Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09924


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Full Text
^
,
1110 mvill. I0MEB0 20.
Ptr tres mezes adiantados 5J00O
Ptr tres imm Yeaeidos 6$000


SABBADO 25 DE JAME1B0 DE 1462.
Paran adianUdo 19|00O
Parte franca para snbserittar
DIARIO DE PERMIDHJfJil.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Aotonio Alexandrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Aotooio Marques da Silra;
Aracaty, o Sr. A. de I.emot Braga; Geari o Sr.
Jos de Oliveire; Maralo, o Sr. Joaqun
[arques Rodrigues; Par, Juslioo J. Ramos;
(Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias ss 9> horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Carnar, Altinho
e Garanhuns as torgas-tetras.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quat tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso. Una.Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas eirss.
(Todos os correios partera as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
7 Quarto crescente as 8 horas e 41 minutos
manhia.
15 La cheia as 11 horas e 14 minatoa da man.
SS Quarto miogaante aa 5 horas e 56 minutos
da larde.
29 La ora as S horas e 7 minutos da tarde:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 minutos da manhia.
Segundo aos 30 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. 3. Sebastio m.; S. Fabio.'p. m.
21 Terga. S. Igoez t. m.; S. Patrocolo m. s.
12 Quarta. Ss. Vicente e Amstacio mm.
23 Quiota. Os desposorios de No3$a Seohors.
24 Sexta. N. S. da Paz; S. Thimoteo b. m.
25 Sabbado. Conversio de S. Paulo apostlo.
26 Domingo. S. Polycarpo b. m; S. Paula viu.
AUDIENCIA8 DOS TRIBUNAE8 DA CAPITAL.
tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacio: tercas e sabbadosis 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horss.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda rara do cirel: quarlas e sabbados 1
horada tarde.
PARTE OFFIClAL
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SOL
Alagss, o Sr. Glaudino Falca* Din ium.
?! **.**.*** i Ri0 **,75
Joao Persira Martina.
EM PERNAMBUCO.
F.?PITiwl,r0 d0 55? M,noe' IMlfda da
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia SS de Janeiro de
18GS
Ofllcio ao brgadeiro commandante das armas.
Sirra-se V. Exc. de informar acerca do que
pede no incluso requerimento o Africano livre
Jos da Costa.
Dito ao mesmo.Alientas as razoes pondera-
das por V. Exc. em seu oficio u. 132 e data de
hontem, convenho que se recolham esta capi-
tal para o Qm indicado no citado officio o cspi-
tao Jos Joaquim de Barros e teoeote Antonio
dos Sintos Caria, pdenlo aquello que nenhom
csrgo policial exerce no termo de Outicury, ser
substituido no commaodo do desticameoto da
?illa do mesmo nome pelo capitio do 9." bata-
lhio de infantaria Jos dos Santos Nunes Lima,
conforme V. Exc. prope.
Dito ao chefe de polica.Envi V. S. o in-
cluso requerimento que me dirigi Antonio Go-
mes Ferreira, morador no termo de Iguarass,
queixando-se de perseguidos que tem soffrido
do propietario do sitio Piugo, atim de que V. S.
ouviodo as autoridades locaes, providencie como
for regular.
Dito ao mesmo.Ao offlcio de V. S. n.94 de
21 do correte, respondo dizendo-lhe que J es-
tando inteirado por communicagio do respectivo
juiz de direilo do que refere o delegado do ter-
mo de Nazareth relativamente epidemia con-
Tenientemente quanto ao districto de Ltran-
geiras.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remeti V. S. para seu eonhecimeoto e execu-
cao, copia do aviso expedido pelo ministerio da
juatiga de 24 de dezembro ultimo sobre venci-
meotos que deve ter os olicises do exercito em
exercicio dos postos de majores o ajudantea dos
cornos da guarda nacional.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Ao foraecedor dos presos pobres da casa de de-
teoco Joo Carlos Augusto da Silva, mande
V. S. pagar conforme requisitou o chefe de poli-
ca em aeu officio de hontem aob n. 96 a quantia
de 1:6599340 res, em que importam as despezaa
felas com o sustento e dietas dos mesmos presos
no mez de dezembro ultimo, como se ve dos do-
cumentos juntos, estando elles nos termos le-
gaes.Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Eduar-
do de S Correa, conforme requisitou o chafe de
polica em offlcio de hontem sob n. 99, a quan-
tia de 58)200 rs., despendida com o sustento dos
presos pobres da cadeia do Cabo no mez de de-
zembro ultimo, segundo consta da coota junta.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao capillo do porto.Paco spreseolar
V. S., para ser inspeccionado, o recruta Marceli-
no Jos da Sanl'Aona.Commuoicou-se ao che-
fe de polica.
Dito ao director garai da iQ3lrucgao publica.
Sirva-se V. S. de expedir as suas ordena para que
sejm recoihido9 aos respectivos collegios os or-
phios fllhos de Antonio Joaquim Pereira, que
fallecen do cholera oesta cidade, na da 17 do
correte.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. receber do conselho administrativo, e dar-
lhes a conveniente direccao as bacas de rame
que se destinara ao hospital militar, e |>em assim
o fole mandado comprar para completar a ferra-
menta da praga desse arsenal, que tem de se-
guir para o Amazonas na qualidale de espingar-
deiro conforme aa ordeos imperiaes.Respoo-
deu-se ao conselho.
Dito ao director das obras militares.Orce
Vmc. a despeza a fazer-se com os edneertos de
que precisa o quartel do 2. batalho de infan-
taria, constante do offlcio do respectivo com-
mandante junto por copia.
Dito ao conselho administrativo.Promova o
conselho administrativo a compra dos artlgos
mencionados no iocluso pedido os quaes sao
precisos para proviraento do almoxarifado do ar-
senal de guerra.Communicou-se thesouraria
de fazenda.
Dito ao director da Companhia Vigilante.Re-
mello directora da Companhia Vigilante para
seu coohecimeoto e direccao a inclusa copia do
aviso expedido pela repartidlo da agricultura,
commercio e obras publicas, declarando que a
approvacao dos estatutos da referida companhia
nao pode ter logar sem as ractificsces mencio-
nadas no respectivo aviso.
Dito a cmara municipal do Recite. Cumpre
que a cmara municipal do Recite, remeta a eata
presidencia com a maior brevidadeuma demons-
trado especificada da despeza feita e a fazer-se
com o servigo de limpeza das rnas e remoco de
entuihos nesta cidade, e que teoha excedido o
crdito volado no 5 do art. 2 da lei provincial
n. 516 de 13 de juoho do anno prximo passado,
atlm de se poder resolver acerca da materia dos
seus officios de ni. 2 e 3, ambos de 10 do corren-
te mez.-
Dito a mesma. Rometto a cmara municipal
da cidade do Recife, para tomar na devida con-
siderarlo copia de um trecho do offlcio que o Dr.
Pedro Antonio Cesar, incumbido do 1* districto
medico da freguezia de S. Jos dirigi ao Dr. che-
fe de polica, lembraodo a nomeacao de um fa-
cultativo que inspeccione a malanga do gado:
Circular a todos os mdicos. Transmiti
Vmc. para seu cooheciment e execucao na parte
que lhe tocar, o iocluso exemplsr impresso da
portara de 16 do corrente, mandando executar
as medidas sanitarias constantes da meama por-
tara.
Dito ao Dr. Francisco Jos da Silva.Accuso a
recepcao do officio de 18 do corrente, em que V. S.
declara que aceita gratuitamente a commissao de
que o eocarreguei para prestsr seus cuidados m-
dicos as pessoas indigentes da freguezia do Pogo
da Panella.se infelizmente for ella accommettida
do cholera-morbus, egradeco-lhe cordealmente
mais esta prova qua d de reconheclda philenlro-
pia e humsnidade.
Dito ao Dr. Ermirio Cesar Coutinho e ao Dr.
Thomaz do Bomfim Espindola. Recebi o offlcio
que me ioderecam Vmcs. em 17 do corrente, com-
muoicando terem ebegado a essa povoagao de S.
Vicente no dia 15, e referindo o estado da epide-
mia, que aioda continuara a fazer estragos, so-
bretodo nos seus arrabaldaa desde Mocos at Pi-
menta e eogenho Liberdade, do que fleo inteirado.
Por eata occasiio recommendo-lhe que me deem
eonhecimeoto de ludo quanto fr occorreodocom
relacio a epidemia.
Dito ao juiz de direito de Nazareth.Pela le-
tara do offlcio de Vmc. de 20 do corrente, tire a
satiafacao de aaberquea epidemia vai declinando
na povoacao de S. Vicente.
Dito ao mesmo.Tenho presente os dous ofi-
cios que me dirigi Vmc. em 18 do correle
sobre a epidemia nos diversos pontos dessa co-
meres, e fleo inteirado de todo qusnto me eom-
muoica: Approvo a deliberando que tomn de
mandar o Dr. Symphronlo Casar Coutioho percor-
rer os lugares de Alliaoca e Larangelraa, onde o
mal liona apparecido, segundo lhe participara o
respectivo subdelegado, stlm de prestar seus soe-
corros mdicos, e de mandar malar ama rez por
emana para aer distribuida pelos indigentes em
coovalesceoea oa poroacao da S. Vicente, como
lhe requintaran os mdicos, qua alli aa acham
commissionados pelo goveroo. Remedo mais 80
exemplares de prescripges medicas para o tra-
tamento do cholera, como solicita Vmc De tudo
quanto fdr oecorrendo acerca deste assumpto, me
cornmooicar Vmc, aflm de providenciar-se como
fdr necessarlo.
Dito ao delegado de Pao d'Alho.Inteirado do
contedo do seu offlcio de 19 do corrente, tenho
a dizer-lhe que me lisongeio com as commuoi-
cages que me faz acerca do estado da epidemia
oesse termo e recommendo-lhe que esteja sem-
pre vigilante para a adopcao das medidas con-
venientes, como j lhe foi ordenado, logo que a
mesma epidemia tome o carcter de maior gra-
vidade o que promptameole trar so meu eonhe-
cimeoto bem como qualquer alterado que indi-
que o melborameoto das condiges sanitarias
dessa comarca.
Dito aos agentes da companhia Brasileirs.
Com a inclusa copia da informsgao do adminis-
trador do correio desta capital, respondo o offlcio
que Vmcs. me dirigirsm era 8 do corrente, pro-
curando saber se foram nesta provincia exata-
raenlo cumpridas as estipulacea marcadas na
tabella de demoras dos vapores dessa com-
panhia.
Portara.Os seohores agentes da companhia
Brasilelra de paquetes a vapor mandem dar
transporte para a corte aos soldados desertores
Luiz Jos de Paula, Virginio Ferreira da Silva,
e Ponciano Pereira da Silva.
Dita.O presidente da provincia tendo alten-
nao ao que lhe representou o inspector da the-
souria de fazenda em officio desta data resoive
comear o 3o escripturaro da mesma reparlicao
Manoel Antonio Cirdoso para exercer interina-
mente as funecoes de pagador no impedimento
do propietario e do respectivo fiel.
Dita.O presidente da provincia resoive ap-
provar provisoriamente os artigos auditivos a
posturas, formuladas pela cmara municipal da
villa de Iguarass em 11 do correte mez.
Art. 1. Tolos os habitsntes da villa e povoa-
do9 do termo sero obrigados a caiar ama vez
em cada trieonio interna e externamente as suaa
casas, a remover todo lixo e immundicias exis-
tentes na frente e quintaos das mesmas casas, e
a fazer o despejo das materias fecaes em luga-
res distantes das habitacoes oa em algum foaao
convenieatemente preparado nos referidos quio-
taes: oa contraventores pagario quatro mil ris
de multa e o duplo na reincidencia.
Arl. 2a Pica prohibido o despejo do lixo e
materias fecaes no leito e margeos do rio que
atravessa esta Tilla, e as fontes d'agua potavel
de que o povo faz uso: os contraventores paga-
rao 10J000 de multa ou soffrerao 8 dias de pri-
sao se nao poderem pagara malta.
Art. 3 E' igualmente prohibido seccar couros
salgados uas ras, ou mesmo nos quiotaes das
casas de villas e povoados; sendo que as salga-
deiras existentes dentro da mesma villa e povoa-
dos aero removidas para lugares coavenientea,
previamente examinados pelos fiscaes, que daro
disto communicaco acamara: os contravento-
res psgaro OJOOO 4* mulla e dencia. -
Art. 4* Os donos das coebeiras e estribarlas
serio obrigados a traze-las sempre lirnpas, dan-
do esgoto conveniente as ourinas, e removendo
o estrume ou as fezes solidas para o lugar em
que as exhalaces nao prejudiquem a salubridade
das habitacoes que ficarem prximas: os con-
traventores pagario 50000 de multa e o duplo na
reincidencia.
Despactaos do dia 88 de Janeiro.
Rtquerimentot.
Ignez Freocisca da Cooceico.D-se-lhe de
pros.
Joo Hyppolito de Meira Lima.Ioforme o
Sr. director da reparlicao das obras publicas.
Luiz de Azevedo Souza.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Manoel Jos Dantas.Deferido de cooformi-
dade com o parecer da cootadoria da thesouraria
de fazenda escripia no verso.' "
Sabino Candido do NaseimentcfProve isen-
cio legal.
Capilio Vicente Campello de^rchanjo.lo-
forme o Sr. Dr. director geral da*j9alruccio pu-
blica. *r*
COMAXDO DAS ARMAS.
Quartel-general do eominando daa
aranas de Pernambuco na cidade
do Recife em *4 de Janeiro de
186*.
ORDEM DO DIA N. 26. "^
O general commandante das armas, faz publico
para conhecimento da^uarnttao/ que segundo
constou de officio d presidencia de 21 do cor-
rente, foi nomeado para o cargo de delegado do
termo do Buique, o Sr. capitio do 9 batalhio de
infantaria Joaquim Francisco de Olivelrs, que
tem de lomar o commaodo do destacamento de
linha existente no dito termo, em subatiluicio do
Sr. capilio do 4o batalhio de artiiheria a p Jos
Pedro Nolasco Pereira da Cuohs, que foi exone-
rado desse commaodo ; e a 26 de dezembro ul-
timo do exercicio do referido cargo policial
Faz igualmente publico, o aviso do ministerio
da guerra de 27 de novembro ndo, que por co-
pia lhe foi tranamittido pela mesma presidencia
com ofllcio de hontem datado.
4' directora geral.2* seccSo.Circular.Rio
de Janeiro.Ministerio dos negocios da guerra,
em 27 de novembro de 1861.Illm. e Exm. Sr.
D V. Etc. as oecessarias providencias para que
nem as ordene para transporte de officiaes ou
preas de pret, nem oa altestados de desembar-
que sejam pasaados por duplcate, e nem delles
se passe eerlidio sob qualquer pretexto.
Servindo taes documentos de ttulos de divi-
da para as compaohias de navegacio haverem
seu pagamento, cumpre aos respectivos agentes
ter toda a cautella para que nao se extravien).
Dos guarde a V. Exc Mrquez de Caxiot.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Aasignado.Solidonio Jote Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitio
ajudante de ordeos encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
Do principio das nacioialidades.
O principio das nacionalidades ama d>s ideas
oais em voga e que mais affsga a opioiao pu-
blica. E, forca coofessar, poucaa ha capa-
zos de offercer sobre almas urna attracco mais
poderos- e geral. Em verdade a nacionalidade
urna couaa grande e santa, e a causa dos po-
ros quem ella ful iojustsmente roabada dea-
perta naturalmente sympaihlas em todas ss al-
mas generosas : tal a da heroica e infeliz Po-
lonia. De mais a maior parle daa ideas, que go-
aam do privilegio de commover e apaizooar os
coraces, tem um carcter de grandaza que ae
oto pode desconheeer; certamente ninguem
negar que aa palarras mgicas de liberdade
progresso e civiiisaclo ezprimem por si mesmas
cousas grandes e nobres. Porm, quanto maio-
res e mais nobres ao essaa Ideas, tanto mala
eonvem que sejam melhor comprehendidu, e qae
d'ellas ao nao fseam falsas applicacdes : o seu
perigo est em relacio com a sua grandeza.
A naconalidade nao cousa mui fcil de pre-
cisar e definir. Procuremos determinar os ele-
mentos que a consttuem.
Se consultamos a idea que geralmenle temos
d ella, a uoidade de aaogue apresenta-so-nos
inmediatamente como um de seus elementos ne-
cessarios e constitutivos. Se suppomos, por
exemplo, a Friona dividida em tres partes, em
urna das quaeaexista osangue francez, na oulra
o inglez e na terceira o hespaohol, evidente-
mente, na presente hypolhese, haver na Fran-
ca como que tres povos, tres naces, em quanto
se nao estabelecer a unidade de sangue pela fu-
ti e semelbanca. Ainda mais: a unidade de
sangue com os elementos que d'ella decorrem
naturalmente e que mais adiante indicarei, basta
para constituir urna naci, aeoao em toda a per-
felco, ao menos em substancia, qualquer que
seja o seu estado poltico. Para prova do que
dizemos aponamos o povo judeu. Este infeliz
povo que so (Ir o castigo do maior crime que pode
o homem commetler, e que urna demonatra-
cSo viva e dealguma forma phyaica da divindade
do christianismo, est, sem davldaalguma, re-
duzido ao maia triste estado poltico. Mes nao
obstante, disperso por toda a trra, sem goveroo
sem patria, como o annunciaram os prophetas
divines, nao deixa de ser o povo judeu. Todos
os dias diremos : o povo judeu disperso entre os
oatros, etc.; e se algumas vezes se diz que elle
nao constitue urna naco, falla -so manifestamen-
le debaixodo ponto de vista poltico e geogra-
phico, segundo o que lhe fdra predito. Mas
d onde essa permanencia e vitalidade ? d'onde
easa naconalidade sempre subsistente ? 'Isto
provm de que esse povo admiraral conserva o
seu sangue, e nio o mistura com o dos outros.
A nao ser assim, elle perdera bm depressa a
oscionalidsde com o aaogue ; e a Providencia
nao quer isso.
Tal, pois, o elemento fundamental da naco-
nalidade. Sem a unidade de sangue ella nio
pode existir ; com ella, existe em um griu mais
ou menos imperfeito.
Os partidistas da uoidade italiana poderio di-
zer-nos como se pode dar noidade de sangue
entre Piemontezes e Napolitanos, entre Piemon-
lezes e Romanos, e finalmente entre Piemonte-
zes e Venezianos ? Ha sem duvida entre esses
diversos povos essa unidade que nos vem de
Adi e Japhet; alm d'isso elles perteocem ao
que se chama ragas latinas; mas, pondo isto de
parte, nio ha entre elles unidade de sangue, bem
como nio ha entre oa Austracos e Prussianos.
fcV forca, pola, coofessar, visto ser um facto, que
unidade nacional italiana falta a condigao pri-
mordial e fundamental, que constitue a naco-
nalidade e faz que um povo seja verdaderamen-
te ano : a unidade de sangue.
A' esse elemento constitutivo vera juotsr-se
outros que sao como que as suas coosequencias.
A uoidade de aangue ou origem produz natural-
mente ama certa idenlidade de usos, carcter,
coslumes, tradicoes e ideas; eludo isso entr
na naconalidade e a compde. Nio se trata, bem
ae deixa ver, de urna Ideotidade absoluta, e, por
ashim dzer, material; mas de urna especie de
unidade moral que deixa perfeilameote lugar s
variedades das provincias. A lingusgem tam-
bera um dos elementos mais importantes da na-
conalidade. Se o estylo o homem, liogua
a sociedade. A naci prepara a liogua sua
semelhaoca, e por sua vez esta reage sobre a
oaco que a formn. Os poros subjugados e que
desejam reconquistar a autonoma, devem con-
servar a sua lingua com todo o zelo. Urna na-
ci que conserva a lingua n.ao est mors. Os
jo ver nos da Russia e Prustia o sabem pe rfei la-
mente, e por isso, em vista de seus Qns, mui
lgicamente procuram matar a lingua da infeliz
Polonia. E n'este ponto apresenla-se natural-
mente um dos sophismas dos partidistas da uni-
dade italiana. O reino de Napolea, dizem elles,
os estados do Papa, de Veneza ao Piernn te, fal-
lara o italiano ; logo, nio deve haver para todos
esses estados mais do que um governo. Qae seja
bom para um governo administrar um estado ho-
mogneo, onde s se falle urna lingua, cousa
de que se nao pode dovidar. Mas que inconve-
niente resulla de que mullos estados fallem a
sesma liogua, muito principalmente quando,
como se d oa Italia, os povos que os compe sio
differentes em origem, saogue, usos, costuraes e
tradicoes ? Falla-se allemio em Vienna e Ber-
lim ; mas s por isso deverio essas duas capitaes
pertencerao meamo estado?
.Ha finalmente um ultimo elemento da naco-
nalidade, necessario, nao sua existencia suba*
tancial, mas sua perfeicio, e que como que
osen complemento : um goveroo nacional e
proprio. Demos um exemplo : A Irlanda urna
nago ; tem unidade de sangue, territorio, usos,
coslumes e tradicoes.
Mas, na qualldade de nago, esta ella no esta-
do perfeito? Nio, certamente, por que nio tem
um goveroo proprio, um governo irlandez.
Nio tralareiaqui de examinar, pois nio esta
a questio, ae seria melhor para a Irlanda estar
separada ou uoida Inglaterra, nem o que po-
derla gaohar ou perder com essa aeparscio ; mas
oquenioguem pode negar que) como naci,
ella nio se acha no estado perfeito : um gover-
oo naciooal e proprio o complemento da na-
ciooalidade.
Maa sobre este ponto se offerece urna questio
grave e delicada. Teri toda a naci o direito
um governo naciooal e proprio ? Ter um direi-
to natural ?
Observemos primeramente que se nio deve
confundir a naconalidade de um governo com a
sua unidade, o goveroo naciooal com o goveroo
uno de que fallara os Italianos. Um exemplo
vae tornar palpavel a differenca. Os diversos
estados da Allemanha, Baviera, Prusaia, Saxonia,
etc., tem cada qual|, eomo todoa eabem,
um governo nacional, e eotretanto nio ha um
s goveroo para toda a Allemanha. Os anne-
xionistas da Italia coofuodem por tanto duas
cousas bem differentes, quando querem segundo
dizem, um governo nacional. Nio ha duvida;
alguma que a Saxonia lera um goveroo lio na-
cional como se s houvesse um para toda a Al-
lemanha ; at multo mais nacional por que lhe
excluaivamente proprio.
Em segundo lugar devemos observar que qual-
quer que seja o direito que se suppooha ter
urna naci um governo naciooal, e autono-
ma poderi perde-lo como outra qualquer cousa.
Com efieto, elle poda aer-lhe roubado injusta-
mente, oa antes o exercicio d'eaae direito, por
qae o proprio direito nio pode a-lo: a Polonia
urna victima illostre dessa odiosa espoliacio.
Porm ama naci pode tambera ver-ae legti-
mamente privada de seu direito autonoma e
um direito proprio ; a Hungra, por exemplo,
de seo motu proptio ligou-se i casa d'Austrta :
de reino electivo que era, eMMiisaio-se por si
mesma reino hereditario ; oi/Rde por tanto le-
gtimamente formar reino ioanafea-deQle.
Filas essas observacoes, podemos sem difficul-
dade resolver a questio proposta. Urna naco li-
rre de toda a obrigacio, tem o direito natural de
procurar para ai um goveroo naciooal e proprio.
Em verdade, sendo o homem naturalmente in-
clinado i socieuade, urna reuoiao de bomeoa tem
por isso mesmo o direito natural de conalitutr-se.
Mas a sociedade nio pde existir aem um gover-
0, sem ana autoridad*; coniequeaiemanie es-
se povo, essa naci tem o direito natural de pro-
curar o goveroo qae lhe approaver. J se v.pois,
que ella tem o direito natural de procurar um go-
verno nacional, bem como tem o de unir-se
outra nacao e sabmetter-se assim voluntaria-
mente um governo estrangeiro, como fez a
Hungra.
M,s* PrP" d revoluto abusar de todas as
sSas ideas, e corromper todoa os principios. E,
eonvem dize-Io, ella encontra n'isso orna forca
dupla. Servindo-se de ideas justas e boas em
si, dinge-se intelligencia que procura sedu-
zir perverleodo-aa e fazendo d'ellas urna falaa ap-
plicacao appella para aa paixoes que sio o seu
grande auxiliar. Bossuet disse algures que o bom
temo o metlre da vida humana. E' certo que
isso deverla ser assim, e al mesmo o geral-
menle fallando; maa que de eclipses nio soffre
o bom seoso I Como quer que sejs, a applica-
cao que na Italia se faz do principio das nacio-
nalidades vai de eacootro ao senso commam.
Com effeilo em nome d'esse principio que ali
se destruem as nacionalidades. O reino de a-
ples, a Toscaoa, etc., tinham s sua nacionslida-
de; a revolueio acabuo com tudo isso para maior
honra do principio. E at mesmo, se podesse,
ella representara a mesma comedia sanguinolen-
ta na Allemanha, pastando sobre as naconalida-
de! que a compe o nivel desptico, sempre pa-
ra maior gloria do principio. Mas se esses pa-
negyrisias de nacionalidades fossem sinceros, ve-
nara quena Europa ha urna verdadeira nacions-
lidade, destruida pelo seculo passado, seculo de
baixezsse miseria, e que aioda urna vez disper-
la cheia de vida. A Polonia, a heroica e infeliz
Polonia, ali est debatendo-se entre as garras san-
guinarias da aguia selvagem da Russia. Mas nio;
essa canas justa, e a revoluco s sabe traba-
loar tendo a iojuslica de seu lado ; alm d'isso
as auas raaos estio muilo profanadas para que
Deus lhe confie urna tio nobre miasao.
_E realmente um dos caracteres da revoluco,
nao se importar, quando quer fazer Iriumphar os
seas principios, com os direitos adquiridos, nem
com os tratados, e calcar aoa |ps os interessea
mais legtimos. E isso que destingue os revo-
lucionarios dos verdadeiros reformadores : eates
reformara sem deslruir, aquellos deatraem sem
reformar. O protestantismo, que a revolueio
na religiio, demooalra claramente esta verdade.
O seu pretexto, a razio de sua existencia, dizia
ello, era a reforma da igreja, e por isso denomi-
nra-se a reforma. Maa por ventura reformou-a
elle ? Abateu-a quanto pode, e, looge de re-
formar cousa alguma, augmentou por toda parte
as desordene, de que nypocritameie se lastimava.
A igreja calbolica pelo contrario trabalha nces-
santemente no sentido de reformar abumanidade
e aperfaijoar-se. Mas a verdadeira reforma nio
provm da revoluco, nao obstante ser o seu pre-
texto ordinario ; ella quer em toda parte subs-
tituir o que existe, e por isso que revolve o
mundo. Tudo o que legitimo lhe repugna, of-
fende-a, e pro*oca-Ihe a colera, da mesma for-
ma que a luz mortifica certos animaos immundos.
Sirva de exemplo o que ella fez ha um auno em
aples, em 1848 em Roma, e o que tem feito
por toda a parte. A reforma o aeu grito de
guerra ; principio pede-a, depois quando a ob-
tem serve-se d'ella para abater os que Ih'a con-
cederam. Porm o machiavelismo da revolugao
nao ainda tio odioso quanto o de um goverao
regular, como o piemonlez, servindo-se d'ella, e
aproveitaodo-se de seas altos feitos para asse-
ohorear-se dos governos legtimos 9 amigos.
O PADRE DESORGES.
(JToncte-tVitissi.)
asientam praga ; d'onde se segu que servem 12,
14 el6 annos aem que lhe compita a baixa. De-
pois de concluido o tempo de servico qae a lei
exige, os recrutados passsm a perceber ama
gratificado diaria igual ao sold de 1 praca at
serem eacnsos.
Os voluntarios sio obrigados a servir seis an-
uos; porm, pela mesma razio que indicamos, ser-
vem o duplo e o triplo desse tempo. Durante os
annos de servigo marcados na lei, percebem
como graliflcagio diariamente meio sold de 1*
praga ; e depots que coocluem os seis annos
de servigo, passam a perceber a mesma gratifl-
cagao que se d aos recrutados em circumstancias
idnticas. Os voluntarios percebem maia o pre-
mio de trezeotos mil ris, pagos em tres presta
do 1 e 4" annos de
?es iguios, no principio
servigo, e no tira do 6o. Quando tem baixa
entrara, so querem, na posse de urna data
de Ierras de 22,500 bragas quadradas.
Os engajados aio os que, tendo tido baixa, por
haverem j servido no exercito o tempo marcado
na le, ou tendo-o concluido, e achando-se ainda
com praga, obrigam-se a continuar a servir pelo
mesmo tempo que os voluntarios.
Os engajados gosam de todas as vanlagens dos
h iSil"09' cotn differeD5a e que o premio
de 400J ris, pagoa do mesmo modo que aquel-
los, e a gralificago diaria de sold igual ao de
pnmeira praga.
Os substitutos sao os que assenlam praga para
concluirem o lempo que deviam servir aquelles
a quera substiluem. Estes substitutos fleam col-
locados as mesmas condiges em que estavam
os substituidos, em relagao direitos e deveres,
quanlo vencimenlos, qualidade de praga e lem-
po de servigo.
Por eata succiota expoaigao se coohece que o
voluntario est tio superior em vantageos ao re-
crutado qae naturalmente se julgar que a maio-
ria do nosso exercito composta de voluolarios.
Engaotr-se-na, porm, redondamente quem as-
sim julgar.
O premio de 300$ ris que se offerece ao vo-
luntario, nio um incentivo que convide para
as fileiras homens morigerados, laboriosos e ho-
nestos : destes, os que vem voluntariamente tem
outro fim de interesae pessoal qualquer : a con-
siderecio do premio nio entra por cousa oenhu-
ma noa clculos, cujo resultado o sacrificio de
seus gosos domsticos. Os que vem voluntaria-
mente aliatar-se no exercito por mera dedicagio
vida das armas, por ambigio de um futuro li-
songeiro na carreira militar, olham com despei-
tJ para tal premio, e o regeitam. Essa regeigo,
que mencionada na f de officios do desinte-
ressado cessionario, abonando-o ante a conside-
ragao de seus camarades, devera ter o carcter
disiinctivo dos que vem com o tito de serem ad-
miitidos na classe dos cadetes e soldados parti-
culares, ou de adquirirem as escolas do exerci-
to ss habililages para primarem na vida que
adoptaram. Desses nunca se deve dizer um
mercenario trazido s fiteirasptlo engodo do pre-
mio de 300 ris. '
Este premio, em geral, smeote arrebanha para
as Qleiras os valdivinos, os cavalleiros de indas-
tria, e os malandrins, nacionses e estrangelros,
que s visam a primeira prestsgio do mesmo
premio, para depois prem-se ao fresco, e com
ella darem largas aos vicios de que esiie satura-
dos. Felizmente ha algumas excepges desta re-
gra, mas infelizmente muito poncas.
A data de trras poucos a reclamara ; e isso
prova que tal offerta tambem nio constitue urna
vantagem que convide a assentar praga volunta-
riamente ; e menos aioda, por insignificante, a
INTERIOR.
BIO De .1 Wl.lito.
Voluntarios, engajamentos, sobslitai-
ces eeximices.
E' commummente as le do recrutameoto
para o exercilo que se eatabelecem os principios
que devem regular as condiges da admissao de
voluntarios, os engajameotos e as substituiges :
mas como nao temos aioda (e provavel
que to cedo nio lenbamos) urna lei derecruta-
mento. porque, como lei.organica doexercito,
como le poltica, depende do profundo e acura-
do estudo da ndole de nossa.de populaco,prepa-
ra-la convenieotemonte pan recebe-la sem com-
mogao, e do eonhecimeoto da massa recrutavel
do paiz, que s se pode obler vista de urna es-
tatislica fiel e completa, que estamos muito loo-
ge de possuir; o goverao tem eslabelecido aquel-
les principios as leis de fixagio de forga de Ier-
ra, e em regulamentos especiaes. A mutabilida-
de annual dessas leis, e a continua modifleagio
dos regulamentos, por outros regulamentos, nio
tem concorrido pouco para emmaraobar o sys-
tema de pagamento de premios, e gratifleagao de
voluntarios e engajados ; os meios de descrimi-
nar os direitos de un> e outros ; a pralica segui-
da na effecluacao das substituiges, e o modo de
recoohecer os direitos e deveres que ficam com-
petindo substitutos e substituidos.
Temos 00 exercido voluolarios, engajados e
substitutos sujos direitos dimanam de tres ou
quatro regulamentos differentes ; o que atiesta
implcitamente que ainda se nio chegou um ac-
cordo sobre o melhor modo de estabelecer com
vantagem para o paiz (base primordial do direito
privado de cada nagio] o systema de admiaaio
os voluntarios no exercilo, de engajameotos e
ubstituiges. Tivemos tambem que jogar por
figura tempo com as eximlges por dinheiro,
providencia nefasta infelizmente adoptadaiMO
fexercito, cuja revogacio o Sr. ministro da guer-
ra aelusl propot ao corpo legislativo, e este ap-
provou ; masque, entretanto, com receio de que
ella todo o tempo volte, alguma cousa dire-
mos adiante, para deamacarar a hediondez de
aeu carcter omiooao.
O estudo das providencias cootidas naquellea
regulamentos, acompanhando a marcha de ana
execucao, nos tem feito conhecer nelles defeilos,
de cuja correccio nio convm prescindir por
muito tempo, bem do sorvico militar, o diga-
mos mesmo da moralidadedo exercito, a querer-
mos servigo militar com regularidade, e exercilo
com moralidade.
Neale preaupoalo entendamos fazer um servigo
admioistragio da classe que temos a honra
de pertenaer, apresentando nossas toscas ideas
respailo do ponto que nos referimos, ao estu-
do e discusaao dos provectos na materia, afn
de que estes, limando-aa e poliodo-aa, conoor-
ram deste modo para qae ellas poasam um dia,
expurgadas da rudeza do nosso pensar, entrar
00 tabernculo das leis do imperio, fazendo par-
le do direilo privado militar braaileiro.
Julgamos conveniente que aotes passemos em
revista oa direitos e devaresf-que competem s
pregas, pelas disposigea a#aes, segundo ss
quatro condiges palas ajsjaaa ellas podem estar
ligadas ao servigo militar, fae sio a dos recruta-
dos, a dos voluaJarioa, a os eogijados a a dos
substitutos.
Os recrutados sio obrigados a servir aove an-
nos ; porm, em cooseqeeacie dos desfalques
que suceessivameate se dio nss fileiras, e da in-
aufflcleocia do recrutameoto (oreado, e fraco coo-
curso de voluntarlas para completa-las, nao po-
dem ter baixa senio quando Ibas compete por
aouguidade, a ha recrulas para subatitui-los, aa
razio de urna baixa por cada doaa recrulas qus
v rom assentar praga voluntariamente. Eataa
elles concorrenam de boa vonlade ao convite da
consciencia de seus deveres vicos, porqoaW-
,.m,mdeferes" PC
O cidadio que ae offerece para servir 00 exer-
cilo, vai pagar voluntariamente o tributo eousli-
lucional do art 143 da lei fundamental doa^Uao.
t.onvida-10 ao cumprimento deasedever pelo or-
gao do srdido interesae pecuniario, 6 alirar com
seus bros banca desprezivel do iotereseeiro
mercenario.
Tratemos agora dos engajados.
.0s 'nd.IT' consi.tuciooal pelo tempo qae a lei mareoa. se
querem continuar a servir as srmas, merecen
que de algara modo se melhore a sua sorte $i$j
soldados promptos, nio necesailam de apreadi-
gem, e esli completamente habilitados para a
desempenho de seus deveres militares. Para aai-
ma-ios na continuagio de presUrem seus servi-
S?!: paa remunert de alguma aorta sua dedi-
ca a coovemente dar-lhes alguma gralil-
Nao concordamos em que seja essa graiifkacio
o premio aclualmeote marcado de 4001003 e a
graticagao iguaVao sold de primeira praca -
nem tambera eK^ue a graliflcagio de eaaaja-1
ment seja paga pelo modo porque actualmente
o premio indicado. Para estabelecermos a ara-
Ucagao que julgamos conveniente dar aoa enga-
jados, assentaremos em que os eogajasaeatoe sa-
jara por um anno, e que a graliflcagio augmente
proporcionalmente ao numero de engajamentos.
Assim, filaremos a gratifiesgio diaria dopri-
Q??a*m*Dl0> lem do sold e elape, esa
A do segundo, em 180 rs. ;
A do lerceiro, em 240 rs. ;
A do quarto, em 300 rs.
A do quinto, em 360 rs.;
A do sexto, 120 rs.
Esta ultima gratificagio ser conservada como
premio constante dos mais engajamentos qaa a
praga quizer fazer. *
r.R??te m que flzer ,u *lJmentoe suc-
cessivos ter receido, na lotalidade das gratn-
cegoes diarias, a importancia do premio actual
dos engajados pelo mesmo lempo, e da araUfiea-
gao diaria igual ao sold de primeira praca. com
urna pequea differenga de 5*800 para menos.
rica alm disso com o direito salvo a ter baixa
00 Um de cada anno de engajameoto : a receba
pret por pret um augmento razoavel conforme a
numero de engajamenloa qae flzer, o que Iba
mais proveitoso do que receber, como sgora, asa
tres prestagea no principio, meio, e fim daa seis
annos de eogajamento a lerga parlo dos400JkOOU
*-?1".' em geral' ebjada logo nos priaseiros
0110 das (quando muito) depois da recepcao.
A respailo das substituiges pouco temos a di-
zer, visto como os substitutos gozam de lodaa as
regalas que competem aoa qae elles substiluem.
UDservaremos apeoas que. se o substituto pro-
vw que j servio no exercilo de seis mezes psra
cima, deve ser obrigado a servir somonte o com-
plemento do tempo que eslava obrigado o subs-
tituto, e se nio, a servir esse lempo, e mais sois
mezes, que o necessario, afim de preparar-ee
pela instrucgio pralica para entrar no servigo.
Mas, se o substituto ainda 4 reeruts, se ainda
est dentro dos seis mezes de praca da aprendi-
zagem, o substituto, na 2a hypolhese, dava flear
dispensado de servir mais os seis mesas ; porqae
oesse caso um reeruts por oolro recrale. En-
gratifleaco diaria de meio sold de priraeirl leudemos t.rahemT. por oulro;eer-U- .E-
praga. ^ ienaens tambem que nunca so deve admillir,
Felizmente a improflcuidade da offerta da dataVcomo 8UDti'"tos, individuos qaa Dio eativerecn
foi reconhecida por S. Exc. o Sr. mi- *seoloa do recrutimento forgado. Posto qae as
nistro da guerra actual, que propoz ao corpo le-
gislativo o acabar com ella, e este spprovon o
alvitre.
Julgamos, pois, que as vantagens reaes que po-
dem chamar voluntarios para as fileiras sio ni-
camente o servirem menos tempo do que os re-
crutados, e terem baixa logo que concluirem seu
lempo de servigo. Cumpra-se religiosamente esta
condicao, e sem delongas, que nao faltario vo-
luntarios no exercito.
No tempo em que os voluntarios s linbsm de
vantagem sobre oa recrutados o deverem servir
metade do lempo que estes eram obrigados, e
que tanto ons como outros dava-se baixa lo-
go que concluiam o tempo da lei, o exercito lioha
um excellente e crescido pessoal de voluntarios.
Desde, porm, que circumstancias sem duvida
ponderosas obrigaram o governo a conservar aa
pracas as fileiras por mais tempo do que a lei
marca, a coocurrencia dos voluntarios decresceu
notavelmeole ; e depois que se offereceu o pre-
mio especial, a data de trras, e a gratificagio de
meio sold, e se deixou de dar baixa quem
tem direito, nosdevidos lempos, a concurrencia
deminuio consideravslmente ; porque as vanta-
gens offerecidas perdem o pouco valor que tem,
perante a conslderagio de que quem obrigado
a servir smenle seis annos, serve o duplo, e o
triplo.
A grande maioria dos voluolarios que tem as-
sentado praga, apparentemente impellidos pela
forga do interease daquelle engodo, em geral
de homens do refugo da sociedade, de homens
acuados pelas autoridades policiaes entre o re-
crutameoto forgado, e a casa decorreegio. Cesse
o engodo, e continu nio se dar a baixa quan-
do coocluido o lempo de servigo, que nem mes-
mo esses recommendados da polica, nem esses
colonos que por vadios repudiara as colonias, oa
sio por ellas repudiados, quererao vir figurar na
plana dos voluntarios do exercito ; o qual de boa
vonlade os enxotaria para os cubculos das peni-
tenciarias se suas circumstancias anormaes nio
flzessem da necessidado de aceita-los e suppor-
ta-los ums lei imperiosa.
Do que temos dito conclue-se que o premio es-
pecial de trezeotos mil ris aos voluntarios, um
intil desperdicio dos dinheiros pblicos ; a dala
de trras completa myaliflcagio que aio arreba-
nha palios ; e s gratificacio diaria igual so meio
sold de primeira praga, ama isca tio iosigoifl-
cante e pouco apetecivel, que nuoca tentar a
boa vonlade de ninguem, por mais intereaaelro
que sejs.
Assim, parece-nos que so voluntario se conce-
de urna grande vantagem sobre o recrutido, no
obrigar-se a servir monos tempo que este, com
tanto que um e & oalro se de baixa impreter-
velmente logo que tiverem completado o lempo
marcado na le. Nada de premloa especiaes; na-
da de datas de torras; e nada de graticagoes
diarias de meio dia de sold. Digi-se embors
por ahi, mesmo no seio do parlamento, que o
individuo que entra voluntariamente para o exer-
cilo encontra os elementos para ser um pequen
litterato, as escolaa de primelras letras dos cor-
pos ; um pequeo capitalista, no premio espe-
cial ; a um pequeo proprielario, na data da
trras.
Sio historias : nao nos illudamos eam esses
vidrilhos, e lentejoulas com qae se pretende en-
feli". P occuliar. aa mtelas da realidade.
E preciso fallar claro : appelle-se rrancameate
para os bros do povo braaileiro, aampre qae se
quizer encontrar remedio para aoasos males.
Quando para o voluolario a letra da lei ara
ama grande verdade, nanea foi preciso acenar-sa
aos Braaileiros eom aas tsotos ris e amas terri-
nbas, onda ninguem quer aer proprielario, para
eximiges por dinheiro tenham j passado para o
dominio das trsdicges, diremos todava qaa, ao
nosso pensar, foi ama das mais ominosas tanja-
siges que se tem encartado na nosaa legislsgio
militar. Era ama providencia ruinosa para a
exercito, indecorosa para o eximido, indecorosa
para o paiz. Ruinosa para o exercilo, porqae ca-
da individuo que se eximis, era ama praca da
que ficaram desfalcadas ss fileiras, visto qaa o
importe da eximigio nio era logo empregado oaa
substituir o eximido, nem psrs isso ers sef&ciea-
le o mais das vezes. Ers indecorosa para o exi-
mido, porque o collocava na plana do escravo
qae se liberta por dinheiro ; a apresenUva-o
elevando insignificantes quaatias altara da
honra de fazer parte da corporagao I quem a
coostltuigio tem encarregado da commissio pri-
vativa e permanente de manter a independencia a
integridade do imperio, e defeod-lo da aeasiai-
migos internos e externos. Era indecorosa para o
pslz, porque o punhs, por assim o dzer, aa bal-
cao da aordidez, dispensando por dinheiro o
cumprimento de deverea importantes para casa
elle, impostos pela msgoa lei de saa existencia
poltica.
Como dissemos, felizmente essa medida j de-
sappareceu da nosss legislagao militar I Qaa easa
elemento de desconceito publico, oa outros sa-
melhanles, nio venhsm mais enlatar os brisa da
nosso exercito, o porque faremos coostantes a
fervorosos votos.
A substituigio pessoal, qaa bem dispaasava
aquella providencio, poda ter-nos livrado daa
vergonbas por que ella nos fez paaaar, aa fosea
praticada sem prelericao, pois, sanado as dis-
posiges vigentes, a eximigio s darla lar lagar
no caso de impossibilidade da sabstilaicaa. Easa
impossibilidade nanea se dea e nem aa dar
porm a eximigio era mais bsrata e mala fcil'.
Era vergonhoso, verdade ; mas, para o sgsls
mo do eximido, o qaa importara a daaar pro-
prio, o deaar do exercito qae elle deixave, a 4t)
paiz, cojos direitcs elle considersva malta abaise
de seas interesses particulares f A substituteie
pessoal deva ter sido aampre preferida, parque
ella nio desfalcara as ileiras da exercilo, aem
trazia comsigo esse cortejo de consideraooas per-
niciosas qae acompanham a ominosa eximigio
por dinheiro.
Opportunsmenle submelteremes so eriterie a
discusiao dos eoteodidos om projecto da nn-
lameolo para a admissao de voluntarios eagaja-
dos a substitutos. Mallo noa liseegesremae m al-
ia sttrshir a attengio da nosaos camarades, ajsw
se interessam da veras pelas cansas ala satas
exercito ; a aa alies, dando aiaamaia ae sea lea-
?aval ioterease, o reduzirem com o aeU
da suas ideas i um corpo de doutriaa
mente aeeeitavel.
O cooselheira V. F. ala C. Hnikt
coronel o astada atar la Ia
(Do In*tT MiHUr.)



