teno-
res. A Revolucao comecou da sor procurada s
terri feiras mais do que os oulios das, e assim
foi crescendo msis a estima por Cezir Hachado,
que menos do curto espaco de .re aonoa, con-
eeguiu desseortumalo j de muilos dos seus h-
bitos de rapaz a entrar grave e serio no gremio
aquellas q*e formato a galerh dos escriptores
oais filustres do dosso paiz, traotformaco de
carcter que se presente hoje ; t naa sua* pro
duccdas, e titulo de hoora que lhe concede sex-
pressiodo respeitavel poeta autor da Primavera
que o proclamou n'um artigo da Revista Cvn-
temforanea o Jslio Janln portugus l
Qaem dira eolio, n'oulro lempa, ao autor hu-
milde ds Estrella d'alva e da Mulher casada,
estas obrasinbis do seu engnho de creaoj,
que viram a luz da publicidade entre o sorriso do
dospreid e dalronia, que Ibe hivia de ser vota-
do este elogio, nao peta voz de fabos turibularios,
otas pela bocea do homem emic ente que figura oo
primeiro lugar da litleralura nacional I
A vidaem Lisboa, primeira t-otativa do qoiso
noto escriptor, depois da sua regenerarlo, me-
receu-lhe a par da algumas animosidades, urna
grande parte da reputacao que preparou a aucie-
dadecum que foram recebidosos Cantos ao luar,
trabalho mais completo, mais occommodado ao
gosto da poca e mais natural proprls vocaco e
mile do autor, o que mais cuiJado lbe custou
a castiga-lo na phrase para o tornir urna] verda-
deira obra portuguesa oa feic.a e na linguagem.
A justiga que lhe (ez a impronsa, a aceitarlo
benvola que lbe deu o publico, fizeram eagotar
eaecessivamente trea edi;desPcaao que deve ser
urna das principaes gloriis do autor, pelo sim-
ples ficto de se nao compraren oulros livros em
Portugal, a nao sarem a cartilh; do Sr. Monte-
verde e as folhinhas do son.
Este phenomeno, pois, animo a de cario o mo-
co escriptor a mimosear o publ.co com as Scenas
da minha trra, livro cheio de mimo, de obser-
varlo de gra;a, que agr la e recreia o espirito,
porque ae incumbe de nos des'-nhar em breves
iracos, maia firmes, os usos e costumes (de algu-
nas das nossss Ierras, animadoj de um colorido
fino, vivo e feiticelro, qae pl; servir de prolo-
go e ds incentivo a quem tiver n'um dia de abor-
recimento a lembran;a de ae rcetter no comboyo
e vi distrahir-se aCoimbra, ao Bassaco ou a Pe-
nicho, cujas feigoas caractersticas all nos de-
buta em breea paginas que o i nliusiismo acen-
de mallas vetes no xtasis da admiracio, oo fogo
da poeaia ou no ardor suave da melancola.
Se es Cotilos ao luar foram tao Hilos e procu-
rados, parece-nos nao haver razo justificavel
pare este novo livro do me*me autor deixar da
merecer os foros do crdito e la estima que o
precedente alcanzar.
Tecer aqui elogios que podem aecusar de bom-
bsticos, preparar encomios qno podem attribuir
maia a um exceaso de eatima do que sincera
xpontaoeidade que oa inspira, parece-nos aa-
perfluo e perigoso. O verdideiro louvor est oo
livro.peralsMtraoscrevendoaqiiideligeiro alguna
pequeos periodos, justificaremos a boa opinio
que fazemos da obra e o cono; lo que dola ple
formir o publico.
Quem souber o que o Pnelo da Saudade e o
Penedo da Meiitaco, em Coimbra, sentir estre-
Lembram n'um* todas a* amarguras, dosillo-
ses e queizas da humana exiatencia ; aente-a
reapparecer oa alma o dia em que fiesmos sem
pae. a hora em qua merreu nosaa irrna*, o ios-
tantit em que noa disse a Jeua a amante que nun-
ca mais voltou. Eotao oa olhos a mirar e o cora-
gao vae dizendo ao musi lempo:ludo aqui
fatal. Nao ha prazer que nao termine em magua I
A feltcidade um sooho, a belleza ama sombra,
a gloria um fumo de aons qua se dissipa ao vento
que o conduz Tudo estremece, balbucia cae ;
tudo parece significante e humilde ; lembra-ae a
gante da fraques* da* artes, da inconstancia do
amor, da impotencia do talento; e cada alma
perguot* duvidosa porque que falta ao poeta a
p plaatica das formas, ao pintor a seccessSo das
as tarde' 'Jas, *o escuiptor e mov ment, ao compositor a
palavra, ao amor a etaroidade ?
