Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09925


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Full Text

1l_
illO mVIII. HIERO 21.
Por Ires Bezos odiantados 53000
Par tres aexes veacidos 6|000
SEGUIDA FEIRA 27 SE JA1EIB0 SI Utt.
Ptr aaia adiaittfe 19|00O
Porte fraaee tara e iieeeriitar
DE PEMAHBUGO.
RMARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrloo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maralo, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino I. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os diaa aa 9}{ horas do da.
Iguarass, Goianna, e Parahyba' as segundas
e sextas-leiras. .
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuna naa teraa-felfas.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
que! ra, Iogaieira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viste,
Ouricury e Ex nasquattas-feiras.
Cabo, Seriohem, Rio Formoso, Una,Barreiros
Agua Prela, Pimentelras e Natal quintas (eiras.
(Todos os eorreios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
7 Quarto (rscenlo as 8 horas e 41 minutos
manha.
15 La chela as 11 horas e 14 minutos da man.
SI Quarto miogaante as 5 horas e 66 minutos
da tarde.
29 La ora as3 horas e 7 minutos da tarde!
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 2 boraa e 30 minutos da manhia.
Segundo as 2 horas e 6 minntos da tarde.
DAS da SEMANA.
27 Segunda. 8. Joio Chrysostomo b. doutor.
28 Tersa, S. Cytillo b.; S. Lenidas m.
29 Qusrts. S. Prsncisco de Bales b.; S. Sulpicio.
30 Quinta. S. Mirtinba v. m. ; S. Jaeintha t. f.
31 Sexta. S. Pedro Nolasco ; S. Cyro m.
1 Ssbbsdo. S. Ignacio b. m.; S. Brgida r.
2 Domingo. Puriflcac,io de Nosss Senhora:
ADIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
tribunal do commercio: segundas e quintas.
RelaQao:.Aereas e sabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horss.
Juizo do commercio : segundes ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horaa.
Primeira Tara do cWel: tercas e sextas ao meio
ST?dTa.rtd0 CT8l: ? bbados il
ora da tarde.
ENGARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SOI. "
Alagas, o Sr. Ciandino Faitee Mea- 1
o Sf. Jos Martina Aires; Rio ->-
Joio Pereira MarUw. "'*.
EM PERNAMBCO.
S* p.^0S,ILtri0, d0 BU1,<> al
Feria & Filho, na sua Utraria ataca As
dencu ns. 6 e 8. ^^
PMTE OFFICIAL.
G0TERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 3 de Janeiro de
186*
Offlcio ao brigadeiro commaodanle das armas.
Em observancia do disposlo no aviso circular
da repartijo da guerra de 27 de novembro ul-
timo, junto por copia, sirva-se V. Exc. de dar as
suss ordtos para que os sttestados de desembar-
ques de offlctaes e pracog de pret nao sejsm pas-
sados em duplcate e nem delle se passe cerll-
do sob qualquer pretexto.
Dito ao mesmo.Deveodo as repartieres su-
bordinadas ao ministerio da guerra enviar a res-
pectiva aecretaria de estado osseus relatnos sn-
nuaes em tempo de poderem servir para a orga-
nisago do que tem de ser apresentado ao corpo
legislativo na sua primeira reunio, sirva-se V.
Exc. de at o dia 15 de fevereiro prximo vin-
douro impreterlvelmente elTectuar a remessa dos
relatnos aseo cargo, tendo em vista o disposto
na ultima parte do aviso circular daquelle minis-
terio de 7 do correte junto por copia.Iguaes ao
conselho administrativo ao commandante do pre-
sidio de Fernando e ao director da colonia mili-
tar de Pimenteiras.
Dito ao chefe de policii. Teudo expedido as
precisas ordens para o Qm sobre que V. S. repre-
septou em offlcio n. 98 de 20 do correte com
reereocia ao quartel do campo das Princezas:
assim lhe communico em respoita ao seu citado
offlcio.
Dito ao mesmo.Transmilto por copia V. S.
a informado da thesouraria provincial, dada
acerca do pagamento da deapeza feita no mez de
novembro ultimo, com o susteoto dos presos po-
bres da cadeia do termo do Cabo, na importan-
cia de 93# cuja coota V. S. me remetteu com o
seu offlcio n. 1,314 de 24 de dezembro prximo
flpdo, aQm de que V. S. tomando na considera -
(lo a 2* parle da citada ioformago, haj de cha-
mar a attengo do delegado daquelle termo para
a economia que deve haver em taes despezas no
reatante do corrente exercicio.
Dito ao inspector ds thesouraria de fazenda.
Estando nos termos legaes as inclusas folhas em
duplcala, que me foram remedidas com offlcio do
commandante superior ds guarda nacional, man-
de V. S. pagar os vencimentos relativos aos me-
tes de novembro e dezembro do aono prximo
passado, pertencentes so teoente commandante do
destacamento diquella villa, Antonio Vitallino de
Mello, na importancia de 165a, devendo essa
quantia ser entregue ao seu procurador o com mer-
ciante desta praja Manoel Ribeiro de Carvalho.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. o requeri-
niento do ex-promotor publico da comarca do Bo-
nito, bacharel Jos Antonio Colho Ramalho,
sobre que versa a sua ioformiQo de 24 de de-
zembro ultimo, tenho a dizer-lhe que tendo o
referido promotor entrado em exercicio de seu
cargo no dia 12 de juDho do anno passado, como
se communicou a essa thesouraria em 21 do mes-
mo mez. mande V. S. pagar-lhe os seus orde-
nados vencidos de 18 de outubro at 16 de no-
vembroflodos.
Dito ao mesmo.Transmilto V. S. para os
convenientes exames, as primeiras e segundas
?las daa contas e despezas do hospital militar
desta prorincia relativas ao mez de dezembro ul-
t mo, Na como copia do parecer da junta mili-
tar de nude, que examinou as referidas coatas.
Dito ao mesmo. Tendo-se recolbido a esta
capital o Dr. Antonio Agrepioo Xavier de Brilo,
de voita de saa commisso medica na freguezia
de Nossa Seohora da Luz, onde esteva por espa-
do de 8 das, mande V. S. pagar-lhe a quantia de
3209 que venceu na razo de 40$ diarios, por
quaotofoi contratado para a referida commisso.
Dito ao mesmo.Alteodendo so que me reque-
reram os empreileiros da ponte de ferro entre o
theatro de Santa Isabel e a ra da Aurora, Horacio
Green & C determino V. S. que mande pagar
o que se lhesestiver a dever at boje de coofor-
Dita.Os Srs. agentes da Companhia Braailei-
ra de Paquetes Vapor msndem dar transporte
por coota do ministerio da guerra no vapor Pa-
ran, que se espera do norte, o sol Jado senten-
ciado (recruta) Fernando Thomaz de Souza.
Communicou-aeao commandante das armas.
Dita.O presidente ds prorincia conforman-
do-se com a proposta do chefe de policia n. 112
de 22 do correte, resolve exonerar, a seu pedido
o capio Joaquim Bezerra da Silva do cargo
de subdelegado de policia do primeiro districto
da freguezia de Caruar, e nomeia para o subs-
tituir a Lulz de Aodrade Lima.Communicou-
se ao chefe de policia.
Dita.O presidente da provincia conforman-
do-se com a proposta do chefe de policia n. 106
de 22 do corrente, resolve nomear a Antonio
Jos Pereira para o cargo de primeiro supplente
do delegado de policia do termo do Bonito.
Communicou-se ao chefe de policia.
Dita.O presidente da provincia cooformn-
do-se com a proposta do Dr. chefe de polica n.
97 de 21 do corrente, resolve nomear o bacharel
Jos Antonio Egidio da Silva para o cargo de
primeiro supplente de subdelegado de policia da
freguezia de S. Jos desta cdade.Communi-
cou-se ao ehefe de policia.
do go-
Expediente do secretario
verno.
Offlcio ao presidente da cmara de Flores.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar cmara municipal de Flores que oppor-
tunamente levar ao conhecimento da assembla
legislativa provincial a materia do aeu offlcio de
8 do correle.
Despachos do di* S3 de Janeiro.
Requerimentos.
Flix de Araujo Luis.Informe com urgencia
o Sr. juiz municipal da primeira vara.
Francisco Borges Monte Lima.Informe
inspector da thesouraria provincial.
Joo Pinto Dias de Mesquita.Informe
Dr. chefe de policia.
Lavra A Irioo.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Manoel Francisco das Chagas.Informe o Sr.
Dr. provedor da santa casa da Misericordia.
Silvestre Antonio de Souza.Passe portara
concedendo dous mezes de licenca com venci-
mentos.
Vicencia de Sant'Auua Cerdoso.Prove o sup-
plicante o que allega com inspstcio de ssude.
o Sr.
o Sr.
"EXTERIOR.
terriveis : E"
maitas vezes.
um criase, lhes per-
matar um proprieta-
eonfisides
guntavam
rio ? o
Felizmente o clero velara. Pregou por toda
parte a uoiio e harmona. Os proprios bispos
publicaram carias paeloraea am de exhortar oa
curas a empreheoderem esss misso de paz, e
em urna d'ellas foram os padres convidados < a
empregarem todos os meios a seu alcance am
de consolidar a concordia, uoio, e o amor en-
tre os proprielarios e plebeos; faser nascer e ali-
mentar a confiaos d'esses ltimos ; e premunir
o povo fiel contra as falsss instigares, que s
podiam produzir a discordia e ocrime.
Essa misso de nova especie contra o socialis-
mo proclamado pela bureancracia nao foia ni-
ca que leve de emprehender o clero. as cida-
des, era Virsovia especialmente, teve que lntar
com difflculdades talvez maiores e certamente
lio grives. O governo russo com as suas pro-
meisai irritara os desejos das populacoes sera
nunca satisfaze-los ; scenas execrandas remata-
ran) a exasperacio. Desastres inqualificaveis te-
riaca ainda lugar se um seotimento sublime se
nao apoderaste do poro : teve a idea de vencer
pelo martyrio.
Quaopo os Cossacos precipitaran!-se as ras
nf ^arsoT'a' non>8oa e mulheres, meninos e ve-
mos, cahiam de joelhos e eotoavam hymnos em
que Deus e a patria eram confundidos em um
mesmo canto de prece e amor. Depois corriam
para as igrejss. All pelo menos podiam chorar
as desgracas da patria, longe do olbar tatrangei-
ro. Certamente, se ha povo que tenha motivos
para justificar o aeu odio e vioganga, o polaco.
Ella poda, em vez dessa lameotacio dolorosa e
resignada porque corneja o bello psalmo = su-
per fulmina Babylonis, = fazer ouvir contra a
Russia essas maldljoes em qne termina o canto
sagrado :
Filia Babylonis misera : bealus que retribuet Ubi
relributionem tuaiu, quam retribuste nobis.
Beatas qui tenebit, et allidet prvulos tuos ai
petram.
Mas estas expressdes de cholera nao podem ser
usadas ante os altares christos, e por isso cada
qual vinha depor ante a cruz seu justo furor e to-
o projecto de sanguinaria iosurreicao. Os pa-
gresso, esse o direito protestado pelos Russos;
se a vqssa moral desconhece estes principios no-
vos, mudal-a. Por que razio, quaodo tudo mu-
da, se conservar ella iualteravel ? Porque vem
de Deus, o Deus nao muda.Mas sabe! que so-
mos os soberanos; a espada quederruba oa thro-
nos poder tambera vencer qualquer resiatencia
de mulher, padres e homens desarmados I Fa-
rei o que quizerdes o sangue o aroma em que
sempre me remocei. Pola bem I eis a metade
de minha purpura, faze um sacrificio a paz, e di-
vidamos.Guarda tua purpura, oh I Cezar I Ama-
nba, quando fores squi sepultado, sobre tua se-
pultura caotar-se-ha oBoze eosPolskeeo depro-
fundit, que nunca mudam.
Astucia, lisonja, violencia, nada pode alterar oa
sentimentos deste grande povo condolido por seus
pastores. Os gobernadores e verdugos de balde
se succedem em Varsovia Bissimulada ou fran-
ca, deixsndo-se ver oas circulares da bnreaucra-
cfa, ou exprimlndo-aepelo azorrague docossaco,
a forja bruta permanecer sempre impotente. O
cntico sagrado. Deui que protege a Polonia,
retumbar sempre desde as margena do Warla at
as do Vstula e Dniper. O vencedor nao pode
llvrar-se dessa lameotaco que o martyrisa como
o remorso, e o reprehende como a voz do cu ;
se conseguir abafa-la naa igrejas, o vento daa
florestas, a brisa dos campos levar-lhes-hao o eco,
os muros daa cidadea silenciosas o repetiro, e,
no semblante de cada Polaco radiante de espe-
raos, o Russo soletrar com terror as pslavras
do canto nacional.
E nos, que nisso estamoa vendo as licoes de
Deus, conservar-nos-hemos trios e indifferentes ?
Nada poderemos fazer ? O santo padre ji fallou
e sustentou com suas beocos o arcebispo de Var-
sovia ; nao poderemos nos tambera, na fraca me-
dida de nossas forcas, mas com o coraco cheio
de f, dar um grito de animacao a essa igreja da
Polooia, que defeode com tanta energa e gene-
rosidade urna causa santa, a dupla liberdade da
religio e da patria ? Devoremos estar lembradoa
que quaodo O'Coonell reclamava para aeus com-
pstriotas os direitos imprescriptiveis dos catho-
licoa, em toda a Europa, e especialmente na Fran-
ca, oa biapos e todos os fiis, ossscerdotes e se-
culares de todos os partidos, provocsram as ma-
area confundiam as suas lagrimas com ss dos nifestscoes ds opioio publica em favor do gran-
0 governo russo e o clero polaco.
A Russia nunca deixou de ser inimiga do ca-
tholicismo. Os homens de estado que de S.
Petersburgo governam a Polonia recooheceram
aempre que a causa da religio e da patria esta-
cara intimamente ligadas n'essa grande nago, e
por isso toda a converso de um PoUoo ao chis-
ma com razio tida por elles como urna adhe-
sio Russia. Mas essa hostidade. por mals
certa que fosse, era dissimulsda : fechavam-se
os conventos edizism faze-lo no interesse do re-
ligio ; spoderavam-se dos* baos das igrejas,
mas, sob o pretexto, de melhor repsrti-los. Al-
gumas vezes a perseguido davs-se a conhecer
inadvertidamente por fados violentos, mas es-
tes eram negados com urna firmeza admiravel ;
erafim sealguns padres arrancados brutalmente
s suas parochias, iam expiar nos flns da Siberia
a sua opposicjio a seculares impos, eram aecu-
fieis, ouviam as cooflssoes de seus compatriotas
voluntariamente desarmados; exhortava-oa |a
continuar essas lulas pacificas, em que so tinham
por armas o sacrificio, e por escudo a fraqueza.
Foi assim que, animado pelas exhortares e
beocos dos pastores.se formn e fortaleceu esse
admiravel espirito da Polonia, cujas tnaoifesta-
coes foram recebidas na Europa com tp profun-
da com moco. .:,''
Os Russos pareceram por um instante com-
prehender a eloqueote efflcacia do sangue que offe-
recism todos os dias esses novos martyrei. Qui-
zeram por um termo a isso. A soldadesca foi
contida tanto quinto poda ae-lo por um governo
que s tem por si o direito da conquista. Pare-
ceram querer deixar de governar caprichosa e
arbitrariamente. A phisionomia grave e legal do
marquaz WielopoUki asgnala essa
de cldado. Era verda'de, se ha cauaa que~me-
rega semelhantes sympathias certamente a da
Polonia que luta com a forra e iojuatica 1
Barrier.
{MtndeUlisses.)
Temos sob a vista a obra ha tanto lempo espe-
rada de M. Dollinger, intitulada : Kirche uni
Kirchen, Papstthum und Kirchenstaat (igreja e
igrejas, papado e estado ecclesiastico.)
O autor trata no seu prefacio do que ae tem fal-
lado em coosequencla das suas conferencias do
mez de abril. Obrigaram-me a fallar em algu-
maa conferencias publicas, partiodo de um ponto
de vista geral, da situacao religiosa do tempo pre-
sente. Advirta*se que dolado d'onde partiam es-
sas instancias perguntaram-me frequenlemente
da lutY.'qu'e'se "podrircham'ar aThase^dmlois- Som0 de"a-" xpKcar situaso dVsde'pot-
tralive. !lcia e a Perds do seu poder temporal, em parte
Algumas circulares muito positivas convidaram
o clero a nao tomar mais parta-*em poltica, iato
, a nao intromeler-se com os pleb.eos e pro-
pietarios ; a fazer cessar o canto dos hymnos as
igrejas; a prevenir a policia todaa as' vezes que
urna proeisso ou outra qualquer cerimonia do
culto tivesse de produzir algum ajuotamento de
povo. Ao mesmo tempo pareceram querer que
as eleiedesha tanto tempo aonunciadas tivessem
lugar, e ordenando-as, provocaran em toda a
sados ante o Santo Padre como complicea de pa- Polooia a livre expresso das necessidades e de-
nosanarchicoi, e protectores de doutrinas a a ti- sejos de cada classe da populago.
,oc71"e.'"....i a i ., ., governo russo contavs com o successo ; elle
Essa tctica de alguma forma sorlira etteilo. forma da igreja o conceito que formara oa bu-
J piolamos n este jornal o estado de terror em reancratas: julga que o padre um funccionario
que viveu o clero polaco durante todo o reino do assalariado de quera qualquer auloridade pude
imperador Nicolao I. Essa situsgo, m que aaJ exigir urna obediencia assalariada. Nao tatdou
midade com o respectivo contrato" e aviso xpe- |x'8encias augmeiitavam com a eondescendencis, i que perderse as ultimas illasdes que alias II de-
dido pelo ministerio dos negocios da agricultura Dein **"* Pel" palavras de um bispo. I vism estar destruidas pelos acontecimenlos. Com
commercio e obras publicas de 7 do corrente de
que lhe remelti copia embora nao tenha ainda
chegado ordem do ministerio da fazerrda para
esse pagamento, que se eflectuar sob minha res-
ponsabilidade.Communicou-se ao director das
obras publieas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista de sua informado de 21 do corrente sob
rj. 32, mande V. S. pagar a Eduardo de S Pereira,
a quantia de 939, em qne importa a inclusa conta
que me foi remettida pelo chefe de policia com of-
flcio de 24 de dezembro ultimo, da despeza feita
no mez de novembro findo, com o susteoto dos
presos pobres da cadeia do termo do Cabo.Com-
municou-ie so chefe de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregsr ao di-
rector do collegio dos orphos de Santa Thereza
de Olinda, a quantia de 20# para occorrer ao pa-
gamento da condueco de camas de ferro e ou-
traa despezaa audas daquelle ettabelecimento
no correte mez, conforme aolicitou o director
gersl ds inslruc?o publica em offlcio de 21 do
corrente sob o. 20.Commuoicou-se ao director
geral da iostrueco publica.
Dito ao mesmo.Para cumprimento das or-
dens imperiaes expedidas em aviso do ministe-
rio da fazenda de 18 de dezembro ultimo sirva-se
V. S. de formular e remetter-me at o dia 15 de
fevereiro prximo futuro imprelerlvelmente um
quadro de todas as verbss de receila provincial,
com indicado do que produzio esta por semes-
tre uos cioco ltimos anoos, contados do Io de
julho de 1856 a junho de 1861; aegundo oulro
igual de despeza no mesmo periodo.
Nos meamos quadros ou em separado addl-
eione V. S. qusesquer observares, que orieotem
o conhecimento do progresso, ou decadencia da
renda desta provincia. .
Dito ao capito do porto.Respondendo ao
oficio de V. S. o. 1 e data de 2 do torrente co-
bnodo o requerimeoto que devolvp, no qual
Antooio Soares de Carvalho pede liceuga para
tirar pedral dos arrecifes, tenho a dizer-lhe,
que em vista daa pooderacoes do inspector das
obras do porto, constantes da copia junta, deve
V. S.' xr a licenca pedida, probibindo exprea-
aaaaento fue se continu a quebrar o meamo ar-
recife em qualquer parte.
Dito ao cnsul de Portugal.Sirva-se o Sr.
cnsul de S. M. Fidelisaima nesta provincia de
ioterpOr o aeu pareceraobre o que pede no in-
cluso requerrnoslo o subdito portuguez Joa-
quim Jos dos Reis.
Renov ao mesmo Sr. cnsul os protestos de
minha eitima e eonsideraco.
Dito ae director geral da ioslrucQao publica.
Em viata da ioformac9o do director do collegio
des orphos de Santa Thereza datado de 17 do
corrente dada aobre o requerimeoto de Mara
Joanna Perreira do Espirito Santo, mande Vmc.
admittir no mesmo collegio o orphio menor de
neme Jesuino, filho de Jaclntbo Ferreira dos
gao tos Homem.
Pertaria.Os Srs. agentes da Companhia Bra-
aileira de Paquetes i Vapor msndem dar trans-
porto psra a corte no vapor Paran que se es-
pera do norte por conta do ministerio da guerra
ae tenente do corpo de goarnicio de Goyaz An-
tonio Dionisio de Souto Goodim, sua mulher e
dous Albos menores, sendo um de 3 annos de
Mano e oulro de 4 mezei.Communicou-se ao
commandante das) armas.
Represeotavam-lhe que o seu dever era defender effelto, sobre todas as questdes o clero i lo-
mis enrgicamente a igreja amea;ada, proteger clou-se unnimemente : aa circulares que lhe
as almas, cuja salvacao eativasse comprometlida, I prohibiam oceupar-se de poltica, elle tespondeu
e elle responda: Para que me queris expor a I que impedir a guerra social, e condemoar em
abaracos e perseguiQoes sem flm ? Que posso vista dos mandamentos de Deua o odio, o roubo
eu fizer ? A groja por si mesma saber defen-
der-se : Deus eeclesia suaprovedebit.
Parece-nos que nada mala proprlo, que a re-
e homicidio, era seu dever e sua misso, e que
pouco lhe importara que a esses crimes cha-
n polilicos. A's que lhe ordenavam que
fS&lTVSt I"**"' Pra aier-oof com- participassem com antecedencia administraco
prehender a admiravel firmeza desenvolvida ha as ceremonias religiosas, respoodeu que manterla
a esse respeito a liberdade da igreja, e que lhe
perto de um aono por esse mesmo clero. O
rgimen que pess sobro a Polooia nao mudou;
entretanto ludo differente na respectiva situa-
co da igreja polaca e do governo russo.
jaramos mostrar, o mais succiolameote possivel,
como se eflectuou esse movimento, como esse
clero, ha tanto tempo solido, trmulo, e tmi-
do, podera emfim levantar a cabeca; como, sus-
tentado pelo amor e confianza dos deis, bem
como pelo seotimeoto do dever, foi levado a re-
clamar com todas as forcas liberdade que at o
presente tem sido recusada igreja, e esperar o
sea triumpho da proteceo do papado.
A Polonia relatirameote ao resto da Europa
estava, nao diremos em urna aituaco normal,
m s era ums calma necessaria a obra de rege-
nerado que emprehendera, quando arrebentou
o movimento nacional que ainda dura. Foi urna
soldad eaca desenfreada que deu o aignal. Cousa
extraordinaria e verdaderamente providencial I
nao havia actualmente motivo algum para pre-
vengo da parte do governo contra o clero, e
enistanto foi no meio de urna ceremonia reli-
giosa que a admioialraco leviana e inepta es-
Umulou os Comeos. Estes precipitaram-se na
igreja. pisando a ps um padre, profanando os
objdwos sagrados e fazendo curvar son o Ignobil
azdtiague o poro ajoelhado.
Esse principio por si s, abstrahiado da f viva
da naco, leria bastado para decidir a natureza
do movimento. Elle cooservou-se nacional, mas
tomou esse aspecto religioso que eausou na Eu-
ropa ama lio profunda eduravel commoco. O
governo russo a principio enganou-se ; julgou
que o acaso o nio a Providencia aasigoalra urna
igreja para aer o primeiro theatro d'essa singu-
lar revoluco. Nao deveria permanecer por mui-
to tempo no engnr>, porque oa acontecimenlos
que se succedism uns a pos outros poderiam te-
lo esclarecido. Mas elle oslara dominado por
esse espirito de imprudencia e erro de que falla
o poeta.
Com effeito bem depressa appareeeu o conflic-
to entre o clero e a administrago. Isto se deu
talvez em circunstancias especialiaaimas. A ao-
ciedade agrcola acabava de aer dispersa ; antes
de extinguir-se podra entretanto decretar essas
medidas lo fecundes e liberaos com aa quaes
os proprielarios,por meio de geoeros os sacrificios,
sbriam aos plebeos um futuro que nunca pode-
dia dar-Ibes todo o poder da administraco. A
policia enviava circularea e emlasarios, cujo flm
era evidentemente sublevar os campos : s o go-
verno vosso amigo, diziam aos plebeos; s elle
quer pode fszero vosso bem ; Acaris desde j
ricos e proprielarios sem opposigo da parle dos
que o tem sido at o presente ; para vencer a
sua resistencia e por vosso interesse que elles
sao perseguidos em Vario va. Com semelhan-
tes excitaces. urna guerra mala terrivel anda do
que a civil, n'ma verdadefra guerra aocial estiva
nao cumpria converter-ge em anxiltar da "policia
para a manutengo da ordem publica. Quaoto
se- ks circulares relativas aos cantos celebrados as
igrejae, foi o veneravel arcebispo de Varsovia,
moosenhor Pialltowski, queae fez interprete das
opioioes de todos. O prelado deamanchou com
muita habilidade o lago que os bureaucratas ar-
mavam ao clero, e declarou com a astucia da
aerpente e a aimplicfdade da pomba, que, ae-
gundo a opioio geral de todos os sacerdotes,
era impossivel acabar com os hymnos ; e que
urna caria paatoral tendo por flm prohibir cnti-
cos, que em nada iam de encontr a religio,
looge de acalmar os fiis, irrita-loa-hla e faria
que perdessem a confian;* que depositam em
seus pastores. Finalmente ao appello falto As
diversas classes da populaco, a igreja respon-
den com o importante documento que os noisos
leitorss coohecem. Os bispos de commum acor-
do pediram aoimpirador a aboligo da legislaco
impa que votara tantas almas ao schisma e a
apostaaia.
Este fado coroou a obra. Todas as esperances
do governo russo estavam frustradaa e todos os
seus planos inutilissdos. Elle s poda eniao go-
vernar arbitrariamente. Isso mesmo elle reco-
nheceu proclamando o estado de sitio : recorra
aisim ao ultimo recurao, ao recurao das autori-
dadea tracas, e que se acham em difficuldade
orca bruta. Varsoviafoflogo oceupada co"mo*ui\
cid/de tomada de assalto por diversos regimentos
mandados virl ds Russia.
Donoi, como a igreja parecesse ser o refugio
ommoiro da resistencia feita a eisa guerra era-
prdnendids pela for$a contra o verdadeiro direi-
to, perseguiram-na abertameote. Nao pouparita
mais esse clero, de que se nao podera fazer um
alliado e cmplice. As igrejas forsm profanadas
os santuarios minchados, centenares de christos
foram presos junto aos altares, e os sacerdotes
que os consolavam, encarceradoa. De noticias
ltimamente recebidas, consta-nos que o animoso
administrador da diocese de Vario ra expiar o
crime do appello que fez a santa s com dez an-
nos de desterro na Siberia. E' um velho j fra-
co pela idade, molestia, e pelo pezar ; nao que-
rem deixa-lo morrer junto aos seus.
Assim assistimos sempre a esse espectculo
cheio de iostruc;o e que tambem diacreveu o
grande orador christo, de coja imagem viva e ar
rabstidora permlltiro que asemos. Na Polonia,
bom como em toda a parte onde se disemelhan-
te lula, o despotismo vem bater de cothurno ou
de botas, porta do templo em que reside a re-
ligilo ; esta spparece sob a forma fraca e canea-
da de algum septuagenario :
c Que me queris ? A coodemnacao deste
povo. Nao amaldicou-o pessoa alguma, sou s
consoladora dos traeos e humildes.
Mas o mundo s progride por cauta dos ven-
immioenU. Nos campos, 01 psdres recebiam cedores: a for5a, a nica orlgm de todo o pro
Esses mesmos monsrchss que se tem tornado os
escravos da revoluco fazendo-se orgos delta,
tornaram-se oa actores no drsma da historia do
mundo; os outros conservara-se na attitude de
espectadores, observando tranqulllamente o que
ae paisa, o esperando herdar, como a Prussia e a
Russia, ou applaudindo e auxiliando, como a In-
glaterra, ou soffrendo como a Austria o a Tur-
qua, doente da febre.
a Durante a revoluco, ella tornou-se um msl
chrooico, amanhecendo ora aqu, ora alli, ora
atacando muitos membros ao mesmo lempo. A
penlarchia dissoivida ; a aanta-allianca, forma
defeiluosa e de que abusou-se oa ordem dos es-
tados europeos, abolida ; o direito do maia forte
reina na Europa.
E' um trabalbo de iransformacao ou de disso-
luQo, que se tem apoderado da Europa ? Incli-
no-me primeira opioio, sem contestar, toda-
va, a possibilidale da aegunda alternativa. Por
que, ae esta vem a chegar, o que ser a causa da
igreja, enlo oa poderea de destruteo completa-
do a sua obra, fazendo surgir das ruinas amoo-
loadaa o novo edificio da ordem aocial, e como
poder unitivo e civiliaador, contribuindo para a
reconstruyo por suas tradicoes morses e reli-
giosas ; e completando eate dever, o papado,
com ou aem territorio, reencontrar aeu lugar e
aua misso.
Depois destas linbas, M. Dollinger recapitula
assim o flm a que elle tenda em suas conferen-
cias. Elle quera dizer : Que oioguem se es-
caodalisa com as tentativas da igreja, ae at a
realeza temporal do papa vier a deaapparecer
quer por um tempo quer para aempre. Ella nao
essencial, dada por accrescimo ; nio o fim,
mas o meio, s comecou tarde. Outr'ora ella era
cousa diversa do que hoje ; com razio noa ap-
parecia como indispensavel e tambem por tanto
tempo que dure a ordem actual da Europa, ella
deve aer conaervada a todo o custo, ou, se in-
terrumpida pela violencia, preciso reataura-la.
Mas possivel imaginar urna situaso poltica
na Europa em que ella cessar de ser necessaria,
e at lornar-se-ha um fardo pesado. Quizera ao
mesmo tempo defender o papa Pi IX o aeu go-
verno contra as censurss numerosas, e fazer no-
tar que as lacunaa e faltas, existindo realmente
nos estados da igreja, que conduziram urna sita-
gao da fraqueza e afflicco to eatraohaa, nio lhe
sao imputaveia ; que, pelo contraro, antea e de-
poia de 1848, moatrou a melhor vootade de re-
formar, e que efectivamente muitas couaas fo-
ram melhoradas por elle e sob sua direceo.
Seguem-se depois os detalhea que contm a
carta, que o autor das conferencias publicou no
Monde. Confessamos que oa piemonlstas nio
eucontraram absolutamente proveito no livro do
Dr. Dollinger; mas tambem o autor revela aobre
as reformas que se devem operar nos esladoa
romanos, desejos a que oa catholicos deste tempo
estao longe de ae associar ; seu systema resu-
me-se em um mixto de liberalismo e calholicis-
mo de que ainda trataremos.
Barrier.
{Monde. Andrade Luna.)
Dr. Migae| Feriaodes Vieira......
Dr. Domingos Joan H. Jagai.rilM...
Dr. R.ymuudo Ferreira d* a JUaia
Padre Antonio Pinto de Msafenca 9
Padre Thomaz Pompn 4o 8. Brasil
Dezembargador Figasira o Mello l
Corone Plrenian ^^
Dr. AisnSsTTte*.:;........... 5
- Le-se no Pedro 11".............. *
t Sabbado (18) do madragae oartio nanita.
rangu.pe o Exm. Sr. bispo dieeoW
tinado de urna brilhante comitiva uar a
fest. de S. Sebaetilo, or.go da aratfSL A
eati sendo feita com toda a ponsoa o
encarregado do aermo o Revd Carlee _
Sr,X0J d.'Alencr. *irio desta capital.
No domiogo s tres boraa da asadrage<
hio timbera o Exm. Sr. Ouarte d'Aze.aoo
em aua companhia um grande oro 4o
Conata-nos que S. Exc. Revm. d'ali
para a Pac tuba. >
Rio Grande do JVorto. Nada occorraa
de mencio. -^..w
nrf.a,rA6a* JB"m sido tomadas todas
proyidenciaa para o caso de sor invadida
cholera a capital da provincii. WT*"
S. Exc. o Sr. presidente oatrava-so
e activo no eoccorrimeoto das po
das, j fazendo partir mdicos, j
etc., sem que com lado o mal
maiores proporcOes, pos o !_
No da 25 do passado tora tartar
sasainado na povoacio do S.
do Pianc, Benedicto Alvos *
Joo Eleutero Pereira, qae
para a comarca de Flores,
j concluido e em parte por prever. Que respon-
der, perguntavam-me, a esses homens que esto
fra da igreja, quando moslram as numerosas ma-
nifestares dos bispos, em que estes declarara
como essencial o estado da igreja e indispensavel
existencia da igreja, emquanto, por outro lado,
os scontecimentos sobredados ha trinta annos
parecem predizer sus ruina de urna maoeira cada
vez mais clara?
Acabava eu deachar expresss em alguns jor-
naea. revistas e livros a esperaoga de que com a
qusda do dominio temporal dos papas a propria
igreja seria arrestada para a mesma ruina.
Ao mesmo tempo as seguirrte's*palavras do csr-
deal Beroetti, secretsrlo de estado no reioado de
Leo XII me imprassiooaram : 8e vivesse por
muito tempo anda podara ver a queda do poder
temporal do papa. >
a Eu meamo reconhecera jl no mez de abril o
que se mostra mais claramente ainda em outubro,
a saber: que osinlmigos do dominio temporal do
papa estavam determinados, unidos e poderosos,
e que nio havia em parte alguma urna potencia
protectora que quizease, ou podesse prevenir a
catistrophe. Tenho poia como verosmil ao me-
nos urna prxima interrup;io da potencia tem-
poral pontificia, o que j ae tem visto, e mais
tarde poderia aer reparado. Resolri-me, portento,
a preparar o publico para os acontecimenlos fu-
turos, que j projectavam sua sombra no presen-
te, e psra o que quiz aproveitir-me da occasio
oilerecida pelas miohss conferencias, afim de pre-
venir oa escndalos, ss duvidas e pusilanimida-
des que necessariamente teriam sido a conse-
quencis da perda dos estados da igreja, que tan-
tos mandamentos episcopaes acabavam de decla-
rar como necesssrios integridade da igreja. Eu
quizera poia dizer : A igreja pode existir por si
mesma, e ella existi effeclivameote durante aete
seculos sem o dominio temporal; porm depoia
eate dominio tem-ae tornado urna neceasidade,
por causa da situarlo do mundo, e completou na
maior parte dos casos, nao obatante as grandes
mudaocas a que eat aujeito, aeu destino de ser-
vir de bsse independencia e liberdade dos pa-
pas. Anda que is-couias na Europa permanegam
por muito tempo como se acham, nao poderemos
encontrar outro meio de assagurar aaota s aua
liberdade ao mesmo tempo que a confianca uni-
versal.
< Mas as vistss e o poder de Deas vio msis
looge que ss nossas, e nao nos queremos eacar-
regar. de por limites sabedoria e poder divino,
dizoodo : Pazei assim, e nio de outro modo I Se,
uio obstante Isto, a cataatrophe, que eat inmi-
nente, se realisa, e priva o papa do poder tempo-
ral, verificar-se-ha amas destas tres eventualida-
des : ou a perda dos eatadoa eccloaiaaticos s ser
temporaria, e oa mesmos estados reeotrario no
todo ou em parte no poder do seo legitimo sobe-
rano, ou a Providencia provocar, segando os
melos que nossiodescoohecidos e por combina-
coea que nio tentaremos investigar, urna aitua-
5*o tal para o papa, que o flm, iato a indepen-
dencia e a liberdade deata ade ser altlogida sem
os meios que at hoje aeriam neceaaarloa ; ou,
finalmente, a Europa caaolnha para grandes ea-
tastrophes, para a dealocacio de todo edificio da
ordem social actual, acootecimentos de que a
ruina do estado e da igreja s seria o precuraor.
Neate volume tenho expolio aa razee pelaa
quaea tenho como maia verosmil a primeira des-
tas possibilidades. A segunda um desconhecido
suficiente para oppr-se s pretenedes muito op-
timiitas.jwe quizerem doscobrir o futuro, inva-
dir o dominio exclusivo de Deus, e submelter o
futuro absolutamente s lels dos ltimos annos.
A teresira posiibilidade deve igualmente aer to-
mada em conaideracio : poneos homens deixsrio
de afflrma-lo, tendo observado com altes/cao os
sigoaea do tempo.
Niebuhr um doanossos mais judiciosos his-
toriadores, j esorevia em 5 de outubro de 1830 o
seguale: a Sem o miraculoso auxilio de Daas,
devemos esperar em ums deslruicio tal como o
mundo romano nio experimeolou Igual no Vin-
culo. Anniqujlacio do bem-estar, da lberuade,
da eirilisacao a da aciencia. E deade eolio oa an-
nimos em um plano inclinado. As potencias da
Europs abateram as duaa columnas do seu edil-
co, destruindo ou deixindo destruir o prnsateo
de legitimidade e o direito publico internacional.
DIARIO DE PERNAMBCO.
A otelligencia que o nosso tribunal do com-
mercio, no exercicio de suaa atlribuicoea admi-
nistrativas, acaba de ligar observancia do dis-
posto no art. 13 do cdigo commercial, tendo dav
do lugar urna queatio que nio deixa de er
importancia, e por tanto de aer digna de urna
maior publicidade, leva-nos a tira-la do recinto
daquelle tribunal e do circulo da pra;a do com-
mercio, para eatend-la sciencia do publico, a
quern, na nosia misso de escriptor, cumpre-nos
orientar das oceurreoclaa notareia de todoa oa
ramos da vida publica.
Com o fim de aer rubricado pelo tribunal do
commercio, foi mandado respectiva secretaria
para a casa commercial do grosso trato de Bailar
& Oliveira, desta prs(a, um livro para eopiador
de cartas, orgsnissdo desse papel qae se empre-
ga no uso do commercio para ae tirarem copiaa
em machina. Mas, sobre fundamento de que esse
papel se nao prestara rubrica manuscrita, em
coosequencia da respectiva confecgo, foi devol-
vido pelo referido tribunal o indicado livro aem
a inscrpeo da formalidade legal que era solici-
tada.
Eotendeu nio obstante a predila casa que i is-
to devra replicar, e effeclivameote o fez alle-
gando que nada Innovara; que j ae tlnha rubri-
cado um livro semelhanto, pertencente ao cor-
rector George Patchelt; que a rubrica poderia ser
por chancella ; e que, finalmente, iato usava-ie
na corte. Esta pretenjio, porm, foi iodeferida
e por isso vai ser o negocio levado seccio do
conselho de estado pela caaa Indeferida, provo-
cando assim urna interpretacio ou aolucio com
rela;o materia controvertida, que delta carece
com effeito, em face do que occorre, e meamo
de outras razes que nio podem escapar.
Os livros principaes de urna casa de commercio
sao, como ssbido, o diario e o eopiador, lan-
Sando-ae ueste aa carias missivss que expedir a
casa com aa contas, facturas ou instrueges, que
aa acompanharem ; e naquelle todas as trans-
aeces effecluadas por ordem chronologica. D'ahi,
do fim importante que sao elles destinados,
oasce a impoaicio do cdigo commercial, em
seos arts. 11,12,13 e 14, de que sejsm escriptu-
radoa chrooologicamente e na devida forma, en-
cadernados e numerados, sellados e rubricados.
Mas nao pode resultsr deste enunciado, que aeja
a rubrica por chancella ; que eata posea concor-
rer com a maouscripta em tal negocio, pareceo-
do-nos at pelo sentido agogico que s esta ulti-
ma deve aer a permiltida, como a nica legal.
Em rsgra s admissivel a chancella nos casos
em que ss possa verificar a veracidade por outro
algum sigoal, como d-ao noa bilhetes de lotera,
que tem o talo para a conferencia verifleaco
em qualquer incidente ; e visto que um copia-
dor nao est nesle caso, derendo ser acauteladas
todaa as possibilidades de descrdito on de frau-
de. Alm de que aa palavras do art. 13, rubri-
cada em todas as suas folhas, oio dio eoaan-
cbas interpretarlo, por aerem mui terminantes.
Parece-ooi igualmente que a copia de Car-
tas por machina nao offerece a garantia que o
cdigo exige; porque pode dar-se eapaeo em
branco, em contravencSo do disposto no art. 14.
E se 6 verdade, como o efectivamente, que
em urna casa de grosso trsto, que em dia de va-
pores expede vinte e trlnts cartas, de necessi-
dade tirarem-se copias por machina, nio o
menos que, em fasn da letra do cdigo, devam
ellas ser copiadas, e jamis formar por ai um co-
piador a que mu avissdamente cercou o legisla-
dor commercial de onus garantldorss da f que
lhe d, e que nio devam ser malbaratados i pon-
to de offender-lhe a djthentlcidade.
Hoolem pela manhia fuodaou em nosso por-
to o rapor Jaguaribe, vindo dos do norte de sus
MAIa, aendo portador de noticias do Cesr at
20, do Rio Grande ala 10 e da Parahiba at 25
do correte. Deleitara dos jornaes eis o qae co-
lhemoa: *
Cri. O resultado dos collogios da capital,
""pe, Aquiraz, Ciacavel, Aracaty, Bal-
me, Santa-Cruz, S. Bernardo, Cioiod, Iaapo-
ratris, Aearacu, Sobral o Queixeramobim, com-
panha i lista para sonadores da forma seguinte:
tiSZZ
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA
A despeito do que j laurasa
sobre esia edQcaeio yrs fsi en i
ment de urna parto da ralas da
do Queiroz, na entrada daa Remedios a coa
fraccio das postaras masrinepaaa. olla ah vai ana
camioho aem que o seabor fiscal Uvason oiba
para v-la, e prohibir-Uso a eoaiiaoecio i aa
nio fez om comeen. *
Ha cousas que oio carocas do teaanata. Ms
que ellas em si moamaa o Imam aa sao ano-
tante expressivas, para o lipeanaiem. t' a ano
d-se para com eata de que noa
que por isso mesaao caroca do ai__
da parte da cansara, parante a qaal,
lo mformam, pretendo-so ao enlrotani
um termo de restabelecer-se
quando for predio, com Unto qae sm
de presente a eonclosio da obra
vai ou foi cosaecada.
Falta nos ver isto realisado.
Recoramendaaos silencio da
lucia qae lomsodo o adro da S.
theatro do suai griflas. osultasa a
sam, faltas reverencia do qae en
gar, e offenAom finalmente as Tsatalenuan can
as chufas e obscenidades que formasTolodo i
suss grs?ss. ""w
Taei cousas nio podem ser toleradas, eoeae
permiltidn all sosboIIumIo laaAa-
poasquo dsawrnsallaaa efeneas anrosnn
moralldade pabliaa. "~
Da jaoeUn no aoncno da raa n Sal
acha-se pendente nsla ampaauta. qao atar-"
segura apenas por im lado, vWsmT '
do outro; e assim para qao
l, nao vooha a eocapellar
seria conveniente, que sanan a ,
rada, oa alisa concertada devil
venir que tal acoolaea.
O Sr. Laiz do ladrada
meado subdelegado do primeiro districto a ea-
! e C,rB,r 5 Mra primeiro
subdelegada do Bonito foi atrmssda a
nio Jos Pereira.
a T..Foi nome Sr. Dr. Jon i
da Silva, primeiro auppleate a a.
freguezia de S. Jos deata risada.
Os soldsdos ds seceso veanle im i
policia, Jos Comes da Silva a Vas
mingues de Csrvalbo, acabaaadeaec
dos pelo conselho da j Triga asalo a m
tres mezes, e o segundo daas asease,
sendo-lhes levsdo em coala o tesase
qual tem citado detentas.
O conselho funecionra com os i
broa :
\ ,. Presidente.
Capitao Jos Pereira Teixeira.
Auditor.
Dr. promotor publico, Franeco 1 aaaoldiaa
Gosmao Lobo. ^^ "
Tenente, Pereira Lagos.
Tenente, Cunegundes da Silva.
Alferas, Hobiz Tararee.
Alferes, Leodegaro
Alferes, Albergarla.
Hoje, pelas 10 boraa da
ter logir na sala do estado-
policia, a segunda seeeaoe
ment, que por ordem i
provincia responde o cabo .__
ta. quem argaido o extravia #e"
do pertencente ao deatacamoata da'vaasa <
ruar.
O Dr. jais de direito da _,
de recebar urna denuncia Oa Dr. ^.,
co contra o eecrvie ds laasllirea. Jant de Al-
meida Peres Caaipello, ees\~
expedida ao orgio de miau
Erm. presdanle da re ci El
do ao denunciado para responder i <
praso de 1S das.
Eis o vigsimo a ..,
t Botosas c.
Em um offlcio, dirigiae a
Sresidente da provtacia, ao S
V do correle, diz o Dr. Flix I
qne o eis. povoacio Bu
cholera-morbos, do dia 11 ae
data do meamo offlcio, o i sema hora. 1751
f0*. d"ss qoaes forsm victima U, i
lamento 36, o i ria-aliaiaata
dos 96; mas qao do dia 1S osa
epidemia, da sorte qae, os acetas _
vemente esse lagar Miar livre de i
a Diz maia qae par aera] "
se que oa povoecko da Til
meio-diaa 19 s 5 horas da
accommetiidos 180 ps
morrido 84, Uceado bbb__
que a epidemia progride alai i
intensa de que exteewa ; e
lar sueenmbtaa o capelln, rassis fe.
Sania Mara Magdalena Breas, ees nao a-Z\T
loalea campeos aa lata, I
mora, qne foi aexporada,
daquelle lagar se
? I 1' pelas 8boreedaaniu, taaiwm aaanmina SO
poseoia, Uceado asaio da iiiimsi aSUs ; anea
quei na Lapa decliaava a snsL a ama aa panis-ia
le Golauioha e osas i Tj^nMfeTeona ti f t4
^'ora*sannojao.o7