=
DIARIO DE PERNAMBUCO SABBDO 25 DE JANEIRO DE 1862
r^
Norle remetlen-noa
CREIO.
PEHmwBueo. r
REVISTA DIANA.
Segando a apuraglq a que proeederam aa ca-
maraa apuradoraa dos einco dwrittoi eleltoraes
desta provincia, foram reconhicidos membros
di asaembla provincial no binnnio de 1889 a
1863 oa Sra. abaizo oomeados coa designagiodo
distticio, a que representara.
1.a diairicto.
Visconde de Camaragibe. *
Bario de Muribeca.
Dr. Augusto de Souza Lelo.
Dr. Frabciaco do Reg Barros Barrete.
Dr. Joaquioi Tirea Machado PorMlla. j
Dr. Joaqun de Souza Res.
Dr. Tbeo.ioro Machado Freir Pereira 4a Silva.
Manuel Coelho Cintra.
Dr. Cypriano Feneloo Guedei Alcoforado.
2. diatriclo.
Bario da Vera-Cruz.
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Reg.
Dr. Joio Juveoeio Perreira de Aguiar.
Dr. Francisco Joju Carneiro da Cunta.
Dr. Juo Francisco de Arroda Falclo.
Dr. Heonque Pereira de Lueeoa.
Dr. Honorio Fiel Sigmarioga Vazcurado.
Joo Francisco do Amarel.
Dr. Jos Mana Muac-zo da Veiga Pessoa.
3. districlo.
Dr. Maooel Buarque de Macedo.
Jos Aotonio Lopes.
Dr. Maooel Ne.uo de Soaza Baodeira.
Padre Aolooio da Cunha Figueredo.
Dr. Pedro AlTooso Ferreira.
Dr. Alvaro Ucha Cavalcanti
Dr. Ignacio Juaquira de Souza Leo.
Dr. Gaspar de Menezes Vasconcelos de Drumond.
Dr. Loiz Felippe de Souxa Leo.
4. diatricto.
Dr. Francisco Raphael de Mello Reg.
Dr. Lourenco Francisco de Aloieida Catanho.
Dr. Anlooiu Raogel de Torres Baodeira.
Joo Braulio Cunda e Silva.
Dr. Rodrigo Castor de Alouquerque Maranhio.
Dr. Antonio Witrimo Pinto Baodeira e Accioli
de Vasconcelioa. s
5 districto.
Vigario Maooel Lopea Rodrigues de Barros.
Dr. Franciaco de Araujo Barros.
Padre Margal Lopes de Siqueira.
Dr. Antonio Baptiata Guiraoa Costa.
Vigario Franciaco Pedro da Silva.
Coogo Joaquim Piolo de Campos.
No segundo districto oi tomada em separado
a votagao dos elettores novameote eleitoa na
freguezia de Tejucupapo. No quino apuraram-
se someote os voloa dos eleitores recoahecidos,
sendo da appuragao excluida a votagao de Be-
cerros, que sendo urna fracaso do collegio do
Bonito, formou collegio a parte contra a diapo-
aigio da le e aolugio do governo imperial. No
quinto finalmente, lu tomada em aeparado a vo-
tagao de Salgueiro, que nao teodo collegio de
que flzesse parte, constituio-se por si, e assim
TOtOU.
Acha-se nomeado para o lugar de delegado
do termo de Buique o Sr. capilao Joaqaim Fran-
cisco de Oliveira.
Por portara de 21 do correte oi oomead
subdelegado dos Afogados o Sf. capitao Antonio
Googal'ea de Moraes.
Daodo cumprimento ao disposto no art. 31
1 da lei do orgamento vigente, publicou a pre-
sidencia a tabella distribuiliva da porceolagem
dos empregados do consulado Provincial.
Do Rio Grande do
seguate :
NAO
Em furia de velbo,
Em fumabas de mogo,
Em lagrimas de viuvs,
Em protestos de mogas.
E Em aboegagio de ninguem,
Em desintereae de vigario,
Em habito de frade,
Em promeasas de candidatos,
Em discursos de deputadoa,
Em programmas de ministros (rtulos de caiza
de charutos),
Em saude de boticarios,
Km f de meinohos,
Em coolas de eacrivo,
Em agrados de logists,
Em vioho velho,
Em devogio oe beatas,
Em obras de arrematantes,
Em ros do cerlio,
Em imposturas de juiz,
Em raz de leltrados,
Em procuradores de causa,
Em acgoes de compaohias,
Em anuunci dojoroaea,
Em coociliago dos partidos,
Em bros Oe cortezo,
Em dinheiro de empregado publico,
Em militar que nunca entrou em combate,
Em stocertdade de poltico (coca algum excep-
ciol.
Em elogios encommendados,
Em viagens de presidentes, as justiflcagoes
dos que mudam de partidos,
Em geoeroaidadea de demandiatas,
Em tutores de orphios,
Em administradures de fazendaa do eatado.
Em thesoureiros de irmandadea.
Em horneo* que trazem rozarlos ao pescogo e
bat-m muilo nos paitos, quando esli na igreja,
Em quebraa de certos negociante* e em nego-
ciante certas qutbrtu,
Em alvogados sem clientes,
Esa medico sem clnica,
Em historias que mecootam os que viajam de
trra, aoode nunca fui, e donde nada sei,
Em sujeiios que se despeodem pelos gazelas
de seus numeroso' amigos quaudo s rtM nem
conbecidea tem,
E finalmente em camtlot do Ceari, e dos co-
fres do Rio-Grande do Norte, e em outras muilaa
coosas.
Um sceptuo.
Falleceu hontem na caaa de detengan de
urna meoeogile aguda, o preao Maooel Ferreira
Borges, pardo, solleiro, natural de Goianoa, 30
anaos de Idade, sentenciado a um aono de priaio
com trabaiho, grao-medio do artigo 116 do cdi-
go criminal.
Procedeu-se a exame de idenlidade de pessoa
pelo juiz municipal da 1* vara.
Eia o dcimo-nono
t Bolelim oficial.
As noticias ofciaes, que chegaram presi-
dencia da provincia dos lunares accommettidos
pelo cholera-morbos nao sio iofelismeote tao Se-
tiafactoriaa quanto a falla de communicagea nos
levava a crer.
E o um offleo de 18 do correte, dirigido de
Timbauba ao Exm. presidente da provincia, diao
major Barros, delegado de polica de Gjianna, que
naquella povoago e seus suburbios, em urna zo-
na de legua e meia pouco mais ou menos, a epi-
demia atacou conaideravelmeole, sendo afecta-
das maia de cenlee vinle pessoas, alm dos que
sofireram incommodos que elle nao cooaidera
serem do cholera, e que lodos os esforgos e pro-
videncias orara empregados, lataodo-se dia e
noite.
c Diz mais que s na povoago foram ataca-
das tnnta e nove pessoas, que morreram em
todo o districto, deade a tarde do dia 11 desle
mez at ia 2 horas da tarde de 18 do correte
quarenta, Brando Iriota e s-is em tratamento, e
o reato em convaleacenga. sendo quaai os dous
tergos dos que succumbiram coasiituido por
creangss.
Diz nats que no districto de Timbauba e Mo-
cos a epidemia tem-se desenvolvido fortemente,
nio obstante os esforgos e cui Jados all empre-
gados, e que do dia 10 al o da data do offlcio
haviam1 morrido cincoeota e cinco pessoas, flcan-
do mala de cincoeota affectados.
Di* sais que aa Laya o nal tem declinado
bstanle, e que do dia 11 a 17 pelas 8 hons da
noite so tiohatn morrido aele pessoas, sendo dnaa
creangas e cinco escravoa, flcando dea accommet-
tidos. ios quaes so dous em perigo.
Dik mala que em Nossa Senhora do 0' o nal
vai-aeideseu verendo com alguma orga, a que
do da II a 17 pelas 8 horaa da noite ha va m
morrido na povoagio e sous suburbios doze pes-
seas, floaado vinle e cinco aocorasaetildos.
J.ifl.".U V* "V't,ia ** aanlase do
dia 10 a 15 pala 7 horas da manhia a liaha
snccumbido nma mulber, flcaodo aneciadas duas
pessoas sem perigo, e que em Pedraa de Poco
nada ba>i occorrido depoia de na ultima com-
i.
laemfia que, reuoinJo a morlalidade, que
aogv Um auccumbido 181 pessoaa, em
Moc! 124, aa Lapa 49, Nossa Se-
w
gsresque dizem geralmente terem aido accom-
meltiios docholera-morbus.
Deus guarde i V. Exc. lllm. e Exea. Sr
commeodador Antonio Marcellioo Nunea Goocal-
vea, presidente da provincia. O delegado em
exerctcio Joo Anastacw Camello Puto* Je-
mor
Ten Jo-ae propalado que um doenle. mo-
a?W 2 TAt0' D0 c,Bloho no,">. entregue a meua cuid-
dsele ra o aetellao da- dos, eslava aofreode de ehotera-ttesej- e aeaulo
hU Fre Jos de S.nt, essa nolicU me.i ex^U. ve nMw'o I se
osota de O' lie em Podras de Fogo 4, elevan -
dos assim a aomma total a 382 pessoas.
No mesmo offlcio di elle noticia de ler aido
accommettida outra irmfta de caridade, accres-
osalendo ajee ji ficava restabelecida, e conclue
duendo que a epidemia eat exiiocta em An-
ninga, lugar em que tinha comegado.
Em um odelo de 20 do correte, dirigido de
Timbauba a S. Exc, diz o Dr. Pedra
das antea suecunbire do cbole
liaella povoagie, osarme
Mara Magdileaa Bren que ae havla omporlado
heroicamente, e pede i S. Exc. qe manda ou-
Iro sacerdote qae auksjlitua o fallecido, poia que
O bovo sa atha aterrado oal eonsequencia de
ter o malxombado te ludo matando moitos eos
tres ltimos diaa, tendo sido vielms deseaeis
pessoas no dia 19, pelo que, segundo penas, o
mal nio deelina*a; e coocloe disendo que das
cinco pragss destacadas all do 2 balalhio de in-
fantera, urna tinha sido victima, e duas ficavam
accommettuas, sem todava aer assuslador o seu
estado, e que a morlalidade se elevava al i data
do offlcio a cento e cincoeota e tantos, nio sen-
do menos de doaentos os accommettidos.
Em um offlcio de 22 desle mez, dirigido de
Goianoa i S. Exc, diz o major Barros que do dia
16 em diaoie a epidemia tem declioado conside-
ravelmenle em tolo o districto de Crusogy, de
surte que do dia 18 a 20 pelas 3 horas da tarde
a cinco casos se deram na povoago e estes be-
nignos, conslando-lhe terem havido onze nos
arrsbaldes, sendo qualro graves, e que o numero
doa morios de 18 a 20 pelas 3 horas da tarde era
de oito pessoas, sendo cinco creaocas e tres
adultas
< Diz mais qae em Timbauba e Mocos o mal
contina a fazor estragos, sendo perigosos quasi
todos os casos, teodo all morrido do dia 18 a 20
pelas 8 horas da manhia vinle e duas peasoas,
haveodo aido atacadaa viole ; mas que em Noaaa
Senhora do O' nio tem augmentado, de surte
que do dia 17 a 21 pelas 8 horas do dia s ti-
nham morrido oito pessoas, achando-se atacadas
dezesete.
Diz mais que na Lapa a epidemia contina a
declinar, s leudo morrido tres pessoas do dis
17 a 20, que no diatriclo de Goiaoninha poucos
sio ob caaos que apparecem, e esses mesmos be-
nignos, nio tendo morrido pessoa alguma do dia
15 em dianle, e que na Serrinha, diatriclo de
PedrasdeFogo a epidemia esti reinando, ji teo-
do morrido ooze pessoas.
Diz mais que oaquella cidade e seus subur-
bios vio appareceodo mnitos casos de cholera, j
haveodo morrido do dia 20 a 23 pelas 2 horas da
larde seis pessoas, sendo dous meninos e quatro
adultos, e conclue confirmando a noticia da mor-
te do digno capellio de Timbauba em o dia 18
depois de 8 horas de soffrimeoto, e dizendo que
a morlalidade em Cruaogy ae eleva a 189 pessoas,
em Timbauba e Mocos a 146, em Nossa Senhora
do O' a 32, na Lapa a 52, em Goiaoninha ale
em Pedraa de Fjgo. inclusive a Serrinha, a 16 ; de
aorte que, sommado o numero de morios e incor-
porado aos 6 de Goiaona, o total de 442 pea-
aoaa.
c Em um offlcio de 21 docorrenle, dirigido de
Goianoa a S. Exc, commuotca o Dr. Firmtoo que
desenvolvou-se all a epidemia ; e. pareceodo-
nus importante o cooteudo desae offlcio, Ihe da-
remos publlcidade no boletlm d'amanhia.
Em um offlcio da mesma dala, dirigido de
Nossa Senhora do O' a S. Exc, diz o Dr. Americo
Guimaraea que lhe parece que a epidemia lem
amainado all, visto que diminuto o numero
dos accommettidos e morios nessa povoagio, na
Lapa, em Goiaoninha e eeus suburbios, e conclue
dizeodo que isto o leva a crer que o mal lera des-
apparecido al o fim desle mez.
a Nesla cidade e em suas immediages nao ha
caso algum de cholera-morbos. Kspalhou-se ho-
je a noticia de existir um cholerico no Camiuho-
novo; mas era inexacta, como pro*a-o a commu-
oicago que dirigio-oos o Dr. Villas-boas, e vai
transcripta.
a Julgamos conveniente dar publicidade i um
offlcio, de 19 do correte, dirigido a 8. Exc. pelo
delegado de polica do termo de Nazareth, Joio
Anasiacio Camello Pessoa Jnior, e por isto vai
abaixo transcripto.
< A's 6 horaa da tarde de 21 de Janeiro de
1862.
i
=
*
i I
*-
moni
en Ci
Tinto
Dr. A quino Fonceca.
a Delegada de policia do termo de Pi d'Alho
19 de Janeiro de 1862.
c lllm. e Exm. Sr. Accuso a rerepgao do
offlcio de V. Exc. datado de 9 do correte, e por
mim receido i 13 do mesmo mez, no qual lva-
me ordeoa, e prescrevia aa providencias que de
accordo com as mais autoridades da comarca, e
com o doutor em medicina Agripino Xavier Pe-
reira de Bnto, deria lomar, relativamente epi-
demia do cholera-morbus, que ae dizia ter-ae
deseovolido na freguezia da Luz deala comarca,
e onde j ae chava o referido medico, comoiis-
siooado por V. Exc.
c Em resposta cumpre-me dizer a V.Exc, que
em eonsequencia dessis mesraas ordens prepa-
rei-me para aeguir para aquella freguezia no dia
15, aflm de observar ludo que all sedava, aflm
de poder com perfeita cooviegao informar V.
Bxe da existencia, ou nio existencia do cholera
oaquella localidade, e tomar aa providencias or-
deaadas ; mas ebegando nesta villa e hospedao-
do-se em mioha casa o Dr. Luciano Xavier de
Moraes Sarment, e o pharmacealico da nagio
fraoceza, que acompaohava nease mesmo dia, e
declariodo-me elles que vinham por ordem de
V. Exc. em aeguimeoto para all, aflm de exer-
cerem all as suas profisses, tratando dos que
fossem atacados do cholera-morbus, vi-me obri-
gado a traosferir a viagem para o dia 16.
Nesse dia effectivjmente part com os refe-
ridos medico e pharmaceatico para a mencionada
freguezia, e depoiade ter observado pessoalmeo-
te o que ae dava tanto na povoagio como em di-
verso* eogeohos perteocentes a ella, devo iofor-
mar V. Exc com a fraoqoeza que me caracte-
risa, e de que deve ser dolado um funeciooario
publico, e ialo sobre ioformeges que me deu o
subdelegado, assim como pessoas fidedignas da-
qutlla freguezia, quau lo all cheguei cum o Dr.
Sarment o aeguinie : existe realmente na fregue-
zia oa Luz, e lem-se maoifeatado nio a na po-
voagio como em diversos engenhos da mesma
freguezia, o mal epidmico, que pelos seus svmp-
tomasouse parece com o cholera-morbus;
principalmente ae allender-se ao que dizem os
medicoa, e os que emenden dos sympiomas des-
ta molestia.
Mas se preslsrmos atteogao ioulros, que sao
tambera profissiooaes, e ao que elles dizem, se
atieodermos que aa freguezia da Luz s tem pe-
recido algumaa peasoas alscadaa desla epidemia
por haverem desprezado um tratamento regular,
e por nio terem querido lomar certas cautelas,
oera querido ae augeilar a urna dieta que o caso
exige, eolio deve-se suppor que fallara com mais
acert aquellos que qualificam o mal reioaote
como urna choleros, e que laborara talvex em
eogaoo aquellea que o qualificam como o verda-
dero cholera-morbus que atacou esta provincia
no anao de 1856.
a Tenho a ponderar mais a V. Etc., e talvez al-
guem considere improcedente a miaba assergio,
entretaato, devo declarar, segundo o que teoho
observado e oovido dizer por pessoas eolendidas,
que se o mal quegrassa actualmente na freguezia
da Lu fosse acuelle que deaominam cholera-
morbos, eolio ji estanam evadidaa nio s esta
freguezia, como a da Gloria, que fazem parte des-
la comarca, como a de Santo Aniso e S. Lonreo-
go di Malta, que alo limitrophea da referida fre-
guezia da Luz, visio aer o andamento desta mo-
lestia rpida, e atacar a pontos diversos no mes-
mo dia, cobo se conhece pela expeiieooia que
nosdeixou esta molestia no anno de 1856.
< E para confirmar o que levo dito, acorescen-
to anda, quetendo-se manifestado esta epidemia
no dia 6 do presente mes oaquella freguesia, s
tem atacado a quatro engenhos della, haveodo
somante ana sccummeitido e fallecido deolro da
povoagio, seodo o oumero dos morios e de quio-
ze pessoas at esta data, segundo conste por in-
formales, seodo algunas dellai do respectivo
subdelegado ; mas ludo isto devido s causas j
cima referidas.
Sio estas as informages que julgo do neo
rigoroso de ver dar V. Exc, declaran lo tamben
que ateo presente esta freguezia e a da Gloria do
Goii nao tan aido atacadaa do flagello de qae se
trata, e que toda a populagio seacha aniada e
sem o menor terror, assin como to los os empre-
gados se achato firme* e dispostos a en pregar
todos oa rneios e recursos necessarloa para de-
hellar o nal se por ventarse por infelicidade, sus
exiateocia far reconhecida como real nesta co-
marca, prevenindo eolio T. Etc. de todo
qua oecerrer, a com a maior prealec* ; porque,
ooatamoi que V. Kxc. ha de $t lio prompto en
occorrer nos, cono lio leu va ral a expedita asa-
la j o tea tito i respaile dos babiUalea dot U-
tem dada oom esae eeote, de nene Aeleeo
na poso.
Ksee homem aeaTre, ba muilo, de alieoagao
meeiat, vagando as ezes por oaa a noites era
diversea sitios, s so sustentando de (rectos, ele :
o dito Antooio Raeeso eoffre mais de gastro-he-
pattte, anemia, com ioflltragio serosa dos mem-
oros superiores e ineriorea. relo, ele., e alm
disso suffre msis de dyarrha chrooica, tendo o
vicio de mascar fnmo ; hontem pela manbSs.
lendo mascado fumo e eogolido a saliva, lhe ap-
psrecerara vmitos, augmentou-ae-lhe a dyar-
rha, tornando-ae sanguinolentos, o pulso e calor
da palle abateram-ae, e auorea fros *e apreaen-
taram ; e aendo eu chamado s 3 horaa e meia
da tarde, e ouvlndo essa historia que acabo de
referir, conclu que todos esses symptomss erara
eonsequencia de inloxicagio pelo fumo, nesse
sentido dirig o trnlamento.
Algumas pessoas, vendo o doenle com vo-
mito, dyarrha, pello fria, com uorea frios, e
veodo-o aujeito a urna medicagao excitante, con-
cluiram que era cholera-morbus, e eis-ahi como
ae espalhoo essa noticia aterradora.
a Recife 24 de jaoeiro de 1862.
Dr. Silvio Tarquinio Villat-Ba,
eocarregado do 4o districto da
freguezia da Boa-Vista.
Repartiqao oa polica.(Extracto da parte
do dia 24 de jaoeiro) :
Foram recolhidoa cass de deteagio no dia
23 desle mez : i ordem do Dr. delegado da capi-
tal Harcolioo Aotoolo Alves de Brito, branco, de
24 annos, caixeiro, para averiguagdea sobre cri-
me de estellionato ; orden do subdelegado da
Boa-Vista Anlooio Francisco, psrdo, de 44 an-
nos, carpina, por crime de iosultos ; ordem do
da Capunga Pedro Fraociaco de Mello, pardo, de
27 annos, feilor, para recruta ; ordem do doa
Afoga .os Rufino Francisco Baptista, branco, de
24 annos, que vive de negocio, por nio ter pago a
multa em que incorreu ; e ordem do da Var-
zea Jos Francisco dos Prazeres, pardo, de 30
annos, slmocreve, por furto de escravos.Oche-
fe da 2 secgao J. G. de desquita.
Movimento da enfermara da casa de deten-
gao do da 24 de jaueiro :
Tive baixa para a eofermaria :
Jos Vicente Lins, bronebite.
Tiveram alta da enfermara :
Justino Pereira Dantas.
Tiburtino Pinto de Almeida.
Li Dorio, eacravo sentenciado.
Manuel, escravo de Francisco Manoel de Berros
Waoderley.
Falleceu oa enfermarla Manoel Ferreira Borges,
meningiie aguda.
Passageiro do brigue brasileiro Algrete,
vindo do Rio Grande do Sul :Manoel Jess dos
Sao los,
Passageiros do brigue porluguez Amafio I,
vindo do Porto:Georgo Nesbite, Joaqaim Fran-
cisco Ferreira Ramos, Jos Lopes, Venancio Fer-
reira da Cruz, Flonodo Jos Teixeira da Fonce-
ca, Jos dos Santos Coelho, Jos Joa uim III-
beiro de Bessa, Joio Baptista, Anlooio Joaquim
Cilheiros, Jos Manoel de Araujo, Aotonio Joio,
Joio Jos da Silva, Jos Maria de Vascoocellos
Pereira Pinto. Manoel Juaquira de Sooza, Joio
Nogueira da Silva.
Passageiroa do hiate braaileiro Beberibe,
sahido para os porto* do norte :Maooel Los
Wanderleye umcriaJo, Ireneo Sotercaio Wsn-
derley, Jos Antooio Nepomuceno Jararaca, Jos
Baptista de Souza.
MORTAL1DADE DO DIA 24 DO CORRERTE.
Emilia, Pernambuco, 7 dias, S. Jos ; espasmo.
Calistro, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio ;
inchagio.
Joio Ferreira Vital, Pernambuco, 80 annos, sol-
leiro, Santo Aotonio.
Francisca Capitulioa de Moura, Pernambuco, 31
annos, solleira, Boa-Vista ; phlhisics.
Anna Joaquina de Moraes Fooseca, Pernambuco,
60 aooos, casada, S. Jos ; apoplexia.
Rosa Maria da Conceigio, frica, 30 annos, sol-
leira, Recite, congesio cerebral.
As desiofecces por meiode fumi-
gaces.
Se eslivesse demonstrado que todas as epide-
mias sio devidas i ofecgio miasmtica, e contie-
nda a oatureza de todoa os miasmas, eolio con-
vida adoptar-se qualquer proceaso chtmico que
destruisse esses miasmas, porque por este modo
consegur-se-hia fazereesssr qualquer epilemia ;
mas ainda nio esli provado, nem a razio e fac-
toa oodem admittir que todaa as epidemias sejam
ilevldas essa causa, e nio consta que oa miaa-
mas, a que se atlribuem algumas epidemias, le-
nham sido solados e soalysados, para que se co-
nhegam os meios de deconpo-los e deatrui-los.
Guytoo deMorveau pretenda que ochloro gazoso,
j empregado em 1785 por Hall, decompuohs
todos os miasmas aoiraees; mas Mitchel, partin-
do de aupposigio anda menos crivel, suppuoha
que os miasmas aoimaes eram de oatureza acida,
e propuoha para destrui-los, aa fumigagoes alca-
linas. Sd na Europa, dizum escriplor que temos
i vists, aa ideas de Milchel nio foram bem acei-
tas, isto nao impedio que nos Ettsdos-Unidns
norte-americanos, exclusivamente qualquer ou-
tro mel de deaiafeegao, obti'eaaem ums voga
que as fumigagoes de Guytoo deMorveau parti-
Iharam no anligo mondo como as do acido ntrico,
cuja ioveogio allribuida a Smilh, enbora j
tiveasem sido postas em pralica por Boissieu em
1767, seodo eslaa preferidas peloa ioglezea.
Se na Heapanha as fumigagoes propostas por
Guytoo de Morveau foram consideradas por al-
gum lempo como ancora de aalvago coaira a ta-
bre amarella, foi na Mespaoha que prineiro moa-
trou-se a ioutilidade deasaa fumigagoes. Um
grande numero da faetns, diz Ruchoux, sanelhaa-
lea aos observados na Hespanha, foran depoia
colhiios em Fraoga, nolavelmeote na epidemia
de typhe, que reioou em Dijoo e malou o phar-
maceulico eocarregado das fumigagoes, e o pre-
feito do departamento que tinha escolbido, para
visitar o hospital, em que lavrava essa affecgio,
o momelo em quesefaziaca fumigagoes. O Dr.
Arejula, eocarregado pelo re de Heapanha, em
1805, de presidir desinfeegao de todas ss cida-
de* de Aodaluzia que linham aidoaccommeliidas
pela febre amarella, assim exprimio*se em suss
Conclusoes: Nunca hoave deaiofeegio feita com
mais cuidado e exaelidio do qoe em Malaga em
1803, entretanto nunca houve epidemia mais mor-
tfera e geral do que a que reinou oesss cidade
em 18'Jl ; de sorte que, contina elle, posso as-
segurar, depoia de haver apreadido com a expe-
riencia que, quando toda e qualquer deiiofeegio
tinha aido omittida.o mal nao reapparecia, como
ae obaervou mesmo em Malaga eem outroa mu-
tos lugares em 1800, em Cadix e Sevilha em 1801,
e em grande numero de eantea em 1804 ; entre-
tanto que, qaando em outra poca Cadix e Sevi-
lha foram desinfectadas com cuidado extremo,
vio-ae reapparecer o mal no anno seguinte, do
mesmo modo que em Malaga em 1804. O Dr.
Arejula, depois de ter apresentado otescido ou-
mero de (actos anlogos, que parecem coocluir
que aa fumigagoes por meio do cbloro aio noci-
vas, conclue que ellas aio inuteia cono malo de
deaiafeegao. Nio foi aomente am Heapanha que
conheceu-se a inutilidada daa fumigaces de
cbloro como meio preservativo ou deatruidor daa
epidemias: a expeneecia tem moairade isto mes-
mo en todas as partea, e aqu raeano as fumiga-
goes foram ioleirameole inuteis dursnte o chote-
ra-moroua, embora apparega qusn diga o con-
trario ; nao precnando, para provir noaaa asser-
gio, mais do qae os lacios e o raciocinio, e, quan-
do lado lato nio foase suficiente, a nio basta-
seos ss autoridades scieotticas citsdas, o que diz
Alh. Devergie ft domaia positivo, para que
ae oea negu razio. Quando o ar de urna cida-
de, eoaioa o autor eitado, acha-se viciada por
emanagea qae ae eeeaeam da ora foca de Inec-
go, inefficaz qualquer meio desiofecuale.
Se verdade que algumaa epidemias ao devi-
das iofecgio miasmaiiea, nao poasivet delxsr
de admitir que, para que o nal ae transmita, os
miasmaa ae echan eepalhadoa pela atmoaphara,
e por coasequeacia en continuo contacto cera os
habitantes dos lugares, en que se desee voleen
essa* epidemia*; as, sa as faraigacoes a das-
treen oe niaanaa qen ss cean eoeUdea ao*
i pesen tos, se que os destroem e Isto se
eooaegue em quanto duram aa fumigagoes, esti
eiaro que, desde qae cesssrem esass fumigagoes,
novo* miasmas iovadirio os aposeoloa com o ar
qae aellas tara de penetrar, e por cooaequeocia
aa fumigagoes ae tornario Inuteis, oa, quando
maito, dario resultado temporario, e por islo mes-
mo insignificante. Admitiimoa que em lugarea,
em que se agglomeram doentea do nesmo mal,
principalmente nao san de ah observados os pre-
eeltos hygieolcoa, 04 miasmas, quadelle* ae dea-
prenderem, enireterio o asi e e dario iquelles
qae ainda o nao tiveren, e ae acharen em con
tacto com esses doeptes, lando predisposigio para
eenlrahi-lo ; mas oeste case ole Serio as fumi-
gagoes o meio de fster caaear o nal, e preservar
de que o contraiam aquellea que ainda aitiverem
lenlos.
Se as fumigagoes nao poden attiogir a destruir
os miasmas que ae achara eapalhadoa pela atraos-
phera que eavolve aa cidadea, e ae, com o ar,
podem esses miasmas introduzir-se nos aposen-
tos, lorna-se inuoolestsvel que nio destruindo-
e os miasmas que se acham comidos nesaes apo-
sento*, que aa conseguir a ceaasgio de qualquer
epidemia. As fumigagaes propostas por Guytoo
de Morveau nao destroem todoa os miasmas, nio
s porque esses miasmas aindi nio poderam ser
solados e aoalysados, como dissemos, para sa-
ber-se se todos sao da mesma oatureza, aenio
porque ha opinidea em contrario. Fermood, es-
criptor que merece aer citado, preleode que oa
cidos, ertico, ehlorhydrico, etc., operam mui-
laa vezes com grande efBcacia neutralliaodo aa
materias aoimalisadas ammooiaeaes, ou mesmo
modificando chimiesmente essaa materias, e por
isto lem sido por vezes empregadoa com vanta-
gen, diz Tardieu, na punficagio de grandes edi-
ficios inhabitados: que o chloro e hypochlo-
ritos alcalinos decompe todaa aa materias org-
nicas amparando-se de seu bydrogeolo : que
os lcalis, como o ammoniaco, cal viva, potasss,
soda, etc., operara particularmente nenlraliaando
os cidos carbnico, sulfhdrico, e principalmen-
te os cidos organicoa, cuja oatureza aluda pou-
co conhecida : que osacidoa nitroso e sulfuroso
produzem, em certos casos, etcelleoles effeitos
desoxygeoaodo as substaocias orgaoicas ; mas
accresceols que a venlilagio em todos os
casos, o complemeolo iodispenssvel de qualquer
desinfeegio. O que pretende Fermnnd nao tao
sacramental que na protica nio lofTram defeegio
suaa assergoes; e, se assim nio fosse, entio
Bousquet conseguida destruir a actividade do
viro varilico por meio dos chloruretos.
Se todas aa epidemias nao sio devidas i in-
fecgio missmalica, torna-se evidente qoe as fu-
migagoes,quando se prove que ellas destroem
todos os miasmas e fazem cessar aquellas epide-
mias que s estes devem sua origen, propsgagao
e iotensidade, nio podem ser admiuidaa nos ca-
sos de epidemias que nio sio devidas a esaa io-
fecgio. Se o cholera roorbus devido infeegio
miasmtica, e se pela IrsosmisiSo desies mias-
mas que elle se propaga, ainda se nio cooseguio
que, por meio de desiafecgdes, se evitasse seu
deseovolviraenlo, nem que elle deixasse de pro-
pagarse, e perdesse sua inteosidsde. Se a razio
serve para alguma cousa, eotio o que coovem fa-
zer para evitar as epiemias, que sio devidas i
iofecgio miasmtica, destruiros focos de exba-
lages, de que procede a causa, e, para que de-
sapparegam esses focos, preciso que o governo
recorra ao parecer de pessoas profissionaes, que
j tenham experiencia propria e lhe iodiquem
quaes sao etaes focos, e baja meios de destru
los. Se a insalubridade desla cidade, principal-
mente em certas pocas, procede de cansas apre-
cia veis, essss pessoas ss iodiesrao, e o dinheiro
ser um dos melhores neios de renuve-lss ou
minora-las. Se durante epidemias mortferas a
nfecgo miasmtica for a cansa de seu deseuvol-
vimeoto, propagagio e iotensidade, os meios de
combate-las nio estaro as fumigaces. Se o mal
proceder da agglomeragio de individuos em apo-
seotos, cumpnr fszer cessar essa agglomeragio ;
se da falla de limpeza e da inobservancia daa re-
gras hygienicaa, impor a limpeza e fazer ooser-
var essas regras. Se a ioaalubridado proceder
das mis con licoes dos apnsentos, tornar-se-ha
preciso dar Ihes melhores,nao se perdendo de vis-
ta que aventilacao, luz solar, e limpezasio as
trea condigea, que ae devo procurar eatsbelecer.
Sem estas, nada fazem as fumigagoes, e com es-
tas, aa fumigagoes tornam-se deanecessarias,
mesmo admittindo-se que sirvan para alguma
coota.
Esta cidade acha-se dividida em districtos m-
dicos: os facultativos eocarregados de cada um
lera de proceder a visitia sanitarias; elles indi-
carlo que cumpre fszer. Sigam os habitantes
desta cidade o que Ibes for acooaelhado por esses
facultativos, cunfiem em Dos e deixera-se de
fumigagoes, que s eerrio psra lhes fazerem
gastar diobeiro intilmente.
24 de Janeiro de 1862.
Creio ter sstisfeito o fim a qae Me prosa, t*e
tando-me almplesmente pedir deseulpa aoaleito
rea; o qoe (ac.
Nazareth, 20 de jaoeiro de 1862.
Joaquim Joi de Oliveira Andrmie.
Praca do liecife 24 de
Janeiro de 1862.
tVs qUaUfft \kotas da Urde.
Colaftes ia jaita decorretores.
Cambie.
Sobre Londres -90 d[v. 25 1[2 d. por IfOOO.
Frele.
Assuesr para o Mediterrneo 75[ e 5 0|0 por
lonellada.
i. da Cruz Macelopresidente.
John Gatissecretario.
Moteord (Befe At*4A.t* srlsilUfe atseerifte. ca-
p tao Maooel da Costa Araujo, carga vanee ge-
gneros.
ObHTVOff.
Sospeoden do lamario para Naw-Zelaadia
galera ioglesa VteCorie, capiUo A. Ferr.
Bordeja no laarlo a barca brasileira JsTe>
tntiee.
Alisa
Kendimente do da 1 a 23.
Iden de da 84 ,
3100211880
21.027*637
231.049*457
Movimento da nlffanetosjrn*
folames entrados com fazendas.. 436
eem generes.. 184
Veanos sahldoa eom (alendas.. 81
< > eom gneros.. 228
620
309
Hormi.
B
e
PJ
Athmotpkerm
D\r$co.
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S I____
33 2 S g rl
| farhmkiit.
I