083ISI
a Oh I sotes o P.nedo da Siedade, mais
doce, mais aereoo, mais cheio de cooiolacea e
psrece dizer-nos que Deus contentar no outro
mundo os deaejoa'ardentes e inextioguiveis que
formrteos oeste,e que.oocu.o poeta escreverS
estrophes que ho da tradazir-se em formosissi-
mas mulheres, em verdura que esmalte o pra-
do em flores qua perfumeen a trra 1que o pin-
tor e o escuiptor resllsario formas dotadas de
ideas e de morimeoto IQue o msico conden-
sar em mesas de crystal as fugitivas vibraces
da* suis melodas, que ho de descre*er arabes-
cos deslumbrantes, em ramagens praticadas e em
filsgranas de parolas como as que o orvalbo es-
malta nos vi iros! que os suspiros do amor Qae-
tuaro n'um centro de luz e ds perfumes, atmos-
pher deste paraizo ideal I Ab Do Penedo da
Saudade nao se S o que se eati a olhar, ve-se o
que se est pensando. Que vioa aereas atravas-
sam diaote de ni!O.h j, l ests na egreja, no
coro, a reaar no tau livro de oracee I Bem te
veja sahila, cercadaa das su* aiis, trepmlo
para o carro armado qie le espera e pondo o p
sobre o ioelho doabegaolQue muaiea 6 esta
agora? Don le aahe esta orcheslra tonante ? Ji
vejo; a quidrilha passeis, a wlsa salta, o galo-
pe rederaiioha, asmaos procuram-se, coofan-
dem-se as voxes; aqui e ali brilham hombros al-
vos e n?, bracos qae polem dispular-ae a per-
fai(o as estatuaa antigis, porque nem o paros
mais fino nem de urna alvura mal* alvirada e
bella I i l. s t, que vaes passando com urna
coro de rosas oa cabega e um bouquet oa maol
O sol d a luz, a Ierra a* flores, o poeta o genio,
Deus o cu. e a mulher o amdr; oh I o amor",
mas l capaz de o dar? Bem me record, sim
eras dedcala e dbil coma um lyrio ; a tua
fronle penda para a ierra com um arbusto a
quem o vento curva; ce lo a adeviohiste a mar-
te, e cedo ella chegou para ti; qusnto paassa
vas na tua quinta, encostada ao meu braco, os
leus rpido* p* nao curvaran aequar a relva
que piavam I Pobre aojo I Baixa o* olho* par*
o6, t, que eals perlo de Daus 1
Nesta ligaira medittcao, suave e melanclica,
presenle-se urna esirophe de Soare de Passos
ou urna daquellas douradas viadas dos sonhos,
que a phsntastica imagiosgao de Bulhio Pato nos
retrata a vezes. Cesar Machado nao foi, nao ,
nunca ser poeta ; mas sabe dar s paginas que
escreve um tom deaentimento melanclico, de
suave poesia, que inspira, comoove a impres-
siooa.
que asiaila a viata !. paeeiM sbila |
de romelro, aborloando-noe a mm cajeta, para
nao reeralar s ceda instante. Nio ha a palmo
de terreno despide I r tudo mallo, arbustos,
troneos deeepados, raises que ae desgarran da
trra! O cu mal de divisa atreves das arvoree
qua colaeam ohorlsonte.... O sol entra a mel
nsquells malta virgem.... o sea aaplandor tor-
na-aa paludo da paamo; i medida que a florala
mais sobe, mais se enrama, maia ae eleva e mais
ae impdeaobarba, grandiosa, enorme de magos-
tado e de tarrror I
t Lembrou-me Cooper, ali; lembraram-me as
florestas da America que aquella talento admira-
vel nos dwersveu algum a* paginaa qae nao taem
de morrerl Senli o ardor iuxarianta deaaa nata-
rexa, que deapoula em todo o fogo, em toda a
orca, em toda a opulencia da vida !
* A mootanha elevava-aa oada vas eaiia Nio
ara ama aaootanha, ersm centoa deltas.
a Mas o que me importen a fadiga de aubir a
monuoha qaando trepei os degrus ds cruz alta,
a abracando-me a ella oapalhei a vala as vate
leguas de horisooto que de* l ae descobrem?!
Aqulllo ali porventur* o mesmo mando que o
aoaao? Nio; nio ple aerl Ali comee* um
mundo e ali acab. Seotem-sa pssxar no ar nio
sel que mysteriosas crranlas de espirltos. Sus-
paita-ae, prese ota-ae adatinha-se o infinito....
Oa aons que veem da florala, o armario Inde-
flolvel daquella oatarexa que desperla, o rumor
longiquo que as brisas do mar eoadazem, aio os
bymnosda poesia, da tmsaortat.dade, da grinde-
xa divioa emfim 1
Dapois, quando nos falla do Porto e noa apr-
senla a mulher da venda, com que delicadeza e
finura a descreve I
(ConliBuar-s* Ao).
Variedades.
rses? Sio sgaos amigos qu* acoaapaabam i ae-
paltsjra n ttstos morUaa de aa poderoso da tr-
ra. Saoeile tao seseos e myrradoa qu ae pa-
racea aais com morios do que com vivos. E'
porque sio morios que scompsohsm o sen pro-
prio enterro. Muilos deltas taires nio tomarlo s
asas casa. Sio espectros qae vio as entregar
sepultura I ^
Das portas a das jaoalla* doa vivos treaalsa
baodeirolas com diitico* implorando a Misericor-
dia Divio*. As casas dos que morreram acham-
se sem portas e sem janellas ou estas estao escan-
caradas.
Qaando a aorta ceiba daas on tres victimas
na mesma casa, a familia abandona-a, cobre o
pavimento de cal, escaoeara portas e janellas e
relira-aa para outra. tn horror a qaem percor-
re ae ruae d* cidada durante a noute, paaaaa por
eitas casas absndonadss ao dominio da morte,
que oellas enthroaisoa-se. E ae o vento por ac-
ao fx bater estas portas coolra os hombrses, oa
se algum dos cabritos quo nsllas procurara abrigo,
durante a noale, contra as intemperies da eata-
cao.vem a sabir da Improviso e vos topeta as
pernas, sanio eahirdea morto de terror, preciao
reveallr-vos de grande coragem para nio fuair-
des espavorido.
J quaii matade das essas ds cidsde se achia
assim solitarias a abandonadas.
Qaando a epidemia chegou a sea apogea, qaan-
do a mortandade chtgoa a cincoenta victima* por
I da, na dos doas medico* cahiu affectado dalla, e
foi lato o aigoal de ua desanimo geral, e de um
pnico aterrador; a populacioji tratara de aban-
donar a cldade e de fugir para oa matos. Foi ne-
ceasario que o juix de direilo correase de caaa em
casa e reanimaase os chefes de familia, mostran-
do-lhe quio funesta ae tornara a saa reso-
lucao.
