Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09934


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Full Text
t.
iii miim^iWBtftm
mimwmm*m

W
For tres .uzes adiaBiados 5|00o
rtr trei mtits vencidas 6J000
wmwm*


SEXTA mu 6 BE JOHHO DE IM2.
r bo diintad 19$000
Porte fraice tara t subscriptor

i
DIARIO DE PEMAMBICO.
E1CAUREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexandrino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Aotoaio Marquei da Silva ;
Arataty, o 8r. A. da Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Oliveira; Maraohlo, o Sr. Joaquim
Marqaee Rodrigues; Para, Msnoa PiahtirO 4
-.; Amaxooaa, o 8r. Jaronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO 8DL
Alagoas, o Sr. Claadino Faleo Di as; Bahia.
Sr. Jos Martina Airas; Rio da Janeiro, o Sr-
Jola Paraira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa os dias as 9tf horas do di a.
Iguaraaa, Goianna, o Parahyba oaa segundas
a aaitaa-feirai.
S. Anto, Bexerros, Bonito, Caruar, Altioho
Garanhuna oas tergae-eiras.
Pao d'Alho, Nazarslh. Limoofro, Brejo, Pes-
qaeira, Iogaxeira, Floros, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricarya Ex naaquaitaa-felrae.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao, Una, Barreiroa
Agua Preta, Pimentelras a Natal quintas felras.
Todoa oa crralos partero at 10 horas da manha!

EPHEMERIDES DO HEZ DB JUNHO.
5 Quarto creacente aos 2 minatoa da manha;
12 Laa eheia as 3 horas o 35 minuto da man.
18 Quarto minaiaota aos 31 minatoa da tarde.
26 Lia ora as 3 horas a 35 minutos da tarde.
PREAMARDE HOJE.
Primairo as 10 horas e 54 mnalos da tarda.
Segando as 11 dorase 18 minatoa da maohaa.
FARTIDA OOS VAFORKS COSTEIROS.
Para a api at Alagoaa i 5 a 20; para o noria
at a Granja 4 14 a 29 da aada maz.
PARTIDA DOS MNIBUS.
YH 2 R*"f": d0 W" ll2, 7, 7 1|2, 8
a 8 1|2 da m.; de Olinda i, 8 da m. eVda t.; da
Jaboalao s g i ,2 da m.; do Caxang a Varzta
* 7 da m.s da Btmfica s 8 da m.
4 lj2. 5, 5 li4, 5 1)2 e 6 da t.; para Olinda la 7
da m. a 8 lplda t.; para Jaboato ia 4 da t.; para
o Casase* a Parxso a 4 1,2 da t.; para Btmfica
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA1S ya CAPITAL.
Tribenal do commercio : segandas o quintas.
Relago: tereae a ssbbados s 10 horas.
Fazanda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundes ao meio dia.
Dito da orphioa: tarcas a aellas a 10 horas.
Primeira rara do cirel: tercas a axtas aa meio
dia.
Segaada rara do eirel: qaarlaae aahbadoa 1
horada tarda.
Os Srs. assiguantes deste
Diario ^provincia do Para
seus racibjMaos Srs. Manoel
Pinhei^J^C, negociantes
daqut^la provincia, afim ;de
nao soffrerem interru pco na
recepgo jJftajgftjarios.
FFIClilL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 3 de junho
de 18G8
Officio ao Exo. brigadeiro corami ndante das
armas.Transmuto a V. Exc. para tcr o conve-
niente destino, a certldao doa aesanta melos quo
tem na compaohla de cegadores da S-rgipeo sol-
dado Victoriano Jos de Saol'Anoa, e qae foi-me
enriada pela repartigo da guerra coa. aviso de
7 de maio altimo.
Dito ao mesmo.Sirra-se V. Exc. da, teodo
em vista os ppela que mesero devolvidos relali-
ros s diariaa abonadas pelo delegado de Carua-
r a recrutaa rilos a'alli com dealioo ao exer-
cito, declarar-me em qae corpos se icham alis-
tados oa recrutas de que se trata.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. Exc. para
os osconvenientes as inclusas rolagies de alte-
racaomencionadas em a nota junta por copia oc-
corridas som os militares da guarnigo desla pro-
rincia que se acham fora della.
Dito ao inspector da theiouraria di fazenda.
Reatitutodo a V. S. coberto com o oQcio do bri-
gadeiro commandante das armia de 16 de malo
altimo sob n. 1,000, o requerimento a que ae re-
fere a sua informacao n. 484 de 27 d.iquelle mez,
no qaal o cirurgio do corpo de saude do exerci-
to Dr. Francisco Gongalres de Monea, pede o
pagamento de seus rencimentos militares a con-
tar do 1." at 18 de abril prximo i ido ; lempo
em que eatere empregado na commisso medi-
ca, de que foi incumbido, para o ira la ment dos
indigentes aceommettidoa do cbolera-morbus na
cdade de Olinda, o autoriso a mandar pagar ao
supplicante alera do seu sold coi respndeme
quelles diaa mais nma graticacao pelo ministe-
rio do imperio eqaiesleote aoa rene: melos que
detxou de perceber pelo da guerra.Cooamuni-
eou-se ao commandante das armas.
Dito ao meamo.Attendendo o le expoz o
otrunrrio da colonia militar de Pimentelras em
25 de maio altimo recommeodo a V. 5. que man-
de pagar a Pelippe Antonio de Mora es a quan-
tia de 12JC00, proreoieote do aluuuel de um
cavallo em que aquella cirurgio (azia aaaa ri-
sitas madicsa noa pontos da mesar colonia a-
ectados do cholera-morbus como ae r do re-
cibo junto am duplcala.Commuaicou-ae ao
mencionado cirurgio.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. para
sea conhecimento e direccao que, segundo de-
elarou-me o brigaleiro commandanti das armas
em officio de hootem datado, aob n. 1101, com
referencia participago do director do hospital
militar, ra deapedldo daquelle eat, beiacimeoto
no dia 30 de maio ultimo, o serreote paisaoo Luiz
Martina do Nascimento.
Dito ao mesmo.Em rista da conta junta que
me folnmetlida pelo julz de direito di comarca
doBooito com o officio de 26 de naio ultimo
maade V. 8. pagar a Joo Jos de Oarralho J-
nior a quaotia de 50S0OO, em que importaran)
a gneros comprados por aquella magistrado a
Mello & Irmo para soccorro aos de: validos ata-
cados do cholera-morbus oa poroaco da Bezer-
roe.Communicou-sa ao juiz da direito recom-
mendando-se qee faca cesaar essa dtepezs.
Dito ao masmo Para poder aatisfezer a exigen-
cia cootida em ariso do ministerio da fazenda de
13 de meio altimo faz ae preciso qi e V. S. me
informe com urgencia ae dos proprios naciooaes
existentes nesta prorincia, alguns ha oo caso de
servir para nellea estabelecerem se nao a a
secretaria da polica e do commaado saoerior
deata capital quefunecionam em casia particula-
res, mas tambem quaesquer oatras reparlicoes
publicas que se achara em idnticas cireumstan-
cias.Offlciou-se oeste aenlido ao ibefe de po-
lica eao commandante saperior do nunicipio do
Recite.
Dito ao inspector da thesouraria prorincial.
Autoriso a V. S. nos termos de su; iaformaco
de hootem sob o. 32, a mandar pigar a Anto-
nio Jacinto iiorgei pela rerba rotada no art, 38 da
le do orcamento rigente conforma indica a con-
tadoria deesa thesouraria oo parece lancado no
wao do requerimento que derolro i quantia da
89j)10O proreoiente de 3,300 lijlos de alreoaria
grossaqae forncea para a obrada casa dedeten-
?ao.Commuoicqa-se ao director it obras pu-
blicas. v
Dito ao presidente ds relago.Sirra-aa V. S.
de dar-me o seu parecer ceres dos inclusos of-
nclos da cmara municipal do Recite datados da
-30 d* ""0 ae 180, 18 de favaniD, 18 e 26 de
margo. 29 dejuolio do anno passade e da 29 de
snaio desie anno relatirameute a ora diriaao de
aiatrictoa da fregosla do Poco da Pj jalla e exer-
ccto doa respeetiros juizes de paz.
Dito ao dazembargador procurador da coroa,
aobennia a fazenda nacional.Queira V. S. io-
ta rpor o aeu parecer cobre a msterii do requeri-
mento do commandante do presidio de Fernando
coronel Trajano Cesar Burlamaque, n mais papeia
inclusos relativamente deouncia contra ella
apreaeotada pela promotoria publica deate lerrod.
Dito ao director do arsenal de guerra.Infor-
me V. S. om o que constar nesn reparticao
acerca do sentenciado Felippe Jos le Saota An-
sa de que trata o Dr. chefe de polhia no ofBcio
n. 858 de 24 do mez paasado, e janto por co-
pla.
Dito ao masmo.Em observancia do aviso da
reparlicio da guerra de 20 de maio ultimo, man-
de V. S. foroeeer ao 2 batalhio de infamara oa
arligos de fsrdamenlo mencionados na ioclasa
ola para o completo pagamento d)s rencimen-
tos do anuo fcxoximo passado. Comaiuoicoa-se
ao" commandante das armas.
eao inspector do arsenal d* marioha.
Transmuto a V. S. para aeu conheeiments co-
pla da informacao prestsda pelo inspector da
j&eaoura a da fazenda com referencia ao oflcio
!..V-i .i9 de inio ultimo rel tivameote ao
Stttt'SSs coacrn",, e"rci"
muio aa uona pairo consume deun nrati-
ie..d!er'D0-lhe qUK' C0 "JraaS a
preclsaa informagosa sobre todoi os pontos de
que trata a metna contapondencis. P de
Dito ao director geral interino da instruccio
publica.Para poder aer aatiateito o fornecimeoto
>m olicita em aeu ofBcio de 20 de margo
ultimo sob o. 78 de rinho e hostias para a cele-
bracio do Santo Sacrificio da Miasa na lgreja do
collegio doa orphioa de Olinda faz-ae preciso se-
gundo informa o ioapeclor da theaouraris provin-
cial am M* de 30 de maio altimo sob o. 313
2ae o respectivo capellio declare quaolo preciaa
quelles objeclos.
Dito ao dimetor das obras militares.Campre
que V. S. examinando a m eonstracco do xa-
drez do hospital militar, cejas grades por nao es-
terera liga-Jas fscililam o arrombamaolo por par-
te daa pracas datidas no meamo xadrez, me apr-
sente com breridade o orgamento das despezas
a fazer-se afim de que essa priao offerega a pre-
ciaa aolidez e seguranga.Communicou-se ao
commandante das armas.
Dito ao commandante auperior de Olinda e
Iguarass.IIja V. S. de expedir saaa ordena
para que o batalhao da infaotaria da guarda na-
cional do muoielpio de Olinda com urna daa m-
sicas dests cdade que ah se spreaentar para esse
tira, acompanhe a procissio de Corpus Corisli no
dia 19 do correte deveado para iaao acber-ae
postado em frente da respectiva calhedral as 3
horas da tarde do indicado dia.Officiou-se ao
commando auperior do Recite para mandar apo-
sentar a muaica, e communicou-se ao Deao
da S.
Dito ao commaodaote saperior de Flores.Pa-
ra que possa resolver sobre o pagameoto do alu-
guelda caaa que aervio de quarlel ao destaca-
mento da guarda nacional em Villa Bella, reque-
rido por Fraociaco de Souza Guerra, preciso se
raz que V. S. declare quando foidisaolrido aquel-
la destacamento.
Dito ao director das obras publicas.Logo que
se verifique a condicao exposta era sua informa-
gao de 2 de maio ultimo aob n. 93, mande Vmc.
forneeer ao adminiatrador da caaa de detengao
conforma aolicitou o chefe de polica em officio
n. 655 de 28 de abril prximo fiado, 10 alqueires
de calbraoea de Jaguaribe para caiar-se as clu-
las daquelle eslabelecimento Communicou-se
ao chefe de polica.
Dio ao director da colonia militar de Pimentel-
ras.Pelo sargento escrivo deasa colonia Fran-
ciaco Eduardo Beojamin serao entreguea Vmc.
urna ambulancia e urna peca de baeta, cooforma
aolicita em sea ofiUio de 26 de maio ultimo. Es-
pero que Vmc continu a empregar os seus des-
relos em faror das pessoas accommetlidas do
cholera-morbus oesss colonia, e as loealiiadea
adjaceolea.
Dito ao inspector da saude publica.Remetien-
do Vmc. o incluso requerimento era que o phar-
maceutico Joaquim de Almeida Pinto solicita o
pagameoto daa ambulancias, que forueaeu para
T"0* P00''" d* provincia a eco met ti dos do
cholera-morbos, constantes das conlaa annexaa
ao mesmo requerimento, recommendo-lhe que
entendendo-sa com o referido pharmaceuUco sa-
tisfaga as exigencias contidaa noa officioa juntoa
em original do contador e inspector da thesoura-
ria de fazenda.
Dito ao rigario da frtguezia de Bazerroa.Pelo
seu officio de 26 de maio ultimo fiqaei inleirado
de ter declinado coosiderarelmente a tabre ama-
relia, que se desenvolver ltimamente oetsa
freguezie.
Dito ao grente da companhia Pernambncana.
Pie Vmc. fazer seguir para os portos de sau
destino os vapores Pertinunga e Jaguaribe, nos
diaa a horas iodicadoa em seu officio de hootem.
Circular ao juizes de direito.Para satisfazer a
exigencia da aasembls legislativa provincial fei-
ta em officio de 28 de maio Ando, cumpre que
Vine, informe com urgencia : 1, quaes oa offi-
cios de justiga existentes nessa eomares que de-
vem aer supprimidos; 2*, quaes as alteragOes ou
divisdea que conram fazer nesses officios para
raelhor regularidale do servigo publico.
Dito ao Or. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
O Eim. Sr. presidente da provincia do Rio Gran-
de do Norte em officio de 24 de maio findo pede-
nte que transmita Vmc. o seu agradecimento
pelo soccorro da quaotia de 150$, por Vmc. en-
viada para os indigentes que forem accommetli-
dos do cholera-morbus naquella prornzia, o qae
communico Vmc para aeu conhecimento.
Communlcou-ae ao predito presidente.
Portara.O preaideote da prorincia reaolre,
de conformidade com o dispocto no art. 2 do
regulamentodol0 de maio de 1858 nomear para
retratador na freguezia de Santo Antonio o capi-
tao do 2 batalhao de infantina Candido Leal
Ferreira.
Dita.O preaidente da prorincia resolre con-
ceder a exoneragio qua pedio Manoel Ferreira
Aotunes Villaga do legir de mordomo da Santa
Ciaa da Misericordia e nomeia para substituir o
Dr. Augusto de Souza Leao.-Fizeram-se as ne-
cessariss communicagdas.
Expediente do secretarlo do
gorerno,
Officio ao l*aecretario da aaaembla legiala-
ra prorincial.Transmiti por copia V. S., de
ordem de S. Exc o Sr. presidente da provincia,
para ser presente assembla legislativa provin-
cial a informago prestada pelo Exm. prelado
dioeesaoo acerca do projecto que acompaohou o
aeu officio de 8 de abril ultimo sob n. 6 propoodo
a creagao de ama freguezia em Correales.
Dito ao meamo.O Exm. Sr. preaidente da
provincia manda transmiltir por copia V. S.
para aerem preaentea aaaembla legislan va pro-
vincial aa informsgdea ministradas pelo Exm. Sr.
com mandante daa armas e o provedor da Santa Ca-
sa da Misericordia acerca do aystema do servigo da
limpeza, empregado por Carlos Luiz Cambroone
noa estabeleciraentos militares, e no de Pedro II
sobre que Tersa o aeu officio de 31 de maio ul-
timo sob o. 39, deixando de remelter as rea-
tiras ao da casa de detengao por anda as nao ter
recabido do respectivo ebefe.
Dito ao ioapeclor da theaouraria de fazenda.
Conata de participago do Dr. chefe de polica o.
860 de 24 do mez paaaado que do dia anterior
coocedeu elle ao bacharel Joaquim da Coila Dou-
rado o Aoaalacio Alexandriao de Salles Dulrs a
exooerago que pediram dos cargos de amanuen-
ses da repanigo da polica desta provincia, o que
communico V. s. de or.tem de S Exc o Sr
presidente da provincia.
licite do gorerno imperial o seu titulo, no prazo
legal que segundo conctou de participago da se-
cretaria de estado doa negocios da justiga de 10
de maio ultimo S. M. o Imperador por deerelo
de 8 do mesmo mez, houre por bem farer-lhe
aere da serventa vitalicia doa officioa da tabel-
liSo do publico judicial e nolaa e eacrirn de or-
phaos e residuos do termo de Plores nesta pro-
vincia.
Joo Rodrigue* Chave).
Despachos do da 3 de junho.
Requerimentot.
Tenente Antonio Seraflm da. Silva.Ao Sr.
commandante superior interino desse municipio
para ouvir o medico discordante e eate funda-
mentar o aeu voto.
Cmdido Caaimiro Gaedes Alcoforado.Infor-
me o Sr. Dr. director geral da iastrucgo pu-
Carloa Cyriaeo Radich.Informe o Sr. com-
maadante auperior interino da gaarda nacional
deate municipio.
Delphioa Mana do Espirito Santo.Pode se-
guir.
Joaquim El virio Alves o Silva.Expedio se
ordem no sentido do final desta patigo;
Manoel Joaquim de Lima.Ioforme o Sr. Dr.
provedor da Saota Cisa da Misericordia.
Captao Manoel Joaquim Paes Sarment.A'
vista da informago nao poda aer atlendida a pre-
tendo da aupplicaote.
Palatino Augusto Bsrbslho Uchfia.Tendo o
supplicante de seguir para a corte flea assim at-
endido.
Zeferino Rodolpho Delgado de Borba.Sellado
este e o incluso, e pagos oa direllos da folha cor-
rida, volte.
eat situado o cemilerio e maia algumaa proprie-
ii m d,,,f fica "dado o tranailo para
aiu no lempo de invern, quando abundam aa
* Em ru deataa neceeaidadea pedir eata
amara S. Exc. para lerar ao coohecimeni da
assembla provincial, aflm de que marque um
auantuaiiwn Vi. V "t"" cu nao me opponho, a dar mesmo meu rato
dito rio P eonatrucco de urna ponte no para que easa. conetgnacoee do art. 13 com rea-
rail sa askaav a K a j* ^ .. i ^ v____ &
Commando das armas.
Qoartel-jfeneral do commando das
armas Je Pernambaco na cida-
de do Recite em 5 de junho de
186S
ORDEM DO DIA|N. 90.
O general commandante desarmas declara para
oa los conrenientee que a presidencia oomeou
por portarla de 3 do correte datada, o Sr. ce-
pitao do 2 batalhao de iataotaria Candido Leal
Ferreira para recruiador na freguezia de Santo
Antonio desla cidade ; o que coostou do officio
da presidencia daquella data.
Nao tendo sido obserradas as disposicoes co-
udas nos arta. 93 94. 95 e % do reeulamento do
corpo de saude do exercido, que baixou como de-
creto o. 1,900 de 7 de marco de 1857, porqaanto
limitou-ae apenaa o Sr. official superior do dia
em declarar na sua parte diaria que fa i*t
do hospital militar, determina o mesmo general
commandante daa armaa que ee cumpram res-
trita e literalmente aa diapoaigdea dos citados er-
tigoa deveado o medico do da no mesmo hoipi-
tal dar diariamente antea de aer rendido urna
parte das occarreocias haridas durante ea 24 ho-
ras do eerrigo, mencionando oellaquaca aa auto-
ridades que all foram e a que horas, cuja parte
ser remettida ao Sr. director que a tiaosmittir
ao quarlel general logo depois de sua entrega.
Assigrj a do.SoUionio Jos Antonio Ptrtira do
Lago.
Conforme. Jote Francltco Coelho, capito
ajudaote de ordens encarregado do detalhe.
PERNAMBUCO.
Secretaria do gorerno de Pernambaco, 2 de
juoho de 1862.
Pela secretaria do goveroo aa communica ao
Sr. Igoacio Thomaz de Freitas para seu conheci-
mento. a afim de qae solicite do governo impe-
rial o sen titulo oo prazo legal que aeguodo coos-
tou de participago da secretaria de estado dos
negocios ds justiga de 10 de maio ultimo S. M. o
Imperador por decreto de 8 do meamo mez huu-
re por bem fazer dos officios de partidor e conta-
dor do termo de Barreiroa nesta prorincia.
Joo Rodrigues Chava.
Dito.Pela secretaria do gorerno se commu-
nica ao Sr. Joaquim Joa do Nascimento Wan-
derley para aeu conhecimento, e aflm de que so-
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 3 DE JUNHO.
Prest'dcncio do Sr. Bardo da Vera-Cruz.
( Gonclusao. )
O Sr. Witrurio : Sr. presidente, temando a
patarra na prsenle occasio, se por um lado
assalteam-me o espirito receios pelo recooheci-
mento da propria insuficiencia, por outro re-
jo-me forte oa presenga do direito que tenho de
susteotar, tanto maia quanto eata a primeira
rez que ergo a roz neata caaa a prl do circulo
pelo qual fui eleito, pelo qaal obtire um asseoto
nesta casa......
Um Sr. Deputado: L*mbrou-se tarde.
O Sr. Witrurio :Lembrei-me a proposito,
porque a materia nao se tratou antes, tratou-se
agora.
(Trocara-se apartes.)
O Sr. Witrurio: Esperem os nobres deputa-
dos, eu l rou.
O Sr. Souza Res: Que zalo I
O Sr. Baarque : Continua que rai muito
bem.
O Sr. Witrurio: Ea deixarei oa prembulos,
ralo que j me fizeram perder com oa apartes o
queta a dizer......
Um Sr. Deputado: Mesmo j nao se usa.
o Sr. Wjtrurlo : Poia bem, Sr. presidente.
otierecl a casa deas emendas, urna padiodo que
losse incluida no 5* do art. 13 a autorisaco
para a construego de urna ponte sobre o rio
Papacacinhs.
O Sr. Souza Res : Aonde iato ?
O Sr. Witrurio : Dizem que l para a villa
do Bom-cooselho.
Um Sr. Deputado : Dizem ?
(Ha outroa apartes.)
O Sr. Witrario: A materia seria, senhores,
trata-ae de alteoder a urna necessidade urgente
daquella localidade.
Um Sr. Deputado: E' urna ponte, nao?
O Sr. Witrurio: E' urna ponte, aim, aenhor;
para ella solicito um quaotitatiro, pego apenas
para que na rerba doa 100:0009000 baja ama au-
lonsacao para tazer-se essa obra.
Um Sr. Deputado: Maa quanto pede?
O Sr. Baro de Muribeca : Aqulilo que fr
preciso. '
O Sr. Witrurio: Juatamente, aquillo que Mr
preciso. '
O Sr. Barros Brrelo:Julao quei ponteainha
andar abt por aoa 200:0000000.
O Sr. Witrurio: Nao poaairel; mas emfi
eu nao posso descer agora analyaar orea
meotoa. v
(Trocam-se diversos apartes.)
e..?rirWru,io.: pm Sr- Theodoro
Silva) V. Exc. deve sabe:
Me......
Um Sr. Depatado: O
mal.
O Sr. Witrurio : Nao vou mal, porque tenho
para oppor ao valioso testemuoho apresentado
pelo meu Ilustrado collega, a quam muito res-
petto, o da cmara municipal da mesma locali-
dade.
HmoSr-J>eDuUd0 : Qul localidade ?
O Sr. Witrurio: E1 a Tilla do Bom-con-
aelho.
(Trocam-se alguna apartes.)
O 8r. Witrurio : Eis o que diz a cmara
municipal oo trecho relaliro ao negocio :
E esta villa, (leudo) cercada por um torta
riacho denominado Pa^acacinfta, a eataado como
m
da
dere 'saber daquella locada-
nobre deputado rai
dito rio. a
Um officio da referida cmara, aenhorea, diri-
gido a presidencia.
O Sr. Baro de Muribeca : Se o rio circula a
villa, preciaa pelo menos duas pontea.
O Sr. Wiiruvio:Nao, senbor; nao digo que
eircuia a mlla ; divide-a precisamente em duaa
partes ; mas se V. Exc. quizer dar duaa em lugar
de urna ponte, eu acceitarei de bom grado, e os
meus committenies muito tero a agradecer
r fiXCei
[Ha um aparte.)
O Sr. Witrurio : E' de maior necessidade, do
V** ** uppoe, oque eu propooho.
O r. Buarque: Faga-ae urna ponte de
Ruir0 S,r* DPul,do: Faga-ae urna pingela.
o sr. Wiirurio: O negocio maia aorio,
meus aenhorea, e derem cessar portanto tsea
8facls de mu gosto, sem durida alguma.
,6 dividida por esse riacho, que bas-
J t 'i"""0 durante o invern ; alm desse
riacho tica o cemilerio publico, e tambem grande
parte da edillcago oceupa eaaa lado.
Um Sr. Deputado : Ento fol erro da cmara,
devia ter edificado o cemilerio a quem do
ro.
Ootro Sr. Depatado: O melhor mandar
remover o cemilerio.
Outro Sr. Depatalo: Ha de aer maia barato
do qae fazer a ponte.
n'c, wi...s. ip < a uerecem reauuadoa multo proficuos, tambem
. J. .W. -(^"""J0) '"'- "" trazem vantagena qae nao poden serdescoohe-
sse, lorte esse nacho durante o Invern : ea- r-.iria- "
diese, forte esse riacho daranle o'invern ; es-
tando o cemilerio collocado da paite opposts, e
etistiodo edillcago da ambos os lados, me pere-
ce, ser de toda a otilidade, de toda a convenien-
cia, que no 5 do art. 13 ae ioclua esss
obra.
Temos anda a notar que esse riacho, que du
fila A invaesin A *>.^.l... ^..a.- ^_*__J_ i
,..,. ------.----*-" ""' h-o uiua paiarra ue aous templos para os auses a
& \l?nN0n' fri' eVr,d?,d0 !ro,inci aind- Di0 oncorreu.% par. o? q.ae.
certao nessa quadra, intercentando o transito: da in<\. ;>..t*. ^ .i____._.!_-
certo n'essa quadra, interceptando o transito
oque urna difficuldade enorme, quaai inveoci-
vel para quem viaja do Interior para a villa.
(Troeam-ae apartes.)
O Sr. Witruvlo: Difficalla alm disso o
transporte dos gneros, do algodo e de oulros
prodactoa, que fazem camioho por all. E d'ahi
resalta, Sr. preaidente, a neceaaidade da cons-
truego que propuz. e a cuja aaliafago visa a
emenda.
Km o.ulra emenda qae ee sobre a mesa, por
m*B**MIS**a e'oaaii alguns collegas, compre-
eodi umA verba para as malrues daa villaa de 8-
Bento iim0 Bom-cooselho. A matriz deata leve
prioc pioUe constrnegao com oa recuraoa doa po-
roadalli, e mediante a inlciatira efficaz do Kvm.
mtsstonarlo Irai Ce tao de Messioa.
Um Sr. Depatado : Que tambem fez urna
ponte.
O Sr. Wilrurlo : Nao aei se fez poote.
Um Sr. Deputado: Fez urna pingela.
Ouiro Sr. Deputado: Ha meio muito com-
modo de fazer-se o transito.
O sr. Witrurio: Entretanto acamara nao
diz iato, tez um requerimento ao preaideote da
P'0*10". requerimento que, foi para aqui re-
mettido, padlndo ae mandasse fazer eata ponte;
e entretanto todos sabem, que a cmara 6 a maia
competente para conhecer das necesidades do
seu municipio. (Apoiados.)
/Troeam-ae alguns apartes.;
O Sr. Witrurio: Mas ootem os nobres depa-
tados, que oo cooaigno rerbs. Eu nao repelirei
os argumentos que j apresentei quando tratei
de justificar a necessidade da ponte ; dlrei ape-
nas que a obra da matriz se a cha muilo ada ota-
da, ae acha em estado de receber aa madrea para
0 eoro ando alm disto um templo espagoso e
da architeclurs de gosto, cuja coostraego foi
orgada para mais de 6:000000.
Ora, ae al hoja aquella obra tem sido feita
exclusivamente custa dos poros d'alli; devida
aoa eaforgoe do digno missionario, a quem
pouto me refer, claro que nao oenbuma
exigencia, o pedir que a aaaembla consigne urna
quota para a sua coniinuago.
O templo espagoso, bem construido como
ja o disse; e pois razo de aobra ha para que
nao o deixemos inutillsar-se, para que nao se de-
teriore finalmente, o que est feito tanto maia
qaanto conata por informagee da meama com-
misso, que ha differentes materiaes accammu-
ladoa para a construego da obra, faltando ape-
nas os meios necessarioa para empregar eaaes
materiaes.
Alm de que, Sr. presidente, no estado em que
-ae acha eass igreja, Dao'pode prestar-se ao cul-
to divino; a adminislrago do Sacaamento fei-
ta o urna outra igreja que nao tem os requesitos
necessanos para eaae misler.
A villa de 8. Bento tambem est com a sua
matriz em comego.
O Sr. Witrurio:Nao, l precisa-se de oatras
coaaaa.
A villa deS. Bento tem urna ma'rlz apenaa co-
msgada, matriz queainda nao tere a menor asb-
reogo deata caaa.
Um Sr. Deputado :Ento tem direito.
O Sr. Witrario:Depoie disto, anda argumen-
tando como hootem sa argumentou neata caaa,
que noa a deremos volar qaota para as capel-
las-mores, d-se que esss igreja anda nao tem
outorgar um auxilio.
(Ilaum aparte.)
O Sr. Theodoro da Silva: Se ha matriz que
merega auxilio, a de Garanhuoe.
O Sr. Witrnvio :-Esaa, nao conheco.
[Trocam-se apartes).
O Sr. Wiiruvio :Ha pouco acabei, da dizer,
que para eaaa matriz oa cofres ainda nao concor-
reram com um ceitil; a obra eat muito atraaada
sem embargo dos esforgos do respectivo pancho ;
e alm de se recoohecer a obrigago de concor-
i provincia com qaotas para a construego
(Trocam-se diversos apartes.)
O Sr. Baro de Muribeca :-No qoeira discu-
tir agora a religio.
O Sr. Witrurio :Nao. nSo quero, mes digo
que a religio so maoifesla pelo culto- publico
que requer o templo como condico.
Eu nao me opponho, e darei meamo meu rolo
gao a ealradaa e outras obrss, sa fagam ; aeho
que ba nisto toda a conveniencia, apesar dos aba-
na que ae dizem existir, a pesar de taires para o
anno, termoa de ouvir dizer neata caas o qae ho-
)e ae repele com relaglo a despezaa improficuas ;
maa preciso tsmbem suppor-se que nao sao
somente essas obras, alias de rantagem, aa uni-
ese necesaidades da prorincia ; nao sao somente
aa ealradaa que trazem rantagena reaea a meama
provincia.
(Trocam-se apartea.)
O Sr. Witrurio :Eu aei que o resultado di-
recto do impoato ; ma aupponha r". Etc que ae
nao d eaae reaultado, que ae nao attioga o fin
que ha em riela...
(Ha am aparte.)
O Sr. Witrurio:O que eu quero prorar, Sv.
deputado, qae as estradas oo alo a nica ne-
ceaaidade da provincia.
O Sr. Cunta e Figueiredo :Harer coussqoe
mais justifique o imposto do que o que gasto
cem oculto religioso?
(Ha outro aparte.)
O Sr. Witrurio : -Eu nao creio qae teoham
sido mal gastos os dinheiros da prorincia, maa
entendo que todas asdeapezas tem ums utllidade
relativa.
Se aa obras publicas apreaentassem esse effeito
ostensivo, a instruccio publica, a religio, que
coocorrem para melhorar oa coatumea, tambem
DfTerecem resultados muito proficuos, tambem
cidas.
(Troeam-ae diversos sparles)
O Sr. Wiiruvio: A emende qu apresentei.
Sr. presidente, est por sua natureza juatiQcada ;
ella trata da satfago de oecessidades reaes, ne-
cesaidades mesmo reconhecidaa; trata-ae em
urna patarra de doua templos para os quses
de toda a justiga que ae d alguma subreogo.
Km resumo, e rollando a conatruego da poale
aobre o rio Papacacinhs devo lembrar qae nao
pego deaigaagio de quota alguma : ioato apenaa
para que ae inclua aa Verba dos 100:0003 a au-
torisago da sua construego, afim de qae o pre-
sidente ds prorincia, apreciando deridamenle,
como dere, attendendo aa oecessidades daquella
villa, qae se maoifesta com um futuro lisongeiro,
d o derido spreco a osaesatdade de se eslaba-
lecer essa ponte, que de mais & maia iodispen-
aarel pira ligar eaaa villa a ealrada do aexto.
(Ha um aparte.)
O Sr. Witrurio :Em eoncluao.Sr. preaideote,
eu entendo que as emendaa derem aer aparora-
daa ; e espero que a casa em sua aabedoria atten-
der ao que disse.
O Sr. Buarque:Muito bem.
O Sr. Sosza Res : Sr. presidente, nao farei
um pasaeto eleitoral.
O Sr. Witrurio :Isso tazamos todos nos.
O Sr. Souza Rea:Repito: oo farei um pas-
seio eleitoral, todava afloal direi alguma couaa
por onde talrez parega que dou alguns passos pa-
ra iato, o que prerioo deade j.
Lerantei-me para sustentar o artigo do projec-
to tal qual est, afim da que a casa o adopte neata
discussao.
Hoje mandaram mesa mais urna emenda que
anda nao foi lida.
O Sr. Feoelon :Estimara maito ouri-Ia.
(O Ilustre membro interrompe o seu discurso
para ser lida e apoiada a emenda.)
O Sr. Souza Rsia :Tenho por fim Sr. presi-
dente sustentar o artigo do projecto, afim de que
a caaa ae digne a prava-lo n'eata discussao lal
qaal alie est, nao porque eu oo sdmltta algu-
maa emendas aeate artigo, principalmente no 5"
que trata de obras novas, para o fim mesmo de se
designar estss; msa como qaer que nem s comisso
de orgamento, nem algans dos (Ilustres membros
que teem ideas este respeito teoham ainda flxa-
do-as,enenhum inconveniente ha em se apresen-
lar algumas emendas neste sentido na 3* discus-
sao, pens ser conveniente que a casa adoptase
nesta discussao o artigo tal qual, afim de que
na 3 aprecia as emendas que por ventura ae-
jsm oflerecidas.
O Sr. Penelon :E porque oo agora que
occasio opportona ?
O Sr. Souza Reris:Eu dei a razo j.
Nem a commisso nem os nobres deputados
que teem Ideas a refpeilo aa fixaram ainda.
O Sr. Fenelon :Eu j.
O Souza Res :Qaanto s obras novas ?
O Sr. Penelon ;Qaanto s obras novss, eon-
aervagao etc.
O Sr. Souza Res !Eu ainda nao ouvi o no-
bre depatado, reflro-me aquellea que teem com-
municado suas ideas comiaso.
Sfj_pnsidento os argumentos com que se tem
uV.nT'i L ar: PrM'<'nio o argumentoa com que se tem
n% w?u,d0 :TDe" p-rec,,a i* Pnte? q-eridotrenslornaras disposiges do erligo me
u >r. wiiruvio : Nao. l oracisa-se de oatras parece aun devium i .nt. n. ~ .:._?-... .
Tu h-""" 'Btej oiuu nao im a a aammiairagao da provincia flear sabendo que
Pi!.-."J". C0B?',W m* de malajpara se lhe nos porcuramos moraliaar os actos das reparti-
ouiorgar um auxilio. r.n d k... hii...
parece que deviam lar antes por fim dispertar a
altengo da assembla a respeito do modo por-
que os dinheiros pblicos se despeodem nss obras
pablicaa, do que effeclivameote diminuir a consig-
nago de fundos para ellas, do que mesmo fazer
urna distribuigo menos convenientes, e assim
cooaiderado, Sr. prosidente, eu nao tinha duvida.
de acompanbar os oobre deputadoa. Entendo que
a discussao nestejterrelno comvenieote, porque
a adminialrago da provincia flear sabendo que
gao dsa obras publicas.
('Apoiados.)
Mas senhorea a vejo que com laes argumentos
se qaer chegar ao resultado de oo se consignar
para ebraa pablicaa tanto quanto for o saldo que
se ppssa oblar, deduzidas as despezae autorisadas
por le.
O Sr. Feoelon:Eat em desaccordo com seus
collegas da commisso.
O Sr. Souza Res:Creio que oo.
O Sr. Baro de Muribeca :Comlgo nao.
O Sr. Souza Rea:Eis am dos meas nobres
... fMuwa com quuiai para a cuusiruccao u ar. souza neis:tis am dos meas nobre
das capellas-mres, deve peaar no animo da casa collegas de commisso,qae oo est em deeaccor
a noslderaco da aun a nartn da obra une a a eooaiderago da qae a parte da obra qne eat
feita, devida a derogo do poro, aoeaentimen-
tos de religiosidade que o animam ; e sendo eaaa
populagao maito pobre, a localidade pequea,
visto que ella j concorrea com o que poda,
coartado agora quena rotemoa alguma subven-
gao, para que tendo andamento aa obras, aa oo
perca o trabalho feito com oullificago doa ee-
torcos j empregidos.
U"> Sr. Deputado:Qaanto ser>
O Sr. Witrurie :A emenda o consigna.
(Ha um aparte.)
O Sr. Witrurio :Isto nao mais do qne um
derer que nos irnpe a religio, que profeasamos;
e nao sai, Sr. preaidente, como ae exigir daa
popalaciea o aenttmento religioso quand nao
lhe foroecemoa aa condigoea para iaao. Se cor-
re-nos o derer da easteotsco da noasa religio,
temos obrigago de dar oa aeioaparaocultoexter-
qo, urna daa manifestares desea mesma religio.
do enmigo, e assegaro qae o outro tambem nao
eat.
Eu, Sr. presidenta, oo posso crer, j o disse,
que esta casa dera querer outra coasa, aeoo ap-
plicar eaaeaaldo, qualquer qae elle aeja, e que
dos poseamos de aotemo prerer, para aa obras
publicas. O que haremos os de fazer della?
Por outre : o que haremos de Uzer dos dinheiros
proriociaes que tiramos daquelles que o gaoham
com o auor do aea rosto 1
O Sr. Catanho ;-xDemo-Iosdesnbrengo, con-
cedamos privilegios, fagamos obraa publicaa e
deamanchemo-laa.
O Sr. Souza Rea:Sr. preaidente, eu uo pos-
eo ver clamar laoto contra o modo porque os
dinheiros pblicos aa dispandem oas obras pu-
blicaa, quando vejo que nem sa apreaaajjajj^sM^
medio para eata mal, nem ae trata anl
aquillo qae talrez tenha cuncorrido maito dr
lamente para o deleito, para % incuria, para
das da semana.
2 Segunda. S. Eraamob. S. Mirr.ll,>. m
3 Terga. S Oridio b.; S. PiBl.ra ohu
{ O""-- f. Francisco Car.ti"lV";Vl-iiS!S "
5 f"1'- 8. Norberto b.; S. Amancio.
7 Sabbado. S. Roberto ab. ; S. Licarie,
8 Domingo. Paschoa do Espirito Santo.
ASSIGNA-SE
no Recite, em a lirraria da praca da Indepen-
n"ed.FVriV4,l?hPr0Pr,UrtM M"0, Si-
maweraagoes que se pr.ticam oaa obraa pu-
DSr. Fenelon :-Pertance admioi.trago.
OS-r. Souza Reis:-Se todos que se encarre-
S'J.h0 "' pub-,ic" cumPri"n eaectamenle
H Si..*? Da '* da,'m eamesito.r
rii--!,,s56" 'ialoa de qu Unto s
falla aaara ; mas, .eobora. o que 6 que decrec!
demente vemos entre nos? Nao a falta 72!-
?o no cumprimeoto doa deveres de quaei todos
fslaV 1"" BC"km dererea millo, impor-
laniesr (apoiados.) K
Sr. presidenta, eu com horror o digo, sepelio
para esta casa mesmo.... -------
O Sr. Baro de Muribeca :Apoiado.
-?.? So"" Res:-Quando se trata aqu dos
oegocios mais importantes, nos nao temos quera
nes ougs e sosal nem temos quem role. [Reela-
Quereis, aenhorea, que eale exemplo, partiado
aesta ciaa, nao rai produzir eeueeOaitoa naa se-
pariigoea aobre as qaaea deremoa velar, aobre
inape'g''o ? deea,0, ler lo<,a' e '"
-.?.S^. Cun.ha. Fi*u">ndo :Da minha parta
protesto ; so falto por doente.
O Sr. Fenelon :Eu fleo tranquillo com a tni-
nna conaciencia.
O Sr. Soasa Res :Sr. presidente, com ddr o
digo, oo tem sido esla casa, que tem por multas
vezes resolvido rerdadeiros esbaojameolos?
OSr. Fenelon:E d'ahi?
O Sr. Souza Res:Estar por rentara a casa
esquecida de que em 1848se maodou dar 60 coa-
loe de res ao Sr. Gusmo a preteato de prejai-
zos na illumioagao publica?
O Sr. Wiiruvio Ah cabe o el celera. (Risa-
0 35. )
O Sr. Souza Res :Eslaro os nobres depu-
tados esquacidoa de que eata assembla tem au-
tonsado lodemoisagoe, perddes de diridas, aba-
A 'e,,1,B1Soe. aposenladorias ioderidaa ete.?
O Sr. Feueloo :E d'ahi I
O Sr. Souza Reis Estar esta casa esquecida
de que os presidentes de prorincia, sem estarem.
aulonaadoa por deliberago desta caaa. ou antea
por sea alta reereago, nao perder occasioes de
esbaujsr dinheiro ?
O Sr. Theodoro da Silva :E d'ahi?
O Sr. Souza Rea:Estar por rentura eata
casa esquecida de que malrersagaa se teem pra-
licadoem repertigoea muito importantes, naquel-
la mesmo a que a proriocia confia a arrecadago
desius dinheiros, a flscaliaago.a guarda delles ?
UmSr. Deputado:Ed'ahi?
Sr. Souza Rea:Eatar esta casa esquecida
rinca!?aCOnleCeU eml848 na thesouraria pro-
Um Sr. Deputado:-E oo corpo da polica;
u >r. Souza Res : Eatar esta essa ceaaooila
do que acontecen no corpo de polica ?
Um Sr. Deputado:Osautorea do laclo feram
mais ou menos punidos.
O Sr. Souza Res :D'.hi o qua devo concluir
que desgragadamente nao aomente a reparti-
gao daa obrsa publicas que pratica malreraagoe.
Su DaP"ado: Logo rotemos grandes
quaoiiaa para obras publicaa. /
..??* **!'. desgragadamente, Sr.
presidente, eu direi.partindo desla casa e descen-
do al mais pequea repsrtigo, essas malver-
"??" 1-* Praticado. (Reclamagoes.)
testo que :-P"tin<,o 0 Sr. Baro de Muribeca :-E eu apoio.
O Sr.Soazs Reis :Por tanto, Sr presidenta, a
cooclasao que ae tem tirado.de que, urna vez qua
se praticam essas malrersagaa as obras publi-
caste nao dere consignar grande quola para essaa
obras, deria preralecer, se por rentura sa po-
desse sustentar que com essas outras repartiges
nnao derla deapender tambem o que eSeciira-
mente se despende.
(Cruzsm-se apartes.)
OSr. Souza Reis:E, conseguidamente, Sr.
presidente, o que os nobres deputados deviam
querer, nao era iato, oo era que se oo consi-
gnassem grandes fundos para obras publicas, mas
sim.que se procurasse remediar o mal, que se
procarasae erita-lo, se procursssa saber aonda
elle est.
O Sr. Theodoro da Silva :Descobrir e panir
o mal oo convem tanto a nos como a outroa.
O Sr. Fenelon:O qae campre casa na-
tringir a verba al qae a conflanga reapparecs.
^Apoiados.) *
O Sr. Souza Reis :At que reapparega a con-
flanga I u nao sei o que o nobre deputado tem
em vista com eate peosameoto. Qaal a con-
flanga que o nobre deputado quer que reappa-
rege t
fCrazam-se muitos apartas.)
O Sr. Souza Rea tEst a caaa toda horrori-
aada da descripgo que ea acabei da fazer, maa
creio qae a casa ha da recoohecer commigo, qua
Isto que eu digo. desgragadamente ama rerdade.
O Sr. Theodoro Silra : Est muito fnebre,
multo carregado.
O Sr. Buarque :O aobre depatado argumen-
ta com todaa aa pocaa ; oo atiende que a poca
actual do progresso que ludo rai melhor.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Ea oo tenho per-
teacido a assembss paasadas, mas os actos
deata casa teem merecido elogios na corte e em
muitaa proviociaa.
O Sr. Souza Rea:Aproreilo o aparte do no-
bre deputado para coocluir o meu penaamealo :
que nao obstante ludo iato, oo obstante todaa
essas malrersagdes daa repartiges da proriocia,
nao obstante essas malrersagdes que teem sido
sqai denunciadas pelos nobres deputados a res-
peito da reparticao das obras publicas....
O Sr. Fenelon :Nao se disse malversagee.
O Sr. Souza Reis : Usou-se al deata expres-
so, e a aceito porqae ella 6 rerdadeira : aioda
ha bem pouco lempo ae praticou urna malversa-
do, e quem a praticou foi punido deridameote.
Maa oo obstante tudo iato, Sr. presidente,
quem visitar esta provincia,oo para lisoogea-la,
mas examinando-a com olhoe de qnem quer di-
zer a rerdade, dir que a proriocia que maia
melhoramentos materiaes apreaenta. (Apoia-
dos.)
O Sr. Theodoro e Silva :Bem caro.
O Sr. Sousa Rea :Edretaoto, Sr. preaiden-
te, a provincia que tem economisado ajis
oa dinheiros pblicos ; entretanto, Sr. presiden-
te, entre as prorlocias de primeira ordem do im-
perio, Pernambaco aquella que carreta com
divida menor, eom urna divida muiliaeisse pe-
quena.
O Sr. Theodoro Silra :Isso prora qae ola ha
tanlaa malversagee ; est desfszende o ramo do
quadro.
O Sr. Baarque : lato prora que as ooasaa
condigoea actuaes ao maia favoraveia, qua va-
moa melhorando. rt:
O Sr. Souza Reis :O qae ea coocloo lele :
que oo
quer que
mesmo q
:e faz
..pi das malrersagea, qual-
lariigao que aa pratique, i"
daa obraa pueticas,
aata a consgase*,
em faror du abres publicas,
los;