"T


DI AMO DE PERNAMBUCO.
Ti
ti .-lll li dRC llt mU--U>
SEGUHDa FELBA 27 DE JANEIRO DE 1862.
demia alli ae toioaue intensa, eqoeBepovoa- dureate o tempo em que nos reaccionamos,
(lo ds Pedral de Pogo nada maia tem oeeorrido claro que nao ae me poda aUribuir paternidade
depoia deseuullimoofflijio.e foi di*embole- dapaaqutu.
tim. Ni noite do da em que tal pssauim appareceu
Em um offlcio de 21 do crranle, dirigido d primeiro de dezembro prximo pasaado acbou o
Nona Seohora do O' ao Dr. Joi Sergio Ferreira, delegado pretexto para ae Tingar de mim maaaa-
delegido do cirurgiio-mr do exercito, dizoDr. rando-me grosaeiramente como pauo a mos-
Americo Guimariea, que a epidemia pareca trar.
apreaeotar seua derradeiros sigaaos i exiittncM Iram 8 hora! da
nesta povoacao, ni Lapa e seeiWbaAies, vista ae achata cercada
' os lluha enii- loalferoelo Ma
por Uto pott fjaadae do cajfltn
or Joli
mi Ih elle efe
i paroifila t
rmando que a
de intea-
da coronel Jeio
tad contara.
capitaoftequ _
que, pola era aem
que o numero doa atacadoa e
Talmente decrescido, presu
dar at o fm deste mez a aa
gua completa extincco ; o
nm offlcio de 22, dirigido da m
Exm. preaideete da provincia,
epidemia ia leniivelmeote diminuindo
sidade e de exleniio.
< Em ama carta de 22 deate mex, dirigida de
Goiannai 8. Etc., dix Dr. Firmino qoe o Bal
all progrcdia, e que er que no logar denomina-
do Tanquinho dcima, poucos sero oa que esca-
parlo, tiato mu habitantea j nao quererem
tomar remedios, e se acharen deaaoimadoa eom
austro casos taces qoe se deram de dous que
caram gravemente aneados, acresceotando que
a mora nesse ponto sempre noite, porque oa
doentaa fleam entregues si meamos ; o com-
munica que oaquella data baila mandada fechar
as escolas publicas e particulares, e suspender a
junta de qoaliflcaco, porlbe parecer necesaaria
esta medida.
a Bm um offlcio de 21 do crrante, dirigido da
povoacio do Bom Jardim ao delegado de polica
da comarca do Limoeiro, tenente Jos Antonio
Festina, o cirurgiao Francisco Marciano de Arau-
jo Lima di conta de excuraes Mitas por elle
diversos pontos desaa comeres, e, em consequen-
ca de aua informscio (avoravel, que aera publi-
cada em oulro boletim, o Dr. Jos Qaintino de
Castro Leao acooaelhou ao meamo cirurgiao que
regressasse i eata capital, visto que seus servidos
nao eram all de absoluta necessidade, como diz
o meamo Dr. Castro Leo em um offlcio datado
de 23 deste mez e dirigido presidencia da pro-
vincia ; e S. Exc, vista do qoe flea expoato,
reaolveu que o dito cirurgiao ae recolheiae i eata
cidade.
< Nio ba caao algum de cholera-morbua nesta
cidade e suas iinmediacoes.
A's 6 boras da larde de 23 de Janeiro de
1862.
c Dr. A quino Fonceca.
Acaba de ser nomeado primeiro aupplente
do subdelegado da freguezia de 8. Jos, o Sr.
Dr. Jes Aatooio Correa da Silva, joven illuatrado
e que promette aer um zeloso propugoador daa
garantas da vida e propriedade de seus distric-
taos, quem damos nossos emboras, aaaim
como ao Sr. Dr. chefe de polkia, que to bem
oube eacolber o bomem necessario para occu-
par esse cargo.
Dos lugares, em que reina o cholera-mor*
bui, nao chegaram eommunicaces officiaes.
c Neata cidade e em auas immediaces nao ha
caso algum de cbolera-morbua.
< A's 6 horas, da larde de 26 de Janeiro de
1862.
Dr. Aquioo Fonseoa.
Rbp rtica o da polica.(Extracto da parle
do da 25 de Janeiro) :
Forana recolhidos caa de detenco no dia
24 do correte : a ordem do Sr. Dr. chefe de po-
lica, Antonio Jos doa Santos, de 18 annos de
idade, Manoel Francisco Alvea Barbosa, de 25
annos de idade, semi-braocoi, e o crioulo Ma-
noel Aoacleto dos Santos, de 22 annos, todos em-
bregados em agricultura, viodos do termo de
Santo Ailo para recrutas; a ordem do subdele-
gado de Saoto Antonio, a psrda escrava Isabel,
africana, de 42 annos de idade, a requisico de
va senhora A. Bertrsnd ; a ordem do de S. Jos
opardoMarcollo, de 27 aonos de ,idade, aapa-
telro, eaeravo deDomiogos Caldas Pires Ferre-
ra, a requisico deste, por andar fgido ; e a or-
dem do da Boa-Vala, o crioulo Herculano Ra-
moa daa Virgeos.de 35 annos, unileiro, por op-
por-se ss ordens da polica.
Passsgeiros do Tapor Jaguaribe, procedente
da Granja portoi intermedios: lenente-corooel
Victoriano Augusto Borges, Dr. Fernando Mar-
nheose da Cuoba, sua senhora, 3 fllhos e3 es-
eraros, Aprigio Carlos Peaaoa de Mello, Francia-
co do Paula Santos, Tranquino Jos Das Fer-
nandea e 5 escravos a entregar, Jos Joaquina da
Silva, Tristlo Googalves de Aleocar Nepomuceno
e 1 escravo, o alfares Herculano de L. Pires, sua
enbora e 5 Dlhos, padre Francisco Jos da Silva
Carvalho, Pedro da Silva Brandio, Henrique
Goncalves da Justa, Francisco Vieira Perdigo,
Felippe Bezerra Cavalcaote de Albuquerque e 1
escravo, Jos Franciico dos Santos Gaviio, Ama-
ro B. de A. Haranho, Josepha Hara da Concei-
cao e 1 filhs, Manoel Xavier de Souza, Manoel
Varella do Naactmento Jnior, soldado Emigdio
Marcolino de Mello, Jos M. dos Pasaos, Francis-
co Itdefooso E. China, Francisco Jos Gomes,
Jo3o Carlos de Souza Santiago, Vicente Ferreira
da Costa Jnior, Dr. Francisco Lucas de Souza
Rangel, sua senhora, 1 fllho, 3 escravos e 1 cria-
do, Anna Marta de Jess, Augusto Emilio da
Fomeca Galvio, Manoel da Coata Lima, Domin-
gos Soria no de Azevedo, Jos de Azevedo e Sil-
va, Antonio Dtaa Pinto, F. A. Damayer, Joao
Victorino das Revs, Ezequlel Correa da Silva e
Manoel Gomes Moreira.
BORTALIDADE DO DIA 25 DO CORRERTE.
Maria, Pernambuco, 3 mazes, Saoto Antonio,
convulades.
Miguel, frica, 50 annos, solteiro, Santo Antonio,
ttano.
Manoel Ferreira Borges, Goianna, 30 annos, sol-
teiro, Santo Antonio, meningite.
Anna Joaquina da Coocelco, Parabiba, 29 an-
nos, solteira, Recife, febre perniciosa.
Severo, Pernambuco, 2 mezas, escravo, Recife,
enterite.
Joanoa Joaquina Pessos Pereira, Pernambuco, 43
annos, casada, Poqo da Panella, febre intermi-
tente.
Antonio, Pernambuco, 8 das, Recife, coorul-
ses.
Antonio, Pernambaco, 5 meses, S. Jos, convul-
ades.
de
luerij pedi
i polica o cer
o Sr. Dr. chefe de polica, a quem requer sol-
tura em vala da fianpa e do mandado cima dito
e me fot immediatamente concedida 111
Nao me arraatou corporalmenle o delegado de
polica de Csruar pelas ras desaa cidade por
circumstancia iodepeodente de sua vootade, e
nio me velera para eacspsr de tamanha insolen-
as
Communicados.
O alteres Manoel de Parias Lemos.
Talvez que o publico dests capital ignore, que
ba lugares no centro da provincia em que ve-
dado dispoticamente a qualquer permanecer: o
ponto que a autordade e os potentados se en-
commodem com a presenta de quem nio os quei-
ra acompanhar nos ecjmes e abusos. Em tses lu-
gares nio ba garanta para o cidado honesto,
Jorque eata virtude encarnecidamente airope-
da pelos executorea da le.
Tal cidade de Cfuar, d'onde infelizmen-
te delegado o alferes de polica Manoel Germa-
no de Miranda, de quem acabo de soffrer a mais
formal a caprichosa violencia, parte encommen-
dada talvez por quem subjugado por aecusacoes
jadieiaee pelos crmes de tentativa de morte, e
ialeldade aoda, nio obstaote, de par com as au-
toridades do lugar inclusive o delegado e parte
devido a ioimisade que reina entre mim e esse
delegado.
Passo exposicao dos fados:
Compromettendo-se a minha ssude ao ponto
de serem julgadeaiocaraveisos meus padecimen-
toa physicos, fui, com, a licenca devida para a ci-
dade de Ciraar, cujos ares me foram acooselha-
dos, e ah sempre ettraaho a tudo quaoto de ar-
bitrario e illegal ae pratica geralmeote, teslemu-
nbava impassivel ae violencias do delegado Mi-
randa, com quem alias eotretlnha relceos de a-
mliade.
Algumas pessoas, loeumbiam-me de defezai
no foro criminal, e nos processos em que perao-
le o delegado fnocciooava nio poda deixar que
eate, aam alguna observarlo miaba, alropelasse
oa direitos dessee que me honrsram com a sua
contonea: mas entretanto Hada Aislo interrom-
pwo as mlohis relseoes com elle.
Nteta eoDjvnetura, proeessado pelo delegado
o Sr. arfen* Antonio Aires da Coila Couto, cujo
proceeeo. celebra por muitos respeltos, tornou-se
aeeeocietmenle notivel pela proteleclo, e ojie
toe vaieuser aetlldo n'om ealabouco inmundo
?"Ld.!/!.f*lea,8> "*" 8,,r ptonoocUdoll..
O Sr. Coalo. em correspondencias, queixou-se
daaaa prtwelK**. de iooidade da violenciis
da atara sendo victima: estas correspon-
enoiaa foram poto delegado attribuidsa miaba
redosle, e jentamente a autora de um paaqulm
em que se tratara de orna fac de pona appare-
Wada detrata qoe elle Miranda liaba tirado de
derntrodooma attf O ibUHor de ama casa em
M esArtrt atora bttta.
Ora, nada tendo aprendido coa o Sr. Miranda
Eulrtpio
Inte le b,
Metiat
d'Htarroi
ntervoQao da pon
eo, elle o fizess* retirar, aconsclhindo porta 80
alferes Marques que ao recolheise; aiienlio
dito subdelegado ao pedido e convidoa-me para
ir com elle.
Retirado effectivameote o cerco entro para a
caaa do referido alferea igualmente o subdelega-
do, e ji abl se achara o delegado e mata urnas
seis pessoss; retiradas ambas eilas autoridades,
entrsmos a aoaliaar a occorreocia, lornando-se
miis saliente e ioteressaote a pratica eobre o mo-
do Insultuoso e desptico com que o sargento da
palrulha se portara iuvadiodo a caaa do alteres
Mirques aquellas horas oontra a sua vootade, e
a despeito de reiteradas ordena dadae pelo alfe-
res ao sargento para deapejar-lbe a caaa. Eolio
vim en a dizer, que o alferes Mirques Ipodia
lancr mao da eapada e maoter a inyiolabilidade
da sea eass, aioda que feriase os aggressores dal-
la, atiente o preceito constitucional.
A eatas patarras ouridaa pelo delegado Miran-
da que, depola de ae ter retirado da eaaa do dito
Marques ha cousa de meia bora, dirige-ae para
ella de noro, e entrando diz-me em gritosque
eu eslava insinuando desobediencia ao alferea
Marques contra o commandante do batalhlo,
no que nio cooaentia, e por tanto que me oalsase
aob pena de prieto: observei-lhe que catara
elle engaado e eipliquei-lbe o objecto da noa-
aa converaa a reapoata foi incontinente prender-
me I ..
Effectivameote recolhido aou trea diaa depois,
consultado por nm amigo se annuia a que Qcaa-
se tudo acabado e solt, respond que nio, que
minha reputaco soTra, e quera jaatificar-me
por meio do proceaso, entio neste mesmo dia, la
6 horaa di tarde, fui intimado para dahi i 5 diaa
me rer processar por estar proferindo discursos
em publicaa reunioes I I Art. 119 leguoda parte.
Com efleito, nada ha de mais inslito e des-
commonal I Mas em tal trra e com taes autori-
dades o que fazer ? ... Comparec formacio da
culpa de que era juiz esse meu vingallvo e pe-
quenioo inimigo, o qual coaretou-me a ddfeza ji
indeferiodo aa pergunlaa que requera se fizesie
s testeraunhis, j mandando calar-me naa con-
testages aoa depoimeotoa deataa, por que dizia
elle, e eon$ta do procetto conslituiam um pon-
to de defeza >//...
Pedi-lhe que ae Diesse extensiva a mim a igual-
dade da lei, que, ao contrario do aeu procedi-
mento, dava toda a liberdade i defeza, lio injus-
tamente tolhida por V. S., islo responden-me
em gritos, que eu o eslava ameacando a lei, e
chamoa a altencao do auditorio para testemhnhar
0 crima de ameaca, que eu eslava praticando 11
Eia a intelligeocia, circumspec(lo e conbeci-
menlos de um juiz de quem moitas vezes de-
pende a liberdade, honra e vida do cidadio.
Vedada a defeza em publica audiencia, como
consta do proprio processo ; menoscibando-ae
deste modo selvagem os mens direitos e a lei,
fui posto at em risco de vida, porque oa meus
softrlmeotos exacerbaram-se ao ponto de sobre-
vlr-me hemorrhagias em audiencia, que me ve-
daram a defeza.
Em vista do despotismo que soffri, da lllegali-
dade da minha priaio, o que prove exhuriole-
meote. e de estar 11 diaa preso, eatando ape-
nas o processo inicisdo, sem qpe alias na dele-
gada houvesse afluencias de trabslhos, por que
prove com cerlidio do respectivo cartorio, que
nenhum trabslho tinha existido na delegada,
desde a minha prisio at o dia em que ae inque-
rio a primeira teatemunha, requer ao Sr. Dr.
juiz de direito Julio Barbosa de Vasconcelos or-
dem de habeas cor pus, e ella me fdi denegada.
Desta deciido appellei, para o tribunal da re-
lagao. mas a apella;ao, apezar de instancias mi-
nhas, sinda nio velo para aquello tribunal.
Finalmente, ful pronunciado pelo delegado, o
que era coneequencia lgica dessa serie de vio-
lencias de que fui victima. O juiz municipal sup-
pente om exercido deapronuaciou-me por con-
aiderar nio ter bavido criminalidade na couversa
particnlar havida dentro da casa de om amigo,
conversa a quem o alferea Miranda, delegado,
dera as honras de discurso em publicas reunioes
ao mesmo tempo insinuado para desobedecer-se
ao commandante da guarda nacional I
Convem nao esquecer que ao tempo dessa con-
versacao nio existia mais cerco algum oa casa do
referido alferea Marques, tanto que o sargento
cima referido, testemunha do processo, depe
de ouvida alheia.
Apenaa despronunciado, como dea dito, o Dr.
promotor Jos Antonio Coelho Ramalho, orde-
nado pelo Dr. juiz de direito, segundo dizem na-
quella cidade, recorreu da deapronuncia para
este, que, deapeitado pela appellacao do habeas
corpus, sustenlou a pronuncia do delegado para
quebrar-me o genio, aeguodo elle o declarou pu-
blica e ostensivamente.
E' de saber que fui despronunciado no dia 21
de dezembro e aolto no dia 22. Tratava de de-
fender-me do recurao do promotor, para o que
estaracom viala do processo no cartorio, quan-
do soir"Be novo preso, no da 30 s 5 boras da
tarde ; Intimado pelo proprio delegado, no dia
1 de Janeiro correte para seguir para esta capi-
tal na madrugada do dia seguiote.
E' claro que emquanto nio fosse revogsdo o
despacho do juiz municipal, o que somonte veio
a ter lugar a 2 do crrante, nio se me poda to-
Iher a liberdade de que gozava, em virtude da-
quelle despacho, como de lei; e muito menos
podia-se-me laogar para fra d'um termo, em
que tratava de defender-me de urna imputacio
criminosa, para o que, como dise, j liohs os au-
tos com vista no cartorio.
Eu provo e portanto inhibido da ir ao
cartorio produzir nos autoa a retutacio do ar-
raaoado do promotor, anda nao aalufazia aoa
meus algozes: era preciao que as justicia de Ca-
ruar fjusllcas 11 ) me negaasem o uso d'sgua e
fogo I Era emfim preciao, que eu foaae banido sem
Qgurs era forma de proceaso I I
E tudo isto.e o maia que se segue.se passou em
urna cidade desta provincia ; apenas distante da
capital 32 leguas, em tempo de paz eaob o r-
gimen) constitucional II I ...
Victima oesta nova tortura, reun d lodos os meus
poucos recursos para esta ora e mais barbara
lula. Requer o motivo desta nova priaio, pois
que me achava despronunciado e legalmeoU sol-
t ; e depois de esgotada a mlaeravel chicana do
delegado, disse-me que esta nova pritio era
medida preventiva dogoverno Requero a cer-
lidio dessa ordem ou offlcio, oega-ae, e depois em
um requerlmento que flz ao Dr. juiz de direito pro-
testando contra tantas arbitrariedades declarou no
citado requerimento ter aido em virtude de um
offlcio do Dr. chefe de policia, no qual diz que
< me remettesie para a capital, logo que ealivesie
concluido o processo que contra mim estara-ae
instaurando em Caruar 11
E' evidente que esta medida preventiva, como
Ibe chamou o delegado, nao s nao autorisava
aquella nova tornura ; pois que nie podia tal of-
flcio deatruir os cffeilos de ama despronuncia le-
gal ; como tambera nao podia, at eolio, ter
cumprlmeoto, viato ae nao ter inda realiaado a
hypothese de < estar acabado o meu processo
pois que penda o recurao da deapronuncia.
Anda nio tudo.
Sustentada a pronuncia do delegado pelo Dr.
juiz de direito no dia 2 de Janeiro, tratava eu j
de prestar flanea, a qual protellada, como todaa
as demais diligencias, foi a Boa I aceita.
Antes, porm, de me ser entregue o competen-
te mandado, aendo o priociapal filo do delegado
e seui comparaaa fazer-me lahir preso da sidade,
relo elle no dia 3 do correte s 4 horaa da larde
intimar- mo que parlisse uaquell momento para
a capital. Ponderei-llie que nao me era posiivel
fize-lo com til brevidide atiento j ao meu es-
tado da minha saude, j aa irrumaces que tioha
a fizer, e finalmente i falta do mandado de sol-
tura consecuencia da flanea prestada.
Ouridaa estaa raicea brada-ma esse celebrrimo
delegadoen Iba moatxo ae o senhar sahe j oa
nao aahee dlrigind-ae aoa soldadoa, gnu-lhea
que pequem carado* pora me conducir a fora
brutf para a capital 11 A idmoeitacoaa da alguos
amigos e por induece propria vi que ia aoffrer
eate estpido ultriga. cujas cooaequanaias nio
poseo calentar, deddi-mes partir. E de faca,
angado legatmente j entio com o mandado
1 fe eoltura na algibeira (II) vim conduzido preio
ca aem a miaba
nem o alo Sitad
aflaDCSfl por um
legldc-Fl
E Isti se prali
E as Mtbrid des
uen se
exerc da