to
p S S I Cntigrmdo.
4
S
oo o oa
r7yj romttre.
Ciiternm kydrv-
mttrie*.
Deacarragam hoje 25 de Janeiro.
Brigue braaileiroOliodasal.
Brigue porluguezAmalia 1 ceblas e batatas.
Barca ioglezaNauphanlemercaduras.
Barca inglezaPalmatbaiden.
Brigue ioglezSpydem.
Barca francesaIzardcarvio.
Brigue hespanholDous de Janeiroachrque.
Imprtatelo.
Brigue oaciooal Algrele, vindo do Rio Grande
do Sul, consignado a Maooel Googalvea da Silva,
manifeatou o seguinte :
6,953 arrobes de charque, 29 arrobas de sebo a
12 couros seceos ; a ordem.
Brigue ioglez Nauphanle, viudo de Liverpool
consignado a C J. Astley & C. maoitealoe o se-
guinte :
137 barricas cervejs, 1 caixa encerados, 4 far-
dos saceos de linho vasios, 7 caiaa folhas de me-
tal, 1 barril pregos, 41 canas e 138 fardos fazen-
daa de algodio de linho, etc.; aos consignata-
rio*.
17 caixas e 13 fardos fazendas de algodio e de
linho ; a E: A. Burle & C.
1 fardo alcatifa, 48 ditos e 10 caixas com fazen-
daa de algodio e de linho, 10 caixas lencoes ; a
H. Giosoo.
1 caixa miudezaa ; a Mello Lobo & C
4 barris cerveja, 10 gigos garrafas vssias; a
Manoel Jos Goucalves da Foote.
Correspondencias.
Srs. redactores.O que hoje publicado em
aeu Diario, baseadu go auppoatode urna violen-
cia commeltida pelo digno subdelegado de Qui-
pap, o Sr. Maooel Florentino dos Ssntos, pelo
ezcesao de suas expressdee, acha-se devidamente
caraclerissdo ; o a nica impreatao que pode
produzir noa espiritos, a de compaixio por
aquelle que ae di ao espectculo de aervir i quem
nao lem torga bastaote de exhibir-ae.
Como quer que aeja, cooheoendo o carcter do
referido Sr. Florentino, cuja repuiagao eati ci-
ma de ladridos doa gozos, pensamos que si pro-
cedeu como se inculco, alguma razio houve ;
visto que por sua reflexo, espirito moderado e
booesto comportsmeoto, elle incapaz de ar-
bitrios.
Foi sem dunda devido estas qualdatespes-
soaes, que fra nomeado o Sr. Florentino, sem
que j mais o pretndeme : e por iaso poda o pu-
blico cootar, que com a verdade vira elle confun-
dir ao aeu detractor, imprimindo-lhe o estigma
de calumniador, era satiafagio porm lio aomen-
te ao publico.
Aceiten, Srs. redactores estss lionas de
m Aniso.
A muita considerago, em que tenho a opiniao
publica sensata eillualrada, me traz s columnas
deste jornal a dar razio do aileocio, que teobo
guardado e me proponho continuar a guardar so-
bre a publicagio de varias correspondencias ou
pasquios, que contra mira teem achado aobrado
espago as columnas do Liberal.
Por este mel se lem procurado com o maior
despejo denegrir actos, que, como juiz muoicipal
e de orphios, teoho praticado, e pelo que me fe-
licito.
Mesquinhos ressentimentos e vergoohosos des-
abafos, que s por debraz do aoooymo ae ousa
ostentar, leem nicamente dado causa a laea pu-
blicares ; porquaoto em aeus aulorea aobra o
desi>eilo, que a ease ponto os ameaquinba, por
verem convenientemente aquilatado o fufo mere-
cimento, que una via opiniao lhes pretendeu
crear.
Nio venho entretanto restabelecer a verdade
doafactoa ; poia Importara islo dar a laea publi-
caedea a importancia, que Iheanego; quando
nem mesmo dara a razio de meu silencio, se to-
dos conhecessem, como eu, a eases, para quem
a calumnia e mentira aio armas de fcil e bem
conhecido jogo.
Teoho cooaciencia de meus actos, e a nioguem
faroi carga da reapooaabilidsde delles; como
juiz, devo principalmente coolaa aa autoridadea
superiores; que me chamen a ellas, quando en-
leoderem neceaaarlo. Ao publico aeoaalo, em
quem reconhego o direito dejudicioaa critica, da-
rei explicages, quando ilguem, debaixo da rea-
ponsabilidade de seu nome, alias digno de alteo-
gao e respeilo, me flzer inlerpellacoes ou censu-
ras por fados, que lhe parecam mos ou crimi-
nosos.
Nio apeonare!, porn, a luva, cheia de biles,
que atirada por alguma leproaa nio, ne cahir
aos ps ; deixa-la-hei rolar pela lana, en que
ae chafurdam esses, que encapotados e occullao-
do un nome vergoohoso por aeus precedentes e
costumes, nio trepidan em teotar prejodicar as
reputaces, que os incommoda. Tambera nao da-
r! reapoata a equelles, cuja ceguelra o* impede
de ver, qae aeu domes sujam as paginsa de un
jornal, que s os tolera por ser pago, e por asber
que a qualquer ser sempre livre dar-lhes con-
ventorna destino.
Un* e outros leen carta branca, para dizer o
quanto quizerera ; aen que entretanto rae preoc-
cupe o menor recelo, de qae posesra marear de
leve a repuiagao de que gozo em mea termo: e
liquen certos de qae me don oe psraeens por me
haver eouatitaido o cruel duenle de quantos se
leen feiio proflsslo de viver a costa doa orphios
e aoivirteof,
8
3 s
___ 00 M o>
8 8 3
o ce 9> 3
Francex.
Inglex.
o
A noite clara, vento E regular e assin ana-
nheceu.
osciLxgXo da suaut.
Preanar as 11 h. 54' da manhaa, altera5, p.
Baixs-mar aa 6 b. 6' da tarda, alera 2, p.
Observatorio do arsenal de marinha, 24 de Ja-
neiro de 1862.
aoauno srxrri-x,
1* tensle.
Edtaes.
400 fogareiroa, 16 ancoras, 180 molhos pis, 60- -pillear pelo Diario,
barricas instrumentos de agricultura, 39 ditaa 3
molnos e 2 caixas ferragens e cuteleriaa ; a P-
renle Vianna & C.
13 caixas e 24 fardos (zondas de algodio e de
linho ; a Sauodera Broihera & C.
1 volurae doce, 14 tardos fazendas de algodio ;
a Braga Son & C.
50 barricas barrilha, 100 ditas cerveja, 1 caixa
esporas, e 14 fardoa (azendas de algodio ; e or-
dem.
Linden Wtld
3 caixas (azendas de slgodao; a
OL C.
1 dita chapoa de sol de algodo, 1 dita miude-
zaa, 1 dita camiaas de slgodio e linho, 7 ditas fa-
zendas de algodo; s D. P. Wild & C.
26 csixas o 25 fardos (azenda de algodio, 2 di-
toa cobertaa de dito, 4 caixaa biacoitoa; a Atkwri-
gbl & C.
25 barricas cervejs, 5 caixas comida para gado;
a Scoit Wilaoo & C.
1 caixa fazeuna de linho ; a Biker.
6 barris drogas; a B. F. de Souza.
2 caixaa fazendaa de algodio ; a Uenrique & A-
zevedo.
13 fardos fazendas de algodio ; a N. O. Biber
ex C
5 caixaa pbosphoros; a Ferreira & G.
40 barricaa aoda, 28 caixaa (azendaa de algodio
e de lioho; a Roalron Ruuker & C.
9 caixas fazeodas de algodio e de linho; a Joio
Keller&C.
36 dms e 26 fardos fazendas de algodo, de li-
nho, de lia, de algodio e Ua, camisas da algodio,
ditaa de linho, miudezaa. roupa etc., 1 caiza ar-
rales, 200 ditas folha de (landres, 87 ditas chi. 1
dita doces, 1 barril vioho. 100 ditos manleiga, 130
ditos breu, 62 gigos lougs, 160 barrisebumbo, 50
toneladas de carvio de pedra, 32,480 librea de
ferro ; a Johnaloo Pater & C.
300 barricaa cerveja, 14 fardos e 73 caixis fa-
zendaa de algodio de linbo, e de dito e algodio;
a Adsrason Ilowie & C.
20 fardoa e 3 caixas (azendas de algodo ; a
James Crabtree.
2 caixas queijos, 1 dita presuntos, 2 ditaa con-
servas, 2 barra sal, 2 volumes ignoro; a F. J
Leile.
10 caixas pbosphoros, 34 molhos pis, 60 ditos
de arcos de ferro, 3 caixaa burraa de ferro,54 bar-
ris eochsdas, 5 ditos (errageos, 4 caixaa (azendas
de linho; a Izidoro Halliday & C.
50 caixas folhas de (landres, 1 barril eslaoho ;
a M, J. Fooceca.
2 caixaa presuntos ; a J. F. Lima;
19 barricas barro. 4,300 tijollos, 13 volemes
cercado de arae/e, 224 pegas perleoces psra por-
toes de ferro, 124 pegas mschioas etc.; a D. W.
Bowmao,
100 fogareiroa, 4 barris alvaiade, 3 ditos correa-
les de ferro, 1 dito moiohos de caf, 1 molbo ro-
das, 60 ditos e 180 barras do f-rro, 26 laxaa de
dito, 30 barricas anchadas. 1 dita laspies vldros
e panos, 4 calas selino e cabegadas, 6 barris
maesa para fundos de navio, 1 dtloe 1 caixa dro-
?;as, 38 ditas e 1 fardo Dos, 50 molhoa arcos de
erro, 20 ditos dito em folhas, 1 caixa cu telena, 1
dita 8 barricas e 1 molho ferragens ; a S. P. Jo-
hnston & C
37 fardos e 19 caixas faxeodas de algodio e de
lioho ; a Mills Latham & C.
4 saceos e 1 barril amostras; a diversos.
Exporta gao
Do dis 23 de Janeiro de 1862.
Barca americana E. Pluribut Unum, para Mar-
seille, csrregaran :
Tiasel Freres, 1,800 saceos com 6.500 arrobas
de assueer.
Biigue noreeguense Idun, para o Caaal csrre-
garan :
C. J. Astley 4 C, 930 saceos com 4,650 arro-
bas de aasucar.
Brigue nacional Norma, para Lisboa carrega-
ram :
Carvalho Nogeeira 4 C, 100 barricas con 752
arrobas e 24 libras de assuctr.
Brigue brasileiro Providencia, para O Rio da
Prata carregaram:
Johnston Pater & C, 55e barricas eom 3,434
arrobas e 26 libras de assuesr.
Recenedoria de rendas internas
geraea de Pernambnco
Rendinento do dia 1 a 23.
Iden de dia 24 .
2l:84ij636
4141687
22:256*323
Consolado provincial.
Randimento do da 1 a 23. 73.970^630
(den do dia 24......t 1.8811318
75:854*948
MoTimento do porto,
Navios entrados', no dia 24.
Bio Grande do Sul37das, brigue brasileiro Al-
grete, de 131 tooeladas, espitio Fraocisco de
Aisis Gongalves Penna, equipagem 11, carga
6.000 arrobas de carne secca ; i Manoel Gon-
galves da Silva.
Porto32 da, brlgoe porluguez Amalia 1, de
207 tooeladas, csplto Jos de Souza Amel-
ios, equipagem 16, carga vinho, cebollas e ou-
troa gneros; a Cunha 4 Irmios.
Montevideo33 dias, barca americana Watia-
enmeom, de 320 toneladas, capltio Eduardo
Poostalnd, equipagem 12, carga burros ; a
ordem. Velo refrescar.
Navios sahido no mesmo dia.
Parahibabrlgee Ioglez Raulitut, capillo John
Swioton, en lastro I
Liverpoolbrlgoe ioglez Creicent, capillo Brio,
carga ataactt d algodio.
O lllm. Sr. inapector da Ihesoararia pro-
vincial, em cumprimento da retoluco da jante
da fazeoda, manda fazer publico qae no dia SO
do correnta ae ha de arrematar a quera seis der
o imposto de 10 0|0 sobre a renda dos terrenos
oceupados com o planto do capim no mooicipio
do Becite, avallado annualmenle en 4:120*.
A arrematarlo aera feita por lempo da 33 me-
zes, a cootar do 1.* de outubro de 1861 a 30 de
junhode 1864.
As pessoas qne se propozeren a esta arrena-
tagio, comparegam na sala daa sssoes da refe-
rida junta no dia acims mencionado, pele naio
dia, e compeleotemeote habilitadas.
E para constar se mandn afiliar o presente e
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco 11 de Janeiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Aoounciago.
O lllm. Sr, inspector da Ihesoararia provin-
cial em cumprimento da resologao da jaola da
fazenda, manda fazer publico, que no dia SO ato
correte vai novamente a praga paraser arrema-
tada a quem mais der a renda da cass perteceote
ao patrimonio dos orphios.
E para constar ae mandn affixar e presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria provincial de Pernam-
buco 20 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Aonunciagio,
lllm. Sr. inspector da thesouraria provioclal,
en cumprimento da ordem do Exn. Sr. presi-
dente ds provincia, de 16 do correle, manda fa-
zer publico oo dia 30 do mesmo, vai novamente
a praga, a obra da coberta do Gymoasio Provin-
cial, a vahada em 28:557*100 r*.
E para constar se maodou affixar o presente
publicar pelo Dtarto.
Secretsrla ds thesouraria provincial de Per-
nambuco 20 de jaoeiro de 1862.
O inspector,
A. F. d'Aonunciagao.
Pela inspeccio da aKaodega se fas publico
que no dia 27 do correte, porta da mesma re-
particao, e depois de meio dis, se ba de arrema-
tar urna caixa da marca W & C n. 127 con phes-
phoros, vinda do Havre no brigue (ranees cPa-
lestro entrado oeste porto en 4 do asilante, na-
infestada com direeco a orden : (oi considera-
da como abandonada, e.n vists do 9 2. de art.
204 do regalameotode 18 de *etembro de 1860.
4.* secgao da alfaodega 23 de Janeiro de 1802.
O esenvao.
Firmino Jos de Oliveira.
_____>eelaraytjs.
Conselho admiflistratiyo.
O conselho administrativo, para ornecimenlo
do arsenal de guerra, ten de conprar os objecles
seguioies :
Para o almoxarifado do arsenal de guerra.
20 resmaa de papel almaco de la sorte.
20 ditaa de dito dito paulado de Ia serte.
20 magos de obreias.
12 groaaa de peonaa de ago (de boa qealidadc).
Quen qnizer vender taea objectoa aprstate
aa auaa propostas en carta (echada aa aecreaiia
do conaelho, s 10 horas da manhia do dia 29 de
correte mez.
Sala do referido conaelho, 22 de jaoeiro ato
1862.
Benlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Fria Villar,
Major vogal aecretario interino.
Conselho admiaistrati?*.
conaelho administrativo para foroecimento
O
do arsenal de guerra ten de conprar oe objecin
segutntea :
Para o quartal general.
2 lavatorioa con jarros e badas.
2 espaoadorea.
12 quartinha*.
Para o 9* batelbio de infantera.
6 resmas de pspel almaco.
6 caixaa de pennas de ago.
200 peonas de ganco.
2 caivete*.
6 garrafas de tinta para escrever.
6 duzias de lapis de pao.
6 libras deareia para escripia.
36 exemplsres de collecgoes de carlee pera
principiantes.
36 laboadaa.
12 gramnaticas portaguexaa por Mente-Verde,
ultima edigio.
12 compendios do arithnetica por Afila.
12 pautas.
36 traslados.
6 pedraa para escripia.
18 lapis de pedra.
Para fornecinento do corpo da gaarnirie ato
Parahiba do Norle.
40 bonels cooicos con virolas.
560 bolss de metal amarado lisos.
360 ditos paqueos da dito dte.
Quen quizer vender taes objectos aprstete se
suas propostss en carta fechada na eeeretaria ato
conaelho, a 10 horaa da naohia de dia 91 ato
correle nez.
Sala do referido conselho, 29 de jsseire de
1862.
Bento Jote Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto U tria YiUmr,
Major vogal secretario intense.
Conseibo adninistraT*.
O conseibo adminiatrativo para feroeeineato
do araenal de guerra ten de conprar oe objecles
seguiotes :
Para o hospitsl nilitar.
100 colche* cheios de palha para canea de
ferro.
100 travesseiros chelos de lia da flecha os pa-
lha para aa dllaa.
400 leogea de panno de algodio d*una se lar-
gura, em sua (afta Irangado.
400 camisolas de algodio ben tapado ecosae-
teole, con vara e quarta da eenprineale, ejae
sejam largas e (olgsdss, teodo un helio ae es-
larioho, um em cada puoho e doua aa asertara.
sendo os botoee pequeos e de osee.
900 covsdoa da baeta lapada, encarnada.
S pares de mala da lia irossa.
Atona de Ui.