Emfim, do ultiao de abril em diaote o lempo
fui enchugando, as chavas diminuiram e a mor-
tandade foi declinando. Hoolem e boje nio mor-
rea pessoa algams.
Pode-se dizer
I escancia.
que a cidade aotrou em conva-
A epidemia do cholera do Ico.
1:6 8 de maio de 1862.
(Concluao ;
Era destina lo sem duvida a vir deixar a exis-
tencia on le a recebers.Sahia da oidad* com me-
os pompa do que o entrara. A carroca fnebre o
levou para o campo da morte aem outro aequito,
do qae algumas pracas do destacamento-seos
antigos companheiro* de arma ; e no dia ss-
gulnte seus companbeiros de viagem sshtam es-
pavoridos e incoosolavais em protara de Per
oambnco. Qjanta loucara! ae nio foi isto seoio
um decreto ioabalavel da Providencia !
Um proletario philosopho e cynico linhs por
cosame aentar-ae, mesmo am lempo de cholera,
n da cintura para cima, sobre as podras trias da
calcada de seu albergue, e ioterpelllar todos os
traoaeuntes com chocerricea, viogando sedodes-
prezo que lhe coosagravam os ricos e os prepo-
tentes.
lito, doulor, as dizia elle, qae sleicio ge-
nuina ; eleicao aem seleccio ; todos sem distinc-
(io aio dmitlidosa votar, tanto os pobres como
os ricos. Deas grande, e sabe onde tom aa ren-
tas I
Boa escola para oa nossos polticos aprenderem
a se deixarem de pelotricat. Urna hora depois
jazia meio n oo chao hmido de seu alvergue,
talando com caimbras horrweis. Recnaou meus
soccorros dizendo q,e sabia que seu mst eslava
sea cura : consolando-ae de aorrer de egaalha
coa oa ricos. A carroca o levou para/dar seu
voto.
para/'dar
Um dos mercenarios empregados na, abertura
das covas, entrou pela noute para concluir um*
dallas, cujaa peredas am sempre cahiode-* de ma-
oeira que ella flcou demasiadamente larga.
Pelo meooa, dizia, o que psra ella vier eatar
sua vontade e bea deaafogado.
Na msnhia seguiote veiu elle mesmo oceups-
la. Nioguem stbe ae elle ae acha bem i von-
tade.
Fallando da jornada ao Bussaco, assim que a
explica :
Por eotre a rama avistava-so a mootanha ao
looge; e no cume a cruz alta, onde vio expirar
os ltimos ruidos do mundo....
< O bosque trema de grandeza 1......Nao se
eocootra algaras, o ar que se aspira ali. E' mais
vivo, mais acendrado e mais snblil I Nss noutes
agrestes do invern, o vento deve gemer na mon-
lanha como urna alma em martyrio I Pobres so-
litarios do Bussaco 1 Pobres carmelitas do deser-
to, que ieis ali procurar um tmulo......para
viver I
c A motaoha alguma couai de formidavel

FOLHEWM
EL CACHUPN.
Etta cruel molestia lio horrorosa, causis
suas victimas lio terrivels angustias, que capas
de destruir nellas lodos os affectos e os ins-
] tinelos.
Vele esta mae que era tio cariohosa, a presen
c.a de seus fllhiahosa enfada, i lem alent* psra
arrancar do fundo do peilo gemidos lamentlos,
que partem o coracio de quem os ouve.
Etts pdica doazella sempre to vergoohos*,
angustiada pelas ancias da moleitia agita-se tao
deacompaaaadameote, que nio repara que se des-
cobre toda adiante daa pessoss que lhe prodigad-
aam os soccorros.
Durante esta crise lerrivel a populacho loda suc-
cumbida e aterrada percorre as raas da cidade com
passos apresaados e roslos macilentos, uns em
procara de um medico, oatros de um padre.
Que aequito este que marcha atraz desta car-
Se i viisea, dar-voi-hia vontade de vos rir e
de chorar. Hila aioda eat paluda e detfigurada,
mas nos seas olhos.scintilla a vida e a etperanca.
Ji os dono* das casas abandonada* tratam de
aa derufettar, e de voltar para ellas. A fatal car-
roca aio percorre mais as roas, eos hospitaes j
esli fechados.
Sa nio fra lio longa, desejaria faxera enume-
rado dos actos de philantropia e dedicacio que
se pralicaram durante esta crise de lio horrivel
recordscio.
A commissao sanitaria noaeada pelo preaideo-
le fox lado qaanto huasoamenle se polis faxer
tsnto para obstar ao desenvolvimeoto da epidemia,
como ao depoia para acudir s exigencias da qua-
dra. Seus membros abastadoa abriram suaa bol-
las, e foroeceram ao Ibesoureiro, por alies no-
meado, os fundos necessarios para tratare oc-
correr os indigentes e occorrer ss maia neceaat-
dades da eventaalidade.
Estabeleceu no theatro ama enf*rmiria paraos
indigentes,onda ae receberam hornees e mulhe-
res; aaniu-a de caaes, com seas colchos, o da
roupa necessaria.
Foram nella tratados numerosos doentes, aos
qaaea nada faltn.
O Sr. capito Joaqaim do Csrmo, coaaandsn-
te do destacamento, lomou a direccio deata en-
fermara, que admioiairou com mu ti inteligen-
cia, coa um xelo incaosavel, e com urna dedica-
(io digna dos aaiores elogios.
Nio s dea expansio a aeu genio bemfazejo
nesta enfermara, como acodia lambam a todas
as caaas, onde hafiam doentes graves eperigo-
sos: em toda a parta ae encontrara, tanto que
merece ser assigoslado como am dos hroes da
crise. Seoa servicoa foram tanto mais apprecia-
veis qae os offereceu gratuitaaente com-
misaio.
No edificio da cmara se estabeleceu urna ou-
tra enfermarla para os presos e pira oa soldados,
que todos foram tratado* ah, com am auceexo
inesperado, custi de fundos tornecidos pela
commissao.
