Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09928


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Full Text
TA FEIHA p BE JilEIRO DE K62.
Pranno adiintado 19|00O
Porte fraico ara siascripUr
E.NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
nt ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lenos Braga; Cear o Sr.
*. oa de Oiiveira ; Maranho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigue; Psr, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS OS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9) horas dodia.
Iguarass, Goiaana, e Parahyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pea-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncurye Ex nasqua. tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, na.Barreiros
Agua Preta, Pimeoteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DB JANEIRO.
7 Quarto cresceote as 8 horas e 41 minlo
manba.
15 La cheia as 11 horas a 14 minatos da man,
23 Quarto mingaante as 5 horss e 56 minatos
da tarde.
29 Laa ora as 2 horas e 7 minatos da tarde:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 54 minutos da manhas
Segundo as 4 horas e 30 minutos da tsrde.
MAS DA SEMANA.
27 Segunda. 8. j0o Cbrysostomo b. doutor
28 Ter5a, S. Cyrillo b.; S. Lenidas m.
29 Guara. 8. Francisco de Sales b.; S. Sulpicio.
30 Quinta. S. M.rtinha t. m. ; S. j.cinthay. .
31 Sexta. S. Pedro Nolasco ; S. Cyro m.
1 Sabb.do. S. Ignacio b. m. ; S. Brgida v.
2 Domingo. Puriflcasao de Nossa Senhora;
PIBTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCI.
Addita me uto ao expediente do dia
S6 de Janeiro de 186S.
Offlcio ao Sr. Dr. Americo Airares Guimaraes.
Recebi os otlicios, que de Nossa Senhora do O'
me dirigi Voic en 21 e 2 do corrente, dando-
ma a ooticia animadora de qua a epidemia se
la declaraodo seosivelmante nessa povoaco, as-
alto como na L.ps, 8 em Goiaoniuha, oode o
numero dos accommettidos oecresciam grande-
mente.
ento do vigario des- -
MLTrffl? RJ3 "-ruad. Aurora em ente i ra
de polica em offlcio de 25 do correle, recom-
merido cmara muoicipal da Tilla de Garanhuns
que nao s contine a mandar fornecer lux para
a respectiva cadeia, pagando a que legalmente
se estiver dever a Isidoro Florentino dos San-
tos de semelhante fornecimento, mas tambera
que mclua essa despeza as cootas que tem de
aar a assembla legislativa provincial, aflm de
ser approvado esse acto. Communicou-se ao
cnefe de polica.
Dito cmara municipal do Recife.Com a in-
clusa copia do offlcio que me dirigi o director
das obras publicas em 21 do correte, respondo
ao que me enderessou a cmara muoicipal do
Recife de 12 de desembro ultimo, relativamente
aos reparos de que oecesiitam as rampas do caes
AUDIENCIAS DOS TRIBUNARS DA CAPITAL.
'i?11 commerco : aegundas e quinta
RelacSo: tercas e sabbadoss 10 horas
Fazenda : quintas s 10 horas.
n ah1 coPln,ercio : egundas ao meio dia.
R ^ir.r.Phi = ter?" e ,exl" 10 horas.
"?.." d Ci?el: ,er5M e mt" "elo
Seh8o?.du.T."dde! CT'1: q08r,"e "bbad0' 41
ENCARREGADOS DA SOBSCRIPCAO DO
Alagas, o Sr. Clandino Falca* Dtaa
o Sr. Jos Martina Al vea; Rio da Ja
Joio P.rsira Martina.
EM PERNAMBCO.
F.ri.PIT.Ktari<* 0 DU1I ""> nmirii
dFe8ncai.&n.:,oe'8D.,"",W"rt-P^-
Joso Farreira de Lacerda Jnior. Ficam expe-
didas as convenientes ordens, aflm de que o sup-
plicante seja submettido a julgamento na Ia ses-
8ao judicuri.
Jeaquim d'Almeida Pinto. Informe o Sr. io-
pector do arsenal de marinha.
Jos Martios Mara. Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Jos Joaquim da Silva.Informe o Sr. director
geral da iostraceso publica.
Zefirlno Rodolfo Delgado Borba. Requeira a
quem competir.
terreuo escolnido por Vio de accordo com o
subdelegado e e Sr. Dr. Souza, para o eoterra-
mento dos cholericos, quereodo que sejam elles
inhumados em um lugar, que nao offerece as
condicoes hygienicas necessarias.
Tomo este negocio em consideraco, flm de
adoptar as providencias que forera convenientes.
Quanto consulta que me faz relativamente
ao emprego dos medicamentos foroecidos pelo
governo, tenho a dizer-lhe qae sio elles desti-
nados s pessoas desvalidas, que neohuos recur-
sos teem para o seu tralameato, se nao a can-
dada publica, e nao para os escravos, cojos se-,
nhores pdem dispone meios para a acquisico
de remedios, com que sejara elles soccorridos.
Entretanto em caso de extrema necessidade*
pode Vmc. foroecer aos proprietarios dos. mes-
mas escravos alguas dos- medicamentos sua
diaposigo. deveodo, porm, dar-me cooheci-
meoto disso, para que sejam por elles indemni-
aados os cofres pblicos.
Dito ao juiz de paz presidente da junta revi-;
sora de qualiucagao da freguezia de Goianns. i
Inteirado de quaoto Vmc. me communicou era
seu offlcio de 22 do corrate, cere da reuoifa
da junta de qualiQcaco dessa freguezia, teuho/a
dizer em resposta que fique reservado para ou/ra
poca os trabalhos da mesms junta. T
Dito ao Sr. Antonio Vctor de Barros T^ira
Tice-presideote da cmara muoicipal de ^au-
to.Informe Vmc. cora urgeacia acerca da ac-
cusscao que Ihe faz a cmara municipal villa no incluso offlcio de 15 do correte, que me
dever-ser devolvido con a sua resposta, na qmal
dar razao pliusivel do ssu procedimento. l
Dito cmara municipal do Recife.Chamo a
alteocao da cmara muoicipal do Recife para o
coaleudo oo incluso offlcio, que me dirigi o Dr.
Pedro de Alhsyde Lobo Moscoso em 23 do cr-
reme, o qual me dever ser devolvido.
Dito cmara municipal de Barreiros.Tendo
sido anoulladas, pelo governo imperial, segundo
consta de pariicipaco da repartido oo imperio,
firmada em 7 de desembro prximo Codo, as elei-
coes, que oltimameuti? se p:nsou n paro-
chia de Agu*-r*reia, para vereadores e juizes de
P"'' o commmico i eamars muoictpal
de Barreiros, para seu conhecimonto, e a Aro de
que, nos tersos da le de 19 de agosto de 1846, e
disposicoes em vigor, expeca as suas ordeos no
sentido de se proceder com a maior brevidade a
nova eleicao para os juizes de paz e vereadores
do predito municipio. de Agua-Preta no dia 10
de marco viadouro, qde para este Um tenho de-
signado.
Mente do dia S7 de Janeiro de
1868
ao Exm. presidenta do CearA' vista
i qne V. Exc. me dirigi sob o. 2 e data
corrente, officiei ao inspector da the-
te fazenda para mandar descontar dos
tos do alferes Herculaao de Lima Pires
ncia das passageus que, por conta do
da guerra, V. Exc. maodou dar a esse
I s sua familia no vapor Jaguaribe.
cou-se ao commaodante das armas e a
ir ia de fazenda.
presidente do Para.No patacha na-
ulino fortn) re-nettidos psra essa pro-
ispoiiQio de V. Exc. 91 barris com pol-
1 caixo conteodo 393 martolioho, 310
s e 1,000 espoletas fulminantes, ludo
corle para ter esse destino. Foi con-
condugo deasi plvora pela qusntia
a barril e o do csixo por 3# que V. Exc.
Sde mandar salsfazer.
presidente das AlagossCommnnico a
- m' Exc" '*ue DMl* aala man|l abonar ao furriel
Tertuliano de Menezea Tellea da Silva e a seis
pragasda guarda nacional dessa provincia que
Tieram para esta escoltando criminosos de justi-
ga a importancia de urna data de sollo, a contar
de 16 a 31 do correte.
Dito ao comraandaote das armas.Respondo
ao offlcio que V. Exc. me dirigi em 24 do cor-
rete declaiando-lhe que o destacamento de ar-
timaa exilenla no termo do Buique deve reco-
lher-se a esta cspital como V. Exc. propoz.a. ,
Dito ao mesmo.Passo s m&os de V. Exc.
para teretn o conveniente destioo as guias sup-
plemeotares dos soldados do 9o batalho de in-
famara Emygdio Marcelino de Mello e Jos Mar-
tios de Mello, qne regressaram do Rio Grande do
Norte no vapor Jaguaribe como participou o Exm.
presidente daquelia provincia em offlcio de 14 do
correte,
Dito ao chefe de polica.Ao offlcio de V. S.
n. 60 de 15 do correte respondo dizendo-lhe que
ex jedi ordem para que fleassem destacadas na
villa do Bonito dez pracas da primeira lioha das
que l se acham : o que V. S. far constar ao res-
pectivo delegado.
Dito ao commandante superior de Pao d'Alho.
Expeca V. S. as suas ordeos para que urna
guarda de hoora tirada do batalho o. 16 da guar-
da nacional deate municipio seja postada em
frente da igreja matriz dessa villa oo dia 31 do
correte aflm de acompanhar a imagem do Glo-
riosos Miguel qae tem de sabir em procissao
daquella matriz at o cemiterio publico edicado
ahi ltimamente.
Dito aoiospector ds thesouraria provincial.
Mande V. S. abonar ao furriel Tertuliano de Me-
nezea Telles ds Silva e seis pravas da guarda oa-
ciooal da capital das Alagoas, que vieram esta
provincia escoltando presos de justica, a impor-
tancia de ama data de sold, a contar de 16 31
do correte mez.
Dito ao mesmo. A' Antonio Augusto Maciel
oa a pessoa por elle autorisada, maode V S.
pagar, conforme requisitou o Dr. chefe de poli-
ca em offlcio de 25 docorreote,.sob n. 128, a
quantia de 1008000 em que importa o aluguel de
aeis mezes, vencidos no ultimo dao>zembro pr-
ximo floto, da casa que serve de cadeia oo ler-
mo de Barreiros, como se v do recibo junto em
duplicata.CommBnicou-se ao Dr. chefe de po
lleta. ..
Dito ao capitio do porto. FaCo epresenlar
V. S., para ser inspeccionado, o recruta Aotooio
Jos do Santos. Commnoicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao director do arsenal d guerra.Decoo-
formidade cooo o daporto oo rrto da reparlicao
da guerra de 11 do correBfk Vmc. aproap-
tar para serem enviados ao deposito dos rticos
W P"ncia das Rafeas, os obj.etos
cionados as duas notas por copia n-
Formosa.
Dito mesma. Remello por copia cmara
municipal do Recife o offlcio que em 24 do cor-
rete me dirigi o Dr. Prxedes Gomes de Souza
guanga, medico encarregado do nono districlo
da freguezia da Boa-Vista, aflm de que tomao-
oo-o oa devida considerado, mande remover ou
cobn-los de areia osentulhos existentes ao lsdo
VeTha" PUte qU6 d entrad Dito cmara municipal do Recite.Remello
a cmara municipal do Recife1, aflm de dars
necessarias provideocias, copia dos dons trechos
ao offlcio que em 24 do corrente me oirigio o
Df. Pedro de Alhayde Lobo Moscoso, medico
encarregado do primeiro districto da freguezia da
Boa-Vista por occasio de proceder as visitas
domiciliarias oo referido districto.
Dito ao juiz municipal da primeir* vara.Haja
vmc. de mandar preparar as guias dos 35 sen-
tenciados constantes da inclusa relacao por copia
aum de seguirem na primeira opportunidade pa-
ra o presidio de Fernando.
Dito ao juiz municipal do Limoeiro.Remet-
lo-ine copia do requerimenlo de JoSo Ferreira
oe Lacerda Jnior, preso na casa de detencao
desticidade, aflm deque Vmc. dando o preciso
andamento ao respectivo processo, requisite-o
para ser julgado na primeira sessSo judiciaria,
que se houver de convocar nesse termo.
Dito ao presidente da cmara municipal de S.
Bento.Ao seu offlcio do Io de dezembro nlti-
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel-general do commando das
armas de Pernambuco na cidade
doBecife em 89 de Janeiro de
1868,
ORDEM DO DIA N. 28.
O general commandante das armas, faz corto
para os flns convenientes, que so apresentaram
no quartei general os Srs., 2 lente do 4o bata-
Ihao de artilharia a p Honorio Domingos de
Menezes Dpna, alferes do 2 de iofantaria Tho-
maz Jos Labre, e do 10 batalho da mesma
arma Hercolano de Lima Pires, o primeiro vin-
ao da Baha, o seguodo da corte, e o terceiro do
Cear, onde se achava com licen$a, os quaes
ncam reunidos aos respectivos corpos.
Assigoado.Sottdonto Jos Antonio Per eir do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitao
ajudantede ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
Urna alhaoca seria, mil e duravsl, nao se crea
nem por artlgos de jornaes. nem por palavras ou
systemas ; ella s pode existir pela communho
de nleresses. Ora, esta communho resulla do
modo pelo qual vivera dous povos, e quo se lor-
nam por assim dizer solidarios um do outro.
B necessario que aqaillo que offeode i um.
VT. qU8 ou'r. e 1'"o que eograndece
mo, respondo duendo que o segundo juiz de paz .loEL' ? .alr0, ; seus in,eresses
dev.a ser juramentado, como foi, e consta de of-i nrnVn. Tf na,u"lme'" 'los. e
Bao dessa cmara de 15 deste mez, logo que pa- ST.? ^"er-ee muluameote na occasio
ra isso se apresentasse, porque a demora a que eal lgpJLPJ,r Dao.lit,r couaa semelhaote
Vmc. allude oo envoUe a destituico do cargo nar J "?a,-e a lD8later.ra' 1 >" chamos
para que o referido juiz foi eleito B" i Pr tod Pne e sempre, tanto oo passsdo, co-
Dito aos agentes da compaohia Brasileira sW'B*? p.rer85l.VnilDe;Pe*ua constante rivalt-
paquetes a vapor. Podem Vmcs. fazer seguir o'...'--_^a'?relaona 5 hostil tanto na
Jb
ea riata o qae pondero o chefe Dr. chele de polica,
para o oorte, hora indicada em seu offlcio des-
la dala o vapor Oyapock, procedente dos portos
Dito ao delegado de Goiaona. Inteirado de
quanto me cocDiuuoica Vmc. em seu offlcio de
\ deste mez relativamente ao progresso da epi-
demia reinante nessa cidade. o que para de-
plorar, teoho a dizer-lhe que approvo todas as
medidas por Vmc. tomadas para acautelar os
maiores estragos do mal, e recommendo-lhe toda
rpossivel actividade para que os soccorros pu-
de8va8|idos,aia proa,Plamenle ministrados aos
Constando que oas visinhsncM de Pedra de
J-ogo e no lugarSerrioha-continua o mal a
fazer victimas ; pelo qne ah necessaria a pre-
senca de um medico, recommendo-lhe anda que
faga seguir para aquello lugar o Dr. Flix Moro-
no Braodao, que se acha em Cruangy, onde a
epidemia tem declinado sensivelmente ; coovlo-
do que o servigo medico seja dirigido de forma
que os facultativos em commisso nessa comarca
percorram os pontos infeccionados, prestando os
seus soccorros indistinctameote, e sem perma-
necer por muito lempo em um s lugar, salvo
em circumslancias graves em que assim convenha
proceder.
Continu Vmc. a dar-me noticia do que for
decorreodo a semelhante respeito.
Dito ao Dr. Jos Joaquim Firmioo.-Ioteirado
do conleudo de seu offlcio de 23 do corrente
approvo as medidas por Vmc. tomadas para que
o mal nao tome incremento nessa cidade. e re-
commeodo-lhe que, de accordo com o delegado
oesse termo dirija o servico medico de maneira
qUV^ Fellx Moreo Brando v prestar seus
cuidados aos accommettidos em Pedras de Fogo
e Serrioha, oode a epidemia est fazendo victi-
ma, e os de mais pontos affectados sejam igual-
mente soccorridos pelo mesmo Dr. Brando e
pelos oulros mdicos ahi estsciooados, destri-
ouiodo convenientemente o trabalho, visto como
nao posstvel mandar um medico para cada urna
locaiidade.
Dito ao Dr. JoSo da Silva Ramos.Accusando
a recepcao do offlcio de 24 do correte em que
v. b.parlicipa para haver termioado as visitas do-
miciliarias do districto condado a seus cuidados,
agradeco-lhe sinceramente a renuncia de remu-
neragao que faz por esse ou qualquer outro tra-
balho dentro desta cidade por motivo do cho-
loro
Portara.Os Srs. agentes da compaohia Bra-
vura de paquetes a vapor maodem dar transpor-
te para a Baha em lugar de proa destinado para
passageiro d'estado no vapor que se espera do
oorie a Iguez Francisca da Cooceic,e.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que requereu o professor publico de iostruco
primaria da villa de Flores, Luiz Ignacio de Oli-
veira Jardim, resole conceder-lhe 30 dias de li-
cenca com vencimentos para tratar de sua suade
nesta capital.
Dtia. o presidente da proviocia attendendo ao
que requereu o professor publico de iostrueso
elementar Jos Francisco de Souza removido da
cadeira de Pedras de Fogo, para a de Timbaba
resolve cooceder-Ihe 30 dias de licenca, com ven-
cimentos, para effectuar a sua mudanca.
Expediente do secretario do sjo-
m verno.
Offlcio do director do arseoal de guerra.O
Jixm. Sr. presidente da provincia manda aecussr
racebido o offlcio de 25 do correte em que V. S.
Ihe commuoicou j estarem embarcados no pa-
tacho Pau/i*o os barra de plvora e caixio com
diiereotes objectos viudos da corte com destino
a provincia do Para,
Dito ao promotor publico da comarca de Taca-
ral.S. Exc. Sr. presidente ds proviocia, man-
da aecusar receido o offlcio de 3 do corrente, em
qae V. S. participa ter entrado n'aquella data no
erercicio do cargo de promotor publico dessa co-
marca, parto qual foi nomeado por portarla de
al de outubrodo anno prximo passado.
Despachos do dia ** de Janeiro.
a ii /feueriwientos.
ri n iLdra,?a,C0'' Il>f<>rn>e-se a directo-
ra do theatro de S. Isabel.
L#,i0i0nQc J? Teixeir' Mendonca Belm.-In-
'C. '.r?0'86"1 da "'celo publica.
Bento Pe i Tavares Ondas: Informe o Sr.
director geral da instrucfo publica
Francelioo Americo d'Albuquerque Mello.
Informa*a .amara muoicipal desta cidade.
aiKS PPmajente anr
Felit daCnnba Teixeira, e outro, ReaoeirajB
so inspector da thesouraria de Inda.
Js Gon;lves|da Silva. Irnl]
obele de polica.
Joio Bapiista do Naecimento, Iaforme
Syna como em Suez, em Suez como em Mada-
gasor, em Madagascar como na Abyssinia, que
temos dingido multas vezes aos loglezes oascidos
e creado, oas margene do Seoa a seguint* per-
gUDta ; O que a alli.nca inglez. ? O Conaitu-
cona, como orgao de Mr. Grenier^encarrega-se
de no-lo dizer.
Allianca anglo-fraoceza, diz elle, a paz e b
seguraoca geral. Bem I e para prova vemos a
Italia calma floreaceote e prospera, e tambera a
roionia. a Hungria, o imperio d'Austria, Monte-
negro, as provincias Danubianas, a Torquia da
Kuropa o Lbano e a Syria oode fumega o aan-
gue de 20,000 christos ; finalmente a America
ao Norte, o Mxico, e se procurassemos bem, a
Usa sena maior ; porm bastete.
E, contina o Constitucional, ao fundamento
aa civiiisacao. Por conseguinte antes da cordial
inteligencia que appareceo em julho, a Franca e
a sociedade Tegelavam as trovas da ignorancia ;
o Evangelho nao era annunciado aos homens, e
nao hava sido annunciado o chrisliaoismo.
E Analmente a alma da sociejlide moderna.
Aqu, oa falla de podermos comprehender, con-
tentamonos em admirar. Alma da sociedad*
moderna I a idea deve ser muito bella, e nos
de muilo boa f. julgavamos a sociedade amiga
mu lo aotiga. tal ponto antiga, que por toda
parle estala um pouco apezar de sua alma I
Porm, emflm, qualquer que seja oosso res-
peito pela sociedade moderna e sua alma, ha
urna cousa que para nos vale mais.e esta cousa
a fransa. Ora, anda que base da paz geral
fundamento da civilisaco, e alma da sociedade
moderna, desejanamoa muilo saber ao certo as
Tantagens qne tiramos da allianca ingleza, o be-
neficio que ella dos traz, os engraodecimenlos
que Ihe devemos, os perigos de que ella nos pre-
servara no caso, por exemplo, de ama co-liga
das potencias do norte, e os soccorroa^tue ella
nos daris. Esperando a resposta, tomamos a obri-
gaco, por pouco que o deseje o. Constitucional,
de eoumerar-lhe os sacrificios que ella nos im-
poe ha trinta annos, as affroolasque nos tem fei-
tosoilrer, os obstculos que por toda a parte ella
tem suscitado sob nossos passos. Contar-lhe-he-
mos de novo, se o deseja. a pequeoa campaoha
de lord John Russell, de Berln Petersbourg e
de Pelersbourg Vienna ; o todo da muilo in-
nocente mlencao de nos urdir oceultameote urna
guerra de quatro contra um, seguodo o uso.
proposito da Saboya (isto da poca da socieda-
de moderna). Recordaremos, quaodo fr neces-
sario, a embraoga deste excellenle ministro de
nossos alliados, dizendo no parlamento :
Teoho feto contra a Franca ludo o que
possivel; tenho batido em todas m portas, om-
baram de mim em Vienna, voll.ram-me seoslas
p,er.sborg i a Prussia compreheodeu-
me. Porm o que podia a Inglaterra s com a
.I23L'* P?deriamo dizer-lhe, emeasodene-
rodi?e'aalg,UmfS pa,avra8 obre a edificante
conduela da Inglaterra no tempo da expedico
da Syna. sobre a priso de Jos Karam, iosuito
directamente feito hoora franceza, insulto que
nao ousana o Torco, se nao livesse alguem pira
proteger sua fraqueza.
euntinPau,rt'nU|,,I,d"er,,ue D0 Constitte.ono/
esta apologa da allianga ingleza, vem aps urna
loog. pass.gem em favor da Iogl.terra contra os
Americanos estos audaciosos corsarios que se
attreveram violar o direito das pessoas. (todava
nem mais nem menos do que Cavour eGaribaldi)
e a insultar nossa ailiada. Esta passagem que nao
desappxovana o mais ordioarioioglez da cidade
merece bem urna pequeoa aoalyse.
Quanto maisMr. Grenier estada a questo. maia
a seus olhos, a America nao tem razio. 0 insul-
to s diz respeito Ioglaterra. Porm o direito
das pessoas foi iojuriosameote violado, calcado
aos ps. Devagar entendamo-nos: o direito bd-
tigo, o direito chrislao, aira, foi violado, houve a-
buso da forca ; porm o direito da sociedade mo-
derna por Tentara os Americanos oo o tem pa-
ra si? Por veotura o direito qua aalorisou Cial-
dim a Tiolar o territorio pontifical, sem declara-
C8o de guerra, a msriyrisar duzentos ou trezeotoa
jovens quast todos fihos da Franca, e a espoliar
Fio IX, nao autonsava os Americanos a violar o
slo inglez.
Que difTerensa fazeis entre os dous, nao ser
que os Americaaos tem mostrado o animo e eoer-
gia, atacaodo ama naco em estado de se defen-
der, entretanto que o Piemoate insaltavs um ve-
Iho fraco, e sem exercilo ? Se sois os homens da
sociedade moderoa, olo teodes o direito de cn-
it a America, porque ella nao tem feito seato
pros principios que acclamaes) lodosos din.
eque preconisa Ioglaterra.
rm procedimeniei to contrario todo o direi
natural, e i, u |ei, se pode por ventura
otot
Irme da
', asetBiea
i airei-
ira lo-
olflci..Vd de iC, dLni' de Grib"d"i. e aacar-
lfimh..JNip0lefl Nao o Conslitueionof nio
d. ar ,IIV? prol911 cn" o grande abuso
em ce?,s.r nl'i?0 8qUlelle applaude e defend9
ToUantet! 80S ,em Tezes n,aia re"
obn!II!rrt0aS;..COnlD,iaMr- ^eni: Se fosseis
rI!? dclrar vossas sympathias entre a
hherd.da6 V E,*"<-Uoidoe. esquecerieis que
ob d f Pran.Vl?le,cl" -d* gr8nde Pbllea.
S m. C-' Ls1ueceeis eata heroica gea
tSS&fiqu"0Ma *uu tomo >
onSal^u-m-^-^irporSTr
6 hJ. ? P0llIca d0 'Voo. Seja como fr.
nii J".e ,6 f3'08' que Constitucional com-
iPh^en,e pe' 8ul> ape"r de 8eu9 1utfo rai-
Ihoesde escravos, e por consequencia inteiramen-
10 ing.cz.
Nao vemos, dizia elle, nenbama razao, para
recusar oa regatiar nossas sympathias aos Esta-
dos do bul; nem vemos motivo oeohum plau-
to'aeue'* "Cncar aIIlanSa iag\eia no conflic-
Por nossa parte, confessamos, nao haver ne-
nbum moliTo para sacrificar a allianca dos Esta-
dos -(Joidoe, allianca natural da Franca, pela al-
lianga ingleza. que nao natural e sntipathica
juftova'lor0"8* da nafio Ia9 Precia no eu
Nao comprehendemos aiuda que inleresse te-
amos em destruir a marinha da Unio. Pelo
contrario temos mil eexcelleotes razes para oo
permnti-lo. Nos a enumeraremos quando qui-
zerem. Face face de pessoas como os loglezes
a poltica do sentimentalismo, oo s oo con-
duz cousa neohuma, como at ridicula. Elles
tem quendo at o direito de visita e os tem cera
e mil vezes imposto aos fracos ou aos neutros. A
humiliacao que elles hoje aoffrem nao outra
cousa alm da pena de talio. Se elles acham
sobre as frooteirss do Canad duzeodos mil Ir-
landeses para pedir-lhes centa das dores e das
miserias que ns tem expellido do slo natal ; o
que ha de mais justo 1 '
A Graa-Bretanha seria por acato a uoica na-
5o sobre a trra esquecida pela justicia deDeua?
se pola, como ludo o aonuncia, a guerra deve
rebeniarjp comprehendemos urna poltica na-
cional ; fcaeutralidade: porm urna oeutralidade
nteiramente armada, a neutralidade da Inglater-
ra na occasio da guerra: da Italia. Ella bavia
Duplicado a eaquadra do Mediterrneo, para poder
aproveiiar-se dos accidentes, cahir sobre a Sicilia,
ou sobre o Egypto.
O Hai to prompio da luta, foi o qae anica-
meme destruio seus clculos Tomemos portanto
a posiju qUe coovm ao primeiro poder militar
aomuod. e por nico guia o iateresse da patria
e nao esquejamos que todo o auxilio dado In-
glaterra seria um crime de lesa oaco.
Nao esquejamos que na poca da insorreicao
indiana, quando dependa de ns.aimplesmente
' T/ """"asaddra, de ter os reforcos
expedidos de Inglaterra, e assegurar deste modo
o inumpho dos revoltados, pozemos disposico
de nossos viainhos os camiobos de ferro da Fran-
ca, e que a Graa-Bretanha, nao soube testemu-
nbar-nos seu reconhecimeoto seno procurando
sublevar a Europa contra nos proposito da Sa-
ooya, e fazendo-se tur^no oriente, por odio
X. DE FONTAINE.
{Monde.Emilia Luna.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
O primeiro passo est dado.
Constituindo-se a sociedade Archeologica Per-
!aamdattaColaahPoent,.C!? de "" loau8'"Co, rea- ua ver.cid.de historie., por ser,
mente nao forT.'n. "ma 1 de que a 8e" "aC,a i"""-S< eriQcacao de
uieme nao lora lacrada era terreno Ingrato nrni"in ---------------------
Ser esle mais um argumento comprobatorio
naqnVflUd"Ulel9lem on,a forc expansiva,
que podar ser sopilada por espa5o mais ou me-
de tod '* m" qUe DUnCa Set exli8"id
Ante-hontem, pois, quando a nossa chronica
marcare a liberlacao do poro peroambucaoo do
jugo batavo, presenciamos essa festa n.s effuses
do verdadeiro amor pelo torro natalicio. E
doce ver que esse amor ae confunda em frater-
nidade com o de oulros tantos que all se acha-
vam, e que em um s pensamento, uniforme e
harmooico, trabalhav.m por tal maneira na coo-
quiata de urna gloria porvindoura, cujas raizes
se eotranham no passado, que sendo a heranca
dos oossos maiores. oo deve ser malbaratada
nem denada ah no olvido, como tem ido at
presente pela indiflerenQa dos berdeiros
Asolemoidade qae iniciou essa elaboraco mo-
ral, a funecao que consagroa a addicao dessa
heranca. carece de ficar estampada n paginss
do joro.Iismo, em sua maama simplicidade, para
chegar a todos a noticia desse fado momentoso,
que^ao pode ser indifferente ao Pernambu-
CAOO.
E" o qae hoje vimos fazer, salisfazendo ao que
M?, l, .Miall.So tere lugar, como sa-
bido, no edifico do conrelo do Carmo, no
braOprovfo;a..OCCpad0 p"? B.bUothec. pu-
Este salao achava-ae simples, mas decente-
mente arranjado, tendo seu psvimeolo coberto
de ama alcatifa de folhas e flores naturaes, que
??. al1!T" V com a en5oes odorfe-
ras, que de si desprendiera.
Suas paredes eram tapecadas pelas ampias -es-
antes, que onyeroizadas e envfdrac.das se es-
tendiam por ellas, apresentando como variados
desenos as ricas e differeotes eocadernaedes
do. seushvros. Dellas peodiam ao nascente os
retratos dos here. da nossa historia primitiva.
Feroandes Vieira. Negreiros, Cmarao e Henri-
que Das; e ao sul os retratos dos Exms. bispos
oo Maranhao, D. Fre Carlos, e de Chrysopolis,
D. Fre Pedro, ambos irmos, ambos Peroambu-
caoos illustre. por seu saber e por suas virtudes;
ambos analmente filaos daquelle mesmo con-
vento.
J%Aef?*i deM8 ,alao**va col locada a mesa
presidencial com os compeleMes preparos; e em
sua frente as cadairaa dos socios instaladores
descreviam o seml-circafo. sendo o quadrado
ejpedo por c.delras deatinadaa para
?iliUr do 2o batalho de linha
portado coorento em honra a
os especiad
Urna gua
eatava po
solemnid
Com tila soffriTel concorrencis, depois do
meiodis. coovidados a tomarem os respectivos
semos os io.t.Uadores. fot acclamado presi-
dente provisorio o Sr. Br. Jo.quim Pires Macha-
doiPortella, que a sea turno escolh.u parapri- -
Jone. bSI, Sr* ^ A*^0 R,D8el de Da P0dia Ur melhrdla ?"
forres iJaodeira, e para sefodaun Sr. major '"
alvaoor Heqrique de Albo^EaM e em seto 4
auccessivo pronunciou o dlscTr^SRugural qua cedido Jeja
damos apreci.c* dn. nu. i...... ^ h_n.rm.i
4 MI ITiA nn
- damos preci.
c Meus senho
mumh. dos tem
Binou "
sldenda
nossos leltorei.
a historia esas teste-
a da vH. cuajo a de-
*no
unllTAl qner ?-' f0Bide" o>> a sua relacao
universal oa particular, quer quanto ao seu as-
8iinipto .grado ou profano, nao menos certo
que a historia patria nao pode deixar de mere-
cer-nos a mais particular alleoco. Promover
tudo o que possa concorrer para o seu maior dea-
envoivimento, procurar torna-la o mais corn-
il P?s,'el deve serobjecto do mais acura-
o irabalho, do mais decidido esforco.
n.!j C00heclmeilt0 da PfdPria existencia como
duo o conhecimento de si mesmo, do que pode
e do que va e. A philosophica in.cripco do por-
ta Ido templo de Delphos nosce teipsum-aho
tem applicacao someute ao hornera psychologico
Sr!16 flaDd0 : Pela ntlitade e homo-'
geinidade dos phenomenos que a vida iodividual
cocu,.Li0dCi u polllica "P'esentam, fcil a
umhJ a e que Pre""o do moralista grego
tambera extensivo qualquer povo, que quea
ter consciencia de si mesmo.
E se verdade, seohores, que no estado da
historia nacional qae se podem colher as me-
mores licoes de patriotismo, de quanta utilidsde
nos nao ser o da oossa ? A narrago de gran-
ulosos felos, de magnnimas dedicaces, de de-
nodo e de prudepcia, de desinteresse proprio. e
de amblcao de gloria commum a par do esti-
mulo que despena ao desejo de imitaco, sugge-
re e lorliflca o seolimento de venerecao e reco-
nbecimemo para com esses vultos eminentes
que nos legaram urna patria, e nos vincula anda
T2 com aor extremo a essa mesma patria pro-
co de tanta heroicidade I
Pernambuco, que j ama das glorias brasi-
eiras disae em pleno parlamento ser a provincia
que tinhauma historia propria, Pernambuco, que
pea sua poaicao geographica, opimos dons natu-
raes, ndole de seus filhos, bro de seus habitan-
es.o ha figurado em todas as pocas nacionaes.
em sem duvida fornecido multo aesampto para
urgas paginas dosannaesdo Brasil: abr, folheai
qualquer escriptor da historia patria, e acharis
a veracidade desta asserco.
Apezar, porm, do cabedal fornecido, anda
muito existe a explorar. Nesta provincia devem
ter-se dado factos, alias impoitaotes, cuja exis-
tencia anda ignorada; devem naturalmente
por ah correr tradiQes que nao deixaro de offe-
recer inleresse ; apreciaveis documentos jazero
enterrados no p dos archivos de cmaras ami-
gas, de mosleiros, de repeniges publicas, e al
em gavetas particulares, que a ignorancia, o de-
leuo, o indifferenrfcmo, mesmo o egosmo nao
aprecia, nem deixa que apreciem ; monumentos
haver bem significativos, e por ventura quaai
exiinctosTapagados, como fortaleza, reducto,
antigo, capailas, lapides sepulcbraes e oulros,
de que um vestigio, urna mscripso, urna dala,
um fragmento poder talvgz project.r grande luz
!!Zr fpa.Ma8flos obscuras de velhas chronica,
sobre factoa de vaciltante autoridaae. Anda nao
ha mano vimos a solicitude e patriotismo do au-
gusto imperante inquerir pela sepultura e restos
mortaes de Joo Feroandes Vieira, que
* S"2lia pedra a etatua de Nabuco,
O Belga derribou de Pernambuco.
e a antiga Marim nao soube dar coota do
a Instrumento da patria liberdade I s
vimos tambera por essa occasio susciiarem-se
dundas sobre o verdadeiro local do forte de S.
Jorge. Aioda outro dia travou-se discusso so-
ore a naluralidade do valoroao Felippe Camaro I
Portanto, meus seohores. esquadriuhar es.es
lacios igoorados, colher e purificar no crisol de
judiciosa critica easas tradijoes esparsas, perqui-
zar esses documentos negligeociados, ae.coorir
esses monumentos que tenham urna significaco
msionca, commemorar, emm, tudo o que Uver
aado, ou poder dar nome e gloria ao paiz, era o
que nos cumpria e cumpre fazer.
E razao de duplo inleresse ha oslo ; o do
amor patrio evitando qae taes preciosidades se
percam, ou que mo estraoha e parcial proceda a
sua explorado de modo para nos talvezinglorio;
i veracidade histrica, por ser m.is fcil e
investigado e venficaco de fados no
proprio theatro em que acomeceram.
Mas, como assim ?
Por meio de urna associa^o. Nao baslam a
apphcasao e esforco particular para a consecu-
Qao pleua e efflcaz de um lim geral ; por mais
potentes que sejam as forjas individuaes, ellas
cenluplicam de valor pela mgica Influencia das
associacoes. No caso de que se trata haver
urna commutacio de fraclos resultantes das dili-
gencias de cada um.
E' deste modo que tem procedido quasi todas
as naces da Europa; e assim vemos: em Por|
lugal a academia real de historia portugueza, em
Madrid tambera urna academia resl de historia,
era Siokolmo o instlalo histrico, em Roma
duas academias histricas e archeologica., em
Londres a sociedade dos archeologos, a dos anli-
quarios, e a academia histrica, em Paria, a aca-
demia das ioscripcoes, a sociedade de historia, a
dos antiquano, e o instituto histrico, nos esta-
dos da Allemaoha mais de quarenta, sendo que
s na Prussia 15, e enfadonho seria mencionar
multas outras em diversos paizes.
a Pasto semelhante nao tardoa em dar a capi-
tal do imperio ; e os importantes trabalhos do
instituto histrico e geographico brasileiro, fun-
dado em 1837, seodo ttulos de gloria para aa
proeminentea capacidades que o duigem, devem
servir-nos de exemplo e animaco.
Sigamos, pois, o seu exemplo: tenhamos
tambera a nosaa sociedade histrica.
Dominados por taes seolimenlos, e almenan-
do ver essa aspiraco traduzda quanto antes em
realidade, cinco amigos, cujos oomes oo vos sao
estranhos, tivemos a hoora de fazer um appello
pessoas, que por sua posico social, reconhe-
cido patriotismo, e notoria dedicaco s letlr.s
coocorressem para ama associ.co deste genero,
e delia fosaem os socios instaladores. Qae nao
procedemos errada ou levianameate temos a sa-
tisfago de ver a prova na benigna acquiescencia
que prest.ram ao nosso convite to diatinctos ca-
valleiros, que ora noa hooram com a sua preseu-
5a, manifestando deai'arle a, sua adherencia s
ideas enunciadas naa circularea que Ihea diri-
gimos.
Se nos echamos pola de um s accordo, de-
mos por osLIlada a socikpade archeolooica pir-
NAMBUCANA,
E eu comprazo-me, aenhores, de v-la ins-
talada no centro de urna bibliolneca, de cujasles-
tantes.se certo que o sabio nao vai todo
sepultura e revive em suas obras, muitos espi-
raos eminentes nos coolemplam. Comprazo-me
tambem por v-la insultada em um respeitarel
convento, onde o brilbo do talento aodou sempre
a Pr da austeridade da virlude, e onde al as
scieoctaa naturaes acharam professores; o amor
da liberdade patria victimas, dioceses bis-
pos, e o proprio imperaole um mestre I
< Eu comprazo-me anda, .enhores, por v-la
losiallada em um dia dos mate gratos nos fastos
pernambucanos 1 Urna sociM.de cujo flm prin-
cipal a historia da provincia de Pernambuco
-----lordiaparaa solemoidade da
sua Inatailaco que o de 18 de Janeiro I da era
que em 15o4, apsioaudit
Albuqoerque
hollandes, ent
Maurica e
deixar
dade
irodigio. de valor,
no o domioto
ite na antiga
oo podiam
faalivi-
comple-
ns
tambem peale dia rendemos jubiloso. >
liaaata
restitaym-p^tarreTigrr.'? ^^ <" ""
nim i0' que "8S"D co"fou a ioaMaracia*
solemne da sociedade, que desse meaMta"oLt
Sos.vB"- re,lidade-UDhi ^- K
Devendo tratar-se logo da contacJo dtnri***
de d.sposicoe. orgnicas, a que de?. Ef
o r.f.eM" Vd" Q 8eu denvo|vim.Bio protf!
o referido Sr. presidente provisorio eiooibll
esse flm os Srs. Drs. Antonio V^o^dVit.
Soar. rieUA' Ju8,*uim de So" Ref. j2
se todoa com a convieco do lerem i -
passo no melhor.mento rao" da proviS 1"
pVrSR0"8,0ri0S88 por e8- KStS
reinou era todo elle, cooapir.ndo-a doT aS
toro.- o ra.is bello e condigno doZX "
O primeiro p.sso est dado, e delta Udo i.m
a esperar esta proviocia. Um
o rmJA ,lue.seca',la da limpeza da cidade coas
o Ora de evitar iov.o do cholera J
oieote que se atienda a este ---'-- T"**"
travess. das Flores, o ^.Tpor ? 6 TlaZ
empestarao lugar mais salubre P **
r.r A'teDdend0 o Sr. director geral da iostroe-
ex,rsin^,",ieDle ,en.d0 ,id0 "cooheeida em
Islen" Pelo referido delegado, foi por olLa
Un..0.0-."0" '0dC8d0> P^^orei q .P.o S
h.Db,;?ue!r.eg,?iag,lerio 8en v&v-sz
""^"J." devem comecar oa) exames nreo.r.in
"ZuCur' Comm'rcial, ri\\fyTg
expedido, convites .os ex.oiao.dorea iomZ
para o respectivo comp.recimeoto -""
licil h1f:a.QnHlh0 de.i"1" do corpo do po-
iicia julg.ndo.0 reo Aulooio Aooea da Coadala.
""VV1"1' 12, gr0 miaimo do regotalSaS,
?.? dMeB,bro de 1833' pe, crime I1T2
extr.viado a quantia de 2041000 r nrrlMr*MiT
n8rDHd8 pub."ca. aolvon condemD.-lo
do corpo8 Pn,M' 8eDd0 im,nedi.Um.ot. expata.
A seotenca fr.^a.igoada pelo, .eguiole. -
f.n'.sn iqu!eST0,aram por onniid.de
Capitao Jos Pereira Texeira.
nBni8,nCi8C LePld'oo de Go.mao Lobo.
m n,e i,anoel Pem.ndee de
Mello.
Toncte Jos Conegundes da Silva
A le res Amonio Muniz Tavare..
A feres Leodg.rlo L. Pereir. Caldas
Alferes Manoel Soare. de Alberg...
Em sessao de hoolem (l fe condecoro
seis mezes de prlao o .olo.do USS
ment I6'" ^ 8egQDle COM6,ho jSC
Capilo Jos Pereira Texeira.
Dr. Francisco Leopoldloo de Gusmao Lobo
Cspilao Fr.ucisco Borge Leal.
Teoeote Conegundes da Sitaa.
Tenente Pereira Lago.
Alferes Joaquim M. P. Caldas.
Acaba de ioformar-noa o Sr. anbdeloaao
do freguezi. deS.nto Antonio, e. axerdctaS
dr. as providencias necess.ri.a, oo mZ^
cenar o batuque na m. de Ag..^Vordw. Uml
tratamos em nossa Revista le boolea.. Aerada^'
mos a attenco que esse senhor se digno?oVootac
ao quaoto diemos. e"" P
Eis o vigesimo-sexto
Boletim ofjxcial.
rnt.A? um "fflcio de ti do corrente. dirigido ata
Goiaona ao Ex, pre.ideote da proVl.ei* diz
ur. Jos Joaquim Fumino que at ti hora, da
oolte deooe di. acb.v.m-.e sepultado, no eesai"
terio doie cadveres de pesso.s fallecida, da
lera, ficando mais de oileota alTecUdas da i
apena, quatro gravemente, de.U. dando
ranea, de re.tabelecimenio trea. em cajo oaa>
en ravam as duas de que j linha tratado em of-
flcio anterior; que em Cruangy de 20 U deoto.
meztinham suecumbido deseeeit pe.so... .s.
havendo porm morle alguma na povoscio
oas e 24. de sorte que parec* que o mal *IU
declioava ; que em Timbaoa cooservav. o
0 mesmo furor, sendo deste victima o suedoteta-
do Jeronymo Gongalve que fic.v. expirarTo-
guodo p.rlicipaco do Dr. Moreno Brando do34
do corrente, o que seria urna clamid.de ae tieZ.
.e a realisar-se, por ser elle a alosa do diMrtcta
que em N. S. do O' val cre.ceodo a ioten*doiV
a que ainda nao o issuoU, recetando ommu.
ataque geral dentro d. povo.cio, em aaoVoMr
tal.d.de j 6 de 8 16 po*dia^S, Xm^SlSH
onde tem havido quasi completa -r-riBaie da
monee ; que oa povosco de Goiaoioha oad4
alm de cholerinas, nao succedeodo o mnoto le-
ra, onde a ceifa forte, j havendo cano eaa n.
morrer.m em um. ooile todo, oo morodana.
guodo ioform.co do respectivo vig.rio; m
1 tamb a mortalid.de grande o* Serriohe wmT*
uva mete ao povoado. nodo havecdo QtmVnm
Pedrn de Fogo : e que eaa TojaeewoMlA !
frequetes .. clylerioae, pele q.e oTaSelaanSl
pedio-lbe um. Imbutaocie. B "****
< Diz m.is que o. cidede ha coaanlaua
mo nu ind,fferenC. ., wataeT^K
pessoa alguma prestar-seVqoTlVaaJrminTl-
amexcoseo exorbitante de dioaeir. ntmJZ
que todo, pedem .occorroo do. eo^VsS
que ae tudo se fizer a diohoiro e ae4opr~, Zl
didos. nem dez cooitoe de rd.s mHo.
smente para Goi.no., e, eo o governo sao aeti
duposto a gastar diohetro, o aaettJeioto aeri alM
superior ao da Victoria em 1856, perecate oo-
.rece que a caridade extioguio-.e nesoo wtoj ool-
v.gem.
Era um offlcio de 96 do correte, dirigido ata
nazarelh a S. Exc, comaoaica Dr. Aetlio JaS
Tavares de Silva que tiohaa vottado aad
cidade o Dr. Symphrooio Caoar Coatiohoa i
leg.do do termo que, partiodo dalli ao 98 laaai
mez, haviam percorrido alguo. pootee do tmZ,
c. otlectados pela epideejta, teodo tEul t
S. Vicente, trazendo o Cr.div.l noticie
m.l declio.v.. e que, com aooosta v i
do a maior di.i.ncU, continua a aar
mesmo carcter pouco ...astodor; a dta
numero de bitos em S. Vicente e s*ae oaeZT
n.AAl^f0 6 d w,gtri0' adeotoaoJoajoiaTaaB^
^aa*J?- la,PerfeUo Por casnee qoa aeo sU dea-
-----r .,.. por casas qoa i
conbecidaa de S. ExC. '
Em um offlcio de 17 do corrate, dirigido e>
Igu. r.M. S. Bis., dia o doad| lo oan; '
exercicio, M.ooel Fr.octoooj*
tem .ido observado
diaerd^f^f^f^f^fr
suas J jKoee. qae i
Mtaarteeem