e oaetal do exercito,
a akide, aam o aelar
crime pelo mesrao de-
Wiz conslitucionil?
o ludirlo a taires-!
fd era Ufares onde
u utro Iguiei T .
o fitigarei maia a silencio do publico com a
eunttnuicao di presente, j bstanla longa. Tao
pouco fi;o publicar aqu os innmeros documen-
tos, inclusive a copia authentica do processo,
com que provo tado o exposto, ponto por ponto.
Offereco-os entretanto aoexame de quem se dig-
nar ir 4 oaaa n. 82 do Corredor do Bispo.
Entre euei documentos, todos aulhenticoi, ver*
se-hio provas de prevaricarlo, abusos e inepciaa
pralicadas pelo delegado de polica, tentativa de
morte, falaidade, coneustio, outros crmes por
outraa autoridades que flgoram no estupido mas-
sagre porque me flzeram paasar. Taes documen-
tos prtencem sos tribu naes onde iro figurar com-
petentemente.
Aa peeaoas que me eonbeeem, os meus amigos
e prenles a cujo conhecimeoto constar que pess
sobre mim um processo que flquem portanto sa-
bendo dasts miseravel e inaudita historia, aqui
fielmente expoata, eque noopraliquei acto algum
quebrantador da minha reputacio e cooceilo,
pois nioguem se reputa infamado por ter-lbe mor-
dido um cao, ou o apedrejado nm doudo, ou fi-
nalmente esceuceado um burro.
Recife 25 de Janeiro de 1862.
Manoel de Parias Lemo*:
iicesio de imputarles contidas no indiesdo apon-
toado, para as escapatorias com que desde j se
previne all ausencia de provss ; para as pro-
poilc5es raconhecldamente falsas, como a publi-
cacio que altribuo ao Sr. Santos, quindo ella
da policia ; para todo eaie apontoado fioilmen-
le, sem que se perca incidente nem imputago
urna, e nem ainde essa historia dequaliflca-
o, porque a diito resulta a cabal defeza do
ti Santos ; o qual se nio Sumir porm de vir
Ndtabelecer a verdade, Tingando adaima la ra-
Mtaco de cidadio prestittUL de bomem honra-
ai e de aotoridade cumprldra de seas deveres,
m por nio pactuar com amaades, v-Se abo-
mbada inslita e desaforsdtmenta.
Sou, Sr. redactor, de V. S. etc.
Recife, 24 de Janeiro de 1862.
Um Amigo eerto.
Francisco Mar ti os dos Aojos Paula.
Em um peridico desta cidade, de 21 do cor-
rente, acha-ae loeerto nm commuoicado aob a
a assigoaturaJ, no qnal o seu sutor oio s
louva, e com razio o empenho que a actual di-
receo da Assocago Commercial Beneflcenle
tem moatrado em atlender aos ioteressesda pra-
ga, eaforcaodo-se por conseguir os melheramen-
tos possiveis, mss tsmbem declara serem ssdes-
pezas de praticagem por demais onerosas e cons-
tituem s segunda daa causas que gravam o com-
mercio e sao prejudlciaes a este, e a agricultura,
affectaodo as rendas publicas : isso o que
se deduz do penltimo periodo combindo com
o segundo do predito commuoicado.
As expressoes contidas nesses periodos nos su-
geriram a idea de dizermos alguma cousa por
vermos que a praticagem sobearregada de
culpaa que de certo lhe nao prtencem.
Quem llrer lido com attengio a tabella annexa
ao regulamento, de 28 de ferereiro de 1854, e a
que allude o communicado, pela q.ual aio remu-
nerados os servicos da praticagem, nio pode aem
ncorrer na pecha de exagerado dizer que aio por
demais onerosas as despezas de praticagem ; ao
contrario concordar comnosco em que sio ellas
exiguas e nio compensam os trabalbos e res-
ponsabilidades a questio su jeitos os praticos das
barras e porto desta cidade.
Com aa cifras lofra escrptas levaremos a maior
evidencia o que Qca dito.
Despezas antes da execuco do regulamento com
qualquer erabarcacio na entrada :
Um pralico........ 128800
Um patrio........ 4(000
Urna balieira...... 4(000
Cinco remadores.. 10000
----------- 30^800
Despezas segundo a tabella an-
nexa ao regulameoto
Pela entrada do mener navio
calando nove psd'egua.... HgOOO
Com a entrada doa que forem
de 680 toneladas calando 14
Des..............;........... 28j800
Da combioa;iu desias despezss r-se que o
regulamento da praticagem trouxe ao commercio
urna economa de 19(800, quinto aos navios pe-
queos e de 2$809 acerca dos miiores que cos-
tumam vir a ealo porto. Verdade que a esaas
despejas ae addiciooam outraa com lanchas e tri-
polacao para o amarramenio e desamarramenlo
des navios, ou para a mudenca dellea de um
para oulro aocoradouro dentro do porto, porm
dellas s pertence praticagem um terreo do
quaolitativo da tabella nos caaos de mudaoca,
uoc aer um pralico obrigado a assisiir a ellas,
maa a.quem ae devej atlribair esse excesso de
despeza ou outro qualquer que se poasa dar ? A
praticagem, por certo que nio; pois que nao en-
iram para a aua receila, nao estao previstas na
tabella, e sao feitaa por ajuste entre particulares
e os donos, os consignatarios dos navioa.
Entretanto, podemos dizer que semelhante ex-
cesso tem s sua origem : 1*. em nao trazerem
os navioa tripolago sufficiente, sendo por isso
necessario cbamar-se urna lancha com pa-
trio e oito a doze remadores, cuja despeza anda
de 38 a 50JOOO : 2, em quererem alguna donos
ou coosigoslarios que oa navios sejam dirigidos
as mudanzas de aocoradouro, e sahidas do por-
to por praticos seusfeicoados, a quem escolhem,
despresando a outros que por escala sao designa-
dos para fazer eases servidos ficando dest'arle
obrigados, nio a a eotrar para a praticagem com
paga e mais a respectiva 5a parte, conforme a
tabella, maa tambefii a remunerar os servicos do
pralico escolbido, ecuja importancia se diz ser
igual ao quanlitativo estipulado na meama ta-
bella : 3o, Analmente, em anouirem algnns dos
preditos donos oa conslgatanoa a que oa navioa,
ainda mesmo reinando ventos favoraveia, sejam
rebocados por um tim.
Seo reapeitavel communicante ae dsseso tra-
balho de demonstrar eapecificadamenle todas aa
deapezaa que ae flzerem com um doa navioa viu-
dos a este porto, com o que prestir nao peque-
no servico a illustre direcgo da Associicio, na
lhe apresentaremos, em vista de aua conta onde
Qcam aa deapezaa propriameote da praticagem
e at onde chegam as demais, que aem duvida
pesam sobre os navios portadores da exportaco
da provincia.)
Trazendo ae pe buco eatas reflexes nio temos
por fim offender a llluatriaaima direceio da Aiso-
ciaco Commercial, a quem muito reapeitamoa,
nem meamo ao Sr. communicante, procurando
smente mostrar que eaaaa grandes despezas nio
reverten) em bem da Associacio dos Praticos, cu-
jos membros a excepcio de am ou outro, que
aproreitou bom lempo, rirem actualmente na
penuria percebendo hoje rencimentos calculados
ha seis aoooa aem esperanzas de malboramento,
entretanto qne oa meios da subsistencia de que
precisara para manuteneio de suaa familias se
oble agora por preeos duplos dos que custa-
ram ao tempo em que se poz em execuco o re-
gulamento.
Deseulpem senhores redactores, o encommo-
do que lbea d o aeu conatante leitor
Y.
Recife, 25 da Janeiro de 1862.
Correspondencias.
Sr. redactor. Hoje li em seu Diario um
apontoado subscripto por um Sr. Joio Clemente
de Mesquits, quem nio conhe;o, e que dando-
ae alli por urna pretendida victima de violencias
do subdelegado deQuipap, oSr. Manoel Floren-
tino doa Saotoa, contra eate attra-se eom furor
inclaisidcarei, a ponto de deixar a materia dai
iiis queixis, quaii queesquec-Ws mesmo, para
vituperar o bomem com desprestigio ds autor-
dade ; e o que notavel ainda mais, que assim
pretende iminoar-ae no animo da autordade su-
perior, quem a aeu tamo far comparte desse
desprestigio, quaudo nio rioguem os seus pla-
nos, ou os de algoem que esteja atrazda cortina.
Aioda que o modo desabrido do tal apontoado
rerele a fim, que com elle se lera em vista ;
aioda qne os aeus enunciados sejamUaei. que
esaedam urna razoarel credibilidad*: como
affectam elles 4 reput.ac.io individual e ao crdi-
to offlcial de una peaaoa digna, que nio solici-
ten o logar com qee foi honrado pela candanga
do goreroo, para ser jalgada ella em definitiva,
aguarde o respeitavel publico a prodaeclo dos
motives de seu proceder para com o sea detrac-
tar i poii poiio aaaeverar que nio ser Isto omit-
tido, e que motivo ponderoso dea legar prt-
sae, da que sgora aecuaado.
eoneeilo de qae gota, e sempre gotou o Sr.
Saotoa entra ei seus distrtctaooi e nesta cidade
da porte daquallea qae o coahecem, falla mullo
atto am laitentacio da saa honra, que alo ser
'-ais mareada pala baba da clamela sobre ella
da pela bocea pseonhenla da ioreja, do des-
0 da vlDBaaea, qoe ae colligam nesse In-
tento immoralisaimo. No entretanto, nio posso
deixar de pedir a lteoslo dos liitores para o
Senhores redactores.Leudo a corresponder-
is do Sr. Fraociseo Martios dos Aojos PsulS,
inserida em o seu eatimavel jornal de 23 do cor-
rele, nio nos pudemos furtar ao desojo de rec-
tificar; corrigiado as inexactldoes, que nella ae
notam.
Nio censorsmos aoSr. Marlios de procurar de-
fenderse, ante a opioiio publica, do fado escan-
daloso de qoe argido, conjunctamenle com o
Sr. Jos Maria de Carvalho Jnior ; nio. Deso-
jramos, porm, que elle o Uzease de oulra uaa-
neira.
Naturalmente francos, iborrecemos sstreglver-
sages ; oio se zangue, pola, o Sr. Martina, se o
vamos contrariar em o sea arrazoado: que Smc.
queira fazer deaculpar os seus erros___bem;
errare humanum est. Mas, que o procure, usan-
do de subterfugios, insinuares e adulterando a
vericidade doa fados.... nisto que nao pode-
mos consentir.
Dito isto, historiemos o caso e o publico que
ajuize de que lado est a verdade.
Em meadoa do anoo passado, o Sr. Jos Maria
de Carvalho Jnior, ajudaota de eogeoheiro en-
carregado da inspeccio e direcQao dos trabalhos
na estrada do norte, reclamo, perante a direc-
tora das obras publicas, sobre uns concertos,
que dizia serem, de urgente necessidade naa pon-
lezinhis de Santo Amaro, Tacaruna e Arrum-
bados.
Reeebeodo esta reclamaco, o Sr. director
Marlineau ordeoou ao meamo ajudinte, que or-
caise a importancia doa ditoa concertos, aflm de
se poder levar essa communicaco presenca de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia.
Organisados esses orcameoios pelo referido aju-
danle e sendo remettidos S. Exc. foram por
elle devidamente approvadoa ; ordenando ento
o Sr. Marlineau ao Sr. Jos Maria, que execu-
taise a obra por meio de alguma empreitada com
peisoa habilitada para i fazer de conformidade
com os respectivos ornamentos.
No entretanto apparece o Sr. Marlins, rogando
ao Sr. Martineau (cousa que elle j tinha'feito e
o fazia constantemente), que lhe dsse alguma
obra para fazer por empreitada. O Sr. Martiooau
disse-Ihe entio, qne se queris fazer oa concertos
das pontezinhaa, de que se trata, se dirigase ao
ajudante Jos Maria de Carvalho, queja tinha re-
cebido ordena reapeilo.
Ignoramos que conversa liveram, entre ai, o
Sr. Martios e oSr. Jos Mara ; o que sabemos,
porm, que diaa depois disse o referido aju-
dante ao Sr. Martineau, que j havia conlradado
a factura desaea concertos com o mestre carpina
Francisco Martins dos Aojos Paula. Isto exac-
to ; toda a repartido daa obras publicas o ssbe e
nao o ignora va o proprio Sr. Martios, que sempre
nella ae apreaeotou eomo emprelteiro das supra-
citadas pootes e por diversas e repetidaa vezes
aodou, ora pela secretaria, ora pela pagadoria,
iodagaodo seo Sr. presidente j havia participa-
do a expedicao das suas ordeos psra o pagamen-
to dos referidos concertos; lamentando-se pela
demora deasa participadlo.
Paasado pouco lempo, els que aabe o director
das obras publicas, que as pootezinhas de Santo
Amaro, Tacaruna, e Arrombados, precisivam de
urgentes reparos. Como era natural, extraohou
bstanle aemelhanle noticia, e, coofiontando os
ornamentos e indagando minuciosamente a ques-
tSo veio uo coohacimento de que quasi nada se
havia feito dos concertos empreilados com o Sr.
Mirtios.
Dirigio-se immediatamente ao gabinete topo-
graphico, onda lhe disseram que elle se achava ;
e alli perguotou-lbe se havia exaculado asma
concertoi.
Nio, senhor, foi a resposta do Sr. Mar-
tina.
Pois, o senhor, nio foi empreiteiro da obra ?
o senhor oio, recebau a sua importancia e pas-
sou os respectivos recibos, que me foram apre-
seotados?
Nio, aeohor, toroou o Sr. Marlios.
_ A vista de lio ioexperada reapoata, o Sr. Mar-
lineau flcou espaciado; vimo-lo mesmu parar
um instante na porta do gabinete topographito e
levar as mos a cabeca, como se aioda nio po-
desse acreditar em tal fado.... e subi apressa-
damente a fallar com o Sr. presidente.
Eita que a pura verdade, do que se passou
a respeito.
Qumlo ao que nos coala o Sr. Martios, dt sua
entrevista com o ajudante Carvalho, ignoramos
proprio punho, dizendo ter recebido eisai quao-
tias em que foram oreados os concertos das
pootes lili......
Mi, Sr. Martios ; em nossa humilde opiniao,
tio culpado o aeohor, como o Sr. Joi Mara
de Carralho Juoior: com a diflereoca de que o
aeohor, qne o primeiro respoasavel do laclo,
como empreiteiro da abra. E oem Iba vale a
escapatoria la sea* a Ojo, que diz gotera o Sr.
Jos Maris ; pois ais a eonflanes era laata quaOto
a mereca 9 proprio Sr. Franeiseo Martins dos
Anjos Paula.
Concluala diremos qe: Ola desojemos eb-
treter polltical coa o Sr. Minias ; falta-loa
tempo e nem islo convem i aosia dignidade
pessoal. Nenhiima ogerisa lhe temoi, lotes pelo
contrario com elle temos tido sempre relacdea
amigaveis ; mas nao podemos fazer calar a noaaa
opinio quaado remos faltar-ie assim a reraci-
dade dos fictos: Amigos ou inimlgos : in primo
loco veritae.
Araoum Al Raschid.
25 de Janeiro de 1862.
.
COMMagRClO.
Pra^a do Recife 25 de
Janeiro de 1862.
\s <|uatro Horas da tarde.
Cotaces da junta de corretores.
Prete.
Assuesr para o Mediterrneo 80{ por tonel-
la da 5 0[0
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
Do dia24da.
Rrigue nacional /forma, poca
garam :
Tasao lrmios, W saceos cesa 300
aaiucar a 49 barricaa com 313 errabas o i
de gomma.
Brigue nadeaal ProdtncU. para ao
Rio da Prata, cirrecaram :
Joheatea Palor f c, 250 barricaa coto
arrobes e t librea le aaaacar.
Brigue asaioaal Olindm. para a Porto,
garam :
Balter di Oliroira. 500 saceos i
le aua car.
Barca americana E. Pluribue Unum, pon Mar-
seille, cirreginm :
Tisaet freres. 4,000 pootai
eos com 6,500 arrobes da i
Barca portuguesa Flor ala
cirregaram :
Marquea Sarroi t C, 70 e
1,610 libras.
Barca iogleza Jsoae/to Ryilty, pora
carregaram :
Sanadora Brothers t C,!
rrobae a 13 librai da algalio.
Recebedorlai aleo
do hoto 1.
aVIfandesxa,
eodlmeoto do dial a 24. .
dam do dia 25.....,
331:0491457
17.8431288
348.8921745
Movimiento da alfandeaca-
Tolamei entrados eom razendaa.. 224
> com genaroa.. 127
Velamea aahidoa
c
com faxendas..
com eneros..
151
430
351
581
Reodimonto do dia 1 a 24.
(dam do dia 25. .
Randimonto do Ha 1 a
dem do dia 25. .
como ella se deu ; mas, francamente o confessa-
mos, estamos pouco dispostos a acreditar neaaa
narraco; principalmente se confronlarmos,
com urna oulra que oo gabioete topographico, e
o alguma oulra parte fez o Sr. Martins aoa em-
pregados da casa e algumas oulras pessoas de
fra.
Segundo a rersio da reparlicao das obras pu-
blicas, consta que o Sr. Martios ceder a execu-
cao_ da obra ao ex-ajudaote Jos Msria, que lh'o
pedio como um favor, allegando achar-se muito
quebrado. Que depois foram apresentados ao Sr.
Martina pelo thesoureiro pegador os documentos
dessa obra, para ello oa aaaignar; ao que ae re-
cusou apeaar da insistencia do dito thesoureiro,
pois paisando conitantemente pel estrada do
norte, nada via que se tivesse feito oss referidas
pootes. Porm, posteriormente, passado pouco
lempo, nio pode elle negar a sua aasignatura aos
mencionados documentos, por lhe ter declarado
o mesmo thesoureiro achar-se gasto o dioheiro
dessa obra e oio poder elle Martios sem grave
compromettimento deixar de figurar nos docu-
mentos com a sua aaalgnatnra.
Isto, dizem, contou o Sr. Marlins no gabinete
topographice diversos empregsdos da casa e i
pessoas de fra, procurando prevenir logo o mo
effeilo das suas respoitas ao director daa obraa
publicas.
Qual destas duas narrares a a verdica? per-
guolamoa ao Sr. Martina.A que Smc. faz agora
ao publico ou a que fez aoa empregados da re-
particio das obraa publicas, rrefleclldamenle
talvez e o'um momento de expaoalo natural ?
Sabemoa perfeitameote que a correspondencia,
que refutamos nio devida apena alustrada doSr.
Martina, noigaoramos que outro o autor desse
irabalho ; todava nio podemos deixsr paasir aem
reparo o leo penltimo paragrapho, om que diz
o Sr. Martins, que o Sr. Martineau era a pessoa
competente para examinar se a obra se fazia
como devia ser, e que o enconlrou urna ves
assistindo e Inspeccionando os trabalhoa das
referidas pootes.
Nio, Sr. Martios; o director das obras publicaa
tem, verdade, aeu cargo a suprema inspeccio
daaobrss que se executam naprovlncia;elle porm,
a exerce a malor parte das vezes por intermedio
de seua delegados, que sio os engenheiros e aju-
dantes, encarregados das estradas e outraa obraa
distantes, ss quaes elle raras vezes pode visitar ;
pois que nio possue o dom da ubiquidade, para
achar-se ao mesmo tempo na capital, onde o
prendera constantemente os seus importantes
deveres, e as estradas da provincia inspeccio-
nar reparos de pequeoa importancia como
esses. Se o Sr, Martios o enconlrou urna vez, foi
de paassgem, e oio assistindo como erradamente
diz em a sua correspoodencis.
Diz o Sr. Martios qae asiigoou i folha, que lbe
foi apresentada pelo Sr. Carvalho, por fazer fa-
vor ao mesmo Carvalho e porque nio ae persua-
da que elle exiglsse a saa aaaignatura para, com
ella acobertado, tirar o dioheiro em que tioha
aido breada a dita obra.
Admtra-oos urna tal innocencia e ainda mais a
ingenuidade com que o Sr Marlins, no Qnal do
aeu artigo, pede ao publico que continu a fazer
delle o mesmo cooceilo. valo flear fra de du-
vida que o offlcio da presidencia de 3 do correo-
te, 1 que allude, oio tem Dada com elle I
Poli o Sr. Martios, que taoto se gaba de Ira-
quejado as lides e cblcaosa polticas, cahie em
commetteriemelhiote simplicidadeTll!... Ritum
ttntiM amici.
Como quer Smc. que o acreditemos se exiitem
documentos, com recibos asignados pelo sea
Descarregam hoje 27 de Janeiro.
Barca ioglezaNauphaotemercaduras.
Barca ioglezaPalmathadem.
Brigue ioglezSpydem.
Patacho portuguetLimadem.
Brigue hespanholDous de Janeiroachrque.
Barca francezaIzard carvao.
Brigue braaileiroOliodassl.
Brigue portuguezAmalia 1 batatas efeijso.
Importa^ao.
Brigue lnglez Spy, rindo de Liverpool, consig-
nado a Patoo Nash C, manifestou o seguiote :
45 fardos e 32 caixas fszeodas de algodao, de
linho ele, 1 dita obras de selleiro, 1 barrica fer-
ragem ; a Rabe Schmettau & C.
7 fardos faaenda de linho; a Arkwright & C.
8 caixas linha, 1 dita toucas de lis ; a Mello
Lobo & C.
7 barricas trem de cozioha, cadeados, fecha-
duras ele 1 dita espoletas e peonas de s;o, 4
calxis fazendaa de algodio ; a Henrique & Aze-
vedo.
4 fardos fazeoda de lioho, 3 barricaa ferragens,
43 ditaa enchidas, 266 feixes de pi de ferro ; a
Isidoro Haltiday &C.
50 caixas lioba de algodio, 6 ditas e 77 fardos
azeodas de algodio, 1 caixa miudeas, 30 barril
maoteiga ; a ordem. '
7 caixaa e 14 fardos fazeodas de algodio e de
lioho ; a Rostron Rooker &C.
1 caixa livroa; a Taaao Irmao.
20 ditas e 2 fardoa fazeoda de algodio ; a A. C
de Abreu.
30 fardos fazeoda de algodio ; a N. 0. Bieber
&C
2 caixas fazeoda de lia e algodio e de algodio ;
a Ferreira 4 Araujo.
3 fardos fazeoda de algodio ; a J. Crabtree
&C.
8 ditos e 24 caixas fazeoda de algodao ; a Milla
Lalham & C.
5 fardoa fazanda de algodio ; a Geb Kalkmsnn
&C.
234 barra breo, 3 caixas camisas de algodio o
roupis, 4 ditas e 13 fardoa fazeoda de algodio ; a
J. Pater & C.
11 barricaa e 5 caixas cutileris, ferragem, trem
etc., 100 fogareros, 60 feixes pls, 20 barricas
cuchadas, 1 dita vidros, 1 din lampees e per-
leoces, 6 ditas tiota em p, 2 caixaa miudezii, 1
dita drogas, 1 dita conservas: a S. P. Johoitoo
&C.
1 caixa tinta em garrafa; a Scotl Wilaoo &. C.
4 pegas e 3 caixaa machinas, 32 pegas e 240
molduras de ferro, 1 embrulho oleado ; a D. W.
Bowmam.
22 fardos e 27 fazeodas de algodio, 1 boi el
garrote ; a H. Gibsoo.
160 barricas cerveja ; a Adamsoo Howie & C.
54 tooeladaa e 14 quiniaes de carvio de pedra ;
a Saundera Brothers & C.
200 barricaa cerveja ; a C. J. Astlej & C.
4 dilas litbargirio, 1 caixa drogas ; a B. P. de
Souza.
87 fardos, 7 picotes e 45 caixaa fazendas do al-
godio e de linho, 10 ditaa cobre, 86 feixes pls do
ferro, 6 barricaa parafusos, (echaduras o trem de
ferro, 1 dita cervejs, 9 caixas cha, 1 dita amos-
iras e 20 barricas tiota em p; a Patn Nasb
&C.
Brigue portuguez Amalia I, viudo do Porto,
manifestou o seguate :
100 saceos feijo, 10 barris e 20 caixoes vioho;
a T. de A. F. Juoior.
13 barra e 35 caixoes vioho ; a Manoel Fer-
oandes da Silva Terroso.
21 caixotea peales, freios, picadeiras, fechidu-
duras, feixos e ferragens. 42 barris pregoa, 4 cai-
xotea liaba ; a Thomaz Fernandas da Cunha.
100 ancoretas szeitonas, 2 caixoes chapeoa : a
Antonio Lopea Braga:
5 caixas lelbaa i a Jos Goncalves da Cruz.
200 rodea de arcos de pao; a Amorim lrmios.
1 caixio aalpices ; a Manuel Aires M.
30 barricas sardlnhas, 100 canaatraa alhoe, 224
pecas de louga vidrada, i csixei pentes ; a Car-
valho & Nogueirs.
20 saceos feijio ; a J. H. da Ross,
1 caixio plantas, 1 rireiro canarios: a Joio
Jos de Miranda.
4,000 reateaa cebla, 336 caixoes btalas, 50
caixas csslaohas ; s Jos de Souva Amellas.
25 caixotea pomada ; a Azevedo dt Mondes.
12 barricaa anchadas, 12 barra pregoa, 6 fardoa
penetras, 5 caixoes fechaduras ; a Anglico Joi
dos Santos Aodrade.
15 firdoa capachos. 20 molhos rassouraa, 1
barrica nabos, 1 barril peixe : a Francisco Jos
Alves Guimsries.
' 100 saccoa feijio ; a Maoool Jos Goocilves ds
Foote.
1 caixao coelhos ; a Maooei Soares Carrico.
20 barricaa asrdinba ; ao cepille.
30 aaccoa feijo, 30 caixoes pomada, 9 aaccos
oozes, 8 ditoa rolhas, 2 caixoes papelio, 1 dito fa-
zendas, 100 ditos sebo em po, 2,000 rstese ce-
blas ; a Caoba & Irmao.
85 barricas sardinbas ; e Vianna & Guimariea,
1 csizio doce ; a Antonio Joiquim Vaz de Mi-
randa.
8 barris vioho ; a Jos Diaa da Silva Guima-
riea.
5 caixss pomadas, 4 ditos flgurai; a Ferreire
& Martins.
4 caixotea reros ; a Joa Moreira Lopes.
1 riveiro canarios : a Antoolo Bapliala No-
gueirs.
i barril vioho, 2 calas salpicn ; a Mal &
Irmio.
1 lata rendas ; a Luis Auguato F. Vielre.
1 caixete linha ; a Joi B. da Fonaeca Juoior.
1 canaatra castaohas; a Antonio Jos Ferreire
Alves.
1 barril vioho ; a Antonio Azevedo Villarouco.
1 eaixio um presepe ; a Bernardo da Coala e
Silva.
1 dito doce, 1 dil laraogein, 1 dito panno do
linho, coturnos a saccoa, 1 barril preau otea o sol-
plces s Joaquina Poreira do Carralho.
2 latas farinha, 10 oaixoea vinhe, 2 barril azoi-
looa, 5eaoaetraa maijlae.castanhas o oozes, 1 cu-
chetas igoora-ie ; a Jos Joaqun Ferreira.
Brigue Inacaoal MathxU*. rindo de Rio Grande
do Sul, consignado a Maaael Airea Guerra, maai-
feaiou o seguiote :
9,346 srrobas de carde de charque, 91 ditaa de
aebo em rama, "40 barricas de dito em pi e 4 ho-
cos colla;
por b-
PRA$A DO RECIFE
SS DE JAWElaM ti
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Seaaaal.
Cambio* O* asquea do sssasas rfale
nm por J 70,000ao cambas do
25 1/2 d. por IfOOO saoto !-
glalerra, a 347 r. por |t>. i
Franca.
Algodio----------Oda PomasatMCO ra
10*000 i tarjo rs. pao
nio toado fcaaio ve
ontrss proviaciat.
Assucar-----------O braaco veodea-oo do i
31100 ra. por arrobo, o i
a 2000 rs.. a
gado de 29100 a
bruto do lp"00 o 1$75S) tm. por
arroba.
Agurdente Veodeu-se de 50f0l
ra. a pipa*
Couros-----------Os seceos aaloadoa
se lo 180 a 185 rs. a tiara.
Arroz------------Opilado da ladi vaadooi so a
296OO rs. por arrobo.
Azeile doce-------Vendoo-ae a3f3O0 rs. por ga-
lio do do Estrello.
Bacalho---------Reta I bou-se ISfOBO a lapOOO)
rs. a borrica, I cela aso sor
7,000;barrieaa.
Bstatas Vendarsm-so o IfMO ra. pa*
arroba.
Caf-----------------Veodeu-se da t|5O0 a 7pMO ,
por arroba.
Carne secca- A do Rio Graado do Sai raa-
deo-ea do 4*0t a 4f5ffrs.
por arrobo da aova, a a do Rao
da Prata de 3JMO a 3sjttt rs.
por arrobo, lasada osa sor
43,000 arrobas da primeara, o
3,000 da segaada.
Cha------------------Vendea-se a 2J500 rs.
bra.
Chumbo---------O de manicio
23J por|quialal.
Carvio de podra- Veodeu-se o 153 ra. a 1
Cerreja----------Veodeu-se do 50500 a I
a dozia de garrafas.
Farinha de Irigo-Tocou no aeeae porto
mana Bada 1
que segaia para oa
Veodea-oo 4e15f a 23grs. sor.
barrica de Philaclahu, t* .
a de New-York, 18f rs. a em-
pichla, 2Bf ra. a fraacaia,
25 rs. a 00 Trieste ; Tnali
em 1er 26,300 barricaa, aoaato
13,100 da rbiladelaaia, f Jf
da New-York, 2,000 bispisbs
la, 3,700 fraocaza, e I^Otoo
Trieste.
Louga- ---------A iogleza ordiaara vsadaa-ao
da 300 a 320 por eeato aaata a
factura.
Maoteiga A frauceza roodoa-oaa fav r.
a a ioglesa a 700 rs. par liara.
fleaode em aer 2.000 barris.
Oleo de liohaca- Ha falta, toado o aatisoa *aa-
dido-so a 1O700 rs. par gaia*
Queijos----------Os flamaagoo Toadsisai es a
2j800rs.
Taboado-----------O de pinbo readea-oo a 2Bo)
a duzla.
Toucinho---------- O da Lisboa veo leu -ao a 71
rs. por arroba.
Vinagre O de Portugal ragulaa do 19M
a 135*000ri. apipa. ^
Vinhos- O do Lisboa veaoea-ea do Sffis)
a 200 rs. jlaa. o*a oatraa
paizes da 220 a 230 rs.
Velas-------------As de composicao -Tadsiaai _
a 700 re. a libra.
Descont----------O descont regatea do te) o IR
por coata 00 aaae, oaacaaiaa-
do o caixa filial carca da lia
conloe da res.
Fretes---------- Para o Canal a Liverpool a
o a 7/8 polo algadao.
Mediterrneo do 75
aal.
. a para a
a 80.
ALFANDEGA DE PlaUMRUCO.
Pauta atoa pncot do* genero emmilsm a
ata exportaco. Se man* d 2o a K4o
Janeiro i* 1862.
Mercaduras. Uaidadas. Ti
Abanos ..... 1
Agurdente de cana. .
dem reculada ou do reino.
dem caxaca...... >
dem genebra...... >
dem alcool ou espirito do
agurdente ......
Algodio em caroso .
dem em rama oa am li.
Arroz eom casca ..... >
dem descascado ou pilado. .
Assucar mascara do .... >
dem braneo......
dem refinado......
Azeile de amendoim oa
dobim. ,
dem de coco ....:.
dem da mamona ..... >
Batataa alimenticias ....
Bolaeha ordinaria propria para
embarque. ...... a
dem fina........ 9
Caf bozo.....i t
dem eseolha oo restolho >
dem terrado ...
Caibros .....
Cal.......
dem branca...... >
Carne secca charque. ... o
Carvio vegetal...... o
Cera de carnauba em broto. libra
dem idem em ralas. ;
Charutos. ......
Cocos soceos.......
Couros de boi salgados
dem seceos espichados. .
dem Tordee ......
dem de cabra eortidoa .
dem de onca. .....
Doces saccoa......
dem em geleia ou macea .
dem em calda. .
Bspanadorea grandes. ...
dem pequeos.....
Esleirs para forro ou eativ do
navio......; .
Eatoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de arara ta .....
Feijio da qaalquer qaalidado.
Frechaee........
Fumo em folha bom. .
dem ordinario oo restolho.
dem em rolo bom ....
dem ordinaro restolho. .
08