DIAIttO tfe T&MtaB. itADO *t fifi I^EO ifti.
*,
50 camisas de algodo do mesmo pernio dat c*-
misolas.
50 ceroulas de di(o dito.
50 la Hieres (faca e garfo).
11)0 cnlherea.
50 orlnHS com lampa.
6 cubos de (erro com lampa.
2 jarraa grandes de barro.
300 fronhaa de algodo da meama qualidade
dos lengoes.
50 loaibas de liaho com Tita e meia de com-
pnmettlt.
4cocos de folha.
100 pratos de folha dobrada.
1 apparelho completo para cha, de louga azul,
ae A chicaras e prea, aeado a cafeteira substi-
tuida por um bule.
6 bacas de rosto, de louca.
3 lavatorios de ferro.
24 pralos de louga, aeodo 6 fondos.
{cope de viaro.
titilas de louga.
2 fogreiroa de ferro.
2 grelnas de ferro.
2 nan.iHijas de ferro, grande.
100 iij-llas de fulhaa com azaa para ooler 2
libras o'sgu.
100 canecos de dito com azaa para conter 1 li-
bra a agua.
1 bandeja de dito
50 barretea de la
6 qua gnitas,
6 psntfler'd ferro'cnfri lampa, sendo 2 de 10
B"|".3!d>8. e 1 desforradas de porcellaoa.
2 csssVrolas, sendo 1 da 8 gaies e oulra de 6
ditos, forradas de porcellaoa.
50 baaquetas ou baoquinhas.
150 toalbas do tamauho dai banquinhas. ,
2 taboleiros grandes de madeira para con-
dcelo.
2 mesas de 5 palmos com gaveta.
6 cadeiras de palhinba.
4cb*leira grandes de ferro das maiores que
houterem no mercado, sem porcellana.
2 laoternaa com pea de bronce.
10 escotas de cabellos curtos.
2 escrivaoitibas de lateo
8 bacas de folha para lavagem de ps com 8
palmos de circunferencia.
2 bules grandes de folha para 50 a 60 chicaras.
Quera quiter Tender taes objectoa apreaenie as
suas propostaa em carta fechada ni secretaria do
conseiho as 10 horas da manhaa do dia 29 do
correle me?.
SaU do referido conselho, 22 de iaueiro de
1862.
Btnto Jos Lamenha Lins,
Cor.mel residente.
lexandre Augusto de Fras Villar,
Mojor voijal secretario interino.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de compraros objeclos
seguales :
Para o armazem do almoxarifado do arsenal
de guerra.
12 costados de amarello.
10 euxameis de madeira de qualidade com 20
Ipalmos de comprimento e 6 pollegadas de gros-
sura.
5 dunas de taboas de pinho de forro.
2 frascos de tinta carmim.
2 ditos de dita azul.
Quera quizer vender taes objeclos aprsente as
ijropostas em carta fecha la. na secretaria do coo-
Dnselho. s 10 horas da manhaa do dia 29 do
rrente mez.
i Sala do referido conselho, 23 de Janeiro de
Mi
Bento iosl Lamenha Lins,
Coronel presidente.
lexandre Augusto de Frias Filiar,
Major vogal aecrelario interino.
onsulado provincial.
?ela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que os 30 das uieis marcados para a co-
br nca a bocea do cofre dos impostos de 4 por
ce ilo sobre os e-labelecimeotoa de fora da cida-
de pren.as de algoto. typograpnias, cocheiras,
ca allarices de aluguel, huteis, bolequius, casas
de pasto e fabricas, de 8 por ce rito sobre oa con-
su tunos mdicos ecirurgicos, cartoriose eserip-
toi ios, de \t por cento sobre os eslabelecimooles
de coairaercio era grosso e a retalho, armazens
de recolher, de deposito e trapiches, de 50*000
reis sobre casas de modas, de bilhar e tojas
que eniWem chapeos e roupa feila eslraonei-
la, de 1:000 softr casas banca ras, odi emissao
e privilegios, de 500J sobre casas baocariaa com
emis.'o e sem privilegios, de 300 so-re casas
bancarias sera emissu, companhias anonymaa e
agencias, de 2C0J sobr* casas de cambio, de 500 ra
por lonellaua das alvsrengas e canoas emprega-
das no trafico da carga e descarga, de 30$ por
escravoempregado oo servico das meamaa alva-
reogas, de 100 sobre corretores commerciaes,
de 50# sobre corretees de escravos, e finalmen-
te o imposto s<>bre carros de aluguel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrogas. vehculos de con-
dugo e mnibus se principiaos a contar do da
16 de Janeiro crrente.
Mesa do consulado provincial de Peroambuco
15 de jaaeiro de 1862.
T. M.F. Pereirada Silva.
Santa asa de Misericor-
dia do Recife.
O Illm. Sr. teen te-coronel Justino Pereira de
Farias, thesoureiro esmoU interino da saota ca-
sa de misericordia do Recife, manda convidar as
amas da caaa dos ezposlos que nao comparece-
ram revista de pagameulo do dia 20 do corren-
te, que o agam impretertvelmeote no dia 30, in-
do acompaohadaa daa respectivas enancas para
serera pagaa das meoaalidadea veocidaa at de-
zembro do aono prximo passado.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 2f de Janeiro de 1862
F. A. Cavalcanti Cousseiro,
Escrivo.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial ae declara
que no da 2 de Janeiro correle se priocipiou a
cootaros 30das uleis marcados para a cobraoca
a bocea do cofre do primeiro semestre do aono
floancelro vigente de 1861 a 1862 do imposto de
20 por cento do consumo de agurdente das fre-
gaezias desta cidsde, A fugados, S. Lourenco,
Santo Amaro de JaDoato, Vanea e Muribeca e
que Qcam romprehendidos na multa determina-
da oo art. 50 da lei provincial o. 3(6, lodos os
coninbuiniea que pagarem depois de flndoi ditos
30 dias.
Mesa do consulado provincial de Peroambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. M.F. Pereira da Silva.
Correio
Pela dministracao do crrelo desta cidade se
faz publico, que hoje (25) ao meio dia em ponto
srSo fchalas aa malas que deve cooduzir o pa-
tacbo nacional Paulina, com destino as provin-
cias do Maranho e Para.
Pela subdelegada de policia da Capaoga se
faz publico, que ae acha recolhido caaa de de-
tengao ora preio que diz chamarse Joio per-
tencer a ura tal Xic morador em Goianna : quem
se juign com direito ao mesmo eacravo comp-
rela uesta subdelegada, que provando o seu do-
minio Ihe ser entregue.
Subdelegada de policia da Capanga 22 de Ja-
neiro de 1862.
O subdelegado,
Manoel Gentil da Coata Aires.
COMPANHIA PEINA1BIJCA1U
DI
Navegado costeira a vapo
O vapor tJaguaribe, commaodaote Lobato,
sahir para os portos do sul de aua eacala no
da 1 de fevereiro as 5 horas da tsrde.
Recebe carga at o da 31 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageirose diuheiro a frete at dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no forte do
Hatlos n. 1.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Veloz preteode seguir coa
milita brevidade, tem parle de seu carregameoto
a bordo : para o reato que Ihe fall, trata-ae
com oa seus consignatarios Antonio Luiz deOli-
veira Azevedo & C., oo sea escriptorio roa da
Cruz n. 1.
Lisboa.
Sahir em dias do correnta mez o brigoe bra-
sileiro Noraa, de prmeira claaae, para o com-
pleto de au carregameoto apenas Ihe falta 500
saccoarirat.-He cora Domiogoa Ferreira Mata,
ra do Apollo o. 37.
Liies.
os.
l:
Para Lisboa.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
ro patacho nacional Beberibe, tem parte de seu
carregameoto promple parao reato que Ihe (al-
ta traU-ae coea os aeus consignatarios Antonio
Luiz de Oltveira Azevedo 4 C, oo sea eacripto
rio rea da Cruzo, 1.
BAII.
Para a Baha ague o palhaboie Saoto Amaro
para algnrna couca carera que Ihe falta trata-s
COMPANHM BRASILEIfU
DE
m pites a mmn.
O vapor Oyapock, commatidante o capillo
de mar e guerra Gervazio Maocebo, esperado
dos portos de sul al o dia 30 do correte, o qual
depois da demora do cosime seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eneom-
roeodase diuheiro a frete at o dia da sabida s
3 horas de tarde : agencia ra da Cruz o. es-
criptorio de Aotooio Luiz de Oltveira Azevedo
& G.
GOMPiNflU PERIUlBIJttlU
DI
Navegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do A$$u', Aracatj, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Persinunga commaodaote Moura, sa-
nir para os portos do oorte al a Granja no dia
5 de feveroiro aa 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 4 ao meio dia, eocom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete al o dia
da aahtda as 2 horas : escriptorio oo Forte do
Mallos n. Y.
LEILO
Terca feira 28 do cbrente.
O agente Pioto far leilao aera reserva de pro-
co e por conta e risco de quem perlencer, da
a r ni ac o existente na toja do sobrado da ra Di
reila o. 54, s 11 horas do dia cima mencio-
nado.
LEILAO
DE
REAL AMIA
DE
Paquetes i nglezes a vapor
At o dia 28 do correle espera-se da Europa
um dos vaporea desta compaohia, o qaal depoia
da demora do costume seguir para o Rio.de Ja-
neiro tocndoos Baha, para passageos etc., tra-
ta-se com os gentes Adsmsoo Howre & C, oa
ra do Trapich Novo o. 42.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Damao pretende seguir com muita brevidade,
tem parle deseo crregarneulo prompto ; para o
resto que Ihe falta, traia-se cora os aeus consig-
nadnos Aotooio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz o.l,
Para
Rio de Janeiro,
legue por estes dias o veleiro brigue aCruzeiro
do Sul : pira a pouca carga que (be falta, e es-
cravos, trala-ae com oa consignatarios Antones,
Guimaraea & C, uo largo da Aasembls n. 15.
Para o Rio de Ja-
neiro.
Seguir com teda a brevidade para o porto in-
dicado, o veleiro e bem conhecido brigoe En-
cantador : as pessoss que nelle quizerem car-
regar podero dirigir-ae ao earriptorio da viuva
Amorim & Filho, a ra da Cruz n. 45, para
tratar.
COMPANHA BRASILEA
DE
DU1S l lfflDl.
Ate o dia 3 de fevereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, coramaodad-
te o primeiro-teoenie Joaquim d Paula Guedes
Alcanforado, o qual depoia da demora do costu-
me seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qnal de-
veri ae embarcar no dia de sua chegade, dinhei-
ro a frete e eocomm*>ndas at o dia da sabida a
3 horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antooio Luiz de Oliveira Azevedo
&G.
Rio de Janeiro
Preteode erguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuam, tem parle de sea carrega-
meoto prompto : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-secom oSaes consignatarios Antooio Luiz de
Oltveira Azevedo & Q,, no seo escriptorio roa da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segoe era poueos dias a barca portugueza
Flor da Maia, por ter paite do seu cirreg.imen-
lo prompto ; quem quizer carrejar ou ir da pas-
sagem, dirijt-se ao consignatario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
aodar. ,
Parao Rio Grande do Sul
sahir com toda a, brevidade o muito veleiro pa-
tacho nacional Arauehv; recebe carga e escra-
vos a frete. para o qa trata-se com Manoel Ig-
nacio de Olueira A FDjo, largo do Coreo Saoto,
eacrratofio o. 19, ou com o capito a bordo,
IKIADEIRAS.
Terca-feira 28 do corrente.
A requerimento de Francisco Jos Regallo e
por despacho do Illm. Sr. julz municipal da pr-
meira vara e por coola e risco de quem perlen-
cer, o agente Peatana far leilao de urna porcio
de taboas e caibros e tsboas em mo estado e j
anounciadaa em oulra ocrasiao. o qual fot alis-
tado a requerimento do Sr. Manoel Pereira Cal-
das, aflm do|mesmo senhor querer fazr urna vis-
loria oaa referidas madeiras e como ja a flzese
far-se-ha o leilao no dia cima mencionado as
11 horaa da manhaa na roa do Apollo o. 19.
LEILAO
Quarta feira 29 do corrente.
0 agADle Pinto aatorisado pelo Sr. Thomaz
Hirnson, que relirou-se com sua familia para
Inglaterra no vapor de 14 do correte mez, far
leilao dos obj'Clos absizo declarados a saber:
urna rica mobilia de Jacaranda, um ezcellente
piaoo, uarda-roupa. guarda vestidos, spoara-
dozes, tocadores, comraodas, mesas, marquezas,
cadeiras, camas de ferro com colches e treves-
seiros, lavatorios, espelhos, urna machina para
lavar roupa, um cylindro proprio para massas,
louca, vidro, larapeoes de gaz, differentes 'qua-
lidades de vinhoa, genebra, wisk, 4 duziaa de
garrafas com vioho de Borgonbe e muitos outros
objectos que desde j se acham patentes ao eza-
me dos pretendeotes no armazem da ra do Im-
perador o. 73, onde ae effectuar o leilao. Prin-
cipiar as 10 horas.
LEILAO
De ouro, armaijao, fiteiros, dividas, e
um completo ierra mental deourives
A DINHEIRO OU A PRaZO
Terca-feira 28 do corrente.
AS 11 HORAS.
Manoel Jos da Cunha Fariss, de aecordo com
seus credores por intervengan do agente Guima-
raes, far leilao em um.ou mais lote de sua loja
deourives, aita na ra estreita do Rosario n. 6.
consialindo no que cima se declara, sem reserva
de preco
Grande e variado leilao
Movis, fazenda, flores artificiaos, qua-
dro e vatos para jardins etc., etc.
Na ra da Aurora n. 10 por baixo
do sobrado da Exma. baroneza da
Victoria.
Seguoda feira 27 do corrente
as 10 horas.
(Sem reerva de preco.)
Madama Traversa tendo de relirar-se psra Eu-
ropa, far leilao por inierveoc&o do ageole Gui-
mares, de seus movis cnosittndo em urna
completa roobilia, cama a franceza de mogo,
lavatorio de oiogoo, toet de jacaraod etc., e
lambem de fazeodascorao seja tariatana, barege,
musselina e um completo soriimento de florea
para adorno de senhora, vasos para jardins e
outros muitos objectos de arle e phaotasia. Con-
vida aa aeohoraa modulas e a todos os Srs. paea
og_jsuiaa tifem comprar por todo preco.
AVISO* dYr*Oa.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os dono dos nmeros abaizo declarados
podem mandar boacar as roupaa que estao
promr.t..: 5. 13. 118,290.144 272, *39, 244.
85, 279, 283, 314. S34. 178. Iri8 32, lt 2'7
155. 2U3.24, 163. 212, 172. 87 295. 2f)6. 271,
190, 158, 14.198, 302. 2.3, 273. 171, 124.
Jos Soares de Azevedo, profes-
sor de lipgua e litteratura nacional no
Gymnasio Provincial de Pernambuco,
tem aberto em sua residencia, ra nova
de Santa Rita n. 47, as aulas de
geogr^phia e historia
lingua franceza
philosophia
oratoria e Potica
As aulas sao todas de tarde: come-
C,m s 2 horas e acab m s 7.
-.Precisa-aede uma ama para comprar e co-
zfohar; oa ra daa Cruzes n. 9.
Ala-se um eacravo por 159 meosaes: na
ra dos Pires o. 54.
Quem anouociou querer 300| a juros, dando
de peohor ouro, oa ra dos Pites n. 54. se dir
quem quer.
Bernarrilno Francisco de Azevedo Campos
faz sciente aos seohores trapchenos e a todas as
ais peaaoas a quem interesaar saber, que oeata
dala comproy ao Sr. Joaquira Pereira Ramosa
taberna o. 40 da roa estrella do Rosario, livre e
desembarazada de qualquer dii u.
O bacharel Joo Antonio do Souza Ribeiro
pode ser procurado para o esercicio de sua pro-
flaso de advogado, todos os dias at as 4 horas
da tarde, oa caaa de sua reaideocia, ra daa Cru-
zes n. 35, primeiro andar.
Precisa-se de um criado para caaa de fa-
milia, de uma ama que aalba cozinhar e en-
gommar, preferindo-ae uma que Irabalhe em
massas e dm.es : na ra da Cadeia do Recife, loja
de 4 portas n. 4.
Advocacia.
O advogado A. R. de Torrea Baodeira tem o
sea escriptorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador o. 37, segundo aqdar, entrada a
direila ; e ah jiode ser. procurado para o exerci-
cto de sua proflsso. Est prompto para eocar-
regar-e de qualquer defeza e para tratar de
questoea forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maiur solicitado no deseen-
penho de suaaobrigaces.
No dia 27 o meio dia, na roa da Roda, co-
ohejra de Paula & Irraos, haver leilao de um
cavallo de ausente.
.83" The aucloneer hopos to see a good aa-
lage of Mr. Barriaeo frieuda.
eo de liahaca.
t fia'rris, ^slSes ou libras, peio preco o mais
batato toaslvel : Ha taberna da roa do Caldei-
reiro o. 94.
emblage
O.
Empalhaco.
Na ra do Imperador o. 24 empalham-ae obraa
mata barata do que ees ouira qualquer parle, e
se veode juoco e palha prompta, ludo lelo maia
barat postvel.
. -- Baltar & Oliveira aaccam aobre Liaboa e
Porio..
Precisa-se de uma ama, preeriodo-se es-
orava : no pate do Terco o. t.
T- Bu abano assiguado declaro, que tendo-so
o Sr. pr. Jeronym., Vilella de Castro Tararea
constituido meu devedor em duas letras de sete
ceatos e cincoenta mil r9. cada uma, que Brrn.iu
a*7 deaetembro de 1861, a primeira a vencr a
27desetembro.ie mZ. e a s^uoda em 27 de
setembro de 1863. recebi por descont a impor-
tancia deltas do mesmo Sr. Dr. Vilella Tavar-e
no da 20 do corrente, e lndo-ae deaeocamioha-
do do meu poder as referidas letras, oao poleo lo
por laso entrega-las. paiaei recibo em forma cora
as oecesaariaa decla'acoes e cautelaa. E porque
taes lelras posssm aer achadas por alguem q.ie
se queira. cooftitulr dono deltas e cobrar do Sr.
Dr. Vil-lia Tararea o que j pagou, faco o pre-
sente aonuncio, acieucaoio que oenhum alor
e effeilo polem ter essas letras. Recife 21 de
Janeiro de 1862 Jos Velloso Soares.
-- Fuglo oo dia 9 do corrente Janeiro, do eo-
genno sanios Mentes da comarca de Nazareth,
do abaizo assigoado, um eanr*0 de oome Firmi-
no, aeJS 3U annos da idade, pouco mala ou
meos, alto, corpoleoto. bonita figura, nao mui-
to fechada a barba, sem achaque algum. pernas
grossas e um p.,UCo ab-rtas. ps grandes e cha-
tos, quaodo falla fecha um pouco ora olho,
multo ladino, e falla muito desembarazado cri-
oulo, de cor preta, bom c-rreiro, bom car-oeiro,
sabe comprar e vender, emende de fater asa-
car, de supoor que teoha oas nadegas marcas
de chicote, foi comprado ha lou 14 annos, pou-
co mais on roenns. n.f engenho Morojd desta mes-
ma comarca, onde tej muitas relacoes. assim
romo as tem na praia de Itapisauroa e n'outras
no Rerife e sertso : roga-se as autoridades po-
liciaes. epita8 de camoo. e a qualquer pessoa
ero particular a apprehen-io de dito escraro e
leva lo no referido engeoho aciraa mencionado,
ou no R-cife. na prarja do Cuto o Santo, aoa Sra.
M'noe. lRn.no de Oliveira &.Filho. que recebe-
r 2011 de gra iflracao. Ltureutioo Gomes da
Cuoh Pereira Beltrao..
Pede-se por obsequio a quera a*hou uma
pulseira de ou'o >iu* ae perdeu na ooite de do-
mingo 19 do correte, que dirija se a rus de
Santa Therez n 40. quesera recompeoa1o.
Os abaizo aasiaoados declarara ao respeita-
vel publico e especialmente ao corpo do com-
mercio. que amig.velmeote dissoUeram a socie-
dade que tinham na loja de calcado da ra ps-
trelta do Rosario que Ryraa son a razao de Maia
alendes & C, passando do 1. do rorrele em
oante a gyrar na razo de Hendes & Rocha, fl-
caodo a liquidacao da eilinrla firma a cargo da
nova firma. Recife 24 de Janeiro de 1868.
Joaquira FrancWco doa Santos Maia.
<_____________Joio Jos Mendos da Sila.
^J
< r* Veodem-ae toneletes, pipas barra que fo-
jam de azeite, arqueado de ferro, tambera se
veodem canosa proprlaa para se abrir, travs de
louro de 35 palmus a 40. travs de 50, saaleita
de fundo, pranchd-a de sicop|a de 30 palmos da
comprido at 60, pranchoa de oiticica. urna car-
roja nova p.ra cavado, um earro de 4 rodas para
boi uma cVroca e um ooi: na ra nova de San-
la Rila n. 11 d-fronte da cacimba da ribeira da
freguezia de S. Jos.
Vende ae uma caaa terrea de taipa, tendo
ura oitao de pedra e cal, quintal cora aorados
de fructo e cacimba, chao proprio, sita na Uapun-
ua velha. lra*eaaa das Crinlas o. 15, a qual reo-
de t&f por mez : a tratar na rus daa Tnncheiraa
numero 1.
Venda-se uros tartaruga criada em casa, a
qual j d para mais de uma libra, e propria para
q'iem a quizer criar em Fora de Po tu, roa do
Pitar o. 31. Na roearna casa ae di 4(XIJ s juros
sobre penhor e hjrp'.lheca.
"~ Aluna-se a asa Ierres da ra do Deslino n.
8: a tratar oa roa doaMoadego 0.47.
Bazar decaluilgas
e briquedos para meninos e
mbiaas. t
Na ra Direita n. 7 defroote-da fftnde
fabrica de tama neos.
Neste e9tnb-lcimento oovo se eocoatraro
seraore grao le sorlimenlo de catungas e brin-
quedos de todas as quahdades e prec.ua para me
oioos n meninas, assira como tambera charutos
luito bons e baratos, tanto em caiza como a re-
talho.
Vende-se a loja de miudezaa da ra do Ca-
bug n. 2 R: quera a pretender, dirija-se a mes-
ma rus o. 4, que achara <-om quem tratar.
Chr*guem s fazeudas ba-
ratas, antes que se aca-
ben*.
Na loja de fazendas da ra da Madre de
Dos n. 16, deronte da guarda da
alfandega.
Madapolio fino a peca 4(800.
Cmtas finas escuras a 1611 ra. o covado.
Ditas trancezas campo branrn a 200 rs.
Ditas escuras muito naa a 240. 260 e 280.
Pegas de ditas rozas rom 32 cor idos por 69.
Alpaca fina de cor a 360 e 400 rs. o covado.
Cortes de seda pretos para collete a 25.
Caseruira preta, fizeoda superior, o corado a
1J800
Lengos de seda de cores 500 rs. um.
Chiles de casss piolados um 5''0 rs.
Velbutioa piolada para vestido a 400 rs. o co-
vado. E outras multas fazeotas que ae veodem
barato para acabar (lioheiro vista) ; de todaa
se dario amostras cora penhor.
APPKOVACiO E AUTORISAClO
DA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS E01C11AES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com e?las Chapas-elrctro-magneticas-epispasticas oblem-se uma cura radical ein-
falltvel em todos os casos de niflammac> ( eansaqo ou falta de respiragao ), sejam internas ou
externas.como do figado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, pello, palpitadlo de coradlo, gar-
ganta, olhos, eryipela, rheuroatismo. paralysia e todas as adecenes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, comolobinhos escrfulas ele., seja qual foro seu
tamanhoe profundeza por meio da suppura$o serio radicalmente extirpados.
O uso dallas aconselbado e reeditadas por habis e distinetns facultativos, sna efficaia in-
conlestavel, e as ..numeras curas obtidas o fastas merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de*exisienr.ia e de pratica.
As encomrnendas das provincias devera ser dirigidas por escripto, tendo tolo o cuidado
de fazer as necessarias expticaces, se as chapas sao para homem. senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pscoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cic.imferencia: e sendo inchajoes. feridas ou ulceras, o molde do seu
bmanbo em ura pedaco de papel e a declaracao onde existera, a6m de que as chapas seio da
torma da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir d qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces etambem de lodos os acces-
orios para a collocagao dellas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua confiaaca, em seu esariptorio, que
se achara aberto todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
119 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Furto.
Na noite ale 13 ara 14 do correle, 'arlaras*
do ailio n. 99 do Mnodego. o aeRuiote : 2 lana*
aran ea, .en lo um de cobre e outro da Uti, 4
cad'iraa france* da madeira braca, 9 toalbas
Brandes de mesa de panno adamascado, 4 to.Uas
h ,U i* t0ta "'" J- S- M^oetf, t luaibaa de
oretanna com labyriolho. 1 b ca axul 1 lava.
torio de trro, 1 ch.ies de merino am.rell*. bar-
dado de retroi da saeefn. cor: roge-M a toda a
qualquer pe0, q, ow oaUda Je &^m tMm
Oneci, furtadoa. o favor de parUeRsr aro ,.-
c.ooade sitio cima, qoe ser ge o e rosa meo le re-
compeoaada.
Carvalho Nogueira & C sacam
sobre Portugal, e tilia de S. Miguel:
ra do Vigario n. 9 primeiro andar,
escriptorio.
Precisarse fallar com Manoel Lo-
pes Rodrigues Guimaraes, na ra da
Cruz d. 5. armazem do Sr. Gustar
Bousset Si C. a negocio que o mesmo
a3o ignora.
Precisa-se de uma pessoa para
cobrar dividas miudas nesta cidade,
e que eteja acottumado a este servico,
e d flanea: dirjase a esta typogra-
pbia.
" 'oca-se
uma csaa de pedra e cal sita em Olioda no largo
do Amparo: com 4 quarh-a, 2 salas, abioete,
csniha e quintal, avhala em 80Uf, por uma
oulra na Dn>;a, em qualquer lucaii.iade ou mes-
mo por algu.n 8moiiuho em qualquer arrabalde
uroxi >.u : trala-ae na ra do Cabugi o. 3, segan-
do andar.
Roa estreita do Rtsario n. 22
primoiro andar.
Bota denles arliflciaes pur molss e li-
gaduras e pela presso do er. Syslema
americano sem arrancar as raizea, e fas
todas as opercdes de sua arte, com
promplido e limpexa.
nu-
da assembla
Para as encomrnendas ou informales dirjam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
pharmacia de JosA^exandre Ribeiro,
AGITAD.')!! IIYWIICII
DO DOOTOR
SaHHlD I. L FHill.
Para a preparacae dos medica-
mentos homeopalhicos.
Osmedicamentoa preparados por eala machina
sao os nicos, rom que se podem contar no cu-
rativo das mnlestiaa Dengosas. E como seja o
CHOLERA MOKBUS uma d'aqoellas que nao
fdmiliem delouitaa e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaeaquer, ae
qaizerem tirar da homeopathia oa vaotajosoa re-
sulladoa que ella aaaegura.
Achara se a veoda carteiras e meiaa carteiras
eapeciaea contra o cholera, compaohadas das
compeleniea instrur5oea, pelos presos corJheci7
dos, na pharmacia especial homeopalhica, ra
de Sanio Amaro (Viundo Novu) o 6.
N. B. Os homens de bom teoso recoohecenj
cartamenle que sendo o Dr. Sabino a foote pura,
d'onde emanou a homeopathia em Penarabnco
e ara tolo o norte, elle o nico immediata-
mente ioleressado no seu crdito e oo aeu pro-
gresso, por conseguate lio aumente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cio applicacaq da aciencia oo curativo das mo-
lestias, quer em relaja prepararlo dos me-
dicamentos. _,
Na pharmacia do Ur. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo le su^s viataa immediatas,
nos lempos ordinarios, doua empregadoa [ura
brasi.leiro e outro francei quem paga ordena-
dos vinlajoasj, os qua"es sio ajudados por rois
(rea ou cinco pessoas, guando o servico o exige,
oa destillacio do eiolrito de vioho e d'agua, no
maoejo das machinas, na desecaco dos glbu-
los, na distribuigao daa diluic^es etc., etc.
. E' evidente que para o Pr, Sabino exercer a
homeopathia, como feralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ah preparam,
oem eram precisaa Untas desperas com o pes-
soal, com machioaa e com a obteusio das subs-
tanciaa as mais puras posaiveis, e nem tsnla vi-
gilancia e trabalho na preparado dos asedica-
menioi ; mas elle nao sel contenta com o bem,
queja tem faiio, dando homeopathia a oopu
laridade de qoe uaa: ella quer eleva-la ao
maior grao de perfeiQao daado aoa seus remedias
a maio'r intallibiltoaoa poa.ivel esa sena effeilM
0 r.Sabioo nao aspira aomeote os gosos ma-
tar) aes da 0> ;M\e se desvanece esa l?r ooa li-
froe estrebgetros que a sua propaganda en Ptr-
nambuco'foi to brilhante que nao tem na u"
ropa nen/iuma nnnl.,gin (JOhNaL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA ur PaRiS. tomo 4., pa-
gina 91 ; eCONI'EKENCUS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina l] ; masa ua
ambicau nuio maia elevada ella ae dirig- a
legar aa geraces futuras um r.ome eatimarel
pela gravdade e importancia dos aeus ser*i; pela 8inceridade de sus convicces, e pela fir-
meza do su carcter.E' por isn, e para issu
que elle trabalha ; e trabalha muito...
O nr. Sabino procura e deseja a estima dos
homens sensatos; aoa xoilos deixa elle a liber-
dade de morde-lu a sua vontade.
KfiWSWfiMweM -MMiftaiftfliaiSM
T" ***^ ernj^ wasav sraov aavesj apnrw cmv W/mt tavVTV VVnf irK
Edsqo de linguas
EH 6 MEZES
ItalianoLattm Francez
pelo melhodo facilimo
DO
DR.H. OLLENDORFF.I
Ra do Queimdo n. 26. 8
Aluga-se o terceifo andar db sobrado n ti
ds ra do Vigario, e o sloguel barato : quem o
pretender dirija-se a ra Direila n. 91.
Linden Wild & C. curadora fiscaes da
masas de Tertuliano Candido Ramos 4 C lendo
de organisar o balando deata casa, cunvidam a
tolos oa credores dos meamos a apreseutarem as
soas cootas al o tira do corrente mez em seu es-
criptorio oa travessa do Corpo Santo o. S7.
k Ti !e?de'M U,D* Degra moc oin alaamaa
habilidades, por prego commodo : a tratar na
ruada Praia o. 35, primeiro andar.
-- Veode-ae orna taberna ns ra da Amisade>
na Capuoga, com poucoa fuodos, propria para
qualquer priGCipiaute a tratar ao p di ponte
da mesma Capuoga, casa a direita.
Veode-e uma escrva de meia idade. com
todas as habilidades precisas : na ra do Rahgel
o. W, primeiro aodar.
Venrte-sA eme aaobilia de Jacaranda de boa
goiiO. aJ..H X?, quMi aova ; na ra de 8aate
Bita d. 18.
fmwmm mmm mmmm
U i tima resposia aos Srs.
Aguiar, Hamos G.
O publico que leu oa noaos sonancioe ser
tambera o noaaojuiz e apreciar o chute que
far o padrao de (loria da empresa< O mundo
est ebeio de gente que se quer fsxer esperta __
se bem que devolra-lhes s oracao intacta, pois
mais ella cabe a V. Ss. que a mim ; por quaoto
se ha falla de sua tabella nao ser bem clara : a
mioha rnupa de familia, contioha 9 pecas pe-
quenas, 5 pegas de o-eoina, se me nio encano o
o resto das pegas gran les. nao teoho culpa de
minha familia oo poder sujar a par de um vesti-
do de casa um par de meia e om lengo, srioal sou
pobre, porm o pobre de oever que so menos
lave o roslo quandu ae nao poasa banhar. Con-
cluindo diiei que lirada a causa ressa o effeilo e
a auturidade competente decidua aa nossas d'u-
vidas.
0 ex-assignanle.
assoctaco Copo grap hica
|)cr uamhucana.
Domingo 2B do correle, s 10 horaa da
nhie, havr sesao extraordinaria
ger.il.
Secretaria da Associago Typographica Per-
nambucana 23 de Janeiro de ,61.
JuvHiirio Cesar,
1* aecrelario.
Advocacia.
O advogado A. R. de Torres Baodeira tea o
aeu eacrlptono oa rasa de sua renuencia ns ra
do Imperador n. 37, segundo sndsr, entrada
direila ; e ah pode ser procurado psra o elerci-
co de aua proliaaio. E-i prompto para eo
carregar-se de qualquer flefea, para tratar da
quesioes forenses, em qualquer lugar fura desta
cidade, e protes'a a maior aolicitude oo desem-
penbo de suaa obrigages.
Na ra do Imperador sobrado n. Jl, existe
para vender-a* por preciso um mnleque'de ida.
de 19 aonos, crioulo, sem vicios nem ach.ques
quem o pretender dirija ae ao mesmo sobrado
que ah achar com quem tratar.
Alb.oo J.... da Silva juiga oada dever a
esta praga, porm se alguem se julgar seu ora-
dor aprsente suaa co..las no ptaio de 8 dias :
na ruado Q.ieinjadon. 42, para aeren pagas.
~* AlbinuJusda Silva faz cente ao reapei-
lavel fublico e ao corpo do rommerrio que oes-
la dat* tem vendido a sua loja de f*teoda s'ta
na ra oo Queimdo n. 42, a seu irn o Narciso
Jos da Slva. R-C1f- 2* de Janeiro de 18M.
Acha-se contratada a venda da casa terrea
n. dJ sita na ra Augusta desta cidade, quem li-
ver de oppor-se a realissgo deale negocio o
annunciar por esla folha no praxo de 8 das
contados do dia da pnmeira publicago deste. '
Caixeiro.
Na ra da Madre de Dos o 18. se dir quea
precisa de um pequeoo dos u.timos chegadoa
para caixeiro de loj de fazendaa neata praga.
Comprase um carro de voila ia eir e
que eslea em bom estado e um boi proprio pa-
ra o mesmo : oa ra da Cadeia d. 4. primeiro
audar.
JoaoCoelho da Silva reaidente na cidade
d Area, faz sciente ao Sr. Virgioto Franciico di
^ilveira.quequerendo vender uma pequeoa par-
te que ihe locou no escravo Flonan, no io>eo-
lario procedido no beas deixsios peto aeu (loa-
do pae Sin a j B-ierra da Rocha, pode dar suas
ordena para quellelugar s iralar com o mesmo
ou na falta com aeu subriuho Antonio doa Saaloa
Coelho Silva.
D. Pedro V.
ybndem-e fo.lhelos coa o retrato de Sr. D.
redro V, cooteodo o seo relase e olilanes mo-
melo, obra moi apreciavel para os Portug.e-
zes, pelo barato prego de 1}: oa roa do Queim-
do, loja de miudezas da boa faaa a. 35.
Atenco.
Vende se um ptimo piano de mesa, proprio
para aprender, por prego tao barato qua a vista
nao ae deixara de comprar : aa roa Augusta nu-
mero 90.
Leiteao p da vacca : na ra Iaprelal la-
mer 1.
Ama
Precias-se de orna pera comprar e coxiobar
para una bornea aolteiro morador bm aos i* :
quera quizer dirija-se s rea as ftiaets M.
Ds-se 800f a joros sobre penswt m eoro:
a uatar oa roa do Padre Floriaoa a. 81, priaMi-
ro anear.
Joaquira de Azevedo Perrira Jearier vea a
Parahiba tratar de negocios que de tetaraoos,
Preciaa-ae alagar ua eacravo, ^tiaie ee o
eeateat, e paga-ae meatat aa eeasmat, sata
veeear pao : oa padana aW AaaenM BaeU la-
foS^Mo?^* *** ^'.^




.
DIARIO DE PERNAMBCO. SiBUDO *1 DE JtlSElftO DE 1862
JEstabelecido no lugar da C a punga, um dos arrabaldes!
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO RACHAREL EM MATHEMATICAS
Ette est.belecimeuto de educado e instrucc,ao principiou a funcciooar do dia
10 de Janeiro, econtinua a receber alumnos
Os commodos, o asieio a. boas condigoes hygieoics dos edificio! destinados
i funcgoes do estabelecimeoto, a ordem e tegularidade do semco no intrnalo, a
dedic.go e zelo que empresario o director e os professores a bem do aproveit-
meoto e progresso dos alumno, sao circo (Batnelas que devem animar e garantir aos
pses da familias que desejam dar a seus filhos urna educado regular.
Cade i ras de entino.
Prmeiraslettrasdividida em duas ciasses, tendo cada ama o sen proteisor
Eorluguez. Utico, francez, ioglez, ariibmetica, algebra e geometra, geographia e
iitoria, philosophia, rhetorica, desenlio, msica, dansa e gymnastica,
Nos estatutos do interoato que eslao a dispo.ic.ao
achara consignadas aa condiccoes de entrada.
de quem os qoizer 1er, se
LOTERI
Tedo sida interceptada a renda dat
nossas rotriai na corte do Rio de Janei-
ro, e nao podendo esta notsa provincia
por si comportar j loteras do capi-
tal dai entSo existentes pelo motivo da
venda que aqui se faz de grande quan-
tidade de bilhetes, que por negocio
ainda que illicito nandam vir daquelia
corte, resolveu o abaixo assignado pro-
por na forma da le ao Exm. Sr. presi*
dente da provincia, o plano abaixo trans-
cripto para as extractes das nossas lote-
ras, o qual foi approvado: e na ver-
dade aquelle que pode fazer e que mais
posta agradar ao respeitavel publico,
as circumstancias actuaes nao so por
estarem suas sortes grandes em propor-
cao com o valor dos bilhetes, como por
conter ainda mais de urna terca parte de
premiados A lotera que segundo a
tabella deve ser extrahida a quarta
parte da primeira, a beneficio do Gym-
nasio Pernambucano, os bilhetes e quar-
tos e me i os bilhetes, acham-se a venda
na respectiva thesouraria na ra do
Crespo n. 15, e as casas commissiona-
das. As rodas andarao impreterirel-
mente no dia 6 de fevereiro.
PLANO.
4000 bilhetes a 49.............. 16:000^000
Beneficio e sello de 20 por cento. 3:2005000
ARMAZEM
ROUPAFSITA
Joaquim F. dos Santos.
10Ra do Queinailt-40 ]
Defroote do becco da Congregado letreiro verde.
Neste estabelecimento ha aempre um sortimento completo de roupa falta de
todas as qualld.dese tambem se manda executar por medida vontade dos fregue-
ses psra o que tem um doa melhores profassorss.
Ama.
Urna mulher san filhos, que qaeira slugsr-se
para ansaboar, eogommar, e prestarse a algum
serrigo maisem caaa de familia, com o presup-
poalo de nao aahir ra, dirija-ae ao primeiro
andar do sobrado o. 1, versada rerde, na ra do
Araglo, que ah achara com quem tratar.
Aluga-se um bom sitio com boa cass e es-
tribara, no Caldeireiro o. 3, defroote do aitio do
Sr. Rabello : a tratar na ra da Cruz n. 80, ter-
ceiro andar.
Antonio Pinto da Fonaeca, subdito poitu-
gues, retira-se psra ora do imperio, levando em
sea compaobia seu fllho menor Antonio.
Um passaro carauna
fugio hontem da travessa do arsenal de guerra
n. 1: quem o pegar e quizar restituir na dita ca-
sa, ser generosamente recompensado.
Domingos Nunea Beirio, subdito portuguez,
retira-se para fora desta provincia.
Antonio Joaqun Soares, subdito portuguez.
retira-te para Europa.
Fcitor.
Na Estancia, sitio que fas esquina para o Ct-
miobo novo, perteocente a senhora viuva Teixei-
ra, precisa-se de um feitor.
O Sr. Msooel Mtrtius Pontea tem ama car-
a viada de Portugal : na ra da Cruz n. 7; es-
criptorio.
Precisa-ie alugar um prelo eozinbeiro, e
que tambero sirva para comprar : quem tiverdi-
rija-ae a ra do Queimado, loja n. 13.
Alaga-te o primeiro andar do aobrado n.
7 da na do Imperador: a tratar no aegundo an-
dar do mesmo.
Precisa-se de urna ama, preferindo-se es-
crava, para cozlnhtr e eogommar : oa ra do
Crespo a. 1.
Precita-se de urna criada portugueza, que
s.lba cozer e eogommar : aa ra do Queimado
n. 12.
Club commercial.
A direccio aonuncia aoa seohores socios e seus
recommendadoe, que a reuoiao familiar do cor-
rete mez ter lugar na noite de sabbado 25 do
crranle.
RETRATOS
Liquido.
1 Premio de............ 4:0009
1 Dito de........ 2:0007)
1 Ditode................ 400
1 Ditode............ 200$
3 Ditos de lOOg........ 3009
12:8009000
6 Ditos
13 Ditos
40 Ditos
1270 Ditos
de
de
de
de
40.
20.
8..
41-
2409
260
3209
5:0808
Casacas ue panno preto a 40$,
85| e 309000
Sobrecasacos da dito dito t 359 e 309000
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 25J, 109,189 e 209000
Ditoa de case mira de corea a 22,
15$, 12>.79e 99000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraucezas a lOftOOO
Ditos de merino setim pretos e
de cores a 9$ e 89000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditos de slpaca preta a99,79.59e S$500
Ditos de brim de corea a 5$,
49500,4 e r 39500
Ditoa da bramante delinho b an-
co a 69. 5$ e 49OOO
Ditos de merino de cordao prtlo
a 159 e 83OOO
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 129. 109, 9$, 79 e 69000
Ditas de princezs e merino de
cordao preto a 59, 69500 e 49500
Ditaa de brim branco ede cores a
59. 49500 e 2$500
Calcas de ganga do corea a 38000
Collete de velludo preto e de co-
rea liaose bordados a 129,99 e 8J000
Ditos da casemira preta e da co-
res liana e bordados a 69,
59500,59 38500
Ditoa de tetim preto
Ditoa de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorgurio de seds pretos
e da cores a 79, 69, 49 e
Ditos de brim e fusta o branco a
38500, 295OO e
Stroulaa da brim de liobo a 29 e
Ditas de algodo a I96OO e
Camisas de peito defustio branco
ede cores a 29400 e 29200
Ditaa de paito de linho a 59, 49 e 89000
Ditaa de madapoln brancas e de
coret s 89. 295OO, 29 a
Chapeos pretos de maesa frtncsza
forma da ultima moda a 10J,
8$500 e
Ditos de feltro a 69. 59, 49 e
Ditos de sol de seda ingleses e
francezet a 14$, 129, 11$
Colarinboa de liobo muito finos
aovotfeitioa da ultima moda a
Di.os de algodao
Relogios de onro ptente e hori-
zontal a 100$, 909. 80$ e 70$000
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizootaes a 409 30$000
Obras de onro, aderemos e meiot
aderecot, pulceirat, roxtttt e
ansia a 9
Toalhat de linho duzia 10$, 69 e 98000
Ditas grandes psra meaa ama 39 e 4j>00o
59000
59OOO
59OOO
39OOO
29200
19280
1$600
79OOO
29OOO
79000
9800
9500
1336
2664
Premiados.
Brancos.
- 12:8009000
ELIXIR DE SALDE
itrolactato de ferro,
uieo deposito na botica de Joaquina MattiuVio
da Cruz Cotreia., ra do Cabng n. H,
em Pernambneo.
O Dr. H. Thermet (de Chalis) aotigo pharmaceuticolapretenta aoje urna aova preparado
ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo emprecar-ae um mesmo medicamento debaixo de formulas to
/variadas, mas o homem da actencia comprehende a necessidade e importancia de ama tal varie-
[dade.
A formula um objecto de multa importancia em therapeutica; um progreaso immenso,
quando ella, maoteodo a esseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparaces de ferro at hoje conbecidaa nenhuma rene to bellas qualida-
des como o elixir de ci tro-laclado de ferro. A seu aabor agrada?el, rene o tomar-aeem urna pe-
quena dose, e ser de urna prompta e fcil dissolucio no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que coolem em aoa composi;ao, a coa.tip.5ao de
ventre (requentemenle provocada pelaa ootras preparaedea terrogioosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo ums
substsncia da qnal o medico ae nao pode dispeusaa em aua clnica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propiedades taea, que o pratico poaaa preacrever aem receio. E' o
que cooseguio o pharmaceulico Thermes com a preparacio do cilro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro luger entre as numerosas preparaedea ferroginosas, com o
atteata a pratica de muito mdicos distinclos que o tem eosaiado. Tem aido empregado como im -
menso proveito as molestias de Isosuidez (chiorose paludas corea ) oa debilidade subsequente aa
hemorrhagias. as hy Iropesias que apparecem depois das intermitentes as incontinencia: de orinas
por debililade, oas perolas brancas, na escrophula, no rachitisrao, na purpura bemorrh.gi, na
coovalescencis das molestias graves, na chloro anemia dat mulherea gravidaa, em todos os casos
em que o saogue se scha empobrecido ou viciado pelaa fadigas, affeceoes ehroniess, cachexia tuber-
culosis, caocrosa, syphililica, exceasos venereoa, onanismo o aso prolongado daa precedes mer-
curiaes.
Estss eofermidades tendo mu frequentet sendo o ferro a principal tubtttncia de que o
medico tem de lancar mi para at debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvorea e o
recooheciment da humanidade, por ter deicoberto ama formula pela qual ae pode sem receio
do ferro.
Consultorio medico-cirurgico
3--WUA.HA GLOWLA C\S\ DO Y1N11I JlO--3
Consulta por ambos os systemas,
4000 Bilhetes.
N. B. As sortes maiores de 400$, estao
tuieitas aot detcontot dat leis. Thetou-
raria das loteras, em 20 de Janeiro de
1862. O thetoureiro, Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
Conforme Francisco Lucio de Cas-
tro.
festa de S. Sebastian na
villa do Cabo.
Acbs-se levantada a bandeira do glorioso
martyr S. Sebaalio, e em andamento as nove-
nas cantadas com msica dirigida pelo Rvd. pa-
dre Primo Feliciaoo Tavares. No dia 25 do cor-
rente (sabbado) h.ver cavalhadaa a tarde e vea-
peras a noite. No dia seguinte (domingo) ter
lugar a testa com o eapleodor devido ao acto,
orando nella o insigne pregador padre Antonio
Manoel d'Assump;ao, assim como no Te-Deum
a noite. llavera procisso e a noite um liado e
variado fogo artificial do j eoohecido artista
Joaquim Jos de Ssnt'Anna e Silva. Espera o
encarregadodo featejo a concurrencii dos devo-
tos para abrilbanlar mais o acto.
Precisa-ae de urna ama somente para cozl-
nhar com regularidade para ara homem solteiro,
prefere-ie e.crava : a tratar na ra da Palma o.
78, das 6 s 8 boraa da manhia, e daa 3 da tarde
em diante.
Quem quizer dar 3009 a uros sobre peobo-
res de ooro, aonuncie por este jornal para ser
procurado.
Existe na cidade do Aracaly orna pessoa
habilitada a fazer qualquer cobranza na provin-
cia do Cear, a qual d nesta pra;a flador : quem
precisar, dirjase a loja da ra do Crespo o. 14.
O proprietario do estabelecimeoto de enca-
ieraaeSo e lypographia da ra do Imperador o.
15 at outro anouncio, faz scieote aos seus fre-
gueses e ao publico em geral, que o seu estabe-
lecimeoto contina a estar aberto das 9 horas da
maoha at aa 3 1|2 da tarde, tempo em que po-
de aer procurado, assim eomo que contina a ter
venda typos e mais pertences de typographia,
papel de Hollanda de todoa oa lmannos, dito
psutado, de peso, slmaco, etc. ; assim como car-
tas de abe, taboadas, catbecismos, Economa da
Vida Humana, Simio de Naotua, procurares,
apudautas, traslados, letras, cartea de enterro e
de offlcio, e outros mullos objectos que i vists
se apresentaro.
Memorias
da viagem de SS. MM. II.
s provincias do norte.
f)0a senhores que subicreveram para a impres-
so daa Memorias da Viagem de SS. MM. II. s
provincias do norte, queiram mandar receber o
primeiro volume na ltvraria ni. 6 e 8 da praca
da Iodepeodencia, mandando levar o importe os
que ainda nao o tiverem pago.
Consultas medicas.
Serao dadas todos osdias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at a 10 horas
da manhia menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
!. Molestias de corarlo e de peito.
3.* Molestias dos orgaos da geranio e
do anus.
O exame dos doentes ser feto na or-
dem de su js entradas, comecando-se po-
rm por aquellos que toffrerem dot
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e op-
ticos serio empregadoa em suas cnsul- '
tajes e proceder com todo rigor e pru-
deacia para obler certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, naturesa e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrut-la ou
curar.
Varios medicamentos ser oambem
empregadoa gratuitamente, pela cer-
teza que tem de aua verdadeiraqualidade,
promptido em aeus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
dalles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dot
doentes toda e qualquer operecao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento doa meamos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa colleccao de
instrumentos iodispensavel ao medico
operador.
MMeowan anai3-9WNeHHfiNs
ios fabricantes de velas.
O aotigo deposito de cera de carnauba e tebo
em pi e em velas, estabelecido 00 largo da As-
sembles n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos o. 28, qu.si defroote da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por presos rszoaveis.
Gura completa sem resguardo
nem mcommodo.
Tumor em um tornozello.
Eu abaixo assignado faco publico para bem da
humanidade, que tendo um filho doeote de um
tumor em um tornozello ha mais de tret anuos,
e tendo feito differentes remedios no decorrimen-
to de.te tempo, sem poder tirar vaotagem, quiz
por fim experimentar as chapaa medicioaea do
Sr. Ricardo Kirk, escriptorio ra do Parto n. 119,
e felizmente .chei o tornozello perfeitameole ca-
rado, que a tanto tempo desejava. Ra Direita o.
65.Manoel Piolo Gomes. Reconhecida verda-
deira a sssigoalura suprs pelo tabelliio
Pedro Jos de Castro.
Sinceros agradecimcnlos.
Rheumalismo no joelho da
perna direita.
Eu abaixo assignado certifico que depois de ter
padecido agudsimas dores rheumaticas 00 joe-
lho da perna direita, e por mais de tres mezes de
cama, e tendo usado de varios remedios sem po-
der obter melhoras, por ultimo recurso mandei
chamar o Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na
ra do Parto o. 119, e este senhor applicando-me
as auat chapas medicioaes, 00 fim de 21 das ti-
veogo.to dme ver perfeitameote bom, pelo
que lhe tributo os meus mais sinceros .gr.dec-
mentos. Largo da Misericordia n. 5, Rio de Ja-
neiro. Bento Rodrigues.
Francisco Jos da Silva, subdito portuguez,
relira-te para os portos do sul.
MUL
Na roa Bella a. 14, segundo aadtr, precta-ie
de urna ama.
Aluga-se.
Urna cata emOlinda, em cuja casa acaba de
passar a festa o IUm Sr. Dr. Sabino, no Vara-
douro n. 19: a tratar com o proprietario no Reci-
te, rus da Moeda, armazem n.9.
Precisa-se de urna ama : na ra das Ls-
rangeiras n. 12.
Augusto Stahl, Germano Wabnachaffe e
Ulderiso Sleffen, vio para o Rio de Janeiro no
primeiro paquete.
Stahl & C, tendo de retirar-se para o Pa-
ran nos primeiros diss de fevereiro, pedem as
pessoas que se julgsrem seus credores queiram
apreseotu suas contas aem mais demora.
O abaixo assigoado, faz scieote x esls pra-
c.a que mudou o aeu armazem de f.zendaa da
ra d. Crux n. 11 para a ra do Trapiche n. 48,
esquina do largo do Corpo Santo, e que girario
os seus negocios debaixo da firma social de Mo-
nhard & C, do Io do correnle em di.nle. Recife
22 de Janeiro de 1862.
Frederico Monhard.
Preclsa-se de ama ama que aaiba coziohar
o diario de urna casa ; na ra Novan. 47.
DE
NOVO G0ST0.
Retratos de
Retrttot de
Retrstos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hsvrleyolypo
H.wleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
ovo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
goslo
gotlo
Ama.
Preciu-ae de ama ama para todo o servigo de
ama casa : na roa da Roda n. 42,1." andar.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra do Amorim o. 31.
Desinfecto.
Em contequencia da mudsnca para
ment acaba de fazer ama reforma eompleta em
a nova residencia, o propriet.rie deste eatabeleci-
todos os seus medicamentoa.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimeoto nio te confundam com oa de
nenhum outro, visto o grande crdito de que aempre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaucio de inacrever o sea nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellos que forem apreseotsdos sem esta marca, e quando a pessoa* que os mandar com-
prar qaeira ter malor certeza acoopanhar urna corita attigoada palo Dr. Lobo Motsozo em pa-
pel marcado com o tea nome.
Oatro sim : acaba de receber de Francj grande porcio de tincturs de acnito e belladona, re-
medios eaUa de .umm. importancia ecuj.s propriedades sao lio conhecidaa que ot meamos Srs,
mdicos allopath.s empregam-ss constantemente.
Ot medicamentos svulaos qur eea tabes qur em tinetarst casltrlo a 1} o vidro.
O proprietario deste eatabelecimento annancia a teus clientes e amigot que tem commodos
tuEBciealet para receber alguna eacravot de ana e oatro sexo doentet oa qae precitem de ilgumt
operacio, affiaocando qae aerio tratados coa todo o disvelo e promptido, como ttbem todos
aqueUse que ii toas tdo eteravoa na caaa do anonadante.
A atlusco magnifica do caaa, a commodid.dt dos banhot talgadot lio outrat tantea vanta-
geot para o prompto reetapelecimeoto dot doentet.
Aepooaoaa qae quiterem fallar cota o anonadante devota proeura-lo de manhia at 11 boraa
o de Urdo doa 6 oto diente, e (oro dettaa horas acuario em tata petoot eem quem te podirio en-
euder; roa da Glorio o, 8 tus do Fundi. Dr, Loto Motcoxo.
Os aoaixu assignado ujoiuDrus uo luui-
rnisso central eocarregada do funeral pela
sentids morte de S. M. F. o Sr. D. Pedro
V, celebrado no dia 17 do corrate, veem
por meio deste Diario agradecer cordial-
mente as maaifesl.cessolemnes que de-
ram todoa oa habitantes desta rica, Ilus-
trada e opulenta capital, por occuiao
d'aquelle acto religioso. Ainda mais: a
commissao ceotral 'vivamente peohorada
pelas provaa cloqueles de todos os habi-
tadores do Recife, nadonaea e estr.ngei-
ros, por occasiio dss exequias do Sr. D.
Pedro V, cel-brsdas no dia 17 do correle,
nio tem expressdes psrs agradecer aos
distioctos oradores que, sps o seto reli-
gioso elev.rsm suss votes recitando ne-
chrologiss e nenias em honra do jovem
mooarcha de Portugal, lio prestes roub.de
a gloria e engrandecimento de sus patria.
Recebara portento todoa os habitadores
do Recife, naciooaes e estrangeiros, toioa
os oradores d'aquelle dia de tanta magoa e
ssudsde psra os portuguezet, todtt 11
peno*, emfim que se digosrsm scceder
.0 convite da commissio central, comp.-
receodo .0 acto religioso do dia 17 do cr-
rante, como todos ot empregadoa pblicos,
01 nossos agradecimentos profundos de
gratidio, estima e .QVclo.
Recife 22 de jtneiro de 1862.
Joa Heoriquea Ferreirs.
Jos Antonio deCarvilho.
Jos Teixeirs Bastos.
Joaquim Monteiro da Cruz.
Joa da Silva Loyo.
Brilish Clerks Provitlenl
O abaixo assignado vende em sua botica na
ra Direita n. 88, os seguiotes detinfectantet por
ter psrs isso o aparelbo necessario. Chloro para
desinfectar o espaco de 340 ps cbicos- por 2>,
liquido desinfectante das materias fecaes um.
garrafa 19, pos desinfectantes dss mesmas ma-
terias urna libra If, liquido para mergulhar a
roupa dos accommetlidos a 640 rs., agoa chloru-
retada que tupre a de I abarraque somonte na par-
te da desiofeccao por ser csrregeda 10 vesos maia
do chloro (pelo que declaro que nao se faga del-
ta uso interno) 1$.
O publico desta cidad6 deve estsr lembrado
de que neste Diario foi transcripta urna correa-
pondencia do sul, os qual declarou-se, que, em
um doa portos onde gr.ssava a febre amarella o
command.nte de m doa navio, surtos n'squelle,
conservando o chloro em o sen, foi o nico pre-
servado do mal. ao passo que os mais soffrersm
e bouveram multas victimas.
Para o desempeoho da desinfecto scompa-
nhar a explicscio.
Jos da Rocha Prannos.
Ra da Cruz n.
9, segundo andar.
Henry, cirurgio calista
de Pars.
acha-se sempre prorapto em seu escriptorio pa-
ra curar os calos, olhos de perdix (sarnas dos
pea), durezas, callosidades, verrugas, defaitos
das aohaa e domis molestias dos ps ; assim
como se eocarrega de preparar cabeleiras etc.,
indo qualquer parle, mediante previo aviso.
A pessoa qae aonunciou querer tomar a ju-
ros a quantia de 3009, dando um fiador e pagan-
do mensslmente o juro de tres por ceoto, dirja-
se s rus ds Aurora n. 48, taberna, onde tambem
se dir quem d sob hypotheca em bens de raiz a
quantia de 900a.
gooto
invenco
iavencio
iavoaio
laveocio
i.vottnto
Precos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco lempo
Precos baixado para pouco lempo
Precos baixsdo para pouco lempo
Precos baixado para pouco lempo
3#00G 5#000 10^000 20000
3*000 59000 10*000 20*000
3S000 5*000 10*000 20*000
3*000 5*000 10/000 20*004
3*000 5*000 10*000 2O#0OO
Para retratos
Para retratos
Psra retratos
Para retratoa
Pars retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfl.dros dourados
Explendido quadros dour.dos
Explendido quadros doursdoe
Vende-se machinas para re-
tratos.
Vende-te machinas psra re traten
Vende-te machinss psra retratos
Vende-te machinas psra retratoa
Vende-te machinas para retratoa
Gaixas de lindos gostos
Csixst de lindos gostot
Gtixat de lindos gostos
G.ix.s de lindos gostos
Caixas de lindos gostoo
Todos venham Ter
Todoa venhsm ot
Todoa venham ver
Todoa venh.ro ver
Todos venham ver
Especial
M 11
hOiueoiiatliieo
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ter procurado o respectivo proprietario quaiquer hora, liavendo
ahi lempre gnnde sortimento dos verdadeiros mdicamente a homeoptthioot, prepandos em Pa-
ria (aa lioturts) por Catellan e Webor, ot mais acreditados pharmaceulicos do universo como
preparadores de remedios de homeopalhia. *
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejsm os seus medicamentos
nfalliveis, porque nada ha infallivel em factos humanos; nem lio pouco superiores aos que por
ah se preconiaim, porque ceno que o que nos facemos, outro o pode egualmente fazer lo bom
senao melhor. Mas afiance que nella nao ha traficancia, e que o servico da preparacio corre
pele mesmo proprietario, que nao tendo grandes eommercio de carteiras, acha-se suficiente pan
salisfazer s necesidades daquelia prepararn.
Neste consultorio .chara sea venda elementos da homeopalhia, tcomraodados intelligencit
de qualquer peasoa ; asura como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seut esforjot e
medicmeotos, todas as pessoas necessitadas, sem distineco alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
Orborne retratiala amenc.no
do Imperador
do Imperador.
Ra
W.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
r*rsdaricGauter,:irurgiaodenlists,fazS
todas as opar.ces da sua arto oeolloca]
dentesartificiaea, tudocom o superiori-
dad, par(eisao que a pessotstnttndi-
dts Ihereconheeem,
Temigute ptdentifrieiot le.
trtt.
CONSULTORIO ESPECIAL HOlimTIlCt
DO DOUTOB
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Contultat todot ot diat ateit detde aa 10 hars
tt meio dit, acerca dat seguate, mole.ti. :
molutia$ da mulhtrtt, moUttias dat en
Si, moUttiat da ptllt, moltttiat dot olkot,,
t'oi lypktlitxcat, todas at tsptciti d$ ftbr
ftbrtt inttrmiltenlet t tuat conttqutneiat,
PHARMACIA ESPtClAL H0MI0FATM1CA .
Verdadeiros medicamentoa homeopalbicoa pra-
paradoasom todas as cautelas necessaraa. in-
f.lliveis em seus erTeitos, tanto em tintura,como
em glbulos, pelos pregos mais commodos po-
tiTOit.
N. B. Os mediesmeotot do Dr. Sxbine tio
ncam.nte vendidos en? sua pharmacia ; todoo
qae o forem fr. della sio falsaa.
Todaaaacartelraa tio acomp.nhadas do ata
impreaao com um emblema em relevo, toado ao
redor aa aegnintee palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pnho, medico braaileiro. Bal. emblema* poeto
igualmente na litta doa medicamentoa qae ao po-
de, As carteiras que nao I avaram esseimpr
issim marcado, amboratenhatn na lampa
me do Or. Sabino sao falaoa
##V9999999*
o no-
The membera of above a.soci.tioa sre reques-
ted lo stleod lhe Hala yearly meeting at lhe Bri-
lle* Library, at 4 30 p.m oo S.turday 15 Inst.
y order
W. Van*Ac,
Secrelary.
Joa Hara Martines Cataariego, tubdito
hospanbol, val para a Babis.
M. Lhem.on, vel 4 Europt.
Precias-se de um caixeiro para ama taberna
no pateo da Ribeire 0.13, dando flanea a tut
condoxtt.
raifflosisias pasa m.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folbinha de porta, contendo o kalendario, poca* geraes, nacionaet, dial
de galla, tabella de salvas, noticias planetariat, eclipses, partidas
de correiot, audiencias, e resumo de cbronologia, a ris .160
Folhinba de algibeira e Tariedade, a qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
pucipaes ettados do mundo, tabella da arrecadacSo do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostes geraes, provinciaes. e mumeipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas putturas munici-
paes, artigossobre agricultura; economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a ris. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, dat mares, cata e familia imperial,
nomes e ttulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacSo do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazeiros e europeut, tabella dos impostes geraes, pro-
vinciaet, e municipaes, regulamentes de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oraches de S. Fran-
cisco de Paula, colleccBo de oracei para todos os estados da rida,
e norena da Senhora Sant'Anna, a r. ....... 310
Dita com almanak, contendo o kaUndario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos crrelos, tabellas de imposto, etc. etc. a o almanak
cevil, judiciario, adminittrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, deta provincia, a reu f #000
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado aa rao
Nova o. SS, aobrado da es-
quina que volia para a
camboad (armo.