AtlO
1
i por ternura o a ^4n#>''^P.
*u fuero deeeoohecsr o fac i 3tcandilosoi qur
1joij pteticados.que l( oha-tai lMaajuaa
suef provincia, i*oho em su laterxcrer-que
MU.... *
(Crucam-te aptrtet.)
OSr. Sonta Reis:Bst t ganado oTsobve de-
atad, en alo mado decaaiolio, eu locho em
itta fsr o qu eflectivamei.te fi, Tj* demoni-
rar que os nobre deputado, jao teea combatido
graade consignarlo de tar.a*l para ohrss po-
fcliM, o#o im razo alguna de'fai-lo, e que
leaeasaer que fostem aa ni tr*eTM$8s que t.
pretieaMea, devino seaipr'. -3ocordr em que
aa volease a maior caosiujit qua fosee peav-
eivel, porque as obras pulifara deveaser.o natv
o priaeirocuidado. Para cae, pois, dito Ba-
tir epatado < est mudaodc *> camioho ?
* Sr. Portella : Sim, aenfcor, porque ia faco-
sla vasa descripcio mjiito cst:egada do estado da
-OSr. Araujo Barros :Ka; elle falla deca ma--
toriamote.
O Sr. Souza Res : Mas sen ho res, e-erque
q se lem clamado Unto cintra a grande con-
signado para obres publica i ? Un dem, Sr.
presidente, parque 6 -precise que cuidemos os
malrizei ; aatros porque euisn lem que o preci-
sa caidar nos acudes, naa c deias, dos ceruUe-
rioi; oulros uas pontea do si rto. Has, senko-
re, iodo jato para o que oos leva ? Leva oes a
retalhar a orcameoto e cortear ssoasigoacei
para obraa publica* mais neeossariee.
OSr. Cunha e l'igueireJo : Leva-nos a aileo-
der a oalraa necessidades da provincia qua oo
alio smenla na capital.
OSr. Sarao de Muribeca : Kato as-estradas
clao teatro d capital ?
O Sr. Soaza'Reis :E, sensores, contra que
cosMtgaaco de fundos e tero gritado mais? Coo-
- ira a da conservado e repaios das obres publi-
cas-!
OSr. Catauhe :Contra u modo perqu ellas
se-f saeta.
OSr. Sotas fleis :Se contra o modo por
queso fazero, tneu coleg, a remedio nao di-
minuir aconaigDacao, deneeitrar o mal, te
for pessivel, apreseotar o lemedio, discutir-se
roeamo ueste-sentido para qie a proviacis seiba
orno a assesnbla aprecia estas rousas, e poisa
afiaal eppicar-se o remedie, lias dimiauir a
*oasigaaco, quaodo se v\ d) rotatorio do direc-
lor clac obraa publicas, que, se lecdo votado 60
coatos para reparos e comer'aca, anda aasim
ata qsaaita foi iasufflcieate 1
Quando, sedhores, anda assim a commissao
oso pd'de consignar tanto quaoto-e director das
atas pubHcss pedio no seu reiatorio ?
/Ha um aparte)
OSr. Souza Reis ; Eu lelro-me constr-
reco e reparos; o director pedio lid coatos, a
coamiseao dea 100 coatos du res.
Eatrttsato, seohores, os que clsmaram contra
ist<>. dizjam : quaes s.io as o iras que se tom fe-
lo Tera-se gallo tanto dinhelro e as estradas
siso em pesumo estado.Oh I -seohores I.....
O Sr. Catanho :.inda nic gero diste isto.
O Se Souza Res :Eu appello para o oobre
jdepulado a quem ora me d rijo [o Sr. Feaelun)
para que diga, se j nao dista os caaa, ter-sa
.despendido muito diohero e oso v tousa al-
gmmAjt
O 8r. Fenelon :Nem tanto.
O Sr. Souza Reis:Seoho jwetidenle. pre-
ciso que nio teohamos conhecimen.lo algum ab-
solutamente do estado actual da provincia, com-
paraodo-se com o de sgaos >nocs passados, para
*e diser lato Tem-se despee di do mailu dinbei-
r, verdad, mas descoohece a assembla que
existem rauilas obra ?
O Sr. Theodoro Silva. Elisio o esqueleto de
airadas que nao precisam s de conservacuo.
O Sr. Barros Brrelo : Todas ellas precisamde
reparos completos.
O Sr. Fenelon :Eoto cao digareparos
liga logo que precisam ser r. feilas.
O SrvSoaza Reis :Eu appello para o oobre
depulado (o Sr. Amaral); quecos diga elle, te
achando-se a estrada do nor'e em pessimo esta-
Jp, oso soffreo reparos, nao toffreu conservaco
lalque ficou em bom estado.
O Sr. Amaral:Slm, seohc r.
O Sr.-Souza Reis: A eaira a da Victoria oas
proximidades do engenho Soccorro, achando-se
em pescimo estado, nao soffrtu tambem reparos,
avio absorveu grandes quaoliai, com a cooserva-
caee calcamento, de modo que naje.....
O Sr. Fenelon :Islo prov coolra.
OSr. Souza Reis:Eslou nostrando ao nobre
depuiadu em que se lem dispeodido o dinheiro.
Easa estrada est boje em ereito estado.
O Sr. Caoba e Figueiredo : Toda ella ?
Uro Sr. Deputsdo : Foi apenas um buraco que
se eoncertoD.
O Sr. Souza Reis: Que extoso lem essa par-
te que eslava arruinada ?
OSr. Cunta e Figueiredo :Teda a estrada
est em bom estado ?
OSr; Sou7s Reis:Eu na ) disse isto ; mas
crea que esse ponto do eoge.ho Soccorro nao
penas um buraco. O nobre depatado (para o
Sr. Barros Brrelo) pode informar bem a este
respeito.
O Sr. Barro Barreto:T vez oda por 200
bracas de estrada.
O Sr. Souza Reis :A eslrai a de Muribeca nao
eesbs desoCrer tambera reparos?
O Sr. Caaha e Figueiredo :Essa estrada est
em tal estado, que eu e o Sr. \, de Souza I.eo
quasi ficamos afoladas aa lame, carro e tu Jo, Desee
buraco perto do engenho socrorro.
O Sr. Barros Barreto : Qunixe-se da altern-
les que maadou arrematara conservaco.
(Cruzam-sa oulros apartes.)
OSr. Souza Reis:A estada de Muribeca,
como ia dizendo, acaba tambem de soffrer repa-
ros, creio que sobo nome ou itu'.o de aramen-
lo. E se diz, seohores, qj nao ha conser-
vaco I
O Sr. Bario de Muribeca :-Ha pouca e m.
O Sr. Souza Reis:Nao ha em todas ss estra-
das, porque esta casa nao i- m votado iundoa
psra ella. (Apoiados.)
O Si. Feaelun :Nem se applica s verba qae
aa lem votado.
O Sr. Souza Reis:O cobre diputado nao ha
la pravar esta proposico, na i pode demnstra-
la tnesmo, porque cao pode sber quanto pode
custar esss couverssco que di: que se nao faz.
O Sr. Feoeloa .Podia ser muito melher do
que a que se faz com o diohei o que se dipende.
O Sr. Bsrao de Muribeca :liso verdade.
O Sr. Souza Reis :Por tan o, como avancar
tima proposico destai ?
O Sr. Fsoelon :Nao preciso demonstra-la.
O Sr. Souza Reis :Oh I suahores I Nao sei
como explicar islo.
O Sr. Feoeloa :J o demoislrei.
O Sr.-Nato:Nao foi demoi Irado.
O Sr. Canba o Figueiredo:Tenbo passsdo
pelas estradas e vejo ans borne is com urna chapa
no chapeo que diz obras publicas mai
lenho visto esses horneas seot dos beira da es-
irada, convenaodo, e muilaa vezes com os ds-
trumentos na mo.
OSr. Souza Reis .--FelizoM ate tem-cos eo-
conlrsdo com os inslrumeotos oa mi: isto pro-
va que a conservaco oso est iosetife. Sero
esaes homeos obrigsdos a estar trabalhando sem-
*f8,1ae "^ dedo pan, oeU estrada I
O Sr. Cuoha e Figueiredo d ua aparte.
O Sr. Souza .Reis :-E' infe icidade do cobre
depulado acbar sempre oa cooi madores cora os
instrumentos cas raaos.
(Ha um aparte.)
O Se. Souza ReisvDiz o nobra deputsdo qua
eocootra tres ou qualro homeos ea toda esss
extanaao de estrada. Vede tsm, aeoboros-
Wsirel que esta casa comprebeoda qae acoo-
MvtcJo da estrada da Victoria lossa er feits em
iLt 8U 'eoso por tres ou qualro homeos ?
i c -aP,rle0
*iSarumUt',ReU:- MaMiio ni0 r
VZXiTciZir'*da,uiUo qu-ie do
quareaos eslsbelecer devida '.'.S, i.,
^.senborea. psra que a. dim o.^ eon.!
&!ia P 8VIer ?m 1 ""tociofor ras-
yaLL. JJ-br"8"5*. 0, d iTeBo oa.ign.r
vel MMD Blenor 1"U que
rts.)
USr, prasidflaia, diz o nobra
ado. o aoasos U m
. oa despamdau m
as naisas despszas.
MMfatflHm, qaar 0
plcir a erasjaeaii qtse um particular deve exer-
car a.ana casa, aa obraa publicas que devem ser
?artts oo ir/tereise "Rersl ? Quem 4 que ha de
desculpar-tjoi, se por ventura nos nio dertnjs
dlMniVopara 'fawr as obras oecessarias? ^re
pablico acri esse tao ioiensato q dos desculpe
Uto? Potvenlcra podemos nos repreteolar.eu ser
mparados cerno ebefe de urna familia, da urna
casa debata deste ponto de vists ? 1
Um Sr. deputade.:Sera duvia.aBnhuma.
O Sta/SouaaV. R^ta^-PfcKsatitatat podomatves
dizariqtta enciirtaaaoa a ttaata dttspeas amue
a rapariicaordiui oteas pateHaaato far os.traba-
Ihos ttm s Qacessatia ecosMiou-1 N> teojB,qse
dar C0>U ao suoNca, o psabliajac qae aptaaia oa
itc^.saireaatricab des ateaa >i*tlcas, aja eos
por -ajaaaja paaio, OatWgatajaM os ^nios ajsjasia-
riospafa que etsso obra so-fa;a.
Continuando, Sr. presidente tratare! agora de
oslar"Opodaos que- alguna eobres deputados
leem fallo para certas localidades fora da comar-
cando Recife a pretexto de que tudo se tea -easto
esta cidsda, que quetn est perto do fga mais
se aquece. (Aooidos.)
Seohores, ha ver Iojuttir.a maior do que a
desle modo de pensar? Em que que tem sido
applictdas a maior somma dos diarieros lia pro-
vincia ? Nao ser su estradas ?
(Cruzaa-se apartes.)
O Sr. Souza Reis : Sao Sr. presiden te, sem
duvida ss estradas que mais dtuheiro tea coasu-
mido.
Um Sr. Deputado :E osa quaes te deve gas-
lar mais dinheiro. (Apoiados.)
OSr. Souza Rea :Balretaoto, Sr. presidente,
a quea aproveitam as eslradaa? SetS s ao mu-
nicipio do Recife? A estrsda que-chega at as
prexiaidades de Goianna oo noG, a estrada
que aa avance sobre a cidad doNazarelh, a es-
trada qae chegou a Victoria, a estrada que
se aproxima da Escada, a estrsda-que para o sal
vai em graoda adiantameolo,teod entrado j na
comarca do Cabo, todas estas estradas, todos es-
tes beneficios sao para o municipio do Recife so-
aentef Sao por ventura os moradores do Recife
coae diz o oobre depalado, qae mais gozam dal-
les? E pode-se coa este pretealo dizer, qae se
devea votar grandes quantiss para matrizes, ce-
aiienoi, e cadeias fora do aaoicipio do Re-
cife?
Ua Sr. Deputado :Prve que s as ettrsdas
sao aaa necesiidade publica.
O Sr. Souza .Reis :Nao poiso, nem lenho ne-
cessida'de de provar que-90 e estradas sao as
obras de oecesiidade publica.; nao posso porque
saletas*mete nao sao ellas as obras de oe-
cesiidade publica ; nao devo, porque nao Ira-
tamas sgora de apreeiar quaes sio at obras de
utiiidade publica. Mas o que certo, que o
nobre deputado cao pode contestar que entre es-
sas oaras,as estradas sio as primelrts ss que de-
vea preferir a odas as oulros, porque ellas airo-
veitam atla a provincia, porque ellatsoas
veas por onda circus o saogue da mesma pro-
vincia. (Apoiadoe.)
0 Sr. Orumrcouii :Isso-t bello 1
OSr. Buarcue :Est potico.
O Sr. Souza Reis :O oobre deputado por Un-
to nao tem razflo alguma para que, sob este pre-
texto, queira que oa os augmentemos a coosg-
oacio que est oo orcameoto para as matrizes,
ou que tiremos ds consiguscao para as estradas,
o qup elle quer que se despeoda com as mesmss
matrizes* cea essas oulras obras, etc.
Tratando agora de outras obras, a que sao de
ordem superior repares de matrizes, perguoto
su, toosumio |a provincia pouco com a casa de
detepeo? E a casa de detenco, aproveita s ao
municipio do Recife, ou aproveita a tola a pro-
vincia ?
Um Sr. Deputado : Tinhamot necessidade
daquillo ?
O Sr. Souza Reis:Nio sabe qte o preos de
toda a provincia vem para a casa de detenco ?
E, cooseguintemeote oo est esse eliQcio, que
consumi tasto dioheiro, aproveilando a provin-
cia toda, e atoa outras provincias ?
A respoilo dos pedidos psra matrizes de tora.
ea, concor lando com o meu oobro collega que
se sseota miaba itreits, pouco accreseentarei
ao que elle disse.
As matrizes. seohores, devem merecer todos
os nossos cuidados.
Um Sr. Deputado ; A religlo os reclama.
O Sr. Souca Reis :O nobre deputado ja ou-
vio hojeaqui dizer, e com todo o bom lenao, que
su nao devia discutir aqu sobru islo, porque de
ordinario nao vem u'ahi benecio, otes pra-
juizo.
As matrizes, como dizia, devem merecer todoi
os oossos cuidados ; masa easa aabe, e eu per-
suado-rae at que de lei, mas se o nao ,
pelo menos atiylo que a assembla consigne
fundos s para a capell mor.
O Sr. Poilella :E' de lei.
O Sr. Souza Reis:-Taoto melhor.
Calculando-se que esta despeza corresponde
ao terco da obra, e sejam feitot os outros dous
tercos oena mesma obra cuita dos fiis...
Um Sr. Depulado : Appllque islo para S.
Jos.
O Sr. Souza Reis : Slm, seohor, applico,
edemoostrarei ao oobro deputado, que assimte
tem praticado parr com a matriz de S. Jos.
Um Sr. Deputado :E os 8 coolos sao para
a capella-ar?
O Sr. Souza Reis:Nao se apresse o oobre
deputado.
O Sr. Baarque : Eu creio que urna das
obras econmicas que os temoi.
Mas, perguoto eu, qual Um sido o vigtrio que
nos tem unjo dizer, ou ao presidente da provin-
cia : Nos temos taoto, maodai-nos dar o que
corresponde ao que oecessarlo oa razio de 1/3
para a construeco da obra ?O oobre depula-
do nio me presentar lalvez um.
O Sr. .Cunta e Figueiredo :Aprsenlo. Co-
oheco vigarios, cujo zelo to louyavel, que oo
s aodam pediodo de porta em porta, como vem
muiiai vezes apreseotar ao presidente da pro-
vincia a relacio do que tem pedido, a Um de se
Ihe dar auxilio para continuar oa obr,
Ha pouco tempo o muito digno vigario da Es-
cada veiocom ama relacao destas ao presidente
da provincia, mostrsodo os seus.esforcot e pe-
diodo-lhe um auxilio para proseguir na obra,
sendo que o presideate oomeou urna commissao
louvaodo o zelo desse vigario. 0 vigario de Bar-
reiros poz a matriz em booito estado, est al um
edificio bello, casta dos deis, oada tem cuitado
a thesoararia ; e eu quaodo ped urna pequea
quantia de 2:O0aOO0, foi parase collocar o aliar
mor. Conbeco outros vigarios dignos de elogios.
O Sr. Souza Reis :(Coatinnando). Dignos de
elogios serio lodos.
Bem, V. Exc. ouvio, que o oobre depulado res-
pondeu qua tem havido vigarios que se lem di-
rigido so presideote da provincia, dizendo que
eiles lem promessas e diobeiros subscriptos, mas
nio dous tercos do valor da obra.
O Sr. Cuoha e Figueiredo :D'onde Tem esse
calculo de dous tercos?
O Sr. Souza Reis:Eu eslou dizendo oque o oo-
bre deputsdo devia dizer, devia respooder-me em
vista do que ea perguatei.
Dizia qae o oobre deputado, devendo dizer-oos
que existiam vigarios qua tlnham viodo declarar
terem os dous tercos do valor.da obra, alim deque
a provincia coocorresse coa o outro terco, oo
fez ass do que dizer,o vigario da Escada diri-
glo-se ao presidente para oomear-se urna com-
missao para edificar a matriz; o vigario de Bar-
reiros lea promovido muitss eimolas, lem feilo
muitas cousas que eu coosidero dignas de lodo
o elogio.
(Ha uaaparts.)
O Sr. Souza Reis: Digo que o terco, digo que
a assembla s deve coacorrer para a capella
mor, porque de lei.
Um Sr. Deputado.:Qusl a lei ?
O Sr. Souza Beis :Eu coaecsodo a fallar so-
bre esta materia, disse que suppuoha ser da Iti,
ou pelo menos de ettylo.. *
Ua Sr. Daputado: aobre deputado disse
que dos eiiylos.....
OSr. Souza Reis:...o oobre deputado que es-
t a miaba direita dilse-me que era de lei. Por-
tento, teobor presideote, quaodo mesmo queira
aceitara resposlado oobre deputado como satis-
factoria a rainha perguola, v todava a casa, que
apeoas dous vigarios lee assslro procedido.
O Sr. Cuoha e Figueiredo :Pota qaar que eu
faca ama nomenclatura de todos os vigarios qae.
trabalbam actualmente nal malriiei ?
0 Sr. Bario de Muribeca :-Nao baria do ler
muito trabalho.
rque:Se nos volanemoi urna som-
" puehiohoi viajaren! e tinhamot ina-
a oarte.
Rail;Entretanto leobor prusi-
DB tWNAMBUCQ. K, SEXT* MJR4 % DI 3LNHO DE lSt.
fot* M i,,' V .- i.
m
dente.eu creio qae nloerrireidlccado queae todos
os vigarios teptopozessem a ler as sura matrizes
em esttdo ao menos da decencia, elles nao pra-
cisariaa qce oscolres da provincia Ihes fosaea
abertoipaTa isto.
O Sr. "Cuoha e Figueiredo :Oh tenhor 1 Pola
o nobre deputado quer que o pero j carregeeVe
de iapottot fsca todaa as matrices?
O Sr. Souza Reis :O poro concorre coa a
malboi. boA vontiuamapaa -mr 1 mu sso coa-4
v*ada