DIARIO DE PERNAMBUCO. i- SEGUNDA KIRA 7 DE JANEIRO DE 1662.
Gomma.....I>B>9* arroba
Ipecacuanha (rali) ....
Lenha em achas cento
Toros. .... ... >
Lenhas e estelos* .... nm
caada
arroba,
quintal
urna
>
molhos
Mel ou melaco
Milho ........
Po brasil ......
Pedraa de amolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Pontas ou chifres de vaccas e
finovilhos.......cento 3&000
Pranchoes de amarello de
dous custados......urna 16*000
dem louro....... 8$000
Sabao........ libra ICO
Salsa parrilha......arroba *|>SOO0
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta ..... urna *Xn?
Taboas de amarellol duzias jOgOOO
dem diversas.....: 50j0O0
Tapioca........arroba 3200
Travs........". urna ojwu
Unhaj de boi......cento
Vinagre ........ caada 90
Alfandega de Pernambuco 35 de Janeiro de 1862
MORTALIDADH DO DA 10.
MoTimemo do porio.
Navios entrados no dia 24.
\lo Grande do Sul33 das, barca brasileira Ma-
thilde, de 233 toneladas, capito Jos Ferreira
Piolo, equipagem 11. carga 9500 arrobas de
carne; a Maooel AlvesGuerra.
Navios entrados no dia 25.
Rio de Janeiro21 dias, brigue norueguenie
Tree Frade, de 194 toneladas, capito Thomas
Volkmao, equipagem 10 em lastro; a or-
den).
Rio de Janeiro20 dias, barca franceza S. Louis,
de 194 toneladas, capito lioreier de Valioton,
equipagem 12, em lastro ; a orden.
Cardiff33 dias, barca franceza Magendie, de
200 toneladas, capito C, de Kergommeaux,
equipagem 12, carga carvao de pedra ; a or-
dem.
Da pesca5 mozos, palhabote americano Oxford,
de 136 toneladas, capito O. S. Snow, equipa-
gem 22, carga 20 barrs azeite de pene ; a or-
dem.
Nao houveram sahidas.
Observarles.
Suspendeu do tamaro para Wost Indios, a
barca americana Wessacumcom, capito Eduardo
Poosland.
Passou para o sul urna galera americana e ap-
pareee ao norte urna embarcarlo.
Navios entrados no dia 26.
Buenos-Ayres47 dias, brigue brasileiro Veloz,
de 147 tooeledas, capito Lauriano Jaciotho de
Carvalho, equipagem 12, carga 2800 arrobas
de carne; a Amorim Irmos.
Glasgow35 dias, galera americana E. E.Badger,
de 1121 toneladas, cepilo Helly, equipagem
23, csrg trilhos de ferro e carvo de pedra ;
ao mesmo capito. Veio refrescar e seguio
para Madras.
New-Yotk35 das, brigue bespaohol Befiario,
de210toneladas, capito Gerardo Marisleoy,
oquipagem 12, carga 1600 barricas com fari-
nha de trigo; a Amorim Irmos.
Granja e porlos eutermedios 8 dias, vapor bra-
sileiro Jaguaribe, commandanle Manoel Joa-
quina Lobaio.
Navios sahidos no mesmo dia.
Parapatacho brasileiro Paulino, capito Ha-
noel Antonio de Vasconcellos, carga varios
gneros.
Liverpoolpatacho inglez Mingan, cagito Irn-
cisco Romeril, carga assucar.
o CO o. m T o. 5" CO o Horas.
w w w o a B B = o* J a u Athmosphtra Q
V v W M Dirtcco. M B i-i e Ce i I
w a c w 1 Intensidad. \
So 00 s ao y | Farhtnhtit. 1- So e m H o 2 H
1 lo O" o -J Cu 00 CO o "8 CO 1 | Cintigrado. 1 S c s Se P o r-o
O CO O CO O o S _*. CO o 3 -e O Hygrotnetro. a
\ O Cisterna hydr mtrica. s- C5 ?
\ 1 en 00 8 3 en 00 M O s . Franeex. > g i -i O
"o CO ! Inglez.
A noite clara, vento E variavel de intensidade
e assim amanhecea.
OSCILAQlO DA 'AR.
Preamar as Oh. 42' da tarda, altura 5,4 p.
Baixs-mar as 6 b. 30' da maoha, altura 1.8 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 25 de Ja-
neiro da 1862.
ROHAflO STEPPLE,
1* tenente.
Editaes.
Olllm. Sr. iospector da tbesouraria pro-
vincial, em cumprimeuto da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico que no dia 30
do corrente se ha de arrematar a quem mais der
o imposto de 10 0(0 sobre a renda dos terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recite, avallado annualmente em 4:120}.
A arrematarn ser feita por lempo de 33 me-
zes, a contar do 1.* de outubro de 1861 a 30 de
junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tarlo, comparecam na sala das sesses da refe-
rida janta no dia cima mencionado, pelo meio
dia, e competentemente habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
nambueo 11 de Janeiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illa). Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial em cumprimento da resoluco da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no dia 30 do
corrente vai novamenle a pra;a paraaer arrema-
tada a quem mais der a renda da casa perleceote
ao patrimonio dos orphaos.
E para coostar se maadou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincialde Pernam-
buco 20 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annuneiaco,
111 m. Sr. iospector da thesouraria provincial,
em cumprimento da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincia, de 16 do correte, manda fa-
zer publico no dia 30 do mesmo, vai oovameote
a praca, a obra da coberta do Gymoasio Provin-
cial, a vallada em 28:557100 rs.
E para constar se mandou affizar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
nambuco 20 de Janeiro de 1862.
O inspector,
A. F. d'Annuneiaco.
Pela inspecrio da alfandega se faz publico
que no dia 27 do correle, porta da mesma re-
partido, e depois de meio dia, se ba de arrema-
tar urna caita da marca W & C n. 117 com pbos-
ihoros, vinda do Havre no Drigue fraocez cPa-
estro entrado oeste porto em 4 do andante, ma-
nifestada com direccao a ordem : foi considera-
da como abandonada, e.n vista do 8 2. do art.
204 do regalamento de 18 de setembro de 1860.
4.* aeceto da alfandega 23 de Janeiro de 1862.
O escrlvo.
Firmioo Jos de Oliveirs.
Declara$es.
Onselh admiRistrativo.
0 coBMlho naminlilrHiTo, par fornedmenta l
29000 do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
25J000 Seguales :
2J0OO Para o ilmoxarlfado do arsenal de guerra.
ltgOGp 90 resmas de papel almajo de 1 sorte.
50JOOO 20 ditas de dito dito pautado de 1* sorte.
200 20 macos de obreiss.
800 12 grosas de pennas de ajo [de boa qualidade).
Quem quizar vender taea objeclos aprsenle
as anas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da minhia do dia 29 de
correte mez.
,f?l do referido conselho, 12 de Janeiro de
1862.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Altxandre Augusto de Friai Fular,
Mjor vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguiotes :
Para o quartel general.
2 lavatorios com jarros e bacas.
2 espa oadores.
12 quartiobas.
Para o 0* balalho de infantina.
6 resmas de papel almaco.
6 caitas de peonas de ago.
200 penosa de ganco.
2 caivetes.
6 garrafas de tinta para escrever.
6 duzias de lapis de pao.
6 libras de arela para escripia.
36 ejemplares de colleec5es de cartas para
principiantes.
36 taboadas.
12 grammaticas porlaguezas por Monte-Verde,
ultima edlc&o.
12 compendios de arilhmelica por Avila.
12 pautas.
36 traslados.
6 pedras para escripia.
18 lapis de pedra.
Para fornecimento do corpo da guarnicao da
Parahiba do Norte.
40 booets cnicos com virolas.
560 botes de metal amarello lisos.
360 ditos pequeos de dito dito.
Quem quizar vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
coDselho, s 10 horas da maoha do dia 31 do
correte mez.
Sala do referido conselho, 22 de Janeiro de
1862.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Fria Villar,
Mejor vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguinles :
Para o hospital militar.
100 colches ebeios de palha para camas de
ferro.
100 Iravesseiros cheios de la de flecha ou pa-
lha para as ditas.
OOlences de panno de algodo d'uma s lar-
gura, em sua falta trancado.
400 camisolas de algodo bem tapado e consis-
tente, com vara e quarta de comprimeolo, que
sejam largas e olgadas, tendo um bolo no co-
larinho, um em cada puobo e dous na abertura,
sendo os bolOes pequeos e de osso.
300 covados de baeta tapada, encarnada.
50 pares de meia de la grossa.
50 chinellas de la.
50 camisas de algodo do mesmo panno das ca-
misolas.
50 ceroulas de dito dito.
50 talheres (taca e garfo).
100 colheres.
5U orioes com lampa.
6 cubos de ferro com lampa.
2 jarras grandes de barro.
300 fronhas de algodo da mesma qualidade
dos lences.
50 loaibas de linho com vara e meia de com-
primeeto.
4 coces de tuina.
100 pratos do folha dobrada.
1 apparelbo completo para cha, de louca azul,
de 24 chicaras e pires, sendo a cafeteira substi-
tuida por um bule.
6 bacas de rosto, de louca.
3 lavatorios de ferro.
24 pratos de lou;a, sendo 6 fundos.
6 copos de vidro.
6 lijellas de lou;a.
2 fogareiros de ferro.
2 grelhas de ferro.
2 bandeijas de ferro, grande.
100 lijellas de folhas com azas para conlerS
libras d'agus.
100 canecos de dito com azas para conler 1 li-
bra d'sgua.
1 bandeja de dito menor.
50 barretes de la.
6 quarlinhas.
6 panellas de ferro com lampa, sendo 2 de 10
gales, 3 de 8, e 1 de 6, forradas de porceltaos.
2 cassarolas, sendo 1 de 8 galoes e outra de 6
ditos, forradas de porcellana.
50 banquetas ou banquinhas.
150 toslbas do lamanho das banquinhas.
2 taboleiros grandes de madeira para con-
ducido.
2 mesas de 5 palmos com gaveta.
6 cadeiras de palhinha.
4 chsleiras grandes de ferro das maiores que
houverem no mercado, sem porcellana.
2 lanternas com ps de bionze.
10 escovas de cabellos curtos.
2 escrivaninhas de lato,
8 bacas de folba para lavagem de ps com 8
palmos de circunferencia.
2 bules grandes de folha para 50 a 60 chicaras.
Quem quizar vender laes objeclos aprsente as
suas propostas em carta fechada os secielaria do
conselho as 10 horss da msolia do dia 29 do
corrale mez.
Sala do referido conselho, 22 de Janeiro de
1862.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Villar,
Mejor vogal secretario interino.
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros objectos
seguinles:
Para o armazem do almoiarifado do arsenal
de guerra.
12 costados de amarello.
10 eozameis de madetra de qualidade com 20
palmos de comprimenlo e 6 polleRadas de gros-
sura.
5 duzias de taboas de pinho de forro.
2 frascos de tinta carmim.
2 ditos de dita azul.
Quem qoizer vender taes objectos aprsente as
propostas em carta fechada, na secretaria do con-
1 conselho, s 10 horas da maoha do dia 29 do
I correte mez.
Sala do referido conselho, 23 de Janeiro de
1862.
Benlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Villar,
Hsjor vogal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que os 30 dias uleis marcados para a co-
branza a bocea do cofre dos imposlos de 4 por
cento sobre os estabelecimeotos de fors da cida-
de, prensas de algodo, typograpbias, cocheiras,
cavallaricts de aluguel, botis, bolequios, casas
de pasto e fabricas, de 8 por ceolo sobre os con-
sultorios mdicos e cirurgicos, carlorios e escri-
torios, de 12 por cento sobre os estabelecimontes
de commercio em grosso e a retalho, armazeoa
de recolher, de deposito e trapiches, de 50$000
reis sobre casas de modas, de bilhar e lojas
que venderem chapeos e roupa feita eslrangei-
ra, de 1.000 sobre casas baocarias.com emisso
e privilegios, de 500| sobre cases bancadas com
emisso e sem privilegios, de 3009 sobre casas
bancariaa sem emisso, companbias soooymas e
agencias, de 200} sobre casas de cambio, de 500 rs
por lonellada das alvarengas e canoas emprega-
das no trafico da carga e descarga, de 30$ por
escravo empregado no servico das mesmss alva-
rengas, de 1009 sobre corretores commerciaes,
de 509 sobre corretores de escravos, e finalmen-
te o imposto sobre carros de aluguel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrocas, vehculos de con-
ducho e mnibus ae principian! a contar do dia
16 de Janeiro correte.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T.M.F, Pereira da Silva.
Santa casa de Misericor-
dia do Recife.
O nim. Sr. leoente-corooel Justino Pereira de
Parias, tbesouriro esmoler interino da aanta ca-
sa de misericordia do Recife, maoda convidar ai
amas da casa dos ezposlos que nao comparece-
ram revista de pagamento do dia 20 do corre-
le, que o facam impreterivelmeole no dia 30, in-
do acompaohadaa das respectivas crianzas para
serem pagas das mensilidades vencidas al de-
zembro do aooo prximo passado.
Secretaria da sania casa da misericordia do
Recife, 21 de Janeiro de 1862.
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Eserivo.
Consulado provincial.
Pela mesa do coosulado provincial se declara
que no dia 2 de Janeiro corrente se principiou a
cootaros 30dias uleis marcados para a cobranza
a bocea do cofre do primeiro semestre do anuo
Bnanceiro vigente de 1861 a 1862 do imposto de
20 por cento do consumo de agurdente das fre-
guezias desta cldade, Alagados, S. Loureoco,
Santo Amaro de Jaboato, Varzea e Muribeca e
que fkara compreheodidos na malta determina-
da no art. 50 da lei provincial n. 316, todos os
conlrlbuioles que pagarem depois de flodos ditos
30 dias.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. M. F. Pereira da Silva.
Para
Riode Janeiro,
segu por estes dias o veleiro brigue tCrazeiro
do Sul : pira a punca carga que Ihe falta, e ei-
cravos, trala-se com os coosignatarius Atitune,
Gulmaraes & c, no largo da Assemblea n. 15.
Atsqs martimos.
Para Lisboa.
Pretende seguir com mu la brevidade o velei-
ro patacho naciooal Beberibe, tem parte de seu
carregamento prompto parao resto que lhe fal-
ta trata-se com os seus coosigoatarios Antonio
Luiz de Oliveirs Azevedo & C, no sea escripto-
riorua di Cruz o. 1.
Para a Bahia segu o palhabote Santo Amaro,
para alguma pouca carga que lhe falta trala-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus n. 12.
Porto.
Segu com brevidade para o indicado porto o
brigue portuguez Amalia I, de primeira classe:
para o resto da carga e passageiros, trala-se com
Cunha Irmos & C, ra da Madre de Dos n. 3,
ou com o capito na proea.
4-it
*"'M
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor
O vapor Jaguaribe, commandanle Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escela no
dia Io de feveteiro as 5 horas da Isrde.
Recebe carga at o da 31 ao meio dia. I'.ncom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete al o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz pretende seguir com
muita brevidade, tem parle de seu carregsmeolo
a bordo : para o resto que lhe fall, trata-se
com oa seus coosigoatarios Antonio LuU d<>Oii-
veira Azevedo & C., no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
HIUSTTSS TOiL
At o dia 3 de fevereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
le o primoiro-tenenie Joaquim de Paule Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do costu-
me seguir para os porlos do sul.
Desde l recebem-se passageiros, e engsia-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro s frete e eocommnndas at o dia da sahida i
3 horss da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, e-
rriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
<&C.
Grande e variado ieilao
Movei, faeenda, flote artificiaW, r^ua-
droi e vato para jardn etc., etc.
Na ra da Aurora n. 10 por baixo
do sobrado da Etrha. baronesa da
Victoria.
Segunda-fe^fa 27 do corrente
as 10 oras.
(Set reserva de preco.)
Madama Traversa teodo de retirar-ie para Ea-
ropa, fara lello por intervengo do agente Gui-
marei, de seus movis cnnsistlndu em urna
completa tnobllls, cama a franceza de mogoo,
lavatorio de mogoo, loilet de Jacaranda etc., e
tembem de fezeodascomo seja tarlatana, barege,
musselinaeum completo sortimeolo de flores
para adoroo de senhora, vasos para jardn e
outros mullos objectos de arte e phanlasia. Con-
vida as seohoras modistas e a todos s Sre. paes
djmilla_a_virem^ceinprar por todo prego.
Avisos diversos.
a-AO POVO
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacl O
nacional cCapuam, tem parte de seo carrega-
mento prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-secom os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C., no seu escriptorio ruada
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segu em poneos dias a barca portuguez
Flor da Maia, por ter parle do sen carregamen-
to prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
segem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Para o Rio Grande do Sul
sahir com toda a brevidade o muilo veleiro pa-
tacho nacional Arepehy ; recebe carga e escra-
vos a frete, para o que trata-se com Moooel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19, ou com o capito a bordo.
Lisboa.
Sahir cm dias do corrente mez o brigue bra-
sileiro Norma, de primeira classe, para o com-
pleto de st'u carregameoto apenas lhe falta 500
saceos : trala-se com Domiogos Ferreira Meia,
ra do Apollo n. 37.
Lriloes.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
O vapor Oyapock, commandante o capito
de mar e guerra Gervazio Maocebo, esperado
dos portos do sul al o dia 30 do corrente, o qual
depois da demora do cosime seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
raendase dinheiro a frete al o dia da sahida s
3 horas de tarde: agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
COMPANHIA PENUIBUCArJA
M
Navegacjo costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M
cau do Astu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Persinunja commandanle Moura, sa-
hir para os portos do norte at a Granja no dia
5 de fevereiro as 5 horas de larde.
Recebe carga al o dia 4 ao meio dia, eocom-
mendes, passageiros e dinheiro a frete al o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forle do
Mallo n. 1.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes i nglezes a vapor
At o dia 28 do corrente espera-se da Europa
um dos vapores dests companhia, o qual depois
da demorado coatume seguir para o Rio de Ja-
neiro tocando na Bahia, para pssssgens etc., tra-
la-se com os agentes Adamson llowie & 0., na
ra do Trapiche Novo o. 42.
Ta [A T.
LEILO
Terca-feira 28 do corrente.
O agente Pinto fer leilo sem reserva de pre-
co e por cont e risco de quem perleocer, da
ermeco existente na loja do sobrado da ra Di-
reita n. 54, s 11 horas do dia cima mencio-
nado.
LILAO
DE
MADEIRAS.
Terca-feira 28 do corrente.
A requerimento de Fraocisco Jos Regallo e
por despacho do lllm. Sr. juiz municipal da pri-
meira vara e por coola e risco de qnem perlen-
cer, o agente Pestaa fer leilo de urna porco
de Iraves e caibros e taboas em mo estado e j
eoounciadas em outra occasieo, o qual foi su-
lalo a requerimento do Sr. Manoel Pereira Cal-
das, a lira dojmeimo senhor querer fazar urna vis-
loria as referidas raadeiras e como ja a flzeue
far-ae-ha o leilo no dia cima meocionado as
11 horas da manhe.a na,ru do Apollo n. 19,
LEILO
Quarta-feira 29 do corrente
O agente Pinto tulorisado pelo Sr. Thomaz
Hirrison, que retirou-se com sua familia para
Inglaterra no vapor de 14 do correle mez, far
leilo dos objectos abaixo declarados a saber:
Urna rica mobilia de Jacaranda, nm excelleole
piano, guarda-roupa, guarda vestidos, appara-
dores, tocadores, coramodas, meses, merquezea,
cadeiras, camas de ferro com colches e Iraves-
seiros, lavatorios, espelhos, urna machina para
lavar roupa, um cylindro proprio para massas,
louca, vidros, lampees de gaz, differentes qua-
lidades de vinboa, goaebra, wisk, 4 duzias de
gerrsfas com vioho de Borgoobe e muilos outros
objeclos que desde j se acbsm patentes ao exa-
me dos prelendeotes no srraazem de ra do Im-
perador o. 73, onde se effecluar o leilo.
Principiar as 10 horas.
C*v* The auctioneer hopes to seo a good as-
semblage of Mr. Harrison triends.
LEILO
De ouro, armacSo, iteiro, dividas, e
um completo ferramental de ourire
A DINHEIRO OU A PUAZO
Terca-feira 28 do corrente.
AS 11 HORAS.
Manoel Jos da Cunha Ferias, de sccordo cora
seus credores por iolervenco do agente Gaima-
res, far leilo em um, oa mais lote de sua loja
deourives, sila na ra estreits do Rossrio n. 6,
consistindo no que cima se declara, sem reserva
preco
Grande laboratorio de la-
vagem.
Ot dooos dos numeras abaixo declaradoa
podem mandar buscar as rnupss que esto
ororopiai: 217, 209, 256, 283, 271, t39, 18,171,
32'J, 163, su 144, 158, 213, 212, 168, 175, M6,
178, ara. 84.
Prerisa-se de urna ama, preferindo-se es-
orava ; no pateo do Tergo n. 56.
Empalhaco.
Na ra do Imperador o. ti empalbim-se obras
mais barata do que em outra qaalquer parle, e
se vende junco e palha prompta, ludo isto maia
barato possivel.
Bailar & Oliveira saccam sobre Lisboa e
Porto.
- Jos Soares de Azevedo, profe-
sor de lingua e litteratura nacional no
Gymnasio Provincial de Pernambuco,
tem aberto em sua residencia, na nova
de Santa Rita n. 47, as aula de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGUA FRANCEZA
PIHLOSOPHIA
ORATORIA E POTICA
As aulas sao todas de tarde: come-
r m s 2 horas e acabim s 7.
Eu abaiio asslgoado declaro, que tendu-se
o Sr. Dr. Jeronymo Vilella de Castro Tavares
constituido meu devedor em duas letras de sete
ceios e cincoenta mil rs. cada urna, que firmou
a 27 de setembro de 1861, a primeira a vencer a
27 de setembro de 1862, e a secunda em 27 de
setembro de 1863, recebi por descont a impor-
tancia dolas do mesmo Sr. Dr. Vilella Tavarr
oo dia SO do corrente, e tendo-se deseocaminhs-
do do meu poder as referidas letras, nao podendo
por isso entrega-las, paisei recibo em forma com
as necessarias deelaraedes e cautelas. E porque
taes letras possam ser echadas por alguem que
se queira constituir dono dellas e cobrar do Sr.
Dr. Vilella Tavares o que j pagou, faco o pre-
sente annuncio, scieolicando que oenhum valor
e effeilo podem ler essss letras. Recife 21 de
Ljaneirode 1862.Jos Velloso Soares.
S*^^W slsw^^Cwnw HffVN WW^^^s^SvrWPfv4
lO dentista NumaPompilio.J
laajMeadtetMl- (J
Amnela terca feira m i
semana, que le fer leilie ae li
as rateadas 4 lija da roa do CefcsgJ
sistlodo aa fstendaa roavae #. '
sedss para seohoras, homensa as*a
queoo lotes, 4 sbps-bo a tlenle
antea, que at com menos de tJttO ax
arrematar. Hareri lanche. Agera eje
!ySUeMffi&4
Precisa-sede urna a
nhar e eogomaaar: ,<
atrsz da malt da Sanie
primeiro andar.
A quem interessar
CQuando letaoUsaoea lava que
o nosso ex-asaignaale con sea
nicado, oi sement par torea*
(se tal possivel) e aasee likwiU e
de prevenir qne qualqaer,
annuncio, eoteoda por mapa
cao de muitas pecas grandes
peca pequoa, como ba nsailo f
zer, remetiendo-nos grande
veatidos, e ora par de meia o i
do exigimos 40 rs. por paca, epata n
torada, emende-se que eaaataetee ecaar a
da proporcao entre aa pecas graadee
E' esta a nica oterpreuci raaaavel ana
de dar a nosao aoaaaeta, a contraria e ax
eer-ooi, e nos defenderemos
qaalquer terreno para qaa
Agotar, llameo A C
V ca-
Precsa-se
de orna ama que saina
para pouca familia : aa rae da Tr<
O Dr. Caroliao r ra
los, mudou is 4a rao das Croara
do Imperador, sobrado a. 17, ea
da igreja de 8. Franeiaco oaao
no ex ere icio de saa a>roisaa4e
Ra estrella do Rosario n. 22
primeiro andar.
Bota dentes srQciaes por moles e li-
gaduras e pela pressao do sr. Systema
americano sem arraocar as raizes, e fsi
todas as opereedes de sua arle, com
promptldo e limpeza.
de
Rio de Janeiro
O veleiro e bem coohecido brigue nacional
Damao pretende seguir com muita brevidade,
tem parle de seu carregameoto prompto ; para o
resto qne lhe falta, Irata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luix de Oliveira Axevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1,
Para o Rio de Ja-
neiro.
Seguir com leda a brevidade para o porto in-
dicado, o veleiro e bem coohecido brigue En-
cantador : as pessoaa que nelle quiterem cer-
regar poderlo dirigir-se ao escriptorio da viuva
Amorim. & Filho, a ma da Cas n. 45, para
iniar.
Importante
leilo de fazendas e diver-
sas miudezas,
DE
'lina loja a relalk
Quinta-fcira 30 de Janeiro.
Ao correr do martello com lanche.
^ Costa Carvalho autorisado pelo dono da loja de
fazeodas da ra do Cubnga o. 8, que lem de
acabar com este eatabelecimenlo para pagamen-
to de seus credores, far leilo por inlervncao
do mesmo agente, do mais completo sortimento
de fazendas Unas e groisas, fizendas de seda,
chapeiinss para senhora, pannos finos, casemi-
ras e muilos outros objeclos que seria eofadonbo
mencionar-se, O mesmo agente Costa Carvalho
espera a concurrencia de seus amigos e fregse-
zes e em geral o respeitavel publico, visto haver
objectos qne se poder laucar e arrematar por
multo meos de mil ris, garanlindo oto engai-
tar a ollera que chegar-so a lhe offerecer, por
alo (er limite.
M*^W3MftM QMSHIH SMaiSeM
Os abaixo assignados declarsm eo respeita
vel publico e especialmente ao corpo do com-
mercio, que amigevelmente dissolveram a socie-
dede que liohem na loja de ealcado da ra es-
trella do Rosario que gyrava sob a razio de Mais
Hendes & C, passando do t. do corrente em
oiante a cyrar na razao do Mendes & C, Gcen-
do a liquidaco da extiocta firme a cargo da nova
firma. Recife 24 de Janeiro de 1862.
Joaquim Francisco dos Santos Biela.
Joo Jos Meodes da Silva.
Preciisa-e de um ofTicial de bar-
beiro: na ruadas Cruzes n. 35.
O abaixo assigoado morador na Capnnge,
previne qualquer pessos, que queira algum
negocio ou entrega de conls, dinja-se ra
da Senzella-velha o. S8.Franciico Tiburcio de
Souza Neves.
Anda continua a estar fgido o preto An-
tonio, de naci C'ssange, idade 40 snnos pouco
mais on menos, estelure regular, com os signaes
seguinles : em urna das orelhas lem um taco li-
rado, em um dos quarlos tem om defoilo
pelo qual pucha um pouco no andar pelo p, tero
debaixo do queixo esquerdo tres buracos, siansl
de dentes tirados, tem na frente de bocea falta
de alguna dentes: roga-se a todas as autorida-
des policiaes e capit.ies decampo a sue capture
e leva-lo a ra do Imperador n. 73 terceiroan-
der que ser bem recompensado, assim como e
qualquer pessos particular, o proprielario desde
j protesta de empregar todos os meios que a iei
lhe faculta contra qualquer pessos que o leoha
occullo assim como ha noticia de que j eslivera
em IguarasM e que dahi se retirara levando em
sua companhia urna prela forra dizeodo tambem
ser forro.
Aluga-se o lerceiro andar do sobrado n. 22
ds roa do Vigario, e o aloguel barato : quem o
pretender dirija-se a ra Oireila n. 91.
Linden Wild & C, curadores fiscaes da
messe de Tertuliano Candido Remos & C lendo
de organisar o balenco desta casa, convidara a
todos os credores dos meamos a apresenlarem as
suas cootas at o m do corrente mez em seu es-
criptorio oa travessa do Corpo Santo o. 27.
Sania casa da misericordia
do Recife.
A lllm.3 junta administrativa da ssnta casa da
misericordia do Recife, maoda fazer publico que
no da 17 do corrente pelas 4 horas da tarde oa
sala de suas srssea ir a praca o f irnecirnento
de carne verde para os estabelecimeotos de ca-
ndeda no aemnstre de Janeiro a juoho do cor-
rente snno. Oa pretendentes dirijam suss pro-
postes em carta fechada no dia, hora e lugar
aprazado. Secretaria da santa casa da miseri-
cordia do Recife 17 de Janeiro de 1862.
0 esemao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Alugam-ae 0 segundo e lerceiro andares do
sobrado da ra dosTanoeiros n. 5, muilo fresco:
a tratar oa ra da Cruz do Recife o. 31.
Por detrs da rus da Concordia anda exis-
ten) algens terrenos oa primeira e segunda roa j
Pela edministracao do teiiote atole i .
se faz publico, que em virioeo 4a raaiaajaa ana-
tal celebrada pelos goveraos ovaesMca a f
serio expedidas malas para Eiroea
corrente de cooformidade rea a aa
crrelo, publicado ao Diario oo 29 oo jaenta v
anno paseado. As cartas eeraa receaiiaa at eoa*
horas soles da qaa for marcada pora a aohHo a-
vapor, e os jomaos al 4 horas antrs. CaeoaaV
Pernambuco 27 de jaoeiro Oo ISnio i
trader, Domingos doa Pasaos Miraoda.
Fel siministracao 4a rorrei
se faz publico a quero ielerevaer
virtudo do dispoato no art. 13*3 e **sfi*Ba>eeu
geral dos rorreios dr ti do drtoatara 4a IM4
art. 19 do deereto n. 7i5 de 15 de asaia ao fJM.
se proceder a consumo das caria* xiHoota
neila adnnnislrecao pertenceaUn ioiafi*>|i
neiro do anuo paseado, as II aovas Oa aaeanoe
do dia 4 do renle, na poila oa mrsaa rorreto.
e a respectiva lista se sena desdo |4 eiawaae ae
inleressado* Correio de Pernamboco 17 a> Ja-
neiro de 1861.O administrador,
Domiogos doa Pasos* Miranda.
Offerece-se ona moco evaailoirocaas I
te pralica de commercio, pota Ui
sea, offerece-se para lomar coala do
patabelecimeolo por naianco e alar
ao que receber, ou pera cneiro tm raa asi ca-
brela, e para este fia d pesos* M*aa ataca
que garanta s sua conduca : qa*a pteetaai aa
queira fazer qualquer negocio, oaaaarta aova aor
procurado.
Em respoata ao aoonncio puMiraaa aa Du-
rio de Pernambuco-de 4 do rorrele aja* trata
do torio de um relogio da casa 4a rea 4a la-
ralrit n. 36, acusaodo-se romo aater a tnt*
Maooel Cabocolo, faz-so publico qne eata Saca-
paz, pelos sena precedente, 4a arafjcer ka* en -
minoeo acto, pois lea serMo ana caeae ato v.
desembargador Agoslinho Murena aerra, Dv.
Joo Auguelo de Abren Lias, eecrelana da -
laco Domingoa Atlonso Ferreira, oadre 4aaHM->
da Cunha Figueiedo, Mioorl Marisas Piaxa, 1ro
derico Chavea, ele, qae ac davida aa preatsioo
a allestar sua conduca.
Chana-se a silencio dos revertaato iga-
rios desta dioeeee para a sogaiaie declara^*
Eugenio Fraocisro Paes Brralo, lilaa do fran-
cisco de Psnla Paes Basrelo, acfca-aO) lapaadn
legalmeole para so poder casar-te cea Mario da
C. B., o que mnito se recomaenda nnacipalaea-
te ao igario de S. Loorenco da Malla, oad t
Eugenio natural, ao de Marangoap* eae* ae-
rador, e do passo de Ce me re gibe ea ereiaa-
de con-la ter contratado na oatre casaateasa.
Menoel Lopes Rodrigues oiaaiee, caavi-
dado por G. Busset A C. para u'gwrio sjaa ato
ignora, respoode que fra para paxaaeata 4a ala
auel do primeiro codar da cas* qno ae ana
oceupam, e qae se venca a ico ; mw o faz Coao
oa demais mezes inleriores adianudameate.
AGITADO I Yi\AIKII
no doutoH ,
umm i. iPiBii.
Para a preparact das ifaira-
montos heaeaiMilbicM.
Os me licamenlos preparados per esta aacnifia
sio os aicos, rom que se podem contar aa ra-
rativo des melesties perigosar. E roaa stoa a
CHOLERA MORBU3 aaa d'aqoellas qae na.
dmHiem deloogaa e experienriaa, contare pre-
ferir esees medicsmeoios a outros qnaesnaer, se
qnicerem tirar da humeopathia oa Tentajoeae re-
sultados que ella aasegura.
fjAihsm se a vende carteiraa e aeias rorleirs*
especiee* contra o cholera, toapenhadas to
competentes iniiucce. pelos arreos caaaeci-
dos, os pharmacia ttpteial homtoptlkUm, raa
de Sanio Amaro (Mundo Novo) a. 6.
N. B. Os homeos de boa soasa rcroahrcea
cerlsmeote que sendo o Dr. Sabina e foate para,
a'unde emanon a bomeopathia ees Periar>bac"
e em lodo o norte, 4 elle o anieo iaaediala-
meole intereisado no seu crdito e no ota ero-
gresso, e por cooseguinle lo foaeale elle 4
que se pode enconirsr garantas, ajaer ea vela-
cao applicaco da seienrie no eovslive das ao-
lesties, quer em relecie 4 preperacao ato ae-
dicameutos.
Na pharmacia do Ur. Sebioo trsbslhsa cone-
lentemeole debaixo 1e saaa vistee la mediata,
nos lempos ordinarios, dons eaprsfeiaa (na
brasileiro e oatro fraacet quera paga torna-
dos vaolajosos), os quaes sio ajadtoto aav aais
tres on cinco pessoas, ejoaedo a sarvten a etigr,
na deetillecao do espirito de vinhe o
manejo das aiachinas, na desececo
los, oa dislribuico das dilalqra ele., etc.
S3rL' evidente qne pera o Dr. Sabino eierto a
homeopslbia, coao gerelaeate e rxeveca, -
preparar medica mentee coao por ah ate parea,
nem eram precise; laataa deoaesea ca a eea-
sosl, com machinas e coa o antease* dea sen-
tencias as mais puras aoMivaie, o aaa lala vi-
gilancia e trabalho na prepararle ato medica -
melos ; mea elle nao ea ceateala raa a nem,
que j lem feilo, dando 4 hoaeopotasa e aoaa-
liridade de qne gota: elle qwav otava-la a*
maior grao de perfeiceo daadaaaoai
a maior infallibilidadc possivel ea ooa
O Dt. Sabinn nao aspire soaeele aa
triees da vida ; elle ae desvaaeco oa tto ttm li-
vros estraogeiros qne a suapropugmn*tm Per-
nambuco foi to brilhmnte oae ato lea a Ka-
ropa nentoma analogim (JOB.NAL DE KMC1-
NA 110MEOPATHICA DE PARS, loao A, pa-
gina 691 ; e CONFERBIfClaS SOBRE A IfOlCO-
PATKIA, por Granier, pagina IDi); asee a roa
ambicio 6 muito mais elevad? ; olla se traga a
legar as geraedes futura* aa aoa* rstiaavr:
pela grsvldade e importancia ato Nnaeerv^ao,
n-
projeelade, e traspaisam-se por pre?os muito ra- P sioceridsde de suas eoovtccor, a pala ir-
zoaveis, attendendo as proporcoes que offerecem meza do sen carcter.i, por issn, o pan aaa
para sus edifleacao : aa pessoas qee se quizerem W* ello trabalha ; o trabalha malta..
dificecao : ea pessoas que se quizerem
spproveilar da commodidade do preco, dinja-se
a ra larga do Rosarlo n. 16, padaria, que ocha-
rlo com quem tratar.
Joo Ferreira doa Santos faz scienie to res-
peitavel corpo do commercio qee nesta data
comprou ao Sr Sebastiio Luis Ferreira a taberna
o. 4 da roa de Hortas, livre e desembusctda de
qualquer divida qae possa appsrecer, por ser
com auloriseco por um abaixo assigoado pela
maiotia doa credores do mesmo Sr. Sbiiiao
Luis Frrela, Acif -7 de jioeUo d 186i
O Dr. Sabino procura e desoje o rstiane
homens sensatos; aos xoiloe aaika oUa a I
dade de morde-lo e sao veaitoo.
Ra das Crwes i.4,
fabrica de cbaraloej reala aa eaeralaa i
milheiro. de tomo 4a Bahia, velan a aa
cao a lia a *** *
aoato; afianca-ee a boa gasttdie,
k_____


mmw
DISO M MRNAMBUCO SEGUNDA FEIR4 11 DE J.N.TIRO DE 1862
t ara 14 do
) Hondeiio, o
eUle.
do silio o. 99 do Kondego, o seguinte : 9 laiios
grandes, sendo um de cobre e outro de lati, 4
cadeirasfranceai da madeira branca, 2 loalbaa
grandes de mesa de panno adamascado, 4 toalhas
felpudas eom a marca J. S. Meoezes, fl toalhas de
bretanha com labyriotbo, 1 bcla azul e 1 lita-
torio de ferro, 1 chales de merino amarello, bor-
dado de retroz da meima cor: roga-ae a toda e
qualquer peasoa que der noticia de algara dealea
objectas urhdos, o favor de participar no oeo-
cionado ailio cima, qoe aera generosamente re-
compensada.
Precisa-se de urna ama para comprar e oo-
zinbar; na ra daa Cruzet n. .
Bernardino Franciaco de Axeredo Campo
faz scteste aos senhoret traplchelroa e a todas as
mais pessoas a quem intereiiar aaber, que neita
data comprou ao Sr. Jbaqulm Pereira Ramos a
UDeroa o. 40 da ra estrella do Rosario, livre e
desembarazada de qualquer divida.
O bacn re Joo Ao Ionio do Souza Ribeiro
pode ser procurado para o ezerciclo de sui pro-
flseo de adtogado, todos os dias at as 4 boraa
da tarde, na casa de sua residencia, ra das Cru-
zes n. 35, prtmeiro andar.
Acha-ae contratada a venda da caaa terrea
n. 31 sita na roa Augusta desta cidade, quem ti-
ver de oppor-se a realisagao deste negocio o
annnnelar por esta folha no prazo de 8 dias
contados do dia da prmeira publicado deste.
L.*te&
Caixeiro.
Na ra da Madre de Dos n 13, se dir quem
precisa de um pequaoo dos ltimos chegados
paracalxeiro de lojs. de fazendas nesta praca.
O advogido A. R.' de torres Baodeira tem o
sea eacriptorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador n. 37, segando andar, entrada a
dtreita ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cio de sua proflssi. Est prompto para eacar-
regar-ae de qualquer defeza e para tratar de
queates forenses, em qualquer lugar fdra desta
Cidade e protesta a maior solicitado no deiem-
peoho de suas obrigacdes.
No dia 27 ao mato da, na roa da Roda, co-
cheira de Paula & Irisaos, haver leilo de um
cavallo de ausente.
Lelte ao p da vacca : na ra Impreial nu-
mero 1.
Preciaa-se de um criado para casa de fa-
milia, e de urna ama que salba cozinhar a en-
gommar, prefertndo-se urna que Ira bal he em
masaas e doces : na ra da Cadeia do Recite, loja
de 4 portas n. 24.
Quem anouDciou querer 300| a jaros, diado
de penhor ouro, na roa dos Pires n. 54, se dir
quem quer.
Ama.
Preciia-se de urna para comprar e cozinhar
para um homom solteiro morador no malo :
quem quizer dirija-se a ra do Queimado o. 38.
Da-se 300$ a juros sobre peohores de ouro:
a tratar na ra do Padre Floriano n. 21, primei-
to andar.
Joaquim de Azevedo Pereira Jnior vai a
Parahiba tratar de negocios que de iotereese.
Precisa-se alugar um eacravo, dando-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para
vender pao: na padarta de Antonio Baptista Ro-
drigues, em Apipucos, junto do silio do Sr. co-
ronel Sebastio.
ARMAZEM
ROUPA FMFPA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Queimado40
Defroiite do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimentoha sempre um sortimento completo de roupa faita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida a rontade dos fregue-
zea para o que tem um dos melhores professorss.
Casacas
ue panno preto a 40$,
S5f e 309000
Sobrecasacos da dito dito a 359 e 305000
Paletots de panno preto e de co-
res a 359, 809, 259, 109,189 e 209000
Ditos decasemira de cores a 229,
151,129.79 e 990OO
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezas a 109000
Ditos de merino setim pretos e
de corfs a 9J 89000
Ditos de alpaca do cores a 59 e 89500
Ditos de alpaca preta a99,79.59 e 3S50O
Ditos de brim de cores a 51,
4|500,49 e t 395OO
Ditos de bramante de linho b an-
co a 69. 55 e 49OOO
Ditos de merino de cordao preto
a 159 e 89OOO
Calcas de caseroira preta ede co-
res a 129, 109, 9J, 79 e 69OOO
Ditas de princeza o merino de
cordao preto a 59. 69500 e 49500
Ditas de brim branco e de cores a
59. 49500 e 2S500
Calcas de ganga da cores a 38000
Collete de velludo prelo e de co-
res Usse bordados a 129,99 e 89OOO
Ditos de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59 3J500
59000
59000
59OOO
39OOO
29200
18280
29200
IS&00
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorgurao de seda pretos
e do cores a 79, 69, 49 e
Ditos de brim e fuslo branco a
3J500, 29500e
Stroulaa da brim de linho a 29 e
Ditas de algodo a I96OO e
Camisas de peito defusto branco
ede cores a 29400 e
Ditas de peito de linho a 59, 49 e 3*000
Ditas da madapolo brancas e de
cores a 39. 29500, 29 a
Chapaos pretos de massa franceza
forma da ultima moda a 109.
8J500e
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de sol de seda inglezes e
francezea a 14$, 129, llg e
Colariobos de linho muito finos
norot feilios daulliroa moda a
Di,os de algodo
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 100$. 909. 80$ e 7UJ000
Ditos de prata galvaniaados pa-
tente e horizootaes a 409 e 30J00O
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulceiras, rzalas e
sneis a 9
Toalhas de linho dnzis IOS, 69 e 9J00O
Ditas grandes para mesa nma 39 e 40000
79000
29000
79000 W
9800
500
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro.
Unieo deposito na botica do foaquim Marnuo
da Craz CoTreia., ra do Cabug n. II,
en PeTnamViuco.
a. f. Dr' H" Tnern3e9 (de Chalis) enligo pnarmaceulicojapresenta hoje nma nova preparacao
de ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro. F v
Parecer ao publico um luxo emprecar-se um meamo medicamento debaixo de formulas tao
variauas, maao homem da scieneia compreheode a necessidade e Importancia de urna lal vari-
0*106.
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica; um progresso immenso
quando ella, maniendo a osseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas'a
idades, para todos os paladares e para todos 03 temperamentos.
Das numerosas preparacoes de ferro at hoje coohecidasnenhuma reune tao bellas aualida-
dcs como o elixir de citro-laclacto de ferro. A seu sabor agradavel, reune o tomar-se era una pe-
quena dose, e ser de urna prompta e faci! dissolucao no estomago, de modo que completamente
assimiIado;eo nao produzir por causa da lactina, que conlem em sua composico, aconstipaco de
ventre trequentemente provocada pelas nutras preparacoes terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a scieneia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico so nao pode dispeusaa em sua clnica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pratico possa prescrever sera receio. E' o
que conseguio o pharrnaceutico Thermes com a preparado do citro-lactacto de ferro. Assim ente
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas preparacoes ferroginosas, com o
1 pralica de muilo mdicos distinctos que o lem eosaiado. Tem eido empregado como ira-
era que o sangue ae acha empobrecido ou viciado pelasfadigas, aTecees chronicas, cacheiia tuber-
culosas, cancrosa, syphihlica, excessos venreos, onanismo e uso prolongado das precaocoes mer-
CU Fl d65. *
Estas eofermidades sendo mui freqnenles a sendo o ferro a principal substancia de que o
medico lera de laucar raao para as debelar, o autor do cilro-lactato de ferro merece louvores e o
rwonhecimento da humanidade, por ter descobsrlo urna formula pela qual se pode sera reeeio
CoDSuitorio medicocirurgico
*--1W\I>A. GLOfcl\X:\SiV DO \3NB\0-3
Consulta por ambos os systemas,
Em cousaquencia da mudanca para a sus nova residencia,
fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
> propietario deste estabeleci-
com os de
LOTlKli
Ten do sida interceptada a venda dat
nossas loteras na corte do Rio de Janei-
ro, e n5o podendo esta no*sa provincia
so por ti comportar j loteras do capi-
tal das entao exilente* pelo motivo da
venda que aqu te faz de grande quan-
tiJade de bilhetes, que por negocio
ainda que Ilcito nandam vir daquella
corte, resolveu o abaixo assignado pro-
por na forma da lei ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia, o plano abaixo trans-
cripto para as extracoes das nossas lote-
ras, o qual foi approvado: e na ver-
dade aquelle que pode fazer e que mais
possa agradar ao respetavel publico,
as circunstancias actuaes nao so por
estarem suas sortes grandes em propor-
95o como valor dos bilhetes, como por
conter ainda mais de urna terca parte de
premiados A lotera que segundo a
tabella deve ser extrahida a quarta
parte da prmeira, a beneficio do Gym-
nasio Pernambucano, os bilhetes e quar-
tos e meios bilhetes, acham-se a venda
na respectiva thesouraria na ra- do
Crespo n. 15, e as casas commissiona-
das. As rodas andarao impreterirel-
mente no dia 6 de fevereiro.
PLANO.
4000 bilhetes a 49.............. 160009000
Beneficio e sello de 20 por conlo. 3:200^000
Ama.
Uma malher sen fllnos, que qaeira alugar-se
para ensaboar, eogommar, e prestar se a algum
servico maisem casa de familis, com o presup-
posto de nao sabir & rus, dirija-se so primeiro
andar do sobrado n. 1, veranda verde, na ra do
Aragao, que abi sear com quem tratar.
Aluga-se um bom sitio com boa casa e es-
tribarla, no Caldeireiro n. 3, defronte do sitio do
Sr. Rabello : a tratar na ra da Crui n. 80, ter-
ceiro andar.
Antonio Pinto da Fonseca, subdito portu-
gus, retira-se psra fora do imperio, levando em
saa compaohiaseu lbo menor Antonio.
Um passar cara una
fugio honiem da iraveisa do arsenal de guerra
n. 1: quem o pegar e quier restituir na dita ca-
aa, ser generosamente recompensado.
Domingos Nunes Beirio, subdito portugus,
retira-se psra fora desta provincia.
Antonio Joaquim Soares, subdito portuguez,
retira-ae para Europa.
KMMiKfeeie ewaMttB mxtmi
Consultas medicas,
Serao dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde as 6 al s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
i.* Molestias de coraco e de peito.
3# U/.i..<;.. a______\__j- _r__-
T*"i Kli8te ua cidade do Aracaly ama peasoa
habilitada a fazer qualquer cobranza na provin-
cia do Cear, a qual di nesta praca fiador : quem
precisar, dirjase a loja da ra do Crespo o. 14.
- O bacharel A. R. de Torres Baodeua, pro-
fessor de geographia e historia antiga no Gym-
oasio desta provincia, coniioua a ensinar os pre-
paratorios seguinle:
Liogua franceza ;
Lingua inglesa ;
Geographia e historia;
Philosophia;
Rbelotica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames 00 mezde mar-
co futuro, tem resoU'ido nao somente abrir cur-
aos especiaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais eioda prestar-se a dar Iiqbs era
sepa
Liquido.
1 Premio de............ 4:0009
1 Dilo de,....... 2:0009
1 Ditode................ 4009
1 Ditode............ 200S
3 Ditos de 1008........ 3009
6 Ditos de 409........ 2409
13 Ditos de 209........ 2609
12:8009000
40 Ditos de
1270 Ditos de 49.
1336 Premiados.
2664 Brancos.
3209
5:0808
12:8009000
4000 Bilhetes.
N. B. As sortesmaiores de 400$, estao
sujeitas aos descontos das les. Thesou-
raria das loteras, em 20 de Janeiro de
1862. O thesoureiro, Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
Conforme- Francisco Lucio de Cas-
tro.
Precisa-se de uma ams somente para cozi-
nhar com regularidade para um homem solteiro,
prefere-ae escrava : a tratar na ra da Palma o.
78, das 6 s 8 horas da manha, e das 3 da larde
em diante.
Memorias
da viagem de SS. MM. II.
s proviacias do norte.
OOs seahores que subicreveram para a impros-
ao das Memorias da Viagem de SS. UM. 11. s
provinciasdo norte, queiram mandar receber o
primeiro volume na livraria na. 6 e 8 da praca
da Independencia, mandando levar o importe os
que ainda nao o liverem pago.
mk
Precisa-se alugar umaam* para o servico iu-
leroo do uma casa de familia que saiba cosinhar
e eogommar agradando o aervigo nao ae duvida
pagar bem : a tratar na ra larga do Rosario n.
12, segundo andar.
Precisa-se alugar um prelo, dando-se o
astelo, e paga-se mensal ou semanal, para o
servigo desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da pra;a da Independencia.
8s999
.'--lina estreita da Rosario-3 J
Francisco Pinto Ozono continua a col- %
W locar dentea arliciaes tanto por meio de 9
molas como pela pressio do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
O flquem a vontade de seusdonos, tem pos
outras preparacoes as mais acreditadas
% para conservaco da bocea. m
Publicacoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
TllESOMO UOMEOPATHIfO
ou
VADE-MECU DO IIOMFOPATHA.
(Segunda ediccao consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO DR.
cSABIN0 0 L PINHO.
9^,'uwUar "1 ass,Q,'ura8 para estas obras a
oJtOOQ eiu brochara al fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) n 6
W Mana Mariiaez Cassariego, subdito
hespanhol. vai par a Bihia.
SI. Lhemann, vai Europa.
Precisase de um caixeiro para uma taberna
conducta D" ^ da^ fl "
Molestias dos orgos da
do anus.
geracao e
0 exame dos doenles ser feilo na or- *
dem de auss entradas, comec.ando-se po-
rm por aquellos que soffrerem dos '
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e op- !
ticos sero empreados em suas cnsul- *
8ta;es e proceder com todo rigor e pru- i
dencla para obter certeza, ou ao menos ;
probabilidade sobre a sede, naturesa e j
causa da molestia, e dahi deduzlr o plano !
de tratamenlo que deve deslrul-la ou \
curar. '
Varios medicamentos ser oambem |
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua rerdadeiraqualidade, St
promplido em seus effeilos, e a necessi- *5
dadedoseuempregourgentaque se usar
delles. g
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos |
doentes toda e qualquer operaco que 5
julgar conveniente para o restabeleei- M
ment dos meamos, para cujo fim se acha S>
prvido de uma completa collecco de %fi
instrumentos indispeosavel ao medico o>
operador.
Aos fabricantes de velas
O amigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e era velas, estabe!cci1o no largo da As-
sembla n.9, mudoo-so para a ra da Madre de
Dos n 28, qussi defrotte da igreja, onde conti-
na a haver um complato sortimento daquellrs
gneros, que se veodem por precos razoaveis.
Feitor.
Na Estancia, sitio que faz esquina para o Ca-
minho novo, perlencente a senhora viuva Teixei-
ra, precita se de um feitor.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado o.
87 da ra do Imperador: a tratar no segundo an-
dar do mesmo.
Precisa-te de uma ama, preferindo-se es-
crava, para cozinhar eengommar: na ruado
Crespo 11. 1.
Precisa-se de uma criada portugueza, que
salba cozer e eogommar: na ra do Queimado
n. 12.
Precisa-se de um caixeiro que lenha prali-
ca e que esteja no caso de poder lomar coota de
uma laberos por balango : no pateo da Ribeira
oumern 1.
Precisa-se de uma ama para servico de
uma casa de pouca familia ; na ra da Senzall*
Noa n. 14.
Joo Guilherrae Roraer, armador de corti-
nados (na ra do Hospicio n. 87) participa ao res-
petavel publico que tem recebjdo excelleotes
molduras aouradas para cortinados de ianellas
tambera vende borlas, cordao, galleras e palera
de bronze que perlence aos ditos.
Precisa-se de uma ama para casa de um
hornera solteiro, que taiba cozinhar: na ra do
Hospicio, loja n. 37.
Saques sobre Portugal.
Hanoel Iguacio de Qliveira & Filhosaccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo
escriptorio n. 19.
-C(
rado, mediante um ajuste rszoavel.
Est prompto para leccionar em qualquer col-
tegio ou casa de educaco, bem como em casas
particuttrea.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra
relia W 3?' legUnd aDd"' eD'"da
SYSTE HA MEDICO H0DELL0WA1
PILULAS HOLLWOYA.
Este neslimsvl especifico, cmaoslo integra-
mente de bervas medicinaos, nao conira mercu-
rio nem alguma outra substancia deleeleria. Be-
nigno msislenra infancia, e a complei^o mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na comple'iQo mais robusta;
enleiramente innocente em suas operacoese ef-
feilos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer, especie e grao por mais antigs e tenazes
qu? sejara.
Entre milbares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do inultimente lodos os ouiros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-sea des-
esperafo; fagam um competente ensato dos
efficazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedio
para qualquer das seguinies enfermiJades :
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Reiraloa de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
no*o
novo
novo
novo
nova
nova
ova
nova
nova
acto
Accidentes epilpticos
Alporcss.
A m polas.
Areias(malde).
Asihma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou exten
fi.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no venlre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Febrelo da especie.
Gotla.
Hemorrhoidas.
Hyiropesia.
Ictericia.
Indigesles.
Infla mmaces.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruc^o do venlre.
Phlysica ou consump-
Qo pulmonar.
Relengo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enesrregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha. \
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs., cada
uma del las contem uma instruc^o em porlu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito g?aal em casa do Sr. Soum
pharrnaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Ra da Cruz n>
0, segundo andar.
Henry, cirurgido calista
Parts.
de
acha-se semgre prompto ora seu escriplorio pa-
ra curar os calos, olbos de perdix (sarnas dos
ps), dureza?, callosidades, verrugas, detritos
dss uohas e demais molestias dos ps ; assim
como se encarrega de preparar cabeleiras etc.,
indo qualquer parle, mediante previo aviso.
nasEss*** -
Especial hOineoiiafliieo
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo propietario qualquer hora, liavendo
ah sempre grande soriimenio dos verdadeiros medicamenus homeopathicos, p-eparados era Pa-
pbarmaceuticos do universo como
os seus medicamentos
ris (as tinturas) por Calillan e Weber, os mais acrediados
preparadores de remedios de homeopalhia.
O proprielario desle consultorio no pretende, todava, que sejam
infall.veis, porque nada ha infallivel m fados humanos; ora tao pouco superiores aos qin por
ah m precon.sam porque ceno que o que d fazemos, ouiro o pode egualmente fazer lo bom
senao raelhor. Mas afianca que nelle nao ha traficancia, e que o servico da ireparacao corre
pelo mesmo propriela-io, que nao lendo grandes commorcio de carteiras, arfw se suffiHenlc para
satisfazr as necesidades daquella preparaba?.
Nes-e consultorio .cham se venda elementos da homeopalhia, scommodados inlelligencia
de qualquer pessoa ; asiim como presla-so gratuiamenie o seu proprielario, com seus esforcos e
medicamentos, a todas as pessoas necessiladas, sem disiincco alguma, que o
que o seu maior prazer ser til humanidade soflredora.
procurem, pois
mmmm
Misa o m
Desioiecco.
O aba.io assignado vende em sua botica na
ra Dueila n. 88, os seguintes desiofectaniespor
ter parauso o aparelho necessario. Chloro para
desinfectar o eapaco de 340 ps cbicos oor 2
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafal, pos desinfectantes dis mesmas ma-
terias uma libra i$, liquido para mergulhar a
roupa dos accommetlidos a 640 rs.. agoa chloru-
relada que supre a de labarraque sofnenle na par-
r com- !.e dklde,1fe,icao P!; 8e,r carregada 10ezes mais
melo acaba de u
O deaejo que lem de que os remedios do seu eslabelecimento nao se confundam
uenhum ouiro, visto o grande crdito de que S6mpre gozaram e gozam ; o proprielario tem lomado
a precaugao de insprever o sen nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellos que forem apreseotados sem esta marca, e quando a peasoa que os mandar com-1 *-------------- -
prar q^uelra ter maror certeH acompanhar uma conta asignada pelo Dr Lobo Mosaozo e em PT- i. Kitt ? qUe na0 8e fas del-
pel marcado com o seu nome. p | la^uso jniernoj i.
Outrp sim : acaba de. jecetier de Pranga grande porcao de tincturs de acnito e belladona, re-
me52ie91[f^ammVmp'>rUac^ ocu'* propriedades So lar, conhecidas que oe meamos Srs
medico allopathss eropregam-as constantesnente.
Os medlcarnelolf avulsoi 6ur em urbes qur em linduras custarao a 1 o vidro.
_ O proprielario deslMsUbelecimeoto aoouncia a seus clientes e amigos que lem commodos
fflcifiotesjarareetsralauosrao# de mti ouiro seio doenles ou que precisen de alguma
operafio.-attancanaeilae aerao tratadas cgm todo o diavelo' e prooipUdo, como sabem todos
aquellas que tem Udo eteraros na caaa to anounciante.
n- *t? i** *" commodidade dos baohos algadosrslo oalras tantas vaola-
gens para a prompto restabuleciment dos doenles.
J/SH"! VPf*.{*a}L??ki0 Bnnueantedevem procura-lo de manhia atll horas
L?. .. >f or^u^^Jswee echa,rao eduiipessoa eom quem ae podero
ender: ra k^K, .8 ,. 4o aadao. .., Dt. i2f>o Atotcoxo,
n-
O publico desta cidade deve estar lembrado
de que neste Diario foi transcripta uma corres-
pondencia do su!, na qual declrou-se, que em
um dos porto* onde grassava a febre amarella o
commandantede um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal. ao passo que os mais soffreram
e houveram muitas victimas.
Para o desempenho da
Para as proviacias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber;
Folhinha de porta, contendo o kalendario, poca gerae, nacionaes, dia
de galla, tabella de alva, notictis planetarias, eclipses, partidas
de correio, audiencias, e resumo de clironologia, a reis .
Folhinha de algibeira e variedade, a qual contem todas as materias da
de porta e mai tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e titulo dos cliefes do
principaes estados do mundo, tabella da arrecadaeo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasieiros c euro-
peus, tabella dos impostos gerae, provinciaes, e munteipaes, re-
gulamento de incendio, e entrudo, e algumas pusturas raunici-
paes, artigossobre agricultura, economias, modo de labricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collcco de remedios, a ris. .
Dito religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tebellas do
nascimento, e ocaso do sol, da mares, caa e familia imperial,
nomes e titulo dos ebefesdo principan estado do mundo, ta-
bella da arrecadaeo do sello, dita do porte dascartas, partida do
paquete brazileiros e europeu, tabella do* imposto gerae, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trecenario e mais oracoede S. Fran-
cisco de Paula, colleccSo de oracoes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a ri........
1G0
goal*
fS
iiiveuco
lvesele
kaveaffta
(feasjte
iaveifio
Presos baixado para pouco
tewpo.
Precos baixado para pouco lesepe
Precos baiindo para pouco lento
Pregos baixado para pouco lesepe
Pregos baixado para pouco lempo
35000 55000 105000 205000
1J000 59000 10SO0O M90M
33O00 5000 10*000 iOjOOO
300O 59OOO 10/000 L>OfW4
39000 59000 oeooo 209000
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Expleudido quadros dourados
Expleudido quadroa dourados
Kxpleodido qBadros dourados
Expleudido qualros dourados
Bxpleodido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
Vende-se machinas psrs n-lratoe
Vende-so machinas para retratos
Vende-se machinas para retrates
Vende-se machinas para retrates
Caixas de liados gostos
Caixas de lindos osles
'mas de lindos Koslos
Caixas de lindos sjostes
Caixas de lindos gostes
Todos veuham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos ^ veuham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
p'" tirar retratos
A. \V. Os borne retratista ame-
ricano
* W. Uiborne retratista auoricano
Rut do Imperador
*!'_____ do imperador.
|M9M m wxmmmmmm*
Dentista de Pars.
15Ba Nova15
fredericGauier.iirurgio.lenuste.ea
jj todas as oparaces da sua arte scolloc_"
deotesartiiciaes, tudocoro a superiori-j
dadeajirfeico ,[uea pessoa sen lendi-i
m das Ihareconbacem.
Tem tgua e psdentifricios le.
GO^SLLTIMUO FSPKCIAL HoaEOPATBICI
do DouTea
D SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda as 10 horas
at meio dia, acerca das seguales molestias :
molestias da mulheres, molestias das crian-
Cas, molestias da pellt, multstias dat olhos mo-
letlias syphililicas, todas ai especies $ Ubre:;
febre* intermitiente esuas consequencias *
PHARMACIA ESPECIAL HOUBOrATH1CA .'
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, i-
alliveis em seus effeilos, tanto em tintura,cobo
em glbulos, pelos precos mais commodos eea-
nveis. ^^
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino aee
anicamente rendidos en? sus pharmaci : todos
le o forem tora dellaso falsas.
Todas as carteiras sao scompanhadas da am
impresso com um emblema em relevo, lendo en
redor as seguintes palavrss : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema* poste
igualmente na lista dos medicamentos que se ee-
As carteiras que nao levaran, csse lmpresa
de.
asim marcado,amboratnnham
ne do Or. Sabino sofalsoa
os lampa o o-