LtUMH
CE^HRriBUCO
com alguma
e coosmuoica
><* > de M
todava alvo
BoriejsSit
C
isj* do bario de Vera
os 01 aocoorroa nao 6 aos
engento Monjope, mas tambero a
iiessoas pobres de tlMjttBhaoga ;
que oo dia, era ojsal |M*do o
oabira pelas 7 hora di Ka na
Itabalioga, meta legua d1st*R* da
o crioulo Amonio Ignacio que, lendoche-
le>na espera tarde de Noasa Snhora do O',
a accommaUido a ooite apreseotindo os pri-
meiros sympjflpal do mal, nao podendo ser salvo
knenle Francisco Maniz das Chs-
tj offlcio de hontem, dirigido do mes-
mu lagar a 8. Exc, commuoica o mesmo dele-
suppleBte em eiercicio que ouiro caso de
Le dera em Itabalioga em urna escrava
ndo Sebaaliio Jos Ribeiro Peaaoa, a
do 4 foira de Nossa Senhora do O',
eobrevifer, nao oostante os eoccor-
tados pelo cirurgiao Munii; e lermioa
dizeodo que casos de choleros tem sido obser-
vados desde a espera, mas sem gravidade.
< Vse abano publicado um buleiim que oosfoi
remeitido pelo Dr. Symphronio C-zar Coutmho,
6 por elle ae conheceri o estado aanitario de N-
zsreth, cump'riodo-oos accresceolar que consta
nao ter succumbmo ao cholera o proprietario de
Poco-Comprido Garreira Gayio.
c Nesta cidade e em suas mmediagoes nao ha
caso elgum de cholera morbos.
c A*s 6 horas da tarde de 29 de Janeiro de
SBM.
Dr. i guio Fonteca. .
a Esta cidade aioda nao experimentou oenhum
choque de epidemia ; o mesmo podemos oizer de
toda a zooa que Oca quem do rio Sirigy, que
corre tres legoaa distante d'aqui, oo aeu ponto
mala prximo,
Hootem co modou de (eigo; um forte a-
guacelro refrescou a trra ; o thermometro desceu
5 graos.
A athmosphera, carregada de expessas nuens,
promette ooas chutas; esses pbenomenos que
experiencia popular aponta como prenuncia
da mudaoc.s de eslavo, denunciam melhor or-
dem de cousss.
A eaperaoga renasce em todos os coracdes ; a
confianza fortalece lodos os nimos.
Aos tmidos essss palavras de consolacio ; aos
ceplicos por raidadeuma narrativa consciencio-
, ia dos tactos.
O cholera, oa aclaalidade, j oio um receio
ou urna prevlaio; infelizmente, urna realida-
de : oegar sua existencia, fra mendigar a admi-
raco nos tolos.
Em S. Vicente, onde estire, o mal tocou o seu
mnimo de intensidade: apenas urna crianza de
oito ancos ha va fallecido oo dia 22; oo da 23
ninguem na povoago e nos seus arrebaldes ba-
#via sido altacado.
No cemiieno dsquella povoago baviam rece-
bido sepultura at o citado dia 22, 85 cadveres
de che lencos.
Pelas informacoea que pude colher offlcialmeo-
te, v-se que a rnonalidaoe em alguns pontos do
districto de S. Vicente exceda de 150.
O subdelegado aguardava tniorinages de ou-
^- tros lugares do mesmo districto para formar urna
estatlstica geral da morlslidade.
A epidemia eslendeu-se alm dos pontos alin-
eados :
Pimeotas, Urug, Palms e Macsp, foram as-
sallados.
Para Macap e suas immediagoes seguio oo dia
23 o Dr. Espiudols ; o Dr. Ermirio ficava
partir para os oulios lugares, onde sua presenta
era reclamada.
Na povoecao da Vicncis, nos eogenbos Bello-
Monte, Laranjeiroa, Cepo, Juca, Tsbatioga e Po-
co-Cumprido, do disiricio de Laraojeiras, e
marxem do Sirigy, appareceu ltimamente a epi-
demia, mas lavrando com pouca iolensidade.
Urna das pnmeiras victimss foi o tenenle-co-
ronel Carreira Gaio, proprietario de Poeo-Cum-
prido.
Na povoago da Allianca e em suas immedia -
(oes, al s ultimas noticias do dia 23, la a epi-
demia fazeodo algumas victimas; mas poucos
erara os mortos em relaco dos alindados, poucos
os affectados em reiago dos boatos exagerados
que periiam dsquella localidades
A epidesiia, neata comarca, vai leota em sus
marcha, e circumacreve-se em suaacgo: rei-
nando ella em S. Vicente desde fias de dezembro
do aono paaaado, nao tem se steudido seoo
pouco alm daa margena dos rios Capibanbe,
Meiryn e Sirigy, que, oatceodo das verteotes da
serra de Mascareonaa, coofluer para a cidade de
Goiaona.
O Dr. juizde direito e delegado de polica sa-
tisfazem aa exigeocias da situsgao ; bem looge,
porm desse oobre empenho vai & illuatrissima
Cmara municipal, que, professaodo a douliioa
de S. Thom, uo tem os olhos d'aquelle Santo
Apostlo.
Naiarelb, 26 de Janeiro de 1862.
Dr. Symphronxo Coulinho.
Hepartiqo da polica(Extracto da parle
do dia 29 d- Janeiro) :
No di 38 do mesmo foram recolhidos esta de
deleocao: a ordem do Sr. Dr. chefe de polica,
Joaquim Jos de Sanl'Anna Pindahyba, pardo
escuro, de 45 aoooa de Hade, carpina, como cri-
minoso na provincia da ParahyDe, Luiz Francis-
co do Rogo, de 25 aooos dado, agiicullura,
para rbcruta, Thomaz, criuulo, de 30 anuos, cor-
rierro, escavo de Joaquim Marques da Costa
Soares, Antonio, tambera crioulo, de 20 aooos,
escravo de um Rocha Pinto, ambos porandarem
fugi los, a ordem do subdelegado do Recife, o
pardo americano Bill Helsn, de 28 annos, o cri-
oulo Antonio Agostioho Xavier, de 34 annos, am-
bos maruj'Qs.-e Joho Paulo, preto natural de Por-
to Rico, de 20 annos, taooeiro, por serem encon-
trados em aesordem ; a ordem do de Santa An-
tonio, Joo Francisco Baptista, de 27 aonos,
Faustino Ferreira de Mello, oe 18 annos, Baibino
Soares, pardos escravos e marujos, por infraego
de posturas, e oem assim o africano Antonio de
30 anuos, ganhador, por eslsr fgido da casa del
leu senhor Jos Velluzo Soares; finalmente a
ordem do de S. Jos, a africana Maris, de 50 an-
nos, cozioheira, escrava de um tal Foosecs, por
terfeito um ferimento.O chefe da segunda sec-
eso, 1. G. de (desquita.
Paasagfiros do hiato brasileiro Dou Ir-
maot, sahioo para o Rio oe S. Francisco, Joa-
quim Pedro da C. Moieira.
ORTALIDADE DO DIA 29 DO CRRENTE.
Valerio, Pernambuco, 10. mezes, escravo S. Jos,
gastro intente.
Antonio da Silva, Baha, 31 annos, solteiro, Boa-
Vista, phtysica pulruonjr.
Antonia Joaquioa da Cooreico, Pernambuco,
30 aonos. solleira, Boa-Vista, coogealao cere-
bral.
Msnoel Ferreira dos Santos, Sergipe, 20 annos,
solteiro, Boa-Vista, pntystca pulmonar.
Maris. Pernambuco, 4 mezes, Boa-Vista, con-
volades.
Msria oo O', frica, 41 annos, solleira, S. Jos,
entente.
grave*, I barca Fdt/d.ap-
bonco, Mice n. 1157..
ido om I Avadas em merca-
dorias seguras
do mesmo navio
apolice n. 1545.
dem Idea na bar-
ca portuguesa
SantaCrux.des-
ta pan cidade
Jo Porto, apoli-
e n. 898.......
dem dem idea,
apolice n. 405..
Farda total do Ma-
te Correio ia
Impera triz, au
fragsdo oa coat
do Cer, apoli-
ce 0.1575......
A varias em merca-
dorias seguras
no brigue porto-
guez Prompli-
doll, 0esta pa-
ra a cidade do
Porto, apolice n.
2071...........
dem, dem, idem,
apolice o. 2145.
dem, dem, idem,
apolice o. 2143.
dem, idem, idem,
apolice n.2227.
dem, idem no bri-
gue portugus
Tino, deala para
Lisboa, apolice
D.2I17........
dem, idem, idem,
apolice o. 2118.
dem, idem, idem,
apolice o. 2107.
dem, idem, dem,
apolice ii. 2084.
dem, idem, idem,
apolice n. 2085.
dem,idem,dem,
apolice n. 2114.
7863981
130048
58*238
724798
4:0008000
2j mr=
tem
ORA 30 DE JANEIRO DE 1B6S.
mullicados.
A morte do Sr. D. Pedro V.
Despezas genes
2:959*755......
Deduce!i o conta
de segurados rs.
185*350........
Commisso e ga-
ranta da direc-
to 5:022*295..
Dividendo de 20 %
sobre o capital
rea lisa do.......
Saldo levado a fun-
do de reserva...
Sendo este em 31
de dezembro de
1860, de.......
8*398
35S530
12*920
195734
4008471
2.502*944
109*503
7505883
375*441
2035364
~9^466|253
8:167*403
10:0008000 27:633*656
39:243*285
' impressioosdo da msis profunds manos, com
o corceo dilacerado por uma triateza iodiscripti-
vel, que.ouso laocar a tremola maa & penoa, para
dar om pequeo deaabafo compresso da mais
trrivel aogusiia em que le acbam aporque aci-
bara de pasear todos os Albos de Poriogal, com o
seotidisaimo passamenlo do Sr. D. Pedro V, de
saudoaa memoria.
Querer descrever a dolorosa Imprcalo que lio
triste flotiiis causou a todos os Portuguezea resi-
dentes nesta cidade, seria taso seoio impossivel,
so menos multo superier s oossaa (oreas, por
isso que, limilar-Dos-hemos a um pequeo esbo-
50, pelo qual se moalrem os aeotimsotoa verda-
deramente patriticos desses poucos que squ
extstrm, maa que nao sao indiferentes aos bens
ou males, que gozam ousoffrem, seus irmos do
continente europeu.
No dia primeiro de dezembro de tao gloriosas
recordacoes para Portugal, por olla de meio dia
appareceu como um raio fulminante a trrivel
oolcia da morte do idolatrado monarcha e sea
querido irmso o Sr. D. Ferosndo e deixa a todos
como petrificados, poisoo podiam cooformar-se '
com a veracidad e del la, porque no desejo de to-
dos julgsvam impossivel que o rei moco e iotel-
ligeote, o generoso mancebo, o joven caridoso e
sympalhico, o portento de virtudes, admirseta
dos soberaoos, esse porvir esperanrjoso de glorias
tivesse deixado de existir 1II... Fatal desengao,
cruel certeza.....
A noticia corre com iocrivel rapidez, os Portu-
guezes como que assombrados procurara uns aos
outros; interrogsm-se, fazem mil conjectorss, a
consternago geral, nao querem nem devem
acreditar a noticia, porque na mele dellea o Sr.
D. Pedro V nao deia morrerl 11...
O coracao noa palpita com violencia, a nossa
commoco demasiada, a mao noa treme a mal
aegurar a peona, nao temos pejo de o dizer, as
lagrimas nos esoajldam as fsces, ludo para nos
boje triste e lgubre, lulo e lagrimas altos sao
os juizos de Deus.
O joven e desventurado monarcha aioda pou-
co tao cheio de vida, de mocidade, de eaperan-
cas; leudo abaixo de seu throno quatro milhes
de subditos que o amavam, nao diremos bem,
que o ldolalravam, que dariam a ollims gola de
singue por elle, que corrism leguas e leguas para
satisfazerem o ardente desejo de o verem, sem
pouparem sacriticios nem fadigss para lhe darem
uma pequea demonstrarlo de sea amor, ou para
melhor dizermos de uma adoracio qoasi sobre-
natural, ahi jaz sem vida, hirto, inanimado 111
Mundo engaoso... Vida llusons... Parca des-
apiadada e cruel que nao trepidaste em ceifar essa
vida tao preciosa, esse alvo de taotss esperanzas,
esse phsrol luminoso em que se reflectia uma
nacao iateira cheia de jubilo e de um porvir de
glorias................................,...........
=
74:3279960
rentes lugares que percorreu e
e remedia-los. Os actos
uepraticou nesta* diversss via-
por tal forma o affeclo dos
demos affouiamente asseve-
ecem de o conhecerem to-:
0.
mov ment geral que se
parle com prodigiosa influ-
encia, ~S gi o joven rei, porque recoDhe-
cia que a Bl^S8' marchsva ovante e a
passos firmes para a vanguarda do progresa* e
cirisaco: mas no'meio desse gozo inefavel pa-
r alie, tolda-se de reoeote o horizonte sobre a
capital e a mais trrivel epidemia ae deseovolve,
cfifaodo com encarnizada (aria milharss de vic-
timas. O Sr D. Pedro V acooselhado a sahir
para fra da capital, mas elle nao se cooforma
com esta opioiao, impvido dianle do inimigo
horrendo e qual guexreiro que com a eapada em
puoho rompe com denodado valor os bosies ini-
migos, assim elle com uma coragem sobrenatu-
ral, com sima caridade evanglica voava a todos
os lugares sonde a epedemia (azia maiorea estra-
gos conforlando com palavras de consolaqo a
uos, soccorreodo com dioheiro a outrose enco-
rajando com sus presenta a todos. Se al aqu
j o Sr. D. Pedro V, era amado de seus subdi-
tos, nao bs expresses que explicar possam o
amor e gratidao que desde eoto lhe Qcaram con-
sagradas por elles : e oa verdade o papel que
elle representou em tao lastimosa qusdra est
scima de todo o elogio, est cima de ludo quso-
to dizer se posss ; oso era o rei que se via e se
mostrara em lodos os lugares, oo ; era o pai
que pressuroso e aflicto procursva arrancar das
garras da morte seus Blhos queridosera o me-
dico que providente e sssiduo mioistrsva os re-
medios aos seus doentes para Ihes restituir sssu-
de era o irmo desvellado que procurava a
-todo transe salvar seus irmos era o amigo ver-
dadeiro dos Porluguezes que na hora do perigo
se achava com elles, eovidsodo tolos os estor-
bos para mioorar-lhes seus soffrimentos era
finalmente o apostlo do Senhor que oa hora
"filela a todos soccorria e coasolava e os exor-
tava a resigosrem-se vontade do Altissimo.
Passada que foi essa desoladora quadra de ex-
ecranda memoria, continuou de novo a empre-
gar suas aiteocoes para tudo quaoto se torna-
va mais necessano ao eograadecimento de Por-
tugal e bem de aeus povos e com effeito a gran-
diosa obra a que elle se linha proposto, segus
desassombrada e com espantoso incremento : as
estradas oo ferro cruzando em multas direegoes,
s telegraphia elctrica e immeosaa obras publi-
cas ; os bancos, associacoes, compsohias e em-
prezas ; as exposi;es agrcolas e industriaes, as
manufacturas oaciooaes, os immensos eslsbele-
cimeotos para diversos Uns, tu lo atiesta a coo-
lianga, o florescimeolo, o marsvilhoso progresso
do reinado do Sr. D. Pedro V.
conupncio
Praca| |fer29de
janiHOe 1862.
\s quatro horas da tarde.
Cotacoes da jaita de carretores.
Cambio
Sobre Londres -90 d[v 251(2 d. por 1*000.
Descont de letras.
10, elSOiOaoaano.
Accies.
Da Companhia de Beberibe 50* caes uma.
I. da Cruz Macelopresidente.
Jobn Gatiasecretario.
HOVO BANCO
DE
Pernambuco.
EM 28 DE JANEIRO DE 1862.
O banco descoota oa presente semana a 10*/,
ao aono at o prazo de 4 mezes, e a 12 */ ale
de 6 mezes, e toma dioheiro em comas correles
simples e com juros pelo premio e prazo que se
convencional-.
Airaudeajra,
eumento do dia 1 a 28. .
dem do dia 29......
380 416*040
20.491719
400.907*759
Movlmenlo da alfandeasa*
Volamesentradosomfazendas.. 349
> cota ganaros.. 313
Velamos sabidos
c >
com fazendas..
com gneros..
128
70
662
198
Acha-se boje ele-
vado quantia
de..............* 113:571*245
Do expeodido concluiris, Srs. accionistas, que
bstanle satisfactorio u estado do eslabelecimeo-
to, e elle tanto mais lisongeiro, quaoto gra-
to recordar, que tendo esta compaohia seis sn-
nos e alguns mezes de existencia, em cujo pe-
riodo tem satisfeito soturnas muito fmportaotes,
por perdas que garanti, aioda nao leva o desgns-
lo de sustentar um s pleito, nem se quer se deu
o caso de ser necessano recorrer a um arbitra-
mento, facto que se honroso psra ests associa-
c.o, tambem nao o meos para os segurados,
porqne reveis de um modo iocoolestavel, que
tem havido mutua boa f e lealdade, coodices
tao essencises nesta tsperialidade da contratos.
Dorante a sua viagem Europa, foi o director
Fraocisco Joo de Barros substituido pelo primei-
ro supplenteo Sr. Joao Baptista Fragozo, quede
bom grado prestou seus bons servidos.
Tal Srs. accionistas, a auccinla exp*fsic_ao que
submellemos vosas esclarecida aprecisQo so-
bre as oceurrencias que liversm lugar no decurso
do anoo lindo, e confiando que quaesquer omis-
s6es que por ventura exislam, serio, cabalmente
sanadas pela alustre commisso de cootas, ter-
minamos este relstorio sujeitsodo & vosss sppro-
vacSo as transferencias das acedes constantes da
relacao junta.
Pernambuco, 22 de jsneiro de 1862.
Os directores,
Joo da Silva Regada.
Jote Jacomo Tasto.
Francisco Joo de Barrot.
Oinpsnhiu lnrlemni-
Descarragam hoje 30 de Janeiro.
Brigue brasileiroVelozcharque.
Brigue hespanholDous de Janeirocharque.
Barca francezaMagnodiecarvo.
Barca ioglezaNauphanlemercadoriss.
Lugre inglezN. E. V. A.idem.
Barca ioglezaPalmatbaidem.
Brigue inglezSpyidem.
Brigue portuguezAmalia l idem.
Brigue portuguezConstantebatatas.
Patacho francezGecrgecemento.
arrobas e 14 libra* algo e 900 couroa sal-
gados com 18 700 libra*. .
So Btrr.ll MpIIots & C. 5 aaccos coa 811 arro-
bas de algodo.
Brigue nacional rVajM ;ra w portea do
Rio da Prata, cerragsra
Johnston Pater 4 C, 260 barricas com 1,308
arrobss de asaucar
Marques Barros k C, 20 barrita com 83 arro-
bas 6 libras de dito.
Barca portuguesa Flor ia Max*, pan o Porto,
carregoo :
Manoet Jos de Aguiar, 500 molhoa di piss-
sava.
Dia 28 de Janeiro.
Barca ingleza bella Ridley, para Liverpool,
carregaram :
Ssuoders Brothers & C. 6 sicess coa 34 sr-
robss e 24 libras dealgodao.
Barca portuguesa. Flor da Maia, para
Porto, carregaram :
Tasso Irmos 100 aaccos com 318 arrobas
24 libras de gomma.
Barca americana Adelina, para Now-laik,
csrregarm :
Barca franceza hard, para Marseilba, car-
regaram :
N. O. Bieber & C. 2,000 aaccos coa 1,800
arrobas de assucar.
Brigue oaciooal Norma, para Lisboa, earro-
garm ;
Carvalho Nogueira & C400 ssccoa coa 2,000
arrobas de assucar ;
Joao Pereira da Costa 200 aaccos coa 1,008
arrobas de dito.
Brigue braaileiro Olinda. para o Porto, car-
regaram :
Fraocisco Augusto da Costs on?alves 100
ssccos com 500 arrobas de assucar ;
Bailar & Oliveira 194 couros salgado* coa
4,126 libras e 600 saceos com 3,000 arrobaa da
sssucar.
Barca americana E. PUrib%t U., para Mar-
selha, carregaram :
Tiasel frerea 28 quintaes e 3 arrobas d* pao-
brasil, e 17 ditos de tlajuba, o 1,200 saceos coa
6,000 arrobaa de assucar.
Heeebedoria de rendas Interaaa
geraes de Peroaabaeo
Rendimentodo dia 1 a 28. 29 093|17O
dem do dia 29...... 6*3j0
Mh716ja05
Consulado provincial
Rendimento do da 1 a 28.
dem do dia 29.
Balando da
sadora,
lHBt.
em 31 de dezembro de
Debito.
(apila)..................t...........
Acedes em liquidaco..............
Fundo de reserva..................
Commisso dos directores..........
Dividendos.........................
500:000$000
807$6U0
113571*245
5:0t2829S
10000*000
Crdito.
Accionistas........................
Bens movis...;...................
Letras descontadas.................
viS1X8 ..............................
Seguros...........................
6z9:4ul*!43
450-.0OOSCOO
9998240
150:6I6189
5:192*367
22:593s347
629:401*143
DEMONSTRAgO DA CONTA DE LUCROS E
PERDAS.
Despezas geraea.................... 2:959*755
D'ducao oa conta de segurados.... 1859350
Cummisso dos directores.......... 5:0223-298
Dividendos......................... l.-OOOaOOO
Fundo de reserva................. 48:709538
66 6768941
| Premios de seguros................
A plices............................
Descontos..........................
49:7478198
590*000
16:539*743
66876S941
Pernambucaco, 31 de dezembro de 1861.
Jote Paulo da Fonteca,
Guarda-livroa.
Relatorio da conoankia de segaros ma-
ritios lodemnisadora.
Sr$. accionitlas. Para preencher o preceilo
consignado oo ait. 40 dos estatutos desta compa-
nhia, vimos prestar-vos conL* da misso com que
vos digosslea boorar-ooa, en^carrpgando-nos da
sua admloistraco durante o anoo proximamenta
Ando. *<*l'a<^
Nao obstante ter iofelizmenta contiouado o ca-
tado de abalimeuto em que ha lempos a esta par-
te se conserva o commercio desla praga, e cuja
desagrsdavel situsc&o fazemos aioceros votos para
que tenha breve termo, as operaedes da compa-
nhia nao t se sustentaram, como aioda tiveram
algem incremento, o qu* claramente maoifesta a
confiaoga e bom acolhimeoto que o publico con-
tinua a prestar a esta asaeciacao.
9 seguros -5a importancia de ris
r:348f78.
4,187:3 78. cojospremiosproduziram
tia oe 50:724*970.
Exloroo*..
Al apolicea ran-
dera m..........
Obteve-se em Jo-
ros.............
Plzersm-se as se-
guimos iodeaoi-
aar6
UqiaMajaddae.
977*772
a qnao-
49:747*198
1
743
66.769941
Relatorio da commisso de exame.
cana de vos ser lid o, Srs. accionistas, o rela-
torio da companhia de Seguros Iodemoissdora.
Esse documento a synopse minuciosa, esclare-
cida e completa da marcha que leve, e do estado
em que actualmente se acha leo til empreza.
Rests sgura commisso de exame cumprir o
preceito que lhe imposto pelos arts. 85 e 36 dos
estatutos. Ella principia por hsoogear-ae com-
vosco pelo progresso bem patente qao no aoeo
social terminado em 81 de dezembro prximo se
cooseguio realisar. A compaohia apreaeota um
acrescimo nolavel em suaa operscoes ; os pre-
mios aobre seguros produzlram 49:747*1X8.
Importa eaia asserco a idea de auxilio s ope-
raedes commerciaea e s cooSaoca que merece a
oosss sssociaco. O trecho do relatorio corame-
moraodo o facto de que, instituida ha seis aonos
e alguna mezea, e t-mlo garantido sommas muito
importantes, nlo leve anda um s pleito, eviden-
cia a boa f e a lealdade com que ba aido dirigi-
da S de per ai esse fseto honroso piots corh en
res bem vivas o mrito do seos directores. Pas
sando ao exame'da cootabilidade regularidad?,
com que sao feitos os seua contratos, sempre de
accordo com as disposicOes dos estatutos; ao uso
judicioso darlo ao* aeua fundos dispooiveis que
renleram 16-539*713. acbamos justificados moti-
vos para solicitar a vosea approvacao, e agrade-
cimentoa aos dignos membros de sua directora.
Pagoa oa encargos e maia despezas da compa-
ohia e dedusiodo o valor de 20 O/o para ser divi-
dido pelos sssociados. ficon o fundo do reserva
elevado a 113:571*245 .
Ete resultado demonstra que a compaohia,
proporefio que moderada e prudentemente mar-
cha, flrms o aeu crdito e gaoba raizea esta veis
e seguraa na opioiao geral.
Para complemento de sua honrosa tarrfa, a
commisso examinases ttulos em certeirs, e leve
a sslisfacio de ver (he elles offerecem todas aa
coodices de exquibilidede em sus solvencia.
Este ligeiro esboco termina propopdo-vos que
approveis ai cos4a_a illustrads dirajtoria exacto
traosumplo de.aatapturaco, maotidB com asseio,
com clareza eM ^^Baartoade omesaaria.
ParoambueOaJ 18H.
Portugsl, Portugal, quaodo chegar o dia em
que teohaa eagotado a ultima gia do fel que
lo largos aonos le achas tragando?
Quaudo chegar o momento de com teus sofri-
mentos aplacares a ira do Senhor?
Quaodo deixar de te acompanhar a tua m
estrella ?
Despojado de teus antigos brios, curvado a uma
fstalidade trrivel que le persegue perlo de um
seculo, quasi esquecido de las glorias passadas.
com a fronte cabisbaixa e taciturna, entregue a
maia profunda leihargia, prestos tslvez le achi-
ras a olvidare! as famosss espadas do teu Alfonso
Henriques, do tea mesire de Aviz D. Joao I, dos
leus D. Nuno Alvares Pereira, ATonso de Albu-
querque, D. Jlo de Castro, Duarle Pacheco, Fuas
Kupinho o tantos outros hroes; as assombrosss
descobertas dos teus conde D. Henrique, Vasco
da Gama, Pedro Alvares Cabra!, Feroio de Ma-
galhes, Barlholomeu Dase outros; as Sublimes
peonas dos teus Barros, s de Miranda, Damiao
de Ges, Rezeode, Nicolao Toleolioo, Csmes,
padre Aoionio Vieira e outros; esses admiraveis
O nanea vistos protoiypos de fidelidade, Egas Mo-
niz, Martim de Freitas, conde de Barcellos, ele,
etc., etc. Sim ; submerso oa obscuridade a que
insensivelmenle te deixsste condusir, linhas sem
oavlda esquecido as glorias do teu pavilhio ; as
maravilhosas conquistas com que assombrastea o
mundo ; o oome dos teus guerreiros que fariam
empaliidecer milhares de semblantes; sim; ti-
nos* despenhado-t*. do apogeo de glorias, oss
(avernas do esquecimeoto e como om velho de-
crepito, eshsusto de forijas e em completo des-
animo, eslavas a reoder-te descripcao do teu
mo fado, quaodo a Provideocia ioaondavel em
seus decretos, vai fazeodo desapparecer o oegru-
me do teu horisoote e faz surgir pouco a pouco o
infante que te devia da,portar dessa modorra, que
te devia recordar teu ^glorioso gasssdo, que te
devia mostrar o progreiajy presente, finalmente
que devia rammar-te, remogar-te, lembrar-leo
que foste e enesminhar-te ao que devias ser.....
Sobresaltado com essa divina apparic, eslre-
meceste de alegra e um pouco atnito desse to-
que maravilhoso, como que duvidavas dessa mu-
danza repentina. Qual doeote em coovalescenca,
anda trmulo e vacilante, camiobavas a vagaro-
sos e iocertos psssos para o teu total restabele-
cimento e ao paaso que ias surgiodo desse abati-
meoto trrivel, comegava tambem teu oomeaaer
ouvido com inleresse e respeilo, e parece qu > om
reflexo do teu paseado, volvia de novo sobre ti,
para le abrilhantar as paginas do presente e res-
tituir-te teus brios, leus louros, tuss facaohaa,
tuss tradicoes e teu nome, que haviaa com teu
descuido deixado marear...
De facto aquelle que tioha d'abrir uma nova
poca para Portugal, acabava de seotar-se no
irirooo de seus avs, no meio do maia freoetico
enihusissmo, dos mais vivos spplausos.da maior
popularidade que jamis rei algum viu a roda de
si e do seu throoo O moco rei victortado tao bri-
Ihaute e alegremente pelo* seus subditos em ge-
ral, cuidou sem perds de tempo oo desempeoho
do sito csrgo a que a Provideocia o havii desti-
nado e apezsr de seus lenros annos, seus pnmei-
ros actos forem maravilhar aa priocipaes capacida-
des goveroatlvaa e deixam a lodos perplexos :
que a hora em que a oo do estado devia deseo-
i-alhar-se tioha aoadoeo hroe que devia operar
este milagro, tioha sido recoohecido oa peasoa do
sompre chorado Sr. D. Pedro V. de saudosissima
memoria.
Descrever o que Portugal de ve a esse joven mo -
osrchs oio cabe em nossas forcag por que faltro-
nos todas aa habililaedes precisas para ease fim ;
trataremos apeoaa d'alguns priocipaes tpicos de
seu reioado que chegaram ao oosso conbecimeo-
to e que apezsr de nos acharmos looge da trra
natal, serviam-nos de sublime nctar com que
suaviaava-mos as saudades patrias.
A exaltacao do Sr. D. Pedro V ao throoo de
Portugal, com quaoto deveaae ser considerada
para elle como uma gloria, oio era comludo em
oada lisoogeira, pos Portugal nao era mais esse
torro glorioso e respeilado das passadas eras mas
aim um verdadeiro muribuodo, que prostraCo por
tetriveis airibulaces j peno estsva do periodo
agooiaaote ; eram porlaoto preciaos remedios
promptos e efflcszea para o fazerem volver
vida.
O Sr. D. Pedro Vreconheceeste Ismeotavel es-
lado, mas oio efila oem recua de aeu firme pro-
posito ; resoluto e enrgico, pruJente e sabio, elle
hsvla concebido em sua mente a regenerarlo de
sua pratria e com uma extremada ueJicacao, com
um zelo admiravel, com uma influencia mgica,
trata de dar aoimagio a todas as classes de s*us
subditos, para por eala forma arranca-Ios desse
torpr a que lentamente ae havjam reduzido. Ao
primeiro eslremecimeoto desssa classes elle oo
se fsz esperar, aprajeoia-ae cmo sua boa es
trella, aponia-lhes o camioho do progresso e cl-
vilisagio, faz mioisirar-lhes os meios, reanima a
lodos apparece a conlanga, restsbelecem-se os
animse esse horttoole carrancudo que aouviava
Portugal vai dissipand-se pouco a pouco
Dado este primeiro impulso coaaegsrim como
por eocanto a desenvolver-se comuima actividi-
de eapaotosa o commercio, agncultbra, as scien-
ciss, as arles e os melhoramenloafjnsteriaea do
paize-d hroe que tiuha feito volver vida uma
acabruahada e amortecida, cenMpuava in-
Depois que julgou firmada e em seguimento
activo a obra para a qual tanto se havia exfor-
gado e concorrido, resolveu despossr-se com a
virtuosa e memoravel princeza D. Estephania, da
familia real da Prussia, o que levou a effeito
com geral approvsgao e regosijo dos Portugue-
zes. Havia porm apenas decorrido pouco mais
de um anno depois desse tao feliz consorcio,
quaodo inesperadamente a morte lhe rouba sua
santa e extremoaa esposa ; a dr por que passou
o Sr. D. Pedro V, nao ha palavraa que a tradu-
zam ero precisamos aqu descreve-la, pois mui-
to publico foi o seu profundo sentir; felizmente
psra elle nessa hora de atllicgao viu-se acompa-
nhado e consolado pelos seus subditos, que com
o maior seotimento choravam tamoem a perda
da sua excelsa e adorada rainha desse anjo de
boodade cujas virtudes, Acara m gravadas em ca-
racteres indeleveis noscorages de todos os Por-
tuguezea.
O Sr. D. Pedro V foi um lidador estrenuo psra
a reganerac&o do seu Portugal, mas uma m es-
trella que o persegus, o privava de sosar o fruc-
lo de seo immenso trsbalho, de seus iocessantes
cuidados ; no seu curto mais florescente remado,
paasou por lerrivnis provagoes que muito o an>c-
laram, mas jamis o desviaramda senda trilhada
desde sua ascengio ao throoo.
OSr. D. Pedro V foi um aatro brilhante que
illumioava com o mesmo esplendor a fronte do
nobre ou oUbo, do rico ou pobre, do forte ou
fraco ; foi um re liberal por coodigio, virtuoso
por uatureza, clemente por conviegio, generoso
por excellencia ; foi um desses genios exlraordi
narios com que a natureza repreaentando o seu
poder immeoso, se compras em fazerappsrecer
de lempos em lempos, como psra espelhos da
poca e aaaombro dos viodouros ; foi um rei
completamente exemplar, que no verdor dos
snnos reunia um complexo de virtudes tses, quer
como rei, quer como homem, que coosultsda a
historia antiga e contempornea oio tem compe-
tidor.
O Sr. D. Pedro V oo podia perlencer mais a
este val de lagrimas, quando oelle nao exista
um premio equivalente ssuas preclarsimas vir
ludes sua obra immortal. Aquella virtuosa
alma nio podia^xtstir mais na trra, quando no
cu havia quem fervorusamente pedase ao Al-
tissimo s sua companhia.....a aeparagio j se
torosva looga......Eatephaoia oio poda ver por
mais tmpora os trra o seu querido Pedro, ella
rogara e elle o presenta, baleu a hora, a alma
oarliu, a uniSo perpetua est effectusds : eram
dousanjosde bondale, era a virtude personali-
sada naquellea doua coracoes. era a caridade en-
cimada osquelles dous joveos, eram duss simas
o'am s corpo, eram dous bem aventurados do
Senhor, que elle recolbeu sua corte.
O Sr. D. Pedro V, voou a miosio dos justos
porque l o chamarsm e l tioha o seu lugar a
espera-lo ; mas o Sr. D. Pedro V oio morreu
psra a geragio presente, oio ; em quaoto exis-
tir O mata pequeo sopro de vida aos Portu
guezes do seu reinado, existir da mesma forma
a maia vjva memoria delle e de seus feitos.
O listo sagrado da historia de Portugal, ter
de regiatrarem suas paginas mais um rei que se
floou, mais de.ta vez nao aera descriplo um
reinado com leltras de ssogue, ou mesmo de
lints, d'eovolia com o despotismo, com a bar-
baridade, comi opprobrio, com a oppreasio, com
a intriga, com s discordia, com as guerras ci's:
nio ; sei um reinado descriplo em caracteres
de ouro, contendo uma nove poca constitucio-
nal, uma poca de liberdade, de progreaso, de
engrandecimento, de concordia, de tolerancia,
de philantropia, de fraleroidade, de paz, sim ;
ser descriplo um novo reinado completamente
liberal proprio do seculo XIX e digno de um rei
modelo como o Sr. D. Pedro V.
Se Portugal al agora se enoobrecia e ufaoava
de aprezeotar aos eslraohos e posieridade essa
brilhante e glorioss serie de rea como D. Affuo -
so Henriqueso guerreiro, D. Dioizo lavra-
dur, f). Duarieo legislador, D. Joo I-de
boa memoria, D. Pedroo juslicelro.D. Juo
llo perfeito D. Hsooel o venturoso, e
outros muitoa iguaes em feitos nuoca feitos ;
muito maior dever ser hoje o aeu eapleodor o
brilhaotaodo esse catalogo de hroes, com 0 Sr.
D. Pedro V o popular, D. Pedro V o muflo
amado, D. Pedro Vo regenerador.
No di> 8 do correte, houve uma reuniio de
Portuguezea oa agencia consular, pars delioe-
rarem a maneira porque devia ser commeraorsdo
o prematuro e sentidiasirao passamenlo do Sr. D
Pedro V, po-m |ulgoa-se acertado oomear pri-
meramente uma commisso pars promover uma
subscripgao para tal uro e depois de effeeiuada
ests, resolverem segundo o numerario quead-
quirissem o que deviam fizar : a commisso fl-
cou composta das pessoss seguioles :
Joo Gomes Moreira.
Francisco Joaquim Pereira Barroso.
Jos Augusto do Amaral.
Joo Victorino das Neves.
Ignacio doa Sao tos Coelho.
Mamaoguape, 10 de dezembro da 1861.
O Luzitano Vizieoce.
pi
PubliCACes a pedido.
Cootionam as irregularidades ns hora da par-
oago
caosavel em sua graodiosa obra sem trepidar di-'
sote dos maiores obstculos. O exordio, a ias-1
truegio publica, os estsbelecimeotos s caridade,}
mereeeram-lhe especial attenco a nossa de- ,ld* d0 mnibus do Caxaog ; hootem parti da
ohada marinha que podemoa dizer que a tale- et?i 8 horas e meis, hoje quaai meia hora
lia tnnotuin* r*nova-se de famosos vasosoo antes das 8. Esss dilerenga sensivel para m
pavilhio portugus trmula de novo empentado necessitam utiUsar o curto_espago dej
em psragen* qu* immeosos
nbecido.
Ainda assim o joven
entregue a u|continuo
vssaallos aM*odeM de
annos era desco-
descasato.
que se gozs no campo. Rogamos ao estisjaaJ
attenciozo proprietario da em pajaza do naasHH
'dade offerece
providencias
^StUdo
Importado.
Vapor nacional Jaguaribe, vindo dos portos d
norte, manifeatou o aeguinte :
30 aaccos algodo em pluma ; a Seve Filhos
&C.
120 ditos farinha de mandioca, 50 ditos milho ;
a Caralho Nogueira & G.
876 meios de sola, 2 caixotes cera de carnauba,
4 Ciuros salgados ; a Juan Buson & C.
100 meios de sola ; a Silva Bastos & C.
667 ditos dits, 27 volumes cera de carnauba ;
a Manoel Googalves da Silva.
64 cutiros salgados, 4.079 meios de sois ; a Joo
Jos deCirvalho Moraes.
410 couriobos cortidos, 24 meios de sola, 61
saceos cera de carnauba, 2 ditos bucho de pesca-
da ; a Campos & Lima.
160 couros salgados, 14 saccas algodo em|plu-
ma, 14 molhos courlohos cortidos, 49 meios de
sois, 8 molhos esleirs, 34 ssccos cera de car-
nauba ell libras de peonas deems ; a Vianoa &
Guimaries.
74 molhos courinhos cortidos, 15 ditos eslei-
rs ; a Guoha Irmo & G.
4 sscros gomma de mandioca, 8 ditos cera de
carnauba, 60 meios de sola ; a Antonio Luiz doa
Santos & Rolim.
13 barricas aebo, 4 ditas e 24 saceos gomma de
mandioca, 1 dito caf, couros aalgadoa, 6.177
meios de sola, 35 volumes cera de carnauba el
caixa oceulos com aros de ferro ; a ordem de di-
versos.
1S csixas velas de carnauba, 240 meios de so-
la, 1 couro salgado ; a Jos de S Leitio J-
nior ^ ^
88 meios de sola, 5 saceos gomma de man-
dioca ; a Jos Joaquim da Silva Gomes.
1 sseco farinha de mandioca, 1,392 meios de
sola ; a Jos Rodrigues Ferreira.
1 barril touciuho; a M. F. de Paria.
510 meios de sola ; a Gongalo Jos Alfonso.
36 ssccos cera de carnauba, 54 couros salga-
dos, 15 meios de sola, 3 molhoa courinhos, 58 es-
leirs ; a Antonio Duarte Carneiro Vianna.
49 seceos cera de carnauba, 138 meios de sois;
a Luiz B. de Cerqueira.
Escuna ingleza Neva, vinda de Liverpool,con-
signada a Patjn Nash & C, manifestou o seguinle:
113 caixas e 159 fardos fazendas de algodo de
lioho e mixtas, fio de veis, etc., 60 embrulbos
chumbo. 50 caixas folhas de (landres, 10 ditas co-
bre, 70 feixea arcos de ferro, 15 ditos folhas de
dito, 7 barricas estanho, 196 fogareiros, 100 bar-
ras de ferro, 75 feixes de dito, 12 barricas ferra-
gens, ir em de coznhs, etc 1 caixa tinta e lacre,
29 tooeladas de carvo de pedra ; aos consigna-
tarios.
50 barris msoteigs, 12 fsrdos e 5 caixas fazen-
da de algodo ; a Mills Latham & G.
69 fardos e 21 caixas fazeoda de algodo, de
lia, looa, etc. ; a Heory Gibaon.
41 fardos e 10 caixas fazeoda de lioho de dito
e algodo de dito e lia e de algodo ; a Arkwri-
ghi & C.
160 barricas cerveja ; a Adamson Hovrle & C.
4 fardos fazeoda de lioho ; a Johnston Pater
4 C.
6 caixas linha e miudezas ; i Ferreira & A-
raujo.
5 dilaa fazenda de laa e algodo ; a D. P. Wild
& C
600 barras de ferro ; a D. P. Wild & C.
2 caixas queljos ; s Duarte & Souza.
25 ditas eoxofre, 25 ditas salitre, 2 ditas e 1
barril drogas, 1 dito vidros ; s Caors & Barboss.
1 barrica ; a John Heliy. \
7 caixas fazenda de algodo, 1 dita linha, 1 di-
ta aarra circular; a Rostroo Rooker & C.
24 barricas eoxadas, 10 ditaa ferragens e culi-
lena ; a Brendir a Brandis. >
50 barris maotiga, 18 caixas e 26 fardos fa-
zendas de algodio e de laa e algodo : a ordem.
5 caixas (ios, 5 ditaa palhitos de fogo, 40 ditaa
linhas, 1 dits perfumsrias, 2 ditas miudezas. 1
dita e 2 barricas ferrageos, 3 ditas chumbo ; a Isi-
doro Halliday & G.
5 caixas e 32 fardos fazeodss de algodio, lon-
gos, etc.; a Saunders Brothers & C.
46 volumes vidros, tintas, pi campeche, amo-
niacos, muriaticos, leos, drogas e medicinas ; a
J. da C. Bravo & C.
1 caixa diversos artigos ; a R. E.
4 ditas fazendaa de algodio ; a A. C. de Abren.
3 volumes amostras; a diversos.
Barca franceza Magendie, viada de Cardiff,
consignada N. 0. Bieber & C maoifestou o se-
guate :
300 looela das de carvo de pedra ; aos mea-
mos.
Patacho frsncez George, viodo de Dunkerque,
consignado i Csucanas & Dobourc,maoifestou o
reguinte :
150,010 til de carvo de pedra, 4 barris vinho.
1,000 ditos cimento, 339 gigos bstatas, e 100
barris manuiga ; ordem.
Brigue heapanhol Belixario, vindo de New-
York, consignado & Amorim & Irmos, manifes-
tou o segulnte :
1.600 barricas farinha de trigo, e 360 taboas de
pioho ; ordem.
Exporta Do dia 27 de jaoeiro de 1862.
Barca iogleza Nauphanle, para Liverpool, car-
regaram :
Jamea Ryder & C, 1,000 saceos com 5,000 ar-
robas de assucar.
Barca fraoceza Ixard, para Marselha, carre-
garam :
N. O. Bieber & C, 2,000 ssccos com 10,000
arrobaa de assucar.
Patacho dioamarquez Alona, para o Canal, car-
regaram :
Kalkmaon Irmos, &G., 59 coaros espichados
com 930 libras.
Barca-americana E. P/uri&ui Unum, para Mar-
seille, carregaram :
al freres, 1,000 ssccos
Ijtttr.
americana Adelina,
91:000*451
1.577*432
73:63*1*363
Mu*l**-vO mi | "Va.
Naviot entrado no dia 19.
Rio de Jaoeiro12 Otas, barca inglesa Snowion,
de 271 toneladaa, capilio Heory Pearce, li-
pa gem 12, em lastro; a Roalrun Rooker & C
Veio receber ordena e seguio para Macei.
Barcelooa39 dias, sumaca hespanhola Ardilla,
de 192 tonelsdas, capilio Jayme Ferrar, eq*i-
pagem 10, carga vinho, passas a outrus gaya-
ros ; a Araoaga Hijo & C.
i iVaviot tahxdot no mttmo *\a.
Riio de Janeiro Brigue braaileiro Velot, capilio
^Aurelio Barboaa Cabral, cama assucar e ouire*
gneros, e 7 escravos a entregar.
RiS ae S. Francisco Hiale brasileiro Don lr-
nidos, capilio Joaquim Jos da Sveira, carga
varios gneros. ,
"^e Obsarvacio.
Susp*deu do lamario para aParabiba a barca
americasTa Flying Cloud, capilio Kirmao.
Ftindeou oo lamariv *m paiacno ingles, aa*
nio leve commuoicagio com a ierra.
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Eorat.
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Cmtifraio.
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8 \ Bygromttro.
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| Citttrna *yafr#-
I m t trica.
P