.*-
(lia- parta,)
OSj.Souza \aa:-liasqu
DWrprasideniat ateodo
O Sr. Rallo "Reg (Jotquim) : Se roa dos
bslacoa,tem.
OSr. Souua Res : Eolio psra que est dl-
zeado tato ? Eu eppello para o mu nobre col-
lega de commissao que ae rio ata noite tirar as
now a ate respailo ; e que aabe que todas as
netas foram liradas dos batneos.
O Sr. Bsrros Brrelo faz tigoal sffirmativo).
Um Sr. deputado: Aiada faltam as loteras.
Um Sr. Deputado; fieea a propotcao.
O Sr. Souza Rei; A Pfoporcao qae o oobre
eputado eitabeleaeu foi ttwnstOo per base este
acto : qae o lodo das qmaUs votadas para as de
ais matrizes era iofotiorap ajuMtt qua.se linham
ado somente a da S. lana.
Ouga porra o nobre dpotitaslo. Ao passo que
fc matriz de S. Jos recatear 3fc50aWeO. a da
Boa-Vista recebau 12:800{j000, e o oobre deputa-
do sabe que na matriz da Boa-Vista se trataba
-apooaa. d* faaar-a-fraola- do adiSolo, quaodo
oa deS. Jos tratou-se de edificara igreja desde
os seus liceroes. deade a comprado terreno. A
matriz de Caruaru teve 4:6X10. a de fiarrsiros leve
6 600ju)00, a de Ltmoeiro tea lido 7:800 ; coa-
pare o nobra depatado essas diversas quotaa coa
as que tem lisio a matriz de S Jos, combine os
educios, eeua importancia e veja se ba despro-
OSr. Cu cha e Figueiredo:Mase nobre-de- pernio. ^
,i*dn du. 0.nn. ,& ieBfcorM,. dli-ie. oio tea sido s as con-
* lettoHia.
-Haaa
g o O; d estabjaf mtaw
Sr. Depubsb) :-arqep or-fz o rcenoo
aajat-oa capital t-ajsinsjai os.Cfraa#jblicos car-
resfera com toda a despezs ?
O Sr. Souza Rea :Hei da responder ao sobre
deputado ntsftclarlamezUe_
Mas, Sr*., o que- que se v ? V-se que os vi-
garios nio se importam, deleixam completamaa-
te Isto.
Um Sr. Deputado :Nem todos.
O Sr. Soasa Res :Bu oio hei de estar.faxeo-
do excepcOea a cada proposi^io que avancar na
cata....
putado diz, os garlos.
OSr. SoirzsReis :Oa vigarioi deleixam em
tudo teto, e qaando recebea o dinbeiro da pro-
vincia para empregar nu obras deauas matrizes,
de ordinario oppem-se com todas as forcis a
prestarlo de coalas, e coaira algur.s te tem veri-
ficado al px^cuces ?
O Sr.'Cuoha e Figueiredo :Se ha isto eu peso
ao oobre depulado que propenda urna lei para
qae as obres se facam pela repartigo das obras
publicas
O Sr. Souzs Reis : O oobre deputado (indi-
cando o Sr. Fenelon) sabe disto.
(<3 Sr. Fenelon faz sigoat afirmativo.)
(lia outro aprte.)
O Sr. Souza Rea : O nobre deputado sabe
o que eu vou concluir.
O Sr. Fenelon : Basta o que tem dito at
agora.
O Sr. Souza Reis : O que devem fszer o vi-
garios para conservaren! as ouas matrizes com a
de vi la deceocia, ellos nao o fazem absolutamente,
(apoiados e oao apoiadosl a bam longo da fazerem,
oio prestsm cootas, recustm-se a isto. e tem obri-
gado a fateoda a proceder contra eiles, porque
despeodem ot diaheiros de modo a nio poder
prestar contas.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Porque faz appli-
escao disto oo geral coaira et vigarios ? Eu pro-
tetto coaira isto.
O Sr. Araujo Bsrros :Eu tambem protesto.
O Sr. Bario de Muribeca : E* tambem pro-
testo que a maior parle.
O Sr Araujo Barros :Eu faco o meu protesto
porque tenho vigarios carneradas (rizadas )
O Sr. Souza Reis :Ora, Sr. presidente' se para
que hajam matrizes oecesiario que os fiis coo-
corrta com a obra necessaria, excepto a capella-
mr.... r
Um Sr. Deputado : E.le argumento do oo-
bre deputado ; em paiz neohum se sustentara se-
melhantes ideas.
O Sr. Souza Reis:Pois oo ha urna lei oeste
sentido ?
(Trocara-se signos apartes.)
O Sr. Souza Reis : Seohores, os fieit vem
este procediraeoto dos vigarios...
O Sr. Cunha e Figueiredo :-.Esso argumeulo
do oobre deputado. Da Franca nem em oenbum
paiz christo se di Uto. nem se pralica.
O Sr. Souza Reis: Logo vi que a Franca ha-
ra de sercitsda.
Se os fiis vm os vigarios proceder por essa
forma, podem eiles coi>eerrer com uas esmolaa
psra os coocertos das matrizes?
Eu por taoto, Sr. presidente, o que quero, e o
que qaer a commissao, oao como peosou o
meu cobre collega de dislricto, nao que nao
consignemos fundo para os reparos das mstriz,
e tanto oio este o peasameoto da commissao,
nem o meu, que eu dei o meu voto, e a commis-
sao effeclivamente coosigaou (uados para isto ;
mas fazer bem saliente que os pulamos estar
dispenaados diito, se ao menos os vigarios se pa-
receisem com os oossos dignos capuchinhos.
O S'. Fcoeloo :Nossos?
o Sr. Biro de Muribeca : Que etio eoti
os. \
O Sr. Feneloo:Olhe que nio to i^i capu-
chinhos, que lem conseguido eatea resultados oa
oosia ierro. >-*
O Sr. Souza Res :Na notta proviacia.
O Sr. Feneloo :Nesla proviacia, aira ; anda
ha pouco o muito digno Sr. Dr. Ibiapioa conse-
goioo mesmo, e elle oo capuchinho.
O Sr. Souza Reis:E' urna muito honrosa ex-
cepcao.
(Hi um aparte.)'
O Sr. Souza Res:E' urna muito honrosa ex-I
cepcao, que loras mais saliente tudo quante te-
nho dito,
O Sr. Catanho d um aparte quo cao ouvi-
mos.
O Sr. Souza Res:Nao era vigario.
O Sr. Catanho :Nao era.
O Sr. Fenelon : Isto palo enlhusissmo que o
povo tem pelos capuchinhos.
[Trocam-se diversos apartes.)
O Sr. Souza Reis:O eclhusissmo da popula-
cao pelos capuchinhos nssee do.exemplo que el-
los Ihe dio, (apoiados) e. iocootestavelmecte,
dessem os vigarios o ejemplo, dessem os sscer-
dotes em geral esse mesmo exemplo, que o povo
havia de ler por eiles o mesmo eclhasiaamo que
tem peloi capuchinhos. (Apoiados.)
Agora, Sr. presidente, eu chego matriz de
S. Jos, e declaro essa qae trato della princi-
palmente, porque o oobre deputado pelo 3o dis-
lricto para quem agora mesmo eocaro, (o Sr. Cu-
nha e Figueiredo) me deu hontem um aparte, que
parece ler alguma cousa de myslerioso....
O Sr. Cunha e Figueiredo :Eu oo dei aparte
offeosivo, apeoas disse que para S. Jos se dava
maia de metade do que fleava para as outras ma-
trizes.
O Sr. Soaza Reis :S disse isto?
O Sr. CuobJke Figueiredo :Nao sei.
O Sr. SouzMfteis :Accresceotou mais alguma
cousa -em bem sei porque disse o oobre
deputado. Mas, seohores, se o Dobre deputado
lem uisto alguma cousa de mysterioso.
O Sr. Cuohs e Figueiredo: Nio digo nem
quero dizer; hi alguma cousa, mas oo quero
dizer. "
0 Sr. Souza Reis:Eu tinba muita vooiadede
sabar qual era o myiterio.
O Sr. Barros Bureto: Quem o procurador
da matriz de S. Jos?
O Sr. Drummond : E' o Exm. Sr. bispo dio-
cesano quem se mpenha por aquella obra.
O Sr. Soma Reis: Louvores lbe sejam da-
dos. '
Sr. presideate, esse aparte do nobre depatada,
que foi ampliado pelo seu oobre collega de dii-
triclo, anda hontem me fes-dar a um trabalho,
qual o da veiicar quaes as quotas que tea ob-
tido aa matrizes deade que a de S. Jos lea re-
ceido coosignagoes paraassuss obras.
O Sr. Drummood : Sommadas todas oio pre-
fazem o que se tem dado para S. Jos.'
O Sr. Souza Reis : Vejam o que fallar sem
ao mecos saber dts cousas, perdoe-me o oobre
depntado qae Ih'o diga, fallar oos ares 11
A matriz de S. Jos comecou s ler consigna-
So deal1J,elr2i Ptovn" no exercieio de
1845 a 1846. e desde enlao at hoja se tem con-
tinuado a macteresss consignscio na le do or-
cameoto, excepto oos socos de 1847 a 18A8 no
de 1850 a 1851. 51 a 52. 52 a 53. e 5 a gO.'
Sommando *s diversas quotaa que lea tido s
matriz de S. Jos, importam ellas ea 35-500 ao
passo qae o total das cocsgosees para as obras
1480008 "" UU"e" d Pt0,DC"- m a rii
Um Sr. deputado Todas eiles ai o se gas-
taran) ; ficou oa lei do orcaaento s (apoiadosl
O Sr. Souza Reis: Ora isto I tantos apoiados!
e oioguem sabe de cousa alguma I
O Sr. Mello Reg (Josqaim): Ea sei.
O Souza Reis.: O que que o oobre depu-
tado sabe?
Eu reeprri aos baiaucos, quocomo o oobre de-
putado sabe, mencionara s as quaotiaedispea-
didas. '
O Sr. Mello Reg (Josqaim) : Muitas vezes
a coQtigoicao oio se asgota.
O Sr. Souza Reta : O nobro deputado nio
pode sustentar isto, porque eu oo tirei estes
dados dos ornamentos, tire-oa dos balceos que
coaoo oobre deputado sabe, so trattm das des-
peas rsaliadai.
signacoes do orcaaento cea qua se tem feilo
aquella obra, tambea teve ella loteras. E' ver-
dad*, mas vamos v6r qual o resultado qua tem
prodazido essas loteras. Ei-lo aqui seohores
7380*009. Que grande qaentia, seohores !
(Ha uto aparte),
O Sr. Souza Rail:Perguoto agora meus se
chores, partindp do meu principio qua. o de
que as matrizes davem ser feilas ea dous tercos
cora smulas dos liis e ea ua terco a custa do
cofre provincial, perguoto ; vt todos que co-
oheceis aquelU obra, podareis dizer que 42:000
oo corresponde ou oo menos talvez de um
loteo dalla? B acusta de quem, seohores, tea
sido feitos os dous tercos da qu el la obra ? Vos to-
dos sabis que tena sido cuss dos liis, por
sraordos esforcos, dos. desvelos, do cuidado que
o nosio ditUncto. prelado lem empregado aa
coostrurcao desss matriz, (muitos apoiados) que
tambera em grande parte lem sido feila coa as
proprias readas da aitra. (muitos spoisdos).
J v, porlaato, a casa que oso ha icjaslica
alguma em consignar ama quota maiox para as
obras desta matriz.
Um Sr. Deputado:Nio se ceosurou, apooss
se dlisa que para as oulras Qcava auito pouco.
O Sr.. Souia Res-:Diz-so que injusto aar-
car-se 14:000 para matrizes, mandaado-se que
oito conloe sejaa para a de S. Jos.
[lia um aparte.)
O Sr. Souza Reis:Bem, agora vejo que o
oobre deputado oo quera que se desigaaste
determioadameote a matriz de S. Jos.
Sr. presideote, era preciso contigoar-se urna
quota para a matriz da S. Jos. O oosso distioc-
to prelsdo. que qusr concluir aquella obra, o ao-
oo pastado aos disse que com 16 000 a con-
cluira, e os pedio a esta assembla ; eflVctiva-
mete a comaisso de oieamenio, attendendo a
esse pedido que Ihe pareceu muito justo, coo-
sigaou os 16:000$, mas a case sabe, que fomos
obrigados o anuo paseado a cercear quasi todas
as despezas,e a coosigeaco para a matriz deS.
Jos sotfreu urna redueco de 50 por ceoto ; em
lugar de 16;00X>. dorara-se-lhe 81000, apenas
para a sua coocluso ser precito contigoar
8:0005, e sendo assitn, eu creio.que a casa nao
deve ter repugnancia em votar hoje esta quao-
tia, porque assim reremos concluida aquella
obra.
Se heveotoe de estar concorrendo com peque-
as quaolias para obler-se esse resaltado, depois
de unos, melhor qua consignemos urna quan-
tia que se sabe que ebega para a coocluso da
obra.com tanto que esls possa ler logar j.
O Sr. Barros Barreto : Mesmo para que a
coattrucco teja mais fcil e econmica.
O Sr. Souse Raa :Espero que os oobres de-
putados atleodero etta eontideracio.
Sr. presideote, parece-me ter alliogido ao fim
que me ptopus demonstrar e qae a cats deve
votar o artigo que se discute tal qual elle se acha
redigido, em'quanto se combina na emeoda
que pode ser oiTerecile, mesmo aa lereeira dis-
cuasio, pareceodo-me ler demonstrado tara-
bea que urge qaa aoja votada a qaoia para a
matriz de S, Jos ; entretanto a casa, soberaua
como reaokver como melhor julgar em sua
alta aabe loria.
VeriucauJo-se oo liaver caaa, tica a diatuaaao
adiada.
O Sr. Presidente levanta
ordem do dis.
a sessaar e designa a
? DE JUNHO DE
SESSO ORDINARIA tvi
-. KA
Presidencia do Sr. Bario da Vera Cruz.
Ao meio da abre-se s sesso, a approva-se a
acta da anterior.
O Sr. Io secretario d conla do seguate
. EXPEDIENTE.
Um oficio do secretario da provincia reme!
teodo as informacet dadas pelo provedor da
Santa Cita ds Misericordia e commaodaote das
aroMS; aeerca dos apparelhos empregados por C
L. Cambrocoe.Aquem fea a requisi;ao.
Onlro do mesmo, raaelteado o oulhographo
da Ietoumero 5t promulgada esleanoo.Intei-
rada.
Urna pelicSo da viuva Raymundo 4 C, foroe-
cedorea de vveres aoa vapores da real compaohia
de paquetes ioglzes e outros navios, pedindo
iseocao do imposto de 5 por cenlo dos gneros
quo embarcarem noa domingos para bordo desies
oavios.
Outro de Domingos Soriaoo Alves da Silva por-
teiro da theaouraria proviucial, pedindo augmen-
to da vencimentoi.A commissao de ordeoados
Outro de Joveocio Temporal praltcaote da ihe-
soararia provincial, pediodo um anno de liceoca
com veocimenlos para tratar de sua saude.A
commissao de peticoes.
E' lido um parecer da commissao delegislago
defenndo a preteugo de Aotooio Jos Rodrigues
de Soaza, thesoureiro das loteras da proviotia, o
qoal tica adiado por ter asslgoado vencido um
dos membros da commissao.
ORDEM DO DA.
H parle.
Eotraem discussio o parecer di commissao de
obras publicss acerca-da preteoco de Jos Frao-
cisco do R*go Mais, que ficara adiado da sesso
anterior, aoqual a commiisioofiereceu a segua-
le emende :
Substilua-se s coocluso do parecer pela se-
guinle resolucio;
AT' 1# flc' CMcedido a Jote Francisco do Re-
70 or! q,M,rta oe9w*88rs.. importancia de
1/8,800 bragas cublcaa do atierro com transporte
medio de 20 brabas a razio de 5260 ris a braca
cubica. ^
Revogadas as disposicoes ea contrario.S. R.
Barroe Brrelo,Baarque de Maeedo.
Segunda discussio do projecto n. 16 deste
anuo,
Art. Io A lei n. 511 de 18 de junbo de 1861
ser executada com as seguales tlteracoes:
1." O prazo de que trata o -3 do azi. 12 fl-
ca redaxido 30 diaa; para as obras porm. de
valor excedente de des al clocoeota coolos de
ris sari de dous meses, e deste rslor psra cima
de tres.
8 2. Pica suppriaidoo art 19.
3 Na execuco do art. 20 o presideote ds
proviocia atteoder circuaslaociadameose re-
dueco dapessoal, embors augmente os veoci-
meotos, com taoto que nao seja excedida a des-
pza actual.
E' approvado.
Art. 2." O excetso das verbas psrs o expedieo-
le e asieio das reparlices e estsbelecimentos
provioctaes correr por coola dos emolumentos
que em cada um dalles se cobra, e da porcen-
tsgem os reparlices em quo ella se dedui.
&' approvado.
Art. 3. Fica prohibida aemisso dasapolices
autorissda pelo art. 31 da lei n. 488 de 16 de
maio de 1860.
E' approvado.
*'' Cinco das depois ds abertura da as-
sembla provincial, deverao ser remettidos esta
o balaoco, o balanceta, a proposla de orcameoto
e o reiatorio da tbesouraria, tudo em manus-
cnpto, sa sinda nio estivorim impreisos.
E' approvado.
Vo mesa os additiros offerecidos ao oro-
Jecto : r
O Sr. Thaodoroda SHra mtodi o aegainte re-
quenmeato:
ieqoelro que fhjnem os additiros adiados, al
Ja sejam imprtsios.-Tbiodoro da 8rs.
em todos ot teruios da provincia lugares de de
potitaros geraea.
E' approvado sem debate.
Setraoda ditcusiio ds emenda otTerecida palo
Sr. Drummond is posturas do Rio Formoso.
E' approvada sem debate.
RBBM DO DU.
t* parte
Contioua a segunda diacuese do ait. 13 do
o remenla proriocial.
(Contiitar-SS-ria.)
D.gca.'sftfoSr. ir, Biarqie de Ace-
do, n sesso tfe-2^ dtr tiwsaifitT.
O Sr. Busrque : Sr. preiidente, suppuz q.ue
Q honrado memoro d coaaisaio do orcameoto,
que acabou de olTerecer algamas explicaces so-
licitadas pelos cobres deputado que hooiem im-
pugnara a o projecto da lei qae se discute, nao
descese a se oceupar das diversas questoea da
estrada da ferro desta proviocia, por isso que de-
clarando elle qae oio entrara ea aioueiosida-
des....
O Sr. Bario de Muribeca : Eolio estrada do
(erro aiaucioaidade ?
O Sr. Buarque : E' urna questio especial;
oio faz parle das geoeralidadea que donara res-
pooder as inlerpeUacaa.
(lia outro aparte).
O Sr. Buarque : Rectiflcarei a expressio. e
di ra, qua oao so- tralaodo de queaioes especia*
sao me persuad que se oceupasse to largamen-
te como o fez, da compaahia di estrada de fer-
ro, quaodo em outra occasio, aeu ver aais
Oiiporiuoa. se poderia discutir largameote esta
materia. Entretanto j qae o oobre deputado
prevaleceu-se da discussio do art. 1. do or$a-
meoto para maoifsslar casa suas apprebeotes,
j que elle oos fez leutir as cecearas que Ihe me-
reca m os diversos pootos com que oos ntrete-
ve....
O Sr. Barros Barreto : O oobre depulado
mesmo contesta isso, taco-lhe toda a justics ces-
ta parle.
O Sr. Buarque : .... eu oo posto deixarde
preoder aa mesma opportuoidada a atteocao da
casa, que acabou de ouvlr estas considerares,
para, segundo miohts turcas, tratar de respon-
de-las.
ComeQarei pelo primeiro ponto que discuti o
honrado membro, aquelle que ae refere ao juro
addlciooal garantido por esta essa.
Diste o hoorado deputado, e disse-o com bas-
tite fundamento, que a compaohia da eatrada
de ferro se acbava paga desses jaros at 31 de
janeiro deste auno, isto al o fim do ultimo
semestre ; accresceotou, porem.que so essa com-
paohia se acha embolsada, nao ha razio alguma
para se estranhar o procedimeolo da commissao
de orcameoto pela suppresso ds verba para o
pigameoto desses juros, porquaoto slem de ser
o acto da commissao urna queato de mero rgi-
men interno, acresce que o governo tomou a si o
encargo de fszer esse pagamento; e digo encargo,
porque oio me consta, e creio ler alguma razo
para saber, que baja uma lei geral em virtudeda
qual se leoba ooerado o theaouro nacional de
mais esses dous por cecto addicionaea.
O Sr. Barros Barreto : Por certo que oio.
O Sr. Buarque : Se oo ha ums lei gersl
que determioe o psgameoto dessa garanta lio
expoolaaeameule concedida por esta casa, como
dizer-se que aquelle governo est por ella obli-
gado ?
Entrando na aaalyse dette primeiro pooto eu
comeco por aceitar a quatto, certo de que o go-
verno oo ae acha obrigado por lei ao pagamen-
to dos juros addiciouaes.
0 Sr. Barros Brrelo : Nao por certo.
O Sr. Souza Reis : Mas acha-se obrigado
pelo contrato com a compaohia, e isto bas-
ta o te.
O Sr. Busrque : Nem oslo o cobre depa-
tado tem rszo; eu direi o que ha.
J declarei casa, Sr. presidente, ni sesso
transada, qus s companhia da estrada de {ferro
nio pudendo por coosiderscoes de aigum peso.ei-
lar em relacoes com agentes desta proviacia acer-
ca do pagamealo do juro sddiciooal ; por isso
qae semelhaote trabalho accarrelaria dispendio,
poderia de alguma forma Irazer confuso em seu
.T.-lema de compatbilidade, solicilou do gover-
no geral que o juro addicional de 2 por ceoto
fosse englobodo aos 5 por caoto garantidos pelo
Estado, aura da quo integralmente lossem pagos
pelo cosso agente em Loodres, que tomando a
si esse pagamento o flzesse da coeformidade com
a lei, que coocedeu a gariotia provincial.
O governo, acquiescenJo a esta reclamaco da
compaohia, declarou, qua elle se entendera com
a proviocia, e que expedira aa ordeos necessa-
rlas ao seu sgeuto em Loodres, afim de que esse
pagamento fosse integralmente salisfeilo na occa-
sio em que o juro geral de 5 por ceoto livesse de
ser pago osquelle reino. O governo lomaodo se-
rcelhante compromisso, o que exprimi? Oque
significa este seu acto ? Nada maia do que uma
fiaoca para esse juro addicional de 2 por ceoto,
que a compaohia.para regalarisar o seu trabalho,
para melhor fhcalisaco, pela ecooomla de lem-
po, e de operaces fioaoceiras, solicilou do go-
verno gersl, ao que elle acquiesceu em virtuda
da lei provincial que o coocedeu e que 'Ihe foi
presente.
Mas, senhoreres, se poder dizer que isto cons-
tilue uma obrigaco dar o governo deade que
recusis esse psgameoto ? Se poder dizer qus
supprimido o juro addicciooal, garaotido por es-
ta casa, resta ao goveroo a sbrigacoes de pga-
lo ?
Uma Voz : Sim.
O Sr. Buarque : Nao. O goveroo acquies-
ceu a este pedido da compaohia como j referi-
os, porque ella apresentou a lei em que se diz,
que este juro Ihe seria garantido ; e assim prali-
coa a compaohia porque se acbava baseada em
um acto desta caaa, acto que deve ler lodo o vi-
gor, que deve ser respeitado emquaoto oo for
nvogado eipressaaeote. O goveroo, portelo,
vecdo que oo orcameoto cao se acha consignada
quota pars semelhaote pagamealo, necesaria-
mente suspeoder os juro'saddicciooaesque leem
sido adiaotados esta proviocia.
O Sr. Bario de Muribeca : Nio, seohor.
O Sr. Buarque : Se presidente, as miobas
palavras, que podem ser coosideradas como uma
impugoacao ao orcamento oesta parle, nao sig-
oiflcam que a provincia deve alteoder esta di-
vida de preferencia a todo e qualquer compro-
misio, nao por certo i eu reconheco o eitado de
defic:eocia dos oossos cofres, eu aprecio perfe-
tameote esse estado, e comprebeodo que anles da
disida da estrada de ferro a proviacia deve aa-
lisfazer suas aais vitaes necessidades.
Mas, segue-se desta considerarlo que se oo
deve coongoar esses juros ? Poder coacluir-ee
que o facto de ter o goveroo geral pago esses
juros sddiciooaes, bastante para que deixemoa
de consignar verbas psra alies ? Nao, por cer-
to. O goveroo geral attendendo ao estado Qoao-
ceiro da provincia, sea duvida continuar dar
cumpriraeoto sos fiaoca.
Mas, seohores, por ventura deade que suppri-
mis oa lei essa verbs, oo significis quo retirss-
tes o vosso assenlimento semelhanle pagamen-
to ? Eu creio que sim. Eueotendo que o or-
camento devo comprebeoder, nao s todas u
despszas da admoittrscio, como alem disto, os
compromisioscontrahidos.embora os oo possaes
satisfazer, porque ao meos isto um recooha-
cimeoto 'de oous que chamaetes a vos, de que
ha uma divida que tea de sor paga. En por-
tento o aolivo de aioha impugaaco ; neohum
Sr. deputado comprehenda qua ioaisto pela sa-
tisfaco desss dtvids de preferencis a todas ss
outras, oo ; eu apeoas desejo a sua consigna-
gao oa lei do orcameoto, para que seja palale o
recoobacimeoto da provincia.
Um Sr. Depulado : O reconoecimenlo consta
dss leis soteriores.
? S' Bua"luea: Se a assembla recoohece
a divida, qaalo fim da suprreisio da verba na lei
do orgameuto T
O Sr. Souza Reis :Nao ha dinheiro.
O Sr. Busrque: Nio ba dioheiro I Mae por
ventura oao se poder dizer qae isto importa o
descoobecimeoto da divida !
OSr. Souza Reis :Digaa o quequizerem.
O Sr. Buarque:Mas, seohores, nao v a casa
que o governo geral, apenar da garsolia que de,
nao pode continuara pagar esses juros, desde qu
a assembla suppriair no orcaaento essa verba ?
Sem duvida alguma. Eu. j disse ; oio se exige
que a provincia pagas de preferencia estrada Ua
fovrn na., aaa------- fmmm.it ataau _._____ .
Posto rotas o rriquerimento, approvado. i-i. .i... .
Terceira discass?. do projecto n. 25. qua croar 'eacrar^T..1!9' V P'?CB ,",t- *.** ,M '
" toaros de d*T *~nrecIetos offerecidos psrs justificar o pro-
- codiaanto da coaaaiMo, nio sio procadeataa
a lace dss razos que acabo da referir-voa.
Agor, 8r. i presidente, eu enlrarei na questio
quesascitou o honrado depatado coa Unlsi teti-
aaoai, e {tro- meteceu lbe lio posea beoevo-
leocla.
.Eslou Persuadido qae o nobre deputsdo s quem
p*r|ne.dliMossaKe osea procedimeolo com rala-
Cao ao ofeteca de que Irttou, e de 'guras frm*
naa apeuanou dovidameote ot contrato! celebrs-
dsaMPSt coaasjao h i a.
GaaDaeaodo par onde comecou o oobre depul-
do ajelo ettaco da Poolezinha, ea pedirei cas
Iguma attencao, afim de expor com municioal-
dade os motivos que determioaraa a aaa sap-
pressao.
Sr. presidente, notorio, e por tanto ni aa-
cessilo offerecer documentos ea prova, que a es
tacioda Poolezinna arrecada va aaa receitaaui-
co iosigoiflcaule para a emprezs, receitt que b
devemoa antaa considerar como paria interote
da garanta do goveroo, por isso que toda olla t>
applicada aos cofres nacionaet ; e itto aa coot-
prehende, visto como essa receils a batanea tita
juros gsranlidos.
Neslas circumstancia, teodo o governo-gera 1
recommeudado aeus ageotet, qae parlados os
meios posaives, procedend a maia etlricta eco
nomia, procurassea cortar, na s por busos,
como por despezas que nio podesiem correipoo-
der a ama receita equivalite, aioha vista nio
podiam deixar de se dirigir para a estscio daPon-
lezioha, qae sa achiva neste caso, onde a sua re-
ceita era iolficieuta para a satisfaca do suas
despezas, quer de trafago, quer da fuellas exigidas
com s sua permaoencii, e acerca da qual havia
eu recebido Daumeris reclamages da compa-
nhia. Essa eataeao por algum lempo conservo
um chefe, um ajudaote, aervenles ale. ; quaodo
cheguei oesta oronocia, e lomei conta da fisealt-
sacao da estrada de ferro, um dos meu nrimetios
cuidado foi mandar despedir todo aquelle pes-
osle assim o til pela deficiencia da receita d
localidade, ficaodo oaquelle ponto um guarda
para a dislribulcao de mneles, recebimeoto de
eocommeodas, etc. 0 edificio da eitacio conti-
nuava de dia ea dia a arruioar-se, o numero de
patsageiros que coatuaava freqnentar a localida-
de dimiauia tambem ; facto noro, seohores, por-
quaoto em todas as estradas de ferro, propor-
gao que dura o trafago, o traosito augmenta, en-
tretaoto qae all foi sempre em decadeoaia.
Neitas coodiyes tratou-se da importinie qiaes-
tao das estar,e, procuroa-se saber se a compa-
ohia se acbava ou oio obrigada a construir eita-
coes permanente oa 1' secgo. Eu peco per-
misso psra tratar daala materia era primeiro.lu-
gar, para que depois faga spplicaco do resultado
qe colher, estacao da Poalesiooa.
Levantada a queato, se a compaohia era ou
oo obrigada pela coostruccao das estac,5e, ques-
lio esta que suscitoa-se em virlude de um exi-
gencia micha oo salitfeita, mandando construir
a eataeao da villa do Cabo, porque de um equi-
voco que e havia dado, entre o reiatorio doea-
geoheiro flacal e o do ministro do imperio de eo-
lio, e achava este persuadido que a estacao da-
queila villa eslava coostruida, equivoco que leve
lugar, por se ter terminado a edificaco da um
predio destinado aos escriptorios e babiltco dos
empregados da compaohia... -
O Sr. Drummood : O palacio da lama?
OSr. Buarque :Procuraodo, dizia ea, verificar
se a companhia se achava obrigada conalruccao
das estacos permanentet;da l^seccao, viatocomo
se recusava ella mandar edificar a do Cabo, foi-
me retpoodido pelo digoo eogeoheiro em chefe
que um dos administradores da proviacia, da ac-
cordo com o eogeoheiro fiscal de eolio-, havia re-
cebido essas estaces de madeira como obras per-
ra a o en tes.
Esta resposta, seohores, digo-o com fraoqueza,
eocbeu-rae de tal lodigoacio, parecea-me tao
desairoso o que se me referia, que sem coosde-
rar, sem alteoder a reflexlo algama, declarei ter-
minantemente, que ae era exacto que o presi-
deote da proviacia havia fallo semelhanle con-
cesso, o que eu davidava o para o que exiga a
prova ofBcitl, elle havia procedido illegtlmeote (.
que ia dar coohecimeolo ao goveroo geral das al-
legaces da compaohia, declarando em seguida,
que estiva alia obriajada pela coostruccao deesas
estace intermediarias, e que eu exigia sob mi-
cha respoosabidade, que fosse logo ua edifica-
co comeceda:
EtTecttvameote dei coohecimeato queUe go-
veroo do meu proceder, que mereceu sua plena
approvaca.
O Sr. Barros Barreto: E como disse entio o
oobre deputado que a compaohia oo tiuha obri-
gaco 7
O Sr. Buarque : Eu 'eslou referindo o meu.
proesdimento ; vou mostrar ao nobre deputado o
que fez a companhia.
Toado o goveroo geral approvado o meu.pro-
cedimento era semelhaote pooto, o eogenbetr
da companhia declarou que entrara em na ae-
cordo acerca da construeco dessaa estaces, aa
attecdei bem, sob mioha responsabilidade, e nio .
porque reconhecesse ella essa obrigaco, ipor-
quanto entenJia que semelhanle compromitio
nao se acbava debidamente defioido em seu
contrato ; e eu creio que eSattivamenle a quea-
to oao lio lquida, nao lio fcil de solucio,
como pirece.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarqne :Eis o que se den : o governo
geral scieote das oceurreocias, dirigi-se ao eo-
geoheiro fiscal que se refera a compaohia para
que ioformaise se effeclivaaente hara elle reca-
bido essas estaces, esse eogeoheiro quo ara o>
digoo Sr. capilo Medeiros, declarou lermioaale-
meole que oio ; nao sei se dirigiu-se tambem
ao presideote que eccupava as redeas da ad-
ministrasio da provincia oaquella occasiSo, mas
emfim o engenheiro fiscal de eolio afflrmavaqao
essas estaces oo linham tido recebidas, que elle
oaoca havia dado o aeu asseotimaoto semelhan-
le exigencia.
Insitticdo eu pela coostruccao sut.
O Sr. Souza Reis:Mas creio, que o oobro de
putado deve saber, que Uso devia cooslar do al-
gum papel, devia estar escrito, devia ter-se la-
vrado nm termo.
O Sr. Ruarqua :L vou ; eu quero mostrar
que coosiderei a queato dobaixo de lodos os po-
los de vists.
O Sr. Souza Reis :Eolio oio lioba qae per-
guntar ao engenheiro.
O Sr. Buarque :Dizia eu que havia reiterado a
rainha oaisteficia para qaeessasvoastrucces fOs-
sem feilas, protestando que o eogaoheiro fiscal
havia declarado ae governo, que semelhaote re-
cebimeoto oo leve lugar, e qae exiga que a com*
paohia me apreseotssse um doromento official,
oo qual ae acbasse consignada semelhanle con-
cesao. Eise documento, aeohores, foi-me-apre-
seotado, nio com o carcter que devia ter, msi
como resallado de uma conferencia havida entra
o presideote, o engenheiro fiscal, os ageotes da
compaohia, foi-me apreseotsda a acta de uma
sessio da commissao consultiva, a que eiles cha-
mam committee, o que se rene mensalmente
afim deserem discuitidos, os negocios internos
cooeeroeotes a empreza, commissao que nequel-
le tempo era presidida pelo presidente da provin-
cia, com asistencia do eogeoheiro flical; fol-me
a presentad a easa acta, digo seohores, e thi se
achava consignada esta coocessio a qae alludia o
eogeoheiro em chefe da compaohia.
Eu devo dizer-vos, qae essa acta oio eslava
assigesda per neohum de oossos agentei; e que
oao me recen-me as honras de um documento
offlcial, taoto mais depois da afflrmtUva formal
de meo digoo aoieeessor, que seria sem duvida
corroborada pelo hoorado ex-admioistrador da
provincia a quem se referiam os ageotes da com-
paohia. __
Alm disso cumpre-me declirar-vos, qae <
ouoes recooheci osados de semelhanle commis-
sao coesultatira quaodo oo estavam offlcialmea-
le saneelonados pelo agentes do governo.
Entretanto devo referir-vos os fundimentos. quo
tiohs a companhia na sua recosa. A coapiohia
obrigoa-se em virlude de sea contrato i conitruir
a estrada de ferro al a mirgem do Una, estsbe-
leceodo estaces intermedias, em pontos que fies-
riam dependentes de accordo com o goveroo.
Construindo-ie os 1 scelo a esttcio do Ca-
bo, eoteodea a companhia que e pontos irtaf-
medios de qae fallara .o se contrato erara olpoii-
los teraioees de cada uma-dut seaes.
O Sr. Souza Reis :-Mss nio era de accordo ?
OSrJuarque:BriabelecMa s eilacio lermi-
.!
^-v F>u..ua )< h-uw aestraoaue uar. ouarque :Estabelecitfa s eilacio termi-
ferro, mis ea qusr qae asta caaa por aa acto sea el da I* seo0. apparecWreolsmarle
nio seaostr. extraos existaiei desss di- c. da. est.coVstrtraod^tJnlro^^
"" I co-Poilas, rtKlsmsses essas que partism, ]i


', wm


.iw* aw hhj Aflup* -ismwB mam
DIAtlaO ei 1BMMMIKMA lltlIi illll if *" .~..- ^ ,__
****JSW**^^W^W"^ -in pmw,pp"M> aajtHne^ojfar mi fPVm.