bacharel Withuvio po-
de ser procurado na roa
Nova o. 23,sobrado da es-
quina que volta para a
camboa d Carino.
320
Para o desempenho da desinfeccio acornea-'iv -___l 1 """"' ,l",,u1ai
nhara explicoco. <*>-v Uita com alenanak, contendo o kalendario,
320
Jos'da Rocha Paraiihoa.
Aluga-se a casa Ierres da roa do Destino D.'
8; a tratar oa ra dos Moadego 0.47,
pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de impoifo, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, adminirtrativo, agrcola, coramercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris. ..,*,: ; ijjIOOO
FEBKEIMA MLLKLA
HETRATXSTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cubus n. 18, fl.*
entrada pelo pateo da Matriz.
Retratos porsmbrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes psrs
pulceiras, alneies ou cassolelss. Na sseseja
casa existe um completo e abundante tortita esta
de rielados frtocezes e americanos psrs s col-
Ioccso dos retratos. Ha tambem para este asa-
me 0o> cassolelss e deliesdos slfiaetee ele 00ro
de lei; retratos em phologrsphia daa principies
personsgeoe da Europa ; stereoKopos e vistes
itereoscopiras, auim como vidros para aaeroire
e chimicas pbolographicas.
JoaoCoelho da Silva residente na cidade
'i'Areia, fax sciente ao Sr. Virginio Pranciice da
Silveira.que querendo ender uma pequeos ter
te que lhe tocou bo esersvo Plonaso, uo ia*ee-
15 rio procedido nos bens deiados pele eee flea-
do pse Simao tteterra da Rocha, pode dar eeea
ordens para aquelle lagar a tratar eom o ma
ou na falta coa sea sobrioho Antonio do 5elesj
GoelUo Silvi.

4
I


-^
mm
mmwm
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FURA 27 DE JANEIRO DE 1861
/
MI&
Precisa-se de uro* ama para o serrino de urna
caso de pouca familia ; oa pfac. do Gorpo Santo
numero 17.
Attenco.

Tasso Irm&oafazem publico que o convenio de
S. Beoto de Parahyba Ihes dorador da quaniia
de fite conloa no*eceolos e deienove mil du-
zeotoa e dez rei ( 20:9199210), por transferencia
de urna coala correnle oom Joto Luis Pereira
Lima 4 C, asaiguads e conferida pelo ez-D.
abbado Pr. Jos da Eialtacao Marques, em 12
de aiari;o de 1860. Alm do premio de um e meio
por cenlo o me a que flcon obrigado o referido
cooreuto a pagar, conforme a clausula exarada,
ua refer Ja conta correte. E como at o presen-
te nao Iheslenha sido possivel receber a referida
importancia e os juros decorridos. oBo obstante
as diligencias empregadas para eise lira, fazem
publico que nao por sua vootade que esto sof-
frendo tal desembolso, pira que em tempo al-
gum se empregue o -argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual au concorrem oa
abaiio assiguados, que sempre. esliveram e esio
proraptos a receber a referida conta e os juroa
vencidos, e protestara nada abaler em lempo al-
guna ; declarando mais quo nao desoneram os
cedeoles da referida conta os Sra. Jos Luiz
Pereira Lima 4 C. e Uanoel RibHo Olaoda Ga-
boclo. Recife 15 de Janeiro di 1862.
Tasso Irmos.
Indemnisadora
A direccao da compaas do seguros martimos
Indemnisadora, couvida osSrs accionistas a reu-
nirera-se em assembla ge ral no respectivo es-
criptorio uo da 25 do correute pelas II horas Os
maoha pan os lios designados no srt. 40 dos
estatutos e proceder-se a approvaco das trans-
ferencias de accoea ltimamente realisadas. Re-
cife 22 de Janeiro d* 1862.Os directores,
Juo da Silva Regadas.
Jos Jacomo Tasso.
Francisco Joo de Barros.
Aluga-se um sitio no lugar da Magdalena,
principio da travessa do Luca, com casi de pedra
e cal, duas baizas de capim para invern e vero,
e muitos arvoredosde [rucio : a tratar no Campo
Verde, ra do Palacio do Rispo n. 20, sobrado.
Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso,Santos & C.sacara e tomam
aquea sobre a praca de Lisboa
Instrucco particular.
O abaizo asaiguado competentemente
provisiooado pela directora geral de ios-
-trucgo publica para ensinar primeiras
leltras, latim e francez, acha-se no exer-
cicio de seu magisterio desde o dia 13 de
Janeiro do correute, em sua mesma resi-
dencia na ra Nove n. 58, onde continua
a receber alumnos internos e ezlernos,
advertiodo porm que s Ihe coovem
admitlir 10 pencioniatas e que nao eice-
dam de 12 annos de idade. Recife 15 de
Janeiro de 1862.Jos Maria Machado de
Figueiredo-
KOTMOaMMStaW MtttMNKIM*
Arauaga, Hijo & C sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Precisa se de ama ama s para cozinhar e
engoramar, sendo para cozinhar oom pereico,
nao se olhando a prego: a tratar na loja da ra
do. Queimado o. 46.
Quem tiver um moleque para alugar, de
12 a 15 annos, e que sirva pare o servico domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a ra da
Cruzn. 45, armazem.
Aviso.
Mudanza
Firmo Gandido da Silveira Juuior tendo muda-
do a sua loja de miuderas que liuha na ra da
Gadeia do Recife n. 49, para a ra Direita n. 64,
participa aos seus freguezese ao publico, que vai
ren Jer todas as fazendas antigs por mctadc de
seu valor, aflm de liquidar dita Iota.
OSr. Joo Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparece^ nestatypographia
tiuese lhe precisa tallar.
S Medico. S
<3) O l)r. Braocaote pode ser procurado a #
dkj qualquer hora Da casa dn sua residencia, A
ft na ra lo Imperador n. 37, segundo ao- 5
S$ dar. para o exercicio de sua proUsso. 49
#-*
Alugam-se 3 casas terroas meia-aguas na
ra da Airaico o. 1 : a tratar oa ra do Raogel
n. 7.
Cozinheiro
Precisa-te de um cozinheiro, ou
cozinheira, forra ou captiva, para urna
casa de pouca familia : a tratar na ra
da Gadeia do Recife n. 3, primeiro
andar das 10 horas, as da tarde.
Aluga se urna escrava para o ser-
?90 interno e externo, de casa de fami-
lia : na ra da Cadeia do Recife n. 53,
terceiro andar.
'
Compras.


Gabiuete medico cirurgico.g
Sj Ra das Flores n. 37.
sj> Sero dadssconsklta* medlcas-cirurgi- $
cis pelo Or. Kstevao Gavalcanli de Albu- 9)
O querque das6 as 10 horas da maohaa, ac- tj
9 cudiodo aos chamados com a maior bre- $
(SJ vidade possivel. a Ia Partos. |j
am 2.* Molestias de pella. fj
3.* dem do olhos. d
4.* dem dos ornaos enilaes.
9
9
Pralirar toda e qualquer operacau em j
seu gabinete ou em casa ios do-totes con-
forme Ihes fr ruaii couvenieoto. SJ
9 999999 99Q9&
Sitio,
Aluga-se um excellenlo sitio na oslrada dos
Atioio, o quarto depuis da capella, com muitos
arvoredosde tracto, reedificado o pintado dn no-
vo, com bom pdgo d'ag'ia de beber e ouiras con-
mu lutados : a tratar no mesmo com sua proprie-
leri) U Margarida Francisca Xavier, ou na tua
Augusta ij. 60.
REMEDIO 1NC0MPARJ.VEL
UNGENTO HOLLOWAY
Slilhares de individuos de todas as naedes
podem testemunhar as virtudes desleremedio
iucoinparevele provar emeaso necessario, que,
pelo uso que dalle fi/.erara tem seu arpo 1
membrostnteira mente saos depoisdehavor em-
pregadointilmente ouirosiraiamantos. Cadi
pessoa poder-se-baconvencer dessascuras ma-
ravilliosas pela eilura dos peridicos, que lli'as
relatara todos os das ha muitos annos; e s
maior parte dellas sao tao sor prendantes qu
admiram os mdicos mais celebres. Quania:
pessoas recobrararn com este soberano remedio
A directora do collegio Santa rsula, abaizo
assignada, avisa aos pas de suaa alumnas a
quem mais convier, que em virtude do artigo 19
dos estatutos, principian) os trabalhos do referido
collegio 00 dia 7 do crrenle mez. A directora
envidar todos os exforcoa a seu alcance para nao
desmerecer do conceilo adquerido uo primeiro
auno de seus trabalhos, e atim de que os pande
suaa alumnas fiquem completamente satisfeiloa
com a educaroo de suas filhas. O collegio ronii-
na na ra Pormosa, sobrado n. 15, aoode a di-
rectora ser encontrada a qualquer hora do dia.
rsula Al"zandriua de Barros.
1ms*Btj aavvsrffvr w*pr^jvoarsrwwasw i^bw/i%
8 Medico. I
a O Or. Rocha Bastos, est residindo ua a
S ra da Cruz u. 11.
^K WkirWJiiWi^a^sT~kWs\W<^p^sT at^rWajBrw *w mTWw W9rm i\
Ama.
Precisa-se de urna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella o. 38.
Na travessa da ua das Cruzes n.
8, pt i incito andar, continuase a tingir
com toda perfeicao para qualquer cor,
e o mais barato possivel.
Consultorio
Medico-cirurgico
DO DOUTOH
HJi) HDSdMflL
3Ra da loria casa do fuudo3
Eziatem medicamentos ho-neopaihicos os mais
bem preparados e do toda a eficacia. serapre re-
oovados, pela multo grande extrarco e procura
que leradedo isso ao MAMM CRDITO
de que guzam em todas as provincias do brasil.
Contina-so a vender celos precos do coslu-
me e achar-se-ha as carteiras especiacs para o
tratamcoto do cholera- raorbus, com os seus com
peteutes folhelos o separadamente os preserva-
tivos em lii.turas e glbulos, conforme qui/eren .
0 creditu de que gozam estes remedios e a
preferencia cora que sao procurados, pela certe-
za de seus etleitos e pela inalterabilidad dos
glbulos, dispetuam de quaeiquer recoma'n-
dacoes.
O quo bom e est provado, levs comsigo as
reconiniendacof s.
Na ra nova do Santa Rila n. 40 se dii
-lUeD 06 dltiKeilU prviniu.
Rnga-se eos senhores |baixo mencionados
que teuham a hondada de dirigir-sa ra de Ca
i^ia n. 55, para tralarem de negocio que nao ig
ora m :
Jos Silvino da Costa.
Joo Valentim Das Vilella.
Manocl Bento AUes de Maccdo.
Manuel Gandido Peroira de Lira.
Jos Antonio Rodrigues Canuto.
M-.no-l da Cruz Martina.
Eduardo Kernurthy.
Joaquira da Silva Neves.
Antonio Francisco de Andrade.
Na ra do Trapiche Novo n. 42, comprara-
se moedas de ooro de qualquer qualidade.
Compra-ae de algoma pessoa que se retire,
urna boa escrava que saiba cozinhar e faier todo
o asis servico de casa : na ra da Cadeia o. 88
oa 40, loja do Martinno.
Compram-ce acedes do novo banco de Per
carabuco ; no escriptorio de Manoel Igoacio de
Olivelra 4 l'ilho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compra-se urna escravioha de 4 8 annos:
na ra da Aurora n. 50.
Compra-se
Umaboa escrava, que nao exceda de
30 annos de idade, e de boa conducta,
e que saiba fazer o servico de casa espe-
cialmente lavar e engommar: na ra
da Aurora primeiro andar do sobrado
n. 46.
Deseja-se comprar dous negros que sejtm
mogos, sadios e de boa figura, e da meama altu-
ra, e proprios para csrregar palanquim : a tratar
na ra larga du Rosario o. 31, segando andar,
confroote ao hotel trova tor.
Compra se um carro do volta in'eira e
que esteja em bom estado e um boi proprio pa-
ra o mesmo : na ra da Cadeia n. 24. primeiro
aodar.
Precisa-se comprar um escravo de nacao,
robusto, sa no, de boni coaturae*, e sem vicios,
para o servico de ama cocheira : a pessoa que o
tiver e quizer vende-lo, dirija-se ao escriptorio
d<> Manoel Goncalvpg da Silva, ra da Cadeia do
Recife n. 39. que achara rom quem tratar.
Vandas.
Moleque peca.
Vendc-sc um moleque de 19 anuos
de idade, rom oflioio dceiupalhador,
ptimo para pagem por ler boa figura:
a tratar nesta lypograpliia.
Gomoia
em sarros multo superior a 2&n arroba, e era li-
bra a 100 r. na ra larga du Rosario n. 50, ta-
berna da esquina.
Wl M
Madre de Dos
n. 42.
Estabeleceu-se nesle arma/.- m um deposito
constan velas.
Attenco.
Vende-se paos de superior qualidade, la-
vrados e por lavrar oa ra das Cruzea o. 32.
Aos tabaquistas.
a 120 e a ItO tis.
(i, limos lengos para rape, quo a venderam a
500 ris pelo diminuto oreco de 120 e 160 rcis :
a etles ora,nw. a. nitda, ant-a quo i ac>-
bero, pois a porgo di-ninuia, se m ^-.-
tarem esta bella occasiao licai.io ?>'m ellM : ni
ra do Qucimado u. 48, luja de Julio & Coo-
rado.
BATATAS.
Vendem-ae em caixas de urna e de duas arro-
bas : ne armazem da ra da Madre de Dos nu-
mero i2. _
Farinha de
de mandioca
O deposito |da melhor farinha de mandioca
oeste mercado no armazem da ra da Madre de
Dos o. 12.
Veode-se nana escrava crioula de idade 25
annoa: quem a pretender dirija-se a ra dos
Gutrsrapes n. 64.
Bazar de caliiugas
e briuquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tama neos.
Neste estabeltcimeoio novo se encoelraro
aempre grande aorlimento de catangas e brin-
quedos de todas as quaudadea e precos para me
nios e meninas, asum como tambera charutos
agito bons e baratos, tanto em caixa como a re-
talbo.
Vende-s a loja de miudezas da rua do Ca-
bug o- 2 B: quem a pretender, dirija-se a mes-
ma rua n. 4, que achara oro quem tratar.
JVguem s fazendas ba-
ratas, antes que se aca-
bcm.
Na loja de fazendas da rua da Madre de
Dos n. 16, defrontc da guarda da
alfande^a.
Madapolo tino a pega 4tf8(K).
Chitas tinas escuras a 160 rs. o covado.
Ditas fraocezas campo bramo a 200 r*
Ditas escuras muito dos 240, 260 e 280
Pegas de ditae rzaa com 32 covados por 60.
Alpaca fina de or a 360 e 400 rs. o covado.
Cortes de seda preloa para rollete a 2}.
Casemira prets, fazenda superior, o corado a
1J800.
Lencos de seda de cores 500 rs. um.
Chales de cassa pintados um 500 rs.
Velbutioa pintada para vestido a 400 rs. co-
vado. E outras mullas fazendas que se vendem
barato para acabar (dinheiro vista) ; de todas
se darn amostras com peohor.
Iojeccao Brow
Remedio infallivel contra as gnor-l
rbeas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica t'ranceza rua da Cru n.
22 Preco Z$- _
GARTOES
h RA 3)0 QUEMABO M.A6
Pflr7hh0ilAND1201lTIMEllTo
%ASEROUPKSf
Sorlimen(o completo de aohrecaaaros de panoo a 259, 28f, 0& e 359, caaacoa malte bees
Uilas a 2^|. 1. 30S *' 358, paletois acasacarioa d panno pretode 16 at XSf, ditos da caoesnra
de cor a ljj, \$ e 2i.J. paietots saceos de panno e casemira de 89 al 149, ditos saceos de alpaca
merino eJ da 49 at69. sobre ce alpaca e merino de 79at 109, calesa prelaa di* caav.'ssira da
89 al 14$, dito le cor ge 79 al 10$, roupas para menino de todos os umai.lms. rande e/fli-
menta de roupas de brin como sejam alcas,palntou e colletes, orltmeotu de colines pretos %
setim, casemira e velludo de 49 a UjJ, attos para cnatmenio a 59 e 69, paletols bra rnos de bra-
mante a 49 "5|, (alcas brancas muito tinas abf. e um gran te sortiaienlo de faiendeadais e aa*-
dernas, completo sedimento de casemiraa inglezait para hornera, men.no e senhors, aerovas de*
linho e Igodo, chapeo* dn anl deaeda, luvas de seda de Jouvin para hornero s*nhora. To-
mos urna grande taprlea de Ifaiale onde recbenles ancommenda* de randes obras, qar para
isso eal sendo administrada por um hbil raeslrp de aamelhaiile arte e um peisoal de n>ii de
cincoenta obreiros eacoibidos, porlanto ejecutamos qualquer obra com promplido o mais barato
do que em oatra qualquer casa.
A 4S000.
DE
AlflEStEM.
o uso de seus bracos e per as, depois dedur cao de urna moca.
A professora particular de ioslruaqo primaria
oa freguezia de S. Jos, Aooa Fausta da Cunha
Peru e Souza faz sciente aos pais de suas alum-
nas e as pessoas que Ino quizerem confiar a eda-
cago de suas lhas, que no dia l." de fevereiro
proteode abrir sua aula oa rua dos Uartyrios n.
1, primeiro andar. Recebe lambem pensionistas
e meias pensionistas, prometiendo empregar lodo
esmero 00 cumprimenlo da ardua miasu de que
se encarrega, lim de promover o adiantsmeuto
de suas alumaas. O eosioo constar, lem do
que exigido pelo regulameuto da ioslru<-cao
publica, de bordados em seda, Isa, mlsaanga e de
todas as mais prendas que consliluem a educa
permanecido longo lempo nos bospitaes.o tos
deviam soffrer a amputac.ao 1 Dellas ha min-
eas quetavendo deixado esses, asylos depada-
timentos, parsse nao submeierem aassaope
rarao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
giimas das taes pessoa na enfusao de seu rece-
nhecimento declara ram estes resultados benafi
eos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afirn la tiva.
iNiiigiiem desesperara do estado desande si
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constaniemenleseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
ciijo resultado seria provar i ncontestavelmente.
Oue ludo cura.
O uuguento lien til, mais particu-
larmente nos seguales casos.
lnflamma?o da|bexig Bousset & C
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras do replis.
Picadura de mosquitos.
Pulraes.
Queimadelas.
Sarna.
Alporcas
Catmbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de caberla.
das costas.
dos membros.
Knfcrmtdades da culis
em eral.
Ditas de anus.
frrupces escorbuticas.|Supurar5es ptridas.
Fstulas no abdomen. Tinba, em qualquer
Frialdade
ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacaes.
Inflammac^o do figado.
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do fig8do.
das articulaces.
Veias torcidas 011
das as pernas.
lia p?ra alugar um terceiro an
dar muito fresco e commodo, na rua do
Encantamento, e urna casa terrea no
becco dos Burgos: a tratar na rua da
Cadeia n. 33, com Joo Kibeiro Lopes.
Precisa-se de urna pessoa para
cobrar dividas miudas nesta cidade,
e que esteja acostumado a este servico,
e d flanea: dirjase a esta typogra
phia.
Cn valho Nogueira & G. sacam
sobre Portugal, e ha de S. Miguel;
rua do Vigario n. 9 primeiro andar,
escriptorio.
Precisa-se fallar com Manoel Lo
pes Rodrigues Guimaraes, na rua da
Cruz n. 5, armazem do Sr. Gustav
. a negocio que o mesmo
nao ignora.
O Sr. Jos Maria Placido de Magalbes faca
favor de se dirigir rua Direita dos Afogados n.
13 a negocio que nao ignora.
Tendo desapparecido no dia 20 do correte
do sobrado da rua da Imperatriz n. 36, aegundo
andar, por ler sido ronbado por um criado de no
me Manoel Cabocolo, de idade de 45 annos, pou-
co mais ou menos, que servia oa mesrua cata
como tal, e que evadise: uro relogio meio
chronomelro de prala dourado n. 11744, e 5080,
rdge-se a todus que ou a quem for cfferettdo por
compra de aporehende lo e levar na mesma casa,
certo de ser recompensado. O mesmo cabocolo
lem servido om differeolea casas, estando lti-
mamente, segundo disse elle, no sobrado que
occopado pelo hotel trovador, no terceiro andar,
serviodoa um estudante.
Chegou para a loja da victoria graoJe aorli-
mento de cascarnllia de toda) as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que ero psrle al-
guins, por iio venhara a loja da victoria os rua
do Queiraado n. 75, junto a loja de cera.
Bolcinbas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcir.h's de borracha o*ra guar-
dar fumo pelo baratissimo preco de IgiOO, 18,
800 rs. cada urna : na loja da victoria na roa ou
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Eafeites para senhora.
Lindos,euteites para cabo; de gostn o roa
moderno que tem spparecido a 5J, 59500 e 69 :
na loja da victoria na rua do (Jueimado u. 75,
junto a loja de cera.
Fivelas para cilo.
Ricas ltela do madreperola para cintos pelo
btrato preco de 1 $600 : na loja da victoria na
rua do Queimado n 75, junto a loja de cera.
Phtisphoroa de segurarla.
Caizinhas com mil e tantos phuaphoros guranga a 160 rs. a caiiinha que s pela segu-
ranza df lies por livrar de incendio sao de graca :
na toja da victoria oa tui do Queimado o. 75,
junio a loja de cera.
Meias baratas.
VISITA
DU
mm si
Carines de visita de r,o-o gOStO
Cartoes de viaila de novo goslo
Cande* de visita de oovo goslo.
Umailiizia por lt>#000.
Urna duiia por 168000
tima doiia por 16(000
Urna dozia por 16$000.
Belritista americano.
Relralisla snn'ii.'aoo
Huir- >..(a aroericaiip
Rtrasta amciicaV-
ftua do Imperador.
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Rua do Imperador.
armazem em progresso
DE
Meias pintadas para hornera a ISO e 160 rs. o
par. ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de la para o fri a 500 rs. o par: na luja
da victoria na rea do Queimado o. 75, juoto a
loja de cera.
no-
Troca-se
.
Vende-se este ungento no estabelecimenlc
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pes
soas encarregadas de sua venda em toda
America do sul, Havanae Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contera
urna insiruecao em portugus para explicar o
nwdo da fazer oso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm,
phattnaoeutieo, na rua do Cruz n. *2, em
Peroambuco.
urna casa de pedra e cal sita em Olinda no largo
do Amparo: com 4 quarlcs, 2 salas, gabinete,
cosiiiha e quintal, avaliala em 8009, por urna
nutra na prac,a, em qualquer localtdade ou mes-
mo por algum sitioziuho em qualquer arrabalde
prximo : trata-se na rua doCabugi n. 3, segun-
do sudar.
Precisa-se de uma|ama para cozinhar e en-
goramar em. casa da pouca familia : a tratar na
ua da Santa Cruz n. 61.
Fugio no dia A.' do correnle a escrava Rosa,
prets, meia amarellada, denles largos, iluas veis*
empoladas no pescoco, lalla maoio, dedos das
mos torios, vestido branco com dous patos as
mangas, e um panoo preto velho : quem a pegar
leve-a i roa do Raogel o, 41, primeiro andar,
que seta jriliQcsdo,
Galanteras do gosto
E' o que pode haver de mais goslo em galan-
teras de viiro e porcelana como sejam jarros,
frasquiohos e arralinhaf, manleigueiras e aasu-
careiros, jsrrinhos para boiueis de cra-o e ou-
tras muitas cnusis : ua loja da victoria na rua
do Qutimado n. 75, junio a loja de cera.
Miudezas baratas
Na loja da victoria ua rua Ao
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes ero carlao a 40 rs KfSPSkts-
Alliuetes francezes cabeca chata a I2U rs. a carta.
Papel com cento e tantos alflneles a 40 rs. o
papel.
Linlias victoria era carcilel com "00 jardas a 60
ra. o carniel.
Ditas de ZOO jardas de Aleander a 900 rs. a du
zia.
itaa de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
cerritel.
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 ra. o
carlao.
Grampos a 40 rs. o mago.
EnQadorea brancos a 60 e 80 rs.
Caiteirinhas com agulhaa francezas a 320 ra.
Trancas brancas do linbo a 100 rs. a pega.
Agnlhas de enflar vestido a 40 r.. cada ama.
E outras muitas miu-ezss que se affianca ven-
der barato para quem comprar victoria aempre
contar: na loja da victoria na rua do Queimado
n. 75, junio a loja de cera.
' Vende-se um moleque com 13
annos de ilude bonita figura : na rua
Jos de Jess Mor eir &C.
Rua estreita do Rosario, esquina da rua
das Larangeiras n. 18.
O* propietarios desle estsbelecimento PsiSo
reaolvidos vender per menos do que em ouira
qualquer parte por ir diversos genero por con-
ta propria : maoleiga ingiera flor a 800 rs. e 720
a libra, dila franceza a 640. em bainl taremos
abairoei.tn. che hysson a 29800 e 99400 a libra,
queijos du uliio.0 vapor s 3 e 2#800, arroz a 100
rs. a libra, gomma amito boa a 100 rs. a libra,
rnassa de tomate a 800 rs-, em porcao (aremos
btrimento, em ratas de urna libra, marmelada
do oielhor latineante de l,ibna a 800 rs. a libra,
viuhi. muito superior, l-'igut-ira, a 560, 500 e 400
rs. agarrafa, aeseodoas a 330 a libra, milbo al-
piata a 160 rs. a libra, aletria, macarro, e mais
massaa a 400 rs a libra. Alero .lestes geoern*
oalros muitos tendeles a molhados que os pro-
prietarios e respoosabilisam pela boa qualidade.
V 43 llu do Aiiioiiiu N.43.
Ceblas a 600 rs. oeeolu.
Pao di Senteio
Cuolina haver o pao de Seulcio na i-adaria em
Santo Amaro atroz da fundicio do Sr. Star, e oas
egointes rasas n<> Reiif-., praga do cbafariz, rua
do R. uro, taberna \7, rua da Imperalriz, ta-
berna n 2 ; em Oiindn nos Quatro Caoto, de-
iH"iin de assucar delronte da bolira, casa aroa-
rells, nos dfaa de quarlas e sabbados de cada se-
oana.
No armazem do Anne, defroote da allandega,
vendem s-s canas com ceblas novas.
Vende-se o hiale Jaguaribe, novo, de pri
meira virgem, a dinheiro, a prazo, a troro de
scravos ou proprtedades, o qual arha-se defron-
ie do caes dn Ramos : a tratar na rua do Crespo
oumoro 14, loja.
Aos porluguezes.
Acaba de chegar rua do noeimado, loja de
miudezas n. 51, o retratos da familia rea1, por-
tuguesa. A occasiao opporluna para os portu-
gueses amantes da rnouarrhia ornarem suas salas
com os quadros de to illustres principes. Sao
poucos e o prero dimiuulissirao em relagao a
eitima qoe geralrreiile fe tributa aos augustos
descendentes da tinada rainba de Portugal a Se-
nhora D. Maria II.
Kammm mmm mmmm
No sobrado amarello uosjj
4 cantos da rua do Quei-1
m^do u. 31, loja de Au- g
io de Moura Rojiu,
u vende-se :
K CasniMs de meia de l pura e fioas a '29,
K -29500 e 39-
!c Set'Hil-.sde meia de l pura linas a 29,
9 2500 e 3$. II
! 1'apctea grande para forro de salas e ,
K quortos a l>r. jS
76 Alcatifa em ce?* o covado a 500 rs
jt Toalbas de linho pardas para ruaos e j|
roslo a 19- W
norzeg-jinir urgir., do uperior qualida-
de a 109
Ditos dilos gaspeaJos a 71.
__ Vende se por bar>.ti''simo prego una arma-
gao com bako, tuo de arournlU, e em muito
peifeilo estado, sendo toda invridacada : para
ver-se na rua das Laraugoiras n. 30, a tratar rio I
prirreiro andar da casa n 13. da rua da Cadeia i
Jo Recife, com Francisco da Rocha l'assos Linr.
^Veutiem-se burros gordos^
tal e mansos
no armazem de Andr de Abreu ^
' Porto confronte ao arsenal de 9
W. marinha, tarobt-m se vendem
' cascos escolliidos que servem 0
^ tanto para agurdente como
^1 para mil: para tratarse no {&
$ escriptorio de Scott WdOn & ^
:j$ C., rua do Tiaptcbe n. 4. 0
Cera de carnauba
Prirneira qualidade e precos rommodM : so
largo da Assembla o. 13, armazem da Aniaaea
(iuimares & C.
Opiata iogleza
para dentes.
de ail
Para eugommado.
Ven lera-se frasquiohos rom escencia de ail
coasa excelleote para engommado porque urna
gota della A bastante para dar cor em urna baca
d gomma tendo de mais a oais a preciosidade oe
nao manchar a roupa como muitas vetes acon-
tece com o p de ail Cusa cada frasquinho
500 rs : na rua do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Est finalmente remediada a falta qne M sen-
ta dessa apreeiavel opiata ii glera tao provrilv-
sa e necessaria par* os dente.*, issn purqup a lo-
ja d'aguia branca aesba 4e rec^e-la >-
rommenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
caixa ; quero quizer conservar nos d>ule* per-
feitos prevenir-se mandando- a comprar aa
dita loja d'agnia branca, rua do Ouaimad* *. 19.
Vende-se o grande sitio denominado Cata-
na, silo ua freguezia da Varzea, de rooilo boaa
ierras, que tudo qaanlo se planta 44 aaaa raaaie)
quamdsde, com um casa de taipa j roberta,
urna dita de fazer firinha, grande quanlidaate
ps de cafezeiros, coro diveraea pea de frurlsira.
eomo seja laraogeiras, coqae'ru*, lc eir.; a
lambem veodem-se dua vacas que dio baataa-
te leite, urna dellas rom a cra jS graiKte, asa
burro nsum : a tratar na rua de Sebo a. W.
Machinas anicricanas.
Ero casa de N. 0. Rieber & C, sniresrott,
na da Cruz n. 4. vendem se :
Mariana* para regsr hoiiaa e capia*.
Hilas para desrarucar niilbo.
Ditas para corlar castro.
Selinr com perloucns a 109 e^ttf.
01.ras de metal principe prateadaa.
Alcairo da Snecia.
Vernit de alcalrao pera i.aies.
Salsa parriza de nn- -r-itioaTe I* Para.
v...tn, Aerez de 186 ero caixaa de I dazis.
Cognac ero caixas del amia.
Arados e grades.
I Urilhanles.
Carrosas pequeas.
Delicadas escovas
cabos de marm e madre-
perola para I impar
dentes.
Na vprdadeuma escora para limpar j entra
sempre oeceaaria em qualquer louca-lor. e cero
?specialidade 00 da senbora que prea o asate,
e para que elle aeje j erfeiio n asilar r. rearar
i'via dessas escoras de rah-j 4 asarfiro an ba-
1 -epcrol que custaro 29 39 re., na li.ja d'agaia
branca, oa rua rua do Queimado p. 19.
Vcude-se
-..r-'a-i iinlrr
!!tu^tf^arax!at?lgttt3 flUrStw^lf fflf ;tf
*% aWaWw FaWW WBvW W!W WrWWTIS*^ V^rVaTSVaVaVv *fVrWafV*J
5 Loja amarella. g
Rua da C ideia conrpnte ao becco
J Ricas capaspretas comprldas, Dante- jf
leles modernos de aeda e tilo. a*
Vestidos bordados de cambriia, duas X
{ atias, patos e bahadinhos.
Vestidos de seda cores escolhidaa e de aa*
phanlasia. O
S-daa de quadrinhoa, groadenaples e I
moreuntique.
Manguitos e eolias bordadas com per-
feieao.
Casias decores, chitas Boas, tarlatans, u
fil etc. ____________________
Para, as no i vas.
Vestidos de blonde com saia de setim
manta, eap||a. Indos os peitences.
Novidade.
Chapona de palha lino, leques,
gitos, penles, espartlhos, chales
reJouda, perfumera etc.
mao-
ponta
|Loja das 6 por-|
i tas era frente do Li-
vrameuto.
Roupa fcita muito barata. 4*
* Paletols de panno fino sobrecasacos, ^
> ditos de casemira de cor defusiao.diio (m
k de brim de cores e branroa, ditos de
J ganga,calras de casemira prelas e de 1
IIJB core, de brlro branco e de corra, degap- (p
Z ga, camisa com peito de linho muito a
i S floas, ditas de algodao, chapeos de sol j
' de alpaca a 49 ceda um. SJp
Veudeui:se os engeuhos
Ilha do Morgado, sito a mar
gem do Pjrapuna, e Po-S.iu-
gue sito a mnrgem do Seri-
uhem,cora safras, escravos,
boiada, e mais perteuces ; re-
cebem-se em conta predios
azeitede dend ou palma, 4'to serve para luzes e machinas, ni barato 4 qoe
em qualquer unir parle; oa roa 4o Vigario o.
19, primeiro andar.
Simo de ftautua,
nhra completa, niiiilamente isnoteava, iypo frrm-
de inteliegiiel, papel claro, frmalo itcoaaai-
flado o oais possivel. iicadei nado coa e*i 99-
cadernagao, rqm seu rotulo dourado, e prlo >-
tigo prtco de 19 cada voiuu.e : M roa 4o Isa-
pertdor n. 15.
Urna loja de fazendas.
Para pagamento des credoree vetdo-an a laja
de fazendas da roa do Caboga n. 8. cuj raa j
a um ono se est tratando de ana iiqoi4ecM
para o referido fim. Offerece graodo vablagcso a
lucra se queira eslsbflecer : IraU-s* oa metar-a
loja, ou com os Sr'. Fem ira tV Araujo, laa alo
Gadeia do Recite.
fauno de aigotlao da
Babia.
Vende-so rro ecrlptorio de Antonio Loto 4o
Oliveira Atevcdo 4. C, rua da Cruz n. 1.
da Imperatriz n. 3o, loja de fazendas.
Attenco
Vende-se roo barcada nova com apparelho ou
aemelle, de lolacfto de 25 caixas, e construida
com as melhores madeirae quem pretender di-
rija -so lia d, 9, armazem.
Roupa etta.
E' esse estabelecimento o especial em
roupa feita j em preco como oa quali-
dade, paluols, caigas, colletes, sobreca-
caa, aobretudn, capa de borraeh ote.
Calcado.
Botinas de Helia muito frescas a 119 :
na rua da Cadeia o. 23, de liurgel &
Perdigao.
Chapeos de castor.
Vendem se chapeos de rator de primeiro qua-
lidade a 89, fue j so venderam a 169, para
acabar : na ru 4a Imperalriz, loja n. 90, 4o
Do re,
A boa fama
vende fivelas para cinloa o asis boas dooraoo ojow
possivel e dos mais liadosgosloc qoo tea via>4o
a este mercado, pelo baratiaaioio prer,o m 3|l9
rada ama, carteiras com agolbea aa asis tws>
aorlidas que se pode desejar, e esa qaaalt. a ano-
] lidade nao pode havar nada elbor, beista
prego de 500 ra. cada cailetr, peoossoo ac es-
na cidade, ou seus rrebaldes 1 Jj;fi,;l;^'
e os pretendetites podem en-
tender-se com o proprietario
dos mesmos engenhrs, de-
serobargador Al\aro Barbalho
Ucba Cavalcauti,
ditas de lenca verdaderas o. IM a
cada groia, ditas muito boas anda abo
das a 500 rs. a grozi : aa roa 4o bom coohecida loja 4e miadezasda boa
mero 35.
Esponjas flaas
para o rosto.
Veode-se mal floas esponias para talo, a
cada urna : na rua do Queimado, loja d'aguia Pitar n. 31. Na
branca n. 16, I sobro peohor o b
II FflVFL
Cerveja.
K'abb Thom & C. Tendero oo aro
ni roa do Trapiche o. 17, rf*js
mada e bem innhiiils> oan a
ta do e*e*41eot* qaalia1
fas e meias garrafal
Vende-se al
-------
___________ __^r