De porto
sendo dous
mortass.
. Dos soldados do destacamento morreram tam-
bera qualro, todoa de imprudencias que commel-
teram ua coovalesceoela.
Devo confeasar qae estas felizes resultados sao
devidoa ao xelo com que os encarregados da dl-
POR
M. THEODORE PAVIE.
(Scenas da Luiziaua.)
O insftao de 1820, que oa Europa foi miito
tnlnM nesearregou tambem os seas rigores so-
bre i ovo Mundo. Cobriraa -sede-nev os la-
geaafSxta-Luiziana, todo o paiz baixo e palu-
doso que se estende desde a embocadura do Rio-
Vermelho al o Sabina, e os iiltos e ferela ter-
renos onde se planta a canna e o algodio.
As magnolias qae costeara os liachoa e aa pal-
meiras dassavsnas curvram-se ao peso da gja-
da : o pasaaros enregelados de fro deixivam-ae
pegar mi; ou tros fugiam para climaa maia
suaves abandonando aos cysnes e bernaches as
margena do Mississipi.
Era fcil enlio cacar-se na? florestas ; porque
a caes, j pouco selvagem em lempos ordinarios,
tornara-se entorpecida a poni de a casto repa-
rar na presenta do homem. Para o viajor, po-
rm, que Uvesse de percorrer a carallo grandes
distancias em lagares deiertosaqueile resfra
ment desaaado da temperatura eia motivo de
nio pequeo incommodo ; pola ten lo de parar
oo meio dos matos para descansar e tomar al-
gum alimento, nao aeria conveniente seutar-se
n'um chio hmido e gelad >. Demais a agua
das fontes, bastante agradavel no esto pela sna
limpidez e extrema frescura term-se ama bebida
ioiipida quando a nev altera-lbe a pureza.
Estas obserracoes farao so'ri aquellos que
e percorrem sem fadigss o com a rapidez da
ha o territorio immenso di Uoio; porm
saibam que a trinta anuos os camiohos de ferro
nio eram nem de nome conhi etc os. e as provin-
cias dos Estados-Unidos ao sudoeste conserva-
ra aio a a algoma distancie des ros e riachos
ttWk aspecto selvagem e primitivo.
Profundo silencio reinsv* naquellis solidos
atravesssdas em longos inten silos por caravanas
de pesados carros. A paixic palaa ventura* e
a sede de conquistas, qae ao depois ievaram os
Americana* a penetrar oo teiritoro dos seus ri-
xinhos, apenas se revelaris por mu figos in-
dicios.
O Sabina, que separa a Luiziaos <
qae foi per meite tempe a los Kaj^H
s r
visoria entre O lxico e n Erado*
Neohaoi ioate ligara
s i jss margeos
ro, cujas aguas limosss se escoavam rpidas por
sobre a folhagem aombria de annosaa arvores.
Naquella pocha atravessavam-oo em ama gran-
de barca chala ferry boa'.que era a muito
casto dirigida por um negro velho de cabellos
quasi todos brancos, e urna negra mais que se-
xagenaria. .
'ama machia do mez de fevereiro do anoo
rigoroso, de que fallamos, o negro velho e aoa
compaoheira achavam-se em perfeita immobili-
dade acocorados oo fundo de saa chic;, que era
elifieada margara americana: tiritando de fro
e resignadas, semelhantes a dous gatos selva-
gens oceultos no tronco de ama arvore, tinbam
oa olhos fechsdos ; dormism talvez, porque ba-
ria maia de am qaarto de hora que ama voz im-
paciente gritara da outra margenado rio:
O'delbote I.... Ferry boat 1
E o velho par nem se mova. A' esses gritos,
que fleavam aem resposts, luccedeu o estampido
de am tiro.
Dests ves o negro levantoa-se resmungando,
e sua companhetra o aeguin. Ambos tinham ta-
chados os ps e rachadoa pelo fro, e urna espe-
cie de eacamas rugosas naa miosgrossas e tam-
bem lachadas. Agarraram de mu humor os
pesados remos da barca, e encaminniram-na
lentamente margem mexicana.
Dous viajores os eaperavsm aliam homem e
ama mulher: Irajavam o costme dos crioulos
hespanhoes.
O caballero montado n'um soberbo seodeiro,
linha aobre o braco a carabina, que acabava de
disparar para chamar a barca. O sea todo era o
de um Mexicano em viagem ; leago.de ssda ata-
do ao redor di cabeca, vasto ehapti trancado de
palha das Aolilhis, jaquata curia e bordada,
calenes de velado abortos nos joelhos, polainas
de couro & andaluza, gigantescas eaporas de ac,
e um manto de lia chelo de listas vermelhas
fluctuando sobre as espadoai.
Quinto a Seora, acbava-se por tal modo en-
volvida n'um grande chsle de seda que apenas
e distingua o pente de lartaraga posto a ma-
neira de corda ea saa canaca. Nos Ir*; re-
gulares do sea semblante viam-se impressos os
signaos da fadiga, e seas pequeos dedos alvos
afilado* conservavam frouxia as redeas da mua,
em que vinha montada.
Apenas a bares aportoa, o cavalheiro apeon-se
lesto, tangeu ss csralgaduras para dentro della,
confiou aua compaoheira as redeas do sea ca-
vallo, e poz-ie a ajudar a negra a manobrar o
remo. A forja da correte fazia deacihir s pe-
sada barca ; o carallo abaixava as ventas psra
a borda aflm de matar a seda, e a mua deaaa-
eegada empinara as longas orelhas.