S99999tS>999999999
U abano .asignado deixaodo o. cootisraac
com o seu estabelecimento de fszendst da roa
di Cadeia do Recife o. 60, para tratar tornelo
de iua liquia.cao, pode aer procurado a qual-
quer hora do dia no primeiro andar da esa a
13 ds mesma rus, sonde rede a lodos oo seut
devedoret o especitl ftvor de lhe p.g.rem qiaa-
lo antes, fim de o dtapensarem de recorrer o
melo.judici.es para cooeeguir a satisfaca do
seus dbitos. Recife 18 de Janeiro de 1862.
Francisco da Rocha Pasaos Lia.
J
FERREIKA ULULA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Bous do CatMiffal n. 18, 1/ auaalatr,
estrada pesie) pateo ala filfa,
Belratoa por .abroiypo, por melaio.tr., sa-
br panno encarado, .obre talco, eaaeieaa
polceiras, alBnelea oa naaeoleieo- Na
casa exiale um completo o ab.ad.ate i
de artelaclot (r.ncetee o astoriesaos asas o ea-
loc.cio doa retratoa. Ha tambem psra esto taee
mo fim cssolet*. e delicado, tlflaotos do o
de lei; retrttot em pholographia aao priatJt
peraoaageoa da Earopa ; aUreoacopoe o vk,
ttereoscopicis, atetat como vidrot pars Mlratra
o chimlcaa photographicta, *r


DIARIO DE PEWUJBflCO JABADO U J* JANEIRO DE 1861
i
ana
Precisa-se di una ama pan o servigo de urna
casa da pouca familia ; na praca do Corpo Saoto
numero 17.
Attenco.
Taaw Irmaosfazem publico que o concento de
S. Beato da Parabyba lhes deredor da qo.oti.
de viole conloa novecenloa e dezeaove mil du-
zeotoi e dei ris ( 20:9l9$zl0), por transferencia
de urna conla correte com Jos Luiz Pereira
Lima S C, assign.aa e cooferida pelo ex-D.
abbade Pr. Jote da Eiallacao Marques, em 12
de marco de 1860. Alm do premio de um e meio
por cento ao mex a qoe Qcou obrigado o referido
conTento a pagar, cooforme a clauaula xarada
na referida coota correte. B como al o presen-
te nao lhes tenha sido possivel receber a referida
importancia e oa juro* decorados, nio obstante
s diligencias empregadaa para esse flm, fazem
publico que nao por aua Tontada que esto sof-
frendo tal desembolso, pira que em tempo al-
gum se empregue o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nio coocorrem os
abaixo assiguados, que sempre estiver.m e estao
promptos a receber a referida conla e os juros
vencido., e protestan) nada abater em lempo al-
gum ; declarando mais quo nao desooeram os
cedeotea da referida conta os Srs. Jos Luiz
Pweira Lima & C. e IInoel R.bello Olaoda Ca-
boclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmios.
Aluga se
o armaxem n. 22 da rus do Imperador : a tratar
na ra do Crespo n. 17.
mmmmm mmxm mmmn
Aospaes de familia,
Um professorse propoe a ensinsr frsn- I
cet, porluguez, aritbmeticae historia por *
casas particulares : quem pretender diri- 1
mm ja-se a botica da ra da Cruz o. 24, que
V ter as informales precisas.
mu
(CID1IPM1M
Indemnisadora,
A direc;o da companhia de segaros martimos
Indemniaadori, convida os Srs accionistas a reu-
nirem-se em assembla geral no respectivo es-
criplorio no dia 25 do correte pelas 11 horas da
maoba para os Cos designados no art. 40 dos
estatutos e proceder-se a approvacao das trans-
ferencias de acedes ltimamente realisadas. Re-
cite 22 de Janeiro de 1862.Os directores,
Joo da Silva Regadas.
Jos Jacomo Tasso.
Francisco Joio de Barros.
Aluga-se um sitio do lugsr da Magdalena,
principio da travessa do Luca, com casa de pedra
e cal, duas baixas da capim para invern e vero,
e muitos arvoredosde fructo : a tratar no Campo
Verde, roa do Palacio do Bispo n. 20, sobrado.
Aluga-se o armazem do sobrado da ra de
Apollo n. 47, proprio para qualquer estabeleci-
menlo : quem o pretender entenda-se com Jos
Aotuaes Guimaraes, ou na ra do Crespo, loja
n. 25 A, do Sr. Antonio Goocalves de Oliveira.
Mudanza
Firmo Gandido da Silveira Jnior tendo muda
do a sua loja de miudezas que tinha na ra d
Cadeia do Recite o. 49, para a ra ireits n. 6
participa aos seus freguezese ao publico, que vai
vender todas as fazeodas antigs por metade de
sau valor, alm de liquidar dita loja.
Sr. Joo ily ppolito de Meira Li-
ma, queira apparece** nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e paga-se meosal ou semanal, para o
servico deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
3 Medico. S
O Dr. Brancante pode ser procurado a #
qualquer hora na casa de sua residencia, m
na ra do Imperador o. 37, segundo an- 0)
dar. para o exercicio de sua proftsso.
Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso,Santos & C.sacam a tomam
taquea aobrea praca de Lisboa
Instrucco particular.
O abaixo assiguado competentemente
provlsionado pela directora geral de ins-
trucco publica para ensinir primeiras
leltras, latim e trances, acha-ae.no exer-
cicio de seo magisterio desde o dia 13 de
Janeiro do correte, em ana meama resi-
dencia na ra Nove o. 58, onle cooliooa
a receber alumnos internos e externos,
advrtindo porm que s Ihe convem
admittir 10 pendonistas e que nao exce-
dan) de 12aoDoa de Uade. Recite 15 de
Janeiro de 1862.Jos Maria Machado de
Figueiredo.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Precisa se de urna ama s para cozinhsr e
engommar, sendo para cozinhsr com perfeico,
oo se olhando a preco: a tratar na loja da ra
do Queimado n. 46.
Quem tiver um moleque para alugar, de
12 a 15 aooos, e que sirva para o servico domes-
tico de urna pequea familia, dirija-se a roa da
Cruzn. 45, armazem.
Aviso.
A directora do collegio Santa rsula, abaixo
assigoada, avias aos psls de suss alumnas e a
quem mais convier, que em virtude do srtigo 19
dos estatutos, principiara os trabalhos do referido
collegio no dia 7 do correle mez. A directora
envidar todos os exforcos a seo alcance para nio
desmerecer do cooceito adquerido no primeiro
anno de seus trabalhos, e aflm de qoe os pas de
suasalumnss flquem completamente satisfeitoa
com a educaco de suaa filhas. 0 collegio conti-
na na ra Formosa, sobrado n. 15, aoode a di-
rectora ser encontrada a qualquer hora do dia.
rsula Alexaodrina de Barros.
Medico. i
O Dr. Rocha Bastos, est residindo ns a
roa da Cruz n. 11. 8
tt9M5M5M 9K5ltSI6!M 8KM3M3&
Ama.
Precisa-se de orna ama forra, prefere-se de
meia idade, para o servico de compras, na ra
Bella o. 38.
?
Para Jaboalao
seguem impretorivelmente no dia 28 do correte
para Santo Amaro de J.boa tao s 5 horas da ma-
oba. dous mnibus, propriedade do Thom Ho-
drigues da Cuaba ; os precoe para ida e volt,
compr.udo-ae bi limes em aeu escriptorio ns roa
da FUrenilna d. 2, aio 4000, e as entradas nos
mnibus o preco do mnibus da carreira. A
sahida para a volta aera teita a comnode dos
passageiros.
O Sr. Jos Mara Placido de Magalbaes faga
favor de se dirigir ra Direita dos Afogados n.
13 a negocio qoe nao ignora.
Teodo deaapparecido no dia 20 do correte
do sobrado da roa da Imperalriz n. 36, segundo
andar, portersido roubado por um criado 0e no
me Manoel Cabocolo, de idade de 45 annos, poo-
co mais ou menos, que servia na mesma casa
como tal, e que evadio-se : um relogio meio
chronometro de prala dourado n. 11744, e 5080,
roga-se a todos que ou a quem for offerecldo por
compra de apprebeode lo e levar na meama caaa,
certo de ser recompeosado. O mesmo cabocolo
tem|servido em differentes casas, estando lti-
mamente, segundo diese elle, no sobrado que
occopado peto hotel trovador, no terceiro andar,
serviodo a um eatudante.
SYSTE MA MEDICO HODELLOWAY
PILULAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, cora posto in tetra-
mente de hervss medicinaos, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delectara. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada, igualmente prompto o seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta;
entei ramete innocente em suas operarles e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
qu9 sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, mimas que ja estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de baver tenta-
do inuUimente todos os oulros remedios.
As mais affliclas nao devem entregar-sea des-
esperado; facara um competente ensaio dos
efficazes eSeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades;
Ama.
a travessa da tua das Cruzes n.
eiro andar, continuase a tingir
da perfeico para qualquer cor,
is barato possivel.
ODSultorio
Alugam-se 3 casas terreas meis-aguas na
ra da Atraicao n. 1 : a tratar na ra do Rangel
n. 7.
Gabinete medico cirurgico.
Ruadas Flores n. 37.
Sero dadasconsi.Ua medie.s-cirjtfrgi-
caa peloDr. Estevo Cavalcanti de/Albu-
querque da a 6 sslO horas da manftia, ac-
cudiodo aos chamados com a^/maior bre-
vidade possivel.
! Partos.
2. Moleatia^upelle.
3.* TdWfji'do olhos.
> 4.* dem dos orgos genilaes.
I Praticartoda equalquer operacao em
) seu gabinete ou em casa dos doentes con-
I forme lhes fr mais conveniente.
ico--cirargico
DO DODTOR
MIAD MMM.
Ra "ila Gloria casa do fundo3
Eii medicamentos homeopsthicos os mais
em .ralos e de toda a efScacia. sempre re-
v. -iela multo grande exir.ccio e procura
queL levidoisso so MXIMO CRDITO
de que gozlkm em todas as provincias do Brasil.
Continualrse a vender pelos precos do eostu-
me e achar-se-ha as carteiras eapeciaea para o
tratamento ido cholera-morbus, com os seus com-
petentes foljhetos e separadamente os preserva-
tivos em ti oras e glbulos, conforme qoizerem.
O credilopie que gozam estes remedios e a
prefereociafeom que sao procurados, pela certe-
za de seus leffeitos e pela ioallerabilidade dos
pensara de quaeaquer reeommen-
globulos, df
daces.
O que l
leva com sigo as
40 se diri
:
:
Sitio.
Aluga-se um excellenle sitio ha estrada dos
Afilelos, o qaarto depois da capella, com muitos
arvoredosde fructo, reedificado e pintado de no-
vo, com bom puco d'.gu. de beber e outras com
aodidades : a tratar do mesmo co
taris D. Margarida Francisca Xavie
Augusta n. 60.
sua proprte-
, ou na ra
MMJ
Precisa-se slugsr orna ama para o servico in-
terno de urna casa de familia que si iba cosiobar
e engommar agradando o servigo nao se duvida
pagar bem : a tratar na ra larga do Rosario n.
12, segundo andar
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, pro-
fessor de geographia e historia antiga no Gym-
naaio deata provincia, continua a ensinar os pre-
paratorios segoiotes:
Lingua francesa
Liogua ingleza ;
Geographia e historia
Philosopbia;
Rhetorica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames no mez de mar-
co futuro, tero resoWido nao someote abrir cur-
sos eapeciaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais ainda preslsr-se a dar lidies em sepa-
rado, mediante um ajuste razoave.
Est prompto para leccionar em qualquer col-
legio ou casa de educaco, bem como em casas
particulares.
Pode ser procursdo em sua residencis, na ra
do Imperador o. 37, segundo andar, entrada
direita.
que 6 Bom e est provado,
recommenusc.568.
Na rdu nova de Santa Rita
quem d diyihelro a premio.
Ama de leite.
Precisal-se de urna ama para acabar de criar
urna crifanca, paga se bem : a tratar no largo do
Corpo Santo n. 19.
Roga-se aos senhores abaixo mencionados
que/tenham a boodade de dirigir-se i ra da Ca-
n.55, para tratarem de negocio que nao Ig-
ra :
os SiUioo ds Costa.
Joo Valenlim Das Vilella.
Maooel Bento Alves de Macedo.
Manoel Gandido Pereira de Lira.
Jos Antonio Rodrigues Canuto.
Manoel da Cruz Martins.
Edusrdo Kernurthy.
Joaquim da Silva Neves.
Antonio Francisco de Andrade.
MiniHGM).
A professora particular de iostruaco primaria
na freguezia de S. Jos, Anna Fausta da Cunha
Pern e Souza faz scieote aos pais de suas alum-
nas e as pessoas que lbe quizerem cooQar a eda-
caco de suas filhas, que no dia 1.* de fevereiro
pretende abrir aua aula na ra dos Martynos n.
4, primeiro andar. Recebe tambem pensionistas
e meias pensionistas, prometiendo empregar lodo
esmero no cumprimenlo da ardua missao de que
se encarrega, aOm de promover o adiaotamento
de auas alumnas. O eosioo constar, alem oo
que exigido pelo regulameuto da instrucco
publica, de bordados em seds, la, missanga e de
todas as mais prendas que constiluem a educa-
Cao de urna moca.
Ha para alugar um terceiro an-
dar muiro fresco e commodo, na ra do
Encantamento, e urna casa terrea no
becco dos Burgos: a tratar na ra da
Cadeia n. 33, com JoSo Ribeiro Lopes.
Companhia da ira, frrea
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Asihma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enckaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
menstruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruccao do venlre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Preciss-se de urna sua forra ou captiva (prefe-
re se cipiiraj para o servigo interno e externo de
T.'."!!8 DB,a eDh<" nm Csxangi, mas que
ealos cosinhareeogommsr bem: paga se bem.
ratar na roa da Caudado Recite loja n. 11.
Attenco
a pessos que snounciou a venda do terreno
sito no becco doa Ferreiroa, bavendo-se previa-
mente entendido com o procurador da questo
de execucao que corre pelo juizo commercial, es-
wSS, fe" de A0>"de, faz publico, que se achs
habilitado a vender legalmente o dito terreno, e
que deve votsr-se ao mala solemne desprezo o
annunclo inserto no Diario de Pernambuco de
22 do correte, que parti sem duvida de um
baiio intrigante, e nio do exequente que assig-
nana o seu nome.
Compras.
Compra-se de alguma peasoa que se retire,
urna boa escrava que saiba cozinhar e faier todo
0 B1.aft,81,erfi?o essa : na ra da Cadeia n. 88
ou 40, loja do Marlioho.
Compram-ce aeces do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira 4 Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compra-se urna escravinha de 4 a 8 annos:
na roa da Aorora n. 50.
Compra-se
Urna boa escrava, que n5o exceda de
30 annos de idade, e de boa conducta,
e que saiba azer o servico de casa espe
cialmente lavar e engommar: na ra
da Aurora primeiro andar do sobrado
n. 46.
Desejs-se comprsr dons negros que seism
mocos, ssdios e de boa figura. da meama altu-
ra, e proprioe para csrregtr palanqoim : a tratar
na ra larga do Rosario n. 31, segundo andar,
confronte ao hotel trovador.
Vendas.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Slraod, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Heepanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dolas conten urna instrucco em porlu-
guez para explicar o modo da se usar dess pi-
lulas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pbarmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares de individuos de todas as nacfie
poden testemnnhar as virtudes desteremedio
incomparavsleprovaremcaso necessario, que,
pelo uso qne dalle fizeram tem seu carpo
membrosi a te ira mente saos depoisdehavor em-
pregadoinutilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascurasma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os das ha muitos annos; a a
tnaior parte dellas sao tao sor prndenles qus
admiram os medios mais celebres. Qoantas
pessoas recobrarais com este soberano remedie
o uso de seos bracos e pernas, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes,o IM
deviam soffrer a amputarlo I Dellas ha mui-
cas queiavendo deixado esses, asylos depsde-
timenios, parase naosubmeterem aessaope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso dessepreeioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seureco-
nheciment declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e ontros magis-
trados, afimde maisautenticarem sua afirma-
tiva.
Minguem desesperaria do estado desande ss
tivesse bastante confianca para encinar este re-
medio eonstantementeseguindo algnm tempo o
tratamento que necesstasss a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmente.
Que todo enra.
O ungento he til, mala partleu
ate nos seguintes casos.
Inflaoosncao dajbexig
Moleque pe^a.
Vcntle-se um moleque de 19 annos
de idade, com oficio de empalhador,
ptimo para pagem por ter boa figura:
a tratar nesta typographia.
Cerveja.
Krabb Thom 4 C. vendem no seu escriptorio,
ns rna do Trapiche n. 17, cervejs branca da afa-
mada e bem conhecida marcaAllsoppse pre-
la de excedente qualidade, em barrica de garra-
fas e meiss garrafas.
CARTOES
DE
VISITA
DE
IOT DITO
Csrtdes de visita de novo gosto
Carines de visita de novo gosto
Cartn de visita de novo gosto.
. Urna duzia por 16#000.
Urna duzia por 16g000
Urna 4utia por 16*000
Urna duzia por 16g000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Rna do Imperador
Ra do Imperador
Roa do Imperador.
RAjDO QUEIMADO N?46
GBANDEMTIMENT2
taoUPKSF
Sorlimeoto completo de sobrecaaacos de panno a 26. 2831 an a ir
taitas a 25| 38| 30ge35J. paletota ac.sac.do.de panno pretTd 1 .tet,
de cor a 15, 181 e |. paletots saccoa d panno e cisemira de 8 at 14 %! u
SfiRimA Al at6* ,,'rexd?ftaipaea 6 merin6 d 7 M 5. calcas pf.5s d"
SL!2 \iSt d,l0 i* ,ro7 l *?l. "P" P menino de todos os tamaDhos
ment de roupas de brins como sejam calcas, paletota e colleu* ------ h. -J\
casacoa aautto I
t, ditos ale caaestira
saceos de alpsata
de cu emir dk
sejam caigas, paletots e colleUs7Mrme'toVa eolietM Mtkl.
m.M '12?*S TieUui d8 ** 9,> 2Uo$ parfl cme'o 5 e 6. paleto" b ?"*
mante a 4e 5/ calcas branca, muito fl.s B|, e um grande sortimeDio de t.zenda. fin, mt-
en mpleto sortimento de easemiraa ioglezas para homem, menino .eohor.. "'..t-Tlu
^^^.^^olneMds.Invas de seda de Jouvio p.r. homem ..nhr. ti-
mos urna grande f a Dr ca de atraate onde recebemos encommendas de grande obra. a, o.r.
isso est seodo .dmini.ir.da por um hbil me.tre de .emelhanle arte e um .Hoilia^ff!!
cincoenta obrairo. escolhidos, portanto executamos qualquer obra com promptidio e mais barato
do que em outra qualquer casa. v fv nai. saraw
4 41000.
No armazem do Aones, defroote da altandsga,
vendem-se canas com cebolss novas.
Vende-se o hiate *Jaguaribe, novo, de pri-
meira viagem, a dinheiro, a pr.zo, a troco de
escravos ou propriedades, o qual acba-se defron-
te do caes do Ramoa : a tratar na ra do Crespo
numero 14, loja.
Aos portuguezes.
Acaba de chegar a ra do Queimado, loja de
miudezas n. 51, os retratos da familia real por-
tuguesa. A occasiao opportuoa para os portu-
guezes amantes da monarchia ornarem auas salas
com os qusdros de tao illualres principes. Sao
poocos e o preco dimioutissimo em relaco a
estima que geralmente se tributa aos augustos
descendentes da fioada rainha de Portugal a Se-
nhora D. Maria II.
DO
Eecife a Sao Francisco.
FestadeS. Sebastio na
villa do Cabo.
No domingo 26 do correte as passsgens de
ida e volta n. vi. terrea, das Cinco Pootas ao
Cabo erao pelos precos das singlas, a saber:
1* classe 3400
S* cl.sse 23700
8a classe 1400
N. B. Estes bilhetes dio dreito a volt, no
Irem do domingo a Urde ou no d. segunda-fei-
r de m.nhia.
Na ra Nova n. 59, primeiro andar, preci-
ss-se de nasa ama para o servico interno de urna
famttia que aa eompa da duas pessoas, a que
aiba tofommar, coser e codnhir.
COMPANHIA DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Attenco.
Nos domingos e dias santos al oulro aviso aa
passagens de ida e volta, do mesmo da, das
Cinco Pontss a Escada aerio pelo preco das sin-
gelas, a saber:
1" classe 6*500
2* > 4300
3* 3*000
A psrtids dos trens ser como de cosluma, de
maohaa das Cinco Pootas ss7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada aa 4 horas.
AssiguadoE. H. Braman,
Superintendente.
a)
Precisa-se de um escr.vo p.r. o serv- %
I co biio, psgt-se 30* mens.es : na rna
| da Aurora o. 50.
ama para servico de
; na roa da Senzalla
Precisa-se de um caiieiro que leona prati
ca e que esteja no caso de poder tomar conta de
ama taberna por balsnco : no pateo da Ribeir.
numero 1.
Preciss-se de urna
urna cass de pooca familia
Nova n. 14.
Joio Guilberma Romer, armador de corti-
nados (oa ra do Hospicio o. 37) participa o res-
peit.vel publico que tem recetado excedentes
moldura, dourad*. p.r. cortinado, de j.aellas,
tamben vende borlas, cordio, gallerias a patera
de bronze que pertense aos ditos.
Presisa-sa de ama ama para eaaa de am
homem solteiro, qoe saiba coilnhar; oa rna do
Bosplelo, loja n. 57.
Alporeas
Caimbras
Callos.
Ancore i.
Cortadurss
Dores de cabeca.
-das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas da anu.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Friairas.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammaeao do figado.
Vende-se asta ungento no estabelecimenlo
eral de Londres n. 244, Strand, e na loja
i todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
?marica do sul, Havana o Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha conten
ama instrucco em portuguez para explicar o
modo de faser uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rna de Cruz n. 21, en
Pernambuco.
Saques sobre Portugal.
Msnoet Ignacio de Oliveira di Filbo satcam so-
bre Lisboa a Paite : ou largo do Carpo Santo,
escriptorio n. 19.
-da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos paitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Palmos.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinba, em qualquer
parla que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articlameos.
Veas torcidas oa no-
das as pernas.
No sobrado amarello nos
4 cantos da ra do Quei- i
mado n. 31, loja de An- j
nio de Moura Rolim,
g vende-se :
Camisas de meia de li pura e finas a 28,
2*500 e3.
Seroula.de meia de l pura finas a 2a.
2*500 e 35.
Tapetea grandes para forro de salas e
qusrtos a 15.
Alcatifa em peca o covado a 500 rs.
Toalhas de lioho pardaa para mos e
rosto a 1.
Borzeguins ioglezea de superior qualida-
de a 10.
Ditos ditos gaspeados a 7f.
armazem em progresso
DE
Jos de Jess Moreira & C.
Ra estreita do Roiario, esquina da ra
das Larangeiras n. 18.
Os proprietarios deale eslabelecimento esiao
resolvios vender por menos' do que em outra
qualquer parte porvir diver.os gneros por con-
is proprls : msnteiga ingleza flor a 800 rs. e 70
s librs, dita franceza a 640. em barril fszemoa
.batimento, cha hysson a 2S00 e 2*400 a libra,
queijoa do ultimo vapor a 3 e 2*800, arroz a 100
rs. a libra, gomma moito boa a 100 rs. a libra,
massa de tomate a 800 rs., em porco taremos
.batimento, em latas de urna libra, marmelad.
do melbor fabricante de Li.boa a 800 rs. a libra,
vinbo muito superior, Figurira, a 560, 500 e 400
rs. a garrafa, mendos. 330 libra, milbo .1-
piita a 160 rs. a libra, alelris, macarrao, o mais
massss a 400 rs a libra. Alem destes gneros
ou tros mullos tendentes a molbados que os pro-
priet.rios serespoos.bilis.m pela boa qualidade.
N. 43 Ra dt Amorim N. 43.
Cebolaa a 600 rs. o eenio.
Pao de Senteio
Contina haver o pi de Senteio na padaria em
Santo Amaro atrsz da fondicao do Sr. Star, e n.s
eguintes casas no Recift, prega do ch.f.riz, ru.
do Brum, taberna o. 47, ra da Imperalriz, ta-
berna n. 22 ; em Olioda no. Quatro Cantos, de-
posito de ...uc.r defronte d. botica, caaa ama-
relia, nos diaa de qaartas e sabbados de cada se-
mana.
xmmmmmmmmmmx
Loja amarella.
Ra da Cadeia confronte ao becco
Largo.
Ricas capas p re tas com pridas, ruante-
lele modernos de seds e ril.
Vestidos bordados de esmbrtia, duas
saias, palos e bsb.dinhos.
Vestidos de sed. cores escolhidts e de
pirra t.sia.
Sedas de quadrinhos, grosdensples e
more.otique.
Manguitos e gollos bordadas com per-
feico.
Caasss de cores, chitas finas, tarlatana.
nio etc.
Para as noivas.
Vestidos da blondo com al. de setim
manta, capaila, todos pg pertences.
Novidade.
Chapeos de pslbs Roo, leqnes, man-
guitos, penles, eapartilbos, chales pona
redonaa, perfumara etc.
Roupa feita.
E' ease eslabelecimento o especial em
roupa feita ji em prego orno n. qu.lt-
dade, palitots, c.Iq... Golletes, sobreca-
co., sobretudo, capas H borracha etc.
Calcado.
cad
iota
Bolioas da Meli Vaito fresess a 12 :
nsrusda Cadeia o. f3, de Gurgel &
Perdigao. **
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeo, de calor de praseise ma-
lidada a 8*. que ii se veoderam a 16, para
acabar: na ra da Imperalriz, loja a. 20,
Vende-se por baratiasimo prego urna arma-
gao com balco, ludo de amarello, e em muito
perfeito estado, sendo toda invridacada: par.
ver-se n. tua das Larangeiras n. 30, a tratar no
primeiro andar da casa n. 13, da roa da Cadeia
do Recife, com Francisco da Rocha Passos Lins.
Vendem-se burros gordos
e mansos
' no armazem de Andr de Abreu ]
' Porto confronte ao arsenal de I
marinba, tambem se vendem
cascos escolhidos que servem
tanto para agurdente como
0 para mel: para tratar-se no 0
M) escriptorio de Scott Wilson &
C, ra do Trapiche n. 4. *j|
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
eooaa excellenle para engommado porqne nma
gota della bastante para dar cor em urna bacia
de gomma tendo de mais a mais a pr.closidaoe de
nao manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail. Coala cada fraaqoiobo
500 rs. : na roa do Queimado loja da agaia bran-
ca n. 16. _-_^_^
*
gLoja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata. S
^ Paletots de psnno fino sobrecaaacos,
ditos de casemira de cor defuslao, diloa A
^ de brim de cores e brancos, ditos de ?
J ganga, calcas de casemira pretas e de w
sjp cores, de brim br.nco e de cores, deg.n- M)
ga, camisas com peito de linbo moito gaj
_ finas, ditss de algodao, chapeos de sol *
O de alpaca t cada um. A
etfooooi> tooofto
Fendem-se os engenhos
Ilha do Morgado, sito a mar-
gem do Pvrapama, ePo-San-
gue sito a margem do Seri-
nhem, com safras, escravos,
boiada, e mais pertences; re-
cebem-se em conta predios
na cidade, ou seus arrebaldes
e os, prtendeutes podem en-
tenderle com o prOprietario
dos mesmos engenhos, de-
sembargador Alvaro Barbalho
Ucha Cavalcanti
Esponjas finas
para o rosto.
Veado-sa mui flaaa esponjas para reate, a 2a
eedaaaia: aa rna 4o Queimado, loja d'afaja
braaea a. 16.
Cera de carnauba
Primeira qoalidada e precos commodo. : aa
largo da Assembla o. 15, armazem de Antaaaa
Gulmarea & C
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falla que se sen-
lia desaa apreciavel opiata inglesa lia proveito-
ss e oecessaria para oa denles, isso porque a la-
ja d'aguia branca aesba da receba-la da .aa ea-
commenda, e continua venda-la a 1*500 rs. a
caia; quem qoizer conservar seos denles par-
feitos prevenir-se mandando-a comprar asa
dita loja d'aguia br.nc.ru. do Ooeim.do D. 1.
Vende-se o grande sitio denominado Cata-
na, aito na freguezia da Varzea, da muilo bom
trras, que ludo qo.nto so planta di asa triada
qu.nlid.de, com um. casa do taipa J canaria,
urna dita de azer fsrioh., grande qu.nnd.de da
ps de cafezeiros, com diversos ps de ructeiras,
como aej. l.r.ngeir.a, coquetos, ele., ale.; a
tambem vendem-se duas vaceaa qoe dia baatao-
te leite, urna dellas com a cria ji grande, a asa
burro msnso : a tratar na roa do Sebo a. 90.
Machinas americanas.
Em c... de N. 0. Bieber de C, successor.s,
roa da Crus n. 4, vendem-.e :
Machima para regar borlas e capim.
Dita, para descarogar milbo.
Dil.a p.r. cort.r capim.
Selioa com perteoces a 109 a 209.
Obra, de metal principe pr.teadas.
Alcatrao d. Suecia.
Verniz de alcatrao para navios.
Salsa parrilba de primeira qualidade do Par.
Vioho Xerez de 1838 em caixas de 1 duzia.
Cogoac em caizas del duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
C.rrocs pequeas.
Delicadas escovas
cabos de marfm e madre-
perola, para lirapar
dentes.
Na verdade ama escova para liaapar apartas
sempre necesssria em qualquer toucador, ai
e.peci.lidade no da aenhora que presa i
e para que elle seja perfeito n andar
una dessas escovas de rabo de m.rflso
dreperols qoe cusa m Sfe SI rs., as laja regena
br.nca, na raa raa do Queimado o. 16.
Vende-sp/
:
"N
aieite de dendS ou palma, dito de ai__
serve para lozese machinas, mais barata ato i
em qoslquer ootraparte; na raa da Vigarie'a.
19, primeiro andar.
Ra da
Madre de Dos nu-
mero 12.
Vende-se o melbor farelo do mercado, sacraa
de 115 libras, e farinh. da mandioca da riseeira
qualidade.
Simo de Naotua,
obra completa, nitid.mente impressa, typo graav-
de e intellegivel, papel claro, feraaalo .rraasasa
dado o mais possirel. cncaderaade cosa aria aa-
c.dero.co, com seo rolla dourado, a pela a-
tigo pr.co de ly cada volume : aa raa fe im-
perador n. 15.
Urna loja de fazendas.
Para pagamento dos credorea veade-se a laja
de fateodas da raa do Cabog n. 8, cuja eeaafi
a um anno se e.li tr.t.odo da sea liaalaiia
psra o referido flm. Offerece graada vaaUgasa*
quem se queir. est.beleeer : tr.U-se aa muma
loj, ou com o. Srs. Perreir. & Anejo, raa ato
C.dei. do Recite.
Panno de algodao da
Babia.
Vende-se no escriptorio de An Ionio Lais ato
Oliveirs Azevedo & C, raa 4a Cruz a. 1.
Aboafama
vende fiveles para ciatos o mais seas
6 possivel e das mais liadas anata
a este mercado, pelo *'listase
esds uma, carteirss coas .galea* aa u._____
sortidas que se pode desej.r, a asa aaaai saas-
lid.de nio pode haver nada acbar, aale l.ials
preco de 500 rs. cada cartoira, r .Meaato afa aa-
liar.phia veraadeWts a ato cada eaissafca reas tt
duzias, ditaa da laaca verdad*
cada frota, ditaa malla Um al
dea atOO rs. a grasa : aa raa
sem coahedda loj. dsssiadesas da baa I
ero 35,