inBnojBp ru 'k'Apollo
flde-ie gSo de hoje em diante
30500, e meia arroba 2j$000,
e a libra a 160 res: tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo*
go que $eja diariamente, at que se
acabe o gelo.
45 Ra Diri
-45
Aja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol da alpaca a b%.
Duzia de meias crias para homem a
19200 e o par a 1X0 rs., ditas brancas
muito finas a 23500 a duzia, longos de
cassa com burrs decorosa 120 rs. cada
um, ditos brancosa 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3$, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados uos a 5} e 65, tarlatana
branca e de cores muito fina com Tara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de licho liso a 640 rs. a vara, pe-
gas de cambraia lisa fina a 3$, cassas
decores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. o
covado,calcinhas para menina de escola
a lf o par, gravatinhas de trana a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um dusia 25, pegas decambraia de sal-
pico muito tina a 33500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o ovado, a loja est
abortadas t horas da uanhaas 9 da
noite.
iota
Ougam!.. Ougam!.'.
O traste indispensavel ao homem civilisado
sem contradicho o sapato I E' elle tao necessa-
rlo como o pao ao estomago. Tolerase um
chapeo jaca ; urna casaca de ajustar taboado ;
um vestido desbotado; mas o sapato acslcanha-
do e rodo, a botina sem lustre e j descosida
urna indecencia, um insulto ao orgao viaualde
um christao. E' por to graves conaideracoes
que o proprietario deste estabeleclmenlo.
acabando de receber um magnifico sortimento,
rogs aos seus freguezes se apressem em renovar
o calgado velho visto estar-mos na festa ;
vejam;
Homem.
M1LIES (chagreprlvilegiado) frescos co-
mo a agua do Prata. .... 149000
BORZEGUINSiinteiricos (Roctblld) t 950O
diversos fabricantes. 89OOO
lustre pecbincha. 55500
Sapaldes de Nantes, vaqueta de lastre
btteria. ..,...,.
Ditos Nantes bateria. .
Grande
IPUMifflA
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bera feita, pelo baratissimo prego de
209 i na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vendem-se oilo vsccas paridas de novo e
boas de leite ; no engenho Junqueira, comarca
do Cabo.
g

inglezes. i a
Nantes meninos. *. |
lustre (sola e vira. $ .
> (urna sola). .
de traoga'portugoeza. ;
franceza. g ;
Senhoras.
BOTINASJgaspa alta e lago inglezes de
daragao iocalculavel. .
francezas (lago}. ... 1 1
sem lago. 1 t | .
gaspa baiza..... |
outros (32,33 e 34). t .
de menina (Joly). t l
Sapatos (Joly) com salto.
( > ) sem salto. < .
tapete........ ,
lustre (32, 33, 3 I).....
econmicos para casa. .
Alem disso um variado abuodante
69000
59500
59OOO
4500
39500
59200
8J000
28000
19500
6S0OO
5S5O0
5g0O0
4$800
4g50O
49500
392OO
2SO0O
800
800
500
sorli-
DIAWO DE PERNAMBOO & SEGUNDA F&UU 27 DE JARULU) DB 1881
A8tf00.
Chapeos de palhinha fina snfestl
ninas ; na roa do Crespo d. 10.
^ Aos taBaquita. l\M
VBn8e-se superiores leng tagSo dos de linho, multo ptprios para os taba-
quistas por seren de cores escuras e fizas, pelo
baratissimo prego de 5 e f| a duzia ; nafras do
Queimado n, IB, na bem conhecida laja da boa f.
Fil liso e tarlatana.
Vende-*e superior fito liso e tarlatana branca
e de cores, pelo baratissimo prego de 800 rs. a
vara ; na bem coohecida loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mais
moderos que ha, prelos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 69500 : na loja da boa f,
na roa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas ds lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o corado ; ne
ra do Queimado n. 22, oa bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato prego de 700
rs. a vara : na loja da boa f. na ra do Queima-
do n. 22.
Cain\>raW Usa,
Yende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5$ a pega com 8 1|2
varas, dita tapada muito superior, pega de 10
varas a 6f : na ra do Qaeimado n; 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoa\\ia IMsUift
Cera de carnauba de pri- Vende-se farinha
ment de tudo o qae necessario a sapateiro pa
ra executar Qualquer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padroes a 320 rs. o covado, fa-
zeoda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, venham por ellas, antes que se aca-
ben) ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
AMAZEM PROGRESSO
Vende-se superior bramante deparo linho com
duas varas de largura a 29400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de paro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara: na bem
conhecida loja da boa f,na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes le ealcju
Vendem-se cortes de caiga de meia tasemira
de cores escaras a 25 cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouqucls,
Dourados com cabos dema-
drep erla.
Chegaram opportuoamente para a loja d'sguia
branca os bonitos port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, ficando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casamentos e bailes qae se contam nesses
diaa, por isso as pessoas qae por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro a loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade,
Caideeiros econmicos
a saz>
e gsz hydrogenio de primeira e seganda qusli-
dade : na ra Nova n. 20 e 24 loja do Vianna.
Vendem-se toneletes, pipas e barris que to-
ra de azeite, arqueados de ferro, tambem se
vendem canoas proprlas para se abrir, travs de
louro de 35 palmos a 40, travs de 50, madeira
de fundo, praochoes de sicopira de 30 palmos de
comprido at 60, pranches de oilicica, urna car-
roca nova para cavallo, um carro de 4 rodas para
bol. urna carroga e um boi: na ra nova de San-
ta Rita n. 11 defroote da cacimba da ribeira da
freguezia de S. Jos.
Ra do Queimado n. 19.
Santos Coelho tem para
vender o seguinte :
Esleirs da India de 4. 5 e6 palmos de largo
propnas para forrar camas e salas.
Longoes de bramante largos a 39 cada um<
Loberas de chita a cbineza a 1S800.
Lengoes de panno de linho fino a 2.
Toalhas adamascadas de linho para mesa a 49.
unta franceza com defeito de avaria a 160 rs.
o covado.
Toalhas de fusto para mos a 500 rs. cada
urna.
Colchas de fusto adamascado grandes a 61,
Cambraias de cores a 160 o covado.
28000 ricament0 borad" o de traspasso a
Vendem-se duas casas assobradadas feitas
de pedra e cal, sitas na ra Nova da villa do Ca-
bo ; sao muito frescas, tem muito bons commo-
dos para familia, tem estribara e latrina fra. o
tambem entrada pelo quintal : quem as preten-
der pode dingtr-se ao Sr. Sebastiao Antonio do
Reg, na mesma villa, e como tem-se desejo do
as vender, por isso o prego ser commodo.
Vende-se um escravo de nacao, idade de
50 aonos, pouco mais ou menos: a tratar na ra
da Cruz n. 30, terceiro andar.
Francisco Eernandes Duarte
largo da Penia
Afianca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
namieiga lUgleZa a mals SUperior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
abatimento.
Manteiga franceza. maU n0Ta. 600 r8i> em bacril( e 640 r8> a libra<
Quecos Aoreimohegaao,nwte mm.OYtp0iporaiooai
V t ^ S Olannos de superior qualidade e muito frescaesa 800 inleiro, em libra
a 19000.
29000 rs. a libra: '
Premnto jara ambre muit0 n0T08.500 .. Jibfa,
U UIO ao reino da me o melhor petiscu H, P Tonemno do reino 3W M.,Ubti,, artoba ,9mo
Cnonr^aS e paOS chegdos neste ultimo navio, a 720 rs. a libra.
Banna de norco retinada. 480 em Wt com 10 libral> por ^ rg. e
se for em barril a 440 rs. a libra. ^^
aliar melada imperial d0 a{amad0 Abren e de ontros mit0i {abricanleg de Lilboa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por I96OO afianca-se a boa qualidade.
maaea ne toMateem lal de uma ibra por 900 ni
Amendoase coneitos^^ltda2 libras contend diIeronte> lidade
muito proprio para mimo, a 29OOO.
Uii?\'tinas iranCCZaS e p0rtuguezas em lotos de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
Xletria, maearrao e taiuarim.400rs..libra o mMi.*9i
ni OieS mul0 n07af a 100 rs. a libra, e 49000 rs. a libra.
raiicez em cart5es min0 enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
? inglesa a mou superior que ha a lgOOO rs. a garrafa e em caita se ar
abalimento.
Genenra de Hollanda a ^ a fralqtteira, e w 0 fraiC0.
W tnnOS engarraiadOS lagrimasdo Douro a 1960O rs. a garrafa, Porto fino, Fei-
tuna, Duque do Porto, a 19200 em caixa se far abatimento.
I U OraenAlX dM ^ acreditadas marcas a 19 a garrafa e em caixa a 99 a duzia.
I. S*" de diferentes marcas a 169 a duzia e a lg300 g garrafa, afflanca-se a boa
qualidade.
Verdadeira serve ja eabrinlta e de oatra8 muilas narCM. 0 a dBIa, e
a 500 rs. a garrafa,
W inUO en pina port0f LUboa o Pigaeira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
Espermsete ,Bpetlor a 740 rs. em caixa, e 760 rs. a libra*
Batatas novas om gig0, de umaarroba a i9i
VjIlOCOlate os ma superiores, hespanhol a lgaoo, raoeez a 1J, portaguez a 800 rs. a libra
K IgOS na CU\maare muito noros, em caixas de 8 libras por I500, o em libra a
o'*i rs.
txOmma de ngommar, muito alva a 100 rs. a libra.
mendoas de caica mole a m u a Ubrat
iVzeite dOee refinado a 800 rs. a garrafa e em caixa a 9#.
Palitos de denles 1Hd0S com perfafiao a m 0 Bifi0,
Costeletas ingleas proprias para flambre. m r3. a ,..
llOiaXinna inglesa a mais n0Ta d0 mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.:
ivmeixas iraneezas em fCMCOi muit0 ricos com 4 j 2 libral g^ ditM por.
tuguezasa480rs.alibra.
*" &JOIO paca Umpar facas a 200 rs. cada um, em porcao se far abatimento.
erejas em fragcos d j e ll2 ibra mu,t0 no?a8 a goQ rg
, A^ iQlependente dos gneros annunciados encontrar o respeitavel publico grande sorlimeu'
to de gneros, tudo de superior qualidade.
Entre-meios bordados em
cambraia transparente.
Na loja da agoia branca vende- eniremeioa
bordados em fina cambraia transpweSu i* *
peca de raras, pre;o esta porque^ s Se .cha em
dita loja da aguia branca ra o Queimado n! if
Adverte-se que de cada padro tem bastantes
pecas para reslldos; hbw
Poassa da Rossia.
Vende-se encasa de N. O. Beber &
.* tuccettores na d gru aa 4 ,
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim branco
de puro linho, pelo baratissimo preeo de5|: ns
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
daboaf.
meira qualidade.
Vende-se em porcBo e a retalho de uma sacca
para cima, e por commodo preco : na ra da Ma-
dre de Dos confronte abolica n. 30.
Leite virginal
infallhel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal j bemeonhecido como reme-
dio infallivel para sardas e pannos, vende-se a
2| rs. o frasco na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Vende-se uma casa terrea de taipa, lendo
um oitao de pedra e cal, quintal com arvoredos
oe fruclo e cacimba, chao proprio, sita na Capun-
ga velna, travesa das Crioulas n. 15, a qual ren-
umeroT *** '' Utl" n" ru" d" Trinhelr"
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas.
bem se pode duer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Piver,
Coudray e Societ Hygienique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer proer-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oamprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O.Bieber
4 C. successores ru da Cruz
de mandioca de superior qualidade em
saceos, por preco muito commodos:
nos armazens de Antunes Gumaraes di
C. confronte ao trapiche de algodo.
Na ra do Imperador sobrado n. SI, eiite
para vender-sa por preciaao um moleque 4* ida-
de 19 annos, crioulo, sem vicios nem ackaquM:
quem o pretender dirija-se ao mesao sobrado
que ahi achara com quem tratar.
Vende-se um bom reiogio de ouro, patele
suisso, e um trancelim de ouro de mullo geste ;
na traTessa de S. Pedro n. 8.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beiriz, ra dos Pires n. 42, vende-se a BsaU
acreditada bolachinha igual a iogleza, dita de
araruta, todo o trabalho nesta casa bem costo
pao e bolacha feito das melhores fariohas e
trabalhado com o maicr ssseio posslvel, farinha
a melhor do mercado a 180jrs. a libra.
LUCIA
Lindeza.
midi LOW-MOOi
Ra daSenzalla Nava i42.
Hasta sstabalecimanto contina a kaver am
omplelosortimanto damoenda semeias sasm
dasparaangenho,aiaehinas de vapor elaus
te ferro batido a coado,de todos ostamanaaa
para dito,
Soehall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito deraie-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; comida, portaoto, s pessoas que qaizeraa
possuir um bom reiogio de ouro oe prata de ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveiUr-se da ee-
portunldade sem perda de lempo, para vir eesa-
pra-los por commodo prejo no eea eetrleisrte
ra do Trapiche n. 18.
Taixas.
numero 4.
Vendom-secarros americanos mui elegantes Ma,ior reduccao no* preqo* para acabar.
m-ae en- Vendem-se no armazem de Braga So 4 C-
Vende-se fazenda denominada liodeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Atiendo
.----------..^ uicimuu mu elegantes
leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rogaapara conduccao de assecaretc.
Vende-se
farinha de mandioca de superior qualidado mui-
to nova, e em tudo aaradavel, em percoes gran-
des e pequeas a vontade dos compradores e pre-
Vn^. eos muito mdicos: abordo do brisue Mirimn
Vendem-se caixoes vasiOS proprios ancorado defronte do caes do arsenal de Ser"
parabahule.t'OS.fumleirosetc. a 1^280: Vende-se o engenho Santa Luzia. silo na*
quem pretender diri|a-se a esta tipo- fre8ue*ia de S. Lourenco da Malta, ou a dinheiro
graphia, que ahi se dir' ciucm ostemt 5" l-""8e po/ C,M,8 T1" pra?a: Sara vender ^ er d,rHlja_8e f-rua^e,H?rias D- 7' sde s 10
[jcji d venuer. i horas da maohaa al s 4 da tarde.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
5#; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f'
lOloOO.
E' na ra do Queimado n. 39 loja de quatro
portas que se vende os melhores chapeos de se-
da de formas mais modernas e bom gosto.
RuadaSenzalaNovan.42
Vende-se em casada S.P.Jonhston 4C,
allinse silh5esagiezes,carideeirose casticis
bromeados,lonas agieses, fio davala,chicou
paracarros, omoitiaria,arreispara earroda
um ejous cvalos reiogio ida ouro patenta
nglex.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'aco refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellas basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers de C, cusa cada estojo de duas na-
valhas 89000: naruado Queimado, loja d'aguia
branca, n. 16.
Noves enfeites e cintos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-se recentemente
provida deum bello e variado sortimento de en-
feites de diferentes qualidades e gostos, os mais
lindos que possivel encontrar-se ; assim como
est igualmente bem sorttda de bonitos cintos
dourados e praleados, sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de pontas cabidas,
tendo de tudo muito para satisfazer o bom gosto
do comprador, que munido de dinheiro nao dei-
zar de comprar: na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n, 16,
Flores finas,
A' loja d'aguia branca acaba de despachar um
bello sortimento de flores finas e delicadas pro-
prias para enfeites de cabera e vestidos para ca-
samentos e bailes; quem as vir sem duvida se
alegrar de achar flores to perfeltas e delicadas:
isso na ra do Queimado loja d'aguia branca
n, 16.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a t$ cada uma : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Vendem-se pennas de ema ; na ra do
Queimado n. 14.
Sebo do Porto
Em caxinhas de uma e deas arrobas, fazenda
superior e preco commodo: no largo da assem-
bla n. 15, armazem de Autunes Guimaraei &
C,
Attenco,
Vende-se um ptimo piano de mesa, proprio
para aprender, por preco to barato que vista
nao se deixar de comprar ; na ra Augusta nu-
mero 90,
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mei bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aosbaratissiraosprecos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 1*000 isso
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luyas de pellica pretas.
Vendem-ae aa luvaa prelaa de pellica com pe-
queo toque de mofo por preco baratissimo ; na
loja d'aguia de ouro, ra do Gabug n. 1 B,
Venda.
Vende-se um escravo de bonita figura, crioulo,
bem excellente carreiro; quem o pretender,
dirija-se a loja do Pasaeio n. 11,
na ra da Moeda, taixas de ferro ciado do n
acreditado fabricante Edwin Haw a 100 rs. por
libra, aa mesmas qae se vendiam por 120 rs.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dous gneros no bem costee-
cido e acreditado deposito da ra 4a Cadeia do
Recite n. 12, por menos preco do que ese ostra
qualquer parte, aflancaodo-se a boa qualidade.
A cal chegou a quatro diaa pelo brigee aSoto-
rano<, e a potassa legitima da Ruada, chtgaea
pelos ltimos navios de Hamburgo.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na taja da
boa f.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
* #
DE
dem fransSi ^aclmenteescollhidaa 800 e 1*000, eem barril ter abatimento.
Queijos flamengos chegados ^ ullim0 vapor a 3J000f
UueiJOS iUndnnOS omelhor que ha neste genero por serem muito frescos a l20O a libra.
gueiJO pratO o melhor qua se pode desejar a 1&200 a libra e lftlOO o inteiro.
Lna nysson e pretO o melhor do mercado de 19700 a 2880 a libra.
Vnho 1Z !I "gU6ZeS vindosd<>Poode casa particular, 560 rs. por libra einteiro 460 rs.
^moolmol .2^-SLT*^ secM **"* vemo,setco..fc..e^
Vinhn Rn A "oarr,ia d*000 a duzia.
Vinho PmrrTenaaUX de.SUperOr 1ualidada diffrentes ma 800 e 10 a garrafa e de 8#500 a 10*000 a duiia,
v muo em pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 30800 a 4800 a caada.
Marmeada imperial a escolher de todos os fabricantes de Lisboa premiada as expos.cSes universaes de Londres Para a
800 rs. a lata, de uma libra e a 10700 as de duas libras.
1Z CgoldaCe3ToC0 dcaadamum.d0lCCda ^ EUrPa' ^ prpr qUe hl pSra mim> ^ m'm rCan,ent *"*+ "
rigOS em CaXinhaS de 4 libra muito frescos e gramdes a 2*0*00.
Peras secca em caixlnha de 4 libras chegadas neste ultimo vapor a 3#500 e 10200 a libra, afianca-se ser o melhor que pode naves
ausiwT
Os borros e cav allos existentes no armazem
doSr. Andr de Abr eu Porto, deronte do arse*' .ij-o iv m ^^=. m- ...
nal de marinhavendem-se vontadae esco-l Vende-se a loja de mludetas da ra do Ca- j ..
Iba dos compradores: na ra do Trapiche u, 4 bug n. 2B ; quem a pretender dirija-se a mes- Aiem
,____, Iniaittaaj^quiaehMicooqusiatraHi 'Swjuffpan
"- "" mpraaor
proeixo aadW|
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 libras por 40000 e 10000 por libra:
PaSSaS em caixinhas de oilo libras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, e em caixa de uma arroba a 00500.
Latas COm fmetas todas as qualidades que ha em Portugal da 700 a 1|000 a lata.
CorinthiaS em frascos de 1 1(2 a 2 libras de 1|600 a 20200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes oque ha da mais proprio para mimos, do 40000 a 50000 n;
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, o muito novas a 10450. o grandes de i a 8 libras de 20500 a 40500.
Conservas nglezaS francezas e portnguezis de 600 a 800 ris o frasco.
ErVhaS francezas e portuguesas a 720 rs. a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
Massas talharlm, maearrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs.' a libra
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra em porgo ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novase grandes viadas pela primeira vez ao nosso mercado a 3500 a ancoreta,
Cnampanhe dis marcas mais acreditadas de 15J a 20*000 res o gigo de 1*500 a 2 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a560 rs. a garrafa de 5 e60000a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 10000 a garrafa e a 100000 a duzia 7,
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco a 60500 a frasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol efrancez de 10 s 1*200 libra
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. a garrafa e 10850 a caada,
Espermacete Superior sem avaria a 740 rs. em caixa e a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 2*700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Maranho
Alpista 6 painco o mais limpo qne ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2*560 a caada.
Massa de tomate em latas de uma libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a primeira vez a nosse mercado, de 10 a lata.'
Araruta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 160 rs: a libra da gomma.
T0UCnh0 de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 100000.
Batatas em gigoscom uma arroba, as melhores que ha no mercado a 1*800 o gigo.
LentllbaS francezas, as melhores emais saborosas de todos os legumes a 500 rs. a libra,
iNozeS as melhores e mais novas por tarara chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
PalitOS HxadOS para dantas a 200 e 160 rs. o majo com 20 massinhos e flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito novas a 440 rs. a lata.
Velas de Carnauba ecomposi(So de superior qualidade a 400 rs. alibra e a 12*500 a arroba;
Bolachinha ingleza ingleza a mais nova do mercado a 40 a barriea e 320 n. a libra.
A lem dos gneros annunciados acoutrar o publico ludo qua procurar tandean molhados, e por minoa des por m m
lerD&rta, -----.....---------k.__M83si .. .-......-------------.*-.. r-
WQH
J
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i\ /r-i