Francex.
8 S
co
o
"es
(O
s
Inglez.

A nolte de sguaceiros, vento varia vel de
sidade e assim arnanheceo.
OSClLAClO DA UK%t.
Presmar as 4 h. 30' ria tarda, altura 7,2 p.
Baixs-mar as 10 b. 18' da manbia, altura 0,8 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 29 de Ja-
neiro de 1862.
ROIAHO STirPLI,
1* teoent*.
Declara^oes.
&C., 1781
fiydsy, %L1^
& C, 1*7 s*9M ten
Consulado provincial.
Pela mesa do consolado provincial se fas pu-
blico que oa 30 das alis mareados para a co-
branza a bocea do cofre doa imposlos de 4 por
ceoto aobre os estsbelecimeotos de tora da cida-
de, prensas de algodio, typogrsphias, cocheiras,
cavallarices de aluguel, botis, boieqnius, casa*
de pasto e fabricas, de 8 por ceoto sobre oa con-
sultnos medico* e ctrurgicos, carinos e escrip-
torips, de 14 por cento sobre os eslaWleciaeale*
de er mmercio em grosso e s relalho, armazeos
de recolher, de deposito e trapiches, de 5U*O0O
reia sobre csssa de modas de bilhar lojas
que veoderem chapeos o roupa feita eatraogei-
ra, de 1:000* sobre casas bancarias.com el
e privilegios, de 500f sobre casas baaearl**
emisso e sem privila>ios, de 90Q| ***** <
baocarias sem emisso, companhia* aooayaaas
agencias, de 2009 sobra cases de cambio, d* 500 rs
por tonellada das alvarengas canoas eapref*-
das no trafico da carga desesrga, de 30p por
escravo empreado oo servigo das raes maa alva-
rengas, de 1009 sobra correlores commerciaea,
de 509 sobre corretero* de escravos, e finslasea-
te o impoalo aobre carro* de aluguel o partir-
lares de 2 e 4 rodas, carrogas, vehculos docoa-
dugio e mnibus se principiara coatsr do ta
16 de Janeiro correte.
Mesa do consulado provincial da Pernsmbsco
15 de Janeiro de 1862. .,
T. M. F. Pereira da Silva.
Santa casa de Misericor-
dia Medie.
O 111 m. Sr. leoeote-eorooel Justino Parar* a*
Fariss, thesfpireiro esmoler interino da seola ca-
sa de misericordia do Rectfe, manda convidar a*
amaa da caaa doa expostoa qu* oto eosapatoc*-
ram & revista de pagamento do Ha 20 do corra-
te, quo o fagam impreterv*|aeot* *o dia M, to-
do acompaohadas das teapoettv** criaoca* pora
serem pagas dss meostlidades vencidas a i #*-
zembro do anoo prximo paseado*
Secretaria da lana can da aiaoricod i im
Recife, 21 de jsneiro daJ
F. A. J
ulado provT
ulado provincial so doctora
ro correle a* pristas**** a
marcado* para a i
i*ro mm
|al62 do iap**l* da
o do afoordoato da* r*-
_ Afogsaos,
alio, Varxeaj
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MUTILADO