I di tlgomai aaterididet des-
pssad *.lrm. ...
tendiveit: o qlMbMlMltMtttwilierM f Et-
i ponto intermedioi redimido!,
mniemjl deis mtii est-
raseos de are teCTi o poeterior.
ff a, ametisto, can qua Berilo h> estbele-.
*** eete<$ei trrotlaeree, di 1" tercio,
ote era tifiaste para prever que i eirmptubla
tUba tijereta obrgacio de conserva-tai ou cons-
iretreseeee edificios.
^5*if**blt :filo vejo nadi deciaro.
O. Beirque :Pola teea diga a > nobre de-
pSMM 'ose eompanhia declarou p ortivamente
dependente inda de accordo posterior.
Bn Sr. Deputado:Eotio a campanilla poda
clarar o que quizaste ?
O Sr. Baarque :Q contrato perm Uta tea,
aj ur, Soasa -Beto "0 -conlraio per^nittte'qtiese
Batan teto por ama simples declarar,ao da con-
cerns^ noite accordo ?
"* *ta** figoeireds :Apoiad >, nao poda
aar Jala aaa ejaaaaa prapria.
Br. Buarqae iNao prestaran alten cao. En
toase esBadea do tedoa oa meu arg imonios, te-
nho aspate ludo quinto ae dea eolire este ob-
jeclo eaeo denota oaaclair.
#a8a> asSiMiiiuuud :O nobre depui ado at dis-
sa, de aecordo con o goveroo e ai silencia do
eagtatrero fisual.
OSr. Baarque :.Nao ditse tal; a nobre dipu-
taos atea prastau aUengao. A osis te ocia do -en-
geerisasto Oeeal foi em relscao a con niasao con-
aaaajsaaba qae fatlei. -En esto expoido oa fic-
tas qae teoho coascieocia de $* a ve -dadeiros
pvia dapulatirar a rataha cnnclasio.
Disie eu, que eslsbeleciita estacio do Cabo
liaban apptrecido reclanacdet de i>roprielarioa
daqacttafaalidade, qae algunas detlat eran B-
Ihee da exigencias, j das oecesiidid js da tgri-
cattara local, j de insinuacoes de autoridades
desta i tea, e que i compaohii asse nio no es-
tableUnasto desssa estacoes internediat na 1*
ttelo, fitando este objeclo dependei ta ainda de
accordo con ogoveroo geral accordo iodiipeota-
vel, poreoatrto, fallando-se no contrato do pon-
tos ioteraedios, a conpauhis enteodLs que esaas
pontea ae referiam aa estacoe ternii aaa de cada
una das secedes. O fundamento qae tioba a
companhia para aaain pensar era < ore.amonto,
aeguodo oqusl foi concedida a girar tia dos ju-
ro, documento este por cario poderoso. Esta-
belecidaa aa estagoes intermedia*, a companhia
declarou nessa neana occasiao, le Ibe pa-
reca axcessi'o, o seu xianero, que necessarte-
raeote o trafago nao ata saffictoutn para com-
portar aa ansa desperas. O gorarno da aaa par-
ta Mandando fiscalisar a estrada pio distincto
enoenheiro Sr. Lana, iospeceo sata que deve
achar-se aind aa Unbranca de algn nobre de-
putado, declarou este il lustra do cavalleiro, que
quaato a permanencia dessaa estac.>a fcaria de-
pendente da Inportanci qae tomas-a o transito
tapisda abertura da 2a seccao da liaba, ou de
mata acgaimaaoutraaae oeceaaario fo:se...
Un Sr. deputado :Idea de cautela omito lou-
aaaaasaL
O Sr. Bnarque .-Medida decntele nuito lou-
rarel, por itso que en reconheco que o numero
dessss estacos excessiso, que essi parte da li-
nha oa extensao de cinco leguaa di ana receita
maito pequea, que nao sufflelente psra con-
poxUx -aa daspeaa san o auxilio dai demaU aec-
50 ?s.
U Sr. Lae reconbeceu a iosoffle entia dessa
receita, as entenda que s depois da abertura
da 1* seccao, poderia o gorerno apr naeoU a importancia do trafego de cada una daa
localidades, e deternioaj ou nio ; suppresso
desta ou daquella astac&o. Foi uro agente do
gotera o nuito Ilustrado, aaohores, ",ue deu eita
opiniao, que aerve para conrencer-ves da existen-
ca deaas duvida que ha pouco ref iri na casa
acerca do accordo entre o gorerno e a conpanbia
sobre permanencia desaas estaques. ludo isto
concorre para que? Para notlrar que as esta-
coes existentes na estrada de ferro nao podian
aer consideradaa pela conpanbia como satisfagao
de un aeu derer, como cunprinento da obriga-
qo estabelecids no contrato, tudo i.'lo den re-
sultado a concluio qua eu tirei e qu 3 ros nao po-
daia negar....
las 9r. Deputido >Desde que 080 se qaer
cunprir o contrato, nao ha nada de claro.
O Sr. Buarque :Nao trtenos do contrato ;
eu nao desejo neanofallar no contrito da estra-
da de ferro,nao ne ttcaria ben, porqie a esse res-
peito teoho algumaa ideas contrallas, talrez ori-
ginaes, mas pelo menos-sao as que '>ebi; pernlt-
tan-ne por tanto que nao entre na dlacussao do
contrato, que ne limite a tractar delta con rea-
gao aa |estages intermedias, das e. tages que a
companhia entende que nao derem ser cons-
truidas.
Un Sr. Deputado :Nen falle na inlelligencia
qae a conpanbia di ao contrato por que a raais
absurda, que ae pode imaginar.
O Sr. Buarque : A casa nio po le calcular a
lata que tire para vencer a obstinaban dos agentes
da companhia sobre este objeclo.
O contrato falla de estacoes ioterm idis, a com-
panhia diz qae aa estacoes ao aa lermioaasde
, manto prinitiro aobre o qnal foi cor cedida a ga-
ranta dos juros, e onde se trata das estacoes
terniaaes das seccoei. Perguntoeu Srs., saodo
asslm nao liaba a conpanhia motiro para dar
esaa inlelligencia ao contrato? tCreio que aim.
O Sr. Birao de Huribeca : Apoiado, a com-
panhia poda faxer tudo o que qaer.
O Sr. Buarque : Fu appello a aaa parte do
contrato, Sr. prastdeota, para nostrar a iotelli-
gancia qua a companhia deu a construccao daa
estacoes intermedias, iotelligeocia basada no
ornamento primitivo. Agora atiene ei aos meus
argumentos, para moatrar que a companhia nao
tinha razio.
Sr. preaidente, a companhia ei.tendea, que
essss estaedes permanentea 080 deriam aer cons-
truidas, por isso que, como disse, s provisoriaa
lioham aido acceilaa job pretexto de que ellas
lioham por fin facilitar o Irafigo desla ou
daquella localidade, e que mais tanle o gorerno
aatrara am accordo obre ,isso, aioiaodo-ae no
orcameoto apresentido, e que serwu de base a
gtraotia primittiva.
Tanda a companhia declarado pesteriormente
i esse orcamsoto que o capital gar;ntido era io-
aoffieiente e coucedido o aagriento desse
capital, na razio de cerca de 400 nil libras, en-
teadi eu que exigindo-se no acto d 1 concessao sr
cooelutao das obras da primeira sec :ao, e sendo
acuelle augmento superior, em mei entender, a
neceasldade das construeges previtiis, nao po-
da deixar de ae ter n'elle ln:Iuido 1 conatrucao
das estacoes pernaneules d'aquella sec(ao, uni-
-cas que aascitavan duvidas, ainda qnando ae
preten eise (azar crer que compaihia assistia-
Ibe o bon direito de prottstar contia eaaaa cona-
t ruego es.
Aim disto discut largamente a quaatao con
o engeoheiro em chefe da compon na; e depoia
de aprecia;6es diversa, chagamos a nn accordo,
n virtadedo qual aerian conatruidaa as eata-
^&ra. fleando aempre todo nosso irocedimeolo
dependente de ulterior approragao do gorerno e
do directorio en Londres.
En vista desla resolucao tora ligar a coos-
truccio daa astigoes, dos AfTogados, Praieres,
{Iba e Cabo, cuto estado era deploiarel. Quanto
a estacad da Bja-Viagenji acbiei-i construida,
e oao teria coaseilido en urna obta lio cara a
fia pesada a'aqaella localidade aa fosea u o eo-
geohairo fiscal de eolio. Esta eslico ten un
trafego considerare! durante o rerao ; e eaufB-
cieate para seu costeio, accreaean lando qua a
dorante aquella poca conaerra-sc ali an en-
pregado.
Fatendo applicaco de tudo quanto tenho re-
tatodo deiado Sr. Lae, iato ila iiappreaaao
* algunas daa eatacoea, iratou-se de ver quaea
aqwUaaque deriam aar conservad? s, e, en rio-
lado convenio que refer, constru las, para
rtregar -i este 1nxaicorai 'BTecetta de caria orna
das estoco e despasa necesaana para a sua
construacaa ; atteodi ao trafago dallas, e ri;quol
a eetacio de Pooteitoha nao pagara oh juroa do
capital, ampregado, .raconheci que 1 tperiencia
t entao bavi mostrado naquella Ialidade um
faca intairanente doto, iato qua o tratego
diminua i proporcao que continuar i a cireulacio
de treos. O trafago da Pootezioha ao comeco
osTerecla urna recelta de 800 a W0> ra. por nez,
aaa foi dininuiodo considaravetai, ota de ma-
que era imposslvel acoutinuai ao da aeme-
Ibanta ponto intermedio em datria eoto dnaj co-
fra* publico, por Uso ae, eona |i ai a r-_
celia de toda a -estrada a pplicada ( garant, a0.
jaros. Attsndendo as ninhaa lnforma^oas, o no-
re ex-adminlarr:dor da prarincia que ta acha
reaenteatecteroa aos habitaales 0'afltelU loca.
Idade, que tanta ae tata reata vate pela canser-
a-reto daswa etUfle, qneie tflles gajantisaem a
tecella eaasaarbJ aira a aaa conaarvacio, im-
mediatanante aa faris cooitruir o edificio io-
disawoaaval, alaria lugar a conlinaaeo do tra-
fego de eutr'ora, mostrando on isso km bona de-
tejos que exigtiam de mioha parte em acceder as
reclanaQes feltaa, sen detrixento dos interes-
ase qae flacaliao.
=
(Ha am aparte.
Sr. Buarque : Isto deu en resultado un
despacho de presidente 00 sentido de ninhaa
iofornjtcei.
O Sr. Bario de Huribeca : Nioguen qua ti-
vesse bon seoso garantira isso.
OSr. Buarqae: Mais islo mostra o desejo
qua tere a rompanrjia ou aoles a eagenheiro fls-
cal de acceder a reclenacpet, islo mostra que o
nolivo qua se dea para a suppresso detta es-
taco, era apenas a economa, e o iotereeaa qua
tono em aliviar oa cofres pblicos do pasado
oousds'garanta dos juroa. Todos as compre-
endeis qae as despezas da companhia ae achan
coneideravelmente diminuirte ; eu tenho por
lodos os naioa poasiveis cortado- por abusos, te-
nho naodsdo aupprinir empregos, tenho pro-
turado finalmente reallsar grandes economas; c
dahi todas at queixaa contra o engeoheiro fiscal;
nio poda portento flear iaento daa reclamacea
tte Benito fi. Eae., aMatatuarca Dr. Jaste *ST-
bora ate Vaacooeailoa, jate ate dtroito daqaaateaa
nsrea,que receben ao da 05 do tame
una ambulancia, qae Iba fora entregue por am
cabo do eorpo de plida ; aentindo asalto qae a
presidencia da proriocia nao Ibe houveate man-1
dado ao mea,mo tempo a ttaasstia de qwinbanlas
mil ria, que requiaiiara paca aoccorrer oa des-
validos daquella termo, cuja aabresa ara a maior
posaivel; taaim eomo psra aesjlfster ao Bvd. vi-
gario da Beserros, ae aaal baate aaloritado dea-
pandar cota leda a eeonoaia aqaillo qae falsa pitia, 4 caitas astoa
absolutamente indispensavel ao tratamaato dos
indigentes ; a qae dalte baria recetado an offi-
tio con data do da aotaeedeole, participando-Iha
eatar quaai extiocla a epidetnia naata freguezia.
< Gamnunieou: naia, qae o cirurgiao Justino
Eagenio Lavenere acababa de chegar de Bater-
roa, e qne tamben confirmara eatar all eitiocta
a epidemia, sendo que oa aeut serticoa foran
nui relevantes naquella localidade; que na vil-
la de Bonito a epidemia vai declinando cooside-
ravetmente, nao tendo saecumbido ntqoelles
dore das pessot alguna, porem que axistiam
anda naia de viole doentea en tratanento.
c Communicou Qoalnente, que na pevoacio do
Allinho a epidenia recradesceu segundo t par-
licipacao do delegado daquelle terno ; e que ha-
ra reconnendado ao direclqr da colonia de Pi-
nenteiras, que aoccorresta o dittricto de Panel-
las, e os que Ibe ficavam prximos, como o de
do oteressadoi pela cooserracSo dt esta gao da" Capoelrat, Alagoa, Teriplrv e C laude.; que 01
Pontezinht.
Eit o que delernioou a suppresso dsssa ea-
lagao. Os motivos que acabo da rafexicos-cons-
tan das rumbas informacoes dadaa ao gorarno,
e ae achato sda eoofornidade, ereio eu, cosa o
qua aadtem oa habiianiet "aquella localidade.
Ettt suppresso, tanhases, nio foi ditada sanio
palo espirito de economa, nio teve por fin ae
nio evitar que etsa despeza concorresse para o
dficit, que por nanitas veiei tem pasado sobra
a receita da estrada de ferro, dficit aobre que
existe ainda queatio cerca de quem dere sup-
porls-lo.
Eu desejo o resUbelecimento da eatacio, mas
mediante ama garanta para receita, o que fcil
para aquelles que ataeerara a existencia d'es-
se grande trsfego na localidade.
Creio, Sr. presidente, ter dado as explicaba
necesssriaa icerca ueste objeclo ; e peco deacul-
pa a casa por lar remontado a actos dogo ver no
de que talrez j tlresse coohecimento, maa da
que niopodia prescindir, afira de justificar meu
procedimeoto.
Agora tratarei da pristo do machinista;
Um Sr. deputado : Deixe para outra occa-
aiio. v
Outro Sr. deputado : Apoiado, deixe para
outra occaiiao ; sao mais de trea horas.
OSr. Buarqae: Ben< Acquies;o ao justo
pedido da casa; e solicito a ana booerolencia
para o que acabei de dizer.
REVISTA DIARIA-
Depoia do respectivo expediente, entrou a as-
sembla provincial, en ata aessao de hontem,
na 1" psrte da orden do da, e ocenpou-se em
primeiro lugar da V diacuaaio do projecto que
conceda urna indennisacio a Joio Francisco do
Reg Msia, a qual approvada. Seguidamente
ecira em 3a discussio o projecto o. i7, que con-
cede um anuo de ltcenca para tratar de sua sau-
de ao administrador do consulado provincial, An-
tonio Caroeiro Machado Bios ; e mandado
mesa pelo Sr. Dr. Witruvio um auditivo autori-
tando ao pretideole da provincia a conceder igual
favor a Juvencio Tenporal por idntico motivo,
tendo o meimo additido approvado e encocora-
do ao projecto para a discussio definitiva,
Segue-ae a 2a diacusso do projecto n. 26, que
"coacede loteras i Santa Gasa da Misericordia,
ao qual ao mandadas Tartas emendas conceden-
do loteras a dironles mstrizes, bem como de-
terminando preferencias daa neamaa. A primei-
ra parte approvada en aua iolelreza, naa a se-
gunda solre alguna nodificacao, poia sao tejei-
tadas algunas das prefereocias.
Passando-ae i 2* parte da ordem do da, con-
tina a discussio do arl. 13 e aeus paragraphos.
O Sr. Witruvio loma a patarra e enpenha-ae na
dicusao fjzendo valer os direitos, que ten o
centro a aer m'elbor dotado em suas necessilades,
acabando por offerecer um substitutivo reduzindo
o 3 a 50:0005000 de 100:0009. que acha-ae coa -
tignado no projecto do ornamento para o calQa-
mento da cidade.
Segae-se ao orador o Sr. barao de Huribeca,
que en resposla ao neamo sustenta nao ha ver a
desigualdade de dotaces para o centro, que al-
legou o precedente orador.
E' adiada a aesaao pela hora, e contina a mes-
ma materia da ordem do dia anterior, c>m a ad-
di(io da 3a diacutsio do projecto n. 38,1" do
compromiso de S. Lourenco di Malta, Ia do n.
29 e 3a do o. 13.
olerta.Amanhaa sedeverextrahir a Ia par-
te da la lotera a beneficio da matriz de Ou'rjeury
no consistorio da igreja de Nossa Senhora do
Risario de Santo Antonio. O pagamealo das sor-
tes maiores conecar de 1 hora da tarde desse
dia.
- Hoje ten lugar no Circo Ocenico o bene-
Ocio da synpathica e senpre applaudida artista
Kate Ornoad, con nn variado espectculo, en
aua geoeralidade novo eiatereasante. Urna nova
pantomima, cheia de bellos lances e exercicios
sorprendentes executada pela vez primeira. E'
de esperar que o publico, que a ten sempre bem
rtcebido, nio olvidar essa noite de verdadeia
e real fesla artstica.
Cono prova de gratido e reconhecinenlo,
foi dirigida a presente carta ao Sr. Dr J. B Ca-
sa-Nova, pelo Sr. Lindoao, a i qual danos pobli-
c.idade con sanno prazer t
Sr. Dr. J. B. Casa-Novs. Qus V. S. e a
Exna. familia teoham fruido proaperos e vigoro-
sos dias meu sincero e especial desejo.
a Escapo d'una grande enfernidade ( de bexl-
gss) de que suppaoha dever de ter victima, at-
| lenta a sua iuteosidade, e a gravidade do carac-
teres con que te apreseotou ; j iaento dos ter-
riveis effeitos, que sao consectarios de lio in-
gente mal, arrancado, por atsin dizer, s portea
da norte, e devendo tau inefisveis beneficios
pericia con que toube V. S. baver-se, e aot cui-
dados que lio bondosanente outhorgou-me 00
decurso de nioha molestia, entend nio dever
teriadifTerente aos reclanot de nioha gratidio,
e por neio desla patentear Ihe o quanto i V. S.
sou dedicado pelos muitoa e valiosos aervicos,
que se dignou prettar-me durante o. meu cura-
tivo.
Acredite V. S. nos ingenuot protestos da
mais subida eslima e consideracio, qua Ihe con-
sagra quen apraz-se da assigoar-se de V. S.
criado atiento e obrgadissino. Francisco de
Paula Undoso.
Na quinta feirs i noite falleceu o Sr. Janes
Kirkmao, aubdito toglez, auperintendente do tra-
fego da oosta na ierres, victima de ana febre
perniciosa.
Remetlem-noa o saguinle :
Sr. Rodador. Li as observecoes feltas por
Vane, n'uma de suas RevUtas Diaria* sobre a
Campo-Verde, eeono jdepoit disto sa laoban
dado ali alguna disturbios, cbamamot a aUeocao
da autoridade para aquelle logar.
c As inmoralidades qua constantemente prati-
can algumat mulheraa que habilam umaa peque-
as cajas denominadas vulgarmentecorlicot
naxine ns roa do tieco, a desordeno e deprava-
cao que ostentan, aa palavradas, ceceladas. e ta-
cadas que se Un dado, raclanan proridenciaa
eoergicaa a ben do aocego publico e do particu-
lar de algama familias consideradas, que por ali
residen.
a Ot larapiot aproveilan-se detta gente para
aatonelter roubot, etc.
*Ip0,*"in' P*. de urra rm ama eaaaa
atellias, fazendo-at retirar dot metrnoi cnicos^
ebreando-as ao4rabalho, nico imeio da fa'zer
daaapparecer estas desordena, a
Falleceu hontem na enfermara da cata da,
asilencie de gaatro-intertte ebroniaa o prest
Antonio Sotret daStlva, brtaco, casado,natural
danta provincia, viole e tete annoidaidate, agr-
aallor, altara regalar, cabello rairoa, olhos psr-
dot, rotto conprido, corpa, aarz e bocci regu-
laroa oaaua barvba twataabatte BaBata aastaant*
clnenio em data de 18 da deaambro do anno
patstdo, por ordem do Dr. chefe de polica, sea-
teoctado, rindo da cidade da Victoria.
Procedau-ae a exame de verificacio a identi-
dade de pesio palo julio municipal da Ia. rara.
En o centesimo qoadragetlmo-quarU
a boltlim oficial.
a Em um ofOcio de 29 do mez pastado dirigido
servidos do medico que all ae achata oao po-
dan alada aar detpensidaa, per que uo consi-
derava a epidenia extiacla iotelranonte naquella
comarca, recetara qualquer recradetceocia, e
tamben porque fora internado, que em Caar
appareceran alguna ottoa de tabre anarelta ; e
concluio dizeodo, que o terreno qae hara
ateado para o cenfterio publico daquella villa,
aebava-se coavenientenente cercado, tirapo e
con una cruz plantada ; que os onterramentos
ten aido nelle feiloa ten naia obstculo do po-
ro, gracaa &os externos do Rerd. miisiomrio Fr.
Egidio, que all eateve quatro diaa para effectuar
essa obra tio oecemirit.
A's 6 horas da tarde de 5 de junho da
1862. '
a Dr. Ferreiro.
REPARTigo da polica. (Eitracio das partes
do dia 5 de junho.)
Foram recolbidos casa de delenco 00 dia
4 do correte :
A' ordem do IIIm Sr. Dr. chefe de polica :
Franciaco Honorio Moreiri, pardo, de 20 anoot
de idade. dado agricultura, para recrutt, viudo
de Serinhaem.
A' ordem do Dr. delegado do Ia dtatrcto, Mi-
guel Cavslcante, pardo de 17 annoa, eacraro de
Jos Caralcante Figueira de Maneras, por ter de-'
clarado aer tirre. j
A' ordem do tubdelegado de S. Jos, 38 nardos 1
Luiz Pereira de Fran;a, da 57 annoa, e Manoel
Ioooceocio Pereira Cardoao, da SO annos, ambos '
maroineiros. por briga.
A' orden do da Boa-Vista, o africano Antonio,
de 39 annos, escraro de Jlo Carralbo Raposo,
por andar fgido.
O chefe da 2a scelo.
J. G. de Maquila.
Passageiros que ltvou o vapor nacional
Persinunga aahido para Macei e portos inter-
medios : Antonio Martina da Cuaba, Joaqun
Marinho da Silra, Francisco Jote Domingos, Jos
Antonio Goncjlvet, Joaqun Jorga da Multa,
Francisco Aires Barros, Josquin de Souza Ser-
ne, Antonio Jos de tneida Costa, capillo Joa-
quina Pereira da Rosa Luna, Jos-Flix de Lina,
Balbino Alves de Souza, Manoel Jos Gomes, Jo-
s Pinheitiro, bacharel Antonio de Padaa Hol-
ln la Cariicanie, e 1 eicravo, Mmoel Joaqun
da Luz, Luiz Gonea de Franca, Franelaco \Vaz Pe-
reira e 1 fllho, Jos Marinho Wanlerley, Jos
Goncalvea da Silva, 01 oretos Francisco da Ro-
cha Souza e Igoacia, preta. escrara, escoltados
por 4 pracaa ; o deputado Manoel de Mello Car-
oeiro de Souza Baodeira, Pedro Aflonso Ferrei-
ra, engenheiro Jos Carneiro da Rocha, coronel
Jos Antonio Lopea e 2 escravos, Domingos Jos
Viaira Braga, Floriaao Jos Marinho, Guilherne
Baplista dos Saotos, Jos Velloso Soares.
Morinento da enfermarla da casa de de-
tengo do dia 5 de junho da 1862.
Teve balza para a eofernaria:
Ignacio, escravo, sentenciadogaslrite.
Falleceu oa enfermara :
Aatooio Soaret da Silva.
Matadouro publico.
Mataran-te para consuno desta cidade, no dia
5 do correle 50 rezes.
Obituario do da 5 de juniio, no cemite-
rio publico :
Estevio de Sonta, Baha, 26 annoa, aolleiro, ma-
rtiimo. Recite ; cholera.
Antonio Soares da Silva, Pernambuco, 27 annos,
casado, Santo Antonio ; phlhysica.
Srigue Italiano Dainomercadorsa.
trea iogieza Queeo o thaSoo arrio e
ferro.
Importa yate.
Bflgae italiano Daino, procedente de Gaoove
le Cetle, consignado a Battot & Leos, mtnlfei-
.1011 o teguiale :
350 barricas farinh de trigo, 45 caixiobas
maesas, 400 stecit farete, 830 caixioba paaaaa,
175 ditas go, SO barr axeite de olive*ra,50
papel, 12 boltat alto pardo, 15 barrte al-
_ 1 Jkatial galha. ditea
aiSi' ** a,en,1" 3 caaooa podra pomet,
127 latas masa de tonales e eomerris, 47 cai-
xiahat nao, 17 *Dlanea barbante, 9 caixat
narmore lrabthtdo-24 oadairaav 60 pipai e 20
barns de querr vioho tiolo, lOO^diloa de dci-
mo dito branca, urna partida.de pedn para lt-
iro : t ordem de diversos.
Esnortatja
" Do dia 5 de junho.
Bngue portugaez 8ympaihia, para Lisboa car-
rearan :
Jet da Silva Lyo & C, 41 taccotcom205
arroba de astucer.
^?'.l8ur & O'i'elra. 130 conroa salgados com
2S60 libras.
Brigut hamburgaez RotaUnde, para o E-mal,
carrejaran) :
Johoaten Patar 4 C, 900 aaeeot com 4,500
arrobas de assuoar.
Barca fraoceza Toroe, para Maraellle, carre-
garan:
E. A. Burle & C, 500 saceos com 2,500 arrobas
de assucar.
Barca francesa Maa, para Maraailte, cerra-
garam:
E. A. Birle & C, 1300 aaccos com 6500 arro-
bas do asiucar. *
Hiate americano Greeland, para Philadelphia,
carregaram :
Heorjr Forater & C, 290 couros seceos com
8,650 libra..
Barca americana Azelia, para Philadelphia,
carregaran :
Malheua Auatin & C 391 couros con 10,584
libras.
Heeebedorla de reodas Internas
Rondinento do dlt 1 a 4
dem do dta 5 .
4:710*760
ItMBJMO
6:280SO40
ConajoJado provincial.
Hendlmento do da 1 a 4
dem da dia 5 .
17:384(283
3:3790zl
20:763304
Movimento do porto.
PubiiCA^oes a pedido.
UHi LAGRIMA.
de saudade solare o tmulo de
James Kirkhain superinten-
dente do trafego, offerecida
a sui presada esposa e aos
meus coinpanheiros empre-
ados na estrada de ferro.
Mais urna rida preciosa, maia um cora-
dlo justo e integro, mais um espirito ati-
lado e activo, illimiuou se da lista dos r-
ros. Jamea Kirkhsm, aubdilo ioglez,
aportando as plagas pernambucanas cheio
de vida e esperancas, ara um empregado
distincto da repartidlo da ria.-ferrea, com
qua lodos aympathitavam. A -aua marte, -f
pois. tem enchido de dor sincera os cora-
edes de stas amigos, de sua chara esposa,
de seus innocentes lhinhos de seus com-
paoheiros de lidia jornaleiras. A estes,
portanlo, noi reunimos, pira aobre o t-
mulo de James K'rkiam, derrmennos una
lagrima de tsudade, de dor profunda e
sincers. Aceite a aua familia ot nossos
psames.
Becife 4 de junho da 1861.
_________________Ees T. Acyoli.
navios entrados no dia 5.
Rio da Janeiro pelaB to, caohooeira nacional Ypiranga, commandan-
te o 1* lente Alrim.
New Zaland50 das, galera inglete Avelanche,
de 692 toneladas, capillo StaII. equipagem 25,
carga lia ; ao espillo. Veio refrescar e segu
para Londres, conduz 90 pracas de linha.
New Zealand 72 diaa, galera americana Napo-
len, de 360 toneladas, capitio George Macy,
equipagen 23, carga 1,600 barra con azeite de
etpernacel; ao apitao. Veio refrescar e se-
guio para New Bedford.
Atavos tahidos no mismo dia.
LiverpoolBarca ingleza fielherton, capillo Tho-
maz Giles, carga estacar e atgodao.
M1. e' e portos Intermedios Vapor nacional
Pertinunoa, comvoandanle Houra.
Observadlo.
Sutpendeu do temarlo para a Baha o brigue
ioglez Runnymeie, capillo Prowre, com a
metna carga qae trouxe de Terra Nora.
Edita as.
COMMERCIO.
Praca do Recife 5 de
'junho de 1862.
Vs qualro Un ras da Urde.
f.otaces da junta de corretores.
Cimblos.
Sobre Londrot 90 d i v. 25 31 i e 25 7t8 d. por
1000. ^
Sobra o Bio de Janeiro80 d(v. 2 Ojo de des-
cont.
Descont de letras.
10 e 12 0|0 to atura.
Ataactr bruto19850 por arrobt.
J. di Cruz Macadopresidente.
John Gaitasecretario.
Alf&ndec.
enatmentodotftal a 4 .
dem dt dji 5 .
"81:374|672
17,483*806
Qft 052jI17&
aray
intento da alfandesia,
Valanat tntradoa toro fatandai..
< an tjaaaroa.. 10
en toaros..
6
370
10
Danaarfegan ao dia 6 de junho.
Brigue iteliaooCf#toBnt-til.
526
islio de Alencar Araripe, official da im-
rdem da Roa, e jata de direito eape-
commercio detta cidade do Recife e
mo. capital da provincia de Pernam-
r S. U. Imperiil a conitilucional o Se-
nhor D. Pedro II, que Deas guarde, etc.
Faco saber pelo presente, qae o preiidenle e
directores da caixa filial do banco do Bnsil u*s-
ta cidade por siu procurador o lolicllador Ro-
dolplio Joio Barata de Almeida me eoderecaram
a petigao do theor teguinte :
_ Illn. Sr. Dr. jutz do commercio.A caixa fi-
lial do banco do Brasil ast* cidada, ra protn te-
da por seos directores, requer V. S que se
digoe de admitti-lo a justificar a amencia de
Miooel Antonio Perreira da Silva, para ser ci-
tado por carta edital para a acejio que o suppli-
cante Ihe move e a oulros, visto achar-aa em
lugar incerto e nao sibido, tanto que se passou
a precetorta junte, e voltou am aer cumprida;
requer por isso i V. S., que, julgada a justifica-
Co, te pane a carta edital requerida com o pra-
zo da le.Eterivlo Paes de Aodrade.
Pede V S deferlmento; espera reseber mer-
c.Prtcurador Kodolpho Joao Barata de Al-
meida.
E mais se nio confiaba e nen oulra alguna
cousa se declarara em tal pelicio que aqu se
ai ha verbo ad verbum transcripta e copiada, a
qual senlo-me apresentada, dei a profer o le-
guinla despacho : Sin, marcado o dia 14 do
correle mez pelas 12 horas da manhia. Becife,
9 de malo de 1862.Alencar Araripe.
Nada mais ae continha em dito despacho aqui
mu bem e fielmente transcripto e copiado, em
observancia do metmo, ot peticionarios a presen-
taran! suas lestemunbas, que deposeram conve-
nientemente acerca da auzencia do justificado
Manoel Antonio Farreira da Silva, que se acha
em lugar nio sabido, e aendo sllados e prepa-
rados os autos, foram-me conclusos, e nelles dei
e profer a tentnos do theor seguate :
Hei por justificada a auzencia dt Manoel An-
tonio Ferreirt da Silva, que ae mostra achar-se
em lugar incerlo; pelo que mando qae te faca a
cuaca o edital con prazo de 30 diaa para o Qn
requerido, pagas pelo justificante as cusas. Re-
cife, 21 de niaio de 1862. Tritlio de Alencar
Araripe.
E mait te nio continha e nem ootrt couta
alguma te declarara em dita sen tenca, que aqui
fica ipsit vetbis transcripta e copiada, em cum-
primento do qual o respectivo escrivio Manoel de
Cuvalbo Paaa de Andrade, que este subterevea,
fez passar o presente edital com o prazo de 30
diaa, pelo qual e seu theor chamo, cito e hei por
citado ao justicado ausente Manoel Antonio
Perreira da Silva para que dentro do mencionado
prazo compares ante este juizo, allegando o que
(dr a bem de sea direito e justica, sob pena de
proseguir a cansa seua derdos termos a aaa
revelia; por tanto toda equalquer pesaoa, parele,
anigo ou conhecido do sobredito justicado po-
der-lha-ha fszer scieale de todo o exposto.
E para qua todos leohan aoticia. raandei.pas-
sar editaes que aerio afiliados. nos lugares do
coituma e publictdot peta imprensa.
Dado e pastado oeste idade do Bacila de Per-
nambuco, aot 2 diaa do mez de junho de 1862 ;
qaadragesimo primeiro da iodependencida e do
imperio do Brasil.
Eu, Manoel de Caraalho Paes de Andrade,
escririo o subscrari.
Tristo de Alencar Araripe.
O Dr. Tristap de Alencar Araripe, oficial ds
imperial ordem da Boss, e jaiz da direito aa-
pectal do comnereio desta cidade do Bscife,
e sed terno capitel da provincia de Pernam-
buco, por S. M. Imperial e constitucional o Se-
nhor D. Pedro II, que Deut guarde, etc..
Fago taber pelo presente' que o presidente e
dtrettore da cahta filial do banco do Bratll, nes-
ta cidade. por aaa procarador o solicitador Ro-
dolpho Joio Birata de Almeida, me eodereca-
ram a pelicio seguate :
Iltm. Sr. Bt. juta 6b commercio.A dlreccio
ida caita filial do banco do Bratll oeeta cidade,
requer V. g. qM M agQe adraitli-la a jastifi-
na r a aunaste da Joaqam de Monea Bello, e-
Mtrlins curasao, t|ue ta aatttm e-n lagar incer-
lo, e nio tbido, segunde ceTficou o official
(que e praoaroa tfin 4a sarn Citadas por car-
ita edital, con o prazo legal, para respoodtren
asta acolo Aa tettrae que o aapplicaote Ibet
propvjz, para toaot oa termes *t execsclo, at-
quer i V. S. gao juiiitkado dedudo.e julgado
por tenteacaaa pate a carteen forma requerida., da orovincta da Pernsmbaco aot
Ecrivao>it de AnHr.de. de 1162. Qaadaaguimo
Ped* b .8. deferlmenio ; ifiptareabrr mtr- dapeadtncit e tto imourto do Bn
c*.Precarader Bodolpho ioio trate de Al-f
meida.
S.mat se oto continha, e oom outrt algn
te declarava e*m dita pelicio que aqai se acha
verbo ad verbum transcripta e eopitdi, ni qual
dei e profer o segu ote daapaeho : Si m, mar-
cado o dta 21 do crrante mez. Boxita, 16 de
mato da 1862.Alener Artripa.
ftasa mata ae contiaba em tal. despacho aqui
naai bem e fielmente transcripto e copiado em
<>uSt*tSBtte do qual ot petlciootrios spraaeole-
rsm soss testemunhas que aaaoaeram eeoreni-
entemeaie acerca da anaeacia dot juatifieados
Joaqun de Morsea Bailo, e Hartint & lrmio,
e sendo sallados e preparadoa os autos foram-
ne conclasos, e no nesmo del e profer a seo-
tenQa do theor seguiole :
Hei por justificada a ausencia ds Josquim de
Moraei B<-llo, e Marlins & lrnio, que so mos-
tr* acharen)-se em lugar incerto : eassin man-
do qu* aa taca a crUcao edita 1 com prazo da 36
das para o (im reouerido, a pagua o justificante
at cutas. Besite,' 26 de maio de 1662.Tris-
lio de Alencar Atante.
Nada mait ae continha em -dte eeatenea que
aqui fiea interipta, por tarea dt qual o respecti-
vo esenvid Manoel de Caraalho l'aes de Andra-
de, que este eebscreveu, fez passar o presente
edital com o prazo de 80 das, pelo qual a seu
theor chamo, cito, o hei por citado aos justifi-
cados tuteles Joaquim de Moraca Bello, Mar-
tin A rmeos, para qua dentro 4o referida prazo
conparceam aoie ene jaiio allegando o que ter
a ben de aaa direitoe juttl;a, sob pesa de pro-
seguir a cauaa teaa devidot termos a aua reve-
lia ;. por tanto toda o qualquer pesaoa, parante,
amigo, oa conhecido dos sobredHos juttificadoe
ausentes, poter-lhes-ht tazar icientes de lodo o
exptndido tapra.
E para ana a todos chagua a noticia, mandei
pasear edtate qae aerio afiliados not lugaret do
cuilume e pabiicadoi pel impreota.
Dado e paaaado naate cidade do Recife, capi-
tel da proriocia de Peroambueo, aoa diaa do
mei de da 1869 ; qaadragesimo primeiro da
independencia a 6o imperio do Brasil.
Eu, Ma noel de Carralho Paaa de Andrade, es-
cririo o aubacrivi.
Triitao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial otdera da Bota e jaiz de direito especial
do commercio detta cidade do Becife c aeu ter-
mo, capitel da proviacia de Peraembueo por
S. M. Imperial e Constitucional o Senhor D.Pe-
dro II, tjue Deus guarde te.
Fago taber pelo preaente que o presidente e
direcloret da caixa lilil do Banco do Bratil ces-
ta cidade por seu procurador o solicitador Rodo
pho Joao Barata de Almeida me enderecaram
peticie aeguinte ;
Illm. Sr. Dr. jaiz do commercio.A di recelo
da caixa filial do Banco do Brasil nesta cidade
requer a V. S. que se digoe de admitti la a jasti-
Qcsr a ausencia de Alexandrioo Caralcaolide Al-
buquerque qae te cha em lugar incerto e nao
sabido, nlim de ter citado por tarta edital com o
prazo legal para todos os termos da accio que a
supplieanielhe propoz, e a outrot, e para ot da
execu(io at o real embolao do supplicante quo
requer a V. S., que justificada a dita ausencia e
julgada porsenten;a te paste a caria editaL re-
querida para o fin exposto.Escrivio Paea de
Andrade.Pede a V. S. deferimeniot.Espera
recebernerc.Procurador Rodolpho Joo Bara-
ta de Almeida*
E maia aeoio continha, e nem outra alguna
cousa se declarara en dita petico que aqui se acha
verbo adrerbun traoacripla e copiada, na qual
dei e protari o seguiole despacho;
Sin, narcado o dia 22 do correte mez.
Recite 16 de maio de 1862.Aleucar Araripe.
Nada nata se continha en tal despacho aqu
nul ben e fielmente transcripto e copiado em
observancia ao qual os peticionarios apresenla-
ram saaa testemunhas que depozeram convenien-
temente acerca a ausencia do justificado Alexan-
drioo Cavalcanli de Albuquerque, e sendo sella-
dos e preparados os aulos foram-me conclusos,
e nos mesmosdei e profer a aeoien^a do theor
que ae aegue:
Het pof justificada a ausencia do Alexandrioo
Cavalcanli de Albuquerque, que se provou eatar
em lugar lacerto, pelo que mando que seja cita-
do por edito de trala das para o fim referido.
E pague a jusliGcanle as cusas.
Recita 23 de maio de 1862.Tristo de Alen-
car Araripe.
Nada mais,se continha em dita senleoga que
aqu Mea inscripta, por torga di qual o respectivo
escrivio Manoel de Cuvalho Paes de Andrade,
que este subscreveu fez passar o presente edital
com o prazo de trala dias, pelo qual e seu theor
chamo, cito e hei por citado ao justificado ausen-
te Alexandrino Cavalcanli de Albuquerque para
que dentro do referido prazo comparga ante este
juizo allegando o que fOr a bem de seu direito e
justica, sob pena d proseguir a causa seus devi-
dos termos s sus revelia, por tanto toda e qual-
quer pessos, prente, amigo ou conhecido do so
bredito juslicido auaente poder-lhe-ha fazer
sciente de todo o expendido supra.
E para que a todos chegue a noticia mandei
passar edilaes que aeTio aturados oos lugares do
costume e publicados peta impreota.
Dado e pstalo netta cidade do Recife, capital
da proviacia d Pereambuco dias do met de
de 1862. Quadragesimo primeiro da in-
dependencia e do imperio do Brasil.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivio a subscrer.
Tristio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife e sea ter-
mo capital da provincia de Poroambueo por S.
M. Imperial e Constitucional o Seohor D. Pe-
dro II, que Deus guarde etc.
Fago aaber pelo presente que o presdante e
directores da caixa filial do Banco do Brasil oesta
tidade por seu procurador o solicitador Rodolpho
Joio Barata de Almeida, ne eoderecaram a po-
licio seguinte ;
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.A direccao
da aixa filial do Baoco do Brasil nesta cidade,
ven requerer a V. S. que ae digne admitt-la a
justificar a ausencia de Manoel Antonio Perreira
da Silva que ae ach em lugar incerto e nio sabi-
do, notorio nio podendo por isio ser cumprida
a precatoria junta, a ti ni de qae justificada a au-
sencia e julgada por sentenca se paase carta edi-
lal com o prazo legal para aer e aupplicado citado
para os termos da execucio que a supplicaote Ihe
movo, e a outroa e sua execucio al real em-
bolso..Escrivio Paes de Andrade.Pede a V.
S. deferineoto.Espera receber merc.Procu-
rador Rodolpho Joio Barata de Almeida.
E maia aeao continha e nem ostra alguma
couta te declarara am dita petico qua aqui ae
acha verbo adverbum tranacriptt e copiada na
qual dei e profer o aeguinte deipacbo :
Sm, marcado o dia 14 do correte mez pela 1
hora da tarde.
Recife 9 de maio de 1862.Alentar Araripe.
Nada maia se continha en tal despacho aqu
nui bem e fielmente transcripto e copido, em
observancia do qual ot peticionarios apreteota-
ram suat testemunhat que depozerm convenien-
temente icarc da ausencia do justificado Manoel
Aatooio Perreira da Silva, e sendo sellados e pre-
parados os auloa foram-me cooclasos e not met-
mot dei o profer a tenteuc do theor ae-
guinte :
Hei por justificada t ausencia de Maooel An-
tonio Ferretea ate Silva qae ae mootrou achar-te
em lugar iocerto : assim mando, que seja citado
por ediloa em 30 dias para o fim requerido.E
pague a justificante aa cuates.
Recife 91 de maio de 1862.Tristo de Alencar
Araripe. *
Nada mata se continha am dita aeolenga que
aqui tica inscripta oar torca da qaal o rtspeclivo
escrivio laooei de Carralno Paaa da Aodrade,
que ette tabscreveu faz pitear o preteate edital
com u praao de 80 diaa palo qaal a tea theor cha
mo, cito e hei por citado ao jaelificedo tutate
Manoel Aatooio Ferreirt di Silva para qae den-
tro do referido prazo comparec aole ette jalao
allegando o qae fr a bem da aa direito e justica,
aob pena de proseguir a cauta saaa devidot ter-
mos a saa rerelii, prtenlo toda a qualquer pea-
oa, parante.amig ou conhecido do aobredito
uarauju ajarajtajajij^ jpVaibt J|| IBE 1.1 taaillllHU fj|
todo o txpenddo tuprt.
E para qtt a lodos chegue a noticia mandei
passar editaei que serio tffixtdos not
coatune a publicidot pela imprenta.
Dada epastad a Dea la ciflada do
diaa. da
MaljMittO
parllo Bruj.
Eu Maooel da Cirrelh Paes de,Adrada.
CTir-o o nbterevi.
Tristio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe, bffictat da im-
perial ordem da Rosa ejuiz dediretla especial
do connercio, d?sta cidade do Recite a eae
termo, por S. M. I. e 6. o Sr. D. Pedro 41.
que Dos gutrde, ele.
Faco taber pete presente, que o preardeate a
directores a caixa filial 40 Baoco do Breeil Bea-
ta cidadt. por tau "procurador o solicitador Bo-
dolpho Joio Barata de Almeid, ma tndcietta
rasa pelicio teguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz do tonmercio.A direccia
da calxt filial do Banco a\> Brasil oeste cidade- -
requer i V. S.quo te digne adnlti-la a jutrift.
car a auteocia ds Martina 4 Irnao que se achata
en lugar rocerlo a nio sabtd, aeguodo a cwti-
dao do oficial que os procurou, a-fin da taita
Citados por carta edil! com o a-razo legal ,
retpeoderen aos termo de na aecio de ietrra
que a aupplicante Ihe propoz o a aairot. a p.r*
lodos os termos da execucio ; requer por ato 6
V. S-. ase jaatiacado o eapeadido, a julgado por
reoieoea, ae paase a caria requerida pira o m-
expotto.Eicrivio. res de Andrade.
Pede V. 8. dei*rmenlo,E. R. ._Procu-
rador, Rodolpho Joio Barata de Almeida.
E naii te alo continha e oem oatra alguma
coutt te declarava em a dita pelicio que aqui ao>
achaverbo edvetbum transcripta e copiada, na
qnal dei e protari o aeguiale despacho :
Sim, mareado o da 21 Jo crreme mez.
R-ecife, tft de maio de 186i. Alencar Ara-
ripe.
Enada maia se continha em tal despacho-aqui
mol bem e Belmente transcripto a copiado, em
observancia do qual os peticionarios apreteota
ram suas teatenantNs, qae deposeram conve-
nientemente acerca da ausencia dot juttillcadoa
Martiot & lrnio, e aendo sellado e preparada
oa tutoi, foram-ne concluios e 001 meamos dei
e profer a sentenca do theor que te aagae
Hei por juittficada a auteocia da Martiot 4 Ir-
nto, qae te mostrou estirem em lugar incerto a.
asaim, mande que ae faca a cilaco edital con
o prazo da trila dias, para o fim requerido__E
pague a justificante as cutUt.
Recita, 26 de mato de 1862.Trialio de Ateo-
car Araripe.
Enada mais sa continha em dita teataoca qu
aqui Oca inscripta, por torga da qual o respectivo
eicrivao Maooel de Garvalho Paet de Andrade.
qae este aubscreveu, taz passar o presente etat
com o prazo de trila das, pelo qosl e seta
theor chamo, cito, e hei por ctalos aos justifica-
do ausentes Marlins & lrmio, para que dentro
do referido prazo coojparecam ante eite jateo.
allegando o que Mr bem ae seus direilot e jsa-
ti;a, 10b pena de proseguir a causa teas devidaa
termos ts suas revelia : por tent toda a qael-
quer pessoa, prente, amigo, ou conhecido daa
sobreditos justificados ausentes, puder-lhe-ba a-
zer sciente de todo o expendido upra.
E para que a todos chegue a nocia, mandei
paasar edilaes que terio afosados nos lugares do
costume, e publicados pela imprenta.
Dado 6 passado nesla cidale do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 2 diat do mes.
de junbo de 1862, 41. da independencia a dor
imperio do Brasil.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivio, o mbscrevi.
Tristio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ortiem da Rosa, e juiz de direito espe-
cial do commercio, desta cidade do Recita a
e seu termo, capital da provincia de Pernam-
buco, por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, quo
Dos guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que o presidenta o
directores da caixa filial do Banco do Brasil Detta
cidade, por sea procurador o solicitador Rodal-
pho Joio Barata de Almeida, me eoderecirats a
petico do theor seguiole :
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.A direcc
da caixa filial do Banco do Brasil neaia cidade.
requer V. S. que se digoe admilti-la justifi-
car a ausencia de Marlins & Irnao, qua se achaot
em lugar incerto e nio sabido, segundo a cei-
dlo do oficial que os procurou, a fin de eer ci-
tado por carta ediltl con o prazo legal para lo-
dos 01 ternot da accao, que a supplicante Iho
propoz e i oulros, e para os da execucio; re
qaer V, S. que justificada e julgada por sen-
leoga, se passea carta requerida para o fia ex-
posto.Escrivio, Paes de Aodrade.
Pede V. S. deterimonio.E. R M Procu-
rador, Rodolpho JuSo Barata de Alneida.
E inais se nio continha, e nen outra alguma
cousa se declarava em tal pelicio, que aqui est
verbo ad verbum copiada e transcripta, a qual
sendo-me apresentada, dei e profer o beapacho
seguinte :
Sim, marcado o dia 21 do correle mez.
Recife, 16 de maio dol862. Alencar Ara-
ripe.
Nada mais se continha em dito despacho quo
aqu flea mu ben e Oelmeole transcripto e co-
piado, por loica do qual os peticionarios spre-
sentaram suas testemunhas, quedepozeram coo-
veoieoomente icerca da ausencia das juitiac-
ds Marlins & Irroao, sen lo ellados e devi la-
mente preparados 01 autos, foram-me conclusos
e not mesaios dei a sentenca do theor se-
guinte :
Hei por justificada a ausencia de Marlins 4 lr-
mio. q-ie se mostrou acharen se em lugar in-
cerlo ; pelo que man lo que sejam citados por
carta edital con prazo de irinta otas, para o lia
requerido. E pague a justificante a cutas.
Recife, 26 de maio de 1862Tristio de Alea-
Car Araripe.
E nais se nao continha e nem outra cousa al-
guma se declarava em dita senleoga aqu insta
verbls transcripta e copiada, o em cumprtaatnta
da mesn o respectivo escrivio Maooel de Car-
valho Paes de Andrade, que e*ie subterevea. fea.
passar o presente edital com o prazo de-triol
diaa, pelo qual e seu theor chamo, cito, e bei
por citados aos justificados auseotes Marlins &
lrmio, para que dentro do iodicado prazo cont-
parecan ante este juizo, allegando o que fr S
ben de seus direitos e juat'Ci. sob pena de pro-
seguir a cansa aeus derdos ternes e sus reve-
lia : por tanto toda e qualquer pesfoi, parela,
amigo ou conhecido dos aobredilos justificados.
poder-lhe-ha fazer scieotes de todo o exposto.
E para que chegue todos a noticia, maodei
passar edilaes, que serio afilia los nos lugarea do
costume, e publicados pela impreoss.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 2 dias de junho de 1862, 41" ata
independencia e do imperio do Brasil.
Eu-, Maooel de Carvalho Paet de Aodrade, as-
crivao, o tebicrer.
Tristio de Alencax Araripe.
Peta thetourana provincial ae taz publico.
que o contrato do aterro a tazer-se detde a ram
do Sebo al a entrada do Mondego, .foi tremien-
do para.o dii 12 do correlo.
Secretaria da tbetoarari* provincial da Per-
nambuco 5 de junbo de 1862 O secretario,
A. F. d'Aonauciaco.
i>eeiara$4>*.
Perante o Illm. Sr.Or. juiz de orphios det-
ta cidade tem de aeram arfemaladoa de vena*,
no dia 7 do junho do corrvmle anno, ao neio ate.
am o armazem da ra do Amorim do btirro do-
Recite en frente a nova ranpa do trapiche dar-
Jos dt Cunha. lodot ot beos novata, btete. bar-
caga e canosa pertenceniee ao inventaro do fi-
nado Pedro Borgea de Cerqaeira, cono ludo
coma do respectivo edilal e etcriplo da praca
que se acha en polar do porleiro do soeaoo jui-
zo, e qua podar ter examinada pelos pretea-
dentes.
Por ette subdelegada acteolifiet-ta qaa as
acha depositado un cavallo castanbo que Iba fot
entregue pelo fiscal da mesma freguette im-
tot qae te juigar com direito a dito otaalto, asa*
paraca nn meima tubdetagacit, qae roaaatteaa-
gilnonlf, rhe er entregue.
Sobdelegacte de Manbeca I. fsirfco ao
1862.-0 tubdelegtdo,
Albaqueresa.
Toado a directora tea
ollocir ao hospital I
aoa ida <




Inspec$o do arsenal dema- ySJSV >deco.mo..p!*to.
.
rinha.
Fsi-so psallco qae a com misa m de perito! dei-
le arsenal, examinando na forma determinada
no regulameoto icompan rundo <> decreto o. 1324
de 5 defevereiro di 185*. o i ico, machioat,
caldeirat, apparelho, maitreaci Tlame, imir-
raa o aocoraado vapor Jnguaril e da Companhia proposlas em carta fechada, na
Peraambucena de navegaco oaleira, acbou to- conselho, as 10 horas da macha
dos essea objectos em regular eitado,
lospecco do sisenal de marinha de Pernam-
buco 4 de junho de 1862.
H. A. Barbos. de Almeidt.
Iospe: tor.
Cnsellie adminislrativo.
O conselho administrativo, pura foroecimnto
ara o eorpo da guarnieio da provincia do
Cear.
457 pares da clcheles,pretos.
Psra o arsenal de. guerra.
500 caadas de azeite de carrapato.
Psra a pharmacia militar deau provincia.
Quem quizer vender laes objectos spresente ss
seeretsria do
do dia 6 de
Pan O AracatV \ *** sa sobrado em chot proprios,
.1. com tote mtite. o hi.ie\t.l.5.oPMlrakU d0 ">' -0* "
para carga a psssageiros, trata-se com Gurge Ir',:
mos, na ra da Cadeia do Recite a. 38, ptimei-
ro andar.
junho prximo viodouro.
Sala das sesadas do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 80 de
maio de 1862.
Antonio Gomei Leal,
Coronal presidente.
Francitco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.

Para o Aracaty
o hiate nacional tjagnaribe pretende aegair at
o dia 8 de junho por ter parta da carga prompla :
para o resto o passageiros, trata-se na roa do
Crespo n. 14, ou com o mostr a bordo, defroote
do caes do Ramos.
Rio de Janeiro
O brigua nacional Alfredo, aegae com brevi-
dade a tem meio carregamsnto tratado, para o
resto trata-se com os consignatarios Marques,
Barros & C. largo do Cirpo Santo n. 6. *
jQit*
C0MPANHIAKBRAS1LEIRA
MOTetaS' A W1.
Espera-se dos portes do sul st o ota 13 do
partimentos, e com sitio contendo cochslra, es
trinarla, e casas para pretos sita de fronte do pa-
lacete do finado bario da Biberibe, na ponte de
Ucboa.
Um sobrado da 8 andares, na ras.Direits, n.
46, em chaos proprios, com 5 porta no terreo e
3 em cada um dos sndares, tendo gabinete ao la-
do, coiioha tora, I tojas, qaiotal a cacimba etc.,
osen rendimento snnual de ris 1,900 pode ser
elevado a mais, mediante algum melhoramento
no 3* sndsr.
Trss parles de um sobrsdo de ama andar, na
ra de Hortas, n. 66, as qases correspondem a-
parto d'ametade do aau ioleiro valor, e rendem
vinte e tantos mil ris mensaes ; tem quintal, e
cacimba Tere pois lugar o leilo destes predios,
cujo previo exame ser maito conveniente sos
pretendentes :
Sabbado, 7 do corrente
Ao meio dis em ponto, no eserpilorio. do
agente Oliveira, ns roa da Cadeia do Recife, 62
primeiro indar.
LEILO
Sexta feira 6 do corrente a 1
hora da tarde.
O agente Pinto far leilo a requerimento dos
curadores fiscaes da masaa fallida de Jos Aoto-
corrente o vspor Cruzeiro do Sul, commandante nio Soares de Aievedo, e por mandado do Illm.
GRANDE CIRCO0CE4N0
DE
SPALDING & ROGERS.
BENEFICIO 1)4 JOVEN K4TE OBMOND.
HOJE
Sexta-feira 6 de junho.
AVISO ESPECIAL.Tend > sido marcado o dia de Sexta feira 6 de junho, pira o beneficio
da perita joven artista KATE RMOND, o director nao pode deixar de approveilar esta occaiio
afim de antecipar a apreciavel e benevolente considerarlo do generoso e a precia vel publico deata
cidade, o benigno acolbimento |ue lo dislioctamenle tem manifestado pela joven beneficiada.
Em commum com todos os artisti a deste circo, o director sent um inezplicavel orgulho na execu-
cao dos dotes profesaionaes deata filha do circo, assim como se rigosija de ver qne todos os ssso-
cisdos ds companbia mostram tim tal enlhusiasmo pela joven menina, que o animam e habilitam
a poder prometer oesta occasio sos concurrentes, um entretenimento digoo da arte equeslre, que
torne ainda mais recommendavel a companbia, que se esforcar de commum accordo para agradar
lio respeitavel reuno.
Peroambuco, 5 de junho de 1862. Carlos J. Rogers,
Director geral.
A JOVEN KATE 0I1M0! D produzir nesla occasio, pela primeirs vezneals cida'de, a in-
tercalante e bella pantomima eqiestre, na qualella appareceu com immenso Eclat em Nova Or-
leans e Nova York, intitulada
KATRINA
O
0 Salteador dos Pyrioeos.
Vestido em cottwne histrico e com msica appropriads, ena qual espera-se que serobam
aceitas as
SEGU1NTES PERSONAGENS.
Kalrina, a mulherdo Salteador
Marco, o Chefe dos Salteadores,
Conde Monlplaitir,
Pedro, Criado do Conde,
Jote, Sargento dos Gsrs d'Arms,
Antonio, Capitao dos (ens d'Arms.
Soldados,
DURANTE A PEQA
baver a dansa da pantomima pela Joven Kate Urmond.
O DIRECTOR nesta nolte apresentar
A Joven Karte Ormond,
Sr. Nahaniel Rogers.
Tktodoro Tourniairc.
> Jorge Sharp.
H. W. Rugglet.
Jerry Worland,
A Companbia.
l*v'
joven KATE ORMOND e o
Joven Carlos Fisher,
tira vez iterante o pablico, n'um acto da arte de n
Sem sella e freio:
em honra da joven KATE ORMOMD e o
ae apresentar pela primeira vez perante o pablico, n'um acto da arte de montar a cavallo
Toda a companbia de ambis os sexos
MASCULINO EFi MENINO
GRANDES E PEQUEOS
eito inspirados com a firme resoluto de que a representarlo dessa noite ser urna demonstracSo
4a elevada ealima em que elles ti m este verdadeiro ornamento de sua profissao, e at
Mesmo os cavallos
parecem estar dispostosa mostrai mais do que
nhors.
a sua usual sagacidade, em honra de sua joven se-
Os bilhetes par.t camarotes, cadeiras e platea estarlo venda no escriptorio do
circo, hoje quinte -leira de manha, assim como no dia do beneficio.
Por nrdem do director,
W. T. B. Van Obden Juhior,
Secretario.
G4SSIN0 POPULAR
BAILE
DE
Mascaras e sem mascaras,
NO
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 7, vespera do Espi-
rito Santo.
A aociedade Casaino Popular t>m a honra de
adnunciar ao respeitavel publico, que aabbado
vespera do Espiro Santo dar um rrande bsile da
mascaras e sem ellas. O insigne n estre de danss
o Sr. Magalhies, desejsndo contribuir para o bri-
lhanlismo desle baile obsequiosamente se presta
a executar algufflas danss de aeu variado reper-
as damas serio brindsdas (:>m lindas sor-
_de proposito para ase iim, Analmente
os meios posi veis, afim de
oeste dia nade deixe a dese-
ntume a reioar ordem, mora-
i, a que sejam obstmdas sa dis-
lalamanto interno.
U damas, gratis ; pira cavalii
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COMPANHIA LYRIGA
DE
9.* Recita da assignatura.
Sabbado 7 dejonhode 1862.
Representar-se-ha a op*era
ERNANI.
o capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, o
qual depois da demora do costume seguir para
os porlos dti norte. i
Desde ji fecebem-se. passageiros, engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual da- j
veri ser embarcada no dia de sua chegada,Oinhei-|
ro a frete o encommndas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es- i
criptorlo de Antonio Laiz da Oliveira Azevedo
&C.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, das dividas
pertencentes a mesma masa, 1 hora da tarde
do dia cima mencionado.
COMPINHII BRASILEIRA
DE
W17IS A VAPOS.
At o dia 23 do correte esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capitio-tenente Jos Leopoldo de Noronha
Torrezo, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sal.
Desde ji recebem-ie passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder condazir a qual deve-
r ser embsrcada no dis de sua chegada, en-
commendss e dinheiro a frea at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia rna da Cruz o. 1, es-
criptorio de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo
& C.
LEllft
Segunda teira 9 do corrente.
Matheas, Auslin & C. (aro leilo por nter-
venci do ageute Oliveira, de 9 barricas conten-
do ptimos presuntos para fiambre, os mais fres-
caes, bem preparados e encapados e no melbor
estado possivel, importados ltimamente da
America, e quaes nunca a este mercado ebega-
rsm superiores, fado qne pode veriOcar-se an-
tecipadamenle no armazem da farinha dos an-
nuncisntessito ns ra da Senzala Velha, onde
tari lagar o leilo, na segunda-feira 9 do corren-
ta, ao meio dia em ponto.
LOTERA
AMANHA' 7 do corrente anda-
rao impreterivelmente as rodas da pri-
meira parte da primeira lotera a bene-
ficio da matriz de Ouricury, no consis-
torio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
achara se a venda na respectiva thesou-
raria ra do Crespo n. 15, e as casas
commissionadas ra da Imperstriz Ipja
de ferragens n. 44 do Sr. Pimentel,
praca da Independencia n. 22 loja do
Sr. Santos Vieira, ra Direita n. 3 bo-
tica do Sr. Chagas, e na ra da Cadeia
do Recife'loja do Sr. Porto.
As sortes desde a 5:000$ ateas de 10$
serSo pagas de 1 hora da tarde em dian-
te desse mesmo dia da extraccao, e as
outrps logo que se tenha feito a distri-
bu cao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Providencias.
Pede-ae anearecidameaU ao Illa. Sr. Dr. da-
legado, e ioi Srs. subdelegados das frsgieziaa da
Santo Antonio e S. Jos, qiu por suss ponda das
lancem suas benignas vUUs policiaes, para as
grandes immoralidades que se praticam na ra
de Aguas-Verdes para os toqaes e cantigas obea-
nss para os sambas, a principalmente para certa
espelunca que serve de baiinquaaos vaaabundot
e de laatimar que ama ra no centro da cidade
e as vistas da polica, ae torne|o foco de immo-
ralidades. Isto pede e espera providencias,
O raz de altea.
Quem quizar dar a premio a quantia da
2009 sobra garanta, anoaocie para tratar-sa a
tal respeito.
Alugi-se ama casa terrea na ra Dtreila o.
83: quem quizer, dirija-se a ra da Penha n. 5.
CIRCO
GR4NDE OCANO
Fugto aoamaobecer do dia 2 do crranlo
mes do eogeoho Pe'dregalho da comarca de Na-
zaret da Malla, o escravo crioalo da nomo Be-
nedicto, com os sigoaea segualas : idada 2* an-
nos, alto, seco, maesas altas, rosto -descarnado,
ps e mos grandes e secas, lovoa vestido calca
ejaqueta branca, chapeo da massa, lavando em
sna companbia urna escrava de nomo Rosa a
urna cria filha da mesma de Idade 3aonos poaco
mais ou menos, e a escrava teri 16 a 18 annos :
roga-se as autoridades policiaes e capites da
campo o aprehendan e levem a aen senbor ao
mesmo engeoho Pedregulbo que serio recom-
penaadoa com 100#.