DlAlrfO i PErtjrirBf
tit i&iftt
GE LO
ftbefMkiU doglo raa do Apollo
i. t, ven le-se grjk> de hoje em diante
krr*W ti 5#5fl0, e meia arroba 2^000,
a libra a 160 rii: tambem recebe-te
^signaturas das pessoes particulares lo*
\o que s*ja diariamente, at que te
icabe o gelo

Loja das por*
tas em frente do
Livrainentu.
Chapeo de tol d alpaca a 4jj[.
O-rzi. de meiasrrus pare bomem a
(tOU 6 o par a 110 ra., dita brancas
muiio tinas a 2S500 a duzia, lencoa de
Oaaaa cora barra de corpa a 110 ra cada
urU, lito. Oramos a 160 ra., baldes da
10 e 30 arcos a 3g. laaztoh. para ves-
t los a 140 o covado, challa de merm
nata rapados flooa a 5 e 6, tarlatana
branca de coree rumio fina com rara
a ra-iade largura a 480 ra. o covado.
Ot de luibo liso i 640 ra. a ara, pe
cas de cambraia lia* fina a 39, cassat
decores oara vestido, a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 310 ra o
co*a lo, calciohas para menina de acola
a Ig o par, graratinha. de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 ra. cada
um lutia 29. pecas dcambraia oesal-
pico Tiuiio lina a 35500, cecaa de bre-
tinha de rolo a 28. chitas francezaa a
20 e 140 ra. o corado, a loja est
a-rtadas6 horas da iianhaaaa 9 41a
ooile.
Calcado
4B Ra Difeita 45
Ougam!.. Ougamt..
0 trsste iodispensavel ao horneo ciriliudo
sea contradicho o sapalo I E' ella to nece.sa-
rio como o pao ao estomago. Tolera aa um
chipo jaca ; urna casaca de ajustar taboado ;
um resudo deshelado; mas o aapato aealceuha-
do e rodo, bolina ieoi lustre e j descosida
na indecencia, um insulto ao orgao rlsoal de
um christao. E' por lio gra*ea cooatoeraedfs
>|ue o proprietario Oesie eatabelt-riQ ebiu.
acabando de receber um msgnieO sorlimento,
rogs aoa seus fregueses s spressem etB renorar
o cal;sdo ralba filio esiar-mos na Mita ;
rejam :
Homem.
MI LIES (chsgre privilegiado) fraseos to-
mo s agua do Prata. .. .
BOKZEGUINS intrneos (Rocthlld) .
diverso fabricaoles. .
lustre pe chincha. .
Sapatoee de Nantes, raqueta de lustre
bsteria, ,.......
Dilos Nantes Balera.......
A3
Chapeos de palhinba~flna enfstad
ninas ; na ra do Crs'po o. 10.
os para ms-
14*000
95O0
80OOO
5|OO


>


>
>
Grande
superiorea palxiois de panno preto multo fino,
obrk moho bem feita, pelo baratissimo preco de
209 ; na ra do Queimado n. 22. na bem conhe-
cida leja da boa f
-4 Vendem-se oito rccas paridas de novo e
bossldeUile; no eugeoho Junqueira, comarca
do Qabn.
-
de
i
>
ingieres. ....
Nantes meninos. .
lustre isola e rus. .
(urna sola).
de tranca porlugueta.
> fraoceli. .
Seiihoras.
BOTlRAS'gaspa alia e l.co iogleze.
doracao iocalcularel. .
fraoeezas (laco). ...
aem lacn......
gasoa b*na. .,...,
> outroa (32, .13 e 34). :
a de menina (July). .
Sapatos (July) com salto. .
> ( > ) aem sallo. .
tapete.......
lustre (31, 33, 34). .
econmicos para casa. .
Alem diaao un. sanado a
ment de ludo o qae necessario a sapateiro pa-
ra exeruiar qu.lq.uer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pechincha.
Vendem-se superiores r.smbraias francezas de
muito bonitos pan roes a 3-20 rs. o corado, fa-
zenda muito fina que aempre rendea-se por 80o
e 1 a vara, renharri por ellas1, antes que se aca-
bem ; na ra do Qoeimado n. 22, na bem conhe-
clda loja da boa l
a
abundante
SOOO
28000
10500
6jnoo
58500
59000
48800
4|500
49500
3t0
2J0O0
800
800
500
sorli-
ARMAZEM PROGRESSO
mMM32
Francisco Fernandes Duarte
Lf&rgo da Penha
Aflanca-se a boa qualidade de todo ijualquer gtero
comorjado neste armazem, assim como rende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
wl aweiga \ng\exa a mlf saperor d0 mercad01 ^ tu llbrt tm Uttil Ui
abalimenlo.
Mi 1 nteig* f r aneeza a ma8 n0Ta# m rtf #m bmu e fl40 r| (UbM
QllM*** do *eU*enegaa0ill,ile altlmo vapor por 3*000.
I So *** d0 80Pr,of qaalidadn e multo rescaes a 800 intelro, em libra
GW ^^ ^T8011 *te* o* ethore. que ha no erc.do 3,000. 2,600.
^yH/O rs a Iluta.
Pf emulo pata Viambtc mait0 nOTO, 500 a bra
P flttttt vi dd ttQO de laB#rlor qoalidada 4W r# ,Qleir0f t ^ r| ,.bri
Ume 0 meihor petisco que pode harer por estar prompto a toda a hora a 1, a libra.
Ttjaeititio lo reiao .8t0ri ,meirrobaifl|000
CVi ou Hijas e palos cheg.dos nei alUmo nafi0i, m ti, 1Dra>
Baha da pare reida t. .ull com 10libral> por^. ,
se for em barril 440 rs. a libra. ^^
'. Jnn lf?^fl 7 dd '"* Abr/ de ontros mallos fabricantes de Lisboa
I a 900 rs. a libra, em litas de 2 libras por I96OO aflaoca-ee a boa qualidade.
ala$a a* i^satera lalli de amt libra por 900 tl
Aamtaft* e ilMlM em lata, de 2 libra, co-teoao dlfrereote.qa.lld.de..
mu-lo proprio para mimo, a 2p000.
l^rviVViaH rnncexaa e portogaeia em lt1a, da x 1brat por6W r| di(|8 ea flela|
Wetria, macarrao ta\u%rlm. 4mr. fc, .
_. "** 400 rs. a libra e emc.ix. 8,.
la n.e-4 milit0 00TI| a 100rg < ubra> e 4(000r a 1brj
1 "e" cartoes muito enfeitado. propio, para mimo a 900 r.
,f.?. ir ** a mo, 8a'rior 1ae h aba menio.
Gettebra de HdWauda.fiaw.. ^ ^
__. *** 69OOO r.. a frasquelrs, e 990 r.. o fr.eo.
\ inaos agarrafados larilM8d0 Doaro a l600 r8 a a( Potlo fla p ,.
'ur"'' O-aiue-o Porto, a 19*00 ea eaixa safar aoaiimeoto.
raers. maia acrelUad ojarcaia 1# a garrafa e eBJ ealu a j, dia
M*!>*fc*6 de differantes marea, a 16, a duiia e a 1$500 g garrafa, affi.aoa-.e a bo.
(u a hila 1*,
Verdadeira serveia curiana. dalra8 moilas marcai a o4 dBlia ,
a 560 rs. a garrafa. '
waao em pipa Porl0f Lisboa e Figaeira a500t4#e4|500acanada
^aperniaaele fUperor, 740 M en cafxa> g m u t Ubr.
Batatas aoras em gigos de ooaarrob| 11|>
aOGOiaia emar1 superiores, hespanhol a i|200, francez a 1$. portogue. a 800 rs. a libra
tgo* aa c jmmadre BUlt0 aorw> en Clit>% mtpor lfMOf tm libri j
tXAVUaa de engomaar, mallo aira a 100 a libra.
meadoas t%caica ^ %m^% llbMi
VxeiiO dOCe reaBftd0 a 800 r. a garrafa i era alia a Sr#.
Patitas de dea\es 1Wad0,coa perfiIfil0 $mno m^
Casteiataa iagVeaas ^^ flljbrt AMo r ^
Bolaltaufl aailexa mirl aoi d0 ni^rcWo a ^ a farrW ^ Hfe ^ M
Via ti vas Ct aacetaa ^ ffatcoa muito riC08 com upfMwmb, tugoevas a 48ors. a fibra. r
1.1JOIO para hoiparhca#a'2O0 rs. cada um, enrporcio se fsr it.tiaenlo.
3Crjaa eaj fragco, de \ e 1,3 libra moito novaa* a 800 rs.
In leoen 'ante dos gneros adndflctfdo. encontrara o respeitarel publico gr.ade sorlimen-
to de genf>o, uadn ---------------------------------------- i
EiitrofHeios cordados em
caaibr*iii tra aspare ote.
Najloja da anua branca rende-aa ntremelos
s e fita aosoraia trinrpsretrt r f| I
3 rara, pre?o asta porque s6 m acha em
da attuia braoca ruar o Queiraado ir. 19
M que + cada padrao taja aorta Mea
raaiidoo.
olassa k Rasla.
era cata ekN. O BidMr
Aot tabaquista,
m-se superiores leocoa franpezea a imi-
ta;ao dos de liobo, muito proprios para os taba-
u'ataa por aerem de cores escuras, e Asas, pelo
aratiaaimo preco de 5 e 6| a duzia ; aa. ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida laja da bo. f.
Fil lito e tarlatana.
Vende-.e superior fil liso e tarlatana branca
a de cores, pelo baratissimo preco de 800 ra. a
tara ; na bem conhecida loja da boa f, na ra
do Queimado o. 22.
Ktcos eneite.
Teodem-se ricos e superiores enfeites os msis
moderos que hs, bretes e de cores, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 69500 : na toja da boa f.
na raa do Queimado o. 22.
. a Cambraias d cores.
Veamam-ae cambraias francezas da lindaaco-
rea, pew baratiaaimo preco de 280 o corado ; a*
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiorea cambraias franeezaa muito unas, de
muito bonitos padrea, pelo barato preco de 700
rs- **ra : na loja da boa f, na ra do Queima-
do 0. 22.
Canato rala Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 5J peca com 8 1|2
raraa, dita tapada muito superior, peca de 10
raras a 6| : na ra do Qaeimado n. 22, oa loja
da boa f.
Bramaate e atoaWiada de
Uako.
, Vende-ie superior bramante de paro linho com
du. raraa de largura a 2*400 a rara, assim como
atoalhado adimaecarfo tan-bem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 2,500 a rara : na bem
conheciaa loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Caries de ea\ea.
Vendem-ie cortes de caiga de meia caaemir.
de cores escaras 25 cada corte ; na loja da boa
f, na roa do Queimado o. 22.
Fort bouquets,
DouradOS btt cabos dma-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'sgnia
branca o. booito port bouquols douradoa e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aba propri encommenda, fleindo assim remedia-
da a falla que havia deasej port bouquets.de gos-
to, os qu,es chegaram bem iempo para os di-
vesos caSmenloi e bailes que se contam nesses
dias, por isso as pessuaa que por ellea esperaram
eas que de noro b quizerem comprar dirigi-
rm-se munidos de diuheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado n. 16, que eocontraro obra
de bom goslo, barateza, agrado e ainceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superioressaias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto pre(o de
5; a ellas, que sao muito barataa: na ra do
Queimado n. 22, oa bem conhecida loja da boa f*
WM
Gomma.
Candeeiros econmicos
e gsz nydrogeoio de primeira e segund. qosli-
dade : na ra Nora n. 20 e 24 loja do Vi.nna.
Batatas.
Vende-se batatas ultima mente chegsdas de
Lisboa a 640 rs, a arroba : do armazem n. 10,
travessa da Madre de Dos.
ba do Queimado n. 19.
Santos Coeho tem para
vender o seguate:
Esleirs da India de 4, 5 e 6 p.lm. de l.rgo
pro una., par. forrar camas e aa las.
i-encoea dp bramante lar*oa a 39 cada om.
tiobertaa de chita a chineza a 18800.
Lencoea de panno de linho fino a 2.
Toilhas adamascadas de linho para mesa 49
Chita fraoceza com defeito de arara a 160 ra.
0 corado.
toalh.. de fu.tao para mos a 500 rs. cada
urna.
Colchas de fuslao adamascado grandes a 6J.
Cao.braias de cores a 160 o corado.
guiliohaa ricamente bordadas e de trsspssso a
. ~ Vendem-e dua. casas ss.obrsd.ds. feitss
de podra e cal. sitas oa ra Nova da villa do Ca-
bo ; .ao muito frescaa, tere muito bona commo-
doa para familia, tem estribara e latiiua fra e
tomoem entrad, pelo quintal : quem as prete'o-
der pode dirigir-s ao Sr. Sebasttao Antonio do
Reg, na tnesma rili., e como lem-se desejo de
a. render, por isso o prec.o ser commodo.
Vende-se um escraro de nacao, idode de
50 annos, pouco msis ou menos: i tratar na ru
da Cruz n. 30, terceiro aDdar.
a
Vende-se azenda denominada lindeza, ptima
para restidos a 1.60 /a. o covado : na loia do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
m ..ecos, muito superior a Sf a arroba, e em
liara, a 106 ra.; d. ra larga do Ros.rlo o. 50,
taberna da esquin.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-te em porcio e a retalho de um. sacca
para cima, e por commodo preco : na ra da Ma-
dre d. Dos confronte aboli n. 30.
Lite virginal
infallivel remedio para
sardas e panos.
O leite virginal a bemeonbecido como reme-
dio ufallirel para aardaa e pannea, rende-se a
2| ra. o fraaco ua ra. do Queimado, loja d'agui.
braoca n. 16.
A loja d'aguia.
branca um deposit de
perfumaras finas.
Esta Toja por estar constantemente a receber
perfumarlas Qnaade.uaa nropria. encommenda.,
bem se pode dizer que eat cooaliluida pm deoo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Pivtr,
Coudray e Societ Bygieniqae, etc., ele. ; por
uso, quem quizer prorr-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca u. 16, que
achar sempre um lindo e completo sortimenlo,
leudo de msis a mais a elegancia dos frascos, e s
barateza por que se rendem convida e anima ao
oampradur.
Carros e carrocas.
Km casa de N. O. Bieber
& C. successores nw da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mu i elegantes
leres para daas e 4 peasoas e recebem-se en-
commendaa psra cujo fim ellea possuen map-
pas com rarioa deseobos, tambem renden) c.r-
roca.p.ra condueco de a.sucaretc.
Vende-se farioha
de mandioca de superior qualidade em
saceos, por preco muito com modos:
nos armazens de Antunes Guimaries &
C. confronte ao trapiche de algodao.
Vende-se ama negra crioula, de idaie da
18 annos, que cozinh, engomas, tai l.byriBibo
e eose, o motivo da reada ae dir ao cosa .radar:
oa roa de Hort.s a. 114.
Vende-.e um bom reiogio de oara, palala
suisso, e um trsoeelim de ouro de muito goate :
na travessa de S. Pedro n. 8.
Na padaria de Antonio Fernande. da Silra
Beiriz, rna dos Pires o. 4!, rende-.e a maito
.creditada bolachinha igual a inglea, dita de
raruta, todo o trabalho neata ea*. besa como o
pao e bolacha feito da. melhore. feriabas a
trab.lhado com o m.icr selo posslrel, f.rinba
a melhor do mercado a 180.r*. libra.
ahucia
rilNDiao LOW-MOOR
Rna daSenralia Htva lUt.
Reste is tabslacimanto contina a ka vernal
ompletosortiauntodamoendasaaiaiasmoaei-
disp.r.angeabo.aisehiD.. de vapor ai.ixas
>efarro batido e coado.d. todos on.m.nbo.
para dito,
Soahall Mellors & C, taodo recebido or-
dem para render o aeo crescido deposito de rslo-
giue v|sto o fabricante ler-ae retirado do nego-
cio ; convida, portento, la pessoas qne quizeram
poaauir um bom reiogio de ouro oa prata da c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da ep-
portuoidade aem perda de lempo, para vir coa
pra-loa por commodo prejo no .ea escriptorie
roa do Trapiche n.*8.
a.
4iteflcao
Vende-se
lofeoo.
n. 39 loja de qu.tro
apeo, de ae-
Pftletots
brncos.
Vendem-ae superiorea paletots de brira Brajrfo
da puro linho, pelo baratfaatmo preco d5| : na
ruado Queimado a. M, na bem coahecida loja
da boa ft.
E' pa roa do Queimado
portaa que se rende os mtlhores c
da de forma* mais modernaa e bum goslo.
ftUadaden2alaiX07an.42
V.nde-se *m c.sid. S. P Jonhston 4C,
illin.o lilhasQglazas.candaairof a easticae.
bronzaados,lonas ngleras, fio davala,chicote
para carros, a raomari .arraio fpar* carro da
da lous ..ralos r.lojio ida ouro patente
dflet.
Navalhas cTa conicabodemarim.
Vende-se na loja d'agui. branca mui finas na-
r.lha. d'aco refinado com cabo, de marm, e
para assogurar-se a boodade deltas basta dizer-
ae que aao dos afamados e acreditados fabrican-
tea Rodgors & C, casta ca4a estojo de das. na-
ralba. 8|000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
braoea, a. 16.
Novos enfeites e cintos
dourados.
A loja d'aguia branca acha-.e recentemente
orovida de um be|>o e variado aorlimenlo de en
feite. de difTerente. dualidades e goslos, o. m.i.
lindos que oosaivel enconlrar-se ; assim como
est igualmente bem sortida de bonitos cintos
dourados e pr.teados. sendo lisos, de listras, e
matizados, e bem assim os de ponas cabidas,
teodo de tudo muito para satisfaz.r o bom gosto
do comprador, que munido de dinheiro nao dei-
tar de comprar : na ra do Queimado, loja d'a-
guia braoca n. 16,
Flores finas.
A' foja d'aguia branca acaba de despachar om
bello sorlimento de florea finas e delicadas pro-
prisa para eofeites de cabera e vestidos para ca-
smenlos e bailes 'juera as vir seco durida ae
alegrar de achar ftre. lio perfeita. e delicada.:
Isso na ra. do Qaeimado tdja d'aguia branca
o. 16.
Gollinhas
de traspHsso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a Sf cada ama : na ru. do Qai-
m.do, loja o'aguia branca o. 16 A obra boa e
0 ferapo proprio ; a eTtas4, fregaez.., antes que
Se acabem. ,
, Vendem-se peonas de ema : o. ra do
Qaeimado o. 14.
Sebo do Porto
Em caxiahas de urna e dua. arroba., fatenda
superior e preco commodo: no largo da assm-
bla n. 15, armazem de Antunes Guimardes &
C.
Venderse ama taberna ailuadd no melhor
lugar da Boa-Viata, com proporc5-s para habit-
cao de familia por ter um bom solao com quartos
e janlias, bom Srmazem, cozloha, quintal mura-
do, cacimba propria ; reade-se por seu dono re-
tirar-sn para fora a tratar Oa aoa anude: a fallar
eos. o Sr. Brags a. loja de selleiro a rna Nora.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pe rna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas noneca, com rosto, e
meia pna de oorcllana aos baratiasimo. oreos
dd 140.380,500,560. 616,720. 800 1>000: iiao
na" ra do Qaeimado, loja d'aguia braoca a. 16.
I Lavas 0% prettca prestes.
Vendem-se a. luvaa pras de pellica com pe-
qdfena toque de mofo por preco baratiasimo ; #
lof d*agala d ouro, ra do Cabug n. 1 B.
VeTUfa,
Veode-ef gaaeewaro de bonita g|ra, crioulo,
bem excellenid rsrreiro ; quem o pretender,
Vendem-se caixOes vasio proprios
parabahuleiroi.funiieirosetc.a 1^280:
cjuem pretender dirija-le a sta tipo-
graphia, que hi se dir* quin ostein
para vender.
farioha de mandioca dqaaperior qualidade', mai-
to ora, e em ludo aeradarel, em pcrcps'gran-
des epequenssa rontade dos compradores e pre-
sos muito mdicos: a bordo do brigue /Mid.so
ancorado defronte do caes do arsenal de suerra
. Vnde-se o engenhb Santa Luzia, ).ito na
freguezia de S. Lour>oco da Malla, ou a d inheiro
ou trora-se por caaas Deala praga : q\erV preten-
der dirija-ae i tu. de Hortas n. 7, des^e s 10
horas da mantisa at s 4 da tarde. )
Maior reduccao nos precoi para acabar.
Vendem-se no armazem de Braga Son k C
na ru. d. Moeda, tanas de ferro caado do mal
acreditado fabricante Edvin Mar a 100 rs. pot
libra, aa mesm*s que se vendiam por ISO rs.
Calepotassa.
Vendem-se eatea dooa generoa no bem cooba-
cido e acreditado deposito da raa da Cadeia do
Recife n. 12, por menos preco do que em oatra
qualquer parte, afiaocendo-se a boa qu.li-iade.
A cal cfaegou a qualro dias pelo brigue Sobe-
rano., e a potasaa legitima da Ruaaia, chegeda
pelo, altimoa nariea de Hambargo.
Mantas de retroz.
Vendem-.e manta, de retros para grarala. a
00 rs. : na roa do Qaeimado n. 52, aa laja da
boa f.
36, ra das Cruzes de Saijto Antonio, 36,
PROGRE
Gs>l
SIVO
*
DE
li>
J
Wem7rgaanrf I62* f'peCj,m'D,flMc<"'id OO IWOO. eem barril leri abatimeloto.
F^Zl }R*e.*0 che.dos aest. ultimo vapor 3,000.
guHjOS lundnoos eraelhor que b. ueste genero por serem muito frescos IfiOO t libra.
QueiJO pratO o melhor que se pod desejar a 1200 a libra I iioo 0 inteiro.
t na nySSOQ e preto o melhor do mercdo de 19700 21880 libra.
Vinh" 1 r'i d n S Vadasdo^rlodec"'P",ie'"560rs.por libra eintairo 460 rs.
a imXumo .Z!f8 fS^li P0r,0fiD<, bm"' Cafc*v-o Co5w' Mdir "CM W'" *H
Vinhn R A "*"r*'*> e 13*000 a dutia.
V nhn fmrilaUX ^ Uper'r qM,d,(l dffreDt8 marc" 800 > 8""f 850 0 >.
v limo em pipa proprios par. pasto de 500 600 rs. garrafa 4de 39800 4800 csnsda.
Su6 d? lmP**na eseolher dfl ^s o fsbricantes de Lisboa premiada as exposicS.s universaes de Londres o Pars
900 rs. |,.,. de um. libra e a 1*700 aa de dua. libras.
BOCetas com doces secco das mais deliceda frutas da Europa, e o msis proprio que ha para mimos, por serem ricamente eofeitadu, e aa
mu lo gosto a 3)300 cada um,
FigOS em caxinhaS de 4 l.br. muito frescos e grsmdes a 2000.
Peras SeCCa om emioha de 4 libras chegadas neste ultimo vapor a 3|500 e 1200 a libra, afianca-se ser o melhor que poda havet
genero.
AmexaS francezas em latas de5 libras por 49000 e 19000 por libra.
PaSSaS em caixinh.sd.oiio libras, as melhores do mercado a 39 a 640 rs. a libra, e em caixa de urna arroba a 99500.
Latas COm f nietas de todas as qoalidades que ha em Portugal de 700 a 100U a lata.
Gorinthias m frascos de lipas libras de 1*600 a 29200.
Gaxas SOrtidaS com ameixas, amendoas, passas figos, peras e nozes oque ha de mais proprio para mimos, de 49000 a 69000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COn? bolax inha de SOda de diversas qualidade*, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 29500 a *500.
Conservas inglezaS francesas e portngoezis de 600 800 reis o frasco.
ErvilhaS francezas 4 portuguesas a 720 rt. a lata, afianca-se serem a* mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
MaS;>as talharim, mcarro e aletria as mais novas qae temos no mercado I 409 rs. a libra.
Amendoas de easca molle a 400 ris alibra em porro ter abatimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes viadas pe|a primeir. vez ao nosso mercado a 31500 a ancoren
Ch a m pahe dsm.rcs mais acreditadas de 15 a 2000O res o gig de 1500 a 29 a garrafa.
Cervejas das melhores marcas a B60 rs. a garrafa e de 5f % 6000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mareado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollauda a 600 ra. o frasco a 69500 a frasqueira com 12 fraseos.
Chocolate o mais superior qae temos tido no mercado porluguez. hespanhol e francez de 19a 19209 alibra.
Vinagre pUrO de iisbOa a U% ti: a garrafa e 19850 a caada.
Esprmacete Superior sem avada a 70 ti. dm eatld a 760 r*. libra.
Arroz 0 aaltor dd mercado a 100 rs. a libra e 2700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marinhio,
Al pista e JJainCO 0 mi fimpo qu U a 160 rs. t nWa do alpiste e 240 re. a libra do painco.
Vinagre br.neo o melhor que temo, tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 29560 a caada.
M SSSa de tomate en lilis de nma libra do mais acreditado autor de Lisboa a vinda a primeira ves a nosse mercado, le 19 a Uta.
Ara ruta melhor que se pode desejsr a 320 rs. a libra, e 160 ra. a libra da gomma.
Touciuho de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 109009.
BatatlS era gigos com urna afroba, as melnOrot que ha no mercado a l80O o gigo.
Letilaas fraaoasas, as melbores e mais sabrosas da todos os legumes a 500 rs. a libra,
PiOZeS as meHi'oYds e iBvH lisiti por terem chegado neste ultimo vaper a 200 rs, a libra.
FlitOS lixadS para demos a 200 e 160 rs. maco com 20 masstnhos e flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes moito novas a 44o rs. a late.
O. borrse cvallos existeate. ao armazem bem excelleote earrei7o; quem 0 preleoder ^elas d carnauba eeomposioaa de superior qualidade a 400 rs. a libra e a 129500 a arroba;
do Sr. Andr de Xbreu Porto. dVfrdate dn ,r.- dtdiv-aw al]a do ParaHo n 11. Rnlapriinh \na\oTH mol,. *.;.-.. j ,A vl an i-
et do aaarffca, ..aem a r roataave esta- -T?#n-aa. tofd da ntiadeUd da raVCi|,01aqniQDa Aa?leza ,Q*'m no'aV> mercado a 49 abarrma e 320 ra. alibra.
fe&n ^*^ n*** *> W-SV9 buffi dt 9 B;: quem d pretender ditij.-w mw- A l* dos generes annuteia'dos fQrJotrara o puttkd tuda' dWf ifWrJtrrir' ttmdetloi f nfollfuW; I por tHUM deV sor
pnmetro andar. tm. roa n. 4, que achara com qaem tratar. "qualquer parte*
X