Rema 1 Reaa I exclamara o csraUalro.
gente, tardaste muito 1.... "
O qae qar, senhor?.... fax tanto
responden agre aoltaado ua sentid.0
Ea eslava quaal dormir...,
Existe por aqutalguaa hospedara, ou al-
guma villa ?
de 80 presos, spsoas morreram 4.
atacados anteriormente de molesliaa
prestou I cidada- oa asis i\aleveirtea aerngos,
coao prealflute da coamtsafo sasiUaris. cajos
trabilhoa diriga coa inteligencia aelholoaac-
tividade, taiteotou com grande corVg a aoral
da popalacio, no momento ea que ia lhe faltan-
do o animo.
Aodou do porta aa porta implorando asmla**
doa rica* para diatribai-laa peuoalaenta tot po-
bres, que 1* visitar, aoiaar a soecorrer aas suaa
propras morsdaa.
Mas mea ver, o maior servico que preatou
cidada foi o de enearregar-se da regularisacio doa
enterreaaatoa. Se nao fra a sua peesoalein-
cenaqte vigilancia aobre esta urgeot necessidade,
persuado-me que muitos cadveres Qcariam in-
aepullos, ou pelo menos muito mal enterrados, o
que aem dunda peioraria as circamalaocias da
cidade, taires a tornarse Inhsbilavel.
Mandn abrir coa antecedencia nuaerosas se-
pulturas, convenienleaente fundas, afia de nun-
ca haver deaora no eoterramenlo dos corpos ; e
como faiteasen* pessoas avfficieotes para cuidar
desta importante servico. lao;ou mi dos presos
da cadei* a qaem relribata convenientemente o
sea trabalho.
O Sr. Estevao dos Aojos pos generosamente
sua diaposiclo ama carroca e trea cavallos para
transporte dos morios para o cemiterio, e oio s
prestou este servico grstuitsmante, como pesso-
almente cooperou com aua animacio para activar
este servico, qua no lempo da maior mortandade
se torooa pesadissimo. O fioo tacto do Sr. Dr.
Medeiros lhe fez comprebender qae na quadra da
epidemis nio poda prestar maia relevantes ser-
vicos do que regularisar e apreasar a aahida dos
corpos das cssss onde morriam, e manda-Ios se-
pultar com as devdas precauces".
Eate seu zelo foi Unto mais loa ravel, qae o en-
cargo era bastante aborrecido, e que sua impor-
tancia corra o risco da oio aer compreheodida.
O vigaro da freguexia o Rvm. padre Frota moa-
trou-se incancavei na administra;io do pasto es-
piritual a suaa orelhaa, a na animicio que enai-
nuoa-lhes nos momentos do maior desanimo.
Nao houvechuvaa oem lamas nem distancias que
o detivesse, trabalhava de dia a noute acodindo aa
coofisses, a ponto qae por nm vlu-e (Teclado
de urna hemoptisis intensa, que apenas o relave
poucos dia* em casa. Foi admiravelmente auxi-
liado pelos demai* padre* da cidade que nio mos-
traran) menos dedica;io que alie. Um deltas, o
Rvm. Verissimo.joctageoarioe mullo gasto, nio
qaix flear atraz dos seus irruios, e foi victima do
seu zalo. Sua adido e sea estado de saude nao
admiltia mais tanto exforco. Saccumbiu gloriota-
mente no desempenho dasuss sagradas funeces.
Poi martyr do sea sublime carador. Deus o re-
compensar. Nao ae licito limar a conducta
dos dous mdicos, porqae sendo ea am dettei,
meus elogios se toraariam saspeitos ; pena* re-
ferirei alguos incidentes a ellos relativos, acba-
vam-ae ambos divorciados por urna intriga mea-
juinha, maana invaao do mal sacrificaran* os
seus ressentimentos commaosno altar da patria,
reunirn* os seus exforcos para melhordebeltarem
o ioimigo. Para elle* nio bouve deaeanco pos-
sivel, nem de dia nem de noute : a todas as ho-
ras sa viam crusar as raaa debaixo do chava e en-
lomeados at orelhas, correado de casa em casa
agarrado* as vexes e arrebatadoa com violencia
pelos mais sofreg*. Um deltea cabio affectado
do cholera na quinta-feira santa, apeoaa poude
guardar a cama oa aexta-feira, recebando consul-
ta* e despachando receitas, a ponto de nio poder
socegar.
Avisado pelo beoemrito jais de direito do gran-
de terror e deaalente que produzia a aua duenca
na populacho da cidade, oio duvidou um momen-
to jogar a sua existencia cootra o ioteresse gersl.
Anda trpico o em dieta absoluta eavalgou um
cavallo no sabbado e torooa a dar conta do pesa-
dissimo trsbslho de sus clnica.
O outro sccommettido noa primeiros das da se-
mana da pucos viu-se tambem obrigado na nou-
te do segundo dia deaaa doeoc.a a ir acudir a seu
aogro, cuja morte sceompanhada de circamatan-
ciaa terriveis o sbelou tio foriemeole que todos
recelamos ama I.hiJ fanmi.. Palizmante
doas dia* dapois achara-ae Arme (jo seu posto,
correodo de caaa em casa afrontando o rigor da
lacio. Reata-no* pira terminar eate ja demasia-
damente comprido auigo dar um resumo das nos-
sas observares dioicas na presente epidemia.
O cbolera-aorbus sem davida algums, urna
das mala terriveis molestiss qae affligsm a espe-
cie hamina, pela grande rapidez da sua marcha,
2?m ""'do numero de victimaaque faz, e pels
difficuldsde que se encontr em cura-lo, depois
de desenvolvido.
Tenho me convencido qae quando o cholera
ebega a se desenvolver com iuleosidade, qaaai
sempre os recursos da medicina sio iofractuosos.
reccao deataa eofermariasdesempenharam a ana completamente impotentes; e qae aa caras que
se obtem sio aotes devidas aos exforcos da oata-
rexa, do que ao effeito dos reaedios; porqae oes-
tarefs, e execataraa as prescrip;es do mdico.