Aviso.
DE
Por pedido de algamas senborss o professor
da lingus italiana vai breve corntcar o carao da
dita liogua e pode ainda admittir tras sanhoras
discpulos. As licQoei san particulares e toma-
das com toda exactido em auas respectivas cs-
(sas e vencidas com um cento ds lices para es-
i ere ver, traduzir e fallar com o verdadeiro acento
I a dita lingua e suas poezias. O professor mora
i na ra da Soledade n. 68, casa com iardim e
! sitio.
LILAO
DE
LivrOS im-
portantes.
Na ra do Imperador n. 73,
I armazem, a 1 hora da
tarde do dia 6 do corrente.
O agente Gregorio de Oliveira fari leilo no
dia 6 do correle sexla-feira, a 1 hora da tarde
em poolo, de nma rica livrarh perteocente a um
Sr. Dr. advogado ausente que nao poupou des-
pezas para possuir os melhores litros que se fa-
zem precisos tanto aos Srs. advogados como aos
Srs. estudantes da faculdado de direito ; cons-
tando das segaintes obras: Roberlsoo 2 volumes,
Flavius Joseph 1 volunte. Mirabein 8 volumes,
Plutarque homeos Ilustres i volumes, com men-
tarlos de Cesar 2 volumes, Demostheo.es 5 volu-
- mes, annaes da Tcito 1 volunte, diccionario
Amorlm & Irmaos, ra ds Cruz n. 3, *\<:ono geographico do Braail 2 volumea, Ltttrai de Ju-
capilao Jos Antonio de Oliveira, na ...ica do nius 2 vol
earcellona.
O brigue haspanhol cDous Irmos, capitao D.
Fernando Torras, que vsi sshir para Barcellona
em poneos dias, recebe alguma carga para com-
pletar o ieu carregamento, com especialidade al-
godo : a tratar com o mssmo capitao, ou com
OS consignatarios Carvalho, Nogaeira & C.
Para Lisboa segu com maits brevidsde o
brigue Port Activo s, tem prompto a maior
parte do carregamento, e para o resto que recebe
a frete ou psra passageiros, sos quaes offerece ex-
celleotta com modos : trata-se no escriptorio de
Commercio.
1
umes, diccionario da fbula 2 volumes,
Girardin 2 volumes, historia da isa prensa 1 vo-
SPALDING & ROGERS.
Os ltimos tres dias do circo.
Sexla-feira 6 de junlio.
Domingo 8 de junho.
Segunda-feira 9 de junho.
O director respeitosamente annuncia, que a se-
rie de divert meo tos terminar na segunda-feira
prxima de noite, e que as restantes representa-
res sero distribuidas da segulnte maneirs.
HOJE
Sexta-feira de noite.
Beneficio da joven Kale-Ormond,
e a produccSo de Kalrina, ou o Salteador dos
Pyrineui.
Domingo de tarde,
Para a joveulude e familia em geral,
com um escolhido programma especial para es-
se dia.
Domingo de noite, O Sr estudaote que tem
Para todo o mnndo e seus habitantes, recebido o Diario com o iiome
com um encyclopedio de novidsdesde circo. <0 Sr. Da TO Fortuna PeSSOi,
SEGUNDA-FEIRA DE NOITE. Em beneficiada SanUl^^^^^^
tasa de Misericordia.
O abaito assignado procurador da actual me-
sa regedora da contraria do Senbor Bom Jess da
Via-ascra di igreja da Santa Craz, por ordem do
provedor convida em geral a todos os irmos da
I mesms contraria para se reunlrem no consisto-
rio de sua igreja no dia domingo 8 do corrente
s 4 horas da tarde, para ahi ao tratar a respeito
das obrss que se tem de dar principio. Espera,
po5, a mesa rsgedora nos corsees nobras de
seos carissimos irmos, que desprezsndo alga-
ma offenss que por ventura tenha recebido daa
i mesas passadaa, reanam-se no dia e hora mar-
: cada e tomem interesse para o augmento da con-
traria com aqneile amor e dedicacao qae costa-
mam sempre mostrar.'
Procarador,
____________________Joo Pita Vtres.
Thomat Payo, rlira-se para a Babia.
Francisco de Oliveira Jnior retirase pa-
ra o rio de Janeiro.
publicar seu nome.
COLLECQAO de TRABALHOS novos
para os quaes st aqui nao tem havido tempo. '
N. B.Para que a recita por occasio deste
beneficio possa ser digna do fim sagrado a que
destinada, o director declara, que a companhia
se demorar squi, no caso da noite de aeguoda-
feira ser chuvosa; e assim o divertioieoto ter
Aracaty*
lume. Grada ad paruasnm 1 volitase, plano de lugar na seguinte noite de bom lempo.
Segu no da 10 do mez corrente o hiate San-
ta Cruza, recebe carga a frete e passageiros : a
tratar com Caetano Cyrtaco da C. M. Irmle, no
fado doCorpo Srnto n. 23.
Baha.
Hiate Santa Rita segu nestts dias ; psra o
resto da carga trata-se com Caetano Cyriaco da
C. M. & Irmo. no lado do Corpo Santo o. 23.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes esto i venda no dia do espect-
culo. '
N. B. Nao ae pode dar hontem esta [represen-
taco por incommodo do Sr. Belli, conststsdo
Sr. Dr. Ramos.
G. HJaKmAioBxi.
tacic
pelo
Atsos martimos.
psra o Rio da Prata um navio de
iaaae, loUdo em 1,500 ou 1.600 barrl-
Para o Kio Grande ao Sul segu com mutla
brevidade o brigue escena Gaanabara, .ecebe
carga a frete : para tratar, no escriptorio de A-
morim Irmos, roa da Cruz o. 8.
i9ara
Rio de Janeiro,
segu com toda brevidade a linda e veleira barca
nacionil Iris, de primeira classe, capitao Gas-
par Leite de Paria, a qual tem parte de sea car-
regamento prompto .- para o resto, trata-se com
os seus consignstsrios Aransga, Hijo & C, ra
do Trapiche Novo n. 6.
GOIPARHIA PERIUIBUG4NA
Navegado costeraa vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M-
cau do Assu', Aracaty, Ceara' e
A carac'.
O vapor Jagusribe, commandsnte Lobsto,
sahir para os portos do norte at o Acarac,
no dia 7 de junho as 5 horaa da tsrde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sshida a 1 hora; escriptorio no Forte do
Mallos n. 1. .
urna bibliotheca 1 volume, galera dos centena-
rios 1 volume, Urbsio economa politica 1 volu-
me, Girardin la libert 1 volame, Wardeo histo-
ria dos Estados-Unidos 5 volumea, projecto de
paz perpetua 1 volume, Carrn Jisus Christo 2
volumes, livro do christo 1 volume. Mores ca-
tolici 1 volume, Reybsnd le Brasil 1 volame,
tratado de estatistica 1 volume, Cooture systema
parlamentar 1 volume, Haomam 1 volume, Jshr
1 volume, Ramee theologia cosmognica 1 volu-
me, Saltandronze cartas industriaos 1 volume,
opusculus socists por Bugault 1 volme, Tachet
esquiase sur le Canad 1 volume, moralistas ao-
iigoi 8 volumes, Haraogue des grees 2 volumes,
Nore livre de jeuoes persones 1 volume, novo
guia de Pars e seas arredores 1 volme, manual
dos pesos e medidas 1 volme, Perbrer histoire
financiare 2 volumes, mooogrsphia de cha 1 vo-
lume, Bouix Juris esoenici 1 volume, Homero 1
volume, Kuho vida de Jess Christo 1 volume,
srte de fazer-se deputado 1 volume, Guerin Rei-
ne du Cial 1 volume, Scupoli pugna spiritualss 1
volume, Santa Biblia i volume, e oatraa mais
obras qae nao se menciooa para nao tornar este
annuncio maia extenso.
A baudeira i(ida ou nao icaJa no topo do am-
phithealro, na larde de aeguoda-feira, indicar
se o beneficio lera ou nao lugar na noite de 9.
Ter^a-feira, 10 de junho
se principiar a empacolar o amphitheatro.
H dejunho
partida para o Rio de Janeiro.
Todas ss contas, Sfjam de
que nstureza for, quer contra
a compaohia, quer contra o
brigue Hannah da compaohia,
devero ser ap'reseoladas neste escriptorio, hoje
Sexta-feira
como de costume, para serem aalisfeltas : e to-
das as contas de dias subsequentes esse, de-
vero ser apresenladas no mesmo escriptorio
para serem pagas, na terca-feira prxima de-
manha.
j Alguma senbora viuva com pouca familia
que esteja em circumstanciaj da tomar conta de
urna menina aemi-braoca com 2 e meio snnos
para acabar de criar mediante ama mensalidade,
annuncie cor este Diario para se procurar.
os abaixo assigoados, berdeiroi do casal
do fallecido Joto Henriqaea da Silva, facemos
publico palo presente, que desta dala em diante
deixa de ser nosso procurador o Sr. Jos Henri-
ques da Silva, pelo que nlnguem poder com elle
contratar validamente em dita qualidade, protes-
tando desde j contra qaalquer tranaaeco com,
elle feita na qualidade de nosso procurador, ain-
da que mostrada seja a procuraco que elle con-
serva em seu poder, e sioda que continu a ser
' someote o procurador da viuva D Josepba Mara
! dos Prazsres e Silva. Por este modo retirara os
abaixo assignados os poderes que lbe conferirn),
os quaes dests data em diante expiram. O que
fazem publico por todos os joroaes deata cidada,
afim de que ninguem possa allegar ignorancia.
Recife 31 de maio da 1862 Gabriel Aotocio,
Joo Heoriques da Silva, Domingos da Silva Gui-
mares, Joaquim Heoriques da Silva.
Carta.
Manteiga ingleza.
HOJE
ao meio dia em ponto.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem perteocer e sem reserva da preco de 15
barris com manteiga ingleza, ltimamente des-
carregadas, ao meio dia em ponto (visto ter de
effectaar um outro leilo 1 hora da tarde),
no armazem do Sr. Aunes em frente da alfao-
dega.
L^llOft.
LEILO
DE
Urna mobilia de Jacaranda a Luis XIV com um
sof, 1 mesa redo-da, 2 cosilos, 2 esdeiras
de braco, 2 ditss de balaceo e 18 ditas do
guarnico em bom estado.
Sexta-feira 6 do corrente.
O agenta Pinto fari leilo por conta e risco de
qaem pertencere sem reserva de prego da mo-
bilia cima mencionada, exiatente no segundo
andar do sobrado o. 18, ra de Santa Rita, onde
se effectuar o leilo s 11 horaa do dia cima
dito. Oa pretendentes poderlo desde j exami-
nar a referida mobilia.
LEILO
A 7 do corrente.
O agente OlivairsvjDflereee outra vez para se-
. esa o pretender, diriia-se a Bailar & OU- rsm ;aatdos definitivamente, em leilio, os pra-
, rea da Cadeia lo Rada n. II. > dios segaintes :
MBA.
Segunda-feira 9 do corrente.
O agente Pinto far leilo a requerimento de
Joaquim M. Portella e por despacho do lllm.
Sr. juiz mnoicipalda aegunds vara, de urna car-
teira, balcio, armario, 104 garrafas com conser-
vas, 112 ditas com servejs, 12 ditas com licor,
60 frascos com molho, 60 duziss de copos, urna
burrs velha, 12 cadeiras, urna mesa, um sof,
2 coosolos, urna commoda, 2 parea de lanternas,
2 jarros eostros objectos existentes no armazem
e primeiro andir do sobrado da ra da Cruz n.
n. 7, onde se effectuar o leilo no dia cima
mencionado.
Principiar as 10 horas.
O DIRECTOR GERAL
vem por este meio respeitosamente manifestar
os seus sinceros agradecimeotos pela extrema
hondada e pulidez que todas as classes teem
prodigalissdo, nao s s elle como a sua comiti-
va, e tambem pela benevolote e generosa pro-
teceo com que tem sido acolbido os seus en-
tretenimentos: com especialidade do Exra. Sr.
presidente da provincia, o lllm. Sr. Dr. chefe de
polica, o lllm. Sr. Dr. delegado, cmara muni-
cipal, empr.-gados da alfandega e do servico
do porto, e finalmente dos distinctos titulares e
do respeitavel publico em particular, de cujas
pessoas tem recebido immensas attencoes e (a-
cilidade nos sens humildes pedidos, que o tor-
nara summamente pesaroso, de ver-se coostran-
gido s partir to cedo para a capital do impe-
rio, o que deiio ao lempo chuvoso.
De volla da sua digresso para os Estados-
Unidos, que ser para o anno vindouro, elle
apreasa-se desde j a anticipar a ioexplicayel
satiafaeco, que teri de presentar so pablico
em geral desta cidade, novos trabalhos com
mais arte e cuidado do que Ihe tem permitlido
fazer, o curto espigo de sua estada aqui, e para
tambem pessoalmente poder expresssr os seus
cordeaes sgradecitnenios, o que agora s pode
fazer palo meio da imprensa, em consoquencia
da sua partida ser lo rpida.
Charlee J. Rogers.
O Sr. Joo de Oliveira e Souza tem ama carta
no escriptorio de Prente Vanse 4 C, pagando
o praseote snnuncio lhe ser entregue.
Aysos diversos.
Grande laboratorio de lava-
gem de roupa a vapor de
Ramos 4 Pimentel.
Os donos doa nmeros abaixo mencionados
podem mandar bascar ss roupas que esto promp
tas : 70,48. 124,132. 133. 28, 125. 118, 130. 129.
63, 1*8, 91,131.67, 31, 6. 73. 49. 113, 58, 46.
12, 7S, 121, 116, 59. 122. 77, 60.52, 23, 127,
3, 33. 126. 94, 103, 37. 109.
123.
Precisa-se de um amassador e um forneiro
que eotenda bem de seu officio : na padsria da
ra larga do Rosarlo n. 16.
Roga-se ao Sr. Vicente Barcellar o obse-
quio de sppsrecer ra de Hortas n. 24, primei-
ro andar, a negocio.
l'rectaa-se de urna ama
n. 12. ssgundo sndar.
no paleo do Terca
FrecUa-se de 1:000 t. premie sobre hypo-
theca em casaa, pagaodo-se os jaros mensslmen-
te,e a ao a meio : qaem tier a qaiiar, aanuo-
ete, oa dirija-se ao largo da Rlbelra n. 13.
O cuninieuoaor Joie francisco PereiM
da Silva, Igoacio Francisco Pereira da Sil-
va, Jos Francisco Pereira da Silva Jnior,'
Jos Ladillas Pereira da Silva, Miguel Ger-
mano dos Sintos Pereira de Bastos e
Francisco de Piula de Souza Leo Jnior
agradecem cordialmenlc a todas as pessoas
que se dtgoaram acompanbar o fretro de
sua muito pressda esposa, mi, av6 e lo-
gra, e convida-os de novo para assislirem
a mlssa do stimo dis pelo repouso eterno
de sua alma que ter lugar no dia 10 do
correte pelas 8 horas da manha na ca-
pella do cemiterio.
Jos Ladislao Pereira da Silva, ferido do
mais profundo sentimento, convida sos
seus collegas e amigos para assislirem a
missa do stimo dia pelo repouso eterno
de sua muito pressda av D. Anna Isabel
Pereira da Silva, que teri lugar no dia 10
do correte palas 8 horas da machia na
cap.lla do cmilerio.
Feitor para engenho
Precisa-se da usa hornea que leuha muita pra-
tica de agricultara, que aeja muito diligente e
tenha bons coitames, psra feitor de um engenbo
qnem le julgar em taea condigoes, dirija-se a
ra de Apollo n. 86, primeiro andar: prefere-ie
portuguez.
Silvino Guilberme oe Berros compra escra-
vo de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.*
Petar Taylor, subdito ingiez, retira-se para
a Europa, no vapor ioglez Paran.
No engenho Mega de liatxo com
porto para embarque vende se cerca de
tres mil caadas de mel rovo.
Aluga ae um sino no principio di Estrada
Novs, que tem casa para morada, cochelra, es-
tribara, qaartos para pretos, grsndes baixas da
capim, pastos para vaccas e alguna arvoredoa :
oa ra ds Cruz n. 56. sn dir.
Attenco.
Jos Henriques da Silva decisra pelo presente,
que nao lhe convindo continuar na nrocuradoria
do casal de seu tioado pai Joo Henriques da
Silvs, que lhe foi sido commeltida por sua mil
a meeira D. Josepha Mara dos Prazeres e Silva
no dia 5 de abril do aono prximo passado, com
previa sciencia de sna coostituinte, restituio-lho
a procuraco, por meio ds qual lhe foram Irans-
millidos os necessarios poderes : igualmente de-
clara que, dursnle o tempo de sua procuradora,
nunca promoveu ou realisou tranaaeco alguma,
quer no interesse do casal, qaer cootra elle, a
apenas era informado das que promoeu o her-
deiro Gabriel Antonio, depoia que elle as con-
clua e acabava. As pessoas que livarem tran-
saccao de qualquer genero com dito cassl, se de-
vero entender com a mi do annuneiante, na
ra Real, freguezia da Boa-Vista, aition. 2. Re-
cife 3 de juoho de 1862.
^^i
Companbia Fidelidade de se-
guros martimos e terres-
tres, estabelecida no Rio de
Janeiro com o capital de
16:000:000$.
Agentes em Pernambuco
Antonio Luis de Oliveira Azevedo & C. compe-
tentemente autorisadoa pela directora da coas pa-
nilla de seguros Fidelidade, tomam seguros de na-
vios, marcadorias e predios, no sau escriptorio,
ra ds Cruzo. 1.
Perdeu-se!!!
Ouem tiver acbado desda a repartirlo do sallo
at a esquina da rna de S. Francisco dabi al
casa abaixo mencionada, daaa letras, aeeilaa
ambas por Placido Ferretra de Mello, sacadas em
19 de msio, urna a tres mezea o outra a ciaco,
ambas de igual quantia de 264*680, a qeiter res-
titu-las ao sea propietario, pode leva-las raa
larga do Rosarlo n. 21, loja de jotas, que ser
recompensado, certo de que nio pode servir a
qaenfV tiver acbado, visto qae eslo tonadas ss
cautelas legaes para aio serem psgss pelo axei-
lante. t

y i
-


Ir
*
mmu ediccao
*.
DO
THESORO HOMEOPATHICO
.ti*- 4.-00
Vade-mecum do homiopatha
pelo autor
SMHHUI
Kate Inrro que se tem tornado to popular,
4*ato Becenarfo, acaba de ser publicado eom
todee oa melhoramentos, qae a experiencia e os
progreaaos da ciencia tem demonstrado. A no-
a adicco em lado superior panuira, en-
aeCT a
1.' Mais ampias noticiss acerca do curativo
das molestias, cora indicecea mui proveilosas
dos medicamentos noros recentem<>nte eiperi-
nenfadoa na Europa, nos Estados- Unidos e no
Brasil.
a.* A expoaicioda doalrioa hemeopatha.
8.* O esludo da apropriacao dos emedioa se-
gando as predominancias dos tea peramentoi,
dae idades, dos aezos, e segando ss circumstan-
cus atmospberios etc., etc.
, 4.* A preservado ou prophilaxia las molestias
heredilariat.
5." A preservarlo dss molestias e jidert icas.
6.* Ums esUmpa Ilustrada demostrativa da
continuidade do tubo intestinal desde a bocea at*
o anua etc., ele.
Vande-se na pharmacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Preco de cada exemplar. 20*000
N. B. O senhoresassignsntes queitam. man-
dar receber seus exemplares.
Novidade
Amendoas coofeitadas, sorles das mesmas, pa-
pis com estalo, talo muito novo, vende-se por
manos do qae em outra qualquer parte : na ra
a Senzala Nova n. 30.
A pessoa qne anouociou|.dai urna enanca
para criar : pode derijir-se a ra da M a tris da
Bda-Viiti n. 26 partera.
Ateiicao
Antonio Cesario Moreira
Das, faz sciente ao respeit-
vel publico com especialidade
aosseus freguezes, que mu-
dou o seu armazem di rua da
Moeda para a rua da Madre
de Dos n 32, e est -renden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e aifianca a
boaqualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
MIISTC
Na roa Oireita, sobrado de um andar n. 33, de-
fronte do nicho, arraoja-se comida diaria para
qualquer peasoa que queira, tamben ae engom-
la, Ur-se doca da todas aa qualidadea, tanto
saceos como em calda, fazem-se bandejas de di-
versas qualiJadee de bolinhos com Oguras de lin-
dos modelos, tanto pin casamento como para
bailes, iaiem-se pssteis de nata, doce 'ovos com
enfeites de alfinim para prsenles, bolos chama-
dos de S. Joo com ramos, flores, cspellss, le-
tras, n tambem ae faz jalis de substancia.
Aluga-ae oa raa Imperial o aegaodo aoaar
da casan. 144 perto da casa doaabo : a (aliar
na rus Direan. 6.
Por brincadeira, no da 27.do prximo pas-
eado, carregaram de cima de urna commoda um
relogio de repetido, da casa n. 6 da rua Direita,
e por 8so nede-se ao carregador que o r levar,
que ter de gratificado 259, ou qualquer peaos
que o descobrir.
Aluga-ae em mulato bom boleeiro, para
casa particular, ou meamo para algnma cocheira
que seja boa : a fallar ni rua larga do Rosario n.
34, botica.
Precisa-se de um pe jueno dos ltimos che-
gados do Porto: a tratir oa taberna da rua da
Liogoeta n. 5.
Antonio Joaqaim Vidal pardea nma cartei-
ra no sabbado 24 de maiodo correte anno, con-
teni oito letraa, ou antea notas promissoriss,
sacadas a seu favor pelo sea x socio o Sr. Joan
Carlos Bastos de lirelra na imporlaocia de
4:500g, seodoas seis primeirss de 5709 cada urna;
a stima de 5809, e a oitara e ultima de 5005,
sacadas em 24 oe abril do correte anoo, s pre-
sos de 6, 9, 1-2, 15, 18, 21, 24 e 30 meses, assim
como quatroceotos e tantos muris, sendo duas
sedulas de 200-; esdi urna, e o restante de menor
valor, e ontros papis, e porque lbe nao tenhsm
sido entregues os objectos que Ceixs menciona-
dos, pds de eccuro ao sacador da referida no-
tas para as nao pagar a qaem lb'aa apresentar,
tanto inaii quaolo nao firmou o anuuocianle al-
gama dellas, anico caso qae dsria direito a al-
gupm reeebe-las. Kecife 31 da maio da 1862.
Aluga-se o sobrado do largo do chatariz o.
1 (rua do Brum) : a tratar em Santo Amaro, pas-
sando a fundicao, na caaa que tica defronte a
dus primeiras arvores.
Aluga-ae a caes terne da rea do Pego n.
lf : a tratar na rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luis de Oliveira Azevedo.
Compras.
Compram-ie acedes do novo ban-
co de Pernam buco na rua da Gadeia
do bairro do Recife n. 22.
Compra-ae um preto de meia* idaae, de
bone costamos e proprio para aito, urna eacrava
qne saibs coser e eogommar bem : aa raa da Ga-
deia Velha o. 35.
Compra-se constantemente lati silbo e co-
bre : na raa da Imperatriz n. 65.
Compra-se um cylindro d padaria, em
bom salado : na rua eilreita do Rosario n. 47.
Vendas.
Gaz do melhor
a 600 rs. a garrafa.
Na rua Direita n. 7 e na rua
do Queimado n. 75.
Eduardo Duclua, cidado francez, retira-se
para fora da oroviocis.
Joo Actoo, subdito brilannico,
para inglaterra.
reiira-se
Atteoco
D. Josepba Maria dos Prazeres e Silva, mesira
do casal de aeu floado marido Joo Henriques da
Silva, faz certo pelo presente, que tendo seu fllho
Jos Henriques da Silva restituido a procuraco
que lbe tioba aido dada para tratar doa negocios
do casal com aannuociaote, em sen sitio na rua
Real, freguezia daBoa-Viata, n. 2, jmenlo ago-
ra devera ser eiles tratados.
Os atiaixo assignados fazem scieui*ao corpo
do cemmercio e a seus freguezes em geral, que
tem transferido a sua casa de negocio da rua da
Cadeia do Recife n. 55 para a rua Nova n. 18,
onde acharao sempre grande sortimento de fazen-
das de diversos gostos e quslidades, sendo sem-
pre servido com sinceridade e promptido. Re-
cife 4 de jaoho de 1862.
Figuelredo & Irmlo.
1:2009, na rua do Queimado n. 26 se dir
quem os empresta, garantidos por hypolheca em
cass terrea.
Urna pessoa habilitada em escrip-
turarao mercantil por partidas simples
ou dobradas, do que ja tem pratica of-
ferece-se para fazer escriptas commer
ciaes mediante razoavel paga : as pes-
soas que de seu presumo quizerem uti-
lisar se podem dirigir-se a rua larga do
Rosario loja de louca da porta larga do
Sr. Joaquim Antonio Pereira, de quem
colherao todas as informarles precisas.
Aluga-se urna bella caaa de ca npo, com ex-
Celleotes commodoi, bella vista e bom banbo :
quem a pretender, dirija-se a rua da Conceico
da Boa-Vista n. 26. que achara com quem tratar.
Precia a-se de um amasssdor
allemaa de Santo Amaro.
na padaria
Precisa-ae oe 1:5009 a juro de um e meio
por cento sobre hypoiheca em um predio oesla
praca : quem tiver dirija-ae a rua da Conceico
da Boa-Vista o. 41.
O abaixo aasigoado faz scieolu ao respeiia-
vel publico e principalmente ao re.'peitavel cor-
po do commereio, que tem jusio e contratado
vender a sua taberna sita no pateo da Ribeira o.
1, aeSr-Jos da Silva Santos, por isso pede a
todos es seus credorss, para no praso de tres diis
lbe apreeentarem suas contaa corre i tes, afim de
reslisamento de seas pagamentos conforme con-
vencionarem, visto ter tambem veniido o praso.
Recita 3 de junho de 1862.
_________________Jos B-rnardino Alve*.
Jos Baplisla Nizet, subjito francez. retra-
te para o Rio de Janeiro.
A pessoa que aonuociou precisar de quem
sequizeiae eecarregar de una menina de 2 an-
uos e meio para acabar de criar, nediante urna
mensalidade, pode dirigir-se ao pa.eo de S. Pe-
dro n. 22, que ae dir quem ae proi e.
feto prseme sao convidado) oa aroi-
amigos do finado Francisco Jos' de Paula
fsepuilado com o nome de Francisco de
i Paula) para assistirem a urna missa, que se
[ha de celebrar pelo repouso de sua alma,
no dia 9 do correte, pelaa 7 lio-as da ma-
nila* no convento dos religiosos francis-
cano.
Serafim de Souza subdito pertuguez reti-
ra-ae para o Para.
Pechiocha sem igual.
Cortes de chita franceza largs, de 11 covadoi,
pelo baratiasimo preco de 28500, liodas chitas
francezas largas a 200 rs. o covado, superiores
cassaa francezas de cores a 240 o covado, lindaa
laazinbas de corea de superior quslidade a 400
rs. o covado; na loja do aobrado de 4 andares
na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de
Vaaconcellos 4 C, snecessorea de Jos alaria
Lope*.
Saias de balso.
Sao chegadaa as eommodas saias de balo, de
arcos de diflerentes tamanhos, de 8, 10 e 12 ar-
cos psra meninas, de 15, 20, 25, 30 e 42 arcos
para aenbora, por presos maia commodos do que
em outra qualquer parta : na loja do sobrado de
4 andares na rua do Creapo o. 13, de Antonio
Correia de Vaaconcellos S C, snecessores de Jos
Uoreira Lopes.
Bom e barato
Qeeijos do Serid a 500 rs. a libra, gomma de
ararnta muito alva e nova a 100 rs. a libra, e em
arroba a 29800, cevadioha de Franca a 200 rs. a
libra, ancoretaa com azeitonas a 1J200 : na rua
dasCruzes n. 24, esquina da trsvessa do Oavidor
Atteoco
A 600 rs a garrafa de gaz.
Continua-ae a vender o raelbor gaz, na loja de
funileiro. rua da Imperatriz n. 65.
Ao publico.
No Diario de Peroainbuco o; 84 do mex de
abril de 1861, foi publicado um annnncio do theor
seguinte: a viuva e herdeiros do fallecido Joo
H-nriques da Silva, declaran! que estao nomea-
doadeade 5 do correte mez sen bastantea pro-
curadores a Jos Heoriques da Silva e Joaquim
Henriques da Silva, oa quaes podero ser procu-
rados oa tua do Imperador, na loja de miudezaa
n. 38, para qualquer negocio relativamente ao
seu casal. Meando dlepeoaado daquella data em
diante o herdeiro Miguel Jos Barboaa Guima-
res. Sendo ahi dilo que o meu mandato (ka va
dispensado da onlinunco da minha gerencia, co-
mo procurador del les, cabia-me o dever de mos-
trar ao publico, que aquella declaraco nao of-
fendia de modo algum a probidade ou ioteireza
com que eu, naquella qualidade, administrara oa
bens do casal, mas deixei de o fazer eoto, por-
que as contaa que en apresenlra nao linham si-
do eoto approvadas nem liquidadas ; boje, po-
rm, que as ditas cuotas se acbam conferidas e
liquidadas, havenda tambem recebido em 10 de
maio prximo paasado o saldo que dallaa me re-
sultara rs. 11:0469757; venho fazer ver ao pu-
blico que a dispensa que me deram os herdeiros
tambem era a minha vootade, e nao provinha das
mencionadas contas, nem de nao serem illas le-
gitimas ; e como sement sobre este ponto me
conveoha retiiicar a intenco com qae foi faite
aquella declaraco, limito-me ao que fica expos-
to que bastante, no mea entender, para salvar
o meu crdito, se porventara elle podia ser por
elle ferido. Recife 5 de junho de 1862.
Miguel Jos Bsrbosa Gaimares.
D. MafalJa Anguila Pereira le Ferias pro-
fessora particular mudou sua aula para o paleo
do Terco, onde continua receber alumnas ; os
psis que se quizerem ulilisar de seu presumo a
pode procurar no mesmo pateo n. 1, segundo
andar.
Nuita altencao.
Rua larga do Rosario n. 38.
Vendem-se ricoasiotoa de Ola de pontea cabi-
das com franja na ponta cousa muito moderna,
ditos de camafeu, ditos bordados com franjas a
2& 2g500, 39. 49 e 59 cada um, rap de Liaboa,
dito grosso e meio grosso, dito Paulo Cordeiro,
dito fino, dilo Rocha e Heuron, ac coberlo para
baldea e muitos maia artigia de miudezaa s
jvtataaedir o preco d ludo. *
Pechin cha
Saias de mussuliua.
Vendem-se saias de mussulina bordadas a 39 e
39500, espartilhoa a preguicosa a 39 e 39500: na
roa da Imperatriz o. 48, junto a padaria franceza.
il liso
Venda -se fil liso muito fino a 320 o covado!:
na rua da Imperatriz n. 48, junto a padaria fran-
ceza.
Arreada-se o aillo do Uoado Mmoel Joa-
quim do Paraizo, no Rongi, cujo sitio tem boa
casa de pedra e cal, boa cacimba que bebe-se,
com muitos e diversos arvoredos, baixa para ca-
p m, etem trra para plantar : quem o preten-
der, drija-sea padaria da rua Imperial n. 51, ou
alraz da matriz de Santo Antonio o. 16, primeiro
andar.
Rabe Schmeliau dr C. avisain ao respeitavel
corpo do commereio deita praca, que o Sr. F.
W. Quist com a sua retirada desta provincia dei-
xou de ser socio de sua casa commercial desde
hoje, seodo o dito senhor desonerado de todos e
quaesquer negocios pendentes a meares casa.
Recife !. de jucho de 1862.
Precisa-separa urna Ca;a franceza
de um perito cosinheiro: a tratar na
rua Nova n. 21.
Sociedaie bancarU.
Amorim, Fragozo, Santos & G. aacam e tomam
salines a praca de Lisboa.
Em ttoa de tevereiro do aoao Je 1859 (agio
do mosteiro deS. Rento da Parahita, o esiravo
Angelo, cabra, e hoje de idade 25 nonos, sitara
regular, com tres dedos aleijados oa mo esquer-
da, beicis grossos, com um dente quebrado na
frente da parte de cima e anda cal;ado, consta
aadar pelo Recife trabilhaodo da p-iJreiro e que
j trabilhou na estrada de ferro, mas nao tinha
eaae officio : porlanto roga-se as au:oridades po-
liciaca e capites de campo para o preoderem e
levarem a rua da Aurora casa do Sr. Domingos
Antones Villana que aero recompensados pelo
Diurno senhor.
Quem preclssj alugar urna ama de le te pa-
ra criar dirija-ae a rua di Roda c. 13, que acha-
ra com quem tratar.
Para ensinar parlicularl
Precisa-se de urna pessoa con ptenle- V
sjjp jneote habilitada para ensioar [ rimeiras ^
Bk lettras, latim e mais algum prepralo- gat.
no : quem se achar oestaa con liecas e '
qulzer exercer aquelle magisterio diri-
ap ja-se s rua de S. Googalo dest cidade
s n- **. I" achara com quem tr itar.
f m&& %mmm
- Nicolao llileo. Nicolao Marrioi, TuDdilos
italianos, retiram-se para (0ra do i aperio.
A pasaos que por esteDl^, snnenciua
braoca, com idade de 2 anooa e meia ptature na
casa da rua de Santa Tuereta n 20. ouemchar
Con quem tratar. H ssfswu.a
Hanool Andr Botelho a eua imilla tatl-
ram-se para a Europa a tratar de na inia.
Atten?o.
O Sr. Francisco Fernandos de Paria gue leve
taberna na rua Velha, queira ter a bondade de
apparecer na rua das Flores n. 37, segundo an-
dar, a negocio rte en interesse.
Lmpeza.
O abaixo ssaignado enearrega-se di lmpeza
daa ruaa dos bairros de Santo Antonio e Boa-Vis-
ta : os moradores que quizerem conservaras ls-
talas de seus eslabalecimentoa com asseio, podem
contratar com o mesmo : na rua Nova n. 15, em
casa de Antonio Roberto & Filbo.
_________^^ Miguel Antonio Robarlo.
SOCIEDADE
O actual Ihesoureiro da mesma comprou por
corita da aisociacao o meio bilhele de n. 338 da
primeira parle da primeira lotera das obras da
malriz do Ouricury.
Arrenda-se o primeito andar na fravessa do
Campello u. 4. no Recife, propria para escripto-
rio Ou pouca familia.
Afantcig-a
Moleqe
ingleza flor a 800 rs a libra,
franceza a 640, cha a 29960, caf lavado a 320 e
280, qoeijoa a 1700, vinho a 400 rs. e 480, arroz
; a 120, espermacele a 740, chourigaa a 560, novas
, toucioho a 300 rs., grao de bico a 160, sab
massa a 160, azeite de carrapato a 360, cer'veja de
{ muito boa marca a 500 rs., genebra a 560 o fras-
co ; no armazem da estrella, largo do Paraizo
numero 14.
Na rua da Imperatriz n. 47, terceiro andar, ba
isa moleque para singar.
O Sr. Antonio da Motla a Silva tem na roa
do Imperadora. 44, primeiro andar, ama carta
de importancia, que pode procurar das 8 aa 10 I
boras da manbia. i
Hoje linda a audiencia do Sr. Dr. juiz ma- j
nicipal da primeira vara ser arrematada por
venda urna cass Ierres n. HX na rea daa Cinco flAfiO^ltil (IP PhiaPIlfaC CA
Pootas, avallada por 2.000. por execuco de | UFW1,|U_ UC_ ^aJTUltia hU
Luis Jos da Costa Pinto como ceasionario de
Fraociaco da Cuoba Araujo Pinheiro,'cootra a
viuva e herdeiroa de Marcolioo Antonio Pereira.
Escrivo Sanloa.
novo
da Baha
Josepb Lqus Galiott, subdito bntannico,
ratira-ae para fora d,a provincia.______________
. Precisa
aooos: aa rua
oa rua de Hortas n. 15 junto o obrado boto
que rolla par S Pedro, oeste deposito se en-
contrar sempre bons eharuloa todoa fabricados
na Babia, assim como tem cigarros de todaa as
qualidades, fumo, cachimbos, bateas e outras
-se lugar um moleque de 14 s 16 cousas perteocentes aoa femantes, tudo por ba
ia da Palman. 7. I rato preco.
Allencao! atiendo!
Aos pas de familia, bom e ba-
rato.
'Na loja n. 20 da rua da Imperatriz achs-se a
renda um completo e variado sortimento de boaa
fazeodaa, e qae riela de anas qualidadea sao ba-
ralissimameate rendidas, e para mais rerscidsde
do qae fica dito, abaixo rio mencionadas algamai
daa ditas fazendaa, a aaber :
Chiles largas cor fixa a 240 rs.
Msdspolo fino com 24 jardaa a 59.
Cambraiaa do corea a 280.320 e 400 rs. o co-
rado.
Vellido preto e decores a 29.
Lindeza de coreaa 160 ra. o covado.
Lencos pequeos a 80, 120 e 160 n.
Chapeos de castor fino a 8f.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodio trsncado relo muito bom para vesti-
dos ds sscravos a 200 rs.
Cambraia liaacom 10 jardas a 2?.
Casss de salplcos com 10 ditas a 89.
Cambraia bordada para cortinado! com 8 ra-
ras a 2/.
mmmwimmm mmmmm
Acaba de
chegar
ao noy armazem
DI
B4ST0S & MEGO
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande a variado aortlmento de
roupns eitas, calcados o faxendaa e todos
estes serendem por precoa muito modi-
ficados como 4 de sea costa mo.assira como
sojam sobrecaaacoa do superiorea pannos
e cssacoa feitos pelos altimos figarinos a
269,289, 30| a a 359, paletots dos mtsmos
pannos preto a 16J, 18J. 209 **,
ditos da casemira de er mesclado e de
novos padroes a 149.16}, 189.209 24},
ditos saceos dss mesmas casemirss de co-
res a 99,109,139 a 149, ditos preto pe-
lo diminuto preco de 89, 10}, e 12$, ditos
de sarja de* seda a aobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordao a 12}, ditos
de merino chines de apurado gosto a 159,
ditoa do alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos ssccos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuato a 89500, 49
e a 49500, ditos de fuatao branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 7}, 89, tf e a 10, ditaa
Sardas a 39 e a 49, ditas de brim decores
naaa2|500, 39, 39500 e a 4$, ditas de
brim areos finaa a 49500, 5f, 59500 e a
69, ditas da brim lona a 59 e a 6$, colletea
de gorgaro preto e de cores a 5f e a 61,
ditoa de casemira de cor a pretos a 4{500
e a 59, ditoa de fusto branco e de brim
a39e a 39500, ditoa de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
calcas da merino para luto a 4 $500 e a 5$,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todoa os tamanhos-: caigas de casemira
prefa ede cor a 5$, 69 o a 79, ditaa ditaa
de brim a 2$, 3} e a 39500, paletota ssc-
cos de casemira preta a 6| e a 7, ditoa
de cor a 69 e a 7|, ditoa de alpaca a|3},
sobreessacos de panno preto 15} a
14, ditoa de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todaa aaqaalidades, ca-
misas para meninos de todoa oa tamanhoa,
malos ricos rostidos de cambraia Ieitos
paja meninas de 5 a 8 annos com cinco
nalfedos lisos a 89 e a 12g, ditoa de gorgn-
rao-de cor e de lia a 5} e a 6}, ditos de
brim a3}, ditos de cambraiaricamente
bordados para bapUsados,e multas outras
faxendas o roapaa feitaa qae deixam de
, ser mencionadas pela sua grandeqaanti-
dade; assim como recebe-setodae qual-
quer encommenda de roapaa para ae
mandar manufacturar o que para asta Jim
temoa um completo sortimento defazen-
f.?. i0."?/ "m* "do offleina de al-
faiaie dirigida por am hbil mestre qae
pela auapromptid eperfeiconadadel-;
xa a desojar.
Muita atternjo.
Na loja de Silva Cardozo, rua do Im-
perador n, 40, vende se roupat feitai
de todas as qualidades pelo precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pee hincha .
Paletotse calcas..
Vendem-se paletota de peono preto' fino
calcas de casemira prsta a4}500, paleta de faey
de cores a 6}, calca de dito a 39500 : aa rus da
Imperatriz n. 60, luja do Paio.
e*.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seroulas de lioho france > s a I o
psr ou a 24} a duzia : na rua da ImpereUiao
60. loja d. Gama & Silva. ^ "
mh
sem segundo.
Na rua do Queimado o. 55 loja de miudezaa
de Jos de Azevodo Maia e Silva, est vendando
todas as miudezaa barstissimss, a saber :
Papis de sgulbas a balo muito supe-
riores a
Caizaa com muito finas obreiss a
Cartdes com clcheles, tem alsum de-
fsilo a 6
Frascos de macasi perols muito fino a
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos a
Pacolea dito dito dilo amizade a
Norelloa de linha de Crux a melbor
que ha a
Caixaa com agulhsa curtss de superior
qualidade
Eoiremeios, a peca com 3 varaa 1(2 a
Sabonetea muito linos a
Papeia de agulhas francezas com toque s
Psres de boies para punbos de muiloa
modelos a 240
Pares de meiaa cruas para meninos a 160
Ditos de ditas cruas para pequeo a 16o
Ditos de ditaa para meninas a 200
Frascos com agus de Lavando ambreada a 800
Ditos com cheiros muito finos a 240 e 500
Dos com banha muita fina a 240 e 320
Ditos com superior banha de urso a 600
Ditos com oleo bsbosa muito Uno a 240 e 320
Ditos com oleo do Rio muito superior a 500
Ditos com superior philocome a 900
Ditoa com banha philocome finissima a lcOO
Ditos com banba transparente a 880
Ditoa com superior agua de colonia a 500
Ditoa com macaas (oleo) a 100
Ditos com superior opiata a 500 e 800
Cartdes de liobs Pedro V, com 200 judas a 60
Ditos de dilo dito, branca de cores a 20
Carrileis de linha com 100 jardas a 30
Masaos de linha frouxa para bordar a 240
Pentea de marQm de auperior qualidade a IfcOOO
80
40
10
200
720
720
40
200
i $000
120
10
CHALES.
Grande pechiocha na loja "do
Pavo.
nSi .T i' ?' miU r,co '"te co,a Pool re-
donda e borlotaa tendo as barrea a i mi la cao de
peluda e asselin.da. imitando aa capinh., maia
modernaa pelo bar.tissimo preco de 4tPn -K
de 4 ponas, 49500. dilo. a^rb.lSa0'.^0*
mano grandes a 5}: na ,u. da Imperatriz n
60. lo)a do Pavo de Gama & Silva. "" n*
Saias bordadas a 2^500.
dera,~,e "'" DordaJ" multo bonitas
2w00 cada urna: na rua da Imperatriz
loja do Pavao.de Gama & Silva.
n.60,
Bales do Pavo.
Vendem-se bales de bramante francez com
arcoa, sendo a melhoresarmacdea, pelo dimiou-
oP.re?0,deT,3> ? 3500: M ru da'Impera ".
60. |01a do Parao. de Gama & Silva. I"""nl n"
Saias com arcos de lidio,
Vendem-se aa acreditadaa aaiaa com arcos de
linno que fazem as vezes de balo a 3S200 e a 43
cada um, eatas saias s ha na loja do Pavao, ru
da Iaperalm n. 60. l0ia e armazem de Gama &
Silva:
Para meninos a 4#500
Vendem-se restidinhos de seda para meninas
TXIH bem eDfeil,dos, pelo diminuto preco de
4J500 cada um : na rua da Imperalriz n. 60. loia
do Pavao. de Uama & Silva. *
Luvasde Jouvin.
V ende-se luras de pellica de Jouvin brancas,
para senhora, uliimamente ebegadas : na loja do
beija flor, rua do Queimado n. 63.____________
Luvas de seda.
a Lende:8 lu?8 de sed* eofeitadas a 1S600,
ujOOO e 292C0, ditas fio de Escossia brancas a ra!
100. ditas de corea 800 ris, ditaa de algodo a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63.
Escovas.
Vende-se escovas psrs dentes finas de diversss
qualidades a 120,160. 320. 400 e 500 ris
loja do beija-flor, rua do Queimado n. 63.
Rival
sem segundo.
Na rua do Queimado n. 55, defronte do aobrado
novo, loja de mludezas de Jos de Azevedo Maia
e Silva, est aueimando tudaa as suas miudezss
pelos precos que abaixo se declara, pois a quadra
boa para apreciar:
Duzia de meiaacruea muito encorpadasa 29400
Dita de ditas brancas muito boas a 19600
Dita de ditas cruas muito finas a 4$000
Dita de ditas brancas para senhora, mul-
lo finaa a 3J0O0
Carrileis de relroz de todaa as cores a 80
Crozas de peonas de ac de todas aa quali-
dades a
Dita de ditas calligraphicss
Nvelos de linha muito grandes a
Caixas de agulbas perfeitas a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botes de osso pequeos
caiga a
Teaouraa para unhas muito superior qua-
lidade a
Ditas para costura muito fines a
Ditaa pequeas porm finas a
Baralhos frsncezes muito finos a
Agalheiros com agulhas superiores
Caivetes de apara.' pennas de 1 folha a
Pares de sapatos de tranca de la a
Cartas de alfinetea francezes a
Parea de luraa brancas de algodo a
Escovas para limpar dentes muito fi-
nas s 200 e
Massos de grampos de todas as quali-
dadea a
Dedaea com fondo de ac a
Caixas com colxeles francezes s
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta auperior a
Areia preta muilo fina a libra a
Labyrinlho por todo preco.
Vara de franjas largas brancas a
Pies de ora invenco para meninos a
Linha branca do gaz pelo prego j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outraa muilas miudezaa
que vista far f pelas suas boas qualidades e
pregos eoto nao fallemos.
Olhem para o Pavo e ieiam.
Camizinhas com gollinhas e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muilo modernsima a
59OOO.
Ditss de fustSo com salpicos de cor a 3$000.
GolliBhs bordadas com bolozinhos a 13000.
Ditas ditaa de gostos a 640 e 800 rs.
Dit8 cm maogsitos de cambraia bordados a
Manguitos de cambraia fina bordados a 90CQ.
Gollmhas bordadas a 240 rs.
.Jraeir "8 cambraia eneiladas para lulo a
Camizinhas para senhoras bem eofeitadas a 3S.
Lenctnhos de linho com labyrinlho para mao
a 29500.
Dilos s imitacao do labyrinlho-a 19 e a 19280
Lavas de torcal eofeitadas de vidrilho a 500 e
e 640 rs.
Enfeites pretos com vidrilhos a 8*000.
Ricos enreiles s turca e Garibaldi a 58500.
Ditos muito bonitos s 2*500 e a 39500.
De ludo dao-se as amostras iicando penhor na
jPsmi PaTo- rua da Imperatriz n. 60, de Gama
O ol^9
60 e
para
500
13600
120
160
160
120
400
400
200
240
80
80
11280
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
Sintos para senhora.
Vendem-se os riquissimos sintos com borla ca-
hids ao lado, muito chiqae, sendo o ultimo gosto
de Pars, pois parece-me que nao harer senho-
ras que deixe de comprsr : islo s no gallo ri-
gilante, rua do Crespo o. 7.
Eneites de cabeca.
Vendem-se os riquissimos enfeites, tsnlo com
franja como sem ella, por baratiasimo prego de
2*500, 39 e 59: s no vigilante, rua do Crespo
numero 7.
na
Jogo de domin.
Vende-se jogo de domin finos a lg-200
loja do beija-flor. rua do Queimado n. 63.
na
Botes para puaho.
Vende-se boies de punho fios de diversaa
qualidadea a 200 rcia o par. que tambem aervem
para manguitos de senhora : na loja do beija flor
rua do Queimado o. 63-
Occulos.
Vende-se occulos fios de armago de- ac, a
29, 19. 6(0 eiOO iis : loja do beija flor, rua do
Queimado n. 63.
Kicos sintos dourados.
Vende-se sintos dourados a 29. ditos de fita
com fivella dourada a 1*500 : loja do beija flor,
rua do Queimado n. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-te requissimos enfeites para cabega com
franja, e sem ella pelo baralissimo prego de 51
e 51000, ditos de ridrilbos a I96OO ; na loja do
beija flor, rua do Queimado o. 63.
Novo sortimento de fa-
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavo rua da Impera-
triz numero 60.
DE
G\M\& SILVA.
Vendem-se aa seguinles fazendaa por pregos
bsrsllssimos afim de apurar dinheiro : capas
suissas a imilago de sedss de quadriohoa sen-
do de todas as cores e corea muito fizas a 200
rs. o corado, brilbantinas de quadrinhos muito
encorpadaa para veatidos de senhora e roupas
para meninoa aendo muilo mais larga que chita
a 200 rs. o corsdo, gorguro de linho fazenda
muito ora para vestidos a 280 rs. o covado,
masselina branca com 4 1(2 palmos de largura a'
200 rs. o corado, grande e rariado sorlimenlo
de csssas para vestidos sendo os padrees moder-
nissimos e as cores fizas a 280, 300 e 320 rs. o
covsdo, chitas francezas de cores Oas escuras e
alegres-a 240, 260, 280. 300 e 320 rs. o covado,
chilaa ioglezas a 140,160 e 200 rs. o corado,
corles de cassa tendo 7 1(2 raras esda um a
29400 rs., cortes de organdys com barras tendo
12 varaa cada corte a 59, cortea de bareges com
22 covadoa a 59. ditos com as saias feilas a 59,
laziohasde corea a-280 rs. o corado, de todaa
estas fazendas do-se as amostiss deixando o
penhor oa loja e armazem do Pavo, de Gama &
Silva, na rua da Imperatriz n. 60.
Linha de peso.
Vendem-se as rerdadeiras linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2(500 o mss-
sioho de 30 misdinbas, assim como de outras
qualidades : s no vigilante, rua do Crespo nu-
mero 7.
icos
cortes de vestidos brancos'
bordados.
aJB5fe*g ri",' "** '"dos brancos
ados pelo baralissimo prego
na
de 5*
- l0"?/ na "" do Queimado n. 22,
bem conhecida loja da boa f.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C ,
. -idoVigario n. 3, um bailo sortimento d
elogios de ouro, patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama vanedade ds bonitos trancsllins para os
mesmos. .
lAdmirem as las!
i baratas I
Lindas las de cores de quadros e de 9
sa ores, de superior qualidade, pelo bara- K
lissimo prego do 320 ris o covado na
-^ loja do sobrado de 4 andares, rua do 9
? Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vas- dft
flg concellos & C, successores de Jos Mo- (3;
S reir Lopes.
N, Landais.
Vende se o'diccionario francez de N. Laudis-
e outras obras em francez e portuguez : na rua
do Cabug o. 10.
Carteiras.
Vende-se ricas carteiras psrs guardar dinheiro
deouroeprsts s 29000. 2JJ500. 1*000, IfiBO.s)
19500 na loja do beija flor : rua do Queimado
numero 63.
Rosas artiticiaes para cabello:
A. L. B. T. lendo recebido um rariado sorli-
menlo de bonilaa rosas que se eslo ussodo para
cabellos, seodo de velludo todss e de pannos com
folha de velludo, ditas de papel todaa, as mais
ricas que se pode enconlrsr rende ns rua do
Queimado a. 63. loja do beija flor.
Agulhas.
A. L. B. F. tendo recebido agulhas imperiaes de
fundo dourado, rende na loja do beija flor, rua
do Queimado n. 63.
Vende-se ums escrava mulata, de 22 annoa
de idade, sem achaques e de bonita figura, a qual
lava, engomma e cozlnha o diario de ama casa
de familia : na rua do Hoapicio n. 31.
Aos seuhores funiieiros.
Vendem-se bigornss Calcadas de ac, bem
faitea, a 129 cada urna, martelos calcis* a 500
rs., trancas a 31500 ; a elles, antes que se aca-
bem : na na da Imperatriz. o. 65.
Madapolodo Pavo.
Vendem-ae fioissimas pegas de madapolo com
24 jardas a 49500. 4*800, 5*. 5S500 e 6*. ditas
francezas enfeatadas com 14 jardas a 3*: na rua
da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama &
Silva.
Las a 320 rs.
Vendem-se modernissimas laazinbas com pal-
mea a 320 rs. o corado; na rua da Imperatriz n.
60. loja do Pavo.
O Pavo vende a p.
Pegas de esmbraias de corinhos brsncos e da
todss ss cores tendo 8 1[2 raras a 49 : na raa da
imperatriz o. 60, loja do Pari.
O Pavo vende
corles de cambraia multo fina com dona babadoa
e duas saias aendo delicadamente bordados a
49, dilos aendo todoa adamascados a 4*. cortea
de phantasia iazeoda finissima a 6g, ditoa a 4*500
e 59 : na roa da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo de Gama & Silra.
Panno preto.
Vende-se panno preto muito encorpado a
12600,19800 e 2*. e dito cor de caf: na raa di
Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Chales do Pavo.
Vendem-se chales de merino estam _
to grandes a 39, ditos de cassa adamascada
rs.: na raa da Impetatrix n. 60. loja
do Pari de Gama Milra.
Grande