DIARIO DE PERNAMBCO SBBADO 26 DE JAHEMO DE 1862
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loj d'agoia branca ae acha om bello sorti-
mento de entremetas bordados em 6oa cambraia
transparente, e como de aeu costume est veu-
deodo baratamente a 10200 a peca de 3 raraa,
lendo quantidade bastante de cada pldrao, para
vestidos ; e quem tiver dloheiro approveitar a
occasio, e manda-loi comprar na ra do Quei
mado, taja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tera o fundo dourado.
A taja d'agoia brauca tendo em vistas sempre
vender o bom, maodou vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fun<1o dourado e mui bem fri-
tas, sendo para alfaiates e coslureiras, e cusa
cada papel 160 ra. A gulha asaim boa anima
e adunia a quem coae com ella, e em regra ao
mais baratas do que asoulras; quem as com-
prar na ra do Queimado, taja d'sguia branca o
16, dir sempre bem deltas.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'agia branca acaba de receber de sua
encommeoda diversos artigos de guato, e proprioa
para eofeiles de vestidos de notase ou convida-
das, sendo bicos de blond franjas brancas e de cores, traogaa brancas com
vidrilbose sem elles, cascarriihas brancas e mul-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas filas de chamalote, e emfim mui-
tos outros objeclos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Tiras
hordadas em ambos os
lados,
Vendem-se tiras de cambraia bordadas em am-
os oos lados, que pela largura bem se pode par-
lira meio, para saias e outras muilas cousas,
casta cada lira lj-200 : na roa do Queimado, loja
oaguia branca o. 16.
Polassa americana,
Vende-ae potassa americana muito nova e de
superior quatidade: no escriptorio de Hanoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
CHAPEOS A GARIBALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Gnnha & Silva. '
Os mais mudemos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinha e (eliro, mui lindos, e se ven-
dem pelo barato prego de 10 e 129.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
maisflaissfrao brim trancada decores, muilo pro-
prios para os bailes, festase passeios campestres,
pelo diminuto preco de 109.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para senhora, pelo barat-
simo yego de 8$, chapeos de seis e de merino,
bem eufeitados, para meninos e bapiisado a 6 e
"9, ditos de paiha e seda para seohora a lg, di-
tos de seda decores, copa baixa, para homem a
6, ditos de casemira le cores, pelo diminuto
prego de I96OO, chapeos de castor baaoco sem
pello, bonitas formas a 12g, bonets rancezes de
panno para meninos a 3$500e39.
Guardanapos e toalhas.
D'izia de guardaaapos para mesa a 2g e 29400,
toalhas para mesa de 1|4, 1|2 e 2 varas a I9OO,
lpuo e 2.
Vestuarios para meninos,
de fusilo, entenados, a 89. baldes para senhora
a 39500, booitus vestidos de pnaulesia pelo bara-
to prego de 12}, atoalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 2J240 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, taques de diversas
qualidades, golliohas, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muilas fazendas que ae ven-
den por barato preco na referida loja cima.
3st 9t3 M3 93 W3" M3 9t3" M3 995 9*J# K
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & RE60 i
I
Na ra Nova junto a Con- ]
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm granel e variado sortimento di <
roupas feitas, calcados fazendas e todos
estes saveodem por presos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecaaacos de superiores pannos
casacos feitos pelos ltimos figurinos a
269.289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pannoa preto a 16f, \S$, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.169, 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
res a 99. 109,129 e a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89. 109, e \t$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordio a 129, ditos
de merm chines de apurado gosio a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 108,
ditos saceos pratos a 48, ditos de palha de
eda fazeada muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 89500, 49
e a 495OO, ditos de fustio braoco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 38 o a 48, ditas de brim decores
finas a 2J500, 39, 39500 e a 45, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55, 59500 a
69, ditaa de brim lona r. 59 e a 6f, cohetes
de gorguro preto e de cores a 5J e a 61,
ditos de casemira de cor a pretos a 4f500
e a 59, ditos de fustao braoco e de brim
a 39 e a 39500,ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 a 49500,
caigas de merino para luto a 4g500 e a 5f,
S capas de borracha a 99. Para meninoa
de tolos os lmannos: caigas de casemira
Sprefa e da cor a 5J, 69 e a 79, ditaa ditas
de brim a 2g, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 62 e a 7, ditos
de cor a 69 e a 7J, ditoa de alpaca a|39,
sobrecasaeos de panno preto a 129 a
14, ditos de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitoa
Sara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados Usos a 89 e a 12J, dilosde gorgu-
ro de cor de lia a 59 e a 69, ditos da
brim a 38, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptiaadoa,e multas outras
fazendas e roupas feitaa que deixam de
ser mencionada pela aua grande quanti-
dade ; assiracomo recebe-setoda equal-
quer eacommenda de roupas para se
mandar manufacturar o que para este fim
tamos um completo sortimento de f azen- '
das degosto 6 urna grande offleina da al-
faiata dirigida por um hbil mestre que
pela aaa promptidi eperfeigo nadadel-
xaa desojar.
Gcographia
Vndese dousglobos em meto uso,
um celeste e outro terrestre, proprios
para bem se aprender geograpia. Os
ettudantes que os pretenderem podem
dingir-se a livraria universal de Guima-
raes& Oliveira, na ra do Imperador.
Aos Srs, consumi-
dores de gaz.
Nos rmaseos docies do Ramos os. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (00 Recita) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quelida-
de e receotemeote cheg.do a 14 a tata de cinco
galioes, assim como ae veodem latas de cinco
garrafaa e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cahidas e franjas,
K loja d'aguia branca aesba de receber pelo
vapor ingles os lio procurados e multo bonitos
cinteiros de fitas com pontas cahidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vida asseohoras que a desejavam ; elles achara-
se nicamente na dita taja a'aguia branca, ruado
Queimado o. 16.
Chapeos de palha.
O maia lindo sortimento de chapeos de pslha
das fdrmaa aa mais modernas de Paria, paraae-
nhoraa e meninas, ricos sintos ultima moda, di-
tos com lacas bordados: na ra do Crespo o. 4,
casa de J. Falque.
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recem-
mendaeis para aa meninas que eslo passaodo a
festa nos amenos arrabaldea desla heroica cidade,
a prego de 29 cada no : Da rus da Imperatrii,
loja o. 20, do Duarle. Na dita loja cima achario
continuadamente os seohores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendas, ludo
baratissimo.
Luvas de Jonvln.
Vendem-aeaaverdadeiraalavasde Jouvin, aho-
gadas por este ultimo paquete da Europa : Da
loja d aguia de ouro, ra do Cabug o. 1.
Metas para senliera.
BVendem-se superiores metas psrs senhora pe-
lo baratissimo prego de 89840 a dazia ; oa loja
da ba f, na ra do Queimado n. 22.
Vendem-se as taboas de urna armagio de
taberna, trea caitaea, m temo de medidas de
flandre, um dito de pi ; quem quizer dirija-se
a ra da Frala ni. 56 e 51.
Novidade no tor-
rador11!
23 Largo do Terco 23.
Queijos ftamengos muito freseses, chegadoa
oeste ultimo vapor a 39. manleiaa francesa a 720
e 640, manteiga inglesa flora 900 e 800 ra., em
porgio ae fu abalimanto, aasim como se torram
outros muitos gneros pertenceotes a molhadoa,
assim como sejam, caf, primeira e segunda sor-
te, arroz, velas de esperncete e carnauba, azei-
te doce e vinagre, e viuhos, se vendem por me-
nos do que em outra qualquer parte a dinheiro i
vista.
N. O.Biebar & C.successores.rna da Cris
n. 4, tem para vender reloglos para alglbeira de
i Oo.ro e prata.
Os burros ecavallos existentes no armazem
. do Sr. Andr de Abren Porto, defronte do arse-
; nal de marioha, vaodem-se a vootade e escolba
jj dos compradores : tambero se venderio do mes-
roo modo cascos muito superiores, que servirem
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va- p,.rfl agurdenteoumel: oa ra do Trapiche n.4,
por ioglez i sus eneommends da boas, bonitas e i Prlme,ro anaar-
largas Otas de chamalote brancas e outras cores, Mffjpaj^ljlS^ift-^iffMfjfJifjfjaiaj fiflOOKH
as quses sao excedentes para cintos, lagos, etc., I
de vestidos psra caaamentos e bailes, assim como
para lagos de booquetes, cinteiros de crisogss e
muilas outras diversas cousaa, e como de seu
costume os pregos sao menores do qae em outra \
qnalquer parte; assim quem munido de diohei-
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia'
branca n. 16, aera bem servido.
Para acabar.
Na ra do Queimado n. 10
loja de A portas.
Vende-se cbapelinas de aeds para se-
nhora a 89.
Org)odys padroes os mais modernos a z
600rtTa vara.
Sedinhas de quadrinhos a 800 ra. oco-
vado.
Casacas de panno preto muito fino a
209000.
Manteletes pretos a 159 e 209.
Riquissimos vestidos de seda de corea
e pretos o maia moderno que tem appa-
recido e por baratissimo prego.
Aloja dabandeira
tem para vender de boa
qualidude folha, esfarirto-
e bacas de
I senecupa prego favorito.
SNova loja de funileiro da!
ra da Cruz do Recife
numero 37.
tJKlV?.6.1 ,08.d Fonsecs participa a
todoaoaaeuafreguezea tanto da praga
^nK?imal0'e'UDl8niei"eacrespeita-
ve publico, que tomou a deliberagio de
balxaro prego de todas aaauaaobras.por
cujo motivo tem para vender nro grande
laorlimeoto debaha e bacas, tudo de
differenleatamanhoae dediveraaa corea
m Pinturas, e juntamenteam grande
.sortimento dedlversas obras,coniendo
banheiroaegamelaacompridas.graDdea
eoeqoenaa.machioaa para caf ecane-
cas para conduzu agua grandes e peque-
i, latas grandes pira cooaervar fari-
naa.
*-----" traaaBwwocaveaa, Sol"
nna e regadoreaao uao da Europa, ditoa
grandes e pequeos so uso do Brasil e
camas de vento, latas de arroba a 1,
bahsgrandeia49 e peque noa a 600
rs baca grandes a 59 e pequeas a
800 rs.,eocos de aza a I9 a dusia re-
gadorea regulares muito barato, ditoa
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
los ha piotadoa e em branco e tudo maia
se vende pelo menos prego possivel: oa H
loja da bandeira da rea da Crui do Re- S
O cite n. 37.
KttsmmnaM MKKMsaKMtS
Cal de Lisboa.
Vendem-se esl virgem de Lisboa em pedra da
maia nova que ha no mercado por ter eheg'ado
no ultimo navio ; na ra de Apollo n. 24, arma"
zem de A. Jos T. Bastos & C. '
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio Oliveira & Filho, largo do Corpo Saoto.
4$ verdadeiras iuvas de
Jouvin.
500
180',
60,
240
5001
200
Acabam de chegar pelo ultimo vapor para a
loja d'aeula hrnr?a na ra do Oueimado D. 16,
sendo de todas as cores.
sem segando.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezaa
de Jos de Azevedo Maia e Silva, esti veodendo
tudo muito barato para apurar dinheiro, pois o
que presentemente mais precisa.
Groza de penoas de ago de diversos mo-
dellos s................................
Caixas com agulhasfrancozas a..........
Oixas com alQoetea a................
Cafxaa com apparelhos para meninos....
Ditas com dito para grandes a..........
Baralboa portuguezesa............120 e
Groza de botes de oaso para caiga, pe-
queos, a..............................
Tesouras para uoha muito Qnas a......
Ditas para costura a....................
Baralhoa francezes muitp fios a........
Agulheiros com agulhaa a..............
Caoivetea de 1 folha muito finos a 80 e
Pegas de tranga de la a com 10 varaa a..
Pegas de franja de la a com 10 varaa a..
Pares de sapatos de tranga a............
Carlas de alneles fraocezes a..........
Escovas para limpar deolea a 200 ....
Hassos com grampos muito finos a....
Car loes com colcheUs'Com algum de-
leito a..........*a~...............
i Ditos de ditos de^saarior qualidade a
Didaes de ago para seohora a............
Rialejos com duas vozes a..............
Ditos edm 4 vozes a....................
Entiadores para vestidoa, aendo muito
gra&Oeaa.............................. 80
Gaitas com clchales francezes a........ 40
Cartaa de alfineles para armagao a...... 80
Charulelraa muito linas a................ I9OOO
Tioteiros de vidro com tinta a.......... 160
Ditoa de barro com tinta superior a.... 110
Ara preta muito as, Ubr*............ 120
loteresse poblico.
[Oflferecido pela loja del
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tsr concurrencia publica o que ha de
mais novo em fazendas, tanto para ae-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim eapera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Ailemanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antea de apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que effectuar por pregos m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
Fnnileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimeolo en-
contrario os freguezes o maia perfeito, bem aca-
bado e barato n seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
IUNIlF.lRuS de todos os tamanhos.
SEM1CUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas aa grossurss.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
----------4**--- >uuas as qualidadea.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
V1DROS em caixas e s retalho de todos os ta-
mandando-ae mauhos, botar dentro da cidade,
em toda a parta.
Recebem-se eocommendas de qualquer natu-
reza, coocertos, que tudo ser desempeobado a
contento.
SABAO.
Joaqaim Francisco da Helio Santos avisa aos
saus freguezes deala praga e oade fra, que tem
exposto i venda sabaode anafabrlcadenomioada
Recitenosrmazem doaSrs. Travassos Janior
4 C, na rna do Amorim n .58; maasa amarella,
caatanha, preta e outras qualidades por meoor
prego qae de oatrasfsbricas. No mesmoarma-
bemtemfeito osen deposito de velaa de carosa-
lasimplessem mistara alguna, como as de
composigao.
Lindas flores.
Na loja d'agoia de ouro, ra do Cabugi n. 1 B,
receberam de aua propria eocommenda um com-
pleto sortimento de flores, o mais fino que pos-
sivel euconlrar.proprias paraenfeites decabegaoo
vestido, cousa muito chique, que se vende por
40! prego que admira, sendo a 800 e 19 c cacho.
100; ___!_ .a *_
100
200
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F oa ra do Queimado o. 21
sempre se eocontrarSo aa verdadeiraa luvas de
Jouvin tanto para homem como para aenhora
advertiodo-se que para aquelles ha de muito'
lindas cOree, na mencionada loja da Bda F na
ra do Queimado n. 22.
Banda fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a ana boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos Brandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d aguia branca n. 16.
la do Queimado n. 10,
loja de 4 portas de Fer-
ro Maia,
vendem-atj asseguiotes fazendas por metada de
aeus valorea aomeote com o flm de acabar.
Chelea da touquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30f.
Sedinhaa de quadrinhos, covado, a 800 e 1J.
Cbaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Caaaa francesa, covado 740 rs.
Cortes de caaaa de aalpicoa a 3J.
* Groadenapta preto, covado 1 J>.
Dito amarello, covado 600 rs.
Chalea de merino bordados a matiz a 4f.
Cortea de velludo de corea para collete a 3$.
Paleiota de brim de corea a 3f.
Lengoa de seoa de corea, um 600 rs.
Chapeos de palha para senhora o mais moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 el5j.
Ditoa para meninas e meninoa por barato prego
boneta de palha para meninoa idem.
Corles de seda de quadros, faxenda muito su-
perior a 8f.
Paleiota de alpaca preta e de cores s 8f.
Tarlaiana de lia com palmaa matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de seohora e
meninos, covado 400 rs.
Cbapelinhaa de seda para senhora, urna 6J.
Meias para menina de 2 a 8 annos, dazia 9.
Vestidos pretos bordados a vellado.
Ditoa ditoa com babadoa.
Ditoa de cores, riquissims fszenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
3JO0O.
Manteletes pretos lisos a 12 e 15}.
Ditoa ditoa bordadoa o mais rico possivel.
Cortes de oova fazenda intitulada moasambi-
que, propria para veatidoa de seohora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara t.
Bramante de linho, 12 palmos de largura, tara
29000.
Dito de dito muito fino a 29300.
Chalea de lia e seda a 29.
Alem dssfazendsa cima mencionadas ha mui-
taa oulraa de apurados gostos, que se vendem por
diminutos pregos.
Luvas prtlas de pellica.
Chegsram no vapor francs novaa lavas de
pellica pretas e outrss cores psra homem e se-
nhora : quem dellaa precisar, dirigir-se direc-
tamente a ra do Queimado, loja d'aguia branca
o. 16, que rer bem servido.
Relogios.
Vende-sa em case de Johnston Patar de C.,
roa do Vigario n. 3 om bello sortimento de
rejogiosdeoo.ro,patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamban
usa variedade de bonitos tranceln!para 01
mesmos.
Novo paquete das novidades
23- Ra Direita-23
sorlimenlo tendente a molhadoa
libra.
120
400
400
320
80
160
200
800
19?80
100
400
40
20
Neste novo eslabelecimento achara o publico um grande
nido por prego maia barato do que em ouira qualquer parte
Manteigs iogleza especialmente escolhida a 800 e 960 ra. a li
una franrea a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegadoa no ultimo vapor a 29800 e 3.
Cha hyson e "r*i" i "~ T '""- ^^ "
VinH' -r.-rrafado dos melhores autores a 19 e IJuu a gano
. tiho de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra.
Ameixas porluguezas a 480 rs. a libra.
Esasas muito novas a 500 rs. a libra,
taa co b.uohiausade dinerentes qualidades a ljtiOO.
Conservas inglezas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
M-ssaa, Ulbarim, macarrio e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560 agarrafa.
Geoebra dehollaoda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Dilasde espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpiata a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros aonunciadosschar o publico um grande sortimento de um ludo tendeo-
te a molhsdos mais barato do que em outra qnalquer parte.
ATTENQ&O l
ffiWAML
sem segundo.
Ra do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, esti disposto a vender ludo por pregos que
a todoa admiram, assim como seja :
Frascos com agua de Lavando muito su-
perior e grandes a.................... 800
Dozia de sabonetes muito finos a...... 500
Sabooetes multo finos a................ 160
Ditoa ditos muito grandes a............ 200
Frascos com cheiro muito finos a...... 500
Garrafas com agua celeste superior a.. I9OOO
Frascos com banha multo fina a........ 240
Ditos com dita de urso a................ 600
Frascos de oleo de babosa a............ 240
Ditos de dito mmto finos a 320 e...... 500
Ditos com bsoha transparente a........ 900
Ditos com superior agua de colonia a... 400
Ditos ditoa frascos grandea a............ 600
Ditos de macagi e ae oleo a............ 100
Lioha branca do gaz a 10 ra. trea por
dous e a.............................. 20
Linha em cartio de Pedro V com 200
jardas a .............................. 60
Dita com 50 jardas s.................... 20
Duzia de meias cruaa muito encorpadas a 29400
Dita de ditaa muito superiores a........ 49500
Ditas de ditas brancas para senhora a.... 3gO0
Bicos da largura de 3 dedos, vara a..... 120
Groza de boioes de louga a.............. 160
Carriiela de linha com 100 jardas a..... 30
Duzia de phosphoros do gaz a........... 240
Dita de ditos de vela muito superiores a 240
Pe^aa de fita para cs de todas aa larguras 320
Franjas de linho para toalhas (vara).... 80
Bicos daa Ilhaa por todo o prego, por pedido
que teoho do fabricante para acabar, e por iiso
oio se olbs o que cuslou, e sim o que d.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vndese: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Mi cangas miudas de todas
as cores.
A loja d'agoia branca acaba de receber essss
procuradas micangas miudas que servem para
pulceiraa e oulraa cousas, e por isso avisa as
pessoas que ellas eaperavam e as que notamente
quizerem comprar que munidos de 500 ris com-
praro um masso muito matar do qne os antigos,
Isso someote oa loja d'aguia branca, roa do Quei-
mado o. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na roa do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sorlimenlo de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
pregos baratissimos, como sejam : esireitinbas
pretas e de lindas cotes s 19, ditas com ponas
largas a 19500, ditaa pretas bordadas a I96OO. di-
taa pretas para duas voltss a 2f ; na meocionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Urna barcaca.
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 calzas,
encslhada no estaleiro do mestre carpinteiroja-
cintho Eleabio, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista e examinada peloa pre-
teudentea ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
Katar com Uaooel Alvea Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Leiio&Y)Y&i*cos muito
MI lili MIL MiLKfOT!
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
NiV LtOJiV Ha
m
N. 18-Rua
da lmperatrizN. 8
Armazem de .oca vidrada
8-Raa da Ctiei do Reeife-8
Grande liquidaco por
todo preco.
Tambem ae vende o estabelecinealo cosa aba-
n asento.
wSI" 7W-da de aiff"ntas aealideea.
ce etc er0 P" BBealeige,
Jarraa finas grandea e pequenaa.
o .'" -% M e n,'itartaree.
rotes de amrenles lamaohos.
Jarraa e janea para cotinha*
Resfriaderas [ou gsrrafae) de diflereatee aaalaa
Quarttafaae grandea e pequeas. asma
Copos da Babia e da ierra.
Muringues finos e eotre-Unoi.
Pogareiroa para defamar.
Baldea de pi proprios para compras, cocheiraa
e navioa.
Escovas de lavar casa e navios.
Vaaaouras de cabello, piassava e palba para
varrer.
Espanadores de cabello para carro, aaeaa etc.
Carnohos de deferentes lmannos para meaiae
brtocar.
Cealinhaa para menina de escolas.
Balaios sortidos.
Cestaa para compraa aortidas.
Capachos redundes para meio de sala.
Garrafas de vidro branca e de corea para ?i-
nho, licores, agurdente etc.
: outras muilas fazendas que seria difflcil
mencionar aa quaea ae venderio aem reserva ae
prego por o dono do estabelecimento ter de ra-
lira r_sp.
Venda ou troca de urna es-
crava.
Vende-se urna eserava parda coa
idade, de corpo regular e preaeoga
molestia e vicio nem detailo, sabaado cosii
eosaboar e eogootmar alguna cousa, oplioaa ana-
camba, por iaao que tem sido creada aeaapra re-
col hida-e cem ledo recato e f.x-ae esta vnda
porque nao tendo o dono familia alguma e anda
maia pela sai postgie e idade a oio pode pe-
auir. Tambem troca-se por casi neala cidade,
voltando-ae o exceaao ao justo valor esa oulra
eserava ou em moeda : e tretar cora o Sr. Manaes
Antonio de Santiago Leaaa, na ra o Apolla na
mero 00.
Leques.
Vendem-ae lindos taques de msdreperola 0
maia fino possivel: na loja d'aguia de ouro 'ra
do Cabug o. 1 B. '
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de ebegar loja da boa f, aa raa 4*
Queimado n. 22, meiaa pretas da seda ruano su-
periores, proprits para oa seohores sacerdote
porserem bem compridase atuio elteiirea vea-
dm-ae pelo barato prego de 69 o par, na 'men-
cionada loja da boa f, na ra do Qasimado Da-
mero 22.
Hiscado monstro.
Vende-se riacado moustro' axenda muilo eco-
nmica para o uso domea:ico~por ter grande lar-
gura e o seu prego aer de 200 rs. o covado aa
ra da Imt-eratriz. taja o. 20, do Duarle
19 annos de
vistosa.
Escravos UKiu.v.
"" 9 a uoiicia,
e acha lagiu
16 anoos, coas
Junto apadaria franceza.
Encontra-se neste estabelecimento uro completo sorlimenlo de roupas de todas ts qualida-
des como sejam patatols preto saceos a 79, 89 e 129, ditoa de casemira de 79, 99 e 12s, ditos de alpaca de cor a 39500. 49 e
79, ditoa de meia casemira de cor a 49500 e pretos a 5J, ditos de brim pardo e de cores a 39500 e
49, ditos francos de bramante a 39500 e 49, de brim trangado a 49500, sobrecasseo de panno preto
a 169, 189 e 20JJ, ditos com golla de velludo a 189. sortimento de caigas brancas de brim a 29500,
89500 49, ditas de cor a I96OO, 29, tf.500 e 3. <:ltas de ganga de cOr a 2*700, de meia caaemira
a 3p, 39500 e 69, ditas de caseo.ira superior a 6$500, 79500 e 99, ditas pretas a 48500,79, 89 e 109,
e de outras muilas qualidades, sorlimenlo de cutate de todas es qualidades, camisas francezaa de
todas as qualidades e pregos, seroulaa de algodao, de bramante e de linho por pregos admirareis.
Um sortimeoto de roupas para meninos de diversos lmannos, chapeos francezes para cabega de
todaa aa qualidadea, chpeos deso de seda admiravel pechiorha para liquidar a 59500 e 69, ditoa
para senhora a 4$ e 59, e outras multas qualidades de fazendas e roupas feitas que se afianga ven-
der por pregoa commodos.
Fugio do engeoho Telba, em Serionien.
o escravo Rsymuodo, preto, de 45 aonoa de ida-
de, estatura regular, secco do corpo. cosa alguna
dentea de menoa oa frente, e com um oa deas
dedos de um dos p muito cempndos. j foi pre-
so a 6 deale mez nesta cidade pelo canillo da
campo,Domingos de tal, e eateve na casa de de-
tengao al 18, da em que aahio a torooa a tagir,
suppe-se estar occulio em caaa de ame preta,
sua comadre, coobecida por H-ria ou Joaonadee
carogos. aun mora perto do Carmo : quem 9 ap-
commend.dor^n^ro^T.'.'::; TaS
Cid.de que 8er4 seaeroaTm^^f/ulV, ""
A.isa-se .oa r.oi.ae, de c.tu"
que desde o da 21 do corm.w Ie
cabra fulo, de oone Abel, idade
os signaes aegtiintes : corpo regular, estatura
baixa, cabellos carapiohos, cm falla de aaa aeaia
na frente, teodo ao lado direito cima des castal-
ias um sigoal preto do tamanho de um palacio,
levon caiga de algodao azul, camiaa de algodie-
zioho braoco e booel ; quem o pegar leve a raa
de Santo Amaro defronle do hospital iaglez, que
seri bem recompensado, ou oa raa do Vigario,
armazem n. 5, de Cerqueira ex Silva.
Foaio do engeoho Cayambaea sita aa fre-
guezia d'Agua Preta, em diaa do mez de ataio do
auno prximo passado, o escravo Victorino, teas
os sigoaea aeguintes: crioulo, cor fala, catata-
ra um pouco baixa, olboa muito vtvaa, 4 locada*
de viola, baatante sambuta ; adverte-ae que
dito escravo ji foi possuido por um aenhor da
anaenho do norte da provincia, a por isto sep-
poe-se andar o meemo para aquellas lagares:
quem o apprehender, quelra coadazi-lo ao aiea-
nio engeoho, ou no Recita, casa a. 28, aa raa da
Matriz da Boa-Vala, que seri generosamente re-
compensado.
Fugio no dia 20 do correte de borde da
patacho Capuama, o escravo crioulo miriebei-
10 de noma Antonio, idade 19 annos poaeo seis
ou menoa, altura regalar, rosto comprtdo a casa
alguos sigoses de bexigas, levou cal^a a emita
azul : quem o pegar leve-o ac escriptorio da
Antonio Laii de Oliveira Arevedo C. raa da
Cruz o. 1, ou a bordo do dito patacho qae seri
generosamente recompensado
Fugio do engenho Pedra* fregoezia de Bar-
reiros no di. 8 de dezeoabro de 1841, o prata is-
nuario, crioulo, idade 25 a 30 annos, ello e cor-
pulento, pouca barba, ps spalhetados, a teas
escrotos volomosos, bem ladino, o referido
preto foi do Sr. Flix daCuoha Teixeira, mora-
dor em Fora de Port.a desta cidade, e const. ter
muitos coohecimentos em lia ricota : roga sa a
aprebeosio do dito preto podendo ser eatregae
.0 Sr Jos Josqoim Gomes de Abrea aa raa do
Imperador o. 17 ou do eigenho Pedraa, qae sa-
ri generosamente recompenaado.
Unos,
Veodem-se tangos brancos muilo finos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na raa do Queimado
oamero 22.
C-a i vetes ixos para abrir
latas.
Chegou nova remeasa deasea preciosos cai-
vetes xos para abrir latas de sardinha, doce,
bolschiohas etc., etc. Agora pela festa come-ae
muito desasa couaas e por isso necesssrio ter
um desses esoiveles cujo importe 19, comprsn-
do-se na ra do Queimado loja da aguia branca
o. 16, nica parte onde os ha.
Arados americano se machina-
patalara roupa:cmcasa dcS.P. Jos
hstera di C. ra daieazala n.4>S.
Feijo de corda.
No armazem de Tasso roslos, ra do Amorim
numero 35.
Meias pretas de seda.
Vende-se metas de seds pretas para senhors
fszenda muilo auperior pelo baratissimo prego
de 19o psr : na ra do Queimado na bem co-
cheada loja da boa fama n. 35.
Linbas de cores em ntelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratiaaimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama n. 35.
Papel de peso a^a resma.
Vende-se oa rus do Queimado toja de miude-
zasda boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
qualro dedos de largura fazenta muito sunerior
pelo baratissimo prego da 240. 3S0, 400 e 480 rs
a vara, vende-se por tal prego pela razio de es-
terero muilo pouca cousa encaldidos, tambem se
vendem pegas de rendes lisas perfeitamenie boaa
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19. ditas
com salpicas muito bonitas e diversas larguraa a
19^00, I9600e 29 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega : na ra do Queimado na bem co
onecida loja de mludezas da boa fama o. 35.
Agua de lavander e pomada
Vende-se auperior agua de lavander iogleza
peta baratiaaimo preco de 500 e 640 rs. csd. fras
co, pomada muilisaimo fina em paos grandea a
500 e a 19. vende-ae por lio barato prego pela
grande quantid.de que ha : oa ra do Queimado
aa loja de miudezaa da boa tama n. 55.
Tentospara voltarete.
Vendem-se superiores lentos psra voltarete
pelo baratissimo prego de 49 cada caixa : na roa
do Queimado loja de mludezas da boa fama nu-
mero 35.
Leques de madreperola.
Vende-se mui lindos e unissimos leques de
madreperola pelo barato prego de 169 caa um :
oa ra do Queimado taja de miudezaa ds boa fa-
ma n. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se esda um frasquinho pelo barato
prego de 500 rs. : na roa do Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Aviso.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son <& C. tem para vender na ra da
Moeda taixas Te ferr cuado do mol acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 ra. par libra, as
mesmaa que se vendtam a 180 rs. : quem preci-
sar dirija-ae a raa do Trapiche o. 44, armazem
de fazendas.
No dia 28 de jolho de 1861 fugio do Gertahe-
sloho, fregnesia de Guarabira. o eserava Jos-
quim, cabra, com 40 annos, cabellos eretee e
quasl carapiohos, tem o rosto descarnado, poeta
barba, pannos pretaa o.s daaa faces, o.riz adia-
do, olhar velhaco. bocea reguUr, dentea intetroo,
limados e gastos, pescogo bem groaso desde a
nuea at o tronco, hombros cnidos a paata de
nao sustentaren) os suspensorios, altara regalar,
ps e mios grandea, ehaboqueiros, (betas ala
vel.s, multo bem empernado, tem boaa Dragos,
falla pouco, cortez, gosta de canter leas, eati
acostomsdo s almocrevar e a tirar gado coma
tangedor. Dous dias depois de fgida .perecea
em Bezerros, d'oode veio para o Recife aaa pro-
cura de eerto individuo que ihe deu valaeceale,
e presume-se que esti sgregsdo a algaaa eaee-
oho. O dooo protests usar do todo o rifar da tai
contra quem o tiver oceulto : quem o pegar va-
de leva-lo ao seu aenhor Jos Justino da Cesta
Briio, no logar mencion.do, oa ao reversada Dr.
padre Josquim Gracl.no de Araojo na roa Aa
Santa Cruz n. 61, qoe seri generosamente re-
compensado.
Attenco
Fugio do Rischao de Paoellas, aaa matate e
estatura baixa, corpo greeaa, deates liasaeeo.
olhos pretos e grandes, cabellos castadas, a aaa
regulares, cujo mulato ae eaaeaa F.asttea. ala
idade de 15 a 18 annos, levoa careis a >
de algodao asal. Foi viato aeaia praga <
da serosos 'trisad.,em asa comboi fiada 1
le lugar. Roga-se a todaa aa aalaridadea a ea-
pilies de campo a captara da nea aseaste, a
aual poderiaer entreaue ne re bride taaaar &
aenhor, Demiageo Antonio Aaa Hevea, ee>
prega ao 8*. U.ooal Igneete Ae OH*
qae recosapeasari com gsairssiAe<_
, alas, preieeu-se coaita ejaatae Uteasgi