DIARIO DE MRtlAMBCCO SEGONDA^FBiaA 27 DE JAHHRO DE 1862
f.
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca te aeha um bello sorti-
mento da ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como de aeu costante esti Ten-
deado baratamente 1*200 a peca de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padrio, para
venidos ; e qiiem tiver dtnheiro approreitar a
occssiao, e mandadlos comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16. '
Agolhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o boro, mandn vir, acabam de chegar
aqui (pela primeira ves) as superiores agulhas
imperiaes, coro o fondo dourado e mui bem fi-
tas, sendo psra aUaialta e coslureiras, e costa
cada papel 160 ra. A sgulha assim boa anima
e adlanta a quem cose com elle, e em regra sao
maia baratas do que asoutras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigoe de gosto, e proprios
para eofeites de vestidos de noivsa ou convida-
das, sendo bicos de blood de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilbose sem elles, cascarrilhaa braocas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas espolias bran-
cas, bonttoa eofeites de flores e cachos soltos, lu-
vaa de pellica enfeiladas primorosamente, rsui
bonitas e boas fitas de chamelote, e emfim mui-
tos outroa objectoa que a pedido do comprador
serao patentes, ei^wtr^do dinheiro nio se dei-
xar de negociar: na loja d'aguia branca, roa
do Queimado n. 16. '
Tiras
hordadas em ambos os
lados.
Vendem-ae tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
tir a meio, pira saaa e outras muitas cousas,
custa cada lira 19200: na rea do Queimado, loja
oaguia branca n. 16.
Potassa americana.
Veode-se potassa americana muito nova de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Gorpo San-
" CHAPEOS A UR1BALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha & Silva.
Os msis modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palioha e feliro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato pre;o de 10 e IX}.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
mais finissimo brim trancado decores, mnitopro-
prios pan os bailes, festsse passeios campestres,
pelo diminuto prego de 10J.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para aenhora, pelo baratis-
simo yeco de 89, chapeos de seda e de merino,
bem enfeitados, para meninos e baptissdo a 6 e
79, ditos de pslha e seda psra aenhora a 10$, di-
tos de seda de cores, cepa baixa, para homem a
G, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
prego de I96OO, chapeos de castor baanco sem
pello, booitas formas a 12$, bonets francezea de
panno para meninos a 29500e39.
Guardara pos e toalhas.
Duzia de gaardanapoa para mess a 2$ e 29400,
toalhas para mesa de Ii4, Ii2 e 2 varas a I9OO,
19500 e 29. *^'
Vestuarios para meninos,
de fusto, enfeitados, a 89, bales para senhora
a 39500, bonitos vestidos de ptiauteaia pelo bara-
to prego de 12f, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 2J20 a vara, mantas
de fil branco, manteletes, lequea de diversas
3vialidades, gollinbas, manguitos, sedas de qua-
rinhos, e outras mullas fazendas que ae ven-
den) por barato prego na referida loja cima.
KananWN9IH9H M99KWMM
Acaba de
chegar 1
novo armazem
DB
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado aortimento de'
roupasteitaa, calgadoa e fazeodas e todos
estes se vendem por pregos multo modi-
ficados como de seu costme,assim como
sejam aobrecasacos de superiores pannos
e casacoa feitos pelos ltimos figuriooa
269. *89, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannoa prete a 16$, 18$, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor msela do e de
novos padrea a 14, 16$, 189, 209 e 249,
ditos saceos das mesmaa eaaemiras de co-
res a 99,109,1^9 a 149. ditos pretos pe-
lo dimiouto prego de 89,109, e 12$, ditos |
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditoa de merino de cordato a 129, ditos
de merino chinea de apurado gosto a 159,
ditoa de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditoa saceos pretos a 49, ditos de palba de
seda fazeoda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de corea a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditaa de brim de cores
finasa2$500, 39, 89500 e a 4$, ditaa de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 i
69, ditaa de brim lona a 59 e a 6$, eoliotes
de gorgoreo preto ede cores a 5$ e a 61,
ditos de casemira de sor e pretoa a 4$500
a a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 31 e a 8500,ditoa de brim lona a 4$,
ditoa de merino para luto a 49 e a 49500,
caiga* de merino para luto a 4$500 e a 5$,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanoos : caigas de casemira
prefa ed* cor a 5$, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2$, 39 e a 89500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de sor a 69 a 7$, ditos de alpaca atSf,
aobrecasacos de panno preto a 129 a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas psra meninos de todos os tamanhos,
metes ricos vestidos de cambraia feitos
Cara menlnaa de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 59 e a 69, ditos da
brim a 89, ditos de cambraia ricamente
bordadoa para baptisados.e muitas outras
fazendas erompasfeitas que deixam de
aer mencionadas pela sua grande qaanti-
dade; assim como recebe-setoda e qual-
quer encommenda de roupas para ae
mandar msauracturar e que para eate fim
tamos m completo sortimento de fazen-
das de gosto e ama grande oficina de al- ;
faiata dirigida poram hbil meatre que
aela a osamoiaU eperfeigionadadei-|
la a dsele*.
Geographia
Vndese dous globos em meio uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geographia. Os
eitudantes qua os pretenderem podem
dirigir-se a hvraria universal de Guima-
rfies 4 Oliveira, na ra do Imperador.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos srmazeos do caes do Rsmos ns. 18 a 86 e
na ras da Trapiche Novo (00 Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 a lata de cinco
galldes, assim como se vendem latas de claco
garrafas e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cahidas e franjas,
a loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor ioglez oa lio procurados e mallo bonitos
cinteiros de utas com pontas cahldsa a franjas, e
por isso podem agora aer satisfactoriamente aer-
vidaa aaaenhoraa que a desejavam ; elles achat-
se nicamente na dita loja d'aguia branca, roa do
Queimado o. 16.
Chapeos de palha.
O maia lindo aortimento de chapeoa de palha
daa formas as mais modernas de Paria, paraae-
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados multo recom-
meudaveis para aa meuinaa que esto psssando a
feata nos amenos arrabaldea desta heroica cidade,
a prego de 29 cada um : na ra da Imperalriz,
loja p. 90, do Duarte. Na dita loja cima echarlo
continuadamente oa senhores consumidores um
Srsnde e variado sortimento de fazeodas, tudo
aratlssimo.
Luvas Ae Jouvin.
Vendem-se as verdadeiraa luvaade Jouvio, ehe-
f:adaa por eate ultimo paquete da Europa : na
oja d aguia da ouro, ra do Gabugi o. 1.
Meias para senil***.
SVendem-se superiores meiaspara senhora pe*
baratiaaimo prego de 89840 a dazia ; na loja
da boa fe, na ra do Queimado n. 21.
Vende-se urna eacrava de meia idade, com
todas as habilidades precisas : na ra 'do Rangel
n. 69, primeiro andar.
Novidade no tor-
rador!
23 Largo do Terco 23.
Qaeijos flamengoa muito frescaea, chegados
oeste ultimo vapor a 39, manteiga franceza a 790
e 640, manteiga ingleza flora 900 e 800 ra., em
porga o se fsr abatimanto, asaim como ae torram
outros muilos gneros perlenceotes a molhadoa,
assim como sejam, saf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velaa de eapermscete e osrnauba, azei-
nhoraa e meninas, ricos aintoa ultima moda, di- [ te doce e vinagre, e vinhos, ae vendem por me-
l com tacos bordados : na ra do Crespo o. 4, nos do que em outra qualquer parte a dinheiro i
casa de 1. Falque. : vista.
FiflC iwk aoJlQIYlili*"a. N. O.Biebar & C.aaceaasores.rna daCras
l llu3 tlC/ ^llallldlv/ b. 4, tem para vender relogloa para algibeira de
; oaro e prata.
Os burros e cavallos existentes no armazem
. Andr de Abren Porto, defronte do arse-
nal de marinha, vendem-ae a vootsde e escolha
i dos comprsdores: tambem se venderio do mes-
mo modo castos muito superiores, que servirem
psra agurdente ou mel: na ra do Trapiche n. 4;
primeiro andar.
_ I varw
te muito boas e ^
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por ioglez aua encommenda da boss, bonitas e
largaa fitaa de chamelote brancas e outras edres,
as qaaes sao eicellentea para cintos, lagos, etc.,!
de vestidos psra caaameotos e bailes, assim como
para lagos de bouquetea, cinteiroa de crianzas e I
muitas outras diversas cousas, e como de aeu
costume oa presos sao menorea do qie em outra
qualquer parle; assim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
Para acabar.
Na ra do Queimado n. 10]
loja de A portas.
Veode-se chspelinas de seda para ae-
nhora a 89.
Organdya padroes oa mais modernos a
600 rs. a vara.
Sedinhaa de quadrinhos a 800 rs. oco-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
209000.
Manteletes pretos a 159 e 209.
Riquissimos vestidos de seda de cores
e pretos o maia moderno que tem appa-
recido epor baratissimo prego.
K^CMSssf^aWs^eWdi&SW'OiWB
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Ruaaia da maia nova e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio de Manoel Ignacio da
Oltveira & Filho, largo do Corpo Santo.
As verdadeiras luvas de
Joijvb.
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aguia branca, na roa do Queimado n. 16,
sendo de todas as cures.
mu
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo
tudo muito barato para apurar dinheiro, pola o
que presentemente mais precisa.
Groza de pennaa de ago de diversos mo-
dellos a................................
Caixaacom agulhas francezas a..........
Caizaa com alfinelea a..................
Gaizaa com apparelhoa para meninos....
Ditaa com dito para grandes a..........
Baralhoa porluguezeaa............120 e
Groza de botoes de osso para caiga, pe-
queos, a..............................
Tesouras para unha muito finas a......
Ditas para costura a....................
Baralhoa francezes muito finos a........
Agulheiroa com agulhas a..............
Canivelea de 1 folha muito linos a 80 e
Pecas de tranca de lia com 10 varas a..
Pegas de franja de 15a com 10 varaa a..
Parea de sapatos de tranga a............
Garlas de alfineles francezea a..........
Eacovaa para limpar deotea a 200 e....
Massos com grampos muito finos a....
Carloes com clcheles com algum de-
leito a...............................
Ditoa de ditoa de superior qualidade a
Didaeade ago paraseohora a............
Rialejoa com duaa vozea a..............
Ditoa com 4 vozea a....................
Enfladorea para vestidos, sendo muito
grandes a..............................
Caizas com clchales francezea a........
Cartaa de alfineles psra armagao a......
Charutelras muito finas s................
Tiotelros da vidro com tinta a..........
Ditoa de barro com Unta superior a....
Arfa preta muito fina, libr............
Oleo de linhaca.
Em harria, galea oa libra*, pelo prego o maia
barato possivel: oa tsbarna da roa do Clldel-
eire o. 94.
8 Interesse publico.
Oflorecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apreaen-
tar concurrencia publica o que ha de
mala novo em fazeodas, tanto para se-
nhorsa como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de sena
correapondentes de Inglaterra, Frange e
Allemanha as remessss de seos pedidos,
tem resolvido, antes de apresentar o no-
vo aortimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que effectuar por pregos m-
dicos e psra cojo fim convida o respeila-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
iftlMIMIsVtlIWNMsMMIl MtN9M
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Nasle rico e bem montado eatabelecimento en-
contraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRS de todos oa tamanhos.
SEMlCUriAS dem idem.
BALDES dem idem.
BACAS idem idem.
BAHL'S idem idem.
FOLHA em caizaa de lodaa aa grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
GHALEiKAS detoaaa as quauoaoea.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres psra qaal-
quer sortimento.
VIDROS em caizaa e a retalho de todoa oa ta-
mandaado-ae maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendss de qoalquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempernado s
contento.
SABAO.
Joaqaim Francisco da Mello Santos avisa aoa
saaafraguazea desta praga e os de fra, qae tem
exposto venda aaboda aaafabrlaadenominada
Recifenosrmazem dos Srs. Travassos Janior
4 C., ns roa do Amorimn .58; maaaa amarella,
caatanha,prata e outras qualidadaa por menor
preco qae de oatraafabricas. No meamoarma-
bemtemfeito o seu deposito de velas do carnaa-
zasimpleseem mistars ilguma, tomo aa da
Aloja dabandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa preco favorito.
Nova loja de funileiro daj
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoel Jos d Fonaeca participa a
todos oaaeuafregaesea tanto da prega
oomodo mato.ejuntamente aoraspeits-
relpublico.quetomoo a deliberagao de
ealiaro prego de todos aaauaaobrae.por
! cajo motivo tem para vender um grande
taortimento debahs e bacas, tudo da
dlfferentestamanhos e dediversas cores
j am pinturas, e jantamenteam grande
sortimento dedlversas obrss.contendo
banherosegamelaacompridas.grandea
epeqaenas, machinaa para caf ecane-
cas para cooduzu agua grandes e peqne-
bss, latas grsndes pira conservsr ari-
nha e regadoreaao uso da Europa, ditoa
grandes e pequeos ao nao do Brasil e
carnea de vento, latas de arroba a 1,
bahs grande t a 49 a peqae nos a 600
qV ci* 8rand s 59 e pequenaa a
800 rs. .cocos de aza i| duzia re-
gadorea regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 ra., de todoa estes objec-
toa ba pintados e em branco e tudo mais
se vende pelo menos prego possivel: ns
101 a da bandeira da ra da Cruz do Re-
cife n. 37.
.T ."nl^v"" B0-MI,a delc" de bom
gosto, a Lulz XV, quasi nova ; na ra de Santa
Hita n. lo.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F6 na ra do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para homem como para aenhora
advertindo-se que para aquellea ha de muito
Iiodaa corea, na mencionada loja da Boa F
ra do Queimado n. 22.
ns
eanha fina
em copos grandes.
A' loja d'sguis branca aviaa a soa boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
poa Krandea, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
la do Queimado o. 10,
loja de 4 portas 4e Per-
ro Maia,
vendem-se sseguintes fazaodaa por melada da
seus valoras somanta com o fia de acabar.
Chales de touquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30J.
Sedinhaa dequadrinboa, covado, a 800 e If.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Caaaa francesa, covado 740 ra.
Cortea de cassa de aalpicoa a 3$.
Grosdanaple preto, covsdo 11.
Dito amsrello, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4f.
Cortes de velludo de cores para collete a 3f.
Paletots de brim de coros a 3.
Lengos de aeda de corea, um 600 rs.
Chapeos de palha para aenhora o mais moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 e 15#.
Ditos para meninas e meninos por barato prego
Bonete de palha para meninos idem.
Cortes de seda de qaadros, fazenda muito su-
perior a 8#.
Paletots de alpaca preta de corea a 8f.
Tarlataoa de lia com palmaa matizadas, fazen-
da moderna e propria para veatidoa de aenhora a
meninos, covado 400 ra.
Chapellnhas de seda para aenhora, urna 6f.
Meias para menina de 2 a 8 annoa, dazia if.
Vaalidos pretos bordados a vellado.
Ditoa ditoa com babados.
Ditoa de corea, riquissima fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 2J500 a
88000.
Msnteleles pretos lisos a 12 e 15$.
Ditoa ditoa bordadoa o mais rico poasivel.
Cortes de nova fazenda intitulada moaaambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara t).
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
2*000.
Dito de dito muito fino a 2*300.
Chalea de lia e seda a 2#.
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outraa de apuradoa goatos, que se vendem por
diminutos pregos.
Luvas pretas de pellica.
Chegaram no vapor francs novas luvas do
pellica pretsa e outraa corea para homem a ae-
nhora : quem dellss precisar, dirigir-se direc-
tamente rua do Queimado, loja d'aguia branca
o. 16, que rera bem servido.
Relogios.
Vende-se emesss da Johnston Valar 4 C,
ra do Vigario n. 3 am bailo sortimento da
relogiosdeouro,patente inglez, deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variadade de bonitos irsncelirupars 01
mesmos.
D. Pedro V.
em le..
500
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
160,
2001 tomposigao
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Nesie novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendente a molhadoa
tudo por prego mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteiga ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. s libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijoa flamengoa chegados no ultimo vapor a 21800 e 38.
Cha hyion e preto a 2 e 2*880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores alje 1^200 a garrafa.
Vioho de pipa proprios para pialo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melhores autores a 900 re. a libra.
Ameixas portuguezaa a 480 rs. a libra.
Psasas muito novas a 500 ra. a libra.
Lataa com bolar-Mnhiade differenles dualidades a lifin
Cuuiervas inglezas as memores do mercado a 800rs. o frasco.
Massss, talbarira, macarro e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcea a 560 agarrafa.
Geoebra de hollanda superior a 500re. a botija.
Velas de carnaubs a 440 rs. a libra.
Ditaa de espermacetea 760 ra. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arrosa 100 e 120 rs. a libra.
Alpiata a 160 rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs a libra.
Alm dos gneros annunciadesschar o publico um grande sortimento de um ludo tenden-
te a motilados mais barato do queem outra qualquer parte.
Vendem-se folbetoa coas retrata)
Pedro V, contando o fea retut al
entos obra mai apreciavel para M i
do, loja da miudezas da boa fama SO.
Armazem de looca vidrada
8-Ria U Caieia do Reeife~8
Grande liquidado por
todo preco.
Tambem se venda o eslabeleciaaeat* cesa. -*-
timento. ^^ ^^
Louga vidrada de differentea yalHafes).
Vasos de diversos teman boa para ratas ate-
ce etc. ^^*
Jerras fioas grandes e pequeas.
Ditas entre-Anas e mais inferiores.
Poteade differentea tamanhos.
Jarrea e jarrdes para cosioba.
Resfriadelraa (ou gsrrafas) da differeataa i
Qusrtinbas grandes a pequeas.
Copos da Babia a da tena.
Muringues finos e entre-finos.
Fogareiros para defamar.
Baldea da pi proprioa para compras,
e navios.
Escovas de lavar casa e navios.
Vaaaouraa de cabello, piaaaava e palba para
varrer.
Eapanadorea de cabello para carra,
Carrinhoa de differentea tamanhos i
brincar.
Cealiohaa psra menina do escolas.
Balaioa sortidos.
Cestas psrs compras sortidas.
Capachos redondoa para meio do sala.
Garrafaa de vidro brancas e da corea pora vi-
nho, licores, agurdente ate.
E outras muitas fazeodaa que seria diWI
mencionar aa quaea se venderio sea reserva alai
prego por o dono do eitebeleeiaeat* lar Va ra-
lirar-ae.
Yenda ou troca de urna ea-
crava.
Vende-se urna eacrava parda coas 19 annoa do
Idade, de corpo regalar o preaeoca vistan aea
molealia e victo nem deleito, Babeado ooaaaai
eosabosr e engommsr alguna couaa, optiase aaa-
camba, por iaao que tem aido ereads sempre ra-
colhida e com todo recato e fz-e osla
porque nio tendo o dono familia alguna ti
maia pela aos posigio e idade a nio
suir. Tambem troca-ae por cass neata
voltando-se o excesso ao justo valor es
escrava ou em moeda : a tratar coas o Sr. Maaoel
Antonio de Santiago Lesss, ns ra do Apollo aa-
mero 85.
Leques.
Vendem-ae lindos leques da madreporola
mais fino possivel: na loja d'anis da oaro i
do Cabug n. 1 B. ^^ '
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de ebegar i loja da boa f, su rao alo
Queimado n. 22, meias preUs de soda mnito s>
periores, proprias para oa senhores ss ra deseo
porserem bem compridase mnito elsticas Tn-
dem-se pelo barato prego de If o par na men-
cionada loja da boa f, aa raa do Qae'imaio no-
mero 22.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monalro" azenda mnito eco-
nmica para o uao domesco""por ter gisads lar-
gara e o seu prego ser de 200 rs. o covado na
ra da Imperalriz, loja n. 20, do Daarto.
Escravos fugioos.
800
1|280
100
400
40
20
40
100
100
200
80
40
80
12O00
160
120
120
sem segundo
Ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por pregos qua
a todos admiram, assim comoseja :
Frascos com agua de Lavando multo su-
perior e grandes a....................
Duzia de aabonetes muito fios a.......
Sabonetes muito finos s................
Ditos ditos muito grandes a............
Fraseos com cheiro muito finos a......
Garrafas com agua celeste superior a ..
Prascos com barba muito fina a........
Ditos com dita de urao a................
Frascos de oleo de bsboss a............
Ditos de dito multo finos a 320 e,.....
Ditos com banha transparente a........
Ditos com superior agua de colonia a...
Ditoa ditos frascos grandea a............
Ditos de macag e de oleo a............
Licha branca do gaz a 10 rs. tres pOr
dous es..........................___
Linha em cartio de Pedro V com 200
jardas a ..............................
Dita eom 50 jardas a....................
Duzia de meias cruaa muito encorpadaa a
Dita de ditas muito superiores a........
Ditaa de ditas brancas para senhora a....
Bicos da largura de 3 dedos, vara a.....
Groza de botes de louga a..............
Carritei de linha eom 100 jardas a.....
Duzia de phosphoros do gas a...........
Dita de ditos de vela muito superiores a
Peyas de fita para coa de todas aa larguras
Franjas de linho para toalhas (vara)....
Bicos das libas por todo o prego, por pedida
que tenho do fabricante para acabar, a por Use
nao se olha o que costou, e sim o qua di.
Ra da Senzalla Nova n. 42,
Ueste eitabelecineito rapte-it*: ta*
chas de fierro etado libra 110 ra. ideo
de Low Moor libra a 120 n.
800
500
160
200
500
190O0
240
600
240
500
900
400
600
100
20
60
20
2400
4500
SfOOO
120
160
30
240
240
3
Lindas flores.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
receberam de sua propria encommenda um com-
pleto aortimento de florea, o maia fino que pos-
sivel eucontrar,proprias para eofeites decabegaoa
vestido, cousa muito chique, que se vende por
prego que admira, aendo a 800 e 1# o cacho.
Mi angas miudas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber essas
procuradas migangas miudas que servis psrs
pulceiraa e outraa cousas, e por isso avisa as
peaaoaa que ellas esperavam e as que novamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
praro um maaso muito maiordo que os antigos,
Uso Bornete na loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Grvalas damoda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
ae encontrar um completo sortimento de grva-
las de seda pretas e de cores, que se vendem por
pregos baratisslmos, como sejam: estreitinhas
iretas e de lindas cores a 19, ditaa eom pontas
argos s 19500, ditas pretas bordadas a 19600. di-
taa pretaa para duas voltas a 2g ; na mencionada
loja da boa U, oa ra do Queimado n. 22.
ATTENQAO
Ail Dli SUIL tPAUJSWff
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
pa AiaiA ira
N. 48Ra da lmperatriz-N. 48
Junto apadaria franceza.
Encootra-se oeste eatabelecimento um completo sortimento de roupas de todas ss qualida-
des como aejam paletola do alpaca preta de 39a 109. ditoa de merino preto a 79, dito de panno
preto saceos a 79, 89 e 199, ditoa de casemira de 79, 93 e 12, ditoa de alpaca de cor a 39500. 49 e
79, ditoa de meia casemira de cor a 49500 e pretoa a 5f, ditoa de brim pardo e de corea a 39500 e
49, ditos brabeosde bramante a 39500 e 49, de brim traogado a 49500, sobrecaaaco de panno preto
a 169,189 a 20$, ditoa com golla de velludo a 189, sortimento de caigas brancas de brim a 29500,
89500 e 49. ditaa de cor a 19600, 29, 2|500 e 39. oitss de ganga de cor e 2*700, de meia casemira
a 39, 395OO e 69, ditas de oasemira auperior a 68500, 79500 e 99, ditas pretss a 4g500,79, 89 e 109,
e de outras muitas qualidades, sortimento de collete de todas aa qualidades, esmisas francezas da
todss asqualiSades e pregoi, aeroulas de algodao, de bramante e de linho por pregoa admirareis.
Um aortimento de roupaa para meninos de diversos tamanhos, chapeos francezea para cabega de
todas aa qualidades, chapeos deso de aeda admiravel pechincha para liquidar a 59500 e 69, ditos
para senhora a 4f e 59, e outras muitas qualidades de fazendas e roupaa feitas que se sfisnga ven-
der por pregoa commodos.
Fugio do engeuho Telbs, em Serial
o escravo Baymundo, preto, da45 aunes de ida-
de, eetatura regular, eecco do corpa, caos atajaos
deotea da n>oa > r.oi., COaB aas aaoaa
dado* do um doa pea muito cempridua, j M pro-
so a 6 deate mez neata cidado pelo eaailaa da
campo Domingos de tal, a oatave aa casa de do-
teogo at 18, da em que aabio o tornea o (agir
suppe-se estar oceulto em caaa do os
sua comadre, coohecida por Marta oa Je
carogos, que mora perto do Caroso : ajaosao m-
prehender leve-o so mencionado engente mm 00
commendador Manoel Goncalvee da Salvo' acata
cidade, que aera generosamente gratificarle.
Fqko do eogenho Coyaasbaea silo aa fra-
guezia d'Agua Preta, em diaa de meado aste a
auno prximo paaaado, o escravo Vicloriaa. tosa
oa aigoaea aeguintea: crioulo, cor tolo, causa-
ra um pouco baiza, olhoa mnito vtvoe, locadas
de viola, bstanle sambiata; adverto-so ano
dito esersvo ji foi possuido por aas osoaaa ae
angeoho do norte da provincia, a par tato saa-
pe-se andar o mesmo para aquellas le
quem o apprebender, quelra condn-lo aa>i_
mo engenho, ou no Recife, caaa n. 28, na raa
Matriz da Boa-Vista, qae seri generosas
compensado.
Fugio no da 20 do correata da
patacho Capuana, o eacravo crioalo
ro de nomo Antonio, idade 19 annoa
ou menoa, altura regular, relo coaaprido
alguna sigoses de bezigas, levoa caigo o canaso
azul : quem o pecar leve-o ac escriptorio de
Antonio Loiz de Oiiveira Azevedo > C rao da
Cruz n. 1, ou a bordo do di 10 patacho qae sari
generosamente recompensado.
Fugio do eogenho Podras fregosla do Bor-
reiros no dia 8 dedezembro do ISfl.o preto Js-
nuario, crioulo, idade 25 a 90 annos, alia o ear-
polento, pouea barba, ps apalbetadoa, o tesa
escrotos volrnosos, bom lodsaa, o referida
preto foi do Sr. Flix da Cunha Teiseira, mora-
dor em Fora de Portas desta cidsde, a eoasu lar
muitoa couheciaeotoa em Maneota: raga so a
aprehenaao do dito preta podando sor eetregae
ao Sr. Jos Joaquim Comea de Abroa aa raa 00
Imperador n. 17 oa na eogenho Podras, qoe 00-
ri generosamente recompensado.
Urna bar caca.
Vende-se orna bsreaga do porte de 35 calas,
eocalhada no eetaleiro do meatre carpinteiro Ja-
cintho Eleabio, ao p da fortaleza das Cinco Pun-
tas, sonde pode aer vista e examinada pelos pre-
teudentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alvea Guerra, oa roa do Tra-
piche n. 14.
Lencos bvameos multo
ftnos.
Vendem-ae lengoa braocoa muito finos, pelo
diminuto preco de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa ti, na ra do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remeasa desees preciosos cani-
velea fiaos para abrir latas de sardinhs, doce,
bolacbiohas etc., etc. Agora pela festa come-se
muito deesas cousas e por isso necessarlo ter
Su) desses caivetes cujo Importe 19, compran-
o-se oa ra do Queimado loja da agais branca
0.' J6, nica parte onde os ba.
Arado americano le machina-
paralara roupasemcais deS.P. Jos
hton & C. ra daentala n.ifl.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso rmeos, raa do Amorim
numero 85.
Meias pretas de seda.
Vende-se melss de seda pretss para aenhora
fazenda muito superior pelo baratissimo prego
de 19 o par: na ra do Queimado na bem co-
nhetida loja da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhss de cores em nvelos fazeoda
em perfeitisatmo calado pelo baratiaaimo prego
de 19 s libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas ds boa fama n. 85.
Bicos de linho barato.
Veode-se bonitoa biros de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baratissimo prego de 240, 320, 400 e 480 rs
a vara, vende-se por tal prego pela rsiio de es-
tarem muito pouea cousa encaldidoa, tambem se
vendem pegas de rendes liaas psrfeitsmeule boaa
com 10 vares cada pega a 720, 800 e 19. ditaa
com aalpicos muito bonitas e diversas larguras a
19200, 13600 e 29 a peca, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega : na rus do Queimado na bem co
oheoide leja de miudezas da boa fama 0. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se auperior ages da lavander Ingleza
pelo baritlssioia prego de 500 e 640 rs. esds fres
co, pomada meitissimo flns em pios grandea a
OOte a 19, vefle-ee por lio barata prego pela
grande quantidade que ba : na ra do Qacamado
na loja de miudezas da boa fama n. 55.
Tentospara voltarete.
Vendem-se superiores teios psrs voltarete
pelo baratiaaimo prego de 49 cada caixa r na ra
do Queimado loja de miudezas ds boa fama nu-
mero 85.
Leques de madreperola.
Veode-se mu lindos e Onissimos laqueado
madreperola pelo barato prego de I69 rala um :
na roa do Queimado loja de miadezis ds bos fa-
ma n. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se esds um frssquinho pelo bsrsto
prego de 500 rs. : na ra do Queimado loja de
miudezas ds boa fama n. 85.
Aviso.
No dia 28 de julbo do 1861 fugio do Gaiassso-
sioho, freguezia de Goarakira, o escravo
quim, cabra, com 40 annos, cabello
quast carapinhoa, tem o rosto descarnado,
barba, pannoa pretoa as doaa taces, aartt'
do, olhar velhoeo, necea regalar, doalao I
limados e gastos, pescoco bem gresca
nuca al o tronco, hombros cbidos a
nao sus ten tire ro os suspensorios, altara'
ps a mios grsndes, chaboqu '
veiaa, muito bem empernado,
falla pouco, cortes. Rosta
aeoalomado a almocrevar e a tirar gado c
tangedor. Doaa dias depois de togtdo !
em Bezerros, d'onde velo para o Recito
eara de corto individuo que lbo den valaecaalo,
a presume-se que esti agregado a algosa aaga-
oho. O dono prtesis ussr do todo o rigor da tei
contrs quem o tiver oceulto ; qnem o pegar po-
de levs-lo ao aea senhor Jos Justino ala Costa
Brito, 00 lugar mencionado, oa ao isisiseado aV.
padre Joaquim Graciano de Araojo na raa a
Santa Cruz 0. 4, qoe aeri generosamente ro-
compenssdo.
chaboqueiros, choteo de
ipernado, teso boas bragas.
osla de eaatar Moa, aas
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos pregos
para acabar.
Braga, Son C. tem psra vender na ruada
Monda talxss ae forro casdo o mui asroditado
fabricante Edwin Uaw, a 100 rs. por libra, as
mesmaa qua oa todseos a 19 re. : quem preci-
ssr dirija-so a ra do Trapiche o. 44, arezeaem
de fazendas.
Atteoco
Fugio do Rischio da Paeeilaa,
estatura baiza, corpo ara
olhoa pretoa o grandea, cal
regulares, cujo mulato se obseso la
idade de 15 18 sonco, levoa carala
de algodio asul. Foi visto neeU prega osa <
da semsnaalraaada.ee> na cacaboi vado aW/
l* jugar. Roga-ee #
pilaaa da campe a
qualpodetiaar 1
senhor, Dominios Antoase aas
aroao oo-aV. Meaoof 1 1e*jr ?****,
que recoas peoeer ci>>< s*eaajaaa.
sim, protests-se contrs quem e Ufar
II FiC\/CI