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*

I
DIARIO DE PERNAMBUCO.
NT,
PURA 30 DE JAHEyO I
Rio de Janeiro,
legue por estes dias o veleiro brigue cCruzeiro
do Sul : pira a poaca carga que lhe falta, e ei-
cravos, Irata-se cora oa consignatarios Autuoes,
Gumsraes C, uo largn da Assembls n. 15.
Vende-se o hiale meira vUgem, a dinheiro, a prazo. a troco de
oseravos ou proprtedades, o qaal acba-se defroo-
te do caes do Ramos : a tratar na ra do Crespo
numero 14, loja.
Para a ilha de S,
Miguel
sabe coui a maior brevidsde possivel o patacho
portuguez Lima ; para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se conos scus consignatarios Joao
do Reg Lima & lrmao.
Messageries imperiales.
No dia 31 do correte espera-se dos portos do
ul o vaper francez Gutenne, commaodaote
Bnoul, oqual depois da demora do costume se-
guir para Bordeaux, tocando em S. Vicente
(onde ha m vapor em correspondencia com Go-
re) e Lisboa.
A compaohia encarrega-se de segurar as mer-
cadorias embarcadas a bordo dos vapores, assim
como tambera recebe dioheiro e objectos de va-
lor com deslino a Londres em transito por Bor-
deaux e Boulogoe.
Para as condicc,dos, (rete e passagens a tratar
na agencia.
Cear.
r Cpi-
motivo da
>nde quan-
por negocio
Para a Bahia segu o palhabole Santo Amaro,
para alguma pouca carga que Ibe falta trata-ae
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
ua roa da Madre do Deus o. 12.
Porto.
Segu com brevidsde para o indicado porto o
brigue portuguez Amalia I, de primeira classe:
para o resto da carga e passageiros, trata-se cora
Cunha Irmos & C, ra da Madre de Dos o. 3,
ou com o capitao na prsga.
C0MPARH1A PERNAHBUCANA
DK
Navegado costeira a vapoi
O vapor cJaguaribe, commaodanle Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escala no
dia 1* de fcveroiro as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 31 ao meiodia. Eocom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at odia
da sabida as 2 horas: esctiptorio no Forte do
Natos n. 1.
Segu por estes cinco dias por ler j dous ter-
cos da carga, o palhahole Uaribaldi, capo
Custodio Jos Vianna ; a tratar com Tasso Ir-
mos.
Para Lisboa.
Pretende seguir com muita brevidsde o velei-
ro patacho nacional Beberibe, tem parte de seu
carregameoto prompto parao resto que lhe fal-
ta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oiiveira Azevedo & C, no seu escripto-
rio ra d* Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro,
segu com brevidsde o palhabote Piedadeu, ca-
pitao Jos Marques Vianna ; para carga e passa-
geiros, trata-se com Ceetaoo C. da C. Moreira di
lrmao, no lado do Corno Sanio n. 23.
1P-M
em direitura, o palhabute Santa Cruz ; para o
resto da carga e passageiros, trata-se com Cae-
lano Cysiacoda C. M., no lado do Corpo Santo
nunn,o'23.
fiearii e Icarac
N. dia 8 de fevereiro o palhabote Sobralen-
sp Segu com a carga que liver a Hbrdo; para
carga e passageiros, trata-se com LaelaDO Cyria-
co da C. M., no lado do Corpo Sanio n. 23.
^^rw ~y", MM^MBf*s^Maaw^MM
10 VI
Ten do sido intercep
nossas loteras na corte
ro, ,e nao podendo es
s por si comportar j L
tal das entao existentes
?endn que aqu se faz d
tidade de bilhetes, que
ainda que illicito nandam vir daquella
corte, resolveu o abaixo assigoado pro-
por na forma da lei ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o plano abaixo trans-
cripto para as extracoes das nossas lote-
ras, o qual ioi approvado: e na ver-
dade aquelle que pode azer e que mais
possa agradar ao respeitavel publico,
as circumstancias actuaes nao s por
estarcm suas sortcs grandes em propor-
rao com o valor dos bilhetes, como por
conter ainda mais de urna terca parte de
premiados. A lotera que segundo a
tabella deve ser extrahida e a quarta
parte da primeira, a beneficio do Gym
nasio Pernambucano, os bilhetes e quar
tos e meios bilhetes, acliam-se a venda
na respectiva thesouraria na ra do
Crespo n. 15, e as casas commissiona-
das. As rodas anda rao impreteri bel-
mente no dia 6 de fevereiro.
PLANO.
4000 bilhetes a 4*.............. 16:00OIS0OO
Beneficio e sello de 20 por cento. 3:2005000
REMEDIO INCOMPA
UNGENTO HOLLOW
Militares d individuos da todas as nacSss
m tostemnnhar as virtudes dejte remedio
neomparavale provar em caso necassario, que,
pelo aso que delle fizeram tem seu corpo a
membrosinteiramentesosdepoisdehaver em-
pregadoinatilmentt outrostraumentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessascuras ma-
ravilhosas palaleitura dos peridicos, quelh'as
ralatam todos os dias ha muitos annos; a a
maior parte dolas sao to sor prndenlas que
admirara os medieos mais celebres. Quemas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso da seus bragos e pernas, depois dedar
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
deviam soffrer a amputaco 1 Dallas ha mu-
easquela.vendodeixado esses, asylos depade-
timenios, parase nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa f orara curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enusao de seureco-
nhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimda mais autenticarem sua afirma-
tiva.
Niuguem desesperara do estado desaade si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algnm tempo o
tratamento que necesstassa a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmente.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Liquido.
12:8009000
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem parto de seu carregamento
a bordo : para o reslo que lho falta, trata-so
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo & C, no seu oscriptorio ra da
Cruz n. 1.
Importante
i aMSo de fazendas e diver-
sas miudezas,
DE
lina loja a relalhe.
1 Premio do............
1 Dito de........
1 Ditodo................
1 Dito de............
3 Ditos de 1008........
6 Ditos de 409........
13 Ditos de 209........
40 Ditos de 89.........
1270 Ditos de 4........
1336 Premiados.
2664 Braocos.
4:0009
"2:0009
400
SOOft
3009
2409
2609
3209
5:0808
COMPANHIA DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attenco.
*
Nos domingos e dias santos at outro aviso as
passagens de ida e volta, no mesmo dia, das
Cinco Ponas a Escada serao pelo prego das sin-
gelas, a saber:
1" classe 69500
1 49500
3" 39000
A partida dos trens ser como de costume, de
maoha das Cinco Ponas as 7 horas e 30 minu-
tos o de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE. H. Bramab,
Superintendente.
Ruadas Cruzes n.4,
fabrica de charutos,! vende-se charutos a 15$]o
milheiro, de (orno da Babia, velas de composi-
so a 119 a arroba, e em porcao faz-se abati-
mento; alianca-se a boa quelidade.
18Lrargo do Ter$oSS
6 propietario desta eaUbeledmeato da mo-
lhados vende os genero* nwfe sreloe do que
outra qualquer parte o ataalfH, boa ajaatt-
dade : maowiga iogleza flor a 800 rs., i
ceza a 600 rs. a libra, assim
dem outroe aenitos gneros que,
menciojlaaSeit assim como Uoi_
primeiro qualidade a 400 rs a libra,
ra segunda norte, arroz pilado, velas de SMB>>
mcete e carnauba, vinbos de diversas qaabaU-
des. Ocalmente se vende ne largo do Toreo n.
23 oo torrador e se alguem duvie*r venba ver,
dinbeiro a vista.
Vende-se urna
pequeo ns estrada de Joao de Barro*, etntroa-
te do da Ezma. viscondessa de Goiem
muitos pcs de laraogeira, coqueiro, man
e outras arvores de frustos : a tratar no
sitio
O abaixo assigoado morador ao Cafas,
previno a qualquer pes*oa, que queira oajH
negocio on eutrega de cartas drija-se a roa M
Senzala Velha n. 28.
Francisco Tiburcio de Souza Neves.
Carvalho, Nogueira & C. sacsun
sobre Portugl e llha de S, Miguel :
ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
etcriptorio.
OfTerece-se urna ama para casa de bornea
slteiro: a tratar na trivessa do Corpo Santo Da-
mero 34.
mfraa- ^
Indemoisadora.
12:800*000
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de cabera;
das costas.
dos raembros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fistulas no abdomen.
Fraldacle ou falta de
calor as extremida-
lnflammaco dajbexig
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquei
.parle que seja.
Tremor de ervos.
"X amPANtrPERNAIBlCAIU
DK
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' c Granja.
vapor Persxnunga commandanleMoura, sa-
hir para os portos do norte at a Cranja no dia
5 de fevereiro as 5 horas da larde.
Recebe carga at o dia 4ao meio dia, encom-
meudas, passageiros e dtnheiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escritorio no l'orte do
Mattos n. 1.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacioual
Damo pretende seguir cora muita brevidade,
tem parte de seo carregameoto prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-se com os seus consig-
nalarios Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo &C, ^zenaa^acima
no seu escriptorio ra da Cruz n.l,
as 10 horas do dia.
Ao correr do martello com lanche.
Costa Carvalho autorisado pelo dono da loja de
fazendas da ra do Cubug n. 8, que tem de
ecabar com uta aslabatai'imonLa pr pagimen.
to de seus crodores, farii leilo por ioterveo>;o
do mesmo agente, do mais completo sortimeoto
de fazendas tinas c grossas, ftzendas de ssda,
chapelinas para senhora, pannos linos, casemi-
ras e muitos outros objectos que seria enfadonho
mencionar-se, O mesmo agente Costa Carvalho
espera a concurrencia de aeus amigos e fregae-
zes eem geral do respeitavel publico, visto|haver
objectos que se poder lan;ar e arrematar por
muito menos de mil rcis, garaotindo nao engai-
tar a ollera que chegar-se a lbe offericer, por
nao ter limite.' >
LMLM) -
Em lotes a vontade dos compradores.
Dli
Gilas, madapolo, brins para caira,
meias para homem e senhora, visitas
ccapas de seda, cortes de collete de
gorgurao e paletots depanm fino etc.
AO CORRER DO MARTELLO.
Quiula-leira 30 do correte das 11 lio-
ras as 2, e das 4 as 6 da tarde.
o agente Guimares cm sou armazem na ra
do Imperador o. 37, no dia e hora cima far
leilo por conts e risco de quem pertencer das
zendas cima decl*radas.
TAMBEH
vender joias de ouro como seja completos ade-
remos, aneis, transcelins, cacolelas etc.
4000 Bilhetes.
N. B. As sortesmaiores de 400#, eslo
sujeitas aos descontos das leis. Thesou-
raria das loteras, em 20 de Janeiro de
1862. O thesoureiro, Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
Conforme-*- Francisco Lucio de Cas-
tro.
Gabinete porlugnez de
Leilura.
Uj ordem do l'lm. Sr. presidente do cooselho
deliberativo sao uvidados os senhores conse-
Ibairos a reunir;: -,e em sessao ordinaria, sex-
tafeira 31 do cor.<:nle, s 6 horas da tarde, na
sala, das sesses do mesmo lia bnete.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
eml'ermbuco 11 de Janeiro de 1862.
M. S. Pioheiro
1." secretario.
tra-seS
Ama.
Frecrsa-srrthi
casa de pouca familia: na praca do
o. 17.
E. A. Ryder vaipsra Europa.
Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior, par-
ticipa ao publico e especialmente ao corpo do
cornmercio, que desde o dia 24 do correte, que
f endeu ao' Sr. Ajntonio Jos Leile Bastos a sua
loja de miudezas, na rus Direita n. 77, livre e
dissembaracada.
IhM
DE
COMPANHA BRAS1LE1RA
DE
3>isirs B. IjUPE.
At o dia 3 de levereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o primeiro-tenenle Joaquim de Paula Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do costu-
me seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros. e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de- _
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei- ,je Doa figur8i em fGu armazem na ra do Im-
ro a frete e encommondas at o dia da sabida ai pera(jor D- -jt as \2 boras.
3 horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es- I ,
criptorio de Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo i
GLTADOil DYPilfflICO
DO D0UT0R
Para a preparaco dos medica-
mentos homepata i eos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os uoicos, com que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aquellas que nao
tdmiltem deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizeram tirar da homeopalbia os ventajosos re-
soltados que ella assegura.
Achara-so a venda carleiras e meias earteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes insiruccoes, pelos preces conheci-
dos, na pharmacia. especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N B. Os homens de bom aenso reconhecem
certamenle que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d'ondeemanou a homeopalhia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
menleioteretsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por cooseguinte* to somente nelle
que se pode encoutrar garantas, quer em rela-
co applicaQo da seieocia no curativo das rao-
lceras na bocea.
Frieiras. do figado.
Gengivas escaldadas. das artieulseoes;
Inchaces. Veias torcidas ou no-
Inflamma(ao do figado.| das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda s
America do sul, Havana o Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinba contm
urna instruccao em portuguez para explicar o
modo de azer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
* KM ttn-M3MeWS9ttMNKMe
Dentista de Paris. |
15 Ra Nova- 15 8
FredericGautier,cirurgiaodentista,(az|
todas as operaces da sua arte ecollocaj
dantasrtificiaes, tudocom a supariori-]
dame Brftf&vif-<* -pt
das lnreconhecem.
Teskfajgua e psdentiricios te,
SYSTEMA MEDICO HODELLOWAY
PILULASHOLLWOTA.
Este inestirnavel especifico, composto inleira-
inenle de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta;
enteiramete innocente em suas operaces e ef-
feilos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam s portas da
morle, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do inultamente lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
esperaejio; fajara um competente ensato dos
efiieazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades ;
A direccao da compaohia do seguros maritimos
Indemoisadora, convida osSrs accionistas a reu-
nirem-se em assembla geral no respectivo es-
criptorio no dia 25 do corrente pelas 11 horas da
manba para os fios designados no art. 40 dos
estatutos e proceder-se a approvscao das traos-
ferenciaa de acedes ltimamente realisadas. Re-
cite 22 de Janeiro de 1862.Os directores,
Joao da Silva Regadas.
Jos Jacomo Tasso.
Francisco Joo de Barros.
Lava-se
e engomma-se com todo o aceio e promptido,
preferindo-se roupa do senhora, na ra Augusta
o. 100:
Aviso aos irmos e devotos da
Yirgem Senhora da Boa-
Viagem.
A mesa regedora da n mandado de
Nossa Senhora da Boa-Viagem, erecta
na povoacao do mesmo nome, tendo de
solemnisar com pompa a sua excelsa
padroeira, tem resol vi do mandar cele-
brar missa na madrugada de sexta-feira
31 do corrente, depois da qual, ser ar-
vorada a bandeira da efugio da excelsa
Virgem, ao toque dej excellentes peqas
de msica militar dos menores do arse-
nal de guerra, sendo preenchido os in-
tervallos com vigorosas gyrandolas de
oguetes etc. etc. Previne-sc portante
a todos os charissimos irmos e devotos
da excelsa Virgem Senhora da Boa-Via
gem, para que se dignem assiitir a tao
sublime acto religioso, para seu maior
brilhantismo, e bem assim para assisti-
rem^ts excellentes e bem executadas no
venas,'que tero cornejo as 7 horas da
noite desse mesmo dia sexta-feira, at a
vespera da esta que ter lugar com to-
do o brilhantismo, no domingo 9 de
Fevereiro vindOroT
trt- m
)traz
Joaquim Mara Pereira Vianna, rolira-s
Sj) para o Rio de Janeiro.
-3 _
O abaixo assigoado faz sciente a esta praea
que desde o dia 22 do corrente veodeu o s*o ar-
mazem de carne secca da ra da Fraia o. 44 a*
Sr. Jos Mara de Azevodo, faz sciente que dito
catabelecimento se acha livre e desembarazado
de transaeco alguma com esta praja.
Pedro A. da C. Machado.
O Sr. Joi Goncalvea da Jauta tea unto
carta na ra da|Seozala Velha o. 94.
<
Sj> Precisa-se de urna arna para lodo sarvt-
aj) qo de urna casa de familia : na roa detrs
% da matriz da Santo Antonio n. 28, primei-
aB) ro andar.
<
Ultima resposta.
Participamos ao interessado (em que o labo-
ratorio de lavagem seja prejudicado) que o noeso
es-assigoante dopois do ler escripto tanto, amos-
cando-nos at com a Justina, lomou aOnal o ac-
cordo de vir busesr a sua roupa e pagar o devi-
do importe. o quo acontecer a todo aqvello
que quizer especular com este estabelecioienio,
onde jamis ser alterada a ordem establecida
com igualdade para lodos e a qual se sujeium
centenas de pessoas a quera nao falta a intelli-
gencia necessaria para apreciar os seus ioteresses.
Aguiar, Ramos & C.
Compra-se um cyliodro americano em se-
gunda uio. mais que eateja em perfeito estado :
quem o quizer vender di rija-so a ra da Cadeia
n. 31, que se dir quem compra.
. Vaode-se um estallo, nova, grande, alazao
e de excedente marcha, para ver na coebeira da
ra da lmperatriz n. 39: a tratar oa mesma ra
n. 36, segundo andar. /
O Sr. Jorge Alves da Fonsecs, tesa/ urna
carta viada do Cear : na ra do Qaeimaalo nu-
mero Hl.
Na rus do Limmento n. 7, prioairo so-
brado, alugam-se dous quaitos por prego muito
commodo : quem pretender dirija-ee ao mesmo.
Precisa-se de 5009 a premio por,especo du
quatro mezes, sobre rypolbeea em escravos o*.
Uanca idnea, pagando-se mensalmeute o pre-
mioconveociooado : qeem pretender, annuncie
onde deve ser procurado.
25Pateo do Paraizo25
Vcodem-se palitos de fogo a 19 o cento doa
Bastee.
Machinas americanas.
Breu.
Urna excellente escrava.
HOJE.
TELO AGENTE
GUIMrVaES.
O referido agente far leilo sem reserva de
preco, do urna escrava que lava, eogomma e co-
ainha o trivial de urna casa de familia*, moga
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidsde o patacho
uacional Capuam, tem parte de seu carrega-
meoto prompto : para o resto quo lhe falta, tra-
ta-se com os seos consignatarios Antonio Luiz do
Oiiveira Azevedo & C., no seu escriptorio ra da
Cruz o. I. g|k
PartTO Porto.
Sege ero poucos dias abarca portugueza
Flor da Maia, por ter parto do seu carregamen-
to prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirij-se ao consignatario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Para o Rio Grande do Sul
nktfft com toda a brevidade o muilo veleiro pa-
tacho nacional sArapehy; roceb carga e escra-
vos a treta, para o que trata-se com Manoel Ig-
nacio de escriptettaj roem o capitao a bordo.
a.
Sahir en dias do corn
sileiro Norma, de pri
pleto de seu carre,
accos: trala-se
ra do Apollo o. 37.
Pare o Rio Grand
brevidade o patacho
carca a frete, come
^^br carregar pede ent
' .ios Amorim Irmos,
o brigue bra-
parao eorn-
"~ ilte 500
as 10 hora do dia.
Far-se-ha leilo, sem limite de todas as fa-
zendas existentes na loja da ra do Cabug n.
8. Qualquer pessoa poder arrematar o quo
quizer at objectos do menos de 1&000. Nao
para se desprezar semelhante pechiocha, quo
raras vezes apparece. llavera lanche.
Avisos dirersos.
Aluira-se a loja do sobrado n. 13,
na ra da lmperatriz, propria para
qualquer estabelecimento commnecial:
a tratar no mesmo sobrado, ou na ra
da Cadeia do Recife, escriptorio n. 3.
Um cavalheiro, solteiro estudante
de boa posico e conducta, deseja en-
contrar pert da academia urna peque-
a familia para vi ver com ella, informa-
rao na ra do Trapiche novo n. 6-
Compra-so um carro de volta tnleira e que
esteja em bom estado e um boi proprio para o
mesmo :.na roa da Cadeia o. 24, primeiro andar.
Francisco Maria Honriques Ferreira, cidado
brasileiro, retira-se para a baha.
Manoel da Silva Neves, juiz de paz em exer-
cicio do 2." dlstricto da freguezia do Recife, pac-
convi6r, que contina a
quarUs e sabbadoa, as 4
[eslas, quer em felaejio prepararlo dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do l)r. Sabino trabalham cons-
tantemente debaizo de suas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous ernpregados (um
brasileiro e outro francez quem pVga ordena-
dos ventajosos), os quaes sao judadjs por mais
tres ou cinco pessoas, qaando o servfeo o exige,
na deslillaco do espirito de vinho e d'agua, no
manejo das maojiinas, na desecsco dos glbu-
los, na distribuida o das dilu coes etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopalbia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despezas com pes-
soal, com machinas e com a obteoso das subs-
tancias as mais puras possives, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho oa preparaco dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feito, dando homeopalhia a popu-
laridad e de que goza:'elle quer eleva-la ao
maior grao de perfoico dando aos seus remedios
a maior iotallibilidado possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nao aspira someole os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco\foi tao brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenkuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4., pa-
gina 691; e CONPERENCUS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 1021; mas a sua
ambicao c muito mais elevada : ella se dirige a
legar as geraedes futuras um nome ealimavel
pela gravidade e importancia dos seos servicos,
pela sioceridade de suas convkQoes, e pela fir-
meza do seu carcter. E' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
O nr. Sabioo procura e deseja a estima dos
homens sensatos; aos zoilos deixa elle a liber-
dado de mordc-lo a sua vontade.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
A iplas.
A reas (mal de)..
Aslhma.
Clicas.
Gonvulsoes.
Debilidade ouexlenna-
oo.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Desimana.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza do ventr.
Enfermidade no ventre,
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Berysipela.
Febre biliosa.
Febrelo da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes:
Infla mmaedes.
Irregularidades de
menstrua^o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstrucjao do ventre.
Phlysica ou consurop-
ro pulmonar.
Reten^o de ourina.
Rheumasmo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo mal)
sa-se de urna pes
altos : no sitio da
^Kdo Lsssere, sitio que
j^^^^HEtarde as
^Hsario n. 2,
j^Hut manba 2 4* UJ.
Aviso.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas conten urna insiruccjio em portu-
guez para explicar o modo da se usar dess pi-
lulas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.*
Em casa de N. O. Bieber & C., successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-so :
Machinas para regar borlas e capim.
Ditas paradescaroQar mlio.
Ditas para cortar capim.
Selini com perlences a 109 e 20$.
Obras de metal principe prateadas-
Alcatrio da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilhade primeira quelidade do Para.
Vinho. Xerez de 1836 em caixas de i duzia.
Cognac em caixas Ce 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Sao boas escravas.
Urna escrava de idade 25 annos, sabe perfeita-
mente'coriuhar. engummar, coser e bordar, e
doceira, duas ditas de idade 18 a 24 annos ; na
travessa do Carino o.....
CONSULTORIO ESPECIAL HOME0PATHICO
DO D0UT0R
SABINO O.L. PINHO.
Ruarle Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias da mulheres, molestias das erian-
eas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphililicas,todas as especies de ftbrts,
ftbrtt intermitientes e sua* consequencias,
PAnBAClA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
failiveisem seus effeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos presos mais commodos poa-
tiveis.
N. B. Os modiesmeotos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos en? sua pharmacia ; todos
que o forem fra dola sao falsas.
Todasascarleiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho,medico brasileiro. Este emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado,emboratenham natampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos
Albino Jos da Silva julga nada devera esta
praca, porm se alguem se julgar seu credor
aprsente suas contas, no prazo de 8 dias, na ra
do Qoeimado o. 42, para serem pagas. Recife 24
de Janeiro de 1862.
Precisa-se urna sma, prefarindo-se escrava:
oo pateo do Terreo o. 26.
j- Preciss-se fallar ao Sr. Joo da Silva Duar-
te, na ra Nova n. 7.
Aluga-se a casa terrea na ra da Alegria
n. 18, para pouca familia.
Precisa-se de um caixeiro com bas-
tante pratica de miudezas, e que d fia-
dor a sua conducta : a tratar na ra da
Cadeia-Velha, n. 45.
Vende-se a armacao da loja da ra Direita
n. 56, muito boa para qualquer negocio : a tra-
tar ns mesma.
Veodem-se 6 cadeiras a LuizXV, novas :
na ra das Crnzes n. 1.
Precisa-se alogar um sobrado de um andar em
qualquer dos dous bairros, Santo Antonio ou S.
Jos, que tenha commodos suffecientes para urna
familia, paga-se bem: qnem liver dirija-se a ra
Augusta n. 92, ou no passeio loja n. 11, para
ajusta r..
Precisi-ae alugar urna ama preferiqdo-se
escrava, para o servign de urna casa: a tratar na
i
Gabinete medico cirurgico.g
<- Ra das Flores n. 37. n
Sero dadssconstUas medlcas-cirorgi-9
cas peloDr. EstevaoCavalcanti de Albu- SJ)
qaerque das 6 as 10 horas da manbla, ac-
cudindo aos chamados com a maior bre- #
vidade possivel. ft
l-o Partos. #
>* t.* Molestias do pelle. %
8.* dem do olhos.
orgoa genitaes.
e qualquer operago em
encasados doentescon-
is -"""Tihsj'rt

Sebo em pao,
Vendo-so sebo em pao do Porto, caixinhas de
arroba : no armazem de Arseoio Augusto Fer-
rerre, ra da Madre de Dos n. 12.
Aluga-se a sala da frente do segundo andar
da casa da ra do Vigaiio n. 25 : a tratar na
mesma.
Pede-so ao Sr.
Cunha que chegue na
decisao de um negocio
para o mesmo senhor.
Ereciss-se de um menino portuguez de 10
-ia loja na villa da
-se a rur do Ca-
que cozinhe bem,
ra da Cruz
as Pereira Gorfcalves da
pireifox n. 55, para a
de grande>mp,rl
lancia
MUTILADO
Vendein-se berris com breu a 16#: na ra da
Madre de Dos n. 2
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
que saiba coaioliar o engommsr, preferiodo-se
urna que trabelhe em raassas e doces : na rus da
Cadeia do Recife, loja de 4 portas n. 24, ou ese
Santo Amaro, quarta casa do Sr. Antonio Jos
do Correio, do lado da mar.
Precisa-se de urna sma que saiba coziabar,
para duas pessoas: na ra das Calcadas o. 263,
freguezia ue S. Jos.
Ion Jo-so auseoiado da casa de sea seebor
o preto crioulo de nome Bonifacio, que reares -
la ler 30 annos, pouco ius ou meaos, olhos
graodes, baixo e grosso do corpo, nadegis grsa-
des, ps apalliataos, muilo regriata. e costme
andar de paleto! de riscado e bonet de ourello
ou chapeo de palha, costums a fugir para as
bandas de Beberibe c Olinda : roga-s as autori-
dades policiaes o capites de campo o mando
pegare levara seu senhor no eses do Ramos su
4, que serao generosamente recompensados.
Precisase comprar um violao que eateja
em bom estado ; na ra Direita o. 54, primeiro
andar, achara qnem o qner, das 3 is 5 \\2 boras
da tarde.
Preci;a-se do urna ama para comprar e o-
zinhar; no largo do Carmo n. !).
Vende-se um sitio oa estrada do Arraial,
com bastantes arvoredos de diversas qualidades,
com casa do vi venda, cacimba da pedra e cal,
tendo boa agua de beber: no mesmo sitio, coa-
fronto ao sitio dos Burilis, se dir quem vende.
Para o Exm. Sr. ministro do imperio
ver.
I'crgunl's-se aos senhores professores do eoi-
legio das artes, se elles podem continuar a tesi-
na r particularmente vista do srt. 58 do regola-
ment de 28 de abril de 1854, que rege as fseul-
dades de direito do imperio, e que Ibes prohiba
expressamente semelhante entino, pois Mli-
camente notorio que siguas desses profrsasrw
continuam aleccionar particular desde oarinaS-
piodo anno passado, laca como o prclssssr da
latim, o de francez, e o de philosophia. lata de-
seja saberO argaente.
Aluguel.
Aluga-se o segunda andar do sobrado da rae
estreita do Rosario que volta para a rae dee Trio-
cheirss, com muitos commodos r queso oreleu-
der, dirija-se ao paleo do Livramento su 31, se-
gundo andar.
O Sr. Jos Marcelino Briloda Foasaeaooei-
ra dirigir-sa so becco de Santo Amare o. 38,
receber urna carta sua vinda da Bahia.
Precisa-se de um aasssssdor de pao o Bo-
lacha quo entends perfeitameole desta fabrico ;
o que se achar as circurostMcisa de reepooder
por este servico, poda dirigir-se a rae larga do
Rosario n. Ib, padaria, que achara com quem
tratar. O propietario desle estabelecimento toda
tm 25 a 30 terrenos cero 30 palmea do freete o
150 de [uodo para dispr no S.* quartoirie por
detraz da ra da Concordia du bairro do S. Jos.
Na travessa da ra do Vigario o. 1, desoja-
se saber onde mora Joao Jos doa Hamos, e ao-
gocio de seu interesso ; bem coavo carteo
para os Srs. Jos Pereira Coeiho e **** "
bello Muniz, todos fllhoe de llha de 8
Precise-so de 3:000 s premio se*
Uieca em baos de raiz que garant
mente : a penoa que coovier deelat arto
fechada oesta typograpbia com aa toldaos A. I.,
ou annuncie. #
E' bom negocio.
Ainda est por vender a taberna da roa olaa-
peratriz n. 4, muilo bem soitids, o afraasonada
para a trra e mato, vende-se com fondos a ven-
tarle do comprador; ou d-se i odaee a asa
homem de boa conducta : trata-ee na toaoraa
grande da Soledade.
Veodem-se as casas ns. 49 e 51, aldaoiast
roa da Esperanza on Camine Hovo do hall
Boa-Vista, chaos proprios. quintal mures
efe, cacimba, um sobradioho do feM
mas srvores de tracto : a tratar na eaaao na
numero 45. _
Vende-so 1 bonito boi manasida eem, S
vitelos e 3 novilhas. todaa bam goo*t *****
carrosam bom esUdo e muito fortes, proenes
para cochsira do arog*. Hat corno 1 oo 1 ej-
brjejga: traUr^ o Poft eom J ConJ*
IlLEGVEL*


a-
OAME ME016MA8
ELECTR0-MI6NETICA.S EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para* lerem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incoipmodo
&>m estas CHAPAS-BLBCTBo-MAGBrETicAS-EPisPASTiCAS obim-se urna cura radical e to-
tolos escasos da inJkmraaco ( can*^ ou//a de respirado ), sejam internas ou
M do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, pello, palpiacao da coraco, gar-
ganta, os, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecS5es nervosas, etc., etc Igual-
mente para as diferentes especie de tumores, comolobinhoi escrfulas etc., seia qual fr o seu
tamannoe profundeza por meto da suppuracao serao radicalmente extirpados.
O uso deltas aconsejado e receitadas por habis e distinclos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, eas innmeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a conCanca do publico
que ja tem a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica.
A-s encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessanas exphcages, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braSo coxa, perna, pe, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do sen
amanho em um pedaco de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas seio da
torma da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhaas das competentes explicaces e lambem de lodos os acces-
orios para a collocacao dellas.
Consulta as pessoas que o dignarem honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
se achara aborto todos os dias, sem excepQo, das 9 horas da manha s 2 da tarde.
119 Ra do Parto ||!)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
DEPOSITO
D*
Para as encommendas ou inforraacoes drijam-se a pharmacia de JosAlexandre Bibeiro,
ra doQbeimadon. 15.
-
kjecco Brow
Ucmcdio infallivel contra as gnor-
rlieas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco Zfr
, Advocacia.
O aflvogado A. R. de Torres Baodeira tem o
seu escwptorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador n. 37, segundo andar, entrada a
Oireita ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cio do sua, proflsso. Est prompto para eucar-
regar-se de qualquer defeza e para tratar de
quesloes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade^ protesta a maior solicitado no desem-
penho/de suas obrigac,oes.
PuDlicaces do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOLRO HOMEOPATHlfA
ou
VADE-MECIMDO HOMFOPATllA.
(Segunda ediegao consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
uicopalhico
PELO l:ll.
SABINO 0-LPINHO.
Continuara as assigaaturas para estas obras a
25)000 em brochura al tevereiro.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.

O!
3--Rua estrella do Rosario-3
I Francisco Pinto Ozorio continua a col- 5
I locar denles artificiaos tanto por meio de 0
molas como pela presso do ar, nao re- tg
ceba paga alguma sem que as obras nao B
9 flquem a vontade de seus donos, tem pos {
oulrasprcparaces as mais acreditadas m
9 Para conservacao da bocea.
999 9999999
, rr..Kx,8le Da cidade do Aracaly ama pessoa
habilitada a fazer qualquec eobraoja na provin-
cia do Lear. a qual da nafta prac fiador : quem
precisar, dirjase a loja da ra do Crespo n. 14.
O bacbarel A. R. de Torres Baodeira, pro-
lossor de geograpbia e historia antiga no Gym-
nasio desta provincia, continua a entinar os pre-
paratorios aeguintes:
Lingua franceza ;
Liogua. iogleza ;
Geograpbia e historia;
Philoiophia;
Rhetorica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames no mez de mar-
go futuro, tem resolvido nao somnnte abrir cur-
sos eapeciaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais aioda prestar-se a dar licoes em sepa-
rado, mediante um ajuste rszoavel.
Est prompto para leccionsr em qtllquor co-
legio ou casa de educagoj bem como em casas
particulares.
i FERKEIKA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n, 18, i.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alfineles ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos pora -a col-
locago dos retratos. Ha tambera para ate mes-
mo fim cassoletas e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em pholographia das principaes
personageos da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidroa para ambrotyp
e cbimicas ohot~~
DO
l iiiBALiio (Cabo.)
4I-RIA DO IMPERADOR 41.
H!r?,hfieiP,t0-e*l, 1raDde 1uanlWade de ,ou5a e de todas as qualidades, o que se pode
miri^^n^0-9^^'^hMtA9%btm' coma fopriedade de conservar a agua
semprefna, comosejam jarras, reafriadores, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
i.I6m rCOS ,* para fl.0^e, talh"' iRudares de todos os lmannos, assadeiras boioes
E^TttJS8ZS52r,Mm-c's'"'"''""' "*"*'" ""''"
n.ihiirftJ}n?ml.eanode8laabrlcaaprim9radestegeDero entre us espera obter do respeitavel
.a^Pr2nip.a.,lUl por cento. P"' qa6m comf" de 10* Para cima e deMa 1uanlia P menos tero 5
^Qualquer encemmenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
ARMAZEM
ROUPA FBFPA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua de Queimado40
Defroute do becco da Congregado letreiro verde.
Neate eslabelecimeoto ba sempre um sortimenlo completo Oe roupa faita de
todsa .8 qualid.dea e lambem ae mando eieculai por medida a voolade doa recue-
te< paca o que tem um doa melhorea protaaaoraa.
Ensioo de lioguas
EM 6 MEZES
gtaliauoLatim Fraiicezf
pelo methodo facilimo S
K M 1
iDR.H. OLLENDORFF.I
H Ra do Queimado n. 2G.
Aluga-se urna excellente casa no Mondego,
defronte do commendador Lulz Gomes Ferreira,
a qual tem duas salas, seto quartos, cosioha fo-
ra, a qual segue-se um pequeo quarto, cocheira
e estribara, fetas de madeira. Tm excellente
cacimba no quintal e diversos arvoredos de fruc-
to : a tratar na ra da Cadeia do Recife, primeiro
andar, n. 28 ou na ra da Aurora n. 84, segun-
do andar.
O Sr. Chrissnto Daro Nobre de Almeida
tem urna carta com dtoheiro no escriptorio da
companhia Pernambucans, no Forte do Mallos
n. 1.
Caixeiro.
m
Casacas ue panno preto a 403,
85| e 30JWOO
Sobrecasacosde dito dito a 35$ e 3O9O00
Paletots de panno preto e de co-
res a 35, 30, 25, 10, 18 e 20000
Ditos decasemira de cores a 22,
15|,12.7 e 9000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo fraocezas a 10000
Ditos de merino setim pretos e
de cores a 95 e 89000
Ditos de alpaca de cores a 5 e 39500
Ditos de alpaca preta a 9, 7, 58 e 3S50
Ditos de brim de cores a 51.
4500,4e r 3500
Ditos bramante delinbo b an-
rniJB 'fu dlfcciij ae coraao pfet
a 15 e C
Calcas de casemira preta ede o-
res a 11, 10, 9J, 7 e ''
Ditas de prioceza e merir de
cordo preto a 5, 6500e
Ditas de brim branco ede core3 a
'5. 4J500 o
Calcas de ganga de cores a
Ditos de setim preto 5000
Ditos de seda e setim branco a 6 e 58000
Ditos de gorguro de seda prelos
da cores a 7, 6, 4 e 5J000
Ditos de brim e fusto branco a
3S500,2500e 3000
! Ssroulaada brim delinbo a 2 e 2200
Ditas de algodo a 1600 e 1280
Camisas de peito defustao branco
ede cores a 240O e 2^200
Ditas de pelto delioho a 5, 4 e 3000
Ditaa dt madapolu brancas e de
corea a 3. 2ft500, 2 1S600
Chapaos pretos de massa franceza
forma da ultima moda a 10a,
8f500e
Gollete de velludo preto e de co-
res lisose bordados a 12,9 o
Ditos de casemira preta o dt co-
res lisos e bordados a 6,
5500,5
&000
6000
4500
28500
33000
Ptl.li ila fjll.n a R. \%. '. a
Ditos de sol de seda inglezea
70OO
lattMOO
francezea a US, 12, 115 e 7000
Colarinhos de linho muilo finos
novosfeitioa da ultima moda a 800
Diios de algodo 9500
Relogios de ouro pateute e hori-
zontal a 100S, 90. 80$ e 7OJO00
Ditos de prata ga(vanisados$a-
tente e horizontaea a 40 e 30|00o
Obras de ouro, adrenos e meioa
8000 aderemos, pulceiras, rzalas e
sneis a 9
Toalhas de linho duzia lOfl, 6 o 9J000
8S500 Ditas grandes para mesa urna 3 o 43OO0H
ahi
Pode sor procurado em sua residencia, na ra
segundo andar, entrada 5
do Imperador n. 37,
tliroila.
a-AO
Na quinta-Ieira 30 de corrate, pelas 10 horas
do da que se ar o leilao sem limi, de to-
>s as fazenda exisUntes na loja da ra do Ca-
buga n. 8, qualquer pessoa pode arrematar o
[e qulzer al objectosde meDos de mil ris. E'
M.*"totea que raras vetes le encon-
tra. llavera lanche.
Caixeiro.
Um rapaz que elt arrumado em taberna, de-
soji-se arromar em armazem de trapiche per se
achar com hsbiritacoes neeeuarias.por ter2|tita
pratica de comraercio ou meamo para taoBraa :
quem quizer utllisar-se deseu preslimo dirija-s
a esta typographia em carta fechada com as ini-
cia es .. F. IT.
! pharmacia da Borge & So a res, faca da
r,a-V.i mi _i_. a. ... A~ T._ki _._
Boa-Vista o. 4, esquina da rea do TambiL ven
" I re ftjec?o de Br#
de-ae 1
frasco.
ven-
Na rus da Cruz armazem n. 33 existe um moco
de 19 annos, vindo do Porto e com pratica de
negocio de fazenda, o qual ae deseja arrumar em
lojade fazendas on outro qualquer estabeleci-
mento.
Na nova loja de miudezas.da ra Direits n.
77, vende-so carleiras com agulhas de todas as
qualidades a 160 rs. conlas do todas as cores
para pulceiras solas, e oulros enfeites a 400 rs.
o masso, franjas de linho brasco de diversas lar-
guras a 120 rs. a vara, e outras mais miudezas
linas que se venderao por muilo menos do que
e compra em outra qualquer parte; na mesma
loja se concerta e cobre-se chapeos de sol tanto
de seda como de panno por muito menos preco
dequo em oulra qualquer fabrica.
xe-aftiecieeie mmm mimm\
Consultas medicas.
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu 6scriptorio, ra ttt
da Cruz n. 53, desde s 6 al s 10 horas {
da manha menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.# Molestias de coraco e de peito.
3.# Molestias dos orgos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dom de sujs entradas, comegando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chirrieos,acusticos e p-
ticos sero empregados em suas cnsul- '
la joes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, on ao menos
probabilidade sobre a sede, natureta e
causa da molestia, e dahi deducir o plano
de tratamento que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos ser oambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promptidao em seus eieos, ea necssi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
, doentes toda o qualquer operario que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meemos, para cujo fim se taha
prvido de urna completa colleccjio de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
.. JBMdK 4iiitft3-&Ktf&SIH-Jft8W
O abaixo assgoado faz scienlea esta praca
que desde o (lia 22 do corrate comprou ao Sr.
Pedro A. da G. Machado o armazem de carne sec-
ca que o mesmo seobor liona oa ra da PraUn.
44, lirre e desembarazado de transsccle alguma,
Jet Mara de Azevedo.
Aluga-se uffl armazem na ra do Apollo o.
13, defroote ao thaatro, muito proprlo e eom
commodos para raMtt quaesquer gneros: a
tratar coa sen dea* la ra di Clona B. 87. ae-
gtBdOAfif^H
Mi it'ii Ann
Isiiecial bOnieoiiatliIco
Ra das Cruzes n. 30.
Nesle consultorio pode ser procurado o respectivo propietario qualquer hora, baveudo
- sempre grande sortimento ros verdadeiros medicamentos homeopa'thicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catllan e Weber, os mais acreditados pharmaceutieos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejni os seus raodicamenlos
infallveiSj porque nada ha infallivel em fados humanos; nem (ao pouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque certo que o quo nos fazemos, ouijt o pode egualmente fazer lo bom
senao melhor. Mas afianca que nelle nao ha trafcancia^e que o servico da preparacao corre
pelo mesmo proprietario, que niio tendo grandes commerejo do carteiras, acha-se suHicienie para
salisfazer s necessidades daquella preparacao.
Reste consultorio acham-se venda elementos da homeopatliia, acommodados intelligenca
de qualquer pessoa ; assim como presia-se gratuitamente o seu proprietario, cora seus esforcos e
medicamentos, todas as pessoas necesstadas, sem distincQao alguma, que o procuren), pota
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
Fuas IMBia @
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
? Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaes, dias
de galla, tabella de salvas, notictis planetarias, eclipses, partidas
de correiot, audiencias, e resumo de chronologia, a ris
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contera todas as materias das
de porta c mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, aomes 'c ttulos dos cheles dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileos e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes, e municipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pinturas munici-
paes, artigas sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo todas s materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
* paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentosde incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oraqOesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de. oracOes'para todos os estados da vfda,
e novena da Senhora SantfAnna, a ris.........
Dita com alnfllnak, contendo o kabXdmo, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabOB d imposto, gggjua o almanak
' judiciario, administritivo, agrcola, i Bal, indus-
160
320
sao
rii.
m
Citrolactato de ferro,
llnico defo&Uo n botica d Soac^ulm Manimka
dt Cruz Crrela., ra do Cabag n. U,
ea Pernambaco.
ri. f-rrn^m ^^''"'S" (de. c^l) o pharmaceuticolapresanla boje ama aova prepKJo
de terrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro w-vmtm
variidM* mrAhpubliPrear-se um meamo medicamento debaiio de iotmmln U*
vanadas, mas o homem da sciencia compreheode a necessidade e importancia de imi ul v.riT
auandoAftummUil(tam bjecl de iDuUa B"P0rlcia em therapeulica: 4ata progresso i*b..m
id.des o.ra' Edo! o. n.ai.ernc,a d med,C,meDlo. o l"" gradavel, fcil e possivel par. uXm
maaes, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
descomooelUi rtcu^pra.50?'!.e -erro ,t hoJe wnhecidaa nenhuma rene tto bellas qM)i4a-
auena dos ~r 5- i.UcUcl0.de f*.": A "eu 8abor gradavel, rene o tomar-seea m. m-
a^imilado eo nao"produzirTo"? usVd"uS.'?.0. D V"**0' d' ""'JT& M^^^>
ventre frequentemente m,!im*$m!VTp&XgT&oS:***' 'e00,Upa5*0fc
mmmmmm
atiesta a pratica de muilo mdicos distinclos que o tem ensaiado. Tem sido DriawK-2?.
?.mrr?r-eU0 0M,.0,Mli de onuldei ( cfiloroie pallid cores na deMI^Kl!l?l^
Kf debUidlade TJVJT.T qUe 8PP"ecem depoie da. intermitentes ^SSm^SSZ
eoivaffi.'dV, ^Sfi' nCaS' e1f,crPhula. at> --hitismo, na purpura lumniJS^m
m m molestias graves, na chloro-anemia das mulheres grvidas em todaiM
K '"8" c,,l."Pobrecido ou viciado pelas fadigas, ffeceola c "n<"c^?iST
cuS CaDorOH' ^Phtl'Uca.exceasos venreos, onanismo e oso prolongado dopreeTljowilS-
Consultorio medco-cirurgico
3-R\3\ 1>\ GLORIA. CA.SA. DO 13NB\0-3
Consulla por ambos os systemas,
dos todos aquellos que forem aposentados sem esta marca, e quandb'a oes-
rerm^dotecrorsreuen,oCn?eKOmpanhar Jta -^ ^ JXVSSKm ^
moriin.0.^0.^ '' acaba.de "ceberde Franca grande porcode lindura de acnito e belUou r.
^eucosa nathT^lmPrUQCla eCUJSS PPriedades sao lo conhecida. qc os -SSto"
meaicoa aitopathas empregam-as constantemente .o ts.
o^nr\?Ur?!)l?Tulf0K<]u6r em,lbPsqier em linduras custaro a 1| o vidro.
nffiri^i^ P !lanodeste,estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem co
SKSS ra 6Seber algu?s escravos de Hm e ^ro sexo doentes ou que preciseT de .1
gensp,Ar.TSp^^ta^ec^^ Sal^' -
As pessoas que quizerem falla- -<- -
e de larde das 5 em diante, e fora di
en der na ra da Gloria n. 3 casa
ante devem procura-lode manhia al 11 horas
rao em casa pessoa com quera m podaro m-
Or. Lobo Moteojo.
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Na ra do Crespn. 17, Guimaraes& Villar.
Vcudem maoleletes prolos de guipor a 15$ cada um.
Curios de lu com babados tendo 25 aovados cada corte para 5$ cada .
Cortos do vestido de phantasiaem eartoes fazenda de muito gosto a 15|o corle.
Manguitos de carabraia a balao bordados a 3$ o par.
Bales de musaelioa com habidos a 5J500.
Ghapelinas de seda para senhora a \04 cada urna.
Cbapeiinas de saina de Italia a 253 cada urna.
Uutras multas fazendas queso venderao por presos baratissimos, so para acabar.
JT Avisa-se a quem interesse liver que as au-
diencias de pss do 2 distrielo da freguezia de
Santo Antonio do Recife, serao feitaa em caaa do
juiz na rui do Livramento n. 31, primeiro andar,
as 9 htfTas dos das seguodas-feiras, e quintas
alterando-se assim a ordem estabelecids.
Aluga-se urna excellente casa de campo
com lodas as commodidades de familia, com si-
tio grande, cocheira, estribara e gndde senral
para pretos, a csss construida ba aoaco < piala-
da de aovo, coa terratjo a roda, si
da Sant'Aooa defronte do sitio do
ionio da Silva & C. : a tratar na 1
IHBiiHt o. 64.
um menino t
irada
iAo-
men
j*a
Aluga-se o armazem do sobrado da na do
Apollo d. 47, preprio para qualquer '--------
: quem o pretender eulaada-M
u Guimarea. achaveeei ao
Senzala o. 48.
iuaa-se o armazem do sobrado da raa llrum oprio para qaalqt
meal|^^^BKrtender
a t u od^^^^Bas, a n
i2 io v "