Deve ser notado o cabo Manoel Fructuoso pelos
boosservcos que prestos com grande intelligen-
cla e dedicacio a seus companheiros de srms.
O mesmo devo dizer do Sr. Josqaim Tavares,
queseschs cumprindo sentenca nacadeiaese
ofl.receu para dirigir a enfermara dos presos.
Devo confeasar que i aaa cooperario que de-
vo os successos e felizes resultados que obtire
nella, e pela parte que me toca agradeco-lbes a
saa valiosa coadjavacao.
O Sr. Dr. juiz de direito L. Jos de Medeiros,
chegado poucos das ante* da invasio da epidemia,
?a de am Casnupin (1) que se conserva fiel aua
patria. Nio importa : viva Espaa I Ellas nio
Nio, seohor : a villa fica muito longe ; mas m* arrancarlo nem urna lagrima, nem um quei-
l em cima existem os feriis terrenos em que
os brancos plantam o mllho ; e maia almpara
o Rio-Vermelhohabitaces dos fazeodeiros que
negociam com o algodio.
lato dizendo o negro por-se a gemer, e a negra
fez coro com elle ; o caso que eaaes dous re-
inos nio tinham mais forcas para exercer o offi-
do que aelbea baria impoato, e sa mais frequen-
tada fosse a pasiagem, j elles teriim sueca rbi-
do larefa.
Aquellos gemidos eram um appello assaz pa-
thetico, que taziam liberdade dos viajores, ap-
pello que dessa vez oio paasou dssapercebido.
Com effeito O cavalleiro, peoalissdo i viata de
tantos exforcos, deixoa eacorregar para a mi do
valho urna moeda de prata tio luzenle, que este
eateve quaai cahindo-lbe sos joelhos : a negra
ajudou com todo o cuidado a ashlr da barca s
mua qua conduzia a seora, e o negro, enchen-
do de bencio* o generoso estrangeiro, nio l*r-
gou-lhe o estribo em quaoto nio o viu perlera-
mente montado.
O terreno, em que acabavam de desembarcar
os dous viajores, sehara-se coberlo de grosios
e desguarnecido! cyprestes, de cajos ramos sec-
eos e ennegrecdoa cahiam como sombros vus
completse loogos fiosde musgo. Djpots deter
andado alguos passos o cavalleiro parou.'
Jaelnlhe, disss elle i saa compaoheira,
saiamos qusnto aotes deste terreno baixo e pa-
ludoso, e tratemos de chogar 6 aquella eminen-
cia. Ali podaremos descapcar um pouco.
O cavallo excitado pelas esporas atravesson r-
pidamente aaespessas moitis de altan berras, e
de cipos entrelazados : a a ala trotara evitando
com singular instincto as peqasnas pocas d'sgua
gelada, easrsizes ponludan dos cyprestes que
juncavam o solo.
Aps siguas mioatos de marcha os viajorea
chegsram a um terreno mais aecco, e abrigado
do vento por um tecido de espiohosos arbuatos.
Apearan*-se: o cavalleiro amarroo os doas sol-
mae* nos bsixos ramos de ama acacia, e calen-
dando no chio o maato de lia qae servia pan
abriga-lo do fro durante as noutea, disse sua
compaoheira :
Seota-te aqui, Jaciotha. Ests com (rio? ..
Vem, deixa-me envolver os teus lindos ps na*
dobraadeate msnto......Nio me respondes ? Ja-
cintas 1 Jacintas 1
A moga aballando a cabera occallara entre as
mios as lagrimas que lhe corrtaa dos olhos.
Pobre amiga replicn o cavalleiro. O exi-
bam dtfro desapporiar-se, nio sala? Os
utos do Mxico me deslerraa ea soase d*
independencia e da saa liberdade. Os fllhos
nio podea sopporlar entra s( presad-
les casos a marcha da molestia para a morle oo
pars a resolucio to rpida, que os remedios
ingeridos nio tam lampo de serem absorvidos e
de reagirem aobre a economa n'um periodo de 12
horaa a moleatia muda frequeniemente de face
urnas poucas de vezes, pasaando por estados de
oatureza lio completamente oppostos, que nio
possivel admiltir que eata* modificaces aejam
devldat ao* ageotes applicado* interna ou exter-
namente. A forca de usar da tintura de slrogouaf
da poeao anli-eholerica. do* linimento* hngaro
e dos Judeus, do mixto do Dr. Americo e de ou-
tras receitas tio gabadaa acabe por adquirir a
convicio que nenhnma deltas tem valor real; e
que neite p*rodo 4a mateKl. s serremos ao-
ItsUr intua, os doa,!*. ssm prednsirastfi-
fseao algums nasa* m.rch*. Por altiao osetas
usos desespersdos sai *,, ,<-*>.Dferaos ,gue
fris s ss firtsrsa, aetaeb,, fti ae jomma ar-
bica, caf fon* a quenta coa genebra on viubo
coioac, syoapiamos a fricaa eatlanlantaa a baan
qasntes nao extremidades, qno depois cabria asm
lijlos aqueeldos; e coa persUtaacls po uso
destes meios simples obtire absolutamente os
mesmos oa aioda mdhorea resaludo* do que coa
aquelles oatro* mixtos ioeendiariee. Triste io
doente e do medico que deixsm a aolesti* che-
gar s este poni, psra a dobellar I ajussi aeapre
aerio aal uecedldoi meo ontro.
Nio ha aoleatia aais fadl ds curar, So cholera : ella obedece coa naa ficilidade attsoi-
ravel sos m*is imple remedios ; mas prestio
qae estas sejaa administrados no principio ds
choleros, speoas urna pesaos boa de sanie se
acha accomaetttda de dyarrha, trata logo de a
medicar depoia do priaairo er segando jacto,
olla ceder como por encanto, e o doente resta-
ba livro dos pergos do cholers.