.
DIARIO DE PBRftAMBUCO, ^ 8EGUMP1 FEIBA 27 DE JANEIRO DE 186S
Literatura.
Retrsspeeto islics, 4o aoio de 4861.
PARTE EXTERIOR.
Europa.
(Continuagio.)
A este* temores, i o.t. qutsi ultimtum res-
pondern! o estados do norie com o enthuiias-
mo da sua victoria eleiloral, entnoaiaimo que
trazia um carcter em verdade ameagador, e o
resallado foi que antes mesmo de empossado o
novo presidente, os estados do sul foram um
por um declarando separados ; e para que nao
aouvesse duvida i respeito dos seus designios,
elegeram o sau presidente na pessoa do Sr. Jef-
lerion Davis, elegeram o seu coogresso, o mos-
traram-se promptos para a luta levantando oa seus
exercitos.
Os qusreota dias que deviam correr e correram
eolre a eleigio e a posse do novo presidente da
confederado foram perdidos idrede ou nao pe-
lo Sr. Buehaoan, e aproveitados pela energa e
pela actifdade de Jeffersoo Davis.
Bochaoan olo empregou os meios que podia
empregar para conserrar as fortalesas federaos
nos estados separatistas, oio tomou medidas de-
fensivas sasaz enrgicas contra a separacao, dis-
persou as forcee martimas dos Estados-Unidos
em estacos atestadas, e deizou apenas ao seu
uccessor torgas militares de redicula iasufflci-
encia.
_ As circunstancias tornsvam-se de da em da
to criticas que se affirmava meimo que a posse
do novo presidente serla impedida pela violencia,
bem que se desmentisse esta previso e Lincoln
recebesse pacificamente no capitolio, em Washig-
too, o poder presidencial do seu predeccessor,
dentro em pouco viu-se bem srismsnte ameaga-
do por um numeroso ezercilo dos separatistas,
que se approximou arrogantemente da capital da
confeleragio, capital por assim dizer isolada em
relacao aos estados do norte.
Ou fosse que anda Buchanan tlvesse deiza-
do a Confederado sem recursos promptos para
urna guerra effectiva, ou fosse que o patriotismo
tivesse acooselhado paciencia e moderagio, e da-
do esperanzas da um accordo geral, Lincoln as
prlmeiraa semanas do sea governo contempo-
risou debalde chamar concordia os estados do
sul; o perigo, porm, em que se aehou Washing-
ton f-lo despertar, e ao aeu prmeiro brado
acudiram os estados do norte com o mais decidi-
do e enthusisslico ardor.
A guerra Iravou-se emflm : o bloqueio dos es-
tados do aul foi declarado, e as phalaoges dos
dous campos Ji se tem encontrado em combates
parciaes em que principio os (ederalistss re-
cuaram batidos, cabendo depois egual sorte aos
separatistas.
Ataques de fortalezas, perdas de navios, levas
de tropas voluntarias, marchas e contramarchas,
pelejas esteris, sangue derramado sem fructo,
odios antigos maia vivos e enraizados agora, ter-
mo da guerra impossivel da prever, taes sao os
acontecimentos que formam o primeiro periodo
dessa luta gigantesca, que apenas comeca agora.
Exercitos numerosos mas nio disciplinados,
exercitos mal commandados por chefes sem
grande prestigio e s vezes mal obedecidos, es-
tilo em frente um do outro.
A' falta de urna grande campauha e de bata-
lhas decisivas entre oa federalistas e os separa-
tistas dos estados da America do Norte, o mun-
do, o principalmente a Europa, experimenta
com anciedade os resultados dessa guerra de ir-
maos na influencia desastrosa que ella exerce
sobre o seu commercio e sobre a sua iodustria.
A Russia j procurou debalde intervir amiga-
velmente em provelto da paz; os seus conselhos
porm foram agradecidos e nao aceitos pelo pre-
sidente Lincoln.
A Inglaterra e a Fraoga esli j senlindo mais
que todas as oalras cagues as consequencias da
tremenda lata.
O algodio o alimento de centenares de fa-
bricas que occopam milhoes de bracos, e os es-
tados do sul da Uoio Americana que exporta-
vam quasi todo o algodo de que se utilisava a
Europa, negam-se hoje a cultivar esse commer-
cio, porque por um lado o impede o bloqueio dos
seos portos, e por outro tambem o contraria a
politice do presidente separatista Jefferson Da-
vis, que parece querer assim obrigar as duss
grandes potencias occidentaes europeas a ioter-
virem ;eu favor, obrigadas pela necessidade de
dar vida s suas fabricas e pao aos aeus milhoes
de operarios.
A Inglaterra a vlcituia yiluclpal da falta do
algodo; e a Franca, que tambem soffre muuo,
mas nao tanto, resente-se mais do que aquella
do abatimento do seu commercio de objectos de
modas e de luxo na Confederarlo Norte-Ame-
ricana.
Eotretanto, bom oa mu grado, o principio
da neutralidade ainda e respeitado por ambas
aquellas naces ; at quando porm continuar
a l-lo?... A guerra entre os estados da Cooe-
deraco Norte-Americana ameaca prolongar-se
limito, e na Inglaterra, onde ella influe tito des-
astrosamente, j se manifest um partido nume-
roso que sustenta a necessidade da intervengo,
havendo at quem supponha, nao podemos dizer
se com fundamento, que a Franca, ou o sea go-
verno, nao est longe das mesmas ideas.
Mas acabem por intervir ou nio iotervenham
tao cedo as duas grandes potencias occidentaes
da Europa, certo que a formidavel luta ameri-
cana parece dever assumir proporces cada vez
mais assustadoras.
E' preciso nio esquecer que a origem desse
enorme conflicto est no antagonismo de dous
principios absolutamente oppostos ; na existen-
cia da escravido que se sustenta todo o transe
no sul, e as ideas aboliciooislss que dominan
no norte: estes principios sao levados exage-
raco com o natural exaltamento dos America-
nos, o por pouco que se esteoda a guerra civil,
estamos ameagados de ver misturar-se com ella
a guerra servil, guerra sempre cheia de horrores
e de atrocidades, guerra mais perigosa
todas.
que
FOLHETIJM
O PAIZ DO NEDO O
POR
A. DE GONDRECOJRT.
(Costurnes los nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
(Conlinusciol.
En tao o que me diz iato, Sr.4 Mesmer?
perguntava o estalajadeiro da Treib accommo-
dando n um grande prato um magnifico presunto
guarnecido de gela de groselba. Ainda teima
em como oa Ioglezes nao sao os maiores origi-
naos que existem neste mundo? Jseviuuma
lembranga como esta I Convidar um mendigo e
sentar-ae comsigo meaa, e dar-ihe a comer
manjares dignos de um rei I...
E* extravagante na verdade, interrompeu
HS!ttn;.P0r,D m,i' ""te este mo-
do de se preparar aqu as comidas: presunto de
m& miT*! de gr08elha S Trin-
dadel Na minha ierra nem os caes quereriam
comer semelhaote coasa I rim
i.T" Sr; PoPMoBi 'Plieou o estalajadeiro com
altivez desdenhosa, a cozinha ranceza nao ca-
paz de egualar nossa.
Assim felizmente, e posso afflsncar que
nanea egualar neste ponto. Hootem era tombo
de lebre em conservas de damascos... Que mis-
tara, meu Deus, que mistara I
Cale-se, tagarella vil I exclamou a Sr.* Mes-
}' 5 5 "ytonl tocn a campaioha, leve aquella
vinho do Rheno e este presunto, no qual por seu
caatigo nio ha de tocar. Perca en a cabera ae
este bregeiro se conservar aqu durante a boa es-
tagio...
iT.i??qnei0,de qoe M Tia M eslaclo nes-
ispatt? ocuaqoi nos mais bellos dias regula
suca*e pimenta ; e a minha melhor estacao ser
jando me vir livre desta o^u"^ que
qoe qoe diz? Urna espartea 1
Sisa, ama eaparrella: quando a a-ento m
i Saiua espera easenlrar todas essas cou,aZ
exaltada.MJimi: bvtts^ UB?0
deslumbrante, pasteras coa os seas .tol. i
PJ Vida harto n. j9.
E qual ser|emfim o sen ultimo resultado ?.."...
Achamos tsmbem deduzidas, lio lgicas as
consideracoes que sobre este essampto produz
un refleclido e illastre escriptor francez, que
nio hesitamos em reproduzi-las quasi completa-
mente.
O maior infortunio dests guerra est na sua
lentido. Se ella, como parece certo, durar por
longo lempo, de antemio se pode dizer que o
norte perder, pelo efleilo oecessario da prolon-
garlo das hostilidades, o objecto mimo pelo
qual empreheodeu a luta, que manter os esta-
dos do aul na Uniao.
Que instrumento mais enrgico e mais efilcaz
de separacao pode ha ver do que a guerra?... a
guerra a aeparacao mesma, complicada com as
paixoes que ella desenvolve e com os justos mo-
tivos de odio reciproco qae ella aceode nos dous
campos adveraarios.
A guerra proloogando-ae indefinidamente a
separacao sem limite de lempo, a separacao des-
guindo os inleressea antlgoa e ueaudo interesses
novos.
Ou ando duas poteociss belligerantes nao podem
falminar-se promptamente com decididos golpes,
manifest que nenhuma dellaa poder conse-
guir a conquista da outra, e que a guerra dever
emflm terminar-se por um tratado de paz que po-
der emflm dimiuair as vantagens do vencido,
mas que reconhecer a independencia deste.
Alm disso urna guerra prolongada introduzir
as instituicoes dos Estados-Unidos graves al-
terares reclamadas pela mais desastroza neces-
sidade.
Como sustentar a tal gaerra sem um exercito
permanente?.... easinsliluiges americanas ac-
tuaeasero compativeis com a existencia de um
exercito permanente?.... Um grande estabeleci-
mento militar nao dever dar aos Americanos ou-
tros cosiumes, outras embicos, outros estmulos
as vida particular, como na vida publica ?...
Nao eat a guerra exigindo j enormea tributos
e enormes emprestimos ?... nao vira a sua per-
durado arruinar as finanzas da Confederacao ?...
E admittindo que as forcas dos estados do nor-
te coosigsm triumphar daa phalanges doa estados
do sul; admitiindo que o sorte da guerra se de-
dica por aquellos, que confianca poderia inspirar
urna unio filba da conquista, imposta pela vic-
toria?... Nao fleariam oa estados do sul sendo
para os do norle como a Irlanda para a Inglater-
ra, como a Hungra para a Austria, ou talvez
mesmo como a Venecia para esta, e como a Po-
lonia russiana para a Russia?....
Mu, trislissimo foi qoe o grito da desunio
rebentasse no seio da confederarlo da America
Septentrional; urna vez porm que se fez um ap-
pello sinistro para as armas, ainda mesmo que o
governo de Washington e os estados do norte
triumphsssem, nao seria acreditavel que a uoio
se cooservaase ; e praza aos cus que a luta co-
megida em 1861 determine apenas a separacao
dos Estados-Uoidos da America do norte em duas
nicas e aiuda poderosas coofederaces.
Que trar ainda comsigo essa gaerra ? que in-
fluencia poder ella vira exercernas naces, on-
de se observam certas condices sociaes, em que
achamos estados do sul da Uoiao-Americana?...
esta urna quealo gravissfma, que deve preoc-
cupar o espirito dos estadistas, e que entendemos
nao dever estudar agora.
Alem dessi, porm, outras se apresentam te-
menos lurvas, menos aiemorisadas para nos.
O bloqueio dos estados do sul, por exemplo, e
provelmenle um cuidado mesmo activo do culti-
vo doa campos em trras agitadas pela guerra,
vo obrigar os consumidores europeus a pedir a
outros paizes uroductos que em extraordinaria
quaotidade recebiam dos estados-Unidos.
Estas circumalaociaa podem e devam excitar a
industria agrcola de outros paizes, e notavel-
mente a do Brasil; mas o que pode ser para nos
um movimento econmico afortunado, est por
sso mesmo denunciando a exlenao da calami-
dade que cahiu aobre a Uoio Americana.
Horrivel calamidade certamenle I calamidade
que, alm de ameacu do modo mais serio a in-
tegndsde da confederacao dos Estados-Uoidos da
America do Norte, desde j lhe tira bastante pres-
tigioso muito que lhe da va potente forca ; e tan-
to Ib o lira, que a Hespaoha j poz sem receio
um p em S. Domingos sooha plantar a sua in-
fluencia no Mxico, commettimentos a que pro-
vavelmente nao se abalmcaria se a Unio Ame-
ricana, forte pela harmona dos seus estados, po-
desse como d'antes levantar-se com o seu poder
dtante dos projectos mais ou manos ambiciosos
das naces da Europa.
Terminando aqu as oossas consideracoes re-
trosoectiva sobre a conMes d x?.in.
Unidos da America Septentrional, fazemos votos
ao cu para que a Providencia, por um milagro
poltico dissipe a tempestada j deseocadeada, e
e conserve em sua grandeza e prosperidade o mo-
numento de Washioglon.
Vamos agora passar em rpido vo sobre as
repblicas americanas, anligaa colooias da Hes-
panbs, e ainda este anno nao nos ser possivel
apresenta-las em um ligeiro, mas animador e es-
perarjQoso quadro.
Ainda esta vez, como tantas outras, leremos
de lamentar a m fortuna desse estados, onde a
guerra civil e a anarchia se prolongara indefloi-
dameote, onde, em quasi todos, a historia sem-
pre a mesma, seas episodios sempre ebeios de
saoguee de vingancas provocadoras de viogan-
?as e apenas difiranles pela madanca. dos nomes
de alguna protogooistas.
E* a historia fatal da espada tomando o posto
da le, das ambiges usurpando o lugar do patrio-
tismo, da intolerancia appellidando para o campo
armado, quando o triumpho das urnas nao Ibes
sorri.
A mais completa demonstraro de que a quasi
totahdade dessas repblicas se acha em circums-
tancias anormaese sempre em lulas e mudancas
polticas irregulares, que se aquella que deseja
acompanhar a sua marcha e desenvolvimento, as
perde de vista por alguns mezessmente e depois
as contempla e observa de novo, vft-se confuso e
perdido encontrado nosgovernos deltas persooa-
gens que nao cunheci, no seio de urna ou de
outra revoluses j em meio e reaecea em cme-
melas encarnadas; e alm de ludo espera-se be-
ber muito bom leile: mas nada disto I Quanto
queijeiras ha muito poucas, se que alguma exis-
te : o sol parece que escondeu-se por ama vez na
Suissa, porque nunca o vejo; e pastoras.essas
sao urnas mocetonas grossas que nio trazem
meias encarnadas nem saiotes. O leiteoh I
oeste nao fallemos; a Sr. Mesmer bem sabe
que nao lhe do lempo para ser turco...
O qoe quer dizer com sto?
Quero dizer que baptisam-o de noite e de
dia. L vou, mylord, l voa.
Havemos de despedi-lo no mez de abril,
dtsse o estalajadeiro sua mulher.: vae-se tor-
nando wsupportavel com eslas suas familiari-
dades.
Pompidou entrou na sala em que se achavam
Walter e Francisco Klein.
Aqui Ibes trago, seohores, um excelleote
presunto e vinho do Rheno, primeira qaali-
dade. ^
Est bom, diise o bario: deixe flear tudo.
e volte smeote quando for chamado.
Tenha o caf quente e preparado, ordenou
francisco, como se fosse o amphitryio.
Agora, replicou Walter depoia que Pompi-
doa sahiu, podemos conversar vontade.
Ainda nao, amigo; teoho negocio impor-
tante a tratar com este presunto: eslamoa a ai-
mocar, e oio a tagarellar. Age quod agit: era um
tiomem excelleote, um perfeito sabioo tal pro-
fessor Fabricio I E como sabia lalim I...
O mendigo cortou tres nacos de presunto, que
saboreou com o melhor appetite.
. ~ ,E,le TDn<> de primeira qualidade, como o
intitula o nosso copeiro, oa verdade precioso
um copo pode outro; markobrunner com seis
annos de eogsrrafado, e nao bebi outro assim se-
no em Coostanca no aonopassado.
Pois no anno passado nio eslavas l ar-
ruinado?
Sim, porque a minha mina dala de 1831.
E assim mesmo bebas markobrunner ?
Eolio I porque peco esmolas entendes qae
devo privar-medoque ha de melhor neste mun-
u officio tem os seus pros e contras
Co, e finalmente sempre movimenlos armados,
sempre victorias precursoras de derrotas, sempre
vencidos em vesperas de aereas vencedores, ro-
domoinno poltico terrfvel, incessante e deeas-
troao.
Trislissimo ecte quadro, repeiimo-lo, trislis-
simo, porque nelle procuraremos debalde a lata
generosa dos principias, a encontraremos quasi
sempre o embate sinistro de ambires desen-
teladas. ^
Mas forca cumprir coi doloroso dever que
nos impuzemos.
O Mxico, a antiga,>oitfoejaem sabemos se
lhe cabe o titulo de Confederac,io Mexicana, o
desgrasado Maxlto tocee hora de urna crise
deaesperada.
A guerra civil entre dous partidos e numerosas
laceres, e printipalmene entre o partido chama-
Vi *l e 8en eoDtrio, apoiado forte e de-
cididamente peta influencia clerical, continuou a
ensanguentar eaaa desgrasada repblica.
Hiramou cshlu.Uurez triumphou, com Joareza
o_partido liberal ; mas a anarchia na adminislra-
Cao, o afroaxamento de todos os lados de uniio
dos estados, o antagonismo entre as diversas par-
tes do grande corno social oonliam sempre.
Jurez venceu e domina ; mas Quantaro, um
chefe militar, apresentou-ae frente de um mo-
vimento reaccionario, e embora fosse batido e suc-
cumbisse, o sangue correa ainda urna vez ; em
Tamaulipes leve lugar um pronunciamento no
mesmo sentido, proclamaodo-o o general Zoloa-
ga preaidente interino da repblica.
O congresso reuniu-sa no Mxico, e ao mesmo
tempo Yucatn era presea da anarchia e divida-
se em dona estados.
A esta situaQio lio lamentavel no interior vem
ligar-se as mais gravos difflculdadus exteroas.
A Inglaterra, a Franca e Hespanha se achsm
em senas desintelligenoias com o Mxico.
A Hespaoha, alm de anligaa queales, reseo-
liu-se por ter o presidente iuarez mandado en-
tregar os psssaportes ao aeu representante no
Mxico; Jurez declara que o fez porqqe o dipl-
mala hespanhol prestoulirregularmente apoio de-
cidido ao partido rebelde.
A Franca suspenden as suas relaces com a
repblica mexicana, porque o governo desta, re-
coohecendo os contratos feitos por Miramoncom
alguns subditos francezes, suspendeu com ludo os
pagamentos devidos, offerecendo-se a faza-los s-
meote no flm de dous aonos.
A Inglaterra apreaenta queixas do mesmo ge-
nero, alm de haver jalgado offendida sob o pre-
texto bem ou mal fundado de nio ter sido o seu
representante recebido com todas as costumadas
honras em Vera-Cruz.
Talvez nio s estes motivos, mas principal-
mente consideracoes commerciaes e polticas de
ordem mais elevada determinaram que as tres
potencias accordassem em mandar ao Mxico for-
cea aufBcientes para effectuar urna intervengo nos
negocios da repblica, intervengo cujas conse-
quencias podem ser extraordinarias e da maior
coosideracio.
As potencias interventoras" dizem que lera por
flm nio s satiafazer as exigencias a que se jul-
gam com direito, mais ainda pacificar a repbli-
ca, e convidar os Mexicaoos a escolherem livre-
menle o systema de governo que desejam ver com
solidez estabelecido no aeu paiz.
A idea de urna monarchia fundada no Mxico
est por certo as vistas da Hespanha, talvez nao
estranha aos desejos da Franca e da Inglaterra, e
nomes de principes j se declinam como os mais
provaveis candidatos do throno do Mxico.
A transcendencia poltica destes projectos e
desta expedlQo earopa avulta sem dnvida a to-
dos os olhos do governode Washioglon, porm,
vai aer convidado para tomar parte na interven-
cao, e se aceitar o convite, nio se pode esperar
que concorra para a fundacio da monarchia me-
xicana.
O estabelecimento da paz a da ordem bo M-
xico sao necessidades por lodos almejadas ; mas
o governo que livor por base a intervencio es-
trangeira olo ter para os Mexicanos equelle de-
leito original que cavou a ruina do throno de Car-
los X na Franja, apezardo prestigio da sua legi-
timidade?. .
Seja como for, positivo que o Mxico, des-
pedazado pela gaerra civil, devorado pela anar-
chia, victima da sede de mando de homens am-
biciosos e intolerantes, atiradode calamidade em
calamidade, acaba de ebegar a urna aituacio vio-
lentissima, a urna crise tremenda, e que a Deus
pedimos que se torne para esse paiz afortunada e
Mistar.
Menos infeliz que o Mxico, a repblica da
dMi desaines oos mousieiros que ousaram aiam-ia
com o pensamento sinistro de urna conquista, ou
de urna absorpcio, em que, por agora ao menos,
nao pode pensar a temivel e gigantesca confede-
racao da America Septentrional.
Entretanto nio pouco preoecupou e exaltoa esta
repblica a.oppoaiciolem que se acbaram as maia
supremaa autoridades civil e religiosa pelos pro-
testos e maoifestacea com que esta procurou em-
bsracar a tolerancia em materia de religiio pro-
clamada e sustentada por aquella.
Afora este faci e alguns receios deinvasea de
flibusteiros, apenas ha a mencionar a proposigao
do estado da Costa Rica para o estabelecimeolo
de novas bases coostttucionaes tendentes a es-
trellar mais a unilo dos cinco estados, am de
dar mais homogeneidade e forca & repblica.
A Confederacao Graoadioa um immenso cam-
po de batalha ; toroa-se impossivel enumerar to-
dos os chefes que levam seus bsndos aoa comba-
tes, e todos os cmbeles que succedem com xito
diverso.
O governo legal estremeca com as ultimas vic-
torias dos facciosos, e o general Mosquera, de-
pois de porfiada peleja, tomara Bogot e deshon-
rara a sua victoria fazendo fuzilar varios chefes
do partido contrario.
Em Venezuela domina desde tres aunos o par-
tido constitucional ; mas os seus adveraarios fa-
zem no campo armado frente s tropas do gover-
no, e urna luta sanguinolenta devasta horrivel-
mente o paiz.
Enem a adversidade aproveitaaos constitucio-
Walter abriu urna charuleira que apresentou ao
seu hospede.
D'onde sio ? perguntou Francisco.
De Trpoli.
Ora essa I Antes fumar o trevo, retorquu o
mendigo depois de haver reconhecido o fumo afri-
cano. Tenho cousa melbor; permiti que ase
comtigo de um acto de polidez; aqui esli ver-
daderos havaoas.
E Klein, revolvenda a sacla, dells tirou urna
enorme carteira de cjuro de cabra.
Apenas restam-me quatro; aerve-to de
dous, disse elle oferecendo doua charutos ao sen
antigo condiscpulo. Fuma com todo o cuidado ;
o reda Hespaoha nio os tem melhores.
P* que vejo, meu Francisco, coslumas a
despojar maravillosamente os pobres viandan-
tes I observou Walter admirado do que via.
Anda nio ludo, respoadeu Francisco com
a maior fleugma, has de ir vendo mais alguma
couaa para diante. Nio supponhss, mea charo,
que por ter eu tomado a sacla e o basti, por
ler emplastado os meas olhos renaociasse
certos gosos materiaea: pelo coetrario, oa meus
sentidos, em virlude da abatineacia que se vi-
ra m toreados, adquiriram urna delicadeza e sus-
ceplibilidade, que a commodidade dos lempos
em que eu nadava na opulencia esteva ponto
de embotar. Quando quero gosar de um deleite,
envolvo-o de requintes deliciosos; e tem-me
acontecido muitaa vetes ficar sem comer dous
diaa para depois saborear minha vontade a
iguaria que despertou-me o appeltite. Mas t
oio ssybarita; nao podes comprehender estas
causas. Lembra-me que em Heidelberg teappel-
lidavamoso javalie parece-me nio teres ain-
da mudado deinclioacao de eotio para c. Cada
qual lem oa seus prazeres. Ah I por Jpiter I
qoie se estivesse no meu poder paasar urna ezis-
lencia completamente meu modo de pensar.....
O que tartas ?
O que faria 1 Havia de ser o potentado mais
despota e voluptuoso qae tem bavido e ha de ha-
ver. Tu sabes que eu passava nos bancos da uni-
versidade por ter ama imaginario frtil, cabeca
orno .,, rdante, aeco fcil e decisiva, e um costo oro-
oses que se achsm noMgoverao, e que esqueeen-
oo-se dos perigos que os ameacam na gaerra que
sustentara contra os revoltosos, dividem-se enlre
si em faeces que os enfraquecem, e preparara
ta vez com a sua desuniio a victoria dos seus ini-
mtgos.
Venezuela est dividida era districtos militares;
e menos devastada do que o resto da Columbia,
ve com ludo o honsoote do seu futuro carregado
das mais negras e eapessas ouvens.
A Solivia e o Per arrefeceram os seus ardo-
rea bellicosos : o novo presidente provisorio da
primeira dessas repblicas, Jo. Mara de Acha,
dirtgiu-se ao goveroo do Per partecipando a sua
elevagio aquella elevado cargo, e manifestando
em nome da assembla nacional o desejo do res-
labelecimento das relaces amigaveis entre os
dous estados, e bem que recebesse urna resposta
ainaa palpitante de reaentimento, houve-se com
oasiante modera?io para abrir fcil caminho que
deve levar aa duas repblicas aura accordo feliz
e urna benigna inteligencia.
Praza aos cus que a prudencia anime os dous
governos at o ponto de se eoteoderem ambos
completamente, como convm a dous paizes ir-
maos pela origem, pela liogua, pela historia e
pelas instituicoes.
Todava o auno de 1861 nio correu todo ame-
00 Placido para esses estados.
Na Bohvij, depois do golpe de estado que sr-
rebatou o poder do presidente legal Linares, o
empenho patritico de mallos cidadiosconsegaiu
sorenar o paiz, e fazer aceitar o tacto consumado
e o governo filho da violencia ; diversos candi-
datos, porm, se apresenlavam presidencia da
repblica, e um dalles, o general Morales, cons-
RS? na$ Pr0Tncias de Chuquisaca, Potos e
Chichas, e estiva prestas a fazer rebanlar urna
reyoluco pata impedir que fosse eleito o seu ri-
val, o famoso Belzu, que contava com numerosos
e dedicados amigos na convengo nacional.
No Per o general Caslilha, chefe legal do go-
verno, colhra os flus de urna tentativa de revo-
luto tramada pelo general Echenique para des-
poja-lo do poder, e cora actividade e energa con-
seguir a tempo disaipar a tempestado, fazendo
prender a Echenique e recolhendo-o ilha de S.
Loureoco.
A ordem nio foi portanlo perturbada as duis
repblicas em urna e outra, porm, a ameaca da
guerra civil traz os respectivos goveraos em re-
celos, que de ordinario nio sio favoraveis ao go-
zo tranquillo das garantas conslitucionaes.
Ainda bem que chegamos emflm ao Chile para
sua visar-nos com a esperanzosa situacio dessa
repblica, a maia prospera de todas as outraa da
ungua hespanhola, por sso mesmo que de to-
das ellas a qoe tem menos soflrido as violencias
da guerra civil e as coofuses lerriveis da a-
narchia.
Depois da revolugo que, ha dous aonos, in-
terrompeu a sua marcha moderada e pacifica, o
Chile viu pouco pouco serenarem-se de novo os
animo* agitados dos seus partidos, e loroou a
desfructar a vida poltica regular, que desde mui-
to eocerra o aegredo da sua prosperidade.
Urna crise fioaocelra veio este anoo pesar so-
bre o Chile e excitar os cuidados do seu governo ;
mas nem essa calamidade, cojos resultados sio
combalidos com a economa dos dinheiros pbli-
cos, nem a memoria anda fresca de urna revol-
(8o vencida no campo armado, puderam impedir
que a repblica passasie com louvavel sereuida-
de por duas provas difflceis e perigoias.quaes aa
eleices dos membros do novo congresso e do
presidente da repblica.
Na primeira dessas eleices foi renhida a luta ;
nao excedeu, porm, os limites da le; na segun-
da, o cidadlo Jos Joaquim l'erez reuoiu a uaa-
nimidade de votos, e subiu ao poder no meio de
geraes manlfestaces de confianca.
Os Chilenos contam que o governo do Sr. Prez
seguir um systema de harmona e de concl-
liacio, e que realizar no paiz prudentes re-
formas.
O coogresso do Cbile havia, antes da eleicio do
novo presidente da repblica, rejeitado o projec-
to ministerial qae tiaha por flm estabelecer urna
allian;a entre os estados lalino-americauos :. a
idea foi repellida, porque viu-senella antes urna
allianca enlre os governos do que entre os povos :
pelo menos esta a explicaceo, talvez am pouco
metapbysica.que apresentou a imprensa para es-
clarecer os motivos da derrota ministerial.
O goveroo chileno oceupava-se em animar o
progresso material do paiz.
Deixaodo o conlioente para fazer ao menos
mencio de alguns dos estados insulares da Ame-
rica, vemos em S. Domingos o celebre general
Oam'Auua prouiaiuauuu a auueacau deaia ilba
Hespanha, o Hait protestando contra semelhaoto
acootecimento, que alias produz em todas as re-
publicas americanas urna impressio tio profunda
como desagradavel.
Que coosequencia arrestar comsigo tarde ou
cedo esse faci, nao nos dado prever ; mas a
iiespaoba em S. Domingos, e a Hespaoha inter-
viodo no Mxico, e talvez contando ahi suas am-
biges, apenas pela influencia da Franca e da In-
glaterra, que provavelmeote olo levam ao Mxico
todas as vistas, todos os designios da aua compa-
nhelra na intervencio; a Hespanha, emflm, a
amiga metropole, dominando em S. Domingos, e
preteodendo impor-se confederacao mexicana,
devem naturalmente excitar odios ioternacionaes
que nao eatavam extioctos e que apenas o lempo
fazia arrefecer.
O auno de 1862 em que eotramos, e os outros
que se hio desucceder, lerio talvez de fazer sur-
gir na America complicacoes de vidas aos im-
petos da recente ambicio que aprsenla a Hes-
panha.
Tal o estado em que o anno de 1861 deixa as
repblicas americanas que acabamos de passar
em revista.
Triste e desanimadora a licao que nessas re-
pblicas offerecem as instituicoes democrticas,
e ainda bem que estas se podem defender negan-
do a sua existeocia real em tses paizes, onde a
permanencia da gaerra civil e da anarchia tem
eitabelecido antea o goveroo da espada e o pre-
dominio da forca material do que o governo de
ideas e de principios.
que exercp, mea querido bario, e aoa alguma
cousa intelligeote para nio tirar dahi mu grande
proveito. Recorro s almas caridosas, clientela
fcil de enternecer-se, porque o reino dos cus
est aberto aos pobres de espirito... A' tua sade,
Walter. Manda trazar o caf; este maldito vinho
deixou-me um pouco perturbado....
Quando foi servido o caf, Francisco conti-
nuo* :
Agora di-me um bom charuto, e serei todo
ouvidos.
islo?
Sim, lembra-me bem.
Pois em parte foi o que me deitou a per-
der, se que me posso considerar perdido: e por
que nio? Nio teoho sabido moderar as miobaa
paixoes, e em menos de seis annos devorei a mi-
nha mocidade rodeiada de um milhao de gulden
com todas as efflgies dos principes da Coofedera-
cao...
,T. Maia de d0" *UMes de francos I sxclamou
Walter.
Infelizmente a pura verdade, replicn o
mendigo com ar de contriccio cmica. J vs,
bario, qae mecustou um poaco caro o fructo das
licoes do professor Fabricio. Folheei Gregos e
Romanos, estes ltimos sobre tudo, porque aquel-
es nanea passaram de uns refinados patetas e
pedantes. Ora, os Romanos de certa poca em
diante voltaram-me a cabeca, e iizeram com que
eu livesse piedade do miseraveis prazeres da
nossa,meiquinha geracio. Scylla, Pompeu. Cras-
so, o bandido Calilioa, Julio Cesar, Antonio e
todos esaes imperadores deslumhrados pela mona-
truosidade do seu poder; povo-rei as suas
conquistas, guerras civis, triumphos de toda a
natureza, jogos, luxo e orgias dascommunae,
isso que foram homens, isso que foi naci,
sso que foram paixoes, lempos e coasas I Co-
mo viver-se feliz no nosso seclo, quando se fica
sorprendido como eu daa toncaras e sabedorla de
tantos outros seculos prodigiosos I
Walter deixou cahir um olhar de commisera-
Sao sobre Klelo, que percebendo-o replicou im-
mediatamente:
Julgaa-me lonco, nio assim ? E' isto ao
menos o que posso colliglr da careta que acabas
de fazer. Desengana-te; nunca tive a razio mais
recta e calculada do que presentemente; pois
nio possuindo mais patrimonio para esbaojar,
vejo-me toreado a renunciar todas as minhas
fantasas, e entrar no pequeo circulo da vida
contempornea. Se gaatei mais de doas milhoes
em menos de seis annos em busca dos faatoaoa ca-
prichos dos grandes romanos, caprichos qoe nun-
ca logrei satiafazer, giohei todavia com esta
minhas extravagancias a certeza de que nao inve-
j prazeres, de que goiam os homens ricos e
felices deste mando habitado como eat de Lilli-
putenses sem paixoes, sem imagioacio e ape-
tites, agarrados s suas virtudes como aos seas
vicios I
Crs Isso ?
Kstou muito certo.
Eolio, lens viajado muito pouco.
Viajei toda a Earopa, e como sabesa Eu-
ropa o mando.
Havemos de voltar esta questio.
Nio preciso, porque la nio es versado do
estudo dos aotigos para argumeotar oomlgo. A
mocidade romana, e fallo da mais corrompida,
era de forma elegante e de profundo aaber, ae
passo que os mocos de hoje sio pela mor parte
de urna ignorancia audaciosa. Julio Cesar, que
foi por muito tempo quasi to libertino como Ca-
tilioa, e o mesmo Catilinaerara rivaes de Cice-
ro na eloquencia. Ora a eloquencia em Roma
aodou sempre escodada de ama instruccao varia-
da, profunda e solida. J
Sirva, porm, ao menos essa dolorosa situacio
de exemplo aproveilavele de proficua ligio a ou-
tros povos, que no gozo da liberdade e da ordem
caminham dessuombrados para o futuro sem du-
vtda bnlhante que os espera.
III
RtpuWca Ortintaldo Uruguay.
o anno de que acabamos de despedir-nos en-
conirou e deiza a repblica oriental do Uruguay
no gozo de urna paz que no correr de 1861 nio
soflreu um nico dia da inlarropglo.
A conserva^io da paz como j em outras oc-
casioes idnticas temos dito, o maior e o mais
fecundo dos progressos que as nacionalidades vi-
uonas podem fazer. A paz para ellas o gran-
de elemento da aua organiaacio. A paz enerva
e gasta os caadilhos militares, impede o eppire-
cimenlo de ontros novos, crea hbitos de traba-
Iho, prodaz a riqueza e O bem-estar na popula-
ga, desviando-a assim naturalmente das agita-
goes e perigos da policia revolucionaria, deaen-
voive a torga e prosperidade nacional, facilita a
\Hu, s de braC09 e capitaes estraogeiros, per-
mute que a adminitragio publica se regularise,
Sn! lec.en?0M ordem e a economa, e
hu1 'o'roduz e propaga as ideas e os ha-
i,.. S oden con"l'dar aa instituigoes pol-
ticas, combinando a liberdade com a ordem e com
o priocipo da auloridade, sem o qual s pode
haver licenga e anarchia, e a democracia dema-
gogia.
Registrando, pois, com verdadeira satisfacio o
faci feliz de contar a repblica nossa mais pr-
xima minha um anno mais de paz, fazemos vo-
tos para que o bom senao do povo, o patriotismo
e aboegagao dos cidadios mais eminentes de lo-
do os partidos, e a sabedoria, a moderagio e
um sincero desejo de conciliario por parte do go-
verno, consolidara o progresso capital j iniciado
e conservera aberta a fonte de lodo o bem, a paz,
subordinando-lhe as diasidenciaa secundarias, re-
signsndo-se s imperfeigoes oaturaes ao estado
social e poltico do paiz, que s pela continuagio
da paz podem sercorrigldaa, e conquistando pela
aboegagao pessoal, intelligeote e patritica o me-
lhor titulo de que podem hoorar se os cidadios
de urna repblica.
Apresantado oestes tormos o nosso comprimen-
lo de anno bom, vamos resumir em breve quadro
os ltimos successos mais notaveis.
Reunidas as cmaras foram approvados os ac-
tos do poder executivo de que j demos conts no
retrospeclo de 1860, relativos a0 tratado de com-
mercio de 4 deaetembro de 1857 com o Brasil, e
mediante os quses a suspeosio decretada pelo
goveroo imperial ae converta na annullacio de-
finitiva do dito tratado. Em coosequencia foi o
chamado traado de permuta retratado da consi-
derado do senado a que havia sido submettido,
8 Por eala forma tambem definitivamente re-
pellido.
Na lei das alfandegas, votada em sentido am-
pia mente liberal, iocluiu-se a creaco de um im-
posto mdico sobre o gado em p e outros pro-
ductos do paiz que pela raa secca se exportaren)
para a provincia do Rio Grande do Sul, imposto
quedevia principiara cobrar-se expirado o prazo
do tratado de 1831, o que se vertfleava nos lti-
mos mezes do anno. A execucio desta parte da
le das alfandegas orientses foi regolamentada po
decreto de 2 de novembro ultimo.
Este imposto sobre o gado e outros productos
do paiz deve-se ter principiado a pagar desde 26
de dezembro, tendo sido habilitados para sahida
dos mencionados productos a estrada entre os
arroios Chut e S. Miguel, e a psssagem deate ar-
roio no departamento de Maldonado; as paisa-
gens de las Piedras, Ceoturios o Acegu no do
Cerro Largo ; as de Luiz Santos, Jagnary, Tejera,
Corrales, Pachou e Batobi, no caminho que leva
pelo de D.Demetrio Msrlinez, Curllzarss,Ignacio
Bntos e Puutas do Quaraim : e a Cuchilla Negra
e aa passageos de Bastiste e Paypaso, no depar-
tamento do Salto.
Por decreto de 4 do mesmo mez de novembro
se ordenou aos coramandantes militares qae es-
tabelecessem as guardas necessarias nos pontos
assim habilitados, fleando o commandante da
fronteua do Serr Largo eocarregado dos da Ta-
cuaremb e Salto.
De proposito consignamos aqui os pormenores
da orgaoisacio deste servigo, porque nos sugge-
rem urna observagio importante ede nio peque-
no valor para a apreciagio do p em que flcam
as relagoes da repblica com o imperio.
Roduc-ae a observagio almpleamente ao segoio-
te : o mdico imposto estabelecido nio suffi-
ciente era para costeio das numerosas estagoes
uscaes que se cream e que exigem nio pequeo
pessoal, por ser necessario vigiar mesmo nos pon-
tos nao habilitados a fronteira na sua mxima
parte aberta livro efacilima passagem do gado.
Nao sendo possivel esperar que o governo orien-
tal, submettido s ideas que parecem dominar no
paiz, se resolva sem compensagio a dar livre a
passagem do gado para a proviocta do Rio-Gran-
de, que mesmo com compensagio nos conceda
de mu grado, e nio sendo possivel qoe elle se
resolva a manter as respectivas estagoes fiscaes
em condigoes que sstoroem pesadamente ruino-
sas, quer parecer-nos que o resultado ser a nro-
gressiva elevagio do imposto.
E' impossivel que s cmaras ou ao governo
oriental escapasse a insuficiencia do imposto vo-
tado para cobrir as despezas do servigo que exi-
ga, e d aqu concluimos qae a actual modicidade
do imposto de que tratamos s leve por fim faci-
Ittar-Ihe a creagio, e principiar a restabelecer o
costume, por muito tempo interrompido, de sub-
m mi6' "'h,da d0 8do fiscalisagio que exige.
Nao nos fixamos, pois, no mdico imposto sc-
to.l, porque o consideramos como um simples
elemeoto de traoslgio para urna impoaigio inevi-
tavelmente pesada sobre a introdcelo dos gados
que geralmeole com esse fim criam os Rios-
Grandenses em crescidissimo numero nos terri-
torios onentaes fronteiros. E dizemos que esse
imposto ha de augmentar progressivamente, por-
E "" Plamquaes sao o hroes de
tua predilecgio?
Cesar e Catilina, responden Klein sem he-
sitar: mas como me era impossivel imitar aioda
em sonhos o poder de Cesar, pensando bem, in-
clinei-me definitivamente para o lado de Catili-
na. Ests sorrludo, pobre rapaz 1 Como tio bem
representas a leriaodade da nossa poca I Con -
sinto em explcar-me, o que nio do meu cos-
tume : e por pouco que o teu espirito possa
acompanhar o meu raciocinio conhecers assim
mesmo o acert de michas predilecges.
Eu nio podia como Cesar triumphar quatro ve-
ces em quatro dias, nem msndar erigir vnte e
duas mil mezas n um s banquete para farlar
populaca. Para isso seria preciso subjagar ire-
sentos povos, forgar oitocentas cidades, dar cem
batalhaa, fazer matar um milhio de homens, e
merecer que me offertassem mil oilocentaa e vio-
le e duas coras de ouro I Poda admirar um ho-
rnera desle, mas nio ter a loucura de querer
mita-lo: cooheces o La Fontaine, mea charo
bario, e. deves estsr certo da fbula de urna ra
muito invejosa qae quiz imitar a grossura de um
ti. accommodava-ae mais s minhas
possibilidades do que Cesar; e a tua hooestldade
vae assombrar-se sabeodo que foram as aborai-
naveis malvadezas desse grande libertino, assas-
sioo e flagello dos seus contemporneos, queme
decidiram a dedicar-lhe particular ealima.
Quem era Lucio Sergio Catilina? Um hom-m
funesto nem mais nem menos. A historia com
a sua mana de querer ludo explicar nos diz-
que para viogar-se de duas derrotas que soflreu,
quando por duas vezes concorrea ao contalado
com Cicero, resolveu mandar assassinar este
grande hnmem, e apoderar-ae do governo. Ca-
lilioa era o intmlgo da humanidade: a aua alma
reeebeu, por assim dizer, o aopro do demonio, e
oio o sopro de Deus. Prodigiosamente ricoar-
ruloou-se em pouco tempo em loueaa prodigali-
dades ; patricio da alio naacimentoflogio egua-
lar-se com a maia vil populaga de Roma, que ia
Srocurar em todas as escolas de gladiadores. Se-
uctor de urna vestal, assassino de seu irmo e
de sea fllhopoueo faltoa qae nio posese fo-
go e saogue Roma e o sea vasto imperio.
E este o hornero que escolheste psra teu
hroe ? perguntou Weller quasi espantado do en-
tbaiiaimo que puoha Klein em desenvolver o
seu pensamento.
Sim, aob certas relagoes. Nio admiti que
umhomem sejaao mesmo tempo como Catilina
bravo e miseravel; que commatta de sangue
no actos de requintada croeldade ; em ama pa-
lavra que triumphanle com a espada na mo re-
corra ao ponhal. Talvez stja mu pensar de mi-
nha partetlu o aso 4 qae pens assim. Gos-
que com elle ha de lo lar o contrabando a a a*.
ceiiid.de de cohibir eate ha de u!m oaursaoll.
de meios repreasivos, iato de detsazaa
fmpSto dUp,0d Mmtui 3W.
Parecem-nos estas as consequeocias do la
cuja votacio pelas camaraa o^lMSStaaW
u.Du.r'(?.U '^araa, sem
las soffresse desastre algum o ministerio, ae
que conste que occorress algaaa dos eaeiio"
montos ou incidentes que costosa. proasairu
cuses mioisleri.es dominio o presidente da Be-
publica 3 de juoho. por um decreto nao oli-
vado, tolo o seu mioisterio. qae, como siten os
leitores, se compuoha do Dr. D. Eduardo Aia*
do, D. Thomaz Vlllalva e coronel D. Dioso La-
mas, cidadios que, como tambem so sabV he-
viam aido candidatos na ultima eleicio Veai-
deocial. ^ ^"
A sorpresa que esta sssaisso caaos ao pa-
nuco, e soque parece, sos meamos ex-eaiaislres
deu-lhe am carcter de golpe de estado.
Succedia isto no momento em qoe, seseo j
evidente urna nova o prxima guerra civil argos-
nos, a opioiao publica, o sem davids o moemo
governo se preoecupavam com a politice ano -
rente easa deploravel emergencia adoptara a
Repblica Oriental. Foi t.lrez exclusivamente
por esta ctrcumst.ncis, que deolro e lora do
HH!?JE5P'lm h,Tere,n "Oo motivos iotiojj-
menie hg.do.com o. negocio, argentinos os qoe
determinaram a resolugio do pre.ideotedY U-
publ.ca. Receben esta enea novo vigor d. l
mediata elevagao do ex-midiatro D. ni.., i ....
ao posto do general, o ao commaodo eflectivo da
mais importante divisio militar do p.u Mida
notorias a relagoes desle chefe com Urqi'ise Jo
que tudo se infer, que nao eram hostia Lu
ultimo os motivos da dtssolucio do ministerio.
Mas a verdade que os successos oio confir-
maram as previses que em til sentido so ta-
ziam, o que ss verdadeiras cansas e fim da sse-
d.nga sio anda hojeimpenetraveis.
O novo mioisterio compoz-se, depois 4o breve
interregno, do Dr. D. Heorique Heraasna?E
Antonio M. Prez e D. P.nislion P.,,Tss
nuda 60 ""'" n" alUa Poicos politices.
Desde essa poca, ignoramos se com razio. .Urt-
bue-ie ao pensamento e aegio pessoal do prn-
dente maior parle oo goveroo e na adaioislra-
gao do paiz do que exerciam os seos trosas
res, e at do qae elle mesmo exercera dorante
o antenor ministerio. swas
Se tocamos oeste ultimo ponto, nio psra
consignar aqu i ul respeito urna opioiio esas
envolvesse censura ou louvor. maa somonte nr-
que desoa qae com hoora e proveito para a to-
publ ce a cadeira preaidencial, antea privaUvo-
5 le.""" iofluenci.milil.r, se torso.
22u*L $ illuslS civi, e io.elligo.eio
despida dos attribulos da forCa material e'esa
m Jl?,m8nSKPen"doraa "l-ell" P" prio*ipi.r n
meditar sobre um dos vacuoa da sus llllfll I
perig,"g?.Uv7de Cbeg" Sef "" Perg0> e
Estabelece a cooslituigio qoe o poder electi-
vo da oagao seri exercido por urna $6 nesoos
com o titulo de presidente da Repblica Orieo-
al do Uruguay. O presidente, o nico deposi-
tario do poder executivo, responsavel por lodos
os actos do goveroo, e fica snjeito residencia
por um anno depois de terminedasae suasf.se-
coes. A conservagao da
seguranga no exterior
comraettidas.
ordem oo interior o a
lhe esli especialmente
Estes textos constitacioosos nos parecer
ciuir, e excluem positivamente o que osU
ex-
mos por ministerios parlamentares. Estio pois
em presengs, sem intermediarios, o presidente'
depositario do poder executivo e as cmaras mas
azercem o legislativo. '
Se entre estes dous poderes so snscita coo-
flicio ; se as cmaras, por exemplo, negaos ao
presidente os meios qoe elle j.lga eseeociaes
para manter, quer a ordem interna, quer a se-
guranga externa do paiz ; quem ser leas, pois
que; nem a. camaraa pdem por tal motiv oes-
pender ou destitolr o presidente, nem este
dado appellar para o paiz dissolveodo aa easan-
pras ? Nio traria este conflicto fo re osa meo te .asa
situagio legalmeole irresoluvel ? Nio compre-
metleria elle as inililuicoes ou e pez publica ? f.
no remanso da paz que devem oslodar-se oo
meios de evitar todos os perigos qoe pdem rhe
gar compromette-la.
As cmaras, que tioham sido prorocada* es-
cerraram-ae a 15 de jnlho, deixando o pela do-
tado, alm do que l dissemos. da lei do orco-
mento, de urna lei que obrigou os credores hy-
pothecanoi urna nova convenio do aeus ttu-
los, de urna reforma judiciaria que creo, .m se-
gundo tribunal de appellsces, a uitimamente da
tao desojada lei de amnista.
Como todos os homens qoe observam impar*
Cialrneote os negocios daquelle paiz, lamentamos
que esta amnista nio fosse tio ampia, lio gene-
rla, que todos os emigrados abrios, sem ree-
tricgoes as portas da patria. Havia pare tato, io-
depeadentemente de varios motivos do boa pol-
tica um de ocessiio, nascido da situagao da Re-
pblica Argentina, em cujo territorio se achavam
os emigrados.
Desgragadamente era inevitavel .asa esotra d*
vil argentina. Nio seria pois para deseiar oio
seria de alta prevlsio o de alio interesas ncte-
ual, que se empregassem todos oo meios leariti-
mos de attrahir patria oa emigrados orioateof
desviando-os assim dos campos do blialba dos
partidos srgentinos ? E om dos meios mete id-
neos para eiso fim nio serie abrir-lhes opport.-
namente de par em par aa portas da torra natal t
{Continuar-te-ha.)
lo da luta, tenho porem horror traicio o
boscada. Entretanto Catilina mes lloro, or.
que, nascido para o infortunio o terror do Vine-
ro humano, moatrou-so de nma habilidad, rara
de um genio infernal ne execucio do mvilerioao'
decreto que o havia laucado sobre a torra I Eso.
grande here. elegante e corrompido, com um
das suas mos as dobraa da ana Loica, o a os-
tra-ora na espada, ora no ponhal, fasemoa-ma
tez de mim um seu admirador, so. do se. oar-
do quando releio e sua historia, o ama-lo-nia d.
veras se elle ressuscitasse entre nos I Porosa?
grave e indiscreta pergoole I
E realmente porque admirar a triste des-
honra de ser fetal ao aeu seculo ? pernoto. Wel-
ler seu petar commovido pela entoniciopes.ro-
sa que acab.v. do tomar a voz do mendico
Pr.ncUco, prometleste eiplicar-te, o at .qu o
teos faito tmperfelamente.
Se Catilina tivesse conspirado nicamente
contra Cicero, o aenado o o povo romeoo sis
sena mais do que um ambicioso, e indigno 4.
merecer a mioha atleacao : porem elle conioi-
rou contra a humanidade inieira. e o exeeseo de
sua audacia leve o ealranho poder do fascinar-
i- "~KNie,t! Vo c,,iula. ero, Domicaao, He-
liogabal, todoa eaies brutos ferozes coroados
tem direito la admiracio ? ^^
Nio ; porque essea grandes acelerados eram
tao va como crueis, o oa orno o corag.es ceso
tanto que ella tenha sempre ums descalpa para a
crime. Catilina odiava, e despreoava a humani-
dade : cerlo que a traicio de ama melhor par
elle amada apaixonadameote o lancee ose orl-
meiras desordeos da ana vida : depois s iasraet-
dao dos seus amigos, protegidos o paraeiUe.
acabou de corromper-lbe o coracio, o fe-locaaar
como urna eipecie de furia no. desrograaaesloa
Jue fizerem do seu nome o terror de todoa I. .
u timbera passei por todo iato I exclamo. Frae>
cisco bateado na fronte : e oio pocas, cernen
hendo a raiva daquelle grande culpado ese tena-
pos aotigos. Que nio possa egual mea te imta-
lo Obi Se a Europa eivUiscda nioestiveeoe fla-
meada de barreiras, qoe a poe oo abrigo dos de
vasiacoes de um s bomem, ooo. lmbeos se-
rla o flagello do meu socaloo. tambem ceeerii
do inQnito prazer de espalbar o terror oes lana
de mioha pesia I...E somonte assim lesearte
orna vlnganga eatroodoee I...
Seria um outro Allila ?
. ZJ*h' AM5 0i '. *. sai
JaS?.' P1erTerid. man perrorsadea. m*
pode ssr desculp.ds... '^
[CovWtssar-se-as.)
PERN. TYP. DEM F. DE FARIA FILHO. 1MB,


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