L


m
DUIUO DE ppNAMBVCO. QUIETA fjUHA 30 PE JANEIRO Diy MI
de Azevedo, profes-
E*tura nacional no
Gymnasio Pro^cial de Pernambuco,
tea berto em su* residencia, ron no
de Santa Rita n. 47, M aulas de
OEOGHAFHIA E HISTORIA
MNCAmNCEZA
ORATORIA E POTICA
As salas sfto toai de Urde: com-
(am s 2 horas e acabim s 7.
Attenco.
Tesso limaos fasem public que o contento de
rahyba IkM devedor da qaaotia
riovecenlos deienove mil du-
gis ( 90:8199*10}, por transferencia
correte con Jos Laii Pereira
ada e conferid* pelo ex-D.
la Exaltacio Marques, em 12
lm do premio do om e meio
i que ficoe obrigado o referido
eonvW conforme clausula exerada
ua refril sagrante. E como ata o preseo-
te nio SaT^^
importancia
as diligencias<
publico que nao
frendo tal desembolso, para tuVem t
gum se empregue o argument do gran
ment dos juros, para .o qual da concorrem os
abaiio aasiguados, que sempre estiveram e esto
promptos a receber a referida conia e oa juros
vencidos, e protestara nada abaler em lempo al-
gum ; declarando mais que nio desoneram os
cedeeles da referida coala os Srs. Jos Luii
Pereira Lima & C. e lianoel Rabello Olanda Ca-
boclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmaos.
OSr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparecc nesta typographia
que se lhe precisa fallar.
iociedade baneara.
Amoriro, i acame tomam
laques sobre

Inatrucco particular.
O abaixo asolgado competentemente
provislonsdo peta directora ge ral deine-
uriecao eu para ensinar primeiras
lettras. la^HHKccz, icha-e 90 exer-
cicio de se* Hterlo detde e da 13 da
Janeiro do correbte, em ana mesara **ei-
dancia na ru Nova n. 68, onda) continua
a receber Mimaos internos a externos,
advsrtindo porm que 6 lhe conrem
admittir lOpeaeionialas e que nao exce-
dam de 12annoa da idade. Recite 15 de
'aoeiro de 1864.Jos liarla Hachado da
Mgoeiredo.
flHaajAMBaajSMB mmSemMattamttmt
^w^pa"^^^am^a>w anwasaiMawmaw^aawsiF
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Precita se de ama ama a para cozinhar a
engoramar, sendo para coxinhar com perfeigo,
nao se olhando a prego : a tratar na Ioja da ra
do Qweimedo o. 46.
em lirer am moleque para alugar, de
i, e que eirva para o aervigo dom.es-
uena familia, dirija-se a ra da
Aviso.
S
Medico.
O Dr. Brancante pode ser procurado a
qaalqaer bora oa caa de sua residencia,
na ra do Imperador n. 37, segundo an-
r, para o exercicio de sua profisso.
Sitio,
A directoral
asaigoada, avisa aos pTTsJaTO sua*
quem mais convier, que em t lude do ar
dos estatutos, principiam os traballios do referido
collegio no da 7 do correle mez. A directora
envidar todos os extorco a seu alcance para Dio
desmerecer do conceito adquerido no primeiro
auno de aeus transaos, e alim de que os pas de
auasalumnaa fiquem complelameole salisfeitos
com a educacio de suaa filhas. O collegio conti-
na na ra Formosa, sobrado n. 15, aonde di-
rectora ser encontrada a qualquer hora do dia.
Uraula Alexandrina de Barros.
O abaixo asstgeado, liquidante 4a firma de Ju-
lio Augusto Torrea C, a qual yrou oa botica
n. S da pnca da Boa.Ytsu, itss aos eenheres
deTtdores da mema par* que nio pagoem a pes-
soa alguosa que Dio apresante prauracio do
abaixo asstgoado, sab peona da pagaran segunda
ves, poia uao considerad legal qaalquer outra
autorisasso que a*.
Joa PolMolw dos Santos Porto.
i Precisa-se de urna ama para cosinbar a
comprar: na rna do Imperador n. 37, segundo
andar, entrada & direita.
Precisa-so de ama ama que aaiba eogom-
mar, preferindo-se eacrava ; na ra da Impera-
tris n. 40, segundo andar.
Precia-ae de um caixeiro pira ama loja de
miudesia; ra Nova n. 30.
Pardeu-se no domingo 26 do corrente, na
eitacao das Cinco Ponas, ao sahir do irem de
man bis, do pescoco de urna eriaoga um trance -
lim flno, urna moeda, um buio e urna Qga de co-
ral, tado encailoado em ouro : roga-se a peaaoa
qaa acfaon, qaera levar a seu dono oa roa Au-
gusta n. 24, ou a ra da Senzala Nova o. 26, que
se recompensar comJOf.
Aluga-ae um armazem na ra do caes de
Apollo n. 7; a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Preciaa-se de um caixeiro de idade de 12 a
14 annos, prelere-se os mais novoa ebegados ;i
tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Roga-se a peaaoa a quem por &
regu emdezembro 1 par de
1 amolador, e 1 m
eu-
7e" sendo pos
osasssWasa o. 13 da rea
a Rila, segundo andar,
Preclaa-se de um caixeiro portuguez de 18
annos para cima, que tenba bastante pralica de
taberna : em Fora de Portas, ra do Pilar n. 84.
a 2.
o cova
Ama.
Aluga-se um excelleale sitio oa estrada dos
A tllelos, o quarlo depoia da capella, com muilos
arroredosde (ructo, reedificado e pintado de no-
vo, com bom poco d'agaa de beber e outraa com-
modidades : a tratar no mesmo com sua propie-
taria D. Margarida Francisca Xavier, ou na ra
Augusta n. 60.
O bacharel Joao Antonio do Souza Ribeiro
pode ser procurado para o exercicio de sua pro-
sso de advogado, todos os dias at as 4 horas
da larde, na casa de aua residencia, ra dai Cru-
zes n. 35, primeiro andar.
Precisa-se alagar um prelo, dando-se o
aostento, e paga-se mensal ou semanal, para o
aervigo desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da pri;a da Independencia.
Precisa-se
do urna ama que isiba cogommar ou cozinhar
psra pouca familia : na ra do Trapiche n. 18.
-
( O Dr. Carolioo francisco de Lima San- dj
dj tos, mudou-ssdo ra das Cruzes para a $$
a) do Imperador, sobrado u. 17, em frente dj
da igreja do S. Francisco, ondo continua
aj) no exercicio de sua profisso de medico
Precisa-se de urna ama forra, prefere-ae de
meia idade, para o servido de compras, na ra
Bella n. 38.
Consultorio
Medico- cirurgico
DO DOUTOR
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite ; na ra da
Gadeia do llecife, loja o. 50, de Gunha Silva.
Preciaa-se de um trabalhador para urna re-
finacao, que leona pralica, psga-se-lhe bem agra-
dando : a tratar no deposito da ra do Raugel
numero 9.
Uademoisele Margante Lonarde va pour Rio
de Jaionatr par le vapeur francais du 12 frevier
1862.
Compras.
" Otlerece-se um moco brasTleiro com bastan-
te pratica de commercio, pois j tem negocio
seu, orlerece-se para lomar coala de qualquer
ostabelecimento por balando e dar comprlmento
ao que receber, ou para caixeiro de ra ou co-
branca, e para este fim di pessoaa nesta praca
que garanta a aaa conducta : quem precisar ou
queira fazer qualquer negocio, annuocie para ser
procarado.
Precisa-se de urna ama. preferindo-se es-
crava, para cozinhar eengommar : na ra do
Craapo n. 1.
Precisa-se de urna criada porlugueza, que
salba cozer e engommar : na ra do Queimado
n. 12.
Preciaa-se de urna ama que aaiba cozinhar
e engommar para casa de horneo) solteiro ; na
ra do Carnario o. 13.
Aluga-se o primeiro andar da ra da Im-
peratriz o. 40 ; a tratar no mesmo.
Aluga se urna escrava para o ser-
vico interno e externo, de casa de fami-
lia : na ra da Gadeia do Recife n. 53,
terceiro andar.
Precisa-se de urna ams somonte para cozi-
nhar com regularidade para um homem solteiro,
prefere-ae eicrava : a tratar na ra da Palma o.
78, das 6 s 8 horas da mauhaa, e das 3 da tarde
em dianle.
Aluga-se um sitio no lugar da Magdalena,
principio da travessa do Luca, com casa de pedra
e cal, duaa bsixas da capim para ioverno e verao,
e muitos arvoredosde fructo : a tratar 00 Campo
Verde, ra do Palacio do Bispo o 20, sobrado.
A peaaoa que achou urna carleira de homeo-
palhia de 24 tubos, e quizer restituir, pode faze-
lo, dirigiado-se a ra da Imperatriz, loja de cal-
ados n. 46, do Sr. Vianna, a qual pertence a
'rederico Chaves.
Desinfecto.
3-Roa da Glora casa do fundao-3
Existem medicamentos homeopilhicos os maia
bem preparados e do toda a eQicacia. aempre re-
ooTadoa, pela muilo grande exlrarcio e procura
que temdevido isso ao MXIMO CRDITO
de que Rozara em todas as provincias do Brasil.
Continua-se a vender pelos presos do cost-
me e achar-se-ha as carleiras especiaes para o
Irslamento do cholera-morbus, com os seus com-
plenles folhelos e separadamente os preserva-
tivos em tinturas e glbulos,conforme quuererr.
0 crdito de que gozam eatea remedios e a
preferencia com que aao procurados, pela certe-
za de seus efTeilos e pela ioalterabilidade dos
glbulos, dispensara de quaesquer resommen-
dacoea.
O que bom e est provado, leva comsigo as
recommendaces.
Roga-se aos senhores abaixo mencionados
que tenham a bondada de dirigir-se i ra da Ca-
dla n. 55, para tralarem de negocio que nao Ig-
noran) :
Jos Silvino da Costa.
Joio Valeotim Dias Vilella.
Maooel Benlo Al ves de Macedo.
Mauoel Candido Pereira de Lira.
Jos Antonio Rodrigues Canuto.
Manoel da Craz Martins.
Eduardo Kernurlhy.
Joaquim da Silva Neves.
Antonio Francisco de Andrade.
Teodo desapparecido no dia 20 do corrente
do sobrado da ra da Imperatriz n. 36, segando
andar, por ter sido roubado por um criado de no
me Manoel Cabocolo, de idade de 45 annos, pou-
co mais ou menos, que servia na mesma casa
como tal, e que evadio-se : um relogio meio
ch rome tro de prata dourado n. 11744, e 5080,
roga-se a todos que ou a quem for offerecldo por
compra de apprehende-lo e levar na mesma casa,
certo de ser recompensado. O mesmo cabocolo
tem servido em dillereoles casas, estando lti-
mamente, segundo disse elle, no sobrado que
ocenpado pelo hotel trovador, 00 terceiro andar,
servindo a um estudanle.
Preciisa-se de um olhcial de bar-
beiro: na ra das Cruzes n. 35.
Alugam-se 6 segundo e terceiro andares do
sobrado da roa dosTanoeiros n. 5, rouito fresco:
a tratar na ra da Cruz do Recife o. 31.
Por detraz da ro da Concordia anda exis-
tem alguna terrenos na primeira e segunda ra
projectada, e traspassam-se porprecos omito ra-
zoaveis, attendendo as proporces que offerecem
para sua edificacao : as pessoas que se quizerem
approveilar da commodidade do prego, dinja-se
a ra larga do Rosarlo o. 16, padaria, que acha-
rio com quem tratar. _
O dentista Nuraa Pompilio.8
Na roa do Trapiche Novo n. 42, compra ra-
se moedaa de ouro de qualquer qualidade.
Compram-ce acedes do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Sanio, eicrip-
turio n. 14.
Precisa-ae comprar um berro de madeira,
em bom estado : na praga da Boa-Vista n. 22, bo-
tica.
Coropram-se Diarios a 120 rs. a libra : na
ra estreita do Rosario n. 1, casa do Pocas.
Vendem-ie am caixis de ama e da duaa arro-
bas : no armazem da ra da ladra de Dos nu-
mero 12.
Cheguem g fazendas ba-
ratas, antes que se aca-
ben*.
Na loja de fazendas da ra da Madre de
Dos n. 16, defronte da guarda da
alfandega.
Madapolio lino a peca 4J800.
Chitas finas escuras a 160, rs. o eovado.
Ditaa francezaa campo braooo a 20U rs.
Ditas eacuraa mallo finas a 340,260 a 280.
Pecas de ditas rxas com 32 covsdos por 6>.
Alpaca fina de cor a 360 e 400 rs. o eovado.
Cortea de seda pretos para collete
Casemira preta, fszenda superior,
1*800.
Lencos de seda de cores 500 rs.
Chafeade caasa pintados om"
Velbutina piolada para vea"'
vado. E outraa lMBUaJaM__
' todas
ARTOES
DB
VISITA
DE
mw (DOTffl
Lar toes de visita de novo gosio
Carloes de visitado novo gsto
Cartoee de viaita de novo goslo.
Umaduzia por 16^000. *
Urna duzia por 16(000
Urna duzia por 1650OO
Urna duzia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista americano
Relralisla americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
&

RA DO QUEIMADO M.A6
j?BANDE20raMEKT
IDASEROUPKSF
Sorlimeolo completo de aobreeasacos de panno a 25*, 28*. 30* e 35*, caaacoa muito basa
fiitas a 25g, 28g, 30g e 35(, palelola acasacadoa de panno prelode 16 at 25*, ditos de caaesaira
de cor a 15*, 18$ e 20j, paielots saceos de panno e casemira de 8* at 14*. ditoa saceos da alawea
merino a la da 4* at6*, sobre de alpaca e merino de 7* at 10*, caigas prataa de casemira 4
8* al 14$, ditoa de cor de 7* al 10$, roopaa para menino de lodos os tamanhoa, grande aartt-
mento da roupaa de brins como lejam caigas, paletots e colletes, sorlimeoto da collelta prelo 4a
selim, casemira a velludo de 4* a f, ditos para casamento a 5* a 6*, paletots braoeoa 4* bra-
mante a 4 e 5f, caigas brancas muito unas a6J, e om graule aorlimcnio de fazendaalaas a -
deruas, completo sorlimeoto de casemiras inglezas psra homem, menino a aenhora, acroalaa 4
linbo ealgodao, chapeos da sol de seda, luvaa de aeda de Jouvio para homem e senaora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos eocommeodas de grandes obras, <] pi
isso est sendo administrada por um hbil meatre de aemelhante arte a um pessoal da aaata da
clncoeola obrairos eacolbidos, portento execuiamos qualquer obra com promplidao a maia barato
do queem outra qualquer casa.

Vendas.
Simo de Nantua,
obra completa, ntidamente impresas, typo gran-
de e inlellegivel, papel claro, formato accommo-
dado o mais possivel, encaderoado com meia en-
cadernagao, com seu rotulo dourado, e pelo en-
ligo prego de 1* cada volume : na ra do Im-
perador n. 15.
Panno de algodo da
Babia.
Vende-so no escriptorio d Antonio Luiz
Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
Gascarrilha.
de
Cerneja.
Krabbc Thom 01 C. vendem no seu escriptorio,
ns ra do Trapiche n. 17, cerveja branca da afa-
mada e bem condecida marcaAllsoppse pre-
ta de excedente qualidade, em barrica de garra-
fas e meias garrafas.
CaLxiuhas vazias para con-
fViitos
Muito lindas caixiobas vazias para so botar
coufeitos e dar de presente a 200, 320 o 400 rs.
cada caixinha. na loja da victoria oa ra do
Queimado n. 75, junio a loja de cera.
Liohas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linha de croxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loj da victoria na roa do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vende-ae um carro de 4 rodas novo, rece-
tado ltimamente de Franca, todo forrado de
seda, com os competentes arreios puteados,
obra de muito bom goato, sendo este caleche o
mais bouito que hoje existe Desta cidade : a tra-
tar na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Atten 0 abaixo assignado vende em sua botica na
ra Direita n. 88, os seguioles desinfectantes por
ter para Uso o aparelho necessario. Chloro para
desinfectar o espago de 340 ps cbicos por 2*,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafal*, pi desinfectantes das mesmas ma-
lorias urna libra 1g. liquido para mergulhar a
roupa dos accommeltidoa a 640 rs., agoa chloru-
retada que supre a de (abarraque somenle na par-
le da desiofecgo por ser carregada lOvezee mais
do chloro (pelo que declaro que nao se faga del-
la uso intern) I*.
O publico desta cidad6 deve estar lembrado
dequeneste Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dos portos onde gressava a febre amarella o
commaodantede am do| navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal, ao passo que os mais sotTreram
a houveram muitas victimas. .
Para o desempenho da desiofecgo acompa-
uhara explicago.
os da Rocha Paranbos.
BNo trapiche defronte do Banco vende-se urna
balanga romaoa propria para armazem de assu-
car, em muilo bom estado eeomeleta depregos :
os pretendentes dirijam-se a ra Nova o. 14, ter-
ceiro andar, que se fsr todo negocio.
Vende-ae 00 permula-se a fazenda por ca-
sas nesta cidade, de criar gados, denominada A-
margoso, sita na freguezia do Ass do Rio Gran-
de do Norte, a qual tem tres legoas de trra de
frente e urna legoa de fundo, com urna boa casa
de vivenda, grande porgo da gado, alguna ca-
vallos, etc. : a tratar na ra da Cadeia do Reci-
te n. 43.
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Mor eir & C.
liua estreita do Kosario, esquma da ra
das Larangeiras n. 18.
Oa proprielarios desle estabelecimento esl3o
resolvidos vender por menos do que em outra
qualquer parte por vir diversos gneros por cori-
ta propria : maDteiga iDgleza flor a 800 rs. e 720
a libra, dita franceza a 640, em barril fazemos
abatimento, cb hysson a 2*800 e 2$400 a libra,
queijos do ultimo vapor a 39 e 2*800, arroz a 100
rs. a libra, gomma muito boa a 100 rs. a libra,
massa de tomate a 800 rs., em porgo taremos
dbiiimento, em latas de urna libra, marmelada
do mclbor fabricante de Lisboa a 800 rs. a libra,
ioho muito superior, Figueira, a 560, 500 e 400
rs. a girrafa, amendoas a 330 a libra, milho al-
piata a 160 rs. a libra, olena, macarro, e mais
massas a 400 rs a libra. Alem desles gneros
outros mullos tendentes a molhados que os pro-
prielarios se respoosabiliaam pela boa qualidade.
^Presunto fiambre.
Na ra do Rangcl n. 43, vende-so preiunlo
Hombro a 400 rs. a libra, azeile de coco, sal refi-
nado que rialisa o sal inglez, fumo de Gara-
nhuns, vinho do Porto a 800 rs. a garrafa, licor
em garrafas de crystal.marrasquino de Zara, a
verdadeira farinha deararula a 640 rs. a libra, e
mais gneros tendentes a molhados, cheguem
que c para liquidar.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Colehelea fraocezes em cariiio a 40 rs. 0
Alfioetes fraocezes cabera cbala a 120 rs. a carta.
Papel com cenlo e tantos alfioetes a 40 rs. o
papel.
Liohas victoria emcarrilel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
zia.
Ditas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
carritel.
Ditas de Pedro V braness e de corea a 40 rs. o
carlo.
Grampos a 10 rs. o mago.
Enfiadorea brancos a 60 e 80 rs.
Carteirinhas com agulbas francezaa a 320 Ts.
Trancas brancas do linbo a 100 rs. a pega.
Agulbas de enfiar vestido a 40 rs. cada urna.
Eoulras muitas miu-ezas que se afitanga ven-
der barato para quem comprar victoria sempre
cootar: na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
Chegou para a loja da victoria grande sorli-
meolo de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que ero parte al-
guma, por isso venham a loja da victoria ns ra
do Queimado o. 75, junto a-luja de cera.
"No sobrado amarello nos
4 cantos da ra do Quei-
mado n. 31, loja de An-
nio de Moura Rolim, i
1
8
\m&
.Ama.
Ra estreita do 'Rosario
primeiro audar.
b. 22
Trecisa-se de urna para comprar a cozinhar
para um homem solteiro morador no malo :
quem quizer dirija-se s rea do Queimado n. 38/
Precisa-se para liacei de um praticante
oa de um oflicial do pharmacia : a tratar na bo-
tica franceza da ra da Crui n. 82.
Sanie di Pietro Bazzi, subdito italiano, re>
tira-se para fora da provincia.
Ausentou-se da casa di abaixo aisignsda
um menino de nome Maooel Benedicto da Cruz,
com oa signaos seguintea : 13 annos de idade,
pardo, rosto comprido, olhos pequeos, bocea
grande, e rendido de ambas .as varilhas; levou
vestido caiga de ganga azul e camisa de algodo-
zinho lUtrado, aberta pela frente a com abolua-
dura de raadroaerola, deacoofia-se ter seguido
para o centro da provincia em boy : ro-
ga-se portalo ea autoridades polieaes Unto do
centro cmoda capilal a a, -'^ rriendo,
menino,a entrega-lo na Ti-
be para caaa de pe
urna Bserava para v
Bota denles arliciaes por molas e l-
| gaduras e pela pressao do ar. Syslema
I americano em arrancar as raizc?, e fas
8 todas aa opersgea de sua arte, com
u promplidao e limpeza.
mmmmm mmm etKflfti
O abaixo assignado pede quentnguem com-
pra tres travs de fundo de iriota e oilo palmos
a quarenta, e com as marcas A. V. M, e contra
marea dous riscos em cruz, que foram furUdaa
do mesmo abaixo assignado, tambem' ae recom-
pensa a quem daa mesmas der noticia, na ra
nova de Santa Rilta n. 11.
Joo de Brito Corris.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da rua.do Imperador :a tratar no segundo an-
dar do mesmo.
Precisa-se de urna ama que aaiba cozinhar
o diarlo de urna casa : na ra No'va n. 47.
Joo Gdilhertne Romer, armador de corlt-
nados^oa ra do Hospicio n. 37) participa ao rea-
peitavel publico que tem recebido excellentes
molduras Honradas para cortinados de janellas,
tambem vende borlas, cordio, galleras o patera
de brooze que perteuce aos ditos.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saecam so-
bre Lisboa a Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
Precisa-ae de urna ama para engommar
zer: aa r
avon on
Vendem se bombas e assentam-se em cacim-
bas, e concerlam-se de todas as qualidades, fa-
zem-se encanamenios de chumbo, de ferro e de
folha para aguas, concerlam-se obras de loucas,
assim como jarros, boccaes de lsnterna, e appa-
relhos Unos, e vendem-se obras de folha de Flao-
dres por prego muilo commodo : as pessoas que
prelenderem algum desles objectos, dirija-se a
ra da Imperatriz n. 43, loja de fumleiro junto a
padaria do Costa.
Attenco.
Vende-se paos de superior qualidade, la-
vrados e por lavrar na ra daa Cruies n. 31.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolciohas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratissimo prego de IgSOO, 1|,
800 rs. cada orna : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cefb.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabeca de gosto o maia
moderno que tem apparecido a 5J, SS500 e 69 :
oa loja da victoria na ra do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguranza.
Caixinhas com mil e tantos phosphoros de se-
gurtbga a 190 rs. a eaixlnha que s pela segu-
ranga delles por livrar de incendio sao do graga:
na loja da victoria oa na do Queimado o. 75,
janto a loja de aera. .
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 110 a 160 rs. o
par, ditaa brancas para meoioa a 180 rs. o par,
ditas da- laa ata o trio a 500 rs. 6 par : aa loja
Attenco
*
Vende-se orna barcag* nova com apparelho ou
sera elle, de lolagao de 25 caixa, e construida
com as melhores madeiras : quem pretender di-
rija-so airua da l'r-ta o. 9, armazem.
Loja amarella.
Ra da Cideia confronte ao beceo
Largo.
Ricas capas pretas compridas, Bante- ||
leles modernos de soda e tilo.
Vestidos bordados de cambriia, duas K
saias, palos e babadinhos.
Vestidos de aeda cores eseolhdaa e de |
phintasia, lasinha de cor a 500.
Sedas de quadrinbos, grosdeoaplea e
moreanlique, lia matisada a 610 rs.
Manguitos e gollss bordadas com per-
feigae.la transparente a 640 rs.
Cassas de cores, chitas tinas, tarlatana,
fil etc., baregede la a 640 rs.________
-Para
g \ende-se :
Camisas de meia de la pura o lioas a 2$,
S 29500 e 3#.
* Seroulnsde meia de la pura finas a 2j,
H 2J500 e 30.
2 Tapetes grandfjs para forro de salas e
quarlos a 15tf.
S Alcatifa em peca o eovado a 500 rs.
g Toalhas de linho pardas para mos e
8 rosto a ly.
Borreguins ioglezes de superior qualida-
de a 10$.
9 Dilos ditos gaspeados a 7g.
Bazar de caluugas
e brinquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tamancos.
QNesle estabelscimenlo novo se encotlrarao
sempre grande sorlimeoto de eslungas e brin-
quedos de todas as qualidades e pregos para me-
ninos e meninas, assim como tambem charutos
Huito bous e baratos, tanto em caixa como a re-
lalho.
Opiata iogleza
para dentes.
Est finalmente rernedisda a falla que se sen-
lia dessa apreciavel opiata ingleza tao proveito-
aa e necessaria para oa denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
comroenda, e continua a vende-la a 1IS500 ra. a
caixa : quero quizer conservar aeus deotea per-
feitos preveoir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se ograode sitio 'denominado Caia-
oa, silo na freguezia da Varzea, de muito boas
ierras, que ludo qusnto se planta d urna grande
quantidade, com urna casa de talpa j coberla,
ama dita de fazer ftrioha, grande quantidade de
ps de cafezeiros, com diversos ps de fructeiras,
como seja larangeiras, coquelros, etc., etr.; e
tambem vendem-se duas vaccas que do bastan-
te leite, urna dellas com a cria j grande, e am
burro manso : a tratar Da ra do Sebo n. 20.
Vende-se
azeile de dende ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais barato do que
em qualquer outra parle ; na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Cera de carnauba
Primeira qualidade e pregos coro modos : no
largo da Assembla n. 15, armazem de Asame*
Guimaiaes & C.
Cortes
de vestidos do pavo.
Cortes do vestidos de cambraia bracea de li-
bados e duas saias, fazenda modernsima, o cor-
te a 49000.
Cortes de vestidos de phaolazis, fazenda qvo
se vende em qualquer parle a 1C|, torras,-*; a
6J000.
Ditos de cambraia de seda coa babsdos a
4500.
Ditos de cambraia de carocinhos brancos de
cores, fazenda muilo lina a 4f.
Dilos de cambraia branca lavrada, fazenda 1a-
teirameote nova, o corle 4$.
Cortes de larlatanas brancas com babsdos pra>-
prioa para asiislir a casamento ou bailesa I US.
Corles de vestidos de cassa com listras alravea-
ssdas a 2^240.
Ricos enfeites traviala e dilos a Uaribsldi 9
Ditos ditos a Luiz XV a 4.
Luvis do sede para senhora muilo boas s SJtW
rs., lencinhos para mao de lodos os pregue a qua-
lidades.
as
bordadas e de iialao.
Saias bordadas, fazenda linissima a i*.
Hilas ditas dita a 3$.
Ditas com arcos.de cordo da linho qaa l/ea
vezes de balo para as senhoras que nao gs-
lam usar balo a 39200 e 49.
Saias de madapolao trances a balo as aan
bem feilas que tem vindo a este mercado s 39,
39500,48 e 59.
Ditaa para meninas de lodos ns laroaohos a 39-
Dttas da arcos simples msa muito bem fcila a
3JO0O.
CAII1AUS LISIS
Pegas de cambraias lisas muilo finas a 2)000 *
295OO.
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 e 5#.
as notvas.
Veatidoa da blonde com aala de setim
manta, espolia, todos os pertences.
|Loja das 6 por-j
1 tas em frente do Li-
vra ment. !
* Roupa feita muito barata.
Paletots de panno tino sobrecasacos,
i dilos de casemira de cor de fusto, ditos i
. de brim de cores e brancos, ditos de .
' ganga, caigas de casemira pretas e de '
I cores, de brlm branco e de corsa, de gan- I
ga, camisas com peito de linbo muito
finas, ditas de algodo, chapeoa de sol
de alpaca a 49 cada um.
Novidade.-
Chapeos de pslha Roo, loques,
gitos, pentes, espartilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
ponta
Roupa feita.
E' esse estabelecimento o especial em
roupa feita j em prcc.o como na quali-
dade, palitots, caigas, colletes, sobreca-
Qos, aobretudo, cspiaa-de borracha etc.
i Cal(ado.
Botinas de Meli muito frescas a 129:
na ra da Cadei* n. 23, de Ourgel &
J'CTdiao.
flaWMfl jKmflaWjlBJjf
torsi
A af ai
Fedem-s os engenhos
Ilha do Morgado, sito a mar-
geni do Pvrapama, e Po-San-
gue sito a margem do Seri-
nhem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences ; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, ou seus arrebaldcs
eos pretendentes podem en-
teuder-se com o proprietario
sesmos enj.
rgador A
Grosdenaple prelo muilo encorpado a l?0tO,
1600 e 19800.
Dito cor de canoa, azul e cor de rea* 9-
Seda lavrada muilo bonita fazenda a 2j\
Chamalole preto muito cneorpado a 29.
Sarja preta hespanhola a 19800.
Bordados.
Finissimas liras bordada* de todaa as qualida-
des e larguras por prego* baratisaisaor, ealra-
meios muilo delieadoa de todas as larguras a qua-
lidades.
Manguitos com gollinhas de cambraia bordados
a 19280.
Calciohas bordadas muilo finas a 1#.
Manguitos bordados par* senhora a I.
Gollinhas rouito tinas a 400, 500,800 e 19.
Alem desles artigos existe nesle sUta-len-
mento um grsnde numero de fazeodas que sena
enfadonbo menciona-laa, e do-se as amostras
de todas, deixando ircar penhor, oa mandas*-*
levar as fazendas mostra em t$ das faoilia
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja do
pavo, ra da lmparalriz n. 60, de Cama & Silva
Madapolao
3$000 rs.
Vendem-se pecaa de madapolao com 14 j*fd*a
pelo baratissimo prego do 39* pee* : a* ras da
Imperatriz c. 60, loja do pavao, de Cama & Silva
Panno a 1,800 rs.
Vende-se para liquidar urna conls. panno ra-
lo, cor de rap, fazenda o oilo superior, s IJBVO
o eovado, afiangando-se que sempre se viada* a
39000 : narua da Imperatriz o. 60, loja da pa-
vo, de Gama & Silva.
Urna taberna.
Vende-se ama taberna sita em Csxaac*. mvi-
to afregueada o propria para. prieeiptan
motivo to somante pan o doao ajatra* reti-
rar-* do lagar : a tratar na ra Nova n. 69.

victoria
iseera.