Tenho adquirido a firme conviceo, qae ao a
popalacio de aaa grande eidade so pvoetrasie
bem desta verdado e a pozesse ea presas, ae
dicando-ae logo no Incontinente da inraseo do
mal em cada individuo, a epidemia jamaras po-
dara dssenvolrer nella.
Esta Idea nio-alnb* : a que hoje domian
em toda a Europa, e aioha pratlca ae tea aor-
trado a sua-exactidio. Nio ha cholera ssa eko*-
lerioa ; e carada esta, carado est o cholare.
Infelizmente a cholerlna ama dyarrha tio
pouco incommoda, e tio sorratsirs, qae mattos
doentes que a tam, deixsm-se illudir por saa ap-
pareuta benignidade, e deaprexam-a, e sao s
combaten* ; espersm que ella se agrave e as in-
commodo para lato, e quaodo ebega i eate ponto
desenvolve-se o cholera com aaa furis espan-
tosa, e nio cede' mala aos remedios.
Tenbo verificado que os pretendidos casos do
cbolera fulminante aio casos de cholsrina des-
prenda, depois ds qualse deseovolre o cholera
sbitamente.
Isto posto, trate cada qual de ae p6r am ob-
serracio de ai mesmo, e do logo qae eppareee-
rem dous ou trea jados lquidos, com oa sem
quebramento de eorpo, tootices e borborygmos, e
revolacio no estomago o nos intestinos trate
logo de se medicar method xamente, e oio duvi-
do am s instante asseverar qae sempre se li-
vrario do cholera, o se sabirio com felieidade
da epidemia.
Nos costomamos, log ojao apparece o prlaei-
ro ou seguodo jado, appltcar so doente nm
lanchante de oleo de rldno oa de sai aaargo.
Eate pergenie nosso ver tras dous beneficios :
o primeiro de evacuar os intestinos, e o segando
de iiertarbar a marcha da moleatia ns oecasiio
de aeu desenvolvimeoto o que capas de a fuer
abortar.
-
Depoia de concluida a obra do purgante, ap-
plicamoa em meias chicaras de cha on i
tos diaphareticos, qualro- grioa de pos
de hora em hora, at completar SO oa>!
dwate o *bo d>ii> madlcacJo. **!*
doente sbaf*r-se- tranapirar.
So depois dislo appasecer a dyariba oa os
vomito*, atacamos a primeira coa clysteis lan-
daoisados, grandes synapiaaos oas pernas, o a
segunda com infusos qaeotes de bortsliaeos-
tros meios appropriadoa. Ordinsrsmente uestes
cssos cessam fcilmente a dyarrha e os vo-
mitas.
Ea asis ds 300 cssss em qa emprogamos
eata medicae,ao, nio tiremos nenhna aaao gra-
ve ; mas repito, este ou i oatto syitema ds
tratamento, deve aer applicado logo aa invasio
da choleros, psrs sor sfflcsx asis tsrde, o nio
ter aaia a meama efficada.
xume sequer
lito dizendo o cavalleiro ergueu altivo o por-
ta, e se poz a enrolar om oa dedoa um cigarro.
Um raio do sol fondeado a atmospher* nublada
ae deslsou por entre a floresta. Asavea de ra-
pia como se foesem despertadas de sobresslto
alcaram o vo s altas ragies soltando gritos
agudos.
O invern pareca fugir em preaenca da pri-
mavera. Um ar tapido e suave reaoimou instan-
tneamente a oatureza entorpecida. A moca
erguendo tambem a cabeca volveu para o caval-
leiro os olhos embaciados da lagrimas.
Pepo, disse ella ea voz baixa, shega-te
para aqui, bem para junto de mim : oio me dei-
xes um minuto. Oh I bem sabes que s s ti
tenho neste mundo I O* gritos destas sves ae
assustam......
Onve, Jaclntha, ouve o qae te eu vou di-
zer, alalhou o Cachupn sentando-se ao lado de
aua compaoheira. Se eeguindo o tea marido te
imposeite am sacrificio superior s tuaa torgas,
se te arrependes de haver deixsdo o leu paiz na-
tal e a tua familia, lempo aioda de voltar atraz:
o ro fica ali multo perlo.
Ji eu disse que ae arrependia ? pergnn-
lou D. Jacintha : por ventura queixei-ae ji ?
Nio; porm eate silencio obstinado, estas
lagrimas que correm de teas olhos esli trahindo
a tua dor.
Eu soffro, replicn a Joven, tenho fro, a
fadiga me acabrunha : poia assim mesmo quero
snpportar todas estas miserias comtigo, e por ti
someote, Pepo /
Jacintha, olha para a toa frente : ali aira-
res dsssas arvores massicas que ests vendo sli
fica a tarta mexicana, o tea psix, s tua patria,
que taires nio tornes mais'a veri .... All esli
os teus pareles, os teus smlgos, os logares em
que paciflcoi se deslissram os descuidosos an-
uos da tua infancia 1......
Sia, tudo isla deixei ficar ali do outro
lado do rio, bem o sei ; e tudo deixei para se-
guir-te. a li a quam me un por toda a vida I
Pepo, Pepo I di-me a tua mi.
Pepo tomn a aio de aua esposa, que laocou-
se nos bracos do msrido solecando ; aas logo
ergueodo com vivacidad* a aaa fronle plida,
exclamoa:
Parece-me que s dos dous sxlatlmos no
muodo I Este deserto me agrada agors; nelle
nio se v uas crestura humana ; aqai ae acho
bem comtigo I......O aacrificlo est consuma-
do. Para onda vaaes, o que ssr de nos ? S
Deaao ssbelUaa nova exiatenaia se nos spre-
ssot* : fstlstJI daagracaiasu a aceito! Pepo,
Desejo que se coovencaa baia deataa verda-
dea, e qae ae diaponbam a nsa't ai ai conse-
Iho, porque te ilcancar este meu desidertum,
terel prrestado nm eminente servico. Mas o ho-
mem feito de tal forma, qae persuado-me que
prego no deserto para mnitos. Sirva pelo menos
bale cooselho ao aaior numero possivel.