pe-
chincha.
Na rua do Queimado n 43 es-
quina que volta para a
Congregaco.
'^/"SEr'aM]___
chita larga cor escura e fixa a 180 e 200 rs. o co-
vado, dita mais fina a 220 e 240 rs. o corado,
adrarte-se que quem quizer aer servido apparega
qaento antes qne pecbincha desla qualidade nio
dar sempre ; na mesma loja rende se cambraia
da superfina a 480 e 500 rs. a rara, lazlobaapa-
ra realido a 500 rs. o corado, do-ae amostras
com peobor.
Tiras ou ntremelos bor-
dados.
Vendem-se tiras ou enlremeios bordados de
lindos gostos, pelos biratissimos pregos de 1*600
e 19600: a no galo vigilante, rua do Cresa *-
mero 7,
Vende-se urna mebilia e .marejlo, coas-
lando das aeguintes pecas : 1 asf, I* eederas,
2 ditas de brsco, idte^de bataneo, S coosolos,
e 1 mesa redonda : 1 f ru, na raa Direita
127, segundo andar, e'pira tratar,
graphia._______________
Vende-ie superior
deaux (S. Julien) em q
rtolas ltimamente chi
francez : no
confronte a porta da
dega.



mKTju
\n/ K&fcietft
...-,.

/

PA8A APESTA
t
S. JO AO
VNDESE NO ARNAZEN
PROGRESSO
A basJia fiaa,
brinca. rea"do Qusinado n 16.
em copo
! tausj*
Libras slerlinas
Vende-se no escriptorfo de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filbo, largo do Cerpo Santo n. 19.
DE
Francisco Fernandes Duarte
largo ila Penha
Superior caldo Lisboa.
Ten para vender em porcio e a retaino A.nio-
nio Lals de Oliveire Azevedo & C., no aen ei-
eriptorio ra de Crui a. 1.
Brincos pretos a balao, e
outros objeetospara .
luto
Deieej objcto de que boje infaliunente lautas
familias precisam, na loja d'*g*ia branca acbaise
um bom lortmenio dalles, sendo brincos e rose-
tas a balao, pulaeiras moderna de rossas s for-
tes conus, alfinetes para peito, ditos tambam re-
los,emcaivirihaa, bonitos e modernos aderecos,
e meios ditos, cioteiros de filas e firelaa prelas
eneitee para Mbeoa, grampoe de novos moldes
1
VeudeHt-se dous paves:
DestatypoRraphia.

4 mm 4e A. ButUHk-C^^MUU
Cruz p. 4, ende-se eicellenleTererio em saccas
grandes a 3*800.
Amondoas.
Vendem-te amendoas em fraatoa e avulio e
os booi ricos) papis com estalo para sortea :
na ra da Senzala Nova n. !*0.
Proprio psre roupa de eseravos seseos de as-
sacar : vende-ee na ra da Cruz n. 1, estri loria)
de Antonio Laiz de Oliveira Axevedo 4 C.
Agua de eoloniaambria-
da esem o ser.
Esas estimula agua t colonk abroada, de
que tantos a taoto lempo ser.tem a falta, acaba
de cbegar em bonitoa frascos verde, os quaes se
esli vendendo a 19500 cada um ; assim como
chegou igualmente um granhe aprtimento da
verdadeira afiaa de colonia de Pirer em fraseos
e garraohaa de differeutes tamanhos, ludo is-
para segurar cabello, luvas de torcal de seda e,so ta* do Queimado, loja da agaia brao-
peilica, metas de aeda e algodao para homens e M n. 16-
aanboras : com oscompradore de tasa objectos
se ter a maior contempladlo, atiento o fim para
que sao: por issodirigirem-sa A ra do Que-
mado. loja d'aguia branca n. 16.
Os melhores gneros que \em a este mercado e por menos 10 por ce oto do que em outra
qualquer parte, garantindo-se a bo. qualidade, por isso roga-se a todos os Snrs. da praca, de en-
genhos e lavradores o favor de mandarem suas encommendas a este muito acreditado armazem de
molhados, afim de verem a difieren a de preco e qualidade que faz, se fossem comprados em outra
sjualquer parte.
aaaWaB\fl^%8 confeitadas [ ara sorte de S. Joao a 800 rs. a libra, lambem tem-se para
640 rs. a. libra sendo em porfi, tanto de urna qualidade como de outra se faz aba t-
menlo.
BauMLVtfelgft B.3gi6Zsj. da safra nova de primeira qualidade a 1(5000 a libra, em
barril se fzabalimento.
Ifalltatgft. f T&1&t)ZH a mais nova a 720 rs. a libra, em barril a 600 rs.
4(11*21.) O TlWO n. u i lo frescos chegados n este ultimo vapor a 29000 ditos che-
gados no ultimo navio ti 15800.
ueijO yraio 0 mas :iUperor qUe ^m vn0 a este mercado a 800 rs. a libra.
U HA UyaSOU 0 me|hor (MJe n no mercado a 29800 e 29200 a libra, efianca-se a boa
qualidade.
*** lluXllIl 0 que 5e p0j8 dasejar nesle genero a 39000 a libra.
Villa pTCtO homeopathico a 2*200 a libra em porgao se fsz abatimento.
L rat^US UOVOS je pCy0 transado a 320 rs. e em caixas eom 40 cartas por 109000.
\jt\VAS COUl an\ IXlOsS confeitadas, proprias para mimo, conteni mais con-
feitese assucar candido por 13600 cada urna.
Ir&SS&S em caixinhas de 8 ibras chegadas altimamente a 29000 cada urna e a relalho
a 480 rs. a libra".
BOl\X.lUlia a soda em atas com differentes qualidades a 19440.
K01&XII&U& ingleza a mais nova que b no mercado a 49000 a barrica e a retalho
a 320 rs. a libra.
VillAlO Sa pipa de sujenor qualidade Forto, Figueira e Lisboa 500, 560 e 640 rs.
a garrafa, e em caada a 39500, 49000 e 49500.
YTsAlOS engarrafad O Duque do Porto, Ligrimas do Douro, CarcaveUos, Fei-
toria velho, e deoutras mullas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ba para 19O00 a garrafa.
duAnp&^l!Q das marcas mais acreditadas a 159000 e 209000 o gigo, e em garrafa a
1800
SSTVfcja da marca cobrinlis ou de oulras marcas conhecidaa a 59000 a duzia e 500 rs.
a garrafa.
ssWWlMfcB francezas e portuguezas em latas de 1 libra por 640 rs.
SaUi$& d tmale em taitas de l libra por 800 rs.
AsssWX&S TaixCt'At&iS em latas de 1 e meia libra por 1*500, ditas com 3 libras por
20800.
Auiftll KOXCSa 120 rs. a libra e em arroba a 3,5000.
&\e\Yft, macarras taVViarim a 400 rs. a libra, a em caixa com l arro-
ba por 69000.
iStrclli^nti, pevide e Mo* de massa branca ou amarella, a 640 rs. a libra, e em cai-
xinhas muito enfeitada se faz obatimento.
P&tltOS Ac Ci)ltCS Usados oj maisbem feitosque tera violo a esta mercado a 280rs.
tambem ha para 200 rs.
PfCXlllttOS Vllg\-2i.S para fiambre a 800 rs. tambem hamburguez para fiambre a
6*0 rs. a libra e do rei io o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
Vjll>Tiria? e palOS mui0 novas a 56O rs. a libra eem barril se far abatimento.
caame o melhor pelisco ]06 pode haver por estar prompto a toda hora a 800 rs. a libra.
I. Olftlilil O rt*li muito novo a 280 rs. a libra e em barris de 1 e meia arroba
a 5 e ?v a arroba.
t^nonri*^aS em latasj [rompas para se comer a 19800 cada urna.
Banna de porco reQnada em laus com 10 libras por 41300.
Dita em barril mut0 fina e ajva a 440 rs> a |Dra eem barril a 400 rs.
*-:&rt6eS COS& bollo 1is:aneeZ proprU para mimo a 500 rs. cada um.
9l.armelan^ imperial o afamado Abreu ede outros rauilos fabricantes de Lisboa a 800 rs.
a libra
maTHielana de Alpercie em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
aUaltaS C3Sa E inCtaS de doceem calda as melhores quehaem Portugal como se-
jam pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 81)0 rs, a lata.
UOCeS StCCOS e em cslda, em latas, de 4 a 5 libras por 29000.
CnOCOYti bespanhol a 19500 rs. a libra, dilto francez a 19100 ditto portguez a
800 rs afian^a-se a boa qualidaJe.
^aiC de primeira qualidade tanto do Rio como do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
99500, dito mais baixo a 280 rs. e 8*500 a arroba.
* na\tnna de Franca j rnais nova do mercado a 240 rs. a libra, e em porgo se faz
. abatimento.
*8^ muito novo a 320 rs t libra e em garrafoes com 8 libras, por 29000.
" *rinna do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs. a libra.
Mita do Maranho al va e clieirosa a 160 rs. a libra e em arroba 49500.
w elaa de carnauba refinada a 400 rs a libra, e em arroba o 129000.
\zeit doce refinado a 800 rs..a garrafa, e em caixas a 99000.
Vinagre de Lisboa a 240 rs. a garrafa e em caada a 19800.
* InuO cherez verdadeiro i 19500 a garrafa, era caixa 149000.
* InuO nranCO de Lisboa o mais superior que h> no mercado proprio para missa a
640 rs. a garrafa e em caada a 4T5O0.
Cnarntos
ultos
II llOS em caixas de 100 re ral a Imperial, Tiagantes, e Paneotellas, a 29000 a caixa.
AlplSta rauia iimp0) i80rs. a libra, e era arroba 59590,
AZeltOnSS muiM i^49600rs. catauweu,^a400r.4giirraa.
Mi tt a libra, e 99700 a arroba.
Apparelhos de porcellaua dou-
rada para cha de booecas.
A loja da agua branca deseja;ndo que todos
AFroelaS OU argOlaS de borra- f,?sm a T<>tade a suas bellas meninas est ven-
rVi nn n.... .v-.^- deudo commodameole esses bonitos apparalho
CUa para Segurar papeiS e d* porcellana dourad*. e pintada a 1500 e 2S,
mili tos mirrrw mistAPAa tendo cada um 6 casares de chicaras, e os mais
IllUllUS GITOS miSiereS-, !pflrtenees, a vista do que lodos irto (munidos de.
A loja d agula branca recebas ama porcio da dinheiro) para compra-Ios na ra do Queimado
arroelas ou argolas da-borracha, que acertada- d. 16.
mente se applicam a difireme flns, como tam-
bam seja para emmasaar papis as diversas re- OUltOS pallteirOS de DOrCei-
partisas publica, noa carlorios, ascriptorios, lona ,1^,,-arlo
rmaseos, lojas. boticas, tabernas, ate., etc., lana dOUrada.
mesmo de alguns particulares, o que na verds'de Agora ninguem dallar mais de ter em sua
vale apaa comprar-se pelo diminato prego da mesa um bonito.paliIerro de porcellana domada
240 e 320 a duzia, para poupar-ae o trabalho de Pi* 1ue elle se eslo vendando s 19 e 1)1500
atar e desatar um masso de papis todas as vezes na lop da aguja branca -n.6.
que se precisa, assim como aa mais larga servem ----'
para segurar carteiras, e manguitos de senhoras, OhUDa JH[)OUeza 6 OlltraS IDU1-
e mesmo para pulseiras de missangas, ad^erlin- *HS nVlS narfiininrinc
do, porm, que cada argola tem sus fivels ; ven- i ltt UUVM perililliariaS.
dm-se em dita loja d'aguia branca, ra doQuei- A loja da agaia branca acaba de despachar, de
mado n. 16. sua encommenda um grande e bello sorlimento
de finas perfumaras dos mais afamados fabri-
cantes, sendo as bem coohecidas e preciadas
banhas, jspooeza, transparente, philocome im-
perial em bonitos copinos com lampa de metal,
dita nos copos grandes, dita m compoteiras li-
sas e lapidadas, leos de babosa, philocome e
"EHOS DH COR CEUTB
PROGRESSISTA
IPlDllg
DE
SOS
Atteneao
ouuoV-objecto-rVeTosT;"Sd.'.zsojs rtssas TT' poqu,esque,,aque
bidos de suas proprias ecommendas ; a *m* !" ^ Kffi* baile estiver com
lio. inBir.m.BiI ..i^. -i' -YT"_ eu uno lenco orvalhado de tao sublimes aromas
elle, integramente resolvidos a nao v.derem 'ttr^Z S5?JZE*'" W0 r-1!"
- -^?.____/..- lera por certo o prsier de ver as suas vlsiohas
flado, aflancam vender mais barato do que oatro >. j..ia. .
..im. I.....____.___a__... ..?"._"" d" direita e esquerda Ihe reodedo homenagem,
F. onde comprou ease lao
agradarel ebeiro '/ E ella orgulhosi de sea bom
dbitos, son peo. de Mrom ia.tif.dos8 5.?,IC(.bJlr0 ? E el1". gasto, mas com ar prazentetro Ihe responder:
So.hail Meilors t C, lando recebido or- na ra do Queimado loja da agua branca asme-
dem para vender o seu crescido deposito da rslo- ro 16.
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
eio ; convida, portanto, is pessoas qae qaizertm rapel amiSade brailCO 6 de
possair um bom rslogio de ouro oa prata do ee- ____i-
lebra fabricante Kornby, a aproveitar-sa da op- OwTta.
portunidade sem perda de tempo, para vir com- Veode-se pacotes com 100 (olhaa de papel ami-
pra-los por commodo preco no sau escriptorio 8aJe braneo e de cores a 800 e 6*0 cada pacole :
roa do Trapiche n.18.
na ra do Queimado loja da aguia branca nu-
mero 16.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento. ?
Cassas francezas de bonitos gostos a
320 rs. o covido, luva de trogal preta
e d* aeda a 500 ra. o par, chitas france-
sas largas escuras a 240 r. o covado,
ditas finas a 260 e 580 rs., fil de tlnho
liso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas as cores a 800 rs. a vara, lencos
brancos com barrs de cor a 1}400a du-
zia e 120 rs. cada m, meias para ho-
rnera a lg200 a dazia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nhos s 220 rs. o covado, pefas de bre-
(anha de rolo a 2$, ditas de ca mbrai a lisa
com 6 1)2 varas a 39, musselina encar-
nada a240 rs. o Covado, calciobas para
meninaa de escola a 19 o par, peitos
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pecas de cambrai* branca de salpi-
co a 39500, algodo enfestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braneo para toa-
lhas a 1J a vara, enfeites dos mais mo-
dernos a garrbaldi a 69, a loja est aber-
(a at as 9 horas da noite.
4 bea rama
vende gollinhas e punhos com boles para ae-
nhora, fazeoda muito boa, e pelo baratissimo pre-
go de 2.: na ra do Queimado n. 35, loja de
miudezaa da boa fama.
suspiros do fabricante Brando era meias caixinhas, por 29500.
suspiros do fabricante Gatanho c Filaos em meias caxinhas a 29000.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vendarse em casa da S. P. Jonhston & C.,
sellins e silhes nglezos, candieiros e caslicaes
broozeados, lonas ioglezas, fie de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patenta
ingles.
ltenlo 10 vigilante
Na rua do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Coraes. Jp,
Osverdadeiros fios de canes redondos"assim
como raiz, pols o mais superior que tem viodo
ao mercado :a no vigilante rua do Crespo o 7.
Micanya ou continhas.
Uiganga ou continhas de muito lindas cores a
240 rs. o macinho : s no vigiftinte rea do Cres-
po n. 7.
Continhas do Kio.
LContinhas douradinhas miada e grossa proprio
para pulceiraa das quaes se estao atando muito
por ser ultimo gosto, s 2W rs. o macinho, assim
como aljofir b.aoco ede cor a 300 rs.: s no
vigilaran rua do Crespo n. 7.
Lencos braneo* para algibeira.
Ainda se veodem lencos brancos finos para al-
gibeira pelo baratissimo preco de 29400 a duzia :
na lof da boa f. na rua dn Queimado n. 22.
0 vro do Povo.
Sahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drgaos, e contera a vida de N. S. Jess Christo,
ssgaodo a narracao dos quatro evangelista, e
mais os aeguioles artigos! o vigario, o professor
primario, o bom homem Ricardo, a moral prati-
ca, Simao de Ttantua, mximas e pensamentos,
a hygtene, os deveres dos meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO nao s tem
por fim nniformisar a leitura as escolas prima-
risa, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portanto facilitar o trabalho do mes-
tre e do discipulo, coate tambem vulgarizar, per
am preco baratissimo, a historia do aitvador do
mando, e os melhores preceitos de moral.
Veode-se o Livro do Poto, no Recife, na
livraria da praca da Independencia na. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochara, a a 800 ra. c*r-
tooado.
Yenda de predio.
Com alguna dinheiro a vista e o resto a
prazo com seguranca no mesmo
predio.
^ Vende-se s matada o aobrado sito na rua da
Concordia n. 34, e tambem a metade do terreno
no fundo de mesmo aobrado, que tem 300 a 400
palmos de esleocio 28 ^ 80 de largo com fren-
la' para a rus que olbs para a casa da deieuce ,
o sobrado tem por metade de reodimeoto 4059
aooua), 4 edificad a 6 smm, muUo fresco en
coniequencia de olhar para o naocente : qualquer
que pretenda dever dirigir-se a rua da Cadeia
do Recife n. 3. primeiro andar, escriptorio, das
10 horas ao meio da e das 4 as 5 da tarde. -.
em titas i meteofes-a^sWaaes fie peise que ba em Portugal a 19509 rs.
H.o\lMida em 1^,15,6 25 garrafas por 99000.
I* ingleza muit) nova a 19000 Irasco e (ranaxa a 640 rs. o pota).
' Alero os gneros cima mencionidos twMtm 4) respaiiavei publico um complalo serti-
suento de todo que 'ieniknfe a molhados.
Queijos \
os mais frescos que tem vindo a o nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2^000 e no pastado a 1#800.
Amendoas
Jconfeitadas as mais bonitas que .ha no
mercado a 800 e 1$ a libra : vende se
nos arnazens Progrestista e Progreui-
vo o largo do (armo a. 9 e rua das
Cruzesn. 36.
dell ooi
Mei.s para st-nkora.
Veodem-se meias finas para senhora pelo ba-
ratissimo prego de 39600 a duzia : na ras do
Qaeimado n. 22, na bem coobecida loja da
boa (
Ferinas d'aco.
As verdadeirss penas ioglezas caligraphicas a
I#400 rs. a caixinha : s no vigilante rua do Crea-
do n. 7.
Banbas ou leos e cheiros.
A superior bsnha transparente a 900 ra. o
frasco.
Dita em latas de folhade meia libra a 500 rs.
Dita em (atiabas de qaarta a 320 rs.
O verdsdsiro oleo da aociedade hygieniea a
900 rs. o frasco.
Dito macassar e muito fino em frasco peque-
o a 19600 a duzia.
A verdadeira agaa de colonia frasco grsnde a
900 es.
Ditos pequeos mesmo em garrafinhas s 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de Isranja fras-
co grande a 400 rs.
Dito com excellente agua celeste frasco gran-
de a lf.
Dito rssquiohos pequeos com vinagre rug a
400 rs. : so no vigilante rua do Crespo n. 7.
Para conservar dentes.
Os verdadeiros pos ds aociedade bygienica pa-
ra dentes em Trssquinhos de vidro o mais supe-
rior que tem apparecido pelo baratissimo prego
de 19 o trssqalnho, assim eme em caixinhas
quadradinhas a 200 ra.: s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
Goilinbas e piceiras.
Liudss gollinhas a pulceiraa de migaaga pelo
baratissimo prego de pulceiraa o olliohe 3J,
pulceires a -2 e gMliuha 19 a 1*500 : a tao vl-
Rllaoitt ras do Crespo n. 7.
Sestmhas
\ Sestiohse souito liadas coa aeua pertenece pa-
ra menino 39 e 49, assim como iodiapeaaaveia
de continhas ou migaoga proprios psra menina
trszer no brego com lenclnho pelo baratissimo
preco da 18 : s no vigilante rua do Crespo nu-
mero 7.
Tinteiros.
Tinleiros proprios para menino da acola ou
mesmo peta qoem oa qsizer comprar por bara-
tissimo prago a 500 m.: s no igilsnte rua do
Craspoo. 7.
Pesas da Inssia.
;nde -ee em cata de N. O. Biefa
eG.f lucceuores, rua da Cruz n. 4'
Rua da Senzalla Nova n. O.
liisVadasaasite vende-se: ta-
soado Irbra 110 rs. ideml Vende-eeemcaea deN. O Bieber t
oor libra a 120 r.
DIAITE afc C.
#6 rua das Cpuzes de Santo Antonio 36.
9 Lapsyo sis Carino 8
mm s. mmm i 0 mi,
h*m2Z?5Zr?l acredil"'"nnattnsd. molhados p.rticipam aos seus nume-
JSg1* E Pr tdos v*Pres e navios de Europa, recebem de sua propria eucommeuda
HSSSnaSS" ,$S tem ^^ diversPon.os FSSZ.
tu ZTUS^: t I *Ar m6n0 ,0 Pr cen, d0 I"9 em outt qualquer parte, por Uso
rt^^>IQ^e.6a.d. pra^a, de engenho e l.rradores o or de ruandarem^uM^acomme-ti
os nossos rmaseos, afim de verem a superior qualidade de gneros e differanca de pracos.
tSSiSSS^" *rMcos do mercado a 64rs-a nbr*-
am f,.., 4 aoma da,s raelhore3 geaebras que tem viudo ao nosso mercad
^ em frascos grandes a 2, vende-se nicamente nestes armaiens.
L.1 llgU19aS em laus ja promptas a 1800.
CaiXlIlhaS os **&* que tem vindo de Franca, proprras wratftlr iotas n
faser mimos da 500 rs. a 19600.
Salames ta melhores do merc,do a 800 rs. a libra.
Mailteiga ingleza e primeira qualidade a 800 a 090 rs. a libra e am barril m
far abatimento.
Manteiga ira ncea mai8 ROVa, 700 rs. a un., em mi m n.
Olla IiySSOn 0 mais superior que ha no mercado a 29400 a 29800 a libra.
Ua IlliXllel oqua hada melhorne?tegenero a 29500 e 39000 a libra. '
Ula pretO mniu, superior vindo a'primeira vez ao nosso mercado a 29200 a libra. *
Olla hVSSOIl 0 jjelhor que vem do Rio, em latas de urna libra por 19800 e em porcio
se tara abatimento.
QCTC1JOS tte? reitte chegados neste ultimo vapor a 29200 e dos chegados do ultimo
navio a 19800 cada um.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 19000 a libra e inteiro a 900 rs.
I alOS e ChOun9aSmu,onovosa560rs. alibraeem porcao se far abatimento.
reiXe eni latas dediversos tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, lingua-
dos fritos, atm marenado, robllos e lulas de tigelada, de 19300 a 29000 a lata.
lOUCinUO dO r?nO muitonovo a 820 rs. a libra e 99500 a arroba e Umbam
temos para 240 rs. a libra e 69500 a arroba.
Banha (le poiCO em latas com 10 libree por 49400 e 480 a libra.
Mariiielaua imperial de todos os conservaros de Lisboa, em latas de libra a
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas COm frutas eiU Calda comosejampera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas e ginja, a 700 rs. a lata.
Marmelada de Alperce em latas de 2 libras por UOOO eada una.
Doce da CaSCa da giarbtl SOOrs.e em po5r5ose far abatimento.
jLF Jt_.eS StCCOS e diSerentes qualidades em bcetas muito bem arranjadas a 39000.
1 a maraS em caixinhas a 29500 e 600 rs, a libra
Passas em caxinhas de 8 libras a29500eeoOrs. a libre.
r Ig"0S da COmadre muito novos em cixinha de 8 libres e rauilo bem enfeitadas e
e 29200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas francezas e portuguesas ae MaSS 1 de tOm rite em Uua de 1 librra a 800 rs.
AmendoaS da CaSQU mole amito novas a 400 rs. a libra.
IX OZes muito novas e 200 rs. a libra.
AlIieixaS francez-: S em latas com 5 libras por 4,9000 e a 1*000 a libre.
Ch ICOlute hcspanllol a 19200, francez a 19000eportugueza 800 rs. a libre.
Bol Xinlia d SOda em Utas com differentes qualidades a 19400 a lata.
MaBgaS pa ra SOpa macarrSo e talharim a 240 rs, a libra e a csixa por 59000.
v/ftlXlllll&S muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, eslrellinhi, ele. a 700 e 800
' altOS XadOS para denles era molhos com 20 acinhos a 200 rs.
-I |yOlO 1? raOCCZ para limpar facas a 180 rs. e em por?ao sa far abatimento.
Sspermacete SUperor-5emavariaa740eemcaixaa 760 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 e eoo rs-
A.pista muit0 nova 200 rs. a libree 59500 arroba.
AZdte doce refinado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duiia.
OJiaClliiilla oglezea mais noTa do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
IOW& muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
VinllOS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeirasecca, Carcavellos, nec-
ter, feitoria, velho secco, Muscatel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
ltS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 50 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 4950O a ca-
ada.
(ScrVcjaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzu.
Gh&mpanlie fas marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 a 209 o gigo.
UOgiaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d* Hollallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800rs. o frasco,
Azej-anaS em ancoretas as melhores que ha no mercado a 2 e a 400 rs. a garrafa.
* raC|UeS superiores em caixinhas a 10 e a 320 rs- a carta.
Pb llt JS do g*aZ a 29500 a groza e 249 rs. a duzia deeaixas.
!*>! refinado em pacotes de mais da urna libra a 240 rs. eem porcao ter abatimento.
Gafe do RO 0 melhor que ha no mercado a 320 rs. alibra e 99000 a erraba.
Se Va II lia de Franca i mais nova do mercado a 210 rs. a libra.
5>ag"U' muito novo a 320 a libra.
Farillha dO MarailliaO muito alva e nova a 160 rs. a libra e 49000 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de composico a4oo. a ubre e m
a errobe.
Vinagre pUrO de LlSboa aato rs. a garrafa e a 1*800 a eanada.
Marrasquino verdadeiro de zara, de limone, caf, menta, genepro, mandoraais,
curacu, res sublime e oulras qualidades de 19500 e 99 a garrafa.
Er Va doce muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COTO tOque dO a Varia em saceos de 5 arrobas a 59 e eeeeneltSOt
a errobe.
I^tiamtOS verdadeiros eaperiotes a 2* a caixinha de 50.
Salmn em latas COm duas libras o mais bem srrsnjsdo que lera vindo ao mar
cado e 19400.
Hantega em latas com 4 libres a melhor do mercado lecreto ermeticaeMDta
39200 cada urna.
V nagre ara garrfbes com 5 garrafas de superior qualidade e 19200.
Araf Ufa verdadeira muito nove a 820 e libre.
Alora desles gneros encontrar o respaaval publico em nossos erasans um asjjfjssf
sormente de tudo tendente a molhados. jflfr
AmendoaS COnfeitailaS as mais baratas que ha no mrcalo a BU) n. 9
a libre.