(I
i
i I
IL

:!t
i
DIARIO DE PE QIHA IMH*, 30 DE JANEIRO DE 186
E
45
O Irsata i
ka contrai
das 6 por-
Hs em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de Alpaca a *#.
Dozia de meiascma para honem a
e o par a 120 r., ditas brancas
-.finis a2$500 a duzia, lencos de
lesa com barra de corea a ISO rs. cada
m, ditos brancosa 160 ra., baldea de
10 e 80 arcos a 3f, lazinha para ves-
tidos a 240 o corado, chelea de merino
estampados finos a 59 e 6f, tarlatana
branca e de corea muito fina com Tara
emeia de largura a 480 rs. o corado,
ril de linho liso a 640 rs, a vara, pe-
ca de eambraia lisa fina a 3, casaas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, muasulina encarnada a 320 ra o
corado,calcinbaa para menina de escola
algo par, gravattnbas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
m dusia 29, pega decambraia de sal-
pico omito fina a 39500, pe?ai de bre-
tanhaderolo a <9, chitas frsncezas a
220 e 140 rs. o corado, a loja est
abertadas6 horas da nianha as 9 da
noite.
4B
um
ido ;
B^Hslcanha-
^Bscosida
^Kli.ailde
^Kersc5es
uelecimenio.
' r timen to,
l renorar
feata
Homem.
MIL1ES (chagro privilegiado) frsscos i
mo a sgua do Prata. ....
BORZEGINSiinterisoSxtRoctblld) .
diversos fabricante. -.
lustre pe chin cha. 5f9
Sapatdes de Nantes, raqueta de lustre
batera...........6j}0
Ditos Nantes batera.......59500
Chapeas de aaKljK>BLg"Bbdos para ms-
oinas ; na na c
Aos tabaquistas.
Vendem-se aaperioces leooos (rancezes a iml-
taeio dos de linbo, muito proprios para os taba-
d de cora escuras a flsaa, pelo
o de5 e 6f a duzia : na ra do
Queimado n. ti, na bem conbeclda laja da boa f.
Fil lato e tarlatana.
Vende-se auperior fil liso e tarlatana branca
de corea, peto baralissimo prego de 800 rs. a
?ara ; na, bem coohecida loja da boa na rea
do Queimado o. 22.
Ricos eaeites.
Vendem-se ricos o superiores enfeites os msls
moderno que ba, pretoe e de cores, pelo 'bara-
lissimo preco de 6 e 69500 : na loja da boa (,
na raa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baralissimo prego de 280 o corado ; m
do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
oa (.
mbraias francezas inissimas.
cambraias francezas muito finas, de
roes, pelo barato, preco de 700
boa f, na ra do Queima-




>
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baralissimo prego do
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende-se urna mulata de 24 anoos de ida-
de, muilo sadia, eogomma muito bem e cozinha
o trivial de urna casa : a tratar na ra da Cadeia
do Keciien. 62, segundo andar.
inglezes.......
Nantes meninos. .
lustre (sola e rifa. .
(urna sola). .
de trsoga portugueza. .
franceza. .
Senhoras.
BOTINAS.'gaspa alta e lago inglezes
duragao incalcularel.
francezas (lago!.....
sem lago. ......
gaspa baixa......
outros (32, 33 e 34). : .
de menina (Joly).
59000
49500
3950O
59200
38000
2S000
19500
de
>
>
t
>
D
65000
58500
55OOO
41800
455OO
49500
Sapatos (Joly^com salto.''.....39200
* ( ) sem salto......2J000
tpele! ........ 800
lustre (32, 33, 34)..... 800
econmicos para casa. 500
Alem diaso um variado e abundante sorti-
menlo de ludo o que necessario a sapatelro pa-
ra executar qualauer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pechineha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito liomtos padres a 320 rs. o corado, fa-
zenda muito fina que sempre rendeu-se por 800
e 19 a rara, veoham por ellas, antes que se aca-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende-se cami
na, pelo barato pre\
raras, dita tapada
raras a 6| : na ra
da boa f.
Bramante
mOTTo" superior,
do Queimado n.
22, ns
loja
c aloa\\\a\* de
ARMAZEM PROliRESSO
os melhores que ha no morcado 39000, 29600,
Francisco Fernandes Duarte
largo da Peulia
Aflanca-se a boa qualidade de todo qualquer geoero
comprado neste armazem, assim como rende-se por .menos 5 a 10 por cento do que em outra
qualquer parle.
ilAanteiga inglesa a mai, sqperfor do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
a batimento.
NlattlGlga ItailCCia a mais noTa 600 rs., em barril, e 640 rs. a libra.
Quei|oa ao Teimocnegadotnle BUIB0 Tap0l por 39000.
^|\VeiJ OS VoaarillOS de aaperior qUalidad e muito frescaes a 800 inleiro, em libra
a 19000.
CU pro\a, nysson e preto
29OOO rs. a libra.
Prezunto para tiambre muUo novos a 500 rs a Ilbrfl
rrexaatO dO TeUO de iap,r0r qualidade a M rs. loteiro, e 480 rs. a libra.
Sulalue 0 melhor petisco que pode harer por estar promplo a toda a hora a 19 a libra.
Xoaeillho dO reino 320 r...libr.fe.rroba. 99000
tjllOnri^aS e paiOS chegIdos oeste ullimo nario, a 720 rs. a libra.
Banna de porco retinada. 480 rs. 0 em ,ala com 10 ubr... por 49500 rs. o
se for em barril a 440 rs. a libra.
nUarmelada imperial d0 afaa,ado Abreu e de oulros mullos fabricantes de Lisboa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 19600 afiaoca-se a boa qualidade.
maca no tomate em lat de nma iibra por 900 #
\mendoas e eonteitos em laUs da 2 libr contendo- differenle8 qaaUdadeSi
muito proprio para mimo, a 29OOO.
KirVUnaS iraneeZaS e portuguezss em latas do 1 libra, por 6*0 rs. ditas em meias
a 500 rs.
JVletria, maearrao e taVnarim. 400 a tibra e em c.ixa. 89.
lHOZeS muil0 n0Taa a 100 rs. a libra, e 49000 rs. a libra.
OOIAO iraneeZ em cfrt5eg mullo enCeitados proprios para mimo a 600 rs.
taencwra ingieza a moia guperjor quefca a ii(m TS a gmafa e em caixa se far
abalimento.
Cienebra de HoUanda. 6mo rl.. (ralqueirai, m 0 fraico.
VinllOS engarrafados iagrinjasdo Douro a I96OO rs. a garrafa, Torio fino, Fei-
tuna, Duque do Porto, a 19200 em caixa se far abalimeolo.
raeaUX da, maig acredtadas marcas a ^ a garra[a e 6m caixa a 99 lozia-
*a"*PS* de differentes marcas a 169 a dusia e a 18500 g garrafa, affianga-se a boa
qualidadt.
Yerdadeira srvela cobrinba. de oaira8 muila3 marcai a o3>. d0lia,,
a 500 rs. a garrafa,
l innO em pipa Port(S Lisboa e Figueira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
Vi8\ermaSete fuperi0r a 740 ra. em caixa. e 760 rs. a libra.
Batatas novas
Gboeoiate
\inbo.
Vende-se superior bramante de paro' linho com
duas varas de largura a 29400 a rara, assim como
aloalbado adamascado tambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a rara : na bem
coohecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calca.
Vendem-se cortes de caiga de meia casemira
do cores escoras a 25 cada corte ; oa loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opportunameote para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos d madreperola, conforme
sua propria encommenda, ficando assim remedia-
da a falta que' havia desses.porl bouquets de gos*
lo, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamentos e bailes que se contara nesses
dias, por isso as pessoas que por elles esperaram
eas que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinbeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, baraleza, agrado o sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraiela mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muilo baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f'
lolooo.
E' na ra do Queimado d. 89 loja de qualro
portas que se rende os melhores chapeos de so-
da de formas mais modernas e bum gosto.
Ruatta Senxal a Nova n .42
Vende-se em casada S. P .Jonhston t C,
elUnse silh5esnglzes,candeerofo castiga!
bronzeados,lonas uglezas, fio dovela,chicote
paracarros, o montano,arroiotpara carrod
um olous avalos rologio sdo ouro patento
ngloz.
Navalhas (Taco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca raui finas na-
valhas d'ago refinado com cabos de marm, e
para assegurar-se a bondade dellas basta dizer-
ae que ao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada estojo de duas na-
valhas 89000: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras"sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Olireira 4 Filho, praca do Corpo Santo n. 19.
Colla de Hamburgo
Na ra Nova n.-A, na loja e fabrica
de chapeos, venderse colla de Hambur-
go por preco commodo, tanto em re-
talho, como em porco.
Segunda vez anouncia-se o eogenho Pau-
lista pira venda situado na freguezia de Maran-
guape termo de lioda, distante do Kecife 3 le-
guas, obras de pedra cal a excepgo da seazala,
muilo forte d'agua que deila-sc metade fora oa
tomada, com boa estrada para naregar qualquer
carro, com grande exteocao de varzoas producti-
vas e muitis ladeiras qu parte do canas para
safrejar.5,000 pies e outres boas de roga : quem
pretender se entender com o seu proprietario
no mesmo eogenho.
Veode-se urna balanga: oa ra Nova n. 44,
terceiro andar.
lif
EXPOSICAO
DE *
Cadeeiros econmicos
agaz,
e gaz hydrogenio do priaoeira e seganda quali-
dade : na ra Nora n. JO e 24 loja do Viann.
Veode-se o engeoho Coqueiro, aito na fre-
guezia de Una da comarca do Rio Formoso na
proviocja de Peroambuco, e tem aa vantagena e
commodidades segnintea : nfir3e com agua muito
bem, duas leguas de distancia para o embirque,
bom cercado, bom de prodncco, e tem sua ma-
las, e obras tem aquellas de necessidade para se
lucrar, e recebe parte do valor em desobrigss na
capital : a tratar no mesmo eogenho com o abai-
xo assigoado.Jos Luiz de Barros.
Ra do Queimado n. 19.
Santos Coelho tem para
vender o seguate:
India de 4. 5 e 6 palmos de largo
ir camas e salas.
pj^aP-Mrt um.
Lengoes
Toninas adami
Chita franceza conTdof.eitoSre avana a
o corado.
Toalhas de fusilo para moa a 500 rs. cada
urna.
Colchas de fusto adamascado grandes a OJ.
Cambraias de cores a 160 o corado.
Golliohas ricamente bordadas e de trsspisso a
2J000. K
CeraU carnauba de pri-
meira qualidade.
VendO-oo em porcio e a retalho de urna saca
para cima, e por commodo prego: do roa da ala-
dro do Dos confronte abotica n. 30. ..
Leite virginal
infallivel remedio para,
sardas e panos.
O leite virginal j bem conbecido como romo-
dio infallivel para sardas o pannos, rende-se a
Sf rs. o frasco na ra do Queimado, loja d'aguia
branea o. 16.
Vende-se urna duzia da cadeiras meia de
fora e meia feila oa Ierra, um par de consolos,
um fileiro para loja de charutos ou sigarreiro,
um barcio e urna mesa grande com os ps tor-
neados, tudo de amarello: na roa larga do Ro-
sario o. 30.
A loja d'aguia
branca um dei
Vende-se ariib
de mandioca de superior
saceos, por prego
nos armazeas de Ao
C. confronte ao trapiche ale algodao.
Riscado monstro.
Vtndo-ao riscado
nomica para o ui
gura o o seu proco ser do!
ra do Imperalris, loja a. JO,

va.
MIME.
Na padaria de AoUoie F
Beiriz, roa dos Prea a. 43,
acreditada bolacbioha igual o
aramia, lodo o trabalko aoota I
^po o bolacha eilo alas
trabalbado eom o maicr M
a melhor do marcada a ttOjn
Farinha de
de mandioca.
O-deposito da melhor farinha de mandioca
neste mercado no armazem da ra da Madre de
Dos d. 12.
Roa daSeualla Itfa 41
Resto *s tabalocimoBto eeamaaa a km?
omploto sor limen to domos da saai oas i
das paraangenho,mackiaas la vafea a
ioforro batalo coado.de todas
pora dito.
roeoDor
s ncommendas,
r djljitl constituida um depo-
ditas, tendo-as sempre dos melhores e
maia acreditados fabricantes, como Labio, Piver,
Coudray e Societ Hygienique, ele, etc. ; por
isso, quem quizer prorer-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um lindo e completo aortimenlo.
leudo de maia a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que e vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successorea ra da Cruz
" numero 4.
Vendem-seearbs americanos mu elegantes Maior reduccao i nrma
a leves para duas e 4 pessoas e recebem-.e en- v.nd.m .- n -EI^? i V*
commendasparacujoam elle possuem map- ..V."d5m'!.J,D0 *r?aM" **. r
pas com varios deseohos, tambem vendem car-
rogaspara conduccao de assocaretc.
Soahall Hellors & C,
dem para vender o sea creada*
gioa visto o fabrieanta tor-eo
ci ; convida, porUoto, a
poasuir um boas nlogio de'aara om
lebre fabricante Koraay, a aarav
porlunidade sem parda da tesas, aova or
pra-los por commodo proco)
ra do Trapicho .tt.
Taixas.
Vende-se fazenda denominada liodeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Atiendo
Vende-se
Vendcm-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 1#280:
farinha de mandioca de superior qualidade mul-
to nova, e em tudo agradavel, em porgdes'erao-
des e pequeoas a vontade dos compradores e pie-
gos muito mdicos: a bordo do brigue Midas)
ancorado defroole do caes do arsenal do guerra
quem pretender dirija-se aesta"tipo- Ha I
graphia que ahi ,e dir' quem ^ZnSS^.'SSiSiSS^SS:
na ra da Moeda, taixaa 4o farra i___
acreditado fabricante latvia Maw a Ma ea. aa*
libro, aa rnesmis qaesereaaiaai a* '
Calepotassa.
Vendem-se estoa doaa geaeroa a* aaaa >
cido e acreditado depooil* da
Recife n. 12, por meos praca aa
qualquer parle, aQangando-sa a
A cal chegou a qaatro ala* pal*
ranoc, a a pota** lagHIaaa ala Baaas,
pelos altimos navios da ~
para vender.
berna da esquioa.
Mantas de retroz,
Vendem-se manteo do retroz aera sjraaaaaa i
00 rs. : na rao da Queimado a. aa tata 4
boa f.
em gigos de urna arroba a 1*.
; os mais superiores, hespanhol a 1S-200, franceza Ig.porloguoz a 800 rs. a libra
igoa 4a ettiumiidre muil0 noTOf em caixas de 8 iihta3 por g^oo e em ira
320 rs.
OuLml de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
iVmeuaoavs de cawa moIe ,mil,a Ubra#
iVieiUa llOee teflnad-0 a 800 rs. garrara e em caixa a 9#.
Palitos de denles lixad0J com petfa5ao, 240 rs 0XB1B50.<
CosleVetM inglexas propriasparaflambre.m. .,ibr8>
HoiaXiniia \VlgVea /^j, nova d0 ,ui0 # 'barrica a em libra a 320 rs.
>BI** lft* em frasco* muito ricos com 4 1,2 libras por 3*500, ditas por-
tuguesas a 480 rs. a libra.
^ ^l**^ para limpar fataa s 200 rs. cada umt em porgo se far abalimenlo.
SerejftS ena fragc0s de l e li? Mbrs muito novas a 800 js.
Indepenlente dos gei anunciados encontrara o respeilavel publico grande sprlioden-
lo de gneros, tudo de r qualidade.
Polassa da Hussia.
Vcnde-se em casa d
jccestores, ra c
Gomma
Vet
de Cli
Attenijo,
a piaoo de mesa en
tegocio : na ra Auf
Gollinhas
Vonde-se um piano de mesa em bom estado,
faz-se todo o negocio : na ra Augusta n. 90.
mi
detraspasso bordadas em
eambraia fina.
Vendem-se a 23 cada urna : na ra do Quei-
mado, loja o'aguia branca n. 16 A obro boa*
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem..
Sebo do Porto
Em caxiohns de urna e duas arrobas, fazenda
superior e prego commodo: no largo da assm-
hla n. 15, armazem de Autuoes GuimarSea &
G.
Vende-se urna taberna situada no melhor
lugar da Boa-Vista, com proporgoes para habita-
gao de familia, por ter um bom sotao com quar-
los e jauelas, bom armazem, cozinha, quintal
murado, cacimba propria, vende-se por seu do-
no retirar-se para fora a tratar de sua saude : a
filiar com o Sr. Braga, na loja de selleiro na ra
Nors.
Bnecas bonitas
com rosto, e meia perna de
porcelana.
Vende-se mu bonitas bonecas com rosto, e
meia ucroa de porcellana acra baratissiraos oreos
deJU0,36b,500,56O. 64O,72O;8O0 e l0O0:.i|ao
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
pretas.
m poj
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
9 +
DE
.,.*.,, aaaaw & s.
Hpm fr naial espec.almenle escollhida a 800 e 1000, e em barril lera abalimenlo.
ft,!?in, f 3 melBr d merCad 70 a Hbra e em bar"8 a raz0 da60 ,,br-
Queijos lameogos chegados Msle uIlimovapor a 3ooo.
UUeijOS iundnnOS o melhor que ha neste genero por serem muito frescos a 1*200 a libra.
UueiJO pratO o melhor que se pode desejar a 1*200 a libra e 1*100 o inteiro.
t ySSOn e pretO o melhor do mercado do 1*700 a 2880 a libra
Pr^nLfiamibren8,eZflhambur^a720 **
presuntos portUguezeS vindos do Porto de cas. particular a 560 rs. por libra o inleiro a 460 rs.
a iT.72!o ?UqU8fde Prl0' genUn' Prt 6a0* neCUr' Carcavollos, C.mes, M.d.ir. socco, Follona
Vinhn R 1 garrafa, o 13*000 a duzia-.
Vinhn fmrrT:trfaUX ^ ^"^ qUaHd8de ^^ mue 800 f *"<' de 850 <>000 a daxia.
v limo em pipa proprios para pasto do 500 a 600 rs. a garrafa edo 3*800 a 4800 a caada.
Uarmelada imperial a escolher de iodos os fabricantes de Lisboa premiada as expsitos universa da Loeiraa a Paru a
900 rs. a lata, de urna libra e a 1*700 as de duas libras.
muilo gosto a 39500 cada urna.
serena ncasaaasa aa
a da
tlgOS eill CaXUlhaS de 4 libra muito frescos e grsmdes a 2000.
Peras SeCCa em caixinha de 4 libras chegidas nesie ullimo vapor a 3f 500 e 1*200 a libro, afianea-so sor o raoihor qea aae aavaf
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 4*000 e 1000 por libra.
PaSSaS em caixinhasde oitolibras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a liara, e em coixada orna arroba a UfttO.
Latas COm frlletas <* 'odas as qualidades que ba era Portugal de 700 a 1#00U a lata.
CornthiaS em frascos de 1 Ij2 a 2 libras de 1*600 a 2*200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, paras e nozes o qne ha domis proprio para mimos, a 490ft a fiPttt r*.
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, e muito novase 1*450. egrondos do 4 a 8 libras do 3*500 a *50t.
Conservas OglezaS francezas o portnguezis de 600 a 800 ris o frasco.
ErVilhas francezas e portuguesas a 720 rs. a laia. afianca-se serem as mais bem preparadas que tem rindo m rn*reado.
Massas talharira, maearrao e aletria as mais novas que temos.no mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porgo ter abatimento.
AzeitohaS de Lisboa novas egrandes vindas pe|a primeira vez ao nosso mercado a 31500 a ancoreu.
Champanhe ds mircas mais acreditadas de 15 a 20000 res o gigo de 1500 a 2 a garrafa.
Cervejas'daS melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 59 6*000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e a 10*000 a duzia.
Genebra de Hollauda a 6po rs. o frasco o 6*500 a frasqueira com 12 fraseos..
Chocolate^ Ts superior que temos tido no mercado portugus, hespanhol o francez do 1 a l20O altara.
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. a garrafa a 19980 a caada.
EspermaCOte Superior sem av.ria a7*0 rs. em c.Ua a a 760 rs. a libra.
AjTOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra a 2,700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Mareaba,
Alpista e painjQ o mais Umpo^ua ha a 160 rs. a libra do alpiste o 240 re. a libra do paiaep.
Vinagre branco o melhor que te/nos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 21560 a caada;
Massa de tomate em latas de urna libra do mais s j autor da Lisboa e viuda a primeira vez a oess* mar
Ara JUta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, a da gomma.
Toucinho de Lisboa o mais novo do mercado a 820
Batatas om g arroba, as melhof a no |
r onl
arroba a 10*000.
tado a 18800 o v
Nozes I