Dr. P. Tneoerac.
e qu se d ns Araen-
eidoi na Europa,
jnio quero mais chorsr......v, v como estou
alegre esaliafeita......
O cavalleiro spertoa so peito s esposa dedi-
cada que procurava aorrr-se-lhe atravs de suas
lagrimas
Eslj fatigada, Jacintha lhe respondeu
elle, deacaoca por alguna instantes : breve ters
necessidade de novas forcas para continuar a
viagem.
Pois aim ; buacare dormir com a cabeca
em teus joelhos. J oio tenho fro, aeu amigo ;
o aol me aquece, e ten saor me coosols.
Enchugando aa lagrimas, feobou os olhos, e
aio lardos, que della se apoderasse um aomoo
tranquillo e benfico ; porque a fadiga do eorpo
tem iato de bom faz esquecer-se os soflmenlos
da alma I
Semelhante a ama aia que adormece acalen-
lando a creanca, entregue i sua guarda o Ca-
chupn estafa tambem quasi a dormir, apezar doa
exforcos que fazia para ae conservar acordado,
binando Uto em aua frente para oa troncoa das
rvores de form* bizarra atrav* dos quaes se es-
tendiam os raios do sol.
Fioslmente a cabeca lhe cabla sobre o peito,
aa palpebras fecharam-se, e o somno o doml-
oou.
II
Em quaoto o Cachupn e sus compaoheira,
adormecido* junto a ama arvore no meio da flo-
rala, esqueciam por moaenloa aa auaa penaa e
fadigis, dous olhos penetraotea se flxavam sobre
elles.
Um homem de slts sita tura, e feicoss bem pro-
ouociadas, vestido ao ato dos fszendeirs ameri-
canos, considerava altentamente o par exilado,
que se julgsva s osqaellss tristes solides.
Esse homem monlivs am poney ds^raca criou-
la, e tioha sobre o braco ama longa espingarda
de doas cano*: urna perna aelvsgem, e alguos
palos saipenaos ao arcio da selle iodicavam suf-
ficientemente que se entregava elle aos prazeres
da caca. Immovel, por delraz de urna moita, le-
vou mais de um quarto de hora a contemplar
com orriso irnico o Cachupn, qae austenia va
em seas joelhos a cabeca-da esposa adorme-
cida.
All est am bello quadro de amor conju-
gal, ao que parece, dizia o deacoohecido. Estou
curioso por ver o rodo da daaa : bem bonita*
que as ha as provincias mexicanas !...
E quando elle assim tallava comaigo mesmo
aconteceu passar por all am bando de gamos de
pelle mslhada. Os graciosos animaes saltitavaa
por entre aa mollas cora a rapidex do passaro: o
barulho que fazia na por aai diaiouto qua fosse
despsrtou o CacAwptn qae, Isvsnlando s cabeca,
esorprezo por versa homem i cavallo, qae pa-
ra elle ae eneaminbava, dase i ana asposs:
Acorde, Jacintha ; io sisaos sos.
D. Jacintas despsrtou logo, o sbito labor ca-
loriu lhe s feces; o soffrimento e s fadiga di-
vam ama expreaaio de dlgoidade ao asa delicado
semblante. O estrangeiro admirado appcoxiaou-
se della coa respeito, aaadoa-a com palidez, e
dirigiado-se D. Pepo, diise-lhe ea hespa-
nhol:
Seor, vendo -os de longe no fundo deata flo-
rala selvagem, figurou-se-me estar oado Adi
e Eva quaodo expulsos do Edn unuo sobre a
trra. Os seus trajoa deraa-no a coabaeor: aais
de am Cachupn lem por aqui paseado antes do
senhor. Se nio lem asilo oflerego.-lh*em dabaixo
do mea tacto: serio all acolhidescomo' fugitivos
dignos de intereses e de sympatbi*. Ghamo-aa-
John Hopwell; a mlnha haatlaefto cha ae a
ponis leguas d'aqui nos altoa tarreooa.
A' esta proposta cordeal, q*a lhe era dirigida
n'um momelo tio opporUuo, D, Papo ssoliu-so
com movido.
Deus abeucoe a aqaelle qae noa otTenoco
hospitalidade em paiz eairangelio l exclamoa ella
com vivaeidade. Minha pobre mulher eaii saina-
do de fadiga : aceito, senhor, o fsvor que saa fiz
por ella, aioda mais do que por mim.
E estendeu a mao ao csQador, que apastou-a ;
pondo-sa depois todoa tres a camioho. L\ Jacin-
tha mootsda em aua nula nio ae sabia, do lado
de aeu marido, cujaa esporas enormes produzia
um aom aemelhaale ao da cobra cascasel agitan-
do os aoneis da aua canda. O poney de Jshn
Hopwell, impaciente por ebeg
vez em quaodo um paquano
mi vigorosa do seu senhor,
to o sen ardor, e elle se
graciosas crrelas.
Asiim cavalgavam no mei
ricaoas esees tres peraoBageJ
apresentava estaapads
paiz em que naicra.
Cachupn se revela*
altivo aserio: no g
cinlhs ss vis espsrgide esse
especial das mulheres orinal*
um reflexo melanclico da
Mundo.
Quanlo ao cacador, oada tinha des
e familiares dos fasendairos Laisiane
gem fraoceza ; e muito menas se
aos ranseit esUbelecidos oas provii
Tudo nelle trahia um Iogle de pura
loado a viver ea paiz eatu
ra-se seapra o mesmo sub
bavia per
fascloi
P?iJ __
lelroi trotando no
PuRN.nsM
IRA ar.
MUTLADO
-a***


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