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uURro 01 mmiinvco ** sixn rntu*ut rema d tita

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lisas aficiaes fiara ca-
hftttA ^1
CIW.
A loja 4o beija-tor lando rec -bldo bonitas ro-
'* *ia ?* para ou eilbelloe, Tndo
mdo Qo4awo n loja a.ima b. 63.
Aljfar fino imitando perola.
r*eodo-fe i 500 ra. o fio dt aljfar fino, imi-
tando peroli : na rna do Quemado, loja d'aguii
branca n. 16.
Cambraias
Vendem-ae cambraiaa de corea de booitoe
alegantes deaenhoi a 280 e 320 ra*. o corado: na
ra da Imperatric, loja o. SO.
Oliado
s.
Vendem-te oriados pialados le lindas viatae e
pakateaa, larguras de 6, 7. 8 t palmos, pro-
prioe pera oaaai de jantara 19 c corado : na na
da Iaa per triz. loja o. 20.
Sapatos de borra-
cha para senioras a
i ,500 o par.
Estamos no mez Marianos, or isso de ne-
cessidade que as seohoras qne bem se applicam
a essa boa derocio se prerioam de um par de sa-
patos de borracha, para sssim lerem os pos res-
guardados da huaoidade, e em atlerico a lio jus-
to loorarel Oro, esli se rendendo a I55O o
par: na ra do Queimado, loja d'aguia branca
namero 16.
Obras de viro,
escarradeira, o palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-te na loja d'sgiia branca mui bonitsa
scarrsdeiras de vidros d cores a 4J500, 5 e 69,
assira como palmatorias de ridro lapidado com
mangas bordadas a 4*500 cada nm : na rea do
Oteimado, loja ri'aRuta branca n. 16.
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acha-se noa somplato
sorUmeoto de metas do toda* as qualidadea e
precos, sendo para homena, sanhoras. meninos
maoiDaa de 6 meses a 12 anoos. Ennumerar
es difiranles preeoe cenfendir o preUodente ;
attia quem se quier eoovencer de quio baratas
ao eatao ellas rendendo, dirigir-te com dinhei-
ro i dita loja d'aguia branca na rna do Queimado
numero 16.
Superior sebo em velas e em
pes, caixas de urna
arroba
Vendem Antonio Luiz de Olireira Atorado 4
C, no eeu etcriptorio roa da Cruz n. 1.
Jacaraud superior.
Tem para render Antonio Luiz de Olireira A-
z.vedo & C. do sen eacptorio roa da Gra n. 1.
Bftrzeguins.
Ruadalmperatriz q. 10 loja
do Pinto.
Vende-se pelo baratittimo preco :
Borzeguina de lustre para hom >r a 89.
Ditos de bezerro para bemem a 89.
Ditos de corda va o para dito a 8; .
Por este preco s a dinheiro rista para li-
quidar.
Coraes lapidados.
Sao grosso que admira.
A loja d'agaia bronca acaba de receber urna
pequen quaotidade de coraes groasot lapidados,
oa quaea earvem para as roltaa que ltimamente
usam as tenboras, e esl rendando cada fio por
9, 29500, 3 e 49 : na ra do Qaeimado, ioja
d'aguia branca n. 16 : assim como receben meis
as bonita pulseiraa de missaugas.
Camisas inglezts.
Yendn-te sunaartsreo esnaieao tegUtti cem
pregas largos pek) bacaaelmo prtcode 3*9 a do-
sit: na leda da boa fe, na ra do Queimado
ero It.
Hicas golliahas apimhos
com botoes
Vend.m-se ricas gollinbas panhos de esm-
braia e fnstio ricamente bordadas coa Modos bo-
to*, pelo baratsimo preco 4ea* e*4* Kt mi-
elo : Da risa do Qaeimado n. 12, na loja da
boa fe. _________________
\GfcNCVV
n*
Fundir^ Lew-Moor,
oa da Benzalla lt*a n. 4*.
Nestt esta belet meato continua a haverum
completo sortimento do motadas metal moen-
das para engenho, machinas de vapor taixas
de ferro batido e coado de lodot 01 taaianhoi
para dito,
Moendas c meias rroendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de Ya por.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Bruna n. 38 fundicao
de D. W. Rouman.
Fazendas pretas
superiores-
Grosdtnaple preto muito supi rior pelo dimi-
nuto preco de 2 o corado, panno preto mnito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9 o corado, casemira preti
muito fina a 25, $500, 3, 3&50C o 49 o corado,
mantas pretas de blonda mnito ; aperiores a 12},
manteletes de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordados a 35}, sobreciaacaa de panno
preto muito fino a 30}, casacaa tambem de panns
preto muito fino a 30}, paletots de panno preto
fino a 18 e 20}, ditos de casemira de cor mes
ciada a 18}, superiorea graratiohaa eatreitas s
1}, ditas de setim maco ede gorgarao muito su-
periores para duas rollas a 2}, ditas estreitiuhai
com lindos alfioetes a 29, superic r gorgurio prs-
to para colietea a 4} o corte, ricoi aofeites pretos
a 6}, e assim outras multas azen las que sendo <
dinbeiro rista, reodem-aa por presos muito ba-
ratos : na ra do Queimado o. 2S, o* bem cooha-
cida loja da boa f.
lliem para o pavaO
leiam
Camitiohss com gollinhas e manguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
deroissioa a
Ditas de fusilo com salpicos de cor
Gollinbas bordadas cem botiozlnho
Ditas de todos oa gottoe a 640 e
Ditas com manguitos do cambraia bor-
dada* a
Manguitos de cambraia bordados muito
finos a
Gollinhas bordadas a
Romeiras de cambraia enfeitades para
lulo a
Caminabas para aenbore a
Lenciohos de liobocom labyrintho para
mo a
Ditos a i mita gao de labyrintho alf e
Lnrat de torcal enfeitadaa com ridrilho
Enfeites pretos com ridrilho a
Ricos anfeites pretos e de cores, a Turca
e Garibaldi
Groadenpie preto a 1}600, 1}800 e
Todaa estas fazendas rendem-se na ra da lm-
peratrizn. 60, loja e armazem do pari, de Ga-
ma & Silva._________________________________
Sementes de hor-
talices
5OO0
3}000
19000
800
11600
1}000
uo
3*000
3}0O0
2*500
1|S80
500
00
6JOO0
99000
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de Mtrno eom duae rarat de
largura a 28406 a rara, aloarbado da linho ada-
mascado com duat rargnras a 1)500 a rara, brlm
branco de linho mnito superior a 1|440 a rara,
dito de corea, fazenda multo superior a 1}, dito
pardo delinno pero e 809, i* t 1}B00 1 rara, di-
to de quadrinhot mnito proprlo para calcas, js-
3netas e palelola pata meninos s 200 rt. o cora-
0, gangaa francesas mullo superiores a 400 ra.
corado, cambraias franceze* mnito finas ede
muito bonitos padres a 260 e 280 o corado,
cambraia iiea muito fina a 4f, 5 e 6} a pe;a coa
U li2 raras, canbraia com atpleos tambem com
8 lfl raraa cada pea a 4}300, dita mnito supe-
rior o melbor qne ha neste genero a 11J500 a pe-
ca com 17 raras, ou a 800 r. a rara, chitas fran-
cesas de multo boas qualidadea e de llodoe pa-
dres a 240. 280, 300 e 320 o eoredo, 616 de li-
nho liso mnito fino a 720 a rara, tarlatana bran-
ca e de corea s 760 a rara, toa Ib as de linho para
ruaos a 7} a duzia, ditas pelludaa muito sspetio-
rea a ll}a duzia, gollinhas de cambraia borda-
da! a 800 ra., manguitos e Rollaa de cambraia ri-
camente bordadas a 2} o par de manguitos coa
urna golla, lencos braocos muito linos com bico,
renda e labyrintho a 1$280 cada am, ditos dt
cambraia delinbo para algibeira pelo baratissimo
preco de 4, 5 e 6} a duzia, e assim um completo
sortimento de fszendat de todas aa qualidadea,
que aendo s dinheiro a riata se reoderao per pre-
cos mui baitea : na bem condecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 21.
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo o. 7, onde o respeitarel pu-
blico achata um grande a variado sortimento de
miudezaa qae se rende por precos ruis baratos,
10 por ceolo do que em oatra qnalquer parte,
ascim como teja, franfes pretas eom ridrilho e de
cores, fitas de todas as qaslidades, tranjao galio
de linho, caaearrtfhas pretas e de cores, frotosde
todas as coree, os riqusimos enhiles de esbeja,
galaozobos de lioho e de seda para enfeites,
cbapeoziohoa para crianzas, cbapeliohaa para ae-
nhora, bonete de panno e relindo mullo finos
para meninos, fila muito chiquea para sintos,
manguitos e gollioha* Waife finas, lencos de
cambraia de linho mnito finos, e mnitos mala
objeelos qae se continuar aunnnciar, pois ren-
de-se ludo por preeoe baratlestmos por ae achar
em liquidado. Ha aetma loja te achara ua
rico sortimento de amendoaa e confeitos proprios
psra qualquer mimo, qae tertnde pelo baratia-
simo preco de IffOO a eaizinba.
Cal e
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Libras sterlinas-
Vende-se em casa de Wild & Just, na praca de
Corpo Santo n. II, prtroeiro andar.
arma-
mo-
Camisas e ceroulas
Vendem-se superiores ceroulas de linho muito
finas pelo barato preco de 26} a duzia, ditoa tren-
jadas de algodo, mas de muito boa qualidade, a
17} a duzia, camiaas branca frsncezas a 21}, 24},
26 e 30} a duzia, ditas para meninos a 22$ a du-
zia, ditas para homem com aberturas de cores a
22} a duzia : oa bem conhecida loja da boa f
oa ra do Queimsdo n. 22 ___
A verdadeira esseucia de ail
para engommado.
Acaba de ebegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Na ra do Vigario n. 10,
zem tem para vender por precos
dicos o seguinte:
Superior vinho do Porto em barris de 8*
Dito dito dito engarrafado.
Cofres de ferro pro va defogo.
Aigodao trancado da fabrica da Baha.
Bataneas decimaes,
Carneiras ngtezas para selim.
Pregos caixaea e enxadag portuguezas.
45 Ra Direila-45
? epidemia declina aenalrelaeate, e o tea
completo detapparecimento esl prximo! G
proprielario desle bem sortido estabeleeimento
convida os seus numerosos fregueses a substituir
o falcado velho, que todo est cholerico, por no-
vo, e que possa resistir s mil sebotis mazzu*-
a que vio ser dansadas em louror do reslabe-
lecircento da saude publica. Os precos con-
HOMENS.
Bolinas afamadas Milis.
B
oon-plua-ulira Nante......... M
Nenies 2 bateras.............. 1(}009
8 lu,,f.................... M}00tt
105000
9}50O
9O0O
9}00t
Attenco
43 Ra do
Amorim 43
Vende-ae arroz pilado da
pelo barato prego de !}600
4 a 5 arrobas.
muito boa qualidade
a arroba, taecoa de
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra co.
Muito lindas caisinhat e esbazea para meninas,
de 100 rit at 2}500: na loja da Victoria, na rus)
do Queimado n. 75.
Manguitos com gollinhas.
Vende-se manguitos com gollinhas, fazends
muilo boa, pelo barato prego de 2f060, gollinhas
e puobos ultimo gosto a 2*000, gollinbas muito
oas e bem bordadas a lgOOO caita orna na ra
do Queimado toja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Veode-ie pecas* de tiras bordedaa de 2,500.
3,000, 3,500 e 4,000 eotremeioa a 1}600 e 2}000
cada pega na ra do Queimado loja de miudezas
da Boafaaaa. n. 35.
Bonecas fraucezas.
Veode-te beoecas franeezss ricamente vestidas
Na ra da Cruz n. 38, depoaito de pao e bola- JJjW Jg*' *&&*!!***'".!* oa
cha, reodem-se sementes dihortallces rindas de JS *f*t'-y,.< 5??5l?" 1 Qan'
Lisboa.
A Tender.
Urna victoria em bom estsdo e am lindo ca-
briole! novo ambos com arrotos : para ver e tra-
tar ra Nora n. 59, cocheira de P, Eduardo Bour-
seois.
Attenco
Chegou para a loja da rictoris, candieiroa a
gaz de noros gostos e modelos, tanto para tala,
como para oseada e quartos e para outraa muitas
consas: na loja da victoria na na do Queimado
p.75._______________________________________
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja dopavo
rendem-se sedas de quadros, di as de listras ao
comprido, e ditas de lislraa atraveeaadas, ditas
de quadrinhos, sondo doa melhorna padres ede-
licadissimos gostos, com largura de chita inglesa
a 500 rs. o corado, pechinch, e do-se aa
amostras com penhor : na ra da emperatriz n.
60. loja e armazem do parlo de Gama & Silra.
NoYidades da Arara.
S na grande exposieo de
fazendas baratissimas
na loja e armazem da
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
Ihes Mendes.
Vende-se o mais barato possivtl a saber: lia-
zinhas para vestidos de seohorae, e ronpa de me-
ninos a 320 rs. o corado, Iaa chineza de urna s
cor propria para capea da moda com 4 e meio
palmos de largara a 640 ra. o corado, fusto de
cores para vestidos de senhorsa a 280 e 320 re. o
corado, casaas a Tarca muito fina a 2i e 80 es.
o corado : na ra da lmperatrtz loja da Arara
o. 56.
mado loja de miedesaa da Boa fama, d. 35.
Enfeites para senhora.
Os melbores enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 5*500, 6} e 6f500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com yi-
drilho e sem elle.
Ricos soflimeeaes de [raejas prstas e de cores
com ridrilho e seo elle : oa loja da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
deras..
Linhas fins de
grandes a 240 rit:
do Queiondo n. 75
peso rerdadeiras, meadas
na loja da Victoria, na ra
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se velas de ac para sinto a 18500 rs. e:
2}000 na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.__________________________
Baleias.
Vende-ae balotas 120 rs. cada una aso de ac :
para baloa 160 rs. a rara, baodes a 1}500 rs. e
2}00 o par, na rus do Queimado leja de miudezaa
da Boa (ama. n. 35.
Phosphoros de seguranza
Fhotphorot de teguranca, por que lirra de in-
cendio, a 160 ria a caiaa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.____________________
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Attenco.
m
Vendem-se muito bons rioldes pelo diminuto
prego de 6}, bordoes para ditoa a 120 ra ditos
para rabeca a 80 rs., cordaa de tripa a 40 rs. : na
ra da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vista,
oja de miudezaa n. 58, junto a loj do cargo.
Calcado francez
Chegado de novo.
Grande torlimenio de botinas para homem, e
aa mais bellas para seohoras e meninos: oa loja
do rapor, ra Nora n. 7.

iDglezea de bot6es...!....'".]i*.i[
> ba tedores.......................
> a couro de porco.......
> beierro e lustre...............
y ingieres ps selrsgens.........
a laxiados bratileiros............
Sapatea non-plus-ulirs................
3 bateras e acta..............
> esmsga cobrs..................
> Nantes 2 bateras vaqueta.....
a 2 b*teriea bezerro......
> trsbslhadores..........
brasileiros de 355OO a..........
Sapatos2 solas e salto..................
tranca portuguezes..........
> frsocezes......
SENHORAS.
Bolinas deogozas.........
salto de bater.......
pechincha do 4$500 a. .
> americanas 3|500 a .
Sapallos de sallo (Joly) ..;...
s> sem elle (idem) ..'....
tapete;........
s econmicos........
> lustre 32 e 33.......
MENINOS E MENINAS.
Ha de ludo em relegaj e nao ae deixa
dinheiro.
Um completo sortimento de couro de porco,
cordavo, bezerro fraocez, couro de lastre, mar-
roquim, sois, courinhos etc., que ludo se troca
por dinheiro i Tontada do comprador.
Mobilia.
18260
5}500
53000
4J000
2M0
3}000
1}920
860
506
800
sabir
n.
Na ra da Camboa do Carmo loja
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Attenco.
*
Vndem-te dous sitios na Boavagem, amboe
com trras propria?, sendo um dellea com duas
cssss de ptdra e cal, ou permuta-se por casa ces-
ta prac.8 : a fallar na praca da Independencia nu-
mero 17.
Linha de croxel para la-
byrintho
As
norell
terta.
albores linhas de croxel para labyrintho,
'moDetros a 320ria um : na loja da Vic-
tr do Oaeimado d. 75.
Cascarillas de seda.
Vende-se cascarrilhat de aeda para enfeita
rostidos a 2}000 a peca aa ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado eatabelecimento en-
contrarlo orfreguezes o mais per eito, bem aca-
bado e barato no aea genero.
URNAS de todaa aa cualidades.
SANTUARIOS que riraliaam om o Jacaranda,
BA.NI1EIRUS de todos oa tamaihoi.
SEMICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas si proiiuras.
PRATOS imitando em parleiga 1 a boa portal-
lana.
CHALE1RAS de todaa as qualltlades.
PANELLAS idem idem.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pecas de cambraias lisas a 1}600 e
29000, ditas finas a 2500, 3&U00, e 3g5O0, golli-
nhas para senboraa a 500 rs. golla e mangoitos
de linho a 29500, lencos branco a imitaeo de
labyrintho a 110600: oa ra da Imperatriz loja e ar-
mazem da Arara o. 56.
As saias da Arara.
Vendem-se asas brancas bordadas a 2$500,
ditas de 4 pannos a 3$ e 3J500, cambraias de ca-
rociobos com 8 e meia raras a 4$ a peca, cortes
de chitas Unas com 13 corados a 29500 : na ina
da Imperatriz loja e armazem da Arara o. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-ae pegas de madapoln etephante
maito Uno com 40 jardas a 149. dito de 24 jardaa
a 49400, 49600, 59OOO, 59500 e 6^000, dito in-
festado a 3g, cortes de cambraia com barras a
25500: na rus da Imperatriz loja da Arara
d. 56.
Vende-se meiaa de borracha para quem padece ,
de eryaipela a 159000 o par, meiaa de aeda preta
para senhora a lfOOO o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
r Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas-
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
42.
a.
A 3#000 asacca,
Vendem-se saccas com arroz pilado com loqne
de arara, proprio para galinha ; no caes do Ha-
moa n. 4.
Veodem-ae ac(ea aa Companhia Pernam-
bucana : na praca do Corpo Santo n. 11.
Escravos fgidos.
Sapatos de borracha para
senhoras.
Vende-ae sapatos de borracha para senboraa e
meninos a 19500 re. o par, tapatinhos de Iaa para
creancas a 19000 rs. o per, ditoa merino ai50 rs.
toacas de lia para creaoeaa a 2f000,19000,800 rs. mado n.~ 75
sapatinhos de aeda ricamente bordados proprios
para baptisados a 39000 o par, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama. o. 35
Chegon para a loja da Victoria urna pequea
porco de ricos espelhos de varios tamanbos para
ornamentoa de salas, afflaocando-se serem os
melbores em ridres que tem rindo: na loja da
Victoria, na ra do.Queimado o. 75.
La para bordar.
Lia mnito boa de todas as cores para bordar, a
79 a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
Paloiatorias devidro lapi
dado.
Vende-ae palmatoriaade ridro a I96OO rs., ditas
eom mangas propriaa para rapatea a 49500 ra.,
cada urna, escarradeiraa de ridro a 49500 rs.
e 59000 o par, na ra do Queimado loja de
oaiodeza da Boa fama, n. 35.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados pan senhoras a 29200,
ditos de ponta cabida a 49, ditoa de fita a 1*600:
na loja da Victoria, na ra do Qaeimado d. 75.
Arara ja vende as roupas.
Vendem-se paliiots de paono prelb a 69500 e
89OOO, ditos de casemira de corea a 1O9OOO, cal-
esa de casemira preta a 49500, ditas de corea a
5fi500, palilols de alpaca a 3S500 e 49000, ca-
rnizas francesas a I96OO e 29000, seroulat de li-
nho a 15600 e 2& collarinbot de linho 1500 re. :
na ra da Imperatriz loja da Arara o. 56
Arara vende as capas.
Vendem-se espaa perfeitameule modernas a
69OOO e 109000, manteletes de groadenaple pretaa
maito modernos a 25(000 e 308000, chalea de
lia a lfOOO, ditos de la e seda a 29000, ditos de
merino a 29500 e 49500 ditos de crep do ponta
redonda a 78500 e 8#: na ra da Imperatriz loja
da Arara o. 56.
Arara \ai liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Vendem o mait barato postirel para acabar,
COCOS, GANDIEIROS e fland es para qaal- chllas com Pequeo toque de mofo
ler sortimento. 1 i ropa 5 a 200 rs. o corado ditas largas
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000, oleo da sociedade bygianique
rerdadeiro a 19000 o frasco, oleo babosa de Pirer
rerdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a 19000, dita de Botot tambem
para oa denles a 18000 o frasco, pomada france-
za em poa a 500 ra. e I90OO, 320 ra. sabonetes
maito fino a 640 rs., 800 rs. e I9OOO cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs s o pavo.
Vende-se chita franceza escura de cor fixa a
dous tusldas o corado: na ra da Imperatriz n.
60. loja e armazem do parao.
A 2$500,so pavo.
Vendem-ae cortes de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancoa e
de cores, com barras e babados a 39: na raa
da Imperatriz n. 60. loja e armazem do paro de
Gama & Silra.
qner
VIDROS em caizaa e a retalho mandando-semanhos, botar dentro da cidade,
em toda a parta.
Recebem-ae encommendaa de qualquer nata-
reza, coocertos, que ludo sera detempenhado a
contento.
Comarca de Nazareth.
Vende-so ou arrenda-st o engenta Dependen-
cia, sito na comarca da Nazareth, t om maito boas
ierras de prodaccao, muito freso, molla mala
rirgem para derrubar-se, offerecfndo proporgoes
para aalrejar 1,500 a 2,000 pes, tambem faz-se
negocio com a safra endada : es orelendentes
podem dingir-se a o Sesmo eni;en.bo, a tratar
com o seo proprielario.
. fcbwnt-da rritoe Hortee n. 18, confroe-
te ao bacco de S Uiq. rende ze espirito de
Irv
raduacio aubid. licoret%e loda aa qaslidades,
aniz, reino e genabre, to por mtlit0,H0 que 0m
outra qualquer parte. H
Vende-ae um bom caraUo puasells eme-
lhor-pai* eirro, on troca se por i.niro
y*ra riagem e qne tenha bom catraaa
M*o e*8elea#o>f.sobrade a. 46. '
que sirva
bate; no
a 160 rt. e
a 240. 260
e 280 rs. o colado, sao preta para lulo a 500 e
640 rs. o corado, catea preta a 280 rs. o corada
cortes de casemira preta para caiga a 39 e 3J500,
e outraa muitaa fazendas qae ae dio as amos-
tras : na ra da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se mansos de pslitos finos para den-
tea com 20 maasiohoa a 200 ra. para acabar: na
ra da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56
de Msgalt>aea & Mandes.
Borzeguins inglezes.
Ni ra da Imperatriz n.10 defrooteda boneca
loja do Pinto, recebeu-ae pelo ultimo rapor nm
grande sortimento dosj bem acreditados bor-
zeguins inglezes qae renda-se por 10$ e 119, i di-
nheiro logo contado.
Vende-ae um balco de amarelio enverni-
stdo com ridros, e proprio para qualquer esta-
beleeimento, maito barato, sproreitem a pe-
chiocba: na ron estrella do Rosario a. 25 loja de
funileiro.
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-ae at mais modernas e finissimas la-
zinhas de quadrinhos e de flores soltas e palmi-
nhas, desembarcadas do ultimo na?io rindo do
Harre.pelo baratissimo preco de quinhentos ris
o corado, e dio-ae aa amostras com penhor : na
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silra.
Liohas do gaz.
Caizinhaa com 50 novellos de liohas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ria, brancas e pretaa: na loja da Victoria,
oa ra do Qaeimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem rindo ao mercado, por
precos commodos : na loja da Victoria, na raa
do Queimado o. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'aguia branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricas fitas, lio boas
em qualidade quSo bonitas nos desenhos, tendo
entre ellas o mais largo que possirel; assim
como algnmae pesas brancas com o centro liso
proprio psra inscripedes, e muitas outraa de de-
ferentes cores como de caf, roza, escara, etc.,
etc., a como de sen loararel coitume : a loja
d'aguia branca, na raa do Qaeimado o. 16, ren-
de por preco commodo easas boas e bonitas fitas.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se esta ora fazenda de padreadelica-
diasimoa com 4 1|2 palmos de largura, propria
para reatldoa de senhora a 400 rs. o corado: na
rus da Imperatrii n. 60, loja e armazem do pa-
vio de Gama & Silra._______________ v
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acbam de ebegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Feijo superior.
Na ra do Vigario n. 10, armazem,
tem para te vender muito superior
feijo.
Grava tas de setim com
ponta larga a 1 $
Vendem-ae graralae pretas de bom selim a
com pontea largaa a 19 cada urna, tio baratas
assim s aa acha na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.____________________________
Panno de algodo da Bahia.
Vende-te no etcriptorio do Antonio Lnis de
Qlivelra Azeredo C., na raa da Graz n.l.
Sapatos de bor-
racha.
A 1#, 1*500 e 28 o par, agnlbaa Victoria a 120
ra. o papel, lampartnaa teonomicaa a 100 re. a
caixa, carteirat para etererer a 14$ e 169, calxaa
pera costura a 8J e 165, gr*ixa franceza econ-
mica a 640 o pote, facaa americanas para mesa s
69 e 7 a duzia, meiaa para senhora, homem, me-
ninas etc. por todo o prego, braceletes de cabello
com pedra roza e amarella a 5} cada nm : s
ha na rus do Qaeimado loja Esperance n. 33 A,
Guimarias & Rocha.
na
Vendem-se pipas com agurdente
no eses do Ramos n. 6.
Grande
liquidacao por todo
o pre^o, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
Ruado0ueimadon.4o|
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Cbitaaetenrat linas a 160, 180 e 200 '
rt., cortes de vestido pretos bordados s
reliado de custo de 1500 e se rendem
por 30, 40*. 50e 709. sabidas de baile
de reliado e setim a 12f e 139, caronas
para senhora a 2O0O e 3&50O, gollinhas
de cambrais bordadaa a 500, 600, 700,
800, 900 a 19, ditaa de fil bordadaa a 120
re., caaarequea de fustao a 59, 69,75,89,
meias de seda brancas e pretas para se-
nhora a iy200 o par, tiras de babados a
500 e 700 rs., liaade quadro enfeatadaa a
300 e 360 rs. o corado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a rara, orgaodys de cores a
600 rs. a rara, fil branco adamascado
para cortinadoa e vestidos a 400 e 500
ra. a rara, cortea da collete de casemira
bordados pratos a 29 e 39000. ditos de
relindo de cor e pretos a 39, 49, 59 e 69,
paletots de brim branco franceses a
39500 a 49500. ditoa de casemira de co-
res o pretos a 149 e 169. ditoa de alpaea
preta e de corea a 39,31500, 49 e 4950O,
camisaa de peito de lioho a 29500, cortea
de collete de gorgarao a 19500, 19700,
29200, 35 e 35500, colietea feitoa de brim
branco a 29500, ditoa feitos de gorgurio
a 295OO e 395OO, diloa feitos de cssemira
a 35500, 45 e 455OO, ditoa de reliado a
58, 65 e 79, ditoa de fustao de cores a
I59OO, um variado sortimento de meiaa
para homem e senhora, grioaldaa com
florea, chalet de froco, esparlilboa, e to-
Ida a qualidade de roupas feitas para ho-
mem que Indo se rande por matado do
ten ralor.
mm gamma nhkmhn
Rival
sem igual.
Miudezas erap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia de corea aortidae, librs s 694OO.
Sintos doaradoa a 19600.
Ditoa ditoa com ponas a 3(500.
Agalhaa fraoctzsa cartea e compridaa a 60 rs.
Ditaa cantofaa a 120.
Pentee de matea para atar cabello a 500 rs.
Ditoe de dita idem (doaradoa) a 19200.
Carreteie de retrox de coree e 320.
Eacorat ptrt cabello multo boat a 800 e 1$.
Cartaa de alfineiea a 80, 100,120 e 140 rs.
Eseovas para nnhaa maito boas a 320 e 500 rs.
Franjea pretaa com ridrilho a 320 a 400 rs.
Trangas pretaa com dito a 240.
Bicos pretoe maito bons a 180, 240, 320 a 400
ria.
Carrtteit de linha a 30, 60 e 80 rt.
Eneitea de retroz com franja a 59300.
Meiaa para senhor (duzia) a 2*500..
Ditaa cruas psra homem a 29400 e 39.
Tesouraa ordinarias a 80 ra.
Franjea de lia eetreitaa (peca) a 900 ra.
Sabonetea de bola finos a 640.
Fraaeoa de diversos ebeirot a 320.
Linha de Pedro Va 30 ra.
Botots para eataveqne a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paalo Cordeiro (rerdadeiro) a 11600.
Dito gatee groaso e meio grosao s I9OOO.
Dito dito fino a 15280, .
E outraa muitas msia miadezaa que com a pre-
tensa dos boni fregueses te venderlo biratat
Desappareceu de cjsa deaeu senhor a mu-
lata Anna de 38 a 40 anoos, alta, cabelloscarapi-
nbos,. labios grossos e um tanto ambilados, na-
riz chato, tendo a ponta inclinada sobre o labio
superior, lesla pequea, levando comsigo om fi-
ltro de idade de 9 mezea de oome Ventura, tam-
bem mulalinho : ha toda certeza de ter sido ae-
duzida e andar em companhia de um cabra com
quem a mesma tioha tratoa de nome Caetano, de
idade 50 annoa pouco mais ou menos, alto, ma-
gro, cabellos carapinbos, mal encarado e maife
cortez. Recommenda-se portento aoacapilaea de
campo e aos Srs. empregados de polica desta
provincia a captura da mesma escrava, conduain-
do-a i ra da Gloria n. 1, que serio bem gratifi-
cados.
150^000.
A quem trouxer o preto escraro de nome F-
lix, que ae acha fgido desde odia 4 do abril de
1860, cujo escravo lem os signsea aeguintes : es-
tatura baixs, corpo regular, cor fula, pouca barba,
pt um pouco apalhelados, representa ter 35 t
40 anoos, na gao HoQambique, tem dous dentea
abertos na frente do lado de cima, e por cima de
nariz entre as sobrancelhas dos olbos um calom-
binho pequeo, que parece aer atgoal da Ierra
delle : obteve-se noticia cerla que o dito preta
anda por trras dos engenhos Horibeca, S. Joo
e Eogenho Novo, como trabalbador e intitulan-
do-ae de forro com o nome de Joio Pescador,
pois j tem por cosius-.e quando foge mudar o
nome para Joio, elle tem uos poneos de offfclos,
que sao os seguinles : foi pescador, caooeiro,
caiador, e ltimamente era padeiro, a que per-
tence, por isso rogi-se aos capilaa de campo, ou
qualquer pestoa que o encontrar, preode-lo e
traze-lo no pateo da Santa Cruz padaria o. 6, que
receber a quantia cima.
Pedido
polica ou qnalquer pesaos do poro, a appre-
hensao de um preto de nome Hilario, crionlo, de
idade 28 annos, mais ou menos, fgido em 23 do
presente, estatura e corpo regulares, bastante
preto, pouca barba, quando falla, alem de ser
spressado gagaeja um pouco, no andar muito
direito e miudinho e a (Teclado, os ps apalheta-
dos, usara de caiga e camisa de algodo de lis-
ira, mas quando fugio fartou urna caiga de panne
preto, duas de brim branco, algumas camisas e
ceroalas, as quaes lem o ultimo nome do abaito
aaaigoado no cs, urna manta de pescoco de aeda
azul com pequenoa bordados de branco, e am
alfinete de ouro com um retrato de coroalioa
encarnada, um relogiode prata dourada com un
trancelim de ouro, o oulrot objectoa que aioda
senio podem descobrir; fllho de Santo Anlo.
e foi escraro netse lugar de Coorado Nunca i*
Souto : quem o pegar lere-o a rea Direita a. 17
oa 28 i Jos Joaqaim Lima Bairao, que genero-
samente recompensar.
Fugio no dia 12 de abril desle correla au-
no do poder do abaixo assignado, o pardo de no-
me Franeisco de 17 annos de idade, qae lem bo-
nita figura, todoa oa dentes, cabellos carapinhoe
e ruiros, tendo sido este pardo escraro do Sr.
Dr. Antonio Borgea da Fonseca, de presumir
qae ande por algum doa lagares por onde o mes-
mq senhor tem viajado, como sejam Iguarasi.
Goianna, iDg S. Joio, Campia, Seira do Tei-
xeira, Pi 'Albo, Limoeiro, aa tres villas da en-
marca de Paje de Flores, sendo que segando se
suppe esteja tambem no eogenho Inhamia por
ha ver sido risto ba poacoa das em Iguarats por
ter amizade com uos mulatlohos desse engenho,
aioda da presumir que o dito escraro por at
se inculque como a serrico do dito Sr. Dr. (Jor-
ges da Fonseca, aflm de nao ser appreheodido:
qnem pois o aprehender ODdeqaerquofor encon-
trado esse escraro e o rir entregar ao sea legi-
timo dono na ra do Hospicio n. 6, qae sari mnS
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz deBrito Taborda.
Escravo fgido.
Contina a estar fgido desde os ltimos dia<
de abril prximo passsdo o moleque Herculano.
qae foi escraro do finado Manoel Antonio doa
Patsos Olirtira, tendo 01 tignaet segnintet: cor
fula, estatura regular, a falla um pouco dsesrr-
cada e afinada, tem urna cicatriz n'um dedo dr
urna das re aos, prorenlente de nm unheiro, e re-
presenta lera idade de 26 annos: roga-seaarn
toridadea policiaca a apprehentao do nrtamo, c
aua entrega a Manoel. Antonio Goocalrea, na ron
do Cabag, U "
Fugio
escravo Eufra
noa de idade,
do olbo, foi a__
Francisco deXarralbo Paet do
apprehender lere-o i raa do T
ser bem recompensado
>
tttc


-m,______-
Sciencias e artes.
Estudia prttics sobre os imitaos 4e
ferro frtnce;es.