Qtr60
bordados en
. Na loj d
melo d^H
transpareme
vest
oieasMo, ]
madi
tV^ K' 4 L I^aam
Id Mti eo-
pira
approveitar a
r na rui do Quei-
^as imperiaes.
indo dourado.
^B tendo em Tiittt sempre
ir, acabara de chegar
L as superiores sgulhsa
denrao e mui bem fvi-
e costurtifots, e casta
lh sastra boa anima
e adiani
mais
prat ni iWI
16, dir semprl
Vende-se batatas ltimamente chegadT
Lisboa a 640 rs. a arroba : no- aromen) o. 10
travesea da Madre de Deot.
Vende-ae urna travo de 75 palmos de eora-
prltfo e 10 porgadas en, qoadro, de superior
qoalidade (de fundo), assim como canoas de car-
rera de diversos tamanhos, por preco commodo :
Da loja de ferregeas da ra da Cideia n. 44.
Sebolas baratas.
0 eeoto a 509 rs. e em molho a 800 rs.: na
ra da Imperatrix n. 49.
Zeire para vestido.
Chegou pira,a loja da victoria grande sorti-
roento de zefire para eofeites de vestido ou para
outra qualquer obra que se queira bular pelo
barato preco de 500 ra. s pe?a com 10 varas : na
loia da victoria na ra do Queimado o. 75, junto
a loja de cera.
Kscencia de ail.
Para ngommado.
Vendem-se frasquinbos com escencia de ail
coasa excedente para eogommado porque urna
gota del I a bastante para dar cor em tima baca
de gamma tendodemaiaa maisa preclosidade de
nao mauchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail Custa cada frasqoinho
500 rs. : na roa do Queimado ioja da aguia bran-
ca n. 10.
Potassa americana.
Vende-ae potassa americana omito nova e de
superior quahdade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Pilho, largo do Corpo Sao-
'chapeos A GARIBALDI-
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunta A Silva.
Os maia modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palioha e feltro, raui lindos, e se ven-
em pelo barato prego de 10 e lj}
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais fioiasimo brim trancado decores, muilo pro-
pros pan os bailes, festase pasaeios campestres,
pelo diminuto preco de 10$.
Chapeos baratos.
Cbapelioas de seda para senhors, pelo baratls-
simo yeco de"Uj(, chapeos de seis e de merino, I
bem eufeitados, para meninos e bapiisado a 6 e
79, ditos de palha e seda para senhors a ig, di-
tos de seda decores, copa baixa, para homem a
G, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
preco de IJM5U0, chapeos de castor baaoco sera
pello, booitas formas a 128, bonets (rancezes de
panno para meninos a 2$500e3#.
Guardanapos e toalhas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2$ e 2$400,
toalhas para mesa de li4,1|2 e 2 varas a laOO,
1*500 e 2. -
Vestuarios para meninos,
de fusto, enfeilados, a &f, baldes para seohora
a 3)500, bonitos vestidos de pnsutesia pelo bara-
to preco de 12J, atoalhado de lioho adamascado
com 8 palmos de largura a 28240 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, leques de diversas
qualidades, golUohss, manguitos, sedas de qua-
droaos, e outraa muias fazeodas que se ven-
dea por barato prego na referida loja cima.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande variado aorlimento da
roupa feitas, calcados e azendaa e todos
atea Mvendem por presos muilo modi-
tteadoa como de seu costume,assim como
sejam aobrecasacos de superiores pannos
casacos fettos pelos ltimos figurinos a
26, 28, 30} e a 35, paletots dos mesmos
pannos preto a 168,188. *0 e a 249,
ditos de casemira de cor meaclado ede
covos padres a 149.169. 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
res a 99.109,129 e a 149, ditos pretoa pe-
lo dimiouto preco de 89, 109, e 128. ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditoa de merino de cordo a 129, ditos
de merm chinea de apu rado goslo a 159,
ditoa de alpaca preta a 79. 89, 99 a 109,
ditoa aseos pretoa a 49, ditos de palba da
seda (azeoda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3jj500, 4|
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de ealcaa d e casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10', dita*
, pardas a 39 e a 49, ditas de brim de corea
1 floas a2f 500, 39, 33500 e a 4|, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5f, 59500 a
69, ditas de brim loni a 59 e a 6J, colletea
de gorgurao preto e de corea a 5f e a 61,
ditoa de casemira de cor pretoa a 41500
a a 59, ditos de fusto branco e da brim
a 39 a 89500, ditos de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 49 a a 49500.
ealcaa de merino para luto a 4f 500 e a 51,
capas de borracha a 99. para meninos
de todos os tamanhos : ealcaa de eaaemlra
prefa a da cor a 5f, 69 e a 79, ditas ditaa <
de brim a 2J. 39 e a 39500. paletots sac-
eos d casemira preta a 6# e a 7, ditoa
tfeeor a 69 aa7|, ditoa de alpaca a|3,
aobrecasacos de panno preto a 129 a a
I 14, ditoa de alpaca d 9, bonete
I para menino da todas ades, ca-
ffflisis para meninos de t
} malos ricos vestid
I para menina.
:osa89ea12f,d
a a 5* e
! Utos d ea
^H^^mtisadat e ib^b^b^b^b^b^H
mao<
tMM
das
faat
ano uto,
end>r geog
os pretenderen! pe
oingir-se
raes i Oliveira, na ra do Imperador.
os Srs. consumi-
dores de gaz.
4Vos rmateos do caes do Rasos ns. 18 e 36 e
na roa do Trapiche Novo (no Recite) n. 8, se
vende gtz liquido americano primeira qualida-
4 e recentemente erogado a 149 a Uta da cinco
galles, aaaimcomo ae veodam lataa de cinco
garrafas a em garrafas.
Novbs cinteiros de fitas com
i cabidas e franjas,
^^^^aB^H
a
ita branca acalla
f lio procuradas
ara poi
de receber pelo
e.maito bonitos
6
tor-
ae unicam
Queimado o. 1
Chapeos (f^>al
O mais lindo aorlimento de chapeos de p
daa formas sa mais modernas de Paris, parase-
nhoras e meninas, ricos atlos ultima moda, di-
tos com lacos bordados : na ra do Crespo n. 4,
casa de J. Falque.
Fitas *de chmalo -
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia braoca acaba de receber pelo va-
por inglez i aua eocommenda de boas, bonitas e
largas Ola* de chamelote brancas e outraa cores,
as quaes sao excellentes para ciles, lapos, etc., i,
de vestidos para caaamentoa e bailea, assim como j Wt
para lagos de bouquetes, cinteiros de crianzas e
muitai outraa diversas cousas, e como de aeu
costume os precos sao menores do qae em outra
qnalquer parte; aasim quem munido de dinhei-
ro, dingir-se a rna do Queimado loja d'aguia '
branca n. 16, aera bem servido.
^a ^w ^tw <^nv ^t^a" ^ibw c^W avw ~ ia^w Waw Mw um
Para acaban
gNa ra do Queimado n. 10
floja de 4 portas.
Vende-se chapelinas de aeds para se-
nbora a 89.
Organdys padroes os mais modernos a
60Ort. a vara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 rs. o co-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
209006. *
Manteletes pretos a 159 e 209."
Riquissimoa vestidos de aeda de cores
e pretos o maia moderno que tem a p pa-
recido e por baratissimo precu.
Testa kaj UpM
a prBe> de *Ja raii
inoadaneota os senberes cooaumidore "a
' e variado aorlimento de fazeodas, todo
eartiisaimo.
* larvas de Jouvln.
yene-neaa verdadeirsa lavaade Jouvin, che-
Pi ,por Wmo paquete da Europa : oa
oj>d acaia de curo, ra do Cabug n. 1.
Hielas para scn\i*ra.
Vendem-ee auperiores meiaapara seohora pe-
lo baratissirao prei;o fe 99840 a dazia ; na ioja
da bot f, na ra do Queimado n. 21.
Vendem-se burros gordos e mansos: no
eugefjho Jurlssaoa, do Cabo : a tratar all cosa o
Sr. Duraiogos Francisco de Soasa k>eao.
Nfovidade no
rador!
23 Largo do Terco 23.
Qaeijos flameogos muito treacaea,
te ultimo vapor a 39. manteig'a fra
m a n teigaJo gIeza fl
psjBNfam
molhadoa,
fajanfJWPFprfe^pre segunda aor-
teaTrrz, velas de espermacete e carnauba, asei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em outra qualquer parto a dioheiro
vista.
N. O.Biebar & G.saccessores.rna da Crea
n. 4, tem para vender relogios para algibeira da
Ouro e prata.
Os burros e caballos existentes no armazem
do Sr. Andr de Abren Porto, defronte do arse-
nal de marinha, vendem-se a vootade e eacolha
doa compradores : tambem se vendero do mes-
rao modo casros muito superiores, que servirem
para agurdenteoumel: na ra do Trapiche n. 4,
prlmelro -andar.
nhaca.
loteresse publico.
Offerecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar concurrencia publica o que ha de
mais novo em fazeodas, tanto para se-
nhoras como para- homens e meninos, J
sendo que para este fim espera de aeus *
correspondentes de Inglaterra, Franca e H
Allemaoha as remessas de seus pedidos, |
tem resolvido, antes de apresentar o no- 8
vosortimento, liquidar as fezendas exis- j
lentes, o que effectuar por presos mo- 1
dicos e para cujo fim convida o respeita- j
vel publico a aproveitar-se .desta emer- g
geocia.
Funileiro e vidraceiro.
' k.? ^^S a,Wit H*t, >alo preco o mais
eirl. ff""^ : 8 U%W* ** "" d0 C,lde|-
wmmmtm mam eieeieeieM a
i A loja da baedeira I
tem 'para vender de boa
I qualidade folha, esawAo-
fe badas de
senecupa prego favorito.
uNova loja de funileiro da
* ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos da Fonseca participa a
todos os sous (regoezea tanto oa praca ,
cmodo mato.ejuntamente aorespeita-
re publico, que lomou a deliberacao i '
baUaro pre?o de todas aisian '
cajo motivo tem para v<
sortimeoto de babs
_____aa.a ,
_ ande
raa,coDteodo
___^.ridtfs.grandea
a, raachiaspara caf eeane-
carpara conduztr aguagrandea e peque-
as, latas grandes para conaervar fari-
nha e regadores ao uao da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 19,
bahsgrandera 49 peque nos a 600
., bacia grandea a 59
800 rs..cocos de 1
gadores regulares
pequeos a 400 rs., -
tos ha pintados e em braoco e ludo mais
se vende pelo menos preco possive): na I
loja da baodeira da ra da Cruz do Re- 2
-cite o. 37.
h7T.. n'Dde"8e 0tDa e8cr"8 de id8d 26 ennos,
Donita figura, engomma, cozinha e lava perfeita-
mente; na ra larga do Rosario n. 48, padaria
Luv^s de Jouvin.
Na loja da Boa F oa ra do Queimado 0. 2J
sempre se eocontrarao aa verdadeiraa luvas de
Jouvin tanto para homem como para eenhora
adveriIDd0.ge que par, aque|les h8 de m
liodaa cOres, na mencionada loja da Bda F na
ra do Queimado n. 22. >
eanha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa freeue-
zia que chegada a apreciave) baoha fina emeo-
poa grandes, e contina a vende-la mais barato
do qne ero outra qualquer parle : na ra do Quei-
mado ioja d'aguia branca n. 16.
la do Qi^^BH
loja
dePer-
vendem-se ssi<
Cha
odo
SefliohB
m
Csea
Cortes di
Gro
Ditoa,
Cb
matada da
de aeabar
que leas appare-
M
i800al|
49 peque noa a 600 1
lea a 59 a pequea a i
aza a 19 a duzia re- I
9S muito barato, ditoa S
a., de todos estes objec- 9
W a matlj a 4f*
de corea para colleta a 39.
de corea a 39.
eoa de cores, um 600 rs.
J palba para seohora o mais moder-
i que tem apparecido a 12,14 e 159-
l para meninas e mentos por barato preco
onets de palba para meninos idean.
orles de aeda de quadroa, (asenda multo an-
ior a 89.
Paieois de alpaca preta e de eores a 81,
inadaCadeiad L
'Trande liquida^
todo pre^o.
-Jetoia de ipeca preta e de cores a 8|. BV.>Tr.H-r*"7* "*" "?-'"'*'
Tailaiana de Isa com palmas matizadas, fazen- n",.""^.." l"I"M ** difarailaji goatos.
da moderna e propria para vestidos da seohora e r"""!. V-** P*JU.
mon.nn. ...rt inn T Copos da Babia e da Ierra.
-~' e da ierre.
uringuea fiooa e eotre-flnoa.
Foga re roa para defumar.
B e ortosf*0 PrPnM P'" <***'
Escovas de lavar caaa e navio*.
Vatsouraa de cabello, piasaava e palha pan
Espadadores de cabello para carro, masa ate.
Urnohos de differentes tamanhos pata Bseain*
Driocar.
i7, i^ii'^ina |iaia irsimus uo scuuuia, R.l.in. t-a "aln* U0 escolas.
Atoalhado de lioho com 10 palmos de largura, n", ./.,
ra 29. gestea pare compras sorlidas.
Lapachos redoodos para meio da sala.
Garrafas de vidro brancas e da corea ata
olio, licores, agurdente ele.
'. outraa muias fazeodaa que saris efflfcfl
meninos, covado 400 re.
Chagelinbas de seda para seohora, orna 61.
Meiss para menina de 2 a 8 annos, dalia 29.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditos ditos com babados.
Ditoa de cores, riquissims fazenda.
Panno fino de tooaa as cores, covado 21500 e
3SO0O.
Manteletes pretos lisos a 12 e 159.
Ditoa ditoa bordados o mais rico possivel.
Cortes de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de aenbora.
vi-
vara >.
Bramante de lioho, 12 palmos de largura, vara
29000.
Dito de dito muito fino a 29300.
Chalea de laa e seda a 29. ma,
Aiem daa fazeodas cima mencionadas ba mu- "I0'D"r "'quae8 ,B 'derao sem reserva da
taa outraa de apurados gostos, que se vendem por u;.,; aouo do ^belocimenio ter do re-
dimioutos presos.
Chapeos do Chyli
Na ra Dlreita o. 76, esquina ao becco doa
Peccados Mortaes, vende-se chapeos do Chyli
muito finos de copa alta e aba larga a Garibaldi
e de outraa muitsa qualidades de gosto modernos,
assim como um grande aorlimento de livros em
braoco para eacripturacSo, tudo por precos ra-
zoavels.
Relogios.
Vende-se ara casa da Jobnstoo Pater & C.,
rna do Viga rio n. 3 um bello sortimanto da
relogiosdeouro,pateo te inglez. deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamba
um variadide da bonitos iraBcalintpara os
mesmos.
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Bussia da .mais nova o
superior qne ha no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio "e Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
Jouvin.
Acabara de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na ra do Queimado n. 16,
sendo de todasajas corea.
Ra da Seazalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Methodo Ollendorff.
Segunda-feirs 3 de fevereiro se abre s aula de
fraocez pelo methodo Olleodoiff, approvado pelo '
conselho director de fostrueco publica deata
provincia.
Arithmetica methodo Pesta-
lossi.
Approvsdo pelo conseiho superior de iostruc-
gao publica de Portugal.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neate rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHBIKUSde todos oa tamanhos.
SEMICUt'US dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLH A em caizas de todas aa groisuras.
PRATOS imitaodo em parfei;ao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas aa qualidades.
PABLLAS dem idem.
COCOS, CANDIBIROS e Oandres para qual-
quer aorlimento.
VIDROS em caizas e a retalho de todos os ta-
mandando-se manbos, botar dentro da cidade,
em toda a parle.
Becebem-se encommendaa de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
SABAO.
Joaqayn Francisco de Mello Santoa avisa aos
aeuafreguezesdesta pra$a e oade fra.qae tem
exposto venda sabode auafabricadenominada
Recifenosrmazem dosSrs. Travassos Jnior
A. C, na rna do Amorim n .58; masaa amarella,
caatanha, prata outras qualidadaa por menor
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
tnd S?!J? T0 ?,t,be,'c,nienf0 cb"* o publico om graode sortimeoto tendete a molhados
ludo por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteigs tngleza especialmente eacolhida a 800 e 960 rs. a libra.
una Iranrea a melhordo mercado a 720 rs. a libra
Queijoa flameoRos chegado no ultimo vapor a 2JW00 e 3S.
Che hyson e preto a 2 e 2*880 a libra. *
Vmho engarrafado doa meihores autores a 18 e 1*200 a nrrala.
Vmho de pipa propnos psra pasto a 500 e 560 a garrafa?
Marmelada imperial dos melhore autores a 900 rs. a libra.
Aroeixaa porluguezas a 480 rs. s libra,
Psssas muito novas a 500 ra a libra.
Latas com boi*chiobs de differentes qualidades a 1400
Conservas nplezas as melhorea do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, UlhaniP, ro.carro e aletria a 440 ra. a libra
Cerveja das meihores marcas a 560 a garrafa
Genebra de hollanda auperior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditasde espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
TouciDho de Lisboa a 360 ra. a libra.
Alm dos gneros anounciados achara o publico um graode sortimeoto de um Indo tenden-
te a roolUados mais barato do que em outra qualquer parte.
Grammatica por Dilermando. KSteIfeuo0"'
Approvada pelo eonaelho director de I. P. do
Rio de Janeiro. Na escola ceotral do methodo
Castilho, ra das Flores o. 3, a qual recebe mais
4 penciooialss que nao ezcedam a 10 aonoa de
Idade.
do Rio, mutto novo e barato.
Farinba de mandioca
de Santa Catharina, a mais nova que ha.
Venae-se um e outro gneros ; na ra nova
de Santa Rita, armazem n. 19.
Vende-se um sitio
pequeo na estrada de Joo de Barros, em frente
do da Ezma. viscondessa de Goianoa, com mui-
toa ps de laraogetras, coqueiros, mangueiras, e
outraa arvores de fructo ; a tratar no meamo
aitio.
Muitas fazeodas
baratas na ra da Impera-
triz n. 60,' loja do pavo.
Gama Si Silva, doaos desle estabelecimento,
tem reaolvido vender as suaa fazeodas por precos
baratiaaimos como sejam: '
Musselini branca com 4 1|S palmos de largu-
ra, covado a 240 ra.
Gbitaa eacuras com pequeo toque de mofo,
ovado a 160 ra.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs.
Cortes de ditas com iOcovadoa a 14)300.
Cortes de chitas francesas escoras e alegres,
fazenda muito Qna e de corea aegursa, com 10
covadoa, 2*600.
Chiles fraocezas, fazenda superior, corado a
260,280', 300 e 320 rs.
. Lazioha do quadros para vestidos, corada a
280 rs.
Ditas moito finas a modernas, covado a 440 rs.
Caasss de cores, fazenda inteiramenla nova,
corado a 260, 280 e 300 rs.
Ditasgaribaldioas, faseods Qoiisima, covadoa
860 rs.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
1 lote, frania
oseu deposito de vlaa dacaroaa-
usimpleaaam mistara lgnma, como aa de
composicio.
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Caboga o. 1 B,
recebersm de sua propria eocommenda um com-
pleto sortimeoto de flores, o mais (loo que pos-
sivel eucootrar,propriaa para eofeites de cabecaou
vestido, cousa muito chique, que se vende por
preco que admira, sendo a 800 e 19 o cacho.
VIi cangas muidas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber easaa
procuradas mirrangas miudas que servem para
pulceiraa e outraa cousee, a por isso avisa as
pesaoas que ellas esperavam e as que oovamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
praro um masao muito maior do qur os antigos,
isso someote na loja d'aguia branca, rna do Quei-
mado n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado d. 22,
se encontrar um completo sortimeoto da grava-
tas de aeda pretas e de cores, que ae vendem por
precos baratiaslmoa, como sejam : estreltinbaa
pretas o de lindas cores a 1J, ditas eom pontaa
largas a 1&500, ditas pretas bfdadaa a 19600. di-
tas pretas para duas rollas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado o. 22.
Ua barcaca.
Vende-se ama barcaca do porte de 35 caizaa,
eocalhada no estaleiro do mestre carpioteiro Ja-
clnlho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tea, aoode pode ser vista e eliminada pelos pre-
twdeatee ; vende-se a prazo a dioheiro ; a
tratar com Manoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
LeTu;os Y>racos multo
Veodera-ae lencos braocoa muilo fios, talo
diminuto preco de 2*400 a duzia, 4 graude pe-
chincha : nS loja da boa f, na roa do Queimado
numero f.
Caivetesflxos paraabrir
tatas.
ATTENCAO
&I MW MIL MUSTOT
Sortimeoto completo de fazendas e roupas feitas
HA.
N, 48-Rna
Junto a padaria franceza.
Encontra-se neate estabelecimento om completo aorlimento de roupas da (odas as qoalida-
des como sejampel-tots ^e al paca preta de 3 a 10. ditos de merino preto a 7, dito de paDno
preio saceos a 7. 8 e 12, ditos de casemira de 7. 9e 12o. ditos de alpaca de cor a 35O0 4 e
7. ditos de meia casemira de cor a 4500 e pretos a 5|. ditoa de brim pardo e de corea a 350O e
** /""SSf df.,bramsnle ,350u <. brim traocado a 4*500. sobrecaaaco de psnnbpreto
a 109. 18 e JOJ, ditos com Rolla de velludo a 18, sortimentode calcas brancas de brim a 21500
Xy^i d8J?? C6l l*800-' *' *,50 !*' 2Ui d" gnK,, de c6r 2,70' oe mei "^,
a 9, 3*500 e 0, ditas de casemira superior a 6J500, 750O e 9, dilaa pretaa a 48500 7i 8* e 10*
e de outras muitaa qualidades, sortimeoto de cohete de todaa as qualldadea. camisas francezaa de
lodee as qualidades e preroa, seroulas de algodo, de bramante e de lioho por precos admirareis
Um sortiaaento de roupaa para meatnos de diversos tamaohoa. chapeos francezea pera cabeca d
todaa as qualidades, chapeos deso de seda admiravel pechincha para liquidar a 5500 e 6 ditos
para senhora a 4$ e 5, e outras muitas qualidades de fazeodas e roupas feitas que se afianc ven-
der por precos commodos. y-
da lmperatrizN. 48
Tambam so venda ooetebelaetmeBlo
tmenlo. [
Loeca vidradade differentes qualidadaa
Vasos de diversos tamaohoe para mant
ce etc. ^
Jarras finas grandes a paquese.
Ditas entre-floae e mis inferiores.
Polas de difiereotes tamaohoe.
'erras a jen des pera uoainha.
Meias pretas de seda.
Vende-ae meiaa de seda pretas para senhora
fazenda muito auperior pelo baratissimo preco
de 1o par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35
Liabas de cores em nvelos.
Vende-se linhasde cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratissimo prego
de 1 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se oa ra do Queimado toja da miude-
zasda boa fama n. 85.
Bicos de linho barato.
Vende-se booites bicos da lioho xie doos a
quatro dedos de largura fazenla muito superior
pelo baralsaimff pre{o de 840, 820, 400 e 480 rs
a vara, venda-se t ^^
ar A fl (1 fp nj
rcom 10 e
Tentos para voltarete.
Vendem ae superiores tentos para voltarete
pelo baratiaaimo preco de 4cada caixa : na ra
do Queimado loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35. *
Leques de madreperola.
Vendeaemui lindos e flnissimos leqoes de
madreperola pelo barato preco de 16 raa um :
pa rna do Queimalo leja de miudezas da boa ra-
ma o. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-aa cada um frasquinho pelo barato
preco de 500 rs.; oa ra do Queimado loja de
miudeas da boa (ama n. 35.
ral* kr.nf
Leques.
Veodem-se lindos leques da madreperola
S55.ir.fflT Mlo' d''ui' -SS^-
Aos senhores sacerdotes.
Acabara de chegar loja da boa f, na roa do
Que.madon. 22. meia. pretas de aeda muilo J
penores. proprias para oa senbores sacerdotea
porserem bem comprida.e snuito el.stiraa ; ei-
Aos fabricantes de velas.
O amigo depoaito de cera da carnauba a sebo
eID P.ao e em vel4'' 'baleeido no larao da As-
n.-"9, mu/,ou;^ fu. da Mear, da
Dos n 28. quaai defroofc da igreja, onda eoati-
ooa a haver um completo sortimeoto daaoallas
gneros que se vendem por precos rasoavew.
Na ra da Fundido em Santo
Amaro, est para se vender urna pe-
quena taberna com um diminuto fundo,
muito propria para um principiante :
quem pretender dirija-te a mesma.
EscraTos fugioos.
Aioda continua a estar fgido o preto An-
tonio, de oaco Oesenge, idade 40 annos ponen
mais ou menos, estatura regular, com os signaos
seguinles : em urna daa orelbaa tem na teca ti-
rado, em um dos quartoa tem a defeilo
pelo qual pucha um pouco no andar pelo p, leas
debaizo do queizo esqoerdo tres bureos, a'ianal
de denles tiradoa, tem na frente de bocee falta
de alguna aeotes: roge-se a lonas aa aotoride-
des pohciaes e ca pitaes decampo a soe captara
e leva-lo a ra do Imperador o. 73 tereeiro an-
dar que aer bem recompensado, assim como a
qualquer pesaos particular, o proprietario aseo
] protesta de em pregar todoa os meios que a le
Ihe faculta contra qualquer pessoa qu o teoha
occulio assim como ha noticia de que j eetivera
em Iguans.' e que dahi se retirara levaodo eaa
sua companhia urna preta forra duendo tambem
ser forro.
Fuaio do eogenho Cuyambucs alto u fra-
guezia d Agua Preta. em das do mezde malo do
auno prozimo paaaado, o escravo VicUrioo, lasa
os sigoaea aeguintes : erioolo, cor fula, ealata-
ra om pouco baiza, olbos muito vivos, tocador
de viola, bastante sambista; adverte-ae aoa
dito escravo j fui poaauido por um *nhor m
angenho do norte da provincia, a por lato sap-
poe se andar o meamo para aquellas lagarto:
quem o appreheoder, quplra conduii lo ao aaaa-
mn eogenho, ou no Kecife, casa o. 28. na rea da
Matriz da Boa-Vista, que ser generosamente ra-
com pensado.
Fugi no dia 20 do correnta de bordo do
patacho Capuaro, o escravo crioulo mariohoi-
ro deoomv Aotooio, idade 19 annos pouco maia
ou menos, altura regular, ralo comprldo a cam
slguos sigoaes de bexlgas, levon cal^a a camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriptorio do
Antonio Luiz de O iveira Azevcdo A C. roa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho nao sari
generosamente recompensado.
Pugio do eogenho Pedrae freguezia do Bar-
reros no dia 8 de dezembro de 1861. o preto Js-
nuario, crioulo, idade 25 a 30 annoa, alto a cor-
pulento, pouca barba, ps apelhetadoe, a tem
escrotos, volumosos, b*m ladino, o referido
preto foi do Sr. Feliz da Cuoba Teizeira, mora-
dor em Fora de Portas desta cidade, e enasto ter
muilos corihecimeotos em Me ricota : raga aa a
apreheoao do dito preta podando ser entrena
ao Sr Jos Joaquim Gomes de Abren na rus da
Imperador n. 17 oa oo eigenho Pedraa, que se-
r genernaamenie recompensado.
Fugio oo dia 19 do corrala a escravo Be-
nedicto, um oa sigoaes secuiotos: crieele,
cor preta, estatura reular, peaeoeo baiza e grao-
so, pouca barba, tem falta de deates, olbar sam-
brio. representa ter 36 annoa da idada, tem
dedo index da mi esqu^rds mata carta aaaa
unha, tem ma coatura de ferida aa caaella da
peroa direita ainda por acabar de tachar a Iras
sempre a caiga da dita perna maia deadda leva*
vealldo calca de algodo aiul a eemtea Oa chita
roza e chapeo de baela preta j velho
chaa de Unta verde, descooaae que eslea tro*
m alguna olaria por coleador a af
balhaodo em _.,.
firiooo que estrja em algum aitio, a desde j aa
protesta contra quem o ijver: roga-aa aa auto-
ridades policiaes, capitiea da campo \ aeptara
do meamo, a entregar na ra doa Guararapeaa.
18 em Fora de Portas, que se pagar amorosa-.
mate.
Fogio do Rischao da Panella, ora mtalo de
ealatura baixa, corpo groase, madoa,
olh. grandea, cabellos ,,a
reg ustino. a
i dar ,, eaajiam
'iniiaralH
^^r boa farnt a. 55. leo (asaadj