_

DIARIO DE PEBNAMBDCO SIMADO S5 DE JANEIRO DE 1862,
Litteratura.
No lbum de aei amigo Vieltriaio Pt-
llares, cm resiwU mm bella pe-
sia, que se dignou offerecer-me.
LANGUIDEZ
Peregrino que toa da desventan,
Nao posso sacudir michas sandalias,
Tao cobertas de p...
E' longe... muito longe o termo aioda,
E o caminho tao au dessa jornada
Que fago triste 61...
Oh I se eu podesse repouiar um pouco
Junto alguna rio, sombra do ingazeiro...
Se eu podesse, oh 1 irmio 1...
Mas ah I nao posto... 6 trido o ctminho
Onde nem urna flor sequer receja,
Nem sopra a viragio.:.
Disseste-me : camioha, ao fim da estrada
De flores acharas um leito amigo,
Junto aos teus, em ten lar;
E um eolio de mulher ardeote e nobre,
Onde aquecas a fronte latreada,
Em noites de laar.
Julgaate-me feliz t... E crer podesle
Que eu chegue no porvir a tehar a palma
Dt gloria e do prazer t...
Tu, te engaaste, nem prazer, nem gloria
Um dia encontrarei... nada me resta,
Alm do padecer 1
Ventura e poesa, sonho vago...
A slna do poeta sempre triste.
Doberco ao cemlteriol...
No mondo do metal, que val urna harpa ?
Nao se casa a materia apodrecida
Com o so'm, d'u'a harpa, etherio.
A gloria urna mentira... emquanto Tiro
O poeta um louco... e lo bem sabes
Camdeso que soffrau...
Tres seeulos passaram p'ra que Lisia
Lhe negasse o tributo merecido
No tmulo que lhe ergutu.
Bem vs, irmo, bem vs que nada espero;
E se a lyra empunhar eu oaso ainda,
Nao pens no porvir...
A gloria de poeta urna chimera.
Que nao echa no meu peito exange,
A gloria 1... faz-me rir...
Nem por isso eu me curro ante a materia,
Nem deves te curvar,., marchemos juntos,
Marchemos, sem psrar I..
Espinos acharemos s na estrada...
Mas qu'importa ? sigamos a viagem,
Na lyra a descantar.
Eu bem tei que t mulher por quem suspiras,
Como t Tirgem queamei... basta... cantemos
Na lyra ama voz...
Seja Deus e a patria a nossa musa ;
E o mundo que nojria... arante, arante,
Tambem riremos nos.
Mis nao, s mocb ainda ; e ha diff'renga
Entre o destino teu e o meu destino,
Inda tena esperanza...
Aquella estrada, ili miii brilhante,
Deiza a de espinos para mim somente...
Tensa peona o a lasca.
B quaado um dia, defondendo a patria,
O loiro da victoria oroar-le a fronte
Por tua valenta;
Euto, como poeta, a lyra empnoha,
E conta patria a gloria do combate,
Em celeste harmona.
Segu, poii, oh I irmo aquella estrada,
D-me um abrago, e nao te esqueess nunca
lo triste amigo leu 1...
Adeus... se bem feliz... que eu vousozinho,
Com f somonte em Dos, smindo a patria,
lumprir o fado meu I
Recito] 19 d ii* > -
M. C. Pat* de drade.
dea honrosas descobertia, que Pars subslituiu,
e sabstituiu bem, a magnifica Aleandria d'ou-
troi lempos, conserrsndo em seu seio primeira
academia do mundo, que o foco, o aui ten tac lo
da medieina-seiencia, para que seja-ae um rer-
dadeiro medico, dua condigoes s baslam sem
durida alguma : ter sciencia e ser homem de
bem. Quaodo s teoha setenis, alie poder con-
seguir ieu fim na cabeceira do oeste, ou pro-
morendo o reitabelicimento da sade deste, ou
procedendo de nodo que lhe Uque aalva a cooe-
ciencia de harer erapregado com regularidad! os
naeioi i aeu alcance para oble-lo. Ando homem
de bem, tatisfitss serio todas as eondigei inhe-
rentes ledereres aeciies. E mal iviadoi serio
desgragadimente aquelles que, fatuos de si, pro-
creos aotes mdicos ou clrurgiea, que, reves-
tidos dessi humlllagao de ouir'ora, aacrfiquem,
ao orgulho alheio o pouco que aaibam, condes-
cendendo com oa doentea at na escolha doa me-
dicamentos, e no modo de admioistrs-lot.
Se um medico astomado, falto de paciencia,
um mal na cabeceira do doente, maior mal ainda
aquello que, sendo assis polido e coodescen-
dente em tudo, nao pasta de um tiro cartas am-
bulante. Bm tudo deve harer proporgao e har-
mona : ae o doente altivo e imprudente, de mo-
do a querer perturbar a ordem do tratamento em
prejuizo de ai proprio, da cura ou da reputado
do medico, com este conrm que seja o medico
austero, fazendo valer a sus dignidade e a sua
posicio ; se 10 contrario, porm, tnti-se de um
doente dcil, que, creodo nt medicine, tenhi
tambem cooQanga no medico, enlio todi polidez,
toda bnndun, ligada ao eiforco e i sciencia, de-
re-se prodigillsar sem escrpulo algum.
O certo quo muitoi tactos quotidianamenle
atteatim que nio poucos doentes se perdem pe-
las imprudencias que ot acompanham no leito do
soffrimento, e pelas excessivas delicadezas dos
mdicos, ou antea adulages, quando Ihea falta a
precisa torga para manterern a sua dignidade;
sendo que em ultimo resultado sao sempre pros-
criptos pelas familias dos defuntos, e por estes ir-
remediarelmente responsabilisados.
Em todo caao, quando um poro Ilustrado, e
er na medicina como n'uma sciencia de difficil
execugio, repelliodo os mius mdicos e os cu-
raodeiros, garante os que estudam e procuram
no saber firmar a sua repulacio. Eolio essa lula
exaltada de caprichos entre mdicos e vulgo
desapparece sem que se apurem susceptibili-
dades.
Os homens de bom senso e Ilustrados, que co-
nhecem o que sejam as sciencias, qur em si,
qur applicadas coostituindo as arles, nao podem
deixar de considerar a medicina, e de respeitar
que a exercem com zelo de sut repu-
ando enfermos, entregam-se pela f ao
do mesmo modo que pela f entre-
eus, em seus ltimos momentos: os
sua cabeceira, inda que pela molea-
-se elles importunos, os supportam
nte, porque conlam com a confianza,
quencia com a exacta ministragio dos
os medico
lacio; e,
faculta tir
gam-se a
mdicos e
lia torne
paciente
e por con
remedios.
E ser
reoiencia
seja a medicina em sua essen-
e do que entre nos tem sido em
s appiicaces.
(Continuscio).
III
ranas
tureza
cereal
to, COf
ao ale
tabele
Doqu
ci
su;
Se da applicagio, mait oa menos congruente,
das sciraciss humanas, que depende o progresso,
a orden no progresso, a raanutengio de todas as
cousas iteis e iodispensareis ao estado do homem
em aua rida intima e social, barmonisando-se tu-
do quanto compatirel com a sus natureza, com
os flns diversos de iui creagio ; se em todas as
artes e sciencias ha sempre um ideal que, aupe
rior ao fados, constitue a parte sublime, bella,
pbilosophica, que o rerdadeiro Incentivo, que
vvc, deaenvolve, e coordena o eogenho as
grandes difliculdades, naa profundas investigacoe*
do desponhecido, do til, do admirarel, como
is em si mesmo na elernidade, em auas sobe-
proridencias, e o homem em sua pobre na-
na natureza dos grandes objectos que o
e que com elle reacionam-se; se cer-
no nio harer quem o conteste, por estar
pee de todos os sabios, que, da relacio es-
cida em todas as sciencias com o que ob-
servare nos proprios elementos, as leis que os
regen eotre si, as que osdirigem em accio so-
bre o seres racionaes, tanto no que respeila
sua ei Iruclura e rida plstica, como no que re-
lativo sua inlelligencia, depende o equilibrio oa
orden phisica, moral e social, pelo deseovoUi-
meoU do rerdadeiro bem, do amor que mantea)
o ind viduo, constitue a familia, alimenta a ao-
ciedale; se a philosophia com a psycologia tan-
to se abraram para, pelo seguro coohecimeotodo
borne m racional e moral, crearem-se leis profi-
cuas 3 adaptadas, que promoram o progreaso da
nlell igencia e da moral, os deveres recprocos
de individuo i indiriduo, de cididio cilado ;
se al i poltica, sciencia do gorerno doseslsdos,
que to diversa da religiio, com eata se liga e
prole 56 pela jnalica e boa administragao os esta-
dos e n todos os seus fundamentos ; te i iciencia
do di sito, que por biso tem a justica real, cer-
tas le s immutaveis da natureza, nio pode pres-
cindi da philosophia, da religiio, e da mesma
med ios, quando trata-se de sua applicagio na
ordei i moral e social; como que, seodo esta
allio a sciencia urna daa que abrangem tantos ra-
mos le coobecimentes humanos, tanta transcen-
dencia, que tem por fim debellar as enfermida-
des, prolongar a vida e conservar a sade, seri a
le meos te possa oceupar um gorerno, a
laia procure-ae, como que adrede, annqui-
lulatioamente?
ferio que, nao sendo ella victima smente
jiros das calumnias ordinarias, das settas dos
curahdeiros, do ranger dos ignorantes, como que
rae deixando de ser deridameote apreciada, mes-
mo elos que a deveriam mais elevar; e os pro-
flssipnaea, que ella te dedicara cordialmente,
que mus se empenhsm em sua melhor applca-
gaoJ em seu estudo mais ou menos profundo
quaiquer que seja a causa, sio conitioUment
ferinos na dignidade que lhea propria, na gra-
vidade que Ihes inherente, na conaideragio que
Iheh derida I Mat qae, por mait que os quei-
ram nullificar, nao o cooseguirio nunca, todos
enes que oceupam ni dosis sociedade posices
sem custo, sem o esforro que as enoobrece, que
as fimmortalisa, como sejam a inlelligencia e o sa-
ber.
Sim : a medicioa ama arte; mat flete cer-
tos, homens pequeoinot, que nem a arte do
sapateiro, nem a do alfaiale. E' ama arle cujo
exercicio depende mait ou meoot de profundos
conhecimentos, de ama serie de sciencias huma-
nas; icieociaa qua demandam aempre muito es-
ludo, Islento, rigor, e todo quanto constitue o
rerdadeiro homem, que per certo nio etse que
luz antes pelos ps e pelos peitos, do que pela
caneca e pelo espirito. E ficae mais certos de que
mais taeil teri irnocirdei um rochedo do fundo
do mar, do que di cooicieoii do rerdadeiro me-
dito Urardes a stperiordade de iui noticio
aaperiondade que est escripia com leltnalnqe-
lereit oo objecto que constitue a bate dai scian-
ciaa medical.
Tardada que em outras rai, aquello que te
dedicara ao exercicio da medicina, a na humi-
liicio ioi grandes e em urna calculada hroocri-
iia procuraran! garantas e coneideragdea : mas
hoja crac a tcienct ton marchado mas gnn-
de qi,
que
lar pi
O
doi
ossivel, por ventura, que i certaa con-
a urna cilnheza inexplicarel, sacri-
que-se a I propria rida e a honra? Pois esta
quaai sempre rictima das consequeocias de urna
morle prematura, ou realisada por falta de bons
facultativos, de cuidados e lempo applicados.
Quem pode calcular fcilmente as consequeo-
cias perniciosas de um furioso charlatanismo, de
urna falsa medicina exereida com audacia em
plena liberdade, aem a menor opposigio da po-
lica do' paiz, aeno os que, coa neceado as leis
maravhosas do orgsnismo humano, nio deseo-
ohecem ot effeitos de ama total ignorancia em
sus8 aberraces?
Se o homem, na offensa de seus direitos, sabe
procurar o pratico e hbil adrogado para deten-
de-Ios convenientemente, e apresenta-los debai-
xo do melhor carcter s justicia do paiz, como
que, as enfermidadet, nos perlgos muitst re-
zes eminentes de sua rida, eotrega-se ao pri-
meiro appirecido, qutodo nao o fiz a um curioio,
ou um cunndeiro, que coote-lhe meii duzii de
fbulas sobrecuras miriculoias?
Entretanto, ao tempo que a medicioa rai entre
nos perecendo em sua repulacio, posto nio pere-
da em iui nitureza_ejtfvwuVuerS"p7itca, aem-
p~re~ escrarisada is paixdes, serva humilissima de
um egosmo ioquallflcarel, ra produzindo seas
benficos eTeitos i cusa da decadencia das ar-
tes, : da industria, do commercio nacional, das
sciencias praticas, e de tudo quanto capaz de
constituir os nerros e as arterias de um es-
tado.
Presumida e calculada, rai se tornando ne-
cessaria no paiz como sciencia de arranjar afllha-
dos e produzir dinbeiro ; pelo que todos a ella
ae atiram com ganancia, nio perdendo de vista
a cpula social e as hoorat do dii: sendo que o
doto verdaderamente naeional, lodo trpego,
aem encontrar no progresso um ponto de apoio,
rai oorreodo para o regresso, i custa do aeu
entorpecimento.
Na rerdade, nem um rerdadeiro progresso
pode haver em um paiz onde o pobre poro, bal-
do de trabalho, por pi harer quem o promora
convenientemente pelas artel e pela industria,
r-se a bracos, dia por dia, com seus legtimos
nimigos, estes inrejosos do esforco e actiridsde
humana, que ae icastellam na ignorancia para
fazerem fogo ao mrito; que nio dormem sem-
pre em reaegio, temendo-lhe a torga nata de
suas Gbras.de sua natureza; e, pelo que, tratam
de enfraquece-lo mediante descomedidas leis,
eotregando-o a aeus proprios recursos, ao desa-
nimo, i ociosidade, ao charlatanismo, emQm a
respeito de tudo I
Sim : o poro brssileiro um poro herrado e
sem bases, porque lhe falta tudo quanto pode
constituir um poro, isto artes, commercio e
industria.
E, i semelhanca do corpo humano, elle jamis
poderi sobrevirer, tem pao, nem agua, aem re-
medio pin suas enfermididet. E nestas cir-
cunstancias, rendo-te tempre a bracos com aa
paixes, sem urna educacio apropriada, sem
urna luz que o encamiohe, aproreitando-se da
anarchia dominante, tende a zombar daa leis qae
coocorrem a eslabelecer a ordem social, e da
propria rida que nao presa seriamente.
Que I Poia s ha de ser o homem poltico,
escrariaado ao gorerno, o talismi mimoso da
poca, e a poltica a fonte de todas as dignida-
des e consideraces? E nem urna outra acien-
cia, nem artes, mesmo de eotre as que inrolrem
o bello, o sublime, o til, o necessario, pode ere
nossa trra elevar o homem de aaber e de talen-
to s altas dignidades, e i publica estima ? Ha
de a materia predominar aobre o espirito, e o
estomago imperar sobre o cerebro ? Que I Poia
ha de ser pupillo da forja bruta, do nepotismo,
quem direito tem a ser tutor da torca moral ?
Sim: se um Paganini, se um Beraogr, se
um Verdee, natceiaem e vivessem neste paiz, em
vez de terem adquirido tantas glorias, conquis-
tadas pelo genio e pelo esforgo, tanta estima e
publica admiracio, morreriam no mais peifeito
esquecimento ; e, quando nio, para que pudes-
sem alguma coosa alcaocar, miater fra que raa-
tejaasem as plantas da inepcia e da prepotencia
galardoada. Sim : Andr Veaale nio aeria Andr
Velase ; Bichat nio seria Bichat. Eotio, para
serem vistos e lembrados, ou por bossola toma-
riam o aviltameoto, ou de sbito te toroariam
homtiopalhai, condescendendocom ot caprichos
do vulgo e com a ignorancia.
Couliouemos com franqueza, inda que ella nos
irraate ii iras dot curandeiros. Um priocipio
de aecusacio em faror da rerdade e do paiz, e
da sciencia nobre que profetsamos, sempre um
serrico custoso caro, mas que pode ser ponto
de partida da linha que dere por urna rez bater
a aeparacio eotre os mdicos e os curandeiros,
eotre os profissionaes e os ignorantes, entre p
bem e o mal.
Repetimoi. Neste piii, t bem aqui*
onoado o que procura a estrada da poltica com
mira oas alfaias do gorerno, e que. ao approxi-'
mar-ti delle, depoii di crvala doescuro, ei-
tende-lhe asmios pediotea e pretenden tes.-
Mas tambem certo que nos piizei onde
ciencia falta, oa priociplos deaMparecem; a jus-
tia morre ; as Ideas naeioaaA rebaixam-ae; ot
pensameotos communs desflpraliam-ie; perpe-
tuam-se os erros e os prejuizos em todos os
ramos de administrarlo e iodustria ; as autori-
dades sio dosmoralisadas; o desespero toma o
passo i liberdade ; mesma Dirindide detta
catada ; o grandei naa ufanas de tuat facanhil
s sentem prazer eamagaado oa outroa homens, e
ettet s imagioim meioa de eamaga-lot tam-
bem ; Iriumpba o eharlataoiamo^otio em ludo d
mediante tudo; e, por fia, a ffneidade publica
que v-ie nos ltimos loproi de rida nos arran-
co! de ama aoarcbu abjtcta.
Dr. Carolino.
Retrospecto poltico; do auno de 1864.
PARTE EXTERIOR.
JEuropa.
(Continuarlo.)
O parlamento italiano aaudou este anno Victor
Eamanual rei desse noro reino, e o conde de
Cayour, grande estadista, elogio a fronte com
os louros detta rictoria ; mas logo depoia des-
caosou para sempre, morrendo no meio de umi
campeona politice, que lhe nio foi dado lerar ao
cabo.
A morle desse homem exlraordioario eocbeu
de luto a Italia, ede pezar e de receioa a Euro-
pa inteira : o coode de Carour era o denodado
patriota da confianca doa Italianos, e o ameatra-
do estadista da confianza dos gorernos europeos;
poraue elle tinha ao mesmo lempo todo o ar-
dor de um patriotismo esclarecido, para prose-
guir com dedicagao na obra de que era por certo o
primeiro architecto, e todi a sabedoria, modera-
gao e energa para conter as exploaes de um
exaltamento perigoso, ou dai ambigoes desen-
freadas.
Deicendo ao Inmolo coberlo dai bengaos de
todos ot seus correligionarios, e lerendo eomii-
go a admirago do mundo, o conde de Carour te-
re por aoccessor ni presidencia do conseibo e
na direegao da poltica do goreroo da Italia, o
bario de Ricaaoli, eatadista intelligente, franco e
audaz, que lomou i peito continuar a desenvol-
ver o tyatema do ten tnlecetsor.
Tarefa oneroaittima pesou e pesar sobre ot
hombros dos ministros e do parlamento do reino
da Italia.
A organillero do reioo, a obra da uniQcacio de
todas eisia provincias,|que fallando a mesma lin-
gua e tendo os metmoi costumes, eram separadas
por tendeociaae ciumes, e quaai odios tradicio-
oaes ; a ooificacodaa diridaa publicas de todas
ellas ; orgaoisacio do exerclto, que deve ter
ttoto mili numerosi quanto ae tntolha maia
prxima orna guerra tremenda ; a necessidade
de acudir com avultadoa em prestimos ao thesou-
ro do estado insufficieute para todos os serricos,
e trricos em circumttanciit tnormses e ex-
traordinarias, sio difficuldadei immeosas an-
te as quaes a mait enrgica rootade nio desa
nima.
Alm deites graves em baragos, ainda nio de
todo resolridos, o gorerno de Vctor Emmanuel
tere de plantar a ordem na Sicilia, que ficra
quasi toda anarchisada depois daa coorulaoes
polticas por que paitara no anno de 1860, e de
sustentar no aoligo reino de aples una guerra
lerrirel contra multiplicados bandos de reaccio-
narios, que rinham hastear as bandeiraa de Fran-
cisco II.
Ainda bem que o anno de 186t deixa a Sici-
lia quasi tranquilla, e regularmente gorernada'
e Napolea esperanzoso de rer estabelecer-se a
ordem.
Has os problemas difficilimos e aasustadores,
cuja solugao preoecupa o reioo da Italia, a Eu-
ropa, e grande parte do mundo esli na Venecia,
e ainda maia em Roma.
A Italia quer a sua completa unidode com a
Venecia por urna das suas provincias, e Roma
por capital : ella o quer, e nio esconde os seus
desejos, nem os seus manejos e trabalbos psra
a realisagao desse desidertum ; mas na Venecia
est a Auatria com todo o aeu poder de grande
potencia, e em Roma eal o papa com toda a aua
magestade de chefe do catholicismo e de vigario
de Chriito.
Garibaldi tinha-ae despedido dos seus intrpi-
dos voluntario em 1860, dizendo-lhes : na pr-
xima primarera preciaarei de tos e de um mi-
lhio de guerreiros Estas palarraa eram como
urna manopla de farro atirada face da Austria,
e os feitos aioda recen tea de Garibaldi fa2iam re-
cejar que elle sealrevesaa a effectuar a ameaga.
Mas a primavera de 1861 correu pacifica, e o
leio da Italia deixou-se iicar immovel no seu re-
tiro de Caprera.
O re Victor Emmanuel conseguir harmoni-
aar Garibaldi com o conde de Carour, eo grao-
de miniatro dissera ao guerrilbeiro : < espera :
a Venecia rir depois de Roma. >
E Garibaldi eaperou.
isl ainda 'tambemTFraV;' e'e'rqu'auv
- a Franga, a Italia nao dore, nao pode pe?:
a conquista riolenta da prestigiosa r.ni.i
o papa,
UlU VA
pz em campn '-
resolver pacificamente
queatio, que importa na-
ceisago do poder temporal do
es
litar
tar n cuasia riolenta da preatiglosa capital
os guerreiros, pois, nao desembainharam a Ya-
padas, aomente a diplomacia
doa os teui recursos para
esta pooderoaissima
da menos que a
pipa.
Desde um projecto de soluso desle problema
que o conde de Carour concebera e offerecera,
dando ao santo padre garantas de respeito efor-
Sa quanto ao seu poder espiritual, tem at hoje
apparecido tantos outros projectos para o mesmo
um, que fra enfadooho trabalho reproduzi-lot;
mas oo fundo a questio esbarra sempre no fatal
to be or not to be de Shaskspeare, o papa com o
poder espiritual, ou sem elle, e a todas as pro-
postas, todas aa combinaedes o paparesig-
nado, mas inhabalarel responde simplaamente
nio Ie o seuniorsle um exercito, por-
que ama violencia feita ao chefe da egreja abl-
lariatodo o catholeciamo.
No ferror desta lula obserra-ae com curiosida-
de o poder temporal do papa defeodido com re-
hemencia por um illuatradissimo protestante,
buizot, e combatido por um nao menos mostra-
do padre catholico, o jeauila Paaaaglia.
rorcada a conter seus impeloa do lado de Ro-
ma, a Italia sofrega agla-se de novo peosando
na Venecia, e oure os cooselhos de alguos que o
convidara para aproreitar-se das circumstan-
cias embaracoaas em que cada rez maia aperla-
da se acha a Austria ; Ricasoli, porm, e os al-
tos directorea do morimento italiano nio se pro-
nunciaran) ainda, e o mundo aocioso acompanha
a marcha dos acontecimeotos nesta parte da Eu-
ropa. r
A' entrada do mediterrneo encontramos a
uespanha crescendo em poder militar, e apro-
veitsndo-se de alguos aonos de tranquilidade e
ae ordem, mas resentida de desgoslos que lavram
na populacio. Tudo ali calmo na superficie ;
o tundo da aituacao. porm, nao deixa de ter per-
turbarles e obscuridades.
Em Loja rebentou este anno urna insurreicio
com carcter republicaoo, tendo, porm, por
cneie, nomena sem nome e sem prestigio, e
acabando por ser prompta ecomplelameote aba-
iiaa. Comodecostume, sanguinolentaa repres-
soes seguiram i perpetragio do atintalo : ape-
nas os /usi/omento foram substituidos pelo gar-
firnik m** em 8e*aiaa imprensa gemeu
aforrolhada em novas cadaa e o governo auspei-
rt0/n0.,^CUrou de,c.ob m todo o paiz osfloa
daquella conspiragao abortada.
rOVm8l0r"" f' facil caWaDha de Barrocos pa-
n,?lff ,ac"nder na Hespaoha a flaroma bellicos!,
que ir alimeotar-se e satiafazer-ae alm do A-
iianuco, pedmdo ao Mxico contaa de aggravoi
recebidos, e tentando talvez fundar ali urna mo-
narchia, intervtndo para isso ot negocios daquel-
la muera repblica anarchiaada, maa levando
por companhoiras na intervencio a Franca e a
Inglaterra. *
.'f.ir0pbe.d" Haspaoha, mis da Heiptnha
ol. til?'" llDgu"' c08'on>ei, ideas i recordi-
urJ. lKttt Porlual cicitriza suas antigs
nM.m um longo per,odo de legalidade e de
r.m;. .reBme,>deum goreroo rerdade-
ramente comtitucional deaenvolve ot seus ele-
mentos de riqueza e de prosperidade, estenden-
?J .. de 8a", erress, abriodo novase
exceiientet eitradaa, dando incremento i educa-
cao publica, animando aa letras e ai artes, e -
formoseaodo a toa capital.
Iofelizmente veio o aojo da morte no Qm dette
iodo rocar com sois axil funebret o pagos do
soberano, doua doa nobres netos do augusto he-
-re do Porto forio dormir ooa jazigoa reaei, dei-
xando coberta de luto a oacio inteira
Poucos diss depois de morrer o principe D. Fer-
nando victima de urna fatjre perniciosa, aucambiu
i mesma molestia o rei D. Pedro V rei por
iaaitos e muitos justos ttulos querido, rei ben-
fico, Ilustrado, tolerante e virtuoso, re de veras
corttlitucional, rei qne a historia chamar com
razio Pedro o bem amado
Succedeu aeu irmio no throno de Portugal o
"*) D. Luir, de quem seus lobditos esperim
inuacio do goreroo Ilustrado e paternal
que a morte acaba de roubar-lhea.
doi Pyriooi te eiteode a Fraoc orga-
0>fMui aua influencia e da aua forca maa aau-
dooUMtapre di liberdade poltica de que tanto
se ofdtMtra. '
' certo qae o imperador Luiz Napoleio afroo-
xoa um pouco ot rigores do teu syiiem de go-
verno, que em 1861 no senado e ni cmara dos
depMadoi do imperio fnocez abriu-at nata e lu-
mlnon diicoiiio sobre u quattoot de poUtica ex-
terior, e acarea do orgamento de receita e deipe-
zi do catado, grande pasco tem duvida na entra-
da de reformas em aeotido liberal; etae facto porm
te Baratale lindt mais com o carcter de taire
condeiceadencia, do que como o goaode um di-
reito, caja perdurago esteja fra de durida.
Eotrelaolo a Francalapplaudlu eite primeiro bri-
ibar da aurora da liberdade parlameotar, e aapira
v-la seguida pela liberdade da imprenaa, que in-
felizmente contina aujeita ao arbitrio e ao efo
do goreroo.
As cmaras frsocezaa deram como era por todos
previsto, urna reprovago decidida poltica ex-
terior de Napoleio III, e tubicreveram todas as
medidaa fioanceiras propostas pela gorerno;
nem por isso porm lula menos com temiveis
embaracos a Franca em suas quesles exteriores
e em suas condigoes econmicas.
Luiz Napoleio aente que a aua poltica con-
trariada no oriente e na Allemanha pela Ingla-
terra, que aupeitosa e ciumenla oppoe-se ao de-
senrolrimeoto e so predominio da sua influencia,
e na Allemanha lula com aa anlipathiaa de urna
nagao que nio lhe perda as conquistss e as vic-
torias do Napoleio I, e teme r-lo empenhar-se
em realizar um aooho querido dos Fraocezes, le-
rendo as fronleiraa da Franga al is margena do
Rheoo.
E* certo que um ficto recente pode ter feilo ir-
refeeer um pouco esses temores. A visita do rei
da Pruiaia Luiz Napoleio em Cjmpigue, e ai
amabilidades trocadas logo depois pelos dous so-
berauos, parecem indicar que eatreitos lagos co-
mecsm a liga-es; mas pela mesma razio de serem
as alliangas dos mooarchas poderosos sempre ba-
teadas em tranaaecea que satisfazem aeua res-
pectivos i ulereases, redobram oa cuidados da In-
glaterra e as aprehensdet da Austria, porque o
augmento do poder da Franga um eterno peaa-
dallo para a primeira, como o fortalecimenlo da
Pruatia aempre urna ameaga para a segunda.
Objecto aiuda daa auapeitaa da Europa em au-
as quesles de territorio com a Suisss, a Franga
alienta e anhelante procura adeviuhar o peosa-
ment intimo do seu imperador em relaco
Italia.
Luiz Napoleio traz, com effeito, suspensos to-
dos os nimos respeito dos negocios de Roma
e do melindroso assumpto do poder temporal do
Papa.
As apparencias como deixam entrever por rezes
que i opiaiio do imperador dos Fraocezes fa-
rorarel s ideas dos Italianos, e cootraria con-
tiouagio do poder temporal do santo padre; maa
em Fraoga poderoso o espirito do catholicismo,
e grande a influencia do glero.
O partido chamado ultramootaoo trabalha no
sentido dos conaelhos e dos ioteresses do vatica-
no, e I.uiz Napoleio pelo sea lado procara annul-
lar o ayatema de ceotralissgio de certss contra-
rias e associagoes caridosst e de carcter religio-
so, que em vasta rede cobrlodo a Franga podiam
contrariar poderotamente a poltica.do imperador.
Observando cauteloao o clero e o partido ul-
tramontano, Luiz Napoleio r-ie talrez obrigsdo
a adiar o desenrolrimenlo dos seut plinos e
resoluces, pela dolorosa pressao de ainda outras
difliculdades: /
A situagao financeira da Franga nio t .apr-
sente em lisongeiro quadro : a conveniencia poli-
tica de oceupar muitos milbares de operarlos,
quem a falta de trabalho tornava fcela de terem
arraatradoa para aa revoluges, foi causa de em-
prehenderem-ae obraa grandiosas que encheram
Pars de novos encantos, s Franga de oras mag-
nificencias, mas que tambem sgotaram recur-
sos immensos do thesouro, eimpozeram enormes
sacrificios agricultura e iodustria : esta fon-
te de deapeza, j de si tio considerare!, reio jun-
ta r-se a necessidade de sustentar numerossi-
mo armamento de exercicio e de marinha, e pa-
ra cumulo de desgraga deminuio ao mesmo tem-
po aenarelmenle a receita, sendo urna rerdadeira
calamidade para aa fabricas de tecidos a guerra
cirll dos Estados Unidos da America do Norte,
sem fallar dos lamenta veis resultado de urna co-
Iheila infeliz e insuficiente.
Estas causea accumuladas e recentes provoca-
ran) umacriae financeira, e o imperador oas reu-
nios do seu conselho, ouvio Fould expr com
lana e lio esforgada eloqueocia a necessidade de
ma reforma que pozesse em ordem ss floangas
do estado, que nio heaitou em cooflar-lhe a pas-
'* naiaflenda' mod>Bcando assim o seu ministerio.
U dficit que aprsenla o orgameoto da Fran-
ga attingia j, segundo os ltimos clculos,
,0mum,aue?orme de "< milhea de francos,
tema finaocViroa ma'lo^aV/n^fiLd .V1.:
e nao eacondeodo ao seu paiz o estado lamentare
do thesouro, ousa arrostrar a situagao, e conta
melhora-la, auziliado pela rontade enrgica de
Luiz Napoleio. v
Teodo Fould apontado como urna das otigens
dos constante desiquilibrios entre a receiti e a
deapeza a faculdade que tinha o imperador de
mandar abrir crditos extraordinarios durante a
ausencia das cmaras legislativas, Luiz Napoleio
foi prompto em renunciar easa prerogatira cons-
titucional, e escrerendo neste sentido urna carta
ao mioislro do interior, aproreilou o eosejo para
honrar a origem popular do seu poder.
A renuncia daquella prerogatira quo a actual
eonatiluigio da Fraog dar ao impendor, e a
maior importancia que rai por isso assumir o
corpo legislativo, um noro passo na carreira do
systema parlamentar e do progresso liberal.
Nao nos Iludamos, porm,sobre o alcance desta
renuncia. A faculdade dos esloroos de urna ver-
ba para a outra suppre peritamente a de abrir
creditoa extraordinarios, mrmente n'umpaizem
que dentro de poucos diss se conroca o corpo le-
gislatiro para acadir i quaiquer necessidade de
grande rulto.
Do outro lado do canal da Mancha a raioha doa
mares apparece orgulhosa e aoberba, mai lem-
pre alerta e acautelada, espiando os passos e os
planos mais recnditos das outras potencias, para
garantir o seu poder e a sua influencia no futu-
ro, e nao ser nem agora nem maia larde a se-
gunda nos conselhos da Europa.
E anda o relho Palmeraton o director da po-
ltica da Inglaterra, nem parece prorarel a sua
prxima subatituigio por outro estadiata as cir-
cumstancias acluaea da Europa e dos Estados-
Unidos.
O tempo de excilegao, de tempestades e de
ardeoles morimentos, e portento lord Palmert-
lon o homem da poca no seu psiz.
Os receiot de urna loralo frincezi na Ingla-
terra, a idea de que Luiz Napoleio preteoda rir
de improriio crarar-lhe a espada no coragio,
tem-ae ido pouco pouco dearanecendo, deixan-
oo porm robustamente fortalecidas aa costas da
ufauosa ilba, e disciplinado em batalhei de mi-
licias o poro inglez.
E com todos ettet receiot aioda a allianga e
a boa inlelligencia da Franga e da Inglaterra que
garante a paz da Europa ; frgil porm ae augura
a muitoa eaia alliinca, porque ambas as poten-
cias tm ioteresses queso cootrariam, e descoo-
tiangas que profundamente as sepsram. Sio daas
r!I"S8 que ,e fln8eni nagas pela torga da neces-
sidade, maa que se vigiara urna i outra pela cer-
teza de urna diviaio, e de urna ioimiaade franca
e aggressin em um futuro miit ou meooi pro-
xjn.
'Inglaterra pesa em todas aa grtodet quealoei
europeas: no oriente, em oppoaigao a ideas da
Franga com quem alias se acbra unida para se
opaur Russis; ni Italia, em franco e decidido
apdlo da revoluglo : moaln-se prompta aempre
a ligar-se Fringa contra urna alliaoga da AU4V
mauha e da Rusta; iudigna-ie porm ao vecjiue
a Franga e a Pruaiia ae approximam e proiiwL
entender-te e eitende em tal caao ambas aa mjrla
Auttria.
O inno de 1861 aciba trale e obumbrado pin
a orgulhosa Albion.
Um incendio de proporges glganteacaa, que
derorou urna parle nio pequea da cidade de
Londres em um dos primeiros mezas do anno,
foi um aconteclmento lamenta ve!, mas cujas con-
sequeocias nio podiim preoecupar por longo
lempo o gorerno.
O tempo nio correu, como na Franga, mal
para oa larradorei. e a colheita foi excedente;
mais do que na Frang, porm, i guerra cinl
doa Eatadoa-Uoidoa donar na Inglaterra milha-
rei de operarioa sem trabalho, porqoe o algodie
falta e aa fabricas ou te fechara oa dimiauem it
horss de trabalho, e portento ot talarlos ; a to-
me te tonuocii paroroii, e ama enorme mulli-
dlo de pobrea tem recurio algum precinrio que
a caridade lhea d pi para Dio morrerem por
falta delle. r
E' a queatio lerrirel do pauperismo, do pa-
ptriimo com o grito medonho arrancado pela to-
me, que ae aprsenla de noro, e taires mal for-
midavel que nunca ios estadistas da relhi Iogli-
tern.
Voltemoi io continente e sigamos da Franca
pan o norte.
A Blgica pagou o sen trbulo i molestia rei-
So^Dca.bned.ee.Sm0foretiQ0c.geU.S.: XS^%\*SJ *?-' *"" d'
previso de urna guerraVm'que podermb" ^!Z^^J^^!T^^A
gana a lomar parte, ou di tentativa de urna con-
quista que realisada a loroaria em provincia do
imperio fraocez. Entrelaoto esse prudente esym-
pathico paiz camioha afortunado no goso de suas
instituiges, e dando ama prora da excellencia
do gorerno monarchico-cooalilucional. Umamu-
danga ministerial deu na Blgica rictoria s ideas
do partido liberal, e o reconhecimente do reino
da Italia maoifeatou de prorapto as teodenciat da
ora poltica do gorerno belga.
A Hoilinda, sensata, laboriosa e pratiet, d,
como cosluma, pouco qae fallar dot teus nego-
cios, bem que multo e seriamente dellea se oc-
cupe: senle-se ali o ardor da rida poltica e a
prosperidade material, mal sem ostentago eaem
vangloria. O cuidado das colonias um dos mait
riros empeohos do gorerno. No correr do son
umi nica, mas sfflictiva e desastrosa calamida-
de sobrereio i ease paiz: um dos msis ricos dis-
Irlctos da Gueldra foi, na extensio de dezsssels
mu hectrea, aubmergido por urna espantosa
oundacio.
Na Dinamarca a questio do Holstein, Lauen-
Durgo. e |do Schleswig cooliouou aioda a oect-
par loaos os espiritos, e a proroear as queixaa e
as ameagas da Allemanha. Seria bem possirel
que as armas da Prussia e de outros estados al-
ternaos fizessem triumphsr as ideas da dieta de
rancfort, se urna guerra com a Dioamarca nio
podesierir a ioteressar muito ootarelmente ou-
tras potencias da Europa. Toda vi chegou-se a
suppr inneritarel o comego da luta ; a diploma-
cia porm ainda conseguio conjurar a tempesta-
do, e embora o anno de 1861 nio deixe resolv-
das todas as duridat, lega ao menos ao de 1862
bem fundadas esperangaa de um accordo entre a
Dinamarca e a Allemanha, neaaa amiga e j dez
vezes explicads disputa.
A Suecia quaai que escapa nossa rapid re-
viste eicoodeodo-se nos seus gelos r'o norte ; mas
a seu rei, o joven Cirios XV. o neto de Bernir-
dote, veio moslrar-se aoa Francezes, que rece-
beram com um acolhimento sympathico o des-
cendente de um general notavel. Sera algum
olereese poltico que lerou Carlos XV Pars e
depois Londres?...Nio poaairel assegura-lo ;
certo porm que um mcimenio scindinaro se
obserra oa pennsula septentrional da Europa e
na Dioamarca, e ae de tal morimento riesse a
resultar a uoiao das ragta escandinavas, e fundir
em urna as ddas monarchias, indubitarelmente
mais urna potencia reapeitarel se levantara no
relho muodo; e quem tabe te esta perspectiva
nao sorri aquelles quem conrem erguer fortes
harreiraa diaote do colosso do norte e da Allema-
nha?...
Penetrando no centro da Europa, encontramos
a Suissa resentida ainda da pacifica conquista que
a Franga effectuou com a acquiesceocia do Pie-
monte, conquista qae creou para ella orna situa-
gao que pode ser um perfgo, dando aquella po-
tencia os meioa de dominar em breve do mait
importante de teas lagos, e de pesar fcilmente
sobre a repblica com o seu immenso poder.
Os brados da Suissa, apezar de repercutirem
na Inglaterra, e de excitarem aympalhiaa em maia
de um gabinete europeu, nio tireram resultado.
A conquistadora era a Fraoga: o eocanto do pie
biscito dourou com apparencias de legalidade a
absorpgo de Niza e da Saboya : o faci foi con-
summado, e j teria escapado s rirss reminis-
cencias de quasi todos, se outra e recente ques-
tio territorial, embora muito menos importante,
renascida entre as duas nages, oio tiresse rindo
ioquietar o animo agitado da Confederagio Hel-
vtica.
A Allemanha coolina t entreter o maodo com
as suaa intermioareis discussoes e manejoa para
modificar profundamente a aua organisagio fede-
ral, dando-lhe mais torga e actividad! por um
systema de uniao mais estreita ede ceotralisagio
que lhe falta.
Mas neste empenho de reformas nio sao as
mesmas aa ideas dos goveroos e as ideas do par-
tido unitario allemlo.
O partido unitario fez ouvir solemoemente a
aua voz este auno pelo orgio do Nacional-Ve-
rexn reunido em Coburgo, manifestando a neces-
sidade de reformas radicaes que fundem a unida-
de poltica, que alias nio tem o apoio de lodos
os estados, e menos o dos estados do sul. A
medida principal que tomou o Nacional-Verein
foi um primeiro impulao pan a creagio de urna
marinha allemia por meio de donativos volunta-
nos, impulso gue aproveitaoio auaai nada Al-
.-mu*, aprovena certamente um pouco a rru-
aia, cujo mioiaterio da marinha foram enria-
do! oa productoi das sobscripges, registrados
pela gaceta oCQcial de Berlia sob a rubrica bem
signicatira de donativos pan o augmento da
esquadra pruasiana.
Os gorernos allemies comprehendem as ideas
de uniao seu modo: os de primeira ordem. a
rrussia e a Aualria, combatem-ae mutuamente
no leio \ confederagio. procurando cada um
dellea fundar em solidas bases a sua proeminen-
cia nos conselhos e na direegio da Allemanha ;
os estados secundarios procuram engrandecer-se
4 expensas doa de terceira ordem, e os estados
do norte acompanhando de perto a Pruatia sao
da A "u Pel8 d 8Ul qUe 8egaem 9 P"*01
Em tal rede de aipiragdei oppostas e de con-
tradicgoes systematicas. o nico pensamento que
parece merecer o apoio geni dos Allemies o
da unidade do exercito federal; mas contra o
desenrolrimenlo pratico dessa consideravel pro-
videncia levanta-se ainda-como barreira o antago-
nismo das duas grandes poleocias de Allemanha,
que se disputam a direegao das tropas da conf-
deragao.
s/mpihca ao partido nnitirio, robuitecendo-
ae de da para dia, menos cercada de perigoa e de
ioimigoB do qae a tus riral da Allemanha, a
rrussia mostra-se animarla camiohaodo com os
olhosardenles filos no hdraonte.onde se desenham
teus grandes destinos. T^o duque de Coburgo
acaba de realisar o queTBtria chamar a fusao
militar dos seus esUdoJ^m^a Prussia, e bem
que este facto dera excitar enrgicos protestos da
parle da dieta de Francfort, como delle-. provm
urna economa notavel pao thesouro de'obur-
go,conta-se com que este exemplo ache ipUdb-
res queirio redobrar a influencia da Prussfi.
Com estas ponderosas combinages polticas
mlsturam-se este anno as brilhaotes e deslum-
bradoras festas da coroagio do rei Guilherme.
A ruina completa das flosngas do imperio, a
desafreigao de nociooalidades opprimidas, o aba-
timento de populagoes, urna enfermidade geni e
patente do eatado, as mais bem fuodadaa prer-
soet de um caliclysma poltico langaram a Aui-
laen" J'fs d" Prialeira reformai liberaei em
180U, e Schmerliog chamado io mioisterio, to-
mando a direegio da poltica interior do imperio,
lerou o imperador a tentar conalituir ai dirersas
oacioaalidadei reunida debaixo do sea seeptre
sobre bases da maia larga autonoma, e a fundar
a umdade da Auatria, aubstituindo a centraliaa-
cao poltica ceotralisagio material, tendo por
fundamento o principio moral de urna federagio
llrre, que aasoci*r os inleresses de todos, e tran-
sigir sobre os ioteresses particulares de cada um
no conselho do imperio transformado em urna es-
pecie de congresso geni.
A le eleltoral de 1848 reclamada pelos Hn-
garos foi concedida para a eleigio da dieta, assim
como flcou decidida a reunilo da Valrodia i Hun-
gra. A estas rieram juotar-ae aioda oulrai coo-
cessoes.
Mu o estituto de outubro de 1860, recebido
com eotbusiasmo em Vienna, malutiifez ai pro-
rincias, e excilou o espirito publico oa Huogria,
cuja dieta regeitou aquella coosliluigio outorgada
- histrica e as leis de
conquista lyraooica nacionalidades rencidaa.
De cada rez qae 6 aeotido ni Borona a ferror
de ideas regeneridoni, de esda re que um poro
eicriro quebn ali aeua ferroi, outroi porta qua
tambem gemem na oppretsao, levanlam aus pul-
sos, moalram ao muodo tuas cedis, e fazem ou-
rir ero altos brados um protesto faror de aaa
liberdade.
O triumpho da Italia alentou as aapiregoea do
independencia da Huogria, comprimida desde do-
ze ancos, e dispertou do sea somno de triati in-
nos i Polonia rusaiana, que sem fazer um appel-
lo s irmal igiti-ie comludo lio profundamente,
geme lio alto, para fazerchegar aoa ouviJos de
todas as poteocias da Europa o testemunho da
aeus dolorosos marlyrios, mauifeata-se com laoto
patriotismo e com tanta franqueza cm suas solem-
nidades religiosas, not aniversarios de san ric-
toriii e de seus desastres, e ou exequias de seus
mais Ilustres va roes, que obriga a Ruasii no-
vas mtdidn de compreisio e io emprego do aval-
lada torga militar pira reduzi-la to lilencio e
immobilidade.
Assim, pois, i Polooit torm t faier ourir o tea
nome no mundo, e tnnuocit-te linda vira no
coragio de seut fllhot.
Hsi nio sio tmente o cuidados qae actual-
mente inspira a Polonia agitada, que preocctpim
o immenso imperio do norte.
A Russii v-te timbem i bracos coa o mu
estado dai suaa fioingaa, e sent-te minada por
novo! principios polticos que comecam s medrar
no seio da populsgio, e tem emQm de experi-
mentar a efferresceocia, de vencer aa difficulda-
det e de regular a ailuagao que lhe Irouxe i me-
dida ilis lilimente civilisidori e nobre di libtr-
tagao dot aerroi.
A sgitagio poltica que te obserri oa Rassia
oio maia se concentra myileriosimenle.no siio da
poro, sntei j te demonstra por ficto*, caj im-
portancia preoecupa o gorerno da Ruasii.
Em um dos ltimos mizei do anno o czir,qaa
contara paaaar algum tempo longo de S. Pelen-
burgo, tere de roltir apressadameote toa capi-
tal pela torga de manifealigei que a autorida-
de nio se acha habituada no rudo imperio do
norte ; em S. Petoriburgo, como em Moscow, a
em outros pontos i excitigao publica lubiu da
ponto : o goreroo riu-ie oa necesaidade de lomar
providencias enrgicas, e alm de outna medidas,
mandou fechar grande numero de icidemiat.
Fra da cidide lio os campooezes que te tgi-
tam contri ot teut aotigot teohorei.
Tambem ni Fiolindia larra o detgosto, e no-
ti-ie morimento.
Quando este grande srincipado passou a soze-
raniada Russia, o tratado de Frederikshamn, em
1809, garantiu-lbe a conterragio daa ion leii a
di iui cooilituigio. O orgio principal detsa cons-
lituigao, que aemelhante i da Saacii, dieta
com posta de deputados das quatro ordeo; e aem
esta dieta oenhuma reforma nem leis algumai po-
dem ser legaes.
Entretanto o gorerno nio conroeou ame s rez
dieta fiolandeza, e tal era a aituacao di Finlan-
dia, quando em abril de 1861 um manifest im-
perial inatituiu urna commitsio qae dore reunir-
se 20 de jsoeiro de 1862, com certas atirtbui-
Ces adminislraliraa, e com o direito de preparar
ai leis. Os projectos desta commiuio, ipprors-
dos pelo imperador, derem mesmo teri torca da
lei al dieta prxima.
Semelhante iostituigio desagradou aos Finlao-
dezes, que proteslam decididamente contra ella,
assignando oas cidadea e noa campos represeata-
goes ao imperador. Nealaa pacifica demonitn-
goei a Finlandia cooaerroa'ae restrictamente
dentro dos limites da mais perfeila legalidade;
mas nem por iaao deixa ella do crear mais ama
seria difficuldade para o goreroo da Rassia.
Tal o estado em qae o anno de 1861 deixa a
Europa.
Em todas aa potencias demonstra-se o deseje
de assegurar a paz, deaejo determinado pelos eaa-
baragos financeirot, que mais o menos todas ellas
seoiem, pelos receiot de alliangas ou colligagoet
formidareis; dianle dai quaes tenham de ceder ai
mais fortes, e tambem, doremos acredita-lo, pe-
los principios de humanidade e pela alta civili-
sagao doa seus gorernos.
E todava os temores de nma guerra nao sa
dissiparam ainda, e essaa poteocias, qae laoto
mostram almejar a paz, augmentara ot seus
exercitos e as suss esquadrat, oa aa conservara
no mesmo p elevado em que astnbam, obri-
eando-se sacrificios enormes, e talvez aiuda
maia fUaei para a iodustria e a riqueza publica
do que sena i proprii guerra.
E' umi situsgio anormal e intolerarel, cuja
perdurarlo te tornara a maior daa calamidades.
Assim, pois, o anno de 1861, qae comegra
obumbrado por densas nurana polticas anuuncia-
doras de tremendos conflictos bellicosos. correa
todo sem marcar a data de urna t batalha, des-
meotindo este modo ti linistns preritoet do
tantos ; infelizmente, porm, deixou ao aaa suc-
cetsor o mesmo horizonte ennegrecido, e apenas
a compensagio de ama toare esperanga de paz.
Possa a sabedoria doa gorernos o modengao
doa poros tornar em realidade etta benigna es-
peranza I...

e exigi a aua conitiiuigio
A Hungra oio quiz mandar representantes io
conselho do imperio, e oppde Austria umi re-
sistencia por or ainda pacifica, mit anounciad-
ra de violentas demonsirages, negando-ie ao pa-
gamento de impostos e provocando medidas de
compretsao da parle do imperador.
E emquanto Hungrii ruge, i Veneci espera
o momento de quebrar o seus ferrot, e msnifes-
ta o sea odio aos conquistadores, por quanlos
meios pode inventar t imiginigao exaltada doa
opprimidoa.
Trille e pergotiisim por certo a litascio do
Imperio da Auttria. Tem ni raint das toas H-
ningu um elemento lerrirel de detorgmiisgio,
ou pelo menos umi calamidade astombrota, e
torga da a carregar com deipesat exeiaiirsi e bo-
je superiores aos aeus recursos pan sustentar um
reilo numerosissimo, condgio nica, porm
anda assim nio segura para conter a Hungra a
Venecia e u prorincin ilirai qoe cenipinm
inceaaantemente, e que cilio estendendo ot bn-
gos ao reioo da Italia, outro ioirnigo e etae muito
mait lerrirel quo a fatalidide mait cedo oa mait
tardo arrojar aobre a Aaatria.
A ligio dt experiencia eiti demonstrando ioi
Possam s juslig e a cirilisagio resolrer todo*
os problemas polticos que assombram e pertur-
ban! a tranquillidade da Europa, aem ua apello
para o non interest quomodo solvalur com qaa
as espadas dos Alejandres rompem at rezes oa
nos gordios das nages.
A agricultura, a industria, o commercio, o pro-
gresso material dos paizet, o progresso moni doa
poros, a liberdade, aa letras, ai aciencin, a ei-
vilitacao, emfira, e o bem de todoa dipeodem
precisara di paz, pedem e exigen paz.
E paz real, paz nio armada, paz sem desconfi-
ingu do futuro nos traga o tono de 1862.
AMERICA.
Esladot-Unidos e ontrat repblica*.
Tempo honre em que os acontecimeotos pol-
ticos que se passaram nos EsUdos-Amerieaaoa
tiohaiu emgeral urna influencia qae nio se etten-
dia alm do seu proprio horizonte, e em qae s toa
relagao era apenaa ourida como aimplea coriost-
dade histrica ; o inno de 1861 porm reio mar-
car a poca de factoa estrondotoi e sioislros, da
que est sendo tbeitro o mais poderosa estad da
novo-mundo, e cujas coosequencin j ao dolo-
rossmeote experimentadas em toda i parte a
com especialidade naa duas grandes poteociat
occideotaea da Europa.
O calaclyamo poltico e a guerra eoloaaal qm
tintos espiritos anda o menot tmidos calcula-.
vara terem de detencideir-ae ao seio dai actaa
europeas, e que foram removidos gragea pra-
dencia e sabedoria dos goreroos, riaram calo
inno verificar-se quem do atlntico, oca Es-
tados-Unidos di America do Norte, ola da um
modo idntico quanto aoa principios em lula, mu
semelhante pela immensidade do mal e pala mor-
midsde do conflicto.
Realisaramae aa tristes prerises daquellis qaa
nio acrcdtaram poiairel a perdurado da hirmo-
oii e da anuo entre o eitadoi do sul e os ao
norte da grande e orgulhosa coofederacio imo-
ncana.
Guerra fraliclda e fatal aleon-to emfim ni po-
derosa repblica, e saogue de Americanos derra-
mado porAmericiooi banha aterra onde detcia-
aim ti cinzas de Wishiogton, de Fnaklia de
Jiuerson.
Chegou a hora do deteocanlo : a pedra rola par
ingreme ladera, no fim da qoil est a abyime.
Aeleigio do actual preiidenle dot Estados Cui-
dos di America do Norte deu osiioslde urna n-
volugao tremenda.
O Sr. Lincoln, candidato dot eilidos da aorta,
consegnio triumphir em 1860, a etta iriumpba.
significando o predominio doa priacipioa caatra-
rioi i escraridio, fez tocar o alarma bm o* i doa
do tul, oode o idmitlidoi o trabalho o a ala-
le nca dos eiera vos.
Em coniequencii faz o sul ourir ao wida
americano a sua ro por um dos seus maia legti-
mos orgios. e declirou que i anua aaa termee
ictuiei do pacto federal tasia eitnmacer a pa-
nha em perfgo coodigio social dai aitidoa da-
quella parte da confederagio ; qae a propaganda
joa estados do norte, e aa leia roiidn pelea et-
tadotde ettaaecgio contra a extradigio aai
roa fugidot;que os iniquos limites postea ..
sio doa eatados com escriroi palca tacTUariao
reatara por conquistar raga americana- aaa a
eleigio emfim deum presidente i
trims contrarias ios estados da tal
ros para impor estes i laaaraci
oeceaiidide indeelinarel do salngio
(CotUiaaar-at-aa,)
PERN. TTP. DE M. F. DE FARIA. FILBO. \9H\
(


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