(Coaclutio )
Apreseotadoa pela secretaria da legaco brasi-
lera a Mr. E. Avrrl, Inspector geral. director di
eacola de pontea e calcada, delle oblaremos ama
receasmendaco para Mr. Mola -d, engenheiro em
chefe doa caminhos de ierro de Lyoo o Medi-
terrneo, o qiul ooa apieseotcu a Mr. Dombre
engenheiro do ramal de Lino i n Prevas. a Mr'
Andr, chefo da secco em La Voulte, e a Mrs
Desplaces e Tasay, eogenbeiros do camioho d
trro de Toalon a Nice, preserteando-oos ao
mesmo tempo com bilhete de circulaco sratui-
le por tres mezes em toda a rede de Lyon.
Mr. Desplaces faceltou-nos o esludo dos tra-
tilhosdoporlodeMarselha ; Mr. Tasiy blete
para nos urna autorisacao de entrada do arsenal
de loulon, que dos parmiltiu tomar conheci-
meoto do tystema de consticcco de seus di-
ques. *
De volts Pars a 23 da jun jo. nos apresen-
lamos a Mr. Avril, que mui benvolamente nos
dea cartas de recommendaco para Mr. Moran-
diGre, engenheiro em ebefe de roda o'oeste de
Orleaos, e pira os engenheiro:: eccarregados da
conslrucjo do camioho de ferro de Rennea
Brest, Mrs. Planchat, Marecbal, Fenoux, Feaeard
Boisaoger e Perguet.
Mr. Morandiere recommendoi nos aos enge-
nheiros do camioho de ierro ce Saveoay Lo-
nent. Mrs. Uesnoyers, Militaran, S*oe e Du-
breuil.
A' Mrs. Milabran.Sroe e Djbreuil deemo.,
alm de desenhos, typos litognphados, regula-
meatos impressos, etc., que nos foram sempre
franqueados e offerecidos com e maior esponta-
Deidade por todos os eogeobeiros com os quaes
temos estado em relacio, urna re:epc5o obsequio-
sa e cordial, de que sempre guardaremos grata
memoria.
Mr. Planchat, engenheiro em chefe em Brest,
apresentou-noa a Mr. Rousseau, engenheiro do
departamento do Tonislere, e a Mrs. Desharque
Maitrot de VarenDes, eogenbsiros eDcarrega-
dos dos trabalbos dos portos militares e do com-
mercio de Brest.
Nossa excurso aos camiohos le Ierro da Bre-
tanha Gndou a 31 de agosto. > olamos Patis
e abi oblivemos de Mr. Atril urna excellente
carta recommendndo-nos com >xtremabondade
Mr. Surrell, director dos caminbos de ferro do
Meio-dia, que dos pz em relacio com os subdi-
rectores em Bordeaux Mrs. Seiooa e De La Roche
Tolay.
Por intermedio de Mr. MoraociSre oblivemos-
de Mr. Thirion, director da it 1) central de Or-
eans, urna carta de introdcelo junto ao enge-
nheiro em chefe da rJe central de Orleana, Mr.
Kranlz, que facultou-nos o esludo dos camiobos
de ferro de Perigueux a Agun e dv. Biives Cap-
denac, recommeodando-nos aos engonheiros
desses caminhos, Mrs. Ferrand, j.avoisot e Pon-
cfn e aos chefes de seceo, Mrs. Augusto Le-D,
Doux e Vergne, e presenteou-nos com duas mag-
nificas colletQoes dos typos das obras u'arte da
Tede'central.
Foi a 10 de novembro que lera inamoi os nos-
sos estudos no3 caminbos de ferro de Periguex a
-Agun e de Biives a Gapdenac. Vollamos enlo
a Bordeaux, onde visitamos os Irabaihos da em-
bocadura do Garooni com urna autorisago de
Mr. Droeliog, eogenheiro em chafe do departa-
mento de Gironda : de Bordeaux dirigimo-nos
Bayonne edepois Cette para tomar conbeci-
mento das construccoes feitas p;ira conservecio
emelhoramento desses dous port)S.
De Cette passamo-nos para Arles, onde Aca-
rnos alguna das as officloas de reparaco dos
caminhos e ferro de Lyoo ao Mediterrneo, pa-
ri cujos eDgeoheiros Mrs. Boutmv e Masson ti-
nnamos urna muito offlciosa recoiumendco do
eofe.nheiro em chefe da lioha, Mr. Molard.
A5 de dezembro nos recolhlamos Marselha
para coordeoar nossas observares durante o in-
vern e continuar o estudo dos importantes Ira-
baihos do porto desta cidade.
Eacolhendo a Franca para ahi comecar a nossa
instrncao pratica, tinhamos sido levados pela
sympathia que nca inspira a naQo a cujos escrip-
tores deviamos a mor parte da nossa iostrueco ;
pelo que acabamos de expdr, bem sa v que s
temos de congratular-nos por to feliz resulu-
;ao.
Osjengenheiros francezesnunca o esqueceremos,
tiverim a immaasa hondada de considerar nos
seus irmos na sciencia ; seus subordinados es-
torgaram-se sempre por imitara benvola recep-
cao, que nos fazlam seus ebefes : em uos ou-
iros encontramos auxiliares prestrnosos para
nossa Iostrueco.
E\ pois, na effuso do mais profundo senti-
menlo de gratidoque inscrevemo-i, ao floalisar
esse pequeo trabalho, um protesto de eterna
gralidi
nevolam
oJipistrada naci franceza, que lio be-
mllenos scolheu.
DlUUaj IPWAMIDCO. m SEXTA FILIA 6 DI JNHO DE 1161.
Andr Pinto Reboco as.
Astobjo Pereira RbBOCCAS.
{Correi Mercantil, do Rio.)
Variedades.
FOL.HET11I
0 P\IZ DO MIDO W
A RESSISCITADA DA PARAHIBA. f)
CAXTO-CIIO.
RESURREXIT, EST HIC.
I
Que padre, meu Dena, que padre I
Oh que ministro de Cbriato I
Meu padre, quem oega iato,
Negar, se Ihe coovro,
Como Pedro, o Deua que tem.
E&t5o ser ella, ou nio.
Padre meatre eapelllo?
II
Diz Vossa Reverenditima
Que a tal cuja nao esta
Mas, como isso nos atiesta ?
Com suas lameata(5es ?
Guarde-as l p'ra seus sermes.
Entio, ser ella ou nao.
Padre mestre cspellio ?
III
Ou;a um pouco, padre mestre,
Oque ba passado respeito,
Nao se averbe de suspeito,
Muito preso a quslidade
Da fallar sempre a verdade.
Eotao, ser ella ou nio.
Padre mestre capellao t
IV
Todo aquella que a conversa,
E do pae leve a piivaoca,
A' todo o mnodo affianca,
Qu'ella. ou Olha de Antonio,
Ou eoto o damonio.
Ento, ssr ella, ou nao.
Padre mestre capellao ?
V
Seu pae Antonio conhece,
Diz, quem sua mi Joanna,
Co'o marido nao se engaa,
Do cunhado oo focinbo
Diz-lhe,que elle Affoosinho.
Ento, ser ella, ou nao
Padre mestre capellao?
VI
Sabe todos ossegredos
De seus paes, de aeu marido.
De sorte que confundido
Tem a todos os prenles,
Inda squelles mais descrentes.
Ento, ser ella, ou nio.
Padre meatre capellao ?
VII
Por alguns mais coodoidos
Tem sido reconbecida,
E' somente o filhfcids,
O co-ro, e a reverencia.
Que conteatam-lhe a existencia.
Ento, ser ella, ou nao,
Padre meatre capellao ?
VIH
Se nao que significa
De vingan^a (anta sede ?
Porque faram-lhe a parede ?
Porque Ihe oiqitn a porta ?
Pois mata-se a quem est mora ".'
Eoto ser ella ou nao.
Padre meslre capellao ?
IX
Porque mandam um soldado
Do corpo de guarnicio
Dizer-lhe l na priao.
Que seu pae nao Antonio,
Mas um UITheotonio ?
Ento, ser ella, ou nao.
Padre mestre capellao ?
X
Porque dao-lhe Untos comes ?
Ora Rila, ora Paulina,
Ora Rosa, e Geouina,
Mas aeousa examinada
D em nada vezes nada ?
Ento, aera ella, ou nao,
Padre meatre capellao ?
Xl
Quaodo a quetlo se ventla,
Se acaso morreu ou nao,
Explique, porque razo
Da capella vo ruui lalos
Exbumar-lhe os morlaes restos ?
Eotao, ser ella, ou oso,
Padre mestre captll&o?
XII
Como que s com ossoa
Tirados l d'umacova
Em juizo d-se prov,
Inda a mais leve, se quer,
Que morreu certa mulher?
Eolio, ser ella, ou nao.
Padre meslre capellao ?
POR
DE GONDRECOIJRT.
(Costumes dos nmades.)
TERCEIRA PARTE.
XVII
(Concluso.)
Walter de Seelorf guardou alguns momentos
de silencio em quanlo seus fmulos corriam ao
combate ; e logo que ouviu os prin: eiros tiros tro-
cados com a gente dehrellab voltou-sa para o
mekatib, a quem disse :
O cu fsllou por tua bocea ; reconheco a sua
justa vinganca. Conduz a prisioaeira minha
presenta.... depressa.... que as forc,as me aban-
donan)....
O mekalib obedeceu precipitadamente : mada-
ma de Seelorf appareceu logo apoiada ao braco
do vleme protactor que Deus lbe enviara.
Mausour encarou-a com ternura, e aps curta
hesitsco disse a Slamia, apontaedo para The-
reza :
Minha prima, abrace sua me; e.... perdoe
a um moribundo.
Slamia de um salto cahiu aos ps da baroneza,
que soltando um grito agudo inclinou-ss para
sua iihj, levantou-a nos bracos, e apertou-a fre-
nticamente de encontr ao seu corceo.
E tu, Brahim, replicou Waltar caja voz des-
falleca pouco a pouco, perda tan. bem a leu des-
granado pae....
E voltando-ae para a baroneza iccresceatou em
alien o :
Senhora, sirva de me a este pobre menino,
que nao tem culpa dos meus crines; cooceda-
lha sua piedade para que a minha vergonha eguale
s suas virtudes. Esta mulher, prosegua elle
Tollando-se outra vez para Brahim, a me ver-
dadeira de Slamia: mata tarde sabers a historia
sombra da sua juventude. .. eu nao tenho tem-
po, nem forjas psra fazer por mim mesmo essa
horrorosa narraco. Ha tres pessoas, meu 11-
lho, a quem deves sempre respeilar e servir em
expiaco dos meus peccados; sao Slamia, seu
pae e sua me.... ha urna a quem devea odiar e
desprezar comoeu mesmo odiara e desprezaria ;
Ghrellab 1 ha outra finalmente por quem devea
orar a Deus sem cessar, e esta sou eu___Ago-
ra recebe a minha ultima bencio.... d-me e
teu ultimo sdeus....
Walter apreaeotou a fronle a Brahim, quebei-
jou-a, assim como as mios, deiun lose depols
respettostmenlo a seus ps.
As descargas se succedem, replicou Msn-
sour ; os meus gaerreiroscumprem nseu dever;
oa muros sao solidos, a luis se pnlocgar, mas o
ksar ha de afinal ceder. E' tempj de cuidar da
salvaso de lodos. Ouve, Debbah tu a quem
amo de todo o coraco^^que te devo a minha
reconcilia;So comigo i Ifco. Ha um meto de
subtrahtr ao furor de Ghrellab esl a entes que me
sao caros.. Corre ao hangar dos inehara ; affssta
o repartlmento em queperoouta o mehari ran-
eo de Slamia, e dars eom uos p. sssgera secreta
que vaeler alm dos jardins ; de; ceras por essa
xm -------
E seos de mais a mais,
Qee na mesma sepultara
Existiam da mistara.
Segundo s fama apregoa,
Com ossoa d'oairs posada ?
Eolio, ser ella, oa nio,
Psdra mestre capellao ?
XIV
Qusndo sos ossos aoal
A carne vier-se unir,
Eoto, padre, produzir
Essa prora poder
No campo de Joaapb.
Ento, ser ella, ou nio.
Padre meatre capellao f
XV
A reverencia assevera,
Sabia a cuja escrever,
Mas, qaando vas fornecer
A prora de, qae verdade,
E' colhida em falsidade.
Entio, ser elle, oa nao
Padre mestre capellao ?
XVI
Chega o Flix promettido.
Que vem do Septeotrio
Com a louca pretencio
De s so'a patarra honrada
Desmanchar toda easa al hada.
Eoto, ser elle, oa nao,
Padre meatre capellao?
XVII
Diz que a moca perteocenle
A' familia Cambian!,
Prente de Candan,
Que l da casa paterna
Ha muito se poz oa perna.
Entio, ser elle, oa nio,
Padre mestre capellao ?
XVI
Traz comsigo um cartapacio,
Qua chama livrode nota,
De cartas traz ama frota, -
Mas de falso convencido
Se esespa daqoi corrido.
Entio, ser ella, oa nSo,
Padre mestre capellao ?
tatas e ostras, mea padre,
Tem lerado a oonviccio
A' toda a populaco
De que a misera e meouinAa
Nem morreu, nem foi rainha.
Ento, aera ella, ou nio.
Padre mestre capellao ?
XX
S ha um caso possivel
De o padre dizer que sim,
Esse caso j no fim,
Quando o tal meu figaro
Nao Ihe pagar o sermio.
Cabido enlao na esparrelia,
Eoto sim dir qae ella.
/., ___ OORAHG OD-TANCO.
I / Kemetlem-nos daliosaegulotes Tersos, pe-
dindo a publicscao, o que satisfazemos.
A Redacco.
A epidemia do cholera oo Ic.
Ico 8 de maio de 1861
O que o cholera-morbus ? Tsl s pernota
que ae me dirige a cada, passo. a cada hori. E
como medico velho, acostumadoa lidar eom esta
molestia, envergonho-me nio poder respon-
simp'es 8 Uma inlerPell" i"
m?\ ri0le5a, re,Pcnd0 e". o desmsntido for-
mal de todas as nossas theorias medicas ; urna
especie de contrasenso em medicina ; o deses-
pero dos praticos; urna molestia donda e in-
comprebeosivel.
Os mdicos divergentsdos de opinio sobre s
natura, e sede do mal : roa dizem que urna
Inflammacao g.stro intestinal : ostros, que urna
nevrose do mesmo apparelbo ; uns veem nelle
urna affecgao da medulla dorsal, e dos centros
2!1J? \MSMA. ^ragiodo ervo gran-
de symp.thico. Todoa apreaentom excellentes
razoesem spoio dasua Insoria, que s pratica
* fm 8eu ID0',0 Em 1832, a plebe parisiense dizia, no eu cy-
nlmo burlesco que esta epidemia o Quitado
de um accesso de cholera da rnorte ; traduatnlo a
seu modo a palavra cholera-morbus. E coifesso
que esta chulice caracteriss melhor o cholera do
que ss nossss mais bellas deOnices scientiflcaa.
A morte enfurecida, a como atacada de um ac-
cesso de demencia furiosa, chega inexperadaman-
ta u m lugar, e incontinenti d expanaao larga
a aeu ganlo destruidor. Agarra de improviso a
aua victima, enterra-Ihe aa garras descarnadaa
no coraQao eoa sntranhas, suspende-s no ar, e
depois de a saecudir horrivelmeote durante mais
ou menos tempo, dilacerando-ihe as partea maia
128.
passagem com dous mehara, um para ti e Slamia,
outro para Brahim e a chistas ; apeoas gaohares
os aries, faz um pruiente desvio, e dirige-te ao
acampamento de Si-Haraza : ali explicars a mis-
sSo, de que te incumbo, e a ordem que te dou de
reunir aquelles que eu criminosamente separel.
Depressa.... part.... nem mais urna palavra....
nem um adeus do contrario Otareis lodos per-
didos I....
Brahim quiz resistir; mas seu pae (echou-lhe
a bocea com urna palavra a que elle nunca sou-
bera desobedecer.
Quero, disse Mansour com grave aulori-
dade.
Neaae inlerim Smala ajoelhou-se junto de
Walter; e Debbah julgaodo necesssrio acabar
com ease eoternecimento perigoso, tomou a joven
nos seos bracos de Hercules, apoderou-se da ba-
roneza com urna das mios que lbe ficava livre,e
fagiu com a precipitado de um animal feroz car-
rejado de aua presa.
Walter de Seelorf flcou s na sala dos hospedes
contando es minutos, que se escoavam, prestan-
do ouvido atiento aos tiros que relumbavam as
proximidades do ksar, e cooaoltando de vez em
quando as paocadaa irregulares do sea pulso.
Oh I como a morte cuata tanto a chegar I
exclamou elle depois de urna hora de espera. Os
fugitivos devem ir longe, devem j estar fra de
perigo Deas, que me encheste de taas gra-
tas, nao retardes mais o momento da minha mor-
te.... apressa o meu derradeiro sopro I
Um homem eotrou preclpitsdamente na sala e
disse:
Senhor, quatro dosnossossuecumbiram j:
vamos ser toreados.... O que ordenas pois?
Deitae logo por todos os lados, meus Alaos ;
e depois fugi pelos jardios. Quanto a mim, sou
j um homem morto.
Piedoso senhor, coocede-me a la bencio,
psra que o Deus de islam proteja a mim e aoa
meus compaohelros, diste o fmulo ajoelhaodo.
O Deus de islam urna impostura I bradou
Walter com a voz forte recobrando a sua energa
para abjurar urna crenca detestare!. Nao na
mais do que um Deus verdadeiro ; o Deus dos
christos, a qsem morro adorando....
O nosso amo est louco 1 O oosso amo est
louco 1 exclamou o Nmade fugindo com terror
como se acabasse de encontrar o demonio face a
face.
E encheu o ksar de suas estrondosss lameota-
edes.
Poucos instantes depois Walleraenliu um chei-
ro de resioa e de fumo.
O fogo vae lavraodo, ditse elle; as descar-
gas cessirsm : d'aqoi a pouco o ksar aera ama
fornalha ardenle. O' morte 1 Como tardas I
E com a mi firme arrancou o apparelho col-
locado sobre a ferida. Naqaelle momento ecbos-
ram no pateo bradoa sinistros, gritos de saogue e
de pilhagem, scompanhados de lgubre Unir de
armas: um clario medonho brilhara atravz dos
vidros da asa dos hospedes.
Csroagem e Incendio I murmurou Walter
francamente: os meus olhos deviam fechsr-se s
um quadro lio sombro I.... Palxes humanas,
ea vos reneg!
Dous tiros rebeotsram no vestibulo ds sala dos
hospedes, cojs porta violentamente empurrada
den passagem a Brahim.
O destemido mancebo lioha os labios e ss mios
negras de plvora: corren cambaleaodo para
seo pae, e acabon de carregar outra vez a espa-
I gsrdaL
f exclamou Walter com espanto
"eceste?
intimaa da orgSDisacao, o caasaodo-lbs as auto-
res angustias qas imaginar as padem, precipttaja
no eorfedooro da triste humanidade, oa alt-
ra-a desapiadadamente no chio, toda despedaca-
f!J.!S",,,'S";f.eBi,,ri<.lttoi a quasi
?,.,!LE!,,,.d.',",,U sbsndons
naate miseravel estado ; porqus reanindo os res-
tos qeas axil netos de ama precaria vital id ade.
anda pode com grende custo desfrutar os osos
da existencia, lio cubicada, posto qee, lio ago-
N'um dia de marco em que a cidade do Ico
centro e emporio do commercio dos sendas d
Cesr, e daa provinciascircumvitinhaa, se entre-
gara com abandono ao luxo da aua existencia
mercantil, permutando ea ricas mercadoriaa do
estrangeiro, pelos gneros do paiz, as mil vozes
da testa do carnaval se eoofundiam com o tumul-
to das numerosssssvslgsdurss dos somboyos e
dos carros que trazem e transportan! os objectos
da mercanca. De repente cessa a algazarra a o
rebolicio.
Qual ser a cauaa deata mudaoca ?
Espalhara-ae a noticia de haver chegado perto
da cidade um tunalo viajante, j de algam tem-
po esperado. Qae seria elle 1
Este viajante era o cholera.
Um foraateiro viodo das partes do Rio do Peixe,
onde grasaava a epidemia viera morrer pouca
distancia da cidade, A polica foi averiguar o
so, em companbia de um medico, que reconhe-
ceu, e declarou ter elle suecumbido do cholera
brande foi o terror*.
Poacos dias depois o ierrivel visjante fez sus
entrada triumphmte na cidade, e logo maoies-
lou a sus presenca, fazendo numerosas vislimas,
qae foram-se multiplicando cada dia. As navens
se desfaziam em torrentes de chuva, as nuvens
fuzlavao. relmpagos medonhos e os estampidos
rasgados dos trovdas ribombsvsm medoohamen-
ledenuvem em nuvem, e de serrana em ssrra-
oa,' proloogando-ss em cerro. Os visiohos esps-
voridos enciravam uns para oa oatroa n'um mor-
noaileneio : empallideciam e ficavam immoveis
como eatatuaa. Mullas casas j srsm invadidas
etlnham aeus doentesessus morios. O mal j
nao resida aqu oa acola, eatava em toda a ci-
dade.
A cidade acba-se collocada o'uma immensa
varzea ; admiravelmente assentada n'uma das
margeos do Rio Salgado : sua elevaco cima do
seu lveo a preserva dss suss maiores nnnnda-
coes ; um declive natural do terreno favorece o
oscosmento das aguas pluviaes, que favorece a
abertura de vallados em todes ss ras que sao
largas, amaa de perto de cem palmos, outras de
mais de duzentos : as casas sio boaa, espacosase
acealas. Ora, a sciencia entina que eataa sio
es condiQoes mais favoraveis salubridade : logo
o cholera nao pode deixar de a respeilar e de a
poupar.
Sim se a sciencia nio falbssse. Pois.por um ca-
pricho locomprehensivel deata bizarra epidemia,
assolou-a com urna aanha anda sem exemplo
no Brasil. No decurso do mez de abril, de cin-
co mil habitantes que coala o recinto da cidade,
levos quiobentos. fez em um mez ama collecta
exacvs do dizimo das vidas, e sioda continua a
azer numerosas victimas ; e id Daos- sabe at
aonde e quando elle continuar a noa collectar.
Oa sobrados como maia bem arejados e maia
aceiedos, parece que deveriam ser mais poupados.
rol por onde elle principiou com um furor insu-
dito a exercer sua eapantoaa tarefa.
Diz-se geralmeote qae o cholera rasteiro e
oao lcn{a seoio s gente baixa, pobre e prole-
taria. No Ico entre as quinhentas victimas que
j fez contam-ie mais de cem "pessoas de notabi-
lidade.
_ Julgava-se que os presos smontoados naa pri-
soes senam muito mais maltratados que o resto
da popelsQio. De perto de setenta presos qae
ae achavam eotulhados as cadeiaa, morreram
z, j de muilo tempo affectadoa de molestias mor-
taes, e outros 2 que saecumbiram aos sfJeitos da
epidemia. Todos os outros se restabeleceram.
Urna ra a bsrlaveota entulhada de lixo at a
altura das frentes das caaas, em distancia de pou-
cos palmos, pareca destinada s ficar completa-
mente deserta de moradores. Um s nio heu-
ve que celia suecumbisse.
Os dias da aemana santa foram para o lt os
mais funestos de toda a quadra epidmica '. a
mortandade diaria elevou-ae nestes dias dequi-
renta a cincoenta mortes.
No principio da eriaa, durante o^ dea prlmelros
das s morriam melheres; o contrario do qee
te observa geralmeote ; mas ao depois atirou-se
aos horneas, como se o cruel se arrependesse de
ter sido to descortez para com o bello sexo: Tam-
ben] quiz affixar cortezia a galantaio.
O cholera tem a singulsridade de lomar em
affeicao cartea familias; Triste daquella que Ihe
cahiu em agrado I Celia seus membros um por
um com urna rapidez espantosa. E* to aofrego
neata obra de exterminio, que leva dous, tres ou
maia cada dia. Tem havido muilas casis de
sua [redilecgo onde carregou em poucos dias
dez, doze ou mais membros da familia ; ao paaso
que as casas contiguas nao atses urna nica pos-
ma. Fatal e abominare! preferencia 1
1 Desgr
Porque
Descansa, mea senhor, Slamia o a ehrista
esiao salvas; Debbah as protege.
Mae tu....
Eu estou onde devo estar : ha maia de urna
hora que combato. Oh I Que bella couaa a
guerra I Os poetas team bem razo de cantar as
proezas dos guerreiros I
El les te vo matar, pobre filho !....
E tu, meu pae, nao va tambera morrer?
J eala feridol....
E' verdade; eatou ferido no peito como
tu.... abrsca-me.... abencoa-me; minha ir-
maa parliu.... vs? S tu me restas agora....
Devisa te-la seguido....
Oh I oo ; seeu te abandonasesella nunca
mais me poderla amer, despreear-me-hia. Ao{
menos agora estou certo de que. pensando em
mim, sus alma me sorris. Oh I se eu podesse
matar esse Ghrellab... vtogar-nos a todos nos I.
Mas tu nio fallas, meu senhor ?... Os teus olbos
ae fecham... vis morrer.. e nio esperas por miml
XVIII
E' aqu I aqui I esclamou orna voz da par-
te de fra que fez Walter eatremecer, o reanimou-
lhe as ultimas torcas.
Ghrellab, o bario Arnold e Pompidou entraram
correado oa sala doa boapedes.
Ali eat elle, disse Ghrellab. Deus seja lou-
vado 1 anda respira...
Onde esto ellas, oode esto ellaa ? pergun-
toa o baro diriglodo-ae a Walter. Em nome do
cu, reconheca-me I
Walter fez-lhesignal para que se sproximasse:
o bario d'Amatadt cora prebenden que a voz do
moribundo se la exlinguindo, e inclinou-se psra
poder ouvir. Ghrellab voltou as costas.
Meu primo, disse Walter com a voz sumida,
Thereza e Magdalena me perdoaram : seja como
ellaa generoso...
Ea tambem Ihe perdo... Maa falle depressa..
Oode esto ellas ? .. -
No acampamento de Si Hamza, para onde
Debbah as conduziu .. Porm o qee fsz desse mi
seravel... desse Francisco Klein que seu ini-
miso mor...
Urna exploso cortou a palavra a Mansour: esss
exploso ro seguida de um grito de furor, e de
urna nuvem de fumo.
Oh 1 nobre filho I murmurou Walter a brin-
do os braQOS para receber Brahio, que com a fron-
te radloaa ae srrastava psra elle depoia de ter des-
ea rregado a sua espingarda as costas ds Ghrel-
lab. Puja meu primo, accresceotou logo: o fogo
cerca-nos por todas ss partes ; corra ao acampa-
mento do kbalfa.. Thereza e Magdalena ecas-
sitara... do aea auxilio... Parla... pars... impru-
dente I...
Um gemido das paredes devoradas pelas cham-
mas demonatrou a prudencia do conaelho de Wal-
ter. Araold hesitara anda; mas Pompidou ar-
rattou-o fazendo passar pelo corpo de Ghrellab,
que se estorcia no chio com as mioa convulsas e
a bocea sangrente. .
Ao menos, disse Arnold, salvemos este man-
cebo.
Brahim quer morrer com seu pae, respon-
den o poeta.
Urna refaga de vento actirou o incendio de alto
a baixo do castello.
Santissima Trindade 1 exclamou Pompidou.
Salvemo-nos, Sr. baro, seno Acarnos aquecidos
aqui por toda a vida I
Francitco I exclamou Walter fazendo sobre
si mssmo um derradeiro extorco depois que sa-
biram a bario a Pompidou. Eu recebi a morte
no campo da batalha ; mas tu Citiliaa,
ivo de las bravura, lio glorioso da tua
audacia, acabaste como um miseravel ferido pe-
les costas. Ruge, tigra abatido pela mi de am
menino... eu me rio do teu furor...
Foi com effeito por um medonho rugido que
Franclaco Klein respondeu eo earcasmo do seu
cumplice, rugido que foi abafado pelo desmoro-
nameoto do tecto. A sala dos hospedes enceu-
se de ruines, e urna nuvem indammada pairos por
longo tempo sobre aquella fornalha.
Tres dias dapois, quando reinara o ailencio as
ruinas doKsar-Djerid.os Nmades do Paiz do Medo
correram para saquear aquillo que o fogo bouvesse
poupado ; mas revendo as ruinaa s acharara os-
sos calcinados, que enterraram junto do betoum,
oode Slamia costumava ouvir os conloa do poeta
Brahim.
Hoje este tmulo qussi encoberto pelas sreias
servo de terror aos peregrinos das caravanas. Ne-
gros genios d'ali se esespam, dizem os narrado-
res Nmades, e quem dalle se aproxima nio pode
vi ver muilo tempo. At mesmo o betoum de Le la
Slamia parece ter sido tocado da maldicio celes-
te, por que aps o incendio do Ksar-Djerid viu-ae
seccarem os aeas ramos e nuoca mais reverdece-
rem.
jl...............
uissamos que o corooel Durrieu, commandante
das tropas francezas destinadas a apoiar a expedi-
dlo de Si-Hamza, penetrara acompaohado de urna
pequea escolta alm do paiz dos Beni-M'zabs, e
por tanto no centro de populbaos que ter-se-hio
cortamente rehollado contra nos ae o nosso kha-
lifa fosse vencido ou nos trabisse (*).
O coronel avancava resoluta mente, desejando
acabar com as inquielacoes, cojo' peao reservou
para si s em sua generosa resolecao. Diriga-se
elle pelo leito. ento secco, do Oued-M'zab in-
ferior, quando aviatou urna partida de numerosos
ctvalleiros, que iam ao seu encontr.
A poeicio era critica. Pertenceriam os caval-
leiros ao goum de Si-Hamza ? Sim, no caao de
ue eate houvesse vencido ; nio, no caso de que
osse o eberif o vencedor. Anda na primeira by-
pothese eram para receiar aa suspeitas exprs -
sat contra a fij elida de de Si-Hamza ; porquaoto
sahindo vencedor, e quereno atreicoar o seu ju-
ramento, poda cahir aobre a escolla do coronel,
o que Ihe serls multo fscil.
V-se pois que para affronltr os accontecimen-
tos dessa grave aventura era preciso esquecer as
tradiecee da t pnica, confiar no prestigio do
nome fraocez coosiderarelmente estendido por
lodo o deserto depois que tomamos coota de La-
ghoaat, e finalmente nao fazer caso do perigo. -
O coronel Durrieu fez alto oa duna mais ele-
vada do M'zab, e esperou com flrmesa os caval-
leirosque o vistando apressaram a marcha.
Era com effeito Si-Htmza que voltava trium-
phaote da seu glorioso combale de Selassel-Dza-
noum. Apenas ebegou elle a pouca distancia o
coronel acenou-lhe para que paraaae, e Ihe disse
em voz alta apontando para aeu ealaodarte, que
rematava na aguia imperial:
i Antes de ouvir a narraco da tua victoria,
ordeno-te que preates homenagem a Frang por
todos os leus actos.
Nao tenho mais do que urna bindeira, res-
pondeu Si-Hamza ; essa para que aponas : ba-
ti-me pela Frasca, a por ella eatou prompto a
morrer.
O enthuslasmo e (incerldade destas palavraa no
' meio da immensidade em que se achavam algana
?
ito.BfuPteD
m
E entendeos l ests caprichosa molestia I
Grande numero de doenles chagados ao ulti-
mo gru de slgidez, fros, regalados, de todo azu-
lados e sem felego, foram abandooados como
mortos, rolavam nt sobre s Ierra na, fra e h-
mida, oa pelo estado de indigencia, aa pelo cen-
caco da familia, cejoa membros saos eram poucos
para acudir aos enfermos ; ou emfim, porque o
estado morboso psrtcis-sa mais cem a mora do
que eom a tlde ; alguna dellee j (socados ni
carroca para serem enterrados vivos : grande nu
mero, digo, destes semi-defuntos soffreram urna
reacqo to completa, como inexperads ; recu-
perarais o calor, oa atentos, e a vida, pelas ni-
cas forcee da oatureza, e tem aoccorro algum da
medicina ; ao paato que outros, cercados de urna
jamilia zelosa em executar incesantemente e
risca todas as prescripcoes dos mdicos, que nao
se arredavam da sus eabeceira, morreram com
urna rapidez espantosa ;sem que nem a scieneia,
nem a pereisttncia dos soccorros os mais metbo-
dicos podessem demorar um s instante a mar-
cha fetal deata iointelligtvel moleatia.
E sede medico em laes clrcnmtlanclas, oa ea-
beceira de um pae querido, de umamalher oude
urna (liba adorada ; de um prente prestimoso ou
de um smigo intimo I ..
Qae de vetes nao me vela vontsde qnebrsr
ss minhaa laucetaa, e tancar ao fogo meas livros
de medcins, e todava professo urna f firme, e
urna convicio inabalavel no prestimo da minha
aciencia.
Mas como supportsr com impsssibilidade gol-
pes lao terrivais, presencear scenas to dilace-
rantes, soffrer to irrisorio ludibrio 1....
Esta moleatia vos sccommette oo meio ds ra,
as pernss vos bambaleiam. vossos joelhos se cur-
vara, vossos olhos efundan ese cercara de uraa
cinta azalada, um trio glacial se apodera de vosso
corpo, cslmbras horrivels vos encolbem todos os
rrembros.
Levae-o carroca mo.rlaaria deatlnada a coo-
duzir oa cadveres ao lugar da aaa aepultura : le-
vae-o depreata; j morreu. Bom velho, cujaa
cana inspirara venere$ao, e cujas historias do ou-
tro tempo diverliam os netos rauoidos ao deredor
delle nss noutea do invern. Veneravel sacerdo-
te, que darramava as beocos do cu e as conso-
ecea da religio no seio daa familias desoladaa:
terna me que vire aempre cercada de trea an-
jos, suas bellas e queridas filhat: ioteressante
joven que teos o coraco cheio de eaperaoca ; a
cabeca de poeaia, o corpo todo de vico e de
amor... *
Lancae-os na fatal carroca.... Haja preaaa de
oa enterrar.... Ha meos de ama hora que mor-
reram e j exalam miasmas pesttlenciaes I A car-
roca pouca para tanta gente. Acocbem-ae o
mais possivel: e viagem curta, o incommodo
poico durar.Maa aa covaa faltam, nao se po-
(em I t8 dePreaM cmo se morro.Pacien-
cia I Eolulbar-se-ho amitos na mesma cova.
Dous esposos vitjam separados, e em grande
ntniizade: o cholera os reuoiu depois da morte,
s navia urna sepultura aberta, foram ambos lin-
eados celia.
Convido-vos s acompanhar me am inalanle na
minha laborioaa dioica.
Esta linda donzella achava-ae poneos diaa an-
tes de abril toda embebida em Irabaihos de aeu
sexo.
Para quem sao estas roupa, eate rico en-
xoval, estes magnificoa adornos?
Para meu casamento, que se far depois de
concluida a quaresma, e para o qual deade j
vos convido.
Iossnssts I Todo preparou, menos o maia
importante.... menos o vestido nupcial___ me-
nos a mortalba com que ae deve adornar para
deaposar o aeu verdadeiro noivo; o* cholera l
Em dias da semsua santa ebegou este fatal noi-
vo, eempoucas horas converleu a maia encanta-
dora formosera em hediondez eapantoaa. Com oa
dedos fros eugilhadoa e descarnados pegava-me
as mos, que mal apertava, ecom a voz extioc
la. e quasi inintelligivel, dizia : Doalorzinho,
oo me deixe morrer Tanto deaejo viverl....
Baldados foram os meas exforgos. O cruel levou
tnumphante a aua victima, e com ella casouem
aemana santa e sem dispenss.
Chegae depressa com a carroca para a levar ao
tbalamo nupcial!
Seu cadver to hediondo, e exala miasmas
taoi prejadiciaes, qae tres irmas que trataram
delta j se sebam infecciooadaa ; j arquejam :
i morreram tambam. a earroca que lano ae
demora I... Segiiram estas as pisadas ds pri-
meira. Apressae-vos em desinfectar a casa. J
tarda 1...
Sua me, quebrada por tantos golpes, exhaua-
IIi de forcea e de alelos pelas vigilias, e pelos
abelos que toBreo,, jaz na cama eom os olhos en-
covados e o corpo fri, ecoberio de um suor vis-
coso.
Urna crssnca que anda mal segura nos bracos,
preeura noa peitos o alimento i a vida qua Ihe
vao faltando, maa eate peito to regelado que a
pobre creanga alarga incontinente.
Duas horas depois a pobre ae com aeu inno-
cente fliho isa assistir s bodas da filba.
O pae vendo-se s em caea horrorisou-se da
sus solideo e foi lambem sssistir a fasta. A sorte
ffilPZ etfaa daa cavas qae se eaeeedersm
5?. S.m '/ ** sebeasen reaol-
dos perto uns dos oatros. Assim devia ser. psra
que a feata sahiase completa I '
da saeraa?Er^-L0aTW'd0 U P""OgOOSS I sifl-
.... r..in.^.'i" M^tUnl *" "babide nos
seas calcaloa, ao cahir da no.t. ? Mal encharca
j os .(garlamos que tanto o ab.tr." Ha 2-
clue a ascriplur.cao da aua c.ix. em compaanl.
do ultimo caixeiro que Ihe resta. Encerr.m
d.dosamente a burra, feich.m .. 00^40.7^
mazens. Fazem bem de aer aasina cautataen.
Quem sabe do que est para eucceder Ambo,
desprezavam desde dous dias ama choleros aur-
rateira, que em ntda oaincommodava. Fatal en"
gano I
Mal chegaram cass de nt residencie, pria-
cipisram os vmitos, as dejecedes copiosas e in-
cestantes, que em poucos tostantes trouxeram to-
dos os symptomas slgidos: fri glacial, eaim-
bras horriveis, desde a poota dos ps at ao cou-
ro da caneca, desOguramento a eyanose hedion-
das.
Debalde os dous mdicos, dos quses am ara
seu georo, esgolaram os metos maia enrgicos;
debalde Ihe friccionaram o corpo todo com ot es-
piritos os mais quentes e fortes, com os estima-.
laotes os msis poderosos, a ponto de Ihe arrancar
a pello ; debalde o cobriram com ema verdedeira
aboboda de lijlos quentes. Queimavam-o em
vida, mis oo foram capases de restituir a vida
s estss partes j extioctas...
Chage : chegae a carroca... Elles j morre-
ram ; nada mais Ibes pode eproveitsr. E' mister
tratar dos que ficam.
Vede cata joven encantadora. Poaco ha qua
casou com um seu primo, baeharelde lisongeirss
espranos. Dependurada peloa bracos que eoro-
lam o pejeoco de seu marid, que ella ama a
adora com todas as (oreas de sua alma, ecom lo-
do o abandono da sua tenra edade, ella se mire
no puro crystal de seus bellos olhos; sorri-lhe
cora um indisivel encanto, aorve a loogoa tragos
a taca do deleite qae a embriaga, e aotolha no
porvir urna longa vida eheia de delicias e felici-
dade.
Pobre menina incauta I Gomo le nutres de en-
gaos. Abre oa olhoa, repara melhor I Anda nao
vea que os olhos do tea querido j ae eoeovsm e
se cercam de urna aureole azulada ? Poucos ins-
tantes depois elle arquejava sgonisante oo sea
leito da morte. Ella o aparta em aeas bracos, a
lenta aquecer-lbe os membros eovolv.ndo-os
com os seus ardendo em febre. Vaos exforgoe,
ella sent o fri do moribundo Ihe catar as veas
e penetrar as suas propriaa eolranhss, mas nao o>
aquece. Ella se agarra com elle, aperla-o sobre
o aeu eoracSo palpitante, envolve-o oas suaa do-
bras, como para o amparar coolra os golpes da
morte. Esta v a sua diligencia e sola u-m riso
sardnico: a cruel desvia um pouco sua forc, e
feoe trai;oeiramente o miseravel palas cestas.
Oh I que melanclicas scenas de desespero a af-
flicgao preseociei nest. eonjunctura. A fatal car-
rosa j parara na porta pars levar o cadver
aepultura, e a miseranda vi.va nao o quer en-
tregar a ierra que o reclama. Foi preciso empra-
ger s violencia pera Iho arrebatar. Ella cabe a
roja oo chao em horrirela coovatsdee. Leva de-
pressa a tua preza, boleeiro da arorte, acouta os
teus cavallos pars sabtrahir este cadver, antea
que torne a si.
Deixemos-a com aua dor: oalros nos espe-
rara. *
Que cavalgaduras sao estss que vera e&trsudo
na cidade, gmeteando e relinchando alegremen-
te? Sao sem duvida mdicos mandadas pelo go-
verno para nos soccorrer. Quem mata se atreve-
ra a penetrar nos dominios ds mortef Desdes
iovaao da epidemia nao houvera peasee-alguma
nem mesmo da viziohanga que se arrojaste a
tanto, e por este motivo sentamos todo e sobre
tado a populacho indigente, sentamos v anda
continuamos a sentir ama falta absoluta doob-
jectos de primeira necessidsde. Toda a ppala-
cao alegre com eata noticia dirigi-se so encontr
dests salvadora caravana. Maa qaal foi o seu-es-
panto quando reeonnecea em negociante dpra-
ra de Pernembuco, tilho deatea aertoes, que-nao
obstante aa aterraeforai nolieiaa qus eolheu- em
tod o camioho, oao (repidou am j momeas
em affrontar o perigo; para que? Para salvar al-
guna rnteresses pecuniarios X Que medo esta,
dial elle aos haeitinte? Para que tanto desa-
nimo t O cholera aeda ; j vi e o live na pra-
Qa de Pernambuco onde fez eutroa eatragoa. Ida
banhar-vos no ri que, louvado Deua, ioounda a
campia; e msodae-m qae vos vedar a vossa
dieta. Correa afanoso todas aa raaa da cidadt
con. seu numeroso squito oe filhos/eaixeiros,
pageos e escravos, at tomar aposento. Com pou-
cos dias jazia lgido o'ama casas de dores. Se
filho inconsolavel andava em procura de padre o
da mdicos, cuja arte de nada lbe aproveito,
[Cotinmr-teha.)
(") As tropas deixadaa em M'zab se compunham
das columnas de Barrad, rinda de Laghouat, e
de Niqueux, vlnda de Tiaret. Ambos esses offl-
ciaes sio hoje coronis.
soldados Francezes, qae iam de lio longe apos-
sar-se das tribus e cidades dos vaatos limites do
sul argelino aem outro auxilio maia do que a in-
fluencia moral das nossas armas, calaram profun-
damente no animo doa aasisteoles.
O coronel Durriea apeou-se, abracoa o khali-
fa com effuso, e depois-de cumpriaaeota-lp em
nome do governo geral peloa aeu brilbaotee auc-
cessos, e pelos nobres seBlimenlos que scabava
de exprimir,com elle encamiohou se para o oaaia
de N'gousss.
No dia seguiote a nosss baodeira fluctuava em
Ouargla.que uos abrira|as portas|com eothusiasmo
e era demolido o casbah do cherif em Rouissal.
Segundo o costume dos antigoa quaodo queriam
manifestar o seu desprezo, Si-Hamza mandou
qae se derramaase sal por toda a parte naa rui-
nas do solar do celebre agitador.
Percorrendo oa magnficos jardins de Ouargla
o corooel parou diante de urna tenda, onde vira
apparecer o semblante de ama linda joven, que
em lugar de esconder-se percebendo-o ao con-
trario para elle olbava com iogenua coriosi-
dade.
Nao penaei encontrar no deserto olbos lio
szues, disse elle ao kbalfa. Explica-me esta mVa-
lerio.
Aquella Slamia, a bella chriatia roubada
por Mansour e Ghrellab. Ataatemo-oos daqui :
a felicidade feat naquella tenda, e Deus ali ha-
bita neste momento. Nao perturbemos as lagrimas
da alegra.
Passados alguns diss ss tropas do coronel Dur-
riea, o goum de Si-Hamza, e as embaixadae de
todae as popu.lac.oes do sul, eotravam em La-
ghouat aftm de aasislirem posse dos chefes es-
colhidos pelo goveroedor paracommandar as di-
versas fracgs recenlemeote submeitidaa.
Essa ceremonia solemne tinha lugar na praca
da Foote ; e olhos da mnllido attrahida a esse
lugar volviam-se com mais ioteresse do que cu-
riosidade para asjaoellas de ama pequea caaa,
que o leitor facilmeole reconhacet, quando Ihe
diatermos que madsma|d'Amstadt, Magdalena e o
baro Arnold achavam-se a eaaaa janellas.
Thereza e Arnold haviam tomado outra vez os
seus trajos francezes: Magdalena era ainda essa
linda s joven Aribe, a quem a poesa do deserto
appellidara oAojo da luzElla contemplara
com urna especie de tristeza e admiraco o es-
plendor daquella feata, e preatava-ae com docili-
dade as explicares que Ihe dava sea pae.
O aeu olhar, porm, avivou-se com desusado
brilho, percebendo a deputaco dos Chambas,
ssses Qlhos do ar que montados em seus mehara
vinham b.tjar a mo do governador a curvar es
suaa frootea vencidas lei do mais forte.
Depols qee os chefes nomeados receberam am
por am o burnous vermelho, aymbolo da posse,
o cortejo comecoa a desfilar. Os contingentes
Nmades abriram a marcha, e o glorioeo Si-Ham-
za montado n'um cavallo magnifico, envolvido no
aeu burnous todo crivsdo de balas, foi o primel-
ro qua leve a honra de ssudsr so governador ge-
ral pastando a galope por diante delle, e incli-
nando com geato altivo e gracioso a espingarda
quebrada em suas mos no combste de Dza-
ooum.
Nio applaules tambem, minba filba? per-
gantou Arnold a Magdalena, a quem procurara
incitar para que tomasse parle no enthusiasmo
geral.
E' bam booito I respoodea Slamia.
E voltou o mato para oceultar de aeu pae duas
lagrimss, que se desliaavam doa seus lindos olhos
o que foram entreunto surprehendidas por The-
reza.
Meu Deus r mea Deas 1 exclamou a pobra
maa: vos, que m'a restitulsles, fazei com que el-
la possa tado esquecer I
CONCLUSO.
O voto de madama de Goatliebeo Seelorf for
ouvido e aatisfeito : a baroneza viuva, que se he-
via tornado urna excellente mulber, morrea era
Argel aoa olbos de sua neta Magdalena, qae com
oa seus temos carinos lbs ftzera esquecer os pe-
zares porque passou em Seel3berg.
Pompidou obteve ama soberba eoneeaaio no
arrebaldes de Laghquat sob a temperatura de
quareola grus, e hoje um dos mais intelllgea-
tes, miis ricos a raleles provedoraa da colonl-
aago franceza.
Debbah, accumulado da beneficios pela barone-
za a'Amstadt, volloa aostu paiz : mas a encon-
trn ali os ossos de sua me. e os costumes fero-
zes que a voz melodiosi de Slamia Ihe fizera aba.
minar. Assim pois veiu outra vez recolher-se se>
tecto de seus bemfeitores.
Mademoisella de Seelorf d'Amatadt foi a>See-
lisberg com aeus paes, que a idolatrara e sao por
ella muito amadoa: empregou tanio ardor- ein-
telligenciaem inatruir-aa qae tornou-se em pou-
co tempo ama joven distioela a todoa oauwapai-
tos. Na poca de que fallamos, isto tres-an-
cos depois de sus volts s Saissa, contara ella
tinte annos de edade, e havie j recusad oa maia
brtlhantea partidos.
O tempo faz curas maravilbosasv dizia eu
um dia a Pompidou qae me pedia noticias do
Aojo da luz; essa joveu encantadora aAo poda es-
quecer alada o poett Brahim ; e por Uso qua
vive triste e peosativa por ioclinacio. pealo qaa
ae floja alegre para nao aiigir sua terna maa.
Maa deixemoa o tempo correr; ella, o ka de es-
quecer.
Ha de esquecer o seu caro posta, verdada
me reapoodeu o prazeoteiro Gaac&o ; porque aa
mocas nao cascem para viver com a morte ; po-
rm, o seu peosameoto ha de estar sempre preso
ao deserto, que nunca poder'esquecer, pois que.
dotada de ardente imagiaac.au I Persudase,
meu caro senhor, de que os rouxioes, ssslsa.
como as loutinegras e os Beduinos, nao se ac-
commodam com tanta facilidad as suas gato
laa e priades. Aquello que viu o sol de to per-
to, como nos outros do deserto, em qualqueaou-
ira psrie encontra aumente irevas. Mademoi
ella Magdalena ainda ha de rollar Afris*: PaN
ella s ahi est a felicidade.
P0ST-SCR1PTUM;
Joao Pompidou tinha razio. Encoatrei ultima-
mente em Argel, gozando de urna taturasa exis-
tencia, toda a familia doa d'Amstadt Seaaatf.
A bella Magdalena est casada ; ceauassa, 6.
me a passs felites os dias no seio de toaos os
seus. Os lindos e engraciados filhiohos, qae j
tem, exasperara o negro Debbah,qae nio conse-
jes medo apezar de seus den-.
guiu ainda fazer lh
tea pontudos e do ar
A senhora condes
xlma pocs, em que
que fez so Paiz do M
do betoum calcinado -
que troaxesse dessa 1
melancola, todava esaaro qu
geoda dos Nmades, Vivir
"" aquelles qua a
prazerde todos sqaaff
que aa vezes finge,
voltava nessa pro-
J ame perigrln.s{lo
i seotara-se ao p
-Djerid; tes bem
jus viagem urna vaga
que dasmioilr a la-
loo lempo psra
qua a canhecem.
FIM,
PlrTWTTP. 01 M. F. DE FAMA i FILH0.18B.
S-


Full Text
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