DIARIO DE PERRAMBDCO, m QWTA FBBU JO DE JANEIRO DE IMi.
=
tir i\
w
Litteratura.
RetresBecU ff____
de 1861.
luz d urna avengada cirilisagio, 6 0 esforgo
perseverado de todoa oa seus filbos.
A expoaigio ioglexa de 1854 tomc-e-nos de sor-
presa, a modealia, que altrtbuto exagerado
ooa Brasileiroa, tornou impossivel qualquer em-
presa da noass parle; desde entio daaejavamos
reparar a perda detaa occio, e aluda urna ve
fot de Londres que ooa vsio o impulso sasigavel
aotmader, &i(jt\\\\\\\\\\\\\\\^m^m^pw^m\\\\\
aem na
ui i ropo
A oppon
I raimsiernes, o mn
erigi doa coofeSi
i este queriam instituir
ncir, que a Deus perte
os factos, depoisde desprez*
interpretadas a* suas declarac;
Mar ordem do da, e eocelaram-i
Sos ordioario, na forma do coatame, in-
os por varios episodios.
So adiantada como eslava, dea poneos
fructoa que se convertessem em lela ; era tam-
bem conveniente que a machina legialaliva. que
tantdlrabalhra no aono anterior, repouaassear
pouco, e deixasse alguma folga aos contribuintea
e sos ejecutores.
Pr'omuigaram-se poucasleis, feituraa dessa ses-
sfl* mas por outro lado lofnou-se ella urna das
'jEbnis notaveis pelpa sene importantes debates.
Veniilaram-ae grates pontos de doutrioa coos-
Mitocional, como a da escolha de ministros fra
do parlamento, a iulerveugo da autoridade em
materia eleitoral, a exleosao da soberana popu-
lar, e a organiaagao do aervigo militar ; as grao-
dea medidas de que depende o futuro de um
paiz novo, vasto e prodigiosamente dotado pela
natureca qual o Brasil, a coloniaago, as vas
ferreaa e os diversos meios de communicagao, as
questoes de crdito sob o seu ponto de vida po-
htico-commercial.e, analmente, o estado da uos-
aa agricultura e asituacao financeira do tneaouro
publico
Nao dimiauirei a importancia deases certames,
expondo-oa flb pallido reflexo ; os annaes par-
lamentares oa apreseotam sua verdadeira Inz, e
s ahi pdrm ser bem apreciados.
Releva, porm, indicar dous resultadosque da-
hi se colheram.
A lei naneara, volada em 1860, lecebeu urna
interpretago que, embora impugnada por intel-
ligenciaa das mais elevadas, e opinies das mas
competentes, foi aceita com applausos pelo com-
mercio, que assim viu mais desembarazada a ac-
go do nosso primeiro eatabelecimento de crdito,
em quadra de difficuldadea e criaes fioanceiras
para todo o mundo. Wt mutt o make a icor-
re crow of he law as leis nao devem aterrar,
devem dirigir e estimular para o bem, reprimir
os abusos, e prevenir o menos possivel em mate
ria de commercio e industria.
A poca do pagamento em especies metallicas,
vontade do portador, vae-e pproxirnaodo a
passos largos, sem que eeja preciso aperlar ainda
mais s craveira das reslricces nanearas ; todos
aabem, e muito descuidada fra ella se o nofi-
zesse, que a directora do banco do Brasil se pre-
para para essa nova siluscao, que nao tardar,
eacasaeaodo progresivamente em todas as nos-
saa pregas o papel moeda, que aoa milheiros de-
vorado pelas chammas todos os annos, coosome-
se e perde-se em bos parte as mos dos possui-
dores, e j nao basta para as pequeas transac-
S&es nos distantes e multiplicados pontos porqne
se espalha a nossa populacho, outr'ora menos nu-
merosa e mais concentrada.
O dficit dolheaouro oo assustsdor, assim o
demonsirou exhuberanmmente o ministerio em
ambaa as camaraa ; seja de dez mil contos, seja
de miior lomms, o crdito do Brasil, zelado co-
mo e como sempre foi pelo aeu governo, sem
diatineco de partidos, ha de atravessar inclume,
dentro*e fra do Imperio, eate periodo de liqui-
tiaedes do passado, sem que vejamos paralysado
todo o nosso progresso. E' um grande bem, e a
medicina social nunca erra, qnando o mal ae
torna patente e comees em lempo a ser comba-
tido. O gabinete Ferraz j o linha presentido, e
o acual impz-se o dever, que pssssr de ceno
como honaoxo legado a todoa os seus sucessore,
da mais estricta economa.
Dissemos no principio desle artigo que o Bra-
sil nao podia escapar inteiramenle influencia
dos elementos malficos que actuam sobre toda a
superficie do globo terrestre. Com effetto tam-
bero soffremos em nosiaa eslagoes, e nos traba-
lhoa do nosso fertilissimo solo ; a colheita do ca-
f, nosso principal genero de exportado, a gal-
liaba dos ovos de onro no Brasil, lera dado me-
nos este anno, e oo promette muito para o vio-
douro ; mas em compeosaco as safras de assu-
car sao abundantes as provincias do-norte, os
prego* do primeiro producto tm subido, e os f-
zeodeiros j se previuem com a cultura do algo-
do, que pareca para sempre desprezada por
mullos. Gragas aos nossos variadoe recursos, v-
se em resultado que a renda das alfandegas nao
tm decrescido como era de recelar, apezar da
guerra norte-americana, que nos fechoo una pou-
cos de mercados, e embaraca a demanda doa que
ali nos permaoecem abertos.
Nunca desanimamos ante as difficuldsdes que
snrgirsm depois de muitos annos de abundancia,
e dos srrastrameolos que trsz comsigo a prospe-
ridade ; confiamos tranquillamente em nosso fu-
turo desde que vimos os pilotos da nao do Esta-
do gritarem alerta, e manobraren) para fra dos
escolhos. O risooho-e bello espectculo que des-
de o da 2 de dezembro nos offerece a primeira
Exposico Industrial e Agrcola do Brasil coche-
nos o coragao de jubilo, e vaticina-nos que bri-
lbantes das esto marcados nossa patria no ca-
minho que leva, nos horizontes que descortina
FOLHETIM
0 PAIZ DO MEDO O
POR 1
A. DE GONDRECORT.
vettou com loa-
do fim que
TodasNs pl
en lo, toda 4
seati-
bra, e
I-- i ra prepa-
s quaii
Igararsa
> Commercio
do aolo o
ali a presen-
lados'aH Cesta capi-
tal. A nossa primeira exeSettl Muo dea di-
to, empreza de poucos meses,TJ Mt^vergo-
nhou viata de centenares d EwM asa a vi-
sitaran). Com razio o llustre ma
tes, presidente da commisso direct
do da emogao que a solemnidade cauaa
os espectadores brasilelros, dirigi ao
estas sentidas e elocuentes palavras.
a Nio se lisonga a commisso de haverc
pletado satisfactoriamente, no curto espae
tres mezes, a tarefa que tomara a pelto; acredi-
ta, porm, que, se a aua modesta obra nao at-
iesta a eficacia dos eiforgos que empregra, re-
vela pelo menos o desejo que Uvera e a atteogao
que prestara para que sahisae menos irregular e
imperfeita. E, embora mal sazonado seja anda
o fruclo doa aeas trabalbos, a commisao se com-
praz todava de haver dado o primeiro passo e
realisado a estra de urna exposico nacional,
que, reprodusida e melhorada no futuro, ter de
excitar efficazmeote o deaenvolvimenlo e perfei-
gao do trabalho, verdadeira fonte da riqueza das
nages.
< Senhor I O da de hoje, aonlverssrio nata-
licio de V. M. Imperial, tem de accresceotar aos
seus fastos gloriosos o da abertura desla nossa
primeira expoaigo. Aos ttulos da nossa grati-
do ao excelso principe que desde o bergo tem
maotido a iotegridade e as inslituiges polticas
do Brasil sjuntar-se-na d'ora em diante o do nos-
so profundo reconbecimento ao illustrado mooar-
cba que lio deaveladamenle promove o melho-
rameuto material e moral do seu vasto imperio, o
Nunca o Sr. D. Pedro II exprimi-se com tanta
expsnaao, e tao profundamente commovido, co-
mo no dia em que aaudou aquella reunio patrio-
tica, symbolo do que j o Brasil, do que vira a
ser em futuro oo mu remoto. Eis aqu as pala-
vras do Imperador:
As testas da intelligencia e do trabalho sao
sempre motivo do mais fundado regotijo.
a Miaas animagoes nunca deixaro de procu-
rar a quem concorrer para o eograndecimento da
oossa patria ; e, abrindo hoje a primeira exposi-
gio nacional, muito me comprazo em ligar a re-
cordago de successo tao esperaogoso das pro-
vas de amor e Qdelidade que dos Brasileiros re-
cebo no dia dos meus annos.
Houve oaqaella festa urna circunstancia que a
imprensa deve recommendar apreciago dos
Brasileiros. Pela primeira vez as augustas prio-
cezss, sua alteza imperial a Sra. D. Isabel e sua
alteza a Sra. D. Leopoldina, penbores inesti(ca-
vis da estabildade do Brasil, appareceram, ao
lado de seus augustos pas, em aclo publico e
oicial. O Imperador quiz, com o alto criterio
quelhe d lugar muito dislincto entre os princi-
pes reinantes, que essa delioada e tao seosivel
honra coubesse primeira exposico agrcola e
industrial do Brasil I
Talvez o amor paternal inspirasse aquellas pa-
lavras, que tao sympalhicamente feriram as cor-
das dos corages brasileiros que as esentaram ; e
por aem duvida que a presenga inesperada das
jo veos priocezas, em meto da nossa modesta ex-
poaigo, liuha taoto de expressivoecommovente,
que por si s valia o mais eloquente discurso.,.0
receio de psrecormos lisongeiros nao nos coosen-
le nesta occasio manifestar toda a admiragao e
amor que nosiofuodem o oracter e a vidaiotei-
ra do monareba brasil.eiro. Has os tactos sao taes,
e j tantos os conhecem, que o silencio em nada
prejudicaria a causa nacional, ainda quando a
nossa peona podesse bem aqui trata-Ios, e outras
o nao houvessem feito com mais arte e saber.
Os primeiros passos esto dados, e acredita-
mos fervorosamente que a semeote foi logada
em terreoo feraz, e ha de dar em resultado ei-
cellenlea fructos
A creagao dos institutos agrcolas, um dos ac-
tos com que o Imperador assigoalou a sua pri-
meira e recente visita s provincias do norte, j
sigmficava altamente os cuidados que a'agricul-
tura, nossa principal fonte de riqueza, deve me-
recer aos poderes do Estado, e a lodos os cida-
dios que esto no caso de contribuir eficazmente
para os adiaotameotos do paiz. E' o mesmo pen-
sameoto que ioiciou e justifica a creagao de um
selimo ministerio, cujos servigos se vo fazendo
sentir do modo mais esperaogoso. Bem funda-
dos os institutos cenlraea, parece-nos que outros
Qliaes se devem fundar, semelhaoga do que nos
eosina a Europa ; se o9o tantos quantos sao os
municipios, e nem mesmo em numero egual ao
das comarcas, ao meos nos focos principaos da
produego agrcola e do commercio interior. A
luz que parte do centro garal nao se irradia fcil-
mente e com egual iolensidade para todos os
pontos onde se torna precisa. Os pequeos co-
micios agrcolas serio, a nosso ver, o comple-
mento daqaella inslituigio bella e ulilissims.
Posto que os nossos legisladores nio primas-
ua ultima sessio pelo numero das lele
que votaran), todava easa ata reuoiio d istia-
guiu-se por mais de um trabalho Importante ; a
entre estes taremos meagio aomente do acto re-
lativo ana caaanaeatoa daa peasoas que niopro-
feaaam a religiio 4o Estado. O decreto legisla-
tivo de 11 de selembro prximo passado, senio
tudo quanto pretendiam oa nossos hospedes
ducados em oatras cultos, satisfaz ao que era
mais urgente ; reeonhece a legalidado civil dos
matrimonios celebrados entre caiboliccs, e as-
segura-lhes.os seus direltos ciris. Os casamento*
mixtoa si'o poneos e a egreja catdica os nio
prohibe "absolutamente.
Dos numerosos actos do governo, que liveram
lugar durante a trausacta a a presente adminta-
Ltrsgio no periodo que contemplamos, aportare-
mos a fundagio de urna ealxa ecocfemica e de
um monte de soccorro nesta capital, cujas ope-
ragea comegaram em diaa de oulubro ; o pri-
meiro eslabelecimeoto offerece um deposito se-
guro e producttlvo as economas do pobre, que
sabe cuidar do dia de amanha, s migalhas do
rico que deseja ganhar as bengips do cu com
orna acgo bemfazeja, e o patrimonio de me-
es confiados aguarda de tutores de boa f;
ndo, o monte de soccorro, era medida ha
lamada em capital to populosa como
neiro, onde a par da civilisagao se
dos seus vicios, usurarios com
oepennam a bumanida-
de attircirpT^ ___mi fui'"' ou am
consequancia
os ettabelecimeotoi
conseibo respeitavel^se'que^pre
Sr. viaconde de Albaqaerque, e se e
alguns dos principaes capitalistas desla praga.
A arvore abengoada, os cultores dos mais
idneos e. zelos, nao deixari, pois de dar boas
fructos.
As nossas viaa frreas, causas de grandes em-
barcos no preaente e elementos de muita pros-
priedade para o futuro, progrediro com vigor e
felicidade. Se nio fossem tantas como o exigi
s poltica das rivalidades proviociaes, j alguma
estara coocluida. A do Rio de Janeiro estendeu
um ramal abaixo da serra de Belro al ao ponto
denominado Macacos, com o fim de poupar aos
productos quasi duas leguas de mo caminbo
pela estrada ordicarii ; nesse ramal ae compre-
hendem duaa milhas que pertencem ao trouco
da 2* aecgo. Esta secgo, que atravessa a nos-
aa grande cordilheira do mar, avanga com paaso
lento mas seguro; a directora e o governo tan-
to conflam em sua concluso, dentro do prazo j
previsto e curto, que est aonunciada a concur-
rencia para a conslrucgo, por diversas emprei-
tadas, da fcil linha do valle do Parahyba at s
raiaa da provincia de Hias Geraes, do lado do
norte.
A directora invocou generosamente o contra-
to que celebrara com Americanos para construc-
gao daquella cusise segunda liona, a da serra ;
incumbi pelos oovos ajustes a abertura do gran-
de unnel a um dos primitivos ^signatarios, Sr.
Jacob llumbird, concedendo-se mais tempo e
augmento de prego ; a outra parte da meama 2a
secgo foi sdjudicada aosobredito emprezario em
sociedade com o Sr. Nicolao Nello Caroeiro Leio,
fazeudeiro do lugar. Na coofianga que infaodem
os no vos coa tratadores repousa a esperance de
que a cordilheira seja transposla com mais cele-
ridade.
O trago da 3* secgo foi objecto de mui ioteres-
sanie dlscusso entre os directores, e pela im-
prensa ; nada accresceotaremos ao resumo que
das duas opinioes fez o Jornal do Commercio. S-
menle diremos que triumpharam.aenau pelo di-
reito da razo, pela forga dos tactos, aquellas
que impugoavam a idea de tr-se agora estudar
urna melhor direcgo para a 3" linha, prolongan-
do o tronco-da estrada em demanda dos vales do
Rio Grande e do S. Francisco ; a 3* linha, para
que ora seconvidam empresarios, a do ramal
que da barra do Pirahy vai ter ao Porto Novo do
Cuaba, isto a idea do plano primitivo.
A corapanhlade S;Paulo comegou e avaoga em
saos trabalbos con notare! energa ; tea embre-
gados em diversos pontos da sos liaba. 3,500
operarios.. Neahuma secgo est ainda Conclui-
da, e parece mesmo que nao sa tem em vista
inlregar de preferencia ao Irafegoie-
egio alguma,- pois os Irabalhos se estendea
com egual vigor por urna grande exleosao
da linha. B' empreza que se acba tambera com-
mettida a diligentes e horadas directores.
Nio fallaremos das outras vas frreas, a de
Mu e de Caolagallo, porque sio tactos asis
conhecidos e consumados em annos aotertores ;
no que fiodou s appareceram a reapeito dellaa
projectoa de melhoramenlo, que o futuro dir se
podem ser levados a effetto. Na primeira pro-
jecta-se um piano inclinado para o transporte de
cargas pela aerra da estrella ; a segunda nio ae
contenta com o dominio^dos valles, qusr subir e
transpor a aerra de Nova Fruburgo.
A emiagragio europea continua a dirigir-ae
para o nosso paiz, ainda que em proporgo dimi-
nuta relativamente aos,irabalhos e ierras que Ibes
offerecemos. Nesta empreza, mais do que em
qualquer outra, o tempo e a tenacidade entrara
por muito. O clima do sol do Imperio j co-
nfiedlo dos emigrantes, e indicado como dos
mais propicios mesmo pelos escriptores que
como o Sr. A. Legoyt, o dessbonam em geral.
Mas exsgera-se na Europa o calor das nossas re-
gioes septentriooaes, julgando nicamente pelas
latitudes, sem attender a outros muitas condigea
aa que toroam aquellas bellas comarcas
nao s palo Europea dos paizes do <
los do norte do velho conti-
Nao podemos foftar-nos ao ornee de citar aqti
o que dessa maravtiha esse rio ae le na du-
eripcio topographica poltica do eaweo laborio-
so chrpniata o Sr.' Dr. Ignacio Accloll de Cer-
quelra e Silva:
t Doze leguas sdiaote da cschoeira de Tapan-
ca jreciplta-se o rio 9. Praoclsco de urna altara
qf aa melhorea observagea calrnlam chegar a
300 ps ioglezes. E' oeste lagar am que
corra asaaz aperlado, qaa o observador encontra
variados objeetos de espanto e assombro que he
infundemo mais profundo respeito-eo Creador do
universo, aeodo-lhe apena* possivel, depois de
algans minutos de recolbimeoto, e depois de
amortecida* sus* primeiras seosagoes de pasmo
e admiragao, distinguir aa differentes parles que
aprsente esie quadro mafavilhoso, aemelhaole
ao qual s se conbece congnere squelle do Ni-
gara.
c Para satisfazer a ama ordem regia, determi-
oou o governadot e capilio general conde da
l'onle cmara desta cldade (Babia], em of&cio
de 12 de maio de 1807, que ella ioformasse sobre
varios objectos, cojos artigos apreieotava em be*
oeQcio dos iotereeses desta provincia ; e o erudi-
to desembargador Joio Rodrigues de Brito, a
quem a mesma cmara consuliou a esse reapeito,
tratando do rio de S. Francisco, diz :A oa
gio dos grandes ros da capitana tambe:
aproveita por iosigoifleante* empe
remover. A do de S. Francisco
pida pel ajta^atMl cachoeir
para pat>
crutinio dos mais dispatadoe a (avar i
Poirla.
Como lord Palaserstoo canoa aa i
a aquella Uotveraidaae, aa priaseira
te aculo, aleitorea liberaas jalgsraa
deviam apreseotar caadMalara
vago.
Os torrea, por aaa parta, laacarasa aa akaaa
sobre 0 duque da Buccleofa, lord iiiiuilii a
urna imaenaa fortuaa. qaa fot seasara da gabi-
nete da sir Roberto Peal, mas qaa 'ni mu
poca viva affaatada doa negocio pabHraa,
Se lord Palmeratoo acoatia a esaottfalara aaa
Iba offerecida, (oda* as probaailidadaaats) a ata
favor.
MARTYRES OA RCL1GUO.
Os psdres Holmer e Parker, miaaiaaatiee traa-
cezes na China forana aasaaaiaatlaa paaaa ta-
beldes-chioezea do sal, entre os qaaaa sa la-
troduziram, para os fazer desistir m saaat
dadas;
cima, e
sVnM aV-Wmasse outra direc-
conjecto^a^aajBBBB| HPHBaT^antageos srolm mmensas para todo
estrangeiros de bVaII ^TosTmzes qe elle baoha pelo espago de mais de
i tem esiabelecido" if-l qualrocentas leguas, quasi sem vslor, por nao
sas que predominan) na Europa a respeito do
clima do Brasil, accresce a guerra indigna que os
Kerst e Slurtz (este iograto ex-cnsul do Brasil)
nos movem com empeoho satnico.
Quem bem pondera as difficnldades com que
lutam 'odas as nagdea para provocarem auas co-
lonias, e attrahirem emigragio ao solo da metro-
pole onde faltan bragos, nao pode ealranbar que
o Brasil nao tenha conseguido mais, em dez annos
>Bn
ite
LEHBRANCACUI
Um jornal trances, tallando
tabelecer um iapoato obra a
diz :
aasMaa, aaa
pablita*. paga asa
Nio muito, por Unta, qaa a a atada
tire do guarda-chura a proveito ala qaa ji aa
aposira a Qscalissco particular.
(Costumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
Vil
(Conomgo).
Francisco, replicoo Waiter, basta, j sei
todo; sgora comprehendo o pensamento que pro-
curas oceultar. Es o louco mais extravagante que
ha no mundo, por qoe nao lastimas a riqueza
perdida, o avilUmeolo do ten nome, nem a in-
gratidio dos teus amigos; mas ests preso re-
cordaco funesta de alguma mulher prfida e in-
fiel, que precipitou a.tua alma, riquezas e razo
do horrivel abysmo em que te debates como um
condemnado.
E' verdade I Ji qoe o comprehendestenio
me interrogeos mais. A mulher, de quem fallas,
roubuu-me a minha ultima crenga. o mea ultimo
flortm, a miarla ultima illuso. Tudo he havia
aa sacrificado honra e gloria, estima de mim
mesmo e dos outros. Dei-lhe urna existencia de
rainhs, e quando o ouro me faltou para poder
prevenir e pagar os seus caprichos,ella rene-
gou-me traigoeiramaote, prohibiu-me que ella
me approximasse I Eis-aqui porqne offenderara-
me as tuas palavraa quando disses-te: Nao irs
i Seelisberg, probtbo-te. Palavras como estas
reaoimam oa meus furores chegando me aos ou-
vidos. Trahido por easa mulher, vollei-me para
os neos amigos, protegidos e parsitas.... todos
elle* me desprezaram, todoa fecharam- me as anas
portas, am e oo houve que ate reconhecesse I
Ab I se vivessamos oo aeonlo que precedeu
era chriata, j eu terla procurado dar.aos meus
deigostos e s miobas coleraa a violencia fatal
daa sanguinosas viogaogas de Catilln ; porque
foi no meio do meu abaodooo edas mo has der-
rotas, que a imagen daquelle formidavel crimi-
noso se apreseotou s minhas recordagbes. Po-
rm em noaaoa dias tuda d to oesquiobo, que
at mesmo Sataoaz, se tivesse a phaotaaia de
Tiver entre 06^- petar 4U anas astucias, nio
pasearle de ara mtlMiot com mam, era pooto
teaipo corrduxtao-j wbuaal da Jaeoa e salvo
f??1-ttt'U.^0 PU.toCao paternal daa cireuma-
"pcifls altanuao
solo
Depois ae recorrer
tara/; mas que i desgosta aua sa -
prio eer hypafrlte fingiodo D omtQt
quem detesto ; depuis de entrar f, MrT
militar, e de querer na* devasMtfSSBaS
meas inetinctos de deatrolg^aJEfiSE
lo que depressa me abhorreci: aoodei
io a aseo cerebro, pola do cometo oftfKS
A estrada de Peroambuco, que se ioaugurou
sob os melhores auspicios, e passava por ser a de
menos peso psra os cofres pblicos, como de cor-
to a de mais fcil conslrucgo, tem encontrado
tropegoa, pela maior parte oaacidos dos erros dos
seus administradores ioglezes; a pezar das diffi-
culdades estranhas ao terreno aobre que se deseo-
volve, e iodependeotes da boa vontade do gover-
no imperial, cuja generosiiade expandi-se o ma-
is que era possivel, a pezar de ludo essa estrada
merece mais crdito do que tem as cotaedes do
Stock Exchange em Londres. J tm abortas ao
trafego as duas primeiras secges onde o servigo
tem sido feilo com regularidade ; a primeira pou-
co rende, a segunda, mais productiva, nio pode
compensar a deficiencia da precedente. Entre-
tanto o juro de 7 O/o est garantido e realisado
pelo governo geral ; devia s-lo em patte pelo
da provincia, ae a respectiva assemblea ae lem-
brasse de incluir nos seus orgamentos a taxa ad-
diciooal de2 0|0, que to patriticamente pro-
metieu pagar, e to sem ceremonia rae langado
cargada adminislrscao centra.
Espera-se que a d* secgo seia aberta ao trafe-
go no corente aez.
A estrada do Joazeiro, na provincia da Baha,
continua aqui como em Londres ser credora do
melhor cooceito, pela sua honrada e zelosaad-
mimslrago, da qual preaidente o Sr. John Sa-
muel.
No anno Godo comegaram as locomotivas a per-
correr a 2* e a 3' aecgao, decojo reodimento nao
se pode por ora ajuizar. Se, como de crer,
proseguirem os trabalbos com a mesma aclivi-
dade, as tres secgdes restantes flearo conclui-
das por todo o aono de 1863.
dtesforgos decididos e syslematisadoa psra esse
fim.
Nao s ao sul do Rio de Jsneiro, em S. Pau-
lo, Paran, Sanls Calharina e Rio-Grande do Sul,
como preaumia o escriptor a que cima nos refe-
rimos, que se tem fundado colonias deEuropeus;
ellas se encontram em coodiges favoraveis na
provincia do Espirito Santo, ao norte de Mina*
oo valle do Mucury, na Baha e outros pontos da-
quella parte do imperio. O gabinete actual pare-
ce ter adoptado um novo sysiema, que por ora
nao pode ser considerado seno como medida de
ensaio, justificada por ffluitas decepgoes que nos
causou o aystema anterior. O governo oo tom
a si dar passagem aoa emigrantes, ou nao os vae
buscar Europa ; espera que cheguem aos nos-
sos portos, e ento offerece-lhes um auxilio pe-
cuniario, direotamenle a elles, ou aos seus coa-
ductores, sequerem permanecer no paiz, e pro-
metiera ssr bons hospedes. Alm desse suxilio,
proporcionado ao numero e is edades, d-lhes
destino para as colonias do estado, ou recommen-
da-os solicllude da Associago Central de Col-
nisagao, que os distribue segundo as encommeh-
daa que tem doa oosaos proprietarios agrcolas.
Nio sabemos se precisamente este o pensa-
mento manifestado pelo Sr. ministro da agricul-
tura, commercio e obras publicas, em dous de
seus mais importantes discursos da ultima ses-
sio ; e nem temos por tim discutir a sua idea, so-
bre a qual a experiencia ainda nao fallou suffi-
cientemente. O que parece manifest que o
governo por esse modo deixou de ter dous tra-
balbos am psra procurar os colooos e traz-los
da Europa, e outro para aqui receb-los e pro-
porcionar-lhes emprego. E' de ctr que a des-
peza da coloniasgo dimioua tambem com a sup-
presso da primeira parte daquella tarefa.
O aono de 1861 coota entre o* seus feitos rela-
tivos ao Brasil a concluso e ebegada a esla cor-
te da eitatua equestre do fundador do imperio;
legando assim ao seu successor a honra de inau-
gurar e ver collocado esse monumenlo, o primei-
ro que se ergue no Brasil em commemorago do
magestoso feito de sua independencia. Ao que
se diz, esla segunda aolemnidade ter lugar a 25
de marco prximo futuro, e ser digna do seu
objeeto, bem como daquelle dia memoravel, em
que ae firmou a mais forte columna da ordem
constitucional do Brasil. Se, porm, nao coube
ao anno que findou a gloria dessa feslvdade,
coube-lbe outra, ainda que modesls, a colloca-
gao do buslo em marraure do Senhor D. Pedro II
na praga principal da cidade de Macei. Os Ala -
guanos quizeram assim perpetuar a memoria da
visita que o illustrado e iocaosavel monarcha 11-
zera provincia, e especialmene cachoeira de
Paulo Affooso, a esse prodigio da natureza, nota-
vel pelo que tem de sublime, e por ser a maior
difilculdade que se oppoe oavegago daquelle
soberbo rio.
haver meio de exportar as suas preciosas produc-
ges. A empreza parece com elTetto gigantesca,
mas tambem de grande vulto toi a caoslissgao
dos grandes ros Mississipi e Missouri, que ac-
tualmente franqueiam navegago I grandes em-
barcages, e nao menos importsntissima foi a
abertura doa magnficos canaes de Languedoc, de
Hootargis, de Cbarolles, Dijoo, Orleana e outros
em Fraoga, que presentemente sao poderosos ve-
hculos de riqueza nacional. >
A nossa martnha de guerra soffreu daos sensi-
veis reveses, a perda dos vapores Paraguatt e
Pedro 11; mas deve comolar-se com grande
trumpho que por esse tempo realisou.a abertura
do dique imperial, alto na ilba das Cobras, festa
que com muito regosljoe numerosa coocurrencia
foi celebrada, com assistencia de Suas Hageslaaes
Imperiaes, no dia 21 de setembro ultimo. Esse
dique aisigoala urna nova era pars a armada bra-
sileira, e breve indemnisar, com a economia e
perfeigo que Irar aos reparos de nossos navios,
as centenas de contos de ris que cuslou eo ihe-
souro publico. A aua concluso em menoa de
quatro annos, e pelo prego de selecentos e cin-
coeola contos de ris, devida i peticia e hon-
radez do Sr. Henry Law, engenheiro inglez, que
por mais de um titulse recommenda i consiae-
ragio do Brasil.
Nesse mesmo aono deu-se principio cons-
lrucgo de um segundo dique, na mesma locali-
dade, e prximo ao primeiro ; o dique imperial
oo baatava para os navios de guerra, e menos
seria aufficiente para acudir ao mesmo tempo s
necesidades da marinba mercante.
Nao nos possivel aem seria justo encerrares-
te imperfeito epilogo do anoo que passamos sam
demorarmo-nos por algunsiosiantes-aote as lou-
sas que cobrem os restos de illustres tinados. A
lembranga dos morios nao iotimida ao verdadeiro
christo, que er na existencia de urna outra vida,
e desperta mais de um sentimento proveiloso aos
que percorrem ainda o valle de lagrimas. Nao
imitemos a superstigno antlga quo esperava a vi-
tita aonual de seus finados, e dessa crenga fazia
objecto de urna festa de familia ; mas leohamos
aempre presente a nosso espirito a recordago
daquelle* a quem prezamos, ou que por suas ac-
edes se tornaram uteis bumanidade.
No ultimo mortuario esto inscriptos o nomes
dos Srs.: D. Romualdo Antonio de Seixaa, arce-
bispoda Bahia, marquez de Sania-Cruz, sabio e
virtuoso metropolita do Braail; D. Antonio Joa-
quim de Mello, virtuoso e severo prelado da dio-
cese de S. Paulo ; conselheiro Beroardo Belizario
Soares de Souza.bom chafe de familia e bom ma-
gistrado ; desembargador Jos Antonio Hachado,
memoro da cmara vitalicia, cidado virtuoso e
magistrado integro ; desembargador Joo Anto-
nio de Hiranda, senador do imperio, tlenlo su-
perior e amigo dedicado.
Recordem os vivos mais urna z quantas de-
cepges e infortunios o mando encerra 1 Apro-
veiiemos esta occasio que ainda nos dada pa-
ra dirigir um adeuae urna prece aos amigos que
nos precederao em demanda da vida eterna. Apro-
veitemos a occasio : ultima latet.
[Jornal do Commercio do Rio.)
A ERUPCO DO VEZUVIO.
Ums correspondencia de aples, da 10. das
< O qoe traoiuilisa qoe a graade atolera, aa
cuma do cne, acabou por aa abrir a est aajarr
em pleoa erupgio. O especUeala a faitea,
mesmo visto da aples, durante a noila. Lasaca
foguetea de todas as cores. Da da aaa ea v o
fogo, rasa sahe do coma asa insaeosa paaaeha.
Urna cinza negra e espesta oaaearece a :
te, oceultando o sol. Esla cinza to deaaa,
oio s cobre lodos oa campos dos arredoraa,
asiombra o mar at Capri.a
NECROLOGIO.
No dia 16 de dezembro ultimo, falleces asa
Stattgard, com 81 aooos, o principe Garlas da
iloenlohe-Kuchberg.
Ers o ultimo membro masculino da asas da *>
benlohe.
Tinha nascido em 2 de novesebra de 17M da
primeiro casamento do prncipe Frsdsrtea Carlea
Lulz.
Era tenente-general do exercito warteaabar-
goez.
O aono de 1861 foi fatal para oa |
jemos,que esse ha muito eslava amortecido.
Gragas ao inferno, e gragas ao cu, deparei com
tres vonlades imperiosa*: gosar, fazer mal e vi-
ver livre a fra do alcance das leis humsnas o
mais que for possivel.
Tres desejos chimercos, disse Walter.
Nem tanto quanto se peoss, retorquia o
mendigo : pde-se satisfsze-los mediante algu-
ma* concesses. Para gosar-ae da vida, seodo-se
livre como o psssaro nos ares, de primeira ne-
cessidade nao otfender-se abertameote a preten-
dida justica dos homens, e nem deixar-se oncar-
cerar como vagabundo; reounciei portanto
qualquer acto brutal no exercicio das miobas im-
placaveis viogaogas, e tomei um passaporte de
meodicidade ambulante. Podes crer-me, meu
querido bario, sinto um prazer immenso em
viajar assim com o sacco s costas, o bssto na
mo e os olhos cegos de proposito, especulaodo
com a verdadeira candade, da mesma forma que
com a vaidade dos presumidos, pois tica asneado
que por um bom coragao que me assiste, e i
quem Iludo, encootro cem orgulhosos, cuja es-
mola fastosa Qlha de pura hypocrisia.
Mas olo levas em conta as repulsas que vas
soffreodo de porta em porta?
Nao, certamente; tenho-as ao contrario
como um grande regosijo, qaaodo com a mi ea-
tendida beneficencia publica eliram-me um
bolo seguido de visivel abhorrecimeoto, esforgo,
coolrariedade e multas vezes al seguido de um
Insulto. Esses podem estar seguros de tornar a
ver-me, porque goso da sua avareza, e atormen-
to-a al final cspilulago. O officio tem o aeu la-
do bom, e se tiver mais alguns annos de vida-
espero readqutrir a minha fortuna costa da cre-
dulidsde humana, qoe muito mais simplona do
que parece.
Al aqui nio descubro em que possss fazer
grande mal ao tea prximo; e a tua vinganga pa-
rece-me nada para urna celera lio terrivell
E' jasto : porm a hora ha de vir I oh t Te-
obo-m tornado muito paciente, 4 forga de espe-
rar s portas I...
Ests alada bem iooge do teu amigo Cali-
lina, meu pobre Francisco.
Tambem verdade : mas'quem sabe?... O
acaso mei poderoso, como dizArlequio.
Ioclino-me st mesmo a crer, que embru-
tecido, aniquilado a eovelbecldo pelo teu louco
officio, hesitaras, e talvez reounciariasa desem-
penhar aobre ama vasta seena um papel, em que
se desenvolvessem 4 vontade os teus reseoti-
mentos, caprichos o paixo pela liberdade.
eia-me desceocado, mgico sern poder...
Para o deslumhrar-me'' Se taTmilagre
toase aoaalviT ver-aaa-bisa ategr saltar, sacudir
Dar lanaa oa saaaa andrsios. a tranafofmar-me
Franclsco, e nio passaa de um mendigo. Oh Tu
nunca amaste, porque depressa se apagou da tua
memoria o ullrage qae recebeste...
Basta 1 exclamou Klein, cajo olhar acintil-
lou como o de um animal feroz. Aceito a tua al-
lianga, confio na tua palavra, e eatou prompto
para executar o teu projecto, por mais perigoso
que possa ser. Has toma sentidooo seja falsa
a tua promessa, porque se me engaares ma-
tar-te-hei. Entre nos, custe o que custar, oio
hoja mais reiractagio possivel I E' urna vinganga
que querea exercer ?
Sim.
Contra quem ?
Contra urna mulher.
Enlio um crime; e eu nao mato mulhe-
res, pelo simples fejoto de que ellas se nao podem
defender.
Se tosse preciso matar, nao tea preciso
de ti, retorquiu Walter. Tomas-me acaso por el-
gum poltro?
Bem : enlo j sabes as minhas coodiges.
Agora podes fallar... Catilina Id escuta.
O baro tocou a campainha e esperou em si-
lencio a chegada de Pompldou, qie correu logo
apressado.
VIII
_ V dizer ao barqueiro Knoll, ordenou o ba-
rio Pompldou, que desejo aproveilar o tempo,
que se toroou bello, para passeiar oo lago, e ir
com eapecialidade Brouonen.
O passeio nio ser longo, mylord, porque
Brouonen est situsda bem defronte da Treib, e
em poucos minutos l chegar.
Nao he eatou pedinao obseruces ; faga o
que lbe disse.
Pompidou retirou-se.
Aqai est um hornera de quem dssejo ver-
me livre ; e se tu, meu charo Francisco, podes-
Bes descebrir as tuss recordagoes gregas ou ro-
ma as Igum meio de desfazer-me delle hones-
tamente, far-me-hias mui grande favor.' '
As miabas recordagoes oo podem oroecer
meios honestos, respondeu Francisco arrebatada-
mente : trata de empregar-me seriamente no
ponto em que 11 me asaociaram as tuaa aeduc-
ges, e nio me oceupes em cousss futeis; porque
se teos tempo perder, eo oo o tenho.
Mais pacieacia, amigo I replicou Wal-
ter. Nao aborrego, como tu, o genero husaano, e
pesa-me ver um innocente envolvido nos meas
projectos de viogaaca.
Pobre faomem I murmurou Kleio com iro-
na. Coa oo rae esta conicieocia fiear to s-
brete rregjda I Ora vejamos ; em que te pode
embaraear esse criado de estalsgei
E' qaa tambem o havia contralado para o
meu servigo ; mas hoje Dio tenho
del le, urna ver
" M*
despe
bis em aaaejheate casia.
A visita imperial, se revela eonhecimento e cu-
riosidade do qua ha de mala admiravel no paiz,
manifesta tambem o inleresse que ao governo de
Sua Magostado tem merecido essa immeosa arte-
ria fluvial que algum dia ser a linha da junego
entre os camiones de ferro do sul e dernorte do
imperio.
Assim o altesta, entre outros fados, a expo-
ragio que o mioiaterio actual acaba de ordenar
e que se acha commeltida ao diatiocto aatroaomo
francez o Sr. Emmanuel Liis, a partir do pooto
em que pararam os trabalbos do engenheiro Hal-
feld, da cachoeira da Pirapra para as nascentes.
GRANDE ENXOVAL.
No mes corrate deve casar aaa Vtaasa aTJ
tria urna filha do bario de Siaa, rica baafaars,
com o principe de YosiUoty.
A Gazeta Auitriaca diz que para dar idea da
enxoval bastar disar qae ha trea sai
Iharam 103 costureiras sd as ressaa I
POBRB CREANQA.
O piiocpe Leopoldo de IogUierra, qaa
a rea na propriedade de lord Breaibaa
oas (Fraoga), ao mesmo lempa qaa M
ciavam morte do principe Alearla sas paa, va
expirar o general Sowaiar aaa geveraeale.
Lord Brougham. ao recabar a a siria a ajar-
te do principe consorte, cabio I
jardim, e s voltou si depois da i
seus aposentos, oode Ihe applicaraa*
soccorros.
Variedades.
Vae-te para o diabo com os teus sophis-
mas I Ora, com que asneiras me ests tu a entre-
ter I Se o homem de qnem fallas servir-noa de
algum embarago, tanto peiorpara elle ; eu nao
costumo esbarrar diante de um grao de areia.
Mylord, veio dizer (Pompidou, Kaoll espe-
ra-o em sua barca.
Walter e Klein dirigiram-se sala baixa : o
baro egredeceu ao estalajadeiro e sua mulher
o excslleote almogo que lbe liobam mandado,
recommendoo queojantarfosseegualmente bom,
e disse que ia acompaonado do mendigo para aer-
vir-lbe este de ciceroni.
Brounnen urna bonita aldeia situada na en-
trada do valle de Schwitz sobre a margem occi-
dental do lago dos Quatro-caatoes, e ao p de
urna montanha agreste, que de escarpada parece
querer abysmar-se oas ondas.
O baro e Francisco, apeuas ali chegados, e
depois de examinarem as pinturas grosseiras que
representavam as paredes da repartgo alfan-
degade de um lado os tres confederados Furst,
Stanffancher e Anderhalden, do outro o combate
de Suit e de Scbeyo, convidados, segundo a trs-
diegao para decidfrem pela espada qual o nome
qne devra dsr-se ao paiz, dirigiram-se para a
estalagem da Aguia d'Ouro, onde entraram.
Mal se linham sentado urna mesi para aervi-
rem-se de refrescos, quandoviram appareeerdous
homens to singularmente vestidos, que Francis-
co nao pode reprimir um movimento de sor-
prezs.
. Onde estemos nos ? perguntou elle Wal-
ter em voz balxa. O que aigoiQcasemelbanle mas-
carada ?
A nossa tragedia comega, responden o ba-
rio : v, cala-ta, esrasia o teu copo, e sobretudo
Dio te esquegaa de que s ceg.
As duas novas penonagens, que apresentamos
em seena, atravessaram a sala com todo o vagar,
langaram apenas um olhar insignificante psra o
lado em que se achavam Walter e Fraucaco, a
sahiram da estalagem.
Que gente estaft perguntou o bario diri-
gindorse ao estaladeiro da Aguia d'Ouro. .
Senhor, o qae pergunto i mim mesmo a
tres dias que esses horneas aqui esli: e nem eu,
nem minha mulher, nesa meu criado, em lunmi
nem todos na aideia pedemos ainda saber. Ao
que parece sao sardos-mudos, porque s faliam
por signaes : seguramente essa pobre gente, poia
preciso saber' qae os cordelros oo sao mala
i otate
oo
deuaram d pasieiar cera as pernaa 2 mostr.
E pr onde to ?
Ignoro.
Mss jallas devero he ter mostrada os seas
verdide
QUEM PODE PODE.
Diz um jornal de Madrid, com referencia
outro eslrsngeiro, que na legislatura inglesa de
1860, os impressos psra o parlamento impasta-
ran) em 877,000 duro* (877 contos de ris apro-
ximadamente.)
POSTO HONORFICO.
Um dos postos honorficos que o principe Al-
berto deixou vagos o de chanceller da Univer-
sidsde de Cambridge.
O principe foi eleito para este posto n'um es-
O PRINCIPE ALBERTO.
O principe Alberto, esposo m
expirou na cmara do palacia da Wi
que expiraran) Jorga IV, a Galibar aaa IV, a ajas
se denomina a cmara do ral.
No jazigo real, onde foi dapseitade s |
eslao os restos mortses das
geos : os principes Octavio a Aldea*. Ribas da
Jorge III, Iraosportados do WaaftaaSar AaSaj ;
a princeza Amelia, em srarasssts da 18M ; a
princeza Carlota, am oovembra da 1817 ; a ra-
nha Carlota, em dezembro da 1818 ; a dsejas de
Kent, em fevereiro de 1830 ; o dasas Tark,
em Janeiro de 1827 ; Jorge 1T aa jaiba da 183 ;
Oailherme IV em juoho da 1837 ; a daajasaa se
Brunswick, e as princesas AdelaiOe a fliiabasa.
Qlhas do duqoe de Clarence.
Nos dias dos runeraes da ariaciee Asaetea (38)
o povo de Londres dea usa leeteeaaab* aeMasas
de respeito e ayropatbla pela raase a .
lia. Em Londrea a sesa aitaldas 1
todas aa loas, e edificio* pabts
O commercio sa occasas i
preleriveis. Fecharam-se a salas, a I
dos de cereses e carvee, a qas da sala ojio fea
innunciado.
comida, nio dormem as camas que Ihes maodo
preparar, mas sobre um tapete, fumam demaobia
nolte, tomam tabaco de Hespanha, e nao bebem
senio agua.
Entio sao mahometanos, disse Klein.
Pode ser que sim, accrescentou o baro, pi-
sando no p do mendigo psra que este ae cs-
lasse.
Oh 1 se estivessemos na boa eslagio, repli-
cou o estalajadeiro, havia de lucrar muito com
esses patuscos. NiDguem deixarla de pagar para
vlr ve-ios.
Walter levantou-se, atirou'um florim aobre a
mess, e sahiu dizeodo Francisco :
Vsmos ; veoha mostrar-me as curiosidades
do paiz. Segundo me lembro, o senhor fallou-me
da capella de S. Higuel, onde se encontram oa
melhores quadros...
Sim, mylord, respondea Frsncisco procu-
rando s apalpadellas o seu chspu : por exem-
plo o quadro representando a SantissimaTrin-
dade. Oh I que nao tenha ea olhos como amiga-
mente para admirar eaaa obra prima I
Quer saber de urna cousa. disse o estalaja-
deiro aua mulher apenas Walter e Francisco
sahiram, vou mudar o letreiro da oossa estalagem ;
em vez de Aguia d'Ouro, dve ser Laoteroa M-
gica, porque tem-se visto aqoi oestea ltimos diaa
cousss prodigiosas I Em primeiro lugar os doua
Norueguenses, mahometanos em segundo esse
mylord, que para visitar o paiz traz um ceg por
guia !... E eata I
0 bario e o mendigo perceberam os dous su-
geilos, qiem o estalajadeiro chamava Norue-
guenses, parados e immoveis no fim de urna ra
que condesia da Aguia d'Ouro para o caminbo de
Schwitz : apenaa foram avistados' pozeram-se
ellea em marcha ; Walter lomou a meama direc-
go, e aoertou o passo seguido de Francisco.
Estamos nos dando caga a esses corsarios ?
perguntou Kleio.
Asseguro te que serla trabalho perdido, rea*
pondeu o -bario aorriodo-ae. Se esses seohores,
como se diz em Brouonen, quizessem evitar o
nosso encontr ser-nos Mam preciaos cavel-
los de mui boa carreira para alcaoca-los. O mait
alto doa dous, a tambem o maia idoso. andou de
urna scaminhad*. e n'um paiz occidental ciocoeo-
taequalro leguas em time e seis boraa. Por
P*t"?. *fs^ para dar que fazer ia pernee,
vae elle ce de Djelfa i L.ghouat em
doze i qua ida maia do que um pe -
queso traj' > quinze kilmetros.
De.qi ,ts a fallar ?
ir oode sers ral d
qua oto quise res. O segundo di
mais b utre, cujs
ainda I
bem feito as
oue foi Tusa
FOME NA IRLANDA.
A colbeita daa batatas foi asta aaas ssss tas-
cos menos ds dos aooos setenaras. A asase s
a miseria comegaram a manifestar as asas bar-
rores.
O corregedor de Cork, Sir Joba Arastl, gas-
tn 40.000 libras eaterlisaa, as assaftaasaassaaSa
de urna padaria enorme, caes a Ras ds
pelo custo do genero, e sea Isas, fia m
bres, durante o invern.
{ Coasasarcia 4o Parla J
vo. Aps um desesoes da tres boraa,
vel caminheiro tontea ds serva s
Tuggurt, onde apresantes-ea ceate e
depois de ter d'alt partida. Tiaaa Utl
cento e quareota legase par aaa catar
tinha comido somante quatre batea a I
"tros d'agua. Cfeegaada Taggaft s .
(assim se cha mam ea corretea aa asi Se
lia) eocootrou os outros caataeabai
vana preparados para parlar ; sse i
los, fez em pouco tempo ea aasa ara
marea, e com ellea torsos as por
oto (1).
Eis-aqui, meu charo Frsaeeee, .
Norueguense, como oe rbaeseaa as I
Brounnen : est claro qaa sis te I
hoje em dienta a citar oa aalassssi
land e Pyreoeos, qaasda beuverse os listar os
bons esmiobeiros
os fe
atas
Por Hercules I bario.
tereaaou-me, respondea
agradece, meo amigo, porqae ha I
po os meas ouvidos esli sardes, a e
ma insenaivel toda a pialara as I
homem primitivo tem reetaaeate a i
que me agrada e fascina. R' s abra aaa aaa I
daa mos do Creador, e admiraada-se asas
tado selvagem qaa devaasea alarar Das
tamo mal fazemes asa ees i
nos I... Mas enUo d deeidldamaaU pasa a AM-
ca qoe vses cooduzir-met
Sim.
Taoto melhor I exclamen Fraseases ale-
gre mete. Os Romaoos a asa vasa jalas asta
paiz. oode aa roioaa da Cerlhvga
testara o seu mais importante tria apa,
foi ahi pretor; Maasiniasa, Jagartba, Inbas, ji
nio fallo da Aooibal, basa asa aasasrass
prehender a vida I Tamas, pata, para aa I
e Numidas, charo baria
geiro dos daaaea, qua voava taate
reggabt, agrada-me a tas idea ;
alado I P les falUr restada d i
Bravo, camarade I tapiase W|
Itodo a mi de Fraaeiaco. Ma
da tua ardeole im^ginaco: d I
deliciosa que te prometi. Te
gir-te ceg com ea masa
a debtala
di-los > sao compotas
i a t abaalata.
(CiUioaar-ss-is.)
am ase ees
orles;
Jaaf*
bbbbbbiKmw/a a*
I mor
^^Bragio barago
aem aeogua I
Bem,
boa nos i
Pompldou um
espedida,
tambem
dos para faxer o
IUIjOUUO |^
WRssf,
eSS
KM
saaml II


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